P. 1
Pac

Pac

|Views: 19|Likes:
Publicado porMauro Cesar Araujo

More info:

Published by: Mauro Cesar Araujo on Jun 06, 2013
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

05/12/2014

pdf

text

original

Sections

  • Apresentação
  • 1. Introdução
  • 1.1. Considerações iniciais
  • 1.2. Objetivos
  • 1.3. Justificativa
  • 2. Contexto Institucional
  • 2.1. Histórico da UESC
  • 2.2. Contexto Regional da UESC
  • 2.3 Ensino de Graduação
  • 2.4. Ensino de Pós-Graduação
  • 3. Histórico do Curso
  • 4. Recursos humanos e físicos
  • 4.1 Corpo Docente
  • Tabela 1: Corpo Docente de Ciências Sociais
  • 4.2. Estrutura física e material
  • 4.3. Recursos tecnológicos
  • 4.4. Acervo bibliográfico
  • Tabela 3: Acervo bibliográfico de Ciências Sociais
  • 5. O Curso
  • 5.1. Concepção
  • Tabela 4: Prática de Ensino como componente curricular
  • 5.2. Legislação norteadora
  • Tabela 5: Legislação e normas
  • 5.3. Identificação
  • 5.4. Perfil Desejado do Licenciado em Ciências Sociais
  • 5.5 Habilidades e Competências
  • 5.6. Campos de atuação
  • 6. Estrutura Curricular
  • 6.1. Organização didática
  • 6.2. Núcleos temáticos
  • 6.3. Quadro Geral das disciplinas
  • Tabela 6: Quadro Geral das Disciplinas
  • 6.4. Distribuição das disciplinas por Núcleo
  • Tabela 7: Disciplinas do Núcleo de Formação Específica:
  • Tabela 8: Disciplinas do Núcleo de Formação Complementar:
  • Tabela 9: Disciplinas do Núcleo de Formação Docente
  • 6.5. Distribuição das disciplinas por semestre
  • Tabela 10: Disciplinas do 1º semestre
  • Tabela 11: Disciplinas do 2º semestre
  • Tabela 12: Disciplinas do 3º semestre
  • Tabela 13: Disciplinas do 4º semestre
  • Tabela 14: Disciplinas do 5º semestre
  • Tabela 15: Disciplinas do 6º semestre
  • Tabela 16: Disciplinas do 7º semestre
  • Tabela 17: Disciplinas do 8º semestre
  • Tabela 18: Quadro resumo da distribuição por semestres:
  • 6.6. Quadro de integralização curricular
  • Tabela 19: Quadro resumo da integralização curricular:
  • Tabela 20: Pré-requisitos:
  • 6.7. Disciplinas optativas
  • Tabela 21: Disciplinas Optativas
  • 6.8. Estágio Curricular Supervisionado
  • 6.9. Atividades acadêmicas científico-culturais
  • Tabela 22: Formas de Aproveitamento das AACCs:
  • 6.10. Fluxograma do Curso
  • 6.11. Ementas e referências bibliográficas
  • DISCIPLINAS DE ANTROPOLOGIA
  • OBRIGATÓRIAS:
  • ANTROPOLOGIA I
  • ANTROPOLOGIA II
  • ANTROPOLOGIA III
  • ANTROPOLOGIA IV
  • OPTATIVAS:
  • ANTROPOLOGIA BRASILEIRA
  • ANTROPOLOGIA VISUAL
  • TRABALHO DE CAMPO
  • ETNOLOGIA I
  • ETNOLOGIA II
  • ANTROPOLOGIA DOS GRUPOS AFRO-BRASILEIROS
  • ANTROPOLOGIA DOS GRUPOS AFRO-BRASILEIROS II
  • ANTROPOLOGIA URBANA
  • ANTROPOLOGIA DA RELIGIÃO
  • ORGANIZAÇÃO SOCIAL
  • ANTROPOLOGIA ECONÔMICA
  • ANTROPOLOGIA POLÍTICA
  • ANTROPOLOGIA E RELAÇÕES DE GÊNERO
  • ANTROPOLOGIA E MEIO AMBIENTE
  • ANTROPOLOGIA E HISTÓRIA
  • ANTROPOLOGIA DO DIREITO
  • ANTROPOLOGIA E TURISMO
  • TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA (I, II, III e IV)
  • DISCIPLINAS DE SOCIOLOGIA
  • OBRIGATÓRIAS
  • SOCIOLOGIA I
  • SOCIOLOGIA II
  • SOCIOLOGIA III
  • SOCIOLOGIA IV
  • OPTATIVAS
  • PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO I
  • PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO II
  • SOCIOLOGIA E URBANIZAÇÃO
  • SOCIOLOGIA E QUESTÃO AGRÁRIA
  • MOVIMENTOS SOCIAIS I
  • MOVIMENTOS SOCIAIS II
  • SOCIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
  • SOCIEDADE E MEIO AMBIENTE
  • SOCIOLOGIA E DIREITO
  • CULTURA E SOCIEDADE
  • TEORIAS DA SOCIALIZAÇÃO
  • SOCIOLOGIA DA ESCOLA DE CHICAGO
  • SOCIOLOGIA DA JUVENTUDE
  • EDUCAÇÃO E SOCIEDADE
  • SOCIOLOGIA DA RELIGIÃO
  • SOCIOLOGIA E IMIGRAÇÃO
  • TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA (I, II, III e IV)
  • DISCIPLINAS DE CIÊNCIA POLÍTICA
  • Obrigatórias:
  • CIÊNCIA POLÍTICA I
  • CIÊNCIA POLÍTICA II
  • CIÊNCIA POLÍTICA III
  • CIÊNCIA POLÍTICA IV
  • PARTIDOS POLÍTICOS E SISTEMAS PARTIDÁRIOS
  • SISTEMA POLÍTICO BRASILEIRO
  • SOCIOLOGIA POLÍTICA
  • COMUNICAÇÃO E POLÍTICA
  • ECONOMIA POLÍTICA
  • TEORIAS DA DEMOCRACIA
  • POLÍTICA SOCIAL E CIDADANIA
  • POLÍTICAS PÚBLICAS
  • REGIMES POLÍTICOS E TRANSIÇÕES
  • RELAÇÕES INTERNACIONAIS
  • PENSAMENTO POLÍTICO BRASILEIRO
  • TÓPICOS ESPECIAIS DE CIÊNCIA POLÍTICA (I, II, III e IV)
  • DISCIPLINAS PEDAGÓGICAS
  • ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
  • ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
  • ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
  • ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV
  • POLÍTICAS PÚBLICAS E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO
  • PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO
  • SOCIOLOGIA E EDUCAÇÃO
  • TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS
  • HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
  • DIDÁTICA APLICADA AO ENSINO DE SOCIOLOGIA
  • LIBRAS
  • DEMAIS DISCIPLINAS
  • GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO
  • INTRODUÇÃO À ECONOMIA
  • OFICINA DE REDAÇÃO
  • HISTÓRIA DO BRASIL
  • HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA
  • PROJETO DE PESQUISA:
  • PESQUISA ORIENTADA EM CIÊNCIAS SOCIAIS I
  • PESQUISA ORIENTADA EM CIÊNCIAS SOCIAIS II
  • INTRODUÇÃO À FILOSOFIA I
  • INTRODUÇÃO À FILOSOFIA II
  • EPISTEMOLOGIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS
  • MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA QUANTITATIVA
  • MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA QUALITATIVA
  • ESTATÍSTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS I
  • ESTATÍSTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS II
  • ELETIVA:
  • 6.12. Monografia
  • 6.13. Avaliação pedagógica
  • 6.14. Avaliação do currículo
  • Bibliografia
  • Anexos
  • 2. Regulamento da Monografia
  • 3. Orçamento

PROPOSTA DE CRIAÇÃO E PROJETO ACADÊMICO CURRICULAR

DO CURSO DE LICENCIATURA EM

CIÊNCIAS SOCIAIS

Comissão: Ana Cláudia Cruz da Silva (Coordenadora), Elias Lins Guimarães, Eliza Mara Lozano Costa Gabriela da Silva Tarouco e Paulo Cesar Pontes Fraga

Agosto/2008

1

Sumário Lista de Tabelas ............................................................................................................ 6 Apresentação ................................................................................................................ 7 1. Introdução................................................................................................................. 8 1.1. Considerações iniciais .....................................................................................8 1.2. Objetivos.........................................................................................................8 1.3. Justificativa .....................................................................................................9 2. Contexto Institucional ............................................................................................. 14 2.1. Histórico da UESC ........................................................................................ 14 2.2. Contexto Regional da UESC ......................................................................... 17 2.3 Ensino de Graduação...................................................................................... 18 2.4. Ensino de Pós-Graduação .............................................................................. 19 3. Histórico do Curso .................................................................................................. 20 4. Recursos humanos e físicos..................................................................................... 21 4.1 Corpo Docente ............................................................................................... 21 4.2. Estrutura física e material .............................................................................. 23 4.3. Recursos tecnológicos ................................................................................... 23 4.4. Acervo bibliográfico...................................................................................... 24 5. O Curso .................................................................................................................. 26 5.1. Concepção..................................................................................................... 26 5.2. Legislação norteadora.................................................................................... 28 5.3. Identificação.................................................................................................. 30 5.4. Perfil Desejado do Licenciado em Ciências Sociais ....................................... 31 5.5 Habilidades e Competências........................................................................... 32 5.6. Campos de atuação........................................................................................ 34 6. Estrutura Curricular................................................................................................. 38 6.1. Organização didática ..................................................................................... 39 6.2. Núcleos temáticos ......................................................................................... 40 6.3. Quadro Geral das disciplinas ......................................................................... 41 6.4. Distribuição das disciplinas por Núcleo ......................................................... 43
2

6.5. Distribuição das disciplinas por semestre....................................................... 46 6.6. Quadro de integralização curricular ............................................................... 50 6.7. Disciplinas optativas...................................................................................... 53 6.8. Estágio Curricular Supervisionado ................................................................ 55 6.9. Atividades acadêmicas científico-culturais .................................................... 62 6.10. Fluxograma do Curso .................................................................................. 64 6.11. Ementas e referências bibliográficas ............................................................ 65 DISCIPLINAS DE ANTROPOLOGIA................................................................ 65 OBRIGATÓRIAS: ........................................................................................... 65 ANTROPOLOGIA I..................................................................................... 65 ANTROPOLOGIA II ................................................................................... 66 ANTROPOLOGIA III .................................................................................. 67 ANTROPOLOGIA IV .................................................................................. 68 OPTATIVAS: .................................................................................................. 69 ANTROPOLOGIA BRASILEIRA ............................................................... 69 ANTROPOLOGIA VISUAL........................................................................ 70 TRABALHO DE CAMPO ........................................................................... 71 ETNOLOGIA I............................................................................................. 73 ETNOLOGIA II ........................................................................................... 74 ANTROPOLOGIA DOS GRUPOS AFRO-BRASILEIROS ......................... 75 ANTROPOLOGIA DOS GRUPOS AFRO-BRASILEIROS II ..................... 76 ANTROPOLOGIA URBANA...................................................................... 77 ANTROPOLOGIA DA RELIGIÃO ............................................................. 79 ORGANIZAÇÃO SOCIAL .......................................................................... 80 ANTROPOLOGIA ECONÔMICA............................................................... 81 ANTROPOLOGIA POLÍTICA..................................................................... 82 ANTROPOLOGIA E RELAÇÕES DE GÊNERO ........................................ 83 ANTROPOLOGIA E MEIO AMBIENTE .................................................... 85 ANTROPOLOGIA E HISTÓRIA................................................................. 86 ANTROPOLOGIA DO DIREITO ................................................................ 87 ANTROPOLOGIA E TURISMO ................................................................. 91 TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA (I, II, III e IV)..................... 92 DISCIPLINAS DE SOCIOLOGIA ...................................................................... 92 OBRIGATÓRIAS ............................................................................................ 92 SOCIOLOGIA I ........................................................................................... 92 SOCIOLOGIA II .......................................................................................... 93 SOCIOLOGIA III......................................................................................... 94 SOCIOLOGIA IV......................................................................................... 94 OPTATIVAS ................................................................................................... 95 PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO I................................................... 95 PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO II ................................................. 96 SOCIOLOGIA E URBANIZAÇÃO ............................................................. 97 SOCIOLOGIA E QUESTÃO AGRÁRIA ..................................................... 98 MOVIMENTOS SOCIAIS I ......................................................................... 99 MOVIMENTOS SOCIAIS II...................................................................... 100 SOCIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO .............................................. 102 SOCIEDADE E MEIO AMBIENTE .......................................................... 103
3

..................................... 127 ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV ....................................................................................................... II........... 126 ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ....................... 113 TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA (I............................................. 127 PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO .................................................................. 105 TEORIAS DA SOCIALIZAÇÃO ......................... 111 SOCIOLOGIA E IMIGRAÇÃO .................................................................. 117 OPTATIVAS: ....... 143 INTRODUÇÃO À FILOSOFIA I............ 115 CIÊNCIA POLÍTICA I.................. 104 CULTURA E SOCIEDADE ...................................................... 128 SOCIOLOGIA E EDUCAÇÃO.................................................................. 123 RELAÇÕES INTERNACIONAIS......................................................................................................................................... 139 HISTÓRIA DO BRASIL.................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 107 SOCIOLOGIA DA ESCOLA DE CHICAGO................................................................. 131 HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO.. 116 CIÊNCIA POLÍTICA IV . III e IV) ................... 130 TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS ................................................. 118 PARTIDOS POLÍTICOS E SISTEMAS PARTIDÁRIOS ................................. 123 REGIMES POLÍTICOS E TRANSIÇÕES......SOCIOLOGIA E DIREITO ................................................................................................. 121 POLÍTICA SOCIAL E CIDADANIA..................................................................................................................................................................................................................................................................... 108 SOCIOLOGIA DA JUVENTUDE...................................................... 109 EDUCAÇÃO E SOCIEDADE............... 120 TEORIAS DA DEMOCRACIA...................................................................................................................................................................................... 110 SOCIOLOGIA DA RELIGIÃO ...................................................................................................................................................... 143 4 ........................ 137 DEMAIS DISCIPLINAS .................................................. 142 PROJETO DE PESQUISA:......................................................................... 126 ESTÁGIO SUPERVISIONADO I........ 119 COMUNICAÇÃO E POLÍTICA ........ 137 INTRODUÇÃO À ECONOMIA.................................... 143 PESQUISA ORIENTADA EM CIÊNCIAS SOCIAIS II ........................... 118 SOCIOLOGIA POLÍTICA ........................... 126 DISCIPLINAS PEDAGÓGICAS........ 124 PENSAMENTO POLÍTICO BRASILEIRO .............. 114 DISCIPLINAS DE CIÊNCIA POLÍTICA.................................. 140 HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA .. 142 PESQUISA ORIENTADA EM CIÊNCIAS SOCIAIS I ......................... 137 GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO........................................................................................ 127 ESTÁGIO SUPERVISIONADO III .... III e IV) .. 115 Obrigatórias: ............................................................... 122 POLÍTICAS PÚBLICAS .......................... 125 TÓPICOS ESPECIAIS DE CIÊNCIA POLÍTICA (I............................................................................................................................................... 118 SISTEMA POLÍTICO BRASILEIRO....... 115 CIÊNCIA POLÍTICA III ..................................................................................................................................................................................................... 133 DIDÁTICA APLICADA AO ENSINO DE SOCIOLOGIA....................... II......................................................................... 138 OFICINA DE REDAÇÃO ......................................... 115 CIÊNCIA POLÍTICA II......................................... 127 POLÍTICAS PÚBLICAS E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO ......................................................... 120 ECONOMIA POLÍTICA ................................................................................. 134 LIBRAS .

............................................................................................................. 2....................................................12............................ 149 6................... 150 6.................................................................................................... 152 Regulamento da Monografia ........................................................................................................ 152 1........... 146 MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA QUANTITATIVA.............. 147 MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA QUALITATIVA ........................ Monografia................... 160 Orçamento ................................................. Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado: ................................................. 147 ESTATÍSTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS I ...........INTRODUÇÃO À FILOSOFIA II ...................... Avaliação do currículo..........13...........................................................................................14.................... Avaliação pedagógica..................... 151 Bibliografia.... 169 5 ......... 151 Anexos ........... 3................................................. 148 ELETIVA: .................................................... 150 6............ 144 EPISTEMOLOGIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS....................................... 148 ESTATÍSTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS II ..........................................................................

...................................................................................................................... 41 Tabela 7: Disciplinas do Núcleo de Formação Específica:................................................. 28 Tabela 6: Quadro Geral das Disciplinas .................................................................................................................................................................................................. 49 Tabela 18: Quadro resumo da distribuição por semestres: .. 48 Tabela 15: Disciplinas do 6º semestre ................................................... 21 Tabela 2: Demanda de professores para o novo curso........................................................................ 50 Tabela 19: Quadro resumo da integralização curricular: ... 46 Tabela 12: Disciplinas do 3º semestre . 49 Tabela 17: Disciplinas do 8º semestre .......................................................................................................................... 23 Tabela 3: Acervo bibliográfico de Ciências Sociais..................... 44 Tabela 9: Disciplinas do Núcleo de Formação Docente .............................................. 46 Tabela 11: Disciplinas do 2º semestre ...................................................... 51 Tabela 20: Pré-requisitos:....................... 45 Tabela 10: Disciplinas do 1º semestre ........................................................Lista de Tabelas Tabela 1: Corpo Docente de Ciências Sociais.................................................................................................................. 28 Tabela 5: Legislação e normas ...................................................................... 48 Tabela 16: Disciplinas do 7º semestre ...... 53 Tabela 22: Formas de Aproveitamento das AACCs:.................. 47 Tabela 13: Disciplinas do 4º semestre ........................ 47 Tabela 14: Disciplinas do 5º semestre .................................................... 43 Tabela 8: Disciplinas do Núcleo de Formação Complementar:... 62 6 .......................................................................................................................................................................................................... 25 Tabela 4: Prática de Ensino como componente curricular........ 51 Tabela 21: Disciplinas Optativas ...............................................................................

atender à demanda existente na região Sul da Bahia de formação de profissionais para atuarem como docentes de sociologia no ensino médio. sem perder de vista as mudanças e novas diretrizes em escalas nacional e internacional que têm estabelecido posturas específicas e desafios inovadores para as ciências sociais. A proposta da criação do curso de licenciatura em Ciências Sociais objetiva. De outra maneira. de 13 de março de 2002. de 19 de fevereiro de 2002. assim. de 18 de fevereiro de 2002. e como técnicos na proposição e implementação de políticas públicas em variadas áreas. 7 . lutas e embates ampliados que envolvem atores e grupos das mais variadas matizes e com interesses diversos e muitas vezes contraditórios. estando. compreendendo-os como síntese de negociação. Seu conteúdo busca contemplar os aspectos legais que a implementação de cursos e diretrizes curriculares para as carreiras de ciências sociais exigem. A criação do curso já está prevista no planejamento plurianual da UESC para o período 2008-2011. estaduais e federal. CNE/CP 1. e CNE/CNP 2. que. entre outras formas de atuação. A proposta que ora se apresenta tem o cuidado de observar e busca adequarse às diferenças e características locais. advinda do processo de democratização da sociedade brasileira com a criação de novos conselhos municipais. passa a ser obrigatória nas escolas públicas e privadas no Brasil. por decisão recente do Ministério da Educação. preocupa-se em afinar essas novas exigências a um conteúdo crítico dos processos sociais. A observação dessas especificidades aponta para a realização de um curso em conformidade com a ampliação da atuação do profissional de ciências sociais.Apresentação Este projeto visa subsidiar a proposta do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas (DFCH) para a implantação e implementação do curso de Licenciatura em Ciências Sociais na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). em consonância com as Resoluções CNE/CES 17. como pesquisadores. além de legislações nas quais a questão técnica e política se conectam e se atrelam no sentido da melhoria da qualidade de vida da população e de qualificação da atuação do poder público e da sociedade. de forma ampliada.

habilitando-o a analisar criticamente a realidade e produzir conhecimentos para atuar sobre ela. 8 . Como as teorias sociais. políticas e culturais nos âmbitos global e local.1. Objetivos Objetivos Gerais • Formar o licenciado em Ciências Sociais com base numa perspectiva humanística. assessoria e consultoria para os setores público. pesquisa e prática social. privado e não-governamental. 1. Estimular o comprometimento com as realidades sociais. Introdução 1. Tem como proposta possibilitar ao futuro professor uma boa formação pedagógica para o ensino de sociologia no ensino médio. sem deixar de formá-lo como um profissional de Ciências Sociais capaz de colocar-se de forma criativa e crítica diante de demandas e desafios da sociedade contemporânea. tendo como suporte tanto os fundamentos epistemológicos da área. Considerações iniciais O curso de licenciatura em Ciências Sociais conferirá diploma de licenciado em Ciências Sociais. como os fundamentos da formação acadêmicoprofissional do futuro pesquisador e professor.1.2. que se constituem num corpo de indagações a respeito da vida social e emergem de uma pluralidade de sistemas de interpretações e prefigurações da vida social. tanto teórica como metodologicamente. a formação do licenciado em Ciências Sociais deve ser ampla e pluralista. • • Objetivos Específicos • Desenvolver no estudante a habilidade de articular teoria. Habilitar o licenciado de Ciências Sociais para desenvolver atividades na área acadêmica (pesquisadores e de professores de ensino médio e no ensino superior) e de planejamento.

políticas. propiciando o contato com atividades de extensão e pesquisa. a chamada globalização econômica. acompanhada da massificação cultural. destruição do meio ambiente e das populações tradicionais. partidos políticos. com maior atenção aos problemas regionais.3. desemprego. cabendo-lhe. organizações governamentais e nãogovernamentais. os cientistas sociais ocupam um papel 9 . • • • • • • • 1. Tornou-se lugar comum falar dos problemas e das velozes transformações pelas quais o mundo vem passando nas últimas décadas: violência. Contribuir para a formação ética e o senso de responsabilidade social. Propiciar uma formação teórica consistente que articule a teoria e a pesquisa com vistas à problematização das práticas educativas. Orientar para a atuação no planejamento e avaliação das práticas educativas. Privilegiar a compreensão da diversidade cultural e da complexidade organizacional da sociedade. Formar o educador com base num projeto aglutinador das diferentes áreas do conhecimento. a emergência de identidades e reivindicações étnicas nos seios dos estados nacionais e tantos outros processos sociais têm estado na ordem do dia e têm exigido reflexões e respostas urgentes daqueles que produzem conhecimento. Nesse sentido.• Desenvolver no estudante uma capacidade analítica para estabelecer relações e conexões multilineares em situações diferenciadas. o aumento da miséria em diversas partes do mundo. culturais e sociais que venham a responder às demandas e aos interesses da sociedade. garantindo o diálogo entre a Educação e as Ciências Sociais. Preparar o estudante para trabalhar com equipes multidisciplinares junto a órgãos públicos e empresas privadas. os processos migratórios. portanto. E é a partir dessa missão da universidade que propomos a implantação do curso de licenciatura em Ciências Sociais na UESC. contribuir decisivamente na discussão e na construção de propostas econômicas. Justificativa A universidade se constitui no mais importante centro de produção e difusão de conhecimentos. Preparar o estudante para atuar nas áreas de planejamento e gerenciamento em consultorias e assessorias. sindicatos e movimentos sociais.

como grupos indígenas. nas questões agrárias. Dentre aqueles setores considerados já consolidados. além de assessoria. quanto de atuação junto às comunidades tradicionais. apresentam características específicas no contexto local. seja social ou acadêmica. prostituição infantil são alguns dos mais alarmantes – assim como de movimentos organizados. com as quais não estavam acostumados a lidar. assim. O mercado de trabalho que se lhe apresenta é. nas áreas de lazer e entretenimento. atuação junto a questões de meio ambiente. no desenvolvimento e planejamento urbano. embora não apenas eles. amplo e variado. Os processos e problemas enunciados no parágrafo acima. nas relações internacionais (de cunho político ou comercial). praticamente. Diante desse quadro. em muitos casos. além de.privilegiado. a proposição e implementação de ações. Os municípios de Ilhéus e Itabuna. além do de Ciências Sociais. portadores de doenças específicas e muitos outros. movimentos negros. saúde. seja ao legislativo quanto ao executivo. quilombolas. o planejamento urbano etc. como a saúde. Além dessas entidades. que ocorrem. tanto mais porque as Ciências Sociais apresentam interface com diversas outras áreas de conhecimento. FASE/BA (Itabuna) e Cáritas Diocese/Ilhéus. a pesquisa. Entre elas. trabalhadores rurais sem terra. também os governos – em todos os níveis – têm sido obrigados a propor políticas voltadas para atender a demandas sociais específicas. sendo o cientista social capaz de contribuir nos mais distintos setores. desemprego. destacam-se a docência no ensino médio e em muitos cursos de ensino superior. em todo o planeta. a docência em cursos voltados à formação política e sindical. sejam de reforma agrária. portadores de necessidades especiais etc. no estabelecimento de relações e reconhecimento de comunidades indígenas e quilombolas. Tantos problemas e uma tamanha diversidade de grupos sociais promoveram o surgimento de um sem número de organizações nãogovernamentais atuando na região. podemos citar o Instituto de Estudos Socioambientais do Sul da Bahia (IESB).. ou de opinião e de mercado. com destaque para trabalhadores rurais sem terra. apresentam uma gama enorme de problemas sociais – violência. miserabilidade. 10 . os maiores da região de abrangência da UESC. Fundação Jupará de Cultura e Ecologia. movimentos e população indígenas. pois cabe a eles a compreensão e a explicitação das relações sociais existentes. na assessoria política. o profissional em ciências sociais. as ciências agrárias e biológicas. justiça. seja em qualquer uma de suas três áreas de especialização – a ciência política. nas mais diferentes frentes. a educação. a antropologia e a sociologia – torna-se um profissional indispensável para a compreensão da dinâmica social.

de planejamento e de assessoria técnica em agências privadas ou governamentais. o muito provável apoio do governo estadual. estará habilitado para trabalhar no ensino fundamental e médio e na produção e difusão dos conhecimentos das Ciências Sociais. No caso do Estado da Bahia. A licenciatura possibilitará atribuições de magistratura em Ensino Médio (magistério e propedêutico). além de atuar em todos os setores descritos acima. é notória a carência de pessoal qualificado para auxiliar na implantação de políticas públicas.gov. moradia. 4. projetos de educação e. neste momento. ainda pouco explorada. no todo ou em parte. segurança. O licenciado em Ciências Sociais. O § 3º do Artigo 2º institui que “no caso de escolas que adotarem. de 16 de Agosto de 2006. não pode estar excluída do esforço conjunto das universidades públicas da Bahia de atendimento desta demanda. tanto porque precisa 11 . Além disso. outras universidades estaduais estão também elaborando seus projetos para a implantação do curso. Ressalte-se que nos municípios de abrangência da UESC. além exercer atividades de pesquisa. há uma dificuldade básica a ser enfrentada a fim de que se possa cumprir a resolução: a quase completa ausência de cursos de formação de professores de sociologia. A UESC. o que significa uma absoluta carência de professores com formação qualificada. A resolução afirma ainda que os sistemas de ensino deverão fixar as medidas necessárias para a implantação dessas disciplinas em seus currículos de Ensino Médio no prazo de um ano a contar de sua publicação (www. No momento. pode-se definir a atuação do profissional de Ciências Sociais como direcionada ao diagnóstico dos problemas sociais que envolvem as questões de violência. diferenças étnicas e culturais. pois as Ciências Sociais se constituem como um conhecimento indispensável à formação dos jovens para uma consciência crítica. sem desconhecer a força da autonomia universitária. responsável e transformadora da realidade social. saúde. em função de sua área de abrangência e por ser referência nesta região do Estado. temse. relações de trabalho. De maneira resumida.mec. pelo Ministério da Educação. A implantação do curso de Licenciatura em Ciências Sociais na UESC tornou-se ainda mais necessária e urgente a partir da promulgação da Resolução no. A Universidade Federal da Bahia (UFBA) é a única instituição pública de ensino superior a oferecer o curso no Estado.portal. organização curricular estruturada por disciplinas. especialmente a partir do crescimento e divulgação do conceito de ‘cidadania empresarial’. deverão ser incluídas as de Filosofia e Sociologia”.segurança pública. em empresas privadas.br/cne).

Medicina. preparando-se. professores da área de Ciências Sociais do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas lecionam e orientam alunos nos Mestrados em Cultura e Turismo e em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente. que a constituição e solidificação dos conhecimentos próprios às Ciências Sociais virão contribuir para apreensão da realidade social em esferas mais amplas. quanto porque seu secretário de educação.adequar-se às disposições da resolução Nº 4. a implantação do curso não só traria um número maior de pesquisadores. Deve-se ainda destacar que os egressos do curso de Licenciatura em Ciências Sociais terão muito a contribuir com vários dos cursos de pós-graduação existentes na UESC. É verdade que os atuais professores. permitindo uma prática e um compromisso com o conjunto da nossa sociedade. além de cursos de especialização. mas também Enfermagem. problemas específicos da região. e na procura dos professores ligados à área por parte de governos municipais. tivessem um maior interesse e uma formação mais adequada em relação às leituras e métodos próprios das Ciências Sociais. Como mencionado acima. já vêm desenvolvendo diversos projetos de pesquisa. Atualmente. como faria com que os alunos que participam como bolsistas e auxiliares de pesquisa de nossos projetos. foi um dos pareceristas favoráveis à sua promulgação quando participava do Conselho Nacional de Educação. É importante ressaltar também as conseqüências da implementação do curso de Licenciatura em Ciências Sociais na própria UESC. para melhor compreender e atuar sobre as realidades locais. os alunos mais próximos das pesquisas na área são os dos cursos de Filosofia e História. Uma primeira será o aumento da produção de conhecimento na área no interior da universidade. organizações nãogovernamentais. a interdisciplinaridade e a exigência de 12 . Contudo. além de lecionarem em quase todos os cursos da UESC. movimentos sociais. A implantação do curso de Licenciatura em Ciências Sociais na UESC vem atender também a uma demanda social manifesta nas falas de discentes que pertencem ou pertenceram à universidade e que gostariam de cursar Ciências Sociais. Uma segunda conseqüência importante será a formação de profissionais preparados para atuarem de acordo com as particularidades dos problemas da região. durante sua formação. professor da área de Ciências Sociais desta universidade. O curso de Licenciatura em Ciências Sociais na UESC daria oportunidade aos alunos de investigarem. Entende-se. Atualmente. assim. como o de Educação e Relações Étnico-Raciais e o de Saúde Mental. Direito e outros. também. cada vez mais diversos campos do conhecimento trabalham em consonância com as Ciências Sociais. Contudo.

tendo em vista o ideal que é traduzido nos direitos inerentes à pessoa humana. cumprir-se-á a dupla tarefa atribuída aos profissionais em Ciências Sociais. abrem espaço para novos diálogos entre as Ciências Sociais e outras disciplinas. contribuindo neste sentido com os demais campos de conhecimento proporcionados por esta instituição de ensino superior. Em primeiro lugar. o estímulo à intervenção nas esferas pública e privada.que pesquisas e ações levem em conta as comunidades nas quais se encontram inseridas. em segundo lugar. Com a criação do curso de Licenciatura em Ciências Sociais nesta Universidade. 13 . a construção de conhecimentos sólidos sobre a realidade circundante e suas características e.

a FUSC instituiu a Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna FESPI. o Ministério da Agricultura reduziu à metade a verba da CEPLAC destinada ao ensino superior. constituída pela escritura pública lavrada em 18/08/72. do Cartório do 1º Ofício de Notas da Comarca de Ilhéus-BA. alcançando seu ápice em março de 1988. a qual se prolongou até setembro do mesmo ano. instituição de ensino superior. No mesmo ano de 1987. fl. No 47 de ordem 205. a FUSC tornara-se incapaz de manter a FESPI e. de estudo. quando se deflagrou uma greve em todos os segmentos da FESPI. recrudesceu a luta dos estudantes e professores pelo ensino público e gratuito. extinguindo-a no ano seguinte. Contexto Institucional 2. a história da UESC remonta a 1972. quando do registro da FUNDAÇÃO SANTA CRUZ – FUSC. às fls. Histórico da UESC Juridicamente. assim. sendo concluída a formalização com a inscrição dos Estatutos no livro no 4-A. instituição de ensino antecessora da UESC. A FUSC tinha como objetivo criar e manter uma universidade a ser denominada Universidade de Santa Cruz. pesquisa e extensão. de Registro Civil das Pessoas Jurídicas da mesma comarca.1. sem poder contar com suas duas fontes básicas – recursos da CEPLAC e anuidade –. a FUSC mantinha um orçamento alimentado por diferentes fontes: cerca de 35% eram oriundos de uma dotação da Comissão Executiva do Plano de Recuperação EconômicoRural da Lavoura Cacaueira – CEPLAC para o ensino superior.637/74. 1 a 18. cerca de 37% advinham de anuidade e taxas.2. A essa altura. na oportunidade. Para manter a FESPI e criar as condições para o surgimento da Universidade. A FESPI foi resultante da união das escolas isoladas existentes nas cidades de Ilhéus e Itabuna. entidade de direito privado. encaminhou ao Governador do 14 . 15% eram de recursos do Estado e o restante vinha de outras fontes. Em 1986. reconhecida pelo CFE em 05/04/74. pelo Parecer 1. Como a conjuntura nacional não permitiu a criação imediata de uma universidade. da qual foi mantenedora até 1991. livro 154-A. além de divulgação técnica e científica em todos os ramos do conhecimento. por decisão de seu Conselho Diretor.

recursos para atender às despesas da Fundação. o orçamento do Estado já estava aprovado.344/91). no exercício financeiro de 1992. No dia 28 de setembro de 1988. compondo o quadro das entidades da administração indireta da Bahia. integrando-se ao Sistema Estadual de Ensino. de 05 de dezembro. fundando a Fundação Santa Cruz – FUNCRUZ.816/88.344. administrativa e de gestão financeira e patrimonial. fundação de direito público.816. sob a forma de Fundação Pública. Assim. com sede no Km 16 da Estrada Ilhéus-Itabuna e jurisdição em toda a região sul do Estado. pelos cursos de ensino superior atualmente em funcionamento. 1º: “Fica instituída a Universidade Estadual de Santa Cruz. a UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ. foi sancionada a Lei 4.” Todavia. mediante aprovação de seu Orçamento-Programa. vinculada à Secretaria de Educação e Cultura.” Em decorrência da Lei 6. o governo do Estado anunciou a decisão de estadualizar a FESPI.” Pela mesma Lei. vinculada à Secretaria de Educação e Cultura. na condição de Fundação Pública (art. em seus artigos 2º e 3º. A partir de 1º de Janeiro de 1990. ao ser publicada a Lei 4. com a finalidade explícita de “promover a criação e manutenção de uma Universidade no Sul do Estado [a qual] consignará. que criava a FUNCRUZ. Dois meses mais tarde. uma Fundação Universitária nos termos de seu art. com vistas ao cumprimento de seus objetivos. 15 . mantidos pelo Estado. dotada de personalidade jurídica própria e de autonomia didático-científica. extinta na forma desta Lei. Em 1991.344/91 e da extinção da FUNCRUZ. criou a UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ – UESC.Estado da Bahia uma proposta de transferir todos os seus bens à futura Universidade em troca da estadualização da FESPI. foram definidas as finalidades da Universidade Estadual de Santa Cruz e a extinção da FUNCRUZ: A Universidade Estadual de Santa Cruz fica constituída. ao lado das demais Universidades estaduais. através da Fundação Santa Cruz – FUNCRUZ. a Lei 6. a FUNCRUZ tornou-se uma unidade orçamentária do Estado. passou a integrar o Orçamento do Estado da Bahia. anualmente. sob a forma de dotação global. em 28 de dezembro do mesmo ano. ainda em 1989. o Estado transferiu recursos para a FESPI por meio de sucessivos convênios. 1º da Lei 6.

aprovou a transferência da antiga mantenedora Fundação Santa Cruz – FUSC para UESC.A nova FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA está alicerçada financeiramente no tesouro do Estado da Bahia. mantidas integralmente pelo Estado.. “ 16 . A personalidade jurídica da Universidade passou de fundação a autarquia. Sua administração superior é exercida pela Reitoria e pelos conselhos Universitário – CONSU.. decisão foi homologada pelo Conselho Federal de Educação no Parecer 171. de 05 de dezembro de 1991. de 18 de agosto de 1995 de criação da Universidade. administrativa e de gestão patrimonial. tanto em sua personalidade jurídica quanto em sua estrutura organizacional e de cargos através da Lei 6. A Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC.]”. O artigo 7º da Lei 6. 262 – O Ensino Superior.344 afirma que as receitas que asseguram a manutenção da UESC advêm de dotações consignadas no orçamento fiscal do Estado e de outras fontes. conforme determina a Constituição Estadual nos artigos a seguir: “Art. IV – subvenções. sofreu alteração. será ministrado pelas Instituições Estaduais de Ensino Superior.. o Conselho Estadual de Educação. 7º . II – rendas patrimoniais e as provenientes da prestação de serviços.]” Art. Pesquisa e Extensão – CONSEPE. criada pela Lei 6. de 15 de março de 1994. conforme a seguir: “Art. universidades. institutos e fundações terão a sua manutenção garantida pelo Estado. III – produtos de operação de crédito.898. VI – outros recursos que lhe forem atribuídos. Na condição de autarquia de natureza estadual. [.Constituem receitas da Universidade: I – dotações consignadas no orçamento fiscal do Estado..344. Compreendendo tal situação. auxílios e legados. e de Administração – CONSAD. bem como a sua autonomia científica e financeira [. 265 – § 3º As instituições estaduais de pesquisa. Superior de Ensino. como fundação pública. responsabilidade do Estado. dando-lhe autonomia didático-científica. através do Parecer 055/93 de 04 de agosto de 1993. V – recursos oriundos de convênios. a UESC tem sua manutenção assegurada integralmente pelo Estado.

Assim sendo, a manutenção da UESC, como responsabilidade do Estado, possibilita a gratuidade dos cursos de graduação. Desse modo, o planejamento econômico e financeiro do curso de Licenciatura em Ciências Sociais será integrado ao conjunto geral do planejamento da UESC. As despesas de custeio e investimento estarão inseridas no orçamento global, bem como as receitas necessárias à manutenção do curso.

2.2. Contexto Regional da UESC A Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC com sede em Ilhéus, no Estado da Bahia, tem por finalidade desenvolver de forma harmônica e planejada a educação superior, promovendo a formação e o aperfeiçoamento acadêmico, científico, tecnológico dos recursos humanos, a pesquisa e extensão, voltados à questão do meio ambiente e do desenvolvimento socioeconômico e cultural, em consonância com as peculiaridades regionais. O campus universitário situa-se entre os dois principais pólos urbanos do Sul da Bahia, mais precisamente no Km 16 da Rodovia Ilhéus/Itabuna, BA 415, no município de Ilhéus. A área geo-educacional da UESC compreende as regiões de planejamento do Estado da Bahia que abrange um vasto espaço do seu território, agregando as subregiões conhecidas como Baixo-Sul (11 municípios), Litoral Sul (42 municípios) e Extremo Sul (21 municípios) da Bahia, e tem como principais pólos urbanos, Ilhéus e Itabuna. Limita-se com Gandu e Valença, ao Norte, e Eunápolis, Itamarajú e Teixeira de Freitas, ao Sul. Ao todo, são 74 municípios, numa área de 55.838 km², correspondendo a 9% da área do Estado da Bahia, abrangendo uma população de 2.030.619 habitantes, ou seja, 16% de sua população. A região Litoral Sul praticamente coincide com a Mesorregião Sul da Bahia, do IBGE, compreendendo as Microrregiões Ilhéus – Itabuna, Valença e Porto Seguro. Os municípios de Ilhéus e de Itabuna concentram 418.802 moradores – cerca de 20% de toda a população da Região Litoral Sul. 1 A caracterização desse espaço geográfico em suas peculiaridades sociais, econômicas, ambientais, situação de infra-estrutura e potencialidades econômicas tem

1

Dados retirados de www.sei.ba.gov.br. Acesso em 28/08/2007.

17

demandado esforços das várias instâncias ou setores da Universidade, de modo a tornar possível eleger e definir políticas concernentes à interação crítica e criativa da UESC em relação à comunidade regional, visando a um melhor cumprimento de sua missão institucional.

2.3 Ensino de Graduação Estão implantados, na UESC, 26 cursos regulares, modalidade presencial de graduação do quais 16 bacharelados (Administração, Agronomia, Ciências da Computação, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Comunicação Social, Direito, Enfermagem, Línguas Estrangeiras Aplicadas às Negociações Internacionais, Física, Matemática, Medicina Humana, Medicina Veterinária e Engenharia de Produção e Sistemas) e 10 licenciaturas (Ciências Biológicas, Filosofia, Física, Geografia, História, Letras, Matemática, Pedagogia, Química e Educação Física), além do curso de licenciatura em Biologia na modalidade de educação à distância. O processo seletivo para acesso ao curso regular de graduação, modalidade educação à distância, contou com 408 candidatos concorrentes a 300 vagas, estabelecendo uma relação de 1,36 candidato/vaga Uma das estratégias utilizadas para o fortalecimento dos cursos de licenciatura existentes na UESC é o desenvolvimento do projeto institucional intitulado “Identidade, alteridade e paisagem: a educação pelo olhar”. O projeto tem como público alvo os alunos de todas as licenciaturas, faz parte do programa de consolidação das Licenciaturas do Ministério da Educação e foi aprovado no Edital PRODOCÊNCIA 01/2007, obtendo financiamento externo para execução em 2008. (RELATÓRIO DE ATIVIDADES UESC, 2007) No ano de 2007, foram realizados dois processos seletivos para acesso aos cursos regulares de graduação oferecidos pela Universidade, cumprindo o programado em 100%. O concurso vestibular para acesso às 1.310 vagas iniciais dos cursos presenciais de graduação contou com 14.404 candidatos inscritos e concorrência média de 10,99 candidato/vaga

18

2.4. Ensino de Pós-Graduação Estão implantados, na UESC, 12 cursos em nível lato sensu (especialização) e 10 cursos em nível stricto sensu, 9 mestrados e um doutorado sendo que dois cursos aprovados em nível stricto sensu na área de Linguagens e Representações, do Departamento de Letras e Artes, e Biologia e Biotecnologia de Microorganismos, do Departamento de Ciências Biológicas, terão início em 2008. Em 2007, a CAPES aprovou o primeiro curso de Doutorado da UESC, na área de Genética e Biologia Molecular. Isso revela que a Instituição está dinamizando pontos como: a produção científica dos cursos, a formação de mestres e doutores e o impacto tecnológico social positivo dos programas oferecidos pelas instituições de ensino superior. 2.5. Atividades de Extensão A UESC desenvolve ações de extensão no seu entorno, coordenadas pela PROEX – Pró-Reitoria de Extensão. Durante o ano de 2006, tais atividades compreenderam as áreas de Educação, Saúde, Trabalho, Direitos Humanos, Cultura, Comunicação, Tecnologia e Meio Ambiente. Além de desenvolver projetos de curto prazo, a UESC é parceira dos governos estadual e federal em diversos programas contínuos de extensão destinados à comunidade. Entre eles se destacam programas educativos como o AJA-BAHIA o ALFASOL, o PRONERA, os Cursos Pré-Vestibular Populares Universidade para Todos e PRUNE.

19

no final dos anos 60.3. ministradas pelos 17 professores que formam a área de Ciências Sociais no DFCH. antropologia e ciência política são atualmente oferecidas pelo Departamento de Filosofia e Ciências Humanas a diversos cursos da UESC. da qual a UESC não possui qualquer registro oficial. Histórico do Curso A história do ensino superior de sociologia na região sul da Bahia se restringe ao curto período de funcionamento da Faculdade de Sociologia e Política de Ilhéus. a FASPI teria formado uma única turma. 20 . As disciplinas de sociologia. Criada em 1965 e fechada em 1971.

40 horas Excl. Mestre em Ded. 59 substitutos e 36 visitantes. Mestre Ded. Tabela 1: Corpo Docente de Ciências Sociais Nome Qualificação Regime de trabalho Adão Luiz Gomes Ornellas Adeum Hilário Sauer Anatércia Ramos Lopes Augusto Oliveira Elias Lins Guimarães Marcos Graduado em Engenharia Agronômica. Doutor em Educação Evani Moreira Pedreira dos Graduada em Pedagogia. Lotados no Departamento de Filosofia e Ciências Humanas. 145 adjuntos. Graduada em Estudos Sociais. Mestre 40 horas 21 . Recursos humanos e físicos 4. Quanto ao vínculo funcional.1 Corpo Docente O corpo docente da UESC é formado por 681 professores. há 16 professores entre os que têm titulação na área de Ciências Sociais e os que atualmente ministram as disciplinas da área de Ciências Sociais oferecidas aos demais cursos da UESC. Ded. Mestre em Extensão Rural Mestre em Sociologia Rural em Ciências Sociais em Educação Graduado em Sociologia e Política. dentre os quais 132 são auxiliares.4. 40 horas Mestre em Educação. Excl. Santos Educação. 352 assistentes. Fagundes Graduado em Ciências Sociais. Excl. Planeja-se a incorporação de 02 (dois) docentes para as disciplinas de Antropologia e Ciências Políticas devido a demissão do quadro de dois docentes das referidas áreas. 50 titulares e dois plenos (dados do relatório de 2006). são 586 do quadro efetivo.

Graduada em Filosofia. Excl. Mendonça Graduada em Ciências Sociais. Para a implementação do curso. Mestre Ded. Graduada em Pedagogia. Mestre em Cultura e Turismo Cultura e Turismo em Antropologia Social Excl. Doutora em Excl. Mestre Ded. Mestre Ded. como segue: 22 .Gabriela da Silva Tarouco Graduada em Ciências Sociais. Ded. Excl. será necessário realizar concurso para 12 professores ao longo dos primeiros 4 anos. em Ciências Médicas Sociologia Rural em Ciências Sociais Excl. Mestre em Ded. Estrutura Social e Desigualdade Graduado em Comunicação Social. em Ciência Política e Doutora em Excl. Doutor em Sociologia Paulo Cesar Ribeiro Barbosa Raimunda Silva D’Alencar Roque Pinto da Silva Santos Vera Silva Wladimir da Silva Blos Lúcia de Graduado em Ciências Sociais. Doutor em Antropologia Social. em Sociologia Rural. Chamorro Graduado em Ciências Sociais. Mestre Ded. Graduado em Ciências Sociais. 40 horas Mestre em Extensão Rural. Maria Luiza Silva Santos Maria Luiza Nora de Andrade Miguel Vergara Paulo Cesar Pontes Fraga Arturo Graduada em Direito e Pedagogia. Ciência Política. Excl. Excl. Mestre Ded. Mestre Ded. Graduado em Ciências Sociais. Excl. em Planejamento Urbano e Regional. Mestre em Ded.

uma mesa com cadeira para professor. quadros de avisos. 6 cadeiras.uma sala com dois ambientes para o colegiado. frigobar. quadro branco. 20 cadeiras. balcão. Para o funcionamento do curso serão necessárias as seguintes instalações: . cada curso conta com um laboratório para uso dos estudantes.2. equipado com cinco pavilhões de salas de arte de centro de e aula e laboratórios com e de cursos. computacional.3. Para o funcionamento do curso serão necessários os seguintes equipamentos: 23 . radiações. Recursos tecnológicos Todas as unidades da UESC são equipadas com microcomputadores ligados a uma rede administrada pela Central de Operações de Informática. escaninhos. A ocupação das salas de aula é gerenciada pela Secretaria Geral de Cursos. hospital núcleo e de centro biologia parque cultura pesquisas biblioteca tecnologia de auditório. veterinário. .Tabela 2: Demanda de professores para o novo curso Ano Matéria Sociologia Antropologia Ciência Política Total 1 1 1 3 1 1 1 3 1 1 1 3 1 1 1 3 2009 2010 2011 2012 4. 4. quadro de avisos. e de torre administrativa. Além disso. laboratório microscopia eletrônica desportivo.quatro salas de aula. . armários. mobiliada com 3 mesas. mesa e cadeira para professor e quadro branco.uma sala para o laboratório de informática mobiliada com 20 baias. . arquivos. Estrutura física e material A UESC funciona em um único campus.uma sala de multimídia mobiliada com 50 cadeiras de auditório.

881 exemplares de livros (incluídas monografias. em níveis compatíveis com as necessidades dos usuários. A Biblioteca conta com o Sistema de Comutação Bibliográfica. datashow. assim distribuídos: 24 . 4. disponibilizando fotocópias. retroprojetor. 21 estabilizadores.1 kit móvel com TV.646 títulos e 17. fax.4.074 folhetos e 5. aparelho de datashow e carrinho para transportar estes equipamentos.1 kit móvel de equipamentos de audiovisual com: computador portátil. objetivando propiciar ao usuário um acesso mais amplo a periódicos. . disseminação seletiva da informação. catalogação cooperativa e acesso à internet.equipamentos para a sala de multimídia: computador.para o laboratório de informática: 21 computadores. empréstimo domiciliar. treinamento do usuário. com 111. Foi criada com o objetivo de propiciar à comunidade acadêmica informações científicas. DVD e carrinho para transporte.503 periódicos. 2. 2 impressoras e scanner. O acervo total da biblioteca em 2006 somava 42. . .739 títulos. sala de áudio-visual e serviço de guarda-volumes. estabilizador. A biblioteca oferece ainda os serviços de pesquisa on line. . visita orientada.154 materiais multimeios (fonte: Relatório Padrão 2007) O acervo bibliográfico nas áreas de ciências sociais e disciplinas afins atualmente conta com 4. TV e DVD. 2 estabilizadores. teses e dissertações). 2. Entre os recursos disponíveis estão: cabines para estudo. leitura aberta ao público.456 exemplares. sala de consulta com acesso direto ao acervo. tecnológicas e culturais.equipamentos para a sala do colegiado: 2 computadores. cobrando pelos serviços prestados. disponíveis em outros centros bibliográficos. quadro branco. estabilizador. anais.. inscrito ou não como usuário. livraria. uma impressora e um aparelho de datashow. teses e demais trabalhos das áreas científicas. Acervo bibliográfico A Biblioteca Central da UESC encontra-se localizada no prédio do Centro de Cultura e Arte Governador Paulo Souto. jornal da biblioteca.

25 . Biblioteca Central. dissertações. etc. monografias títulos exemplares Periódicos vídeos. Esse acervo é suficiente para o primeiro ano de funcionamento do curso.545 exemplares de livros e de 1.Tabela 3: Acervo bibliográfico de Ciências Sociais Área livros e folhetos títulos exemplares teses. Entre os anos de 2006 e 2007 houve uma evolução de 5. O total acima apresentado refere-se ao acervo processado (registrado. cdrom. catalogado. de 17/07/2007.747 títulos (Tabela 25). e o acervo de periódicos manteve-se num total de 2. classificado e preparado para empréstimo). títulos exemplares títulos exemplares 001 Conhecimento 030 Enciclopédias gerais 100 Filosofia 200 Religião 300 Ciências Sociais (generalidades) 301 Sociologia Antropologia 320 Ciência Política 370 Educação Totais 281 115 134 5 55 827 416 243 8 98 1 1 3 14 1 1 1 1 1 74 6 1601 e 1200 680 1633 4103 3270 1709 5010 11581 85 7 155 248 89 12 216 318 9 12 108 207 215 282 3350 5468 6 1 79 88 6 1 80 89 Fonte: Relatório de classificação UESC.503.

deixar de considerar as temáticas contemporâneas e as leituras que se impõem. Estas atividades são necessárias para a confecção das monografias de final de curso e para a formação de profissionais críticos. Esta formação será distendida em atividades variadas e orientadas no sentido de contemplar e complementar a constituição básica.5. segundo uma concepção ampla e pluralista. Economia e Estatística. em interface com outras disciplinas que permitem ampliar a esfera de visão da realidade – História. O Curso 5. isto é. A formação do licenciado em Ciências Sociais deve ser solidificada. com competência técnica e de maneira criativa frente aos desafios profissionais decorrentes de demandas da sociedade contemporânea. inclusive como professores de Sociologia no ensino médio. O primeiro refere-se à isonomia. as três disciplinas nucleares para a formação do licenciado em Ciências Sociais.1. O segundo parâmetro norteador da estrutura curricular proposta é o diálogo interdisciplinar entre os campos de investigação. a partir desta perspectiva. Geografia. Busca-se. compostas por trajetórias específicas e métodos próprios. ou seja. somando-se a elas as disciplinas metodológicas. Filosofia. Sociologia e Ciência Política. como central no projeto curricular. alcançar uma formação metodológica que contemple a historicidade de cada uma destas Ciências Sociais. Estes princípios devem ser balizados pelos fundamentos das áreas de conhecimento que consolidam sua qualificação acadêmico-profissional de pesquisador e de professor. um enfoque centrado na competência equilibrada das três disciplinas básicas que orientam a formação do profissional em Ciências Sociais: Antropologia. Concepção O curso de Licenciatura em Ciências Sociais tem como proposta pedagógica possibilitar ao futuro licenciado em Ciências Sociais posicionar-se criticamente. O Projeto Pedagógico do Curso que se propõe está consolidado em três parâmetros fundamentais. Seu objetivo é permitir que o aluno tenha liberdade de orientar sua 26 . Assim. Compõem daí o que se denomina Núcleo de Formação Específica. contemplam-se. tanto teórica. nas atividades de pesquisa e extensão. Privilegia-se uma formação teórico-metodológica no sentido clássico sem. Elas compõem o que se denomina Núcleo de Formação Complementar . no entanto. como metodologicamente.

isto é. as 400 horas de Prática de Ensino como Componente Curricular. Além disso. Para atender à nova legislação da licenciatura. determinadas pela Resolução Consepe 42/2004 serão cumpridas no interior 27 . ou seja. a capacidade analítica dos estudantes e uma ampla formação humanística”. Desta forma. participação em eventos científicos e outros. Os parâmetros contemplados neste Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais estão em consonância com os princípios norteadores das Diretrizes Curriculares do Curso de Ciências Sociais. Com isto. a inserção do aluno em diferentes contextos da prática educativa. O terceiro parâmetro. uma vez que ela instrumentaliza teórico-metodologicamente o profissional a ser formado. por meio de atividades complementares e estágios: participação em seminários. núcleos de pesquisa. desde o início do curso. busca-se garantir um processo ativo de construção coletiva de situações de ensino e aprendizagem. Núcleo de Formação Docente é a articulação da formação epistemológica e a profissionalizante. “Estimular a autonomia intelectual. as relações entre a teoria e a prática. após a promulgação da Lei nº 9394/96A (CNE/CES 492/2001): • “Propiciar aos estudantes uma formação teórico-metodológica sólida em torno dos eixos que formam a identidade do curso (Antropologia. a proposta curricular oferece atividades complementares desde o segundo ano do curso. • • A Proposta Pedagógica do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais prioriza a formação em pesquisa como necessária e indispensável para a formação do licenciado. “Articular a pesquisa e prática social”. buscando manter estreita relação com problemas e necessidades sociais da região.formação. entre ensino e pesquisa. estabelecidas pelo MEC/SESU. iniciação científica. todas as disciplinas do Núcleo de Formação Específica e do Núcleo de Formação Docente devem dedicar pelo menos 25% da sua carga horária a atividades que proporcionem. interagindo com o currículo. no sentido da contemplação de uma opção que mais lhe agrade. que se colocam desde o primeiro semestre. que proporcione fundamentação teórico-prática às experiências vivenciadas pelo futuro licenciado em Ciências Sociais. Ciência Política e Sociologia) e fornecer instrumentos para estabelecer relações com a pesquisa”. laboratórios de ensino.

análises empíricas e apresentação de seminários. a Prática de Ensino como Componente Curricular ocorrerá da seguinte forma: Tabela 4: Prática de Ensino como componente curricular Disciplinas Carga Horária Total 1080 360 360 1800 Parte mínima da Carga Horária a ser preenchida com atividades Práticas 270 90 90 450 Disciplinas Obrigatórias do Núcleo de Formação Específica Disciplinas Optativas do Núcleo de Formação Específica Disciplinas Pedagógicas do Núcleo de Formação Docente Total: 30 Disciplinas de 60 horas 5. 76941 6888 89531 9394 744 3276 ano Assunto 1975 Reconhecimento da profissão de sociólogo 1980 Regulamenta o exercício da profissão de sociólogo 1984 Regulamenta a Lei 06888 1996 Estabelece diretrizes e bases da educação nacional. sob a forma de atividades tais como observações em campo. Legislação norteadora Tabela 5: Legislação e normas Tipo Decreto Federal Lei federal Decreto Federal LDBEN Parecer CNE/CES Decreto núm. em que os alunos possam vivenciar a articulação entre os conhecimentos teóricos e os recursos da prática docente.Prática de Ensino 1999 Dispõe sobre a formação em nível superior 28 .2.das disciplinas. 1997 Orientações para cumprimento do artigo 65 da lei 9394/96 . Assim.

prazo para adaptação dos cursos em funcionamento 2004 Aprova as diretrizes para elaboração do Projeto Acadêmico-Curricular dos Cursos de 29 . Parecer CNE/CP Parecer CNE/CES Resolução CNE/CP 27 492 1 2001 Altera o parecer CNE/CP 9/2001 . de graduação plena. de graduação plena. a Resolução CNE/CP 01/2002. licenciatura plena para professores da educação básica. Parecer CNE/CP 9 2001 Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores da educação básica. de graduação plena. em nível superior deve ter carga horária mínima de 2800 horas. cursos de licenciatura.Estágio curricular 2001 Diretrizes Curriculares Nacionas dos cursos de Ciências Sociais 2002 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores da educação básica. cursos de licenciatura. e dá outras providências. em nível superior. Portaria CEE/GP Resolução CNE/CP Resolução CONSEPE 106 2 42 2003 Renova reconhecimento 2004 Altera a Resolução CNE/CP 1/2002 . 2002 Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura. a Resolução CNE/CP 02/2002. e o Parecer CNE/CES 109/2002 e conclui que os cursos e graduação. Resolução CNE/CES Parecer CEE/BA 17 163 2002 Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Ciências Sociais 2002 Interpreta o parecer CNE/CP 028/2001. Resolução CNE/CP 2 em nível superior.de professores para atuar na educação básica. de formação de professores da educação básica em nível superior.

obrigatória das disciplinas de Filosofia e Sociologia no currículo do Ensino 5.inclusão da LIBRAS Resolução CNE/CEB 4 como disciplina curricular obrigatória nos cursos de licenciatura. 2006 Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio .00.3.Licenciatura da UESC.00. Resolução CNE/CP 1 2005 Altera a Resolução CNE/CP 1/2002 aplicação das novas diretrizes aos alunos já matriculados Parecer CNE/CP Decreto 4 5626 2005 Aprecia diretrizes fixadas pela Resolução CNE/CP 1/2002 2005 Regulamenta a lei 10436/2002 . Identificação Denominação: Curso de Licenciatura em Ciências Sociais Nível: Graduação Habilitação: Licenciatura Área de Conhecimento: Ciências Humanas (7.00-0) 30 .inclusão da Filosofia e Sociologia Parecer CNE/CEB 38 2006 Inclusão Médio Resolução CONSEPE Portaria MEC Resolução CEE/BA 46 563 69 2006 Altera a Resolução CONSEPE nº 42/2004 2006 Avaliação dos Cursos de Graduação 2007 Estabelece Normas Complementares para a inclusão obrigatória das disciplinas Filosofia e Sociologia no currículo do Ensino Médio nas instituições do Sistema de Ensino do Estado da Bahia.

Neste contexto. podendo atuar como: . de forma ampla. organizações nãogovernamentais.4.profissional que atue em planejamento. . que busca ser coerente com uma visão critica do momento histórico e. Uma tarefa difícil. Parecer nº 492/2001-CNE/CES). na realidade. é aquele que tem a responsabilidade de produzir conhecimentos sobre as relações sociais em suas múltiplas dimensões.pesquisador nas áreas acadêmica e não acadêmica. privadas. deve atender aos requisitos para a formação do pesquisador e do professor. possa fornecer alternativas abrangentes para a compreensão da realidade. são recolocadas e exigem novas reflexões. pois se constitui na fonte de construção e atualização do conhecimento. o perfil que se impõe para o profissional em Ciências Sociais é o de um profissional que participa diretamente da reflexão acerca da sociedade de nosso tempo. ao mesmo tempo. governamentais. . o currículo do Curso de Graduação em Ciências Sociais toma a pesquisa como o eixo direcionador do processo de ensinoaprendizagem. movimentos sociais etc. Ciência Política e Sociologia –. dos conceitos fundamentais que organizaram o pensamento social ao longo do século XX? Que novas realidades existem? Como se pode discernir. sua formação deve contemplar os conhecimentos teóricos e metodológicos das áreas que compõem as Ciências Sociais – Antropologia. foram geradoras das Ciências Sociais no século XIX e que. no ponto de vista atual. o perfil do mundo no início deste novo milênio? Quais os caminhos das civilizações atuais? Questões que. face à complexidade da sociedade contemporânea. partidos políticos. diante de crises do sistema econômico vigente e dos seus paradigmas. 31 . embasada numa sólida formação teórico-metodológica. consultoria. Perfil Desejado do Licenciado em Ciências Sociais O licenciado em Ciências Sociais. hoje. assessoria e formação de recursos humanos junto a empresas públicas. que impõe perguntas como: qual a utilidade. Para atender a este perfil de profissional. A pesquisa. pela existência da pluralidade de teorias e questionamentos das mesmas. (Diretrizes Curriculares.5. que permitam compreender a sociedade na qual vive e para a qual deve produzir novos conhecimentos. por meio do conhecimento dos pensadores clássicos e contemporâneos.professor de ensino fundamental e ensino médio. Desse modo.

5.5 Habilidades e Competências De acordo com as Diretrizes Curriculares para os cursos de Ciências Sociais, a estrutura curricular, as práticas profissionalizantes e pedagógicas e o funcionamento do curso devem ser organizados de forma a que os alunos desenvolvam as seguintes competências e habilidades: “autonomia intelectual, capacidade analítica e habilidade de articular teoria, pesquisa e prática social” (Parecer nº 492/2001CNE/CES). O ensino para competências e habilidades é uma forte tendência da educação atual, buscando integrar o conteúdo científico, trabalhado na escola, com a vida do aluno além das salas de aula. Ao falar em competências e habilidades, pensa-se, de imediato, nos educandos que devem adquiri-las. É necessário, antes, verificar se o professor as possui a fim de que possa formá-las em seus alunos. As competências/habilidades são inseparáveis da ação, mas exigem domínio de conhecimentos, constituindo-se num conjunto de conhecimentos, atitudes, capacidades e aptidões que habilitam os alunos para vários desempenhos da vida. Neste sentido, as competências pressupõem operações mentais, capacidades para usar as habilidades, emprego de atitudes adequadas à realização de tarefas e conhecimentos. Já as Habilidades se ligam a atributos relacionados não apenas ao saber-conhecer, mas ao saber-fazer, saber-conviver e ao saber-ser. De que competências se está falando? Da capacidade de abstração, do desenvolvimento do pensamento sistêmico, ao contrário da compreensão parcial e fragmentada dos fenômenos, da criatividade, da curiosidade, da capacidade de pensar múltiplas alternativas para a solução de um problema, ou seja, do desenvolvimento do pensamento divergente, da capacidade de trabalhar em equipe, da disposição para procurar e aceitar críticas, da disposição para o risco, do desenvolvimento do pensamento crítico, do saber comunicar-se, da capacidade de buscar conhecimento. Estas são competências que “devem estar presentes na esfera social, cultural, nas atividades políticas e sociais como um todo, e que são condições para o exercício da cidadania num contexto democrático". PCN- Ensino Médio Percebe-se então que o papel do professor tem que estar centrado em um foco diferente do tradicional transmissor de informações. Torna-se necessária a contextualização daquilo que é desenvolvido em sala de aula, considerando que educar para as competências deverá se efetivar através da contextualização e da
32

interdisciplinaridade. Isto implica numa ruptura com as práticas tradicionais e o avançar em direção a uma ação pedagógica interdisciplinar voltada para a aprendizagem do aluno - sujeito envolvido no processo não somente com o seu potencial cognitivo, mas com todos os fatores que fazem parte do ser unitário, ou seja, fatores afetivos, sociais e cognitivos. Essas Competências e Habilidades estão sistematizadas em: - Desenvolver a consciência crítica e a ação transformadora do indivíduo enquanto sujeito histórico; - Educar sujeitos privilegiando os aspectos da crítica e participação em seus espaços sócio-culturais; - Apreender os conhecimentos relativos à educação necessários ao exercício da docência; - Desenvolver a capacidade de observar e investigar sua realidade possibilitando a intervenção social e o aperfeiçoamento de sua prática profissional; - Apreender as diferentes concepções teórico-metodológicas que referenciam a construção de categorias para a investigação e a análise das relações sócio-históricas; - Interagir com as interfaces da Sociologia e outras áreas do conhecimento, identificando seus campos específicos e, sobretudo, saber qualificar o que é próprio do conhecimento sociológico; - Desenvolver a pesquisa, a produção do conhecimento, e sua difusão não só no âmbito acadêmico, mas também em Instituições de Ensino Básico nas quais atuará o licenciado. O curso de Licenciatura em Ciências Sociais ora proposto está organizado de maneira a garantir ao profissional egresso uma formação teórica sólida no campo específico das Ciências Sociais, a partir das disciplinas obrigatórias de Antropologia, Política e Sociologia, e em articulação com as questões propostas por outros campos de conhecimento, fundamentadas pelas disciplinas complementares de Filosofia, Geografia, Economia, História e Educação. O objetivo das disciplinas teóricas é desenvolver a capacidade analítica e a competência para problematizar a realidade contemporânea em diálogo com os referenciais teórico-metodológicos que configuram a tradição das Ciências Sociais. O licenciado de Ciências Sociais deve estar habilitado a interpretar a realidade para além do senso comum e propor questões e soluções por meio de análise criteriosa. Além disso, o licenciado em Ciências Sociais também deve ser capaz de formular e desenvolver pesquisas na área, conhecer os métodos disponíveis e
33

identificar o mais adequado a cada tipo de objeto, coletar, processar e analisar dados e indicadores sociais diversos, utilizando os recursos informacionais e tecnológicos disponíveis. Para tanto, contribuem, além das disciplinas teóricas, as disciplinas de Epistemologia e de Métodos e Técnicas de Pesquisa, que pretendem fornecer sólida formação em pesquisa, apresentando os campos de conhecimento do profissional em Ciências Sociais não só com o intuito de formá-lo para uma possível continuidade na vida acadêmica, mas também fornecendo instrumentais necessários à elaboração de projetos de pesquisa de caráter variado, essencial para o desenvolvimento de funções em institutos de pesquisa, organizações não-governamentais, órgãos públicos etc. Em suma, a formação do licenciado em Ciências Sociais ora proposta enfatiza a capacidade de: - atuar como pesquisador da realidade social, mobilizando o conhecimento teórico acumulado na área, articulando-o com os instrumentais de pesquisa disponíveis, contribuindo para a compreensão da sociedade e para a própria inovação teórica no campo das Ciências Sociais. - atuar como professor de Sociologia no ensino médio, ensinando conteúdos básicos; promovendo a formação crítica dos estudantes; despertando a consciência da cidadania; estimulando a reflexão sobre a dinâmica da sociedade; transmitindo conceitos fundamentais para a compreensão das questões e problemas sociais; suscitando a percepção das oportunidades de participação política, indicando caminhos de inserção na vida pública e de intervenção na realidade social.

5.6. Campos de atuação O campo de atuação do licenciado em Ciências Sociais inclui atividades de docência e de pesquisa nas áreas de antropologia, sociologia e ciência política. Na área de antropologia, o foco principal é o estudo dos fenômenos sociológicos por meio da análise das relações simbólicas de ordem cultural que permitiriam apreender a sua inteligibilidade no âmbito dos contextos diversos de sua manifestação. Tem como área de atuação o estudo das dinâmicas culturais das populações em diferentes contextos, de acordo com recortes teórico-metodológicos e/ou

34

de 1994. Ao contrário da legislação de regulamentação de outras profissões. tem como foco (e especializações) as instituições (governo. os sociólogos aprovaram o seu no X Congresso Nacional de Sociólogos. entre outras). e pressupõe uma sólida 35 . antropologia da educação. A sociologia desde seu início é constituída por modelos e paradigmas de análise competitivos que estruturaram tradições teóricas tanto de cunho macro-sociológicas quanto micro-sociológicas. possui diversas especializações e técnicas de pesquisa e abordagens que requerem formação específica. O campo. a dos sociólogos não inclui a criação dos Conselhos Federal e Estaduais. opinião pública. A profissão de sociólogo foi reconhecida no Brasil em 1980. de forma indicativa para discussão nos estados nos 6 (seis) meses seguintes. o registro profissional é feito na Delegacia Regional de Trabalho – DRT. O decreto nº 89531. Estuda também as idéias políticas (ideologia e cultura política). bem como as relações internacionais e a política comparada. o Código de Ética Profissional costuma ser uma resolução do Conselho Federal. etnologia. Na área de sociologia. Este tipo de atividade profissional pode ser desenvolvido em universidades ou institutos de pesquisa. públicos ou privados. a profissão foi enquadrada no grupo do Plano da Confederação Nacional dos Profissionais Liberais – CNPL. da proposição de modelos explicativos e preditivos e da elaboração teórica. do estabelecimento de relações. Com a inexistência deles. efetivada por meio da descrição de realidades. Na área de ciência política.temáticos diversos (antropologia urbana. em sua falta. partidos políticos. pela Portaria nº 3230 do Ministério do Trabalho. antropologia da saúde. movimentos políticos e sociais). as atividades são voltadas para o estudo do Estado e do poder. Sob esta perspectiva. regras institucionais) e o comportamento político (eleições. legislativo. A profissão do cientista social compreende pelo menos cinco grandes eixos de atividade: a) Pesquisa Acadêmica: Investigação de fenômenos culturais. da análise de processos. no dia 13 de setembro de 1996. sociais e políticos. como na Antropologia e Ciência Política. o foco principal é o estudo das relações sociais na sociedade moderna e contemporânea. ou. regulamentou a lei supra-referida. por meio da Lei nº 6888. da identificação de problemas. No caso de outras profissões. em órgão que a substitua. Em 1983. Na falta deste.

mantém uma concepção curricular estruturada em disciplinas com cargas horárias estabelecidas em calendário. A maioria das escolas de educação básica. Senai. Em 21 de agosto de 2006. o curso de Ciências Sociais ora proposto oferecerá tanto a experiência prática em pesquisa. A obrigatoriedade da disciplina de Sociologia na educação básica de todo o país abre uma nova e importante área de atuação do egresso do curso de Ciências Sociais. estatal e não estatal. da Câmara de Educação Básica/CNE.formação teórica e treinamento metodológico. A Resolução nº 4/2006. A inclusão de sociologia e filosofia no currículo do ensino médio não é novidade para os sistemas estaduais. que são responsáveis pelo ensino médio. percebe-se a dificuldade na realização do tratamento interdisciplinar e contextualizado aos necessários conhecimentos da Sociologia para o tratamento de questões relacionadas à construção da cidadania e a prática social do aluno. e privadas que requisitam e exigem a qualificação do cientista social. através das disciplinas de metodologia e da monografia de final de curso. já para as escolas que adotam currículo estruturado por disciplina. Entretanto. c) Atuação Profissional em outras instituições públicas e privadas Um fenômeno contemporâneo de grande significação tem sido o surgimento de novas instituições de caráter público. tanto pública quanto privada. pois a maioria dos cursos de graduação inclui em seus currículos alguma das disciplinas da área de Ciências Sociais. não estruturada por disciplinas. b) Pós-Graduação e Ensino nos níveis Médio e Superior: Para os formandos dispostos a continuar seus estudos na pós-graduação. quanto o instrumental conceitual necessário à formulação de projetos para o mestrado e doutorado. a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou uma resolução orientando as redes estaduais de educação. entidades que compõem o chamado sistema “S” (Sesc. sobre a oferta das duas disciplinas. os conteúdos devem ser tratados de forma interdisciplinar e contextualizada. Alguns exemplos de instituições não acadêmicas que recrutam profissionais de Ciências Sociais são as Fundações e Autarquias públicas. Sesi 36 . ofereceu aos sistemas duas alternativas de inclusão: nas escolas que adotam organização curricular flexível. que serão oferecidos no curso de ciências sociais ora proposto. devem ser incluídas sociologia e filosofia. O campo de atuação de pós-graduados em Ciências Sociais é amplo. sob a responsabilidade de docentes devidamente habilitados para cada uma delas.

em institutos privados e órgãos de imprensa. pesquisas e sondagens de opinião pública. habitadas por populações tradicionais etc. eleitorais e políticas. Movimentos Sociais e Partidos Políticos. Institutos Culturais. mas não menos importante.etc). destacam-se também os centros de pesquisa privados que se desenvolveram no Brasil desde os anos 70 e que realizam pesquisa acadêmica fora da universidade. ONGs com atuação nas mais diversas áreas. O trabalho do cientista social requerido por estas instituições vai desde o planejamento até a execução e avaliação de atividades nas áreas de políticas públicas e de defesa de direitos. na área de produção editorial e no campo da cultura e arte. 37 . incluindo serviços de assessoria e consultoria em áreas protegidas. Por fim. federações sindicais. Orçamento Participativo. que podem ir do marketing político a atividades relacionadas a aspectos organizacionais de empresas. Sindicatos. d) Atuação no mercado e prestação de assessoria Pesquisas de abrangência no campo da produção e da disseminação do consumo (pesquisas de mercado). Prestação de serviços de assessoria e planejamento em diversas áreas. e) Áreas conexas Os profissionais de Ciências Sociais podem atuar no jornalismo e na mídia em geral como analistas de conjuntura ou como editorialistas. Conselhos Municipais gestores de Políticas Públicas. além de organizações e fundações estrangeiras que atuam no plano internacional.

a estrutura curricular do curso é organizada em três eixos de formação: Núcleo de Formação Específica. que subsidiam a formação integral do graduado em Ciências Sociais: Economia. Filosofia. relativa ao desenvolvimento do pensamento científico do cientista social. ao mesmo tempo em que garante a formação clássica. geral. perfazendo um total de 405 (quatrocentos e cinco) horas.Núcleo de formação complementar: constituído por um conjunto de disciplinas obrigatórias e eletivas de áreas afins. Estágio Supervisionado I. através das diferentes tendências pedagógicas. Estrutura Curricular A estrutura curricular proposta para a criação do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais. Estes núcleos são distribuídos em duas dimensões: a) dimensão epistemológica e b) dimensão profissionalizante: A) Dimensão epistemológica. característica deste ramo do conhecimento e necessária à atuação versátil do futuro licenciado em Ciências Sociais. Estatística e Geografia. está articulada com as especificidades da realidade brasileira e da região sul-baiana. Estágio Supervisionado II. História. 38 . Psicologia e Educação. . Seguindo a orientação das Diretrizes Curriculares propostas para os Cursos de Ciências Sociais. Didática Aplicada ao Ensino da Sociologia.6.Núcleo de formação específica: constituído pelo conjunto de disciplinas obrigatórias e optativas que são nucleares na formação dos futuros licenciados de Ciências Sociais: Sociologia. distribuídas nas disciplinas História da Educação. concebendo esta prática como componente curricular vivenciado ao longo do curso. . objetivando a formação e a prática educativa do licenciado. obtido através de disciplinas organizadas com base em três núcleos: . Ciência Política.Sociologia e Educação. Núcleo de Formação Complementar e Núcleo de Formação Docente. Antropologia. Epistemologia e Metodologia. Estágio Supervisionado III e Estágio Supervisionado IV.Núcleo de formação docente: constituído por um conjunto de disciplinas obrigatórias e optativas que fundamentam o processo de ensino-aprendizagem. Tecnologias Educacionais.

teórico-metodológica.1. as disciplinas que compõem os núcleos visam preparar o aluno para atuar como cientista social: como pesquisador na área acadêmica ou mercadológica. característica desse ramo do conhecimento e necessária à formação integral do cientista social.B) Dimensão Profissionalizante. Na primeira dimensão.c) atividades complementares necessárias à formação do pesquisador: participação em núcleos de pesquisa. consultoria. Na segunda dimensão. ensino e extensão.b) Disciplinas optativas e obrigatórias das áreas de formação específica e complementar. e atividades relativas às competências para atuar em planejamento. as disciplinas que compõem os três núcleos visam à formação clássica. assessorias. . que não pode prescindir da primeira. Também prepara o aluno para atuar como docente para o exercício da disciplina Sociologia no Ensino Médio ou no Ensino Superior por meio da pesquisa e da reflexão sobre o papel da disciplina nos vários níveis de ensino. eventos científicos. Trata-se de conhecimentos práticos e teóricos voltados para o exercício da docência. articuladas com disciplinas voltadas para o conhecimento da realidade brasileira e sul-baiana. . assessoria e outros. seminários extra-classe. estágios profissionalizantes e outros. iniciação científica. monografias. numa inter-relação entre pesquisa. Organização didática Total de Vagas: 40 (entrada única) Turno: Noturno Regime: Crédito/semestral Número de disciplinas: 45 39 . constituída por disciplinas e atividades assim discriminadas: . para atuar em planejamento. alicerçadas em bases epistemológicas e metodológicas que regem o conhecimento sociológico e as práticas pedagógicas. consultorias. formação de recursos humanos e outros.a) disciplinas e atividades relativas às competências pedagógico-didáticas que habilitem o professor a promover a adequação dos conhecimentos de Sociologia. 6. Antropologia e Ciência Política às suas formas didáticas.

Psicologia e Educação. nas atividades de pesquisa e extensão. ou seja. III e Estágio Supervisionado Estágio IV. Tecnologias Educacionais. Economia e Estatística – compõem o que se denomina Núcleo de Formação Complementar. Terá como eixo norteador a História da Educação. métodos e técnicas pedagógicos. que possibilitem a transposição do conhecimento científico para a prática educativa. deixar de considerar as temáticas contemporâneas e as leituras que se impõem. Estágio Supervisionado II. Núcleos temáticos As três disciplinas nucleares para a formação do licenciado em Ciências Sociais. As disciplinas que permitem ampliar a esfera de visão da realidade – História. Privilegia-se uma formação teórico-metodológica no sentido clássico sem. Geografia. no entanto. no sentido da contemplação de uma opção que mais lhe agrade. Esta formação será distendida em atividades variadas e orientadas no sentido de contemplar e complementar a constituição básica. compõem o que se denomina Núcleo de Formação Específica. somando-se a elas as disciplinas metodológicas. Seu objetivo é permitir que o aluno tenha liberdade de orientar sua formação. Supervisionado Estágio Supervisionado I. Filosofia. Sociologia e Educação.Total de créditos: 169 Carga Horária: 3065 Duração do Curso: mínima: 8 semestres. Estas atividades são necessárias para a confecção das monografias de final de curso e para a formação de profissionais críticos. Já o Núcleo de Formação Docente objetiva possibilitar ao aluno o domínio de conteúdos básicos. 40 .2. interagindo com o currículo. máxima: 12 semestres 6. Didática Aplicada ao Ensino da Sociologia. recursos de ensinoaprendizagem.

6. Quadro Geral das disciplinas Tabela 6: Quadro Geral das Disciplinas Semestre Título CRÉDITOS CARGA HORÁRIA T P ES TOT T 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 Antropologia I (obr) Ciência Política I (obr) Sociologia I (obr) Introdução à Filosofia I (obr) 4 4 4 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4 4 4 4 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 P ES TOT 0 0 0 0 0 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 Estatística Aplicada às Ciências 4 Sociais I (obr) Oficina de Redação (obr) Antropologia II (obr) Ciência Política II (obr) Sociologia II (obr) 2 4 4 4 30 30 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Estatística Aplicada às Ciências 4 Sociais II (obr) Introdução à Economia (obr) Introdução à Filosofia II (obr) Antropologia III (obr) Ciência Política III (obr) Sociologia III (obr) Psicologia e Educação (obr) Geografia da População (obr) História da Educação (obr) 4 4 4 4 4 4 4 4 41 .3.

4 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 5 6 6 6 6 6 6 7 7 7 Antropologia IV (obr) Ciência Política IV (obr) Sociologia IV (obr) 4 4 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 2 0 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 2 4 4 4 2 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 90 0 0 0 0 0 90 0 0 0 90 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 90 60 60 60 60 60 90 60 60 60 90 Didática Aplicada ao Ensino de 4 Sociologia (obr) História Contemporânea (obr) Epistemologia Sociais (obr) das 4 Ciências 4 Métodos e Técnicas de Pesquisa 4 Quantitativa (obr) Optativa I Optativa II 4 4 Políticas Públicas e Legislação em 4 Educação (obr) Estágio Supervisionado I (obr) 0 Métodos e Técnicas de Pesquisa 4 Qualitativa (obr) Sociologia e Educação (obr) História do Brasil (obr) Optativa III Optativa IV Estágio Supervisionado II (obr) Projeto de Pesquisa (obr) Optativa V Optativa VI Estágio Supervisionado III (obr) 4 4 4 4 0 4 4 4 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 0 0 60 0 60 0 60 0 0 0 42 .

7 7 8 8 8 8 Totais Tecnologias Educacionais (obr) 4 0 0 4 1 0 3 0 0 4 0 3 3 0 0 4 2 0 2 60 30 60 0 60 0 0 30 0 0 0 60 0 60 60 60 Pesquisa Orientada em Ciências 2 Sociais I (obr) Eletiva Estágio Supervisionado IV (obr) LIBRAS (obr) 4 0 4 135 135 0 0 60 60 Pesquisa Orientada em Ciências 0 Sociais II (obr) 156 4 9 169 2340 120 405 2865 6.4. Distribuição das disciplinas por Núcleo Tabela 7: Disciplinas do Núcleo de Formação Específica: Semestre Disciplina 1 1 1 2 2 2 3 3 3 4 4 4 4 Antropologia I Ciência Política I Sociologia I Antropologia II Ciência Política II Sociologia II Antropologia III Ciência Política III Sociologia III Antropologia IV Ciência Política IV Sociologia IV Epistemologia das Ciências Sociais CRÉDITOS 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 CARGA HORÁRIA T P ES TOT T 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 P 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 ES TOT 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 43 .

Disciplina 1 1 1 2 2 2 3 4 6 8 8 Total CRÉDITOS 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4 3 4 4 4 4 4 4 4 4 43 CARGA HORÁRIA T P ES TOT T Introdução à Filosofia I 4 Estatística Aplicada às Ciências Sociais I 4 Oficina de Redação 2 Estatística Aplicada às Ciências Sociais II 4 Introdução à Economia Introdução à Filosofia II Geografia da População História Contemporânea História do Brasil LIBRAS Eletiva 4 4 4 4 4 4 4 42 60 60 30 60 60 60 60 60 60 60 60 630 P 0 0 ES TOT 0 0 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 660 30 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 30 0 0 0 0 0 0 0 0 44 .5 5 5 5 6 6 6 7 7 7 8 Total Optativa I 4 Optativa II 4 Métodos e Técnicas de Pesquisa 4 Qualitativa Métodos e Técnicas de Pesquisa 4 Quantitativa Optativa III Projeto de Pesquisa Optativa IV Pesquisa Orientada Sociais I Optativa V Optativa VI Pesquisa Orientada sociais II 4 4 4 Ciências 2 4 4 Ciências 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 2 0 4 4 4 4 4 4 4 3 4 4 2 93 60 60 60 60 60 60 60 30 60 60 0 0 0 0 0 0 0 0 30 0 0 60 0 0 0 0 0 0 0 0 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 1440 em em 90 3 0 1350 90 0 Tabela 8: Disciplinas do Núcleo de Formação Complementar: Sem.

Tabela 9: Disciplinas do Núcleo de Formação Docente Semestre Disciplina CRÉDITO T 4 4 ao 4 P 0 0 0 ES 0 0 0 TOT 4 4 4 4 4 4 24 2 2 2 3 9 33 CARGA HORÁRIA 3 3 4 5 6 7 Sub-total: disciplinas pedagógicas 5 6 7 8 Sub-total: Estágio Total História da Educação Psicologia e Educação Didática Aplicada Ensino de Sociologia T 60 60 60 60 60 60 P 0 0 0 ES 0 0 0 TOT 60 60 60 60 60 60 360 90 90 90 135 Políticas Públicas e 4 Legislação em Educação Sociologia e Educação Tecnologias Educacionais 4 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 24 0 0 Estágio Supervisionado I Estágio Supervisionado II Estágio Supervisionado III Estágio Supervisionado IV 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 2 2 3 360 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 90 90 90 135 0 9 0 405 405 24 0 9 360 0 405 765 45 .

5. Disciplina DFCH Introdução à Filosofia II DFCH Sociologia II DFCH Antropologia II DFCH Ciência Política II DCEC Introdução à Economia CRÉDITO T 4 4 4 4 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4 4 4 4 4 24 CARGA HORÁRIA P ES TOT T 60 60 60 60 60 60 P ES TOT 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 60 60 60 60 60 60 360 DCET Estatística Aplicada às Ciências 4 Sociais II Total 24 0 0 360 0 0 46 . Disciplina CRÉDITO T DFCH Antropologia I (obr) DFCH Ciência Política I (obr) DFCH Sociologia I (obr) DFCH Introdução à Filosofia I (obr) 4 4 4 4 CARGA HORÁRIA P ES TOT T 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 4 4 4 4 4 3 23 60 60 60 60 60 30 P 0 0 0 0 0 ES TOT 0 0 0 0 0 60 60 60 60 60 60 360 DCET Estatística Aplicada às Ciências 4 Sociais I (obr) DLA Total Oficina de Redação (obr) 2 30 0 22 1 0 330 30 0 Tabela 11: Disciplinas do 2º semestre Depto.6. Distribuição das disciplinas por semestre Tabela 10: Disciplinas do 1º semestre Depto.

Disciplina DFCH Sociologia III DFCH Antropologia III DFCH Ciência Política III DCIE História da Educação CRÉDITO T 4 4 4 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4 4 4 4 4 24 CARGA HORÁRIA P ES 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 TOT 60 60 60 60 60 60 360 60 60 60 60 60 60 360 P ES TOT T DCAA Geografia da População 4 DFCH Psicologia e Educação Total 4 24 0 0 Tabela 13: Disciplinas do 4º semestre Depto.Tabela 12: Disciplinas do 3º semestre Depto. Disciplina CRÉDITO T DFCH Antropologia IV (obr) DFCH Ciência Política IV (obr) DFCH Sociologia IV (obr) DCIE 4 4 4 CARGA HORÁRIA P ES TOT T 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4 4 4 4 4 24 60 60 60 60 60 60 P ES TOT 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 60 60 60 60 60 60 360 Didática Aplicada ao Ensino de 4 Sociologia (obr) 4 4 DFCH História Contemporânea DFCH Epistemologia das Ciências Sociais Total 24 0 0 360 0 0 47 .

Tabela 14: Disciplinas do 5º semestre Depto. Disciplina DFCH Sociologia e Educação DFCH Optativa III DFCH Optativa IV DFCH Projeto de Pesquisa CRÉDITO T 4 4 4 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 4 4 4 4 2 4 22 CARGA HORÁRIA P ES TOT T 60 60 60 60 0 60 P ES TOT 0 0 0 0 0 0 0 0 0 90 0 0 60 60 60 60 90 60 390 DFCH Estágio Supervisionado II 0 DFCH História do Brasil Total 4 20 0 2 300 0 90 48 . Disciplina CRÉDITO T 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 4 4 4 4 2 4 22 CARGA HORÁRIA P ES TOT T 60 60 60 60 0 60 P ES TOT 0 0 0 0 0 0 0 0 0 90 0 0 60 60 60 60 90 60 390 DFCH Métodos e Técnicas de Pesquisa 4 Quantitativa (obr) DFCH Optativa I DFCH Optativa II DCIE DFCH 4 4 Políticas Públicas e Legislação em 4 Educação (obr) Estágio Supervisionado I (obr) 0 DFCH Métodos e Técnicas de Pesquisa 4 Qualitativa (obr) Total 20 0 2 300 0 90 Tabela 15: Disciplinas do 6º semestre Depto.

DFCH DLA DFCH Disciplina CRÉDITO 0 0 3 0 3 2 4 3 4 CARGA HORÁRIA T P ES TOT T Pesquisa Orientada em Ciências 0 2 Sociais II LIBRAS Estágio Supervisionado IV 4 0 0 0 4 0 8 2 60 0 60 P 0 60 0 ES 0 0 TOT 60 60 135 60 315 0 135 0 0 Qualquer Eletiva Total 13 120 60 135 49 .Tabela 16: Disciplinas do 7º semestre Depto. Disciplina CRÉDITO T DFCH Optativa V DFCH Optativa VI DCIE Tecnologias Educacionais 4 4 0 CARGA HORÁRIA P 0 0 0 0 30 ES TOT 0 0 90 0 60 60 90 60 60 330 P ES TOT T 0 0 0 0 0 2 0 0 1 0 4 4 2 4 3 17 60 60 0 60 30 DFCH Pesquisa Orientada em Ciências 4 Sociais I DFCH Estágio Supervisionado III Total 2 14 1 2 210 30 90 Tabela 17: Disciplinas do 8º semestre Depto.

12 semestres.Tabela 18: Quadro resumo da distribuição por semestres: CRÉDITOS Semestre Teóricos Práticos Estágio TOTAL CARGA HORÁRIA Teórica Prática Estágio TOTAL 1o 2o 3o 4o 5o 6o 7o 8º TOTAL 22 24 24 24 20 20 14 8 156 1 0 0 0 0 0 1 2 4 0 0 0 0 2 2 2 3 9 23 24 24 24 22 22 17 15 169 330 360 360 360 300 300 210 120 2340 30 0 0 0 0 0 30 60 120 0 0 0 0 90 90 90 135 405 360 360 360 360 390 390 330 315 2865 200 3065 ATIVIDADES ACADÊMICO-CURRICULARES TOTAL GERAL 6. O currículo pleno do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais requer um total de 3065 horas.6. no máximo. no mínimo. 50 . oito semestres e. Quadro de integralização curricular O curso funcionará em regime de crédito semestral. a serem cumpridos em. no turno noturno. equivalentes a 169 créditos.

TOTAL Estágio Supervisionado Atividades acadêmico-científico-culturais TOTAL GERAL 2460 405 200 3065 169 160 9 360 24 660 43 360 24 Carga horária 1080 Créditos 69 Tabela 20: Pré-requisitos: Semestre 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 Disciplina Antropologia I Ciência Política I Sociologia I Introdução à Filosofia I Estatística Aplicada às Ciências Sociais I Oficina de Redação Antropologia II Ciência Política II Sociologia II Estatística Aplicada Ciências Sociais II Introdução à Economia 51 Pré-requisito Antropologia I Ciência Política I Sociologia I às Estatística Aplicada às Ciências Sociais I .Tabela 19: Quadro resumo da integralização curricular: Tipo de disciplina Disciplinas Obrigatórias do Núcleo de Formação Específica Disciplinas Optativas do Núcleo de Formação Específica Disciplinas Obrigatórias do Núcleo de Formação Complementar Disciplinas Pedagógicas do Núcleo de Formação Docente SUB.

Política IV. Didática Aplicada ao Ensino de Sociologia Ensino de Sociologia Métodos e Técnicas de Epistemologia das Ciências Sociais Pesquisa Quantitativa Métodos e Técnicas de Epistemologia das Ciências Sociais Pesquisa Qualitativa História do Brasil Optativa III Sociologia e Educação Optativa IV Estágio Supervisionado II Projeto de Pesquisa Eletiva Estágio Supervisionado I Métodos e Técnicas de Pesquisa Quantitativa e Métodos e Técnicas de Pesquisa Qualitativa 52 . Antropologia IV.2 3 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 5 6 6 6 6 6 6 7 Introdução à Filosofia II Antropologia III Ciência Política III Sociologia III Psicologia e Educação Geografia da População História da Educação Antropologia IV Ciência Política IV Sociologia IV História Contemporânea Epistemologia Ciências Sociais Didática Optativa I Optativa II Políticas Públicas e Legislação em Educação Estágio Supervisionado I Aplicada ao Introdução à Filosofia I Antropologia II Ciência Política II Sociologia II Antropologia III Ciência Política III Sociologia III - das Introdução à Filosofia II Sociologia IV.

Disciplinas optativas Tabela 21: Disciplinas Optativas Disciplinas Antropologia Brasileira Antropologia Visual Trabalho de Campo Etnologia I Etnologia II Antropologia Brasileiros I Antropologia Brasileiros II Antropologia Urbana Antropologia da Religião Organização Social Antropologia Econômica 4 4 4 4 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4 4 4 60 0 60 0 60 0 60 0 0 0 0 0 60 60 60 60 dos Grupos Afro.7.4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4 4 4 4 4 Carga Horária P ES TOT 0 0 0 0 0 0 60 60 60 60 60 60 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 T P ES TOT T 53 .4 0 0 4 60 0 0 60 dos Grupos Créditos 4 4 4 4 4 Afro.7 7 7 7 7 8 8 8 Optativa V Optativa VI Estágio Supervisionado III Tecnologias Educacionais Pesquisa Orientada Ciências Sociais I Estágio Supervisionado II - em Projeto de Pesquisa Estágio Supervisionado IV Estágio Supervisionado III LIBRAS Pesquisa Orientada Ciências Sociais II em Pesquisa Orientada em Ciências Sociais I 6.

Antropologia Política Antropologia e Relações de Gênero Antropologia e Meio Ambiente Antropologia e História Antropologia do Direito Antropologia e Turismo 4 4 4 4 4 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 54 Tópicos Especiais em Antropologia I 4 Tópicos Especiais em Antropologia 4 II Tópicos Especiais em Antropologia 4 III Tópicos Especiais em Antropologia 4 IV Pensamento Social Brasileiro I Pensamento Social Brasileiro II Sociologia e Urbanização Sociologia e Questão Agrária Movimentos Sociais I Movimentos sociais II Sociologia do Desenvolvimento Sociedade e Meio Ambiente Sociologia e Direito Cultura e Sociedade Teorias da Socialização Sociologia da Escola de Chicago Sociologia da Juventude Educação e Sociedade Sociologia da Religião Sociologia e Imigração Tópicos Especiais em Sociologia I Tópicos Especiais em Sociologia II Tópicos Especiais em Sociologia III Tópicos Especiais em Sociologia IV 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 .

não separar a formação do Educador da formação do Pesquisador. Para tanto se faz necessário ao estudante se inteirar da produção científica e debates a respeito da formação docente.Partidos Partidários Políticos e Sistemas 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Ciência 4 Ciência 4 Ciência 4 Ciência 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 60 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 Sistema Político Brasileiro Sociologia Política Comunicação e Política Economia política Teorias da democracia Política social e cidadania Políticas Públicas Regimes Políticos e transições Relações Internacionais Pensamento político brasileiro Tópicos Política I Tópicos Política II Tópicos Política III Tópicos Política IV Especiais em Especiais em Especiais em Especiais em 6. neste sentido.8. Estágio Curricular Supervisionado O trabalho de formação docente das disciplinas do Estágio Supervisionado procurará contribuir para o alcance do perfil desejado do licenciado do curso de Ciências Sociais conforme o estabelecido por legislações e diretrizes federais e do Estado da Bahia. das múltiplas perspectivas do trabalho pedagógico. Pretende-se. 55 . da tradição das Ciências Sociais e da apropriação do caminhar permanente da sua auto-formação docente.

a saber: projetos educativos de ONGs e de programas públicos focados em grupos e classes sociais específicos. Natureza do Estágio Curricular Supervisionado 1. os alunos poderão estabelecer interlocução com os professores coordenadores das diferentes atividades e áreas de conhecimento. 56 .1.8. indicação de recursos audiovisuais. orienta-se pelo Regulamento Geral dos Estágios Curriculares da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC. pretende-se que os discentes desenvolvam atividades. O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais caracteriza-se como um conjunto de atividades desenvolvidas pelo aluno. programas de aulas/palestras/oficinas. Dessa forma. que integram o Projeto Acadêmico do Curso e que contribuem para a formação acadêmica e profissional do aluno. 6. Contudo. solicitando contribuições e orientações para suas demandas de estágio e de treinamento da prática de ensino. . 3. outras formas de educação alternativas serão espaços de formação para a docência em Ciências Sociais. é importante também ressaltar as diretrizes específicas a seguir: . entre outros. iii) vinculação entre conhecimentos teóricos e realidade educacional-social.A operacionalização e a coordenação dos Estágios ficará sob responsabilidade dos professores da disciplina Estágio Supervisionado. 2. elaboração de textos didáticos. tais como as citadas acima. ampliando seus focos para processos educativos para além da escola.O Estágio Supervisionado requer o envolvimento de todos os professores no que concerne à orientação dos discentes quanto à bibliografia. O Estágio Curricular Supervisionado tem como propostas: i) elaboração do conhecimento das Ciências Sociais ii) instrumentalização para a aplicação dos conhecimentos adquiridos no cotidiano acadêmico e na prática de ensino. temas.Com base nestas diretrizes gerais. sob a responsabilidade direta da coordenação de estágio do Curso de Ciências Sociais. O Regulamento do Estágio Curricular do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais. ou seja.

8.3. recursos e clientela da escola na qual realiza o estágio. o acadêmico deve cumprir etapas que consistem num processo de aprendizagem. Campos de Estágio Curricular Supervisionado As atividades do Estágio Curricular Supervisionado serão desenvolvidas nas escolas conveniadas da própria comunidade do aluno sob a forma de estágio supervisionado. Atividades Desenvolvidas no Estágio Curricular Supervisionado Para o cumprimento do Estágio Curricular Supervisionado. Objetivos do Estágio Curricular Supervisionado O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais tem como objetivo geral possibilitar que o estagiário vivencie experiências de ensino no Ensino Médio que contribuam para: i) aplicação de conhecimentos. priorizando processos educativos focados para o Ensino da Sociologia.8. O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais tem como objetivos específicos contribuir para: i) identificação da realidade educacional dos campos de estágio. assim como em outros projetos desenvolvidos na sociedade. o aluno desenvolverá as atividades a seguir relacionadas: i) observação da estrutura.6.2.8. 6. 6. ii) planejamento. 57 . realizado no Ensino Médio. execução e avaliação do processo ensino-aprendizagem específico de cada área. iii) formação da ética profissional. ii) desenvolvimento de habilidades necessárias à prática educativa e profissional. iii) avaliação das atividades de Prática de Ensino. A partir do 5º semestre.4. funcionamento.

organizações não-governamentais. v) desenvolvimento de atividades extra-classe.ii) observação da atuação didático-pedagógica do professor regente da classe em que está estagiando. contemplando no mínimo: referencial teórico. atuando em atividades de ensino sugeridas e/ou autorizadas pelo professor regente de classe. iii) participação nas aulas. escolas privadas. de acordo com a orientação do professor supervisor. relatório das atividades realizadas. participação e direção de classe. 6. em prazo fixado pelo Coordenador de Estágio. unidades de aulas. vi) assumir a regência de classe na presença do supervisor de estágio. v) apresentar. iv) regência de classe. observações gerais. o planejamento do conteúdo e das atividades didáticas ao supervisor de estágio. em data marcada pela coordenação de estágio. dos exercícios propostos e modelos dos materiais utilizados. iii) informar-se. ao final do estágio. Atribuições do Estagiário. que correspondem ao planejamento e programação do estágio. junto ao professor supervisor. cópias dos planos. através do preenchimento de ficha de freqüência assinada pelo professor titular da classe e/ou pelo professor supervisor de estágio. bibliografia consultada. ministrando aulas na classe em que está estagiando. projetos 58 . para análise e acompanhamento. i) registrar todas as atividades de estágio previstas. O Estágio Curricular Supervisionado ocorrerá nos seguintes espaços de atuação: escolas públicas. As atividades que dizem respeito às horas de estágio são previamente autorizadas pelo professor supervisor de estágio. iv) comprovar a realização das atividades de observação. descrição e avaliação das atividades específicas do estágio. vi) apresentação de relatório final ao professor supervisor.8. ii) entregar ao supervisor. de todas as atividades a serem desenvolvidas para o cumprimento integral do estágio.5. estratégias.

fazendo do trabalho docente uma permanente oficina de experimentação e criação. Durante o estágio. Ressalte-se que. As atividades. 59 educação básica . O estágio supervisionado será distribuído em quatro disciplinas. não poderemos deixar de buscar outros espaços para além das escolas.e programas educativos focados de iniciativa dos órgãos públicos. que poderão se voltar também para a educação não-formal. Elaboração de plano de aula e aplicação de aula(s) de sociologia para a Identificação de problemas pedagógicos e a procura de soluções. c. b. sensível e com estilística própria. o Estágio deverá ocorrer nas escolas públicas. sabendo pensá-lo e modificá-lo. em salas de aulas. preferencialmente. Por se tratar de uma vivência formadora. explorando as competências básicas indispensáveis para a qualidade de sua formação e atuação docente de forma crítica e construtiva. projetos de extensão educativos. Contudo. em uma perspectiva dinâmica. democrática. Atualização sobre o debate e a literatura do ensino de Ciências Sociais. entre outras alternativas a serem avaliadas pelo Colegiado do Curso. tendo como função completar a integração entre “teoria e prática” iniciada nas atividades práticas contidas nas disciplinas de formação específica. e tendo em vista o número elevado de horas exigidas para o Estágio Curricular Supervisionado. o discente deverá conviver com diversas situações de Exercício Docente que possibilitem seu crescimento como profissional em formação. as vivências e os estudos realizados nos quatro momentos do estágio visam fortalecer o discente em formação. a exemplo de: a. (educação essa que vem cumprindo papel importante na minimização das desigualdades sociais de nosso país). com início no quinto semestre do curso e será concluído no oitavo semestre. preparando-o para enfrentar o complexo desafio de atuar no campo educacional. o estágio curricular supervisionado deve garantir ao aluno a participação em situações reais do cotidiano da vida escolar/não escolar e do mundo do trabalho. buscando atender aos diferentes interesses dos nossos discentes. O estágio curricular supervisionado em Ciências Sociais deve se constituir em um momento de aquisição e aprimoramento de conhecimentos e habilidades essenciais ao exercício profissional. totalizando uma carga horária de 405 horas. focando toda atenção ao ensino da disciplina Sociologia.

Realização de Exercício Docente.O Estágio Supervisionado III.d. Discentes que já lecionam em escolas públicas e privadas ou atuam em organizações não-governamentais voltadas para alfabetização de adultos. Do ponto de vista curricular. . Para realizar o estágio de regência. terá um caráter de experimento. a introdução à pesquisa. o estilo próprio. que O trabalho nas quatro disciplinas de Estágio Curricular Supervisionado possibilitem a experimentação de novas formas do saber-fazer docente. jovens e adolescentes. monitorias nas escolas. com 90 horas. com 90 horas. através de oficinas pedagógicas. a redução da carga horária do estágio curricular poderá chegar a 50%. Atividades desenvolvidas em múltiplos espaços educacionais com supervisão de docentes.O Estágio Supervisionado IV. e. a inserção na literatura a respeito do “ensino de sociologia”. Quando esta atividade docente regular for em sociologia na educação básica. busca assegurar o trabalho de monitoria junto ao professor e aos alunos de Ciências Sociais na escola ou espaço pedagógico em que ocorrerá a experiência docente. os discentes farão diversas formas de treinamento com os professores das disciplinas do Estágio Curricular Supervisionado na UESC: aulas programadas. mostrando múltiplas possibilidades educacionais voltadas sempre para a qualidade. o estágio será desenvolvido da seguinte forma: . . a independência. tem como tarefa a elaboração da proposta de estágio e a permanente atualização sobre o ensino de sociologia e a formação docente. entre outras. . caracteriza-se pela docência propriamente dita. o vigor de atitudes e o livre pensar.O Estágio Supervisionado II. o planejamento e a avaliação para realização de aula(s) de sociologia. o discente estagiário deve demonstrar conhecimentos para planejar e ministrar aula(s) de sociologia com o rigor científico e 60 . objetiva proporcionar aos alunos as orientações sobre a formação de professores. Qualquer redução da carga horária deverá ser autorizada pelo professor da disciplina e pelo Colegiado do curso. poderão ter sua carga horária de estágio reduzida em até 30%. com 135 horas. As atividades devem ser desenvolvidas em múltiplos espaços pedagógicos e com supervisão docente Nestas primeiras 270 horas. a elaboração. entre outros. de vivência e de Exercício Docente que visam repensar a concepção da tarefa educativa.O Estágio Supervisionado I. com 90 horas.

preparação e planos de aulas. observações e acompanhamento. relatórios.Diretrizes e Metodologia de Avaliação A Avaliação do Estágio Curricular deverá ser diagnóstica e processual.0 (sete). planejando trabalhos. registros de observações. 6. entre outras.6. realizada pelo conjunto de professores supervisores de estágio e pela coordenação do Estágio Curricular. O aluno será aprovado se obtiver nota igual ou superior a 7. v) avaliar o desempenho do estagiário através de registros.8.pedagógico necessário. iii) discutir o desempenho acadêmico do estagiário com o Coordenador de Estágio. atividades práticas de ensino. iv) avaliar o estagiário quanto ao planejamento em sala de aula e o relatório das atividades desenvolvidas. O desempenho do aluno deverá ser avaliado pelo conjunto de atividades desenvolvidas no campo de Estágio. através do acompanhamento contínuo e direto de todo o processo pelo professor supervisor. vi) encaminhar os relatórios de atividades do estagiário ao Coordenador de Estágio Curricular do Curso de Ciências Sociais. 61 .7. 6. ii) acompanhar diretamente o estagiário em sala de aula durante a realização do estágio. Supervisão de Estágio Curricular A orientação das atividades desenvolvidas nos campos de estágio caracteriza-se como 'supervisão direta'.8. Ao final do estágio de regência o docente estagiário deverá apresentar um relatório circunstanciado da experiência contendo toda a documentação comprobatória das atividades desenvolvidas ou participar de atividades que proporcionem o relato da experiência vivida. Cabe ao Supervisor de Estágio: i) orientar o estagiário sobre os mecanismos das atividades de estágio.

Anexas a este relato devem estar cópias dos documentos comprobatórios da realização das atividades. relatando as atividades realizadas e o que elas representaram para a sua formação. estudos de caso. Nessa categoria de atividades se enquadram aquelas em que o aluno participa de seminários. exposições. apresentações. Tabela 22: Formas de Aproveitamento das AACCs: Atividades desenvolvidas Número de horas válidas como Número máximo atividade complementar Atividade de extensão em língua 1 estrangeira Curso UESC como de ou por em extensão outra hora de =1 de de horas para aproveitamento atividade 100 horas hora de 100 horas desenvolvida e 1 hora atividade complementar atividade aperfeiçoamento realizados na desenvolvida = 1 hora de IES atividade complementar da reconhecida pelo MEC. bem instituições civil em sociedade Participação de natureza organizada. ensino dirigido. entre outras. 1 horas de atividades= 1 hora e 100 horas devidamente reconhecidas seminários. O licenciando deverá apresentar um Memorial Descritivo sobre as AACC. eventos científicos e culturais.9.6. visitas. palestras. projetos de extensão. congressos e eventos de atividade complementar acadêmica profissional (inclusive 62 . Atividades acadêmicas científico-culturais As Diretrizes Curriculares Nacionais estabelecem para os Cursos de Licenciatura o cumprimento de 200 horas de atividades complementares como parte da exigência para integralização curricular. para apreciação do Colegiado.

indexada Estágio extracurricular 30 horas por semestre 60 horas 100 horas legalmente constituído Participação em atividade de 30 horas por semestre iniciação científica e ou grupos de estudos Atuação como monitor 30 horas por semestre 100 horas em mas revista não 63 . 100 horas científicos.apresentação de trabalho de 100 horas 100 horas conclusão de curso) Apresentação de trabalhos em 5 horas por apresentação eventos de natureza acadêmica Participação projetos extensão UESC Publicação ou autor anais em de periódicos 40 horas por livro. capítulos de livros e publicação de voluntária pesquisa e em pela 2 horas de atividades= 1 hora de de atividade complementar desenvolvidos acadêmicos. 5 horas por publicação especializada.publicação de capítulo de livro ou em anais. como autor ou co. 40 horas por em 20 horas revista por congressos indexada.

Filosofia I Introd. C. História do Brasil Tecnologias Educacionais Libras ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS (AACC) Carga horária Total: 360 h Carga horária Total: 360 h Carga horária Total: 360 h Carga horária Total: 360 h Carga horária Total: 390 h Carga horária Total: 390 h Carga horária Total: 330 h Carga horária Total: 315 h Formação Específica: 1080 horas Disciplinas Pedagógicas: 360 horas Estágio Supervisionado: 405 horas Formação Complementar: 660 horas Disciplinas Optativas: 360 horas AACC: 200 horas Total: 3065 horas Duração do Curso em anos Mínimo = 4 Máximo= 6 64 . Filosofia II Geografia População Didática apl.Educ. Projeto de Pesquisa Pesq. Contemp. Sociais I Pesq. Política II C. Optativa V Ciência Política I C.Apl. Met. Soc. Orient.Téc Pesq. e Educação Hist. Sociais II Oficina de Redação Introd. Fluxograma do Curso 1ºSEMESTR 2ºSEMESTR 3ºSEMESTR 4ºSEMESTR 5ºSEMESTR 6ºSEMESTR 7ºSEMESTR 8ºSEMESTR Sociologia I Sociologia II Sociologia III Sociologia IV Pol. Quantitativa.6.C. Orient. à Economia História da Educação Epistemologia C. Pés Qualita. C. Sociologia e Educação Antropologia I Antropologia II Antropologia III Antropologia IV Optativa I Optativa III. ao Ensino da Sociologia Estágio I Estágio II Estágio III Estágio IV Estatist. Apl. Públ. C. Soc II Psicol. Soc I Estatíst. Legisl. Mét. Política III C.Tec.10. Política IV Optativa II Optativa IV Optativa VI Eletiva Introd.

Bibliografia: DA MATTA. parentesco. A antropologia como campo de conhecimento.11. A antropologia e as demais ciências sociais. Os conceitos de cultura (e seus processos de atribuição de significado) e de sociedade (organização.39-53. estrutura. Relativizando: uma introdução à antropologia social. São Paulo: Abril Cultural. O problema do etnocentrismo. Ementas e referências bibliográficas DISCIPLINAS DE ANTROPOLOGIA OBRIGATÓRIAS: ANTROPOLOGIA I A antropologia como um novo olhar sobre a alteridade e a diversidade. Bronislaw.ed Rio de Janeiro: Vozes. LARAIA. nº 28. 1981.6. Revista Brasileira de Ciências Sociais. INGOLD. A falsa medida do homem. economia etc. São Paulo: Martins Fontes. 65 . O método comparativo e a observação participante como fundamentos da pesquisa etnográfica. O trabalho de campo. O social e o biológico. Roque de Barros. Stephen Jay. 1999. Cultura: um conceito antropológico. 1988. religião. As noções de natureza e cultura. instituição e função sociais) abordados a partir de dimensões como arte. Roberto. GOULD. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 2. 1984 (Coleção Os Pensadores ). Tim. p. Argonautas do pacífico ocidental. MALINOWSKI. Humanidade e animalidade. 1995.

Sociologia e antropologia. Escola Sociológica Francesa. São Paulo: Ática. MAUSS. E. Marcel . Petrópolis: Vozes 1973. 1972. São Paulo: Perspectiva. Historicismo. EVANS-PRITCHARD. 1978. Bibliografia: BENEDICT. Radcliffe-Brown. 2005. Coleção Grandes Cientistas Sociais. Padrões de cultura. Marcel. Antropologia cultural. MEAD. São Paulo. 1976 OLIVEIRA. Rio de Janeiro. p.). MAUSS. 1934. DURKHEIM. Émile. Marcel Mauss: antropologia. (Coleção Grandes Cientistas Sociais) 66 . A. Antropologia Social Britânica. DURKHEIM. oráculos e magia entre os Azande. Antropologia Cultural Norte Americana. Difusionismo. São Paulo: Ática. Roberto Cardoso de (Org. Émile. São Paulo: Cosac & Naify. Perspectiva. A. Bruxaria. RADCLIFFE-BROWN.ANTROPOLOGIA II Evolucionismo Social. Zahar. Lisboa: Livros do Brasil. BENEDICT. O crisântemo e a espada. Margaret . Rio de Janeiro: Jorge Zahar. BOAS. São Paulo: Perspectiva. 2003. Os Nuer. Estrutura e função na sociedade primitiva. Émile Durkheim. 1984. 7 -50 (Coleção Grandes Cientistas Sociais). RADCLIFFE-BROWN. 1979. São Paulo: Abril Cultural – Coleção Os Pensadores. Franz. Sexo e temperamento. 1978. E. EVANS-PRITCHARD. Ruth. Ruth. São Paulo: Ática. Durkheim: sociologia.

1976. Petrópolis: Vozes.). Editora da Unicamp. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Maurice. 1 a 5) LÉVI-STRAUSS. Claude. 1976 (Coleção Os Pensadores) VIVEIROS DE CASTRO. Ed Abril. LÉVI-STRAUSS. P. Antropologia do parentesco: estudos ameríndios. magia e religião. 67 . 1976 LÉVI-STRAUSS. Antropologia estrutural. Marcel: Sociologia e Antropologia. 1991. Claude. 1974 LÉVI-STRAUSS. São Paulo: Nacional. Eduardo (org. Claude. São Paulo: EDUSP. Rio de Janeiro: Editora UFRJ. Claude. LÉVI-STRAUSS. 1970. pensamento selvagem. 1995. MERLEAU-PONTY. ANTROPOLOGIA III Estruturalismo.RIVERS. Claude. Campinas. In: A Oleira ciumenta. As estruturas elementares do parentesco. 1986. versão Jivaro. A noção de estrutura. São Paulo. 1980 (Coleção Os Pensadores). São Paulo: Brasiliense. Totem e Tabu. Bibliografia: LÉVI-STRAUSS. mitologia. Os sistemas classificatórios como categorias ontológicas do pensamento humano: totemismo. LÉVI-STRAUSS. Totemismo hoje. A antropologia de Rivers. 1982 (Cap. De Mauss a Claude Lévi-Strauss. Introdução à obra de Marcel Mauss. Claude. In: MAUSS. Pensamento selvagem. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Antropologia estrutural II. Parentesco e Organização Social. Claude. São Paulo: Abril Cultural.

Clifford. Rio de Janeiro: Zahar. 2002. Carlos Irineu da Costa. A experiência etnográfica: antropologia e literatura no século XX. Nova luz sobre a antropologia. Bruno Jamais fomos modernos: ensaio de antropologia simétrica Trad. Clifford. Interpretação das culturas. GEERTZ. Edmund Leach. Pierre. Rio de Janeiro: Zahar. vol. 1983 (Coleção Grandes Cientistas Sociais). Clifford. Editora UFRJ. A antropologia interpretativa e outros desdobramentos da hermenêutica. n. Clifford. 1992.ANTROPOLOGIA IV Problematização e desdobramentos do estruturalismo. Rio de Janeiro. 1999. 16. 1978. A casa Kabyle ou o mundo às avessas.8. GEERTZ. Ed. Edmund. Ática. A antropologia pós-social. O saber local. Negara: um estado teatro no século XIX. UFRJ. Cadernos de Campo. Vozes. Diálogos entre antropologia e história. GEERTZ. 1998. A antropologia pós-moderna. SAHLINS. 1998 GEERTZ. Obras e vidas: o antropólogo como autor. Rio de Janeiro. LATOUR. Clifford. São Paulo. Bibliografia: BOURDIEU. 2001. Religião e Sociedade. GEERTZ. São Paulo: PPGAS/USP. Rio de Janeiro. Correntes da antropologia contemporânea. CLIFFORD. Cosmologias do Capitalismo. James. Petrópolis. 68 . Marshall. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. São Paulo: Editora 34. 1980. 1994 LEACH.

malandros e heróis: para uma sociologia do dilema brasileiro. Bibliografia: BOSI. 1981 FREYRE. 1982. 1979. Gilberto. Cultura brasileira e identidade nacional. Raízes do Brasil. SAHLINS. O processo ritual. 1983 DA MATTA. São Paulo: Ática. Rio de Janeiro: Zahar. 18ª. São Paulo: Brasiliense. OPTATIVAS: ANTROPOLOGIA BRASILEIRA Estudo dos temas tratados pela investigação antropológica no Brasil.SAHLINS. 1982 ORTIZ. Marshall. Antonio. 1987. 1987. Rio de Janeiro: José Olympio. Para inglês ver. Peter. Renato. ed. Principais contribuições teóricas e empíricas produzidas no Brasil. Casa-grande e senzala. Sérgio. 1974. BUARQUE DE HOLANDA. Alfredo. Victor. Conformismo e resistência: aspectos da cultura popular no Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio. Rio de Janeiro: Zahar. Cultura e razão prática. Roberto. Petrópolis: Vozes. Os parceiros do rio Bonito.1985 69 . 4ª ed. São Paulo: Brasiliense. CHAUÍ. São Paulo: Duas Cidades. Cultura brasileira: temas e situações. 1984 TURNER. Ilhas de história. Carnavais. 1973 FRY. 1986 CANDIDO. Rio de Janeiro: Zahar. DA MATTA. Roberto. Marilena. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: Zahar. Marshall. Petrópolis: Vozes.

A emergência histórica da Antropologia Visual. Rio de Janeiro: Museu do Índio. Vincent. 1993 BARTHES. Manuela. São Paulo: Livraria Martins Fontes. O.RIBEIRO. 1991 CARELLI. 4. André. 1991 FOUCAULT. Caderno de Textos de Antropologia Visual. Annateresa (org. Imagens de índios do Brasil: o século XVI. São Paulo: Brasiliense. A câmara clara. Michel: As palavras e as coisas. Milton. A imagem. 1992. Dicionário enciclopédico das ciências da linguagem. São Paulo. São Paulo: Ed. cinema). tv. Roland. n. 1987 CARNEIRO DA CUNHA. São Paulo: Companhia das Letras. Rio de Janeiro: Ed. Sao Paulo. Linguagem fotográfica e informação. Fotografia: usos e funções no século XIX. Jacques. vídeo. 1992 GURAN. vol. Nova Fronteira. Tzvetan. 1990 DUCROT. A imagem como instrumento de pesquisa.. como documento de pesquisa.). Vídeo e reafirmação étnica. 1995 ANTROPOLOGIA VISUAL Imagem como forma específica de linguagem. TODOROV. 1972 FABRIS. e como produto final de uma pesquisa antropológica. Campinas: Papirus Editora. 1984 BAZIN. Bibliografia: AUMONT. Darcy. Revista de Estudos Avançados. O cinema: ensaios. Rio de Janeiro: Rio Fundo Editora. 70 . Perspectiva. 10. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. que se diferencia a partir dos diferentes meios que a veiculam (foto. São Paulo: EDUSP.

São Paulo: EDUSP. Ivan. 1988. Roberto.. A aventura antropológica: teoria e pesquisa. Rio de Janeiro: Zahar. Rio de Janeiro: Zahar. 1992. Petrópolis: Vozes. L. n. Bibliografia: CARDOSO.LEACH. Rio de Janeiro: Comunicação Contemporânea. M. E. Cadernos de Campo. STRONZENBERG. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Ruth C. Interpretação das culturas. I. 71 . 1978. Clifford. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Jeanne. Treinamento prático através de pesquisas orientadas. A experiência etnográfica: antropologia e literatura no século XX. 1993. 1998 DA MATTA. LEITE. LINS DE BARROS. GEERTZ. 2001. 1986 CLIFFORD. Rio de Janeiro: Editora UFRJ. A fotografia é a sua linguagem. ano 14. FAIVRET-SAADA. LIMA. Nova luz sobre a antropologia. Rio de Janeiro: Espaço e Tempo. 13. Cultura e comunicação: a lógica pela qual os símbolos estão ligados. TRABALHO DE CAMPO Análise das principais contribuições teóricas e metodológicas para o desenvolvimento do trabalho de campo em antropologia. Rio de Janeiro: Zahar. São Paulo: USP. James. Álbum de família. 2005 GEERTZ. Ser afetado. 1978. Miriam Moreira: Retratos de família. Clifford. 1981.

Rio de Janeiro: Zahar.17. José Guilherme. vol. Loic. TORRES. junho de 2002. 2005 ZALUAR. MALINOWSKI. Marshall.49. 46. O antropólogo e sua magia. Bahia. n. De perto e de dentro: notas para uma etnografia urbana. 1997. 34. Rio de Janeiro: Francisco Alves. MARCUS. O ‘pessimismo sentimental’ e a experiência etnográfica: porque a cultura não é um ‘objeto’ em via de extinção. A vida de laboratório: a produção de fatos científicos. Revista Brasileira de Ciências Sociais. vol. vol. Desvendando máscaras sociais.). Rio de Janeiro: Relume-Dumará. Bronislaw. Um diário no sentido estrito do termo. Rio de Janeiro: Relume Dumará. SAHLINS. Sao Paulo. Na metrópole. Os tambores dos mortos e os tambores dos vivos: etnografia. Lilian de Lucca (org. 1995. LATOUR. 2002 WHYTE. Sociedade de esquina. 1991. 1984 (Coleção Os Pensadores). Bronislaw. Identidades passadas. Márcio. Bruno. n. 2000. Revista de Antropologia. Mana. A favor da etnografia. Rio de Janeiro: Relume-Dumará. (org. Wiliam Foote. Steve. Corpo e alma: notas etnográficas de um aprendiz de boxe. Mariza. Alba G. Record. 1997. MAGNANI. Argonautas do pacífico ocidental.). São Paulo: EDUSP/Fapesp. Revista de Antropologia. José Guilherme C. MAGNANI. Vagner Gonçalves. 1997. antropologia e política em Ilhéus.GOLDMAN. 2 julho/dezembro de 2003. números 1 e 2.. George. SILVA. 72 . presentes e emergentes: requisitos para etnografias sobre a modernidade no final do século XX ao nível mundial. vol 3. PEIRANO. 2000 WACQUANT. São Paulo: Abril Cultural. São Paulo: EDUSP. 1980. MALINOWSKI. Rio de Janeiro. WOOLLGAR.

Brasília : Editora da Universidade de Brasília. FAUSTO. 1976. Roberto.Antropologia n. Bibliografia: CARDOSO DE OLIVEIRA. Caracterização geral das distintas áreas etnográficas: a floresta. Ensaios em Antropologia Histórica. Teorias e métodos. Claude. OLIVEIRA. técnica. 1976. São Paulo: Companhia Editora Nacional.ETNOLOGIA I Panorama da etnologia das terras baixas da América do Sul. In: M. 73 . (org. VIVEIROS DE CASTRO. nas duas últimas décadas. João Pacheco de. História dos índios no Brasil. A construção da pessoa nas sociedades indígenas brasileiras. 1982.). Eduardo. Questões clássicas e atuais. Carlos. o altiplano e a costa. A etnologia das populações indígenas do Brasil. Julio Cezar. o cerrado. Índios do Brasil. Boletim do Museu Nacional . Carneiro da Cunha (org. 1993. São Paulo: Fapesp/Cia. Petrópolis: Vozes. Fragmentos de história e cultura tupinambá: da etnologia como instrumento crítico do conhecimento etnológico. das Letras. o chaco. DA MATTA. SEEGER. São Paulo : HUCITEC. 1979. Panorama geral dos povos pré-colombianos considerados em sua real diversidade cultural. MELATTI. Leituras de etnologia brasileira. Rio de Janeiro: Editora UFRJ. 32. LÉVI-STRAUSS. Abordagem crítica das noções de "índio" e de "etnia". 1999. SCHADEN. Roberto. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 1992. MELATTI. política. Enigmas e soluções: exercícios de etnologia e de crítica. Julio Cezar. Anuário Antropológico 80. E.). 1983. Anthony. lingüística e ecológica. As estruturas elementares do parentesco.

Elizabeth & NASSER. 2003. Índios livres e índios escravos: princípios da legislação 74 . NASSER. Movimentos indígenas no Brasil. História dos Índios no Brasil. C. Wallace de Deus. 1992. “Introdução a uma história indígena”. (orgs. FAPESP. Rio de Janeiro: Contra Capa. 1995.. Salvador: Fundação Cultural do Estado da Bahia. 1993. da Cunha (org. E. Em: Silva. Antropologia do parentesco: estudos ameríndios. Política indigenista no século XIX. OLIVEIRA. Sumaré / ANPOCS. E. São Paulo: Cia. FAPESP. PERRONE-MOISÉS. In: S . São Paulo: Cia. Manuela Carneiro da. da Cunha (org. Nássaro. Dilemas culturais e disputas políticas entre os Kambiwá e os Pipipã. ETNOLOGIA II Sociedades indígenas no Brasil Contemporâneo.. Rio de Janeiro: Editora UFRJ. M. Manuela Carneiro da.). Amazônia: etnologia e história indígena. CUNHA.VIVEIROS DE CASTRO. C.) O Índio na Bahia. E. Etnicidade. BARBOSA. Sociedades indígenas e Sociedade Nacional. Indigenismo: agências de Estado e adminsstração de populações. VIVEIROS DE CASTRO. 1988. das Letras: Secretaria Municipal de Cultura. In: M. (org). (org. CUNHA. das Letras: Secretaria Municipal de Cultura.Miceli org. CARNEIRO DA CUNHA. 1999. 1992. Etnologia brasileira. O que ler na ciência social brasileira (1970–1995). São Paulo: EDUSP/NHI. Etnohistória. Volume I: Antropologia. Política e Reelaboração Cultural no Nordeste indígena. VIVEIRO DE CASTRO. Beatriz.). João Pacheco de (org. São Paulo: Ed.) A Viagem da Volta. A. In: M. Pedra do Encanto. Rio de Janeiro: Contra Capa. 1999.). “Tuxá”. P. História dos Índios no Brasil.

2002. Sao Paulo: 30: 95-115. considerando a real diversidade étnica. Pedro. São Paulo: Editora Anita. da Cunha (org. FAPESP. São Paulo: Ática. Estudos Avançados. PUNTONI. Dialética radical do Brasil negro. Povos Indígenas e a Colonização do Sertão Nordeste do Brasil. Panorama geral dos povos africanos e de sua difusão pela América. ANTROPOLOGIA DOS GRUPOS AFRO-BRASILEIROS Estudo analítico de temas da literatura acerca de grupos negros e suas produções na América. 1978 75 . George Reid. Clovis. Thales de. Carlos A. maio/agosto de 1997. Movimentos negros. In: M. 1975. 1900-1990: um contraponto americano. 1994. Fapesp. Sociedade plural. 1979.indigenista do período colonial (séculos XVI a XVIII). cultural. racismo e “democracia racial” no Brasil. História dos Índios no Brasil. Abdias de. Democracia racial. Democracia racial brasileira. MUNANGA. A Guerra dos Bárbaros. São Paulo: Hucitec. das Letras: Secretaria Municipal de Cultura.). Principais interpretações sobre o lugar das culturas e religiões afro-brasileiras no cenário nacional. 1992. Estratégias e políticas de combate à discriminação racial. A escravidão e as populações africanas no processo de formação das idéias de sociedade e de cultura brasileiras. São Paulo: Cia. Rio de Janeiro: Paz e Terra. HASENBALG. O genocídio do negro brasileiro. São Paulo: EDUSP/Estação Ciência. Bibliografia: ANDREWS. Petrópolis: Vozes.). 1996 NASCIMENTO. Edusp. MOURA. Sociologia do negro brasileiro. 1988. Clovis. AZEVEDO. C. política e linguística destas sociedades. MOURA. Kabengele (org. Rio de Janeiro: Edições Graal. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil.

Bibliografia: 76 . NOGUEIRA. Brasília. 1994 REIS. Valter Roberto (orgs. 1993 SCHWARCZ. São Paulo: EDUSP.) Raça e diversidade. SILVA. ANTROPOLOGIA DOS GRUPOS AFRO-BRASILEIROS II Estudo intensivo de religiões "afro-brasileiras". DF: INEP/MEC. São Paulo: Editora Altana. 1996. 2002. O espetáculo das raças. São Paulo: Companhia das Letras. Oracy.NASCIMENTO. 1995 SANTOS. Gislene Aparecida dos.Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. A invenção do ser negro. A Queiroz. São Paulo: Companhia das Letras. 1981. Rio de Janeiro: Pallas. 2003. Lilia Moritz. SILVEIRO. Mulato: negro–não negro e/ou branco-não branco. Renato da Silva (orgs. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. Petronílha Beatriz Gonçalves. Petrópolis: Vozes. QUEIROZ. São Paulo: T. Elisa Larkin. Panafricanismo na América do Sul. 4a ed. Tanto preto quanto branco: estudos de relações raciais. 2002. Eneida de Almeida dos. Lilia Moritz.) Educação e ação afirmativa: entre a injustiça simbólica e a injustiça econômica. SCHWARCZ. a partir da leitura de monografias e/ou de experiências de campo. Darcy. Renato. Cultura brasileira & identidade nacional. 1985 ORTIZ. RIBEIRO. São Paulo: Brasiliense.

Investigações antropológicas de fenômenos localizados em áreas urbanas. João Baptista Borges. São Paulo: Pioneira. 82111. REIS.23. Daedalus. VERGER. Rita de Cássia. A cultura negra: resistência de cultura à cultura de resistência. Rio de Janeiro: Educ/ Pallas. 2002 VELHO. SILVA. São Paulo: Editora Nacional. Construção e legitimação de um campo do saber acadêmico (1900-1960). Medo de feitiço: relações entre magia e poder no Brasil. SILVA. Religiões afro-brasileiras. São Paulo: EDUSP/ Estação Ciência. Renato. Símbolos da herança africana: por que candomblé.) Negras imagens: ensaios sobre escravidão e cultura. Bibliografia: 77 . A morte branca do feiticeiro negro. Rita. 1996. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional. Petrópolis: Vozes. Nina. 55. 1984. 1992. Lilia.AMARAL. PEREIRA. São Paulo: USP-CCS. Principais tendências da antropologia urbana. RODRIGUES. As religiões africanas no Brasil. 1977. n. DANTAS. pp. 1978. n. ORTIZ. Revista USP. Vagner G & AMARAL. São Paulo: Corrupio. 1987. Rio de Janeiro: Graal. Vagner G. Pierre. Vovó nagô e papai branco. Beatriz G. In: SCHWARCZ. Xirê o modo de crer e de viver no candomblé. Fluxo e refluxo do tráfico de escravos entre o Golfo de Benin e a Bahia de Todos os Santos dos séculos XVII ao XIX. São Paulo. Yvone. ANTROPOLOGIA URBANA O espaço social e seu significado na área urbana. 2002 BASTIDE. 1985. 1988. Roger. Letícia (orgs. Os africanos no Brasil.

VELHO. E. VELHO. 78 .). São Paulo.). Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan. M. L. Ana Maria. G. São Paulo: Perspectiva. Campinas: Papirus. FREITAG-ROUANET. 1987. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1. 1983.AUGÉ. J. 2000. Lilian de Lucca (org. Rio de Janeiro: Conselho Estadual de Cultura. C. Rio de Janeiro: Guanabara. TORRES. Estrutura urbana e ecologia humana. Gilberto. 1978. 1999. 1981. 1991. & VIVEIROS DE CASTRO. Ruth C. GODOI. vol. História da cidade. VELHO. O conceito de cultura e o estudo de sociedades complexas: uma perspectiva antropológica. Individualismo e Cultura. O fenômeno rbano.Jornal da Cultura. A casa e a rua. Não-lugares: introdução a uma antropologia da supermodernidade. MAGNANI. 1994. A aventura antropológica: teoria e pesquisa. NIEMEYER. Na metrópole. São Paulo: EDUSP/Fapesp. EUFRÁSIO. São Paulo. MAGNANI. 1998. Tempo Social . BENÉVOLO. Brasiliense. Roberto. Artefato . Bárbara.Revista de Sociologia. 1986 DA MATTA. G. Além dos territórios. 2000. A cidade brasileira como espaço cultural.). Campinas: Mercado de Letras. Festa no pedaço. n. 1984. L. Rio de Janeiro: Zahar.. CARDOSO. 12. Marc. São Paulo: Editora 34. Emília Pietrafesa de (org. Otávio (org. José Guilherme C.

1978. As formas elementares da vida religiosa. A interpretação das culturas. Lisboa: Edições 70. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. A construção do mundo. Antropologia social da religião. Mefistófeles e o andrógino . ELIADE. Pureza e perigo. 1975. A invenção da mitologia. Antropologia estrutural II. DOUGLAS. LÉVI-STRAUSS. LÉVI-STRAUSS. Edward. São Paulo: Paulinas. 1990. Rio de Janeiro: Zahar.ANTROPOLOGIA DA RELIGIÃO Formação e desenvolvimento do campo de estudos antropológicos sobre religião. EVANS-PRITCHARD. Mircea. 1970. 1976. 1992. DETIENNE.Comportamentos religiosos e valores espirituais não-europeu. Claude. São Paulo: Perspectiva. Rio de Janeiro: Campus. Religião e sociedade: relação entre sistema de crenças e práticas sociais. Claude. São Paulo: Martins Fontes. 1976 LÉVI-STRAUSS. 1989. Mircea. Claude. Marc. Totemismo hoje. Mary. Magia. Teorias da religião. Antropologia estrutural. ELIADE. DURKHEIM. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. O sagrado e o profano. MALINOWSKI. 1988. ciência e religião. Émile. 79 . Petrópolis: Vozes. GEERTZ. São Paulo: Martins Fontes. Bibliografia: AUGÉ. Marcel. Análise de movimentos de inspiração religiosa. Clifford. teorias da magia e do ritual. Bronislaw. 1990. 1978. Rio de Janeiro: José Olympio/UNB. 1978. Lisboa: Edições 70.

FOX. 1981. Rio de Janeiro : Paz e Terra. 1981. 1978. ORGANIZAÇÃO SOCIAL Os sistemas de parentesco e sua importância para a compreensão da estrutura social. 141-227. FORTES.). In: MAUSS. 1992. Barcelona: Anagrama. Marc (org. Mito e sociedade na Grécia antiga. 80 .. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. LARAIA. 1981. Ensaios de Sociologia. 1974.. Robin. MAUSS. 1969. O parentesco em relação às demais esferas da vida social. Louis. Michael. 1978. Edward. DUMONT. Organização social. Roque de Barros (org. Marcel. 1986. Parentesco e casamento. Ensaio sobre a Natureza e a função do sacrifício (1899). & EVANS-PRITCHARD. HUBERT. p.MAUSS. Esboço de uma teoria geral da magia. O processo ritual. Os ritos de passagem. Sistemas políticos africanos. São Paulo: Perspectiva. Rio de Janeiro: José Olympio/UNB. Xamanismo. Lisboa: Vega. TURNER. 1993. Principais teorias antropológicas sobre o parentesco.. Marcel. RJ : Vozes. São Paulo:EPU/EDUSP. Petrópolis: Vozes. TAUSSIG. 1974. Rio de Janeiro: Zahar. M. M. A. J. I: 37-176. Os domínios do parentesco. VERNANT. 1975. Bibliografia: AUGÉ. Petrópolis. Introducción a dos teorías de la antropología social.). H. Victor W.P. colonialismo e o homem selvagem: um estudo sobre o terror e a cura. VAN GENNEP. Lisboa: Edições 70. Sociologia e Antropologia.

Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Rio de Janeiro: Editora UFRJ. 2000. Formações econômicas pré-capitalistas. VIVEIROS DE CASTRO. Petrópolis: Vozes 1973. 1995. Elementos de organização social. "Ensaio sobre a dádiva: forma e razão da troca nas sociedades arcaicas. Homo Aequalis.). Petrópolis: Vozes. H. MARX. Lisboa: Edições 70. ANTROPOLOGIA ECONÔMICA Análise da contribuição da antropologia no campo dos estudos sobre economia. RADCLIFFE-BROWN. Claude. D.LÉVI-STRAUSS. Rio de Janeiro: Zahar. Marcel. 1974.. Maurice. 1970. Raymond. A antropologia como crítica do etnocentrismo economicista. Rio de Janeiro: Paz e Terra. São Paulo: Cosac & Naify. 1985. Louis. Bibliografia: DUMONT. MAUSS. A. GODELIER. In: Sociologia e Antropologia. Moeda de sal e circulação das mercadorias entre os Baruya da Nova-Guiné. In: Horizontes da antropologia. FIRTH. Sao Paulo: EDUSC. As economias da dádiva e da reciprocidade e o mercado capitalista. W. Karl. A. 1977. 1991. R. Antropologia do parentesco: estudos ameríndios. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 1982 RADCLIFFE-BROWN. Sistemas políticos africanos de parentesco e casamento. Estrutura e função na sociedade primitiva. A antropologia de Rivers Campinas: Unicamp. 271-300. Racionalidade e irracionalidade na Economia. & FORDE. Eduardo (org. 1982. As estruturas elementares do parentesco. R. Principais correntes teóricas. Bauru. RIVERS. Maurice. p. 2004 81 . GODELIER.

1990. E.). 5 e 6). Belo Horizonte: Ed. Rio de Janeiro: Zahar. In: CARVALHO. Bibliografia: ALVAREZ. p. 7. 1978. São Paulo. Marshall. 7-44 SAHLINS. Pierre. Perspectiva. Rituais de rebelião no sudeste da África. A grande transformação: as origens da nossa época. Max. Análise e discussão de sistemas de controle social contemporâneos. 1978. São Paulo. BOURDIEU. A máquina e a revolta: organizações populares e significado da pobreza. 82 . ZALUAR. Teorias e analíticas do poder. O poder simbólico. Edgar Assis (org. Rio de Janeiro: Difel/Bertrand Brasil. Lisboa: Edições 70. numa perspectiva comparada. EVANS-PRITCHARD. 4. ANTROPOLOGIA POLÍTICA Análise e discussão de sistemas políticos não ocidentais. 1980. Textos de Aula. A Primeira Sociedade da Afluência. Cultura e política nos movimentos sociais latinoamericanos. POUILLON. GLUCKMAN. Análise das principais teorias acerca da realidade política. A sociedade contra o Estado. Os nuer. Cultura e razão prática. SAHLINS. Brasília: Editora da UnB. Karl. (org. Antropologia 4. da UFMG. Cap. Brasiliense. 1978. 6. A antropologia econômica (correntes e problemas). Estudos de movimentos políticos minoritários. (Introdução. Marshall. 2000.) CLASTRES. 1989. Pierre. Sonia et alli.POLANYI. Alba. Genealogia e crítica das categorias que organizam a contribuição da antropologia para o estudo dos sistemas políticos. Cap.) Antropologia econômica São Paulo: Livraria Editora Ciências Humanas Ltda. F. Mitologias políticas. (caps. 1985. Rio de Janeiro: Campus. 1979. O "poder" e o "político" enquanto categorias. Rio de Janeiro: Francisco Alves.

Raymond. Sao Paulo: Martins Fontes. FIRTH.219-260. Antropologia. Marshall. Rio de Janeiro: Contracapa. 2002. chefes. 1990. Jorge C. (org. 1981 PALMEIRA.Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Rio de Janeiro: Garamond. 2003. Bibliografia: PISCITELLI. Zahar. Marcio (orgs). 1992. In: Tristes trópicos. 1978. p. sustentam ou alteram papéis de gênero em diferentes culturas.) A prática feminista e o conceito de gênero. Rio de Janeiro: Zahar. Sistemas políticos da Alta Birmânia. Pereira. O dilema da participação popular. GREGORI. nº 48. 1996. Leila Mezan. Processos e mecanismos que geram. Sergio (org). LÉVI-STRAUSS. O homem bidimensional: a antropologia do poder e o simbolismo nas sociedades complexas.235-255. LEACH. SIMÕES. 2004. Judith. gênero e identidades sexuais. nº 21. mulheres. Campinas: IFCH-Unicamp. 7-42. 1974. Emergência dos estudos feministas. p. Homens. Moacyr e GOLDMAN. Abner. Sexualidade e saberes: convenções e fronteiras. 1995. BUTLER. Textos Didáticos. p. 83 . Maria Filomena e CARARA. Corporalidade. São Paulo: Marco Zero/Anpocs. Claude. Elementos de organização social. SAHLINS. Ilhas de história. Trad. ANTROPOLOGIA E RELAÇÕES DE GÊNERO A sexualidade como objeto das ciências sociais. Sexualidade e gênero na abordagem antropológica. Rio de Janeiro. ALGRANTI. voto e representação política.COHEN. Adriana. Júlio A. São Paulo: EDUSP. O parentesco é sempre tido como heterossexual? Cadernos Pagu. Edmund.

Regina Maria (orgs. Cap. São Paulo: Cosac Naify. MALINOWSKI. BUTLER. Dualismos em duelo.157-209. 1996. Petrópolis: Vozes. Claude. Cadernos Pagu. Sexo e temperamento. In: A sociedade contra o Estado. FRY. In: Para inglês ver: identidade e política na cultura brasileira. Cadernos Pagu. Rio de Janeiro: Graal. Michelle. Claude. p. Margaret. 1995 RUBIN.). P. 1956 (edição esgotada).CLASTRES. História da Sexualidade 1: a vontade de saber. 136-145. Bronislaw.) Edmund Leach: Antropologia. cultura e sociedade. São Paulo: Perspectiva. 2003. 2003. (org. Judith. Donna. FAUSTO-STERLING.4). Cap. A vida sexual dos selvagens. p. FOUCAULT. 1983 MEAD. Rio de Janeiro: Zahar. 2001-2002. 2. Peter. p. 11-36. PARKER. (Cap. BARBOSA. O uso e o abuso da antropologia: reflexões sobre o feminismo e o entendimento intercultural. Michel. Pierre. 5. ROSALDO. Anne. Cadernos Pagu.1. A família. 9-79. O problema do incesto. 2003. São Paulo: Ática. Gayle. nº. n º 21. 2004. 1981. 2003.) Homem. “O arco e o cesto”. Rio de Janeiro: Relume Dumará. HARAWAY. In: SHAPIRO. nº 22. Sexualidades brasileiras. Edmund. Rio de Janeiro: Francisco Alves. Da hierarquia à igualdade: a construção histórica da homossexualidade no Brasil. Richard. Horizontes Antropológicos. LEACH. In: As estruturas elementares do parentesco. n° 17/18. São Paulo: Fundo de Cultura. 84 . Tráfico sexual – entrevista. Harry L. LÉVI-STRAUSS. 201-246. Gênero para um dicionário marxista: a política sexual de uma palavra. p. 2000. 1983 LÉVI-STRAUSS. In: Roberto da Matta (org. Nascimento Virgem.

Jeffrey. Política e cultura: visões do passado e perspectivas contemporâneas. 1996.F. Belo Horizonte: Autêntica. XX ENCONTRO ANNUAL DA ANPOCS. 5. Guacira Lopes (org. Carole. Renato. A problemática ambiental e as Ciências Sociais. al. S. São Paulo: Hucitec/Anpocs.o caso do Conselho Nacional de Meio Ambiente. SZTUTMAN. Revista de Antropologia. A antropologia redescobre a sexualidade: um comentário teórico. H.235-266. 85 . 1996. Physis – Revista de Saúde Coletiva.. Boletim Informativo e Bibliográfico das Ciências Sociais. v. ° 1. Antropologia de corpos e sexos: entrevista com Françoise Héritier. et al. 2004. S. Marilyn. v. Silvana. 1992. 2004. 2000. O corpo educado: pedagogias da sexualidade. p. Análises das transformações sócio-ambientais em diferentes segmentos da população. J. O corpo e a sexualidade. et. Política ambiental e discurso democrático . LEITE LOPES.STRATHERN. Bibliografia: ACSELRAD. 1995. HERCULANO. In: LOURO. In: FRY. O campo do ecologismo no Brasil: o fórum das ONG's. Rio de Janeiro: NUAP/Relume-Dumará. ANTROPOLOGIA E MEIO AMBIENTE Da ecologia cultural à antropologia ecológica. WEEKS.). P. VIEIRA. v. 1995. Peter. 47. Relação natureza/cultura. 7-31. 33. p.37-82. 3. NASCIMENTO. VANCE. Relação ambiente/sociedade. nº 2. Rio de Janeiro: Relume-Dumará/Anpocs. p. Estudos Feministas. n. Necessidade de pais e necessidade de mães. nº 1. A ambientalização dos conflitos sociais: participação e controle público da participação industrial.

destacando suas respectivas abordagens. seus conceitos e temas mais relevantes. Carlo. Mitos. GINZBURG. Negara: um estado teatro no século XIX. J. Lisboa: Difel. Prefácio. C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Zahar. Os Nuer. Bibliografia: BRAUDEL. DARTON. GINZBURG. Antropologia social. São Paulo. 1978. 1987 LE GOFF. estrutura e acontecimento. Bloch. 1980. 1978. 1993 86 . Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Ilhas de história. In: Escritos sobre a história.ANTROPOLOGIA E HISTÓRIA Polêmicas e convergências entre a Antropologia e a História. DARTON. E. Robert. O queijo e os vermes. mentalidades e longa duração. GEERTZ. Lisboa: Edições 70. EVANS-PRITCHARD. História e Ciências Sociais: a longa duração. In: MARC. Carlo. Rio de Janeiro: Graal. Perspectiva. GINZBURG. permanência e conflito. Carlo. Marshall. 1978 SAHLINS. 1984 EVANS-PRITCHARD. O inquisidor como antropólogo. Fernand. Os reis taumaturgos. 1976 GEERTZ. Rio de Janeiro: Zahar. 1990. Robert. São Paulo: Companhia das Letras. E. São Paulo: Perspectiva. São Paulo: Companhia das Letras. 1986. diacronia e sincronia. In: A micro-história e outros ensaios. Boas vizinhas In: O beijo de Lamourette. 1989. São Paulo: Companhia das Letras. emblemas e sinais. Clifford. O grande massacre de gatos. circularidade e dinâmica cultural. 1988. São Paulo: Companhia das Letras.

Textos Didáticos Campinas. Marcel. São Paulo: EDUSP. In: Religião e Sociedade. ANTROPOLOGIA DO DIREITO Idéias preliminares sobre antropologia jurídica. Rio de Janeiro: Francisco Alves. MALINOWSKI. Os reis taumaturgos. São Paulo: Companhia das Letras. 16. 1983 MARC. 1996. 2004 RADCLIFFE-BROWN. Antropologia e direitos humanos diversidade cultural e a busca de consensos. Marshall. vol. São Paulo: Cosac & Naify. SCHWARCZ. A vida sexual dos selvagens. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. São Paulo: Brasiliense. Claude. Rio de Janeiro. 1979.LEFORT. Claude. A. A eficácia simbólica. 1993 MAUSS. Marshall. In: Sociologia e Antropologia. 2001. n. 1992. Formação de operadores do direito no Brasil e produção de laudos periciais antropológicos. Como pensam os nativos. Bronislaw. 1998. 1979. Marshall. As barbas do imperador. Cultura e razão prática. "Ensaio sobre a dádiva: forma e razão da troca nas sociedades arcaicas. Estrutura e função na sociedade primitiva. Lilia. Claude. Bloch. 1970. São Paulo: Companhia das Letras. SAHLINS. 24. SAHLINS. O feiticeiro e sua magia. LÉVI-STRAUSS. História e Antropologia. Petrópolis: Vozes 1973. Cosmologias do Capitalismo. As formas da história. IFCH/UNICAMP. Rio de Janeiro: Zahar. A constituição dos campos de estudo e pesquisa da antropologia jurídica. In: Antropologia estrutural. SAHLINS. História e Etnologia. LÉVI-STRAUSS. 87 .

BOURDIEU. Panorama da antropologia. 1983. As ilusões da liberdade: a Escola Nina Rodrigues e a antropologia no Brasil. 1966. CALDEIRA. (org. Pierre. 1973. Rio de Janeiro/São Paulo: EdUERJ/ EDUSP. 1982. 2001. São Paulo: Editora 34/ EDUSP. In: Coisas ditas. Antropologia do direito. Niterói: EdUFF/Instituto de Segurança Pública. 2000. Rio de Janeiro: Zahar. Morte em família: representações jurídicas de papéis sexuais. São Paulo: Brasiliense. Paul (org. O Poder em cena. BARBOSA. 1998. São Paulo: Plêiade/ Fapesp. Shelton H. Pierre. Brasília: Editora UnB. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1990 (pg. Cidade de muros: crime. CARRARA. Rio de Janeiro: Graal. CORRÊA. CORRÊA. BALANDIER. 96-107). 1978. 88 . BOHANNAN. Marco Antonio. BARBOSA. 2003. Autodeterminação e direito à diferença. Direito antropológico e terras indígenas no Brasil. Bragança Paulista. A sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. São Paulo: Plêiade. Marco Antonio. São Paulo: Editora Fundo de Cultura. Sérgio. Mariza. Políticas públicas de justiça criminal e segurança pública. 2001. segregação e cidadania em São Paulo.). Pierre. Rio de Janeiro: Francisco Alves. Georges. DARMON. DAVIS. A codificação. 1991. CLASTRES. Médicos e assassinos na Belle Époque: a medicalização do crime. SP: Editora da Universidade São Francisco. Mariza.Bibliografia: ARAÙJO FILHO et al. 2001[a].). Teresa Pires do Rio. Crime e loucura: o aparecimento do manicômio judiciário na passagem do século.

Rio de Janeiro: Paz e Terra. MOURA. Lições de sociologia: a moral. Florianópolis: EdUFSC. FOUCAULT. 1997. 2000. Pierre Rivière. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional. ano 5. Cecília Maria et al. Rose Satiko. Rio de Janeiro: Graal. 5. A. o direito e o Estado. n. ‘Peguei tempo indeterminado’ — vigilância. 1984. O cuidado dos mortos: uma história de condenação e legitimação do espiritismo.). 1983. 2002. GREGORI. Viração: experiências de meninos nas ruas. Humanidades. Queiroz/ EDUSP. p. Sexta Feira — Antropologia. HIKIJI. Michel. 1984. Direito oficial e direito costumeiro no Brasil: um estudo de caso dos índios Guarani do litoral de São Paulo e 89 . Rio de Janeiro: NAU Editora. GIUMBELLI. HELM. FOUCAULT. Roberto (org. KANT DE LIMA. Meretrizes e doutores: saber médico e prostituição no Rio de Janeiro (1840-1890). 10. Artes. que degolei minha mãe. A verdade e as formas jurídicas. Martha de Abreu. FONSECA. Maria Filomena. Porto Alegre: PPG/UFRGS. Magali. Horizontes antropológicos: diversidade cultural e cidadania. A perícia antropológica em processos judiciais. Eu. violência e revolta entre os muros da Febem. Michel. Émerson. Rio de Janeiro: EdUFF. maio/ 1999. São Paulo: Brasiliense.DURKHEIM. FOUCAULT. ESTEVES. Vigiar e punir: nascimento da prisão. ENGEL. Petrópolis: Vozes. 1989.). Émile. São Paulo: Hedra. n. Claudia (org.) Antropologia e direitos humanos 2. Paula. Margarida Maria & BARBOSA. (org. 1994. 50-58. minha irmã e meu irmão. São Paulo: Companhia das Letras. 2000. 2003 MIRAGLIA. Meninas perdidas: os populares e o cotidiano do amor no Rio de Janeiro da Belle Époque. Marco Antonio. Michel. 1989. São Paulo: T.

Os deserdados da terra: a lógica costumeira e judicial dos processos de expulsão e invasão da terra camponesa no sertão de Minas Gerais. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Roberto (org. Porto: Edições Afrontamento. Os herdeiros da terra: parentesco e herança numa área rural. Temas IMESC. Rio de Janeiro: Relume Dumará/ Núcleo de Antropologia Política. São Paulo. pg. 159-182. OLIVEIRA. Quilombos: identidade étnica e territorialidade. MOURA. Helena. 2001. 1988. Regina. SCHILLING. 2001. São Paulo: EDUC e Imprensa Oficial do Estado. Saúde. Direito. Margarida Maria. Antropologia jurídica. Isaura de M. SHIRLEY. 90 . Rio de Janeiro: EdFGV. 2003. São Paulo: Saraiva. C. 1996.. Direito legal e insulto moral: dilemas da cidadania no Brasil. 2002. Boaventura de Sousa et al. São Paulo: Humanitas/FFLCH-USP/Fapesp. NOVAES. punições e direitos humanos. Rio de Janeiro: Mauad.) Reflexões sobre justiça e violência: o atendimento a familiares de vítimas de crimes fatais. SANTOS. Graziela A. 159-182. Robert Weaver. PAVEZ. Flávia (orgs. Regina & KANT DE LIMA. O’DWYER. Sociedade. Eliane Cantarino. MOURA. 987. Discursos desconcertados: linchamentos. Rio de Janeiro: EdUFF. SINGER. NOVAES. OLIVEIRA. Os tribunais nas sociedades contemporâneas: o caso português. Luís Roberto Cardoso de. Margarida Maria.. 1978. 3(2). 2002. 2002. Antropologia e direitos humanos. Direitos humanos: temas e perspectivas. Quebec e EUA.um estudo de caso dos camponeses livres e dependentes do sertão de Minas Gerais.). São Paulo: Hucitec. 1986.

Margarita (orgs. Campinas: Papirus. Niterói: EdUFF. Turismo e identidade local: uma visão antropológica. KRIPPENDORF. Antropologia do turismo. RODRIGUES. 1995. 1997. São Paulo: Aleph. Campinas: Papirus.VÍCTORA. Campinas: Papirus. (org.G. F. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Margarita. Porto Alegre. O debate atual no Brasil. p. outubro de 2003. São Paulo: 91 . 2004 ANTROPOLOGIA E TURISMO O papel das sociedades no processo de desenvolvimento do turismo. modernidade.). As três ecologias. Hucitec. Álvaro. 2001. 1989. Sociologia do turismo: para uma nova compreensão do lazer e das viagens. Ceres et al.. PAIVA. BARRETTO. BARBOSA. 1997. 1989.) Antropologia e ética. O despertar do turismo: um olhar crítico sobre os nãolugares. Adyr B. Horizontes Antropológicos. Organização social e turismo. 2001. O Território do Vazio: a praia e o imaginário ocidental. GUATTARI. São Paulo-SP: Companhia das Letras. 15-29. As mudanças culturais em decorrência do turismo. n.V.M. BARRETO. J. Bibliografia: BANDUCCI JR. globalização. Sociologia do turismo. M. ano 9. Ycarim Melgaço.) Turismo. CORBIN. (org. A. 20. O imprescindível aporte das ciências sociais para o planejamento e a compreensão do turismo. As relações residentes/visitantes.

paisagem e cultura. 1996. III e IV) Estes cursos terão seus programas definidos em função das propostas apresentadas por professores da área de antropologia. São Paulo: Studio Nobel/SESC. 2000. DISCIPLINAS DE SOCIOLOGIA OBRIGATÓRIAS SOCIOLOGIA I Os fundamentos da sociologia. Haroldo. YÁZIGI. a questão do Estado na sociologia de Dürkheim. a divisão do trabalho e o direito em Dürkheim. sociologia funcional-positivista. Senac. São Paulo: Contexto. fato normal e fato patológico. Dürkheim e o método sociológico. John.TORRES. Rita de Cássia da.). YÁZIGI. representações sociais e sociologia da religião. da relevância no seu campo de conhecimento. URRY. a sociologia positivista. espaço. (orgs. II. 2002.). São Paulo: Ed. COSTA Heloisa (orgs. Eduardo (org. 1996. Eduardo.Turismo. CRUZ. Bibliografia: 92 .). O olhar do turista: lazer e viagens nas sociedades contemporâneas. a noção de coesão social. ou da sua atualidade no debate acadêmico. em função de seus temas de pesquisa. Ana Fani. socialização e educação. População e meio ambiente: debates e desafios. o suicídio como fato social e a utilização de métodos quantitativos na sociologia. TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA (I. Turismo e paisagem. CARLOS. São Paulo: Hucitec.

Evaristo de (org. luta de classes e história . (Coleção Mestres da modernidade) MARTINS.). As idéias de Durkheim. Émile. 1982 LÖWY. Rio de Janeiro: Zahar.BOUDON. ed. Carlos Alberto Ribeiro de Moura. Karl. 1982 (trechos selecionados) 93 . 1970. O que é sociologia. 1993 DURKHEIM. São Paulo: Martins Fontes. Émile. Harold Joseph (org. 10. Michael.). Anthony. Karl. conceito de mercadoria. Lisboa: Edições 70. 1993 LASKI. conceito de classes sociais. Francois. São Paulo: Abril Cultural. infra-estrutura e superestrutura. ideologia. Comte: sociologia. Rio de Janeiro: Guanabara. São Paulo: Brasiliense. As regras do método sociológico. 2. Sociologia e filosofia. 1995 MARX. Carlos B. Dicionário crítico de sociologia. São Paulo: Cultrix. Émile. Raymond. O capital. Ideologias e ciência social: elementos para uma análise marxista. modo de produção. ed Rio de Janeiro: Forense Universitária. 1978 (Coleção Grandes Cientistas Sociais) SOCIOLOGIA II A sociologia do conflito em Marx. Bibliografia: MARX. 1978 (Coleção Os Pensadores) DURKHEIM. ed. Émile Durkheim Trad. São Paulo: Ática. São Paulo: Cortez. 7. 1995 MORAES FILHO. 40a ed. ed. 3. 1981. O manifesto comunista de Marx e Engels. São Paulo: Atica. Manuscritos econômico-filosóficos. GIDDENS. 1995 DURKHEIM. BOURRICAUD.

Karl. a teoria da ação social. 1963 SOCIOLOGIA IV Principais correntes sociológicas recentes. In: Para a crítica da economia política: salário. Ciência e política: duas vocações. Trad. WEBER. In: COHN. Max. Críticas da modernidade. Preço e Lucro. Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. Max. A sociologia reflexiva. São Paulo: Cultrix. 1982. 1982. vocação e carisma. 1994 (trechos selecionados) WEBER. Max. Regis Barbosa e Karen E.MARX. 6. Ensaios de sociologia.79-127. Brasília. (Coleção Grandes Cientistas Sociais) p. São Paulo: Abril Cultural. Ação comunicativa. ed. objetividade em ciências sociais. WEBER. tipos ideais. Bibliografia: WEBER. Noção de habitus e campo. Max. Críticas do marxismo e do estruturalismo. Bibliografia: 94 . A ‘objetividade’ do conhecimento nas ciências sociais. ed. Gabriel (org. A ética protestante e o espírito do capitalismo. Barbosa 3. política.). Rio de Janeiro: Jorge Zahar. separação entre política e ciência. São Paulo: Pioneira. 1970 WEBER. Redes sociais. Max Weber: sociologia. preço e lucro. o rendimentos de suas fontes: a economia vulgar. (Coleção Os economistas ) SOCIOLOGIA III Sociologia compreensiva de Weber. DF: UnB. Max. Salário. São Paulo: Ática. relações entre o surgimento do capitalismo e religião. 1989.

1999. LATOUR. Pierre. Anthony. Sociologia: uma breve porém crítica introdução (Cap. ed São Paulo: Ática. UNESP. Os grandes temas do pensamento sociológico no Brasil. São Paulo: Editora 34. Razões práticas: sobre a teoria da ação. S. 1973. Antony. Casa-grande e senzala. P. Rio de Janeiro: Zahar. Jamais Fomos Modernos: ensaio de antropologia simétrica. 15 ) GIDDENS. A formação e a identidade nacional. Trad. 1973. 1990 (Grandes cientístas sociais . Robert. São Paulo: Paz e Terra. Rio de Janeiro: José Olympio. FERNANDES.) Habermas: sociologia. 1991 GIDDENS. 1994 OPTATIVAS PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO I Condições sociais de produção do pensamento sociológico no Brasil.. O colapso da modernização. 1). Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. As conseqüências da modernidade. Florestan (orgs. Bruno. Sao Paulo: Ed. FREYRE.ed. 1984 KURZ.. Gilberto. 1) 2. Norbert. ed. B.BOURDIEU. 1986. Carlos Irineu da Costa. Campinas. Editora Brasiliense. (vol. O poder simbólico. 5. 95 . 1996 ELIAS. 2002 BOURDIEU. Bibliografia: BUARQUE DE HOLANDA. Rio de Janeiro: José Olympio. Raízes do Brasil. Pierre.ed. 18ª. SP: Papirus. ROUANET. Sérgio. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 2. 1994 FREITAG. O processo civilizador.

Celso. PRADO Jr. al. Belo Horizonte: Itatiaia/ São Paulo: Editora da USP/Niterói: Editora da UFF. São Paulo: Cia das Letras. Livraria Duas Cidades. IANNI. São Paulo. rural e urbano. Guerreiro. Crítica da visão dualista. 1999. VIANNA. 8ª ed. Alfa-Ômega.). CARDOSO. Fernando Henrique. A redução sociológica. 1996. Dependência e desenvolvimento na América Latina: ensaio de interpretação sociológica.php?script=sci_arttext&pid=S0104- 93132005000100009&lng=pt&nrm=isso 96 . 1981. 1975.A. Caio. Paulo.1). 1987.. ed. Formação do Brasil contemporâneo. (orgs. São Paulo: Editora 34. sul.FURTADO. FALETTO. norte. Rio de Janeiro: Editora UFRJ. BOSI. Alfredo. Ao vencedor as batatas. O. 2006. São Paulo: PRADO. Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura S. Elide Rugai et. Roberto. SCHWARZ. A dialética da colonização. Sociologia e sociedade no Brasil. Disponível em: <http://www. RAMOS. 1992. Conversas com sociólogos brasileiros.scielo. 1964. Oliveira. Retratos do Brasil: ensaios sobre a tristeza brasileira. SP. Bibliografia: BASTOS.br/scielo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO II As visões sobre o Brasil. 3ª ed. Instituições políticas brasileiras (vol. Enzo. Formação econômica do Brasil. 2004. Visões dualistas: atraso e modernidade. 13ª. São Paulo: Companhia das Letras.

Economia brasileira: crítica da razão dualista. F. teorias sobre a questão urbana. Os dois Brasis. Jacques. n. espaço e globalização: na aurora de século XXI. São Paulo.1) 8ª ed. 1996. Planejamentos e planos diretores. As especificidades da urbanização brasileira. 2000. 2001. VILLELA. Rio de Janeiro: Editora Globo. A. São Paulo: Companhia das Letras. 4. Estatuto da Cidade: aspectos políticos e técnicos do plano diretor. 15. BENKO. Economia. Petrópolis. v. 1967. Darcy. segmentação social e espacial. Celso (coord. Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro. In: O Povo Brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Alfa e Ômega. São Paulo: Editora Hucitec. v. A gestação étnica. LAMBERT. 11. Francisco. In: FURTADO. Jorge Mattar. O dinheiro e suas diversas faces nas eleições municipais em Pernambuco. 1977. In: OLIVEIRA. Sonia Nahas de. SOCIOLOGIA E URBANIZAÇÃO O processo de urbanização. Rio de Janeiro: Paz e Terra. LEAL. Victor Nunes. Disponível em: 97 . 1975.FAORO. OLIVEIRA. vulnerabilidades. 1987. pobreza. RIBEIRO. Rio de Janeiro: Vozes. 1. 2005 WEFFORT. Rio de Janeiro. Revista Mana. O ornitorrinco. G. 2ª ed. CARVALHO. Coronelismo. São Paulo em Perspectiva. Raymundo. O populismo na política brasileira. (volume. n. enxada e voto: o município e o regime representativo no Brasil 2a ed. O novo mundo. 1989. São Paulo: Companhia Editora Nacional. Bibliografia: 1981. Francisco. Migração.) Brasil em Tempos Modernos.

SOCIOLOGIA E QUESTÃO AGRÁRIA Debates teóricos sobre a questão agrária. Ed. F. Brasil. Campinas: Editora da Unicamp. O que faz os ricos. Otávio G. M. HARVEY. São Paulo: Hucitec. LOJKINE.). desigualdade e violência. ricos: o outro lado da desigualdade brasileira. 1993. PARK. São Paulo. Pluriatividade. J. Espaço intra-urbano no Brasil. tempo: globalização e meio técnico-científico informacional. (org. A produção social do espaço urbano. 1999. 1983. A expansão da fronteira agrícola. Bibliografia: 98 . 1993. MARICATO. 25. SANTOS. M. 1996. 1967 (pp. São Paulo: Studio Nobel. R. O caso brasileiro. MEDEIROS. São Paulo: Edusp. A condição pós-moderna. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1998. Loyola. Rio de Janeiro: Zahar. In: VELHO. n. Agronegócio. Caderno de Pesquisa do NEPP. Ermínia.E.<http://www. espaço.php?script=sci_arttext&pid=S010288392001000400014&lng=pt&nrm=isso CASTELLS. São Paulo: Editora Hicitec. n. A cidade: sugestões para a investigação do comportamento humano no meio urbano. Revista Estudos Urbanos São Paulo: Hucitec. Técnica. 1989: um estudo socioeconômico da indigência e da pobreza urbanas. 1996. Manuel. GOTTDIENER. Reforma agrária.scielo. B. Marcelo. Metrópole na periferia do capitalismo: ilegalidade. R. 2005. A questão urbana. O fenômeno urbano. São Paulo: Martins Fontes. J. 10. 29 – 72). David. VILLAÇA.br/scielo. LOPES. Teorias sobre feudalismo e capitalismo. O Estado capitalista e a questão urbana.

) Chayanov y la teoría de la economía campesina. (org. Revista Tempo Social São Paulo: USP.2. vol. Ricardo. México: Pyp. Petrópolis: Vozes.unb. São Paulo: Editora Hucitec. A sujeição da renda da terra ao capital. Disponível em http://www. O modo de produção doméstico em duas perspectivas: MOVIMENTOS SOCIAIS I Teorias sobre movimentos sociais. 1986.pdf CHAYANOV. 1981. In: Os camponeses e a política no Brasil. 15. La organización de la unidad económica campesina. Buenos Aires: Nueva Visión. Klaas. vol. José de Souza.49-79). Alexander V. 1998. Mercado e democracia: a relação perversa. A questão agrária: Weber. Engels. José de Souza. 1. VEIGA. Chayanov e Sahlins. n. CHAYANOV. Paradigmas do capitalismo agrário em questão. MARTINS. Estado e movimentos sociais. O desenvolvimento do capitalismo na Rússia. Chayanov e Stalin. In: ARICÓ. W. Série Antropologia. WOORTMANN. São Paulo. Ed. 1982 (Coleção Os Economistas). movimento operário e os chamados novos movimentos sociais.br/ics/dan/Serie293empdf. MARTINS. 2001. José Eli. J. O Brasil ainda não encontrou seu eixo de desenvolvimento. Alexander V. Verena. 45. Abril Cultural: São Paulo. São Paulo. n. Kautsky. 1987 (pp. semestre de 1990. Editora Brasiliense. 1º. 2ª ed. Sobre la Teoría de los Sistemas Económicos no Capitalistas.ABRAMOVAY. Brasília: UnB. 1974. Bibliografia: 99 . José. Revista Estudos Avançados. LÊNIN. GRAZIANO DA SILVA. 2001. I. STOLCKE.

GRAMSCI, Antonio e BORDIGA, Amadeu. Conselhos de fábrica. São Paulo: Brasiliense, 1981. HOBSBAWN, Eric J. Os trabalhadores: estudos sobre a história do operariado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981. LASKI, Harold Joseph (org.) O manifesto comunista de Marx e Engels. 3. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1982. LINHART, Robert. Greve na fábrica. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980. MARTINS, José de Souza. As coisas no lugar. In: Introdução crítica à Sociologia Rural. São Paulo: Hucitec, 1979 MARTINS, José de Souza. Caminhando no chão da noite. In: Emancipação política e libertação nos movimentos sociais do campo. São Paulo: Hucitec 1989. MONTEIRO, Duglas Teixeira. Os errantes do novo século. Duas Cidades, São Paulo, 1974 SIGAUD, Lygia. Greve nos engenhos. Paz e Terra, Rio de Janeiro, 1980 MOORE Jr, Barrington. Injustiça: as bases sociais da obediência e da revolta. São Paulo: Brasiliense, 1987. THOMPSON, Edward P. S. Costumes em comum São Paulo: Cia das Letras, 1998. THOMPSON, Edward P. S. Tradición, revuelta y consciencia de clase: estúdios de la crisis de la sociedad preindustrial. 2ª. ed. Barcelona: Editorial Crítica, 1984.

MOVIMENTOS SOCIAIS II Teorias recentes sobre movimentos sociais. Estado e sociedade civil. Movimento de trabalhadores rurais, urbanos, barrageiros, seringueiros, indígenas. Bibliografia:

100

ALMEIDA, M. W. B. de. Direitos à floresta e ambientalismo: seringueiros e suas lutas. Revista Brasileira de Ciências Sociais (vol.19, n. 55), 2004 (pp.33-52). CARDOSO, Ruth. Trajetória dos Movimentos Sociais”, In. DANIGNO, Evelina (ed.). Os anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1994. CRUZ, José (coord.). Vida de negro no Maranhão: uma experiência de luta, organização e resistência nos territórios quilombolas. São Luís: Sociedade Maranhense de Direitos Humanos e Centro de Cultura Negra do Maranhão, 2005. DANIGNO, Evelina. Sociedade civil, participação e cidadania: de que estamos falando? In: MATO, Daniel (coord.), Políticas de ciudadanía y sociedad civil en tiempos de globalización. Caracas: FACES/ Universidad Central de Venezuela, 2004 (pp. 95-110) EVERS, Tilman. Identidade: a face oculta dos novos movimentos sociais. Novos Estudos CEBRAP, São Paulo, vol. 2, n. 4, 1984. GECD – Grupo de Estudos sobre a Construção Democrática. Os movimentos sociais e a construção democrática: sociedade civil, espaços públicos e gestão participativa (texto de autoria coletiva do Grupo de Estudos sobre a Construção Democrática). Revista Idéias, (vol. 5) São Paulo: IFCH-Unicamp, volume 5, p. 7-96, 2000. MARONI, Amnéris, A Estratégia da recusa. São Paulo: Brasiliense, 1983 OLIVEIRA, João Pacheco, A viagem de volta: etnicidade, política e reelaboração cultural no Nordeste indígena Rio de Janeiro: Contra Capa, 1998 PERRUCI, Antônio Flávio. Ciladas da Diferença. Revista Tempo Social. São Paulo: USP, vol.2, n. 2, p. 7-33, 1990. SADER, Eder. Quando novos personagens entram em cena: experiências e lutas dos trabalhadores da Grande São Paulo. São Paulo: Paz e Terra, 1991 SCHERER-WARREN, Ilse, Redes de movimentos sociais. São Paulo: Loyola, 2005

101

STR - Sindicato de Trabalhadores Rurais / CNS - Conselho Nacional dos Seringueiros / CUT - Central Única dos Trabalhadores (1989) Chico Mendes São Bernardo do Campo, São Paulo: CUT

SOCIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Discussão histórica sobre o conceito de desenvolvimento e progresso. Exposição das correntes teóricas no campo da sociologia do desenvolvimento. Desenvolvimento, desigualdade, globalização. Bibliografia: ALTVATER, E. O preço da riqueza. São Paulo, UNESP, 1995. BRITO, Daniel Chaves de; RIBEIRO, Tânia Guimarães. “A modernização na era das incertezas: crise e desafios da teoria social” Ambiente e Sociedade, Campinas, v. 6, n. 1, 2003. Disponível em: <http://www.scielo.br /scielo.php? script=sci_arttext&pid =S1414-753X2003000200009&lng=pt&nrm=isso DUPAS, Gilberto. O mito do progresso ou progresso como ideologia. São Paulo: Editora Unesp, 2006. ESCOBAR, Arturo. Encountering development: the making and unmaking of the third world New Jersey: Princeton University Press, 1995. GIDDENS, Anthony. As conseqüências da modernidade. São Paulo: Editora da UNESP, 1991. GOUVEIA, Gilda F. P. “A idéia de progresso e a explicação nas ciências sociais” Revista Serviço Social e Sociedade São Paulo, n. 35, ano 12, p. 135-153, abril, 1991. HABERMAS, Jürgen, O discurso filosófico da modernidade São Paulo: Martins Fontes, 2004. POCHMANN, Márcio; AMORIM, Ricardo (org.) Atlas da exclusão social no Brasil. São Paulo: Cortez, 2003.
102

) Enciclopédia da floresta: o Alto Juruá – práticas e conhecimentos das populações São Paulo: Cia. Revista Novos Estudos. A Primeira Sociedade da Afluência. CAPOBIANCO. 9. F. In: CARVALHO.) Biodiversidade na Amazônia brasileira: avaliação e ações prioritárias para a conservação. Revista de Sociologia e Política. Manuela. Anthony. Laura Teixeira Mota. CARNEIRO DA CUNHA. 2001. 103 . A crise do capitalismo hoje. 1994. Dilemas e propostas para a relação entre populações e conservação. 213-215. novembro de 1997. 2000.RANIERI. B. O destino da floresta: reservas extrativistas e desenvolvimento sustentável na Amazônia. et alli. Laymert Garcia. São Paulo. pp. Crítica da separação natureza-sociedade. SOCIEDADE E MEIO AMBIENTE A questão ambiental e as ciências sociais. n. 1978.P. Edgar Assis (org. das Letras. n. et al. Estado. julho de 2005. BUTTEL. Marshall.72. SAHLINS. (org. M. Campinas:IFCH-Unicamp. SEN. Rio de Janeiro: Relume Dumará. pp 161-75. São Paulo: CEBRAP. São Paulo: Cia das Letras. Desenvolvimento como liberdade. mercado e desenvolvimento sustentável. ALMEIDA. uso sustentável e repartição de benefícios. n. Demasiadamente pós-humano. In: FERREIRA. J. ano 8. Instituições sociais e mudanças ambientais. de (orgs. São Paulo: Instituto SocioAmbiental / Estação Liberdade. J. Trad.) Antropologia econômica São Paulo: Livraria Editora Ciências Humanas Ltda. Curitiba: Instituto de Estudos Amazônicos e Ambientais/Fundação Konrad Adenauer. Revista Idéias. Leila. 2001. 2002. Bibliografia: ANDERSON. (org). (pp. SANTOS. 7-44). C. 2. Amartya.

A era dos direitos. Trad. Economia. Idéias para uma sociologia da questão ambiental no Brasil. São Paulo: Abril Cultural. HANNINGAN. México: FDE. Jamais fomos modernos: ensaios de antropologia simétrica. Carlos Irineu da Costa. Direito. 1980. H. ecología. 1968. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. P. Introdução à crítica da ecologia política. Legislação e conflito social. Mundo em descontrole Rio de Janeiro: Editora Record. São Paulo: Editora Campos.). DURKHEIM. Direito como linguagem do controle social. Bibliografia: BOBBIO. 1992. Herman E. Carlos Alberto Ribeiro de Moura. GIDDENS. J. São Paulo: Editora 34. Mecanismos formais e informais de controle social: Normas jurídicas e normas sociais. 104 . (Trad. Anthony. São Paulo: Editora Annablume. 2000. LEONARD.Dupuy. Science. Jeffrey (org. 2006. 1995. 111-130)). Leila da Costa. Norberto. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. FERREIRA. delinqüência e criminalidade. HARDIN. Sociologia ambiental: a formação de uma perspectiva social. 1980. espanhol “La tragedia de los espacios colctivos” In: DALY. Émile. John. Lisboa: Instituto Piaget. controle social e repressão. desvio. The Tragedy of the Commons. 1978 (Coleção Os Pensadores). "A Divisão do Trabalho Social” In: Émile Durkheim Trad. LATOUR. Garret. ética. Conflito. 1991. Bruno. 1989 (pp. Meio ambiente e pobreza: estratégias de desenvolvimento de uma agenda comum. SOCIOLOGIA E DIREITO As ciências sociais e o direito.

Microfísica do poder. 1982. Notas para uma geografia pós-nacional.1996 APPIAH. Michel. In: POUTIGNAT. 1 e 2) Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 1984. Fredrik. Grupos étnicos e suas fronteiras. Petrópolis: Vozes. Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. STREIFFFENART. Jürgern. ed. HABERMAS. (vol. cultura de massa e indústria cultural. Regis Barbosa e Karen E. fronteiras e transnacionalidade. 3. In: TAYLOR. Max “A Economia e as Ordens Sociais” In: WEBER. identidade e etnicidade. KELSEN. C. Novos Estudos Cebrap. identidade e diferença.) O manifesto comunista de Marx e Engels. Teoria geral do direito e do estado. 1997. Bibliografia: APPADURAI. Teorias da etnicidade. São Paulo: Martins Fontes. sobrevivência: sociedades multiculturais e reprodução social. sociedades tradicionais e sistema capitalista. Rio de Janeiro: Zahar. Barbosa. A. São Paulo. Direito e democracia: entre facticidade e validade. Multiculturalismo. Vigiar e punir: história da violência nas prisões. 49. São Paulo: Editora da Unesp. 1992. desafios políticos da cultura.. Lisboa: Instituto Piaget. A. n. Trad. 3a ed.FOUCAULT. 1994 CULTURA E SOCIEDADE Os conceitos de civilization e kultur. Rio de Janeiro: Editora Graal. pós-colonialismo. FOUCAULT. Michel. autenticidade. P. Hans. 1982. Brasília. Harold Joseph (org. 1997 multiculturalismo: 105 . Identidade. WEBER. Max. DF: Editora da UnB. LASKI. globalização. J. 1998 BARTH.

DUMONT. Rio de Janeiro: Zahar. 1997 KUPPER. 2000.49. Stuart. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Norbert. segregação e cidadania em São Paulo. 2001. Clifford.BHABHA. Paula. CALDEIRA. Novos Estudos Cebrap. 32 (Cap. São Paulo. 1996 106 . COMAROFF. Bauru. Jean. H. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Retrato de um sul-africano desconhecido. Belo Horizonte: Editora da UFMG. In: Cidade de muros: crime. 1990. diferença. São Paulo. Minas Gerais: Ed. híbridos: palavras-chave da antropologia transnacional. Da sociogénese dos conceitos de civilização e cultura. n. Teresa. fronteiras. 1985. n. SP: Edusc. São Paulo:Brasiliense. U.59. identidade. Igualdade. Samuel. 2003. Cidadania. São Paulo. Diferença. Novos Estudos Cebrap. MONTEIRO. HANNERTZ. Rio de Janeiro. In: Antropologia do Brasil. In: O local da cultura. O individualismo: uma perspectiva antropológica da ideologia moderna. 2001 HALL. Adam. Revista Lua Nova. o corpo incircunscrito e o desrespeito aos direitos na democracia brasileira. Mana. Manuela. Rio de Janeiro: Editora Objetiva Ltda. Cultura: a visão dos antropólogos. Choque de civilizações e a recomposição da ordem mundial. Luis. LAVALLE. n. UFMG. os tempos pós-coloniais e as provações da tradução cultural. Etnicidade: da cultura residual mais irredutível. Fluxos. São Paulo: Edusp/Ed. In: O processo civilizador. 2003. O mundo em pedaços: cultura e política no fim do século. Adrian Gurza. 9) CARNEIRO DA CUNHA. 3/1. 1996. Rio de Janeiro: Rocco. 49. O espaço pós-moderno. ELIAS. 1986. 1997. GEERTZ. In: Nova luz sobre a antropologia. HUNTINGTON. n. Globalização. Violência.

T. Rio de Janeiro. Mundialização e cultura. DUBET. Bibliografia: BOURDIEU. a teoria construtivista da socialização. São Paulo: Editora Mestre Jou.ORTIZ. DUBET. A socialização. Sociologia da experiência. K. C. E. DURKHEIM. 2006. a teoria do habitus. 1982. socialização e desinstitucionalização em Dubet. Brasília: Editora da UnB. Gustavo. 2001. Os direitos do índio no Brasil: na encruzilhada da cidadania. PARSONS. (Série Antropológica n. Alcida Rita. Religião e Sociedade. experiência social . 16. Merton e a socialização antecipatória. Ricardo. 2002 SAHLINS. 1998. Lisboa: Instituto Piaget. El declive de la institución. Marshall. Pierre. São Paulo: Brasiliense. Educacion y pedagogía. 116) RIBEIRO. 1968. Buenos Aires: Editorial Losada. Dubar e a socialização profissional. São Paulo: Martins Fontes. Sociologia: teoria e estrutura. R. Cultura e política no mundo contemporâneo. 2005. 1989. 1992. TEORIAS DA SOCIALIZAÇÃO Dürkheim e o conceito clássico de socialização. F. DUBAR. Barcelona: Gedisa Editorial. RAMOS. 107 . MERTON. A Sociologia Americana. Rio de Janeiro: Difel/Bertrand Brasil. Brasília: Editora da UnB. São Paulo: Cultrix. vol. teoria da ação e da socialização de Parsons. O poder simbólico. Cosmologias do Capitalismo. F. 1994.

PARK. São Paulo: Curso de Pós-Graduação em Sociologia da USP/Editora 34. Paris: Minuit. 1925. BOGUE. Chicago: University of Chicago Press. Ernest E. 1995. edited by Everett C. concepção da ecologia humana sociológica. EUFRÁSIO. vol. São Paulo. Chicago: University of Chicago Press. KURTZ. A escola de Chicago. BURGESS Ernest. PARK. Human communities: the city and human ecology (The Collected Papers of Robert Ezra Park. BURGESS.SOCIOLOGIA DA ESCOLA DE CHICAGO O significado metodológico das "escolas" de sociologia. et al. Hughes et al. 1984. 1952. Bibliografia: BULMER. Ulf. COULON. discussões contemporâneas da escola de Chicago. Evaluating Chicago sociology. a economia política da cidade como sociologia urbana marxista e crítica. Martin. a análise sociológica da cidade: temas e tradições.) Contributions to urban sociology. Glencoe. conflito. Chicago: University of Chicago Press. Robert E.. 1921 108 . 1983. acomodação e assimilação como processos sociais. Alain.). HANNERZ. a teoria da estrutura urbana. Free Press. 1984. Explorer la ville: èlements d'anthropologie urbaine. Campinas: Papirus. Estrutura urbana e ecologia humana: a escola sociológica de Chicago (1915-1940). Introduction to the science of sociology. Chicago: The University of Chicago Press. Lester R. Chicago: University of Chicago Press. diversity and the rise of sociological research. Robert E. Mário E. 1999. convergências interdisciplinares. Robert E. II. The Chicago school of Sociology: institutionalization. 1964. The city. Donald (eds. PARK. a formação da escola sociológica de Chicago.

In: SANTOS. Louis. Nota metodológica .Secretaria de Estado dos Direitos Humanos. Chicago: University of Chicago Press. WIRTH.PIERSON. Sérgio. GUGLIANO. p. The ghetto. Donald (org. 109 . Richard. O fenômeno urbano. políticas públicas para os jovens. J. Bibliografia: ADORNO. 1999. RUDNER.. Human Ecology.) Estudos de ecologia humana. 1998 ADORNO.). V. New York: Prentice-Hall. 1980].19-47. Otávio G. Conflitualidade e violência: reflexões sobre a anomia na contemporaneidade. a transição epidemiológica dos anos de 1980 e a violência contra os jovens. São Paulo. Filosofia de la ciencia social. 1950. Tavares dos. ZNANIECKI. Rio de Janeiro: Zahar. São Paulo: Martins. as ações governamentais voltadas para os jovens: limites e possibilidades. 1967 William I. Madrid: Alianza. a heterogeneidade da condição jovem. 1973. Sérgio. São Paulo: Departamento de Sociologia . A sociologia para o século XXI. desigualdades sociais e juventude. William I. James A.capítulo introdutório de The polish peasant in Europe and America (1918-20) .Presses Universitaires de Grenoble. 2ª ed. A. A. THOMAS. os tipos de homicídios de que são vítimas os jovens. 1928 [Há tradução francesa: Le Ghetto . Brasília: Ministério da Justiça . ADORNO. QUINN. o aumento da criminalidade no Brasil e o jovem. (org. Grenoble.FFLCH . 10(1). Eufrásio. Sérgio. de Mário A. Tempo Social.Trad. O adolescente na criminalidade urbana em São Paulo. VELHO.USP. Violência e civilização. Florian. 2000. SOCIOLOGIA DA JUVENTUDE Aspectos históricos e epistemológicos de juventude. o controle social sobre a juventude como prática preventiva. 1970. Minas Gerais: Editora Universidade Católica. 1999.

V. E. 2005. Jovens acontecendo nas trilhas das políticas públicas. J. M. Intelectuais e poder político. (org). 1998. MELLO JORGE. J.) Sociologia da juventude Vol. Rio de Janeiro: FGV Editora. 1998. a escola como aparelho ideológico. Difíceis ganhos fáceis: drogas e juventude pobre no Rio de Janeiro. In: BRITO. a educação.. 2003. LEAL M. A. SZWARCWALD. SCHIMIDT. São Paulo: Global. As tradições ocultas da juventude. G.. Rio de Janeiro: DP&A. Como morrem nossos jovens? In: BERQUÓ. do C. LEVI. 1996.C. I e II. Ideologia e aparelhos ideológicos de Estado.P. de. (org.. vol. C.BATISTA. 1968.A. Lisboa: Editorial Presença/São Paulo: Martins Fontes. (org) Jovens acontecendo nas trilhas das políticas públicas. Brasília: CNPD. EDUCAÇÃO E SOCIEDADE Teoria Sociólogica e Educação a partir dos clássicos da sociologia. Integração perversa: pobreza e tráfico de drogas. Rio de Janeiro: Zahar. III. Sobrevivência ameaçada dos jovens brasileiros: a dimensão da mortalidade por armas de fogo. 1985. escola e reprodução social. P. E. In: BERQUÓ. ZALUAR. UNICEF. Bibliografia: ALTHUSSER. 1998. IULIANELI. L. FRAGA. Louis.S. S. sujeito e experiência. H. Jovens em tempo real. Brasília: CNPD. Rio de Janeiro: Freitas Bastos. História dos jovens. a educação e os processos sociais. M. D. C. escola e meritocracia. MATZA. 2004. Análise da violência contra crianças e adolescentes segundo o ciclo de vida no Brasil. 110 . São Paulo: Companhia das Letras.

BOURDIEU, P.; PASSERON J. C.. Reproduction in education, society and culture. London: SAGE Publications, 1977. CARNOY, M. Educação, economia e Estado. São Paulo: Cortez e Editores Associados, 1990. DUBAR, C. Socialização. São Paulo: Martins Fontes, 2005. DUBET, F. A Propósito da Violência e dos Jovens. Revista Especiaria, Ilhéus, BA, n. 8, vol.15. 2006. DUBET, F. Sociologia da experiência. Lisboa: Instituto Piaget, 2000. DüRKHEIM, Émile. Educação e Sociedade. São Paulo: Melhoramentos, 1978. FERNANDES, Florestan. Educação e sociedade no Brasil. São Paulo: Editora da USP, 1978. FOUCAULT. M. A verdade e as formas jurídicas. Rio de Janeiro: Ed. PUC Rio, 1999. GOHN, Maria da Glória. Movimentos Sociais e Educação. São Paulo: Cortez, 1999. GRAMSCI. Antonio. Os intelectuais e a organização da cultura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1987. LÖWY, Michel. Ideologias e ciência social: elementos para uma análise marxista. São Paulo: Cortez, 1985. MARX, Karl; ENGELS, F. Textos sobre educação e ensino. São Paulo: Moraes, 1983. WEBER, M. Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1987.

SOCIOLOGIA DA RELIGIÃO Weber e a compreensão das religiões: a ética protestante e a formação das religiões; a religião como aparelho ideológico; a religião como elemento moral das relações
111

sociais; igreja, os intelectuais e o bloco histórico; o da secularização; as religiões e o mundo contemporâneo; a teologia da libertação; o fenômeno pentecostal; messianismo. Bibliografia: ALMEIDA, R.; MONTEIRO P. Trânsito religioso no Brasil. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, 15(3), 2001. BERGER, Peter. O dossel sagrado. São Paulo: Paulinas, 1985. BERGER, Peter. Rumor de anjos. Petrópolis: Vozes, 1997. BIÉLER, André. A força oculta dos protestantes. São Paulo:Cultura Cristã, 1999. CASSIRER, Ernst. A filosofia do Iluminismo. Campinas:Editora da Unicamp, 1997. CIPRIANI, Roberto. O enfoque funcionalista: sociologia da religião. São Paulo: Paulinas, 1990 DURKHEIM, Émile. As formas elementares da vida religiosa. São Paulo: Paulinas, 1985. MARX, Karl. A Ideologia Alemã. São Paulo: Ed. Moraes, 1985. MARX, Karl; ENGELS, F. Obras escolhidas. vol. I, São Paulo: Alfa ômega, 1983. MONTERO, P. e ALMEIDA, R. O campo religioso brasileiro no limiar do século:problemas e perspectives. In: RATTNER, H. (org.). Brasil no limiar do século XXI. São Paulo, Edusp, 2000 MONTERO, Paula. Magia, racionalidade e sujeitos políticos. Revista Brasileira de Ciências Sociais. São Paulo, ano 9, n.26, out. 1994. ORTIZ, Renato. Anotações sobre religião e globalização, Revista Brasileira de Ciências Sociais. São Paulo, 16, n. 47, 2001. PIERUCCI, Antônio Flávio F.; PRANDI, R. A realidade social das religiões no Brasil. São Paulo: Hucitec, 1996.
112

PIERUCCI, Antônio Flávio. Secularização em Max Weber: da contemporânea serventia de voltarmos a acessar aquele velho sentido. Revista Brasileira de Ciências Sociais. vol. 13, no. 37, 1998 PORTELI, H. Gramsci e a questão religiosa. São Paulo: Paulinas, 1984. PRANDI, R. Religião paga, conversão e serviço. Novos Estudos. São Paulo:Cebrap, n.45, jun. 1996. SANCHIS, P. O campo religioso será ainda hoje o campo das religiões? In: HOORNAERT, E. (org.). História da igreja na América Latina e no Caribe (19451995). Petrópolis: Vozes/Cehila, 1995. WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. 6. ed. São Paulo: Pioneira, 1989. WEBER, Max. Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. Trad. Regis Barbosa e Karen E. Barbosa 3ª ed. Brasília, DF: UnB, 1994 (trechos selecionados)

SOCIOLOGIA E IMIGRAÇÃO Discussão teórica sobre processos migratórios. Socialização. O processo de construção social e cultural da região sul da Bahia. Os grupos étnicos formadores. Os processos de acomodação e assimilação. Bibliografia: ADONIAS FILHO. Sul da Bahia: chão de cacau. São Paulo: Civilização Brasileira, 1976. BURKE, Peter. O que é história cultural? Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. CARDOSO de OLIVEIRA, Roberto. Caminhos da identidade: ensaios sobre etnicidade e multiculturalismo. São Paulo: Editora Unesp; Brasília: Paralelo 15, 2006.

113

Oswaldo Mário Serra. da relevância no seu campo de conhecimento. GUERREIRO DE FREITAS. da Universidade de São Paulo. 2 ed. A Imigração em massa para a América Latina. Ilhéus: Editus. São Paulo: Sociedade Impressora Paulista. Teorias da Etnicidade. Os sírios e libaneses no Brasil. Taufik. Brasil – Líbano: amizade que desafia a distância. em função de seus temas de pesquisa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. A Era do Globalismo. 1996. Fazer a América. 1999. Anhembi. São Paulo: EDUSC. Antônio. TRUZZI.FAUSTO. 2000. PARAÍSO. IANNI. os frutos do ouro e a princesa do sul – Ilhéus 1534 – 1940. Roberto. TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA (I. KURBAN. KNOWTON. Patrícios – Sírios e libaneses em São Paulo. III e IV) Estes cursos terão seus programas definidos em função das propostas apresentadas por professores da área de sociologia. Maria Hilda Baqueiro. Philippe. Boris. II. 1960. São Paulo: Fundação Editora da UNESP. Sírios e libaneses – mobilidade social e espacial. ou da sua atualidade no debate acadêmico. 114 . 2001. 1997. POUTIGNAT. Tradução Yolanda Leite. KHATLAB. São Paulo: Hucitec. São Paulo: Ed. Clark S. Bauru. São Paulo: Ed. 1933. 1998. Octávio. Caminhos ao encontro do mundo: capitania.

J. 1989. São Paulo: Abril Cultural. 115 . Foucault. UnB. MADISON. WEBER. Bibliografia: HAMILTON. PLATÃO.. 2006. São Paulo: Cultrix. O Federalista. Ed. Rio de Janeiro: Editora Graal. Rio de Janeiro: Forense. (Coleção Os Pensadores). O Federalista. Bibliografia: ARISTÓTELES. 1997. Michel. A República. 1970 CIÊNCIA POLÍTICA II Legitimidade e soberania segundo as teorias contratualistas: Hobbes Locke.. 1999. HANNAH. 1982. O príncipe. Rio de janeiro: Bertrand Brasil. Nicolau. Aristóteles. Poder político e dominação: Maquiavel. Ciência e política: duas vocações. Max. 1988.São Paulo: Martins Fontes. A. 1973. HANNAH. Arendt. J. A política. FOUCAULT. MAQUIAVEL. Arendt. Microfísica do poder. A política como ação humana: Arendt. Rousseau.DISCIPLINAS DE CIÊNCIA POLÍTICA Obrigatórias: CIÊNCIA POLÍTICA I Introdução à política como prática e como ciência: Weber. O que é política? Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. A condição humana. Origens: a política na antiguidade clássica: Platão. Fundamentos normativos do Estado: Montesquieu. Brasília. JAY.

Karl. Do contrato social. (Coleção Os Pensadores). 1990. LOCKE. V. MARX. Reforma e social-democracia. 1982. 1978. Manifesto do Partido Comunista. São Paulo: Nacional. Sundermann. São Paulo: Abril Cultural. Abril Cultural. 1979. Segundo tratado sobre o governo. CIÊNCIA POLÍTICA III O estado na sociedade de classes. São Paulo: Abril Cultural. 1942. O manifesto comunista de Marx e Engels. Maquiavel. MONTESQUIEU. LENIN. Harold Joseph (org. 1982. Leviatã ou matéria. Jean-Jacques. John. teorias do socialismo e da revolução. Do espírito das leis. Rio de Janeiro: Zahar. GRAMSCI. Rio de Janeiro. Antonio. Sobre a liberdade. Abril Cultural. 3. F. MARX. I. São Paulo: Abril Cultural. 1973 (Coleção Os Pensadores). Estado e teoria política. Lenin. forma e poder de um estado eclesiástico e civil. Bibliografia: CARNOY. (Coleção Os Pensadores). O Estado e a revolução. ed. MILL. Marx. São Paulo. 2005. Campinas: Papirus. SãoPaulo: Ed. 116 . Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. São Paulo. Thomas.HOBBES. Zahar. (Coleção Os pensadores). 1991. Gramsci. John Stuart. O 18 brumário de Luís Bonaparte.). LASKI. Martin. 1974 (Coleção Os Pensadores). Liberalismo: Stuart Mill e Tocqueville. a política e o Estado moderno. 1979. K e ENGELS. ROUSSEAU.

O liberalismo político. CIÊNCIA POLÍTICA IV Teorias políticas contemporâneas. 1999. Jürgen.. EDUSP. J. 1999. DOWNS. Ronald. Rio de Janeiro. Teorias de Política Comparativa. Uma teoria da Justiça. 1998. OLSON Jr. RAWLS. Bibliografia: CHILCOTE. R. Uma teoria econômica da democracia. São Paulo: Edusp.). Poliarquia. 117 . Adam. A democracia na América. Ática. J. RAWLS. São Paulo. A lógica da ação coletiva. Tempo Brasileiro. 1997. H. São Paulo: Ed. A. 1997. Anthony. Itatiaia. ELSTER. São Paulo: Ed. 1987. TOCQUEVILLE. 1997. São Paulo: Ed. DAHL. São Paulo: Edusp. Ática. Petrópolis. Jon. Vozes. EDUSP.PRZEWORSKI. 1994. 19898. Belo Horizonte. São Paulo: Cia. Capitalismo e social democracia. HABERMAS. Rio de Janeiro: RelumeDumará. Direito e Democracia: entre facticidade e validade (2 vols. M. 1989. das Letras. Peças e engrenagens das ciências sociais.

da UnB. C. federalismo e burocracia. AVELAR. Konrad-Adenauer. processo decisório e governabilidade. NICOLAU. competição interpartidária.). Curitiba: Fundação. A. Sociologia dos partidos políticos. SARTORI. Brasília: Ed. São Paulo: Ed. 1988. Sistema político brasileiro: uma introdução. LIMONGI. UnB. LIPSET. formação e transformações dos partidos e sistemas partidários. Modelos de partido. (orgs. Rio de Janeiro : Zahar Editores. Partidos e sistemas partidários. administração pública. Rio de Janeiro vol. 1. Maurice. relações entre os poderes. Bibliografia: ABRANCHES. n. Jairo Marconi. SISTEMA POLÍTICO BRASILEIRO Sistema eleitoral. Presidencialismo de coalizão: o dilema institucional brasileiro. Ângelo. PANEBIANCO. 2004. F. A.. Brasília: Ed. 2004. organização e funcionamento interno dos partidos. FIGUEIREDO. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. 1982. L. Brasília: Ed. Seymour Martin O homem político. 1967 MITCHELS. São Paulo: Martins Fontes. Robert. Unesp. Sistemas eleitorais. Dados. CINTRA. sistema partidário e representatividade. 1980. da UnB. 2005.. Sérgio. Bibliografia: DUVERGER. 1999.OPTATIVAS: PARTIDOS POLÍTICOS E SISTEMAS PARTIDÁRIOS Relação dos partidos e sistemas partidários com a democracia. Rio de Janeiro: FGV. 118 .. O. 1982. Executivo e legislativo na nova ordem constitucional. G. Os partidos políticos. 31.

1981. Carlos e SÁEZ. Zahar Editores. A democracia brasileira: balanço e perspectivas para o século XXI. 1970. BARRINGTON MOORE. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. 1972. Seymour. Timothy J. (org. Belo Horizonte: Editora UFMG. Sociologia politica. (orgs). 1983. Rio de Janeiro: Zahar. Sistema eleitoral e reforma política. Injustiça: as bases sociais da obediência e da revolta. sindicatos. BELO Horizonte: Editora UFMG. Jairo POWER. conflitos sociais e processamento político de demandas. 2007. Multipartidarismo e democracia. Jairo Marconi. Rio de Janeiro: Zahar. As origens sociais da ditadura e da democracia. movimentos sociais e participação política. 119 . D. 2007. NICOLAU.) Sociologia política II. Rio de Janeiro: Foglio Editora. Radiografia do quadro partidário brasileiro. BOTTOMORE. Bibliografia: AMORIM. Jairo Marconi. Tom. M. NICOLAU. Jr. M. Jr. NICOLAU. 1996. BARRINGTON MOORE. Rio de Janeiro.). Curitiba: Fundação Konrad-Adenauer. Manoel Alcántara (orgs. Política e ciências sociais. RANULFO MELO. corporativismo e grupos de pressão. LIPSET. 1978. Instituições Representativas no Brasil: Balanço e Reformas. SOCIOLOGIA POLÍTICA Pluralismo. Martins Fontes. 1993. Lisboa. 1983. S. São Paulo: Brasiliense.KIZO.

Giovanni. A. política econômica e relações entre estado e mercado. pesquisas e campanhas eleitorais. Sobre a televisão. Bibliografia: 120 . Publifolha. Edusp:2002 SCHWARTZENBERG. Sociologia política. ciclos políticos e resultados macroeconômicos. Mudanças na classe política brasileira. C. 1966. desenvolvimento e democracia. ECONOMIA POLÍTICA Relações entre a esfera política e as relações econômicas no capitalismo. 2001. RUBIM. MIGUEL. informação. Comunicação e política – conceitos e abordagens. São Paulo. Bauru. Política e mídia no Brasil. Salvador: Edufba. L.). SOUZA. SARTORI. Brasília: Plano. 2006. 2004. Partidos. COMUNICAÇÃO E POLÍTICA Meios de comunicação de massa e opinião pública.RODRIGUES. São Paulo. Rio de Janeiro: Zahar. A. 1999. São Paulo: Difel. Edusc. Rio de Janeiro: Zahar. Leôncio Martins. Ideologia e Composição Social. Sociologia política. Roge-Gérard. identificação e responsabilização política. Leôncio Martins. Amaury (org. Homo videns: televisão e pós-pensamento. Bancadas Partidárias na Câmara dos Deputados. 2002. clivagens sociais. F. RODRIGUES. Bibliografia: BOURDIEU. 1979. ideologia e temas da agenda pública. P. Um Estudo das.

Paidéia. Freitas Bastos: Rio de Janeiro. Norberto. Livraria. Modelos de democracia. Poliarquia. UFMG. Paz e Terra. A grande transformação: as origens da nossa época. Rio de Janeiro: IUPERJ. Rio de Janeiro: Campus. modelos majoritário e consensual. 1994. modelos presidencial e parlamentar. COLEMAN (eds). representação. Eleições e economia: instituições políticas e resultados macroeconômicos na América Latina. A terceira onda: a democratização no final do século XX. Karl. Rio de Janeiro. Ed. Samuel P. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. A Política das áreas em desenvolvimento. Giovani. 1980. SARTORI. TEORIAS DA DEMOCRACIA Diferentes perspectivas e definições do conceito. Ática. Belo Horizonte: Ed. Giovani. SARTORI. São Paulo: Ática. BOBBIO. Hugo. 2003. republicano e liberal. 1967 POLANYI. Belo Horizonte. 1985. LIJPHART. 2003. Fundo de Cultura. Gabriel. Rio de Janeiro. São Paulo: EDUSP. A teoria da democracia revisitada. HELD. David. 1986. Seymour Martin O homem político. HUNTINGTON.ALMOND. O Futuro da Democracia. 1994. Arend. Bibliografia: DAHL. São Paulo: Ed. Modelos de Democracia. participação e competição. modelos clássico. Rio de Janeiro : Zahar Editores. Robert. 2v. 121 . Teoria democrática. 1965. 1969 BORSANI. 1997. LIPSET.

Rio de Janeiro: Zahar. Elaine Rossetti. 2007. JACCOUD. Wanderley G. 2006. nº 13. São Paulo: Cortez. Ivanete Política social: fundamentos e história. Edição Especial. Construção nacional e cidadania. Boletim de Políticas Sociais Acompanhamento e Análise. 2005. 122 . Brasília. São Paulo: Bertrand Editores. BOSCHETTI. Reinhard. O mito do fracasso da democracia. SANTOS. WITTMAN. IPEA. BENDIX. 1996. 1984. 1967. Cidadania e justiça. Luciana (org. São Paulo: Cortez. MARSHALL. Clauss. Rio de Janeiro: Zahar. crise do Estado e neo-liberalismo. classe social e status. D. Cidadania. Problemas estruturais do Estado capitalista. H. Capitalismo. T. socialismo e democracia. São Paulo: EDUSP. 1987. A política social do Estado capitalista. T. OFFE. FALEIROS. 1999. Política social. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. social-democracia e modelo keynesiano. Vicente de Paula.SCHUMPETER. Rio de Janeiro: Campus. Joseph Alois. 1984. POLÍTICA SOCIAL E CIDADANIA Direitos e cidadania. IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.) Questão Social e Políticas Sociais no Brasil Contemporâneo. Bibliografia: BEHRING. 1979. H. MARSHALL. 1967. emergência do Estado de bem estar social.

introdução às políticas específicas (políticas sociais.). 51. n. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. etc. São Paulo. IPEA. Eli (org). SOUZA. São Paulo: Cortez. Elizabeth. 1999. Celina. RODRIGUEZ. FAPESP. política externa. Guilherme. CARDOSO Jr.. ARRETCHE. Conhecimento e Políticas Públicas. Avaliação de políticas sociais. Sociologias. (org. Políticas públicas para áreas urbanas: dilemas e alternativas. Bibliografia: 123 . política econômica. 18. 2003. Políticas Públicas: uma revisão da literatura. 16. RICO. 1982. A universalização de direitos sociais no Brasil: a previdência rural nos anos 90. regulação estatal das relações sociais e de mercado. implementação e avaliação de políticas públicas. institucionalização e estabilidade de regimes democráticos. Marta. 51. 2003. FARIA. vol. atores e contextos no processo decisório. DELGADO. formulação. transições para a democracia. Brasília: IPEA. Brasília: FUNDAP.POLÍTICAS PÚBLICAS Instituições.) Bibliografia: ARRETCHE. consolidação. 2003. 2006. José C. vol. Idéias. 1999. Dossiê Agenda de Pesquisa em Políticas Públicas.) Descentralização das politicas sociais no Brasil. Carlos Aurélio Pimenta. 18. Revista Brasileira de Ciências Sociais. Vicente (orgs. Revista Brasileira de Ciências Sociais. DINIZ. REGIMES POLÍTICOS E TRANSIÇÕES Autoritarismo e totalitarismo. n. Marta. n.

atores da política internacional. LAMOUNIER. 1979. Philippe C. J. B. ROUQUIÉ. WHITEHEAD. Raymond. Relações internacionais: teorias e agendas. Karl W. PECEQUILO. O'DONNEL. Brasília: Ed. 2004. R. 2002. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.CHERESKY. A. Guillermo A. São Paulo: Martins Fontes. Willians. Transições do regime autoritário. ROCHA. introdução às teorias do liberalismo e do realismo. Petrópolis: Vozes. STEPAN. 1994. LINZ. Rio de Janeiro: Relume-Dumará. Alfred.. Laurence. Transição e consolidação da democracia. As origens sociais da ditadura e da democracia. Brasília: IBRI. 1985. Paz e guerra entre as nações. DEUTSCH.. RELAÇÕES INTERNACIONAIS Constituição do sistema internacional. Democracia e mercado: reformas políticas e econômicas no Leste europeu e na amèrica Latina. MOORE Jr. Cristina S. contexto histórico da constituição das relações internacionais como disciplina autônoma. Barrington. 1983. São Paulo: Ícone Editora. SCHVARZER. 2004.). Juan. UnB. questões da agenda internacional. São Paulo: Brasiliense. 1988.. Relações internacionais. SCHIMITTER.) Crise e transformação dos regimes autoritários. Jacques (orgs. Como renascem as democracias. atores e visões. CHONCHOL. UnB. A análise das relações internacionais. 124 . Bibliografia: ARON. J. 1999. GONÇALVES. 1979. PRZEWORSKI. (eds.. A. Isidoro. Adam.. 1986. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Introdução às relações internacionais: temas. Brasília: Ed. São Paulo: Vértice.

8ª ed. UFMG. Daniel. 1990. 2000. CARDOSO. corporativismo. MICELI. CHAUÍ. Newton (org. São Paulo. Brasil: mito fundador e sociedade autoritária.. O Modelo Político Brasileiro. 1989. São Paulo: Fundação Perseu Abramo. Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro. Bibliografia: BIGNOTTO. RICUPERO. Sete lições sobre as interpretações do Brasil. Política e desenvolvimento em sociedades dependentes. 2000. Octávio. Fernando Henrique. Raymundo. São Paulo. FAORO. Belo Horizonte: Ed. Os intelectuais e a política no Brasil: entre o povo e a nação. Editora Ática. Cidadania no Brasil: o longo caminho. CARDOSO. PÉCAUT. republicanismo Trabalhismo e abolicionismo. São Paulo: Ática. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Rio de Janeiro: Editora Globo. 2007. Existe um pensamento político brasileiro? São Paulo. CARVALHO. Intelectuais à brasileira. Companhia das Letras. Marilena. Autoritarismo e conservadorismo. 125 . M.PENSAMENTO POLÍTICO BRASILEIRO Liberalismo. 2000. Rio e Janeiro: Jorge Zahar. 1993. Pensamento social no Brasil. 1971. e Positivismo. Bernardo. 1994 FAORO. Raymundo. Alameda. 2004. Fernando Henrique. Patrimonialismo.). Desenvolvimentismo e democratização. IANNI. Sergio. populismo e clientelismo. Socialismo. Bertrand Brasil. Pensar a República. 2001. Rio de Janeiro. Bauru: Edusc. Integralismo. J.

UFMG. aula. TÓPICOS ESPECIAIS DE CIÊNCIA POLÍTICA (I. SCHWARTZMAN. 126 . professor. da relevância no seu campo de conhecimento. Oliveira. VIANNA. 1987. ensino. Instituições políticas brasileiras. Rio de Janeiro: Campus. Roteiro bibliográfico do pensamento políticosocial brasileiro. Francisco. Wanderley Guilherme. ou da sua atualidade no debate acadêmico. prática. Simon. aprendizagem. Belo Horizonte: Ed. DISCIPLINAS PEDAGÓGICAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Formação docente e estágio supervisionado. Pensar e revisitar os conceitos de educação. 1978. II. Orientação e supervisão de exercício docente. O ensino da sociologia. envolvidos no exercício docente. planejamento e avaliação para realização de aula e curso. Bases do autoritarismo brasileiro. O populismo na política brasileira. Exercício docente da aula. 2006 WEFFORT. Formação do Pensamento Político Brasileiro: idéias e personagens. 2002. Belo Horizonte: Itatiaia/ São Paulo: Editora da USP/Niterói: Editora da UFF. 1982. Francisco. elaboração. Rio de Janeiro: Paz e Terra. WEFFORT. III e IV) Estes cursos terão seus programas definidos em função das propostas apresentadas por professores da área de ciência política em função de seus temas de pesquisa. São Paulo: Editora Ática.SANTOS. Introdução à pesquisa.

Legislação educacional brasileira. 1997.). 2002. LIMA. Antonio Bosco (org. Estado. POLÍTICAS PÚBLICAS E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO Aspectos históricos da legislação da educação brasileira. Organização do ensino no Brasil. 2002. através da experiência docente. através da participação efetiva do graduando em todos os aspectos do processo de ensino e aprendizagem. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. ESTÁGIO SUPERVISIONADO III Vivências de diversas possibilidades de exercício docente em múltiplos espaços educacionais. Aspectos legais e reais da formação e atuação dos profissionais da área educacional. São Paulo: Xamã.ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Intervenção em instituições públicas de educação básica. Campinas: Papirus. DEMO. Rio de Janeiro: DP&A. CURY. que objetiva a inserção do graduando na realidade educacional da Escola Pública do ensino médio. com a finalidade de inserção do graduando em espaços educacionais alternativos e institucionais de ensino não regular. Financiamento da educação. (Lei n. A atual legislação da educação básica e do ensino superior. democracia e cidadania. O papel do Estado no desenvolvimento educacional.393/96). políticas educacionais e gestão compartilhada. A política de formação do profissional da educação. Ministério da Educação. Carlos Roberto Jamil. Direito. com abordagem teóricoprática. 2004. ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV Componente curricular. A nova LDB: ranços e avanços. Brasília. 14a ed. Bibliografia: BRASIL. 127 . 9. Pedro.

OLIVEIRA. São Paulo: Pioneira. 1993. KENDLER. Paulo Nathanael Pereira de. 1987. Paulo Nathanael Pereira de. Campinas: Editora Autores Associados. 1981. Campinas: Editora Autores Associados. 128 . Cognição e aprendizagem humana. São Paulo: Nobel. OLIVEIRA. A nova lei da educação. 1998. São Paulo: Cortez. 1997. Política e educação no Brasil. 1988. 2001. Dermeval. Ilhéus: Editus. SAVIANI. São Paulo: Cortez. São Paulo: Imago. E. Política educacional nos anos 90: determinantes e propostas. Dermeval.) As políticas educacionais no contexto da globalização. SAVIANI. Afrânio Mendes. S. Lúcia Maria Wanderley. São Paulo: Pioneira. Dermeval. 1997. Romualdo Portela. H. SAVIANI. Lisboa: Fundação C. 1968. Educação na Constituição e outros estudos. São Paulo: Cultrix. MAYER. SOUZA.Gulbenk. Constituições estaduais brasileiras e educação. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. LDB e educação superior: estrutura e funcionamento. PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO A relação entre os fundamentos da Psicologia e da educação. 1986 SOUZA.NEVES. Introdução à psicologia. 1998. Recife: Editora da UFPE. Maria Neusa de (org. 1999. Contribuições para o ensino e a pesquisa em Psicologia e Educação. H. Da nova LDB ao novo plano nacional de educação: por uma outra política educacional. Conhecendo o cérebro. CATANI. R. L. MECACCI. Bibliografia: FREUD.

. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 1978. Petrópolis: Vozes. Vygotsky e Benjamin. São Paulo: Martins Fontes. Infância e linguagem: Bakhtin. 1970. C. C. L. S. Adolescência hoje. A construção do real na criança. S. 1996. Brasília: Editora da UnB. 1996. C. 1991. São Paulo: Ática. J. DAVIS. São Paulo: EPU. 2ª. J. PIAGET. Teorias do desenvolvimento: conceitos fundamentais. VIGOTSKY. Ciência e comportamento humano. VIGOTSKY. B. W. O nascimento da inteligência na criança. 1995. 3 ed. F. O desenvolvimento psicológico da criança. J. N. NEWCOMBE. REGO. OSÓRIO.MEDNICK. PIAGET. SOUZA. T. 1977. Pensamento e linguagem. A representação do mundo na criança. Porto Alegre: Artes Médicas. C. E. P.. Liberdade para aprender. R. RAPPAPORT. SKINNER.R. ROGERS. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Desenvolvimento infantil: uma abordagem de Mussen. Rio de Janeiro: Record. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 1985. 1999. 1994. FIORI. S. 1992. PIAGET. Vigotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. Belo Horizonte: Interlivros. 1967.. J. 1964 MUSSEM. A aprendizagem. A formação social da mente. K. SIMÕES. Psicologia da percepção. C. ed. 1979. Lisboa: Antídoto. TIEDEMANN. Campinas: Papirus. 129 . Porto Alegre: Artes Médicas. S. 1981. L. São Paulo: EPU.

1964 (p. F. São Paulo: Dominus. Karl. (org).G. Porto Alegre: Artes Médicas. Ática. A educação como técnica social. 1985. São Paulo: EPU. 1993. Émile. In: PEREIRA. MORIYON. A reprodução. APPLE. São Paulo. 1983. Porto Alegre: Artes Médicas. Educação e poder.SOCIOLOGIA E EDUCAÇÃO Aspectos introdutórios da sociologia relacionados à Educação. BOURDIEU. As bases sociológicas da educação. 1989. 1985. GOMES.G. São Paulo: Melhoramentos. São Paulo: Editora Nacional. Educação e sociedade: leituras de sociologia da educação. Análise sociológica da Escola. JORGE. FERNANDES. 1987. Educação libertária. FORACCHI. P e PASSERON. São Paulo: Livros Técnicos. 1989. 1990. São Paulo: Loyola. A educação como prática da liberdade. Gramsci e a escola.88-90). Educação e sociologia. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Sociologia e Sociedade. L. Ideologia e aparelhos ideológicos de Estado. 1973. Luís. O papel da educação na estrutura social.J. Antonio. A educação como processo social. Educação e sociedade no Brasil. MANNHEIM. MOCHCOVITCH. Ideologia de Paulo Freire. DURKHEIM. GRAMSCI. Candido. Louis. M. 1982.P. FORACCHI. Educação e desenvolvimento. Florestan. P. Marialice M. 1979. A educação em perspectiva sociológica. M. 1966. Bibliografia: ALTHUSSER. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. J. São Paulo: Perspectiva. FREIRE. M. 130 . S. Os intelectuais e a organização da cultura. Lisboa: Editorial Presença/São Paulo: Martins Fontes.

Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Rio de Janeiro: Visão Educacional. Novos paradigmas sociais. Bibliografia: BABIN. P. Rio de Janeiro: Paz e Terra. São Paulo: Unesp. M. I. In: SILVA. 1989. 1994 JUDITH. Piracicaba: Editora UNIMEP. São Paulo: Paulinas. Tendências atuais das tecnologias educacionais: possibilidades e limites do uso dessas Tecnologias na educação. 1963 TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS História das tecnologias na educação. KENWAY. CASTELLS. São Paulo: Cortez. Jane. 1980 TEDESCO.MORRISH. Anthony. Modernização reflexiva: trabalho e estética na ordem social moderna. A tecnologia necessária. Burocracia. Ensinando com tecnologia: criando salas de aula centradas nos alunos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 1983. Ulrich. Max. 131 . Sociologia da educação. 2002. CATHY. Programas educacionais como recursos didáticos. WEBER. Dwyer. KOULOUMDJIAN. Informática na educação. Marxismo e educação. GIDDENS. Marie-France.BECK. Os novos modos de compreender: a geração do audiovisual e do computador. C. Vera Lúcia S. LASH.1997 LÉVY. 1999. In: Ensaios de sociologia. 3 vol. M. A sociedade em rede. Cibercultura São Paulo: Editora 34. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Sociologia da educação. Scott. 1989. Rio de Janeiro: LTC. Processo de informatização da sociedade. DAVID C. 1999. COBURN.J. SARUP. 1998. Educando cibercidadãos que sejam ligados e críticos. HILST. Haymore Sandholtz. Ringstaff. Pierre. Peter.

Mudar a forma de ensinar e de aprender com tecnologias: transformar as aulas em pesquisa e comunicação presencial-virtual.eca.. Campinas: Papirus. Porto: Porto Editora.o professor na era digital. N. 1999. 3 ed. David. São Paulo: Nobel. Rio Grande do Sul: SINEPE. Marisa N. Marcos T. 2000/2001.) Formação de educadores para o uso da informática na escola. J. São Paulo: Editora Érica.usp. 2001. VALENTE. Marilda Aparecida. 2000. 1994. 2002 THORNBURG. OLIVEIRA. Tecnologias de liberação e habilidades de pensamento para o século XXI.LOPES. SANCHO.br. MORIN. Las Tecnologias de la informacion y la comunicacion en la pratica educativa. Informática na educação: novas fronteiras pedagógicas. Disponível em: <http://www. São Paulo: Érica. (org.M. 132 . Disponível em: http://www. Agosto 1997. MASETTO. 28. Angel. MORAN. Lígia Silvia Leite. 1996. Ramon de. TARJA. 8-11. José Manoel. Informática educativa. Internet na educação . PINO. Sanmya Feitosa. Rio de Janeiro: Papirus. Ciência com consciência. Edgard. TAJRA. Comunicação e difusão. Técnica e semiótica na era da informática. Tecnopólio.dca. Campinas: NIED/Unicamp. n. 1996. A. Educação em Revista. MORAN. José A. 1998. p. BEHRENS.br/projects/sapiens/workshop/pino/pinoWorks POSTMAN. 2004. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Alfabetização tecnológica do professor. SAMPAIO. José Manuel. 4ª ed. Educação em Revista. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil.fee.unicamp. Petrópolis: Vozes.. Sanmya Feitosa.

1999. Educação e autoritarismo no Estado Novo. 3ª. F. S. 1990. 2 ed. 1979. 1995. Ideologia e educação brasileira: católicos e liberais. CUNHA. Educação escolar: finalidades e objetivos. São Paulo: Contexto. São Paulo: Saraiva/Edusp. L. São Paulo: Cortez. filosóficos. 1978. M. edição. R.(Org. CARVALHO. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 133 . (org. L. HILSDORF. As reformas pombalinas da instrução pública. sociais. História da educação. políticos e ideológicos. A educação dos educadores: da Escola Nova à escola de hoje. L. José A. R. 1998. GRANDE.) História da criança no Brasil. São Paulo: UNESP. M. 1989. C. P. M. DEL PRIORE. Campinas: Mercado de Letras. São Paulo: Cortez. COMÉNIO. São Paulo: EDUSP. J. A. Didáctica magna: tratado da arte universal de ensinar tudo a todos. V. A. São Paulo: Cortez. O computador na sociedade do conhecimento. CUNHA. Concepções pedagógicas dominantes e críticas na sociedade moderna contemporânea: raízes históricas e sociais. Campinas: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Educação escolar: determinantes e componentes econômicos. CURY. Pensando a educação nos tempos modernos.VALENTE. 1991 GHIRALDELLI Jr. 1978. História da pedagogia.). Bibliografia: CAMBI. R. São Paulo: Saraiva. M. J. históricos. C. 1985.

. J.. A. FARIA FILHO. História da educação brasileira. MONARCHA. B. Educação e luta de classes. São Paulo: Cortez. Educação e sociedade na primeira república. Bibliografia: 134 . N. M. T. DIDÁTICA APLICADA AO ENSINO DE SOCIOLOGIA A história da didática. 2002. História da educação na antiguidade. Produção da escola. 2000. O processo ensino-aprendizagem e práticas de ensino em diferentes tendências pedagógicas. 1994. I. G. Campinas: Autores Associados. L. São Paulo: EPU. RIBEIRO. H. M. Ijuí: UNIJUÍ. edição. 10ª ed. São Paulo: Loyola. 1984. São Paulo: Cortez. História da educação brasileira: a organização escolar. produção da sociedade: análise sócio-histórica de alguns momentos decisivos da evolução escolar no ocidente. M. C. Dermeval. 11. Escola nova. Política e educação no Brasil. 500 anos de educação no Brasil. São Paulo: Cortez/Autores Associados.LOPES. LOURENÇO FILHO. sistemas e diretrizes da pedagogia contemporânea. NAGLE. SAVIANI. VEIGA. MANACORDA. História da educação: da antiguidade aos nossos dias. MELLO. tecnicismo e educação compensatória. 1974. C. As abordagens de ensino: aspectos e fundamentos metodológicos. Ética e formação profissional. (orgs). M. (org. PONCE. (org). 2001. 1974. São Paulo: EPU. 17ª ed.). 1990. G. 1988. 1999. E. São Paulo: Nacional. MARROU. Introdução ao estudo da Escola Nova: bases. PETITAT. Planejamento e avaliação do ensino. A. Porto Alegre: ARTMED. Belo Horizonte: Autêntica. L. A. M. 1981.

V. CORNELLI. 5ª a 8ª séries. 2. FRIGOTTO. 1988. DANELON. 1996. São Paulo: Paz e Terra. São Paulo: Cortez/Instituto Paulo Freire. O que quer um currículo? pesquisas pós-críticas em educação. CORTELLA. Márcio. 2003. O ensino em estudos sociais.. Silvio. M. H. S. Campinas: Papirus. T. 5 ed. Construir e ensinar as ciências sociais e a história. FREIRE. 2002. CALLAI. Ijuí: Unijuí. C. O professor universitário em aula. S. 1986. BRANDÃO. São Paulo: Cortez. 1992. ed. G. R. MASETTO M.) A didática em questão. 135 . C. Gabriele (org). FONSECA. 4 ed. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos. Ed. Brasiliense. 1985. 1989 (Coleção Primeiros Passos). BRASIL. M. Secretaria de Educação Fundamental. PortoAlegre: Artes Médicas. Petrópolis: Vozes. 120 p. Ser professor no Brasil: história oral de vida.ABREU. 1999. 1997. GADOTTI. Sandra. 2ª ed. Brasília: MEC/SEF. A produtividade da escola improdutiva: um (re)exame das relações entre educação e estrutura econômica social capitalista. M. A educação contra a educação: o esquecimento da educação e a educação permanente. C. GALLO. 1997. (org. Parâmetros curriculares nacionais: história. Petrópolis: Vozes. P. CANDAU. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 2001. M. CARRETERO. 2002. G. Belo Horizonte: Autêntica. O que é educação? São Paulo. Deleuze & a educação. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. M. São Paulo: Cortez. CORAZZA. (Coleção Pensadores & Educação).

PAIVA. Didática geral. Atlas. 3 ed. Campinas: Papirus. O avesso do modelo. 2004. S. MOREIRA. NERICI. S. C. C. São Paulo: Loyola. CHADWICK. 136 . 10ª ed. J. ed. (Coleção: o que você precisa saber sobre. Antonio Flávio Barbosa. 1985. A. São Paulo: Ed. M.GHIRALDELLI JR. 1995. Didática e teorias educacionais. C. (orgs. M. S. 1999. M. Valores em educação. 1987. J. Maceió: EDUFAL. Porto Alegre: Artmed. MORIM. 2003. ROGERS. As abordagens do processo. PACHECO. 2000. Liberdade de aprender em nossa década. I. sentir e diferir. São Paulo: Cortez. MOURA.) LUKESI.. Rio de Janeiro: DP&A. 1993. H.) Currículo: pensar. PATTO. 2001. Didática geral dinâmica. M. Paulo. R. V. SILVA. 1986. Aprender a ensinar. Atlas. 2001. B. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Garcia. 2000. OLIVEIRA. São Paulo: T. São Paulo: EPU. Rio de Janeiro: DP&A. Ferreiro e Vygotsky. Petrópolis: Vozes. T. 1987. E. 1985. PEREIRA. São Paulo: Ed. A reconstrução da didática: elementos teóricometodológicos. São Paulo: Cortez. Educação popular e educação de adultos. A produção do fracasso escolar: história de submissão e rebeldia. M. MARTINS. C. MIZUKAMI. OLIVEIRA. Marcelo Ricardo. José Augusto. 1986. MORIM. Queiroz. E. N. 2. A cabeça bem feita: repensar a reforma e reformar o pensamento. 5 ed. Petrópolis: Vozes. São Paulo: Global. A prática pedagógica dos alfabetizadores de jovens e adultos: contribuições de Freire. Avaliação da aprendizagem escolar. Regina Leite. Sete saberes necessários à educação do futuro.. 1993.

DAMIANI. Amélia Luisa. planejamento e organização do ensino. marxista e neomalthusiana. Explorações geográficas. 1991. População e geografia. São Paulo: FUNDAJ/Editora da Unesp.) Desigualdades regionais e desenvolvimento. DEMAIS DISCIPLINAS GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO Ementa: Gênese. DERRUAU. GARNIER. Geografia de população. ZABALA. Pedro L. tipologia. culturais e econômicos. Olga. Geografia humana I. & SILVA. 1997. contextos. Concepções sobre população: malthusiana. 1998. 137 . Distribuição da população mundial: condicionantes naturais. In: CASTRO. São Paulo: Editora Nacional. São Paulo: Contexto. objeto e objetivo da geografia humana.UFRGS . Porto Alegre: Artes Médicas. Iná Elias de et al.Faculdade de Educação. Dinâmica demográfica: estrutura. BECKER. LIBRAS A ser fornecida posteriormente pelo Departamento de Letras. A. Bibliografia: AFFONSO. Ensino superior. Jacqueline Beaujeu. A Geografia e o futuro dos grupos humanos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Rui de B. composição e ocupação da população. Conflitos étnico-culturais. Mobilidade espacial da população: conceitos. Rio de Janeiro: Editora Globo. 1995. 1973. B. A. 1977. (org. conceito. Max. A prática educativa: como ensinar. 1980. Lisboa: Editorial Presença.

crises e ciclos. MOREIRA. 1994. São Paulo:Editora SENAC. 1995. In: AFFONSO. B. Ricardo. INTRODUÇÃO À ECONOMIA Estudo introdutório dos fundamentos da Ciência Econômica em suas principais idéias e conceitos de riqueza. acumulação. 138 . São Paulo: Ática. 7. Heloisa (orgs. A população brasileira: trabalhar e sobreviver. valor. Pedro L. São Paulo: FUNDAJ/Editora da Unesp. Tamás (org. demanda efetiva. 1987. e 2o. MARTINE. A. dinheiro. graus. RUA. Thomas Robert Malthus: economia. Keynes entre outros. 1993. e trad. População e meio ambiente. In: O discurso do Avesso: para a crítica da geografia que se ensina. São Paulo: USP. Para ensinar geografia: contribuição para o trabalho com o 1o. & SILVA. SALES. COSTA. desde a sua gênese até os fenômenos mais recentes da globalização. Rosa Éster. In: LAVINAS. capital. 1981.) Desigualdades regionais e desenvolvimento. TORRES. mercado. Rui de B. ROSSINI. M. 2000. Rio de Janeiro: Editora ACEESS. et al. Marshall. mercadoria. região e regionalismo. 1982. A evolução espacial da população brasileira.GEORGE. In.). L e NABUCO.. George. Schumpeter. Malthus. passando por Smith. Rio de Janeiro: Editora Bertrand. desde os mercantilistas e fisiocratas. O Brasil no contexto das recentes migrações internacionais. 1994. n. Ideologia e política dos estudos de população. Marx. João. Pierre. Integração. Geografia da população. Rio de Janeiro: Dois Pontos Editora. SZMRECSÁNYI. L. CARLEIAL. A disciplina tem como objetivo a compreensão da economia capitalista e de sua dinâmica. (org. Revista do Departamento de Geografia.). Haroldo. Rui. Teresa. trabalho. Rio de Janeiro: Difel.

MALTHUS. A riqueza das nações: investigação sobre sua natureza e suas causas. Bibliografia: FARACO. E. 1983.Bibliografia: HUNT. 1983. Carlos Alberto. K. D. São Paulo: Abril Cultural. São Paulo: Abril Cultural 1983. KEYNES. Prática de texto: língua portuguesa para nossos estudantes. J. Ensaio Sobre a População. Princípios de economia política e da taxação. São Paulo: Abril Cultural 1982. SMITH. História do pensamento econômico: uma perspectiva crítica. Teoria geral do emprego. R. ed. QUESNAY. MARSHALL. A teoria do desenvolvimento econômico: uma investigação sobre lucros. M. Prática de análise textual: leitura como subsídio para a redação. Quadro econômico dos fisiocratas. Prática redacional. A. São Paulo: Abril Cultural. K. Métodos e técnicas como suporte do domínio da escrita. SCHUMPETER. crédito. 1996. São Paulo: Abril Cultural . Rio de Janeiro: Campus. O capital: crítica da economia política. do juro e do dinheiro. 1983. RICARDO. 5. A. 1983. São Paulo: Abril Cultural. 1982. F. T. Petrópolis: Vozes. 1982. capital. MARX. Qualidades essenciais do texto. A. SP: Abril Cultural. 1983. J. OFICINA DE REDAÇÃO Compreensão e produção de textos. juro e o ciclo econômico. 139 . Princípios de economia: tratado introdutório. São Paulo: Abril Cultural.

Anos trinta: História e Historiografia. A palavra: expressão e criatividade. Luiz Marques de. Sérgio Waldeck de.FIORIN. São Paulo: Contexto. Francisco Platão. Carlos Alberto. CARONE. Língua portuguesa: prática de redação para estudantes universitários. Gil Carlos. Revolução do Brasil republicano: 1922 – 1938. aprendendo a pensar. São Paulo: Àtica. M. PEREIRA. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever. São Paulo: Atlas. João Bosco. 1995. Maria Teresa. C. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. 1987. Villaca. V. A coesão textual. 1997. FARACO. CARVALHO. São Paulo: Contexto. São Paulo: Globo. In: FREITAS. 1998. 1989. MEDEIROS. HISTÓRIA DO BRASIL Discute o processo de independência política do Brasil. Como escrever textos. 1965. SOUZA. a formação do Estado Nacional e sua estruturação política no Império e na República. KOCH. Petrópolis: Vozes. 140 . 2004. 1989. Othon Moacyr. Ingedore G. P. Laerd. Comunicação escrita: a moderna prática da redação. SERAFIN. 1990. José Luiz. Petrópolis: Vozes. MANDRYK. KOCH. São Paulo: Moderna. Ingedore G. São Paulo: Buriti. Compreensão e produção de textos. Historiografia Brasileira em Perspectiva. Bibliografia: BORGES. São Paulo: Contexto. A coerência textual. SAVIOLI. E. GARCIA. 1991. 1990. 24ª ed. Villaca. Para entender o texto: leitura e redação.

L. A república velha. Rio de Janeiro: José Olympio. Petrópolis: Vozes. DREIFUSS. Evolução política do Brasil: colônia e império. C. E. São Paulo: Marco Zero. J. São Paulo: Brasiliense. 1999. ed. 1995. C. 1994. 1995. Quotidiano e poder em São Paulo no século XIX. O. HOLANDA. 1991. São Paulo: Brasiliense. 1964: a conquista do estado – ação política. O silêncio dos vencidos. São Paulo: Nacional. 1987. FAUSTO. 41. República em migalhas. B. A revolução de 1930: historiografia e história. 8. 10 ed. PRADO JÚNIOR. São Paulo: Companhia das Letras. 1969. poder e golpe de classe. S. M. Raízes do Brasil. A. São Paulo: Brasiliense. A. São Paulo: DIFEL. B. 6ª ed. História econômica do Brasil. SILVA. Formação econômica do Brasil. 2ª ed. 1982. 1997. São Paulo: DIFEL. A primeira república – 1989 à 1930. DIAS. PRADO JÚNIOR. 1998. E. ed. C. 141 . A. R. 21. DRUMMOND. FAUSTO. A coluna Prestes: rebeldes errantes. 1994. DE DECCA. Negócios e ócios: histórias da imigração. FURTADO. M. 1974. 1990. São Paulo: Brasiliense. ed São Paulo: Brasiliense. B. E. CARONE. São Paulo: Brasiliense.CARONE. 3 ed.

São Paulo: HOBSBAWM. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Bibliografia: ANDERSON.HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA Visão abrangente de temas considerados relevantes para a compreensão da História do século XX. Tempos interessantes: uma vida no século XX. ed. J. São Paulo: Companhia das Letras. J. E. E. E. 142 . 1987. 1981. P. 2002. HOBSBAWM. E. Nações e nacionalismo desde 1780: programa. 1914-1991. Os trabalhadores: estudo sobre a história do operariado. HOBSBAWM. 1997. J. E. HOBSBAWM. 1981. mito e realidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. HOBSBAWM. PROJETO DE PESQUISA: Formulação de problemas para pesquisa. J. 2. J. P. 2. Mundos do trabalho. ed. A miséria da teoria ou um planetário de erros. Companhia das Letras. E. A crise do marxismo. São Paulo: Brasiliense. 1984. Era dos extremos: o breve século XX. J. A era do capital: 1848-1875. THOMPSON. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1995. HOBSBAWM. E. 1998. formatação de projetos. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

A. Convite à Filosofia. Filosofia . BUZZI. José Auri. Introdução à Filosofia através do estudo de textos filosóficos. ed. Problematização do tema em discussão sobre fontes. INTRODUÇÃO À FILOSOFIA I Iniciação à prática da reflexão filosófica. Os filósofos Pré-Socráticos. Gerd. Fritjof. A. Discussão bibliográfica. 1994. Introdução ao Pensar. Análise de temáticas inscritas nos textos filosóficos. 12. s.Iniciação à Investigação Filosófica. Petrópolis. São Paulo: Cultrix. RJ: Vozes. BUZZI. São Paulo: Brasiliense. Marilena. São Paulo: Brasiliense. 1983. São Paulo: Martins Fontes. CHAUÍ. COSTA. Seminários de orientação. Bibliografia: BORNHEIM. Redação do trabalho de conclusão de curso.. Introdução contemporânea à filosofia. situando-as no contexto histórico. São Paulo: Cultrix. Elaboração do Projeto de Pesquisa. 2002 CUNHA. PESQUISA ORIENTADA EM CIÊNCIAS SOCIAIS II Pesquisa orientada. Cláudio.d. 143 . Seminários de Orientação. R. 1991. O Ponto de Mutação. São Paulo: Atual.PESQUISA ORIENTADA EM CIÊNCIAS SOCIAIS I Levantamento de questões para a pesquisa. CAPRA. 1992. Primeira Filosofia. R. 1982.

VERNANT. Kant e a Filosofia transcendental. R. Filosofia Contemporânea. SEVERINO. São Paulo: Abril Cultural. HEIDEGGER. A . & WUNENBURGER. E. Bibliografia: AGOSTINHO. 1977. Joaquim. Lisboa: Edições 70. As Origens do Pensamento Grego. Os Pensadores Originários. Que é isto – A Filosofia? São Paulo: Abril Cultural. A Filosofia Contemporânea no Brasil. 1997. D. Petrópolis. INTRODUÇÃO À FILOSOFIA II Pensamento grego clássico. 1983 (Col. São Paulo: Difel. A Filosofia nas suas Origens Gregas. OLIVEIRA. Jean-François. HEIDEGGER. Patrística. 1991 AGOSTINHO. A Filosofia Contemporânea no Brasil. 1991. RJ: Vozes. A cidade de Deus. LYOTARD. Martin. Renascimento. 1989. v. Racionalismo e do empirismo. A Filosofia na Crise da Modernidade. RJ: Vozes. VI) 144 . Petrópolis. Neoplatonismo. J: Vozes. 1973 (Coleção Os Pensadores. São Paulo: Vozes. O idealismo de Hegel. Metodologia filosófica. O Pós Moderno. A . 1997. Confissões. Jean-Pierre. RJ: José Olímpio. Escolástica. SEVERINO. 1989. Os Pensadores). SEVERINO. São Paulo: Loyola. 1997. Petrópolis. Petrópolis: Vozes. A. Emanuel Carneiro. Movimentos materialistas e positivistas. 1990. M.FOLSCHEID. A Filosofia Antiga. 1993. Joaquim. LEÃO. Martin. São Paulo: Martins Fontes. Jaques.

São Paulo: Abril Cultural. François. Coimbra: Armênio Amado Editor. Rio: Zahar. Rio: Zahar. O pensamento de Hegel. História da Filosofia: idéias e doutrinas. s/d BRUN. 1991 CHÂTELET. São Paulo: Abril Cultural. 2004 ARISTÓTELES. Gerd. Metafísica. Imanuel. Ética a Nicômaco. Introdução à história da filosofia. Lisboa: Edições 70. Fundamentação da metafísica dos costumes. Jean. 2005 ARISTÓTELES. Dos argumentos sofísticos. 1973 ( Coleção Os Pensadores ARISTÓTELES. Karl. HEGEL. Lisboa: Edições 70. 1985 DELACAMPAGNE. São Paulo: Abril Cultural. Os filósofos pré-socráticos. 1997 HEGEL. 1997 DESCARTES. 1974 KANT. Friedrich. Buenos Aires: Debolsillo. São Paulo: Cultrix. Karl e ENGELS. Fenomenologia do Espírito. 1973 ( Coleção Os Pensadores) BORNHEIM. Enciclopedia de las ciências filosóficas . Manuscritos Económico-filosóficos. 1992. R. São Paulo: Abril Cultural. Poética. São Paulo: Martins Fontes. Christian. Goiânia: Editora UFG/Alternativa. 1980 (Os Pensadores) MARX. Lisboa: Editorial Presença. F. 1979 (Os Pensadores). Petrópolis: Vozes. Discurso do método. partes I e II HEGEL. 1989 145 . São Paulo: Abril Cultural. 1998 MARX. Categorías. O neoplatonismo.México : Porrúa Editorial.ARISTÓTELES. História da filosofia no século XX. 1981 CHÂTELET. A ideologia alemã. 1973 ( Coleção Os Pensadores) ARISTÓTELES.

analisadas metodologicamente. Brasília: Ed.) La filosofia medieval en occidente. As origens do pensamento grego. São Paulo: Abril Cultural. Campinas: Ed. Karl. 1974. São Paulo: Ed. fundamentos epistemológicos e estratégias básicas da investigação social. Bibliografia: BURKE. Estudo das principais abordagens teóricas das Ciências Sociais. 2002. Peter. POPPER. explicações e modelos). e pressupostos básicos de sua construção histórica compreensiva. SARTORI. 1973 (Coleção Os Pensadores) PLATÃO. A construção do objeto (conceitos. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. hipóteses. São Paulo: Difel/EDUSP. Giovani. Especificação da metodologia em função dos níveis da prática sociológica: objeto real e objeto construído (teoria e esquemas conceituais). 1995. Madrid: Siglo XXI. 4 PLATÃO. UNICAMP. Jean-Pierre. EPISTEMOLOGIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS O problema do conhecimento nas Ciências Sociais. em termos de seus modelos de explicação. UnB. campo teórico (crítica dos princípios). A República. 146 . Obras completas. Metodologia das Ciências Sociais (volumes 1 e 2). História e Teoria Social. Lógica das Ciências Sociais. Belém (PA):Editora da UFPA.PARAIN. 1997. 1981 VERNANT. 1973. Rio: Presença. 1978. WEBER. leis e teorias. Unesp. Brice (org. São Paulo: Cortez. A Política: lógica e método nas ciências sociais. s/d TOMÁS DE AQUINO. O ente e a essência. v. Max.

9. causalidade e predição. Rio de Janeiro: Ed. Análise de dados Qualitativos: estratégias metodológicas para as Ciências da Saúde. BECKER. fontes de dados e aplicações. Pesquisa qualitativa com texto.ed. imagem e som: um manual prático. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em ciências sociais. Sueli Aparecida. entrevistas. 2002. inferência. Rio de Janeiro: Zahar. GOLDENBERG. Petrópolis: Vozes. Paulo de Martino. São Paulo: EDUSP. análise de correspondência e dimensional. JANUZZI. observação participante. 2004 MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA QUALITATIVA Abordagens qualitativas dos objetos das Ciências Sociais: trabalho de campo. Humanas e Sociais. significância estatística.ed. Rio de Janeiro: Record. Martin W. 1977. questionários. MIGOTI. 2004. 2. estudos de caso. Belo Horizonte: Ed. Howard. construção de índices e escalas.MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA QUANTITATIVA Validade e confiabilidade. Alínea. PEREIRA. níveis de mensuração. Uma teoria da Ação Coletiva. Campinas: Ed. 2003. 2002. George Gaskell. UFMG. Bibliografia: ALMEIDA. Júlio César Rodrigues. 147 . Como são feitas as pesquisas eleitorais e de opinião. grupo focal. 2005. Análise de dados através de métodos de estatística multivariada: uma abordagem aplicada. Mirian. Análise e cálculo de indicadores sociais. Bibliografia: BAUER. FGV. Precisão e acurácia. Alberto Carlos. Indicadores Sociais no Brasil: Conceitos.

2006. 3ed. 1977. São Paulo: Edgard Blücher. 315p. Estatística Aplicada às Ciências Sociais. 608p. Amostragem. Gilberto de Andrade. REIDY.. John. ESTATÍSTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS II Inferência Estatística: intervalo de confiança e testes de hipóteses. Apresentação gráfica. Séries temporais. ESTATÍSTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS I Conceitos básicos. Estatística. Estatística Usando o Excel. 417p. COSTA NETO. 2 ed. Bibliografia: BARBETA. Introdução a probabilidade. MARTINS. Porto Alegre: Armed. 2001. 148 . 450p. Medidas de posição. Christine P. Testes não-paramétricos. Correlação e regressão simples e múltipla. 2006. 2005. Pedro Luiz de Oliveira. Juan Carlos. 2000. Estatística Geral e Aplicada. LAPPONI. 2006. Pedro Alberto.VALLADARES. Bibliografia: BARBETA. Distribuições de probabilidade. 315p. Licia do Prado. São Paulo: Atlas. A Escola da Chicago: impacto de uma tradição no Brasil e na França. UFMG. Apresentação de dados em tabelas. Pedro Alberto. Rio de Janeiro: IUPERJ. Florianópolis: Editora da UFSC. 2 ed. Estatística Aplicada às Ciências Sociais. Florianópolis: Editora da UFSC. Estatística sem matemática para psicologia. São Paulo: Lapponi. Belo Horizonte: Ed. DANCEY. Medidas de dispersão.

3ed. 448p. John.. 2006. Porto Alegre: Artmed. São Paulo: Lapponi. Juan Carlos. 608p. Sidney. 450p. 149 . 2000. LAPPONI. 417p. Gilberto de Andrade. Porto Alegre: Armed. Estatística Usando o Excel. REIDY. CASTELLAN JR. Estatística não-paramétrica para ciências do comportamento. N. SIEGEL. John.. Christine P. MARTINS. São Paulo: Atlas. ELETIVA: Qualquer uma das disciplinas da UESC. 2001. Estatística sem matemática para psicologia. Estatística Geral e Aplicada.DANCEY. 2006.

Na disciplina de Pesquisa Orientada em Ciências Sociais I o estudante deverá formular o projeto da monografia. 6. Monografia A monografia de conclusão de curso será elaborada no último ano. Essa avaliação deverá ocorrer em todos os momentos do curso: nas atividades realizadas nas disciplinas. utilizando os conhecimentos teóricos e metodológicos adquiridos nas disciplinas anteriores. com avaliações formais. por meio de produção de textos. conforme regulamento anexo. resoluções de questões e temáticas que exijam um domínio dos conteúdos trabalhados. cumulativo. sendo entendida como uma atividade política que terá como função básica subsidiar a tomada de decisões no decorrer do seu funcionamento.6. oficinas. Na disciplina de Pesquisa Orientada em Ciências Sociais II o aluno deverá concluir a pesquisa e redigir a monografia. Avaliação pedagógica A avaliação será uma ação fundamental para o desenvolvimento e êxito do curso. laboratórios.12. de modo contínuo. A avaliação da proposta curricular caberá ao colegiado de curso. com o objetivo de melhorar a proposta inicial e fazer adequações necessárias à implementação das atividades programadas para o Curso. que será apresentada publicamente e submetida à avaliação de uma banca examinadora. estágios e atividades complementares. e será realizada de forma continuada. tendo 150 . O objetivo da avaliação é analisar a capacidade dos alunos de produzir conhecimento e posicionar-se frente às teorias apresentadas e às situações concretas. pesquisas.13. seminários e elaboração de materiais didáticos. A avaliação ocorrerá no âmbito da relação professor/aluno. sob orientação de um professor escolhido conforme norma aprovada pela Resolução CONSEPE nº 08/2004.

6. 2007. objetivando verificar se os objetivos do curso estão sendo cumpridos. (documento eletrônico). Universidade Estadual de Santa Cruz.como referência os objetivos gerais e específicos do curso e os princípios curriculares.14. Avaliação do currículo A implementação do projeto pedagógico proposto será acompanhada sistematicamente através de instrumento de coleta de dados a ser aplicado a docentes e discentes. Relatório de classificação por unidades/cursos analítico por área. Relatório de Atividades 2006. Bibliografia Universidade Estadual de Santa Cruz. 151 . 2007. Ilhéus: Editus.

A profissão professor na sociedade atual.Entendem-se por Estágio Supervisionado as atividades de prática pedagógica em diversos campos de atuação do professor de Ciências Sociais. V. Art. Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado: TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E DA FINALIDADE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 2º . referente aos requisitos de coordenação.Este instrumento regulamenta o componente curricular Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC. III. 1º . contextualizar e vivenciar a formação profissional do estudante do Curso de Licenciatura em Ciência Sociais. respeitando os seguintes eixos norteadores: I. II. VI. A realidade dos estudantes do Ensino Fundamental e Médio. IV. O sentido da profissão. supervisão e avaliação das atividades relativas ao processo de estágio. O exercício da docência.Anexos 1. 152 . visando complementar. A escola como instituição concreta. As Políticas Públicas Educacionais no Brasil.

3° . com duração definida pelo Projeto Acadêmico Curricular do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais. a escola e a sociedade. intervir. vivenciar e consolidar as competências exigidas para o exercício acadêmicoprofissional em diferentes campos de intervenção. 4° . V. facilitar o processo de atualização de conteúdos. de caráter obrigatório. permitindo adequar aqueles de caráter profissionalizante às constantes mudanças sociais. II. problematizar. oportunizar aprendizagem social. III. desenvolver a convivência com a aplicação prática dos princípios fundamentais das Ciências Sociais.O Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais. CAPÍTULO III DA DURAÇÃO DO ESTÁGIO Art. estabelecer a mediação entre a universidade. IV. superar e criar respostas no ambiente escolar.O Estágio Supervisionado é um componente curricular obrigatório a ser vivenciado durante o curso de formação. busca a formação do graduando pautado nos seguintes objetivos: I. 153 . que pressupõem saber comunicar.CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS Art. profissional e cultural que possibilite ao graduando incrementar seu preparo para atuação em diferentes campos das atividades profissionais.

O Estágio será realizado após convênio firmado entre a UESC e a instituição concedente. Art.O Estágio será coordenado pelo Colegiado do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais. 9º .TÍTULO II DA ESTRUTURA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO Art.O Estágio Supervisionado contemplará o espaço formal e não formal. 8° . 10 . 6° . Art.Serão credenciados espaços formais e não formais que tenham professores de Ciências Sociais no exercício da profissão. a coordenação de estágio do curso proporá a assinatura de Convênio de Estágio e Termo de Compromisso correlato. além de acompanhamento. documentação e formalização do estágio com a instituição concedente. 154 . 5º . 7° . privilegiando as instituições públicas. Art. execução e avaliação de todo o processo de desenvolvimento do Estágio. Art. Art. que proverá junto à Administração Superior. no que tange à orientação e supervisão por parte do professor supervisor de estágio e do professor de Ciências Sociais da instituição concedente.Cada professor de estágio curricular supervisionado terá. Acompanhamento e Avaliação do Estágio ficarão sob a responsabilidade do professor supervisor credenciado pelo Colegiado do curso. sendo realizado nos municípios de Ilhéus e Itabuna. um máximo de 12 estagiários por semestre. § 2° O convênio será o registro de uma parceria que se caracterizará pelo acompanhamento do estudante estagiário. sob sua responsabilidade.As atividades de Orientação. § 1° Para que se efetive a inserção de estagiários em campo.

por parte do estudante.Art. § 2° O Termo de Compromisso de que trata o parágrafo anterior deverá mencionar necessariamente o instrumento jurídico a que se vincula. quanto à escolha e formalização do estágio com a instituição concedente. pela autoridade competente.A realização do Estágio Supervisionado. 13 .Compete ao Coordenador de Estágio Supervisionado: 155 . Art. Professor Coordenador do Estágio Supervisionado Professor Supervisor Estudante Estagiário V. 11– O Estágio Supervisionado será realizado através da participação de: I. não acarretará vínculo empregatício de qualquer natureza. II. Professor de Ciências Sociais da instituição concedente. III.Compete ao Colegiado de Curso: I. Colaborar com a coordenação de estágio. III. IV. da inexistência de vínculo empregatício. Art. § 1° O Termo de Compromisso será celebrado entre o estudante e a parte concedente na oportunidade do estágio curricular. Responsabilizar-se pela guarda da documentação relativa ao estágio. CAPÍTULO V DAS COMPETÊNCIAS Art. Realizar os procedimentos necessários para execução do estágio. 12 . 14 . Colegiado do Curso II. com a interveniência da instituição de ensino e constituirá comprovante exigível.

V. Fornecer ao colegiado. bem como buscar mecanismos de integração universidadesociedade.I. IV.Compete ao Supervisor do Estágio: I. Art. com os professores supervisores informando-os sobre os procedimentos necessários para a vivência do estágio. Fornecer as devidas orientações aos estudantes estagiários e ao coordenador sobre o processo de estágio. referentes ao conteúdo. Apresentar relatório das atividades dos estágios às instituições concedentes conveniadas no final de cada semestre. Proceder à avaliação de cada etapa do Estágio. com os professores supervisores. sempre que solicitadas. Adotar providências para formalização dos convênios necessários para a realização dos Estágios. V. IV. Orientar os estudantes quanto à escolha da instituição concedente e formalização do Estágio conjuntamente com o Colegiado de Curso. desempenho e assiduidade da disciplina Estágio Supervisionado. o calendário de execução do estágio. Participar do processo de construção do conhecimento. 156 . III. habilidades e competências do estudante-estagiário. VIII. II. prestando informações solicitadas pelo coordenador do Estágio. Fomentar parcerias visando à criação e manutenção de cadastros de instituições concedentes. II. em pauta. VI. Supervisionar o estagiário quanto à formalização do seu estágio nas instituições. Realizar. 15 . em consonância com a Coordenação de Estágio. Agendar reuniões. Proceder aos registros. Realizar em consonância com o Colegiado de Curso os procedimentos necessários para execução do estágio. às instituições concedentes conveniadas e aos professores supervisores informações relativas ao estágio. III. por estudante-estagiário. Definir. em conjunto com os professores supervisores. sempre que necessárias. os procedimentos necessários para sua execução. Interagir VI. VII. de acordo com o Calendário Acadêmico da UESC. de forma individualizada. IX.

Acompanhar o estudante estagiário no desenvolvimento do estágio. o programa de cada modalidade da disciplina. Elaborar o plano de trabalho e o relatório final das atividades desenvolvidas no estágio. II. Acompanhar e avaliar o estudante estagiário no processo de intervenção pedagógica. 17 . visando à obtenção de vagas para o Estágio Supervisionado. Auxiliar a Coordenação do Estágio Supervisionado na criação e manutenção de cadastros das instituições concedentes. III. V. Conjuntamente com o Supervisor e Coordenador de Estágio providenciar assinatura da carta de aceite da instituição concedente . bem como buscar mecanismos de integração universidade-sociedade. Entregar os relatórios individuais dos estudantes-estagiários no prazo definido em calendário do estágio. conjuntamente com o professor supervisor. IX.VII. Entregar 01 (uma) cópia da proposta do plano de trabalho ao professor supervisor antes do início de suas atividades na instituição.16 . Auxiliar na elaboração do plano de trabalho. Art.Compete ao estudante-estagiário: I.Compete ao professor de Ciências Socais da instituição concedente: I. deverá entregar esta proposta ao professor de Ciências Sociais da instituição concedente. obedecendo a prazos e normas estabelecidos. 157 . Definir a instituição para realização do estágio supervisionado conjuntamente com o Coordenador de Estágio. conjuntamente com o professor supervisor. Apresentar. XI. com os estudantes-estagiários. Apresentar ao professor supervisor do estágio toda a documentação solicitada para o planejamento e execução do Estágio. VIII. Responsabilizar-se pelas práticas realizadas pelo estudante-estagiário. IV. Após o aval do professor supervisor. X. II. discutir e vivenciar. desde a orientação da modalidade específica até as visitas in loco. Art.

até 15 (quinze) dias antes do término do semestre em que o estudante esteja matriculado. Art.Entende-se por Plano de Trabalho o planejamento das etapas a serem desenvolvidas pelo estagiário na instituição concedente. 20 . 158 .O relatório final do estágio deverá ser entregue ao professor da disciplina. 21 . em 01 (uma) cópia impressa.Parágrafo Único: Em nenhuma hipótese.Entende-se por Relatório do Estágio. de acordo com as normas do trabalho científico da UESC. 19 . o professor de Ciências Sociais da instituição concedente poderá ser substituído pelo estudante-estagiário. CAPÍTULO VII DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO Art. Art. 18 . sendo esta a média aritmética das notas atribuídas pelo professor da disciplina. 22 . CAPÍTULO VI DO PLANO DE TRABALHO E DO RELATÓRIO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art.Será considerado aprovado na disciplina Estágio Supervisionado o estudante que alcançar a média igual ou superior a 7.0 (sete). Art. conjuntamente com o professor de Ciências Sociais da instituição concedente. o trabalho que apresenta a experiência da práxis vivenciada pelo estudante-estagiário durante o período de estágio supervisionado.A avaliação do Estágio Supervisionado será de responsabilidade do professor supervisor.

Art. habilidades e competências previstas no Projeto Acadêmico Curricular.Art. 24 . 159 . conforme perfil. TÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 25 – Casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do curso. 23 – Será exigida do estudante estagiário a freqüência integral (100%) às atividades de estágio supervisionado.Os instrumentos de avaliação de cada modalidade do estágio supervisionado serão determinados no programa da disciplina.

Na matrícula da disciplina Pesquisa Orientada I. Art. 160 . Art 3º. a partir de pesquisas de caráter estritamente científico. estimular a produção e veiculação do conhecimento nos eixos temáticos do curso de Ciências Sociais da UESC. A monografia deverá ser individual. 1º. requisito obrigatório à integralização curricular. 2º. com o objetivo geral de proporcionar ao graduando experiência em pesquisa de forma crítica e cientificamente fundamentada. Art.2. definidos no Projeto Acadêmico Curricular. nas disciplinas Pesquisa Orientada I e Pesquisa Orientada II. Art. em caráter obrigatório. 5º. proporcionar aos estudantes a vivência em pesquisa científica. contribuir com a formação do estudante priorizando o desenvolvimento da autonomia necessária à aquisição de conhecimento. São objetivos específicos da monografia : I. III. o estudante deverá entregar formulário específico com indicação e aceite de seu orientador. As atividades referentes à monografia deverão ser desenvolvidas. II. 4º. O presente regulamento tem por objetivo normatizar as atividades relacionadas à monografia do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC. Regulamento da Monografia CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.

deve ser elaborado: I. Os Projetos de monografia do Curso elaborados na disciplina Pesquisa Orientada I. Do Projeto de monografia Art. Os custos relativos à execução do Projeto de monografia serão de inteira responsabilidade do estudante. aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa. 7o. documento formal e obrigatório para a conclusão da disciplina Pesquisa Orientada I. O Projeto de monografia.CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. cabendo ao mesmo e ao professor orientador a análise de sua viabilidade. em seu conteúdo. sob orientação de um professor orientador e supervisão do professor da disciplina. Art. III. A disciplina Pesquisa Orientada I compreenderá as atividades de acompanhamento e avaliação do Projeto da Monografia. Art. observando. observando as normas técnicas prescritas pela Universidade Estadual de Santa Cruz. caso necessário. deverão ter. 10. 6º. II. 9o. as finalidades estabelecidas no programa da disciplina e a vinculação direta a um dos eixos temáticos estabelecidos no Projeto Acadêmico Curricular do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais da UESC. previamente à sua execução. 8o. Art. 161 . A disciplina Pesquisa Orientada II compreenderá as atividades de acompanhamento e avaliação da monografia bem como sua apresentação pública.

II. deverá ser elaborada: I. 13. 12. as finalidades estabelecidas no programa da disciplina Pesquisa Orientada II e a vinculação direta a um dos eixos temáticos estabelecidos no Projeto Acadêmico Curricular do curso de Licenciatura em Ciências Sociais da UESC. 11. título do trabalho. no Colegiado de Ciências Sociais. essa opção não exclui a necessidade de apresentação pública do trabalho. Art. em uma copia eletrônica e 03 (três) exemplares impressos e encadernados. É facultativo o cumprimento dos requisitos da disciplina Pesquisa Orientada II mediante apresentação de artigo acompanhado de seu aceite para publicação em revista científica indexada da área de Ciências Sociais. às normas técnicas prescritas pela Universidade Estadual de Santa Cruz. no disco. A monografia. Art. documento formal e obrigatório para a conclusão da disciplina Pesquisa Orientada II. A avaliação das atividades relativas a monografia acontecerá em duas fases: 162 . semestre e ano letivo. com identificação. III. com a monografia em arquivo único. 14. na sua estrutura. obedecendo. do estudante e do orientador. sendo 01 (um) destinado ao Professor Orientador e 02 (dois) destinados aos demais membros da banca examinadora. A cópia eletrônica deve ser entregue em CD. Todavia. 15. CAPÍTULO III DA AVALIAÇÃO Art. sob orientação de um professor orientador e supervisão do professor da disciplina. extensão “pdf”. Art. em seu conteúdo. observando.Do Trabalho Monográfico Art. O texto final da à monografia deverá ser entregue pelo estudante.

17. intervir. 16. registrar em livro de atas a entrega da monografia pelos estudantes e encaminhar os mesmos aos membros da banca examinadora para leitura e avaliação. Serão aprovados nas disciplinas Pesquisa Orientada I e Pesquisa Orientada II os estudantes que obtiverem média igual ou maior que 7. III. objetivos. discussão. aprovar o nome do orientador indicado pelo estudante no ato da matrícula na disciplina Pesquisa Orientada I. II. objetivos. pela banca examinadora da monografia. na disciplina Pesquisa Orientada II será avaliada. junto ao DFCH. emitidos pela banca examinadora. II. revisão bibliográfica. 163 . justificativa. considerando-se: problemática. manter banco de dados atualizado das versões finais das monografias aprovadas. procedimentos metodológicos. apresentação e defesa oral do trabalho. justificativa. de espaços e recursos materiais disponíveis durante o desenvolvimento das atividades relativas a monografia V. Art. na disciplina Pesquisa Orientada I será avaliado o processo de elaboração do Projeto de Pesquisa de monografia nos aspectos qualitativo e quantitativo. resultados.I. conclusões. Compete ao Colegiado de Ciências Sociais: I. o trabalho desenvolvido.0 (sete). considerando-se: a problemática. IV. revisão bibliográfica e procedimentos metodológicos. encaminhar os pareceres referentes à monografia. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES DO COLEGIADO DE CIÊNCIAS SOCIAIS Art. aos professores orientadores. quanto ao uso por parte dos estudantes pesquisadores. estabelecendo prazo de 15 dias para entrega dos pareceres.

elaborar calendário referente às atividades a serem desenvolvidas nas disciplinas Pesquisa Orientada I e Pesquisa Orientada II. 164 . sempre que necessário. III. proceder ao preenchimento das pautas. 18. as atividades relativas à apresentação pública das monografias V. posteriormente. o processo de orientação. organizar. no prazo máximo de cinco dias após solicitação do estudante. Os professores das disciplinas Pesquisa Orientada I e Pesquisa Orientada II serão indicados pela Coordenação da Área de Conhecimento em Ciências Socias. em conjunto com orientadores e orientandos. coordenar as atividades de ensino e avaliação referentes à elaboração dos Projetos de monografia e das monografias. Aos professores compete: I. em mãos dos respectivos responsáveis pela avaliação nas disciplinas Pesquisa Orientada I e Pesquisa Orientada II e. encaminhar o Formulário de Aceite de Orientação para a monografia aos professores indicados no documento. CAPÍTULO V DO PROFESSOR DAS DISCIPLINAS Art. contactar. recolher as notas e pareceres. VI. Posteriormente. encaminhá-lo ao professor da disciplina. II. respectivamente. desenvolvidos. mensalmente. nas disciplinas Pesquisa Orientada I e Pesquisa Orientada II. acompanhar. os professores orientadores e os respectivos orientandos IV.VI. matriculados nas disciplinas a fim de acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos.

Art. inclusive orientando e acompanhando o estudante na execução do plano de trabalho. as normas técnicas de apresentação e a redação do texto. freqüentar reuniões. aceitando a orientação. Parágrafo único . 21. bem como a disponibilidade de material bibliográfico e de recursos sobre o assunto. Poderão ser orientadores. 19. o plano de trabalho e o cronograma de atividades .A escolha do professor orientador por parte do estudante deve ser norteada pela afinidade com o tema da pesquisa e a disponibilidade do professor. os professores pertencentes ao quadro docente da Universidade Estadual de Santa Cruz com titulação mínima de Especialista. bem como aprovar previamente a monografia para encaminhamento à banca examinadora. indicar fontes bibliográficas para consulta. respectivamente. IV. III. II. verificando a importância e o interesse que pode ser despertado pelo tema. fazendo intervenções sobre o conteúdo. propostos no Projeto de monografia. aprovar o roteiro da pesquisa. 20. VI. avaliar seus orientandos nos aspectos qualitativo e quantitativo. São atribuições do professor orientador: I. cuja área de conhecimento seja compatível com o tema de pesquisa do estudante. o estudante deverá apresentar sua intenção de pesquisa mediante o Formulário de Aceite de Orientação de monografia. VIII.CAPÍTULO VI DA ORIENTAÇÃO Art. 165 V. Art. assinar formulário específico. VII. orientar o estudante em todas as etapas relativas ao desenvolvimento do Projeto de monografia e da monografia. Ao pleitear o seu orientador. quando convidado pelo professor das disciplinas. nas disciplinas Pesquisa Orientada I e Pesquisa Orientada II. avaliar a viabilidade do Projeto de monografia. avaliar cada etapa do desenvolvimento da monografia.

com titulação mínima de especialista. XIII. 26. de forma expressa. 22. 23. 24. Art. O orientador deve preencher a ficha de acompanhamento de orientação. É permitido ao estudante ter um co-orientador. emitir parecer final sobre a monografia que esteja sob sua orientação. após a apresentação pública sobre as possíveis alterações no texto final sugeridas pela banca examinadora e autorizar a entrega da versão final corrigida ao Colegiado de Ciências Sociais. CAPÍTULO VII DA BANCA EXAMINADORA Art. X. XII. desde que os motivos sejam devidamente fundamentados. coordenar as bancas examinadoras da monografia. encaminhar os pareceres da banca examinadora à secretaria do Colegiado de Ciências Sociais logo após o término da avaliação. sendo um destes o professor orientador.IX. recebimento dos dois outros pareceres. Art. após XI. A banca examinadora será composta por três membros. definidos conjuntamente pelo professor orientador e pelo orientando. O professor orientador poderá solicitar seu afastamento da orientação. 166 . devendo seu nome constar no trabalho escrito e nas publicações futuras. o que será analisado pelo professor da disciplina e pela Coordenação do Colegiado de Ciências Sociais. mediante aprovação do orientador. 25. na ficha de orientação. orientar o estudante. Art. Art. No caso da existência de um co-orientador. incentivar a publicação da monografia. levando-se em consideração a adequação quanto ao tema do trabalho. o mesmo poderá compor a banca examinadora ficando esta composta por quatro avaliadores.

28. não cabendo qualquer ônus adicional à UESC. uma cópia da monografia para leitura e avaliação. 27. Art. 29. dentro das possibilidades científicas e técnicas da UESC. Além dos previstos nas normas internas da UESC e em leis pertinentes. substituição de seu orientador. 167 . devendo emitir parecer observando os critérios constantes no formulário de avaliação. ao Colegiado de Ciências Sociais. desde que justifique suas razões por escrito e indique novo orientador. mediante análise e aprovação do Colegiado. O estudante poderá solicitar. o que será julgado pelo professor da disciplina e pelo Coordenador do Colegiado de Ciências Sociais. por iniciativa própria. Art. sendo permitidas correções a critério do professor orientador antes do encaminhamento do mesmo ao Colegiado de Ciências Sociais.A critério do professor orientador e do orientando. Cada membro da banca examinadora receberá do Colegiado de Ciências Sociais. 30. A versão da monografia encaminhada aos membros da banca examinadora será considerada final. CAPÍTULO VIII DOS DIREITOS E DEVERES DOS ORIENTANDOS Art. III. uma única vez. ser orientado por um professor em todas as fases de desenvolvimento da monografia. dispor de elementos necessários à execução de suas atividades. são direitos dos estudantes matriculados nas disciplinas Pesquisa Orientada I e Pesquisa Orientada II: I. conhecer a programação prévia das atividades a serem desenvolvidas. Art. um membro da banca poderá ser de outra Instituição de Ensino Superior. II.Parágrafo Único . bem como os prazos estabelecidos nas disciplinas Pesquisa Orientada I e Pesquisa Orientada II.

cumprir os horários e o cronograma de atividades estabelecidos pelo professor da disciplina e pelo professor orientador. IV. V. Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de Ciências Sociais. II. entregar versão final da monografia ao Colegiado do Curso de Ciências Sociais. cumprir este Regulamento. cópias ou transcrições de textos de outrem. 32. 31. apresentar ao Colegiado de Ciências Sociais a monografia. III. quando das citações. 168 . responsabilizar-se pelo uso de direitos autorais resguardados por lei a favor de terceiros. bem como realizar a apresentação pública do mesmo nos prazos determinados. Além do previsto nas normas internas da UESC e nas leis pertinentes. são deveres dos estudantes matriculados nas disciplinas Pesquisa Orientada I e Pesquisa Orientada II: I. CAPÍTULO XI DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art.Art.

Pessoal e Encargos 2008 Sociais Sub-total: Pessoal e Encargos Rubrica 3390.Exercício Total da Receita Caracterização da Despesa Exercício de 2008 Departamento de Filosofia e Ciências Humanas Profª Janete Ruiz de Macedo 2008 2009 2010 2011 R$ Total Rubrica 3190.000 3390.36 =Serv.33 =Passagens Sub-total: Passagens Rubrica 3390.35 = Consultoria Sub-total: Consultoria Rubrica 3390.30=Material de 2009 2010 2011 R$ Total 2.3. Orçamento a) Implantação: Título da Sub-Ação: Implantação do Curso de Graduação em Ciências Sociais Período de realização Nome da Unidade Executora Coordenador (a) da Proposta Caracterização da Receita Denominação da Receita . Pessoa Aquisição material de 2.14 -Diárias Servidores da UESC Sub-total: Diárias Rubrica Consumo Custo: consumo Rubrica 3390. Pessoa Física Sub-total: Serviços Terc.000 169 .00 .

670 84.500 3.Terc.52 .970 13.970 Mat.020 200 3.000 informática Implantação de 1 sala multimídia Colegiado Frigobar Sub-total: Material Permamente Rubrica 4590.500 3.Livros Sub-total: Livros Rubrica 4590.350 14.000 13.39 =Serv. P.700 3390.Física Rubrica P.Jurídica Reprografia Edição e impressão de materiais Sub-total: Serv.Permanente Implantação de 1 laboratório de 51.Terceiros 170 .00) 600 78.350 Equipamentos e móbiliarios para o 14.700 200 3.670 84.52 Equip. e 51.670 84.020 600 78.51 Obras (Construções) Sub-total: Obras Total do Projeto Total da Receita Total da Despesa 84.Jurídica Rubrica 4590.670 RESUMO DA PROPOSTA (Em R$ 1.

761.300 4.620 1.500 4.2008 2009 2010 2011 R$ Total 2009 2010 2011 R$ Total 281.800 4.000 4.b) Implementação: Implementação do Curso de Graduação em Ciências Título da Sub-Ação: Período de realização Sociais A partir de 2009 Nome da Unidade Executora Departamento de Filosofia e Ciências Humanas Coordenador (a) da Proposta Profª Janete Ruiz de Macedo Caracterização da Receita Denominação Exercício Caracterização da Despesa Rubrica 3190.33 =Passagens: Passagem: Docentes (06 por exercício) Sub-total: Passagens Rubrica 3390.600 .310 2.500 4.118 3.600 12.500 12.00 .Adm Sub-total: Pessoal e Encargos Rubrica 3390.481 23.30=Material de Consumo Custo: Aquisição material de consumo Rubrica 3390.310 2.800 3.879 844.741 1.879 71.459 587.637 305.039 868.310 2.930 6.Pessoal e 2008 Encargos Sociais Custo por Exercício: Docente Custo por Exercício: Técnico Laboratório e Assist.14 -Diárias 2.689.160 23.879 23.500 12.000 3.930 Servidores da UESC Custo c/ Diárias: 30 diárias por exercício (base R$ 77.310 6.310 2.580 563.00) Sub-total: Diárias Rubrica 3390.310 2.300 4.35 = Consultoria Sub-total: Consultoria 171 da Receita .

Terc. Pessoa Física Rubrica Reprografia Edição e impressão de materiais Sub-total: Serv.349 883.700 200 3.500 11.769 601.Permanente Sub-total: Material Permamente Rubrica 4590.39 200 3.748 3390.52 .500 3.Rubrica 3390.700 200 3.Livros Sub-total: Livros Rubrica 4590. P.630 1.36 =Serv.51 Obras (Construções) Sub-total: Obras RESUMO DA PROPOSTA (Em R$ 1.100 =Serv. Pessoa Física Sub-total: Serviços Terc.803.Equip.Jurídica: 172 .Terceiros P.00) Total da Receita Total da Despesa Superávit 318. e Mat.52 .700 600 10.500 3.500 3.Jurídica Rubrica 4590.

c) Detalhamento: Laboratório n Mesa Professor Cadeira Professor Arquivo Armário Carrinho baias cadeiras p/ baias cadeira de auditório computadores estabilizadores datashow impressora tv dvd quadro TOTAL 1 70 21 2000 21 50 1 1 3200 1200 20 100 20 60 1 1 preço total 200 80 200 80 0 0 0 2000 1200 0 42000 1050 3200 1200 0 0 70 51000 1 1 1 600 150 70 14cjts* 500 1 1 1 2000 50 3200 Sala Multimídia n 1 1 preço total 200 80 200 80 0 0 0 0 0 7000 2000 50 3200 0 600 150 70 13350 14020 3 2000 3 50 1 3200 2 1200 1 600 1 150 Colegiado n preço total 3 200 3 80 1 300 1 280 1 100 600 240 300 280 100 0 0 0 6000 150 3200 2400 600 150 173 .

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->