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  • Descrição Geral
  • Aplicações do produto
  • Vantagens
  • Códigos dos Produtos
  • Características Elétricas
  • Características Gerais
  • Esquema de ligações
  • Módulo Digital
  • Módulo Analógico
  • Entradas Digitais (Corrente Contínua)
  • Saídas digitais (RELÉ)
  • LED de status do modulo
  • Configurações mínimas para rodar o Brio Config
  • Trilho DIN
  • Visão Geral
  • Instalação
  • Desinstalação
  • Software de configuração
  • Visão geral do menu de configuração do Brio Config
  • Configuração de comunicação
  • Inserindo um novo módulo na rede
  • Identificando módulos presentes na rede
  • Configurando um módulo desconhecido
  • Configurando os parâmetros dos módulos na rede
  • Informações de um módulo BRIO
  • Monitorando entradas e saídas através do BRIO Config
  • Configurando entrada analógica
  • Programando uma entrada digital como contagem
  • Definição do Time-out do módulo
  • Aplicando o módulo Brio com os controladores programados pelo WINSUP
  • Iniciando Projeto
  • Exemplo do Programa de usuário
  • Habilita Modbus RS485
  • Habilita Modo Mestre (Background)
  • Aciona saída digital através de temporizador no CLP
  • Tela de edição do preset
  • Aciona Saída digital por meio de Entrada digital do BRIO
  • Edição de Preset do BRIO - Conversão decimal para hexadecimal
  • Tela de edição do preset e visualização do efetivo “Acc”
  • Visualizar o Efetivo (Acc) - Conversão hexadecimal para decimal
  • Reset / Alteração no Efetivo (“Acc”) do BRIO
  • Configuração Background
  • Edição do Preset do contador interno do BRIO
  • Visualização do Efetivo “Acc” do contador interno do BRIO
  • Reset do Efetivo (“Acc”) acionado pela entrada digital do Brio
  • Performance dos módulos
  • Topologia
  • Aplicação sendo controlada por sistemas supervisórios
  • Via Canal Serial
  • Via Rede Ethernet
  • Aplicação sendo controlada por CLP
  • Endereços Modbus do módulo Brio
  • Entradas e saídas digitais
  • Entradas: Função (02)
  • Saídas: Funções (01), (05) e (15)
  • Entradas digitais com Latch associado: Função (02)
  • Contadores associados às Entradas Digitais
  • Preset dos contadores: Funções (06) e (16)
  • Leitura de Preset dos contadores: Funções (03) e (04)
  • Efetivo dos contadores: Funções (03) e (04)
  • Entradas Analógicas
  • Efetivo dos canais analógicos: Funções (03) e (04)
  • Informações sobre ligação do cabo de comunicação
  • Cabo de interligação entre um módulo do módulo Brio e um MPC4004
  • Características Elétricas do Cabo para Padrão RS485

Manual Rev. 1.

20 Setembro / 2006

Ref.3-079.120

ATOS

Este manual não pode ser reproduzido, total ou parcialmente, sem autorização por escrito da Atos. Seu conteúdo tem caráter exclusivamente técnico/informativo e a Atos se reserva no direito, sem qualquer aviso prévio, de alterar as informações deste documento.

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Termo de Garantia
A Atos Automação Industrial LTDA. assegura ao comprador deste produto, garantia contra qualquer defeito de material ou de fabricação, que nele apresentar no prazo de 360 dias contados a partir da emissão da nota fiscal de venda. A Atos Automação Industrial LTDA. restringe sua responsabilidade à substituição de peças defeituosas, desde que o critério de seu Departamento de Assistência Técnica, se constate falha em condições normais de uso. A garantia não inclui a troca gratuita de peças ou acessórios que se desgastem naturalmente com o uso, cabos, chaves, conectores externos e relés. A garantia também não inclui fusíveis, baterias e memórias regraváveis tipo EPROM. A Atos Automação Industrial LTDA. declara a garantia nula e sem efeito se este produto sofrer qualquer dano provocado por acidentes, agentes da natureza, uso em desacordo com o manual de instruções, ou por ter sido ligado à rede elétrica imprópria, sujeita a flutuações excessivas, ou com interferência eletromagnética acima das especificações deste produto. A garantia será nula se o equipamento apresentar sinais de ter sido consertado por pessoa não habilitada e se houver remoção e/ou alteração do número de série ou etiqueta de identificação. A Atos Automação Industrial LTDA. somente obriga-se a prestar os serviços referidos neste termo de garantia em sua sede em São Paulo - SP, portanto, compradores estabelecidos em outras localidades serão os únicos responsáveis pelas despesas e riscos de transportes (ida e volta).

• Serviço de Suporte Atos
A Atos conta com uma equipe de engenheiros e representantes treinados na própria fábrica e oferece a seus clientes um sistema de trabalho em parceria para especificar, configurar e desenvolver software usuário e soluções em automação e presta serviços de aplicações e startup. A Atos mantém ainda o serviço de assistência técnica em toda a sua linha de produtos, que é prestado em suas instalações. Com o objetivo de criar um canal de comunicação entre a Atos e seus usuários, criamos um serviço denominado Central de Atendimento Técnico. Este serviço centraliza as eventuais dúvidas e sugestões, visando a excelência dos produtos e serviços comercializados pela Atos.

Central de Atendimento Técnico De Segunda a Sexta-feira Das 7:30 às 12:00 h e das 13:00 às 17:30 h Telefone: 55 11 5547 7411 E-mail: suportec@atos.com.br

Para contato com a Atos utilize o endereço e telefones mostrados na primeira página deste Manual.

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CONVENÇÕES UTILIZADAS
• Títulos de capítulos estão destacados no índice e aparecem no cabeçalho das páginas; • Palavras em outras línguas são apresentadas em itálico, porém algumas palavras são empregadas livremente por causa de sua generalidade e freqüência de uso. Como, por exemplo, às palavras software e hardware. Números seguidos da letra h subscrita (ex:1024h) indicam numeração hexadecimal e seguidos da letra b (ex:10b), binário. Qualquer outra numeração presente deve ser interpretada em decimal. • O destaque de algumas informações é dado através de ícones localizados sempre à esquerda da página. Cada um destes ícones caracteriza um tipo de informação diferente, sendo alguns considerados somente com caráter informativo e outros de extrema importância e cuidado. Eles estão identificados mais abaixo:

NOTA: De caráter informativo, mostra dicas de utilização e/ou configuração possíveis, ou ressalta alguma informação relevante no equipamento.

OBSERVAÇÃO: De caráter informativo, mostra alguns pontos impor-

tantes no comportamento / utilização ou configuração do equipamento. Ressalta tópicos necessários para a correta abrangência do conteúdo deste manual.

IMPORTANTE: De caráter informativo, mostrando pontos e trechos importantes do manual. Sempre observe e analise bem o conteúdo das informações que são identificadas por este ícone.

ATENÇÃO: Este ícone identifica tópicos que devem ser lidos com extrema atenção, pois afetam no correto funcionamento do equipamento em questão, podendo até causar danos à máquina / processo, ou mesmo ao operador, se não forem observados e obedecidos.

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Conteúdo
CAPÍTULO 1 ..................................................... ......................................... 7 .BRIO. .............................................................. ......................................... 7
Descrição Geral ................................................ ............................................................... ......................9 Aplicações do produto .......................................... ............................................................... ...................9 Vantagens ...................................................... ............................................................... ........................9 Códigos dos Produtos.............................................................................................................................................. 10 Características Elétricas .......................................................................................................................................... 10 Características Gerais ............................................................................................................................................. 10 Esquema de ligações ............................................ ............................................................... ................. 11 Módulo Digital .......................................................................................................................................................... 11 Módulo Analógico .................................................................................................................................................... 12 Entradas Digitais (Corrente Contínua)..................................................................................................................... 13 Saídas digitais (RELÉ)............................................................................................................................................. 13 Entradas Analógicas ................................................................................................................................................ 13 LED de status do modulo......................................................................................................................................... 14 Configurações mínimas para rodar o Brio Config.................................................................................................... 14 Trilho DIN ................................................................................................................................................................. 15 Visão Geral.......................................................................................................................................................... 15 Instalação ............................................................................................................................................................ 15 Desinstalação ...................................................................................................................................................... 15

CAPÍTULO 2 ..................................................... ....................................... 17 .BRIO CONFIG. .............................................................. .......................... 17
Software de configuração ....................................... ............................................................... ................ 19 Visão geral do menu de configuração do Brio Config.............................................................................................. 19 Configuração de comunicação............................................................................................................................ 20 Inserindo um novo módulo na rede..................................................................................................................... 21 Identificando módulos presentes na rede ........................................................................................................... 22 Configurando um módulo desconhecido............................................................................................................. 24 Configurando os parâmetros dos módulos na rede ............................................................................................ 24 Informações de um módulo BRIO ....................................................................................................................... 25 Monitorando entradas e saídas através do BRIO Config.................................................................................... 26 Configurando entrada analógica ......................................................................................................................... 27 Programando uma entrada digital como contagem ............................................................................................ 28 Definição do Time-out do módulo ....................................................................................................................... 29

CAPÍTULO 3 ..................................................... ....................................... 31 .WINSUP - BRIO. .............................................................. ....................... 31
Aplicando o módulo Brio com os controladores programados pelo WINSUP .............................................. 33 Iniciando Projeto ...................................................................................................................................................... 33

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........................ 51 Características Elétricas do Cabo para Padrão RS485........................................................................................................................................................................ 48 Leitura de Preset dos contadores: Funções (03) e (04).......................................................................... 49 Efetivo dos contadores: Funções (03) e (04) ................................................... 37 Visualizar o Efetivo (Acc) ............................................. (05) e (15) ........................................................................................................................................... 41 Visualização do Efetivo “Acc” do contador interno do BRIO... .................................... 47 Contadores associados às Entradas Digitais ............................................................................................................................................................................................................................................................... 50 Informações sobre ligação do cabo de comunicação ....................................................................................................................................................... 46 Entradas digitais com Latch associado: Função (02) ....................................................................................... 35 Aciona Saída digital por meio de Entrada digital do BRIO ....................................................................................... 40 Edição do Preset do contador interno do BRIO ....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 34 Habilita Modbus RS485 ............................................................................................................................................................................... 34 Aciona saída digital através de temporizador no CLP... 51 Cabo de interligação entre um módulo do módulo Brio e um MPC4004............... 44 Aplicação sendo controlada por sistemas supervisórios .................................................................................. 38 Reset / Alteração no Efetivo (“Acc”) do BRIO ............................................................................................................................................................................................................... 36 Tela de edição do preset e visualização do efetivo “Acc” ..................................................... 49 Entradas Analógicas .....Conversão decimal para hexadecimal.......... 46 Saídas: Funções (01).............................................. 34 Habilita Modo Mestre (Background) .............................................................................................................................. 46 Entradas e saídas digitais................... 43 Topologia ................................. 44 Via Rede Ethernet ..........................................Conversão hexadecimal para decimal ................................................................................................................................................... 40 Aciona saída digital através de temporizador no CLP ........................................................................................................................................................... 44 Aplicação sendo controlada por CLP .................................. 51 6 ............. 44 Via Canal Serial.................. 48 Preset dos contadores: Funções (06) e (16)............................................................................................................................................. ...................................... 43 Performance dos módulos ............... 46 Entradas: Função (02)................................. ...................... .............................................................................. 35 Tela de edição do preset......................................................................................................................................................................................................... ..................................................................................... 38 Configuração Background ........................................................................................................................................................................................................................................ATOS CONTEÚDO Exemplo do Programa de usuário ................... 42 Reset do Efetivo (“Acc”) acionado pela entrada digital do Brio................................................. 36 Edição de Preset do BRIO ...... 50 Efetivo dos canais analógicos: Funções (03) e (04) ................................................................................. 45 Endereços Modbus do módulo Brio ............................................

7 .ATOS CAPÍTULO 1 .BRIO.

ATOS BRIO 8 .

o que proporciona um menor tempo de startup reduzindo o custo de implantação do sistema. Automação de postos de pesagem e pedágios: Muito utilizado. são I/O remotos comandados através de uma rede RS485. Alguns exemplos possíveis: • Automação de laboratórios: Normalmente é um PC que comanda um ou outro equipamento de medição. Destinam-se à aplicações onde há uma distância considerável entre a CPU e os sensores e atuadores de campo. Contadores associados às entradas digitais. Processos que utilizam coletores de dados fixos: muito utilizado em empresas para fazer expedição e recebimento de mercadorias. Neste caso um PC precisa comandar cancelas. Instalação e programação facilitadas são destaques deste produto. Diversas configurações de I/O digitais e analógicos. dando maior versatilidade na composição da aplicação. • • • Vantagens • • • • Protocolo Modbus RTU. 9 . semáforos e indicações de rumo para o motorista. Podem também ser utilizados para ampliar o número de pontos do CLP. Montagem trilho DIN. Aplicações do produto Além das aplicações convencionais de ampliação do número de pontos do controlador. válvulas solenóides etc.BRIO ATOS Descrição Geral Os módulos Brio. bomba de vácuo. poderão ser desenvolvidas aplicações onde o controle é feito através de um PC. utilizando o protocolo Modbus RTU. Automação de portarias: Abertura e fechamento de cancelas.

60 2543. 28800. 19200.14 2543. 9600. 1 ou 2 stop bits. 57600 e 115200.45 mA @ 24 Vcc e 2543.ATOS BRIO Códigos dos Produtos Código 2543.14 2543. 4800.125 mA @ 24 Vcc e 2543.62E – 25 mA @ 24 Vcc Características Gerais Temperatura de Armazenagem -20 a +70 °C 0 a 55 °C 0 a 95% (sem condensação) 5 a 50 Hz / 0.00 2543.44 2543.24 2543. 10 mA 50 ms no máximo.28 .24 2543.44 . 2400.85 mA @ 24 Vcc e 2543. 200 Hz .62E Entradas 8 4 8 4 2 N/P Tipo Saídas 4 4 - Tipo Relé Relé - 0-10 Vcc 0-20 mA Características Elétricas Tensão de alimentação Consumo Interface de comunicação Protocolo de comunicação Taxas de comunicação Máxima corrente por entrada Digital Falta momentânea de energia permissível Freqüência máx. paridade par/impar. para as entradas digitais 24 Vcc (-20% / +40%).1 mm pico a pico) Conforme Nema Standard ICS2-230 Conforme IEC 801-2 STS (vermelho) WDT de comunicação 23 x 110 x 120 mm Temperatura de Operação Umidade Vibração Imunidade a ruído Imunidade à descarga eletrostática Indicador LED Diagnóstico Dimensões 10 .00 2543. 2543.60 RS485 Modbus RTU.625 G (0.28 2543.

Esta característica permite que. 1. 11 . em situações criticas de ruído possa haver a separação das alimentações. não podendo ser ligado ao GND (0Vcc) de outro dispositivo. O conector de alimentação e comunicação possuem um borne de aterramento do chassi do I/O remoto.BRIO ATOS Esquema de ligações Módulo Digital Conector das saídas à relé Conector de comunicação RS485 Led de status Botão de Programação Sinalização de entradas e saídas Fig. Esquema de ligação Conector das entradas e alimentação das entradas: 24 e 0 Vcc Conector de alimentação do módulo: 0 e 24 Vcc A alimentação do módulo é separada da alimentação das entradas.

não podendo ser ligado ao GND (0Vcc) de outro dispositivo. 12 .ATOS BRIO Módulo Analógico Conector de comunicação RS485 Led de status Botão de Programação Conector das entradas Analógicas Conector de alimentação do módulo: 0 e 24 Vcc O conector de alimentação e comunicação possuem um borne de aterramento do chassi do I/O remoto.

10 µA/°C 100 ms por canal A opção por entrada em tensão ou corrente é feita por ligação externa no conector de entrada analógica (Ver página 12). 13 .500 V +24 Vcc (-20% / +40%) < 7 Vcc > 15 Vcc < 1 ms < 1 ms < 10 mA por entrada 1.15625 mV) ±35 mV 0.500 V Saídas digitais (RELÉ) Tipo de contato Máxima tensão de comutação Máxima corrente por saída Atraso na comutação Isolação ótica do sistema Resistência inicial de contato p/ saídas Contato Seco – NA S0 e S1 – Saídas com um comum S2 e S3 – Saídas com um comum 30 Vcc / 240 Vca 2A < 10 ms 1.3125 µA) ±120 µA 0.500 V 30mΩ Entradas Analógicas ENTRADAS ANALÓGICAS EM TENSÃO Sinal de entrada Impedância de entrada Resolução Exatidão Drift temperatura Tempo de conversão ENTRADAS ANALÓGICAS EM CORRENTE Sinal de entrada em corrente Impedância de entrada em corrente Resolução Exatidão Drift temperatura Tempo de conversão 0 a 10 Vcc > 100 kΩ 16 bits (0.BRIO ATOS Entradas Digitais (Corrente Contínua) TIPO N Tensão de trabalho Nível de comutação "ON" Nível de comutação "OFF" Tempo de comutação "ON" para "OFF" Tempo de comutação "OFF" para "ON" Corrente de entrada Isolação ótica do sistema TIPO P +24 Vcc (-20% / +40%) > 15 Vcc < 7 Vcc < 1 ms < 1 ms < 10 mA por entrada 1.1 mV/°C 100 ms por canal 0 a 20 mA 250 Ω 16 bits (0.

o que significa que o tempo de time-out foi alcançado e as saídas foram desligadas.atos. Nesta situação o módulo responde segundo as seguintes configurações: Número de estação igual a 247. LED piscando rápido – Módulo sendo acessado (comunicando) normalmente. Espaço disponível no HD: 3 Mb Sistema Operacional: Windows 98. • Configurações mínimas para rodar o Brio Config • • • Processador: Pentium II com 64 Mb de RAM. 2000. • LED piscando lento – Módulo no modo de segurança. sem paridade e 1 stop bit. taxa de 9600 bps. O software encontra-se disponível no site www.br/download. ME e XP O Brio Config é compatível com a plataforma Windows NT.ATOS BRIO LED de status do modulo O LED de status (STS) possui as seguintes Funções: • LED Aceso direto – Módulo no modo de Programação (botão Prog acionado).com. 14 .

BRIO ATOS Trilho DIN Visão Geral Instalação Desinstalação 15 .

ATOS BRIO 16 .

BRIO CONFIG.ATOS CAPÍTULO 2 . 17 .

ATOS C BRIO CONFIG 18 .

Programar as entradas digitais como contagem. 2.BRIO CONFIG ATOS Software de configuração O software de configuração Brio Config permite a configuração e monitoração dos módulos remotos. Supervisionar as entradas digitais e analógicas. Visão geral Área de diagnóstico 19 . Identificar módulo desconhecido. sendo possível através dele executar as seguintes funções: 9 9 9 9 9 Identificar os módulos presentes na rede. Configurar taxa de comunicação. Inserir novo módulo na rede. paridade e stop bit. número da estação. Definir time-out do módulo. 9 9 9 Visão geral do menu de configuração do Brio Config Seletor de Idiomas Português / Inglês Barra de ferramentas Gerenciador de módulos Janela de propriedades Barra de status Fig. Executar teste dos pontos de saídas digitais quanto ao correto funcionamento através de acionamento direto dos mesmos.

configuradas nesta janela. bem como o status da conexão. A configuração utilizada é mostrada na barra de status do software. é necessário confirmar a configuração de comunicação utilizada pelo aplicativo. Parâmetros de configuração para conexão TCP/IP Fig. Configuração Parâmetros de configuração para conexão SERIAL 20 .ATOS BRIO CONFIG Configuração de comunicação Antes de iniciar a configuração de um módulo BRIO. 3. O software Brio Config realiza conexões via Serial ou TCP/IP.

2./ D+ verifique o esquema de ligação do produto no capítulo 1. Na janela de localização de módulos (figura abaixo) marque a opção “Utilizar padrão de fábrica”. Clique para procurar Clique para cancelar a procura dos módulos na rede Barra de progresso da procura de estações Fig. Localização de módulos Desta maneira. certifique-se que a serial do PC está conectada na rede de comunicação dos módulos e pressione a tecla “Localizar”.BRIO CONFIG ATOS Inserindo um novo módulo na rede Os módulos saem da fábrica com a seguinte configuração: 9 9 9 9 Número de estação: 247 Baud rate: 9600 bps Sem paridade 1 stop bit Ao criar uma nova rede de comunicação. Passo 1: Faça a ligação do novo módulo na rede dando atenção para a indicação dos sinais da RS485 D. ao clicar no botão “Localizar” o software irá procurar pelo número de estação padrão de fábrica na rede. Passo 2: Utilizando o software Brio Config. Esta orientação é importante para que ao inserir um novo módulo (padrão de fábrica: estação 247) não haja conflito com nenhum número de estação já existente. encontrando o novo módulo que acabou de ser inserido na rede. é aconselhável criar uma relação de módulos com número de estação seqüêncial iniciando por 1. 4. 3 e assim sucessivamente. 21 .

9600. Fig. Identificando módulos presentes na rede Utilizando o software Brio Config. o usuário Fig. o software irá procurar na rede pelos módulos que encontrar entre os números 1 e 10. Gerenciador de módulos Serão listados nessa busca. o processo de localização de uma estação é mais rápido. ou seja. 22 . ao clicar no botão “Localizar”. Para otimizar a localização de uma estação. 6. certifique-se que a serial do PC está conectada na rede de comunicação dos módulos e pressione a tecla “Localizar”. 1). apenas os módulos que estiverem com a configuração do canal serial igual ao default de fábrica (247. Utilizando o exemplo ao lado. Com isso. Janela de Módulos pode alterar o range de busca. o gerenciador de módulos mostrará o novo módulo encontrado (veja abaixo). 8. para localizar uma estação que está aproximadamente entre 230 e 240 basta colocar no campo “Início” o número 230 e no campo “Fim” o número 240.ATOS BRIO CONFIG No termino da busca. Na janela de localização de módulos (ao lado) escolha qual o range de busca das estações a serem localizadas. 5.

Módulos encontrados O range de busca das estações está definido de 1 a 247. o gerenciador de módulos irá mostrar todos os módulos encontrados (veja ao lado). ou seja. 23 . Quando utilizar a opção “Localizar” por meio do campo n° de estações. pois não existe ID igual a 0 (zero) e com isso. 7. Fig. o valor máximo para um ID será de 247. sem paridade e 1 stop bit. somente as estações com esta configuração serão localizadas. se o Brio Config estiver configurado com Baud rate 57600.BRIO CONFIG ATOS No termino da busca. serão localizados somente os módulos com a mesma configuração do canal serial do Brio Config.

coloca o módulo com o número de estação 247. utilize a haste de um clipe ou uma chave de ponta fina no orifício frontal do módulo conforme a figura ao lado. A ativação do “modo Prog” (LED de Status acesso) é realizada pressionando o botão Prog do módulo (veja a figura abaixo para localizar o botão). É uma função que ao ser ativada interrompe a leitura das entradas e saídas do módulo. utilize a janela de propriedades para visualizar e alterar suas configurações. é necessário ativar o “modo Prog“. Nesta condição utilize o Brio Config conforme demonstrado no passo 2 (página 21) do item “Inserindo um novo módulo na rede”. muda conforme o módulo BRIO selecionado. sem paridade e 1 stop bit. ou número do módulo na rede. Fig. conforme mostrado nos tópicos a seguir. O modo Prog. Após o reconhecimento do módulo. Configurando os parâmetros dos módulos na rede Após identificar os módulos presentes na rede.ATOS BRIO CONFIG Configurando um módulo desconhecido Caso o usuário não saiba qual a taxa de comunicação. Observe o conteúdo da janela. Botão de Prog. baud rate de 9600bps. Para alcançar o botão. configure as informações do canal serial para os valores desejados. 24 . No modo Prog é possível apenas reconhecer e configurar um módulo. ativa a configuração de fábrica do módulo. ou seja. 8.

Para que sejam gravadas as novas informações no módulo. No final de cada definição de um parâmetro confirme o mesmo pressionando “Enter” no teclado. Informações de um módulo BRIO Os módulos BRIO permitem que uma descrição seja armazenada na memória do equipamento para identificar sua função na rede.BRIO CONFIG ATOS A configuração dos parâmetros seriais encontra-se na propriedade “Comm”. aparecerá um símbolo de exclamação chamando a atenção do usuário. Stop bit: número de Stopbits na comunicação. Firmware Version: Mostra a versão do firmware gravado. pressione o botão “Enviar Config. Parity: Identificação de paridade (Par. conforme mostrado ao lado.” da barra de ferramentas. Estes parâmetros podem ser alterados conforme a necessidade de sua rede. Selecione o módulo Brio com o mouse antes de enviar a configuração. Record Flash Counter: Mostra quantas vezes a memória Flash foi gravada. • • • • Description: Permite inserir uma descrição do módulo na rede (máx 16 caracteres). Impar. Nos parâmetros do exemplo. É um campo de visualização apenas. Esta opção encontra-se na propriedade “Information” do módulo. Baud rate: taxa de comunicação do módulo. • • • • Address: número da estação do módulo BRIO. Abra essa propriedade para visualizar seus valores. Model: Mostra o código do modelo. O número máximo para gravações na Flash permitida é de 100000. Depois de alterados os parâmetros do módulo. informando que as propriedades daquele módulo foram alteradas. 25 . sem paridade e com 1 stop bit. conforme mostrado ao lado. Nenhuma). observa-se um BRIO de ID = 1 configurado com Baud rate de 9600.

Para isso. Diagnóstico O status das saídas digitais pode ser alterado manualmente durante o modo de diagnóstico. *Mostra status de cada saída do módulo. como mostrado ao lado. clique sobre uma saída. conforme mostrado abaixo: *Clique para terminar diagnóstico do módulo selecionado. Módulo Digital As guias de diagnósticos serão preenchidas com os status do módulo. escolha o módulo que deseja monitorar pela caixa de seleção “Módulo”. *Mostra o status de cada entrada e seus respectivos valores de contagem (somente para as entradas configuradas no modo “Counter”). 9. Pressione o botão “Iniciar diagnósticos” para iniciar a comunicação com o módulo. Na área de diagnóstico. *Válido somente para os módulos que possuam entradas digitais. certifique-se de que o sistema no qual está ligado o remoto esteja em situação de segurança. pois a monitoração permite que o usuário acione ou desacione uma saída (somente para os módulos com saídas digitais) por meio do Brio Config. 26 . Fig. *Lista de saídas digitais. *Lista de entradas digitais.ATOS BRIO CONFIG Monitorando entradas e saídas através do BRIO Config Antes de iniciar a monitoração. *Válido somente para os módulos que possuam saídas digitais. *Módulo em monitoração. A indicação de saída ligada é mostrada em vermelho.

pressione “Enter” ou mude o foco do campo selecionado. Valor exibido de acordo com fundo de escala configurado. • Limit Max: Define limite máximo do fundo de escala. A janela de “Propriedades” irá exibir os itens para configuração. *Fundo de escala configurado para cada canal. Para confirmar os dados de configuração. *Módulo em monitoração. Após configurar as entradas. 27 .BRIO CONFIG ATOS Módulo Analógico *Clique para terminar diagnóstico do módulo selecionado. • • Enabled: “True” habilita e “False” desabilita entrada analógica. Configurando entrada analógica Para configurar a entrada analógica. Valor de mínimo e máximo. *Lista de entradas analógicas. *Válido somente para os módulos que possuam entradas analógicas. • Limit Min: Define limite mínimo do fundo de escala. *Efetivo de cada canal analógico. Lembrado que o esquema de ligação do produto deve ser correspondente (Ver esquema de ligação na página 12). selecione o ícone do módulo analógico e clique no botão “Enviar Config”. Input Function: Seleciona a configuração de entrada em tensão (0 a 10 Vcc) ou corrente (0 a 20 mA). mínimo de escala e máximo de escala configurado em cada canal. selecione com o cursor do mouse a entrada a ser configurada. *Mostra o valor do efetivo.

a contagem continuará até o valor máximo de 65535 e em seguida retornar para o valor “0” (zero). Uma saída NÃO pode ser ligada/desligada manualmente ou via comunicação quando ativada na configuração “EnabledAlarm”. Este campo pode ter seu valor modificado manualmente durante o diagnóstico diretamente na tabela. ou seja. Para associar uma saída ao modo de contagem. isto é. por exemplo. As funções de “Enable Alarm Output” e “Preset” somente funcionam quando a entrada (“Input Function”) estiver configurada como “Counter”. selecione uma entrada digital do módulo e na guia “Propriedades”. A contagem de pulsos não é inibida quando o valor do campo “Acc” (Efetivo) atingi o valor do “Preset”. Lembrando que esta opção fixa a entrada com a respectiva saída. quando o valor de “Acc” da entrada “E0” se igualar ao “Preset”. apenas de contagem. habilite a opção “EnabledAlarm” na janela de propriedades da entrada.ATOS BRIO CONFIG Programando uma entrada digital como contagem As entradas digitais do módulo podem ser programadas para funcionar como um contador. basta escrever o valor “0” (zero) no campo “Acc” (Efetivo) ou um valor menor que o “Preset” correspondente ao contador e pressionar “Enter”. a entrada 1 é fixa com a saída 1 e assim sucessivamente até a entrada 4 e saída 4. Para programar uma entrada digital como contagem. Para efetuar o “Reset” do contador e/ou desativar a saída associada. no qual as demais entradas não admitem a configuração de associar saída. Durante o diagnóstico do módulo é possível observar o status da contagem no campo “Acc” (Acumulador). 28 . a saída digital 1 poderá ser ativada quando a contagem associada à entrada digital 1 atingir o valor do ”Preset”. a saída “S0” será ligada. podendo sinalizar o fim da contagem através de uma saída digital associada a esta entrada. Com esta configuração habilitada. configure a opção “InputFunction” como “Counter”.

não é aconselhável trabalhar com o equipamento sem antes configurar um “Time-out”. A base de tempo do time-out está em mili segundos. 29 . O campo do Time-out contém uma tabela de valores já configurados. O Time-out default das saídas é de 5 segundos. Por medida de segurança.BRIO CONFIG ATOS Definição do Time-out do módulo O time-out define o tempo máximo que o módulo aguarda um frame de comunicação válido antes de desligar suas saídas (50 ms até 12 s). basta selecionar a opção “Sem Time-out”. O usuário tem a opção de não configurar o Time-out. Dependendo do processo. para isso. é necessário ajustar este valor.

ATOS BRIO CONFIG 30 .

ATOS CAPÍTULO 3 .Brio.Winsup . 31 .

ATOS Winsup-Brio 32 .

Guia Geral 33 . Com uma rede padrão elétrico RS485 e protocolo Modbus. Iniciando Projeto A primeira fase do projeto é configurar o canal serial do Mestre Modbus RS485. MPC4004T e Expert. o qual permite ao usuário capturar dados de dispositivos externos. MPC4004R. Os módulos Brio utilizam o protocolo Modbus RTU. diferente do número máximo de 31 remotas na rede. é possível alocar na rede 31 módulos de I/O remotos mais um mestre. paridade e número de stop bit. com um total de 32 elementos. quanto à taxa de comunicação. O valor máximo para um ID é 247. A declaração dos frames de comunicação deve respeitar os endereços Modbus dos módulos (ver página 46 sobre endereço Modbus dos módulos). Devem estar compatíveis com a programação do módulo de I/O remoto (configurados no Brio Config). a comunicação com dispositivos externos é feito através da Comunicação background. conforme a figura abaixo: Fig. não confunda o número da estação (ID) com a quantidade de módulos. em especial as famílias MPC4004. No entanto. 10.Winsup-Brio ATOS Aplicando o módulo Brio com os controladores programados pelo WINSUP Para o aplicativo no WINSUP. Esta informação está disponível na guia geral da configuração de hardware do WINSUP. utilizando o protocolo Modbus ou APR03.

contato de selo da tecla F2 e aciona o próximo estado interno 3D0). Led 1 (Sinalização. 11.40. Independente do exemplo dado. os estados internos 0BE e 3D0 (Ver endereços 3D1 a 3EF na página 45) devem ser acionados para que a comunicação Background e o protocolo Modbus funcionem corretamente. Produtos utilizados neste exemplo são: IHM 2002P96C. é apresentada uma lógica simples para habilitar o protocolo Modbus e o modo mestre. Programa de usuário Habilita Modbus RS485 Para a ativação do protocolo Modbus. Fig. 0C1 – Led 2 (Sinalização. segue o esquema do exemplo: • • • • 0B0 – 0C0 – aciona 0BE – 0B4 – Tecla F1 da IHM (aciona estado interno 0C0). 3D0 – Habilita comunicação background (Mestre). segue o esquema do exemplo: • • • • 0B1 – Tecla F2 da IHM (aciona estado interno 0C1). CLP 4004. Tecla F5 da IHM (Desabilita protocolo Modbus). contato de selo da tecla F1 e o próximo estado interno 0BE). 0B5 – Tecla F6 (Desabilita comunicação Background). 34 . Habilita Modo Mestre (Background) Para a ativação do modo mestre.ATOS Winsup-Brio Exemplo do Programa de usuário Neste exemplo do programa de usuário.05R e fonte 4004. Habilita protocolo Modbus para o canal RS485.

Tela de edição do preset Este é um exemplo de uma tela de programação na IHM. 0B2 – Tecla F3 da IHM habilita ou desabilita e entrada H do TMR. 13. Configuração Background deste item está na página 40. habilitando a entrada S.Quando ativada permite a contagem e quando desativada pára a contagem (sem zerar). Fig. Caso contrário a contagem é zerada. 0F7 – É um estado interno com condição de sempre ligado. Acionamento da saída digital A instrução TMR é um temporizador com duas entradas: • • • • • • • HABILITA . START/STOP . Tela de edição do Preset e visualização do Efetivo 35 . 0440 – Registro do Efetivo do TMR.permite a contagem do temporizador. quando a condição lógica da entrada é ativada. onde há um campo de edição do Preset e visualização do EFETIVO do temporizador do CLP. 12. 0400 – Registro do Preset do TMR.Winsup-Brio ATOS Aciona saída digital através de temporizador no CLP Este exemplo mostra como acionar uma saída digital do módulo de I/O remoto por meio de um temporizador no CLP. 0000 – Estado interno 0000h será acionado quando o valor do Efetivo se igualar com o valor do Preset. Fig.

a entrada digital deve estar configurada como “Counter” no Brio Config e o “EnableAlarm” deve estar em “True”. no qual as demais entradas não admitem esta configuração (Para o modelo 8E/4S).se acionada executa as funções anteriores. será mostrado como gerar um campo de edição do Preset em decimal na IHM e convertê-lo para hexadecimal. onde OP2 define para onde vai o resultado da conversão e OP1 onde está a fonte de dados para conversão. ou seja. portanto uma conversão hexadecimal para decimal. HABILITA . Edição de Preset do BRIO . é uma instrução de dois operandos. pois o Brio aceita somente valores em hexadecimal. A instrução CONV.estando a entrada D acionada a conversão é feita considerando a fonte (OP1) como um dado em hexadecimal.Conversão decimal para hexadecimal Preset . • • *Para valores maiores que 9999. utilizar a instrução CONVL. a parte mais significativa deste número será perdida*. a entrada 1 é fixa com a saída 1 e assim sucessivamente até a entrada 4 e saída 4. Para o exemplo dado. HEXADECIMAL .Caso a entrada D esteja desacionada a conversão é feita decimal para hexadecimal.ATOS Winsup-Brio Aciona Saída digital por meio de Entrada digital do BRIO Este item mostra como utilizar o módulo de I/O remoto com a configuração: ativar uma saída digital por meio de uma entrada digital (Modo “Counter”) do Brio. 36 . Fig. Esta conversão é necessária. a instrução tem duas entradas: • DECIMAL . Conversão Decimal para Hexadecimal.Conversão decimal para hexadecimal. 14. Se a conversão hexadecimal para decimal implica em um número maior que 9999. Para isso. lembrando que esta opção fixa a entrada com a respectiva saída.

Fig. habilitando a entrada H para a execução da função da instrução. Tela de edição do Preset e visualização do Efetivo do BRIO O registro 502h será utilizado no exemplo para. Os estados internos: • • 0F6 – É um estado interno com condição de sempre desligado.Winsup-Brio ATOS No exemplo do programa de usuário. 15. será feita uma conversão decimal (OP1 – conteúdo do registro 0700h) para hexadecimal (OP2 – conteúdo do registro 0600h). Veja tópico a seguir. Configuração Background deste item está na página 41. Tela de edição do preset e visualização do efetivo “Acc” Este é um exemplo de uma tela de programação na IHM. onde há um campo de edição do Preset e visualização do Efetivo (“Acc”). desaciona a entrada D do CONV possibilitando a conversão de decimal para hexadecimal. exibir o Efetivo (“Acc”) convertido de hexadecimal para decimal. 37 . 0F7 – É um estado interno com condição de sempre ligado.

para isso foi utilizado o estado interno 0F7 (sempre ligado). A entrada H do bloco também deve ser acionada para executar a função. A entrada D deve estar acionada. Para contornar esta situação. Desta forma. Para valores em hexadecimal maiores que 270Fh. O conteúdo do OP1 (registro 0500h) carregará o valor do efetivo do “Acc” do módulo Brio em hexadecimal. Configuração Background deste item está na página 42. será mostrado como utilizar a instrução CONV para conversão Hexadecimal para Decimal. 38 . a criação de um frame para enviar o valor “0000h” no efetivo. o usuário pode enviar o valor “FFFFh” onde não há efeito na atualização do campo. Conversão HEXA para Decimal. Este valor será convertido para decimal e transferido para o conteúdo do registro indicado no OP2 (registro 0502h). Para o exemplo dado. Fig. Reset / Alteração no Efetivo (“Acc”) do BRIO Em função dos frames da Comunicação Background serem atualizados de forma continua. pois o Brio retorna valores em hexadecimal.Conversão hexadecimal para decimal Esta conversão é necessária. 16. pois o Brio não interpreta este dado e a contagem prossegue. utilizar a instrução CONVL. alternando entre enviar “0000h” (em um determinado instante) e depois o valor “FFFFh” (continuamente) o usuário comanda o momento em que a zeragem da contagem deve ser feita. mostrando a forma de como trabalhar com este registro (0500h) do OP1.ATOS Winsup-Brio Visualizar o Efetivo (Acc) . pois continuamente estaríamos enviando o valor de zero e interrompendo a contagem. tornaria a contagem inviável.

No momento em que a tecla F3 (00B3h) for pressionada. 17. A instrução tem uma única entrada (Habilita). No lugar da constante “0000h” poderia ser um valor de ajuste do Efetivo. Fig. enquanto o contato normalmente fechado 00B3h (tecla F3) estiver acionado a instrução MOVK carrega a constante “FFFFh” para o conteúdo do registro 0800h. o contato normalmente fechado irá se abrir (inibindo o carregamento da constante “FFFFh”) e o contato normalmente aberto será fechado (carregando o novo valor da constante “0000h” para o conteúdo do registro 0800h). No exemplo do programa de usuário. alternando sempre entre o valor pretendido para o efetivo da contagem e o valor “FFFFh” (continuamente) para prosseguir a contagem. 39 . que é escrito no endereço do Efetivo do contador por meio da Comunicação Background. onde a instrução executa a movimentação de um valor de 16 bits em um registro (WORD) indicado por OP1 (registro 0800h). Dessa maneira o módulo Brio irá interpretar esta informação e o contador (Acc – Efetivo) será resetado. Reset do contador.Winsup-Brio ATOS Este mesmo recurso pode ser utilizado para inserir um valor diferente para o Efetivo (“Acc”. o Brio aceita somente valores no formato Hexadecimal. Lembrando sempre que. mostra a utilização da instrução MOVK (movimento de constante). utilizando outra instrução de movimentação de dados (MOV) o conteúdo de um registro com o valor para o Efetivo.) da contagem interna do Brio. O conteúdo do registro 0800h. Configuração Background deste item está na página 43. Sendo assim. Poderia ser também. é alterado conforme o estado da EI 00B3h (tecla F3). O módulo Brio ignora esta informação e o mesmo não reseta o contador (Acc – Efetivo).

Fig. No campo End.ATOS Winsup-Brio Configuração Background Na guia Background devem ser habilitado os seguintes itens: • • Habilita comunicação background. Background habilitado. Slave coloque o ID (1) do módulo de I/O remoto (BRIO). será da forma a seguir (orientando-se pelos dados da página 35): • • Na linha 1 (Id 1) indique o endereço do Mestre. Aciona saída digital através de temporizador no CLP A configuração Background. No campo Num. Neste momento a comunicação Background estará pronta para a configuração. que no exemplo dado é o 0000h do temporizador do CLP. neste exemplo será acionada a saída digital 2 correspondente ao endereço 0001h de acordo com a função 05-Force Single Coil (Acionar uma saída) que está na tabela de saídas do item Endereços Modbus. Protocolo – Modbus. CP coloque o endereço da saída digital do módulo de I/O remoto. 18. A quantidade de registro é apenas um. • • 40 .

de acordo com a função 06-Preset Single Register que está na tabela de Preset dos contadores do item Endereços Modbus. pois em um registro já estão contidos os 2 bytes que a função Modbus necessita.Winsup-Brio ATOS Fig. No campo Num. 19. 20. Temporizador para acionar saída. • • Fig. coloque o endereço 0000h correspondente ao Preset do contador 1 do módulo de I/O remoto. Edição do Preset do contador interno do BRIO A configuração Background. é dada a seguinte forma (orientando-se pelos dados da página 36): • • Na linha 3 (Id 3) indique o endereço do Mestre. Preset do Contador Interno do Brio. A quantidade de registro é apenas um. acionando conseqüentemente a saída digital 2 do Brio. CP. No momento que o Efetivo se igualar com o Preset do temporizador o endereço 0000h passará de OFF para ON. No campo End. que no exemplo dado é o endereço 0600h do CLP no qual contém o valor do Preset já convertido para hexadecimal. 41 . Slave coloque o ID (1) do módulo de I/O remoto (BRIO).

No momento que o Efetivo (endereço 0020h) do contador 1 do módulo de I/O remoto. A quantidade de registro é apenas um. será enviado para o conteúdo do registro 0500h do CLP (Função 03 – Read Holding Registers) e convertido automaticamente pela instrução CONV para decimal e alocado para o conteúdo do registro 0502h. de acordo com a função 03-Read Holding Registers que está na tabela de Efetivo dos contadores do item Endereços Modbus. a função 06 presetará este valor no endereço 0000h (Contador 1) do módulo BRIO. pois em um registro já estão contidos os 2 bytes que a função Modbus necessita. Efetivo do Contador Interno do Brio. Com isso. No campo End. • • Fig. será mostrado o valor em decimal. será da seguinte forma (orientando-se pelos dados da página 38): • • Na linha 2 (Id 2) indique o endereço do Mestre. No campo Num. Com isso. Slave coloque o ID (1) do módulo de I/O remoto (BRIO). coloque o endereço 0020h correspondente ao Efetivo do contador 1 do módulo de I/O remoto. que no exemplo dado é o endereço 0500h do CLP no qual contém o valor do Efetivo do I/O remoto em hexadecimal. CP. Master). for alterado.ATOS Winsup-Brio No momento que o Preset (registro 0700h) do CLP que está em decimal for editado. que está em hexadecimal. Visualização do Efetivo “Acc” do contador interno do BRIO A configuração Background. 21. será convertido automaticamente pela instrução CONV para hexadecimal e alocado para o conteúdo do registro 0600h (End. no campo de visualização da IHM do endereço 0502h (Efetivo). 42 .

Winsup-Brio ATOS Reset do Efetivo (“Acc”) acionado pela entrada digital do Brio Para o reset do Efetivo interno do BRIO. Para as famílias MPC4004R e MPC4004T. Num. 43 . Slave é o ID (1) do Brio. • Fig. a configuração é da seguinte forma (orientando-se pelos dados da página 38): • • • • End. são atualizados a cada 10 ms (taxa de 57600). zerando o efetivo para uma nova contagem e desligando a saída digital 1 associada (exemplo dado). CP é o endereço 0020h (Efetivo) do Brio. no exemplo dado a saída digital 1 configurada no Brio Config. os frames da comunicação Backgroud. Performance dos módulos Por se tratar de uma comunicação serial. portanto dependente do tamanho do programa de usuário. 22. No momento que a tecla F4 (00B3h) for aciona será presetado o conteúdo 0000h do registro 0800h para o endereço 0020h (Efetivo) do Brio. a performance de atualização dos módulos varia em função da quantidade de módulos existentes na rede. End. Zera efetivo do BRIO. Para a série MPC4004 e série Expert a atualização de cada frame é feito a cada varredura. da taxa de comunicação e também em função da família do controlador utilizado. Mestre é o registro 0800h que carrega a constante FFFFh (00B3h – OFF) ou 0000h (00B3h – ON). Função Modbus 06-Preset Single Registers para presetar o valor das constantes FFFFh (não interpreta esse valor) ou 0000h (zera o efetivo para nova contagem) no efetivo do Brio e desliga saída digital associada. Quantidade de registro é apenas um. sendo.

ATOS Winsup-Brio Topologia Aplicação sendo controlada por sistemas supervisórios Via Canal Serial Fig. Controle via Rede Ethernet. 44 . Via Rede Ethernet Fig. 24. Controle via canal Serial. 23.

O número do I/O remotos (Brio) que se pode ter numa rede RS485. 32 elementos na aplicação. são no máximo 31 mais o mestre.Winsup-Brio ATOS Aplicação sendo controlada por CLP Fig. 25. ou seja. Controle pelo CLP. 45 . Os endereços da CPU 3D1 até 3EF sinalizam falhas de comunicação com as estações.

46 . (05) e (15) Descrição das funções Read Coil Status Force Single Coil Preset Multiple Coil Código das funções 01 05 15 Endereço Hexa 00 01 02 03 04 a 3F Posição 01 02 03 04 05 a 64 Saídas Digitais Saída Digital 01 Saída Digital 02 Saída Digital 03 Saída Digital 04 Reservado p/ implementação futura. Saídas: Funções (01).ATOS Winsup-Brio Endereços Modbus do módulo Brio Entradas e saídas digitais Entradas: Função (02) Descrição da função Read Input Status Código da função 02 Endereço Hexa 00 01 02 03 04 05 06 07 08 a 3F Posição 01 02 03 04 05 06 07 08 09 a 64 Entradas digitais Entrada Digital 01 Entrada Digital 02 Entrada Digital 03 Entrada Digital 04 Entrada Digital 05 Entrada Digital 06 Entrada Digital 07 Entrada Digital 08 Reservado p/ implementação futura.

Estes endereços para leitura das entradas devem ser utilizados quando a largura do sinal de entrada (ligado) for menor que o Scan de atualização de leitura. Após ser lida as entradas. o Latch volta a ser atualizado. O Latch também será atualizado caso seja feito uma leitura das entradas em seus endereços normais. Endereço Hexa 40 41 42 43 44 45 46 47 48 a 7F Posição 64 65 66 67 68 69 70 71 72 a 128 Entradas digitais com Latch Latch da Entrada Digital 01 Latch da Entrada Digital 02 Latch da Entrada Digital 03 Latch da Entrada Digital 04 Latch da Entrada Digital 05 Latch da Entrada Digital 06 Latch da Entrada Digital 07 Latch da Entrada Digital 08 Reservado p/ implementação futura. fica aguardando novamente a entrada ser acionada. ou seja. 47 . ou seja. porém a informação de entrada acionada permanece até que haja uma leitura deste status através do canal serial.Winsup-Brio ATOS Entradas digitais com Latch associado: Função (02) Descrição da função Read Input Status Código da função 02 São endereços das mesmas entradas. a partir do endereço 0000h.

Para cada contador é possível associar uma saída digital do próprio módulo. 48 . O endereçamento Modbus para registro nos módulos Brio. associar contadores as entradas. Os contadores possuem registros de preset e efetivo. A habilitação deste modo deve ser feita através do software de configuração.ATOS Winsup-Brio Contadores associados às Entradas Digitais O módulo Brio permite ao usuário. para cada endereço. Para os módulos com 8 entradas e 4 saídas. segue a nomenclatura de endereçamento de 16 bits. de forma que ao atingir a contagem a saída é imediatamente acionada. Preset dos contadores: Funções (06) e (16) Descrição da função Preset Single Registers Preset Multiple Registers Código da função 06 16 Endereço Hexa 00 01 02 03 04 05 06 07 08 a 1F Posição 01 02 03 04 05 06 07 08 09 a 32 Preset dos contadores Preset do Contador 1 (2 bytes) Preset do Contador 2 (2 bytes) Preset do Contador 3 (2 bytes) Preset do Contador 4 (2 bytes) Preset do Contador 5 (2 bytes) Preset do Contador 6 (2 bytes) Preset do Contador 7 (2 bytes) Preset do Contador 8 (2 bytes) Reservado p/ implementação futura. ou seja. estão associados dois bytes de dados. embora possa ser programado até oito contadores. é possível ter apenas 4 saídas associadas aos contadores.

Efetivo dos contadores: Funções (03) e (04) Descrição da função Read Holding Registers Read Input Registers Código da função 03 04 Endereço Hexa 20 21 22 23 24 25 26 27 28 a 3F Posição 33 34 35 36 37 38 39 40 41 a 64 Efetivo dos contadores Efetivo do Contador 1 (2 bytes) Efetivo do Contador 2 (2 bytes) Efetivo do Contador 3 (2 bytes) Efetivo do Contador 4 (2 bytes) Efetivo do Contador 5 (2 bytes) Efetivo do Contador 6 (2 bytes) Efetivo do Contador 7 (2 bytes) Efetivo do Contador 8 (2 bytes) Reservado p/ implementação futura.Winsup-Brio ATOS Leitura de Preset dos contadores: Funções (03) e (04) Descrição da função Read Holding Registers Read Input Registers Código da função 03 04 Endereço Hexa 00 01 02 03 04 05 06 07 08 a 1F Posição 01 02 03 04 05 06 07 08 09 a 32 Preset dos contadores Preset do Contador 1 (2 bytes) Preset do Contador 2 (2 bytes) Preset do Contador 3 (2 bytes) Preset do Contador 4 (2 bytes) Preset do Contador 5 (2 bytes) Preset do Contador 6 (2 bytes) Preset do Contador 7 (2 bytes) Preset do Contador 8 (2 bytes) Reservado p/ implementação futura. 49 .

Unid. Valor do efetivo em unidade de telemetria na posição 101 exibe valor 65535 e em unidade de engenharia na posição 105 exibe o valor 10000. (2 bytes) Eng. (2 bytes) Eng. 50 . Unid. (2 bytes) Telem. de de de de de de de de Telem. (2 bytes) Telem. (2 bytes) Eng. (2 bytes) Eng. está com tensão de entrada igual a 10 Vcc e fundo de escala configurado com limite mínimo igual a 0 e limite máximo igual a 10000. Exemplo: Canal analógico 1 configurado como entrada de tensão 0-10 Vcc. limite mínimo e limite máximo. **Unidade de engenharia: Valor variando no fundo de escala configurado. (2 bytes) *Unidade de telemetria: Valor variando de 0 a 65535. Unid. Unid.ATOS Winsup-Brio Entradas Analógicas Efetivo dos canais analógicos: Funções (03) e (04) Descrição da função Read Holding Registers Read Input Registers Código da função 03 04 Endereço Hexa 64 65 66 67 68 69 70 71 Posição 101 102 103 104 105 106 107 108 Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo do do do do do do do do Efetivo dos contadores Canal Canal Canal Canal Canal Canal Canal Canal Analógico Analógico Analógico Analógico Analógico Analógico Analógico Analógico 1 2 3 4 1 2 3 4 Unid. (2 bytes) Telem. Unid. Unid. Unid.

26. • Resistência de cada condutor máx. • Impedância característica (Z0) 120 Ohms. 65 pF/m. 51 . • 1 par trançado de condutores mais 1 condutor dreno em contato com fita de poliéster metalizada aplicada helicoidalmente sobre os pares trançados. Para distâncias superiores a 50 metros. é recomendada a colocação de um resistor entre 120 e 150 Ohms nos extremos da rede.Winsup-Brio ATOS Informações sobre ligação do cabo de comunicação . com o objetivo de minimizar perdas provocadas pelo casamento de impedância entre o transmissor e o receptor. Cabo de ligação Características Elétricas do Cabo para Padrão RS485 • Bitola mínima dos condutores: 24 AWG. Cabo de interligação entre um módulo do módulo Brio e um MPC4004 Fig. 98 Ohms/km. • Capacitância mútua do par trançado máx.

ou seja.ATOS Winsup-Brio O valor dos resistores de terminação deverá estar próximo da impedância característica da linha de transmissão. O sinal D+ corresponde ao sinal D0 RI do MPC4004 O sinal D.com D-. variando entre 120 a 150 Ohms (valores práticos e dependendo do número de receptores acoplados na linha). D+ com D+. D. Para minimizar problemas com indução eletromagnética. é recomendável que se faça a interligação dos aterramentos entre os equipamentos Durante a instalação observe a polaridade dos sinais de dados da RS485. elas devem ser ligadas em paralelo.corresponde ao sinal D0 RI do MPC4004 O uso da blindagem é absolutamente essencial para se obter alta imunidade contra interferências eletromagnéticas. Adicionalmente recomenda-se que os cabos de comunicação sejam mantidos separados dos cabos de alta voltagem. A blindagem por sua vez deve ser conectada ao sistema de aterramento em ambos os lados através de bornes de aterramento adequados. 52 .

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