UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia

MICROECONOMIA I 1º Semestre 2005/2006

CADERNO DE EXERCÍCIOS Resolução

A. TEORIA DO CONSUMIDOR
A.1. A RESTRIÇÃO ORÇAMENTAL DO CONSUMIDOR

A.1.1. Defina os seguintes conceitos: a) Cabaz de bens Combinação de quantidades consumíveis de um conjunto de bens. b) Conjunto de possibilidades de consumo Conjunto de cabazes que podem ser comprados pelo consumidor num dado momento, gastando parcial ou totalmente o seu rendimento monetário. c) Restrição orçamental Lugar geométrico dos cabazes que podem ser comprados se todo o rendimento do consumidor for gasto. d) Custo de oportunidade de um bem Quantidade do outro bem que é preciso sacrificar para consumir mais uma unidade do bem. e) Bem numerário Bem em relação ao qual é medido o preço do outro bem e o rendimento do consumidor.

A.1.2. Considere um consumidor que enfrenta os preços Px e Py e dispõe de um rendimento M. Para cada um dos casos seguintes, determine, analítica e graficamente, o conjunto de possibilidades de consumo e a restrição orçamental. a)
Px = 2 ; Py = 4 ; M = 10

CPC: 2 x + 4 y ≤ 10 RO: 2 x + 4 y = 10 b) Px = 3 ; Py = 5 ; M = 15 CPC: 3x + 5y ≤ 15 RO: 3x + 5y = 15 c) Px = 5 ; Py = 1 ; M = 25 CPC: 5x + y ≤ 25 RO: 5x + y = 25 d) Px = 1,5 ; Py = 6 ; M = 45 CPC: 1,5x + 6 y ≤ 45 RO: 1,5x + 6 y = 45 e) Px = 4 ; Py = 7 ; M = 56 CPC: 4 x + 7 y ≤ 56 RO: 4 x + 7 y = 56

1

A.1.3. O que acontece à restrição orçamental se: a) o preço do bem X duplica e o do bem Y triplica
A restrição orçamental torna-se menos inclinada e desloca-se para a esquerda

b) o preço do bem X quadruplica e o do bem Y triplica
A restrição orçamental torna-se mais inclinada e desloca-se para a esquerda

c) ambos os preços duplicam
A restrição orçamental desloca-se paralelamente para a esquerda

d) ambos os preços duplicam e o rendimento triplica
A restrição orçamental desloca-se paralelamente para a direita

e) ambos os preços triplicam e o rendimento duplica
A restrição orçamental desloca-se paralelamente para a esquerda

f)

o preço do bem X e o rendimento duplicam
A restrição orçamental roda para a direita

A.1.4. O Paulo tem uma mesada de 120 euros que lhe é paga pelos pais. A mesada é gasta exclusivamente em jantares e bilhetes de teatro. a) Identifique formalmente o conjunto de possibilidades de consumo do Paulo, sabendo que cada jantar custa 20 euros e cada bilhete de teatro custa 10 euros.
20 j + 10b ≤ 120

b) No mês de Agosto, o Paulo será visitado pelos avós que lhe dão sempre 100 euros. Durante esse mês, o Paulo pretende ir a 8 jantares e assistir a 8 espectáculos de teatro. Será que vai conseguir? E se ele passar a ir jantar a restaurantes mais baratos, onde o preço médio da refeição é 15 euros? Qual é, neste caso, o custo de oportunidade para o Paulo de ir a um jantar?
M = 120 + 100 = 220

(j, b) = (8 , 8) ⇒ 20 × 8 + 10 × 8 = 240 > 220 → (j, b) = (8 , 8) ⇒ 15 × 8 + 10 × 8 = 200 < 220 →
CO = 15 = 1,5 10

não consegue consumir este cabaz. consegue consumir este cabaz.

c) Dadas as fracas notas obtidas nos exames, os pais do Paulo reduziram-lhe a mesada para metade e proibiram-no de ir a mais de 2 jantares no mês de Agosto (os avós não sabem de nada). Identifique o conjunto de possibilidades de consumo do Paulo nesta situação.
M = 60 + 100 = 160

⎧20 j + 10b ≤ 160 ⎨ ⎩j ≤ 2

2

5 ⎪j ≤ 2 ⎩ f) Durante as férias. determine de novo.15 T + 1C = M − 30 + 30 × 0.15T + 1C = M − 25. o Paulo fez um curso de Verão no qual tirou muito boas notas.d) Suponha que o Paulo pode beneficiar de 10% de desconto no preço dos bilhetes de teatro se adquirir o cartão jovem. o que garante aos seus assinantes o acesso à rede e a possibilidade de fazer 30 minutos de chamadas por mês. ⎧0. logo deverá adquiri-lo. deverá o Paulo comprá-lo? M = 60 + 100 − 10 = 150 Pb ′ = 0. e) Descreva o conjunto de possibilidades de consumo do Paulo se o cartão jovem lhe possibilitar 2 entradas gratuitas em espectáculos de teatro.5 ⎨ ⎩C ≤ M − 30 3 . o conjunto de possibilidades de consumo do Paulo.9 × 10 = 9 ⎧20 j + 9b ≤ 150 ⎨ ⎩j ≤ 2 Se adquirir o cartão. analítica e graficamente.15 ⎪ M − 30 ⎨ C≤ ⎪ 1 ⎩ ⇔ ⎧0. Sabendo que o cartão jovem custa 10 euros. a) Escreva e represente a restrição orçamental de um consumidor representativo que tem um rendimento M para gastar em minutos de chamadas telefónicas (T) e num bem compósito (C) cujo preço é igual a 1. os pais decidiram levantar-lhe as restrições aos jantares e subsidiarem-lhe as idas ao teatro em 5 euros. mantiveram a redução da mesada.1. o Paulo expande o seu conjunto de possibilidades de consumo. Suponha que a Companhia de Telefones cobra mensalmente 30 euros. adicionalmente ao desconto mencionado na alínea anterior. Consequentemente. Admitindo que o Paulo não tem cartão jovem. Chamadas acima deste limite pagam um preço unitário de 15 cêntimos. M = 60 + 100 = 160 Pb ′ = 10 − 5 = 5 20 j + 5b ≤ 160 A.5. no entanto. M = 60 + 100 − 10 + 2 × 9 = 168 ⎧20 j + 9b ≤ 168 ⎪ ⎨j ≤ 7.

4 . admitindo que esta tem um rendimento de 150 unidades monetárias e o seu tempo disponível para compras é de 4 horas e meia. A Ana consome dois bens.15 T + 1C = M − 27 ⎨ ⎩C ≤ M − 30 ⎧0. ou ii) aumentar o preço unitário de chamadas acima dos 30 minutos para 20 cêntimos. enquanto que para a aquisição de uma unidade de P são precisos mais 12 minutos.6.5 e PP = 10 .chamadas telefónicas bem compósito b) Suponha que a companhia pondera duas alterações relativas à actual estrutura de preços: i) diminuir para 20 o número de minutos oferecidos com a assinatura mensal. carne (C) e peixe (P).1.15 ⎪ i) ⎨ M − 30 C≤ ⎪ 1 ⎩ ⇔ ⎧0. ⎧0.20 T + 1C = M − 24 ⎨ ⎩C ≤ M − 30 alternativa i alternativa ii bem compósito A.20 ⎪ ii) ⎨ M − 30 C≤ ⎪ 1 ⎩ RO inicial chamadas telefónicas ⇔ ⎧0. a) Represente o conjunto de possibilidades de escolha da Ana. aos preços Pc = 7. Para chegar ao hipermercado. Represente graficamente as restrições orçamentais correspondentes às duas alternativas. Para adquirir uma unidade de C demora mais 15 minutos.15 T + 1C = M − 30 + 20 × 0. ambos adquiridos no hipermercado.20 T + 1C = M − 30 + 30 × 0. a Ana demora 45 minutos.

Isto reduz-lhe a clientela da pastelaria. O tempo útil diário do João é de 8 horas.1. a) Represente o conjunto de possibilidades de escolha do João.5 15 17. ⎧2b + 10 x ≤ 200 ⎨ ⎩1b + 0.5 5 7. gastando 1 hora na viagem Santana – Funchal e 15 minutos para adquirir uma unidade de X. enquanto o preço dos outros bens é de 10 euros. fica de mau humor. além das 150 unidades monetárias.5 20 22.5 unidades de C. Neste novo emprego. No seu prédio.5 b) A Ana muda de emprego e passa a não ter tempo para ir ao hipermercado. O seu rendimento diário é de 200 euros.5 10 12. 5 .25 x ≤ 8 b) Nos dias em que o João tem de fazer mais de duas viagens entre Santana e o Funchal. ⎧10 c + 15p ≤ 150 + 10. Represente o novo conjunto de possibilidades de escolha.5c + 10p ≤ 150 ⎨ ⎩15c + 12p ≤ 60 × 4.5 20 22.⎧7. que não pode vender. há um supermercado onde a Ana não perde tempo e enfrenta os preços Pc = 10 e Pp = 15 . O João vive em Santana e desloca-se todos os dias ao Funchal.5 − 45 20 15 peixe 10 5 0 0 2. O bilhete custa 2 euros. onde tem uma pastelaria.5 carne 15 17.5 × 10 ⎪ 150 ⎨ p≤ ⎪ 15 ⎩ 12 10 8 peixe 6 4 2 0 0 2.5 25 27.5 ⇔ ⎧7.5c + 10p ≤ 150 ⎨ ⎩15c + 12p ≤ 225 RO RT 10 12.5 carne ⇔ ⎧10 c + 15p ≤ 255 ⎨ ⎩p ≤ 10 A.7. a Ana recebe 10.5 5 7. que é gasto em bilhetes de autocarro (B) e outros bens (X).

o João passa a ir na carrinha da pastelaria.25 x ≤ 8 ⎪ ⎩0.5b + 0. Nesse caso. Represente novamente o conjunto de possibilidades de escolha do João. o João chega a casa depois do supermercado fechar.25 x ≤ 8 ⎩ c) Depois da quarta viagem. ⎧2b + 10 x ≤ 200 ⎪ ⎪1b + 10 x ≤ 200 ⎨ ⎪1b + 0.25 x ≤ 8 d) Suponha agora que.25 x ≤ 8 se se se se b≤2 b>2 b≤2 b>2 6 . ⎧2b + 10 x ≤ 200 se b ≤ 2 ⎪ ⎨2b + 10 x ≤ 150 se b > 2 ⎪1b + 0. considerando um rendimento de 200 euros.implicando uma redução do rendimento diário do João de 50 euros. Isso obriga-o a fazer as compras num outro supermercado. ⎧2b + 10 x ≤ 200 se b ≤ 2 ⎪ ⎪2b + 10 x ≤ 150 se 2 < b ≤ 4 ⎨ ⎪2b + 10 x ≤ 149 se b > 4 ⎪ ⎩1b + 0. onde o estacionamento custa 1 euro. Represente de novo o conjunto de possibilidades de escolha. o tempo necessário para a viagem é de meia hora e o custo do combustível 1 euro. a partir da segunda passagem.

Valor atribuído ao uso de um ou mais bens.1. g) Taxa marginal de substituição no consumo de Y por X Mede o número de unidades de Y que têm de ser sacrificadas por unidade infinitesimal a mais de X de forma a que o consumidor mantenha o nível de satisfação.A. isto é. A.2. Enumere e explique os axiomas e hipóteses das relações de preferência e as propriedades das curvas de indiferença. quando todo o resto se mantém constante. B e C. e que proporciona a satisfação de uma necessidade do consumidor.2. Axioma da exaustão ou da relação completa Uma ordem de preferências é completa se permite ao consumidor ordenar todas as combinações possíveis de bens e serviços. f) Curva de indiferença Conjunto de cabazes de dois bens em relação aos quais o consumidor é indiferente. 7 . b) Mal económico Produto (ou serviço) cujo consumo causa uma diminuição na satisfação do consumidor. mantendo-se a quantidade consumida dos outros bens. então gostará mais de A que de C.2. Hipótese da não saciedade ou monotocidade Esta hipótese significa simplesmente que. de localização e tempo. que proporcionam o mesmo nível de utilidade. UTILIDADE E PREFERÊNCIAS A. Defina os seguintes conceitos: a) Bem económico Produto (ou serviço) definidos pelas suas características físicas. uma maior quantidade de um bem é melhor que uma menor quantidade desse mesmo bem. e) Utilidade marginal de um bem Variação na utilidade total de um consumidor quando a quantidade consumida de um bem aumenta de uma forma infinitesimal. c) Bem neutral Produto (ou serviço) cujo consumo não afecta a satisfação do consumidor. Axioma da transitividade Dizer que uma ordem de preferências é transitiva significa que. relativamente a três cabazes A. se o consumidor prefere A a B e B a C.2. d) Utilidade Forma de medir a satisfação dos desejos do consumidor.

2. Diga. mais a Catarina gosta de tocar. Viola o axioma da transitividade b) O Francisco não sabe se gosta mais de duas horas de vela ou três de natação. Ou seja: a taxa marginal de substituição no consumo entre dois bens é decrescente. aquelas que violam os axiomas e hipóteses que regem as preferências. Propriedade 3: Curvas de indiferença para NE representam níveis de satisfação mais elevados. mas entre rebuçados e chocolates. Propriedade 1: As curvas de indiferença têm inclinação negativa.2. A hipótese da convexidade implica que qualquer combinação linear dos cabazes B e C é preferível a A. B e C tais que B é pelo menos tão bom como A e C é estritamente preferido a A. Propriedade 2: As curvas de indiferença nunca se intersectam. Viola a hipótese da monotocidade e) A Beatriz começou a gostar mais de ir à praia depois de ir muitas vezes.Hipótese da convexidade Sejam 3 cabazes. Hipótese da continuidade Os cabazes que são preferidos ou indiferentes a um determinado cabaz e os cabazes que são menos preferidos ou indiferentes formam conjuntos fechados. Represente graficamente os mapas de indiferença para os seguintes casos: a) Dois bens económicos 8 . Economicamente. de entre as situações seguintes. Viola a hipótese da convexidade A. Viola o axioma da exaustão c) Quanto mais toca piano.4. Viola a hipótese da convexidade d) Depois de quatro horas de estudo. esta hipótese relaciona-se com a necessidade de um consumidor ser compensado com maiores quantidades de um bem. a) A Isabel gosta mais de chocolates que de caramelos e prefere caramelos a rebuçados. à medida que sacrifica sucessivas unidades de outro.3. A. escolhe os primeiros. A. Propriedade 5: As curvas de indiferença são densas em todo o espaço de bens. Esta hipótese é meramente técnica. Propriedade 4: As curvas de indiferença são convexas em relação à origem. o Diogo já não estuda mais nenhuma.

bem bem b) Um bem e um mal económico bem mal c) Um bem económico e um neutro bem neutro d) Existência de um ponto de saciedade 9 .

2. verificando em cada um se se tratam de preferências bem comportadas.y x e) Bens complementares y x f) Bens substitutos y x A.5. Represente as preferências dos consumidores para os seguintes casos. a) O Gonçalo bebe sempre um café com um copo de água. 10 .

6 5 copos de água 4 3 2 1 0 0 1 2 3 cafés 4 5 6 b) A Graça é indiferente entre utilizar papel A4 pautado e papel A4 liso. 11 . 6 5 4 liso 3 2 1 0 0 1 2 3 pautado 4 5 6 c) Ao almoço. a Maria não consegue comer mais de 220 gramas de carne. coca-cola 0 40 80 120 160 200 240 carne 280 320 360 400 440 d) O Pedro é indiferente entre jogar uma hora de futebol ou duas horas de ténis. mas bebe toda a Coca-Cola que lhe servirem.

5 0 0 1 2 3 chá 4 5 6 f) A Joaninha adora leite com torradas. mas bebe todo o leite que lhe servirem.2.5 4 4.5 1 0.5 7 7.5 1 1. 4 3.5 2 2.6. U = x 0.5 ii.5 2 2.5 açúcar 2 1. y} 12 .5 3 3.5 8 torradas A.5 6 6. U = min{x.5 y 0. U = −3 + x + y iii. não consegue comer mais de 4 torradas.5 e) A D.5 4 3 ténis 2 1 0 0 0. Ao lanche. Considere as seguintes funções utilidade: i.5 1 futebol 1.5 5 5. leite 0 0.5 3 2. Carlota bebe sempre cada chávena de chá com meio pacote de açúcar.

5 13 . b) Represente o mapa de indiferença.5 y 0.5 = 4 ⇔ ⇔ y= y= 1 x 4 x O conceito aqui subjacente é o de curva de indiferença.5 × 0. a) Identifique as diferentes combinações de x e y que permitem ao consumidor atingir o nível de utilidade de 2 e 4.5x 0. U = x + y Para cada uma delas: a) Indique o tipo de preferências. Qual o conceito subjacente? U=2 U=4 ⇔ ⇔ 2 x 0.5 y −0.2.º de litros gás/dia e y = n.5 = 2 ⇔ y =16 2 = 2 × 6 0.5 Umg y = 0.5 y 0. 0.3y} TMS y.5 = 2 2 x 0.5 y 0.iv.5 × y 0.2 ) ⇒ U = 2 × 5 0.5 TMS y.5 a) Cobb-Douglas U = −3 + x + y U = min{x. b) Admita que este consumidor se encontra actualmente a consumir 5 litros de gás por dia e 0.º Kw/hora.x = 1 V = +x + y Não tem V = min{3x.7.x = y x TMS y.5 y 0.x = 2 y V = x2 + 2 x y + y V = 2 x 0. Qual a quantidade de electricidade que teria de sacrificar. A utilidade que um consumidor retira da utilização de gás e de electricidade é dada pela função U = 2 x 0.5 y 0. c) Calcule as utilidades marginais.5y −0.5 em que x = n.5 A. de forma a manter o mesmo nível de satisfação? (5 .5 y 0. d) Determine a taxa marginal de substituição de y por x.5x −0.2 Kw/hora. se quisesse consumir um litro adicional de gás.2 0. U = x 0. y} U=x+ y Substitutos perfeitos Complementares Quasi-lineares b) U1 U1 bem U2 U3 bem U1 U2 U3 U1 U2 U3 bem U2 U3 bem bem bem c) d) e) Umg x = 0.5 Umg x = 1 Umg y = 1 Umg x = 0 Umg y = 0 Umg x = 1 Umg y = 0. e) Encontre uma função que represente as mesmas preferências.

y = TMS x.41 → ∂TMS 1. y ) = (4. a) Suponha que inicialmente consome 4 unidades do bem x e 12 unidades do bem y.y = TMS x.48 = x + ln 8 TMS x.y .y 1000 x x = 1000 y y x = y − 1 y (x y ) x y − x y2 x =− 1y y x y +1 TMS x.2 ∂x 1 =0 Umg y 1 y 1 = = Umg x 1 y O consumo do bem x não influencia a taxa a que o António se dispõe a trocar os bens.y = TMS 2. quem tem as mesmas preferências que o António? Considere o quadro abaixo e a função utilidade inicial. quantas unidades terá de consumir do bem x de modo a que a sua utilidade de mantenha constante? (x.12 ) 6. y ) = (4.y = ⇒ ⇔ U = 4 + ln 12 ≈ 6. 14 .2. O António tem uma função de utilidade U = x y . (x. Ana Filipa Sofia Margarida Teresa Bernardo V = 1000 xy W = xy Z = −1/ (xy + 1) F = xy − 10000 G = x/y H = x (y + 1) Ana Filipa Sofia Margarida Teresa Bernardo TMS x. d) De entre os seus amigos.1 = − 1 x (x y )−2 −2 = x y A Teresa e o Bernardo não têm as mesmas preferências do António.y = = → >0 Umg x y ∂x c) Responda novamente às alínea a) e b) admitindo que as preferências do António são descritas por U = x + ln y .8.48 x ≈ 4. Se passar a consumir 8 unidades do bem y.y = TMS x.y Umg y x TMS x.A.12 ) 48 = 8 x ⇔ ⇒ U = 4 × 12 = 48 x=6 b) Calcule a TMS x. O que acontece ao valor desta taxa quando o António aumenta o consumo do bem x? ∂TMS x.

mas mais do outro. A C B=D U1 U0 Por definição. Ou seja. Se. Logo. por definição. entre outros. então C será preferido a A porque tem o mesmo de um dos bens. pela hipótese da monotocidade. Se dois bens são substitutos perfeitos. Consideremos que a frase é falsa. no gráfico. o axioma da transitividade e a hipótese da monoticidade. por definição. A frase é verdadeira. então a linha diagonal (no espaço dos bens) que passa pela origem cruza cada curva de indiferença apenas 1 vez. Se A e B estão sobre a diagonal. então representa um cabaz com mais de ambos os bens o que. ser preferível a A. Mas se tem utilidade superior não pode. sendo as preferências transitivas. 15 . significando isso que são indiferentes. c) Se dois bens forem substitutos perfeitos então a taxa marginal de substituição ou é igual a zero ou é infinito. a frase tem de ser verdadeira. Então B deveria. então um destes pontos tem de estar acima e à direita do outro. diferentes curvas de indiferença representam diferentes níveis de utilidade. b) Se as preferências forem monotónicas. Mas se está acima e à direita. Então. Mas B e A estão sobre a mesma curva de indiferença. conforme mostrado na figura. duas curvas de indiferença que se intersectem violam o axioma da transitividade e a hipótese da monotocidade. Para prová-lo assumamos que a frase é falsa ou seja que duas curvas de indiferença bem comportadas se podem cruzar. as preferências não violarem o axioma da monoticidade. então a utilidade marginal associada a cada um deles é constante.2. estar sobre a mesma curva de indiferença. Se é falsa é porque a linha diagonal (no espaço dos bens) que passa pela origem pode cruzar cada curva de indiferença mais que 1 vez. também é constante a taxa marginal de substituição. A e B. logo não podem ser bem comportadas. implica uma utilidade superior. indiferentes entre si. E uma curva de indiferença bem comportada é aquela que respeita. Como C e B estão na mesma curva de indiferença são. Vamos admitir que a cruza em dois pontos distintos. Comente as seguintes afirmações: a) Não é possível que duas curvas de indiferença «bem comportadas» se cruzem.9.A.

Mas isso significa uma preferência dos consumidores por diversificação. Ou seja. Mas isso não faz sentido. para renunciar a uma unidade do outro bem. e) Para que a taxa marginal de substituição no consumo seja decrescente. para que a taxa Umg y marginal de substituição seja decrescente a utilidade marginal de y terá de ser crescente. A convexidade das curvas de indiferença decorre da hipótese de taxa marginal de substituição (TMS) decrescente. para obterem mais unidades daqueles que. ao longo de qualquer curva de indiferença. a frase é falsa. dispostos a prescindir de bens que já possuem em grande quantidade. Se x tiver uma utilidade marginal constante. 16 . é preciso que a utilidade marginal seja decrescente. TMS y.x = Umg x . tanto mais exige receber desse bem. detêm em menor quantidade. Frase falsa como facilmente se constata pela análise do seguinte contra-exemplo. Portanto. d) A convexidade estrita das preferências pode ser entendida como uma expressão formal de uma preferência dos consumidores por diversificação. Esta hipótese estabelece que.Se esta for zero ou infinito é porque uma das utilidades marginais é zero ou infinito. quanto maior a quantidade de um bem um consumidor possuir. naquele momento. os consumidores estão. geralmente.

5 ) 25 b) Consumidor B: U = 2 x 0. ii.5 = λPx ⎪ ⎪ 0.5 × 100 ⎧ =5 ⎪y = ⎪ 10 ⎨ ⎪x = 0.5 ) = Umg x 5 = = 0.5 x −0.5 − λPy = 0 ⎨5 × 0. Py = 10 .4 y 0.5 y 0. Px x + Py y = m ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ → Γ = 5x 0. A ESCOLHA ÓPTIMA DO CONSUMIDOR A.6 ⎪ x .5 x y ⎪P x + P y = m y ⎩ x Px ⎧ ⎪y = P x y ⎪ ⎨ ⎪P x + P Px x = m y ⎪ x Py ⎩ ⇔ ⇔ ⇔ 0.2 Umg y (25.5 = λPy ⎨2. a) Consumidor A: U = 5x 0.5 + λ m − Px x − Py y ( ) ⇔ ⇔ ⎧5 × 0.6 + λ m − Px x − Py y ( ) 17 .5 y 0.4 y 0.5 x y ⎪ m − Px x − Py y = 0 ⎪ ⎩ ⇔ ⎧ y Px ⎪x = P y ⎨ ⎪P x + P y = m y ⎩ x Px ⎧ ⎪y = P x y ⎨ ⎪P x + P x = m x ⎩ x ⇔ ⎧2.5 λPy ⎨ 2.x (25.5 y 0.5 − λPx = 0 ⎪ ⎪ 0.y ⎨ ⎪ ⎩s.5 y 0.a.3. Px = 2 . Para cada um dos consumidores i.5 − 0.5 − 0. Py = 6 .5 λPx = ⎪ 0. deduza as funções procura de ambos os bens. iii. avalie a taxa marginal de substituição no ponto óptimo.5 m ⎧ ⎪y = P ⎪ y ⎨ 0 .y ⎨ ⎪ ⎩s. Px = 1 .5 × 100 = 25 ⎪ 2 ⎩ ⇒ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 5 × 25 0.6 .5 × 5 0.9 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO TMS y.4 y 0.5 ⎪ x .a.5x y ⎪ P x + Py y = m ⎪ ⎩ x Px ⎧ ⎪y = P x y ⎨ ⎪P x + P y = m y ⎩ x ⇔ ⎧ 2.5 y 0.5 ≈ 55.5 x −0. determine a escolha óptima. m = 50 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = 2 x 0. calcule o nível de satisfação. Px x + Py y = m → Γ = 2x 0.A.5 − 0.3. 5 m ⎪x = ⎪ Px ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 2 ⎪ ⎨Py = 10 ⎪ ⎩m = 100 0.5 .5 x −0. e iv. m = 100 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = 5x 0.5 y 0.1.

4 − 0.x = = = (20.5 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 18 3 × 4.6 y 0.5 2 = 118098 ⇔ 0.a.4 − 0.5 P x ⎪ .6 = λPx ⎪ ⎪ 0.4 − λPy = 0 ⎨2 × 0.⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ ⎧2 × 0. Px = 1.6 − λPx = 0 ⎪ ⎪ 0.6 y 0.5 y= = 4. Px x + Py y = m ⎧3 x 2 y 2 − λPx = 0 ⎧3 x 2 y 2 = λPx ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ 3 ⎪ ⇔ ⎨2 x 3 y = λPy ⇔ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨2 x y − λPy = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪m P x P y 0 ⎪ P x + Py y = m − x − y = ⎩ ⎪ ⎪ ⎩ ⎩ x ⎧3 x 2 y 2 2 Px ⎧ ⎧ 3y Px λPx = y= x = ⎪ ⎪ ⎪ 3 3 Py λPy ⇔ ⎨ 2 x Py ⇔ ⇔ ⎨ ⎨ 2x y ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m y y y ⎩ x ⎩ x ⎩ x ( ) 2 Px ⎧ 2 Px ⎧ ⎪y = 3 P x ⎪y = 3 P x y ⎪ ⎪ y ⇔ ⎨ ⎨ 2 P 2 x ⎪P x + p x = m ⎪P x + p x=m y x x ⎪ ⎪ x 3 P 3 ⎩ y ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 0.4 × 5 0.y → Γ = x 3 y 2 + λ m − Px x − Py y ⎨ ⎪ ⎩s.2 x y ⎪ ⎪Px x + Py y = m ⎩ ⇔ ⇔ ⎧ 0.4 × 45 ⎧ ⎧Px = 1.6 y 0.8 x −0.6 Px ⎧ 2 y Px ⎧ λPx = ⎪ ⎪ 3x = P ⎪y = 1.6 ≈ 17.8 x −0.6 × 45 = 18 ⎩m = 45 ⎪ 1.6 × 50 ⎧ ⎧Px = 1 =5 ⎪y = ⎪ ⎪ 6 ⎨Py = 6 ⇒ ⎨ ⎪ ⎪x = 0.4 = λPy ⎨1.5 ⎪ ⎪ 4 ⎪ ⇒ ⎨ ⎨Py = 4 ⎪ ⎪x = 0.4 λPy ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ .4 × 50 = 20 ⎪ ⎩m = 50 1 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 2 × 20 0.4 x −0.6 x y ⎪ ⎪m − Px x − Py y = 0 ⎩ ⇔ ⎧0.5 P x 0. Py = 4 .5 x Py y ⎪ ⎪y = 1 ⎪ Py ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨ ⎪P x + P 1.5 ) 3 × 20 6 c) Consumidor C: U = x 3 y 2 .4 − 0.5 .4 m ⎧ ⎪y = P ⎪ y ⎨ 0 .5 ) Umg y (20. 6 m ⎪x = ⎪ Px ⎩ TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO 18 .4 m .5 Px x = m ⎪P x + 1 ⎪x = 0.6 m ⎧ ⎧ y= Px ⎧ ⎪y = 1. m = 45 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = x 3 y 2 ⎪ x .5 Px x = m y x ⎩ ⎪ x ⎪ Py Px ⎩ ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 0.2 x y y y ⎨1 ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m y y y ⎩ x ⎩ x ⎩ x Px 0.4 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 2×5 1 TMS y.

12 ) Umg y (0.y ⎨ ⎪ ⎩s.5 ) = Umg x 3 × 4.375 Umg y (18. m = 12 FUNÇÕES PROCURA ⎧m 5 Px > ⎪P 2 Py ⎪ x ⎪⎡ m ⎤ 5 Px ⎪ x = ⎨ ⎢0 . m = 60 FUNÇÕES PROCURA ⎧m 2 Px > ⎪P 3 Py x ⎪ ⎪⎡ m ⎤ 2 Px ⎪ = x = ⎨ ⎢0 .0 ) 3 e) Consumidor F: U = 5x + 2 y .0 ) Umg y (60.y ⎨ ⎪ ⎩s. Px x + Py y = m → ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 3 Px ⎪ =3 ⎨Py = 1 ⇒ Py ⎪ ⎩m = 12 NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 5 × 0 + 2 × 12 = 24 ⇒ TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 5 TMS y.25 ⎨Py = 4 ⇒ Py ⎪ ⎩m = 60 NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 2 × 60 + 3 × 0 = 120 ⇒ 60 ⎧ = 60 ⎪x = 1 ⎨ ⎪ ⎩y = 0 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 2 TMS y.5 = = 0. Px = 1 . ⎥ 3 Py ⎪⎢ ⎣ Py ⎥ ⎦ ⎪m 2 Px ⎪ < ⎪ 3 Py ⎩ Py max U = 2 x + 3y ⎧ ⎪ x .x = = (60. ⎥ 3 Py ⎪⎣ Px ⎦ ⎪ 2 Px ⎪0 < 3 Py ⎪ ⎩ 2 Px ⎧ > ⎪0 3 Py ⎪ ⎪⎡ m⎤ 2 Px ⎪ = y = ⎨ ⎢0 .x (18.12 ) 2 f) Consumidor G: U = 3x + 4 y .x = = (0. Py = 8 .5 ) 2 × 18 d) Consumidor E: U = 2 x + 3y . Py = 1 .4. ⎥ = P 2 Py ⎢ ⎥ y ⎦ ⎪⎣ ⎪m 5 Px ⎪ < ⎪ P 2 Py ⎩ y max U = 5x + 2 y ⎧ ⎪ x .4.a. m = 150 FUNÇÕES PROCURA 19 . ⎥ = P 2 Py x ⎦ ⎪⎣ ⎪ 5 Px ⎪0 < 2 Py ⎪ ⎩ ⎧x = 0 ⎪ 12 ⎨ y= = 12 ⎪ 1 ⎩ 5 Px ⎧ > ⎪0 2 Py ⎪ ⎪⎡ m⎤ 5 Px ⎪ y = ⎨ ⎢0 . Px = 3 . Px x + Py y = m → ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 1 Px ⎪ = 0.a. Px = 6 .TMS y. Py = 4 .

a.y → ⎨ ⎪ ⎩s. Px x + Py y = m 3m ⎧ ⎧y = 3x ⎪y = P + 3 P x y ⎪ ⎪ m ⇔ ⎨ ⎨x = m ⎪ ⎪x = p x + 3 Py ⎩ ⎪ + p 3 Py x ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA ⎧y = 3x ⎨ ⎩Px x + 3 Py x = m ⇔ ⇔ 20 . y} ⎧ ⎧3x = y ⎪ x . Py = 2 . Px x + Py y = m ⎧x = 2.8 ⎩m = 72 ⎪ 10 + 2.18.a.a. ⎥ = 4 Py ⎪⎣ Px ⎦ ⎪ 3 Px ⎪0 < 4 Py ⎪ ⎩ ⎧x ∈ [0 . Px x + Py y = m → ⎧m 3 Px > ⎪P 4 Py ⎪ x ⎪⎡ m ⎤ 3 Px ⎪ x = ⎨ ⎢0 .y → ⎨ ⎨ ⎩Px x + Py y = m ⎪ ⎩s. m = 72 FUNÇÕES PROCURA max U = min {2 x .75] 3 Px ⎧ > ⎪0 4 Py ⎪ ⎪⎡ m⎤ 3 Px ⎪ y = ⎨⎢0 .5 Px ⎩ m ⎧ ⎪x = P + 0.5y ⎨ ⎩2.5y ⎨ ⎩Px x + Py y = m TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 3 TMS y.4 P x y ⎪ ⎨ m ⎪y = ⎪ p y + 2.5y ⎪ m ⇔ ⎨y = ⎪ p y + 2. 5y} ⎧ ⎪ x .5 Px ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 72 ⎧ ⎧Px = 2 x= = 12 ⎪ 2 + 0.5 Px y + Py y = m ⇔ ⎧2 x = 5y ⎨ ⎩Px x + Py y = m ⎧x = 2. Py = 10 .x = = Umg y 4 ⇔ ⇔ ⎧x = 2. m = 48 FUNÇÕES PROCURA max U = min {3x .4 × 10 ⎪ ⎪ ⎨Py = 10 ⇒ ⎨ 72 ⎪ ⎪y = = 4.max U = 3x + 4 y ⎧ ⎪ x . y} . Px = 6 . 5 × 4. ⎥ = 4 Py ⎢ Py ⎦ ⎥ ⎪⎣ ⎪m 3 Px ⎪ < ⎪ 4 Py ⎩ Py ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 6 Px 3 ⎪ ⇒ = ⎨Py = 8 Py 4 ⎪ ⎩m = 150 NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 3 × 25 = 75 ⇒ g) Consumidor H: U = min {2 x .8} = 24 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Não faz sentido h) Consumidor I: U = min {3x .y ⎨ ⎪ ⎩s. 25] ⎨ ⎩y ∈ [0 .5 × 2 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = min {2 × 12 . Px = 2 . 5y} .

y → Γ = 4x + ln y + λ m − Px x − Py y ⎨ s .12} = 12 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Não faz sentido i) Consumidor H: U = min {2 x . Px x + Py y = m m ⎧ ⎧y = 2 x ⎪y = P + 0. m = 62. a .a.3 × 48 ⎧ ⎧Px = 6 y= = 12 ⎪ ⎪ ⎪ 6 + 3×2 ⎨Py = 2 ⇒ ⎨ 48 ⎪ ⎪x = =4 ⎪ ⎩m = 48 6 + 3×2 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = min {3 × 4 . Px = 4 . 25} = 25 Não faz sentido ⎧y = 2 x ⎨ ⎩Px x + 2 Py x = m ⇔ ⇔ TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO j) Consumidor K: U = 4 x + ln y .5 = m 100 ⎩ ⎪ 4 + 2×2 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = min {2 × 12. y} . m = 100 FUNÇÕES PROCURA max U = min {2 x . P x + P y = m ⎪ x y ⎩ ⎧4 − λPx = 0 ⎧4 = λPx ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ −1 ⎪ ⎪ ⇔ ⎨y −1 = λPy ⇔ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨y − λPy = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪ ⎪ ⎩ ⎩m − Px x − Py y = 0 ⎩Px x + Py y = m λPx Px Px ⎧ 4 ⎧ ⎧ ⎪ −1 = λP ⎪4 y = P ⎪y = 4 P ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ y y y ⎨y ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m y y y ⎩ x ⎩ x ⎩ x P ⎧ Px ⎧ y= x Px ⎧ ⎪ y = y 4 Py ⎪ ⎪ = 4P ⎪ 4 Py ⎪ ⎪ ⎪ y ⇔ ⇔ ⎨ ⎨ ⎨ P m− x ⎪P x + Px = m ⎪ ⎪P x + p Px = m x y 4 x ⎪ ⎪x = ⎪ 4 Py 4 ⎩ ⎩ ⎪ P x ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA ( ) 21 .5 . Py = 1 . Py = 2 .5 P y x ⎪ ⎪ m ⇔ ⎨ ⎨x = m ⎪ ⎪x = p x + 2 Py ⎩ ⎪ p x + 2 Py ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 100 ⎧ ⎧Px = 4 y= = 25 ⎪ ⎪ 2 + 0.5 FUNÇÕES PROCURA max U = 4 x + ln y ⎧ ⎪ x .y → ⎨ ⎨ ⎩Px x + Py y = m ⎪ ⎩s. Px = 10 . y} ⎧ ⎧2 x = y ⎪ x .5 × 4 ⎪ P = 2 ⇒ ⎨ y ⎨ ⎪ ⎪x = 100 = 12.

5 ⎪ x . Py = 0.5m = 14 P 2 ⎨ y Py ⎪ ⎩m = 28 NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 14 + 0.5m Py ( ) ⇒ u2 = 0.5 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 4 TMS y.2.10 ⎧ ⎪y = 4 × 1 = 2. P x P y m + = ⎪ x y ⎩ ⎧3 − λPx = 0 ⎧3 = λPx ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ −0.5 x 2 ⎪ x .5 = λPy ⇔ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨6 y ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪ ⎪ ⎩ ⎩m − Px x − Py y = 0 ⎩Px x + Py y = m ( ) λPx ⎧ 3 ⎪ −0.5m 2 se Px Py ≥ 0.14 ) 1 l) Consumidor M: U = 3x + 12 y 0.5 .9 ⎧Px = 10 ⎪ ⎨Py = 1 ⎪ ⎩m = 62.x = = = 10 (6.5m ESCOLHA ÓPTIMA ⎧Px = 6 2 Px ⎪ = ⇒ = 18 > 0. a .5x 2 .5 .5 + λ m − Px x − Py y ⎨ s . m = 100 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = 3 x + 12 y 0.x (0. m = 28 FUNÇÕES PROCURA ⎧max U = y + 0.5 ) 2.5 ) Umg y (6.5m ⎧0 y=⎨ ⎩m Px 2 se Px Py ≤ 0.5 ⎪ ⇒ ⎨ 10 62.5 ⎪ ⎪ − λPy = 0 ⇔ ⎨6 y − 0.5m 2 2 Px 2 se Px Py ≤ 0.y → Γ = 3x + 12 y 0.5m 2 se Px Py ≥ 0.5 = x ⎪0.5 = λP y ⎨ 6y ⎪P x + P y = m y ⎩ x ⇔ P ⎧ − 0. P x + P y = m ⎪ x y ⎩ ⎧x = 0 m ⇒ u1 = ⎨ Py ⎩y = m Py u1 > u 2 ⎧m Px x=⎨ ⎩0 ⇔ m 0.14 ) Umg y (0.5 − ⎪ 4 =6 ⎪x = 10 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 4 × 6 + ln 2. Py = 2 .2. a .5 ≈ 24.5 −1 k) Consumidor L: U = y + 0. Px = 2 . Px = 6 .y → ⎨ s .5y Py ⎨ ⎪P x + P y = m y ⎩ x ⇔ 2 ⎧ ⎛ Px ⎞ ⎪ ⎜ ⎟ = y 4 ⎪ ⎜ Py ⎟ ⎨ ⎝ ⎠ ⎪ ⎪ ⎩Px x + Py y = m ⇔ 22 .5m 2 > 2 Py Px solução de canto : x = 0 ∧ y = m Py ∨ (x = m Px ∧ y = 0 ) ⎧x = m Px ⎨ ⎩y = 0 ⇔ 2 Px > 0.5 × 0 2 = 14 ⇒ ⎧x = 0 ⎨ ⎩y = 14 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 0 = = =0 TMS y.

b) Qual o cabaz semanal óptimo da Joana? ⎧max U = 10 x 0.5 =λ ⎨5x y ⎪2 x + y = 100 ⎪ ⎩ ⎧y = 2 x ⎨ ⎩2 x + y = 100 ⇔ ⎧5 x −0.5 + λ (100 − 2 x − y ) ⎧5 x −0. 2 x + y = 100 ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ → Γ = 10x 0.5 e aufere 100 euros por semana que gasta no consumo dos bens X e Y.5 y 0. Logo.5 = 2λ ⎪ ⎪ 0. respectivamente.x (12. a Joana trocará Y por X.5 unidades do bem X e 75 unidades do bem Y. TMS y.5 y 0. que trocas tenderá ela a fazer? Explique a lógica do seu raciocínio.75 ) = Umg x P y = =6> X =2 PY Umg y (12.5 = λ ⎨5 x y ⎪ ⎩2 x + y = 100 ⎧y = 2 x ⎨ ⎩2 x + 2 x = 100 ⇔ ⇔ ⎧y = 2 x ⎨ ⎩x = 25 ⎧y = 50 ⎨ ⎩x = 25 23 . ambos denominados em euros.75 ) A Joana dispõe-se a trocar 6 unidades de Y por 1 de X.5 −λ = 0 ⎨5 x y ⎪100 − 2 x − y = 0 ⎪ ⎩ ⇔ ⎧y ⎪ =2 ⎨x ⎪ ⎩2 x + y = 100 ⇔ ⇔ ⇔ ⎧ 5 x −0.5 ⎟ = 64 ⎧Px = 2 ⎪ ⎝ ⎠ ⎪ ⎪ ⎨Py = 0.5 − 2λ = 0 ⎪ ⎪ 0.5.5 ⇒ ⎨ 22 ⎪ = ⎪ 100 − 4 ⎩m 100 0.y ⎨ ⎪ ⎩s. Px = 2 e Py = 1 .X nesse cabaz de dotações iniciais? Como se compara com os preços relativos? Se a Joana puder realizar trocas no mercado.5.5 2λ ⎪ 0.5 − 0.5 y 0.5.5 = 198 TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO NO PONTO ÓPTIMO Umg x 3 = = =4 TMS y.5 y 0.3.5 y 0. No mercado. a) Suponha que a Joana detém hoje 12.2 ⎧ ⎛ ⎞ ⎪y = 4⎜ Px ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎪ ⎝ ⎠ ⎪ ⎨ ⎪ ⎛P ⎪Px x + 4 Py ⎜ x ⎜ Py ⎪ ⎝ ⎩ ⎞ ⎟ =m ⎟ ⎠ 2 ⇔ 2 ⎧ ⎛ ⎞ ⎪y = 4⎜ Px ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎪ ⎪ ⎝ ⎠ ⎨ 2 ⎪ Px =m ⎪Px x + 4 Py ⎪ ⎩ ⇔ 2 ⎧ ⎛ ⎞ ⎪y = 4⎜ Px ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎪ ⎝ ⎠ ⎪ ⎨ P2 ⎪ m−4 x Py ⎪ ⎪x = Px ⎩ ESCOLHA ÓPTIMA 2 ⎧ ⎛ 2 ⎞ ⎪ = ⎜ ⎟ y 4 ⎜ 0.x (34.2. Qual a TMS Y. exigem 2 unidades de Y.5 y 0.75 ) x (12.64 ) 6 × 64 − 0.5 ⎪x = = 34 ⎪ 2 ⎩ NÍVEL DE SATISFAÇÃO U = 3 × 34 + 12 × 64 0.64 ) Umg y (34.5 ⎪ x .5 −0.5 −0.5 A. cujos preços são. A Joana tem a seguinte função de utilidade: U = 10 x 0. para ter 1 unidade adicional de X.a.

3. Caso contrário. sem efectuar cálculos.4. então x0 pode ser a escolha do consumidor desde que corresponda a um cabaz em que todo o rendimento é gasto no bem 1.5 = 2λ ⇔ λ ≈ 3. sujeitos à restrição orçamental 5 x + 4 y ≤ 100 .5 × 50 0. logo o cabaz óptimo será afectar todo o rendimento ao consumo do bem x: (x. c) Responda de novo à questão anterior admitindo que.25 ⎛ 100 ⎞ A solução óptima continua a ser gastar todo o rendimento em 1: (x. Para este consumidor.3. Suponha que. indique que tipo de trocas estará ele disposto a efectuar. Sabendo que p1 / p 2 = 1 .c) Qual a utilidade marginal do rendimento da Joana? ⎧5 x −0. para um determinado consumidor. Se para este consumidor os bens 1 e 2 forem substitutos perfeitos. O bem x tem maior utilidade marginal e tem menor custo.x = P 3 1 = 4 > x = = 1. 24 .3. TMS y.5 Py 2 0.25 y . a escolha óptima de consumo.0⎟ ⎠ ⎝ 3 A. Seja o José Pedro com a seguinte função de utilidade U = 2 x y . a) Indique.3.2 x 0 = 0. a) Determine os consumos óptimos de X e Y. de acordo com o qual cada consumidor só pode adquirir 50 unidades desse bem.5 . o preço do bem X sobe para 3 unidades monetárias. portanto o cabaz óptimo será (x. y ) = (100 .5. Qual é a escolha óptima do consumidor? O consumidor continua a escolher o máximo que puder de x.54 = ∂U ∂m A. y ) = (50 . x0 não será o cabaz óptimo e este consumidor dispõe-se a trocar o bem 2 pelo bem 1. adquire os bens aos preços Px = 1 e Py = 2 e dispõe de 100 unidades monetárias de rendimento. Em caso de ( ) resposta negativa.5 = 2λ ⎪ ⎨x = 25 ⎪y = 50 ⎩ ⇒ 5 × 25 − 0. os bens x e y são substitutos. y ) = ⎜ . em vez do esquema de racionamento.5 y 0. a taxa marginal de substituição avaliada na combinação de consumo x0 é TMS1. Um consumidor tem preferências descritas pela função utilidade U = x + 0. diga se este cabaz será escolhido pelo consumidor. A. 0 ) . 25) . b) Suponha que uma guerra obriga a um esquema de racionamento do bem X.

25x ⎧y = 12. 5 x 4 y 100 ⎩ ⎧2 y = 5λ ⎧2 y − 5λ = 0 ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎪ ⎪ ⇔ ⎨2 x = 4 λ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨2 x − 4 λ = 0 ⎪5x + 4 y = 100 ⎪100 − 5x − 4 y = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⎩ ⎩ ⎧y = 1.y → Γ = 2x y + λ (100 − 5x − 4 y ) ⎨ + = ⎪ s . Os preços das senhas de X e Y são 3 e 6.5μ Substituindo em (6) vem: μ(80 − 0. Assim. respectivamente. existindo um racionamento total de 80 senhas. já se viu anteriormente 25 . Determine os novos consumos óptimos.5μ − 0.25x ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ . Tem de se fazer uso das condições de Kuhn-Tucker: ⎧(1) : ⎪(2 ) : ⎪ ⎪(3) : ⎪ ⎪(4 ) : ⎨ ⎪(5) : ⎪(6 ) : ⎪ ⎪(7 ) : ⎪(8 ) : ⎩ 2 y − 3λ − μ = 0 2 x − 6λ − μ = 0 3x + 6 y ≤ 100 x + y ≤ 80 λ(100 − 3x − 6 y ) = 0 μ(80 − x − y ) = 0 λ≥0 μ≥0 ƒ Se λ = 0 ⎧(1) : 2 y − μ = 0 ⎨ ⎩(2 ) : 2 x − μ = 0 ⇔ ⎧2 y = μ ⎨ ⎩2 x = μ ⇔ ⇔ ⎧y = 0. ⎨ ⎪ ⎩x + y ≤ 80 ⎩ Γ = 2x y + λ(100 − 3x − 6 y ) + μ(80 − x − y ) → As restrições sobre as variáveis não se podem exprimir com equações.5λ ⎧y = 1 ⎨ ⎩x = 3λ Substituindo em (5) vem: ⇔ λ = 0 ∨ λ = 100 18 → não é solução. a .a. que o José Pedro está sujeito ⇔ ⎧ 2 y 5λ = ⎪ ⎨ 2x 4λ ⎪ ⎩5x + 4 y = 100 ⇔ ⎧y = 1.25x = 100 ⎩5x + 4 y = 100 ⎩5x + 4 × 1 b) Suponha. agora.5 ⇔ ⎨ ⎨ ⎩x = 10 ⎩x = 10 a um sistema de racionamento. não se pode recorrer ao método dos multiplicadores de Lagrange.U = 2x y ⎧ ⎪max x .25x ⎧y = 1. não é solução.5μ ) = 0 μ=0 μ = 80 ⇒x=y=0 ⇒ x = y = 40 μ = 0 ∨ μ = 80 → não é solução ⇒ 3 × 40 + 6 × 40 = 360 → viola (3). ƒ Se μ = 0 ⎧(1) : 2 y − 3λ = 0 ⎨ ⎩(2 ) : 2 x − 6λ = 0 λ(100 − 9λ − 9λ ) = 0 μ=λ=0 ⇔ ⎧2 y = 3λ ⎨ ⎩2 x = 6λ ⇔ .y ⎪ ⎪ ⎨ ⎧3x + 6 y ≤ 100 ⎪s.5μ ⎨ ⎩x = 0. Poderá resolver-se a questão pelo método dos multiplicadores de Lagrange? Porquê? Serão ambas as restrições activas no cabaz óptimo? ⎧max U = 2 x y x .

Portanto. (x . eles escolhem o mesmo cabaz. por exemplo. c) Se a função utilidade de um consumidor é do tipo U(x. Para ambos os consumidores a escolha óptima será x = 0 e y = 0 .μ > 0 ⎧(5) : λ(100 − 3x − 6 y ) = 0 ⎨ ⎩(6 ) : μ(80 − x − y ) = 0 Também não é solução. a percentagem de rendimento gasta no consumo do bem Y é sempre igual a β . 26 .78 X0 X1 20 40 60 80 100 x A.λ= 100 18 ⎧x = 50 3 ⇒⎨ ⎩y = 25 3 ⇒ 50 25 + = 25 → não viola (4) 3 3 ƒ λ .m. y ) = x α y β . A frase é falsa. Ou seja. y ) = (50 3 . y 85 80 75 70 65 60 55 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 0 RO a) RO b) RO b) U=250 U=277. No entanto.6. ou seja. Os preços são Px = 2 e Py = 1 . 25 3) e μ = 0 . a restrição do racionamento total de 80 senhas não é activa.3. ⇔ ⎧100 − 3x − 6 y = 0 ⎨ ⎩80 − x − y = 0 ⇔ ⎧x = 380 3 ⎨ ⎩y = − 140 3 Portanto. Embora seja verdadeira para preferências bem comportadas. c) Faça a representação gráfica dos dois equilíbrios. Considerem-se dois consumidores cujas preferências são dadas por U = x + 2 y e U = x + 3y e que dispõem ambos de 100 u. a bens substitutos perfeitos. b) Dois indivíduos com cabazes de consumo idênticos têm certamente preferências idênticas. este exemplo demonstra que a frase é falsa. Comente as seguintes afirmações: a) A escolha óptima do consumidor caracteriza-se pela igualdade entre a taxa marginal de substituição e o rácio dos preços. não apresentam a mesma TMS pelo que as suas preferências não são idênticas. não se aplica.

como tal. A frase é verdadeira. Uma solução de canto é aquela em que o rendimento é gasto em apenas um dos bens. então TMS y.3.a. e) Quando as preferências são quasi-lineares.1. o consumidor vai sempre escolher β Px ⎧ ⎪y = α P x y ⎪ ⎪ m ⎨ ⎪x = β⎞ ⎛ ⎪ ⎜1 + ⎟ Px ⎪ α ⎝ ⎠ ⎩ β Px ⎧ ⎪y = α P x y ⎪ ⎪ ⎨ m ⎪x = α + β ⎪ Px ⎪ α ⎩ β Px ⎧ ⎪y = α P x y ⎪ ⎪ α ⎨ m ⎪ α+β ⎪x = ⎪ Px ⎩ comprar igual quantidade de ambos. E. f) Se dois bens são substitutos perfeitos e TMS x. pois com uma função utilidade do tipo U(x. 27 . a escolha do consumidor é sempre uma solução de canto. Se a TMS x. Px x + Py y = m ⎧α x α −1y β − λPx = 0 ⎧α x α −1y β = λPx ⎧∂Γ ∂x = 0 ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ α β ⎪ ⇔ ⎨β x α y β −1 = λPy ⇔ ⎨∂Γ ∂y = 0 ⇔ ⎨β x y − λPy = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪ ⎪ m − Px x − Py y = 0 P x + Py y = m ⎩ ⎪ ⎪ ⎩ ⎩ x ⎧ α x α −1y β β Px ⎧ α y Px ⎧ λPx ⎪ α β −1 = ⎪β x = P ⎪y = α P x λPy ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ y y ⎨β x y ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m ⎪P x + P y = m y y y ⎩ x ⎩ x ⎩ x β Px β Px ⎧ ⎧ β Px ⎧ y= x ⎪y = α P x ⎪y = α P x ⎪ α Py y ⎪ ⎪ ⎪ y ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨ P β x ⎪P x + p ⎪P x + β p x = m ⎪⎛1 + β ⎞ P x = m x=m ⎜ ⎟ x y x x ⎪ x ⎪ ⎪ P α α⎠ α ⎩ y ⎩⎝ ⎩ ( ) β ⎧ m ⎪ α+β ⎪y = Py ⎪ ⇔ ⎨ ⇔ ⇔ α ⎪ m ⎪ α+β ⎪x = Px ⎩ d) Se dois bens são complementares perfeitos. então. dizer que aquela é menor que o rácio dos preços de x e de y significa que x tem um custo relativo superior à satisfação relativa que proporciona.y > Px Py . Como exemplo tomem-se as alíneas g)-i) do exercício A.1. y ) = x α y β a percentagem de rendimento gasta no consumo do bem Y será sempre igual a β .3.y é maior que o preço relativo de x. obviamente. falsa. não compensa comprá-lo.x é menor que o preço relativo de x. A frase é. falsa: basta ver o exemplo das alíneas j)-l) do exercício A.A frase é falsa. Se dois bens são complementares perfeitos serão consumidos sempre na mesma proporção o que não significa que se consuma igual quantidade de ambos.x é o rácio da utilidade marginal de x e de y. Como TMS y. Passando a demonstrar: α+β ⎧max U = x α y β ⎪ x . o consumo de X é nulo. A frase é.y → Γ = x α y β + λ m − Px x − Py y ⎨ ⎪ ⎩s.

mantendo-se constante o rendimento real do consumidor (se esse rendimento real estiver expresso em termos de poder de compra(nível de satisfação). m) = [x (p ′.4.4. b) Bem normal Bem cujo consumo varia proporcionalmente menos ou na mesma proporção do rendimento monetário. resultante da variação no preço desse bem. m′) − x (p. m′)] Enquanto o efeito substituição tem de ser negativo – isto é. m) − x (p.1. tem-se a abordagem à Slutsky(Hicks)). e) Curva consumo-preço Lugar geométrico dos cabazes de equilíbrio de um consumidor que resultam de variações no preço de um bem.A. Mostre que um bem de Giffen é necessariamente inferior. A variação no consumo de um bem devida a uma alteração do respectivo preço pode ser desdobrada em dois efeitos. o substituição e o rendimento: Δx = Δx s + Δx n ⇔ x (p ′. por efeito substituição. m)] + [x (p ′. c) Bem inferior Bem cujo consumo varia inversamente com o rendimento. tem-se a abordagem à Slutsky(Hicks)).4. f) Bem de Giffen Bem cuja procura varia directamente com o seu preço. Defina os seguintes conceitos: a) Curva consumo-rendimento Lugar geométrico dos cabazes de equilíbrio do consumidor correspondentes a diferentes níveis de rendimento. resultante da alteração do rendimento real do consumidor (se esse rendimento real estiver expresso em termos de poder de compra(nível de satisfação). 28 . a variação no consumo tem sinal oposto ao da variação no preço – o efeito rendimento pode ser negativo ou positivo. ANÁLISE DE ESTÁTICA COMPARADA A. d) Curva de Engel Representação da relação entre a quantidade consumida de um bem e o rendimento do consumidor. g) Efeito substituição Variação na quantidade procurada de um bem. m) − x (p ′. A. h) Efeito rendimento Variação na quantidade procurada de um bem.2.

Reporte-se às abordagens de Hicks e Slutsky. para que a soma de uma parcela negativa com outra seja positiva. relativo a um determinado consumidor. Hicks determina a quantidade consumida de X num cenário em que o preço deste bem diminui. o efeito rendimento tem de ter sinal positivo. Slutsky calcula a quantidade óptima de X. Slutsky determina a quantidade consumida de X num cenário em que o preço deste bem diminui. O bem X é um bem normal. Considere o espaço de consumo de 2 bens. Mas um bem só tem efeito rendimento de sinal positivo se for inferior. ABORDAGEM DE HICKS Para decompor a variação total em efeito substituição e efeito rendimento. Hicks encontra uma restrição orçamental (a verde) com o mesmo declive que a restrição orçamental final (a azul claro) mas que seja tangente à curva de indiferença que também o é à restrição orçamental inicial (a azul escuro). Ou seja. Concluindo: um bem de Giffen tem de ser necessariamente inferior. X e Y. 29 .3. A. mas o bem-estar do consumidor mantém-se. Logo. Slutsky encontra uma restrição orçamental (a verde) com o mesmo declive que a restrição orçamental final (a azul claro) mas que passa pelo cabaz inicial. ceteris paribus. Apresente uma interpretação gráfica dos efeitos substituição e rendimento numa situação em que o preço do bem X diminui.Um bem de Giffen é aquele cuja procura ordinária varia directamente com o seu preço. mas o poder de compra do consumidor mantém-se. Ora.4. Dada essa restrição orçamental (a verde). esta outra parcela tem de ser positiva. Efectue as explicações que entender necessárias para acompanhar a leitura do gráfico. para que um bem seja de Giffen. y RO inicial RO final RO intermédia CI ES ER E1 EI E2 x ABORDAGEM DE SLUTSKY Para decompor a variação total em efeito substituição e efeito rendimento. Portanto. a variação total tem de ter sinal positivo. Ou seja.

Py = 10 .y RO inicial RO final RO intermédia ES ER E1 EI E2 x A.25m 2 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y 30 .5 . de Engel do bem Y para as seguintes situações: a) U = 5x 0. consumo-preço do bem X iii.5 y 0.x = ⎧Px x = 10 y ⎪ = P ⇔ ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ x 10 y ⎨ ⎩Px x + 10 y = 100 ⎪Px x + 10 y = 100 ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Px x = 10 y ⇔ y =5 ⎨ ⎩10 y + 10 y = 100 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px 2 ⎧y ⎪TMS y. Determine e represente as curvas i.x = ⎧Py y = 2 x ⎪ ⎪x = P ⎪ P ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ y y ⎨ ⎪ ⎪ ⎪2 x + P y = 100 ⎩2 x + Py y = 100 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Py y = 2 x ⇔ x = 25 ⎨ ⎩2 x + 2 x = 100 CURVA DE ENGEL DO BEM X 0. consumo-rendimento ii. Px = 2 . de Engel do bem X v.5m 0. consumo-preço do bem Y iv.2 x x 10 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ ⎧ y Px ⎪TMS y.5m x= ⇔ x= ⇔ x = 0.4.x = x ⇔ = ⇔ y = 0. m = 100 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO P y 2 TMS y.4.

25 x 2x 4 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ ⎧ 3y Px ⎪TMS y.5 TMS y.4 y = ⎪TMS y.5x ⇔ x = 20 ⎨ ⎩x + 1.6m y= ⇔ y= ⇔ y = 0.4m 0. Py = 4 .5 = ⎪TMS y.6 x ⇔ 6 y ⎨ ⎪ ⎪P x + 6 y = 50 ⎩ x ⎩Px x + Py y = m ⎧Px x = 4 y ⇔ y =5 ⎨ ⎩4 y + 6 y = 50 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px 1 ⎧ 0.05m b) U = 2 x 0.x = = ⎧Px x = 6 y ⎪ Py ⇔ ⎨ ⇔ ⇔ ⎨ 2x 4 ⎨ ⎩Px x + 4 y = 45 ⎪Px x + 4 y = 45 ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Px x = 6 y ⇔ y = 4.4m 1 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y 0.6 x 6 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ ⎧ 0.4 y Px = ⎪TMS y.5x + Py y = 45 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Py y = x ⇔ x = 18 ⎨ ⎩1. m = 50 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO P 0. 6 x P Py ⇔ ⎨ ⇔ y ⎨ ⎪ ⎪x + P y = 50 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Py y = 1.4m x= ⇔ x= ⇔ x = 0.y= 0.x = x ⇔ = ⇔ y = 0.x = ⎪ ⎪ 0 .6m x= ⇔ x= ⇔ x = 0.5 .6m 0.x = ⎪ P ⇔ ⎨ 0.6m 0.25x 0. Px = 1 .4 y 1 TMS y. Py = 6 . m = 45 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO P 3y 1.x = ⎧ ⎪ ⎪ ⎪Py y = x Py ⇔ ⎨ 2 x Py ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎪ ⎪ ⎪1.4m 1.5x = 50 CURVA DE ENGEL DO BEM X 0. Px = 1.x = x ⇔ = ⇔ y = 0.5x + P y = 45 ⎩1.5x ⎪ ⎨ ⎪ ⎩x + Py y = 50 ⇔ c) U = x 3 y 2 .5m Py ⇔ y= 0.5 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y 31 .4 y 0.1m 6 Py ⎧Px x = 4 y ⎨ ⎩Px x + 6 y = 50 ⇔ ⎧Py y = 1.5x + x = 45 CURVA DE ENGEL DO BEM X 0.5m 10 ⇔ y = 0.6 .5 ⎨ ⎩6 y + 4 y = 45 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px ⎧ 3y 1.

5x se Px > 2.5 ⇒ x = 0 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y se Py < 1. m = 12 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO Px 3 5 = > = TMS y.2 ⇒ x=0 ⇒ y = 10 − 2.2 se Py = 1.x ⇒ y = 0 4 3 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X se Px < 8 3 ⇒ y = 0 se Px = 8 3 ⇒ y = 15 − 2 3 x se Px > 8 3 ⇒ x = 0 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y se Py < 1. m = 60 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO Px 1 2 = < = TMS y. CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X se Px < 6 ⇒ y = 0 se Px = 6 ⇒ y = 18.y= 0.5 ⇒ y = 0 se Px = 2.1m d) U = 2 x + 3y .5 se Py = 1.5 ⇒ x=0 ⇒ y = 40 − 2 3 x se Py > 1. m = 150 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO É todo o espaço dos bens.4m Py ⇔ y= 0.5 ⇒ y = 0 CURVA DE ENGEL DO BEM X m m x= ⇔ x= ⇔ x=m 1 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y y=0 e) U = 5x + 2 y .75x se Px > 6 ⇒ x = 0 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y se Py < 8 ⇒ x=0 32 .x ⇒ x = 0 1 2 Py CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X se Px < 2.5x se Py > 1 .75 − 0. Py = 4 . Px = 3 .4m 4 ⇔ y = 0.2 ⇒ y = 0 CURVA DE ENGEL DO BEM X x=0 CURVA DE ENGEL DO BEM Y m m y= ⇔ y= ⇔ y =m 1 Py f) U = 3x + 4 y . Px = 6 .5 ⇒ y = 12 − 2. Py = 1 . Py = 8 . Px = 1 .

Px = 6 . m = 48 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO y = 3x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X y = 3x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y y = 3x CURVA DE ENGEL DO BEM X m m m ⇔ x= ⇔ x= x= 6 + 3×2 12 Px + 3Py CURVA DE ENGEL DO BEM Y 3m 3m y= ⇔ y= 6 + 3× 2 Px + 3Py ⇔ y = 0. Py = 2 .25m CURVA DE ENGEL DO BEM Y m m y= ⇔ y= 10 + 2.5Px ⇔ y = 0.4Py h) U = min {3x .se Py = 8 ⇒ y = 18.4 x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y 2 x = 5y ⇔ y = 0. Px = 2 . 5y} .75 − 0. Px = 10 . Px = 4 . m = 100 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO y = 2x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X y = 2x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y y = 2x CURVA DE ENGEL DO BEM X m m x= ⇔ x= ⇔ x = 0.75x se Py > 8 ⇒ y = 0 CURVA DE ENGEL DO BEM X É todo o espaço dos bens.25m j) U = 4 x + ln y . Py = 1 .5 × 4 Py + 0. m = 62.5 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO 33 .4 x CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X 2 x = 5y ⇔ y = 0. Py = 2 . y} .5Px ⇔ y= m 15 i) U = min {2 x . m = 72 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO 2 x = 5y ⇔ y = 0.125m 4 + 2×2 Px + 2Py CURVA DE ENGEL DO BEM Y m m y= ⇔ y= 2 + 0. Py = 10 . 4 10 + × 6 Px + 0.4 x CURVA DE ENGEL DO BEM X m m m x= ⇔ x= ⇔ x= 2 0 . y} . g) U = min {2 x .5 × 2 Py + 2. CURVA DE ENGEL DO BEM Y É todo o espaço dos bens.

m = 100 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO P 3 2 TMS y.5 ⎩ x ⎩Px x + Py y = m ⎧Px = 4 y 62.5 ⎪ ⎪P x + y = 62.5 0.x = ⎧ ⎪ ⎪ −1 = P ⎪Py y = 2.5y = 100 ⎩ x ⎩Px x + Py y = m ⇔ 0.5 .5 .5 Py 6y CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ Px ⎧ 3 ⎪TMS y.25 10 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y P 10 y= x ⇔ y= ⇔ y = 2. Px = 6 . m = 28 CURVA CONSUMO-RENDIMENTO Se m ≤ 36 ⇒ x = 0 ∧ 0 < y ≤ 18 Se m ≥ 36 ⇒ x ≥ 6 ∧ y = 0 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Se Px ≤ 28 ⇒ x ≥ 28 ∧ y = 0 Se Px ≥ 28 ⇒ x = 0 ∧ y = 14 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y Se Py ≤ 18 7 ⇒ x = 0 ∧ y ≥ 98 9 Se Py ≥ 18 7 ⇒ x = 14 3 ∧ y = 0 CURVA DE ENGEL DO BEM X Se m ≤ 36 ⇒ x = 0 Se m ≥ 36 ⇒ x = m 6 CURVA DE ENGEL DO BEM Y Se m ≤ 36 ⇒ y = 0.x = x ⇔ = ⇔ y = 64 − 0.5 ⎧ ⎪Px = 0.5 ⎩10 x + Py y = 62. Py = 2 .5 4 x= ⇔ x= ⇔ x = 0.5 P ⇔ ⎨y ⇔ ⎨ y y ⎨ ⎪ ⎪ ⎪10 x + P y = 62.5 ⇔ x=6 ⎨ ⎩10 x + 2. 5 + = 1 + 4x ⎩ CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px 10 ⎧ 4 ⎪TMS y.5y =´100 ⇔ 34 .5 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m ⎧Py y = 2.25y ⎨ ⎪ ⎩Px x + 0.5 CURVA DE ENGEL DO BEM X P m− x m − 2.5x 2 .5 4 ×1 4 Py −1 TMS y.x = ⎧Px = 4 y ⎪ −1 = P 1 ⇔ ⇔ ⎨y ⇔ ⎨ y ⎨ ⎩Px x + y =´62.5 = P 0.5m Se m ≥ 36 ⇒ y = 0 l) U = 3x + 12 y 0.5 Py y CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM X Px ⎧ Px ⎧ 4 ⎪TMS y.x = Px ⇔ 4 = 10 1 ⇔ k) U = y + 0.5 ⇔ ⎨ 6y y ⎨ ⎪ ⎪P x + 0. Px = 2 .5 = 62.⇔ y = 2.1m − 0. Py = 0.x = ⎪ − 0.5 ⇔ y= ⎨ 4 yx y 62 .

5 − 25 = −7. variação compensatória v.5 × 100 0.25y ⇔ x= ⎨ 0. efeito substituição e efeito rendimento à Hicks iii.5 × 100 =5 10 ⎧P ′ = 5 x ⎪ 0.25y x + 0.5y = 100 CURVA CONSUMO-PREÇO DO BEM Y ⎧ Px 2 ⎧ 3 ⎪TMS y.5 ⎪ ⎩0.5 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS 35 .5 = −7. variação equivalente para as seguintes situações: a) U = 5x 0.4.5 = P P 6 y ⇔ ⎨ ⇔ y y ⎨ ⎪ ⎪2 x + P y = 100 y ⎪ ⎩ ⎩Px x + Py y = m 4 ⎧ ⎪Py = 0.0.5 y ⇔ y = (25 − 0. Px ′ = 5 ⎧Px = 2 ⎪ ⎨Py = 10 ⎪ ⎩m = 100 ⇒ xi = 0.5 . efeito substituição e efeito rendimento à Slutsky ii. Px = 2 .5y ⎪Px = 0.25y 0. m = 100 .5m − 16 Px CURVA DE ENGEL DO BEM Y Py ⎛P y = 4⎜ x ⎜P ⎝ y ⎞ ⎟ ⎟ ⎠ 2 ⇔ ⎛ 2 ⎞ y = 4⎜ ⎜ 0.5 ER = 10 − 17.5 ⎧ 100 − 0. Calcule: i.5 × 100 = 25 2 yi = 0.5.5x )2 ⎨ ⎪2 x + 4 y 0.5 × 175 = 17. variação no excedente iv. Py = 10 .5 y 0.5 5 ES = 17.5 y ⎨ ⎪2 x + P y = 100 y ⎩ ⇔ m−4 x= Px 2 ⇔ x = 0.5 0.x = ⎪ ⎪ − 0.5 × 100 ⎪ P = 10 y f = =5 ⎨ y = 10 ⇒ x f = 5 10 ⎪ m = 100 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 5 × 25 + 10 × 5 = 175 x i y i ⎧P ′ = 5 x ⎪ ⎪ ⎨Py = 10 ⎪ ′ ⎪m = 170 ⎩ ⇒ x′ = 0.5 = 100 ⎩ CURVA DE ENGEL DO BEM X 4 ⎧ ⎪Py = 0.5 ⎟ ⎟ ⎝ ⎠ 2 ⇔ y = 64 A.

5 × 158 ⎪ P ⇒ x′ = = 15.6 × 40 ⎪ ′ =6 ⎨Py = 4 ⇒ y ′ = 4 ⎪ ′ m = 40 ⎪ ⎩ ES = 6 − 5 = 1 ER = 7.6 × 50 ⎪ = 20 y f = = 7.5m′′ ⎞ ⎛ 0. Px = 1 .5 0. Py = 6 .5 ⇔ VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 50 50 ⇔ Px = x= Px x Px = 2 Px = 5 ⇒ ⇒ x = 25 x = 10 ⎛ 10 50 ⎞ ⎛ 25 50 ⎞ 25 ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ dx − 10 × 5 ⎟ − ⎜ ∫ dx − 25 × 2 ⎟ = 50[ln x ]10 0 − 50[ln x ]0 = ⎜ x ⎟ ⎜ x ⎟ ⎝0 ⎠ ⎝0 ⎠ = 50[(ln 10 − ln 0 ) − (ln 25 − ln 0 )] ≈ −45.5m′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎟ ⇔ 5 × 25 0.5m′′′ ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 10 ⎠ 0.8 − 25 = −9.5m′′′ ⎞ ⎜ ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎝ ⎠ 0. Py ′ = 4 ⎧Px = 1 0.0.5m′′ ⎞ ⎛ 0.4 × 50 0.6 × 50 ⎪ = 20 y i = =5 ⎨Py = 6 ⇒ x i = 1 6 ⎪ ⎩m = 50 ⎧Px = 1 ⎪ ′ 0.5 0.5 ⇔ ⎛ 0.2 ER = 10 − 15.25m′′ 2 125 = ⇔ m′′ ≈ 158 50 ⎧P ′ = 5 x ⎪ 0.8 0.5 ⎛ 0.5 × 5 0.5 ⇔ 0.5 = 5⎜ U i = 5⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎜ P ′ ⎟ ⎜ Py ⎟ ⎝ 5 ⎠ ⎝ 10 ⎠ ⎠ ⎝ x ⎠ ⎝ 0. m = 50 .8 ⎨ y = 10 5 ⎪ ′′ m = 158 ⎪ ⎩ ES = 15.5 ⎨Py = 4 ⇒ x f = 1 4 ⎪ m = 50 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 1 × 20 + 4 × 5 = 40 x i y i ⎧Px = 1 ⎪ 0.5 × 5 0.5 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS 36 .4 y 0.5 − 6 = 1.5 ⎛ 0.8 = −5.5 ⎛ 0.5 = 5⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ 0.6 .4 × 50 0.25m′′′ 2 ⇔ m′′′ ≈ 63 20 VE = m′′′ − m = 63 − 100 = −37 b) U = 2 x 0.5m′′ ⎞ ⎛ 0.81 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 158 − 100 = 58 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎛ 0.5m′′′ ⎞ U f = 5⎜ ⎜ P ⎟ ⎟ ⎝ x ⎠ 50 = 0.5m′′′ ⎞ 5 × 10 0.

4 × 45 = 4.4 ⎛ 0.6 = 0.5 = 72 x i y i ⎧P ′ = 3 ⎪ x 0.6m′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎝ 4 ⎠ 0.4m′′ ⎞ U i = 2⎜ ⎜ P ⎟ ⎟ ⎝ x ⎠ 0.5 ⎨ y = 4 ⇒ xf = 3 4 ⎪ m = 45 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 3 × 18 + 4 × 4.6 ⇔ ⎛ 0.16 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 39 − 50 = −11 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎛ 0.6m′′ ⎞ ⎟ Ui = ⎜ ⎜ P ′ ⎟ ⎝ x ⎠ 3 ⎛ 0.6 m′′′ VE = m′′′ − m = 63 − 50 = 13 ⎧P ′ = 3 x ⎪ 0.4m′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎜ Py ⎟ ⎠ ⎝ 2 ⇔ ⎛ 0.5 ⎛ 7.4 ⎛ 0.5 × 4 ⎟ − ⎜ ∫ 0 − 30[ln y ]0 = ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ y y ⎝0 ⎠ ⎝0 ⎠ = 30[(ln 7.6 = 2⎜ ⎟ ⎝ 1 ⎠ ⇔ m′′′ ≈ 63 0.65 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 30 30 ⇔ Py = y= y Py Py = 6 Py = 4 ⇒ ⇒ y =5 y = 7.5 yi = 0. m = 45 .6 × 72 ⎪ ⇒ x′ = = 10.4 × 7.5 30 ⎞ ⎛ 5 30 ⎞ .6 ⇔ ⎛ 0.5 − 5.4 ⎛ 0.4 0.4 × 0.4 × 0.4m′′ ⎞ 18 3 × 4.10. Py = 4 .8 ⎨Py = 4 4 ⎪ ′ m = 72 ⎪ ⎩ ES = 10.15 0.4 × 5 0.6 × 45 0. Px = 1.85 ⎨Py = 4 ⇒ y ′ = 4 ⎪ ′′ m = 39 ⎪ ⎩ ES = 5.6m′′ ⎞ ⎛ 0.4 × 45 ⎪ P = 9 yf = = 4.5 4 20 0.6 × 39 ⎪ = 5.8 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎛ 0.5 .6 × 45 = 18 1.85 ER = 7.5 0.⎛ 0.85 − 5 = 0.6 m′′ ⎧Px = 1 ⎪ ′ 0.4 × 7.2 ER = 9 − 10.6 = 0.5 − ln 0 ) − (ln 5 − ln 0 )] ≈ 12.4m′′′ ⎞ 2 × 20 0.4m′′ ⎞ 2 × 20 0.5 ⎪ ⎨Py = 4 ⎪ ⎩m = 45 ⇒ xi = 0.4 × 5 0.8 − 18 = −7.4m′′′ ⎞ ⎟ U f = 2⎜ ⎟ ⎜ P x ⎠ ⎝ 0.6m′′ ⎟ ⎜ ⎜ Py ′ ⎟ ⎟ ⎝ ⎠ 0. Px ′ = 3 ⎧Px = 1.6 = 2⎜ ⎟ ⎝ 1 ⎠ ⇔ m′′ ≈ 39 0.85 = 1.5 2 = ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎝ 3 ⎠ ⎝ 4 ⎠ 3 2 ⇔ 37 .5 0.6 ⇔ 20 0.6m′′′ ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 6 ⎠ 0.4 ⎛ ⎞ ⎜ 0.6m′′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎜ Py ⎟ ⎠ ⎝ 0.5 5 ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ dy − 5 × 6 ⎟ = 30[ln y ]7 dy − 7.4 0.6 ⇔ c) U = x 3 y 2 .8 = −1 .

18 3 × 4.6m′′′ ⎞ Uf = ⎜ ⎟ ⎜ P ⎟ ⎝ x ⎠ 3 ⎛ 0.12 m′′ 5 ⇔ VE = m′′′ − m = 30 − 45 = −15 m′′′ ≈ 30 ⎧P ′ = 3 ⎪ x 60 ⎪ = 15 ⎨Py = 4 ⇒ x f = 0 y f = 4 ⎪ m = 60 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 3 × 60 + 4 × 0 = 180 x i y i ⎧P ′ = 3 x ⎪ ⎪ P ⇒ x′ = 0 ⎨ y =4 ⎪ ′ m = 180 ⎪ ⎩ ES = 0 − 60 = −60 ER = 0 − 0 = 0 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS m′′ m′′ Ui = 2 × 0 + 3 × ⇔ 2 × 60 + 3 × 0 = 2 × 0 + 3 × Py 4 ⎧P ′ = 3 x ⎪ ⎪ P ⇒ x′ = 0 ⎨ y =4 ⎪ ′′ m = 160 ⎪ ⎩ ES = 0 − 60 = −60 38 ⇔ m′′ = 160 .2 3 × 0.5 Px = 3 ⇒ ⇒ x = 18 x=9 ⎞ ⎞ ⎛ 18 27 ⎛ 9 27 18 dx − 9 × 3 ⎟ − ⎜ ∫ dx − 18 × 1 .12 m′′ 5 ⎧P ′ = 3 x ⎪ ⎪ ⎨Py = 4 ⎪ ′′ ⎪m = 68 ⎩ ⇒ x′ = ⇔ m′′ ≈ 68 0.5 ⎟ ⎟ ⎜ 4 ⎟ ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ 3 2 3 2 ⇔ d) U = 2 x + 3y .5 2 = 0. Px = 1 .71 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 68 − 45 = 23 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎛ 0. Py = 4 .5 2 = 0.6 3 ES = 13. m = 60 .6 = −4.4m′′′ ⎞ ⎟ ⎜ ⎜ Py ⎟ ⎠ ⎝ 2 ⇔ ⎛ 0. Px ′ = 3 ⎧Px = 1 ⎪ ⎨Py = 4 ⎪ ⎩m = 60 ⇒ xi = 60 = 60 1 yi = 0 9 3 × 4.5 ⎟ = 27[ln x ]9 ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ 0 − 27[ln x ]0 = ⎟ ⎟ ⎜ x ⎜ x ⎠ ⎠ ⎝0 ⎝0 = 27[(ln 9 − ln 0 ) − (ln 18 − ln 0 )] ≈ −18.6 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 27 27 x= ⇔ Px = Px x Px = 1.6m′′′ ⎞ ⎛ 0.5 = ⎜ ⎜ 1.4 ER = 9 − 13.6 − 18 = −4.6 × 68 = 13.4 3 × 0.4m′′′ ⎞ 9 × 4.

5] se Px = 8 3 ⎪x = 0 se P > 8 3 x ⎩ Px = 1 ⇒ Px = 3 ⇒ x = 60 x=0 ⎛ ⎞ 8 60 60 ΔXC = XC f − XC i = 0 − ⎜ 22.5 ⎧Px = 3 ⎪ 12 ⎪ ′ = 15 ⎨Py = 0.8 ⎧Px = 3 ⎪ 9.6 ⎩ ⇒ y′ = 9.10 ] se Px = 1.8 ⇒ y = 15 39 .5 e) U = 5x + 2 y . Py = 1 .6 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE ⎧y = 12 Py se Px < 1.8 ⇒ y ′ = 0.8 ⎪ ′ ⎪m = 9.8 ⎪ ′ m = 9. Py ′ = 0.ER = 0 − 0 = 0 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE ⎧x = 60 Px se Px < 8 3 ⎪ ⎨x ∈ [0 .8 ⇒ x f = 0 y f = 0 .5 − 60 = −37.6 = 12 0. 22.8 ⎧Px = 3 ⎪ ⎨Py = 1 ⎪ ⎩m = 12 ⇒ xi = 0 yi = 12 = 12 1 ⇔ m′′ = 22.8 × 12 = 9.6 ⎪ ′ = 12 ⎨Py = 0.5 x ⎝ ⎠ VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 160 − 60 = 100 VARIAÇÃO EQUIVALENTE m′′ m′′ Uf = 2 × + 3 × 0 ⇔ 2 × 0 + 3 × 15 = 2 × + 3×0 Px 1 VE = m′′′ − m = 22. m = 12 .5 = −60 (ln 60 − ln 22.2 x ⎩ Py = 1 ⇒ y = 12 Py = 0.5) ≈ −58.85 ⎜ ⎟ 3 22.2 ⎪y = 0 se P > 1.8 ES = 12 − 12 = 0 ER = 15 − 12 = 3 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS m′′ m′′ Ui = 5 × 0 + 2 × ⇔ 5 × 0 + 2 × 12 = 5 × 0 + 2 × Py 0.6 ⎪ ⎩ ES = 12 − 12 = 0 ER = 15 − 12 = 3 ⇔ m′′ = 9. Px = 3 .2 ⎪ ⎨y ∈ [0 .5 × + ∫ dx − 60 × 1⎟ = −60[ln x ]60 22.8 ⎪ m = 12 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 3 × 0 + 0.6 x i y i ⎧Px = 3 ⎪ ⎪ ′ ⎨Py = 0.

ΔXC = XC f − XC i =

12 dy − (15 − 12 ) × 0,8 + 12 × (1 − 0,8 ) = 12[ln x ]15 12 = 12(ln 15 − ln 12 ) ≈ 2,68 y 12

15

VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA
VC = m′′ − m = 9,6 − 12 = −2,4

VARIAÇÃO EQUIVALENTE m′′ m′′ Uf = 5 × 0 + 2 × ⇔ 5 × 0 + 2 × 15 = 5 × 0 + 2 × Py 1
VE = m′′′ − m = 15 − 12 = 3

m′′ = 15

f)

U = 3x + 4 y ; Px = 6 ; Py = 8 ; m = 150 ; Py ′ = 10

⎧Px = 6 ⎪ ⎨Py = 8 ⎪ ⎩m = 150

x i ∈ [0 ; 25]

y i ∈ [0 ;18,75]

⎧Px = 6 ⎪ 150 ⎪ ′ = 25 y f = 0 ⎨Py = 10 ⇒ x f = 6 ⎪ m = 150 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY

Indeterminado EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS Indeterminado VARIAÇÃO NO EXCEDENTE Indeterminada VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA Indeterminada VARIAÇÃO EQUIVALENTE Indeterminada

g)

U = min {2 x , 5y} ; Px = 2 ; Py = 10 ; m = 72 ; Py ′ = 5

⎧Px = 2 ⎪ ⎨Py = 10 ⎪ ⎩m = 72

xi =

72 = 12 2 + 0,4 × 10

yi =

72 = 4,8 10 + 2,5 × 2

⎧Px = 2 ⎪ 72 72 ⎪ ′ = 18 y f = = 7,2 ⎨Py = 5 ⇒ x f = 2 0 , 4 5 + × 5 + 2 ,5 × 2 ⎪ m = 72 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 2 × 12 + 5 × 4,8 = 48
x i y i

⎧Px = 2 ⎪ ′ ⎪ ⎨Py = 5 ⎪ ′ ⎪m = 48 ⎩

y′ =

48 = 4,8 5 + 2,5 × 2

ES = 4,8 − 4,8 = 0 ER = 7,2 − 4,8 = 2,4

EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS

40

⎧ ⎫ m′′ m′′ ⎪ ⎪ U i = min ⎨2 ,5 ⎬ ′ + P 2 , 5 P y x ⎪ + P 0 , 4 P ⎪ x y ⎩ ⎭ ⎧Px = 2 ⎪ 48 ⎪ ′ = 4,8 ⎨Py = 5 ⇒ y ′ = 5 + 2,5 × 2 ⎪ ′ m = 48 ⎪ ⎩ ES = 4,8 − 4,8 = 0 ER = 7,2 − 4,8 = 2,4

2 × 12 = 2 ×

m′′ 2 + 0,4 × 5

m′′ = 48

VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 72 72 y= ⇔ Py = −5 Py + 5 y Py = 10 Py = 5

⇒ ⇒

y = 4,8 y = 7,2

⎞ ⎞ ⎛ 4,8 72 ⎛ 7,2 72 − 5 dy − 4,8 × 10 ⎟ = ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ − 5 dy − 7,2 × 5 ⎟ − ⎜ ∫ ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ ⎠ ⎠ ⎝ 0 y ⎝ 0 y
,2 7,2 4,8 4,8 = 72[ln y ]7 0 − [5 y ]0 − 36 − 72[ln y ]0 + [5 y ]0 + 48 =

= 72(ln 7,2 − ln 4,8 ) − 5 (7,2 − 4,8 ) + 12 ≈ 29,2

VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 48 − 72 = −24 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎧ m′′′ m′′′ ⎪ U f = min ⎨2 ,5 ⎪ ⎩ Px + 0,4Py Py + 2,5Px VE = m′′′ − m = 108 − 72 = 36
⎧Px = 6 ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ⎩m = 48 ⎫ ⎪ ⎬ ⎪ ⎭ m′′′ 2 + 0,4 × 10

2 × 18 = 2 ×

m′′′ = 108

h) U = min {3x , y} ; Px = 6 ; Py = 2 ; m = 48 ; Px ′ = 4
⇒ xi = 48 =4 6 + 3×2 yi = 3 × 48 = 12 6 + 3×2

⎧P ′ = 4 x ⎪ 48 3 × 48 ⎪ = 4,8 y f = = 14,4 ⎨Py = 2 ⇒ x f = 4 + 3×2 4 + 3×2 ⎪ m = 48 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 4 × 4 + 2 × 12 = 40
x i y i

⎧P ′ = 4 x ⎪ 40 ⎪ P ⇒ x′ = =4 ⎨ y =2 4 + 3×2 ⎪ ′ m = 40 ⎪ ⎩ ES = 4 − 4 = 0 ER = 4,8 − 4 = 0,8

EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎧ ⎫ m′′ 3m′′ ⎪ 3m′′ ⎪ U i = min ⎨3 , ⇔ ⎬ ⇔ 12 = ′ ′ 4 + 3×2 + + P 3 P P 3 P ⎪ ⎪ y x y ⎭ ⎩ x

m′′ = 40

41

⎧P ′ = 4 ⎪ x 40 ⎪ ⇒ x′ = =4 ⎨Py = 2 4 + 3×2 ⎪ ′ m = 40 ⎪ ⎩ ES = 4 − 4 = 0 ER = 4,8 − 4 = 0,8

VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 48 48 x= ⇔ Px = −6 Px + 6 x
Px = 6 Px = 4 ⇒ ⇒ x=4 x = 4,8

4,8 4,8 4 4 = 48[ln x ]0 − [6 x ]0 − 19,2 − 48[ln x ]0 + [6 x ]0 + 24 =

⎞ ⎞ ⎛ 4 48 ⎛ 4,8 48 − 6 dx − 4 × 6 ⎟ = ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ − 6 dx − 4,8 × 4 ⎟ − ⎜ ∫ ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ ⎠ ⎠ ⎝0 x ⎝ 0 x

= 48(ln 4,8 − ln 4 ) − 6 (4,8 − 4 ) + 4,8 ≈ 8,75

VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 40 − 48 = −8 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎧ m′′′ 3m′′′ ⎪ U f = min ⎨3 , ⎪ ⎩ Px + 3Py Px + 3Py VE = m′′′ − m = 57,6 − 48 = 9,6
⎫ ⎪ ⎬ ⎪ ⎭ m′′′ 6 + 3×2

3 × 4,8 = 3 ×

m′′′ = 57,6

i)

U = min {2 x , y} ; Px = 4 ; Py = 2 ; m = 100 ; Px ′ = 5
⎧Px = 4 ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ⎩m = 100 ⇒ xi = 100 = 12,5 4 + 2×2 yi = 100 = 25 2 + 0,5 × 4

⎧P ′ = 5 ⎪ x 100 100 100 200 ⎪ yf = ⇒ xf = = = ⎨Py = 2 5+ 2×2 9 2 + 0,5 × 5 9 ⎪ m = 100 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 5 × 12,5 + 2 × 25 = 112,5
x i y i

⎧Px = 5 ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ′ ⎩m = 112,5

x′ =

112,5 = 12,5 5+ 2×2

ES = 12,5 − 12,5 = 0 ER = 100 9 − 12,5 = − 25 18

EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎧ ⎫ m′′ m′′ m′′ ⎪ ⎪ U i = min ⎨2 , ⎬ ⇔ 25 = ′ ′ 2 + 0,5 × 5 ⎪ ⎩ Px + 2Py Py + 0,5Px ⎪ ⎭ ⎧Px = 5 112,5 ⎪ ⇒ x′ = = 12,5 ⎨Py = 2 5+ 2×2 ⎪ ′ ⎩m = 112,5
ES = 12,5 − 12,5 = 0

m′′ = 112,5

42

23 ⎩ ES = 1 .5 = 0.25 10 4×2 ⎧Px = 10 ⎪ ′ 10 ⎪ ⇒ y′ = = 1.4m′′ − 1 + ln 1.5 = 65 x i y i ⎧Px = 10 ⎪ 10 ⎪ ′ = 1.25 − 1.23 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 10 2.5 − 500 9 − 100[ln x ]12 + [4 x ]12 + 50 = 0 0 = 100(ln 100 9 − ln 12.25 = 0 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS m′′ − 2.5) − 4 (100 9 − 12.25 ER = 1. m = 62.5 4 ×1 ⎧Px = 10 ⎪ 62.5 10 Ui = 4 + ln ⇔ 4 × 6 + ln 2.5 ⇔ 200 m′′′ = 9 2 + 0.25 ⎨Py = 2 10 4 ×2 ⎪ m = 62.25 ER = 1.5 − 0. ⎬ P 2 P + + P 0 .25 − 1.5 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 10 × 6 + 2 × 2.ER = 100 9 − 12.5 y= ⇔ Py = 4Py y 43 . Py = 1 .5 x = 100 9 ⎞ ⎛ 12.5 − 100 = 12.5 VARIAÇÃO EQUIVALENTE ⎧ ⎫ m′′′ m′′′ ⎪ ⎪ U f = min ⎨2 .5 100 ⎛ 100 9 100 ⎞ 100 − 4 dx − 12.5 × 4 ⎟ = ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ − 4 dx − × 5⎟ − ⎜ ∫ ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ 9 ⎠ ⎠ ⎝ 0 x ⎝ 0 x = 100[ln x ]0 100 9 − [4 x ]0 100 9 .5 .5 − 0.5 = −1.25 × 10 10 ⎪ ′ ⇒ xf = = 6 yf = = 1. Py ′ = 2 ⇒ xi = 62.25 × 10 =6 10 yi = 10 = 2.25 ⎨Py = 2 4×2 ⎪ ′′ ⎪m = 64.25 − 2.25 = 0 ⇔ m′′ ≈ 64.5 = −1.25 ⎨Py = 2 ⇒ y ′ = 4×2 ⎪ ′ m = 65 ⎪ ⎩ ES = 1.5) + 50 9 ≈ VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 112. Px = 10 . 5 P ⎪ y y x ⎪ ⎩ x ⎭ 800 100 VE = m′′′ − m = − 100 = − 9 9 j) ⎧Px = 10 ⎪ ⎨Py = 1 ⎪ ⎩m = 62.5 = − 25 18 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 100 100 x= ⇔ Px = −4 Py + 4 x Px = 4 Px = 5 ⇒ ⇒ x = 12.25 − 2.5 × 4 ⇔ m′′′ = 800 9 U = 4 x + ln y .5 .

5 10 Uf = 4 + ln ⇔ 4 × 6 + ln 1.23 − 62.25 2.5[ln y ]2 ΔXC = XC f − XC i = ⎜ ∫ 0 0 = ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ y y ⎠ ⎠ ⎝0 ⎝ 0 = 2.83 44 .73 VARIAÇÃO EQUIVALENTE m′′ − 2.5 − ln 0 )] ≈ −1.3 = 1 .25 .5 ⎜ ⇔ 14 + 0.5 × 0 2 = 0.5 y =1 .5 dy − 1.25 = 0.5 × 1⎟ = 2.3 − 0 = 5.Py = 1 ⇒ Py = 2 ⇒ y = 2.77 ⇒ xi = 0 y i = 14 ⇒ xf = 7 yf = 0 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P x + P ′ y = 4 × 0 + 2 × 14 = 28 y i ⎧P ′ = 4 ⎪ x ⎪ ⇒ x′ = 7 ⎨Py = 2 ⎪ ′ m = 28 ⎪ ⎩ ES = 7 − 0 = 7 ER = 7 − 7 = 0 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎛ m′′ ⎞ ⎛ m′′ ⎞ U i = o + 0.5 = 1 . Py = 2 .77 − 62.5 ⎜ ⎟ ⎟ ⎝ 4 ⎠ ⎝ 4 ⎠ ⎧P ′ = 4 x ⎪ ⎪ P ⇒ x ′ ≈ 5.5 ⎛ 1.25 ⎞ ⎞ ⎛ 2.5 10 4 ×1 VE = m′′′ − m = 60. m = 28 .5 .5x 2 .5 = −1.7 2 2 ⇔ m′′ = 448 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE ⎧28 Px se Px ≤ 28 x=⎨ se Px ≥ 28 ⎩0 Px = 6 Px = 4 ⇒ ⇒ x=0 x=7 7 28 ΔXC = XC f − XC i = ∫ 28 dx − 7 − 28 × 4 − 0 = 28[ln x ]7 − 7 − 28 × 4 ≈ 1 28 x ( ) ( ) VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 448 − 28 = −6.5[(ln 1 .3 ER = 7 − 5.4m′′ − 1 + ln 2.5 2.73 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 64.25 − ln 0 ) − (ln 2. Px = 6 . Px ′ = 4 ⎧Px = 6 ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ⎩m = 28 ⎧P ′ = 4 x ⎪ ⎪ ⎨Py = 2 ⎪ ⎪m = 28 ⎩ x i ⇔ m′′ ≈ 60.3 ⎨ y =2 ⎪ ⎪ ⎩m′′ = 448 ES = 5.5[ln y ]1 − 2.73 k) U = y + 0.25 × 2 ⎟ − ⎜ ∫ dy − 2.

Px = 2 . m = 100 . Py = 0.5 ⎛ 1 ⎞ ⎪ P 0 .5 + 12 × ⎢4 ⎜ Ui = 3 ⎜ 0.5 = 3m′′ − 24 + 48 ⇔ m′′ = 58 ⇔ x = 34 − x + x 2 + 3200 Px = 16 ( ) 0.VARIAÇÃO EQUIVALENTE 2 2 ⎛ m′′′ ⎞ ⎛ m′′′ ⎞ U f = 0 + 0. 5 ⇒ x = = = = 92 y 4 ⎜ ⎟ ⎨ y i i ⎜ 0.31 VARIAÇÃO COMPENSATÓRIA VC = m′′ − m = 58 − 100 = −42 VARIAÇÃO EQUIVALENTE 45 .5x x 2 + 3200 + 1600 ln⎛ x + x 2 + 3200 ⎞⎤ ⎟ − 24 = ⎜ + = ⎜ ⎟ ⎢ ⎥ ⎢ ⎝ ⎠⎥ 16 ⎜ − 2⎥ ⎜⎢ ⎟ ⎦ 34 ⎟ ⎦ 34 ⎣ ⎝⎣ ⎠ ≈ 57.5 ⎪ P 0 .5 ⎟ ⎟ ⎥ 1 ⎢ ⎠ ⎥ ⎣ ⎝ ⎦ ′ ⎧P = 1 x ⎪ 58 − 4 × 12 0.5 ⎪ = 58 ⎨Py = 0.5 .5 Px = 2 ⇒ Px = 1 ⇒ x = 92 92 − x + x 2 + 3200 ΔXC = XC f − XC i = ∫ 16 34 ( ) 0.5 .5 ⎜ ⇔ ⎟ ⎟ ⎝ 6 ⎠ ⎝ 6 ⎠ VE = m′′′ − m = 42 − 28 = 14 U = 3x + 12 y 0.5 × 7 2 = 0.5 ⎟ ⎟ = 64 ⎝ ⎠ 2 ⎧P ′ = 1 2 x ⎪ 100 − 4 × 12 0.5 ⎟ = 16 1 ⎝ ⎠ ⎪ m = 100 ⎪ ⎩ EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À SLUTSKY m′ = P ′ x + P y = 1 × 34 + 0. Px ′ = 1 m′′′ = 42 l) ⎧Px = 2 ⎪ ⎨Py = 0.5 dx − (92 − 34 ) × 1 + 34 × (2 − 1) = 92 92 ⎞ ⎡ x2 ⎤ 1 ⎛ ⎡0.5 ⇒ x i = 1 ⎪ ′ m = 66 ⎪ ⎩ ES = 58 − 34 = 24 ER = 92 − 58 = 34 EFEITO SUBSTITUIÇÃO E EFEITO RENDIMENTO À HICKS ⎡ ⎛ 1 ⎞2 ⎤ m′′ − 4 × 12 0.5 × 64 = 66 x i y i ⎧P ′ = 1 ⎪ x 66 − 4 × 12 0.5 ⎪ ⎩m = 100 ⇒ xi = 100 − 4 × 2 2 0.5 ⇔ 3 × 34 + 12 × 64 0.5 ⎜ ⇔ 0 + 0. 5 x ⇒ = = 50 = ⎨ y i 1 ⎪ ′′ m = 58 ⎪ ⎩ ES = 50 − 34 = 16 ER = 92 − 50 = 42 VARIAÇÃO NO EXCEDENTE 2 100 − 8Px x= Px 0.5 = 34 2 ⎛ 2 ⎞ y i = 4⎜ ⎜ 0.

Basta pensar em preferências Cobb-Douglas. Preferências quasi-lineares implicam que a procura de um dos bens não dependa do rendimento. a frase é falsa. Admitamos. a frase é falsa. m) − x (p. estamos na presença de um bem de Giffen. a frase é falsa. terá de ser ordinário. Se é normal. Logo.5 ⇔ 3 × 92 + 12 × 16 0. Se não depende do rendimento. neste contexto. o efeito total – que é a 46 . m′) − x (p. m) = [x (p ′. apenas um dos bens vê o seu consumo reduzido.5 Uf = 3 + 12 × ⎢4 ⎜ ⎜ 0. E se não tem efeito rendimento não pode ser inferior. Logo.4. quando o preço de um deles aumenta. m) − x (p ′. Portanto. Mas não há nada que garanta que assim seja.6. Portanto. Portanto. a curva que representa a relação entre quantidade consumida e rendimento. um aumento no preço de um deles causará necessariamente um descréscimo no consumo de ambos.5m′′ − 48 + 96 ⇔ m′′ = 184 A. Um bem de Giffen é necessariamente inferior. o consumo do outro não se altera. Falso. Nenhum dos bens é inferior e. Um bem ordinário é aquele cuja quantidade consumida varia inversamente com o seu preço. o substituição e o rendimento: Δx = Δ x s + Δ x n ⇔ x (p ′. a quantidade consumida vai estar cada vez mais à direita. b) A probabilidade de um bem ser inferior para um dado consumidor aumenta à medida que aumenta o seu nível de rendimento.⎡ ⎛ 2 ⎞2 ⎤ m′′ − 4 × 22 0. d) Para um orçamento inteiramente gasto em dois bens. Portanto. Comente as seguintes afirmações: a) A curva de Engel de um bem de Giffen é positivamente inclinada. e) Quando o efeito rendimento é superior ao efeito substituição mas de sentido contrário a este. no entanto. a não ser que pelo menos um dos bens seja inferior. m′)] O efeito substituição tem sempre sinal negativo.5 = 1. A variação no consumo de um bem devida a uma alteração do respectivo preço pode ser desdobrada em dois efeitos. a curva de Engel.5 ⎟ ⎟ ⎥ 2 ⎢ ⎠ ⎥ ⎣ ⎝ ⎦ ′ ′ ′ VE = m − m = 184 − 100 = 84 0. m)] + [x (p ′. c) A curva consumo-preço de um bem normal nunca pode ser decrescente. Dizer que a curva consumo-preço não pode ser decrescente significa. Um bem inferior é aquele cuja quantidade consumida varia inversamente com o rendimento. sem perda de generalidade. que o bem em questão é o X e é normal. é negativamente inclinada. também não tem efeito rendimento. Se o efeito rendimento for positivo e de maior magnitude que o efeito substituição. A curva consumo-preço de um bem é o lugar geométrico dos cabazes de equilíbrio que resultam de variações no preço desse bem. que a quantidade consumida de Y ou não varia ou aumenta. à medida que o preço de X baixa.

sempre superior à variação equivalente. A frase é falsa. Ou seja. verdadeira. m) = [x (p ′. caso em que as duas medidas têm sempre o mesmo valor absoluto. f) Um bem inferior é necessariamente um bem de Giffen. E isso é a definição de um bem de Giffen. A variação no consumo de um bem devida a uma alteração do respectivo preço pode ser desdobrada em dois efeitos.soma dos dois – será positivo. o substituição e o rendimento: Δx = Δx s + Δx n ⇔ x (p ′. m)] + [x (p ′. Para estes bens. Logo. a frase é falsa. podendo o bem ser de ordinário ou de Giffen. h) A variação compensatória é. Obviamente. em termos absolutos. m) − x (p. m′)] Um bem inferior é aquele cuja quantidade consumida varia inversamente com o rendimento. é positivamente inclinada. Um bem normal é aquele cuja quantidade consumida varia positivamente com o rendimento. então a curva de Engel é negativamente inclinada. o sinal do efeito total dependerá da magnitude dos dois efeitos referidos. tal não sucede. Mas um efeito total positivo significa que a quantidade consumida varia positivamente com o preço. pois. superior à variação equivalente. tem sinal oposto ao do efeito substituição. 47 . Logo. a curva que representa a relação entre quantidade consumida e rendimento. m′) − x (p. m) − x (p ′. A frase é. Embora geralmente a variação compensatória seja. a curva de Engel. com as preferências quasilineares. a frase é verdadeira. g) Se um bem é normal para qualquer nível de rendimento. por exemplo. Portanto. em termos absolutos. o efeito rendimento é positivo.

5 p se 25 3.5.5 ) + (100 − p ) se 0 ≤ p ≤ 25 3. K .2.K . a) Determine a função procura agregada dos dois.25 c) Calcule a elasticidade-preço da procura agregada p dX p p ε= = × (− 2 ) = X dp 30 − 2p 15 − p p=3 ⇒ ε = 0.5 p ) + 10 (10 − 0.5 p ) + 10 (10 − 0.06 < p ≤ 30 ⎪10 (10 − 0.06 < p ≤ 30 i=1 ⎪ j=1 ⎪ 10 ⎪∑ x i se 30 < p ≤ 100 ⎪ ⎩ i=1 ⎧25 (25 − 3.06 ⎪ ⇔ ⎨(75 − 2.m.06 ⎪ ⎨175 − 3. p = 15 − x i ⇔ x i = 15 − p X = ∑ x i = 2 (15 − p ) = 30 − 2p Suponha que cada CD custa 3 u.06 p x i = 10 − 0. A procura individual de CDs pode ser expressa pela função p = 15 − x i .10 j = 1.06 < p ≤ 30 ⎪100 − p se 30 < p ≤ 100 ⎩ ⎧800 − 80 p se 0 ≤ p ≤ 25 3. b) Calcule a elasticidade-preço da procura individual p dx i p p ε= = × (− 1) = x i dp 15 − p 15 − p p = 3 ⇒ ε = 0.17 x j = 15 − 0.5 p → X= X= X= X= ⎪∑ x t + ∑ x j + ∑ x i se 0 ≤ p ≤ 25 3.06 p xi = 0 xt = 0 10 ⇔ ⇔ p = 100 → xj = 0 ⇔ p = 30 P = 25 3.5 t = 1. Determine a função procura do mercado do bem X dadas as seguintes funções procura individuais: x i = 10 − 0.1p ) se 0 ≤ p ≤ 25 3.5 p ) + (100 − p ) se 25 3.5.25 48 .A. O Pedro e o Carlos são irmãos com preferências musicais idênticas.1.5.1p p = 30 − 2 x j x t = 25 − 3.06 < p ≤ 30 ⎪100 − p se 30 < p ≤ 100 ⎩ ⎧ 25 ⇔ A.1p i = 1.06 ≈ 8.06 p ) + 5 (15 − 0.1p ) se 30 < p ≤ 100 ⎩ ⎧(625 − 76.06 j=1 i=1 ⎪t =1 ⎪ 10 ⎪5 ⇔ ⎨∑ x j + ∑ x i se 25 3. K .25 → ⇔ 5 p = 30 − 2 x j x t = 25 − 3.5 p ) + (75 − 2. PROCURA DE MERCADO A.1p ) se 25 3.06 ⎪ ⎨5 (15 − 0.

5m ⎜ Py ⎟ ⎠ ⎠ ⎝ ⎝ c) A elasticidade procura-preço cruzada do bem X em relação ao bem Y.25 .5m ⎞ P dx Px P2 ε xx = x = × ⎜ − 2 ⎟ = x × ⎜ − 2 ⎟ = −1 ⎟ ⎟ ⎜ x dPx 0.5m Py e) A elasticidade procura-rendimento do bem X. A.5m Px ⎝ Px ⎠ 0.d) Compare e analise os resultados obtidos nas alíneas b) e c).5 p > 2. A elasticidade-preço da procura individual é a mesma da procura agregada.5m ⎜ ⎝ Px ⎠ b) A elasticidade procura-preço do bem Y. 49 .5 ⇒ ε > 1 P < 2.5m ⎞ Py dy Py Py ⎟ ⎜ = × ⎜ − 2 ⎟ = −1 ε yy = = × − 2 y dPy 0. a) Represente a função e indique em que zonas a procura é elástica. m dx m 0.5m Px d) A elasticidade procura-preço cruzada do bem Y em relação ao bem X.5 ⇒ ε < 1 b) Identifique o ponto da recta que corresponde ao máximo da despesa total.5m ⎞ ⎛ 0. Calcule: a) A elasticidade procura-preço do bem X. ⎛ 0. 2 ⎛ 0.5m Px Px f) A elasticidade procura-rendimento do bem Y. Seja a função de utilidade U = x 0.5 ηx = = × =1 x dm 0.5. Considere a seguinte função procura linear: y = 10 − 2p .5m ⎞ ⎛ 0.25 y 0. Py dx Py ε xy = = ×0 = 0 x dPy 0. Para a compra de X e Y.3. rígida e unitária.5 A.5.5m Py ⎜ Py ⎟ 0. o consumidor individual dispõe de um nível de rendimento M. p 6 5 4 3 2 1 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 y elástica rígida unitária ε =1 ⇔ p dy =1 ⇔ y dp p × (− 2 ) = 1 10 − 2p ⇔ 2p =1 10 − 2p ⇔ p = 2. DT = p × y = p (10 − 2p ) = −2p 2 + 10 max DT ⇒ ∂DT ∂p = 0 ⇔ 10 − 4p = 0 ⇔ p = 2. P dy Px ε yx = x = ×0 = 0 y dPx 0.4.

ηy = m dy m 0.5 = × =1 y dm 0.5m Py Py g) Verifique que ε xx + ε xy + η x = 0 . onde ε xx . a elasticidade procura-preço cruzada entre o bem X e o bem Y e a elasticidade procura-rendimento do bem X. ε xx + ε xy + η X = −1 + 0 + 1 = 0 50 . ε xy e respectivamente. do bem X. a elasticidade procura-preço directa η x representam.

Defina os seguintes conceitos: a) Factor produtivo b) Produtividade média Produto total por unidade de factor. e) Rendimentos crescentes à escala Tecnologia em que o acréscimo de x% na utilização de todos os factores produtivos permite obter um acréscimo do produto superior a x%. em que K e L são factores de produção e Q é a quantidade produzida. Produto total: Q = 18L2 − L3 Q = 18L − L2 Produtividade média: L ∂Q Produtividade marginal: = 36L − 3L2 ∂L 51 . os resultantes acréscimos do produto são cada vez menores. A empresa encontrase a produzir na dimensão K = 18 . a) Determine a expressão analítica do produto total.1. B. mantendo-se o outro constante.B. produtividade média e produtividade marginal do factor L.1. TEORIA DO PRODUTOR B. c) Produtividade marginal Acréscimo do produto total por unidade adicional do factor.2. TECNOLOGIA B. d) Lei dos rendimentos marginais decrescentes Lei segundo a qual se aumentarmos a quantidade de um dos factores produtivos. Determinada empresa tem a seguinte função de produção: Q = L2K − L3 . mantendo fixas as quantidades dos restantes. podendo atingir-se uma região de acréscimos do produto negativos.1. f) Rendimentos constantes à escala Tecnologia em que o acréscimo de x% na utilização de todos os factores produtivos permite obter um acréscimo do produto igual a x%. g) Rendimentos decrescentes à escala Tecnologia em que o acréscimo de x% na utilização de todos os factores produtivos permite obter um acréscimo do produto inferior a x%.1.

que corresponde à produtividade marginal. É crescente até L = 12 . a produtividade marginal é positiva enquanto o produto total for crescente. a 52 . Os zeros da produtividade média são também os da função produto total ( L = 0 e L = 18 ). logo a função produto total é crescente. pelo que a função produto total é decrescente. produto total e produtividade média têm o mesmo sinal. Ou seja. acompanhadas do respectivo estudo. a função produto total tem um máximo quando a produtividade marginal é zero. neste ponto tem um máximo e a partir daí é decrescente. O andamento da função produto total é dado pelo comportamento da sua derivada. À esquerda desse ponto. À esquerda deste ponto. para L = 0 e L = 18 . neste ponto tem um máximo e a partir daí é decrescente. O máximo da produtividade média ocorre no ponto em que a curva desta intersecta a curva da produtividade marginal. a produtividade marginal é positiva.b) Represente graficamente as funções mencionadas. Os zeros do produto total e da produtividade média coincidem. produtividade média e produtividade marginal do factor L. É crescente até L = 6 . à sua direita. A função é crescente até L = 12 . d) Estabeleça as relações entre as funções produto total. o segundo ocorre no ponto em que o produto total é máximo. a produtividade marginal é negativa. Portanto. neste ponto tem um máximo e a partir daí é decrescente. c) Faça a leitura geométrica da produtividade média e produtividade marginal do factor L a partir do gráfico da produção total. A produtividade marginal apresenta dois zeros. 1000 800 600 PT 400 200 0 -200 -400 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 L PMe PMg A função produto total apresenta dois zeros. Assim. para L = 0 e L = 12 . e explicando os zeros e andamento de tais funções. O primeiro zero da produtividade marginal coincide com o primeiro zero do produto total. Os zeros da produtividade média são os mesmos do produto total.

K ) ( ) → fç homogénea de grau α+β α + β < 1 → função homogénea de grau inferior a 1 → DRS α + β = 1 → função homogénea de garu 1 → CRS α + β > 1 → função homogénea de grau superior a 1 → IRS 53 . Relacione-os com os diferentes tipos de rendimentos à escala. o que ocorre para L = 12 . portanto esta é decrescente. A partir de L = 6 . a produtividade marginal é inferior à produtividade média. decrescentes ou crescentes à escala? y (tL. Pme L = y L = ALα −1K β Pmg L = ∂y ∂L = αALα −1K β Pme K = y K = ALα K β −1 Pmg K = ∂y ∂K = β ALα K β −1 b) Verifique se se trata de uma função homogénea. tK ) = A (tL )α (tK )β = t α +β ALα K β = t α +β y (L.1. a sua produtividade média será máxima quando o produto total for máximo. O que corresponde ao estabelecido pela lei dos rendimentos marginais decrescentes. ty ) = A (tx )α (ty )β = At α x α t β y β = t α +β Ax α y β = t α +β f (x. logo esta é crescente. Uma função de produção Cobb-Douglas é dada por f (x. Considere a expressão genérica da função de produção do tipo Cobb-Douglas com dois factores. e) A partir de que nível de utilização do factor L se começa a verificar a lei dos rendimentos marginais decrescentes? Justifique.3. à direita. O tipo de rendimentos à escala desta função vai depender dos valores de α+β. y ) = A x α y β . o aumento da quantidade de trabalho resulta em acréscimos do produto cada vez menores.4. y ) ( ) Se α + β < 1 tem-se rendimentos decrescentes à escala (DRS). Se α + β = 1 tem-se rendimentos constantes à escala (CRS). Como K está fixo.1. f (tx. Quais as condições que se têm de verificar para que o processo de produção que ela traduz admita rendimentos constantes. a) Determine as expressões algébricas da produtividade média e da produtividade marginal de ambos os factores. f) Qual o volume de produção para o qual é máxima a produtividade média do factor fixo? Pme K = Q K . trabalho (L) e capital (K): y = ALα K β .produtividade marginal é superior à produtividade média. B. Se α + β > 1 tem-se rendimentos crescentes à escala (IRS). B.

5 = 2(K L )0. O seu sinal depende dos parâmetros α e β. y = 4K + 2L y (tK.4 K 0.5 × 4L−0. Consideremos a seguinte função de produção Q = f (L ) .5 (tL )0. No caso da função de produção ∂Q = αQ .5 = 2(L K )0.4 K 0.5 Ambas as produtividades marginais são positivas e obedecem à LRMD. Caracterize as seguintes funções de produção quanto a rendimentos à escala e produtividades marginais: a) y = 4K 0.B.5 = 0.5 = t y (K.5 y (tK. tL ) = 4 tK + 2tL = ty → CRS Pmg K = ∂y ∂K = 4 Pmg L = ∂y ∂L = 2 Ambas as produtividades marginais são positivas e não obedecem à LRMD. tL ) = (tK )0. L ) Pmg K = ∂y ∂K = 0. Como a tecnologia é DRS.5 (tL )0. tL ) = α(tK )2 + β(tL )2 = t 2 y Pmg K = ∂y ∂K = 2αK Pmg L = ∂y ∂L = 2βL → IRS Ambas as produtividades marginais não obedecem à LRMD. então considerada vem L n ∑ x i ∂x i=1 ∂y i = α y .6 K −0. x n ) é uma função homogénea de grau α .5L0. btL} = ty → CRS Pmg K = 0 Pmg L = 0 Ambas as produtividades marginais são nulas. Comente as seguintes afirmações: a) Desde que seja usado um só factor na produção de um bem e que a tecnologia apresente rendimentos decrescentes à escala. a produtividade marginal do factor é decrescente.1.1 Pmg L = ∂y ∂L = 0.5L0. b) y = αK 2 + β L2 y (tK.5 K 0. c) y = min {aK. y = K 0.5 × 4L K 0.6 d) e) y (tK.5L0. B.1y (K. x 2 . bL} y (tK. não obedecendo à LRMD.5 = 0. Dividindo tudo por L fica < ou seja Pmg L < Pme L .6.1 Ambas as produtividades marginais são positivas e obedecem à LRMD.5 → CRS −0. O Teorema de Euler estabelece que se y = f (x 1.5 L0.6(K L )0.5 Pmg L = ∂y ∂L = 0.6 = t 1.5(L K )0.5. tL ) = 4 (tK )0. 0 < α < 1 pelo que ∂L ∂Q ∂Q Q L < Q . L ) → IRS Pmg K = ∂y ∂K = 0.6L−0. tL ) = min {atK.1. ∂L ∂L L 54 .K.

c) Se a tecnologia apresenta rendimentos decrescentes à escala. então a produtividade marginal dos factores é constante. Portanto.Mas se Pmg L < Pme L . então a produtividade marginal é decrescente. b) Se a tecnologia apresenta rendimentos constantes à escala então duplicar a quantidade usada de um factor de produção duplica a quantidade produzida. Basta tomar como contra-exemplo a alínea a) do exercício B.5 L0. As isoquantas são lugar geométrico das várias combinações de factores que permitem produzir uma mesma quantidade. para se duplicar a produção. Se se está a aumentar as quantidades de factores. então está-se numa isoquanta superior. Se a tecnologia é DRS. o dobro da quantidade produzida inicial. vem Q ≈ 8. Duplicando apenas a quantidade de K. então Q = 6 . a frase é verdadeira. Se K = 4 e L = 9 . passamos para uma isoquanta inferior.1. Falso. Falso. obviamente.5. Falso. d) Se a tecnologia exibir rendimentos constantes à escala.485 que não é. ter-se-á de mais que duplicar as quantidades utilizadas de factores. então ao duplicar a produção. Q = K 0.5 é uma função de produção que exibe CRS. como se comprova pelo seguinte contra-exemplo. 55 .

2. nesta zona. B. Admita-se que se está a produzir numa zona em que o custo médio é decrescente. que a curva do custo marginal fica abaixo da do custo médio à esquerda do mínimo desta. f) Custo total médio Custo total por unidade produzida. e acima à direita. Explique porque é que a curva de custo marginal intersecta as curvas de custo total médio e custo variável médio nos respectivos pontos mínimos. Os custos de uma empresa são mostrados parcialmente na tabela abaixo. o custo marginal tem de ser inferior ao custo médio: a única forma de baixar uma média é adicionando-lhe números que lhe são inferiores.2. Analogamente.2.3.2. e) Custo variável médio Custo variável por unidade produzida. d) Custo fixo médio Custo fixo por unidade produzida. então. Defina os seguintes conceitos: a) Custo fixo Custo que não varia com o nível de produção e que a empresa tem de suportar ainda que nada produza. Sabe-se.1.2. O que implica que no ponto mínimo as duas curvas se intersectam. Então. o custo marginal tem de lhe ser superior.B. se o custo médio é crescente. B. MINIMIZAÇÃO DE CUSTOS B. Complete os espaços que estão em branco. Este mesmo argumento se aplica ao caso da curva do custo variável médio. b) Custo variável Custo que varia com o nível de produção c) Custo total Soma dos custos variáveis e custos fixos. Q 0 1 2 3 CT 24 40 74 108 CF 24 24 24 24 CV 0 16 50 84 CTMe – 40 37 36 CFMe – 24 12 8 CVMe – 16 25 28 CMg – 16 34 34 56 . g) Custo marginal Acréscimo no custo total por produzir mais uma unidade.

5 L ⇔ ⇔ L = 4 −1.5 K 0.5 0.5 ⎪ ⎩s.5 Q 5 CF = 20 CT 5 × 4 −1.5 L−0. determine as estruturas de custos de curto e longo prazo.8 4 34 39.3 L0.5L0.5 0.5Q 2 + 1 × 2 ⇔ CT = 2Q 2 + 2 CV = 2Q 2 CF = 2 CT 2Q 2 + 2 2 CTme = = = 2Q + Q Q Q CV 2Q 2 = = 2Q Q Q CF 2 CFme = = Q Q Cmg = ∂CT ∂Q = 4Q CVme = LONGO PRAZO min CT = 4L + K ⎧ ⎪ L.5 ⎪ ⎩(4L ) L = Q ⇔ ⎧K = 4L ⎨ ⎩L = 0.5Q 2 CT = wL + rK ⇔ CT = 4 × 0.5 0.5 0. K L = Q ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ → Γ = 4L + K + λ Q − K 0.5 L =0 ⎨1 − λ 0. r = 1 .5 K 0.5 ⎪ ⎩Q − K L = 0 ⇔ ⎧K ⎪ =4 ⎨L ⎪K 0. Para cada uma das situações seguintes.5Q ⇔ ⎧λ0.5 = 4 ⎪ ⎪ − 0.5 K ⎪ 0.4.3L0.5 ⎪ ⎩K L = Q ⎧ ⎪K = 4L ⎨ 0.5 0.5 = 0 ⎪ ⎪ − 0. w = 4 .5 L−0.5 L−0.5 K ⎪ 0.5 0.5 1 L ⎨ λ 0.2 . K = 2 a) CURTO PRAZO K=2 ⇒ Q = 2 0.5 L0.5 Q 5 + 5 × 4 CV = 5 × 4 −1. Q = K 0. w = 5 .5 L =1 ⎨λ0.5 0.5 Q 4 + Q Q Q 57 .a.5 ⎪ ⎩K L = Q ⇔ ⎧ λ 0.4 5 6 160 220 282 24 24 24 136 196 258 40 44 47 6 4.5 Q 5 + 20 CT = wL + rK ⇔ CT = 5 × 4 −1. K = 4 CURTO PRAZO K=4 ⇒ Q = 4 0.5 ⇔ Q 2 = 2L ⇔ L = 0.5 ⎩K L = Q ⎧K = 4L ⎨ ⎩2L = Q ⇔ ⇔ ⎧ ⎪K = 4L ⎨ 0. r = 5 .2 ⇔ Q 5 = 4 1.5Q + 1 × 2Q ⇔ CT = CV = 4Q CTme = CVme = 4Q Q = 4 Cmg = ∂CT ∂Q = 4 b) Q = K 0.5 .2.5 L0.5 = Q ⎩ ⇔ ⎧K = 2Q ⎨ ⎩L = 0.5 Q 5 + 20 20 CTme = = = 5 × 4 −1.5 L0.5 0.K ⎨ 0.5Q ⇔ CT = CV = wL + rK CT = CV = 4 × 0.5 K 0.5 ( ) ⇔ ⎧4 − λ 0.5 K ⎪ 0.2 43 52 60 62 B.5 Q 5 CT = 5 × 4 −1.5 4 = ⎪ − 0.5 0.

3 0. K = 2 ⇒ Q = 4 × 2 + 2L ⇔ L = 0.5 0.6 + 1.8 = 5 ⎪ ⎪ − 0. r = 5 .8 5 = ⎪ − 0.5L ⎨ 0.4 )5Q Q = 4K + 2L .5Q − 4 ) + 5 × 2 ⇔ CT = 2Q − 16 + 10 CV = 2Q − 16 CF = 10 6 CT 2Q − 6 CTme = = =2− Q Q Q 16 CV 2Q − 16 CVme = = =2− Q Q Q CF 10 CFme = = Q Q Cmg = ∂CT ∂Q = 2 LONGO PRAZO TMSTK.25Q Q = 1. w = 4 .2 ⎩K L = Q ⇔ ⎧ ⎪K = 1.5 Q ⎨ − 0.6 + 1.3 0.3 0.2 K 0.7 0.4 )5Q Q = (1.2 ⎪ ⎩(1.2 L =5 ⎨λ0.5 −0.3 L0.3 L−0.3 K ⎪ 0.6 2 ⎪ Q ⎩L = 1.5 L = Q ⇔ 0.2 ⎪ ⎩Q − K L = 0 ⇔ ⎧ 2K =1 ⎪ ⎨ 3L ⎪K 0.2 K 0.3 0.4 2 ⎧ ⎪K = 1.5 ( )5Q CT = CV = 5 × 1. K = 6 CURTO PRAZO 58 .3 K ⎪ 0.5L ⎨ 0.2 ( ) ⇔ ⎧5 − λ0.K ⎨ 0.3 0.5 CT = CV = wL + rK ( Cmg = ∂CT ∂Q = ( 1 .5 c) CURTO PRAZO K=2 CT = CV = 1.5 −0.3 0.3 L0.2 K 0.6 Q 2 + 5 × 1.5 .L = 0.2 ⎪ ⎩s.4 ⇔ CTme = CVme = 1 .8 = 0 ⎪ ⎪ − 0. r = 2 .5 Q 5 = = 5 × 4 −1.4 Q 2 2 0.2 L =0 ⎨5 − λ0.25 d) Q = K + 3L .2 ⎪ ⎩K L = Q ⎧ ⎪K = 1.3 L−0.a.25Q ⇔ CT = CV = 4 × 0 + 5 × 0.3 K ⎪ 0.6 + 1.2 ⎪ ⎩K L = Q ⇔ ⎧ λ 0.5 0.5 −0. w = 1.7 0.2 5 L ⎨ λ 0.4 ⇔ 0.5 −0.3 0.7 0.5 ⎪ ⎩1.5 0.6 + 1.5L ) L = Q ⇔ ⎧ ⎪K = 1.5L ⎨ 0.5 Q 4 Q Q CF 20 CFme = = Q Q CVme = Cmg = ∂CT ∂Q = 25 × 4 −1.5 < w r = 0.5L ⎧ ⎪K = 1 ⎨ 0.5 L = Q ⇔ . K L = Q ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ → Γ = 5L + 5K + λ Q − K 0.8 CT = CV = wL + rK ⇒ L=0 ⇔ Q = 4K ⇔ ⇔ K = 0.25 Cmg = ∂CT ∂Q = 1 .25Q CTme = CVme = 1.5 )10Q 2 −0.2 = Q ⎩ ⇔ ⎧λ0.6 2 ⎪ ⎩1.25Q CT = CV = 1.CV 5 × 4 −1.3 L−0.5 Q 4 LONGO PRAZO min CT = 5L + 5K ⎧ ⎪ L.5Q − 4 CT = wL + rK ⇔ CT = 4 (0.

5Q − 6 CVme = = = 0.5Q ⇔ CT = CV = 8Q CTme = CVme = 8Q Q = 8 Cmg = ∂CT ∂Q = 8 B.5 e) Q = min {2K .75 CT = CV = wL + rK ⇒ K=0 ⇔ Q = 3L ⇔ ⇔ L = 1 3Q CT = CV = 0.5Q + 6 CTme = = = 0.m.L = 3 > w r = 0.5Q ⇔ CT = CV = 1 .5 6 Q 6 Q LONGO PRAZO TMSTK. Considere a seguinte função de produção Q = 10KL . tendo em conta que a empresa os adquire às taxas de 2 u.5Q − 6 CF = 12 CT 0.5.5 + Q Q CV 0.5 − Q Q CF 12 CFme = = Q Q Cmg = ∂CT ∂Q = 0.K=6 ⇒ Q = 6 + 3L ⇔ L = 1 3Q − 2 CT = wL + rK ⇔ CT = 1.5Q ∧ L = 1 3 Q CT = CV = wL + rK ⇔ CT = CV = 12 × 1 3 Q + 8 × 0. 3L} . e 5 u.5Q − 6 + 12 CV = 0. w = 12 ..5 Cmg = ∂CT ∂Q = 0.a.2.5Q Q = 0.5 × 1 3 Q + 2 × 0 CTme = CVme = 0. 10KL = 1024 → Γ = 2L + 5K + λ(1024 − 10KL ) 59 . respectivamente. a) Encontre as quantidades óptimas dos factores produtivos L e K necessários à produção de 1024 unidades de produto. r = 8 . CT = 2L + 5K ⎧ ⎪min L. K = 9 CURTO PRAZO 2K = 3L ∧ K = 9 CT = wL + rK CV = 0 CTme = CFme = 144 Q ⇔ ⇔ 18 = 3L ⇔ L=6 CT = 12 × 6 + 8 × 9 ⇔ CT = 144 = CF CVme = 0 LONGO PRAZO 2K = 3L = Q ⇔ K = 0.K ⎨ ⎪ ⎩s.5 (1 3 Q − 4 ) + 2 × 6 ⇔ CT = 0.m.

1 + 5 × 5. 10K 0.a.4L ⎪ = ⇔ ⎨ ⎨L 5 ⎩10 × 0.4L ⎪ = ⇔ ⎨ ⎨L 5 ⎩15 × 0.K ⎨ ⎪ ⎩s.5 = Q ⇔ 100KL = Q 2 ⇔ K = 0.5L05 .5L0. TMSTK.5 L−0. Qual o valor da taxa marginal de substituição nesse ponto? 60 . para quanto? CT = 2L + 5K ⎧ ⎪min L.m.0625 Q 1024 c) Suponha que a empresa introduz uma série de inovações de forma que a função de produção se altera para Q = 15KL .4L × L = 1024 ⎪ ⎩15KL = 1024 ⇔ ⇔ d) Verifique se o custo unitário é afectado.4L ⎨ ⎩L = 16 ⇔ ⎧10 λK 2 = ⎪ ⎨ 10λL 5 ⎪ ⎩10KL = 1024 ⎧K = 6.5 K = = − 0 . 5 0 .24 = ≈ 0.5 × 10K L L c) Sabendo que r = 1 e w = 4 .24 ⎨ ⎩L = 13.L = Pmg L 0. 15KL = 1024 → Γ = 2L + 5K + λ(1024 − 15KL ) ⎧15λK = 2 ⎪ ⎨15λL = 5 ⎪15KL = 1024 ⎩ ⇔ ⎧K = 0. a) Apresente a expressão das isoquantas que se podem obter a partir desta função de produção. calcule o máximo produto que se pode obter com um custo de 32 u.4 ⎨ ⎩L = 16 ⇔ b) Determine o custo por unidade de produto.05 Q 1024 B. Cme = CT 2 × 16 + 5 × 6.2.5 × 10K 0. terá de alterar as quantidades dos factores produtivos? Se sim.⎧∂Γ ∂L = 0 ⎧2 − 10λK = 0 ⎪ ⎪ ⇔ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⇔ ⎨5 − 10λL = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪1024 − 10KL = 0 ⎩ ⎩ ⎧K 2 ⎧K = 0.4L ⎨ ⎩L ≈ 13. Se a empresa pretender manter o mesmo nível de produção. Considere a seguinte função de produção Q = 10K 0.01Q 2 L−1 Estas isoquantas serão convexas e negativamente inclinadas. b) Deduza a expressão geral da taxa marginal de substituição técnica relativa às isoquantas deste mapa. Cme = CT 2 × 13.6. Qual seria o aspecto deste mapa de isoquantas? Justifique. 5 Pmg K 0.1 ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎧2 − 15λK = 0 ⎪ ⎪ ⇔ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⇔ ⎨5 − 15λL = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪1024 − 15KL = 0 ⎩ ⎩ ⎧K 2 ⎧K = 0.4L × L = 1024 ⎪ ⎩10KL = 1024 ⎧10 λK = 2 ⎪ ⎨10 λL = 5 ⎪10KL = 1024 ⎩ ⇔ ⎧K = 0.4 = = 0.1 ⎧15λK 2 = ⎪ ⎨ 15λL 5 ⎪ ⎩15KL = 1024 ⎧K = 5.

5 0.5 ⎩ ⎩ ⎪ ⎪ ⎩80 − 10K L = 0 ⎩10K L = 80 ⎧K ⎧ ⎧K = 4L ⎧K = 16 ⎪ =4 ⎪K = 4L ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨L 0.5 ⎧∂Γ ∂L = 0 4 ⎪ ⎪ = ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ − 0.16 ) ⇒ CT = 1 × 16 + 4 × 4 = 32 61 .5 = 4 λ ⎪ ⎪ −0.5 + λ(32 − 4L − K ) ⎧5K 0.5 ⎪max L.5 = 0 ⎧λ5K 0.5 ⎪ ⎩s.5 L−0.K ) = (4.5 L−0.5 0.5 × 4 0.5 L0.5 0. K ) = (4.16 ) ⇒ Q = 10 × 16 0.5 − 4 λ = 0 ⎪ ⎪ − 0.5 0.5L0.5 L−0.5 L −λ = 0 ⎨5K ⎪32 − 4L − K = 0 ⎪ ⎩ ⇔ ⇔ ⎧K ⎧K = 4L ⎧K = 4L ⎧K = 16 ⎪ =4 ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨L ⎩4L + K = 32 ⎩4L + 4L = 32 ⎩L = 4 ⎪ ⎩4L + K = 32 (L.5 L0.5 0.5 0.5 = 80 0.L = =4 (4.5 0.5L− 0.5 L0.5 − 0.5 − 0. qual a combinação de factores que minimizará o custo para uma produção de 80? Qual é o custo nesse ponto? min CT = 4L + K ⎧ ⎪ L.5 ⎨ 0.5 = 80 ⎩10(4L ) L = 80 ⎩ ( ) (L.5 20 L 80 = ⎪ ⎩ ⎩L = 4 ⎪10K 0.5 L−0.5 L =λ ⎨5K ⎪4L + K = 32 ⎪ ⎩ ⎧ 5K 0.a.5 0.5 = λ ⎨ 5K L ⎪4L + K = 32 ⎩ ⎧5K 0.5 L− 0. 10K L = 80 ⎧4 − λ5K 0.K ⎨ ⎪ ⎩s.5 = 80 16 TMSTK.5 0.⎧ Q = 10K 0.K → Γ = 4L + K + λ 80 − 10K 0.a. 4L + K = 32 ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⇔ → Γ = 10K 0.5 4λ ⎪ − 0.5 = 4 ⎧ λ5K 0.5 ∂ Γ ∂ = K 0 ⇔ − λ = ⇔ λ = ⇔ 1 5 K L 0 5 K L 1 1 λ 5 K L ⎨ ⎨ ⎨ ⎨ ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎪ ⎪ ⎪10K 0.16 ) 4 d) Se os preços se mantiverem constantes.5 0.5L0.5 0.

1.K ⎨ 1 2 3 3 ⎪ ⎩s. 2 ⎩ c) Sabendo que a procura é dada por Q = 100 − P .5 b) Que lucro obtém a empresa a esse preço? 62 .2 ⎩0 Esta empresa exibe rendimentos constantes à escala.2. a empresa está disposta a oferecer qualquer quantidade quando p = C min e não oferece nada para preços abaixo deste. Comente o resultado.1.2 = 98. Calcule a oferta individual da empresa. ∞ ] se p ≥ 1. Certa empresa em concorrência perfeita tem uma função custo total dada por CT = 0.C.4Q − 5 ⇔ Q = 27.2Q ⎨ ⎩L = 0. sendo uma linha recta. ⎧min CT = 4L + 2K ⎪ L. pelo que a sua curva da P =1 .8 C.2 q=⎨ se p < 1 . CONCORRÊNCIA PERFEITA C. b) Se nesta indústria existirem mais 90 empresas tecnologicamente idênticas.2Q + 2 × 0.1.2Q ⇒ Cmg = 1.2Q oferta coincidirá com a sua curva de custo médio de longo prazo. Ou seja.a. ∞ ] se p ≥ 1 Q =⎨ 0 se p < 1 .1. Se o preço for de 6: a) Que quantidade deverá a empresa vender? P = Cmg ⇔ 6 = 0. qual será a oferta agregada? .2Q 2 − 5Q + 30 . MERCADOS C. P = 1.2 ⎧[0.2 ⇒ CT = 4 × 0.2Q ⇔ CT = 1. Q = 5K L → 1 2 ⎞ Γ = 4L + 2K + λ⎛ ⎜ Q − 5K 3 L 3 ⎟ ⎝ ⎠ 1 2 ⎧∂Γ ∂L = 0 ⎪ ⎨∂Γ ∂K = 0 ⎪∂Γ ∂λ = 0 ⎩ ⎧ 2K ⎪L =2 ⎨ 1 2 ⎪5K 3 L3 = Q ⎩ CT = 4L + 2K P = Cmg ⇔ ⇔ 1 −1 ⎧4 − 10 3 λK 3 L 3 =0 ⎪ −2 2 ⎪ ⎨2 − 5 3 λK 3 L 3 = 0 ⎪ 1 2 ⎪Q − 5K 3 L 3 = 0 ⎩ ⇔ 1 −1 ⎧10 3 λK 3 L 3 =4 ⎪ −2 2 ⎪ ⎨5 3 λK 3 L 3 = 2 ⎪ 1 2 ⎪5K 3 L 3 = Q ⎩ ⇔ 1 −1 ⎧10 3 λK 3 L 3 4 ⎪ = 2 ⎪ −2 2 3 3 ⎨ 5 3 λK L ⎪ 1 2 3 3 ⎪ ⎩5K L = Q ⇔ ⇔ ⎧ ⎪K = L ⎨ 1 2 3 3 ⎪ ⎩5L L = Q ⇔ ⎧K = 0. Q = 5K 3 L 3 é a função de produção de certa empresa. calcule o equilíbrio de mercado. a) Suponha que os preços dos factores são r = 2 e w = 4 e que a empresa opera num mercado concorrencial.2 ⎧[0.2 ⇒ Q = 100 − 1.

logo a empresa não deverá encerrar. A indústria produtora do bem y é constituída por um grande número de pequenas empresas de diferentes dimensões cujas funções de custo total pertencem à 63 .98 ⇔ ⇔ 4Q − 20 = 0 ⇔ Q =5 ⇒ CVme = 30 4Q − 20 − 10 Q 2 = 0 ⇔ Q ≈ 5. Limiar de encerramento min CVme ⇒ ∂CVme ∂Q = 0 Q = 0 se p < 30 Limiar de rentabilidade min Cme ⇒ ∂Cme ∂Q = 0 π ≥ 0 se p ≥ 31.25 ( ) c) Deverá a empresa encerrar? O lucro é positivo.4.5 − 0.π = RT − CT = 6 × 27.439 C.1.98 c) Sabendo que a procura de mercado é Q = 1000 − 10P e que existem 20 empresas no mercado. calcule o preço de equilíbrio.5P 12 ⇔ ⇔ ⇔ se p ≥ 30 se p < 30 ⎞ ⎟ = 1000 − 10P ⎟ ⎠ ⇔ 2 40 + 24P − 320 = 600 − 6P 24P − 320 = (560 − 6P ) ⇔ 24P − 320 = 560 − 6P 24P − 320 = 313600 − 6720P + 36P 2 ⇔ P= 36P 2 − 6744P + 313920 = 0 P = 86. CT = 2Q 3 − 20Q 2 + 80Q + 10 ⎧p = Cmg ⎨ ⎩p ≥ CVme ⇔ 2 ⎧ ⎪p = 6Q − 40Q + 80 ⎨ 2 ⎪ ⎩p ≥ 2Q − 20Q + 80 ⇔ 2 ⎧ ⎪6Q − 40Q + 80 − p = 0 ⎨ 2 2 ⎪ ⎩6Q − 40Q + 80 ≥ 2Q − 20Q + 80 ⇔ ⎧ 40 + (− 40 )2 − 4 × 6 × (80 − p ) ⎪Q = ⎨ 2×6 ⎪ 2 4 Q 20 Q 0 − ≥ ⎩ Q ≥5 ⇒ Cmg ≥ 30 ⇒ p ≥ 30 ⇔ ⎧ 40 + 24p − 320 ⎪Q = ⎨ 12 ⎪Q ≥ 5 ⎩ ⎧ 40 + 24p − 320 ⎪ Q =⎨ 12 ⎪0 ⎩ ⇔ ⇒ se p ≥ 30 se p < 30 b) Determine e represente o limiar de encerramento e de rentabilidade. C.3.3561 ⇒ 6744 ± 6744 2 − 4 × 36 × 313920 2 × 36 Q = 136.5 2 − 5 × 27. ⎧ 40 + 24p − 320 ⎪ q=⎨ 12 ⎪0 ⎩ ⎛ 40 + 24P − 320 20⎜ ⎜ 12 ⎝ se p ≥ 30 se p < 30 ⇔ ⇔ ⎧ 40 + 24p − 320 ⎪20 × Q =⎨ 12 ⎪0 ⎩ 40 + 24P − 320 = 50 − 0.5 + 30 = 121. a) Calcule a função oferta de curto prazo.2 × 27.1.1 ⇒ CVme = 31. A função lucro de uma empresa que actua num mercado perfeitamente competitivo é dada por: π = PQ − 2Q 3 + 20Q 2 − 80Q − 10 .

04 Q 3 − 0.12Q 2 − 1.8Q + 9.48p − 1.8 ± 0.005664 ⇔ p = 62 ⇒ Q = 1875 c) Determine os níveis de produção individuais dos três tipos de empresas.47 0.24 ⇔ Q ≥ 11.56 0.56 0.9Q 2 + 10Q + 5 ⇔ ⇔ p = 0. a produzir nas seguintes dimensões: k1 = 1.12Q − 1.8125 se p ≥ 4. k 2 = 1.25 0.48p − 1 .12Q 2 − 1 .04 Q − 0.04 Q − 0.25) = (72.24 ‹ k=3 ⇔ CT = 0.75 0.8Q + 10 ≥ 0.12Q 2 − 1. a) Obtenha a expressão analítica das funções oferta de curto prazo para cada um dos tipos de empresas.8Q + 9.8Q + 8 ≥ 0.9Q + 9.24 b) Determine o preço e a quantidade de equilíbrio de curto prazo.63 ⎪ ⎨Q 2 = 29.62 − P) 0.5 + ƒ Q =⎨ ⎪0 ⎩ CT = 0.04Q 3 − 0.04 Q 3 − 0.9Q 2 + (11 − k )Q + 5k 2 .8Q + 8 2 ƒ p = Cmg ƒ p ≥ CVme ⎧ ⎪7.9Q + 10 0.9Q + 8 se p ≥ 2.8125 2 ⇔ 2 Q = 1.8Q + 10 2 ⇔ 2 Q = 1.12Q − 1.005664 0.1875 ƒ p = Cmg ⇔ ⇔ CT = 0.9375 0.5 + ƒ Q =⎨ ⎪0 ⎩ ⇔ 0.24 ⇔ Q ≥ 11.9y 2 + 8 y + 45 ⇔ ⇔ p = 0.48p − 0.04Q − 0.8 ± 0.62 − P) e Q s = (P − 58.12Q − 1.05078125 p = 0.25 0.75 se p < 4.9Q 2 + 9.002 1 1 (P − 58.48p − 0. onde k é o parâmetro definidor da dimensão da empresa.47 0.04 y 3 − 0.8 ± 0.6 0.9375 se p < 2. ‹ k =1 ⇒ ƒ p = Cmg ƒ p ≥ CVme ⎧ ⎪7.48p − 1.6 0. sabendo que a procura e oferta agregadas são dadas por: Qd = 1 1 (72. Nesta indústria existem 3 tipos de empresas.24 ⇔ Q ≥ 11.24 se p ≥ 30 se p < 30 ‹ k = 1.25) 0.48p − 1.família de curvas: C (Q ) = 0.5 + ƒ Q =⎨ ⎪0 ⎩ ⇔ 2 Q = 1 .25 ƒ p ≥ CVme ⎧ ⎪7.8125Q + 7.002 0. P = 62 ⇒ ⎧Q 1 = 29.8125 ≥ 0.66 ⎪Q = 30 ⎩ 3 64 .1875 e k 3 = 3 .

05P − 0.5 ⎪ QC = ⎨ 3 ⎪0 se P < 4.5 se P < 4.5 ⎪ 2 ⎪Q − 3Q ≥ 0 ⎩ ⎧ 6 ± 6P − 18 ⎪Q = ⎨ 3 ⎪P ≥ 4.05P − 0.5 ⎪ ⎪ Q = ⎨10 + 2P + 10 6P − 18 3 ⎪ ⎪ 10 6P − 18 ⎪2.5 × (9 − P) ⎪ ⎪Q = ⎨ 2 × 1.5 ⇔ ⎧ 6 ± 6P − 18 ⎪Q = ⎨ 3 ⎪Q ≥ 0 ∨ Q ≥ 3 ⎩ ⇔ ⎧ 6 ± 6P − 18 ⎪ Q =⎨ 3 ⎪0 ⎩ OFERTA AGREGADA PARA CADA TIPO ⎧2.25 ⎨ ⎩Q ≥ 0 ⇔ ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⇔ ⎧ .5 ≤ P < 5 se P ≥ 5 65 .5Q − 6Q + 9 ≥ 0.5P − 7.5Q − 3Q + 9 ⇔ ⎧ 6 ± (− 6 )2 − 4 × 1.5Q − 6Q + 9 − P = 0 ⎨ 2 2 ⎪ ⎩1.5.5 ⎩ ⇒ ⎧ 6 ± 6P − 18 ⎪Q = 3 ⎨ ⎪Q 2 − 3Q ≥ 0 ⎩ se P ≥ 4.25 se P ≥ 5 ⇒ Q =⎨ ⎨ se P < 5 ⎩P ≥ 5 ⎩0 ƒ Empresa tipo C ⇔ ⎧Q = 0.C.5Q 3 Obtenha a curva da oferta desta indústria. OFERTAS INDIVIDUAIS ƒ Empresa tipo A ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⎧P − 3 ⎪ Q = ⎨ 12 ⎪ ⎩0 ⇔ ⎧P = 12Q + 3 ⎨ ⎩P ≥ 6Q + 3 ⇔ ⎧P = 12Q + 3 ⎨ ⎩12Q + 3 ≥ 6Q + 3 ⇔ P−3 ⎧ ⎪Q = 12 ⎨ ⎪ Q 0 ≥ ⎩ ⇔ P−3 ⎧ ⎪Q = 12 ⎨ ⎪ ≥ P 3 ⎩ se P ≥ 3 se P < 3 ƒ Empresa tipo B ⎧P = Cmg ⎧P = 20Q + 5 ⎧P = 20Q + 5 ⇔ ⎨ ⇔ ⎨ ⎨ ⎩P ≥ CVme ⎩P ≥ 10Q + 5 ⎩20Q + 5 ≥ 10Q + 5 ⎧Q = 0.5Q − 3Q + 9 ⇔ ⇔ 2 ⎧ ⎪1.5 se P ≥ 3 QA = ⎨ se P < 3 ⎩0 ⎧2P − 10 se P ≥ 5 QB = ⎨ se P < 5 ⎩0 ⎧ 60 + 10 6P − 18 se P ≥ 4.5 ⎩ OFERTA DA INDÚSTRIA ⎧0 ⎪2.25 ⎧0.5Q 2 − 6Q + 9 ⎪P = 1 ⎨ 2 ⎪ ⎩P ≥ 0.5P − 7.5P + 3 ⎩ se P < 3 se 3 ≤ P < 4.05P − 0.5 se 4.5 + 4. Suponha um sector que funciona de acordo com os princípios da concorrência perfeita e em que existem empresas com diferentes estruturas de custos: 30 empresas do tipo A: CT = 3Q + 6Q 2 40 empresas do tipo B: CT = 5Q + 10Q 2 10 empresas do tipo C: CT = 9Q − 3Q 2 + 0.1.

a) Determine a curva da oferta individual de cada empresa.1. com a que se verificaria sem barreiras à entrada. A procura agregada num sector concorrencial é Q = 1200 − 200P e a curva do custo total de cada empresa é CT = Q 3 − 2Q 2 + 4Q . ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⇔ 2 ⎧ ⎪P = 3q − 4 q + 4 ⎨ 2 ⎪ ⎩P ≥ q − 2q + 4 ⇔ 2 ⎧ ⎪3q − 4 q + 4 − p = 0 ⎨ 2 2 ⎪ ⎩3q − 4 q + 4 ≥ q − 2q + 4 ⇔ ⎧ 4 + (− 4 )2 − 4 × 3 × (4 − P ) ⎪q = ⎨ 2×3 ⎪ 2 ⎩2q − 2q ≥ 0 ⎧ 4 + 12P − 32 se p ≥ 3 ⎪ q=⎨ 6 ⎪0 se p < 3 ⎩ P=3 ⇒ ⇔ ⎧ 4 + 12P − 32 ⎪q = ⎨ 6 ⎪q ≥ 1 ⎩ ⇔ ⎧ 4 + 12P − 32 ⎪q = ⎨ 6 ⎪p ≥ 3 ⎩ Q = 1200 − 200 × 3 = 600 ∧ q = 1 ⇒ n = 600 b) A expansão da curva da procura para Q = 1600 − 200P foi acompanhada pela criação de barreiras à entrada.6. do ponto de vista do excedente do consumidor e do produtor. Determine o equilíbrio de mercado.C. ⎧ 4 + 12P − 32 ⎪600 × Q =⎨ 6 ⎪0 ⎩ se p ≥ 3 se p < 3 ⇔ 2 400 + 100 12P − 32 = 1600 − 200P 12P − 32 = 12 − 2P 4p 2 − 36p + 176 = 0 ⇔ p= 15 + 100 12P − 32 = 1200 − 200P 2 ⇔ ⇔ 12P − 32 = (12 − 2P ) ⇔ 12P − 32 = 144 − 48P + 4P 2 ⇔ P=4 ⇒ Q = 800 (− 15) − 4 × 1 × 44 2 ×1 c) Compare graficamente esta situação. o número de empresas e o equilíbrio no longo prazo. P 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 0 200 400 Yd 600 800 1000 1200 1400 1600 1800 Ys (S/b) Q Ys (C/b) 66 .

por quilómetro. onde Q é medido em quilómetros por ano e P é o preço em u. é composta por 10000 produtores.5q + 1 ⇔ ⎧P = q + 1 ⇔ ⎨ ⎩q + 1 ≥ 0.5q + 1 ⎧P = q + 1 ⎨ ⎩q ≥ 0 ⇔ 67 . qual o valor da perda social líquida? XC = XP = (200 − 120 ) × 400 − (140 − 120 )(400 − 300 ) = 15000 2 2 (120 − 20 ) × 400 − (120 − 95)(400 − 300 ) = 15000 2 2 ΔBE = (15000 + 15000 ) − (16000 + 20000 ) = −6000 d) Em relação à alínea anterior.C. a) Se esta indústria for perfeitamente competitiva. a) Deduza as curvas de oferta de curto prazo da empresa e da indústria. como é que o excedente do consumidor e do produtor é afectado.m. cada qual apresentando a seguinte função custo total: CT = 0.5Q 2 + Q + 2 . Suponha que a procura de viagens de táxis numa dada cidade é dada por: Q = 1000 − 5P . se P = 140 e P = 95 ? Compare os resultados obtidos. A curva da oferta de longo prazo é dada por Q S = 4P − 80 . ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⇔ ⎧P = q + 1 ⎨ ⎩P ≥ 0. Certa indústria. Nestas condições. limitando o número de viagens para Q = 300 . perfeitamente competitiva.7. determine o excedente do consumidor e o excedente do produtor. mostre que o número de viagens de equilíbrio é Q = 400 . Qual será o preço de equilíbrio? QD = QS ⇒ 1000 − 5P = 4P − 80 ⇔ P = 120 ⇒ Q = 400 b) Para a situação de equilíbrio. XC = (200 − 120 ) × 400 2 = 16000 XP = (120 − 20 ) × 400 2 = 20000 c) Suponha que a Câmara Municipal dessa cidade decide controlar o trânsito.8.1. ƒ P = 140 XC = XP = (200 − 140 ) × 300 2 2 = 9000 → ΔXC = 9000 − 15000 = −6000 → ΔXP = 24750 − 15000 = 9750 (95 − 20 ) × 300 + (140 − 95) × 300 = 24750 ƒ P = 95 XC = 2 ( 95 − 20 ) × 300 XP = = 7500 2 (200 − 140 ) × 300 + (140 − 95) × 300 = 22500 → → ΔXC = 22500 − 15000 = 7500 ΔXP = 7500 − 15000 = −7500 C.1. A curva da procura de mercado é dada por Q = 70000 − 10000P .

5 o preço que as empresas nacionais terão de praticar.1. o bem será oferecido exclusivamente por importações e esta indústria desaparece. λL 0 ) é a combinação óptima para produzir λQ 0 .5 ⎨ ⎩0.5 se P < 0.5 ⇔ ⎧P = 0. Mas a esse preço. Comente as seguintes afirmações: a) Se existem rendimentos constantes à escala numa indústria perfeitamente competitiva. então. A frase é. L 0 ) é a combinação óptima de factores para produzir Q 0 . Tratando-se de uma indústria perfeitamente competitiva. QD = QS ⇒ 70000 − 10000P = 10000P − 10000 ⇔ P=4 ⇒ Q = 30000 P=4 ⇒ π = 4 × 3 − 0. verdadeira. Pelo que o custo marginal também o será (e igual àquele). Como o custo marginal é constante.5 ⎨ ⎩q ≥ 0 ⇔ ⎧q = 2p − 1 ⇒ ⎨ ⎩p ≥ 0. o que corresponde a uma curva da oferta horizontal.9. da condição de maximização do lucro resulta que P = Cmg .5Q + 0.5q + 0. para todo o λ > 0 .25q + 0. a esta indústria nacional? Se as importações custam 0. se o custo de produzir Q 0 é CT0 . tal que (K 0 .5 ⎩0 ⇔ P= 8 3 ⇒ Y= 130000 3 70000 − 10000P = 20000P − 10000 q = 13 3 2 8 13 ⎛ 13 ⎞ 169 ⎛ 13 ⎞ × − ⎜ 0. ⎧P = Cmg ⎨ ⎩P ≥ CVme ⇔ ⎧P = 0.5 ( q=3 ) c) Admita que CMg = 0. (λK 0 . Então. Considere-se uma função de produção Q = f (K.5 → ⎧20000P − 10000 se P ≥ 0.⎧q = P − 1 ⇒ ⎨ ⎩p ≥ 1 ⎧P − 1 q=⎨ ⎩0 se P ≥ 1 se P < 1 → ⎧10000P − 10000 se P ≥ 1 Q =⎨ se P < 1 ⎩0 b) Qual a quantidade produzida por cada empresa perfeitamente concorrencial e pela indústria? Determine o lucro económico de cada empresa.25 × ⎜ ⎟ + 0.5 Q =⎨ se P < 0.5 ≥ 0. Determine o equilíbrio de mercado. Logo.5 × ⎟ = ⎜ 3 3 ⎝ 3⎟ 3 ⎝ 3 ⎠ ⎠ d) Suponha agora que são permitidas as importações deste bem. então a curva da oferta da indústria é horizontal no longo prazo. Logo. C. o custo médio é sempre constante. L ) .5 × 3 2 + 3 + 2 = 2.5q + 0. o preço é constante.5. no longo prazo.5 YD = YS P=83 π= ⇒ ⇒ ⎧2p − 1 q=⎨ ⎩0 se P ≥ 0. a quantidade oferecida é zero. o de produzir λQ 0 será λCT0 . Que sucederá. 68 .5 é a função de custo marginal de cada empresa no longo prazo e que está vedada a entrada no mercado a novos produtores. cujo preço de importação é 0.5 é 0. Ou seja.5q + 0.

o número de empresas a operar no mercado no longo prazo é indeterminado. Sabendo quanto se produz no total e quanto produz cada empresa. o lucro de curto prazo de cada empresa nunca é negativo. no curto prazo. O que caracteriza o curto prazo é a existência de custos fixos. pois. determina-se a quantidade transaccionada no mercado (por substituição na procura) e a quantidade oferecida por cada empresa (por substituição na oferta individual). No entanto. Esta situação não se verifica se a produção apresentar rendimentos constantes à escala. o preço será menor. Logo.b) Suponha que uma indústria concorrencial está em equilíbrio de longo prazo. Como existe livre entrada e saída de empresas. c) Como existe livre entrada e saída de empresas num mercado de concorrência perfeita. Conhecendo o preço. no novo equilíbrio de longo prazo. o lucro terá de ser zero. Falso. Se houver uma contracção da procura agregada. Falso. quer esta produza ou não. esta condição não garante a rentabilidade. caso em que a curva da oferta é horizontal. o que significa que o preço é sempre o mesmo e os ajustamentos se fazem exclusivamente pela quantidade. Este é. 69 . os quais têm de ser suportados pela empresa. Logo o preço terá de igualar o custo médio. d) Num mercado de concorrência perfeita. sendo indeterminado apenas no caso de tecnologia CRS. calcula-se o número de empresas. Falso. determinado endogenamente. os custos variáveis são os únicos que interessam: a empresa não deve encerrar desde que o preço seja igual ou superior ao custo variável médio. como existe livre entrada e saída de empresas no mercado.

Determine o lucro máximo.875 70 .5 = 0 ⇔ y = 23. o correspondente preço e a quantidade de um monopolista cujas funções procura e custo total são. O objectivo do monopolista é.2.2. terá de reduzir o preço para P0 − ΔP . a maximização do lucro. naturalmente.5y ⇒ CT = 5L = 2. Mostre matematicamente que um monopolista estabelecerá sempre um preço acima do custo marginal. respectivamente: P = 50 − y e y = 2L .5y = − y 2 + 47.5y π = RT − CT = (50 − y )y − 2. Para vender mais ΔQ . π = RT − CT = (3000 − 5Q )Q − 200 + 10Q 2 = −15Q 2 + 3000Q − 200 max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 30Q + 3000 = 0 ⇔ Q = 100 Q = 100 ⇒ p = 2500 ∧ π = 149800 ( ) C. para produzir o bem Y. que adquire ao preço fixo de 5 u.C.2. respectivamente: P = 3000 − 5Q e CT = 200 + 10Q 2 . C. se o monopolista iguala o custo marginal à receita marginal e esta é inferior ao RMg = (P0 Q 0 preço. a sua receita é Q 0 P0 . L.2. pelo que: max π = RT − CT ⇒ ∂π ∂q = 0 ⇔ RMg = CMg Pense-se na receita marginal como a soma do ganho na receita resultante das novas vendas e a perda devida a vender a quantidade anterior ao novo preço que é inferior. Uma empresa monopolista utiliza um factor de produção. y e L que maximizam o lucro do monopolista. então o preço é superior ao custo marginal.3. MONOPÓLIO E OLIGOPÓLIO C. y = 2L ⇔ L = 0.2..75 ⇒ p = 26. Determine os valores de P. Quando o monopolista vende Q 0 unidades.m.5y max π ⇒ ∂π ∂y = 0 ⇔ − 2 y + 47. pelo que a sua receita será: RT = (P0 − ΔP )(Q 0 + ΔQ ) = P0 Q 0 + P0 ΔQ − ΔPQ 0 − ΔPΔQ Para calcular a receita marginal é subtrair a receita total inicial e dividir pela variação do produto: + P0 ΔQ − ΔPQ 0 − ΔPΔQ ) − P0 Q 0 ΔP = P0 − Q 0 − ΔP ΔQ ΔQ Ora. As funções procura do bem e de produção são.25 ∧ L = 11.1.

044 Q 2 + 92Q max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 0.024 Q 2 + 32Q max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 0.25 b) Suponha que o monopolista é obrigado a praticar o preço correspondente ao mercado de concorrência perfeita.25 ⇒ p = 91 ∧ π = 1780.048Q + 32 = 0 ⇔ Q = 2000 3 Q = 2000 3 ⇒ p = 304 3 ( ) ƒ Depois da inovação tecnológica π = RT − CT = (104 − 0. Um monopolista enfrenta a seguinte procura: P = 104 − 0.4.02Q 2 + 72Q = −0.2. a) Determine a produção e o preço praticado pelo monopolista.004Q .5 2 = 2959. passando o custo total a ser representado por: CT1 = 0. Inicialmente. respectivamente. a) Tendo como objectivo a maximização do lucro.088Q + 92 = 0 ⇔ Q = 11500 11 ( ) 71 .25 C.04Q 2 + 12Q .2. max RT ⇒ ∂RT ∂Q = 0 ⇔ 100 − 2Q = 0 ⇔ Q = 50 ⇒ p = 50 C.004 Q )Q − 0. que quantidade deverá este monopolista produzir? E qual o preço que deverá praticar? π = RT − CT = (100 − Q )Q − 10 + Q 2 = −2Q 2 + 100 Q − 10 ( ) max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 4Q + 100 = 0 ⇔ Q = 25 ⇒ p = 75 b) Determine a quantidade e o preço no caso do monopolista optar por uma estratégia de maximização do valor das vendas. devido à adopção de uma política redutora de custos. Considere uma empresa que é um monopólio no mercado do produto final. por: CT = 200 + 2Q e P = 180 − 4Q .25 (180 − 2 ) × 44. mas. π = RT − CT = (180 − 4Q )Q − (200 + 2Q ) = −4Q 2 + 178Q − 200 max π ⇒ ∂π ∂Q = 0 ⇔ − 8Q + 178 = 0 ⇔ Q = 22.5 (180 − 91) × 22.04 Q 2 + 12Q = −0. ƒ Antes da inovação tecnológica π = RT − CT = (104 − 0. essa tecnologia foi substituída. antes e depois da inovação tecnológica. As curvas de custo total e da procura de um monopolista são dadas.2.25 Q = 22.02Q 2 + 72Q . Esta empresa enfrenta uma procura dada pela expressão P = 100 − Q e possui uma função custo total representada por CT = 10 + Q 2 . Qual seria a variação líquida no bem-estar dos consumidores? P = CMg ΔXC = ⇔ 2 P=2 ⇔ − Q = 44. a) Determine o lucro do monopolista.C.5.6. a sua tecnologia era traduzida pela função custo total: CT0 = 0.004 Q )Q − 0.

7.25q M ⇔ ⎧q M = 40 ⎨ ⎩qE = 40 ⇒ Q = 80 ⇒ P = 60 ⇒ C.5q M = 0 ⇒ qE = 50 − 0.5qE )q M max π M ⇒ ∂π M ∂q M = 0 ⇔ − 2q M + 100 − 0.5(q M + qE )]qE − 0. determine o equilíbrio da indústria. ΔXC = (104 − 1098 11) × 11500 11 (104 − 304 3) × 2000 3 2 − 2 ≈ 11133.2. Admitindo que as empresas têm um comportamento Cournot.84 2 2 ⎡ 11500 ⎤ ⎡ 2000 ⎤ ⎛ 11500 ⎞ ⎛ 2000 ⎞ Δπ = ⎢− 0.5(q M + qE )]q M − 0. ƒ Função reacção da empresa 1 2 2 π 1 = [200 − 2 (q1 + q 2 )]q1 − 6 q1 = −8 q 1 + (200 − 2q 2 )q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 16q1 + 200 − 2q 2 = 0 ⇒ q1 = 12.25q1 ƒ Equilíbrio 72 .125q 2 ƒ Função reacção da empresa 2 2 π 2 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q 2 − 2q 2 2 = −4 q 2 + (200 − 2q1 )q 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 8q 2 + 200 − 2q1 = 0 ⇒ q 2 = 25 − 0.25qE ƒ Função reacção da empresa Bordados Espanto (E) 2 2 π E = [100 − 0.5q 2 M = −q M + (100 − 0.Q = 11500 11 ⇒ p = 1098 11 b) Analise os efeitos daquela alteração no mercado.5Q . A curva de custos é a mesma para ambas e igual a CT = 0. evidenciando os ganhos e perdas do monopolista e dos consumidores. Determine: a) O equilíbrio de Cournot.25q M ⎧π M = 1600 ⎨ ⎩π E = 1600 ƒ Equilíbrio ⎧q M = 50 − 0.5q M )qE max π E ⇒ ∂π E ∂qE = 0 ⇔ − 2qE + 100 − 0.024 × ⎜ ⎥ ≈ 37424.5Q 2 .8. As empresas Bordados Maravilha e Bordados Espanto são as únicas produtoras de bordados (Q). As curvas de custos de cada um dos produtores são: c1 = 6q1 e c 2 = 2q 2 2 .5 − 0.5qE = 0 ⇒ q M = 50 − 0. Num determinado mercado existem apenas dois produtores e a curva da procura é 2 P = 200 − 2Q .25qE ⎨ ⎩qE = 50 − 0.5qE = −q E + (100 − 0.2. ƒ Função reacção da empresa Bordados Maravilha (M) 2 π M = [100 − 0.044 × ⎜ ⎥ − ⎢− 0. A procura de bordados é dada por P = 100 − 0.24 ⎟ + 92 × ⎟ + 32 × 11 ⎦ 3 ⎦ ⎝ 11 ⎠ ⎝ 3 ⎠ ⎢ ⎥ ⎣ ⎢ ⎥ ⎣ C.

125q 2 ⎨ ⎩q 2 = 25 − 0.9.2.25q 2 ƒ Função reacção da empresa 2 π 2 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q 2 − 12q 2 = −2q 2 2 + (188 − 2q1 )q 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 4 q 2 + 188 − 2q1 = 0 ⇒ q 2 = 47 − 0.⎧q1 = 12.72 ⎨ ⎩π 2 = 2041. ‹ Empresa 1 é líder ƒ Função reacção da empresa 2 2 π 2 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q 2 − 2q 2 2 = −4 q 2 + (200 − 2q1 )q 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 8q 2 + 200 − 2q1 = 0 ⇒ q 2 = 25 − 0.125q 2 ƒ Equilíbrio π 2 = [200 − 2q 2 − 2(12.5 − 0. Num determinado mercado de oligopólio.5q1 ƒ Equilíbrio 73 .5 ⇒ Q = 32.125q 2 )]q 2 − 2q 2 = 175q 2 − 3.54 b) O equilíbrio de Stackelberg.25q1 ⇔ ⎧q1 = 300 31 ⇒ ⎨ ⎩q 2 = 700 31 Q = 1000 31 ⇒ P= 4200 31 ⇒ ⎧π1 = 749.5q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 15q1 + 150 = 0 ⇒ q1 = 10 ⇒ q 2 = 22.5 ⎧q1 = 10 ⎨ ⎩q 2 = 22.5 − 0.75q 2 2 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 7.5q 2 + 175 = 0 ⇒ q 2 = 70 3 ⇒ q 2 = 115 12 ⎧q1 = 115 12 ⎨ ⎩q 2 = 70 3 ⇒ Q = 395 12 ⇒ P= 805 6 ⇒ ⎧π1 = 734.25q1 )]q1 − 6q1 = 150 q1 − 7.5 − 0. curvas de custos de cada um dos produtores são: c1 = 2q1 Determine: a) O equilíbrio de Cournot.25q1 ƒ Equilíbrio 2 2 π1 = [200 − 2q1 − 2(25 − 0. a curva da procura é P = 200 − 2Q e as 2 e c2 = 12q2 .5 ⇒ P = 135 ⇒ ⎧π1 = 750 ⎨ ⎩π 2 = 2025 ‹ Empresa 2 é líder ƒ Função reacção da empresa 1 2 2 π1 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q1 − 6q1 = −8q1 + (200 − 2q 2 )q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 16q1 + 200 − 2q 2 = 0 ⇒ q1 = 12. ƒ Função reacção da empresa 1 2 2 π1 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q1 − 2q1 = −4 q1 + (200 − 2q 2 )q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 8q1 + 200 − 2q 2 = 0 ⇒ q1 = 25 − 0.67 C.22 ⎨ ⎩π 2 = 2039.

5qB + (55 − q A )qB ( ) max π B ⇒ ∂π B ∂qB = 0 ⇔ − 5qB + 55 − q A = 0 ⇒ qB = 11 − 0.26 iv.25qB ⎨ ⎩qB = 11 − 0. BE = 676. determine: i.2q A ⇔ ⎧q A = 225 19 ⎨ ⎩qB = 164 19 ⇒ Q = 389 19 ⇒ P= 751 19 ii. XC = (60 − 751 19) × 389 19 2 = 209. π A = 280. Bem-estar dos produtores. Considere duas empresas num mercado de oligopólio que enfrentam a seguinte curva da procura: P = 60 − Q .25q 2 )]q 2 − 12q 2 = 238q 2 − 1. A + 4q A e cB = 1 a) Sabendo que as empresas se comportam à Cournot. determine: 74 .2q A ƒ Equilíbrio ⎧q A = 14 − 0.33 C.47 e π B = 186.22 b) O equilíbrio onde a empresa 2 assume a liderança do mercado.5qB + 5qB = −2.2.10.59 iii.22 ⎨ ⎩π 2 = 3109.5q1 P= 636 7 ⇒ ⇔ ⎧q1 = 106 7 ⎨ ⎩q 2 = 276 7 ⇒ Q = 382 7 ⇒ ⎧π1 = 917. As empresas têm os seguintes custos: 2 c A = q2 . Bem-estar social. ƒ Função reacção da empresa A 2 π A = [60 − (q A + qB )]q A − q 2 A + 4 q A = −2q A + (56 − qB )q A ( ) max π A ⇒ ∂π A ∂q A = 0 ⇔ − 4 q A + 56 − qB = 0 ⇒ q A = 14 − 0.5q 2 2 max π 2 ⇒ ∂π 2 ∂q 2 = 0 ⇔ − 3q 2 + 238 = 0 ⇒ q 2 = 238 3 ⇒ q 2 = 31 16 ⎧q1 = 31 6 ⎨ ⎩q 2 = 238 3 ⇒ Q = 84. Preço e quantidades de equilíbrio.5 ⇒ P = 31 ⇒ ⎧π1 = 106.⎧q1 = 25 − 0.32 b) Sabendo que a empresa A se comporta como líder. Bem-estar dos consumidores.5qB + 5qB .78 ⎨ ⎩π 2 = 1507.25qB ƒ Função reacção da empresa B 2 2 π B = [60 − (q A + qB )]qB − 1.25q 2 ⎨ ⎩q 2 = 47 − 0.25q 2 ƒ Equilíbrio π 2 = [200 − 2q 2 − 2(25 − 0. ƒ Função reacção da empresa 1 2 2 π1 = [200 − 2(q1 + q 2 )]q1 − 2q1 = −4 q1 + (200 − 2q 2 )q1 max π1 ⇒ ∂π1 ∂q1 = 0 ⇔ − 8q1 + 200 − 2q 2 = 0 ⇒ q1 = 25 − 0.

Assim sendo. Verdadeira. no entanto. a sua receita é Q 0 P0 . a receita marginal é igual à curva da procura.8q A + 45 = 0 P = 29 ⇒ q A = 25 Q = 31 ⇒ ii. Quando vende Q 0 unidades. pelo que a sua receita será: RT = (P0 − ΔP )(Q 0 + ΔQ ) = P0 Q 0 + P0 ΔQ − ΔPQ 0 − ΔPΔQ 75 .9q A + 45q A ( ) max π A q A = 25 ⇒ ⇒ ∂π A ∂q A = 0 qB = 6 ⇒ ⇔ − 1. Bem-estar dos consumidores.5qB + 5qB = −2. Pense-se na receita marginal como a soma do ganho na receita resultante das novas vendas e a perda devida a vender a quantidade anterior ao novo preço que é inferior. ƒ Função reacção da empresa B 2 2 π B = [60 − (q A + qB )]qB − 1.5 C.2. o qual é totalmente absorvido pelo monopolista. Comente as seguintes afirmações: a) A solução de um mercado de monopólio pode ser eficiente. contrariamente a esta. o monopolista vende cada unidade adicional do bem ao preço máximo que os consumidores estão dispostos a pagar. Bem-estar social. Logo. A solução de monopólio será eficiente no caso em que a empresa monopolista consiga fazer discriminação perfeita de preços. eficiente. b) Um monopolista que maximize o lucro escolherá sempre uma quantidade para a qual a procura tenha elasticidade unitária. que é também a solução de concorrência perfeita. ele escolherá uma quantidade para a qual Rmg = Cmg . π A = 0 e π B = 90 iv.2q A )]q A − q 2 A + 4 q A = −0. ao fazer Rmg = Cmg está a fazer-se P = Cmg . BE = 570.2q A ƒ Equilíbrio 2 π A = [60 − q A − (11 − 0. terá de reduzir o preço para P0 − ΔP . não há excedente do consumidor. Esta solução é. Portanto. XC = (60 − 29) × 31 = 480. suponha que o monopolista pretende aumentar o produto de Q 0 para Q 0 + ΔQ . Preço e quantidades de equilíbrio.11.5qB + (55 − q A )qB ( ) max π B ⇒ ∂π B ∂qB = 0 ⇔ − 5qB + 55 − q A = 0 ⇒ qB = 11 − 0. Neste caso. Se o objectivo do monopolista é a maximização do lucro.i. Bem-estar dos produtores. tal como em concorrência perfeita. Para vender mais ΔQ .5 2 iii.

Logo. a receita marginal virá ΔP → 0 ⇒ Rmg = P0 − ΔP Q0 ΔQ ⇔ negativa. para valores da elasticidade inferiores a 1. sem perda de generalidade. Esta situação está representada no gráfico abaixo: Δp=t/2 Cmg+t t Cmg Rmg Y’ Y* D Algebricamente. Quando é colocado um imposto sobre este monopolista. a empresa monopolista não opera na zona inelástica da curva da procura. um monopolista cujo custo marginal é constante e que enfrenta uma procura linear. Portanto. Rmg = Cmg ⇔ a − 2by = c + t ⇔ y= a−c−t 2b ⇒ 1 Δy =− Δt 2b ⇒ Δp 1 = Δt 2 76 . a intersecção entre custo marginal e receita marginal desloca-se para a esquerda. o preço aumenta em metade do montante do imposto. o preço de equilíbrio aumenta. a frase é falsa.Para calcular a receita marginal é subtrair a receita total inicial e dividir pela variação do produto: Rmg = (P0 Q 0 + P0 ΔQ − ΔPQ 0 − ΔPΔQ ) − P0 Q 0 ΔP = P0 − Q 0 − ΔP ΔQ ΔQ Repare-se que: ⎛ ⎛ 1⎞ ΔP Q 0 ⎞ ⎟ ⎜ ⎟ RMg = P0 ⎜ ⎜1 − ΔQ P ⎟ ⇔ RMg = P0 ⎜1 − ε ⎟ 0 ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ Assim. isto é. O que não é o mesmo que dizer que escolhe uma quantidade para a qual a procura tem elasticidade unitária. o custo marginal aumenta no montante do imposto. Consequentemente. Falso. Mas como a inclinação da curva da procura é metade da inclinação da curva da receita marginal. Considere-se. c) Colocar um imposto de quantidade sobre um monopolista causará sempre uma subida do preço no montante do imposto.

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