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Relatório 04 - Tipo de Reações químicas

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Relatório nº 04 Tipos de Reações Químicas

Jenifer Rigo Almeida

Vitória, 26 de setembro

foi o primeiro a observar que o oxigênio. Deduziu. um processo reacional só pode ser compreendido mais claramente se associamos as transformações das substâncias às transformações energéticas. [3] A teoria de ácidos e bases de Arrhenius foi embasada através da sua teoria de ionização das substâncias em soluções aquosas. [5] No meio reacional. também. de forma dinâmica. produz a combustão. RESUMO No experimento executado realizou-se uma variedade de transformações químicas. sofrendo inúmeras transformações." [1] Na ciência contemporânea a reação química não é apenas o fenômeno químico que ocorre naturalmente. nada se perde. A primeira definição de ácidos e bases foi 2 . Reações foram utilizadas para traduzir as transformações verificadas. Uma substância que forma uma solução na qual o soluto está presente quase totalmente na forma de íons é denominada de eletrólito forte. INTRODUÇÃO A Química é a ciência da matéria e das mudanças que ela sofre. eles se liberam e podem se mover na presença da água. Observações contribuíram para a identificação dos processos. considerado o pai da Química. em contato com uma substância inflamável. Baseado nelas. As reações químicas envolvem a formação de novas substâncias (produtos) a partir do consumo de substâncias presentes no sistema inicial (reagentes). [2] O químico pesquisa quais reações serão capazes de produzir substâncias com as propriedades desejadas. e por meio deles aplicaram-se na prática os conceitos vistos em teoria. produzindo novas substâncias: é também um programa artificial de produção de novas substâncias. e a estas incluem as soluções de compostos iônicos. tudo se transforma. Antoine Lavoisier. Quase todos os compostos iônicos solúveis são eletrólitos fortes. Elas acontecem através das reações químicas. Podemos identificar a natureza do soluto desconhecido descobrindo-se se a solução conduz uma corrente elétrica.2º semestre/2011 1. Os íons não se formam durante o processo de diluição do sólido iônico. baseado em reações químicas. Uma substância que se dissolve para dar uma solução que conduz eletricidade é chamada de eletrólito. A matéria que nos rodeia está em constante mudança. através delas identificaram-se os fenômenos químicos ocorridos. 2. evitando a abordagem mecânica. a célebre Lei da conservação da matéria: "Na natureza nada se cria. Análises qualitativas proporcionaram a resolução dos problemas. um soluto pode existir como íon ou como molécula.

A solução só será neutra se a força eletrolítica do ácido for igual à da base. às vezes. [8] Em uma dissolução. básica ou neutra. Nas reações que envolvem formação de produtos pouco solúveis. ocorre liberação de energia (na forma de calor. do caráter ácido-básico da solução através da escala de pH. Existe ainda mais uma combinação: o sal de um ácido fraco e de uma base fraca. dependendo da natureza do sal. que foi utilizado na primeira parte da prática. [9] A formação de íons complexos é indispensável para aumentar a seletividade de um grande número de reações usadas em análises. luz ou explosão). liberação de gases (efervescência). Os compostos que contém íons complexos são conhecidos como compostos de coordenação. No caso dos ácidos fortes tais como H2SO4. as moléculas ou íons que circundam o íon metálico em um complexo são conhecidos como ligantes. da formação dos íons complexos e das reações de oxi-redução. [8] São uniões de um íon metálico central ligado a um grupo de moléculas ou íons vizinhos. ele precipita imediatamente. ocorrendo assim uma reação de precipitação. Existem transformações químicas em que nada é observado sendo. se ionizam completamente em solução aquosa e fornecem íons hidrogênio (H +). Quando uma substância insolúvel forma-se em água. quando um sal se dissolve em água. durante uma transformação química. [6]. Se o ácido é um eletrólito mais forte que a base. [4] Em geral. HCl.dada ao redor de 1884. alteração de temperatura. a solução resultante pode ser ácida. a teoria de Arrhenius funcionava perfeitamente. necessário dispor de técnicas mais avançadas para identificá-las. mudança de cor ou formação de precipitado podendo ocorrer mais de uma manifestação em uma única reação. Nesta prática utilizaremos dos conceitos de solubilidade de sais em água. a solução é neutra. e Arrhenius dizia que “Substâncias ácidas são aquelas que em solução aquosa dissociam-se em íons hidrogênios” e “Substâncias básicas são aquelas que em solução aquosa dissociam-se em íons hidroxilas”. Se a base é um eletrólito mais forte que o ácido. a solução do sal será ácida. HClO4. os ligantes normalmente são anions ou moléculas polares. [7] No entanto vale ressaltar que nem sempre podemos afirmar que ocorreu uma reação química baseando nas alterações ocorridas no sistema. A solução de um sal de um ácido fraco e uma base forte é básica. Se for um sal de um ácido forte e de uma base forte. a solução será básica. duas soluções de eletrólitos fortes são misturadas e eles reagem para formar um sólido insolúvel ou pouco solúvel. [10] 3 . e principalmente o HNO3. A solução de um sal de um ácido forte e uma base fraca é ácida. Aqui é impossível dar uma única generalização.

que foi oxidado através da reação. 4. Como não podem existir elétrons livres em solução. essas reações são sempre casadas. MATERIAIS UTILIZADOS Tubos de ensaio. [10] O conjunto de reações químicas nas quais uma substância participa caracteriza suas propriedades químicas.1 mol/L Nitrato de ferro (III) Fe(NO3)3 Dicromato de amônio Fórmula Molecular HNO3 CH3COONa Na2CO3 CuSO4 (NH4)2Cr2O7 4 . Papel indicador ácido-base. Em geral.2. Bico de Bunsen.1. OBJETIVO Desenvolver a capacidade de observação de experimentos e correlacioná-los. Tripé de ferro. REAGENTES UTILIZADOS Prego. 4. na resolução de problemas de laboratório. o agente oxidante é aquele que ganha elétrons. visto que os compostos reduzidos têm mais elétrons que os compostos oxidados.1 mol/L) (1 mol/L) Nitrato de prata AgNO3 Acetato de sódio 1% Hidróxido de amônio NH4(OH) Carbonato de sódio (30%) (1 mol/L) Cloreto de bário BaCl2 Sulfato de cobre 0.. solubilidades de sais em água. Bastão de vidro. 3. Tela de amianto. Fita de Mg. Utilizar tabelas de força dos ácidos/bases. O processo de perda de elétrons é chamado de oxidação e o processo de ganho de elétrons é chamado de redução. Espátula.As reações de redução e oxidação (conhecidas como redox) envolvem a transferências de elétrons de uma molécula para outra. Através dessas análises identificar uma amostra desconhecida. MATERIAIS E MÉTODOS 4. os elétrons são transferidos de compostos mais reduzidos a compostos mais oxidados. que foi reduzido através da reação e o agente redutor é aquele que perde elétrons. As teorias sobre as causa e os mecanismos das propriedades químicas das substâncias constituem um forte alicerce para o avanço da Química e da Bioquímica. etc. água destilada e reagentes explícitos na Tabela 1. Tabela 1 – Reagentes e suas respectivas fórmulas moleculares Reagente Fórmula Molecular Reagente Cloreto de sódio NaCl Ácido nítrico (0.1 mol/L 0. Em uma reação redox temos o agente oxidante e o agente redutor onde.

0 mol/L. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Tiocianato de potássio 1 mol/L KSCN 4. ocorreu após 30 minutos. 4. a) Colocou-se em um tubo de ensaio 10 gotas de solução de Sulfato de cobre 0.L1 .1mol/L. a) Colocou-se em um tubo de ensaio 3 gotas de solução de cloreto de sódio 0. da solução de hidróxido de amônio 30%. Adicionouse então. c) Adicionou-se à mistura obtida no item anterior.0 mol/L agitando a solução. Através de um papel indicador. b) Adicionou-se cerca de uma ponta de espátula de Acetato de sódio à solução obtida no item anterior.3.3. a) Colocou-se em um tubo de ensaio.3. agitando a solução com um bastão de vidro.0 mol/L. Agitou-se e se observou o fenômeno ocorrido.0mol/L. gota a gota. Parte II: Reações onde se formam produtos pouco dissociados. dobrando assim o volume. Foram adicionadas 2 gotas de Tiocianato de potássio 1.Anotou-se as observações. 4.1 mol/L 4. foi colocado. em seguida. determinou-se o caráter ácidobásico da solução. cerca de 5 gotas de água destilada. agitando o tubo após cada adição. Adicionou-se aos poucos e agitando Hidróxido de amônio 30% até que houvesse uma mudança no aspecto da solução. Parte I: Reação onde se formam produtos pouco solúveis. Adicionou-se então.1.1 mol/L Sulfato de sódio Na2SO4 0. observando o seu aspecto.1 mol.3. b) Colocou-se num tubo de ensaio 4 gotas de solução de Nitrato de ferro(III) 1. 5 . c) Colocou-se em um tubo de ensaio algumas gotas de solução de cloreto de bário e adicionou-se gotas de ácido sulfúrico. dobrando o volume com água destilada. 5 gotas de solução de Carbonato de sódio 1. Parte III: Reações em que se formam produtos complexos.2. 5 gotas de Ácido nítrico 1.3.Agitou-se bem o tubo até dissolver o sal e determinou-se o caráter ácido básico da mistura utilizando outro papel indicador. 1 gota de nitrato de prata e analisou-se o que b) Adicionou-se em um tubo de ensaio os mesmos reagentes usados no item anterior e.

RESULTADOS E DISCUSSÃO 5. um eletrólito forte. não se aproxime da tela.1 mol/L e um prego previamente lixado. de aproximadamente 3 cm de comprimento e coloque sobre uma tela de amianto de forma que cerca de 1cm fique fora do amianto.(aq) → AgCl (s) (2) 6 .3.3. b) Pegou-se uma fita de Mg . Ao se iniciar a reação. Parte I: Reação onde se formam produtos pouco solúveis. Parte V: Identificação de amostra desconhecida. a solução tornou-se esbranquiçada. apresentava-se na forma líquida e de coloração amarelada. Esta reação é representada na forma global pela Equação 1: NaCl (aq) + AgNO3 (aq) → AgCl (s) ↓ + NaNO3 (aq) podemos escrevê-la na forma iônica simplificada conforme a Equação 2: (1) Para representar as espécies químicas que efetivamente participaram da reação. Acenda o bico de Bunsen e aproxime a chama da fita. identificou-se a Amostra desconhecida destinada ao grupo. 4. a combustão do Dicromato de amônio e anotou-se as transformações ocorridas. c) Colocou-se o conteúdo de uma ponta de espátula de Dicromato de amônio sobre o vidro de relógio. formou-se um precipitado branco.1. previamente lixada. Posteriormente a solução foi deixada em repouso durante 30 minutos e foi possível observar o precipitado na forma de pequenas placas sólidas na superfície da solução líquida. Ag+ (aq) + Cl.Levou-se o composto à capela. O cloreto de sódio.4. ou seja. pois a temperatura proveniente da reação é bastante alta. Fez-se então. Parte IV: Reações onde ocorrem transferências de elétrons.1 mol/L e 1 gota AgNO 3 1%. 5.4. apague o bico. Utilizando-se das observações feitas no decorrer da prática e dos dados fornecidos. colocando-o sobre um tripé de ferro. Cuidado. mas não muito visível. Quando se adicionou o nitrato de prata. a) Colocou-se em um tubo de ensaio um pouco de solução de Sulfato de cobre 0. observando o que ocorreu após algum tempo. a) Esta parte do experimento teve início através da reação entre 3 gotas de NaCl 0.5. um eletrólito também forte.

Nitratos Cloretos.Solubilidade de sais em água Sais Acetatos. também conhecida como Tabela de solubilidade dos sais. Porém. Tabela 2 . abreviado pela reação iônica simplificada (letra B). consequentemente a reação não depende deles para ocorrer. na qual os cátions são trocados dando origem a duas substâncias compostas.Analisando qualitativamente a reação da Equação 1.permanecem em solução. [3] [11] Em termos Figura 1 – Representação da precipitação do Cloreto de Prata Os íons Na+ e NO3. focalizamos o processo essencial da reação. a Equação 1 é chamada de Reação de precipitação. temos uma mistura de soluções de dois sais. Geralmente solúveis. pois a forma iônica indica que os íons Na + e NO3não participam da reação. são íons espectadores. isto é. como Reação de duplatroca. Esta reação pode ser classificada. exposta na Tabela 2. Quando removemos os íons espectadores da reação iônica completa (letra A). HgI2. Solúveis (de Ca2+ parcialmente) Insolúveis ----AgCl. A precipitação do cloreto de prata é imediata. uma vez que o NaNO3 é um sal solúvel em água. Sódio. 7 . Entretanto a expressão é bastante utilizada. Brometos Iodetos Carbonatos Sulfatos Solúveis Todos solúveis Geralmente solúveis. não seria apropriado. Mercúrio (I). em termos médios. superiores. Hg2I2. Para interpretar a solubilidade dos sais utilizamos a Regra de solubilidades dos compostos inorgânicos. Hg2Cl2 AgI. Sr e Ba. diferentes das anteriores. A figura 1 demonstra como os íons prata e cloreto se arranjam em um precipitado de AgCl quando as soluções são misturadas. PbI2 Insolúveis Pb. Potássio e Amônio.

a ele foi adicionado uma solução de NH4(OH) 30%. e nenhuma mudança de sistema aconteceu. Cerca de 45 gotas de hidróxido de amônio 30% foram adicionadas à solução. Sr.Cu Insolúveis. mas ainda não se conseguiu isolar a substância NH 4OH no estado puro. mas nada aconteceu. Sabendo que o cloreto de prata é um sal de baixa solubilidade em água.6x10-3 g/L. Observando-se a tabela 3 podemos saber qual íon foi formado. a solução permaneceu esbranquiçada. Fe.Cromatos 1A. Ulteriormente. finalmente ocorreu a mudança do sistema. pegou-se uma solução de NH 4(OH) concentrada (concentração não informada) e adicionou-se apenas 1 gota ao tubo de ensaio contendo a solução. Ca. pela formação do complexo diamin-prata – [Ag (NH 3)2]+ . 1b) Nesta parte. Para chegar ao íon complexo devemos fazer as seguintes considerações. Mg. Considere o equilíbrio da equação 3: AgCl (s) ↔ Ag+(aq) + Cl-(aq) (3) Há provas concretas a respeito da existência de íons NH 4+ e OH. Tabela 3 – Cores de alguns íons complexos em solução Íon complexo [Ag(NH3)2]+ [Ni(NH3)6]2+ [Ni(H2O)6]2+ [CoCl4]2[Co(NH3)6]3+ [Cu(H2O)4]2+ Cor Incolor Azul Escuro Verde Claro Azul Alaranjado Azul Claro Íon complexo [Fe(SCN)6]3[Ni(NH3)6]2+ Co[(H2O)6]2+ [Co(NH3)6]2+ Cor Vermelho Sanguíneo Azul Escuro Rosa Vermelho Claro [Cu(NH3)4]2+ Azul Escuro A adição de hidróxido de amônio (NH4OH) faz o precipitado se dissolver. na qual o NH3 é o íon ligante e o Ag+ é o íon metálico. [11] Portanto: NH4OH (aq) → NH4+(aq) + OH-(aq) → NH3 + H2O (l) (4) 8 . a 20° C [12]. utilizou-se os mesmo reagentes e concentrações do item 1a num tubo de ensaio. cerca de 1. Se os produtos mudam de coloração ocorreu uma reação de íons complexos. Mn. de esbranquiçada passou para incolor instantaneamente. Deixou-se em repouso por 30 minutos.em uma solução aquosa de hidróxido de amônia. por isso quando nos referimos ao hidróxido de amônio estamos nos referindo sempre a uma solução aquosa de Amônia (NH3). Zn.

temos que a amônia irá complexar a prata segundo a reação da equação 5.15 mL solução BaCl2 ⇒ ⇒ n (BaCl2) = 1. sabendo das concentrações em quantidade de matéria dos reagentes.15 mL solução Na2SO4 (iv) Cálculo da quantidade de matéria (n) de Na2SO4: n(Na2SO4) = 0. temos a equação global 6: (5) AgCl (s) + 2 NH4OH (aq) ↔ [Ag(NH3)2]+ + Cl-(aq) + 2 H2O (l) gotas Sulfato de sódio 0. Agora faremos a análise quantitativa do processo. Como o sulfato de bário é um sal pouco solúvel em água. 9 . Como a proporção entre os reagentes e o produto precipitado formado é 1 : 1 : 1.15 mL solução Na2SO4 ⇒ ⇒ n (Na2SO4) = 1. a solução do tubo de ensaio permaneceu turva e esbranquiçada. verificamos que os reagentes não estão em excesso.5x10-5 mol BaCl2 (iii) Cálculo do volume de Na2SO4: v(Na2SO4) = 3 gotas x (1 mL x 20 gotas-1) ⇒ v(AgNO3) = 0.1 mol BaCl2 x 1 L-1 x ( 1 L x 1000 mL-1 ) x 0. Sabendo que 1 mL corresponde à 20 gotas de solução. temos: (i) Volume (v) de solução BaCl2 utilizado: v(BaCl2) = 3 gotas solução BaCl2 x (1 mL x 20 gotas-1) ⇒ v(BaCl2) = 0.1 mol/L e 3 BaCl2 (aq) + Na2SO4 (aq) → 2 NaCl (aq) + Ba SO4 (s) ↓ (7) Ao se adicionar o sulfato de sódio ao cloreto de bário ficou visível a formação do precipitado de coloração branca.1 mol/L.1 mol Na2SO4 x 1 L-1 x ( 1 L x 1000 mL-1 ) x 0. e a proporção estequiométrica da equação 7 nos informa que é 1 : 1.No entanto.15 mL solução BaCl2 (ii) Cálculo da quantidade de matéria (n) do BaCl2: n(BaCl2) = 0. formando um novo equilíbrio: Ag+(aq) + NH3 ↔ [Ag(NH3)2]+(aq) Somando-se as equações 3. 4 e 5. na adição da base. já que n (BaCl2) = n (Na2SO4). Ocorreu a seguinte reação (equação 7): (6) c) No meio reacional desta parte tínhamos 3 gotas de Cloreto de Bário 0.5x10-5 mol Na2SO4 (v) Agora.

na presença de água.(aq) (8) Então. se ioniza muito facilmente. M (BaSO4) = 233. Agitou-se bem. Parte II: Reações onde se formam produtos pouco dissociados. O pH = 7 indica que a solução está neutra. Esta reação é representada segundo a seguinte equação: HNO3 (aq) ↔ H+ (aq) + NO3.5 mg de sulfato de bário. b) À solução anterior foi adicionada uma ponta de espátula de Acetato de Sódio. aumentando assim o pH da solução. ele se dissolveu 10 .2. O Potencial Hidrogenoiônico da solução comprova acidez da amostra. o acetato por ser solúvel se dissolveu rapidamente. ou seja. A equação 9 representa a reação: HNO3 (aq) + CH3COONa(s) → CH3COOH(aq) + NaNO3(aq) (9) No meio reacional tínhamos ácido nítrico totalmente dissociado em solução aquosa. formando então Ácido acético e Nitrato de sódio. uma vez que pH < 7 indica solução ácida. H2CO3 Fortes NaOH Ba(OH)2 Bases Fracas NH4OH H3BO3 Ca(OH)2 Por ser um ácido forte. O ácido nítrico é um ácido forte e incolor.5 x 10-3 g BaSO4 A massa de precipitado formado nessa reação foi de 3. ao se adicionar acetato de sódio anidro. o HNO3 em solução aquosa.5x10-5 mol Na2SO4 x ( 1 mol BaSO4 x 1 mol -1 Na2SO4 ) x 233. podemos observar isso através da Tabela 4: Tabela 4 .Força de ácidos e de bases Ácidos Fortes HCl H2SO4 HNO3 Fracos HAc. 5. utilizando um papel indicador mediu-se o caráter ácido-base da solução ⇒ ⇒ pH = 1.39 g/mol: m (BaSO4) = 1.então. calculamos a massa do precipitado formado. Então mediu-se novamente o pH da solução ⇒ pH = 7.29 g Ba2SO4 x 1 mol-1 Ba2SO4 ⇒ m (BaSO4) = 3. A adição de um sal básico neutralizou a solução ácida forte. um sal muito solúvel em água. a) 5 gotas de Ácido Nítrico 1 mol/L foram misturados à água. Segundo Atkins.

Parte III: Reações em que se formam produtos complexos. Equação 10: 2 CH3COOH(aq) + Na2CO3(aq) → 2 CH3COONa(aq) + H2O(l) + CO2(g) (10) Na reação da equação 10. com minúsculos grãos no fundo do tubo. A reação é representada pela equação 11: CuSO4 (aq) + NH4OH (aq) → Cu(OH)2 (s) ↓ + NH4SO4 (aq) (11) No experimento utilizamos apenas 3 gotas de hidróxido de amônio. Comprova-se a formação de CH3COOH. O nitrato férrico em solução é um líquido de cor amarelo11 . Neste momento a solução passou a ser turva e após o repouso.3. O gás deveria ter se desprendido da solução.rapidamente. porém não foi notado. Ocorreu a seguinte reação. temos que a adição de carbonato de sódio na solução determinou a formação do sal que reagiu anteriormente. O carbonato de sódio não reagiu com o nitrato de sódio devido ao fato de seus cátions serem iguais. um líquido translúcido de coloração azulada. Ocorreu a exalação de odor característico do vinagre. um sal solúvel em água. a ele foi adicionado 3 gotas de hidróxido de amônio 30%. a reação poderia ser descrita desta forma. permanecendo assim em solução como íon expectador. no meio reacional o reagente propício a ser escolhido era o ácido acético.1 mol/L. Ao adicionar hidróxido de amônio aos poucos e agitar. visto que o hidróxido cúprico é solúvel no meio em que se predomina NH4OH. consequentemente o outro será o Nitrato de sódio. a) No tubo de ensaio colocou-se 10 gotas de sulfato de cobre 0. indicando formação de precipitado – hidróxido de cobre II. 5. pois este estava em solução predominantemente aquosa (meio no qual se apresenta insolúvel). Caso a concentração do NH4OH fosse aumentada dentro da solução de sulfato de cobre. a solução primeiramente ficou turva e permaneceu com a cor azul claro. Equação 12: CuSO4(aq) + 4 NH4OH(aq) → [Cu(NH3)4]SO4(aq) + 4 H2O(l) (12) b) Em outro tubo de ensaio misturou-se 4 gotas de solução de Nitrato de ferro III 1 mol/L à 8 gotas de água destilada. c) Na solução do item anterior foi adicionado 5 gotas de Na2CO3 1 mol/L. Como um dos produtos foi o ácido acético. o acetato de sódio e também à formação de água e dióxido de carbono. mas se fosse adicionado mais NH4OH a solução poderia ter formado o íon complexo. conforme Tabela 2.

(aq) complexo [Fe (SCN)6]3-.4. que ocorreu a formação do íon Fe (NO3)3(aq) + KSCN(aq) → [Fe(SCN)6]3-(aq) + K+(aq) + NO3. portanto: KSCN (aq) → K+ (aq) + SCN. ocorreu segundo a equação 16: CuSO4 (aq) + Fe (s) → FeSO4 (aq) + Cu (s) (16) Após um breve intervalo de tempo do início do experimento. A reação é expressa através da equação 15: (14) Unindo-se as equações 13 e 14. o ânion tiocianato SCN-. ocorreu a dissociação descrita a seguir: Fe (NO3)3(aq) ↔ Fe3+(aq) + 3 NO3. 5. o nox do cobre era inicialmente 2 + e passou a zero. e se acumula na superfície do prego. Isto é. com um prego. [13] (15) temos que ele possui como ligante a) Na reação de Sulfato de cobre II. Parte IV: Reações onde ocorrem transferências de elétrons. ou seja.(aq) instantaneamente a solução apresentou coloração vermelho-sanguíneo. A transferência de elétrons é descrita através da equação 17: Fe(s)→ Fe2+ (aq) + 2 eCu2+(aq) + 2 e. solúvel em água. ao ser adicionado.escuro quase alaranjado. observou-se que sucedeu a deposição de uma substância sólida sobre a superfície do prego. através da Tabela 3. Isto é explicado através da troca de elétrons que ocorreu entre as substâncias. ele sofre redução. uma solução líquida translúcida de cor azul-claro. agitou-se e O KSCN usado encontrava-se em solução. fornecedor do Ferro. O ferro sólido apresentava número de oxidação (nox) igual a zero. e os elétrons doados pelo ferro foram recebidos pelo cobre. indicando que houve transferências de elétrons.(a) Na formação do íon complexo hexatiociano ferrato II um ânion. temos. (13) Posteriormente adicionou-se 2 gotas de Tiocianato de potássio 1 mol/L. por sua vez ele sofre oxidação e passa a ter nox 2 +. ele perde 2 elétrons e estes foram recebidos pelos átomos de cobre 2+ da solução. sendo assim.→ Cu(s) (17) 12 .

a fita de magnésio emite uma forte luz branca. em uma reação violenta. [3] c) Ao ser aquecido. portanto ele é o Agente Oxidante da reação. produzindo algumas faíscas. onde. e após o aquecimento. o dicromato de amônio. A reação ocorrida é interpretada como uma reação de transferência de elétrons. o Mg sofreu oxidação. a luz é vista a olho nu na cor branca. Os elementos classificados como metais possuem como característica a eletropositividade. b) Observou-se que quando aquecida. Para saber quem irá perder esses elétrons mais facilmente. uma vez que o Mg inicialmente com nox = 0. após o processo de utilizado em antigos bulbos de flash fotográfico [14]. a energia é emitida em forma de luz – a reação é exotérmica. e ao final da 13 . Este processo era (18) Durante o aquecimento. Por outro lado. sofreu decomposição. Sendo assim. formando o óxido de magnésio (MgO). o magnésio entra em combustão. ele reduziu. isto é. que tinha cor cinza-metálica e era sólida e compacta. eles possuem a tendência em perder elétrons. Mas por que não poderia o Cobre oxidar e o Ferro reduzir? Como resposta desse questionamento devemos primeiramente analisar a reatividade dos metais envolvidos.ν. passou a apresentar uma substância em forma de pó de cor branca ao seu redor. sendo assim o Agente Redutor do sistema. ele agiu para que o Cobre reduzisse.) e ν = frequência da luz emitida. Como o magnésio emite luz ultravioleta. devemos analisar a Fila de Reatividade.Quando o Cobre recebeu elétrons. passa a ter nox = 2+. a redução do cobre é sinal de que ele agiu para o Ferro oxidar. 2A > Al > Mn > Zn > Cr > Fe > Ni > Sn > Pb > H > Cu > Hg > Ag > Pt > Au. Isso se deveu ao fato de que. E = energia. Ou seja. a fita. também chamada de Fila de Eletropositividade ou de Oxidação [11]: 1A. portanto ele é quem oxida. que apresentava forte coloração laranja. por conseguinte ele perderá elétrons com maior facilidade.s. o Ferro perdeu elétrons. Caso fosse necessário calcular a energia absorvida pelo magnésio no processo pode ser calculada pela equação da energia do fóton: E = h. de acordo com a equação: Mg(s) + ½ O2(g) + ∆ → MgO(s) + luz óxido-redução. o magnésio absorve energia da chama. h = constante de Plank (6. ele oxidou. temos que o Fe é mais eletropositivo que o Cu. aquecido em presença do ar atmosférico. isso significa que o ferro é mais reativo que o cobre.63 × 10-34 J.

A dissolução não eliminou nenhuma das opções. apresentava-se como um sólido com formato de pequenos cristais de cor amarela brilhante. A amostra a ser identificada estava rotulada como C5. Primeiramente foi adicionada uma pequena porção desse sólido num tubo de ensaio e adicionou-se água. Brometos. o mesmo que dá a cor verde à esmeralda [3] (19) A substância de cor verde é o óxido de cromo (que possui tal cor devido à presença do o gás desprendido é o nitrogênio.bases conjugadas de ácidos fortes Básicos . 5. O composto C5 a ser descoberto só podia ser os seguintes sais: cloreto de sódio. cloreto de bário. sendo produzida uma substância de cor verde escuro. Nitratos. de 0 à 14. Agora. uma vez que a queima foi feita em uma tela de amianto.5. H2PO4Cloretos. Caso o sistema estivesse fechado. o volume do sistema aumentou consideravelmente. Sulfetos.reação. o sólido dissolveu totalmente. etc. pois o sistema estava aberto. como por exemplo. Cianetos. Caráter Ácidos . Hidrogenossulfetos.bases conjugadas de ácidos fracos Exemplos HSO4-. segundo a Tabela 2. pois todos os sais acima são solúveis em água. Íon oxigênio. Parte V: Identificação de amostra desconhecida. aparentemente leve de baixa densidade. Carbonatos.Raros Neutros . Em seguida mediu-se o pH da solução ⇒ pH = 10. sulfato de sódio ou cromato de potássio . Iodetos. Percloratos Fluoretos. em um tubo de ensaio coberto. 14 . O potencial hidrogenoiônico maior que 7 indica caráter básico da solução. Isso ocorreu devido à decomposição do dicromato de amônio segundo a reação (Equação 19): (NH4)2Cr2O7(s) + Δ → N2(g) ↑ + 4 H2O(g) + Cr2O3 íon Cr3+. é provável que observaríamos algumas gotículas de água nas paredes do tubo. Hidroxila. na escala de pH. Não foi observada a formação de água. e liberação de gás. A Tabela 5 proporcionará melhores análises [3]: Tabela 5 – Caráter ácido e básico de ânions comuns em água. nitrato férrico. cloreto de cálcio. um pH=10 indica alta alcalinidade da solução [3]. faremos uma análise qualitativa desse resultado.

Substância Metais 1A e 2A Manganês (II) Ferro(III) Dicromato Cobre(II) Chumbo (II) Cor Incolor Rosa Amarela Alaranjada Azul Incolor Substância Crômio (III) Ferro (II) Cobalto(II) Níquel(II) Prata(I) Cromato Cor Verde Verde Rosa Verde Incolor Amarela [3] Logo. Assim. Esses cátions são chamados. excetuamos os sais com cátions de Cálcio. isso verifica o fato da amostra Um segundo teste de precipitação foi feito. Restou apenas o Cromato de potássio.Cátions dos grupos 1 e 2.Cores de soluções aquosas. etc. O Nitrato de ferro III se enquadra no mesmo caso dos ânions de ácidos fortes. formou-se um precipitado marrom-avermelhado. são ácidos de Lewis tão fracos que os íons hidratados não agem como ácidos. Os ânions de ácidos fortes. os cromatos da família 1A são solúveis. desta vez utilizando o Sulfato de cobre. famílias 1A e 2A. ou seja. A seguinte reação (Equação 20) descreve o processo: K2CrO4(aq) + 2 AgNO3 (aq) → Ag2CrO4 (s) ↓ + 2 KNO3 desconhecida ser o Cromato de potássio. conforme explícito na Tabela 5 são bases são fracas que não possuem efeito significativo sobre o pH da solução. Conforme descrito na Tabela 2. Por análise qualitativa e exclusão nos restam apenas o Nitrato férrico e o Cromato de Potássio. A reação ocorreu segundo a equação 21: K2CrO4(aq) + CuSO4 (aq) → CuCrO4 (s) ↓ + K2 SO4 (aq) (21) 15 . de acordo com a Tabela 6: Tabela 6 . Ambos apresentam cor amarela quando em solução aquosa. porque eles têm efeito muito pequeno sobre o pH. logo ele também está descartado. À amostra desconhecida adicionamos Nitrato de prata. Devemos então fazer os testes de precipitação. que incluem os Cloretos. excluímos os sais com ânions Cloreto.. por exclusão. de “cátions neutros”. Brometos. Bário e Sódio. às vezes. (20) O precipitado marrom é o Cromato de prata.

é necessário conhecer a interação entre cátions e anions em solução. mas sintetizamos da seguinte maneira: a observação de mudanças nas soluções é de extrema importância para que se perceba a ocorrência de reações. [15] 6. cores de soluções aquosas.Assim que se adicionou a 1ª gota de sulfato de cobre. Foi possível determinar a fórmula da amostra fazendo uma bateria de testes onde a idéia principal foi provocar reações onde o produto caracterizasse os constituintes (cátion e ânion) da amostra.6 x 10-6. CONCLUSÃO Existem várias reações químicas. vale lembrar que uma reação. a solução de amarelada passou a ser amarronzada. ou qualquer outra. reação de redox. A Tabela 2 nos fornece que os cromatos de cobre são solúveis em água. A formação do precipitado foi notada pela mudança da cor e pela opacidade da solução. O desfecho de todas as reações poderia ser comentado. As tabelas de solubilidade de sais em água. odor. Para estabelecer o tipo de reação ocorrida e de produtos formados. 16 . aparência e outros aspectos físicos. em termos termodinâmicos. Tais mudanças podem ser referentes à cor. Seja uma reação de precipitação. é processada para obter menor energia ou um estado de entropia favorável. reação de complexação. porém o sistema era composto por cromato de potássio em solução aquosa. As mais conhecidas foram abordadas em caráter qualitativo neste experimento. cores de alguns íons complexos em solução e forças de ácidos e de bases auxiliaram os testes realizados em laboratório. temos que o sulfato de cobre reagiu instantaneamente com o K2CrO4 formando o cromato de cobre que por sua vez é pouco solúvel nesse meio reacional. confirmando resultados e facilitando a identificação de substâncias. A reação descrita em (21) tem como produto um precipitado cujo Kps equivale a 3.

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