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FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE
FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO
DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE

PARTE A

(a preencher

departamento curricular)

pelo coordenador

do departamento curricular

ou

pelo

conselho executivo

se

o

avaliado

for

coordenador

de um

A coluna V indica os valores a atribuir, a coluna A destina-se à auto-avaliação e a coluna B à hetero-avaliação. Em cada um dos itens seleccione a afirmação que melhor descreve o desempenho do docente.

1.

DIMENSÃO SOCIAL E ÉTICA

 

V

A

B

1.1.

Participação nas actividades do departamento curricular

 

O

docente faltou injustificadamente a reuniões do departamento curricular ou o docente não participa, ou participa

0

 

pouco, nas tarefas realizadas no âmbito do departamento.

 

O

docente contribuiu,

em

conformidade com

o seu horário,

para

o sucesso das tarefas que couberam

ao

departamento curricular.

 

7

O

docente participou

de forma excepcionalmente empenhada

em

todas as tarefas do departamento,

tendo

contribuído de forma relevante para o seu sucesso.

 

10

1.2.

Adequação, fidedignidade e qualidade do relatório de autoavaliação

 

O

relatório de autoavaliação não é fidedigno, contém incorrecções significativas ou está incompleto.

 

0

O

relatório de autoavaliação permite avaliar adequadamente a actividade do docente.

 

3,5

O

relatório de autoavaliação é fidedigno e justifica e enquadra as práticas profissionais desenvolvidas no context o

5

de

desempenho da profissão docente.

 

2.

DESENVOLVIMENTO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM

 

V

A

B

2.1.

Preparação e organização das actividades lectivas

 

Não existem evidências que permitam avaliar a preparação e organização das actividades lectivas, ou as mesmas demonstram uma preparação e organização inadequadas ou que não respeitam as orientações aprovadas pelo departamento curricular.

0

As evidências apresentadas confirmam que o docente preparou e organizou adequadamente as suas actividades lectivas.

14

As evidências apresentadas confirmam que o docente preparou e organizou adequadamente as suas actividades lectivas, assegurando experiências de aprendizagem inovadoras, enriquecedoras e articuladas com dispositivos de avaliação congruentes e funcionais.

20

2.2.

Realização das actividades lectivas

 

Não existem evidências que permitam avaliar a realização das actividades lectivas ou as evidências apresentadas demonstram a existência de lacunas na realização das actividades lectivas ou actividades lectivas inadequadas.

0

O

docente realizou adequadamente as suas actividades lectivas.

 

14

Existem evidências que demonstram que o docente realizou aulas de excepcional qualidade, nomeadamente produzindo de forma sistemática e sustentada materiais pedagógicos de qualidade, promovendo aprendizagens significativas e/ou usando metodologias inovadoras e de comprovada qualidade.

20

2.3.

Cumprimento das orientações curriculares

O

docente não cumpriu, ou cumpriu apenas parcialmente, as orientações curriculares e programáticas fixadas

0

 

para os seus alunos.

 

O

docente cumpriu

globalmente as

orientações curriculares

e

programáticas

fixadas

para

os

seus

alunos,

7

propiciando de forma adequada a obtenção das competências legalmente fixadas.

 

O

docente desenvolveu um trabalho excelente com os seus alunos, cumprindo todas as orientações curriculares e

10

 

programáticas fixadas.

 
 

2.4.

Processo de avaliação das aprendizagens dos alunos

Não existem evidências que permitam avaliar adequadamente os procedimentos de avaliação dos alunos seguidos pelo docente ou as evidências demonstram que os procedimentos seguidos não cumprem os requisitos estabelecidos para o sistema educativo, a escola ou a disciplina ou grupo disciplinar leccionado.

0

O

docente utilizou adequadamente os processos de avaliação das aprendizagens legal e regulamentarmente

7

fixados.

O

docente elaborou e executou, de forma sustentada e generalizada, procedimentos de avaliação congruentes

10

 

com as normas definidas excepcionalmente bem formulados e adequados às necessidades dos seus alunos.

3.

PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA E RELAÇÃO COM A COMUNIDADE ESCOLAR

 

V

A

B

 

3.1.

Participação nas actividades escolares

Não existem evidências de participação ou envolvimento em actividades propostas pelo departamento curricular.

0

O

docente participou e envolveu-se, em função do seu horário, nas actividades propostas pelo departamento

7

curricular.

 

O

envolvimento nas actividades extracurriculares da escola é relevante e reconhecido, nomeadamente através da

 

dinamização e coordenação de actividades específicas.

 

10

4.

DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

V

A

B

 

4.1.

Participação nas actividades formativas da escola e do departamento curricular

 

O

docente não frequentou, por motivos injustificados, nem

participou nas actividades de formação contínua

0

realizadas pela escola ou pelo departamento curricular ou por outras entidades legalmente certificadas.

 

O

docente participou adequadamente nas actividades de formação contínua realizadas pela escola ou pelo

3,5

 

departamento curricular, ou não participou por motivos que não lhe são directamente imputáveis.

 

O

docente frequentou e/ou participou de forma relevante na organização e coordenação das acções de formação

 

contínua realizadas pelo departamento curricular ou pela escola.

 

5

PARTE B

(a preencher pelo conselho executivo)

A coluna V indica os valores a atribuir, a coluna A destina-se à auto-avaliação e a coluna B à hetero-avaliação. Em cada um dos itens

seleccione a afirmação que melhor descreve o desempenho do docente.

5.

DIMENSÃO SOCIAL E ÉTICA

V

A

B

5.1.

Nível de assiduidade

O

docente faltou a mais de 10% das actividades lectivas que lhe estavam distribuídas à excepção das legalmente

0

equiparadas a prestação efectiva de serviço.

O

docente faltou a menos de 10% das actividades lectivas que lhe estavam atribuídas à excepção das legalmente

7

 

equiparadas a prestação efectiva de serviço.

O

docente não teve qualquer falta não equiparada a serviço efectivo.

10

5.2.

Exercício de outros cargos ou funções de natureza pedagógica

O

docente recusou, por motivos injustificados, pelo menos uma vez, o exercício de um cargo ou função de

0

 

natureza pedagógica.

O

docente não foi eleito ou escolhido para qualquer cargo, recusou justificadamente o cargo, ou exerce de forma

adequada os cargos para os quais foi eleito ou nomeado.

7

O

docente teve um desempenho excepcional no exercício dos cargos e funções para os quais foi eleito ou

10

 

escolhido.

 

A

REF.

6.

DESENVOLVIMENTO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM

V

A

B

6.1.

Resultados escolares dos alunos

Em termos globais, os alunos que foram atribuídos ao docente pioraram o seu desempenho, por motivos que lhe são comprovadamente imputáveis.

0

Os alunos apresentam um desempenho adequado e congruente com o esperado.

14

Em termos globais e de forma consistente, os alunos atribuídos ao docente melhoraram o seu desempenho por razões que apenas podem ser explicadas pela sua acção.

20

6.2.

Competências de leccionação (ver Parte C do presente Formulário)

Média dos resultados das observações de aula realizadas.

0 a 20

7.

PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA E RELAÇÃO COM A COMUNIDADE ESCOLAR

V

A

B

7.1.

Participação nas actividades da comunidade escolar e apreciação do seu trabalho colaborativo

O

docente recusou participar em grupos de trabalho identificados e integrados nos projectos orientadores e de

0

 

actividades da escola.

O

docente participou em grupos de trabalho identificados e integrados nos projectos orientadores e de actividades

7

da

escola.

O

docente participou de forma consistente em grupos de trabalho identificados, tendo proposto, dinamizado ou

10

 

coordenado grupos de trabalho relevantes para os projectos da escola.

7.2.

Relação com os pais e encarregados de educação dos alunos a cargo

Não há evidências de que o docente tenha informado as entidades competentes das ocorrências que, nos termos regulamentares, justificam a sua intervenção.

 

0

O

docente informou as entidades competentes das ocorrências que, nos termos regulamentares, determinam a

7

sua intervenção e cumpriu com as responsabilidades inerentes à sua função.

O

docente promoveu contactos adequados com os encarregados de educação dos alunos a cargo, promovendo

um relacionamento de complementaridade entre a escola e a família através de estratégias inovadoras e bem

10

 

sucedidas.

 

7.3.

Dinamização de actividades de apoio aos alunos

O

docente recusou, injustificadamente, realizar actividades de apoio aos alunos.

0

Sempre que possível, o docente participou no desenvolvimento de actividades de apoio aos alunos.

7

O

docente propôs, dinamizou e colaborou, sistemática e continuadamente, em actividades de apoio aos alunos.

10

8. DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

V

A

B

 

8.1.

Dinâmicas de formação contínua

O

docente não frequentou, por motivos injustificados, acções de formação contínua relevantes para a sua área

específica de docência, ou centradas na escola e nos contextos profissionais de trabalho, apesar de lhe ter sido facultada formação, nos termos do Estatuto da Carreira Docente na RAA.

0

O

docente frequentou, com aproveitamento, acções de formação contínua relevantes para a área específica de

docência ou centradas na escola e nos contextos profissionais de trabalho, nos termos do Estatuto da Carreira Docente na RAA.

7

O

docente frequentou e participou de forma relevante nas acções de formação contínua da sua área específica de

docência ou centradas na escola e nos contextos profissionais de trabalho, quando facultadas nos termos do Estatuto da Carreira Docente na RAA.

10

 

8.2.

Participação em projectos de investigação ou de inovação e desenvolvimento pedagógico

O

docente não participou, de forma injustificada, em projectos de investigação ou de inovação que contribuam

0

 

para o desenvolvimento de estratégias pedagógicas no âmbito da escola.

O

docente participou em projectos de investigação ou inovação na escola e/ou noutras escolas.

7

O

docente participou, de forma dinâmica, em projectos de investigação ou inovação na escola e/ou noutras

10

escolas.

PARTE C – Competências de Leccionação Grelha de Observação de Aulas

(a preencher pelo observador designado)

Os indicadores são os comportamentos verificados por observação ou análise documental que densificam o sentido da competência a

que se reportam. Atribuir uma pontuação a cada competência, de acordo com a escala indicada abaixo. A média dos totais das várias observações deve ser multiplicada pelo factor 0,1, arredondada às décimas e inscrita no n.º 6.2. Competências de Leccionação, na parte B do presente Formulário.

1. CONHECIMENTOS CIENTÍFICOS E DIDÁCTICOS PONTUAÇÃO Evidencia conhecimento dos conteúdos. Explica com clareza os
1.
CONHECIMENTOS CIENTÍFICOS E DIDÁCTICOS
PONTUAÇÃO
Evidencia conhecimento dos conteúdos.
Explica com clareza os conteúdos do seu domínio científico.
Utiliza com correcção e promove uma utilização correcta da língua portuguesa.
Procura abordagens para ajudar o desenvolvimento cognitivo, afectivo e social do aluno.
2.
PROMOÇÃO DA APRENDIZAGEM
PONTUAÇÃO
Motiva os alunos para a melhoria.
Sistematiza procedimentos e tarefas de rotina para comprometer os alunos em várias experiências de aprendizagem.
Apoia os alunos no desenvolvimento e utilização de formas de avaliar criticamente a informação.
3.
PLASTICIDADE (FLEXIBILIDADE E CAPACIDADE DE ADAPTAÇÃO)
PONTUAÇÃO
Usa estratégias facilitadoras da aprendizagem dos alunos.
Dá informação fundamentada sobre os trabalhos propostos aos alunos.
Utiliza uma variedade de recursos adequados ao aperfeiçoamento da aprendizagem dos alunos.
4.
PLANEAMENTO
PONTUAÇÃO
Planifica as aulas em linha com o projecto curricular da escola e com o projecto curricular da turma.
Gere o tempo de ensino de forma a cumprir os objectivos planeados.
Adequa ou modifica o trabalho planificado às necessidades dos alunos.
5.
AVALIAÇÃO
PONTUAÇÃO
Utiliza o trabalho do aluno para diagnosticar dificuldades de aprendizagem, que corrige adequadamente.
Adequa os instrumentos de avaliação ao grau de desenvolvimento das capacidades e às necessidades de cada
aluno.
Modifica os processos de avaliação para corresponder às necessidades específicas de cada aluno.
Integra a auto-avaliação como estratégia reguladora da aprendizagem do aluno.
TOTAL
ESCALA
PONTUAÇÃO
Os
aspectos fundamentais da competência não são demonstrados ou apenas o são de modo inconsistente. Para atingir
0
o
nível adequado necessita, em elevado grau, de formação em aspectos básicos, treino prático e acompanhamento.
O
docente corresponde, em termos globais às exigências da competência. Genericamente, os indicadores da
competência são demonstrados, com algumas excepções em alguns aspectos secundários. Necessita de treino prático
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e
acompanhamento complementares.
O
docente corresponde, sem excepção,
aos indicadores da competência e apresenta,
ainda que ocasionalmente,
40
práticas inovadoras.