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Cálculo de Blindagem Convencional Alessandro Facure, D.Sc. facure@cnen.gov.br
Cálculo de Blindagem
Convencional
Alessandro Facure, D.Sc.
facure@cnen.gov.br
Comissão Nacional de Energia Nuclear Literatura: NCRP 49 (1976) NCRP 51 (1977) NCRP 79 (1984)
Comissão Nacional de Energia Nuclear
Literatura:
NCRP 49 (1976)
NCRP 51 (1977)
NCRP 79 (1984)
Shielding Techniques (1998)
de Energia Nuclear Literatura: NCRP 49 (1976) NCRP 51 (1977) NCRP 79 (1984) Shielding Techniques (1998)
de Energia Nuclear Literatura: NCRP 49 (1976) NCRP 51 (1977) NCRP 79 (1984) Shielding Techniques (1998)

NCRP 151

de Energia Nuclear Literatura: NCRP 49 (1976) NCRP 51 (1977) NCRP 79 (1984) Shielding Techniques (1998)
Comissão Nacional de Energia Nuclear Grandezas Grandezas : : • • Limites Limites de de

Comissão Nacional de Energia Nuclear

GrandezasGrandezas::

Comissão Nacional de Energia Nuclear Grandezas Grandezas : : • • Limites Limites de de dose;
Comissão Nacional de Energia Nuclear Grandezas Grandezas : : • • Limites Limites de de dose;
Comissão Nacional de Energia Nuclear Grandezas Grandezas : : • • Limites Limites de de dose;

LimitesLimites dede dose;dose; CargaCarga dede trabalhotrabalho;; FatoresFatores dede ocupaocupaçção/usoão/uso;; HVLHVL ee TVL;TVL; TransmissãoTransmissão

de de ocupa ocupa ç ç ão/uso ão/uso ; ; • • HVL HVL e e

3

Comissão Nacional de Energia Nuclear Limites Limites de de doses doses ocupacionais ocupacionais (trabalhadores)

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Limites Limites de de doses doses ocupacionais ocupacionais (trabalhadores)
Comissão Nacional de Energia Nuclear Limites Limites de de doses doses ocupacionais ocupacionais (trabalhadores)

LimitesLimites dede dosesdoses ocupacionaisocupacionais (trabalhadores)(trabalhadores)

• Dose efetiva de P = 20 mSv/ano

4 x 10 -4 Sv/sem

ocupacionais ocupacionais (trabalhadores) (trabalhadores) • Dose efetiva de P = 20 mSv/ano 4 x 10 -
Comissão Nacional de Energia Nuclear Limites Limites de de doses doses para para indiv indiv

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Limites Limites de de doses doses para para indiv indiv í
Comissão Nacional de Energia Nuclear Limites Limites de de doses doses para para indiv indiv í

LimitesLimites dede dosesdoses parapara indivindivííduosduos dodo ppúúblicoblico

• Dose efetiva de P = 1 mSv/ano

2 x 10 -5 Sv/sem

para indiv indiv í í duos duos do do p p ú ú blico blico •
Comissão Nacional de Energia Nuclear Carga de trabalho
Comissão Nacional de Energia Nuclear
Carga de trabalho
Comissão Nacional de Energia Nuclear Carga de trabalho Acelerador Acelerador W = Dose ⋅ campo campos

AceleradorAcelerador

W =

Dose

campo

campos

paciente

pacientes

dia

Carga de trabalho Acelerador Acelerador W = Dose ⋅ campo campos paciente ⋅ pacientes dia 5

5 dias

semana

a 1m!

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cont. Exemplo Exemplo : : • Número de pacientes por

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Cont.
Cont.

Cont.

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cont. Exemplo Exemplo : : • Número de pacientes por dia:

ExemploExemplo::

Nacional de Energia Nuclear Cont. Exemplo Exemplo : : • Número de pacientes por dia: 60
Nacional de Energia Nuclear Cont. Exemplo Exemplo : : • Número de pacientes por dia: 60

• Número de pacientes por dia: 60

• Número médio de campos por paciente: 1,5

• Dose média por campo: 2 Gy

5 dias

semana

W

= 2 (1,5) (60)

=

900 Gy

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cont. HDR HDR • Número de pacientes por dia: 6

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Cont.
Cont.

Cont.

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cont. HDR HDR • Número de pacientes por dia: 6 •

HDRHDR

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cont. HDR HDR • Número de pacientes por dia: 6 •

• Número de pacientes por dia: 6

• Número de iserções por paciente: 3

• Número de inserções/semana: 90

• Tempo de inserção: 2 minutos

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cont. Tempo Tempo de de exposi exposi ç ç ão

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Cont.
Cont.

Cont.

TempoTempo de de exposi exposi ç ç ão ão semanal: semanal: Tempo dede exposiexposiççãoão semanal:semanal:

90 inserções x 2 min = 3 horas

Taxa de kerma no ar, a 1 m:
Taxa de kerma no ar, a 1 m:
semanal: 90 inserções x 2 min = 3 horas Taxa de kerma no ar, a 1

4,2 x 10 -2 Gy/h

10 Ci de 192 Ir

semanal: 90 inserções x 2 min = 3 horas Taxa de kerma no ar, a 1
Comissão Nacional de Energia Nuclear Cont. Carga Carga de de trabalho trabalho p/ p/ HDR:

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Cont.
Cont.

Cont.

CargaCarga de de trabalho trabalho p/ p/ HDR: HDR: Carga dede trabalhotrabalho p/p/ HDR:HDR:

Cont. Carga Carga de de trabalho trabalho p/ p/ HDR: HDR: W= AKR x t =

W= AKR x t = 4,2 x 10 -2 Gy x 3 h

Cont. Carga Carga de de trabalho trabalho p/ p/ HDR: HDR: W= AKR x t =

W 0,13 Gy

Cont. Carga Carga de de trabalho trabalho p/ p/ HDR: HDR: W= AKR x t =
Comissão Nacional de Energia Nuclear FATOR FATOR DE DE OCUPA OCUPA Ç Ç ÃO: ÃO:

Comissão Nacional de Energia Nuclear

FATORFATOR DEDE OCUPAOCUPAÇÇÃO:ÃO:

Nuclear FATOR FATOR DE DE OCUPA OCUPA Ç Ç ÃO: ÃO: É a fração do tempo

É a fração do tempo (média) em que o indivíduo mais exposto está presente.

(média) em que o indivíduo mais exposto está presente. Um Um fator fator T=1/40 T=1/40 significa

UmUm fatorfator T=1/40T=1/40 significasignifica queque oo indivindivííduoduo maismais expostoexposto permanecepermanece nono local,local, nono mmááximo,ximo, 11 horahora porpor semanasemana (40(40 horashoras dede trabalhotrabalho semanais).semanais).

Para trabalhadores, ter cuidado com T < 1 !!! (NCRP 151)

Comissão Nacional de Energia Nuclear FATOR FATOR DE DE OCUPA OCUPA Ç Ç ÃO ÃO

Comissão Nacional de Energia Nuclear

FATORFATOR DEDE OCUPAOCUPAÇÇÃOÃO (CONT.):(CONT.):

FATOR DE DE OCUPA OCUPA Ç Ç ÃO ÃO (CONT.): (CONT.): 1 NCRP 49! • Áreas
1
1

NCRP 49!

• Áreas de trabalho: Consultórios, laboratórios, escritórios, oficinas, quartos, enfermarias, salas de repouso, áreas com crianças, espaços ocupados nas vizinhanças;

• Corredores (circulação), banheiros publicos, elevadores com ascensorista, estacionamento de veiculos;

• Salas de espera, toilets, escadas, elevadores de carga, depósitos de materiais, áreas externas de tráfego usadas somente por veículos.

1/4

1/16

12

Comissão Nacional de Energia Nuclear FATOR FATOR DE DE USO: USO: Fator adimensional relacionado à

Comissão Nacional de Energia Nuclear

FATORFATOR DEDE USO:USO:

Nacional de Energia Nuclear FATOR FATOR DE DE USO: USO: Fator adimensional relacionado à fração de
Nacional de Energia Nuclear FATOR FATOR DE DE USO: USO: Fator adimensional relacionado à fração de

Fator adimensional relacionado à fração de tempo em que o feixe útil de radiação está direcionado a cada uma das 4 principais posições

A soma dos fatores de uso nas quatro direções possíveis deve ser igual a 1.Para equipamentos de braquiterapia, assim como para radiação de fuga em equipamentos de teleterapia, deve-se considerar U=1.

de braquiterapia, assim como para radiação de fuga em equipamentos de teleterapia, deve-se considerar U=1. 13
Cont:Cont:
Cont:Cont:

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Cont:Cont: Comissão Nacional de Energia Nuclear Em Em geral: geral: • para o chão ( 0
Cont:Cont: Comissão Nacional de Energia Nuclear Em Em geral: geral: • para o chão ( 0

EmEm geral:geral:

• para o chão ( 0 0 ) : U= 3/7

• para o teto (180 0 ) : U= 2/7

• para parede direita (90 0 ) : U= 1/7

• para parede esquerda (270 0 ) : U= 1/7

teto (180 0 ) : U= 2/7 • para parede direita (90 0 ) : U=
teto (180 0 ) : U= 2/7 • para parede direita (90 0 ) : U=
Comissão Nacional de Energia Nuclear HVLs e TVLs HVL (camada semi-redutora): Espessura de material necessária

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear HVLs e TVLs HVL (camada semi-redutora): Espessura de material necessária para
HVLs e TVLs
HVLs e TVLs

HVL (camada semi-redutora): Espessura de material necessária para reduzir-se os níveis de radiação (doses) à metade do valor inicial.Comissão Nacional de Energia Nuclear HVLs e TVLs TVL (camada deci-redutora): Espessura de material necessária para

TVL (camada deci-redutora): Espessura de material necessária para reduzir-se os níveis de radiação (doses) à 1/10 do valor inicial.Espessura de material necessária para reduzir-se os níveis de radiação (doses) à metade do valor inicial.

Espessura de material necessária para reduzir-se os níveis de radiação (doses) à 1/10 do valor inicial.

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Comissão Nacional de Energia Nuclear Cont. 1 B A = 2 X / HVL 10

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Cont.
Cont.
1 B
1
B

A =

2 X / HVL

10 X /TVL

de Energia Nuclear Cont. 1 B A = 2 X / HVL 10 X / TVL

* 1 HVL = 0,301 TVL

de Energia Nuclear Cont. 1 B A = 2 X / HVL 10 X / TVL
de Energia Nuclear Cont. 1 B A = 2 X / HVL 10 X / TVL

X =

TVL x log (A) = TVL x log (1/B)

Comissão Nacional de Energia Nuclear C C Á Á LCULO LCULO DE DE BLINDAGENS: BLINDAGENS:
Comissão Nacional de Energia Nuclear C C Á Á LCULO LCULO DE DE BLINDAGENS: BLINDAGENS:

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear C C Á Á LCULO LCULO DE DE BLINDAGENS: BLINDAGENS: 17

CCÁÁLCULOLCULO DEDE BLINDAGENS:BLINDAGENS:

Comissão Nacional de Energia Nuclear C C Á Á LCULO LCULO DE DE BLINDAGENS: BLINDAGENS: 17
Comissão Nacional de Energia Nuclear Fontes Fontes de de Radiação Radiação
Comissão Nacional de Energia Nuclear
Fontes Fontes de de Radiação Radiação

CobaltoCobalto Cobalto

Fontes Fontes de de Radiação Radiação Cobalto Cobalto Fótons HDR HDR Fótons Aceleradores Aceleradores Lineares

Fótons

HDRHDR HDR

de de Radiação Radiação Cobalto Cobalto Fótons HDR HDR Fótons Aceleradores Aceleradores Lineares Lineares Fótons

Fótons

Radiação Cobalto Cobalto Fótons HDR HDR Fótons Aceleradores Aceleradores Lineares Lineares Fótons

AceleradoresAceleradores Lineares Lineares Aceleradores LinearesLineares

Radiação Cobalto Cobalto Fótons HDR HDR Fótons Aceleradores Aceleradores Lineares Lineares Fótons Nêutrons 18

Fótons

Nêutrons

Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES ACELERADORES & & COBALTO COBALTO 19
Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES ACELERADORES & & COBALTO COBALTO 19

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES ACELERADORES & & COBALTO COBALTO 19
Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES ACELERADORES & & COBALTO COBALTO 19

ACELERADORESACELERADORES && COBALTOCOBALTO

Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES ACELERADORES & & COBALTO COBALTO 19
Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES ACELERADORES & & COBALTO COBALTO 19

19

Comissão Nacional de Energia Nuclear F F Ó Ó TONS: TONS: • Primária (barreira primária);

Comissão Nacional de Energia Nuclear

FFÓÓTONS:TONS:

Comissão Nacional de Energia Nuclear F F Ó Ó TONS: TONS: • Primária (barreira primária); •

• Primária (barreira primária);

• Fuga (barreiras secundárias, labirinto e porta);

• Espalhada no paciente (barreiras secundárias, porta);

• Espalhada nas paredes (barreira secundária, porta).

• Espalhada no paciente (barreiras secundárias, porta); • Espalhada nas paredes (barreira secundária, porta). 20

20

Comissão Nacional de Energia Nuclear NÊUTRONS: NÊUTRONS: • Diretos; • Espalhados; • Térmicos; • Gamas

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear NÊUTRONS: NÊUTRONS: • Diretos; • Espalhados; • Térmicos; • Gamas de

NÊUTRONS:NÊUTRONS:

• Diretos;

• Espalhados;

• Térmicos;

• Gamas de captura.

Nacional de Energia Nuclear NÊUTRONS: NÊUTRONS: • Diretos; • Espalhados; • Térmicos; • Gamas de captura.
Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da Transmissão pela Barreira Primária * D 0 =

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da Transmissão pela Barreira Primária * D 0 = W.U

Cálculo da Transmissão pela Barreira Primária

* D 0 = W.U

D 0 . T/d 2 d D 0
D 0 . T/d 2
d
D
0
Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da Transmissão pela Barreira Primária Transmissão Transmissão B B

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da Transmissão pela Barreira Primária Transmissão Transmissão B B

Cálculo da Transmissão pela Barreira Primária

Nuclear Cálculo da Transmissão pela Barreira Primária Transmissão Transmissão B B (<1): (<1): •

TransmissãoTransmissão BB (<1):(<1):

• Limite de dose permitido P

e como

P= DB

D = D 0 /d 2

e D 0 = W.U.T

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da Transmissão pela Barreira Primária B = x P

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da Transmissão pela Barreira Primária B = x P prim

Cálculo da Transmissão pela Barreira Primária

B =

x

P

prim

WUT

(

d

) 2

Barreira Primária B = x P prim WUT ( d ) 2 P = Limite de

P = Limite de Dose

d prim = Distância alvo- ponto W = Carga de Trabalho

U

= Fator Uso

T

= Fator Ocupacional

Distância alvo- ponto W = Carga de Trabalho U = Fator Uso T = Fator Ocupacional

n TVL = - log B x

Comissão Nacional de Energia Nuclear Largura de Cinturão L = 0,566 ⋅ X + 0,6

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Largura de Cinturão L = 0,566 ⋅ X + 0,6 Tamanho
Largura de Cinturão
Largura de Cinturão

L=0,566X +0,6

Comissão Nacional de Energia Nuclear Largura de Cinturão L = 0,566 ⋅ X + 0,6 Tamanho

Tamanho de campo

Comissão Nacional de Energia Nuclear Largura de Cinturão L = 0,566 ⋅ X + 0,6 Tamanho

Dimensão máxima

25

Comissão Nacional de Energia Nuclear Largura de Cinturão 26

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Largura de Cinturão 26
Largura de Cinturão
Largura de Cinturão
Comissão Nacional de Energia Nuclear Largura de Cinturão 26
Comissão Nacional de Energia Nuclear Largura de Cinturão 26
Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da Transmissão da Radiação de Fuga B x =

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da Transmissão da Radiação de Fuga B x = 1000

Cálculo da Transmissão da Radiação de Fuga

Nuclear Cálculo da Transmissão da Radiação de Fuga B x = 1000 P ⋅ ⋅ 2

B

x

=

1000 P

2

WT

(

d

fuga

)

d fuga = distância isoc – ponto (metros).

Assumir que a fuga pelo cabeçote é menor ou igual a 1/1000 da primária no isocentro.

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da Transmissão da Radiação Espalhada no Paciente   P

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da Transmissão da Radiação Espalhada no Paciente   P 2

Cálculo da Transmissão da Radiação Espalhada no Paciente

Cálculo da Transmissão da Radiação Espalhada no Paciente   P 2 2 400 B p =
 

P

2

2

400

B p

=

(

d

) (

d

)

 

aWT

sec

esp

 

F

 

=

a

d sec =

fração espalhada (@ d m ) distância (em metros) isoc - ponto ;

d esp

= distância (em metros) alvo -

área do campo em cm 2

paciente;

F =

28

Comissão Nacional de Energia Nuclear RECOMENDA RECOMENDA Ç Ç ÕES: ÕES: • Quando a diferença

Comissão Nacional de Energia Nuclear

RECOMENDARECOMENDAÇÇÕES:ÕES:

de Energia Nuclear RECOMENDA RECOMENDA Ç Ç ÕES: ÕES: • Quando a diferença entre as espessuras

• Quando a diferença entre as espessuras for menor que 1 TVL, considerar a maior e adicionar 1 HVL;

• Se a diferença das espessuras for maior ou igual a 1 TVL, considerar a maior;

• A distância mínima à area ocupada é sempre de 30 cm da parede que serve como blindagem;

• Na dúvida, ser conservador em relação a fatores de ocupação.

Comissão Nacional de Energia Nuclear DOSE DOSE NA NA PORTA PORTA 30

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear DOSE DOSE NA NA PORTA PORTA 30

DOSEDOSE NANA PORTAPORTA

Comissão Nacional de Energia Nuclear DOSE DOSE NA NA PORTA PORTA 30
Comissão Nacional de Energia Nuclear DOSE DOSE NA NA PORTA PORTA 30
Comissão Nacional de Energia Nuclear DOSE DOSE NA NA PORTA PORTA 30
Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES 1. Dose de Fótons de Fuga e Espalhados; 2.

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES 1. Dose de Fótons de Fuga e Espalhados; 2. Dose

ACELERADORES

Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES 1. Dose de Fótons de Fuga e Espalhados; 2. Dose
Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES 1. Dose de Fótons de Fuga e Espalhados; 2. Dose
1. Dose de Fótons de Fuga e Espalhados; 2. Dose de Nêutrons; 3. Dose de
1. Dose de Fótons de Fuga e Espalhados;
2. Dose de Nêutrons;
3. Dose de Raios Gama de Captura.
Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES M M é é todo todo de de McGinley

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES M M é é todo todo de de McGinley McGinley

ACELERADORES

MMéétodotodo dede McGinleyMcGinley

(feixe primário espalhado nas paredes) + (radiação de fuga espalhada nas paredes) + (espalhado no paciente) + (radiação de fuga transmitida pela parede do labirinto).

G
G

* Os 4 termos são doses na

porta quando o feixe aponta

para a parede G.

32

Comissão Nacional de Energia Nuclear 1. Radiação primária espalhada: 33

Comissão Nacional de Energia Nuclear

1. Radiação primária espalhada:

1. Radiação primária espalhada:

Comissão Nacional de Energia Nuclear 1. Radiação primária espalhada: 33
Comissão Nacional de Energia Nuclear 1. Radiação primária espalhada: 33
Comissão Nacional de Energia Nuclear 1. Radiação primária espalhada: 33
Comissão Nacional de Energia Nuclear 1. Radiação primária espalhada: 33

33

Comissão Nacional de Energia Nuclear 34

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear 34
Comissão Nacional de Energia Nuclear 34

34

Comissão Nacional de Energia Nuclear 2. Radiação de fuga espalhada nas paredes:
Comissão Nacional de Energia Nuclear
2. Radiação de fuga espalhada nas paredes:
Comissão Nacional de Energia Nuclear 2. Radiação de fuga espalhada nas paredes: d sec d zz
Comissão Nacional de Energia Nuclear 2. Radiação de fuga espalhada nas paredes: d sec d zz
d sec d zz
d sec
d zz

35

Comissão Nacional de Energia Nuclear 3. Radiação espalhada pelo paciente: 36 d sec d zz

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear 3. Radiação espalhada pelo paciente: 36 d sec d zz
3. Radiação espalhada pelo paciente:

3. Radiação espalhada pelo paciente:

Comissão Nacional de Energia Nuclear 3. Radiação espalhada pelo paciente: 36 d sec d zz

36

d sec d zz
d sec
d zz
Comissão Nacional de Energia Nuclear 37

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear 37
Comissão Nacional de Energia Nuclear 37
Comissão Nacional de Energia Nuclear 4. Radiação de fuga que atravessa o labirinto: d L

Comissão Nacional de Energia Nuclear

4. Radiação de fuga que atravessa o labirinto:
4. Radiação de fuga que atravessa o labirinto:
d L
d L
Comissão Nacional de Energia Nuclear 4. Radiação de fuga que atravessa o labirinto: d L 38

38

Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES TOTAL: TOTAL: H = 2.64 ( ⋅ f ⋅H

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear ACELERADORES TOTAL: TOTAL: H = 2.64 ( ⋅ f ⋅H +H

ACELERADORES

TOTAL:TOTAL:

H = 2.64 ( ⋅ f ⋅H +H +H +H ) G S LS ps
H
=
2.64 (
f ⋅H +H
+H
+H
)
G
S
LS
ps
LT
H = 2.64 ( ⋅ f ⋅H +H +H +H ) G S LS ps LT

Para U = 1/4

onde f = fração transmitida através do paciente

Comissão Nacional de Energia Nuclear RESTRI RESTRI Ç Ç ÕES: ÕES: Essa metodologia deve ser

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear RESTRI RESTRI Ç Ç ÕES: ÕES: Essa metodologia deve ser utilizada

RESTRIRESTRIÇÇÕES:ÕES:

Nacional de Energia Nuclear RESTRI RESTRI Ç Ç ÕES: ÕES: Essa metodologia deve ser utilizada com
Nacional de Energia Nuclear RESTRI RESTRI Ç Ç ÕES: ÕES: Essa metodologia deve ser utilizada com

Essa metodologia deve ser utilizada com muita cautela fora das condições abaixo:

ser utilizada com muita cautela fora das condições abaixo: 2 <     d zz

2

<

 

d

zz

 

< 6

(

(

seção

reta do lab

   

 

arg

ura

 

1 <

altura

 

l

< 2

        arg ura   1 <  altura   l 
Comissão Nacional de Energia Nuclear Para equipamentos < 10 MV
Comissão Nacional de Energia Nuclear
Para equipamentos < 10 MV

Faz-se

/ H = B G
/
H
=
B
G

P

Para equipamentos < 10 MV Faz-se / H = B G P Transmissão Transmissão necess necess

TransmissãoTransmissão necessnecessáária!ria!

AA partirpartir dede B,B, estimaestima--sese aa espessuraespessura dada portaporta comcom basebase emem valoresvalores dede feixefeixe largolargo parapara aa energiaenergia dede ffóótonstons dede 200200 keV.keV.

Comissão Nacional de Energia Nuclear Para equipamentos ≥≥≥≥ 10 MV
Comissão Nacional de Energia Nuclear
Para equipamentos ≥≥≥≥ 10 MV

Nêutrons!!!

Comissão Nacional de Energia Nuclear Para equipamentos ≥≥≥≥ 10 MV Nêutrons!!! Gamas de Captura 42

Gamas de Captura

Comissão Nacional de Energia Nuclear Para equipamentos ≥≥≥≥ 10 MV Nêutrons!!! Gamas de Captura 42
Comissão Nacional de Energia Nuclear Para equipamentos ≥≥≥≥ 10 MV Nêutrons!!! Gamas de Captura 42
Comissão Nacional de Energia Nuclear Método Falcão & Okuno Fuga Duas Componentes: Espalhada H TOT

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Método Falcão & Okuno Fuga Duas Componentes: Espalhada H TOT =
Método Falcão & Okuno
Método Falcão & Okuno

Fuga

Nacional de Energia Nuclear Método Falcão & Okuno Fuga Duas Componentes: Espalhada H TOT = D
Nacional de Energia Nuclear Método Falcão & Okuno Fuga Duas Componentes: Espalhada H TOT = D

Duas Componentes:

de Energia Nuclear Método Falcão & Okuno Fuga Duas Componentes: Espalhada H TOT = D fuga

Espalhada

de Energia Nuclear Método Falcão & Okuno Fuga Duas Componentes: Espalhada H TOT = D fuga

H TOT = D fuga + D esp

de Energia Nuclear Método Falcão & Okuno Fuga Duas Componentes: Espalhada H TOT = D fuga
Comissão Nacional de Energia Nuclear Método Falcão & Okuno – Cont. TVL TVL ’ ’

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Método Falcão & Okuno – Cont. TVL TVL ’ ’ s:
Método Falcão & Okuno – Cont.
Método Falcão & Okuno – Cont.
de Energia Nuclear Método Falcão & Okuno – Cont. TVL TVL ’ ’ s: s: •

TVLTVLs:s:

• Fuga

de Energia Nuclear Método Falcão & Okuno – Cont. TVL TVL ’ ’ s: s: •

primário

• Espalhada

de Energia Nuclear Método Falcão & Okuno – Cont. TVL TVL ’ ’ s: s: •

0,5 MeV

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da dose de Nêutrons NCRP 79 45

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da dose de Nêutrons NCRP 79 45
Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da dose de Nêutrons NCRP 79 45
Cálculo da dose de Nêutrons
Cálculo da dose de Nêutrons

NCRP 79

Comissão Nacional de Energia Nuclear Cálculo da dose de Nêutrons NCRP 79 45
Comissão Nacional de Energia Nuclear Labirintos Labirintos 46

Comissão Nacional de Energia Nuclear

LabirintosLabirintos

Comissão Nacional de Energia Nuclear Labirintos Labirintos 46
Comissão Nacional de Energia Nuclear Labirintos Labirintos 46
Comissão Nacional de Energia Nuclear Método de Kersey H = H T ( d 0

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Método de Kersey H = H T ( d 0 )

Método de Kersey

H

=

H

Comissão Nacional de Energia Nuclear Método de Kersey H = H T ( d 0 )

T

(

d

0

)

2

0 T

0

(

d

1

)

2

10

d

2 5
2
5
Comissão Nacional de Energia Nuclear Método de Kersey H = H T ( d 0 )
Comissão Nacional de Energia Nuclear Método de Kersey H = H T ( d 0 )

47

Comissão Nacional de Energia Nuclear HH 00 Potencial Modelo H 0 (mSv.n/Gy R X )

Comissão Nacional de Energia Nuclear

HH 00
HH 00
Comissão Nacional de Energia Nuclear HH 00 Potencial Modelo H 0 (mSv.n/Gy R X ) (Isocentro)

Potencial

Modelo

H 0 (mSv.n/Gy RX ) (Isocentro)

Técnica de

Referência

(MV)

Medida

15

Varian 1800

0,79-1,30

Análise por Ativação

McGinley, 1998

 

GE Saturne 43F

2,36

Detectores de Bolhas

Bourgois et al, 1997

 

Siemens Mevatron

1,18

Análise por Ativação

Palta et al, 1984

 

Siemens KD2

1,90

Detectores de Bolhas

d’Errico et al, 2001

18

Varian 1800

1,50

Análise por Ativação

VARIAN

   

0,50

TLD 600 e TLD 700

Barquero et al, 2005

 

GE Saturne 43F

2,98

Detectores de Bolhas

Bourgois et al, 1997

 

CGR Saturne 20

4,50

Detectores de Bolhas

d’Errico et al, 1998

 

Siemens Mevatron

3,76

Análise por Ativação

Palta et al, 1984

 

Siemens KD2

5,50

Detectores de Bolhas

d’Errico et al, 2001

20

Siemens KD

1,10-1,24

Análise por Ativação

McGinley, 1998

25

GE Saturne 43 F

7,52

Detectores de Bolhas

Bourgois et al, 1997

   

1,38

Análise por Ativação

McGinley, 1998

 

Sagiltaire

5,26

Análise por Ativação

Nath et al, 1980

48

Comissão Nacional de Energia Nuclear Gamas de Captura H γ =Κ⋅ φ total ⋅ −

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Gamas de Captura H γ =Κ⋅ φ total ⋅ − d

Gamas de Captura

H

γ

=Κ⋅φ

total

d

2
2

10

6,4

Comissão Nacional de Energia Nuclear Gamas de Captura H γ =Κ⋅ φ total ⋅ − d
Comissão Nacional de Energia Nuclear Φ dir = a Q ⋅ 4 π ⋅ d

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Φ

dir

=

a Q

4
4

π

d

2

Φ

térm

de Energia Nuclear Φ dir = a Q ⋅ 4 π ⋅ d 2 Φ térm

(McCall et al,1979)

Φ

esp

=

5,4

a Q

S

=

1,26 Q

S

Nuclear Φ dir = a Q ⋅ 4 π ⋅ d 2 Φ térm (McCall et
Nuclear Φ dir = a Q ⋅ 4 π ⋅ d 2 Φ térm (McCall et
Comissão Nacional de Energia Nuclear TVL’s Nêutrons Nêutrons - - Polietileno Polietileno borado borado a

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear TVL’s Nêutrons Nêutrons - - Polietileno Polietileno borado borado a a
Comissão Nacional de Energia Nuclear TVL’s Nêutrons Nêutrons - - Polietileno Polietileno borado borado a a
TVL’s
TVL’s

NêutronsNêutrons -- PolietilenoPolietileno boradoborado aa 5%:5%: 4,54,5 cm,cm, queque correspondecorresponde aa umauma fluênciafluência dede nêutronsnêutrons monoenergmonoenergééticosticos dede 100100 keVkeV (NCRP(NCRP 79).79).

GamasGamas dede captura:captura: 6,16,1 cmcm dede chumbochumbo

Comissão Nacional de Energia Nuclear HDR HDR 52
Comissão Nacional de Energia Nuclear HDR HDR 52

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear HDR HDR 52
Comissão Nacional de Energia Nuclear HDR HDR 52

HDRHDR

Comissão Nacional de Energia Nuclear HDR HDR 52
Comissão Nacional de Energia Nuclear HDR HDR 52

52

ComissãoComissão NacionalNacional dede EnergiaEnergia NuclearNuclear Cálculo da Transmissão B = x P prim WT (

ComissãoComissão NacionalNacional dede EnergiaEnergia NuclearNuclear

NacionalNacional dede EnergiaEnergia NuclearNuclear Cálculo da Transmissão B = x P prim WT ( d

Cálculo da Transmissão

B =

x

P

prim

WT

(

d

) 2

da Transmissão B = x P prim WT ( d ) 2 foi feito U=1 P

foi feito U=1

P = Limite de Dose d prim = Distância ao ponto W = Carga de Trabalho T = Fator Ocupacional

n TVL = - log B x

de Dose d p r i m = Distância ao ponto W = Carga de Trabalho
Comissão Nacional de Energia Nuclear DOSE DOSE NA NA PORTA PORTA HDR 54

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear DOSE DOSE NA NA PORTA PORTA HDR 54

DOSEDOSE NANA PORTAPORTA

Comissão Nacional de Energia Nuclear DOSE DOSE NA NA PORTA PORTA HDR 54

HDR

Comissão Nacional de Energia Nuclear DOSE DOSE NA NA PORTA PORTA HDR 54
Comissão Nacional de Energia Nuclear Fuga Duas Componentes: Espalhada A = Área vista da porta
Comissão Nacional de Energia Nuclear Fuga Duas Componentes: Espalhada A = Área vista da porta
Comissão Nacional de Energia Nuclear Fuga Duas Componentes: Espalhada A = Área vista da porta

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Fuga Duas Componentes: Espalhada A = Área vista da porta d
Comissão Nacional de Energia Nuclear Fuga Duas Componentes: Espalhada A = Área vista da porta d

Fuga

Comissão Nacional de Energia Nuclear Fuga Duas Componentes: Espalhada A = Área vista da porta d
Comissão Nacional de Energia Nuclear Fuga Duas Componentes: Espalhada A = Área vista da porta d

Duas Componentes:

Espalhada

A = Área vista da porta d = Distância fonte-porta W = Carga de Trabalho d i = distância fonte-área A d rl = distância área A – porta α = coeficiente de reflexão

A d r l = distância área A – porta α = coeficiente de reflexão H

H TOT = D fuga + D esp

55

Comissão Nacional de Energia Nuclear OTIMIZA OTIMIZA Ç Ç ÃO ÃO 56
Comissão Nacional de Energia Nuclear OTIMIZA OTIMIZA Ç Ç ÃO ÃO 56

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear OTIMIZA OTIMIZA Ç Ç ÃO ÃO 56
Comissão Nacional de Energia Nuclear OTIMIZA OTIMIZA Ç Ç ÃO ÃO 56

OTIMIZAOTIMIZAÇÇÃOÃO

Comissão Nacional de Energia Nuclear OTIMIZA OTIMIZA Ç Ç ÃO ÃO 56
Comissão Nacional de Energia Nuclear OTIMIZA OTIMIZA Ç Ç ÃO ÃO 56
Comissão Nacional de Energia Nuclear OTIMIZA OTIMIZA Ç Ç ÃO ÃO 56

56

Comissão Nacional de Energia Nuclear Normas Normas da da CNEN: CNEN: 3 3 princ princ

Comissão Nacional de Energia Nuclear

NormasNormas dada CNEN:CNEN: 33 princprincíípiospios::

JustificativaJustificativa

LimitaLimitaççãoão dede dosedose

OtimizaOtimizaççãoão

Justificativa • • Limita Limita ç ç ão ão de de dose dose • • Otimiza
Comissão Nacional de Energia Nuclear Norma Norma NN NN 3.01: 3.01: Item 5.4.3 a proteção

Comissão Nacional de Energia Nuclear

NormaNorma NNNN 3.01:3.01:

Item 5.4.3

Energia Nuclear Norma Norma NN NN 3.01: 3.01: Item 5.4.3 a proteção radiológica deve ser otimizada

a proteção radiológica deve ser otimizada de forma que

a magnitude das doses individuais, o número de pessoas expostas e a probabilidade de ocorrência de exposições mantenham-se tão baixas quanto possa ser razoavelmente exeqüível, tendo em conta os fatores econômicos e sociais.

) (

tão baixas quanto possa ser razoavelmente exeqüível, tendo em conta os fatores econômicos e sociais .
tão baixas quanto possa ser razoavelmente exeqüível, tendo em conta os fatores econômicos e sociais .
Comissão Nacional de Energia Nuclear LIMITES LIMITES PRIM PRIM Á Á RIOS RIOS Trabalhador: Trabalhador:

Comissão Nacional de Energia Nuclear

LIMITESLIMITES PRIMPRIMÁÁRIOSRIOS

Energia Nuclear LIMITES LIMITES PRIM PRIM Á Á RIOS RIOS Trabalhador: Trabalhador: 20 20 mSv mSv

Trabalhador:Trabalhador: 2020 mSvmSv/ano/ano -- áárearea controladacontrolada IndivIndivííduoduo dodo ppúúblico:blico: 11 mSvmSv/ano/ano -- áárearea livrelivre

Indiv Indiv í í duo duo do do p p ú ú blico: blico: 1 1

DISPENSADISPENSA DEDE OTIMIZAOTIMIZAÇÇÃOÃO

Trabalhador:Trabalhador: 11 mSvmSv/ano/ano -- áárearea controladacontrolada IndivIndivííduoduo dodo ppúúblico:blico: 1010µµ SvSv/ano/ano -- áárearea livrelivre

Indiv Indiv í í duo duo do do p p ú ú blico: blico: 10 10
Comissão Nacional de Energia Nuclear Dose Coletiva Homem.Sievert Maximizar Maximizar as as margens margens de
Comissão Nacional de Energia Nuclear Dose Coletiva Homem.Sievert Maximizar Maximizar as as margens margens de

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Dose Coletiva Homem.Sievert Maximizar Maximizar as as margens margens de de

Dose Coletiva

Homem.Sievert

Nacional de Energia Nuclear Dose Coletiva Homem.Sievert Maximizar Maximizar as as margens margens de de seguran

MaximizarMaximizar asas margensmargens dede seguransegurançça,a, minimizandominimizando osos custos!custos!

Custo do concreto convencional:

US$ 400/m 3 a 500/m 3

ç ç a, a, minimizando minimizando os os custos! custos! Custo do concreto convencional: US$ 400/m
Comissão Nacional de Energia Nuclear Proposta: Avalia Avalia - - se se o o custo

Comissão Nacional de Energia Nuclear

Comissão Nacional de Energia Nuclear Proposta: Avalia Avalia - - se se o o custo custo

Proposta:

AvaliaAvalia--sese oo custocusto parapara cadacada homemhomem-- sievertsievert poupadopoupado durantedurante todatoda aa vidavida dada instalainstalaçção:ão:

toda a a vida vida da da instala instala ç ç ão: ão: C < US$
toda a a vida vida da da instala instala ç ç ão: ão: C < US$

C

< US$ 10000

SIM

C

> US$ 10000

NÃO

a a vida vida da da instala instala ç ç ão: ão: C < US$ 10000
a a vida vida da da instala instala ç ç ão: ão: C < US$ 10000
Comissão Nacional de Energia Nuclear Norma Norma NN NN 3.01: 3.01: Item 5.4.3 62

Comissão Nacional de Energia Nuclear

NormaNorma NNNN 3.01:3.01:

Item 5.4.3

Comissão Nacional de Energia Nuclear Norma Norma NN NN 3.01: 3.01: Item 5.4.3 62
Comissão Nacional de Energia Nuclear Norma Norma NN NN 3.01: 3.01: Item 5.4.3 62
Comissão Nacional de Energia Nuclear Norma Norma NN NN 3.01: 3.01: Item 5.4.3 62
Comissão Nacional de Energia Nuclear OTIMIZAÇÃO B x m = ln(10) α n H ⋅

Comissão Nacional de Energia Nuclear

OTIMIZAÇÃO

Comissão Nacional de Energia Nuclear OTIMIZAÇÃO B x m = ln(10) α n H ⋅ ⋅

B

x

m

= ln(10) α n H

T

ν

tot

A

C

3

TVL

T ν tot A ⋅ C 3 ⋅ TVL A = área da barreira C m

A = área da barreira C m 3 = custo do material (m 3 ) TVL = valor do TVL α = custo do detrimento n= n o de pessoas com T=1 H tot = dose na ausência da barreira T v =vida útil da instalação

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Comissão Nacional de Energia Nuclear 64
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Comissão Nacional de Energia Nuclear

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