Microeconomia - Exercícios Resolvidos

UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia

MICROECONOMIA I 1º Semestre 2005/2006

CADERNO DE EXERCÍCIOS Resolução

A. TEORIA DO CONSUMIDOR
A.1. A RESTRIÇÃO ORÇAMENTAL DO CONSUMIDOR

A.1.1. Defina os seguintes conceitos: a) Cabaz de bens Combinação de quantidades consumíveis de um conjunto de bens. b) Conjunto de possibilidades de consumo Conjunto de cabazes que podem ser comprados pelo consumidor num dado momento, gastando parcial ou totalmente o seu rendimento monetário. c) Restrição orçamental Lugar geométrico dos cabazes que podem ser comprados se todo o rendimento do consumidor for gasto. d) Custo de oportunidade de um bem Quantidade do outro bem que é preciso sacrificar para consumir mais uma unidade do bem. e) Bem numerário Bem em relação ao qual é medido o preço do outro bem e o rendimento do consumidor.

A.1.2. Considere um consumidor que enfrenta os preços Px e Py e dispõe de um rendimento M. Para cada um dos casos seguintes, determine, analítica e graficamente, o conjunto de possibilidades de consumo e a restrição orçamental. a)
Px = 2 ; Py = 4 ; M = 10

CPC: 2 x + 4 y ≤ 10 RO: 2 x + 4 y = 10 b) Px = 3 ; Py = 5 ; M = 15 CPC: 3x + 5y ≤ 15 RO: 3x + 5y = 15 c) Px = 5 ; Py = 1 ; M = 25 CPC: 5x + y ≤ 25 RO: 5x + y = 25 d) Px = 1,5 ; Py = 6 ; M = 45 CPC: 1,5x + 6 y ≤ 45 RO: 1,5x + 6 y = 45 e) Px = 4 ; Py = 7 ; M = 56 CPC: 4 x + 7 y ≤ 56 RO: 4 x + 7 y = 56

1

A.1.3. O que acontece à restrição orçamental se: a) o preço do bem X duplica e o do bem Y triplica
A restrição orçamental torna-se menos inclinada e desloca-se para a esquerda

b) o preço do bem X quadruplica e o do bem Y triplica
A restrição orçamental torna-se mais inclinada e desloca-se para a esquerda

c) ambos os preços duplicam
A restrição orçamental desloca-se paralelamente para a esquerda

d) ambos os preços duplicam e o rendimento triplica
A restrição orçamental desloca-se paralelamente para a direita

e) ambos os preços triplicam e o rendimento duplica
A restrição orçamental desloca-se paralelamente para a esquerda

f)

o preço do bem X e o rendimento duplicam
A restrição orçamental roda para a direita

A.1.4. O Paulo tem uma mesada de 120 euros que lhe é paga pelos pais. A mesada é gasta exclusivamente em jantares e bilhetes de teatro. a) Identifique formalmente o conjunto de possibilidades de consumo do Paulo, sabendo que cada jantar custa 20 euros e cada bilhete de teatro custa 10 euros.
20 j + 10b ≤ 120

b) No mês de Agosto, o Paulo será visitado pelos avós que lhe dão sempre 100 euros. Durante esse mês, o Paulo pretende ir a 8 jantares e assistir a 8 espectáculos de teatro. Será que vai conseguir? E se ele passar a ir jantar a restaurantes mais baratos, onde o preço médio da refeição é 15 euros? Qual é, neste caso, o custo de oportunidade para o Paulo de ir a um jantar?
M = 120 + 100 = 220

(j, b) = (8 , 8) ⇒ 20 × 8 + 10 × 8 = 240 > 220 → (j, b) = (8 , 8) ⇒ 15 × 8 + 10 × 8 = 200 < 220 →
CO = 15 = 1,5 10

não consegue consumir este cabaz. consegue consumir este cabaz.

c) Dadas as fracas notas obtidas nos exames, os pais do Paulo reduziram-lhe a mesada para metade e proibiram-no de ir a mais de 2 jantares no mês de Agosto (os avós não sabem de nada). Identifique o conjunto de possibilidades de consumo do Paulo nesta situação.
M = 60 + 100 = 160

⎧20 j + 10b ≤ 160 ⎨ ⎩j ≤ 2

2

analítica e graficamente.15 ⎪ M − 30 ⎨ C≤ ⎪ 1 ⎩ ⇔ ⎧0. ⎧0. M = 60 + 100 = 160 Pb ′ = 10 − 5 = 5 20 j + 5b ≤ 160 A. o conjunto de possibilidades de consumo do Paulo.5 ⎨ ⎩C ≤ M − 30 3 . no entanto. Suponha que a Companhia de Telefones cobra mensalmente 30 euros. a) Escreva e represente a restrição orçamental de um consumidor representativo que tem um rendimento M para gastar em minutos de chamadas telefónicas (T) e num bem compósito (C) cujo preço é igual a 1.9 × 10 = 9 ⎧20 j + 9b ≤ 150 ⎨ ⎩j ≤ 2 Se adquirir o cartão.15 T + 1C = M − 30 + 30 × 0.d) Suponha que o Paulo pode beneficiar de 10% de desconto no preço dos bilhetes de teatro se adquirir o cartão jovem. Consequentemente. adicionalmente ao desconto mencionado na alínea anterior.5. Sabendo que o cartão jovem custa 10 euros. M = 60 + 100 − 10 + 2 × 9 = 168 ⎧20 j + 9b ≤ 168 ⎪ ⎨j ≤ 7. mantiveram a redução da mesada. e) Descreva o conjunto de possibilidades de consumo do Paulo se o cartão jovem lhe possibilitar 2 entradas gratuitas em espectáculos de teatro. determine de novo.5 ⎪j ≤ 2 ⎩ f) Durante as férias. o Paulo expande o seu conjunto de possibilidades de consumo. logo deverá adquiri-lo.15T + 1C = M − 25. Admitindo que o Paulo não tem cartão jovem. deverá o Paulo comprá-lo? M = 60 + 100 − 10 = 150 Pb ′ = 0. Chamadas acima deste limite pagam um preço unitário de 15 cêntimos. o Paulo fez um curso de Verão no qual tirou muito boas notas.1. o que garante aos seus assinantes o acesso à rede e a possibilidade de fazer 30 minutos de chamadas por mês. os pais decidiram levantar-lhe as restrições aos jantares e subsidiarem-lhe as idas ao teatro em 5 euros.

15 T + 1C = M − 27 ⎨ ⎩C ≤ M − 30 ⎧0.20 T + 1C = M − 24 ⎨ ⎩C ≤ M − 30 alternativa i alternativa ii bem compósito A.chamadas telefónicas bem compósito b) Suponha que a companhia pondera duas alterações relativas à actual estrutura de preços: i) diminuir para 20 o número de minutos oferecidos com a assinatura mensal.20 ⎪ ii) ⎨ M − 30 C≤ ⎪ 1 ⎩ RO inicial chamadas telefónicas ⇔ ⎧0.15 T + 1C = M − 30 + 20 × 0. A Ana consome dois bens.20 T + 1C = M − 30 + 30 × 0. admitindo que esta tem um rendimento de 150 unidades monetárias e o seu tempo disponível para compras é de 4 horas e meia. enquanto que para a aquisição de uma unidade de P são precisos mais 12 minutos. Represente graficamente as restrições orçamentais correspondentes às duas alternativas.15 ⎪ i) ⎨ M − 30 C≤ ⎪ 1 ⎩ ⇔ ⎧0. ou ii) aumentar o preço unitário de chamadas acima dos 30 minutos para 20 cêntimos.6.5 e PP = 10 . Para chegar ao hipermercado. carne (C) e peixe (P). a) Represente o conjunto de possibilidades de escolha da Ana. ambos adquiridos no hipermercado. aos preços Pc = 7. ⎧0. a Ana demora 45 minutos. 4 .1. Para adquirir uma unidade de C demora mais 15 minutos.

5c + 10p ≤ 150 ⎨ ⎩15c + 12p ≤ 60 × 4.5 ⇔ ⎧7. gastando 1 hora na viagem Santana – Funchal e 15 minutos para adquirir uma unidade de X. O João vive em Santana e desloca-se todos os dias ao Funchal. além das 150 unidades monetárias. Neste novo emprego.5 20 22.5 5 7.7. a Ana recebe 10.5 20 22.5 10 12.5 25 27. ⎧10 c + 15p ≤ 150 + 10. 5 .25 x ≤ 8 b) Nos dias em que o João tem de fazer mais de duas viagens entre Santana e o Funchal. há um supermercado onde a Ana não perde tempo e enfrenta os preços Pc = 10 e Pp = 15 . O seu rendimento diário é de 200 euros. enquanto o preço dos outros bens é de 10 euros. Represente o novo conjunto de possibilidades de escolha.5 × 10 ⎪ 150 ⎨ p≤ ⎪ 15 ⎩ 12 10 8 peixe 6 4 2 0 0 2. onde tem uma pastelaria.5 − 45 20 15 peixe 10 5 0 0 2.5 unidades de C.5 b) A Ana muda de emprego e passa a não ter tempo para ir ao hipermercado.5 carne 15 17.⎧7.1. fica de mau humor. O tempo útil diário do João é de 8 horas. que é gasto em bilhetes de autocarro (B) e outros bens (X). que não pode vender.5 5 7. Isto reduz-lhe a clientela da pastelaria. a) Represente o conjunto de possibilidades de escolha do João. No seu prédio. ⎧2b + 10 x ≤ 200 ⎨ ⎩1b + 0. O bilhete custa 2 euros.5c + 10p ≤ 150 ⎨ ⎩15c + 12p ≤ 225 RO RT 10 12.5 15 17.5 carne ⇔ ⎧10 c + 15p ≤ 255 ⎨ ⎩p ≤ 10 A.

onde o estacionamento custa 1 euro.5b + 0. o João chega a casa depois do supermercado fechar. Isso obriga-o a fazer as compras num outro supermercado.25 x ≤ 8 se se se se b≤2 b>2 b≤2 b>2 6 . considerando um rendimento de 200 euros.25 x ≤ 8 d) Suponha agora que. Represente novamente o conjunto de possibilidades de escolha do João. a partir da segunda passagem.implicando uma redução do rendimento diário do João de 50 euros. ⎧2b + 10 x ≤ 200 ⎪ ⎪1b + 10 x ≤ 200 ⎨ ⎪1b + 0.25 x ≤ 8 ⎪ ⎩0. o tempo necessário para a viagem é de meia hora e o custo do combustível 1 euro. o João passa a ir na carrinha da pastelaria. ⎧2b + 10 x ≤ 200 se b ≤ 2 ⎪ ⎨2b + 10 x ≤ 150 se b > 2 ⎪1b + 0.25 x ≤ 8 ⎩ c) Depois da quarta viagem. Represente de novo o conjunto de possibilidades de escolha. Nesse caso. ⎧2b + 10 x ≤ 200 se b ≤ 2 ⎪ ⎪2b + 10 x ≤ 150 se 2 < b ≤ 4 ⎨ ⎪2b + 10 x ≤ 149 se b > 4 ⎪ ⎩1b + 0.

e que proporciona a satisfação de uma necessidade do consumidor. A. B e C. Axioma da exaustão ou da relação completa Uma ordem de preferências é completa se permite ao consumidor ordenar todas as combinações possíveis de bens e serviços. d) Utilidade Forma de medir a satisfação dos desejos do consumidor. g) Taxa marginal de substituição no consumo de Y por X Mede o número de unidades de Y que têm de ser sacrificadas por unidade infinitesimal a mais de X de forma a que o consumidor mantenha o nível de satisfação. Valor atribuído ao uso de um ou mais bens. b) Mal económico Produto (ou serviço) cujo consumo causa uma diminuição na satisfação do consumidor. de localização e tempo.2. c) Bem neutral Produto (ou serviço) cujo consumo não afecta a satisfação do consumidor. mantendo-se a quantidade consumida dos outros bens. que proporcionam o mesmo nível de utilidade. relativamente a três cabazes A. UTILIDADE E PREFERÊNCIAS A.2.2. Defina os seguintes conceitos: a) Bem económico Produto (ou serviço) definidos pelas suas características físicas.1. uma maior quantidade de um bem é melhor que uma menor quantidade desse mesmo bem. então gostará mais de A que de C. quando todo o resto se mantém constante.2. isto é. Axioma da transitividade Dizer que uma ordem de preferências é transitiva significa que. Hipótese da não saciedade ou monotocidade Esta hipótese significa simplesmente que. 7 . e) Utilidade marginal de um bem Variação na utilidade total de um consumidor quando a quantidade consumida de um bem aumenta de uma forma infinitesimal.A. Enumere e explique os axiomas e hipóteses das relações de preferência e as propriedades das curvas de indiferença. f) Curva de indiferença Conjunto de cabazes de dois bens em relação aos quais o consumidor é indiferente. se o consumidor prefere A a B e B a C.

Esta hipótese é meramente técnica. Ou seja: a taxa marginal de substituição no consumo entre dois bens é decrescente. Hipótese da continuidade Os cabazes que são preferidos ou indiferentes a um determinado cabaz e os cabazes que são menos preferidos ou indiferentes formam conjuntos fechados. de entre as situações seguintes. A. A. B e C tais que B é pelo menos tão bom como A e C é estritamente preferido a A. Propriedade 5: As curvas de indiferença são densas em todo o espaço de bens. Propriedade 4: As curvas de indiferença são convexas em relação à origem. Economicamente.4. esta hipótese relaciona-se com a necessidade de um consumidor ser compensado com maiores quantidades de um bem. Viola a hipótese da convexidade A. Viola o axioma da transitividade b) O Francisco não sabe se gosta mais de duas horas de vela ou três de natação. Propriedade 1: As curvas de indiferença têm inclinação negativa.2. Viola a hipótese da convexidade d) Depois de quatro horas de estudo.2. à medida que sacrifica sucessivas unidades de outro. Represente graficamente os mapas de indiferença para os seguintes casos: a) Dois bens económicos 8 .Hipótese da convexidade Sejam 3 cabazes. Viola a hipótese da monotocidade e) A Beatriz começou a gostar mais de ir à praia depois de ir muitas vezes. aquelas que violam os axiomas e hipóteses que regem as preferências. Propriedade 2: As curvas de indiferença nunca se intersectam. A hipótese da convexidade implica que qualquer combinação linear dos cabazes B e C é preferível a A.3. mais a Catarina gosta de tocar. escolhe os primeiros. a) A Isabel gosta mais de chocolates que de caramelos e prefere caramelos a rebuçados. Viola o axioma da exaustão c) Quanto mais toca piano. mas entre rebuçados e chocolates. Propriedade 3: Curvas de indiferença para NE representam níveis de satisfação mais elevados. Diga. o Diogo já não estuda mais nenhuma.

bem bem b) Um bem e um mal económico bem mal c) Um bem económico e um neutro bem neutro d) Existência de um ponto de saciedade 9 .

10 . a) O Gonçalo bebe sempre um café com um copo de água.2.y x e) Bens complementares y x f) Bens substitutos y x A. Represente as preferências dos consumidores para os seguintes casos.5. verificando em cada um se se tratam de preferências bem comportadas.

a Maria não consegue comer mais de 220 gramas de carne. 11 . coca-cola 0 40 80 120 160 200 240 carne 280 320 360 400 440 d) O Pedro é indiferente entre jogar uma hora de futebol ou duas horas de ténis. mas bebe toda a Coca-Cola que lhe servirem.6 5 copos de água 4 3 2 1 0 0 1 2 3 cafés 4 5 6 b) A Graça é indiferente entre utilizar papel A4 pautado e papel A4 liso. 6 5 4 liso 3 2 1 0 0 1 2 3 pautado 4 5 6 c) Ao almoço.

y} 12 .5 1 futebol 1.5 0 0 1 2 3 chá 4 5 6 f) A Joaninha adora leite com torradas. leite 0 0.5 4 4. não consegue comer mais de 4 torradas. mas bebe todo o leite que lhe servirem.5 1 1.5 5 5. Ao lanche. U = min{x. 4 3.2.5 e) A D.5 açúcar 2 1.5 2 2.5 7 7.5 1 0.5 3 3. Considere as seguintes funções utilidade: i. U = x 0. U = −3 + x + y iii.5 6 6.5 4 3 ténis 2 1 0 0 0.5 2 2.5 y 0.6.5 8 torradas A.5 3 2.5 ii. Carlota bebe sempre cada chávena de chá com meio pacote de açúcar.

A utilidade que um consumidor retira da utilização de gás e de electricidade é dada pela função U = 2 x 0.5 A.5 × 0.iv. U = x + y Para cada uma delas: a) Indique o tipo de preferências.2.7.5 TMS y. U = x 0.º de litros gás/dia e y = n. se quisesse consumir um litro adicional de gás.5 Umg y = 0.2 0.5x 0.5 = 2 2 x 0.x = 2 y V = x2 + 2 x y + y V = 2 x 0.5 em que x = n. 0. e) Encontre uma função que represente as mesmas preferências.5 y −0.3y} TMS y.5 y 0.5 y 0.5 a) Cobb-Douglas U = −3 + x + y U = min{x.2 ) ⇒ U = 2 × 5 0.5 y 0. Qual o conceito subjacente? U=2 U=4 ⇔ ⇔ 2 x 0.2 Kw/hora. y} U=x+ y Substitutos perfeitos Complementares Quasi-lineares b) U1 U1 bem U2 U3 bem U1 U2 U3 U1 U2 U3 bem U2 U3 bem bem bem c) d) e) Umg x = 0.5 Umg x = 1 Umg y = 1 Umg x = 0 Umg y = 0 Umg x = 1 Umg y = 0.5 y 0. b) Represente o mapa de indiferença.5 × y 0. Qual a quantidade de electricidade que teria de sacrificar. b) Admita que este consumidor se encontra actualmente a consumir 5 litros de gás por dia e 0.5 = 4 ⇔ ⇔ y= y= 1 x 4 x O conceito aqui subjacente é o de curva de indiferença.5 y 0. a) Identifique as diferentes combinações de x e y que permitem ao consumidor atingir o nível de utilidade de 2 e 4. de forma a manter o mesmo nível de satisfação? (5 . d) Determine a taxa marginal de substituição de y por x.x = 1 V = +x + y Não tem V = min{3x.5 y 0. c) Calcule as utilidades marginais.5x −0.º Kw/hora.5 13 .x = y x TMS y.5y −0.5 = 2 ⇔ y =16 2 = 2 × 6 0.

y ) = (4. quem tem as mesmas preferências que o António? Considere o quadro abaixo e a função utilidade inicial.48 x ≈ 4.y = TMS x.A.1 = − 1 x (x y )−2 −2 = x y A Teresa e o Bernardo não têm as mesmas preferências do António. 14 . a) Suponha que inicialmente consome 4 unidades do bem x e 12 unidades do bem y.y Umg y x TMS x.y = TMS 2. y ) = (4.12 ) 48 = 8 x ⇔ ⇒ U = 4 × 12 = 48 x=6 b) Calcule a TMS x. O António tem uma função de utilidade U = x y .41 → ∂TMS 1.2.y . Ana Filipa Sofia Margarida Teresa Bernardo V = 1000 xy W = xy Z = −1/ (xy + 1) F = xy − 10000 G = x/y H = x (y + 1) Ana Filipa Sofia Margarida Teresa Bernardo TMS x.12 ) 6. O que acontece ao valor desta taxa quando o António aumenta o consumo do bem x? ∂TMS x.y = TMS x.y = = → >0 Umg x y ∂x c) Responda novamente às alínea a) e b) admitindo que as preferências do António são descritas por U = x + ln y .y = TMS x.y = ⇒ ⇔ U = 4 + ln 12 ≈ 6. Se passar a consumir 8 unidades do bem y. d) De entre os seus amigos.48 = x + ln 8 TMS x.8. quantas unidades terá de consumir do bem x de modo a que a sua utilidade de mantenha constante? (x. (x.y 1000 x x = 1000 y y x = y − 1 y (x y ) x y − x y2 x =− 1y y x y +1 TMS x.2 ∂x 1 =0 Umg y 1 y 1 = = Umg x 1 y O consumo do bem x não influencia a taxa a que o António se dispõe a trocar os bens.

Comente as seguintes afirmações: a) Não é possível que duas curvas de indiferença «bem comportadas» se cruzem. Consideremos que a frase é falsa. então um destes pontos tem de estar acima e à direita do outro. c) Se dois bens forem substitutos perfeitos então a taxa marginal de substituição ou é igual a zero ou é infinito. duas curvas de indiferença que se intersectem violam o axioma da transitividade e a hipótese da monotocidade. diferentes curvas de indiferença representam diferentes níveis de utilidade. por definição. Como C e B estão na mesma curva de indiferença são. então a linha diagonal (no espaço dos bens) que passa pela origem cruza cada curva de indiferença apenas 1 vez. A C B=D U1 U0 Por definição. significando isso que são indiferentes. logo não podem ser bem comportadas. Vamos admitir que a cruza em dois pontos distintos. por definição. estar sobre a mesma curva de indiferença.2. A frase é verdadeira.9. Ou seja. Mas B e A estão sobre a mesma curva de indiferença. Mas se está acima e à direita. Para prová-lo assumamos que a frase é falsa ou seja que duas curvas de indiferença bem comportadas se podem cruzar. implica uma utilidade superior. conforme mostrado na figura. Se é falsa é porque a linha diagonal (no espaço dos bens) que passa pela origem pode cruzar cada curva de indiferença mais que 1 vez. indiferentes entre si. Mas se tem utilidade superior não pode.A. Se dois bens são substitutos perfeitos. então a utilidade marginal associada a cada um deles é constante. as preferências não violarem o axioma da monoticidade. ser preferível a A. a frase tem de ser verdadeira. também é constante a taxa marginal de substituição. entre outros. Então. E uma curva de indiferença bem comportada é aquela que respeita. no gráfico. mas mais do outro. pela hipótese da monotocidade. o axioma da transitividade e a hipótese da monoticidade. então C será preferido a A porque tem o mesmo de um dos bens. sendo as preferências transitivas. 15 . b) Se as preferências forem monotónicas. Então B deveria. A e B. Se. Logo. então representa um cabaz com mais de ambos os bens o que. Se A e B estão sobre a diagonal.

A convexidade das curvas de indiferença decorre da hipótese de taxa marginal de substituição (TMS) decrescente.Se esta for zero ou infinito é porque uma das utilidades marginais é zero ou infinito. Mas isso não faz sentido. tanto mais exige receber desse bem. Mas isso significa uma preferência dos consumidores por diversificação. e) Para que a taxa marginal de substituição no consumo seja decrescente. Ou seja. a frase é falsa. para obterem mais unidades daqueles que. para que a taxa Umg y marginal de substituição seja decrescente a utilidade marginal de y terá de ser crescente. TMS y.x = Umg x . Esta hipótese estabelece que. Se x tiver uma utilidade marginal constante. d) A convexidade estrita das preferências pode ser entendida como uma expressão formal de uma preferência dos consumidores por diversificação. 16 . ao longo de qualquer curva de indiferença. é preciso que a utilidade marginal seja decrescente. dispostos a prescindir de bens que já possuem em grande quantidade. Frase falsa como facilmente se constata pela análise do seguinte contra-exemplo. naquele momento. quanto maior a quantidade de um bem um consumidor possuir. geralmente. detêm em menor quantidade. Portanto. os consumidores estão. para renunciar a uma unidade do outro bem.

x (25.5 x −0.5x y ⎪ P x + Py y = m ⎪ ⎩ x Px ⎧ ⎪y = P x y ⎨ ⎪P x + P y = m y ⎩ x ⇔ ⎧ 2.6 + λ m − Px x − Py y ( ) 17 . determine a escolha óptima.4 y 0.5 ⎪ x .5 x −0.a. A ESCOLHA ÓPTIMA DO CONSUMIDOR A. a) Consumidor A: U = 5x 0.2 Umg y (25. e iv.5 y 0.5 × 5 0.5 = λPx ⎪ ⎪ 0.5 x −0.y ⎨ ⎪ ⎩s.5 y 0.6 .5 m ⎧ ⎪y = P ⎪ y ⎨ 0 .3.5 .5 x y ⎪ m − Px x − Py y = 0 ⎪ ⎩ ⇔ ⎧ y Px ⎪x = P y ⎨ ⎪P x + P y = m y ⎩ x Px ⎧ ⎪y = P x y ⎨ ⎪P x + P x = m x ⎩ x ⇔ ⎧2.5 λPx = ⎪ 0.A.5 x y ⎪P x + P y = m y ⎩ x Px ⎧ ⎪y = P x y ⎪ ⎨ ⎪P x + P Px x = m y ⎪ x Py ⎩ ⇔ ⇔ ⇔ 0.9 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO TMS y.5 × 100 ⎧ =5 ⎪y = ⎪ 10 ⎨ ⎪x = 0. iii. ii. Px = 2 .5 − λPy = 0 ⎨5 × 0. Px = 1 .5 y 0.6 ⎪ x . deduza as funções procura de ambos os bens. Py = 10 .5 ≈ 55. m = 100 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = 5x 0. avalie a taxa marginal de substituição no ponto óptimo. Py = 6 .5 ) = Umg x 5 = = 0.5 × 100 = 25 ⎪ 2 ⎩ ⇒ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 5 × 25 0.5 ) 25 b) Consumidor B: U = 2 x 0.5 = λPy ⎨2.3.5 λPy ⎨ 2. 5 m ⎪x = ⎪ Px ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 2 ⎪ ⎨Py = 10 ⎪ ⎩m = 100 0.1. calcule o nível de satisfação.5 − 0.5 − 0. Px x + Py y = m → Γ = 2x 0.5 y 0.5 − 0.a.4 y 0.5 y 0.4 y 0. m = 50 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = 2 x 0.y ⎨ ⎪ ⎩s. Para cada um dos consumidores i. Px x + Py y = m ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ → Γ = 5x 0.5 + λ m − Px x − Py y ( ) ⇔ ⇔ ⎧5 × 0.5 − λPx = 0 ⎪ ⎪ 0.5 y 0.

5 Px x = m ⎪P x + 1 ⎪x = 0.5 ) 3 × 20 6 c) Consumidor C: U = x 3 y 2 .a.4 m ⎧ ⎪y = P ⎪ y ⎨ 0 .5 ⎪ ⎪ 4 ⎪ ⇒ ⎨ ⎨Py = 4 ⎪ ⎪x = 0.5 .4 − 0.6 y 0.4 x −0.8 x −0.6 × 50 ⎧ ⎧Px = 1 =5 ⎪y = ⎪ ⎪ 6 ⎨Py = 6 ⇒ ⎨ ⎪ ⎪x = 0.4 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 2×5 1 TMS y.4 − λPy = 0 ⎨2 × 0.4 × 45 ⎧ ⎧Px = 1.y → Γ = x 3 y 2 + λ m − Px x − Py y ⎨ ⎪ ⎩s.x = = = (20.6 Px ⎧ 2 y Px ⎧ λPx = ⎪ ⎪ 3x = P ⎪y = 1. Px x + Py y = m ⎧3 x 2 y 2 − λPx = 0 ⎧3 x 2 y 2 = λPx ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 3 ⎪ ⇔ ⎨2 x 3 y = λPy ⇔ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨2 x y − λPy = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪m P x P y 0 ⎪ P x + Py y = m − x − y = ⎩ ⎪ ⎪ ⎩ ⎩ x ⎧3 x 2 y 2 2 Px ⎧ ⎧ 3y Px λPx = y= x = ⎪ ⎪ ⎪ 3 3 Py λPy ⇔ ⎨ 2 x Py ⇔ ⇔ ⎨ ⎨ 2x y ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m y y y ⎩ x ⎩ x ⎩ x ( ) 2 Px ⎧ 2 Px ⎧ ⎪y = 3 P x ⎪y = 3 P x y ⎪ ⎪ y ⇔ ⎨ ⎨ 2 P 2 x ⎪P x + p x = m ⎪P x + p x=m y x x ⎪ ⎪ x 3 P 3 ⎩ y ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 0.4 m . m = 45 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = x 3 y 2 ⎪ x .6 x y ⎪ ⎪m − Px x − Py y = 0 ⎩ ⇔ ⎧0.2 x y y y ⎨1 ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m y y y ⎩ x ⎩ x ⎩ x Px 0.8 x −0.5 y= = 4.4 − 0.5 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 18 3 × 4.5 2 = 118098 ⇔ 0.⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ ⎧2 × 0. 6 m ⎪x = ⎪ Px ⎩ TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO 18 .5 P x 0.4 − 0.6 y 0.5 x Py y ⎪ ⎪y = 1 ⎪ Py ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨ ⎪P x + P 1.6 y 0. Py = 4 .6 m ⎧ ⎧ y= Px ⎧ ⎪y = 1.6 = λPx ⎪ ⎪ 0.6 × 45 = 18 ⎩m = 45 ⎪ 1.5 ) Umg y (20.6 − λPx = 0 ⎪ ⎪ 0.5 Px x = m y x ⎩ ⎪ x ⎪ Py Px ⎩ ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 0.4 × 5 0.2 x y ⎪ ⎪Px x + Py y = m ⎩ ⇔ ⇔ ⎧ 0.4 = λPy ⎨1.6 ≈ 17. Px = 1.5 P x ⎪ .4 × 50 = 20 ⎪ ⎩m = 50 1 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 2 × 20 0.4 λPy ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ .

Py = 8 .0 ) Umg y (60. Px = 6 .5 ) 2 × 18 d) Consumidor E: U = 2 x + 3y .4.0 ) 3 e) Consumidor F: U = 5x + 2 y . m = 12 FUNÇÕES PROCURA ⎧m 5 Px > ⎪P 2 Py ⎪ x ⎪⎡ m ⎤ 5 Px ⎪ x = ⎨ ⎢0 .4.5 = = 0. Px x + Py y = m → ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 3 Px ⎪ =3 ⎨Py = 1 ⇒ Py ⎪ ⎩m = 12 NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 5 × 0 + 2 × 12 = 24 ⇒ TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 5 TMS y.12 ) Umg y (0. m = 60 FUNÇÕES PROCURA ⎧m 2 Px > ⎪P 3 Py x ⎪ ⎪⎡ m ⎤ 2 Px ⎪ = x = ⎨ ⎢0 . Py = 1 . Py = 4 . ⎥ = P 2 Py x ⎦ ⎪⎣ ⎪ 5 Px ⎪0 < 2 Py ⎪ ⎩ ⎧x = 0 ⎪ 12 ⎨ y= = 12 ⎪ 1 ⎩ 5 Px ⎧ > ⎪0 2 Py ⎪ ⎪⎡ m⎤ 5 Px ⎪ y = ⎨ ⎢0 . Px = 3 .25 ⎨Py = 4 ⇒ Py ⎪ ⎩m = 60 NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 2 × 60 + 3 × 0 = 120 ⇒ 60 ⎧ = 60 ⎪x = 1 ⎨ ⎪ ⎩y = 0 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 2 TMS y. m = 150 FUNÇÕES PROCURA 19 .12 ) 2 f) Consumidor G: U = 3x + 4 y .TMS y. Px = 1 .5 ) = Umg x 3 × 4. ⎥ 3 Py ⎪⎣ Px ⎦ ⎪ 2 Px ⎪0 < 3 Py ⎪ ⎩ 2 Px ⎧ > ⎪0 3 Py ⎪ ⎪⎡ m⎤ 2 Px ⎪ = y = ⎨ ⎢0 .x = = (0.a.a.y ⎨ ⎪ ⎩s.y ⎨ ⎪ ⎩s.375 Umg y (18.x = = (60. ⎥ 3 Py ⎪⎢ ⎣ Py ⎥ ⎦ ⎪m 2 Px ⎪ < ⎪ 3 Py ⎩ Py max U = 2 x + 3y ⎧ ⎪ x .x (18. Px x + Py y = m → ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 1 Px ⎪ = 0. ⎥ = P 2 Py ⎢ ⎥ y ⎦ ⎪⎣ ⎪m 5 Px ⎪ < ⎪ P 2 Py ⎩ y max U = 5x + 2 y ⎧ ⎪ x .

⎥ = 4 Py ⎪⎣ Px ⎦ ⎪ 3 Px ⎪0 < 4 Py ⎪ ⎩ ⎧x ∈ [0 . 5 × 4. Px x + Py y = m 3m ⎧ ⎧y = 3x ⎪y = P + 3 P x y ⎪ ⎪ m ⇔ ⎨ ⎨x = m ⎪ ⎪x = p x + 3 Py ⎩ ⎪ + p 3 Py x ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA ⎧y = 3x ⎨ ⎩Px x + 3 Py x = m ⇔ ⇔ 20 .4 × 10 ⎪ ⎪ ⎨Py = 10 ⇒ ⎨ 72 ⎪ ⎪y = = 4.a.8 ⎩m = 72 ⎪ 10 + 2.a.5y ⎨ ⎩Px x + Py y = m TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 3 TMS y. Px = 2 .5 Px y + Py y = m ⇔ ⎧2 x = 5y ⎨ ⎩Px x + Py y = m ⎧x = 2. 5y} ⎧ ⎪ x . m = 48 FUNÇÕES PROCURA max U = min {3x .y → ⎨ ⎨ ⎩Px x + Py y = m ⎪ ⎩s. m = 72 FUNÇÕES PROCURA max U = min {2 x .5 Px ⎩ m ⎧ ⎪x = P + 0.y ⎨ ⎪ ⎩s.75] 3 Px ⎧ > ⎪0 4 Py ⎪ ⎪⎡ m⎤ 3 Px ⎪ y = ⎨⎢0 . y} .5 × 2 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = min {2 × 12 .5y ⎪ m ⇔ ⎨y = ⎪ p y + 2.a.y → ⎨ ⎪ ⎩s. 25] ⎨ ⎩y ∈ [0 .x = = Umg y 4 ⇔ ⇔ ⎧x = 2.8} = 24 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Não faz sentido h) Consumidor I: U = min {3x . Py = 2 . 5y} . Py = 10 . Px = 6 . ⎥ = 4 Py ⎢ Py ⎦ ⎥ ⎪⎣ ⎪m 3 Px ⎪ < ⎪ 4 Py ⎩ Py ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 6 Px 3 ⎪ ⇒ = ⎨Py = 8 Py 4 ⎪ ⎩m = 150 NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 3 × 25 = 75 ⇒ g) Consumidor H: U = min {2 x .5y ⎨ ⎩2. y} ⎧ ⎧3x = y ⎪ x .18. Px x + Py y = m ⎧x = 2. Px x + Py y = m → ⎧m 3 Px > ⎪P 4 Py ⎪ x ⎪⎡ m ⎤ 3 Px ⎪ x = ⎨ ⎢0 .4 P x y ⎪ ⎨ m ⎪y = ⎪ p y + 2.5 Px ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 72 ⎧ ⎧Px = 2 x= = 12 ⎪ 2 + 0.max U = 3x + 4 y ⎧ ⎪ x .

5 .3 × 48 ⎧ ⎧Px = 6 y= = 12 ⎪ ⎪ ⎪ 6 + 3×2 ⎨Py = 2 ⇒ ⎨ 48 ⎪ ⎪x = =4 ⎪ ⎩m = 48 6 + 3×2 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = min {3 × 4 .5 FUNÇÕES PROCURA max U = 4 x + ln y ⎧ ⎪ x .5 × 4 ⎪ P = 2 ⇒ ⎨ y ⎨ ⎪ ⎪x = 100 = 12. Px = 10 .12} = 12 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Não faz sentido i) Consumidor H: U = min {2 x . y} . m = 100 FUNÇÕES PROCURA max U = min {2 x .a. P x + P y = m ⎪ x y ⎩ ⎧4 − λPx = 0 ⎧4 = λPx ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ −1 ⎪ ⎪ ⇔ ⎨y −1 = λPy ⇔ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨y − λPy = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪ ⎪ ⎩ ⎩m − Px x − Py y = 0 ⎩Px x + Py y = m λPx Px Px ⎧ 4 ⎧ ⎧ ⎪ −1 = λP ⎪4 y = P ⎪y = 4 P ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ y y y ⎨y ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m y y y ⎩ x ⎩ x ⎩ x P ⎧ Px ⎧ y= x Px ⎧ ⎪ y = y 4 Py ⎪ ⎪ = 4P ⎪ 4 Py ⎪ ⎪ ⎪ y ⇔ ⇔ ⎨ ⎨ ⎨ P m− x ⎪P x + Px = m ⎪ ⎪P x + p Px = m x y 4 x ⎪ ⎪x = ⎪ 4 Py 4 ⎩ ⎩ ⎪ P x ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA ( ) 21 . a .5 P y x ⎪ ⎪ m ⇔ ⎨ ⎨x = m ⎪ ⎪x = p x + 2 Py ⎩ ⎪ p x + 2 Py ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 100 ⎧ ⎧Px = 4 y= = 25 ⎪ ⎪ 2 + 0. m = 62.y → ⎨ ⎨ ⎩Px x + Py y = m ⎪ ⎩s. y} ⎧ ⎧2 x = y ⎪ x . Py = 2 . Px = 4 .5 = m 100 ⎩ ⎪ 4 + 2×2 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = min {2 × 12. 25} = 25 Não faz sentido ⎧y = 2 x ⎨ ⎩Px x + 2 Py x = m ⇔ ⇔ TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO j) Consumidor K: U = 4 x + ln y . Px x + Py y = m m ⎧ ⎧y = 2 x ⎪y = P + 0.y → Γ = 4x + ln y + λ m − Px x − Py y ⎨ s . Py = 1 .

y → Γ = 3x + 12 y 0.5 ) Umg y (6. Py = 0.5 ⎪ ⇒ ⎨ 10 62.5m 2 se Px Py ≥ 0.5m Py ( ) ⇒ u2 = 0.5 − ⎪ 4 =6 ⎪x = 10 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 4 × 6 + ln 2.5 ⎪ x .5 + λ m − Px x − Py y ⎨ s . a .5m ⎧0 y=⎨ ⎩m Px 2 se Px Py ≤ 0.5m = 14 P 2 ⎨ y Py ⎪ ⎩m = 28 NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 14 + 0.5 .5m 2 2 Px 2 se Px Py ≤ 0. P x + P y = m ⎪ x y ⎩ ⎧x = 0 m ⇒ u1 = ⎨ Py ⎩y = m Py u1 > u 2 ⎧m Px x=⎨ ⎩0 ⇔ m 0.14 ) 1 l) Consumidor M: U = 3x + 12 y 0.10 ⎧ ⎪y = 4 × 1 = 2. Py = 2 .5 = x ⎪0.5 ⎪ ⎪ − λPy = 0 ⇔ ⎨6 y − 0. Px = 6 .5 = λPy ⇔ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨6 y ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪ ⎪ ⎩ ⎩m − Px x − Py y = 0 ⎩Px x + Py y = m ( ) λPx ⎧ 3 ⎪ −0.x (0. P x P y m + = ⎪ x y ⎩ ⎧3 − λPx = 0 ⎧3 = λPx ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ −0. m = 100 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = 3 x + 12 y 0. m = 28 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = y + 0.5m 2 > 2 Py Px solução de canto : x = 0 ∧ y = m Py ∨ (x = m Px ∧ y = 0 ) ⎧x = m Px ⎨ ⎩y = 0 ⇔ 2 Px > 0.5x 2 .5m 2 se Px Py ≥ 0.5 × 0 2 = 14 ⇒ ⎧x = 0 ⎨ ⎩y = 14 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 0 = = =0 TMS y.5 −1 k) Consumidor L: U = y + 0.5 .5m ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 6 2 Px ⎪ = ⇒ = 18 > 0.x = = = 10 (6.9 ⎧Px = 10 ⎪ ⎨Py = 1 ⎪ ⎩m = 62.5 = λP y ⎨ 6y ⎪P x + P y = m y ⎩ x ⇔ P ⎧ − 0.5 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 4 TMS y.5 ≈ 24. Px = 2 .2.5y Py ⎨ ⎪P x + P y = m y ⎩ x ⇔ 2 ⎧ ⎛ Px ⎞ ⎪ ⎜ ⎟ = y 4 ⎪ ⎜ Py ⎟ ⎨ ⎝ ⎠ ⎪ ⎪ ⎩Px x + Py y = m ⇔ 22 .14 ) Umg y (0.5 ) 2.y → ⎨ s .5 x 2 ⎪ x . a .2.

5 y 0.5 + λ (100 − 2 x − y ) ⎧5 x −0.2 ⎧ ⎛ ⎞ ⎪y = 4⎜ Px ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎪ ⎝ ⎠ ⎪ ⎨ ⎪ ⎛P ⎪Px x + 4 Py ⎜ x ⎜ Py ⎪ ⎝ ⎩ ⎞ ⎟ =m ⎟ ⎠ 2 ⇔ 2 ⎧ ⎛ ⎞ ⎪y = 4⎜ Px ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎪ ⎪ ⎝ ⎠ ⎨ 2 ⎪ Px =m ⎪Px x + 4 Py ⎪ ⎩ ⇔ 2 ⎧ ⎛ ⎞ ⎪y = 4⎜ Px ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎪ ⎝ ⎠ ⎪ ⎨ P2 ⎪ m−4 x Py ⎪ ⎪x = Px ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 2 ⎧ ⎛ 2 ⎞ ⎪ = ⎜ ⎟ y 4 ⎜ 0.5 y 0. para ter 1 unidade adicional de X.5.5 e aufere 100 euros por semana que gasta no consumo dos bens X e Y.5 y 0. 2 x + y = 100 ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ → Γ = 10x 0. ambos denominados em euros.5 − 0.3. Logo.5 =λ ⎨5x y ⎪2 x + y = 100 ⎪ ⎩ ⎧y = 2 x ⎨ ⎩2 x + y = 100 ⇔ ⎧5 x −0.5 ⎪x = = 34 ⎪ 2 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 3 × 34 + 12 × 64 0.5 = 2λ ⎪ ⎪ 0.y ⎨ ⎪ ⎩s.5.2.75 ) x (12.5 ⎪ x . Qual a TMS Y.X nesse cabaz de dotações iniciais? Como se compara com os preços relativos? Se a Joana puder realizar trocas no mercado.75 ) = Umg x P y = =6> X =2 PY Umg y (12.a.5 y 0. cujos preços são. que trocas tenderá ela a fazer? Explique a lógica do seu raciocínio.75 ) A Joana dispõe-se a trocar 6 unidades de Y por 1 de X.5 = 198 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 3 = = =4 TMS y. b) Qual o cabaz semanal óptimo da Joana? ⎧max U = 10 x 0. Px = 2 e Py = 1 . respectivamente.5 −λ = 0 ⎨5 x y ⎪100 − 2 x − y = 0 ⎪ ⎩ ⇔ ⎧y ⎪ =2 ⎨x ⎪ ⎩2 x + y = 100 ⇔ ⇔ ⇔ ⎧ 5 x −0.64 ) 6 × 64 − 0.5 − 2λ = 0 ⎪ ⎪ 0.5 2λ ⎪ 0.x (34.5 y 0.64 ) Umg y (34.5 A.5.5 ⎟ = 64 ⎧Px = 2 ⎪ ⎝ ⎠ ⎪ ⎪ ⎨Py = 0.5 = λ ⎨5 x y ⎪ ⎩2 x + y = 100 ⎧y = 2 x ⎨ ⎩2 x + 2 x = 100 ⇔ ⇔ ⎧y = 2 x ⎨ ⎩x = 25 ⎧y = 50 ⎨ ⎩x = 25 23 .5 y 0.x (12.5 −0. No mercado. A Joana tem a seguinte função de utilidade: U = 10 x 0. a) Suponha que a Joana detém hoje 12.5 unidades do bem X e 75 unidades do bem Y.5 ⇒ ⎨ 22 ⎪ = ⎪ 100 − 4 ⎩m 100 0.5 −0. a Joana trocará Y por X. exigem 2 unidades de Y. TMS y.

5 Py 2 0. Seja o José Pedro com a seguinte função de utilidade U = 2 x y . diga se este cabaz será escolhido pelo consumidor. Sabendo que p1 / p 2 = 1 . sujeitos à restrição orçamental 5 x + 4 y ≤ 100 .3. y ) = (100 .4. sem efectuar cálculos. 25) . y ) = ⎜ . TMS y. logo o cabaz óptimo será afectar todo o rendimento ao consumo do bem x: (x.3.0⎟ ⎠ ⎝ 3 A. Caso contrário. 24 . então x0 pode ser a escolha do consumidor desde que corresponda a um cabaz em que todo o rendimento é gasto no bem 1. o preço do bem X sobe para 3 unidades monetárias. Suponha que.2 x 0 = 0. a) Indique.x = P 3 1 = 4 > x = = 1. os bens x e y são substitutos. Qual é a escolha óptima do consumidor? O consumidor continua a escolher o máximo que puder de x.5. para um determinado consumidor. a) Determine os consumos óptimos de X e Y. a escolha óptima de consumo. Para este consumidor. 0 ) . Um consumidor tem preferências descritas pela função utilidade U = x + 0. indique que tipo de trocas estará ele disposto a efectuar.25 ⎛ 100 ⎞ A solução óptima continua a ser gastar todo o rendimento em 1: (x.5 = 2λ ⎪ ⎨x = 25 ⎪y = 50 ⎩ ⇒ 5 × 25 − 0. y ) = (50 .5 y 0. O bem x tem maior utilidade marginal e tem menor custo.54 = ∂U ∂m A. x0 não será o cabaz óptimo e este consumidor dispõe-se a trocar o bem 2 pelo bem 1. portanto o cabaz óptimo será (x. Se para este consumidor os bens 1 e 2 forem substitutos perfeitos. b) Suponha que uma guerra obriga a um esquema de racionamento do bem X. A. c) Responda de novo à questão anterior admitindo que. Em caso de ( ) resposta negativa. de acordo com o qual cada consumidor só pode adquirir 50 unidades desse bem.25 y . a taxa marginal de substituição avaliada na combinação de consumo x0 é TMS1.3. em vez do esquema de racionamento.5 = 2λ ⇔ λ ≈ 3.3.5 .c) Qual a utilidade marginal do rendimento da Joana? ⎧5 x −0.5 × 50 0. adquire os bens aos preços Px = 1 e Py = 2 e dispõe de 100 unidades monetárias de rendimento.

25x ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ . já se viu anteriormente 25 . Poderá resolver-se a questão pelo método dos multiplicadores de Lagrange? Porquê? Serão ambas as restrições activas no cabaz óptimo? ⎧max U = 2 x y x . ƒ Se μ = 0 ⎧(1) : 2 y − 3λ = 0 ⎨ ⎩(2 ) : 2 x − 6λ = 0 λ(100 − 9λ − 9λ ) = 0 μ=λ=0 ⇔ ⎧2 y = 3λ ⎨ ⎩2 x = 6λ ⇔ . Determine os novos consumos óptimos.y → Γ = 2x y + λ (100 − 5x − 4 y ) ⎨ + = ⎪ s . que o José Pedro está sujeito ⇔ ⎧ 2 y 5λ = ⎪ ⎨ 2x 4λ ⎪ ⎩5x + 4 y = 100 ⇔ ⎧y = 1.a. existindo um racionamento total de 80 senhas.5μ ⎨ ⎩x = 0. respectivamente. 5 x 4 y 100 ⎩ ⎧2 y = 5λ ⎧2 y − 5λ = 0 ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎪ ⎪ ⇔ ⎨2 x = 4 λ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨2 x − 4 λ = 0 ⎪5x + 4 y = 100 ⎪100 − 5x − 4 y = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⎩ ⎩ ⎧y = 1.25x ⎧y = 1. agora.25x = 100 ⎩5x + 4 y = 100 ⎩5x + 4 × 1 b) Suponha. a . ⎨ ⎪ ⎩x + y ≤ 80 ⎩ Γ = 2x y + λ(100 − 3x − 6 y ) + μ(80 − x − y ) → As restrições sobre as variáveis não se podem exprimir com equações. Os preços das senhas de X e Y são 3 e 6. Tem de se fazer uso das condições de Kuhn-Tucker: ⎧(1) : ⎪(2 ) : ⎪ ⎪(3) : ⎪ ⎪(4 ) : ⎨ ⎪(5) : ⎪(6 ) : ⎪ ⎪(7 ) : ⎪(8 ) : ⎩ 2 y − 3λ − μ = 0 2 x − 6λ − μ = 0 3x + 6 y ≤ 100 x + y ≤ 80 λ(100 − 3x − 6 y ) = 0 μ(80 − x − y ) = 0 λ≥0 μ≥0 ƒ Se λ = 0 ⎧(1) : 2 y − μ = 0 ⎨ ⎩(2 ) : 2 x − μ = 0 ⇔ ⎧2 y = μ ⎨ ⎩2 x = μ ⇔ ⇔ ⎧y = 0. Assim.y ⎪ ⎪ ⎨ ⎧3x + 6 y ≤ 100 ⎪s. não se pode recorrer ao método dos multiplicadores de Lagrange.25x ⎧y = 12. não é solução.5μ ) = 0 μ=0 μ = 80 ⇒x=y=0 ⇒ x = y = 40 μ = 0 ∨ μ = 80 → não é solução ⇒ 3 × 40 + 6 × 40 = 360 → viola (3).5μ − 0.5 ⇔ ⎨ ⎨ ⎩x = 10 ⎩x = 10 a um sistema de racionamento.U = 2x y ⎧ ⎪max x .5λ ⎧y = 1 ⎨ ⎩x = 3λ Substituindo em (5) vem: ⇔ λ = 0 ∨ λ = 100 18 → não é solução.5μ Substituindo em (6) vem: μ(80 − 0.

Portanto. (x .m.6. c) Faça a representação gráfica dos dois equilíbrios.78 X0 X1 20 40 60 80 100 x A. 25 3) e μ = 0 .μ > 0 ⎧(5) : λ(100 − 3x − 6 y ) = 0 ⎨ ⎩(6 ) : μ(80 − x − y ) = 0 Também não é solução. não se aplica. a percentagem de rendimento gasta no consumo do bem Y é sempre igual a β . este exemplo demonstra que a frase é falsa. No entanto. Comente as seguintes afirmações: a) A escolha óptima do consumidor caracteriza-se pela igualdade entre a taxa marginal de substituição e o rácio dos preços. Ou seja. a restrição do racionamento total de 80 senhas não é activa. Para ambos os consumidores a escolha óptima será x = 0 e y = 0 . y ) = x α y β . 26 . c) Se a função utilidade de um consumidor é do tipo U(x. y ) = (50 3 . Embora seja verdadeira para preferências bem comportadas. b) Dois indivíduos com cabazes de consumo idênticos têm certamente preferências idênticas. ou seja. ⇔ ⎧100 − 3x − 6 y = 0 ⎨ ⎩80 − x − y = 0 ⇔ ⎧x = 380 3 ⎨ ⎩y = − 140 3 Portanto. Os preços são Px = 2 e Py = 1 . A frase é falsa. eles escolhem o mesmo cabaz. não apresentam a mesma TMS pelo que as suas preferências não são idênticas. Considerem-se dois consumidores cujas preferências são dadas por U = x + 2 y e U = x + 3y e que dispõem ambos de 100 u. a bens substitutos perfeitos. y 85 80 75 70 65 60 55 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 0 RO a) RO b) RO b) U=250 U=277.3.λ= 100 18 ⎧x = 50 3 ⇒⎨ ⎩y = 25 3 ⇒ 50 25 + = 25 → não viola (4) 3 3 ƒ λ . por exemplo.

o consumidor vai sempre escolher β Px ⎧ ⎪y = α P x y ⎪ ⎪ m ⎨ ⎪x = β⎞ ⎛ ⎪ ⎜1 + ⎟ Px ⎪ α ⎝ ⎠ ⎩ β Px ⎧ ⎪y = α P x y ⎪ ⎪ ⎨ m ⎪x = α + β ⎪ Px ⎪ α ⎩ β Px ⎧ ⎪y = α P x y ⎪ ⎪ α ⎨ m ⎪ α+β ⎪x = ⎪ Px ⎩ comprar igual quantidade de ambos. falsa: basta ver o exemplo das alíneas j)-l) do exercício A. E. y ) = x α y β a percentagem de rendimento gasta no consumo do bem Y será sempre igual a β . Como exemplo tomem-se as alíneas g)-i) do exercício A. dizer que aquela é menor que o rácio dos preços de x e de y significa que x tem um custo relativo superior à satisfação relativa que proporciona. falsa. como tal. Uma solução de canto é aquela em que o rendimento é gasto em apenas um dos bens. o consumo de X é nulo.y → Γ = x α y β + λ m − Px x − Py y ⎨ ⎪ ⎩s.3.x é o rácio da utilidade marginal de x e de y.y > Px Py . A frase é verdadeira.x é menor que o preço relativo de x. Se dois bens são complementares perfeitos serão consumidos sempre na mesma proporção o que não significa que se consuma igual quantidade de ambos. obviamente. e) Quando as preferências são quasi-lineares. pois com uma função utilidade do tipo U(x. A frase é.1. a escolha do consumidor é sempre uma solução de canto. Como TMS y. A frase é. Px x + Py y = m ⎧α x α −1y β − λPx = 0 ⎧α x α −1y β = λPx ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ α β ⎪ ⇔ ⎨β x α y β −1 = λPy ⇔ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨β x y − λPy = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪ ⎪ m − Px x − Py y = 0 P x + Py y = m ⎩ ⎪ ⎪ ⎩ ⎩ x ⎧ α x α −1y β β Px ⎧ α y Px ⎧ λPx ⎪ α β −1 = ⎪β x = P ⎪y = α P x λPy ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ y y ⎨β x y ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m y y y ⎩ x ⎩ x ⎩ x β Px β Px ⎧ ⎧ β Px ⎧ y= x ⎪y = α P x ⎪y = α P x ⎪ α Py y ⎪ ⎪ ⎪ y ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨ P β x ⎪P x + p ⎪P x + β p x = m ⎪⎛1 + β ⎞ P x = m x=m ⎜ ⎟ x y x x ⎪ x ⎪ ⎪ P α α⎠ α ⎩ y ⎩⎝ ⎩ ( ) β ⎧ m ⎪ α+β ⎪y = Py ⎪ ⇔ ⎨ ⇔ ⇔ α ⎪ m ⎪ α+β ⎪x = Px ⎩ d) Se dois bens são complementares perfeitos.1. então. não compensa comprá-lo.a.3.y é maior que o preço relativo de x. Passando a demonstrar: α+β ⎧max U = x α y β ⎪ x . Se a TMS x. 27 . f) Se dois bens são substitutos perfeitos e TMS x. então TMS y.A frase é falsa.

h) Efeito rendimento Variação na quantidade procurada de um bem. por efeito substituição. A. Mostre que um bem de Giffen é necessariamente inferior.4.1.2. m)] + [x (p ′. m) − x (p ′. a variação no consumo tem sinal oposto ao da variação no preço – o efeito rendimento pode ser negativo ou positivo. tem-se a abordagem à Slutsky(Hicks)). g) Efeito substituição Variação na quantidade procurada de um bem. m) − x (p. e) Curva consumo-preço Lugar geométrico dos cabazes de equilíbrio de um consumidor que resultam de variações no preço de um bem. f) Bem de Giffen Bem cuja procura varia directamente com o seu preço. c) Bem inferior Bem cujo consumo varia inversamente com o rendimento. o substituição e o rendimento: Δx = Δx s + Δx n ⇔ x (p ′. 28 .4. A variação no consumo de um bem devida a uma alteração do respectivo preço pode ser desdobrada em dois efeitos. m) = [x (p ′. d) Curva de Engel Representação da relação entre a quantidade consumida de um bem e o rendimento do consumidor. m′) − x (p. tem-se a abordagem à Slutsky(Hicks)). ANÁLISE DE ESTÁTICA COMPARADA A. resultante da variação no preço desse bem.A. mantendo-se constante o rendimento real do consumidor (se esse rendimento real estiver expresso em termos de poder de compra(nível de satisfação). b) Bem normal Bem cujo consumo varia proporcionalmente menos ou na mesma proporção do rendimento monetário. Defina os seguintes conceitos: a) Curva consumo-rendimento Lugar geométrico dos cabazes de equilíbrio do consumidor correspondentes a diferentes níveis de rendimento.4. m′)] Enquanto o efeito substituição tem de ser negativo – isto é. resultante da alteração do rendimento real do consumidor (se esse rendimento real estiver expresso em termos de poder de compra(nível de satisfação).

y RO inicial RO final RO intermédia CI ES ER E1 EI E2 x ABORDAGEM DE SLUTSKY Para decompor a variação total em efeito substituição e efeito rendimento. Concluindo: um bem de Giffen tem de ser necessariamente inferior. 29 . Ou seja. Efectue as explicações que entender necessárias para acompanhar a leitura do gráfico. Ora. Apresente uma interpretação gráfica dos efeitos substituição e rendimento numa situação em que o preço do bem X diminui. o efeito rendimento tem de ter sinal positivo. Ou seja. Mas um bem só tem efeito rendimento de sinal positivo se for inferior.Um bem de Giffen é aquele cuja procura ordinária varia directamente com o seu preço. ABORDAGEM DE HICKS Para decompor a variação total em efeito substituição e efeito rendimento. para que a soma de uma parcela negativa com outra seja positiva. para que um bem seja de Giffen. Logo. relativo a um determinado consumidor. Slutsky encontra uma restrição orçamental (a verde) com o mesmo declive que a restrição orçamental final (a azul claro) mas que passa pelo cabaz inicial. ceteris paribus. Hicks encontra uma restrição orçamental (a verde) com o mesmo declive que a restrição orçamental final (a azul claro) mas que seja tangente à curva de indiferença que também o é à restrição orçamental inicial (a azul escuro). mas o poder de compra do consumidor mantém-se.3. mas o bem-estar do consumidor mantém-se. A. Dada essa restrição orçamental (a verde). O bem X é um bem normal. X e Y. Hicks determina a quantidade consumida de X num cenário em que o preço deste bem diminui. Reporte-se às abordagens de Hicks e Slutsky. Portanto.4. Slutsky determina a quantidade consumida de X num cenário em que o preço deste bem diminui. a variação total tem de ter sinal positivo. Slutsky calcula a quantidade óptima de X. Considere o espaço de consumo de 2 bens. esta outra parcela tem de ser positiva.

x = x ⇔ = ⇔ y = 0.4. consumo-preço do bem Y iv. de Engel do bem X v.25m 2 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y 30 . Px = 2 .2 x x 10 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ ⎧ y Px ⎪TMS y.5 y 0. de Engel do bem Y para as seguintes situações: a) U = 5x 0. Determine e represente as curvas i.x = ⎧Px x = 10 y ⎪ = P ⇔ ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ x 10 y ⎨ ⎩Px x + 10 y = 100 ⎪Px x + 10 y = 100 ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Px x = 10 y ⇔ y =5 ⎨ ⎩10 y + 10 y = 100 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px 2 ⎧y ⎪TMS y.4. m = 100 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO P y 2 TMS y.y RO inicial RO final RO intermédia ES ER E1 EI E2 x A. Py = 10 .5 . consumo-preço do bem X iii.5m x= ⇔ x= ⇔ x = 0.x = ⎧Py y = 2 x ⎪ ⎪x = P ⎪ P ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ y y ⎨ ⎪ ⎪ ⎪2 x + P y = 100 ⎩2 x + Py y = 100 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Py y = 2 x ⇔ x = 25 ⎨ ⎩2 x + 2 x = 100 CURVA DE ENGEL DO BEM X 0. consumo-rendimento ii.5m 0.

4 y = ⎪TMS y. 6 x P Py ⇔ ⎨ ⇔ y ⎨ ⎪ ⎪x + P y = 50 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Py y = 1.6 .05m b) U = 2 x 0.4m 1.6 x 6 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ ⎧ 0.5 ⎨ ⎩6 y + 4 y = 45 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px ⎧ 3y 1.6m 0.6m y= ⇔ y= ⇔ y = 0. m = 50 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO P 0.4 y 1 TMS y.5m 10 ⇔ y = 0.6m x= ⇔ x= ⇔ x = 0.y= 0.4m 0.5 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y 31 .4m 1 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y 0.x = ⎧ ⎪ ⎪ ⎪Py y = x Py ⇔ ⎨ 2 x Py ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎪ ⎪ ⎪1.5x = 50 CURVA DE ENGEL DO BEM X 0.5x + x = 45 CURVA DE ENGEL DO BEM X 0.6 x ⇔ 6 y ⎨ ⎪ ⎪P x + 6 y = 50 ⎩ x ⎩Px x + Py y = m ⎧Px x = 4 y ⇔ y =5 ⎨ ⎩4 y + 6 y = 50 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px 1 ⎧ 0.x = = ⎧Px x = 6 y ⎪ Py ⇔ ⎨ ⇔ ⇔ ⎨ 2x 4 ⎨ ⎩Px x + 4 y = 45 ⎪Px x + 4 y = 45 ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Px x = 6 y ⇔ y = 4.5 .5 = ⎪TMS y.4m x= ⇔ x= ⇔ x = 0. Py = 6 .5x + P y = 45 ⎩1.x = ⎪ P ⇔ ⎨ 0.x = ⎪ ⎪ 0 . Px = 1 .5x + Py y = 45 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Py y = x ⇔ x = 18 ⎨ ⎩1. Px = 1.25x 0.x = x ⇔ = ⇔ y = 0.5 TMS y. Py = 4 .5m Py ⇔ y= 0.x = x ⇔ = ⇔ y = 0.25 x 2x 4 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ ⎧ 3y Px ⎪TMS y.1m 6 Py ⎧Px x = 4 y ⎨ ⎩Px x + 6 y = 50 ⇔ ⎧Py y = 1.4 y 0.4 y Px = ⎪TMS y.6m 0.5x ⎪ ⎨ ⎪ ⎩x + Py y = 50 ⇔ c) U = x 3 y 2 .5x ⇔ x = 20 ⎨ ⎩x + 1. m = 45 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO P 3y 1.

5x se Px > 2.2 se Py = 1.1m d) U = 2 x + 3y .2 ⇒ y = 0 CURVA DE ENGEL DO BEM X x=0 CURVA DE ENGEL DO BEM Y m m y= ⇔ y= ⇔ y =m 1 Py f) U = 3x + 4 y .5 ⇒ y = 12 − 2.4m Py ⇔ y= 0. m = 60 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO Px 1 2 = < = TMS y. Px = 1 .4m 4 ⇔ y = 0. CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X se Px < 6 ⇒ y = 0 se Px = 6 ⇒ y = 18.5 ⇒ y = 0 se Px = 2. Py = 1 .75x se Px > 6 ⇒ x = 0 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y se Py < 8 ⇒ x=0 32 . m = 12 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO Px 3 5 = > = TMS y.5 se Py = 1. Py = 4 .5x se Py > 1 . Py = 8 .5 ⇒ x = 0 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y se Py < 1.x ⇒ y = 0 4 3 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X se Px < 8 3 ⇒ y = 0 se Px = 8 3 ⇒ y = 15 − 2 3 x se Px > 8 3 ⇒ x = 0 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y se Py < 1. m = 150 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO É todo o espaço dos bens.75 − 0. Px = 6 .5 ⇒ x=0 ⇒ y = 40 − 2 3 x se Py > 1.2 ⇒ x=0 ⇒ y = 10 − 2.y= 0.x ⇒ x = 0 1 2 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X se Px < 2. Px = 3 .5 ⇒ y = 0 CURVA DE ENGEL DO BEM X m m x= ⇔ x= ⇔ x=m 1 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y y=0 e) U = 5x + 2 y .

5Px ⇔ y= m 15 i) U = min {2 x .4 x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X 2 x = 5y ⇔ y = 0. Px = 2 .4 x CURVA DE ENGEL DO BEM X m m m x= ⇔ x= ⇔ x= 2 0 . m = 72 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO 2 x = 5y ⇔ y = 0. Px = 10 . y} .se Py = 8 ⇒ y = 18.5Px ⇔ y = 0.25m j) U = 4 x + ln y .125m 4 + 2×2 Px + 2Py CURVA DE ENGEL DO BEM Y m m y= ⇔ y= 2 + 0. 5y} . CURVA DE ENGEL DO BEM Y É todo o espaço dos bens. Py = 1 . y} . m = 48 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO y = 3x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X y = 3x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y y = 3x CURVA DE ENGEL DO BEM X m m m ⇔ x= ⇔ x= x= 6 + 3×2 12 Px + 3Py CURVA DE ENGEL DO BEM Y 3m 3m y= ⇔ y= 6 + 3× 2 Px + 3Py ⇔ y = 0. m = 62. Px = 6 . m = 100 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO y = 2x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X y = 2x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y y = 2x CURVA DE ENGEL DO BEM X m m x= ⇔ x= ⇔ x = 0.4 x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y 2 x = 5y ⇔ y = 0.25m CURVA DE ENGEL DO BEM Y m m y= ⇔ y= 10 + 2. Py = 2 .5 × 4 Py + 0. Py = 10 .5 × 2 Py + 2.75x se Py > 8 ⇒ y = 0 CURVA DE ENGEL DO BEM X É todo o espaço dos bens. Px = 4 . g) U = min {2 x .4Py h) U = min {3x .5 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO 33 .75 − 0. Py = 2 . 4 10 + × 6 Px + 0.

5m Se m ≥ 36 ⇒ y = 0 l) U = 3x + 12 y 0. Px = 6 .5 = P 0.5 .5 Py y CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ Px ⎧ 4 ⎪TMS y.5 Py 6y CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ Px ⎧ 3 ⎪TMS y.5 ⎪ ⎪P x + y = 62.5 ⎩10 x + Py y = 62.5 CURVA DE ENGEL DO BEM X P m− x m − 2. m = 28 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO Se m ≤ 36 ⇒ x = 0 ∧ 0 < y ≤ 18 Se m ≥ 36 ⇒ x ≥ 6 ∧ y = 0 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Se Px ≤ 28 ⇒ x ≥ 28 ∧ y = 0 Se Px ≥ 28 ⇒ x = 0 ∧ y = 14 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y Se Py ≤ 18 7 ⇒ x = 0 ∧ y ≥ 98 9 Se Py ≥ 18 7 ⇒ x = 14 3 ∧ y = 0 CURVA DE ENGEL DO BEM X Se m ≤ 36 ⇒ x = 0 Se m ≥ 36 ⇒ x = m 6 CURVA DE ENGEL DO BEM Y Se m ≤ 36 ⇒ y = 0.5x 2 .5 .5 ⇔ y= ⎨ 4 yx y 62 . Py = 0.5 ⇔ x=6 ⎨ ⎩10 x + 2.5 ⎩ x ⎩Px x + Py y = m ⎧Px = 4 y 62. 5 + = 1 + 4x ⎩ CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px 10 ⎧ 4 ⎪TMS y.5 4 x= ⇔ x= ⇔ x = 0.5 = 62. Py = 2 . Px = 2 .25y ⎨ ⎪ ⎩Px x + 0.5y =´100 ⇔ 34 .5 4 ×1 4 Py −1 TMS y.x = x ⇔ = ⇔ y = 64 − 0.1m − 0.5 P ⇔ ⎨y ⇔ ⎨ y y ⎨ ⎪ ⎪ ⎪10 x + P y = 62.5 ⎧ ⎪Px = 0.5 ⇔ ⎨ 6y y ⎨ ⎪ ⎪P x + 0.x = ⎧ ⎪ ⎪ −1 = P ⎪Py y = 2.5y = 100 ⎩ x ⎩Px x + Py y = m ⇔ 0. m = 100 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO P 3 2 TMS y.25 10 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y P 10 y= x ⇔ y= ⇔ y = 2.5 0.5 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Py y = 2.⇔ y = 2.x = ⎧Px = 4 y ⎪ −1 = P 1 ⇔ ⇔ ⎨y ⇔ ⎨ y ⎨ ⎩Px x + y =´62.x = Px ⇔ 4 = 10 1 ⇔ k) U = y + 0.x = ⎪ − 0.

5 y 0.5 5 ES = 17.5 ⎧ 100 − 0. Px = 2 .5 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS 35 . Calcule: i.25y 0.5 × 100 = 25 2 yi = 0.5 × 175 = 17. variação no excedente iv. efeito substituição e efeito rendimento à Slutsky ii.5 0.5.5 = 100 ⎩ CURVA DE ENGEL DO BEM X 4 ⎧ ⎪Py = 0.5 × 100 0.5 × 100 =5 10 ⎧P ′ = 5 x ⎪ 0.5m − 16 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y Py ⎛P y = 4⎜ x ⎜P ⎝ y ⎞ ⎟ ⎟ ⎠ 2 ⇔ ⎛ 2 ⎞ y = 4⎜ ⎜ 0.0. Px ′ = 5 ⎧Px = 2 ⎪ ⎨Py = 10 ⎪ ⎩m = 100 ⇒ xi = 0.5 × 100 ⎪ P = 10 y f = =5 ⎨ y = 10 ⇒ x f = 5 10 ⎪ m = 100 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 5 × 25 + 10 × 5 = 175 x i y i ⎧P ′ = 5 x ⎪ ⎪ ⎨Py = 10 ⎪ ′ ⎪m = 170 ⎩ ⇒ x′ = 0. variação equivalente para as seguintes situações: a) U = 5x 0.5y = 100 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px 2 ⎧ 3 ⎪TMS y.5y ⎪Px = 0.5x )2 ⎨ ⎪2 x + 4 y 0. efeito substituição e efeito rendimento à Hicks iii.x = ⎪ ⎪ − 0.5 = P P 6 y ⇔ ⎨ ⇔ y y ⎨ ⎪ ⎪2 x + P y = 100 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m 4 ⎧ ⎪Py = 0. Py = 10 . variação compensatória v.4.5 y ⇔ y = (25 − 0.5 . m = 100 .5 = −7.5 ⎟ ⎟ ⎝ ⎠ 2 ⇔ y = 64 A.5 y ⎨ ⎪2 x + P y = 100 y ⎩ ⇔ m−4 x= Px 2 ⇔ x = 0.25y x + 0.25y ⇔ x= ⎨ 0.5 − 25 = −7.5 ⎪ ⎩0.5 ER = 10 − 17.

8 − 25 = −9.5 × 158 ⎪ P ⇒ x′ = = 15.5 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS 36 .0. Py ′ = 4 ⎧Px = 1 0.5 0.5 ⎨Py = 4 ⇒ x f = 1 4 ⎪ m = 50 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 1 × 20 + 4 × 5 = 40 x i y i ⎧Px = 1 ⎪ 0. Px = 1 .5 = 5⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ 0.5 ⇔ 0.2 ER = 10 − 15.4 × 50 0.4 × 50 0.8 = −5.5 ⇔ VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 50 50 ⇔ Px = x= Px x Px = 2 Px = 5 ⇒ ⇒ x = 25 x = 10 ⎛ 10 50 ⎞ ⎛ 25 50 ⎞ 25 ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ dx − 10 × 5 ⎟ − ⎜ ∫ dx − 25 × 2 ⎟ = 50[ln x ]10 0 − 50[ln x ]0 = ⎜ x ⎟ ⎜ x ⎟ ⎝0 ⎠ ⎝0 ⎠ = 50[(ln 10 − ln 0 ) − (ln 25 − ln 0 )] ≈ −45.5m′′ ⎞ ⎛ 0.5m′′ ⎞ ⎛ 0.8 ⎨ y = 10 5 ⎪ ′′ m = 158 ⎪ ⎩ ES = 15.25m′′′ 2 ⇔ m′′′ ≈ 63 20 VE = m′′′ − m = 63 − 100 = −37 b) U = 2 x 0. m = 50 .5m′′ ⎞ ⎛ 0.5 0. Py = 6 .5 ⎛ 0.81 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 158 − 100 = 58 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎛ 0.5m′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎟ ⇔ 5 × 25 0.6 × 50 ⎪ = 20 y f = = 7.5m′′′ ⎞ 5 × 10 0.6 × 40 ⎪ ′ =6 ⎨Py = 4 ⇒ y ′ = 4 ⎪ ′ m = 40 ⎪ ⎩ ES = 6 − 5 = 1 ER = 7.5 = 5⎜ U i = 5⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎜ P ′ ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎝ 5 ⎠ ⎝ 10 ⎠ ⎠ ⎝ x ⎠ ⎝ 0.5 × 5 0.4 y 0.5m′′′ ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 10 ⎠ 0.8 0.5 × 5 0.5 − 6 = 1.6 .6 × 50 ⎪ = 20 y i = =5 ⎨Py = 6 ⇒ x i = 1 6 ⎪ ⎩m = 50 ⎧Px = 1 ⎪ ′ 0.5m′′′ ⎞ U f = 5⎜ ⎜ P ⎟ ⎟ ⎝ x ⎠ 50 = 0.25m′′ 2 125 = ⇔ m′′ ≈ 158 50 ⎧P ′ = 5 x ⎪ 0.5m′′′ ⎞ ⎜ ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎝ ⎠ 0.5 ⎛ 0.5 ⎛ 0.5 ⇔ ⎛ 0.

16 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 39 − 50 = −11 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎛ 0.6 = 0.5 ⎛ 7.6 = 2⎜ ⎟ ⎝ 1 ⎠ ⇔ m′′′ ≈ 63 0.4 ⎛ ⎞ ⎜ 0.6 × 45 = 18 1.6 m′′ ⎧Px = 1 ⎪ ′ 0.6 ⇔ c) U = x 3 y 2 .⎛ 0. Py = 4 .10.6 = 2⎜ ⎟ ⎝ 1 ⎠ ⇔ m′′ ≈ 39 0.8 = −1 .5 5 ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ dy − 5 × 6 ⎟ = 30[ln y ]7 dy − 7.4 × 0.4 ⎛ 0.4 × 45 = 4.6m′′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎜ Py ⎟ ⎠ ⎝ 0.4m′′ ⎞ U i = 2⎜ ⎜ P ⎟ ⎟ ⎝ x ⎠ 0.6m′′ ⎟ ⎜ ⎜ Py ′ ⎟ ⎟ ⎝ ⎠ 0.5 . m = 45 .4 × 0.5 = 72 x i y i ⎧P ′ = 3 ⎪ x 0.5 − ln 0 ) − (ln 5 − ln 0 )] ≈ 12.4 × 7. Px = 1.6m′′ ⎞ ⎟ Ui = ⎜ ⎜ P ′ ⎟ ⎝ x ⎠ 3 ⎛ 0.4 × 7.85 ⎨Py = 4 ⇒ y ′ = 4 ⎪ ′′ m = 39 ⎪ ⎩ ES = 5. Px ′ = 3 ⎧Px = 1.6 × 45 0.85 − 5 = 0.4m′′′ ⎞ ⎟ U f = 2⎜ ⎟ ⎜ P x ⎠ ⎝ 0.4 × 45 ⎪ P = 9 yf = = 4.5 − 5.5 ⎨ y = 4 ⇒ xf = 3 4 ⎪ m = 45 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 3 × 18 + 4 × 4.5 × 4 ⎟ − ⎜ ∫ 0 − 30[ln y ]0 = ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ y y ⎝0 ⎠ ⎝0 ⎠ = 30[(ln 7.5 0.4 × 5 0.5 ⎪ ⎨Py = 4 ⎪ ⎩m = 45 ⇒ xi = 0.6 ⇔ ⎛ 0.8 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎛ 0.4m′′ ⎞ 18 3 × 4.85 = 1.5 yi = 0.6 = 0.5 0.6m′′ ⎞ ⎛ 0.2 ER = 9 − 10.4 0.6 × 72 ⎪ ⇒ x′ = = 10.4 ⎛ 0.4 ⎛ 0.4 × 5 0.5 30 ⎞ ⎛ 5 30 ⎞ .4 0.85 ER = 7.4m′′ ⎞ 2 × 20 0.6 × 39 ⎪ = 5.15 0.8 ⎨Py = 4 4 ⎪ ′ m = 72 ⎪ ⎩ ES = 10.4m′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎜ Py ⎟ ⎠ ⎝ 2 ⇔ ⎛ 0.6 m′′′ VE = m′′′ − m = 63 − 50 = 13 ⎧P ′ = 3 x ⎪ 0.8 − 18 = −7.6m′′′ ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 6 ⎠ 0.4m′′′ ⎞ 2 × 20 0.6 ⇔ ⎛ 0.6 ⇔ 20 0.5 4 20 0.5 2 = ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎝ 3 ⎠ ⎝ 4 ⎠ 3 2 ⇔ 37 .65 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 30 30 ⇔ Py = y= y Py Py = 6 Py = 4 ⇒ ⇒ y =5 y = 7.6m′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎝ 4 ⎠ 0.

5 ⎟ ⎟ ⎜ 4 ⎟ ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ 3 2 3 2 ⇔ d) U = 2 x + 3y .71 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 68 − 45 = 23 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎛ 0. Px = 1 . m = 60 .4m′′′ ⎞ 9 × 4.4 3 × 0.18 3 × 4.6 − 18 = −4.5 = ⎜ ⎜ 1.5 ⎟ = 27[ln x ]9 ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ 0 − 27[ln x ]0 = ⎟ ⎟ ⎜ x ⎜ x ⎠ ⎠ ⎝0 ⎝0 = 27[(ln 9 − ln 0 ) − (ln 18 − ln 0 )] ≈ −18.6 3 ES = 13.6 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 27 27 x= ⇔ Px = Px x Px = 1.5 2 = 0.6m′′′ ⎞ Uf = ⎜ ⎟ ⎜ P ⎟ ⎝ x ⎠ 3 ⎛ 0.6 = −4.4 ER = 9 − 13.4m′′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎜ Py ⎟ ⎠ ⎝ 2 ⇔ ⎛ 0. Px ′ = 3 ⎧Px = 1 ⎪ ⎨Py = 4 ⎪ ⎩m = 60 ⇒ xi = 60 = 60 1 yi = 0 9 3 × 4.6 × 68 = 13.12 m′′ 5 ⇔ VE = m′′′ − m = 30 − 45 = −15 m′′′ ≈ 30 ⎧P ′ = 3 ⎪ x 60 ⎪ = 15 ⎨Py = 4 ⇒ x f = 0 y f = 4 ⎪ m = 60 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 3 × 60 + 4 × 0 = 180 x i y i ⎧P ′ = 3 x ⎪ ⎪ P ⇒ x′ = 0 ⎨ y =4 ⎪ ′ m = 180 ⎪ ⎩ ES = 0 − 60 = −60 ER = 0 − 0 = 0 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS m′′ m′′ Ui = 2 × 0 + 3 × ⇔ 2 × 60 + 3 × 0 = 2 × 0 + 3 × Py 4 ⎧P ′ = 3 x ⎪ ⎪ P ⇒ x′ = 0 ⎨ y =4 ⎪ ′′ m = 160 ⎪ ⎩ ES = 0 − 60 = −60 38 ⇔ m′′ = 160 .5 Px = 3 ⇒ ⇒ x = 18 x=9 ⎞ ⎞ ⎛ 18 27 ⎛ 9 27 18 dx − 9 × 3 ⎟ − ⎜ ∫ dx − 18 × 1 . Py = 4 .5 2 = 0.12 m′′ 5 ⎧P ′ = 3 x ⎪ ⎪ ⎨Py = 4 ⎪ ′′ ⎪m = 68 ⎩ ⇒ x′ = ⇔ m′′ ≈ 68 0.6m′′′ ⎞ ⎛ 0.2 3 × 0.

5 x ⎝ ⎠ VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 160 − 60 = 100 VARIAÇÃO EQUIVALENTE m′′ m′′ Uf = 2 × + 3 × 0 ⇔ 2 × 0 + 3 × 15 = 2 × + 3×0 Px 1 VE = m′′′ − m = 22.8 ⇒ y ′ = 0.6 x i y i ⎧Px = 3 ⎪ ⎪ ′ ⎨Py = 0.8 ⎧Px = 3 ⎪ ⎨Py = 1 ⎪ ⎩m = 12 ⇒ xi = 0 yi = 12 = 12 1 ⇔ m′′ = 22.6 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE ⎧y = 12 Py se Px < 1.2 ⎪y = 0 se P > 1.8 × 12 = 9.5 − 60 = −37.8 ES = 12 − 12 = 0 ER = 15 − 12 = 3 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS m′′ m′′ Ui = 5 × 0 + 2 × ⇔ 5 × 0 + 2 × 12 = 5 × 0 + 2 × Py 0.6 ⎪ ⎩ ES = 12 − 12 = 0 ER = 15 − 12 = 3 ⇔ m′′ = 9.5 × + ∫ dx − 60 × 1⎟ = −60[ln x ]60 22. 22.8 ⇒ y = 15 39 .8 ⎪ ′ m = 9.5 = −60 (ln 60 − ln 22. Py ′ = 0.5] se Px = 8 3 ⎪x = 0 se P > 8 3 x ⎩ Px = 1 ⇒ Px = 3 ⇒ x = 60 x=0 ⎛ ⎞ 8 60 60 ΔXC = XC f − XC i = 0 − ⎜ 22.6 ⎪ ′ = 12 ⎨Py = 0.85 ⎜ ⎟ 3 22.2 x ⎩ Py = 1 ⇒ y = 12 Py = 0.8 ⎪ ′ ⎪m = 9. m = 12 .8 ⎧Px = 3 ⎪ 9.10 ] se Px = 1.6 ⎩ ⇒ y′ = 9.ER = 0 − 0 = 0 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE ⎧x = 60 Px se Px < 8 3 ⎪ ⎨x ∈ [0 . Px = 3 .5 ⎧Px = 3 ⎪ 12 ⎪ ′ = 15 ⎨Py = 0.8 ⎪ m = 12 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 3 × 0 + 0.2 ⎪ ⎨y ∈ [0 . Py = 1 .6 = 12 0.8 ⇒ x f = 0 y f = 0 .5) ≈ −58.5 e) U = 5x + 2 y .

ΔXC = XC f − XC i =

12 dy − (15 − 12 ) × 0,8 + 12 × (1 − 0,8 ) = 12[ln x ]15 12 = 12(ln 15 − ln 12 ) ≈ 2,68 y 12

15

VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA
VC = m′′ − m = 9,6 − 12 = −2,4

VARIAÇÃO EQUIVALENTE m′′ m′′ Uf = 5 × 0 + 2 × ⇔ 5 × 0 + 2 × 15 = 5 × 0 + 2 × Py 1
VE = m′′′ − m = 15 − 12 = 3

m′′ = 15

f)

U = 3x + 4 y ; Px = 6 ; Py = 8 ; m = 150 ; Py ′ = 10

⎧Px = 6 ⎪ ⎨Py = 8 ⎪ ⎩m = 150

x i ∈ [0 ; 25]

y i ∈ [0 ;18,75]

⎧Px = 6 ⎪ 150 ⎪ ′ = 25 y f = 0 ⎨Py = 10 ⇒ x f = 6 ⎪ m = 150 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY

Indeterminado EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS Indeterminado VARIAÇÃO NO EXCEDENTE Indeterminada VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA Indeterminada VARIAÇÃO EQUIVALENTE Indeterminada

g)

U = min {2 x , 5y} ; Px = 2 ; Py = 10 ; m = 72 ; Py ′ = 5

⎧Px = 2 ⎪ ⎨Py = 10 ⎪ ⎩m = 72

xi =

72 = 12 2 + 0,4 × 10

yi =

72 = 4,8 10 + 2,5 × 2

⎧Px = 2 ⎪ 72 72 ⎪ ′ = 18 y f = = 7,2 ⎨Py = 5 ⇒ x f = 2 0 , 4 5 + × 5 + 2 ,5 × 2 ⎪ m = 72 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 2 × 12 + 5 × 4,8 = 48
x i y i

⎧Px = 2 ⎪ ′ ⎪ ⎨Py = 5 ⎪ ′ ⎪m = 48 ⎩

y′ =

48 = 4,8 5 + 2,5 × 2

ES = 4,8 − 4,8 = 0 ER = 7,2 − 4,8 = 2,4

EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS

40

⎧ ⎫ m′′ m′′ ⎪ ⎪ U i = min ⎨2 ,5 ⎬ ′ + P 2 , 5 P y x ⎪ + P 0 , 4 P ⎪ x y ⎩ ⎭ ⎧Px = 2 ⎪ 48 ⎪ ′ = 4,8 ⎨Py = 5 ⇒ y ′ = 5 + 2,5 × 2 ⎪ ′ m = 48 ⎪ ⎩ ES = 4,8 − 4,8 = 0 ER = 7,2 − 4,8 = 2,4

2 × 12 = 2 ×

m′′ 2 + 0,4 × 5

m′′ = 48

VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 72 72 y= ⇔ Py = −5 Py + 5 y Py = 10 Py = 5

⇒ ⇒

y = 4,8 y = 7,2

⎞ ⎞ ⎛ 4,8 72 ⎛ 7,2 72 − 5 dy − 4,8 × 10 ⎟ = ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ − 5 dy − 7,2 × 5 ⎟ − ⎜ ∫ ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ ⎠ ⎠ ⎝ 0 y ⎝ 0 y
,2 7,2 4,8 4,8 = 72[ln y ]7 0 − [5 y ]0 − 36 − 72[ln y ]0 + [5 y ]0 + 48 =

= 72(ln 7,2 − ln 4,8 ) − 5 (7,2 − 4,8 ) + 12 ≈ 29,2

VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 48 − 72 = −24 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎧ m′′′ m′′′ ⎪ U f = min ⎨2 ,5 ⎪ ⎩ Px + 0,4Py Py + 2,5Px VE = m′′′ − m = 108 − 72 = 36
⎧Px = 6 ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ⎩m = 48 ⎫ ⎪ ⎬ ⎪ ⎭ m′′′ 2 + 0,4 × 10

2 × 18 = 2 ×

m′′′ = 108

h) U = min {3x , y} ; Px = 6 ; Py = 2 ; m = 48 ; Px ′ = 4
⇒ xi = 48 =4 6 + 3×2 yi = 3 × 48 = 12 6 + 3×2

⎧P ′ = 4 x ⎪ 48 3 × 48 ⎪ = 4,8 y f = = 14,4 ⎨Py = 2 ⇒ x f = 4 + 3×2 4 + 3×2 ⎪ m = 48 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 4 × 4 + 2 × 12 = 40
x i y i

⎧P ′ = 4 x ⎪ 40 ⎪ P ⇒ x′ = =4 ⎨ y =2 4 + 3×2 ⎪ ′ m = 40 ⎪ ⎩ ES = 4 − 4 = 0 ER = 4,8 − 4 = 0,8

EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎧ ⎫ m′′ 3m′′ ⎪ 3m′′ ⎪ U i = min ⎨3 , ⇔ ⎬ ⇔ 12 = ′ ′ 4 + 3×2 + + P 3 P P 3 P ⎪ ⎪ y x y ⎭ ⎩ x

m′′ = 40

41

⎧P ′ = 4 ⎪ x 40 ⎪ ⇒ x′ = =4 ⎨Py = 2 4 + 3×2 ⎪ ′ m = 40 ⎪ ⎩ ES = 4 − 4 = 0 ER = 4,8 − 4 = 0,8

VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 48 48 x= ⇔ Px = −6 Px + 6 x
Px = 6 Px = 4 ⇒ ⇒ x=4 x = 4,8

4,8 4,8 4 4 = 48[ln x ]0 − [6 x ]0 − 19,2 − 48[ln x ]0 + [6 x ]0 + 24 =

⎞ ⎞ ⎛ 4 48 ⎛ 4,8 48 − 6 dx − 4 × 6 ⎟ = ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ − 6 dx − 4,8 × 4 ⎟ − ⎜ ∫ ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ ⎠ ⎠ ⎝0 x ⎝ 0 x

= 48(ln 4,8 − ln 4 ) − 6 (4,8 − 4 ) + 4,8 ≈ 8,75

VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 40 − 48 = −8 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎧ m′′′ 3m′′′ ⎪ U f = min ⎨3 , ⎪ ⎩ Px + 3Py Px + 3Py VE = m′′′ − m = 57,6 − 48 = 9,6
⎫ ⎪ ⎬ ⎪ ⎭ m′′′ 6 + 3×2

3 × 4,8 = 3 ×

m′′′ = 57,6

i)

U = min {2 x , y} ; Px = 4 ; Py = 2 ; m = 100 ; Px ′ = 5
⎧Px = 4 ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ⎩m = 100 ⇒ xi = 100 = 12,5 4 + 2×2 yi = 100 = 25 2 + 0,5 × 4

⎧P ′ = 5 ⎪ x 100 100 100 200 ⎪ yf = ⇒ xf = = = ⎨Py = 2 5+ 2×2 9 2 + 0,5 × 5 9 ⎪ m = 100 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 5 × 12,5 + 2 × 25 = 112,5
x i y i

⎧Px = 5 ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ′ ⎩m = 112,5

x′ =

112,5 = 12,5 5+ 2×2

ES = 12,5 − 12,5 = 0 ER = 100 9 − 12,5 = − 25 18

EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎧ ⎫ m′′ m′′ m′′ ⎪ ⎪ U i = min ⎨2 , ⎬ ⇔ 25 = ′ ′ 2 + 0,5 × 5 ⎪ ⎩ Px + 2Py Py + 0,5Px ⎪ ⎭ ⎧Px = 5 112,5 ⎪ ⇒ x′ = = 12,5 ⎨Py = 2 5+ 2×2 ⎪ ′ ⎩m = 112,5
ES = 12,5 − 12,5 = 0

m′′ = 112,5

42

25 − 2.5) + 50 9 ≈ VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 112.5 ⇔ 200 m′′′ = 9 2 + 0. Py ′ = 2 ⇒ xi = 62.25 − 2.5 .25 ER = 1.5 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎧ ⎫ m′′′ m′′′ ⎪ ⎪ U f = min ⎨2 .5 = −1.5 × 4 ⎟ = ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ − 4 dx − × 5⎟ − ⎜ ∫ ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ 9 ⎠ ⎠ ⎝ 0 x ⎝ 0 x = 100[ln x ]0 100 9 − [4 x ]0 100 9 .5 x = 100 9 ⎞ ⎛ 12. Py = 1 .4m′′ − 1 + ln 1.25 × 10 10 ⎪ ′ ⇒ xf = = 6 yf = = 1.25 ⎨Py = 2 4×2 ⎪ ′′ ⎪m = 64.5 10 Ui = 4 + ln ⇔ 4 × 6 + ln 2.5 = −1.25 − 1.5 100 ⎛ 100 9 100 ⎞ 100 − 4 dx − 12.5 = 0. Px = 10 .25 = 0 ⇔ m′′ ≈ 64.5) − 4 (100 9 − 12.25 ⎨Py = 2 ⇒ y ′ = 4×2 ⎪ ′ m = 65 ⎪ ⎩ ES = 1.5 = 65 x i y i ⎧Px = 10 ⎪ 10 ⎪ ′ = 1.25 10 4×2 ⎧Px = 10 ⎪ ′ 10 ⎪ ⇒ y′ = = 1. ⎬ P 2 P + + P 0 . m = 62.5 − 100 = 12.23 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 10 2.5 − 0.ER = 100 9 − 12.5 = − 25 18 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 100 100 x= ⇔ Px = −4 Py + 4 x Px = 4 Px = 5 ⇒ ⇒ x = 12.25 ER = 1.5 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 10 × 6 + 2 × 2.23 ⎩ ES = 1 .5 y= ⇔ Py = 4Py y 43 .5 × 4 ⇔ m′′′ = 800 9 U = 4 x + ln y .5 4 ×1 ⎧Px = 10 ⎪ 62.5 .5 − 0. 5 P ⎪ y y x ⎪ ⎩ x ⎭ 800 100 VE = m′′′ − m = − 100 = − 9 9 j) ⎧Px = 10 ⎪ ⎨Py = 1 ⎪ ⎩m = 62.5 − 500 9 − 100[ln x ]12 + [4 x ]12 + 50 = 0 0 = 100(ln 100 9 − ln 12.25 = 0 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS m′′ − 2.25 × 10 =6 10 yi = 10 = 2.25 − 1.25 ⎨Py = 2 10 4 ×2 ⎪ m = 62.

25 = 0.25 × 2 ⎟ − ⎜ ∫ dy − 2.25 − ln 0 ) − (ln 2.Py = 1 ⇒ Py = 2 ⇒ y = 2.5 dy − 1.4m′′ − 1 + ln 2. Py = 2 .5 ⎜ ⇔ 14 + 0.5[ln y ]1 − 2.5 2.25 ⎞ ⎞ ⎛ 2.3 ⎨ y =2 ⎪ ⎪ ⎩m′′ = 448 ES = 5.77 ⇒ xi = 0 y i = 14 ⇒ xf = 7 yf = 0 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 4 × 0 + 2 × 14 = 28 y i ⎧P ′ = 4 ⎪ x ⎪ ⇒ x′ = 7 ⎨Py = 2 ⎪ ′ m = 28 ⎪ ⎩ ES = 7 − 0 = 7 ER = 7 − 7 = 0 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎛ m′′ ⎞ ⎛ m′′ ⎞ U i = o + 0.77 − 62.5 ⎛ 1.25 2.5 ⎜ ⎟ ⎟ ⎝ 4 ⎠ ⎝ 4 ⎠ ⎧P ′ = 4 x ⎪ ⎪ P ⇒ x ′ ≈ 5.5 × 1⎟ = 2.5[ln y ]2 ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ 0 0 = ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ y y ⎠ ⎠ ⎝0 ⎝ 0 = 2.3 ER = 7 − 5.5 y =1 .3 − 0 = 5.23 − 62.5x 2 .5 = 1 .83 44 .7 2 2 ⇔ m′′ = 448 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE ⎧28 Px se Px ≤ 28 x=⎨ se Px ≥ 28 ⎩0 Px = 6 Px = 4 ⇒ ⇒ x=0 x=7 7 28 ΔXC = XC f − XC i = ∫ 28 dx − 7 − 28 × 4 − 0 = 28[ln x ]7 − 7 − 28 × 4 ≈ 1 28 x ( ) ( ) VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 448 − 28 = −6.5 − ln 0 )] ≈ −1.5 = −1. m = 28 .5 .5 10 4 ×1 VE = m′′′ − m = 60.73 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 64.73 VARIAÇÃO EQUIVALENTE m′′ − 2.25 . Px = 6 . Px ′ = 4 ⎧Px = 6 ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ⎩m = 28 ⎧P ′ = 4 x ⎪ ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ⎪m = 28 ⎩ x i ⇔ m′′ ≈ 60.73 k) U = y + 0.3 = 1 .5[(ln 1 .5 × 0 2 = 0.5 10 Uf = 4 + ln ⇔ 4 × 6 + ln 1.

5 ⎪ = 58 ⎨Py = 0.5 Px = 2 ⇒ Px = 1 ⇒ x = 92 92 − x + x 2 + 3200 ΔXC = XC f − XC i = ∫ 16 34 ( ) 0. 5 x ⇒ = = 50 = ⎨ y i 1 ⎪ ′′ m = 58 ⎪ ⎩ ES = 50 − 34 = 16 ER = 92 − 50 = 42 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 2 100 − 8Px x= Px 0.5 ⎪ P 0 .5 ⎜ ⇔ 0 + 0.5 dx − (92 − 34 ) × 1 + 34 × (2 − 1) = 92 92 ⎞ ⎡ x2 ⎤ 1 ⎛ ⎡0.5 ⎛ 1 ⎞ ⎪ P 0 . Px = 2 .5 = 34 2 ⎛ 2 ⎞ y i = 4⎜ ⎜ 0.5 = 3m′′ − 24 + 48 ⇔ m′′ = 58 ⇔ x = 34 − x + x 2 + 3200 Px = 16 ( ) 0.5 .5 ⎪ ⎩m = 100 ⇒ xi = 100 − 4 × 2 2 0.5 ⇔ 3 × 34 + 12 × 64 0.5x x 2 + 3200 + 1600 ln⎛ x + x 2 + 3200 ⎞⎤ ⎟ − 24 = ⎜ + = ⎜ ⎟ ⎢ ⎥ ⎢ ⎝ ⎠⎥ 16 ⎜ − 2⎥ ⎜⎢ ⎟ ⎦ 34 ⎟ ⎦ 34 ⎣ ⎝⎣ ⎠ ≈ 57. m = 100 .5 ⎟ ⎟ = 64 ⎝ ⎠ 2 ⎧P ′ = 1 2 x ⎪ 100 − 4 × 12 0. Px ′ = 1 m′′′ = 42 l) ⎧Px = 2 ⎪ ⎨Py = 0.5 ⎟ ⎟ ⎥ 1 ⎢ ⎠ ⎥ ⎣ ⎝ ⎦ ′ ⎧P = 1 x ⎪ 58 − 4 × 12 0.5 ⇒ x i = 1 ⎪ ′ m = 66 ⎪ ⎩ ES = 58 − 34 = 24 ER = 92 − 58 = 34 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎡ ⎛ 1 ⎞2 ⎤ m′′ − 4 × 12 0. 5 ⇒ x = = = = 92 y 4 ⎜ ⎟ ⎨ y i i ⎜ 0.5 . Py = 0.5 ⎜ ⇔ ⎟ ⎟ ⎝ 6 ⎠ ⎝ 6 ⎠ VE = m′′′ − m = 42 − 28 = 14 U = 3x + 12 y 0.VARIAÇÃO EQUIVALENTE 2 2 ⎛ m′′′ ⎞ ⎛ m′′′ ⎞ U f = 0 + 0.31 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 58 − 100 = −42 VARIAÇÃO EQUIVALENTE 45 .5 + 12 × ⎢4 ⎜ Ui = 3 ⎜ 0.5 ⎟ = 16 1 ⎝ ⎠ ⎪ m = 100 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 1 × 34 + 0.5 × 64 = 66 x i y i ⎧P ′ = 1 ⎪ x 66 − 4 × 12 0.5 × 7 2 = 0.

a frase é falsa. m′)] O efeito substituição tem sempre sinal negativo. no entanto.5 ⎟ ⎟ ⎥ 2 ⎢ ⎠ ⎥ ⎣ ⎝ ⎦ ′ ′ ′ VE = m − m = 184 − 100 = 84 0. m) − x (p ′. apenas um dos bens vê o seu consumo reduzido. c) A curva consumo-preço de um bem normal nunca pode ser decrescente. a quantidade consumida vai estar cada vez mais à direita.5 = 1. E se não tem efeito rendimento não pode ser inferior. m) = [x (p ′.5 ⇔ 3 × 92 + 12 × 16 0. A curva consumo-preço de um bem é o lugar geométrico dos cabazes de equilíbrio que resultam de variações no preço desse bem. a curva que representa a relação entre quantidade consumida e rendimento. m)] + [x (p ′. A variação no consumo de um bem devida a uma alteração do respectivo preço pode ser desdobrada em dois efeitos. a frase é falsa. Mas não há nada que garanta que assim seja. à medida que o preço de X baixa. Se o efeito rendimento for positivo e de maior magnitude que o efeito substituição. Um bem de Giffen é necessariamente inferior. que a quantidade consumida de Y ou não varia ou aumenta.⎡ ⎛ 2 ⎞2 ⎤ m′′ − 4 × 22 0. sem perda de generalidade. Nenhum dos bens é inferior e.5m′′ − 48 + 96 ⇔ m′′ = 184 A. m) − x (p. terá de ser ordinário. Logo. a frase é falsa. Falso.5 Uf = 3 + 12 × ⎢4 ⎜ ⎜ 0. o substituição e o rendimento: Δx = Δ x s + Δ x n ⇔ x (p ′. m′) − x (p. Portanto. é negativamente inclinada.6. Comente as seguintes afirmações: a) A curva de Engel de um bem de Giffen é positivamente inclinada. a curva de Engel. Portanto. Um bem ordinário é aquele cuja quantidade consumida varia inversamente com o seu preço. a não ser que pelo menos um dos bens seja inferior.4. Logo. Portanto. Portanto. Se é normal. que o bem em questão é o X e é normal. d) Para um orçamento inteiramente gasto em dois bens. e) Quando o efeito rendimento é superior ao efeito substituição mas de sentido contrário a este. o efeito total – que é a 46 . Um bem inferior é aquele cuja quantidade consumida varia inversamente com o rendimento. quando o preço de um deles aumenta. Se não depende do rendimento. b) A probabilidade de um bem ser inferior para um dado consumidor aumenta à medida que aumenta o seu nível de rendimento. Dizer que a curva consumo-preço não pode ser decrescente significa. Admitamos. também não tem efeito rendimento. estamos na presença de um bem de Giffen. Preferências quasi-lineares implicam que a procura de um dos bens não dependa do rendimento. o consumo do outro não se altera. neste contexto. um aumento no preço de um deles causará necessariamente um descréscimo no consumo de ambos. Basta pensar em preferências Cobb-Douglas.

Embora geralmente a variação compensatória seja. em termos absolutos. tem sinal oposto ao do efeito substituição. Ou seja. tal não sucede. o substituição e o rendimento: Δx = Δx s + Δx n ⇔ x (p ′. m) − x (p. 47 . Logo. A frase é. m′)] Um bem inferior é aquele cuja quantidade consumida varia inversamente com o rendimento. verdadeira. A frase é falsa. m) − x (p ′. m) = [x (p ′. então a curva de Engel é negativamente inclinada. E isso é a definição de um bem de Giffen. Logo. h) A variação compensatória é. g) Se um bem é normal para qualquer nível de rendimento. a frase é falsa. com as preferências quasilineares. pois. podendo o bem ser de ordinário ou de Giffen. sempre superior à variação equivalente. m)] + [x (p ′. Mas um efeito total positivo significa que a quantidade consumida varia positivamente com o preço. Portanto. m′) − x (p. o efeito rendimento é positivo. a curva de Engel. Obviamente. é positivamente inclinada. f) Um bem inferior é necessariamente um bem de Giffen. Um bem normal é aquele cuja quantidade consumida varia positivamente com o rendimento. caso em que as duas medidas têm sempre o mesmo valor absoluto. Para estes bens. superior à variação equivalente. a frase é verdadeira. por exemplo. em termos absolutos. a curva que representa a relação entre quantidade consumida e rendimento.soma dos dois – será positivo. o sinal do efeito total dependerá da magnitude dos dois efeitos referidos. A variação no consumo de um bem devida a uma alteração do respectivo preço pode ser desdobrada em dois efeitos.

K .17 x j = 15 − 0. Determine a função procura do mercado do bem X dadas as seguintes funções procura individuais: x i = 10 − 0.m. K .06 j=1 i=1 ⎪t =1 ⎪ 10 ⎪5 ⇔ ⎨∑ x j + ∑ x i se 25 3.K .5 p ) + (75 − 2.1p ) se 30 < p ≤ 100 ⎩ ⎧(625 − 76.5 p ) + 10 (10 − 0.5.1p ) se 25 3.06 ⎪ ⎨175 − 3. b) Calcule a elasticidade-preço da procura individual p dx i p p ε= = × (− 1) = x i dp 15 − p 15 − p p = 3 ⇒ ε = 0.06 ≈ 8.5 p → X= X= X= X= ⎪∑ x t + ∑ x j + ∑ x i se 0 ≤ p ≤ 25 3.5.2.5 p ) + (100 − p ) se 25 3.06 < p ≤ 30 ⎪100 − p se 30 < p ≤ 100 ⎩ ⎧ 25 ⇔ A.5 t = 1. PROCURA DE MERCADO A.1p ) se 0 ≤ p ≤ 25 3. A procura individual de CDs pode ser expressa pela função p = 15 − x i .06 p ) + 5 (15 − 0.06 < p ≤ 30 i=1 ⎪ j=1 ⎪ 10 ⎪∑ x i se 30 < p ≤ 100 ⎪ ⎩ i=1 ⎧25 (25 − 3.25 c) Calcule a elasticidade-preço da procura agregada p dX p p ε= = × (− 2 ) = X dp 30 − 2p 15 − p p=3 ⇒ ε = 0.06 < p ≤ 30 ⎪10 (10 − 0.1p p = 30 − 2 x j x t = 25 − 3. a) Determine a função procura agregada dos dois.06 ⎪ ⎨5 (15 − 0.06 p xi = 0 xt = 0 10 ⇔ ⇔ p = 100 → xj = 0 ⇔ p = 30 P = 25 3.1.06 ⎪ ⇔ ⎨(75 − 2.25 → ⇔ 5 p = 30 − 2 x j x t = 25 − 3.25 48 .5 p se 25 3.5 ) + (100 − p ) se 0 ≤ p ≤ 25 3.5.10 j = 1.5 p ) + 10 (10 − 0.06 p x i = 10 − 0.06 < p ≤ 30 ⎪100 − p se 30 < p ≤ 100 ⎩ ⎧800 − 80 p se 0 ≤ p ≤ 25 3.A. p = 15 − x i ⇔ x i = 15 − p X = ∑ x i = 2 (15 − p ) = 30 − 2p Suponha que cada CD custa 3 u. O Pedro e o Carlos são irmãos com preferências musicais idênticas.1p i = 1.

A. Considere a seguinte função procura linear: y = 10 − 2p .4. 49 .5m ⎜ ⎝ Px ⎠ b) A elasticidade procura-preço do bem Y.5m Py e) A elasticidade procura-rendimento do bem X. P dy Px ε yx = x = ×0 = 0 y dPx 0. m dx m 0. Calcule: a) A elasticidade procura-preço do bem X.5m Px ⎝ Px ⎠ 0.25 .5. 2 ⎛ 0.5. Seja a função de utilidade U = x 0.5m Px d) A elasticidade procura-preço cruzada do bem Y em relação ao bem X. o consumidor individual dispõe de um nível de rendimento M. p 6 5 4 3 2 1 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 y elástica rígida unitária ε =1 ⇔ p dy =1 ⇔ y dp p × (− 2 ) = 1 10 − 2p ⇔ 2p =1 10 − 2p ⇔ p = 2.5m ⎞ ⎛ 0.5 A. a) Represente a função e indique em que zonas a procura é elástica.5 ηx = = × =1 x dm 0.5m Py ⎜ Py ⎟ 0. ⎛ 0. A elasticidade-preço da procura individual é a mesma da procura agregada.5m Px Px f) A elasticidade procura-rendimento do bem Y.25 y 0. DT = p × y = p (10 − 2p ) = −2p 2 + 10 max DT ⇒ ∂DT ∂p = 0 ⇔ 10 − 4p = 0 ⇔ p = 2. rígida e unitária.5 ⇒ ε > 1 P < 2.5 ⇒ ε < 1 b) Identifique o ponto da recta que corresponde ao máximo da despesa total. Py dx Py ε xy = = ×0 = 0 x dPy 0.5m ⎞ P dx Px P2 ε xx = x = × ⎜ − 2 ⎟ = x × ⎜ − 2 ⎟ = −1 ⎟ ⎟ ⎜ x dPx 0.5m ⎞ ⎛ 0.5m ⎜ Py ⎟ ⎠ ⎠ ⎝ ⎝ c) A elasticidade procura-preço cruzada do bem X em relação ao bem Y.d) Compare e analise os resultados obtidos nas alíneas b) e c).3. Para a compra de X e Y.5 p > 2.5m ⎞ Py dy Py Py ⎟ ⎜ = × ⎜ − 2 ⎟ = −1 ε yy = = × − 2 y dPy 0.

do bem X. ε xx + ε xy + η X = −1 + 0 + 1 = 0 50 .5m Py Py g) Verifique que ε xx + ε xy + η x = 0 . a elasticidade procura-preço cruzada entre o bem X e o bem Y e a elasticidade procura-rendimento do bem X.ηy = m dy m 0. ε xy e respectivamente. onde ε xx . a elasticidade procura-preço directa η x representam.5 = × =1 y dm 0.

B. TECNOLOGIA B. TEORIA DO PRODUTOR B.1.2.1. em que K e L são factores de produção e Q é a quantidade produzida. mantendo fixas as quantidades dos restantes. Defina os seguintes conceitos: a) Factor produtivo b) Produtividade média Produto total por unidade de factor.1. podendo atingir-se uma região de acréscimos do produto negativos. Produto total: Q = 18L2 − L3 Q = 18L − L2 Produtividade média: L ∂Q Produtividade marginal: = 36L − 3L2 ∂L 51 . os resultantes acréscimos do produto são cada vez menores. A empresa encontrase a produzir na dimensão K = 18 . produtividade média e produtividade marginal do factor L. g) Rendimentos decrescentes à escala Tecnologia em que o acréscimo de x% na utilização de todos os factores produtivos permite obter um acréscimo do produto inferior a x%. c) Produtividade marginal Acréscimo do produto total por unidade adicional do factor. B. a) Determine a expressão analítica do produto total. mantendo-se o outro constante. d) Lei dos rendimentos marginais decrescentes Lei segundo a qual se aumentarmos a quantidade de um dos factores produtivos. f) Rendimentos constantes à escala Tecnologia em que o acréscimo de x% na utilização de todos os factores produtivos permite obter um acréscimo do produto igual a x%. e) Rendimentos crescentes à escala Tecnologia em que o acréscimo de x% na utilização de todos os factores produtivos permite obter um acréscimo do produto superior a x%.1. Determinada empresa tem a seguinte função de produção: Q = L2K − L3 .

logo a função produto total é crescente. O máximo da produtividade média ocorre no ponto em que a curva desta intersecta a curva da produtividade marginal. Os zeros do produto total e da produtividade média coincidem.b) Represente graficamente as funções mencionadas. Portanto. neste ponto tem um máximo e a partir daí é decrescente. A função é crescente até L = 12 . para L = 0 e L = 12 . É crescente até L = 12 . O andamento da função produto total é dado pelo comportamento da sua derivada. à sua direita. 1000 800 600 PT 400 200 0 -200 -400 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 L PMe PMg A função produto total apresenta dois zeros. a produtividade marginal é positiva enquanto o produto total for crescente. À esquerda desse ponto. que corresponde à produtividade marginal. neste ponto tem um máximo e a partir daí é decrescente. O primeiro zero da produtividade marginal coincide com o primeiro zero do produto total. É crescente até L = 6 . Assim. para L = 0 e L = 18 . e explicando os zeros e andamento de tais funções. pelo que a função produto total é decrescente. a produtividade marginal é negativa. produtividade média e produtividade marginal do factor L. o segundo ocorre no ponto em que o produto total é máximo. neste ponto tem um máximo e a partir daí é decrescente. Ou seja. a 52 . a função produto total tem um máximo quando a produtividade marginal é zero. c) Faça a leitura geométrica da produtividade média e produtividade marginal do factor L a partir do gráfico da produção total. a produtividade marginal é positiva. acompanhadas do respectivo estudo. d) Estabeleça as relações entre as funções produto total. produto total e produtividade média têm o mesmo sinal. Os zeros da produtividade média são também os da função produto total ( L = 0 e L = 18 ). À esquerda deste ponto. A produtividade marginal apresenta dois zeros. Os zeros da produtividade média são os mesmos do produto total.

trabalho (L) e capital (K): y = ALα K β . tK ) = A (tL )α (tK )β = t α +β ALα K β = t α +β y (L. Pme L = y L = ALα −1K β Pmg L = ∂y ∂L = αALα −1K β Pme K = y K = ALα K β −1 Pmg K = ∂y ∂K = β ALα K β −1 b) Verifique se se trata de uma função homogénea. f (tx. Como K está fixo. e) A partir de que nível de utilização do factor L se começa a verificar a lei dos rendimentos marginais decrescentes? Justifique. A partir de L = 6 .produtividade marginal é superior à produtividade média. y ) ( ) Se α + β < 1 tem-se rendimentos decrescentes à escala (DRS). a produtividade marginal é inferior à produtividade média. Se α + β > 1 tem-se rendimentos crescentes à escala (IRS). B. f) Qual o volume de produção para o qual é máxima a produtividade média do factor fixo? Pme K = Q K . ty ) = A (tx )α (ty )β = At α x α t β y β = t α +β Ax α y β = t α +β f (x.4.1. y ) = A x α y β . à direita. a) Determine as expressões algébricas da produtividade média e da produtividade marginal de ambos os factores. decrescentes ou crescentes à escala? y (tL. portanto esta é decrescente. logo esta é crescente. Considere a expressão genérica da função de produção do tipo Cobb-Douglas com dois factores. B. Relacione-os com os diferentes tipos de rendimentos à escala. O tipo de rendimentos à escala desta função vai depender dos valores de α+β. K ) ( ) → fç homogénea de grau α+β α + β < 1 → função homogénea de grau inferior a 1 → DRS α + β = 1 → função homogénea de garu 1 → CRS α + β > 1 → função homogénea de grau superior a 1 → IRS 53 . o que ocorre para L = 12 . o aumento da quantidade de trabalho resulta em acréscimos do produto cada vez menores. O que corresponde ao estabelecido pela lei dos rendimentos marginais decrescentes. Quais as condições que se têm de verificar para que o processo de produção que ela traduz admita rendimentos constantes.3. Uma função de produção Cobb-Douglas é dada por f (x.1. a sua produtividade média será máxima quando o produto total for máximo. Se α + β = 1 tem-se rendimentos constantes à escala (CRS).

B. x n ) é uma função homogénea de grau α .5 = 2(L K )0.6 = t 1. Dividindo tudo por L fica < ou seja Pmg L < Pme L . x 2 .6L−0. L ) → IRS Pmg K = ∂y ∂K = 0. Como a tecnologia é DRS. ∂L ∂L L 54 .1 Pmg L = ∂y ∂L = 0. btL} = ty → CRS Pmg K = 0 Pmg L = 0 Ambas as produtividades marginais são nulas.5 = t y (K.5 × 4L K 0. tL ) = α(tK )2 + β(tL )2 = t 2 y Pmg K = ∂y ∂K = 2αK Pmg L = ∂y ∂L = 2βL → IRS Ambas as produtividades marginais não obedecem à LRMD. tL ) = min {atK. Consideremos a seguinte função de produção Q = f (L ) . c) y = min {aK.5 K 0. então considerada vem L n ∑ x i ∂x i=1 ∂y i = α y . O seu sinal depende dos parâmetros α e β.5 L0.K. O Teorema de Euler estabelece que se y = f (x 1.5L0. y = 4K + 2L y (tK.5(L K )0.5L0.6.4 K 0.1 Ambas as produtividades marginais são positivas e obedecem à LRMD. Caracterize as seguintes funções de produção quanto a rendimentos à escala e produtividades marginais: a) y = 4K 0. L ) Pmg K = ∂y ∂K = 0.5 = 2(K L )0.5 → CRS −0. B.1.6(K L )0.1y (K. bL} y (tK.5L0.4 K 0. tL ) = (tK )0. 0 < α < 1 pelo que ∂L ∂Q ∂Q Q L < Q .5 = 0.5.5 (tL )0. tL ) = 4 (tK )0.1. tL ) = 4 tK + 2tL = ty → CRS Pmg K = ∂y ∂K = 4 Pmg L = ∂y ∂L = 2 Ambas as produtividades marginais são positivas e não obedecem à LRMD.5 Ambas as produtividades marginais são positivas e obedecem à LRMD. b) y = αK 2 + β L2 y (tK.6 d) e) y (tK. não obedecendo à LRMD.5 = 0. No caso da função de produção ∂Q = αQ .5 (tL )0.6 K −0.5 Pmg L = ∂y ∂L = 0.5 y (tK.5 × 4L−0. Comente as seguintes afirmações: a) Desde que seja usado um só factor na produção de um bem e que a tecnologia apresente rendimentos decrescentes à escala. y = K 0. a produtividade marginal do factor é decrescente.

vem Q ≈ 8. para se duplicar a produção. Falso. Se a tecnologia é DRS. Falso. d) Se a tecnologia exibir rendimentos constantes à escala. Duplicando apenas a quantidade de K. então ao duplicar a produção. ter-se-á de mais que duplicar as quantidades utilizadas de factores.Mas se Pmg L < Pme L . Se K = 4 e L = 9 .485 que não é. obviamente. 55 .5 é uma função de produção que exibe CRS. Portanto. Falso. então a produtividade marginal dos factores é constante. c) Se a tecnologia apresenta rendimentos decrescentes à escala.5 L0. então Q = 6 . como se comprova pelo seguinte contra-exemplo. b) Se a tecnologia apresenta rendimentos constantes à escala então duplicar a quantidade usada de um factor de produção duplica a quantidade produzida. então está-se numa isoquanta superior.1. passamos para uma isoquanta inferior. Se se está a aumentar as quantidades de factores. Q = K 0. Basta tomar como contra-exemplo a alínea a) do exercício B.5. a frase é verdadeira. o dobro da quantidade produzida inicial. então a produtividade marginal é decrescente. As isoquantas são lugar geométrico das várias combinações de factores que permitem produzir uma mesma quantidade.

B. f) Custo total médio Custo total por unidade produzida. se o custo médio é crescente. e acima à direita. Complete os espaços que estão em branco. o custo marginal tem de ser inferior ao custo médio: a única forma de baixar uma média é adicionando-lhe números que lhe são inferiores. Explique porque é que a curva de custo marginal intersecta as curvas de custo total médio e custo variável médio nos respectivos pontos mínimos. então.B. o custo marginal tem de lhe ser superior. MINIMIZAÇÃO DE CUSTOS B.2. Analogamente.2. Então. Sabe-se. nesta zona.3. Q 0 1 2 3 CT 24 40 74 108 CF 24 24 24 24 CV 0 16 50 84 CTMe – 40 37 36 CFMe – 24 12 8 CVMe – 16 25 28 CMg – 16 34 34 56 . Defina os seguintes conceitos: a) Custo fixo Custo que não varia com o nível de produção e que a empresa tem de suportar ainda que nada produza. que a curva do custo marginal fica abaixo da do custo médio à esquerda do mínimo desta. e) Custo variável médio Custo variável por unidade produzida.2. Os custos de uma empresa são mostrados parcialmente na tabela abaixo. Admita-se que se está a produzir numa zona em que o custo médio é decrescente.2. B.1.2. O que implica que no ponto mínimo as duas curvas se intersectam. d) Custo fixo médio Custo fixo por unidade produzida. Este mesmo argumento se aplica ao caso da curva do custo variável médio. b) Custo variável Custo que varia com o nível de produção c) Custo total Soma dos custos variáveis e custos fixos. g) Custo marginal Acréscimo no custo total por produzir mais uma unidade.

5 ( ) ⇔ ⎧4 − λ 0.5 ⎪ ⎩(4L ) L = Q ⇔ ⎧K = 4L ⎨ ⎩L = 0.5 = Q ⎩ ⇔ ⎧K = 2Q ⎨ ⎩L = 0.5 L =1 ⎨λ0.5 ⎪ ⎩K L = Q ⎧ ⎪K = 4L ⎨ 0.5 K 0.5 ⎩K L = Q ⎧K = 4L ⎨ ⎩2L = Q ⇔ ⇔ ⎧ ⎪K = 4L ⎨ 0.5 Q 4 + Q Q Q 57 .5 1 L ⎨ λ 0.5 4 = ⎪ − 0.5 K 0.a.5 0.5 0.2 .5 L−0.5 0.5 L0.5 = 0 ⎪ ⎪ − 0.5 0.8 4 34 39.5Q ⇔ ⎧λ0.5 L−0.4 5 6 160 220 282 24 24 24 136 196 258 40 44 47 6 4. K = 2 a) CURTO PRAZO K=2 ⇒ Q = 2 0.5 0. r = 1 .4.5 ⎪ ⎩K L = Q ⇔ ⎧ λ 0.5 K ⎪ 0.5 Q 5 + 5 × 4 CV = 5 × 4 −1. determine as estruturas de custos de curto e longo prazo.2 43 52 60 62 B.5 Q 5 CF = 20 CT 5 × 4 −1.5 L−0.5 L =0 ⎨1 − λ 0.5 K 0. K L = Q ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ → Γ = 4L + K + λ Q − K 0. r = 5 .5 L0.K ⎨ 0. Q = K 0.3 L0.5 Q 5 + 20 CT = wL + rK ⇔ CT = 5 × 4 −1. Para cada uma das situações seguintes.2 ⇔ Q 5 = 4 1.5Q 2 CT = wL + rK ⇔ CT = 4 × 0.5 . w = 4 .3L0.5Q ⇔ CT = CV = wL + rK CT = CV = 4 × 0.5 K ⎪ 0. K = 4 CURTO PRAZO K=4 ⇒ Q = 4 0.5Q + 1 × 2Q ⇔ CT = CV = 4Q CTme = CVme = 4Q Q = 4 Cmg = ∂CT ∂Q = 4 b) Q = K 0.5L0.5Q 2 + 1 × 2 ⇔ CT = 2Q 2 + 2 CV = 2Q 2 CF = 2 CT 2Q 2 + 2 2 CTme = = = 2Q + Q Q Q CV 2Q 2 = = 2Q Q Q CF 2 CFme = = Q Q Cmg = ∂CT ∂Q = 4Q CVme = LONGO PRAZO min CT = 4L + K ⎧ ⎪ L.5 0.5 0.5 L ⇔ ⇔ L = 4 −1.5 Q 5 + 20 20 CTme = = = 5 × 4 −1.5 ⎪ ⎩s.2.5 = 4 ⎪ ⎪ − 0.5 0.5 L0.5 Q 5 CT = 5 × 4 −1.5 ⇔ Q 2 = 2L ⇔ L = 0.5 0. w = 5 .5 K ⎪ 0.5 ⎪ ⎩Q − K L = 0 ⇔ ⎧K ⎪ =4 ⎨L ⎪K 0.

3 0.2 K 0.5 Q ⎨ − 0. K = 6 CURTO PRAZO 58 .3 0.5 0.2 L =0 ⎨5 − λ0.2 ⎩K L = Q ⇔ ⎧ ⎪K = 1.5L ⎨ 0.8 = 0 ⎪ ⎪ − 0.CV 5 × 4 −1.5 < w r = 0.5 L = Q ⇔ .5Q − 4 CT = wL + rK ⇔ CT = 4 (0.4 ⇔ CTme = CVme = 1 .5 −0.8 5 = ⎪ − 0. K L = Q ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ → Γ = 5L + 5K + λ Q − K 0. K = 2 ⇒ Q = 4 × 2 + 2L ⇔ L = 0.5 CT = CV = wL + rK ( Cmg = ∂CT ∂Q = ( 1 .6 + 1. w = 1.5 .6 + 1.5 ⎪ ⎩1.2 K 0.5L ⎧ ⎪K = 1 ⎨ 0.5 0.7 0.25Q CT = CV = 1.5 L = Q ⇔ 0.6 Q 2 + 5 × 1.5L ⎨ 0.L = 0.5 c) CURTO PRAZO K=2 CT = CV = 1.7 0.K ⎨ 0.25 Cmg = ∂CT ∂Q = 1 .5Q − 4 ) + 5 × 2 ⇔ CT = 2Q − 16 + 10 CV = 2Q − 16 CF = 10 6 CT 2Q − 6 CTme = = =2− Q Q Q 16 CV 2Q − 16 CVme = = =2− Q Q Q CF 10 CFme = = Q Q Cmg = ∂CT ∂Q = 2 LONGO PRAZO TMSTK.6 2 ⎪ ⎩1.2 K 0.5 −0.5 0.3 L−0.3 L−0. r = 5 .5 Q 5 = = 5 × 4 −1. r = 2 .8 = 5 ⎪ ⎪ − 0.3 L−0.2 L =5 ⎨λ0.7 0.4 Q 2 2 0.6 + 1.4 )5Q Q = (1.5 ( )5Q CT = CV = 5 × 1.3 K ⎪ 0.3 K ⎪ 0.3 0.2 ⎪ ⎩K L = Q ⇔ ⎧ λ 0.6 2 ⎪ Q ⎩L = 1.25 d) Q = K + 3L .25Q Q = 1.5L ⎨ 0.3 0.5 Q 4 Q Q CF 20 CFme = = Q Q CVme = Cmg = ∂CT ∂Q = 25 × 4 −1. w = 4 .4 )5Q Q = 4K + 2L .5 Q 4 LONGO PRAZO min CT = 5L + 5K ⎧ ⎪ L.3 L0.5 )10Q 2 −0.5 −0.25Q CTme = CVme = 1.3 K ⎪ 0.25Q ⇔ CT = CV = 4 × 0 + 5 × 0.a.2 ⎪ ⎩(1.3 0.2 = Q ⎩ ⇔ ⎧λ0.5 −0.3 L0.2 ⎪ ⎩s.2 ( ) ⇔ ⎧5 − λ0.2 5 L ⎨ λ 0.2 ⎪ ⎩Q − K L = 0 ⇔ ⎧ 2K =1 ⎪ ⎨ 3L ⎪K 0.3 0.4 ⇔ 0.2 ⎪ ⎩K L = Q ⎧ ⎪K = 1.4 2 ⎧ ⎪K = 1.8 CT = CV = wL + rK ⇒ L=0 ⇔ Q = 4K ⇔ ⇔ K = 0.6 + 1.5L ) L = Q ⇔ ⎧ ⎪K = 1.3 0.

5Q − 6 + 12 CV = 0. r = 8 .K=6 ⇒ Q = 6 + 3L ⇔ L = 1 3Q − 2 CT = wL + rK ⇔ CT = 1.m.2.5 + Q Q CV 0.5Q ⇔ CT = CV = 1 .K ⎨ ⎪ ⎩s.5 (1 3 Q − 4 ) + 2 × 6 ⇔ CT = 0.5 e) Q = min {2K .5Q ∧ L = 1 3 Q CT = CV = wL + rK ⇔ CT = CV = 12 × 1 3 Q + 8 × 0.L = 3 > w r = 0.m. K = 9 CURTO PRAZO 2K = 3L ∧ K = 9 CT = wL + rK CV = 0 CTme = CFme = 144 Q ⇔ ⇔ 18 = 3L ⇔ L=6 CT = 12 × 6 + 8 × 9 ⇔ CT = 144 = CF CVme = 0 LONGO PRAZO 2K = 3L = Q ⇔ K = 0.5Q ⇔ CT = CV = 8Q CTme = CVme = 8Q Q = 8 Cmg = ∂CT ∂Q = 8 B.5 × 1 3 Q + 2 × 0 CTme = CVme = 0. w = 12 .75 CT = CV = wL + rK ⇒ K=0 ⇔ Q = 3L ⇔ ⇔ L = 1 3Q CT = CV = 0.5Q − 6 CF = 12 CT 0.5 − Q Q CF 12 CFme = = Q Q Cmg = ∂CT ∂Q = 0. tendo em conta que a empresa os adquire às taxas de 2 u.5 6 Q 6 Q LONGO PRAZO TMSTK. Considere a seguinte função de produção Q = 10KL .5 Cmg = ∂CT ∂Q = 0. a) Encontre as quantidades óptimas dos factores produtivos L e K necessários à produção de 1024 unidades de produto. CT = 2L + 5K ⎧ ⎪min L. 3L} . 10KL = 1024 → Γ = 2L + 5K + λ(1024 − 10KL ) 59 .a.5Q − 6 CVme = = = 0.5Q + 6 CTme = = = 0. e 5 u. respectivamente.5Q Q = 0.5..

01Q 2 L−1 Estas isoquantas serão convexas e negativamente inclinadas. terá de alterar as quantidades dos factores produtivos? Se sim. Qual o valor da taxa marginal de substituição nesse ponto? 60 .⎧∂Γ ∂L = 0 ⎧2 − 10λK = 0 ⎪ ⎪ ⇔ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⇔ ⎨5 − 10λL = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪1024 − 10KL = 0 ⎩ ⎩ ⎧K 2 ⎧K = 0.05 Q 1024 B.5 × 10K 0.6.1 ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎧2 − 15λK = 0 ⎪ ⎪ ⇔ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⇔ ⎨5 − 15λL = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪1024 − 15KL = 0 ⎩ ⎩ ⎧K 2 ⎧K = 0.5 L−0. Considere a seguinte função de produção Q = 10K 0.1 + 5 × 5.m.5 = Q ⇔ 100KL = Q 2 ⇔ K = 0.L = Pmg L 0.24 = ≈ 0. b) Deduza a expressão geral da taxa marginal de substituição técnica relativa às isoquantas deste mapa.4L ⎪ = ⇔ ⎨ ⎨L 5 ⎩10 × 0. Cme = CT 2 × 13.K ⎨ ⎪ ⎩s. TMSTK. a) Apresente a expressão das isoquantas que se podem obter a partir desta função de produção.4L ⎨ ⎩L ≈ 13. Cme = CT 2 × 16 + 5 × 6. 15KL = 1024 → Γ = 2L + 5K + λ(1024 − 15KL ) ⎧15λK = 2 ⎪ ⎨15λL = 5 ⎪15KL = 1024 ⎩ ⇔ ⎧K = 0. Se a empresa pretender manter o mesmo nível de produção.4 = = 0. para quanto? CT = 2L + 5K ⎧ ⎪min L. calcule o máximo produto que se pode obter com um custo de 32 u.4L × L = 1024 ⎪ ⎩10KL = 1024 ⎧10 λK = 2 ⎪ ⎨10 λL = 5 ⎪10KL = 1024 ⎩ ⇔ ⎧K = 0.a.5L05 . 5 0 .24 ⎨ ⎩L = 13.4L ⎪ = ⇔ ⎨ ⎨L 5 ⎩15 × 0.5 K = = − 0 .4L ⎨ ⎩L = 16 ⇔ ⎧10 λK 2 = ⎪ ⎨ 10λL 5 ⎪ ⎩10KL = 1024 ⎧K = 6. 10K 0. 5 Pmg K 0.0625 Q 1024 c) Suponha que a empresa introduz uma série de inovações de forma que a função de produção se altera para Q = 15KL .5 × 10K L L c) Sabendo que r = 1 e w = 4 .4 ⎨ ⎩L = 16 ⇔ b) Determine o custo por unidade de produto. Qual seria o aspecto deste mapa de isoquantas? Justifique.1 ⎧15λK 2 = ⎪ ⎨ 15λL 5 ⎪ ⎩15KL = 1024 ⎧K = 5.2.5L0.4L × L = 1024 ⎪ ⎩15KL = 1024 ⇔ ⇔ d) Verifique se o custo unitário é afectado.

5 = 80 16 TMSTK.5 L−0.L = =4 (4.5L0.5 = 0 ⎧λ5K 0.5 − 0.5 L0.5 0.5 ⎪ ⎩s.5 0.5 L =λ ⎨5K ⎪4L + K = 32 ⎪ ⎩ ⎧ 5K 0.5 ⎪max L.5 = λ ⎨ 5K L ⎪4L + K = 32 ⎩ ⎧5K 0.5 ⎨ 0.a.5 0.5L− 0.5 0.5 L0.5 L −λ = 0 ⎨5K ⎪32 − 4L − K = 0 ⎪ ⎩ ⇔ ⇔ ⎧K ⎧K = 4L ⎧K = 4L ⎧K = 16 ⎪ =4 ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨L ⎩4L + K = 32 ⎩4L + 4L = 32 ⎩L = 4 ⎪ ⎩4L + K = 32 (L.5 0.5 = 80 0.K ) = (4.K ⎨ ⎪ ⎩s.5 L−0.5 − 0.K → Γ = 4L + K + λ 80 − 10K 0.5 0.5 0.5 ⎧∂Γ ∂L = 0 4 ⎪ ⎪ = ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ − 0.5 0.16 ) 4 d) Se os preços se mantiverem constantes.5 L0.⎧ Q = 10K 0.5 = 80 ⎩10(4L ) L = 80 ⎩ ( ) (L. 4L + K = 32 ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ → Γ = 10K 0.5 0.5 − 4 λ = 0 ⎪ ⎪ − 0.5 20 L 80 = ⎪ ⎩ ⎩L = 4 ⎪10K 0. K ) = (4.5 L−0.5L0. qual a combinação de factores que minimizará o custo para uma produção de 80? Qual é o custo nesse ponto? min CT = 4L + K ⎧ ⎪ L.5 = 4 λ ⎪ ⎪ −0.5 4λ ⎪ − 0.5 × 4 0.5 + λ(32 − 4L − K ) ⎧5K 0.5 ⎩ ⎩ ⎪ ⎪ ⎩80 − 10K L = 0 ⎩10K L = 80 ⎧K ⎧ ⎧K = 4L ⎧K = 16 ⎪ =4 ⎪K = 4L ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨L 0.5 ∂ Γ ∂ = K 0 ⇔ − λ = ⇔ λ = ⇔ 1 5 K L 0 5 K L 1 1 λ 5 K L ⎨ ⎨ ⎨ ⎨ ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪ ⎪ ⎪10K 0.5 0.16 ) ⇒ CT = 1 × 16 + 4 × 4 = 32 61 .5 = 4 ⎧ λ5K 0. 10K L = 80 ⎧4 − λ5K 0.5 L−0.a.16 ) ⇒ Q = 10 × 16 0.5 L− 0.5 0.

2Q ⇒ Cmg = 1.2 ⎧[0. Ou seja.5 b) Que lucro obtém a empresa a esse preço? 62 . CONCORRÊNCIA PERFEITA C.2 ⎩0 Esta empresa exibe rendimentos constantes à escala.1.2Q + 2 × 0. Se o preço for de 6: a) Que quantidade deverá a empresa vender? P = Cmg ⇔ 6 = 0. ∞ ] se p ≥ 1.C. b) Se nesta indústria existirem mais 90 empresas tecnologicamente idênticas.8 C.2 q=⎨ se p < 1 .2 ⇒ CT = 4 × 0.1. sendo uma linha recta. ∞ ] se p ≥ 1 Q =⎨ 0 se p < 1 .2Q oferta coincidirá com a sua curva de custo médio de longo prazo. Q = 5K L → 1 2 ⎞ Γ = 4L + 2K + λ⎛ ⎜ Q − 5K 3 L 3 ⎟ ⎝ ⎠ 1 2 ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⎧ 2K ⎪L =2 ⎨ 1 2 ⎪5K 3 L3 = Q ⎩ CT = 4L + 2K P = Cmg ⇔ ⇔ 1 −1 ⎧4 − 10 3 λK 3 L 3 =0 ⎪ −2 2 ⎪ ⎨2 − 5 3 λK 3 L 3 = 0 ⎪ 1 2 ⎪Q − 5K 3 L 3 = 0 ⎩ ⇔ 1 −1 ⎧10 3 λK 3 L 3 =4 ⎪ −2 2 ⎪ ⎨5 3 λK 3 L 3 = 2 ⎪ 1 2 ⎪5K 3 L 3 = Q ⎩ ⇔ 1 −1 ⎧10 3 λK 3 L 3 4 ⎪ = 2 ⎪ −2 2 3 3 ⎨ 5 3 λK L ⎪ 1 2 3 3 ⎪ ⎩5K L = Q ⇔ ⇔ ⎧ ⎪K = L ⎨ 1 2 3 3 ⎪ ⎩5L L = Q ⇔ ⎧K = 0. Certa empresa em concorrência perfeita tem uma função custo total dada por CT = 0.2 ⇒ Q = 100 − 1.2. a empresa está disposta a oferecer qualquer quantidade quando p = C min e não oferece nada para preços abaixo deste. calcule o equilíbrio de mercado.2Q ⇔ CT = 1.2Q 2 − 5Q + 30 . a) Suponha que os preços dos factores são r = 2 e w = 4 e que a empresa opera num mercado concorrencial. Calcule a oferta individual da empresa.2 = 98. P = 1.2 ⎧[0.2Q ⎨ ⎩L = 0.1.4Q − 5 ⇔ Q = 27. qual será a oferta agregada? .K ⎨ 1 2 3 3 ⎪ ⎩s. MERCADOS C. Q = 5K 3 L 3 é a função de produção de certa empresa.a. pelo que a sua curva da P =1 . 2 ⎩ c) Sabendo que a procura é dada por Q = 100 − P .1. Comente o resultado. ⎧min CT = 4L + 2K ⎪ L.

A função lucro de uma empresa que actua num mercado perfeitamente competitivo é dada por: π = PQ − 2Q 3 + 20Q 2 − 80Q − 10 .439 C.5P 12 ⇔ ⇔ ⇔ se p ≥ 30 se p < 30 ⎞ ⎟ = 1000 − 10P ⎟ ⎠ ⇔ 2 40 + 24P − 320 = 600 − 6P 24P − 320 = (560 − 6P ) ⇔ 24P − 320 = 560 − 6P 24P − 320 = 313600 − 6720P + 36P 2 ⇔ P= 36P 2 − 6744P + 313920 = 0 P = 86. calcule o preço de equilíbrio.4. ⎧ 40 + 24p − 320 ⎪ q=⎨ 12 ⎪0 ⎩ ⎛ 40 + 24P − 320 20⎜ ⎜ 12 ⎝ se p ≥ 30 se p < 30 ⇔ ⇔ ⎧ 40 + 24p − 320 ⎪20 × Q =⎨ 12 ⎪0 ⎩ 40 + 24P − 320 = 50 − 0.3. A indústria produtora do bem y é constituída por um grande número de pequenas empresas de diferentes dimensões cujas funções de custo total pertencem à 63 .98 c) Sabendo que a procura de mercado é Q = 1000 − 10P e que existem 20 empresas no mercado.1.2 × 27.98 ⇔ ⇔ 4Q − 20 = 0 ⇔ Q =5 ⇒ CVme = 30 4Q − 20 − 10 Q 2 = 0 ⇔ Q ≈ 5.3561 ⇒ 6744 ± 6744 2 − 4 × 36 × 313920 2 × 36 Q = 136. CT = 2Q 3 − 20Q 2 + 80Q + 10 ⎧p = Cmg ⎨ ⎩p ≥ CVme ⇔ 2 ⎧ ⎪p = 6Q − 40Q + 80 ⎨ 2 ⎪ ⎩p ≥ 2Q − 20Q + 80 ⇔ 2 ⎧ ⎪6Q − 40Q + 80 − p = 0 ⎨ 2 2 ⎪ ⎩6Q − 40Q + 80 ≥ 2Q − 20Q + 80 ⇔ ⎧ 40 + (− 40 )2 − 4 × 6 × (80 − p ) ⎪Q = ⎨ 2×6 ⎪ 2 4 Q 20 Q 0 − ≥ ⎩ Q ≥5 ⇒ Cmg ≥ 30 ⇒ p ≥ 30 ⇔ ⎧ 40 + 24p − 320 ⎪Q = ⎨ 12 ⎪Q ≥ 5 ⎩ ⎧ 40 + 24p − 320 ⎪ Q =⎨ 12 ⎪0 ⎩ ⇔ ⇒ se p ≥ 30 se p < 30 b) Determine e represente o limiar de encerramento e de rentabilidade.π = RT − CT = 6 × 27.5 2 − 5 × 27. logo a empresa não deverá encerrar.1 ⇒ CVme = 31.25 ( ) c) Deverá a empresa encerrar? O lucro é positivo. Limiar de encerramento min CVme ⇒ ∂CVme ∂Q = 0 Q = 0 se p < 30 Limiar de rentabilidade min Cme ⇒ ∂Cme ∂Q = 0 π ≥ 0 se p ≥ 31.1.5 − 0. a) Calcule a função oferta de curto prazo. C.5 + 30 = 121.

002 1 1 (P − 58.12Q − 1.24 b) Determine o preço e a quantidade de equilíbrio de curto prazo.12Q 2 − 1.8125 2 ⇔ 2 Q = 1.25 0.8 ± 0.8125 ≥ 0.04 y 3 − 0.04Q − 0.9375 0.47 0.12Q − 1.04 Q 3 − 0.04 Q − 0.63 ⎪ ⎨Q 2 = 29.25 0.8 ± 0.48p − 0.8Q + 8 ≥ 0.47 0.25 ƒ p ≥ CVme ⎧ ⎪7.9Q + 10 0.12Q 2 − 1.5 + ƒ Q =⎨ ⎪0 ⎩ ⇔ 2 Q = 1 .1875 e k 3 = 3 . k 2 = 1.48p − 0.5 + ƒ Q =⎨ ⎪0 ⎩ ⇔ 0.6 0. ‹ k =1 ⇒ ƒ p = Cmg ƒ p ≥ CVme ⎧ ⎪7.8Q + 10 2 ⇔ 2 Q = 1.04Q 3 − 0.9Q + 8 se p ≥ 2.9y 2 + 8 y + 45 ⇔ ⇔ p = 0.56 0.1875 ƒ p = Cmg ⇔ ⇔ CT = 0. onde k é o parâmetro definidor da dimensão da empresa. a) Obtenha a expressão analítica das funções oferta de curto prazo para cada um dos tipos de empresas.8Q + 9.5 + ƒ Q =⎨ ⎪0 ⎩ CT = 0.9375 se p < 2.9Q 2 + 10Q + 5 ⇔ ⇔ p = 0. a produzir nas seguintes dimensões: k1 = 1.8 ± 0.62 − P) 0.62 − P) e Q s = (P − 58.9Q 2 + (11 − k )Q + 5k 2 .família de curvas: C (Q ) = 0. P = 62 ⇒ ⎧Q 1 = 29.005664 0. Nesta indústria existem 3 tipos de empresas.9Q 2 + 9.9Q + 9.48p − 1.12Q 2 − 1 .005664 ⇔ p = 62 ⇒ Q = 1875 c) Determine os níveis de produção individuais dos três tipos de empresas.04 Q − 0.48p − 1.24 ‹ k=3 ⇔ CT = 0.8125 se p ≥ 4.12Q − 1.8Q + 9.05078125 p = 0.25) = (72.56 0.002 0.24 ⇔ Q ≥ 11.8Q + 8 2 ƒ p = Cmg ƒ p ≥ CVme ⎧ ⎪7.25) 0.75 0.24 se p ≥ 30 se p < 30 ‹ k = 1.48p − 1 .75 se p < 4.24 ⇔ Q ≥ 11.24 ⇔ Q ≥ 11.48p − 1. sabendo que a procura e oferta agregadas são dadas por: Qd = 1 1 (72.04 Q 3 − 0.6 0.8Q + 10 ≥ 0.8125Q + 7.66 ⎪Q = 30 ⎩ 3 64 .

5P + 3 ⎩ se P < 3 se 3 ≤ P < 4.1.5 ⎪ QC = ⎨ 3 ⎪0 se P < 4.05P − 0.5 ⎪ 2 ⎪Q − 3Q ≥ 0 ⎩ ⎧ 6 ± 6P − 18 ⎪Q = ⎨ 3 ⎪P ≥ 4.5 × (9 − P) ⎪ ⎪Q = ⎨ 2 × 1.5Q − 3Q + 9 ⇔ ⎧ 6 ± (− 6 )2 − 4 × 1.25 se P ≥ 5 ⇒ Q =⎨ ⎨ se P < 5 ⎩P ≥ 5 ⎩0 ƒ Empresa tipo C ⇔ ⎧Q = 0.25 ⎧0.5P − 7.5 + 4.5 se P < 4.05P − 0.5 ⎩ ⇒ ⎧ 6 ± 6P − 18 ⎪Q = 3 ⎨ ⎪Q 2 − 3Q ≥ 0 ⎩ se P ≥ 4.5 ⇔ ⎧ 6 ± 6P − 18 ⎪Q = ⎨ 3 ⎪Q ≥ 0 ∨ Q ≥ 3 ⎩ ⇔ ⎧ 6 ± 6P − 18 ⎪ Q =⎨ 3 ⎪0 ⎩ OFERTA AGREGADA PARA CADA TIPO ⎧2.25 ⎨ ⎩Q ≥ 0 ⇔ ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⇔ ⎧ . OFERTAS INDIVIDUAIS ƒ Empresa tipo A ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⎧P − 3 ⎪ Q = ⎨ 12 ⎪ ⎩0 ⇔ ⎧P = 12Q + 3 ⎨ ⎩P ≥ 6Q + 3 ⇔ ⎧P = 12Q + 3 ⎨ ⎩12Q + 3 ≥ 6Q + 3 ⇔ P−3 ⎧ ⎪Q = 12 ⎨ ⎪ Q 0 ≥ ⎩ ⇔ P−3 ⎧ ⎪Q = 12 ⎨ ⎪ ≥ P 3 ⎩ se P ≥ 3 se P < 3 ƒ Empresa tipo B ⎧P = Cmg ⎧P = 20Q + 5 ⎧P = 20Q + 5 ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨ ⎩P ≥ CVme ⎩P ≥ 10Q + 5 ⎩20Q + 5 ≥ 10Q + 5 ⎧Q = 0.5 ≤ P < 5 se P ≥ 5 65 .5 ⎪ ⎪ Q = ⎨10 + 2P + 10 6P − 18 3 ⎪ ⎪ 10 6P − 18 ⎪2. Suponha um sector que funciona de acordo com os princípios da concorrência perfeita e em que existem empresas com diferentes estruturas de custos: 30 empresas do tipo A: CT = 3Q + 6Q 2 40 empresas do tipo B: CT = 5Q + 10Q 2 10 empresas do tipo C: CT = 9Q − 3Q 2 + 0.5Q 3 Obtenha a curva da oferta desta indústria.05P − 0.5 se 4.5Q − 6Q + 9 ≥ 0.5Q − 6Q + 9 − P = 0 ⎨ 2 2 ⎪ ⎩1.C.5 ⎩ OFERTA DA INDÚSTRIA ⎧0 ⎪2.5Q − 3Q + 9 ⇔ ⇔ 2 ⎧ ⎪1.5P − 7.5.5Q 2 − 6Q + 9 ⎪P = 1 ⎨ 2 ⎪ ⎩P ≥ 0.5 se P ≥ 3 QA = ⎨ se P < 3 ⎩0 ⎧2P − 10 se P ≥ 5 QB = ⎨ se P < 5 ⎩0 ⎧ 60 + 10 6P − 18 se P ≥ 4.

Determine o equilíbrio de mercado. A procura agregada num sector concorrencial é Q = 1200 − 200P e a curva do custo total de cada empresa é CT = Q 3 − 2Q 2 + 4Q . ⎧ 4 + 12P − 32 ⎪600 × Q =⎨ 6 ⎪0 ⎩ se p ≥ 3 se p < 3 ⇔ 2 400 + 100 12P − 32 = 1600 − 200P 12P − 32 = 12 − 2P 4p 2 − 36p + 176 = 0 ⇔ p= 15 + 100 12P − 32 = 1200 − 200P 2 ⇔ ⇔ 12P − 32 = (12 − 2P ) ⇔ 12P − 32 = 144 − 48P + 4P 2 ⇔ P=4 ⇒ Q = 800 (− 15) − 4 × 1 × 44 2 ×1 c) Compare graficamente esta situação.C. P 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 0 200 400 Yd 600 800 1000 1200 1400 1600 1800 Ys (S/b) Q Ys (C/b) 66 . ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⇔ 2 ⎧ ⎪P = 3q − 4 q + 4 ⎨ 2 ⎪ ⎩P ≥ q − 2q + 4 ⇔ 2 ⎧ ⎪3q − 4 q + 4 − p = 0 ⎨ 2 2 ⎪ ⎩3q − 4 q + 4 ≥ q − 2q + 4 ⇔ ⎧ 4 + (− 4 )2 − 4 × 3 × (4 − P ) ⎪q = ⎨ 2×3 ⎪ 2 ⎩2q − 2q ≥ 0 ⎧ 4 + 12P − 32 se p ≥ 3 ⎪ q=⎨ 6 ⎪0 se p < 3 ⎩ P=3 ⇒ ⇔ ⎧ 4 + 12P − 32 ⎪q = ⎨ 6 ⎪q ≥ 1 ⎩ ⇔ ⎧ 4 + 12P − 32 ⎪q = ⎨ 6 ⎪p ≥ 3 ⎩ Q = 1200 − 200 × 3 = 600 ∧ q = 1 ⇒ n = 600 b) A expansão da curva da procura para Q = 1600 − 200P foi acompanhada pela criação de barreiras à entrada.6. com a que se verificaria sem barreiras à entrada. o número de empresas e o equilíbrio no longo prazo. do ponto de vista do excedente do consumidor e do produtor.1. a) Determine a curva da oferta individual de cada empresa.

C. ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⇔ ⎧P = q + 1 ⎨ ⎩P ≥ 0. cada qual apresentando a seguinte função custo total: CT = 0. mostre que o número de viagens de equilíbrio é Q = 400 . a) Deduza as curvas de oferta de curto prazo da empresa e da indústria. XC = (200 − 120 ) × 400 2 = 16000 XP = (120 − 20 ) × 400 2 = 20000 c) Suponha que a Câmara Municipal dessa cidade decide controlar o trânsito. é composta por 10000 produtores. Certa indústria. Suponha que a procura de viagens de táxis numa dada cidade é dada por: Q = 1000 − 5P .5q + 1 ⎧P = q + 1 ⎨ ⎩q ≥ 0 ⇔ 67 . como é que o excedente do consumidor e do produtor é afectado. perfeitamente competitiva.m. A curva da procura de mercado é dada por Q = 70000 − 10000P . determine o excedente do consumidor e o excedente do produtor.1. A curva da oferta de longo prazo é dada por Q S = 4P − 80 .1. ƒ P = 140 XC = XP = (200 − 140 ) × 300 2 2 = 9000 → ΔXC = 9000 − 15000 = −6000 → ΔXP = 24750 − 15000 = 9750 (95 − 20 ) × 300 + (140 − 95) × 300 = 24750 ƒ P = 95 XC = 2 ( 95 − 20 ) × 300 XP = = 7500 2 (200 − 140 ) × 300 + (140 − 95) × 300 = 22500 → → ΔXC = 22500 − 15000 = 7500 ΔXP = 7500 − 15000 = −7500 C. onde Q é medido em quilómetros por ano e P é o preço em u.5Q 2 + Q + 2 . qual o valor da perda social líquida? XC = XP = (200 − 120 ) × 400 − (140 − 120 )(400 − 300 ) = 15000 2 2 (120 − 20 ) × 400 − (120 − 95)(400 − 300 ) = 15000 2 2 ΔBE = (15000 + 15000 ) − (16000 + 20000 ) = −6000 d) Em relação à alínea anterior. Qual será o preço de equilíbrio? QD = QS ⇒ 1000 − 5P = 4P − 80 ⇔ P = 120 ⇒ Q = 400 b) Para a situação de equilíbrio.5q + 1 ⇔ ⎧P = q + 1 ⇔ ⎨ ⎩q + 1 ≥ 0. por quilómetro. Nestas condições.7.8. a) Se esta indústria for perfeitamente competitiva. se P = 140 e P = 95 ? Compare os resultados obtidos. limitando o número de viagens para Q = 300 .

5q + 0. da condição de maximização do lucro resulta que P = Cmg . ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⇔ ⎧P = 0. então a curva da oferta da indústria é horizontal no longo prazo. C. o preço é constante.5 ⎩0 ⇔ P= 8 3 ⇒ Y= 130000 3 70000 − 10000P = 20000P − 10000 q = 13 3 2 8 13 ⎛ 13 ⎞ 169 ⎛ 13 ⎞ × − ⎜ 0. 68 .5 ⎨ ⎩0. Pelo que o custo marginal também o será (e igual àquele). L 0 ) é a combinação óptima de factores para produzir Q 0 . Então. Ou seja.5. o custo médio é sempre constante. o de produzir λQ 0 será λCT0 .5 × ⎟ = ⎜ 3 3 ⎝ 3⎟ 3 ⎝ 3 ⎠ ⎠ d) Suponha agora que são permitidas as importações deste bem. se o custo de produzir Q 0 é CT0 .5 ⎨ ⎩q ≥ 0 ⇔ ⎧q = 2p − 1 ⇒ ⎨ ⎩p ≥ 0.5 ≥ 0.5 ( q=3 ) c) Admita que CMg = 0.25 × ⎜ ⎟ + 0.5 é a função de custo marginal de cada empresa no longo prazo e que está vedada a entrada no mercado a novos produtores. L ) . QD = QS ⇒ 70000 − 10000P = 10000P − 10000 ⇔ P=4 ⇒ Q = 30000 P=4 ⇒ π = 4 × 3 − 0.5 Q =⎨ se P < 0.⎧q = P − 1 ⇒ ⎨ ⎩p ≥ 1 ⎧P − 1 q=⎨ ⎩0 se P ≥ 1 se P < 1 → ⎧10000P − 10000 se P ≥ 1 Q =⎨ se P < 1 ⎩0 b) Qual a quantidade produzida por cada empresa perfeitamente concorrencial e pela indústria? Determine o lucro económico de cada empresa. Comente as seguintes afirmações: a) Se existem rendimentos constantes à escala numa indústria perfeitamente competitiva. a quantidade oferecida é zero. Logo. Logo.5 YD = YS P=83 π= ⇒ ⇒ ⎧2p − 1 q=⎨ ⎩0 se P ≥ 0. a esta indústria nacional? Se as importações custam 0. Determine o equilíbrio de mercado. para todo o λ > 0 .5 ⇔ ⎧P = 0. Como o custo marginal é constante.9. A frase é. Que sucederá. Considere-se uma função de produção Q = f (K.5 × 3 2 + 3 + 2 = 2. então. Mas a esse preço. tal que (K 0 . o bem será oferecido exclusivamente por importações e esta indústria desaparece.25q + 0. Tratando-se de uma indústria perfeitamente competitiva.5 → ⎧20000P − 10000 se P ≥ 0.5 se P < 0.5 o preço que as empresas nacionais terão de praticar.5 é 0. verdadeira. (λK 0 .5q + 0.5q + 0.5Q + 0. no longo prazo. λL 0 ) é a combinação óptima para produzir λQ 0 .1. o que corresponde a uma curva da oferta horizontal. cujo preço de importação é 0.

o número de empresas a operar no mercado no longo prazo é indeterminado. esta condição não garante a rentabilidade. O que caracteriza o curto prazo é a existência de custos fixos. d) Num mercado de concorrência perfeita. Como existe livre entrada e saída de empresas. quer esta produza ou não. no curto prazo. Conhecendo o preço. 69 .b) Suponha que uma indústria concorrencial está em equilíbrio de longo prazo. No entanto. determinado endogenamente. os custos variáveis são os únicos que interessam: a empresa não deve encerrar desde que o preço seja igual ou superior ao custo variável médio. Falso. o preço será menor. Falso. determina-se a quantidade transaccionada no mercado (por substituição na procura) e a quantidade oferecida por cada empresa (por substituição na oferta individual). caso em que a curva da oferta é horizontal. Este é. o que significa que o preço é sempre o mesmo e os ajustamentos se fazem exclusivamente pela quantidade. Esta situação não se verifica se a produção apresentar rendimentos constantes à escala. c) Como existe livre entrada e saída de empresas num mercado de concorrência perfeita. o lucro terá de ser zero. como existe livre entrada e saída de empresas no mercado. Logo o preço terá de igualar o custo médio. sendo indeterminado apenas no caso de tecnologia CRS. Sabendo quanto se produz no total e quanto produz cada empresa. pois. Falso. o lucro de curto prazo de cada empresa nunca é negativo. Logo. Se houver uma contracção da procura agregada. os quais têm de ser suportados pela empresa. calcula-se o número de empresas. no novo equilíbrio de longo prazo.

a sua receita é Q 0 P0 .875 70 . naturalmente. O objectivo do monopolista é. para produzir o bem Y. terá de reduzir o preço para P0 − ΔP ..m. se o monopolista iguala o custo marginal à receita marginal e esta é inferior ao RMg = (P0 Q 0 preço.2.2.5y ⇒ CT = 5L = 2.5 = 0 ⇔ y = 23.2. então o preço é superior ao custo marginal. a maximização do lucro.2. C. pelo que: max π = RT − CT ⇒ ∂π ∂q = 0 ⇔ RMg = CMg Pense-se na receita marginal como a soma do ganho na receita resultante das novas vendas e a perda devida a vender a quantidade anterior ao novo preço que é inferior. Para vender mais ΔQ .5y = − y 2 + 47. o correspondente preço e a quantidade de um monopolista cujas funções procura e custo total são.25 ∧ L = 11. Determine o lucro máximo.5y max π ⇒ ∂π ∂y = 0 ⇔ − 2 y + 47. Uma empresa monopolista utiliza um factor de produção. Determine os valores de P. que adquire ao preço fixo de 5 u.5y π = RT − CT = (50 − y )y − 2. π = RT − CT = (3000 − 5Q )Q − 200 + 10Q 2 = −15Q 2 + 3000Q − 200 max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 30Q + 3000 = 0 ⇔ Q = 100 Q = 100 ⇒ p = 2500 ∧ π = 149800 ( ) C.2.C. respectivamente: P = 50 − y e y = 2L .1. pelo que a sua receita será: RT = (P0 − ΔP )(Q 0 + ΔQ ) = P0 Q 0 + P0 ΔQ − ΔPQ 0 − ΔPΔQ Para calcular a receita marginal é subtrair a receita total inicial e dividir pela variação do produto: + P0 ΔQ − ΔPQ 0 − ΔPΔQ ) − P0 Q 0 ΔP = P0 − Q 0 − ΔP ΔQ ΔQ Ora. Quando o monopolista vende Q 0 unidades.3. Mostre matematicamente que um monopolista estabelecerá sempre um preço acima do custo marginal. As funções procura do bem e de produção são. respectivamente: P = 3000 − 5Q e CT = 200 + 10Q 2 . y e L que maximizam o lucro do monopolista.75 ⇒ p = 26. MONOPÓLIO E OLIGOPÓLIO C. L. y = 2L ⇔ L = 0.

a) Determine o lucro do monopolista. a sua tecnologia era traduzida pela função custo total: CT0 = 0. mas.004 Q )Q − 0. Inicialmente. respectivamente. Esta empresa enfrenta uma procura dada pela expressão P = 100 − Q e possui uma função custo total representada por CT = 10 + Q 2 .044 Q 2 + 92Q max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 0.5.25 b) Suponha que o monopolista é obrigado a praticar o preço correspondente ao mercado de concorrência perfeita.004Q . passando o custo total a ser representado por: CT1 = 0.4.25 ⇒ p = 91 ∧ π = 1780.02Q 2 + 72Q . a) Determine a produção e o preço praticado pelo monopolista.02Q 2 + 72Q = −0.024 Q 2 + 32Q max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 0.5 (180 − 91) × 22.25 (180 − 2 ) × 44.004 Q )Q − 0.04Q 2 + 12Q . por: CT = 200 + 2Q e P = 180 − 4Q .25 C.2.25 Q = 22. max RT ⇒ ∂RT ∂Q = 0 ⇔ 100 − 2Q = 0 ⇔ Q = 50 ⇒ p = 50 C.6. π = RT − CT = (180 − 4Q )Q − (200 + 2Q ) = −4Q 2 + 178Q − 200 max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 8Q + 178 = 0 ⇔ Q = 22.088Q + 92 = 0 ⇔ Q = 11500 11 ( ) 71 . Qual seria a variação líquida no bem-estar dos consumidores? P = CMg ΔXC = ⇔ 2 P=2 ⇔ − Q = 44. antes e depois da inovação tecnológica. ƒ Antes da inovação tecnológica π = RT − CT = (104 − 0. a) Tendo como objectivo a maximização do lucro. Um monopolista enfrenta a seguinte procura: P = 104 − 0. que quantidade deverá este monopolista produzir? E qual o preço que deverá praticar? π = RT − CT = (100 − Q )Q − 10 + Q 2 = −2Q 2 + 100 Q − 10 ( ) max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 4Q + 100 = 0 ⇔ Q = 25 ⇒ p = 75 b) Determine a quantidade e o preço no caso do monopolista optar por uma estratégia de maximização do valor das vendas.C.5 2 = 2959. As curvas de custo total e da procura de um monopolista são dadas. essa tecnologia foi substituída.04 Q 2 + 12Q = −0.2.048Q + 32 = 0 ⇔ Q = 2000 3 Q = 2000 3 ⇒ p = 304 3 ( ) ƒ Depois da inovação tecnológica π = RT − CT = (104 − 0. Considere uma empresa que é um monopólio no mercado do produto final.2. devido à adopção de uma política redutora de custos.

5(q M + qE )]q M − 0.25q1 ƒ Equilíbrio 72 . ƒ Função reacção da empresa Bordados Maravilha (M) 2 π M = [100 − 0. Num determinado mercado existem apenas dois produtores e a curva da procura é 2 P = 200 − 2Q .Q = 11500 11 ⇒ p = 1098 11 b) Analise os efeitos daquela alteração no mercado.125q 2 ƒ Função reacção da empresa 2 2 π 2 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q 2 − 2q 2 2 = −4 q 2 + (200 − 2q1 )q 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 8q 2 + 200 − 2q1 = 0 ⇒ q 2 = 25 − 0. determine o equilíbrio da indústria.5qE = 0 ⇒ q M = 50 − 0.7.84 2 2 ⎡ 11500 ⎤ ⎡ 2000 ⎤ ⎛ 11500 ⎞ ⎛ 2000 ⎞ Δπ = ⎢− 0.8.25q M ⎧π M = 1600 ⎨ ⎩π E = 1600 ƒ Equilíbrio ⎧q M = 50 − 0. As curvas de custos de cada um dos produtores são: c1 = 6q1 e c 2 = 2q 2 2 .2.5q M = 0 ⇒ qE = 50 − 0.5Q 2 . Determine: a) O equilíbrio de Cournot.5(q M + qE )]qE − 0. A procura de bordados é dada por P = 100 − 0.25q M ⇔ ⎧q M = 40 ⎨ ⎩qE = 40 ⇒ Q = 80 ⇒ P = 60 ⇒ C.2.25qE ƒ Função reacção da empresa Bordados Espanto (E) 2 2 π E = [100 − 0.5 − 0.5qE = −q E + (100 − 0.5q 2 M = −q M + (100 − 0.5Q . ƒ Função reacção da empresa 1 2 2 π 1 = [200 − 2 (q1 + q 2 )]q1 − 6 q1 = −8 q 1 + (200 − 2q 2 )q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 16q1 + 200 − 2q 2 = 0 ⇒ q1 = 12.24 ⎟ + 92 × ⎟ + 32 × 11 ⎦ 3 ⎦ ⎝ 11 ⎠ ⎝ 3 ⎠ ⎢ ⎥ ⎣ ⎢ ⎥ ⎣ C.044 × ⎜ ⎥ − ⎢− 0. Admitindo que as empresas têm um comportamento Cournot.5q M )qE max π E ⇒ ∂π E ∂qE = 0 ⇔ − 2qE + 100 − 0.25qE ⎨ ⎩qE = 50 − 0. ΔXC = (104 − 1098 11) × 11500 11 (104 − 304 3) × 2000 3 2 − 2 ≈ 11133. As empresas Bordados Maravilha e Bordados Espanto são as únicas produtoras de bordados (Q).5qE )q M max π M ⇒ ∂π M ∂q M = 0 ⇔ − 2q M + 100 − 0.024 × ⎜ ⎥ ≈ 37424. evidenciando os ganhos e perdas do monopolista e dos consumidores. A curva de custos é a mesma para ambas e igual a CT = 0.

72 ⎨ ⎩π 2 = 2041.5 − 0.5 ⇒ Q = 32.25q1 ⇔ ⎧q1 = 300 31 ⇒ ⎨ ⎩q 2 = 700 31 Q = 1000 31 ⇒ P= 4200 31 ⇒ ⎧π1 = 749.2.5 − 0.5q 2 + 175 = 0 ⇒ q 2 = 70 3 ⇒ q 2 = 115 12 ⎧q1 = 115 12 ⎨ ⎩q 2 = 70 3 ⇒ Q = 395 12 ⇒ P= 805 6 ⇒ ⎧π1 = 734. ‹ Empresa 1 é líder ƒ Função reacção da empresa 2 2 π 2 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q 2 − 2q 2 2 = −4 q 2 + (200 − 2q1 )q 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 8q 2 + 200 − 2q1 = 0 ⇒ q 2 = 25 − 0.125q 2 ƒ Equilíbrio π 2 = [200 − 2q 2 − 2(12.5 − 0. ƒ Função reacção da empresa 1 2 2 π1 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q1 − 2q1 = −4 q1 + (200 − 2q 2 )q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 8q1 + 200 − 2q 2 = 0 ⇒ q1 = 25 − 0. curvas de custos de cada um dos produtores são: c1 = 2q1 Determine: a) O equilíbrio de Cournot.5q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 15q1 + 150 = 0 ⇒ q1 = 10 ⇒ q 2 = 22.67 C.125q 2 ⎨ ⎩q 2 = 25 − 0.54 b) O equilíbrio de Stackelberg.9.75q 2 2 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 7.5q1 ƒ Equilíbrio 73 .25q1 ƒ Equilíbrio 2 2 π1 = [200 − 2q1 − 2(25 − 0.25q1 )]q1 − 6q1 = 150 q1 − 7.125q 2 )]q 2 − 2q 2 = 175q 2 − 3. a curva da procura é P = 200 − 2Q e as 2 e c2 = 12q2 .5 ⇒ P = 135 ⇒ ⎧π1 = 750 ⎨ ⎩π 2 = 2025 ‹ Empresa 2 é líder ƒ Função reacção da empresa 1 2 2 π1 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q1 − 6q1 = −8q1 + (200 − 2q 2 )q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 16q1 + 200 − 2q 2 = 0 ⇒ q1 = 12. Num determinado mercado de oligopólio.25q 2 ƒ Função reacção da empresa 2 π 2 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q 2 − 12q 2 = −2q 2 2 + (188 − 2q1 )q 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 4 q 2 + 188 − 2q1 = 0 ⇒ q 2 = 47 − 0.22 ⎨ ⎩π 2 = 2039.⎧q1 = 12.5 ⎧q1 = 10 ⎨ ⎩q 2 = 22.

5 ⇒ P = 31 ⇒ ⎧π1 = 106. Bem-estar dos produtores.5qB + (55 − q A )qB ( ) max π B ⇒ ∂π B ∂qB = 0 ⇔ − 5qB + 55 − q A = 0 ⇒ qB = 11 − 0. Bem-estar dos consumidores.5qB + 5qB = −2.22 b) O equilíbrio onde a empresa 2 assume a liderança do mercado.2. A + 4q A e cB = 1 a) Sabendo que as empresas se comportam à Cournot.59 iii. XC = (60 − 751 19) × 389 19 2 = 209. determine: i.10.2q A ƒ Equilíbrio ⎧q A = 14 − 0.⎧q1 = 25 − 0. Preço e quantidades de equilíbrio. ƒ Função reacção da empresa 1 2 2 π1 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q1 − 2q1 = −4 q1 + (200 − 2q 2 )q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 8q1 + 200 − 2q 2 = 0 ⇒ q1 = 25 − 0. determine: 74 . As empresas têm os seguintes custos: 2 c A = q2 .22 ⎨ ⎩π 2 = 3109.25q 2 ƒ Equilíbrio π 2 = [200 − 2q 2 − 2(25 − 0.32 b) Sabendo que a empresa A se comporta como líder.25qB ⎨ ⎩qB = 11 − 0.33 C.5qB + 5qB . Considere duas empresas num mercado de oligopólio que enfrentam a seguinte curva da procura: P = 60 − Q . π A = 280.26 iv.2q A ⇔ ⎧q A = 225 19 ⎨ ⎩qB = 164 19 ⇒ Q = 389 19 ⇒ P= 751 19 ii.25qB ƒ Função reacção da empresa B 2 2 π B = [60 − (q A + qB )]qB − 1.25q 2 )]q 2 − 12q 2 = 238q 2 − 1.5q 2 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 3q 2 + 238 = 0 ⇒ q 2 = 238 3 ⇒ q 2 = 31 16 ⎧q1 = 31 6 ⎨ ⎩q 2 = 238 3 ⇒ Q = 84. BE = 676. Bem-estar social.5q1 P= 636 7 ⇒ ⇔ ⎧q1 = 106 7 ⎨ ⎩q 2 = 276 7 ⇒ Q = 382 7 ⇒ ⎧π1 = 917.78 ⎨ ⎩π 2 = 1507.47 e π B = 186. ƒ Função reacção da empresa A 2 π A = [60 − (q A + qB )]q A − q 2 A + 4 q A = −2q A + (56 − qB )q A ( ) max π A ⇒ ∂π A ∂q A = 0 ⇔ − 4 q A + 56 − qB = 0 ⇒ q A = 14 − 0.25q 2 ⎨ ⎩q 2 = 47 − 0.

no entanto. não há excedente do consumidor.2. a sua receita é Q 0 P0 . Preço e quantidades de equilíbrio. A solução de monopólio será eficiente no caso em que a empresa monopolista consiga fazer discriminação perfeita de preços. ao fazer Rmg = Cmg está a fazer-se P = Cmg . Quando vende Q 0 unidades.9q A + 45q A ( ) max π A q A = 25 ⇒ ⇒ ∂π A ∂q A = 0 qB = 6 ⇒ ⇔ − 1. Se o objectivo do monopolista é a maximização do lucro. Pense-se na receita marginal como a soma do ganho na receita resultante das novas vendas e a perda devida a vender a quantidade anterior ao novo preço que é inferior. Para vender mais ΔQ . BE = 570. Assim sendo.5 C. XC = (60 − 29) × 31 = 480. Bem-estar dos produtores.8q A + 45 = 0 P = 29 ⇒ q A = 25 Q = 31 ⇒ ii. o monopolista vende cada unidade adicional do bem ao preço máximo que os consumidores estão dispostos a pagar. terá de reduzir o preço para P0 − ΔP . Verdadeira. Bem-estar dos consumidores. Comente as seguintes afirmações: a) A solução de um mercado de monopólio pode ser eficiente. a receita marginal é igual à curva da procura. Logo. contrariamente a esta. Bem-estar social. ƒ Função reacção da empresa B 2 2 π B = [60 − (q A + qB )]qB − 1. que é também a solução de concorrência perfeita. pelo que a sua receita será: RT = (P0 − ΔP )(Q 0 + ΔQ ) = P0 Q 0 + P0 ΔQ − ΔPQ 0 − ΔPΔQ 75 . eficiente.11.2q A )]q A − q 2 A + 4 q A = −0.5qB + 5qB = −2.5qB + (55 − q A )qB ( ) max π B ⇒ ∂π B ∂qB = 0 ⇔ − 5qB + 55 − q A = 0 ⇒ qB = 11 − 0. Esta solução é.i. π A = 0 e π B = 90 iv. suponha que o monopolista pretende aumentar o produto de Q 0 para Q 0 + ΔQ .2q A ƒ Equilíbrio 2 π A = [60 − q A − (11 − 0. Neste caso. o qual é totalmente absorvido pelo monopolista. tal como em concorrência perfeita.5 2 iii. ele escolherá uma quantidade para a qual Rmg = Cmg . b) Um monopolista que maximize o lucro escolherá sempre uma quantidade para a qual a procura tenha elasticidade unitária. Portanto.

sem perda de generalidade. O que não é o mesmo que dizer que escolhe uma quantidade para a qual a procura tem elasticidade unitária. o custo marginal aumenta no montante do imposto. Mas como a inclinação da curva da procura é metade da inclinação da curva da receita marginal. um monopolista cujo custo marginal é constante e que enfrenta uma procura linear. a empresa monopolista não opera na zona inelástica da curva da procura. a intersecção entre custo marginal e receita marginal desloca-se para a esquerda. Quando é colocado um imposto sobre este monopolista. a receita marginal virá ΔP → 0 ⇒ Rmg = P0 − ΔP Q0 ΔQ ⇔ negativa. Falso. Logo. isto é. Portanto. Esta situação está representada no gráfico abaixo: Δp=t/2 Cmg+t t Cmg Rmg Y’ Y* D Algebricamente. o preço aumenta em metade do montante do imposto. a frase é falsa. Considere-se. Rmg = Cmg ⇔ a − 2by = c + t ⇔ y= a−c−t 2b ⇒ 1 Δy =− Δt 2b ⇒ Δp 1 = Δt 2 76 .Para calcular a receita marginal é subtrair a receita total inicial e dividir pela variação do produto: Rmg = (P0 Q 0 + P0 ΔQ − ΔPQ 0 − ΔPΔQ ) − P0 Q 0 ΔP = P0 − Q 0 − ΔP ΔQ ΔQ Repare-se que: ⎛ ⎛ 1⎞ ΔP Q 0 ⎞ ⎟ ⎜ ⎟ RMg = P0 ⎜ ⎜1 − ΔQ P ⎟ ⇔ RMg = P0 ⎜1 − ε ⎟ 0 ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ Assim. o preço de equilíbrio aumenta. c) Colocar um imposto de quantidade sobre um monopolista causará sempre uma subida do preço no montante do imposto. para valores da elasticidade inferiores a 1. Consequentemente.

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