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ULTRASSONOGRAFIA

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FERNANDO ROCHA

ULTRA-SOM

VIAS URINÁRIAS
MEDIDAS RENAIS: Em posição habitual, com forma normal, contornos regulares e situação preservada. Mobilidade inspiratória presente e normal. Parênquima renal com espessura anatômica e ecotextura homogênea. Relação córtico medular apresenta-se normal quanto a espessura e ecogenicidade. Complexo ecogênico central que corresponde às estruturas do seio renal, com distribuição anatômica e ecogenicidade homogênea. Rim Direito: x x cm. Cortical: cm. Em posição habitual, com forma normal, contornos regulares e situação preservada. Mobilidade inspiratória presente e normal. Parênquima renal com espessura anatômica e ecotextura homogênea. Relação córtico medular apresenta-se normal quanto a espessura e ecogenicidade. Complexo ecogênico central que corresponde às estruturas do seio renal, com distribuição anatômica e ecogenicidade homogênea. Rim Esquerdo: x x cm. Cortical: cm. Litíase Presença de imagem hiperecóide em projeção de terço ____ do rim, medindo cerca de 0,0 cm. Microlitíase Presença de imagens hiperecóides puntiformes, esparsas por seio renal, não produtoras de sombra acústica, que não preenchem todos os critérios de litíase, podendo corresponder à microcalcificações e /ou calcificações vasculares. CONCLUSÃO: Sinais de microlitíase renal bilateral.

CISTO RENAL:

uniloculada. com cerca de 0. CISTOS OVARIANOS: Formações císticas. de paredes finas e regulares de cerca de 0.0 x 0. anecóide homogênea. ÚTERO & OVÁRIOS CISTO OVARIANO ÚNICO: Formação cística. dispostas de modo periférico com cisto dominante de cerca de 0. medindo ___ cm.0 cm. com leve espessamento de estroma central. de paredes espessadas e regulares. anecóides homogêneas. POLIMICROCISTOS / MULTICISTOS Ovário de dimensões aumentadas apresentando múltiplas formações císticas simples. de paredes finas e regulares. no terço________ renal.0 cm. uniloculadas.0 cm. de paredes finas e regulares e conteúdo anecóide.Formação cística simples de cerca de 0. POLIMICROCISTOS (conclusão) Ovário de dimensões aumentadas apresentando cistos simples de disposição periférica sugestivos de quadro de policistose. de disposição periférica. Conclusão: Ovários: apresentam-se com cistos funcionais de aspecto folicular. Conclusão: Ovários: Apresenta-se com cisto funcional de aspecto folicular. . CISTO OVARIANO COMPLEXO: Formação arredondada hipo/anecóide representada por ecos amorfos internos associados com traves e septos de permeio de conteúdo heterogêneo.0 cm. de paredes finas e regulares e conteúdo anecóide.

MIOMA UTERINO: Presença de imagem nodular sólida. . HISTERECTOMIA PARCIAL Histerectomia parcial.8 cm. PÓLIPO CONCLUSÃO: Imagem ecogênica em cavidade endometrial que pode corresponder à miomatose submucosa e/ou polipose endometrial.0 x 0.0 x 0. de paredes finas e regulares e conteúdo anecóide em projeção de colo uterino.0 cm. Conclusão Útero: Histerectomia parcial com colo remanescente sem alterações. hipoecóide de contornos regulares.0 x 0. de contornos regulares. hipoecóides de contornos regulares nas seguintes projeções: .0 x 0. CISTOS UTERINOS: Imagens císticas anecóides esparsas em corpo uterino. .0 x 0. DIU .3 cm. medindo cerca de 0.0 cm.0. em projeção _____. medindo cerca de 0.0 cm.0. sendo a maior medindo cerca de 0.0 x 0.0 x 0.0 x 0.0 cm.3 cm. em projeção _____. NABOTH Formações císticas simples.0 x 0. em projeção _____. hiperecóide de contornos regulares.0 cm.0 cm. Colo residual medindo cerca de 0.0 x 0.0 cm. medindo de cerca de 1. MIOMAS UTERINOS: Presença de imagens nodulares sólidas. sem captação vascular ao estudo color doppler.0 x 0. homogênea. .0. em projeção de cavidade endometrial.0 x 0.0 x 0.0. medindo o maior cerca de 0. PÓLIPO ENDOMETRIAL Presença de imagem nodular sólida. em projeção _____.1 x 1.NÓDULO OVARIANO Formação hipoecóide. em projeção _____.0 x 0.

às 00 hs. hipoecóide de contornos regulares. NÓDULOS MAMÁRIOS: Presença de imagens nodulares sólidas com as seguintes características: Orientação paralela à pele.0 cm.0.0 cm do mamilo. nas seguintes projeções: . Útero: apresenta-se com alteração ecotextural difusa.0. às 00 hs. convém considerar Útero: Histerectomia parcial com colo remanescente sem alterações. MAMAS NÓDULO MAMÁRIO: Presença de imagem nodular sólida.0 cm do fundo uterino. bem posicionado.0 cm.0. sem efeito posterior evidente. às 00 hs. Obs. CISTO MAMÁRIO: . . sem efeito posterior evidente.0 x 0.0 cm.0 cm.0 cm do mamilo. distante 0.0 x 0. distante cerca de cm do mamilo. Estudo prejudicado por excesso de panículo adiposo. apresentando captação vascular ao estudo color doppler com sinais de refluxo à manobra de valsalva. com tecidos adjacentes inalterados.: Entre outras etiologias possíveis.0 x 0. de orientação paralela à pele. serpiginosas. distante 0. Estudo prejudicado pelo biotipo do paciente. Frases adicionais: Não evidente em sua projeção habitual ( sobreposição intestinal). .0 x 0.Presença de DIU em cavidade endometrial.0 cm do mamilo. VARIZES PÉLVICAS Presença de imagens anecóides. medindo sua extremidade superior 0. margem circunscrita apresentando zona de transição de interface abrupta. Estudo prejudicado por condições intestinais inadequadas. margem circunscrita apresentando zona de transição de interface abrupta. às hs. distante 0. hipoecóide de contornos regulares. medindo cerca de 0.

com reconstrução através de prótese. TIREÓIDE NÓDULO DE TIREÓIDE (c/ doppler): Presença de nódulo sólido de contornos regulares.0 x 0. de paredes finas e regulares e conteúdo anecóide.Achados ultrassonográficos negativos. sem sinais de rupturas extra-capsulares. às 0 h distante 0. Classificação ACR BIRADS: IV . medindo cerca de 0. Observado em terço _______ do lobo. Classificação ACR BIRADS: VI – Lesão com diagnóstico histológico de malignidade. medindo o maior cerca de 0. ecotextura heterogênea.Achados ultrassonográficos suspeitos de anormalidade. sendo que a prótese mamária apresenta-se.0 mm. Formações císticas simples. sem degeneração cística. CISTOS DE TIREÓIDE . sem calcificações evidentes. Classificação ACR BIRADS: III .Formação cística simples de cerca de 0.0 cm. Bi Rads Classificação ACR BIRADS: I . apresentando ectasia ductal discreta. contornos lisos e regulares. Classificação ACR BIRADS: V .0 mm. Não caracterizada neste exame. apresentando halo hipoecóico de cerca de 0. sem sinais de ruptura. NÓDULO DE TIREÓIDE (sem doppler): Presença de nódulo sólido de contornos regulares. de contornos regulares.0 cm. sem degeneração cística. Observado em terço _______ do lobo. sem calcificações evidentes. de paredes finas e regulares e conteúdo anecóide. com líquido anecóico homogêneo em seu interior. medindo cerca de 0. com IR: 0.00.0 cm do mamilo.0 mm. ecotextura heterogênea.Achados ultrassonográficos provavelmente benignos. Com padrão vascular periférico.Achados ultrassonográficos benignos. (status pós-cirúrgico). ECTASIA DUCTAL Espaço retro-mamário.0 mm. PRÓTESES MAMÁRIAS: Espaço retro-mamário: presença de implante de conteúdo anecóico. Classificação ACR BIRADS: II .Achados ultrassonográficos sugestivo de malignidade. às 0 h distante 0 cm do mamilo. apresentando halo hipoecóico de cerca de 0.

em projeção de terço do lobo. de paredes finas e regulares e conteúdo anecóide . . bilateral. FIGADO E VESÍCULA BILIAR Esteatose leve . CONCLUSÃO TIREÓIDE HIPER Sinais de tireoidopatia caracterizada por: . de paredes finas e regulares e conteúdo anecóide em projeção de terço do lobo.(simples) Formação cística simples de cerca de 0. em projeção de terço do lobo. HIPO Sinais de tireoidopatia caracterizada por: . bilateral. de paredes finas e regulares e conteúdo anecóide com ecogenicidade nodular parietal em seu interior.Alteração ecotextural difusa. .Redução velocimétrica de artérias tireoideas inferiores bilaterais. . em projeção de terço do lobo.Alteração ecotextural difusa. medindo o maior cerca de 0.0 cm. . (múltiplos cistos) Formações císticas simples. de paredes finas e regulares e conteúdo anecóide com ecogenicidade puntiforme em seu interior. (ponto) Formação cística de cerca de 0.Aumento de captação vascular ao estudo color doppler.0 cm.Aumento velocimétrico de artérias tireoideas inferiores bilaterais.Redução volumétrica glandular.0 cm. (nódulo) Formação cística de cerca de 0.0 cm.

4 cm. homogênea. homogênea e ecogenicidade difusamente aumentada de severa magnitude.0 cm. sem efeitos posteriores evidentes. não se individualizando imagens sólidas e ou císticas. dimensões e ecogenicidade normais. apresenta paredes lisas e regulares com conteúdo homogêneo. Colecistectomia: Não evidente em sua projeção habitual . contornos. . Distribuição vascular preservada. Supra-hepáticas apresentam-se normais.status pós cirúrgico. no segmento ____. hiperecóide. hiperecóide de contornos regulares. Distribuição vascular preservada. com calibre normal da veia porta. NÓDULO HEPÁTICO Presença de imagem nodular. homogênea e ecogenicidade difusamente aumentada de moderada magnitude. homogênea e ecogenicidade difusamente aumentada de leve magnitude. com sombra posterior associada medindo cerca de 1. Conclusão: Esteatose hepática moderada (grau II). Esteatose moderada Parênquima hepático com ecotextura sólida. VESÍCULA BILIAR Litíase Biliar: Tópica com forma. Conclusão: Esteatose hepática leve (grau I). não se individualizando imagens sólidas e ou císticas. de contornos regulares. Placas ateromatosas esparsas ao longo do leito vascular de aorta abdominal. Esteatose severa Parênquima hepático com ecotextura sólida. medindo cerca de 0.0 x 0.Parênquima hepático com ecotextura sólida. Supra-hepáticas apresentam-se normais. AORTA (ateromatosa): Bem visibilizada desde o diafragma até a bifurcação e apresentando diâmetro normal. medindo cerca de 0. imóvel às mudanças de decúbito. com calibre normal da veia porta. com paredes regulares e normoecogênicas. Pólipo: Presença de imagem nodular sólida. Vesícula escleroatrófica: Mal definida. observando-se em sua projeção forte sombra acústica (vesícula repleta de cálculos? Vesícula escleroatrófica?). móvel às mudanças de decúbito. Distribuição vascular mal definida.1 cm. não se individualizando imagens sólidas e ou císticas. Conclusão: Esteatose hepática severa (grau III). no lobo _______. Presença de imagem hiperecóide.

Ductos parotídeos virtuais sem sinais de sialolitos. GLÂNDULAS SALIVARES Realizados cortes ecográficos longitudinais e transversais na região cervical. volume e contornos normais. com especial atenção para as glândulas salivares. dimensões normais. Não se observa sinais de aumento volumétrico em glândulas sublinguais. observada em projeção anatômica. contornos e ecogenicidade normais. Utilizado transdutor linear de 10 MHz com equipamento dinâmico e em tempo real. contornos e ecogenicidade normais. Glândula submandibular e parótidas em projeção anatômica de forma. contornos nítidos e regulares. de formato preservado. volume. sem sinais de sialolitos. volume e contornos normais. O estudo ecográfico revela: Glândula tireóide de forma. . PESCOÇO: Realizados cortes ecográficos longitudinais e transversais na região cervical. O estudo ecográfico revela : Glândulas submandibulares simétricas. apresentando ecogenicidade difusamente aumentada. Glândulas parótidas simétricas. observada em projeção anatômica. sem alterações evidentes. de formato preservado. Ductos submandibulares (Wharton) virtuais. Músculo esternocleidomastóideo.ESTEATOSE PANCREÁTICA Em topografia habitual com formato preservado. Ausência de linfonodomegalia cervical. volume. com especial aenção para as glândulas sub-mandibulares. Utilizado transdutor linear de 10 MHz com equipamento dinâmico e em tempo real.

Tendão da cabeça longa do bíceps observado na goteira biciptal. devendo ser comparada com os dados clínicos e laboratoriais. de calibre preservado. COMENTÁRIO Estudo ultra-sonográfico dentro dos limites da normalidade. Presença fisiológica de líquido ao seu . contornos regulares e ecotextura homogênea. Tendões do infra-espinhal de calibre preservado. Somente o seu médico tem condições de interpretar corretamente o conjunto de todas estas informações. Superfícies ósseas regulares. Tendão do subescapular de calibre preservado. Tendões do supra-espinhal de calibre preservado. A impressão diagnóstica em exame de imagem não é absoluta. contornos regulares e ecotextura homogênea.5 MHz e com equipamento dinâmico e em tempo real. Ausência de líquido patológico na bursa subacromial-subdeltóidea. OMBRO ESQUERDO: Foram realizados cortes ecográficos longitudinais e transversais na região do ombro esquerdo. além de outros exames de imagem prévios. de calibre preservado. com transdutor linear de 7.5 MHz e com equipamento dinâmico e em tempo real.ARTICULAÇÕES OMBRO DIREITO: Foram realizados cortes ecográficos longitudinais e transversais na região do ombro direito. Presença fisiológica de líquido ao seu redor. contornos regulares e ecotextura homogênea. Presença fisiológica de líquido ao seu redor. Tendão da cabeça longa do bíceps observado na goteira biciptal. contornos regulares e ecotextura homogênea. Presença fisiológica de líquido ao seu redor. Presença fisiológica de líquido ao seu redor. com transdutor linear de 7. contornos regulares e ecotextura homogênea. Musculatura adjacente sem alterações ultra-sonográficas.

Tendão do subescapular de calibre preservado. A impressão diagnóstica em exame de imagem não é absoluta. Planos musculares com aspecto anatômico conservado. contornos regulares e ecotextura homogênea. Tendinose com peritendinopatia em segmentos citados. Presença fisiológica de líquido ao seu redor. Ausência de massas ou coleções. . Superfícies ósseas regulares. sendo constatado : Pele e tecido celular subcutâneo sem alterações. Somente o seu médico tem condições de interpretar corretamente o conjunto de todas estas informações. devendo ser comparada com os dados clínicos e laboratoriais. Estruturas ósseas com aspecto normal. Presença fisiológica de líquido ao seu redor. PARTES MOLES Foram realizados cortes ecográficos longitudinais e transversais na região . contornos regulares e ecotextura homogênea. Tendinose com peritendinopatia em segmentos citados. Tendões do supra-espinhal de calibre preservado. Tendões do infra-espinhal de calibre preservado. Presença fisiológica de líquido ao seu redor. Musculatura adjacente sem alterações ultra-sonográficas. Peritendinopatia em segmentos citados. COMENTÁRIO Estudo ultra-sonográfico dentro dos limites da normalidade. Peritendinopatia em segmentos citados. utilizando transdutor linear de 7. associados com bursopatia subacromial / subdeltóidea. além de outros exames de imagem prévios.5 MHz. com equipamento dinâmico e em tempo real.redor. Ausência de líquido patológico na bursa subacromial-subdeltóidea. contornos regulares e ecotextura homogênea. associados com bursopatia subacromial / subdeltóidea.

Não há derrame articular. Superfícies ósseas sem irregularidades. isoecóide ao tecido adjacente. Teto cartilaginoso: recobre a cabeça femural.5 MHZ QUADRIL DIREITO Estruturas tendíneas de pardão usual. Promontório ósseo: levemente arredondado.0 cm. Cavidade acetabular íntegra. sem sinais de derrame. Superfícies ósseas sem irregularidades.Não há sinais de roturas ou presença de calcificações. .0 x 0.0 x 0. α : 60° β : 53° CONCLUSÃO QUADRIL Exame ultra-sonográfico compatível com qualdril Ia pela Classificação de Graf. Bursas peritrocantéricas anatômicas. de disposição subcutânea. CONCLUSÃO: Estudo ecográfico compatível com nodulação subcutânea compatível com lipomatose. NÓDULO SUBCUTÂNEO Presença de imagem nodular. Musculatura adjacente sem alterações ultra-sonográficas. Teto cartilaginoso: recobre a cabeça femural. Promontório ósseo: levemente arredondado. α : 76° β : 38° QUADRIL ESQUERDO Estruturas tendíneas de pardão usual. de contornos regulares. Musculatura adjacente sem alterações ultra-sonográficas. CLASSIFICAÇÃO DE GRAF Exame realizado em modo bidimensional com equipamento dinâmico linear na freqüência de 7. Bursas peritrocantéricas anatômicas. levemente heterogêneo. sem sinais de derrame. medindo cerca de 0. observada na região de_______. Não há derrame articular. Cavidade acetabular íntegra.

Estruturas ósseas com aspecto normal. TRANSFON TANELA . de luz virtual. Ausência de massas ou coleções. sendo constatado : Pele e tecido celular subcutâneo sem alterações. utilizando transdutor linear de 7. curto e magno com aspecto anatômico conservado. Reto femural e íleo-psoas de aspecto preservado sem lesões miotendíneas observáveis. Superfície óssea da sínfise púbica sem irregularidades QUADRIL ANTERIOR Grupos musculares do adutor longo. com equipamento dinâmico e em tempo real. Bolsas sinoviais da região peri-trocantérica sem sinais de espessamento ou líquido em seu interior. sem alterações. Bolsa sinovial do íleo-psoas. Músculos glúteos mínimo e médio de projeção anatômica.QUADRIL ADULTO Foram realizados cortes ecográficos longitudinais e transversais na região . Cápsula íleo-femural e labrum. QUADRIL LATERAL Músculo tensor do fáscia lata de aspecto preservado sem lesões miotendíneas observáveis. Não há sinais de roturas ou presença de calcificações. sem alterações intrínsecas de suas fibras.5 MHz. não observada em condições normais.

5 MHz. . REGIÃO RETROPAPILAR: Presença de aumento bilateral do tecido adiposo retroareolar. longitudinal e obliquos. em aparelho de ultra-som pelo modo bi-dimensional. Ausência de cistos ou nódulos visíveis. Estas áreas medem aproximadamente xxx cm. Núcleos caudados e tálamos simétricos.Técnica Exame realizado na região craniana via fontanelas. OPINIÃO: Estudo ultrassonográfico compatível com: MAMA masculina Estudo ultra-sonográfico das mamas pelo modo bi-dimensional. com equipamento dinâmico de varredura convexa e freqüências de 6. que podem corresponder a tecido glandular. Não há desvio da linha média.5 MHz. Parênquima cerebral homogêneo e de ecogenicidade preservada. Sistema ventricular de morfologia e dimensões normais. Não há sinais ecográficos de hemorragia intracraniana. PELE E ARÉOLAS: Sem alterações ecográficas evidenciáveis. entremeado por discretas áreas hiperecogênicas. Fossa posterior de aspecto anatômico. com equipamento dinâmico de varredura linear e frequência de 7. Foram feitos varreduras nos sentidos transversal. hipoecogênico e heterogêneo. REGIÕES AXILARES: Sem alterações ecográficas evidenciáveis.

OPINIÃO: Exame ecográfico compatível: Tecido adiposo retro-areolar aumentado. com volume de 0 cm3. GLÂNDULA S SUPRARENAIS . configuração. contornos irregular e textura sônica heterogênea. nos seus maiores eixos. PRÓSTATA PRÓSTATA Com forma habitual. medindo 0 x 0 x 0 cm. VESÍCULAS SEMINAIS Bem individualizada. diâmetros e ecotextura compatíveis com a normalidade. com curso. compatível com ginecomastia ou pseudoginecomastia.

de formato preservado com ecotextura característica. a baixa resolução e especificidade do método ultra-sonográfico.0 x 0. Foram feitos cortes (varreduras)ecográficos transversais. longitudinais e oblíquos. usando-se transdutor de varredura convexa de 3. Glândulas adrenais de topografia anatômica.0 cm Ausência de formações sólidas ou císticas na projeção de glândulas adrenais. Adrenal Esquerda: 0. . estaria indicada a tomografia computadorizada.0 cm.0x 0. : Tendo-se em conta a suspeita clínica.5 MHz em contato com a pele. Em seus maiores diâmetros: Adrenal Direita: 0.Estudo ultra-sonográfico das glândulas adrenais pelo modo bi-dimensional.0 x 0.0 x 0. Obs.

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