CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO Técnico de PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Variantes: Programação e Maquinação – Controle da Qualidade

PROGRAMA
Componente de Formação Técnica Disciplina de

Práticas Oficinais
Autores
Escola Secundária Soares Basto (Oliveira de Azeméis) Eng.ª Branca Pacheco Dr. Manuel Queirós Eng. Carlos Filipe Eng. Luís Semedo Dr. Cesário Silva Eng. Baptista Cabarrão

Escola Secundária Eng. A. Calazans Duarte (Marinha G.) Escola Tecnológica, Artística e Profissional (Pombal) Outros autores EPM - Escola Profissional de Moura ITN - Instituto de Tecnologias Náuticas (Paço de Arcos) EPT - Escola Profissional de Tondela EPAMG . Escola Prof. e Artística da Marinha Grande

Eng.ª Patrícia Fabela Eng. Alfredo Marques Eng. Amândio Oliveira Eng. Luís Santos

Direcção-Geral de Formação Vocacional 2006

Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA

Cursos Profissionais

Parte I

Orgânica Geral

Índice:
Página

1. 2. 3. 4. 5. 6.

Caracterização da Disciplina ……. ……. … Visão Geral do Programa …………. …...... Competências a Desenvolver. ………. …. Orientações Metodológicas / Avaliação …. Elenco Modular …….....………………........ Bibliografia …………………. …………. ….

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Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA

Cursos Profissionais

1. Caracterização da Disciplina
A disciplina de Práticas Oficinais faz parte da Componente de Formação Técnica do Curso Profissional de Técnico de Produção em Metalomecânica, com as variantes de Programação e, de modo a permitir um contacto com a realidade, estabelecendo também uma maior ligação com o meio industrial, potencial empregador do

2. Visão Geral do Programa
O programa da disciplina está organizado por forma que os temas contemplados no seu elenco modular, e assim como, a sua articulação com os módulos das outras disciplinas da Componente de Entre outros serão tratados os seguintes temas:

Práticas Oficinais

Formação Técnica Geral
Metrologia Oficinal Serralharia de Bancada Maquinação (elementar) CNC (Comando Numérico Comput.) Modelação 3D CAD/CAM Processos de Ligação Tratamentos Superficiais Prepar. do Trabalho e Planeamento

Formação Técnica Específica
Automatismos (*) CAM (Maquin. Assistida Comput.) (*) Produção por Maquinação (*) Calibração de Equipamentos (*) Fiabilidade (*) Sistemas da Qualidade (*) Gestão por Processos (*) Técnicas Laboratoriais (*)

(*) Tema específico de uma ou mais variantes

A adequada articulação, entre módulos das diferentes disciplinas da Componente de Formação Técnica, permitirá que determinados trabalhos iniciados numa disciplina sejam concluídos noutra. Exemplo: Na disciplina de Desenho Técnico, a Concepção e elaboração do desenho de um 2

Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais 3. Elenco Modular Variantes Programação e Maquinação Controle da Qualidade Número Designação Duração (horas) Sequência de Referência 1 2 3 4 5 6 7 Metrologia Oficinal Serralharia de Bancada I (Operações Elementares) Maquinação I (Operações Elementares) Maquinação II (Furação) CNC I (Comando Numérico Computorizado) CNC II (Comando Numérico Computorizado) Modelação 3D CAD/CAM 25 25 35 30 25 35 25 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 5 6 7 3 . Competências a Desenvolver Aplicar 4. 5. Orientações Metodológicas / Avaliação O docente de qualquer um dos módulos desta disciplina deve desenvolver os conteúdos recorrendo sempre que possível a exemplos de aplicabilidade. no sentido de: rela tivos aos trabalhos realizados que o exijam. do quotidiano da actividade profissional.

Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais 8 9 Automatismos (Introdução) CAM (Maquinação Assistida Computorizada) 35 25 35 35 25 30 35 30 35 35 25 45 35 20 35 25 25 25 25 50 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 10 Maquinação III (Torneamento) 11 Maquinação IV (Fresagem) 12 Maquinação V (Rectificação) 13 Maquinação VI (Electroerosão) 14 Maquinação VII (Maquinação de Conjuntos) 15 Processos de Ligação 16 Serralharia de Bancada II (Acabamentos e Ajustamentos) 17 Tratamentos Superficiais de Texturas 18 Preparação do Trabalho e Planeamento 19 Fiabilidade 20 Sistemas da Qualidade 21 Auditorias a Sistemas da Qualidade 22 Gestão por Processos 23 Técnicas Laboratoriais I (Metalografia) 24 Técnicas Laboratoriais II (Ensaios Não Destrutivos) 25 Técnicas Laboratoriais III (Ensaios Destrutivos) 26 Técnicas Laboratoriais IV (Composição Química) 27 Técnicas de Controle da Qualidade 6. Bibliografia 4 .

Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais Parte II Módulos Índice: Página Módulo 1 Metrologia Oficinal Módulo 2 Serralharia de Bancada I (Operações Elementares) Módulo 3 Maquinação I (Operações Elementares) Módulo 4 Maquinação II (Furação) Módulo 5 CNC I (Comando Numérico Computorizado) Módulo 6 CNC II (Comando Numérico Computorizado) Módulo 7 Modelação 3D CAD/CAM Módulo 8 Automatismos (Introdução) Módulo 9 CAM (Maquinação Assistida Computorizada) Módulo 10 Maquinação III (Torneamento) Módulo 11 Maquinação IV (Fresagem) Módulo 12 Maquinação V (Rectificação) Módulo 13 Maquinação VI (Electroerosão) Módulo 14 Maquinação VII (Maquinação de Conjuntos) Módulo 15 Processos de Ligação Módulo 16 Serralharia de Bancada II (Acabamentos e Ajustamentos) Módulo 17 Tratamentos Superficiais de Texturas Módulo 18 Preparação do Trabalho e Planeamento Módulo 19 Fiabilidade Módulo 20 Sistemas da Qualidade Módulo 21 Auditorias a Sistemas da Qualidade Módulo 22 Gestão por Processos Módulo 23 Técnicas Laboratoriais I (Metalografia) Módulo 24 Técnicas Laboratoriais II (Ensaios Não Destrutivos) Módulo 25 Técnicas Laboratoriais III (Ensaios Destrutivos) Módulo 26 Técnicas Laboratoriais IV (Composição Química) Módulo 27 Técnicas de Controle da Qualidade 5 .

Apresentação Com este módulo pretende-se complementar os conhecimentos adquiridos no módulo de Metrologia da disciplina de Tecnologia e Processos. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Identificar e utilizar correctamente os diferentes instrumentos de medição e verificação. permitindo que o aluno coloque em prática os conhecimentos adquiridos tanto no âmbito da medição como da traçagem. ƒ Realizar a calibração dos instrumentos e equipamentos de metrologia. traçagem e ponteamento. ƒ Preparar correctamente as peças para traçagem. ƒ Reconhecer a importância da normalização. quando necessário e desde que estejam em conformidade com as suas competências técnicas. traçagem e ponteamento.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 1 Metrologia Oficinal Duração de Referência: 25 horas 1. 2. ƒ Enumerar as normas técnicas e simbologia aplicável. ƒ Aplicar as diferentes técnicas de traçagem. ƒ Proceder a ensaios de medição. devendo ser articulada a sua leccionação. ƒ Utilizar técnicas de conservação e manutenção dos instrumentos e equipamentos de metrologia. ƒ Utilizar correctamente os instrumentos e equipamentos de metrologia. respectivas unidades e relação entre elas. 6 . ƒ Registar o rastreamento e calibração dos instrumentos e equipamentos de metrologia. ƒ Identificar os sistemas de unidades de medida. ƒ Evidenciar sensibilidade no manuseamento de instrumentos ou aparelhos de medição e verificação.

d.Preparação de instrumentos e de peças para medição . São Paulo: Editora Érica. H.Tipos de Instrumentos .Traçagem no espaço 4. Lisboa: Instituto Português da Qualidade (IPQ). F. 7 . Método e Arte da Medição. Metrologia.1 . C. Manual de Instrumentos de Medida Electrónicos.1 . Vocabulário internacional de metrologia.ª ed.2 .Técnicas de medição e de verificação 2.Instrumentos de medição directa . Lisboa: Plátano Editora.Tipos de traçagem . J. Traçagem . J.d. Lisboa: Plátano Editora. Lisboa: IPQ (Instituto Português da Qualidade). Metrologia na Indústria.2 . Lda. M. Controle Total da Qualidade em Metrologia. Machado Jorge (1993). (1992). Tecnologia Mecânica. Lisboa: IPQ. IPQ (Instituto Português da Qualidade) (2005). Manual de Medidas Eléctricas. Guia para a expressão da incerteza de medição nos laboratórios de calibração. WAENY. Metrologia . Âmbito dos Conteúdos 1. (2003). 3. Incerteza de Medição. (1982). F. Lisboa: IPQ.3 . Lisboa: Plátano. IPQ (Instituto Português da Qualidade) (2005).2 .1 .Instrumentos de verificação .). Centro para o desenvolvimento e inovação tecnológicos (CEDINTEC). VASSALLO.Paulo: McGraw-Hill. Bibliografia / Outros Recursos CRUZ. RUAS. Ruiz (s.Preparação de peças para traçagem . (1989). A.Generalidades . Manual de Instrumentos de Afinação e Verificação. Colecção formação profissional. Ruiz (s.3 . JORGE. Lisboa: Plátano. LIRA. ROLDÁN. António (2005).Utensílios de Traçagem .2 .1 .4 .Instrumentos de medição indirecta .Traçagem no plano .). VASSALLO.3 . F. S.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Módulo 1: Metrologia Oficinal Cursos Profissionais 3.

buris. ƒ Realizar operações de dobragem. ƒ Realizar processos de medição e verificação das roscas. O aluno adquirirá princípios de organização de trabalho. ƒ Realizar operações de furação e roscagem. seleccionar o método de execução mais adequado e utilizar eficientemente as ferramentas e/ou o equipamento. ƒ Realizar operações de serragem manual. ƒ Utilizar correctamente os instrumentos de medição e verificação. tesoura manual e tesoura de alavanca. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Interpretar correctamente um desenho técnico. eléctricos ou pneumáticos ligeiros. 8 . ƒ Aplicar os conhecimentos básicos e terminologia de: • • Ferramentas de fixação. ƒ Seleccionar as ferramentas manuais adequadas ao trabalho a executar. ƒ Afiar correctamente as ferramentas de corte: Escopro. 2. ferros de corte. Ferramentas de execução. ƒ Identificar os diversos tipos de ferramentas. ƒ Identificar a terminologia utilizada na serralharia de bancada. ƒ Realizar operações de corte com escopro. brocas helicoidais.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 2 Serralharia de Bancada I (Operações elementares) Duração de Referência: 25 horas 1. buril. e outros. calandragem. ƒ Identificar os tipos e formas das roscas e caracterizar o processo e as regras a observar na execução manual de roscas. Apresentação Este módulo visa desenvolver as capacidades do aluno na realização do trabalho em bancada com recurso a ferramentas manuais ou a equipamentos mecânicos. ƒ Utilizar correctamente as ferramentas na traçagem. desempenagem e enformação por martelagem. quinagem. devendo interpretar correctamente um desenho. ƒ Seleccionar o método de trabalho mais adequado para tirar o máximo rendimento e obter uma boa qualidade do produto final. ƒ Produzir e ajustar peças.

2.3. Revenido 9 .2. Corte com tesoura manual 1.4. Furacão e roscagem 2. Diagrama de equilíbrio e “Curvas TTT” 6. Corte com escopro e buril 1.1. Tratamentos 6. Furacão com berbequim manual 2.4.2. Desbaste e corte 1.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 2: Serralharia de Bancada I (Operações elementares) Cursos Profissionais ƒ Manusear correctamente os instrumentos de medição e verificação das roscas.1. Influência dos elementos de liga nos pontos críticos 6. Ciclo de tratamento 6.3. Limagem 1.3. ƒ Distinguir rosca métrica de rosca inglesa. 3.2.1. ƒ Forjar.5.2. quinagem e calandragem 4. ƒ Efectuar operações de conservação e manutenção das ferramentas e equipamentos.2. Recozimento.5. Serragem manual 1.1. Desempenagem e enformação por martelagem 5. Tratamentos 6. ƒ Aplicar os principais tratamentos térmicos aos metais com o fim de modificar as suas características.2. Constituintes estruturais 6. ƒ Identificar e respeitar as normas de higiene e segurança.2. Roscagem manual 2.1.1. Generalidades 6.1.2.3.5.2.2.2.2. Furacão com berbequim eléctrico 2. Corte com tesoura de alavanca 2. 6. Mandrilagem manual 3. Têmpera 6.1. Forjagem 6. Dobragem.1.5. Âmbito dos Conteúdos 1. ƒ Identificar os diversos tipos de forjas e ferramentas.5. Térmicos 6.

Carbonitruração 6. (1978). RUAS.4. Volumes I-II-III-IV-V.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 2: Serralharia de Bancada I (Operações elementares) Cursos Profissionais 6. SOARES.3. J. Aços: Características e Tratamentos. Tecnologia Mecânica. (1998). Lisboa: Plátano Editora. Termoquímicos 6. Bibliografia / Outros Recursos COSTA. Livroluz.3.1. Colecção: Metalomecânica. Cementação 6.A.3. J. Princípios de Ciência e Engenharia de Materiais. W. S. 10 . Tecnologia do Metal. Tecnologia Mecânica.3. 5. Lisboa: McGraw-Hill.3. M. Nitruração 6. (1982). Outros tratamentos 4. 3. Livros Técnico e Científicos Editora. M. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. M.ª ed. F. Pinto (1992). FREIRE. FREIRE. Tecnologia do Corte. Lisboa: Plátano Editora. Porto: Ed. Colecção formação profissional. (1977. Leonídio (1978).ª ed. SMITH.2.

ƒ Utilizar. 2. ƒ Consultar e interpretar tabelas de velocidades de corte. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Interpretar correctamente um desenho técnico. que os alunos terão que conhecer e aplicar em situações concretas. Desta abordagem farão parte. ƒ Identificar e caracterizar as principais operações de maquinação que podem ser efectuadas nas máquinas ferramentas. ƒ Identificar e seleccionar as ferramentas de corte das máquinas de furar em função de diferentes factores. entre outros. roscagem manual e aplainamento. para que o aluno possa também avaliar e seleccionar as condições e processos mais adequados à maquinação. ƒ Distinguir diversos tipos de mandris: cilíndricos.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 3 Maquinação I (Operações elementares) Duração de Referência: 35 horas 1. tais como metais ferrosos e não ferrosos. mandrilagem. Apresentação Pretende-se com este módulo fazer uma abordagem às máquinas e ferramentas utilizadas em trabalhos essencialmente manuais. segundo o material a furar. Nestes processos de maquinação serão utilizados materiais diversificados. ƒ Identificar as ferramentas para a operação de mandrilagem. Com este módulo pretende-se dotar o aluno de informação que lhe permita a elaboração de sequências de maquinação e o preenchimento de fichas técnicas com instruções detalhadas adequadas à produção de peças mecânicas a partir do respectivo desenho de fabrico. 11 . ƒ Utilizar correctamente tabelas e ábacos de velocidade de corte e de rotação. o método de trabalho mais apropriado. em conformidade com as características desses materiais e as máquinas e ferramentas disponíveis. ƒ Identificar os principais tipos de máquinas de furar e seus acessórios. madeira e compósitos. para o bom estado da ferramenta e para a qualidade do produto final. suas características técnicas e processos de funcionamento. ƒ Seleccionar o método de trabalho em função do máximo rendimento e da qualidade pretendida para o produto final. ƒ Seleccionar os parâmetros de corte em função do material a maquinar e da ferramenta a utilizar. ƒ Consultar e interpretar tabelas de ângulos de corte de brocas. os temas seguintes: furação. ƒ Reconhecer a importância da refrigeração. cónicos e expansivos. na execução de peças.

ƒ Seleccionar métodos de fabrico adequados à furação.1. velocidade de avanço e profundidade de passagem 1. prevenção e segurança.2.1. ƒ Respeitar o cumprimento das normas de higiene. 3. Afiamento de ferramentas 2. ƒ Identificar as ferramentas para abrir roscas exteriores e interiores. Generalidades 1. Tipos. manualmente ou com máquina. Elementos característicos de uma ferramenta de corte 1. aplicáveis no âmbito da maquinação de peças. Máquinas ferramentas 1. Berbequim 12 . ƒ Identificar e respeitar as normas de higiene e segurança. ƒ Identificar e respeitar as normas de higiene e segurança.1. Tipos de máquinas de furar 2.2. ƒ Executar roscamentos exteriores e interiores. ƒ Efectuar a abertura de roscas exteriores e interiores. Lubrificação e refrigeração 1.3.2. Tabelas e ábacos 1. ƒ Identificar e utilizar os processos de corte sem arranque de apara.5.2.2.1.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 3: Maquinação I (Operações elementares) Cursos Profissionais ƒ Reconhecer a finalidade e importância da mandrilagem na rectificação de furos. ƒ Cumprir as normas de higiene. Elementos característicos de uma operação de corte: velocidade de corte. ƒ Seleccionar ferramentas de corte de acordo com o respectivo processo de fabrico.2. ƒ Identificar as principais ferramentas utilizadas para efectuar mandrilagens. manualmente e em segurança. Furacão 2. ƒ Reconhecer o sistema métrico e o sistema inglês. ƒ Executar mandrilagens manuais em segurança. Âmbito dos Conteúdos 1. ƒ Identificar vários tipos de roscas. Ferramentas de corte 1. ƒ Identificar e caracterizar o serrote mecânico.1.4. ƒ Identificar as ferramentas para o roscamento.2. ƒ Descrever a nomenclatura e funcionamento dos diferentes tipos de engenhos de furar. de segurança e de protecção ambiental. ƒ Desenvolver técnicas de execução.

2.1.1.1. Roscagem 4. Limagem e aplainamento 6. Cutting Principles.). Tipos de máquinas de serrar 5. Serrote de fita 5. ferramentas e acessórios 6. J.1. Tecnologia Mecânica.2. Serrote alternativo 5.1. S. Acácio Teixeira (1982).4. FREIRE. J. Volumes I-II-III-IV-V. Coimbra: Coimbra Editora. (1978). M. 13 . M. Outras máquinas utilizadas na furação 2. Bibliografia / Outros Recursos DAVIM.1. Processos. Processos.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 3: Maquinação I (Operações elementares) Cursos Profissionais 2.1. ferramentas e acessórios 7. FREIRE. (1982). Engenho de furar de coluna 2.1. (s.2.2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. Colecção formação profissional. Limador mecânico 6. Processos de roscagem 5. Tecnologia Mecânica.d. Metal. (1977. Mandrilagem 3. J. M. Engenho de furar radial 2.2. Plaina mecânica 6. Ferramentas e acessórios para abertura de roscas 4. Processos.1.3. (1995). Princípios da Maquinagem. M.3.3. ROCHA. SHAW. Serragem 5.2. Tecnologia Mecânica.1. P. II e III. Serrote de disco 5.ª ed. Processos. Lisboa: Plátano Editora.2. Equipamentos utilizados na mandrilagem 3. Livros Técnico e Científicos Editora. C. 8.1. ferramentas e acessórios 3. ferramentas e acessórios 4. Coimbra: Livraria Almedina. Tecnologia do Corte. Oxford: Clarendon Press. Volumes I. Processos de corte sem arranque de apara 4. RUAS. Lda.A.

14 . 2. de segurança e de protecção ambiental. cujos processos de maquinação os alunos terão de conhecer e aplicar em situações concretas. ƒ Seleccionar o processo mais adequado por forma a tirar o máximo rendimento. ƒ Seleccionar os parâmetros de corte em função do material a maquinar e da ferramenta a utilizar. madeira e compósitos. Será feita uma abordagem a máquinas-ferramenta de maior exigência técnica no que concerne à sua utilização. o aluno continuará a utilizar materiais diversificados tais como metais ferrosos e não ferrosos. em conformidade com as características desses materiais. ƒ Interpretar correctamente um desenho técnico. Neste módulo temático. Apresentação Pretende-se com este módulo dar continuidade aos conteúdos leccionados no módulo de Maquinação I. ƒ Conhecer e caracterizar as ferramentas de corte utilizadas na furação. no bom desempenho da ferramenta e na qualidade do produto. subordinado à furação. ƒ Reconhecer a importância da refrigeração. identificar os seus principais acessórios e os sistemas de regulação e comando. de coluna. avanço e rotação. Desta abordagem farão parte os temas relativos à furação e acabamento de furos por processos mecânicos. ƒ Cumprir as normas de higiene. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Identificar os principais tipos de engenhos de furar e suas características construtivas. ƒ Utilizar os acessórios mais convenientes a cada operação. radiais. a tipologia dos equipamentos e as características das ferramentas de corte e auxiliares. ƒ Identificar e efectuar diferentes operações no engenho de furar a partir do plano de trabalho. no que respeita à operação a realizar em furação. em conformidade com a qualidade pretendida. ƒ Identificar e caracterizar as principais operações de maquinação que podem ser realizadas neste tipo de máquinas-ferramenta. ƒ Utilizar correctamente tabelas e ábacos de velocidades de corte. bem como.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 4 Maquinação II (Furação) Duração de Referência: 30 horas 1. e terá de avaliar e seleccionar as condições e processos mais adequados para a maquinação. ƒ Descrever a nomenclatura e funcionamento dos diversos tipos de engenhos de furar (sensitivos. ƒ Efectuar a preparação e o planeamento do trabalho a realizar . universais e especiais).

3.9.1.1. Diâmetro da ferramenta 1.6. nomenclatura e funcionamento) 1.6. Prensas de aperto 15 .7. Estudo dos movimentos 1. Ferramentas de corte 1.2.2.6.4. Movimento de corte 1.1.2.2. Velocidade de rotação 1.1.3. Brocas (de guia central.8. Manuais 1.10.10. Velocidade de corte 1. Óleos de corte 1. Movimento e sentido de rotação 1. Mandris 1.1.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 4: Maquinação II (Furação) Cursos Profissionais 3.4. Âmbito dos Conteúdos 1.9.4.3.6.3. Engenho de furar de coluna 1.4. Estudo da máquina de furar (características.1.9.3.2. Outras máquinas utilizadas na furação 1.2.7. Machos 1.10.2. Sistemas de refrigeração / lubrificação 1. Movimento de avanço / penetramento 1. Cones de redução 1. Parâmetros de corte 1. Engenho de furar sensitivo 1.5.1.1. Furação 1. Engenho de furar universal 1.9.1.1.2.3.10. Refrigeração / lubrificação 1.7. Aplicação de ábacos e tabelas 1.1. Buchas de aperto 1. Comandos 1. de lança.7. Engenho de furar radial 1. Mecânicos 1. Máquinas de furar 1.1. helicoidais e outras) 1. órgãos fundamentais.5.5.1.5. Acessórios: 1. Cadeias cinemáticas 1.

8.d. M. Outros 4.8. Oxford: Clarendon Press. Volumes I-II-III-IV-V. 16 . ROCHA. Tecnologia Mecânica.Tipos de furos (aplicações práticas) 2.A. Tecnologia do Corte. Caixas para cabeças de parafusos. Secantes 2. Coimbra: Coimbra Editora. FREIRE. FREIRE. Livros Técnico e Científicos Editora. M.2. S. Mandrilados 2.6. II e III. Roscados 2. M. Metal. C. RUAS.).11. Tangentes 2. Cutting Principles. Passantes 2. Bibliografia / Outros Recursos DAVIM. 2.3. J. (1982). J.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 4: Maquinação II (Furação) Cursos Profissionais 1. Tecnologia Mecânica.4.1. J. P. Acácio Teixeira (1982).9. Lisboa: Plátano Editora. Tecnologia Mecânica. Princípios da Maquinagem. Lda. prevenção e segurança. SHAW. M. (s. Colecção formação profissional.7. Volumes I.ª ed. Cegos 2.5. Normas de higiene. Escariados 2. (1977. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. (1995). Coimbra: Livraria Almedina. 2. (1978).

Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 5 CNC (Comando Numérico Computorizado) Duração de Referência: 25 horas 1. ƒ Seleccionar ferramentas de corte. 17 . 2. tanto na preparação de trabalho como na programação. ƒ Distinguir as tecnologias de produção e gestão da produção. conhecendo os comandos fundamentais. Apresentação A abordagem ao tema CNC. ƒ Utilizar ferramentas de CAD/CAM numa perspectiva da produção. pretende-se que os alunos fiquem a conhecer os vários tipos de máquinas com CNC. Neste sentido. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Analisar e melhorar os sistemas produtivos com CNC. em condições de higiene e segurança. ƒ Identificar as etapas de maquinagem nas máquinas-ferramenta CNC. desde a interpretação do desenho à introdução do programa na máquina. reveste-se de particular importância devido ao facto de ter havido uma grande evolução na construção de máquinas de comando numérico. ƒ Identificar as tecnologias de Comando Numérico e respectiva utilização. ƒ Executar a maquinação com recurso a equipamentos com CNC. tendo em consideração as suas limitações. Neste módulo pretende-se que o aluno adquira conhecimentos relativamente aos passos fundamentais a seguir. ƒ Descrever o ciclo de desenvolvimento e fabrico de um produto. ƒ Utilizar ferramentas que permitem optimizar o desempenho dos processos de fabrico e montagem.

2.2. 2.3. Ponto-zero e de referência 4. 18 . (1996). Deslocamentos. Formação de aparas em fresadoras e tornos 4. Torno 1. Carlos. Ibrahim (1991).1. Máquinas CNC 1. CAD/CAM – Theory and Practice. Comandos CNC 2. THYER. New York: McGraw-Hill. (2000).4.3. Elementos de comando 3. Conceitos de geometria para programação CNC 4. Porto: Publindústria. Colocação correcta de cotas 5. Programação CNC 5. Componentes e ferramentas 1. Fresadora 2. Oxford: Newnes. G. Âmbito dos Conteúdos 1. Funções programáveis 2.2. Introdução 5. Linguagens 5.3.1. Controlo Numérico Computorizado: Conceitos Fundamentais. ZEID. Formas de elaboração de programas 5. Computer numerical control of machine tools. Sistemas de coordenadas. Ferramentas 3. interpolação e compensação da ferramenta 4.2.ª ed.1. New York: McGraw-Hill RELVAS.2.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 5: CNC (Comando Numérico Computorizado) Cursos Profissionais 3.1. E.1. Bibliografia / Outros Recursos HMT Limited (1999). Dados e principais instruções 4. Características da maquinação de Comando Numérico 3. Mechatronics and machine tools.

em ambiente de fabricação assistida por computador. e as ferramentas a utilizar na execução da peça: ƒ Ler e interpretar desenhos. peças modelo. ao processo de produção. os programas e toda a informação necessária ao fabrico da peça. em máquinas-ferramenta. Será feita uma abordagem à preparação. ƒ Ler e interpretar programas de maquinação. tolerâncias.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 6 CNC II (Comando Numérico Computorizado) Duração de Referência: 35 horas 1. tipo de acabamentos. consultando e analisando documentos técnicos e seleccionando as máquinas-ferramenta C. ƒ Introduzir o programa de maquinação no sistema CNC. tabelas e outras especificações técnicas. e recalibrar as ferramentas da máquina quando necessário. montagem e fixação das peças a maquinar. Apresentação Pretende-se com este módulo dar continuidade aos conteúdos leccionados no módulo de CNC I (Comando Numérico Computorizado I). Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Executar a preparação do trabalho.N. formas. a fim de identificar possíveis erros de programação.. ƒ Executar o programa de fabrico: ƒ Proceder à montagem das ferramentas seleccionadas. programação e execução de programas de fabrico. ƒ Estudar e estabelecer a sequência e os métodos operativos do trabalho a realizar. ƒ Seleccionar e preparar acessórios de posicionamento. ƒ Guardar no sistema CNC da máquina-ferramenta ou em suporte adequado. ƒ Proceder à maquinação de acordo com o programa de fabrico definido. utilizando várias linguagens de programação. corrigir e optimizar o programa. bem como calibrar e montar as ferramentas de corte a utilizar.C. e assim como. Com este módulo o aluno fica apto a operar com máquinas-ferramenta com CNC. nomeadamente avanços.N. ƒ Proceder à definição da origem da peça (ponto 0). croquis. ƒ Elaborar o programa de fabrico: ƒ Elaborar o programa de maquinação de uma peça ou lote de peças e/ou. bem como a sequência das operações e o posicionamento da peça a executar.C. 2. ƒ Proceder ao controlo dimensional e geométrico da peça. rotações e penetração. natureza dos materiais e outras especificações técnicas. 19 . com vista à identificação de dimensões. na execução de peças com geometrias de alguma complexidade. normas. de forma a identificar os parâmetros de corte. transformar ficheiros de desenho normalizados internacionalmente em ficheiros de linguagem máquina C. detectar colisões e fazer as simulações de maquinação. para posteriores consultas.

2. T e M 2.10. Identificação e definição das diferentes operações e sequências de maquinação em máquinas-ferramenta CNC 1. Cálculos aplicados ao CNC 2. Funções F.5. Execução de offset 3.4.4.1. Maquinação de peças 3. tabelas e outras especificações técnicas 1. 3. Sub-rotinas standard e sub-rotinas paramétricas 2. Programação de cotas 2. Programação paramétrica 2. Sistemas de coordenadas 2. Processos de programação 2.11. Selecção dos tipos e sistemas de fixação das peças 1. Simulação 3. Selecção das ferramentas de corte 1.4.8.2. Definição dos parâmetros de corte 1.3.10. Maquinação 20 . Identificação e definição dos parâmetros funcionais para operações em máquinas-ferramenta CNC 1. S. Utilização das diferentes técnicas de programação de máquinas-ferramenta CNC 1.7. Ciclos fixos de maquinação 2. Interpretação dos desenhos. Acessórios 3. Utilização de técnicas de representação gráfica em suporte informático 1. Âmbito dos Conteúdos 1. Selecção e utilização de instrumentos de medida e verificação 1. Preparação do trabalho 1.2.6.9.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 6: CNC II (Comando Numérico Computorizado) Cursos Profissionais ƒ Acompanhar e controlar o processo de fabrico. Organização do posto de trabalho 2. Programação CNC em máquina-ferramenta 2.9.5. Funções preparatórias G 2.7.5. Sistemas de fixação 3.3. Ferramentas de corte 3. em conformidade com o definido nas especificações técnicas. Estrutura básica de um programa CNC 2.3.1.6.8. normas.1.

CAD/CAM – Theory and Practice. New York: McGraw-Hill. (1996). Computer numerical control of machine tools. G.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 6: CNC II (Comando Numérico Computorizado) Cursos Profissionais 4. E. Ibrahim (1991). Mechatronics and machine tools. Carlos. THYER.ª ed. Oxford: Newnes. (2000). Bibliografia / Outros Recursos HMT Limited (1999). Porto: Publindústria. ZEID. 21 . 2. Controlo Numérico Computorizado: Conceitos Fundamentais. New York: McGraw-Hill RELVAS.

Sendo assim. 3. Máquinas-ferramenta de comando numérico assistido por computador (CNC) 1.2. Este módulo conjuga os objectivos do projecto (Desenho Técnico) com os objectivos do fabrico (Tecnologia e Processos).Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 7 Modulação 3D CAD/CAM Duração de Referência: 25 horas 1. Sistemas de desenho 1. ƒ Descrever o ciclo de desenvolvimento e fabrico de um produto. Âmbito dos Conteúdos 1. ƒ Optimizar o desempenho dos processos de fabrico e montagem. ƒ Identificar sistemas de automação aplicados a processos de fabrico utilizadores de CAD/CAM.3. Apresentação Os elementos definidos no projecto. são a base de elaboração dos programas operacionais de fabrico e contribuem para a definição da estrutura do CAD/CAM (Computer Aided Design/Computer Aided Manufacturing). Introdução 1. os quais permitirão estabelecer os fundamentos da utilização de sistemas CAM e a sua ligação às máquinas-ferramenta CNC. Sistemas de projecto 1. Preparação de modelos para CAM 22 . Os elementos adicionais prendem-se com os processos de fabrico. Sistemas de fabrico assistido por computador 2. Fabrico assistido por computador (CAM) 1.3. 2. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Interpretar a ligação dos elementos contidos num desenho técnico com as necessidades operacionais de fabrico. Introdução 1. os parâmetros técnicos e cálculos a considerar. os alunos aplicarão os conhecimentos científicos e práticos adquiridos nos módulos de CAD I e de CAD II.2. ƒ Utilizar ferramentas de CAD/CAM numa perspectiva da produção e reconhecer as suas limitações.4. de acordo com os equipamentos disponíveis. Arquitectura dos Sistemas CAM 1.1.1.

Bibliografia / Outros Recursos Editora Publicadora Universitária (1984).ª ed. New Jersey: Prentice Hall. CAD/CAM Theory and Practice. Automation. 4. Principles. CAD/CAM. Practice and Manufacturing Management. BROWNE. Henry (2005). [s. Técnica Operacional CNC.ª ed. Curso Básico.ª ed. MEKELL. 2. Groover (2001). MCMAHON. C. 3.. A. et al. J. Production Manufacturing. SILVA.. (1998).l. São Paulo: Editora Publicadora Universitária. ZEID.ª ed. and Computer Integrated REGH. (2004). Ibrahim (1991). Computer Integrated Manufacturing. Systems. James. New York: McGraw-Hill.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Módulo 7: Modelação 3D CAD/CAM Cursos Profissionais 4. Lisboa: Editora LIDEL. 2. KRAEBBER.]: Addison-Wesley. Desenho Técnico Moderno. New Jersey: Prentice Hall. 23 . Comando numérico CNC.

irá ser efectuada uma abordagem a dispositivos de comando. 2. no âmbito industrial (Controlo de Processos Industriais). ƒ Projectar pequenos automatismos. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Ler esquemas de automatismos. neste módulo. ƒ Detectar avarias. Conceitos de comando. Dispositivos de comando manual e automático 5. regulação e controlo 3. Assim. Constituição e funcionamento do contactor 6. Esquemas eléctricos de automatismos 7. Sensores 4. 3. controle e regulação no sentido do aluno ser capaz de analisar e implementar Automatismos. cuja finalidade é a substituição do operador humano por um operador artificial. Contactores 2. pode ser definida como o estudo dos métodos e procedimentos. Âmbito dos Conteúdos 1. na concretização de uma tarefa física ou mental previamente programada. Implementação de automatismos 24 .Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 8 Automatismos (Introdução) Duração de Referência: 35 horas 1. ƒ Montar ou alterar os circuitos. Apresentação A automação.

ALVES. V. MARTINS. Aplicações. Autómatos Programáveis: Programação. Lisboa: Plátano Editora. Método Sequencial para Automatização Electropneumática. J. NOVAIS. Práticas Oficinais e Laboratoriais: Curso Tecnológico de electrotecnia/electrónica. Porto: Porto Editora. A. A.d.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 8: Automatismos (Introdução) Cursos Profissionais 4.).. Automatismos e Electrónica Industrial. Lisboa: ETEP . M. Práticas Oficinais – Instalações Eléctricas. 10º Ano. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. (s. NOVAIS. PINTO. 25 . M. V. J. Grafcet. (1983). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. António (2002). Programação de Autómatos: Método Grafcet. (1999). A. (1992).Edições Técnicas e Profissionais. Bibliografia / Outros Recursos FRANCISCO.

ƒ Elaborar programas de maquinação.1. ƒ Relacionar o projecto da peça com as operações de maquinação a utilizar. Apresentação Neste módulo. No processo ensino aprendizagem. do projecto à execução.1.1.Introdução ao CAM 1. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Identificar as características dos diferentes processos utilizados na maquinação.3. Âmbito dos Conteúdos 1. ƒ Definir as sequências de fabrico.1.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 9 CAM (Maquinação Assistida Computorizada) Duração de Referência: 25 horas 1. ƒ Executar comando de maquinação por funções e por superfície. 3. ƒ Desenvolver construção geométrica a 3D. CAM (Maquinação Assistida Computorizada) 1. Conceito de Programação de Peças Assistidas por Computador 1.2. Sistemas de coordenadas 2. estabeleça os fundamentos da utilização de sistemas CAM e a sua ligação às máquinas-ferramenta CNC. Tipos de coordenadas 1. Comandos de entrada 26 . 2. este módulo deverá ser articulado com os módulos relacionados com a maquinação.1. Com este módulo pretende-se que o aluno. ƒ Identificar e utilizar sistemas CAM. integrado por computador. Construção geométrica 3D de peças. de “CNC” e de “Modelação 3D CAD/CAM”. ƒ Aplicar a linguagem de programação de CAD/CAM. 2. com base nos conhecimentos científicos e práticos adquiridos na área do CAD e do CNC.1. Será feita uma abordagem ao desenvolvimento e execução de peças com geometria complexa. recorrendo à programação com software e tecnologia específica associada à maquinação. será dada continuidade aos conteúdos leccionados nos módulos de “CAD”. ƒ Configurar e definir a comunicação da máquina com diferentes periféricos.

Maquinação por superfícies criadas 5. Maquinação por funções (Contorno. James. MCMAHON. Pontos de vista. Production Systems. Porto: Publindústria. New Jersey: Prentice Hall. RELVAS. Production Manufacturing. Curso Básico. 2. [s. 27 .. C.ª ed. Bibliografia / Outros Recursos Editora Publicadora Universitária (1984). Coons) 4. 3. Practice and Manufacturing Management. Envio e recepção de programas entre o PC e o Controlador 4.ª ed. GROOVER. Systems. Swept. alteração e análise de entidades geométricas 2. 2. and Computer Integrated Manufacturing.2. Computer Integrated Manufacturing.5. A.3. Planos de construção. (2000). Loft. (2004). Desenho Técnico Moderno. Ruled. J. Criação.ª ed. (2000). Conceito de pós-processador 6. Comunicação PC-CNC 10. CAD/CAM Theory and Practice. Tabelas de ferramentas e tabelas de materiais 9.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 9: CAM (Maquinação Assistida Computorizada) Cursos Profissionais 2. BROWNE. Técnica Operacional CNC.]: Addison-Wesley. New York: McGraw-Hill. São Paulo: Editora Publicadora Universitária. Automation. 2. SILVA. New Jersey: Prentice Hall. Revolução. Comando numérico CNC. 2. New Jersey: Prentice Hall. Lisboa: Editora LIDEL. (1998). and Computer Integrated REGH. et al. Groover (2001). Visualização e simulação do percurso da ferramenta 8. 4. Controlo Numérico Computorizado: Conceitos Fundamentais. Exportação de modelos tridimensionais para outros sistemas 3. KRAEBBER. Mikell P. Principles. MEKELL.l. Furação. Automation. Ibrahim (1991).ª ed. Pós-processamento de ficheiros 7. ZEID.4. Construção geométrica de superfícies 2. CAD/CAM. Abertura de caixas. Henry (2005).. Carlos.ª ed.

da tipologia das máquinas e das características das ferramentas disponíveis. em conformidade com as características desses materiais. ƒ Efectuar a preparação e o planeamento do trabalho a realizar . em conformidade com a qualidade pretendida. ƒ Seleccionar o processo mais adequado por forma a tirar o máximo rendimento. ƒ Identificar e caracterizar as principais operações de maquinação que podem ser realizadas neste tipo de máquinas-ferramenta. furar. ƒ Utilizar os acessórios mais convenientes a cada operação. ƒ Conhecer e caracterizar as ferramentas de corte utilizadas no torneamento. o aluno continuará a utilizar materiais diversificados. no que respeita à operação a realizar em torneamento. 2. avanço e rotação. a partir do plano de trabalho.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 10 Maquinação III (Torneamento) Duração de Referência: 35 horas 1. facejar. tais como metais ferrosos e não ferrosos. ƒ Identificar e realizar diferentes operações no torno mecânico (cilindrar. ƒ Reconhecer a importância da refrigeração. bem como. identificar os seus principais acessórios e os sistemas de regulação e comando. Apresentação Com este módulo pretende-se dar continuidade ao conteúdo leccionado no módulo de Maquinação I (Operações elementares). torneamento cónico. Neste módulo será feita uma abordagem aos tornos mecânicos no que concerne à sua utilização. ƒ Cumprir as normas de higiene. madeira e compósitos. de segurança e de protecção ambiental. em que terá de avaliar e seleccionar as condições e processos mais adequados para a maquinação. ƒ Descrever a nomenclatura e funcionamento dos diversos tipos de tornos mecânicos (horizontal. ƒ Interpretar correctamente um desenho técnico. Neste processo de maquinação. 28 . no bom desempenho da ferramenta e na qualidade do produto. abrir roscas e outras). Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Identificar os principais tipos de tornos mecânicos e suas características construtivas. ƒ Seleccionar os parâmetros de corte em função do material a maquinar e da ferramenta a utilizar. ƒ Utilizar correctamente tabelas e ábacos de velocidades de corte. vertical e revólver). cujos processos de maquinação os alunos terão de conhecer e aplicar em situações concretas.

4.1.3. Operações de torneamento 11.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 10: Maquinação III (Torneamento) Cursos Profissionais 3.1. Ferramentas de corte 5. Tipos. Características 1. cilíndricas e cónicas. Estudo dos movimentos (de rotação. Fixação das ferramentas (porta ferramentas e outros dispositivos) 5. Funcionamento e aplicações 2. Sistemas de lubrificação 9. Fixação das peças 3. Lubrificantes 8. Outros sistemas e acessórios de fixação de peças 4. de avanço e de penetramento) 7.2. Tipos. Escalas e tambores / leitura e aplicações. Corte 11. Óleos de corte 8. Prato de cavalinho 3. Outras operações de torneamento 29 . Sistemas de transmissão de movimento 3. Buchas 3.3.2.3.1. Superfícies planas (faces).3. Leitura e aplicação de tabelas e ábacos 8. 11. Aplicações 6. formas e características 5. Abertura de roscas 11.6. Cálculo e montagem de engrenagens para abertura de roscas 11. Estudo do torno mecânico 1.2. de corte. Elementos de corte 7. Ponto e contra-ponto 3. Prato magnético 3. 10. Velocidade de corte e de rotação 7.1. Refrigeração / Lubrificação 8.1.2.1.2.4. constituição e nomenclatura 1. Âmbito dos Conteúdos 1.2.5. Prato de grampos 3.

Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. J. M. FREIRE. 30 . Lisboa: Plátano Editora. S. Colecção formação profissional. Tecnologia do Corte.d. (1977. SHAW. Oxford: Clarendon Press. Tecnologia Mecânica. II e III.ª ed. Tecnologia Mecânica. Cutting Principles. M. Volumes I-II-III-IV-V. M. Coimbra: Coimbra Editora. C. Princípios da Maquinagem. M. Acácio Teixeira (1982). Volumes I. RUAS. (1982). Tecnologia Mecânica. 8. Livros Técnico e Científicos Editora. J. (s. Lda. FREIRE. P.A.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 10: Maquinação III (Torneamento) Cursos Profissionais 4.). Metal. Bibliografia / Outros Recursos DAVIM. (1995). ROCHA. J. Coimbra: Livraria Almedina. (1978).

Neste módulo será feita uma abordagem às fresadoras no que concerne à sua utilização. Neste processo de maquinação. cujos processos de maquinação os alunos terão de conhecer e aplicar em situações concretas. identificar os seus principais acessórios e os sistemas de regulação e comando. 2. de segurança e de protecção ambiental. em conformidade com a qualidade pretendida. ƒ Descrever a nomenclatura e funcionamento dos diversos tipos de fresadoras (horizontal. a partir do plano de trabalho. o aluno continuará a utilizar materiais diversificados. madeira e compósitos. no que respeita à operação a realizar em fresagem. ƒ Seleccionar o processo mais adequado por forma a tirar o máximo rendimento. no bom desempenho da ferramenta e na qualidade do produto. ƒ Reconhecer a importância da refrigeração. ƒ Identificar e caracterizar as principais operações de maquinação que podem ser realizadas neste tipo de máquinas-ferramenta. ƒ Seleccionar os parâmetros de corte em função do material a maquinar e da ferramenta a utilizar. ƒ Utilizar correctamente tabelas e ábacos de velocidades de corte. vertical e universal).Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 11 Maquinação IV (Fresagem) Duração de Referência: 35 horas 1. da tipologia das máquinas e das características das ferramentas disponíveis. ƒ Conhecer e caracterizar as ferramentas de corte utilizadas na fresagem. em que terá de avaliar e seleccionar as condições e processos mais adequados para a maquinação. 31 . tais como metais ferrosos e não ferrosos. ƒ Interpretar correctamente um desenho técnico. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Identificar os principais tipos de fresadoras e suas características construtivas. ƒ Identificar e realizar diferentes operações na fresadora. Apresentação Com este módulo pretende-se dar continuidade ao conteúdo leccionado no módulo de Maquinação I (Operações elementares). em conformidade com as características desses materiais. avanço e rotação. bem como. ƒ Efectuar a preparação e o planeamento do trabalho a realizar . ƒ Utilizar os acessórios mais convenientes a cada operação. ƒ Cumprir as normas de higiene.

Lubrificantes 8.3.2. Aplicações 6.5.1. Fixação das ferramentas (cónico. Cabeçotes divisores (divisão directa. de avanço e de penetramento) 7.2. Engrenagens 10.1.1. Escalas e tambores / leitura e aplicações.2. verticais e angulares 10. Velocidade de corte e de rotação 7. Óleos de corte 8. Características 1. Sistemas de transmissão de movimento 3. Ferramentas de corte 5. Tipos de fresas.2.1.2. árvores e outros dispositivos) 5. de corte. Refrigeração / Lubrificação 8. Peças prismáticas 10.4. suporte de pinças. indirecta e diferencial) 3. formas e características 5. Fixação das peças 3.1. Estudo dos movimentos (de rotação. Operações de fresagem 10.3. Prato magnético 3. Estudo da fresadora 1. Âmbito dos Conteúdos 1. Tipos. Prensas 3. Elementos de corte 7.1. Outros sistemas e acessórios de fixação de peças 4.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 11: Maquinação IV (Fresagem) Cursos Profissionais 3.4.6. Outras operações de fresagem 32 .5. cilíndrico. 10. Escatéis 10.3. Funcionamento e aplicações 2. Sistemas de lubrificação 9. Mesas e esquadros de montagem 3. Superfícies horizontais. Leitura e aplicação de tabelas e ábacos 8.2. constituição e nomenclatura 1. Caixas 10.3.

M. (1982). (1977.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 11: Maquinação IV (Fresagem) Cursos Profissionais 4. Bibliografia / Outros Recursos DAVIM. M. 33 . SHAW. J. Tecnologia do Corte.). Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. Tecnologia Mecânica. FREIRE. II e III.ª ed. M. FREIRE.A. J. Colecção formação profissional. Lisboa: Plátano Editora. J. (s. Lda. Acácio Teixeira (1982).d. Tecnologia Mecânica. Volumes I. Princípios da Maquinagem. Coimbra: Coimbra Editora. M. Cutting Principles. Tecnologia Mecânica. (1995). C. Metal. ROCHA. S. Oxford: Clarendon Press. Coimbra: Livraria Almedina. (1978). RUAS. 8. Livros Técnico e Científicos Editora. Volumes I-II-III-IV-V. P.

tais como metais ferrosos e não ferrosos. em conformidade com a qualidade pretendida. Neste módulo será feita uma abordagem às rectificadoras no que concerne à sua utilização. no bom desempenho da ferramenta e na qualidade do produto. ƒ Utilizar correctamente tabelas e ábacos de velocidades de corte.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 12 Maquinação V (Rectificação) Duração de Referência: 25 horas 1. a partir do plano de trabalho. ƒ Seleccionar o processo mais adequado por forma a tirar o máximo rendimento. madeira e compósitos. da tipologia das máquinas e das características das ferramentas disponíveis. o aluno continuará a utilizar materiais diversificados. em que terá de avaliar e seleccionar as condições e processos mais adequados para a maquinação. cujos processos de maquinação os alunos terão de conhecer e aplicar em situações concretas. 34 . identificar os seus principais acessórios e os sistemas de regulação e comando. avanço e rotação. ƒ Seleccionar os parâmetros de corte em função do material a maquinar e da ferramenta a utilizar. ƒ Identificar e realizar diferentes operações na rectificadora. ƒ Utilizar os acessórios mais convenientes a cada operação. em conformidade com as características desses materiais. Apresentação Com este módulo pretende-se dar continuidade ao conteúdo leccionado no módulo de Maquinação I (Operações elementares). Neste processo de maquinação. ƒ Cumprir as normas de higiene. ƒ Efectuar a preparação e o planeamento do trabalho a realizar . ƒ Interpretar correctamente um desenho técnico. no que respeita à operação a realizar em rectificação. de segurança e de protecção ambiental. ƒ Identificar e caracterizar as principais operações de maquinação que podem ser realizadas neste tipo de máquinas-ferramenta. 2. bem como. ƒ Conhecer e caracterizar as ferramentas de corte utilizadas na rectificação. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Identificar os principais tipos de rectificadoras e suas características construtivas. ƒ Descrever a nomenclatura e funcionamento dos diversos tipos de rectificadoras. ƒ Reconhecer a importância da refrigeração.

5.1.2. Elementos de corte 7. Prato magnético 3.4. Leitura e aplicação de tabelas e ábacos 8.3. indirecta e diferencial) 3. Estudo da rectificadora 1.1. Operações de rectificação 10. Âmbito dos Conteúdos 1.2. Cilíndrica 10.1. Lubrificantes 8. Tipos. Ferramentas de corte 5. formas e características 5. Sistemas de transmissão de movimento 3. Refrigeração / Lubrificação 8. Cabeçotes divisores (divisão directa. Escalas e tambores / leitura e aplicações. Sistemas de lubrificação 9. Fixação das ferramentas (cónico.4.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 11: Maquinação V (Rectificação) Cursos Profissionais 3.3. Cónica 10.2. 10. Estudo dos movimentos (de rotação.1. de corte. Fixação das peças 3. Outras operações de rectificação 35 . de avanço e de penetramento) 7. constituição e nomenclatura 1. Funcionamento e aplicações 2.1. Óleos de corte 8.3. Características 1. Tipos de mós. cilíndrico. Aplicações 6. árvores e outros dispositivos) 5.2. Superfícies horizontais. suporte de pinças.2.1. verticais e angulares 10. Velocidade de corte e de rotação 7. Outros sistemas e acessórios de fixação de peças 4. Mesas e esquadros de montagem 3. Buchas e prensas 3.2.3.

Coimbra: Coimbra Editora. Colecção formação profissional. Princípios da Maquinagem. Tecnologia Mecânica. (1982). 8. J. Tecnologia Mecânica.). 36 . II e III. J. Tecnologia Mecânica. RUAS. Lisboa: Plátano Editora. Livros Técnico e Científicos Editora. Volumes I. Cutting Principles.A. Metal. Tecnologia do Corte.d. P. Coimbra: Livraria Almedina. M. (1977. M. Volumes I-II-III-IV-V. Bibliografia / Outros Recursos DAVIM. Acácio Teixeira (1982). ROCHA. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. M.ª ed. Lda. S.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 12: Maquinação V (Rectificação) Cursos Profissionais 4. (1978). (s. C. Oxford: Clarendon Press. FREIRE. M. FREIRE. (1995). SHAW. J.

dieléctricos. tais como metais ferrosos e não ferrosos. da tipologia das máquinas e das características das ferramentas disponíveis. ƒ Seleccionar os eléctrodos. ƒ Reconhecer a importância da refrigeração. regime de corte. ƒ Identificar as aplicações e vantagens da electroerosão. em conformidade com o material a trabalhar e o equipamento a utilizar. polaridade. ƒ Conhecer e caracterizar as ferramentas de corte utilizadas na electroerosão e respectivo princípio de funcionamento. ƒ Interpretar correctamente um desenho técnico. ƒ Descrever a nomenclatura e funcionamento dos diversos tipos de electroerosoras.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 13 Maquinação VI (Electroerosão) Duração de Referência: 30 horas 1. ƒ Utilizar correctamente tabelas e ábacos de velocidades de corte. Neste módulo será feita uma abordagem às electroerosoras. no que concerne à sua utilização. avanço e rotação. o aluno continuará a utilizar materiais diversificados. ƒ Seleccionar o processo mais adequado por forma a tirar o máximo rendimento. em conformidade com as características desses materiais. Apresentação Com este módulo pretende-se dar continuidade ao conteúdo leccionado no módulo de Maquinação I (Operações elementares). 2. 37 . ƒ Seleccionar os parâmetros de corte em função do material a maquinar e da ferramenta a utilizar. curvas teóricas de desempenho e aplicações. bem como. de grande exigência técnica. pela importância que têm como processo de maquinação não convencional. madeira e compósitos. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Identificar os principais tipos de electroerosoras e suas características construtivas. cujos processos de maquinação os alunos terão de conhecer e aplicar em situações concretas. no que respeita à operação a realizar em electroerosão. em que terá de avaliar e seleccionar as condições e processos mais adequados para a maquinação. em conformidade com a qualidade pretendida. ƒ Identificar e caracterizar as principais operações de maquinação que podem ser realizadas neste tipo de máquinas-ferramenta. ƒ Identificar e aplicar a tecnologia relacionada com os eléctrodos. identificar os seus principais acessórios e os sistemas de regulação e comando. no bom desempenho da ferramenta e na qualidade do produto. Neste processo de maquinação.

2. Rugosidade 1. Descrição do processo (mecanismo de remoção de material) 1.3. Definições e conceitos 1. Tipos de electroerosão 1. ƒ Cumprir as normas de higiene. Parâmetros do processo de electroerosão 1. Electroerosão por fio (características e aplicações) 1.2. Natureza dos dieléctricos 1. Polaridade 1.5. Electroerosão por penetração (características e aplicações) 1. constituição e nomenclatura 2.5.2.6.6. Processos de fabrico de eléctrodos 1. a partir do plano de trabalho.1.1.5. 3. Electroerosão 1. Maquinação por electroerosão 2. Materiais a maquinar 1.5.6. Valor médio de intensidade e de tensão 1.3. Características 2.6. Materiais e tipos de eléctrodos 1. ƒ Identificar e realizar as operações na electroerosora.3. Tipos de lavagem 1.4. Factores de influência 1.3.2.7. Tipos.1. Tipos de impulsos 1. Ferramentas (eléctrodos) 1.5. de segurança e de protecção ambiental.8.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 13: Maquinação VI (Electroerosão) Cursos Profissionais ƒ Efectuar a preparação e o planeamento do trabalho a realizar .1.2. Dieléctricos.5. Desgaste relativo do eléctrodo 1. Âmbito dos Conteúdos 1.5. Funcionamento e aplicações 38 .1.1.3. Tipos de perfis dos eléctrodos 1.4.1.1.6.1.1.1.1.3.3.6. Estudo da electroerosora 2. Automatismos do processo de electroerosão 2. Propriedades fundamentais da electroerosão 1. Qualidade das superfícies erodidas 1.1.5.6. Potência e energia de um impulso 1.2.6. ƒ Utilizar os acessórios mais convenientes a cada operação.9.

Posicionamento e sujeição das peças a maquinar 2. (1995). P. Tecnologia Mecânica. 39 . J. 8.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 13: Maquinação VI (Electroerosão) Cursos Profissionais 2. SHAW. S.2.1. Colecção formação profissional.6.5. Tecnologia Mecânica.ª ed. Princípios da Maquinagem. Oxford: Clarendon Press. M. Fixação das peças (sistemas e acessórios de fixação de peças) 2.6.5. FREIRE. ROCHA. II e III. J. Escalas e tambores / leitura e aplicações. Precauções a ter no posicionamento das peças durante a maquinação 2. J.6.6.2. Montagem do eléctrodo 2. Acácio Teixeira (1982).3.5. Metal. Lisboa: Plátano Editora.6. Volumes I. (s. Livros Técnico e Científicos Editora. Coimbra: Livraria Almedina. (1982). Tecnologia Mecânica.4. Maquinação de peças por electroerosão (por penetração e por fio) 2.6. Rugosidade 4.5.5. Lda. Estudo dos movimentos 2. M. C. M. Coimbra: Coimbra Editora. FREIRE. Tecnologia do Corte. Controlo dimensional 2.2. (1978). Fixação das ferramentas (porta ferramentas e outros dispositivos) 2.). M. Bibliografia / Outros Recursos DAVIM.3. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora.1.3.6. Volumes I-II-III-IV-V.d. RUAS.6.4. Cutting Principles. Controlo geométrico 2. Tipos de verificação após a maquinação da peça 2.A. (1977. 2.6. Preparação da máquina 2.

a programação e o controle da qualidade. ƒ Executar as operações necessárias à obtenção do produto final. em conformidade com a qualidade pretendida. 2. a partir do qual executará a maquinação proposta. A partir de propostas de maquinação de conjuntos. o aluno deverá complementar a informação transmitida pelo professor com uma pesquisa a partir de bibliografia seleccionada e do conhecimento e da experiência adquirida nos outros módulos de maquinação. deverá elaborar um Plano de Trabalho que inclua a preparação. normas e outra documentação necessária. Apresentação Com este módulo pretende-se dar continuidade aos conteúdos leccionados nos anteriores módulos de maquinação. ƒ Adquirir maior autonomia na resolução dos problemas decorrentes da sua actividade. ƒ Propor processos de resolução do problema. ƒ Seleccionar o processo mais adequado por forma a tirar o máximo rendimento. de segurança e de protecção ambiental. ƒ Melhorar o rigor na análise de resultados e elaboração de relatórios. devendo ser iniciado com uma apresentação teórica sobre os objectivos e metodologia do trabalho de maquinação de conjuntos. ƒ Cumprir as normas de higiene. ƒ Melhorar a sua capacidade na aplicação de conceitos e métodos de organização do trabalho. por forma a identificar e a seleccionar os processos de maquinação mais adequados à realização do trabalho proposto. ábacos. 40 . ƒ Aplicar as normas que regem a garantia de qualidade. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Identificar o problema proposto. ƒ Avaliar o percurso efectuado. ƒ Elaborar o Plano de Trabalho. ƒ Melhorar a capacidade de comunicação e de trabalho em grupo. ƒ Criar o hábito de consultar tabelas. Finalmente. ƒ Aumentar a correcção e o rigor no uso do equipamento de metrologia.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 14 Maquinação VII (Maquinação de conjuntos) Duração de Referência: 35 horas 1.

Coimbra: Livraria Almedina. Tecnologia do Corte.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 14: Maquinação VII (Maquinação de conjuntos) Cursos Profissionais 3. Planing 6. II e III. 41 . (s. Tecnologia Mecânica. Análise do produto a realizar 2. Lda. M. M. S. Estudo 4. M.). 8. Bibliografia / Outros Recursos DAVIM. Tecnologia Mecânica. Preparação e planeamento do trabalho 6. ROCHA. Controle da qualidade 9. J. M.2. Selecção de materiais 6. Processos 6.4. J. Âmbito dos Conteúdos 1. SHAW. FREIRE. Coimbra: Coimbra Editora. Tempos 6. Recolha de documentação 3. C.d. RUAS. Relatório individual / grupo 10. (1978). Oxford: Clarendon Press.1. Realização do trabalho 8.3. Normas de higiene. Fichas de trabalho 7. Tecnologia Mecânica. (1995).A. Desenho dos elementos do conjunto 5. (1982). de segurança e de protecção ambiental 4. Acácio Teixeira (1982). Cutting Principles. FREIRE. Princípios da Maquinagem. Colecção formação profissional. P. Lisboa: Plátano Editora. Volumes I.ª ed. Metal. (1977. J. Livros Técnico e Científicos Editora. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. Volumes I-II-III-IV-V.

aparafusamento. Com este módulo pretende-se dotar o aluno de informação que lhe permita a elaboração de sequências de maquinação e de fichas de instruções detalhadas adequadas à produção de peças mecânicas a partir do respectivo desenho de fabrico. pretende-se que os alunos seleccionem e utilizem o processo mais adequado para efectuar uma determinada ligação. Com a realização de trabalhos práticos. Apresentação Neste módulo será feita uma abordagem teórico-prática aos vários processos de ligação de peças. bem como as ferramentas necessárias à realização da técnica. ƒ Realizar operações de ligação de peças. utilizando os meios de protecção. ƒ Identificar os diferentes tipos de rebites. ƒ Seleccionar a técnica adequada ao trabalho a realizar. 2. ƒ Reflectir sobre as normas relativas ao aparafusamento. ƒ Identificar os diferentes tipos de parafusos e porcas. ƒ Descrever a nomenclatura e funcionamento dos vários equipamentos. soldadura e colagem. bem como as ferramentas necessárias à rebitagem. ƒ Operar em segurança. ƒ Identificar os principais factores que determinam a soldabilidade. ƒ Interpretar catálogos e fichas técnicas. higiene e segurança apropriados.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 15 Processos de Ligação Duração de Referência: 30 horas 1. ƒ Identificar as várias técnicas de aparafusamento. ƒ Identificar as diferentes técnicas de rebitagem. ƒ Realizar operações de rebitagem em segurança. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Identificar processos e técnicas de ligação. 42 . ƒ Seleccionar a técnica adequada. entre os quais se destacam: rebitagem. ƒ Seleccionar a técnica adequada ao trabalho a realizar. metálicas e não metálicas. ƒ Identificar os diferentes tipos de soldadura. ƒ Realizar operações de aparafusamento em segurança. de acordo com as especificações indicadas para o efeito.

MIG/MAG 4.2.2. etc.1. Branda 4.2. ƒ Identificar os materiais de adição a utilizar nos diferentes tipos de soldadura.2. Tipos de roscas 3. Âmbito dos Conteúdos 1. Forte 4.3. 3. TIG 4.2. Soldagem 4. Factores de soldabilidade 4. Ligação de peças por roscagem 4. Por eléctrodos revestidos 4.2.5.2. Princípios básicos de soldadura 4.2.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 15: Processos de Ligação Cursos Profissionais ƒ Identificar os factores a ter em consideração na soldadura de peças metálicas.1.2.2.1. Sodo-Soldagem 4.2.1.2.1. ƒ Identificar e respeitar normas de higiene e segurança.1. limpeza.1.1. Outros processos 43 .1.2.2.1.1.2. Oxiacetilénica 4. ƒ Seleccionar o processo de soldadura em função dos diferentes factores. Soldadura 4. ƒ Identificar os defeitos nas soldaduras e respectivas causas. Roscagem 3.).3. Processos de soldadura 4.4. Preparação de peças 4. ƒ Executar a ligação de peças por soldadura.3. Rebitagem 2.1.2. Soldadura 4. Processos de ligação 2. Processos de rebitagem 2.2.2.2. Equipamentos e utensílios 4.3.2. ƒ Ligar peças de diversos materiais por colagem. ƒ Reconhecer a importância da preparação das peças a soldar (chanfros. ƒ Ligar peças em madeira. Tipos de parafusos e de porcas 3.2.2. Tipos de rebites 3.1.

SANTOS. (s. Preparação das superfícies 5.Soldadura e Cálculos Técnicos. Acabamento de peças 4. Lisboa: Plátano Editora. Colecção: Metalomecânica.d. Representação Simbólica nos Desenhos (correspondência com ISO 2553:1974).Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 15: Processos de Ligação Cursos Profissionais 4.2. Práticas do Metal. Bibliografia / Outros Recursos AR LIQUIDO (s. Processos de Soldadura. Normas. Lisboa: Instituto de Soldadura e Qualidade.l. Regulamentos e Especificações: NP 1515:1977 1ª Edição.isq. Formação Profissional. Processos de colagem 6.d. Leonídio (1979). Tipos de colas 5.). 44 . Leonídio (1978). COSTA. Vaz E.).1. L.]: Ar Liquido. [s.3. MECÂNICA TÉCNICA .. Tecnologia do Metal. Causas de defeitos 5.3. Samblagens 4. QUINTINO. PIRES. Ligações em madeira. F. Guia do Utilizador da Soldadura Manual. (1993).4. O. Lisboa: Plátano Editora. Soldadura. Colagem 5. Sítios na Internet: http://www. COSTA.pt ISQ (Instituto da Soldadura e Qualidade). J. Porto: Editora Lopes da Silva. E. Volumes I e II.

Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 16 Serralharia de Bancada II (Acabamentos e ajustamentos) Duração de Referência: 35 horas 1. ƒ Seleccionar o método de trabalho mais adequado. 3.5. ƒ Executar polimentos. Generalidades 2.2. Diagrama de equilíbrio e “Curvas TTT” 2. ƒ Afinar veios guias e casquilhos.3. acabamentos.5. Recozimento 2. Têmpera 2. Constituintes estruturais 2. ƒ Seleccionar e executar os tratamentos térmicos e termoquímicos mais adequados. ajustamentos e movimentos. Apresentação Este módulo visa dar sequência ao módulo de Serralharia de Bancada I (Operações elementares). ƒ Executar montagens e desmontagens de acessórios. tipos. afinações.1. ƒ Ajustar postiços. características e aplicações) 2. ƒ Ensaiar e corrigir se necessário. devendo o aluno adquirir conhecimentos respeitantes a tratamentos térmicos. Tratamentos Térmicos (Processos. ƒ Medir.5. circuitos de água. Influência dos elementos de liga nos pontos críticos 2. ƒ Executar e ajustar peças.4. à modificação das características de determinada peça metálica. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Interpretar correctamente desenhos e esquemas de montagens. de placas e de componentes de moldes. montagens e desmontagens de conjuntos. de óleo e de ar.5.3. Âmbito dos Conteúdos 1. Ciclo de tratamento 2.2. cortar e afinar extracções. Tratamentos térmicos e termoquímicos 2. movimentos e moldes. Revenido 45 .1. 2.

A. SMITH. características e aplicações) 2. Lapidagem 5. Tecnologia Mecânica. Livroluz. F.6. J.1. Colecção: Metalomecânica. Repassagem 5.1.1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora.3. Classificação de abrasivos 4. Tecnologia do Corte. W. (1982).2.2.6. Nitruração 2.3. RUAS. FREIRE. Tecnologia Mecânica.2. Cementação 2. Polimento 4. Super acabamento 5. 3. (1978). Generalidades 5. (1977. Equipamentos.2. Aços: Características e Tratamentos. Execução e ajustamento de peças 3. FREIRE.2.1. M.3.1. Colecção formação profissional. Livros Técnico e Científicos Editora. Volumes I-II-III-IV-V.1 Dimensões 3. Bibliografia / Outros Recursos COSTA.2. M.1. Carbonitruração 3. Lisboa: Plátano Editora. Lisboa: Plátano Editora. ferramentas e utensílios 4.6. Princípios de Ciência e Engenharia de Materiais.3. 5.4. Porto: Ed.1.1.3. 46 .ª ed. Processos de acabamento 5. tipos.3.6. M.2 Formas 3. J.1. SOARES. Processos de ajustamento 4. Pinto (1992).2.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 16: Serralharia de Bancada II (Acabamentos e ajustamentos) Cursos Profissionais 2.2.3. Ajustamentos 4. Generalidades 4.ª ed. Tecnologia do Metal. Tratamentos Termoquímicos (Processos. S. Classificação de mós 5.2. Lisboa: McGraw-Hill.3 Rugosidades 4. Normas de tolerâncias 3. Leonídio (1978). Acabamentos 5. (1998). Abrasivos 4.

de segurança e de protecção ambiental. ƒ Caracterizar as alterações introduzidas nas peças por acção do processo de maquinação (efeitos mecânico. ƒ Classificar e caracterizar os defeitos resultantes da maquinação. resultantes do processo de acabamento de superfícies. Apresentação Neste módulo será feita uma abordagem teórico-prática aos vários processos de avaliação e de tratamento das superfícies maquinadas. 2. ƒ Realizar tratamentos em zonas soldadas. ƒ Compreender os efeitos dos processos de maquinação sobre o tipo de textura. Normas relativas a estados de superfície 2.1. para supressão de tensões. ƒ Identificar e caracterizar as solicitações a que estão submetidas as superfícies em qualquer função.1. ƒ Compreender a influência da textura sobre as propriedades de desempenho das peças. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Identificar e respeitar normas de higiene e segurança. ƒ Compreender o conceito de textura. Conceitos de textura 1. ƒ Utilizar e aplicar. Generalidades 47 . métodos e instrumentos para caracterizar as texturas das superfícies. Tipos de texturas. Caracterização 1. Preparação das superfícies a texturar 2.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 17 Tratamentos Superficiais de Texturas Duração de Referência: 35 horas 1. ƒ Executar a triagem de resíduos. no que concerne à textura e integridade. tendo em consideração as aplicações e o desempenho das peças produzidas. térmico e químico). ƒ Executar o acabamento de superfícies.3.2. Pretende-se que o aluno adquira a capacidade necessária para analisar e optar pelas melhores soluções. incluindo o polimento. ƒ Cumprir as normas de higiene. Tipos e estados de superfície 1. Âmbito dos Conteúdos 1. ƒ Executar a protecção de superfícies polidas. 3.

1. Handbook of Surface and Nanometrology. Resultantes da maquinação 2. Técnicas de fabrico mais adequadas para prevenir consequências dos efeitos 2. WHITEHOUSE. Polimento 3.2. Bristol: IOP Publishing. Imaging and Sensing Series). Condições do espaço envolvente para proceder ao polimento (posição luz.2. Bristol: IOP Publishing. Preparação das peças 3. (2002). 48 . limpeza do espaço) 3.1. Ferramentas e equipamentos 3.2. D.1. Tratamento das superfícies 2. Bibliografia / Outros Recursos WHITEHOUSE. classificação e características dos defeitos 2. (1994). J. Generalidades 2.2. Generalidades 3. J. WHITEHOUSE. Tipos.2. Handbook of Surface Metrology. térmicos e químicos 2.1.2. Defeitos resultantes dos processos de fabrico 2.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 17: Tratamentos Superficiais de Texturas Cursos Profissionais 2.3.3. Técnicas de polimento 3.2.3.2. D.2. Materiais abrasivos 3.4.3. Metrology Properties Engineered Surfaces (Optoelectronics.3.2.2. Técnicas de prevenção em soldadura 2. Triagem de resíduos provenientes da operação de desbaste e polimento 4.3. D.3. Factores de influência na selecção do processo de fabrico (tipo de aço vs tipo de textura vs tipo de soldadura) 2. Resultantes da soldadura (supressão de tensões e outros) 2.3.2.1. (2000).2.3.2.3. Limpeza e protecção das superfícies polidas (conservação e transporte de peças) 3.2. J. Análise dos efeitos mecânicos.3. Técnicas de prevenção em maquinação 3. Fases do processo de polimento 3. humidade.2.4.5.2. Bristol: IOP Publishing.

ƒ Planear e gerir a produção de acordo com os objectivos definidos. Selecção de ferramentas e equipamentos de produção 49 . Técnicas de direcção 1. Conteúdo do posto de trabalho 2. Âmbito dos Conteúdos 1. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Definir processos de execução de peças. Preparação do trabalho 3.2. Sequência de operações a realizar 3. organizar postos de trabalho e preparar e distribuir tarefas.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 18 Preparação do Trabalho e Planeamento Duração de Referência: 25 horas 1. equipamentos e mão de obra. Medida do trabalho (estudo dos tempos) 1. estudar tempos de produção. Estudo do trabalho 1. ƒ Estabelecer e aplicar metodologias e formas de medição que influenciem a produtividade. Apresentação Com este módulo pretende-se que o aluno adquira competências para definir métodos de trabalho.1. Ergonomia 3. 2. de qualidade e ambientais. Formação de pessoal 1. Recepção ou estudo de desenhos e outras especificações técnicas 3. Posto de trabalho 2.4.1. ƒ Controlar a produção.3. ƒ Aplicar as normas de higiene. ƒ Planear e gerir materiais.3. Introdução ao estudo do trabalho 1.2.5. Relatórios finais 2.6.3. Estudo dos métodos 1. 3.2. propondo acções preventivas e correctivas face aos desvios.1. Organização do posto de trabalho 2. de segurança.

2. Custeio Baseado em Actividades. INNES. 50 . S. RIBEIRO S. FALCONER. Rectificação dos desvios 4. Auto-controle e melhoria da produtividade 4. Controlo da produção 4.l. Bibliografia / Outros Recursos COUTO. Organização da Produção e das Operações. Análise dos métodos 4.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 18: Preparação do Trabalho e Planeamento Cursos Profissionais 4. Ergonomia Aplicada ao Trabalho . (2004). Lisboa: Monitor. ROLDÃO. Innes. Belo Horizonte: Ergo Editora. Manual de Ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. R. GRANDJEAN. Lisboa: Monitor.3. Mitchell (2003).Volumes I e II.]: Bookman.1.. [s. V. Etienne (1998). Araujo Hudson (1995).

ƒ Executar a avaliação qualitativa e quantitativa da árvore de Falha.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 19 Fiabilidade Duração de Referência: 45 horas 1. A aplicação prática destas competências permitirá melhorar a segurança de funcionamento dos componentes e dos equipamentos industriais. conceitos. como factores de influência nos custos de exploração de um equipamento. na Análise de Modos e Efeitos de Falha (AMEF). ƒ Identificar a importância da fiabilidade de um produto. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Aplicar o conceito de fiabilidade. de um equipamento ou até mesmo. Apresentação Com este módulo pretende-se que o aluno adquira competências para identificar os métodos mais adequados ao estudo e avaliação da fiabilidade dos componentes e dos sistemas. 3. a manutibilidade e a disponibilidade. ƒ Aplicar e interpretar a Análise de Modos e Efeitos de Falha (AMEF) em produtos. ƒ Calcular a fiabilidade de sistemas simples e de sistemas com redundância. ƒ Aplicar procedimentos de previsão da fiabilidade. 51 . para os fabricantes e para os utilizadores. ƒ Calcular a fiabilidade de produtos ou componentes. ƒ Aplicar metodologias de cálculo da fiabilidade e manutibilidade de um sistema. de um produto ou equipamento. ƒ Definir a fiabilidade como probabilidade condicionante da qualidade e bom desempenho. ƒ Identificar e aplicar os ensaios de fiabilidade. ƒ Relacionar a fiabilidade com a manutibilidade e a disponibilidade de um equipamento. de um sistema ou de um serviço. ƒ Relacionar a fiabilidade com o ciclo de vida do produto. Os conhecimentos adquiridos permitirão associar a Fiabilidade à qualidade e ao grau de confiança de um componente. ƒ Identificar a fiabilidade. em processos e em sistemas. ƒ Caracterizar as falhas dos componentes a partir das distribuições estatísticas. de um processo. ƒ Definir e caracterizar a distribuição das falhas. ƒ Definir e caracterizar a taxa de avarias. ƒ Aplicar as definições. ƒ Caracterizar os diferentes tipos de sistemas. de uma organização. simbologia e normas.

1. Fiabilidade e ciclo de vida do produto 1. Manutibilidade e disponibilidade de um equipamento 1.2. Distribuições estatísticas na representação da vida esperada 2.4. Tipos de sistemas. Sistema série 3.3. Função densidade de probabilidade de falha 2.3. Distribuição exponencial 2. Fiabilidade de sistemas 3.3. Período de infância ou de mortalidade infantil 2.3.3.1.3.5. Introdução à fiabilidade 1. Redundância passiva ou em standby 52 .4.1. Taxa de avarias 2.2.2. Fiabilidade dos componentes 2.7.2.5. Âmbito dos Conteúdos 1.2. Sistema paralelo 3.6. Função de probabilidade geral 2.2.1. Tempo médio de falha – MTTF 2. Período de degradação ou de desgaste 2.1.3.1.2.3. Características 3.1.1.1. Probabilidade de sobrevivência e de falha 2.3.2.1.6. Distribuição normal 2. Distribuição de Weibull 2. Fiabilidade e desempenho 1. Período de maturidade ou de vida útil 2.2. Introdução 3.5. Tempo médio entre falhas – MTBF 2. Redundância activa 3. Medição da fiabilidade 2. Fiabilidade intrínseca e extrínseca 1. Conceitos e definições 1.2. Redundâncias 3.3. Curva de mortalidade/sobrevivência 2.1.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 19: Fiabilidade Cursos Profissionais 3.1.3.2. Requisitos de fiabilidade 1.4.1. Etapas da fiabilidade 2.3.3.2. Outras distribuições estatísticas 3. Tratamento de dados 2.2.1.

Definições. L. Manutenção Centrada na Fiabilidade.1. (2006).4.3.Sistemas de Gestão da Qualidade. O. Lisboa: IPQ . Monitor.ipq. Organização e Gestão da Manutenção.. (1998). BERNILLON. ASSIS.5.2. (1997).2. Lisboa: IPQ . Apoio à Decisão em Gestão da Manutenção. C. A.aspx?modid=0&pagid=8 . 5.Dos conceitos à prática.Instituto Português da Qualidade. Lidel . Comparação entre alternativas 5. Lisboa: IPQ . Vida económica de um sistema ou equipamento 5.Edições Técnicas. (1990).d. (s.3.pt/custompage.1. Análise da árvore de falhas – AAF 4. Procedimentos 4. Lisboa. Princípios de Gestão da Qualidade.E. FONSECA.Edições Técnicas. CUIGNET. Lisboa: Lidel . FEY. . Avaliação económica 5.ª ed. Gestão da Manutenção.6. O. Aplicações 5.. http://www.Instituto Português da Qualidade. ASSIS.Edições Técnicas. GOGUE. Lisboa: Edições Sílabo. Lidel . Lidel . (1996). CÉRUTTI. Árvore de falha qualitativa e quantitativa. Análise e prevenção da falha 4. Europeias (EN) e Internacionais (ISO). R. Bibliografia / Outros Recursos ASSIS.4. Diagramas lógicos 3. A Qualidade Total – Implementação e Gestão. EBELING. Previsão da fiabilidade de um sistema.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 19: Fiabilidade Cursos Profissionais 3. Análise de modos e efeitos de falha – AMEF 4.2. CABRAL.. J. Normas Internacionais (ISO).apmi. R. (2004). Porto: ISEP. Introdução 5. simbologia e normas aplicáveis 4. Lisboa. Lisboa. J. (1997). Lisboa. Exemplos de aplicação 4.pt – Associação Portuguesa de Manutenção Industrial. PIRES. New York: McGraw-Hill.V. Fiabilidade na concepção dos sistemas 5. R. conceitos. Lisboa: Lidel . Normas Europeias (EN). Normas: Normas Portuguesas (NP).1. Casos de análise do custo do ciclo de vida.(2002).Edições Técnicas.2. Aplicações de distribuições estatísticas 3. Sítios na Internet: http://www. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 53 .Instituto Português da Qualidade. Qualidade . Gestão e Garantia da Qualidade..). R. An Introduction to Reliability and Maintainability Engineering. R.2. PINTO. Ramos (2000).Normas Portuguesas (NP). Organização e Gestão da Manutenção .C. S.Edições Técnicas. M.

Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 20 Sistemas da Qualidade Duração de Referência: 35 horas 1. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Identificar e sistematizar os conceitos de Gestão da Qualidade. Os alunos deverão estar aptos a identificar e interpretar os requisitos definidos na Norma NP EN ISO 9001 e saber descrever uma metodologia para implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade. como factor de competitividade das Empresas. ƒ Identificar e interpretar os requisitos definidos nas Norma de Sistemas de Gestão da Qualidade NP EN ISO 9001. 54 . ƒ Relacionar a importância dos aspectos humanos. para a importância da Qualidade no Mundo actual. com a implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade. ƒ Descrever uma metodologia para a implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade. sociais e motivacionais de uma Organização. Apresentação Neste módulo pretende-se sensibilizar os alunos. 2. sociais e motivacionais de uma Organização. com a implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade. segundo a NP EN ISO 9001. de acordo com as características e requisitos de cada Organização. ƒ Conhecer e aplicar metodologias de implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade. Também se pretende que os alunos associem a importância dos aspectos humanos.

Sistemas de Gestão da Qualidade. Âmbito dos Conteúdos 1.Normas Portuguesas (NP). 3. 55 . As Normas da família ISO 9000. Sítios na Internet: http://www.2ª Edição 2000 Manual Prático para a Certificação e Gestão da Qualidade com base nas Normas ISO 9000-2000VERLAG DASH¨FER. Edições Sílabo Lda.4.1. Normalização.2. Europeias (EN) e Internacionais (ISO). A Norma de referência NP EN ISO 9001.pt/custompage. Qualidade – Sistemas de Gestão da Qualidade. 2.ipq. Acreditação e Certificação.3. 2. O Manual da Qualidade. e a formação dos recursos humanos.1.1 A definição da estratégia.enre.A análise da situação de partida (Diagnóstico). O planeamento e a gestão do projecto de implementação.umd. 1. 2. 3.3.Metodologia de Implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade. Lisboa: IPQ . 1.4.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Módulo 20 .2. .2.htm http://www. 2. 4.Instituto Português da Qualidade.5. a motivação.4. Principais conceitos e evolução histórica. 3. 2. Conceitos de Gestão da Qualidade.Sistemas da Qualidade Cursos Profissionais 3. Qualidade Total. Gestão estratégica e a organização das Empresas. Custos da Qualidade. Enquadramento legislativo e normativo das Empresas.edu//mil.5. 2007 Normas: Normas Portuguesas (NP EN ISO). 1. Ramos.aspx?modid=0&pagid=8 . 1. Bibliografia / Outros Recursos Pires. 3. 3. 3. Abordagem á Gestão por Processos. 2. A organização.3. A.

aos Processos.1.Execução da Auditoria 56 .14001 .Preparação da Auditoria 3. na Melhoria da eficiência e eficácia das Organizações. Conceitos e definições 4. ƒ Saber interpretar os Requisitos das Normas NP EN ISO 9001 . ( NP-EN-ISO entre outras ). as práticas e os objectivos das Auditorias aos Sistemas. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: ƒ Conhecer a importância das Auditorias. Apresentação Neste módulo pretende-se identificar os alunos para as metodologias. ƒ Compreender os aspectos gerais das Auditorias com base na Norma NP EN ISO 19001-2003 nomeadamente: ƒ Definições de Auditoria ƒ Necessidade de Auditorias ƒ Características comuns das Auditorias ƒ Tipos de Auditorias ƒ Técnicas de Auditorias ƒ Planos de Auditorias ƒ Preparação da Auditoria ƒ Realização da Auditoria ƒ Acções pós-Auditoria ƒ Qualificação e responsabilidades dos Auditores 3.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 21 Auditorias a Sistemas da Qualidade Duração de Referência: 20 horas 1. Objectivos das Auditorias e responsabilidades 3. 2. com base em Normas de referências Nacionais e Internacionais.Desenvolvimento da Auditoria 3. Âmbito dos Conteúdos 3.Auditoria 3. aos Produtos e aos Equipamentos.2.3. entre outras.

Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA

Cursos Profissionais

3.4.Documentos da Auditoria 3.5.Conclusão da Auditoria 3.6.Acções correctivas e seguimento. 4. Análise dos requisitos de uma Norma de referência ( NP EN ISO 9001 ) 5.Elaboração de Lista de verificação para Auditoria 6.Simulação de Auditoria.

4. Bibliografia / Outros Recursos

Normas: Normas Portuguesas (NP). Lisboa: IPQ - Instituto Português da Qualidade. Normas Europeias (EN). Lisboa: IPQ - Instituto Português da Qualidade. Normas Internacionais (ISO). Lisboa: IPQ - Instituto Português da Qualidade. Sítios na Internet: http://www.enre.umd.edu//mil.htm http://www.ipq.pt/custompage.aspx?modid=0&pagid=8 - Normas Portuguesas (NP), Europeias (EN) e Internacionais (ISO).

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Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA

Cursos Profissionais

MÓDULO 22

Gestão por Processos
Duração de Referência: 35 horas

5. Apresentação
Neste módulo pretende-se sensibilizar o aluno, para as vantagens de operar e gerir uma Organização de forma sistemática e vísivel, com base na implementação e manutenção de um Sistema de Gestão de Processos, que podem ser entendidos, geridos e melhorados, tanto quanto à eficácia, como quanto à eficiência.

6.

Objectivos de Aprendizagem
O aluno deverá: ƒ Saber a importância de conhecer, a forma de funcionamento das empresas e identificar todas as suas actividades. ƒ Saber identificar os Processos de uma empresa, como conjunto de actividades interligadas. ƒ Saber aplicar as metodologias para identificar e descrever os Processos chave: ƒ Saber aplicar as metodologias para identificar e descrever os Processos de suporte. ƒ Saber aplicar as metodologias para identificar e descrever os Processos de gestão. ƒ Saber construir a Matriz de cruzamento, entre os processos de uma empresa, definindo para cada processo: ƒ Método de controlo e monitorização; ƒ Identificação dos responsáveis de cada Processo; ƒ Identificação dos objectivos e indicadores de desempenho para cada Processo; ƒ Identificação dos inputs e outputs para cada Processo; ƒ Identificação dos clientes (internos e externos); ƒ Identificação das interfaces dos Processos. ƒ Saber preparar a documentação de base, associada a cada Processo

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Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Módulo 22-Gestão por Processos

Cursos Profissionais

7.

Âmbito dos Conteúdos
5. Conceitos e definições, agregadas á Gestão e aos Processos 6. Indicadores de desempenho (técnicos e financeiros). 3.A eficiência e a eficácia. Conceitos e casos práticos 4 As Normas NP EN ISO 9000 e a abordagem à Gestão de sistemas e processos.

8.

Bibliografia / Outros Recursos
PINTO, João Paulo (2006) Gestão de Operações na Indústria e nos Serviços. Lisboa; Lidel. Normas: Normas Portuguesas (NP). Lisboa: IPQ - Instituto Português da Qualidade. Normas Europeias (EN). Lisboa: IPQ - Instituto Português da Qualidade. Normas Internacionais (ISO). Lisboa: IPQ - Instituto Português da Qualidade. Sítios na Internet: http://www.enre.umd.edu//mil.htm http://www.ipq.pt/custompage.aspx?modid=0&pagid=8 - Normas Portuguesas (NP), Europeias (EN) e Internacionais (ISO).

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• Saber efectuar ensaios de textura.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 23 Técnicas Laboratoriais I (Metalografia) Duração de Referência: 25 horas 9. • Distinguir materiais metálicos e não metálicos. – Ligação metálica. 11. condutibilidade eléctrica e térmica. – Plasticidade.Estrutura macrográfica. 60 . densidade. – Estrutura dos metais: .Estrutura atómica. – Ensaios de textura: . – Condutibilidade térmica. Apresentação Pretende-se com este módulo que o aluno adquira conhecimentos sobre as várias estruturas internas dos metais e associá-las com as suas propriedades. • Ter a noção de anisotropia e isotropia aparente. .Estrutura cristalina.Estrutura micrográfica. – Materiais metálicos e não metálicos. 10. Âmbito dos Conteúdos – Noção de metal puro. • Saber tirara conclusões dos exames de textura efectuados.Ensaios macrográficos. . • Conhecer as propriedades que caracterizam um metal: plasticidade. – Anisotropia e isotropia aparente. Através de amostras preparadas pelo próprio aluno e recorrendo ao microscópio metalográfico deverão ser observadas diferentes estruturas de diferentes materiais. . – Condutibilidade eléctrica. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: • Compreender as várias estruturas dos metais.

C. Edições Técnicas ISQ. HillY.. Editorial Mir. Fernando M.Tecnologia Mecânica – 10º ano – Edições ASA. • Branco. Tecnologia Mecânica . Acácio Teixeira. Moscu. Carreira. 12.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais . Pinto. • Sokolov.. Ferreira –Mecânica dos Materiais II. Pires. Porto Editora • Chaussin. Aços – Características e Tratamentos. Coimbra Editora. Livraria Livroluz. Mecânica Industrial. M Carvalho – Mecânica dos Materiais. • Cruz. – Ensaios químicos. Mecânica dos Materiais.Volume II. Usov. Fundação Calouste Gulbenkian. Ensaios não destrutivos. Bibliografia / Outros Recursos • Soares.Ensaios micrográficos. Dunod 61 . J. A C. • Rocha. Sobral. Ed. Paris. P. F. • Silva. Carlos Moura. • Pires. G – Métallurgie.

Raios X. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: • Compreender a necessidade de efectuar ensaios. • Ser capaz. 15. Magnetoscopia. 2. de definir quais os ensaios a que deve submeter determinada peça. 62 . Métodos visuais. • Conhecer e efectuar ensaios laboratoriais. Apresentação Pretende-se com este módulo que o aluno adquira conceitos fundamentais de Mecânica dos Materiais e conhecimentos sobre as técnicas de ensaios laboratoriais utilizados Indústria Metalomecânica para avaliação da conformidade do processo ou para detecção de defeitos. perante uma situação prática. • Conhecer os tipos de ensaios normalmente aplicados aos materiais. interpretar e utilizar correctamente tabelas de valores relacionados com os ensaios executados. • Adquirir conhecimentos para consultar. 3.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 24 Técnicas Laboratoriais II (Ensaios não destrutivos) Duração de Referência: 25 horas 13. • Distinguir ensaio destrutivo de ensaio não destrutivo. 6. Âmbito dos Conteúdos 1. Ultra-sons. Líquidos Penetrantes. Outros. quer aos materiais que vão ser usados quer a peças já concluídas. 14. 5. • Saber consultar as Normas Portuguesas sobre ensaios. Ensaios de Laboratório mais usuais: 1. 4.

Mecânica dos Materiais. Ornelas. 63 . Silva.Coelho. III Porto Editora • Nash. W. Edições ASA • Branco.. F. Carreira. José A. Alberto M.C. Carlos Moura. Ribeiro. Resistência dos Materiais. J. Costa – Práticas Oficinais e Laboratoriais de Mecânica. A C. Moscu. Aços – Características e Tratamentos. P. Editorial Mir. Edições Técnicas ISQ.S. • Rocha. Bibliografia / Outros Recursos • Soares. Mecânica Industrial. A. Vaz. Fernando M. Pinto. Ensaios não destrutivos. • Silva. Coimbra Editora. Manuel A. • Sokolov.Volume III. Ferreira –Mecânica dos Materiais. Fundação Calouste Gulbenkian. Usov.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais 16. • Cruz.. Tecnologia Mecânica . Acácio Teixeira. McGraw-Hill. Livraria Livroluz.

64 . os coeficientes de segurança. • Saber aplicar. • Realizar ensaios de tracção e flexão perante uma situação prática que se lhe apresente. • Ter noção clara do que é a deformação elástica e plástica. • Saber consultar as Normas Portuguesas sobre ensaios. interpretar e utilizar correctamente tabelas de valores relacionados com os ensaios executados. Pretende-se com este módulo que o aluno adquira e aplique conhecimentos sobre as técnicas de ensaios mecânicos mais utilizados na caracterização dos materiais para avaliação da conformidade do processo ou para detecção de defeitos. Apresentação Neste módulo será feita uma abordagem aos aspectos básicos da mecânica dos materiais. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: • Compreender a necessidade de efectuar ensaios. • Distinguir ensaio destrutivo de ensaio não destrutivo. • Adquirir conhecimentos para consultar. • Conhecer os tipos de ensaios normalmente aplicados aos materiais. • Conhecer vários tipos de ensaios de materiais. à flexão e à dureza. • Conhecer o funcionamento de uma máquina de ensaios à tracção. quer aos materiais que vão ser usados quer a peças já concluídas.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 25 Técnicas Laboratoriais III (Ensaios Destrutivos) Duração de Referência: 25 horas 17. • Fazer registos dos valores encontrados em todos os ensaios efectuados. aos conceitos fundamentais do comportamento mecânico dos materiais e aos ensaios a que os materiais podem ser submetidos para determinação das suas propriedades mecânicas. 18. conforme os casos. • Ter uma ideia dos valores da carga de rotura dos materiais usados correntemente.

1977 – Resistência dos Materiais I e II Volumes – Brasil. 9. 7. • Sokolov. Corte. Fundação Calouste Gulbenkian. 11. 20. José A. Silva. 5. Resistência dos Materiais. III Porto Editora • Nash. Fernando M. Fadiga. McGraw-Hill. F. Alberto M. Shore. Pires.Coelho. 2. 2. Coimbra Editora • Ornelas. Livros Técnicos e Científicos Editora S. Brinell.S. 1. M Carvalho – Mecânica dos Materiais. Mecânica Industrial. Ensaios destrutivos. 3. Torção. Mecânica dos Materiais.. Rio de Janeiro. • Silva. Vaz. Ensaios mecânicos. Rockwell. • Soares. Sobral. Ensaios complementares Dureza: 8. Ferreira –Mecânica dos Materiais. Usov. Carreira. Acácio Teixeira. Manuel A. A C. Âmbito dos Conteúdos 1. • Rocha. Editorial Mir. 4.A. Edições Técnicas ISQ. • Timoshenko. Compressão.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA MÓDULO 25: Técnicas Laboratoriais III (Ensaios Destrutivos) Cursos Profissionais 19. A. Sérgio Augusto – Ensaios mecânicos de materiais metálicos – Editora Edgard Blűcher ltda.2 Dinâmicos: 6. W. Carlos Moura.1 Estáticos: 1. Bibliografia / Outros Recursos • Souza. • Cruz. Moscu.Volume III. Pinto. Flexão. Edições ASA • Branco. P.Tecnologia Mecânica – 10º ano – Edições ASA. Vickers. Tecnologia Mecânica .. J.C. Tracção. 1. Choque. 65 . • Pires. Ribeiro. Costa – Práticas Oficinais e Laboratoriais de Mecânica. Livraria Livroluz. Aços – Características e Tratamentos. 10.

Metais puros. • Conhecer o processo de aquecimento e arrefecimento de um metal puro e o seu mecanismo de solidificação. • Adquirir a noção de alotropia e conhecer as variedades alotrópicas do ferro e do carbono.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 26 Técnicas Laboratoriais IV (Composição Química) Duração de Referência: 25 horas 21. 1. Deverá ser feita uma abordagem aos vários processos de ligação dos átomos das ligas metálicas durante a solidificação. Âmbito dos Conteúdos 1. Obtenção de ligas pela fusão dos seus componentes 4. Fusão e solidificação de um metal puro 2.Ligas metálicas 3. • Analisar o Diagrama de equilíbrio das ligas binárias de modo a adquirir capacidade para determinar a composição da liga e a percentagem relativa de líquido e de sólido. Transformações alotrópicas 2. soluções sólidas e compostos químicos. Apresentação Este módulo permitirá ao aluno conhecer os diferentes tipos ligas metálicas (ferrosas e não ferrosas) e metais simples utilizadas na Industria Metalomecânica. 22. assim como a diferença dos seus mecanismos de aquecimento e arrefecimento. Formas sob que se apresentam os agregados cristalinos nas ligas metálicas 66 . assim como efectuar os respectivos diagramas de equilíbrio. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: • Distinguir metal puro de liga metálica. • Definir liga metálica. • Traçar diagramas de equilíbrio de ligas binárias MÓDULO 26: Técnicas Laboratoriais IV (Composição Química) 23. • Ter a noção de misturas. Neste módulo o aluno deverá fazer o estudo quantitativo dos componentes de uma liga binária.

Soluções sólidas. Dunod • Lemos. Misturas mecânicas. 9. Tecnologia Mecânica . Traçado.Volume II. Ed. C. 11. 67 .. Acácio Teixeira. • Soares. Livraria Livroluz. M Carvalho – Mecânica dos Materiais. Pinto. Lei das fases ou de Gibbs 24. Diagrama de equilíbrio das ligas 10. Propriedades da ligas. 12. Paris. Pires. 6. 8.João A. G – Métallurgie.Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais 5. • Silva. Aços – Características e Tratamentos. Coimbra Editora. Alves. Lisboa. Fernando M.Tecnologia Mecânica – 10º ano – Edições ASA. Compostos químicos ou intermetálicos. 7. HillY. • Rocha. Correia. João A. Porto Editora • Chaussin. Composição e proporção relativa de duas fases em presença. Texto Editora. João A – Mecânicas dos Materiais. Ferreira –Mecânica dos Materiais III. Bibliografia / Outros Recursos • Pires. Sobral.

Sistema Português da Qualidade 3. Conceito da Qualidade 2.3 Normas Europeias 4.1 Normas Portuguesas . Efectuar inspecções de aceitação. Controlo de Qualidade do Processo 8. 2. Normas . Âmbito dos Conteúdos 1. Efectuar controle de qualidade do processo.2 Diagrama Causa-Efeito (Ishikawa) 9. Vai permitir ao aluno a aquisição de conhecimentos sobre técnicas de controle da qualidade. Efectuar análises de Pareto. Auto-Controlo 4. Efectuar diagramas de causa-efeito. Projectar Sistemas de Controlo da Qualidade 5. Conhecer as normas ISO. Inspecção de Aceitação 7. Efectuar melhorias contínuas. Controlo Estatístico da Qualidade 6. normas e sistemas da qualidade. Conhecer as normas europeias da qualidade. Bibliografia / Outros Recursos 68 .Programa de PRÁTICAS OFICINAIS TÉCNICO DE PRODUÇÃO EM METALOMECÂNICA Cursos Profissionais MÓDULO 27 TÉCNICAS DE CONTROLE DA QUALIDADE Duração de Referência: 30 horas 1. Efectuar controle de qualidade na indústria.2 Normas ISO . Implementar controlo estatístico da qualidade. Apresentação Neste módulo é feita a abordagem aos conceitos.1 Análise de Pareto (ABC) . 3. Objectivos de Aprendizagem O aluno deverá: • • • • • • • • • • • • Conhecer o sistema português da qualidade. Controlo de Qualidade na Indústria 10. Melhoria Contínua . Projectar e implementar um sistema da qualidade. Conhecer as normas portuguesas da qualidade.

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