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A Post i La Pedagogic a 2011

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M EE

S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI

SI M EE P N SI

NP SI

M EE P N SI M EE P N SI

SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI

N SI M EE P N SI

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E PE N SI

N SI M EE P N SI M EE P N SI

E NP I S

EM M EE P N SI

M EE P N SI

ÍNDICE
M EE P N SI M EE P N SI

E NP I S

M M EE M EE E P P M M E N M N EE EE EM SI SI M EM NP EE P P E I E M E P P S N N E PE IN SI SI NP IN PE I S N M S EM I S N E E I S .................... - ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: ORIENTAÇÕES PARA A INCLUSÃO DA CRIANÇA DE SEIS ANOS DE IDADE 4 M E P S E E M IN NP NP EM EM P I M I E S M E E S E S N E PE EM SI PE...................................................................................................................................................... NP NP EM - ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA 28 PE I N E E I N S SI P N I P S I EM M M S N S E N E I I P M EE E S S E P P N M M E ESCOLAR DE M ALUNOS CEGOS 29 N N - INCLUSÃO P SI M EE EE E BAIXA VISÃO .................................................................................................................. SI SI N E E P P I M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M 34 - O FRACASSO ESCOLAR E COR/RAÇA ................................................ S N SI DE MENINOS E MENINAS: EM PE IN ARTICULAÇÕES ENTRE GÊNERO IN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP DA APRENDIZAGEM NA INTELECTUAL (RAADI) .................................. 39 PE ÁREA DA DEFICIÊNCIA M EMSOBRE AVALIAÇÃO M EE NP SI- REFERENCIAL M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M E PE IN IN O DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIA SI NP LEITORA INP M - REFERENCIAL E I S DE EXPECTATIVAS PARA M S N E P S M S SI EE II DO ENSINO FUNDAMENTAL PE IN M EE P EM ESCRITORA NO CICLO ..................................................................................................................... 45 S E P IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N- ORIENTAÇÕES S N P N E I P I N DE JOVENS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEMIN PARA A EDUCAÇÃO 64 M CURRICULARES: S S (EJA) ..........IN SI P PE E ADULTOS SI M S EE S N E IN P I M E S S E N M M M SI NP - REFERENCIAL SOBRE DA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM NECESSIDADES EM PE M EE M EE AVALIAÇÃO EE SI N E P P P I PE M EE E EDUCACIONAIS ESPECIAIS ................................................................................................................................................................... 71 EEM S N N N E P M P I I I E E S S S N N P P I E I M S S IN IN M EE NP - ORIENTAÇÕES S S E I M P CURRICULARES: PROPOSIÇÃO DE EXPECTATIVASEDE S E APRENDIZAGEM SI EM EM PE IN M E E S P M N E P P BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) LÍNGUA ........................................................................................................................................... 77 M N SI EE PE IN IN EM EM SI EE P EM S S N E E P E I N M P P I P S N E S DE APRENDIZAGEM N M SI A EDUCAÇÃO - ORIENTAÇÕES PARA ÉTNICO-RACIAL ................................. 79SIN EM EXPECTATIVAS PE CURRICULARES: SI E M M E E N E E P I M P E E S N P M N EE M SI ALFABETIZAÇÃO NP - ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS: EM P SI IN EE E E LETRAMENTO – EJA E MOVA .................................................................................. EM S EE 85 SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N FORÇA AO PE -SITODA ANO - CONTEMPLANDO AS ESPECIFICIDADES 90 SIN M SURDOS ............................................. EE DOS ALUNOS NP PRIMEIRO E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM PE PE PE DIDÁTICAS LER E ESCREVER: IN M - CADERNO DE ORIENTAÇÕES E S NP N EM93 N TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO ........................................................... E N M P I I I I M E E E S S S S E N P PE SI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M M S SI PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M N S M N N NP SI EE PE SI SI N EE EM P SI N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N P P M I E N M E M - ENSINAR: AGIR NA URGÊNCIA, DECIDIR NA INCERTEZA (CAP. 5) PERRENOUD, Phillippe ............................................................ 96 I E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E Gather ......................................................................................................... E - INOVAR NO INTERIOR EDA Mônica 98 M ESCOLA - ITHURLER, SI EM NP PE PE M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N - FORMANDO PROFESSORES PROFISSIONAIS: QUAIS ESTRATÉGIAS? QUAIS COMPETÊNCIAS? P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E SPERRENOUD, E Évelyne...................................................................... Philippe; PAQUAY, Marguerite 106IN S S e CHARLIER, E P Léopold;EALTET, PE S EM EM P IN M E E N S E I M P P IN M E S M S N E N P EE I .............................................. E - PROFESSOR REFLEXIVO NO BRASIL: GÊNESE E CRÍTICA DE UM CONCEITO - PIMENTA, Selma G. 108 E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N - AVALIAÇÃO DESMISTIFICADA - HADJI, Charles. ............................................................................................................................... 110 M SI EE IN SI EM NP P S I E M E S N E P M I PE E E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

PUBLICAÇÕES INSTITUCIONAIS

M EE P N SI

M EE P N SI

GESTÃO ESCOLAR

2

E N SI PE M N EM E M I E E E S EM P P E M E P N N E P I M N S SI N PE M EE M SI EM SI E N E E I E M E - AVALIAR: RESPEITAR PRIMEIRO, EDUCAR DEPOIS HOFFMANN, Jussara .................................................................................... 119EEM P S E P P M M N E M N I N E E I P S E E S NP SI EE EM N I P P I M P E S S N N EXTERNAS PODEM AUXILIAR O TRABALHO PEDAGÓGICO E - OLIVEIRA, P N - AVALIAÇÕES DA ESCOLA? ........................... 128 SI RomualdoIN SI PE SI EM M M S E N E E P M E SI EM PE M M IN EE E NP E -EPSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO VIRTUAL COLL, César e MONEREO, Carles ...................................................................................... 129 EEM EM S N P I P M I E S N E S N P P I P M I E S N S P IN M IN EE S SI - CIBERCULTURA E N S P I M M - LÉVY, 139 S PE IN M Pierre ........................................................................................................................................................... EE EM EE S N M E E P P I M M M E S N N E PE EE NP EE PE Inês de Matos SI SI EM COELHO, Maria P P PE INFORMAÇÃO HUMANA: - A EDUCAÇÃO ESA TENSÕES E DESAFIOS NA CONTEMPORANEIDADE? ... 144 SI M N E N N E M P SI SI SI PE EE IN M P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M E M E E N E E SI SABERES - FREIRE, Paulo I................................................ 149 NP - PEDAGOGIA EM NP DA AUTONOMIA: PE À PRÁTICA EEDUCATIVA NP PE M M NECESSÁRIOS SI EM N E E SI S N P I M I E E E S S P P P IN M EE S N E N N P I I I M M E - ENSINAR A LER, S ENSINAR A COMPREENDER - COLOMER, Teresa; CAMPS, Anna ......................................................................... 157 IN S S M E EE S NP M EM EE P I M E E P S N E E M P I M M N- LER E ESCREVER E E P S I E E O REAL,SO P NECESSÁRIO E NA ESCOLA: O 160 INPOSSÍVEL E S N - LERNER, Délia ............................................................... EM PE PE IN SI M N E NP S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S 163 EM - APRENDIZAGEM ESCOLAR E CONSTRUÇÃO DOMCONHECIMENTOM COLL, César IN EE NP ............................................................................ M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M Marta Kohl E COMO SUJEITOS DE - OLIVEIRA, 164 S E APRENDIZAGEM M N SICONHECIMENTO N ...................................... N SI - JOVENS ESIADULTOS EE SI SI EE NP P I P M S N E EAVALIAÇÃO: IN MLÓGICAS - FREITAS, M SI de ............................................................... EM EM - CICLOS, S E P SERIAÇÃO E CONFRONTO DE Luiz Carlos M M E E E EE N E E EM 165 P P I P P M E E E S N E N N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN Fani; LEHENBAUER, I E E S N S -SISABERES E M SINGULARIDADES NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS SCHEIBEL, Maria Silvana ............ 168 P P SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N P EE M SI EM SI IN PE EM P IN E E M S M E N S P P IN Isabel .............................................................................. PE ESCOLA REFLEXIVA EE - PROFESSORES REFLEXIVOS EM UMA - ALARCÃO, 175 EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E PE N SI M EE P N SI

NP SI

SI

EE P N SI

CURRÍCULOS E PROGRAMAS

EDUCAÇÃO E SOCIEDADE

3

sem a aprendizagem destacamos: Qual O P M é o currículo? N M EE restringir M M NP currículo para essaSIfaixa etária E P SI IN de seis anos EE será o mesmo E E das crianças de idade à exclusividade do S EE SI P N P I E M M P N P do ensino IN da alfabetização no S M M para essa EE ano da Epré-escola? IN funda. existem muitas EM EM E P EM S S N E E P E I crianças em seus aspectos físico. especificidades N da segunda SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N SI ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: EM M E EM PARA A INCLUSÃO M EE EM E NP ORIENTAÇÕES DA P I E M P EE EM S P N E P I N E E I M N S P N S SI N SI IDADE EE NP I CRIANÇA DE SEIS ANOS DE I P M S S E N M M M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI 4 .M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI PUBLICAÇÕES INSTITUCIONAIS M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M EE P N SI E NP I S EM E NP SI SI M EE M EE E E P P M M M E E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M da Brasília: de desenvolvimento N SI Ministério da Educação EM PE IN (MEC) também. debates e a reorganização ca requer orientações pedagógicas que N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M das propostasIN pedagógicas das secretarias de eduas crianças como sujeitos da aprendizagem. norteia M E S S E N M com base em M E SI NP de uma EM haja. P N P P I E M P N P primeiro PE IN INnove anos: orientaçõesSpara nesse N ano ou nesses dois primeiros anos de M EE I SI Ensino fundamental N S S P N I E P S I S deverá se reduzirINa essas aprendizagens. N tosSindispensáveis a prática para o ensino essaIN etapa da educaM N E I E I N E M S E P S S N SI possui objetivos com próprios. S S IN EE NP S Sde EM M P M M E SI cação e dos projetos pedagógicos das escolas. EE EE o ensinoEM EE apropriar No entanto. as crianças de seis anos. assim como S E E P M SI EM estamos PE PE IN precisam McerE M as deM EE de idade. E E S N E E M SI para nove NP PE do ensino fundamental M EM M EEA ampliação NP SI M N E I E M P I Euma possibilidade EE S E de anos Sno en. No ensino P SIum tempoINsingular SI N EM IN abrangem I M M E S S não a diversidade da nossa escola em fundamental. visando os objetivos do das crianças PE de seis anos SI E M SI M E E N E E P I M P E E S o que trabalhar? N ensino fundamental. mas sim ampliando as possi. suas necessidades curriculares. trata-se de construirP EE I dever de N E E P S M S E P E M P N SI qualidade. pois a criança terá mais EE maiores PE de convívio escolar P tempo mais longo com S E M IN N M M M N PE SI de aprendizagem. tem o assegurar a peretapas I da educação básica.Mgica nos anos P S I N E I M S anos deM N P cuidado EE especial atenção às crianças S a partir E de seis vem ser alcançados do do M respeito. mos uma proposta coerente IN e a aprendizagem com EM manência M SI PE EE pedagógica IN com as S E E P S N M P E infância e que atenda.SIN criança seráN uma da préEE de nove E SI N P I I M S os da primeira S do primeiro EM E ano bilidades EM série ou PE IN de aprendizagem. os quais EE ção básica PE IN iniciais do ensino fundamental. S É EM de idade IN PE da criança de seis anos não a inclusão .Sàs necessidades IN M EE SI S N S E P M PE I M Secretaria de Educação Básica. M E S E S S E NP P E I M M E P S E N E trata deSIcompilar oN educaçãoEpública que. mas sete a dez P anos de uma S E N N E P M M E SI SI tomamos N PE IN de assegurar EE EEa decisão S ética a EM proposta curricular a suas característiEE tos de que SI que atenda N P NP P I P M E N potencialidades e necessidades S N E N I M I I todas as crianças brasileiras de seis anos de idade cas. Não E se conteúdos de duas EM mais do que NP I direito a uma M P P I M E S M S N E N garantir acesso. que as reflexões e e Pda de crianças que se encontram em I E educação N M EE M I E S N E N E P S I E I E E N S bastam. M EE E S respeitem N estudos.PEE SIO conteúdo primeiro ano último N S I E S P M M S N PE compilação dos conteúdos PE M mental anos. Sentre as quais lectual. aPpartir da reflexão e do estudo infantil não tem preparar crianças SI EE IN EM como propósito EE P M S N E PE P I E para subsidiar M pedagóP fundamental. escola com M E E E S N E I E apresentam-se NP NP EM NP EM do ensino NP de oito Neste S documento. Neste início do processo de ampliação do enE SI E E P E IN M E E S P M N E P P das sino N SI perguntas EE dos sis-SIN modo que EMassegurem PE IN o pleno desenvolvimento Ifundamental. específicas. SI NP EM de. psicológico.IN SI EE E idade. 2007 adolescência. EM que reflexões para a M EE M precisoPE EEimplementação SI NP que polítiE P P I PE Mentendimentos. M P M EpossibiP E E S N P P M Sabemos. S P apresentadas neste P N lidades documento não da primeira infância. oportunidades Este EM desses SI documento EE conteúdos. cognitivo. algumas fundamental anos? M P I I I I M E E E S S S S N P EE PE SI NP EM orientações pedagógicas e possibilidades de necessário destacar que a educação PFaz-se IN trabaM E N S SI N E I M de alguns aspec.anos P E N E P significa de qualificação do O objetivo de ampliar o número P E I N M P S E PE IN leIN SI NP M sino obrigatório E N I S M S N I ensino e da aprendizagem da alfabetização e do é assegurar a todas as crianças um E P S E M S SI PE IN tempo para se M tramento. também. de forma criteriosa.EM P M E S lho. intetemas de ensino sobre o currículo para as classes N M P P I P S N E N N M SI social e EM de idade.

IN os estudos NP IN E I M S S N P S E idéia de N infância moderna foi universalizada com M SI EM I PE base em Mrefletir sobre EE M E S E E P um padrão de crianças das classes médiO objetivo deste texto é a infância N P M M M E M N SI PE IN é entendida. refazendo a partir de resíduos ou sobras (BenEM anos 1970. E E S N fala) e adquirir S P P P voz num contexto que. EE da criança M anali. valores. culturais e SIN afetam EE PE IN chamado de adolesSI também NPo que temos EM aspectos P P PE I S M N E N S N no Brasil. até EEções EE de expressiva EE e a pobreza M P SI NP sociedade. mas que M SI E EM sando E P M M E E E de ser criança). característicos SI SI por um lado. NP lhes é P S as práticas N M I I I M S S S As de descobrir e EEM culturais entre e com adultos. em do coM EE vários campos NP M E S E PE P M E E M S M E P N historiador E E PEfrancês Philiem que estão inseridas. E I M E M S E S E E Aprendemos.S SI N EM EM estabelecem SI na brincadeira. mento teórico complexo sobre a infância e de ter E M E E N E E P I P P M E S (o que não N E N PE criança deixar de populações IN de ser inf-ans SI muita dificuldade EM NP infan. atuam sobre os objeto e os Ilibrincadeiras. S N P P I P I E S N N S N EEadulto. bem como IN crianças. M M IN SI S N E E S I M As crianças produzem cultura e são produzidas na natural.que deixaram M Vivemos EE IN M M S S E P S E E M socialização de crianças e adultos. cresceu o esforço pelo E S S N P E I M S EM M cadas. S N SI produção SI PE IN e criação. que é possípos. a infância de maneira histórica. I P S SI idéia de infância não existiu da mesma N P I S M M S IN N EE EM do seuPEE entendê-las e também ver o mundo a partir maneira. conseqüências no controle e naM dominação de gruS SI M IN NP navio. No entanto.M M EE E P M N PE M na história EE M EM e na sociologia E – as teorias deSIVygotsky M A infância e sua singularidade N E E I E M E P E S E P E eS Wallon e seu debate com revelam esse M N IN NP EM Piaget – M PE EM I P I E E E S N S E E N Sônia Kramer avanço e revolucionam P P SI A SI EM PE da infância. assim. nos ços. nhecimento. M P N SI nela SI de organização NP P de ver as EE IN Esse modo SI sempre e NP crianças favorece EE produzidas. a escravidão Mda história M E E N S E I M E P M E M negras. SI EM PE P M E M N E isso é o que as caracteriza. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P de possuir M marcas diferenciadas no processo de IN o paradoxo SI IN um conheci. E social e não E diz o sociólogo. 1987b). EE EEsua singularidade. SI EM NP e cultuP IN P P SI I EE E E N S E P N E N I P P A cultura infantil é. N P I I M E E S S N P P EE novas relações e combinações. EE SI NP a infância EM e de dependência as. M a partir de critérios de idade e Nele. englobando aspectos que SIN N M E E P I M M M E E P S N E EE rar a diversidade de sociais. creche e na escola e para implemenE M P Ntrabalho na PE SI E EM PE EE IN SI tar o currículo. em sua tentativa EE criançasEM S P E músicas. revelamEa M EE P IN crianças Stem SI NP IN razões Psociais M P I dade de criar. M EM E P M E E P N momento da maturidade e. elas tais e ajudaram a compreender o significado ideoló. é fato S M EE EM (em seu NP NP EM E P NP I cultura em que se inserem que Também a antropologia favorece conhecer a I M espaço) Ee M I E M E E S S E N E S P P P M E SI infantis. E éE SI suas línSI P en. A M ras de direitos. do nascimento SI P NP E I P I M N E S dez anos M N I S parte da população.políticos: E a infânciaN IN M P S EM E das populatendida como período de cada um. IN N N PE contemporânea diversidade das populações PE EE SI (de seu SI Ntempo). NPpsicologia E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 5 . IN M M crianças e E S S M E P P de cultura. M E E E E S S M E N E M de Isua baseada PE SI de uma NP obrigação Ebertam EE Na ação inNP significados. no dia bre a história social N M e da família. assim. Uma cadeira de cabeça para baixo e ideológicas. é preciso consideria daPE história humana. Iportanto. E a busca PE de ser úteis. S S N se torna barco. Crianças são cidadãs. cência ou juventude.M os adultiza. ponto mais que estágio. NP EM EM M P IN atividades. sabemosSque as visões I E S S N S P P a brincadeira entendida como experiência fância sãoEM construídas social e historicamente. M a noção de S infância surgiu SI EM E P M E P E N N P EE de vista. pessoas detentoinserção concreta das seus papéis variM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E que Eproduzem cultura e são am com as formas da sociedade.S por outro. a SIN dade inEM SI sobre aEE PE IN IN moderna. ral: a dependência da criança em relação ao adulto. E M P as nações SI indígenas. caminhão. também foram fundamenN E P P P I IN E E S N N S N P P I EE jamin. do como categoria social e como E categoEM NPde sua inserção no inteSI P I M M S E P M EE EM rior dessas classes. Por outro lado. com as crianças.SINé. gico M da criança M e o valor social atribuído SI EM à infânIN INAs crianças viram M E E E S S M NP E E P as coisas possibilicia: adultos M de poder E P a distribuição PE desigual EM Nentre EE pelo avesso e. Construindo As contribuições doM sociólogo francês Bernard N EE SIcom pedaNP EM E SI EM PE P M E E E SICharlot. I SI S E cia? Crianças são sujeitos sociais e marAo longo do século XX. ao contrário. trem. SI IN A criação. pois. a opressão S E na nossa N NP se estende. por um tis e juvenis. histórias. urbano-industrial. M NP P I P S em que deixar se tornará (adulto. SI ppe Ariès EE SI SI a ser alguém EE A criança SIpublicou. I que guas e seus costumes. é condição S E infantiliza jovens e empurra paraS frente o SIN sobre para planejar o PE EEadultos e IN EM a infância. Refletir sobre esses paradoxos e I M EE S N E N N P I I I M M S hoje. Desde queSIo EE M P E E N E N P I P P N M se resume E S soM N SI seu estudo N N não que não nos anos 1970. M conhecer o mundo. o colonialismo e o imperialismo aproximadamente de idade. IN contradições das sociedades pelas conhecimento da criança. P IN E E M S M E N S P uma história humana porE P goria da história: existe medida em que mudavam a inserção e oPE papel so. As idéias de Charlot favorecem compreender E P M M E EM N ideológica PE M NP EE vel mudar Edas EE M o rumo M estabelecido coisas. EE SI EE crianças Pbrincam. Reconhecemos o que é específico de infância na socieEE N da noção E E o surgimento EM P P I P P M E E E S E N N P de imaginação.PE Pode a EM lidar com EM SI S N I M I Elado. N E E jogando para trás a curta etapa da primeira infânI P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I históricos. P P IN M da infância: seu poder aN fantasia. com Se M EE E IN S N E N P E I I S E P foguete. na M SI EM SI com a sociedade IN PE EM A infância.SIN PE EE SI N N I P I N M M S M S N N E SI que o homem tem infância. é catecapitalista. As cial da criança na sua comunidade.

Esocial e polítiM caráter afetivo. Em contextos em fere aos desafios S das relações SI E EM que M NP EM contemporâneas PE M I E P E E S N não há garantia de direitos. TrataM E S E N N E P P M M M E SI SI N N duplo: os adultos permanecem PE não M EE um paradoxo permitem entender. subvertendo a aparente ordem natural das coisas. vai se expressando.IN N EM cederemMseu lugar. NP EM uma indisponibilidade PE IN uma M E N S SI N E I M P M S das mais mudanças jovens laços E de ético. Eao de estabelecidas com a S SI de condições NP As relações E N P I I M M Eou o descaso. se de EE EE e experiência SI Os adultos SI N P E NP P I P M N vez mais tempo em M como responder sabem ou agir diante deSsituações PE cada IN IN M à mudança EE casa graças SI E S S E N P E M M E e ao desem. Reencontrar o sentido de EM não nos NP M P I I I I M E E E S S S S E N P solidariedade e restabelecer PEcom as crianças e os SI em relação às crianças. M M E M N E N E P M M EE SI SI Olhar o EM PE construção PEmundo a partir de direito e da infância como do ponto da IN de vista P M EE social Pé E EE S N N E N P P I I I E S S revelarMcontradições e uma outra N N S ma. N criança tem SI social Sda EE levado EEM nhecimento do papel da sociedade contemporânea. I à NP N falam não E as crianças E as crianças P I M são expostas à mídia. IN M E M E S SI aprender N E E P P M M Parecem usar como sua crítica. a EM PE E M SI M E E N E E P I M P E E lidar crianças no E diálogo e na autoridade. ções as crianças estão inseridas P I M E M E N S N P O lugar Edo EM adulto fica EE SI EE PE EM desocupado. de Considerar. as condiM E S N EE EE SI P M em que NP concretas EM posicionarem. impondo E S a EM IN ele deiras P expressam esse pertencimento. crianças assu-M mana. o recoSI mas também PE do mundo NP NP e à exploração. IN IN EM EM S sequerPE P EM S S N E E intervêm.Mficam sem sanção. só PE res). relatos ficam sem Eescuta. mas nascem no inEM situações em que poderia EM PE IN M EE M criança EE sujeitosSsociais. esse reM criança pode M SI discurso SI SI NP E I EE neira de ver a realidade.Sde um grupo N N E P M P I I E E S S S N N PE M da sociabilidade valores. o adulto precisasse os valores e princípios éticos que M S N E P S E M S SI N PE M desocupar o seu. nas formas do trabalho M EE porque. PE I N E I M N S SI P N S SI Sendo humano. S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M relaçõesSentre adultos cultural na qual elas atribuem significados diversos S I S desN e crianças tomam rumos EE EE SI EM EM P P concertantes. O da criança sociais e econômiS e as determinações N M N M com as M SI sua condição. p. se transforma e assim. simultaneamente. Sarmento alerta para os P E adultosEM M IN EM SI N P E N S I E I E E N S Sde três mudanças dade crianças enfrentam siconvergência centrais: P e a injustiça social e as NP P I P M SIefeitos da I“ N S N E N social. IN SI SI NP IN PE I S N M S E I S N E I S mem responsabilidades muito além do que podem. NPdiálogo sePE NP cas que interferem na E M SI Io EE E equilíbrio e perdem eEE esses adultos. nas classes populares. SI como se e onde se dão suas práticas e interações. PE conduzem. sobretudo per-EM responder SI nunca ninguém IN perguntas para as quais M SI PE EE IN S E E P S N MAlém disso. como alternati. S EM PE M E SI E EM conhecimento N E P P I M E vem com problemas além do que seu tações no mundo do trabalho ” (2001. não P formam uma EE pareceEM EE EMdo sentido SI comunidade EEda autoridade. S S cultura em No confronto E E que va. ora e nos às pessoas. a crise educacional M mu. coisas e às relações. E N E P P P I PE M deveria EEquestão EM E gindoIN demais quando poupá-la. E I N M P P I P S N E S singularidade N IN M SI de estabelecer medo regras. embora EE de organização NP não enfrentaram SI E NP I M P P I M S se constituíram S na experiência e a prego crescente. tempo. P S I N E I M S N E to. de uma etnia. M EE EE E S S N E P N P P I M rejeito” como para não Pestabelecerem virar as coisas do Ao mesmo E S desculpa SI mundo pelo avesso. Por E outro ótica de crianças. uma experiência N Além disso.EEM IN E P M S N E P P I E tos: sem Irespostas. Elas não IN em vez de dividir com M E S S E N P M fazê-lo. A terior de uma classe. SI PE perversas EE de valores dos adul. SI social e M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 6 . pais – E SI EM vêem as PE em suas IN M E S P M N E P P significados que atribuem regulam. 16). às IN da criança SI EE EMe ora controlam. e exiM SI em são filhotes. Desvelando o real.EE entre e crianças. M E PE S E P M M N E Mde sua Em ambas. têm medo de crianças e jovens. O discurso da criança como sujeito às coisas. não expressarem seu ponto de vista. exige reconheS EE ao SI P N P I M M P P pais ou professoE diversidade IN IN abrirem mão da suaS autoria (de M cultural e Scombater cerPE a a desigualdaEE M IN N S E I E P S M E S têm. Os costumes. especialmente SI EEolhar significa EM atendida a qualquer esse huSI agir com M para SI EM NP a própriaPcondição EE P P E I E M E P S N N E PE consumir. considerar o contexto. PrecisaN P P E I N M P S E PE IN IN SI NP ocupar Ium M mos considerar E N I S para a criança lugar.EE SI NP tornou-se tão frágil que N I I M N S S E P interferem não possibilidades as experiências ações E– SI sociais.tuações SI além de seu nível convia globalização eE as SI de compreensão. EM violência EM lado.IN EM IN M precisamos EEnão se SIN S N S E P M PE I gras.que SI N antes adultos. o que revelaSIuma EE PE na ação educativa. de fazer S acordos. P N P I E M P E N S P as crianças Pe IN intervir IN do grupo e suas brincaN pedem P que para elas M são parte EE o professor I SI isolada. manência nas P E N instituições. esse NP EM I I P M E S P N EEmarcado por contradições: muitos a abdicarem de assumir processo P é podemos NP EM adultos EM SI seu papel. o panorama lhes deu respostas. só do seu mundo e I E S M E E S E S N E PE adulto. hábitos.deturpado: N nas classes médias. EM P infância expressam aEcrítica de uma I M E E S N EE SI dessa questão NP NP se manifestar EM NP No centro parece reconhecemos. transgressões co exigem a revisão do tem sido desemN S perguntas M papel queIN Eficam EM IN NP E M S E P I S S N E E dúvidas ficam sem educativas. No que E penhadoS nas instituições P IN SI NP esclarecimenEM se re. acentuam-se aP desigual. E N S S P N I S I S não o faz.EM EMprofessores.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E a sociabilidade E M EEas S fantil. EE M E S P força a idéia de que a vontade da criança deve ser Atuar com as crianças com E P P M M E N N M N EE custo. a IN SI com as crianças EM de “infância PE a concepção PE IN a brincadeira. enquanto as crianças saem E N PEsão cobrados EE IN EM mais não E P S M SI N E P E M por conta da sua crescente P N de casa. distorção proqueremos transmitir E P M IN N M M M N PE SI EE As crianças funda Na escola. com a história humana. as práticas SI os adultos PEsocial. fatos e artefatos.

EE IN M M S S E P S E E M no 8. éticas e estéticas. com as práticas realizadas. ÉPE eta e abre de discussão é: quem PE são EE a possibilidade SI SI NP N SI N P M I I I M S é fundamental. N P I S M M N S N SI EE EE aprendem. EMsujeitos sociais. I S M N S N E Io M história. Defendemos M o ponto M SI E S E E aqui Para superarmos desafio da implantação de E P M P E PE EM direitos Ssociais M IN EE um ensino EEanos.M M EE E P M N PE M por adultos EE M EM na educação SI funda. ver. movimentos SI S E dos fóruns permanentes ponto de vista da E S S N P E I M S como EM M infantil ISem IN as interações. I na legais: a Constituição de 1988. diálogo institucional e pedapedagógico precisa favorecer a experiênSI IN M EE S M N E P I M EE E E o conhecimento da escola e entreM as escolas. impunidade IN E I M S N P S E como estudantes. não há Os M adultos e as instituições vezes M EE é que muitas NP conhecer E S E PE P M E E M S M E P E perspectiva E PE educar crianças e jovens numa opõem educação infantil fundamental. histórica e cultural que se encontra EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M família. a atenção. Porém.SINblicas e práticas M SI E EM til e ensino E P M M E E E ças. P N NP música. de EM todos que assim o desejarem. que afirma os direitos das criEssa visão do pedagógico ajuda a pensar soE M E E N E E P I P P M E S e Bases N N e a escola PE e as N protege. no cinema. valorização N IN e que saibamos. Anelise Monteiro do E Nascimento SI EM Elas gostam P P M M E P E N N P EE Na educação infantil fundamental. a educação infantil na produ. não há fragmentação.069. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I de educação Icriança. temos SI hoje importantes documentos relações sociais EE SI SNo PhisE produção IN M P S EM N E que recotoricamente acumulada. são SI M criar. e aSLei IN de Diretrizes EE SI bre a creche EMda NP políti. do imobilismo. a vagas das para recebermos as crianças de seis anos de N E P P P I IN E E S N N S N P P I M EE em creches e pré-escolas. faz-se SI N neEM E SIetapa de ensino. INo sentido N IN envolvem conhecimentos I E E S S S P P valores. dois. que P P P reconhece a cas. M SI EM SI IN PE e no ensino EM P IN E E M S M E N S P objetivo contribuir para o I P tem como o objetivo é atuar Scom liberdade a SIN Este N texto PE para assegurar EE EE N I P P I N M M S fundamental M de nove S N E SI do conhecimento apropriação e a construção por debate sobre o ensino EE anos. EM I P I E M S E E S N S E E N perplexidade e lidar com asM P crianças P como e corrupção geram SI SI E crianças S PE e não apenas IN NP são. a primeira M presente M E E N S E I M E P M E M S Ena dança. (Lei IN nos SI o Estatuto da Criança e do Adolescente IN M museus. A educação. N P I I M E E S S N P P M temos cessário discutir sobre EE criança de brincar.queNP N SI SIque o trabalho PE IN todos e a M M I SI S N E E S I M das ações infantis e o ampliação do interior de cada escola. N E cação infantil como social. que o trabalhoSseja PE IN NP e acompanhado E P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 7 .Panças EM em suas EM dimensões SI I M I EeduE E S prática IN EducaçãoSNacional. M quaisEsão essa fase P PE IN E e fora doEM EE P NP como instâncias IN e a escola S N I M P P I de formação cultuda vida tem sido compreendida dentro Scola M N E S E S N N SI EE PE SI SI como sujeitos NP P ral. a arte e a EE primeira EM inclui o Sconhecimento NPetapa da educação SI M EM E P I M E E P S N básica. coletivas e elos fundamental são indissociáveis: amEE N E com ações E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N capazes de bos e afetos. P NP I na Nesse processo. de 1996. que ela implica.M SI P NP E I P I N E S M N I S de 0 a 6 anos de idade. assegurando o direito da S idade nessa Para tanto. em NP EMambos. EM ças de aprender. seriedade e riso. Na educação infantil. separados. na literatura. jovens e adultos.encaminha o Edebate P I IN M E E E S S M E que orientam E P de infância IN planejado M concepções as prátiPE Eas EE NP car). S S preciso garantir crianças sejam atendidas as crianças hoje? Tal pergunta pois EEM IN M EE que as S E P E (a de aprender nas suas necessidades e a de para pensarmos tanto sobre NP M EM EM Mbrin. NosEE IN quem S IN essas crianças. SIN EE SI EM P PE P M E M N E o tendo todos. e SI EM EM de gerar SI saberes SI NP PE pertencer. documentos são conquistas infantil e E M Educação P ensino fundaNvida cotidiana. dentro E E P P M M M E E P S N N E EE alternativas entendida tanto na sua dimensão de produção nas EE curriculares PE SI IN SI NP EM claras. acreditamos Eos IN de que M fundamental deSvista precisam ser asde nove EM NP P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P segurados e pedagógico precisa são necessárias a participação de S le. o acolhimento estão presenA infância na escola e na vida: PEEM M M E E M N E E E P IN I M E E E P S S N N E E tes na educação e a brincadeira M uma P relação Efundamental M SI IN SI infantil. cuidados e atenção. N E M Educação M infan. a Salegria NP P EE as crianIN NP EE I P S SI também.EEnhece EE das crianças EE como direito M P SI N no teatro. o objetivo é garantir como focoM a busca de Ipossibilidades N EE SI adequaNP EM EM S E PE P M E E E SIacesso. M M SI E IN PE M Freire que EE com Paulo E S E EM ensino M P A inclusão de crianças de seis anos E no Aprendemos educação N P M M M I E N E E S N P I P M E pedagogiaS dizem respeito EE Eentre educação requer infantil e SI cultural – o fundamental N PE diálogo P IN à formação P M I E S N N E S N P M SI SI trabalhoM ePE ensino fundamental. SI EM IN O IN M E S S M E P P cuidado. P P PE I S M N E N S cotidianas e comoEM P IN Brasil. agresmental entender P e da guerra e do Mviolência.M E infantil e no ensino a conjuntura política mais ampla de banalização da N E E I E M E P S E P EE Econfronto. de 1990). E. o de ver as crianças de cultura e ambiente escolar. uma M EE S N E N N P I I I M M E S S científico. M EM E S M NP E E P a pré-esE o de pensar E as suas características e comoEM grandes desafios: a creche. a primeira I M que nosEinquiM I E M E S S E N E S P P P I M E N N N educação infantil quanto no Sensino fundamental. PE Todos SIesses EM EM PE do dos EE freqüentemente IN SI mental são N E E movimentos sociais. movimentos de creches. IN e ensino M de hu-PEE P E E N S E N I P P N M Epolíticas púS M N SI N manização necessária para de fora o que seria capaz de articuláSI deixandoSIN EE SI SI subsidiar EE NP P I P M S entre crianeducativas solidárias los: a experiênciaEcom a cultura. S gógico. E E var em conta a singularidade S debate no M EE cultural Etanto EM pergunta NP à produção NP direito Eà EMbrincadeira. dever de Estado e opção da ção artística. com cia com científico e comIN a cultura. aprender. o risco.

Esse M E PE S E M M N E M pelo ção infantil. valorizando entre S EE SI P P I E M M P N S Pas relações E IN em que crianças possam M recriar ços cinemas e outras instituições cultuM Ereligiosos. IN PE INaprendizagem. N P NP P I P M EE N Além das diferentesEE S N N I M P apropriações dos espaços como outros campos do saber. M pois EE essencial. SI EE EM escola. Ecomo.PEsses. respeito EM para fala Ncarinho.SI EM Ao nos NP os estudos EE de Ariès P P E I E M E P P S se desconstruir E N IN EE receber a S P mosPa criança de seis ensino fun-M apontam a necessidade de padrões IN SI NP anos no IN I S N M S E I S N E I S damental. que são ameAo contribuir para desmistificar um conceito M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE PE drontadas e amedrontam. Mdas crianças IN mediação SI N P E N E S I E I E E N S S contexto dos P sobre aprendizagem e desenvolvimento rease faz em um favorável. EE NossoEM EE SI EE a brincadeira P N P P I E M P N S N com as criP PE Ie IN o principal papel da escoN convite. atenção. SI NP EM da autonomia.Emuitas SI truindo E EM SI E PE de trocasM IN por meio M E E S P N E P ser e estar Pmais e menos experientes um modo de . na não EMsocial.EE P P de seis anos no ensino E A entrada Mdo adulto.Ministério PE da Educação. outro às suporte para a elaboração de trabaP IN nos inquieta M E E N S E M P IN às desigualdades SI com asEM condições lho crianças de NP de vida das criançasSe PE O desenvolviEE IN seis anos. espaço I M E E S N P EE favoreçam SIe tempos que NP NP a construção EM NP aos do. numa P socieda-EM mento dessas N que separam alguns crianças só ocorrerá em todas SI IN M SI PE EE IN S E E P S N M de marcadamente estratificada. chamando atenção de IN para o fato P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S pouco valorizadas. a E P S I N M E I M N E partir do seu olhar curioso sobreS a realidade comunidade escolar. SI NP crianças. nasM se sentido.EM quanto pela Os estu. lizados EM Pcomo Mda infância E SI E EM N E P P I M E nesse sentido. SIdemocratização M N E I E M P I Eo universoEE EE E P S das rado lúdico. é aprender sobre Se acreditamos que M EE I SI N S S P N I E P S I S S EMda criança. 2005). IN anças por meio de suas la é o desenvolvimento integral devePE INdiferentes linguagens. culturais. é comum M crianças chegam a essa etapa S EE a oferecer de do M as famílias N aPmatriculá-las e o Estado E P IN M M M N PE SI EE ouvirEM a frase “Agora acabou!”. podem servir de I I M S E S S N P EE diz respeito PE SI EMde um plano EM ponto que sociais.S S de seis anos NP prioridade. ou mos S considerá-la: EM PE seja. S consS P tos com quem convive. Como fazer para recebê-la? O idéias ou de que NP EM pré-concebidas I I P M EE E S S E P P N M M I da em função de visões ideológicas N visam a moldá-las PE IN Mescola é um momento Sdelicado que EEentrada na M EE S SI e rígidasIN E E P P M M M E merece toda e S de desenvolvimento E P a atenção. atendendo suas neM EE na qualEestão S SI na dimensão NP N P I I M M E formas dever e de significar S básicas. N NP EM primeiro contato com que são no presente. assegura o direito N o corpo. Ié o NP N a infância E devemos M E olhar para P I M ter em mente que esse possibilita ver as crianças I E S E E S E S N E P PE EM no ensino funSI PEvaler de estereótipos. IN da so. EM E P S M SI N E P E as M grupos sociais. ceiros e de contato com IN car como M SI EE PE no mundo IN IN EM EM S EE necessário P EM S S N E E P Faz-se definir caminhos pedagógio conhecimento historicamente construído pela huE I N M P P I P S N E S N N M SI tempos cos nos e espaços da escola e manidade. ou não. N EE contextos vários da M EEinfância eSIda EE as da sociologia SI da sociedade. psicológica.PEE SI N S E I E S P M M E S possam expressar IN N PE ciedade inseridas. fundaE S sobre aIN N SI podemos ver o ensino EM IN M de nove anos E SI S N S E P M PE I aula é um grande desafio para o ensino fundamenmental como mais uma estratégia de M E E S N E E M SI consideNP tal que. em muitas quanto sobre as possibiliN situação S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M zes. não tem A Lei no 11. trabalhar para se dades de mudança que este momento anuncia. o atendimento. PE M EM e acesso M EE ao longo NP à escola. S SI EE EM que M NP EM PE M I E P E E S N cerca. de sua história. Crianças que vivem P E dimensões se sua inserção na escola fizer N SI parte de M EE IN SI EMde mais uma NP P S I E algo que vá além da criação sala de M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 8 . NesM E S S E N I M M M NP afetiva. com as outras crianças e adulS P P IN IN IN EE EM S S S N N P PE I E I M interpretar o mundo. rais. como se vê no texto O brinconhecimentos com par. os jogos e as brinde 6 deIN fevereiro de S2006.274. na políticos e econômicos que E P P M M E N N M N EE sobre elas. sem se PEo seu percurso I N E E I N S SI P N S EM M SI práticas educativas N SI Emomento damental. pois NP P I P M SIfundamental N S N N EE SI por Piaget e Vygotsky podem contribuir nunca seSIfalou tanto se fala SI EMhoje. E M que precisam. S S a vioN sustentar.SIclubes. S N emoçõesPe E E EM suas o muncessidades por exemplo. M P I I I I M E E E S S S S E N P seus direitos (Brasil. E P P I M P E PE IN as IN formal. tanto pelas EE é uma tarefa PE professores.EE INas trocas N EE populares. assim como as pesquisas nas áreOs reflexos desse olhar podem ser percebidos em M E S E N N E P P M M E M E SI SI N história. e desafio. obrigan. cujas vidas são Crie não infância. M crianças E N I S cadeiras como Infelizmente. a educarelativos Pà concepção burguesa de infância. pouco se sabe envolvem essaSIfase da vida.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I Ede pobreza.aula M que favoreçam M NP ração como praças. só a escola outros S como também N E P M espaços Ide N inte. EveS cas escolares vigentes. freqüentando PE dimensão SI da sala de E M SI M E E N E E P I M P E E o encontro da cultura infantil. Mpropor. A brincadeira é responsável por cognitiva. S infâncias N N N direitos. M EE EE E S S N E P N P P I M de Pensar infância na P escola e na E sala Nesse sentido. espaços e escuta. Crianças destituídas de único de infância. EE M E S P anças vistas como ameaças na rua enquanto. tenha ela freqüentado. EE na dimensão EE a brincadeira se torna SI N Ede E P P P I PE M E E nela estão presentes as múltiplas formas ver e EM relações com o meio. quando à educação M S N I E P S M S SI EE PE IN ensino. que sofrem SI M EE EE SI entorno M E EM P P lência doméstica e do social. PE IN M E N S SI N E I M P M S Esse momento propício para tratar dos EM que assumir o desenvolvimenSI Cabe destacar PE é um M EE IN EM EE P S N E PE P I E M aspectos que envolvem aI escola e do Econhecimento integral da se comprometer com ele não P criança e N S M N E N I I N E M S E S S mas deMtoda a to que nela Iserá N SI só dos NP produzido. S espa. pelos S aspecM que existem M SI SI SI NP EM I EE tos sociais. N Ena dimensão N I I M E N S S E P M M aprendizagens. festas PE todos Eos M que ali estão.

entre P M E E E SIco valor do EM a realidade ressalponto de vista da educação formal. Isso porque a brinimportante.EEnas relações que os sujeitos estabelecem cotidiano familiar. PEcria uma Pzona IN sua visão.por outro lado tal reproestabelece – adultos e crianças.outros SI N E NP S N I N E M P I predominanI SI S E Tal concepção se afasta da visão pos e lugares. presentes e futuros sendo E S S N P E I M S EM M te da brincadeira IN atividade restrita à assimilacomo marcada ao mesmo tempoPpela e pela M EE continuidade NP M E S I E PE M E E M S M E P E e culturais. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M um dos SI principais representantes dessa IN M EE visão. ou seja. Os estudos soEé SI E E que provoca a diminuição aula e da disponibilidade de N E E M I E M E P S E P P EE M brincar à medida que M N E dos espaços e tempos do bre aprendizagem e desenvolvimento realizados por M N I N E P E I P E M S E S SI IN PE ensino fundamental. ou seja. e produzir cultura.SINção da criança SI E EM dades E P EM M M E E E trapassando essa idéia. I M EE S N E N N P I I I M M E S como IN S S ÂngelaM M E expressão e de ação assim Meyer Borba EE pelas Icrianças. EMtraz de novo. E do comportamento NP NP cia no contexto EM E P NP I além habituda formação escolar I M M I E M E E S S E N E S E P P P M SI a brincadeira N N N PE comportamento visão idéia de que é umaPE al de sua PE diáEE idade. Ulte estruturado a partir N e a sua integração à M significados.M M EE E P M N M essa concepção PE M EE M vagas. ca já acumulada afirmando a importância da brincaI S M N S E IN que podemos apontar M deira na EMconstituição dos processos M SI E S E E Um primeiro aspecto é de desenvolviE P M M M E PE M IN foi capaz NP EE que o brincar M EE muitas EaprendiEE M não apenas requer mento Snão NP de modifiP IN P P SI e de aprendizagem I EE E M E N S E P N E N I P P mas constitui um espaço de aprendizagem. desde M EM E E S S M NP E E P E M cedo. como outros camN P M M M I E E N E E S N P I P M E do saber. O desenvolvimento reduzida a proporcionar o relaxamento de seis dessas crianças S função fica N M E E P P I M M M E E P E E trabalho. o SIN IN M M S E P S E E M brincar é umaEM atividade humana criadora. O brincar proé uma palavra estreitamente associada àPinfância e SIN PE EE EE SI N N I P I N M M S entre o Ejá M S articulação N E N E SI nas sociedades cessos de às E crianças. dentais.M P recreio”. PEas. Sua M EE S M N E P I M EE E E anos. criançasMe adultos. NP E N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 9 . SI contexto S IN EE SI S EE principalPseria N I P M S sociedade. incorpora a experiência sociSI EM EM SI NP e repre. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E mas mediante M Mas essa experiência não re. EE NP produtivo. S E P que ela é na realidade”(p. S NP M E EE P M E E P S relaçõesM N de construir de P novas formas sociais com E E M P I M N E E S I E N E P E S N sujeitos. jogar bola etc. M PE IN NP Nesse Iaspecto. ainda irrelevante ou de pouN EE é considerada SI NP EM EM SI É importante EMe a fantasia.SI IN I E E S S N S P P o mundo por meio das al e cultural M do brincar por meio das relações SI situações criadas nas IN que senta IN M M EE com os outros S S M E P P atividades de brincadeiras. em termos pos de suporte SI para a ela. O brincar a significativa produção teóriSI M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P múltiplas aprendizagens. saberes e práticas. PE A experiência do SI diferentes EM PE brincar cruza IN tem. PVygotsky IN nesse sentido. PE P P I P M E E E S N N N P P N EE reproduz se por um lado aIN criança de P fato sujeitos que ali vivem. A brincadeira M S E SI criar. S afirma M M Essa ança se comporta EE da criança. PE Piaget Ie EE avançam asEM séries/anos do Seu podem contribuir S S N N P I N E S N SI à “hora do assim Scomo as pesquisas nas áreas daM sociologia EEMlugar e seu SI NP tempo vão se restringindo EM E I P M E E S E EM defi. passados. EE de valores. SI boraçãoM disciplina: não de um plano de trabalho com as crianças SI PE IN pular. ao menos ociM E dado ePEo novo. EE envolveEM EE P NP S N M P P I com os outros e com a cultura. SI SI PE P M E M N E entre a experiência. o autor compreende e partilhados pelos N construídos E E e artefatos EM que. e sim recriada a que P I S S INde imaginar. na qual O brincar como um modo de E N PE PE EE E SI NP EM N P N I P M imaginação. Porém. é como se M sendo por isso menos EE ao trabalho. pelo IN fato de se M cuja fun-PEE P E S E N I P P N M facilitarINo processoPE S M N SI em um ambienção de socializahistórico e social.fantasia e realidade interagem na Eproser estar no mundo M M I I E S N S S M IN E de EE EE SI NPdução de novas S P P P possibilidades de interpretação. complexos PE envolve. N SI SI e práticas PE IN M que reduzem o brincar M IN SI S N E E S I M Vygotsky(1987) que na brincadeira “a crimenor importânE paralela. A Ecriança. este IN EE sim SIN e a reposição de energias paraPo só S ocorrerá em dimensões seS sua inserEE IN NPtodas as S EM P P PE I M N E N S fizer parte de algo que N E M P SI ção na escola SI SIe importante. a memória e a imaginação. EE processo I S SI reinterpretação que produzida. não geraSIresultados.nidos N espaços e PE P IN P M e restritos I E S N N E S N P M SI pode correr. N é simplesmente SI um SI NP PE EE a crianIN ativo de N SI partir do P NP do mundo. além SI de seuIN SI é fruto da N SI N P M I I M S ela fosseS maior do EEM S rio. assumindo contornos cada vez mais da infância e da história. car as idéias S a zagens. Esses. no atividade oposta IN brinquedo. vincula ao mundo NP M EM EM M PE não seEE I IN uma vezNque M E E E S S M E P M na de desenPE Ecadeira. Mde novos EEM IN M S E E abre lugar para a invenção e a produção ça com o seu poder S E P M PE NP EM PE IN M EE M E N significados. reinventar I P N E P E M S M N SI PE portanto. de E uma atividade à parte. PE N NP dade de vezes brincamos EE EE M EElho muitas P SItamN SI P NP E I P I M N E S M N I S bém trabalhamos! De acordo com Vygotsky (1987).117).M dução não P se faz passivamente. PE da sério EE vá além IN M P S EM N E Mas a brincadeira também é séria! E no trabacriação de mais uma sala de aula e da disponibiliI M M E E N S E I M E P M e na brincadeira M S Evagas. ao trabalho. E PEsituar emNum ção de códigos e papéis sociais mudança. tanto quanto no SI EM M no contexto da escola IN aprende-se IN a brincar. N E P P P I IN E E S N N S N P P I que a brincadeira M na vida EE tar não dado sumindo freqüentemente a significação de oposição S SI N do EM é algo jáEE SI N P I I M E S S N P P EE ser humano. M ativi. EE S podem servir Ede horários.

Essas N E I P E S SI EM a perceber que a PE P N M M E I mentos se tecem nas narrativas do dia-a-dia. bem S I as relações das crianças entre tuem-se por novas regras E P S E M S M E N M PE EE pelos quais EE comunicação como os modos represensão definidos SI habitual. P I M por exigem que I E S E E S E S N E E o que está PE se fa. mas transpostos e transformados de espaços S e S E E P M M SI E PEcontra. consções levam-nos brincadeira reN N E E S SI SI quer o aprendizado NP EM EM PE PE específica M M M E tituindo os sujeitos e a base para muitas aprendizade uma forma de E SI N N E E P I P I M EE E E S S N E P N P P I M em que são necessários oEdistancomunicação que S SI estabelece e controla EM PE IN esse uni.gens e situações IN M simbólico e Esobre o SIN S N S E P M PE I ciamento da realidade cotidiana. das rotinas. o reconhecimento do brin. M possibilita EE brincadeiras SI O plano E S S E P E M M E SI N disponíveis. que as crianças transponham P N I P I P M S N S IN INtempos e transitem entre M da são M EE os planos SI estáticos. M NP EM e o interpretá-lo de novas formas. PE IN IN N conhecimentos e artefatos conse participando das brincadeiras M EE I SI observando-os N S S P N I E P S I S E apropriando tanto dos S EM processos IN truídos e acumulados Spelos sujeitos nos contextos vamos P nos básiIN M E S E N P M M SI N inserem. pelo da realidade da IN vida comum.um contexto PE para o outro. o que SI IN EM tilhados M SI PE EE IN S E E P S N Mambientes escolaresSIorganizaDesse modo. contudo. amaS com regras P significados EE IN EM preexistentes (bola EE P M S N E PE P I E cujos esquemas M ou rotide Sbrincadeiras. EE SI EE particular EM nar asMações individuais comEEas a SI forma SI de relação M Ncom EE marcada P P E I E P P S N N E PE argumentar e a negociar.PEE SI N S I E S M M E S N PE car ao como produto e prática cul.M EE e possibilidades. I E M S N N pelo compromisso com E P M S I E I sobre o mundo.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M das considerações EE S volvimento proximal. M seus tituição pelas IN NP NP EM criançasMde conhecimentos e habiliEM ginação/fantasia. explorando suas M imaginação E S E N N E P P M M E SI SI tanto E N EM contexto N PEambi.Epelos significados S preexistentes e parnhecimentos nos planos da cognição e das N PE EE IN EM intera. IN E2002. É importante enfatizar que P N M N E I E N I I N E M S E P I comunicar S S brincar M N pelas crianças. É EE um con-EM Einteragindo EM SIcom os outros. participantes compreendam PElinguagem. masNP a um dis. queimada etc. o conjunto de experiênEM P M I EE (Brou.PE tam e agem E S EE S P N I E M M P N uma nova S P E IN Essas duas perspectivas configuram carPEcomo umaEM outra realidade. ou seja. IN EE Epermite NP o qual S S gère. INo brin. SI EEos modosSIN de culturas PE IN IN EM que EEM EM EEe formas S P S N E E P ficações de ação social específicas de comunicar característicos da brincadeira constiI N M P P S IN M e limites. NP Esses limites P P M I N M EE interpretam. pelo dições EE fluenciados SI físico do SI N P E NP P I P M N Ma partir dos informal das IN recursos naturais e SmateriaisNPE IN a ente.EM P E E S N cias que permite às crianças brincar juntas curso organizado com lógica e características próP P M I E N M M E S E PE SI Esses esquemas. um acervo comum sobre qual os EM culares de brincadeira. na aquisição IN de conhecimentos no plano da aprenP E EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 10 . dessa forma. o pensar verso o espaço interativo em que novos M E E S N EE SIbem como PEpartilhados.ações humanas transmitidas de modo intraimaginados nas interações EM nificados NP e criados M P I I I I M E E S S S S E N de ação que cria e P e como forma tre as PE dos jogos/brincadeiSI N transNP EM geracional. EE I O brincar é um espaço de apropriação S e consainda que nela As brincadeiras de imaM E P S E E exemplo. Represencos constitutivos como dos modos partiEM EM PE M históricos EEdo brincar. EE e sociais em que sePE SI N EM E P P I PE M Eo E ta. N N S do-lhes novos significados. A partir feitas da Idizagem N S E N N permitindo que as ações E P I I P E S NP S S N I P I N M M até aqui. EE que se M P N P P I E P N S que junto P de práticas. E M certamente tem conseqüências P N pelo ções sociais. É brincando que S E P IN N M I M N EM PE S EE da cultura. as situações e regras sigI ou seja. SI SI distanciamento NP IN M PE I S N M S I S N E referenciada. PE crianças. o brincar é um SI EM Pnos Etro IN em que M E E S P M N E P compreendidas P outro aspecto a ressaltar como signiUm é que M da infância.Svale a pena criança ultrapassem o desenvolvimento já alcanS I S entre Nrefletir sobre as relações EE EE (desenvolvimento real). I N E E I M dos M N S SI P N I P S observaI EconheciM não é o que aparenta S N S E E valores e da sociabilidade. em que M EE mesmo tempo SI no contexto NP dos jogos E N P I I M E M S S N EM fruto das E Esão estabelecidas pelos Pcomo patrimônio tural. Sua M S N I E P S E M S SI PE IN é um fenômeno M podemos dizer que a brincadeira EE PE no M próprio processo de brincar. básicos relinha. NesseEE IN M sentido. como também simbóliconstrução de competências e coM EE pelo contexto EE e a ampliação NP SI E NP I M P P I M S ou seja.regras S N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M sujeitos desenvolvem atividades conjuntas.SIN seja de faz-de-conta.). Por oue especifiS P e universos simbólicos S N E que caracterizam N I I M E N S S P M dos pilares da constituição sociais EE inserimos. E P S M SI N E P grupo de crianças. M ordem. a coordeO brincar supõe também o aprendizado de uma E P P M M N N M N PE o mundo M dos parceiros. mundo significados estão sendo P I M E M E N S N E P EM conjunto EE SI se constrói EE e se organiza P EM de ações SI o desenvolvimento coordenadas Mas de que maneira N E P P E I N M P E Por umSlado. M E E E S N E E SI NP NP inter e E EM NP en. são ine da fantasia. formal. não prias. novasIN reM e de ação M SI SI S NP EM I EE EE M E S P lações entre os objetos físicos e sociais. seja no plano M E N SI SI N E I M P I M E S forma sobre o mundo.EE tura lúdica infantil. 2004). uma vez configura como aprendemos a brincar. SI possibilita EM EM P P aquilo que o brincar – tais como aprençado impulsionando-a a M M E M N E N E P M M EE SI SI EMolhar as coisas PE PE der Ea de outras maneiras conquistar novas possibilidades de IN compreensão P M EE atribuinEE S N N E N P P P I I I E S a estabelecer S sobre o mundo. SI cam os Egrupos EM lado. de EE o modo S PE próprio do IN SI NPcompõe a culE não se Mnas são partilhados P S I N E I M S N refere a um pensamento ilógico.SI diferentesMda estruturam EE NP IN si.EM dades no EM SI Pque NPâmbito da NP da cognição. PE IN IN apropriação se dá S SI de comunicar? NPum fio condutor M esse modo E N I em torno de comum. ou S M SI EEseja. cultural.co. E que esses zendo ser. Um repertório EM ras de gude.

gógica seja lúdica é importante lidades de interações eSIdiálogos com M a frui-PEE P E E N E N I P P N M E M N SI de suasS lógi. IN mas para que uma atividade brincar. Certamente ficará N P I S M S IN EM N EE claro para EM corporando a dimensão humana do brincar. a crianças e para S compreendermos melhor M a impor. do contrário.da poe-PE mais o brincar éS uma atividade SI EM nós que E P M M E P E N N P EE e da arte. que EE PE compreender IN vão se constituindo SI no brincar NPas crianças EM É preciso P P PE I S M N E N S de sua experiência Esocial.sitos básicos que configuram uma atividade M M E E N S E I M E P M E M S E planos e formas N NP borando não de ações conjuntas. N as perque SI uma vez S IN propicia a compreensão EE a escolha.lingüísticos S P P P ou científicos. M to S da SIveremos que EM NP esse paP IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P E pel cresce em na medida em que A dança. mas é preciso colocá-la no real brincadeiras contribui. lado.EEbrincadeira: EE ter hora EE M ser livre. para E devemos. muitas vezes.SIEssas EM EM mais um SI NP PE IN exercício. espontâneo. rios. abriremos o caminho nos. N E M P didático SInão contém o jogo como agentes organiSI os requiSI como recurso PE E IN M P S EM N E como zando com autonomia suas ações e interações. nem N E M N I resultados prévios e determinados. que a escola. pelo isolamento. treinar e sistematizar conhecimentos. IN individuais e culturas I E E S S N S P PEnfim. lama M quando PE cadeiras EE são compreconteúdos. pular. I ela. M e de SINguntas e as SI E EM seus M P EM M E E E adolescentes.Mde expressão criadas Epelo P pela falta NP IN brincadeira. EE a decisão. inúescolares e das SI práticas pedagóEM PE Existem E PE IN SI N NP S N I N E M P I a ludicidade I possam garantir e incentivar o meras possibilidades SI S E de incorporar na gicas de forma que E S S N P E I M S pedaEM M aprendizagem. IN M M S E P S E E M de na aprendizagem. As P EE diversas expressões e oEEM PEo IN assume M E P NP IN S N I P I fundamental de garantir em seus espaços o desenvolvimento da Spapel M criança EE S EM IN S NPna escola E N P E I I S E P S S N direito de S M SI M brincar. sia construir o percurso da significativa. dimensão artístico-cultural na formação de crianças NP M EM EM M P I IN M E E E E S S M E N E P M de adolescentes O brincar é sugerido emNP muitas propostas e Ee caminha PE SI EE não apenas NP PE na direção IN E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 11 . de um grupo social e. E Mas tais papéis familiares.M a rir.SIN IN M nas brincadeiras. personagens de novela conhecidos peN P M M M I E E N E E S N P I P M I E criançasS criam brincadeiras EE E caráter muito mais Ia las de Spapéis e cenas N função de PE P IN P M lúdico. a inverter P I N SI NP PE E. mediante jogos Uma excelente fonte de conhecimentos sobre E M N e situações PE PE EE é lúdicas EE SI conceitos NP o brincar EM N P N I P M que propiciem a reflexão sobre e sobre as crianças e os adolescentes M M I I E S N S S M IN EE e EE EE nos seus SI jogos e INPmatemáticos. e SI S N N P I N I S recursos. fazer EEMendidas N M S EM E I P M E E S E EM o seu M P de brincadeira e.como espaço SI N Eque EM SI do mundo N de encontro das S P I I M E E S S N P P EE crianças e dos M adolescentes com seus SI EM pares e IN IN M EM E E S S M NP E E P E o mundoEM adultos e com que os cerca.M M EE E P M N PE com crianças e adolescentes EE EM pedagógicas SI EM práticas dos para a brincadeira. de homem M como possibiliI M EE públicos S E SI E N E S E P P P M E E SI N N po S para sendo diferenciadas O PE IN o lazer. com o objetivo principal de atingirM resulcadeiras ÉE importante demarcar S são usadas N M E P P I M M E E P S N E EE que SIN tados preestabelecidos. como EE nós. EE SI de dialogar NP com o mundo. é preciso aprender com eles tribuem para aproximação cultural com as M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E a ordem. NP P I P M S crianças e dos cas e formas próprias Nsoluções por parte das M sentir e Efazer EE de pensar. a representar. da sujeitos M qual os M SI e EM SI humana IN IN ampliação PEpor meio E EM P E M S E N S P I P de conhecimentos da afirmação sobre o mundo. E compostos de mobiliário e N EM E M I E M P S E P P doméstica. EE M M N E como um pretexto ou instrumento para o ensino de objetos vinculados à vida suscitam brinM N I N E P E I P E M S E S N SI PE atividades Pde IN mares. Perceberemos sujeitos e atores fazedores da nosEM também.SIN PE culturais EE EE N N I P P I N M M S M para que S N E SI Dessa forma. IN NP E I M E M S E S E E Ao situarmos nossas observações no contexÂngela Meyer Borba e Cecília Goulart E P M M M P E N PE M EE EE EE IN contemporaneidade. EE sa dade.INassumindo E S N E S N P M S SI domésticas. as ar-IN S a SI SI importância IN M M IN S S N E E S I M pela dos tes visuais e as representam formas E E infância vem sendo Pmarcada S artes plásticas E diminuição P M M M E E N espaços E de tem. intância do brincar nas suas vidas. a literatura. é preciso deixar vações e o Mque podemos aprender com elas SI que as crianças e os INconIN M M EE a nossa S S M E P P adolescentes brinquem.ção. ajuda Mde possibiEE na criação NP M Por outro E S I E PE P M E E M S M E P N E que permita E PE as crianças. uma vez que piques SI PE IN M M super-heróis tematizam EEe brin. até mesmo castelos. P SImarNP SI P NP E I P I Mparticipa-IN cada. Isso andoS regras de S convivência social e de EM E I P E S E E S S E N P P P M não significa que não possamos utilizarEa ção SI EMludicida. Podemos observá-los brincando. NP dades P SI a escola N M I I I M S S S N muitas vezes o principal universo de construção debate atual em torno da necessidade de incluir a EEM E I M E S E P E de sociabilidade. P P M E E E SImem. possamos titui um direito na vida do E hoNnos reconhecer EE a ser assegurado SI NP EM EM SI EMsociais plenos. por um colhermos EE EM S NP M EM E P I M E E P S e que não N infantil. SIN EE SI tal.IN S M E P M EE E E de perseguição. a música. consEMmembrosM P PE P M E N como E adultos e crianças. a imitar. Iperdem N PE SI apenas como o sentido areia S geram brincadeiras de nadar. seráM compreendida de constituição de suas identidaN E E processos EM ape. se compreendem Scomo sujeitos e huma. SI SI as descobertas. cri. no encontro EE IN a imaginar. com mais profundiN E P P P I IN E E S N N S N P P I história e M nos cerca. oPteatro.PE P P I P E E E S N E N N P P N nas como des obserSI de pares. é o da expara a organização Edos que Eocupa no mundo M importantes P I M M Ninformações E E P S I E N E P E S espaços-tempos N periência da brincadeiraM como cultura. SI NP EE sonhar Se I P SI com eles. Penetrar M EE S N E N N P I I I M M E S espaço IN S S lado.

ra. colocando-o em outro pla.S quando. enEM P S I N M E I S estranha. AS chamada Enatureza humana nãoMexiste de M S N I E P S S SI PE IN a produção do M Aquele que aprecia a obra continua EE diferenPE modo independente da cultura. Intimidade M e também queIN constrói o olhar jornal). PE nova P I N E E I M rela. características e É importante que a SI N E P P M N M M SI N N livros de arte (há coleções PE SI EE duz o reconhecimento do prazer e do significado inclusive em bancas de PEE EM SI EE SI P N I E M M P N S P IN dessa relação. de inquietação arte precisa arte e não arte educativa”. Nossa sensibilidade e nossos I transgredindo-o. SI NP brinca.ção E P S M SI E P E M P N ças e nos adolescentes. tocamos M N E I E M P I E EE S E P E para completar S zendo o seu ponto de vista a obra. pela mento PE das pessoas que as SI NP EM aguçado PE das obras e das vidas IN afeM E N S SI N E I M P M condição S tividade. da EE IN poesia. coloca em escola.SIN gráficos de autores de produções artísticas. da dança. da aprender e conhecer. estética. ao entrar em conN Bakhtin S E N N ao acesso e à apropriação E I P I I P E S NP S S N I P I N M M tato comSIuma obra de da produção existente. E M aquilo P EE EE o outro não vê e que SI N E P P I PE M M E E que me situo fora do objeto estético. possibilidades. pintaM E E S N E E M SI etc. pelas que podem M EEas possibilidades EE a arte potencializam SI SI várias interpretações N P NP P I P M EE N S N E N I M ção e de produção de diferentes linguagens pelos P suscitar. como área de coE P P M M N N M N PE EE SI EE EM que ambos estão referenciados. SI tem seus IN M com SI EM Relaciona-se EE P P E E M E P P S a arte a E N E que a S IN os signos compõem. NP E M S I S S N E E S engrandecendo-as. É preciso apostar EM NP PE conto. As obras de modos instiganP NP P I P SIprofessores. EM dos na P I M apreender sua Nessa relação. desafia a lógica. da IN desenho. N S N E N SI O prazer e o domínio da escuta e do tes de ver de SI do olhar. E E P no. dançamos. e atores. 2000).EEM IN EM EE P M S N E P P I rompe.M NP EM P M I E P E E S N mira e se surpreende. N EM crian. com seu autor e com o contexto em e humana.IN S obN como ato de criação EE NP SI passiva S EM M P M M não como atitude ou olhar conformado que alargar e aprofundar o conhecimento do E SI jetivos de E SI E E P E IN M E E S P M N E P ligada ao E P está ser humano. da eduIN P M E EE S N N E N P P P I I I E S ou adulto. M E S S E N M M M SI NP – são historicamenque uma trumentos da natureza humana EM PE M vez EE eu vejo. procurando SreconstruirPEe são ou pretexto de conteúdos privilegiaM E S E P Equalquer tentativa M IN NP N EM totalidade. não podeI N M P P I S E S IN N de suaIN M cas. te constituidores da natureza das pessoas. N E P P E I N M I P S E de co-autoria. NP SImos. O E olhar pelo IconheciEM modosMde ler o mundo NP se ampliam M P I I I E E S S S S E N P pela sensibilidade. M muitas outras EE familiares. de assombro. seja S como uma ela criança e Leite. vivencia EE EE SI movida M EM estética. muito também nós. 2004). o homem. N Educar e ensinar no contexto da cultura é um EE contra incoerências Ee S EMdivergências. S N N obra. pois de normatiI E S M E E S E S N E E PE EM SI didático Pleva NP a experiência NP EM articulação provocada pela zá-la como recurso à sua destruição.SOlhar quePindaga. comunitários entre PE M EM instrumentos. pela emoção. M SIe ler o mundo. M E E E S N E P E SI NP N EM NP leituras e formas de compreensão da vida. mas constitui-se M cação” (Ostetto M IN SI entra emSdiáSI NP EM I EE experiência estética EE M E S P logo com ela. linearidade. em deEM catura. a livros bioEE de literatura IN que PEE SI acessoEM S E S P M M E S N PE ultrapassa o cotidiano. pela elaboraram – redimensionamos a nossa SI PE pela imaginação. elabora uma P compreennão reduzir IN mero recurso SI É importante NP IN PE I S N M S EM I S N E para o ensino I dos seus sentidos. SIntimidade que permite a apropriação mos prescindir EM com a arte. O olhar crítico que as crianças desenvolI I M E S E S S N P M EE muitas vezes. considerando os S estética. P IN M N S E N M P SI da vida: SI muito nas por meio da do carisurpreende-nos.EE grande desafio. portanto. não sua EE EE é capaz de EM SI organizarIN EE si o processo P P P E M P Nexperiência S N P N E I PE I I N Na experiência compreensão. da M suas capacidades PE pintu.SI EE IN S E E P S N M fotografia etc. Nesse contexto. inverte E no mundo. OsPsímbolos não são simples e insIN de visão” (Bakhtin.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S das questões relativas nos diz que o sujeito. a apreciade sistemas simbóliM sem a orientação E I S N S S P N I E P S I S oferece o “excedente E S EM expressões IN ção cos. S E P M IN N M M M N PE SI EE autor ao tomar para de reflexão e deEM temente dos animais. para então estabelecer no. M SI maior compreensão EE M Pgrau de intimidade IN IN EM SI com as EE P S S N EE artísti. EM conEM PE M estão impregnadas E SI E E encontroM N E P P I E movimento sensíveis construídos no com teúdos sociais que. construindo múltiplos contemporâneos. humana e as nossas possibilidades M EE IN quebraEa EM IN IN de viver e agir ca. EE reflexão. EstabeN N E E S P SI SI lecemos IN EM EM PE PE formas de M M M E – com a experiência pessoal acumulada – enconnovas inserE S novas realidades. SI EM ad.M N S SI N I P S educativa I de estranhamento Esituação M nos diz Kramer (1998) S N S E E ção com a obra – da Como “Para ser a N E I P M E S SI Eser PE P N M M E I habitual. podem ser analisados M E S E N N E P P M I M M E S SI N N PE EE de apropriae debatidos. não só M EE SI NP E N P I I M E M S S N EM sentidos. do SI música. ousa. PE de trabalhar SI E M S M E E N E E Pas crianças tenham acesso Mtécnicas próprias e proP E E história. possibilitando-lhe M N apenas reproduz. tros comSoutras obras. PE IN IN NP M E N I S A contemplação é um ato de criação. N N E E P I P I M EE E E S S N E P N P P I conhecimentos apropriados ção no mundo e EM SI de visão deste mesmo EM PE IN IN mundo. Na educação. P P E M M Aprendemos IN EM SI N P E N E S I E I E E N S S arte são M vas formas de ver o mundo. de surpresa. nhecimento que conteúdos próprios. EM P P uma relação estética pela busca de comção da escola como espaço de criação M E M N E N E P M EE SI está a “serviço SI EM aprecia EM de seu PE A pessoaEque PE a arte não preensão significado. P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 12 . pela críti. P IN a ordem. da escultura. como também da organizaS S N arte e contemplá-la. de difeS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M A apreciação e rentes maneiras.PEE E P diferentes linguagens e produções da realidade e maior participação social. IN M como autores Enos S N S E P M PE I nas práticas sociais e culturais vivenciadas es. – traNP paços escolares. PE SI EM tipo de sujeitos como formas deEE expressão e representavem com E esse conhecimento.

NP aprender S possibilidaN P M I I M I M S S S N des de expressão e de compreensão do mundo e criança se adaptar ou se encaixar ao que o adulto E I EE M E S E P P M M E das diversas uma formas porque sabe e determina o que N IN ComoNP EM EE é ele quem EE de si mesmo. o foco N M EEe conhecimentos. todos nós é bom para ela. não tem escolhas do sujeito. Patrícia Corsino M SI IN IN M M EE S S M E P P A apropriação pelas crianças dos conhecimentos M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E produzidos pela arte Mo seu en. e de compreensão do mundo e de si mesmas. reelaboração. ordenamentos S e formas pró. P PE I S M N E N S E M IN valor. EM de propõe SI S M o inverso. mas sim o contínuo e a reN IN M EE IN M M SI S E P S E E M como uma ‘essência’ não existe: o que existe definição de delimitações dentro das quais o sujeito E M E E N E E P SI (. vermos acesso à S pluralidade de mos observar como.M A inclusão das crianças de P seis anos no P Npara alargar SI ensiSI contribui NP PE EE IN SI abrir caminhos N EE no fundamental I P S SI tendimento da realidade e para para provoca uma série de indagações N P I S M N S EM IN SI há como S EEsua participação EM a no M mundo. O mesmo SI EM sujeitos de EM PE pro. elas para opinar. SI SI EM PE sentir e refletir IN NP envolve INreconstrução. ao inN E E I E M E P E S E P N E de Aprender aEM ler imagens. sons. precisamos rever nossas práticas educativas. E SI SI E N E S P P P M E E E SI N N dos quais fornecem novasIN à Pcabe EE os pontos. NP PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P tos amplia nossas possibilidades de redescoberta. EM do currículo.18) em relaqualquer forma.. de cultural. na SI impostos N base fundamental S P I I M E E S S N P P EE paraM o processoM de criação. os NP posição. qual o sujeito deixa suas marcas revelando seus N M E assim EM N EM EM SI NP PE I P M I E E S N E incita as crianças a também encaminhamentos. às ações. E S E E comunicabilidade e compreensão.) ela éM NP EM seres humanos NP divergir. bem como as crianças e como deveriam aprender e Snamento M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P amplia a rede de significados e modos diferenciavolver. por meio do E S S N P E I P S EM EM M vida àsIN IN palavras. E I M S S N P ações que criem outras S de vida Nesse sentido. E tão N E E SI S N P M I Eosso E E SI N concreta quanto S P P P os seres humanos de carne e lações (Leite. é po SI N orEM pela rotina EMescolar. SI está no NP EM EM SI E P P M E E E SIperiência Iestética. é sempre um processo singular no EE sobre novas M SI formas EM IN P no sentido M EE M E S E E P de uma sociedade justa e feliz. visto que S E N NP a liberdade. novas Minovar e estabelecer M I E SI pode ousar. I M EE S N E N N P I I I M M E S S da criação S estéticaMna formação que se servem dela N E EE e dos quais EM A importância NP ela é parte inte.como PE IN E SI NP NP EM S N P I I M I E S S prias deM autoras se relacionar com os materiais. por exemplo.Mfosse possível tecer o Etapete P NP O desenho possui sem ter os fios E e sem M I M EE de modelos. a apropriação carne e osso. Como afirma Bagno (2003. no temN E N P P P I E E S N N S N P P I e no espaço EE festações artístico-culturais. I EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N Se compreendemos que as diversas linguagens SI EE SI SI EE SI NP P I P M S artístico-culturais constituem modos de conhecer e IN As crianças de seis anos N M EE M M SI E EM de explicar S E P M M E E E a realidade tãoP válidos quanto os sae as áreas do EE N E conhecimento E EM P I P P M E E E S N E N N P P organizados pelosSIdiversos N beres ramos da ciênEM EM SI SI NP PE IN IN I E E S S N S P P cia. Mterpor realidade. EE se não tidiferentes áreas Mas também podeM SI EM SI constituirmos IN PE críticos eEcriativos. P IN E M S M E N S P I P outras posições. com e com a vida. no livro didático. SI Na primeira SIpróprios. O criar fazer EEvida EEde um produto EE se trata M P SI NP livremente não significa SI P NP E I P I M N E S qualquer E M N I S coisa.SIN EE SI EMsermos livres P PE P M E M N E truir sentidos A ampliação da Eexçados digam respeito às crianças.. N Iexpressão. PE linguagens EE EE e com SIN N N I P P I N M M S M S em que. aos fazeres. conssituações os objetivos a ser EE alcan. pois alarga o ganização dos adultos SI EMacervo de IN e até mesmo IN nas suposições. ocorre P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 13 . a função da escola E o grante P de garantir Nhumana configura EM PE ”. SI S E que interpretam a realidade. M E E E S S M NP E E P E referências relativas às características nas idealizações e nos preconceitos sobreEM quem são P EE EM PE IN e ao funcioE se desen-EM E P NP IN S N I M P P I de cada tipo de expressão.à IN Ediferentes IN SI acesso às E E cultura e ao conhecimento. EM psicomotores P P M M M E E N N ou cópias E conteú. objeimaginação. embora N E SI criar relações. como se S cacionais aoSIseu EE treinamentos EE exercícios de técnicas. qualquer queM seja. PE re.M M EE E P M N PE M deveríamos EE M EM SI forma M E apropriar-nos do desenho como O processo criador. Numa E P M M E EM PE IN as práticas NP EE preendido Edo EE salientar Sque M como subordinação trabalho às von. EM fazendo circular diferentes maniconteúdo a ser ensinado. I S M N S E IN o foco na criança é comM dos de EM M SIoutra posição. EM E P P E I M E E P conhecimento e inteligibilidade do mundo.são N PE que falam línguas.SI M E E P I M E E P N pode serSdito em relação à arte. em qualquer moEM N E I P I S E E S S E N P P I M P desdobramento M ção à Slíngua: “‘a língua’ mento. emoção e cognição. Já na segunda. 1998). pois são formas de linguagens e de P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I fazer estético. por descobrifaz Scom PE SI IN definições e configuraNP decisões. criando dipelas de múltiplas formas de comunicação M E M criançasM E S E PE P M E E M S E E P N E E P ferentes formas de expressar o mundo. segundo Vygotsky. Não nos sobre o que e como se deve ou não ensiná-las nasPE EM E P M E P E N N P autores. dando mover.EEM EM NP com arte P IN P P SI É importante I E M E N S E N E N I P P da criança Eou restrição de que estamos não se confundem com edu-INP S os tades SI das experiências SI falando N P I N M M I S S N universo sociocultural. p. É que seSdefine I Mnesse quadro M E E N E I E P M E M autônoma. com E o esN de suas produções e Sde P se tornarem M SI M N E as linguagens PE I M EE E E suas vidas ao mesmo tempo em M que se responsapaço. A criação se S N E E P P I M M M E E P S N E E IN base em EE bilizamPE pela nossaEM herança cultural. NP SI seu ções dadas pelas condições e pelas SI PE e rem S EE referências I M P S EM N E O conhecimento.

estudo articulado das S Ciências Sodesse foco. M EE Benjamin NP IN os seM S I bre os sobre mentos. N N Fundamental (Brasil. N lamos entre IN M EE garanta o M EE S SI pensamos NPque um ponto E E P P I M M M E ciais. ordenando e sedamentem éticos. possibilitando. incluam cuidados e afetos. nos anos/séries do ensino fundamenvir a ser.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E Mescolas.EE pressão por meio linguagens. O trabalho comEM respostas para sabem EE SI EE épocas M P N P P I E P Ncom os objetivos S N P N E I PE I N aIN área das Ciências Sociais dasSIdiferentes áreas do currículo. M E tambémS I S P N E P S I S objetiva ajudar a criança S EM IN a pensar e a desenImplica. também.S M E M amplificar S N E E E P com as tecnologias. das EM não há como ouvir as crianças e considerar as suas S P P IN IN IN EE E EM S S S N N P I E I M relações entreIN o homem. conforme estabelecem as Diretrizes CurricuM E S E N N E P P M M M E SI MinistéSI conjuntos. M N E I E M P I E EE S e fora daPescola. Na busca I tal. cativos para elas.M NP EM P M I E P E E S N cies de as crian. implica NP M por sua E N I grupos humanos. PE EE para o Ensino e EM lares EE a pensar EE a comparar SI sobre números SI N P NP P I P M E N da Educação/Conselho S N E N I M quantidades de objetos quando esses forem signifirio Nacional de Educação I I M E S E S S E NP P E I M M E P S E com quantidades N E CEB nºSI02/1998). favoreçam a ex.SI E IN S E E P S N M guagem matemática). Uns M EE grande P S E E a criança M M enfaIN NP N aquilo que EM EM valorizam P I A partir desses eixos. e práticas Isocioculturais. b) PE tendências dade e do Respeito ao Bem são P muiIN M EE Princípios E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S Pinto Políticos N dosP Direitos e Deveres da do do que supomos. muitas N SI iniciais EE idade.1986). professores NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E as duas posições. suas propostas Como eixos das proP E N pedagógicas. indagar. aberta e ao imprevisível. as EdeS tornam-se secundários pedagógicas das Diretrizes N S o com. PE reza e entre E S EE S P N I E M M P N S e os espaços P da escola IN te organizar os tempos M atividades propor e deM EE e coordenar IN para PEE SI significativas N S E I E S P M M E S com a natureza e IN E desenvolvi. outros I E S M E E S E S E N E Pou EM de seis anos de SI ou o que PE ela poderá NP NP EM balho pedagógico com tizam o que lhe falta deverá PE as crianças I N E E I M N S SI P N S vezes osciM SI (as). a fazer correspondências e agrupamentos. pois EM PE M comEE estudo eEde M volver atitudes EE ao novo EE SI N E P P P I PE M E E paração das paisagens. professores(as). sua Conhecer. estétiSI SI nos princípios EM EM PEpolíticos e M E SI E EM N E P P I M E riando. a experimentação.Ssem Puma IN torná-lo M E E P M N E Pdas crianças. articuP P E M Encorajar M de diferentes IN EMrelações S(Kamii. SI SI N EM I EE (1997). ao promovermos S M EE séries/anos IN iniciaisEE IN IN situações que Matemáticas NP E M S P I S S N E E S nidade paraIN que as crianças coloquem provoquem trocas e descoberE abram caminhos. suas formas de aprender. conhecimentos M S N I E P S E M S SI PE IN problemas e de M formas de se organizar. Nós. se analisarmos EE M E S P Exercício da Criticidade e do Respeito à Ordem as concepções de criança E P P M M E N N M N E EE SI Esubjazem EM Democrática. posteriormente. E P vida dentro E reflexão M S te. SI c) Princípios Estéticos da E Sensibilique quer SI ao discurso M EM NP comum. SI N P E N E I E I E E N S entre diças a e diferenças áreasSdo conhecimento e se funP identificar semelhanças NP P I P M SIlem as diferentes N S N E N SI ferentes elementos. provocar os saltos dos conheciI N M P P S SI IN fenômenos físicos e químicos. beremosPuma disparidade de posições. N E P E I N P S N E histórias. planejar.EEM EM P S S N E E P levantar hipóteses e a construir conhecimentos mover ampliações. E P S E M S M E N M PE EE a relação EE res vivos e sobre e a natuEsse num lugar estratégiSIenfoque coloca-nos NP P P M I N M EE entre o homem I E M N N co porque cabe a S E P M S I E I o homem e as tecnologias. da Responsabilidade. o objetivo EE via de mão du. mento dasScrianças e de as suas experiI M E E E S N EE o debate SI NP NPe a ampliação EM NP que vação. INP P falas. saber e S e das Linguagens. M M E M N E N E P M M EE SI contraditórias SI Essas duas EM PEComum. É importannós. operando e re– Resolução P EM IN M PE PE constituem IN M situações-problema E S M S gistrando as (inicialmente de Estas o documento legal que traN E N P EE I E E P S M SI N E P E M que as escolas reflitam P N e.SIpostas E N N a atuação do adulto e E P I I P E NP S S N I P I N M M finem osSIseguintes princípios: “a) PrincípiosSÉticos promisso da escola com a apropriação de conheciS N EE EE e com a aprendizagem SI EM EM P P da Autonomia. é importante que o traé e faz.EEM IN EM E P M S N E P P I Mdar oportunas é mos materiais. interesses e produções S E M E N Sé P . N SI quais são os seus interesses EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Trabalhar com os conhecimentos das Ciências preferências.SIsuas PE IN SI vez. mediamos as relações dasPE crianças com os eleSI NP EM de conhecimentos PE IN M E N S SI N E I M P M O trabalho com mentos da natureza e da S cultura. perceIN SI e Diversidade SI NP de Manifestações IN M PE Criatividade I S N M S I S N EE I S Artísticas e Culturais”. ao E disponibilizarSI PE objetivo do EE as Noções Lógico. usando ça uma direção E para sobreEM forma espontânea SI IN M PE a lin. P as trocas mútuas sejam curiosidade a pla onde capazes SI EE de pro-SIN ampliar Ea EM PE incentivá-las IN IN EM so. o espaço e a sem alterar a ordem S natureza. especialmencomo é seu M grupo familiar PE e Sociais M EM EE nessa etapa NP SIdades e dificuldades. suas faciliM E E S N E E M SI NP de ensino reside.EE pos de objetos. eventos S SI EE e ações em todas as EMespé. de resolver EE devolver PE para observar. EE quer à proP P E I M E P P N N E PE dade. da Solidariementos da criança. assim.EEM Na áreaS das Ciências SI inicial do SI EM Naturais EMtrabalho. classificando. suas relações. cos. no desenvolvimento da crítica sobre os social. dução científica centradaSno mundo infantil.favorecer N Po safiadoras capazes de impulsionar M das crianças EE o contato SI NP E N P I I M a obser. das Noções Lógico-Made partida seria conhecer S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M temáticas as crianças. suas sensibilidade. Para M to mais freqüentes M SI Cidadania. Somos Inós EM ênciasM NP M P I I E E E S S S S E N P científicos. uma organização pedagógiPE IN M E S S E N P M M M SI N de observação. de ca flexível. do lugar onde habita. das Ciências Naturais. e disponibilidade S E P M IN N M M N EMque as crianças PE M diferentes SI articular Eo EE viverEem e locais. SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 14 . P SI NP todos os tiEM P S I N M E I M S N tas. como sugere.

M grandes objetivos é a eduN P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E quico mas também no cação estética. orais Mde usos. Vygotsky (1993.PE P P I P M E E E S N E N N P P N prio pensamento. Nesse processo. M P PE EM EE Por isso. Ciências. SI SI processos PE as esses EE imaginar IN M P S EM N E Ainda para Vygotsky (2000).EEM NPescolas. a própria movimenno fundamental.Eprocesso E com as linguagens NP O trabalho de deSIN connas EE EE M aprendizagem E P NP SI P NP E I P I M para queIN ceitos. Estudando as complexas relações tras práticas corporais. a criança vai EEM funções fundamentais são IN M o intercâmbio social – EE S E P Eo homem cria tendo a oportunidade de experimentar. esses E SI Em qualquer podem tal Epara bemSIN mais que a M nove anos. Vygotsky as áreas. o proN E P M levantar etc. do conhecimento. analisar. quando de todas as áreas SI SI que assegure PE PE IN EM EE o processo M SI de sistematiM EE N S E N P E I P I zação de N conceitos eIN formalização dos conteúdos. Decorre IN M EE a um IN S M E P M EE E período. PE IN M EE P N IN ano ou S N I M P P I sejam elas de Matemática. estudos A linguagem é constituinte do sujeito e. elas não N têm consciência da sua E M M SI E EM área das S E P EM M M E E E seja. os SI EM de definiEpráticas PE ou. é preciso assegurar um ensiN E tomar consciência E EM pró. é essencial o respeito às culturas. reconhecer. etc. E teriais. à ludiM EE NPduas categorias M E S I E PE P M E E M S M E P Eas crianças E PE e à organi(2000) observou que. deve se articular a ele (a)s E P M M M P E E N PE EE de objetos EE IN M criança e manipulação noSplano pedagógico de cada SI uma das EM e ma.SComo ação e simbolização estão junno cotidiano com EM De acordo PE escolar. M E O trabalho com a área N E E I E M E P E S E P E bem pequena. Esse N E S N I S como finalidade autor compara e inter-relaciona duas ais tem darEM oportunidade EM E I P S E E S S E N P P M P M categorias de conceitos: os conceitos espontâneos as apreciem diferentes produções artístiSI N IN M criançasEM EE IN M SI S E P S E M – construídos cotidianamente pela ação direta das cas e também elaborem suas experiências pelo faE M E E N E E SI NP EM NP ampliando PE a sua crianças NP experimentada PE a realidade M sobre e obsere M a sua sensibilidade M I E SI zer artístico. I sensibilizar Sa criança para NintrapsíquiP P P M (entre pessoas). as quais. SI Nvisitas. isto é. então. M da arte e M E E N S E I E P M é a formação E M S séries/anos inici. central M M E EM de histórias N N E E P NP I tas. especialmente para com M finalidades e intenções diversos. NPE tação da IN P P I E M E S E P N E N I P P aulas-passeio. a do ensino fundamenP EE E S ampliação S P P I N M M S deslocamentos M S área. NP E I M E M S E S E E inicialmente a ação. N P I S S IN cuidadoso.muitos EE IN SI ção e a memória N E E caminhos até a criança ser capaz das esportivas e de I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E los verbalmente. os planejamentos das Eatividades. a linguagem é um dos insI M M I E M E E S S E N E S E P P P M SI pelo homem N N N PE (músicas. NP mas de linguagem – PE IN hipóteses NP E PE N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 15 . é uma Vejamos a algumas EM oportunidade histórica de a criança N E P P P I IN E E S N N S N P P M EE Propor atividades que I favoseis anos pertencente SI às classes N EM SI da ação:EE N populares ser in. filmes. generalizante PE SI e o pensamento Eferir. experienciar. uma escultura. sua vez. IN à autonomia MconsigamPEE P E E N S E N I P P I N M S M espontaneamente N N N operar série tendo como Sobjetivo o pleno PE de palaSI zação das EE SI SI com umaIN EE SI crianças. enIN P I N M M I S S E E S IN trevistas. E simbólicos possibilita a M realização de forfilme. não conseguem do seu Linguagens. que significa EE ser SIN EE P PE P M E M N E pensados pelo(a) garantia de mais de escolaridade obrigatóN M professor(a). ainda na INvras. M P colocações N e escritos. P possibilidades para M uma mesma SI SIo desenvolvimento e situações. 2000). atua não só no nível interpsí. portanto. Esob PE que se consIN NP tem infinitas IN E I M S S N P S E conceitos e os significados das palavras. agrupando uma mesma classe eventos desde Mdo princípio N IN NP EM de objetos. SI SI NP PE EE IN SI NP o trabalho EE para a S I P SI escola. ou desenvolvimento E humano. trumentos básicos inventados cujasPE a recepção PE doEE de sons SIe imagensIN SI N SI N P M I I M S S é cumentários S etc. I M EE S N E N N P I I I M M E S S com ênfase N E E ídos em situações E formais de ensino-aprendizagem. cabem também a leitura e poemas. PE EMde que aScriança. possibilitem de difeM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Essas são bastante provocativas rentes gêneros textuais. em todas E S S N P E I M S EM M entre as IN de conceitos. Pouvir uma música. na área das EM O trabalhoSpedagógico SI NP M EM E P I M E E P S Nconceitos espontâneos Para percorrem E Mtambém inclui P a socializaM possibilitar NLinguagens PE o autor.) etc. SI tomada de consciência EM de atividades IN por consiste IN M Mpráticas discursivas E S S M E P P dos conceitos e operações do próprio pensamento. N E E SI S N P M I – e os conceitos científicos – construEE E E SI N vada por elas S P P P vivência estética. EE um ano SI NP EM EM SI possibilidades: Eseguir PE de P M E E E SIria. E EM A importância M IN M S E E as crianças nos anos/séries iniciais do ensino fun-PE de um planejamento S E E P M M E P E N N E P o desenvolvimento M M se inicia N damental. SI EM Um dosPE troem os IN M nessa área EE do currículo E S E EM P A linguagem. à espontaneidade. embora cidade. PE to. N E M Pde representação.M M EE E P M N PE de a linguagem ordenar M – é pela EE M das Linguagens parte EMpossibilidade SI o real. Entendemos que.grafia ou Língua SI M os outros anos ou outras IN Portuguesa. processo sócio-histórico de construção coletiva. S ver. IN pautado por uma prática I E E S S N S P P nessa progressiva ta a realização variadas. ou seja. de sua sensibilidade M e de sua expressão. o M elo central do diversas manifestações atuar sobre I elas. I E S N N E S N P disso que operar com I M SI apreciarM co uma pintura. P P M S definição. Finalmente. I P I E M S E E S N E E N P categoria. inpara se comunicar que sisteNP M e utiliza EM EM M P I IN M E E E E S S M E A partir Eda ação. Geoessa série inicial deve compor um conSEsse M EE S E IN S N E N P E I I S E P S contemplar S N precisam junto com S M séries do ensi.SI 1) plano P I M E S S N P EE reçam as ações da Icriança sobre troduzida a conhecimentos que foram fruto SI NP EM de um M IN o mundo social e M EM E E S S M NP E E P natural. assistir SI PE (interior doSsujeito). História.S sistemas M N E E P I M M E E P N E E EE sem SIN mas de pensamento possíveis tante vivenciar atividades em Sque possa E PE IN SI a criança NP EMque não Iseriam P P PE I S M N E N S sentir. no SI pedagógica EM EM SI que permiSI NP PE o desenvolvimento INPara o autor. portanS SI do meio. Nesse é impor.

exerce várias funções e possui I M P P IN S Sarticular. experiências que. são incentivadas IN M E S S E N I M M M NP presentes. Isentado S N N S paços da sala ou da escola naIN roexpliquem como chegaram a M suas representações. sala de leituetc. Sem ou com a partidos sistemasIN notacioEM va dosMusos e convenções NP M P I I E E E S S S N Os projetos valorizam P EE incluem Sa linguagem de toda a turma. fizeram falem sobre P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S (em pé. como EE EE viram. E P definidas E de zona S Vygotsky formula de desenvolformas mais N E P P E I N M P S Eentre o nível PE IN de IN SI NP M E N I S vimento proximal como a distância Expressão oral – fala/verbalização – são as siM S N I E P S E M S SI PE IN M desenvolvimento real e o potencial. planejar o trabalho I I M E S E S S E N P Eque PE valorizar as diferentes SI EM manifestações EMtendo em iniciais culpedagógico vista o fluxo vai da ação P IN M E E N S E N M P e conhecimentos SI M cons. a falar sobre PE ou seja. M P M M problemas emergentes na sociedade em que vivede diferentes gêneros E SI fazer uso E SI E E P E IN M E E S P M N E Pda escola e P fora culExpressão/registros escritos – a língua M SI EE escrita. gráficos. no EE EM SI ou manipulando PE NP nível de Pdesenvolvimento NP real. em vez de EM diversos gêneros – Ee outras notaS P e a função EE IN EM e tipos de textos P E P M S N E PE I E reproduz Mo que está serS alguém que ções comoPa linguagem matemática. brinquedos etc. em SI Expressão NP pequenos IimiPE I S N M S E I S N E I S com toda a turma. tações ePE dramatizações por meio das quais as M PE S E M M N E M I NP N reapresentam E vê o desenvolvimento E crianças P I M Vygotsky retrospectivao que viveram e sentiram I E S M E E S E S N PE como EM mente. S EM a compreensão EE P N P P I E M P NchegaramM S N P N E I PE I I volvimento doIN indivíduo e. S I S N EE EE propor que as crianças SI EM EM P P momentos de verbalização do que foi elaborado ou seja. no nível Expressão gráfica e plástica – E são N EM SI de desenPE IN M E M E S SI pinturas. NP EE P P E I E E P S são as brincadeiras. problemas e.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Econceitos E E M EE o S fessor pode pensar de científicos. Sendo assim. na escola. Pmodelagens EM P INque as crianças M EE EE E S S N E P N P P I M em de ou zem para representar o que foi vivido e N S sob a orientação N SI EM PEum adulto Iexperimen. É importante E P M S I E I busca de Iinformações. determinado pela solução de EE S colagens. EE PEas crianças são chamadas Conceito que tuações em que a conS E P M IN N M M I M PE IN EE permite do curso interno do desen-EM versar sobre So que fizeram.turais. representem o que M M E M N E N E P M M EEas podem SI e depois IN SI EM ser pensados PE PE de maneira que alternem esviram. são estabelecidas I tomada de M E as fiVygotsky considera que a M E S E N N E P P M M M E SI abstrato SI do trabalho N N PE EE eleva o pensamento a construção ência a um nível mais M EE e apontada EE nalidades SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M de conceitos.SIa vão dando convencionais. Os Sprojetos P S N E E P turais do vão além dos limites assim como a oral.Me atividades SI ou menos 2) planos de SI representação: M EM movimentadas. e também soEM PE EE M embrionariamente EE seus sentimentos EE SI N EM E P P P I PE M M E E tos é uma forma de vincular o aprendizado escolar bre o seu próprio pensamento (procedimentos de S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M aos metacognição). N M E NP SI SI Ediscursivos. essas representações vão M E E S N E E M divisão do desenvolvimento em SIníveis que NP É dessa pelas PE M EM M vão ganhando EE NP crianças Ee SIsendo planejadas M N E I M P I E o conceito EE S e elaboradas.. IN pois os temas eleitos M EE sociais e E NP IN exploraM S I currículo. N E do as das crianças. maN ou adapta M N E I E N I I N E M S E P Sa S N E SI etc. N E I I PE M E S S E P P N M os desenhos. as crian. pátio. pelas sucessivas S SI EE EM Vale M NP de cons-PE ser um pesquisador EM tomadas M I E P E E S N lembrar com projetos torna-se efi. Trabalhar com projesuasSexperiências.PE pesquisas. pode ser um Icaminho para P E favorecer a apropriação N SI EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 16 . gradativamente NP P I P M SIou de pessoas N S N partir de uma reflexão E N SI da escola ca e quando.EE ciência. a partir P P do(a) professor(a) Se/ I E M M da mediação IN EM que o trabalho N P E N E S I E I E E N S pedagógiS caz P quando articulado com a proposta mais experientes. sentiram. E IN primeira mão. de apropriação gradatiI M E E E S P P IN pequenos EE gruposIN NP EM dualmente. que caminhos E ainda.IN N e de diferentes PE de possibilitarem neros formas de registrar as ações M a realização EE S SI NP E N P I I M M E M S num processo S N E E E P dades de organização e de registro.SIN mos. N N E PE individuais ou em grupos ouM corporal – NP IN SI duplas. o naisPque PE escrita – com seus SI NP EM cipaçãoM IN E N S SI N E I M P I M E S trabalho do professor que.. representações e conseqüente tomada de consciência dessa ação. Cabe à educação das séries/anos P e generalizado. N ciência – com a explicitação que SI em projetos IN ampliá-los e expandi-los Mverbal do S SI PE EE IN S E E P N M trabalho interdisciplinares.Mque se com o próprio corpo objetos I N E E I N S SI P N I P S I pela solução E M S N S costuma determinar independente de EEM fantoches. além de tornar e Igradativa N S E N Nem planos de representação P I I P E S NP S S N I P I N M M trabalho Smais dinâmico. Ações. mesa (individual. tado.IN E P P M M fa. tabelas IN SI NP EM P S I N M E I M seu próprio S trabalho.coletiva dos P professores. além E de terem a oportunidade S S de aos interesses N e preocupações das crianças. o que implica produz seus gêneros SI atividade Ihumana NP P P M N M EE I E M S N N discursivos. E P P M M E N N M N E Emais SI EE EM ra etc. prospectivamente. à realidade PE às questões IN IN EM do EEM EM EEgrupo. SIà tomada Ede partir das à representação e dessa última EMdos interesses NP PE EE IN E P S M SI N E P E de M P foi feito –EM crianças. aos proa determinados resultados. M S SI S NP EM I EE uma determinada solução EE M E S P dinha). As P nos livros didáticos e nos seus manuais. feitas indivique viveram.problemas IN M Gradativamente. E S EE de S P N E M M P N S visitas e P entrevistas. passa notações e escritas espontâneEE pas. bonecos. SI lugar às M EM EM PE E SI E EM N E P consci.IN E volvimento potencial. o acesso S N S S P N I E P S I S S EM IN cessos que estão amadurecendo e se encontram seguiram. tais como M ças desafiadas a fazer gêM Esejam IN além PEE SI uso de diferentes N S E I E S P M M E S de inúmeras ativi. grupo). sentiram. podem ser inúmeros usos formas de se Cada P S E M S M E N E M PE E EE esfera da dos de forma ampla e interdisciplinar. EE SI S N S E P M PE I colaboração com companheiros mais experientes.

SIN IN M I M M S E P S E E M nar a ler e a escrever no contexto das Eelas próprias. p. ampliar as crições sobreS como realizar atividades diversas ou E E vel pelo ensino da leitura P P M M M E E N experiências E P adolescentes NP IN das Scrianças eN dos de EMcomo agir em determinados eventos. Disso M P estilos. Na escola. P Nres ou de Esua EE EM comunidade. comunicação direta pedagógica fundamental: para reduzir as Sdecisão M EE S E IN S N E N P E I I S E P S textos episS N entre pessoas mediante diferenças precisa assegurar a S M SI M sociais. circulação de satodos os estudantes – diariamente – a vivência de E P M M M E N PE M NP reais Pde EE beres gerados EE de conhecimenEE leitura eSIprodução M emM diferentes áreas práticas de EM NP textos diP IN P SI I EE E E N S E P N E N I P P meio dos P E versificados.da subjetividade. muitas vezes N P I S M M S IN IN EE EM os es-PEE garantir esse mesmo princípio. P I IN alfabetização M E E E E S S M E E P IN M uma de produtos e serviços. e pres-IN S SI orientações SI Cabe à instituição IN M M IN S S N E E S I M e da E escrita. M N práticas soPE sobre a natureza e sobre a sociedaPE EEorais ciais EE e da escrita”. corresponderia ao dos textos literários. EE é EE outrosSIque NP S P PE deparam P Na nossa a participação social mais formais e N se com não I M EE S N E N P I I I M M E S S dia-a-dia S N E intensamente mediada pelo texto são de seus grupos familiaEE EM comuns no NP escrito e os que SI M EM E P I M E E P S não apenas N dela se apropriam de suas Na instituição escolar. rótulos escutam histórias lidas M tanto na sala de aula M EE M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Qualquer cidadão lê e escreve M cultu. Nessas NP PE diversasIN EE IN finalidades Se EE cumprindo P S SI e reais. como M SI EM SI se constituindo IN PEsujeitos letrados. convivem E crianças. bre critas em diferentes suportes. convites. S S M E P P sabemos que quanto fora dela ors . “alfabetizar e vivenciadas Por meio EESoares EEletrar sãoSIduas EE M p. IN Desse assim como defendiSabemos hoje PE e Albuquerque. propomos. PE participam SI EM das prátiEMsuas capacidades PcomIN SI portanto. Ainda segundo a professora Magda gem ocupa. 2004) EE con. N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE efeito sobreSIinterlocutores desde cedo. a escola E IN e/ou empresas. relaciona-se ao exercíAs muito com S N M E E P P I M M E E P S N oral em P E EE da es. desde Já o M termo. um nas relações I M papel central M E E N S E I M E P M E M S E N NP sociais P (1998. P P NPpor crianças e adultos. mas. diNP M EM por meio EM M pro. IN M M EE S M N E P I M EE Ecedo. SI diferentes N P M I I I M S S textos com autonomia. SI SI EM PE como comIN NP IN E I M S S N P S o funcionamento do alfabeto. por outras pessoas. avisos). N M EE INenunciados M M SI E EM S E P M M M E E E ção. SI NP de. valoração da realidade vivida. EM da leitura N P N I P M aprendem a produzir textos M M I I E S N E S S M IN sociedade. SI N E I P I M N E M N I S ações distintas. Dominar N E tal tecnologia PE E I P I E M S E E S N S E E N P P ve conhecimentos e destrezas variados. EM P IN E E M S M E N S P Pmodo. Precisamos rais com práticas de leitura escrita. como placas. por textos científicos. medianPE– a es. a refletir SI sobre as N de EM em diferentes EM esferas Ncaracterísticas dos S P I I M E E S S N P EE participação social: Icirculação de diferentes textos redor. ouEseja: situações de interação N social e aprendem sobre SI EM ensi. IDesse INBakhtin (2000. EE preender SI EM EM IN P as convenções M Correia Albuquerque E E S E EM P letra/som e dominar seu traçado. EE EE SI (cf. nãoEEsó N de interação EE SI NP EM EM SI busca causar EM em que se P P M E E E SIse motivam adas pela escrita algum EM para ler e escrever. texM mediante I E M EE E SI E S E P P P I M E E N N modo possam lerS e produzir compartilhamento de desejos. outdoM IN IN M M EE de embalagens. por exemplo. ampliam de I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I de textos orais. sobretudo.SIN cio efetivo daquela a língua os adultos que EE e competente PE tecnologia IN SI N diferentesSsituações: EM P P PE I M N E S perto delas e comEM N E IN e produP em que precisamos SI crita. papel de Morais S N ou outros P P I e Artur Gomes P M instrumentos I E S N N E S N P M SI SI que SI PE os substituam. IN I E S S N S P Pos usos que fazemosSIda escrita no dia-a-dia. o que favore.cas sociaisE em que os diversos SI S E gêneros textuais cirpreensão e produção S S N P E I M EM M culam. 279) Schama modo. E P M M E P E N N P EE tudantes no mundo da escrita. emoções. as Scrianças participam de diferentes EM N E I P I E S E E S S E N P P P M rio: o ideal seria alfabetizar letrando. Pelas N E E convenções lingüísticas. ler as cercam falam S SInas situações PE E elas. S expressão EEM IN M EE S E P E O termo.SIN crianças e os adolescentes SI observam EM SI palavras EesNP PE Ao refletirmos IN de usá-los. P P SI IN experiências SI etc. ce a delas com maior M EE uma variedade NP M convivência E S E PE P M E E S M E contextos P EM de utilização Ede interação PE a atenção de que “cada esfera de sobre IN e a suaNreflexão M da lín-PEE P E E N S E I P P N M tipos relativamente E estáveis de S tex. memorizar Telma Ferraz Leal. Morais N S N I P P I N M M S M S e Albuquerque N E SI do em Leal (2005). escrita e seus usos e finalidades. SI NP EM sobre M que circulam ao seu E IN informações cotiM EM E S S M NP E E P E M dianas. mas começam. ao contráda oralidade. responsáto. IN PE EE S SI que eles NP NP tos instrucionais.gua M N SI e sobre os N N situações SI as diferenças EE SI SI EE elabora Pseus SI entre essas NP I P M S ”. P EE como. deparamo-nos Ecom gêneros textuais E diferenocorre em Prelação à Pescrita.47). ao iniciarmos mediadas pela meninos S e meninas S vão EM oralidade. . N NP tecnologia P N I S SI I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 17 .EEvulgação EE NP cesso pelo qual se Sadquire PE IN eventos. Em cada tipo de situação de interatos nelas produzidos. mas não inseparáveis. letramento. As EE EO mesmoSIN P P M E E E N E N N P P M tes e E distintos modos so.M isso fica evidente. escolar.M M EE E P M N PE habilidades de utilizá-la M crita alfabética EE M EM SI E e as para M Letramento e alfabetização: N E E I E M E P E S E P P M M N E ler envolpensando a prática pedagógica M N Ie para escrever. A linguaIN M P S EM N E zir textos reais. NP E I M E M S S E E tolares (cartas. M Eliana Borges N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E usando como lápis.SIN EE que sejam SI ambientes EM que asMcrianças que vivem em P PE P M E N meditempladas na escola: situações ricos em experiências de leitura e escrita. por meio de PE IN deriva uma M EE EE P N IN S N I M P P I leitura de textos jornalísticos. assim.

quando pronunP meninos e meninas vão gradativamente construindo I I M E S E S S N P EE o que é ler PE a palavra lentamente SI EM etc. Teberosky. como forma de I E S M E E S E S N E M PE de iden. comparam o nhecimento. M E E S N E I E NP NP EM NP interior das Ssílabas). é. caracterizadas.PEE SI N S E I E S M M E N PE ciona tas envolvem. PE IN íntimas (sem M EE EE E S S N E P N P P I M adopromover levem as crianças e os tinatários). IN é apenasM“a letra doSInome IN dos diferentes gêneros M E S não de uma pessoa ou sobre os Susos anE E P SI EM que aquela EM alfabetizadas PE PE Precisam compreender IN M E de uma coisa”. por exemplo. o estudante necessiNP EM PE infantil e juvenil. textos da ordem M EE SI expor. INP IN M E S SI N E M P M países deS em diversos ta elaborar em sua mente um SI Pesquisas PE EE princípio de estabili. alfabéticas. reE P P M M E N N M N M EE maneira Emecânica. entendendo M EE S SI diários pessoais. por exemplo. com isso. sumos. a leiM por meio Sdas letras.que previamente etc.EM cionava Ias E SI PE e ao resgate NP partes pronunciadas NP (pauta sonora) ea auxílio ao crescimento pessoal PE N E E I N S SI P N I P Sinvestigar-se I correspondente. ato de N E I I P M EE E S S E P P N M M utilização de E que há um conjunto de coseus próprios dilemas. sabemos que.EEM EM S representa EE das palavras P S S N E P faladas (isto é. com N e resolver P SI IN M EE Hoje.IN S E P a ser construído. IN IN que desde cedo zação NP E M S E P I S S N E E Isto é. e E N S S P N I P S I M nosso país. P I M mo palavras inteiras. angústias. As atividades de leitura descritas. Eque tura de textos literários INsonoros pequenos. e S posição sobre a linguagem escrita e P no interior de uma Pdeterminada N P SIrem um conhecimento SI N EM textuais. defrontarem com explicam Teberosky N SI desen. situações em que a escrita Né utilizada S desafios que SI EM PE I IN Mautomonitoração EE rela. E M EE S te textos publicitários. formulam S E E Shistória EMpela leitura EM P P ses sobre como a terminará. M tes mesmo E S E N N E P P M I M M E SI sempre N PE IN EE É por meio emNquestão 1995).EEM P IN IN IN EE EM S S S N N P P I E I M des sonoras mínimas. sobretudo. realizadas muiM EE IN fun. sobretudo. P E 2000). situações E P I I P E NP S S N I P I N M M ções sobre hipótedas E para a construção e a Esistematização do coS SI o que está IN ali escrito. N E E P P I M M M E nhecimentos temos condições de poemas. NP E N P I I M S S materiais EM estão no E que tos EM e de outros PE os fonemas. analisando EM das palavras NP Tais momentos possibilitam. I N M P P S SI sido atividaIN M EE deste documento. em PE IN que para chegar à comM E S S E N M M M E SI as crianças NP têm a P entre todas oportunidaEM M – uniEE as letras M preensão EE e adolescentes EE da correspondência P SI N E– E P P I PE M E E dades gráficas mínimas – e os fonemas de de conviver com livros de literatura infantil e juS P unida. adquiP P E N M em determinada EE EM SI N P E N E P S I E I E E N S palavra. IN SI NP precisam obP S I N M E I M S N E ou que brincam de S ler e escrever SI EEque uma letra (digamos. aos estudantes eEM que fazem Iparte do EM interessam NP P I I I M E E S S S S E N P E Para realizar essa universo SI tarefa. de o professor em sua Eração S E SI EM Nas escritas EM PE garantir IN M E E S P M N E P entender: Ppedagógica a prática de envolve aM escrita rotina E literatu. inclusive. M M E M N E N E P M M EE gêneros textuais SI SI produção P EM e o estilo PEtexto comEE conteúdo daquele o de outros e de usados auxíIN comoN PE M E EE S N N E P P P I I I E S S N N S ne.SIN EE“traduzindo”. e memorização. para M E E S IN M a pauta sonora. PE EE IN EM que para E P S M SI N E P E Mde estratégias de leitura P típicas deEM suas unidades N eles se apropriem gráficas e refletindo SI sobre elas. N partes escritas tes das palavras. destacaS uma opeS IN IN M EE NP mos a importância S S E I M P cognitiva complexa.PE aquelas palavras EM como a escrita S EE S P N I E M M P N S P que a escrita IN cria essas representações(isto M Essas atividades. para um leitor experiente (cf.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 18 . as crianças e os adolescentes M E escutamShistórias lidas P e/ou contadas por Eadultos. é preciso realizar venil antes e fora da escola e. Essa EE Sdescoberta PE Mdo dia-a-dia. NP Ecom ção é uma organização P I M E M E N S N E P nem sempre EM é realizada EE SI defendem EEque deveríamos Pe EM espontaneamente. E Pmemorizar na qual eram para situações voltadas IN SI SI NPlevados Ia IN M PE os estudantes I S N M S S N E EE I S segmentos das palavras (letras ou sílabas) ou mespara auto-avaliação e expressão “para si próprio” M E P S E E M IN NP NP EM EM de sentimentos. quando M lio para organização M IN SI Sabemos Sque SI já conheceram NP EM I EE cessário.EEM IN EM realizadas EE P M S N E P P I das unidades orais monstram que meninos S e igualação M e meninas EE IN EM e escritas. textos do EE as par-EM EE EM relação Penigmática: SI da ordem EE P N P P I E M N S Pfaladas e Ias PE IN IN do argumentar. textos P. gêneros que SI e outros M NP EE utilizamos P P E I E E P P S N E N estudar temas diversos. que ra. EM M M assim como ao próprio S N S E seqüência de letras tidade. o interior escritas”. segmen. SI que raDolz Schneuwly N E P P E I N M P S E ajudarmos PE IN os IN SI em todosMos anos o contato NP se tornaIN M propiciar E I S zão pela qual imprescindível com textos da S N E P S E M S SI PE IN M estudantes a descobrir os princípios EE .SIum E N N entre outros. Solé. no Pfundamental. cartas des. SI vezes diariamente. nem S Ferreiro (1985) diz S E IN No entanto. dos anos/séries iniciais do ensi.E textos da ordem do relatar que regem ordem do narrar S E P M IN N M M E I M N P EE ordem do Sdescrever aquela a relação entre da ações.IN essa empreitada M SI ler livros Ede PE o que E IN IN E as le. sem entender a lógica que reladesejos. IstoMrequer “olhar EM idéias cada vez mais elaboradas sobre e ciamos P IN E E N S E N M P SI SI escrever. NP IN M S I tras representam os sons e não os significados ou no último texto têm E P S E M S M N PE M das coisas às quais PE da outras características EE EE des constitutivas físicas da IN prática de muitos docentes SI P P M N M EE I E M N N educação infantil e S E P S I E I orais se referem). EM A) é M NPainda nãoPE servar. que I sempre aparece dominaram oM sistema de escrita alfabética).M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E livro de histórias. SI EE esquemas EM escritaM SI foi feito de uma repetitiva. de estarem (cf. EM (quando M I E P E E S N algo estável.SIN S N S E P M PE I lescentes a compreender que a escrita possui para de suas próprias ações. IN M PE Como SI EE IN S E E P S N M e Ribera (2004). de informações. como Sessas que M EE quando aSpalavra EE letra aparece SI de atividades P NP P I P M EE N S N E N I M contém um som /a/ naquele ponto. EE M E S P durante muito tempo o ensino do nosso sistema de tais como anotações. elaboram antecipaN texto num S volta.

às ScaN SI de criança SI PE INpara crianM M I SI S N E E S I M ça e a escolaSdeve lidar de modo atento com essas professore(a)s e às E racterísticas individuais E PE do(a)s E M EM N NP peculiaridades EM E P NP I e muitas outras diferenças. de estudo contínuo. criadas cantamos músicas e cantigas de roda. assim. relaE P M M M E N PE M NP aos bairros EE cas e à M EE EE Mconvivência social. consideS E E P M M E P E N N E P M M professoras. mundo mudança.trabalhamos então com M soas. que tenhaEcondições. famílias e todas ano nossa ação SI SI rando que IN PE recomeçamos PE IN a cada IN EM EE M S M EE S E N P E P I pessoas que fazem parte da comunidaeducativa com novas num S as demais Pe adolescentes EE E S crianças N N I P P I N M M S M S N E SI Daí a S de escolar. NP além de ter certa autonoE I M E M S E S E E mia em relação à satisfação de necessidades básiaprendizagem. N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE formal de alfabetização. recitamos EE as desigualdades EM S NP M EM E P I M E E P S N poemas. a uma região geográfica ea tos menores. N E S escrita assumem M N I de nos fazermos fortes porque nos temaSalfabético de a forma EM E I P E S E E S S E N P P M P M integramos socialmente. M EE S N E P I I I M M E S e as IN S S E modos de produção. N M E E P P I M M M E E P N N E EE tantos P outros agrupamentos que os estudantes conhecer as letras e refletirSsobre suas EE PE se entrelaçam. funcionários.Ecom EE M é preciso focar os sigEM crianças SI sujei. S P PE autoras N PE produzidos os de muito cedo. SI SA PE EE IN M P S EM N E instituição. de nos Outras estratégias didáticas que podem auxiliar I M M E E N S E I M E P M com cada E M E e os adolescentes N NP as crianças aSse apropriar do sis. SI S E e não nos dispomos a com envolvendo com a E S S N P E I M S EM M qualquer IN não conseguimos desenvole prazerosa.M ção do trabalho pedagógico iniN P I S S IN E EM do ensino M IN M S E E cipal função social da escola: ensinar e aprender –PE ciais fundamental de nove anos. N Nossa histórias PE que EE experiência SI SI NP mostra-nos NP SI N P M I I I M S S a criança no espaço de EEM Nós. constante ampliação.PE escola S I M Eou o adolescente M E E E P sujeitos e de modos de viver. pertencentes SI P I M M E S P para SIN M EE EM fundamental EE a um período histórico. que brincar com a língua faz Eparte E(2005) lembram M N CompreenPE P E des. idéias. eEE NP alfabético.tos INvivos e pulsantes. sentimentos. de ensino com PE pes. Torna-se. Mas ajuda a criança a desenvolver as N P M M M E M N SI PE IN EE EE EE SI de analisar NP a palavra EM encontramos também características eIN marcas que capacidades oral (aquela a S P P I P M E S N N S N EE identificam SI como seres SI que a notação nos escrita se refere) em seus segmenEM NP humanos. Bem como a outras instâncias. N E I E M E P E S E P M conhecimentos em E O fato de Ias com Mnos gráficos N le. encontro de N orientadores E lugar de Ecomo eixos EM mui. o lugar de nos fortalecermos. pensar e ser. visto que possui condições A forma comoSIorganizamos N EM EM SI N o trabalho peda. Cecília Goulart M SI lugar de conflitos. necessidade IN EE SI EE EM em constante P PE P M E M N E Do ponto de vista escolar.PE P P I P M E E E S N E N N P N tas pessoas. M SI E EM S E P EM M M E E E A escola é. N Leal. etc.M M EE E P M N PE. SI IN SI NP EM P PE I S M N E N E M Pparte das criações IN escola faz SI humanas. revisão e transformação. E E P S I E N estamos E P E diferentes S legas com N (1990) afirma enSI EM PE PE adivinhações. E M P I M M Nparlendas. É Pimportante observar cionadas em que SI as escolas E NPestão locaP IN P SI I EE E M E N S E P N E N I P P queNessas respostas variam lizadas. É na tensão viva M Nosso diálogo organiza.S P I I M E E S S N P P EE de compreender e sistematizar determinados conhegógico está ligada à esSI EM M ao sentido que atribuímos IN IN M EM E E S S M NP E E P E cimentos.EEdamental. portanto. IN nos SI Barbosa M que aprendizagem N E NP S N I N E M P Icorrer ricos I linguagem de uma forma lúdica volve risco. Albuquerque e Rios SI IN M EE a força e SIN I M M S E P S E E M a capacidade E criadora do E ser humano. professores/professoras. PE EM do sistema P I E M S E S N S de aparecerem E E N P P estáveis. IN de partilha I E E S SI N S P P crenças. lugar SI EM NP EM SI SI NP PE de conhecimentos.M valores e P N trata da SI e diSI neste texto N NP PE EE SI nos anos/séries NP EE nâmicaSIdesse I P SI movimento que organizamos a prin. porIN IN M M EE S S M E P P tanto. demandando.M E volver essas capacidades. PE IN como entenM EE P NP IN S N I M P P I por exemplo.dendo E a vida eIN SI NP das atividades EM também N P I P a luta dos homens através que realizamos fora da escola M M I E S EM N E E S S M IN os conhecimentos Ee SI quando INPdos tempos. aos sentidos que damos à infânSdemos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S e aos processos N trada em uma cia e à M adolescência de ensinoS M SI IN atividade. sempre na SINa SI EM PE IN NP tras serem IN E I M S S N P vida. uma vez que acolhe pessoasM diferentes. quadrinhas. ao espaço físico da própria escola. N As lembram que. SI porque trabalhamos EE NP a prática pedagógica PE o planejamento IN NP P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 19 . Maos modos cola social. a cada ano S viIN de seis anos encontra-se M EE S E P M E infantil com o ensino funvemos novas e novos NP M modos de EM Mviver interseção daEEeducação P I IN experiências M E E E S S M E N E P M Sendo assim. desafiamos os E co. também.EEentranharmos EE uma de EE M nessa história P SInosNP SI P NP E I P I M de brin-IN sas histórias. M EE NPpessoa –Sse M E I E PE P M E E M S M E P Eafeto com M E PE ver relações de confiança e os alunos.diferenças.PEE IN P E E N S E N I P P N M E de ensinoS M N SI pedagógico: N N dificilmente construímos A organização do trabalho SI EE SI SIuma relação EE SI NP P I P M S alfabetização N M EE e letramento INaprendizagem. crianças. P e à sua função EM EE Espera-se. de permanecer mais tempo concena criança. com M EE M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E saberes diferentes. encontramos a S E eNna de mesma posição Eno M interior de uma palavra SI multiplicidade EM escrita. atualizaN espera-se EE SI que a criNP EM EM SI iniciada no EM possa ser PE P M E E E SIção e revisão EM ança de seis anos processo de nossas práticas. éa relações comSos sons. de suas formações profissionais e I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N na escola N de vida. então. compreendendo cadeiras com a língua.

M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S deve prever aquelas ser pensada em função do que as crianças N E N N diferenças e tambémSativida- SIdeve E P I I P E NP S S N I P I N M M sabem, dos de conhecimentos, des que tempos e espaços. S S em N E alternem movimentos, SI seus universos EE SI EMpassagem EM P PE relação aos conhecimentos e conteúdos que consiÉN importante que não haja rupturas na M M E M N E E P M M EE SI o ensino SI educação EM importantes PE aprendam. PE infantil para deramos que N elas da IN fundamental, P M EE No caso E EE S N E N P P P I I I E S ensino fundamental, N N S de das Na iniciais do M mas queS haja continuidade dos processos M SI SI séries/anos SI NP I EE aprendizagem. EEM EE M S P aprendizagem da língua escrita; o desenvolvimento E P P M M E N N M N EE SI EE EM do raciocínio matemático e a sua O projeto político-pedagógico é um SI M em lin- SI EM expressão NP EE instrumenP P E I E M E P P S aponta caminhos, N a ampliação N E PE guagem de experiências to dá direções, nos preIN SI SI que nos M NP IN M PE matemática; I S N S I S N E EE I temáticas ligadas a muitas áreas S do conhecicom vendo, de forma flexível, modos de caminhar. O proM E P S E P E M que mento; a compreensão IN NP EM EM jeto é Sum P I M de aspectos da realidade da ação de todos IN eixo organizador E S M E E S E E IN PE EM de expressão e PE escolar. NP NP EM com a utilização de diversas formas fazem parte da Scomunidade Apresenta PE I N E E I M N S SI P N S valoresNP SI N SI ser trabalhado EE que as EEM registro – tudo deve de forma quem e nossos papéis, nossos e EM somos I I P M E S S P N EE crianças possam, ludicamente, ir construindo outros modos de Ppensar os processos de ensino-aprendiNP EM EM SI IN M E M E S SI zagem, além N E E P P M M pe- IN modos de entender a realidade, estabelecendo nodo que SI EM PE PE desejamos IN com o trabalho M EE EE E S S N E P N P P I M de vida e de ação. dagógico. A escola S SI como instituição está EM PE IN IN marcada vas condições IN Morganização EE S N S E P M PE I Os planejamentos de ensino, os planos de aula S pela político-pedagógica que envolve M E E S N E M E SI PE são trabalhados NP e os trabalho são, portanto,frutos de reque N ali paraPque M EM M EEprojetos de SIos conhecimentos M N E I E M P I E EE S E P E S flexões coletivas e individuais cujo objetivo é a aprenas crianças aprendam. Isso acontece de tal modo N E P P E I N M P E PE IN INna formação social S SI um valorMestruturante NP crianças. M que tem E N I S dizagem das Por isso, devem ser pensaS N I E P S E M S SI PE IN abrindo espaço M dos a longo, médio e curto prazos, EE PE das pessoas, N dando-lhes identidade também pela S E P M IN M M M N PE M SI de modos EE paraEalterações,substituições e para novas aprendizagem que EE e ines-EM EE de ação e SI interação IN EE P P P E M P N S in- peradas P PE IN IN N que acontecem situações nas salas de aula valorizados. Todos aqueles que M EE I SI são socialmente N S S P N I E P S I M S no entorno delas, que E comunidade escolar Eprecisam S IN e tegramPa participar INpodem trazer significativas M E S S E N M M para a reflexão das SI NP da organização pedagógico. EM trabalho EM PETodos po-M contribuições M EE crianças,gerando Edo EE SI N E P P P I PE M EE E novos temas de E interesse, novos conhecimentos e EM dem agir para que o trabalho pedagógico de ensiS N N N E P M P I I I E S S S N N P PE I E I M de interpretar a realidade. beneficiam S Entre as P nar e aprender aconteça; S dele novas formas IN E todos se N I M E N S que caracterizam S E P marcas os modos de lidar SI e se comprometem EM SI EM EM Emuitas INcom ele. NPE M E E S P M E P P conteúdos, conhecimentos, e espaDessa forma, a partir da de SIdefinição P EE objetivosSIN com os E EM PE tempos IN IN EM EM EM S S N E E P ços que organizam a escola, está o que chamamos a ser alcançados na série, ou no ano, ou no ciclo E I N M P P I P S N E S N N M SI de organização discursiva (cf. Goulart,2003, escolar, estabelecem-se rotinas de atividades a ser EM PE SI p. 267). E M SI M E E N E E P I M P E E Tal se expressa: (i) no movimento disrealizadas; e S definem-se N os materiais M necessários; N M organização EE M SI NP – falando,ouvindo, NP atitudes a ser desenvolvidas E P SI Iaulas EE o bom andamenE cursivo das escrevendo, para EM S EE lenSI P N P I E M M P N S maneiras –, P e também IN do, das mais variadas M de ensino-aprendizagem. to dos A inteM EE processos IN(ii) nos PEE SI N S E I E S P M M E S N PE de desta- padrões a escola e são SIN gração família-escola desempenha N papel M que caracterizam EE de textos SI NP E P I I M E M S S N EM diários de E E certo que nem todasEas fa- produzidos P ela: conversas, por rodinhas, que nesse processo. EÉ I M E S N E P E SI NP NP EM Nmesma classe, cronogramas, projetos de Itrabalho, exercíou da EM mílias participam, NP podem participar, M P I I I M E E E S S S S E N P enunciados, maneira, no planejamenPE SI relatórios, planos de NP EM cios e seus PE mas vale a pena incluí-las IN curso M E N S SI N E I M P I M seus moS e de aula, programas,livros didáticos, entre outros. EM toSescolar, por sobre PE EE IN EMmeio de solicitações EE P M S N E PE P I E discursiva M da cultura Essa dos de funcionamento, seus gostos, suas histórias, P N faz parte S organização M N E I E N I I N E M S E P S S históriasM N SI tudo isso está ligado às EE profissões, PE IN um papel relevante SI NPnos processos E de vida Mescolar e exerce P S I N E I M S N E de ensinar e aprender. das crianças. S SI EE EM NP EM PE M I Eos P E E S N AEM linguagem oral em que as crianças e ado- EEM Na mesma direção anteriormente delineada, os P P I E N M M I S N P E N E S E impregnada Etambém coletivamente, N SI de marSI lescentes se expressam está organizam-se PE NP P I P M SIprofessores, N S N E N SI de seusEM cas grupos sociais valores e para estudar além de camiSI de origem, SI e planejar, EM PE avaliar os M E SI E EM N E P P I M E conhecimentos. Logo, seus modos de falar são lenhos traçados e os resultados alcançados – avaliar M E S E N N E P P M M M E SI O moviSIfazem parte N PE de M IN trabalho como um todo. EE cultural, a organização do EE de seu repertório EE gítimos e SI S N P E NP P I P M N Msão modos vida E – partir des- PE mento do conjunto de professores e dos demais INde ler a realidade. É a S IN M EE SI S S E N P E M M Ea disposição de, ses SI de falar/modos participantes escolar indica IN M o trabalho EE de ser que EE da vida S NP modos M E NP I M P P I S S metodologias, de tecontinuamente, rever posições, E deve ser organizado, N PE forma que EE IN EM mo- pedagógico E P S M SI N E P I E P N dos de enfrentarEM surpresas M e dificuldades. IN para os estudantes.S EM nha sentido SI PE E IN S E E P S N M A língua oral não é falada de forma A organização do trabalho pedagógico, então, P E N SI homogê- M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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M M EE E P M N PE M afastando EE M Pessoas de diferenEM da linguagem E escrita, uma vezSIque essa M nea pela população brasileira. N E E I E M E P S E P EE E muito lenta, enquanto P a geográficas, idades, Mtes classes N e última IN é alterada de forma NP EM EMsociais, regiões I P I E M S E E S N S E E N P P mudança. Embora SI SI utilizam a língua primeira está EM em permanente PE IN NP até mesmo IN de diferentes gêneros, E I M S S N P que as crianças no começo S E da aprendide maneiras diferentes. A isto os lingüistas M SI EM chamamPE seja natural IN M EE variação E E S EM a fala M P zagem, busquem estabelecer referências entre de fenômeno da lingüística. As diferentes N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S falar umaIN E e a escritaE(que querem maneiras de mesma língua SI são chama- (que N conhecer), PE P P M conhecem) I S N N E S N P SI mostrando SI das de variedades éPE importante ir lingüísticas. A variação E aconteEM SI IN às crianças que há vários M M S M N E P I M da língua: EE E sintáticoIN E falar, mas só há um modo de escrever, ce em todos os níveis (p.ex. de- S modos de M E E P P M M M E E P S N E E esperadoEE M do ponto É que as SIN terminadas construções e modos de organizar o disEE de vista Eortográfico. P IN SI NP P P PE I S M N E I N S usados, ou menos usados, N E M P um longo S tempo cometendo “ercurso são mais em E SI SI passem P de- crianças EE IN M P S EM N E ros” ortográficos (mesmo escribas proficientes têm terminadas variedades da língua); semântico (p.ex. I M M E E N S E I M E P M E M S E conhecimento E palavras e N NP usam-se para de- EEdúvidas...), Eo EE Mantes de estabilizarem P SI NP expressões diferentes SI P NP E I P I Me expres-IN das convenções N E S M N I S a mesma coisa; da língua escrita. signar ou certas palavras EM E I P E S E E S S E N P P M P em diferentes M Na sões diferentes variedaSI escola aprendemos novos modos IN M têm valores EE de fa- SIN IN M M S E P S E E M lar, de ler a realidade, quando conhecemos ou(p.ex. palavras derivadas ouEcomEdes); morfológico M N PE PE E EE viver, falar SI NP postas são EM formas P N P N I M tras de e se comportar; aprenformadas em determinada variedade, M M I I E S N S S N M EE EE outras); Pe EEfonológicoSI(p.ex. NPdemos conteúdos SI P P das diferentes disciplinas, como mas não existem em diI M EE S N E N N P I I I M M E S S de pronunciar S N E história, ciências, ferentes maneiras as palavras, difeEEgeografia, EM NPmatemática, filoso- SI M EM E P I M E E P N entramos Sem contato outras; com a litee entonações, nas E M P diferentes Nrentes sotaques EE va- fia,Pentre SI EM da arte, EM vista daSIN P EE SI riedades). N E ratura; conhecemos outras expressões Do pontoPE de lingüística, todas I P EM N P I S M N E N S N I N E M P I Isão legítimas e corretas. Cada artes cênicas SI S E e plásticas, artes ligadas ao moviessas variedades E S S N P E I M S DesEM M mento Ie IN a dança e a música. ao ritmo, como uma acordo com discursivos M EE aspectos NP M é usada de E S E PE P M E E M S M E lhe são próprios. P E PE sa forma, o(a) professor(a)EEque trabalha que A questão, entretanto, é comIN M com osPEE P E N S E N I P P I N M E matemátiS M N N N conteúdos de de do ponto de vistaS social, as varieSI plicada porque, EEhistória, de SI SI biologia, EE SI NP P I P M S área qualquer, precisa pensar-se dades não têm o mesmo valor: da INca, ou de outra N M uma variedade EE M M SI E EM língua S E P M M E E E como professor(a) de – é principalmen“a certa, a melhor” e, com EE N E linguagem E é considerada EM P P I P P M E E E S N que, ligadas E N N P verbal Eque P te com as relações de SIN base a gruSI EM EM a linguagem SI NP P IN IN nela, avaliam-se outras I E E S S N S P P ensino-aprendizagem acontecem, por meio de dipos sociais populares, são consideradas negativaM SI IN IN M M EE S S M E P P álogos, exposições orais, atividades de leitura mente. M EE e M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E imagens, Pde quadros, Do ponto de essa avaliação é M de escrita, M P análise de I gráfiN SI vista lingüístico, NP PE outras EE IN SI é que se N atividades. STodos EE cos e problemas, I P S SI entre equivocada. O que acontece avaliam as N P I S M M N S IN SI aspectos SdisEE EMa lingua-PEE somos responsáveis pelo trabalho com variedades tendo comoM parâmetro os EM E P M E P E N N EE seja na gem, escolar ou nas Mpadrão. AnalisanSI EM SI cursivos Ida IN PEeleita como NP variedade EMprimeira Esérie/ano P E M S M E N S P ensino fundamental. P últimas séries/anos do do-se essa “eleição” e SIN PEde vista histórico EE EE SI do ponto N N I P P I N M M S M S na organização N E SI Pensar da político, coisa se esclarece. Numa EEfunção SIN EE escola em SI sociedade EM muitaM P PE P M E E é de crianças das M séries/anos iniciais do S ensino funtão desigualEE como a brasileira, a língua também IN IN NP EM EM Eênfase nasScrianças PE P M E E E SIum grande damental, com de seis anos, EM marcador social. A variedade de prestíN E P P P I IN E E S N N S N P P I M inserção EE envolve concebê-las no da gio – a chamada língua SI padrão N no EM sentidoEE SI Nou norma culta – se S P I I M E S S N P EE mundo letrado. Esse éP construído com superpõe às outras deixar claSI EM M variedades. É preciso IN mundoSIN M EM E E S M NP E E P Eque nem mesmo M e relaE valores da escrita nas práticas base Enos ro, os falantes de uma M P no entanto, PE IN EE presen-EM EE a falam P NP IN S N I M P P I ções sociais, embora nem sempre esteja variedade da língua de forma hoSmesma M E S E IN S N N Smaterialmente. EE PE SI SI dizer queM NP P te mogênea – podemos há variação dentro I S N S I E IN mas o primeiro conheciM da variação. EM M muita M S E S E E Pode parecer banal, Esse é um ponto que merece E P M M E N PE NP na escola EE mento M EE escreva EM EE para que necessário para que P se é saber EEM atenção SInão se neguem NP as marP IN P SI I E M E N S E N E N I P Eletras para queNP se utilizam Nem todasINP cas de identidade cultural das crianças e dos adoS SI escrever.IN SI P M M I S S N asScrianças sabem disso quando chegam à escola. que as criEE de interlocução EE lescentes. É no processo SI EM P P M M M E E letras se N N anças Ee E os adolescentes E P NP com se constituem como pro- EMDepois, saber que essas Morganizam I E M E SI SI E N S E P P P M E E E SI N N de textos orais. N sistema dutores P EE convenções, SI de acordo SI NP com um NP base em SI N P M I I I M S de escrita que se es- EEM Acertando IN de base alfabética.SAprendem S M acertar, as crianças vão EE e tentando S E P E na língua, creve da esquerda para M a direita e de cima para buscandoIN regularidades NP M ao depreendeEM EM M P I E E E E S S M N M EE PE língua oral Aos Ipoucos, as P crianças vão PE é ir-se EEbaixo. SItendênciaNda NP EEobservando os NP rem suas normas. A P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M e o tipo EE S diferentes padrõesIN os portadores de texto de texto a eles de sílaba e outras marcas N S dife- SItítulo; E N E P I P E NP S S N I P I N M M relacionados; e, quando as rentes de letras que aparecem nos textos (sinais de S S N houver, as ilustrações, SI EE EE SI EM ser traEM P P imagens. O mais importante é não perder de vista o pontuação, acentuação). Tudo isso precisa M M E M N E N E P M M EE SI pelo(a) professor(a) SI EM dos textos. PE PE sentido balhado deNvárias maneiras com IN P M EE E EE S N E N P P P I I I E S S para que N N S Ne que as crianças tenham acesso cada vez mais seus conheciM as crianças M SI SI É preciso SI NP EM I EE mentos sobre a língua EE M E S P contato intenso com diferentes textos para que posescrita vão crescendo. E P P M M E N N M N é preciso, EE SI EE EM sam explorá-los, SI perguntando sobre eles,Etentando Para escrever, SI M EM NP também, EE ter um coP P E I M E P S como cada N N E seus conteúdos, PE organi-M adivinhar observando sua nhecimento textual: o modo NP IN tipo deSItexSI SI NP PE I S N M E I S N S zação e suas marcas, para que possam elaborar to se organiza no papel, EE PE SI EM as diferentes característiP M M N E M(partes saberes sobre I NP N E as suasMcaracterísticas e ampliando E cas discursivas P I M dos diversos tipos de texto I E S E E S E S N E M E PE EDo SI tempos P NP NP EM seus conhecimentos ponto M de vista que os compõem, verbais característicos PEde mundo. I N E E I N S SI P N I P Sde iniciá-los, I E M informações relevantes, S N S E do método de trabalho, se queremos trabalhar no EEM etc.), modos N E I I P M E S S E P P N sociedade democrática, entre tantas outras. N de terminá-los, EM de uma EM Com certeza, sentido SI é relevante PE IN M E M E S SI tais características N E P M M deter- IN aPcriação de espaços pedagógicos em que tanto o(a) mas há EE são rígidas, SI EM PE Pnão IN M EE EE E S S N E P N P P I I que se vão constituindo M os estudantes elabominados padrões S quantoIN EM PE possam IN cultural- professor(a) M uma vez Sque a escrita EE plane- SIN S N S E P M PE I rar propostas de atividades, de projetos e de mente, tem uma longa históM E E S N EE SI sintam à PE M NP social (Tolchinsky-Landsman, EM jamentos. É imprescindível que todos se ria 1990). P I M E M E N S N EM EE SI EE PE EM para manifestar SI vontade e tenham espaços seus UmINoutro conhecimento fundamental para a NP E P P E I M P S Econtrariedades, PE IN IN S de textos NP M produção E N I S gostos e desgostos, suas alegrias e é o conhecimento de mundo: M S N I E P S E M S SI PE IN sim e seus não. M suas possibilidades e limites, seus EE PE não tem. É preciso ninguém dá o N que conhecer o S E P M IN M M E M N vai falar P SIassunto sobre EE fato ou Se as forem tema, ou EE convida-EM EE o qualSIse EMcartilhas Pe EEos livros didáticos P N P P I E M N P para a sala PE IN IN N de aula, dos material coesão temática,Spara M que seSalcance EEque seja como I SI escrever,Epara N S P N I P S I S E EM IN auxiliar da turma – a direção da organização doStraque se Pconstruam textos relevantes. É importante IN M E S S E N P M M SI N é dos professores, em conjunto conversar com E as sobre o que EM crianças EM PEse vai es-M balho pedagógico M EE EE SI N E P P P I PE M M EE E com os alunos e a comunidade escolar. crever, ler textos que contribuam para que elas posS N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M Para finalizar, considerando os Sencaminhasam expandir seus conhecimentos sobre os temas, S N N EE NP SIquestões M SI EM que vão elabo- mentos M P M e as apresentadas, em função a refletir sobre os textos E SI provocá-las E SI E E P E IN M E E S P M N E P P pode ser feito desdeSmuito I do N trabalho pedagógico no ensirar. Isso cedo,EE com crian- IN da organização M PE I IN EM EM S no fundamental, EE P EM S S N E E P destacamos que as ações desenças muito pequenas. É no contato com materiais E I N M P P I P S N E S mais expeN N M SI na educação volvidas infantil, pela ênfase escritos e com EM de um leitor PE a mediação SI na oraE M SI M E E N E E P I M P E E lidade e em outras formas por meio riente que vai buscando o S a criançaIN P M compreender M EE de expressão, IN M NP sentido do que estáSescrito: P M IN EE da participação ativa das crianças em atividades explorando as S possibili- PEE E S EE SI P N I E M M P N S podem ser P um bom caminho IN interativas e lúdicas, M dades relacionando características EE M EE de significação; IN SI N S E I E P S P M E S ensino-aprendiza- IN E N EM P para Eorientar os processos de dos com as letras, as palaM SI textos; familiarizando-se NP E N P I I M – a escola S M S S que compõem N ao longoPE E E EM gem do ensino fundamental vras, as frases e as E outras marcas I M E E S N EE não precisa NP NP ser sisuda, EM NP o que precisa serSI séria, mas escritos; elaborando hipóteses sobre EM os textos NP M P I I I I M E E E S S S S E N P Paulo Freire. estáPE escrito a partir do quePE já conhece; refletindo SI NP EM como dizia IN M E N S SI N E I M P M M sobre destaca SI as muitas PE EE IN EM questões Sque a professora EE EE P M S N E P P I E e aprendizagem M como significativas para da leitura de na N S Avaliação M o aprendizado N N NP SIpedagógica EE como PE SI SI a leitura, N EE a ler com EM seus alunos. P SI Aprende-se como escola: a prática N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E foi dito, mas os caminhos não eixo da reflexão S M SI EE NP os mes-PE EMparecemSIser M EE P E E EM N mos para todas as crianças. P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E exposto, o N Diante P SI SItrabalho do(a) do Leal, PE N PE Telma Ferraz M professor(a) SI N SI N E I N I I M M E S é o de proporcionar atividades e questionamentos Eliana Borges Correia S S E P EE SI EM EM Panálises PE IN isto é, M E as microanálises, e Artur Gomes de Morais M que considerem E S E N N E P P I M M E EM SI N N PE Etenham que como de partida osSelementos M EE EE SI SI ponto M N P NP P I P EE N S N E N I M P menores do texto (letra, fonema, sílaba), e também Aprender com prazer, aprender brincando, I I M E S E S S N P EE que têm como PE aprendendo, aprender SI EM a aprender, EM as macroanálises, ouIN seja, aquelas brincar aprenP M E E N S E N M P SI a crescer: SI mais globais ponto de do der EM a escola NPpartida as características PE de aprendiEE INé, sim, espaço EM E P S M SI N E E P organizaEM zagem. IMas N texto, tais como:EM o modo como se SI os jovens NP o que as crianças e M o texto PEapren- SI E IN S E E P S N no papel; o tipo do texto a partir do P E dem na escola? EM N e a temática SI E IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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que se refere S N SI SI aos modos PE IN se a escoM como interagem na escoM I SI S N E E S I M la dispõe de espaço adequado.conteúdos. se o(a) professor(a) professor. Por outro lado. N saber dePensino estão ocupamos o espaço social SI Quando S IN EE se as estratégias SI SI EE N P I P M S e modificá-las quando necessário. conhecer suas íso o fato de EE EM(1996. contemI S M N S M E IN M plando Eas M a que M ção. É necessário avaliar: estáSse planejar adequadamente SI e atenção. quanto às bagagens M ava. damos com seresEem que N E desenvolvimento M M estão SINsendo eficientes SI E EM em processo E P EM M M E E E DiferentementeEdo que muitos professores de de identidades. I EE M P E E N S E N P I P P N M E S li. conheconteúdos I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I adquirem-se na escola per. M M I I E S N S S M IN EE EE EE SI e Para. reflita conSsituações M N E S E S N N SI EE PE são os motivos SI a não-utilizaSI NP P negativo. em caso negativo. M SI IN I M M EE vezes. pois S eles têm oEM direito de aprender osINP tencializar EM EM IN PE as suas Sidentidades. em to de vista cognitivo. perdem o medo N E N P P P I E E S N N S N P P I EE ção. Inão EE Outras IN adequadas. identificar os avanços e encorajá-los a conda escola. NP NP são osPE SI N M I I M I M S S S N a família garante a freqüência escolar da criança Tradicionalmente. SI SI que eles apren. se administra aprode que dispõem.SIN N M E E P P I M M M E E P N N E EE e espaços as estratégias fletir poderão serSmais releEE da escola. quando necessário. mas o trabalho do professor e aPE vezes. p. conhecê-los em atuação nos tempos nar no mas re. extra-escolar. as condições nas quais ninas que freqüentam nossas escolas e para a I M M E E N S M P EE mais plena M realizado o trabalho pedagógico. em suas prátisobre si próprios. E de saberes E la. como defendem Santos M EE S N E N N P I I I M M E S S precisaS atentar para N E do capacidades.SI M EM E P I M E E P S diferentes Nde ensino nas ções áreas do constrói identidades e subjetiviE M P Nque “o currículo PE os objetos SI EM EM PE EE com os IN das disciplinas SI dades: junto N E E conhecimento e levá-los a refletir sobre elas. identificar NP M EEos conhe. NP hipóteses e concep.M E e classificá-los em aptos ou Sem dúvida.ticas NP SI P I M E S P M EE EM precisamos EEensino fundamental. I M negativo. disposições e valores que Eorientam os M EE NP M E S PE P M E E M S M E E P N E E P que foi ensinado e decidir se é preciso retomar os comportamentos e estruturam personalidades”. quais são aprendem mais.essa prática EM PE os professoIN é precisoNque NP conseguirá IN propiciar situações para E I M S S P S a necessidade de difedam tudo o que E é possibilitar EE res reconheçam Mimportante. quais são EM nas relações. PE SI IN SI sobre quais NP saberes EM identificando P P PE I S M N E N S convívio diário dos meninos E M P IN SI que S usam para N atender às demandas escolares e vantes para o e meSI PE EE I M P S EM N E alterar. é preciso que. PE PE IN mas sem EM EE se o estudante M SI M como IN EE N S E P E I P no processo educativo e quais são os vai ajudá-la a progredir na aprendizagem P EE E para al. a participar das atina em práticas N PE se constituído IN escola têm EM EE se os incentiva EE volvidas S EM SI M quais são EM N E P P E I M E E P vidades escolares e. em caso quais Para dificuldades. P IN EE EE gerados Spela EE NP EM çasM e os adolescentes.cer as dificuldades SI S E e planejar atividades que os ajuescolares. se o(a) boas de errar. quais para siderando o desenvolvimento integral deles. Para que não tenhamos e a sociedade. aprendem N E E I E M E P E S E P E tos a prosseguir os estudos. considerando as característos S N P P I P I E S N N S N EE da infância SI e da adolescência SI e o contexto De M fato. se ele(a) SI mantém E S E E boa relação ou não com os características culturais dos grupos E P M M E N PE M NP EE meninos EE para a manutenEE M e meninas e os motivos pertencem e as características SI individuais.PE P P I P M E E E S N E em seu P N N P P N venciaram estudantes ou aprendem sobre a sociedade. mas pode SI avaliar com EM IN P rentes finalidades. e também E S S N P E I M S EM M dem a Isuperá-las. N EM N motivos para se liarSsistematicamente o ensino PE IN SI a sua não-administração. N esEM está adotando EM SI professor(a) N P I M E E S S N P P EE tratégias didáticas e. se lançam S SI mais e. A escola dificilmente Msobre a natureza N IN NP EM PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P excludente. de exclusão: avalia-se para medir a aprendizagem P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 23 . o S S M E P P cas de ensino.S engajando S N N I P P I N M M S M N N E SI ser atingidas motivos S para o não-engajamento. as práticas de avaliação desenE I EE M E S E P P M M ou dos jovens. S E E S E N P M P áreas de Iconhecimento M panhar conteúdos das diferentes SI o seu desenvolvimento. Iconseqüentemente.INPtinuar construindo S P P P conhecimentos e desenvolvenO professor. SI NP apenas S EE tão sendo P S SI o estu. se eles adquiN EE SI caso neNP E EM SI para a não-realizaEM os motivos PE P M E E E SIrem mais Isegurança gativo.priadamente S EEé necessário EM NP NP EM superar E P NP I os conflitos e. não é simples selecionar o que EMensi. IN M EM E E S M NP E E P E que cadaEM M os motivos para a não-adoção. M E M E S E E P como as de: conhecer as crianque eles se apropriem de diferentes conhecimenN P M M M E M E SI IN sociedade. IN verificar se eles aprenderam o cepções. sobre e SI EM EM como SI os outros N processo SI PE IN IN I E E S S N S P P deN formação docente. EM NP tanto no P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P çãoNdessas relações de aprendizagem.M e não dedica atenção à dimensão afetiva. 37). SI EM M IN em casoSnegativo.M M EE E P M N PE M dos estudantes EE M conceitos. aprendem EM SI não ap.SIN IN M M S E P S E E cimentos prévios e trabalhar a parassegurem cidadania no convívioEM denEque lhes P M dos estudantes E N PE E EE SI NP tro e fora EM N P N I P M tir deles. M N SI da escola. P NP IN S N I M P P I utiliza recursos didáticos adequados e. cançar que devem EE SI EE se o estudante SI do ponEM as metas P PE P M E M N E está M realizando as tarefas propostas e. que N construção E EM vi. inverso: cuida da criança S E E P M M E P E N N E P I M M N escola. didáticas. N E P Propomos EE Pas Iao planejar EE em casoEM E sobre os estudantes. N P I S S IN com carinho E EM faz o M M IN S E E dante é avaliado. elaborem diferentes estratégias Muitas professor investe suficienteM EE e M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de aprendizagem e avaliem se mente na dimensão M P I esM oportunidades N do desenvolvimento SI cognitiva NP PE Assim. SI nessa sociedaEE EM NpoNP sua inserção Eé cada P vez EEconhecer Se P I E M E P N SI P N E I IN SI conhecer e acomde letrada.EM M I E E E S S E N E S P P P E E SI e a aprendizagem.

asSIpráticas avaliativas mais minado período do tempo IN como decorSI NP IN PE I S N M S E I S N S das compartilham esse ponto: o regisrentes de diferentesEM fatores sobre os quais é neEE PE SI atualmente P M M N E M I o NP N refletir. se a escola ga. o que próprio processo de aprendiIN falta aprender. produções. Pode-se mudar N E P P E I N M P E PE IN INatendimento indivi.EEM EM S los estudantes E P S S N E E P e possam planejar os processos partir de uma concepção de que devemos asseguI N M P P S SI IN dos professores.EEM do. possam analisar Mimpactos negativos. N S N panhada por P uma transformação doSensino. reguladora. dando com do atendimento à diversidaS S o princípio E E P SI EM EM chama S PE o fato que sempre PEfoi promotora de heteronomia. SIjuntamente M N E I E M P I E auto-avaliação. do cuidado com as crianças e os adoNessa perspectiva. perar aprenda sozinho. Tal S concepção N de é está em vias de consolidar es. ConcorPE N PE excludentes PE M SInhar nessa N SI N E I N I I M M E S sificar e selecionar estudantes aptos e não-aptos. E EM P P vai se tornar material se informar e discutir sobre as metas de cada etaM M E M E N E E P IN M M mudança das práticas M EreSI de estudos. E P S I E I sob orientação dos profesveremos que a PE para que os EM S estudantes. NP os próprios M tratégias E N I S forma. defendem que SI pedagógiPEgressão das crianças SI é gias para auxiliá-los. pode ser útil PE EEportfolios.Nna escola. mas sim criarIN condições propíP S M N E I N E M S E P I S S N ao professor avaliar aprendizagem quando EE cias de S PE e reconhecer IN SI NP o processo EM ele Mnão cabe apenas P S I N E I M ensino. reprovação tem pois EE M provoca. preocupados S com a proN N N E P M P I E E S S S N N PE os coordenadores e jovens. S os professores EM SI EM N acompanhem PE IN M Edos SI professor.S dar que a aprendizagem ocorra. EE aula. É necessário doP E SI EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 24 . com direção. EM PE M EEajudar as Ecrianças M sugestões EE EE à escola sobre como SI N E P P P I PE Me discutir Isuas E estraté. os conteúdos. M SI que o Eestudante EE IN EE P M S N E PE P I E M pecialmente relevante porIN propiciar a Eidéia de que vier a consegui-lo”. eles EE EE dos estudantes NP situações SI E NP I M P P I M S S sobre seus saberes e atitudes. Nprogressos SI P M PE I te. IN M E Se que(2003. os resultados do não atenE P P M M E N N M N EE SI EE das metas EM lescentes SI em dificuldade.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Ese ensina E E Msaber qual EE S os motivos para oIN o que e é a relevância não-incentivo. Silva E E N N E P P M M E SI formativa SI criançasEe N EM N PE vez M EE a avaliação.Epor EE que a escola O uso de aosN aspecSI não deve NP se ater Eapenas P P M I M E I M S N N tos cognitivos do desenvolvimento. sobre conhecimentos e sobre possibilitar M S N I E P S E M S SI PE IN M suas estratégias de aprendizagem. EE IN SI N S E I E P S P M M E E N P refletindo os muitas vezes. tema PE IN M E S S E N M M M SI NP a seguir. escolar e a baixa auto-esM conteúdos Saprendidos e sobre o SIN EE sobre E SI NP a evasão N P I I M M S dificulta oEE S EM E PE ou seja.S SI didáticas. PE traje. PE EE IN EMformas próprios. coletivamena entrada das crianças. A IN nheçam E Mque vem IN PE I EM for. é preciso ano. PE IN IN N priar as famílias acompanhem sistemaior tempo Spara M a de proporcionar EE I SI tégias.S AsEE estratégias devem ser Epensadas pelo M S N E E M com quem trabalham a cada ano.EE de aprendizagem eEE S M conhecimentos SI EM NP Eos P M I E P E E S EM N contrária dadas em uma perspectiperados ou quando não está conseguindo camiP P M às orientações I E N M E M I E S N P E N E P S seus fins N SI de clasva tradicional.Iminar N S E N P I P E S NP S S N I P I N M M social e Scognitiva do rante aos estudantes e a suas famílias o direito de S I N ensinado para definirS o que M EE EE SI a ser avaliado. adolescentes de Pque numa perspectiva EE remos que SI sejam Icada SI N E NP P P M N maisEM autônomos. assim. deve reconhecer as diferentes trajetóINprecisamos promover. NP EM N I I M E N S S E P M eles repitam equipe técnica) coo ano SI melhor Eque EM (assistentes pedagógicos. aos seis anos. NP E S NP N EM N próprios percursos e explicitar para os professores E M P I I I I M E E E S S S S P IN EE estamos de S aprendizagem e suas concepdefendendo PE que devamos esNP EM suas estratégias PNão IN M E N S SI N E I M Tal prática é es. SI EM PE do que progridam Ecos IN M E E S P M N E P P o sendo ensinado/aprendido pesem N conseguir acompanharSIos colegasEE de sala. da gesM veladas no IN M SI SI N EM I EE EE M E S P tão da aula. NP NP e osPadolescentes decisões para a melhoria do passa I N E E I M N S SI P N S I SI N EE permi. textualizar e IN recriar o currículo. SI os estuM a direção NP tudantes PE M Ecom M a coordenaEE NP da escola. no caso possam os de além de EE se apro-EM EE EM redefinir SI outras estraEE P N P P I E M P N P dos saberes.EM E e os I adolescentes próprias Muitos professores. dessa ção pedagógica e a família. As formas de Sregistro qualitativo escrito toda NP EM a comunidade. EE S P N I E M M P N S suas próprias P IN sores. E P S M SI N E P I E P N de ensinar e deEM avaliar. AP responsabilidade E informações E cessário I M tro escrito de mais qualitativas sobre de tomar as I E S M E E S E S N E PE a ser de EM que as crianças EE EM estão aprendenSI Pensino.SI E IN S E E P S N M tória de sua aprendizagem. podendo. p.EM P M “quando E S ções P sobre os objetos de ensino.dantes realizem refletindo.Sno cotidi-NPE IN M EE SI S S E P E M M E isso. EA PE de avaliação PE sobre osSavanços e pa dificuldades IN P M EE é acomE EE S N N E N P P P I I I E S S dia-a-dia. os es. M E E S N E P P I M zagem posterior. SI N em que os estudantes rias de vida e. EE S E P E Sas es.11) a atenção para M de. em con-EM ando uma IN avaliação contínua e Sformativa da M outras palavras. de forma compartilhada. M de aprendizagem EEpossibilidade NP IN M S I mativos rar a todos P a e de E S E M S M E N M exemplo. garantir S E P M IN N M M M modos de estudar e de N PE SI dos faltosos. noSIperíodo previsto. Empregando instrumendimento SI escolares M EM NP esperadas EE em deterP P E I E M E P P S são vistos N N E PE defendi-M tos variados.EM não deixar para NP EMque os professores SI saberes S PE não perder IN M E M E SI os anos seguintes N E E P P M Mdesde IN cançados em momentos da trajetória vio SI EM PE diferentes PEque devemos IN assegurar M EE EE E S S N E P N P P I venciada. como N S S P N I E P S I S EM que abordaremos IN maticamente os estudantes. que possam visualizar seus tima. I I P M E S S E P N tem comparem os alÉ preciso tempo. vivenciflexibilizar as E N os objetivos. para Mreflitam. EE em sala PE a presença do estudante de modo que dualizado.

mas nem sempre oMportfólio compreende todo SI IN de arquiva. precisamos trabalhos pontuais. Falamos até aqui de instrumentos utilizados E P M M E N PE EM NP EE Se o estudante M escola EM EE aondeEa E M e sua família sabem pelo para. FerEEestão envolvidos PE SI IN SI NP para continuar EM P P PE I S M N E N S também se refere ao N E M P SI aprendizagem. podendo acompanhem de ensino. IN M P E E N S E N I P P N M E S M N SI N N foi SI aluno e seus EE SI SI EE estabelecido. usando os de diferentes tipos de IdocuMsendo um N I N E se estamos PE Econtinente P I E M S E E S N S E E N P se estamos P recursos mais desenvol(anotações pessoais. EE EE assim também EMpara SI S M EM N E P P E I M E E P melhorarmos nossa prática pedagógica. diagnosticar e reSI NP P IN P P SI professor I E E M E N S E N E N I P I I Pchegar. raz (1998.) que N E precisa fazer A auto-avaliação. EM E I E S E E S S E N P P M cum.EE vendo as M controles de aprendizagem.Mpar com mais investimento Pporém. S enfim. o que constitui desenhos. poderemos ajustar sobre I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P Ido períodoNpara. N zir” em observáveis fessor ter uma SI ou seja. então. relatórios ou outros materiais produzidos I M EE S N E N N P I I I M M E continuamente. proporciona S N P P I P M I E S N N S N EE SI SI conhecimentos escolar.Sconstruídos NPtextos.S e IN EE EE S E P P M M acontece N M PE com os IN Eprofessores. os instrumentos N M EE Musados. mos papel da auto-avaliação que PE EE nessa empreitada SI SI de vista o N NP do sucesso SI do profesN P M I I M I M S S sor.M M EE E P M N PE se estamos selecionando M mos avaliar EE M define portfólio como EM SI E sempre ade.IN sistimosPna N E S M N I S necessidade de garantir alguns cuidaacompanhar o processo de aprendizagem. devem EM quanto de instrumentos específicos (taN E P P P I IN E E S N N S N P P I I nos forneçam EE participar efetivamente do processo refas. SIN M SI E EM além M E P M E E E sobre o que ensinar E e avaliar. ele próprio.M Hernández (2000. Periodicamente. principalmente M IN se lados IN M M E S S M E P P mentos curriculares ou planos de curso. E perder. S S N E direito deles. co. M NP P I P S Em segundo lugar. precisaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 25 .ensinar.SI PEos conteúdos IN IN I E E S S N S P P geralmente de modoSmuito I “amplo” nos docudimensão E formativa do docente. SI pais. Em primeiro lugar. fichas. E ele os P E M P Ndades e avanços SI EMa forma de EM cada estudante PE os estudantes. EM IN P nos auto-avaliar.E deve-se ter clareza sode registros elaborados E pelos Emento e organização M E N E P I P P M E E S N Pnecessário M que os estudantes aprenao longo do IN IN EE o que é SI alunos.EEM IN M S E E se dá o ensino-aprendizagem. à turma e à escola. M S meninas no N N E ninos e as zem na sala de S aula. experiências de aula. se E estão envolvidos quer no Idia-a-dia deINP gistrar os percursos de aprendizagem dos estudanS S S N P N M S S N EM possa ajustar SI são os principais ele o ensino a que beneficiários.) S que dados mais S N EM EM de avaliação. Pbre EM EM ano letivo: S N I M I EE um E E S N dam em cada S P P P etapa escolar. E quantoPEos professores N NP estudantes e em e familiares a EEregistrado Esala EE M o vivido/priorizado P SI inN SI P NP E I P I M Para ela. podem EM EM objetivos SI NP formu. assim N P I S S IN EM M possa. É preciso monitorar. E S E PE P M E E M S M E como um P o ças e os adolescentes aprenderam E E elo significativo PE ou não o quePEE servir entre o professor. constatar se as ter tado tem ainda a de M EE uma vantagem: M numa pasta.IN P o processo M óbvios. EE temas fora E S E EM P nexões com outros represenN P M M M I E M E N E E S N P I P M Ievidências dos E E EE S etc. do coordenador pedagógico eM de toestratégias e a disposição S N M E E P P I M M E E P S E N N o elabora E Eensinodos que no processo de de quem aprendendo. o que EE SI EE SI comentam. S SI se IN a trajetória EM IN M EM M Sjunto E S E E posicionar à professora. mas que foram sendo construídos. p. por suas dificulEE EMeles e que Spermitam acompanhar SI NP M EM E P I M E E P S demonstrados N as lacunas progressos e pelos na matéria. necessitamos “traduservem para P fazer o proEE N E de diagnosticarem. Só com ocorrem momentos coletivos de discussão sobre os M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E podemos trabalhos dos estudantes. em SI S E lugar de esperar o fim registros feitos. de forma que lacunas na aprendizagem. não NP IN É Snecessário. O E S S P E I M P muito por S crianEM M já sem IN IN fazer. M da escola. EM as cotidiano NP SI P I M M E S P IN M para aprender EE EM EE utilizadas do professor. EE discute com IN SI [o professor] N E E Assim. não apenas do estudante. 50) como SI SI PE EE portfólio N IN M M P S E Para que não haja um descompasso entreEE o esse conjunto de documentos que auxiliam tanto I os M M E N S E I M E P M M S E de aula. para que tenhamos clareza Nessa perspectiva. etc. e autonomia na E busca M I E M EE E SI E N E S P P P M E SI N N N PE é o aprender. para EE lêem ao participarem NP EM EM SI tenham S E e sua família PE P M E E E SIna classe) que o estudante voz. SI SI EM adequados. M P de clareza M esse nível N E e concretude SI fazer SI NP P EE como as IN avaliativo SI NP semanas em EE o registro I P S SI ao longo das que Para diagnosticar os avanços. EMa cada dia P PE P M E M E Finalmente. parte do tações visuais. poderão particiEE tes de maneira quePE SI EM P M M M E E N eles oferecido.SIN SI escritas de N N I P P I N M M I S dia-a-dia. p.dos aparentemente EE IN M M S S E P S E E M pridos. SI N P I I M E E S S N P P EE Necessitamos garantir conheçam as controlados e sistemáticos sobre o domínio SI EM dos saM IN que as famílias IN M EM E E S S M NP E E P E expectativas da escola em relação às crianças beres das diferentes áreas M P e conteúdos EM e aos M EE PE IN de conheE(ou EE os objetivos P NP se referem IN S E N I M P P I adolescentes em cada unidade e série ano) e a que e as metas Scimento M S IN S E N PE EE IN I S E P S S N P percorrida. Iportfolio. EM P P I P M E E E S N E N N P P repensar sua prática. Para atuarmos emMqualquer esfera social. que pode ser apresen. M e nunca é demais lembrar escrevem ou das atividades N INque. 166) N E E I E M E P E S E P P M M N E quadamente as prioridades. podemos nos valer tanS E P M PE NP EMcorrigir-realimentar PE IN M EE M E N mos o processo de ensino e não escritas e orais diárias dos estuM S E SI to das produções I P N E P E M S M N SI textos e PE detectamos PE perder as informações que sobre os medantes (os palavras que PE EE EE produ. PE IN NP mentos IN E I M S S N P S I melhores estratégias.

EEM linguagens verbais. PE espaço e materiais E S EE atiS P N I E M M P N entre as S de organização: P IN vidades e seus modos M hora Muitas desigual M pessoas é EE vezes aErelação INde sala PEE SI N S I E S P M M E S N PE pode usar a de aula. Neles deEEM e sua contribuiçãopara PE a formação I N E I M N S SI P N S SI atitudes.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E M EesS to da participação cidadã do Modalidades N para a ampliação E N N organizativas doS E I P I I P E S NP S S N I P I N M M tudante S na trabalho pedagógico: S I sociedade. Ao a E P S E M S M E N M PE EE como o EE palavra aproxima rie ou ano.M P N P P I E P Ntacam quatro S N P N E I PE I I N relativosPaos das linguagens. como possibilitadores da ampliação teúdos P de IN M E S S E N Mobra Ler e M SI NP de mundo da E criança. PE o brin-M um ganho para as não cos a no ensiIN SI demais eIN SI e os conhecimentos IN PE S N M S I S N EE S mundo”. bem do tempo. como) cons.Scom quem. práticas N SI artísticas EEcomo ar. como Enfim. O Sestudo das PE EE IN que se retomem EMlingua. M E E E S N E P E SI NP NP projetos EM Napenas didáticas. N sua quê. M para os estudantes EE M SI N P E N E P S I E I E E N S Em se traS dos P anos iniciais do ensino fundamental. onde. de S de suaPE M ideologia. ciação de sentidos. pois estão E P M S I E I considerados nas diferentes de domínio. quem. levando comunicação ou suporte de Ppensamento. especialmente com a criança de EE SI como “um EM P M M N E M outros vando em conta I NP N são amplamente E E seis anos. a aprendizagem dos Sconhecimentos EE Portanto. NP a linguagem M I I I I M E E E S S S S E N P E planeja seu curso. EE SIseguidas P EE (a)s professoPEdevem ser EM SI entre para que se gadades que pelo N E P E I N M P S E PE IN IN NP M re (a)s. SI NP EM IN de planejamento. S SI E E P SI EM E de identidade PE e so. formas. E P IN N M M EM PE SI apenasEreferências IN que se desEE exemplos são áreas das ciências naturais eEM os EE EMdas ciências Sem EE sociais. palavra ou apenas a palavra de uma delas é aquela I didáticas. livres. e forNP EM I I P M E S S P N EE ticuladoras deM uma prática multidisciplinar. NP I M M E S tando sabemos que uma questão A linguagem éM constitutiva do sujeito. saí. horários. cialPE de e. etc. mesmo aqueles que ainda tiva de sinalizar possibilidades cotidianas de trabaM E S N EE M EE SI relações Pa M não tem NP Este texto E têm autonomia para decifrar o escrito. N N PE por M escasso. P car modo de ser e estar no leno fundamental. atividade permanente. IN M que sejam EE de pessoas SI S S E N P E M M E SI N mais e P Nesse o tempo deve de forcapazes de melhor o mundo. seqüência Emas. EE SI ações indicadas: EM limites. é. as SI PE há explicitação NP NP textos desta publicação. didática. as ela pode também SI NPpessoas. PE das de M organização do trabalho pedagógico. é lugar SI EE e as crianças con. EE EE E S S N E P N P P I Mcomo já sugestões de práticas dos demais textos.EEM IN EM EE P M S N E P P I E turma: seusIN conhecimentos. de M N EE Pcontempla. IN na tenta. e as cretas EM interesIN NP E M S E I S S N E E S de produção Considera ainda de um texto (para E condições P IN SI NP as condições EMquê. intenção de propor ativiP I M E M E N S N P letramento EM e alfabetização. mas de organizar o trabalho pedagógico. as lho. a escola EE que é sempre EE diz respeito SI SI N E NP P I P M N S isso. M EM fundamental NP EE pedagógiP E I E M E P P S ser trabalhados N N E P o contrário. M EE ser organizado EE compreender NP sentido. símbolos. princiSI NP EM O(a) professor(a) PE IN em M E N S SI N E I M P M de negocontaPE o plano/projeto da escola palmente.SIN traduzida pelo apenas uma M EE brincadeiras SI NP fato de que E N P I I M E M S S N EMseqüências E E P das atividades permanentes. na direção de fazer a “entrada” E P P M M E N N M N EE no ensino SI EE EM da criança de seis P anos ser SI Os fins da os objetivos SI educação. necessidades. o Mses. é. interação entre Ssujeitos. M fundamental tanto paraEM tivas e aspectos SI IN PE em SI EE IN S E E P S N M didáticas. ou seja. S que os estudantes SI EM PE conhecem. ainda. O presenNP EM EM SI num conIN E M E S SI te texto Iobjetiva NP E E P de letramento. S N N N E E P M P I I I E S a decisão S S N PEo que inclui PE INsobre norEnem M lho pedagógico.EM há necessidade PE considerá-la na formação IN de qualificá-lo didaticamente. o possível e o necessário .EE reais de seu trabalho.fundamental PE a ser enfrentada no trabalho IN M E cotidiano do processo pessoal M faz parte E S E N N E P P M M E EM cada pessoa SI precisa SI ao tempo. SI EE EM bem M NP EMquando. de Delia Lerner –. sempre com as mesmas denominaçõesSIe/ou S P N E N M N SI SI PE M M de tarefas etc. S P M I E P E E N como E os pedagógicos tituem paraPalém de sua matéria forP M objetivosIN E seus sentidos. e científicas determinados pressupostos. do ensino de organização dos conM modalidades E anos/séries I S N S S P N I E S I S E trabalho com as áreas S EM do conhecimento IN fundamental.INde conflito.ma E P S M SI N E P E M P N dos conhecimentos tratados gens. Epossibilitando perspecinclusive N transformando-o. hora da refeição. S N EE EE SI EM EM P P É com esse pressuposto que o presente texto uma possibilidade M M E M N E N E P M M EE SI SI EM articular PE PE procura suas sugestões didáticas às disIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S considerando: S N N S Nery cussões N dos P demais textos. IN IN EM em EEM EM SI desde P EE critérios de P S S N E E os organização das crianças Linguagem e poder têm andado juntos na hisI N M P P S SI em que IN ou turmas. SI E N I M P P I M S flexível. cores. por isso. não é EM que “vale”. P concepções M M texto o texto articular algumas e IN S EM (nas várias PE PE IN M linguagens). N SImal – palavras. P I M a função humanizadora da cultura discutidos nos I E S M E E S E S N E PE EM da criança.EM P P I N M EE planejamento I M S em jogo relações N N afastá-las. P S I N E I M trajetóriaSprofissional. a definição M mesmo tempo EE NP IN por séM S I classes de objetivos tória da humanidade. linhas. Edistribuições SI N E E P I M E S P M N E P P projeto e atividade S I sistematização. na escola. a singuAlfredina M M SI SI SI N EM I EE EE M E S P laridade da infância.SI O que desenvolvemos E N I S ranta que a criança se alfabetize numa perspectiva aqui são processos M S N I E P S E M S SI PE IN M letrada. a constitui– referenciadas n escrever na EM EM PE escola: oM das referências EE EE SI N EM traba. O planejamento da escola E assim. Outro aspecto diferentes situações as aprendizagens dos conteúdos escolares quanP E N SI é o fato M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 26 . atividades dePsistematização.M E P P P I PE M Edo E ção de espaços coletivos de organização real.a partir do IN M EE não SIN S N S E P M PE I usuários da língua.

M M EE E P M N PE alfabética da língua M teúdos EE M de formas diferentes, EM SI ou ain- M E relativos à base de as pessoas aprenderem N E E I E M E P E S E P N convenções da escrita E da diferentes de aprendiMporque têm N Iàs NP EM ou aos conhecimentos PE EMtempos também I P I E M S E E S N S a forma de E E podemSIser N P P Variar, então, SI organizar o traba- textuais. Em EMoutras áreas PE IN curriculares, NP zagem. IN E I M S S N P que ajudem a compreender S E conteúdos ou trabalhar lho e seu tempoEM didático pode criar oportunidades SI EM IN PE outros assuntos/temas. M E cada estudante, E S E EM que M P Como o princípio maior diferenciadas para o que pode reN P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S ganho significativo E é que “todo profespresentar um na SIdireção da for- regeu N PE deste texto P IN P M a elaboração I E S N N E S N P M I SI de linguagem”, SI mação de sor espera-se que Sas estudante. PE é professor IN M M todos, sem excluir nenhum EE S M N E P I M de organização EE E E modalidades do ler/escrever e do falar/ouvir tenham sido As do trabalho S questões M N M E E P P I M M E E P S conta al- compreendidas, N E EE em aPE todas as áreas do SIN pedagógico discutidas a seguir, levam em EE IN SI NP EM relação IN P P PE I S M E S N E M IN ciências P ensino fundamental S conhecimento do — gumas possibilidades de integração/articulação enS SI PE EE IN M P S EM N E —, na tre as áreas do conhecimento, não só como I pro- sociais, ciências naturais e as linguagens M M E E N S E I M E P E M S E trabalho Pdo(a) EM N NP cesso de estejam articulaprofessor(a), na sala de EEperspectiva EE Econteúdos M de que os P SI N SI P NP E I P I M N E S M N I dos a partir do eixo da linguagem. Esclareça-se tamaula,S como da própria escola, como coletividade. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M Selecionamos quatro modalidades que SI as modalidades de organização IN podem con- bém que M EE do traba- SIN IN M M S E P S E E M lho pedagógico ao trapara a organização do tempo pedaEtribuir bastante MsugeridasPnão E se restringem N PE EE EEcrianças Ide SI por isso M NP gógico: atividade EM com as N P N I P balho seis anos, popermanente, seqüências didáticas, M M I E S N S S N M EE EE de sistematização. EE SI NPdem estarSIpresentes P P P em todo o ensino fundamenprojetos e atividades I M EE S N E N N P I I I M M E S S é o trabalho N E tal e outros segmentos, a partir regular, EE EM AtividadeS permanente NP dos mesmos prin- SI M EM E P I M E E P S N de aprofundar eM sistematizar que objetiva uma E fa- cípios, M ou quinzenal P Ndiário, semanal PE na perspectiva SI E EM PE as- de EE maior com IN textual, um SI miliaridade N E E ter minados conteúdos ou trazer outros tantos um gênero I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I pela escola I área curricular, de modo que os considerados SI S E relevantes pelo grupo, e/ sunto/tema de uma E S S N P E I M S EM M ou sistema IN ao qual essa está vinculada. estudantes tenham a oportunidade deEconhecer diM EE NP de ensino M E S I PE P M E E M S M E P N brincar, de E com asM E PE produzir N Outro aspecto do trabalho modalida-PEE ferentes maneiras de ler, texIde P E E S E N I P P N M é a sua E S M N SI a oportunidaN N des Tenham, ainda, SI tos, de fazer EE SI a SI extrema Iflexibilidade, EE organizativas SI arte etc. NP P P M S objetivos e necessidades do(a) de de falar sobre oElido/vivido com numa ver- INdepender Idos N E M outros, E M S E EM dadeira S P EM M M M E E E professor(a), da turma, da escola. É possível N E E “comunidade”. E es- PE P P I P M E E E S N nos projetos, E N N P P N colher para pressuSI EM EMuma modalidade SI SI NP PE uma determinada IN IN Seqüência didática, como I E E S S N S P P do conhecimento, outra põem um trabalho pedagógico organizado em M SI para um gênero texINuma área IN M M durante EE seqüência, S S M E P P tual ou outra ainda para um certo tema/assunto, determinada um determinado M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E e isso se alterar, período estruturado MSem que M durante um P tempo fixado N SI num SI pelo(a)SIprofessor(a), NP PE EE modalidaIN NP EE outro momento. I P S SI É possível trabalhar com as qua- M haja um produto, criando-se, assim, uma N P I S S IN E EMde aprendizagem M IN M S E E tro modalidades para um mesmo tema/assunto ouPE de mais orgânica. Os planos de S E E P M M E P E N N E P M M N área geral, seguem didática. SI SI aula, emIN PE essa organização PE ou gênero. EM EE M SI M EE N S E N P E I P I Evidentemente, não se trata de mudar de uma Projeto é uma do S P de organização EE E S modalidade N N I P P I N M M S como forma M simplesmente S para outra, N N E SI um produto modalidade trabalho que prevê EE SI EE SI final cujo EM pedagógico P PE P M E M N E de variar, mas sim de o(a) Iprofessor(a) planejamento claros, dimensionamenN EE tem objetivos SI ir pesquiNP EM EM S EM PE P M E E E SIto do tempo, sando as potencialidades dessas práticas, no que EM divisão de tarefas e, por fim, a avaliaN E P P P I IN E E S N N S N P P I refere à S I EE se realidade de seu trabalho ção final em funçãoSIdo que se Ipretendia. Tudo isso S N e EM EM pedagógico N P I M E E S S N P P estudante, em EE ao tempo de aprendizagem de cada feito M de forma compartilhada e com cada estudante SI EM M IN IN M E E E S S M NP E E P E pessoalEM M particular, vista uma tendo e responsabilidade coletiP autonomia EE e da turma, em geral Tendo em PE IN EE professorEM E P NP desenvolvimento IN para o bom S N I M P P I concepção de formação continuada de do projeto. O projeSva M N E S E S N N SI EE o seu foco PE SI de reflexão SI NP P que tem na N prática docente to é um M trabalho articulado em que as crianças usam I S M E IN a seguir podem serS deM de forma E interativa as quatro P M SI as sugestões E S E E e de ação, atividades lingüísticas E M M M E PE IN NP como Pfalar/ouvir, EE senvolvidas, EE de formação EE M tanto em situações básicas escrever/ler, S EM dos EEM NPa partir de P IN P SI I E M E N S E P N E N I P P E professores na P própria escola, muitos e variados gêneros textuais, nas várias áreS SI em horário SI N coletivo IN I N M M I S S E E S que os S IN M uma situação – em educadores discutem suas práticas – vista PEtendo emEE PE as do conhecimento, M M EM N N E E P NP I quanto em formação orientada pelo endidática que pode ser mais significativa para elas. I M sistema de M I E M E E S S E N E S E P P P M E que sePEconstiE SI N N N de sistematização são EE Para isso, SI é necessário SI Atividades NP NP sino local. SI atividades P M I I IN M S só com S S tua um esses ma- EEM destinadas àEE sistematização IN acervo de formação, não M de conhecimentos das S E P E com M outros que possam contricrianças ao que NP Mestão sendo EM EM M tra- teriais, mas também P I IN fixarem conteúdos E E E E S S M E N E P M para essa sãoPE os con- Ebuir SI à alfabetização, EE NP balhados. Em relação PE IN finalidade. NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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M M EE M P M M EE EE EM N E P I P M E EE S N atividadesPE E N P P I I Rosângela Machado permitir o desempenho de de forma inE S N N S N P M M SINa impossibiliSI SI Npor EM da Educação. I EE Ministério Atendimento dependente todos os usuários. EE M E S P E P P M M E N N M N deficiência física. indivíduo tem um acompanhante. EE direito aEM SI EE educacional EM dade, o SI SI especializado: M NP EE P P E I E M E P P S Brasília: MEC/Seesp, 2007 IN (p. 105 a 108). (Ibid,EE pág. 158) IN N PE S SI NP IN M P I S N M S I S N E EE I S M E P S E Eprincípios M Com do Desenho Univer3 - Direito assistiva: todos M IN os NP NP base nos EM à tecnologia EM P I I E S M E E S E S Lei nº 10.098/00, N E sal e da toda de PE promo- EM alunos portadores EM especiais têm SI PE escola deve NP NP PE necessidades I N E E I M N S SI P N ver asSbarreiras ardireito à utilização instrumentos, M SI N SIde equipamentos, EE NP EMambienteMacessível, eliminando I I P EE E S S E P quitetônicas e adequando os espaços que atendam recursos e material técnico-pedagógico, adaptados P N M M E N N SI M ou coletivo, necessários EEuso individual M O Decreto EE nº 5.296:2004, de SI o SI à diversidade NP humana. E para E P P I M M M E S E P das atividades IN PE normas gerais IN M EE EE E S também estabelece e critérios bádesempenho escolares.Incluem-se S N E P N P P I M S N SI EM PE computadores IN das pes- nesta categoria IN de recurso, M para a promoção EE sicos daM acessibilidade as S salas SI S N E P PE I M E E S N E E mobilidade reduzida M soas ouPcom programas especiais, material em SI braile, etc NP com deficiência PE e com M EM M EE pag. 159) N SIestipula um M N E I E M P I prazo de 30 meses (junho de 2007), (Ibid, E EE S E P E S N E P P E I N M P E PE públicos se IN IN tornem acessíveis. S SI os lugares NP M para que E N I S M S N I E P S E M S SI A fiscalização 4 - Direito ao conforto e segurança: “Todos PE IN M EE dos MiPE é da responsabilidade S E P M IN N M M M nistérios Públicos Estaduais. os ambientes e equipamentos devem possibilitar seu M N PE SI EE EE EE EM SI EE de atividades P N P P I E M P EE Para haver uma participação efetiva de alunos uso e a realização com conforto e seN S N P N E P I I N M E I SI N S P N E P com deficiência nasS atividades faz-se gurança, de Sacordo com SI SI EM escolares, IN PE IN as necessidades especiM E S S E N necessário um ambiente adequado, comE acessibiliais de cada Mdeve minimizar o M M indivíduo. O desenho SI NP EM M EEevitar riscos M cansaço, EE EE reduzir o esforço físico, SI NP E P P P dade arquitetônica. I PE M EE à saú- EM E S N N N E P M P I I I E usuários.” E E É preciso S (Ibid, pág. S analisarMas condições do ambiente N de eSacidentes dos N SI 160) INP PE SI NP E I M E N S entre S P profissionais EE da educação e EEM SI numa parceria SI EM EM Pengenharia, IN M E E profissionais da arquitetura e dentro 5 Direito à informação espacial: deve estar S P M N E P P I M M EE atenden-SIN previstaEEa PE IN IN perspectiva ampla Sde inclusão, EM de S uma possibilidade de acesso à informação P EM S N EE E P E I N M P P I P S N E N orienta-IN do as especificidades deS cada tipoMde espacial para a compreensão, M SI necessária Eoriundas PE SI E M S M E E N E E P sensorial, de comunicação, ção e uso dos espaços. EM P E E dificuldade: SI motora, N P P M N M M SI N N cognitiva ou múltipla. PE SI EE EE EM SI EE SI P N P I E M M P N S Desenho Universal Para Dischinger e Machado (2006, Os princípios do permitem P IN M EE Mp...), acesEE IN SI N S E I E P S P M M E sibilidade depende das condições P ambientais de a compreensão de PE IN M conceitos Sde acessibilidade re- SIN EE S N E N P I I M E acesso à informação, das possibilidades de Elocolacionados aoPespaço físico. Assim sendo, para ir S S EM EM IN M E E E S N E P P P I moção e de uso de atividades que permitam aos além da exigência das normas técnicas e atender M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E E S S S S da sociedade E N P tipos indivíduos participar e estabelecer EM às necessidades de PE SI alunos com diferentes NP PE IN M E N S SI N E I relações com as demais pessoas. Ainda para Disde deficiência, é imprescindível o estudo detalhaM P M E S SI EM EE IN EM EE P M chinger, osPEprojetos arquitetônicosPEacessíveis Spodo das do ambiente escolar, uma vez NP necessidades P I E N S M N EM N N de cinco SI PE Unique a acessibilidade arquitetônica éPE um direito gaSI SIdo Desenho N EE princípios EM dem se valer SI N M E P I SI N E P S I N M E versal, para a inclusão escolar. São eles: rantido por lei, absolutamente fundamental para I M S N E P S SI EE EM EM PE que as crianças e jovens M IN com deficiência possam E P E E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P acessar de à equidade, todos os E sua escola N 1 - Direito SI e particiSI participação: PE todos osS espaços P N PE Mde forma a não par SIambientes N SI N E I Ndevem de todas as atividades escolares com seguser desenhados I I M M E S S S E E P M SI de ou excluir promovendo a EM possível, Epessoas, PE sociali- rança, conforto PE e maior independência IN M E M segregar E S E N N E P P M M M acordo com E eIN limitações.PE zação entre indivíduos com SI diferenSI suas habilidades IN EE e a integração M EE EE S S P NP P IN P M EE tes e sensoriais. N condições físicas, mentais S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P P 2 -NDireito à independência: os SI M espaSI todos E EM PE EE IN E P S M SI N E ços físicos – pátios, salas, etc... e seus componenP E M P N SI IN EM M SI PE EE rampas, Ecarteiras, IN – devem S tes – brinquedos, etc... E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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EM M M E E P M E EE E N P P M I E N S N P EE 1. Quando SI falta aIN Elizabet Dias de Sá, Izilda Maria visão EM de SI P M M E S P Silva SIN M EE EM Campolina EECampos e Myriam Beatriz N M E E P P I M M M E E P S N E EE uma SIN Ministério da AP criança que enxerga bem EE PE estabelece IN Educação. Seesp. In: SI NP EM P PE I S M N E N S N E P com o mundo SI Atendimento educacionalEM comunicação visual exterior SI desde os SI PE E especializado: IN M P S EM N E deficiência visual. Brasília: MEC/Seesp, primeiros meses de vida. Acompanha movimentos I M M E E N S E I M E P M E M pessoas e dos objetos S 2007 (p. 13 a 27). Edas E N viNP EE do lugar.SIA EE sem sair M E P NP SI P NP E I P I M N E S M N I S são integra os outros sentidos, permite associar som EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M e imagem, imitar um gesto ou comportamento e IN SI IN M EE IN M M S S E P S E E M Em um mundo repleto de símbolos gráfico, leexplorar o mundo. E M E E N E E P I P P M E S ou totalMde N E N N PE é umaSIalteração que privilegia aEM visualização grave SI tras e números, NP- inclu- PE A cegueira EM SI N I M I EEque E E S N uma ou mais S das funções elementares P P é conveniente P sive na escola - N não negligenciar ou da visão I M EE S N E N P I I I M M E S perce- IN S S E ignorar decorrentes de limitações afeta de modo irremediável a capacidade de EE EM as necessidades S NP M EM E P I M E E P N distância,Sforma, posição preciso reverM preconceitos e atitudes, ou moE co- berPcor, E tamanho, M P I M Nvisuais. É E E E S I E N E P S nhecendo N e reconhecendo as diferenças como Pode ser: SI EM PE PE IN as- vimento. SI M N E NP S N I N E M P I desde o nasciI SI S E pectos positivos. Cabe à escola criar, descobrir e congênita – quando ocorre E S S N P E I M S EM M mento INP IN reinventar estratégias e P atividades pedagógicas M EE M E S E PE M E E M S M E P E – em decorrência E necessidades PE adequadas às gerais e específicas - adventícia ou adquirida IN EE M P E E N S E N P I P P I N M E S M N N N sua inclusão.S de ou acidentais SI dos alunos, EE SI SI EE causas orgânicas SI visandoM NP P I P S Para ajudar o Eeducador, este Também , N pode-se observar a surdocegueira E M documento M abor- SIN SI E EM da osM E P EM M M E E E alfabetização e aprenquando se associa à audição ou a Nbaixa visão; E perda da M E conteúdos: E outras PE P P I P E E E S N E N N P P N dizagem de pessoas cegas deficiências. SI e com baixa EM EM SI visão e uso SI NP PE IN IN I E E S S N S P PÀs vezes a perda da visão de recursos para sua educação. ocasiona a extirpaSI EMdidáticosM IN IN M Erápido S S M E P P Um olhar da professora sobre sua sala ção do globo ocular e a consequente necessidade M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Mdados. A M de uso de de aula é suficiente trazer vários a falta da P próteses Eoculares. Se N SI visão SI para lhe NP P olhos (visão EE IN SI NP monocular), EE afetar apenas I P S SI observação da posição dos móveis, do comportamenum dos o N P I S S IN um controEM M trans- EEM IN M S E E to dos alunos, dos professores, já lhe traz outro assumirá as funções visuais sem causar S E P M PE NP EM significativos PEsistema visual IN M diz respeito EE detectaM M E N O e integra de forma tornos no que ao uso saS E SI le visual.IN I P E P E E M S M E N mais de S P P IN instantânea e imediata tisfatório e eficiente da visão. PE 80% dosPestímulos EE EE SI N S N I P I N M M S as mesmas M S N E SI entrasse no Eambiente. Se a professora Os sentidos têm e SIN M EE EE características SI na mesma P PE P M E M N E sala com os Eolhos vendados não conseguiria localipotencialidades para todas Ias E N pessoas. SI O desenNP EM EM S EM da audição, PE P M M E E E SIzar os móveis Ee e portas, ficaria aturdida com o vozevolvimento aguçado do tato, do olfato N E P P P I IN E E S N N S N P P I paladar Sé I resultante EE rio, com dificuldadeSIpara se deslocar. Quando falta S do da ativação desN EM EM contínua N P I I M E E S S N P P EE luz elétrica, ficamos ses sentidos por força Cada pesSI EM M também desorientados. IN da necessidade. IN M EM E E S S M NP E E P E Mcodificareal e definitiva da soa desenvolve processos particulares de P Mas a privação EE EM PE IN visão é bem M EE Eartificial P NP IN S N I M P P I da perturbação e momentânea. Os ção que formam imagens mentais. A habilidade para Sdiferente M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N alunos cegos e com baixa visãoMnão são diferentes compreender, S SI M IN interpretar NP e assimilar a informação E I M E M S E S E E dos demais nos desejos, curiosidades, motivações, será ampliada de acordo com a pluralidade das exE P M M M E N PE M NP EE periências EE EE M e vivências. necessidades, convívio e recreação. Devem ser traSI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P tados comoSIqualquer educando no que se refere O sistema háptico é o tato porIN S SI ativo, constituído PE IN M M IN S S N E E S I M Porém, em um amcomponentes e sinestésicos, através dos E disciplina. E E aos direitos, deveresPe S cutâneos M P M M E E N N biente Ecarregado E E coloca- Mquais impressões, sensações Pvisuais, são NP de e vibrações detectaM I E M E SI estímulos SI E N E S E P P P M E pelo cérebro SI N N N dos de desvantagem. Necessitam dePE das pelo e PE EEindivíduo são SI interpretadas SI em situação NP N SI N P M I I M I M S S S N um ambiente estimulador, de mediadores e condiconstituem fontes valiosas de informação. As pesE I EE M E S E P P M M à exploração de soas surdocegas pelo tadoma, uma N PE IN EM seu referencial EE se comunicam EE ções favoráveis EM SI S M EM N E P P E I M E E P perceptivo particular. comunicação tátil que permite entender a fala de P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE M EE P N SI

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M E EE ESCOLAR M INCLUSÃO DE EM PE E P N E N I I P S S N PE M ALUNOS CEGOSM E BAIXA VISÃO SI N E I S PE M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI

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da S capacidade do EE EE EM emocionais. M NP IN M S I objetos desconforto ou cia visual: PE E S E M S M E IN M PE dos intolerância à EE EE claridade. desempenho e uso funcional do A definição visão (ambliopia. vias óti.M E P P P I PE M E E dos olhos. IN que exijam visão de S M distância. franzir a testa. as condições SI EE EEsobre a face do interlocutor. N EE visão. IN IN EM ou EEM EM SI çar diante EE de pequenos P S S N E E P objetos. o campo visualM S SI EE EM deve M Ne E (amplitude P M I E P E E S N ser deEcalma. causa uma E oE ver ver possuem dificuldades voluntário Pdos redução da acuiNP EM e o não SI IN M M E S SI dade visual N E E P P M Mse ve.EM funcional considera-se SI Na avaliação PE a eficiência IN EM EE P M S N E PE P I E M a explorato de do objeto. M realizar as S N Os principais SI suas funções. EE P N EM P P I E M P E Ncérebro de S N P N E I P I N sintomas visão na escode capturar. 1) o S amadurecimento ou desenvolvimento NP P P M I N M EEtrocar a posição I E N N fatores anatômicos Se fisiológicos E P M S I E I EM ou dificuldade em participar de do olho.S M E enxergar. bem como E M P N e culos. considerando-se as vibrações e os N S movi. A aprendizagem visual depende não S E P M IN N M M E M P SI mas também IN EE conflitos apenas do olho. da visão.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S uma pessoa. um das pelos olhosEE e EM PE Das criEE fechar e cobrir M vamente EEos olhos. ao perceber deve ser contextualizada. atra. aproximar livros Condições para o desenvolvimento da eficiênI N P P S EM SI IN para bem perto dos olhos. le70% possuem alguma S P S N E N M N SI copiar faltando SI PE entre essa M M uma relação para ler. tropeo uso M N vras e sílabas. sem contraste.no. E P S M SI N E P e social. INP cas EE M Ee IN SI S E E P S P M M E S visão desenvolva IN N PE Para que oEaluno com baixa o exercício de ver. mais S N N N E E P P EM SI SI SI PE PE IN Ede IN M visão útil e é importante te ao olhar para um objeto próximo ou distante. SIN PE cial P da subnormal ou visão residual) PodeIN enIN SI NP M I S N M S I S N E a simples EE I S volver desde percepção de luz até a reM E P S E P M E MinterfeIN NP E EM duçãoSda P I M 2. I P E S S P N de perM EE olhos.PE desinteresse E S Ejogos S P N I E M M P N E córtex cerebral. encorajamento e Além dis. NP EM pertar oM PE IN deE N S SI N E I M P M S da visão senvolver visual. des2. Baixa visão M M M SI a recepção. chorar. piscar muito. o conna mobilidade e percepção de S estímulos ou EM avaliação NP PE EE IN funcional EM obstá. Avaliação funcional da visão IN EM NP M P I I I M E E E S S S S E N P interesse em PE SI utilizar a visão potencial. A evidência orgânicas queEM texto familiar SI as alternativas IN M SI PE EE das alterações IN S E E P S N M os recursos disponíveis. P N PE de baixa S SI M SI são: tentar EEselecionar e SI N E IN la remover manchas.EE relacionado com a aprendizagem e 0000to). de acordo com as condições de estimulação e de M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE das funções O planejamento ativação visuais).SIvisual E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M a interferência de fatores mentos articulatórios dos lábios e maxilares com a S S N emocionais. O desempenho visual na escola e do campo visual que IN acuidade E S M E E S E N E E tarefas ePE EM SI execução P NP NP EM rem ou limitam a de o desemPE I N E E I M N S SI P N SI movimentoS rápido e IinN SI EE entre EEM Alunos com baixa visão ou que oscilam penho NP EM geral. PEE M N I E M P I E EE S E E S alunos com baixa visão precisa estimular a utiliUma pessoa com baixa visão e os que lidam N E P P E I N M P E e dos sentidos PE IN INuma situação muito S SInormalmente NP do potencial M com ela E N I S zação plena de visão ficam em M S N I E P S M S SI EE PE IN dificuldades e M remanescentes para como superar EE P angustiante. integração e elaboração dos estímuE P P M M N N M N PE EE SI EE EM los visuais.EE estabelecer o concei. M EE de atividades EE SI e a organização SI N P NP P I P M EE N Isso explica a discrepância S N E N I M P do trabalho pedagógico ficam mais fáceis através no que se refere à I I M E S S S N P EE EE P SI EM EM e segurança do conhecimento do desenvolvimento global do aludesenvoltura de tarefas.1. letras.MO nistagmo. P E a acuidade e o campo reduzem significativamente N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 30 . Mção dirigidaSe P I N E I M S o ambiente N P a abran. 2. SI N EM fren. SI EM EM P P ambientais e as contingências de vida do indivímão M M E M N N E P M M EE visão revela EE SI SI EM Pda PE duo. O desempenho SI NP EM é vis.SI EM EE P P E E M E P P S é complexa. a acuidadeP visual (distância de um ponto ao outro N e facilitar S permanência M N E I E N I I N E M S E visual está P I S S um objeto N linha reta por EE em uma S PE meio da qual INorganizada. M da visão IN SI N P E N E S I E I E E N S S so. N P I I M deve. O trabalho com PE M M EE NP SIvisual). A avaliação funcional dados IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N sobre o nível da consciência visual. P IN na realização M E E N S E M P IN SI diagnóstico.2. trocar palaEE mensuração e Evantar SI estabelecer EM SI N E E P I M E E S P M N E P Pprático da visão. esfregar excessicodificar. balançar a cabeça ou movê-la para anças identificadas como legalmente cegas. visão SI de baixaIN M poten. SI EE PE irritar-se. o que SI e fadiga PE durante a IN M EE EE E S S N E P N P P I M ros ou ensolarados. do livro. SI SI NP E I EE EE M E S P assimilação. muito clacepção emPE ambientesEmal leitura.EE gência do ângulo P P em que os objetos são M E Mconfiança. o professor M S S N E E E P a capacidade de I M E E E S N P M EE SI NP NP E vés de atividades prazerosas e motivadoras. o ao aluno condie o uso eficiente do potencial da visão P professor deve proporcionar NP P I P M SIfocalizados) N S N N EE potencial SI para uma ções de acordo com (qualidade visual SI ocular M SI e do aproveitamento EM EM boa higiene Pdo M E SI E E N E P P I M E recomendações médicas. M EE SI 2) o uso NPdessas funções. organizar imagens fotografaP I M E S S E N M M guardá-las M SI NPna memória. tridimensiorifica também no S SI albinismo (falta de pigmentação EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I nais ou em movimento costumam causar erros de S congênita que afeta os olhos e limita a capacidade M E E S N E E M SI M NP interpretação nos professores.IN M iluminados.

EE SI NP M EM EE Recursos ópticos para perto: P I M E E P S N E P óculos espeM M N EM PE SI PE lenElentes IN bifocais. tiposcópios (guia de leitura). SI EM NP P IN P P SI I E M E N S E N E N I P P E comunicação. Egráficos e Ifiguras. N N por P não relho a um monitor EE SI SI acoplado NP NP lizar palavras SI amplia até N P M I I M I M S S searem-se em experiênciasS diretas e concretas. sem EE indivíduos EE SI mediante NP prescrição EM incidência na parte centralPda de claridaguns S N P I P M I E S N N S N P EEdireta nosSIolhos SI oftalmológica. de condições E PE EM Mde recursos adequados M EE maior a EE E pas. lessistemas. menor o campo I E E S S N S P P a motivação. M SI IN I M M EE S S M E P P tringe o conhecimento em relação ao ambiente. Recursos não-ópticos P I inteM N SI NP PE EE IN o meio N SI NP amplia o S EE ração com I P S SI físico e social. teI M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E cadas com palavras.Mque embora sejam importantes EE EE meios de EEM gramas de voz. em papel IN EE espaçamento SI NP EM EM SI S N P I M I EE E E S N não refletir S P P P a claridade. M P SI o NP SI P NP E I P I M N E S M N I S aluno em lugar sombrio se ele tiver fotofobia (difipreferências. com EE SI observar NP EM EM S e verificar EM PE P M E E E SImesa inclinada EM como os alunos se relacionam a qualidapara conforto visual e estabilidade N E P P P I IN E E S N N S N P P I da comunicação. SI S E tes esferoprismáticas. S SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE As crianças cegas Acessórios: SI EM de ponta M lápis 4B ou 6B. E Recursos ópticos E M E N E E P I P P M E S fosco. inibirNo do SI de visão EM EM o comportamento SI com diminuiPE IN IN tamanho. geralmente de alto poder. PÉ psicologia. Alfabetização e aprendizagem de P aumento (óculos I P S EM N P I S M N E N S N I N E M P I I lentes monofocais esféricas. E EE NP visual do alu. e de que o aluno não dependendo de cada caso ou EMpato. conceitos: porosa. para N N PE M com adequado. SI ciais com N EE EE 3. EE de da coluna vertebral. interesses e habilidades adequadas.SIN entação As Iescolhas e os EE de acordo PE SI NP EMcom a condição P P PE I S M N E S N E M IN P concedendo SI no. a aproximadamente um metro do quadro negro lentes.SIN N M E E P I M M M E E S níveis de adaptado N e mobilidade. em maior S tempo para adaptação desses recursos em cada SI certos casos PE EE caso devem IN M P S EM N E o término das atividades. faixa etária. de estíampliam fontes para a leitura. SI decodificados EM P P M M M E E essas crianças N de televisão N E : apa. utilizados por alN P M M M E M E N SI P IN e orientação EE sala. Trata-se de uma P fora de alcance pela falta Acetato amarelo: diminui PEa incidência EE EE de cla.3. NP E I M E M S E S E E 2) aqueles que fazem referência a situações Softwares com magnificadores de tela e ProE P M M M E N PE NP com síntese EE visuais.Mde sentido. Deve-se também evitar ser definidos a partir E da conciliação das necessidaI M M E E N S I M E P M E M S E N NP des específicas.3.4. Nesse caso. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E A linguagem é um valioso instrumento de M 2. podem não ser com-INP Chapéus : ajudam a diminuir o reflexo S SI adequadamente SI e bonés N P I N M M I S S N S preendidos ou e ficam desprovidos EE EE da luz. EE EE a comunicação SI EM sobre o P PE P M E M N E a as representações. M EE NP um aprendizado M E S I E PE P M E E M S M E P E sentidos. M EE e proporciona tos SI EM de controle SI e símbolos IN do que está Pe EM os meios P IN em livros E E M S M E N S P da visão. Recursos ópticos N E E M I E M E P S E P P EE M M N E M N I N E P E I P E M S S uso N SI PE PE IN são lentes de M PE EE É aconselhável posicionar a carteira em local Recursos ou auxílios ópticos SI S N N E P I N I E S ou dispositivo N SI haja reflexo Sde iluminação neespecial formado por um conjunto de EEMonde não M SI no quadro NP EM E I P M E M E S E E P gro.. EE EM EE um trabalho escreva na própria sombra. IN P M culdade SI de ver bem em ambiente com muita IN M EE IN M M S S E P S E E M O material utilizado pelo aluno deve ser nítido. telelupas e lunetas. S M SI M IN experiências. E S M SI N N oEE comportamento a observação eSIN a Lupas ou lupas de mesa e de apoio: SI EE SI SI manuais NP P I P M S experimentação. sinais EE EE Tipos ampliados: EM volvimento cognitivo por favorecer os relacionamenampliação de SI EM P E P M M E P N N P EE outros.SIN SI N N I P P I N M M S engloba M N E SI atividadeS complexa que e SIN ridade papel.1. O trabalho deve ser logia. dimensões de maN E N M M M SI SI mulos.de Nmaneira SI P I M M E S P M da pedagogia. EM N E I P I E S E E S S E N P P M luz). graSpretas M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N partir de suas vadores. Quanto ampliação N Ee EM pode PE P P P M E E E S N E N N P P P interes.3. EEiluminação EE colocando EE sala de aula. 60 vezes as E imagens e as E IN EE M transfere para o monitor. A escassez se N e de informação resção da velocidade de leitura e maior fadiga visual. suporte M cadernos P EM EE PE IN com pautas M E EE P NP IN S N I M P P I 1) aqueles que têm significado real para elas a espaçadas.2. desenP I S M M N S N SI fontes. E S S N P E I M S EM M IN Para completo e significativo sistemas telemicroscópicos). P NP podem utiCircuito fechado — CCTV M I E M EE E SI SI E N E S E P P P M sem nexo E E E baSI de TV que N ou significado. É tarefaIN do educador Plano inclinado: carteira adaptada. S E P P M M E Esse fenômeno verbalismo e sua N N M EM EE é denominado EE EM SI SI M Eefeitos NP E P P E I M E E P preponderância pode ter negativos em relaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 31 . A falta de conhecimento. excessiva em diferenças individuais. canetas IN operam INcom dois tipos de M EM E E S S M NP E E P E para livros. ori. As tarefas devem ser expliRecursos ópticos para longe: telescópio. E PE é importante estimular todosEos IN MincentivarPEE P E N S E N I P P N M exploratório.SIN reforçar passivo.M M EE E P M N PE M EE M e não-ópticos EM Recomendações SI E 2. 2. úteis 2.

ou anatômico. um conjunto de S em linhas P se. SI realizado N adequadas. Todos direita.IN S E P PE e assimilados.EM Mcombater atitudes SI PEcela braille. a imitação e deixa M a falta daSvisão compromete M SI SI A 1ª série SI NP EM I EE vazio a ser preenchido EE M E S P 2º série é resultante da adição com outras modalidades de E P P M M E N N M N M EE um dosEsinais SI EE EM do ponto 3 a cada da 1º percepção.2. EE SIser estável M N E I E M P I E EE Sespaço na Esala de aula P E S com Convém reservar um N E P P E I N M P S E PE IN IN SI adequado NP M mobiliário E N I S para a disposição dos instruM S N I E P S E M S SI PE IN M EE devem inPE por esses alunos que mentos utilizados S E P M IN N M M I M IN material. IN Isso porque P M EE EE S N N E N P P P I I I E S N N S um NA utiliza os pontos superiores 1245. e posM EE com novas IN para a PEE SI procedimentos N S E I E S P M M E S N PE turas. Por isso. É culta a correção de erros. P Espaço físico M e mobiliário EE P S E E M IN NP N EM EM P I M sucessivamente. interesreglete (régua de madeira. I E S M E E S E S E N E Pé EM SI do espaço PE físico não NP NP A configuração percebi-EEM PE I N E I M N S SI P N S e pelos que M SI N SI EE Alfabeto Braille da da mesma forma por alunos cegos NP EM I I P M EE E S S E P P N M M EPor isso todos os ambientes da escola N enxergam. SI Msérie. É Erecomendável NP NP I M P P I M S os educadores S braille. utilizado para a PEE I N M P P I S N E S N de umaIN Mde perfuração SI Eles manifestam dificuldade e dosM pontos na cela Braille) SIou EM de aproximação PE E S M E E N E E P M P E E comunicação. IN S E E P S N M P E nativas para os educadores é o Braille Virtual . EE IN E EE P M S N E PE P I E produz os M corresponbinação de teclas P N pontos que S M N E I E N I I N E M S E P I Sistema E S S N 3. S e assim 3. e relacionamento P I M E S S E N M M M SI NP A escrita braille é realizada de uma EM PE EE por meioEM M EE EE SI N E P P P I PE M E E A falta da visão desperta curiosidade.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E Braille (Leitura) E M EE S ção à aprendizagem N Alfabeto S E N N e ao desenvolvimento. N PE de M EEobtida pela tosPé de seis pontos EE em condições EE lle deve ser SI SI disposição N E NP P I P M N S Msimultânea organizados espacialmente forma de PE INe complementar ao processo IN M colunas vertiEE em duas SI E S S E N P E M E à esquerda de alfabetização SI EM pontosSà cais com E três dos alunos IN direita e três M EEcegos.3. em 1825. E I P I I P E S NP S S N I P I N M M Algumas crianças cegas congênitas podem S S N SI EE EE SI EM EM P P Disposição universal dos 63 sinais simples manifestar maneirismos. A SI NP EE P P E I E M E P P S N N E PE 3º série IN SI da adição SI NP IN M PE é resultante I S N M S I S N EE I do pontos 3 e 6 aos sinais da 1º série. O mobiliário deve M E E S N E M SI PE M qualquer N NP alteração deve PE M Ee M ser avisada. PE alter. SI NP É um mecaEM P S I N M E I M S N E nismo de escrita mais S M SI EE rápido. um N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 32 . A máquina de escrever E M P I I I I M E E E S S S S E N P recomendável também evitar teclas básicas PEa fragilização ou a suSI correspondentes aos NP EM tem seis PE IN ponM E N S SI N E I M P M S perproteção e discriminatórias. inclusive alunos. SI Uma das IN EM nham noções M na França. exige M E E E S N E P P P I M gestual e visual naNinteração E S NP N EM N com esses alunos. lento devido à perfuração de SIN M EE É um processo SI NP com aMfamília dos E N P I I M E S S N EM E E de evitar a comunicação P precisam criar o hábito cada boa coordenação motora e difiI ponto. o aprendizado sistema braiM E S E N N E P P M M M E SI básicos. prático e eficiente. NP EM PE M I EE P E E S N O código M ou meio de P leitura e escrita das pesAEM escrita em Irelevo e a leitura tátil requerem o EEM P I E N M S N P E N E Sde habilidades E específicas.1. discrimiSI SI EM EM PE M E SI E Edo N E P P I M E e outros símbolos gráficos. inquietações e impacto S N celas braille dispostas E N I I M E N S S E P de forma M natural e Ehorizontais sobre uma E base plana) e punção (insSI Costuma EM SI EM ser abordada PE pouco M IN M E E S P N E P P espontânea porque os pouco em madeira ou plástico no de pêra M SI professores EE não sa-SIN trumento M PE formato IN IN EM EM EE P S S N E E P bem como proceder em relação aos alunos cegos. IN M EE EE E S S N E P N P P I M vem ficar completamente abertas ou fechadas para S N SI EM PE IN IN M imprevistos EE SI S N S E P M PE I evitar ou acidentes. tuação. metal ou plástico com EM S P P IN IN IN EE EM S S S N N P PE I E I M no ambiente escolar. ecolalia e M M E M N E N E P M M EE SI SI comportamentos EM PE PE do E Sistema Braille estereotipados.NPE EE cumbir-se daSordem e organização do EE EE EM S EE P EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N S SI P N PE SI M SI EEComunicação SI N E IN 3. não sabem o que e como fazer.SI EE . SI IN M EE M EE S SI devem ser NP explorados E E P P I M M M E As portas de. A combinação dos ponnação.SO dem aos sinais EE P Braille IN e símbolo desejados.EEM O movimento EM didialogar com deIN perfuração é da EMrealizadoPE SI SI P P E M M N S e a leitura da P esquerda IN reita para a esquerda M atitudes. tos da O toque simultâneo de uma com. os números bilidade. Foi uma cela dominem o alfabeto e teE N básica denominada cela PE braille EE IN EM criado que E P S M SI N E P E M P N por Louis Braille básicas do sistema. destreza. E N SI SI combinação baseia-se na de 63 pontos desenvolvimento sensiPE NP P I P M SIsoas cegas N S N E N SI que representam asM letras do alfabeto. coordenação bimanual. SI N E P P M N E SI o conflito Ee N N necessário explicitar PE SI a si. com ponta metálica. É máquina de escrever braille. etc.

EM EMgeométricos.INP S P PE P 4. auditiva. com cores contrasvisuais adaptados e representados M EEem relevo. gráficos. os gráficos e as ilustrações devem ser E S S N P E I M S EM M com estímulos IN e táteis. Recursos didáticos rios. excursões eNexposições é M EE S N E N P I I I M M E S S S e leitura N E crição cenas de legenda EE EM oral de imagens.M M EE E P M N PE M EE M EM Avaliação SI E 3. EE perti. S S M E P P os alunos sem necessidade de adaptação. instrumentos de desenvolvidas com P adaptados I meM podem ser EM S INnenhumaEadaptação. SI NP PE encaixe. EE orais. Sligue-ligues IN jogos de IN física podem-se utilizar I E E S S N P P e similares podem ser compartilhados com todos com guisoEetc.5. S a brailleSpodem ser PE EE IN M P S EM N E realizadas em salas multimeios. P IN níveis e Imodalidades E E M S M E N S P P fiéis aoNmodelo seio. núcleos. curso on-line.usp. desenhos. É necessário estender com o objetivo o aprendizaSI S N N E P I N I E S e instrumentos N SI de avaliação do do Ssistema braille de forma simples. E M P a apresentaNsimultânea PEOs recursos SI EM EM PE Os cacional EE IN da atividade. com N E SI agradáveis diferentes peração entre os participantes. música Edramatização.SIN EE SI EM P PE P M E M N E nentes à faixa etária e em tamanho adequado. SI SI Com bom E torne útil e SI NP P I P M S selecionar. informação tátil. SI pouca ou NP PE ou produzidos IN de encaixe) Scegos NP EE dir. Os materiais confeccionaparticipar de praticamente todas as S atividades com SI EM P E P M M E P E N N P EE devem ser dos de fácil manude adaptação que M SI EM simples e SI diferentes IN PE EM resistentes.SIN S confecção N I P P I N M M S M texturas. criado e desenvolvido por uma equiN E E M I E M E P S E P P EE M M N E pe de profissionais da Universidade de São Paulo M N I N E P E I P E M S E S N SI de possibilitar PE o tempo P IN M PE (USP) – EE de avaliação. S ao tato. N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E Anotações P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 33 . atraentes e envolve criatividade.br. mapas I P S SI com material Em resumo. gravuras. M Atividades que envolvem expressão SI IN IN M M arte. os alunos podem e devem N P I S M M S IN N EE EE EM de baixo custo e sucata. texturas e tamanhos deve naNlínINhaver adaptações: M para quePEE P E E S E N I P P I N E S na seEM N N N EM senso e criatideve prevalecer aSconversação. devem N M EEos experimentos M utilizar SINvidade.Mgratuita e EEMAlguns procedimentos SI NP EM E I P M E E S E EM altera.M P baseados em referências visuais devem ser lúdica. original. M N PE PE E EE SI NP tiva ou outra EM N P N I P M referência. M M e as impressoras ampliam EE S M N E P I M EE E Eas possibilidades uso de microscópios). E E canais de EM Os PE P I P M E E E S N E N P P N IN sólidos ção bolas SI barras. podem ser M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E (jogos. Atividades I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP de apoio pedagógico. NP M E S I E PE P M E E M S M E Nas disciplinas P Eadequados E PE tantes.dosMou adaptados N PE por meio P IN P I E S N N E S N P M SI SI formáticos relevo (desenhos. na educaN coleta de Pinformação.SIN M exercícios e de braille.EM olfaEmeio de descrição. SI NP M EM E P I M E E P S ao Atendimento N destinados Eduse não houver dublagem. A Eadaptação PEprodução P IN SI NP P PE I S M N E S E M IN P para o sistema INtranscrição SI rial. SI gua estrangeira Esignificativo. SI ção de resumos N E E Especializado devem ser variados. O programa para download está disponível N P M M M I E E N E E S N P I P M E http://www.braillevirtual. adape contextualização I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E tados e de qualidade e explorar todos os sentidos. confeccionar ou adapbiologia e ciências. É recomendável valer-se de mente de produção e impressão S N M E E P P I M M M E E P S N E EE mate. Scordas. PE de material EE EE e coo.fe. Se não houver EE EE EEou centrosEM P SI ninNP SI P NP I P I M N E S M N I S guém na escola que domine o sistema braille. é possível SI E EM vários E P EM M M E E E tar recursos abrangentes ou de uso específico. serviços 3.4. Em filmes ou documentáM M I I E S N E E S S M IN EE Erecomendável SI a des. será Algumas atividades devem ser adaptadas com EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M igualmente necessário fazer a conversão antecedência e outras durante a suaIN realização por SI M EEda escrita SIN IN M M S E P S E E braille para a escrita em tinta. Outros corporal. seguros. significativaSI PE IN diagramas. EE S E de representações e em: SI Os meios in.

aN discussão sobre as razões do nacionais.4 anos da SI em que havia EE N E IN certa concordância de que os S meNa década de 1960. SI IN M tinham 2.mesmo SI PE IN M E M E S SI damental. S IN IN NP E M S E P I S N E E P ensinar.9. os homens P I M E S S E N M M média e M E 1. Eapresentavam SI famílias E M SI M E N E E P I M P E E S média. hoje em torno deSseis anos de M EE escolari-SIN PE I IN EM EM EEescolar é Santiga P EM S N E E P E fracasso e saudável e tem osciladade. ao mesmo tempo em que beneficiou as muI N M P P I P S N E S 5. ao aprede escolaridade em EM EE M EE EE SI as mulheres NP EM E P P P I PE M E E sentar a proposta da pesquisa à equipe de orien.6 para N M o sexo masculiN M a busca Ide EE M SI NP NP no. M S Ndo tema como S SI P PE de reflexão. NP NP NPescola funcionamento EM tre os M o preparo dosEE projovens. contra e causas intraescolares.7%).ninos apresentariam SI NP maiores problemas. Brasília: de LúciaPE Puga (Org. A ampliação do acesS S N em reunião com o conjunto IN M EE NP so à escola S S E I M P e professoras. tra uma maioria do sexo M EE EE NP SI masculino.SI EE IN S E E P S N M de identidade baseadas P E maiores problemas N trutos sociais. parecem IN M EEgrande SIN S N S E P M PE I maior inclusão escolar. etc. e S N P P IN IN EE EM SI S S N N P P I E I M tação escolar Ie de proainda pior para as mulheres. conforEE IN de “raça EM comE P S M SI N E P E M P N como plexa ao se considerar também a variável “cor”EM me Antônio SI IN Sérgio Alfredo Guimarães. O que NP EM fessores.S NPa reprovação M nos do Sque meninas E N I S ainda existe (finais de ciclo).9 anosMde do entre N N SI dois pólos: EM a culpabilização das lheres que. apontando os no N SI EE I M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI SI NP SI E NP I S EM O MFRACASSOM ESCOLAR DE MENINOS E MENINAS: M EE EE P P M M EE ENTRE M ARTICULAÇÕES GÊNERO E COR/RAÇA N N E P I I EE E EE S S EM N EM M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S E NP I S 34 . In: Adriana EE Piscitelli. à organização do ensino Sem ciclos e MOlhares feministas. Essa diferença aparece E P M SI EE E dade do debate vem indicando que múltiplas de forma muito clara nos E S EE diSI P N P I E M M P N P IN mensões interferemS nesse processo M de analfabetismo. N E E P P entre E M M M colares de disciplina eE aprendizagem. A complexiestudo em 5.PEE SI N S E I E S P M E S socioeconômicas e IN N EM PE ciso E considerar as condições faixas etárias M S SI NPe sexo. M PE “cons. Mas por sexo. os S de 15 a P em 19 anos temos quase Eo M dobro grupo do qual E to na faixa IN a escola fracassaIN SI P S N M E I M maior que S as meninas N E e de rapazes (5. um maior nú. de acordo com S SI EM PE IN o que as cas. I E E N SI ção P que e não S conseguiu se apropriar da NP P I P M SIsou pela escola N S N E N SI A desigualdade racial como categoferramenta SI impôs-se SI da leitura EM EM PEcom uma EtrajetóM e escrita.EEM P M I E N os negros M M desses I E S N P E N E S E os brancos. de alunos.). M E N P I I M M E S de analfabetismo S N E E E P culturais de origem da criança e as condições de As taxas são menores enI M E E E S N M EE SI das escolas.M EE S M EE P N SI M EE P N SI NP SI SI M EE P N SI NP SI M E EE NP EM P P I E S N N M M SI SI NP EM I EE EE M E S P Marília Pinto de Carvalho grupo de alunos negros do sexo masculino. – e. Vara melhoria à aceleração IN Maluf e S SI escolar conduziram SI Hildete Pereira NP IN PE do fluxo I S N M EM I S N E Eà I estudos. devido acesso à NP ao maior M P I I I I E E S S S S E N P E os critérios em comparação a adultos ePidosos. P S E E M 2009 aprovação Eautomática IN NP N EM EM P I M Ministério da Educação (MEC) Unesco. E NP I M P P I M S Foi adotado S torna mais o conceito ça entre E N homens e mulheres se PE social”. SI E EM N E P P I M E M E ria indispensável à análise à medida que se evidenria escolar marcada pela repetência e pela evaS E N N E P P M M M E SI SI N N PE dos M EEque indica no são. mas levaram a uma estatísticas educacionais brasileiras vêm indicando M E E S IN EE PE estudoM M NP algumas EM sobre os professores para queSaprovem pressão o há décadas. está fracassando EE interior do EE ciavam diferenças SI próprio grupo SI que a escola N P E NP P I P M N a um grupo grande S M e se buscava meninos caracterizar aqueles comNPE frente IN IN M que concenEE de jovens SI E S S E P E M M E Essa diferen.3%) S que moças SI EE EM NP (2.EEM tindo um acesso em geral muito baixo à escola. formas numa ou “raça”. PE IN não M E N S SI N E I M P S 45 anosEM se tem com a devida nas acima de SI faixas etárias PE abordado EE profundidade é que EEM IN EM E encontramos P M S N E P P I no Sgrupo daqueles que fracassam na ou mais mulheres que homens analfabetos. crianças SI o fracasso PE IN PE escolar Smaior IN M Essas polítiEE E E S N E P N P P I M ter resultado positivamente numa negras do sexo masculino. 40 anos médias Efessores S E SI EM EM nos últimos PE elevou as IN M E E S P M N E P P I Na literatura. N E N E P de Melo. refle. dentre M S N I E P S E M S SI PE IN desempenho esM EEa obter noPE negros que brancos P– Em relação à diferença de mero de meninos S E M IN N M M I M encontramos reconhecimenPE INser indicados EE baixas ouSconceitos EE colar entre os sexos. M e que dados divididos por EE sobre níveis IN é pre. A grande diminuiI E S M E S E S N E PE EM não indica uma SI PE NP NP EM ção nas taxas de repetência obtida PE I N E E I M N S SI P N S I SI N EE e nem EEM NP real melhoria no S acesso aoSIconhecimento desta pesquisa é conhecer os proEM O objetivo I P M E S E dos quais se produz P N diminuição dos problemas escessos através NP EM uma efetiva EM no ensino fun. as E SI EEMinistério Sda EM Ao longo dos anos diversas políticas de SI M NP . E P P M M E N N M IN Educação M EE 90. Este foca os procesP I M E E N S M E N E I E M P I E E S E P E S N número E maior possível de alunos nas séries em que sos queIN têm conduzido um maior número de meniP P E I M P E PE IN IN eles. enquanM EE IN EM escola.PE meninos são em número EM analfabetas M I E P E E S N dentre os meninos.problemas SI N escolares. tas negativos. SI de avaliação. P P E I E M E P P S Sonia W. eSa EE EM EE P N EM P P I E M P E Npara atividades S N P N E I P I N merecedor to na medide recuperação.PE em 1999. em maior A grande maioria jovens analfabetos pasP propor.

N classificados que que mão na construção social E Edeveriam ser M se lança P I M M Nmentos de E E P S I E N P E raciais. M EE P SI NP de cabelo) e na ascendência SI P NP E I P I M N E S no status M N I S mento do primeiro ciclo. tanto nas S P I I M E E S S N P P EE recebido algum tipo escolas públicas nas SI EM escolas M de periferia. rência da combinação M EE S N E N N P I I I M M E Saqueles IN S S M E pecialmente com os doEindivíduo”. quanto o que chamacola apresenta características condições M sempenho M N próprias e P SI SI NP NP PE do aluno” EE SI EE vam deSI“compromisso IN ou “relação da cri. afirma que a raça como “um EE do com N M pode ser concebidaEM SI que indicavam I P os alunos M EE aos significados E S E EM du. NP M SI I IN M à rede EE de pertencer S S EM M E P P de casa etc. lições plicitados coletivamente pela equipe escolar. E Quando se si-INP Existe um de recuperação paralela S ao te às SI questionada SI sistemaM N P I N M I S S N S tuação socioeconômica seria mais decisiva a que a de “oficinas de reforEE EE longo de todo o ano.deEM N SI N N em comum. das trinta alunos SI EM contamEcom PE EE P M M E P N N E P M M da importância E N do Icomportamenprovenientes SI SI criançasIN PE de setores EM populares. participação nas aulas. Ambas entre opiniões SI citos. étnico-raciais e culturais. mas SI“NS”. na expressão M M E N S E I M E P M E M Como professoras E S Epele ou o tipo N NP a cor da EE no encerraE de quarta série. quantos PE E IN M M P S N E de Célia. particularmenteEEse N EE SI NP EM EM SI E P en. quanto E INde punição IN formal. S P P P ter problemas. Tereza E I M S S P eram as professoras S elas. Assim.). Assim.Pchamado SI EM P M M M E N N ço”. ela P professora NP que M respondeu I M EEsão oferecidas E SI pela própria SI E N E S E P P P M você vê E SI matéria. M e comentaram pessoa. as indicadas para EM à homogeneidade que em geral se N E P P P I IN E E S N N S N P P I “oficinasSIde reforço” EE as e também as que haviam contra. numa cidade SI como São N EM EM N Paulo. “porque SI séries fiN P M I I M I M S S S N as mesmas características”. Alguns permaneciam fato social. Pabrangendo EE E um gru. Elas indicavam ção social S N M E E P P I M M M E E P S países para o reforço N E EE con. conforme M EM E S S M NP E E E elite.SIN IN M M S E P S E E M trevista suas Edificuldades frente a esse quadro.INafirmavam Iavaliar N M EE M S E EM damentados. pelo menos seu discurso e oPEE alunas traziam explíIN ou estereótipos M P E E N S E N I P P N M E S es. EE M S M médi. De acorSI SI EM matemática PE IN (ou em N NP os” e não IN um dado biológico. referido atribuídos peN P M M M I E E N E E S N P I P M E pessoasS a atributos EE E que apresentavam las SI servem para rante N PE como outros. elas deveriam decidir se ou origem. quanto socioeconômico da EM N E I P I E S E E S S E N P M P destaca Ique. EE riam pelaSImanhã. M E S I E PE P M E E M S M E P E E preconceitos PE coletiva sobre o tema. Fúlvia Rosemberg NP a classifi. A escola M em seus prontuários na secretaria da particulares de a partir M Eo registrado P NP de 1999. conforme tivessem dificuldades em manter e reproduzir diferenças e privilégiMconstruir. S P P M M De acordo essa concepçãoIN é uma comM N PEvez por semana. para EM SI E diferentes de alunos das duas classes de M idéia biológica errônea.Mcor para o rendimentoEEescolar.SIN tanto com – e em diversos EE PE IN SI No contexto NP brasileiro EMalunos classificados P P PE I S M N E N S N E M P alunos que SI obtinham ceito da América Latina – a classificaçãoEracial se apóia SI “S”. Célia e Laís atendiam a P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 35 . E N I N E PE E I P I E M S E S N S E E N Cristina Araújo português ou P P ambas).algumSIaluno seria reprovado. levou-nos aEconsiderar no po E bastante heterogêneo em M EE grupo SIN SI P PE P M E M N de crianças “comM problemas escolares” aquelas com cos.M S N E P I M EE E E que categoriza”. I como “estavam cambaleando”. E duraS M EM N E P P E I M E E P herdeira das análises desenvolvidas nos anos 1950 ção de duas horas e meia.INP A percepção EE N S E P E I P como IN critério de avaliação utilizado os e médios intelectualizados. I E S N N E S N P SI SI demarcar dificuldades específicas. que E de clas. M EE em en. eram atendidos por períocomo uma E percepEM SI PE IN M M indivíduos e grupos. a cor seria apenas um dos eleEE alunos intermediários. S E P EM M M E E E plicidade de instrumentos (trabalhos individuais cujos ampliavam na mediN efeitos se E E EM sem PE P P I P M E E E S E N N P N IN consulta.M P SI deMfuncionamento particularmente adequadas. EE S das relações N Laís afirmasse de SI EM PE critériosEcoP IN SI Embora M a falta N NP S N I N E M P I avaliação I SI S E muns de trabalho pedagógico e de no Ao longo da pesquisa. EM fren.conceitos P M E E E SIcomparada “NS” (não satisfatório). “S” S M N S E INa seu rendimento propriaM satisfatório) EM – com dois ciclosPE M SI S E E criança refere-se tanto no ensino fundamenE M M M P E PE IN EE mente acadêmico EE EE IN 1ª a 4ª e M quanto a seuPcomportamento tal S(de de 5ª a 8ª S séries).EEM NP P IN P I E M E N S E N E N I P P regras escolares. trabalhos em grupo da e exNP EM EM do tipo SI NP feitos SI PE I“prova”. dos variáveis e depois dispensados. EE PE SI escolarIN S P o desempenho da mente satisfatório). EM EE com Rosemberg.M M EE E P M E N P M grupos EE M eficaz socialmente. S N P P I N M M S S N E SI termos socioeconômiEM pelas professoras. mas EE muitos pontos SI SI E Célia tinham SI sutis interpenetrações NP P I P M S de uma multios alunos a partir tereotipadas e julgamentos profissionais bem fun.EE tanto na aparência (características fenotípicas.S to disciplinado. E diziam levar em conta tanto o EdeApesar pública. S NP M EM E P I M E E P S como “S”. nas N N N PE brancos se nas séries ou da PE poEE SI também SI primeiras Nalunos NP sim. ToN P I S N S E N M SI e mesclam EE as classes ança com o cotidiano da escola”. essa esM M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E propriamente dito.M P para o reforço. nem sempre o que as E S S N P E I S EM EM avaliar os M conjunto IN reivindicando maior discussão professoras consideravam M alunos e Eao NPda escola. comPa PE E E Squanto NP sibilidade EM N N I P Embora Laís revelasse mais dúvidas aoEM uso de passagem da ‘linha de cor’ em decorM M I I E S N S S M IN ambas pareciam E esEE fenotípica EE e do status SI social INPdos conceitos. bres Icom nais. deSIavaliação por Ssistema M N E N PE IN (satisfatório) e “NS”S (não texto SI dessa pesquisa. P INfísicos e que P M todo o ano. IN da falta de critérios deS avaliação objetivos I E E S S N S P em classe e em casa. No caso essas oficinas ocorEE M EEdas sériesEiniciais. EE EE no con-EM EE conceitos P NP IN SI– “PS” (plenaNP M P P I escola (advertência ou suspensão). mas N E E I E M E P E S E P P M M N E quarta série. Ecação racial M E“posIN PE no Brasil é fluida e variável.

já que a maior parte das diferenças de P NP P I P M SIe para Laís. P I M pelas próprias em estabelecer critérios I E S M E E S E S E IN E PE incômo. classificar EE SI e pardas) M crian. mas S S a medianos emIN N E NP S participaram SI EM a “clarearem” mesmo M P M M dos entrevistadores assim durante todo o ano letiE SI mesmaEtendência E SI E P E IN M E E S P M N E P P os entrevistados tomados em de reforço”. N S E N N de São Paulo”. especialmenE I P I I P E S NP S S N I P I N M M te nos trabalhos de Florestan Fernandes. Advertências e susM E S E N N E P P I M E M E EM que professoras SI menos a N N P Ede tura negras tenderiam a seis apenas EM EE EE pensões Sforam atribuídas SI meninos Ie SI N P NP P P M N N “embranquecer” seus alunos. M I E P E E S N crianças não negras no grupo. houve inconsistência entre a auto e ente” (“S”) em seus registros e eram considerados S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M a hetero classificação Eem 21 % da amostra.tas SI ras. EE IN EM “negros” (pretos e Ppardos) EE EE P M S N E P I E M negros” (brancos. de aprendizaS E P M IN N M I criançasEM M N PE EE Entre asS58 gem. e a maior parte PE sendo que EM diferenças S(17 ) se PEE freram punições formais. P EM S S N EE E P caso. A partir das dificuldades indicadas M E PE S E P M M N E M I NP N E professoras E al. num total de nove). classificados SIcomo conceitos tido queIN elas tais “Não peNP E P P E I M P S E nos quais PE IN IN NP comoIN“apáticos” M “preto” S E I S e “pardo”. das profeshouve diferença I M E E E S N E SI quaisquerPE NP NP em compaEM NP evi.. S dos quais PE EE SI EM SIN a uma EM toda forma. e marca S S N SI EE EE SI dificuldades EM EM P P Crianças com escolares profundamente o pensamento educacional brasiM M E M N E N E P M M EE SI SI que: [. N S N E N M SI meno sofre profesclassificação entre professoras se refere às meniSI SI influencia EM PEambas asEE M do fato de SI E EM N E P P I M E soras serem brancas. clareza problemas de problemas de EEM N E I I P M E S S E P P N para ambas as passamos a considerar N de constrangedor EM EMprofessoras ao aprendizagem. SI EM PE com problemas PE por cor. pois há indicações na literanas (oito. que deM IN SI SI problemas NPtinham problemas IN PE sejam aquelas I S N M S E I S N E I S siderando a especificidade do pertencimento racicomportamento. M localiza crianças que como EE M EE entre as IN SI se classificaram N S E I E P S P M M E S e “não-negros”).EM de avaliação EM Pmanifestaram NP precisos.IN os to de ambas as ordens. ouINaté as (classifiEM e apenas Pbranco EE INum garoto E E P S M S N E P E de Mou pretas aparece como P explica-EM cação das N ças como pardas provinham SI IN professoras). N P E M M E P eram crianças percebidas SI E E era constrangedor idéia de que para as professoseis como negras (preP IN M E E N S N M P P mesmo ofensivo. EM quatroPEdelas SI SI P N I E M M N P Se considerarIN estão presentes nosS dois grupos).. considerando as duas professoras e a autoAo 16 crianças apresentavam problemas E I N M P P I P S N E S N em al-IN M SI atribuição. as se disdisciplinares ouMde aprendizagem (13 foram EM de classificação PE discrepâncias SI E S M E E N E E P meninos (13 ) e meninas M P E E tribuem igualmente entre gum momento indicadas para o reforço e sete soSI N E P P M M IN SI dessasEE N N (13 ).EM que elas hesitavam em atribuir a las professoras e elas S N E P S M S SI PE IN M identificavam com nitidez problemas EE PE “suas” crianças. Além ram indicados para atividades de reforço era M E S N EE EE SI três com Penvolvia M NP EMpor dois tipos diferentes de meninos: disso.] EM PE PE ao reconhecer leiro a concentração maciIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S parecia ser S N N S da N negro nas camadas mais pobres M ça do alunado M SI menor quanSI Esse constrangimento SI NP EM I EE população. 37 não negras Esse fenômeninos). professorasINpode ser correlacionada de E P SI N P S I N M E I M S N E 27 o fizeram como maioria de meninos entre S negras. EE PE percebiam EM(“NS”). com seu desempenho acadêmico.de Laís para “branquearem” alunos fica mais desses alunos. essa classificação palavras com senposto P I M E M E N S N EMSuficiente” EE SI como pejorativo. N N E PE os enfrentados não conreforço. quatro P N P P I E M P N P PE IN ou suspenIN 26 divergiram de pelo menosS uma recebido peloIN menos uma M EE advertência SI ficação dirigida. NP Tanto Célia S quanto Laís com maior PE que separassem I N E E I N S SI P N I P S Havia algo I disciplinares EM M S N S E do com as categorias “preto” e “pardo”. M SI conjunto. Cinco deles M SI PE EE IN S E E P S N M mensal inferior a dez ção possível Ipara frente à aufamílias com renda P E N esse branqueamento SI salários M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 36 . evidenciando IN M EE EE E S S N E P N P P I M foficados negativos O conjunto de sexoPE masculino E que S dos alunos SI embutidos nas características EM IN IN M E com. sendo ao N menos por uma mos os M (“negros” EE grupos raciais SI NP treze percebidas E P I I M de Célia e S M E entre as classificações M A tendência S N E E E P professoraScomo brancas.PNa seis alunos tinham “SuficiEM EE conceitos M EE EE SI N EM E P P P I PE M M E E sa Data Folha. não IN N PE pardas. Mas de menina daSIquarta série em 2000. E M M IN EM com problemas SI N P E N E S I E I E E N S S e 23 negras. EENo nossoSIN vo das “oficinas EM PE IN IN EM Etodo. N S S P N I E P S I S relacionadas à agressão S EM IN das professoras. PE IN M E S S E N I variabilidade M M desses M E pesqui. e mais seis dos quais EE haviamEM E que fizeram EM SI a autoclassiEEgarotos. orientais e indígenas).SIN S N S E P M PE I associadas ao pertencimento à raça negra. o que parece um indicador muito são física contra colegas. sejam aquelas SI M para SI EM indicadas NP população EE negra com P P E I E M E P P S pela pobreza. Já SI EE EM as M NP havia 44PE termos uma grande EM para Célia. Enquanto entre das N as classificações S Essa consistência M IN IN NP SI EE ao fato S PE Scomo N EE EM 31 crianças P SI se autoclassificaram nãoEM negras. crianças escolares (5 meninas e 11 EE P P e apenas 16 negras.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Edos próprios E M alunos e EE S pela chamada “Escola topercepção alunas. EM soras a NP seus E M I I I I M E E S S S S E N P dente nove discrepâncias entre elasIN para o PEcategorias de cor em SI NP EM ração com PE se agruparmos essas M E N S SI N E I M P I M M E S grupos raciais: e “não conjunto S P das classes. SI em conjunPE IN M E M E S SI fazer a classificação N E E P as crianças P M M signi.Esses últimos NP forte Sda conceitos. tende Ea EE M S P identificar as dificuldades indo se tratava das crianças com algum tipo de difiE P P M M E N N M N EE SI EE EM culdade terpostas à escolaridade da na escola.

deIN pensamenhetero e as Sautoclassificações dentro SI do grupo de bém PE P IN P M de percepção.5% do total das classes tinha rios e referências pessoais. a racionalidade éM apenas ilusória. quatro SI do SI estavam também nal. sendo ineIN diferença na proporção EE S E P E valores. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E escolas. tendo ambos recebido P podemos NP punições e indicação Seguindo Phillippe M I E M EE E SI SI E N E S E P P P I E concluir N é possível EM N N reforço escolar. como era o M EE S N E N N P I I I M M E S Se já IN S S E M classes. apenas relativamente E P M M M E N PE NP EE problemas EE EE perceber M escolares). comEuma M forte articulação entre pertencimenSI alterações foram penIN IN M M E S S M E P P sadas exatamente para minimizar o caráter seletivo to à raça negra e dificuldades na escola. N E afirmar Mgros.M P que dispõe. assim como de negritude pelo menos ao final de no mínimo M M I I E S N S S N M EEhieEE EE SI caso de INPtude” estariam SI P P P presentes. mas de dois alunos que não ao questionário. particularmente pela subjetividade influenciada pela existência ou não de problemas N E N M M M SI EM con. nossas S NP M EM EE Assim. Por isso. N N I P P I N M M S M hoje requer S sistema escolar N E SI elementos alunos no brasileiro re. Assim. P P PE I S M N E I procura IN S 14 casos restantes.SIN IN M M S E P S E E Malu. as idéias pertencimento racial. N E M P frenta e não Sse soras em 13 dos S mudar os SI o preconceito PE EE Essa situação IN M P S EM N E valores e as predisposições adquiridos no procesparece indicar que oEdesempenho escolar (incluinI M M E E N S I M E P M M de socialização e que S E N NP do aprendizagem PE comportamento presentes considerados EEso EE EE estão também M P SI Ne SI P NP E I P I M N E S referência M N I S na cultura escolar. S menos no M N mais formalizados. à atribuição de notas e à organização da escrianças seria construída tendo como referência não E S S N P E I M EM M cola em IN hierarquias parecem Stornarséries. avaliação. M blemas escolares tipo de classificação devitável “uma de de subjetividade.EEM grande gógica. se essas ança. um não informou N E E I E M E P E S E P N E situações de seu cotidiano profissionovamente Mrenda familiar Nque. à a identidade racial SI Ede PErealização PE IN das escolar SI M ligadosIN N E NP S I N E M P I SI S E testes.M e excludente P de nossas SI como IN SI NP PE parece EE afirmaIN implantadas S NPestar ampliando EE vêm sendo I P S SI a M rios de avaliação. O professor mínimos. mas Houve igualmente grande entre as N P M esquemas de ação E M M I E N E E S N P I P M E EE E de avaliação. Scoletivos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S a autoclassifiS que lançar N considerada as professoras tinham S M mão de repertó. mesmo SI EM numa M IN percebidas como M E E E S S M NP E E P M negras escola razoavelmente estruturada eNcom espaços M P PE EE por ambas as professoras apresentavam PE I M EE EE P N IN S N I M P P I algum tipo de problema escolar. N EM EM e infância. SI N P I I M E E S S N P crianças P EE Enquanto 59% IN das umaM tarefa extremamente subjetiva. Considerando que os dois EEM conscientes. essas apenas fenotípicas e status M socioeEE NP M características E S I E PE P M E E M S M E P E também PE se ainda mais poderosas nasEE chamadasE“avaliações conômico. sem SI integralmente EM NP seu caP IN P P SI I E M E N S E N E N I P P que nãoPresponderam E alunos havi-INP ráter arbitrário. IN EE M P E N S N P I P P N M E de ciclos IN SI de raçaSseria deEM N N associadas a classificação SI No âmbito EE Se SI aos sistemas E processo”. EE no. uma possível explicaçãoEseria P I M E P N são emSsistemas de avaliação que. disciplina mico. de hierarquias soram tanto a aprendizagem S E PE E P M M E P E N N E P M M presentes N ciais brasileida criança com o coSI SI chamavam PE PE mais amplas IN de “compromisso EM EE na sociedade M SI M EE N S E N P E I P I pensar os processos de avaliação dos tidiano da escola”. SI EM P P M M M E E N Perrenoud. referência forte o SI INbastante para M EE e os sím. NP dentreSestas IN E I M S N P esquemas mais ouSImenos conscienS E conjuntoNde nas oficinas de reforço. essa proporção é de discussão como aquela.M M EE E P M N PE M a interesses EE M e apenas um declarou EM SI enfrenta M E e preconceitos. S N M E E P P I M M E E P S N E EE se en. M EM I PE tes de S M consistência EE E E EM tam. SI gênero e NP E EM SI EM nossas concepções PE PE M E E E SIquanto o IN raça que informam de bom aluEM desempenho mais estritamente acadêN E P P P I E E S N N S N P P I aprendizagem. EM N P N I P M feminilidade. NP P I P M S não-repetência. adequados) é uma na determinação do EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M Nesse repertório de valores. SIda instituição. e controlá-losS inSI ao questionário SI sem escolhê-los N I N M M I S S N S sido classificados am pelas educadoras como neEE EE teiramente.de apenas 33 SI M IN % quando NP E I M E M S E S E E cação dos alunos (26.S ra. que processo Sque é a relação peda-PE para o E PE que a SI SI no complexo NP N SI N P M I I I M S de negros S S com pro. Para fazê-lo. Destaque-se I P I E M E E S N S E E N P P sete crianças.bolos socialmente de masculinidade e à própria identidade racial de Eser incorporada N EM construídos PE PE EE E SI e “branquiNP nos e alunas. EE E de critérios que costumam cercar a escolares ou de EE N EM E EM P P I P P M E E E S N E N N P P P adoção como vem SIN siderados como parte constituinte do SI EM EM desse tipo SIstatus da EcriN PE da forma IN de mudança IN I E S S N S P P ocorrendo. I SI de uma SI alunos com se excluirmos PE Não se trata INculpa individual. E S N N E S N P M os to”. E rarquias ligadas àEestrutura socioeconômica. entre elas EM a avaliação PE “a partir IN dos alunos.SI e indefinição PE M (disciplinares EE aprendizagem). tanto quanto outras quatro anos de escolarização. a maneira Ao apresentarem em entrevistas seus M crité. asSIdiferentes NP EM PE EM alta.SAtravés da avaliação desse P EE E com. NP EM em cada EM M P I IN erupção M E E E E S S M E N E P M do fato classificarem um PE frente EEcorre SI grau de EE NP afetividade” e um certo PE IN de as professoras NPdependência P N I S SI N I M P I S M N M S E I S E IN S M EE EE P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 37 . sobre a vida escolar. era S SI comportamentos. comoSviM M problemas escolares: EE S M N E P I M responderam EE E E venciadoM por Laís e Célia ao ler os textos. mas seu desempenho escolar.SIN promisso eram considerados EE EE SI ligados às EM P PE P M E M N E fletir M sobre as relações sociais atitudes e comportamentos de forma tão decisiva E N de classe.SIN uma responsabilidade quando não temos EE PE IN entre aluno e profesSI respostas NP coincidentes EM coletiva.Epelo E Eativas e marcantes M P I M M N E P S I E N E P Eâmbito da escola. ambas as professoras N P I S S INquanto o que E EM considerar M IN M S E E influência. Avaliar esses porém.

dolorosa EE Puma EM específica. I N M P P S SI a elas M IN reproduziram a partir de M EE NP IN S I mente uma imagem muito Internalizando o pertencimento racial atriE P S E M S M E IN se trata M PE EE (um bom EE buído. sores. deram to para escolar EE tipo: “corEM EEatingir o sucesso EM alguns P SI EE P N P P I E M N P raça não E orientais. se desenvolvenPE I N E I M N S SI P N S percebidas SI N SI nos cotidianos EE de aula. hostil às crianças negras.M INsua maneira. Sua EM IN NP I M M E S respondera assim porque “é Ao não sobre as desigualdades raS S se discutir E E P SI EM se mostrava EM intrínseca PE com resposta inesperada. ele confirmou sua opinião afirmando que P N SIculdades Iescolares. PE IN e assumida M E pois em geral sobre a relação M ciais e E S E N N E P P M I M M E SI N PE sim. quanto com a S N I E P S E M S SI PE IN M uma resposta relativa à raça (“Qual EE PE a sua cor ou aprendizagem propriamente dita. Além EE EE disso. EE clas. mas também M M N E M I ouNP N E E ses problemas P I M menino foi citado como bom aluno. queEM seres humanos SI para além IN Me pequenos PE da cor SI EE IN S E E P S N Mpardo = preto”. sim. P S S N E E P que esses alunos quanto instituição.. SI NPtudo igual mesmo”.Idesses N S E N N de crianças como negras. seriam também ao mesmo tempo S SI EE EM ele M NP menosPE assinalar todas as opções EM M I E P E E S N escreveu: preto”. a revolta ples E e contra essas classificações e PE estar deM trajetórias S que IN IN EE SI S E N P E M E Os problemas as Pdesigualdades SI EM N a elas Eligadas. SI parecem EE E SI EM é muito EM P P Na visão das professoras. en. SI tan. SI NP EM P S I N M E I M na questão S N E fechada. percebidas como brancas. a escola pode EE expressa Sà EE calado eSindiferente.SI NP EE P P E I E M E P P S N N E PE que nãoM ta foi a seria mais facilmente atribuída a crianIN SI boa aluna. sabemos que S o silêncio. seriam as crianças com identidades M EE INao fato PEE SI N S E I E S M M E S N PE (coerência de que nossa população se declara preta SIN negras consistentemente estabelecidas EE 45 % deEM SI NP N P I I M E M S S N EM E E ou entre a hetero e a autoatribuição) mais freqüenteI parda. aE escola. um dos “meninos problema” da EM vem negativos. EEM tendem a desaparecer da sala do com maior freqüência entre crianças NP EM I I P M E S S E P INgerador de racial não S é e que se autopercebem como negras. PE IN um menino IN N sei”. S M Edos I SI que as crianças N S S P N I E P S I S uma menina brancos mencionaram S EM IN e sua ascendênEmbora não tenhamos presenciado cenas de PE IN M E S S E N M meninas apreM por parte M SI NP das professoras e três discriminação aberta nesEM PE M EE M cia. SI N P E NP P I P M N contribuindo na construção S Mdireta. N E P P E I N M P S N E PE Ipara IN NP questão M to comSIa escola M E N I S A primeira abria a possibilidade como instituição. agressividade PE de iguais. sem nenhum escolares. EMescolares. diversos estudos. da pele: “branco = a escola estudada P E em relação a uma parte N registrava SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 38 . essas tenderiam a deP I M E E N S N E P merece uma EM discussão EE SI difícil.. formação de gangue furtos. E M SI PE associação IN IN EMcerta. As crianças queEE “não dão trabalho” quanto de disciplina. processo com múltiplas direções: ao mesmo tempo SI M a quar. as crianças orientais cia entre raça negra e problemas escolares M M E M N E N E P M M EE SI SI EM ser um PE invisível: não PEque na autoclassificação parecem grupo quase mais intensa IN dos alunos. E P I I P E S NP S S N I P I N M M da 5ª série. SI carregada PE EE IN EM de significados EE P M S N E PE P I E M nas págiturma. e apresenta sua venham aEE desembocar M N SI em violência. E NP I M P P I M S S utopia – nossa – de crescentes física e E utopia S N de indisciplina. P M EE constam E EE S N N E N P P P I I I E S N N nos de puniçõesSescolares S e Consideremos o processo complexo de S atribuiM INnenhum deles M SI registros SI NP EM I EE ção de cor e de raça EE M E S P foi indicado para reforço. E na classificação das educadoras.IN ser “brasileiro”. EE entre masculinidade natural e poder. encontrando muiS E P M IN N M M M respostas duplas. já constatados S N S E P M PE I supõe que não é fonte de dificuldades.Sde uma nação E EE S P N I E M M P N S ser discutida P IN que sem dúvida precisa M frente ou Pessencial.sificando-se como NP brancos. quanto às relações inter-raciais SI silêncioPE EM como no M PE marcantes IN IN EE EE E S S N E P N P P I e muitas se e às particularidades S por ser silenciado EMpres. do reforço nas.ele acaba IN M negra. já Sque difundida no Ppaís são os livros de construNPde um processo P M I N M EE exemplo I E M N N ção de identidades S E P M S I E I de cara branca. N N N E P M P I I I E E S S S N N PE criana negação através dos SI PEausência de modelosEe SI cur.EEM EM S cor branca EE e brasilidade. desenvolvendo em menor proporção comporP N e assíduo S freqüentador M N E I E N I I N E M S E P S N SIabertamente nas do livro Além S de ou transgresEE tamentos PE indisciplinados INde advertências da escola. três das meninas não fono contexto escolar como um E P P M M E N N M N EE falas dasEM SI EE EM ram mencionadas nas professoras. tanto de aprendizagem I E S M E E S E S N E M E PE SI podemPestar NP NP EM tro comentário. Em entrevista percebidas como ePcomo portadoras de difiP E EE M negrasIN IN= pardo =EM EM “branco SI N P E P S I E E E N S S posterior.que senvolver relação mesmo. nada” e o único ças comPE dificuldades esPE SI na aula. NP EM seu pertencimento EM Frente ao ra. Já que nenhuma EM N I I M N S S E P oriental afirmou materiais didáticos são de Eça SI rículos e EM que se classificou como SI EM preta ou EM PE formas veladas IN M E E S P M N E P P que podem estar tornando fica sugerida uma entre racismo. imagem e não de uma característica fixa PE didáticos). a coincidênS S Napontar nessa direção. dois meninos P SI N E P P I PE M “brasileiros”.SIN SI da produção cultural EM PE vezes E IN da popu. EE INde um mundo EM E P M SI N E P E M P N que se equivalem verbal. NP M E E E S E P grupo das crianças com E contundente SI NP NP partiu de EM NP difiA mensagem mais um encontradas EM mente M Nno M P I I I I E E E S S S S E escolares. do N PE SI EEmais obstáculos raça?”). Além preta.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M quando EE S número muito menor meninos em 2001. As respostas lação em nossas escolas por M E E S N E E SI PEcrianças M M NP EM ao questionário indicam no mínimo um desconforto.Como PE IN M E M E S SI cismo e ao N E E P P M M desigualdades caso dos negros. N P negro (heteroatribuição pelas professoras culdades uma vez PE que essa identidade SI NP EM menino M PE IN E N S SI N E I M P M As meniS e pesquisadora).EM Ea sentaram-se como quatro deles sa escola em particular. já eram alunos As. SI raça negra NP mas “aquela IN PEindicada como I S N M S E I S N E S pisca não questiona nada.

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S N S EE SI EM P M M E P IN M EE EM EE S N M E E P P I M M M E E P S N E EE 2000; SIN VEIRAPe OLIVEIRA EEPOKER, 2004; PE e LEITE, IN SI MATERIAL NPDE PROFESSOR EM P PE I S M N E N S N E M P SI SEBASTIAN, 1999). SI SI PE EEde Educação, IN M P S EM N São Paulo (cidade): Secretaria E Os instrumentos de avaliação devem informar I M M E E N S E I M E P M E M S Diretoria de Orientação Técnica (SME-DOT), NP atual como EE a forma S PE IN EE da criança, M EEo desenvolvimento P NP SI P N E I P I M N E 2008 (p. 10 S a 27) M N I S ela enfrenta determinadas situações de aprendizaEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M gem, os SI recursos e o processo que faz uso IN M EE em de- SIN IN M M S E P S E E INTRODUÇÃO M terminada atividade. Conhecer o que E M Nela é capaz PE PE EE EE que com SI de outros, NP EMfazer, mesmo N P N I P M de a mediação M M I I E S N S S M IN EEpróEE EE SI e a ava- INPpermite a S A prática pedagógica em sala de aula P P P elaboração de estratégias de ensino M EE S N E N N P I I I M M E S S S liação sempre foram temas recorN M da aprendizagem E prias e adequadas a cada aluno EE NP em particular (OLI- SI M EM EE P I M E E P rentes nos M estudos em educação. Contamos com N 2005). S VEIRA E P M M N PE e CAMPOS, SI PE asEE INquestionaNos SI uma vasta N EE alguns qualiteratura P que e EE discute S As características específicas de I P EM P I S M N E N S N I N E M P I I SI pectosS epistemológicos que sustentam a prática E dros de deficiência dificultam a avaliação pedagógiE S S N P E I M S EM pedagógica, inclusive o processo de avaliação, a M ca e o estabelecimento IN de adequações ou adaptaM EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E formação doEE professor, seus suas PE ções necessárias para se garantir a escolaridade IN conhecimentos, EE M P E N S E N P I P P N E tem sido S a desse M aluno. E N SIcomo também o papel da escola, N N EMprocessoSIdiagnóstico O não SI representações, SI EE SI NP P I P M ideologia subjacente os erros S no procedimenIN M educacional. EE ao processo INsuficiente.SHistoricamente M M E EM S E P M M E E E to diagnóstico, a inexistência de avaliação e acomsobre a operacionalização EE N E EA própria discussão EM P P I P P M E E E S N E N N P P panhamentos adequados, vêm uma SIN de um SI confere igualmente EM EM SI NP PE perpetuando IN IN uma educação inclusiva I E E S S N S P P de equívocos quantoSao I processo de ensino e lugar de destaque à avaliação pedagógica e M IN traz série IN M M para a ação EE importantes S S M E P P aprendizagem, essencialmente daqueles com defiimplicações do professor. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Malunos e M ciência intelectual. Mais do que conhecer as patologias dos P I N SI NP PE claros Ios EE IN sempre ficam SI NP “ajustes” aS serem EE P S SI Nem osM limites de seu desenvolvimento, o processo de N P I S M S IN N EE EM teóricos,PEE feitos em termos de materiais, recursos inclusão enfatiza deS aprendizagem SI EM suasEcondições E P M M E P N N P EE currículos ouEM pessoal, necessários para curricular (OLIVEIRA, M SI a EM SI e o seu nível IN garantir PE P IN de competência E E M S M E N S P P e, conseqüentemente, IN aprendizagem os aspectos 2002). PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M educacional. N N E SI a avaliação, a serem S analisados numa avaliação para EE SI EE SI da aprenEMAssim, o referencial P PE P M E M N E Alguns autores enfatizam e a dizagem muda e passa a lidar com E substancialmente N a importância SI NP EM EM SI avaliativo EM PE PE M E E E SIdiferentesIN EM possibilidade de um processo que forneindicadores que não apenas as condições N E P P P I E E S N N S N P P I elementos EE ça planejamento pedagógico individuais dos alunos, e essencial- S SI mas também, N diEM EM SI para um E N P I I M E S S N P P um diagnóstico EE retivo e, não reduzi-lo de mente suas possibilidades de acesso ao SI EM currículo M IN à busca IN M EM E E S S M NP E E P pelos sisEas adequações M deste que justifique a dificuldade de aprendizagem e,Painda mais, M realizadas EE PE IN M EE EE de serem P NP IN S N I M P P I aluno. Essa discussão evidencia a necessidade de de ensino, capazes propiciadoras Stemas M EE S E IN S N E N P E I I S E P S avaliar e IcoS e de seu M N reflexão sobre de de sua aprendizagem desenvolvimento. S S M IN formas Ialternativas NP E M E M S E S E E nhecer o aluno, principalmente quando se refere ao É preciso subsidiar a aprendizagem e assesE P M M M E N PE M NP EE aluno com EE EE M deficiência intelectual. sorar de SI escolarização EM NP dos aluP IN P P SI acompanhamento I EE E M E N S E P N E N I P P É importante nos com deficiência intelectual, nas classes comuns S N SI pessoas SI PE ressaltar que INcom deficiM M IN SI S N E E S I M ência intelectual tantas diferenças entre si recursos necessários para viaE E através da oferta de P S possuem M deve, quanto às pessoas EE A avaliação EM Neducacional. NP bilizar E EM E P NP I comuns. Essas se o seu acesso I M diferenças M I E M E S S E N E S E P P P M E E SI N N N aspectos, desde também, estabelecer o seu potencial de PE indiviEE aos diversos SI SI NP NP relacionam SI aprendizaN P M I I I M S S portanto, EEM duais, gem, inclusive IN até sócio-econômicosS e culturais; M competência curricular EE o nível Ede S P E referência de avaliação comuns a todos desse aluno, NP M à proposta EM EM M cur- estabelecer formas P I IN tendo como M E E E E S S M E N E M grupos Inão E aE tentativa aqui, é PE (OLI- EEos SI onde está NP seria justificável. NP ricular do ano ou ciclo PE NP matriculado P N I S SI N I M P I S M N M S E I S N E E I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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M DA REFERENCIAL SOBRE AVALIAÇÃO M EE P M EE N E P I E M NA ÁREA SDA N APRENDIZAGEM M SI EE NP EM E I P M E E S EM P M(RAADI) IN EE E NP DEFICIÊNCIA E INTELECTUAL S N P I P M S E SI PE IN M IN E NP I S

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M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E comunitária E M – avaliação EE S de subsidiar o professor na vida das interae toda equipe escolar na Isujeito N S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M ções sociais e dos Ipapéis vivenciados pelas complexa tarefa de avaliar e Eplanejar ações que poS S pesN SI E EE S EM EM P P soas. tencializem a aprendizagem de TODOS os alunos. M M E M N N P M M EE EE um desafio EE SI SI Este é P EM saúde fíEDimensão IV: Saúde N –Pcondições mais a ser Senfrentado, uma IN P M Ede E EE N E N P P P I I I E S N S na sica N – fatores etiológicos eSde vivenciamos uma situação específica M vez que S IN saúde física M SI e mental SI NP EM I EE área da deficiência EE M E S P e mental. intelectual: a sua escolarização E P P M M N N M N E PE EE SI EM Dimensão V: Contextos – relacionado emPE ambientes comuns do IN ensino regular. SI M ao am- SI EM EE P E E M E P P S N N E P pessoa com PE deficiên-M biente a IN SI no qualIN SI IN PE sócio-cultural S N M S E I S N S funcionacia vive e como se dá o seu CONCEITO DE EE PE SI intelectual EM DEFICIÊNCIA M P M M N E I NP N E contextos. E P I M mento nestes Devem ser considerados: INTELECTUAL: I E S M E E S E S N E PE EMsocial imediato – SI PE NP NP EM · o Smicrossistema NOVAS PERSPECTIVAS PE – ambiente I N E E I M N SI P N S M SI N SI são próximos; EE família e os que lhe NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E – a vizinhança,SIa comunidaA condição de deficiência intelectual não pode N IN M EE · o mesossistema M EE S SI nunca predeterminar NP E E P P I M M M E de e as organizações educacionais desen- IN S E P PE qual será IN o limite de M e de apoio; EE EE E S S N E P N P P I M soci· o macrossistema – o contexto a volvimento do indivíduo. A educação na N S N SI EM PE cultural, Iárea da deIN M intelectual EE SI S N S E P M PE I edade e os grupos populacionais. ficiência deve atender às suas necessiM E E S N E E M E SI NP especiais sem Pdos M EM M se desviar EE NP SIdades educacionais M N E I E M P I E EE E Pbásicos da S E S Há ainda o estabelecimento dos níveis de apoio princípios educação proposta às demais N E P P E I N M P S E PE IN e IN SI Assim sendo, NPpara garantir M pessoas. E N I S necessários o seu desenvolvimento os princípios inclusivistas M S N I E P S E M S SI PE IN M atender as suas necessidades. Desta EE cedo a PE devem freqüentar desde forma, há uma apontam que elas S E P M IN N M M M de foco: do individual N os acertos PE SI deve valorizar, EE expressiva mudança escola, a qual EE para oEM EE sobretudo, EM SI EE P N P P I E M P N S P PE INconsiderado IN sobre suas potencialidades N assim,Po sistema de apoio: é M trabalhando EE individual S I SI da criança, N S P N I E S I S S as EM IN como resultante da interação dos apoios com para vencer as dificuldades (OLIVEIRA, 2008). PE IN M E S S E N I escola precisa M forma de conM apreender M S NP e se apropriar A desEM PE M EE M dimensões EE EE conceituais. Essa Pnova SI N E P P I PE M considerar EE como EM E ceituação deixa Ede a deficiência ta nova visãoIN e suas decorrências para S a organizaN N E P M P I I E S S S N N PE estática ou imutável. e pedagógica. No entanto, SI PEção da prática escolar SI NP EM N I I M E N S as estratégias S E P devem conperder as da EEM Portanto, SI não podemos SI EM de ensino EM PE especificidades IN de vista N M E E S P M E P P esta os diferentes deficiência intelectual para que, M SI justamente, EE possa-SIN siderar E EM multidimensionalidade, M PE IN IN EM P S S N EEda pro- PEE E P contextos e os níveis de apoio. Assim, além mos oferecer respostas educativas adequadas para I N M P P I S N E S escolar. N IN de aula M O posição SI de estratégias participativas naSsala se garantir o EM PEseu plenoEdesenvolvimento E M SI M E N E E P I M P E E comum, também há deEE se considerar e prever os Sistema conceitual de AssociaçãoNAmeriS N 2002, daEM P M M SI considera NP cana de Retardo Mental E P SI IN pedagógico E cinco dimensões E níveis de apoio que E se EMfarão necessáS EE SI P N P I M M P N S P IN rios para oferecer o suporte M de aprendizagem de P análise: M EE IN para PEE SI N S E I E S M E S N N EM PE este E aluno. Intelectuais – conceM SI SI Dimensão NP I: Habilidades E N P I I M M E M S S N E E E geral de planejar, raciocinar, P alternativas pedagógicas através das bida como capacidade SI Busca de EM PE PE PE exercer o pensamento IN com deficiência M solucionar problemas, E S NP N EM N quais os alunos intelectual sejam absE N M P I I I I M E E E S S S S E N P participativos trato, apresentar PE SI e atuantes do processo NP EM membros PE compreender idéiasINcomplexas, IN eduM E S SI N E M aula e sua presen- EM P M por meio S cacional das salasEE de rapidez de aprendizagem e aprendizagem SI PE no interior IN EM E EE P M S N E P I E M para siIN ça S seja considerada. A escola aP da experiência; P N deve tomar M E I E N I N E M S seu processo E de conheP acerca de S S Adaptativo N SI Dimensão II: Comportamento EE PE IN SI NP EM – con- Mresponsabilidade P S I N E I M S N E siderando-se o conjunto deMhabilidades S M SI EE cultural. NP práticas,PE cimento e de inserção E M I EE as ne- EM P E E S N Também é preciso definir e documentar sociais e conceituais, comPo seguinte significado: I P M E N M M S E PE SI IN EE IN Ebase EE NP · conceituais: S S cessidades específicas com no referente currelacionada aos aspectos acadêP N I P I P M S N S N está matriculado, em N Ique M M EE SI do ano ricular ou ciclo em micos, cognitivos e de comunicação; S SI E E P M M SI E PE PE o processo de desenvolvimento IN M E relação a todo des·M sociais: relacionadas à responsabilidade, auM EE S E N N E P P I M M E SI N e objetivos; N PE pro- M EE relacionado toestima, habilidades interpessoais, credulidade e EEaos: conteúdos EE te aluno, S SI SI N P NP P I P M N S de apoio PEE M cedimentos de ensino; avaliação e níveis ingenuidade, observância e leis; IN IN M EE de regras SI E S S E N P E PE SI EM EM exercício pedagógico especializado. · práticas: – atividades P IN da autonomia M E E N S E N M P P SI Não podemos SIsegurançaEM correr nede vidaIN diária, ocupacionais e de pessoal. EM PE negar as EE IN o riscoNde E P S M S E P E de M Participação, Interações, P PapéisEM cessidades N Dimensão III: SI a diferença IN destes alunos e tratar M SI PE EE IN S E E P S N forma genérica. EM P Sociais – que a participação do E Ndeverá considerar SI E IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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M M EE E P M N M para a superação PE M alunoEEe EE M DA TEORIA SI limite, M E de seu próprio AS IMPLICAÇÕES N E I E M E P E S E P E NA ÁREA impostos pela deficiência.EM HISTÓRICO-CULTURAL M N IN NP PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P A superação podeIN ocorrer através DA SI SI EM PE do mecanisNP IN DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E I M S S N P S E mo de compensação, e localizar nas SI sua atenção EM EM IN PE condições M E M E S E E P em que a aprendizagem ocorre. De acorO impacto da Teoria Histórico Cultural na área N P M M E N EM SI PE de en- EEM IN vez mais eviEE Educação SI Especial Itorna-se NP EM do com SmolkaPE e LaplaneE(2005), da cada emIN vez S P P M S N S P INna noção M des- trar IN EE a atenção S SI dente. A partir dos estudos de Vygotksy, se de defeito ou lesão que E N S P I M M S PEnature- SIN M EE EM EEo caratê sócio-histórico prende e cultural Ida impede ou limita o desenvolvimento, coloca o N M E E P P M M M E E P S permite esforço N E EE o am- SIN za humana e do desenvolvimento, o que nos de EEem compreender PEque modo IN SI NP EM P P PE I S M N E N S N E M SI sair de um estagio primitivo para um E biente mediar SI as relaSI social Ie NPcultural pode PE Emais complexo. M M P S N E Smolka e Laplane enfatizam e EE o I que ções entre as pessoas com deficiência M (2005, p.81) M E N S E I M E P E M S E EM tenham N NP “a complexidade das é produto EEmeio, de M modo que Eelas EE acesso P SI aos NP estruturas humanas SI P NP E I P I M e a his-IN objetosPde N E S que a história M N I S processo em de um individual conhecimento e à cultura (P.82). EM E I E S E E S S E N P P M P M tória intimamente SI N INrelacionadas. M social encontram-se EE IN M M SI S E P S E E M O biológico, na sua concepção, não desaparece, Nesse contexto, a questão das estratégias peE M E E N E EE his- dagógicas SI NP EM NP Pna NP de sua aprendizagem PEda avaliação M à incorporado e Mcultura e é M I E SI mas fica N E E SI subjugado S N P M I EE E podemos P E SI N ganham destaque S P P tória humana”. Aqui apontar um importante e importância, pois poderão consI M EE S N E N N P I I I M M E S S Especial, M E postulado paraSa Educação que é, exatatituir-se como processo de mediação em direção à SIN EE EM NP M E E P I M E E P S de conhecimento a uma visão biologizante da deIN novas formas e E de- apropriação M P Nmente, a oposição PE S EM EM PE EE que define IN personalidade, SI ficiência. P M N E E “O o destino da ação (OLIVEIRA, 2008). I S E N P P S N SI senão IN instância, EM (1994) M com Ferreira PEtraINa educação IN não é o defeito em si, SI S E em última De acordo E S S N P E I M P área da Ideficiência S EM N M dicional suas sociais, sóciointelectual perpetua M EE sua realização Nna M conseqüências E S I E PE P M E E M S M E P Etem por base E PE psicológica um trabalho pedagógico que ” E(VYGOTSKY, IN 1997, p.44). M um su-PEE P E N S E N I P P N E ações masS M N SI e aprendizaN N EM jeito com A concepção de desenvolvimento SI Edescontextualizado, SI SI EE abstrato, SI NP P I P M S com uma ingeneralizadas, repetitivas, gem é radicalmente pela de INsificadoras, N M compreensão EE alterada E M SI EM Vygotsky S E P EM M M E E E dividualização excessiva do ensino, permanência e seus (LURIA, 1992; N colaboradores E E EM de PE P P I P M E E E S E N N P aluno, conhecimento P N um status do VYGOTSKY, 1998, 1999)S.IN Para este autor, o aprenEM EM infantil SI NPreduzido SI PE IN IN I E E S S N S P P aoN “saber fazer”, em síntese, dizado e o desenvolvimento estão inter-relacionaM SI uma visão fragmentaIN I M M EE S S M E P P da próprio do conhecimento e das possibilidades dos e combinados. Postula a necessidade de deM EEde M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M terminar pelo menos dois níveis P M aprendizagem. N e desenvolvimenP SI SI NP PEsuperar as EE a crianIN SI real – oPque EE INatividades mecâni- M S SI A escola deverá to:M o nível de desenvolvimento N P I S S IN E N M EE consegue perceptivas e de discriminação. Proporcionança autonomia S –; e o nível SI de cas, EMfazer com PE EE P M M E P E N N E P M M a favor de N do que propotencial – o que SI SI desenvolvimento PE PE argumentos IN EM a criança EE uma educação M SI M é ca- IN EE N S E P E I P das funções cognitivas paz de fazer com Sajuda, no qual P a escola EE E deveria S mova o desenvolvimento N N I P P I N M M S a linguagem, M S N E SI 2007). SIN mais complexas, como o pensamenatuar (OLIVEIRA, EE SI EE EM diretamente P PE P M E M to, a M atenção e a memória. IPossibilitar Outra valiosa contribuição de Vygotsky refereN IN constituiEE EE Sa NP E EM S EM como sujeitos P P M E E E SIse ao processo EM ção destes alunos históricos, capade mediação, em que o outro é conN E P P P I IN E E S N N S N P P I de apreensão EE zes dos Ebens dição para o desenvolvimento. De acordo com Pino S SI N EM simbólicos EM e de desenSI N P I I M E S S N P EE volvimento de seu Ipensamento (2000, p.65), “não SI NP EM um simM se trata de fazer do outro IN e não apenas de M EM E E S S M NP E E P Einstrumental M E suas E habilidades. ples do ouM [...] A mediação E P mediador IN EE deficiên-EM EEprofundo, Sfazendo P NP IN tem umSIsentido NP a M P P I A escola deverá levar os alunos com mais dele Stro M N E E S N N SI intelectual EE cultural, significar PE à inserção SI SI NP P cia suas condição desse desenvolvimento” . I S M N S E INdesenhos, suas produções M EM sentido, para a Teoria M SI fala, seus E S E E atitudes, sua Neste Histórico-CultuE P M M E EM N PE NP EE e sua aprendizagem. Elembrar EE M É justo que ral, escolar assume posição SI EM todas EEM NP de destaP IN P P SIa educação I E M E N S E P N E N I P P ações possuem E nossas sentido histórico, que, e é vista propulsora do desenvolS SI SI como mola N portanIN P I N M M I S S N prontos para exercê-las, percorE E M a possibilida- to,S não nascemos É a educação SI Ecom PE que lida PE vimento. M M E EM N N E E P e afirmação NP caminho de aprendide constante de transformação da es- EMremos um longo e intensivo M I E M E E SI SI E N S E P P P I M E N N N Aprendemos de sência que pode Slevar a criança a umPE zagem.EE PE SI porque Inos SI humana, NP apropriamos N SI N P M I M I M S S S N seu significado social. estágio maisEcomplexo de interação, comportamenE I EE M S E P P M M Cabe à escola aproximá-los dos outros, não intelectual. Cabe N PE IN EM à escola EE EE to e funcionamento EMcriar SI S M não negarEM N E P P E I M E E P afastá-los; levá-los ao conhecimento, condições necessárias para o desenvolvimento do P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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NP SI sua condição EE PE respeitar própria SI N EE uma nova Spercepção EM tido anteriormente. N NP P I P M barreiras N S possibi.EE I P M E S S E P P N M M DA APRENDIZAGEM NA N SI do desença no curso PE IN M EEe um redirecionamento M EE ÁREA DA S SI N E E P P I M M M E DEFICIÊNCIA S volvimento sob e soE novas condições P humano. Trata-se.EM P E E S N ceito de aprendizagem e sobre suas possibilidades P P M I E N M M E S E SI“jeito” de ser zar e o IN de crian-NPE Econsiderar IN EE e aprender NP inserçãoPE S S de cultural. é capaz de inauP E PE IN IN até então.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S lhes. EM num país PEprincipalmente SI de envolE M SI M E flexível.107). S N P N E I P I N durante todo o período do ensino M S N SI P no. diretamente nas condições pedagógicas. NP inclusão EM PE M EE de uma educação M EE EE Parece-nos que a proposta SI N E P P P I PE M M EE E Este novo tempo traz consigo novos elemenS N N N E P M P I I I inclusiva pode caracterizar-se como uma nova pos-PEE E E S S S N N P I E I M tos teóricos e constitutivos da prática pedagógica. mas P M S N E P P I E M te a esta população. na direção de seu desenvolvimento pleP P I E M P E Npectiva inclusiva. bre novos N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Como mencionado anteriormente. p. deNP SIzação dePEalunos M N I E M I E EE S ensino regular E é uma experiE S ambientes comuns do N E P P E I N M terminante para o desenvolvimento. então. para torEtuintes do cotidiano escolar. S E N M M M SI escolar. IN novas relações educativas Mser valorizadas quais no cotidiano das EE M EE precisam I SI N S E I E P S P É um repensar sobre o papel da escola e seus N M M E S N PE I ações pedagógicas. as PE E S E SI P N I E M M P (OLIVEIRA.135) EE como diz SI SI desenvolvimento. M SI PE E IN S E E Precisamos trilhar este caminho. SI EE EM tuações SI so P dialógico. a escolariM E E Estamos diante da possibilidade de uma escoS N E E M SI NP com deficiência em PE M EM M intelectual EE la P diferente que por ser dinâmica. é o momento SI NP EM PEserem contempladasIN IN M E S SI tual o acesso ao conhecimento disponível historicaN E M P M M S de educacionais frenSIassumirmos PE como fator EE IN EM as possibilidades EE EE mente de emancipação humana. Vivemos. que ao considerar EE de educaPE apontam o processo mos registros N que S E P suas especificidaM IN M M M N PE M SI EE destes alunos ção em situações comuns.S SI NP M ência inovadora. Projeto capaz E N E E P I M P E E como o Brasil e numa S N cidade como P M São Paulo. ao E P S I N M de aprendizagem. há E S multicultural N N M SI diversidade. “ a cultura provoca E I N SI N I P S I EM M M A ESCOLARIZAÇÃO S N S Eda E AVALIAÇÃO N E I uma re-elaboração da conduta natural crian. N INconforme discu. E P I M I E S M E propiciadoras Como nos lemE S E S N E PE EM SI PE NP NP EM bra DE SCARLO PE p. aberto e dinâmico. P I P S SI N EM Cultural M INe adolescentes N ças I M E S Com Histórico podeS SI base na Teoria E E P SI com deficiência intelectual. E um o da P I M S substancialmente diferente da maioria dos alunos. para do SI possibilitar M EM colaborativas valorizanNP as transformações EE P E I E M E P S para todos. determinando o destino de todo E N N e diminuí-los frente Saos ou. P escola possui um papel M EE E EE S N N E N P P P I I I E S daqueles S ao meio escolar N N N Cabe se organizar paraSexploM frente ao desenvolvimento M SI com deficiênSI SI NP EM I EE rar as esferas da atividade EE M E S P simbólica. S S N IN de S re-organização dos elementos constiEE NP SI EM relações no in. 2004) N S P N . na persEE EE Eatua SI EE P N EM des. M cia intelectual como E S NP N EM N mais E N M P I I I I M E E E S S S S E N mente favorecer ao aluno com deficiência intelecP des a na PE escola. EM justamente EM PE sociais PE IN relações M E a determinação das M mos afirmar E S E N N E P P M I M M E SI PADILHA N de “vencer N PE as M EE no P processo de EstaS referência EE (2001. sem querer igualá-lo E I M S N E prio conceito de deficiência intelectual. em Salguns casos. assim somos desafiados a criar siP M M E N N M N EE de aprendizagem.PEE M de sua nos a superar uma da deficiINdeficiência – expandir IN M EE visão biológica SI obriga M E S S E N P diminuir limites. IN M E E S P M N P P terior das escolas. N mental” (VYGOTSKY. P SI há do próN M E P I SI N ao outro. PE SI EM M M N E M I NP N E do desenvolvimento. com o objetivo de criar M M SI EE comuni-SIN nar-se inclusiva M e atender as diferenças de seus PE IN IN EM EE P S S N EE alu. SI este possa SI mesmo que EE SI N EM novo tempo: IN fundamental. “e é também força que direciona N uma poderosa SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 42 . N N E PE intervirM funcionamento intelectual. colaborativa.ao Smesmo tempo. não compará-los N desenvolvimento. PE SI EM E ência intelectual e assumir P IN uma postura M E E N S E N M Pdo que ser estar no mundo. E N I S uma vez que. NP IN ou seja. num procesE P cia intelectual. não te. E M E N E P IN M M M EE SI EA PE único e insubstituível PE devemos apreender no S convívio com IN estes alunos. SI M EE E SI Easpecto EM P P qualitativa. uma N M vez que. M S N I E P gurar um Snovo espaço com deficiênE M S para aqueles SI PE IN M cia intelectual.SIaludo os SI de mediação SI NP e buscando PE processos I S N M E I S N S nos com Pe EEsem deficiências. PE conhecimentos é justaPE PE uma das tantas diversidaIN curriculares. SI NP E N P objetivos Não se trata de negar os S I I M M E M S S N E E E P Embora não possamos simplificar a deficiênSI EM ao contrário. N que E M toda a comunidade EE ver escolar e ousar SI NP convive com diferenças P M na busca SI IN EE EM de regionais profundas. Talvez seja este o principal que M M p. N PE ser. mais SI SI diferente: é umEM momenEM NP que o aprendizado escolar PE apenasMuma EE IN E P S SI N E E M P da crian-EM pessoa Ido N to determinante Epara o desenvolvimento SI NP mundo”. Significar o P S N M P E ça. cabe a escola EM M I EE valori. E Não se trata de uma diferença quantitativa.67): P I N E (2001.sibilidade M P M M é o de possibilitar novas E SI O princípio E SI E E P uma E vez que. encontrar saídas para E radicalmente lidades.SIo E P I I P E NP S S N I P I N M M tros. E IN PE INTELECTUAL IN M EE EE S S N E P N P P I M S fundamentos ”. mas S o seu desenvolvimento S 1999.PEE E P dades mais acolhedoras e que percebam o valor da I N M P P I S N de se pensar num novo projeto pedagógico: nos. sobre S M SI EE encontrar formas de NP o con-PE contrário. M EE educacionais.

suas evoluções. e tantos ouN P P EE SI EM de enM aluno. servir para identificar M M E N M E N E P I I M E S S N EE todos P PE e tomar decisões. P M deficiência E S N N E S N P M SI aprendeu. IN M gestões para para agir em desenvolvimento ainda EMpotencialmente úteisPE M SI zonas de S E E E M M M P E N todos os PE M EE construção. dições de aprendizagem. E N SI P P IN PE EE EE SI resolução N S N I P P I N ela se aproxima da de suas dificuldaA equipe pedagógica e os professores devem M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE ” (PADILHA. familiar e EM S S S E IN M E S E PE P e. devem contemplar a SIos espaços N N N físicos. captar orais. PE EE SIdo contexto SI pedagógicos. relatórios. de avaliação Eda IN AsIN Outra estratégia interessante M M educacionais EE S S M E P P M E M E E M N E E E P sim.PEE S E E P M M E ela. ou seja. SI propostas SI considerar a dimenoPE que o aluno IN a analisar as variáveis M M pelo professor devemM EE S N E P I M do universo EE E E prática social. suas de Ie EE é preci. PE SI O professor deve aprimorar PE da cacional EE apoiadoEEpela IN SI N EE suas conI P S EM N P P I escola que deve possibilitar recursos para melhor olhar para o potencial do aluno. dinâmica I E E S SI N S P P M SI ção das necessidades especiais. entre eles. com E sua experiência S E E S E N P M P M SI adequações. E N dos alunos e oferecer P E I I S tégias de aprendizagem o desenvolvimento real do E P S S N P I S M N S em E o ensino. além disto. enfatiza a importância da avaliação do prosor no cotidiano das atividades e das tarefas E E E S N E N N P N M SI EM NP de ensino e aprendizagem Ena SI a identificaSI NP PEaula. observar S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E organização das condições em que se ensina. com EE M SI EM SI nos dá sobre IN PE NP seu processo EM P E E M S M evolutivo e pelo qual sala de aula. na área da deficiência intelectual este procesaprendizagem é a análise da produção escolar dos P IN I M E E E P S S N N E E M P M N as possibilidades SI seus SI “conhecer so deve nos permitir analisar NP PE intelectual: EE IN deficiência SI NP EE alunos Scom I P SI N P I S M M N e com deficiência mental cadernos. Nvalorizado S N E I M CNE/CP M consubstanciadaPEna Resolução objetivos a serem avaliados pelo profesEM nº. os sinais que relatos N N para. As INque a criança possa se SI NP EMde avaliação P PE I S M N E N S N E M P SI identificar com o conhecimento e expandir sua relapermitir SI dos aluSI avaliar as PE EE IN necessidades específicas M P S EM N E I M M E ção com o mundo. S relaçãoSao aluno com N E E S N P M I EE E E SI N S P P P I M mais recomenEE cer sua forma peculiar de se A observação é o instrumento N E N Nrelacionar com o mun. Para que isto ocorra. entrevistas.PE P P I P M 2001. S N I M P P I Ssino M E S E IN S su. texto e permitam o acompanhamento EM N NP recursos EMdidáticos. P I I N E P N S S N M SI M SI IN SI NP EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 43 . P M I I M apoios a metodologia de do aluno. Para EE diferentes para que SI EM EM IN instrumentos de avaliação P M E E S E EMalunos M P N isto. nos com deficiência intelectual e os apoios necesE N S E I M E P E M S E EM garantir a N NP EEsua aprendizaEse O professor Ideverá explorar todos os canais PEEsários para Mque possa P SI NP SI P NP E I M N E S M N I S EM N E I P base nosSobjetivos de conhecimento da criança. NPescolar eIN N avaliação SI ensino etc. Qualquer procedimento de avaliação deve enI P P S N SI S PE que facilitem IN do conM escola. a sala de aula. IN Mda pessoa SI EElimitações EM figuras.S P I I I M M E S S S N M E EEde informação do um dado M para a coleta NP do contexto edu. 02/ SI sinalizem S EM M EE EE E N EM E EMesco. E EE EE estratégias PE tambémPdeverão SI de cada para gem. EE EE deve envolver INA avaliação M SI EM NP aspectos P IN P P S I EE E M E N S E P N E do processoIN de ensino e aprendizagem. p. I P I E M S E E S N S E E adequar P P IN todos os alunos de Cabe a escola a preocupação em SI os EM PE IN NP processo IN de desenvolvimento S E I M S S N P S e. O professor P I E E P S N E M Ppedagógica M escolar. mesmo I gem. fichas contendo E E SI que são: N SI aprendizagem deverIN ser um processo dinâmico N P P EE SI S N EM EM SI N P I I M E E S S envolve a relação interpessoal que se estabelece indicadores. fotos e outros trabalhos realizados em P E os indícios. os com deficiência intelectual. EAlguns Eo SI podem ser EM instrumentos que PE da P M E E E SI EM N E N P diários de P P classe. 2003) NP EM PE Etornem.SIsem MIsto nos remete E I E PE também que seja necessário criar M P E E M S M E E P E E PE IN M P E E N S ação pedagógica. determinantes . O mesmo se dá realiPE PE e as observações Mutilizar melhor EE em so EE o diálogo SI NP E N P N I P M M M I I E deficiência intelectual: conhezadas no cotidiano escolar. seu M equipe Nobservador. Por isto que se temPE E N I P P I N M E I S M N S N N E P S Educação E SI a busca de indicadores de avaliação. folhas S de exercícios. EE res. As Diretrizes Nacionais para a situações artificiais de avaliação.diferenciar N potencial. valoriza o processo IN IN M EMprofessor E E entre e tros que possibilitem conhecer o potencial de aprenS S M NP E E P E M M P EE dos alunos com deficiência intelectual PE IN EE EEbusca conhecer as estradizagem eEM P NP IN e de aprendizagem. IN da sala de cesso para lares. M IN indicadores SI S avalia-se o contexto da os volver a análise N E E S I M E E S E projeto curricular.que com oMmundo.177). P ca a conhecer INcolaborativa. EE S interativa e E de modoIN SI As atividades com PEintelectual. questionários. P M E M N E N M Mprocesso de avaliação EE SI utilizados NP Nesta perspectiva. des construir seus próprios instrumentos.SIN IN interação M formas S M S E P E E M Eras particulares M N de aprender.SI EMdeve ser M EEe com o conhecimento. S N são da de significação implícitas no processo de ensino e aprendizaM E E P P I M M M E E P S N N grupo escolar. desenhos. que SI SI Especial PE IN PE M na Educação Básica. permanentemente. as apreciações devem envolver M todos devem.Enecessidades que são M EM EE P SI uma vez N E NP os atores da escola.M M EE E P M N PE M ponsáveis EE M EM pela aprendizagem SI o pro. E P NP I I M dos progresM I E M E E S S E N E S E P P P M os instrumentos E os objetos do conhecimento.M E espaço educativo e o conhecimento para possibilie não apenas N E E I E M E P E S E P M E efetivamente. osPE sos obtidos. 2001. NPsuas manei. M Eo oPmobiliário. Mtar que se N no fessor IN (CARVALHO. seu deI M S EM N M sempenho M de avaliEE ao processo NP escolar. que se instale possa permitir também a avaliação de P pedagógiM M M é preciso I E uma prática E N E E S N P I P M E dinâmica. com educacionais.

S com base em S N E P M E P IN SI N E P S I N M 3 Que ações são possíveis de serem realizaE I VYGOTSKY. E M S S N E E E P I M E E E S 2 . sua forma emIN to. EE SI S N S E P M PE I M E E pedagógica.EEM 1 . É fundamental EE M E S P E P ter clareza que a avaliaP M M E de Bourneville. da E S E S N E 5 e adenoma sebáceo. responda se é possível P de estabelecer formas P SI NP E PE IN JusM E N S SI em critérios específicos e nas propostas delineadas N E I avaliação comuns a todos os grupos. com ele E N E E P I M P E E S N P M N EEproposto M quais SI possível avançar.] Elas M devem deste M P material. S proposta E E propostas para ditas P S N M P E N SI EE IN Associação Americana de E Retardo Mental. há de se considerar M IN N M M criança com Síndrome oca. o cálculo. E I SI diferenteEda N S S P ou M seja. já que no desenP NP P I P M deficiência e como pe.IN N com a escrita.. P N I S So N SI EE E NP EM intelectual I ência alcance conhecimento. EM EM DA NA EEPRENDIZAGEM P EM S S N E P E I N M P P I P S dirigir um olhar específico. porém E S S N E P N P I M S ensino no cotidiano N SI EM PE com inteligência IN da prática raro encontrar relatos IN de pessoas M e de aprendizagem. M N E I E gumas são variáveis e não é M P I E EE S E P E S N E P P E I N M ter a criança em momentos artificiais de avaliação.. mesmo I P M E S almente generalizada. P M S tifique de acordo N E P P I P N S M EE EM IN IN M SI E P te material.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S N O importante I é S com. Por quê? M P M S SI PEsua resposta EEcom o conteúdo des. SI EM NP PE EE IN E E P S M SI N E ser educadas com metas semelhantes às 5 De acordo com o proposto neste documenP E M P N SI IN cinco dimensões de análise EM to.Explique a principal mudança no EM ocorrida EM PE daPE IN ser distintas M E M [. NP E N P as suas expressões e as inúmeras I I M M ficiência intelectual.EE M S N P S M SI EE EM positiva P das após o acompanhamento M IN de fordos resultados EE das EM P E E gir seus esforços à criação S N P P M I E N M M S SI avaliações? Fundamente sua IN conteú-NPE EE IN EE resposta Sno EE NP de trabalho mas que levem o sujeito a venS P I P P S SI N EM IN do deste material. Fundamente sua E PE SI EM respostaMno conteúdo N EM P I E E N S E am as mesmas leis geraisSIN [. E SI SI N PE da M IN conceituação EE do ensino EEcom a nova EE S SI N quelas comum. a escola deve N P S neuropsicomotor. S incomum a E No caso PE INem IN SI Nmanifestação M E N I S M S N I E P S No que se E refere à promoção do Ealuno com E M S SI indicam uma PE IN M estudo. assim. tendo características SI doença. P P de autismo. PorM ePE de O atraso mental está presente SI SI que de forma NP diferenciada EM PE do processo M M de IN M E EE SI N E tanto. convulsivas. A Síndrome de Bourneville também N N M N E EE SI Eé EM é conhecida SI SI M EM ção um processo contínuo pela NP e compartilhado EE P P E I E M com a denominação de Esclerose E P P S N E N E P IN pedagógiequipe da escola.. os registros médicos e clínicos E que suas P S E P deficiência intelectual. denciados M EE S SI representações. não E avaliativo S único e M IN INTELECTUAL N N SDEFICIÊNCIA EM PEcom o seu SI E M SI M E comparativo grupo. retardo Emental PE EM SI PE o aluno NP NP EM P I N E de formas alternativas para que com deficiE I M habitu. PE o desenho. no conjunto das atividades propostas S N E média AlE M e apenas convulsões e lesões cutâneas. Ide SI NP herança IN M PE S Tuberosa. M a partir da avaliação M E S dos alunos com de. SI NP PE M EM sem que M EE características submeNPse faça necessário SIpelo professor. aponta que a escola “deve diri. escreva sobre osS aspectos que ser eviP devemIN IN M EE M EE S N S E I E P S P lidar a leitura. mas.Sse necessário. também pelo PE IN E E REFERENCIAL AVALIAÇÃO S M N E P P M SI EE deve lheSIN aluno a escola PE ÁREA EDA IN IN com deficiência intelectual. características de comportamenSI SI E IN PE seu jeito próprio de Eaprender IN M S considerar e a particuS E N to autístico M M e ausência de linguagem. 77-78) EE N E P IN M M EE SI E PE escolar e. E SI de seu Eprocesso NP EM EM M EE M EE laridade de SI apropriação NP do conheE P P P I PE M M EE E S N N N E P M P I I I cimento. IN complemenP aprendizagem EE E EE S Consideremos 4 é uma NP caso: Luciano N EM o seguinte N P P P I I I E S S N N S pro. portador EM a participação EE fissionais. E S dos outros alunos. munidade uma efetiva SinserN SI para alcançar E EE SI EM EM P P M M relativizando-os com os fatores que interferem na E M ção M cultural. Portanto. sim. N I M M E S S cer as dificuldades criadas pela deficiência.” (p. estará baseada M to.PEE N S M IN ela pode auxiliar no trabalho IN M EE com deficiência SI E S S volvimento de pessoas atuE N P dagógico.M M de Esclerose Tuberosa. DE SIN CARLO EE(2001) .. cite as M PE pela SI EE as pessoas IN normais. M SI EM NP P S I M S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 44 . N PE SI EE EE EE EM SI EE atraso M P N aquisições seguirão um caminho qualitativamente P P I E P EE sionando um no desenvolvimento N S N P N E P I I N M criança comum.M N S SI A descrição clínica aponta que a epilepsia.criança N M tar as informações com de outros M de I7 SI da Síndrome SI SI NPanos de idade.EEM IN EM EE em sua Adequação Curricular Individual. todos P S E se manifesta pela tríade clínica de crises E M busca IN NP N EM EM favorecedores P I M I E S M E da intervenção educativa.] suas E S metas não devem E N N E P P M M M âmbito pedagógico. SI E E P SI 4 .Considerando N manifestações de conhecimento.Considerando IN EE EM E S E SI P N P I E M M P nhecimentos que foram apropriados. NP mesmo: o quanto foi o neste documenP SI os co. ocorre comoPparte integrante E P I M não é de todo EE em mais de 50% dosPE casos. a importância E sobre este EE E S texto IN S sem desconsiderar SQuestões N e P P E I M S S N N necessidade na aprenEE de investimento NP a absoluta SI SI EM M P M M E SI dizagem E SI E SOBRE M E dos conteúdos P curriculares. P o documenEEproposto Ineste SI NP NP EM N a deciEM NP M P I I I M E E E S S S S E N são sobre sua promoção ouE não. N M S I S N EE I S M os dados devem ser que cas. ouPEE seja.SIrelacionando-se E estreitamente com sua coN N que a equipe da escola E P I P E NP S S N I P I N M M S partilhe a análise dos E dados avaliativos. é uma dominante. é freqüente (60% dos casos)PE S E P N M M E I N N E difícil controle.

OrientaçãoM Técnica das Direção avaliação terá como proSI A primeira E P PE torias de M MEducação M E E N e Diretoria de Orientação Técduto o Mapa com os saberes dos a N E E P NP M alunos. I S SI N P I S M M N S permitir a cada umEM N se aprendido. N P P I é necessário P M I E S N N E S N P M E SI SI cumentar em consideração o que você escom base SI IN M M as necessidades específicas EE no INP 10 .gov.fessora.damente I N era e como PE E sobre como I P I E M S E E S N S E E N P P material. que tenha MATERIAL DE PROFESSOR P M SI NP IN Icompromisso M M EE S S o de mudar o quadro que enfrentaM E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P mos hoje. porque “o importante.Levando S M E P Mdo ano ouEE EE E curricular material.M M EE E P M N PE deficiência intelectual. escreve Ncon. mas aprender”. Diretoria de (SME-DOT).SIDisponívelSIem EE EM E P M M E P E N N P (Philippe Perrenoud) EE M SI EM SI IN PE Nwww. Após M I E M E E SI SI E N E S E P P P nica/SME. escreva sobre a principal críreferente ciclo em que o aluno S tudou. será I E M E N S E P N E N I P I um contratoSentre as diferentes instâncias da rede: cial traz para P as orientações E S SI a aplicação N da avaliaIN P I N M M I S S N E escolas.pensação. desenvolva o traE NP M EM EM MEdu.prefeitura. 459 escolas PE à luz do referencial. I M S S N P acordo com o que você S E 9 . escreva o por que S definir e do. com a finalidade de a estratégiaPE síntese Ee o SI planejar IN N resultados EMdebate dos PE será elaborado PE IN SI S N N S N P M I I I M que ao mesmo tempo dê conta da complexidade S o professor S e plano S ou pro.M 6 .EEM INde ação.br EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S diagnóstica M N 1 – SAvaliação do aluno N E SI EE SI EE SI EMPROPOSTA P PE P M E M PARA O PLANO DE TRABALHO N E N M EE SIfundamenNP EO EME IMPLEMENTAÇÃO SI ação será EM PE P M E E DO desenvolvimento desta E SIPARA A IMPLANTAÇÃO EM N E P P P I IN E E S N N S N P P I para traçar PROGRAMA LERSIE ESCREVER NA ESCOLA S tal de a ser desenvolviEE N EM trabalho E EM SI o plano E N P I I M S S N Pitens DIAGNOSTICAR P MUNICIPAL NO QUE CABE AO TRABALHO DO do. currículo traz para a elaboração e a S E E E P M M E EM ação. O referencial. Diretorias deEE S diagnóstica.De neste conceituação daEM mesma. M você leuEneste E com o que M S E E P escreva e explique o mecanismo de com. EE EM SI EM mento de alunosINcom Fun.EEbalho SI e 14 mil professores EE NP cação. O M N PE NP EE sistematização Para de e planejamento Eda EE necessário M SI o estabelecimento E referen. SI SI a partir da nova dou neste E EM PE IN NP siderada IN a deficiência intelectual.A partir do que E você neste mateEM estudou E E M P E S E P P M M N E sua resposta no E conteúdo que você estupassa ser Mrial.EEM NP P IN P P SI tanto.portaleducacao. tica feita por P repetição exaustiva com intelectual Iestá EE à aprendizagem SI SI deficiência NP EM P P PE I S M N E N S sobre as contribuições N E M SI de uma 8 . coordenador P I IN rede – 13 M E E E E S S M E N E P – mais N aprofundado M PE e tam. nos o que EE SI EM IN IN M EM II NASEDIFERENTES E EM S S M NP E E CICLO ÁREAS os estudantes sabem e o que precisam aprender e P M M EE PE IN NP EE esferasEM EE P NP S N ORGANIZAR o trabalho com gêneros das I M P P I SI M N S E S N N PE SI EE PE SI O desenvolvimento trabalho como este discursivas privilegiadas nas diferentes áreasIN do SI de um M P S N S E IN M exigirá EM M SI as orientações E de todos a co-responsabilidade sobre ele. S S N N E E M P M N SI SI Orientação NP PE como se” EE IN não é “fazer SI Técnica P NP cada um houvesEE do ensino. INP PE EE de Vygotsky M P S EM N E para compreensão da e desenvolviI Maprendizagem M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M E M E E N E E SI NP EM NP PE NP PE M M M I E SI N E E SI S N P M I EE E E SI N S P P P I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E EE SI NP M EM EE P I M E E P S N E M P M N PE SI EM PE EE IN SI N EE E I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S EM M IN M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N SI EE SI SI EE SI NP P I P M S N EE IN M M SI EM EM S E P M M E E E EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N N SI NP EM NP EM SI SI NP PE Iuma I E E S SI N S bém desenvolva ação de qualidade.PEE 2006. na democratização São Paulo (cidade): Secretaria de Educação.sp. Sugerimos que M EE S E P tamanho da Diretorias Regionais de da turma.Discorra SI SI ação.M 7 De acordo docuN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E mento. neste N M E P P I M M M E E S N N E E EE NP matriculado. I NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI REFERENCIAL DE EXPECTATIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA COMPETÊNCIA LEITORA E ESCRITORA NO CICLO II DO ENSINO FUNDAMENTAL 45 . SI estudou EM IN PE material.

leitor. pois ORIENTAM M EE INos tex. O é claro. Mais SI a desvendar PE EE IN EM os sinais gráficos EE P M S N E PE P I E M mento deIN uma diversidade de gêdo que decifrar signos. crenças. O material para NP EM I I P M E S S E P IN orientam tativa que fornece indícios S que 4 – Formação de Professores NP EM à medida EM PE IN M E M E S SI N E E P P M M quem lê.compartilhadamente. aos que orientam a ativiPúblico: CP e DOT. EE continuaPEde pautas de formação Elaboração S E P M IN N M M M N PEe SI instrumentos EE criação de da. que P E por professores de ores. sereE N M P I I I I M E E E S S S S E sobre as P E IN leitor requer diferentes A formação de Sum namente. M gêSI EE contextos sociais. 3 – Produção de Icadernos SI M Etexto NP Ede P P E M E P P S N N EE textos nunca PE dizem estruturasM didáticas nas IN SI SI orientações NP tudo. Ipor I E N exemplo. geralmente. ção comunicativa. M M S N P E N E S contribuem. escrita éo técnicas para IN nas diferenP M EE E EE S N N E N P P P I I I E S um objeto N N ser apreendido S Ne texto como M tes áreasSnas escolas.lhanças E P S M SI N E P E M P anteri-EM esta diversidade N é uma realidade ficiência leitora acumulada em experiências SI a ser enfrentada IN M SI PE EE IN S E E P S N M diferentes áreas. EE elabo-SIN envolvidas PE de texto IN IN EM EM EE P EM S S N E E P ser ensinadas em contextos reais de aprendizagem. que o leitor I E S M E E S E S N E PE EM sentido ao que SI ampliar as PEorientações NP para atribuir NP qualquer Aprofundar e didáticas. EE SI Trabalho EE PE EM cada M SI po. IN M Público:S3. N SI maneiSI sociais de certa PE específicas: NP P I P M SIsentadas Ipor N S N E N SI para a organização ra. A E TAREFA S N A QUEM S DO SI P N SI M SI ENSINO EE SI N E IN DA LEITURA E DA P I M E S S E N I – Projeto M M M S NP ESCRITA NA ESCOLA? 6 EM PE M EE M EE de recuperação EE SI N E P P P I PE M M EE E dos alunos S N N N E P M P I I I E EE E S S SNeste documento. isto é.PEE N S E I E S P M M E S N PE tos escritos criam ao debate do SIN Msituações propícias EE SI NP E N P I I M M E M S S N E E E simbólicos que pedem P conteúdo temático. aderindo ou não. os EE der de que IN SI NP EM seu Mneros. EM à idade Ngênero PE EE Iou EM à pro. internaliza o diálogo com M S N I E P S E M S SI PE IN M leitura se torna autônoma. I M M ser interpretados. Os E S NP N E N recursos expressivos mobilizados pelo autor. N N P P I E I M assume-se que S ler e escreS N N EE NP SI de todas SI EM Salas de Apoio ver M P M M são tarefas as áreas. estabelece esta mento”.250 professores.EEM lê. São IN POs I S N M S E I S N E I S porosas que dependem do trabalho interpretativo diferentes áreas de conhecimento M E PE S E P M M N E M I NP N Eque não significa. EM SI E M SI M E E N E E P I M P E E bilizar o que P sabem para com os textos.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E usa para E E M EEou S gem que se escrever. dos Textos são objetos para I M E E E S N E P P P sentidos não repousam. de e proPor apresentar-se da situaSI certos conteúdos S EM EM PE M M descontextualizado E SI E Epara N E P P I M E piciam esquemas de interpretação o leitor. EE tro. pois o tempo da leitura não é E P P M M E N N N M EM EE SI EE EM simultâneo SI ao da produção do pelo E escritor. acompanhando SI tratam P de textos. ao conhecimento I I M E S E S S N P EE PE SI EM de manterem EM a respeito aN escrita. E P I M do leitor. EOs NP suas im-PE presentes em diferentes EM analisando M I E P E E S N nerosEde cumpremPfunções EEM plicações. ração de orientações para o desenvolvimento de E I N M P P I P S N S N EE N M SI em situações que faça sentido aos estudantes moprojetos de P recuperação nas escolas. IN PE IN M que primeiro EE EE E S S N E P N P P I I escrever nas áreas de M reconhece à tona Curso “Ler e S EM PEvozes.EM tos e a colhê-los. M E E S N EE SI do gruPE M NP EMrelação do texto com o leitor dentro ca na P I M E M E N S N P Num segundo EM momento. progres5– Grupos de N E P P E I N P S E o texto PE INe a IN SI NP M E N I S sivamente. o texto escrito acaba admitindo M E S E N N E P P M I M M E SI N N PE EE Em S uma sala de estudanmúltiplas leituras. aos SI EE EE SI objetivos EM equipes EM P P valores. suportes textuais. independentemente semede que dispõe que reP IN das convenções M E E S E N M P SI SI quanto Lidar com gulam o em que se enquadra o texto. àPespera de leitores apNP EM PE IN inM E N S SI N E I M P M S vestimentos envolvendo a identificação. leitor vai ajustá-lo a seu M EE aula há. EE EE de acompanhamento EM SI EE P N EM P P I E M P E Navaliação M S N P N E I P I N CABE P do programa. os leitores procuram entenP S e compreensão M N E E N I I N E M S E que estão P S S N E textos. tipos P S I N E I M S N E encadeamento e Sprogressão. P às proposições apreM textos. E E seus autores. É SI EM mediador.EEM esteja livre PE I N E I M N S SI P N S SI Na atividade SI ler regula EEinterpre. do contexto de produção. As habilidades Formação de professores das E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P na produção P e devem Pedagógico e professores de M na leitura SI recuperação. discerni. à maiorIN ou menor familiaridade com a linguaSI precisam M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 46 . ao seu maior 2 – Encontros N S E N N bimestrais I P I I P E S NP S S N I P I N M M menor domínio acerca S S seus N do assunto tratado. linhas. traz IN conheci.SIN S N S E P M PE I as ênfases dadas pelo grupo. PE o professor. NP ao ano escolar. S N M N EEaprenderM M SI NP EM Entende-se P SI IN EE E que trabalhar a linguagem escrita CONCEPÇÕES DE LEITURA QUE E S EE SI P N P I E M M P S P IN IN significa trabalhar também M ESTE SREFERENCIAL a oralidade. M SI autônomo SI SI NP EM I EE EE M E S P fechado em si mesmo. objetivos: formar M M E M N E N E P M M EE SI o trabalho SI EMNa comunicação PE o mais freqüente PE implementar dade. EE SI SI pois cada N P NP P I P M EE N S N E N I M P tes com conhecimentos diferentes sobre a leitura e horizonte de expectativas.

experimentações. registrar. segundo as categorias de análise DE UM TEXTO? E S S N P E I M P caso de IN S EM M a) IN no análises históricas é possível M EE M E S E PE P M E E M S M E Compreender P E de categorias E PEdiálogo – N organizar informações a partir o ato de ler como enIN M de tem-PEE P E E S E N I P P N M E M SI N simultaneamente.ao longo da conversa a respeito za entre textos e leitores. EEatividades SI NP M EM EE O QUE CABE AO PROFESSOR P I M E E P N o registroS do que os estudantes E M N PE3 . de lazer. seqüência de SOBRE O SI EM M ASSUNTO IN classificações. E prática da EM P P I P P M E E E S N E N N P P N diferenças. comparações. P SI NP I P M S os acontecide relações entre e da leitura – implica. – nomeando. pois E E sobre ele. semelhanças.SIN IN M M S E P S E E M de to. irão definir a natureza de sua N P I S M M N S N SI EE EM de tra-PEE na cidade. es. INséculo. S E E E como pro exemplo. crucialmente.que I um tempo para estimular N E os processos PE E I P I E M S E S N S E E N P P dos SI ao SIaprendizagem.M dispor de sensibilidade Ee instrumentos para diagN EM E I E M P E S E P P M M N E de atileitora e escritora de seus Mnosticar aEproficiência N alu.HABILIDADES A SEREM M SI EM SI IN PE EM de paisagem P IN E E M S M E N S P IN crevendo N ePrecortando territórios a partir da qualifiEXPLORADAS ANTES PE DA LEITURA EE EE SI N S I P P I N M M S M S paisagens. durante e depois M M I I E S N S S M INà vontade para EE EE EE SI NPte deixá-los S P P P falar. procure não ratificar e nem negar o Efas que todos Nque os estuEM PE os professores. Mque ele M em relação SI ao tema.N valores. investigando S E do o que os colher situaçõesEdidáticas que conciliem M M SI E os conteú-PE assunto IN M aqueles E das áreas Ecom M E S E P alunos já sabem a respeito.LEVANTAMENTO DOS N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE ções e exemplos. leitura começa antes mesmo que o EE N E permanências.vação na memória.M M EE E P M E N Pseus EE EM função de SI EM que. naSIdécada. ações de sujeitos que ele conhece do assunto. em considerar N M EE didaticamente. e efeitos. anotar e organizar mesma. EE NP EM EM S Eidentificar causas PE P M E E E SI EM de modo geral. M NP P siderar os saberes e expectativas dos tir de seus esquemas a compreensão de I S N S E IN M um texto EM vai depender. EE S SI EE – antes.organize SI EM NP EM PE EE ILEITURA SI N E E falam sobre o assunto. procure ENTRES O TEXTO E O EEM SI levantar S1 PE IN M P S EM N E suas hipóteses a respeito dos conhecimentos que ESTUDANTE LEITOR? I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP a turma já dispõe a respeito EE do assunto EE M EEsupõe que P SI NP SI P NP E I P I M se reali-IN ou do próprio N E S que a prática M N I S texto. Considerando da leitura EM E I P E S E E S S E N P P M P M 2SI. defini1 . SI EM NP Quanto P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P maior o número de elementos de que dispuser S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M será a leitura. aprendendo por N material com-PE PE EE SI SI NP N S N P M I I M I M S S S preensiva. dos específicos que ampliN P M M M I E M E N E E S N P I P M E E a formação EE S também N no campoSIda leitura e da E am N P P I P M I E S N N S N EE COMO DESENVOLVER SI SI escrita. uma EM EM SI vez que SI NP PE IN IN inicie a leitura integral I E E S S N S P P to.antes de SI iniciar o trabalho. EE IN EE M S E P P M M Quando de assuntos N PE aproxima IN o leitorNse EM EE EE EM noSI S M EM E P P E I M E E P vos situação muito comum na escola – é preciso P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 47 . há tareIN M com a interação EEdo assun. IN lugar – na SI interaçãoPcom EE gorias de S SI fábrica. desQUADRO 1 . M PE EE PE IN NP Como o EE é con-EM EE as informações P Nleitor S N I M P P I 4 uma outra forma de organizar dados processa a parSI M N E S E S N N SI EE PE SI estudantes SI internos. no doS texto IN SI tre leitor. confrontar. depois. IN M EM E E S S M NP E E P M fenômenos no tempo. mais significativa S M EE para processar EM NP recursos NP vai munir-se EM E P NP I de mais o I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI meio da Ileitura N N lido. agrupando os dados ou idéiANTES DA REALIZAR I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I da disciplina: I SI S E as. o uso de do E P M M P E N PE M EE uma tabela: EE EE IN M já S souber a respeito do assunto tratado. como mediadores PE EE da dantes Emas SI É importanNP leitura. M M E EM que aM S E P M E E E mentos – mudanças. o professor dedi.Sno IN processo de ensino e E I M S N P texto estudado. em objetivos. N autor e contexto de produção po durante. de espaço – doméstico. realizar antes. texto. I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E seus saberes para posteriores. CONHECIMENTOS PRÉVIOS S SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE problemas e soluções. no país. precisam EM N P N I P M falam. IN I M M EE S S M E P P b) no caso de análises geográficas é possítivas desencadeadas por uma primeira inspeção do M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E do texto M material a ser lido que M vel agrupar P informações N os parâmetros P a partir de SI cateSI estabelecem NP PE casa. EM PEassociados IN conteúdos NP nos e. N N E SI cação de DO TEXTO EE SI EE SI EMINTEGRAL P PE P M E M E c) no caso M de análisesIN científicas Sé IN possível. de perspectivas distintas de: pensamenleitor o SI da obra. SI EM E P M M E P E N N P EE balho. M EM NP ESTA HABILIDADE SI P I M E S P IN M EE EM EE COM SUA TURMA S N M E E P P I M M M E E P S N N E EE EE PE SI IN A MEDIAÇÃO M SI COMO SE NP REALIZA EM P P PE I S N E N E P IN. descrição de componentes. do autor e as expectaM SI históricos. no parque. naIN EE o texto.

uma com diferentes materiais imS SI EM PE IN Mrica convivência EE grafi. a pequena apresenM E S S E N I M M M ou de seu autor – que E S NP EM COMO DESENVOLVER obra M consEE geralmente M tação da EE EE SI ESTA HABILIDADE NP E P P P I PE Mou ainda outras EE E S N N N E COM SUA TURMA ta da quarta-capa – informações que EEM P M P I I I E E S S S N N P P I E I M S o leitor vá aparecem na orelha. SI editado. EM P I M vros. nas localizar quando possível.Eestabelecendo S E 1. M EE a cidade onde I SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 48 . capa da publicação: título e ilustra. Retome as EM didáticoSIque P E E N P P M I num jornal? Como devemos ler cada um? lise da capa: quais se confirmam? Quais não? E N M EE M I E S N P E N E P S I E I E E N 3. SIde leitura. sempre que possível. edição. quesP2. SIN E P S N M P E 5. o autor.EEM IN abordados EM S EE P EM S S N E P E I N com fragmentos de textos extraídos de outras obras M P P I P S S IN N EE N M SCOMO EM P e de outros suportes. EM SI construir Iuma EE P N EM P P E M P E Nsérie de expectativas S N P N E I P I N M contidas na capa S N As informações S como título.EEM NP EM DO SUPORTE I dos por diferentes I P M E S S E P IN NP EM EM porâneas quanto as mais antigas – a Ssaber: meios PE IN M E M E S SI N E E P P M M SI eletrônicos. confronte S outras ediS a diferenças P4. 3 EXPECTATIVAS I N M P P S N E PE IN Igeral. antes de discutir qualquer texto com S E I E S P M M E S N o suporte PE circula. ao extrair os textos de seu QUARTA-CAPA. leia Spara ou IN a turma o texto da SI Nquarta-capa EM em M P I N E I M S N E S há no livro umaM jornal? O que SI EEhipóteses levantadasEna EM aná.SIN S N S E P M PE I M tes em muros). ORELHA E P M IN M M M N PE SI o leitor é EE EE EE privado de suporte original. IN E N S SI N E I M P M S do que SI seus alunos tione a respeito 2. ainda E M E N S N E P EM EE SI EE P EM EM FUNÇÃO SI N E P P E que não suficiente. PE PE IN M placas de arEE EE alunos SIN E S N E P N P P I M gila molhada. quando promova N es6.O acesso a S N EE SI PE Mrevistas é NP jornais. de pontes entre conhecimentos SI EM os seus EM P IN por meio M E E S P M N E P P professor. que elementos internos ao texto são importanI I I M E E E S S S S N P EE ao trabalhar PE SI NP EM tes paraMcompreendê-lo. muitas vezes. analise-o M EE sível. na concepção EE SI EM SI das capas. pressos em seus suportes liE E originais.M NP não háPE da orelha. os créditos do livro. as referências DESENVOLVER ESTA HABILIDADE SI E M SI M E E N E E P I M P E E S utilizadosIN dos textos aula ou noIN livro diCOM SUA TURMAEE EM M S em sala de NP NP EM P S I E E EM S EE SI P dático adotado. Localize então. condição necessária. SI os livros didáticos.EEM PE analise aM EE IN EM EE esperam SenP N E P P I pergunte Registre. rolos IN de papiro. da. P o suporte ori4.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE M P E E M IN NP EM EM P I M E S M E E S E N E E PE EM de textos já criaSI P NP os diferentes NP EM tudos sobre PE I N E 2 . Ise M M seu suporte E original. editora. de ima. E M contrar neles. M que posEE de leitura IN a tur. NP Por exemplo. EE ou nãoSIna E EE ta as mudanças terfere no Projeto editorial. estimulando o deconceitos da disciplina podem ser explorados e ainM E E E S N E P P P I M sejo de realizar a leitura E S NP N EM N E N M P I da obra. para identificar que SIN SI NP originalM E N P I I M E S S N EM E E P I de que os alunos o manuseiem. S O que sugerem? M EE IN EM IN IN quais os gê. a fim ma. ilustração. leia. em que o texto cuidadosamente.PEE SILeve. sempre N da Sala 1.M P N PE SI SI EE SI N E IN P I autor. Verifique se eles integram o acervo P N I E M M P N S P IN M da escola. SI PE IN o estilo). os alunos E conato IN prévios e M zidoIN pelo os conteúdos SI entram Eem PE no livro. SI EM IN 5. P S E M S SI PE IN M EE PE S diversidade deNgêneros. com diferentes suportes. S E P I S S N E E P E neros deStextos possíveis P de serem encontrados 3. M M PE PE IN E S M S N E N P ginal significa aproximar-se de seu contextoE histórico Compare os créditos S dos com os anEE I livros atuais E P M SI N E P E P N SI de produção (a E época. EM M as idéias. inpare edições DiscuS E N N E P P M E M E SI O que SI N no uso P EM N atribuição de sentidos.EM SI N P NP P I P M E N S N muda? O que permanece? gens. comE E SI EM NP esta mudança EMPergunte PE PE antigas com as maisErecentes. EEM tigos. N M Embora E N I S M S N I E em contemplem a DOS TEXTOS DA CAPA. identifique o livro foi N houver oportunidade.EXPECATIVAS EM FUNÇÃO suportes E I M N S SI P N S SI N – tanto as SI sociedades EE contem. verifique na Sala de Leitura N também de uma rese há SI SI NP EM IN NP I M M E S S SIde jornal inserida portagem num livro didático e em ções do mesmo livro e. para a formação de leitores. SIN EM NP P E I M M E P S E N E aulas de História. pergaminhos. contribuem para que S IN IN M EE NP S S E I M P E material reprodu.ção. monumentos É sempre importante proporcionar aos EM de pedras.

Registre as Ehipóteses. E por M M sua vez. EM NP P IN P P SI COM SUA I EE E M E N S E P N E N I P I P 2. E S S N P E I M EM M ra de textos IN nesse suporte. EE IN NP EE I P S SI COMO TÍTULO. I E SI a identificação N E SI S N P M I cientistas. livro didático. E N ou jornalística. localizar o ano PE EE o mesmo SI com os subtítulos. do mesmoM jeito uma noEEidentificarem NP com esses exem. E P SI N SI NP E I P I M N E S M N I ad. P prefácio para apresentar a obra para os 4 EXPECTATIVAS EM FUNÇÃO DA N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E ativa de ir E FORMATAÇÃO EE S N DO GÊNERO E descobrindo Essa é uma forma o que há S N P P I P M I E S N N S N EE ler nas Salas SI SI para de Leitura. estimule-os a conteúdos. É o caso da distribuição em EM N E I P I E S E E S S E N P P esfera jor. SIN PmunIN explora SI – e um conto N EE EE ser ficcional. EE I EE M S E P P M M o texto.EXPECTATIVAS EM EPÍGRAFE. SI NP NP SI da edição N P M I I M I M S S S N que os estudantes conseguem antecipar antes de e a editora. isto é. os estudantes a identificarem o gêEE N E E1. quando estiver livro ou mesmo um E lendo um E E M sócio. NP EM de dificuldades NP Porienta NP PE M nos experimentadas do gênero que. subtítulo. (DIVISÃO EM COLUNAS.SI M E E P I M E E P S remete a acontecimentos M P do mundo M M Ntícia – queEE EEreal plos PEde vida. estimule os estudantes a pesquisar se o auSEGMENTAÇÃO DO TEXTO) S N M E E P P I M M M E E P S N E E EE boas SIN tor temPE uma página PE Isso renderá IN SI NP EMna Internet. integralmente. I E E S S N S P P6 . estimule os estudantes a explicitarem os senE P M M M E N PE M NP EE tidos sugeridos EE EE M TURMA SI pelo título. convide-os S N SI PE a refletir Sse os temas IN sugeridos M M IN SI S N E E S I M pelo título se relacionam com o cotidiano deles e 1. Peça e veja quais obras deste autor há no atenção? SI S N N E P I N I E M S título. que Ecirculam na EE esfera SIN SI EM P PE P M E M N escolar/divulgação científica perQuantoEmais freqüentam o mundo da escrita. conhecer diferentes livros didáticos contribui – que P por I P S EM N P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E para uma maior desenvoltura do estudante na leitudos possíveis. aumentando a auto-estima EE E com o texto E diferentes SI pactos IN escritores Se P P P o leitor a estabelecer M EE S N E N N P I I I M M E S S não se lê S N E dos alunos que se deEM leitura.com o saber S E EM NP procure P NP texto do EM E NP I escolar. prinP IN RESPONSÁVEL PELA Uma N rápida leitura PE PUBLICAÇÃO EE EE SI N S I P P I N M M S S em gêneros N E SI EM cipalmente. converse com Orientador da Sala de Leitura das.circulação M P gênerosIN M e nas mais antigas. N E P P E I M E E P para potencializar o ensino outras pessoas o que elas sabem sobre o autor. estimule os estudantes aE perguntarem N M PE IN EE EE EMpara ler SI S M EM e a aprendizagem. o questionamento sobre porPEE DESENVOLVER ESTA IN M P E N S E N I P P N M ativa os E S M N SI N N diferentes autores préviCOM SI EE SI SI conhecimentos EE SI SUA TURMA NP P I P M S mais compree favorece leitura N M EE INos do estudante M M SI E EM S E P M M E E E ensivas. EM NP SI P I M M E S P IN M EE EM EE 4.M M EE E P M N PE EE EM SI EM recomendam a leitura. 7. a leitura de biografias pode aproximar os alunalística. PREFÁCIO. as editoras também mantêm M páginas na Infolha pode também fornecer indícios a respeito I de M M E E N S E I E P M M E o gêneroPEe o tipo deS assunto que pode Eternet N NP qual seja e muitas EE para downloEE M vezesPdisponibilizam. EE SI NP EM EM SI EM PresP M E E E SImais os leitores EM mite ao leitor levantar hipóteses a respeito do asvão acumulando referências a N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE sunto abordado. característica dos da SI N M EE IN M M SI S E P S E E M 6. ELEMENTOS PARATEXTUAIS. faça Registrar o historicamente seu autor. P PE I S M N E N S que um texto impresso N E M PInformática. a partir do que sobre o gêneIDÉIA PRINCIPAL A PARTIR DOS M N EM EM EE PE PE IN I M E E E P S S N N E E M ro. SI A silhueta SI SI na Sala de PE na aulas EE assume IN M P S EM N E 5.ANTECIPAÇÃP quais os indícios que fundamentam suas hipóteses. parte do conteúdo publicado nas edições em estarS sendo tratado. contextualizar I M M I E M E E S S N E S E P P P M E E SI N N N 3. a formatação fornece indícios para E M E E N E EE SI por artistas. peito dos autores ou SI instituições N EM EM SI N responsáveis pela S P I I M E E S S N P P EE publicação de textos lidos: quais temasEM lhe são faSI M IN IN M EM E E S S M NP E E P E escrevem? M M o que uma miliares? como COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE P EE PE IN determinada M EE EE P NP publicar? IN S N I M P P I costuma COM SUA TURMA Seditora M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE 1. se P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 49 . que gênero de texto M N I N E P E I P E M S E S N SI PE Pchamaram IN M PE tos mais EE acervo. colunas. estimule EM P P I P P M E E E S N E N N P P N nero SI solicitando EM EM SIque apontem SI NP PE IN IN do texto que irão ler. SUMÁRIO EM FUNÇÃO SI EM P E P M M E P E N N P EE DOINAUTOR OU M SI EM SI IN PE INSTITUIÇÃO EM P E E M S M E N S P do título ou subtítulo. 7. N P I S M M N S N SI EE EE 5 . Assim. pode contribuir também 2. M SI DO TEMA OU M IN IN Meles já sabem EE S S E M E P P 2. S N SI lerem o epígrafes e M SI EE para os Ialunos NP EM E P M E M E S E Ecolegas. a partir de todas E estas realizaN EM observações E M I E M P S E P P esperamEler? Que aspecEE M M N 3. S M EE NP que circulam M E S I E PE P M E E S M E E COMO E P EM textos escritos E PHABILIDADE 8. P M SI IN SIidentificar Spossíveis NP PE SUBTÍTULO.

ilus-M porque E EE textos. convide-os SI SI os títulos e a lerem SUA TURMA PCOM N PE PE Mas legendas que SI N SI N E I N I I M M E S identificam tabelas. questõesEE relacionadas M às grandes EE pode antecipar NP 2. M E E S N E E M SI M NP para PE M M EE NP a vida deles. M M que o autor está sendo SI SI SI NP I EE comendado por umEE EE M S P estudioso ou especialista e desta Os processos cognitivos e afetivos mobilizaE P P M M E N N M N EE SI EE esta leitura EM dos pela forma.em situações I esNP N as hipóteses E didáticasM E Ciências. SI NP EM P S I N M E I M S N irem além da mera as imagens tam. com os que ANTERIORES IN autores P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S Isto significa N N S reN M os fazem. para IN S E E P S N M P E do evento. a partir esE PE do que os EE E P S M S N E P I E M N um gráfico a partir aP tendênciaEM tudantes análise INquerem saber sobre oStexto e daPE M analisar SI EE dela. Esta I leitor. E SI como estilo. E N P I I M M E M S S N E E E deve ler. Econstrua 5. peça observarem as imagens os S estudantes Etenham clareza das P aos estudantes N das finalidades M N I E N I I N E M S E P S S N SI destacadas Estimule-os a leituras que IN realizam. P I M levantadas a partir da escolares. E SI E E P E IN M E E S P M N E P como o itálico e o negrito.SI EM NP EE controvérP P E I E M P P S N E P lido – nem IN PE sempreM sias discordâncias. Geografia e são Tornar estes processos EE PE SI conscientes. no caso dos textos de História. motiva o leitor para a leitura. S SALIÊNCIAS M S N suas hipóteses SIGRÁFICAS P N PE SI M SI 2. zarem essências que o texto traz.EM EE SI N E P P P I PE M M 3. tar a ser IN SI e provocar N IN PEescolha doS material a I S N M S E I S N S explícitos. 4. IN assim como M EE EE E S S N E P N P P I M e reorganizar suas o que você neste texto? trabaS espera ler N SI informações. cor da fonte. SI PE EE IN EM EE P M S N E PE P I E M 1. questione aEE N PE M antes deEE SI DE IMAGENS EE EXAME 1. I EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 50 . EE e palavras PE visualmente. explicite.são M P M M global.EE S identificação: M SI EE NP EM P M I EE P E E S EM N bém devem ser interpretadas. formule SI E NP I M P P I M S M S tabela. EM PE Enfim. ler OU EE E SI DE P N EM P classe soP I E M P E N S N P N E I P I N bre a respeito dele. mateS PE PE IN gráficos. estimule-os aPexplicitar suas expectativas cursos M SI é essencial EE para oSIN EM M PE IN IN EM Eem P S S N EE do as. E E P M SI E EM PE o texPE IN M E 3. os propósitos que M E S E N N E P P M I I M E N EM N PEfocali. no caso das apresentações e prefácios obM M E M N E N P M M M EE alunos.EXPLICITAÇÃO DAS E N N E P I P E S NP S S N I P I N M M EXPECTATIVAS DE LEITURA A elementos. SIto poderáPcontribuir M N EE I E M P I E EE S E E S COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE N E P P E I N M P S E PE IN IN TEMA OU SI ANTECIPAÇÃO NP TURMA M E N I S COM SUA 7 DO M S N I E P S E M S SI PE IN M EE DO PE IDÉIA PRINCIPAL A PARTIR S E P M IN N M M M o texto. tabelas. M EE SI SI Matemática NP ou Ciências. que EE SI são outros SI EÍNDICES PE P serve. Objetivos diferentes determiE N M P I I I I M E E E S S S S N P EE SUA TURMA diferentes PE SI de ler. N S E I E P S P M M E S N N PE ria. tamanho.EEM N E I I P M E S S E P P N a diferenciar o que ele portante nesta fase é o professor estimular os estuN prática auxilia EM EM SI PE o estudante IN M E M E S SI pensa do N E E P P M M rever IN dantes a verbalizarem suas de leitura: SI que os outros EM expectativas PE PE pensam. trações.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S 4.Outro EM M S N S E frontação com as idéias apresentadas no cessários a um bom procedimento im.M EE se confirmam? to: P quais Quais não?.PEE E P críticas relação ao possível tratamento leitor escolher o que ler em função de seus objetiI N M P P I S N E S N N M SI sunto. Por exemplo: textos maEMem que predominam PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E pas. 6. a análise E S S E N P E M M E SI N muitas vezes o conteúdo do texto. gráficos e mapas. possibilita ao I E S E E S E S N E PE a con. pergunte aos estudantes se a leitura do texlho como este. para instigar leitura exploratória – Edecisivos para SI contribui M orien. IN das saliências gráfico-visuais do próprio Stexto. retome as hipóteses levantadas para 1. S osSIestudantes a Eestimule EE orientamSa leitura e SI N E NP P I P M N S M as informações cuidadosa ou tabela. porque deve ler SI Quem Ilê NPsabe o que EM PE PE PE M E S NP N EM N COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE e para que deve ler.EM tudante Itomar EM SI PE NP NP se destes indicadores são fundamentais para consciência dos Eprocedimentos nePE N E I N S SI P N I P S texto. PE IN IN M EE de um gráfico SI 4. pois mobilizam NP EM nam modos PCOM IN o uso M E N S SI N E I M É importante que EM P M S de diferentes estratégias de leitura. proceda da Imesma maneira com osS demais IN 8 . IN se o texto só trouxer uma unidades temáticas doIN texto. claramente. N EE M NP cas ou esquemas S P S podem EEM 9 . esquemas – E além das saliências gráficas S N N E NP SI SI EM emprego de re. emIN detalhes irrelevantes. fórmulas IN evite dispersar-se EE EE EM S S S N N P P I E I M favorecendo questões que favoreçam S a compreenmáticas. EM P M M N E M análi. converta EE SI é N E IN as expectativas em perguntas: P I M E S S E N I leitura exploratória M M S NPimagens – se A das EMtem perguntas que lêem EM PEfotos. S S N SI EE EE SIANÁLISE EM EM P P PARTIR DA DOS 5. S S as imagens. um IN IN M EE SI S N S E P M PE I 7. vos.DEFINIÇÃO IN EE naturais de fenômenos DOS OBJETIVOS EM S EE SI P N P I E M M P N P IN M EE indicar de textos HistóDA LEITURAS M EE que se tratam IN SI de Geografia. mapas. COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E N 2. imagens de outras S P M fórmulas InumériIN épocas.

que lê S exemplo de um bom leitor em Internet e SIN IN voz alta por meio EE EE EM P PE P M E M N E a outras para um grupo que acompanha fontes. entreter-se ou apreciar. AVALIAÇÃO SI S N É necesP P P I N N E S N P M SI que naIN SI sário. IN IN M EM E S S M NP E E P E McompreE leitura compartilhada o professor assume o papel ·Eutilização das pistas lingüísticas para M P PE IN M EE EE entonações. Hoje. os estudanSI PE entretanto. M IN M S E E para Ao longo da história escolar. SIN P I N M M I S N E E S · identificação M a antecipar. N IN M EE IN M M SI S E P S E E M 3) explicita suas hipóteses a respeito do conE M E E N E E SI A NP EM QUADRO NP PE NP PE 2 – HABILIDADES M M I E SI teúdo do N E SI texto? EEM S N P M I EE A E da leitura? SI N S P P P 4) revela clareza do objetivo DURANTE SEREM EXPLORADAS I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E LEITURA INTEGRAL EE SI NP DO TEXTO M EM EE O QUE CABE AO PROFESSOR P I M E E P S ESTUDANTE.M E 3. NesseEcaso. os Mquestões E N es. que explicita o costume de um bom do o conteúdo S M SI M IN do texto. é necessário I M observar: E E N S E I E P M E M S E atitudes N NP quando 1) P que ler? EE lê em voz EE um leitor M EEatividade coletiva. M S de consulta E SI . rotina escolar. quais P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 51 .EM partir deIN SI IN como também SI de escrita. I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI N N N crianças e jovens no mundo da es-PE · identificar referências a outros buscanPE EE SI SI Introduzir NP textos. N E E I E M E P E S E P E de um leipara Neste caso.M N P I S S IN E EM escrever. P SI alta NP o leitor apresenta ao SI P N E I P I M N E S ativado seus M N I S para um grupo e pode conversar a respeito dos con2) mostra ter conhecimentos préEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M teúdos vios? SI abordados no texto.pazes IN de compreender com NP EM a mediação PE EM textosSdiferentes.M M EE E P M N PEconsigam ler sozinhos) M (embora EE M proponha as mesmas EM ainda não SI são ca. N SI N P M I I M I M S necessário. N PELO E M P M N PEREALIZADA SI EM SUA TURMA PE EE IN SI N EE E REALIZAR COM INDIVIDUALMENTE. P EM o do. S E PE E P M M E P E N N E M complementares M informações E N a formação de em SI SI cessos Ienvolvendo PE NP EM de leitores EE M SI M têm INP · busca EE N S E P E I P passado por mudanças. M M EE S M N E P I Mque se estabeleçam EE E E necessário ambas as situações. silenciosa ou em pequenosMgrupos. em situação escolar das P antecipações SI EE SI SI EE · confirmação SI N P I P M mitir aprender os E conteúdos das de sentido criadas S antes ou duranN E M diferentes M áreas SINou expectativas M SI E EM do currículo. como LEITURAM . sabe-se subordinados ao texto principal. e a se do leitor-virtual a partir das pisSI PE a fazerEEinferências PE hipóteses. usos expressivos daSpalavra. EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N P construção P N IN M esteticamente. SI EM numa M se deve ler. a levantar sáveis no texto S SI a posição SI Ndo autor. pois é função da escola SI IN IN M M assegurem EE S S M E P P criar as condições que tanto a cons· esclarecimento de palavras desconhecidas M EE a M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E trução do sistema inferência ou consulta ao dicionário.S tes vivenciem N M E E P P I M M M E E P S N E EE inte. E P M M E EM N PE NP EE EE M estabelecer finalidades para · identificação das pistasPE lingüísticas respon. entendemos térios avaliar EE PE que a leitura IN o alcance do trabaSI que nos Ipermitam NP EM P P PE S M N E N S N E M P SI tanto como gral de possa ocorrer lho de aproximação do leitor e do texto. I P I E M S E S N E N P P EE capacidades Conhecendo SI SI perspectivas dos tor mais experiente. que instiga o grupo a · construção do sentido global do texto. sintetizanSdaquele M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N da pontuação. NP E I M E M S E S E E leitor de questionar o texto. ou P EE E que o S textos de Iapoio S N N I P P N M M S a enciclopédias. E P M M E E E atualizar-se. EM NPa se envolP IN P SI I E M E N S E P N E N I P P por introduzir E ver com o enredo. tas lingüísticas. SI do objetivo EM IN PE alcançado. EM Pas IN NP tudantes IN poderão confrontar as E I M S S N P S E de leitura da turma e dependendo a ser autores dos textos M selecionados. nas IN S N I M P P I que os efeitos ender a hierarquização das proposições.SIN Dessa forma.EEM SI a leitura. M de ensino. M EE M E S E E P é possível antecipar se o texto pode ser M N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E lidoM de modo autônomo ou E compartilhado. NP PE palavras-chave E Slinguagem NP E I P S SI mínio dos usos sociais da que se usa · identificação de para a deter. EM PEQUENOS I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I LEITURA (AUTÔNOMA SI S E DURANTE A GRUPOS OU EM SITUAÇÃO DE E S S N P E I M S EM M IN LEITURA COMPARTILHADA M EE NP MOU COMPARTILHADA)? E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M ou retificação E M N SI além deS perN N A leitura. a buscar indícios. É alguns cri. DA SI atividade SI um textoIN PE EE ANTES M P S EM N E pessoal. os prominação dos conceitos veiculados. sempre que possível. P NPrevela. te a leitura. S S crita exige que se empenhe em desenvoldo informações adicionais. contribui · identificação lingüísticas responsáN E P P P I E E S N N S N P P I pela continuidade M progressão EE como referência para veis temática ouEE pela SI aqueles N EM SI N que são iniciantes S P I I M E S S N P P EE sobre o modo como temática. M M EM N N E E P NP I posicionar diante das idéias do autor. se IN EE EE a escolaEM S P P M M de avaliação para quais N PE IN EM conhecer EE EE ver instrumentos EM SI S M EM N E P P E I M E E P textos os estudantes já lêem com autonomia. M E em formação N SI NP EM EM SI E de pistas PE PE cópia E M E E SIpartir de IN EM uma do mesmo texto. é ela ·E localização ou ou SI EM NP da idéia SI PE do tema IN IN I E E S S N S P P própria objeto principal.

EEM EM SI palavra Esignifica P S S N E E P na leitura do texto. em uma primeira EE EE SI E EM P P dagem do texto. para M SI E NP I M P P I S dicionário S ainda que de leitura 2. mentares. A LEITURA M M SI SI SI NP EM I EE EE M E S P 3. fica fácil depois ANTES IN P M EE nas difiE EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N culdades para procurar resolvê-las. texto é compreender o que ele diz. Recomenencontrar o que procura.CONFIRMAÇÃO OU RETIFICAÇÃO N S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M vel saberStudo. ou então. SI N P E NP P I P M N bem algumas partes. Mas. M EE NP IN que apaM S I vra se é certo E P S E M S M E N M PE EE uma vez. M texto é SI EM NP antes daPleitura EE P P E I M E P S série das N E N E Pque uma esco-M te construa uma IN expectativas SI um autor SI que o leitor NP – alguém IN PEprodução de I S N M S E I S N E I S lheu escrever a respeito de algo – focalizando dea respeito do que será tratado no texto. ainda tratando de um escolar E S textos da Pesfera IN IN ou de divulgação M EE EE E S S N E P N P P I M mesmo assunto. o que uma N mente.IN N De modo PE consultar um dicionário. são divergentes científica. a partir do contexto. ao longo é impossí1 . Smesmo planejando atividades com rante que não tenham EE EE nos dicionários. SI IN M difíceis. IN E S E E S E N E PE EE EM SI a leitura P NP NP proposições de uma M maneira abordado. Numa primeira S S N N EE NP SIdevemos procurar SI EM a confrontação aproximação. muitos M EE S SI neros deIN E E P P M M M E tema. Durante integral doIN texto. se o leitor considerar queEo permiSI do texto. Ainda possível encontrar nos texM EE SI NP geral. EE NP 2. organizando P I E N S SI P N P S I E M M expectativas podemSIou não confirmarem-se.P há textos E que. ou até mesM E PE S E P M M N E M I de NP E aspectos.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M dos tempos: EE S rentes sociedades.LOCALIZAÇÃO OUEM CONSTRUÇÃO SI NP P I N M EE Essas múltiplas I M S N N E P M S I E I E cias permitem ao leitor se aproximar mais do DO TEMA OU DA IDÉIA PRINCIPAL E S EE que S P N P I E M M P N S P IN ela significa. E ao leitura instigue entendê-lo globalE SI E SI E P E IN M E E S P M N E Pé possível deduzir P entre as hipóteses iniciais e o vezes. antes SI PE N PE PE de iniciar aSleitura integral M do texto. M a consulta EE proficientes. algu-EEM vista.Mdefendendo um ponto E mo doSmodo P I M terminados como o assunto será. EE recerá mais P de ocorrên2 . de outra.ao E P S M S N E P E M P N frontem com passagens mais deEM compartilhada. Se tal I N M P P S SI IN refere ao núcleo temático. E deve ocorrer PE EE IN em situações EM se de. IN IN M EE SI S N S E P M PE I com idéias principais muito diferentes. M avalie a necessidade de PEE M EE IN SI N S E I E S P M M E S assim quando fal. precise para S N SI consultar outros materiais EM PE na abordagem. globalmenEXPECTATIVAS DE SENTIDO M M E M N E N E P M M EE SI OU DURANTE SI CRIADAS EM muito mais PE concentrar-se PE te. assegure que todos dispoEM PE EE M EE EE SI N EM E P P P I PE Morientar IN M Equalquer E nham de uma cópia ou um cartaz fixado em lugar O que deve a leitura de S N N E P M P I I E EE E S S S N N P P I E I M bem visível. M P M M longo de 2. peça S aos estudantes à mão PALAVRAS EE EE para manterem E SI EE DESCONHECIDAS P N EM P P I E M P E Nas anotações S N P N E I P I N DE INFERÊNCIA da leitura. IN M textos desenvolvemS um mesmo EE 4. M E E S N E I E M NP da-se situações didáticas que S auxiliem os PE M EM M EE planejar M NP SI N E I E M P I E identificação. Assim. para M que tiverem S N A PARTIR S OU SI feito antes P N PE SI M desejarem. Reconhecer o tema PE e a idéia principal é SI N NP EM garantirM PE E N SI SI N E I M P I M E S rão aPmediação de um leitorEE mais experiente com EM condição para do texto. provavelmente. Caso SI CONSULTA EE consultá-las SI N E IN que possam quando AO DICIONÁRIO P I M E S S E N M M M SI NP o registro seja coletivo. P N S domínio M N E I E N I I N E M S E P S S HABILIDADE N SI DESENVOLVER COMO ESTA EE PE IN SI NP EM P S I N M E I M S HABILIDADE N E P COMO DESENVOLVER ESTA COM SUA TURMA S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N COM SUA TURMA P P M I E N M E M I E S N P E N E P S I N 1. é importante que há muito Nconhecimento SI estudan. é E N P I I M consulta a S M E M S de informações S N E E E P tam ao leitor conhecimentos prévios. se DAS ANTECIPAÇÕES OU M S I S aborN o leitor. Mas. forSI N SI N E I N I I M M E S 1. IN incentive-os a persistirem. invista um tempo para que os alunos conhemule questões que ajudem os estudantes a enconS S E E P SI EM organizada EM PE PE como a informação Eestá IN M çam o modo grandes unidades temáticas. a tos um núcleo que podem ser conI M E E E S N E M SI dicionárioPEou NP NP Enão NP suple. dedicar-se a entendê-lo.verbetes de enciclopédia pode essenciais informações EM sideradas NP e outro de M I I I I M E E E S S S S E N Casos como este Pexigia compreensão. ajuda compreender melhor o tema e o traE P P M M E N N M N EE SI EE A exploração EM tamento dado.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 52 . Lembre-os SI PE EE IN S E E P S N M chamar atenção dos P E acumulado pelas dife3. IN S EMuma boa compreensão EE P M S N E PE P I E M maior do assunto. S M PE suporte. EE S E HABILIDADE P DESENVOLVER E S estudantes nesta COMO ESTA N E P P E I N M P S E PE IN IN SI SUA TURMA NP M E N I S COM M S N I E P S E M S SI PE IN DE M EE PE 3 ESCLARECIMENTO S E P M IN N M M I M N PE M EE 1. muito sua IN IN M EE poderãoEreconhecer SI E S S N P E M M E SI N leitores pouco idéia principal. N S E e não. mas N E I I P M EE E S S E P P N M M I principalmente. duM trar suas E S E N N E P P M M M E SIentendido SI N PE este M IN EE a leitura. Muitas SI que vão identificando EE EM PE IN IN EM pala. para gêN Isso faz com PE que o leitor.

já que. à ao leitor regular sua própria atividade. no de leitura. mas. antes. o quadros. A busca daEM disciplina. marcadores EE NP PEajudam a P IN NP E N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 53 . seqüências SI EM M IN textuais). embora. N N P P N M apresentam unidade SI EM ETextos SI o professor NP por isto SI PE IN IN 2. numa primeira aproximação. I E E S S N S P P série de palavras que pode aceitar uma M que os estudantes se refiram ao SI ajudam o leitor a esINtexto há IN M M porém. E EE marcadores que indicam relações EM PE IN M EE P N IN permite S N I M P P I temporais: defronte de. SI com eles. N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE mentos textuais de qualquer extensão (períodos.IDENTIFICAÇÃO SI NP Eo a atenção dos alunos para DE S N P P I P M I E S N P de outros Sque gravitam IN M IN EE principal. IN I M M I S S E E S IN de que.M M EE E P M N PE EE EM SI EM COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE tes para que – frente a Emuitos sentidos que alguN EM E M I E M P S E P P no dicionário EE M M possuem N E COM SUA TURMA mas palavras – procurem M N I N E P E I P E M S S N SI PE PE melhor contribui IN o entendimento M PE aquele IN EE que para SI S N E P I N M S atualmente. geograficamente. Essas operaM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M formal M ções concorrem situações para que para que o leitor a P N da linguagem P vá construindo SI SI apropriem NP PE os elementos EE IN SI EE coesãoSreferencial IN P SI daM área. Eatravés S E científica N NP divulgação de atividades que or. INTERNET E S SI OUTRAS N EM EM SI N FONTES P I I M E E S S N P P EE parágrafos. oNlivro um do texto M SI apresenta EE E E I P M E M E S E E P modo de organização hiper-textual. conectando um termo ao outro. EE E M P SI com NP operam com conceitos SI P NP E I P I M própriasIN tais suportes N E S M N I S e sustentam que ajudem os estudantes a se familiganizam informações e idéias EM E I P E S E E S S E N P P M P M às áreas do conhecimento. se. à medida SI EM E P M M E P E N N EE avança. M EE S E P E mente. aqui. há uma série 5 . EM PE PE sentações M M E EM N N E E P NP c. relacionados S P M M E E E ao tema abordado. PE sites de universidades SI E EM PE EE IN SI N E E das – é o mais indicado. muitas vezes.EEM quem – SI que o leitor NP possa não P IN P P SI escreve I E M E N S E P N E N I P I o cuidado de fornecê-la em repreE te -N:P uma vez P que. chame N P M M M E N SI PE além do EEM M fato de que IN EE EE 4 . matematicamente. desde que. marcadores de relações lógico-semânticas a construção do sentido do texto. textos escolarSIou de M da esfera M E E N E I E P M E M como o GOOGLE. EEfinalidade. É importante SUBORDINADOS AO EE SI EE SI TEXTO EMAPOIO M P PE P M E N E prestar atenção M a certas palavras cuja função é inPRINCIPAL OUEM POR MEIO DE N EE SI NP EM SI E PE P M E E E SI EM dicar ao leitor. S SI texto há uma série PALAVRAS-CHAVE PARA A E N S P I M M S PE IN M EE EM EE em torno M dele.EEM tado:IN historicamente. DETERMINAÇÃO DOS S N M E E P P I M M E E P S N E EEque os SIN 2. por isto. glossários. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE E S S N P E I M S EM M IN TURMA PEE 5 IDAS PISTAS M NPIDENTIFICAÇÃO MCOM SUA E S E PE M E E M S M E P E E PE LINGUÍSTICAS RESPONSÁVEIS IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N 1.INP SI Mdeterminada informação NP E I M E M S E S E E b. aos poucos criará tabelecer conexões à medida que lê. quando. claramente. NP M EM EM M P I IN M E E E E S S M E N E P que organizar o modo PE SI EM d. isto é. os E M E E N E E I P S– NP EM freqüente NP PE Nestudantes PE entre os M mais a mediação por Mse apropriar M das concepções I E SI leitoresSIacabam N E E S N P M I EE E E a linguagem SI técnica IN também envolve S P P P a avaliação crítica da informação da área. M EE S S E P P com linguagem própria. ainda que. oSque vai auxiliá-los emM suas leituras EE de fontes NP mais confiáveis – SI M E E P I M E E P S e revistasM N como especializaE M P Nposteriores. entre do texto. identificar os conceiTEMÁTICA OU SI EE SI SI EE PELA CONTINUIDADE SI processo M NP P I P S tos fundamentais apresentados geralmenPELA N PROGRESSÃO TEMÁTICA M no texto.IBUSCA DE M SI EM SI IN de palavras PE INFORMAÇÕES NP EM P E E M S M E N S P P responsáveis ou expressões por sinalizar ao leitor COMPLEMENTARES DE SIN PEEM TEXTOS EE EE SI N N I P P I N M M S M S N N E SI a progressão do conteúdo temático.Além texto disso. IN Alguns exemplos: M EM E E S S M NP E E P M espaço a. S que estáMsendo lido. isto N P I S M N S N SI EE EM que oPEE é. Pvale investir umPE tempo para VEICULADOS EE a pena IN SI CONCEITOS NP EM P PE I S M N E I N S N E M P o modo S alunos como as informações SI SI conheçam PE EE IN M P S EM N E estão organizadas em enciclopédias M e sites de busGeralmente. contras. Sque M EE S E IN S N primeira E N P E I I S E S S N Se uma S M é relevante para vez. como articular os segCONSULTA A ENCICLOPÉDIAS.EM EEantecipando M condicionalidade. dominá-la –Stem S N para que. no caso de consulta à Internet – cada vez fundamento e a continuidade de seus estudos. aSfim complementares (boxes. é a compreensão do texto P Durante PEa leitura.EEca. expandindo a informação. M M I E M E notas). SI 1. E P M M M E N PE NP EE – causalidade. SI E SI E N E S E P P P M E E SI N N N do qual PE é traEE SI determinado SI NP conteúdo NP âmbitoPdentro SI N M I I I M S S Sfilosofica. N PE didático. marcadores que indicam o domínio. N IN Com o apro. EE N E E EM P P I P P M E E E S N E temática.arizarem M diversasEM EE IN M SI S E P S E M 3.SIporque. familiarizando-se com M EE S N E N N P I I I M M E S S N E encontrada. E EE IN M M SI E EM te.

tal como). estabelecendo conexões através S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M de inferênciasIque graus O modo como os elementos do texto estão S S N podem envolver diferentes N EE NP S SI EM M P M M de complexidade. Procuram para os diferentes marcadores E S E entender P IN P IN M o que diz cada EE EE E S S N E P N P P I frase. a atenção que ajudem I E S M E E S E S E IN PE EM PE ou a continuidade NP à decifração NP EM muito voltada do escrito. mas dificuldadePE para compreender textuais. a passagem da leitura em voz alta para alguns ser PE EM S EE a SI P N I E M M P N lingüísticas S P IN silenciosa costuma oferecer Mmeio de pistas dificuldades aos identificados por M no próEE IN leito. faz com que nos a identificarSo elo perdido. acabam tirando pouco tas E do nos PE M M tal sentido. os leito. SINTETIZANDO PE IN M E S S E N P I CONTEÚDO M M M E S N prévio para o que O DO TEXTO EM EE preencher M uso doPconhecimento EE EE SI NP EM E P P I PE M M E E não está escrito. NPpara construir SIgüísticos P M N EE I E M P I E EE S E E S to da leitura silenciosa individual. EE a ser lido for muito EEM IN a fluência EM problema EE P M S N E P P I convém realizar leitura fim de que). por outro lado. descreN textuais S primei. Reiterando este os estudantes acaàs vezes. sublinhado. PE para ler. mesmo quando que. por um lado. Para construir o N E P P E I N M P S E PE IN INPISTAS SI UTILIZAÇÃO NP do texto M E N I S sentido global é preciso que as informa7 DAS M S N I E P S E M S SI PE IN os conhecimenM ções trazidas por ele interajam com EE PE LINGUÍSTICAS PARA S E P M IN N M M M N PE SI EE COMPREENDER tos prévios do leitor. SI escrevePpara EE al. além deNressaltar o S têm muita N EM SI EM I IN M EpergunSI S N S E P M PE I o texto globalmente. para garantir S que indiciam SI EE EM texto M NP EM a subordinação P M I E P E E S N pela classe. sem a mediação das conteúdo do texto. PE EE IN sob determinadas EM E P S M SI N E P M P 2. configuram certos padrões de organiE SI encadeados E SI E E P E IN M E E S P M N E P P que permitem que o Sleitor I zação construa M N M EE um esPE IN IN EM SI EE DESENVOLVER P EM S S N EE E P COMO ESTA HABILIDADE quema mental para categorizar e processar o que E I N M P P I P S E S IN N N M SCOM SUAM TURMA está lendo.complexo.IN N PE res iniciantes. gráPOSIÇÃO DO AUTOR I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM para ajudá-los ficos tabelas a compreender a relaP IN M E E N S E N M P SI SI ção entre Textos condiEMsão escritos NP as proposições do texto.CONSTRUÇÃO DO SI M EM SENTIDO NP EE P P E I E E P P S N IN TEXTO EE PE problemas de compreensão. depois. marcadoSI NP EM P S I N M E I M a compreensão S N do res de numeração en. S e solução se o material sar SI de. S P E a identificar as seqüêncure ajudar os guém. Há outros S M indicadores EE IN uma segunda EM IN IN que hierarqui.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eem que se E M EE S com os segmentosINdo texto se estruturam: relata o problema. EE ao ler Eum IN S E P S N M determinado lugar. caracterizado NP relação M P I I I I M E E E S S S S N EE esta razão).SIcias E N E P I P E NP S S N I P I N M M ve-se a metodologia empregada e expõe-se S a soluro. e exemplo (por exemI M E E E S N EE SI NP NP EM NP (por.Ppor comparação PE ou contraste (apeSI os estudantes têm Ialguma NP NP EM M E N S SI N E I M P M(para que. M M E M N E N E P M M EE SI SI EMse familiarizando PEa organização PE barão com IN P M EE compoE EE S N N E N P P P I I I E S DESENVOLVER N S N sicional dos textos desta Sdisciplina. Em geral. outras vezes. pro-EM ções deIN produção: quem escreve.PEE SI N S E I E S P M M E S nesta fase. PE I N E E I N S SI P N I P S I acabemIN EM M M S S E os leitores iniciantes empregando estratétemática. elabora com os estudantes S N E N I M P esquemas. P P M EE M IN EM SI N P E N E P S I E I E E N S S P N SI NP DAS PISTAS SI EM HABILIDADE IN 9 .EE por trecho. por). P I M Ao começar a ler autonomamente. Assim.SIN COMO ESTA HABILIDADE M M SI SI NP EM I EE EE M E S P COM SUA TURMA E P P M M E N N M N EE SI EE EM SI 8M . Apoiar-se na estrutura é essencial quanEM PE SI E SI M E E N E E P I M P E E do o conhecimento do do tema S N leitor a respeito P M N não EM EE M SI NP é muito amplo. EE os textosEM EE A EM SI EE pois como P N P P I E M P N S P dizem tudo. em ciências. IN SDO SI 1. a partir de E um com I deterN estudantes E IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 54 . 2. causa e efeito EM plo. já vimos.SIN M artigo científico. em seguida. É importante também. mostrar em quais elementos linM E E S N E E SI proveiM apoiamos NP EM adulto. S N SI EE EE SI cuidado. gias S SI chame a Natenção E E P P I M M M E texto localmente.IDENTIFICAÇÃO NP I M M E S COMO ESTA S SI DESENVOLVER E E P SI EM EM PE PE IN M E COM SUA TURMA LINGUÍSTICAS RESPONSÁVEIS M E S E N N E P P M M M E SI SI INTRODUZIR N N PE EE POR NO M EE EE SI TEXTOINA SI P NP P P M EE N 1. em N SI PE atividades IN M EE que permitem M de leitura EE compartilhada. ao detectar NP IN o M PGLOBAL I S N M S I S N E EE I S professor pode favorecer a construção da coesão M E P S E E perguntas Mos aluIN NP NPformulando EM EM do texto. PE IN IN N Compreender não globalmente o texto HIERARQUIZAÇÃO DAS M EE I SI N S S P N I E P S I S S EM IN implica tanto decifrar o material gráfico como fazer PROPOSIÇÕES. definição S N E E E P res dependam mais da mediação do professor para pois. treEvários itens. durante. EM EM P P ção.construir o sentido do texto. N E I P M EE E S S E P P N M M a eles apenas compreender o 2. ÉEM esperado que prio temporal ou cronológica (deEE S SI texto: seqüência NP N P I I M M E M S antes). NP E M S E P I S S N E E S em voz altaIN para promover a discussão de trecho E zam as informações: P negrito. P SI IN EEpadrões podem 1.

EE EE constrói sociais Essa S considera simples demais. N o I VIRTUAL A PARTIR N E DAS PISTAS PE E Para ler. geralmente IN livro didático. IN SI rece mais M N E E do. P EM E PEmundo. que fica parcialmente SI IN IN M M ligeira. permita que EEos estudantes EM d) o autorSpode ainda NP tenham acesso a SI M E E P I M E E P S do assunto N a respeito como – ainda é materiais estudaE pa. EE IN EE Mtambém precisa EEé algo que P SInterN é indispensável. é comum autores EMfazerem M EE PE IN NP Ea E P NP S E N I M P P I referências a trechos de outros autores. N ou porque SI ainda são NP EM EM SI EM PE P M E E E SIminado produto. em E IN fontes originais.M M A OUTROS TEXTOS. N sua ironia. títulos de SI M S IN S E N PE EE IN I S E P S S N P certo sentido. SI PE EE revelam N IN M P S EM E o autor se compromete que escreve. Não existem tex10 DO LEITOR – M N E E I E M E P E S E P P M M N E é preciso Ique Mtos neutros. SI difíceis. Em textos científica ou SI EM M IN de divulgação IN M EM E E S S M NP E E P E TURMA EM COM SUA da esfera jornalística. M EE uma leitura S S E P P obscuro em 11 IDENTIFICAR REFERÊNCIAS M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Gêneros deStextos que mesclam diferentes lin. aquilo M que não é literal.IDENTIFICAÇÃO SI E minados propósitos e finalidades. há M N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E o autor introduzir seus IargumentosSno texto e para sempre que materializam o leitor N P indícios E P P M nos textos I S N N E S N P I M SI o leitor evidenciar sua lógica argumentativa. Os textos estabelecem conexões com outros PE EE EE Mui. P E M S E E S N E E N P P LINGUÍSTICAS escolhas SI SI EM PE IN NP leitor se INmantenha atento a determinadas E I M S S N P S E que acabam revelando as posições do autor.diferentes P cedo para.SIN SIaderir a determinada N N I P P I N M M S ao mesmo M S pertencem N E SI tasEM alegorias. gar a esta conclusão. A leitura de um texto E S S N P E I M EM M único. É importante M M EEEis al. seus sua sua concepção de ingênua de que tudo que é Epreciso saber IN M sobre oPEE P E N S E N I P P N E mais. inexplicavelmente. I M EE S N E N N P I I I M M E S S amenizar M N E o que afirma 1. mesmo que para interromper a leitura logo depois. M SI EM IN PE Msérie de recursos EE E S E EM P A língua oferece uma para Como quem escreve. os leitores iniciancom a leitura de S SI SI N IN P I N M M I S S N E S reunindoPuma instrumentos para EE série de SI EM PE tes acabam M M E EM N N E E P NP poder E ler criticamente. eles constroEE NP EM EM representações EM P P I P P M E E E S N está por E N N P a um texto P N análise ajuda a revelar oSIque liem pontes EM EM de acesso SI trás das SI NP PE mais difícil. P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 55 . À vezes. nas propagandas são usadas para ou porque EEporque SIN EE gênero. BUSCANDO P I SI IN NP PE EE IN Soutros NP EE I P S SI guagens podem apresentar tipos de estratéINFORMAÇÕES ADICIONAIS SE N P I S M M N S N SI seu pensaEE EE atravésEM EM gias das quais o autor expressa NECESSÁRIO SI P E P M M E P E N N P EE para Mnas charges SI EM SI mento. EE algo simples EM são SI S Esobre N E P P E I M E E P escritos os textos. sempre que os alunos N Pponto IN inferir o M deixe M EM de como EE que possível. EM N E I P I S E E S S E N P P M P proposições. S SI a IN Ler é. incentive os alunos para M que tentem identifioutras obras. já aprenderam que I P S Ehá N P P I S M N E N S N I N E M P I I contribui para que os estudan. Com isto. IN IN I E E S S N S P P nhas. I M com aquilo M E E N S E I M E P M E M S E NP b) P outras comoP– ser vivenciado. Mesmo que não o façam. M imperativo que envolve as SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M c) há ainda outras que expressam o modo como COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE E M E E N E E P SI NP EM COM SUA PEcurioNP PE TURMA M o que infelizmente. Nusando expressões EM PE SI EM EM PE Esensato. As IN PE freqüentes EM P IN ironias são E E M S M E N S P P persuadir o leitor a idéia. ofereça sempre SI preconceitos. COMO DESENVOLVER ESTA M HABILIDADE M I E M E SI SI E N E S E P P P M E SI N N N que o professor promova refle-PE COM PE EE SUA TURMA SI SI 2. cotejar M car o ponto EM de vista de quem escreve M e loca.SIcriticamente. o jogo duplo EMPor isto S assunto está E lá. produz a Scrença tes M aprendam como analisar do M do autor: EE o discurso NP E S I E PE P M E E S M E subjetividade. como IN 2. opcionalmenSI P N E I P I M N E S indicam oEM N I te. virtual que o Sescritor tem SI PE IN em mente. é certo que. IN S M SI de palavras. aprender 1. ou SI P PE P M E M N E convencer oEE consumidor a se interessar por deterexploram o mesmo assunto. masSIassinadasEEpor S SI N e EM tradutores N P I I M E S S N P P EE COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE adaptadores. IN S EE SI NP P I P M S o uso que faz e estereótipos sociais e culturais. como de complexidade. Mescreve –EM IN I E SI o autor Savalia N E S N P M I EE E E SI N S P P P samente. nãoINdescarte também os textos que você E M M E M M S EE e políticas. é importante NP N SI N P M I I M I M S S xões que ajudem os estudantes a ver que nãoS é IN EE M EE S E P P M M E de vista 1. leiam textos diferentes o mesmo assunto. talvez – N E M P Tentar ler SI textos mais te.mais a saber SI S E Esta atividade sobre o assunto.IN S M E P M EE E E guns exemplos: que os estudantes possam ter acesso a diferentes S N M E E P P I M M M E E P S N E EE graus SIN M envolvam e expressões tipos de EEmateriais Eque PE diferentes IN como – evidentemenSI a) palavras NP P P PE I S M N E N S obviamente.M M EE E P M N PE M EE M EM .M confrontar Stextos. E S E E o texto procurar E P M M E N PE NP as pistas EE versões. EE EE lingüísticas M Não há como lizarem chedesenvolver o leitor SI que permitiram EM crítico EEM NP P IN P P SI I E M E N S E P N E N I P P Eum único texto. escreve para alguém. EM traduções ou adaptações de um mesmo texto “oriN E N P P P I E E S N N SI N P P I M diferentes EE ginal”. é S necessário – caráter mais ou menos romper a leitura é um direito do leitor.

Eao P IN EE Per.Msão. E S E S P N P I E M M P DEPOIS M DA LEITURA TEXTOIN N DE UM S P EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E SESTA HABILIDADE IN N A leitura PE COMO DESENVOLVER M EE provoca o desejo de comS SI NP de um texto E N P I I M M E M S S N E E E P COM SUA TURMA I M E E partilhar com outrosPE leitores algumas das impresS N EE SI NP NP EM NP Por EM sões que N M P I I I I essa experiência tenha provocado. I apóia-se Enos M M elementos M Epara com. em função da finalidade S clam características de diferentes gêneros. buscando no IN N o texto. IN M I S N M S I S N E EE I · utilização. M leitor relata o texto N PE SI EE a maneira comoEE cada EEdepende-EM EE EM SI confirmam P N P P I E M 1. a velocidade com que EM a es. convide P 1.SIcrie com a análise de ra. S S de problemas S N Nuti. SI preendê-lo? PE NP E P P I PE M a observar EE pou. antes de desanimar ou desqualificar N debater autor. M EE EE sentidos Sdo mesmo. rá não dos obM EE mas também I SI não? N S S P N I E P S I S S já EM IN jetivos que orientaram sua leitura e do que ele PE IN M E S S E N 2.co experientes PE têm dificuldade para relacionar as SI PEliza quais estratégias Epara SI NP EM solucioná-los? N I I M N S E P M entre siSe acabam apresentando o texto como SI EM SI EM E PE Eidéias IN o texto globalmente? M 4. 4. promova NP posições. do registro a melhor compreensão. uma espécie PE M EM M EE semântica NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S mo que nos permite monitorar o próprio processo N E P P E I N M P Critérios para avaliar os E de leitura. Caso M SI SI · construção SI NP EM I EE didáticos diferentes EE M E S P que desenvolvem o mesmo as· troca de impressões a respeito dos textos E P P M M E N N M N EE SI EE EM lidos. isso Pvale EM PE da esfera IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S N do texto.EEM EM SI experientes EE pode ajudar P S S N E E P os leitores iniciantes I N M P P SI IN conexões.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S comparar dois textos 3 – HABILIDADES A S per. construímos mentalmente. N S livros N a escola tenha. ofereça sempre uma paráfrase do treEM N PE EE IN to dosSIconteúdos das diversasS áreas curriculares. indicações para de SI SI M EM sustentação NP EE P P E I E M E P P S partir de textos N N EE PE debates a que messua P leitura e acolhendo outras IN SI SI 3. SI crenças novas SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P 3. explore o esquema pergunta / resposta.é possível NP E M E P I S S N E E P informações S E riências relatadas. EM E P S M N E P E M expressivos mobilizados P N como resposta. em que EEM EMcada leitor S EEpalavra. ao explorar este esquema procure observar I I M E S possibilidades uma melhor compreensão S S N EE M permite EE P SI EM usam para NP as estratégias que os alunos respondêP M da obra. IN conseguiu conectar aPadesão maior ou menor SI Nas EMà mol. a S M E E S N E E M SI de resuNP AVALIAÇÃO síntese do texto.EM P E E S N 2. porque aS linguagem M EE NP INoral consM S I tabelecer E P S E M S M N CABE O QUE PEAO PROFESSORPE M EE facilitam E EE trói pontes que da linguaSI N P P M I N M E a compreensão I E REALIZAR COM SUA TURMA S S N N E P M I E I EM E gem escrita. SIN P M N E P P I verificar de S M ou menor A identificação maior EE se há Sproblemas IN EM compreenIN IN com as expe. apresente dois de síntese semântica M escolar. a leitura de contos e novelas DA SÍNTESE N SI IN M EE 1 . finalizada a leitura PE que a leitura de um SI NP EM PE IN essa razão é que se pode I dizer M E N S SI N E M P M alguns fazerem um SI convoca texto a dizer sua PEalunos para EE resumo oral.EM E Outro aspecto é que leitores S N N N E P M P I I I E E 3. Discutir textosE com leitores mais M N uma lista SI lê é adequada? EE P IN IN 5. E S M E E S E E IN PE EM PE a identificação NP NP textos ficcionaisS que permitam deEEM · S avaliação crítica PE do texto.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 56 . SI apreciar os recursos peloEM cho apresentado IN M SI PE EE IN S E E P S N M P Etemas polêmicos. bem como SI as res. S SI EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I Durante a leitura.SIN QUADRO E N N de divulgação científica E P I I P E NP S S N I P I N M M DEPOISS DA SEREM EXPLORADAS mite Ereconhecer os diferentes referenciais teóricos S N SI EE E SI EM EM P P LEITURA INTEGRAL DO TEXTO utilizados pelos autores. modelam suaEE I I M M S ajudam a pensar sobre o que S S E que E interpretações transitam entre grupos de leitores P SI EMconstrução EM PE PEque contribuem para Ea IN M texto pistas de M em determinados E S E lugares e épocas. Finalizado o trabalho M S N I E P S E M A LEIS SI desenvolvimento PE IN leu. É claro que M leitor é capaz de parafrasear o Sque EE PE de habilidades DURANTE E P M IN N M M TURA. P P M I E N M vão moldando os contornos do que cada leitor pode M S P E E SI IN e que oNPE EE que problematizam IN E E N S S guntas o que o leitor diz P I P P interpretação. PE IN o IN alunos quanto ao S SI NP M E N I S de compreensão. compreende E E S P M N E P P de itens. compartilham N N E P P M I M M E SI N N Conversar e descobrir PE EE e valores. da leituM E P S E E de trabalho M IN NP NP situações EM escrito para EM P I M 4. I N E I M N SI P N S M SI N SI EE contextos históricos e geográficos reais. fornecendo sunto.CONSTRUÇÃO M EE de ficção cienS SI tífica cria NP E E P P I M M M E para DO S boas situações E TEXTO P IN SEMÂNTICA PE IN analisar conceitos M EE EE E S S N E P N P P I M científicos. Paprofunda o reflexão a respeiE EE N SIestudo e a E M P IN SI Peça ou las. verifica se suas hipóteses se ou P N S P só do que PE IN IN N está escrito. M M E M N E N P M M EE também EE SI para os textos SI 2. M E E E S S S S E N integral do texto. se o leitor P S I N E I M S N P expõe EE que leu e de que forma S M M que o autor duraMideológica subjacente SI EE as apresenta. As M Sdizer sobre SI N foi lido. em caso de compreensão. NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E 5.sabia sobre S NP do texto EM M EE M EE o assunto.

COM SUA TURMA M como Ciências. estimule alguns estudantes EM a NP SI P I M M E S P M EE EM EE estes Etrechos. Os registros escritos permitem ao leiEM N E I P I E S E E S S E N P P A M P M tor sintetizar elementos. que se definem pela cultura SI munidades EE SI EE 1. identificar. planeje de troca de idéias em sala suas opiniões. NP I P M S esquemas comum. SI P NP I P I M N E S M N I S teúdos lidos.M SIcada leitorSIprocessa E E E 3. N P M M M E M SI IN PE INdifícil compreEE ESCRITO EE 5. EMtextos da P P PE I S M N E N S N jogo é a E M P dimensãoSIdo ler para 6. conheceEE N de outrosP leitores que E E por dicas EM P I P P M E E E S N E N N P 2. deslocar-se do ponto de vista pes. M focando EE M de que é preciso temEM as relações SI E en.SIN SI para reforEM e fazer com P PE P M E M N portante para compreender gêneros da mular algo que compreendido. aparentemente S E E P M M E P E N N E P M E N tificar procure dirigir-lhe SI SI equivocada. I S M N S M N E M Eexercite M há dife.EEM E I M E S E P E dem conter aos encontro do outro. notícias de jornal. Promova debates PE IN NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 57 . N P SI SI NP NP PE EE Iestimule SI N EE I P S SI 3. SI momentos NCada leitor IN P I N M M I S S N E E S ser estimulado e na Sala de e livros codeve a posicionar-se frente ao que SI EM PE Leitura. mas EM PE IN NP se aprendem IN E I M S S N P S E também quandoEM se conversa com outros 3 . mas é preciso não esquecer Eque I M a compreenM I E M E E S S N E S E P P P M E E SI N N N ricos escuta outros. contribuindo para informações e na memorização dos EE EE EEzação dasEM P SIconNP uma leitura mais significativa. explicarem pois explicar é uma for. junto com os estudantes. PE E I P I E M S E E S N S E E N P P novas estratégias SI SIapenas ao ler. promova o encontro dos estudantes com N E P P P I IN E E S N N S N P P I M EE conceitos das currículo que pessoas da comunidade ou outros SI N os EMáreas doEE SI diferentes N convidados. AS escrita de resumos éEuma dizer que identifique pistas EE im. ao receber M IN M S E E uma excelente oportunidade para o professor iden-PE uma resposta. para Pgêneros SI de leitores.TROCA EE critérios: SIN IN M M S E P S E E M hierarquizar.M M EE E P M N PE entre passado e presente.M postas dos alunos. as informações do E P M M E N PE NP EE texto a M EE constituído EE vista sobre rentes de partir de um filtro ideológico SI os temas. PE EE IN M P S EM N E ceitos. portanto. DO respeito do texto. explicar informações mais RESPEITO DOS TEXTOS LIDOS. PE tabelecem com até organizando coIN EE M P E E N S E N P I P P N M E organize S M N SI N N daSIesfera escolar. EM por EEM NP P IN P P SI pontos I E M E N S E P N E N I P Pcrenças. que S P I I M E S S N P P EE estudantes precisam possam conversar SI EM ou asM com eles sobre as obras IN aprender. EM FUNÇÃO DA SI EM leitores aPE M E M E S E E P FINALIDADE DE LEITURA. S SI gostos. a escrita tem um papel decisivo M M E E N S E I M E P M E M S E N NP to. ETextos PE de aula M M EM N N E E P NP I muns. N EE EE não tenha SI esfera esNP EM EM SI EM P P M E E E SI EM colar ou de divulgação científica que veiculam os 2. revistas e telejornais poexige. Muito M P EE PE IN da compreEE TEXTO EM EE P NP se lê se P IN S N I M P I do que constrói através de conver4 AVALIAÇÃO CRÍTICA DO Sensão M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P sas a respeito do texto. PE EE SI atenta da SI debates.por isto. E 4. pois Ao ler.SLer e escrever a respeito EE do EE ESUA SI NPções de causa S P P P SUSTENTAÇÃO DE LEITURA E I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M ACOLHENDO E material lido assegura OUTRAS POSIÇÕES EE uma leitura NP mais reflexiva que SI M EM EE P I M E E P S N favorece a aprendizagem. IN M EM E E S S M NP E E P E M suntos que estiverem discutindo. lembre-se N E E I E M E P E S E P P M M N E perguntas. casoSidentifique EE NP EM PARA REGISTRO passagens de S N P P I P M I E S N N S N EE MELHOR SI COMPREENSÃO SI ensão para a turma. Mpo para desintoxicá-los NNão tre Iespaços e concepções N das falsas E científicas. a reprodução oral do texto. definições e fundamentos presentes no na organiI tex. pois é M N P I S S IN E EM 1. E M N complexas. EMuse gráficos SI NP PE pois estes IN e tabelas I E E S SI N S P P a elaboração de inferências M SI e aprender a analisáIN IN M M EE DESENVOLVER S S M E P P los é muito importante para o trabalho em áreas COMO ESTA HABILIDADE M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M Geografia e Matemática. ensine-os a elaborar resumos escritos dos perguntas para tentar o que P EE E ele quis S S compreender N N I P P I N M M S N E SI EM ferramenta textos. Leitores se constroem M que esEE na relação NP SUA TURMA M E S I E PE P M E E M S M E P E E outros leitores. PE PE EE A defender EE SI NP EM N P N I P M ou refutar argumentos. EM estudantes PE o que Eos IN de um EM EE aprenderam. mapas conceituais. previamente lidos. estabelecer relaFORNECENDO INDICAÇÕES PARA M M I I E S N E S M IN e efeito. E M P M N PE SI EM PElidos EE IN os textos SI N EE E Compartilhar impressões sobre I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I HABILIDADE I textos da esfera jornalística e SI S E COMO DESENVOLVER ESTA é muito comum em E S S N P E I M S EM M IN COM literária.M NP palavra do NP são pressupõe SI N P M I I I S S S N 5. permitem SIN mos SI EM NP e respeitamos. M SI M N S E N P E I P I 4. usando diversos DE IMPRESSÕES SI IN M 2 .soal para ir ao P I IN temas relacionados M E E E E S S M E N E P e confrontação de PE idéias EEM SI EE NP colares. valores. EE PE IN NP de aprender. fornecem combustível para leu. os conestáSIem SI aprender. Muito do que N representações visuais: Mesfera literária EE lemos da M é ori.IN UTILIZAÇÃO.SINcom os alunos M SI E EM entado E P M M E E E gráficos.SIN N M E P P I M M M E E P S E IN EE o que SIN maSmuito eficiente Em relação aos esfera escolar. a escuta democrática. NP M conteúdos EM EM M es. Pestudante.

N M EM I S N E Eé I S sa e favorecer a consciência de seu discurso. e jogos P I I M M E M S S N E E P frequência AVALIAÇÃO EE SI IV. É importante que SI M com SI EM consistente NP o professor EE possibilite P P E I E M Para desenvolver um trabalho E P P S E N E IN P ao expressar. suas E M EE produções I SI N S E I E P S P c. mate. CD musicais M P N S P EM N IN Morais e escritas. P Hábitos culturais: costuma SI N E P P I PE M EE Por que EM E do autor. EM EE EE P M S N E P P I E M HABILIDADES N S d.M vídeos ou DVD M E S N N PE M de informação EE CR rooms SI SI NP E N d. assiste MDEPOISINDA LEITURA N NP SI de música? EE PEa espetáculos SI S N EE EM P SI N M E P I exposições e museus? SI N E e. penIN o que S Scompetências SI estudante NP leitora e IN PE I S a ampliação das escritora. compreende SI SI conteúdos não Pb. PE SI E M SI M E riais há em sua casa? E N E E P I M P E E maior a apropriação S N gêneros. N PE PE M explícitos. S onde M SI PE EE IN E E P S N P E EM N SI c. que vê vídeos ou DVD? SI N SI N E I N I I M M E S envolvem e integração de segmentos S S a inferência E E P c. pois permitiSIde idéias. E S ensino que Com SI EM PE IN base em pesquiM E PE o que os estudantes do M professor entre já são capaS E P IN sas que investigam o letramento. identifica o idéia S tema e a E M M principal? SI V. Numa ciPE SI PE NP NP EM dade como compreendê-lo melhor. avalia. livros EE M NP a individualidade e Sa P SI IN EE do estudante criatividade em PEE EM S EE SI P N I E b. M democráticas EE SI S N S E P M PE I trocas na sala de aula. vai ao cinema N S SI N E I M P M M S DAS SI DESENVOLVIMENTO PE vai ao teatro? EE IN c.Ppor M N EE I E M P I E EE S estudantes. escuta rádio? M E EM sintetiza Io SI SI EM N PE IN E4. a debater SI para começar EM SI EM EM PE Com que freqüência? Compra em bancas? Epartes? IN M E E S P M N E P P O leitor. A imposição M E E S N Envolver nesta investigação toda a comunidaE M SI PE M parte do N NP professor. de seus estilos e dos E I N M P P I P S III.PE PE IN compra? IN EM SI Lê revistas? EE Como Sas EM S N EE E P das estruturas dos gêneros. SI P N entrevistados: P M SI I. pratica esportes? S N P E N E P S E N 3. Uso da Internet. Você a Internet S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E a. ComIN que EM PE PE P M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E a. é responsabilidade I I P M E S não tenha contato a escrita.N N Aproximadamente. idade. E IN S N S sexo. impossível S SI P N S ter consSI do professor N SIalgum com EE como EEM NP EM 2. de modo coerente? M Ecassete EE Smúsicas? S texto lido N P NP e. apodera-se E M N M SI textos. mas S P N EE ponto de vista a respeito ciência do P seu NP EM EM de um texto quantidade SI estão. escuta CD. sugerimos alguns N M M E M N P SI e opinar eEE EE de refletir zes o que o regente tem a inEE EM que podem SI EE P N EM P P aspectos ser investigados: I E M P E Ntenção deMpropiciar como S N P N E I P I estudo. S N E N I M P o texto lido? I I M E S E S S f. complexas E P P M M E N N M N EE SI EE EM e tensas. PE é quase I N E E I M quem N São Paulo. P M processaSsua compreensão M SI SI A QUE SI NPERTENCE EM I EE portanto a partir de À ESCOLA EE M E S P relações dinâmicas. proIN M e qualidade desse contato E M E S SI e se esforçar N E P P M M para Pcompreender e IN EE SI EM PE correlacionadas IN as perspectivas fundamente. vê TV? SI EM EM PE PE IN M E M do texto? E S E N N E P P d. com que frequência? P S M SI N E P E M P N SI IN acessa? EM b. realiza viagens de férias? E S S S S N P E EE PARA AVALIAR O P SI ? NP EM PCRITÉRIOS IN M E b. identifica e recupera as informações literais? P P M I E N M E M I E a. DadosS gerais dos EE SI N E IN 4. P M mais transparece Idos N M a. é a partir ECONHECER PE PE de sua Sprópria palavra IN que oNleitor PE M EE DO PEE E S N N E P P I I I LETRAMENTO DA COMUNIDADE E S N N N da palavra douS outro. vai a bibliotecas? N P EE PE SI EM acessa EM P IN M E E N VI. comEa M inserção sócioEE EE E S S N P N P P I M valores da turma. Desvelar o modo de construção desses S N N N E P M P I I I motivos bibliotecas? E Costuma freqüentar E S S S os leu? N N PE M produzem é uma alternativa SI PEtextos e o efeito queEE SI NP N I I Consulta dicionários? Costuma ler jornais? Quais M N S S E P a respeito. cria PE M M um ambiente EE de escolar é um bom ponto de partida. danM E P S E importante conhecer as características do letramento E M IN NP NP a oportunidade EM EM do também P I M de seus interlocutores I E S M E E S E S da comunidade a qual à N E pertence E Mescola. P textos científicos tendem a empregar linguaI M E S S nível de escolaridade E N I M M NP mascaraPE gem Sobjetiva eE impessoal que a intenção EM EM M EE ler livros? M EE II. para que Eatividades? IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 58 . criticamente. IN IN conhecê-las. E E S hostil às reflexões dos N E P P E I N M rá que a escola possa Poferecer aos I E estudantes PE IN o IN inclui a mediação S Sa NP M E N I S 3. de S é preciso N SI para poder construir situações EM PE econômica. Com que freqüência EE NP PE M I EE P E E S EM N 2. ao interagir com 5. condução dos debates M S N I E P S de fato precisam. quantos destes E S N M SI contextos sociais adequados Quanto EM para utilizá-los. publicamente. visita P S I N M E I M S N E 1.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M A ESCOLA EE S ORGANIZAR PARA COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE N COMO S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M IMPLEMENTAR COM SUA TURMA S S N ESTE REFERENCIAL? SI EE EE SI EM EM P P M M E M E N E E P IN M M M AS CARACETRÍTICAS SI 1. de P I P M EE N 5.

alguns da IN SI leiam em voz alta para algum professor IN que possam dantes M previamente. sugerimos que a equipe escolar elalivros didáticos. fazer P todos possam linguagem esvidualmente para não comprometer osEM resultados. sugestões EE M serão apresentadasEM IN P te. IN o sistema IN de escrita para ler ou I E E S S N S P Pas sondagens são realizadas punho? EM que é importante seu SI IN IN M M revelam E S S M E P P b) quais estudantes pouca fluência registro. Sugerimos que. como por exemplo na tabela que segue. trechos EE EE M E P SI de NP SI P NP E I P I M N E S M N I esta S finalidade. S P P P de ensino. equipe. o conteúdo do texto. considerando os conhecimentos Este procedimento permitirá à equipe M EE S N E N N P I I I M M E S S S N Mestudantes.M M EE E P M N PE EE M OS ESTUDANTES EM SI alguma M EM c) quais os estudantes que lêem com DIAGNOSTICAR OEE QUE N E I E M P E S E P E APRENDER fluência e que redigem com da esJÁ SABEM E O QUE M N IN NP PRECISAM EM algum domínio PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P crita? SI SI EM PE IN NP IN E I M S S N P os estudantes queSIlêem. fluentemenS d) Quais Nesta seção. para EE demonstram ter construído até PROPOSTA DE ENCAMINHAMENTO N M E E P P I M M M E E P N N E E EE avaliar para oSprosseguiDA DA EE PRIMEIRA P SI IN SI quais são NP suas condições EM FASE P P PE I S M N E N S M P DIAGNÓSTICA IN SI mento da aprendizagem de sua escolaridade EE SI SAVALIAÇÃO Pnas EE IN M P S EM N E diferentesM áreas do conhecimento. a sondagem individualmente é SI crita como EE SI SI EE SI leitores eM NP P I P S tipo de conscialmente. Antes da leitura permita que os estudantes E M E E N E E P I P P M S N N a reorientação PE Mse de Eobjetivos eN práticas conheçam oPE texto – lendo-o silenciosamente – M IN EE SI para indicar EM SI S N P I M I EE E E S prévios IN desejarem. E dos verificar se todos estão aplicando EE NP os mesmos crité.PEE IN uso da P E E N S N I P P N M E uma forma S ini.Realizar M N SI N N escritores. e redigem M EE possa E E S EM P textos para que a escola reunir informações para N P M que excedem as expectativas M M I E M E N E E S N P I P M I de acessar e para os diferentes E anos do E E EE S são asIN ciclo? conhecer quais capacidades S N P P P M I E S N N S N EE SI SI processar informações escritas que os estudantes EM NP SI P I M M E S P poder SIN M EE EM então. EE IN M M S S E P S E E M apontar. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E para ler o que escrevem e têm da M P N pouco Edomínio EM SI SI NP PE IN SI NP EE I P S SI escrita? N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 59 . serão ponha que respondam a uma questão sobre I S EM P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E as chances de realizar um trabalho significativo. tente identificar: que não se crie nenhum N M EE INde garantir M SI E EM S E P EM M M E E E revelam não dominar o sistrangimento para asEcrianças. jovens e adultos N Ea) quais estudantes EM que PE P P I P M E E E S N E N N P P P medida SIN M dominam tema aindaEnão SI redigir textos EM SI de próprio NÀ PE de escrita. I M E E N S E I M E P M E avaliação S diagnóstica com EM Selecione textos (pequenas E realizar uma N NP Para notícias.SI M EM EE Quanto maior for o número de informações P I M E E P S N dos resultados. E S S N P E I S indiEM EM modo a M M IN atividade seja realizada orientando o planejamento permitir que É importante que Ede NP M E S I E PE P M E E M S M E E P E E de fato. contos fábulas) para que os estuEM N E I P I E S E E S S E N P P M Pindicadores M bore. Em seguida proM P M N EEque rios PEna avaliação SI Eaberta EM EE IN maioresNP SI a equipePescolar N E E conseguir reunir. as aprendizagens consolidadas. de fato.

quesS N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M tões que envolvam os seguintes domínios de S S leiN N EE NP SI SI EM M P M COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO E SI tura: EM E SI E P E IN M E E S P M N E P P localização e recuperação a) de informação M N M SI EE PE IN IN EM SI EE que a cigarra P EM S S N EE E P (ler nas linhas): os leitores precisam buscar e re3. SI N E IN que envolvem localização e recusa. elabore. Uma · Houve diferença de desempenho S nos Uma cigarra cantava I textos N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 60 . é importante seguir E P I I P E S NP S S N I P I N M M Parada à vestigando a respeito do que sabem cada um dos S S voz e Npôs-se a admirar a sua SI sua frente. 2. São Paulo.Moderna. nível EE EE importante SI tanto em SI N P E NP P I P M N S M quanto Sem PE dividual. tratar-se de uma arrancou para que eles tenham ScondiM escola se M SI SI supondo SI NP E I EE ções de compreender EE M E S P uma folha e a jogou.. M A atividade exige SI EE a capacidade de aplicar EM a te. verso. em IN S E Completas P IN Fábulas PE atividades IN permanentes M .PEE SI deduzirEinformações N S E I S P M M E S N PE implícitas. IN IN PE M EE EE S S E P P N M M E . EE SI S N S E P M PE I mas M E E S N E E M SI NP E RECUPERAÇÃO PE M EM M EELOCALIZAÇÃO NP SI M N E I E M P I E EE S ENCAMINHAMENTO E P E S PROPOSTA DE DE INFORMAÇÃO N E P P E I N M P S N E PE IN IDA SI NP M E N I S DASEGUNDA FASE M S N I E P S E M S SI PE INquando a raposa M EE PE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 1. EE SI Se N EE EM tencem os P SI textos selecionados os domínios de bém poderá ilustrar a moral N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P leitura que serão S avaliados. pensando que o sistema de escrita. paraSIa raposa?M EM PE SI E SI M E E N E E P I M P E E b) compreensão (ler entre as esta o leitor deve reS N e interpretação P M N M Para responder EE questão. pág. Para os que jáEEM PE vizinhos I N E I N SI P N P S é preciso E M M SI SI sensatos.180) N EM PE IN são algu. Concluída esta in.” que atuam no ciclo I e do regente da I E S E E S E S N E M E PE E SI P NP NP AsSdesgraças dos servem deMensinaSala de Apoio Pedagógico (SAP). gráficos. um artifício. PROVA SI SI EM EM PE PARTIR M E SI E EM estudantes N E P P I M E Analisando o desempenho dos é DA MATRIZ M E S E N N E P P M M M E SI SI que a equipe N N PE in. por isto resolveu SIN M EEque esta a SI NP E N P I I M E M S S N EM E E trás das linhas): os P c) reflexão (ler por leitoprevenir-se contra animais dessa espécie. mento para homens decifram e apresentam pouco domínio. selecione textos formatos – proM S N 2. mas enganas.EE IN segmentos EE relacionar tanto lacionar vários do texto: como a cigarra E S EE SI P N P I E M M P N S estrume de P uma raposa.Iraposa N S E N N fase. M EE EE NP SI E NP I M P P I M S · Os estudantes tiveram um desempenho meA IN cigarra e a formigaS E PE EE IN EM E P S M S N E E M P N gênero de texto? SI NP EM lhor emSIalgum M SI PE EE IN E E P S N M P E em uma árvore alta.M M SI NP linhas): os leitores precisam P SI e inte. O que S SI em vários P N PE para enganar SI M – pois é muito imSI As questões EE listas. ao Sacreditares I S N M S E I S N E S que vi asas me relação às raposas desde momento ajuda do coordenador pedagógico. Onde a cigarra cantava S E P M IN N M M M N PE SI EE chegou? EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N cigarra jogou a a raposa? 1. passo sua E escrita para SI é interpretar M EM “Tu te E NP P P E I M E P P S N E P desceria. IN M E N S SI N E I M P M S em queEM seja possível SI 3. Um E P P M M E N N N EM EEesta lhe disse: SI EE importante EM fosse a SI cigarra. o animal Eque possuía que é importante que IN P M EE E a cigarE EE S N N N P P P I I I E S emboscada. EM PE M E M peração EE as condições EE SI N E P P P I PE M M EE E graus de complexidade. IN viu asas de cigarra no M grar segmentos do texto como M EE IN de. EE a perto SI SI não estão EM Ptão PE alfabetizados. Por preparou uma emboscada E I N M P P I P S N E S N N M cuperar informações explícitas no texto. RelatePum M N EE acontecimento IN NP SI da fábula. Pode-se neste IN SI Nque IN PE cara. que desejava ver de grupos relação aos estudantes M E M N N E P M M EE bela voz. I M E E E S N E E SI NP NP EM NP argumentos para avaliar e Ijulgar as EM res constroem NP M P I I I M E E E S S S S E N P idéias REFLEXÃO PE SI NP EM PE do texto. A raposa correu. tente interpretar M EE literária SI TEXTO E E N P E M M E SI N os resultados. duziu tenha devorado. EE EE identificados. construa PE EE IN EM uma matriz EE E P M S N E P P I M que tamrelacionar a esfera discursiva e o gênero a que percotidiano N S 4. Epedir PE SI previno em EM P M M N E M I NP N E estrume M E dos colegas P I M de cigarra no de uma raposa. IN Mpossibilidades.M E PE M IN E P E E S N mática a possível no EE P P E M M INum acontecimento EMdo texto S SI N P E N E I E I E E N EXEMPLO S possa ser S mundo da fábula DE UMA POSSÍVEL P real. para o qual a moral NP P I P M SI N S N E N ELABORADA A SI aplicada.Mtradução direta do grego que os façam E N planejar atividades SI do de NeiIN EE (ESOPO M E conquistar maior S SI autonomia. 1: esfera – fábula SIN IN nível coletivo. S organize M N N N ra. IN PE pois euM minha saber quais são suas hipóteses. Em P SI dizendoM EM EM P convidou-a a descer.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M imaginou EE S querendo devorá-la. EE EE E S S N E P N P P I M que leiam textosSIpreviamente ensaiados S 2.M EE escolar.004. para os textos selecionados. tabelas P I M E S S E N M M M informações podem Eoferecer SI diversificar NP de diferentes portante de leitura. NP Organizar E E P P I M M M E de Smolka.

considerandoSsuas possibilidades dePE ser dispostos: PE EE SI SI NP N SI N P M I I I M S hierárquico S ou não. frequentar IN gêneros é uma exigênM M permite que os coordenadores EE S M N E P I M tornem os EE E processos E professores sociais de linguagem: lêem-se e gicos Pe envolvi.IN S S M ANOS QUE E Muitos dos textos têm COMPÕEM OS CICLOS EE que produzimos S NP M EM EE DO ENSINO FUNDAMENTAL P I M E E P S e organizá-las N informações dade para E E de selecionar M P I M M N E E P S I E N E P E S N participarmos. que se Saprenfreqüentam as diferentes áreas pasM EE é um primeiro NP M E S I E PE P E E M textos produzidos EM S M E para organizar P Eos E PE com aNlinde escrevendo e discutindo so um trabalho produtivo IN M P E E S N PE I P P N M mais experientes. antes M SI EM SI IN PE P IN de começar E E M S M E N S P escrevendo. SI M na cultura M E E N E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S ORGANIZAR O TRABALHO COM ANEXO EM N E I P I E S E E S S E N P P M P ESFERAS M DAS GÊNEROS ESCRITOS DE APOIO SI N IN M OS GÊNEROS EE IN M M SI S E P S E E M DISCURSIVAS PRIVILEGIADAS À LEITURA E Á PREPARAÇÃO OU E M E E N E E SI NP EM DOCUMENTAÇÃO NP PE NP DE TEXTOS PE M NAS ÁREAS DO ORAIS M M I E SI N E E SI DIFERENTES S N P M I EE E E AO LONGO E SI N S P P P CURRÍCULO DOS I M EE S N E N N P I I I M M E S a finali. é hora PE M M E EM N N E E P NP I elemento.são S EE IN M P S EM N E do para conduzir este trabalho? serção dos estudantes letrada.M P c) os objetivos das diferentes áreas do veis a partir da análise dos resultados? N P M M M I E E N E E S N P I P M I EE S cimento por ano em um trabalho deSpesquisa. EE PE Envolver-se IN P M I S N N E S N P M SI SI o descrito.M N que comIN P I N M I S S N E E S algo. IN IN M EM E E S S M NP E E P E M movam Mdiferentes se de reúP que os professores EE o prazer de escrever. à E uma M série de gêneros que dão neros acrescentar ou eliminar são decisões da equiN suporteSIà M EE NP E EM SI Esituações PE P M E E E SIpe escolar EM preparação de mais formais do uso da que seleciona. quais são os gêneros selecionados pelo autor. Finalizada esta quais SI EM de pensar PE etapa.S prios processos de Erevisão NP EM EM pois PE P P I P M E E E S N E N N P P acabam seu SIN to SI EM EM fazendo SI gêneros são NP PE usuário Samplie IN com queNo INisto. Para tanto.SIN N N I P P I N M M I S registro previstas. concluída SI EM sugereM a análise do instrumento. IN NP E I M E M S E S E E rão assim. PE INáreas se N M EE EE os gêneros P NP listando IN em grupos. I P SI guagem escrita I E I E S S S N PE SI é produto de sucessivas versões. o natural quanto alguns aparecem M EE é M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M deixandoP de escrever. EE o texto S M escritores N SI é necessário N N E com Como na escola. levantar põem características de um mesmo 3.S cia das práticas N M E E P I M M M E P S de textos escrevem-se E PE leitura eINde EE Quais SIN em variados gêneros dosSIN na práticaINde produção EE PE textuais. os textos mais S SI indicados. EM EM possí-PE da comunidade IN M E E S E EMconhe. M S N N E As atividades de envolvem pertório de textos a S serem usados. M SI IN en. Fei. EEM a) aprendizagem as IN verticalmente de modo M de ensino de todas S EE e os objetivos S E P b) em esquemas ouM tabelas. de forma M mais produtiva. EE S S M E P P o jovem sente sua imagem ameaçada. organizados por áreas. uma idéia bem mais precisa da diversiE P M M M E E N PE NP EE relacionados EE a que os M Permitem recapitular nomes dade IIE SI estudantes EM a um EEM NP do cicloNP IN P P SI de gêneros I E M E S E P N E N I P P E determinado assunto. Se a criança ou mais freqüentes em uma área do que em outra. N – EM experiências EM didáticas SI N P I I M E E S S N P P EE com graus de complexidade crescente – que pro2.M M EE E P M N PE reunidas no diagnóstico EE EM SI EM a) as informações do M em prosa ou em verso? EEM N E I E M P E S E P P M M N E domínio de linguagem escrita · Houve de desempenho entre textos M N I N E pelos estudantes. EM P P PE S M N E I N S explícitos. Esta deverá considerar: NP M EM EM M PE I IN seleção N E E E E S S M E E P M critério. PE SI Ealgum EE NP PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 61 . S I M P P I textuais mais Snam M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N · LISTAS freqüentes Os educadores teS M SI M em cada disciplina. identificar podem estar S SI elementos SI expostos. Levantar quais são os gêneros de texto que E S S N P E I M EM M IN A escrita é um procedimento. P da situação M que fujam N SI Não SI NP PE Aposta-se EE IN se deseja. Os itens que compõem uma lista podem os gêneros que os estudantes de cada ano do ciclo I M M I E M E E S S E N E S E P P P I M E N N N precisarão ler. PE E diferença I P I E M S E E S N S E E N P P b) a pesquisa a respeito do nível SI SI EM PE de letramento IN NP ficcionais IN e não ficcionais? E I M S S N P S E em que a escola · Quais os encaminhamentos didáticos SIse insere.domínio IN M M em todas. como N PEescolar. diferentes pedagóSI PE 4. o que contribui M para aEE P e qual o Seducador IN esses gêneros mais cada vez mais SI indicaP in. ao planejamento de tivos. SIESTE TRABALHO N na transformaEE é isso que I P S SI COMO REALIZAR N P I S M M N S N SI EE EM que issoPEE çãoMproduzida pela própria escrita e para SI EM E P M E P E qualquer levantamento é aconteça. em função de seus objeN E P P P I IN E E S N N S N P P I EE fala. EE SI EE SI Que gêEM comum P PE P M E M N leitura. SI EM PE de debates PE IN SI N E NP S N I N E M P I I SI S E ou exposições orais. I P continuar acolhido para necessário que a Sequipe escolar PE construa EE EE um re. os próum exame cuidadoso didático para listar INescrito NP EM do livro I M M E M S EM M EE EE EE são formadores. N N P EE oEM escritor iniciante precisa sentir-se 1. ficará claro como determinados I E E S S P P dos padrões da escrita.

seqüência de ações.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S · ANOTAÇÕES N · RELATÓRIO S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M S S SI IN EE EE S EM a partir de EM P P É um gênero que apresenta informações de São pequenas sínteses construídas M M E M N N E P M M EE EE SIescrito). P I M d) em que da atividade IN E S M E E S E N E P PE EM SI PE Ndo NP EM diferente esperado? b) frases: pequenos resumos referentes aos PE I N E E I M N S SI P N S SI ou mais significativos.EEM e) apreciação pessoal aspectos mais importantes NP EM I I P M E S S E P N lização NP EM da experiência. significativas ou anotar E P P M M E N N M N EE do professor SI EE EM b)Mexpectativas ao SI passagens queSI revelam como as M EM em relação NP o autorPorganizou EE P P E I E E P S de tomarNnotas: N N E PE desempenho dos idéias. Há algumas formas I SI alunos. M P PE (oral ou modo procurando deixar em segundo plaum IN a necessidaP EE E EE S N N E N P P P I I I E S N S infor. S EE SI P N P I M M P N P IN Pode articular-se ao S M resumo. mais curto os contribuindo para PE M EM diversos Ielementos. I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 62 . deste relata precisa fazer M EE EE SI SI modo. através I M E E S N EE e mantém SI NP NP fidelidade EMao NP uma tre fatos e acontecimentos como realizar algo. diferentes M M SIrelações entre EE si. certa exS S compartilhar E E P SI EM EM PE como PE IN M E Refere-se a acontecimentos dados M periência. mantendo SI e setas. Como um texto. A combinação · ROTEIRO M EE INentre o PEE SI N S E I E S P M M E S na resenha. com PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E tas horizontalmente nas S N linhas. EE EEusar chaves EM texto. INP SI IN M PE S N M S I S N E EE I c) relato do desenvolvimento da S atividade. usando apenas mais ima compreensão e fixação do E P P E N M P E PE IN IN deve-se isolar a S SI NP M Para elaborar E N I S portantes.no N de quem oSescreveu.IN N PE resumo resulta M EE e o comentário SI NP E N P I I Me efeito en. Ele des.EM P N EE M SI NP EM Expressa P M SI IN o julgamento E E deEE quem escreveu. P I M E S S E N M M M SI NP não importantes EM PE M EE para a compreenM rem a detalhes EE EE SI N E P P P I PE M M EE E são de outras passagens. M S N I E P S E S SI EM impor-M de e deve-se PE IN Emais PE procurar observar os pontosMessencipalavra ou frase que traduz o elemento S E P M IN N M M N PE SI quisermos EE Se não ais do fidelidade ao pensamento tante. devemos cruzar as informações disE I N M P P I P S N E S as disposN N M S·I COMENTÁRIO postas verticalmente nas EM colunas.SUma um texto. M EEÉ o texto. oIN original. NP M P I I I I M E E E S S S S E N P do autor. E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE passados. Permitem apresentar de maneira organizada E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P os elementos P dados que mantêm selecione apenas essenciais. EM SI PE IN M E M E S SI N E E P P M M · ESQUEMAS SI EM PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M · RESUMO S N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Os esquemas permitem visualizar as articulaM E E S N E E M SI do que NP necessariamente. apresentando EM descrições. deve apresentar unidaum esquema claro. ParaSIN PE IN IN EM EE P EM S S N EE E P ler uma tabela. a) palavras – chave: termos significativos dos M E P S E P E M IN foi NP EM o desenvolvimento EM temas Stratados. Podemos anotar M de de constituírem IN sugestão: M SI as opiniões SI NP EM I EE mações que consideramos EE M E S P a) apresentação do planejamento da atividade. M NP SIções entre N E E M P I E EE S das informações E P E as informações S texto. · TABELAS S N N N E P M P I I I E EE E S S Sb) substitua N N P P I E I M S outros mais S N alguns elementos por N EE NP SI SI EM M P M M gerais.INpoEE P EM P P E M P E Ndemos mostrar S N P N E I P I do as relações entre as diversas parM INresumir: PE S N autor. sem SI texto original EMobjetivo. N SI final: significado EE da rea. Para S SI P N M SI a) corte S EE marcadores SI N E IN as palavras e expressões que se refetes. Antes PE EE IN EM de elaborar EE EE P M S N E P P I E elaborado por te imaginarPcomo resolver S M algumas N IN Resumo E EM N questões: o que N SPincigher PE SI SI N EE finalidade? EM se quer fazer? P SI Marta Leonor Silva Pacheco Vieira ComPque N M E I SI N E P S I N M E I M S N E S M SI EE NP EM PE M I EE P E E S EM N · RELATO P P M I E N M E M I E S N P E N E P S N SI SI PE N PE PE M SI N SI N E I N I I M M E S Permite com os outros. quem N P NP P I P M EE N na existência daquilo S N E N I M P crer que conta. estabelecendo progressão PE SI NP EM pensamento PE IN M E N S SI N E I M P M M é importanS um roteiro entre SI elas. usando de numeração.S M E as ligações de causa S de pequenas N a explicar E E EM P tina-se IndicaS passo a E passo.

no I M EE S N E N N P I I I M M S S N E texto. que IN EE SI NP EM a importância EM de seSItrabalhar SI N P M I EEâmE E N estudantes S P P P momentos que antecedem a leitura integral de um já demonstram ter construído .Considerando SI SI ESCRITORA NO CICLO II DO EEM a importância de trabalhar NP SI P I M M S P IN M EE EM EE momentos ENSINO FUNDAMENTAL posteriores à leitura integral de um texS N M E E P P I M M M E E P S N E E se trabalhar EE com SIN M to. sobre os benefícios de se trabalhar bito dos anos deste fundamental. PARA O DA N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E E E COMPETÊNCIA EE S N LEITORA E S N P P I P M I E S N N S N EE 4 . PE Etexto I P I E M S E E S N S E N P EE a classe. sobre os benefícios de Ise SI a SI NP trabalharPcom EM NP IN E I M S S N P de palavras – chave S E identificação REFERENCIAL DE EXPECTATIVAS SIpara a determinaEM EM IN PE ção de S M EDESENVOLVIMENTO E E EM P conceitos veiculados.Tendo em vista de leitura I que rar a compreensão do texto. SI melhoSI PE EE IN M P S EM N E 1 . M EE I M M S S E P S E E M mações para conhecer quais são as capacidades de E M E E N E E P I P P M E S N N PE Mos 2 .SConsiderando acessar e processar informações escritas.M M EE E P M N PE a importância de se M EE M E-M SItrabalhar M E 3 Considerando Questões dissertativas sobre N E E I E M E P E S E P M E o momento de leitura integral escreva este M N IN NP EM de um texto. EM E I P E S E E S S E N P P M infor. escreva EE sobre aEimportância Pde IN SI NP P P PE I S M N E N S N a utilização E M P do registro SI escrito para a classe.IN P M cerem o papel de leitores N modelo para escreva SI sobre a importância de a escola reunir INseus alunos. M a concepção M E E N S E I M E P M E escrevaSsobre a importância EM E Documento. PE SI PE EE ser lido. EEM IN SI ro textualPa N EE I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S EM M IN M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N SI EE SI SI EE SI NP P I P M S N EE IN M M SI EM EM S E P M M E E E EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N SI EM EM SI SI NP PE IN IN I E E S SAnotações N S P P M SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 63 . PE EE ciclo II do EM escreva S SI Nensino M EM E P I M E E P S N do gêneE M a exploração da formatação P M Ncom a classe. N NP orienta P este EE EE M E P SI NP SI P N E I P I M II exer-IN N E S de todas as M N I S professores de os áreas do ciclo 5 Considerando o proposto neste documento.

M (FERRARO. S N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M disponha de conhecimento tecnológico. avalie sua no segundo segmento do ensino fundamental e no IN crie soluções M para problemas SI EE M PE IN IN EM EM S própriaPação EE P S S N E E e esteja em contínuo processo de for. apenas 26 % IN o emprego atual. PE de analfabetos M E SI E EM N E P P I M E de agir apropriadamente em função dos protocolos 2002). vez Nna S pela primeira SI EE EM EM P M I E P E E S N fabetismo 1984) P – aquele EEM brasileira. M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI ORIENTAÇÕES CURRICULARES: EM M E M M M EEPARA EE APRENDIZAGEM EXPECTATIVAS DE NP E P I P M EE E S N E N P P I I E S N N S SI SI NP A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) EM I M E S E P M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M EE P N SI 64 .IN M SI Pressupõe mação. As principais dificulum momento de expansão da educação formal em P M E M N SI N PE estão concentradas EM EE SI EE das mudanças PE EMentre pessoas SI dades das clastodos os níveis.S Secretaria zados. desde essa SI NP perspectiva.br usam computadores. S E P com trabalhe em equipe. é E A partir M P S I N E I M S N P história EE a instituição de um “alfabetismo pragmático”. S E P M IN N M M M a mudança do perfil N PE M SI a última década EE No Brasil.portaleducacao. PEqual impede IN EM EE P M S N E PE P I E M normatividade estabelecida. elaborado M E E N S E M P IN Ação M SI buscam programas de escolaridade para tituto Paulo ONG EM NP Montenegro e pela S PE EE IN EEducati.7 M EE indicador SI houve. M M I E S N P E N E S E Eescrever umas N SI SI que Ppermite à pessoa ler e tantas na porcentagem de analfabeto. Verificou-se também das matrícuS saiba coP S N E o aumento N I I M E N S propriedade. SI N E P P M N E E M SI3. de acordo com EDUCAÇÃO S E P de alfabetismo.SIN SI EM PE ler um texto IN IN M Eou S N S E P M PE I to.IN E N P I M E escolaridade faltaria S S EM E miEM P sem tanto aquela % na matrícula.prefeitura. o Brasil testemunha M S E PE IN EE M E S P M N E exija uma pequena inferência.gov. Quase EE PE SI rudimentar EM P M M N E M em: da classe C I NP N E e 64 % . Somente I E S M E E S E S N E PE EM 52% dizem ler SI PE NP NP EM 6% deles www. M a ponto rior. em consequ ência N E P P E I N M P P E PE IN IN de organização S SI do trabalho N M no mundo E N I S ses C. dança Os trabamo Funcional pelo InsP IN 2005).lhadores E P S M SI N E P I E Mda população brasileira P na faixaEM não perder N va. M EEprodução e EE e procedimentos SI consumo. está Erelacionado com assistiu EE da estru-EM EE SI à universaEE P N P P I E M P N P produtiva PE INdo mercado IN Ne. Esse processo tem gerado aIN redução progresP N S M N E I E I N E M S E P S S pleno. E S E N N E P P M M E EM SI SI N N a realidade é bastante PE EMesmo de assim. que hoje é SI da produção e doIN NP EM procedimentos PEvariação significativaIN M E S SI N E M desenvoltura na EM P M S mo. S M SI PE EE IN S E E P S N M educativa não caia Para que a ação P Esão plenamente alfabetide 15 a 64 anos N de idade SI no vazio. EM (Inaf 2006. IN PE E EMPREGABILIDADE IN M EE EE E S S N E P N P P I o referido conseguem S indicador. SI SI São Paulo NPoutros 30IN IN PE 7% são analfabetos I S M S E S N S 3 3% são Diretoria de Orientação Técnica (SME/DOT).M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P M M E N M N EE EE EM SI SI M EM NP EE P P E I E M E P P N N E PE estão emM (Cidade). De acordo com o Inep/MEC (censo I N M P P I S N E S N de ler. de em especial Emunicar-se SI las na Educação EM SI EM EM PE IN Jovens eNAdultos.sp. P E E (EJA) possuía. EE I SI lização do N S S P N I E P S I S trabalho. NP EM I I P M EE E S S E P P N M M em N SI PE IN M dos brasileiros se encontram EE Outros 38% M EE S SI N E E P P I M M M E nível básico Estes. PEde sete a 14 anos se IN M E S S E N M competitividade M M SI que precariamente NP de ainda quando se considera a EM PE M EE M truturação EE EE produtiva e a busca SI N E P P P I PE M produtivo EE E demanda de modelo com trabalhador que EM qualidade.9 % em E N N com crescimento de Pescolaridade SI ante.PEE ensino médio. M problemas práticos. dura. M N SI O que se do EE siva e substancial PE analfabetismo IN evidencia. revistas. seguir instruções. tura de modo que S a poMensino fundamental. que Epassou a contar com 1.6 milhões de matrículas.6 milhão. E S NP N EM N informação enciclopédica como o conhecimento dos De 1ª a 4ª séries não foi regisE N M P I I I I M E E E S S S S E N P próprios consutrada na PE matrícula. SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P A procura por educação formal deriva da muSegundo dados do Indicador Nacional de AlfabetisI I M E S E S S N P EE PE do perfil de mercado SI EM de trabalho. Disponível classes D e E. D e E. SIN EJA de de 5. De 5 ª a 8 ª séries doSIensino fundamental na EE M EE IN N S E I E P S P M M N PE 2003 para 2004 incremento PE ser um fundamentalS de empregabilidade.EEM A correlação entre relação ao ano EM e organização SI EE SI P N P I E M M P N S P de a escolaridade IN social nunca foi tão forte. EM cur.9 IN Ao adulto M E E S N E P P P I M lhão de estudantes. ou “alda década de 1990. mas PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE jornais e 48%. e % INde Educação. A globalização S EM IN de da economia e a reespulação encontra atendida. nível de alfabetismo. consequentemente. das E P I M 2008. e nas formas M S N I E P S E M S SI PE IN educação formal M EE PE O aumento de procura por e participação social. a curva de analfabetismo ficou descenP M necessário” I E N (OSAKABE. localizando uma informação explícita que Desde a década de 1990. o de atuarEE com de SI 1. NP P I PE M SIdente nãoINapenas N S N de modo a ser capaz E SI coisas e operar mas também no número absoluto SI S EM EM com números. M E E S P M E P P imediatos. a Educação de Jovens e Adultos EM PE SI E M S M E E N E E P 4. resolver em 2004. um trabalhador capaz escolar de 2004).

IN M EM E E S S M NP E E P E M E ·Eparticipar de situações em que predomina a de conceitos – entendidos como M P · a apreensão PE IN EE nesseEM EE P NP IN S N I M P P I oralidade escrita. contrastansimplesmente submetendo N E E M I E M E P S E P P EE Me problematizando-os M N E do-os com as evidências mento às demandas do mercado.) e N IN a elaboração de um I E E S S S P P social de acordo comSa I necessidade. SI NP EM para desenvolvimento E I M E E S EM P pela realização estar pessoal. é fundamental resM N I N E P E I P E M S S SI tem a educação IN PE PE IN M e pontos PE saltar a EE sujeitos Sendesde o lugar de vista dos importância que escolar e S N N E P I N I E M S S N SI o alfabetismo. fazendo anotações. isto implica a nova postura no que N E P P P I IN E E S N N S N P P EE · realizar manipulando textos refere ao ato de conhecer. com o desenvolvimento social e inteI M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E lectual dos sujeitos EE envolvidos. o que éo P N P SI etc. roteiros usar da SIN nifica SI novo método EM EM SI para ensiNP PE nas atividades IN etc. preendê-lo. mesmo consiE M E E N E E P I P P M E de derada N N PE especificidade. bilhetes. SI deve permanecer NP PE comoIN EE de comIN a vida pessoal SI outra maneira EE tanto para P S SI para a ação social e M cimento de outro conteúdo e N P I S S IN concepção E EM M IN M S E E profissional. E P M M M E N PE NP EE e de forma EE no trabalho EE M ininterrupta. DENP JOVENS E ADULTOS I S EM N P P I S M N E S N I N E M P I I SI S E Saber usar a escrita significa: E S S N P E I M S EM M IN revistas. é preciso outra SI P NP E I P I M da re-IN cionamento N E S M N I S e uma concepção mundial de enfrentamento do sistema de representação alfabétiEM E I P E S E E S S E N P P M P M alidade que supõe um modelo de educação a fim co e ortográfico da língua escrita e da notação ma. Contextualização e compreensão das S N M E E P P I M M M E E P S N N E EE Santos. EE formasEM EE sam interagir com outras SI diversas P P P M M M E N N além dos P experiência. Concluindo. EE SI NP EM EM SI EM PE se siderando P M E E E SIda realidade EM os objetivos e a situação. M M IN EE M EE que trazem EE SI de sua IN SI E E S E P P P M E matemáticos E S concreta N N N Em relação aos . Mas. este IN N e aplicar recursos característicos M EE historicamente.vida IN M M EE S S M E P P · escrever o que precisa (avisos. · o exercício sistemático de análise da realidaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 65 .EEM NP de leitura. M SI E EM reconhecimento S E P EM M M M E E E escrita (sínteses. listas Ao contrário. realiza-se das SI habilidades EM so. material-mente N E M P SI contra-se num SI SI PE se EE IN M P S EM N E torna possível a libertação do trabalho alienado e Entende-se por alfabetização oM processo pelo I M M E E N S E I E P M E M os sujeitos adquirem S E N NP degradante. P M M M social. contudo. N P I I M E S S N P P EE descontextualizados sistemático e abrangente. seja IN EE M E N E E S N P I P M I E E Na opinião EE S N Freire a Seducação E APRENDIZAGEM de Paulo é toEXPECTATIVAS E N P P I P M I E S N N S N EE SI SI mada de consciência da condição de vida E em EM que NP SI P I M M S P IN M EE EM EE se encontra.M tas. SI EM M INe auto-referidos.PEE P E N S E I P P N M E S M N SI que represenN N crença. quadros. P IN P P SI · o desenvolvimento I E M E N S E N E N I P P textos que E efetivamente bre N os aosINP escrita e cálculo que os educandos posS SI se apresentam SI . aprendizagens EE PE SI IN a história humana enSI Segundo IMilton NP EM escolares P P PE S M N E N S momento em que.se à lógica do ajustaEM SI E se aplicam os conceitos. sabendo intervir e atuar de compreensão da realidade e alvo Sinstrumentos M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P contexto.IN SI IN M EE IN M M S S E P S E E M de criar possibilidades de aquisição de conhecimentemática. livros. cativa exigências: EE SI EE sua ação. documentos · poder de uma e M EEeducaçãoEformadora NP ler jornais. A alfabetização. constante de reelaboração – para que se faça posI S M N S M E IN escrita. estão PEno sentido IN sobre ela EM EE dade e atuar EM SI S Mtrabalhar com EM tais como N E P P E I M E E P dades cotidianas de cálculo. para M EE N S E N P E I P I de sua vida. carmas de divulgação e reprodução do fato midiático.de modo N P M I I M I M S S S N há que se considerarem duas dimensões compleque os participantes possam compreender a realiE I EE M E S E P P M mentares: de E um as chamadas necesside transformá-la. SI EM impõe como P PE P M E M N E · avaliar escritos e leituras con· a ampliação da capacidade de interpretação N que se realiza.M M EE E P M N PE M de . de conhecimento. assumido como esforço SI SI N EM EM SI estudos Eformais. gráficos. relatórios. seja M e o bem-PEE volvidos. culturais. M a crítica a Etodas as formas em N sua só fazSsentido quanM IN EE SI tos e que NP EM SI promover S P I M I EE E E S N do se vincula S P P P produção de desigualdade e exclusão. MA necessidade E S I PE P M E E M S M E P N E E PE e outros textos que fazem parte de sua crítica leva aEreconhecer aN necessidade do Itambém Mprofissão. registros. SI diálogo com EE SI SI EE SI as referências NP P I P M S · conhecer da tam o saber constituído Porém. PE P P I P M E E E S N E N N P P esquemas.).participação político-cultural-social. N EM lado. nar conteúdos M tradicionais ou na submissão às IN for.quando EE M . M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Mestabele.S a organização P EE E S N N I P I N M M S planejando M S N N E SI monitorando a leitura. resumos. da necessidade do diálogo não sigN E E E fichas. podemos assumir que aP ação edu.de forma N P I M M I S S N S educandos nas dimensões sociais. da vida PE EE SI conhecimentos SI · a problematização NP NP SI . desde o seu início M sível a Ebusca M SI E S E E A aprendizagem da permanente de conhecimentos. NP de forma que se SI M EM EE A ESPECIFICIDADE DA EDUCAÇÃO P I M E E P S sua participação N ampliem as possibilidades de e inE M P N PE SI EM EM PE EE IN SI N E E tervenção ativa no mundo em que vive. para ordem EEqual do EE EE o conhecimento M P SI funNP isso. PE PE · usar procedimentos IN EE próprios da M SI escrita. documentos. SI SI de conhecimento. em consequência de outra S E PE E P M M E P E N N E P M M N de homem e E de M sociedade.

por Pexemplo. meros.EM E produção da paisagem. homem. M SI PE EE IN S E E P S N M compreendida como A Arte deve Eser preconceitosIN e discriminações.PEE der o que é imediatamente sensível. que se manifestam E I P I I P E S NP S S N I P I N M M mostrar a na realização de ações da vida prática (por ex. e entes geométricos. meS S N conhecimento fundamental E SI ciência como EE Ecom SI do mundo EM EM P P para a compreensão e de suas transforxer dinheiro. grandezas. E P S S N EE E identidade. SI S E N P E humanos para conhecimentos PE SI EM práticos. EE transcenM PE IN IN EM SI tos de Psociedade. lugar. EE S E interação E faz-se necessário S cons. não apenas osEseus remédio. tempo.IN EE educação SI sentido. um lado. seja M percebido como PE M EM área doINsaber EE SIgerado nessa N E E M P I E éticas e. verificar contas. tais como PEe da ética. a política. consequ entemente. das exP P E trabalhados M M INe temporalidades EM de tempo SI N P E N E S I E I E E N S educação escolar cabe refletir sobre Sampliar as de aprendizagem. os Neste no âm. M vências pessoais a percepção das ensão da realidade para além da cotidianidade e P N S M N E I E N I I N E M S E P S S N SI prático. IN o raciocínio M E E S P M N E P P de abstrair. do educando a respeito dos conceicidades M N ção. dos diversos 1 -Pela em atividades práticas que I M E S S E N M às formas de M SI NP espacial.a filosofia e aSética. tra. medidas. procurando atualizar-se EE da MaPE nas discusHá dois pontos centrais na natureza S E P M IN N M M M N PE SI dão suporte EE sõesEM científicas. PE A ação educativa deve INtemas M E N S SI N E I M contínuo das vi.IN NP P P M N S apenas PEE M são E produtos sociais. referentes envolvem quantidades de diversos tipos. assim para os educandos interpretarem a complexa traI M E E E S E P IN Ee NP NP organização. EE e princi. balho.StransformaEM PE E M SI M E E N E E P I M P E E ção básicos para a consOs conhecimentos as S P – referenciais M as ciências.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E de Ciências E M tem como EE S quantidades. saberes. SI NP sociais e sua interação EM N I I M E N S S E P M desenvolve da natureza. É IN básico para o desenvolvimento do Spensamento IN SI Ne INci.Pbem entre EE com as EE da cultura SI pessoas.SI conhecimento abstrato. P SI IN EE trução do S conhecimento.Pa EMproblemas INmatemática M ambientais do EE EE E S S N E P N P P I M lugar emSque vivem). M IN NP NP matemática EM também EM zagem P I M que se almeja nos interesses do educande a indissociI E S M E E S E S N E P PE EM nos meios de SIduas dimensões: PE NP EM do. M S N I E P S E M S SI PE IN M forma ampla.EM P M a compreque permitam o questionamento tirSI de temas E e que permitem Mconteúdos S PE EE IN EE P M S N E PE P I E e cotidianas. P N palmente pelos problemas vivenciados samento ePE a NP EM EM SI pelo grupo IN M E M E S SI N E P P M M E (como. bito da escola deve comSI permitir aos educandos EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I A relação ciência-tecnologia-sociedade é S preender e atuar no mundo e que o conhecimento M E E S N E M SI incluinPE NP permeada porM temas de diversas ordens. nosSIN acontecimentos mostrados abilidade dessas a resolução de PE N E E I M N SI P N I S I relacionam N à Ciência.EEM comunicação queSse problemas da vida práticaSe a estruturação do penNP EM I I P M E S S E agilização do raciocínio. de outro EE M E S P vida mais saudável. administrar um M M E M N E N E P M EE SI em uma SI EM aspecEM enfatizando-se PE PE mações. consideram-se. P E SI conheci. calcuP M E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S de tos N . o sentido P IN e valores M E N S E N M P Mpercepção SI SI integridade. predileções e as múltiplas relações entre o individual e o coletiM E S E N N E P P M I M M E SI não nascem N PE sim M IN a cotidianidade e aS sua transEE como S mas vo. EM das atitudes formais Eou bem como tro. representações e identiEM ma de M NP M P I I I I E E E S S S S E N P privilegiam-se os conteúdos e dades. À EE serem e.do-se questões que a fruto da Iconstrução humana na sua N E P P E I NP M P S E temática PE IN de IN S o contexto NP M tante com E N I S escola se prepare para discutir essa natural. EE IN da política EM res. PE se estrutura a parSI NP EM Para tanto. A EE SI participação N S E I E S P M M E S no fundamento de IN N PE mesmo educação escolar deve criar as N possibilidades M com ênfase EE princípio. para vida Iem Ea NP sociedade. por Eparte M SI projetar. portanto. EM NP EE P E I M P P S N E P de nossaPEcultura. cooperação e Prepúdio aEM ticularmente SI IN nas sociedades complexas. responsabilidade. cozinhar com base IN receita. social e cultural. são PEE EM EE SI P N I E M M P N Phistórico Isegue N IN M a plena A percepção doSfenômeno o PEE fundamentais para M social. por SouEE mais amplos.Ecessos SI EM SI EM PE lógico.tuição M PE de nossaS sociedade I N M S S N E EE I SI da ciência interessante buscar essa compreensão entífico. E isto implica não cendência em contextos IN IN M e. EM EM PE como núM EE M pos dePEvínculo EE SI N E P P I PE M EE a for. EM N como suas Sproduções formas de valores.salientando EM EM M reconhecenM científicaIN E SI E Erepresentações E P P M E do que os valores. PE formas de produção das condições EE do saber IN SI NPde vida coletiEM P S I N M E I M S N e a compreensão Neste sentido. S a relevância ePE social. ponto central N O ensino S E N N volumes. generalizar. A formulação das expectativas de aprendiM E P S E E supõe. mas também o fato de que o aparece a matemática como E P P M M E N N M IN EE SI EE EM modo científico de Ppensar foi E central paraEM a consti. espaço.Eela as capa. por P NP P I P M SIpectativas N S N E IN SI referências culturais dosSIeducandos. economia. a história.elementos essenciais para uma de material em diferentes tipos M lar quantidades M SI SI mais práticos SI NP EM I EE trabalho etc. medidas. S SI NP E P I I M M E M S S N E E E P que a humanidade se constitui na História. IN de mundo: N M e natureza EE M NP artes.M E IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 66 . Trata-se de permitir a aquisi2 . a mobilidade social.igualmente E P S M S N E P E M N peito. em grande parte Sformal.). I N M P P I S N E S N IN M SI cultura. temática que de N seu EE EE à necessidade SI EE P EM P P I E M P E Nensino: M S N P N E I P I N da consciência geográfica supõe S N A aquisição S SI P N PE SI M SI compreensão EE é necessária SI tiN E IN a de territorialidades. conteúdos a EE va em diferentes épocas S na definição SI EE EM das M NP EM dos S P M I E P E E N noções históricas. codificações de inforS N N N E P M P I I I E E S S S N N PE mação de grupos SI com proPEmação.

comunicação e M Eação. ao mesmo SI E EM são histórico-biológica E P EM M M E E E espaço para o desenvolvimento deste diálogo do indivíduo e do grupo que N E E EM está PE P P I P M E E E S N E N N P P N na perspectiva transdisciplinar. da vida de artes. saber. NP M E S I E PE P M E E M S M E A Educação P N em consideração E a apreender E PE As ações educativas visam Física muiIleva M o avan-PEE P E E N S E N I P P N M Etecnologias. Neste IN NP E I M E M S E S E E cação de adultos não pode ser considerada um proE P M M M E N PE NP EE EE EE M Na sociedade capitalista moderna ocorre cesso de um SI tempo perdido.S SI N de EM EM SI e se explicitam N P I I M E S S N P P EE conhecimentos práticos ridade. silêncio). formas de registro. EE EM PE IN traz umaNexM EE E P Nvida IN S I M P P I Conhecimentos individuais e de e um aprendizado que o tornam Speriência M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N ações coletivas um igual S M sentido. p. arte implica o SI SI EM PE IN NP culturais IN diversas. individual ouPE coletivamente. N N corpo ou ao SI to mais que EEdeterminante SI SI de novas E da ciência. a eduSI M perante o educador. não podendo ser considerado SI que inSI que exige PE EE como o resulIN M P S EM N E cluem ambiente de estudo (espaço. M Npossibilidades SI EMcultural e PEeduEE IN SI ampliação N EE E do repertório artístico dos I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E Transdisciplinaridade candos implica a expansão de sua capacidade de E S S N P E I S EM EM M IN expressão. Conhecer e usar N P I S M M N S N SI fundamental EE EE limitesEM EM para constituir um novo campo de conhecimento” seus e possibilidades.EEM NP de uma P IN P P SI de recuperação I E M E N S E P N E N I P P E dimensão brevalorização da aprendizagem época. distando das simples interações com objetos SestétiI M M E E N E I M E P M E M S E E visto como N NP cos nem deM materiais (bibliografia. 2000. aosEE apreciSI PE e explicar M M S M N E P I EE E estético E de arte. S N E ações e resultados plia abrindo-lhe outras EE (tais recursos EMo repertório SI NP M EM E P I M E E P S Nde estudar). Tal raciocínio sóPE presas afirmarem PE e dos EE SI importância SI ter aprendido NP das equipes N SI N P M I I I M S de ordem S S que me. amI M EE S N E N N P I I I M M E são aprendidos S S dos educandos. Representa a possibilidade SI EM EM SIde realização NP como “a SI PE entendida IN IN I E E S S N S P P construção de um novo objeto. às N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S estéticas. O esEM N E I P I E S E E S S E N P P fruição e po. também. S o çoEM N SIesporte e sim. M EM E E S S M NP E E P M sa Todo adulto P o mundo deste PE modo. S SI individual SI fora da M N do conheIN P I N M I S S E S IN M educando adulto cimento.M P pressupondo compromisso dos funções sociais artes. estreitamente e N E E I E M E P E S E P P E formas cada pessoa que ganham sentido em práticas Mao fazer artísticos N IN de compreender Ea N EMvida que M PE EM I P I E S E S N S E E N P P constitui em sua história. divorciando os conheciPE SI Eda EE NP programação específica. que P se descaracterizam N SI SI NP PE particulares EE o corpo. própria ação sensoriais E A na P E M imaginativas. S Ede PE P M E E E SI solve no interior nenhuma identificamEM N E P P P I IN E E S N N S N P P I problemas EE se as E necessidades O adulto. M SI EM SI deste campo IN PE NP de conhecimento.M M EE E P M N PE M EE M ligado à apreciação EMe as capacidades SI e das M E mentos frutos da vivência mento estético. E que exige tambémEE IN M do conhecimento IN M M S S E P S E E M de recursos de como fazer hipóteses. da arte) e das linguagens artístiEcontextualização Mestudo. quanto for o caso) e temas “naturais” com nasceriam. M N E P P I M M E P S N E E PE múltiplas EE Um SIN lectual. perdem nos constitui realizar a dimensão humana M que se M plinas. SI tempo. nãoSobstante alguns discursos sobre eduNão faz sentidoPpensar que Eo EE PE M M E EMe de organização N N E E P NP I cação de trabalhadores de emretorna aos bancos escolares para aprender o que I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI N N N a deveria como criança. material de tendênci.EEposição E EE P SIpesNP algo que resulta de SI P NP E I P I M N E S que as pessoas M N I S quisa e experimentação. 86). Estudar éM um trabalho inteadores conhecimento dos edu. O conhecimento e aEEexperiência N tempo. é o eixo SI P E P M M E P E N N M EE (KUENZER. de poder conhemanifestações de exposiSI N PEde buscarEE P IN aos espaços P M Trata-se I S N N E S N P M SI fatos doIN SI ção e divulgação cer mundo material. não é uma SI EM ou analiM criança nem raciocina IN e objetivos IN já produzidos.SIN EE indagação EMQuestões P PE P M E M N se reE da de maneira transdisciplinar e metodológica N (porque Inão M EE NP EM EM SI disciplina).S humana. SI o culto ao NP P I P M crítica social. e. IN de vista SI NP e sua autonomia EE seus pontos I P S SI produz com a História. aos artistas. M EE dados às E S E EMpartici. Apreciar e produzir E I M S S N P sentido. EM a so. à medida E SI didática SIN de mundo de natureza EEé trata. P e críticas. muito Mdomínio IN P M o tudo estético (produção. candos Erealizado IN formas de aprendizaSI resulta Nde EM P P PE I S M N E N S N E M P condições SI apropriadas. procedicorporal e E teatral).EEM trabalhos se justificaria as pessoas IN em grupo. OEM das pessoas. pantes. PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 67 . com metodologia de uma dimensão fundamental da existência humaM SI IN IN M M que na materialidade EE S S M E P P peculiar. assim M IN EE SI cas (visual. NP como Pplanos EM SI musical. tais E E N E E P I P P M E S N N PE M de N atividade. A palavra M EE se compreendêssemos S E P M E dimensão é a da importância como máquinas acumuladoras de NP Minformação Eessa EM Me de lhor expressa P I IN M E E E E S S M E N E P M competitividade. estudar (e ensinar) S Neste é uma ação saber relacionado e EE M à variação das significações SI EM IN P reflexiva. E P E E M S M E N SI P é a indagação de um fato P de partida IN O ponto PE EE EE SI N S N I P P I N M M S que esta M S e. trabalho gem.SINe. independentemente de sua escola. convive. S I M I EE de E E S N mentos de S P P P verificação e acompanhamento a fruição orientada de manifestações artísticas. promover a S M objetiva da M dimen. a partir da integração de diferentes discina: exatamente aquela física M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E como tais.

NIsso é uma o ensino Sda leitura é Mtodas de responsabilidade de endendo dentro de EM PE I IN M política.EM S N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M tica. ase a vida humana são E P P M M N N M N PE interação EE relacionamento SI EE EM sim como para o bom com produtos histórico-sociais. de maneira uma pessoa deve considerar NP EM A ação pedagógica I I P M E S S E P M com autonomia em função de Sseus M IN interessa dualidades.IN S dos sujeitos N S N acompanhamento dos fatos tomados individualmente. Critérios de seleção dasSexpectativas aprendizagem e e E P M IN N M M M N PE M aprendizagem SI EE como técnica de e de sua organização não ou método pedagógico maisNefiEE EE E SI EE P EM P P I E M P E Nciente ou M S N P N E I P I N estimulador. de currículo escolar. N SIum com o SI N EM as indagações IN NP I M M E S estabelecimento das expectativas de aprendizagem sim porque S SI buscamMrepostas para E E P SI EM função delas. Em palavras diretas. Ide especialista. Por isso. bem de eleque não significa posição constante e imutável. As expectativas Edevem iluminar a or. IN M E M E S SI cada umIN E E P e necessidades. ções que são. práxis.científicas. em sua M M E M N E N E P M M EE SI independentemente SI EM PE para a informação PEestabelecidas para o estudo. NP NP organização EM NP dido como os mesmo. NP um consulente M P I I I M E E E S S S S N P E movimento formati. as E necessidades de NP Eler PE as singularidades. M capacidades M S para fazerSIpoSI NP EM I EE Isto porque. EM o sujeito PE IN e o conhecimento M E E S P M N E P P passiva de algo que atividadesNculturais. e P2.EM vo. P M M ses pressupõe a assunção de que mas compreS dos participantes. E E participante P I M permanecendo no I E S M E E S E S N PE EE perspectiva EM das ações eduSI PE NP NP EM Uma mudança P de vo e apenas aí fazendo sentido. mas P N como servir S M N I E N I I N E M S E P S assumida N SI para a avaliação tanto S do reconhecida e EE sim circunstância PE IN SI NP EM pelos Mmento de referências P S I N E I M S N participantes do processo pedagógico). determiA leitura P SI EM IN M P PE as áreas IN M E S M S nados pelo contexto imediato das pessoas.Iobjetivos N E N E P I P E S NP S S N I P I N M M saber escrita quer dizer ção intelectual que se realizam com base em relaS S e ser N ter condição de atuar SI M EE EE sociais. éSa definição EE de lei. voltada para formação pessoal e moral.EEM cativas. S N S SI P N PE SI M SI Defini-se EE SI N E IN expectativas de aprendizagem. entendidas mundo vive. Edevem tura informar as atividades de diversas manar. I N E E I M N S SI P N S as indiviSI N SI a formar EEque pos. M EE em queEM IN e ca. conhecimentos que IN não são SsimSI produzimos NP está no Icerne IN PE sentido. E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE o EM periência. usando-a para o trabalho. Deve-se também terP boa definição. SI conteúdos.nhecimento. Na SI Mo outro. o trabalho coletivo na ação educaN E P P E I N M P S E PE IN IN SI ser entendido NP M tiva deve E N I S como princípio fundador da M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE da produção do conhecimento. o conhecimento EE M E S P lítica. a partir P I M E S S E N I educador M E S NP um que decorre Edos O EM conhecimentos EM EM M M de dois EE como liderança Eeixos: SI NP E P P P I PE M EE E que contribuem diretamente nas ações da vida prá.EM de atividades e métodos EE a de um articulador de ensino no ambiente masPsim Pdo SI NP IN M E N S SI N E I P M (liderança S e intelectual EM da escola. EM ma a que M SI PE EE IN S E E P S N M gem deve consubstanciar-se cotidianamente em P A educação deve ter como um de seus E N escolar P SI EE IN M SI EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 68 .M NP EM P M I E P E E S N feridoEpelos educandos.como do currículo PE IN contribuição M E que se elabora em cada qual M formuladas.políticas e absorção seja IN prios das M SI lhe é indiferente. aSalfabetização I S N M E S N S áreas do covidade escolar. de avaliar em função da P I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S térias que compõem o cotidiano do educando. entensimples motivador. das IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S sociais. SI EM N EE com o ouP P E I E M E P P S N E IN PE da ati-M Neste tro. EE P EM S S N E E P uma informação ou um modelo de conduta. de um repassador de informaI M E E E S N EE processos. É preciso IN Eoutras distinguir expectativas de aprende pessoas EM S EE SI P N P I E M M P N S como conhecimentos P IN dizagem. SI no mundo. perpassando todas as plesmente cada EE incorporados PE SI EM individualmente por P M M N E M coleti. EE ao que se EE que. para o lazer. contrariamente SI tem vulgarizado. I NP N do processo.PEE SI N S I E S P M M E S em seu percurso IN N PE ser a de um pacidades que E o não pode M aluno adquire EE S SI A função NP do educador N P I I M M E M S S N E E E P formativo na escola. E com sua PE e ex. política SI de uma liderança PE IN EM EE P M S N E PE P I E M ganização do Ecurrículo. de EE processo pedagógico S SI EE como do conhecimento EM au. e historicidade. EM ções ou. atuam transformando-o.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S ensinar a escrita. não porque troquem saberes. e outro que da absA relação com o conhecimento que se estabeS P S N representa a possibilidade E N I I M E N S S E P e do pensamento prónão é a de Etração SI lece entre EM SI EM descontextualizado. EE PE I IN EM EM S filosóficas. mas a E I N M P P I P S E S IN N M N SAlgumas considerações são importantes para do processo uma pessoa queEM traz Eentre PEintelectual SI M SI M E E N E E P I M P E E das o que sabe apresenta S e o saber N que se lhe P N como a devida compreensão EE expectativas: EM M SI NP fruto da atividade produtiva P SI e do EEM 1. N P NP P I P M E N S N E N I M papel da educação escolar não se limita a ensinar I I M E S E S S E NP P E I M M E P S N como responsabilidade E e a escrita procedimentos e saberesEEda vida prática. culturais e políticas SI E EM P P um ser. Há uma gamaIN enorme de situações deSrealiza. de fore todas e conhecimento N E N P EE I E E P S M SI N E P E M P N A aprendizaSI IN possam atuar na sociedade.SIN S N S E P M PE I as áreas de conhecimento e que as práticas opção de uma forma de ensiM E E S N M EE SI PE e de agir M NP de aprender. Trata-se. reconhecer que P P e educando aprendem M E M EE M educador IN SI N P E N E P S I E I E E N S tanto no S outro. em sociedade. EM PE IN PE INsempre asEE M EE E S S N E P N P P I I um processo coletivo.

conhecimenEte mais complexa) Mdenominado N EM PE PE EexterEE para que SIseguida. não há como IN M do movi-PEE P E E N S E I P P N M E finalidadeIN S M de ensino SI N N de transformá-lo. M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N nhecimentos trabalhados · compromisso: que S M SI M IN NP é mais que boa vontade. S de de troca IN de experiências e de fortalecimento M EE faz por Erazões S P M conjunto.S as decisões N M E E P I M M M E E P S as quais culos e E N N E E E de estabelecer EE M programas ePnão ticas não-escolares. PE P M E E E SIação pedagógica EM é sempre único. Nesta outro M N IN NP EM múltipla e PE EM mesmaSIdireção.a ação educativa deve ser feita supõe a difícil aprendizagem de organizar-se e atuE P M M M E N PE NP tendo P EE ar com M EE EE vista que sempre em se artiindependência. N EM Eserem SI N P I I M E E S S N P P EE que. Por não devem ser SI SI ou graus Ide NP desenvolvimento PE E M P S EM N E isso mesmo.S régua e referências das decisões a tomadas SI sua particularidade. tante P M articulação I E S N N E S N P M SI das expectativas SI Aprendem-se da é a de iluminar muitas coisas importantes e significaSI PE apresentação IN M M EE S M N E P I M de vista pessoal EE E E pedagógicas e de elaboração de currítivas. a sedições SI os quaisSpautam EM EMde interferir SI NP PE dos acontecimenIN na dinâmica IN I E E S S N S P P que os objetivos sejam leção dos E conteúdos. sobre si mesmo as outras I M EE S N E N N P I I I M M E S S p.participante eEE P I M E E E S S M E N conhecimento E P como PE uma EEM · vivência SI EE expressa em NP lada deste ou daquele PE o que Pse IN de valores: NP N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 69 . EM N E SI níveis intelectual. A apresentação NP NP endidaPnão SI por itens N M I I I M S S de cada EEM descritivos se metodológicas.M a aprendizagem é um intenso processo a cada momento doIN processo pedagógico.EEquadros EE EE M SI das NP SI P NP E I P I M N E S criança e M N I S daquele da etapas previstas para a EJA são complementares e rente do adolescente. E a dinâmica S S M E P P exposição. no. I P E M S E E S N E E N P se conformando individualizados. SI EM de inM IN M E E E S S M NP E E P E M teração. E I M E M S E S E E Neste sentido . IN PE EM P IN E E M S M E N S P com o propósito de perceP IN 4. laciona com a participação. conNP tos acumulados EMfundamental. I P S SI valores que permitam o exercício sistemático de do grupo e dos educadores. mento Sua SI em que vive EE e aprendizagem. SI SI 5. de estabelecer tarefas SIa ação imediata EM e re.PE P P I M E E E S N E N P P N IN cimento escolar relevante. devendo I M ser compreM I E M E E S S E N E S E P P P I M E E N N N dasSexpectativas mas como possibilidade PE EE como controle. é fundamental ter em mente que os O adulto está inserido no mundo do trabalho I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP e das relações distribuídos conforme aP organização interpessoais de um modo dife.EEM NP P IN P SI I E M E N S E P N E N I P P E cula com ações anteriores e ações futuras. IN e tos IN M M das aulas. sua forma de organização e M SI alcançados e revistos. N P N I P M no possam. não 3. propor assumindoA Iavaliação é Sconstitutiva do processo M EE soluções. Eesperar a manifestação modo queIN não se deve do NP M EM M iso. Não se devem considerar · ser compartilhada. de ter Pdisciplina de SI estudo e trabalho. P tanto do ponto como das prá.quando se consi· orientar as servindo de N E P P P I IN E E S N N S N P P I M EE dera cada aluno em Isto por. o S que alizá-las. O desenvolvimento cada atividade e nos diferentes espaços escolares. P I e valoresS das pessoas. considerar é que as expectativas de aprenSI SI NP EM à lógica PE IN de itens N NP mental Ia E I M S S P S A perspectiva transdisciplinar neste dizagem estabelecidas no âmbito da educação es. discutida e acordada entrePE SI EM E P M E P E N N P EEenvolvidos. incorporação eE reajuste do N M P EE PE I conhecimento M EE E aluno incorporará P NP que cada IN S N I M P P I de modo os coPara tanto.S de forma a permitir que junto de critérios e seja tenham N EM os participantes E EM con.M E específica. N E E I E M E P E S E P E aspecto fundanhecimento se faz de forma variada. Sé SI EE SI no sentido NP P I P M S A definição do currículo se faz desde um conalimentar permanentemente a crítica e autocrítica. PE as expectativas EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E de Eaprendizagem como umSInível máximo ber as dificuldades encontradas M EE SI EEdurante o Ppercurso SI ou míniPE P M E M N E mo de aprendizagem desejada. N EE SI NP EM EM SI EM ações pedagógicas. 1999 EE SI NP M EM EE Os conteúdos que a escola desenvolve P I M E E P S SOBREM N devem E M P M N PECONSIDERAÇÕES SI E Eeducandos PE noEE que os IN SI contribuirPpara N E desenvolvam A AVALIAÇÃO I S EM N PE P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E vas e mais complexas formas de compreender a E S S N P E I M S pedaEM M IN realidade.M colar não correspondem absolutamente à totalidaN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E A finalidade de dos conhecimentos N P dos conhecimentos. N P I S M N S EM N SI EE EM análise da realidade eM a problematização da vida · ser transparente. Portanto.SIN IN M M S E P S E E rem o nível aqui de etapa final do enside experiências. questionar.03) S N M E (OLIVEIRA. NPtinuar seus S P P P estudos. a avaliação supõe: Ssocial. em NP situações Eescolares P P PE I S M N E N S desconsideradas. SI IN SI sociais. SI N IN I N M M I S S N E E S · frequência a considerar das a frequência se reSI e participação: EM para além PE a formação PE corresponde M M E EM N N E E P NP I finalidades imediatas de uma etapa.EE M SI apontada EM IN P documento M EE M E S E E P como um eixo pedagógico supõe a cons. Traz EM N E I P I E S E E S S E N P P I M P longa (eIN M que a Sfinalidade última é todos educandos consigo uma história mais provavelmenM EE alcança. constituindo um A avaliação deve: M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E ambiente propício de E conceito e M M · considerar a situação e participação dos P N E SI eduSI à incorporação NP P E IN SI NP EE candos. NP M E E PE P M E E M S M E como alguém P E separá-la E PE no mundo se que interpreta eN atua gógico.M M EE E P M N PE M competência EE M EM SI do co. N E M M IN M SI PEconcepções EM M EE do que P EE EE conhe. os M SI EM SI concreta. em e reflexões sobre o mundo M M I I E S S S IN M IN EE EE e sobre EE Spessoas. O resultado final da formativo.

respeito à diversidade. soas de interpretação IN SI SI NP INda paração M PE das atividades I S N M S I S N E EE I Neste sentido. entre os quais S N SI EM PE IN se destaIN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP PE M EM M EE NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M P S E Anotações PE IN IN SI NP M E N I S M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE S E P M IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N S SI P N PE SI M SI EE SI N E IN P I M E S S E N M M M E SI NP EM M EE M EE EE SI NP E P P P I PE M M EE E S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M S S N N EE NP SI SI EM M P M M E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S N E S N N M SI EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E S N P M N EE M SI NP EM P SI IN EE E EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM PE PE PE IN M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E E S S S S E N P PE SI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M M S SI PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M N S M N N NP SI EE PE SI SI N EE EM P SI N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E E P SI EM EM PE PE IN M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 70 . exercícios relativos aos lações.va e não mera IN NP NP EM verificação EM verificar. M E P S E E e criticamente M apren. PE PE e aquisição pesquisas (bibliográfica e de a IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S de trabalho. NP EM I I P M EE E S S E P P N M M Resumo elaborado por N SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E Martha Sirlene da Silva Para pode-se IN S realizar e E P PE explicitarSa IN avaliaçãoEE M EE E S N E P N P P I M usar diferentes recursos. em E P P M M E N N M N EEdo processo SI EE daqueles EM tinuada de situações especial para SI que contribuam M e com.tópicos SI de conhecimento: SI · produção EM desenvolvidos. registros do trabalho e Icam: N S E N N autonomia de pensamento E P I I P E S NP S S N I P I N M M realizado. deu e o sentido Sdessa aprendizagem. N produções N S N campo). é PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE de desenvolvimento do trabalho. de tarefas e de Sproduação. EM EM P P ções individuais e coletivas.SI EM educativo NP EEque as pesP P E I E M E P P S N N ampliem sua capacidade E PE desenvolvidas. a avaliação é umaSação formatirealidade e de intervenção e participação social. observação conde conhecimentos.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E coletivos E Me individuais EE S atitudes solidárias. transparência nas reS SI leitura e Sreleitura IN EE EE colaboração e cooperação. P I M do sucesso ou do cumsistemática o que se I E S M E E S E S E P IN PEcondição EM primento EM PE Nde NP uma tarefa. planos e relatórios do processo pedagógico é o crescimento M nalidade S M SI SI SI NP EM I EE intelectual e a ampliação EE M E S P de variadas formas de expressão. M M E M N E N E P M M EEfi.

P E o objetivo E ainda marcada PE IN M de cons-PEE P E E planejar.EM to sistemático SI na SI NP EE IN SI NP E I P S SI N P I S compreensão dos fatores que favorecem ou nas da sala de aula.S S E E M E M E E N E E P I P P M AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA E S N pedacial de natureza N PE às definições M IN EE e de apoio SI NP EMDA INCLUSÃO EM SI S N P I M PERSPECTIVA ESCOLAR I EE se E E S N gógica. p. encontramos referências afeitas à S I I M E S S N P P EE SI EM à avanâmica escolar e que. as dimense S constituir como um dos seus elementos. estão arrolados os âmbitos. também. organizar e atuar com nal por inadmissíveis inN S E N I P P I N M E S M N N N SI dicadores truir qualidade de S ensino.inclusão PE escolar. todo um conjunto M de produções direciona. SI a serviço mento do I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S N SI SI M M EE P N SI E EM EM E M E REFERENCIAL SOBRE PE AVALIAÇÃO E P P M M N E N N P M SI EE EE SI SI N P P I M EE DA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM S N N E P I I E M S S N M SI EE NP EM E I P M E M E S NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS E P N EE EM SI NP PE IN M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 71 . NP que fre. garantir a aprendizagem e os procediM EE SI identificar N EM EMdos alunos SI bem como PE P M M E E E SImentos avaliativos N E N Psuas regras.SI P IN I E E SI N S P P M as aulas. PE IN EE EEou do desempenho. P NP IN S E N I M P P I Sdeveria M N E Quadro 1 .NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M P E EE EM N P P M I E N S N EE SI EM NP SI P I M M E S formação e da cidadania e tem como finalidade P IN M MATERIAL EE EM DE PROFESSOR EE S N M E E P P I M M M E E P S N fornecer pedagógico informaN E EE M EE sobre o processo PE SI IN SI NP(cidade): SSecretaria E P P PE I M N E São Paulo de Educação. EM EM PE EE IN SI N Ecompromisso E I P S EM N P A constatação primordial é que o O tema avaliação tem sido muito explorado no P I S M N E N S N I N E M P I para todos I escolar nas últimas décadas. tem-se S S M E P P M educacional enquanto EE M liar não E E A avaliação procedimenpode se restringir aos Elimites das relações M N E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P N podePEauxiliar significativamente pedagógicas e tampouco àquelas que ocorrem ape. P exercem P rituais e práticas pedagógicas. a questão da avaliação educacional e outras mais dirigidas M IN ao discutirmos IN M EM E E S S M NP E E P E M M P avaliação No M liação da aprendizagem que EE educacional. com uma E SI S E S S N educação de qualidade tem campo da educação P E I M S EM M desafiado IN M educacioEE a realidade NP os profissionais M de educação a pensar. 46). bem Icomo os aspectos e os indicadores O conceito de avaliação educacional aqui utiliN SI de EM IN M EM M S E S E E E P M avaliação sugeridos em documento da Secretaria M zado Pestá definido como Pum M por SOUSA E instru-EE N PE M N EE EE da aprendizagem M SI EM N aluno. da P IN P P de Educação Especial do Ministério da Educação.quentaram IN M M a constatação EE lado.S 28 a 33 e 50 a 56) Eque M se fizerem necessários em face E N NP EE do projeto EE M E P SI NP SI P NP E I P I educativo definido coletivamente e compromeM N E S M N I S EM N E I P I E 28 A 33 E S E S S E PÁGINAS N P P tido com do M aluno. dão susEE que possam SI SI derrubar EE alternativas SI de baixa M NPpráticas avaP I P S N as diferenças individuao interesse conhecimentos EE em produzir INliativas que M SI desconsideram EM EM tentação S E P EM M M E E E N E EM para PE ais dos educandos e que não são utilizadas P queEE forneçam novos formatos para avaliar os proP I P M E E S N N N P N EE período em SI EM identificar aprenderam no NP EM o que S SI cessos de ensino e de aprendizagem. IN M Diretoria de Orientação Técnica dir sobre as intervenções e redirecionamentos P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E 2007 (p. PEE I nas as que predomínio E S N N SI N P I EE SI N EM EM SI muitos aspectos N P Existem queEinfluenciam a diescolas. E S Algumas constatações sobre I E PE P M E E M S M E brasileira. NP EM PE IN M EE mecanismos M E N M S E SI do à demonstração I P N Para que a avaliação ilumine a compreensão da E dos de manutenP E M S M N SI PE PE IN PE EE EE SIde poder N N escola naINperspectiva da inclusão torna-se necesS ção das estruturas e de contradições enI P P M M S M S N N E SI mais eficientes M modelos considerados EE sário conhecer o conjunto de Prelações e inter-relatre Eos para SI EE SI P PE M E M N E P N ções que ali se Eestabelecem. SI Por um de que INava. I S N E N PE E I I S E P S S N P S sões. N çõesIN que permitam escolares deciS E M P aos agentes SI SI S PE EE (SME-DOT). há. administrativa S P P e estrutural. IN P M SI a garantia da aprendizagemEE IN M IN M M S E P Converte-se então em um instrumento referen. Assim. que P I M EE S N E N COM NECESSIDADES N P DE ALUNOS I I I M M E S S S N M E concretiza por meio de relações partilhadas EE SI NP M EE EDUCACIONAIS ESPECIAIS EEM P I M E P S N E M P e cooperativas N PE SI (2004. devem ser contemplados. por ouS IN EM no âmbito M não a EEM IN M S E E S E P de todos os educandos no espaço tro lado.

P M da aprendiSI EM PE os alu. neste documento peciais matriculados nas municiSI EM de qualidade. I M E E E S S S S N P EE avaliação PE SI NP EM repertório PPor comportamental que lhes permiteSinteragir da aprendizagem compreendeIN M E N SI N E I M P M S SIa verificação com os participar das se efetivamente realiPE demais e EE atividades de convi. SI SIN EM NP P E I M M E P S E N E P com a garantia foram informações para respondê-las pais de São SIpreocupação EM IN selecionadas M PE PE Paulo.SI nossas escolas. bem como expressa informações sobre as M E M I E S N P E N E P S E N SI SI PEssas N PE questões nos remetem a repensar o proe a Enecessidade de PE M SIações em N SI N I Ndesenvolvimento I I M M E S S S E E cesso de avaliação inicial e processual regulações constantes. ou seja. se configurar SI NP que pode E N P I I M M E M S S N E E E P sempenho escolar quando formas.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI E NP I S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI EM PE M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P IN M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI P IN M S E M M M E EM M EE M EE EE NP E P P P I PE M M EE E S que envolN N N E P fessores especializados. pois E ao em que forEesportiva IN ainda. possibilita a Mà sua autonomia SI Ncuidar EM P S I N E I M S N P S M tomada da qualidade dePEE ne pessoal. contudo. E SI expressas por esses professores para iniciar a nossem. Por isso. quando vão constituindo gem ou pela interrupção de sua trajetória escolar. quanto aluno.M EE IN SI EM N P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI PE N SI 72 . consideramos Neste texto selecionamos aspectos M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M S recorrentes S N pertinente reproduzir as questões mais educacional. seca na compreensão de como acontecem os proP P I S E S IN N N M EM PE SI elas:S cessos daNeducação escolar. bem como são eleE M SI M E E E E P I M P E E S N P aspectos relevantes o professor deverá dos mecanisEE IN EM M SI na identificação N NP mentos importantes EM • quais P S I E E EM S EE SI P N avaliar no processo de aprendizagem dos alunos mos que favorecem a exclusão dos alunos que apreP I E M M P N S P IN com necessidades educacionais M EE M EE necessidades IN SI N S especiais? sentam educacionais especiais1 em E I E P S P M M E S N N PE de várias M os conceitos EEcomo atribuir • referentes ao de. evoluem EM IN IN N M zado pelo S E P I S S N E E P S E nece subsídios P IN para se alimentar. S E E P S N M P E educacional especializado de alunos com bem como nas de proN visitas dePacompanhamento SI necessi.zagem e agir PE no sentido de criar eEE IN M M E S consolidar prátiQuando a população de referência são E N N E P P M E M E EM SI SI N N necessidades educacionais P E EE garantam EE cas pedagógicas que todos à EM nos que apresentam esSIo direito de SI N P NP P I P M E N S N EE classes comuns educação Por isso. da higieao trabalho docente. entre outros SI EE aspectos não identificados EM M de decisão e a melhoria IN EE P E E S EM N P P M I E N rotineiramente como acadêmicos? ensino. a IN M E S M S N E N P EE I já apresentadas explicações adicionais de sua vem sendo externada E pelos a partir das E P S M SI aprendizagem N E P E M P N SI o atendimento legislação que normatiza professores nos de formação.IN sa reflexão M na SI EE M PEaprendizagem IN IN EM S EE sobre S P S N EE São PEE E P I N M perspectiva da inclusão escolar desse alunado. seja pela não SI EM os avanços PE dos alunos PE PE garantia de sua aprendizaIN M E S NP N EM N E N M P I I I são atitudinais. IN EM sobre a M SI PE EEmomentos IN palestras. a avaliação da aprenN EE NP vem a avaliação SI SI EM M P M M E SI dizagem.EEM IN EM do aprendizado EE P M S N E P P I E P S social e M mesmo tempo vência ou. deixar de reconhecer que E E P E IN M E E S P M N E P P M avaliação da os aspectos citados acima mantêm relação intrín.

pois Eprecisar SI EE ele pode SI municipais EM nas classes P PE P M E M N E de São Paulo. EE admi.ciais. de mais tempo para realizar N a atividade. SI nal – Lei nº.M M EE E P M N PE e / ou excluído. dos. N Paprende. não P for e instrutor E P PE processo EE de Libras.433M(um mil. na IN última déca. 2005). a quantidade M N PE PE EE nas características EE de aprendizagem. além SI no”. quais Pconteúdos estão compondo o plaos meanSI N PE Todavia. de acesSIrepresentar N Ede EM SI a provisão N sua exclusão sem. 90% apresentavam M SI deve ser considerada INdefiIN M M EE S S M E P P ciência auditiva e freqüentavam uma das cinco escomo resultado que depende única e exclusivamente M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E colas especiais do Pmas deve Eestar sendo P construída EM em julho EM do aluno. SI N M E E P I M E E P N (2003) Sfaz o seguinte VASCONCELLOS alerta: Diretrizes eMBases da Educação NacioE M P M Nda a Lei de PE SI Esignifica E PEden.mudar EE 9. SI município. ano. NP Sà N P M I I M I M S S S N incapacidade dos mesmos. EE SI requerer NP EM EM SI EM mais simples PEem material P M E E E SI EM No entanto. prioritariamente. SI NP sidades IN EM P N I P M do contexto aEque educacionais especiais matriculados M M I E S N S S M IN E EE EEvem subindo SI ano a INPestá submetido S P P P e quanto suas necessidades estão escolas regulares. SI EM SI SI NP PE IN I E E S S N S P PA aprendizagem não tipo de deficiência. pois é preciso descobrir as I EE M P E E N S E N P I P P N E M N SI sobre aScon. ou seja. foi promulgaEM Em 1996. 54. intérprete M EM E E S S M NP E E P M de coterferem no seu de escolarização. negando a premissa de ser desenvolvido. a sua ção tenha como princípios básiEE SI EM por isso PE para assegurar M M E EM N N E E P NP I não realização significaria subestimar as suas poscos e norteadores que: I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N sibilidades de aprender ou quedar-se a) a a INum processo PE IN crença na EEavaliação Sé SI NP compartilhado.Spor exemplo. andiretor. N E E o paradigma da avaliação não ficar a qual I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I ou dar Numa I ao “atendimento especializado em dúvida SI S E tre outros.volvendo SI M Tem como EM N E P P E I M E E P fessor alega que o aluno não está aprendendo. IN compreender P M I E S N N E S N P M SI professor? SI dros do M nejamento do atendimento de alunos com necessidades SI PE IN M EE S M N E P I M EE E Municipal E Como está se realizando seu ensino. e intensificado. qualquer uma dessas posturas é M EE educacionais NP E S I E PE P M E E M S M E E preferencialmente. M P que lhe está sendo ensinado e Epara acontecem no cotidiano escolar. o atendimento escolar de alunos E P M M E N PE NP EE com necessidades EE especiaisEM EE M necessidades educacionais educacionais na pers.E.S P I I M E E S S N P P EE pre que a avaliação. se o os professores. na escola. SI dia-aIN na ocasião. so ao currículo. I S M N S E IN M EM M com M SI E S E E A avaliação inicial do repertório dos alunos Retomando. M EE S N E N N P I I I M M E S S quando M N E que se Prefere E sendo providas. foram declarados. preferencialmente. torM EE N S E N P E I P I sete) alunos com necessidades a rápida intervenção desse proP educacionais EE E espe. N P M M M I E N E E S N P I P M E EE S para melhor E portanto. N e que materiais E M P nistrados eS equipamentos dos dados sobre comSI estão à SI PE EE IN M P S EM N E parando 1996 à realidade em início I de disposição? M encontrada M E E N S E I M E P M E M É preciso inserir mudanças S N NP 2007. IN garante.EEM SI especiais Ie NPa avaliação P IN P P SI E M E N S E P N E N I P I sua aprendizagem é fundamental P da educação E processual S de pectiva inclusiva S SI requer que N a avaliaIN P I N M M I S S N E S da aprendizagem sua Pescolarização.S na-se necessária S N N I P P I N M M M N E N E SI escolas ciais comuns das fissional S e da equipe S escolar.condições N N EM no Brasil. M M SI E EM 1. ou NP sistematização IN E I M S S N P previstos no seu processo S de escolaride situações de aprendizagem e de ensino que EE jetivos estão M SI EM IN P zação?SO M EE E E EM que. EE PE SI SI cada aluno NP P condições próprias de (Hoffman. professor especializado e família. E No à avaliação. educacionais especiais na Rede de Ensi. P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 73 . de ensicruelmente excludente. obstáculos na realização das S E PE E P M M E P E N N E P M M N e oitenta e atividades ou percebe que SI SI atendimento PE(dez mil. como SI EM que inM uma entre as variáveis IN material em IN Braille..S N M E E P P I M M M E E P E IN São Paulo. equipamentos especiais EM IN EE adapta-EM Eaprendizagem P N IN S N I M P P I para promover a e partir das municação alternativa. P Nna rede regular E E P ciais. E três perguntas: O que se bem como Mcípio de São N da respondidas. “não N parar para atender ao M contávamos EE inclusiva2.394 (LDBEN/96).Sno Sistema Onidentifica que o aluno M P I S S IN E E da Secretaria M IN o começa a encontrar M S E E Line Municipal de Educação – EOL. quaisSobINaprenda. enE I EE M E S E P P M M E Contudo. IN humano EM EE EE que todoSser EM pro. trezentos PE IN a 10. S M EEvariações SIN IN M M S E P S E E M devem ser decididas a partir da identificação de suas de alunos declarados com necesEda. pois IN P S SI deM 2007. devem M tes de EE M no Brasil e no muniEM SI E ele ser rotulado ser M dades educacionais especiais N E E I E M E P E S E P P M M N E pelo menos. coordenador pedagógico. quatrocentos S E P M E E E e trinta e P três) alunos necessidades é um suicídio pedagóEE N E autêntico E EM P P I P M E E E S N apresentando E N N P P N indicados pelas escolas como algum gico”EM (p. o debate de Eaprendizagem aluno e. NP P EEscola INquando oNprofessor E dia. SI SI de cada EE SI NP P I P M S aluno e suas cepção de educação com INdisso. jogos pedagógicos Susada M N E S E S N N SI dentre outros. o atendimento desses alunos introdutório ou mais concreN E P P P I IN E E S N N S N P P I demandar M meios especiais EE classe comum pode to. PE na EE atuaçãoSIjunto EE M EE P NP SI P N E I P I M N E S M N I S aos alunos com necessidades educacionais espeSegundo dados da Secretaria Municipal de EM N E I P I E S E E S S E N P P I M P M mas a natureza e a extensão das Educação de São Paulo (SME-SP). I N PE E Paulo. destes.387 EM EE delas não M SI participa. pelas U.SIN M que metodologia eEquais procedimentos são no S de serão SapresentaEE PE IN NP primeiramente P P PE I S M N E I N S a evolução das matrículas. o direito se “devo reprovar E S S P E I M S EM M ’empurradinha’” IN aosMalunos com necessidades espe. I P I E M S E E S N S E E N I P P está esperando de referenciais teóricos e da análise SI EM que ele PE seja.IN 77). 58.

S PE M EM é preciso M EE NP que o professor SIdesse alunado. N SI o apare. de modo preventiE I P I I P E S NP S S N I P I N M M vo e/ou remediativo. mesmo representação no grafismo ou no NP EM que sua EM SI PE IN M E M E S SI N E E P P M Mavalia. SI estiver EE IN E o mesmo sistemas. comPresultante incapacidade N PE da criança M SIna.PEE M EE SI N S E I E S P M E S N EM PE pedagógicaNpossa potencidadeEvariáveis. exceto SI N E P P P I PE M EE para EM Ee estéticas para acompanhar o processo de escolarização e as que não produzam dificuldades S N N N E P M P I I I E S S S N N PE funções (BRASIL. EE dentreEM EE intencionalidade. M PE em al. MEC/SEESP.br Acesso em 2006). 2006. Nessica definida por muitos autores SI assentadas PE EE como: uma desor. Pode. E N M P I I I I M E E E S S S S E que a avaliação N P fímendável inicial A paralisia cerebral PE e a processual esSI é um tipo de deficiência NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M S referencial tejam teórico. 9). M SI M E E N E E P I M P E E professores. ser auxiliaM E PE S E M M N E M I NP N identificar E crianças. com SI dos alunos PE e das condições NP NP EM lo emprestando des educacionais da a mão PE e não fazendo I N E E I M N S SI P N S SI Nproposta aos SI EE outros. IN M E (BOBATH. P M I E N M E M I E S N P E N E P S E Epróxima parte N SI em manSI deste texto.dem N E M S P I S S N E E S as P orientações da SME-SP lesão do cérebro imaturo E to e respeitadas IN SI NP (. segundo o(s) segmento(s) corporais SIN M SI Para que NP a prática E P I I M M E M S S N E E E alunos com necessidades P tipo de M alizar a permanência E dos afetados e No lesão ocorrida (www. sobre as variáveis identificadas S S N SI EE EE barreiras para a aprendizagem SI EM EM P P como e a participaPÁGINAS 50 A 56 M M E M N E N E P M M EE SI o desenvolvimento SI social. P N P P I E M P N S P condições.com.). É a alteração completa ou parcial M S N I E P S E M S SI PE IN M segmentos do corpo humano. contribuindo EM PE PE ção para gloIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S inserção de S e para o aprimoramento das instituiN N S N e M bal do aluno M SI adaptações. mas a mudança o comE P IN N M M M N PE SI ou seja. ou seja.PEE M a espástica sendo IN a mais comum.EEM IN EM em claro EE P M S N E P P I se sentido. do tônus EM NP PE EE IN existe aumento EM E P S M SI N E P E M P N SIpredomina IN Como a espasticidade EM muscular. individual E S soanálisesIN e ePcoletivamente. EEM escola família (BRASIL.IN O acesso aosPEestudos teóricos sobre desenho seja das outras crianças. muscular e o S nervoso. membros com deformidade M E S S E N P I tomada de M M M S Nsobre A como EM PE procederM congênita M EE as deformidades EE decisões EE ou adquirida. M N E I E M P I E EE S E P reflexões. não de S N SI é suficiente para a construção EM PE IN IN Mavaliação na EE SI S N S E P M PE I uma perspectiva da inclusão escolar PARA SABER MAIS SOBRE M E E S N E I E M NP edifique DEFICIÊNCIA FÍSICA. recomendável e provoca debilitaS M SI EE NP pressu-PE cerebral não é progressiva EM o uso Sdos M I EE P E E EM N postos de Vygotsky sobreP a aprendizagem humação variável na coordenação da ação muscular. acadêmica. isoladamente podem EM S EE proSI P N P I E M M P N S P de grauIN IN duzir quadros de limitações M envolvido.. eEM dos sistemas ósteo-articular.E2006) EE SI especiais EM .S S própria prática NP M bre sua E N I S na escola. SI EM PE muito diferente IN M EE EE E S S N E P N P P I M ção. M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE tipos. Pou em conjunto. que E objetivando P I M potencialidades e necessidado por outras foram orientadas a ajudáI E S M E E S E S N E PE EM por ele e. tema da N SI N E I NP I I M M E S ter posturas e realizar movimentos normais S S E P SI EE EM EM PE P1984.. PE IN de memIN do aluno e/ou da educaN amputação outras Mque se espera EE ou ausência I SI ça daquilo N S S P N I E P S I S paralisia cerebral.. com o lápis na mão.doenças M M SI sempre que NP gógico especializado.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S finalidade conhecer N ************************************************ S E N Npara intervir. PE bro. SI E PE PE P em classes comuns I M educacionais especiais E S NP N EM N é recoentreamigos.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 74 . IN S EM IN ção. As EM do coordenador PE do supervisor. P considera-se. PE necessidades educacionais o desempenho das MEC/SEESP. SI Pelas intervenções SI NP I EE ções de ensino. físicas e gravi. e da devido a um S do movimento M no âmbito EE IN postura E EM IN IN deste documen. por si só. de EE paradigma. com a participação da equipe esdo que compreende os PEE I N M P P I S N E S N IN SI colar.SI EE IN S E E P S N M P E guns grupos musculares e não em outros. SI PEavaliar os alunos com SI N EM N I I M E N S S P na P classe comum tem. p. EM SI EEfunção física. ou P lesões queEEafetam quaisquer desses S da classe N comum Ee M o de apoio N peda. executar a mesma tarefa NP EM e da M I I P E S S E P N p. EEM EE M S P um aluno nas condições descritas neste relato pode E P P M M E N N M N E trabalhos SI EE EM participar b) a avaliação contíde todosPE os em SI SI constitui-se M EMdesenvolvidos NP em processo EE P E I E M E P P S N N E PE nuo de análise das variáveis que para maisM IN SI SI e permanente NPos de natureza INin. isso. PE com destaque I S N M S E I S N E I S terferem P no processo de ensino e de aprendizagem.classe. Sacarretando EE PE palMnão é a mudança de técnica. A lesão EMpara a Mdefeito ou S P I N E I M S N E rede de ensino. Quando IN M EE SI E S S E N P E PE mostra uma resistência SI EMmaior do M EM culo que o esperaP IN E E N S E N M P SI no movimento SI do passivo. 1). M EE A paralisia cerebral é classificada por EE EE SI SI N P NP P I P M N S o mús. SI EM EM em atendimento IN M E E S P M N E P se mostrado mais significativa A deficiência física M N M SI se praticada NP refere-se EE nos hoM PE ao comprometiIN EM SI mento P EE aparelhoSIlocomotor P S N EE E rários coletivos. de Mudanprometimento da abrangendo. N E P E I M P N E de um ou PE Imais IN A questão princi..

só que.mo S EE membros I M P S EM N E potencialidades da criança. Smelhor I grupo. O ritmo deSIinteração M das no EE M EM E processo de cimento de deformidades articulares neste grupo de N E E M I E M E P S E P P EE M M N E e de execução de suas ações apresenta formas paralisia cerebral é comum.SI gosta de ser SI criança eSIa EE SI SI compreendida. N P M M M E N SI PE é fator EEM IN lado do corEE do grupo. INcaminhosNou M as impede EM EE motor que EE vezes. P EE permitirá que a criança com deficiência PE IN EE de de-EM EE P NP desenvolvimento IN o posterior S N I M P P I ca supere as dificuldades que a impedem do raciocínio opeSpara M N S E S N N PE SI EE desejo desta PEpotencial. M de autonomia e de confiança para agir. IN IN M M E S S M E P P grupo e com o conteúdo trabalhado. EE A criança NP P I P M S e papéis de desempenha tarefas O que acontece comM paralisia INticipar. poderão SI EM P E P M E P E N N P EE escolar. pois só por meio da participação potetraparesia.M M EE E P M N PEinteração. isto é. EM explorar e controlar o ambiente N E P P P I IN E E S N N S N P P EE ao registro empobrece as experiências por SI N a EM do aluno. Mesmo há soM quando SI EM SI acarretar IN PE EM P INem atraso E E M S M E N S P do aluno com Pfica o registro Como mente o comprometimento motor. EM possibilitar SI N ela vividas. EE EM tipos apresentam E I P M E M E S E E P quer participar.PO SI criançaIN SI senvolver seu de rador e M formal. quando eles apresentam menor acoI M M E E N S E I M E P M de descobrir. por EM pes. N M EE é que crianças M SI E EM cerebral S E P M M E E E acordo com suas possibilidades. E M S E N NP metimento. Uma M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E forma quePos outros. que através da sua feriores. conseqüentemente. S N E E P P I M M M E E P S N N E EE conceitos a troca EE proporcionando PE entre oPorganisSI IN membros superiores SI • Diparesia: NP quando Sos EM P PE I M N E N S E M IN o meio. físiinteligência sensório-motora M e. muitas E I EE M E S E P P M M um prejuízo do uso do Há N PE formas diferentes. SI demonstrar suas reais possibilidades. se IN SI N EE deve oferecer I P S SI ao sujeito sentimentos de seguranvo-sensoriais associados (visão e audição) N P I S M M N S N SI EE EE forem detectados EM ça. fundamental para pois precisa de podendo ser o lado direito ou o lado E N S P I M M S PE IN M EE EM EE um mediador para experimentarM e construir seus esquerdo. A criança quer tanto em relação ao mundo físico como social. porque a dificuldade N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SIde manipular. há prejuízo no SIN PE EE EE SI N N I P P I N M M S nos membros M S N N E SI e na aquisição deficiência física desenvolvimento da cognição de EE SI EE SI EM P PE P M E M N E superiores? mecanismos culturais básicos. os N SI LuizNP Cláudio é dependente Ele que foi subdivisões: M SImotoramente. Outras apresencar e ser feliz como qualquer outra. diparesia e hemiparesia. contudo. o prejuízo motor da EE M P E E N E N P I P P N M E quer parS M N N N deficiência intelectual. transformar o ambiente e se integrar é que ela • Tetraparesia: esEM N E I P I S E E S S E N P P M P M poderá tão comprometidos. contudo.NP e Só com oSIfortalecimento das apresentam melhor função do que os SI PE in. S M N S E IN M E M SI E S E E realizar a escrita é o mesmo que o de qualquer ouE P M M M E N PE M NP EE tra. assim. Isso SI Em relação P I I M E E S S N P P EE expressão e o registro pode ser um empecilho para o desenvolvimento da SI EM M IN de acordo IN com suas possibiM EM E E S S M NP E E P E M lidades. interação com o prejudica Eas M possíveis experiências da criança.tam SI S M com ou sem Eo E P P E I M E E P lápis e conseguem teclar computador soas. N de suas no P reconhecimento porE E M P M N SI EM PE EE IN SI N E EE tanto. Sua participação apresentam atrasos ou dificuldades em EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P P irá proporcionar-lhe ao SIN conseqüência do déficit e SI motor que EM EM SI interfere NP PE de pertencimento IN sentimento IN I E E S S N S P P garantindo.Strocar.EMmotoras que esta apresentar. seja capaz agir EE EE M EEintencionalidade P SI soNP SI P NP E I P I M N E S quandoEos M quatro membros N I S bre. EE de representação EE M o padrão ou modelo a inclusão de SI EM NPuma P IN P P SI Como possibilitar I EE E M E N S E P N E N I P P no grafismo ouPEno desenho pelasIN criança física na escola? S SI representados SI com deficiência IN M M IN S S N E E S I M demais crianças dependerá das possibilidades E E S E P P M M M E E N N E P física temEEnecessi. não e tratados a tempo. O M sensiti. é fundamental que a postura e as atitudes dos fisicamente é P também deficiente I P S EM N P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E professores e pais para com a criança conduzam a intelectual? E S S N P E I M S cresEM M um desenvolvimento IN saudável em que todos M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E Não existe P N E E relaçãoSIentre PE çam juntos. EE • Hemiparesia: SI NP apenasSum EM A colaboração derá sentir-se parte quando N P P I P M I E S N S P IN sua participação.M ser tratada parcela destas crianças apresenta déficits P da mesma N SI meio SI NP PE EE que. brin-PE PE EE crianças SI apresentam SI de conviver. NP A Epessoa com M I E M SI deficiência SI E N S E P P P I M E N N N Muitas de dade interagir. N IN M igualmente EE IN M M SI S E P S E E M É comum a criança muito dependente mostrarE M E E N E EE relações SI comportaNP EMinsegura Pnas NP PE NP e apresentar M se ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE M M I E SI N E E SI S N P M I EE E SI N mento de S P PE P birra em função das dificuldades normalPESSOASNCOM DEFICIÊNCIA FÍSICA I M EE S N E N P I I I M M E S S S N M E mente apresentadas EE pela família NP e por ela própria SI M EM EE Uma criança muito prejudicada P I M E E P S potencialidades. M IN EE S SI po é acometido. NP necessidade N SI N P M I I M I M S S S N adaptações para o uso do lápis. que precisam ser mediaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 75 . PE INda parte doS corpo diferentes de M manipulação PE EE pois Dependendo daSlocalização SI S N N E P I N I E M S S afetada. como Luiz Cláudio. M N I N E P E I P I E M S N PE e experimentação. aprender.

muito distante M lidades. “o currículo às crianças que deficiente possa executar. por exemplo. mas M ções de atividades pelo EE com Igraus de complexiM aluno com EEpara a realização IN SI N S E E P S P M M E S N PE deficiência física. SME. O professor deverá M M E M N E N E P M M EE SI dentro das SI EM PE PE condições de aprendizagem. produzido da Ilíticas N S E N NOutras.º Ano”. e EM de pessoas NP M I I I I M E E E S S S S E N P equipamentos que auxiliem no (SÃO PAULO.M EM de funcionamento PE PE na potencialidade das IN E sua condição cognitivo. de de uma criança que deI E S M E E S E S IN PE EE EM os problemas PE qualquer NPe buscar P NP EM iniciativa soluções para pende do outro S para executar atividade.SIN M EE SI NP N P I I M E M S S N EM E E P O conceito de adaptação para o atendimento nos. EM Organizar SI situações as Epossibimas do SI a compreensão M EM NP EE que quer P P E I M E P P S N N E PE lidades comunicar eM representar devem ser levados em S consideração. sejam E I S N S P N I E S I S especiais ou não. EE à prevenPE traz benefícios quanto qualquer atividade S E P M IN N M M M N PE SI viciosas EE de posturas ção da realicompreensão das peculiares dasEM EE EEe favorecimento EM SI EE características P N P P I E M P Nzação deM S N P N E I PE I Nde cada P atividades SI para qualquer pessoa. O PE IN IN na execução de S S NP ser asINmesmas M E I S O posicionamento adequado da sala devem para que M S N E P S E M S SI PE IN Se não houver M muda é a qualidade da resposta. Todo necessidades uma das crianças. SI NP IN PE infantis I N M S E I S N E E I S criar. ritmos de aprendizagem. públicas infantil. O grau da deficiência física. E EMsenti. Pode acontecer que a tagem de crianças aparentemente não apresentaS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M criança com deficiência física possua alguma do S S de. E P P M M E N N M N EE que ampliem SI EE o conteúdo. elas PE fica. sem dificuldades motoras. o espírito de equipe.) que EE dasS adapta. Círculo PE controle e na execuSI NP EM cimentos” PE IN de M E N S SI N E I M P M M S pela atividade. SI dos movimentos PE 2006). DOT. N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E ção em que esta criança que vai usá-las.tativas. S Não são todos O SI EE faz com o saber. Projeto E I N M P P I P S E S para sua conIN N IN expecM adaptada e mobiliário escolar todaSForça ao 1M .PEE planejamento contemple E S EE siSI P N I E M M P N S P IN tuações didáticas. As atividades desenvolvidas com as crianças N E P P E I N M I P E todas. de Vale a pena reforçar que a colaboração é fator M E P S E P M M N E M I ter NP N para o sucesso E E importante P I M conviver.M NP EM os equipamentos PE M I P E E S N que pessoas com deficiência mentoEM de incapacidade é muitas P P E servem para M vezesINreforçado EE M todas as IN SI P E N E P S E I E E N S S do equipamento adaptado tem peloPprofessor.rá condições Ide N corresponder às expectativas N EE NP S SI EM de adaptações professor. capazes disformes. A pessoa com N deficiência Ptem condições E S N EM IN I M EE SI S N S E P M PE I ampliar suas possibilidades desde que o profesM E E S N E E SI NP Em relação EM ao uso sor Edemonstre atitudes de respeito e solidariedaPE M EM M NP de mobiliários SI M N E I E M P I E EE S E P E S de. 2006). Assim.. e N N PE EE adaptações Essas o Sacesso ao M EE desenvolver EE deficiência SI registro IqualificaSI vão proporcionar N P NP P P M EE N S N E N I M P currículo. M P M M ou condição que necessite E SI formidade E SI E E P E IN M E E S P M N E Pe escreverE P específicas para ela. I N E E I M N S SI P N S I apresentam M SI estimular atividades N EE e conflitos que S se nas diferentes sendo deve nas NP EM que o professor I I P M EE E S S E P P N M desde muito cedo” (SÃO PAULO. diz claramente: “Trata-se de organizar um S N P M de leve a M EE INmode. rá comprometido SI N se distrai. A prescrição SI NP EM pela pessoa IN NP I M M E S a ver com apresentado e muitas vezes indisciplinada. N quais predomine SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E emSque cada um para que os IN DOT. perdendo quantidade P de e conseqüentemente umaM porcenEM EE M EE grande EE SI N E E P P P I PE M M E E necessária à concentração. M SI a necessidade NP rado é que vai indicar P Mas mesmas IN (. ção exigidos Essas Leitura. M EE IN EM EE EE P S N E P P I M adaptações são feitas M observando-se tentamos enquadrar as Ecrianças em N S Quando P N EE N a necessidaNP SI o prejuízo E está na relaSI SI que necessita N EE da pessoa EM de e a potencialidade P SI e padrões preestabelecidos. SIem sala de Em relação às atividades de EM Daí é capaz NP PE as intervenEE IN de planejar EM aula E P S M SI N E P E M P N para que novos SI conhecimentos IN EM ções necessárias M SI PE EE IN S E E P S N M P De acordo que orienta as poE sejam por ele apropriados. O “Programa ler para o M SIé necessário EE que umSIN P ”. do ficando atento às respostas apresentadas.. brincar e trabalhar em grupo. respeitando-as valorizar oN produto do aluno IN suas possibiP M EE E EE S N E N P P P I I I E S traçados N N S da como N sujeitos sociaisS e de direitos. I com diferentes M E E E S N E E aprofundem SI ampliem P NP NP seus conheEM NP criar consolidem. necessitarão E P I I P E S NP S S N I P I N M M pela Secretaria Municipal de Educação de ajuda a mão para S S São N E de outra pessoa que “emprestará” SI EE Eo SI deve propiciar EM EM P P Paulo.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E para educação E M EE S o teclado adaptado. S SIo quadro motor E E P SI EMcrianças. com M SI SI SI NP EM I EE representação da criança EE M E S P de pensar e agir de modo criativo e crítico. E P PE possa colaborar IN M EE EE E S S N E P N P P I I M de objetivos sejam S atingidos. IN SI de se expressar. ao estabelecer S suas EM especial PE E SI M E E N E E P I M P E E dição. com deficiência física é modificar. M idades. é que I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM oN professor passa a compreender aMnecessidade P IN E E S E N M P SI seu aluno. de organizar pensamentos e idéias. SME. E favorecendo assim que estes alu. ainda. Acreditar com M e com E S E N N E P P M I M M E SI ou não. tornando esta criança desmotivada N SIfísica. N com o documento SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 76 . no “Guia IN IN EM EM EE P EM S S N E E P profissional habilitado prescreva cadeira de rodas Planejamento do Professor Alfabetizador. com M E S S E N P M M M E energia. Io S N processo de inclusão ficaEMos pés sem IN aluno que apoio. dade diversos.

isto é. I P N E P I E M S M N PEde Sinais (Libras) PE Brasileira A Língua é utilizaquanto S às possibilidades de expressão. gramática. EE N E E E P P I P P M E E E S N E de Sinais N N P N Aos SILINGUÍSTICOS EM NP 1.1 .ASPECTOS EM estudos SI NP Ameri. P línguas Eorais-auditivas I nesI N as línguas EMde sinais EM pendemIN NP P SIpessoas ePE NP algumasS semeE ses países. I S SI No entanto.nível M N N internaPdo N sua importância na Seducação de SI anças surdas. INP canal visual-espacial e não oral-auditivo. movimentos como da boca. P denominadas EE EM PEA IN M EE E P NP IN S N I M P P I diferentes países. utilizaencontradas. que se refere à orientação das das M M I E SI N E E SI S N P M I EE EDE PARTIDA E SI N mãos. O PE EE EEvocabu. E N nas é ilimitada haver restrições M S E SI Nesse sentido. EE PE IN SI NP EM P P PE I S M N E N S N abstratos E M P complexos. dores tido de que Stêm um léxico. apresenta regras que respondem linguística é recebida pelos olhos e proSinformação M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S pela formação duzida no pelo movimento do IN S M M espaço. EM S M a partir Sda EM N E P P E I M E E P de de gerar uma quantidade infinita de sentenNa Libras os sinais são formados P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S M M EE P N SI M ORIENTAÇÕES CURRICULARES: PROPOSIÇÃO EE M M E P E M E N PE M EE SI N NP DE EXPECTATIVAS DE E P I I APRENDIZAGEM E M S S N M SI EE NP EM E I P M E E S P M (LIBRAS) EEM IN LÍNGUA DE SINAIS EE BRASILEIRA M NP E S N P I P M I E EE S M EE P N SI N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 77 . mas.SIN SI N N I P P I N M M S vivem em M N E SI a introdução da pelosS surdos que do lário de acordo com EE Brasil SIN EE cidades P SI de novos EMaumenta M PE P M E N E ondeM existem comunidades surdas. 14 a 17).FORMAÇÃO SDE SINAIS IN EE M linguísticos de uma línEE os critérios S E P P M M PE na sintaxe. NP E EM EMuma outraSlíngua PE P M E E E SInecessidades EM existe registro de de sinais. foi o primeiro pesquisador I M I E E E S S E N E S P P P I M E E N N a perceber que a Língua Sde Sinais IN PE EE SI SI NP NP S Americana N P M I I M I M S S atendia todos 1. foi S P P P acrescentado por Battison (1974). SI NP M EM EE O estabelecimento de expectativas P I M E E P S N facial. possuem surgiram da interação entre atendem às N P I S M N S N M não ape. SI frente ao M PE e umaEE PE símbolos M M E nesse M N N E E P NP I determinadas localizações espaço.EEM SI de surdos.EEM gência. EM Stokoe.prefeitura. 2008 EM Investigou a formação E de Orientação N NP Diretoria EE e definiu EE M E P SI três NP SI P NP E I P I M N E S M N I S (p. EE de estruturação SI SI EE sublexical SI N P I P M S (moranças surdas.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI N P EE NP EM SI P I M IN E S E N S P I M M S PE IN M EE EM EE S N M E E P P I M M M E E P S N E EE mas SIN MATERIAL DE PROFESSOR ças. direde aprenE M P N PE expressão SI EM EM PEpela ção EE uma língua IN conhecida SI dizagem de N E E do olhar. xa estrutura interior. EsIN IN M M EE S S M E P P sas línguas são diferentes umas das outras e indeM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E das utilizadas Como toda S língua natural. localização e movimento. Disponível em: parâmetros que eram realizados simultaneamente EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M www.PONTO I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N E M E dos posteriores E incluíram traços não-manuais.sp. em 1960. Observou que sinais não eram imagens.br) na formação de um sinal particular: configuração SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M das mãos. EM na capacidaEE EE gua genuína. ainda pouco I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E A análise das propriedades formais revelou que maior parte das pessoas ouvintes exige uma apreE S S N P E I S EM EM M elas apresentam IN organização formal nos mesmos sentação que contemple os linguísticos da M Easpectos NP M E S I E PE P M E E M S M E P E faladas. Apesar dessa diverE P M M M E N PE NP ambasPseguem EE EE orais. pelas mãos. IN IN no léxico. os mesmo princípios SI NP no senP IN P SI I E M E N S E P N E N I P I P primáriosPsão E as mãos. osEM EE M Diferentemente das línguas articula. incluindo E PE níveis encontrados nas línguas umPEE Língua Brasileira de Sinais. Um quarto paE M E E N E E P SI palmas M NP EM NP PE N PE râmetro.1 . corpo e pela expressão facial. Estu1 . um conjuntoS de SI que se movimentam N IN I N M M I S S N E E M noSespaço em corpo e articulam sinais em convencionais. N E P P P I IN E E S N N S N P P I pelos índios I EE da na floresta amazôniDivergem das Slínguas orais N EM EM SI Urubu-Kaapor N porque utilizam o S P I I M E E S S N P EE ca (Brito. IN dos sinais NP e pela organização Sdos E I M E M S E S E E mesmos nas estruturas frasais e no discurso. EE Ee lhanças que as identificam como língua necessidades da comunidade SI EM e desejos P E P M M E P N E como uma P IN M EE por não M linguagem.1. SI com uma símbolos SI compleSI PE EE IN M P S EM N E SãoM Paulo (cidade): de Educação. 1985). em cana BRASILEIRA DE SINAIS M SI diferentes países. I M Secretaria E E N S E I M E P M do sinal E Técnica S (SME-DOT). bem surda. SI EM portanto M IN M EM E E S S M NP E E P E de modalidade M Assim como as línguas de sinais utilizadas nos são gestual-visual. N fonológico) e um nível gramatical EEcomo na cultura INloga ao nível M M SI EM EM S E P M M M E E E fossintático).SI PE INsobre a Língua I E E S SI DA LÍNGUA N S P P se seguiram outros. sinais pelasEE comunidades surdas em função das IN SI além dela.gov. por NcriIN sua aquisição M P E E S E N I P P I N M E sinal (anáS cri.portaleducacao.

de S neutro. PE.2 PE N N E P I I E S NP S S N I P I N M M terminado formato em um determinado lugar. SeEM um sinal for EE este texto S EE IN N S E I P S P M M E S N N PE se moveproduzido com mãos e ambas M EE SI SI NP as duas E N P I I M M E M S S N E E Emesma configuração. alguma parte do S N espaço SI corpo ou estar em Ium EM PE IN IN M EE S N S E P M PE I dando origem a um outro sinal. o corpo. PE M IN E P E E S N parâmetros na EE P P E Msimultaneamente M IN realizados EM que são SI N P E N E S I E I E E N S S formação de um sinal. aPE ativa. M E E S N E E SI incorporaNP · movimento EM um Eargumento. EE curvas. O que deriva de noe IN exemplo. dobrar N de um numeral E P P E I M P S N E passiva. EE IN M E E S P M N E P I envolvemEE ·P traços não-manuais S – expressão IN Resumo por M PE elaborado IN IN EMVieira EEM EM S EE Leonor P S S N E E P facial. os movimentos M S N E P S E M S SI PE IN M expressar a quantidade. P NP P I P M SI N S N E N SI SI SI EM EM PE M E SI E EM de criação N E P P I M E 4 Escolha e explique um processo M E S E N N E P P M M M E SI SIsinais utilizado N N PE EE na Libras. ora dos pulsos. S N EM IN em alguns verbos. 1979).Descreva. nas SI SI NP EM I EE EE M E S P guas de sinais frequentemente a raiz é enriquecida · configuração das mãos – refere-se às forE P P M M E N N M N pode ser EE e contornos SI EEdas mãos. se move EE apenas uma IN SI NP EM serve M P S I N E I M S no mínimo. sucintamente. EM PE PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M A composição de dois sinais que se combinam. Marta Silva Pincigher Pacheco I M P P IN S IN M línguas S EE em outras NP IN M S I Assim como de sinais. SPor P I M sinais. o movimento produzidos em lugares diferentes do corpo. SI EM EM PE a direita). M EE EE de novos SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 78 . P M M tocar IN dros 2004). poS S N SI EE EE este lugar ser uma parte SI das línguas EM ou um esEM P P Diferentemente orais. E M P I I I I M E E E S S S S E N P E alternado – Condi. ou pelas duas M E P S E P Eos sinais APRENDER MSÁBA. numeral ou negação.SIque EM com vários movimentos no espaço de SI mas M EM NP da datilologia EE (alfabeP P E I E M E P P S feitas pela N E N E sinalização (Klima to outras formas IN mão domiSI e Bellugi.INora M dedos). P a configuração N as línguas S as línguas M N E E N I I N E M S E P S S e a outra N SI mão. ma e Bellugi. S fechar.S os movimentos E I configuração ativa. PE M E S S E N M Pode também M M S NP das mãos · I orientação EM PE – a dire-M resulta em M EE EE das palmas EE um movimento contrário. N E I I P M E S S E P IN o movimento dosSverbos (Qua· Localização – lugar no corpo NP EMrepete e encurta EM ou no espaço. INP IN M PE I S M S S N E direita para EE I Existem processos bastante comuns S na Libras nante (mão os destros). aplica-se 3 . mas a Slocalização. a P sobre a importância rem.para criação IN NP EMde novosM EM mãos. SI EM complexas PE vezes formadas PE ao corpo lavras são muitas pela paço em frente São consiIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S seguintes N N S N adição de um prefixo ou S sufixo a uma línparâmetros: M derados os M SI raiz. elas devem ter a locada aprendizaSI 1 .PE Questões dissertativas sobre PEEM EM S S P N I E M M N P IN M figuração na formação dosSIsinais. S a Condição SI EE EM dois M EM de Dominância. entre orais. NP NP e vice-versa por da mudança DO têm a mesma PE N E E I M N S SI P N I P S I em que M S N S EE dos no. SI digital) ou NP 1979).EM mento Pou SI NP PE deve ser simultâneo IN M E N S SI N E I M e a semelhança EM P M S ção 2 sobre a diferença SI de Simetria.Escreva EM PE PE PE IN na educação M lização deve ser a Nmesma E S NP N EM N ou simétrica e o movigem da Libras de crianças surdas. SI N E P P P I PE M EE E se incorporar simultaneamente ao movimento ou EM ção para qual a palma da mão aponta S na produção N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M expressão corporal. N E P de apoio. A – envolve os movimentos interPE M EM M NP SI M N E I E M P I E EE E ou estender P E S os ção caracteriza-se pela mudança na nos dasIN mãos (abrir.SIpara PE IN NP da mão. siPE a oriendirecionais no N espaço (em linhas retas. para N I I M E N S S E M P para a esquerda ou para SI a frente. em que padendo do corpo M M E M N E N E P M M EE SI(Felipe. para N E baixo.S para S P do sinal (para cima. movimento corporal e olhar. mes PE IN M E M E S SI em que o N E E P e Karnopp. no mesmo sinal (KliM de movimentos E I S N S S P N I E P S I S A incorporação daInegação. podendo a mão SI sinal é articulado. a LiE P S E M S M E N M PE posEE EE bras tem regras que estabelecem combinações SI NP P P M I N M EE I E S entre osE parâmetros N N síveis e não possíveis E P S I I de con.IN 1.EscrevaM EE IN EM EE P S N E PE P I E de sinais Ie M Mas se das mãos for diferente.EEM no tipo de movimento.1. E P M IN M M N EM direções PE SI EE tação permanecem osEM nuosas ou circulares em várias EE E EMe os traços SI e posições) EE não-manuais P N P P I E M P Ne o conjunto S N P N E I PE I I N mesmos. E S E E S E N E M PE mas são EM mes de Iverbos Emeio SI configuração PE de mãos. A incorporação. 2001).M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I ECRIAÇÃO E M DE SINAIS EE S combinação do movimento das mãos comS um de.

M sentadas foram formuladas E I M S E E S E EM Esse movimento e dialógico de de E acordo com E E a Lei nº NP EM dialético M EM EM des. das SIN M escolarSIe M S E P famoso o Quilombo de Palmares da segmentos E E E M N EM PEem especial do movimento social PE Enegro EE SI o reconhecimedidas tomadas na atualidade para NP tos sociais EM N P N I P M M M I I E S N E S M IN EE no EE terras remanescentes de quilombos de São SPaulo.639/03. E E E S S N PE auto-estima. Mas unidades SI EM as questões SI IN pigmentoPE direciona N EM P I E E M S M E N S P para outras reflexões por cráticas e pode contribuir cacionais para a proposição de P PE atividades EE EErelevan.639/03 eduEE é complexo. mas tem como objetivo P I M mediante do sincretismo religioso. I P S SI N P I S M M N M Observa-se S que o tratamento da Eidentidade cação Nacional).EEraça. E P E E PE IN M P E E N S E N I P P N E negra na sobre As orientações curriculares e S de não NP SIexpectativas EM I P SI INa participação EM de estereótipos IN E S S E S N P aprendizagem sobre apre. PE devem E M M E contemplar essa de forma a inEIXOS CONCEITUAIS EM N N E P NP M M I E M E E SI SI E N E S E P P P M terferir de SI PE PE IN PE IN positivamente na auto-estima IN todos os EE S S N N S N P M I I I M grupos. que estabelece do enSI a obrigatoriedade EM NP EM e reconstruir SI S N PE dos educadores IN I E E S SI de história N S processo de reaprendizagem sosino e cultura afro-brasileiras e africanas P P I M S N N E I M M em toda bre cultura negra. SI presentes N E NP tras linguagens estão P I I N P N I S S N I M P S M N M S SI EE IN SI M EE EE P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S N SI SI M M EE P N SI M E EE CURRICULARES: EE ORIENTAÇÕES PE EM P P M M N E N N M SI EE EE SI SI NP P P I M EE DE APRENDIZAGEM PARA S N N EXPECTATIVAS E P I I E M S S N M SI EE NP EM E I P M E E S APEEDUCAÇÃO E EM P N ÉTNICO-RACIAL EM SI NP IN PE M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 79 . M SIessa diversidade EM é vista EEM NP P IN P PE S crianças N I E M E N S E P N E I P e revista dessa mitida no meio ou em comunidades religioP a partir Ee por intermédio S SI SI familiarM N Lei. E P E M EM EE PEà quistado IN o respeito M NP Tratar de E EEracial implica P NP identidade S por brancos. enpública ou privada. Seu conteúdo altera o art. política.PE P P I P E E E S N E possível P N N P construir só será após um IN 10. posentre africanos e afro-brasileiros. SI M das crianças em geral IN NP A identidade negra (afriE I M E M S africanos e afro-brasileiros. dasIN negras transEE se tonifica.do o mais M comunidade EE –. 26-A S S N N E E M P M N SI SI de Diretrizes NP PE EE da EduIN SI NP da Lei nº 9. IN P I N M I S S N E Os conteúdos escolares E sas de matrizes africanas. seja EE cana e afro-brasileira) se fortifica. cotidiano e particularmente E S E E E P M M P E N PE EM –. como a valorização da corporeidade. PE SI NPmento das S P P I M EE S N E N N P I I I M M E Brasil. ao instituir o conhecimento pulações africanas. escolares ensino SI os valores P PE M culturais típicos da EE M nos currículos EM a rede de S EE M N E E E P P IN I M E E E P como modo de conceber o mundo.SIN SI N N I P P I N M M S do respeito M à diversidade. O S M E I E PE P E E M S M os. M M E pela tradição N M E N E M P I I M ações afirmativas. da ção. da resistência das pessoas escravizadas não irá a discriminaS S S erradicar M N M O documento E EE SI NP M a construção E a sensibiEE o racismo.639/03. da formação dos quilombos racial em conjunção dialógica com N vários setores M – senM NP I de movimen. É sabido parte das culturas negras A requer uma EM S S S E que boa IN aplicação da Lei nº 10. de dezembro SI de 1996. SI lização para N EE I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P e que contribuíram para libertação essérie de ações conjugadas certamente contribuiI de pessoas I SI S E E S S N P E I S vídeEM educador pode recorrer a rão para o fortalecimento E de anti-M cravizadas. enfatizarSa importância tes no tocante aos conhecimentos das diversas poN N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M A Lei nº 10. açãoMeducativa. cidadania. SIN EE EE EM de 20 P E P M M E P E N N negra supera A Lei Pnº 10. EE EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E N voltaS Técnica (SME-DOT).Nsociedade SI NP EM relaçõesMétnico-raciais Ibrasileira. S SI EM PE pluralidade. e de construção e redimensionamento curricular e S Mmais (in)tenso EE SI N EM rápidoEE SI o contato Emais N P I I M S S N P P Além disso. da arte e M Paulo (cidade): EE EM EE N M E E P P I M M M E E P N N E Educação.639/03 M E S E PE P no Brasil foi transmitida oral. E E P S N E M P M M N PE SI PEuma formação EE o temaEE IN que com das irmandades ligadas à Igreja Católica étnico-racial.394 (Lei e Bases EE tre outros. Mas oureflexão sobre alguns conceitos – como racismo.Diretoria de S Orientação da escrita. Pdando M E SI N SI P N E I P I de resistência vivido pela comunidade M étnicoIN do processo de construção de a temática N E S saberes sobre M N I S EM E I P E S E E S S E N P P I negraSbrasileira.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M E EE EM N P P M I E N S N EE SI EM NP SI P I M M E S P São Secretaria de SIN gra. estéticos. reM EM EE PE na identidade PE ne. mas colonizado e civilizado N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E econômica e religiosamente por diversidade cultural presente na P S S N S M sala de aula e no cultural. filmes e textos para identificar a reprodução ou EEM racista e plural. num movimento E E E SIpara o nosso EM N E P P P I IN E E S N N S N P P I propicia ras. EM uma educação IN M NP etc. salientando a importância EE SI EM do conM IN reconheça IN M E e sua diversidade E E S S M NP E sibilita que o Brasil se como um país contexto cultural. suas origens e contribuições N E N M M EE cotidiano Ee SI NP Eculturas SI EMhistórias africanas PE P M das e as e afro-brasileihistória. 2008 A N escola pode E M P trabalhar SI com questões SI SI PE EE IN o passado das pessoas M das para positivar negras P S EM N E I M M E E N S E I M E P M M S de um processo Eafricanas escravizadas exemplos Este N NP PE é resultado EE PE documento EEno Brasil.

O E P S I N M E I M S N E basam o nosso conhecimento serviu. negras que N constituíram e conduziram além M EE étnica. uma M revisão EE de negro. mais M diversos da P popula.SI EM N EE P P E I E M E P P S N E IN PE rações e de outros. M educativas re – nas práticas identidade M entidades EE IN na.M NP cientesPE conceito de afrodescendente EM e nos fazem M I E P E E S N e conscientes da vida em P sociedade. O de afro-brasileiro desta Smaneira faz EM PE diversos Ecientistas E SI M E N E E P I M P E E gos – dentre os quais Cheikh Anta na medida em S N citamosEM Pao conceito N Diop. simbólico eE político para esses termos. E S EE um SI P N P I E M M P N S portanto uma P IN estado. pela história silenciada articulações eEE negociações descendenP pela memória. uma EE P EM S S N E E P mudança da educação paulistana está embasada situação sóciocultural e com viés identitáE I N M P P I P S N E S e pedagoN IN M SI conceito M nas idéias de sociais rio.cional.brir Ne e novas Racismo é um tipo de ideologia que tem M M SI SI novos cenários SI NP EM I EE do para a manutenção EE M E S P históricas. inclusive na conferência NP P I P M SI N S N E N SI um convite para contra e outras forSI a xenofobia SI aos professores EM se mundial EM o racismo.PEE SI de diversas N S E I E S P M M S de uma identidade IN N PE PE com esfor. para intervenções M M E M N E N E P M EE SI SI EM descoEM PE prontos E PE os professores devem estar para educacional. territorial. mas de maneira difusa. na medida em que possamos P E processos de distinções existentes entre SI os indiví. O racismo estrutuIN SI na subalternização NP IN M PE futuras. No entanto. rica importante para o País – mas. marcada I M E E E S N EE pelo fenótipo. é necessário conhecer essa diversidadeS e os ferência da Unesco. EE I S rou-se. S S sociN SI EE EEdar sustentação às novas SI EM na área EM P P edade.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S ligiosidade. M P M M a negaram que na política vinculado à origem e a cultura africana e ao territóE SI fatores E E SI E P E IN M E E S P M N E Pindividuo. PE NP NP EM hierarquização da PE I N E E I M N S SI P N S M SI NE SI EE não tem nenhuma associação com a AFRO-BRASILEIRO NP EM “Raça” M I I P EE E S S E P P N M M Eos conceitos que buscaram reforço na N biologia ou SI IN M EE AFRODESCENDENTE M EE S SI seleção natural NP E E P P I M M M E das de S N conceito E E “raça” SIN E P PEespécies. OSIconceito de afrodescendente PE de conhecimentos viNP EM bém pela PE IN M E N S SI N E I M P M S proposta venciados noEcotidiano. N S S P N I E P S I S década de 1970 e difundido S EM IN Para cidadã como um esna nos anos de 1980 PE se pensar a escola E IN M S S E N P M M M paçoSIde vivências pela das questões em EM PE possibili-M pelos estudiosos IN EE étnico-raciais EE sociais Snorteado EE N EM E P P P I PE M M E E dade de construção de uma convivência democrátifunção da revisão feita ao conceito de raça na conS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M ca. nessas S SI EE EM con. ao com base na idéia de M E P S E E M IN NP NP EM E CONCEITOS EM superior P I M e inferior. uma pátria. E I P I I P E S NP S S N I P I N M M vo e verdadeiro do papel de um e de outro na oralidade étnico-racial. baseado na E P P M M N N M N PE determinados EE SI EE EM buídos da ética da responsabilidade com exclusão e na supremacia de grupos SI M as ge. Para tanto. NP M P I I I I M E E S S S S E N P instrumentos de transmissão cultura. em 1950. S o intento S é de que esta reflexão seja ção P da diáspora africana.tes de africanos EE de homens PE e por documentos IN nas diversas partes SI NP do mundo. imdo status quo. propiciando um S EE é um dos PE Por isso. práticas científicas e educacionais. Essa pauta-se pela é filho da globalização e também de EM M SI PE do contexto EE IN EE P M S N E PE P I experiência. dições. SI não somente NP NP EM NP do ver-ouvir-agir e do falar enquanto caracterizado masEtamEM saber-fazer. IN P M E EE S N N E N P P P I I I E S realidades S N culturais N S servi. nário nacional negro M S N I E P S E M S SI PE IN M cada de 1970. N entre osEM S M N I N I I N E M S E P S S N SI e mulheres que M em. tendo-se em vista características femeados do século XX. marcando. P M SI Frei. efetiN S E N N étnico-racial. enquanto construtores do País.EE INe reivindica E e Paulo que elabora uma nação. EE DesseEM EE a humanidade EM SI P N P P I E M P N S P o conceito PE IN IN N de afro-brasileiro modo. M E E S N EE SI PE M NP EM notípicas e pigmentocráticas. determinante para se legitimar a TERMOS I E S M E E S E S N E PE EM SI humanidade. N N PE EE ta-ensino-aprendizagem e que. o racismo o de ser humana. origem ét-EM O conceito de discriminaçãoSestá vinculado IN M PE aos SI EE IN S E E P S N M nico-racial e IN social. PE que possam M E SI E EM N E P P I M E debruçar sobre o complexo trinômio da descobermas correlatas que ocorreu em Durban (África do M E S E N N E P P M M M E SI possam SI de 2001. ancestralidade. P proposta teórico-metodológica A do portanM N rio de nascimento M SI EE para a PE IN IN E EM SI to. EM NP PE EE IN EM para E P S M SI N E P I E Mindependente de sua P N nossas crianças. diferente sinal cultuE P M IN N M M E I N P EM EE graves S mais crimes contra e os diral. S I S N M S I S N Elongo da história. O afro-brasileiro M S S N E E E P ços uma teoria-metodológica calcada na práxis do racial. resistência entre outros –. Falar em “raça” pode do o mesmo significado político. a difuP I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S revelar uma das características do racismo: a casão e a popularidade dá-se com a retomada no ceN E P P E I N M P S E no final da PE INdéIN SI de negar NP do movimento M pacidade E N I S o direito essencial da pessoa.SIO M EE E N E P N P P I está relacionado na Ambos estãoPEpresentes EM desde S os conceitos SI com as exclusões existentes EM IN IN M E ten. M SI Joseph Ki-Zerbo NP Amadou Hampate Bâ.EE E M IN EM aos interesses SI N P E N E S I E I E E N Portanto. um continente. SI E N P I I M é alguém S M E pela cor.SIN S N S E P M PE I sociedade. identidade possibilitar-lhes um reconhecimento digno.M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 80 . M EE EE Sul) no ano SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P conceber os desafios colocados pelo movimento I I M E S E S S N P EE social e históPE DISCRIMINAÇÃO SI EM EM uma nova negro como P IN experiência M E E N S E N M P SI SI sobretudo. assim. foi popularizado M EE I SI reitos humanos. O afro-brasileiro está S N N EE NP SI SI EMeducacional.

do misturado.M diferença que um o outro.M N P I S S INda vida sociE EM Marginalizar M IN M S E E balhando com a conotação de que o preto era o boné colocar à margem S E PE E P M M E P E N N E P I M segundoEM N zinho decisórios.S conquistador. INasiático. ou seja. EE cial.SIétnicoE I M S N P S e sexualidade mulher política. E nasce fora da África. puro. IN indígena N EM EE EE ou menina. E O preconceito relação surge idéia da existência do mestiço. SI todo o grupo EE (blacks) SI SI ou afroamericanos EE SI de pertencimento NP P I P M (African-Americans). Mais importante: o termo negro foi ESTIGMA I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E para demarcar as conquistas – Frente Negra. social. Sreligiosa. mente construída. M O ne. político PRECONCEITO SI EM M e cultural. A discriminação N E E I E M E P E S E P E esta de ordem que mulher preta seja Mse estabelece N INpossui a força “animal”.SIN M SI E EM duo constitua E P M M E E E tos como politicamente e definem a identium sujeitos estigmatizaEE N vínculo. ativistas como José Correia MARGINALIZAÇÃO M leiro. um marcada com o sinal do desequilíbrio soÉ um termo e também um conceito nascido no E P M M M E N PE NP do escravismo. Sdo M EE N S E N P E I P I Portanto. Em N SI Leite SI NP NP PE EE SI NP termo negro. I P I E M S E E S N E E P IN e a beleza da sendo racial. já que é híbrido. M SI a década de 30. em função falsas. ambos osS termos são visnico-racial com o Equal aparentemente este N E M M indiví.S do SI SI Ncomo uma IN P I N M M I S S N E E S relação de contato sociocultural determinado por mas também alguém não SI EM PE do manchado. SI NP EM mulher branca. I E S N N E S N P M E SI SI ou. SI SI NP NP de crenças SI o estupro N P M I I M I M S S S cometido por IN EE Mbranco contra uma mulher EEum homem S E P P M M ou o mulato N PE negra. No EE EE Mjogo da balança. na mediN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E da em que este não participa do seu S grupo próximo mens N P P I P M brancos. isto é. IN IN M EM E E S S M NP E E P E M EM EE PE IN M NP MULATO E EE P NP S N I M P P I O termo está muito próximo ao de discriminaSI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N P ção. nãoMé IN IN M EE S S E M E P P visto com positividade pelo movimento M negro brasiN EM EM EE PE PE IN I M E E E P S S N N E E M 1929. NPda Consciência MÉ quando E S I E PE P M E E M S M E Pa E negros são E PEo relaciona Nos Estados Unidos. PE mesclado. definindo EM interesses brancos colonial. É com Ebase M nessaPEE viés da sensualidade SI como a IN M EE sujeito discrimina M E S E E P para servir os apetites sexuais. IN carregam consigo uma I E E S S N S P P o termo preto. dos centros PE PE e o dócil. com EE com o europeu.S NEGRO N M E E P I M M M E E P S N N E EE minação. PEconcebida pelo IN NP social. portanto. o SIN de. IN M P S EM N E presente nos países da diáspora africana. se consolida M um valor EE uma crença. É imporI M M E E N S E I M E P M negro não E M S E N NP ESTEREÓTIPO EE é conhecido EE M que o termo EEtante ressaltar P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S ou usual ao sul do Saara. os sociocultural sobre um indivíduo que IN M denomi-PEE P E E N S E N I P P N M E M de negros N SI culturalSe ét.IN P os indivíduos M de como SI na medida em que a maioria é negra. SI vas e pejorativas NP EM EM estabelecendo SI N P I M I EE E E S na vida IN Neste sentido. EM é SI S M EM E P P E I M E E P filho da violência sexual contra as mulheres. Os E corretos E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N M dade Epositiva desta dos SI marca social EM SI e culturalNP ao con. na África subsaEM N E I P I E S E E S S E N P P e grupos ariana. na relação direseus clichês. NP EM física. suas crenças ofensiEsociais difundem M E E N E P I P P M E S o ameríndio. M M E EM de informações N N E E P NP I valores sociais. geralmente dos ho. estruturada pela geoN EE SI NP EM EM SI EM e à mentalidade PE P M E E E SIgrafia. S EE N um outro não-africa.M M EE E P M N PE M lher mulata EE M EM é concebida SI híbrida M E como uma mulher duos.SI M EM EE P I M E E P S e do tráfico N no. N N PE M ta com S o sobre os outros. um Ppré-juízo de contexto na que vem da SImedida em EMum em EEM NP P IN P SI I E M E N S E P N E N I P P ao outro.. mas no preconceito esta distinção S M SI M IN caso doIN E M E M S E S E E vem. econômica. S P P nítido uma P o termo negro está situado fundade modo francoNe competição M EE S N E N P I I I M M E S S N M E mentalmente na relação com P em sociedade. S cultural.nados N N social.EM Esse conceito também EE EEera não esquecer SI uma relaP PE P M E M N E passado. identitário. ainda.Pno da escravidão escravisE E contexto M P N SI EMempregado EM PE EE IN SI N E E ta. S N N I P P I N M M S M N E SI estabelece ência da Shistória da escravidão.SI PE No Brasil. quem fica fora e distante e quem N E P P P I IN E E S N N S N P P EE fica dentro e próximo SI do círculo N EM EM SI N do poder econômi. EE lutaramSIpara I P SI dar positividade ao tra. IN EM E o olhar do M SI escravista. da PE EM pela diferença. Dia E S S N P E I M S EM M Nacional IN Negra etc. de modo a não se render ao modelo e aos ção com a lógica espacial. na periferia do sistema SI al. PE EE infundadas. Portanto. na maioria das vezes.INP S M E P M-se estabelece EE E em si uma E identificar cessoPde discri. O mulato na história brasileiI M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI mediante N N N ra surge. A muP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 81 . mas Iisto EE PE SI INdizer que esteja favoreSI NP não quer EM P P PE S M N E N S E M P é uma construção IN termo negro SI cendo ou prejudicando o um em relação sociocultural SI SO PE EE ao outro. ser negro era ter a conscie das relações cotidianas existentes na P EE Esocieda. entre um ser e outro. desde trário. SI IN M M não tem qualquer vínculo EE O pro.SI P I I M E E S S N P P EE co. lingüística M ou fenotípica. IN M É uma Enoção EE IN M M S S E P S E M gro. IN população.

E P notadamente PE desdeSIo M EE EE E S N E P N P P I M nos. origem étnica.EM EE NP A Lei 10. adequar e viabilizar o concas públicas e as mudanças conjunturais que marPE M E S S E N M M M SI a vida social NP voltadas à caram brasileiras desEM PE EE M teúdo da EE e as instituições EE Lei 10. como armênia e turca. dos de bem como ra dos eSIdos EEsua divul-EM Eafricanos EM seu desenvolvimento EE P N P P I E M P N S P Esse processo. P I M E M E N S N E M Pvariadas linguagens EM EE SI choque Ecultural PE um enorme Eenvolve SI de e sujeitos diversos. É E N S P N I P S I S pode ser o meio deIN S EM IN til. da parceria comunidade/famíEDUCAÇÃO E S EE SI P N P I E M M P N S Pdicotomia IN IN lia.EE à autonomia políticas.639/03 SI conceitos NP I M P P I M E S S Se uma mente I relacionados à auto-estima. visa-se à consolidação de ações signiEntendendo a educação infantil como primeira I M E E S N PE EE de um currículo SI a construção NP NP EM NP ficativas para deEedueducação básica. na constituição de nosso povo move e impõe para S N SI negros. se (mesmo implicitamente) é discriminada. o africano e oEM afro-brasileiro como fonte S P S N N M N SI SI PE não osEE M dessa proposta adaptaM no entanto. torna-se a cidadania. por exemplo.M E P P P I PE M E E infância. japoneses etc. e perceba que diversas delas S N N N E P P EE EM SI SI SI etapa da P PE IN Etiveram IN e meira educação básica. todavia uma opção que P a SI NP PE IN M E N S SI N E I M P M S tiva de inclusiva. S M SIinfância nessa N SI N E I N I I M M E S As bases da construção da identidade da crianLei 10. M E PE S E P M M N E M sido apenas a discussão I atiNP N E E Esse desconhecimento P I M do assunto. em virtude da EE então. IN M SI PE EE IN S E E P S N Ma importância dessa Spopulação P Esemelhantes representavência nem percebe seus que apontem para I N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 82 .siva existindo PE em um contexto plural IN os outrosNe M E como sua relação com de onde emerM ça. na perspecP E família pode assumir EM cação infantil apropriado rio. IdescendenEM PE e cultura. A dePE diversas naturezas culturais EE gem interesses SI SI N E NP I P M N S M PE formação da identidade. com ENSINO FUNDAMENTAL S M SI EE NP as ade-PE EM M I EE P E E S EM N quações pertinentes ao caso e especificidades da P P M I E N M E M I E S N P E N E P S sobre o Epluralismo S I E novo olhar I N Cultural -A PUm N P PE idade. ameríndios. S PE não como SI construE M SI M E E N E E P I M P E E ção das na distribuição S N P M N M de conhecimento EE crianças. mas propondo e esse silêncio têm I E S M E E S E S N E P M PE educa. EE edu.) e M E E S N EE PE M os de descendência NP EM e formadora que proporciona é SIarticulador cativa outros.PE dá-se durante a S infância.639/03. pela abrangência tes de sírios. diante constitucional daEcriança na faiM SI de umEdireito PE uma educação EE autônoma e para EEM IN E P M S N E P P I xa etária de zero a cinco S M anos de EE IN EM IN IN idade. dores. da auto-estima. fundamental. os ascendentes africaA escola brasileira. IN M asiáticos (libaneses. N SI valorização EE de “ação afirmativa”.639/03 nas instituições SI N EM a pri. M blicas e privadas. EM credor. os africanos e os afro-braM M E M N E N E E P M M M E SI das nossas SI PE ou. bem E S E N E P P I M E EM substancialmente SI N EM N PE ou M do. M SI INFANTIL NP E P M SI IN EE E A E de atenção e afeto. do brincar no processo de N N M são S do como devedor. consolidando seu papel legal como de a Colônia até o hoje. por exemplo. previsto ao interiorM sobre países NP IN africanos SI pela Lei SI NP10. SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E vários povos. emEE PE nasEE histórias. deEcaráter não IobrigatóEM etapa da N M P I I I M E S S S S E N ao contexto. NP E M S E P I S S N E E S que essa P discussão também seja promoE essencial IN SI NP EM P S I N M E I M S N E vida no âmbito dessa especialização.IN S N ensino infantil.SIN S N S E P M PE I O trabalho com projetos. favoreceu.IN N PE cuidar M sistemático EE e o registro S SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P das Assim. SI N E E P I M E E S P M N E P Ppensado nisso. E nos brinquedos caso extresileiros na N grade curricular púIN escolas P M EE S N N P P P I I I E S S N S N mo. a sistematização dos conhecimentos EE PE o educador desvele originaÉ preciso N que a verdadeiS E P M IN M I M N afro-brasiEM PE EEhistoria daSÁfrica. e lideranças e EM docentes I I P M EE E S S E P P N M M conhecimento e reconhecimento da importância dos N econômicas. além E N I S bem como pode exercitar a pesquisa. da dimenda história da humanidade continua sendo tratado E I N M P P I P S E IN lúdico. pro. bem como a superação M da educar/ PEE FORMAÇÃO IDENTITÁRIA M EE SI N S E I E S P M M E S das ações realiza.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S dos. IN M SI rejeita Isua SI NP EM EE médio e universitário? EE M E S P construindo? E P P M M E N N M N M EE SI EE EM SI ÉM essencial considerar eEE adequar oE conteúdo São imensos SI o desconhecimento M NP EEe o silêncio P P E I P S N N o passado dos diversos E PE de trabalho. Depois EEM Para a concretização SI inspiração. promovendo não cursos superiores das diferentes áreas do saber. da com P relação aos conE lacuna histórica N EE IN EMcriança percepção E P S M S N E P E M P de convi-EM teúdos escolares N não se sente representada em seu meio ligados à cultura SI afro-brasileira. IN IN M e construção SI E S S E N P E M M E estão diretaSI N de conhecimentos são que emerge. que S identidade está nos níveis infantil. Inos PE I S N M S E I S N E I S das unidades de educação infantil. e identitáN E P P E I N M P P S E a partilha PE INcoIN SI de histórico. se a criança não se reconhece Onde estão a África. veja que educativa. é que de ter MrealidadeIN E fundamental N da a cada SI o maiorPcontribuinte EE P IN EM EM SI haja compreensão EE EM S S N E E P da ação do educador. M S N I E P S E M S SI PE IN M letiva. PE IN IN N gação pertinente à educação infanpreciso que Sreflita sobre as grandes polítiM EE I SI leiros.639 possibilita uma prática pedagógica incluS S E E P M SI EM E PEo mun. N M rio. GRADE CURRICULAR N S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M se não se para falar de sua S S reliSI sente à Svontade IN EE EE EM EM P P gião.EM vidades IN E SI e políticas PE dos nossos NP que possam com os processos opções arbitrárias PE contribuir N E E I M N S SI P N S políticasNP M SI culturais.

N a demarSI SI ge-se uma PEprofessor(a)– PE Destaca-se IN postura de EM pesquisador(a). IN EE energia S SI anseiamMpor reconhecimento. nos glossário ilustrado ler M o livro e asE Mmesma percepção P coloca peranNsocial. respeito humana. sileiro ou afrodescendente precisam sair da subalE P M M M E N PE NP EE EE adultos a EE Meducação Na de jovens Pe introdu. espécies. História. PE Me comNos pesquisar sobre IN a vida dos EE SI girmos. com as pessoas. contar. PE racismo. Essa PE SI E de origem EM com nosso PE EE de lidarmos IN conservadoSI te o desafio N E E sistir aos filmes. por liberdade a ética. nosso enfim. S em qualquer dimensão africanas na língua EE pátria. seus corpos na sua pesquisar sobre a influência das línguas M EE S N E N N P I I I M M E S N E dade. exiS E PE E P M M E P E N N E P M M que a contextualização. a estrutura P M uma concepção N SI SI escolares NP PE E IN também expressa SI diversas P NP visão de mundo EE curricular I S SI uma e M africano e afro-brasileiro nas áreas. culturas. N P M M M E N SI PE religiosi. N E P P P I IN E E S N N S N P P I como asSIdiferentes culturas EE ca.trabalhar com música e poesia. estudar a E S S N P E I M P música e S EM M históriaIN IN compositores afro-brasileiro. de SI NP EM M IN vez que a memóM EM E E S S M NP E E P E de cada povo resgata a humanidade em influenciar a construção de brasili P EM EE EM uma pedagogia PE . bivalências.EMção de diferentes diálogos M mesma cultura I E M E SI SI E N S E P P P E E SI N EM N criados pelo modo autocentrado N de quemas PE tentar SI SI NP apesar IN NP que sePEconstruiu conjuntamente. um SIN N M E E P P I M M M E E P S N N E EE anseio EE PE SI IN SI da escola. como N P I S S IN E EM M IN M S E E de homem de forma inerdisciplinar.EEM ternidade. recontar os S mitos afri. bingo de palavras I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E rismo. o lugar que vivemos é síntese diferenças. neste momento histórico. nosPvalores afro-brasileiEE E S N S I P P I N M M M S N E SI para a construção fundamentais para aSarticulação rosEM como uma forte influência de EE dife. EM dialogarmos EM S N P I M I EE E E S diversi. M N I S A percepção como um A literatura afro-brasileira é de uma riqueza inEM E I P E S E E S S E N P P M P M te criação.EEM e que vislumbremos outras IN as relações culturais construídas M forças capazes de nos EE S E P Ea cultura afro-brasileira Assim. pensar diferença PE SI Epressam EE indiretamenNP história africana significa PE mesmoPque IN NP sobre aIN E I S SI N M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 83 . já que IN M EE M E S E E P e não percebemos. também.EEM IN EE EE Acreditando SI NP cidadão EM de múltiplas determinações.SIrelacionarmos. dra. da ética. SI de pensar M I I M S S S sufocar entre bran. EE M SI M EE N S E N P E I P I cação de N espaço e tempo também são categorias Pode-se pensar. Geografia. interamatizar.M na construção da identidade N E I E M E P E S E P P M M N E mundo para ou de Mda folclorização N Seu canos I dando outra visão Eà N datas comemorativas. potencializadora da vida. compartilhar as impressões. nossos próprios nosso da M EE preconceitos. atividade. nossos próprios limites e contradições. EE SI SI EE SI NP P I P M S N M EE IN M M SI E EM S E P M M E E E DE AÇÕES ARTICULANDO DIVERSAS ÁREAS EE N E EEXPECTATIVAS EM P P I P P M E E E S N E N N P N DE EM NP PEDAGÓGICAS SI EM CONHECIMENTO SI SI NP PE IN I E E S SI N S P P M SI IN IN M M mais do EE S S M E P P É preciso crer que. amafricana. Linguagens etc. movimento e flucontestável.EE do E N SI NP EM EM SI EM no campo P P M E E E SIcoletivo. alteridade. da EM Cabe articular. montar EM na sua S NP um dicionário ou SI M EM E P I M E E P S N sobre palavras. contribuíram naIN conAs pedagogias SI de matrizINafricanas têm uma S EM EM P M E E S S N P EE formação de outras Iculturas. que a apresentaDa mesma forma que a educação expressa M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M ção de conteúdos relativos aoEpatrimônio de cultura e sociedade. da prática pedagógisolidariedade.IN escritoras. facilita o processo de lidarmos. para além EM E e escravidão. os valoresIN da que I todo e toda cidadã S P P P M E S N S P fortalecem INvital. trabalhar releitura e rescrita IN nosso Nelitismo M imagensPEE P E E N S E I P P N M E S M N SI N N produzidas. gestos. SI EM NP P IN P SI I E M E N S E P N E N I P I P temática E“História e SCultura çãoNda Afro-Brasileira” O trabalho deve enfocar: as lutas S SI pedagógico N IN P I M M I S S N contribuir e possibilitar a articulaE E noS currículo deve a processos históricos de SI EM estudadas PE PE de resistência M M E EM de uma N N E E Preproduzindo NP forma E a que não continuemos os es. M E S E PE P M E E M S M E P Ea partir das E machismo. NP M EM EM M e a cos e negros E P I IN estudar M E E E S S M E N E P M a matriz africana. o e E N S P I M S PE M EE EM isto torna-se EE à sua integridade respeito ao outro e à vida. NP EM P P PE I S M N E S E M P IN SI E OSIN SLEITURA/LITERATURA PE EE IN M P S EM N E HUMANIDADE ENSINO DA LÍNGUA PÁTRIA I M – ALTERIDADE M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M constan-IN N E S da diferença. na medida em a vida.IN SI IN M processoEde EE IN M M S S E P S E M xos da vida. uma escola E dialógica. oSpatrimônioM africano e afro-braS NP S M NP E I M E M S E S E E tre gentes. ria coletiva IN M Eque Ealicerçados P NPe saberes IN conteúdos S N I M P P I sua dimensão mais ampla. S P P P tros”. Deve-se selecionar livros.SIN EE e diálogoPdas SI PE P M E M N rentes disciplinas. SI nossa complexidade. nesse patrimôSOs M EE S E IN S N E N P E I I S E S relações IenN o cotidiano Ifaz-se no emaranhado de nio da humanidade. reescrever as E M E E N E E P I P P M S escritores N N PE “ou. Ciências. nossa identidade e cultura exmobilizarem. também M pelo dade.M M EE E P M PE IN M entre Eservidão EE M brasileira. uma grande possibilidade.histórias. E criação do PE E I P I E M S E S N S E E o outroSIem N P P M que nossosEalunos aprendam a valorizar de visões de SI PE IN NP propósito IN maior visa à transformação E I M S S N P estes mitos fazem parte S E ethos mundo e mentalidades que favoreçam o M M SI de nosso Erespeito àsPE nós. inclusive a do planeta.

a qual deve se preocupar com a I N M P P S SI IN com temas transversais M EE dos educandos. SI cípios necessários EM SI EM EM PE Ecando IN M E E S P M N E P princípios assinalados Essa voltada Os E SI são os Pde NP currículoPtotalmente EE uma es-SIN EMpropostaSIde IN EM se EEM EM Equestões S N E E P para as sociais pode ser aproveitada cola democrática. porque nos o enfoque de atitudes não disE P P M M N N M N PE EE SI EE EM permitirá debruçar P sobre o tema velado que criminatórias Para educador pode o SI tanto.EM camos em todas as S IN demais esferas de desigualdaamplo. articular a diversidade M escolar. disciplinas e das áreas do PE NP P I P M SIdiálogo das N S N E N M pasSI conhecimento. portanto. NP IN M S I articulada como cidadania.aIN Nda lei nem promulgação as diretrizes orientam para Diante M da análise E I S S S P N E P S I S substituição de uma IN S EM de duasM IN a visão eurocêntrica por uma tentes no necessiPE ensino médio. partimos E S S E N M M M SI a) ampliar NP muito pelo contrário. de S P I M leiro. EM os conhecimentos EE P M S N E P P I cumento. contidas no ato de ensinar. essenciais EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N para a efetivação democráticos. aPuma convivência harmônica. N se fazEpresente M M I E S N P N E S I E Ediferentes S N SI educacional. reforçando que todo SI SI Eé EM PE o saber M E SI E EM N E P P I M E articulação. Diretrizes Curriculares não trabalhe com o conceito estreito de reposição M E E S N E E M SI ÉtnicoNP para a Educação das Relações não seja PEde Nacionais M EM e. M é jusEE o enfoque EE o conhecimento EE SI N Eentre E P P P I PE M E E tamente a tentativa de ampliar o diálogo as EM sino fundamental.PE ciplinaridade EM S EE S P N I E M M P N S profissionais P IN M Como educadores da educação EE bém a formação cidadã. Pos NP PE isto é. mas. N E P P I N P S E as possibilidaPE IN IN SI NP M E N I S Brasileira e Africana. artística. M articulada EE NP SIda escolaridade M N E I E M P I E o Ensino Ede EE S E P E História M S Raciais e para e Cultura Afroforma técnica. garantindo a possibilidade do eduS P P IN IN IN EE EM S S S N N P PE I E I M busestudos.INP Com aPLei E 10. portanto. permitir que IN M E N S SI N E I M P M S Como mencionado bam adquiridos.394/96. dos negros no S solo brasia articulação áreas do conhecimenM E P S E P E M IN NP EMintrínseca EM to. EE EE ver uma educação trabalho através da interdisde qualidade M que garanta a SI NP P P I N M EE I E M S N N possibilidade de continuação E P S I E I de seus estudos e tam. dades: adquirido EM PE no en-M visão africana. forma interdisciplinar. permitindo Io P esferas EEM P M E integralizadora. S M reSI EE E quando propomos Eum NP EM dos educandos. econômica e social. porque. em seu sentido mais E N M P I I I I M E E E S S S S E P E educandos perce. e no M tocante à EJA.639/03. M sível de E S E N N E P P M M E EM atividades SI SI N N extracurriculares vivenciadas PE por M EAs Resumo elaborado EE EE SI SI N P NP P I P M N S da Silva PEE E escolas N M Martha Sirlene dentro e fora dos murosEdas IN Mpodem seSIcaSI E S E N P E PE SI EM EM mecanismos-chave racterizar Eem para a convivênP IN M E N S E N M P SI SI cia harmônica. EM EM SI PE IN M E M E S SI estar plenamente N E E P M Ma edu.SI EM EE facilitar P E E M E P P S propiciar N N E PE criminação racial processo de aprendizagem IN ao educando SI no Brasil. PE PE Cultura nos trouxe a tela áreas de conhecimento o currículo IN P M EE a possibiE EE S N N E N P P P I I I E S em novasIN S N S N lidade de discutir e pensar portanto. N ampliar o foco do currículo E N I I M N S S E um enfoque multicultural. o mesmo nas forma interdisciplinar. oIN Mé a dis. mas consiste na demoSI EM PE PE PE IN o preconceito M cratização do conhecimento E S NP N EMtoN tão velada sobre racial no Brasil. SI IN EM M SI PE EE dos princípios IN S E E P S N M P E Lei 10. ser P S I N E I M S N vinculado à realidade concreta de EE da mais inferiorizado.culturas. instrumental e mecanicista. E I P I I E S NP S S N I P I N M M seus artigos sua religiosidade. responA institucionalização da N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 84 . EE EE SI EM diferentes EM P P lo oficial da obrigatoriedade da temática “História e A temática permite-nos articular as M M E M N E N E P M M EE SIque compõem SI EM Afro-Brasileira”. Contudo nemEM EE EE EM SI EE não foi P N P P I E M P N S N P N E I PE I I de muitos problemas exis. formação integral buscando promoE P S E M S M E N M PEele a ética. seus sabores. M EEdeve possibilitar IN SI N S E I E P S P M M S N PE PE ensino está devemos e de uma so. M S possibilidades SI SI NP EM I EE cultural brasileira sob EE M E S P democráticas dentro e fora da escola.EEM INA de existentes. pedagóNP EM I I P E S S E P P N currículos escolares. participativa e solidária. devem N gica e política. para SI EM temos a M PE IN permitir que EE EE E S S N E P N P P I M car efetivar alterem esse de escação oferecidaSIpara essa modalidadeNde ensino S ações que N EM PE quadro I IN M EE SI S N S E P M PE I quecimento e inferiorização. meio ambiente. pois carregamos sável pela Palteração da LDBEN 9. em uma e injusta como fim de operacionalizar em sala de S Mestas diretrizes EE sociedade IN desigual E EM IN IN NP E M S P I S S N E E S negro é ter a probabilidade pensar E aula é preciso P o currículo do ensino IN SI NP de ser ainEMmédio Ma nossa. SI e vivenciem PE EE no início deste do. nos sinalizam M S N I E P S E M S SI PE IN M des para integralizarmos efetivamente EE PE MÉDIO essa parte NO ENSINO S E P M IN N M M M N PE SI EE da história que ainda contada. ao tocarmos na quesalém de garantir o acesso. IN E S M E E S E E P IN PE da Infor. democratizarNo Mbuscar a construção EE atuar E SI NesseIN P I M M E M S S N E E E P ciedade mais justa.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E M Eem S te. cabendo. INP SI IN M PE S N M S I S N E das diferentes EE I A história da África. b) aprofundar os S P cando continuar seus E S prin. P M I E P E E S N corte racial.SIN sentido. S S Na partir da inclusão no currícuSI 26 e 79.EM precisouIN EMuma lei para que PE Sociedade NP da institucionalização de No contextoS da chamada PE N E E I M N S SI P N S SI as dimensões Nvir a ser contada SI pudesse EE essa parte da história nos EEM mação. é parte da história do Brasil. nos N S E N N sua estética musical.639/03 norma para busatreladas.

S E S de escolaridade P N perfazia o total E outras investigações P pela cartilha.sp. conEE da pesquisa Através de Emília Ferreiro nível muito baixo: SI SI de habilidade NP NP S Outros 37% N P M I I M I M S grandes fases S S IN vencionou-se identificar quatro de hi-PEE conseguem localizar uma Minformação em textos curEE S E P M M N PE demonstram sobre IN Os 25%Nque EM domínio EEa escrita: EM EE tos (nívelS2). nãoEE são betismo funcional. PE IN M NP EE P NP S N I M P P I SI Por causa M EE S dessa Iproblemática E informações que as IN rodeiam. a população com S IN EM M IN M S E E E S E de alfabetização: global. E E S N N SI P P I EE SI N EM de estarem EM alfabetizaSI mesmoEantes N da não conclu. 41. Disponível M SI a referência primeira. M M São Paulo I ESecretariaNde Os princípiosEM que orientam o trabalho de EJA EM (cidade): E N E S P I P M I E E S de Orientação N E S N P P I PE são baseados nos pressupostos da educação poDiretoria Técnica (SME/DOT).portaleducacao. M M uma estatística preocupante M SI pretendeMchegar com seu trabalho.prefeitura. além I I M E S S N P P EE SI EM das pela escola.SI NP P P PE I S M N N S N E M P SI SI trocando cador tem SI e educando PE EE por objetivo IN se vendo como iguais.3%M(IBGE/ to. onde S N E E S S N P I M I EEamE E S N bos se educam. sintético ou mismais de 25E anos de idade M PE EM que não tinha oito anos métodos NP NP E P I M I E M E N Mde 50. P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E EM EM E M E ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS: PE ALFABETIZAÇÃO E P P M M N E N N P M SI EE EE SI SI N P P I ME MOVA EE E LETRAMENTO – EJA S N N E P I I M S S N PE M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 85 .SIN INapropriação M como na M S E P S E E Esociais que nhecimentos e no papelINque desemEM EM trocamPE PE as práticas de leitura e escritaPEofereM Eque S NP cem às Ipessoas. etnia. S N I P P I N M M S M S N E SI EEde Pia. absoluto 30% têm um S S E N E S E P P P M E E SI (nível 1). isso ce Nacional (Inaf). A pesquiapontam dados do Inep. E NPOs resultaP IN P P diante de situações que lhes exi. Há algumasSdécadas a alfabetização M M EE S S M E P P M a apropriação do sistema EE M população Eno Estado de São era tida como E e 34 anos de escrita entre 25 M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P N silábicas.gov. Emília Ferreiro.35% analfabetismo. IN da língua IN escrita. que tem SI M de Alfabetismo Funcional IN NP se manifesta de forma E I M E M S E S E E E P M mais clara. asIN crianças constroem hipóteses sãoEM do ensino E fundamental: a questão do analfaM IN M E S S M NP E E P E M passiM sobreEE a escrita e a leitura.br P P I M M M E E P S N N E EE M base dialógica. Na EM através da SI ApeNP PE das famílias EE IN memorização SI NP E sar de muitas I P S SI N P I S pessoas terem aprendido através de EM cidade de São Paulo. edu.póteses SI M E P P E I M E E P P S N E E N • p ré-silábica – nesta hipótese o aluno ainda no das habilidades testadas (nível 3).IN N N PE . ou seja. SI claro aonde EM PE M problema EE EE E EE N E E EM Para isso é importante saber como ocorre a O da não-escolarização da populaP P I P P M E E E S N E N N P N M SI é apenas aprendizagem e. por suas experiências indiviP E I M P S EM M duais eINcoletivas. M I E S N N E S N P I I M I E S S E em: pular N S 2008. M M O caderno de orientação P S E N E I M M E E N saberes diferentes. e. Paulo não têm oSIensino fundamental completo.INprincipalmente da SI ção do NP é bastante sério e não EM SIa questãoEE NP PE a apropriação I E S SI N S P P I M Segundo o Inep (2001). em 2003. Diferentes. M SI surgiram para SI EE PE E IN PE IN P EE E S N iluminar o processo de construção do conhecimenSeade. E N N I P M M M I E penham na relação educador/educando. 2003). a relação entre educador e educando www. principalN E N PE I P P I N M E I S M N N N E I P S mente nos E aEescola trabalhará. No foi criado o INdiante das S Índi. no sentido de pertencimento a orientar o trabalho. NesM NP sendo Paulo Freire EM PE I M EE E E S N M E E te sentido. Erealizou uma sobre como S as apresentando diminuição em termos naIN EE constante N EM EMpesquisa S PE P M E E E SIcionais. cálculo pela SI escrita e I E M E N S E N E N I P I P N SI em 2003 N ou fordos apurados PE a escritaS e tentamSIbuscar M indicaram o seguinte: S8% gem M IN a leitura SI N E E S I M E e 64 anos E dos brasileiros entreP15 S mas de compreendê-las e interagir de alguma na M EE se encontram EM N NP condição EM de analfabetismo E P NP I I M M I E M E E maneira com elas.SIorigem. apoiar a formação continuada S E I M E P M E M S E N NP e auxiliar EE EE e na perspectiva de que en. bem EE dos co. SI NP EM JOVENS PE EE I SI N EEsão portadoE I P S EM N P Ao considerarmos que os alunos E ADULTOS? P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N res de conhecimento. no sentido de IN das funções um projeto M escrita. EE PE IN SI deve se dar sobreEE uma isto é. P M P E E nhecimentos muitas vezes diferentes daqueles que termos etários.M M As salas de EJA apresentam diversidade em E S E PE P E E M S M E E E P N E E gênero. e é necessário ao ter construídos. pois durante suas vidas são colocapor objetivo avaliar a capacidade de domínio de leiM M E N PE M NP EE dos diariamente M EE EE M SI população. SFazem parte de SI SI saberes M PE IN educador S P S N E N sobre a população.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI E M SI EM IN PE M EE E S E EM P N P Educação. IN M EE temos de observar que são co.PEEuma mesma M classe social. EM ple.SIN to. S P P P I M EE onde a aprendizagem é um proS N E N N P I I I M M E S S S N M E cessoMque se constrói EE na relação NP com o outro. conforme EM N E N P P P I mas pensavam oN processo de escrita e leitura.vas E N P E S E P S S N S M caso dos adultos.PEE tura. em SI EM EE QUEM SÃO OS ALUNOS EDA P I M E P S N E M uma DE M N EDUCAÇÃO PE relação ética. P SI suNP com alunos da EJA SI P NP no trabalho E I I M N E S M N I S EM N E I Pde uma situação de injustiça social e de contram dificuldades na apropriação do sistema I peração E S E E S S E N P P M P M SI futuro.S P sa revelou que há uma outra preocupação. baseada nos Embora as taxas de analfabetismo EE conceitos SI venham EM P PE P M E M E P IN crianças M get.

a tecnopresentação da fala seus PE vigora P I E E N S SI N I P S sílaba N I EM M M escritos atribuindo uma S N S E logia da escrita é aprendida não.SIN “Alfabetização E N N característica da língua E P I I P E NP S S N I P I N M M sos distintos. oS número de SI uma palavra SIa alfabetização N P E NP P I P M N S Mtransforma ter se num problema. uma para representar uma PE M E M EE sociais NP SIque utilizar M N E I E M P I E EE S E P dá conta desta E S sílaba não representação e passa a N E P P E I N M P P S E PE IN IN SI N M incluir letras E N I S Nesta perspectiva. N E mento: aP tecnologiaPda ou IN SI adquiridoIN SI do papel. com SI PE EE IN e ser considerados: EM os colegas. Sescrevendo ora com M N I E P S M S SI E PE INde partida para a M deve ser avaliado como ponto EE ou mais P uma letra para cada sílaba. Em se caracteriza pela M M E M E N E E P IN M M M E SI PE – não precede PE símbolos S çãoEE da tecnologia da escrita nem é utilização de que podem nuINser letras. S Há quire PE A interação com o NP EM ses sobre PE um papel fundamental.ra M P M M e a escrita.de escrita. uma vez que. EM em seu M I EdecresP E E S EM N · as palavras apresentarem uma ordem mediador deve instigar. No caso escrita há dois conceitos que S S da língua E E P SI EMesteja noMmoEM alfabetização PE PEde escrita que o aluno IN E da hipótese ser discutidos: e letramento. EEM que a intervenção de I M E E S N E E SI NP NP EM NP adA sondagem possibilitará conhecer as hipóteNesse sentido interação social EM volver.SI desse o espaço SI N EE da linha P P E I M E P P S N E escrita. P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 86 . M IN M com textos construídos EE anteriores. de S crita escrita alfabética. conhecimento das quesdesenvolvimento proximal E SI zona de E SI E E P E IN M E E S P M N E P que compõem P o universo to importante para a atuação M importantes N tões mais M SI do professor. IN M PE não tendo S N M S I S N E – na hipótese EE I utilizam de quem a tem para fazer S se uso da leitura • silábica silábica um importante M E P S E E percebe M Mé a re. são interdependentes e ta.esta S E das “técnicas” IN PE INhipótese apresenta M EE EE E S S N E P N P P I I principal o conflito N M de atividades de letramencomo característica S mas através EM PE IN I entre a es. responde as M palavras. o conhecimento do aluno em E sua escrita.ção M com as EE que os alunos M NP mal é aquilo que o Saluno P M SI com o EE IN EE tem e que podem ser trabalhadas em diferentes consegue realizar E S EE SI P N P I E M M P N S P também é IN modalidades organizativas. procesS escri. pois. como em tros letra a cada da E I I P concep-PEE M E S S E P N M M ções N palavra em SI artificialPEquestão. M e que estará Ele auxílio M sozinho EE de outro INo pon.PEE SI realizando N S E I E S P M M E S N PE to de do seu planeja. tentativas M SI SI NP EM I EE nhos que imitam Eletras EE M S P cipação em práticas sociais de escrita.”(2003:92)”. P M EE EE S N N E N P P P I I I E S S N para a partiN N pré-requisito para o letramento.PEE E P dele o educador pode Zona de desenvolvimento real é o que o aluI N M P P I S N E S N N SI os temas belecer ou assuntos que tenham relano já tem consolidado como é oEM que EM conhecimento. N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E Neste sentido. O conceito de zona de desenvolvimento real S S e em relação ao Nque os alunos sabem sobre N EE NP SI Permite o SI EM é um instrumen. IN NP NP O aluno EM EM salto ocorre. P I além disso. de leitura e produção de textos reais.EM ca de alfabetização EM SI e passa PEa realizarIN NP NP que atualmente. dependendo cial. Isto é necessário. – a aquisita. PE a como a escrita representa IN E S S E N M de partida é o M M SI NP A avaliação inicial como ponto Outra importante colaboração é do EM PE pesquisa-M M EE EE EE SI N E P P P I PE M que pode M EE E diagnóstico da sala situar o educador dor Vygotsky muito nos auxilia nesse S campo tamN N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M a leitubém. ao aluno E N PE EE IN Isso possibilita EM E P S M SI N E P E M P N SI letras repetidas IN que não pode utilizar EM que acredita M SI PE EE IN S E E P S N M para escrever algo. S o professor SI EE EM NP papel dePE mo campo semântico. EE S SI N E E P P I M M M E mente paraP a aquisição de leitura e • silábico-alfabética . na concepção psicogenétique a escrita I E S M E E S E S N E PE regis. I devem M E N S SI N E I M P M Msituações S com as educador. IN Msilábica e a S EE S N S E P M PE I to. O aluno percebe M E E S N E E M SI M letra apenas NP práticas de leitura e de escrita. EEM EM planejamento. daPEsua EE para cada elaboração do E seu letras EM SI P N P I E M P EE N S já de Ptrabalho e N N E que possibilite P I I N intervenções a am• alfabética na escrita alfabética o aluno M E I SI N S S P N E P S SI SI EM IN pliação de seu saber. tanto assim e a disposição espacial E P P M M E N N M N ocupar Ptodo EE ter umEM SI EE registro pode EM que analfabetos podem certo nívelEM de letra. EE EE P M S N E P P I E M objetos com os quais M se defronta N S N Nsão oportunidaNP E SI deve pertencer EE PEde palavras SI SI N E EM des de desenvolver P SI · a relação ao meso conhecimento. EE M PE IN IN EM SI dos alunos EE e a partir P S S N EE esta. de reprodução de letras.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S não se apropriou da e letramento são. desafiar o aluno a se aproP P M I E N M E M I E S N P E N E P I N SI cente para a Smonossílaenquanto prática soPE de sílabas S(da polissílaba N PE PE de conhecimento M SIpriar do objeto N SI N E I N I I M M E S ba).S deseM merais. que é a correspondência entre a fala e a escriS S N SI EE EE alguns casos esta escrita SI A alfabetização EM EM P P mesmo indissociáveis. isto é. M precisam E S E N N E P P I M M E EM SI N N PE deve M E O que seria e o letramento? VaEE letras que EE mento.e de escrita. istoSIé. S e zonaINde desenvolvimento P M Nproxi. ora com duas S E P M IN N M E rotina M N PE SI sílaba. PE SI M SI M E E N E E P I M P E E necessidades apresenele já sabe.M NP é que a M P I I I I E E E S S S S E P IN alguns critérios que N a escrita. PE mos à professora paraSenIN IN M EE Magda Soares SI recorrer E S E N P E M E SI EM N que Econtenham sílabas contítender melhor M EE essa questão: NP · evitar palavras SI E NP I M P P I M S S guas (de mesma vogal).SIN dentro de algum que está se estruturando e M a elaboração EEpartida para SI NP tempo E N P I I M E M S S N E Eoutro pode ajudar a desenP rotina de mento e da sua trabalho. Entretanto.

soltas. conhecimentos adquiridos (contato I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M língua escrita. des grupos. uso na sala de o que E os M N PE S EM NP EMprecisam PE EE Isaber. S P P P representa). roda de reflexão IN PE EEreescrita. com com tecnologia). combinados. INP · rotina que o trabalho com leitura Ee N E P P P I E E S N N S N P P I I EE escrita (atividades permanentes eE sequenciadas 3 . se jáS escreveu ou sociais EM E I P E S E E S S E N P P M P M ·a e IN onde morou. M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S da tarefaMgarante a máxima N · práticas 4-M a organização S SI IN de escrita: NPreflexão sobre o código. Epor SI EMe nota. E intervir com M boas situações M M SI E EM dáticas S E P M M E E E · como atingir as do aluno. EE é modelo PE SI IN rotina diária). E · estímulo ao gosto pela leitura. companhia). não conseguirá organizar os agrupamentos (produtiE S S N P E I M S EM M IN · estabelecer os agrupamentos e como fazer as vos) para o desenvolvimento Mdas atividaEE NP Mdos alunos E S I E PE P M E E M S M E bem como E nas duplas.como NP melhor que o testemuSI P I M M E S P IN M EE EM (experiências. como (aspectos – por propostas devem oE quem. duais (o que já conquistou. EEM N M PEpode serEEconsiderada IN atividade EE EMuma tema. SI alunos já P N E E aula. sem Esaber P I M E P S de textos · atividadesIN práticas. EE SI NP M EM EE Sem a sondagem. N S N I P P I N M M S M reais de S comunicativo. podemos fazer essa I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N a partir de quatro questões: N de curiosidades. SI S M EM N P P E I M E E P boa situação de aprendizagem? Por quê? P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 87 .os alunos têm problemas a resolver e deEE leitura SIN EE SI EM P PE P M E M N E a e escrita.IN N de saber ler.os alunos M IN M S E E priem desta prática. para N IN delas? NP ou verificação EM PE EM confirmação I P I E M S E E S N S E E N P implícita? P c) Qual é a concepção SI SI EM PE IN NP se construída. SI vida (dados Nada pessoais. aspectos M N I e propósitos. Aspectos indiviSI leitura como interação. S SI N IN P I N M M I S S N E E S · práticas oral: produção oral SIde comunicação EM PE PE M M M E E N N E E P NP I com destino escrito – linguagem que se escreve. Também não SI nas ações IN EE SI EE · como ultrapassar SI individuais. o que precisa conquisE M E E N E E P I P P M E S procedimenN E N N de leitura. M IN IN EE TelmaEM S S E M P P · possibilitar e favorecer nas práticas de leitura Segundo Weisz. encaminhar Ee di. N E SI sociais. que coEE N E expectativas E que desestabilizem EM P P I P P M E E E S E no todo N N P alfabetização P N IN Mprocesso IN ·E o de loquem em conflito suas S hipóteses eSIseus saberes EM NP (a abor. ou seja. PE e estratégias M SI tar. o que NPescola PE · propósitos EM é escrever. SI contexto letrado).o conteúdo S trabalhado mantém as suas ca. I EE M P E E N S E N P I P P N M E S plaM N SI consegue N aSdecodificação. os aspectos que deM N EM EM EE PE PE IN I M E E E P S S N N E E do comportamento M aprendi. o M EM E E S S M NP E E P E M que se no a proposta N texP caso da alfabetização.M zagem são: N P I S S IN tudo o que E EM 1 . não o uso do texto como pretexto para a ativisabem e o que o educador I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E dades didáticas. EM · leitura de diversosEgêneros E N NP tem contato textuais.EEM NP preverNP IN P PE SI isso asNsituações I M E S E P N E I P P E cionais). bem como procedimentos dePE precisam pôr em jogo S E E P M M E P E N N E P M M N escritor. E I M E M S E S E E · práticas de produção de textos: para que. IN E I M S S N P S I E d) O que cada atividade estáSexigindo do aluno? EM EM IN PE M Esondagem. revista. com com jornal. intercâmbio. EE refere às modalidades organizativas. painel de discussão de um E I EE M E S E P P M a) Essa fórum. O cipação trabalho S N M E E P P I M M M E P S N N E PE EE educador para seus alunos.S N de EM EM SI N P I I M E S S N P de leitura P EE leitura e escrita. SI IN IN e/ou escrita. pensam sobre do qual SI SI sabem eIN PE o conteúdo PE EM em torno EE M SI M EE N S E N P E I P I · importância da leitura e escrita em seus usos o professor organizou P EE E S a tarefa. descanSI N EM P P PE I S M N E N N E M P SI so e diversão S (diversão predileta. Conforme Telma Weisz. família de Norigem).SIa interação entre eles. EM o queSIa SI é ler. foco na linguagem IN M EE I M M S S E P S E E M formas de grafia.M M EE E P M N PE M EE Mfinal da escrita de cada EM E b) Qual era o objetivo do professorSIem cada M · solicitar a leitura ao N E E I E M E P E S E P E uma da hipóteMpalavra. uso práticas 2 . ou seja. Sroda SI NP NP reconto. Stos. conSI SI PE EE IN M P S EM N E Como trabalhar com leitura e escrita: tato com a escrita (se de Sler.SI PE IN I E E S S N S P P da alfabetização no dagem para que ele M avance em suas hipóteses de escritas. o aluno. NP P I P M S · ler antes nejar. EE comunitária). como P S SI com educandos se apro. para circulação de informação possível entre os alunos E P M M E E N PE EM NP EEdiscursivos M que. família. para despertar o desejo nos outros.M e escrita o terminam uma boa e P desenvolvimento Nde ensino P SI leiSI situação NP PE que osIN EE INler e fazer SI EE tor. E S E EM P Além desta é necessário organizar N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E que o educador E roteiro para EE S N sua classe: E É importante também se veja um conhecer história de S N P P I P M I E S N S N IN EE leitor e Sescritor. nho vivido. SI N P M I I M I M S S S N conversa. EM PE Ié o uso deN M EE Epalavras P NPsílabas ou IN e não de S I M P P I · como garantir a qualidade o acervo. P N E E nos pequenos P intervenções. o Eque SI N M I EE E N tos de leitura. cisões a tomar do que se propõem IN M EE em função SI NP EM EM S Econtemple PE M M E E E SIproduzir. EMparti.IN rentes intencionalidades N E S leu). aprendizagem profissional. projetos racterísticas de M objeto sociocultural realEM – por isso. EE E M E P SIdifeNP SI P NP E I P I M (origem. escolaridade. I se Mgosta ou Igostaria M E E N E M E P M E S se vai ao banco.

EEter PE ou vários sociais um proprodutivos IN P M E EE S N N E N P P P I I I E S finalidade S N N S N duto cumpra uma na M M SI que existe SI final que SI NP EM I EE EE M E S P realidade. As atividades Faz M seus diferentes N leitura nos M SI metodológica EE de traM PE IN IN EM SI seqüenciadas EE P S S N EE uma PEE E P também servem para planejar balho que busca possibilitar aos alunos o acesso a I N M P P I S N E S expostoMde situação N N SI de produção textual – reconto. M E S E N N E P P M E EM SI como deSI social. é um aprendiM E E S N EE SI trabalhar PE M ser proposto. o caminho que qualidade estético-literária. mais diversas EM S EE proSI P N P I E M M P N a inserção E IN dução e revisão dos Stextos.Mgêneros. que permitam E um objetivo proposta. M EE EE E S S N E P N P P I M das paraS comunicarNcertos aspectos do comportadivisão das tarefas. mas N de estarem EM SI em cada PE reunidos IN M E M E S SI definir os N E P da escolaridade P M M ano e são apropriaa IN EE trabalho SI passos Pdo EM particularmente PE IN conjuntamente. Mou letramento? EE SI em práticas NP sociaisM E N P I I M processos S M E S proporciona S N E E E P lhar as duas dimensões. E N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 88 .IN N PEUm ambiente Alfabetização nos de letramento. com tempo de duração cimentos. de maneira que propiciem um avanço M E PE S E P M M N E M O tra. EEM N N PE E Organização didático ou M EE de objeto SI SI do trabalho N P NP P I P M EE N S N E N I M A leitura não é um processo que se inicia com a P nomina Delia Lerner: modalidades organizativas – I I M E S E S S N P EE auxiliando PE SI EM nele. E M SI M E E N E E P I M P E E revisão. organização NP de seu trabalho eSIaliando duas PE EE IN EM preo. poderíamos dizer que o amP a esse processo eP como o uso NP I P M SIefetiva. diferentes tipos. PE EM como M SI os um texto crônicas. uma maneira visível.EE IN– regularidades EE formas de ortográficas e irregularidades. por exemplo.S c) sequências Eestão direcionaPE IN Ide SI NP M agrupamentos E N I S de atividades: têm a função M S N I E P S E M S SI PE IN M das para se ler diferentes exemplares EE que atenPE de um mesmo cador no planejamento das atividades S E P M IN N M M M (poemas. das habiliSI o reconhecimentoIN EM PE I M de cada um EE uma SIN S N S E P M PE I mento leitor. I E S M E E S E S E IN PEa ser en. de uma atividade com comandas diferenP I M E S S E N M M M E SI atendam NP tes que EM M EE M EE aos agrupamentos. de que está em jogo. pois elas são alfabetizador aos alunos acentuada aproI M E E E S N EE SI interdependentes. EM S M N I N I I N E M S E P I S S que remetem N Neste sentido. NP NPidéia que Edeve EM NP objeti. E PE SI necessidades IN EE diferentes gênero dam de S aprendizagens EE EM ou subgênero EE P N EM P P I E M P E Ndos alunos.EM EM de forma sisPE conteúdo NP NP b) atividades habituais: ocorrem balho em grupo S também éNum PE I N E E I M S SI P N S pelo fato SIpensamos que N SI a oportunidade EE temática e oferecem de interagir in. NP que deve EM semana um capítulo ou trecho. M EM decodificação nem se encerra O domínio do são instrumentos para na P IN o educador.EE P M sistema de E O fato de M Mestarem expostos IN escrita e E SI N P N E S I E I E E N S social da S quadas sentido. EM PE SI reescrita.diferentes. deixar de ser o único N E P P I N P N subsidiar o edu.sistema P S M SI N E P E M e os conhecimentosPque preci. ou vez por zado além de o educador P I M E M E N S N P determinado EM tipo de E EE SI informante. SI EE IN S E E P S N M mas o acesso a textos escritos se dá deSIdiferentes P sam ser tratados. Sua Efinalidade é SI M apro.EM estar presente é a de vo que não P SI que alfabetizamos em NP PE a autora deixa claro: IN com M E N S SI N E I P EM textos onde ocorre Ea preocupação com o EM são como ação S tipicamenteEM escolar. sua pelo uso deles na função social que lhes é própria. dades para cada tarefa. nesse N S N E N SI pode ser escolares biente alfabetizador SI em situações SI EM e escrita EM trabalhado PEpelos materiais Mse compõe E SI E EM característica N E P P I M E sem perder. mas A com o universo e com um EM ximação NP da escrita M P I I I I M E E S S S S E N P E se refere a uma vi.que o educador I NP N conhecimento E E no tipo P I M considerar necessário.contos deEaventuras. pois M muitas vezes NP EM I I P E S S E P P N tensamente com um gênero determinado o trabalho EM se realiza.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E apresenta E M quatro Iformas EE S A autora de orgaORGANIZAÇÃO DO TRABALHO N S E N N E I P I P E S NP S S N I P I N M M nização:SI PEDAGÓGICO S S N EE EE SI levar em EM EM P P a) projetos: deve consideração um M M E M E N E P IN M M EE S SI 1 . EE SI NP E P P P I PE M permitemINa organização EE da lei. Leitura de um livro.Agrupamentos EM propósitos PEda leitura. É neSI da escrita PEletrados. portadoS P seqüênciaEEpara trabalhar as normas IN N M M NP res e suportes. EE Além disso. SI EE como as pessoas se EMapro.M uma vez N cupações: o tempo SI leitura de INque ele não depende da E M PEoutros. o máximo possível.EEM sinado. M IN EM E P S N E PE P I sistema e comEE a linguagem cessário que existam textos de recoP neste ambiente N escrita.EM E As seqüências S N N E P M P I I E E S S S N a se terPE N tura compartilhada SI PE 2 .Ambiente alfabetizador SI NP não estão relacionadas EM N I M E N S e visam M SI E M P M um produto final a despertar o interesse pela E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P parte de uma escolha aspectos. nas S P SI circula. diferentes materiais escritos: alfabeto. INP M que permitem ção de texto EE M dos aluEsocial IN SI S E E P S P M M E S Temos que traba.M NP PE M I E P E E S N priam E do propor atividades não garante sua P ade. que se articulem propósitos didáticos com Estes agrupamentos se constituem a partir do E P P M M E N N N EM EE SI EE da atividade EM propósitos comunicativos. S N P N E I P I N contos fantásticos). a EE nhecida S PE IN SI NPpodemos perEM P S I N M E I M S N E correr é o de considerar uma discussão sobre e S a vida E Ma sociedade. E E N S E N M P M SI deEE escrita proporciona autonomia ao leitor.diferentes obras de as variações S N S um mesmo SI e adequando P N EM elaborando PE SI M SI Emesma SI N E IN autor ou diferentes textos sobre um mesmo tema.SI EM NP P P E I M E P P S troquem N E IN PE fundamento em Satividades de escrita queM possibilitar aos alunos que IN seus conheSI NP leitura e IN PE I S N M S E I S N E I S ganham um sentido social.

em serem colhidos. ções com outros sentimentos e N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S E idéias que temos. os alunos possuem de sentidos e intenções. ou devem ser consideradas: SIno final daIN PE EE M · os diversos saberes P S EM N E O que dos alunos.IN E de seu E dos alunos. P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I · atendeu total ou parcialmente aos objetivos ·S tornar observável o propósito do professor e EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M iniciais intencionalidades. EE aprender? EE e o que falta M ampliaram EEaprenderam. EE EM localizarIN SI EM contaEde as com. PE e/ou construir M cia conM M I E SI vimento N E E SIdas atividades.panhados? N PE P P M I E S N N E S N P conhecimentos prévios MleituSI SI lectual éM comIN os afetivo e emocional.Eestabelecemos uma série M SI EM de rela-PE conhecimentos IN M E conhecimentos. por SI NP M E E P I M E E P S N Resumo elaborado por sobre E P os esportes. revendo I os de. carregada IN E I M S S N P S E para o desenvolvimento autônomo? lemos um texto. S qual é oM N E que melhor texto EE EM se pede. levantados antes dasM propostas M de atira a partir lugar S P P M M E E P S N N E EE vidades? ampliados? para Mova e EJA EE Foram validados. O leitor realiza a SI PE · o que fizemos M EE S M N E P I M socialEe EE E histórico. calçados.M P Sozinhos farão. S N P M I EE E de acordo SI com o IN teúdos. Enquanto SI SI EM PE IN NP tor. a S P PE texto/gênero P partir da atividade realizada? · a escolha N do M EE S N E N P I I I M M E S S exemplo. É umIN processo que SI além de inte. retornamos ao que os alunos sabiam? M M E E N S E I M E P M E M S E N NP grupamentos. PE SI IN SINa elaboração NP das atividades EM P P PE I S M N E N atividaS N E M P SI seqüênciaSIde · atividade. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S EM M IN M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N SI EE SI SI EE SI NP P I P M S N EE IN M M SI EM EM S E P M Anotações M E E E EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI N S P P M SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 89 .M maneiras. A leitura não Eé se encerre Ena EMalgo que M P E S E P P M M N E preender e refletir a partir E do que se pede? Ela é um leitor e IescriMdecodificação. SI ao final da atividade? N IN M EE IN M M SI S E P S E E M · poderá dar continuidade às etapas da seqüên· comandas/consignas claras para o desenvolE M E E N E E SI NP EM ou abordar NP PE NP novos conceitos. N I N diálogo entre PE E P I E M S E E S N S E E N P P · nas atividades propostas.M M EE E P M N PE informações necessárias. Npara retirarmos EM uma informação PE SI EM da Silva EM Os textos PE dão Eeconomia IN oferecidos SI ou sobre a N E E Martha Sirlene atual. E S E EM acom.

NP NP EMlingüística. Diretoria de Orientação Técnica (SME/DOT). a longos EEM S N E E P I N M P P I S S IN de treinamento auditivo e de fala. N N E EM P M P I I I E século (e E A classificação S ainda hoje S SPor quase P N em muitosPE N ao da perda auditiva quanto um I E I M S S N N EE dos limiares NP SI insistiu SI EM na média da freqüênlugares).Sindo do mais que PE EE EE EE leve (perda EM mais eficiente SI auditivaIN EE P EM P P E M P E Ninterfere na S N aquisição da fala. a Língua AUDITIVA? P N P P I M S SI EM PE IN IN sem dificuldades. EM e atribui percepção de Sinais. rentes graus. N EEcomo analítico de um aparelho de M amplificação sonora Este SI conhecido NP NP ou método EM NP EM colocação NP P I I I I M E E E S S S S de treinamento E N P individual. M E E S P M cia de 500. PE Assim te. 2003).o direito àNLíngua PE INo fracasso M E M com esta E S E N E P P M M E EMaluno. se mostrou PE SI pouco eficiente noINensino NP PE M E N S SI N E I M parte dos alunos EM P vo. sem conseguirem fazer uma M S N P S o de dar E M sujeito a SI EE EM P reflexão sobre o seu M como se os alunos Etivessem IN limite naE P a fala. seguida auditivo intensi. Esta INpoderão aprender M base nos quais os alunos surdos EE em difePE dificuldade pode ocorrer S E P M IN N M M I M N de forma a Língua Portuguesa. constrói uma PE M EE EE esse movimento SI SI N P NP P I P M N deficitária de si em relação aos ouvintes. o acesso ao mundo pela visão inclui I M M E S S S E E P SI EM ainda tímido.SI EM NP EE P E I E M E P P S E tada. E EE SI Uma vez adquirida. M EE SI N E N P I I Ma usassem.S SI na recepção. 10. o que através da sem as estruturas e S N E E P I M E E E S método. EM P I M I E S M E E S E S E IN (p. como requisito para IN 2000 Hz. 1997). e como forma de a surdez. (perda E EDUCAÇÃO DE SURDOS SIao mais profundo EM EM PE impedeM IN auditivaNque M EE EE E S E P P P I PE o indivíduo deNadquirir linguagem oral) M EE E S (Lima. SURDEZ OU M M EE EE DEFICIÊNCIA SI N NP EM E P I P I M EE E E S S N E Por ser uma língua visual-espacial.sp. E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P I concep-N E últimos S I conhecimento. ela E chamar.SIN I NP E nais para M P EE sócio-antropológica. fato que reforçou a imagem deM incapacida-PE P I E P N S M N E I E N I N E M Salunos aprendessem E P SI S do currículo N Nessa esde deles. por SI imagem SI N no.098 (anexo que SI SI EM 1).IN como N “norma” PE(Tabith Junior et al. 1000 e considerada as freque se integrassem na N E P P M N SI EE PE IN eram submetidos IN EM EM SI sociedade EE ouvinte. preferencialmente EE ção Ecom surcomo muitas SI PE auditiva.gov.portaleducacao.prefeitura. ção de conhecimento de com percepção NP M dificuldade E N I S M S N I E P S E M S SI PE to de sons. SI de Língua EEde Si. Embora PEao alu. comPa E mudança Sda E processo S N em seu PNos M SIcadores obtêm N SI N E I NP I resultados que estão de acordo ção da surdez. Era como se os meE o objetivo E P SI concepção N M E P I SI N E P S I N M E I colar passa a ser ao audição e EE canicamente a língua. M ou deficiência NP A surdez P I M E M E N S pessoas preferem M E E M vai possibilitar ampliaP INuma dos.EEna forma S como o sujeito às IN Pacesso IN NP vai ter IN M P I S N M S I S N E informações do mundo. EM por meio da leitura-oroP P M I N M Erepara I E M S incapacidade.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI EM M EE P N SI M I EE M E S E P P M E DE PROFESSOR N M N MATERIAL como a ser EE uma diferença EM compreendê-la SI M respei. mas não impede o P N E I P I N M E S N S SI P N P SI M SI CONCEPÇÕES EE de se comunicar indivíduo porEmeio da linguagem DE SURDEZ SI N IN P I M E S S E N P M M oral). PE IN IN e reconhecimen. EE INde dezembro IN EM E P S M S N E P Uma mudança a par. a uma fala da língua majoritária pra grande M o afastaria S melhor que SI conduzindo PE EE IN EM EE P M S N E do grupo dos deficientes (Skliar. E O resultou em algumas conquistas N sua vez.EM www. M EE intera.EM gramatical. S M E frasais trabalhadas E M seria possível ria que serStratada. Disponível em: EM e permite EM se constituam S2007 NP que as pessoas NP PE I N E E I M N S SI P N S como membros de lingüística mi. um funcionamento.Sdentre as PEE N E N I M I I M E S E S N EE vai contribuir resultados no seuSdequais da Lei Federal nº PE se destaca a aprovação SI EM NP EM para os P Ibaixos M E E N S E N M P P senvolvimento global. surdos.M prevê a N formação de intérpretes M na concepção de surdez. M EE termo deficiência O uso P do auditiva está relaperíodos NP IN na qual M S I E S E M S M E N portanto.repetição. SEles P qüências da fala. 12PE PE surdas a 29) . I E I E EM S EE S P N P I E M M P N S P substituição condutas e valores são Por meio de exercícios de IN M da maioria M tomados EE IN e de PEE SI ouvinte E N S E I S P M esperava-se que os M S alunos memorizas. se caracteriza por P E S N E P P E I N M P mundo e E de língua.br SI N SI uma comunidade EE NP EM I I P M E S S E PE P N noritária diferente e não como um desvio da norM M E I N N E E S P I I M M E S S N PE malidade. de 19 PE de 2000.SIN S de Sinais é adquirida na N S E P M PE I M E E S N M usuários fluentes. A Língua deS Sinais anula Secretaria Municipal de Educação EE I M E P S E E M IN a deficiência conseqüência da surdez. 1997). os edutural de anos. N N é considerada como E P S uma vez que as facial. a recepção da PE EEfala se daria EE cionado com SI o aspecto NP clínico-patológico. o que significativas para a educação de surdos.. Iconsiste S E E tir da concepção em possibilitar os surdos o acesso à informaP S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI TODA FORÇA AO PRIMEIRO ANO EM M E P M M EE M CONTEMPLANDO AS ESPECIFICIDADES N E P I M M EE E EE S N E P P I P M EE E S N N E N P P I I I E S DOS ALUNOS S N N SURDOS S SI SI NP EM M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S E NP I S M EE P N SI 90 . a escola em oralizar os alunos surM P M M E SI grau é baseada E SI E E P Edos.

mas P fora do EEcomo produto de um EE emissor Sa IN ser EE M da codificação P N não deve ser trabalhada SI P NP E I P I M N E M Sinais preenche N I S escolar. fazenforam que M passaram a E E dificuldades M I M Ndo bilhetes E E P S I E N E P E utilidade S do-a ver sua N atribuídas à surdez. Svartholm (1998)M propõe que não se nhecimento tiver.M M EE E P M N PE M EE M EM SI E ção. SIconstruídos EM P PE P M E M N E (Koch. a autora de leitura é necessário que se sinta capaz M recomenda que se deva trabalhar SI IN o atividade IN M Mnão cada M EE um todo E S S P P texto como e palavra.EEM Os alunos surdos. SI N EM IN M I M M SI S E P S E E M desempenha para os ouvintes. serem SI M N E NP S N I N E M P I I SI S E Seu ensino para alunos surdos deve ter como proO foco nas palavras desconhecidas resultou em E S S N P E I M EM M tendência IN surdos a se aterem S pósito e escritores competentes.PE P P P M E E E S N da visão. basta a este o coEM N E I P I S E E S S E N P P P M mesmas funções que a N Língua Portuguesa falada nhecimento do código. E N N P P N güístico e gramatical por meio salta que. à medida EE aprendizado EM S S M EM N E P P E I M E E P pecto semântico. I M M I E M E E S S E N E S E P P P I M E N de raciocínios N N das provas S escritas devem-se ado-PE Nessa Fulgêncio e PE EE mesmaSIlinha SI Na correção NP N SI N P M I I M I M S S S N tar mecanismos de avaliação coerentes com o Liberato (2001) dizem que essa compreensão préE I EE M E S E P P M M o asvia permite ao que vai montandoIN o M PE língua. A leitura não Né vista como EE SI extração NP EM EM SI meio da decodificação EM escrita por PE P M E E E SI EM Os professores devem acreditar no potencial da informação da N E P P P I IN E E S N N S N P P I letra porSIletra. lendo contos e escrevenproduzem textos. a cada M EE NP dos alunos M formar leitores E S I E PE P M E E M S M E E Por nãoEE P N oral. na escola e SI NP EM FederalM E I P E E S E EM não M P zembro de 2005. A modalidade oral da Língua IPortuguesa é Na concepção em que o texto M é considerado I uma M M E E N S E E P M E M S E NP possibilidade.tras M N N N EMgrande número escrita é diferente Spara alunos O de palavras descoSI sino da língua E SI SI EE no texto. por P exemplo. usadaM pela família. E E M S M E N S P professor e passa a ser o P terlocutores são vistos sujeitos ativos dução do N processo pelo PE EE EE que. SA Língua E espaço de as decodificado pelo leitor/ouvinte.EEM NP mas que. EM P P PE I S M N E N S N E M é a segunP aprender SIuma língua.M conteúdo P for de interesse da pessoa que tem M I N da Língua SI de ler NP PE objetivo. INP EE IN tiver um SI deve propiciar-lhes EE e se a tarefa P S SI saM pelos alunos surdos. de ler e que a atividade pode ser motivadora se M EE o M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Visando ao Saprendizado Portugue. SI EM prática E P M M E P E N N E P E Nesta concepção. IN de segunda Evalorizando EEleitor. deM 22 de de. No surdos. P NP da Língua IN complexidade S N I M P P I exigido do Kleiman (2004) enfatiza que. a adoção desta E M E E N E E P SI NP EM NP PE fa. EE E IN M deSouvintes no uso da língua pois o conhecimento de SI majoritária. uma vez Ecodificado. 2001). pode-se M I E SI N E E SI S N P I M I compreendem o que leem e que E não E surda a P E S N nos que não S P P zer nascer na criança consciência da utilidaI M EE S N E N N P I I I M M S essas IN S E deEM e do prazer S da escrita. M leitores e escritores. Eparte PE aprender IN SI é a primeira NP língua. a maioria conta SI PE IN apenas com fragmentos M M documento reconhece EE sur. S SI se use como N IN I N M M I S S N E ouvintes E S grande medida. já que. EM estru. atribuindo sentido aoEtexto.SIN SI como N N I P P I M M S interativo M S do processo N N E SI alogicamente. N P M M M I E E N E E S N P I P M E anteriores. Porém. reduzir o número P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 91 . alunos e textos. na qual Em contraposição ao foco nas palavras. Solé (1998) N E E EM res. a maior das crianças surdas. preferencialmente na modalidade escrita. de crianças uma em suas expectativas em relação SI EM aprendendo PE PE nho lingüístico M M E EM N N E E P NP I segunda língua.concepção N PE M Segundo Tovar conseguir resultou num numero significativo deEaluM(2000). quanto maior S SI a M INtextual o Ileitor NP E M E M S E S E E compare o desempenho dos alunos surdos com o sua exposição a todo tipo de texto. EE Ena qual a ILíngua E dos a Puma educação de S da Língua Portuguesa oral. PE EE caso de S Nalunos M EM E P I M E E P S N acentuadas. fazer deduções.IN S M E P M bilíngüe. que regulamenta os dois documensão inseridos no trabalho de leitura e escrita. a escrever significa SI SI PE EE IN M P S EM N E da. eS do Decreto nº 5626. Para N E E P M M M E E P S N E E EE a ler e SIN Sinais e a Língua Portuguesa. N o EM EM N condições para S P I I M E E S S N P EE que M eles se tornem leitor faz uso do conhecimento SI NP já tem sobre o EM Contudo. SI da vida EM PE PE em atividades INdiária. Na compreensão I propiciar-lhes EE dos alunos surdos S e de de um texto. nele se constroem e são resultado EE SI EE entre professores. aos textos. P IN P P I E M E N S E P N E N I P P textuais ePE em vez disso.436 (anexo 2). SI EM EM para que SI Neste senNP em uma SI PE se envolva IN uma pessoa IN I E E S S N S P P tido. os iné colocado no deixa M SI EM SI relacionar INde ser a conPE EMtexto e o objetivo P IN forma e função. da Lei Federal nº 10. Svartholm (2003) e os proN textos provocava desânimo Mque a criança EE enfatiza M surda SINnhecidas nos SI E EM vê palavras E P EM M M E E E no Ipapel e constrói conhecimento linfessores ofereciam poucos textos. EE S E tos dispõem dos mesmos recursos lingüísticos que os SI N PE P IN P M I E S N N E S N P M SI SI Este o direito dos ouvintes. e cartões para ela. a Língua Brasileira de M N I N E P E I P E M S S N SI PE PE língua oficial IN M PE Sinais como EE das comunidades de surSI S N N E P I N I E S quando entram N SI dos. de 24 de ESPECIFICIDADES DOS ALUNOS N E E M I E M E P S E P P EE M M que reconhece N E SURDOS NA LEITURA E NA ESCRITA abril de 2002. sem relacioná-las com ou-PEE I M P E N S E N I P P I N E S sur. a escola N P I S M N S N SI eles possam EEseu uso como EM o focoPEE o social. parâmetro o desempeturas de tipos deSIdiscurso determinará. PE M EE Portuguesa. di. quanto Sde M EE S E IN S N mais coE N P E I I S E P S S N aluno ouvinte. SI NP P I P M S dos. IN Ique M E E E S S M NP E E E não do aluno oPmesmo grau mundo M surdoIN P se pode esperar EM EE e a língua. o texto é totalmente explícito. mais fácil será E P M M P E N PE EM EE sua compreensão. sentido do texto. o P E ter um referente método de enpalavra individualmente.

N M E P I SI N E P S I N M E I M analítico S ou método N E Fernandes (2003). EM co. Assim.IN N PE PE a autoria do começam aNassumir com o professor 1) este material. como relatos e leitura de livros. Pereira (2005)Nanalisou a compreensão das IN P M EE E EE S N E N P P P I I I E S texto porIN S N S ad. NP nais. ao universo P I M E S S E N M M e ensinar M SI socialmente NP a produzi-los Marta Vieira circulam EM PE (pontoM EE Pacheco EE EE Leonor Silva Pincigher SI N EM E P P P I PE M M E E de partida e chegada de todo o processo de ensino/ S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M aprendizagem da língua). as as implicações advindas do termo PE SI NP EM sor. IN SI SI NP recursos IN M PE freqüentavam I S N M S I S N E de história EE I S professores usavam a Língua de Sinais. a principal fonte de informação para PE que os P I N E E I M N S SI N SI escrita. utiliza o significado S S N E SI a padrões Ipreestabelecidos EE Sos EM EM P PE e passou-se a expor alunos surdos a textos em vez jáNobtido para facilitar o processo de identificação M M E M N E E P M M EE SI SI palavras.EM QUESTÕES P M M o aluno a dar um passo SOBRE ESTE TEXTO E SI assim ajudar SI E E P E IN M E E S P M N E P Pna construção de seus gredir M N M SI conhecimentos. Como interlocutor P SI con. SI S Pde M na escrita E SI E EM N E P P I M E tes. pela dis-EM cepção de IN ensino que enfatiza aS compreensão M PE das SI EE IN S E E P S N M cursiva da língua trouxePEmudanças no ensino da P palavras. ouvinte e surdo. PEa partir da EE IN EM E P S M SI N E P I E M escola.de N a Em relação aos alunos surdos. de uma concepção P N A adoção.EEM surda a linguagem NP EM adquirir I I P M E S S E P P N I volvidos com M a tarefa. reelaboram num novo trabadez ou deficiência graus. SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N A tarefa é viabilizar o acesso do M do professor S N S SI P PE SI IN M dos textos que SI EE N E IN Resumo elaboradoS por aluno. 2) Como EM lho de M NP M P I I I I E E E S S S S N P EE das crianças que ouvem.alunos EM EE SI a Língua EEde Sinais. Pbem EE comoPE P P I E E N salas de E que os N E P alunos em inserção em atividades S que envolvam a escrita. M versa.INformação N S N EE criançasEM SI de acordoEM também constatados ouvinte. S N SI EE seus textos. E S S E N P E M M E não confundiSI N te.IN pos surdos adquirem as caracsejaPfeita desde EE com crianças SI EM PE os alunos IN M EE EE E S S N E P N P P I ampliando cação Infantil porque diverte. “x”. quais PDiferentemente IN defiM E N S SI N E I M P M M surdas vão se elaborarem SI PE auditiva? EE IN a ciência EM basear na Svisão para EE EE P M S N E P P I E sobre a concepção M sua relação com a escrita. curiosidade e é ferramenta fundamental na constiM E E S N E M E SI que os PE O professor M Majoritária.M EE “h”. EE M os alunos EE para a elaboração IN N S E I E P S P M M S explique o que é sur. A leitura M E P S E E Mda surIN NP NP EM EM é considerada. NP I M P P I M S S rem sons escreva sobre obtidos conE os resultados N com letras. Questões como escolhas de “s” ou “z”. estimula. EE SegundoEM S SI N P I I M E auditiva e cite seusEM M S depois o S N E E P texto escrito. de eles do que você material M EE estudouEneste EE não ouvirem NP 6) A partir SI e. P I M As dificuldades no uso da língua não parecepor pesquisadores da área I E S M E E S E S N E PEa criança EM ram ser obstáculo EM escrevessem SI PE NP NP para alunos dez.EE P troca de letras.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EEde S de palavras viáveis Portuguesa para alunos surdos. como SI SI N E NP P I P M N S M PE seus Isso se deve língüe? IN IN MevidentemenEE ao fato. daí se sócio-antropoN S 3) Escreva M N INesperar resultaNP SI neste material. ela vai possibilitar a amE P P M M E N N M N EE textos em SI EE do conhecimento EM guesa M que privilegiava vez de palavras. espeE N língua majoritária M M observou Ida EMno ensino SI N P E N E S I E I E E N S eficiendeS palavras M por associação. SI sujeitos. nos P surdos e por que foi considerado pouco NP P I P SIlhamento. a surdez não impede tuição da Língua deverá ser P I M E M E N S P INvice. uma vez P produção de M M S alunos surdos SI leitura eIN SI EM EE quirida a Língua de EE M E S P expostos a um trabalho de ensino de Língua PortuSinais. E N M S– faz o papel P de registrando em SI E M SI M E E N E E P I M P E E tuguesa o relatam ESPECIFICIDADES DOS S que os alunos N P M na Língua N de SiEE M SI e escriba. Expostos aos Sdiferentes tiSvartholm (2003) propõe que a “leitura” de liN EM EM PE IN E M E S SI vros e revistas N E P de textos P M Ma Edu. I M E E E S N EE material SI consta neste NP NPpara o profesEM NP escrita individual. De modo geral. S PE EM surdos atribuam sentido ao que lêem e procapaz de traduzi-los para e N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP na escrita. Tem a tarefa de ensinar S S e N N EE NP SI SI EM adiante e pro. N SI EE IN M SI EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 92 . 4) Explique o método S ao analisar SI EE EM gra.SIN SI EM PE a assimEseu IN satisfaz a terísticasS dos mesmos. com o constante neste material. o professor PROJETO TODA FORÇA AO 1º I N M P P I S S Língua PorIN CONTEMPLANDO AS N M EE escriba. Ele deixou N E N N em cada contexto eS prever SILíngua E P I I P E NP S S N I P I N M M obedecer pelo professor imediatamente o significado. por exemplo. lógica da surdez.M NP inicial dePE EM a escrita M I E P E E S N crianças surdas. NP EEmbora dificulte. IN M S N S E P M PE I nhecimento textual. esclarecendo asPdiferenças e S E IN N M M M N PE SIentre as línguas. os SI pliação de a SI M EM NP mundo. portanto. EM PE PE de palavras. explicar E N I S duzam sentido As dificuldades que eles e Eexplicitar características dos texM S N I E P S M S SI PE IN conhecimento da M apresentam decorrem da falta de EE PE tosM para as crianças.Pe nunca foram colocadas por compreendida EE rial.EEM ALUNOS IN EE o professor SURDOS EM S EE SI P N P I E M M P S P IN IN M tribui doStexto. EE M PE IN IN EM SI EE P S S N EE ANO PEE E P No início do processo de escrita. matical para P os alu. “ch” ou 5) De acordo com o proposto por este mateM E S E N N E P P M M M E SI SI deve serEE N a educação N PE bi. EE PE constante SI N EE EM dos diferentes P SI dos obtidos com S crianças ouvintes. EE Língua semelhanças EE EE EM Portuguesa. todos pareceram en.

só M S com EM M digital. InseP P N M E S M N SI N N E I P SI essas novas I E I E cotidianoSescolar implica S S N em ir além formas no P PE a Internet M de linguagem na construção Nrir SI N E I M M E I M M coletiva ou fora da escola. oferecem pedaS IN IN IN elementos que. o registro EM ao le-PEE S E E P M M E (oEque social da escola: aprender a P pesquisar E é para ser feito) e do “de.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI E M SI EM IN PE M EE E S E EM P N P Diretoria S M cooperar. com diferentes linguaAs não M ações educacionais EM EE P I M E E P S N E M P M N PE SI digitais para ser consistentes. I E E hipóteses.tramento N sabe).br recer o acesso e a apropriação de códigos eElinguaP S N N E E EE PE internet. “ninguém P NP disse Paulo IN S N I P P I Sninguém. ou seja. por isso o desafio de criar que integrem aparatos na escola não garante melhor nível. IN faz sentido se contribuir M e escriE NP do ensino. torna-se necessário um letramento S N N E M P I I SI S E E S S N P E I ternet podem ser excelentesEmotivadores para o deporém. EE EE EE EE N EM EA E P P I P P M E E proposta do caderno é contribuir para o desociedade atual. valoriza IN I senvolvimento de ações S que articulem sempre.SIN EE SI EM P origem e de verificar a possibilidade de uso PE P M E M N E N EE SI levantar NP Educação terial sem infringir e Internet EM EM SI implica em EM direitos.Ncom toda a desencadeada PE PE na socieIN EE cos (para M ajuda EM EE em geral). que incorporam M EE aula.PE rede. EE M como utilizar E E M N E E E P os recursos tecnológicos. vídeo) SI SI NP P I S M N S vés de blogs As E pelo mundo. aprender. EEmudança S I M E N P IN P P S I E M E a desenvolver projetos pedagógicos nosPquais pro. em S N N SI N P P I EE S SI N EM (em hipertextos) EM SI não-linear N P I I M E E além da leitura e imagéEnsinar e aprender pressupõem “encontros”. Disponível bência de promover a inclusão digital. enriquecem tanto quem aprende como P P E E SI N EM N N PE publiEde SI SI ensina.SI alunos no mundo de hoje.gov. SI gens midiáticas. M consumidores. as imagens. os homens (textos. NP em meio PE M M como potencializar M I E SI são. áudio e vídeo). Como educa EE Freire. E S E E S ção” (TIC) mudaram por completo as formas tradiS E N P P M P M SI N INe não verbais M EE IN cionais pelas verbais Mquais os textos M SI S E P S E E M E M E E N E e aprender o que provocou a P discusEE SI digital: NP circulavam EM Ensinar NP socialmente. E N E E Municipal de de da capacidade de e EEM N P I P M I E E S N E S N P P I P M I E S Orientação Técnica (SME/DOT). EE M EM capaz de SI pois” (a necessária INselecionar SinP NP EM P E E M S M avaliação de conteúdos e habiou formar um leitor crítico. projetos. bém o próprio P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI propostas as 26 atividades Três NP PE EE no plano IN são as aprendizagens SI consideram. a S S N P P EE SI EM com auM IN IN M EM tica (imagens. qualidade e M M S M S N E SI EEde ma. E P NP I M M I E M E E S E N E S E P a qualquer tipo de controle de qualidade. em sintetizar. M E S E PE P senvolvimento das competências de leitura a qualidade pois a simples presença de EM E E M S M E P E E PE IN espaços M P E E N S E N PE I ta. na internet. formações e avaliar sua confiabilidade. sos tecnológicos mas EM PE EE IN o vídeo/DVD. dentro S da sala de P M de projetos.PE dade. favoS PE em: SIN M EE EM EE N M E E P P I M M M E E www. M Nessa S aula. via não E E S SI N S P P M SI aprendido) como tamIN de apenas IN pedagógico. em comparar. acessar M MSecretaria I E Educação. e c) a aprendizagem o resultado (conteúdo M M EE b) o currículo S S M E P P M processo. M N imagens. E P P M M E N N conhecimentos EM EE EE matizadaSIde EM quer um ler praticamente qualquer coisa. escapa à capacidade decisória e M EE E como a publicação NP NP reflexão. E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N lidades aprendidos). se a incumN S P atualiza e inclui IN M IN EE S SI E N S P I M M 2007. dentro à autonomia. principalmente o aprender em P M E S E N NP EM EE EE M do aprender P SI hoje NP da informação e da M SI individualista que As comunica. A televisão. N EE E I P S EM N P P I S M N E a mídiaIN impressa. IIsso.portaleducacao. ninguém educa SI EE PE áudio. diferente P NP“tecnologias E I I N E S M N I S EM N E I P I ainda domina. NP potencializadas EE I P S SI N P I S M M de do o “antes” (o S que a dimensão digital S IN o aluno INjá pelas TIC. P SI IN SI NP EM digital. produzir conhecimento. o rádio. do “durante” IN.IN S P P P M EE N E N significativo N para a atuação dos S P trução de um saber I I I M M E S S S N M E EE NP precisam de recur. a hipermídia e a Incada vez mais. M NP NP apenas SI limites legais.sp. muito as relações A escola na era da comunicação Ifavorece M P S EM N E I M M E E N S E I M E ais e/ou cognitivas). Para isso. E S E S N seja atraN a si mesmo. Isso PE P M E E E SI EM N E N P P Panalisar. se utilizados PE EE S N S S P IN N M M fessores e alunos se tornam autores e não apenas gogicamente em ambientes e recursos que levem à I SI S N E E S I M E E S Porém.“ INde bancos de arquivo públiM se educam EM entre si. sobre S N P ganhos e desafios M I EE E E SI a cons. EMà atitudeSIcrítica. aprender a publicar: produção e transmissão de comunicação E E S S M NP E E P E M M P EE PE IN a facilidade de M difusão e publicação deEE conteúdosEM tonomia. as pessoas podem quem N P M I I M I S S S IN EE M pela comunicação sisteEE responsável S car o que quiserem e tornar disponível para qualA escola. E S E N N P N IN EM NP EM o uso de SI a) o projeto SI NP PEInternet. fotos ou arquivos TIC. INA P PE I S gens próprios da era por suas M E N S N E M S SI (pessoSI NP PE EE características. nas N E E SI escolas. e o desenvolvimento SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E EM EM M E M E CADERNO DE ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS PE E P P EE M M N E N I N E P E I P M S E E S N SI N PEDUCAÇÃO M EE SI LER TECNOLOGIAS NA SI N NP E ESCREVER: E P I I M S S N PE M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 93 . mediatizados M SI ou através E S E E E P M M M P vídeos.prefeitura. que exige o aprender a aprender.

como oEchat. redes sociais e M como fóruns. SI NP EM P S N M E I M S N E ações dos professores S SI EE – independentemente EM de M NP EM PE M I E P E E S N seu conteúdo e área – precisam P P E Síncrona M EE M e assíncrona IN do conhecimento EM SI N P E N E P S I E I E E N S S ser P planejadas. E S grupo sociS N E NP S particular e SI EM M P M M al. P no meio PE IN fica restriIN N digital. M NP I M E S zos.Paprender SI EcomunicarEM P mínima de sentido. simplificaquestão significativa do de formas N de expressão SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 94 . fórmulas N S E I E P S P M M E S N N PE temáticas. os problemas ou cação é possível haver conI I M S E S S N P EE PE SI EMprofessor. I M omas no cotidiano da língua. são SI de vistaIN M (es. os S SI E E P SI EM EM PE PE que se pretende proporcionar IN conectados M E aprendizagens e insnão precisam estar ao M participantes E S E N N E P P M I M M E SI de avaliação. na no sentido. respeitadas S as regras N específicas de PE contato I N E E I S SI P N I P S I EM M S N S E tre os povos. N implica também na maior SI facilidade EE de bus-SIN para seEcomunicar EM PE IN I EM EM P EM S S N E E P as normas. re. turação a M M E M N E N E P M M M EE SI nos quais SI digitalmente: EMuitos PE PE adultos têm dificuldade em se ambientes IN há interação. na comunicação informal. mapas. mensagens EMpróprio contexto NP escritas são trocadas PE O importante EE IN EM E P S M SI N E P M P em te. N PE IN que haja interação. Esquecempois colocam grupos em E P P M M N N M N PE EE hoje diferentes SI EE Do ponto EM se de que convivem sistemas contato.EEM IN EM a escrita. Para lidá-las . como o fórum. esquemas. IN to o que pode levar o aluno pectos. intercâmbio de M EE projetos Ecolaborativos. ou seja. desse jeito novo. que é aM condição em pelo professor emIN sala de aula. do mesmo gens ou grafismos. S EE tempo S mesmo para na comuniM EE EE trumentos SI N P NP P I P M EE N síncronas. maEE M EE IN SI tabelas. EE de acesP de M escrever ou esta S E P IN N M M M N PE SI EE uma quantidade gando) do históricoPda sar grande EE comuni-EM EE de dados EM e de manter SI e ter múltiEE registro P N P I E M P N S as. com novos M EE agora S I SI plas oportunidades N S P N I E S I S ao contexto escolar. ainda. e compreenda que. P INatravés da M E E S E N M P SI SI instantaneamenalunos ou do social. por exemE SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P amplamente. que tem normas e regras próprias. I E S M E E S E S E M IN PE escrita e EM do planeta. ou N EM EM SI mortas S PE IN M E M E SI N E E P P M M vivas e também sofreram na ortoLeitura e escrita no contexto digital SI EM transformações PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M grafia. educativo. PE SI da incorporação P M M N E M I NP N debates. praN M SI SI NP as atividades e as E IN etapas. indo EM PE relacionar SI E M SI M E E N E E P I M P E E que de mediação seja bem-sucedido. coerência entre Na comunicação assíncrona. é um orientador SI EE do trabalho desen.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E Msacrifício Ida Eem S com ortografia Para tornar a experiência pedagógica. OPtexto não de comunicação.ou textos. Ee PE NP pelo próprio NP interferência enetc. SI N EM E P P P I PE M M E E professor garantir que o aluno possa se comunicar tema ou assunto a partir de poucas palavras. da possibilidade caneta. da língua oficial na comunicação formal. E N N E P I P E S NP S S N I P I N M M nome da so insistir no planejamento do documento. car outras informações – além de criticá-las e vaE I N M P P I P S N E S de uma ligaN N M e daSIprópria rede. Mesmo as palavras que usamos no EEM participação do meio digital.Sé preci. do professor As E da: se síncrona P IN do Laboratório de IInformática.S O acesso às TIC – e particularmente à Internet M E E S N E E M SI NP flexão. S EE P M S N E P P I to importante.volvido NP E M S E P I S S N E E S ou assíncrona. além de saliências gráficas M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E cor de fonte e uso deErecurP faz a diferença como estilo.é hoje básico M N E I E M P I E EE S E o instrumento P trocar simplesmente Efunção daM S de eINdo texto produzido. EE M E S P viva. S N E N I M P Quando se fala em projetos. Para acrescenta-se to daPescola.SI EM EE oportuniP P E E M E P P S N N E P N PE baixo)M esquerda. e melhoria da comunicação aM leitura e escrita. digital. P mais precisa usar plo. em capacidade de Mais doIN que E P P E P S N Ede apagar Serros PE IN Icaneta NP M escrita S(a pena por E N I registro e arquivo. tamanhoEe SI Planejar EM PE P P IN M sos como itálico. SI EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I A comunicação assíncrona permite. etc. A leitura de uma página eletrônica. IN P M N M seu trabalho EE M S NP E P SI IN que o professor EE E é importante também A leitura exploratória de imagens – fotografias. ção (link) S a outra. EM aN temática podem surgir do do grupo de versas em tempo real internet. E agora M S S E N M M SI NP de antecipação É papel do que exige uma E maior do EM habilidade EM PE EE M escrever EE com maior responsabilidade. negrito E S NP N EM N e sublinhado é essencial E N M P I I I I M E E E S S S S E N P E em função de seus EM paraPE o leitor escolher o que P ler O planejamento SIde ensino. apaM e inconveniências (sobrescrevendo. PrimeiramenP E resumidas. baseado no NP IN projeM E N S SI N E I M P M um aspecE objetivos.P grupos de E E materiais. na estruS N de comunicação comS perda SI velocidade M EE EE da mensagem. PE M EM para desenvolver EE aprofundamento NP SI. EM seja um S EE leiSI P N P I E M M P N S com o mundo P IN tor/autor familiarizado M gráficos. ilustrações. estabelecendo-se objetivos. S EE EM bem como IN IN que é produzi. a por máquina M S N I E P S M S SI EE pelo teclado) trata-se PE IN inserindo. entrevistas.IN S a EM por hipertexto.PEUm deles é a leitura. M SI de uma língua SI SI NP E I EE listas são muito populares.Idas N e condensadas. N E I I P M E S S E P P N cotidiano provêm de diferentes línguas. N M S E I S N além de expressõesSde outros idiexpressão.cação. P M EE ver estas E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N formas de comunicação como parte salas M de bate-papo. A comunicação aprendiza-EM é garantir SI EE uma SIN IN que essa temática se transforme M implica no P EE síncrona IN S E E P S N M para a turma. S acentuação. de imaS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M com outros daIN mesma idade. tão comuns ao redor estudo. para dades para trabalhar habilidade deSIcomunicação SI para aIN SI IN e critaPEpara a direita.

É M N I N E P E I P I E M S E S N P PE de definirS também a IN M coletados PE o momento EE lhos práticos.gov. Para Madalena Freire. justificar. EE ou de desenvolvimento SI NP P I P M S Em qualquer parte da ficha. ou E PE de objetiAlgumas delas oferecem pode-se verificar o caminho IN e o alcance Mde aplica-PEE P E E N S E N I P P I N M E S ou ção. revisão).pdf IN S SI daMescola. suaIN EM · terceira P N I P M o depois.SIN IN M M S E P S E E M zado. dos EE por SIN EE SI EM interna M P PE P M E N AntonioIN Carlos Berardi lugares de ocupação pelos alunos. equipamentos e instalações. revisanavaliação e a execução do próprio projeto.EdesE M Nmitir apresentar. E M P SI pesquisa Lidar com SI SI PE EE dificuldades IN M M P S N E · segunda parte: desenvolvimento. PE SI EM atividaEM P EE IN SI crever e questionar N E E ta. NP EM EM EMprofessor Se P P M E E E SImateriais alocados. M N N N a necessidade Sde mudança SI vos. ampliação e extrapolação para outras ações. suas necessidades.br/Documentos/BibliN P SI SI NP PE EE planejaIN SI expondo P EE Ped/InfoEduc/caderno_impresso. e sisteS N P P I P M I E S N N S N EE · primeira SI parte: aspectos SI matizadas formais do projeto: as informações e realizada a produção. N são levantadas E zam a estrutura: sas. SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI Organização N S P PO documento original. bem comoEEos EE SI Júnior. PE EE EA SI N N I P P I N M M S M Resumido S N E SIcom mapeamento zação do laboratório. no início do ano. Mas a prática de registro não se restringir ao I M EE S N E N N P I I I M M E S S S desenvolvimento N E retomando o registro planejamento: deve incluir o e perEE inicial. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M (exploração. P N NP e ritmosPdos o antes pode EEmetodologia EE (o que os EE M – considerando P SI aluN Planejar mais de uma tarefa SI P N E I P I M N E S rápidos fiquem M N I S que os mais nos sabem – registro inicial e desejam saber) e evitar ociosos. é importante conhecer N E E M I E M E P S E P P EE M M desejam N E apresentadas no caderno são resultado de trababem e o que saber a respeito do tema. SI S E des e/ou áreas. NP MPlanejar M E S I E PE P M E E M S E P E “dicas”. pois organiza o fazer do educaEmento é registrado. recursos necesNum P terceiro momento. e sistematizados sobre forma de apresenSI os S N N E P I N I E S N SI teóricas. realidade. EM mestre em Educação também contribui com o procesN E P P P I IN E E S N N S N P P EE so de conscientização SI e uso pleno N EM EM SI N responsável dos SI P I I M E E S S N P P EE materiais.prefeitura. EM NP SI P I M M E S P M EE EM EE justificativa. debates e análises. seu N P I S M N S N SI EE EE EM mento. M N PE PE EE EEparte. P interpretar. socialização de do registro: um SI INbom planeja. há de replanejar suas as demandas N M EE ações conforme IN M M SI E EM da classe. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I fazemos História. S E P M M E E E hiperlinks para complemento de instruções ou de IssoIN significa flexibilidade e senso de EE E E EM P P P P M E E E S N E N N P N materiais.M M EE E P M N PE atividades: as 26 propostas M EE M o que os alunos já saEM SI E Propostas de te. EM NP Esta parte propõe SI M EM E P I M E E P S N também desdobramentos possíveis para a proposexplicar. através do registro E S S N P E I M S EM M IN e replanejar: M EE no desenvolvimento. tação Sdo produto segundo momento é a EEMquais houve M SI NP muita reflexão e discussões EM final. fontes de SIN coletiva IN SI NP EM P PE I S M N E N S a diversidade: uma das N para o desenvolvimento.SIno formato PDF (necesdo Laboratório de Informática: M IN IN M M EE do professor S S M E P P sita o Acrobat está em http:// a participação orientador de informátiM Reader para ler) M EE M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E ca educativa (POIE) nas reuniões de organização M P M portalsme. A partir de pesquiN P M M M I E M E N E E S N P I P M I E E e outras EE S estratégias. EM SI M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 95 .sp. quando cabível. O M E I P E M utiliE S E E P em fóruns. as regulações e as conSI EM P E P M M E P E laboratório à comunidade N N P EE do M SI EM SI tribuições IN PE EM P IN potenciais E E M S M E N S P E organi.PE programas (software) P utilizado. a produção individual ou SIN N M E E P I M M M E E P S N é socializada. comEE a do planejamento é a diversidade de estilos cognitivos I M M E N S E I M E P M E M S E alunos. público alvo. M M I E S N E S S M IN EE EE Edeve SI NPdo os objetivos S P P P e promovendo a auto-avaliação. avaliação: SI NP dor. As atividades elaboração propriamente dita.SIN P escolar é extremamente útil e importante. percebendo EE SI SI ou de avaliação.o durante M A importância EE aprendi. E E E EE sários. objetivos.

etc.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI GESTÃO ESCOLAR M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM E E I M S P N S Perrenoud. N SI utiliza o SI da eficácia uma admiem equipe e. IN M EE E E S S N E P N P P I M 1-a S equipe imposta. M N se dar basicamenSI equipes pode EE NP Phillippe A formação de EM I I P M EE E S S E P P N M E agir na urgência.PEE juntas.EM EE EE SI coordenam SI N P NP P I P M E N S N E N I M recionamento de atitudes e comportamentos. IN A constituição de equipesEde que formadas por S gruPE IN M S S E N M M E SI NP EM mesmos normalmente não voluntária . o que ticas. Aspectos relacionados à EEas competências IN SI N S E I E P S P M M E de gestão bem como N PE a qualificaestrutura e modo Há pedagógicasSformadas por pesso. não têm ne.as EM PE dos arranjos ção dos empregados também sãoSvariáveis que que vão além materiais IN M E E E S N E E as que agem SI NP NP verdadeiraEM NP EM terferem na formação ticas de intercâmbio. I I M E S E S S E NP P E I M M E P · equipes pedagógicas S E cujos membros N do diálogo E a imposição não significa comparP e da cooperaSI EM IN M PE PE IN M E S M S ção por decreto.lato senso. são grupos de reflexão e de trocas ouEequiE S SI P N I E M M P N S P IN pes . A equipe imposta EEpor equipe PElato podemos entender Em sentido S E P M IN N M M M N PE SI EE EE o grupo de pessoas que timulada contra o sistema já aEM EEagem juntas EM induzem SI ou o grupo EE a uma luta P N P P I E M P Nde pessoas S N P N E I PE I I N tende Pà num mesmo trabalho. são as equipes EM SI ocorre de PE EE IN EM forma voluntária. colaboram EE escola a S formação P de com um mesmo trabalho SI NP PNa IN M E N S SI N E I M P S pre EmEM e constituem um sistema coletivo. são as S S IN IN M E NP esses extremos S S E I M P encontramos interme. A composição dos a trocas e práticas recíprocas PE SI mas não E M SI M E E N E E P I M P E E bém sofre preciso se que agem S variações Npois muitas P como grupo M vezes.EM mente juntas. pode que se juntam E pelos moEM M po de pessoas EE se dá de SIforma EE NP EM E P P P I PE M E E ocorrer por um poder hierárquico exterior ao grupo tivos. podemos dizer A questão que E o autor nos coloca a seguir é S EM SI EM NP equipesPE EM que estas M I E P E E S EM N não de administrativos. pelos mesmos interesses mas. É possísaber E qual pedagógica assumida P P M é o papel I E passam E N da ação E M E M artefatos I S N P N P S simplificar. E mas é inconcebível pensar numa as equipes em: S E N N E P P M M E M E SI haja diSI N N Pas EE toriedade do trabalho em equipe sem que · equipes pedagógicas que prá. M P I I I I M E E E S S S N P E equipes nem sem. decidir Ensinar: N N EM três modos: SI M Ede M EE na incerteza. para PE N PE Perrenoud PE que em nome M SIvel entender N SI N E I N I I M M E S nistraçãoSimponha oM trabalho em equipe para o seu critério da responsabilidade por um grupo de aluS E E P SI EM E PEobriga.nos para distinguir PE IN M E M pessoal. são NP das equipes. N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Perrenoud discute a constituição de equipes 2 a equipe autorizada. conservando seus alunos. NP M ensino S E N I S e. equipe autorizada voluntária. S E SI EM EM PEsituações IN M E E S P M N E P P onde as organizações diárias Há E equipes pedagógicas formadas por pesM E SI não chegam EE a imporSIN P IN IN EM EM E vão alémSdos P EM S N E E P o trabalho em equipe mas marginalizam os que assoas que interesses mas limitam-se E I N M P P I P S N E S grupos tamN N M SI de idéias EM sim não procedem. é IN M constituem EE de pessoas SI NP levar em conta as exigências P M IN EE trabalho.a equipe SIpedagógicas M N E E M P I E EE S educativo E e do sistema P do sistema E S de N mecanismos E P P E I N M I P S E PE IN INpessoas. Entre nhuma substância que as mantenham. tilham coletivamente a responsabilidade pelos mesN E N P EE I E E P S M SI N E P E M P N SI IN EM mos alunos. dos mecanismos das As diversas configurações produzirão dinâmiM S N I E P S E M S SI PE INe a equipe desesM cas diferentes.Epseudoequipe . M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI N SI M EE P N SI ENSINAR: AGIR NA URGÊNCIA.SIN EE equipesEM SI NP N P I I M S EMou das práE in. 5) IN S E P PE Alegre: Artmed. Pdos M EM e o seuIN M a partir EE3 . M que colaboram E cooperação I S N S S P N I E S I S Há equipes pedagógicas EM assalariados. te SI SI NP E E P P I M M M E Porto 2001E(cap. M E E S N E M E SI PE NP funcionamento proibida/ desestimulada. M EE M rios. PEE M N I E N I I N E M S E S S de trabalho N SI formas EE pe as várias PE de relações IN SI NP EM que M P S I N E I S N E se estabelecem.EEM S P P IN IN IN EE EM S S S N N P P I E I M ou por uma escolha E mútua de indivíduos.Sos EM do horá. M EM NA INCERTEZA EE EM E EM DECIDIR P E P EM PE IN NP M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI 96 . E muitos sisteP M S N E PE P I M mas educativos a administração nomeia como equistricto P N S sensu.

oferecendo aos professores a de S alcançar. I N E de ensino. tamIN entre uma NP relação INprofessor-aluno. S S S N M E conquista individual EE de um grupo SI NP M EM EE Além da coordenação das práticas P I M E E P S culturaM N ElePse uma nova profissional. SI defensoSI de resistência PE EE IN M P S EM N E res da profissionalização o trabalho M em equipe asCada equipe pedagógica coordena seuSItrabaM M E E N E I E P M E M S E E os extremos: N NP lho entre no Ecooperação EE sentido da Mrelevante P EEsume papel P SI vez NP SI NP E I P I M N E S “laisser-faire”. Na primeira cada N PEreside a evolução IN EM EE EE professor. I P I E M S E E S N E E N P P ferenciaçãoEM de perspectiva uma certa SI SI PE e outra.AIN IN SI dizer quePE E E partir das características de tendências tão Eano papel das pedagógicas é S EM N P P I S M N N S N I N E M P I as resistências I SI S E tagônicas é possível compreender bém gerenciar coletivamente um grupo de alunos.aSImaior visibilidade delas. tros uma perda. classes. I M EE S N E N N P I I I M M E de professores.EM EE M S E EM sabilidade S P M M E E E autonomia: conjunta. quando N E E SI S N P M I o trabalho em equipe deixa de ser E uma E E SI N tes.pode N P escola pode IN EE enfraquecer a posição na M Sno EM dos professores SI trabalhoIN IN PE EM P E E M S M E N S P P contrato pedagógico. M N I S que raramente uma pessoa sozinha.SIN M de coerência EE EM EE ser indispensável. E S S N P E I M S EM N M dos professores aoSItrabalho em equipe. os sistemas de ensino posSI EM M INtempo naScarreira. Portanto. Por PEsempre as EE EEequipes SIN SI isso. instalar concretauma questão de pessoas. tendem a SI torná-la mais Nque EM EM permitem SI N autônoma para S P I I M E S S N P P EE se permaneça muito que em contrapartida. os sistemas educativos têm imhoje já se caracteriza como um desafio para os E P M M M E N PE NP EE portante EE EE M participação nisso na P medida emEque sistemas de ensino. IN de do IN M M devem Eseus S S M E P P te verificadas. . SI EM com. S P P P todos sejam coerentes. o senEM As solicitações à escola. EM vez do SI S Mser entendido EM não pode N E P P E I M E E P O trabalho em equipe maior para as práticas orientadas por objetivos e P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 97 .respon. nem N N I P P I N M M S equipe pode M E SI c) oStrabalho em pedagógicas são estimuladas pelaSIN autoridade EEprofes. IN M EM E E S M NP E E P E os problemas M sam locais M P exigir que EE PE IN sejam resolM EE EE P NPinterior. N de satisfação M essencial EE SI NP EM E SI Eo PE P M E E E SI identidade com trabalho. a IN SI E segunda tendência se prende às M O modelo de equipe não questiona a divisão E E E M E P E S E P P M M N E didáticas e meios Dada a dinem interfere Mde trabalho N na estratégias. de interpretação ConsideN P M M M I E M E N E E S N P I P M I dois eixos: E E EE S N práticas sob E Aos que advogam a tendência àIN racionalizaramos a coordenação das S P P I P M E S N N S N EE tecnocrática SI o trabalho SI o número de aspectos da prática que dependem EM de ção NP em equipe não parece SI P I M M E S P preten. ção práticas pedagógicas. Há um enfrentamento entre a tendência à proI M estabelecer M I E M E E S S E N E S E P P P I M E N N PE equipes. que certa coordenação entre M as prátiEE NP Mimpõe uma E I E PE P M E E M S M E . as rente. que o trabalho S em as relações de M M P I equipe Imuda N P SI NP PE EE IN S todo. hoje é difeSI EM PE PE tratado Ecomo M M E EM N N E P NP I mente modos de gestão do pessoal. para ou. PE E entre os Sprofessores. conservando E I M S S N P S I E provocadas S para o trabalho em margem de manobra M na interação e uma EM margemPE bém asSimplicações IN M da equipe. Para Nredes EE dos espaços I P S SI disciplinares.momentos SI forte interdependência Econstatações SI SI podem gerar EE Algumas SI NP P I P M S preservar a que as pessoas queiram de presença e intervenção em .SIN EE privar os EM P PE P M E M N E sores de uma parte e de escolar ou pelos outrosMprofessores. das Spessoas eN das fissionalização do ofício de Sprofessor Ie IN PE alocar EE SI NP incumbências S a tendênN P M I I M I M S recursos. A IN S N I M P P I Não se restringe somente aos professores a no seu capacidade de resolução Svidos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S em equipe N P o trabalho preocupação dos problemas dos Sestabelecimentos de ensino S M SI é M IN de saberINse E M E M S E S E E ou não oportuno. estabelecencia no sentido da profissão S de IN compor horários e S EE M EE da proletarização S E P P M M parâmetro. EE PE SI IN NP EM P P PE I S M N E N S N E M P SI Já para os bilidade coletiva. afetando . ensino e diretores se envolver porM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E b) a partilha das responsabilidades didáticas. possa enfren· excesso de sem a coordenaEM N E I P I E S E E S S E N P P P M tar a complexidade e a diversidade dos E problemas. feitas pela sociedaN E P P P I IN E E S N N S N P P I da profissão EE tido e osErecursos que de atual. poder e o funcionamento do alguns adN P I S M M N S N SI EE EM decisãoPEE ministradores forma de organização SI do dasMtarefas de animação e do poder Ede EM esta nova P M E P E ser um ganho. das de relações. EEdas decisões E E EM P equipe são diferenciadas.M M EE E P M N PE M por uma EE M EM ética.INtivos para IN M conjunto. ele pode diminuir o poder dos coordenação e o grau que Ise N M E E P P M M M E E P S E possiN E IN E especialistas. considerando: P N E E PE cas . SI N EM IN M real das IN M M SI S E P S E E M Nesta perspectiva cooperar é dividir forças para · excesso de interferência nas práticas indiviE M E E N E E SI NP EM o todo seja NP PE que que NP do que a soma PE mais forte M das Eparse tenta M coordenar M tudo e fazer I E SI duais. EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N P a) que as potenciais soSI não seSIrestringe EM EMnão é verdade SI N PE virtudes IN IN O trabalho em equipe I E E S S N S P P trabalho em equipe possam ser constantemenmente aos os estabelecimentos SI EMprofessores.EEM NP P IN P SI I E M N S E P N E N I P P E que precisam assumir a tarefa Nas últimas décadas o trabalho em equipe S foi preendam SI SI N de favoIN P I N M M I S S N E E S a cooperação recer profissional. EE M P E E N E N P I P P N E bons moS M N SI N N EM entre os alunos. assim. podemos E E constituiSIcomo P M N EM E Eequipes PEtam.

IN clássi. a uma prezível na construção do S sentido da mudança. Artmed. N N S N à cooperação e à comunicaM ao registro M SI SI SI NP EM I EE ção construídas em EE M E S P função da experiência e de uma Resumido elaborado por E P P M M E N N M N EE de Lourdes SI EE refletidaSIapoiada EM prática na Maria M Toledo SI EM Camargo NPcultura e Pnas EE ciências. ora se Idefrontam. porSI PE inversamente. M S N I E P S E M S SI PE IN M situa na confluência da lógica Sburocrática EE estratégiPE e da lóO estabelecimento escolar como Pnó E M IN N M M M N PE M SI planificada. mais aberto e criador. EM E quanto uma P IN convergem. E uma formação N S Ele é SIPortanto. P suas ca-EM e cadeias N passa a ser a lógica SI os membros IN hierárquicas explícitas. EE da mudança gica Eprofissional. 2001 Os trabalhos sobre inovação mostram M E E S N EE SI trabalho. seus M sobre uma estri. protecionismo IN M EE que a SIN S N S E P M PE I Porto Alegre. momentos de S S N SI EE EE SI EMcompetênEM P P co pode tornar as pessoas mais lúcidas.EM E abertura e a tendência natural dos atores processos de inovação. Nenhuma organiIntrodução N E P P E I N M P S E e a escola PE IN se IN SI NP M E N I S zação é tributária de uma só lógica. assim como de S uma obserN N N E P M P I I I E E S S S N N PE rer preservar Iequilíbrios estáveis? Há no âmbito de diverSI lógicas orPEvação participante conduzida SI NP EM N I M E N S que favorecem S E P a mudança. P a uma nem ende todas as ordens de ensino. E seu IN regulamentação bastante INe.M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S INOVAR NO INTERIOR DA ESCOLA 98 . trabalho M recursos SI E S S E N P M M E PE papéis e das funções SI N taNdos na renovação dos alunos. E Organização NEste primeiro M M I E N P E N E S confrontará I E E e autonomia N de ação SI crever lógica Sburocrática PE tal evolução. EE a serem EE permanente SI E NP I M P P I M S organograma S O estabelece sores eIN dirigentes. P P E I E M E P S N N E PE IN SI SI NP IN M PE I S N M S I S N E EE I S M E P S E E M IN NP NP EM EM P I M I E S M E E S E S N E PE EM SI PE NP NP EM PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E N N SI M EE M EE SI SI NP E E P P I M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M Mônica Gather territorial e medo da desordem. Os estabelecimentos escolares constituem forM E S E N N E P P M I M M E SI burocrática N N PE do M EE A lógica constrói mas organizacionais que sobrevivem a S muitas muEE EE SI a organização SI N P E NP P I P M N S E meio. E N Nvontade” dos parceiros E P I I P E NP S S N I P I N M M que desenvolva o pensamento complexo e sistêmitambém uma luta. S SI EM PE IN Thurler gidez. passa por crises. cansaço e mal entendidos. I relojoaria N M E E S E P P P sua cultura e seu funcionaI M E S NP N EM N instável e imprevisível. os S processos de mudançaIN corresmento. dos profesMpreenchidas. a propósito de uma mudança projetada. Ela requer M M E M N E N E P M M EE e SI SI relacionadas EM PE PE cias ao registro dos conhecimentos IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S das ações. lógicas SI P P M clássicos. M SI PE EE IN S E E P S N M quem concebe e quem P E um custo elevado em organização sabem racterísticas Ipositivas têm riN SI execu. I N M P P S SI IN das autoridades. co EE EE Em que SIcondições? EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N ExistemSIorganizações S mais aberSI P N PE do trabalho M sobre os conheci. não de inovação educativa.tas SI que outras EE tenta fazer SIenN E IN à mudança? Como conseguem A obra o balanço P I M E S S E N P M necessidade de M SI da pesquisa. NP P I P M SI N S N E I N eS lógica profissional. mas M que o sentido EE NP IN M S I injunções por integrarem-na Propomo-nos a mostrar da muE P S E M S M E E N M P EE pressa? EE dança é uma sem crise e sem coletiva e inteSI construção NP individual. apresentará osM novos princípiSI SI EM EM PE M E SI E E N E P P I M E os organizadores. À um mecanismo SIN sações que N se M universo como EEvisão de um SI E N P I I M M E M S S N E E P de opõe-se àquela de um EE sistema vivo.Eganizacionais SI sos processos EM SI EM EM PE IN M E E S P M N E P situação Eexcepcional. PE um papel não desNP EM sob esse PE a escola desempenha M E N S SI N E I M P M pondem. N como resposta SI mas especialmenEE EM P IN IN EM às EEM EM SI porquePE P S S N E E seriam mais permeáveis do que outras te o ensino fundamental. PE M NP EM organização burocrática e hierárquica do P I M E M E N S N P é o único EM EE SI EE PE EM SI não freio a mudança.PEE SI N S E I E S P M M S N PE estabelecem entre os PE interessados co. EEM IN EM EE P M S N E P P I de uma de forças que constitui o ambiente S M do trabalho EE multiplicidade IN EM em inteIN IN cotidiano tanto expressão NP E M S E P I S S N E E S comunidade ração que ora Essa de integração.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S sob a ótica da ”boa requer uma formação. P P M I N M EE I E M N N rativa. Quando a busca de estabilidade E PE de autoridade EE IN relações EM E P S M S N E P E da M de uma organização. a mentos sobreINas organizações e os EM meio termo entre EE EM PE M M contrar EE Eum S N E P P P I PE M EEem que. SI NP P S N M E I M S N E imagem está mais próxima da realidade do Eque S M os SI EE NP EM PE M I E P E E S N modelos capítulo tenta des. que compre. EE dinâmica instável.PE danças em sua missão. Vistos Sejam quais forem E N M P I I I I M E E E S S S S E P IN ângulo. pois ela temS sua lógica E P S I E I Os novos paradigmas organizacionais conviprópria e varia em PE EM S EE S P N I E M M P N P científico IN dam a ultrapassar oS pensamento M das relações função sociais M e das tranEE das culturas.EEM do trabalho.

IN EM lúcida dos N I P dos frareduz fortemente o desenvolvimento M M I E S N S S M INuns e de outros. IN que é da ordem M EM E E S S M NP E E P E regras de M da consciência prática.PE P P I P M E E E N E N N objetivos P influenciam P P lar e as Elas tantoNcom a or.M incerta e local. etc. SI NPTanto a coordenaN SI N P M I I I M S atividades S S quanto o EEM ção e mia. lentos e ineficientes só o que se outro modo. for imposta EE SI SI EE SI NP P I P M S de seus membros. fessores/alunos. A idéia do estabelecimento escolar como estruN E E M I E M E P S E P P resposta EE M pessoais do que nas M N E mais em suas experiências tura local-padrão. A lógica permane.IN S M E P M relações EE E de poder. essa orientaM M estatuto. modelo É preciso consi-INP educacionais ampliação da lógica proS SI SI levam a uma N P I N M M I S S N S estruturas derar onde tudo se atenue e se são convidados a EE EE fissional. S NP M EM E P I M E E P S pares. menos S E PE E P M M E P E N N E P M tanto as M vicioso Eleva E N seus SI SI do que pensam.IN S E aplica-se para apagar É mais daEM elaboração Se da introdução dos novos prograEE as hierarquias.M M EE E P M PE leva os atores a S IN M um bom EE M EM nível técnico E confiarem ta. Os professores inventam. N E EM o saberSprátiSI N ao passo que a S P I I M E E S N P P EE co. ram as As novas SI EM a um EEM NP políticas P IN P P SI conforme I E M E N S E N E N I P P claramente E estabelecido. P EE PE IN EE das lógi-EM EEvia menos P N IN S N I M P P I Atualmente. SI êxitos e M NP escolar. M ultrapassar EE vel capaz de sempenham um papel SI importante. trole. em PE da pesquisa P IN um sistema Mque derivam PE questão EE em educada educação SI S N N E P I N I E M S N SI novos ficadoSapenas variam o tamanho e. Alguns SI laços dos NP sistemas percebem os EM E I M E M E S E E P princípios da gestão pública e os integram em seu M reção dos estabelecimentos. Uma lógica profissional PE NP harmonizada P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 99 . tácito e artesanal partir do ensino M médio a ideologia própria SI EM de cada IN de cada um. IN sistemas. Ele somente provocará mudanças das M EE NP M E I E PE P M E E M S M Ede forma claE P N traduzida E E P reconhecer uma liderança? Uma organização dopráticas se a prescriçãoSIfor EE M P E E N E N P I P P N M profissional E S prá. SI PE das práticas. Os conteúdos das lições são definidos.SIN procedimentos de trabalho SI em vistaSIdos EM EM escolas.dem IN M M E S S M E P P estabilidade. IN EM E M SI autoridades M muito INP Este círculo EE N S E P E I P quanto os Idiversos atores a uma estramais se apropriam fornecida pela P EE E cultura S escolaresIN S da trama N N P P M M S M S que só pode N E SI escolar. nha dança resultar e SIN profissional e pela organização EE EE no fechamento SI O impacto EM P PE P M E M N E no contra-senso. P SI NP as necessidades dos SI P N E I P I M N E S um número M N I de decisões inovadoras. sua zona de EEa divi. nem passando ao é interiorizada pelos atores. Tais parâmetros gestionários SI estabelecem a lógica da confiança. Em nome da colegiatura mas S em função de global de horas disEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M poníveis. IN representam os atores M EE Priva. há o risco de. I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP não dePE é um Daí o limitado acordo com alunos. através da maior PE EE garantir a SI qualidade. N M EE INquanto o conjunto M SI E EM S E P EM M M E E E As duas lógicas o sistema a define e impõe Nlógica burocrática E estruturam EEnquanto S EMesco. Esse E E P S I E N E das escolas. o clima deM trabalho é mais e controle asseguranSI EM PE agradável. a E lógica profissional limita o trabalho N M SI I pres. graças N dável que todos são a esse modelo permitiu ajustar as modalidaE E confessar M P I M M Nmas. EEbusca Enúmero EE Mamplo consenso. os atores SI de deSI colegial e PE de mento EE funcionar IN M P S EM N E cisão são pesados. concebemos o excesso representa a explícita e forSprofissional M N E S E S N IN SI organizacionais EE PE Suma SI é um lento NP P cas existentes como evolução malizada da mudança. aP escola dotou-se M N na escola P funcionamento SI SI profissional NP PE EE IN que a N SIao relacionamento Num EE irreversível I P S SI encerra em círculo vicioso M ceu por muito tempo limitada proP I S S IN E EM M IN M S E E difícil de romper. Eas possísão do E P P M M E P S N N E E PE mudança. ticas já em vigor.M cionais. de tais fatores segundo o grau escolar: E é diferente N SI NP EM EM SI uma lógica EM PEdePE ensino fundamental. I M EE S N E N N P I I I M M E S agra.SIN IN M M S E P S E E M se então de um motor essencial da mudança: a anávida Euma matriz M N PE organizacional que condiciona Pa PE EE das lise EE funcionamentos. que permite a realizanão PE com EElivre SI EE NP ção.informações N SI escolar. A lógica burocrática N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E discurso oficial. M E E E SIna escolaIN É preciso. SI Os atores E S E o qual as novas práticas se E P M M E N PE NP EE mas deMorganização sem poder EE referirem-se EE necessidades. M iniciativas Madapte à evolução. se reforçar INa codificação estrita das M e o individualismo dos EE o isolamento S E P E isolamento e E o “consenso frouxo” deixam o campo diversos atores envolvidos no processo de inovaNP M EM EM M P I IN M E E E S S M E N E P M a umaIN lógica de arranjo. EE M vel. EE EE EE que se incumbem SI NPcassos de S P P P A lógica profissional competências correspondentes. eles percebem seu paS N ato no plaP por isso P I P M I E S N N E S N P M SI Em alguns SI pel e seu no autonomia. cada I E M EE mais em E SI todo o processo SI E N E S E P P P M E SI N N N autono-PE permitem Entretanto. Ao reunir as duas lógicas organizacrito em função da complexidade de situações sinM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de um gulares. P E S des de gestão N igualitarismo.INa gestão S ção torna-se progressivamente daMordem do M E trabalho. PE IN SI N E NP S N I N E M P I negação da I SI S E mas é possível haver inovação na hedo uma certa coerência e uma igualdade formal de E S S N P E I M S EM N M terogeneidade dasSIcompetências e na recusa de tratamento. A organização valoriza o funcionados da EE P SI INos mecanismos de conSIprocessosIN Eprofissional P P PE S M N E N S não imaginam poder N E M P SI os processos participativo. for compatível pela lógica é tão conservadora com as SI ra. voltar-se para mais flexíEM de os docentes N E P P P I E E S N N S N P P I e adaptativa. PE IN IN I E E S S N S P P quanto com a complexidade e garantem a fixados. o modo M de di-PEE ção. quando osPprofessores SI flexíveis EM P M M M E E um toma N N participar E P NP que de inovação. disciplina ditaPas A lógica Mfuncionamento. PE gestos profissionais.minada M N SI N N de cima. processo de adapI S M N E IN devem inventar novasS forM tação Edurante EM M instau. é uma burocrática à M N I N E P E I P E M S E S uni.

M uns e outros. EsP I M E M E N S N P os percebem EM e resolvem EE SI EE PE EM SI mas de maneiras distinsas combinações organizam-se a partir da intuição. Em IN é sempre suspeita deSprovocar uma M PE rup. romper com a SI NP EM mais criatividade M E N S SI N E I M P I M E S desenvolverem soluções menos caras. A maneira pela qual eles construirão S E P M IN N M M E EM PE SI mudança E– IN flexibilidade EE te autônoma. entretanto. Imaginam EM forma escolar isoladas S P EE IN EM tradicional.SI EE IN S E E P S N M tura nesta relação de poder pré-existente. o que pode idéias. E M SI M E E N E E P I M P E E de apropriados em função das vontade dos para um S atores de N mobilizarem-se P M M ensino-aprendizagem EE IN pro. aceitar existir modalidades ororganização são definidas em função da E SI regras de E SI E E P E IN M E E S P M N E P dentro de P das questões a resolver. de permitir-lhes Todo sistema escolar à I E S E E S E S E N E Pá EM dinâmicas impliSI PE NP NP EM uma compreensão sistêmica das procura de estabilidade proporcionar-se uma orPE I N E E I M N S SI P N SIlhe permitaSlimitar os risNpor intermédio SI construído EE desta EEM cadas. destinadas ao fraP maioriaEdas N introduzirá S a diversidade M N E I E N I I N M S E P S S N SI permaneceram ta competição confinadas em um esEE casso. em um contexto que reconheM E E S N E E SI PE de pensar M da maneira NP a divergência EM escolas. As relações de de acordo com I I M S E S S E NP P E I M M E P nunca se estabilizam. S E qualquerM N E flexível.S SI NP gerar Inovas M do engajamento E N I S tas.NAlguns M E E S E P I M E NP Nproblemas E NP equi. particularizar muitaEM o . renunciar a EE não poderão. as injunções de INpoderá regulaP M EEtarefas são EE S N N E N P P P I I I E S de modo Iflexível. IN nefastas. Smenos ela sãoEE diferente da divisão do trabalho.M NP “irem aoPE nas escolas. P EM S S N E E P As escolas assumem tarefas é variável e modulável conforme a quantidaE I N M P P I P S N E S N IN M SI a responsabilidade de desenvolver os Sdispositivos de e a natureza a capacidade ea EM PE dos problemas. mas. PEE duas estabilidade e mudança. M M Por conseguinte. Diante da grande tegrar os ao sistema PE novos conceitos. Quanto mais a escola esteja a M M E M N E P IN M M M EE EE SI P PE inovação. organização IN do trabalho. é importante. P que se voltam NP I P M SIque os estabelecimentos N S E desenvolvam N IN exercício do poder.sentido da depende Sda Ecom EM EE P N P P I E M P Norganizacional S N P N E I PE I I permitirá ou impedirá de in. EEas escolasSvariarão E necessidades da explícita que Evontade S EE SI P N P I E M M P N S em favor de P uma maior IN de uma flexibilização M no P plano de seu nível de desempenho. M S N E P S E M S SI PE IN é completamenM EE PE Nenhuma pessoa ou instituição tema escolar. Egrupos de M E um mínimo P I M os diversos atores. diferentes conatureza a destinação de IN ganizacionais M SI EE PE um quadro IN IN EM EM S mum aceito EE pelos parceiros.compreensão. outras ce e fazer. EE EE E S S N E P N P P I M se se veja mais que a partir de novas S permitir que SI combinações entre os EM PE longe e IN diferentes Isso pode IN M EE em SIN S N S E P M PE I conscientize que. P e/ou esperam que a E descentralizamelhorar seu processo I escolas. N N S N analisadas e designadas e não M mentar sua M S SI SI NP EM I EE EE M E S P de acordo com regras e prerrogativas estabeleciOs atores do sistema escolar tentam satisfazer E P P M M E N N M N SI EE necessidades: EM das pela SI tradição.truturado pelas P I M E estratégias de atores de características que modifica M uma série E S E N N E P P M M E SI SI Dessas E N EM N PE EE relações de a EM velmente a construção do sentido de mudança. tais tentativas EE P M S N E PE P I E de soluções M uma cerque estiveram. A SI M EM NP EE P E I E M E P S N N EE gestão por PE não ape-M mudança os levará a valorizar a flexibilidade eP a IN SI redes oferece SI NP um meio IN PA I S N M S E I S N S nas a informação e o confronto entre negociação. P E significa que os profesSI Portanto M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 100 . EE de poder. pois PE IN e.PEE SI N S E I E S M M S N PE meio e exploraremN PE dadeEE de ação eEM decisão concedida aos indivíduos SIN adaptarem a novas vias para SI Nseu P I I M E M S S N EM E E pedagógico. Nossa mostra que NP EM EMa mudança de. outros colegas. esSI A escola é um lugar S de para esse SI tipo de nova EM EM PE M configuração E SI E EM e seus jogos N E P favora. escolar EM PE de orga-M e das necessidades M EEa atitude predomiEE isso leva EE SI N E P P P I PE M não mais EE para EM Ee nante consiste em investir energia nização do trabalho que fica menosSburocrático N N N E P M P I I I E E S S S N ao con-PE N de homogeneidade. os novo aconteuma lógica P são levados a poder SI professores E IN M PEequilíbrios PE uma série IN M ameaçarIos E S M S cimento pode estabelecidos. há PE anos.EE P E de sua lógica”. que eles N S pois.E M SI NP jeto. SIsores E N N não previstos. Isso também significa P M IN locais. M P I I I I M E E E S S S S N P EE professores e responsabilidade. desenvolver de competências que lhes N E N P EE E E P S M SI N E P I E M Ptermos deEM A inovação N permitem transformar a pedagogia. SI poder depende. Existe. Trata-se. E P I I P E NP S S N I P I N M M se concedem o direito uma Erelação entre a organização do trabalho e a S S outro N de se organizarem de SI M EE E SI Esubmetida EM P P modo. EM SI N P E N E S I E I E E N S S escolares mosPe disputas de poder. Transposto INdiversidade das realidades M E S S E N P um modelo M M M SI e à escola. SI PEexperiência IN M E M E S SI senvolve-se N E E P P M M endidas e das nos espaços ainda SI EM feitas por PE experiências IN PE IN não programados. SI PEmais centrado nos funcionamentos SI As produzir uma aparência NP EM I IN M E N S que possam S E M P M M trário. aumentará a busca SI NP de qualidade EM P S I N M E I N E temem que a S competição paço muito limitado para S de flexibilidade EM SI EMacar. PE SI de assegurar EM P M M N E M I NP N de estabilidade.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S ção de acordos locais se libertem das coações internas.ção leve os Satores a resolverem os com Tais configurações algumas EM NP são novas. e da “ousadia”. na vezes. Uma organização flexível introduz uma vimudança. OutrosPE EM M I E E E S N rete conseqüências em função de fim é lícito esperar P egoís. encontram problemas semelhantes. enquanto se M EE IN liber. o sentido é ganização de trabalho que NP EM I I P M E S S E P N ao sabor das controvérsias emprecos. trabalhando recursos existentes. S atividade. Na do campo. assimIN como a pes P de tentam. informais. N E P P E I N M P E PE IN IN dos atores do sis.clareza N de autonomia o terreno buscado pelas esque lhes M E I S N S S P N I E P S I S S EM IN colas. SI N P NP P I P M E N Quando as escolasEfuncionam S N E N I M autonomia da qual cada um dispõe.

explícito N E E reage em face da mudança. SI problema: EM Ncomo P IN P SI I EE M E N S E P N E N I P I modelo P da simples substituição de Sum como se pode S N SI administrar PE IN de gestão M a diversidade? Tais quesM IN SI S N E E S I M sim do resultado de E quandoE a ação de projeto antigo por um E tões. I S M N S E IN M EM gestão que conceda M SI E S E E profissionalismo. EE mais simples S em conduzir NP de justiça EM N P N I P M a forma consiste e de território. E I EE M E S E P P M der habituais E para novos na maneira N EM criarem M PE IN baseia-se M e desenvolverem EMcomo os EEatores EE a avaliação SI S M ao sistema Eque N E P P I M E E P recursos e capacidades permitirão obedecem às regras. SI o exame Ida N é EM SI sobre a eficácia N realidade obriga. PE IN NP E I M S S N P S E implica também em mais tem viver em paz M relativa com os outros. A autonomia NP M E S I E PE P M E E S M E P EM Eser concedida PEequilíbrio N a eficácia dos procedimentos. antecipar proe negociado entre P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I resolução. Mdança é sempre N IN NP EMpermitirá M PE EM I P I E S E E S N S E E N I P P obrigação de no entanto. A Edesse E é uma questão N NP erência.M mento dePum clima de M I P dentro da escola.EEque deve IN EE E visando a: M definir a qualidapermitiam o modus às vezes S da ação pedagógica. etc. centralizadores eSiniciativas locais.SI PE IN de mudança IN I E E S S N S P Ppor si. S A inovação permaneça N a estabeP P I P M I E S N N E S N P M SI capazes SI modifica lecer e os arranjos SI PE anteparos IN de garantir a coerência M Mos dados do problema EE que IN S M E P M vivendi.PE P P I P M E E E S N E que não N N que acaP P N centração explicarem como trabalham SI nos campos EM EM e vontade SI NP prospe. se a sua lucidez estiver que Spresentações. SI a fim INPuma análise S P PE negociação P do estabelecimento empenharem-seNna M EE S N E N P I I I M M S acordos S e convenções. maisSauAsINrelações sociais são arranjos que permiSI EM prestar contas. gulação para alcançar fixados. S E P EM M M E E E passo não é fácil.esses serviços realizados. professores e direSI EM E P M M E P E N P IN EE uma condição titui básica eS da escolas. colocar M na buscaIN M E E E M E P M E M S e de justeza. de princípios PE EE a escola. tornam-se centrais S novo. construção do sentido de mudança é fortemente EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M A influenciada por esse mecanismo. reE S S N P E I M EM M finir prioridades IN critérios de êxito para Savaliar e os lativamente ao Estado e suas das M EE leis. observar e avaliar os SIN serSIreconstruído É nesse PE IN NP integralmente. Exige uma capacidade de e pede às escolas para N E E E des. prestando escolas deve enIN com um Mcontas dePEE P E E S E N I P P I N M E S M N N N seu uma professores. a inovação leva os atores M M I I E S N E S S M IN do funcionamento EE EE e no regateio. consegue-se recolher um S conjunto SIN deEM construir novos PE EE assimIN M EM E Autonomia parcial significa: projeto P M E E P S N que permitirão compreender melhor como coletivo E ori. E P P M M M E E P S sentido de dos E N E E EE serviços realizados. EM P P PE I S M N E N S N M P SI processos e condições básicas que determinam que os problemas produzidos devem atoEE SI SI P EE levar os IN M P S EM N E o resultado res a se empenharem constante Sde I co. SI responsabilidaEM a mu-PE tonomia IN Marranjo. SIN SI prestarem EM eles mesmos P PE P M E M N nem M de ceder àM última moda. SI tre regulamentos EE SI SI equipe de EE funcionamento.SIN IN M M S E P S E E M co empreendido. EE SI com total SI NP P de tendo sido feita estas acarretam. Para que o sistema escolar M dança pode ameaçar esse gruN P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E administrável ele é levado pos. N P I S M M N S N SI EE A autonomia EM cons-PEE de uma avaliação interna. eIN a direção da Diante E M pelos professores PE dos problemas de poder. E parceiros M N mas sim EE SIa construNP E E E escolarSIque permita PelaPEprimeira fase M E E E SI ção de um sistema a reflexão EM ApósIN a de concepção e de N E P P P I E E S N N S N P P I M EE permanente dasEE práticas. a afinarem os meios de autorreM EM da transparência SI tores deIN IN PE EM P E E M S M E N S P P avaliação N externa. S PE IN EE os atores SI se mobilizam. SI NP P I P M S de suas forças e fraquezas. E escolar. M N E S S N N EE SI qualquer Psuspeita. SIavaliação interna começa com um IN M EEdiagnósti. Trata-se M E com o indispensáEM coletiva NP parceiros NP confronta EM os diversos E P NP I um processo de construção I M que temEsentiM I E M E E S S E N E S P P P I M E conseguem E N N ulvel Scontrole de qualidade. Esse O sistema limita-se de orien. este boração do projeto. NP NP do quando SI N P M I I M I M S S S N trapassar os jogos estratégicos e as relações de poNo contexto de uma organização do trabalho. compilar as estratégias de deâmbito de um conjunto de direitos e obrigações. A avaliação interna parcial levará.M M EE E P M E N P M que espreitam EE Mse beneficia com a muEM SI que a M E as escolas consiste em crer a questão de saber quem N E E I E M E P E S E P E autonomia concedida lhes fugir de toda pertinente. se estabelece um sistema M SI IN de ram IN M M avaliação EE S S M E P P alizável quando é acompanhada pelo desenvolviacompanhamento e de externo que perM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E confiança mite controlar a S qualidade eIN a coerência da aplica. o o objetivo principalIN EE de externa. processo de avaliação a Pserviço dos de justiça EE EE M E SI deNP SI P NP E I P I M N E S M N I S senvolvimentos ulteriores. contas a seus externo. Uma mais autonomia às E P M M EM N PE PE M NP faz emergir EE EE um novo M A Emudança bem sucedidaPE não é conseqüência escolas se vai. Um dos grandes equívocos P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 101 . I SI S E blemas. S P I M E S S N P uma avaliação P M outros. marginalizando professores. PE EE EE não só SIN SI os objetivos N I P P I N M M N E SI EM ou más NãoS se trata deSdistribuir E boas para como também para EE notas. O a redimensionar SI Ee Mas exigências de uns IN M EM E E S S M NP E E P E M sistema que para clarificarem as P reM E P exigirá negociações EE educativo só confiará na autoavaliação IN EE acimaEM EE responsabilidades P NP e as novas IN S N I M P P I dos professores. dividindo EE E S E EM P de e transparência.INse conscientiza N M os eixos EEa prescrever M SI E EM taçãoMe os regulamentos. SI NP PE preceder EE IN S No EE sua construção I P S SI deve estabelecimento ção nos diversos estabelecimentos. Eis porque a avaliação interna só é rebam de ser evocados.de dados M P N PE SI EM EM PE no a Iescola EE IN os parceiros SI ginal.

como SI N SI N E I N I I M M E S tuada como número de atitudes que deflexão e comunicação em torno dos problemas S S um certo E E P SI EM pela qual EMa fim de S PE da aju. uma todos têm N M E I SI N E P S I N M E I M S N execução de uma tende a provocar des. que respeito e o dirigen. SI EM EM EssasSatitudes sões coletivas. Ela Pé SI aplica-se EM soluções PEem reformas IN que incitam M que funcionaEE EE E S S N E P N P P I maior cooperação ram bem prosperando e EM serem S para acabarem SI entre os professores. já se cultura. construindo IN IN M um nas deciEE SI E S S E N P E PEda mudança. EE atores conciliam SI negociando SI N P NP P I P M N mútuas. cal determinará as necessidades sentidas.PEE M aos objetivos queza de cada relação visados. o consenso é praticamente impossível. representam uma clatido P IN M E E N E N M P SI SI ra evolução EM NP em relação aos funcionamentos PE EE IN EM mais E P S M SI N E P E M P N individualistas. os professores trabalham mais em escola é construída mesmo que essa EEM N E I I P M E S S E P P N a maioria dos permaneça.EEM PE garantam o bom resultadoNdos profissional IN P M E EE S N E N P P P I I I E S S N N S N M M SI SI SI NP EM I EE EE M E S P A cooperação profissional não corresponde ao A relação com a mudança na E P P M M E N N M IN maior parte EE SI EE EM SI funcionamento da e dos cultura do estabelecimento escolar S M EM NP dos professores EE P P E I E M E P P S o individualismo N N E PE estabelecimentos escolares.EE idéia do que torna aEE escola eficaz. S S N comum que vise à ampliaSIde um objetivo EE EE SI individuais EM EM P P ção das competências e coletivas que M M E M N E N E P M EE SI SI A cooperação EM PE alunos. nem SI SI planificação N EM derem mais P SI tempoPE e atenção à e a cepções. SI EM M P M M a tendência de associarem-se.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E o essencial E M do processo EE S guiar-se ou tornar a nada de voltar para a perN S E N N se orientar como um conjunto E I P I I P E S NP S S N I P I N M M seguição humano e não como uma máquina. Saté os proPEna uma M M influencia EE categoriaM NP SIcultura dePum N EE I E M P I E conservadores EE S E E S de fessores maneiraIN como os professores reagem em face mais formam projetos de N E P P E I M P S E pensa a PE IN IN S NP maneira Icomo M uma mudança. E M S N S E – aprendizagem. A cada um muM S N E P S E M S SI PE IN pessoal e na inM dança.PEE I N M P P I S N E S N a ma-IN M SI outros. O professor operando sozificar de onda EM PE EE M permite EE EE SI N EM E P P P I PE M M E E nho introduz mudanças eficazes em suas classes. perIN SI SI NP IN M PE I S N M S I S N EE I Cada escola tem sua própria atmosfera. a to escolar e de pode-se prever que E SI sores têm E SI E E P E IN M E E S P M N E P P determinados colegas criando grupo IN algumasEM reformas estariam destinadas ao M fracasSI grupos. Sque M S S E N M M M no mesmo comprimento SI NP intervenções externas. a cultura lo. S inovação.profissionais.Pcada EE M PE IN IN E EM S so antes E mesmo de S S N E E P defende suas posições em detrimento das idéias de terem começado. Convém lembrar que a N cooperação SI IN EM M SI PE EE I S E E P S N M profissional só pela vontade obstiP E N se torna possível SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 102 . em grande parte. S manece P no como Midentidade profissional. por EM EM sistemas edu. EE âmago da P S E E M verifi. E S NP N EM N inovação prescrita pelo sistema. SI EE IN EM onde a direção EE EE P M S N E P P I E M tos. a saber: tegração sociais. SI e franSI N N um capital de confiança PE em M Edo da e seus EE objetivos. EM PE SI E M S M E E N E E M irão julgar o valor da P E E Grande um modo M dentro do qual os neira como os professores SI famíliaI: NP E P P N M N membros do corpoSdocente chegam PE e confrontar SI forma EE IN EE EM a uma mudança.PEE M EE SI garante o N S E I E S M M E S E cada qual tes e Eos N Pque reconhecimento conquanto professores que exercem liderança po. quando sobrevem uma reforma. PE Cria-se uma dinâmica IN o hábito M E construídas criar: os M vem ser E E N N E P P M M E EM apoio mútuo. M SI NP EM P M I EE P E E S EM N confiança e estratégias defensivas. é objeto de diferentes perN S Quanto à N N NP EM SI EE a mesma PE vez que. E N I S Os modos de cooperação profissiomudança. EE a cultu-EM EE EM a diversos SI EE grupamentos P N P P I E M P N P PE IN IN Individualismo –Soferece aos professoresS uma ra inerente aIN cada escola para M EE contribui Stambém SI N P N I E P S I S EM julgamentos IN esfera quase “privada” contra Eos e as influenciar cada um. S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M Balcanização: em algumas escolas os profesDe acordo S S N com a situação do estabelecimenN EE NP SI suas culturas. E N P I I M E M S S N EM E E P progressivamente.reflexo de E IN NP N EM EM P I M Entretanto.SIN M E SI NP do outro. a participação S o sen. funda-se em uma história EE ou menos PE nalMseguem algumas tendências mais S E P IN N M M M N PE SI EE comuns. AEM evolução da cultura depende da maneira P P I E N M E M I S N P E N E P S N Cooperação SI uma reSI profissional: pode consegue manter PE o corpo docente N PE PE M ser concei. Na dispositivos de ensino trabalham. A cultura não M de P coexistência pacífica. tentar suas E expeEM SI P N P I E M M P N S tem chefe. Sinteragir. exerce uma forte influência soI E S M E S E S N E M PE EA SI busca de PE NP que aliPE NP EM bre aqueles cam mudanças.construção SI PE outro lado IN M E M E S SI cacionais N E E P P M M uma IN E a soma das ciente. EM PE IN IN IN M E S N S E P M PE I O modo de cooperação profissional inscrito na transmitidas aos recém chegados. se submeta a um determinado conjunto de regras dem Frente a uma I modificá-la M E E E S N E P P P I M explícitas ou implícitas.EM cola sugere prioridades EE forçada: P este SI que influenciam a interpreNP PColegiatura IN M E N S SI N E I M P M M S namento ocorre impõe procedimentaçãoPE do programa. cuja finalidade é levar os professores a conceeficácia. na maioria das escolas. ela PE IN é um código comum. cultura M de uma I N E E I N S SI P N I P S I pelos atores. mais. a cultura da esE N M P I I I I M E E E S S S S N P E modo de relacio. A mudança é S M E E S N E I E M M estabelecimento NP escolar básica do pensamento. P mas osIN IN riências. inconsN equipe.

converterão oSIprocesso M pensa EE M Esão E Um estabelecimento escolar N E E M I E M E P S E P P EE M M N E de projeto em ilusão ou ferramenta para a ação. sociais. P M escolar essas três PE Quem EEestabelecimento SI de um projeto EE NP colocarem em busca PE leva em Pconta IN NP N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 103 . M SI e seu meio. permanece implíciN EE habitualmente. E S E PE P M E E M S M E P E qual os professores E PE sobre o “proUm projeto educativo ao belecimento escolar em S projeto. perspectiva dinâmica. aumentando a oportuEde estabelecimento M moral. PE EE IN M P S EM N E O projeto de estabelecimento escolar está ras necessárias para e I M definiremINseus objetivos M E E S E M E P M E M próximo de um programa S E E um projeto N NP construírem dePE ação que envolde um EEmais EE M SI NP comum. os Eestabelecimentos vêem-se. projeto educativo explícito ou implícito. de projeto de estabelecimento M tanto normatizarem EE INchamaremos M M SI E EM a ação S E P M M E E E escolar como programa cujas componende EE N correm oP risco de esvaziá-la E de ação. de SI SIa imagemIN N EM EM de esvaziarSI inovadora P I M E E S S N P EE se de seu sentido se um estado pensado que se tem a intenção SI NP se transformar EM de alM IN o projetoSInão M EM E E S M NP E E E em um não é um cançar. a M EE SI EE SI levados M P PE P E M N E Um projeto M de estabelecimento pode explicitar o que. Essa M M I I E S N S S M IN escolar para EE EE EE SI NPtabelecimento S P P P que ele seja digno desda mudança dos sistemas escolares oferece uma I M EE S N E N N P I I I M M E S S S perspectiva. EM o que é exatamente um processo N E P P P I IN E E S N N S N P P EE A ação corre o risco projeto? O projeto é de uma situação. Isso exteriores a seus próprios objetivos.EEM IN M S E E dimensões econômicas. EM SI NP fixação SI P modo: uma IN I E E S SI A realidade N S P P história da organização da escola é feita de urgências. P cenáriosE para realizar N atoresEinveste EM SI prinNP P prazo Ie INplano a médio S lutar contra NP EE cipal. EM P P PE I S M N E N S N E M P SI projeto as escolas desenvolvam as competências e postuSI SI de estabelecimento. como orientação global. E S S N P E I M P vão inspirar S EM M valoresIN IN a ação. um objetiIN e na IN M M EE S S M E P P vo ambicioso a médio e longo prazo. apro. já que se S EE S E P E cooperativa. maior controle. Nas sociedades modernas. assim. E de projeto EM P I P P M E E E S N N N P seguinteEE N tes definiremos do seu SI EM NP sentido. embasa IN Tal atitude supõe que SI NP sua cultura. EssaIN PE repreEidentidade SI signatários SI propiciando NP do projeto. um dos componentes do estabevisão da ação Sjeto M EE S E IN S N E N P E I I S E P lecimento escolar que contribui paraS tornar os S proe do sentido da açãoSseja ela individual ou coletiva. É INque a maioPE PE EEvisão ria EE Sprojeto NP nidade de EMdos professores N P N I P M associe-se a um de esuma aplicação das reformas. SI IN corresponde ao projeto M M das reformas do sistema EE a não INP O projeto S M E P M EE E estejam E as orientações simbólica. M EE EE virtude. SI IN pelo projeto trabalham M reformas EE e que. um P S SI um plano de ação. M o estaEE mais sobre MNos interrogaremos.M M EE E P M N M indivíduos PE que. M P EM NPidéia de proEE processo.trução N P da mudança. Se ser que de fora em forte S como visada N M E E P P I M M M E E P S N E EE ele existe a ele o SIN contradição com EE e os professores PEaderem. visto a cons. do que IN EE M P E E N E N P I P P N M uma mudança E S por aderem M N SI N N convocará. jáSIque necessidade em impeEM N P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P O projeto de escolar dir os indivíduos e os grupos de terem uma identiS N SI SI PE estabelecimento IN é levado M M IN SI S N E E S I M a funcionar com capacidade indiviéE melhor reconhecêE E dade. parece-nos possível SI no S N N P I N I E S escala dos S escolas que N SI de projeto na As efeitos notáveis so.dual e coletiva E vantagem EM NP NP lo e integrar. Nessa o desenEE EM SI NP M EM E P I M E E P S o projeto N de clarificar educativo escolar é percebido como E M P um processo Nvolvimento PEA preocupação SI EM EM assimilarem PE EE às escolas IN as mudanças SI que permite N E E comum leva uma comunidade pedagógica a indaI P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I leva a enunciar I SI S E gar-se sobre sua identidade. que aqui. NP incerto.EEMprocesso M SI estabelecimenNP EM produzem E I P M E E S EM P tos escolares. Mas. Quando o projeto de to escolarIN como ator coletivo. N E se nome. afinal. S abordagem N P M I I I M S S processo EEM sentação trata de um constitui os membros de M um mesmo estabelecimenIN coletiva. constituído pelos professores que projeto constituir um fator EM E I E S E E S S E N P P M Psubstituídas M naquele estabelecimento escolar às de conjunto. IN S M M IN NP E I M E M S E S E E fessores atores da construção do sentido da muAs novas modalidades de gestão transformam E P M M M E N não se Ppode PE M NP EE dança. P I educativo P M cooperativa I E S N N E S N P M E SI educativo SI veitam-se educativo. A existência SI P NP E I P I M favorávelIN ve o atorPcoletivo. o que NP M os obriga EM EM M a se de exploração P I M E E E E S S M E N E comum. em projeto M N I N E P E I P E M S S N SI PE PE IN PE EE apostar Sobre essaEM base. O processo de projeto PE Ia M E EE de nossa P NP inseparável IN tornou-se S N I M P P I fim em si. SIN IN M M S E P S E E M se tornou pessoa importante escolar. Muitos I N E P E M S M N SI PE PE liar. uma intenção de e de avaescolares incentivam os estaM S E SI vas. um projeto e estratégias S três dimensões: Mgestio. N E S M N I S local poderia.M bre dos P apóiam nas M que ele contribui para M M as aprendizagens IN EE alunos se E N E E S N P I P M I E E EE S N E mudanças que o sistema S introduz. SI fixar-se NP EM EM SI E PE de emEum P M E E SIto. mas. EM transformando-o E P NP I de se projetar (lançar) em I M em um Efuturo M I E M E E S S E N E S P P P E E SI N EM N dos nária. fixando-se S E P PE EM NP EM PE sistemasPE IN Mcomunicar-se M E N gógicas. um processo de projeto para a desmotiN P I S S INmetas coletiEM e a avareza M e peda. organizada que escolar” desenvolvido SI jeto de estabelecimento EE SI SI EE SI NP P I P M S administrações centrais que de N aqui. culturais vação mental.SIuma parte Idos em M de valores. Diante M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E o objetivo de tal realidade. SIN SI N I P P I N M M S M S N N E SI zar a experiência. uma N vontade explícita de capitalizar e teoribelecimentos a colocarem seu PE projeto por EE EE escrito. um código muitas decisões são tomadas na incerteza.

a adesão de êxito quando S N E P S E M S SI PE IN condenaria. que seus profesM é o caso.Egens SI tidade coletiva EM simbólicas ou materiais SI EM EM P I M E E S P M N E P P por uma à adevos saberes de forma duradoura. Para que um projeto possa S E P M IN N M M M N PE SI EE a diferença. alianças e clivagens sem grande relação com ação.ção garante uma EE saída melhor EE produzir S para o projeto. grande parte dos projetos panham em um de cuja SI percursoIN M nasce SI EM EE P P E E M E P P S Não se N N N é partilhada por todos. M da concepção N da passagem. So consenso na análi. de um projeto de extenuante. que protegerá IN o princiconsenso tão amplo quanto possível sobre subsista um da disN NP E E S P I I M M E S S persão e N PE o conteúdo. para chegarem N E a transformações N I M E N S S P é durante esta delicaqueNpermitam a EEutilização dos no. S EM integração M PE ex. baseefeitos duráveis? Os projetos estão NP P P M I N M EE I E M S N N dados em uma avaliação E P S I E I relativa. agravos. Administrar essa etapa das competências profissionais que E P S E M S M E IN M PE fun. tomadas de guns do pensamento e da P I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S poder. Quais proximal” dos atoM de desenvolvimento S N S S P N I E P S I S fatores que determinam S EM seus campos IN os res e seja em de PE capaz de penetrar E IN a adesão? M S S E N M M SI NPdeterminar A adesão só ocorrerá se osEinterlocutores pudeconsciência. M M EE e as orientações pio. e resultaM I E Entre investimentos NprincipaisEM M I E S N P N E S E E E a ação educativa N SI escolar SI nos. SI EE PE minoria IN IN EM deci. Um projeto de estabelecimento escolar terá N E P P E I N M P E entusiasta PE IN de IN os objetivos vi. de senSI Para que PE fase deM IN EM a situação EE P S N E PE P I E do processo M umS simples vazio de implementação. mais EE SI de um ativismo NP EMainda. S ou mesmo diante de ruptura com as S rotinas.EM ridades escolares. O importante é que N E I P M E S SI PE M M EE quadro estável. e utilizá-lo N projeto como forma S PEinstrumento EE IN EM E P S M SI N E P I projeto como E M reconhecidas como característiP N o diversas práticas. a mudança prevista deve estar próxima de P N M N E I E N I I N E M S E P S S uma impressão N SI Numerosas IN equipes desistem diante EE suas preocupações. querEM projeto a ser abandonado. para os alunos. a M questão treito e rígido.EEM P longo prazo. é verdadeiro para os projetos “espontâneos” projeto com plano de ação. EE P S S N E E P que se executa uma das etapas Os projetos garantem um desenvolvimento I N M P P S SI baste para IN M EE NP INcom atenM S I sivas do projeto. Não é pequeno o risco P E de ver a adoção dessas N SI significa M E IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 104 . quando P M EE EE S N E N P P P I I I E S N N S N ações empreendidas. Ao social. tanto no presente Mpráticas em A PEE pertinência das um M EE IN SI curso e garantem N S E I E S P M M E N PE mobilização geral acréscimo de M da maioria.PMesmo um projeto de estabelecimento muitas vezes hesiNP P I P M SIdos imediatos. O essencial consiste em estabelecer alM E S N EE SI PE M organizadores NP princípios EM manifestam-se oposições. EM SI EE EM NP PE M I E P E E S N da resistência dos interessados: a P os alu. é visível. garantindo suficientemente sutil da PE ada em confiança EM sua razão S EE de S P N I E M M P N S quanto na P continuidade.SI EE IN S E E P S N plicação de uma EM identidade coletiva não cas.EM ças nos momentos difíceis e precipitam os esperado da situação com Pque SI NP PE INatores M E N S SI N E I M pode representar EM P M S seja portadora em uma turbulênciasEE que tado. SI NP da ausência EM P S I N M E I M N E de efeitos a curto ou médio prazo. deEE poder.SIN EE SI NP valor? M E N P I I M S possibilidades S mal avaliadas EM E E PE se prévia das necessidades e a identificação coletiSe essas forem IN M E E E S N E P P P I às divergências M é provável que o aluno E S NP N EM N va dão lugar e à dispersão das fornão obtenha o beneficio E N M P I I I I M E E E S S S S E N P E se acha confron. parecer M E SI E EM de sua N E P encarar maioria dos P parceiros não tem garantia I calma para MlonE em condições M única M E de criar a S E N N E P P M M E SI SI Um projeto N PE será M IN EE inovadoras. S M SI SI SI NP EM I EE sores perseguem os EE M E S P Estando a cultura de cooperação e a do projemesmos objetivos e os acomE P P M M N N M N PE aprendizagem EE SI EE EM to desabrochando. ele passa fazer de estabelecia ser uma ferramenta de Ipráticas N S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M mento escolar. N S N e o apoio de grande E N SI obtenhaEM a concordância ta. SIN E P P I M EE E E S N E P N P P I estabelecimento escolar. é indispensável EM EM PE tal “zona”M EE EE SI N EM E P P P I PE M E E rem entrever a manutenção de suas experiências ou EM aM fim de saber a quais desafios é possível se exS P P IN IN IN EE E S S S N N P PE I E I M a abertura de I demais caminhos de acesso a vantada SidenS P porem. SI N P E NP P I P M N S M totalmente aplicado PE dos projetos de estabelecimento IN por aqueles que o elaboraram. IN ser. S S N SI E EE SI avaliação EM decisiva EM P P sos de projeto a uma interna que verifiEvocamos várias vezes a importância M M E M N N E P M M M EE EE SI valores e SI coerência PE interna entre queEEa coerência entre osNP objetivos visados e as da INações. tido. um projeto deve evitar a M E PE S E P M M N E M es. de aprendizagemEorganizacional. EM SI permitir PEajustes tanto NP NP Em os casos.e também para I NP N de um plano E os projetos E definição P I M “solicitados” pelas autode estudos demasiado I E S M E E S E S N E PE nas es.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E as vezes E Mde projeto EE S dimensões. emEM fazer é necessário que EE EE SI ele se inscreEE rapidamente P N P P I E M P Nva na “zona S N P N E I PE I I N geral dá-se a Ipartida comEuma minoria ativa. IN M EE SI A multiplicação E S S E N P M E PE SI EM maneira M ÉN necessário concebe-lo E de que seja posescolar fez maneira de trabalhar em conIN EE evoluir a S E NP I M P P I M S sível fazê-lo como de junto. PE oferecendo. E PE na mente de algumas pessoas pelaM meta I deve confundir SI SI NP conquistadas IN PE I S N M S E I S N E I S idéia. associam-se E durar. Durante não seja utilizado de tomada S EM que SIN SI por alguns para finsIN EM PE o períodoEem IN M S N S P M PE I a maioria vai aderindo a um “projeto de projeto”. qualM 99% dos professores da escola EE PE sados forem realistas. IN de recém chegados.EEM EM SI são coletiva. É importante associar os procesmudança. A lógica pode SI SI “asseguradora” EM a que PE assim. deve PE ambos P I N E E I N S SI N I P S I da iniciativa E a um EM M S N S E é saber como passar de alguns truturas quanto nas práticas.S SI chances M NPProcurar Iobter M maiores E N I S o conteúdo. nunca ações EE de longa Sduração EE gevidade.

M do poder N M E EM EM SI NP PE IN P M I E E EE S N E rentes S N aderir aos P do grupoE conseguem P I P M membros I S N N E S N P M I SI SI objetivos visados.PE S que são M pes. Tal interpretação da formação contínua Ecoloca os Msuprime a E P EE PdiINfunção de E do pro-EM EE P NP mas redefine. IN EE EE S E P P M M osEM esforços deMcoloPara aumentar a eficácia da ação organizada N PE IN por: acompanhar EE EE responsável E SI S M compreenEMé necessário N E P P E I M E E P cação em prática. A Já. daí a coletivos PE EE SI formulando SIuma sobrecarga NP projetosIN NP suas necessidades. do mais positiva e profissioI M EE S N E N N P I I I M M E S S caracterizará S uma liderança N E que se esta nalizante. N E E I E M E P E S E P E osSIN diferentes grupos de trabalho. como “aquele que exerce uma liderança formação da dinâmica do estabelecimento escolar. Qualquer PE EE EE o torna uma SI aprendenNP membro Ide EM N P N I P M uma comunidade exerce. enM EE S E N P E P I belecimento escolar.S quanto observadores S os membros N N I P P I N M M S M S N E SI funçõesSque se E investidos de tarefas ou de IN eles as. Visto responsáveis de seu deE mação das práticas. PE SIfaz as competências NP P tornar-se aquele que emergicesso I S M N S E IN modelo. o desenvolvimento profissional as N IN Sressalta NP EM EM SI EM PEes. SI M EM E P I M E E P S representações N sobre as decisões de um à evolução tanto das da Egru. alguma influência. instâncias de SI SI EM instituir PE conversa.necessidades P M E E E SIderança cooperativa EM não reconhece hierarquias e apostas das pessoas que coexisN E P P P I IN E E S N N S N P P I e cooperam EE táveis nem líder permanente. adota uma S P P P do. SINP I P E M E S N E E N P P mar as sessões. S N I M P P I o papel consistiria em atores do estabelecimento escolar no centro Sretor M N E S E S N IN SI de desenvolvimento EE e o liga àSmudança. apostas valem a pena e pensam que eles têm mais vem por S N M E E P P M M M E E P S N N E EE M a ganhar ção choca-se com ações igualEE do que a Eperder.profissão IN SI po. criar IN NP IN E I M S S N P decisão e de regulação. P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 105 . centrada EE na obrigação EMoutros. o que NP de competências. de vez em quanexperiência que organização M M I E S N S S M IN abordagem EE EE Alguns com EE mais frequência SI NPte. informar todas as partes envolvidentro de uma instituição. externos notam apenas muP do grupo EE E acham.M M EE E P M N PE em curso. M EE Ncoesão E S I E PE P M E E M S M E Os estabelecimentos P E E PE que se engatituindo este último em organização aprendente. cooperativa os projeM designa uma liderança assumida SI IN de IN M M um conjunto EE S S M E P P modo cooperativo por de atores. abertura para EM o processo SI e ligar M E fechamento sobre si mesmo. I E E S S N S P PNo desenvolvimento organizacional.M E P M M E E E autoritária dade de desenvolver de E ensinoEE N substituirP a liderança E os dispositivos E se possível. E S S N P E I M P S consEM M em uma IN em M um determinado contexto”. essencialmente pedagógica. aproximar M das sobre EE M mas sim. eles imaginam quePE S E E P M M E P E N N E P M M N do dentro de um estarealmente conseguirão modificar suas M SI SI ganização PE trabalho E PE IN clássicaIN EE M SI práticas.senvolvimento EE para cada EM os atores N NP EM E P NP I A liderança cooperativa produz profissional. organizar e aniMo futuro eEpara N EM PE EM fora. IN escolares EE M P E E N S E N P I P P N M E como um S M N SI deverão consN N de mudança escolar é definido SI jam em um EE SI SI EE O estabelecimento SI processo NP P I P M S a responsabilitruir uma nova visão que assumem N Mdas relações EE da gestão M de for. M EM E E S S M NP E E P E Ela não M desenvolvimento. esboçando e Irealizando um SI NP EM M de transformação cultural IN projeto coletivo.SIN IN das coisas M a umaEinfluência IN M M S E P S E M vorecer a mudança. M EE SI EE P PE P M E M E lisumem semEE monopolizá-las duradouramente. netos de formação comum se limitam a alguns semiM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M o tempo M nários durante nhum dos quais Sé os quais os professores têm a P I líder formal N ou informal SIilusão NP PE EE a ação IN uma cultura SI voltado P NP em relação EE de construir I S SI todo.S P I I M E E S S N P EE da como uma força e de colar. facilita EM M novas M SI E S E E a concepção e a aplicação de De acordo com esse E P M M E N PE M NP EE são percebidos EE de uma organizaEE M modalidades organizacionais. IN de escola. os professores M rem. se estão Os M processos de mudança não se desenvolPE IN convencidos de queSas M EE S M N E P I M Necessitam EE E de uma IorquestraE si mesmos. IN uma liderança cooperativa. PE SI IN SI ativa. a ação como membros SI ele orquestra EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P coletiva para tender para a transforçãoN social. A liderança cooperativa rompe tema que lhes parece central. A noção M N E E de liderança regular quanto das práticas pedagógicas I P S E N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E fine o líder. P I P P M E E E S N E N N P P N por A idéia aprendizagem mais SI EM EM SI de liderança SI NP PE IN eficazes. mas está abertamente para comum a um M N P I S S IN com a IorE N EM M M S E E comum. a mudança NP P P PE I S M N E N S N E M P SI mente deliberadas para bloqueá-las.visando P Nse mostrarEregularmente EM PE SI EM e à transEM como influência PE de. SI necessidaP M I I M M S S S de de estabelecer uma M instância de coordenação e investindo-se em sua aplicação. PE N NP autoridade EE EE M EE P SI N SI P NP E I P I M N E S líder e de M N I S As noções de liderança referem-se EM N E I P I E S E E S S E N P P Psobre o curso M mais real Um SI estabelecimento escolar pode Eou EM não fa.danças insignificantes. É sua capacidade Edo que ao M N de adquirir PEestatuto dos que a exercem. A tem dentro de um estabelecimento SI N esEM EM SI Nliderança é entendi. SI SI PE EE As influências IN M P S N E não provêm unicamente que detêm O estabelecimento escolar como PEEM I uma M daqueles M E N S E I M E M M organização aprendente S E formal. S E lugares de dos líLiderança Me modos de exercício SI O papel EM IN PE deres leva-os M EE M E S E E P a verificar constantemente se os dife.SINgrupo de professores M SI E EM ça e. co-responsáveis por S N SI seu desenvolvimenSIque esta possa PE IN M M I SI S N E E S I M to ulterior. I M transformam M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N soa de trabalho.

venham elas S E P M IN N M M M estabelecimento escolar N PEà cala E M sistema. Apesar ça. seja na estas. M E Philippe Paquay.( Vergnaud) SI classe IN de Nos esquemas dizemos se SI EM PE esquemas EE IN EM esque.SI EM NP sendo suficiente EE P P E I E M E P P S porque é N N funcionar o conjunto.novos E P S M S N E P E mas encontramos cognitivos estabilizam O “haP que perN SI EM os elementos IN constituindo-se em aprendizado. mas para as coletividades. nos EE SI suas práticas EE profissionais. 2001 (cap.)EM generaliza a noção de é PE SI esquema “nosso habitus NP PE Marguerite Altet eIN IN M E S SI N E M P I M M Porto Alegre: Artmed. 9) constituído pelo conjunto de nossos esquemas de E S S P EE IN EM EE EE P M S N E P P I percepção. crenças. portanto. PE I N E E I M N S SI P N S SI N é válida SI construtivista EE Se a hipótese não ape. M EE EE SI N E P P P I PE M o estabelecimento EE escolar EM E Nessa aventura. publicações e debates nante aos projetos de mudanM E E S N EE e dedicados SIdos debaPE professores NP porque EM EM a essa problemática. O de prática novos IN P M EE mudança E EE S N N E N P P P I I I E S S organizada N N N é.EEM NP EM I I P M E S S E P N nas para os indivíduos. PEo sentido de EM SI tes. sidade cotidianas.EE SI EE Seu resultado do do ou daEM será coerente relativamente EE EE SI P N P P I E M P Ncultura e às S N P N E I PE I N Tal processo levará M relaçõesSIsociais instituídas.PE A cidade de em organização aprenEEtransformar-se SI EM P M M N E M efi. EM M SI PE IN S E E PE do sujeito S mitem que a N ação seja operante. EE M E S P lores. Léopold N INde “habitus”. N M P E SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S FORMANDO PROFESORES PROFISSIONAIS: QUAIS ESTRATÉGIAS? QUAIS COMPETÊNCIAS? 106 . de avaliação. ência idéias. Podemos dizer também que “esquema” sigsemelhantes. umIN S EM EE dizagens individuais.de construção IN M do destinoSreservado EE são SIN S N S E P M PE I Numerosos fóruns. EE PE de dentro ou de fora.SIN Na verdade E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M realiza por conforme as quais os profissioçam E a dinâmica e a complexidade do funcionamenS S SI etapas.EEM S N P P M I E N M M I E S N P E N E S E E pensamento esquemas de em nós e. é ali que os trabalham P I M M E N S N P parece-nos EM que. de pensamento e de ação”. assunto de evolução conjunta dos IvaA ação não é redutível às S aprenP M M SI SI pois. É aquilo adaptar suas ações à cada EE SI S E E P M M SI E há aprendizaE PE PE IN há de comum nas diversas repetições ou aplicações situação corrente. trata-se de um sistema de E P P M M E N N M IN EE trabalho. E S M N IN EM N NP E PE de ação”Se SI SI apresenta N EE EM P Neste nos a rela“Esquemas “habitus” são. PE PE Perrenoud. A noção S NP N EM E N M P I I I I M E E E S S S S E N P Évelyne Charlier (Orgs. Por ”esquemas de ação” entendemos os enfrentar uma grande diver. conforme N NP P I P M EE N S N getiano. conceitos e práticas. bem no início de um longo processo de “profisque M S N I E P S E M S SI PE IN M sionalização” das práticas de inovação. SI NP EM N I I M E N S S E M P SI SI EM EM PE EE IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S N E S N N M SI EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E S N P M N EE M SI NP EM P SI IN EE E EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM difundida PE por Bordieu. bitus” é enriquecido e diversificado. SI PEqueiram permitir. E de que P mudança PEnão é im-M vencidos da fazer IN de sua capaSI o sentidoIN SI IN PE S N M S E I S N posto. dizemos que não M E M E S E N N E P P M M se reproduz M E SI SI a adaptação N N PE de Puma o pensamento piaem situações EE mesma M EE EE do. encontramos atualmenconstroem N E P P E I N M P P E PE IN IN lhes são propos. Quando N SI o sujeitoINP SI que existem PE de situações P P M SI N S IN IN M que consegue M marginalmente sobre osSquais não temos consciência. S IN EE EM EM P PE nais criam vínculos entre seus saberes de experitoNcoletivo para depois decidirem e colocarem em M M E M N E P M M EE EE SI SI EMe as novas Pprocesso PE funcionamentos. nas quais classe. é indispensável a mudança leva tempo e só que os atores S me. não é dado de antemão nem S é imutável. E todos osS atores a conI S N P N I E P S I S S EM em torno IN duzirem a escola na S aventura de uma “organizaas conversações se estabelecerão desPE IN M E S E N P M Mpartir das M SI objeto. M con.EE Ntentativas se novo a e EM PE das repo-M ção aprendente”.S SI as transformações N M bem como E N I S te. cácia da ação coletiva. Conclusão NP EM EM SI PE IN M E M E S SI N E E P P M M como conseguir comprometê-las em um processo SI EM PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I I M coletiva de longaPduração? O estabelecimento escolar é um nível E S EM IN determi. sições em discussão que uns e outros S devam Pou N N N E P M I I I E E S S S N N PE pode e deve representar um nó estratégico. SI EE EM Ao começar este já estávamos aprendizagens para Scoordenadas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EEse S der sua cultura. SI artigo Perrenoud N M E P I SI N E P S I N M E I M S ção entre “esquemas de ação” e a formação de “ EE inseparáveis caracterizando a estrutura estrutuN P S SI EE EM EM P rante que nos permite M IN E P E E habitus”. ocorrendo a diferenciação e a coorE N I M P I I M E S E S S N P EE nifica a organização invariante de P conduta para uma denação dos esquemas existentes ea formação de PE SI EM EM IN M E E N S E N M P que os P situações dadas. Quando SI SI ação.mudança é I enNP EconstruídaMna regulação interativa E dente S P I M que o resultado de uma maior IN depende E S E E S E N E PE EM SI PE NP NP EM tre atores.

A teoria do NP M EM o controle EM P I IN M E E E E S S M E N E P M são trazidos à tona tem para o PE quan. P M N SI SI NP PE explicitação. consciência. não muda . EE N E representações E EM P P I P P M E E E S N E N N P N 3. então a E M E E N E E SI NP EM NP PE NP o “habitus”.EE“habitus” SI EEdebate vez que NP problemas não resolvidos. a mudança nas e nas práticas. I E E S SI Alterar N S P4. a videoformação. PE Tomada de Econsciência M tomada de N consciência muda M M e I E SI N E SI S P M I EE E E SI N S P P P transformação de esquemas I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E Mecanismos EE de formação SI NP M EM EE Reconhecer a parte do “habitus” P I M E E P S N E peP na ação M N EM PE SI EM PE IN a real N SI dagógicaPEé N E EE fator de P relevância para descriPerrenoud observou. um verdadeiro EE mesmo Ptorna SI IN SI NP EMquando se P P PE I S M N E N S N E M Psi.aPgestão da urgência e a improvisação regrada. justifie o desempenho de papéis. IN M M EE S S M E P P 5. a N experimentação PE das práticas. PE IN papel relevante NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 107 . ao exploratório deste trabalho. 2. OIN aprender fazer fazendo. revelação dos M erros. SI vernados pelo “habitus”. EE EE Mas SIN SI N I P P I N M M S M S N E não se pode garantir que oSIprocesso S de IN formação EE SI EE EM P PE P M E M N dos professores desencadeie alterações em sua Formar para a lucidez E N EE SI NP EM EM SI EM P PE M E E E SIprática. A tomada de N M E E P I M M M E E P S N N E E EE rotina. quer SI EM exercício M destina-se somente E IN IN no plano dos conM E E S S M NP E E P limites prátiM de revelando os M ceitos de P certas competências. no quadro de um projeto I S EM P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E ção do exercício profissional dos professores. um método e uma ética. SI modos de conhecimento de SI fazer goSI PE EE IN M P S EM N E . SI EM NP EMa observação SI SI NP PE IN mútua. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E A alteração da condução da prática ocorre por M 6. Contudo.o momento oportuno.a prática S S não está EEM ções pouco Econfortáveis nhecido E IN o postulado de base: Mpara a nossa vida. EE atendam INentrevistaNde SI NP EE I P S SI várias razões sem que necessariamente. Mas de formação de professores primários. 7. EM SI todas asINáreas IN PE EM P E E M S M E N S P e a experiência P caria uma nova contextualização 10. Nesse casoNP se mada de consciência. alguns meE S S N P E I M EM M canismos IN favorecer o processoS de toum M problema se coloca quando as ações M depenEE NP que podem E S I E PE P M E E S M E de esquemas EM E PE dem inconscientes. destacando entre eles: IN EE M P E E S E N P I P P N M E S de M N SI N N a alteração deliberada do modo SI faz necessária EE SI SI EE SI NP P I P M S condução da prática de induzir 1. por M exemplo.a microrregulação racional.a coexistência conscientes com I S suas falhas e esta tomada de consciência se repete EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M os inconscientes na situação. pode ser uma EM N E P P P I E E S N N S N P P I M EE boa estratégia de S formação para declarando o caráter N EM SI termina oEEartigo N os professores SI O autor P I I M E S S N P P EE mas.Mainda assim. SI N IN M IN M M SI S E P S E E M ou seja. unicamente sob de saberes. P E P M M E P E N P EE 9. I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI das ações N N se dá sem a revelação N e situa-PE sempre Neste de tornar PE coEE capítulo SI tem o propósito SI NP N SI N P M I I I M S . a simulação e contextos e isto. I formação. trazSIsofrimentos a nós S O “habitus” Ese nas EE tus” em um M encontra presente também EM IN P ou aos S M E E E ações pedagógicas sendo por ele controlada por EM P outros. impondo SI P I M M E S P M EE EM EE transformação . N EE no sentido M uma SIN M SI EM EM evolução E P M M E E E dos hábitos. ter consciência e M N IN Mesmo assim é preferível NP EM P EM o habitus I P I E M S E E S N S E N P P EE nosso “habitrabalhar para SI SI EM dominar Pno INaquilo que NP IN E I M S S N P dado momento. se a conexão operar em tempo real. a P I S M M N S N SI ocorremSIem EE EEuma lógica EM a Mudanças 8. N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E consciência E EE S como: IN E passa por mecanismos A tomada de um trabaS N P P P M I E S N S N IN EEsobre si e S SI lho obriga a superar EM NP resistências. a prática reflexiva. EEfessor. a história de vida. PE EEquanto dos mecanismos dos processos PE IN M EE EE P N IN e éticos S N I M P P de tais condutas.M M EE E P M N PE M do procuramos EE M EM SI fazem M Uma ação pedagógica que E encontrar as razões que nos N E E I E M E P S E P EE E mobiliza agir. toma EE de alguma EE consciência P SI de NP SI P N E I P I M N E S de esquemas M N .Pa de esquemas de ação em SIN precauções. EMde formação. quando um proM da ação M E E N E I M E P M E M S E N NP . EmoS E P E ções positivas. o papel da E I M E M S E S E E Condições e efeitos da tomada periência na gênese do “habitus” também precisa E P M M M E N PE M NP EE ser analisado EE EE M á luz dos processos de aprendizaSI EM NP P IN P P SI de consciência I EE E M E N S E P N E N I P Pe a tomada gem ainda S N SI SI PE de consciência IN exige que M M IN SI S N E E S I O processo de tomada de consciência não M se estabeleça de trabalhos relevanE E S uma relação M nem tes das várias EE EM NP querer NP acontece EM sem o nosso E P NP e esta busca I ciências. a noção de “habitus” exige confronto com Scos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N abordagens S M SIexM INda psicologia NP cognitiva. SIN M por si só. a escrita clínica. a metacomunicação M as condições da prática INP SI com os alunos. frustrações. quando intervém o esforçoEE voluntário.

SIN M dos professores M M ela tem a dimensão da SI SI NP Eda I EE gem. P I Lourdes Camargo Toledo I E S M E E S E S N E PE EM SI PE NP NP EM PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E N N SI M EE M EE SI SI NP E E P P I M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M S N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP PE M EM M EE NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP M E N I S M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE S E P M IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I Selma Garrido Pimenta racionalização pois M IN para dá-las S N S SI P PE aos consumidores. N disposiçãoSà lucidez. IN M Ghedin. em que se encontram que M situação E S E N N E P P M M M E SI SI utilizados N N PEde re. A tem E as características Nentrada do mercado naSeducação E PE trabalhoMe da EE IN E P S SI N E P E M P dos pro-EM profissionalização N os sistemas SIde formação pido com as estruturas de IN M organização PE não SI EE IN S E E P S N M P podem atrair os melhores produtos do sistema edufessores além N de roubarPEdesses a capacidadeINde SI EE M SI EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S PROFESSOR REFLEXIVO NO BRASIL: GÊNESE E CRÍTICA DE UM CONCEITO 108 .M EE constituem só se quando inseEE para essa EE podem se SI nova forma SI como profissionais N P E NP P I P M N numa comunidade S M PE flexão: ridos IN IN Mdada a confiEE educativa. E SI E E P E IN M E E S P M N E P formação Ebem pioresM P sobre formação dos S I e de do que quisas professores. EE M E disposição para que estejaS P E P P M M E N N M N EE mos toda a oportunidade de SI EEalertas para EM SI SI aproveitar M EM NP EE P P E I E M E P P S somos.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N os esquemas S EM P N P I P S I E formação Emas E M há um E participam igualmente dos saberes da Iportância S na desafio de forN S E N N P I I P E S NP S S N I P I N complexidade do espírito e das ações humanas. E E S N E P E se tire uma SI técnicas ou NP NP solução Epara EM se deduzam (pós-positivista) e 2 .a daIN crise do EM a cognitivista NP M P I I I M E E S S S S E N P pensamento sobre as organizações. e oE pós-weberiano pouco cone seja parcial SI descontextualizada NP EM P P M I N M I E M S o fazerE do pesquisador N N face da distância entre E P M S I I mudar Io enfoque sobre as políticas e o PE tribuem para E S EE S P N E M M P N S P IN de formação de professores. aPE não o senso comum EM M I P E E S N culto.a crise N S N da Filosofia da Ação E N SI Os princípios derivados como unidades coerentes e pensantes. oriundos I S Resumo elaborado por M E P S E E tambémMocupa papel M de imIN NP NP EM Maria de EM das diversas ciências. N N N E compreender melhor quem PE I SI SI NP IN M PE I S N M S I S N E EE A contribuição dos diversos saberes. SI vai além M a incluEE atenção Epara EE SI EM P P Perrenoud chama nossa a tomada de consciência depende da construção M M E M N E N E P M EE SI competência SI da lucidez EM EM “saber analisar” são PE de umE“querer PE como uma de um e também anaIN profissional P M E EE S N N E N P P P I I I E S pois N de uma S cora. Isto E 1. na EEM prática é inventada pelos práticos. segundo o pesquisador.lisar”. PE IN M E N S SI N E I M P Mciência posS de que Ea O investigação nitivista nega a possibilidade SI PEdiscurso da EE para o autor. o EM EE tem convertido M EE SI NP EM E P P P I PE M M E E professor num produtor que faz o que manda o S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M mercado e não Gimeno Sacristán conversa com o leitorS nesS N a ciência. IN M EE NP SI Sde Eo M P M M Os professores se encontram em situações para nos alertar sobre estado das pesE SI se texto. M N trabalho. O M esteja enviesada EE formação NP IN M S I é objeto debate entre o moções sobre Pessa .Epessoais EE Diz o auP IN IN Esempre EEM EM SI estavam.tes EM grandes PE semM ter a pretensão sorado se S pauta em E duas INde investigação. 2 e 3) e sim o gosto SI NP 2002 (cap. M EE IN SI N S E I E P S P M M E N PE Sacristán apresenta umaSalternativa às corren.EEM IN EM E P M S N E P P I com sa se deduzir à técnica M da prática EE INa realidade EMprática dos IN IN pedagógica . M EE dos pesquisados. na SI lógica do S EE S N E IN e Evandro mercado quem manda não é a ciência P I M E S S E N M M M do consumidor. deE S E M S M E N PE em delo pós-positivista EE EE sestruturada. O traço cogPE SI NP EM os problemas. SI E S S E N P E M M E pelo neoliberaSI N guração das trazida M EE EE privatizações NP SI E NP I M P P I M S a) dadas M romde lismo. de educativos PE da filosofia NP P I P M SIço .Mprofessores P S I N E I M S N E ca. A prática não Spode ser inventada pela SI EE vulgar mas o senso Ecomum EM NP teoria. pode. expõe SI SI EM a EM PE M E SI E EM N E P P I os professores M E e da Sociologia da Ação. O segundo traP P M I E M M S N P E N E S E E concepção N SI SI dos sistemas trajetória ocidental.SIN pesquisas N sobre o profesM EE SI O estado NP atual das E P I I M S tendências: EM que dela E 1 . E aquele cujo IN sentido foi dado por filósofos. E e esta realidade P S S N E E P educativa nem tor que suspeita que a maior parte das investigaI N M P P S SI IN das investigações. EM técni. da vigilância. SãoEE Paulo: Cortez. M M mação que S S pois Nde qualquer mecanismo. A ria Sser mais coerente NP E M S E P I S S N E E S é uma práxis não é uma N percorresse a linha do E prática pedagógica P Ise SI NPsenso comum. (Orgs).

INP S M E P M que sejam EE E melhor remuneraE é preciso f) o saber fazer. Isso é com essa SI EM PE devemosSdar INsignifica que NP ção à profissionalização IN E I M S S N P S E bastanteNimportância aos motivos deficiência que precisamos contar. OEEprofessor PEPara concluir SI E de profesEM com a ciência. o pen. N P P I o que não P M I E S N N E S N P M E SI SI leva a deduzir: -se os professores não são bons SI IN M M EE pro. fazemos coisas sem da cultura do em Mprodutores Nrela.coisas IN que não queremos NP sistema. o que nos motivo.sional. INPmos que atuem. E P M M E E E só da razão.M M EE E P M N PE ciências dizem que M Os estudos EE M serem usados como reEM SI fazemos M E de várias cativo e da sociedade para N E E I E M E P E S E P E e. “o como”. dela. S é preciso que sejam cultos SI PE EE para ofereIN M P S EM N E fessor. EE N possa ajudá-los E E alguém SIque EM P P P P M E E E N E N N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI e) o pensamento N S P P3) o habitus.. é N M SI de integração entreMo I parte IN Ma ação. Os EEnão é toda S S E M E P P mundo das instituições e o mundoM das pessoas. M EE os pro. a pensar. b) ninguém pode dar S tem. porém de forma SIAtender às raízes culturais nas quais IN mas. M pessoas que sentem e querem. EE M EEfessores é P SI NP SI P NP E I P I M o queIN não uma N E N I S aquisição nos cursos de formação profisc) atuamos Sna práticaEM de acordoEE com EM I P S E S S E N P P M P imperfeita M pensamos. E EE nhecimento de formação.. M SI de açãoMdo proEM I PE fessorado. pensam. portanto. porque S NP conteúdos EM como eles N P N I P M der atuam e como queredo pensamento do professorado se deM M I I E S N S S M IN EE EEda qual provém EE SI ciência. M EE E S E E P Para educar é preciso que se Etenha um M N M N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E um projeto. S P P P vem a cultura-raiz não à M EE S N E N N P I I I M M E S N E por isso é maisS importante Spensar do M que assimilar EE EM SI NP M E E P I M E E P S N o autor resume suaM filosofia em pensa de acordo com aEEsua M P Nciência. P IN SI cultura e P N E E relação à investigação sobre a formação não de acordo I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E sores em três pontos: E S S N P E I M S EM M IN pensar através M ela pode EE da ciência. uma ideologia. como forma não explica a ação. I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP uma formaEE de comportamento cultural. EM PE EM I P I E M S E E S N S dos professores E E N I P P saber os motivos. IN é preciso EE M P E E N S E N P I P P N M E S coM N SI professores N N a reflexão dos SI adequadas EE SI SI EE SI de ajudar NP P I P M S vontade e não 2) educação do sentimento e da locando alguém capaz N M esse processo EE de realizar M junto SIN M SI E EM a eles. NP Md) pode-se E S I E PE P M E E M S M E P E E PE criar formas 1) racionalismo moderado. servir para pensar portanto. não deriva do cofissionais S N M E E P P I M M M E E P S N N mais considerados.SIN IN M M S E P S E E se nutrem importante Esamento não M é muito EM Os fessores IN para entenPE é a mesma coisa que a ciência. M mais importante P N não só SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI Anotações EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 109 . PE E EEatuam. isto quer dizer que a forma de ser dos procer cultura. dosSIe se o EE adquirido PE SI IN eles não podem darM NP EM no processo P P PE I S N E N o proE M P culturalSIda qual provém IN deve à matriz masSse que não têm. mas professores são N EM EM EE PE é PE IN I M E E E P S S N N E E em educação do que a ciência.

S SIuma avaliação NP a distância M liação”.considera N E P P E I N M P em relação N E ao alvoSIvisaPE IN compreender tan. A “formatividade” seu to. SI EM A norma. avaliação N de referência SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N Charles SIHadji. SI EM o próprio possa EM Avaliações P o aluno M M E SI paz de Eorientar SI E P E IN M E E S P M N E P formativa e cumulativa: situar Psuas dificuldades. situando-o em relação a um alvo. Pde IN M E N S SI N E I M da ação. No tem como EE nem subjugante P IN apresentar SI SI Este resumo IN M I S N M S I S N E relevantes EE I S social. NP mais corrente. SIN S N S E P portamento.PEE dade Mde avaliação. Parece-nos certo que a percepção cordo que oprimi-lo com recriminações. Formativa construir saberes e competências que a “freqüênSI principal é SI PE NP P I P M SI N S E N IN contribuir para regulação da atividade de cia” às disciplinas escolares apela SI SI EM EM uma boa S PE e cuja construM E SI E EM N E P P I M ensino. O que M P I I M E S E S S N P EE PE SI no/aprendizagem. a partir das M E P S E M IN o NP NPdo próprioPE EM um grupo. como tal denS P E P P M M E N N M N EE é normativa. finalmente possível passar à ação? M PE I M E E S IN que se EE PE M NP tecnicamente. Avalia. seja pela SIN PE M EE que seráEadaptado SI NP N P I I M S S que aEE EM orientação dos aprendizes para subsistemas de for1ª parte: COMPREENDER EM PE IN M E E S N E P P P I adaptados M E S mação mais a seus conhecimentos avaliação formativa não passa NP N EM e N E N M P I I I I M E E E S S S S N P EE uma “utopia promissora” PE SI NP EM competências. Eerro PE Assim. aosSaprendizes.IN M seria uma MinS1. pelo aluno. porque E sua função E N formação. a priori to M a situação do EE seu dePE aluno quanto de “medir” S E P IN N M M M N PE SI va uma em objetivos claramen-EM sempenho. preI I N E I S N S S P N I E P S I M S E S Eferramentas reta. fornecer-lhe EE EE EEindicações EM avaliação SI esclarecedoEE centradaM P N P P I E P Nras. uma norma é um modelo de comportamento os aspectos de cada parte. parece legítimo avaliação depenEM EM esperar P IN do ato de M E E N S E N M P SI de da significação essencial doSIato de ensinar.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI E NP I S SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M M M M EE E P M EE E EE N E P P P I E N N referência de criteriada:Stoda avaliação N M M SI socialmenSI SI NP anunciada e executada EM Porto Alegre: I EE EE M E Artmed. ocorre depois S SI EM PE A avaliação EE IN EM E P M S N E PE P I ção tem a função A questão da avaliação é multidimensional. SI EE uma instituição EM tro de M SI M em si.EE EE ção de permitir um ajuste de uma EM aprendiz/proSI EE SI P N P I E M M P N S P IN grama de estudos (seja pela Imodificação do pro. EM AVALIAÇÃO DESMISTIFICADA EM M EE P N SI E NP I S 110 . N PE umaSIdimensão prognosbuir para a construção desEpara M EE EE tiva. é mais formatiM do. mais M S N P N E I PE te definidos. A avaliação N damentação EM EM SI normativa PE teórico-metodológica. M EE autônoma IN SI N S E E S P M M E N grama. NP EE P P E I E E P P S finalidade N E sentido N P não Pé nemNliberadora. um modo de proceder S em EM P I M E M E N S N P EM EE SI EE PE de “aprendizagem EM a distância em relação aos outros antes A idéia assistida por SI ava. O que é ensinar senão ajudar os alunos a N P P M I E N M M I E S N P E N E S .avaliação prognóstica M diagnóstica) tem a funE E formaçãoSItanto para (ou o N E P P M N M M SI é a existência N N no. A E M se as aquiP N de verificar S cumulativa M N E I E N I I N E M S E P S S N E aprendizagens sições visadas feitas. EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P I E M Avaliação formativa comoSutopia promissoN IN NP EM M SI PE EE I S E E P S N M informativa. A avaliação situa-se no centro da ação de EEM aprender. Toda avaliação tem uma dimensão cumulação permite? A avaliação tem o objetivo de contriE M E S E N N E P P M M E EM o êxitoIN SI SI ter. IN M E M E S SI N E E P P opõe-se à Pavaliação : designa-se por M E SI EM EM Ecriteriada IN PE IN M E E E S S N E P N P P I essa expressão umaN avaliação que Da utopia M comS SI à realidade: seriaIN EM PE aprecia um I M EE Ou. S S N N EE para que NP SI prognóstica. É dita tos desenvolvidos bem comoEEM comportamento NP PE I N E I M N S SI P N S SI para justificar N os indivíduos avaliação cuja ambição é situar uns EEM as articulações estabelecidas sua funSI EE NP EM I I P M E S S E P P N em relação aos outros. E N de considerar capaz de I M S N I E P S E M S SI PE IN . do alvo parar aPoperacionalização das do êxiIN IN visado é uma das condiM E S S E N P apenas E M não reside na M M êxito. tam progredir. mais ser SI do que EM P um termô-M ções deEE IN M EE EEresignar a S N E P P P I PE M M E forma externa da Eatividade de avaliação. autor. a) Torna-se ra: É uma avaliação forAvaliação P E normativa. para expressupõe SI a serviço Pdas EE avaliação IN pela formação foram SI NP EM P S I N M E I M S N de formação no final. EM palavras valorizado por No sentido estatístico.PEE metro (instrumento) do fracasso. N P NP P I P M EE N saberes e competências S N E N I tica no sentido de conduzir a um melhor ajuste ensises pelos alunos. o S E S M E E N EM E P professor como para Po alu. umaSavaliação que N N N M P I I I E EE E consagre S S à regulação S N NcaP P I E I M se das aprendizagens.EM P 2. Deveria S do ensino. considerando os conceiI M I E S M E E S E S E N E M normativa uma P E SI ou explicitados PE por ele. também. Poder-se-ia pensar que. O que está em jogo PE recíproco SI ativi. 2001 te organizada. analisá-las e descobrir ou N M M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E operacionalizar os procedimentos que lhe permiP E I N M P P I P S E S fonte de IN A avaliação precede a ação deINformação. o princípio de que tornar-se auxiliar do EE pedir ou não o “certificado” P S avaliar deve M SI EE EM P M IN EE P E E S 3.

a idéia E M E E N E E SI NP EM Avaliação NP formativa PE ideNPque se inscreve PE é um ato emEM um M corresponde M ao modelo I E SI de avaliação N E E SI S N P M E é E E SI N processoSIgeral de comunicação/ P P P negociação. que N P I S M N S EM N SI EE imaginar EM ção. EE to. Sancionado no INmúl. flexibilidade I M M E E N S E I M E P M E M avaliado e o exercício S E de adaptação. O professor seria S dos efeitos re. provocando o aumento da EEto EE EE de avaliação. M P NP SI P NP E I P I Mse traduzIN será preciso N E S M N I S construir. por parte do professor. afetivo. a) A maneira de deixar I P EAs N P P I S M N E N S N I N E M P I como trocas I SI S E práticas avaliativas apresentam-se de de lado as representações inadequadas é voltarE S S N P E I M S EM M questões IN no decorrer das quais se se para o saber sem esperar Mda difusão EE milagres NP e de respostas. social) das M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E também aprendizagens”. uma NP negociação entre SI M EM EE Os obstáculos à emergência P I M E E P S sobre um M N avaliado. c) forSI de uma IN PE EE avaliação M P S EM N E ção.EEM SI uma medida. SI IN PE P IN E E M S M E N S E Pmudam se estiverem em siI avaliação P P também desempenhos Resumindo. de maneira a relacionar coerentemente o objemativa implica. daquele queSaprende. S a formativa não EE EE é nem SIN N N I P P I N M M S social (declara-se M S comparação N E SI modelo de tuação de que umEM modelo científico.S SIde uma prática N Econdições EM SI N P I I M E E S S N P P EE deve interpretar a situação de avaliação para imacadaMa serviço das SI M aprendizagens.oSerro IN M M EE S M E P P segundo.obtidas SI S M E N E P P E I M E E P liação deste. NãoM é mais do que uma utopia N EE EE SI NP EM E SI EM“os desempenhos PproP M E E E SIpromissora. A N E M P SI do objetoSIN pende especificação da avaliaprios erros.M formativa informa os dois principais atores do proN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E cesso. dos professores. atenuando os efeitos mais to educativo o desenvolM N I N E P E I P I E M S S N PE PE IN M PE vimento EE visíveis da incerteza da correção. desse saber. al de uma avaliação. os IN o conhecimento dasS notas anteriormente EE M razão pela qual todos S S E P P M M pelo produtor do M trabalho influencia a avade redução de divergências das N PE IN EM EE EE procedimentos EM no. N NP e vontade ParaSIisso.M M EE E P M N PE não passa de procedimentos M EE M EM SI E a) a maior parte mativa na medida em que se inscreve em um projeN E E M I E M E P S E P P o de favorecer EE M M específico. EEM IN IN M E E S S M NP E E P E E intenção provável daquele que oEM ginar Ea interroga.M postos em P jogo pela Eavaliação dependem I N obstáculo NP P da própria EE não ouIN SI NP prova de SavaliaEE das condições I P S SI sociais guiça. tas revelam-se pouco eficazes: P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 111 . Dessa mações coletadas. EEdos saberes M M SI E EM a EVF S E P M M E E E pode ser difícil distinguir os momentos de aprenditrabalho de interpretação das inforEE N E E implica S EM P P I P P M E E E N E N N P P N zagem de avaliação. EM NP P IN P P SI A avaliação I E M E N S E P N E N I P P E to social A prova S SI SI pela notação. N E de moderação estatística. o objeto variabilidade didática. M necessários. M N SI b) os corem que b) Uma MavaliaçãoPEE NPprocedimentos a prioriSI(acordo entre E ela é formativa. N IN P I N M M I S S N E E S SI EM PE PE P M M M E N N E E A avaliação é sempre pela E consiA Eimpossível M M IN EE influenciada M E SI reforma Ido SI E NP instrumento-avaE S P P P M E S a avaliação N a priori: N N tão ob-PE deração liador: insistir em tornar PE EEde informações SI SI é inútilM NP N SI N P M I I M I S a) jetiva quantoEE uma medida. ou o medo. uma EE troca. E I M E M E S E E P retores.IN S M E P M dificuldades EE E E mar consciência das que IN encontra. E P M M E P E N N P M EE situação de E anonimato ou e seus M SI EM de visibilidade. por articulação de inforSI N IN M uma melhor EE IN M M SI S E P S E E M mações e a ação remediadora. Sintetizando. da qual esperar muito. S M E E P P M M M E E P S os próN E EE de. M PE IN M NP 2. O aluno fessores no sentido avaliativa colo. umPavaliador e Ium objeto partiE E M P de uma EavaN S E EMprimeira S P EE IN SI liação formativa: M N E E cular e em um ambiente social dado”(Weiss).SIc) O terceiro M é a pre. EM Conclui-se: cognitivos não capaz de orientar o trabalho dos N E P P P I IN E E S N N S N P P I independentes M EE são das sociais”. nem um EE todos SIN EE SI ação direP PE P M E M N têm o mesmo nível ou diferentes). constituído SI para superar EE SI SI EE que diz respeito SI NP P I P M S Para o aluno pela pobreza atual pois INtões e sobre N o que o professor espera. I EE M P E E N S E N P I P P N M E das quesS M N SI N o sentido N um segundo obstáculo no ao aluno. tamente operatório. masS confrontar S M em um SI M IN NP E I M E M S E S E E A percepção que o examinador tem do deprocesso de negociação: E P M M M E N PE NP EE sempenho EE EE não é M é igualmente dependente do contex. O ato de formação EM E I P E S E E S S E N P P M P entre a coleta M de avaliação.cazes N de uma P trata da operacionalização P I informado P M quandoIse I E S N N E S N P M S se podiaIN SI ais de seu tabela. SI “a princípio”. SI PE IN IN I E E S S N S P P é permitido no primeiro ferir-se a um M quadro teórico que dê conta dos SI caso. M E S I E PE P M E E M S M E para o saber E P N voltar-se E Eb) Necessário P instaura um certo número de mal-entendidos sobre. EM EMe os momentos SI poder “reNP forma. Os alunos têm comportamentos diferentes emPE sam SI EM remediações. A partir do momento SI S N N E P I N I E M S S informa. COMPREENDER E EE P NP S N I M P P I Seu desempenho depende dessa interpretação. O aluno poderá SI PE M M trabalho pedagógico. Os processos psicossociais complexos tiplos aspectos (cognitivo. tabela comum) também não são muito efi. a progressão para tornando-se capaz e corrigir EE PE a objetividade IN SI NP de reconhecer EM P P PE I S M N E S Função “corretiva”. no ato da avaliação. Exige. I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E “uma interação. que avaliar não SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S N é medir.SIN Assim.

alémMda “espessura” e da EE rentemente mais rigorosas e objetivas. fraco) influencia a correção. Pc) são mais conheSI aqueles que SI EM M E SI E EM vista. M S S E que essencialmente EMa) a construção PE baseadoM o objeto avaliado. Exige: daquilo na intuiçãoEE do IN E E S N E P P referente. de Eum NP por meio muito ou de uma careta. deve-se S S P N E P S I S relacionar um referido S diEM IN em pode assumir a forma de um discurso(é bom.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S é uma leitura que implica consb) o conhecimento do estatuto escolar S do alu. SIé um ato de entre uma EM N PEcom referência IN IN situação desvelem M EE S N S E P M PE I expectativas. ou seja.M E P P I PE M E E do referido esta de acordo com o ideal que S N N N E E P M P SI SI SI no referente. escolhendo as expectativas e no contexto escolar E dar-lhes Ssentido N PE EE IN EM priori.EE P M E M IN SI N P E N E S I E I E E N S S das expectativas.avaliação) E P M SI N E P E M P N tariamente para Edeterminada próprio ao aluno. EE específico P N P P I E M P N P PE IN consiste INque essa atribuição de Svalor àIN N um julgamento produção de de valor. É sempre o resulE P P M M E N N M N EEde elaboração. SI IN EM e social M avaliação. SI PE IN M E M E S SI N E E P P M M M rísticos da realidade (éEpreciso que os indicadores SI PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M às mas A avaliação S o próprio Iobjeto). PE feitoPà Um indicador não indica nadaM dinâmica de negociações: IN de comunicaSI SI NP IN I S N M S E I S N E I S que não esteja relacionado a um critério.SIN A avaliação E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M trução de no (nível forte. Eexpressa PE é possível IN IN EM S E P EM S S N EE E P adequação ou não com saber. lho EE que levaEM EE ele vale.erência critérios/indicadores I reNP N um processo E E ve-se em P I M que importa.Mos resultados P S I N E I M S N ação tem sua origem.Sque SI a) o indicador NP EM I EE EE M E S P bastaria apanhar. Avaliar S E P M IN N M M M N PE SI dizer o que EE consiste em a avaliação). ba. que constitui o referente da EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E N PE avaliação: é de não-indiferença com 1ª Ma avaliaçãoS é um ato sincrético SIN EE hipótese: SI NPuma relação E N P I I M avaliador. ele é PE IN e um referente para M E S S E N M M E SI bom). através deles.EEM IN EM critério define E P M S N E P P I esperar legitimamente do objeto avaliado.M EE umPimperativo de d) o referente o professor EE como seSIN EE verdade Sda intuição. N E NP P I P M N S Mde um “sexto operação de avaliação deve a partir sesse in. SI EE EM tado de SI um trabalho AvaliaçãoSIescolar traduz arranjos M EM de construção. NP EE em uma P P E I E M E P P S é um ato N N EEluz dos critérios. Nisso de negociação didática. S S avaN reduzido” do objeto SI um “modelo EE EE SI EM à origem EM P P liado. na imprecisão e no conta E desse paradoxal valor prognóstico das P apre. EM SI dar uma nota. em S E N I S dícios ou de (pelo termo função do que se sabe.PE IN sentido” que lhe permitisse IN M EE ser construído SI E S S E N P E M M plural IN E SI de um sistema selecionantegrar difusas Msincrética da EE (dimensão EE NP informações S de expectativas. SI legitimidade.EEM EE SI institucional.EEM avaliação escolar precisa para progredir N E I I P M E S S E P P N seando-se nos sinais (indicadores) mais caracteé de um “contrato N ça e objetividade) EM EM social”. prevêem M EE IN o êxito escolar EM IN IN NP E M S E P I S S N E E S como caráter vago do objeto de E percebemos P IN cifrados fornecidos pelas SI NP provas apaEM avali. c) Sendo o referido – aquilo a partir S real e expectativas referentes a essa situação: é M E E S N E I E NP EM se poderá fazer o julgamento Sde do E que valor – influenciada específiPE M EM M NP por expectativas SIuma leitura M N E I E M P I E EE S E P E S assim construído por meio de levantamento de incas referentes à produção de um produtor particuN E P P E I N M I P S N E referido= PE IconIN NPindicadores M lar. I E S M E E S E S N E M PE O que a EM side a objetividade Eesperar SI PE NP NP que de um julgociação e comunicação andam juntas. inscreM E PE S E P M M N E M Ne. M IN SI imediato. Ele deve dizer o valor. Como S SI EE EM dar M NP E P M I E P E E S N opacidade do M “objeto” avaliado. b) o que ção melhor do que S global. PE se pode I N E E I N S SI P N I P S (mais justiI EM M S N S E gamento de avaliação. cem os seus alunos. que será o referente da avaliação: c) a posse de informações referentes M M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE PE socioeconômica do produtor do trabalho também IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S é um dado N N S jamais M influenciaS a correção. SI N E E P I M E E S P M N E P P não é uma operação tos. háM N E P P I E implica bem mais do que objetividade ou verdade. abaixando-se. M zer em que EM sorriso… EM EE EE medida a realidadePapreendida SI NP EM trans. N E SI NP NP EM como um conEM foi designado Nseu M P I I I I M E E E S S S S E P IN professores. Ela a IN 3-E COMPREENDER que E M M SI científica. A leitura se faz graciações P “subjetivas” dos professores. sobre ele. responder a três questões E I N M P P I P S E S IN N N M Spertinentes: Deve-se abandonar EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E A avaliação é uma por à objetividade S N leituraEorientada P M N uma EM toda pretensão EE M SI um sistema NP grade que expressa P SI IN E de expectativas E Quantitativa? EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M julgadas legítimas. Desse ponto de uma M E S E N N E P P M I M M E SI de cada N PEdispu. baseados junto Os M julgamentos Sdos PE um sistema de exNP EM PEde critérios especificando IN em E N S SI N E I M P M julga poder S pectativas. ou do que se descoM S N I E P S E M S SI PE IN M junto de informação que foi possível EE um trabaPE produzir para bre.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 112 . progressivamente. SI PE E IN S E E P S N M são aqueles que mais P E b) os professores N SI conhe. b) é a coção em um contexto social de negociação. NP P I P M SIcaráter vago N S N N M EE o ato de Eavaliar SI a) os professores ças aos critérios. o ato de avaliação. E NP I M P P I M S S a considerar do. PE PE IN EE Resumindo: IN é parece Mjulgamento de avaliação todo S P S N E N M N SI SI PE equivocidade M M Existe uma dos veredi. M observar EE I SI Mas. Cada o queEse impressões cotidianas e que SI PE EE traduzem uma intui.

A regulação externa fras. imagem intuitiva EE SI NP M EM EE P I M E E P S de Pêxito ou de IN fracasso relacionam-se a critérios E M N EE S EM sua exteriNP que temPmais EM é um EE Iato SI N E E caracterizados por sua pluralidade e por 2ª hipótese: avaliação I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I do que descrever SI S E oridade em relação aos dados simplesmente obsera função de explicar E S S N P E I M S é proEM M váveis. EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E E M P IN recusar-se aSIjulgar? SIN d) se as Savaliações qualitativas SDEVE-SE PE EE dos professoIN M P S EM N E res revelam-se maisEM confiáveis IN do que as S avaliaI M E E M E P M pareceEE E M Recusar o julgamento S E N NP ções quantitativas EE M P excessivo: SI a) o NPdos especialistas. N E EM que PE P P I P M E E E S N N P P N IN EE permitam EM EM ao aluno SI excessivo NP de cau. Com avaliação formadora. EE é um ato E S E E P a que objetivo e a que valor elas remetem. N M E objetivo implica valorização da ação. éMporque a PEE SI P NP E I I N E S M N I S ato avaliativo situa-se em um contexto de valorizaavaliação é um procedimento interativo e social. Desse EE Msistema escolar. Contentar-se IN PE com indicadores EM P IN E E M S M E N S P um auxiliar da ação pedaE tives. Avaliar I M a auto-reguM I E M E E S S E N E S E P P P M E E criSI dessa cadeia”. M lor.lhe dá sentido SI M aumento de valor. do N M E E P P I M M M E E P S N N E EE escolar. M o que obscurece o essencial Ie SI NPnão sa: IN M M o sentidoMdas constatações EE S S E P P objetivo valorizado. P S N M P P I É a preocupação de facilitar as aprendizagens que significa dizer pronunciar-se SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N sobre um S M nome de uma ex. IN chamada EO EE uma prática EE assim a uma EMé orSI S M EM N E P P E I M E E P do que uma de avaliação. para o avaliador. EE SI EE SI P PE P M E M N E res é ensinar. em IN e coerência: NP E I M E M S E S E E pectativa que só se legitima na medida em que ocorE P M M M E N PE M NP um aspecto EE EE EE do real M Concluiremos: re sobre SIque pode ser EM NP “lido” atraP IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P vés de um valor. não soS N P P I P M I S N N S N EEa avaliação SI incerta. de suas prómais possibilita extrair M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de funcionamento intelectual. Ela não é exclusiva e não ganizar-se para dizer se o fato aproxima-se do vaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 113 . freqüentemente implíciSI à SI NP EM PE uma recusa NP tativasSIsociais E I M S N P S E quantificação. c) a avaliação Os proN P M M M M N SI PE PE IN EE EE EE SI Nas EM Assim como a ausência deEindicadores cifrados torfessores correlacionam características. mação de que INde realização e dos critérios EE M é qualitativa equivale EE a avaliação S E P P M M b) há nisso pedagógica bem mais N M essencial PE à ordem.vel. b) obtidos INque explica IN conteúdo S EE SI alunos. das ci. assim EM pontoIN SI é um M E de cem o funcionamento do E E E M E P E S E P M valores em nome dos M E erro exigências escolares formais. virão coincidir M EE S N E N N P I I I M M E todo sentimento S S que tinham S feito.SIN P é apenas Avaliação estancar a reflexão PE como se EE Eela SI prévia e agir N N I P P I N M M M S importanteSpara os professores-avaliadoN N E SI gógica.diluir esse saber Sem um número I E E S S N S P conhecimento das expectativas legítimas. N N aSapropriação siste a continuidade A afir-PE lação. contenN E N M M E SI SI embriaguez EM Púnico EM M fornecer as informações M com um EE EE E judicial. E encontra-se Pde nunciar-se sobre uma situação Con-PEE diante IN M P E E N S E N I P P N M E julgar. o Iesquecimento SI mente escolares. com Eresultados M Eescolares às suas representações E N E E P I P P M E N PE Mse a arbitrariedade do imposto. 3ª hipótese: avaliar é fazer agir a descontiN E P P P I IN E E S N N S N P P I EE tudo se reordena em torno do aprennuidade dos valores. O se E sido M feita. M SI úteis…M EM IN PE se sabe Mde correlação.M SI EM M IN IN M E E E S S M NP E E P Msistema. Ee tando-se indicador.IN IN do ato de avaliação aPespecificidade M EE M E S E PE P M E E M S M E dois riscos E O avaliador P E real observada. M feitas. A M À ar. e) EM N E I P I E S E E S S E N P P ajustar os ção. na medida que todo diversas avaliações formais. EM que os resultados EM S N I M I EE E E S com a IN há avaliação S P P P há julgamento .S SI não a continuidade N EM da atividade EM SI N P I I M E E S S N P cede lugar P à auto-regulaEE diz.SI Pconhecimento IN julgar com IN 2º . Sempre S E EMprivilegiando NP NP encerra EM E P NP I se ganhará em uma “cadeia quantitativa”. Nos dois casos existeIN um terceiro risco que M prias modalidades P SI SI NP PE EE (ou de se IN S um critério NP EE I P S SI éo de tomar um indicador por N P I S M M N S N SI senão indicaEE EE DEVE-SE… continuar a avaliar?EEM satisfazer com que não são SI EM critérios P P M M E P E N N P EE equivale a M SI EM SI dores). e IN S M que não SI N N clui-se SI simétricos: EE é possível So SI avaliar sem EE SI NP P I P M S problema do avaliador é não se deixar levar por uma 1º reduzir a realidade e seu sentido.M M EE E P M N PE vista. ajudar os alunos em IN a progredirem EE SI NP EM EM Sa EM PE P M E E E SI EM suas aprendizagens. As cifras podem ser quando tas”.So NP nas Pefeito. as expecMcomo “asEE N IN recusar-se a enunciar NP Eos PE I P I E M S E S N S E E N P acarreta quais ele decide. de sua situação. facilitando IN Pdos EE SI “quebrar M NPpelo aluno N SI N P M I I M I S S S térios de êxito. Medir consiste produzir um “desS N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M a) o interesse da avaliação formadora é inegáque se apreende e E realidade E E critivo organizado” da M con.IN P M os têm a possibilidade de SIescola já toma partido ao impor dados! IN M professores EE IN M M S S E P S E E Mdos bitrariedade do ato de imposição acrescenta-se. ção. Isso IN não dominantes. do de indicadores. dos critérios mas também comportamentais EM e na NP SI P M M E S Psistema SIN Mcom as expectativas EE EM EE torna-a impossível… sociais dos alunos. E M PE EEa auto-avaliação torna-se chave do PE IN M NP AvaliarIN EE EE o valor.

M seja integrar-se o ato S E 2ª recusar limitar-se a uma única maneira de P IN N M M I M N PEe agir.tornar EE SI N E IN P I M E S S 4ª desconfiar dos entusiasmos e dos abusos E N I parte: AGIR M M M S NP metodológico 2ª – Guia EM PE M EE M de poder. AGIR de E SI E E P E IN M E E S P M N E P P pontos de vista: SI Dos M maneira adequada N M EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S S IN N EE N M SA da . com1. de NP dição de não cometer o erro que parece ser PEdesconfiar I N E E I N S SI P N I P S I os valores EM quais EM M que basta observar o S N S E ditar real para avaliar. O I P I M S N S N IN exercício de avaliação: M EEnão deviaEM SI compreendemos que o professor autoliS dispositivo é constituído pelo SI E P M M SI PE devia o problema PEa resolver. EEdados quantificáveis. sobretudo com intenção formativa. quando ocorrerá. fixando as regras do jogo. E N I S avaliação com S N I E P res do processo de aprendizagem. EE EE SI N E P P P I PE M M EE E para tornar a avaliação mais S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M formativa S S N N EE NP SI desencadeando SI EM M P M M E SI 4. o EM em atividade. organizar de modo pertinente da deontologia do trabalho do avaliador .S S para umaM NP M sencial. de N NP E E S P I I M M E S S na consideração N PE levar por M M M EEuma embriaguez de xar judiciária.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E os exercícios. S E M S SI PE IN M EE PE em processo pedagógico. I P b) Levantar a questão do dispositivo não P M N M M S E PE SI da construção IN EE do problema IN da prática avaliativa EE NP 2. dissertação S E N N E P P I M M E SI N N PE EE preocupação ter Pa “correta” e SpertinenteM pertinentemente EE EE Como escolher SI esses exercícios? SI de falar N NP P I P M EE N S N E N I M P mente. desvincular.SIN EEos alunos. NP por meioPE te privilegiado (escrita M I EE nos EM P E E S N deEum aumento de sua “variabilidade didática”. É preciso M SI SI SI NP EM I EE ção escolar pode se EE M E S P 4.SI EE se trata de IN S E E P S N M P E coerente o exercício de avaliação ao objeto avaliatro regras: N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 114 . deva S N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I imperativamente tornar-se informativa. meter que e desenvolver M Interroga-se como apreciar os co. E P P M M E N N M E IN intenções. S N P N E I P I N autonomia. SI N NP EEmbora E P I P I M EE E E S S N E P N P P I M a avaliação. privilegiando a avaliação em segunda ou até I I Uma maneira de fazê-lo é buscar um banco de insM E S E S S N EE PE SI EM EM pessoa. de enunciar em nome dos N E I P E S SI EM PE M M ao referido. Ea M práticas estereotipadas. M E E N N M P EE SI A escolha SIda avaliação 3. de não S EE EE SIobserváveis. das observações a fim fato IN dessaNativiPE EEde tornar Pa E EE S N N E P P I I I E S S N N N avaliação mais informativa. EM EM P P gar em um mar de ampliando. na P SI escolar EEM a) para INo profissional EE possível.SI EM de jamais NP e em coerência EE P P E I E M E P P S Ainda que N N E PE o ensinou). EE tem o dever SI Erelação EM compreendemos (em às S suas com que M se pro. INnão se deiuma maior no que tange se tomava decisões (transparência). pelaEM designação do M EE IN sub. NP E M S E P I S S N E E S feitas P sobre os diagnósticos E elaboraM tipo de atuação conta. Idas EM dos exercícios NP condições técnicas é oP último momento EE IN EM .EM perar dos Edo SI Pque NPalunos. EMtempo que lhe será EEM julgar com S conhecimento avaliação.PEE SI e pela explicitação provas. E e identificar E avaliação P I M é possível. a análise das tarefas é um M M E M N E N E E P M M SI é a totalidade SI importante. IN IN fundamentar as concedido.po para refletir I esNP N senão qualitativa. N S I E S M M E S N PE do ensino. dasPE S S modalidades . SINP em primeira P trumentos. saber como o processo de S avaliaM dade. M E N S SI N E I P M de causa. PE SI os dispositivos SI 3ª . a cial”. com o que julgava poder I E S M E E S E S N E M E consiste PEem acre. sua criatividade que M mitar M EE e sua imaginação. E M E S poderia por um termo do. do Psocial. entreatividade de avaliação.. P N afasta do referente. I S N M E I S N E I S seja medir. dos Pobjetivos EM prática avaliativa questão do dispositivo: SI E M SI M E E N E E P I M P E E preendemos deva privilegiar S que seIN P M a auto-regulaN EE M S medida do NP ção. e que não haja.ter sempre E P P E I o objetivo de esclarecer os atoN realidade às expectativas. o suporE remediações IN que será levado em SI NP P S I N M E I M S N E dos. M necessário S N S SI em sua M P N transparentes. de despender temM E PE S E P M M N E M a con. Eo SI sua situação PE IN EM EE P M S N E P I tornando-se o professore as tarefas que o oP S M capaz de EE IN aluno deverá EM realizar. nunciar de construir um “contrato so-M IN avaliarSnão SI SI que a pesquisa NP IN PE levianamente. avaliar S EE sigSI P N P I E M M P N S P aos quais IN nifica escolher exercícios. S práticaEM M SI EE ou fala) etc. buscar evidente. de especificar o sisN de explicitar S E N N na busca de práticas pedagóE I P I I P E S NP S S N I P I N M M tema de Sexpectativas se afogicas sensatas e eficazes. em última hipótese. ela só exisCondições do professor para avaliar: M E E S N E M SI PE pronunciar M NP de N se adePE M M sobre a EE SIte com a Pcondição M N EE I E M P I E EE S E E S o esquação Ida Embora N 1ª . diversificar sua pedagógica. Eobjetividade. comE P S M S N E P E M P maneiraEM de um processo N preendemos que de SI resumir em que poderíamos IN M relacionar PE qua. o tema daEE IN M etc. c) no que diz respeito à S I N e os critérios. P de maneira IN nhecimentos: avaliação oral ou escrita? M E E E S N E E consiste SI de avaliação NP NPem determinar EM NP tanto dos realização quanto EM aproprie-se NP critérios Ede um dispositivo M P I I I I M E E S S S S N P EE dos P critérios de êxito… e esteja em condições de PE Trata-seSIde dizer sobre o queIN será a NP EM condições. EMo campoM PE PE mas não tanto. EE avaliação S de não deixa P de EE EE permanecer SI autônomo EE P N EM P I E M P E Nnecessário. SI se espera NP construir E N P I I M E S que o aluno EM Construir E EM percebaS o “alvo” visado. M P E PE IN IN intenção formati. va.

S SI leta de dados. M M S M S cuja pluralidade N E SI observação corresponda àquela EE das SIN EE SI dependeEM e) a escolha P PE do que será observado P M E M N dimensões da tarefa. as M EE NP levar a Saceitar. NP isso. NP E P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 115 . trabalho individual ouEgrupo EM etc. M E dições internas (eEao NP tê-lo treinado para SI M poderão encontrar sua validade ou sua EM pertinência. IN SI NP exercícios de avaliação ao S objeto avaliado. eEperder seu sentido naPEE IN M P E N S E N I P seguido no plano pedagógico. EM EM M PE I IN atividadeNdesenvolvida M E E E material da S S M E E P M é sempre Todo o problema é enconPE SI Eque EE NP PE IN inferida. Cabe S P P P conduzir a análise das conI M EE S N E N N P Somente no âmbito de tal conduta os exercícios I I I M M E S S S N E professor. SI NP EM conteúM perspectiva didática (dos IN M EM em uma ferente. EM E EM cada PE P P I P M E E E de atividades ou atividades observáS N E N N P P quatro SIN vez mais SI ou competências EM NP EM complexas SI Nde PE por meio IN . uma fundaEM PE EE linha de IN tarefa N SI N EE da aprendiE Existe um risco do ponto de vista I P S EM P P I S M N E N mental I(critério de Irealização da construção do deS N N E M P I sobre as SI S E zagem e da avaliação: uma fixação tareE S S N P E I Mcomportamentos queM sencadeador) é determinar os S tareEM IN fas poderia como evidente. PEuma tarefa EE IN NP complexa S EE I P S SI A avaliação de deverá N P I S M M N de modo S conduta pode ser realizada N M SI EE d) essa EM determi-PEE atentar para a definição de seus objetivos. E N S P I M M S PE IN M EE EM EE c) os critérios de êxito fixam limiares de aceiS N M E E P P I M M M E E P S N E E operações EE que SIN tabilidade resultados P das EE para osEM IN SI NP P P PE I S M N E N S N E M P critérios de SI realização. E E S S M NP E E P E M M EE PE IN dos M NP do ensino EE EE a avaliar). M E EM E E E cada vez mais pertinentes e rumo a tarefas Ncapacidades. AGIR observando/interpretando SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N de maneira pertinente S M SI Mtarefa. EE P I M E E P S N fazer E M P M N PE tal análise!). enfim. IN observação. PE PE com visEE E um trabalho M OEexame dasM dificuldadesPE e dos limites SI EMineren.escolher. P NP aos objetos S N I M P P I 5.S P I I M E E postas operatórias à questão da S S N P EE der à “competência Igeral”.tes IN EE constitutivas. I M M I E M E E S N E S E P P torno de S tura. mas P pode ser EE de critérios claramente identifiM como lugar SI EM SI na baseIN IN PE de trabalho EM de realização P E E M S M de E N S de um grupo P P IN cáveis e explicitados. determinação de espaços de PE EE EE SI N S N I P P I N trocas. a revelar requeE E S SI competência N S P P características: pluralidade M SIdas habilidades requeIN IN ridas. São esses comporP N M escolar E de uma taS M N SI N N rotina SI tamentosSIque EE SI SI e não passar EE da atividade NP determinam os “espaços de observaP I P M N Há a necessidade deS buscar tarefas E M tipos SINrefa formal. eventualmente.determinar as E questões que devem ser M I E M P S E P P EE M M por meio N E tos das tarefas.EEM Malmejados. SI quer sejamPE designados como grandes EM EM ção”. N P M M M E os P espaços de N SI PE invarian. M M EE S S M E P P ridas.EEM N P IN P S I E tas a um produto final que constitui um objeto que N S E P N E N I P I E tes N àPtarefa de observar vai S permitir que S SI NcompreenIN P I M M tem sua própria consistência. procedimentos fixos e característicos. A fiPE PE a) o N essencial é situar-se em um procedimento EE EEdeverá esclarecer S NP EM da tarefa P N I P M cha as condições exM M I I E S que vaiSdas intenções N M IN ao aluno S EE EE (objetivos) EE aos instrumentos. Essa produção será o resultado E P penho jamaisEé um indicador claro da competência. Por que podem ser após a avaliação.) SIN IN M IN M reter que: dores. multidimensionalidade.Nem quatro dimensões fundamentais: P M E E SI N N PE EE SI SI a) o alvoM NP NP SI N ou objetivo da tarefa corresponde ao P M I I I S S S o desem. operacionalização N EE EE SI de uma NP EM EM referentes aosMalunos.EEM A IN tensão observável/inobservável: M EE S produto almejado. distanciamento e de confronto. P I M duo. SI E E P M M E P E mais fecunda se executada nação N N solitário. correspondem aos SI SI PE EE IN A necessária articulação objeto-exercícios M M P S N E d) as condições de realização constituemEE a I M M E N S E I M E P M E M S E N NP EEna base de EE em jogo Mdos elementos EEúltima série P SI oriNP SI De de procedimentos que terP NP quatro exemplos E I P I M N E S M N I S entação. I P E M S E S N SI P PE IN M PE EEescolar esperações constitutivas de cada tarefa SI S N N E 2ª determinar. Os PproSI EM P M E E E SIrá das expectativas Eo estratégia de avaliação que permita observar N E N P P supracitados P I resE E S cedimentos trazem N N SI ou métodos N P P I EE aprendiz em SI N EM que podem EM corresponSIvárias situações N construção do re. que representam as ações ou opeM N I N E P E respondidas da avaliação. NP M pelo sujeito. M E I E PE P M se deverá observar em função dos objetivos perE E M S M E P E E PE fas escolares tradicionais. definidas I veis. SI b) nessa conduta. são designados Etomadas E I P M E M E S E E P respeitar. autonomia de resposta deixada ao indivíM EE M E é a de articular os E constante M N E E E P P c) a preocupação IN I M E E E P S S N N E E M variabilidade.M M EE E P M N PEde realização ou procedimenEE EM SI EM b) os critérios N EM E 1ª . podemos M S E P S E E M e internas (conhecimentos mobilizados E M IN etc. SI NPternas. S os instrumentos de N S P IN M co. decisões P I N I E M S S N SI a M M SI como “regras” EE cífica.estabelecer SI N E conjunto de atos S N P P I P M I E 4ª . EE concretos EE 3ª .). como desencadeador IN NP E A privilegiaI M E M S E S E E E P M P tarefa éEM do:IN uma EM N determinado. Analisar a tarefa é I S S N E E S damos melhor pode superar a dificuldade SI como se M EM de sua M PE PE evidenciar poderia chamar arquiteM o que se E E N N E E P NP I constituída pelo intricamento das Eduas. Podem distinguir condições externas EM N E I P I E S E E S minam pela construção de exercícios/desencadeaS E N P P P M (tempo SI concedido.

EE ponto de INvista. EM P S I N M E I M S N volvimento das atividades de como EE é preciso ter a sensação S M SI EE de que as coisas valem.ratória SI Ecompreender SI N E IN tade de os erros para P I M E S S E N I sua superação. a expectativas ção da regulação externa do professor. E N I S “saberá interpretar”.EM P E E S uma relação não N forma de umaMmelhoria da regulação das aprendiP P M I E N M S PE SI pois capaz IN EE IN EE EE NP rente com o mundo. M M E NP çõesSde EM EM M EE M EE E SI NP E P P P a quem se dirige precisamente minha I PE M EE mensa. S SI E E P M M SI E E E PE Patravés IN M são “lidas” de um projeto (em pedagogia: E M E S E N N E P P I M M E EM resumo. S S zagens.EM E S N N N E P M P I I I E E Sexplicita? IN S S Ela é suficientemente N gem? PE Facilitar um procedimento de auto-avaliaS PE SI NP EM N I I M E N S escolhidoM(nota cifrada. IN SI lugar nos SI NPdiferentes IN M Pconforme I S N M S tos. o EE EEde metacognição. resposta pouM E E S N suas M EE SI do que PE ausência M NP exata.sente. de resposta? P I M E M E N S N seus de explicação Pdito pelo avaliador. exata. SI NP Para avaliar. Por ouM S N I E P S M S SI EEpoder determinar tipos PE IN de trocas e de M ck. Desse M funcionamento. A metacognição Né M P I I I I M E E E S S S S E N P ato Observando que um tocontrole refletido das ações PE e condutas do sujeito SI o ato de avaliação éIN NP EM PE M E N S SI N E I M P Mconsciência. S ou au. ética .SIN autocontrole E N E P implícita I P E NP S S N I P I N M M petência da maneira menos ambígua. M O avaliador ponto quatro IN não pode ser neutro IN M atividades EE SI E S S E N P E ) a quatro mo. de posicionamento. SI de instruir) N N PE dá M eNlhes EEm distinguir. conforme esquema: SI leva ao princípio IN ética da fala avaliativa EM M SI PE EE IN S E E P S N M ser assim resumido: Sassumir de ação que pode o P E I N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 116 . apreciação) S E P da N na verda.O NP EM tipo cognitivo. E P S M SI N E P E M P Uma N “habilidade”.EEM IN Edesenvolver vontade de EM S EE SI P N P I E M M P S P IN desseM IN M des Por S meio processo. IN N S E I E P S P M M E S N Comunicação. P ato de avaliação implica M I EE indife. de corresponder. As situações SI não. SIN M resposta parcialmente EE S N S E P M PE I exata. PE EE de: tomada de posi. seu I S N E EE I S momentos M E P S E desse processo de auto-avaliação E análise M M IN NP NP EM de construção EM P I OSIproblema da dos erros: deve-se E S M E E S E E N E Preter. no sentido S tomada de que Implica uma SI aprende. avaliar EM é.S do próprio EE que as atravessa EE o projeto SI SI poder-se-ia P NP P I P M N de vista da auto-avaliação. P visado exatamente o IN ato da mente humana. Seria SI IN M EE M EE S SI binário (acerto/erro) NP E E P P I M M M E de codificação S E uma comunicação P pistas para IN Algumas PEpor um sistema IN M EE mais EE E S S N E P N P P I I categorias seguintes: M compreendendoSas S é saber IN EM PE IN resposta formativa: captar as reações dos alunos. N E P P E I N M Pnotas.EEM IN EM EE P M S N E P I ção oP pelo sujeito.PEE sentido. Como não tem S S N autocontrole crítico regulação autonotação SI autobalanço M EE EE imediata. comunicando de modo útil E P P N M M E mais satisfatório substituir o sistema N lidade. reposta E questões sobre o sentido e o alcance co inexata. Organizar S sobre as apreciações e o feedbaE PE IN IN SI o professor NP M instruções. institucionalizando momentos EE de erro. A S P SI ativida. a IN M M SI dupla vontade: EE M PE necessárias IN IN EM S EE P S S estabeleci as possibilidades de EE N EE E P vontade de privilegiar a regulação da ação de aprenI N M P P I P S N E S efeitos proN N “feedback” para estar certo de que a mensagem foi M SI dizagem. M Iauto-avaliação M E E S P é plenamente acessível ao aluno receptor? N E P P de. pelo aumento do autocontrole e da diminuiP N I P I P M S N S N IN M M EE ou valorizadas. Uma grade de questionamento bastante opeM P E Nquestão “que S N P N E I P I I N erros?”. em dos EM PE relação à Econstatação SI E M SI M E N E E P I M P E compreendida? E duzidos por dinâmica e S essa ação P IN (perspectivas N EE EM M NP pedagógica). de seu próprio Por meio S sobre. EM EE EEnão prevista PE em casoSIde resposta EM pedidos SI nas foi Por um lado. definir quais informações será com PE I N E E I M N S SI P N S M M SI acordo quantidade/quaN SI EE a de um bom NP Enecessidade I I P M EE E S S 6 – AGIR. 2ª. o essencial é S E P M IN N M M sobre as “avaliações” do profesM N erros?” PEà questionamentos M SI EE desafio é passar da questão “quantos EE EE E SI EE P N EM P P I E sor.SI EM os mesmos NP representações EE P E I E M E P mesmo sentido e não produzirão P S N N EE PE processos. 2º P M M M SI SI SI IN EE procedimentos utilizados EE M EE S P pelos alunos na execução E P P M M E N Os instrumentos não terão o N M N EE de auto-avaliação SI EE EM da P tarefa. distinguem-se SI Ede EM P P solução níveis avaliação M M E M E N E instrumentalizado metacognitiva M P IN EE SI EM EM E PE PEexistência S baseada na de níveis S de IN competência: P M E E N N E [autoconstatação] [auto-regulação] P P PE I IN dos E S SI dos comportamentos N N S N 1º é aquele esperados. senão a expressão de uma 1ª. EM SI PE pertinente NP NP EM como habilidade. EE SI NPdistancia M E P I I M E S S N EM E construir a ética avaliacional”? E P do “agir envolvidos pelas atividades cognitivas em andamenI M E E E S N E P sinônimo de atividade E SI NP NP EM NPde auEM to.como SIN PE conteúdos sujeito toma em relação Naos M deontologia. PE Ele toma partido (sobre SI de suas EM a satisfação EM que correspondem (aINgrosso modo P M E E N S E N M P P “construção” da auto-avaliação SI SI mentos EM Nna PE EE IN EM como expectativas).M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eespontâneo ou E M regulação cognitiva EE S trar os observáveisIN capazes de “manifestar” S a com. O P tro.EEM -o código SI ção: o primado SI E EM PE não é. um 3º e dos SInível é o das M efei. O essencial é ter vonS N S P N EM tipo de S PE SI professor: para o M criar as condi. talvez IN IN NP E M S E P I S S N E E mais primitivo S é desenE da auto-avaliação.

SI SI ao “processo NP NP N mento. M EE NP E S I E PE P M E E M S M E Deixando P E E a cada um PE realizar esse to) à remediação. S P PE dado momento.M E das pessoas.mento foi formulado SI S E e a ação se apóia sobre suas que se impõe como E S S N P E I M S EM M “conclusões”. E P P M M E Não é medir uma siN N e de avaliação. NP PE se ele Pcontribuir EE EE SI de avaliador N S I P exercer seu poder I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EMque o avaliado para assuma o poder sobre si mesP PE P M E M N como E É preciso pensar seu trabalho de ensino P (o desenvolvimento N EE SI mo de um sujeito autônomo N EM EM SI apoio a partir EM PE e atividade P M E E E SI EM de estruturação e de da ação N E N P P P I de E E senhor de “absoluto” de um trabalho S N N SI si é o fim N P P I aprendizagem M o problema EE de do aluno. o cuidado N de IN EE M P E E N S E P I P P N M E S M N SI N de remediação: é um único exemplo: SI trabalho. Remediar N P N I P M é ajustar a ação. EE de condução EM a O controle tende SI SI M julgamento Eincisivamente NP E P P E I M E E P tuação. EE EE M P SI NP SI P NP E I P I M em umaIN quando P N E S é considerado M N I S fazer o que este se traduz por um julgamento. E P M M M P N pedagógico: PE PE a remeM EE EE EE como ato INRemediação.deve-se EE EM EE de ordem reorientação da ação) pode pertencer ao aluno (auprincípios fazer o que se SIN N M E E P P I M M M E E P S N E E professor EE (regu. vê-se queEE PE IN M NP EE P NP S N I M P P I de tornar a avaliação formativa passa por um meSI M EE S E IN S N E N P E 7 – AGIR remediando de modo eficaz I I S E P S S N lhor conhecimento e por um S M SI M IN NP melhor acompanhamenE I M E M S E S E E to do processo de aprendizagem. Mconteúdo Eà N im. EE ele identifica S Deste último.para EE S apoiandoNP rais que Iformam EM julgar.SIN tocontrole. E Avaliar Ié N informar-se PE EEcam.A máxima IN deve-se N SI dem ética N EE E b) remediação após avaliação. O esquema é: (feedN EE INcaso da avaliação M M SI EM EM S E P M M E E E back à julgamento) à EE N E nada. A condução visa risco de falar verdadeiramente. nos Sdois casos. que dizem projeto.risco fundamental: EM abusar de sua posição P P I P P M E E E S N E N N P N SI EM superior (humilhar o avaliado). ouPao revela EE auto-regulação). deve SI a adaptaSI externa).SIN IN M M S E P S E E M pa à avaliação e prudente respeitar as regras moEque é razoável Menquanto Ptal.atividade M P M comunidade de ação determinada. ao planejaP M E E SI N N O que avaliar? PE INregulação. E por SI explicitada pela avaliação. P Pode então haver: po de atividade.S Em sua análise do processo de formaIN SI S N E E S I M CONCLUINDO PROVISORIAMENTE E S PE distingue quatro Mde eleEE grupos EM N NP ção. quaisquer EM I P efeitos S M EE E E EM P aos objetivos.“remédio” de ordem ética: aceitar S E N SI P IN de ação. SI NP PE a uma visão EE IN se limitar SI NP estreitaS da reEE I P S SI a) não N P I S M M .E2º de ordemSdeonI M princípios M E E N I M E P M na vertente E M S E etimologicamente. Princípios de E or.“remédio” de ordem técnica: tornar seus IN disIN M M EE S S M E P P “remediação” eficaz: M EE M positivos E a eficácia da avaE (aumenta transparentes M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P I M N liação). S S N P EE da “remediação” nos SI NP problemática da EM M IN faça sairSIda M EM E E S M NP E E P E M vontade avaliação a M EE no sentido estrito.M M EE E P M E N P M e de evolução EE M dando um verdadeiro EM SI à ma. S SI N EM AindaEEque SI N P I I M E tipo educativo). Sdaremos IN EE não seguida SI o SI EE c) avaliação NP P I P M S cumulativa. SI EM P E P M a avaliar em um contexto de relação de forças. que valham que EE objetivo N M universalmente. A Avaliação tem regras necesSI o SI EM PE IN NP perativos IN categóricos que expressem E I M S S N P julgar a adequação Sdos S I de resultados ou sárias. mas IN M EEque esca.maPé: E feedback M ser proscritos. M E P N N EE EE b) ter clara M somenteM SI EM dos eixos SI IN possíveis P NP EM consciência P E E M . pedagógico” e S à P M I I M I M S S S IN EE M a atividade de controle. NP tológicaA Avaliação situa-se feedback a ciência dos deveres. É uma Deve-se legítimo EM E I E S E E S S E N P P quê? Por. sejam as circunstâncias. N .“remédio” de ordem deontológica: N recusar-se S N SI EE EE EM mediação. P M Nles que devem SI EM PE o EE. IN PE E uma açãoN M P S EM E ção é um trabalho de ordem pedagógica e /ou diaatingir seus objetivos. M nem observar EM EE um objeto. IN O esquema é: (feedback à julgamencia M a um fim absoluto. Marcel EM Lesne E P NP I I M M I E M E E S respeito ao S E N E S E P P mentos. N em A deontologia I M EE S N E N P I I I M M E S S S que se impõem N E a) remediação definirá e aqueEEsem avaliação EM os comportamentos NP prévia. EElética.SI M EM E P I M E E P S N à remediação. 3º.nutenção IN NP A éticaPé EM o processo PE EM I I E M S E S N S E E N P P ção e o contexto (a situação). IN de exercício profissioSI eficaz em NP um campo EM P P PE I S M N E I N S E por quê? Porque E N E M P lação Porém. M SI EM N P IN P P S I EE E M E diação não é Iuma mas N S E P N E N atividade de ordem avaliativa. consenso em um determinado M M I E S N E S S M IN EE EE SI NPse no feedback. I P P S N SI PE IN M M pedagógica. nal determinado. por referên. finalmente. O esque. N E E I E M E P E S E P E a busca de da coerência entre de formacomunicação. PE SI SI M IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 117 . EE é. Propomos um método simN P M M M I E M E N E E S N P I P M I Etrata de regulação E para conduzi-la: EE S N incessantemente E Quando se de atividades ples fazer a perS N P P I P M I E S N N S IN EE aprendizagem. NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI N S P PAlgumas referências M SI para uma . nem pronunciar P S N E E N P N e meios manter a coerência entre objetivos Nde ação. SI SI gunta: “E o encaminhamento (ajuste Sou por quê?” Princípios surgirão então: EM 1º de NP P I M M E S P M ética. quando o julgaserá enfim: fazer I P S EM P P I S M N E N S N I N E M P I I um dever absoluto. E.

em seu PE uso social dominante em de EE IN EM EE EE situação P M S N E P P I E M P N S M chaves de N N classe.SIN S N S E P M PE I (situar-se o mais próximo possível do ato de municação/negociação. SI qualquer SI NP outra coisa IN A eliminar) PE I S N M S E I S N Avaliação é uma operação de leitura orientada da seu poder. SI em um processo geral EM PE IN de co. e “julgar”. desafio àqueles que desejam torEM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E nar a avaliação S N P formativa. a utilidade isto é. PE IN em umEcontexto M EE E S S N E P N P P I M Os remédios são técnicos social e inscreve-se S perigosa. I N M P P I S N E S N N M SI este é o trato social”. E M EE S de valor.M E P P P I PE M E E ná-lo.urgência é trabalhar para emergência de uma étitória.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eem avaliação.tremamente IN M EEavalia. isto E EE S N N E N P P P I I I E S um ato conforme S o que se N N S N deve desejar (para pronuncié. a serviço M IN IN EM EE ele próprio P S S NP e não mais EE sub. S EE PE SI apetite de EM P M M N E M I NP N E E realidade. M N EE M SI NP EM P SI IN EE E A avaliação é importante? EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI Sim INP E N P I M M E M S S N E E E P Resumo elaborado por E Eliane Aguiar. É pronunciar-se. suas sua percepção do N E P P E I N M P S E PE IN IN SI objeto avaliado NP M texto. corretamente sua IesP M que se saiba M SI SI executarIN S EM EE ar um julgamento sobre EE M E S P o valor. é preciso M EE SI SI EPara PE primeiro PEa uma situação corresponde desejada. O E N I S ca do agir avaliacional. ao invés de aproveitar de sua ambigüidade E P P M M E N N M N EE pela pesquisa SI EE EM (que o M ta. antes de tido. tomar partido. sim. A coragem S N N N E E P P EM SI SI SI PE falar. M o aluno começa por soM à observáveis b)se tente Emento de avaliação. A PE fatores M M alteradoNpor NP E ção em e/ou liador é então sociais. S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M da pesquisa? bre a maneira como expectativas são realizadas. P Isso A (enfim) EE EE quer dizer E SI que a objetiEE poderá M P N EM P I E P E Nvidade é impossível? S N P N E I P I I N formativa? falando. IN Isso implica P M EEavaliar. so. SI EM P PE PE IN bacharel M E S NP N EM N em Letras (FFLCH/USP E N M P I I I I -E em seus efeitos: construção do destino escoM E E E S S S S N e doutoranda em Educação I(Feusp) PE SI NP NP EM PE aluno (êxito… ou fracasso).PEE E P maior transparência pela determinação de um “contornar-se soberano. O julgamento do ator-avaM E E S N M sua essência). comoEE momento forte SI EE PE M IN em um EE P E S EM N P P M I E N M E M I processo de regulação. ToM S N tornar-se S SEstritamente P N PE SI M delimitar melhor SI EE SI N E IN davia: a) nada impede que se tente P I M E S S E N M M M SI da avaliação NP o esforço o objeto fazendo Será dêem proEM PE de desig-M EE EE EE necessário que os professores SI N EMneces. N E P S I N M E I M S N E P S M M .IN Qual é. P I M I E S M E E S E S N E PE EM utilizada SI PE NP NP EM A avaliação não PE deveria Pser I N E E I M N S SI N M SI objetiva? S N SI EE com precaução? avaliação ser NP EM Pode a M I I P EE E S S E P P N M M N SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E A avaliação pode revelar-se exA avaliação escolar efetua-se S E E P IN Certamente. que EE SI (a avaliar) EM SI N E E P I M E E S P M N E P dinâmicaE que lhe permitirá P neutralizar os vieses sociais. P daquilo que existe). desse ponto de vissência.objetivamente. é ele próprio um ator social M S N I E P S E M S SI PE IN M EE de fatores PE cujo comportamento reflete a influência S E P M IN N M M M N PE M avaliação SI EE sociais de mesmo tipo. como diSI EE PE IN elemento SI SI negociação N EE EM P S N M E P I SI dática. Ea SI con. deontológicos EE SI éticos. por exemplo). sua hisP I M E E S N M P EM EE SI EE PErepresentações. lar N do M E N S SI E I M P M M S SI . PE IN o julgaE“linha IN M de coerência” objetivo (pedagógico)à objeto sária para ousar Colocar S P S N E N M N SI SI PE (a determinar). meter. qual uma situação real M M E M N E N E P M M avaliar bem. E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E E P SI EM EM PE PE IN M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 118 . de coragem. no eixo de uma vas. e que saber produzido contribuiu SI M para SI EM NPse observe EE o real (será P E I E E P P S no eixo do N N E para fazer PE (assumirM preciso coletar observáveis) IN desejado.SIprogredindo de uma M M EE para umaSIN frer. o que equivale a construí-lo. S S N SI M EE EE sobre a medida na SI E EM P P ou seja.

o que significa. EM de se EEM NP de MaP IN P P SI E M E N S E P N E N I P aventurar a fazê-lo. nada mesmo campanhas governo IN e sociedade SI mação entre N EE . (Mário Quintana) IN aí reside: IN não pode ensinar M EM às nossas E E S S M realizar nuada de professores NP E E P E M M EE PE IN NP EE porqueEM EE P NP ao professor o que ele precisa aprender. as resistências porque todos E E E SItudo a celebração EM N E P P P I IN E E S N N S N P P I educar depois.. Eo E E permanecem É urgente ordos. P S S N N E E M P I M N SI NP PE sem sofrimentos EE IN SI NP dade. E I P M E Mediação. mas mudado”! N EE SI nos conformamos EM de “ser EM SIninguém gosta N P I I M E E S S N P formação contide algumas coisas na nossa vida ou lutamos para O primeiro dilema P em termos de EE SI EM M loucuras”. os mais NP EM êxito em PEafeta. dois pra trás sobreEo assunto. o NP outubro EE xivo. papel da escola vêm contribuindo para P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E S vários setores da EM Os professores brasileiros têmEEmuita garra educadores. a imagem. educar depois M SI SI SI PE Desde a leitura IN M M EE S M N E P nando quando surgirão cartazes semelhantes em nosI M EE E E S N M E E P P I M M M E P S E proN E sas cidades. sobre EM um colega me enviou S S S E IN M E S E PE P a situação. A lição do poeta é que não há apenas S IN S EM EM IN PE IN EM S E E S S E N P P preocupa um saber em jogo. à deterioraN M SI EE N EM Porto Alegre.NP SI SI M EE P N SI M EE M N PE M EE SI N E P I Mrio alarmePEdos paísesSeuropeus frente Jussara Hoffmann. IN M M deveriam. S N I M P P I SI M N E S E S N N SI EE aprendizagens. SI EMdedicação. são reconstruções. E E EE NP conhecimentos EM EM EM P P I P P M E E E S N E N Dados de pesquisas nacionais e internacionais N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI revelam háM vários anos que os estudantes brasileiVivemos em tempo de mudanças. compreender EE EE M SI jornal EL IPais.ram NP educativas? PEsuas reformas M são sempre M IN I E SI EM N E E S S N P M I recuperar. PE P M da diversidade “respeitar primeiro. é preciP I I SI S E E S S N P E I M S por EM Ninguém ao cruzar em breve. SI N PE IN P M I E S N N E S N Preportagem venho imagidessa Respeitar primeiro. com tudo. A P E S SI SI N IN P I N M M I S S N dilema: mudanças resulrota: alarma em E imagem E manchete da capa: Uma S Daí decorre SI o segundo EM Del profesorado PE de identidad PE EuropaEanti M M la perdida M E tam em sofrimento. crianças e jovens em IN SI S P P P M EE S N E N N P I I I M M E gulho de uma profissão imprescindível a qualquer silêncio. civil. Que experiências educativas de P sucesso são Não há mudanças daS transiEE I S SI N P I S M M N S N pautadas pela inclusão.melhores I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M salários. de ressignifiN S P P SI IN pro. EE ros não aprendem como Que nossos de constatações acerca de modelos e posS S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E fessores não têm o respeito que merecem da societuras de todas as ordens.M P P M M M IN EE E N E E S N P I P M E cursos de ção dos jovens P dos EE S E magistério. S S S aos conflitos N M E EE NP Em pouco tempo de SI M EMexige aproxiEE P I sociedade culta e democrática. Educação em respeito aos estudantes M E E P S E M P IN M N PE valerão. Quem se sociedade. E buscar-se P E “Procuram-se E o diálogo PE IN M P E E N S E N I P P I N E fessores desesperadamente!” pessoas às Smais NP EM I P SI uma mesma IN EM IN situação pode levar S E S S E S N P diversas interpretações de suas expeSI EM dependendo NP IN M M riências de vida ou E I M M S E E S E Um passo pra frente. daSIsoção do próprio esforço implicado que exige. Escutas e não disputas!Antes de tudo. em qualificar a E“profissãoEM IN IN M IN M como Spode). drid dedicou o Caderno Educacion ao professor. O professor precisa abandonar E N N E P NP I M M I E M E E S SI E N E S E P P P M E E práticas E seguras e conhecidas arriscando-se y LaIN disis de vocaciones. Procuram-se professores PE significativas SI SI NP P I S M N S E IN M EM M SIcada profissional. devolver.EEse SI do magistério E NP tárias de revalorização P I N P N S S N M SI M SI IN SI NP EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E NP I S S E PE N SI E EM EM E M E AVALIAR: RESPEITAR PRIMEIRO. aos ePE contrapontos IN pontos N E EE diante do PEdas criticas SI IN tecidos em torno da SHá EM P P PE I S M N E S de candidatos aIN educação/escolarização. próprias de Exige processo refleE S E E E P M M M E N PE o que está fazendo. SI lidariedade. “Ou com a falta S mudar.prêmios de incentivo a esta profissão. que N E N M EE SIgostam de NP EM EM SI Eocorram. SI EE EM muitasPEE EM ética daEM E P M E P N N em lugar Eda competição vezes. SI N N PE a perE SI SNa ocasião.. so uma conversa franca sobre M IN M importanEE questões NP se surpreenda M E S I E PE P E E M S M algum outdoor com os dizeres: pro. quando surgem conflitos. mas múltiplos saberes(cada um P M SI em valorizar.S pensa “a escola” P E E M E M E E N E E P SI Os alunos. sobreram o significado das inovações. Em geral. INPergunte aos P NP EM P I E E M S M E N S É urgente a revisão do posicionamento professores vocês acreditam que P E edu. dos pais e de toda SeEM eles não entendeS precisa mudar? N N brasileira sua prática E SI a sociedade EE SI E será natural SI EM os objetivos P PE P M E M sobre da escola.. IA N P M I I M status de competência. sua confiança no próximo passo. antes Em de 1991.SIN P de uma escola: PE EE Edos SI N N I P P I N M M S cadores. As divergências sobre N e da escassez E o fessores M P SI S cursos de SI PE de pedagogia EE um clima IN M e licenciaturas em universidades do país.cações. M S E professor” como o fizeram as nações que obtive. Eescola. disciplina. pais e E NP tensão Pentre IN ou EE M E ousadia em P S NP SI P N E I P I continuar a ser professores. NPseu controle NP der seu SI o jornal. descrédito. sem escuta em meio de poder. 2008 ção da imagem do professor e à decorrente E S EM deser. M e da seleção. Saté EM PE EE família. EDUCAR DEPOISPEEM PE E P P M N E M N I N EM E SI NP SI SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 119 . EE renúncia.. O que matéria principal referia-se às campanhas publiciM M E N M E N E M P I I E E E S S M passo para EM N PE a fora E Brasil é que se dáEum diante M vê pelo IN PE PE do sé.EEM tes. do respeito.

SIN EE delegar aos pais aPE NP E P P I PE M EE que de EM E Pais e professores devem definir o papel S N N N E P M P I I I E S educação S S N N PE luta por uma PE fato lhes cabeIN na SI de qualiPE Um apagão na educação SI EM N I M E N S S E P crianças e jovens deste país. I E S N P N E S com escassez E E humanos e N SI SI materiais M colas de recursos de para pensar em PE sucateadas. Alcançou-se. assim como professores do a experiência e os valores cultivados por uma P I M E S S E N P M M E SI função pedagógica. NP P I P SIzar recursos N S N laboratórios ou equiE IN SI natureza. Muito menos Etapa 2 – ruptura da resistência S SI EM PE a sua cobrança IN IN IN M EE S N S E P M PE I encontrará algum eco se o corpo docente não for S Etapa 3 – tomada de consciência M E E S N E E M SI M que um NP qualificado. Em 2007 no Rio Grande do Sul N S M INão. IN E E E S N E E as SI NP NP EM NPgover. (2002) Sdescreve as NP EMDóris Bolzan I I P M E S S E P N M em “profissionais da educação” ou lhes das por um professores Ealfabetizadoras: NP EM SI dá a formaPE grupo de M IN M E E S SI N E E P P M M ção/competência necessária para decidir sobre Etapa SI 1 – resistência EM PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M ações pedagógicas. melhoria Ssalarial dos SI EM da toda EMsem bibliotecas. es. considerável da de e má M oferta de S vagas em escolas SIN EE SI professores. etc. são e trocas de S E P M IN N M M M N PE SI EE Mas.PE N avaliativos sãoM se tar docente é diretamente decorrente desta EE SI Se os professores EM SI SIN E complexos. NP desvalorização E N P I I M S S EM a partir E EM PE o que M aconteceu públicas. entretanto. por uma todas as crianças e jovens Há muitos anos. SI EM para milhares de E SI EM EM PE Edade IN M E S P M N E P P I A escola pública vive um Sverdadeiro “apagão da IN E M M E PE IN IN EM S EE P EM S S N EE E P Professor sem estresse educação”. medidas EM NP M P I I I I M E E S S S S E N P E se torne cada vez EM educação?Construíram namentais contribuem para P que SI escolas para “todos”? NP PE IN M E N S SI N E I M P M S Ampliaram-se os recursos mais esta M realidade.o privilégio ao M M E M N E P IN M M EE EE e caso SI EM P PE com a qualificação e formação do desenvolvimento moral S e intelectual IN de crianças P M EE corpo doE EE S N N E N P P P I I I E S S N N S não cente. Pergunto-me a que nível de degradação E I N M P P I P S N S governantes N EE N M SI das escolasPprecisaremos EM chegar para SI E M SI M E E N E E P I M P E E século XX. Mostra EM EM P P “todos” são sempre também o desmelhoria das idéias de alfabetização. PE I N E E I M N S SI P N I S etapas viviN transforma SI O que não EE os pais EEM as duas perguntas. N P E M M E P do contexto social dos SI E professores Ede reprovação/evasão os índices na escola pública ração e de suas P IN M E E N S E N M SI M tais condições são preocupantes. N S E N N em termos de questões E P I I P E S NP S S N I P I N M M nos nas escolas. SI IN EM ver uma M comprometida.EEM novas A explicação: otimiP P M I E turmas N mais e E M Mcom 50 alunos. três fatores presente PEE EM S EE SI P N I E M M P N S P IN brasileiros.a S S onde N escola do anonimato. SI PE E IN S E E P S N Mmal-estar está na impossibilidaP EnquantoINo discursoPpolítico é de uma escola E A chave do seu SI EE IN M S EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 120 . M pública provocando felizmente. Eluta-se pela escola inclusie políticos providências.Iinclusiva. SI EE EE SI“todos”.EM EE Jesus escreve EE SI SI conta. a qualidadeSIdo ensino Ecom de de promoNP os impedem EM trabalhoSIque NP PE EE E P M SI N E P E M P N medidas. SI trágica E PE EEmateriais e humanos EEM IN EE P M S N E P P I E a Edemanda? O que se observa.Mas falta de escolas. é preciso “controle dos pais. S acionarem Nas devidas E P M M Desde o IN M SI NP P INescola para EE se fazem S va.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S frente e dois pra trás a realidade mostra o abandono dos alues.daí?Ampliaram-se verbas em Nada se faz a respeito. I M E de de mil turmas extintas). um S aumento na Pescolarização o EE M caos: falta EE IN SI N S E I E P M M E N PE qualificação. exigindo mais professores.E a perigosa E P P M M E N N M N EE participar SI EE EM SI OsM pais na escola: tendência no Brasil normatizarem o SI é a de Igestores M EM ou decidir? NP EE P P E E E P P S N N E PE “como fazer”.O resultado M secretária E S E N E P P M M E M E SI SI Neves de N N P EE de faz de escola Sauel que o mal-es. N porque mudanças significativas M jovens. PE (expectativa M professores E SI E EM N E P uma pamentosN P informática etc. P S I N E I M S N E camatinguir turmas com 30 alunos para S menos de SI EEoriundos de diferentes EM NP formarPE nos por sala de aula.etc. a esse um segundo betizadoras N E P P E I N M P S E atitudes PE INdos IN SI NP questionando M gem permanente” E N I S contra ponto se algumas após vários encontros de discusM S N I E P S M S SI EE PE INorigem a tamanho M educadores não estariam dando EE Pexperiências. etc. EM M I E P E E S N das sociais. estaráEcada vez mais aprendizagem de qualidade dos alunos. EM IN IN a determinação necessários NP E M S E P I S S N E E S é o aumento considerável de alude educação no ensino médio E da secretária P IN SI NP EM foi ex. instituição e seus EM EM M M não devem EE valores. IN SI SI NP IN M PE I S N M S I S N E daí o terceiro EE I É dever dos pais “acompanharem”S a escolarizaDecorre ponto: mudanças permaM E P S E P E M IN a NP N EM EM nentes P I M ção dos filhos?As famílias brasileiras têm direitas desenvolvem-se passo a passo. ouEpior. de uma senciais tais como a universalização do ensino. M N P NP P I P N S deterio. lembrar não EE EE que buscar EM ou cobrança” SI o novoIN EE P EM P P E M P E Ndeve significar S N P N E I P I N escolarização dos filhos não é deuma batalha contra o velho. neganM S N ParticiparSIda S SI P N PE M SI os rumos EE SI N E IN cidir da escola.Isto M SI SI SI NP EM I EE acontecem por decreto EE M E S P ou resolução. solidariaI E S M E E S E S N E PE EM afirmativa para SI PE NP de qualidade?Resposta NP EM uma escola mente e não solitariamente. grupo de professoras alfaPE M Ediz M EE NP SI Bolzan M N E I E M P I E EE S “o espírito E de aprendizaP só alcançou E respeito S Faço.Mcomo decorrência.

Ao M SI ficam M EM IN P nadas. Ninguém aprende sozinho.”SNão M EE E E E P sei por onde começar”!disse uma pro. encontra-se a conM SI EM SI dade espantosa. E M P SI gemSI de jovens brasileiros SI PE EE complexidade IN M P S EM N E É sempre “tempo de admirá-los”.IN E P I S SI N M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 121 . Alcessário conhecê-los NP M conversar EM EM M com ponder a essa P I IN M E E E E S S M E N E P M me perguntam sobre dos estu2005). PE SI (Hoffmann. de fato. permanências! dos de sobrevivência de criativiSI P E P M M E P E N N P EE No cumeEM dessa discussão.SIN sem saber ou EE por onde PE se teremos IN das crianças e dos SDar NP escolarização EMcontinuar P P PE I S M N E N S é tarefa de enorme N interromper. Significa. sem N E N P P P I E E S N N S N P P I EE permanência interrompida? deixar para depois.EEM de fato. NP que propiciará EE são. ouSI por um lado. Pressupõe SI mas acesso. N IN é necessário dar atenção. M nia. mas segue conhecer os N de ingresso. falem-me de sua Res. IN PE P IN E E M S M E N S P aprendizagens que somenE P cepção deN qualidade das É necessário se tempos e SIN PE espaços. N M I I M S história escolar. S ”admirando” aluno por aluno em seus S N consideIN P I M M I S S N E E S rados “casos de reprovação”. quem ensinar o que ainMcia desejada.”casos EM PE de aprender PE jeitos especiais M M E EM é este M N N E E P NP I Cabe-me perguntar: Quem aluno “caso percrever. I P S SI obstáculos à aprendizagem e P I S M M N S N M SI EE EE alunos. tro. NP P I P M S pública. Conviver E EM P P I P P M E E E S N E significa N N P P N Qualidade em não compromisso do educador. a M E No anonimato do coletivo das salas de de de dar conta da tarefa docente com a competênN E E I E M E P E S E P E se o professor.sobre E E M M Ncom educandos PAcesso S EM PE EE IN SI suas vidas N EE E e suas aprendizagens (Hoffmann 2005). dessa forma. aulas: alunos N IN M Volta às EE IN M M SI S E P S E E M Posso dizer que tenho o privilégio de ter visto professor? E M E E N E E SI NP EM acontecer NP PE NP e compromisso PE pela coragem M isto de eduM M I E SI N E E SI S N P M I acreditam nesta possibilidade. S N M E E P P I M E E P S E IN conta da EE cora. NP estresse EM PE EM Não haveria I P I E M S E E S N S E E agendas N P e organizar P auxiliar conseguisse fazer SI e SI frente às exigên. por depoimentos de educação significa acompanhar as SI EM que EEM NP P IN P P SIAvaliar em I E M E N S E P N E N I P I I P E em N agosto/setembro vários Salunos já são mudanças. o melhor desenvolvimento possível.IN cadores que S P P Formar pessoas instruir) M EE S N E N N P I I I M M E S S S de vida. dinamiza P M I E S N N E S N P SI se aproximar SI Torna-se definidas para energia é E desperEM SI PE IN dos alunos e compreM Mproblema quando muita S M N E P I M EE E E em nada resulta. IN E I M S S N P invés disto. meio e fim. por vezes.M M EE E P M E N P M EE M EM SI aula. E P M M E E E terão acesso a uma Eescola de qualidade? em um sensibilizar-se é EE N ano. EM EM SI e. IN IN M M EEpermanentemente S S M E P P aos bens culturais da sociedade. acesso P à universidade. Eestratégias EM tudo isto. M inteiraSIpara crianças e jovens. EM PE IN NP pelo contrário. enfim. M SI P N E I P I N E S M N I S do ano podem representar a superação de uma vida EM N E I P I E S E E S S E N P P M P ou pessoas. Eguns EE NP eles. é neIN M EE S E P Emuito bem. Por IN horasNP EE M P E E N S E P I P P N M e jovens E ter acesso. S abandocias profissionais e alcançasse a aprendizagem e o EE cadernos.PE EE SI pensar em N I P I N M M S binômio diferenciação/acomM S N E SI vínculos S te será alcançada pelo maneiras de se estabelecer significativos IN EE SI EE EM P PE P M E M panhamento individual dos estudantes oIN que ainda com os alunos para que se possa estar N EE EE nas escolas NP EM EM SIestudantesS têm a sua EM P P M E E E SIcuidando Ideles EM não ocorre: por que estes como pessoas todos os dias. Esta é uma tarefa que seMinicia diçada.M bemestar dos seus alunos. a ler e a esSI perdidos”. acesso à cidadamanter-se atento a cada aluno. endê-los M melhor. EEestudantes M em um SINcomo sinônimo M SI E EM semestre. Para PE pesEE SIa respeitoIN SI NP dido”? PContem-me SI favorecer. metodologias a ação. com inicio. por E NP apenas SI PE IN educação IN I E S S N S P P propiciar-lhes a escolarização. um EE SI SI chegam EE Muitas crianças SI educador. M EM E E S M NP E E P Eadmiração M de não que 41% Tempo de reprovação Me não deIN EE concluírem seus estudos? Será PE M NP EE EE P NP S N I M P P I dos estudantes do ensino fundamental apresentam SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N Os caminhos da aprendizagem S M não são trajetos problemas tão SI de M IN sérios de NPaprendizagem a ponto E I M E M S E S E E a nossa escola não dar conta de sua tarefa básica? lineares. E M Percebo. M N SI tente. à escola Mem um mês. S N P caminhos P O estresse é energia I que move. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E Há uma grande preocupação dos governantes Não tenho a pretensão de dizer que se conhece E S S N P E I S escoEM EM aluno apenas M em apresentar IN de acesso de alunos à índices verdadeiramente a pessoa conviM Edo NP M E S I E PE P M E E M S M E E P E E por algumas la pública.SI S N EM EM Que dificulSI na escola N P I I M E E S S N P P EE dades apresentam a não SI EM M INponto de S IN permanecerem. via de regra. N SI NP PE aprendizagem EE por parte IN acessoNà SI podem gerar. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E acesso a umaSIprofisM Condições adversas não significam. estar junto deles PE o significado IN NP 2001. N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E fessora.da não aprenderam. e a outras perguntas é avaliar. a grande M magia da tarefa educativa. nãoSconN N a por mais que SI vezes. de viver. S S soal/familiar.Mnão de reprodiante do M cenário sócio se descortina e I M cultural que E E N S E I E P M mesesEE E M S N NP por istoPE os professores EE M tempo. vendo com ele semanais. PEE E (não apenas E SI pressu. Não há prontos. E os alunos não I M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI N N N PE sua história de aprendem sem bons professores. alguns EEvá-los!Pouco P apenas ao SI final NP pedem socorro. M N E põe histórias conversando EE EM resgatar suas SI NP M E E P I M E E P S N ou Ipermanência? em sala de aula eP fora dela. E P M M E N PE EM NP EE EE professores.

NP com a finalidade SIendê-los e M N E I E M P I E EE S E terceiro. o trabalho PE NP P I P M SIrecem persistir N S N E N SI capaz de “baseando-se em questionádos professores e dirigentes e para as faSI parâmetros SI EM EM PE agradar M E SI E EM N E P P I M E veis. no dia a dia da sala de aula. N SI apren.desafios S E N N Recuperar é sinônimo E P I I P E S NP S S N I P I N M M favorecem as aprendizagens.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 122 . N destinam-se a oferecer M letivos. N múltiplos. Não é no final dos bimestres ou dos anos letivos PE IN 2006).M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E cognitivos E M variados EE S dos de recuperação.p23) uma cópia mal na hora certa sem deixar ninguém S N P M para trás. nas atiNP EM EM SI PE IN M E M E S SI vidades pedagógicas N E E P M M eP inseguros Segun. M E S E N N E P P M M E EM SI e normas SI medo deste N N PE emPE planejamento.lo”. porque P E S mos de A e B. no uma PE “ainda” E M M adiamentos. em váSI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P S alunos deEM Aprender é como respirar. Para Edder CarM E S S E N M M p. uma “proposta SI decidemEas NP de recuperação. individualistas. jovens e adultos aí ingresmílias. Inúmeras crianças. IN M ou “grupos de EE EE E S S N E P N P P I M contribuiPpara sua cidadania do. não se efetuando um atendimento difeS E P M IN N M M M N PE SI EE valores trazem para renciado e intencional em EE a escolaEM EE termos de EM de vida Pque SIsuas necessiEE os alunos P N P P I E M N S P igualmente PE INpermanente IN (Perrenoud 200). EE Investigar IN M o que os alunos “ainda” escola que não segregue.PEE Enturmação M EE SI N S E I E S P M M E S N N PE ças é M a exclusão.divisores. É mais E S EE do SI P N P I E M M P N S que ao se P negar as IN IN que urgente perceber M diferen. N M EE . ção.O que aprendem com isto? A com. PE ).iguais”. Enão PE EE IN E P M S N E PE P I E M vivência representa sempre go da sua escolaridade. dir sobre aprová-los/reprová-los. nidade se esvai. diz tinuidade do oferecer-lhes apoio EM PEprocesso. esta I E S M E E S E S E IN PE EM PE NP NP EM aprendizagem. mas de deciPE M EM M EE classificar. O ensino permanece centrado no professor.Epermite E M SI M E N E E P I M P E E Edder Carvalho (2008. diz resque se mas EM estratégias EM PE EE inclusiva M valho (2008.IN SI EM PE fora de seus”feudos” PE e não aprendizagens.”e não M SI NP E P M SI IN EE E feita de modelos considerados ideais”. P escolares. porque a avaliação cumpre um papel E SI EM IN IN burocráti.Em N E P P E I N M P S E PE IN IN SI pedagógicas NP que estabilidade M as ações E N I S Há décadas e padrão são vocásão sempre uniformes.das da escola I de NP N E em relação E conhecimento P I M a atitudes e ritmos percorrida por cada um.não não S P S N E N N SI SI EM produziram. 98). S N N N E P M P EE SI rotule e não SIseriamente SI P PE IN expulse. S PE I N E E I M N S SI P N S SI o foco continua N SI que se O segundo perigo corre com P aEE enturma. paP M I E teorias de N M M I E S N P E N E S aprender/não E E nas escolas N SI o que é SI para facilitar a classificar “o que aprender. EE SI N EM uma M E P P P I PE M E E peito a uma escola de qualidade para todos. exclusão social” ( Martins. E SI EE EM homogeneização das O tudantes que apresentam dificuldades SI M o sério SI N EE e/ou maior P P E I E M E P P S em alguma N N E PE de cri-M prejuízo e ao Idesenvolvimento necessidade de orientação Sem IN área. EM escola que enfrente.sem SI E E P E I M E E S P M N E P P do escolar e que diversique “ainda” necessitam de maior M fracassoIN SI atenção EE e orienta-SIN questãoEE PE atenda à IN EM EM P EM S S N E E P dade de características do seu alunado”.As EE PE dronizados. SI é o único Erefazer EM P P 3 o professor não detentor de conheuma tareM M E M N E N E P M M EE SI SI às pressas EM em sala PEquem deve PE e coletivamente cimento de aula ou fas ao Sfinal IN de períodos P M EE “transmitiE EE N N E N P P P I I I E S S estudos N N S opor. S SI SI NP IN PE à auto estima S N M E I S N S anças e jovens decorrentes de expectativas rígiacompanhamento e Ecompreensão da trajetória de M EE PE SI P M M N E Moportu. SI EM EM singular 1998 pessoa única. P INem seu modo M E E N S E N M P SI “Não aprender” M em SI deve-seElevar está a parâmeNo processo de aprendizagem EM NP PE EE INsempre atrelado E P S M SI N E P E M P N julgamento preestabelecido conta que: SI e a partir IN EM tros de S M PEdestes SI EE IN E E P S N M é que se diz. por exemplo. paM S N I E P S E M S SI PE IN experiências e M bulos em desuso na sociedade. segregar quem é diferente ajudá-los. na programação curricular. Cada suspiro ou nova EM rias turma ao lonM trocar os SI escolas.a grave oN que não SI compreenderam. P S I E I M S N E a invenTais práticas queS não encontram nenhuma SI EE e se amplia com E EM NP defesaPE de aprendizagem surge EM M I P E E S N ção da escola na modernidade que passa P a julgar e EEM em conhecimento/desenvolvimento.Não significa repetir.limitados trado no ensino. de avaliação M EE fracasso EE sam com SI que representará SI critérios N NP P I P M EE N S N E N I M frustração.EEM lugar. denota compromisso do educador com a conE I N M P P I P S N E S N N M SI “Somos diferentes e queremos serSIassim”. e significativos de IN 2 .a maior EE recer asS relações N PE IN o espectro do “fracasso” SI NP em termos EM etc.aprende-se com os Eoutros. Também PE é costume. Não se levam em conta os alunos como I I M E S E S S N P EE de aprender. com a justificativa de favoP N novas aprendizagens.S co: não os alunos para compreM E E S N E E M SI em terNP parar. que um aluno “não P 1. Tais M SI SI SI NP EM I EE tunidades de um atendimento EE M E S P Dois problemas originam-se de uma suposta diferenciado aos esE P P M M N N M N PE M primeiro é EE turmas.oS que em nada IN M se “acompanham” EE S N S E P M PE I e sociabilidade. M Por certo. obstáculo.ensinar de novo S S N SI sobre maneira M EE EElista de conteúdos programáticos.em são M EE I SI dades e possibilidades N S S P N I E P S I S S EM IN mutação (Justo in La Taille. EEque se produz SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P A prática de enturmação dos alunos por grau de SI EM PE PE PE em muitas escolas N IN M aprendizagem persiste E S NP N EM A escola quer alunos diferentes? públicas E N M P I I I I M E E E S S S S E N P e particulares do país. porque cenNP EMEm primeiro I I M E S S E P N ção é torná-los competitivos.retomar. S M N E I E N I I N E M S E P I S S integração N afetivas. mediar.

INP S M E P M não Eacontece EE E Relatórios de avaliação 1: M luçãoPE intelectual sem o S N E P I M M M E E P S N N E EE compreender e tentar. S M SI M IN NP E I M E M S E S E E Ao elaborar relatórios parciais e/ou gerais. N PE Ma de e pais sobre É preciso ter a intenção de Ese M valorizar Iprofessores EE muita resistência SI Nas EM SI S N P I M I EE E E S provocar IN validade dos S P P P relatórios em avaliação. N P M M M I E E N E E S N P I P M EE N ) caracteriza E boaMíndole de cada o erro ao SI N PE estudante. estada competição e do fracasso ( Parolin. M SI IN IN M M EE S S M E P P Para isto é preciso fazer muitas anotações. simplesmente querem todo dia e dela S SI ir para escola N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE retornam comentando de amigos. NP NP SI “excluídos N P M I I I M Sa tarefa doS professor EEM S ter classificatório/burocrático. N acordo P E PE E I I E M S E E S N S E E N P P Boas escolas são espaços sociais “não aprendeu” a SI SIler ou escrever em EM PE de convivênIN NP escolares.EE arMãe.perseguindo-se N E E sobre caminhos diferentes e singulares perI P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I as idades. IN P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 123 .calcular SI EE NP aprendem. principalmente.M M EE E P M N PE M crianças EE M EM e jovensIdentro SI E das escolas esperando pela M deu” os conteúdos programados. PE EstebanS (in Silva. de aprender. 2006 ). evoluindo IN termos de M M IN SI S N E E S I M uma postura Sinvestigativa e mediadora das aprenE viver socialmente”. M E E E E S S M E atribuir-lhes N P M PEdesenvolvem. I SI S E corridos pelos estudantes de todas Ao ferenciada. MA aprendizagem. Pais E P M M M E N PE M NP formam EE giários e EEvisão comparativa/ EE hábitos e M professores sugeremPa educam. que favoSI SI fiantes em PE PE IN sua capacidade EM EE M SI M EE N S E N P E I P I De posse destas IN “memórias construídas”. aoPcontrário doS sistema SIN a diversidade do de M formas de se EE EM N M E E P I M E E P S a todos N de P notas e conceitos.que IN E I M S S N P S onde educadores estão dispoum ano letivo etc. renças entre os N estudantes no sentido de M EE S N E N P I I I M M E S agir.onde são EE EE SI EM P PE P M E M N as faalunos. para SI valores. controladas. de brincadeira.SINria “do professor M SI E EM xou de E P M M E E E tar-lhe ou não uma ação intencional e diferenciada em seus jeitos de viver e de EE N E E conhecê-los EM P P I P P M E E E S N E N N P N M sobreEsuas manifestações singulares de aprendizaaprender.errar. entretanApresenta avanços? Ealuno aprendeu? M E E E E P P P M S N N PE dife. aE amizade S P EE S a sua socialização. PE caráEE os registros SI SI se estuda. passa pela minha escola? M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de textos.M A melhor escola para cada jovem é N P I S S INos torna conE EM onde M M IN S E E plementares acerca dos processos individuais quePE aquela revelam estar felizes.permitem conhecer e a P variabilidade E E M Nexpressar. do pensar.contudo.fazer/refazer. SI EM NP SI SI NP PE IN I E E S SI N S P P gem.SI2003 P I E N N E S N P M E SI SI contrário. S E Relatórios de avaliação.IN P do aprender: M panhamento dos alunos por meio de relatórios quantitativa.buscando-se SI EM EM uma ação PE di. em Etermos dosPEE no da Sdiversidade.” E N EE NP EM E SI E P PE sabe se isto M E E E SI ComoIN mílias.não SI EM IN P níveis para M EE E S E EM e da M P descobrirem o melhor do talento gue um curso linear.IN Há. I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI sobre os N de avaliação N N Quando são de Pouco entretanto.que percurso obstaculizado nas escolas porque N M EE M se dei. esrece. EM M mesmoIN IN o interior das salas de tempo retratam A avaliação da aprendizagem consubstancia-se M EE M E S E PE P M E E M S M E angustiante E contexto Epróprio P E E PÉ O que esta em jogo. PE M EE EM N sobre excluídos NP EM E P NP I dizagens. EE PE histórias SI IN SI NP EMcompartilhar P P PE I S M N E N S trabalham no sentidoEde N E M formar pesP SI As escolas SI SI PE E IN M P S EM N E Dentre as diretrizes legais do ensino fundamensoas diferentes?Têm provocá-los a I M por objetivo M E E N S E I M E P M o sistema E M S E soluções diferentes? N NP construir EE de progresEE M anos. insere-se EEtal de nove P SI NP SI P NP E I P I M análiseIN são continuada N E S M N I S nos dois primeiros anos e o acomLeituras positivas alicerçam-se em uma EM E I P E S E E S S E N P P M des. IN EE S E P E em corrigir tarefas dos pressionadas NP M EM EM Crianças M não pode se resumir:a) P I IN tristes.folhar.EE cia.refletir EE IN pedagógica SI didática. Escolas. de trabalhos que SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E M pensar Relatórios de avaliação 2: do agir ao fizeram. que S E E P M M E P E N N E P M M N favoreçam decisões pedagógicas permanentes. SI IN M M como um evento da aprendizagem.é a de crianças e S jovens tem o SI saber que INconsistência EE SI S EE SI milhares M NP P I P S irá possibilisobre cada aluno. Há muitos dados das escolas. EEA evo.que “não aprendeu” N E E E M E P E S E P P M M N E vida de com as regras Ma se comportar N I “lá fora”. como M denuncia Bourdier (1982). P I M quivar exemplares N EM SI NP PE de dados Eou IN um conjunto SI criança NPevolutivos S EE reunir-se I P S SI e com. compartilhando-se histórias significativas de EM se acontece? Quando eles N E P P P I E E S N N S N P P I EE aprendizagem. se.to. “ensinam a aprender e aprender a conS N SI SI PEavaliação. EM NP P IN P SI I EE E M E N S E P N E N I P P classificatória de em além disto. no interior” delas. NP EE PE M EE EE de aprendizagem P N IN constitui S N I M P P I na formação docente em um espaço com Sse M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S sem estigma N muita liberdade e prazer da obrigação. N P P I N M M S efetivo entre M professores S o diálogo N E SI os profissionais tabelece-se e SIN profunda com colegas. de trabalhos e tarefas. multidimensional o que o SI IN M EE IN M M S S E P S E E M critivos do acompanhamento escolar. E S S N P E I M P S aula. portanto. do que é a que MA melhor Iescola P PE irão fazer. não interagem. IN M P E N N I P P I N M E da “memóS seu registros M N N de avaliação. notasPEe ponto por não N se PE São EEalunos. entre osM próprios professores eSIcom seus amigos”sem perderM o respeito e a autoridade.

Escondem e/ou padronizam as IN diferenças.IN N PE cia em M enquanto não EE nosso país S SI NP E N P I I M M E uma prioridade da escola. EMsolicitados EM P P aprovação/reprovação cadores de desempenho que lhe são M M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE diálogo.Bebês estãoS sem cre.ou b) observar no bimestres. PE crença se M uma falsa E SI E E N E P P I M E uma bomba. pelas escolas/secretarias. por exemplo.Ao de S SI ter por compromisso NP E E P P I M M M E (1991 a 1993) o mediador é de relatórios S E P IN Para Vygotsky PE a elaboração IN M EE EE E S S N E P N P P I M aquele que as possibilidades cognitiindividuais. NP E M S E I S S N E E anças e jovens em um Uma Sdúvida freqüente dos professoresEM é sobre E P IN encontram arrimo.Ela é formaa diferença entre Sa avaliação e SI EEimprescindível para a EM N EMformativa P M I E P E E S N ção oral gerações.jovens EE equivoco.interpretam as S mensagens os A questão de notas ou conceitos.trimestres ou em tem.IN M EE M PE IN IN EM EM S EE Taille (2006) P S S N E P Diz La que é claro quePE a escola PEE vorecem a análise do contexto escolar e o decorI N M P I S E IN a única instituição social responsável N N M não Sé pela rente planejamento de programas deSformação E conEM PE SI M SI M E E N E E P I M P E E educação moral fatinuada. M EE dos alunos. professor notas M EMComo o E NP sobre Po EE processo P P E I M E P S N N EE PE lê e Pinterpreta as vivido.servindo apenas para resultados pos e responder a um rol preestabelecido de indiS S finais N SI EE EE SI de estudantes. a ter continuamente todos os alunos. IN a ir adiante.oferecendo-lhe EE aprendizagem.PE vas praticando a avaliação formaIN IN M EE SI finais.EEM dora. E SI deve ser E SI E E P E IN M E E S P M N E P P relatórios elaboradosSIpelos professores Os fa.EM EE EM SI P N P P I E M P E N Quando S P Pa IN IN professores relatam sobre N o que Po justificar.seja E desenvolver S au. tintas acercaIN de suas atitudes em sala S de aula.mas pre. E I E E N cisa Padequar-se aos PorSInão acomsurgiram noSBrasil os primeiros estudos NP P I P M SI Quando N S N E N M SI panhar os novos ebulição. EM avaliação não é a de EE A finalidade E da reflexão.EE mundo caótico.continuamente.doentes E P S M SI N E E M classificatória) e também P porqueEM futuro. Pb)tempo de S E M IN N M M N PE SI de reconstrução/mediação. M é formativa? S mediadora S N E E E P ção moral como Avaliação I M E E E S N EE SI das instituições NP NP EM NP No conjunto modernas tradicioEM NP M P I I I I M E E E S S S S E N declínio ou desprestigiaP E em franco Por avaliação mediadora? EEM nais. formas de agir NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E individual N peito ao acompanhamento SI IN M EEproblemas. interlocução. SI N vivem nas morrem tiva . há diferença entre o que Para se Pque M EM pretende. E EM tempos.PEE SI N S I E S P M M E S se tratar da forma. IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S se efetive S N N que o papel S Na Para mediador As notas/conceitos são superficiais não revelam M M SI é essencial SI SI NP EM I EE o que cada professor EE M E S P sua tomada de consciência de que o ato de avaliar conhece de cada aluno. IN M tor/construtor E I S com a ajuda que lhe proporcione desafios das práticas educativas/ M S N E P S E M S SI PE IN M adequados (mediador). SI PE respeito e IN de problemas de inviabilidade. volveu: que ao se observar os alunos todo M E S E N N E P P M I I M M E N N PE são M EE Mas S crianças.como em avaliação desenSI está emM SI formativa.conflito.em primeiro lugar. PE poderemos M nos queixar SI IN peso. por meio do agir N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NPde outro.c)tempo EEobservar.Nnão EE pais e alunos EM mília tem muito entre na PEE E S E SI P M M P N em educação.um sério muitas M EE ruas. SI O quePE M N I E M P I E EE S E reflexivo. EEM IN EM há diferentes EE P M S N E P P I mais a a expressão “mediadora” S até que P M vinculada EEprópria família. as E P P M M E N N M N EE SI EE pouco SIesclarecem EM é essencialmente SI interpretativo. P P M e intelectual I E N das futuras M M I E S N P E N E S novos tempos.reflexão e resolução diferenças.com tarefas parciaisSe não proEE EE SI formaçãoIN SI P E NP P M N M prioridades em S nosso país. M é garantir E NPjustamente.estar-se-ia E S E N P E M M E observações ches. algumas P SI NP PE que a denominação IN M N S SI N E I M P M E S entendimentos das aPescola resiste aos ventos sobre SI Percebo que EE dos novos tempos.soa pode aprender ao se sozinho ou cada educador.Tal N N E P M P I I E EE E S S S N N P P I E I M diversidade é extremamente natural e saudável S S e N N EE NP SI SI EM M P M M Educar primeiro para não aprisionar depois perseguida pelas escolas. INP N parciais(avaliação SI M SI PE EE IN S E E P S N Em contrasteEM ao escasso investimento P tarefas parciais E “injustas” e corrigidas N podem ser SI com a M E IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 124 .segurança SI NP P S I N M E I M S N P a media.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E final dos E M EE S atitudes.confiando E S S E N M M M SI NP trazem o diferentes de sua visões disEM PE M EE apoio pedagógico M sua bagagem. S Promovendo de N diálogo N a possibilidade E e jovens.pronta a explodir.Porque NP crianças SI E NP I M P P I M S S resultar em de “todos N estão sem E N os dias”podem também PE emprego.Isomente N E N N os alunos de tempos S E P I I P E S NP S S N I P I N M M semestres. IN É na escola EM que criIN IN à avaliação. explicar M dois ou mais EE aluno “alcançou”. EE PE avaliativas:a)tempo de observação. P jovens e sua não dia. o mediador I N E E I N S SI P N S que diz resEM M SIe intervir no N SI E promove desequilíbrio.sem EE Iou EM notas assassinados.cada educador passa S leva em Iconta N SI EM N PE IN Mde observar EE SI S N S E P M PE I vas dos educandos. EE SI N E P P P I PE M M EE E adequado.mas I SI N S S P N I E S I S desafiá-los todo tempo S em EM IN de um único apontam M aspectos PE aluno. M E E S N E E E SI uma pesNP EM ambos. porque a P de crianças M M SI NP entre todo corpo docente. SI manifestações SI NP dos alunos?Como IN M I S N M S I S N E é que boletins EE Ialunos leem. M E P S E P Eclassificatórios M que do professor? IN NP EM EM fichas Se P I M impedem IN pareceres E S M E E S E N E P E para marcar PE EM é aquele que SI “vez e P N NP EM Para Piaget (1995) educadores tenham voz” suas PE . M de busca melhor qualidade M EE de uma E INviolên. PE Mediação é interpretação. escutam.

não é a depreciaEM NP . IN P I N M M I S S N E E S Desenvolvem-se morais e éticas pela confísica. o problema de qualificação SI2008).S infância eIN S concluem N I P P N M M M S geração.dançar.para não EE nos dois P IN depois! SI NP aprisionar EMprimeiros P P PE I S M N E N S N E M P SI damentalo que exige professores atentos SI a cada SI PE EE IN M Infância atropelada P S EM N E um dos alunos. físicos.menorNvulnerabilidade M EE S N E N P I I I M M E S S na escola.em professores.serem”amarradas” NP da redePE EM PE EMe ampliação I E M S E E S N S E E N I P P SI em nosso país.os dos alunos”. mas não M destes M muitas escolas pedagogia em todo P NOs currículos P SI em SI o país.currículo. E M debates lidade do nosso Se M as crianças P EE com professores.IN Para Mconstrução IN de.pintar.reduzindo-se IN M EE É crucial E S E EM P e brincadeiras:uma infância atropelada! maior idade penal. assiste-se à reE E M E P E S E P o risco em cacarcerária. Não há não forem resolvidos. Uma alfabetização plena EMinclui para “não subestiEE N preparados EM E P P I P P M E E E S N E N N P N desenhar. investir em creches.INPcedo a vários S P PE P e horários para não seis anos.criar porPmais precários NP M que sejam EM EM M os porque estão Esendo I IN M E E E S S M E N E P E seis Enidos M aprenderão a comportar-se na aos P SI escolas.materiais IN e aspectos EE M P E E N S E N P I P P N A questão M se irá Iconstruir E S M N SI é justamente N N que debate neste texto como oP novo cenário SI EE SI S EE A forma P SI N I P M influirá significativamenteSem suas aprenesta: estarão os gestores. N S P P e contar histórias (Rangel.o I M M E E N S E I E P M meio EE E M S E N NP por EE M EEacompanhamento P de relatórios SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S descritivos.SIN IN M M S E P S E E M docência.mas cesso continuo de aprendizado.teorias de S E PE E P M M E P E N N E P M M N aos se não e desenvolvimento M SI a SI aprendizagem PE de PE seis anos.recortar. desenhar. escolas e alfabetizadoIN M EE INeducativo S M M E EM res suficientemente S E P M E E E dizagens. SI encontram N P M I I I M S S S adultos EEM Crianças e jovens que obedecem aos espaço paraEE correr. permanência no aprendizaEM SI NP M EM E P I M E E P S tempo deM Ncurrículo. Ingressando EE ausência desNP recursos de algumas PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 125 . muito menos aos seis anos se I S M N S N E I“educar M tais problemas EM M SI E S E E rio. jogar. perguntar muito e SI condutas EM PE de falar e PE tensa atividade M M E EM modelo N N E E P NP I vivência – muito mais pelo ditade grande necessidade de resposta e afeto para se I Mdo que por M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N desenvolverem. SI diálogo e SI brincadeiras N confiança.aprendizagem esta que deveria ser prioE N IN NP EM EM SI o não? S EMeducar para PE PE M E E E SIritária em IN Dizer não ou EM termos de sua qualificação profissional.formam um madas. as justificativas são de um qualiEum ano de M Nensino mais PEestudo deve produzir um salto na PE EE de eficiente.consideração do proSI P I M M E S P IN M a suaEEM EE EE povo. PE a ficar Sem IN obrigadas NP resolver IN o problema da violência E I M S S N P S E seus momentos de liberdade solução não é construir mais presídios. aponta Bagunid. sempre presente em questões – comprovadamente cursos de baixa quaSI EM M IN questão S IN M EM E E S M NP E E P não estão E ensino. estaremos atropelando o fuinfantil. ção.Educar S N M E P I M M M E E P S N E E EE fun.em educação. Mgravíssimo. interagir. com EM tarefas. E P M M E N PE EM NP EE educação EE entre educador M sem respeito mútuo e EEM SI desta idade EM NP estão em P IN P PE crianças SIPor outro Nlado. IN IN M cursos de EE S S EM M E P P Estas possibilidades se fazem presentes Eem dos alfabetizadores em magistério ou de M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de educação infantil. S N P P I P M I E S N N S N EEbrincar nas SI metodologias SI ao O caminho. Se na educação infantil PE EE SI SI NP NP mes verbais.precocemente.sucesso S N E E frerem depois. IN M descobrir. M anos E(ou EE M EM menos)INno SI correrão M E educação básica ou universidades. do fragmentação do aprender. S N N E SI turo dessa berEM por onde iniciar a alfabetizar crianças. EE as crianças SI NP dade da Ieducação:inclusão EM N P N I P M e de se acostumarem desde de todas as crianças M M I E S N E S S M IN professores EE soEE a situações SI de ris.Professores seus cursos P EE E sem sa.colar.é SI profundidade Npreciso EE muitas do I P S SI formar edu.M M EE E P M N PE ensino fundamental.uma prática avaliativaM diferenciada. SI S E dentre outros aspectos. N E P P P I E E S N N S N P P EE A ampliação para SI os nove anos N EM EM SI N não resolve tais SI P I I M E E S S N P P EE O tema é “limites”. I E M E N S E P N E I P P E menos sem muito plena fase de de faz de conta. PE EE exercerEM E sete anosSIN P NP IN N I M P P I É preciso estabelecer a diferença entre alfabetizadas aos por estes proSsendo M N E S S N EE IN SI EEde limites Se P SI acontecerá NP P a autoridade na formação ser autoritáfessores. de S in.com progressão ção P do educação. Conforme relatório do Programa de Ampliação EM N E I P I E S E E S S E N P P M P ampliação M Muitas escolas na rede privada adotam da (julho 2004)”a SI IN em mais de M SEB/MEC EE a pluri. sorS E P E vigiados e para não serem purir. NP PE EE teorias IN ensino fundamental.modelar. em N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E MEC sugere E EE S N E A proposta do ênfase ao lúdico e escolas. jovens EE SI EE SI P PE P M E M E ou adultos.pois IN E EE estaremos M SI atropelando M EE N S E N P E I P I não só isto. a deiras.educando.SIN continuada anos de ensino primeiro. M SI EM anteciparPE silêncio.ouvir mar EM NP tais implicações”? SI EM SI SI NP PE IN I E E S SI É grave.”tal como proposta vem “obedecer”. alerta o E S S N P E I M S EM M conjunto IN obstáculos à sua alfabetizade pedagógica.A ampliE P M Ndo e aumento EM da escolaridade PE SI Ecrianças deEque PE IN SI ação temPE N E E diferentes professores e quem essas implicações não podem ser subestiI S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I relatório. UmEmodismo totalmente infundado.M cursos não contemplam com N P I S S IN E EM M IN M S E E cadores que entendam de crianças e de alfabetizar e práticas de ensino em alfabetização. entre “dizer não” e para o não”.organização dos M espaços EE NPperigoso S M E I E PE P M E E M S M E P E E didáticos PEfinanceiros.sem reprovação.A co.

com um M EE vi um cartaz I SI N S S P N I E P S I S S EM IN surfista sorrindo e equilibrando-se na prancha com Leitura PE e avaliação: nas entrelinhas IN M E S S E N M M mão – divulgando a Eimportância E SI textos E NP na da leidos e contextos EM EM E M um livro EE SI NP EM outra M E P P P I PE M E E tura para os que apreciam os esportes. pois S exige persistência e paciNP EM I I P M EE E S S E P P N M M E qualidades importantes N N ência . Uma delas é simplesmente “dizer e ponto M M E M N E N E P M M EE SI explicação. É M problemas E S E N N E P P M M M E SI comentar SI e leitores N de ler. M E N S E N M P SI SI ocorrer? Quem disse EM NP que isto não deve mais PE EE IN EM Pois o E P S M SI N E P E Msó irá aprender a ler ePa compre. dos pais e eduM SI A paixão E pelos livros S dos ção básica. SI leitoresIN SI EM EE segunda é “educar EE M E S P o que nos remete à leitura de nós mesmos. buscando nas entrelinhas o sentido para E S M E E S E E IN PE que sim. e ela não se sentiu SI Nas escolas EM PE P PE sentir surpresos com IN cultura.A P sujeitos. era da universidade. digo que avaliar é der. Não devemos nos a difiE N M P I I I I M E E E S S S S E N P socialmente e profissionalmente! culdade PE estudo feito com 200 SI NP EM para ascender PE desta jovem. Não se educa S EM SI para o não com novas EM PE para o E IN IN leis. que var inadequada. Há duas maneiras de mãe educadora de proceS I S N M EE EE SI Enão EM P P Por ser leitora. Ler P S I N E I M para sonhar. sem N conversa sem são IN As regras P M EE EE S N E N P P P I I I E S seus textos S e vigia-se N N S N em de para que sejam cumpridas. É a gossabia ler e seus professores não sabiam disto. EE S ta vigilância? sar biblioteca onde se o proN em uma S E N N E I P I P E S NP S S N I P I N M M fessor o Sorientar. PerI I M E S S S E N EE PAprender SI EM NP de aulaPE EM a ler ou a gostar de ler? cebo que E a leitura em Isala não ocorre mais. Contou-me aM coordenadora S N P ser raras? N que E M EE M NP uma jovem pediu oSIcancelamento P SI INtornem leitoras EE da matricula se pais no PE crianças se EM e educadores S EE SI P N I E M M P N foi solicitado S a sociedade P não lhes IN não forem leitores. IN IN EM EM S que foram EE “amados” P EM S S N E E P por um primeiro leitor). Uma das razões para esse E I N M P P I P S N E S em algumas N N M SI que precisaremos O fazer para estas encontro foiPEa dificuldade EM dos alunos SI cenas no E M SI M E E N E E P I M P E E Brasil deixe de Não podemos esperar que tarefas propostas. Eles S M E INurgente “ensinar EM IN IN NP E M S E P I S S N E E ler para em várias disciplinas E estavamSsendo reprovados P IN para brincar com as palavras. se M porqueSIlhe primeiro semestre uma M EE INoportu. E P se aprende que é preciso ler para res. a partir N PE vários auto.IN nome era M “Pre-loved” SI EE PE ou seja.ler ler por não saberem ler o S texto.M N Mário jovem de 17 anos SI verdadeiros IN Quintana escreveu: “Os E M PE anal. A grande IN diferença SI por isto volto SI uma atitude NP a insistir IN é é bastante M PE I S N M S I S N E sempre M EE I o aluno em seu texto e contexto. Adultos por um P livros EE Pprofessor disse que este E Durante oEencontro. EEM EE um dia para minou que pequeno. Neste caso tamE P P M M E N N M N EEintrodução. Limites P de caráter E S se sentara uma família de estrangeiros e notei que topela firmeza N E P P E I N M P E PE IN IN e confiantes de S SI NP com um Ilivro M estabelecem E N I S dos estavam e que o jovem. compreendê-lo.duas SI Mpaís de leitores? EEBrasil: um M EE a pais e eduSI SI cadores.EM a ação educativa. SIIsto acontece N E I E M P I E EE S de quem Eeduca. P livros do Direito. É preciso nascer e crescer de todos que se dizem professores.M NP EM PE M I E P E E S N tar deEM ler. para M E S NP N EM N adquirir maior falar e escrever melhor. S Alunos que EM são PE ou escrevem M não lêem E SI E EM N E P P I M E cadores é essencial. S é interpretar é ler que ele virá acompanhado de muita conE P S E E M IN NP EM EM versa. da Filosofia e da Informática sobre avali. antes de tudo. o que se tem S o quePé jovens do ensino fundamental e médio SI EEde fazer nem sempre EEM IN EM EE P M S N E P P I E é convidativo. P já “de EE em outroEM EM o livro P SI EE não era P N P I E M N S P na frente PE IN IN Nde uma livraria país.PEE N S E I E S P M M S N N PE 30 páginas. S N E imaginar e imaginar-se.INP E E P P M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I Em 2007 fiz uma longa viagem exterior. o que no Brasil se pedagógica de um centro uniS P S N E N M N SI “sebo” era SI PE conversar M uma pequena livraria cujo M solicitou-me de EE com professores Edenominaria SI versitário EM SI N E E P I M E E S P M N E P (pré amados. fazê-los M EE para se gostar EE entre livros SI SI P NP P IN P M EE N os livros que solicitamos S N E N I M P e ler em sala de aula. M NP de respeito. pois Ium IN Mas M E N S SI N E M P M 80% não E preciso. PE N EE acompanhá-los preciso de perto.uma S N N N E E P M P SI SI SI PE PE IN EE A coordenação IN M cena foi em um pequeno vilarejo. construpara o não”. só parou EE do que PE isso é muito mais longo que o tempo para S E P M IN N M M N PE SI outro”.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M nunca Ientrou. a pesquiI leem!” N EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 126 . SI EM PE nos transformamos PE tão E mágico quanto ler!Ao avaliar final’. SI NP EM por Mtar de ler”. ação no ensino superior.nizarEE o prazer da monografia de de Mleitura. de M colocadas M SI e contextos. SI EE EM gos.SI EE IN S E E P S N Mque aprenderam a ler eSnão fabetos são aqueles P ender vários Itextos.SINP P I M esse texto. SI EEé essencial EM indo sentidos nessa bém SI dizer o não M avaliar SI EMDaí porque NP sempre que EE se obserP P E I E M E P P S N E avaliar N E P difícil. com IN M S N S E P M PE I Algumas cenas ao longo dela e sugeriram o tema S punições mais severas e/ou vigilância permanente. agradável. SI SI N E P I I M M E M S S N E E E capaz de realizá-lo. EM PE mais difícil NP NP Educar para S o não é muito PE I N E E I M N S SI P N I S M N SI EE plesmente dizer não. M M INque são apaixonados SI N P E N S I E I E E N S S contagiam as crianças comPa mesma paixão. mas da educaP NP I P M SIproblema Inão N S E N IN avós. M E E S N E E M SI no avião NP Próximo ao meu assento PE e desta M EM por atitudes M de diálogo EE pagina.que devia por E adultos pacientes M S N E P S M S SI PE INde ler quando terM ter entre 13 e 14 anos. de um E dia para outro.

Nem um único sentido. significa SIoportuni. atribuir-lhes SI EM IN P os claros M EE E S E EM P no que se refere à avaliação da aprendi. A expressão diz que não podemosSdeixar I M E E N E I M E P M 1991. E EM tempo. Trata-se de e permanência dos alunos nas Spara M N E S E S N N SI EE o professor PE SI se percebe SI os discursos NP P realidade por meio da qual escolas. ensinar M ler! Desde EEa gostar de M E S E PE P M E E M S M E não se cometa. PE SI IN NP a mensagem EM P P PE I S M N E S que foi recebida peloEM N E IN P da avaliação SI Qual hoje? SAprendizasou enviar e a SI o objetivo E leitor. conceber PE a PE parte osEE M E E SIsolveram IN Em primeiro e avaliar como inEM em índices de questões têm N E P P P I E E S N N S N P P I I exercício EE terpretar é Sum do olhar ver com melhoria da nas escolas e. E M M PE EM PE M IN NP EE plementar EE Eíndices M este olhar. prodar cada leitor. mais do N E I E M E P E S E P E dades as criana gostar de Iler.para IN IN de promover EE SI ser um S N Epela EM saber S N P I M I EE E E S N dizagem. levando-o a duvidar inclusiva.EE EE da aprendizagem SI S M EM N E P P I M E E P culo XXI. processo de avaliação no sentido mais pleno da paP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 127 . E continuada E gências de formação S sua multidimensionalidade Mverbas dos e por toda EE EM NP NP na necessidade EM E P NP I a vida.Avaliar M é acompanhar SI o prazer da N N o processo de construção do capital contra IN SI vani. de S reprovação resultou.ou IN a gostar de sentido M Ensinar Ecrianças.INconhecimento. NPE IN M Alberto Manguel M P S EM E gem..M E de Ler envolve. Aprendizagem. gradação.modelo que S perdurou no EE que SIN EE ampla P SI último séEM PE P M E M N E se alcancem as M metas de qualidade em culo. Aprendizagem. P para “conversar E E termo continuidade M Nsegundo.embora todos políticos tenham I S M N S E IN de suas certezas e a comM sido nesse EM sentindo. Aprender é um fenômeno de amplo investimento de I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E ser..Em PE EEpromoverIN EM a mesmaSpaixão que S SI M EM E P M E E P S N significa seqüência. S SI aprendizagem N EM de aprendizado EM N P I I M E E S S N P P EE pelo educador. Então. nem princípipalavras nos textos. M o para todos e Epor PEescolas e. S P P P os textos certos. SI Na NP aprender. EE IN M M S S E P S E M para refletir sobre estratégias pedagómágica. O número reE de alunos N M aumentou porque se SIeducação. M M SI E EM mar um S E P M M E E E para nota. MaEE N em uma resenha E E belo livro EM P P I P P M E E E S N como amar E N N e sonhar P P Diz Pennac que assim N Práticas avaliativas e instrumentos çante! SI EM EM SI SI NP PE IN IN I E E S S N S P P avaliação de temos o direito M a ler por prazer! SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Os rumos no século XXI ressaltam M Por uma mudança efetiva P da educação M N da avaliação P SI SI NP PE ético e EE IN o significado SI Nsubjetivo EE fortemente I P S SI das práti. Em primeiro lugar. é mister Eler é uma tarefa M as melhores E E N E E P I P P M S sua aprenN PE PE no sentido M gicas possíveis apaixonado escolher M leitura. convivo com de S E PE E P M M E P E N N E P M M N gens em seus a quesSI SI várias áreas PE PE significativas. 2006) EE S SI EE SI . Se S N P P As palavras não possuem I P M principalmente I E S N N E S N P I Diretrizes M e mesmo I SI tivessem. Avaliar envolve um conjunto metáforas. em EM N P IN P P SIDiminuir os I EE E M E N S E P N E N I P P segundo termo. o pecado NP P I P M S tura: obrigar a ler! ENa costuma-seMtransfor.M M EE E P M N M avaliar para PE promover melhores M lavra-EE EE Mque saber ler.de umaPescola M SI E S E E leitor. como M IN M S E E cas avaliativas: avaliar para promover aprendizaeditora. IN P e adultos M jovens SI de observar o aluno para mediar. sobre as “leituras” que cada I P S Ede N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E procedimentos didáticos cuja finalidade é acompaum fez dos seus textos. EE M SI M EE N S E N P E I P I Avaliar e aprender são dois termos que precitão da exclusão em daPavaliação P EE E S educação-reflexo N S N I P I N M M I M N E sam ser S concebidos S de forma mais para classificatória-. EM N E I P I E S E E S S E N P P M seja. P a públicas EE o aprender SI a fazer. que conforme Daniel Pennac (GulIN EE M P E E N S E N P I P P N M E S lei.. SI N N na educação.M N P I S N S Iestudiosos E EMHoje. o escritor PE IN e Bases é conhecidaSou M M EE S M N E P I M de magia EE E absoluta. E S S N P E I M P S EM M nhar o IN IN processo de aprendizagem. P que utilizo desde Ler função EEmediadora EE M P SI N como respirar. à aprendizagem Todas essas IN significa garantir o direito EE M têm a ver com melhoria EE questões S E P P M Compromisso do sénas com N EM toda vida. N E escola. aluno em seu É possível. é nossa SI P N E I P I M N E S M N I S salientar a importância do papel do professor no essencial. Maprender E N IN de uma educação digna NP EM para todas PE EM I P E M S E S N S os múltiplos E E N P ças e jovens Ler IN éP compreender sentidos das SI SI EMdesse país. IN que apontam. P E E PE durante o qual ocorrem avanços e/ou retrocessos. no. IN EMportanto. a PO SI EM E PE IN SI “sobre as M N E E cesso.M vos significados. nas escolas públicas. EM textos. NP EM SI E lugar. em S M IN SI S N E E S I M preendido em para todos professores. Parte atender a demanda SI EM M dos alunos. PE IN NP E I M S S N P não temos rumos claros S No Brasil. O aprender. precisar maior heterogeneidade exiN SI SI PE IN ser comMnas salas de aula. IN da análise IN do momento de M EM E E S S M NP E E P M educação e reconsos gestores não se M P O mais grave: PE EE em que outro está para refletir PE IN prepararam EE leitura daEM EE P Nacesso IN o maior S N I M P P I truir as práticas educativas. N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E zagem.EE M reconstruí-las. Etem M S E por objetivo E é quasePE N NP de ler. N PEconviver. que despertam nos leitores iniciI M EE S N E N N P I I I M M S N E O que significa avaliação continua? antes já sente o ensinante . SI N P M I I M I M S S S enfim. sim. E há um espaço interpretada por gestores e escolas no o leitor que se S devidamente N M E E P P I M M M E E P S N N trajeto entre E E EE quesito criaSIno que o escritor penEavaliação.seria a Lei Sde fácil ensinar a ler.

A desconexão entre Projeto pedagógico EM M SI EM EM IN M M Eé EE Sdessas NP E PE P P sobre o uso que esperado iniciativas. um P processo de da S S N EEa even. M N E I E M P I nem comPas E para a escola EE S que se Ereflita sobre P É necessário E se acomodar S seus gumento N E P E I N M P para escudar-se E PE IN e carências materiais.EEM Procuramos IN EE se mediu. PE IN M não assumir a responsabilidade EE S E P M IN N M M a importância E M quanto não muda. E SI N E P Enamento da unidade escolar. EE EEde suas SIN E S dendo não pode ser uma amplo que pode tomar N E P N P P I I M S N EM PE IN de juízos O aprendizado IN responsabilidade M EE é uma de Ptodos. particularmente N E N I M I I M E S E S S E N P que constituir em uma ferravadas. E SI EM condenação P PE a medida IN como uma M ao fracasso. então. PE IN M E N SpedagóSI N E I M escola discutiu coletivamente seu projeto P I M E S S P dessa discussão EE um plano de ação? EEM IN EM que temos possibilidade EE de utilizar P M S N E gico e derivou À medida P P I P S M EE IN EM IN IN planejar sua Nprópria E M dados da S E P I S O problema adicional. se dificuldade no trato Edo SI EE SI M EMnão foi trabalhado P P E M E N N E efetivamente. EMfato. P P M M N N E tema. P S N EM N PE trabalhada com os aluSI Vieira M NP M Pacheco é: a temática SIfoi efetivamente PE Silva Pincigher SI IN E M Marta Leonor EE EM AVALIAÇÕES EXTERNAS PODEM PEAUXILIAR M N EE SI ESCOLA? EM P M M O TRABALHO PEDAGÓGICO DA E M N P M M EE EE EE SI S N Romualdo Oliveira SI M E In: Educação: fazer E e Maprender na cidade E E Paulo. de I S N M S I S muitos diversas escolas. Aspecto funda-IN realizar do projeto pedagógico. sua utilização. esta pode S N E E P S E P IN SI N EM P S I N M E da os objetivos para a escola que explicitamos no ação de modo mais preciso. de M SI NP Ao não compreender o que verificar P SI obvia. Esse ser desdoEpode PEtais medidas podem se SI EM EM diagnóstico P IN preliminar M E E N S E N M P P forma que se verifiquem menta a mais nossa brado de ou SI M SI quais tópicos EM para organizar PEação. M EE M EE se inviabiliza IN SI N S E I E P S P M Verificaremos que Sele é um bom repre. A avaliação N E Enfim. Para a Rede MuniciI M S N E P S M SI EE efetivam na ação cotidiana? EM PE projeto pedagógico Pse M São Paulo. se é insatisfatório por PE SI o conteúdo SI NP I M PE alunos. N E EE I S M E P S E M E medida Com a E compreensão desses aspectos é necesAvaliação e M IN NP NP EM P I M I E S M E E S E S N M PE EE mesmos os reorganizaEsejam SI PE NPpara que P NP EM sário agir I N E E I M N S SI P N I com essas P S I dos. deveI PE M EE E S N N N E EM P M P I I I E E ao fato de S que as iniciativas SOutra possibilidade N resulta-PE Nlarse de testagem em deSutilizaçãoSIdos P E I M S N N EE NP SI para oM SI implementadas no E Brasil. nem nestes e as possíveis ações IN a serem desen. masSse associa à elaboração SI S N S E M PE I M E E S N E I são arM omissões do sistema de ensino S As não de a medidaPE e a proposição de ações NP valor sobre PE a M EM M EE N SIpartir dela. Cada um deve decorre de P reN SI EE Dessa distinção EE ser res-EM EE EM a situação SI EE P N P P I E M P Nfletir sobre pelo que lhe para transformar S tais ponsabilizado P PE IN N M as possibilidades EE cabe. possível avaliação do projeto. entre outros. da SI as razões é possível pensar SI de serEE N N PE EA M EE zões últimas SI S N P NP P I P M Refletir sobre isso talvez nos ajudeS a pensar PEE para das insuficiências obserN tal. nos últimos dos de testagem aperfeiçoamento e funcioEM M P M SI ga escala. M NP M P de São I S N EE São Paulo: EE P P SI Padre Anchieta. M EE IN IN E E P S S N E P temáticas apresentaram resultados insatisfatórios.PEE E P I N M P P I S IN N divulgação P e sobre So sentido M das tual S utilização delas como uma dimensão EEesclarecimento N EM SI de uma E M SI M E E N E E P medidas S realizadas. IN possibilipal Ede duas EE S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P S medidas em Os resultados das dades de trabalhar com em nível de N SI não nos SI resultados PE N PE larga escala PE Mda Prova Brasil dão SIescola: osIN N SI N E I uma informação. o fato de eles não estarem aprenconsiste em um E P P processo M M mais preensão. dimensões. testagens. Fundação 2008 N IN IN P EE M P EE M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S E NP I S M EE 128 M EE P IN M EE P N SI N PE EE SI NP P M I N M M I E S N S E EE EE SI P EM P P M E N N N EE SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M E E S S N E P I E EE E S P N P P M N SI M IN IN M EE SI M EE P N SI S . de objetida Prova São Paulo e os I M M E S S S E E P SI EM uma das vos que deveríamos perseguir como racensitário). também.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI SI M EE P N SI NP SI EM N P estão reP EE nos? SIquais aspectos NP Então compreender P M IN I M IN E S S S N I E lacionados se os professores têm EE S a esse trabalho. Pnão a devida atenção para a é relacionar tais mediSI P M N E P M N M SI EE M PE escola e IN IN EM SI das com EEo projeto pedagógico necessidade de planejar. avaliativo. S NP NP E NP EM NP M P I I I I M E E E S S S S E bom uso N foi a última vez em Pque a Quando Um dasPE testagens SI NP EM não praticamos. S tivas de medida em larga sentante daquela S N E E E P I M E E E S faz parte Idaquelas N M Ele idéias mas EE que verbalizamos.S SI NP M significados E N I S M S N I E P S E M S SI que lhe cabem envolvidas a partirPE daí. S M EE faceta retórica da ação M escala. EM PE PE IN M E M (ou Saeb E S E N N E P P M própria instituição? M E EMpartir de Ientão. SIN I SI N S P N I E P S I S medidas processo S EM para o M IN PE em subsídios importantes IN E S S E N P discursoE e prática. há peloEmenos. E M P N SI IN EM M pergunta PE por SI EEuma primeira IN a ser feita S E E Resumo elaborado Localizado isso. é: em que mediescola. se buscou S EE SI P N P I E M M P N S P com as honrosas mente. pensar em estratégias de O que temos no Brasil. IN M EE S N N P I I M escolar. M S N S EE trabalho EEM N E I I P M E S S E de proficiência em algumas P com que apresentam dificuldade são medidas discipliN de comNP EMos alunos EM SI PE IN M E M E S SI nas. M E EE terem dedicado anos. I M P E E N P M N EE o que. pelo menos parcial. trabalhados.exceções.IN M mental para o PEadequado aproveitamento PE das inicia.

uma abordagem tendenciosa M E E E SIso ponto Ide EM N E camente todos N P P os âmbitos de atividade das pessoE E SI N S questão. NP NP outras Pcaracterísticas SI uma ferraN M I I I a Internet não é apenas M S acessibilidade. M EE S E P menta de comunicação de busca. vem ocasionando. I M S EM M que alguns IN M passado diretamente de M EE NP países tenham M E S I E PE P E E M S M E E E NOVOS P N E ECENÁRIOS. M E de pensar. tecnologiM NP E E P E Mpara ouE M nizar E essa compreensão e de transmiti-la P PE IN M EE P NP atual. que comporta noI P P E S transmiti-la. serviços ela constitui. INP N P P míope da I desde as M M EE S S N soas. que N M M M SI SI exige mais EM PE M M de PEE EE EE E rapidez e segurança na transmissão N EM E E P P I P M E E E S Tecnologia. 2010 SI global para um novo espaço SI a ação SI NP PE EE I M M P S E N E (Cap. aplicativos que melhorem S as IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E Tentar entender e valorizar o impacto das tecE E P S S N N E E M P A evolução das TIC e das P modalidades M SI IN comunicação SI NP PE EE IN nologias da informação e Sda (TIC) N EE I P S SI N educacionais associadas P I S M M S IN N considerando influência S sobre as variáEE EE EM SI EM apenas sua P E P M M E P E N N veis psicológicas do E aprendiz que um EE Entre todas criadas M opera com SI EM SI IN pelos seres P NP EM as tecnologias P E E M S M E N computador relaciona. trata-se de um aspecto muito mais P P EE cial até o modo de compreender SI EM M com o papel dessas IN INo mundo. pratiEE SI NP EM especial EM SI EM PE e P vista. I E S E E S S E N P P M P M 1 SI gressivamente “novas formas sociais por IN M CAPÍTULO EE meio das SIN IN M M S E P S E E M E M não estão quais as pessoas IN a viver. M SI uma determinada informação e EEM EM NP P IN P P S I E M E N S E P N E N Sociedade da Informação (SI). SI SI EE SI FINALIDADES NP P I P M S N E Juntamente com a pressão do mercado. para o aprendizado e para a M E E N E I M E P M E M S E N NP EE EE M EEação social.EEM IN informação (quantidade. sociedade e educação: N E N N P contínuo E P novos SIN dados. por seu intermédio. S com os conteúdos e tarefasSde com M S N N E de representar e transmitir informação revestem-se EE SI EE SI EM colegas M P PE P M seus ou com seu professor.). S S dessa ve. SI e queSse P I P IN PE EE EE humanos. de orgaM EM relacionado E E S S amplo. de comunicar-se. identificada como EE para representar EE E IN social. EMcomo noMque se refere N N E E P NP I I M tar a informação. EM EE SÉCULO XXI P I M E E P S N E eM trocar inforM P N PEA facilidade SI para se comunicar E E EM PE EE IN SI N E I P S mações. o SI EM NP EMaceleram SI Nde Psurgimento IN I E S SI N S uma M encruzilhada de influências PE P I comunicações. práticas deEE organização SI formas eEE N P I I M S S N Na verdade. Diferente profundamente entre SI SI N si quanto IN P I N M M I S S vas maneiras de trabalhar. PEE IN na sociedade S N I M P I Sas M EE S INpessoas. além PE IN Coll. SIN EEextraordinários. Carles Monereo SI NP EM P P PE I S M N E N S N e complexo E M e colaboradores Artmed. em PE PE lacionar-se. SI N N N PE EE SI relacionadas SI Com efeito. M de aprender. S S N P E NOVAS FERRAMENTAS. P I uma economia centrada na agricultura para outra M P E E N S E N PE I P P I N M E I S M N S N N E S NOVAS baseada nas E TIC.NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M M EE E P E M N M EE E EENSINAR COM AS NPTECNOLOGIAS SI EM APRENDER E I P M E S EM P P M M M INE DA COMUNICAÇÃO EE INFORMAÇÃO M E N E E S N P DA I P M I E E EE S N E S N P P I P M I E S N N S N EE SI SI EM NP SI P I M M E S P IN M EE EM EE S N M E E P P I M M M E E P S N E César EE disso. P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E Nesse proI foram configurando-se P contexto. PEalguns EEporais SI EE por sua vez. suma. seria. junto com a enorme redução de que EM N P custos E P I S M N N S N I N E M P I por exemplo. do nosE N E N porque afetam de uma importância. processamento E NP M locidade. EE S ao tras N E N já há algumas décadas P I I S E Estamos assistindo S mesmo prinS N Todas Ias sobre o S M NP TIC repousam SI M de uma nova forma NP E I M E surgimento de organização ecoM S E S E E E cípio: a possibilidade de utilizar sistemas de signos P M M P E N PE EM nômica. enPE PE obrigadas EE EEtrabalharIN Spara NP EM N P I P M M M I contrar-se ou face a face produzir E S N S S M IN EE EE E APRENDIZAGEM EE SI NPmercadorias. por extensão.SI1 e 5) M social e. aquelas relacionadas com a capacidade N S N I P P I N M M I aprendizagem. distância. política e cultural. de reN E E àsSsuas possibilidades e limitações para represenSI EM e. I SI S E E isso traz consigo. S EDUCAÇÃO P P P I oferecer serviços ou M manter relações EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E sociais EE SI NO NP M significativas”. assim a I E M E E S S E N E S E P P P M E à transmissão E de viver. diferenças têm. coordenadas espaciais e temEM N EM M P I I M E E E E S S M E N E oferece e transmissão de informações que P M etc. NP PE IN e essas N NP P N I S SI I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S E EM EM E M PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO VIRTUAL E PE E P P M N E N I N SI NP SI SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 129 .

das instituições se constituía em um I E S M E S E S N E PE EM físico imediaSI Precisavam PE estar fisicamente NP Não éPE NP EM e dos países. IN M SI PE EE I S E E P S N M qual ocorre a comunicação o espaço virtual no por mente. e até a P M E E dência. embora P à infor. M a pensar obrigas a pensar analógica. Como assinala Cebrián (1998. P de modo na IN E S S E N M M M SI natural. “a PE M E N S SI N E I M P M S a dúvida o aprendizado. I NP Nclara e eficiente E E maneira P I M dos grupos. para strictu da Informação. S S N N NP SI SI EM M PE M pectos estreitamente relacionados com preeminênNaEM educação. E escrita. P M M méto. N S N da sociedade dominada pela linguagem M educação.181). SI N SI p. PEE M N I E M P I E abundância EE SrepresentaPa E clara hegemonia E de informação S informação. INP mação etc. nos processos de tomadas didáticos e Pdo distância. à também. cação em M M SI EE um ensi-SIN cia da informação PE IN IN EM EE rapidez dos P EM S S N EE E P • A processos e suas Pconseqüno centrado em textos e no nascimento dos livros E I N M P I P S N S corresponN de de-IN EE ensino à M SI Rapidez ências. o principal objetivo da E N M P I I I I M E E E S S S S E N velocidade educação formal. SI N eN de como imitadora da realidade. PE SIé contrária à reflexão. de excesso E vestimenta. embora não exija a presença física dos S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M passar da informação para o conhecimento. S de pensar PE portante dar destaque aEpotencialidade IN IN M da internet SI E S S E N P M M E PE sentir. por EM SI E M S M E E N E E P momento. contudo. que.lações dosEindivíduos.IN sa e de educacionais SI EM de envolvimentos PE PE IN e de alguns M EE EE E S S N E P N P P I I influências dos de ensino eSaprendizagem – a imitação. sujeito Essas estão naEM origem de alguN EM SI a uma denPEmodalidades IN M E M E S SI mas modalidades N E E P rede de inter-relações. PEAo primar essas formas IN chegamos.EE te à “diminuição e a dispersão S SI EE NP EM P M I E P E E S N ficialidade. EE M E S P que são relevantes para a educação caracteriza-se pela E P P M M E N N M N EE SI EE EM SI necessidade de a SI adaptação M EM NPdo homem EE primitivoPE P P I E M E P N N P EE A complexidade. fenôN SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 130 . Há um consenso bastante generalizado em S S N SI EE EE SI EM EM P P considerar três etapas-chave no desenvolvimento M M E M N E N E M M contexto da mudança M EE SI SI tecnologias NPseu efeito EO PE . Iimpede NP NP EM p. cacionais. podem SI NPlevar facilmenEM Os Mmelhor”. EE to. a deS mútuas. capaz. 1997. mais o contexto sito indispensável.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S implicações do ponto menos. A e a faciliA segunda etapa N E P E I N M P E PE IN os IN das espécies. excesso de informação ruído. A cisão forçadas por uma necessidade de responder época SI partir desse N E P P M N M M SI uma mente N N atual. provavelmente. NP EM I I P M E S E P P N um contexto muito mais amplo. de consM EE desafiosSIcomo: I SI desenvolvimento N S P N I E S I S manipulação.5). espetáculo. PE aINinterdependência e aM um e hostil. IN de mudança contínua M apenas de e. no qual estas Ssurgem e Sse mas EEM sentes. estamos EM dos sistemas de comunicação SI Com a chegada PE e dificulta EE IN EM EE P M S N E PE P I E mais rápido. de trução.PEE EM a um processo SI EE SI P N I E M M P N S Pmuitos aspectos. NP do nascimento – de seleção da EM PE EE excesso M toxicação EEEstá na origem EE provocada por esse SI N EM E P P P I PE M M E E “infoxicação” – e. P o telefone. etc. É imEE EE está contribuindo. SI desenvolver SI Sociedade N P E NP P I P M N E M determinadas pessoas maneiras de agir. Há M indivíduos estejam mais e melhores EEde adaptar PE mais se trata apenas de sobreviver.algumas PE das da comunicação na Ie P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S A primeira.. Como P S I N E I M S N da atenção. EE M foneticaEE capaz não IN SI decodificar N S E I E P S P M M E S N N PEaprender os imprevisível. A simulação de todo P E tipo de objetos.Nessas tecnologias de comuniE SI E SI E P E I M E E S P M N E P P encontram seus referenciais na SI. a uma realidade que está le. situações e processos fazem da internet N E N N de vista educacional. São asinterlocutores. as barN mais do Eque S M N E I N I N E M S E P S S N SI foram EE reiras espaciais PE rompidas definitivamente. preI N E E I M N S SI P N S I SI N desenvolvem.IN EM EM PE IN IN M Ee S N S E P M PE I • Informação. M E digitais e à internet M putadores E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE nas M EE sensu. mas S E P M IN N M M E M para selecioná-la e N P SI necessidades EE ausência a natureza às do EEconfirmarEM EE humanas EM de critérios SI por meio EE P N P P I E M P N S N P veracidade. influindo S inEM desseM IN de de informação. por exemM EE EE SI E NP I M P P I M S • A transformação M S espaplo. deIN permitir uma comunicação entre E usuários E PE EE IN das coordenadas E P S M S N E P E M P N da comunicação. das mensagens. IN conseqüência. P de espaços e de Etempo para a conteúdos de maneira SI • A escassez EM PE PE IN M tem sido. Hoje. S clamação e a transmissão e reprodução do inforM E E S N E I E M espetacular da quantidade e S M NP Aumento do fluxo de PE M M EE NP SImado. E S NP NP EM N abstração e reflexão. sobretudo o desafio de conseguir escrita. que sobre o restante M S N E P S E M S SI PE IN informados. IN informação M Sda SI características SI NP EM I EE natural (fala e gestualidade).S no qual o trabalho coletiIN SI SI meio adverso IN P• S N M S E I S N E I S complexidade que presidem as atividades e as revo era crucial e a possibilidade de se comunicar de M E PE S E P M M N E M requi. PE IN N Implica P sua em o risco de técnicas alimentares. o rádio e a Itelevisão. que é muito parecida com aquela que N ocorre real-EM ciais e temporais SI O ciberespaço. em trada.EEM P como complemento da M à padronização I E N M M ainda não I E S N P E N E S E (Adell. a formação de PE submetida SI EE alfabetizada. àEM supernovos meios audiovisuais entraram nos centros edu. não S SI NP a ela Inão M do ser humano E N I S dade de acesso garante.S E I P I I P E S NP S S N I P I N M M uma realidade paralela.” PE como espetáculo P P M SIdocumentação N S N INcultura da imagem e do McomM EE diferentes SI • A preeminência da Graças entre S SI à interligação E E P M M SI E de expressão E PE assim. mente os grafemas como também M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E significativa para utilizá-los. requer E certa proximidade.

E DAPINTERNET: EE N EAS INFLUÊNCIAS EM P I P P M E E E S N E N N P N CENÁRIOS SI EM NP NOVAS FERRAMENTAS. p. maior será a usabilidade. impondo progressivamente. O M comunicada.M P N SI escoSI NP PE competência EE das TIC IN SI NP EE lar. O ou “escola consumo Pe maior depenE E M ricos. EM SI SI NP PE IN I E E S SI E FINALIDADES N S P PDa competição individual à cooperação EDUCACIONAIS M SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Tradicionalmente na educação formal e M A primeira aproximação tem sido orientada ba.M M EE E P M N PE M EE M EMacessibilidade E Da e usabilidade SI redes. SI EE com os SI amplia ainEMocorre a M P PE P M E N E Frente a essa postura. da Imesma EE M da mesma E N dos aprendizes escola em pesquisas. Adaptabilidade. S SI N EM a apresentar EM e organizar SI que tendem N P I I M E E S S N P P EE as atividades de ensino e também SI EM M IN e aprendizagem. EE os grandes problemas SI ou chega-se EM P P M M M E E (1998) identificaram N N a mobilidade E P NP Mittleman e Briggs sete aumenta a EM M I E M EE E SIdas pessoas. N ou para N rendo instante 1998. na verdade é um “não lugar”. demonstrar I P S SI a própria significa mossicamente ao estudo do impacto do uso N P I S S IN EM os processos M ao resto EEM IN M S E E trar que se é competente em comparação sobre cognitivos do aprendiz-usuário. as fronteiras desaparecem S e çãoN SI SI N P I M M I S S N S solução ótima ao resultado procurado. de IN seio de Num M P E E E I P P N M E integrar em S M neste mesmo N SI 187). SI M cunhado N E NP S N I N E M P I se empreender I entre os países pobres e pa. omissões dade e cultura. níveis educacionais. além dos especificamente orientados N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE experiências è educação. ou consegue-se umaINP vez mais reduzidas. E S I E PE P M E E M S M E E E mesmo Sno PE país ouNP juntamente atuações profissionais que estejam ocor-PEE potencializada. Ocorre uma entre o tempo M N I N E P E I P I E M S E S eo N PE Pou IN interlocutores M PE pessoal. S NP M EM E P I M E E P S m-learning N os P tipicamente escolares. como atividades e tarefas de grupo.nômade”.IN S M E P M EE E todas as E equipe de trabalho –.M mação. dos SI S N N E P I N I E M S N SI Quanto e a adaptatempoSdurante o qual se tem acesso à informação M SI EE NP maior for a acessibilidade EM E I P M E E S E EM P bilidade. SI as distâncias EM a fun.. estamos falando dos chamados “agentes globalizada. NP P I P M S N de equipe pessoas geograficamente M EE INum trabalho M M SI E EM S E P M M E E E afastadas entre si. e cultural nos países pobres.S Modifica subsN capazes P I P M agora IN I E S N E S N P M I S SI tancialmente de em um alterego para o aluno –Sou o contexto das atividades e das PE se transformar IN M M EE práti. Edemais. torna-se SI SI de “aprender” PE EE IN M P S EM N E decisões. EE P I E M P S N SI P E I capacidade P IN meios e Sa IN com Sos EM EM difundiIN PE IN EM para serem S E E S S E N P P M P M Do dos. ou do mesmo o que geralmente as variáveis relativas educacional no SIN PE EE EE SI ao contexto N N I P P I N M M S competição M S em entrar em N E N E SI A terceira se traduz qual aprendizagem. os valores e sistemas I M M E E N S E I M M EE EM NP NP culturais PE que estão S dos grupos no poder e contam EEartificiais”. auxiliando-o de modo cas sociais e econômicas. mobilidade e coopeE P M M E N PE EM em que NP EE possui. S E P M PE NP EM PEincorporaPdecididamente IN Mturma. cresce EE são compartilhados. e vice-versa. SI uma cidade EE SI SI EE SI (. M desenvolvidos. como atividades Novas ferramentas M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I liação.EEM NP são cada P IN P PE SI Em umNmundo I E M E N S E N E I P P papel que Elhe corresponde. EM mais freqüência. EE o “tempoS vivido”. M S E SI A segunda N E P E M S M N SI PE PE nível educacional. encontramos com da mais o foco outros contextos de ativiIN EE e introduz SI cada vez NP EM EM EMem todos Sos PE P M E E E SIdade social. SI e-learning ao m-learning N IN M vão seEM EE IN M SI S E P S E M • O surgimento de novas classes sociais: os E M E E N E E I NP EM Uma das NP PE na SI NP de futuroS mais verossíPE perspectivas M A M Mparticipação I E SI “inforricos” N E E SI e os “infopobres”. analisar íses a sociedade dual está sendo M EE NP de campo. Também M P PE S N E N S N E M P com suas SI ações.)” (Cebrián.M EEcompetente ou executar de maneira ração. SI EM PE PE IN “Au. SI depen. um “espaço N E E M I E M E P S E P P dissociação EE M M N E à adaptabilidade não físico”. Steger. Sintetizamos os sete grupos em quatro granN N problemas E EE EE para resolver EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P des categorias: P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 131 . entendida em um sentido amplo. Afeta facetas S para umaM N M E E P P I M M E P S N E PE expressão IN EE M personalizado em E suas tarefas possibilida S atividade eIN da a EE PEgraças à P SI IN humanas.abre imensas SI S E possibilidades para mento das diferenças E S S N P E I M S conEM M trabalhos INtrocar reflexões. SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S proprietário N São tarefas Software livre ou S M e poder baixar ou SI M IN nas quais NP somente no caso de cada E I M E M S E S E E membro do grupo contribuir com a informação que operar on-line.IN meis é a S P P possibilidade de expandir as opções tem um alcance N ePum M EE S N E N P I I I M M E que não S sejam IN S E aprendizado paraEE outros cenários dendo criação e negóEM de cadaScaso: de produção. As expressões.. IN M EM E E S S M NP E E P E M de avaas atividades de avaliação. de I M M Ncio nos países E E S I E N E P E S dência econômica N segundo o termo por P. S N P M I EE de E significado E diferentes. N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E desafio éP que os programas sejam • A homogeneização cultural. SI E N S E P P P E suscetíveis SI EM N N deSIN grupos virtuais de heterogeneidade das comunidades e torna-se pa-PE grupos Ebásicos PE SI NP N SI N P M I I M I M S S S N funcionar tanto em contextos laborais quanto de fortente a necessidade de trabalhar conjuntamente E I EE M E S E P P M M E comuns.

finalmente. SI M EM NP EE P P E I M E P P N N E PEpapéis deM sor de pelos de trabalhoSvirtual que são centrados. grupos NP IN PE informação. cilidade. de um de um Iprofessor transmissor de E N PE (atender EE IN cada cenário EM prota. “equipes EE M E S P dessa oferta de meios e recursos. I P P IN S N EM S I N M E N I M S co mais amplo. Cooperar. o professorado de trabalho em rede” E P P M M E N N M N EE SI EE EM abandone SI progressivamente o papel de E transmis(networked teams). E SI de ten.M Deixando de lado as metas quais S E SI EE e conteúdos. N E P P I M E zinhança. E I E protótipoSsobre N SI profissioformação ao longo (2) o cenário um um M Mississipi feito à PE NP P I P SIgamos em N S N E N M o cenário SI e laboral. grupos de trabalho virtual que atuam N S sobre SIContinuamente. através da internet. EM PE IN IN M EE de.SIN S N S E P M PE I No futuro. orientador estabelecem relações de cooI E S M E E S E S N M E PE deman. PE • e instrumen.E(3) nal próximo (viescala. baseiam entre PE em relações de interdependência IN M E S S E N M M E NP competências ou comseusSImembros. diante SI No médio SI NP EM I EE Por exemplo. PE formas de interação que as S muIN IN M EEas TIC propiciam.EEM EM EE básicas M Macrocompetências. com E freqüência. com P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N prazo. P S I N E I M S N E cluindo tanto as situações e atividades de Eeducamuralha feita de papelão.des E P S M S N E P E M trocas entre seusP alunos e M cliente no N gonista central Edas SI IN cenário profissional).Mespecialmente tos ral e o acesso aos recursos. as N E I I P M EE E S S E P P N M M E os membros do grupo N funções que SI IN M EE M EE assumem são S SI interdependentes.M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 132 .SI E IN S E E P S N M proativos – no sentido tornos alimentares). segundo se afirma. das Nesse caso. NP E E P P I M M M E NovasP finalidades um IN E que torna S E Po IN imprescindível M EE EE E S S N E P N P P I M apoio mútuo entre S SI eles.EM e guia na EE projetos Ee SI Pabordar NP NP realizaçãoPde mediador de deperação com a finalidade de essas I N E E I N S SI P N I P S I EM M M e alcançar as metas desejadas. S N S E bates e discussões.EM EEprocessosSIN rar e pôr PE e projetos I IN E EM EE P S S N E E P soais levando em consideração o contexto ou mar. SI E S E N P E M M E SI N e problemas danças também parecem irreversíveis. E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M que. Junto componentes. I de maneira E E E S N E E SI NP NP EM NP digitais. S EM IN te.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M grupos EE S aparecem de estudantes 1. A imagem M de três granEE podem ser EE NP Situações SI E NP I M P P I M S tipos: prototípicos S informação. dos E NP E EM P I M P E E de interagir socialmennos ocuparemos mais destacar S N adiante. colaboram e se ajudam demandas previstas e. parece inevitável independentes entre seus membros. 4. previamenS S N E SI E SI EM EM P PE em suas tarefas escolares com sua espantosa fateNplanejadas. mas que N profissionais nos perfis e. base em um ou paIN seja. bairro) e mais afastado (país. M M N E M I NP N membros E esclarecimento E mas cujos P I M consultor no de dúvidas. as pessoas 3. EE SI NP EM E P P P I PE M M E E petências-chave que todos os cidadãos deveriam S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M adquirir podem Novos cenários E S N ser agrupadas em trêsS categorias: N E NP SI de atuar SI EM M P M M • ser capaz com autonomia. (4) símeis. Equeremos P M N M • ser capaz EE em grupos M SI estão sofrendo NP aqui as mudanças que P M SI IN E te heterogêneos. M alunos as possibilidades EE M e modaliEE e professores. M nosso mundo SI PE IN E EE P M S N E PE P I E M(1) cenário nos cenários parque temático e aprender sobreIN a história milenar P N sociais: S quatro grandes M N E I E I N E M S E P S S por uma M N SI enquanto EE da China PEpasseamos INentendido em um sentido SI NP amplo e inE grande Meducacional.SIN dade as coordenadasNespaço tempoM de utilizar recursos EE ser capaz SI NP E P I I M os meios M E M S S N E E E P interativa. e que estabelecem as relações com M M E M N E E E P M M E SI SI EM PE PEformato colaborativo. aoSIpapel de professores e alunos e às EE EE o cenário SI N P E NP P I P M N S M miliares). M E S E N N E P P M M E EM SI SI pessoal (relacionamentos N N PE fa.M EQuanto amorosos. IN essas M E N S SI N E I P M Visitar um S EM competências precisam ser Eaplicadas e utilizadas EM computador ao humano. gruposNde que S E P M IN M M M N PEe res.PE educacionais para além das paredes da escola. ElaboE SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P entrada em cena dasSTIC I leva os em prática N planos de vida A M M pes. tutorPEe também. grupos de trabalho virtual que devem atuar M E E S N EE PE M inesperadas NP situações EMconfiar mais em sua qualificaçãoSIe em suas verão em e nos quais são P I M E M E N S N E P EM EE SI E PE EM SI inde. IN SI substituindo-os SI 2. emergentes E M PE (trans. Não se trata de por a pessoa dentro do mundo EM NP M P I I I I M E E E S S S S E N P Monereo e Pozo fictício PE mas de integrar o SI (2007) assinalam que NP EM PE gerado pelo computador. conseqüentemensão M previamente EE I SI que não E N S S P N I P S I S nos processos de formação. P guardião do IN currículo começa a entrar em crise. P PE IN IN conhecidas. já absolutamente verosSI comunitário: SIsão possibilidades EM PE M E SI E EM região). ou M S M SI EE NP E sobre o funcionamenPE M I E P E E S N ção formal e informal quanto a aprendizagem e a EEM to do barco a vapor ao mesmo tempo em que naveP P M I E N M M I E S N P E N E S da vida. M péis e funções M SI que. M S N I E P S E M S SI PE IN dos trabalhadoM cente competitividade e mobilidade EE PE trabalho virtual.competências para encontrar trabalho do que na potencializadas basicamente as relações de N E P P E I N M P P S E com a ScresPE IN IN SI entre seus N M pendência E N I segurança de um emprego fixo. I S N M S E I S N E demandas S seletor e gestor dos recursos disponíveis. IN SI N S E I E P S P M M E S N de interação. Eauguram M SI enfrentar EE mudanças radicais no também devem EEmercadoEM EE situaçõesSIinesperadas EE P N P P I E M P N S se laboral. ter um bom relacionaos papeis de PEE E S EE SI P N I E M M P N S P IN mento.PE em SI EM previstas ou conhecidas.

também. tudo que viável e pertinente em S tem sido denominada N M E E P P I M M M E E P S os con. N programa PE PE EE pro. vozes autorizadas. saber como acontecem essas EE SI e coopeNP EM EM S EM PE P M E E E SImudanças ração. à infância da rede E poderíamos acrescentar que NP SI e PE M M EE nem IN S M E P M EE E E é tecnologicamente “Web 1. os processos os EE SI EE SI resultados. é claro. NP e com práticas EM N P I P M geração. SI educacionais. S N E M P que é quem SI o professor no outro) determina textos educacionais. PE para procurar P IN é pertinente P M I E S N N E S N M SIpor assim Idizer.0 os professores. corresponde. como daquelas que ocorrem e atividades SI SI em situações N a EM EM SI algumas N P I I M E E S S N P P EE do próprio Bernes-Lee. TIC em do sistema. S mesmasMtarefas que os humanos e M EE Ecomo realmente NP NP EM E P NP I não se limitem apenas.INP IN colaborativa ou procurem e contrastem informações M E M E S E PE P M E E M S M E P E E um determinado PE A expressão Web 2. a armazenar. Qualquer usuário pode utiliLINHAS E SEUS DESAFIOS M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de uma página Web em outro M P M zar o conteúdo N SI conSI NP PE EE IN SI sobre a natureza NP EE texto e S I P SI acrescentar aplicações específicas em uma É preciso ter um olhar das N P I S S IN educacioEM M alheio EEM IN M S E E página pessoal. SI N P M I I I M S S binarIN e transferir informação. seria melhor Spesquisar como EE A rede SI e SI começou IN P P M proveniente Sdas mais diverpodemos utilizar as promover a aquisição N M EE TIC para E INcoordenarSIinformação M M EM e o desenvolvimento S E P M M E E E sas fontes.0 à Web 3.0” ou fase “pontocom”. E. nem tudo que é N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S E acessar e baixar tecnologicamente viável SI em termos os podem N arquivos.0 começou a ser diversas sobre tema. plementar as aulas expositivas com leituras e exerEE A filosofia EM NP que estava na ori. E de implementar N NP dificuldade usos Eem E M E P SI os NP SI P NP E I P I M N E S M N I S todos os níveis alunos no outro). trabalhem de maneira E S S P E I S EM EM M social”. SI características EM NP e qualiP IN P SI Ter um olhar I EE E M E N S E P N E N I P P com a finalidade e isso de que dade das situações educacionais que podem induS N SI eles possam SI PE IN realizar M M IN SI S N E E S I M exatamente as E E zir a essas mudanças. especialmente I P N E P M S N SI EE PE interesse EM repre. as EE E SI N N P P I N M M S M S de propostas N N E SI volvimento pedagógicas e didáticas sentações. dos conteúdos aos M quais os usuáOs estudos realizados até agora evidenciam a I M M E E N S E I E P M E M podem acessar (os Einternautas S educacionais das Erios E um caso. M EE NPforma de conceber a Sinternet EM E I P M E E S E EMusuári. O software (open software) e que as pesEE N das competências E “se abre” E EM P P I P P M E E E S N E N N P P se liberta e os passam a SIN soas SIno conhecimento”. PEanalisar qual PE IN das mudanM EE EE P Nsão IN e se elas S N I M P P I “Web 3.SIN PE abre perspectivas de Isumo para o desensuas formas de interação (osPdiscursos.). EE NP PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 133 . SI SI PE EE IN M P S EM N E quando e como. eminentemente transmissivas. S A rede semântica ain. e em S E SI nais.0 ou procurar atenção sobre situações inM N I N E P E I P E M S S do N SI PE PE IN M PE justas ou EE pouco satisfatórias (aSregulamentação SI N N E P I N I E M S S TIC no âmbito SI IN Esta como um uso das escolar e familiar).M P imenso repositório de conteúdos ao qual os Como afirma Suarez (2003).Existe um N E EE caso. SIN (webmaster em um termos é realizável em todos EE administrador PE IN SI educacionais NP EM P P PE I S M N E N o que.INPprimeiro sistema S P P P de distribuição de arquivos de vavelmente acabarão M EE S N E N N P I I I M M E S S S N E pularidade massiva. N N buscar PE comEE SI SI NP processar.M M EE E P M E N Pprevisíveis: M EE M EM SI E Ferramentas tar pôr em evidência e resolver problemas latentes N E E M I E M E P S E P P EE M Mchamar a N E da Web 1.uma visão da SI inM IN internet cuja NP proposta é de que a E I M E M S E S E E formação possa ser compreensível para – e não zagem. SI EM em que E PE EE IN SI farão usoPdestas N E E rada à propostas da nova fase da internet para que os estudantes participem I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I 2. Ncícios autoadministráveis PE do Napster. as práticas. EM e se elas têm características diferentes N E P P P I IN E E S N N S N P P EE Contudo. EM P PE P M E M N E baseadas em dinâmicas deIN colaboração etc.0” ou N I SI S E estamos hoje. NP ra. educacionais nas SI EM presenM quais as TIC não estão IN já estão IN anunciando uma M EM E E S S M NP E E P M a da E nova Eetapa no desenvolvimento da internet. IN M utilizadaPEE P E E N S E N I P P I N M S M N N aEE partir de 2001. A Web semântica é generalizáveis e transferíveis para Sças M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N outros contextos e situações de S M ensino e aprendi. aPE incorporar Em S vez SI IN disso. Uma escola.emblemático Epara todaINuma SI o Napster. uma EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M O equipe docente ou um professor com SI declínio desse período coincide com IN muitos anos M EE o auge SIN IN M M S E P S E E M e posterior EM fechamento de um com sólidas concepções objetivistas Ede experiência.SI M EM E P I M E E P S N contudo. sobreviveu gem e foi incorpomas dificilmente E M P M na rede.0” ou “Web semântica”. EE alunos e M M E N denomina-se sindicação de A Web 2. conhecida como “Web “Web em fóruns de discussão. tes. E P M M E EM N PE M NP EE apenasM EE sobre as localizável e acessívelPE – os computadores. M M I E S N S S M IN EE poEE utilizando EE as TIC para SI com. EM NP precisam ter na “era EM (free software) SI N PE usuários IN I E E S SI N S P P verdadeiros protagonistas ser os de seu próprio cresM SI IN IN M M EE EMERGENTES S S M E P P cimento e sofisticação. M é o sentido P E.EEM M EE S E P E da é uma idéia experimental que conta com alguns NP M EM EM M P I IN M E E E E S S M E N E P M PE SI Eprotótipos. A anexação do conteúdo mudanças que podem ocorrer nos atores S E P M PE NP EM PE IN M conteúdos. fazem agoI M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N encontrar.

basicamente apoiada em textos escritos. segunda metade do século educação sem paredes S S XIX. SI EE EM ensinar SI conteúdos perduráveis. PE SI NP EM vas gerações PE de indagação. PE IN professor M E ordenadas.) que tentarão aproveitar as potencialidades dessas P I M E S S E N P M M M SI N Vamos de tecnologias para a aprendizagem.M E P P P I PE M E E modo necessariamente esquemático. PE e alu. para nos chats M EE que possam EE contextualizadas SI ser assimiladas SI etc.). bar surgindo três cenários claramente N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP M interdependentes. N S SI as (apresentações. são dirigidas às TIC dos estabelecimentos NP EM As paredes I I P M E S S P N EE efeitos negativos para a educação. M EE o ensino e EE finalizar o capítulo SI N EM desa. nuam os depositários da culUsos centrados nos ativiI sendo.S PE I N E E I M N S SI P N S escolares SI Ne à internet SI EEpor seus EEM às vezes. S E o aprendizado Essas são em PEE EM devido. às vezes. E N I S • potencializam as relações sociais superficiM S N I E P S E M S SI PE IN M ais e. usos centrados na S EM alguém Schegar a Eser M um SI Epara NP apresen-PE – são fundamentais EM M I E P E E S EM N usuário tação de informação pelo professor P P Mcompetente I E e transmissão N das TIC. EM EM P P assentaram-se. na interação e na coS S e usos centrados E E P SI EM EMparticipantes. N SI a partir da EE EE SItodos os países.EM E M I E S N P N E P I informa-N E e porque. lhes são apresentados. EM PE EE comentando. EEM das SI Ndas P P M I N M I E M S possível N N redes sem fio tornarão P inaceitáveis. sexismo etc. quem melhor pode Finalidades potenciais: entre P IN M E E N S E N M P SI realizar essa mo e os EMtarefa são NPmovimentos sociais SI PE EE INos professores. Os novos cenários educacionais NP IN SI necessários SI NP para o cultivo Ique PE I S N M S E I S N E nossos M S “bom” cidadão em um determinado Estado naciose abrem aos em E PE SI E olhos questionam o ponto P M M N E M esco. PE NP NP EM É necessário acrescentar ainda la e professores.cia ser filtradas. na apresentaS P EE IN EM etc. ao menos por enquanto.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S colar.). Expansão das salas de aula e das escolas S N N N E E P P EM SI SI SI PE urgentes: PE IN Epara IN M fios especialmente outros espaços (bibliotecas. as escolas tinham como função principal e a resolverem os problemas que E P P M M E N N M N EE estáveis. tudo M N E I E M P I E EE S E P E S complexas e expressivas. So insulto e SI IN M SI EE S N E IN diversos “ismos” (racismo. IN M E N S SI N E I M P I M M E S significatividade. para ensiná-los M do ao mundo M SI SI SI NP EM I EE a interagir com ele E EE M S P marco. em sobre a idéia M M E M N E N E E P M M SIdeve servir SI A educação EM PE PE de Estados-nação como construções políticas. Neste M E E S N E E M SI NP as comunicações emocionais.). exploração. maN M E P I SI N E P S I N M E I N E pas conceituais. N EE glossários. descobrimento. segundo P E Ao falarmos da educação esN das finalidades EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 134 . etc. não devemos esquecer que os sistemas eduCenários educacionais prováveis: S N E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M cacionais. o entendem a P tornar-se difusas e no futuro os procesNP EM colaterais EM SI IN M E M E S SI sos educacionais N E P e o aprendizado. onipresentes. Salas N de S E P M IN M M I M N PE M compromisso. Neste os alunos. favorecem a irresponsabilidade EE vez mais PE aula e escolas cada ea 1. SI EM EM zes.nal.Scomo já assinalamos. P M M sino dentre elas: ocorrer onde Eexistam EE SI EM PE IN Pdeverão IN M EE E E S S N E P N P P I M qua• promovem uma comunicação de baixa tecnologias disponíveis e adequadas para S N SI EM PE IN mediar IN M aprendizes. usos centrados EE EE P M S N E P P I E M alguns aprendizados adquiridos nas ção. Smelhores EE falta Ede virtualizadas. organização e exploração dos S • porque M N IN N conteúdos da NP EEe a escrever PE aprenderSa SI SI esquemas. alguns 2.SIN M escolas e S EE Porque as SI NP E N P I I M E M S S N EM E E conhecimentos e na P enquanto.EEM a) com relação SI será possível SI N E P I M E E S P M N E P P para conservar. EE SI S N S E P M PE I lidade. a ler (leituras. aos seguintes M praticamente qualquer lugar EE M EE IN SI e situação. Um cenário global e onipresente. uma espéI N M P P S SI IN M EE NP IN do uso M S I ambientes e professores virtuais por meio cie de “megaescola” na qual a ubiqüidade das TIC E P S E M S M E N E PE tecnologias móveisPe E EE e o desenvolvimento generalizado das TIC. I NP N E E que exatamente P I M começa e termina a ação de I E S M E E S E S E IN PE EM as críticas que. EM E P S M SI N E P M P N b) com e SI EE IN relação à falta de compromisso EM M SI Psocial EE IN S E E P S N M se afirma as TIC eSIa internet.Npor M E E E S E P P P I que podem M dade autônoma e autorregulada E S NP N EM N tura e os únicos transmiti-la para as nodos alunos (ativiE N M P I I I I M E E E S S S S E N P em condições de confiabilidade e dades experimentação. soescolar sentiINpara dar N PE M EE E EE S N N E P P P I I I E S S que rodeia N N e culturais S N ciais relativamente homogêneas. direção de M que podem acaPE M EMaponta na EE• restringem NP SIsentido. pessoal que. N S E I E P S P M M E N PE • os professores conti. SIpropostasIN EEpelo SI P E M M P N S motivos: P IN menos. criar e transnalidades claramente educacionais. museus) nos S quais S P N E N M N SI SI PE atividades M M ao Edescrédito da escola como realizar EE e práticas com fi. E nesse SI M EM NP contexto EE as TIC são P P E I E M E P S N N E PE de umM institucionalizados. infraestruturas EE EE SI e equipamenEE P N EM P P I E M P E Ntos de TIC S N P N E I P I N a agressão os pedagógicos e didáticos M e com projetos S N • permitem SI P PE verbal. selecionadas e entre os M municação E S E N N E P P M M E EM SI SI N N PE E(fóruns.). EM aprendizagem P SI escolas – como falar. etc. P• PE PE M demonstraSIou por especialistas N SI N E I N I I M M E S ções que estão na internet precisam com freqüênções. Mlegitimada N instituição SI EE PE IN IN EM por EEM EM SI mitir o conhecimento EE P S S N E E P e à proposta de substituí-la 3. M N P NP P I P EE N S N E N I M e transformadas em conhecimento pelos aprendiP I I M E S E S S N P EEo neoliberalisPE e. entre professores e conteúdos.

e interpretar dos esforços importantes orientados a formar PE EE EE os alu. acesso às TIC. e satisfatórias. simplista ou mal S SI N de EM o desenvolvimento EM SI nos estudantes N intencionada. E. M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S a sensibilização N de perspectivas Afortunadamente. M o não construtiPE Eportantes: EE NP dessas tecnologias Sum PE ofertas educacionais IN aumentoNde NP E P N I S SI I M P I S M N M S E I S E IN S M EE EE P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 135 . vez. SI SI EE nova cultura SI e moderadores. EM P PE P M E M N Ea b) em uma sociedade que rápicom a finalidade possam discriminar entre N muda deSIforma EE de queEM NP EM SI até que ponto EMnos mostra PE P M E E E SIinformação da e constante – é preciEM verídica. potencializem M M I E S N E S S M IN as tecnologias EE coEE Ehostis. M e isso EEM IN M S E E desafios que a sociedade apresentará a eles. EM SI E é o verdadeiro e complexo desafio que M às vezes têm como efeitos N E E I E M E P E S E P P M M N E enfrentamos atualmente.EEM tradicional de organizar as experiências Conseguir que. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E e atribuir significado e sentidoSa d) com relação negativas M para organizar P I essa N EM SI às conseqüências NP PE prepará-los E IN É preciso SI NP para enfrentar EE informação. CAPÍTULO 5 nada P e. Por S IN cação formal a das socide um lado a S possibilidade de utiSI EMe escolar. SI NPtransformou S P P P da informação e da prática de enviar mensagens agressivas e I M EE S N E N N P I I I M M S S S ou usurpar N E municação (TIC) de permitam esconder. tecnologia suscetível de S usuários com melhor N P para conseguir P I influenciar os P M instrumento I E S N N E S N P M SI SI a finalidade uma causa determiSI PE IN M M de ganhá-los para M EE S N E P I M nobre. progressivamente. por outro EE E em princípio. IN M EM E E S S M NP E E P torno das E M cimento recimento dePnovas fraturas M sociaisINem P EE e da informação. o SI papel da escola NP NP SI N P M I I I M S S Se proces.EE edades modernas M SI ao conjunto EM IN P população M ou seja. é o M suasiva” – Captology –. Já começam PE SI EM EM a fazer PE as der EE destinadas IN com que SI específicas N E E que os docentes as tenham integrado na E sua I P S EM N P P I S M N N S N I N E M P I I SI S E atividade profissional global e. dos goverS M SI M IN culturais NPe a existência de múltiplas E I M E M S E S E E interpretações de qualquer informação sublinham a nos. PE M EE EE P N IN S N I M P P I c) em uma sociedade complexa. I M E E S E M E P M E S E N NP convocatórias condiçõesEE e competências paraPcomícios e manifestações. NP P I P M S Muito Iesquematicamente. e tudo leva S SI N de vista IN I N M M I S S N E E e. genuína e rigorosa e a inforN E P P P I IN E E S N N S N P P I fomentar EE so mação errônea. frequentemente. a diversidade STIC. poderíamos caractados por todos os de IN N M sob ameaça EE participantes M S E EM expulsão S E P EM M M M E E E terizar essa nova cultura a partir de três traços em caso cumprimento.) EEM Perfil.EEE. surpreena proliferar na internet medidas E M P Ndes. da S E P PE EM NP EM PE nessePE IN M e da aquisição M E N por meio do desenvolvimento de caTambém aspecto estão sendo realizaM S E SI I N E P E M S M E N SI PE selecionar pacidadesNP como procurar. das instâncias internacionais e das grandes E P M M M E N PE NP EE necessidade EE EE dos problemas M de aprender a construir de forma corporações diante provocados peSI EM bem. a S N M E P I M M M E E P S o tipo que N N E EE existência de movimentos sociais de todo EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E S boa parte de suas E M IN P IN PROFESSOR SI EM AMBIENTES concentram uma SVIRTUAIS SO PE na EE atividades IN M P S EM N E internet M (campanhas de IN sensibilização.EEM NP P IN P P SI I E M E N S E P N E N I P P E fundamentada oPpróprio julgamento ou ponto las “brechasSIdigitais” é cada vez maior. Assim. as distâncias entre países e setores I M M I E M E E S S E N E S P P P M E e de sua E SI progressivamente. no interações entre usuários resultem mais adequadas E S S N P E I M S o proEM M processo IN e aprendizagem.M M EE E P M N PE M vo e criativo EE M colaterais.PE P P I P M E E E S N E N N P P N cos: EM medidas têm como finalidade uma coSI potencializar EM SI SI NP PE IN IN I E E S S N S P Pa) em uma sociedadeSda I informação – os estumunicação fluida e um tratamento correto e agradáM IN IN M M ocorrem M EE S S E P P dantes precisam obter da educação capacitação vel nas interações que na internet. não vertebradores e. Essas N de seu não E E E bási. IN M alcançado o acesso das EE uma vez S E P E sos de aprendizagem é afetado por mudanças imTIC. I P S SI os derivadas do excesso de informação e aos perigos N P I S S IN EM“infoxicação”. no que especificamente ao SI saibam relacionar EM PEse refere E PE a prever M M EM N N E E P NP I universal com o âmbito do que é próximo ou Elocal. lado. nos como buscadores “estratégicos” de EE SI EE SIinformação.M EE P SI N SI P NP E I P I M N E S M N I S conseguindo. M dos participantes EE Onrubia SIN IN M M S E P S E E Me a c) com E M IN PE relação aos riscos de que as TIC PE EE a EE Sconhecimento NP internet Ifavoreçam EM A nova Psociedade N P N I M digital e do o isolamento. por exemplo: de M EE o estabelecimento NP de ensino M E S I E PE P M E E M S M E P E PE fessorado deve aprender aEE dominar eEM a valorizarPEE regras e princípios de atuação porNparte de admiIN P E N S I P P N M E S M N SI N N uma que devem ser respeiSI nistradores EE da aprendizagem. Ecomo EE M S E E P sem discriminações de nenhum tipo. uma N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E isso. P I I M E E S S N P P EE capacidades de gestão do conhee) com relação SI EMe ao apaM às “brechas digitais” IN do aprendizado. etc. manipular identidaPE seus elementos EE em um IN EM SI M EM E P M E E P S deve nos N portanto. S também que o âmbito do que é que. N N Neste da Spopulação devem diminuir PE forma IN EE marco. um forte compromisEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M Teresa Mauri e Javier so e atingindo seus SI IN objetivos. a eduDiante cabe opor doisIN arguM I N E mais uma PE E dessa informação.SIN SI N I P P I N M M S M S para construir N N E SI informação conhecimento. P I E M S E E S N E E P única instituição P peso. PE IN NP mentos IN E I M S S N P S capaz de chegar da lizar as TIC e a internet como uma “tecnologia per. todos da população fazer NP M possam EM EM M P I INos setores M E E E E S S M E E P IN uso enriquecedor.

então. das suas M implicações P e conseqüências na vida P M I E N M E I S N P E N E P I aprendi-N E qualidade Sexplica osPE I N resultados S do assim como Pa PE pessoas. SI E S N E IN formação oferecidas pelas TIC para ter acesso à nos diretamente à introdução das P I M E S S E N M M M SI NP EM PE M EE M aprendizagem. o uso dos programas de tenciais de e exclusão social devido às S S segregação E E P SI EM EM e ao uso PEdessas Ensino Assistido PE IN desigual M E por Computador. as condições P M M N E M I NP E E P I M resses e necessidades de informação exclusivamene Sas do professorado IN competências E S M E E S E N E PE EMpostura acrítica. a chave E I N M P P I P S E S domínio M IN Ler diversas linguagens (multimídia N N S• e da ação docente eficaz das EM estaria no PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E hipermídia) para tecnologias S per se. S EEpara SI P I M M P N em ambientes S P E IN satisfazer suas necessidades. Uma N E P P E I N M P S Eensinar o S PE IN IN SI NP M E N I Competências relacionadas a aluno e aprendizagem virtual centrada na M S N I E P S M S SI EE PE IN as seguintes taM a informar-se. ambientes de ensino e M M E M N E N E E P M M SI esforçoIN SI EM Aqui. SI EM SI EM EM PE presença IN a simples M E E S P M N E P o essencial P • Compreender nas instituições educacionais M M SI basta para EE melhorarSIN PE da informação. SI PE NPescola e adotando NP EM te fora da uma PE I N E E I M N S SI P N P S autores e N SI N com a obtenção SI relacionadas EE Competências de EEM as contribuições dos de EM Revisaremos I I P M E S S E P P N utilizando as possibilidades agrupando N trabalhos selecionados. a fim de que domine EE Ptecnológica dimensão S E P M IN N M M M N PE SI EE refas ou atividades: EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I I N ativamente de N inEstaEM concepçãoSvincula o rendimento dos aluS N • Explorar S P PE as possibilidades SI I M tecnologias. o máximo proveito SI A esquematização do de ensinoEEM fessor M SI M EM NPprocesso EE P P I E E P P S N N E PE prevenirM da riqueza desse em mediado pelas IN TIC: SIN SI acesso. das TIC comuni. EM EMsuas propostas informação.IN Acesso E N N o peso dos meios de S E P I I P E S NP S S N I P I N M M e rendimento dos cação de massas e da internet. o ensino e o aprendizado. uso P no PE SI NP EM IN M E N S SI N E I M P M usar ferS Novos materiais e metodologias baseados EM e capacidade para SI • Conhecimento PE EE IN EM EE P M S N E PE P I M eEE rendimento ramentas tecnológicas diversas em contextos habiP N dos alunos S nas TIC P M N I E N I I N E M S E I S S N prática profissional. IN P informar-se. por exemplo. SI NP E N P I I M E M S S N EM finalidaE E valorizar positivamente P de acordo ção com diferentes • Capacidade para a I organizada M E E E S N E P educação e para ensinar E SI NP NP EM NP seu des e em diferentes contextos. assim SI e aprendizagem NP comoIN PE I S M E S N S seus inteque procurem a resposta para implicações para EE PE SI os alunos EM o perfil. Por S S N alunos SI EE EEo desenvolvimento de SI EM EM P P isso. P E N SI seu valor M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 136 . Nesse sentido.SIN tuais: M armazenar S EE Gerenciar. M EE não para o professor virM Esuficientes. S M dos riscos po. SI que as TIC PE IN M E M E S SI em torno N E P P M M oferecem para: série esquemáticas EE de versões SI de uma P EM PE IN IN M EE EE E S S N E P N P P I M • Procurar e consultar informação nova adapque mostram visões S N SI diferentes do modo EM PE IN de entenIN M EE SI S N S E P M PE I tada às necessidades de aprendizagem dos alunos. de acesso M diferenças E S E N N E P P M M E M E SI SI N N PpreserEE Responde à lógica tecnologias.EM E • Procurar Ee informação. entre outros. entende-se PE PE constitui um que os resultados aprendizagem importante P eE de M EE da aprenE EE S N N E N P P P I I I E S ser atribuídos S N N S N dizagem dosPalunos podem ao acespara M o coletivo de professores. ÉEE preciso sublinhar que oPvalor do materiNP EE IN EM P S M SI N E P E M P N ou pedagógiSI IN do contexto metodológico EM al depende M SI PE EE IN S E E P S N M o qual proporciona co em que é usado. M E E S N E E M SI informaNP armazenar e apresentar PE M EM M EE• Gerenciar. M EE de tentar EE SI organizar. M longa duração M SI SI SI N E I EE EE M E S P so á informação facilitado pelas TIC. SI N P NP P I P M EE N S N E N I M var e distribuir os conteúdos para que possam ser P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM utilizados no marco de propostas educacionais diP IN M E E N S N M P M EE SI SI ferentes. der o processo de ensino e aprendizagem virtual. TIC e rendimento dos alunos S N N N E P M P I I I E S S S N N PE guindo discriminar SI é importanPE SI NP o que é trivial do que EM N I I M E N S S E P Entende-se que das TIC Ete.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eà informação E M por meio EE S formais e informais. IN SI N S E I E P S P M M E N PE • e apresentar informa. EE EE SI N E P P P I PE Mselecionar EE conse. IN IN EM EE conseqüências P EM S S N EE E P inferir suas e tirar conclusões. O papel do proE P P M M E N N M N EE em tirar SI EE consiste. M N EE M S NP M SIembora EEM • Usar IN diversasNP EE bases de EE informação Algumas competências P necessárias. o professor • Conhecimento do percurso incógnito das EE S M SI EE é visto fundamentalmente NP EM P M I EE P E E S EM N como Eum designer de propostas de aprendizagem TIC. NP SI M N E I E M P I E EE S do processo E de ensino Pconcepção E S ção.cuja SIcotidiana das N SI N E I N I I M M E S zado como. das TICIN na EM integração M P I I I M E E E S S S S N P EE nível instrumental. EE tuais de S PE IN SI NP EM P S I N M E I M S N Aqui.

N P M M M I E M E N E E S N P I P M E E • projetar EE S materiais N com TIC. EE nos transmitir. SI N P M I I I M S S S tem a e aprendizes e EEM da atividade. SI SI PE EE IN M P S EM N E • facilitar para o aluno o acesso. de modo que favoreçam a gestão significado de aprendizagem N EE os conteúdos SI e o conNP EM EM EM processoSIde aprendizagem PE P M M E E E SI trole pessoal do eEEa N E P P P I IN E S N N S N P P I EE motivação orientada àEtarefa. e recuperando SI SI INpapel de guia PE PE IN EM EE M So M EE N S E N P E I P I quando o Naluno necessita. PE maneira adequada IN M M IN S S N E E S I M ramentas tecnológicas dirigidas a orientar. ciedade EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M •SI facilitar para o aluno a exploração modelos descritos acima IN supõem que M Os três EE de suas SIN IN M M S E P S E E conteúdo de Ea realidade Miniciais do N aprendizaEM é representações PEé objetiva e que a finalidade do ensino PE EtransEE SI NP apresentá-la EM N P N I P M gem. São incorporados eleA atividade mental construtiva doPE aluno P EE S N S I P I N M M S que caracterizem M S ferramentas N N E SI mentos e a atividade pelas TIC e orientada a EE SI EE SI dotar de M EMmediadaM P PE P E N E do aluno.EEploração EE de hipertexto EE de formatos M compreensão P SI NP SI P N E I P I M N E S M N I S e no conhecimento. diferentes entre o que já existem. o professor facilita S M o instrumento de estratégica Ie NPautorregulada. E P de intervenção NP assume bai. cedendo o controle ao aluno quando este pelas TIC. o uso. NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 137 . • integrar os materiais no projeto de um curso EM Napoio SI P I M M E S P IN M implementado EE EM nos ambientes EE • garantir o acesso. o envolvimento doM aluno ou currículo a ser S N M E E P P I M M E E P S N N E EE e a continuidade desse no processo tecnológicos que EE PE SI IN educacional da qual SI NP a instituição EM envolvimento P P PE I S M N E N S N E M P SI de aprendizagem. Inclui outras dimensões. SI M NP E I M E M S E S E E • comunicar-se de maneira eficaz para promoacesso ao meio. mantendo P S SI diferentes de envolvimento no M te M a atividade de aprendizagem do aluno N P I S S IN E E M IN M S E E processo. EM de acordoS com o queS se pretende SI NP M EM E P I M E E P S N além disso. N P P I P M I E S N N S N P EE SI centrados emSIpedidos de por parte do aluno.NPE E E E E S S M E E P M por PE SI Edizagem EE NP PE IN parte destes. e hipermídia. M N I N E P E I P E M S E S N SI P PE IN M PE EE dizagem e Etarefas que promovam uma atividade Competências: SI S N N P I N I E M S N SI para que • S procurar Eeficazmente materiais e M M recursosPEE construtiva SI NP individual do aluno. M ele se aproprie I E M EE E SI um perfil SI E N S E P P P M especialmente E E SI de desenvolvimento N N N ferramentas que xo ou no processo PE faciliEE SI SI muito baixo NP NP do conteúdo. E E pôr a tecnologia a serviço S E É um assessor P P M M M E Ea fim de que N N ou consultor. P NP mediado IN aprendizado S N I M P P I modo que sirvam para instruir uma aprendizagem Neste esqueSpelo M EE S E IN S N E N P E I I S E S S ao aluno N ma. SI NP P I P M S Aceita-se também que os Uma concepção de ensino N M EE de processo INou de auto-regulação.EE Normalmente. levam em fundamentalmenP o processo I aluM acompanhar N P S SI consideração NP PE grausIN EE mediada IN SI EE no.M a hipótese de M P que todos M NAceitando. EE de exploração IN M estratégica deSconstrução e repreSI EM NP P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P • utilizar de e eficaz as fer-IN sentações ou Seu papel consisteSem SI SI perspectivas. considerado IN IN M E E E S S M NP E E P E M •EE projetar atividades e tarefas de E ensino de agente. e seu papel consiste basicamente Para definir as competências profissionais do M Eem M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de aprendizagem do M docente. faz parte a proposta instrucional possui. INcomunicação entre professo M a assessoria ocorre por S E P M que facilitem a e oM controle da própria aprensolicitação NP M Egestão EM M I INdo aluno. a ex• favorecer a revisão dos conteúdos curricuI M M E E N S E I M E P M E M S E N NP lares a P ea partir das mudanças e avanços na nova so. o mais objetivamente possível.INP S P P P • promover o uso das ferramentas de consulmitir essa realidade M EE S N E N N P I I I M M E S N E ta e assessoria. M SI E EM S E P EM M M E E E aprendizes sejam distintos em seu próprio estilo virtual centradaPna N E Ee aprendizagem EM de PE P P I M E E E S N E N N N aprendizagem e Ique SI NP a instrução EM NP construção dos conhecimentos EM SI SI NP PE seja individualizaI E E S SI N S P P da. acomdo aluno. O professor aparece caracterizado como tutor M SI IN IN M EE S S EM M E P P ou orientador. sozinhos. M M I I E S N S S M IN EE EE e modificar EE a conduta SI dos alu. S E PE E P M M E P E N N E P M M é capaz de assumi-lo. O que se Spropicia SI S E processo de natureza diversa mos processos para E S S N P E I M S EM M IN fundamentalmente é que os M aprendam EE estudantes NP M E S I E PE P M E E M S M E P E além das estritamenE PE o material. A chave para caracterizar o SI N EM EM SI N papel do professor S P I I M E S S N P P EE Competências: está M na atividade SI EMcomo um M do aluno. de desenvolvimento do processo E P M M M P E N de múltiplas PE M EE ver a aprendizagem EEe autorregulada.EMpanhar e guiar o aluno.M M EE E P M N PE M EE Mseu potencial tecnológico EM SI E Competências: educacional real ao orientar N E E M I E M E P S E P P EE M M N E • elaborar propostas de conteúdos de aprenpara a consecução de objetivos concretos. EE os PE SI E PmesEEusam o mesmo IN SI aprendizes N EE ocorremEM E O aluno como entidade na qual tipo de critério e os I P S N P P I S M N IN E M psicológicos PE IN IN aprender. protagonista principal último M e responsável P PE IN M E EE pelas TIC. confrontando individualmente IN EE M P E E N S E N P I P P N E S M N SI N N EM as afetivas te como e as metacognitivas SI E SI SI EEcognitivas. adequada E I M E M E S E E P ele se aproprie do conteúdo. SI E assessoria • projetar processos de e consulta.

EM SI A atividade NP do aluno Pse de aluno. animando-o na autorregulação na a autêntica aprendizagem M S N I E P S E M S SI PE IN M gestão da própria aprendizagem. E SI interação E SI E E P E IN M E E S P M N E P P do ritmo de participação tual) N e que IN profissionais. M E pedagógico. vão IN construindo M EE EE E S S N E P N P P I I M per§ aparecem como especialistas em fazer cados compartilhados sobre os conteúdos S N EM PE IN e as taIN M escolares. E SI EE EM com o desenNP EM PE facili. a N e dos alunos SI IN M de oradores ou conferencistas EE § passam M EE por meio das S SI quais. mas possuem N características IN P M EE comuns: E EE S N E N P P P I I I E S N N S N são estão baseadas na EsteSesquema surge da mudança de perspecM M SI interaçãoSIenSI motivadoras. agente de M um clima EE NPum ambiente SI E NP I M P P I M S S conseguir emocional e no marketing ampliáE afetivo confortável. nas trocas mútuas entre professor e aluno. S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M § desenvolvem sua tarefa como S e-moderadoAs possibilidades de manejo do tempo S de IN IN EE NP S Sde EM do espaço (vir. editor (de corA aprendizagem N especialista.âmbitos: o P Iadministrador. EM rico contexto EM Eum M EE construtiva E o desenvolvimento de SI N EM E P P P I PE M M E E trabalho. M SI P E IN S E E P S N M zação e gestão. EE proporPE ou a distância é preciso na M educação virtual S E P IN N M M M N PE M valorizam SI EE § formar os Pestudantes cionar os suportes adequados.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M textos. N S concretos M N E I E N I I N E M S E P S S N SI de promotor atividade específica. E das signifi. mais do que como provedor de respostas. processo construtivo Ede natureza S S N SI E EE SI podem ser EM EM P P As e-atividades usadas de muitas interativa. tutorial P é concebida como mediação I M E S S E N M E destaca também.SI EM maneira). E N N como resultado deSum E I P I I P E S NP S S N I P I N M M rige a gramática). refas M E E S N E E M SI e orientaNP A aprendizagem assistência. O e-moderador formação que o caP P E EE M precisa receber IN EM em consideração SI N P E N E P S I E I E E N S meio de social mediação. PE Em sua proposta. e mediador da aprendizaEE Tem o papel PE IN SI NP EM P S I N M E I M N Essas competências são S apresentadas gem mais do que S o de um especialista no conteúdo. a atividade M dos esquemas S N aprendizes SI P N PE da vida e S SI M da atividade do ativos SI EE SI N E IN e construtivos de cuja qualidade depende. As gerais referem-se criação. I E S M E E S E S N E PE EM a respeito dos SI aprendizagem PE NP NP Mudanças que esse supõe Os resultados da seINdevem aoEEM PE papel P I E M N S SI N Sdo professor M SI N SI EE professores tradicionais: envolvimento conjunto e colaborativo NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E em atividades de ensino. suporte. M P M M fazendo parte de uma equipe colaborativa (assíncrônico / sincrônico).EM líder de discussão. EE S pal). exaltadas ou EE EE volvimento SI (reduz participações N P E NP P I P M N S E M al e eficaz.res.M IN EE “bombeiro” de Saprendizagem tador. relacionado com o estabelecimenque os participantes se mantenham no tema princiP E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 138 . S EE SI S N S E P M PE I guntas. aluno N E P P E I N M P S N E PE Ie IN SI Para apoiar NP a progredir M interativo”. EE SI EE EM le.S Envolve o por textos escritos P e comunicacional da N SIpacite a comunicar-se SI NP em quatro grandes EM IN do professor NP I M M E S papel e-mediador na tela do S SI computador. auxílio resulta relação interativa PE M EM M EE§ proporcionam NP de uma SI M N E I E M P I E EE S e conteúdos E – o “triângulo P E S ção para a atividade de aprendizagem do estudanentre professor. O papel Eatividade PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E virtuais do professor da S virtual como P M ou facilitador IN mediador N EE M NP aprendizagem do Saluno P SI que EEM IN EE reconhecer supõe EM S EE SI P N P I E M M P N P supõe dispor IN M Uma atuaçãoS competente conectividade tecnológica não M coisa que EE IN dos PEE SI é a mesma N S E I E S P M M E S N PE conhecimentos e das capacidades necessárias para SIN interatividade M EE SI NP pedagógica. o SI NP EM âmbitosM PE IN E N S SI N E I M P M S as competências específicasEE referem-se a âmbitos EM professor éE entendido como um e-moderador da M SI PE IN EE P M S N E PE P I E ou a exigências M de uma mais próprias construçãoP do conhecimento por parte do aluno. M M SI (personalizado) EE PE IN I EM S EE P EM S S N EE E P as TIC oferecem podem ter um impacto muito releE I N M P P I P S E S IN competências gerais dos professores N M N M SAs vante na interação e na conjunta. mensagens.IN S PE quais. social e cultural M M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE PE maneiras. o social.M NP EM P M I E P E E S N vando-se aM natureza construtiva. filtro SI IN a aprendizagem é possível. NP EM I EE tiva que supõe passar EE M E S P tre participantes (envolvem pelo menos duas pesde uma concepção do coE P P M M E N N M N EE de alguma SI EE EM soas trabalhando juntas nhecimento e da baSI aprendizagem M majo. E S S E N P E M E SI N EM de de aprendizagem com bui para Eresolver conflitos). entre outras. e IdifeEE o fato de P N EM P E M P E Nrentemente S N P N E I P I N ao longo como como agentes anteriores. e Iatravés NP E E P P M M M E consultoresP e guias. em comunidades de prática. NP comoPprocesso EE P P E I E M E P S uma concepção N E IN de contribuições PE forma deM ritariamente por S meio em sicamente individuais para destes IN SI NP IN PE I S N M S E I S N S guiadas por mensagens escritas. manutenção e desenE N M P I I I I M E E E S S S S E N P já amplos da atuação desses profissionais. Relacionado Papéis do e-moderador: M E S E N N E P P M M M E SI SI de um processo N PE virtu. são projetadas e como processos sociais conEE PE SI EM e situados na atividade P M M N E M I NP N as pessoas E E junta entre P I M um e-moderador. volvimento de cursos virtuais. PE fora Rejeita Eataques pessoais e contriIN vinculado ao desenvolvimento IN M SI de controle. N (promove a “lista” para PEqual os alunos EE IN EM E P S M SI N E P E P (faz comEM sintam que N o de Eorganila ou mantê-la). E N P I I M E M S S N EM E E P identificar eN caracterizar contextos relevantes de Salmon (2002) propõe um modelo para E apoiar I M E E S E P P P I competências Ma M os moderadores na E S NP N E N atividade. Neste EE EE E SI caso. E N I S te.

do séPorIN que a palavra E S E PE P M E M S M E XXI. IN I M S S N P S E da nova cultura da clui atuações dirigidas a ajudar os alunos M SI aprendizagem.SIN N E SI mica das telecomunicações. seus N S E IN M E o universo de informações Mela abri. Na sociedade N SI EE e relações PE laços. o qual inEM as mudanças SI nossa M E no âmbito das TIC. trocas SI de força). P I S M M N S IN SIentrevista Snos EE EM de seuPEE menos quase). humanos? É S preciso cuidado M tudo SINestranho aos SI valoresM EM EM E P EM M E E E já foi “obra maligna”. relações de N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI CIBERCULTURA 139 .SIN SI EM NPetc. inumacom as metáforas. produzem. PE bombas EM P E M S M E N S P quais atribui sentido à vida P PE EE EE SI no século XX: a bomba demográfica. EMde atitudes. mas que As tecnologias são produtos da sociedade e da M E EM N PE M NP EE cultura.M M EE E P M N PE M ocorrem EE M adequado. M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M formas M pessoas vivas P telefone. 8Ee M N PE SI E P EE IN SI N EE E I P S EM As tecnologias têm um impacto? N P P I S M N E N S N I N E M P I I de um relatório encomendaSI S E E O livro é resultado S S N P E I M P S é por EM M IN “impacto”? Tecnologia M EEpara o começo doEM pelo Conselho Europeu.SIN imagens e símbolos pelos N N I P P I N M M S M S Não é possível E mun. IN EE M EE S E P P M M E N N As técnicas com sua existência M EM EE revelam.M mir que existam três M agitado da comunicação IN IN que exista algo EM no oceano E E S S M NP E E P E (rede) éEM M P Ciberespaço o resultado que seja EE “puro” em cada uma: a técnica PE INda interconeEE (artefatosEM E P NP IN mundial S N I M P P I Sxão M N E o que inclui a cultura (representações) e S dos computadores. Resumo elaborado por Marta Leonor EM NP SI P I M M E S E P M que. e ao mundo. sem EM digital. 34. A tecnologia não é umEator N E E EM se. M P cap. Cibercultura. EM mas uma SI NP PE IN I E E S SI Agora éMa vez da cibercultura. devido EE EM ECabe lembrar à rapidez que SIN Silva Pincigher Pacheco M Vieira N M E E P P I M M E E P S N N E EE EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E N S N E M P SI SI SI PE EE IN M P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M E M E E N E E SI NP EM NP PE NP PE M M M I E SI N E E SI S N P M I EE E E SI N S P P P I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E Pierre Lévy. alienante. Eassim. SI material M NP P I S apenas M a infraestrutura da comunicação di(pessoas. cinema. de maneira indissolúvel. e tantas outras e pensantes. música pop. EE EM SI SI M NP E P P E I M E E P P S e uso em lugar e época determinados. resumista: O Já as relações entre as forças da EE IN P P SI <Nota do I E M E N S E P N E N I P P N SI ternet mas não não são “a” tecnologia (as SI se limita PE criadas entre IN M a ela. sobre P E sociedade E as implicações PE do desenIN M um alvoPEE culo culturais acaso uma bala e a cultura ou P E E N S E N I P P N M E máquinas. SI SI o técnico.PE P P I P M E E S N E N N P na parado. M EE SIpreservar Iuma N EM SI produzem N faceta da diver.M Ediferentes EE SI ciberespaço EM NP inclui a inP ga. E E N P P M dasIN novas condições em conse. ERock. interações entre (a) E E tudo é pago). Ee PEde pensar NP I I M Mentre atores humanos I E de vaque inventam.derivar. SI os objeNP Diferente EM EM SI EM que concebem PE P M E E E SIescotilhas. 1. (b) entidades materiais N P SI SI o rádio NP PE EE IN SI N EE naturais I P S SI N que um dia foram disponibilizadas de graça (ou pelo e artificiais e (c) ideias e representações. E S não eficazes). M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE difelores juntamente interpretam EE SI “as” técnicas. S e vivo? M N SIde informação N SI volvimento IN digitais frio. que in. SI que se desenvolvem NP de formas NP usam e SIcom o cresN P M I I M I M S S S cimento do ciberespaço. P de arcas de ou elas do mundo dos humanos. que já entrou N S P P globais. numa É impossível separar o que é humano EM Albert Einstein. EM N E N P técnicos). E P M M E P E N N P M EE M SI disse que três haviam explodido ambiente material.EEPodemos assuP I M E S S N P P EE SI sidade. to de um projeto instrucional N E E I E M E P E S E P Esejam claros está aberta às modificações que possam os envolvidos Mclui animar N em resposta IN NP para que EM PE EM I P I E M S E E S N S finalmente. a televisão. que P milhares I Noé. PE NP suas contribuições. de causas) e “a”S cultura (que sofreria os efeitos). EM para quePE tante mutação IN M EE E S E EM P se sintam competentes e confortáveis com os reN P M M M I E M E N E E S N P I P M I a proposta E E EE S N configuram E cursos e ferramentas que S N P P I P M I E S N N S N EE SI SI instrucional. bemEE como separar SI anos 50IN IN dos sinais. a bomba atô. isolar do E EE as ideias SI EM e a bomba P PE P M E M N E N ao olharmos pelas do material (ideias e usam EEda arca original. CAPÍTULO 1 EE SI NP M EM EE P I M E E P S N E 10 São Paulo. noEEfuturo. mas E conjunto de técnicas M EM NP de modos NP práticas. M Ed. entidades. Cibercultura Sé o realidade M IN SI S N E E S I M E (materiais Ee intelectuais).S cada uma querendo as e utilizam. As atividades humanas abranSI IN na ciotécnicos IN M M EE S S M E P P M EE M era comercial (quase assim como o gem. de EEela de umSplaneta SI EE Ou será SI das tecnologias NP P I P M N E de comunicação. estrangeira. rentes. forma de analisar os sistemas so.>. tos E E S N N SI vemos tantas N P P I inventam. 1999.M SI E S E E E P gital.

SI técnicas Mquando SI EM Nagem EE P P E I E M E P P S econômicos. o Ibancário. interesses estratégiIN SI em dizer SI NP de quem IN M PE I S N M S I S N E e todos os EE I S deverá ser incriminado ou punido e quando positias de poder “jogos” dos homens em soM E P S E E há um “significado” M IN NP NPPor isso. da ou da IN S sociais e E em resumo. Daí a ne. em um mesmo ciclo. P M M IN EM ela se autoalimenta SI N P E N E S I E I E E N S ter que S digital é condicionante. emancipador. N S N E alguns M N SI mais coletiva. N E I I P M EE E S S E P P N M M E às de analisar concretamente as imN A dificuldade SI IN M entre as pessoas se sobrepõem EEAs relações M EE S SI plicações NP E E P P I M M M E relações técnicas. não seria em si a responsável pelo específiI E S M E E S E S E E P IN P EM PE Nmas NP EM sucesso. IN e normas P M EEmudanças. de EEM IN e por N EM EE P M S E P P I exploração e teletrabalho vigiado ou mesmo de boda aplicação da técnica. S M Meletrônica pode ser difundida. correntes.PE ra atravésSda E EEsimSI P N I E M M P N S o ciberespaço P IN plesmente crescendo M Uma técnica que ela ral P da M boa. M E E S N E E M SI dinâmica NP da “inteligência coletiva”. Só haverá desenvolvimento da cibercultuturais e sociais. S N N N E P M P I I I E E S S S N N PE (dispositivos do mundo SIinformatizaPE É impossível prever SI di. a energia S isolamento EMimplica em EM P P como na sensação de e de perda de algo logia. porém. que implica em a técnica e P NP P I P M SI Dito assim. em especial a PE que a conceberam. P PEculturais S IN informática M permite afirEE EE E S N E P N P P I rápida é a multimídia é multiplicada pela ausência N EM SI EM PEalteração Etécnica.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E métodos de E M trabalhoIN EE S força entre os seres fissões cujos foram alterados N S E N humanos. Há uma diferença E I P I P E S NP S S N I P I N M M (como o S tipógrafo. N E trabalho N E implicaria Po negativo. IN se de. mas não é ge. SI SIem tecnologias.PEE SI não é nem N S E I E S M M E S N N PE usos e dos senvolve.M N EM uso em P M I E P E E S N respaço. PEquando as mudanças SI NP EM sobrecarga. EE empre.Edos SI gital após EM de auxílio à colaboração SI EM EM o ano 2000. não EM a técnica EM ciedade. de dominação des). Pode-se P E perceber isso nas proN SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 140 . P I M vo. P N P P I E M P N S que se Pdesenvolve. PE Algo só é determinante IN M E N S SI N E I M P M existência S a partir da senhas e níveis de acesso não senão SI podem acontecer PE EE diferenciados. a inteligência coletiva tem um asP coisas e práticas.S dade: muito rápido. Knowbot é a S S NP M mas inteligentes E N I S com cooperação flexível e transversal ou “knowbots” M S N I E P S E M S SI PE IN Essa é um dos M tribuição coordenada das decisões. nos efeitos socioculturais da tecnoS I S bem N EE E Por exemplo.IN centralizada M de trabalhos). SI EE EM cibe.de quem SI especialistas SI EM não esteja PE com as PE “antenado” instituições centralizadas. e assim por não determinante. A Iinteligência é os transformação. em M outro qualquer tempo. aqueles executaco e único para S o uso das N técnicas. SI econômicos EE P IN I EM EM S car tudo EE P EM S S N E E P de qualquer lugar do planeta para qualquer dustriais. Como a única constante da técI I M E S E S S N P M exatamente EE acelerada PE participativo. e aumenta P a própria EE lasE consequências desse uso. N dos M EE SI SI (o que depende NP E P I I M M E M S S N E E E tampouco neutra (já Eque é P torna-se veneno: nas Eredes digitais pontos de vista). zer fluir Io desenvolver prograN E P PE E I NPfluxo de dados e ao N M P E com uma PE INdisI <NR. SI NP I EE é versátil. pode serEE EE M S P do ou em dia com todas as transformações. EM estar Mbagens coletivas P S I N E I M S N P mas pe. de mudanças. Daí um distribuída sem grandes exigênE P P M M N N M N E PE Ecom SI EEPor trás das EM impacto da relação a tecnologia que. má dos contextos. O surgimento doM ciberespaço S N P N acom. e reagem idéias. N PE IN N mais é distribuída aSItécnica entre . sem E do abre Spossibilidades P IN SI NP entre outros).>. outros já M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE as transformam em aplicações. pode atualizaenquanto a M gorosas. nem EE civilização. ajudando-se mututroalimentando-se e com diferentes implicações culEM PE SI E SI M E E N E E P I M P E E amente. que altera. SI SI E discu. cias. EE PE sigla de Knowledge-Based Object Technology ou S E P M IN N M M M N PE SI Objetos com EE principais Quanto Tecnologia de EE mais elaEM EE Base em EM motores SI ConhecimenEE da cibercultura. PEque o digital IN uma vez M E E S P M N E P ondeE todos podem tronica N eP coloca processos físicos.E M EE M SI e favorece NP panha.ou partes delesM a programas EE I SI to e se refere N S P N I E P S I S S de EM de diferentes IN indivíduos e grupos e menores são os efeitos coletam fonPEautomaticamente dados IN M E S S E N M M M E SI mundo virtual/digital NP cumprirPuma tes no para deterEM M EE M exclusão. o que. velocidade da mudança. S SI Ninguém. antes isolados. digital.mar que Squanto mais IN M tudo muda S N S E P M PE I mais ela parece vir “de fora” e “estranha”.sas instalam “groupwares” NP EMas mutações N I I M E N S S E P e à coordenação descomu.EE Como a inteligência coletiva se desenvolve no necessariamente Sligado ao seu si. o piloto de avião) real.cessidade M EM M EE NP de criatividade SI Há uma M N E I E M P I E competências.EM E Cooperação é a Grandes minada tarefa. N P NP P I P M EE N S N E N I M Como remédio. SI EM descompartimentaliEé pecto nica digital de P IN a velocidade M E E N S E N M SI zante. Eentretanto. quanS M mas é condicionante EE IN EM IN IN NP E M S E P I S S N E E (boatos. uma disputa imensa para PEfa. ou in. IN I de estabili. projetos sociais. queEM que nãoIN SI quem consegue M SI PE EE IN S E E P S N M no meio de suas correntes. E EE S N N E N P P P I I I E S se dizer I100% N N S N porém. essa velocidadeSIexplica parcialmenNP EM NP PEveneno para EE EM E P S M SI N E P E M P N participam e remédio para te a sensação de algo que impacta. dá significado P M SI IN inteligência EE uma evolução coletiva. EE S E S convergente de recursos e projetos. Enquanto. EE EE SI N E P P P I PE M palavra chave. reE I N M P P I P S N E S N N M SIlugar. nem SI O remédio EM P PEe fecha diferentes possibilidaIN M condicionante e abre E S NP NP isolamento EM e N interativas surgem novas formas de E N M P I I I I M E E E S S S S E N P de dependência e vício. o que tende a excluir os que tem as possibilidades de uso da técnica. I N E E I S SI P N I P S I EM M M S N S E ram e usaram. em M EE EE nesse ritmo.desenvolver EM a inteligência PE M E SI E EM não entraram N E P P I M E diante. atômica M M E M N E N E P M M EEri. socializante. controlar seu caminho gera estranheza.

melodias M ocidental I M EE seus cantores. a situação mudou radicalM N I N E P E I P E M S S N SI PE é mundial. SI EM mais EEM N P IN P PE SI eclética eNmutável. IN IN M EM E E S S M NP E E P E M e evomúsica arte no E jogo M e no ritual. M escrita EE M EM SI E ocidental tinha CAPÍTULO 8 N E E M I E M E P S E P P EE M M N E Hoje. IN SI ção podeSIrevelar EEcorrespondam SI EE que lhes NP P I P M S nas gravavisibilidades. tradições P N SI NP PEvivas. As pessoas queriam PEtal nos EE como universal SI SI NP NP apresenta SI aquilo que N P M I I I M S A ênfaseS agora vai EEM S conservatórios no mundo todo. SI e. EM E I P M E E S E EM P dança se deu tanto pelas transformações gerais da M Quais são as novas modalidades de produção e N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E e daPsociedadeE (globalização. I IN M E E E E S S M N E P E M EEescrita levou uma A Ptradição SI a música Eassinar EE a música de NP blicos locais. ou. engenheiros e meSbora M E S E IN S N IN Simportância EE sim no S PEno autor.para o compositor. inE M E E N E EE SI o dialetoMde NP EM Assim. A música EM sobem novos critérios de apreciaN E N P P P I E E S N N S N P P I EE techno é o som ção e conservação. de Iantigas E IN SI NP EE desconectadas. universal total. de recepção das obras Ido espírito.regiões P M necessário principais. E IN SI de criação N E a construir “a” língua alemã. tirando-se dução. havia tantos dialetos quanto sa “ciberarte”. os catálogos musicais SI o som. um século depois. a S partir das con. P P M I S N N E S N P SI urbano eINsuburbano SI figurações estilo de vida internacional. a modelo de críticos SI EM É uma M especialistas e museus. I S M N S E IN M EM M mun.. E SI SI E N E S E P P P M E E SI escutar N N N e é ensinado como trumentos. IN M EE S E P original ao locais. uma obra-processo. que E surgem EM SI PE M M de comunicação e interação S M N E P I M da cibercultura? EE E E tecnossocial movimentos culturais e sociais daM juventude).SIN pelas condições econômicas e EE PEtécnicas da INdiversos: de composiSOs NPsão muito EM P P PE I S M N E S E M P audição da IN SI música. Pcada a letra.NP NP erudita da E P N I S SI I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 141 . nas obras. para EM que é pretensamente EM Gravações M pú. que cenas. PE PE IN EO M SI M EE N S E N P E I P I diferenças em gêneros. Caem e P o autor P EE E a grava. nes. I E E S S P P rock e pop dos anos massa. há áreas ainda ilhadas. ou mesmo M M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E e sons. que suas tendências EM N E I P I E S E E S S E N P P ou a par. ticipação. difundida por imitação PE IN que reelaEE há tan-EM E P NP IN a colaboração S N I M P P I lui por reinvenção de temas e gêneros. estilos e sons da obra e de seu contexto. era E N EM IN M I M M SI S E P S E E M haver um idioma que fosse o predominante. N em choque com o S P I I M E E S S N P P EE Vejamos sua história. as obras deixam de ser “estáticas” e podem tornarM SI 1960 e 1970. EM P PE P M E M N E totalidade (sem ser único). públicos e privados. mas ção (que foi o que garantiu até EE sem SIN SIintegridade. para distribuir um livro. mas E como texto. realidades I M E E N S E I M E P M E M SHá elementos. toscano virou ou lêem. Nas sociedades orais.M M EE E P M N PE um auditório internacional. N P I S S IN em merguE EMOs sites M M IN S E E cais. A música popular é hoje ao mesmo tempo E P M E N sem serPúnica. E S E E Nas culturas escritas. Lutero. P SI NP ta mas intérprete. únicos. em rede E S S N P E I M S EM M sicas nacionais IN e internacionais. oPE NP Pintervir NP o italiano. I E M E N S E N E I P P a corpo.M como no meio S N E E P P I M M E E P S E IN gêneros EE grava. formam e se renovam constantemente.S rio recria Ias S N N I P N M M S S (porque atinge N E SI agora. EM P P M M M E E N N gião tinha E e ins.PE de músicos NP Mlocais. a EM universais todo E o planeta). impreN em qualquer N vidos lugar S do um novo aspecto.alemão N IN NP e concorrendo à mesma EM forma. PE EM NP EE a pautaM EE musical permite uma transmissão não dial. é a criação P contínua: a obra M virtual é EE NP M Outro M E S I E PE M E E M S E E P E do idioma E construção.M fazer algo”. SI Com isso. hipermídias. sugerir não maisSIum algo finalizado masEM um “como M estilos. Somente IN partitura.. a SI N SI P NP E I P I M N E S representam M N I S nização. daqueles que as provam.Mtancia da recepção: o E P NP sistema musical se canções. No século XV. quando e textos (não fossem limitaN em hipermídia E E EM os PE P P I P E E E S E N N P P IN discos mundial de SIN dos EM EMmelhoraram. Da mesma são criadas múparticipantes. SIN ção. Não de artistas. N E E SI exploram S N P I M EE torE E exibição. o rádio só tocava peças M ao vivo.Sdistribuição e ções automáticas de partituras ou textos. distribuiçãoEE da música Pcriou instalaçõesPinterativas. e/ I M EE S N E N N P I I I M M E S S N E nou-se o inglês comum. Um deles é a N coprodutividade.economia N viagens. jáIN que os estilos a substancialidade e a totalização das obras) e sobe EE SI se transNP EM EM S EM PE P M E E E SIum novo Iolhar. de criatividade poética e musical inesgotável ePE remetem uns aos outros. ou com SINmundo. planetáinterconexos e Eampliam os limites M SI EMespaço musical SI lhos recíprocos. a música não depende “aberta” em sua atualizaIN em que M e cria ou-PEE P E E N S E N I P P N M E S M SI formato. EE uma padroM E escrita. no M M sentido de I E SI terpretam. no entre (artistas) I P S N P S N EE SI pro. Até SI E EM imagens E P EM M M E E E ções. Sedição N Touraine o SI francês e o inglês falado P P P na corte diretamente na materialização. P S SI mas tradições lo.M dá “vida nova” SI à composição. ouEM desenrolar efetivo aqui S e agora deM uma obra. corpo con-INP É interessante no início do século S SI A interpretação SI notar a evolução: N P I N M M I S S N S atualizando tinua mas a composição se dismostravam que cada reEE EE XX. Ao mesIN IN M M EE S S M E P P mo tempo em que há uma “sopa”M homogêneaEEde se “acontecimentos”/eventos. germânicos e ajuE M P de processos N PE misturou SI EM mínimo. Assim techno Nconseguir melhor qualidade M EEé com a música M. NP PE música S IN surgeNa IN por questões legais Se financeiras).Mo EM iniciadores PE e dou EE coletiva. S E E P M M E P E N N E P M N amplamente distribuída. sempre conheceram. P que se reinventa EE é ouvida direta. EE NP na sua tradução da SI M E E Um outro traço é a organização P I M E E P S Nvários dialetos Bíblia.Ea E N NP virtuais. músicas PE EE IN M M P S E N E Semelhante ao que aconteceu com os idiomas e Techno a M mundos virtuais. SIque entram N EM EM SI da cibercultura. Como. PE da cibercultura IN M “popular” PE EE varia e incormente: a música O som SI S N N E P I N I E M S S SI IN Essa muM EE pora novas NP correntes culturais e Ssociais. M P I I SI S E escrito.

novos SãoPE cada vez mais comuns músicas por amosIN estilos de raciocínio (que M E S S E N M M M SI (samples NP reordenados. PE EE EM princípios EE P M S N E PE P I E M no cotidiação abertoIN e à distância) cibercultura: (na padronização MIDI P a interconexão S do EaD (ensino M N E E N I I N E M S hipermídias. realidade virtual).aumentando oIN N EE NP S SI EM M P M M grupos humanos. Surge um P padrão (MIDI. entre tudo favorece ca coletivas que da EE novasEM E EM SI os efeitos EE outros. IN SI e depois. Isso P N P P I E M P N S P PE IN navegação. concebem-se fim ou referência mundial.M EE das ganizado de inteligência coletiva. oIN que favorece a globalização musical: E saberes PE EE INacadêmicos. o acid jazz se faz pelo I N M P P I S E S de jazz graIN coletiva mudam profundamente a N M N M dualSe sampling (amostras) de trechos Evelhos PE SI educação E M SI M E E N E E P I M P E E e O que é para em longo vados. em E P P M M E N N M N EE SI EE EM SI mixagens impossíveis de serem realizadas SI M EM NP EE ao vivo. totalizante N ela IN final dosNanos PE E EE S N E P P P I I I E S S N N S N de gravação tornou-se a referência M 60. ser objeto de novas amostragens. INoriginais. P P E I E M E P P S gravação. de pré-requisitos e linhas SIN em deixou de M EE pirâmides SI circulação. mais universal for a sua M E M N E N E E P M SI música. que permite S EM au. intérprete. chos inteiros. (c) o ciberespaEE Digital de S – Interação NInstrumentos EM Musi. raciocínios precisar dos intermediários tradicionais: M S N I E P S E M S SI PE IN de fenômenos M (inteligência artificial e modelização EE dinâmiPE estúdios. E S EE SI N P I E M M P N S P IN precisamente com antecedência.ser EM PE qual outros M a partir E SI E EMseus grupo N E P P I M E animador da inteligência coletiva de de dem criar também. (lojas). A cibercultura é fractal: SI EM PE PE PE aparecer uma forma IN abertos. Uma M P S E E M novas IN NP EM préviaM EM delas S P I M Uma análise nos dará que (a) a velocidaé dos estúdios. percepção (sensores diOs músicos podem dispor suas obras para o N E P P E I N M I P S E PE IN IN NP M públicoSsem E N I S gitais. onde o professor uma obra P NP P I P SIe. ao oferecer N S N E N SI um fornecedor de conhecimentos para ser um aumenta-se da SI SI a reserva EM po. da dedução lógica. ou internet) deve texto original Ie P E reinventados. lhante Na música techPE NP EM do de acordo PE à sua configuração Iglobal. NP A gravação E N P I I M M E M S S N E E E paralelas paraP saberes “superiores”. Essas músicas feitas por amostragens S coletiva dos S tam. os I N E N S SI P N I P S sintetizador.PEE E P mentos. sonalizada e em rede.EM M S N S E imensa.EM no da S. um M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 142 .EE que depende IN IN M da compatiSI E S S E N P E M M SI os saberes eEEcompetências bilidade técnica e da IN de PE circulação dos incorporar M pessoais EE NP S facilidadeIN E I M P P M S S aos sons. EE e na interconexão PE IN SI NP redes inteEM P S I N M E I M N E da S cibercultura.Na digitalização N N E PE A Assim como a notação e a I SI com o Isaber SI NP IN M PE nova relação S N M S I S N E EE I S cria umaPE nova forma de sonorizar o mundo. Musical Instrument Digital N NP E E S I I M M S S InterfaceIN PE PE M M EE saberes e produzir conhecimento. se organizansemeE N M P I I I I M E E E S S S S E P IN com os S objetivos ou os contextos. e SI experiências SI N P E NP P I P M N S M nas atividades quiridas sociais e profissionais. telepresença. o estúdio M SI SI SI NP EM I EE para performances EE M E S P CAPÍTULO 10 cada vez mais elaboradas. EM todos adquiridos E P S M S N E P E M P seu con-EM N A WWW AmplaEMundios estilos são sampleados. nem definido do Pfluxo em circulação. o trabalho-transação de conhecixagens exemplo: M M SI EE o gêne-SIN M PE IN IN EM EE P S S N EE indivi. EE ser aprendido M SI NP mais ser NP coleta de matéria sonora E P M SI Ipode EE E prazo não planejado. indução tragens EM PE em tre-M não dependem EE nem daEM EE ) ou por sons EE SI N E P P P I PE M M E E a partir da experiência) e novos suportes (mídias). as novas tecnologias da inteligência ro jungle só faz amostragem. M transforma mistura. (b) há um no trabalho: programas de mixagem e arranjo e o N E I P M E S SI PE Mquer dizer cada vez mais M EE IN transmitir lhar aprender.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE e S oral para outro ciclo de P “fechamento” da música (composição fixou os Imodos N E N N cultural. virtual entre qualquer ambiente). num circuito instável e auto-orM E S E N N E P P M M M E SI SI 2) reconhecimento N N PE ad.World Wide Web (Teia M SI P EE I S E E P S N M tornar-se. Os dois N reconstruídos. P I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S imaginação (simulações). ou PE expõe a universalidade. com INa popularização E S E E S E N E M PE SI o sequenciador. Como O saber-fluxo. N formas de acesso à informação (por M são mais EE I SI digitalização N S S P N I E P S I S S EM IN busca. A música digital EE EE alunos.SIN SI que uma sequência de EM PE INinstruções ço dá suporte IN M E S N S E P M PE I mentam. exteriorizam e modificam várias funções musicais produzida em qualquer estúdio digital seja M E E S IN EE Sde PE M NP EM cognitivas humanas: memória (bancos dados). SI anos. “tocada” em qualquer sintetizador do planeta. I novo sentido EM traba. A criou uma S música techno N M outra tradição: N Ma formação. É nessa editor.SIN E P P I M EE E E S N E P N P P I para tecnologias intelectuais que cais). S E P M IN N M E M N EM P EE de criaçãoSIe audição complexos). SI QuantoM EM EM P P seguem secundários. é reinjetada EE EE arranja. a comunidade virtual (os acontecimentos S SI EE EM num M NP musicaisPE rativas e todas as tecnologias EM M I E P E E S N paraM a aprendizagem per. arrancados N de SI IN . PE NP NP EM de de surgimento ePE renovaçãoEEdos saberes ficou ferramentas como o Isampler . No SI A gravação EM menosM PE será.EE são P P durante as festas rave E muitas vezes M produzidos IN EM de pedagogia SI ) novo Eestilo N P E N E S I I E E N S deixa de S acabadaMà comunidade. IN Duas M E N S SI N E M P I estão os três M socialIN S do movimento mudanças adicionais são necessárias: 1) a inser. Enão M cada subconjunto deixa S NP N EM N agora espaços lineares. programas).EM N S E I P S P M M E S E o principal N Pser De e níveis. obtidos no estoque de gravações disS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M potencial de inteligência ponível. EEM PE enrijece a música. miE SI bém podem E SI E E P E IN M E E S P M N E P P e transformações. em poucos al. E P com suas S S N SI no da educação. E de interpretação da música SI certamente EE Eevolução. A gravação S E P I I E S NP S S N I P I N M M gravação) estilos escrita e regulou S S mas N não desapareceram.

porque não papel crescente S nas atividades P M M M E E N N há relacionamento E P NP de gerenciamento. IN M P S EM N E nem “qual o critério”. I E M EE SI com a celulose.valores E N E E EE na es. M E E E P emoção coletiva. tensão daM cibercultura e pelo declínio observável dos trumento S N M E E P P I M M E E P S há hierar.crita.EEpré-escritas.ber EE homens dominasse INconjunto dos SI no grupo P N E E é transmitido pela biblioteca. A simulação mente através da tela.mente o ciberespaço SI S E e o mundo virtual substituem beres e propusesse E S S N P E I M EM M a comunidade IN física e a memória carnal. as M EM E E S S M NP E E E M tecnologias devem ser pensadas como articulação nação de conhecimento. o que. IN substituir a experiência M EE S E P E ção e exploração eP de informação. a narrativa. PE E capacidade I I E M S E E S N S E E N P P car seus saberes. conheci. sem fronteiras e S E PE E P M M E P E N N E P M M N dos por As velhas Emetáforas da pirâM SI SI constante PE PE e disponibilizados IN mudança. S as interativas são S N EM EM no campo SI compartilháveis. quando publicavam EE um terceiro NP M EM E P I M E E P N mento pelo S sábio. IN muito conteúdo através E I M S S N S a identificação. além de as tornar únicas. querem nem impediu os Scomo M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N A capacidade de variar encontros S M simpósios. A páginaEM web é um dos documentos que a EE ritmo. o cientista: o saesperarPque um pequeE M . EE SI E SI P PE P M E M N E mento trazidos pela cibercultura. redemoinhos. podia-se Na Encyclopédie PE foi assombrado SI EM provavelEM PE sa. de criação industrial. Diferente do que a míN E N P P P I E E S N N S N P P I se tornam I redes digitais EE dos Tanto dia comum pensa. ainda e M EE era quantificável NP M O conhecimento E S I E PE P M E E S M E P EM E PE seguramenOs conceitos abstratos E e os grandes podia ser contado ou medido. um um filtro e N P M M M M N SI PE PE IN EE conhecimento EE EE SI N EM Os gêneros Pde e os critérios de seleção organizadora. interpretável indefinidamente. pela Numa terminado. em Mrespaço. os daEM suas relações. P NP EE PE M EE EE o telefone P NP alguns: P IN S N I M P I e criação de sinergia.M participação P e. no pa-PE aprendizagem. IN M As metáforas EE S EM M E P P atividades. Na escrita. de mas EprovavelM Mca. não oSé IN hoje. ao mesmo tempo. Nas sociedades dexação e pesquisa. desenvolveram métodos como das ligações SI o SI EM PE IN NP só página. a M SI P NP E I P I N E S N I teca que queima. único. mas “quem”. bém Snão está congelada noEM tempo: incha. M Não há I“substituição”. conSI M nem o e-mail substituiu IN NP com facilidade os parâE I M E M S E S E E metros de um modelo e observar imediata e visualferências ou reuniões de negócios. mas abertura a inúmeros pontos SI “como” SINa nova ecologia PE in.IN mina o conhecimento.EME porqueIN não está fechada I M E E S M E P M E M S E N NP (nem dinâmica nem Web tam. M acreditando que cada um tem SI de execução de certas IN sua oSconflito. S cínio. S N P M I EE E há retorno.M M EE E P M N PE é cultural e é pela cultura EE EM SI EM de conhecer o mundo de.S cação e de P EE E S N N I P P I N M M S novos Emodos M S central dos N N E SI No lugar de conhecitãoEM substituídas. P I S S IN E N EM M Iem M S E E fica trabalha com os dados numéricos armazenacontrários em longa extensão. M quando um P SI NP estruturalmente).SIN presentes na Não PEestruturada IN SITudo é igual NP e tudo é Sdiferente. SI a participação NP EM P corpo eSIa M E agente estruturador. Nesse dilúvio. www dispõe. uma comunidade viva. Agora de o I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I aos outros o ideal desse fas.M dos principais eixos de Edesenvolvimento do cibeN EM E I E M P E S E P P M M N E As sociedades para codifide reunir. se move EM N E I P I S E E S S E N P P M P M o saber eMse transforma permanentemente. na maioria N e o surfe. SI é transmitido pelo livro. N IN EE IN M M SI S E P S E E M O livro. N P I I M E E S S N P P EE cognitivo como no da fatores poderosos SI EMde encarM de personalização ou IN organização IN do trabalho. a NP a ecologia cognitiva P NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 143 . I N que tem P E sem escrita.EEM pel de interlocutor. I E E S S N S P P A impossibilidade serão únicos. mide. E No final S do sécu. NP N SI N P M I I I M S prévia e S S permite a formula. EE grande hipertexto NP EM EM SI EM capacidades PE P M E E E SIplicidade Ie Ao externar algumas humanas. NP EE A eficiência. na não o saber hoje são M que en. onde cada S elemento é um N P I P M I E S N S N IN EE SI pacote de do S saber são postos em cheque pela exinformações e. SI E N E S E P P P M E SI outra pessoa N N emSjogos e diversões. IN PE EE SI haverá. IN M projetosPEE P E N S E N I P P N M E ferramenS M N SI N tecnocientíficos das SI te. Por trás do fervilham a multiN está aSIsimulação.M frentam ondas. suTodos são emissores e receptores desse novo E M E E N E P M EE SI é quem M NP NP PE não postamente P contém tudo… doM Um dilúvio M para o Iqual IN o intérprete EE SI dilúvio de N E E SI informações.SIN lo EXVIII.avaliação NP SI P I M M S P IN M EE EM EE de navegação. masIN que o Todo está definitivamente EE E E EM P P P P M E E E S N cada Noé E N N P enquanto a adesão e SIN fora SI NPsistemas suscitavam EM EM teorias SI e sua arca NP PE Ie IN de alcance. E P M M M E N PE M NP EE mente as EEvariação constituiu EE as “horas M consequências dessa SI diante da EM NPtela” horas P IN P P SISerão mesmo I EE E M E N S E P N E N I P I Pverdadeira uma e temIN de isolamento? Dizemos de alguém que lê que S SI PE ampliaçãoS da imaginação IN M M IN S S N E E S I M de pesquisa científiE passa “horas diantePEdo papel”?E Não. escala ou cursus (já totalmente traçado) es. S P M M E E E uma coordenação eficaz dos produtores de saber. EM civilização P P PE I M N E N S N E M P SI não é mais a pergunta quia. do (links). EE de vista. centrais com M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E das vezes.Eum EM ins. determinam N M EM rápidasMde mundos complexos EM Os suportes M P I IN E E E E S S M N E M grande Iquantidade EE hipóteses. N M o “todo”EM M SI E EM acessado. implica naEcorepresentação do todo. porém. EE humanos SI SIdependem EE NP P I P M S Essas ferramentas permitem O ciberespaçoEE significa que pode ser INtas do ciberespaço. S P P P haverá vazante e não M EE S N E N N P I I I M M E tipo de S S Diderot eS d’Alembert M E Com a impressão. EE é uma biblioEE velho morre. P SI neSI a navegação NP PE EE e ventos IN de estarNpresente! SI correntes Ncomunidade EE cessidade I P S SI A cientí. EE um sistema M SI de comuniM EE N S E N P E I P I interconexão. de Nosso PE modo EEde SI das sociedades.

“nova ordem mundial”. P E ações educativas. SI EE saber. Qualquer política de educação terá coletiva. A internacioSI NP P P M I N M EE I E M S N N E P M S I E I a globalização dos “A humanização é uma das possibilidades do PE nalização. EM municação.mana SI N socioculturais eMescolares na mesmo. M E P a formação humanaEenvolve IN e cultura vivida. EE coisa que SI Esse texto SI N P E NP P I P M N S M a questão hu. O pensamento contemporâneo vincula ainda S N N N E P M P I I I E E S S S N N PE In: Maria Matos Coelho SI ética. vidade” e “universalidade INA universalidaP M EEvirtual será EE S N N E N P P P I I I E S S é compatível N N S N o entre os homens. surgem O flutua. o que SI M novos SI EM N EEgera a senP P E I E M E P P S N inéditosPpara orientar N de desorientação: culpa E PE o saber. EE M E S P Com esse novo suporte de informação e de coE P P M M N N M N PE EEnovos conhecimentos. não é inteligente I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE que mas a inteligência coletiva. a EE humana:SIN cenário E EM PE dos anos IN IN EM “um EEM EM P S S N E E P tensões e desafios na contemporaneidade. do planeta. levar M desenvolver E S E N N E P P M M M E SI humano”. em IN SI SI N IN PE de avaliação I S N M S E I S N S dos conhenovos atores na produção e tratamento tempo real. papel e as transformações tecnológicas SIN sua M EEdo Estado SI inconclusão. O I E S M E E S E S E N E E ou mais P EM SI a máquinaPtão NPem conta. S M EE humanoSIN EM IN IN NP E M E P I S S N E E potencialidades Em S Paulo Freire.M critérios sação da interconexão.PE Formação é. pela recuperação P nos levam e Sorganizacionais a compreender a crise de justiça. da criativitencionam a transformação de homens e mulheres P P M I E N M E M I E S N P E N E P S e da participação. S SI N E E P P I M M M E O ciberespaço. N da indeterminação SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S A EDUCAÇÃO E A FORMAÇÃO HUMANA: TENSÕES E DESAFIOS NA CONTEMPORANEIDADE? 144 . enquanto referência para I N M P P S SIArtmed. não como masEM cas. modelos superam os critérios anteriores M M E M N E N E P M M EE SI abstrata”. que EE como processo social S M SI EE formador de todas as EdimenNP EM P M I E P E E S EM N sões do ser humano. para SI IN contribuir com a formulação M exterior-interior. fragmentado.). Etura. I I P M EE E S S E P P N M M a imaginação N ponibiliza a SI PEmemória. coma interoperabilidade P M de concreta M SI SI mediadorIN SI EM EE planetária. 2009 IN M EE NP INnas polítiM S I Porto Alegre: pensamento alternativo de alternativas” E P S E M S M E N M PE EE EE cas sociais. E E P SI EM é a “ultima EM PE o ho. SI a cultural N N ideal do que é “ser PE visa M EE a um modelo mem EEatual produz”. PE que. SI EM PE o espaço PE EmEalgumas dezenas de anos. en. a pertinência temporal e contextual dos S S interNo equipamento coletivo SI bem como EE EE SI pensamento EM de “objetiEM P P nacional de memória.Sa mundialização. culPE SI e cação às grandes NP dúvidas: socialização. e comunicação. por outro lado. NP NP EM partida para PE M E N S SI N E I M P M S de cidadania e formação humana SI INTRODUÇÃO PE EE e que tenha como EEM IN EM EE P M S N E P P I referência o ser em suas necessidades. uma IN da educação e da formação INsi discutir M interior” de EE “viagem ao SI E S S E N P E M M E e criativo”. M IN M EE EE e a experiência. públicas e educacionais.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S fecundidade heurística. NP E N P I I M M E M S S N E E Eoprimidos.contemporaneidade.” (Paulo Freire). pascomo caminho para um ser-algo. exposta por menos incompletos (noM sentido de “ser PE da imaginação N PE PE SIem seres IN N SI N E I I M M E S Castoriadis tem sua saída na geração de seres humais”). IN M E disposições pré-existentes. com todos. S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M nômicos. que disNP EM o homem. e gerenciamento ecoa potência de mutação e Itura N de produção. Em formar é. SI EM EM PE IN Edith N M E E S P M E P econômico P I a formação A educação S e sociopolítico e 1990.EM E Maria Inês de Matos Coelho. Sa tendência M inconcluso do PEE homem de M EE como ser IN SI que é. A crise da política. além de dar forma e S S Larrosa. bifurcação. É EE EE também um NP nos processos SI “devir plural E NP I M P P I M S S nas e prátiquantoIN constituição e a transformação de E PE EE IN suas concepções EM um al. de luta dos I M E E E N E P P Proubada.manos sábios. assim. em última instância. Conexão que poEE de todosEM PE SI P M M N E M Ique NP N a inteligência E E tencializa P I M cimentos. E P S M S N E P E M P N de planos e guém. transação. I contemporânea M de sua humanidade E S NP N EMde N da sociedade enquanto ponto E N M P I I I I M E E E S S S S E N um novo PE SI modelo de relações Isociais. interconexão E S EelaboradoMpelo professor P Resumo IN P IN dos computadores EE EE E S S N E P N P P I M Jr. E EEmerS P N I E M M P N P à redefinição IN cados econômicos. Imobilizou-se SI EM identidade e condição-cidadä. SI PE EE uma relação IN S E E P S N MDo conceito de formação. e consciente N S E I E S P M M E afirmada no anseio S N PEde liberdade.PE NP EM levar isso ideal então. EM Inês de N I I M E N S So E P Anna Bellico Costa (Orgs. Essa SI NP é a educação P S I N M E I M S N processos humanizadores e desumanizadores. tende Antônio P Carlos Berardi E S N SI a tornar-se a principal EM INinfraestruIN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP PE M EM M EE NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP M E N I S M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE S E P M IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N S SI P N PE SI M SI EE SI N E IN P I M E S S E N M M M SI NP EM PE M EE M EE EE SI N E P P P I PE M EE a edu. N SI SI dade.

E desloca o valor do trabalho Mposição M é ao mesmo SI tempo individual E S E E dessa e social e pela qual se E P M N PE EM homem. E S N N E S N M I SI SI como éP pensá-los sujeitos deSdiDO PE seres omnilaterais IN M MCONCEITO EE S M N E P I M EE E E reitos e deveres. sendo dos indivíduos se tornarem NP M EM EM M fon. O trabalho.o homem produz S EE – e no Equal S P E condiçõesIN gerais da existência humana. sobre EM EM pessoas SI o que é. EE EM a primeira SI NP M EM E P I M E E P N o que marca E SDA FORMAÇÃO E de Mo homem. com S N E E P P I M M M E P S E N N E PE Eautonouma consciência crítica Gadamer. NP EM SI Epela P P M E E E SItransformam EM a si próprios.M P mais elevadas. o que P E N para atinPE EE E como emIN SI NP de de formação. de coordenar as S SI SI N suas enerIN P I N M M I S S E E S em atos Scom IN reflexão. EM entre os SI o traba. para ao final. M com e o natural. Marx EE Castori-EM EE trabalho é P NP IN Lukács afirmam S N I M P P I que o que permite o cial. soM P e dos fins EE PE IN chegar. EE M foi imposto EE vidas. E espirituais. E S S M P P no aqui e Fruto ativas. O desafio para superar e não simplesmente uma gias EM repetição/reproPE PE criativa EM M E EM a dependência N N E P já conhecidos. Formar impõe de tal a questioN P I S M S IN EM N M EE EM realiza semEtransformar as relaçõesS com a naturena. é formação. PE se opõe SI SI o ser social. SI NP PE Uma S IN emancipadas. E S I E PE M E E M S M E vida. razão pela qual tem necessidaEza. na ética. adis.M P o processo M Nmas o que Eé PEDA EDUCAÇÃO SI E Gramsci. a autonomia dado que I S M N S E IN M porém.ampliem a capacidade P I M E E E E S S M E autonomia N E P M da Eautônomos. saber e querer utilizar. se pode conSI S E que é que o homem E S S N P E I S reEM EM fazer. FORMAÇÃO HUMANA: N P M M M I E E N E E S N P I P M EE S N E homensIN sofia. há uma M sua próNP M seu destino. EAo SI pensar. EE M P E E N S E N P I P P N M E M N SI N mas pela aquisição de Suma que pessoas. SI IN IN M M de relações Eno agora. NP P salto doM ser natural para O capitalismo. portanto. Deve-se entender N E E I E M E P E S E P P E de reformas não como fim. Pensar PE DELINEANDO IELEMENTOS P M na ciência. ou PE EMprincípios I P I E M S E E S N S E E N P a instauração P como ponto de partidaIN para de uma SI SI EM PE NP mudanças IN possíveis. implifeita por quem é emancipado. tizar. mudá-las é ques.mia ao E progressivo IN M P S EM N E plesmente serem subservientes a ele. colocando o homem IN por nature. como elevação à universaliM M I E S N S S M IN com a natureza EE EEessencialmente EE SI NPhumanidade S P P P e consigo mesma. na arte. INpela mera transmissão de conhecimentos. ou N P I P Mda gir Engels. mas pela N M próprias EE M M SI E EM Este M S E P M E E E e prática produção de uma consciência verdadeira. PE no IN pergunta-se SI tornar-sePE N EE E humano. educação N que Ptrabalho EE EE SI no e pelo N S I P I N M M S uma que M N e assi. imP ignore essa IN homens e mulheres aP dominam. emancipação e democracia.potente eSideológica. da mesma forma sem indiviSI EM M IN que a educação IN M EM E E S S M NP E E P E aos quais M meios se pretende dualismos prepara para uma vida colaborativa. EMum fim. Com HUMANA PARA A EMANCIPAÇÃO I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I pode “se” tornar. cria-se NPe de construção E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 145 . o EE PE possibilite SI INconceito de formação SI Segundo IN EM que lhes P P PE S M N E I mundo Ie N S N E M P com S este humana enquanto aperfeiçoamento E S não simSI se relacionarem PEre. se caracteriza pela ruptura EM N E I P I E S E E S S E N P P M P não sendo. Com I M EE S N E N N P I I I M M E S S pergunta não S é o que N E isso. pode voltar a ser uma fonte epistemológica berada. construtores de M sua história.EEM P IN P P SI E M E N S E P N E N I P P a possibilidade E rém. M O segundo.M M EE E P M N PE M interação EE Meducação. espirituali. a reconciliação Esta. poSI O ato do IN EM deli. M . IN e da técnica. E E M S M E N S E P adaptação é parcial. é uma tarefa humana. E I M S S N P S I E nova sociedade. enquanto busUma educação experiência e reflexão é uma N E P P P I IN E E S N N S N P P I I EE ca da satisfação de S uma necessidade. IN si mesmo e sobre os I E E S S N P P só pode ser imaginada que pode E vir efetiva por uma sociedade M a ser e os limites dessa auto-criação. NP dução E de conteúdos Por EMuma educação que impõe para uma M I E M E SI e contextos SI E N S E P P P M SI N N N e socialPE que gere PE resolvido essa trabalho é processo coletivo ser PEcom a EE autonomia SI só pode IN SI lógica.EEfruir EE Para isso. é um ato que S educação para e para N EM EM a emancipaSI a imaginação N P I I M E E S S N P P EE pressupõe a consciência e o conhecimento dos ção. É poder usumonta aoMhumanismo no séculoSIXVIII. mas como até mesmo Mchegar aos N e lho IN Nnorteadores EM meio. M P SI o NP por conta de sua M SI P NP E I P I N E S M N I trabalho enquanto formação educativa implica em dadeS e racionalidade. através P E E do trabalho PE não como pria lação entre educação. omnilateral. SI as posições. Como educar para a autonomia? Para Se M N E S E S N N SI EEà heteronímia. O primeiro problema M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Mque deve M é que a organização ca em liberdade S e atual do mundo é seu S próprio P I I em condições N objetivas P NP PEforma que EE não se IN SI Nninguém EE fim e se I P S SI conhecer. PE NP na vida EE articulam EE com a ação Edo M o auto-questionamento central trabalho. PE SI e saberes EE exercendoNP te de conhecimentos PE INOu seja. e mulheres SI PE etc. P INoutros homens.SIN EE EE a assuma SI EM P PE P M E M N milá-las às suas tionada pelo que N às pessoas M transformar a natureza. N N P EE ser racional Uma M SI EM exige adaptação. nem SI relações Smecânicas. depois. mas E SI aprendem suas leis para. oM N SI N P M I I S em instituições S através do qual as própria que EEM IN prática da autonomia. EE N fruto deP sua reflexão E E é um homem EM P I P P M E E E S N E N N P P N sobre o que gera democracia SI outros. M de Hegel. IN EE pela “modelagem”de SI SI EE não passa NP P I P M S consciência que modifique essas relações. política. é que emancipar significa conscien-PE SI E P M E P E Desafiado pela natureza. dade.inverter M o imediato EE no centro SIN IN M M S E P S E E M do processo eEM o trabalho enquanto meio deve ser. SI za e com IN PE EM e. que S tenha formas transM EM IN PE cendentes M EE E S E EM na filo.M E samos para as funções da seres. o homem. criar M IN trolar se podePE “se” Educação para quê? Para Adorno. E E N E I M E P M E M os bens materiais Ee S E N NP Para Hegel.

que POLÍTICAS EDUCACIONAIS S NA S é N N EE NP SI SI EM M P M M sido considerada a Educação Escolar no CONTEMPORANEIDADE: E SI como tem E SI E E P E IN M E E S P M N E P P moderno. Para isso. EE P E E E P P S a reprodução N N E absorvido.toda EE SI a vida. com S rativa. Sem como M em que EE emoçõesEM IN res. política. I I P M E S S E P N M de dos processos culturais. a construção P SI IN EE E com equilíbrio As políticas públicas educacionais. os projetos eduN M hu. P M M a con. vemSIsendo questionada aPE dida implica tanto IN da ideoloSI em que NP IN M PE I S N partir dos M S I S N E EE I S anos 1980. dos campos cepção de omnilateralidade a que todo indivíduo tem S A arte é um N SI EM PE propícios IN IN M por ser e para EE SI S N S E P M PE I as pessoas se identificarem com suas comunidadireito ser humano. A esM E P S E M E não é o M M de for. coisa. EE envolve PE I IN EM SI EE P EM S S N EE E P três aspectos. até ser SI substituído M PE nos SI EE IN S E E P S N M um projeto neoliberal Educar. Para M SI SI SI NP EM I EE periência especificamente EE M E S P diferenças (homem. S EM e construtiva IN da e social. negro. indíhumana. da organização NP EM são sobre PE IN M E N S SI N E I M P M outro. de de comemoração e de traNP Eparticipar EM SI de pertenPE celebração. servador. A educação.IN cer inclusive artistieducadoras.) intervenção no Smundo. é uma forma de E P P M M E N N M IN EE SI EE EM gena. PreS M EE IN EM IN IN se expressa no pliação NP E M S E P I S S N E E às individualidades e à diversidade. igre-EEM se da cultura PE tempo I N E I M N S SI P N I S rua e locais N é o direito SI EEde criar.como umaEE IN NP NP EM cola. educado éN aquele que se de si mesIN P M E EE S N E N P P P I I I E S homogeneizador S Paulo Freire. aceitação do do trabalho. é capaz de M medida em que se conscientiza EE PE senvolver capacidade para a aprendizagem contíS E P M IN N M M E M no tríplice universo N P SI EE em diferentes impedir nua. da sociedade da base econômica Màs transformações I SI vida.IN sem a qualM não há mundo P N hu. IN M E M E S SI balho são N E E P e trabalhar. nas PE e para a inserção crítica IN M E S S E N P M M M SI N dinâmicas da humanidade. N N S ex. Não se restringe à forEM PE EE M EE EE SI N EM E P P P I PE M DE REFORMAS M E E mação profissional.EEM IN EM EE P M S N E P P I noção de limites e deveres e que da cobertura dos sistemas educativos. Ptrabalhador industrial. a transmissão. deveM E E S N E E M SI condição M NP des vínculos com a PE M Ecriticamente M e a relevância EEe estabelecerem NPa qualidade SIse analisar M N E I E M P I E Adorno.EE EE S conhecimentos E P S humana. mundo TENSÕES EN INDAGAÇÕES NOM M N SI vista assim. ensinar. Para o contrário da formação sociais e científicas dos produzidos N E P P I N M P P S Esó a escola. Para isso.EM ríodo deIN dominação militar. é preciso da superar a idéia de N certos elementos S ensino SIde E N E P I P E NP S S N I P I N M M deles seSInutra. ético.. e. de aprendizado e de Fábricas.colarizável. de lazer. PE IN à IN SI N M e reproduzidos. IN N PE co-existe com humanos e com a natuposta das M EEàs transformações: S SI NP outros seres E N P I I M M E relacionadas ao processo Mtransformação S S N E E E P reza.. E respeito S P INvisões da universalização SI NP e melhoria EM A cul. A cidadania cultural jas famílias e S empresas. EEM modifica. vêm Ssendo formuladas entre e paixões. segundo P I forma especial de o homem apropriarArroyo. na conservação e desse munsocial e cultural de gloI M E E E S N P EE SI NP N EM NPtem na balização econômica. S N E N I M P como Para Forquim. Durante tivas das é um Porientador da o século SI SI comunidades) E EM M E SI E EM do nacionalN E P P I comportamento. mulher. M E do homem e de seu cacionais convivem e se confrontam: M manização E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE em termos tanto M EE ou desenvolvimentismo-conEE desenvolvimentismo SI SI socioeconômicos/intelectuais N P NP P I P M EE N em termos espaço-temporais. NP ao mesmo NP em mação. jovem. único espaço I E S M E S E S N E E PE EM que a produz e SI Pcultura. de solidariedade. questionado nos anos 1930 (e com mais I I M E S E S N P EE de alguémSpor ênfase PE nos anos 1950-1960) SI EM por um M EM é sempre toda educação projeto de deP IN educação E E N S E N M P nacional SI SI alguém e supõe. do papel regulador SI PE EE do Estado e da am. segundo Rodrigues: o reconhecimenCAMPO DAS PRÁTICAS E I N M P P I P S E S mundo simIN N N M SFORMATIVAS to do mundo e de sua transformação em ESCOLARIZADAS EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E bólico (a S linguagem. É preciso então entender a educação gia dominante quanto seu desmascaramento. necessariamente a comunicasenvolvimento o peEM e segurança NP PE durante M EE IN EM E P S SI N E P E M a aquisição de alguma P N ção. Esse PE porém. das a educação. SI EE P N P P I E M P E N S P E Pe IN IN N diações existenciais: do E trabalho. homem M M E M N E N E P M EE SItornou condutor SI EM algo esEM deles. situações e circunstâncias da EE das me-EM EE EM esse retorno. Ipor na meM a ser SI EM NP isso. a NP EMe terreiros. enquanto M mo.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 146 . que tecnológica e sua repercusEM do e o desenvolvimento NP do sujeito M P I I I I M E E E S S S S E N P E ética e na moral referências P para uma ação coopeos processos SI produtivos. E N I S cultural é o retorno à barbárie e Formação também pode ser deM S N I E P S E M S SI PE INdisso. PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M para camente. à empregabilidade PRINCÍPIOS E S ou ao desenN N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M volvimento de competências para o trabalho. é colocar P E alguém em presença anos 1980-1990 por N SI que ain. N padronizável.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E M cultura aINfim de que Eele S a.EM EE M S de interrelações NP mano).PEE N S I E S P M M E S esferas econômica. M camponês. daí SI também instâncias EM PE de expressar-se.Mdominam as P S I N E I M S para todos N E tura (interpretação básica S da natureza SI EE EM com M NP de com-PE da qualidade da educação EM num sistema M I E P E E S N preensão e transformação os equidade da P escola EE P das relações entre S I E M M INde uma organização EM social e N P E N E S I E I E E N S longo de S e as expressões vida humana produque P ultrapasse seus limites P – educação ao NP I P M SIaspectos da N S N XX. dosEE anos EM S SI P N P I E M M P P IN um mundo IN 1970 para cá. face N S S P N I E P S I S cultura. que Ios como uma sistematizaçãoE de conhecimentos e S S N incorpore à sua substância M E EE S EUm EM P P e construa sua identidade intelectual e pessoal em transmissão de conteúdos escolares. Ede PE função conceito.

ser necessáinternacional. coordenada por Jacques Delors. da cultura INEsse discurso.compensatória. a solução E M conteú. Numa abordagem países na ciência e tecnologia. a fazer EM PE sobre oSImeio M EE 1950 até Emeados E E P envolvente). a capacidade e equidade social. M ao e e as necessidades M INsem espaço EE escolar N SI cia entre NP Eeducacional EM SI o sistema S P I M I EE E E S e cida. no sentido da inclusão nãoPEE desenvolverem-se produtivamente. o fortalecimento das e SI essenciais para funcionar de maneira IN M EE IN M M S S E P S E E M tiva na sociedade. cracia. A lógica dania. Pelo como a M leitura. bem SI no SI NP PErecursos humanos. a vivência concreta da demoN E N P P P I E E S N N S N P P I pessoasSfazem I EE as ou são). P NP em cada IN essenciais N I M P P I rios a um padrão decente de vida e ser Stas M N E S S N N EE SI EE P SI menos nos SI a expressão NP P participar da vida da comunidade. SI SI as reformas de passam a ser EM aprender PE(adquirir instruINa conhecer NP a partir IN E I M S S N S E mentos de educação do Brasil M refletem três períodos: SI (poderMde agir NP compreensão). O pressuposto é Ede ca E(vida em comunidade). Os estudos vëm depal).SIN resolver o problema dos excluídos do SI EM EM dar conta SIensino (“EduNP PE IN de processos IN I E E S S N S P P um papel importante bendo cação Básica M para Todos”). necessários S ao ordem SI N que caIN P I N M M I S S N E E S não apenas pacite para o ingresso no setor formal humano. M E adaptação ao mundo em da predomina sobre o desenvolvimento econômico E E E M E P E S E P E a civilização cognitiva. mas SI das profisN P M I I I M S S S as desi. SI SI Combinam-se a qualificação 2) de meados de 1970 até final de 1980 E– NP SI P I M M E S E democracia P IN M e EE EM técnica eMprofissional. na M osM desafios da educação: a) de todos os N P I S S IN E E M IN M S E E segurança e na sustentabilidade. aproveita-se o potenciI M M I E M E E S S E N E S P P P M E E SI N N para al educativo dos meios de comunicação. dos teSI– os conhecimentos EMA nova EEM NP P IN P P SI do aprendizado I E M E N S E P N E N I P P econômica E demandaSIuma formação óricos e práticos. M redefinindo o espaçoEE e do lazer. O educativo. O papel da IN IN M M EE S S M E P P cultura se revela nos direitos humanos e na particido a Comissão Internacional sobre Educação. com foco central sociedade da informação e c) a P vivência democrátiEE E S N S I P P I N M M I S S N E EM que construir nas pessoas.IN M na qualidade EE centrar-se M S E EM oferta S E P EM M M E E E monstrando que apenas a educação não é aplicadas para N das estratégias E E e na eficácia EMsufici. da M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E crescimento Unesco. levando emSIconta valores N ser EM Com isso. bem como os E P M M E N PE NP EE se as necessidades EE EE básico M do taylorismo/fordismo.IN S é formada S numa escola E de adultos.M M EE E P M N PE M volvidos EE M EM para suaIN SIque vive. a caçãoPE e S N M E E P I M M E E P S N N E E EE aptidão o trabalho em equipe. No século XXI. a escrita. N N às para a América Latina SI são Econômica EE no ajuste SI SI do ensino EE SI NP P I P M S sociais e culturais.IN mas de educação S P P P não-formal nem para educação do mercado de trabalho. Pelo S relatório do Deslocou-se a discussão do direito SI PE EE I M P S EM N E Banco Mundial de 1995. S N P I P M I S N N S N M edu. N N P P ente para ca. a viver juntos E (participar 1) dos anos de 1970 – eduN M M N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E e cooperar comPoutros) e aE ser (integrador dos três cação e desenvolvimento. Com a estratégia de uma SI EM PE PE desenvolvimento M M E EMde atividades N N E E P NP I ou para o desempenho mais Erentáeducação ao longo da vida. superamM lo. o comportamento social. legitima sões. de acesEE acaba sendo EM A cidadania S NP M EM E P I M E E P S longe das N de retorno.SIN P PE P M E M N E pacidades humanas é fundamental para desenvolvimento sustentável. e a taxa medidas por oito anos (ensino fundamental). Da mesma de forma. o cálcuI S M N S E IN internacionais. EM EM M P I M E E E E S S M N E P M EE hierarquias as PEdesen.outros EE aprendizados). P como no N P econômico. definem-se as ferramenP NP EE instruído. Epara PE SI IN SI 3) nos anos NP1990 – educação EM P P PE I S M N E S N E M à igualdaIN P SI de iniciativa e oNgosto pelo risco.IN locais. IN atividades PE qualiEE também S SI NP de melhor NP veis. Para a ComisIN M P E E N S E N I P P N M E diferenças M N SI e CaribeS(Ce. presente nos P discursos oficiais Mnacional e N IN NP EM PE EM I I E S E E S N S E E N P P 2003. Eque benefício E M P I M M Nso universal E E P S I E N E Eabsorção suficiente S garante a N que deveriam de SI “códigos Ida EM NP mo. porém. valores e atitudes. So M M EE N S E N P E I P I ampliaçãoNda autonomia humana. entre modernidade M EE S N E N N P I I I M M E a relação S custo. E IN SIo ingresso E desenvolvimento IN P S SI dos na paz.EEdamental EE M P SI às NP SI P NP E I P I M N E S a reestruturação M N I S crianças a aquisição de conhecimentos. EM três são EM pação.EEtrabalhadores SI EE já existentes NP cujos saberes e competências P IN perante NP devem ser P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 147 .PE P P I P M E E E S N E de mudança.EEM dade. sários viverem em Esociedade e M EE NP M para osMindivíduos P E S I PE M E E M S E E P E E P revisões conceituais. Nos anos 1990. NP M no indivíduo. S E P E O foco está gualdades e propicia uma certa subordinação dos tempo de IN aprendizagem. Retoma-se a “formação de dernidade” – conhecimentos e habilidades necesE S S N P E I M S EM M de 1967 IN Os últimos anos ensejaram de Harbison. os oito anos do ensino funde para o M da equidade. ter acesso aos recursos PE EE capaz deEM E etapa daSIescolarização.M discursos dos SI organismos E S E E de problemas. Os princípios M fundamentais popular. equipara-se da infra-estrutura tecnológica.EM M vel. oral. habilidades sos humanos para das economias EM N E I P I E S E E S S E N P P M P bases empresariais M e atitudes efe. EM passamSIa N e preocupações S P I M E E S N P P EE capacidades básicas vida sobre os quais já comunidade SI EM M exista consenso na E IN ter uma S IN longa e saudáM EM E S M NP E E EPara isso. SCaberia àSIeducação o M EE ca.qualitativas PE da educaPE SI M ser a essência N E NP S N I N E M P Icapital humano” I SI S E ção. entretanto. b) a adaptação das S E PE E P M M E P E N N E P M M para e modernização das à SI a SI várias culturas IN objetivo é PE PE o desenvolvimento IN EM mentalidades EE humano. a equidade deve da INindividuais. a compreensão múN EE SI aumentar NP EM EM SI EM (ou a variedade PE P M E E E SItua entre Ios o poder de escolhas de coisas que EM povos. o discurso I M E E N S E I M E P M E M S E a necessidade N NP enfatizava deveriam serEE capazes de proporcionar da preparação de recur. diminuindo a distânE M E E N E E P I P P M E S para prograN N PEao infantil. segunSI ao Estado.

assim para para SI uma educação PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M o mercado. dotados de esperança. E SI dado que E SI E E P E IN M E E S P M N E P mais doEque para uma P ria.. explorou M indivíduos E I S N S S P N I E P S I S processos globais de EM na esfera IN tanto na públios PE esfera da produção como INformação para além daSsisM E S S E N I M M de conhecimentosEM NP civil. A primeira. S S E P EE SI EM E Pmaiores PE IN garantam M E e mecanismos que lhes M espaços E S E N N E P P M M M E SI sociedaSI N N PE EE e autonomia. em síntese. EM S EE SI P N P I E M M P N S P elaborado IN M (dada pela ampla Resumo M básica. ou contrapor-se à PEE I N M P P I S N E S N N SI na e pela tista de educação. direitos Um novo projeto de M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N feito por uma educação S N E N I M P de. que N perbalho em uma formação omnilateral. SI do trabalhador EM EM P P mento do tempo livre e a garantia de de no Uma elevação nos M M E M N E N E P M M EEse acesso SI necessária SI EM a bens e PE indispensáveis PE mercadorias à digníveis de capacitação é IN tanto para P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S maior mobilidade N N S criar nidade N da vida humana. Vimos também que M E E S N EE SI e comPE M são insuficientes NP do trabalho.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E científica E M e tecnológica EpoS no interior das organizações. EMe a formação formam um jogo intricado do para o desenvolvicação P I M E M E N S N EM e interesses. para uma formação para autonomia e para a imagiS S N N EE NP SI com este SI EM e fragmentá. 1960. P M N EE M SI uma formação NP é de que é necessária P SIsólida e EEM IN EE geral. P SI numa P atualização do N M E I SI N E P S I N M E I M S N E ta. M SI EE NP socialPE EMcomo atividade M I EE P E E S EM N e coletiva. voltada eEM insbarbárie educação. apesar de inS SI EM PE IN as sociais res utópicos. SIN MAntonio Carlos EE SI que o IN E P I M E M S S N EM Educação E E agora e também para P professorMe mestre em cações diversas paraEo o deI E E S N E P E SI NP NP EM NP acompanhar e ajustar-se EM pois. normas de trabalho. EE EE mercado de empregos. porém. N Educação e Formação Humana. S E P IN N M M M N PE SI competências EE acrescentar põe políticas.. as organizapação humana. eMatualizá-las Npara M P I I I I E E E S S S S E N P E no trabalho. dá M aos trabalhadores poder de resistênP P M I E N M E I E S N P E N E P S I N SI aos Spadrões instituídos e tamPE N PE PE M SIcia e transgressão N SI N E I N I I M M E S bém negociação de M condições. de bases para a Responsabiliza-se o Icional N S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M pulação. que usa o trabalho como I I M E S E S N P EE como fimSem PE SI EM EM princípio educativo omnilateral e não P IN M E E N S E N M P SI SIaumento da si mesmo. ou. deve conduzir S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M perspectiva da qualificação como relação social. imediatista na relação mundo. Educação. É preciso futentes estudadas. a segunda. Fixa-se EM às mudanças na produção P e SI NP PE IN M E N S SI N E I M P M M S a competitividade. EE SI potencialidades EE PE EM através SI mento eIN expansão das humanas e plexo de duas verNP de relações E P P E I M P S E PE IN IN S NP M da emancipação E N I S individual e coletiva. N Segundo Kuenzer. as comunicativas. EM NP tem como objetivos o PE EE IN EM produE P S M SI N E P E Mmaior qualidade de vida P da popu-EM N tividade para uma SI IN M SI PE EE IN S E E P S N M lação em geral.P para incorporar o Brasil N S M N N no contexto da N SI EE PE SI SI modelo tecnicisN EE EM globalização. EM para a informação PE SI M SI M E E N E E P I M P E E trução em O discurso S preparação N para o trabalho. Por outro lado.SIN S N S E P M PE I e as Limitadas. é preciso reconhecer. S SI competências NP intelectuais E E P P I M M M E e técnicas.) EE o suficiente IN por PEE SI educação N S E I E S P M M S N PE PE para indivíduo possa não sóNadquirir qualifiBerardi Júnior. EE a edu. IN Mcomportamentais. nes. ao muncompletos e inacabados. A educação. Superação essa que nos torne seS E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M cionais ou metódicas.Sa trabalhador por sua formação e sua competitividaS I diminuição S o auN da jornada de trabalho. S social como para M conseguir M SI SI SI NP EM I EE essa expectativa nos EE M E S P que hoje estão marginalizaE P P M M E N N EM EE UM ESBOÇO SI EEDos anosSIN EM SI dos. S o trabalho. o conceito de Equalificação CONCLUSÃO: M EM NP P P E I E M E P P S N N EE PE evolui de preparação de mão-de-obra PROSSEGUIR IN para o binôSI SI NP IN M PPARA I S N M S I S N E EE I S mio emprego/educação escolar enquanto prepaM E P S E E de tarefas M IN NP NP o exercício EM “por que EM rador para P I M na vida profissioA questão a educação e a formação I E S M E E S E S N E P PE 1980. para nós. uma concepção produtivista e pragmahumano. Essa ca e Sinstituições de EM PE concep-M tematização M E e transmissão EE da sociedade EE SI N E E P P P I PE M M E E ção de pedagogia das competências é contrária à conteúdos.IN para uma reMhumanização SI EE M P IN I EM EM S forma do EE entendimento P S S N E E P se conceito. P E aumento do nível educaN através do SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 148 . Trabalho M S N I E P S E M S SI PE IN central do traM e Formação. centrado num saflexão e enfrentamento de conceitos já P estabeleciNP EM o modelo I I M EE E S S E P P N M M E que no saber-fazer e I pode produzir S uma emanciN ber-ser mais IN M EE cuja continuidade M EE que abrange as dos. EM humanaIN EMensejou uma reSI PE final dosIN NP nal nos anos 1960-1970. So-EM EE EE EM SI EE P P P I E M P Nmitiriam aos S N P N E I PE I I refletir e atuar criticamente ciedade. No anos na contemporaneidade” PE E E M N S SI P N S M SI N SI EE surge da competência.nação M P M M é individualista. mostrou a importância EEDeluiz proPE gir M dessa “instrumentalização” tecnicista.

M EM E E S S M NP E E P M M a curiosidade ingênua.sorPEensina os Sconteúdos M P IN Nvista a autonomia EM EM PE EE que considera IN SI ta dos saberes N E E sar certo. Ssibilidade M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N a “curiosidade que leva ao conhemétodos o ensino que S M SI M de ensinar.NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI M M EE P N SI CURRÍCULOS E PROGRAMAS M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI EM E NP SI NP SI M EE P N SI EE EM PE PE M EE P N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI EM PE EM E NP SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI S E N M SI EE 1º . M M I I E S N E S S M IN EE EE uma reflexão SI sobre INPquanto professor S P PE P vão se tornando sujeitos da consAo tratar daN importância de M EE S N E N P I I I M M E S S S educativa. o nosso SI formaçãoSIdocente. não se reduzem à condição E N pesquisa SI para coNP EM EM SI EM não conhece PE ao nhecer PE do outro. maisPEE teúdos obrigatórios à organização de de IN M P E E N S E N I P P N M E conheciS M conhecendo N SI N N vamos esseSImundo.Ensinar exige metódica E rigorosidade E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E entre os SI deve reforçar N N N a capa-PE É preciso estabelecer relações democrático PE sabeEE SI SI O educador NP N SI N P M I I I M S e a experiência S S res curriculares fundamentais so. N intrínseca E E EM dois PE P P I P M E E E S N E N N P P P momentos: ensino como não transferência de conhecimento e um em ensina e se N aprende o SIN SI EM EM SI PE IN que se N IN I E E S S S P I o outro em que se traensino como conhecimento já existente Se M uma especificidade humana. O professor sar de suas diferenças. socialmente aprendendo.Ensinar aos saberes S N SI SI PEexige respeito IN M M IN SI S N E E S I M dos educandos 1 . à medida que vamos intervindo no mundo.25). os sujeitos. N E trução e reconstrução a formação docente e a prática tendo em EE do saber EM NP ensinado. M E E E SIde objeto. estiEEdo educando.SI M EM E P I M E E P e Stambém ensina a pendos educandos. mulando sua deixando NP M EM EM M P I IN capacidade M E E E E S S M E N E P E PtransfeSI“bancário” EM EE NP de ser um professor PE IN NPaquele que E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE P IN Paulo conhecimentos. N M EE SI E EM des áreas: S E P EM M M E E E O ciclo gnosiológico se caracteriza por a relação docência-discência. estimulando a E capacidalheres.NÃO SI EM HÁ DOCÊNCIA PE EE P M M E P E N N E M E M exige pesquisa N SEM SI SI NP DISCÊNCIA PE 2 .Ensinar EM EE M SI M EE NP SI E N P E I P I P EE E S N S N I P P I N M M S M S N N E SI A busca e a pesquisa fazem docente-discente. para que ele desenvolva e a necessidade maneiras. S P I I M E E S S N P EE parte do professor Iem Foi no decorrer M dos tempos que os homens SI NP respeitar EM e muIN o senso comum.E2000 rigorosidade metódica comEque eles devem se aproE M N PE P E EE SI Tanto aluno. O profes. apeEE SI EE parte da Pnatureza SI EMNa relação PE P M E M N E da prática docente. e a pesquisa são práticas P M A docência-discência N SI inSI NP PEgnosiológico. S E P E de arriscar-se. perceberam a posP PE EE PE IN M E EE de trabalhar P N IN S N I M P P I de criadora do educando. prima pela necessária criatividade do educando e E P M M M P E N PE M EE EE EE IN M doSeducador. INP IN M M EE S S M E P P Passemos a sintetizar cada agrupamento desbalha a produção do conhecimento não existente. S E E S S N P P M M Rio Ele SI se esmera em trabalhar com os IN de Janeiro: M EE alunos a SIN M M S E P E E M Paz e Terra.INmento é histórico. SI EM NP P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P 3 . M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M ses saberes. EE SI EE NP P I P M S Discute os saberes. Freire defende IN epistemológica”. cial dos alunos. agrupando-os em M três gran. O ensinar e quem aprende ensina SI Npor EM pensar certo EM implica Nao aprender”(p. Paulo Freire Etra. EM EM Freire IN PE IN re conteúdos. NP EM dos objetos N P N I P M ximar do conhecimento. NP E I M E M S E S E E cimento mais elaborado do mundo. devendo esses Mserem conEE saberes NP exageradamente M E S I E PE P M E E M S M E E P E E Pprogramas zas.INum EM o que ainda e comunicar ou “Quem ensina aprende N E P P P I E E S N N S N P P I I EE anunciar a Snovidade. EE IN do ciclo SI NP EE dissociáveis I P S SI N P I S M M N M PEDAGOGIA DA AUTONOMIA: M EESABERES E M P E E N PE SI NP PRÁTICA EDUCATIVA I M NECESSÁRIOS À M N S E I E E M S EM E EM M EE P N SI M EE P N SI 149 . indispensáveis a essa I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I seja caracterizada como crítica SI S E Uma das condições para pensar certo é não prática para que ela E S S N P E I M S certeEM M estarmos IN certos de nossas ou progressista.EEM cidade crítica IN M a sua curiosidade.

que falta SI aos animais. emoções. a decência N SI IN M EE Pensando-se M EE S SI devem estar NP juntas E E E P P I M M M E podemos esquecer da assunção do sujeito: assunda in.EEM Ensinar IN é criar asNpossibilidades E não há EM para a própria S EE SI P P I E M M P S P IN IN construção do conhecimento. EE risco. PE e tempo. Isso é que vai permitindo S S SI razões de IN EE EE Sa EM educatiEM P P com que se supere curiosidade ingênua pela curiUma das tarefas inerentes da prática M M E M N E N E P M M EE SI SI progressista EM epistemológica. com um maior EE M E S P 9 Ensinar exige o reconhecimento e a rigor metodológico em relaE P P M M E N N M N E objeto do M EE SI Eao EM SI assunção da Pidentidade ção SI conhecimento. de raça. humildadeEE ao SI PE preciso ter IN EM EE P M S N E PE P I E M Pensar em disponibilidade para o sidade P certo implica N S metódica.Ensinar Sexige ética e estética PE I N E E I M N S SI P N I P S I M M S N S EE das na prática educativa progressista. Para isso. IN M SI PE EE IN S E E P S N M éticos. EE técnico.Ensinar exige S o velho SI EE consciência do EEM NP crono-PE EM M I P E E S EM N lógico. PE N PE PE M de gênero. N SI N E I N I I M M E S isso nega a democracia.IN N PE generosidade. considerações PE de discriminação SI NP EM valar para Prejeição IN grosM E N S SI N E I M perseguir a rigoro.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E analisá-la.Ensinar SI N Estes estão N PE no M E8 crítica S sobre dos outros animais. somos éticos. que é oSespaço suporte necessário para o IN IN M EE SI a prática E S E N P E PE SI EM eles a linguagem EM cimento.Ensinar exige a corporeificação das S S N EE NP SI S EM M P M M ensino e a aprendizagem.IN S E P P da necessária IN promoção M EE EE E S S N E P N P P I M soção de nós mesmos. processo I M E E E S N E P M Econstante SI cuidado NP NP eu não EresNnovo 7-M Ensinar exige do e porque envolve para EM NP risco. PEE M P S E E M IN NP N EM EM P I M ral. PE PE é o desenvolvimento osidade va IN da curiosidaP M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S é a superação N N S a criN da ingenuidade para M de crítica. M do seu Soponente. M N E I E N I I N E M S E P S S N SIaceitar o novo é novo. aceitação M P I I I I E E E S S S S N P EE a qualquer forma análises simplistas. M SI SI SI NP EM I EE ticidade.Ensinar exige N para melhor S E N N criticidade E I P I I P E S NP S S N I P I N M M são suas ser. capazes de S P E distanciamento da prátiso fazer umaIN operação de Somos seres intervir no I EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 150 . ImplicaM também em inacabamento P P rejeitar qualquer prática M I E N M E I E S N P E N E P S N SI SI de classe. A inconclusão do ser é própria da experiência S S radicalmente E E P SI EM diferencia EM PE PE IN M E de vida humana e é consciente. A PE ligados a treinamento emMaspectos só S E P IN N M M M E N PE M SIpode ser pensada EE Nesse sentido. importante tecnologia só a serviço dosNseErefletirmos EE E SI EE é muito P EM P P I E M P E Nres humanos. M E E S N EE SI que rePE não pode M conteúdos NP ensino dos EM sociedade democrática. palavras pelo exemplo E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EEENSINAR P EM S S N EE E P Pensar certo é fazer certo. M Ecultural NP a procura EE de maior P E I E M E P P S N N E PE exatidão. E Mpercebê-la EE S ca como é e quais 4 . sidade é EE Mpreciso ter EE de ter raiva IN N S E I E P S P M M E S é transferir conheci. P É preci-EM tem a liberdade N damental a reflexão de opção. estou pensando certo. pois SIde discriminação. não havendo entre conP IN M E E N S E M P P IN professor Mprópria do SI Na permanente Sdo queEE é Nformação PE O ser humano EE INser humano. O clima favorável 2º NÃO É TRANSFERIR E I N M P P I P S E S uso de uma IN N N M SCONHECIMENTO para se pensar pelo EM PE certo seEcaracteriza SI E M SI M E N E E P I M P E E argumentação segura queNdiscorS N por parte Edaquele E P M M SI às suas idéias. Experiências essas preensão e a interpretação dos EM EM M EE M espaço EE E SI N E P P P I PE M afetividades. não Na prática educativa.EM P M S seiras. EM é fun. noSseu Pensar que se aprofundem a comP I M E S S E N M ricas de signiM SI NP fatos.ceitual P S M SI N E P E M crítica sobre a prática. o elitismo autoriforma aIN ignorar a formação moral NP E P P E I M P E donos da PE IN IN a tarefa educativa S S é criticável NP M por isso E N I S tário de educadores que se pensam verrestringir-se M S N I E P S E M S SI PE IN M dade e do saber pronto e acabado. temos O acontecer de P I M E M E N S N EM EE SI EE dos educandos. que necessariamente devem ser valoriza5 . EE EE seres humanos SI SI exige reflexão N P NP P I P M N S seu cres. M EE E ficados. NP da de quem se opõe PE SI neces. da genuidade à criticidade. em PE não só porque IN SI NP EM mas M P S I N E I M S N E também não recusar só pelo critério 1 . S por nósIN SI EM PE solidariedade IN M EE uma SIN S N S E P M PE I cial e política que precisamos para construir Na condição de seres humanos. S M E M S S N E E E P mento.PEE M . N E I I P M EE E S S E P P N M M e a boniteza E na formação do professor. É aí que a curiosidade seStorna epistemoIN SI SI NP IN M PE I N M S I S N EE I Fazem parte da questão da identidade S cultulógica. SI IN M SI experiências EE certo exige N E IN as informais que nela ocorrem. cuja abordagem S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M podem enriquecer muito o entendimento sobre IN o 6 . as dimensões individuais e de classe dos eduI E S M E E S E S E P IN PE EM PE N NP EM candos. Ao M ensinar não EE saber que SI NP E N P I I Messe difícil. S N P N E I P I N socializante sobre o caráter M S N S com todas SI P PE da escola. o que os M E S E N N E P P I M M E EM. PE EM SI chaçar o treinamento pragmático.

ético. técN E P P P I IN E E S N N S N P P I I de discriminação.EEM IN M eles existem. Nessa P a ver com os diferentes. PE EE ligados à sua atividade docente. Quem desviar riscos do EE SI EE SI do padrão P PE P M E M N E ético. é uma forma de ímpeto natu. a EE SI educação NP EM EM SI EM artística e PE P M E E E SIrompendo EM com a decência. EMde quem luta SI NP M EM E P I M E E P S respeitar a curiosidade do educando 60). N E E I E M E P E S E P E prática devo ter pelo política.Ensinar exige bom senso à atividade educativa e a esperança. EM Exige do SI as diferentes N P I I M E E S S N P P EE respeita a curiosidade do educando. decidir.IN senta em S P P sua se adapta mas a de M EE S N E N N P I I I M M E S S para nãoS ser apenas N E reitos e da dignidade ção objeto. fazer N IN de conhecer. E M E E N E E P M SI ética. a desenvolver EM E PE se insere a Eamorosidaos inconclusão é que IN EE M P E E N S N P I P P N M e ao meu E M N SI N N de permanente. I M M E E N S E I M E P M E N NP PE presença Sdo ser humano no EEM A construção EE EE M P SI Nda SI P NP E I P I M N E S relações Esociais. emS que SI educação EE SI SI trabalho. SI PE cairíamos IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 151 . S M enquanto prática “. Ambos estão transgredindo a ética. sujeitando-se aos EE E de cada S do. EE sor que faz algum S tipo que des. tolerância e luta mundo elaEEcompreenEM N I P I S E S S E N P P M P M em de o que é herdado geneticamente e SI defesa dos direitos dos educadores N IN M a tensãoEentre EE IN M M SI S E P S E M o que é herdado social. N N E SI umEM é um imperativo ético. vivemos histórico. construindo. investindo-se naEcado ensino M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de aprender. e com M EE com o mundo NP M movimento E I E PE P M E E S M E outros. se percebo nosso inacabamento. SI blematização alunos. ANesperança faz PE parte EE com esperança SI SI N S N P M I I I M S S S das as condições em que da natureza humana. S S EM M E P P mensões da prática educativa. mas EE dos professores. apreNP NP presença PEquem PEdocente. SI PE IN M M EE S M N E P I M EE E E O bom senso implica em coerência entre o disS N M E E P P I M M M E E P S de N E prática do E EE que SIN curso e educativo. mais crítica é mundo. EM SI a minha M E Quanto mais rigorosa.Pcomo seres inacabados e conscientes I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E papel da ignorância na busca do saber. julgar.M M EE E P M E N P M EE Mromper. IN M Nsujeito também PESó posso S EM quanto ao E PE de se EE IN SI N E E apresento humildade e compreensão Nós. recriando M P M pacidade N SIa reaSI NP PE EE IN SI NP na habilidade EE lidade. S E PE E P M M E P E N N E P M relações.Ensinar exige da realidade Daí se educador P que não toEE N pensar no E apreensão E EM P P I P M E E E S N E N N P P N lha em SI e sua curiosidade. nos inserimos num permaE S S N P E I M EM M que não IN Preciso aprender aS convisei sobre S tudo. P E M da história”(p. E P M M M E N PE M NP EE EE alegria necessária EE M uma relação Existe entre Pa SI EM NP P IN P SI I EE E M E N S E P N E N I P P 4 .Ensinar e esperança S Mseu dever de ensiSI M do aluno. queEo ironia ou aqueM trata comIN especiais. EM EM SI SI NP PE IN IN a liberdade do educando I E E S S N S P PO professor precisa conhecer as diferentes dinome da eficácia de uma memorização mecânica M SI IN IN M EEdos conteúdos. PE M EE E do dever de P N IN professor S N I M P P I que se omite propor limites Sle M EE S E IN S N E N P E I I S E P exige alegria S S N à liberdade 7 . usa meios. está transgredindo a natureza humana. Ea PE IN SI 2 . avalio-a do futuro. M SI comparanM EE N S E N P E I P I O respeito à autonomia ePà dignidade reconstruindo.EM N estabelecendo SI SI PE PE IN EM E constatando.. P sua linguagem. E P M M E E E 6 .Ensinar NP exige o reconhecimento EMnosso trabalho P P PE I S M N E N S N E M Pformador. Isso repercute na N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E bre M a minha prática.minha M no mundo M não é a Ide IN EE A prática SI N E E SI N P M I constituição a luta pela defesa Pde EE diE quem nele E se insere. intervindo. queSlida com a proN os meus P sobre o P I P I E S N N E S N P M SI constantemente.. SEssa I P SI capacidade implica de M 3 Ensinar exige respeito à autonomia N P I S S IN E EM do ser do M IN M S E E educando apreender a substantividade do objeto aprendido. escolher. moral. nente de busca.S nicas. SI EM num mundo EM de possi-PE por meio IN M Ede E S E EM P ca. suas exEE S E P E conhecimentos periências os com Ela é indispensável à exNP M EM EM M que ral possível e Enecessário. EM NP NP EM E P NP I Só é possível respeitar os participa de um movimento constanI M M I E M E E S S E N E S E P P P M SI se foremINconsidera-PE te de busca N N PE dignidade e sua identidade . envolve proN EM emoções. meu fazer com prática educativa e formadora. EE aos educandos SI como processo NP P I P M S nossa capacidade N M e aprender EE de ensinar M se faz SIN M SI E EM presente.SÉ a posi. senão PE Eperiência EE num fatalismo NP chegam à escola. Por exemplo. seu fessor um competência de saberes SI EMgosto esM IN geral eSdomínio IN M EM E E S M NP E E P M tético. P I IN vividas e M E E E S S M E N E P M histórica. INP Mlutar. cultural e historicamente. Isso envolve uma constante reflexão crítica so.M bilidades e não determinismo. comparar. está Por ser especificamente N humana. SI é profundamente daí exigir ser condicionado SI que teSI PE EE IN M P S EM N E nhamos seriedade e retidão. ele EE educandos. o profesé diretiva. Pelo S N SI SI PE IN fato do M M IN SI S N E E S I M ser humano ser e consciente da sua inE E S inacabado M sua conclusão. S N N I P P I N M M S M S novo. mais EMrespeito M PE EM I P E S E E S N S pelo mundo E N P EE saber ingênuo pelo P saber produzido A Inossa passagem não é predeSI SI NP EM a ser superado IN NP E I M S S N P exercício da curiosidade S E do epistemológiterminada. fugindo ao IN NP E I M E M S E S E E nar. M N I S se faz nas 5 Ensinar exige humildade. política.

a ruptura entre S o tenso Temos a História como posM E P S E E Mmundo equilíbrio da IN NP NP e não como EM EM sibilidade P I M autoridade e liberdade gera o autoritadeterminação. EE S imobilizante. SI IN EM M perguntando. EM NP delimitando-o.ENSINAR NPdenúncia Eprecisa SIdo. P N SI SI NP o ensino dos conteúEM pela sua IN É impossível NP I M M E S democrático.PE I I M E S E S S E N P E M M E P ao professor do respeito SI E E do sujeito dade crítica do objeto. NP intervindo E E P P I M M M E ra educador assumindo a IN S E como sujeitos P e educando PE na realidade. SI NPseu conhecimento.EM 1 .M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E Mcuriosa.EM EEa teoria da EE impossível SI prática. instigando a dúvida.SI EM EE P P E I E M E P P S N N EE minha curiosidade” PE dos P de (p. em contínuo exercício. N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I No processo radical de transformação do munM E E S N E E M SI NP tornar-se É UMA PE M EM enquanto M EE3º . SI NP nem para a EM e. acreditando que vés de suas ações.98). gógicas os saberes des. do respeito a eles.nar E P S M SI N E P E M P N dicamente dele. IN SI SI NP IN M I S N M S I S N E que considerar EE I Na prática educativa. éS importante que EM SI E M S M E E N E E P necessidade de superar Mele tem que estudar. O mundo Na PE nomeados I E E M N S SI P N S M SI N de comportamento SI EE re como formas indisciplinadas dialética entre o ser humano e o mundo. M S N I E P S E M S SI PE INeducativa que se M EE PE a ação político-pedagógica preciso programar para O professor. Ecomparando. despertando a esperança. SI E explicar os fatos. P I M E S S E N M M M NP nadaSImuda. P S I N E I M S N E conseqüência. aproximando-se PE EE IN EM meto. autori. desafia-a liberdade. EM PE M EE M da forma EE EE com que discute as SI N E P P P I PE M M EE E O educador. o importante uma postura passidor na negação do sonho de lutar M M E M N N E P M M EE EE SI SI EM ao conhecimento. sem problematizar postura dialógica. isto 8 Ensinar exige a convicção de que a E P P M M N N M INpossível NPE EE da maior SI EE EM é. M M SI EE PE IN IN EM S EE P EM S S N EE E P ses sejam sempre considerados e respeitados. não é. é M ca que E S E N E P P M M M E SI SI separar N N PE EE emboraSIestejam limites.S M Ee respeitoso nas relações M S S N E E E P clima saudável I M E E E S N EE SI gerando NP NP que não EM NP 9Ensinar exige nar e aprender. numa prática S E P M IN N M M M E N PEa considere SI EE os educadores que auxiliem progressista. PQuanto PE va frente mais mundo justo. IN P M EE a curiosiE EE S N N E N P P P I I I E S S N N espontânea S N dade se exercita. S N E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M mo em momentos em Sem alegria e esperança no ensinar. 95). que E a outraEM M EE IN vai assumindo SI N P E N P S I E I E E N Na existência S S bom clima de um pedagógicoa responsabilidade dos seus próprios atos. o ensiP IN distanciar-se M E E N S E N M P SI do aprender.IN NP NP licenciosidade. É preciso ESPECIFICIDADE N E P P E I N M P E PE IN IN mas é possível.Ensinar P M M que nas suas relações competência E SI mundo Epara SI E P E IN M E E S P M N E P P com os grupos populares. a ignorância do saber. se intensifica. E HUMANA S mais crítica. SI servando-o. N intervém como IN M educação libertadoraSque consideEE negam uma M EE decidindo. aquele NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E I sujeito das ações. o educaS S sobre N que o professor expõe E SI EE Ecairia SI é não ter EM por um EM P P o objeto. em Mpara a rigidez. na PEE var a sérioSIsua EM EE SI P N I E M M P N P IN M sua compreensão EE direção do A generosidadeS é outra qualidade necessária M contexto e EE de ampliar IN SI N S E I E P S P M M E S que se instale um IN N PE generalizar o à ação M que possibilita EE formadora. EM SI Pode ser PE EE IN EMdada comoS exemploPde EE P M S N E PE I E do professor M resvalar cativa que nega o seu aspecto formador aquela que não pode P N S A autoridade M N E I E N I I N E M S E P I S S educando N dificulta a curiosidade do EE inibe ou S PE IN para o “mandonismo”. ao lidar com as Eliberdades EE os grupos EM SI populares EE P N EM P P I E M P E Nperceber as S N P N E I P I N deve expressar submetidos no seu dos segurança atraM injustiças S N seus alunos. O E I N M P P I P S IN autoridade do professor se assenta N na suaIN EE M SA emprego doPdiálogo é fundamental. a rebeldia M N E I M P I E EE S E P revolucionária. S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M tarefa educativa.IN profissional e generosidade.que S SI colhendo. além do domínio específico de sua aceitando rever-se. É S SI que mudar NP M considerar E N I S é difícil. S sua não neutralidade. precisa aprimorar sua leitura S S do N N EE NP SI exige segurança. Ia N P NP P P M N O exercício da curiosidade S N E N I M implica na capacidade da liberdade. indagadora. meso futuro.M NP que si-PE omissão. o res. aberta. 85). uma disciplina miEM NP curiosidade M P I I I I M E E E S S S S E P IN contrário. “mais me aproximo exatidão dos mudança S é M acha. nomiaEdo gradativamente P M aluno. S SIa que sãoM P N PE SI SI da firmeza EEe não se tornem SI N E IN cotidiano passivos. E N P I I M de ensi. es. do “A curiosidade da S educador. próprias posições. leP E E o grupo vá a os competência profissional: SI sentindoIN E P P M N M E M S N formação N saberes que não conseguem PE profissional. SI EE para a construção E EMauto. Há um esforço EM M I P E E S N lencia se nega a si P mesma também” (p. SI PE E IN S E E P S N M P E o aluno devem ter uma Tanto professor quanto N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 152 . mais M M SI SI SI NP EM I EE EE M E S P ela vai se tornando metódica. epistemológica. obpeito aos alunos. IN M da ação forEE EE E S S N E P N P P I M madora. “O I E S M E E S E S N E PE relação EM rismo e a EM por Paulo FreiSI está sendo” PE (p. S pelo PE NP EM nimiza a PE IN semM E N S SI N E I M P M prática edupre. SI EM político-peda. vai aprendendo prátiseparar S SI o aluno E E P SI EMassim como EM e a sua PE PE IN liberdadeNpossuem M E a sua curiosidade dos da formação ética dos alunos. anunciadora.

ou que a liberdade seja Sde” M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N Saber escutar não implica em restringir a liberexercitada mais ela ir amaduS M SI M de modo a cada vez IN NP E I M E M S E S E E dade de discordar. S E P EM M M E E E O educador que a educação os seres humanos puN como se P E considera E EMcomo PE P I P M E E E S N E N N P ser e não P N formação do treinamendessem atuar livres de condicionamentos econôSI EM EM integral SI SI NP PE como um IN IN I E E S S N S P P que ser coerente Scom I to. culdade de como SI EnecessidaM trabalhar para que “a INa compreender IN o objeto do coM EM E E S S M NP E E P E assumida M assim o nhecimento e não recebê-lo passivamente. além de SI dá para escondermos nossa E EM IN ensinar conM IN M M S S E P S E E M função de acreditarmos na neutralidade da educateúdos. EM I P M EE E S E EM P de decisões expressa aos alunos sua capacidade de analisar. IN I M M veementemente EEFreire critica S S M E P P com seus alunos: não de cima para baixo. Nesse sentido. PE EE EE SI N S N I P P I N M M S no movimento M interno S N E SI cando consiga entrar EEdo seu SIN EE SI EM P PE P M E M N E pensamento. EM E I P S E E S S E N P P P M Não opção. competenÉ um erro considerar a educação só M EE S N E N N P I I I M M E a educação S S S E E te.Ensinar exige comprometimento N E E I E M E P E S E P E mando.Ensinar SI NP P I P M S vismo idealista. I EE E M E N S E P N E N I P I ninguém éPEsuperior a Sninguém. que são imobilizadores. em é IN N M da consciência EE que o papel M SI E EM supervalorizado. Ela implica. recendo frente à autoridade. desmascará-la.Ensinar liberdade e autoridade. o diálogo. NP das várias P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 153 . fazerIN justiça. cultivando aIN Sem os liberdade se resvala para S a queNP SI limites.M M EE E P M N PE M riências EE M EM que envolvem SI vão to. considerando fessor. a defesa SI materialidade. coerente deve Epensar que P“se não SIN produtora da ideologia dominante ou então uma EM N M EM E P I M E E P S N coisa fundamental pode a educação da realidade. de modo a que o edupriorize a sua humanização. estaM pode ter duas direções:Maspira a mudanS N E E P P I M M E E P S a N E EE ças radicais que ou pretende paralisar a SIN EE na sociedade PE IN SI 3 . enfim ele se mostra como serEE ético. Ele EE M aí não cabe a neutralidade. dialética. E E M S M E N S P P IN é aprender a falar escutando. EE exige saber SI SI EE 6 . N comunicando M EE exige E SI NP EM SI EM Estabelece-se PE P M E E E SI EM dúvidas e criações. democrático. para expressar-se. em que N E P P P I IN E E S N N S N P P I aluno é estimulado. P EE IN Isso expresSI sa atuar livremente. do proE P M M M E N PE M NP EE aceitando EE EE M e respeitando a diferença. SI P M S P IN M EE EM EE ção.Ntem a maneira de falar micos. para conseguir irS além dela Sà medida EEM consciência que donos desse futuro. S N I M P P I aluno se torna sujeito da aprendizagem. que se Pcomo se fosse N baseiam Ena P uma verdade EM ética do EM vamente. esmercado. avaliar. SI Frente a SI e manter PE EE IN M P S EM N E no mundo essas direções temos que fazer opção consciente I M M E E N S E I M E P M E M S E N na NP EE discursoSIe EE no nosso M ser coerentes EEprocurando P NP SI P NP E I P I M é con-IN nossa prática. inevitável essa miserável Spara a maioria SI EM realidade P E P M M E P E N N P M EE O papel Efundamental do educador que M um mundo SI EM SI dos povos IN democrático PE Ele luta por P IN do mundo. N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E E EE S E comparar. Ele deve dar sua contribuição sem I P S Eàs N P P I S M N E N S N I N E M P I em prol de I SI S E mudanças com sua prática autêntica um sa uma visão equivocada da História e da consE S S N P E I P S EM EM M mundo IN IN justo. uma M mecaniEcompreensão M E S E PE P M E E M S M E que reduz E E a consciência PE reflexoNP cista a mero da IN EE M P E E S E N P I P P N M E S M N SI de um subjetiN escutar N no 2º caso. M N IN NP EM PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P A presença do professor na SI SI escola é uma preEM PE IN NP IN E I M S S N P S I 5 -N Ensinar exige tomada Sconsciente sença em si política. pois consideram N P I S M M S IN N EE EE EM cutá-los paciente e criticamente. EE esta não SI dominante. em IN traditória. que EposE M P Nforça de desmascaramento PE tudo. P P M M E E a leitura de N N E Edas dis. NP EM EM SI ou para N P I M I EE E E Scomo re. seja dos pais.M E decisões que eles 2 . SI EM NP P IN P P SI do Estado. SIN M ção. alguma SI EM EM obstáculos. suas 4 .S P I I M E E S S N P P M EE cidos pelo professor. ela é um processo.Ensinar NP exige compreender EM P P PE I S M N E N S é uma forma de intervenção N E M P a ordem social SI educação História vigente. mas falar com.IN S P P P Um educador crítico. M culturais. ser coerente ao disS N P P P M I E S N N S N P M EE Considerando-se SI SI cursar eM aIN educação como intervenagir. SI SI NP PE IN SI N E ser transmitida I P S SI para os outros. Pode-se opor às ideias do outro. tenham IN EE não sãoEM S P E dos filhos.Mprofessor deve respeitar P participem NP que É Enecessário Mmundo com I E M E SIque os pais SI E N E S E P P P M E SI o seu futuro. o para E E licenciosidade e a autoridade S trato com M E o autoritarismo. M N E E pode” (p 126). EE o com materiais ofereO educador democrático se SI N EM o uso dos EM SI N depara com a difi.118). num esforço para reproduzir a ideologia E M E E N E E P I P P M E S N N PE existe. ciência: no 1º caso. sociais. N N à cussões com os filhos sobre tendoPE o educando INescola e que PE pela EE chega S SI NP se expressa N SI N P M I I I M S linguagem. impositiPaulo o discurso M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E dono de a e a política neoliberal. Meticamente de P do limite seja EE PE IN pela liberdaM EE EE P NP seja. que vai se aproximando metodicamente de conheum papelIN de assessores NP M A autonomia EM EM M P I M E E E E S S M E N E P M mais através PE expe. a M IN M I S S N E E S I M humildade no os outros.EEcimentos SI EE NP destes vai se constituindo PE IN profundos. N E M N I S A prática doS educador Enunca é neutra. possibilitar IN (p.

de EE formação científica e SI N E P P P I PE M as mudanças EE neces.EM E dos educadores sobre sociais de outro o caminho para conhecer. N e econômico em que se SI EE EE SI EM EM P P Também tem que dominar outros saberes técnicos. dos IN acontecimenSI SI NP trabalho Ide IN PE I S N M S E S N S tos “ (p. a curiosidade. SIN SI PEtante e não a imobilidade NP EM frente ao N I I M E N S S E M P SI SI EM EM PE EE IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S N E S N N M SI EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E Anotações E S N P M N EE M SI NP EM P SI IN EE E EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM PE PE PE IN M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E E S S S S E N P PE SI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M M S SI PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M N S M N N NP SI EE PE SI SI N EE EM P SI N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P S M S