UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia

MICROECONOMIA I 1º Semestre 2005/2006

CADERNO DE EXERCÍCIOS Resolução

A. TEORIA DO CONSUMIDOR
A.1. A RESTRIÇÃO ORÇAMENTAL DO CONSUMIDOR

A.1.1. Defina os seguintes conceitos: a) Cabaz de bens Combinação de quantidades consumíveis de um conjunto de bens. b) Conjunto de possibilidades de consumo Conjunto de cabazes que podem ser comprados pelo consumidor num dado momento, gastando parcial ou totalmente o seu rendimento monetário. c) Restrição orçamental Lugar geométrico dos cabazes que podem ser comprados se todo o rendimento do consumidor for gasto. d) Custo de oportunidade de um bem Quantidade do outro bem que é preciso sacrificar para consumir mais uma unidade do bem. e) Bem numerário Bem em relação ao qual é medido o preço do outro bem e o rendimento do consumidor.

A.1.2. Considere um consumidor que enfrenta os preços Px e Py e dispõe de um rendimento M. Para cada um dos casos seguintes, determine, analítica e graficamente, o conjunto de possibilidades de consumo e a restrição orçamental. a)
Px = 2 ; Py = 4 ; M = 10

CPC: 2 x + 4 y ≤ 10 RO: 2 x + 4 y = 10 b) Px = 3 ; Py = 5 ; M = 15 CPC: 3x + 5y ≤ 15 RO: 3x + 5y = 15 c) Px = 5 ; Py = 1 ; M = 25 CPC: 5x + y ≤ 25 RO: 5x + y = 25 d) Px = 1,5 ; Py = 6 ; M = 45 CPC: 1,5x + 6 y ≤ 45 RO: 1,5x + 6 y = 45 e) Px = 4 ; Py = 7 ; M = 56 CPC: 4 x + 7 y ≤ 56 RO: 4 x + 7 y = 56

1

A.1.3. O que acontece à restrição orçamental se: a) o preço do bem X duplica e o do bem Y triplica
A restrição orçamental torna-se menos inclinada e desloca-se para a esquerda

b) o preço do bem X quadruplica e o do bem Y triplica
A restrição orçamental torna-se mais inclinada e desloca-se para a esquerda

c) ambos os preços duplicam
A restrição orçamental desloca-se paralelamente para a esquerda

d) ambos os preços duplicam e o rendimento triplica
A restrição orçamental desloca-se paralelamente para a direita

e) ambos os preços triplicam e o rendimento duplica
A restrição orçamental desloca-se paralelamente para a esquerda

f)

o preço do bem X e o rendimento duplicam
A restrição orçamental roda para a direita

A.1.4. O Paulo tem uma mesada de 120 euros que lhe é paga pelos pais. A mesada é gasta exclusivamente em jantares e bilhetes de teatro. a) Identifique formalmente o conjunto de possibilidades de consumo do Paulo, sabendo que cada jantar custa 20 euros e cada bilhete de teatro custa 10 euros.
20 j + 10b ≤ 120

b) No mês de Agosto, o Paulo será visitado pelos avós que lhe dão sempre 100 euros. Durante esse mês, o Paulo pretende ir a 8 jantares e assistir a 8 espectáculos de teatro. Será que vai conseguir? E se ele passar a ir jantar a restaurantes mais baratos, onde o preço médio da refeição é 15 euros? Qual é, neste caso, o custo de oportunidade para o Paulo de ir a um jantar?
M = 120 + 100 = 220

(j, b) = (8 , 8) ⇒ 20 × 8 + 10 × 8 = 240 > 220 → (j, b) = (8 , 8) ⇒ 15 × 8 + 10 × 8 = 200 < 220 →
CO = 15 = 1,5 10

não consegue consumir este cabaz. consegue consumir este cabaz.

c) Dadas as fracas notas obtidas nos exames, os pais do Paulo reduziram-lhe a mesada para metade e proibiram-no de ir a mais de 2 jantares no mês de Agosto (os avós não sabem de nada). Identifique o conjunto de possibilidades de consumo do Paulo nesta situação.
M = 60 + 100 = 160

⎧20 j + 10b ≤ 160 ⎨ ⎩j ≤ 2

2

15 ⎪ M − 30 ⎨ C≤ ⎪ 1 ⎩ ⇔ ⎧0. o Paulo fez um curso de Verão no qual tirou muito boas notas.5 ⎨ ⎩C ≤ M − 30 3 . a) Escreva e represente a restrição orçamental de um consumidor representativo que tem um rendimento M para gastar em minutos de chamadas telefónicas (T) e num bem compósito (C) cujo preço é igual a 1. logo deverá adquiri-lo. adicionalmente ao desconto mencionado na alínea anterior. o Paulo expande o seu conjunto de possibilidades de consumo. o conjunto de possibilidades de consumo do Paulo.15 T + 1C = M − 30 + 30 × 0. e) Descreva o conjunto de possibilidades de consumo do Paulo se o cartão jovem lhe possibilitar 2 entradas gratuitas em espectáculos de teatro. Chamadas acima deste limite pagam um preço unitário de 15 cêntimos. no entanto. M = 60 + 100 = 160 Pb ′ = 10 − 5 = 5 20 j + 5b ≤ 160 A. Admitindo que o Paulo não tem cartão jovem.d) Suponha que o Paulo pode beneficiar de 10% de desconto no preço dos bilhetes de teatro se adquirir o cartão jovem.15T + 1C = M − 25. Consequentemente. Sabendo que o cartão jovem custa 10 euros. mantiveram a redução da mesada. determine de novo.9 × 10 = 9 ⎧20 j + 9b ≤ 150 ⎨ ⎩j ≤ 2 Se adquirir o cartão. o que garante aos seus assinantes o acesso à rede e a possibilidade de fazer 30 minutos de chamadas por mês. Suponha que a Companhia de Telefones cobra mensalmente 30 euros. M = 60 + 100 − 10 + 2 × 9 = 168 ⎧20 j + 9b ≤ 168 ⎪ ⎨j ≤ 7.1.5.5 ⎪j ≤ 2 ⎩ f) Durante as férias. analítica e graficamente. ⎧0. deverá o Paulo comprá-lo? M = 60 + 100 − 10 = 150 Pb ′ = 0. os pais decidiram levantar-lhe as restrições aos jantares e subsidiarem-lhe as idas ao teatro em 5 euros.

admitindo que esta tem um rendimento de 150 unidades monetárias e o seu tempo disponível para compras é de 4 horas e meia. Represente graficamente as restrições orçamentais correspondentes às duas alternativas. ambos adquiridos no hipermercado. ou ii) aumentar o preço unitário de chamadas acima dos 30 minutos para 20 cêntimos.15 ⎪ i) ⎨ M − 30 C≤ ⎪ 1 ⎩ ⇔ ⎧0. carne (C) e peixe (P). enquanto que para a aquisição de uma unidade de P são precisos mais 12 minutos.20 T + 1C = M − 24 ⎨ ⎩C ≤ M − 30 alternativa i alternativa ii bem compósito A. aos preços Pc = 7. 4 .chamadas telefónicas bem compósito b) Suponha que a companhia pondera duas alterações relativas à actual estrutura de preços: i) diminuir para 20 o número de minutos oferecidos com a assinatura mensal.20 ⎪ ii) ⎨ M − 30 C≤ ⎪ 1 ⎩ RO inicial chamadas telefónicas ⇔ ⎧0. A Ana consome dois bens. Para adquirir uma unidade de C demora mais 15 minutos.15 T + 1C = M − 27 ⎨ ⎩C ≤ M − 30 ⎧0.6.1. a) Represente o conjunto de possibilidades de escolha da Ana.20 T + 1C = M − 30 + 30 × 0.5 e PP = 10 . ⎧0.15 T + 1C = M − 30 + 20 × 0. a Ana demora 45 minutos. Para chegar ao hipermercado.

No seu prédio. a Ana recebe 10. onde tem uma pastelaria. O seu rendimento diário é de 200 euros. fica de mau humor.5c + 10p ≤ 150 ⎨ ⎩15c + 12p ≤ 60 × 4. enquanto o preço dos outros bens é de 10 euros. ⎧10 c + 15p ≤ 150 + 10.5 25 27. a) Represente o conjunto de possibilidades de escolha do João.25 x ≤ 8 b) Nos dias em que o João tem de fazer mais de duas viagens entre Santana e o Funchal. Isto reduz-lhe a clientela da pastelaria.5 5 7.5 carne 15 17.5 10 12. O João vive em Santana e desloca-se todos os dias ao Funchal.5 unidades de C. 5 .5 b) A Ana muda de emprego e passa a não ter tempo para ir ao hipermercado. O bilhete custa 2 euros.5 × 10 ⎪ 150 ⎨ p≤ ⎪ 15 ⎩ 12 10 8 peixe 6 4 2 0 0 2. que é gasto em bilhetes de autocarro (B) e outros bens (X). gastando 1 hora na viagem Santana – Funchal e 15 minutos para adquirir uma unidade de X. há um supermercado onde a Ana não perde tempo e enfrenta os preços Pc = 10 e Pp = 15 . Represente o novo conjunto de possibilidades de escolha. que não pode vender.5 5 7.⎧7.5 20 22. ⎧2b + 10 x ≤ 200 ⎨ ⎩1b + 0.5 − 45 20 15 peixe 10 5 0 0 2.5 ⇔ ⎧7. Neste novo emprego. O tempo útil diário do João é de 8 horas.1.5 20 22.5 carne ⇔ ⎧10 c + 15p ≤ 255 ⎨ ⎩p ≤ 10 A.7.5 15 17. além das 150 unidades monetárias.5c + 10p ≤ 150 ⎨ ⎩15c + 12p ≤ 225 RO RT 10 12.

a partir da segunda passagem. ⎧2b + 10 x ≤ 200 se b ≤ 2 ⎪ ⎨2b + 10 x ≤ 150 se b > 2 ⎪1b + 0. onde o estacionamento custa 1 euro. Nesse caso. ⎧2b + 10 x ≤ 200 ⎪ ⎪1b + 10 x ≤ 200 ⎨ ⎪1b + 0. o João chega a casa depois do supermercado fechar. o João passa a ir na carrinha da pastelaria. Isso obriga-o a fazer as compras num outro supermercado. o tempo necessário para a viagem é de meia hora e o custo do combustível 1 euro.25 x ≤ 8 d) Suponha agora que. Represente de novo o conjunto de possibilidades de escolha.25 x ≤ 8 ⎩ c) Depois da quarta viagem. ⎧2b + 10 x ≤ 200 se b ≤ 2 ⎪ ⎪2b + 10 x ≤ 150 se 2 < b ≤ 4 ⎨ ⎪2b + 10 x ≤ 149 se b > 4 ⎪ ⎩1b + 0.implicando uma redução do rendimento diário do João de 50 euros.25 x ≤ 8 ⎪ ⎩0.25 x ≤ 8 se se se se b≤2 b>2 b≤2 b>2 6 . considerando um rendimento de 200 euros. Represente novamente o conjunto de possibilidades de escolha do João.5b + 0.

2. se o consumidor prefere A a B e B a C. isto é.2. UTILIDADE E PREFERÊNCIAS A. Valor atribuído ao uso de um ou mais bens. Defina os seguintes conceitos: a) Bem económico Produto (ou serviço) definidos pelas suas características físicas. B e C. então gostará mais de A que de C. f) Curva de indiferença Conjunto de cabazes de dois bens em relação aos quais o consumidor é indiferente. c) Bem neutral Produto (ou serviço) cujo consumo não afecta a satisfação do consumidor. Axioma da transitividade Dizer que uma ordem de preferências é transitiva significa que.2. uma maior quantidade de um bem é melhor que uma menor quantidade desse mesmo bem. Hipótese da não saciedade ou monotocidade Esta hipótese significa simplesmente que.2. e) Utilidade marginal de um bem Variação na utilidade total de um consumidor quando a quantidade consumida de um bem aumenta de uma forma infinitesimal. 7 . relativamente a três cabazes A. d) Utilidade Forma de medir a satisfação dos desejos do consumidor. e que proporciona a satisfação de uma necessidade do consumidor.A. b) Mal económico Produto (ou serviço) cujo consumo causa uma diminuição na satisfação do consumidor. Axioma da exaustão ou da relação completa Uma ordem de preferências é completa se permite ao consumidor ordenar todas as combinações possíveis de bens e serviços. de localização e tempo. que proporcionam o mesmo nível de utilidade. quando todo o resto se mantém constante. mantendo-se a quantidade consumida dos outros bens. g) Taxa marginal de substituição no consumo de Y por X Mede o número de unidades de Y que têm de ser sacrificadas por unidade infinitesimal a mais de X de forma a que o consumidor mantenha o nível de satisfação.1. A. Enumere e explique os axiomas e hipóteses das relações de preferência e as propriedades das curvas de indiferença.

Economicamente. Viola o axioma da exaustão c) Quanto mais toca piano. Propriedade 3: Curvas de indiferença para NE representam níveis de satisfação mais elevados. A. Diga. à medida que sacrifica sucessivas unidades de outro. Esta hipótese é meramente técnica. Propriedade 4: As curvas de indiferença são convexas em relação à origem. Hipótese da continuidade Os cabazes que são preferidos ou indiferentes a um determinado cabaz e os cabazes que são menos preferidos ou indiferentes formam conjuntos fechados. escolhe os primeiros.Hipótese da convexidade Sejam 3 cabazes. o Diogo já não estuda mais nenhuma. esta hipótese relaciona-se com a necessidade de um consumidor ser compensado com maiores quantidades de um bem.2. Ou seja: a taxa marginal de substituição no consumo entre dois bens é decrescente. Propriedade 1: As curvas de indiferença têm inclinação negativa. B e C tais que B é pelo menos tão bom como A e C é estritamente preferido a A. Viola a hipótese da convexidade d) Depois de quatro horas de estudo. Represente graficamente os mapas de indiferença para os seguintes casos: a) Dois bens económicos 8 . Viola a hipótese da convexidade A.2.3. mais a Catarina gosta de tocar. de entre as situações seguintes. Propriedade 2: As curvas de indiferença nunca se intersectam. aquelas que violam os axiomas e hipóteses que regem as preferências. a) A Isabel gosta mais de chocolates que de caramelos e prefere caramelos a rebuçados.4. Propriedade 5: As curvas de indiferença são densas em todo o espaço de bens. mas entre rebuçados e chocolates. Viola a hipótese da monotocidade e) A Beatriz começou a gostar mais de ir à praia depois de ir muitas vezes. Viola o axioma da transitividade b) O Francisco não sabe se gosta mais de duas horas de vela ou três de natação. A. A hipótese da convexidade implica que qualquer combinação linear dos cabazes B e C é preferível a A.

bem bem b) Um bem e um mal económico bem mal c) Um bem económico e um neutro bem neutro d) Existência de um ponto de saciedade 9 .

Represente as preferências dos consumidores para os seguintes casos.2. verificando em cada um se se tratam de preferências bem comportadas.y x e) Bens complementares y x f) Bens substitutos y x A.5. 10 . a) O Gonçalo bebe sempre um café com um copo de água.

mas bebe toda a Coca-Cola que lhe servirem. 6 5 4 liso 3 2 1 0 0 1 2 3 pautado 4 5 6 c) Ao almoço.6 5 copos de água 4 3 2 1 0 0 1 2 3 cafés 4 5 6 b) A Graça é indiferente entre utilizar papel A4 pautado e papel A4 liso. coca-cola 0 40 80 120 160 200 240 carne 280 320 360 400 440 d) O Pedro é indiferente entre jogar uma hora de futebol ou duas horas de ténis. 11 . a Maria não consegue comer mais de 220 gramas de carne.

mas bebe todo o leite que lhe servirem. U = −3 + x + y iii.5 8 torradas A.5 y 0.5 1 0.5 7 7.5 5 5.5 1 1.5 4 3 ténis 2 1 0 0 0.6.5 2 2. y} 12 .2. U = x 0. 4 3. Ao lanche.5 açúcar 2 1.5 ii. Considere as seguintes funções utilidade: i. leite 0 0.5 1 futebol 1.5 6 6.5 3 3. não consegue comer mais de 4 torradas.5 4 4. Carlota bebe sempre cada chávena de chá com meio pacote de açúcar.5 e) A D. U = min{x.5 3 2.5 2 2.5 0 0 1 2 3 chá 4 5 6 f) A Joaninha adora leite com torradas.

x = 1 V = +x + y Não tem V = min{3x.2 ) ⇒ U = 2 × 5 0.5y −0.5 × y 0.5 y 0.5x −0.5 A.5 em que x = n. de forma a manter o mesmo nível de satisfação? (5 .5 y 0.5 y −0.5 = 4 ⇔ ⇔ y= y= 1 x 4 x O conceito aqui subjacente é o de curva de indiferença.5 y 0. b) Admita que este consumidor se encontra actualmente a consumir 5 litros de gás por dia e 0. U = x 0. Qual a quantidade de electricidade que teria de sacrificar.2 0.5 a) Cobb-Douglas U = −3 + x + y U = min{x. Qual o conceito subjacente? U=2 U=4 ⇔ ⇔ 2 x 0.5 TMS y.iv.3y} TMS y. se quisesse consumir um litro adicional de gás.x = 2 y V = x2 + 2 x y + y V = 2 x 0.5 = 2 ⇔ y =16 2 = 2 × 6 0.5 y 0. d) Determine a taxa marginal de substituição de y por x.º de litros gás/dia e y = n. 0.5 × 0.5 y 0. c) Calcule as utilidades marginais.5 Umg y = 0.5 y 0. a) Identifique as diferentes combinações de x e y que permitem ao consumidor atingir o nível de utilidade de 2 e 4.º Kw/hora.2 Kw/hora. e) Encontre uma função que represente as mesmas preferências.5 13 . b) Represente o mapa de indiferença.5 Umg x = 1 Umg y = 1 Umg x = 0 Umg y = 0 Umg x = 1 Umg y = 0. y} U=x+ y Substitutos perfeitos Complementares Quasi-lineares b) U1 U1 bem U2 U3 bem U1 U2 U3 U1 U2 U3 bem U2 U3 bem bem bem c) d) e) Umg x = 0.7. U = x + y Para cada uma delas: a) Indique o tipo de preferências.5x 0.2.x = y x TMS y.5 = 2 2 x 0. A utilidade que um consumidor retira da utilização de gás e de electricidade é dada pela função U = 2 x 0.

y = ⇒ ⇔ U = 4 + ln 12 ≈ 6. Ana Filipa Sofia Margarida Teresa Bernardo V = 1000 xy W = xy Z = −1/ (xy + 1) F = xy − 10000 G = x/y H = x (y + 1) Ana Filipa Sofia Margarida Teresa Bernardo TMS x.12 ) 48 = 8 x ⇔ ⇒ U = 4 × 12 = 48 x=6 b) Calcule a TMS x.A.12 ) 6.y . a) Suponha que inicialmente consome 4 unidades do bem x e 12 unidades do bem y.2 ∂x 1 =0 Umg y 1 y 1 = = Umg x 1 y O consumo do bem x não influencia a taxa a que o António se dispõe a trocar os bens.y = TMS x.48 = x + ln 8 TMS x. (x.y 1000 x x = 1000 y y x = y − 1 y (x y ) x y − x y2 x =− 1y y x y +1 TMS x.2. y ) = (4.y = TMS 2.y Umg y x TMS x.8.y = TMS x.y = TMS x.48 x ≈ 4. Se passar a consumir 8 unidades do bem y. 14 .y = = → >0 Umg x y ∂x c) Responda novamente às alínea a) e b) admitindo que as preferências do António são descritas por U = x + ln y . O António tem uma função de utilidade U = x y .1 = − 1 x (x y )−2 −2 = x y A Teresa e o Bernardo não têm as mesmas preferências do António. d) De entre os seus amigos.41 → ∂TMS 1. O que acontece ao valor desta taxa quando o António aumenta o consumo do bem x? ∂TMS x. quem tem as mesmas preferências que o António? Considere o quadro abaixo e a função utilidade inicial. quantas unidades terá de consumir do bem x de modo a que a sua utilidade de mantenha constante? (x. y ) = (4.

A e B. Mas se tem utilidade superior não pode. Mas se está acima e à direita. A frase é verdadeira. conforme mostrado na figura. por definição. o axioma da transitividade e a hipótese da monoticidade. 15 . Ou seja. por definição. Como C e B estão na mesma curva de indiferença são. indiferentes entre si. então C será preferido a A porque tem o mesmo de um dos bens.2. Então B deveria. Mas B e A estão sobre a mesma curva de indiferença.A. A C B=D U1 U0 Por definição. Se é falsa é porque a linha diagonal (no espaço dos bens) que passa pela origem pode cruzar cada curva de indiferença mais que 1 vez. c) Se dois bens forem substitutos perfeitos então a taxa marginal de substituição ou é igual a zero ou é infinito. E uma curva de indiferença bem comportada é aquela que respeita. mas mais do outro. sendo as preferências transitivas. pela hipótese da monotocidade. então a utilidade marginal associada a cada um deles é constante.9. Logo. diferentes curvas de indiferença representam diferentes níveis de utilidade. ser preferível a A. as preferências não violarem o axioma da monoticidade. significando isso que são indiferentes. implica uma utilidade superior. no gráfico. estar sobre a mesma curva de indiferença. Vamos admitir que a cruza em dois pontos distintos. logo não podem ser bem comportadas. Comente as seguintes afirmações: a) Não é possível que duas curvas de indiferença «bem comportadas» se cruzem. também é constante a taxa marginal de substituição. b) Se as preferências forem monotónicas. Para prová-lo assumamos que a frase é falsa ou seja que duas curvas de indiferença bem comportadas se podem cruzar. então a linha diagonal (no espaço dos bens) que passa pela origem cruza cada curva de indiferença apenas 1 vez. Então. então representa um cabaz com mais de ambos os bens o que. a frase tem de ser verdadeira. duas curvas de indiferença que se intersectem violam o axioma da transitividade e a hipótese da monotocidade. Consideremos que a frase é falsa. Se dois bens são substitutos perfeitos. então um destes pontos tem de estar acima e à direita do outro. Se. entre outros. Se A e B estão sobre a diagonal.

é preciso que a utilidade marginal seja decrescente. e) Para que a taxa marginal de substituição no consumo seja decrescente. para obterem mais unidades daqueles que. Ou seja. TMS y.x = Umg x . Mas isso significa uma preferência dos consumidores por diversificação. para que a taxa Umg y marginal de substituição seja decrescente a utilidade marginal de y terá de ser crescente. 16 . Se x tiver uma utilidade marginal constante. para renunciar a uma unidade do outro bem. detêm em menor quantidade. quanto maior a quantidade de um bem um consumidor possuir. Esta hipótese estabelece que. Portanto. geralmente. d) A convexidade estrita das preferências pode ser entendida como uma expressão formal de uma preferência dos consumidores por diversificação. naquele momento. tanto mais exige receber desse bem. os consumidores estão. Frase falsa como facilmente se constata pela análise do seguinte contra-exemplo. a frase é falsa. ao longo de qualquer curva de indiferença.Se esta for zero ou infinito é porque uma das utilidades marginais é zero ou infinito. Mas isso não faz sentido. dispostos a prescindir de bens que já possuem em grande quantidade. A convexidade das curvas de indiferença decorre da hipótese de taxa marginal de substituição (TMS) decrescente.

y ⎨ ⎪ ⎩s. determine a escolha óptima.6 .y ⎨ ⎪ ⎩s.5 λPy ⎨ 2.4 y 0.5 = λPy ⎨2.5 × 5 0.5 x y ⎪ m − Px x − Py y = 0 ⎪ ⎩ ⇔ ⎧ y Px ⎪x = P y ⎨ ⎪P x + P y = m y ⎩ x Px ⎧ ⎪y = P x y ⎨ ⎪P x + P x = m x ⎩ x ⇔ ⎧2.5 y 0. avalie a taxa marginal de substituição no ponto óptimo.a.5 − λPx = 0 ⎪ ⎪ 0. Px x + Py y = m ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ → Γ = 5x 0.4 y 0.5 λPx = ⎪ 0.5 y 0. Px = 1 . 5 m ⎪x = ⎪ Px ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 2 ⎪ ⎨Py = 10 ⎪ ⎩m = 100 0.2 Umg y (25. Py = 6 .3.5 m ⎧ ⎪y = P ⎪ y ⎨ 0 .5 ) = Umg x 5 = = 0.6 ⎪ x . a) Consumidor A: U = 5x 0.5 + λ m − Px x − Py y ( ) ⇔ ⇔ ⎧5 × 0.5 x y ⎪P x + P y = m y ⎩ x Px ⎧ ⎪y = P x y ⎪ ⎨ ⎪P x + P Px x = m y ⎪ x Py ⎩ ⇔ ⇔ ⇔ 0.5 − 0.1.5 × 100 ⎧ =5 ⎪y = ⎪ 10 ⎨ ⎪x = 0. A ESCOLHA ÓPTIMA DO CONSUMIDOR A.5 x −0.5 × 100 = 25 ⎪ 2 ⎩ ⇒ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 5 × 25 0. Py = 10 .5 − λPy = 0 ⎨5 × 0.5 ) 25 b) Consumidor B: U = 2 x 0. deduza as funções procura de ambos os bens.3.5 − 0.5 y 0.5 y 0.9 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO TMS y. Para cada um dos consumidores i.5 x −0. Px x + Py y = m → Γ = 2x 0.5 .A.5 y 0.x (25. e iv.5 ⎪ x .5 y 0. m = 100 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = 5x 0.5x y ⎪ P x + Py y = m ⎪ ⎩ x Px ⎧ ⎪y = P x y ⎨ ⎪P x + P y = m y ⎩ x ⇔ ⎧ 2. ii.5 = λPx ⎪ ⎪ 0.4 y 0. iii. m = 50 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = 2 x 0.a. Px = 2 .5 ≈ 55.5 − 0.6 + λ m − Px x − Py y ( ) 17 .5 x −0. calcule o nível de satisfação.

6 = λPx ⎪ ⎪ 0.5 ) 3 × 20 6 c) Consumidor C: U = x 3 y 2 .4 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 2×5 1 TMS y.4 m .4 λPy ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ . 6 m ⎪x = ⎪ Px ⎩ TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO 18 .5 Px x = m y x ⎩ ⎪ x ⎪ Py Px ⎩ ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 0. Px x + Py y = m ⎧3 x 2 y 2 − λPx = 0 ⎧3 x 2 y 2 = λPx ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 3 ⎪ ⇔ ⎨2 x 3 y = λPy ⇔ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨2 x y − λPy = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪m P x P y 0 ⎪ P x + Py y = m − x − y = ⎩ ⎪ ⎪ ⎩ ⎩ x ⎧3 x 2 y 2 2 Px ⎧ ⎧ 3y Px λPx = y= x = ⎪ ⎪ ⎪ 3 3 Py λPy ⇔ ⎨ 2 x Py ⇔ ⇔ ⎨ ⎨ 2x y ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m y y y ⎩ x ⎩ x ⎩ x ( ) 2 Px ⎧ 2 Px ⎧ ⎪y = 3 P x ⎪y = 3 P x y ⎪ ⎪ y ⇔ ⎨ ⎨ 2 P 2 x ⎪P x + p x = m ⎪P x + p x=m y x x ⎪ ⎪ x 3 P 3 ⎩ y ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 0.2 x y ⎪ ⎪Px x + Py y = m ⎩ ⇔ ⇔ ⎧ 0. Px = 1.4 = λPy ⎨1.5 Px x = m ⎪P x + 1 ⎪x = 0.6 y 0.6 − λPx = 0 ⎪ ⎪ 0.4 x −0.6 × 50 ⎧ ⎧Px = 1 =5 ⎪y = ⎪ ⎪ 6 ⎨Py = 6 ⇒ ⎨ ⎪ ⎪x = 0.8 x −0.6 ≈ 17.6 m ⎧ ⎧ y= Px ⎧ ⎪y = 1.2 x y y y ⎨1 ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m y y y ⎩ x ⎩ x ⎩ x Px 0.6 x y ⎪ ⎪m − Px x − Py y = 0 ⎩ ⇔ ⎧0.4 − 0.4 m ⎧ ⎪y = P ⎪ y ⎨ 0 .4 − 0.5 P x 0.4 × 5 0.4 − 0.6 Px ⎧ 2 y Px ⎧ λPx = ⎪ ⎪ 3x = P ⎪y = 1.4 − λPy = 0 ⎨2 × 0.6 × 45 = 18 ⎩m = 45 ⎪ 1.5 y= = 4.5 ) Umg y (20.6 y 0. Py = 4 .5 x Py y ⎪ ⎪y = 1 ⎪ Py ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨ ⎪P x + P 1.5 P x ⎪ .8 x −0.a.5 2 = 118098 ⇔ 0.5 ⎪ ⎪ 4 ⎪ ⇒ ⎨ ⎨Py = 4 ⎪ ⎪x = 0.5 .6 y 0.x = = = (20.⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ ⎧2 × 0. m = 45 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = x 3 y 2 ⎪ x .y → Γ = x 3 y 2 + λ m − Px x − Py y ⎨ ⎪ ⎩s.4 × 50 = 20 ⎪ ⎩m = 50 1 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 2 × 20 0.5 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 18 3 × 4.4 × 45 ⎧ ⎧Px = 1.

12 ) Umg y (0.a.x = = (0. Px = 1 .0 ) Umg y (60.x (18.0 ) 3 e) Consumidor F: U = 5x + 2 y . Px x + Py y = m → ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 1 Px ⎪ = 0. ⎥ 3 Py ⎪⎢ ⎣ Py ⎥ ⎦ ⎪m 2 Px ⎪ < ⎪ 3 Py ⎩ Py max U = 2 x + 3y ⎧ ⎪ x . Px x + Py y = m → ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 3 Px ⎪ =3 ⎨Py = 1 ⇒ Py ⎪ ⎩m = 12 NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 5 × 0 + 2 × 12 = 24 ⇒ TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 5 TMS y.12 ) 2 f) Consumidor G: U = 3x + 4 y .5 = = 0. Py = 1 . ⎥ 3 Py ⎪⎣ Px ⎦ ⎪ 2 Px ⎪0 < 3 Py ⎪ ⎩ 2 Px ⎧ > ⎪0 3 Py ⎪ ⎪⎡ m⎤ 2 Px ⎪ = y = ⎨ ⎢0 .TMS y.375 Umg y (18. Px = 3 .5 ) = Umg x 3 × 4.y ⎨ ⎪ ⎩s. Py = 4 .a.25 ⎨Py = 4 ⇒ Py ⎪ ⎩m = 60 NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 2 × 60 + 3 × 0 = 120 ⇒ 60 ⎧ = 60 ⎪x = 1 ⎨ ⎪ ⎩y = 0 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 2 TMS y. m = 150 FUNÇÕES PROCURA 19 . m = 60 FUNÇÕES PROCURA ⎧m 2 Px > ⎪P 3 Py x ⎪ ⎪⎡ m ⎤ 2 Px ⎪ = x = ⎨ ⎢0 .y ⎨ ⎪ ⎩s. ⎥ = P 2 Py x ⎦ ⎪⎣ ⎪ 5 Px ⎪0 < 2 Py ⎪ ⎩ ⎧x = 0 ⎪ 12 ⎨ y= = 12 ⎪ 1 ⎩ 5 Px ⎧ > ⎪0 2 Py ⎪ ⎪⎡ m⎤ 5 Px ⎪ y = ⎨ ⎢0 .4.5 ) 2 × 18 d) Consumidor E: U = 2 x + 3y . m = 12 FUNÇÕES PROCURA ⎧m 5 Px > ⎪P 2 Py ⎪ x ⎪⎡ m ⎤ 5 Px ⎪ x = ⎨ ⎢0 . ⎥ = P 2 Py ⎢ ⎥ y ⎦ ⎪⎣ ⎪m 5 Px ⎪ < ⎪ P 2 Py ⎩ y max U = 5x + 2 y ⎧ ⎪ x .4. Py = 8 . Px = 6 .x = = (60.

Px x + Py y = m → ⎧m 3 Px > ⎪P 4 Py ⎪ x ⎪⎡ m ⎤ 3 Px ⎪ x = ⎨ ⎢0 .y ⎨ ⎪ ⎩s. Py = 2 .5y ⎨ ⎩2. 25] ⎨ ⎩y ∈ [0 . 5y} ⎧ ⎪ x .5 Px ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 72 ⎧ ⎧Px = 2 x= = 12 ⎪ 2 + 0.max U = 3x + 4 y ⎧ ⎪ x . y} . 5y} . Px x + Py y = m ⎧x = 2. ⎥ = 4 Py ⎪⎣ Px ⎦ ⎪ 3 Px ⎪0 < 4 Py ⎪ ⎩ ⎧x ∈ [0 .4 P x y ⎪ ⎨ m ⎪y = ⎪ p y + 2.a.8} = 24 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Não faz sentido h) Consumidor I: U = min {3x .5y ⎨ ⎩Px x + Py y = m TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 3 TMS y.a.a. m = 48 FUNÇÕES PROCURA max U = min {3x . y} ⎧ ⎧3x = y ⎪ x .18.8 ⎩m = 72 ⎪ 10 + 2.4 × 10 ⎪ ⎪ ⎨Py = 10 ⇒ ⎨ 72 ⎪ ⎪y = = 4.75] 3 Px ⎧ > ⎪0 4 Py ⎪ ⎪⎡ m⎤ 3 Px ⎪ y = ⎨⎢0 . 5 × 4. m = 72 FUNÇÕES PROCURA max U = min {2 x .5 × 2 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = min {2 × 12 .5y ⎪ m ⇔ ⎨y = ⎪ p y + 2.x = = Umg y 4 ⇔ ⇔ ⎧x = 2. ⎥ = 4 Py ⎢ Py ⎦ ⎥ ⎪⎣ ⎪m 3 Px ⎪ < ⎪ 4 Py ⎩ Py ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 6 Px 3 ⎪ ⇒ = ⎨Py = 8 Py 4 ⎪ ⎩m = 150 NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 3 × 25 = 75 ⇒ g) Consumidor H: U = min {2 x . Px x + Py y = m 3m ⎧ ⎧y = 3x ⎪y = P + 3 P x y ⎪ ⎪ m ⇔ ⎨ ⎨x = m ⎪ ⎪x = p x + 3 Py ⎩ ⎪ + p 3 Py x ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA ⎧y = 3x ⎨ ⎩Px x + 3 Py x = m ⇔ ⇔ 20 .y → ⎨ ⎪ ⎩s.y → ⎨ ⎨ ⎩Px x + Py y = m ⎪ ⎩s. Px = 2 .5 Px y + Py y = m ⇔ ⎧2 x = 5y ⎨ ⎩Px x + Py y = m ⎧x = 2. Px = 6 .5 Px ⎩ m ⎧ ⎪x = P + 0. Py = 10 .

a. Px = 10 . y} ⎧ ⎧2 x = y ⎪ x . m = 100 FUNÇÕES PROCURA max U = min {2 x . 25} = 25 Não faz sentido ⎧y = 2 x ⎨ ⎩Px x + 2 Py x = m ⇔ ⇔ TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO j) Consumidor K: U = 4 x + ln y .12} = 12 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Não faz sentido i) Consumidor H: U = min {2 x .5 P y x ⎪ ⎪ m ⇔ ⎨ ⎨x = m ⎪ ⎪x = p x + 2 Py ⎩ ⎪ p x + 2 Py ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 100 ⎧ ⎧Px = 4 y= = 25 ⎪ ⎪ 2 + 0.5 FUNÇÕES PROCURA max U = 4 x + ln y ⎧ ⎪ x .3 × 48 ⎧ ⎧Px = 6 y= = 12 ⎪ ⎪ ⎪ 6 + 3×2 ⎨Py = 2 ⇒ ⎨ 48 ⎪ ⎪x = =4 ⎪ ⎩m = 48 6 + 3×2 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = min {3 × 4 . Px x + Py y = m m ⎧ ⎧y = 2 x ⎪y = P + 0.y → Γ = 4x + ln y + λ m − Px x − Py y ⎨ s . m = 62. Px = 4 .5 × 4 ⎪ P = 2 ⇒ ⎨ y ⎨ ⎪ ⎪x = 100 = 12.5 .y → ⎨ ⎨ ⎩Px x + Py y = m ⎪ ⎩s.5 = m 100 ⎩ ⎪ 4 + 2×2 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = min {2 × 12. y} . Py = 1 . a . Py = 2 . P x + P y = m ⎪ x y ⎩ ⎧4 − λPx = 0 ⎧4 = λPx ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ −1 ⎪ ⎪ ⇔ ⎨y −1 = λPy ⇔ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨y − λPy = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪ ⎪ ⎩ ⎩m − Px x − Py y = 0 ⎩Px x + Py y = m λPx Px Px ⎧ 4 ⎧ ⎧ ⎪ −1 = λP ⎪4 y = P ⎪y = 4 P ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ y y y ⎨y ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m y y y ⎩ x ⎩ x ⎩ x P ⎧ Px ⎧ y= x Px ⎧ ⎪ y = y 4 Py ⎪ ⎪ = 4P ⎪ 4 Py ⎪ ⎪ ⎪ y ⇔ ⇔ ⎨ ⎨ ⎨ P m− x ⎪P x + Px = m ⎪ ⎪P x + p Px = m x y 4 x ⎪ ⎪x = ⎪ 4 Py 4 ⎩ ⎩ ⎪ P x ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA ( ) 21 .

5m = 14 P 2 ⎨ y Py ⎪ ⎩m = 28 NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 14 + 0.5 × 0 2 = 14 ⇒ ⎧x = 0 ⎨ ⎩y = 14 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 0 = = =0 TMS y.5m 2 2 Px 2 se Px Py ≤ 0. m = 28 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = y + 0.5 = x ⎪0.y → Γ = 3x + 12 y 0.5 .5m ⎧0 y=⎨ ⎩m Px 2 se Px Py ≤ 0.5 ≈ 24.14 ) Umg y (0.5 ⎪ ⎪ − λPy = 0 ⇔ ⎨6 y − 0.5 = λP y ⎨ 6y ⎪P x + P y = m y ⎩ x ⇔ P ⎧ − 0.5 + λ m − Px x − Py y ⎨ s . Px = 2 .y → ⎨ s .5 .5 ) Umg y (6. Px = 6 .5 ⎪ ⇒ ⎨ 10 62. a .x = = = 10 (6.10 ⎧ ⎪y = 4 × 1 = 2.5 ⎪ x .5 = λPy ⇔ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨6 y ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪ ⎪ ⎩ ⎩m − Px x − Py y = 0 ⎩Px x + Py y = m ( ) λPx ⎧ 3 ⎪ −0.x (0. Py = 0. Py = 2 .5 ) 2.5 −1 k) Consumidor L: U = y + 0.5m Py ( ) ⇒ u2 = 0.5m 2 se Px Py ≥ 0.5x 2 . a . P x + P y = m ⎪ x y ⎩ ⎧x = 0 m ⇒ u1 = ⎨ Py ⎩y = m Py u1 > u 2 ⎧m Px x=⎨ ⎩0 ⇔ m 0. P x P y m + = ⎪ x y ⎩ ⎧3 − λPx = 0 ⎧3 = λPx ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ −0.5m 2 se Px Py ≥ 0.2.2.14 ) 1 l) Consumidor M: U = 3x + 12 y 0.5m 2 > 2 Py Px solução de canto : x = 0 ∧ y = m Py ∨ (x = m Px ∧ y = 0 ) ⎧x = m Px ⎨ ⎩y = 0 ⇔ 2 Px > 0.9 ⎧Px = 10 ⎪ ⎨Py = 1 ⎪ ⎩m = 62.5 x 2 ⎪ x .5 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 4 TMS y.5y Py ⎨ ⎪P x + P y = m y ⎩ x ⇔ 2 ⎧ ⎛ Px ⎞ ⎪ ⎜ ⎟ = y 4 ⎪ ⎜ Py ⎟ ⎨ ⎝ ⎠ ⎪ ⎪ ⎩Px x + Py y = m ⇔ 22 .5m ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 6 2 Px ⎪ = ⇒ = 18 > 0. m = 100 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = 3 x + 12 y 0.5 − ⎪ 4 =6 ⎪x = 10 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 4 × 6 + ln 2.

5 2λ ⎪ 0.5 = λ ⎨5 x y ⎪ ⎩2 x + y = 100 ⎧y = 2 x ⎨ ⎩2 x + 2 x = 100 ⇔ ⇔ ⎧y = 2 x ⎨ ⎩x = 25 ⎧y = 50 ⎨ ⎩x = 25 23 .5 y 0.5 ⎪x = = 34 ⎪ 2 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 3 × 34 + 12 × 64 0.5. Px = 2 e Py = 1 . a Joana trocará Y por X.5 y 0.75 ) A Joana dispõe-se a trocar 6 unidades de Y por 1 de X.5 −0. A Joana tem a seguinte função de utilidade: U = 10 x 0.5 = 2λ ⎪ ⎪ 0.64 ) 6 × 64 − 0.5 − 2λ = 0 ⎪ ⎪ 0.X nesse cabaz de dotações iniciais? Como se compara com os preços relativos? Se a Joana puder realizar trocas no mercado.5 y 0.5 ⇒ ⎨ 22 ⎪ = ⎪ 100 − 4 ⎩m 100 0.3. respectivamente.5 unidades do bem X e 75 unidades do bem Y.5 y 0.a.5 + λ (100 − 2 x − y ) ⎧5 x −0.75 ) x (12. exigem 2 unidades de Y.5 −0.x (12.5 −λ = 0 ⎨5 x y ⎪100 − 2 x − y = 0 ⎪ ⎩ ⇔ ⎧y ⎪ =2 ⎨x ⎪ ⎩2 x + y = 100 ⇔ ⇔ ⇔ ⎧ 5 x −0. b) Qual o cabaz semanal óptimo da Joana? ⎧max U = 10 x 0.64 ) Umg y (34. a) Suponha que a Joana detém hoje 12.5 =λ ⎨5x y ⎪2 x + y = 100 ⎪ ⎩ ⎧y = 2 x ⎨ ⎩2 x + y = 100 ⇔ ⎧5 x −0.5 ⎟ = 64 ⎧Px = 2 ⎪ ⎝ ⎠ ⎪ ⎪ ⎨Py = 0. No mercado.5.x (34.y ⎨ ⎪ ⎩s.5.5 e aufere 100 euros por semana que gasta no consumo dos bens X e Y. TMS y. que trocas tenderá ela a fazer? Explique a lógica do seu raciocínio.5 y 0.5 A.5 y 0. para ter 1 unidade adicional de X.2.5 ⎪ x . 2 x + y = 100 ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ → Γ = 10x 0.75 ) = Umg x P y = =6> X =2 PY Umg y (12. Logo. ambos denominados em euros.2 ⎧ ⎛ ⎞ ⎪y = 4⎜ Px ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎪ ⎝ ⎠ ⎪ ⎨ ⎪ ⎛P ⎪Px x + 4 Py ⎜ x ⎜ Py ⎪ ⎝ ⎩ ⎞ ⎟ =m ⎟ ⎠ 2 ⇔ 2 ⎧ ⎛ ⎞ ⎪y = 4⎜ Px ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎪ ⎪ ⎝ ⎠ ⎨ 2 ⎪ Px =m ⎪Px x + 4 Py ⎪ ⎩ ⇔ 2 ⎧ ⎛ ⎞ ⎪y = 4⎜ Px ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎪ ⎝ ⎠ ⎪ ⎨ P2 ⎪ m−4 x Py ⎪ ⎪x = Px ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 2 ⎧ ⎛ 2 ⎞ ⎪ = ⎜ ⎟ y 4 ⎜ 0.5 − 0. Qual a TMS Y. cujos preços são.5 = 198 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 3 = = =4 TMS y.

4. y ) = (100 .5 Py 2 0. 25) . sujeitos à restrição orçamental 5 x + 4 y ≤ 100 . Se para este consumidor os bens 1 e 2 forem substitutos perfeitos.54 = ∂U ∂m A.5 = 2λ ⎪ ⎨x = 25 ⎪y = 50 ⎩ ⇒ 5 × 25 − 0. Sabendo que p1 / p 2 = 1 .x = P 3 1 = 4 > x = = 1.3. então x0 pode ser a escolha do consumidor desde que corresponda a um cabaz em que todo o rendimento é gasto no bem 1. os bens x e y são substitutos.3. adquire os bens aos preços Px = 1 e Py = 2 e dispõe de 100 unidades monetárias de rendimento. para um determinado consumidor. b) Suponha que uma guerra obriga a um esquema de racionamento do bem X. 24 . a) Indique. Para este consumidor. Caso contrário. y ) = (50 . Suponha que. a escolha óptima de consumo.5 = 2λ ⇔ λ ≈ 3. de acordo com o qual cada consumidor só pode adquirir 50 unidades desse bem. Seja o José Pedro com a seguinte função de utilidade U = 2 x y . a) Determine os consumos óptimos de X e Y.5 y 0.3.5 . x0 não será o cabaz óptimo e este consumidor dispõe-se a trocar o bem 2 pelo bem 1. logo o cabaz óptimo será afectar todo o rendimento ao consumo do bem x: (x. c) Responda de novo à questão anterior admitindo que. O bem x tem maior utilidade marginal e tem menor custo. sem efectuar cálculos. a taxa marginal de substituição avaliada na combinação de consumo x0 é TMS1.5 × 50 0. y ) = ⎜ . Em caso de ( ) resposta negativa. o preço do bem X sobe para 3 unidades monetárias.c) Qual a utilidade marginal do rendimento da Joana? ⎧5 x −0. portanto o cabaz óptimo será (x.5. 0 ) . diga se este cabaz será escolhido pelo consumidor. TMS y. indique que tipo de trocas estará ele disposto a efectuar.25 ⎛ 100 ⎞ A solução óptima continua a ser gastar todo o rendimento em 1: (x.25 y . Qual é a escolha óptima do consumidor? O consumidor continua a escolher o máximo que puder de x.2 x 0 = 0.0⎟ ⎠ ⎝ 3 A.3. em vez do esquema de racionamento. A. Um consumidor tem preferências descritas pela função utilidade U = x + 0.

U = 2x y ⎧ ⎪max x . 5 x 4 y 100 ⎩ ⎧2 y = 5λ ⎧2 y − 5λ = 0 ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎪ ⎪ ⇔ ⎨2 x = 4 λ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨2 x − 4 λ = 0 ⎪5x + 4 y = 100 ⎪100 − 5x − 4 y = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⎩ ⎩ ⎧y = 1.25x = 100 ⎩5x + 4 y = 100 ⎩5x + 4 × 1 b) Suponha.y → Γ = 2x y + λ (100 − 5x − 4 y ) ⎨ + = ⎪ s . já se viu anteriormente 25 . não é solução.5 ⇔ ⎨ ⎨ ⎩x = 10 ⎩x = 10 a um sistema de racionamento.25x ⎧y = 12. ƒ Se μ = 0 ⎧(1) : 2 y − 3λ = 0 ⎨ ⎩(2 ) : 2 x − 6λ = 0 λ(100 − 9λ − 9λ ) = 0 μ=λ=0 ⇔ ⎧2 y = 3λ ⎨ ⎩2 x = 6λ ⇔ .5μ Substituindo em (6) vem: μ(80 − 0.5μ ) = 0 μ=0 μ = 80 ⇒x=y=0 ⇒ x = y = 40 μ = 0 ∨ μ = 80 → não é solução ⇒ 3 × 40 + 6 × 40 = 360 → viola (3).5μ − 0. não se pode recorrer ao método dos multiplicadores de Lagrange.5μ ⎨ ⎩x = 0. Tem de se fazer uso das condições de Kuhn-Tucker: ⎧(1) : ⎪(2 ) : ⎪ ⎪(3) : ⎪ ⎪(4 ) : ⎨ ⎪(5) : ⎪(6 ) : ⎪ ⎪(7 ) : ⎪(8 ) : ⎩ 2 y − 3λ − μ = 0 2 x − 6λ − μ = 0 3x + 6 y ≤ 100 x + y ≤ 80 λ(100 − 3x − 6 y ) = 0 μ(80 − x − y ) = 0 λ≥0 μ≥0 ƒ Se λ = 0 ⎧(1) : 2 y − μ = 0 ⎨ ⎩(2 ) : 2 x − μ = 0 ⇔ ⎧2 y = μ ⎨ ⎩2 x = μ ⇔ ⇔ ⎧y = 0.25x ⎧y = 1. que o José Pedro está sujeito ⇔ ⎧ 2 y 5λ = ⎪ ⎨ 2x 4λ ⎪ ⎩5x + 4 y = 100 ⇔ ⎧y = 1. ⎨ ⎪ ⎩x + y ≤ 80 ⎩ Γ = 2x y + λ(100 − 3x − 6 y ) + μ(80 − x − y ) → As restrições sobre as variáveis não se podem exprimir com equações.25x ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ . agora. a . Assim. existindo um racionamento total de 80 senhas. Os preços das senhas de X e Y são 3 e 6. Poderá resolver-se a questão pelo método dos multiplicadores de Lagrange? Porquê? Serão ambas as restrições activas no cabaz óptimo? ⎧max U = 2 x y x . Determine os novos consumos óptimos.y ⎪ ⎪ ⎨ ⎧3x + 6 y ≤ 100 ⎪s.5λ ⎧y = 1 ⎨ ⎩x = 3λ Substituindo em (5) vem: ⇔ λ = 0 ∨ λ = 100 18 → não é solução. respectivamente.a.

a bens substitutos perfeitos. eles escolhem o mesmo cabaz. Ou seja. Os preços são Px = 2 e Py = 1 . c) Faça a representação gráfica dos dois equilíbrios. y ) = x α y β . 26 . este exemplo demonstra que a frase é falsa. por exemplo. ou seja. não apresentam a mesma TMS pelo que as suas preferências não são idênticas. A frase é falsa.m. ⇔ ⎧100 − 3x − 6 y = 0 ⎨ ⎩80 − x − y = 0 ⇔ ⎧x = 380 3 ⎨ ⎩y = − 140 3 Portanto. Embora seja verdadeira para preferências bem comportadas. não se aplica.3. 25 3) e μ = 0 . (x . y ) = (50 3 .λ= 100 18 ⎧x = 50 3 ⇒⎨ ⎩y = 25 3 ⇒ 50 25 + = 25 → não viola (4) 3 3 ƒ λ . Portanto. b) Dois indivíduos com cabazes de consumo idênticos têm certamente preferências idênticas. Para ambos os consumidores a escolha óptima será x = 0 e y = 0 . Considerem-se dois consumidores cujas preferências são dadas por U = x + 2 y e U = x + 3y e que dispõem ambos de 100 u.6. No entanto.78 X0 X1 20 40 60 80 100 x A. Comente as seguintes afirmações: a) A escolha óptima do consumidor caracteriza-se pela igualdade entre a taxa marginal de substituição e o rácio dos preços. y 85 80 75 70 65 60 55 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 0 RO a) RO b) RO b) U=250 U=277.μ > 0 ⎧(5) : λ(100 − 3x − 6 y ) = 0 ⎨ ⎩(6 ) : μ(80 − x − y ) = 0 Também não é solução. a restrição do racionamento total de 80 senhas não é activa. a percentagem de rendimento gasta no consumo do bem Y é sempre igual a β . c) Se a função utilidade de um consumidor é do tipo U(x.

1. f) Se dois bens são substitutos perfeitos e TMS x. 27 .y > Px Py . Se dois bens são complementares perfeitos serão consumidos sempre na mesma proporção o que não significa que se consuma igual quantidade de ambos. A frase é. obviamente. y ) = x α y β a percentagem de rendimento gasta no consumo do bem Y será sempre igual a β .3. pois com uma função utilidade do tipo U(x.1.A frase é falsa. A frase é verdadeira.a. como tal. não compensa comprá-lo. E. então.x é menor que o preço relativo de x. a escolha do consumidor é sempre uma solução de canto. Como TMS y. falsa: basta ver o exemplo das alíneas j)-l) do exercício A. A frase é.x é o rácio da utilidade marginal de x e de y. Px x + Py y = m ⎧α x α −1y β − λPx = 0 ⎧α x α −1y β = λPx ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ α β ⎪ ⇔ ⎨β x α y β −1 = λPy ⇔ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨β x y − λPy = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪ ⎪ m − Px x − Py y = 0 P x + Py y = m ⎩ ⎪ ⎪ ⎩ ⎩ x ⎧ α x α −1y β β Px ⎧ α y Px ⎧ λPx ⎪ α β −1 = ⎪β x = P ⎪y = α P x λPy ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ y y ⎨β x y ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m y y y ⎩ x ⎩ x ⎩ x β Px β Px ⎧ ⎧ β Px ⎧ y= x ⎪y = α P x ⎪y = α P x ⎪ α Py y ⎪ ⎪ ⎪ y ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨ P β x ⎪P x + p ⎪P x + β p x = m ⎪⎛1 + β ⎞ P x = m x=m ⎜ ⎟ x y x x ⎪ x ⎪ ⎪ P α α⎠ α ⎩ y ⎩⎝ ⎩ ( ) β ⎧ m ⎪ α+β ⎪y = Py ⎪ ⇔ ⎨ ⇔ ⇔ α ⎪ m ⎪ α+β ⎪x = Px ⎩ d) Se dois bens são complementares perfeitos. dizer que aquela é menor que o rácio dos preços de x e de y significa que x tem um custo relativo superior à satisfação relativa que proporciona. Passando a demonstrar: α+β ⎧max U = x α y β ⎪ x .3. Como exemplo tomem-se as alíneas g)-i) do exercício A.y é maior que o preço relativo de x. o consumidor vai sempre escolher β Px ⎧ ⎪y = α P x y ⎪ ⎪ m ⎨ ⎪x = β⎞ ⎛ ⎪ ⎜1 + ⎟ Px ⎪ α ⎝ ⎠ ⎩ β Px ⎧ ⎪y = α P x y ⎪ ⎪ ⎨ m ⎪x = α + β ⎪ Px ⎪ α ⎩ β Px ⎧ ⎪y = α P x y ⎪ ⎪ α ⎨ m ⎪ α+β ⎪x = ⎪ Px ⎩ comprar igual quantidade de ambos. o consumo de X é nulo. falsa. e) Quando as preferências são quasi-lineares. Uma solução de canto é aquela em que o rendimento é gasto em apenas um dos bens. Se a TMS x. então TMS y.y → Γ = x α y β + λ m − Px x − Py y ⎨ ⎪ ⎩s.

tem-se a abordagem à Slutsky(Hicks)). g) Efeito substituição Variação na quantidade procurada de um bem. resultante da alteração do rendimento real do consumidor (se esse rendimento real estiver expresso em termos de poder de compra(nível de satisfação).4. A. Defina os seguintes conceitos: a) Curva consumo-rendimento Lugar geométrico dos cabazes de equilíbrio do consumidor correspondentes a diferentes níveis de rendimento.1. Mostre que um bem de Giffen é necessariamente inferior. d) Curva de Engel Representação da relação entre a quantidade consumida de um bem e o rendimento do consumidor. m) − x (p. a variação no consumo tem sinal oposto ao da variação no preço – o efeito rendimento pode ser negativo ou positivo. 28 .4. f) Bem de Giffen Bem cuja procura varia directamente com o seu preço. o substituição e o rendimento: Δx = Δx s + Δx n ⇔ x (p ′.A. c) Bem inferior Bem cujo consumo varia inversamente com o rendimento. m′)] Enquanto o efeito substituição tem de ser negativo – isto é. por efeito substituição. A variação no consumo de um bem devida a uma alteração do respectivo preço pode ser desdobrada em dois efeitos. m) − x (p ′. e) Curva consumo-preço Lugar geométrico dos cabazes de equilíbrio de um consumidor que resultam de variações no preço de um bem. m′) − x (p. resultante da variação no preço desse bem. mantendo-se constante o rendimento real do consumidor (se esse rendimento real estiver expresso em termos de poder de compra(nível de satisfação). m) = [x (p ′. b) Bem normal Bem cujo consumo varia proporcionalmente menos ou na mesma proporção do rendimento monetário. tem-se a abordagem à Slutsky(Hicks)).4.2. ANÁLISE DE ESTÁTICA COMPARADA A. m)] + [x (p ′. h) Efeito rendimento Variação na quantidade procurada de um bem.

A. Slutsky calcula a quantidade óptima de X. O bem X é um bem normal. X e Y. Slutsky encontra uma restrição orçamental (a verde) com o mesmo declive que a restrição orçamental final (a azul claro) mas que passa pelo cabaz inicial. o efeito rendimento tem de ter sinal positivo. relativo a um determinado consumidor. Reporte-se às abordagens de Hicks e Slutsky. Portanto. Hicks encontra uma restrição orçamental (a verde) com o mesmo declive que a restrição orçamental final (a azul claro) mas que seja tangente à curva de indiferença que também o é à restrição orçamental inicial (a azul escuro). mas o bem-estar do consumidor mantém-se. Ou seja. Dada essa restrição orçamental (a verde). Hicks determina a quantidade consumida de X num cenário em que o preço deste bem diminui. Mas um bem só tem efeito rendimento de sinal positivo se for inferior. Slutsky determina a quantidade consumida de X num cenário em que o preço deste bem diminui. Ou seja.Um bem de Giffen é aquele cuja procura ordinária varia directamente com o seu preço. ceteris paribus. Efectue as explicações que entender necessárias para acompanhar a leitura do gráfico.3. ABORDAGEM DE HICKS Para decompor a variação total em efeito substituição e efeito rendimento.4. Logo. 29 . Ora. mas o poder de compra do consumidor mantém-se. esta outra parcela tem de ser positiva. para que um bem seja de Giffen. y RO inicial RO final RO intermédia CI ES ER E1 EI E2 x ABORDAGEM DE SLUTSKY Para decompor a variação total em efeito substituição e efeito rendimento. Considere o espaço de consumo de 2 bens. Apresente uma interpretação gráfica dos efeitos substituição e rendimento numa situação em que o preço do bem X diminui. para que a soma de uma parcela negativa com outra seja positiva. a variação total tem de ter sinal positivo. Concluindo: um bem de Giffen tem de ser necessariamente inferior.

consumo-preço do bem Y iv.5m x= ⇔ x= ⇔ x = 0.5 . consumo-rendimento ii. m = 100 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO P y 2 TMS y.2 x x 10 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ ⎧ y Px ⎪TMS y.x = x ⇔ = ⇔ y = 0.x = ⎧Py y = 2 x ⎪ ⎪x = P ⎪ P ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ y y ⎨ ⎪ ⎪ ⎪2 x + P y = 100 ⎩2 x + Py y = 100 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Py y = 2 x ⇔ x = 25 ⎨ ⎩2 x + 2 x = 100 CURVA DE ENGEL DO BEM X 0. Py = 10 .4.x = ⎧Px x = 10 y ⎪ = P ⇔ ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ x 10 y ⎨ ⎩Px x + 10 y = 100 ⎪Px x + 10 y = 100 ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Px x = 10 y ⇔ y =5 ⎨ ⎩10 y + 10 y = 100 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px 2 ⎧y ⎪TMS y. Determine e represente as curvas i. de Engel do bem Y para as seguintes situações: a) U = 5x 0.5m 0. Px = 2 .5 y 0.25m 2 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y 30 .y RO inicial RO final RO intermédia ES ER E1 EI E2 x A. de Engel do bem X v.4. consumo-preço do bem X iii.

x = x ⇔ = ⇔ y = 0. m = 50 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO P 0.4 y 1 TMS y. m = 45 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO P 3y 1.x = = ⎧Px x = 6 y ⎪ Py ⇔ ⎨ ⇔ ⇔ ⎨ 2x 4 ⎨ ⎩Px x + 4 y = 45 ⎪Px x + 4 y = 45 ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Px x = 6 y ⇔ y = 4.5m 10 ⇔ y = 0.x = ⎪ ⎪ 0 .5x + P y = 45 ⎩1.x = x ⇔ = ⇔ y = 0.5m Py ⇔ y= 0.4 y = ⎪TMS y.5x + Py y = 45 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Py y = x ⇔ x = 18 ⎨ ⎩1. Px = 1 .4m 1.05m b) U = 2 x 0.y= 0.x = ⎪ P ⇔ ⎨ 0. Py = 6 .6 x 6 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ ⎧ 0.5 ⎨ ⎩6 y + 4 y = 45 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px ⎧ 3y 1. 6 x P Py ⇔ ⎨ ⇔ y ⎨ ⎪ ⎪x + P y = 50 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Py y = 1.5 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y 31 .4m 0.5 .6m y= ⇔ y= ⇔ y = 0.5x ⇔ x = 20 ⎨ ⎩x + 1.5x = 50 CURVA DE ENGEL DO BEM X 0.5 TMS y. Py = 4 .5x + x = 45 CURVA DE ENGEL DO BEM X 0.6m x= ⇔ x= ⇔ x = 0.4m x= ⇔ x= ⇔ x = 0.6 .4 y Px = ⎪TMS y.4 y 0.25 x 2x 4 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ ⎧ 3y Px ⎪TMS y.6 x ⇔ 6 y ⎨ ⎪ ⎪P x + 6 y = 50 ⎩ x ⎩Px x + Py y = m ⎧Px x = 4 y ⇔ y =5 ⎨ ⎩4 y + 6 y = 50 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px 1 ⎧ 0.6m 0. Px = 1.25x 0.5x ⎪ ⎨ ⎪ ⎩x + Py y = 50 ⇔ c) U = x 3 y 2 .4m 1 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y 0.5 = ⎪TMS y.x = ⎧ ⎪ ⎪ ⎪Py y = x Py ⇔ ⎨ 2 x Py ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎪ ⎪ ⎪1.1m 6 Py ⎧Px x = 4 y ⎨ ⎩Px x + 6 y = 50 ⇔ ⎧Py y = 1.6m 0.

5 ⇒ y = 12 − 2. Py = 8 . Py = 4 .2 ⇒ x=0 ⇒ y = 10 − 2. m = 150 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO É todo o espaço dos bens. Px = 6 .x ⇒ x = 0 1 2 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X se Px < 2.y= 0. Py = 1 .4m Py ⇔ y= 0.5 ⇒ y = 0 se Px = 2. m = 12 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO Px 3 5 = > = TMS y.x ⇒ y = 0 4 3 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X se Px < 8 3 ⇒ y = 0 se Px = 8 3 ⇒ y = 15 − 2 3 x se Px > 8 3 ⇒ x = 0 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y se Py < 1. Px = 3 .5x se Px > 2. CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X se Px < 6 ⇒ y = 0 se Px = 6 ⇒ y = 18.1m d) U = 2 x + 3y . m = 60 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO Px 1 2 = < = TMS y.4m 4 ⇔ y = 0.75x se Px > 6 ⇒ x = 0 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y se Py < 8 ⇒ x=0 32 .5x se Py > 1 .5 ⇒ y = 0 CURVA DE ENGEL DO BEM X m m x= ⇔ x= ⇔ x=m 1 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y y=0 e) U = 5x + 2 y .5 se Py = 1. Px = 1 .5 ⇒ x=0 ⇒ y = 40 − 2 3 x se Py > 1.75 − 0.2 ⇒ y = 0 CURVA DE ENGEL DO BEM X x=0 CURVA DE ENGEL DO BEM Y m m y= ⇔ y= ⇔ y =m 1 Py f) U = 3x + 4 y .5 ⇒ x = 0 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y se Py < 1.2 se Py = 1.

5Px ⇔ y= m 15 i) U = min {2 x . Px = 10 .4 x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y 2 x = 5y ⇔ y = 0.se Py = 8 ⇒ y = 18. Px = 6 . Py = 10 .4 x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X 2 x = 5y ⇔ y = 0. g) U = min {2 x . y} . m = 100 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO y = 2x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X y = 2x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y y = 2x CURVA DE ENGEL DO BEM X m m x= ⇔ x= ⇔ x = 0. m = 48 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO y = 3x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X y = 3x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y y = 3x CURVA DE ENGEL DO BEM X m m m ⇔ x= ⇔ x= x= 6 + 3×2 12 Px + 3Py CURVA DE ENGEL DO BEM Y 3m 3m y= ⇔ y= 6 + 3× 2 Px + 3Py ⇔ y = 0. 4 10 + × 6 Px + 0. m = 72 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO 2 x = 5y ⇔ y = 0.5 × 4 Py + 0.75 − 0. y} .75x se Py > 8 ⇒ y = 0 CURVA DE ENGEL DO BEM X É todo o espaço dos bens. CURVA DE ENGEL DO BEM Y É todo o espaço dos bens. Px = 4 .25m CURVA DE ENGEL DO BEM Y m m y= ⇔ y= 10 + 2.4Py h) U = min {3x .4 x CURVA DE ENGEL DO BEM X m m m x= ⇔ x= ⇔ x= 2 0 . Py = 2 . 5y} .125m 4 + 2×2 Px + 2Py CURVA DE ENGEL DO BEM Y m m y= ⇔ y= 2 + 0. Py = 1 .5Px ⇔ y = 0. Py = 2 .25m j) U = 4 x + ln y . m = 62. Px = 2 .5 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO 33 .5 × 2 Py + 2.

5 + = 1 + 4x ⎩ CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px 10 ⎧ 4 ⎪TMS y.5 ⇔ y= ⎨ 4 yx y 62 .5 ⎩10 x + Py y = 62.x = ⎪ − 0.5x 2 .25y ⎨ ⎪ ⎩Px x + 0.5y =´100 ⇔ 34 .25 10 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y P 10 y= x ⇔ y= ⇔ y = 2.5 = 62.5 .5 ⎩ x ⎩Px x + Py y = m ⎧Px = 4 y 62. Py = 2 .x = ⎧ ⎪ ⎪ −1 = P ⎪Py y = 2. m = 28 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO Se m ≤ 36 ⇒ x = 0 ∧ 0 < y ≤ 18 Se m ≥ 36 ⇒ x ≥ 6 ∧ y = 0 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Se Px ≤ 28 ⇒ x ≥ 28 ∧ y = 0 Se Px ≥ 28 ⇒ x = 0 ∧ y = 14 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y Se Py ≤ 18 7 ⇒ x = 0 ∧ y ≥ 98 9 Se Py ≥ 18 7 ⇒ x = 14 3 ∧ y = 0 CURVA DE ENGEL DO BEM X Se m ≤ 36 ⇒ x = 0 Se m ≥ 36 ⇒ x = m 6 CURVA DE ENGEL DO BEM Y Se m ≤ 36 ⇒ y = 0.5 ⇔ ⎨ 6y y ⎨ ⎪ ⎪P x + 0.5m Se m ≥ 36 ⇒ y = 0 l) U = 3x + 12 y 0.5 ⎪ ⎪P x + y = 62.5 ⇔ x=6 ⎨ ⎩10 x + 2.5 0.5 CURVA DE ENGEL DO BEM X P m− x m − 2. Px = 6 .5y = 100 ⎩ x ⎩Px x + Py y = m ⇔ 0.x = x ⇔ = ⇔ y = 64 − 0. Py = 0.5 Py y CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ Px ⎧ 4 ⎪TMS y.1m − 0.5 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Py y = 2.x = Px ⇔ 4 = 10 1 ⇔ k) U = y + 0. m = 100 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO P 3 2 TMS y.x = ⎧Px = 4 y ⎪ −1 = P 1 ⇔ ⇔ ⎨y ⇔ ⎨ y ⎨ ⎩Px x + y =´62.5 Py 6y CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ Px ⎧ 3 ⎪TMS y.5 4 x= ⇔ x= ⇔ x = 0. Px = 2 .5 ⎧ ⎪Px = 0.5 4 ×1 4 Py −1 TMS y.5 P ⇔ ⎨y ⇔ ⎨ y y ⎨ ⎪ ⎪ ⎪10 x + P y = 62.5 .⇔ y = 2.5 = P 0.

5 = P P 6 y ⇔ ⎨ ⇔ y y ⎨ ⎪ ⎪2 x + P y = 100 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m 4 ⎧ ⎪Py = 0.5 = 100 ⎩ CURVA DE ENGEL DO BEM X 4 ⎧ ⎪Py = 0.25y 0.5 ⎟ ⎟ ⎝ ⎠ 2 ⇔ y = 64 A.5 ⎪ ⎩0.4.5 × 100 ⎪ P = 10 y f = =5 ⎨ y = 10 ⇒ x f = 5 10 ⎪ m = 100 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 5 × 25 + 10 × 5 = 175 x i y i ⎧P ′ = 5 x ⎪ ⎪ ⎨Py = 10 ⎪ ′ ⎪m = 170 ⎩ ⇒ x′ = 0.5.5 × 175 = 17. m = 100 .5 × 100 0.5 .5 y 0.5 5 ES = 17. Py = 10 .5 × 100 = 25 2 yi = 0.5 0. variação compensatória v. Px = 2 .5 ER = 10 − 17.0.5 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS 35 .5 = −7.5 y ⎨ ⎪2 x + P y = 100 y ⎩ ⇔ m−4 x= Px 2 ⇔ x = 0. Px ′ = 5 ⎧Px = 2 ⎪ ⎨Py = 10 ⎪ ⎩m = 100 ⇒ xi = 0.5 − 25 = −7.25y ⇔ x= ⎨ 0.5 y ⇔ y = (25 − 0. variação equivalente para as seguintes situações: a) U = 5x 0.5m − 16 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y Py ⎛P y = 4⎜ x ⎜P ⎝ y ⎞ ⎟ ⎟ ⎠ 2 ⇔ ⎛ 2 ⎞ y = 4⎜ ⎜ 0. efeito substituição e efeito rendimento à Slutsky ii. variação no excedente iv.5 ⎧ 100 − 0.25y x + 0.5x )2 ⎨ ⎪2 x + 4 y 0.x = ⎪ ⎪ − 0.5y = 100 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px 2 ⎧ 3 ⎪TMS y.5 × 100 =5 10 ⎧P ′ = 5 x ⎪ 0.5y ⎪Px = 0. efeito substituição e efeito rendimento à Hicks iii. Calcule: i.

4 y 0.6 × 40 ⎪ ′ =6 ⎨Py = 4 ⇒ y ′ = 4 ⎪ ′ m = 40 ⎪ ⎩ ES = 6 − 5 = 1 ER = 7.5 − 6 = 1.81 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 158 − 100 = 58 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎛ 0.8 0.25m′′ 2 125 = ⇔ m′′ ≈ 158 50 ⎧P ′ = 5 x ⎪ 0.5 × 5 0.4 × 50 0.2 ER = 10 − 15.5 × 158 ⎪ P ⇒ x′ = = 15.5m′′′ ⎞ ⎜ ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎝ ⎠ 0.6 × 50 ⎪ = 20 y f = = 7.5 = 5⎜ U i = 5⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎜ P ′ ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎝ 5 ⎠ ⎝ 10 ⎠ ⎠ ⎝ x ⎠ ⎝ 0.5 = 5⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ 0. Py = 6 .5 0.8 ⎨ y = 10 5 ⎪ ′′ m = 158 ⎪ ⎩ ES = 15.5 ⎛ 0.25m′′′ 2 ⇔ m′′′ ≈ 63 20 VE = m′′′ − m = 63 − 100 = −37 b) U = 2 x 0.5 ⇔ 0.5 ⇔ ⎛ 0.5 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS 36 .5m′′ ⎞ ⎛ 0.5 ⎛ 0.5 × 5 0. m = 50 .5m′′′ ⎞ U f = 5⎜ ⎜ P ⎟ ⎟ ⎝ x ⎠ 50 = 0. Px = 1 .4 × 50 0.6 .5m′′′ ⎞ 5 × 10 0.5m′′ ⎞ ⎛ 0.5 ⎨Py = 4 ⇒ x f = 1 4 ⎪ m = 50 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 1 × 20 + 4 × 5 = 40 x i y i ⎧Px = 1 ⎪ 0.5 ⇔ VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 50 50 ⇔ Px = x= Px x Px = 2 Px = 5 ⇒ ⇒ x = 25 x = 10 ⎛ 10 50 ⎞ ⎛ 25 50 ⎞ 25 ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ dx − 10 × 5 ⎟ − ⎜ ∫ dx − 25 × 2 ⎟ = 50[ln x ]10 0 − 50[ln x ]0 = ⎜ x ⎟ ⎜ x ⎟ ⎝0 ⎠ ⎝0 ⎠ = 50[(ln 10 − ln 0 ) − (ln 25 − ln 0 )] ≈ −45.5 ⎛ 0.6 × 50 ⎪ = 20 y i = =5 ⎨Py = 6 ⇒ x i = 1 6 ⎪ ⎩m = 50 ⎧Px = 1 ⎪ ′ 0.8 = −5.0.5m′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎟ ⇔ 5 × 25 0.5m′′′ ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 10 ⎠ 0. Py ′ = 4 ⎧Px = 1 0.5 0.8 − 25 = −9.5m′′ ⎞ ⎛ 0.

4 × 45 = 4. Px ′ = 3 ⎧Px = 1.6 = 0.4 × 45 ⎪ P = 9 yf = = 4.8 ⎨Py = 4 4 ⎪ ′ m = 72 ⎪ ⎩ ES = 10.6 m′′ ⎧Px = 1 ⎪ ′ 0.6m′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎝ 4 ⎠ 0.6 × 39 ⎪ = 5.6 m′′′ VE = m′′′ − m = 63 − 50 = 13 ⎧P ′ = 3 x ⎪ 0.6 = 0.15 0.4m′′′ ⎞ 2 × 20 0.85 = 1.4m′′′ ⎞ ⎟ U f = 2⎜ ⎟ ⎜ P x ⎠ ⎝ 0.8 = −1 .⎛ 0.5 yi = 0.4 0.8 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎛ 0.4 ⎛ 0.5 = 72 x i y i ⎧P ′ = 3 ⎪ x 0.5 0.85 − 5 = 0.6 ⇔ 20 0.6 ⇔ c) U = x 3 y 2 . Py = 4 .5 2 = ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎝ 3 ⎠ ⎝ 4 ⎠ 3 2 ⇔ 37 .5 ⎪ ⎨Py = 4 ⎪ ⎩m = 45 ⇒ xi = 0.6 = 2⎜ ⎟ ⎝ 1 ⎠ ⇔ m′′′ ≈ 63 0.16 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 39 − 50 = −11 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎛ 0.5 5 ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ dy − 5 × 6 ⎟ = 30[ln y ]7 dy − 7.5 4 20 0.6m′′′ ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 6 ⎠ 0.6 = 2⎜ ⎟ ⎝ 1 ⎠ ⇔ m′′ ≈ 39 0.6m′′ ⎟ ⎜ ⎜ Py ′ ⎟ ⎟ ⎝ ⎠ 0.4 ⎛ 0.5 ⎨ y = 4 ⇒ xf = 3 4 ⎪ m = 45 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 3 × 18 + 4 × 4.4 × 5 0.2 ER = 9 − 10.6 ⇔ ⎛ 0.6 × 45 = 18 1.5 ⎛ 7.4 × 0.4m′′ ⎞ 2 × 20 0.5 30 ⎞ ⎛ 5 30 ⎞ .4 ⎛ ⎞ ⎜ 0.85 ⎨Py = 4 ⇒ y ′ = 4 ⎪ ′′ m = 39 ⎪ ⎩ ES = 5.10.4 ⎛ 0.4 × 0.6m′′ ⎞ ⎟ Ui = ⎜ ⎜ P ′ ⎟ ⎝ x ⎠ 3 ⎛ 0.5 .4m′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎜ Py ⎟ ⎠ ⎝ 2 ⇔ ⎛ 0.5 − ln 0 ) − (ln 5 − ln 0 )] ≈ 12.4 × 7.6m′′ ⎞ ⎛ 0.4 × 5 0.5 0. Px = 1.4m′′ ⎞ 18 3 × 4.8 − 18 = −7.4m′′ ⎞ U i = 2⎜ ⎜ P ⎟ ⎟ ⎝ x ⎠ 0. m = 45 .65 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 30 30 ⇔ Py = y= y Py Py = 6 Py = 4 ⇒ ⇒ y =5 y = 7.5 − 5.5 × 4 ⎟ − ⎜ ∫ 0 − 30[ln y ]0 = ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ y y ⎝0 ⎠ ⎝0 ⎠ = 30[(ln 7.6 × 72 ⎪ ⇒ x′ = = 10.6 × 45 0.4 0.6m′′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎜ Py ⎟ ⎠ ⎝ 0.4 × 7.6 ⇔ ⎛ 0.85 ER = 7.

4m′′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎜ Py ⎟ ⎠ ⎝ 2 ⇔ ⎛ 0.5 = ⎜ ⎜ 1.5 ⎟ ⎟ ⎜ 4 ⎟ ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ 3 2 3 2 ⇔ d) U = 2 x + 3y . m = 60 .71 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 68 − 45 = 23 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎛ 0.5 2 = 0. Px ′ = 3 ⎧Px = 1 ⎪ ⎨Py = 4 ⎪ ⎩m = 60 ⇒ xi = 60 = 60 1 yi = 0 9 3 × 4.6m′′′ ⎞ Uf = ⎜ ⎟ ⎜ P ⎟ ⎝ x ⎠ 3 ⎛ 0.6 3 ES = 13.6m′′′ ⎞ ⎛ 0.12 m′′ 5 ⎧P ′ = 3 x ⎪ ⎪ ⎨Py = 4 ⎪ ′′ ⎪m = 68 ⎩ ⇒ x′ = ⇔ m′′ ≈ 68 0.4 3 × 0.6 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 27 27 x= ⇔ Px = Px x Px = 1.5 2 = 0. Py = 4 .6 = −4.18 3 × 4.2 3 × 0. Px = 1 .6 − 18 = −4.5 Px = 3 ⇒ ⇒ x = 18 x=9 ⎞ ⎞ ⎛ 18 27 ⎛ 9 27 18 dx − 9 × 3 ⎟ − ⎜ ∫ dx − 18 × 1 .4 ER = 9 − 13.5 ⎟ = 27[ln x ]9 ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ 0 − 27[ln x ]0 = ⎟ ⎟ ⎜ x ⎜ x ⎠ ⎠ ⎝0 ⎝0 = 27[(ln 9 − ln 0 ) − (ln 18 − ln 0 )] ≈ −18.12 m′′ 5 ⇔ VE = m′′′ − m = 30 − 45 = −15 m′′′ ≈ 30 ⎧P ′ = 3 ⎪ x 60 ⎪ = 15 ⎨Py = 4 ⇒ x f = 0 y f = 4 ⎪ m = 60 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 3 × 60 + 4 × 0 = 180 x i y i ⎧P ′ = 3 x ⎪ ⎪ P ⇒ x′ = 0 ⎨ y =4 ⎪ ′ m = 180 ⎪ ⎩ ES = 0 − 60 = −60 ER = 0 − 0 = 0 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS m′′ m′′ Ui = 2 × 0 + 3 × ⇔ 2 × 60 + 3 × 0 = 2 × 0 + 3 × Py 4 ⎧P ′ = 3 x ⎪ ⎪ P ⇒ x′ = 0 ⎨ y =4 ⎪ ′′ m = 160 ⎪ ⎩ ES = 0 − 60 = −60 38 ⇔ m′′ = 160 .6 × 68 = 13.4m′′′ ⎞ 9 × 4.

ER = 0 − 0 = 0 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE ⎧x = 60 Px se Px < 8 3 ⎪ ⎨x ∈ [0 .5 e) U = 5x + 2 y . Py = 1 .5] se Px = 8 3 ⎪x = 0 se P > 8 3 x ⎩ Px = 1 ⇒ Px = 3 ⇒ x = 60 x=0 ⎛ ⎞ 8 60 60 ΔXC = XC f − XC i = 0 − ⎜ 22.8 ⎧Px = 3 ⎪ 9.8 ⇒ x f = 0 y f = 0 . Py ′ = 0.5) ≈ −58.2 ⎪ ⎨y ∈ [0 .8 × 12 = 9.6 x i y i ⎧Px = 3 ⎪ ⎪ ′ ⎨Py = 0.8 ⇒ y = 15 39 . m = 12 .6 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE ⎧y = 12 Py se Px < 1. Px = 3 .85 ⎜ ⎟ 3 22.5 = −60 (ln 60 − ln 22.6 ⎩ ⇒ y′ = 9.6 = 12 0.5 x ⎝ ⎠ VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 160 − 60 = 100 VARIAÇÃO EQUIVALENTE m′′ m′′ Uf = 2 × + 3 × 0 ⇔ 2 × 0 + 3 × 15 = 2 × + 3×0 Px 1 VE = m′′′ − m = 22.5 ⎧Px = 3 ⎪ 12 ⎪ ′ = 15 ⎨Py = 0.8 ⎪ ′ m = 9.10 ] se Px = 1.8 ⎪ m = 12 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 3 × 0 + 0.8 ES = 12 − 12 = 0 ER = 15 − 12 = 3 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS m′′ m′′ Ui = 5 × 0 + 2 × ⇔ 5 × 0 + 2 × 12 = 5 × 0 + 2 × Py 0.8 ⇒ y ′ = 0.5 − 60 = −37.2 x ⎩ Py = 1 ⇒ y = 12 Py = 0.5 × + ∫ dx − 60 × 1⎟ = −60[ln x ]60 22.8 ⎧Px = 3 ⎪ ⎨Py = 1 ⎪ ⎩m = 12 ⇒ xi = 0 yi = 12 = 12 1 ⇔ m′′ = 22.2 ⎪y = 0 se P > 1.8 ⎪ ′ ⎪m = 9.6 ⎪ ⎩ ES = 12 − 12 = 0 ER = 15 − 12 = 3 ⇔ m′′ = 9.6 ⎪ ′ = 12 ⎨Py = 0. 22.

ΔXC = XC f − XC i =

12 dy − (15 − 12 ) × 0,8 + 12 × (1 − 0,8 ) = 12[ln x ]15 12 = 12(ln 15 − ln 12 ) ≈ 2,68 y 12

15

VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA
VC = m′′ − m = 9,6 − 12 = −2,4

VARIAÇÃO EQUIVALENTE m′′ m′′ Uf = 5 × 0 + 2 × ⇔ 5 × 0 + 2 × 15 = 5 × 0 + 2 × Py 1
VE = m′′′ − m = 15 − 12 = 3

m′′ = 15

f)

U = 3x + 4 y ; Px = 6 ; Py = 8 ; m = 150 ; Py ′ = 10

⎧Px = 6 ⎪ ⎨Py = 8 ⎪ ⎩m = 150

x i ∈ [0 ; 25]

y i ∈ [0 ;18,75]

⎧Px = 6 ⎪ 150 ⎪ ′ = 25 y f = 0 ⎨Py = 10 ⇒ x f = 6 ⎪ m = 150 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY

Indeterminado EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS Indeterminado VARIAÇÃO NO EXCEDENTE Indeterminada VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA Indeterminada VARIAÇÃO EQUIVALENTE Indeterminada

g)

U = min {2 x , 5y} ; Px = 2 ; Py = 10 ; m = 72 ; Py ′ = 5

⎧Px = 2 ⎪ ⎨Py = 10 ⎪ ⎩m = 72

xi =

72 = 12 2 + 0,4 × 10

yi =

72 = 4,8 10 + 2,5 × 2

⎧Px = 2 ⎪ 72 72 ⎪ ′ = 18 y f = = 7,2 ⎨Py = 5 ⇒ x f = 2 0 , 4 5 + × 5 + 2 ,5 × 2 ⎪ m = 72 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 2 × 12 + 5 × 4,8 = 48
x i y i

⎧Px = 2 ⎪ ′ ⎪ ⎨Py = 5 ⎪ ′ ⎪m = 48 ⎩

y′ =

48 = 4,8 5 + 2,5 × 2

ES = 4,8 − 4,8 = 0 ER = 7,2 − 4,8 = 2,4

EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS

40

⎧ ⎫ m′′ m′′ ⎪ ⎪ U i = min ⎨2 ,5 ⎬ ′ + P 2 , 5 P y x ⎪ + P 0 , 4 P ⎪ x y ⎩ ⎭ ⎧Px = 2 ⎪ 48 ⎪ ′ = 4,8 ⎨Py = 5 ⇒ y ′ = 5 + 2,5 × 2 ⎪ ′ m = 48 ⎪ ⎩ ES = 4,8 − 4,8 = 0 ER = 7,2 − 4,8 = 2,4

2 × 12 = 2 ×

m′′ 2 + 0,4 × 5

m′′ = 48

VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 72 72 y= ⇔ Py = −5 Py + 5 y Py = 10 Py = 5

⇒ ⇒

y = 4,8 y = 7,2

⎞ ⎞ ⎛ 4,8 72 ⎛ 7,2 72 − 5 dy − 4,8 × 10 ⎟ = ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ − 5 dy − 7,2 × 5 ⎟ − ⎜ ∫ ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ ⎠ ⎠ ⎝ 0 y ⎝ 0 y
,2 7,2 4,8 4,8 = 72[ln y ]7 0 − [5 y ]0 − 36 − 72[ln y ]0 + [5 y ]0 + 48 =

= 72(ln 7,2 − ln 4,8 ) − 5 (7,2 − 4,8 ) + 12 ≈ 29,2

VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 48 − 72 = −24 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎧ m′′′ m′′′ ⎪ U f = min ⎨2 ,5 ⎪ ⎩ Px + 0,4Py Py + 2,5Px VE = m′′′ − m = 108 − 72 = 36
⎧Px = 6 ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ⎩m = 48 ⎫ ⎪ ⎬ ⎪ ⎭ m′′′ 2 + 0,4 × 10

2 × 18 = 2 ×

m′′′ = 108

h) U = min {3x , y} ; Px = 6 ; Py = 2 ; m = 48 ; Px ′ = 4
⇒ xi = 48 =4 6 + 3×2 yi = 3 × 48 = 12 6 + 3×2

⎧P ′ = 4 x ⎪ 48 3 × 48 ⎪ = 4,8 y f = = 14,4 ⎨Py = 2 ⇒ x f = 4 + 3×2 4 + 3×2 ⎪ m = 48 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 4 × 4 + 2 × 12 = 40
x i y i

⎧P ′ = 4 x ⎪ 40 ⎪ P ⇒ x′ = =4 ⎨ y =2 4 + 3×2 ⎪ ′ m = 40 ⎪ ⎩ ES = 4 − 4 = 0 ER = 4,8 − 4 = 0,8

EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎧ ⎫ m′′ 3m′′ ⎪ 3m′′ ⎪ U i = min ⎨3 , ⇔ ⎬ ⇔ 12 = ′ ′ 4 + 3×2 + + P 3 P P 3 P ⎪ ⎪ y x y ⎭ ⎩ x

m′′ = 40

41

⎧P ′ = 4 ⎪ x 40 ⎪ ⇒ x′ = =4 ⎨Py = 2 4 + 3×2 ⎪ ′ m = 40 ⎪ ⎩ ES = 4 − 4 = 0 ER = 4,8 − 4 = 0,8

VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 48 48 x= ⇔ Px = −6 Px + 6 x
Px = 6 Px = 4 ⇒ ⇒ x=4 x = 4,8

4,8 4,8 4 4 = 48[ln x ]0 − [6 x ]0 − 19,2 − 48[ln x ]0 + [6 x ]0 + 24 =

⎞ ⎞ ⎛ 4 48 ⎛ 4,8 48 − 6 dx − 4 × 6 ⎟ = ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ − 6 dx − 4,8 × 4 ⎟ − ⎜ ∫ ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ ⎠ ⎠ ⎝0 x ⎝ 0 x

= 48(ln 4,8 − ln 4 ) − 6 (4,8 − 4 ) + 4,8 ≈ 8,75

VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 40 − 48 = −8 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎧ m′′′ 3m′′′ ⎪ U f = min ⎨3 , ⎪ ⎩ Px + 3Py Px + 3Py VE = m′′′ − m = 57,6 − 48 = 9,6
⎫ ⎪ ⎬ ⎪ ⎭ m′′′ 6 + 3×2

3 × 4,8 = 3 ×

m′′′ = 57,6

i)

U = min {2 x , y} ; Px = 4 ; Py = 2 ; m = 100 ; Px ′ = 5
⎧Px = 4 ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ⎩m = 100 ⇒ xi = 100 = 12,5 4 + 2×2 yi = 100 = 25 2 + 0,5 × 4

⎧P ′ = 5 ⎪ x 100 100 100 200 ⎪ yf = ⇒ xf = = = ⎨Py = 2 5+ 2×2 9 2 + 0,5 × 5 9 ⎪ m = 100 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 5 × 12,5 + 2 × 25 = 112,5
x i y i

⎧Px = 5 ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ′ ⎩m = 112,5

x′ =

112,5 = 12,5 5+ 2×2

ES = 12,5 − 12,5 = 0 ER = 100 9 − 12,5 = − 25 18

EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎧ ⎫ m′′ m′′ m′′ ⎪ ⎪ U i = min ⎨2 , ⎬ ⇔ 25 = ′ ′ 2 + 0,5 × 5 ⎪ ⎩ Px + 2Py Py + 0,5Px ⎪ ⎭ ⎧Px = 5 112,5 ⎪ ⇒ x′ = = 12,5 ⎨Py = 2 5+ 2×2 ⎪ ′ ⎩m = 112,5
ES = 12,5 − 12,5 = 0

m′′ = 112,5

42

5 ⇔ 200 m′′′ = 9 2 + 0.25 = 0 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS m′′ − 2.25 ⎨Py = 2 4×2 ⎪ ′′ ⎪m = 64.25 × 10 =6 10 yi = 10 = 2.5 x = 100 9 ⎞ ⎛ 12.5 y= ⇔ Py = 4Py y 43 .5 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 10 × 6 + 2 × 2.5 × 4 ⇔ m′′′ = 800 9 U = 4 x + ln y .23 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 10 2.5 = − 25 18 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 100 100 x= ⇔ Px = −4 Py + 4 x Px = 4 Px = 5 ⇒ ⇒ x = 12.5 = 0.23 ⎩ ES = 1 .5 − 0.5) + 50 9 ≈ VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 112.25 = 0 ⇔ m′′ ≈ 64. m = 62.25 ⎨Py = 2 10 4 ×2 ⎪ m = 62.25 ER = 1.4m′′ − 1 + ln 1.5 = −1.25 ER = 1. Py ′ = 2 ⇒ xi = 62.5) − 4 (100 9 − 12.5 − 500 9 − 100[ln x ]12 + [4 x ]12 + 50 = 0 0 = 100(ln 100 9 − ln 12. Py = 1 .25 − 2.5 = −1.25 − 1.5 4 ×1 ⎧Px = 10 ⎪ 62.25 − 2.5 = 65 x i y i ⎧Px = 10 ⎪ 10 ⎪ ′ = 1.25 × 10 10 ⎪ ′ ⇒ xf = = 6 yf = = 1.25 ⎨Py = 2 ⇒ y ′ = 4×2 ⎪ ′ m = 65 ⎪ ⎩ ES = 1.5 .25 − 1.5 − 100 = 12. ⎬ P 2 P + + P 0 .5 × 4 ⎟ = ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ − 4 dx − × 5⎟ − ⎜ ∫ ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ 9 ⎠ ⎠ ⎝ 0 x ⎝ 0 x = 100[ln x ]0 100 9 − [4 x ]0 100 9 . Px = 10 .5 − 0.5 100 ⎛ 100 9 100 ⎞ 100 − 4 dx − 12.5 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎧ ⎫ m′′′ m′′′ ⎪ ⎪ U f = min ⎨2 .25 10 4×2 ⎧Px = 10 ⎪ ′ 10 ⎪ ⇒ y′ = = 1.5 10 Ui = 4 + ln ⇔ 4 × 6 + ln 2. 5 P ⎪ y y x ⎪ ⎩ x ⎭ 800 100 VE = m′′′ − m = − 100 = − 9 9 j) ⎧Px = 10 ⎪ ⎨Py = 1 ⎪ ⎩m = 62.5 .ER = 100 9 − 12.

73 k) U = y + 0.25 .5 = −1.3 = 1 .5 dy − 1.77 ⇒ xi = 0 y i = 14 ⇒ xf = 7 yf = 0 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 4 × 0 + 2 × 14 = 28 y i ⎧P ′ = 4 ⎪ x ⎪ ⇒ x′ = 7 ⎨Py = 2 ⎪ ′ m = 28 ⎪ ⎩ ES = 7 − 0 = 7 ER = 7 − 7 = 0 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎛ m′′ ⎞ ⎛ m′′ ⎞ U i = o + 0.3 ⎨ y =2 ⎪ ⎪ ⎩m′′ = 448 ES = 5.4m′′ − 1 + ln 2.5 2.5 = 1 .23 − 62.5 − ln 0 )] ≈ −1.5 ⎛ 1.5 10 Uf = 4 + ln ⇔ 4 × 6 + ln 1.5[(ln 1 . m = 28 . Px = 6 .5x 2 .83 44 .5 10 4 ×1 VE = m′′′ − m = 60.7 2 2 ⇔ m′′ = 448 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE ⎧28 Px se Px ≤ 28 x=⎨ se Px ≥ 28 ⎩0 Px = 6 Px = 4 ⇒ ⇒ x=0 x=7 7 28 ΔXC = XC f − XC i = ∫ 28 dx − 7 − 28 × 4 − 0 = 28[ln x ]7 − 7 − 28 × 4 ≈ 1 28 x ( ) ( ) VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 448 − 28 = −6.5[ln y ]2 ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ 0 0 = ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ y y ⎠ ⎠ ⎝0 ⎝ 0 = 2.5 × 1⎟ = 2.73 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 64.5 ⎜ ⎟ ⎟ ⎝ 4 ⎠ ⎝ 4 ⎠ ⎧P ′ = 4 x ⎪ ⎪ P ⇒ x ′ ≈ 5.73 VARIAÇÃO EQUIVALENTE m′′ − 2.5 × 0 2 = 0.5 ⎜ ⇔ 14 + 0.77 − 62.Py = 1 ⇒ Py = 2 ⇒ y = 2.25 − ln 0 ) − (ln 2.25 × 2 ⎟ − ⎜ ∫ dy − 2.5 y =1 .5[ln y ]1 − 2. Py = 2 .25 ⎞ ⎞ ⎛ 2.5 . Px ′ = 4 ⎧Px = 6 ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ⎩m = 28 ⎧P ′ = 4 x ⎪ ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ⎪m = 28 ⎩ x i ⇔ m′′ ≈ 60.3 − 0 = 5.3 ER = 7 − 5.25 2.25 = 0.

5 ⇔ 3 × 34 + 12 × 64 0. Px ′ = 1 m′′′ = 42 l) ⎧Px = 2 ⎪ ⎨Py = 0. 5 ⇒ x = = = = 92 y 4 ⎜ ⎟ ⎨ y i i ⎜ 0.5 Px = 2 ⇒ Px = 1 ⇒ x = 92 92 − x + x 2 + 3200 ΔXC = XC f − XC i = ∫ 16 34 ( ) 0.5 ⎛ 1 ⎞ ⎪ P 0 .5 × 7 2 = 0. Px = 2 .5 ⎟ = 16 1 ⎝ ⎠ ⎪ m = 100 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 1 × 34 + 0.5 .5 = 34 2 ⎛ 2 ⎞ y i = 4⎜ ⎜ 0. m = 100 .5 ⎟ ⎟ = 64 ⎝ ⎠ 2 ⎧P ′ = 1 2 x ⎪ 100 − 4 × 12 0.5 ⎟ ⎟ ⎥ 1 ⎢ ⎠ ⎥ ⎣ ⎝ ⎦ ′ ⎧P = 1 x ⎪ 58 − 4 × 12 0.5 + 12 × ⎢4 ⎜ Ui = 3 ⎜ 0.5 .5 × 64 = 66 x i y i ⎧P ′ = 1 ⎪ x 66 − 4 × 12 0.5 = 3m′′ − 24 + 48 ⇔ m′′ = 58 ⇔ x = 34 − x + x 2 + 3200 Px = 16 ( ) 0. 5 x ⇒ = = 50 = ⎨ y i 1 ⎪ ′′ m = 58 ⎪ ⎩ ES = 50 − 34 = 16 ER = 92 − 50 = 42 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 2 100 − 8Px x= Px 0.5 ⎪ ⎩m = 100 ⇒ xi = 100 − 4 × 2 2 0.5 ⎜ ⇔ ⎟ ⎟ ⎝ 6 ⎠ ⎝ 6 ⎠ VE = m′′′ − m = 42 − 28 = 14 U = 3x + 12 y 0.5 ⎜ ⇔ 0 + 0.5 ⎪ P 0 .5 ⇒ x i = 1 ⎪ ′ m = 66 ⎪ ⎩ ES = 58 − 34 = 24 ER = 92 − 58 = 34 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎡ ⎛ 1 ⎞2 ⎤ m′′ − 4 × 12 0.5 ⎪ = 58 ⎨Py = 0.5x x 2 + 3200 + 1600 ln⎛ x + x 2 + 3200 ⎞⎤ ⎟ − 24 = ⎜ + = ⎜ ⎟ ⎢ ⎥ ⎢ ⎝ ⎠⎥ 16 ⎜ − 2⎥ ⎜⎢ ⎟ ⎦ 34 ⎟ ⎦ 34 ⎣ ⎝⎣ ⎠ ≈ 57.VARIAÇÃO EQUIVALENTE 2 2 ⎛ m′′′ ⎞ ⎛ m′′′ ⎞ U f = 0 + 0.5 dx − (92 − 34 ) × 1 + 34 × (2 − 1) = 92 92 ⎞ ⎡ x2 ⎤ 1 ⎛ ⎡0. Py = 0.31 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 58 − 100 = −42 VARIAÇÃO EQUIVALENTE 45 .

apenas um dos bens vê o seu consumo reduzido. d) Para um orçamento inteiramente gasto em dois bens. m)] + [x (p ′. Se não depende do rendimento. a frase é falsa. a curva que representa a relação entre quantidade consumida e rendimento. que a quantidade consumida de Y ou não varia ou aumenta. a quantidade consumida vai estar cada vez mais à direita. terá de ser ordinário. Se o efeito rendimento for positivo e de maior magnitude que o efeito substituição. Portanto. o consumo do outro não se altera. m) = [x (p ′. neste contexto. Portanto.5 Uf = 3 + 12 × ⎢4 ⎜ ⎜ 0. Portanto. Admitamos.5 ⇔ 3 × 92 + 12 × 16 0.5 = 1. o substituição e o rendimento: Δx = Δ x s + Δ x n ⇔ x (p ′. a frase é falsa. Logo.4. m′)] O efeito substituição tem sempre sinal negativo.⎡ ⎛ 2 ⎞2 ⎤ m′′ − 4 × 22 0. quando o preço de um deles aumenta. m) − x (p ′.5 ⎟ ⎟ ⎥ 2 ⎢ ⎠ ⎥ ⎣ ⎝ ⎦ ′ ′ ′ VE = m − m = 184 − 100 = 84 0. também não tem efeito rendimento.6. Portanto. A curva consumo-preço de um bem é o lugar geométrico dos cabazes de equilíbrio que resultam de variações no preço desse bem. a não ser que pelo menos um dos bens seja inferior. Mas não há nada que garanta que assim seja. c) A curva consumo-preço de um bem normal nunca pode ser decrescente. Se é normal. a frase é falsa. Nenhum dos bens é inferior e. à medida que o preço de X baixa. e) Quando o efeito rendimento é superior ao efeito substituição mas de sentido contrário a este. estamos na presença de um bem de Giffen.5m′′ − 48 + 96 ⇔ m′′ = 184 A. Logo. sem perda de generalidade. Um bem inferior é aquele cuja quantidade consumida varia inversamente com o rendimento. E se não tem efeito rendimento não pode ser inferior. que o bem em questão é o X e é normal. m′) − x (p. m) − x (p. b) A probabilidade de um bem ser inferior para um dado consumidor aumenta à medida que aumenta o seu nível de rendimento. Dizer que a curva consumo-preço não pode ser decrescente significa. um aumento no preço de um deles causará necessariamente um descréscimo no consumo de ambos. Preferências quasi-lineares implicam que a procura de um dos bens não dependa do rendimento. A variação no consumo de um bem devida a uma alteração do respectivo preço pode ser desdobrada em dois efeitos. o efeito total – que é a 46 . a curva de Engel. no entanto. Comente as seguintes afirmações: a) A curva de Engel de um bem de Giffen é positivamente inclinada. Basta pensar em preferências Cobb-Douglas. Falso. Um bem de Giffen é necessariamente inferior. é negativamente inclinada. Um bem ordinário é aquele cuja quantidade consumida varia inversamente com o seu preço.

em termos absolutos. o substituição e o rendimento: Δx = Δx s + Δx n ⇔ x (p ′. a curva de Engel. Para estes bens. A variação no consumo de um bem devida a uma alteração do respectivo preço pode ser desdobrada em dois efeitos. h) A variação compensatória é. pois. Embora geralmente a variação compensatória seja. tal não sucede. a frase é falsa.soma dos dois – será positivo. m) − x (p ′. superior à variação equivalente. A frase é falsa. E isso é a definição de um bem de Giffen. m) = [x (p ′. Ou seja. por exemplo. 47 . a curva que representa a relação entre quantidade consumida e rendimento. então a curva de Engel é negativamente inclinada. sempre superior à variação equivalente. caso em que as duas medidas têm sempre o mesmo valor absoluto. podendo o bem ser de ordinário ou de Giffen. m′) − x (p. Logo. Portanto. Um bem normal é aquele cuja quantidade consumida varia positivamente com o rendimento. é positivamente inclinada. f) Um bem inferior é necessariamente um bem de Giffen. o sinal do efeito total dependerá da magnitude dos dois efeitos referidos. m)] + [x (p ′. em termos absolutos. tem sinal oposto ao do efeito substituição. g) Se um bem é normal para qualquer nível de rendimento. com as preferências quasilineares. a frase é verdadeira. o efeito rendimento é positivo. Mas um efeito total positivo significa que a quantidade consumida varia positivamente com o preço. Logo. verdadeira. Obviamente. m) − x (p. m′)] Um bem inferior é aquele cuja quantidade consumida varia inversamente com o rendimento. A frase é.

06 j=1 i=1 ⎪t =1 ⎪ 10 ⎪5 ⇔ ⎨∑ x j + ∑ x i se 25 3. a) Determine a função procura agregada dos dois.06 < p ≤ 30 ⎪100 − p se 30 < p ≤ 100 ⎩ ⎧800 − 80 p se 0 ≤ p ≤ 25 3.06 ≈ 8.06 ⎪ ⇔ ⎨(75 − 2.06 ⎪ ⎨5 (15 − 0.06 ⎪ ⎨175 − 3.25 48 .5 p ) + (100 − p ) se 25 3.5. b) Calcule a elasticidade-preço da procura individual p dx i p p ε= = × (− 1) = x i dp 15 − p 15 − p p = 3 ⇒ ε = 0. A procura individual de CDs pode ser expressa pela função p = 15 − x i .2.06 p ) + 5 (15 − 0.1p i = 1.1p ) se 0 ≤ p ≤ 25 3.1p ) se 30 < p ≤ 100 ⎩ ⎧(625 − 76.1. PROCURA DE MERCADO A.17 x j = 15 − 0.A.5 ) + (100 − p ) se 0 ≤ p ≤ 25 3.06 < p ≤ 30 i=1 ⎪ j=1 ⎪ 10 ⎪∑ x i se 30 < p ≤ 100 ⎪ ⎩ i=1 ⎧25 (25 − 3.5 p ) + 10 (10 − 0.5 p ) + 10 (10 − 0.1p p = 30 − 2 x j x t = 25 − 3.06 < p ≤ 30 ⎪100 − p se 30 < p ≤ 100 ⎩ ⎧ 25 ⇔ A. K .5 p → X= X= X= X= ⎪∑ x t + ∑ x j + ∑ x i se 0 ≤ p ≤ 25 3.5. Determine a função procura do mercado do bem X dadas as seguintes funções procura individuais: x i = 10 − 0.06 < p ≤ 30 ⎪10 (10 − 0.06 p x i = 10 − 0.m. O Pedro e o Carlos são irmãos com preferências musicais idênticas. K .25 c) Calcule a elasticidade-preço da procura agregada p dX p p ε= = × (− 2 ) = X dp 30 − 2p 15 − p p=3 ⇒ ε = 0.06 p xi = 0 xt = 0 10 ⇔ ⇔ p = 100 → xj = 0 ⇔ p = 30 P = 25 3.10 j = 1.1p ) se 25 3.5.25 → ⇔ 5 p = 30 − 2 x j x t = 25 − 3.5 t = 1.5 p se 25 3. p = 15 − x i ⇔ x i = 15 − p X = ∑ x i = 2 (15 − p ) = 30 − 2p Suponha que cada CD custa 3 u.K .5 p ) + (75 − 2.

5m ⎜ ⎝ Px ⎠ b) A elasticidade procura-preço do bem Y.d) Compare e analise os resultados obtidos nas alíneas b) e c).5m Px d) A elasticidade procura-preço cruzada do bem Y em relação ao bem X. p 6 5 4 3 2 1 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 y elástica rígida unitária ε =1 ⇔ p dy =1 ⇔ y dp p × (− 2 ) = 1 10 − 2p ⇔ 2p =1 10 − 2p ⇔ p = 2. Seja a função de utilidade U = x 0.5m ⎞ Py dy Py Py ⎟ ⎜ = × ⎜ − 2 ⎟ = −1 ε yy = = × − 2 y dPy 0.5 ηx = = × =1 x dm 0.5m Py e) A elasticidade procura-rendimento do bem X. A elasticidade-preço da procura individual é a mesma da procura agregada.25 y 0.5m ⎞ P dx Px P2 ε xx = x = × ⎜ − 2 ⎟ = x × ⎜ − 2 ⎟ = −1 ⎟ ⎟ ⎜ x dPx 0.5m ⎜ Py ⎟ ⎠ ⎠ ⎝ ⎝ c) A elasticidade procura-preço cruzada do bem X em relação ao bem Y. m dx m 0. 2 ⎛ 0. Para a compra de X e Y. 49 .5. a) Represente a função e indique em que zonas a procura é elástica.5m Px ⎝ Px ⎠ 0. Py dx Py ε xy = = ×0 = 0 x dPy 0.5m Px Px f) A elasticidade procura-rendimento do bem Y.5m ⎞ ⎛ 0.25 . P dy Px ε yx = x = ×0 = 0 y dPx 0.5 p > 2.5 A. Calcule: a) A elasticidade procura-preço do bem X.5m Py ⎜ Py ⎟ 0. Considere a seguinte função procura linear: y = 10 − 2p .5.5 ⇒ ε < 1 b) Identifique o ponto da recta que corresponde ao máximo da despesa total. ⎛ 0.5m ⎞ ⎛ 0. rígida e unitária.5 ⇒ ε > 1 P < 2. A. DT = p × y = p (10 − 2p ) = −2p 2 + 10 max DT ⇒ ∂DT ∂p = 0 ⇔ 10 − 4p = 0 ⇔ p = 2.4.3. o consumidor individual dispõe de um nível de rendimento M.

onde ε xx . ε xx + ε xy + η X = −1 + 0 + 1 = 0 50 .5m Py Py g) Verifique que ε xx + ε xy + η x = 0 . a elasticidade procura-preço cruzada entre o bem X e o bem Y e a elasticidade procura-rendimento do bem X.5 = × =1 y dm 0. ε xy e respectivamente. do bem X.ηy = m dy m 0. a elasticidade procura-preço directa η x representam.

g) Rendimentos decrescentes à escala Tecnologia em que o acréscimo de x% na utilização de todos os factores produtivos permite obter um acréscimo do produto inferior a x%.1.1. c) Produtividade marginal Acréscimo do produto total por unidade adicional do factor. os resultantes acréscimos do produto são cada vez menores. Determinada empresa tem a seguinte função de produção: Q = L2K − L3 . mantendo-se o outro constante. d) Lei dos rendimentos marginais decrescentes Lei segundo a qual se aumentarmos a quantidade de um dos factores produtivos.1. podendo atingir-se uma região de acréscimos do produto negativos. em que K e L são factores de produção e Q é a quantidade produzida. f) Rendimentos constantes à escala Tecnologia em que o acréscimo de x% na utilização de todos os factores produtivos permite obter um acréscimo do produto igual a x%.1.B. Defina os seguintes conceitos: a) Factor produtivo b) Produtividade média Produto total por unidade de factor. Produto total: Q = 18L2 − L3 Q = 18L − L2 Produtividade média: L ∂Q Produtividade marginal: = 36L − 3L2 ∂L 51 . e) Rendimentos crescentes à escala Tecnologia em que o acréscimo de x% na utilização de todos os factores produtivos permite obter um acréscimo do produto superior a x%. produtividade média e produtividade marginal do factor L. TECNOLOGIA B. A empresa encontrase a produzir na dimensão K = 18 .2. B. TEORIA DO PRODUTOR B. mantendo fixas as quantidades dos restantes. a) Determine a expressão analítica do produto total.

logo a função produto total é crescente. a produtividade marginal é positiva. À esquerda deste ponto. É crescente até L = 6 . a 52 . para L = 0 e L = 18 . produto total e produtividade média têm o mesmo sinal. 1000 800 600 PT 400 200 0 -200 -400 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 L PMe PMg A função produto total apresenta dois zeros. a produtividade marginal é positiva enquanto o produto total for crescente. acompanhadas do respectivo estudo. Assim. Portanto. Os zeros da produtividade média são os mesmos do produto total. que corresponde à produtividade marginal. Os zeros do produto total e da produtividade média coincidem. a produtividade marginal é negativa. produtividade média e produtividade marginal do factor L. O andamento da função produto total é dado pelo comportamento da sua derivada. À esquerda desse ponto. pelo que a função produto total é decrescente. o segundo ocorre no ponto em que o produto total é máximo. A função é crescente até L = 12 . a função produto total tem um máximo quando a produtividade marginal é zero. A produtividade marginal apresenta dois zeros. Os zeros da produtividade média são também os da função produto total ( L = 0 e L = 18 ). c) Faça a leitura geométrica da produtividade média e produtividade marginal do factor L a partir do gráfico da produção total. O máximo da produtividade média ocorre no ponto em que a curva desta intersecta a curva da produtividade marginal.b) Represente graficamente as funções mencionadas. para L = 0 e L = 12 . d) Estabeleça as relações entre as funções produto total. É crescente até L = 12 . O primeiro zero da produtividade marginal coincide com o primeiro zero do produto total. Ou seja. à sua direita. neste ponto tem um máximo e a partir daí é decrescente. e explicando os zeros e andamento de tais funções. neste ponto tem um máximo e a partir daí é decrescente. neste ponto tem um máximo e a partir daí é decrescente.

logo esta é crescente. B. ty ) = A (tx )α (ty )β = At α x α t β y β = t α +β Ax α y β = t α +β f (x. à direita.1. O que corresponde ao estabelecido pela lei dos rendimentos marginais decrescentes. Pme L = y L = ALα −1K β Pmg L = ∂y ∂L = αALα −1K β Pme K = y K = ALα K β −1 Pmg K = ∂y ∂K = β ALα K β −1 b) Verifique se se trata de uma função homogénea. decrescentes ou crescentes à escala? y (tL. a produtividade marginal é inferior à produtividade média. trabalho (L) e capital (K): y = ALα K β .4. Uma função de produção Cobb-Douglas é dada por f (x.3. f) Qual o volume de produção para o qual é máxima a produtividade média do factor fixo? Pme K = Q K . K ) ( ) → fç homogénea de grau α+β α + β < 1 → função homogénea de grau inferior a 1 → DRS α + β = 1 → função homogénea de garu 1 → CRS α + β > 1 → função homogénea de grau superior a 1 → IRS 53 . B. O tipo de rendimentos à escala desta função vai depender dos valores de α+β. A partir de L = 6 . y ) ( ) Se α + β < 1 tem-se rendimentos decrescentes à escala (DRS). f (tx. o aumento da quantidade de trabalho resulta em acréscimos do produto cada vez menores. Se α + β = 1 tem-se rendimentos constantes à escala (CRS). portanto esta é decrescente.produtividade marginal é superior à produtividade média. Como K está fixo. Se α + β > 1 tem-se rendimentos crescentes à escala (IRS). y ) = A x α y β .1. e) A partir de que nível de utilização do factor L se começa a verificar a lei dos rendimentos marginais decrescentes? Justifique. o que ocorre para L = 12 . a sua produtividade média será máxima quando o produto total for máximo. tK ) = A (tL )α (tK )β = t α +β ALα K β = t α +β y (L. Quais as condições que se têm de verificar para que o processo de produção que ela traduz admita rendimentos constantes. Considere a expressão genérica da função de produção do tipo Cobb-Douglas com dois factores. a) Determine as expressões algébricas da produtividade média e da produtividade marginal de ambos os factores. Relacione-os com os diferentes tipos de rendimentos à escala.

Consideremos a seguinte função de produção Q = f (L ) .6(K L )0.5 × 4L K 0.5 (tL )0.6 = t 1. bL} y (tK.5 → CRS −0.1y (K.1 Ambas as produtividades marginais são positivas e obedecem à LRMD. Caracterize as seguintes funções de produção quanto a rendimentos à escala e produtividades marginais: a) y = 4K 0. tL ) = 4 tK + 2tL = ty → CRS Pmg K = ∂y ∂K = 4 Pmg L = ∂y ∂L = 2 Ambas as produtividades marginais são positivas e não obedecem à LRMD.5 = t y (K.6L−0.5 = 2(L K )0.6 K −0.5L0.5 Ambas as produtividades marginais são positivas e obedecem à LRMD.5.5 y (tK. Como a tecnologia é DRS.5(L K )0.K.6 d) e) y (tK. tL ) = (tK )0. tL ) = α(tK )2 + β(tL )2 = t 2 y Pmg K = ∂y ∂K = 2αK Pmg L = ∂y ∂L = 2βL → IRS Ambas as produtividades marginais não obedecem à LRMD.4 K 0.5 = 0. O Teorema de Euler estabelece que se y = f (x 1.B. L ) Pmg K = ∂y ∂K = 0. L ) → IRS Pmg K = ∂y ∂K = 0. x n ) é uma função homogénea de grau α . tL ) = min {atK. btL} = ty → CRS Pmg K = 0 Pmg L = 0 Ambas as produtividades marginais são nulas.5L0.5 = 2(K L )0. 0 < α < 1 pelo que ∂L ∂Q ∂Q Q L < Q . No caso da função de produção ∂Q = αQ .5 × 4L−0. tL ) = 4 (tK )0.5 = 0. não obedecendo à LRMD. O seu sinal depende dos parâmetros α e β.4 K 0. x 2 . a produtividade marginal do factor é decrescente. B.5 L0. então considerada vem L n ∑ x i ∂x i=1 ∂y i = α y .5 Pmg L = ∂y ∂L = 0.1 Pmg L = ∂y ∂L = 0. y = 4K + 2L y (tK.5 K 0. b) y = αK 2 + β L2 y (tK.6. Comente as seguintes afirmações: a) Desde que seja usado um só factor na produção de um bem e que a tecnologia apresente rendimentos decrescentes à escala.1. y = K 0.1. c) y = min {aK.5L0. ∂L ∂L L 54 . Dividindo tudo por L fica < ou seja Pmg L < Pme L .5 (tL )0.

vem Q ≈ 8. então está-se numa isoquanta superior. obviamente. Basta tomar como contra-exemplo a alínea a) do exercício B. Se se está a aumentar as quantidades de factores. Portanto.Mas se Pmg L < Pme L . b) Se a tecnologia apresenta rendimentos constantes à escala então duplicar a quantidade usada de um factor de produção duplica a quantidade produzida. Duplicando apenas a quantidade de K. Q = K 0.5 é uma função de produção que exibe CRS. Falso. Se K = 4 e L = 9 . c) Se a tecnologia apresenta rendimentos decrescentes à escala. Falso. então Q = 6 . ter-se-á de mais que duplicar as quantidades utilizadas de factores. Se a tecnologia é DRS. As isoquantas são lugar geométrico das várias combinações de factores que permitem produzir uma mesma quantidade. d) Se a tecnologia exibir rendimentos constantes à escala. Falso. para se duplicar a produção.485 que não é.5. então a produtividade marginal dos factores é constante. a frase é verdadeira. como se comprova pelo seguinte contra-exemplo. então ao duplicar a produção.5 L0. então a produtividade marginal é decrescente.1. o dobro da quantidade produzida inicial. passamos para uma isoquanta inferior. 55 .

Este mesmo argumento se aplica ao caso da curva do custo variável médio. e acima à direita. Analogamente. Então. o custo marginal tem de lhe ser superior. e) Custo variável médio Custo variável por unidade produzida. então.2. g) Custo marginal Acréscimo no custo total por produzir mais uma unidade. Explique porque é que a curva de custo marginal intersecta as curvas de custo total médio e custo variável médio nos respectivos pontos mínimos. o custo marginal tem de ser inferior ao custo médio: a única forma de baixar uma média é adicionando-lhe números que lhe são inferiores.2. MINIMIZAÇÃO DE CUSTOS B.2.2. se o custo médio é crescente.2. b) Custo variável Custo que varia com o nível de produção c) Custo total Soma dos custos variáveis e custos fixos. Complete os espaços que estão em branco. O que implica que no ponto mínimo as duas curvas se intersectam.3. B.1. Admita-se que se está a produzir numa zona em que o custo médio é decrescente. Defina os seguintes conceitos: a) Custo fixo Custo que não varia com o nível de produção e que a empresa tem de suportar ainda que nada produza. Os custos de uma empresa são mostrados parcialmente na tabela abaixo. Sabe-se. f) Custo total médio Custo total por unidade produzida. nesta zona. d) Custo fixo médio Custo fixo por unidade produzida. B. que a curva do custo marginal fica abaixo da do custo médio à esquerda do mínimo desta. Q 0 1 2 3 CT 24 40 74 108 CF 24 24 24 24 CV 0 16 50 84 CTMe – 40 37 36 CFMe – 24 12 8 CVMe – 16 25 28 CMg – 16 34 34 56 .B.

5 L =0 ⎨1 − λ 0.4.5 K 0.5 ⎪ ⎩K L = Q ⎧ ⎪K = 4L ⎨ 0.5 0.8 4 34 39.3L0. r = 5 .5 .5 Q 5 + 20 20 CTme = = = 5 × 4 −1.5 ⎩K L = Q ⎧K = 4L ⎨ ⎩2L = Q ⇔ ⇔ ⎧ ⎪K = 4L ⎨ 0.5 Q 5 + 20 CT = wL + rK ⇔ CT = 5 × 4 −1.5 Q 5 + 5 × 4 CV = 5 × 4 −1. determine as estruturas de custos de curto e longo prazo.4 5 6 160 220 282 24 24 24 136 196 258 40 44 47 6 4.5 = 4 ⎪ ⎪ − 0.5 4 = ⎪ − 0.5 0.5 ⎪ ⎩Q − K L = 0 ⇔ ⎧K ⎪ =4 ⎨L ⎪K 0.5 L ⇔ ⇔ L = 4 −1.5 K 0.5 L−0. r = 1 .5 Q 4 + Q Q Q 57 .5 ⎪ ⎩s.5 ⎪ ⎩(4L ) L = Q ⇔ ⎧K = 4L ⎨ ⎩L = 0.5 L−0.5 K ⎪ 0.2 ⇔ Q 5 = 4 1.5 L−0.5 = Q ⎩ ⇔ ⎧K = 2Q ⎨ ⎩L = 0.2 . K = 2 a) CURTO PRAZO K=2 ⇒ Q = 2 0.5 L =1 ⎨λ0.5 0. w = 4 .5 ( ) ⇔ ⎧4 − λ 0.5Q + 1 × 2Q ⇔ CT = CV = 4Q CTme = CVme = 4Q Q = 4 Cmg = ∂CT ∂Q = 4 b) Q = K 0.5Q ⇔ ⎧λ0.5 = 0 ⎪ ⎪ − 0.5 K 0.5 K ⎪ 0.5 ⎪ ⎩K L = Q ⇔ ⎧ λ 0.5 L0.5 0.5 0.2 43 52 60 62 B.5 ⇔ Q 2 = 2L ⇔ L = 0. Q = K 0. Para cada uma das situações seguintes. K L = Q ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ → Γ = 4L + K + λ Q − K 0.5 L0.5 0.5L0.5 Q 5 CF = 20 CT 5 × 4 −1.5 Q 5 CT = 5 × 4 −1.K ⎨ 0.5 1 L ⎨ λ 0. K = 4 CURTO PRAZO K=4 ⇒ Q = 4 0.a.5Q 2 + 1 × 2 ⇔ CT = 2Q 2 + 2 CV = 2Q 2 CF = 2 CT 2Q 2 + 2 2 CTme = = = 2Q + Q Q Q CV 2Q 2 = = 2Q Q Q CF 2 CFme = = Q Q Cmg = ∂CT ∂Q = 4Q CVme = LONGO PRAZO min CT = 4L + K ⎧ ⎪ L. w = 5 .5 0.5Q 2 CT = wL + rK ⇔ CT = 4 × 0.5 0.3 L0.2.5Q ⇔ CT = CV = wL + rK CT = CV = 4 × 0.5 0.5 L0.5 K ⎪ 0.

5L ) L = Q ⇔ ⎧ ⎪K = 1.7 0.5 )10Q 2 −0.8 5 = ⎪ − 0.7 0.2 K 0.2 L =0 ⎨5 − λ0.2 ⎪ ⎩K L = Q ⎧ ⎪K = 1. K = 6 CURTO PRAZO 58 .2 ⎪ ⎩(1.4 Q 2 2 0.3 K ⎪ 0.CV 5 × 4 −1.4 )5Q Q = (1.L = 0.3 L0.5Q − 4 ) + 5 × 2 ⇔ CT = 2Q − 16 + 10 CV = 2Q − 16 CF = 10 6 CT 2Q − 6 CTme = = =2− Q Q Q 16 CV 2Q − 16 CVme = = =2− Q Q Q CF 10 CFme = = Q Q Cmg = ∂CT ∂Q = 2 LONGO PRAZO TMSTK.3 0.2 L =5 ⎨λ0.6 + 1.5 0.3 0.5 CT = CV = wL + rK ( Cmg = ∂CT ∂Q = ( 1 .25Q Q = 1.5 Q 4 LONGO PRAZO min CT = 5L + 5K ⎧ ⎪ L.5 L = Q ⇔ 0.2 ⎪ ⎩s.5Q − 4 CT = wL + rK ⇔ CT = 4 (0.5L ⎨ 0.6 2 ⎪ ⎩1.5 0.2 ⎩K L = Q ⇔ ⎧ ⎪K = 1.5 L = Q ⇔ .2 ( ) ⇔ ⎧5 − λ0. K = 2 ⇒ Q = 4 × 2 + 2L ⇔ L = 0.7 0.3 L−0.4 ⇔ 0.5 Q ⎨ − 0.6 + 1.a.5 −0.5 Q 5 = = 5 × 4 −1.2 K 0.3 0.5 −0.2 = Q ⎩ ⇔ ⎧λ0.5 < w r = 0.8 CT = CV = wL + rK ⇒ L=0 ⇔ Q = 4K ⇔ ⇔ K = 0.6 2 ⎪ Q ⎩L = 1.3 K ⎪ 0.K ⎨ 0.4 ⇔ CTme = CVme = 1 .3 0.5 0.3 0.5 .25 Cmg = ∂CT ∂Q = 1 .3 L−0.2 ⎪ ⎩Q − K L = 0 ⇔ ⎧ 2K =1 ⎪ ⎨ 3L ⎪K 0.6 + 1.25Q CTme = CVme = 1.3 K ⎪ 0.5L ⎨ 0.5 c) CURTO PRAZO K=2 CT = CV = 1.3 L0.2 5 L ⎨ λ 0.5 −0.3 L−0. r = 2 .25Q ⇔ CT = CV = 4 × 0 + 5 × 0.8 = 0 ⎪ ⎪ − 0. r = 5 .2 ⎪ ⎩K L = Q ⇔ ⎧ λ 0.6 + 1.5 ( )5Q CT = CV = 5 × 1.5 Q 4 Q Q CF 20 CFme = = Q Q CVme = Cmg = ∂CT ∂Q = 25 × 4 −1.3 0. w = 4 .5 ⎪ ⎩1.5 −0.25Q CT = CV = 1.5L ⎧ ⎪K = 1 ⎨ 0.3 0.4 )5Q Q = 4K + 2L .5L ⎨ 0.25 d) Q = K + 3L . w = 1.2 K 0.4 2 ⎧ ⎪K = 1.6 Q 2 + 5 × 1.8 = 5 ⎪ ⎪ − 0. K L = Q ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ → Γ = 5L + 5K + λ Q − K 0.

e 5 u.m.5.5 − Q Q CF 12 CFme = = Q Q Cmg = ∂CT ∂Q = 0..K ⎨ ⎪ ⎩s.5Q ⇔ CT = CV = 8Q CTme = CVme = 8Q Q = 8 Cmg = ∂CT ∂Q = 8 B.5Q − 6 CVme = = = 0. tendo em conta que a empresa os adquire às taxas de 2 u.5 × 1 3 Q + 2 × 0 CTme = CVme = 0.2. respectivamente. w = 12 .5Q Q = 0.5 6 Q 6 Q LONGO PRAZO TMSTK. a) Encontre as quantidades óptimas dos factores produtivos L e K necessários à produção de 1024 unidades de produto.5 + Q Q CV 0.5Q + 6 CTme = = = 0.5Q − 6 + 12 CV = 0. r = 8 . Considere a seguinte função de produção Q = 10KL .5Q ⇔ CT = CV = 1 .5 Cmg = ∂CT ∂Q = 0.L = 3 > w r = 0.m. 10KL = 1024 → Γ = 2L + 5K + λ(1024 − 10KL ) 59 .K=6 ⇒ Q = 6 + 3L ⇔ L = 1 3Q − 2 CT = wL + rK ⇔ CT = 1. CT = 2L + 5K ⎧ ⎪min L.75 CT = CV = wL + rK ⇒ K=0 ⇔ Q = 3L ⇔ ⇔ L = 1 3Q CT = CV = 0.5Q − 6 CF = 12 CT 0. K = 9 CURTO PRAZO 2K = 3L ∧ K = 9 CT = wL + rK CV = 0 CTme = CFme = 144 Q ⇔ ⇔ 18 = 3L ⇔ L=6 CT = 12 × 6 + 8 × 9 ⇔ CT = 144 = CF CVme = 0 LONGO PRAZO 2K = 3L = Q ⇔ K = 0.5Q ∧ L = 1 3 Q CT = CV = wL + rK ⇔ CT = CV = 12 × 1 3 Q + 8 × 0.a.5 (1 3 Q − 4 ) + 2 × 6 ⇔ CT = 0.5 e) Q = min {2K . 3L} .

5 L−0.4L ⎪ = ⇔ ⎨ ⎨L 5 ⎩15 × 0.4L ⎨ ⎩L = 16 ⇔ ⎧10 λK 2 = ⎪ ⎨ 10λL 5 ⎪ ⎩10KL = 1024 ⎧K = 6. a) Apresente a expressão das isoquantas que se podem obter a partir desta função de produção. b) Deduza a expressão geral da taxa marginal de substituição técnica relativa às isoquantas deste mapa.5L05 .4L ⎪ = ⇔ ⎨ ⎨L 5 ⎩10 × 0.5 × 10K L L c) Sabendo que r = 1 e w = 4 .24 = ≈ 0.1 ⎧15λK 2 = ⎪ ⎨ 15λL 5 ⎪ ⎩15KL = 1024 ⎧K = 5.m. TMSTK. Considere a seguinte função de produção Q = 10K 0. Qual o valor da taxa marginal de substituição nesse ponto? 60 .5L0.4L × L = 1024 ⎪ ⎩10KL = 1024 ⎧10 λK = 2 ⎪ ⎨10 λL = 5 ⎪10KL = 1024 ⎩ ⇔ ⎧K = 0.24 ⎨ ⎩L = 13.4L × L = 1024 ⎪ ⎩15KL = 1024 ⇔ ⇔ d) Verifique se o custo unitário é afectado.5 = Q ⇔ 100KL = Q 2 ⇔ K = 0.a.5 K = = − 0 . Qual seria o aspecto deste mapa de isoquantas? Justifique. calcule o máximo produto que se pode obter com um custo de 32 u. Cme = CT 2 × 13. terá de alterar as quantidades dos factores produtivos? Se sim.4L ⎨ ⎩L ≈ 13. 15KL = 1024 → Γ = 2L + 5K + λ(1024 − 15KL ) ⎧15λK = 2 ⎪ ⎨15λL = 5 ⎪15KL = 1024 ⎩ ⇔ ⎧K = 0.⎧∂Γ ∂L = 0 ⎧2 − 10λK = 0 ⎪ ⎪ ⇔ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⇔ ⎨5 − 10λL = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪1024 − 10KL = 0 ⎩ ⎩ ⎧K 2 ⎧K = 0.6.01Q 2 L−1 Estas isoquantas serão convexas e negativamente inclinadas.5 × 10K 0.1 + 5 × 5. 10K 0. Se a empresa pretender manter o mesmo nível de produção. Cme = CT 2 × 16 + 5 × 6.2.4 = = 0. 5 0 .4 ⎨ ⎩L = 16 ⇔ b) Determine o custo por unidade de produto.0625 Q 1024 c) Suponha que a empresa introduz uma série de inovações de forma que a função de produção se altera para Q = 15KL . 5 Pmg K 0.L = Pmg L 0. para quanto? CT = 2L + 5K ⎧ ⎪min L.1 ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎧2 − 15λK = 0 ⎪ ⎪ ⇔ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⇔ ⎨5 − 15λL = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪1024 − 15KL = 0 ⎩ ⎩ ⎧K 2 ⎧K = 0.05 Q 1024 B.K ⎨ ⎪ ⎩s.

5 ⎨ 0.5 0.5 L0.a.5 L−0.5 0. qual a combinação de factores que minimizará o custo para uma produção de 80? Qual é o custo nesse ponto? min CT = 4L + K ⎧ ⎪ L. 4L + K = 32 ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ → Γ = 10K 0.5 0.5 ∂ Γ ∂ = K 0 ⇔ − λ = ⇔ λ = ⇔ 1 5 K L 0 5 K L 1 1 λ 5 K L ⎨ ⎨ ⎨ ⎨ ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪ ⎪ ⎪10K 0.5 L −λ = 0 ⎨5K ⎪32 − 4L − K = 0 ⎪ ⎩ ⇔ ⇔ ⎧K ⎧K = 4L ⎧K = 4L ⎧K = 16 ⎪ =4 ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨L ⎩4L + K = 32 ⎩4L + 4L = 32 ⎩L = 4 ⎪ ⎩4L + K = 32 (L.5L0.K → Γ = 4L + K + λ 80 − 10K 0.5 = 80 16 TMSTK.5 0. 10K L = 80 ⎧4 − λ5K 0.5 ⎧∂Γ ∂L = 0 4 ⎪ ⎪ = ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ − 0.5 ⎪ ⎩s.5 L−0.16 ) 4 d) Se os preços se mantiverem constantes.5 0.5 = 4 ⎧ λ5K 0.5 20 L 80 = ⎪ ⎩ ⎩L = 4 ⎪10K 0.5 0.5 L−0.5 0.5 = 4 λ ⎪ ⎪ −0.5 L0.5 − 0.5 − 4 λ = 0 ⎪ ⎪ − 0.L = =4 (4.K ) = (4.5 L−0.5 L0.5 0.5 × 4 0.5 0.K ⎨ ⎪ ⎩s.5 + λ(32 − 4L − K ) ⎧5K 0.5 = λ ⎨ 5K L ⎪4L + K = 32 ⎩ ⎧5K 0.5 4λ ⎪ − 0.5 = 80 0.5L− 0.5 0.5 0.5 = 0 ⎧λ5K 0.16 ) ⇒ Q = 10 × 16 0.⎧ Q = 10K 0.5 L− 0.5 − 0.5L0.16 ) ⇒ CT = 1 × 16 + 4 × 4 = 32 61 .a.5 ⎪max L.5 ⎩ ⎩ ⎪ ⎪ ⎩80 − 10K L = 0 ⎩10K L = 80 ⎧K ⎧ ⎧K = 4L ⎧K = 16 ⎪ =4 ⎪K = 4L ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨L 0.5 L =λ ⎨5K ⎪4L + K = 32 ⎪ ⎩ ⎧ 5K 0. K ) = (4.5 = 80 ⎩10(4L ) L = 80 ⎩ ( ) (L.

2 ⎧[0. MERCADOS C.4Q − 5 ⇔ Q = 27. sendo uma linha recta.2 = 98. Q = 5K 3 L 3 é a função de produção de certa empresa.1.2 q=⎨ se p < 1 . Comente o resultado. b) Se nesta indústria existirem mais 90 empresas tecnologicamente idênticas. P = 1.a.2Q 2 − 5Q + 30 .1. calcule o equilíbrio de mercado.2Q ⇔ CT = 1.1.2Q + 2 × 0. Q = 5K L → 1 2 ⎞ Γ = 4L + 2K + λ⎛ ⎜ Q − 5K 3 L 3 ⎟ ⎝ ⎠ 1 2 ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⎧ 2K ⎪L =2 ⎨ 1 2 ⎪5K 3 L3 = Q ⎩ CT = 4L + 2K P = Cmg ⇔ ⇔ 1 −1 ⎧4 − 10 3 λK 3 L 3 =0 ⎪ −2 2 ⎪ ⎨2 − 5 3 λK 3 L 3 = 0 ⎪ 1 2 ⎪Q − 5K 3 L 3 = 0 ⎩ ⇔ 1 −1 ⎧10 3 λK 3 L 3 =4 ⎪ −2 2 ⎪ ⎨5 3 λK 3 L 3 = 2 ⎪ 1 2 ⎪5K 3 L 3 = Q ⎩ ⇔ 1 −1 ⎧10 3 λK 3 L 3 4 ⎪ = 2 ⎪ −2 2 3 3 ⎨ 5 3 λK L ⎪ 1 2 3 3 ⎪ ⎩5K L = Q ⇔ ⇔ ⎧ ⎪K = L ⎨ 1 2 3 3 ⎪ ⎩5L L = Q ⇔ ⎧K = 0. Se o preço for de 6: a) Que quantidade deverá a empresa vender? P = Cmg ⇔ 6 = 0.C.2Q ⎨ ⎩L = 0. a empresa está disposta a oferecer qualquer quantidade quando p = C min e não oferece nada para preços abaixo deste. ∞ ] se p ≥ 1 Q =⎨ 0 se p < 1 . qual será a oferta agregada? .2Q oferta coincidirá com a sua curva de custo médio de longo prazo. pelo que a sua curva da P =1 .1.2.8 C. Ou seja.K ⎨ 1 2 3 3 ⎪ ⎩s. Calcule a oferta individual da empresa. CONCORRÊNCIA PERFEITA C. a) Suponha que os preços dos factores são r = 2 e w = 4 e que a empresa opera num mercado concorrencial.2 ⇒ Q = 100 − 1. 2 ⎩ c) Sabendo que a procura é dada por Q = 100 − P .2 ⎧[0.5 b) Que lucro obtém a empresa a esse preço? 62 .2 ⎩0 Esta empresa exibe rendimentos constantes à escala. ∞ ] se p ≥ 1. Certa empresa em concorrência perfeita tem uma função custo total dada por CT = 0. ⎧min CT = 4L + 2K ⎪ L.2 ⇒ CT = 4 × 0.2Q ⇒ Cmg = 1.

π = RT − CT = 6 × 27. A função lucro de uma empresa que actua num mercado perfeitamente competitivo é dada por: π = PQ − 2Q 3 + 20Q 2 − 80Q − 10 .5P 12 ⇔ ⇔ ⇔ se p ≥ 30 se p < 30 ⎞ ⎟ = 1000 − 10P ⎟ ⎠ ⇔ 2 40 + 24P − 320 = 600 − 6P 24P − 320 = (560 − 6P ) ⇔ 24P − 320 = 560 − 6P 24P − 320 = 313600 − 6720P + 36P 2 ⇔ P= 36P 2 − 6744P + 313920 = 0 P = 86. Limiar de encerramento min CVme ⇒ ∂CVme ∂Q = 0 Q = 0 se p < 30 Limiar de rentabilidade min Cme ⇒ ∂Cme ∂Q = 0 π ≥ 0 se p ≥ 31.25 ( ) c) Deverá a empresa encerrar? O lucro é positivo. C.5 2 − 5 × 27.1. calcule o preço de equilíbrio.439 C.4.1. logo a empresa não deverá encerrar.5 − 0.1 ⇒ CVme = 31.98 c) Sabendo que a procura de mercado é Q = 1000 − 10P e que existem 20 empresas no mercado. CT = 2Q 3 − 20Q 2 + 80Q + 10 ⎧p = Cmg ⎨ ⎩p ≥ CVme ⇔ 2 ⎧ ⎪p = 6Q − 40Q + 80 ⎨ 2 ⎪ ⎩p ≥ 2Q − 20Q + 80 ⇔ 2 ⎧ ⎪6Q − 40Q + 80 − p = 0 ⎨ 2 2 ⎪ ⎩6Q − 40Q + 80 ≥ 2Q − 20Q + 80 ⇔ ⎧ 40 + (− 40 )2 − 4 × 6 × (80 − p ) ⎪Q = ⎨ 2×6 ⎪ 2 4 Q 20 Q 0 − ≥ ⎩ Q ≥5 ⇒ Cmg ≥ 30 ⇒ p ≥ 30 ⇔ ⎧ 40 + 24p − 320 ⎪Q = ⎨ 12 ⎪Q ≥ 5 ⎩ ⎧ 40 + 24p − 320 ⎪ Q =⎨ 12 ⎪0 ⎩ ⇔ ⇒ se p ≥ 30 se p < 30 b) Determine e represente o limiar de encerramento e de rentabilidade.98 ⇔ ⇔ 4Q − 20 = 0 ⇔ Q =5 ⇒ CVme = 30 4Q − 20 − 10 Q 2 = 0 ⇔ Q ≈ 5.3561 ⇒ 6744 ± 6744 2 − 4 × 36 × 313920 2 × 36 Q = 136.2 × 27. a) Calcule a função oferta de curto prazo.3.5 + 30 = 121. ⎧ 40 + 24p − 320 ⎪ q=⎨ 12 ⎪0 ⎩ ⎛ 40 + 24P − 320 20⎜ ⎜ 12 ⎝ se p ≥ 30 se p < 30 ⇔ ⇔ ⎧ 40 + 24p − 320 ⎪20 × Q =⎨ 12 ⎪0 ⎩ 40 + 24P − 320 = 50 − 0. A indústria produtora do bem y é constituída por um grande número de pequenas empresas de diferentes dimensões cujas funções de custo total pertencem à 63 .

002 1 1 (P − 58. ‹ k =1 ⇒ ƒ p = Cmg ƒ p ≥ CVme ⎧ ⎪7.24 b) Determine o preço e a quantidade de equilíbrio de curto prazo.9Q + 10 0.002 0.04Q − 0.24 ⇔ Q ≥ 11.5 + ƒ Q =⎨ ⎪0 ⎩ ⇔ 0.62 − P) 0.8125 2 ⇔ 2 Q = 1.9Q + 9.8 ± 0.8Q + 8 ≥ 0.12Q 2 − 1.25 0.6 0.família de curvas: C (Q ) = 0.63 ⎪ ⎨Q 2 = 29.8Q + 8 2 ƒ p = Cmg ƒ p ≥ CVme ⎧ ⎪7.8Q + 9. P = 62 ⇒ ⎧Q 1 = 29.04 Q − 0.005664 0.48p − 0.75 0.47 0.48p − 0.8 ± 0.8Q + 10 2 ⇔ 2 Q = 1.005664 ⇔ p = 62 ⇒ Q = 1875 c) Determine os níveis de produção individuais dos três tipos de empresas.66 ⎪Q = 30 ⎩ 3 64 .9Q 2 + 9. Nesta indústria existem 3 tipos de empresas.05078125 p = 0.48p − 1.04 Q − 0.04Q 3 − 0.9Q + 8 se p ≥ 2. a) Obtenha a expressão analítica das funções oferta de curto prazo para cada um dos tipos de empresas.12Q 2 − 1 .9375 se p < 2.1875 ƒ p = Cmg ⇔ ⇔ CT = 0.75 se p < 4.8Q + 9. onde k é o parâmetro definidor da dimensão da empresa.24 ⇔ Q ≥ 11.12Q − 1.25) = (72.24 ⇔ Q ≥ 11.48p − 1 .8Q + 10 ≥ 0.25 ƒ p ≥ CVme ⎧ ⎪7. sabendo que a procura e oferta agregadas são dadas por: Qd = 1 1 (72.9y 2 + 8 y + 45 ⇔ ⇔ p = 0.24 se p ≥ 30 se p < 30 ‹ k = 1.04 Q 3 − 0.5 + ƒ Q =⎨ ⎪0 ⎩ CT = 0.25 0.8125 ≥ 0.12Q − 1.12Q 2 − 1.56 0.62 − P) e Q s = (P − 58.9375 0.04 y 3 − 0.9Q 2 + 10Q + 5 ⇔ ⇔ p = 0. a produzir nas seguintes dimensões: k1 = 1.6 0.9Q 2 + (11 − k )Q + 5k 2 . k 2 = 1.8 ± 0.56 0.8125Q + 7.5 + ƒ Q =⎨ ⎪0 ⎩ ⇔ 2 Q = 1 .04 Q 3 − 0.48p − 1.48p − 1.47 0.1875 e k 3 = 3 .12Q − 1.24 ‹ k=3 ⇔ CT = 0.8125 se p ≥ 4.25) 0.

5Q − 6Q + 9 ≥ 0.05P − 0.5Q − 6Q + 9 − P = 0 ⎨ 2 2 ⎪ ⎩1.5 ⎪ 2 ⎪Q − 3Q ≥ 0 ⎩ ⎧ 6 ± 6P − 18 ⎪Q = ⎨ 3 ⎪P ≥ 4.5 ⇔ ⎧ 6 ± 6P − 18 ⎪Q = ⎨ 3 ⎪Q ≥ 0 ∨ Q ≥ 3 ⎩ ⇔ ⎧ 6 ± 6P − 18 ⎪ Q =⎨ 3 ⎪0 ⎩ OFERTA AGREGADA PARA CADA TIPO ⎧2.5 se P ≥ 3 QA = ⎨ se P < 3 ⎩0 ⎧2P − 10 se P ≥ 5 QB = ⎨ se P < 5 ⎩0 ⎧ 60 + 10 6P − 18 se P ≥ 4.5 ⎪ QC = ⎨ 3 ⎪0 se P < 4.5 ⎩ OFERTA DA INDÚSTRIA ⎧0 ⎪2.5 se P < 4.5Q − 3Q + 9 ⇔ ⎧ 6 ± (− 6 )2 − 4 × 1. OFERTAS INDIVIDUAIS ƒ Empresa tipo A ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⎧P − 3 ⎪ Q = ⎨ 12 ⎪ ⎩0 ⇔ ⎧P = 12Q + 3 ⎨ ⎩P ≥ 6Q + 3 ⇔ ⎧P = 12Q + 3 ⎨ ⎩12Q + 3 ≥ 6Q + 3 ⇔ P−3 ⎧ ⎪Q = 12 ⎨ ⎪ Q 0 ≥ ⎩ ⇔ P−3 ⎧ ⎪Q = 12 ⎨ ⎪ ≥ P 3 ⎩ se P ≥ 3 se P < 3 ƒ Empresa tipo B ⎧P = Cmg ⎧P = 20Q + 5 ⎧P = 20Q + 5 ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨ ⎩P ≥ CVme ⎩P ≥ 10Q + 5 ⎩20Q + 5 ≥ 10Q + 5 ⎧Q = 0.5P − 7.5P + 3 ⎩ se P < 3 se 3 ≤ P < 4.25 se P ≥ 5 ⇒ Q =⎨ ⎨ se P < 5 ⎩P ≥ 5 ⎩0 ƒ Empresa tipo C ⇔ ⎧Q = 0.5 + 4.5 ≤ P < 5 se P ≥ 5 65 .5Q − 3Q + 9 ⇔ ⇔ 2 ⎧ ⎪1.25 ⎨ ⎩Q ≥ 0 ⇔ ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⇔ ⎧ .5.5Q 3 Obtenha a curva da oferta desta indústria.05P − 0.5 ⎩ ⇒ ⎧ 6 ± 6P − 18 ⎪Q = 3 ⎨ ⎪Q 2 − 3Q ≥ 0 ⎩ se P ≥ 4.05P − 0.5 se 4.C.25 ⎧0.5Q 2 − 6Q + 9 ⎪P = 1 ⎨ 2 ⎪ ⎩P ≥ 0.5 ⎪ ⎪ Q = ⎨10 + 2P + 10 6P − 18 3 ⎪ ⎪ 10 6P − 18 ⎪2.5 × (9 − P) ⎪ ⎪Q = ⎨ 2 × 1.1. Suponha um sector que funciona de acordo com os princípios da concorrência perfeita e em que existem empresas com diferentes estruturas de custos: 30 empresas do tipo A: CT = 3Q + 6Q 2 40 empresas do tipo B: CT = 5Q + 10Q 2 10 empresas do tipo C: CT = 9Q − 3Q 2 + 0.5P − 7.

do ponto de vista do excedente do consumidor e do produtor. A procura agregada num sector concorrencial é Q = 1200 − 200P e a curva do custo total de cada empresa é CT = Q 3 − 2Q 2 + 4Q .6.1. a) Determine a curva da oferta individual de cada empresa. ⎧ 4 + 12P − 32 ⎪600 × Q =⎨ 6 ⎪0 ⎩ se p ≥ 3 se p < 3 ⇔ 2 400 + 100 12P − 32 = 1600 − 200P 12P − 32 = 12 − 2P 4p 2 − 36p + 176 = 0 ⇔ p= 15 + 100 12P − 32 = 1200 − 200P 2 ⇔ ⇔ 12P − 32 = (12 − 2P ) ⇔ 12P − 32 = 144 − 48P + 4P 2 ⇔ P=4 ⇒ Q = 800 (− 15) − 4 × 1 × 44 2 ×1 c) Compare graficamente esta situação. o número de empresas e o equilíbrio no longo prazo. Determine o equilíbrio de mercado. com a que se verificaria sem barreiras à entrada. P 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 0 200 400 Yd 600 800 1000 1200 1400 1600 1800 Ys (S/b) Q Ys (C/b) 66 .C. ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⇔ 2 ⎧ ⎪P = 3q − 4 q + 4 ⎨ 2 ⎪ ⎩P ≥ q − 2q + 4 ⇔ 2 ⎧ ⎪3q − 4 q + 4 − p = 0 ⎨ 2 2 ⎪ ⎩3q − 4 q + 4 ≥ q − 2q + 4 ⇔ ⎧ 4 + (− 4 )2 − 4 × 3 × (4 − P ) ⎪q = ⎨ 2×3 ⎪ 2 ⎩2q − 2q ≥ 0 ⎧ 4 + 12P − 32 se p ≥ 3 ⎪ q=⎨ 6 ⎪0 se p < 3 ⎩ P=3 ⇒ ⇔ ⎧ 4 + 12P − 32 ⎪q = ⎨ 6 ⎪q ≥ 1 ⎩ ⇔ ⎧ 4 + 12P − 32 ⎪q = ⎨ 6 ⎪p ≥ 3 ⎩ Q = 1200 − 200 × 3 = 600 ∧ q = 1 ⇒ n = 600 b) A expansão da curva da procura para Q = 1600 − 200P foi acompanhada pela criação de barreiras à entrada.

qual o valor da perda social líquida? XC = XP = (200 − 120 ) × 400 − (140 − 120 )(400 − 300 ) = 15000 2 2 (120 − 20 ) × 400 − (120 − 95)(400 − 300 ) = 15000 2 2 ΔBE = (15000 + 15000 ) − (16000 + 20000 ) = −6000 d) Em relação à alínea anterior. é composta por 10000 produtores. Suponha que a procura de viagens de táxis numa dada cidade é dada por: Q = 1000 − 5P . perfeitamente competitiva. se P = 140 e P = 95 ? Compare os resultados obtidos. por quilómetro. como é que o excedente do consumidor e do produtor é afectado.1. ƒ P = 140 XC = XP = (200 − 140 ) × 300 2 2 = 9000 → ΔXC = 9000 − 15000 = −6000 → ΔXP = 24750 − 15000 = 9750 (95 − 20 ) × 300 + (140 − 95) × 300 = 24750 ƒ P = 95 XC = 2 ( 95 − 20 ) × 300 XP = = 7500 2 (200 − 140 ) × 300 + (140 − 95) × 300 = 22500 → → ΔXC = 22500 − 15000 = 7500 ΔXP = 7500 − 15000 = −7500 C. Certa indústria. determine o excedente do consumidor e o excedente do produtor. mostre que o número de viagens de equilíbrio é Q = 400 .C.m. limitando o número de viagens para Q = 300 .7. ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⇔ ⎧P = q + 1 ⎨ ⎩P ≥ 0. onde Q é medido em quilómetros por ano e P é o preço em u.5q + 1 ⎧P = q + 1 ⎨ ⎩q ≥ 0 ⇔ 67 . Qual será o preço de equilíbrio? QD = QS ⇒ 1000 − 5P = 4P − 80 ⇔ P = 120 ⇒ Q = 400 b) Para a situação de equilíbrio. A curva da oferta de longo prazo é dada por Q S = 4P − 80 . cada qual apresentando a seguinte função custo total: CT = 0.8. a) Se esta indústria for perfeitamente competitiva.5Q 2 + Q + 2 . A curva da procura de mercado é dada por Q = 70000 − 10000P .1. Nestas condições. a) Deduza as curvas de oferta de curto prazo da empresa e da indústria. XC = (200 − 120 ) × 400 2 = 16000 XP = (120 − 20 ) × 400 2 = 20000 c) Suponha que a Câmara Municipal dessa cidade decide controlar o trânsito.5q + 1 ⇔ ⎧P = q + 1 ⇔ ⎨ ⎩q + 1 ≥ 0.

5 ⎨ ⎩0. Considere-se uma função de produção Q = f (K. o custo médio é sempre constante.25 × ⎜ ⎟ + 0. Ou seja. então a curva da oferta da indústria é horizontal no longo prazo. Tratando-se de uma indústria perfeitamente competitiva. Pelo que o custo marginal também o será (e igual àquele). Logo. Como o custo marginal é constante.5Q + 0. QD = QS ⇒ 70000 − 10000P = 10000P − 10000 ⇔ P=4 ⇒ Q = 30000 P=4 ⇒ π = 4 × 3 − 0.5 × ⎟ = ⎜ 3 3 ⎝ 3⎟ 3 ⎝ 3 ⎠ ⎠ d) Suponha agora que são permitidas as importações deste bem. ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⇔ ⎧P = 0. Comente as seguintes afirmações: a) Se existem rendimentos constantes à escala numa indústria perfeitamente competitiva.5.5 ⎩0 ⇔ P= 8 3 ⇒ Y= 130000 3 70000 − 10000P = 20000P − 10000 q = 13 3 2 8 13 ⎛ 13 ⎞ 169 ⎛ 13 ⎞ × − ⎜ 0. Mas a esse preço.5 YD = YS P=83 π= ⇒ ⇒ ⎧2p − 1 q=⎨ ⎩0 se P ≥ 0.⎧q = P − 1 ⇒ ⎨ ⎩p ≥ 1 ⎧P − 1 q=⎨ ⎩0 se P ≥ 1 se P < 1 → ⎧10000P − 10000 se P ≥ 1 Q =⎨ se P < 1 ⎩0 b) Qual a quantidade produzida por cada empresa perfeitamente concorrencial e pela indústria? Determine o lucro económico de cada empresa. L ) . cujo preço de importação é 0. o de produzir λQ 0 será λCT0 . tal que (K 0 . Que sucederá.1. a quantidade oferecida é zero. 68 .5 é a função de custo marginal de cada empresa no longo prazo e que está vedada a entrada no mercado a novos produtores.5 é 0.5 × 3 2 + 3 + 2 = 2. da condição de maximização do lucro resulta que P = Cmg . no longo prazo.5 o preço que as empresas nacionais terão de praticar. (λK 0 . C. se o custo de produzir Q 0 é CT0 . Então.5q + 0.5 ( q=3 ) c) Admita que CMg = 0.5q + 0. L 0 ) é a combinação óptima de factores para produzir Q 0 . o preço é constante. Determine o equilíbrio de mercado.9.5 ≥ 0.5 ⇔ ⎧P = 0. verdadeira.5 se P < 0. então. o que corresponde a uma curva da oferta horizontal.5 → ⎧20000P − 10000 se P ≥ 0.25q + 0. Logo. A frase é. a esta indústria nacional? Se as importações custam 0. para todo o λ > 0 .5q + 0. λL 0 ) é a combinação óptima para produzir λQ 0 . o bem será oferecido exclusivamente por importações e esta indústria desaparece.5 Q =⎨ se P < 0.5 ⎨ ⎩q ≥ 0 ⇔ ⎧q = 2p − 1 ⇒ ⎨ ⎩p ≥ 0.

caso em que a curva da oferta é horizontal. no curto prazo. No entanto. Falso. Este é. determina-se a quantidade transaccionada no mercado (por substituição na procura) e a quantidade oferecida por cada empresa (por substituição na oferta individual). o lucro terá de ser zero. o que significa que o preço é sempre o mesmo e os ajustamentos se fazem exclusivamente pela quantidade. os quais têm de ser suportados pela empresa. sendo indeterminado apenas no caso de tecnologia CRS. como existe livre entrada e saída de empresas no mercado. Falso. quer esta produza ou não. O que caracteriza o curto prazo é a existência de custos fixos. no novo equilíbrio de longo prazo. Como existe livre entrada e saída de empresas. o número de empresas a operar no mercado no longo prazo é indeterminado. c) Como existe livre entrada e saída de empresas num mercado de concorrência perfeita. Sabendo quanto se produz no total e quanto produz cada empresa.b) Suponha que uma indústria concorrencial está em equilíbrio de longo prazo. d) Num mercado de concorrência perfeita. pois. o preço será menor. Logo o preço terá de igualar o custo médio. determinado endogenamente. esta condição não garante a rentabilidade. Se houver uma contracção da procura agregada. Conhecendo o preço. calcula-se o número de empresas. o lucro de curto prazo de cada empresa nunca é negativo. Logo. os custos variáveis são os únicos que interessam: a empresa não deve encerrar desde que o preço seja igual ou superior ao custo variável médio. Esta situação não se verifica se a produção apresentar rendimentos constantes à escala. 69 . Falso.

y e L que maximizam o lucro do monopolista. O objectivo do monopolista é.5y max π ⇒ ∂π ∂y = 0 ⇔ − 2 y + 47.75 ⇒ p = 26. Determine os valores de P.2. L. para produzir o bem Y.1. a sua receita é Q 0 P0 . respectivamente: P = 3000 − 5Q e CT = 200 + 10Q 2 . a maximização do lucro.5y ⇒ CT = 5L = 2. MONOPÓLIO E OLIGOPÓLIO C. que adquire ao preço fixo de 5 u. y = 2L ⇔ L = 0. Para vender mais ΔQ .875 70 . Mostre matematicamente que um monopolista estabelecerá sempre um preço acima do custo marginal. Uma empresa monopolista utiliza um factor de produção.2. então o preço é superior ao custo marginal. As funções procura do bem e de produção são.5y π = RT − CT = (50 − y )y − 2. C.25 ∧ L = 11. terá de reduzir o preço para P0 − ΔP .3.5y = − y 2 + 47. naturalmente. respectivamente: P = 50 − y e y = 2L . se o monopolista iguala o custo marginal à receita marginal e esta é inferior ao RMg = (P0 Q 0 preço..2. π = RT − CT = (3000 − 5Q )Q − 200 + 10Q 2 = −15Q 2 + 3000Q − 200 max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 30Q + 3000 = 0 ⇔ Q = 100 Q = 100 ⇒ p = 2500 ∧ π = 149800 ( ) C. Determine o lucro máximo. Quando o monopolista vende Q 0 unidades.C. pelo que: max π = RT − CT ⇒ ∂π ∂q = 0 ⇔ RMg = CMg Pense-se na receita marginal como a soma do ganho na receita resultante das novas vendas e a perda devida a vender a quantidade anterior ao novo preço que é inferior.2. o correspondente preço e a quantidade de um monopolista cujas funções procura e custo total são. pelo que a sua receita será: RT = (P0 − ΔP )(Q 0 + ΔQ ) = P0 Q 0 + P0 ΔQ − ΔPQ 0 − ΔPΔQ Para calcular a receita marginal é subtrair a receita total inicial e dividir pela variação do produto: + P0 ΔQ − ΔPQ 0 − ΔPΔQ ) − P0 Q 0 ΔP = P0 − Q 0 − ΔP ΔQ ΔQ Ora.m.5 = 0 ⇔ y = 23.2.

02Q 2 + 72Q .04 Q 2 + 12Q = −0. Qual seria a variação líquida no bem-estar dos consumidores? P = CMg ΔXC = ⇔ 2 P=2 ⇔ − Q = 44. a sua tecnologia era traduzida pela função custo total: CT0 = 0.2. Considere uma empresa que é um monopólio no mercado do produto final. passando o custo total a ser representado por: CT1 = 0. Esta empresa enfrenta uma procura dada pela expressão P = 100 − Q e possui uma função custo total representada por CT = 10 + Q 2 .2.044 Q 2 + 92Q max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 0.25 Q = 22.02Q 2 + 72Q = −0.004Q . Inicialmente.4.024 Q 2 + 32Q max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 0. Um monopolista enfrenta a seguinte procura: P = 104 − 0. π = RT − CT = (180 − 4Q )Q − (200 + 2Q ) = −4Q 2 + 178Q − 200 max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 8Q + 178 = 0 ⇔ Q = 22. devido à adopção de uma política redutora de custos.2. a) Determine o lucro do monopolista.5 2 = 2959.5.25 b) Suponha que o monopolista é obrigado a praticar o preço correspondente ao mercado de concorrência perfeita.004 Q )Q − 0.04Q 2 + 12Q .048Q + 32 = 0 ⇔ Q = 2000 3 Q = 2000 3 ⇒ p = 304 3 ( ) ƒ Depois da inovação tecnológica π = RT − CT = (104 − 0.25 ⇒ p = 91 ∧ π = 1780. ƒ Antes da inovação tecnológica π = RT − CT = (104 − 0. a) Determine a produção e o preço praticado pelo monopolista. que quantidade deverá este monopolista produzir? E qual o preço que deverá praticar? π = RT − CT = (100 − Q )Q − 10 + Q 2 = −2Q 2 + 100 Q − 10 ( ) max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 4Q + 100 = 0 ⇔ Q = 25 ⇒ p = 75 b) Determine a quantidade e o preço no caso do monopolista optar por uma estratégia de maximização do valor das vendas. essa tecnologia foi substituída. a) Tendo como objectivo a maximização do lucro.25 (180 − 2 ) × 44.004 Q )Q − 0. antes e depois da inovação tecnológica.25 C.088Q + 92 = 0 ⇔ Q = 11500 11 ( ) 71 . por: CT = 200 + 2Q e P = 180 − 4Q .6. respectivamente.C. mas. max RT ⇒ ∂RT ∂Q = 0 ⇔ 100 − 2Q = 0 ⇔ Q = 50 ⇒ p = 50 C. As curvas de custo total e da procura de um monopolista são dadas.5 (180 − 91) × 22.

ƒ Função reacção da empresa 1 2 2 π 1 = [200 − 2 (q1 + q 2 )]q1 − 6 q1 = −8 q 1 + (200 − 2q 2 )q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 16q1 + 200 − 2q 2 = 0 ⇒ q1 = 12.5q M = 0 ⇒ qE = 50 − 0.5Q .5Q 2 .25q M ⇔ ⎧q M = 40 ⎨ ⎩qE = 40 ⇒ Q = 80 ⇒ P = 60 ⇒ C.8.25q M ⎧π M = 1600 ⎨ ⎩π E = 1600 ƒ Equilíbrio ⎧q M = 50 − 0.5(q M + qE )]q M − 0.2.25qE ⎨ ⎩qE = 50 − 0.5qE = 0 ⇒ q M = 50 − 0. As empresas Bordados Maravilha e Bordados Espanto são as únicas produtoras de bordados (Q).84 2 2 ⎡ 11500 ⎤ ⎡ 2000 ⎤ ⎛ 11500 ⎞ ⎛ 2000 ⎞ Δπ = ⎢− 0.2.5(q M + qE )]qE − 0. Determine: a) O equilíbrio de Cournot. A procura de bordados é dada por P = 100 − 0.25q1 ƒ Equilíbrio 72 . Num determinado mercado existem apenas dois produtores e a curva da procura é 2 P = 200 − 2Q .125q 2 ƒ Função reacção da empresa 2 2 π 2 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q 2 − 2q 2 2 = −4 q 2 + (200 − 2q1 )q 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 8q 2 + 200 − 2q1 = 0 ⇒ q 2 = 25 − 0. Admitindo que as empresas têm um comportamento Cournot. ΔXC = (104 − 1098 11) × 11500 11 (104 − 304 3) × 2000 3 2 − 2 ≈ 11133.5 − 0. ƒ Função reacção da empresa Bordados Maravilha (M) 2 π M = [100 − 0.5q 2 M = −q M + (100 − 0.5qE )q M max π M ⇒ ∂π M ∂q M = 0 ⇔ − 2q M + 100 − 0.25qE ƒ Função reacção da empresa Bordados Espanto (E) 2 2 π E = [100 − 0.044 × ⎜ ⎥ − ⎢− 0.5qE = −q E + (100 − 0.024 × ⎜ ⎥ ≈ 37424.7. determine o equilíbrio da indústria.Q = 11500 11 ⇒ p = 1098 11 b) Analise os efeitos daquela alteração no mercado. A curva de custos é a mesma para ambas e igual a CT = 0.24 ⎟ + 92 × ⎟ + 32 × 11 ⎦ 3 ⎦ ⎝ 11 ⎠ ⎝ 3 ⎠ ⎢ ⎥ ⎣ ⎢ ⎥ ⎣ C. evidenciando os ganhos e perdas do monopolista e dos consumidores.5q M )qE max π E ⇒ ∂π E ∂qE = 0 ⇔ − 2qE + 100 − 0. As curvas de custos de cada um dos produtores são: c1 = 6q1 e c 2 = 2q 2 2 .

22 ⎨ ⎩π 2 = 2039.25q 2 ƒ Função reacção da empresa 2 π 2 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q 2 − 12q 2 = −2q 2 2 + (188 − 2q1 )q 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 4 q 2 + 188 − 2q1 = 0 ⇒ q 2 = 47 − 0.25q1 ⇔ ⎧q1 = 300 31 ⇒ ⎨ ⎩q 2 = 700 31 Q = 1000 31 ⇒ P= 4200 31 ⇒ ⎧π1 = 749.5 − 0.125q 2 ⎨ ⎩q 2 = 25 − 0.5q 2 + 175 = 0 ⇒ q 2 = 70 3 ⇒ q 2 = 115 12 ⎧q1 = 115 12 ⎨ ⎩q 2 = 70 3 ⇒ Q = 395 12 ⇒ P= 805 6 ⇒ ⎧π1 = 734. curvas de custos de cada um dos produtores são: c1 = 2q1 Determine: a) O equilíbrio de Cournot.25q1 )]q1 − 6q1 = 150 q1 − 7.2.5q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 15q1 + 150 = 0 ⇒ q1 = 10 ⇒ q 2 = 22.5 ⎧q1 = 10 ⎨ ⎩q 2 = 22.9.67 C. ‹ Empresa 1 é líder ƒ Função reacção da empresa 2 2 π 2 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q 2 − 2q 2 2 = −4 q 2 + (200 − 2q1 )q 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 8q 2 + 200 − 2q1 = 0 ⇒ q 2 = 25 − 0.5 ⇒ Q = 32.5q1 ƒ Equilíbrio 73 .5 − 0.125q 2 )]q 2 − 2q 2 = 175q 2 − 3.72 ⎨ ⎩π 2 = 2041.25q1 ƒ Equilíbrio 2 2 π1 = [200 − 2q1 − 2(25 − 0.⎧q1 = 12. a curva da procura é P = 200 − 2Q e as 2 e c2 = 12q2 .54 b) O equilíbrio de Stackelberg. Num determinado mercado de oligopólio.5 ⇒ P = 135 ⇒ ⎧π1 = 750 ⎨ ⎩π 2 = 2025 ‹ Empresa 2 é líder ƒ Função reacção da empresa 1 2 2 π1 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q1 − 6q1 = −8q1 + (200 − 2q 2 )q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 16q1 + 200 − 2q 2 = 0 ⇒ q1 = 12.75q 2 2 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 7. ƒ Função reacção da empresa 1 2 2 π1 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q1 − 2q1 = −4 q1 + (200 − 2q 2 )q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 8q1 + 200 − 2q 2 = 0 ⇒ q1 = 25 − 0.125q 2 ƒ Equilíbrio π 2 = [200 − 2q 2 − 2(12.5 − 0.

26 iv.25qB ƒ Função reacção da empresa B 2 2 π B = [60 − (q A + qB )]qB − 1.33 C.2q A ƒ Equilíbrio ⎧q A = 14 − 0.2q A ⇔ ⎧q A = 225 19 ⎨ ⎩qB = 164 19 ⇒ Q = 389 19 ⇒ P= 751 19 ii.22 b) O equilíbrio onde a empresa 2 assume a liderança do mercado.5qB + (55 − q A )qB ( ) max π B ⇒ ∂π B ∂qB = 0 ⇔ − 5qB + 55 − q A = 0 ⇒ qB = 11 − 0. determine: i.10.5qB + 5qB = −2. ƒ Função reacção da empresa 1 2 2 π1 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q1 − 2q1 = −4 q1 + (200 − 2q 2 )q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 8q1 + 200 − 2q 2 = 0 ⇒ q1 = 25 − 0.25qB ⎨ ⎩qB = 11 − 0.5qB + 5qB .47 e π B = 186. π A = 280. Bem-estar dos produtores. Bem-estar social. As empresas têm os seguintes custos: 2 c A = q2 .22 ⎨ ⎩π 2 = 3109. BE = 676.25q 2 )]q 2 − 12q 2 = 238q 2 − 1.59 iii.32 b) Sabendo que a empresa A se comporta como líder.⎧q1 = 25 − 0. Bem-estar dos consumidores.78 ⎨ ⎩π 2 = 1507. Considere duas empresas num mercado de oligopólio que enfrentam a seguinte curva da procura: P = 60 − Q .2. A + 4q A e cB = 1 a) Sabendo que as empresas se comportam à Cournot. XC = (60 − 751 19) × 389 19 2 = 209.5q 2 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 3q 2 + 238 = 0 ⇒ q 2 = 238 3 ⇒ q 2 = 31 16 ⎧q1 = 31 6 ⎨ ⎩q 2 = 238 3 ⇒ Q = 84. determine: 74 .25q 2 ƒ Equilíbrio π 2 = [200 − 2q 2 − 2(25 − 0. ƒ Função reacção da empresa A 2 π A = [60 − (q A + qB )]q A − q 2 A + 4 q A = −2q A + (56 − qB )q A ( ) max π A ⇒ ∂π A ∂q A = 0 ⇔ − 4 q A + 56 − qB = 0 ⇒ q A = 14 − 0.5 ⇒ P = 31 ⇒ ⎧π1 = 106.25q 2 ⎨ ⎩q 2 = 47 − 0.5q1 P= 636 7 ⇒ ⇔ ⎧q1 = 106 7 ⎨ ⎩q 2 = 276 7 ⇒ Q = 382 7 ⇒ ⎧π1 = 917. Preço e quantidades de equilíbrio.

XC = (60 − 29) × 31 = 480. que é também a solução de concorrência perfeita. Comente as seguintes afirmações: a) A solução de um mercado de monopólio pode ser eficiente. a receita marginal é igual à curva da procura. b) Um monopolista que maximize o lucro escolherá sempre uma quantidade para a qual a procura tenha elasticidade unitária. o qual é totalmente absorvido pelo monopolista. Se o objectivo do monopolista é a maximização do lucro.2q A ƒ Equilíbrio 2 π A = [60 − q A − (11 − 0. ao fazer Rmg = Cmg está a fazer-se P = Cmg .2q A )]q A − q 2 A + 4 q A = −0. ƒ Função reacção da empresa B 2 2 π B = [60 − (q A + qB )]qB − 1.i. π A = 0 e π B = 90 iv. Pense-se na receita marginal como a soma do ganho na receita resultante das novas vendas e a perda devida a vender a quantidade anterior ao novo preço que é inferior.5qB + (55 − q A )qB ( ) max π B ⇒ ∂π B ∂qB = 0 ⇔ − 5qB + 55 − q A = 0 ⇒ qB = 11 − 0.5 C. Assim sendo. Logo. eficiente. BE = 570. tal como em concorrência perfeita.11.5qB + 5qB = −2. contrariamente a esta. Portanto.2.5 2 iii. Quando vende Q 0 unidades. A solução de monopólio será eficiente no caso em que a empresa monopolista consiga fazer discriminação perfeita de preços. no entanto.9q A + 45q A ( ) max π A q A = 25 ⇒ ⇒ ∂π A ∂q A = 0 qB = 6 ⇒ ⇔ − 1. pelo que a sua receita será: RT = (P0 − ΔP )(Q 0 + ΔQ ) = P0 Q 0 + P0 ΔQ − ΔPQ 0 − ΔPΔQ 75 . Verdadeira. terá de reduzir o preço para P0 − ΔP . ele escolherá uma quantidade para a qual Rmg = Cmg . Bem-estar social. não há excedente do consumidor. Bem-estar dos consumidores. Para vender mais ΔQ . Esta solução é.8q A + 45 = 0 P = 29 ⇒ q A = 25 Q = 31 ⇒ ii. suponha que o monopolista pretende aumentar o produto de Q 0 para Q 0 + ΔQ . o monopolista vende cada unidade adicional do bem ao preço máximo que os consumidores estão dispostos a pagar. Preço e quantidades de equilíbrio. Neste caso. a sua receita é Q 0 P0 . Bem-estar dos produtores.

a receita marginal virá ΔP → 0 ⇒ Rmg = P0 − ΔP Q0 ΔQ ⇔ negativa. Portanto. Considere-se. sem perda de generalidade.Para calcular a receita marginal é subtrair a receita total inicial e dividir pela variação do produto: Rmg = (P0 Q 0 + P0 ΔQ − ΔPQ 0 − ΔPΔQ ) − P0 Q 0 ΔP = P0 − Q 0 − ΔP ΔQ ΔQ Repare-se que: ⎛ ⎛ 1⎞ ΔP Q 0 ⎞ ⎟ ⎜ ⎟ RMg = P0 ⎜ ⎜1 − ΔQ P ⎟ ⇔ RMg = P0 ⎜1 − ε ⎟ 0 ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ Assim. o custo marginal aumenta no montante do imposto. um monopolista cujo custo marginal é constante e que enfrenta uma procura linear. o preço de equilíbrio aumenta. isto é. a intersecção entre custo marginal e receita marginal desloca-se para a esquerda. Mas como a inclinação da curva da procura é metade da inclinação da curva da receita marginal. Logo. Rmg = Cmg ⇔ a − 2by = c + t ⇔ y= a−c−t 2b ⇒ 1 Δy =− Δt 2b ⇒ Δp 1 = Δt 2 76 . para valores da elasticidade inferiores a 1. o preço aumenta em metade do montante do imposto. a frase é falsa. Esta situação está representada no gráfico abaixo: Δp=t/2 Cmg+t t Cmg Rmg Y’ Y* D Algebricamente. a empresa monopolista não opera na zona inelástica da curva da procura. O que não é o mesmo que dizer que escolhe uma quantidade para a qual a procura tem elasticidade unitária. Falso. Consequentemente. Quando é colocado um imposto sobre este monopolista. c) Colocar um imposto de quantidade sobre um monopolista causará sempre uma subida do preço no montante do imposto.

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