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Recursos Biologicos

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04/11/2013

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Trabalho realizado por: Alexandre da Cruz Batalha nº2 Miguel A. C.

Santos nº16 José Adriano de Sousa Almeida nº13 8ºD

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Recursos biológicos – matéria e energia que o ser humano pode obter a partir de outros seres vivos . Podem ser: Agro-pecuários – animais e plantas que nos fornecem alimento e matérias-primas; Florestais – produtos da floresta; Marinhos – animais marinhos e algas que nos fornecem alimentos e matérias-primas.

Biodiversidade - A biodiversidade traduz-se na quantidade de espécies de seres vivos existentes no planeta.

Os recursos biológicos são utilizados pelo Homem de várias maneiras: Na alimentação – através da agricultura, da caça, da piscicultura ou da pecuária, obtêm-se diversos alimentos.

Na produção de calçado e vestuário – vários produtos derivados de plantas e animais são utilizados na produção de vestuário e calçado.

couro

No fabrico de diversos produtos – muitos produtos do nosso quotidiano são obtidos a partir dos recursos biológicos.

Na medicina – são conhecidas, desde sempre, as potencialidades de diversas plantas no tratamento de várias doenças. Os seus princípios activos, responsáveis pelos efeitos terapêuticos, são utilizados na produção de medicamentos.

Em outras actividades económicas – o turismo, está frequentemente relacionado com os recursos biológicos.

Todos os recursos renováveis são inesgotáveis, porém quando explorados acima da sua capacidade de renovação, podem tornar-se escassos, o que se também aplica aos recursos biológicos. A perda de biodiversidade é a principal consequência da utilização incorrecta dos recursos biológicos.

Todo ano, entre 17.000 e 100.000 espécies são extinguidas do nosso planeta.

Os cientistas concluíram que a destruição das florestas está a afectar gravemente cerca de 80% dos mamíferos e aves em vias de extinção, mas o grupo mais ameaçado é o dos anfíbios, com mais de 1800 espécies em risco, o que corresponde a cerca 32% de todos os anfíbios existentes na Terra. A conservação da biodiversidade e a manutenção de todas as espécies só é possível em áreas reservadas e protegidas, muitas vezes contíguas às áreas ocupadas pelas populações humanas.

Apesar do crescente declínio da biodiversidade, assiste-se, hoje, ao aumentos das áreas protegidas no Mundo que revelam a tomada de consciência, por parte das comunidades internacionais, para os perigos que acarreta a perda de biodiversidade do nosso planeta.


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As principais ameaças aos recursos biológicos estão relacionados com: Sobreexploração; Tráfico ilegal de plantas e de animais; Introdução de espécies exóticas; Degradação, destruição e fragmentação de habitats.

Sobreexploração – o crescimento da população humana contribui para a exploração dos recursos naturais acima da capacidade de renovação destes. A caça e a pesca excessivas põem em perigo muitas espécies, bem como os animais que delas se alimentam.

Tráfico ilegal de plantas e animais – apesar da existência de acordos internacionais que proíbem o comércio de plantas e de animais selvagens, bem como de partes dos seus corpos (por exemplo, peles, presas e carapaças), verifica-se que este tipo de tráfico continua

Introdução de espécies exóticas – a introdução intencional ou acidental de organismos em locais onde antes não existiam é, muitas vezes, prejudicial ao ecossistema. Os invasores podem disseminar pragas e doenças até então inexistentes. Muitas destas novas espécies não têm predadores nestes novos habitats, o que as favorece na competição com as espécies locais (autóctones). Alguns invasores trazem, ainda, prejuízos económicos às populações.

Degradação, destruição e fragmentação de habitats – a poluição do ar e da água tem degradado muitos habitats, com efeitos negativos sobre os recursos biológicos.

Degradação, destruição e fragmentação de habitats – a limpeza dos leitos dos rios e a substituição de ecossistemas por monoculturas de cereais ou por florestais monoespecíficas degradam os habitats, uma vez que os empobrecem.

Degradação, destruição e fragmentação de habitats – a agricultura, a exploração florestal, a expansão urbana e industrial e a pesca de arrasto são responsáveis pela destruição de grande número de habitats.

Degradação, destruição e fragmentação de habitats – apesar de indispensáveis, algumas vias de comunicação podem fragmentar os habitats, isolando populações e dificultando as migrações.


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Podem-se considerar quatro grandes motivos para preservar a biodiversidade: Razões éticas; Razões ecológicas; Razões económicas; Razões estéticas.

Razões éticas – a espécie humana, única com a percepção total do mundo e consciência das consequências dos seus actos, tem o dever moral de proteger as outras formas de vida ou, pelo menos, não provocar a sua extinção.

Razões ecológicas – na Natureza, todas as espécies estão interligadas. A extinção de uma delas pode levar à destruição de todo o ecossistema e pôr em perigo mecanismos naturais importantes, como a regulação do clima, a purificação do ar, a protecção dos solos contra a erosão ou a polinização das plantas, o que poderá colocar em risco o próprio ser humano.

Razões económicas – a diminuição do número de espécies pode prejudicar actividades já existentes (por exemplo, a pesca), e comprometer futuras utilizações, como a produção de novos medicamentos.

Razões estéticas – a beleza da Natureza está muito relacionada com a diversidade de seres que a habitam. Uma paisagem natural agradável contribui para o aumento da qualidade de vida das populações.

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