P. 1
Apostila de Laboratorio Contabil e Tributa€ ¦írio II

Apostila de Laboratorio Contabil e Tributa€ ¦írio II

|Views: 210|Likes:
Publicado porLUIZTOROLHO

More info:

Published by: LUIZTOROLHO on Jul 25, 2013
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

05/14/2014

pdf

text

original

APOSTILA DE LABORATÓRIO CONTABIL E TRIBUTÁRIO II

Professor: Carlos Donizete da Silva

1- EMENTA DA DISCIPLINA DE LABORATÓRIO CONTÁBIL E TRIBUTÁRIO II Carga Horária Semestre Grade / Ano 4o Disciplina: Laboratório Contábil e 80h 2007/1 Tributário II Perfil Docente Titulação: Especialista Formação Ciências Contábeis com experiência acadêmica e profissional Ementa: Trata-se de disciplina fundamental para que o aluno se forme e tenha os conhecimentos aplicados de forma prática, desde a abertura de uma empresa, escrituração contábil e escrituração de livros fiscais e elaboração das Demonstrações Contábeis. Conteúdo Programático: Roteiro básico de abertura e desenvolvimento, envolvendo o registro do contrato social, registros e declarações aos órgãos públicos de uma Empresa Tamanho Médio ou Grande, Tributada na forma de Lucro Real ou Lucro Presumido. Lançamentos contábeis em software contábil, elaboração dos livros Diário e Razão, levantamento de demonstrações contábeis (balancete, Balanço Patrimonial, DVA, DFC e DRE). Cálculo e contabilização da Folha de Pagamento e Encargos. Provisão de férias e 13º salário e encargos. Escrituração básica no Registro de Entradas e Saídas da Mercadorias. Estudo e inter-relacionamento da teoria e a prática, consolidando o conhecimento das matérias desenvolvidas durante o curso. Objetivo: Inserir o aluno num ambiente da prática contábil, simulando as atividades dentro de uma empresa ou escritório contábil no laboratório contábil informatizado, executando todas as atividades básicas contábeis e tributárias, promovendo a aplicação consolidada dos conhecimentos adquiridos durante o curso. Realizar atividades com os alunos como palestras, auto-avaliacões constantes e exercício da teoria e a prática contábil e tributária. Metodologia: Aulas práticas com trabalhos individuais e em dupla, pesquisas bibliográficas e da legislação. Aulas em Laboratório de informática com a utilização de programas e software utilizados na área contábil e tributária.a Regime de oferecimento: Presencial/semestral Pré-requisitos: Não há Bibliografia: Básica: RUSSO, F; OLIVEIRA, N.; Manual Prático de constituição de empresas; 11ª edição; São Paulo; Editora Atlas; 2003. RUSSO, L. R. R.; Como abrir sua empresa comercial; 2ª edição; São Paulo; Ed. Atlas; 2004 Complementar: MARION, J.C.; IUDÍCIBUS, S; PEREIRA. E. Dicionário de termos de contabilidade; 1ª edição; São Paulo; Editora Atlas; 2003. THOMÉ, I,; Empresas de serviços contábeis; 1ª edição; São Paulo – Editora Atlas; 2001

2 - Método de Avaliação Serão realizadas quatro avaliações sendo a A3 a integrada, a avaliação A1 valerá de zero a ____a A2 valerá de zero a ____ pontos, a Avaliação A3 será a integrada e a avaliação A4 valerá de zero a ____ pontos, o restante da nota será atribuído à trabalhos, freqüência + participação, ou seja o aluno tem que estar em sala de aula para ter todos os pontos que o grupo tirar no trabalho. Trabalho no laboratório Avaliação 1 Trabalho em sala de aula Participação e presença Trabalho no laboratório Avaliação 2 Trabalho em sala de aula Participação e presença Avaliação 3 Integrada Finalização do Trabalho no laboratório Avaliação 4 Finalização do trabalho em sala de aula Participação e Presença Elaboração do trabalho de Laboratório Contábil e Tributário II A sala será dividida em grupos de até 5 alunos para a elaboração de um trabalho de abertura de uma empresa. O trabalho terá duas etapas, a primeira parte iniciando de imediato e terminando no dia da avaliação A2, que será o dia da entrega desta parte, a 2ª e última parte será entregue uma semana antes da avaliação A4. Para a primeira etapa do trabalho os grupos serão os seguintes: Coluna 1 A B C D E Coluna 2 E G F A C pontos pontos pontos

F G

D B

Sendo que, os grupos da primeira coluna farão o papel de Escritório Contábil e, os grupos da segunda coluna farão o papel da empresa contratante dos serviços. Exemplo: O grupo A é o escritório contratado para fazer a contabilização do grupo E, e quem fará a contabilização da empresa do grupo A será o grupo D, não podendo ter contra partida, ou seja, o grupo A faz a contabilização do Grupo E, e o grupo E fazer a contabilização do grupo A. Dados para a Abertura da empresa e elaboração do contrato social • • • • • • • • • • • • • • • A empresa terá ..... ou ......... sócios dependendo de quantas pessoas tiver o grupo. Capital inicial Em dinheiro no mínimo 30% Em bens 25% (mercadorias para revenda deverá fazer parte deste capital) Em direitos 25% A integralizar 20% R$ 5.000.000,00

Documentação necessária para abrir uma empresa: Contrato Social Contrato de Aluguel Outros Consulta de Nome na Junta Comercial Cadastro na Receita Federal Cadastro na Secretaria di estado Cadastro na Prefeitura do município Registros e Autorização de outros órgãos Declarações a Órgãos Públicos

Movimentação de um mês com no mínimo 30 (trinta) fatos contábeis, abrangendo:

contrato social. etc. A folha de pagamento dos funcionários e sócios da empresa. deverá ser entregue os seguinte documentos: • • • • A 1ª parte do trabalho que foi devolvida. (apresentar documentos ou descrever como tirar esses documentos. O que entregar? R.. . Contrato Social e de Aluguel Como entregar? R. documentos de abertura. realizar os acertos solicitados. Esta parte do trabalho não deverá ser encadernada para ser entregue. deverá ser entregue os seguinte documentos: • • • Estudo de Mercado. Uma semana antes da data da Avaliação A4. ela é parte integrante do trabalho. No dia da Avaliação A 2. Registro da empresa nos Órgãos Públicos. 2ª Parte Quando entregar? R. Os fatos contábeis que o grupo desenvolveu e passou para ser contabilizado. Nova introdução. O que entregar? R.• • • • • • • Compras de mercadorias Vendas de mercadorias Pagamentos Recebimentos Provisões PDD Compra de imobilizado • • • • • • • Depreciações Impostos Salários Seguros Aumento do Capital Folha de Pagamento Provisões Entrega do Trabalho de Laboratório Contábil A data da entrega do trabalho de Laboratório NÃO SERÁ PRORROGDA. contendo meio e a conclusão do trabalho. 1ª Parte Quando entregar? R.

Balanço Social. 3 . Demonstração do resultado do exercício. 3. tornam-se um instrumento primordial para a administração de negócios. quando atualizados com qualidade. Por outro lado. se houver.1 – OBJETIVO Esta disciplina visa inserir o aluno num ambiente da prática contábil. a empresa está sujeita a várias multas ou prejuízos pela incorreção ou falta desses dados contábeis. . Lucro Presumido ou Lucro Real. Balancete de verificação. podendo ser utilizada outro tipo de encadernação. Contrato Social e seu registro. Forma de tributação. as leis tributárias. Mas ser contador não é apenas escriturar livros e preencher guias. é a ciência que estuda e interpreta os registros dos fenômenos que afetam o patrimônio de uma entidade. Além disso. • • • Roteiro básico de abertura de empresa. Este trabalho deverá ser entregue encadernado. a melhor forma de tributação para a s empresas. no mínimo em espiral. sabendo o que está ocorrendo no mercado. contabilidade vem do italiano contabilità. os cálculos dos impostos.INTRODUÇÃO Segundo o dicionário Aurélio. Como entregar? R. executando todas as atividades básicas contábeis e tributárias.• • • • • Livro Diário e Razão. a responsabilidade é a garantia dos serviços prestados estende-se por um prazo de dez anos face aos Códigos Civil e Comercial. simulando as atividades dentro de uma empresa ou escritório contábil. etc. inclusive relacionamento pessoal. As aulas serão ministradas tanto em laboratório de informática como em sala de aula. os dados contábeis. provendo a aplicação consolidada dos conhecimentos adquiridos durante o curso. É por este motivo que o contabilista tem de estar atualizado. Outros relatórios. Conteúdo programático da disciplina.

Observa-se que esse problema de Planejamento prévio não é restrito apenas às empresas que fecham. Projetando os índices de mortalidade obtidos sobre a série histórica do número de empresas abertas na JUCESP.• • • • Lançamentos contábeis em software contábil. mas devemos lembrar que todo empreendimento requer muita dedicação para a realização dos objetivos. De acordo com pesquisa do SEBRAE. a dedicação à empresa no primeiro ano da negócio. não conheciam ou não procuraram informar-se previamente sobre a quantidade de clientes que teriam e seus hábitos de consumo. temos que ter pessoas competentes e com conhecimento trabalhando para que estes objetivos sejam alcançados. Balanço. chegou-se a uma estimativa de 1 milhão de empresas fechadas. está a falta de um planejamento prévio adequado. a gestão do negócio (em especial a administração do fluxo de caixa). o aperfeiçoamento do produto/serviço às necessidades do mercado consumidor e a conjuntura econômica. abertas entre 1995 e 1999. entre 1990 e 2000. Elaboração das Demonstrações Contábeis. 4 – ABERTURA DE EMPRESA Por que se deve abrir uma empresa? Como escolher o ramo de atividade? Uma resposta simples: “para ganhar dinheiro”. Balancete. isso se dá em virtude de que 71% das empresas encerram suas atividades antes de concluírem o quinto ano de atividade. Assim. Cálculo e contabilização da folha de pagamento e encargos. DRE. mas também é verificado entre as empresas que continuaram em atividade. 38% também não conheciam ou não . Começando com a abertura da empresa. contra um total de 1. conhecimento de débito e crédito. cerca de 54% das empresas. Contimatic. Elaboração dos livros Diário e Razão.5 milhão de registros de novas empresas no mesmo período. Para a abertura de uma empresa são necessários importantes estudos preliminares com relação à viabilização da lucratividade através de pesquisa do mercado. Os principais fatores que afeta a mortalidade são: tempo e a qualidade do planejamento feito antes da abertura. Entre os fatores que afetam a mortalidade das empresas.

entre aquelas em atividade. . As chances de sobrevivência aumentam quando: I Estuda-se ou planeja-se por mais tempo o negócio antes da sua abertura: Entre as empresas que encerraram suas atividades. em média. talvez. Nas empresas em atividade essa proporção é de 95%. IV A empresa realiza esforços de aperfeiçoamento de seus produtos/ serviços às necessidades dos clientes: No grupo das empresas que encerraram suas atividades. caso fizessem um planejamento prévio à abertura mais adequado. seus proprietários. Esses descuidos presentes tanto nas empresas que fecham quanto nas sobreviventes levam a crer que.procuraram informar-se previamente sobre a quantidade de concorrentes que teriam. a proporção de proprietários com dedicação exclusiva no primeiro ano de atividade foi maior nas empresas em atividade (78% tinham dedicação exclusiva) que nas empresas que fecharam (71% tinham dedicação exclusiva). cerca de 79% conseguiram manter esta sincronia durante os cinco primeiros anos de atividade. as empresas sobreviventes poderiam ser mais bem sucedidas e as que encerraram suas atividades talvez aumentassem suas chances de sobrevivência ou ainda. 23% não conheciam as condições de preço e prazo dos fornecedores e 21% não observaram os aspectos legais associados aos seus negócios. II Há dedicação exclusiva do proprietário no primeiro ano da empresa: Entre as empresas constituídas nos anos de 1998 e 1999. 31% não observaram os produtos e serviços dos concorrentes. nem chegassem a abrir seu negócio se constatassem previamente que o mesmo seria inviável. enquanto entre as empresas em atividade o tempo médio de estudo prévio do negócio foi de 9 meses. o tempo utilizado para estudar previamente o negócio foi de 7 meses. III A empresa consegue administrar de forma mais eficiente seu fluxo de caixa: Entre as empresas encerradas apenas 55% conseguiam sincronizar o pagamento de despesas com as receitas. 86% possuíam o hábito de realizar esforços para o aperfeiçoamento dos produtos e serviços às necessidades dos seus clientes.

que não dependa de profissional legalmente habilitado. de acordo com o Código Civil. Verificar o tipo de sociedade. O seu registro feito no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas. necessariamente. Seu registro é feito na Junta Comercial. cuja atividade poderá ser industrial. constituindo elemento de empresa.os sócios. d) Sociedade Anônima (S/A) Constituída por pelo menos dois acionistas . São sociedades formadas por pessoas que exercem profissão intelectual. sociedade empresária é aquela que exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou de serviços. Analisar a melhor região para instalação de seu negócio. comercial ou de prestação de serviços. b)Sociedade Empresária: Sociedade Empresária é aquela constituída por duas ou mais pessoas. sendo sempre uma sociedade mercantil. . Isto é. literária ou artística. Verificar se a Lei de Zoneamento permite aquela atividade econômica na área. c) Empresário: A exploração de uma atividade comercial. finalidade lucrativa. Conhecer seus concorrentes. pessoal etc. industrial ou prestação de serviços.O futuro empresário deverá observar o seguinte: • • • • • • Conhecer o ramo de atividade que escolheu para atuar. uma empresa poderá ser constituída como: a) Sociedade Simples: A Sociedade Simples é constituída com o objetivo social de prestação de serviços de profissional legalmente habilitado e deve ser composta de no mínimo 02 (dois) sócios. de natureza científica. O capital social da empresa fica dividido por ações e ela deve ter. caracteriza o Empresário. Planejar custos de locação. por uma única pessoa física.

registro no CNPJ. Inscrição da empresa na Prefeitura do Município. os quais são apreciados por uma autarquia federal competente. (Vide anexo III) 1 – Inscrição da empresa na Fazenda Estadual se houver comercialização de mercadorias ou fabricação de produtos. para isso devem ser executados pelo menos os seguintes passos.Companhia Estadual de Tecnologia de Saneamento Básico e Controle de Poluição das Águas. consultoria operacional e produtos ou serviços . As franquias envolvem a concessão e transferência de marca. (Vide anexo I) 1.Licença de Funcionamento • CETESB .DECA . pois não pode existir duas empresas com o mesmo nome e atividade econômica. através da distribuição de produtos ou serviços.Busca do nome empresarial. mediante condições estabelecidas em contrato entre franqueador e franqueado. tecnologia. projeto do estatuto social e prospecto com informações sobre as bases da companhia e os motivos que justifiquem o seu bom êxito. 1.Alvará da Vigilância Sanitária (se for o caso) 2.Inscrição Municipal 3. é preciso estarem devidamente constituídas e legalizadas. 2 – Declaração Cadastral . A legalização é feita através de registro de seus atos constitutivos na: • Junta Comercial do estado.No ato da abertura. e) Franquia Uma modalidade de negócio comercial que concede a exploração econômica. 2. Para que as empresas possam desenvolver suas atividades. • • Secretaria da Receita Federal.Registro do Contrato Social. quando a atividade envolver algum tipo de risco ao meio ambiente • Secretaria da Fazenda do estado. 1. há necessidade de apresentação de um estudo de viabilidade econômica e financeira do empreendimento. (Vide anexo II) 1.Licença de operação. JUCESP ou Cartório.

cópia fiel do artigo. Obrigações dos sócios. nele estará indicando o artigo. logo abaixo. portanto o documento que caracteriza a sua constituição é o Contrato Social.DECAE • • • • Inscrição da empresa na Previdência Social (INSS). • • Confecção de Talões de Notas Fiscais Filiação ao Sindicato Patronal De acordo com o ramo de atividade que a empresa irá exercer.Departamento de Controle do Uso de Imóveis 1 – Alvará de Vistoria de Segurança. Contrato Social O Contrato Social é a peça mais importante do início da empresa. objetivo da empresa. 4.1 . ainda. 1 – Cadastro da Empresa e dos Sócios Delegacia Regional do Trabalho. e. e nele devem ser definidos claramente os seguintes itens: • • • • • Interesse das partes. CONTRU. e. Em fim o contrato será a bússola da empresa na constituição da parte societária da empresa.3 – Declaração para Codificação da Atividade Econômica . Vistoria do Corpo de Bombeiros. descrição do aspecto societário e a maneira de integralização das cotas. . parágrafo e inciso do Código Civil Brasileiro que dá base para o Contrato Social. 2 – Alvará de Licença e Funcionamento do estabelecimento. a registros em outros órgãos e a concessão de alvarás. A seguir passo modelo de contrato social de acordo com o Código Civil Brasileiro de 2002. dentro da caixa de texto. parágrafo ou inciso do Código Civil Brasileiro. Para ser válido. Sempre a primeiro item será parte do contrato social.CONTRATO SOCIAL E SEU REGISTRO Esta empresa será de médio ou grande porte. o Contrato Social deverá ter o visto de um advogado. estas estarão sujeitas. A administração da empresa.

1. identificação do contador da empresa (etiqueta personalizada).1 . Geralmente é necessário preencher um formulário próprio. Advogado para visar o contrato social (exceto para ME e EPP).) 2 cópias do documento de ocupação do imóvel (contrato de locação.4 . 4. Consulta de situação fiscal: pesquisa de possíveis pendências em nome dos sócios. 1 cópia da consulta prévia de endereço. Número do IPTU.3 . (No caso de contrato de locação de imóvel. com três opções de nome. 4.1 -Administração Regional da localidade Consulta prévia de endereço: verifica se a atividade pretendida é compatível com a lei de zoneamento.Passos para registro do contrato social: 4.1. em nome de pelo menos um das sócios.Junta Comercial do Estado Pesquisa de nome empresarial: a consulta visa evitar a coincidência de nome da empresa. 1 cópia da certidão de casamento autenticada (se for casado). verifica se há alguma outra empresa registrada com o nome pretendido. telefone.Outros Documentos necessários para registro do contrato social 1 cópia autenticada do CPF e da identidade dos sócios. etc. as firmas de locar e locatário devem estar reconhecidas em cartório). ou seja. nome e RG de 2 testemunhas (apenas para sociedade).1. luz. 4. 4.Junta Comercial do Estado .1. Há estados que já oferecem esse serviço pela internet. 1 cópia autenticada do comprovante de residência de todos os sócios (água. escritura do imóvel ou documento equivalente).1.Desta forma ficará fácil a visualização do Contrato Social e a lei que o rege.1.1..2 .1.1.

Para as pessoas jurídicas. Com o NIRE em mãos. (estes prazos e preços estão geralmente no site da Junta Comercial do estado em que a empresa estiver localizada). será entregue ao seu proprietário o NIRE (Número de Identificação do registro da Empresa). ficha de cadastro nacional (FCN). e a resposta é dada também pela internet.1. 4. 4.Secretaria da Receita Federal (via internet) Registrada a empresa. Essa classificação será utilizada não apenas na tributação. obter o CNPJ. é preciso escolher a atividade que a empresa irá exercer. mas também na fiscalização das atividades da empresa. pagamento das taxas através de DARF. que é uma etiqueta ou carimbo. Em geral. a empresa existe oficialmente – o que não significa que ela possa começar a operar. Após determinado prazo será entregue o NIRE (Número de Identificação do Registro de Empresa).5 .1. ou seja. Ao fazer o cadastro no CNPJ. esse passo é equivalente à obtenção da Certidão de Nascimento de uma pessoa física.Entrada no processo para registro do contrato social na Junta Comercial do estado. no site da Receita Federal por meio do download de um programa específico. chega o momento de registrar a empresa como contribuinte.6 . preenchendo o requerimento padrão em uma via. mas isso varia de estado para estado. Atualmente. O registro é feito exclusivamente pela internet.1. contendo um número que é fixado no ato constitutivo. Para se fazer este registro é necessário apresentar uma série de documentos que pode variar de um estado para outro. Os documento necessários.1. feito pela Junta Comercial. informados no site. A partir desse registro. ele não pode ser feito pela internet. Os preços e prazos para abertura variam de estado para estado.Secretaria Estadual da Fazenda A inscrição Estadual é realizada junto à Secretaria Estadual da Fazenda. são enviados por sedex ou pessoalmente para a Secretaria da Receita Federal. a maioria dos estados possui convenio com a Receita .

Cópia do CNPJ.. Comprovante de endereço dos sócios. Documento Complementar de Cadastro (DCC). como contrato de locação ou escritura pública do imóvel. Cópia do alvará de funcionamento. indústria e serviços de transporte intermunicipal e interestadual. A inscrição estadual é obrigatória para empresas dos setores do comércio. Também estão incluídos os serviços de comunicação e energia. em 1 via.1. agrícolas e prestadoras de serviços. cópia autenticada ou original. Certidão simplificado da Junta (para empresas constituídas a mais de três meses).Retirada do Alvará de Funcionamento na Administração Quando retirar a documentação da Junta Comercial deve-se dirigir-se a Administração Regional local ou à Prefeitura para providenciar o Alvará de Funcionamento. o que permite obter a Inscrição estadual junto com o CNPJ. Cópia autenticada do documento que prove o direito de uso do imóvel. Cópia do ato constitutivo. RG e CPF dos sócios.7 . 4.1. por meio de um único cadastro. Isso é feito na prefeitura . Número do cadastro fiscal do contador. Obs. bem como sociedades e associações de qualquer natureza. industriais. vinculadas a pessoas físicas ou jurídicas. em alguns estados a inscrição estadual deve ser solicitada antes do alvará de funcionamento. Comprovante de contribuinte do ISS. Ela é necessária para a obtenção da inscrição no ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços). para as prestadoras de serviços.Federal. e em geral a documentação pedida para o cadastro é: • • • • • • • • • • • Documento Único de Cadastro (DUC). O alvará é uma licença que permite o estabelecimento e o funcionamento de instituições comerciais.

Cadastro na Previdência Social 4. Cópia do CNPJ. a empresa precisa estar cadastrada na Previdência Social e pagar os respectivos tributos.1. quando necessário .ou na administração regional ou ainda na Secretaria Municipal da Fazenda de cada município. independente da empresa possuir funcionários. a empresa já está apta a entrar em operação.1. o representante deverá dirigirse à Agência da Previdência de sua jurisdição para solicitar o cadastramento da empresa e seus responsáveis legais. 4. 4.10 .Autorização de Impressão de Documento Fiscais (AIDF) Geralmente as gráficas possuem este modelo. Geralmente.Livros Fiscais Será necessário a autenticação de livros fiscais. ainda faltam duas etapas fundamentais para o seu funcionamento. Empresas que pretendam dedicar-se às atividades de indústria e comércio deverão ir a Secretarias de Estado da Fazenda. Para contratar funcionários. .1. No entanto. Assim. ou apenas os sócios inicialmente.9 .1.1.8 Após a concessão do alvará de funcionamento. a documentação necessária é: • • • • Consulta prévia de endereço aprovada.1. A primeira é o cadastro na Previdência Social. é preciso arcar com as obrigações trabalhistas sobre eles. Cópia do Contrato Social. Laudo dos órgãos de vistoria. O prazo para cadastramento é de 30 dias após o início das atividades. É necessário que a secretaria de finanças autorize a impressão de notas fiscais. Ainda que seja um único funcionário. isso é feito na prefeitura de cada cidade.

........ integralizadas........ CC/2002) Art.. que... expresso em moeda corrente..... mencionará: III ...... 2ª O capital social será R$ ... além de cláusulas estipuladas pelas partes...... data de nascimento (se solteiro).... órgão expedidor e UF onde foi emitida (documentos válidos como identidade: carteira de identidade.. 997. complemento... A sociedade constitui-se mediante contrato escrito.. que.. (... se jurídicas. Unidade Federativa e CEP).. . bairro/distrito.capital da sociedade.. nº do CPF.. mediante as seguintes cláusulas: Art.. Carteira de Trabalho e Previdência Social. reais) dividido em ...... quotas de valor nominal R$ . 1ª A sociedade girará sob o nome empresarial . A sociedade constitui-se mediante contrato escrito.....denominação. regime de bens (se casado).... mencionará: I .......... de 23.. 997...... particular ou público. e a firma ou a denominação.... Beltrano de Tal.. que.. CC/2002) Art..... município... CC/2002) constituem uma sociedade limitada.... 997.. (nome completo).............. nacionalidade... certificado de reservista... estado civil......9... objeto. número... II. nacionalidade e sede dos sócios..... 997........ l.......... e nome do logradouro..( art.... município. naturalidade......... particular ou público.... profissão. R$....... A sociedade constitui-se mediante contrato escrito......... sede e prazo da sociedade...nome....nº de quotas......055.. mencionará: II ..... domicílio e residência (tipo e nome do logradouro. 1...... além de cláusulas estipuladas pelas partes.. Beltrano de Tal . se pessoas naturais..... III.. CC/2002) (art.... estado civil. número. nacionalidade..97). Fulano de Tal......... 997... profissão e residência dos sócios... podendo compreender qualquer espécie de bens..................... carteira de identidade profissional. bairro/distrito.. e terá sede e domicilio na (endereço completo: tipo... reais). documento de identidade.. neste ato em moeda corrente do País.. suscetíveis de avaliação pecuniária... R$...5 – Modelo explicativo de preenchimento do Contrato Social Contrato Social de acordo com o Código Civil/2002 Contrato de Constituição de: _____________________ 1.......503. nº de quotas... (art...... além de cláusulas estipuladas pelas partes.... Unidade Federativa e CEP) e 2... 997. particular ou público............ Carteira Nacional de Habilitação – modelo com base na Lei nº 9... ( art.... pelos sócios: Fulano de Tal ..... seu número. (.

denominação.. independentemente de audiência dos outros.. 7ª A administração da sociedade caberá ... ou a estranho.015. (art... objeto..055. § 2º É vedada contribuição que consista em prestação de serviços.056. § 1º Pela exata estimação de bens conferidos ao capital social respondem solidariamente todos os sócios.. 1... A cessão terá eficácia quanto à sociedade e terceiros.... 997....052... 1.. com os poderes e atribuições de..... O capital social divide-se em quotas.. bem como onerar ou alienar bens imóveis da sociedade. e seu prazo de duração é indeterminado.. CC/2002) Art.... 1. salvo para efeito de transferência........... 997. 6ª A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas......... mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social.Art. 1.. sede e prazo da sociedade.. (art.... (artigos 997. CC/2002) ............... em atividades estranhas ao interesse social ou assumir obrigações seja em favor de qualquer dos quotistas ou de terceiros... iguais ou desiguais. 1064.. A sociedade constitui-se mediante contrato escrito. que.......013.... (art... a quem seja sócio... cabendo uma ou diversas a cada sócio.... CC/2002) Art. até o prazo de cinco anos da data do registro da sociedade. § 1º No caso de condomínio de quota.. ou pelo inventariante do espólio de sócio falecido. caso em que se observará o disposto no artigo seguinte.... 1. autorizado o uso do nome empresarial.. os direitos a ela inerentes somente podem ser exercidos pelo condômino representante. a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas...... 1..057.... se realizada a cessão delas.. além de cláusulas estipuladas pelas partes. art... os condôminos de quota indivisa respondem solidariamente pelas prestações necessárias à sua integralização.. Art.. 1.. total ou parcialmente.... no entanto. sem autorização do outro sócio.. 1... II. Na sociedade limitada. particular ou público. o sócio pode ceder sua quota. A quota é indivisível em relação à sociedade...... a alteração contratual pertinente. 1..... 1... mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social.056.. 1.. Parágrafo único... Vl. § 2º Sem prejuízo do disposto no art....... 4ª A sociedade iniciará suas atividades em .. vedado. mencionará: II ... inclusive para os fins do parágrafo único do art.... se não houver oposição de titulares de mais de um quarto do capital social.. Na omissão do contrato. a quem fica assegurado. 3ª O objeto será ... em igualdade de condições e preço direito de preferência para a sua aquisição se postas à venda..052..003...052.057. subscrito pelos sócios anuentes...... CC/2002) Art.... formalizando..... 5ª As quotas são indivisíveis e não poderão ser cedidas ou transferidas a terceiros sem o consentimento do outro sócio.... a partir da averbação do respectivo instrumento....

os administradores podem praticar todos os atos pertinentes à gestão da sociedade.064. O excesso por parte dos administradores somente pode ser oposto a terceiros se ocorrer pelo menos uma das seguintes hipóteses: I . Parágrafo único. cabendo a decisão aos sócios. (art. Art. A administração da sociedade.065. 1. § 2 o e art.a aprovação das contas da administração.078. mencionará: VI . do balanço patrimonial e do balanço de resultado econômico. CC/2002) Art.071 e 1. CC/2002) Art.se a limitação de poderes estiver inscrita ou averbada no registro próprio da sociedade. III . 1.013.provando-se que era conhecida do terceiro. § 1º Se a administração competir separadamente a vários administradores. nada dispondo o contrato social. 1. Dependem da deliberação dos sócios. . que.Art.071. e seus poderes e atribuições. IV . além de cláusulas estipuladas pelas partes. em 31 de dezembro. os sócios deliberarão sobre as contas e designarão administrador(es) quando for o caso. não constituindo objeto social.a destituição dos administradores. O uso da firma ou denominação social é privativo dos administradores que tenham os necessários poderes 8ª Ao término da cada exercício social. por maioria de votos. Art. 1. proceder-se-á à elaboração do inventário. procedendo à elaboração do inventário.072.015.o modo de sua remuneração. III . II . 1. além de outras matérias indicadas na lei ou no contrato: I . quando feita em ato separado. 1. cada um pode impugnar operação pretendida por outro. os lucros ou perdas apurados. sabendo ou devendo saber que estava agindo em desacordo com a maioria. cabendo aos sócios. a oneração ou a venda de bens imóveis depende do que a maioria dos sócios decidir. ( arts. do balanço patrimonial e do balanço de resultado econômico. Art. § 2º Responde por perdas e danos perante a sociedade o administrador que realizar operações. Ao término de cada exercício social. A sociedade constitui-se mediante contrato escrito. quando não estabelecido no contrato.tratando-se de operação evidentemente estranha aos negócios da sociedade. 997. No silêncio do contrato. 1. 1.065.as pessoas naturais incumbidas da administração da sociedade.a designação dos administradores. o administrador prestará contas justificadas de sua administração. II . 9ª Nos quatro meses seguintes ao término do exercício social. na proporção de suas quotas. compete separadamente a cada um dos sócios. particular ou público.

a incorporação. os documentos referidos no inciso I deste artigo devem ser postos. VI .a modificação do contrato social. 1. data. a sociedade continuará suas atividades com os herdeiros. proceder-se-á à leitura dos documentos referidos no parágrafo antecedente. . e com a prova do respectivo recebimento. exonera de responsabilidade os membros da administração e.078. VII .V . Não sendo possível ou inexistindo interesse destes ou do(s) sócio(s) remanescente(s).a nomeação e destituição dos liquidantes e o julgamento das suas contas. verificada em balanço especialmente levantado.072. os do conselho fiscal. § 2º Instalada a assembléia. por escrito. As deliberações dos sócios. observadas as disposições regulamentares pertinentes. obedecido o disposto no art. à disposição dos sócios que não exerçam a administração.010. cientes do local. 11 Os sócios poderão. 1. 1. Art. § 4º Extingue-se em dois anos o direito de anular a aprovação a que se refere o parágrafo antecedente. pelo presidente. sem reserva. os quais serão submetidos. § 2º Dispensam-se as formalidades de convocação previstas no § 3º do art. a discussão e votação. dolo ou simulação. II . mediante alteração contratual assinada por todos os sócios. com o objetivo de: I . serão tomadas em reunião ou em assembléia. ou a cessação do estado de liquidação. III . § 3º A aprovação. quando for o caso. abrir ou fechar filial ou outra dependência. 12 Falecendo ou interditado qualquer sócio. fixar uma retirada mensal. A assembléia dos sócios deve realizar-se ao menos uma vez por ano. conforme previsto no contrato social.tomar as contas dos administradores e deliberar sobre o balanço patrimonial e o de resultado econômico. devendo ser convocadas pelos administradores nos casos previstos em lei ou no contrato.o pedido de concordata. se houver. nos quatro meses seguintes à ao término do exercício social. salvo erro. o valor de seus haveres será apurado e liquidado com base na situação patrimonial da sociedade. se houver. os do conselho fiscal. nesta não podendo tomar parte os membros da administração e. por escrito. quando todos os sócios comparecerem ou se declararem. Art. sucessores e o incapaz. à data da resolução.designar administradores. do balanço patrimonial e do de resultado econômico. a fusão e a dissolução da sociedade. 1.tratar de qualquer outro assunto constante da ordem do dia. de comum acordo. § 1º Até trinta dias antes da data marcada para a assembléia.152. 10 A sociedade poderá a qualquer tempo. VIII . hora e ordem do dia. a título de “pro labore”.

além das pessoas impedidas por lei especial. contra normas de defesa da concorrência. 1.Parágrafo único .. peita ou suborno. considerada pelo montante efetivamente realizado.. enquanto perdurarem os efeitos da condenação. 1. ou por se encontrar(em) sob os efeitos dela. no prazo de noventa dias. § 1º O capital social sofrerá a correspondente redução. Nos casos em que a sociedade se resolver em relação a um sócio. com base na situação patrimonial da sociedade. peculato. 1. os condenados a pena que vede. CC/2002) Art. III . ou contra a economia popular. de que não est(ão) impedidos de exercer a administração da sociedade. o acesso a cargos públicos.O mesmo procedimento será adotado em outros casos em que a sociedade se resolva em relação a seu sócio. a pena que vede. (art. fé pública. salvo: I . concussão. contra o sistema financeiro nacional. 1.011. ou em virtude de condenação criminal. 1. por acordo com os herdeiros. contra as relações de consumo. § 1º. ___ de ___________de 20__ aa)_________________________ Fulano de Tal aa)______________________ Beltrano de Tal . peita ou suborno.. O administrador da sociedade deverá ter. _____________. § 2º A quota liquidada será paga em dinheiro.. liquidar-se-á.ou a propriedade.028. peculato. o acesso a cargos públicos.se os sócios remanescentes optarem pela dissolução da sociedade. de prevaricação.se. salvo acordo. Inserir cláusulas facultativas desejadas. por lei especial. contra as normas de defesa da concorrência. o cuidado e a diligência que todo homem ativo e probo costuma empregar na administração de seus próprios negócios. contra as relações de consumo. ainda que temporariamente. contra o sistema financeiro nacional. à data da resolução..se o contrato dispuser diferentemente.. regular-se a substituição do sócio falecido. § 1º Não podem ser administradores. a fé pública ou a propriedade.. para o exercício e o cumprimento dos direitos e obrigações resultantes deste contrato. 1. verificada em balanço especialmente levantado. ou por crime falimentar. no exercício de suas funções. E por estarem assim justos e contratados assinam o presente instrumento em _______ vias. ou por crime falimentar.. de prevaricação. o valor da sua quota.031.011. No caso de morte de sócio.031. CC/2002) Art. ainda que temporariamente. Art. liquidar-se-á sua quota. (art. concussão. a partir da liquidação. salvo se os demais sócios suprirem o valor da quota. II . 14 Fica eleito o foro de . salvo disposição contratual em contrário. ou contra a economia popular... ou estipulação contratual em contrário 13 (Os) Administrador(es) declara(m).. sob as penas da lei.028 e art.

Exp. os quais passamos a seguir: Com o fim de obter a uniformização dentro do campo de atuação profissional em que se desenvolve. Exp. Identidade. Org. e UF 6 . os princípios contábeis bem como as convenções contábeis. Identidade. Org. e UF _______________________________ Nome.SOCIEDADES: ASPECTOS GERAIS Diferença entre Sociedade Simples (registro nos cartórios) e Sociedades Empresárias Limitadas (registro na Junta Comercial do estado) 7 .Visto:______________(OAB/MG0987) Nome Testemunhas: ______________________________ Nome.PRINCÍPIOS E CONVENÇÕES CONTÁBEIS Para a contabilidade não ter problemas. o contador deverá seguir para seus registros. a Contabilidade segue princípios .

social e institucional. nesta acepção. mas numa unidade de natureza econômico-contábil. A observância do Princípio da CONTINUIDADE é indispensável à correta aplicação do Princípio da COMPETÊNCIA.PRINCÍPIO DA ENTIDADE O Princípio da ENTIDADE reconhece o Patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a autonomia patrimonial. que qualificam. por vezes. o valor ou o vencimento dos passivos.1. Por conseqüência. a necessidade da diferenciação de um Patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes. uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade.1 .1. independentemente de pertencer a uma pessoa. Humberto F. de Lucena humbertolucena@hotmail. especialmente quando a extinção da ENTIDADE tem prazo determinado. Princípios contábeis podem ser conceituados como sendo as premissas básicas acerca dos fenômenos e eventos contemplados pela Contabilidade. 7.2 . que são critérios e normas de procedimentos que norteiam as diretrizes do processo contábil. bem como sua vida definida ou Prof. Onde os PCGA são as regras de caráter geral. e de constituir dado importante para aferir a capacidade futura de geração de resultado. devem ser consideradas quando da classificação e avaliação das mutações patrimoniais. em muitos casos. no caso de sociedade ou instituição. o Patrimônio não se confunde com aqueles dos seus sócios ou proprietários. A CONTINUIDADE influencia o valor econômico dos ativos e. com ou sem fins lucrativos. quantitativas e qualitativas.com 2 provável. .doutrinários. por efeito de se relacionar diretamente à quantificação dos componentes patrimoniais e à formação do resultado. premissas que são a cristalização da análise e observação da realidade econômica. um conjunto de pessoas. e as Convenções correspondem às normas de procedimento. previsto ou previsível. Classificamos assim esses critérios em Princípios de Contabilidade Geralmente Aceitos (PCGA) e em Convenções Contábeis. mas a recíproca não é verdadeira. Parágrafo único – O PATRIMÔNIO pertence à ENTIDADE. restringem a aplicação de certos Princípios. 7. delimitam e.PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE A CONTINUIDADE ou não da ENTIDADE. A soma ou agregação contábil de patrimônios autônomos não resulta em nova ENTIDADE.

sua decomposição em elementos e/ou sua agregação. • • o valor original será mantido enquanto o componente permanecer como parte do patrimônio. Como resultado da observância do Princípio da OPORTUNIDADE: • desde que tecnicamente estimável. determinando que este seja feito de imediato e com a extensão correta. o bem. base necessária para gerar informações úteis ao processo decisório da gestão. inclusive quando configurarem agregações ou decomposições no interior da ENTIDADE. considerando-se como tais os resultantes do consenso com os agentes externos ou da imposição destes. • • o registro compreende os elementos quantitativos e qualitativos.1.4 . • uma vez integrado no patrimônio. 7.1. expressos a valor presente na moeda do País. em um período de tempo determinado. admitindo-se. o registro das variações patrimoniais deve ser feito mesmo na hipótese de somente existir razoável certeza de sua ocorrência.7. inclusive quando da saída deste.3 .PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL Os componentes do patrimônio devem ser registrados pelos valores originais das transações com o mundo exterior. Do Princípio do REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL resulta: • a avaliação dos componentes patrimoniais deve ser feita com base nos valores de entrada. que serão mantidos na avaliação das variações patrimoniais posteriores. direito ou obrigação não poderão ter alterados seus valores intrínsecos. simultaneamente. à tempestividade e à integridade do registro do patrimônio e das suas mutações.PRINCÍPIO DA OPORTUNIDADE O Princípio da OPORTUNIDADE refere-se. contemplando os aspectos físicos e monetários. os Princípios da ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA e do REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL são compatíveis entre si e . independentemente das causas que as originaram. tãosomente. a outros elementos patrimoniais. parcial ou integral. o registro deve ensejar o reconhecimento universal das variações ocorridas no patrimônio da ENTIDADE.

estabelecendo diretrizes para classificação das mutações patrimoniais.complementares. é necessário atualizar sua expressão formal em moeda nacional. 7º).5 . O Princípio da COMPETÊNCIA determina quando as alterações no ativo ou no passivo resultam em aumento ou diminuição no patrimônio líquido. . o ajustamento dos valores originais para determinada data. ou outros elementos aptos a traduzir a variação do poder aquisitivo da moeda nacional em um dado período. sempre simultaneamente quando se correlacionarem.PRINCÍPIO DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA Os efeitos da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos registros contábeis através do ajustamento da expressão formal dos valores dos componentes patrimoniais. de Lucena humbertolucena@hotmail. o do patrimônio líquido. a fim de que permaneçam substantivamente corretos os valores dos componentes patrimoniais e. independentemente de recebimento ou pagamento. • para que a avaliação do patrimônio possa manter os valores das transações originais (art.com.PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA As receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem.1. 7. mediante a aplicação de indexadores. Humberto F. não representa unidade constante em termos do poder aquisitivo. • o uso da moeda do País na tradução do valor dos componentes patrimoniais constitui imperativo de homogeneização quantitativa dos mesmos.6 . mas. • a atualização monetária não representa nova avaliação.1. embora aceita universalmente como medida de valor.Prof. tãosomente. por conseqüência. São resultantes da adoção do Princípio da ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA: • a moeda. 7. resultantes da observância do Princípio da OPORTUNIDADE. dado que o primeiro apenas atualiza e mantém atualizado o valor de entrada.

O reconhecimento simultâneo das receitas e despesas, quando correlatas, é conseqüência natural do respeito ao período em que ocorrer sua geração. As receitas consideram-se realizadas: • nas transações com terceiros, quando estes efetuarem o pagamento ou assumirem compromisso firme de efetivá-lo, quer pela investidura na propriedade de bens anteriormente pertencentes à ENTIDADE, quer pela fruição de serviços por esta prestados; • quando da extinção, parcial ou total, de um passivo, qualquer que seja o motivo, sem o desaparecimento concomitante de um ativo de valor igual ou maior; • • • • • pela geração natural de novos ativos independentemente da intervenção de terceiros; no recebimento efetivo de doações e subvenções.

Consideram-se incorridas as despesas: quando deixar de existir o correspondente valor ativo, por transferência de sua propriedade para terceiro; pela diminuição ou extinção do valor econômico de um ativo; pelo surgimento de um passivo, sem o correspondente ativo.

7.1.7 - PRINCÍPIO DA PRUDÊNCIA O Princípio da PRUDÊNCIA determina a adoção do menor valor para os componentes do ATIVO e do maior para os do PASSIVO, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido. O Princípio da PRUDÊNCIA impõe a escolha da hipótese de que resulte menor patrimônio líquido, quando se apresentarem opções igualmente aceitáveis diante dos demais Princípios Fundamentais de Contabilidade. Observado o disposto no art. 7º, o Princípio da PRUDÊNCIA somente se aplica às mutações posteriores, constituindo-se ordenamento indispensável à correta aplicação do Princípio da COMPETÊNCIA. A aplicação do Princípio da PRUDÊNCIA ganha ênfase quando, para definição dos valores relativos às variações patrimoniais, devem ser feitas estimativas que envolvem incertezas de grau variável.

Como podemos observar, a referida resolução n• 750/93 do CFC trás a conceituação detalhada de cada um dos Princípios Fundamentais de Contabilidade. Princípios estes que devem ser observados, sob pena das sanções legais cabíveis. 7.2 - CONVENÇÕES CONTÁBEIS A Resolução CFC 750/93 não faz referência às Convenções Contábeis. Prof. Humberto F. de Lucena humbertolucena@hotmail.com Entretanto, é pertinente que conheçamos tais convenções, universalmente aceitas, dada a importância que elas representam para os registros contábeis como um todo. 7.2.1 - CONVENÇÃO DA OBJETIVIDADE Refere-se ao sentido de neutralidade que se deve atribuir à Contabilidade nos registros dos fatos que envolvem a gestão do patrimônio das entidades. Os registros contábeis, sempre que possível, devem ser baseados em documentos que comprovem as respectivas transações. Assim, por exemplo, toda vez que um Contabilista tiver mais de uma opção de valores para atribuir a um dado bem, como um documento original de compra e um laudo pericial de avaliação do bem, deverá optar pelo mais objetivo – no caso, o documento. 7.2.2 - CONVENÇÃO DA MATERIALIDADE Tal convenção estabelece que não se deve perder tempo com registro irrelevantes do ponto de vista contábil; registros cujos controles pode se tornar mais onerosos que os próprios valores a serem registrados. A aplicação dessa convenção é relativa em relação à natureza da empresa e seus registros, por isso exige bom senso. Há situações em que, embora os valores sejam irrelevantes, a respectiva importância em relação a um todo exige o registro. Como exemplo, podemos citar os materiais de expediente utilizados no escritório, como lápis, papéis, etc. Esses materiais, embora consumidos diariamente, podem ser contabilizados apenas ao final do período por diferenças de estoques, dado os seus pequenos valores unitários. 7.2.3 - CONVENÇÃO DA CONSISTENCIA

De acordo com essa Convenção Contábil, os critérios adotados no registro dos atos e fatos administrativos não devem mudar freqüentemente. No caso de necessidade de mudanças em tais critérios, tais devem ser informadas em notas explicativas. A quebra da consistência na escrituração provoca influências nos demonstrativos contábeis, o que prejudica a análise clara e eficiente em comparação com os demonstrativos de exercícios anteriores. 8 - EXERCÍCIOS Em cada questão, marque o item correto: 8.1 - O princípio contábil que atribui às entidades personalidade própria, distinta da dos sócios, é o princípio da: a) Competência b) Prudência c) Entidade d) Materialidade 8.2 - A apropriação ao fim de um período, de despesas incorridas como depreciação, amortização, salários, etc. é um procedimento que corrobora com o princípio do (a): a) Competência b) Prudência c) Entidade d) Continuidade 8.3 - Os registros contábeis devem ser efetuados na ocasião em que ocorrem as respectivas transações. Isso é uma conseqüência clara do princípio contábil da: a) Continuidade b) Oportunidade c) Atualização Monetária d) Competência

8.4 - O princípio que considera a entidade como estando em constante movimento, gerando riquezas e direitos, e contraindo obrigações, é o princípio da: a) Entidade b) Freqüência c) Existência d) Continuidade 8.5 - A regra adotar o menor valor para os componentes do Ativo, e maior valor os componentes do Passivo; bem como os maiores valores para as despesas e os menores para as receitas corrobora com: a) O Princípio da Oportunidade b) A Convenção da Prudência c) O Princípio da Prudência d) O Princípio da Avaliação 8.6 - Há situações em que os registros de certos fatos contábeis são irrelevantes, e não devem ser objeto de escrituração individual, por apresentarem valores irrisórios. Essa interpretação provém do: a) Princípio da Prudência b) Princípio da Materialidade c) Convenção da Importância d) Convenção da Materialidade

por mais simples que seja. ela terá ainda outros encargos como: • • Contribuição de Previdência referente à parte patronal. recebendo seus salários somente no mês seguinte.Folha de Pagamento Conceito: Folha de Pagamento é um documento que relaciona os nome dos empregados da empresa.9 – FOLHA DE PAGAMENTO E ENCARGOS SOCIAIS 9.1 . a empresa terá os encargos complementares: • • Férias. o valor bruto dos salários. Uma folha de pagamento. Além das despesas acima. Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS. Valor líquido a receber. Valor da contribuição de Previdência – descontado dos salários. sua despesa não é apenas o salário paga ao empregado. No final de cada mês a empresa elabora a folha de pagamento e efetua os registros de apropriação da referida folha. apresenta pelo menos os seguintes elementos: • • • Valor bruto dos salários. Para a empresa. os empregados trabalham durante o mês. 13º Salário. . os descontos ou abatimentos e o valor líquido a receber. Vamos tomar como exemplo uma empresa que efetua pagamentos na base mensal. No mês seguinte a empresa efetuará o pagamento dos empregados e procederá o recolhimento dos encargos devidos.

no último dia útil do mês de junho de 2009.. tenha elabora a seguinte Folha de Pagamento: .Exemplo: A empresa Comercial Ribeirense Ltda.

10 .93 970.194.320.092. Juruá.00 60.324.600.00 231.00 87.884.200.00 27.00 375.100.00 4.70 Folha nº Seção Assinatura de quem recebeu TOTAIS 13.26 882.19 1.44 11.841.00 3.331.00 1.74 750.00 375.00 3.81 242.30 SALÁRIO FAMILIA LÍQUIDO A RECEBER 1.00 3.81 339.Comercial Ribeirense Ltda R.700.00 108.26 690.46 794.32 2. 32 Nº de Ordem 01 02 03 04 05 06 NOMES Amadeu Amâncio Beatriz Bezerra Elizabeth Mendes Gilson Pereira José Manoel Macedo Zeferino Silva Dias Horas a R$ SALÁRIOS Dias Hora extras a R$ FOLHA DE PAGAMENTO DE SALÁRIOS Período de 01 a 30 de Junho de 2009 DEDUÇÕES TOTAL Previdência Imposto Vales SALÁRIO Social de Renda 1.

será calculado mediante a utilização da seguinte tabela progressiva mensal: Rendimentos do Trabalho: 7.5% conforme tabela progressiva mensal abaixo reproduzida. FGTS.16 até R$ 2. bem assim sobre os demais rendimentos recebidos por pessoas físicas.50 505. para fatos geradores ocorridos no anocalendário de 2010: Tabela Progressiva Mensal Parcela a Deduzir do Base de Cálculo em R$ Alíquota % Imposto em R$ Até R$ 1.70 15. o cálculo é realizado com base na seguinte tabela: Tabela de Contribuição do imposto de renda Art.5 112. IR ou outros recolhimentos mediante o preenchimento dos formulários necessários.499.19 acima de R$ 3. b. o imposto de renda a ser descontado na fonte sobre os rendimentos do trabalho assalariado. tirados da própria Folha. Contribuição para a Previdência Social Todo trabalhador assalariado.743. são efetuados os lançamentos da liquidação da Folha. inclusive a gratificação natalina (13º salário). são efetuados os lançamentos de apropriação das despesas com salários e com os encargos. pagos por pessoas físicas ou jurídicas. bem como os recolhimento da contribuição de Previdência.78 . que não estejam sujeitos à tributação exclusiva na fonte ou definitiva.43 de R$ 2. correspondente ao pagamento líquido aos empregados. 22. quando é elaborada a Folha.743.995.499.94 de R$ 2.50 27. Atualmente. Tanto o salário de contribuição como as alíquotas estão sujeitos a alterações constantes pela legislação. No último dia do mês.62 692. Essa contribuição varia de acordo com a faixa salarial de cada empregado e é calculada mediante a aplicação de uma alíquota (porcentagem) sobre o salário de contribuição.50%.71 até R$ 3.76 até R$ 2.A contabilização da Folha de Pagamento é feita em duas etapas: a.246.996.50% e 27. 1º A partir do ano-calendário de 2009 .00 280. pagos por pessoas jurídicas. 15%.19 22. está obrigado a contribuir com a Previdência Social.75 7.246.15 De R$ 1. regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No mês seguinte.

• Deduzir a quantia de R$ 150.48 Formas de Tributação do Imposto de Renda 33 .416.2010 SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO (R$) Até R$ 1.07.01.024. aplicar-seá a alíquota sobre os valores em separado. as remunerações deverão ser somadas para o correto enquadramento na tabela acima.18 R$ 19.708. TABELA DE SALÁRIO FAMÍLIA VIGENTE A PARTIR DE 01.27 de R$ 1.98 até R$ 1. Esta mesma regra se aplica às remunerações do trabalhador avulso. respeitando-se o limite máximo de contribuição.00 9.2010 até R$ 539.54 Notas: • ALÍQUOTAS% 8.00 Sempre que ocorrer mais de um vínculo empregatício para os segurados empregado e doméstico.00 11.69 (cento e cinqüenta reais e sessenta e nove centavos) por dependente.28 até R$ 3.024. • Quando houver pagamento de remuneração relativa a décimo terceiro salário.04 até R$ 810.03 R$ 27.708.64 de R$ 539. este não deve ser somado a remuneração mensal para efeito de enquadramento na tabela de salários-de-contribuição. TABELA DE CONTRIBUIÇÃO DO INSS VIGENTE A PARTIR DE 01. ou seja.97 de R$ 1.

ou então.00 multiplicado pelo n° de meses de apuração fiscal. 9. 5. antes do IRPJ e da CSLL do período de apuração. As normas básicas relativas ao IRPJ . as empresas podem pagar o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) com base: a) no Lucro Real. 9. quando inferior a 12 (doze) meses. o contribuinte estará obrigado ao pagamento mensal calculado em base estimada (presunção de lucro sobre a receita mensal). d) através do processo simplificado. 9. b) no Lucro Presumido. Os lançamentos dos Ajustes e o Lucro Real. O lucro Real corresponde ao lucro líquido do período de apuração.532/97 9. c) no Lucro Arbitrado. Apresentação do Lucro Real : Deverá ocorrer através do LALUR – Livro de Apuração do Lucro Real. resultados decorrentes das atividades econômicas. o somatório: a) da receita bruta mensal. em qualquer mês do ano-calendário. 34 . valor equivalente a R$ 48. 9.2.No Brasil. este último regulado por força da LC nº 123/06.Lucro Real e CSLL deverão ser apurados em periodicidade trimestral ou anual. segundo melhor conveniência. (quatro milhões de reais) multiplicado pelo número de meses de atividade do ano calendário anterior. O IRPJ .Lucro Real. ajustado pela adições. bem como o Decreto 3. Esse lucro ajustado é base de cálculo para a compensação de prejuízos fiscais de períodos anteriores. Optando pela apuração anual.00 (quarenta e oito milhões de reais). Alíquota Base : 15% Adicional : O que exceder ao montante de R$ 20.000.430/96. Quem esta obrigado ao Lucro Real Pela receita : A PJ que atingir no ano calendário anterior a receita bruta total.000.000. estará sujeito ao Adicional de 10% sobre o excedente.718/98 e INs SRF 11/96 e 93/97.000. é o lucro contábil. seja para contemplar menor desembolsa tributário. sendo-lhe facultada a redução ou suspensão desse através de balancete e apuração específica. ou a R$ 4. as pessoas jurídicas podem ser tributadas por opções diferentes. LUCRO REAL Conceito: Lucro Real.000/99 (RIR/99. conforme faculta a legislação vigente . estão fixadas através das Leis 8. exclusões e compensações previstas na legislação do Imposto de Renda.981/95. ajustado pelas adições e pelas exclusões prescritas na lei de regência.065/95.249/95. Considera-se receita total. arts. que constará o Lucro Líquido do período.000. 246 e seguintes).

de contas à pagar e a receber. compreendendo os seguintes períodos: 31/03. compras de direitos creditórios resultantes das vendas mercantis a prazo de prestação de serviços (factoring) • Empresas imobiliárias. adm. • Seguradoras. • As PJ que optarem por esse regime. • Empresas de Capitalização e. restituição ou compensação do valor. relativos à isenção ou redução de impostos. • Corretoras (câmbio e títulos). caixas econômicas. c) dos ganhos líquidos obtidos em operações realizadas nos mercados de renda variável. • Arrendamento Mercantil. • As beneficiadas pelos incentivos fiscais. mesmo que não tenham a obrigação. seleção de riscos. Obrigatório pela atividade comercial : • Todos os tipos de bancos (comerciais. tenham efetuado pagamento mensal pelo regime de estimativa. enquanto não concluídas as operações para as quais hajam registro de custo orçado (IN SRF 25/99). os ajustes das diferenças para pagamento. • Entidades de Previdência Privada. podem optar pelos seguintes períodos: Trimestral : Resultado líquido de cada trimestre ajustado. d) dos rendimentos nominais produzidos por aplicações financeiras de renda fixa. gestão de créditos. Anual : Após a apuração do lucro estimado mensal sendo 8% da receita bruta e adicional.b) das demais receitas e ganhos de capital. • Aquelas que no decorrer do ano.na forma da lei 9430/96. 30/09 e 31/12 do respectivo ano. • Aquela empresa que obtiver lucros. sociedades de créditos etc). • Cooperativas de Crédito. mercadológica. Periodicidade As pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real. 30/06. • Aquelas que exploram atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia. investimentos. verifica-se ao final de cada exercício. rendimentos ou ganho de capital no exterior. • Distribuidoras de títulos e valores mobiliários. Deduções do IRPJ Devido 35 .

d) do imposto de renda calculado em base estimativa. sujeitar-se-ão ao adicional de imposto de renda.R$ 240. incidente sobre receitas computadas na determinação do lucro real.000. deverá recolher o tributo até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do trimestre. ou em até 3 quotas mensais nunca com valor inferior a R$ 1.e III . Recolhimento do Tributo No regime trimestral. O prazo de recolhimento do adicional do IRPJ é o mesmo da parcela normal. inclusive. este apurado a partir do lucro líquido segundo as normas das leis comerciais e ajustado por adições. Adicional do IRPJ De acordo com os arts. do lucro estimado mensal.R$ 20.00. II . doações aos Fundos da Criança e do Adolescente e Atividades Audiovisuais. exclusões e compensações admitidas pela legislação tributária. 3º.000.000. pago mensalmente (no caso de lucro real anual). apurado com base na estimativa de lucro.000. não havendo código específico para esse fim. do lucro real trimestral. poderão ser deduzidos: a) os incentivos fiscais como PAT. b) os incentivos fiscais de redução e isenção do imposto.00 (mil reais) cada.00. 2º e 4º da Lei 9.R$ 60. O adicional incide. ainda que compensado no decurso do ano-calendário com o imposto de renda devido. c) o imposto de renda pago ou retido na fonte.00 do lucro real anual. e) do imposto de renda da pessoa jurídica pago indevidamente em períodos anteriores. a pessoa jurídica. inclusive instituições financeiras. observados os limites e prazos fixados na legislação vigente.430/96. art. As quotas sofrerão os seguintes acréscimos: 36 . sociedades seguradoras e assemelhadas. No caso de atividades mistas. Projetos Culturais e Artísticos. sobre os rendimentos tributáveis de pessoa jurídica que explore atividade rural (Lei 9. a base de cálculo do adicional será a soma do lucro real apurado nas atividades em geral com o lucro real apurado na atividade rural. § 3º). e Funcines.249/95. calculado à alíquota de 10% sobre a parcela excedente a: I . calculados com base no lucro da exploração.Do imposto calculado mediante a aplicação da alíquota de 15% sobre o lucro real.

Ajustes ao Lucro Líquido na Determinação do Lucro Real e Contribuição Social sobre o Lucro 1) Tributos e Contribuições Os tributos e contribuições são dedutíveis (exceto a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido CSLL). a pessoa jurídica não poderá deduzir como custo ou despesa o imposto de renda de que for sujeito passivo como contribuinte ou responsável em substituição ao contribuinte. na determinação do lucro real. reclamação ou recurso. até o último dia útil do mês seguinte ao fato gerador. 37 . 3ª quota . segundo o regime de competência.valor original. acrescido da taxa SELIC do mês anterior + 1% referente ao mês do pagamento.000. o que exceder a R$ 60. prevalecerá a apuração final do lucro. compensando automaticamente seus resultados. 2ª quota .• • • 1ª quota . para cálculo do referido juro. Qual opção escolher trimestral ou anual? Na opção trimestral. haverá a incidência também definitiva do adicional de 10%. Por sua vez. bem como. a apuração é definitiva não podendo ser compensado em outro.00 (sessenta mil reais) no trimestre. e c) concessão de medida liminar em mandado de segurança.00 (duzentos e quarenta mil reais) anuais. 73.valor original. nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo.valor original.000. ainda que judicial. do montante integral do crédito tributário. bem como sua incidência de adicional que exceder a R$ 240. em bases estimadas. sendo possibilitado o uso da taxa de juros denominada SELIC. conforme determina a Lei 9.532/97. b) impugnação. a apuração do lucro real anual será precedida de recolhimentos mensais. tendo como termo inicial. No regime anual. Compensação de Valores Pagos a Maior ou Indevidamente Os valores pagos a maior ou indevidamente poderão ser compensados com tributos e contribuições de mesma natureza ou natureza distintas. o mês subseqüente ao do pagamento indevido ou a maior que o devido. Já na opção anual. também até o último dia útil do mês subseqüente ao da apuração. art. acrescido de 1%. Na determinação do lucro real. exceto aqueles cuja exigibilidade esteja suspensa em virtude de: a) depósito.

63 da Lei 8. impostos. 3) Bens Extrínsecos à Produção ou Comercialização – Tratamento Para efeito de apuração do lucro real e da base de cálculo da contribuição social sobre o lucro é vedada a dedução: I . a empresa deverá continuar constituindo as provisões julgadas necessárias. 38 .A dedutibilidade. correspondente ao imposto de trata o art. relativamente às estimativas de perdas dos seus ativos e para cobertura de riscos ou obrigações futuras. deverão ser adicionadas na determinação do lucro real e na base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro. ainda que assuma o ônus do imposto. seguros e quaisquer outros gastos com bens móveis ou imóveis. através da Lei 9. conservação. os valores correspondentes às provisões que refogem à lei fiscal. 2) Provisões Dedutíveis Na determinação do lucro real e da base de cálculo da contribuição social sobre o lucro somente serão dedutíveis as provisões: I .981/95. quando constituída por exigência da legislação especial a elas aplicável. exceto quando relacionados intrinsecamente com a produção ou comercialização dos bens e serviços. 9º a 14. de rendimentos pagos ou creditados a terceiros abrange o imposto sobre os rendimentos que o contribuinte. a respeito das disposições contidas na Lei 9. II . inclusive quanto à parcela do valor dos prêmios em bens e serviços distribuídos. arts. manutenção. contudo.terceiro salário. itens I a III. tiver o dever legal de reter e recolher.430/96. sendo instituído o registro de perdas no recebimento de créditos. como fonte pagadora. reparo. taxas. como custo ou despesa.de despesas de depreciação. acima. que. para fins de atendimento à lei societária e aos Princípios Fundamentais de Contabilidade. A provisão para créditos de liquidação duvidosa foi revogada a partir de 1997.249/95. É o que recomenda o Ofício-Circular CVM/SNC/SEP 02/96. II . amortização. exceto se intrinsecamente relacionados com a produção ou comercialização dos bens e serviços.para o pagamento de férias de empregados.técnicas das companhias de seguro e capitalização bem como das entidades de previdência privada.para pagamento de décimo .das contraprestações de arrendamento mercantil e do aluguel de bens móveis ou imóveis. Observe-se. III . Obviamente.

g) os veículos utilizados no transporte coletivo de empregados. Ainda não foi desta vez que o conceito de despesas necessárias inscrito no art.São operacionais as despesas não computadas nos custos necessárias à atividade da empresa e à manutenção da respectiva fonte produtora. dispõe aquele comando legal: "Art.099/74. caminhoneta de cabine simples ou utilitário. não esgotam o universo de situações concretas engajadas no critério de dedutibilidade. 39 .Consideram-se intrinsecamente comercialização: relacionados com a produção ou a a) os bens móveis e imóveis utilizados no desempenho das atividades de contabilidade. pela pessoa jurídica que tenha por objeto essa espécie de atividade. utilizados no transporte de mercadorias e produtos adquiridos para revenda. compra e venda. j) os bens móveis e imóveis objeto de arrendamento mercantil nos termos da Lei 6. as bicicletas e motocicletas utilizados nas entregas de mercadorias e produtos vendidos. Com efeito. compradores e vendedores nas atividades de cobrança. pela pessoa jurídica arrendadora. produtos intermediários e de embalagem aplicados na produção. caminhoneta de cabine simples ou utilitários. Devem elas ser avaliadas como exemplificativas. d) os veículos do tipo caminhão. f) os veículos do tipo caminhão. 299 . l) os veículos utilizados na prestação de serviços de vigilância móvel. cabendo à pessoa jurídica reunir elementos suficientes para justificar o registro contábil de um custo/despesa. b) os bens imóveis utilizados como estabelecimento da administração. i) os bens móveis e imóveis próprios. e) os veículos do tipo caminhão. as bicicletas e motocicletas utilizados pelos cobradores. locados pela pessoa jurídica que tenha a locação como objeto de sua atividade. instalados em estabelecimento da empresa. As hipóteses previstas nas alíneas da nota precedente. 299 do RIR/99 ficaria revogado. de matéria-prima. h) os bens móveis e imóveis utilizados em pesquisa e desenvolvimento de produtos ou processos. caminhoneta de cabine simples ou utilitário. c) os bens móveis utilizados nas atividades operacionais.

A dedutibilidade da despesa poderá ser admitida ou não. 4) Gastos de Alimentação Para efeito de apuração do lucro real e da base de cálculo da contribuição social sobre o lucro é vedada a dedução de despesas com a alimentação de sócios.São necessárias as despesas pagas ou incorridas para a realização das transações ou operações exigidas pela atividade da empresa". a todos os seus empregados. antes de computada a sua dedução e a mencionada a seguir. nos casos de: a) contribuições destinadas a custear seguros e planos de saúde e benefícios complementares assemelhados aos da previdência social. cumulativamente: a) comprove finalidade não-lucrativa. b) aplique seus excedentes financeiros em educação. • às instituições de ensino e pesquisa cuja criação tenha sido autorizada por lei federal. conforme aplicação da Lei 9. indistintamente. às cestas básicas de alimentos fornecidas pela empresa. 5) Contribuições e Doações Para efeito de apuração do lucro real e da base de cálculo da contribuição social sobre o lucro. essa vedação não se aplica.874/99. 40 .313/91.§ 1º . No entanto. b) doações efetuadas: • a projetos culturais de que trata a Lei 8. A dedutibilidade referida independe da existência de Programa de Alimentação do Trabalhador e aplica-se. até o limite de 1. somente poderão ser deduzidas as doações a entidade donatária que. Nessa hipótese. desde que indistintamente a todos os empregados. As despesas com alimentação somente poderão ser dedutíveis quando fornecidas pela pessoa jurídica. instituídos em favor dos empregados e dirigentes da pessoa jurídica. ou quando carecem de relatórios pormenorizados que devem corroborar os registros contábeis desse tipo de gastos. acionistas e administradores.5%do lucro operacional. É nosso entendimento que a preocupação do legislador quanto aos gastos de alimentação de dirigentes restringe-se àqueles de difícil justificativa. é vedada a dedução das despesas com doações e contribuições não compulsórias.

fornecida pela entidade beneficiária. em período-base subseqüente àquele em que deveria ter sido procedido o ajuste. a dedutibilidade das doações está condicionada a que: a) a entidade civil beneficiária tenha sido reconhecida de utilidade pública por ato formal de órgão competente da União. em que esta se compromete a aplicar integralmente os recursos recebidos na realização de seus objetivos sociais.OSCIP. se realizadas na data prevista. para determinação do lucro real. sem fins lucrativos. à disposição da fiscalização. 6) Exclusões em Período-base Seguinte Para efeito de determinação do lucro real. ou em benefício da comunidade onde atuem. sob nenhuma forma ou pretexto. cópia da declaração segundo modelo aprovado pela Secretaria da Receita Federal. • a entidades civis. com identificação da pessoa física responsável pelo seu cumprimento. 28 da IN SRF 11/96. mantenedores ou associados. bonificações ou vantagens a dirigentes. filantrópica ou confessional. seguindo-se as regras expostas nos art. b) as doações em dinheiro sejam feitas mediante crédito em conta corrente bancária diretamente em nome da entidade beneficiária. 7) Dedução de Perdas no Recebimento de Créditos As perdas no recebimento de crédito decorrentes das atividades da pessoa jurídica poderão ser deduzidas como despesas. até o limite de 2% do lucro operacional. c) a doadora mantenha em arquivo. ou ao Poder Público.790/99. Estas condições estão arroladas no art. no caso de encerramento de suas atividades. não poderão produzir efeito diverso daquele que seria obtido. que prestem serviços gratuitos em benefício de empregados da pessoa jurídica doadora. instituídas nos moldes da Lei 9. através da IN 87/96. antes de computada a sua dedução. 8) FAPI . 24 a 28 da IN SRF 93/97. exceto quando se tratar de entidade que preste exclusivamente serviços gratuitos em benefício de empregados da pessoa jurídica doadora. e respectivos dependentes. • a Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público . Na hipótese. e a não distribuir lucros. as exclusões do lucro líquido. legalmente constituídas no Brasil.c) assegure a destinação de seu patrimônio a outra escola comunitária.Fundo de Aposentadoria Programada Individual e Contribuição para Previdência Privada 41 .

981 com a redação dada pela Lei 9. 95 da Lei 8. Prejuízos Não-Operacionais Os prejuízos não operacionais.Na determinação do lucro real e da base de cálculo da contribuição social sobre o lucro líquido. com lucros de mesma natureza.94. deverá ser adicionado ao lucro líquido para efeito de determinação do lucro real e da base de cálculo da contribuição social sobre o lucro líquido. e para os Fundos de Aposentadoria Programada Individual . o valor das despesas com contribuições para a previdência privada. cujo ônus seja da pessoa jurídica. bem como aos apurados pelas empresas industriais titulares de Programas Especiais de Exportação aprovados até 3 de junho de 1993. os prejuízos poderão ser compensados integralmente com lucros apurados dentro do próprio ano-calendário. a que se refere a Lei 9. o prejuízo fiscal de um trimestre só poderá ser compensado com o lucro real dos trimestres subseqüentes e ainda. a que se refere o inciso V do art. nos períodos-base subseqüentes ao de sua apuração. Ou seja. Os prejuízos fiscais são compensáveis independentemente do prazo previsto na legislação vigente à época de sua apuração. fossem ainda passíveis de compensação.249/95. no máximo. anual ou periódico. Os prejuízos apurados anteriormente a 31. vinculados ao referido plano. 42 . trimestral. O somatório das contribuições que exceder o valor referido. nos termos do art. apurados a partir de 1º de janeiro de 1996.FAPI. 13 da Lei 9. No lucro real anual (estimativa mensal).477/97. Prejuízos Fiscais – Compensação Para fins de determinação do lucro real.12.065. pela Comissão para Concessão de Benefícios Fiscais a Programas Especiais de Exportação . em cada período de apuração. limitado a 30% do lucro real. naquela data. poderá ser reduzido pela compensação de prejuízos fiscais em até. O limite de redução de 30% não se aplica aos prejuízos fiscais decorrentes da exploração de atividades rurais. na forma da legislação então aplicável. não poderá exceder. somente poderão ser compensados se. o lucro líquido. depois de ajustado pelas adições e exclusões previstas ou autorizadas pela legislação do imposto de renda. ambas de 1995. 30%. observado o limite de redução de 30%. somente poderão ser compensados. a 20% do total dos salários dos empregados e da remuneração dos dirigentes da empresa.BEFIEX.

na data do pagamento ou crédito. será considerado antecipação do devido na declaração de rendimentos ou compensado com o que houver retido por ocasião do pagamento ou crédito de juros. Os juros citados. exceto as perdas decorrentes de baixa de bens ou direitos do ativo permanente em virtude de terem se tornado imprestáveis. Somente serão dedutíveis na determinação do lucro real e na base de cálculo da contribuição social os juros sobre o capital próprio pagos ou creditados aos sócios ou acionistas da pessoa jurídica.Para esse efeito. sócios ou acionistas. descabendo a dedutibilidade nos casos em que sejam incorporados ao capital social ou mantidos em conta de reserva destinada a aumento de capital. a título de lucros apurados 43 . o lucro líquido do exercício será aquele após a dedução da contribuição social sobre o lucro líquido e antes da dedução da provisão para o imposto de renda. Os juros remuneratórios ficarão sujeitos à incidência do imposto de renda na fonte à alíquota de 15%. a título de remuneração do capital próprio. Juros sobre o Capital Próprio O montante dos juros remuneratórios do capital passível de dedução para efeitos de determinação do lucro real e da base de cálculo da contribuição social limita-se ao maior dos seguintes valores: I . Os juros serão computados nos balanços de suspensão ou redução do pagamento mensal do IRPJ e CSL por estimativa . auferidos por beneficiário pessoa jurídica submetida ao regime de tributação com base no lucro real.50% do lucro líquido do exercício antes da dedução desses juros. ou Para esse efeito. serão registrados em conta de receita financeira e integrarão o lucro real e a base de cálculo da contribuição social sobre o lucro. Lucros Distribuídos – Isenção São isentos de tributação. no caso de beneficiário pessoa jurídica submetida ao regime de tributação com base no lucro real. imobilizado e diferido). a seu titular. os valores pagos a beneficiários pessoas físicas ou jurídicas. O tratamento tributário dos prejuízos não operacionais quando acarretarem prejuízos fiscais foi estabelecido pelo art. consideram-se não operacionais os resultados decorrentes da alienação de bens ou direitos do ativo permanente (investimentos. II . obsoletos ou caído em desuso. na fonte e na declaração de rendimentos. ainda que posteriormente venham a ser alienados como sucata. 36 da IN SRF 11/96.50% do somatório dos lucros acumulados e reserva de lucros. observado que.

os resultados. provisões. encargos. participações e quaisquer outros valores deduzidos na apuração do lucro líquido que.em balanços. observando-se que: 1. os custos. A determinação do lucro real será precedida da apuração do lucro líquido de cada período de apuração com observância das leis comerciais. 249): a. de acordo com a legislação tributária.249/95. b. exclusões ou compensações prescritas ou autorizadas pela legislação fiscal. lucro real é o lucro líquido do período de apuração ajustado pelas adições. Como se determina o lucro real? O lucro real será determinado a partir do lucro líquido do período de apuração obtido na escrituração comercial (antes da provisão para o imposto de renda) e demonstrado no Lalur. EXERCÍCIOS 1. de acordo com a legislação tributária. rendimentos. distinto do lucro líquido apurado contabilmente. despesas. 247 do RIR/1999. 02. De acordo com o art. art. 44 . para fins da legislação do imposto de renda. custos e despesas não dedutíveis). Serão adicionados ao lucro líquido (RIR/1999. perdas. O que se entende por lucro real e lucro tributável? A expressão lucro real significa o próprio lucro tributável. lucros auferidos por controladas e coligadas domiciliadas no exterior). por empresas tributadas com base no lucro real (Lei 9. não sejam dedutíveis na determinação do lucro real (exemplo: resultados negativos de equivalência patrimonial. 10). devam ser computados na determinação do lucro real (exemplo: ajustes decorrentes da aplicação dos métodos dos preços de transferência. art. receitas e quaisquer outros valores não incluídos na apuração do lucro líquido que.

o momento ajustado para pagá-las. em face da relação jurídica que lhe deu causa. segundo o regime de competência. não sejam computados no lucro real (exemplo: resultados positivos de equivalência patrimonial. de acordo com a legislação tributária. de 1977. O que são despesas incorridas? Despesas incorridas são aquelas de competência do período de apuração. independentemente da época de seu efetivo pagamento (não se pode considerar como incorrida a despesa cuja realização esteja condicionada à ocorrência de evento futuro). determinam que o respectivo pagamento venha a ocorrer em período subseqüente. Despesas do período de apuração seguinte significa o mesmo que despesas diferidas? 45 . ou outra circunstância qualquer. a apropriação das despesas deverá ser feita no período de apuração em que os bens forem empregados ou os serviços consumidos. total ou parcialmente. relativas a bens empregados ou serviços consumidos nas transações ou operações exigidas pela atividade da empresa. embora nascida a obrigação correspondente. aquelas em relação às quais. art. ou seu vencimento.1. dividendos). NOTAS: O montante positivo do lucro real. receitas e quaisquer outros valores incluídos na apuração do lucro líquido que. à opção do contribuinte. Despesas incorridas são. exigível independentemente de qualquer prestação por parte do respectivo credor. 42). já se verificaram todos os pressupostos materiais que a tornaram incondicional. rendimentos. a partir de prejuízo líquido do próprio período de apuração constante da escrituração comercial. b. 3. vale dizer. Poderão ser excluídos do lucro líquido (RIR/1999.981. tenham sido pagas ou não. os prejuízos fiscais de períodos de apuração anteriores. base para compensação de prejuízos fiscais de períodos de apuração anteriores. desde que observado o limite máximo de 30% (trinta por cento) do lucro líquido ajustado pelas adições e exclusões previstas na legislação tributária. de 1995. 5. art. a obrigação de pagar determinada despesa (enquadrável como operacional) nasce quando. poderá ser determinado. Poderão ser compensados. 4. os valores cuja dedução seja autorizada pela legislação tributária e que não tenham sido computados na apuração do lucro líquido do período de apuração (exemplo: depreciação acelerada incentivada). portanto. De acordo com o PN CST no 58. O prejuízo compensável é o apurado na demonstração do lucro real de períodos anteriores e registrado no Lalur (parte B) (Lei n o 8. também. os resultados. Quando devem ser apropriadas as despesas pagas ou incorridas? Ressalvadas situações especiais. 250): a.

são préoperacionais ou pré-industriais. 8. 6. respeitando. classificáveis no ativo permanente. são de competência do período de apuração subseqüente e. 10. necessárias à sua organização e implantação. 9. Despesas do período de apuração seguinte são aquelas que. No caso de empreendimento que envolva a construção de bens de naturezas diversas. Quais são os gastos com a implantação de uma indústria que deverão ser considerados como despesas "pré-operacionais"? Todas as despesas necessárias à organização e implantação ou ampliação de empresas. no término da 46 . sempre. Como as empresas não imobiliárias devem classificar conta representativa de "construções em andamento"? Para as empresas que não explorem a atividade imobiliária as aplicações que representem construções em andamento devem ser classificadas em conta do ativo permanente (imobilizado). pagas ou incorridas até o início de suas operações ou plena utilização das instalações. de acordo com a legislação fiscal. Deverão integrar o valor do imóvel destinado ao imobilizado. a empresa submete-se às mesmas normas de tributação aplicadas às demais pessoa jurídicas.Não. e lançar em despesas pré-operacionais as demais despesas. inclusive aquelas de cunho administrativo. as condições gerais de dedutibilidade e limites estabelecidos pela legislação tributária. embora registradas no período de apuração em curso. ou ampliação de seus empreendimentos. de 1975). classificáveis no ativo circulante. Exemplo: parte do prêmio do seguro correspondente ao período-base seguinte. a empresa deverá fazer a distribuição contábil dos acréscimos de maneira a permitir. apurando seus resultados em obediência ao regime tributário por ela adotado. Sobre o conceito de despesas diferidas. aluguéis antecipados nas mesmas condições etc. A empresa deverá imobilizar as aquisições de bens e direitos. Que são despesas pré-operacionais? São despesas registradas (pagas ou incorridas) durante o período que antecede o início das operações sociais da empresa. As despesas com mão-de-obra empregada na construção de imóvel da empresa (ativo permanente) constituem despesa operacional dedutível? Não. já que estes são válidos tanto para despesas operacionais. Qual o tratamento tributário a ser dado às empresas que se encontrem em fase pré-operacional? Durante o período que anteceder o início das operações sociais ou a implantação do empreendimento inicial. como tal. vide pergunta 246. 7. como para as pré-operacionais (PN CST n o 72.

que têm por finalidade manter constante o exercício normal das atividades da pessoa jurídica. enquanto mantidos em almoxarifado? As contas que registram recursos aplicados para manutenção em almoxarifado de partes e peças. a vida útil do bem é aquela prevista no ato de sua aquisição. e PN CST no 2.000.00 aumento de vida útil estimado em 2. acréscimo de vida útil superior a um ano. 10% a.000.a. 346 do RIR/1999. deverão ser incorporados ao valor do bem. máquinas e equipamentos de reposição de bens do ativo imobilizado. sendo levadas a custos ou despesas por ocasião de sua utilização (RIR/1999. 301 e 346. quando aplicadas ao bem. de 1983).a. máquinas e equipamentos de reposição. devem ser classificadas no ativo imobilizado sempre que sua utilização representar acréscimo de vida útil superior a um ano ao bem no qual ocorrer a sua aplicação. a correta identificação de cada bem. As demais partes e peças que não representem.00 Custo das partes e peças substituídas em julho de 2002. segundo sua natureza e as taxas anuais de depreciação a eles aplicáveis (PN CST n o 2. Prazo restante para depreciação do bem na data da reforma . De acordo com o art. de que resulte aumento de vida útil superior a um ano.0 anos Depreciação registrada até 30/06/2002 = 54 meses = 4 anos e 45% meio. para servirem de base a futuras depreciações no novo prazo de depreciação previsto para o bem recuperado. conservação ou substituição de partes e peças de bens do ativo imobilizado. à taxa de 10% a.construção. arts. são classificadas como estoques. Exemplo 1: Bem adquirido em 1o/01/1998 100. de 1984).66 55% meses = 5.5 anos. 12. peças.000. Nestas condições. Como devem ser classificadas as contas que registrem recursos aplicados na aquisição de partes. com 50. Como são apropriadas contabilmente as aplicações de partes e peças na reparação e manutenção de bens do imobilizado das quais resulte aumento de vida útil superior a um ano? A vida útil do bem é aquela prevista no ato de sua aquisição conforme o art.00 47 . serão agregadas ao valor do bem por ocasião de sua utilização. Os gastos com reparos. 11. Com a transferência do valor da depreciação acumulada para a conta do valor original do bem: Novo valor contábil do bem = Valor residual + custo da reforma 105. 346 do RIR/1999.

00 Custo das partes e peças substituídas em julho de 2002. o qual terá novo valor contábil depreciável no novo prazo de vida útil previsto (RIR/1999. Sem a transferência do valor da depreciação acumulada para a conta do valor original do bem: Novo valor do bem = Custo de aquisição anterior + custo da 150. 346. de 1987.a. e PN CST no 22.2). b.00) Novo prazo de vida útil (66 meses + 24 meses) Nova taxa de depreciação: (100% : 90 meses) 90 meses 13.000. a pessoa jurídica poderá: a. d. apurar a diferença entre o total dos custos de substituição e o valor determinado conforme o item "a". escriturar o valor de "a" a débito das contas de resultado.00) x 100 = 0.166.166.00 + 50.67 no caso 150.(55.000.00) Novo prazo de vida útil (66 meses + 24 meses) 90 meses Nova taxa de depreciação: (105. com 50. escriturar o valor de "b" a débito da conta do ativo imobilizado que registra o bem.000. sobre o valor total.000.000.00 (1.00 / 90 meses = 1. 105. Exemplo 2: (utilizando-se os mesmos dados do exemplo 1) Bem adquirido em 1o/01/1998 100. ou 1.000. aplicar o percentual de depreciação correspondente à parte não depreciada do bem sobre os custos de substituição das partes ou peças.3337% ao meses) Outra ano ou forma de cálculo: 0.67 / 150.00 aumento de vida útil estimado em 2. Não interfere na fixação da nova taxa de depreciação a ser utilizada o eventual saldo da depreciação acelerada incentivada controlada na parte B do Lalur.1111% ao mês.7778% ao mês Alternativamente. art.7778% ao mês.000.0 anos Depreciação registrada até 30/06/2002 = 54 meses = 4 anos e 45% meio.000. §§ 1º e 2º.000.000.00) x (100% / 90 9.3333% ao ano.00 reforma (100.000. c.00 / 150. à taxa de 10% a. 48 .00 + 50.000. subitem 3.

a fim de que 8.00) x (100% / 90 meses)Outra forma de cálculo pode ser a seguinte: 77.a.66 55% meses = 5.11 (861. quando essas se caracterizarem como intrinsecamente relacionadas com a produção ou comercialização dos bens e serviços (RIR/1999.00 reforma a ser debitada no resultado (55%x 50.4348% ao ano ou 0. § 3º).500. 346). promover a regularização mediante lançamento de ajustes de períodos de apuração anteriores.000. Somente serão admitidas como dedutíveis as despesas de manutenção.Prazo restante para depreciação do bem na data da reforma .000. tiver incorporado ao valor do bem os gastos com reparos nele efetuados poderá: a. sobre o valor total do bem.00) x 100 = 0.00 Novo prazo de vida útil para o bem recuperado 5.27. 346.00 / 122. art. ou.7029% NOTA: Os gastos aqui referidos são os que se destinam a recuperar o bem para recolocá-lo em condições de funcionamento.500. na natureza ou no tipo do bem (sobre os gastos que devam ou não ser capitalizados ver o PN CST nº 2.0 90 meses anos = 7. 13. Não se aplica aos casos em que ocorre mudança na configuração. ou ajustar a taxa de depreciação. indevidamente. Como podem ser tratados os gastos com reparos. b. NOTA: A pessoa jurídica que. aplicar sobre o valor agregado taxa de depreciação correspondente ao prazo restante de vida útil do bem.5 anos Nova taxa de depreciação aplicável sobre o custo de aquisição do bem registrado na contabilidade acrescido do custo de reforma ativado: Residual contábil / Novo custo de aquisição (77.00 / 90 meses = 861.500. mantendo as suas características.7029% ao mês. art. a ser aplicada sobre o novo valor do bem registrado no ativo.500. no caso 122. conservação e quaisquer outros gastos com bens imóveis ou móveis.00 49 .500.00) 22.5 anos + 2.11 / 122.5 anos 10% a.500.00 . % da parte não depreciada do bem aplicado sobre o valor da 27.00) Diferença a ser debitada no imobilizado (50. reparo.500. conservação ou substituição de partes e peças de bens do ativo imobilizado quando não resultem em aumento de sua vida útil? Serão admitidas como custo ou despesa operacional as despesas com reparos e conservação de bens e instalações destinadas a mantê-los em condições eficientes de operação (RIR/1999.500. de 1984).

a mantê-lo em condições eficientes de operação. perfazendo R$18. dos valores ali controlados.000. ajustando-se pelas adições. no qual foram efetuados reparos destinados. Quando devem ser baixados os bens obsoletos. em relação ao valor do bem registrado no ativo. por ter sido adicionada quando de sua constituição. esses mesmos R$18. que sendo: a. b. bem como a baixa na parte B do Lalur. desfavorável ao contribuinte. ressaltando-se que a dedutibilidade não alcança o IRPJ e a CSLL. os tributos provisionados devem ser escriturados na parte A do Lalur. somente podem ser baixados da contabilidade e do controle patrimonial concomitantemente à efetiva baixa física do bem (PN CST no 146. constantes do Ativo Imobilizado da pessoa jurídica? Quaisquer bens constantes do ativo imobilizado da pessoa jurídica.00 representam. Como lhe restam 5 anos de vida útil.00. registrado no ativo por R$100. Neste caso. sobre o valor dos reparos efetuados poderá ser aplicada a taxa de depreciação de 20% a. resultará no levantamento de eventuais depósitos judiciais existentes. após 5 anos de utilização. de 1975). tão-somente. O Imposto ou contribuição que o contribuinte esteja discutindo judicialmente poderá ser considerado como despesa dedutível na determinação do lucro real? Não. quer estejam totalmente depreciados ou não.00. Como se calcula o Lucro Real? R. possibilitando o reconhecimento da dedutibilidade do tributo e contribuição.000. como adição ao lucro líquido para fins de apuração do lucro real. poderá ser excluída 24. Exemplo: Tomemos um bem com prazo de vida útil de 10 anos e que se encontra.a.000. R$10.000.ele se encontre totalmente depreciado ao final do prazo restante de sua vida útil prevista no ato de aquisição.000.00 em mais R$8. ocorrendo então a reversão para o resultado ou patrimônio líquido dos valores da provisão.000. acrescido dos gastos com reparos 14. e a sua exclusão na parte A no período de apuração correspondente. exclusões e compensações autorizadas pelo Fisco Alíquota Base : 15% 50 . É quando da apuração do período. sendo controlados na parte B do mesmo livro até que ocorra o desfecho da ação. 15..00 ). (depreciação acumulada = R$50. no valor de R$40. favorável ao contribuinte.00. implicará a conversão do depósito judicial porventura existente em renda da União. Saliente-se que a parcela que for revertida ao resultado. aumentando a depreciação anual de 10% sobre o valor do bem.000. Por outro lado.00 de depreciação anual. com a baixa do valor escriturado na parte B do Lalur.

enquanto não concluídas as operações para as quais hajam registro de custo orçado (IN SRF 25/99).). • Aquelas que no decorrer do ano.000. (quatro milhões de reais) multiplicado pelo número de meses de atividade do ano calendário anterior. As pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real. adm. Está obrigado ao Lucro Real pela atividade comercial: • Todos os tipos de bancos (comerciais. • Aquelas que exploram atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia. podem optar pelos seguintes períodos: 51 . Qual a periodicidade do Lucro Real? R. compras de direitos creditórios resultantes das vendas mercantis a prazo de prestação de serviços (factoring) • Empresas imobiliárias. gestão de créditos. • Aquela empresa que obtiver lucros. • Empresas de Capitalização e.000. • Arrendamento Mercantil.Adicional : O que exceder ao montante de R$ 20. • Distribuidoras de títulos e valores mobiliários. Quem está obrigado ao Lucro Real pela Receita? R. 16. ou a R$ 4. investimentos. 17. Quem está obrigado ao Lucro Real pela atividade comercial? R. Apresentação do Lucro Real : Deverá ocorrer através do LALUR – Livro de Apuração do Lucro Real. seleção de riscos.00 multiplicado pelo n° de meses de apuração fiscal. mercadológica.000. rendimentos ou ganho de capital no exterior. • Cooperativas de Crédito. de contas à pagar e a receber. caixas econômicas. tenham efetuado pagamento mensal pelo regime de estimativa. quando inferior a 12 (doze) meses. • Corretoras (câmbio e títulos). Os lançamentos dos Ajustes e o Lucro Real. • Seguradoras. valor equivalente a R$ 48. 18. mesmo que não tenham a obrigação. estará sujeito ao Adicional de 10% sobre o excedente. • As beneficiadas pelos incentivos fiscais.000.000. relativos à isenção ou redução de impostos.na forma da lei 9430/96. que constará o Lucro Líquido do período.00 (quarenta e oito milhões de reais). sociedades de créditos etc. Está obrigado ao Lucro Real pela receita a Pessoa Jurídica que atingir no ano calendário anterior a receita bruta total. • As PJ que optarem por esse regime. • Entidades de Previdência Privada.

O lucro real. Na opção trimestral. corresponde ao lucro líquido do período de apuração. Anual : Após a apuração do lucro estimado mensal sendo 8% da receita bruta e adicional. A pessoas jurídicas que: I . 52 . prevalecerá a apuração final do lucro. no ano-calendário anterior. 25. no regime Anual? R. seja superior ao limite de R$ 48. 24. exclusões e compensações previstas na legislação do imposto de Renda.000. 23. Quais empresas estão obrigadas à apuração do lucro real? R.000. Como será feita a apuração do tributo na opção trimestral para as empresas que são tributadas pelo Lucro Real? R. Para saber qual a melhor opção para tributação. no regime Trimestral? R.000. ou em até 3 quotas mensais nunca com valor inferior a R$ 1.00 (mil reais) cada. bem como. bem como sua incidência de adicional que exceder a R$ 240. verifica-se ao final de cada exercício. Quando deverá ser recolhido o tributo. os ajustes das diferenças para pagamento.Trimestral : Resultado líquido de cada trimestre ajustado. Qual opção escolher trimestral ou anual? R. a apuração é definitiva não podendo ser compensado em outro período. 30/09 e 31/12 do respectivo ano. deverá recolher o tributo até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do trimestre. Como será feita a apuração do tributo na opção anual para as empresas que são tributadas pelo Lucro Real? R.00 (duzentos e quarenta mil reais) anuais. 19. No regime trimestral. deverá recolher o tributo até o último dia útil do mês subseqüente ao da apuração. compreendendo os seguintes períodos: 31/03. haverá a incidência também definitiva do adicional de 10%.000.cuja receita total.000.00 multiplicados pelo número de meses de atividades no ano. ajustado pelas adições. conhecido também como Lucro Tributável. 21. 22. as pessoas jurídicas que são tributadas pelo Lucro Real. deverá ser feito uma projeção de faturamento e verificar qual é a mais vantajosa para a empresa. No regime anual.00 ou R$ 4. 20. Quando deverá ser recolhido o tributo. 30/06. O que é Lucro Real? R. restituição ou compensação do valor. as pessoas jurídicas que são tributadas pelo Lucro Real. Já na opção anual.000. quando inferior a 12.00 (sessenta mil reais) no trimestre. compensando automaticamente seus resultados. lembrando sempre que na opção trimestral a apuração é definitiva não podendo ser compensado em outro período.000. o que exceder a R$ 60.

26. sociedades corretoras de títulos. 53 . VI – que exploram as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia. deverão ser controlados na Parte “B” do referido livro. seleção e riscos.II – cujas atividades sejam de bancos comerciais. autorizadas pela legislação tributária.000. quando a empresa for tributada pelo Lucro Real? R. excluídos ou compensados. devendo o imposto a pagar apurado ser pago em até três quotas mensais. bancos de desenvolvimento. administração de contas a pagar e receber. bancos de investimentos. com o acréscimo de juros sobre o valor das quotas pagas a partir do segundo mês. por períodos de apuração encerrados em 31 de março. Qual o período de apuração do Lucro Real? R. As adições ao lucro líquido aumentam o valor do lucro real e. valores mobiliários e câmbio. portanto. V – que. adicionados ou compensados na parte “A” do Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) e aqueles que competirem a outro período de apuração e forem adicionados. III – que tiverem lucros. 30 de julho. da base de cálculo do imposto de Renda das Pessoas Jurídicas. vencíveis nos três meses subseqüentes ao do encerramento do trimestre de apuração a que corresponder. 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano. IV – que. caixas econômicas. gestão de crédito. compras de direitos creditórios resultante de vendas mercantis a prazo ou prestação de serviços. caracterizando-se como ajustes obrigatórios. iguais e sucessivas (respeitando o valor mínimo de R$ 1. empresas de seguros privados e de capitalização e entidades de previdência privada aberta. Como Proceder com os ajustes no Lucro Líquido. O que ocorre se fizermos adições ao lucro líquido quando a empresa é tributada pelo Lucro Real? R. à opção da empresa. tenham efetuado pagamento mensal pelo regime de estimativa. cooperativas de crédito.00 para cada uma). podendo ser: trimestralmente de forma definitiva. no decorrer do ano-calendário. Os valores correspondentes aos ajustes no lucro líquido deverão ser excluídos. usufruem de benefícios fiscais de isenção ou redução do imposto. O lucro Real deverá ser apurado. 28. distribuidoras de títulos e valores imobiliários. mercadológica. 27. rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior. sociedades de crédito imobiliário. empresas de arrendamento mercantil.

os quais deverão ser computados na determinação do lucro real no período do seu recebimento. Na determinação do Lucro Real. provisões. controlados na Parte “B” do LALUR. 30. Para determinação do Lucro Real deverá ser adicionado ao lucro líquido os custos. adicionadas conforme mencionado no número XII do sub-tópico 4. despesas. o que poderão ser excluídos do lucro líquido do período de apuração? R. objeto de permuta por dívida externa do setor público. III – os dividendos anuais mínimos distribuídos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento.1. nos períodos de apuração subseqüente. caracterizando-se como ajustes facultativos. Para determinação do lucro real. perdas. R. de acordo com a legislação do imposto de Renda. emitidos para troca voluntária por Bônus da Dívida Externa Brasileira. a qual poderá. ser excluída do lucro real até o limite correspondente à diferença positiva entre os para fins de reforma agrária. registrada no Banco Central do Brasil. 31. poderão ser excluídos do lucro líquido: I – os valores cuja dedução seja autorizada pela legislação do Imposto de Renda e que não tenham sido computados na apuração do lucro líquido do período de apuração. emitidas para troca compulsória no âmbito do Programa Nacional de Privatização (PND).29. Na determinação do lucro real. As exclusões ao lucro líquido diminuem o valor do lucro real e. bem como os referentes aos Bônus emitidos pelo Banco Central do Brasil. V – os juros reais produzidos por Notas do Tesouro Nacional (BTN). IV – os juros produzidos pelos Bônus do Tesouro Nacional (BTN) e pelas Notas do Tesouro Nacional (NTN). participações e quaisquer outros valores deduzidos na apuração do lucro líquido que. quando auferidos pelo 54 . encargos. VI – a parcela das perdas apuradas nas operações realizadas nos mercados de renda variável e de swap. tais como: II – os rendimentos e ganhos de capital nas transferências de imóveis desapropriados desapropriado. não sejam dedutíveis na determinação do lucro real. portanto. da base de cálculo do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas. o que deverá ser adicionado ao lucro líquido do período de apuração. O que ocorre se fizermos exclusões ao lucro líquido quando a empresa é tributada pelo Lucro Real? R.

Base de Cálculo O imposto deve ser calculado à alíquota de 15%. juntamente com os rendimentos de aplicações financeiras. por meio da escrituração mercantil.000. Neste valor de faturamento deverão ser inclusas. ou R$ 4.32% 55 . as empresas enquadradas nas condições fixadas podem presumir hipoteticamente a existência de lucro a partir de percentual aplicado sobre o faturamento que é a base de cálculo. ganho de capital. ou seja. 00 (quarenta e oito milhões de reais). exclusivamente para estes casos. locação de imóveis etc. 30/06. desprezando despesas do período e apenas usando o faturamento.6% • Prestação de serviços de transportes---------------------------------------. Quem pode aderir a esse regime de tributação Será preciso que o faturamento bruto anual. Faculta a legislação que referidas empresas. não exceda ao valor máximo de R$ 48. acrescido de adicional de 10% sobre a parcela do lucro presumido que exceder ao valor resultante da multiplicação de R$ 20. Quem não estiver obrigado a tributação do lucro real. independentemente da apuração de lucro. Recolhimento do Tributo Deverá ser recolhido até o último dia útil do mês subseqüente ao trimestre de que deu origem. 5.8% • Prestação de serviços em geral----------------------------------------------.ganhos e perdas decorrentes das operações realizadas nos mercados de renda variável e operações de swap. Os impostos são calculados com base num percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas.000. O Lucro Presumido é uma opção para pequenas e médias empresas até o limite da receita bruta total estabelecida em lei.8% • Intermediação de Negócios ----------------------------------------------------. todas as receitas da empresa. a receita bruta. Alguns percentuais a serem aplicados segundo o tipo de atividade: • Revenda p/ consumo de combustível derivado de petróleo. a mais simples de tributação.2.000. se inferior a 12 meses. 30/09 e 31/12. pagar os impostos sobre os resultados econômicos.00 (vinte mil reais)pelo numero de meses do respectivo período de apuração.1.000. Periodicidade Sua apuração ocorre trimestralmente em 31/03. em vez da apuração do lucro realmente auferido ou seja. multiplicado pelo número de meses em atividade no anão.32% • Prestação de serviços Hospitalares------------------------------------------. álcool etílico carburante e gás natural--------------------------------------------------------.LUCRO PRESUMIDO Trata-se da forma considerada por muitos.00 (quatro milhões de reais) mensais.000.

00 R$ 80.000.000.32% Prestação de serviços em geral.00 R$ (30.00) R$ 470.000.000.000.000.000.600. só poderão deduzir do imposto devido no período de apuração.00 R$ 250.000. Exemplo: Considerando-se que determinada empresa tributada com base no lucro presumido apurou os seguintes valores no segundo trimestre de 2009 Receita de Vendas (sem IPI) Receita de Prestação de Serviços Vendas Canceladas Rendimentos de Aplicações Financeiras Rendimentos de Aluguéis IRRF sobre receitas computadas na base de cálculo I – Apuração da base de cálculo do Lucro Presumido: Receita de Vendas (-) Vendas Canceladas (=) receita de Vendas Líquidas (+) Receita de Prestação de Serviços Base de Cálculo do Lucro presumido R$ 500.000.600.000.00 R$ 134.00 R$ 250. o imposto pago ou retido na fonte sobre as receitas que integram a base de cálculo.8% OBS : As pessoas jurídicas tributadas pelo lucro presumido. móveis e direitos de qualquer natureza-----------------------------------------------------------------. cuja receita bruta anual seja de até R$ 120. locação ou cessão de bens imóveis.600.000.000.00 32% sobre R$ 250.000.• • • Administração.00 R$ 500.00 R$ 7. tendo em vista que os percentuais aplicáveis sobre as receitas de vendas são de 8% e sobre receitas de prestação de serviços é de 32%: 8% de R$ 470.00 3.00 R$ 720.00 R$ 117.00 (cento e vinte mil reais) -----------------------------------------.00 (=) Lucro presumido do trimestre (+) Rendimentos de Aplicações Financeiras (+) Rendimentos de Aluguéis (=) Base de cálculo do Imposto R$ 37.00 R$ 10.000.16% Demais atividades-----------------------------------------------------------------.00 II – Apuração da base de cálculo do imposto trimestral.00 R$ 30.00 R$ R$ 7.000.00 R$ 10.000.000. vedada qualquer dedução a titulo de incentivo fiscal.00 56 .

b) As quotas do imposto serão acrescidas de juros equivalentes à taxa Selic. apurado trimestralmente.00 R$ 20.650. A opção da pessoa jurídica. será pago em quota única. Documento a utilizar O pagamento será feito mediante a utilização do Documento de Arrecadação de Receitas Federais .III – Apuração do Imposto devido no Trimestre: Imposto normal de 15% de R$ 134.000. Imposto de valor inferior a R$ 10.650.00 R$ 7.600. iguais e sucessivas.00 Adicional de 10% de R$ 74.000. Prazo para pagamento O imposto de Renda devido.600.190.00 R$ 24.00 (dois mil reais) Será pago em quota única. vencíveis no último dia útil dos três meses subseqüentes ao de encerramento do período de apuração a que corresponder.DARF – sob o código 2089.460.000. observado o seguinte: a) Nenhuma quota poderá ter valor inferior a R$ 1. acumulada mensalmente. até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do trimestre de apuração.00 (mil reais) e o imposto de valor inferior a R$ 2.00 (=) Valor do Imposto devido (=) Imposto de Renda a pagar Pagamento do Imposto Local de Pagamentos Os contribuintes deverão pagar o imposto de Renda da pessoa jurídica nas agências bancárias integrantes da rede arrecadadora de receitas federais.00 R$ 27. o imposto devido poderá ser pago em até três quotas mensais.00 57 . até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração.00 (-) IRRF sobre as receitas computadas na base de Cálculo R$ 3. a partir do primeiro dia do segundo mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração até o último dia do mês anterior ao do pagamento e de 1% (um por cento) no mês do pagamento.

ou seja. também pela forma presumida. tanto do IRPJ quanto da CSLL.Se o imposto trimestral a pagar resultar em valor inferior a R$ 10. mediante cálculo e recolhimento antecipado. deverá proceder á tributação. quando. escolhida a opção. informar a data de vencimento fixada pela legislação. No entanto. a pessoa jurídica optante pelo recolhimento do IRPJ com base no lucro presumido. 58 . deverá indicar o último dia do trimestre de apuração. o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do trimestre de apuração. c) Na data do vencimento. inclusive bancária. poderá antecipar o recolhimento do imposto devido no trimestre. no qual deverá estar escriturado toda a movimentação financeira. Antecipação mensal dos pagamentos Para evitar problemas financeiros no encerramento de cada trimestre. deverá ser adicionado ao imposto devido em período subseqüente. até que o total seja igual ou superior a R$ 10. Não é possivel. Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido Além do IRPJ. a empresa optar por recolher o IRPJ pelo Lucro Real e CSLL Pelo Presumido. a empresa optante pelo Lucro Presumido deverá rcolher a CSLL. pela forma escolhida. então será pago no prazo previsto para o pagamento do imposto devido no trimestre em que esse limite for atingido. entendemos que para que fique caracterizado que as antecipações referem-se ao IRPJ devido com base no lucro presumido. Obrigações Acessórias A pessoa jurídica que optar pela tributação com base no lucro presumido deverá manter: a) escrituração contábil nos termos da legislação comercial ou livro Caixa.00. o contribuinte deve observar o seguinte: a) Deve fazer constar no campo 04 do Darf o código 2089 para IRPJ. b) No período de apuração.00.

em registro individual. que adotar o regime de caixa no reconhecimento de receitas. c) livro apuração do lucro Real. bem como livros de escrituração obrigatória por legislação fiscal específica e todos os demais papéis e documentos que serviram de base para a escrituração comercial e fiscal. deverá controlar os recebimentos de suas receitas em conta específica. deverá: I . bem como da CSLL e mantiver a escrituração do Livro Caixa. serão computados como receita do mês em que se der o faturamento. d) documentações relativas aos atos negociais que o contribuinte praticar. II – Indicar. na qual. a entrega do bem ou do direito ou a conclusão dos serviços. do adquirente do bem ou direito ou do contratante dos serviços 59 . Observe-se que quando for adotado o regime de caixa. a qualquer título. no livro Caixa. a Nota Fiscal a que corresponder cada recebimento. Apuração com base no Regime de Caixa A pessoa jurídica. o lucro presumido e a CSLL devida no regime do Lucro Presumido. será indicada a Nota Fiscal a que corresponder o recebimento. Tratamento Aplicável aos Valores Recebidos Os valores recebidos adiantadamente. na forma da legislação comercial. para apurar pelo regime caixa.b) no livro Registro de Inventário no qual deverão constar registrados os estoques existentes no término do ano-calendário abrangido pelo regime de tributação simplificada. quando tiver lucro diferidos pe períodos anteriores. os valores recebidos. e) apresentar a Declaração Integrada de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica – DIPJ. o que primeiro ocorrer. por conta de venda de bens ou direitos ou da prestação de serviços. inclusive saldo de lucro inflacionário a tributar. em cada lançamento.Emitir nota fiscal quando da entrega do bem ou direito ou da conclusão do serviço. na determinação do lucro presumido. em boa ordem e guarda enquanto não decorridos o prazo decadencial do direito de a Fazenda Pública constituir os créditos tributários relativos. A pessoa jurídica que mantiver escrituração contábil.

serão considerados como recebimento do preço ou de parte deste.000. Lucros Distribuídos No caso de pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido.00 R$ 78. diminuída de todos os impostos e contribuições a que estiver sujeita a pessoa jurídica. mantiver a escrituração contábil de acordo com a legislação comercial e apurar lucro líquido após o IRPJ em valor superior ao da base de cálculo do IRPJ diminuído do imposto e contribuições devidos.00 R$ 27.650. temos: Base de cálculo do imposto no trimestre [-] Imposto de Renda devido {-} PIS e Cofins [-] Contribuição Social sobre o Lucro [=] Lucro que pode ser distribuído com isenção R$ 134. prevalece a isenção sobre a distribuição do lucro presumido líquido do imposto e contribuições devidos. poderá ser distribuído. Assim. sem incidência do imposto: a) o valor da base de cálculo do imposto.00.00 b) parcela de lucro ou dividendos excedentes ao valor determinado acima.00 R$ 13. Se o lucro líquido apurado contabilmente for inferior ao valor determinado de acordo com as regras mencionadas acima. submetida à tributação com base no lucro presumido. até o seu limite.000.000. uma 60 .00 R$ 15.760. se considerarmos os dados do exemplo anterior. e que o PIS e a COFINS devidos pela empresa no primeiro trimestre somam R$ 15. a totalidade do lucro líquido apurado contabilmente poderá ser distribuída com isenção do Imposto de Renda. Lucro Líquido Apurado na Escrituração Contábil Superior ao Lucro Presumido – Isenção Se a empresa.190. que o lucro efetivo é maior que o determinado pelo critério da letra “a”. desde que a empresa demonstre através de escrituração contábil feita com observância da lei comercial.

Podem optar as pessoas jurídicas: a. 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário 2. em relação ao 3º (terceiro) e ao 4º (quarto) trimestres -calendário de 2004. independentemente da escrituração contábil. Atendidos os requisitos elencados na pergunta anterior. Quais as pessoas jurídicas que podem optar pelo ingresso no regime do lucro presumido? R. com vistas à opção? Nessa hipótese.000.000. poderão manifestar a sua opção por meio do pagamento da primeira ou única quota relativa ao trimestre de apuração correspondente ao início de atividade. a opção pela tributação com base no lucro presumido? R. sendo considerada definitiva para todo o ano-calendário. Obs. 30 de junho.:Considera-se receita bruta total a receita bruta de vendas somada aos ganhos de capital e às demais receitas e resultados positivos decorrentes de receitas não compreendidas na atividade. Obs. 3. estará ela impedida de adotar essa forma de tributação? R. a pessoa jurídica submetida ao lucro presumido poderá apurar o Imposto de Renda com base no lucro real trimestral. ou a R$4. a pessoa jurídica poderá optar pelo lucro presumido.00 (quarenta e oito milhões de reais). c. 4. fusão ou cisão. sendo definitiva a tributação pelo lucro presumido relativa aos 2 (dois) primeiros trimestres. se ainda não tiver efetuado o pagamento 61 . Como deverá proceder para regularizar sua situação a pessoa jurídica que. a opção é manifestada com o pagamento da primeira quota ou quota única do imposto devido correspondente ao primeiro período de apuração. O imposto de renda com base no lucro presumido é determinado por períodos de apuração trimestrais. não tenha efetuado o respectivo pagamento da primeira quota ou quota única em tempo hábil.00 (quatro milhões de reais) multiplicado pelo número de meses em atividade no ano-calendário anterior.: 2. Exercícios QUESTÕES SOBRE LUCRO PRESUMIDO 1. Via de regra.000. que não estejam obrigadas à tributação pelo lucro real em função da atividade exercida ou da sua constituição societária ou natureza jurídica. encerrados em 31 de março. pela pessoa jurídica.000. Excepcionalmente. cuja receita bruta total tenha sido igual ou inferior a R$48. Como deve ser exercida. Qual é o período de apuração do lucro presumido? R. Obs. no ano-calendário anterior. embora preenchendo as condições exigidas para o lucro presumido. e b.: 1. ocorrida a partir do segundo trimestre do ano-calendário. As pessoas jurídicas que tenham iniciado suas atividades ou que resultarem de incorporação.vez que a legislação do Imposto de Renda admite a distribuição desse valor com isenção.

00 (quatro milhões de reais) pelo número de meses em que esteve em atividade. juros recebidos como remuneração do capital próprio etc. tais como. empresas de 62 . financiamento e investimento. acrescidos das demais receitas.000. por determinação legal. ainda que preenchendo o requisito relativo ao limite máximo de receita bruta? R. variações monetárias ativas. Contudo. 8. Obs. e dos ganhos de capital.00. o limite a ser considerado será proporcional ao número de meses em que esteve em funcionamento no referido período. caso tenha sido iniciado qualquer procedimento fiscal de ofício contra ela. podendo continuar sendo tributada com base no lucro presumido dentro deste mesmo ano. estará obrigada à apuração do lucro real no ano-calendário subseqüente. Quais receitas deverão ser consideradas para efeito da verificação do limite de R$48. bancos de investimentos. sociedades de crédito imobiliário. sociedades de crédito.000.000. descontos ativos. rendimentos de aplicações financeiras (renda fixa e variável). a seguir: a.000. tal fato não implica necessariamente mudança do regime de tributação. receita de locação de imóveis. A opção pelo lucro presumido deverá ter sido informada na DCTF (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais. Nos casos em que a Pessoa Jurídica iniciou as atividades ou submeteu-se a algum processo de incorporação. R. São aquelas pessoas jurídicas que.00 estará obrigada à apuração do lucro real dentro deste mesmo ano? Não. pessoas jurídicas cujas atividades sejam de bancos comerciais. Quando a pessoa jurídica ultrapassar o limite legal em algum período de apuração dentro do próprio ano-calendário. 6. em relação à receita bruta total do ano-calendário anterior? R.000. 5. os descontos incondicionais concedidos e os impostos não cumulativos cobrados destacadamente do comprador. A pessoa jurídica que no curso do ano-calendário ultrapassar o limite da receita bruta total de R$48.000.do imposto com base em outro tipo de tributação naquele ano-calendário e desde que faça o pagamento do imposto e respectivos acréscimos legais (multa e juros de mora) incidentes em razão do atraso no recolhimento do imposto. caixas econômicas. deverá ser multiplicado o valor de R$4. dos quais o vendedor ou prestador é mero depositário. para que a pessoa jurídica possa retornar à opção pelo lucro presumido deverá observar as regras gerais aplicáveis à espécie. Qual o limite da receita bruta a ser considerado para as pessoas jurídicas que iniciaram suas atividades no curso do ano-calendário anterior e que desejarem ingressar ou continuar no regime de tributação pelo lucro presumido? R. considera-se como receita bruta total o produto da venda de bens nas operações de conta própria. tendo em vista que o limite para opção pelo lucro presumido é verificado em relação à receita bruta total do ano-calendário anterior. independentemente do valor da receita bruta que for auferida naquele ano. Quem não pode optar pelo regime do lucro presumido. sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários.. 7. automaticamente.: A pessoa jurídica não poderá optar fora do prazo para pagamento. Obs. estão obrigadas à apuração do lucro real. isto é.: Na receita bruta se inclui o ICMS e deverão ser excluídas as vendas canceladas. o preço dos serviços prestados e o resultado auferido nas operações de conta alheia. Para efeito da verificação do limite. para efeito de verificação do limite em relação à receita bruta total. fusão ou cisão durante o curso do anocalendário anterior. Daí por diante. bancos de desenvolvimento.

empresas de seguro privado e de capitalização e entidades de previdência privada aberta. em relação ao mesmo ano-calendário. situação em que a pessoa jurídica poderá. agências. pessoas jurídicas que tiverem lucros. c. deverá apurar o IRPJ e a CSLL sob o regime de apuração pelo lucro real trimestral a partir. rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior. A pessoa jurídica que houver pago o imposto com base no lucro presumido e que. pessoas jurídicas que. Poderá haver mudança da opção para o contribuinte que já efetuou o recolhimento da primeira quota ou de quota única com base no lucro presumido? R.: A obrigatoriedade a que se refere o item "b" acima não se aplica à pessoa jurídica que auferir receita de exportação de mercadorias e da prestação direta de serviços no exterior. após a entrega. Na hipótese de haver pago o imposto com base no lucro presumido e. b. Pessoa Jurídica que apresentou declaração com base no lucro presumido poderá. deverá apurar o IRPJ e a CSLL sob o regime de apuração pelo lucro real trimestral a partir. tenham efetuado o recolhimento mensal com base em estimativa. e. determinar o lucro tributável segundo as regras relativas ao regime de tributação com base no lucro arbitrado. Todavia. autorizadas pela legislação tributária. Tal situação também é possível de ocorrer na hipótese de exclusão do Refis de empresa incluída neste programa como sendo do lucro presumido. em relação ao mesmo ano-calendário. não há a possibilidade de mudança. 9. queiram usufruir de benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do imposto de renda. coligadas. do trimestre da ocorrência do fato. 11. pedir retificação para efeito de declarar pelo lucro real ? 63 . compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring). pessoas jurídicas que. representações. inclusive. 10. rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior. Como regra. A opção pela tributação com base no lucro presumido será definitiva em relação a todo o anocalendário. Obs. gestão de crédito. pessoas jurídicas que explorem as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia. sucursais. no decorrer do ano-calendário. cooperativas de crédito. Não se considera direta a prestação de serviços realizada no exterior por intermédio de filiais. inclusive. desde que conhecida a receita bruta. do trimestre da ocorrência do fato. abre-se exceção quando ocorrer qualquer das hipóteses de arbitramento previstas na legislação tributária. d.arrendamento mercantil. mercadológica. incorrer em situação de obrigatoriedade de apuração pelo lucro real por ter auferido lucros. administração de contas a pagar e a receber. seleção e riscos. rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior. controladas e outras unidades descentralizadas da pessoa jurídica que lhes sejam assemelhadas. Sim. A pessoa jurídica que optar pelo lucro presumido poderá em algum período de apuração trimestral ser tributada com base no lucro real? R. embora obrigada ao lucro real. incorrer em situação de obrigatoriedade de apuração pelo lucro real por ter auferido lucros.

ou o lucro arbitrado. ou. na hipótese em que a legislação fiscal expressamente torne obrigatória a sua tributação com base no lucro real. relativos a impostos e contribuições a serem restituídos ou compensados. 64 . c. a receita de locação de imóvel. Como se obtém a base de cálculo para tributação das pessoas jurídicas que optarem pelo lucro presumido? R. ainda. todos demais resultados positivos obtidos pela pessoa jurídica. descontos financeiros obtidos e os juros ativos não decorrentes de aplicações. e outros como: a. multas e outras vantagens por rescisão contratual. • • o valor correspondente ao lucro inflacionário realizado no período. ao resultado obtido na forma do item 1. quando for constatado tal fato por meio de procedimento de ofício. não há mais como o contribuinte alterar a sua opção. de mercadorias e de futuros ou no mercado de balcão. os rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras (renda fixa e variável). Após a entrega da declaração de informações com base no lucro presumido. dependendo do caso.R. d. Em qualquer ano-calendário subseqüente ao da opção. Entretanto será admitida a retificação da declaração quando o contribuinte comprovar ter exercido irregularmente a opção pelo lucro presumido. b. • • as variações monetárias ativas. voluntariamente. inclusive os juros recebidos como remuneração do capital próprio. anterior. desse regime mediante o pagamento do imposto de renda com base no lucro real correspondente ao primeiro período de apuração (trimestral ou mensal no caso da estimativa) do ano-calendário seguinte. o qual poderá adotar a tributação com base no lucro real quando exigido por lei. Quando poderá sair desse regime. voltando à tributação pelo lucro real. 2. os ganhos auferidos em operações de cobertura (hedge) realizadas em bolsas de valores. os rendimentos auferidos nas operações de mútuo realizadas entre pessoas jurídicas controladoras. acumulada mensalmente. 30 de junho. 13. coligadas ou interligadas. controladas. a pessoa jurídica que tenha optado em determinado ano-calendário pela tributação com base no lucro presumido? R. quando não for este o objeto social da pessoa jurídica. 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano calendário. os juros equivalentes à taxa Selic. A base de cálculo do imposto e adicional no regime do lucro presumido será o montante determinado pela soma das seguintes parcelas: 1. 12. valor resultante da aplicação dos percentuais de presunção de lucro (variáveis conforme o tipo de atividade operacional exercida pela pessoa jurídica) sobre a receita bruta auferida nos trimestres encerrados em 31 de março. deverão ser acrescidos: • os ganhos de capital. a pessoa jurídica poderá retirar-se. para títulos federais.

Quais os percentuais aplicáveis de presunção de lucro sobre a receita bruta para compor a base de cálculo do Lucro Presumido? R. deverá adicionar à base de cálculo do imposto de renda. 16. a diferença entre o valor em dinheiro ou o valor dos bens e direitos recebidos de instituição isenta.6 16. inclusive com perdas no recebimento de créditos.0 1.0 32.0 32. locação ou cessão de bens e direitos de qualquer natureza (inclusive imóveis) Percentuais (%) 8. No caso de a pessoa jurídica explorar atividades diversificadas deverá ser aplicado especificamente.0 15. e o valor em dinheiro ou o valor dos bens e direitos que tenha sido entregue para a formação do referido patrimônio. . os saldos dos valores cuja tributação havia diferido.0 8. salvo se o contribuinte comprovar não os ter deduzido em período anterior no qual tenha se submetido à tributação com base no lucro real. a título de devolução de patrimônio. • 14. Qual o percentual a ser considerado pelas sociedades cooperativas de consumo? R As sociedades cooperativas de consumo bem como as demais cooperativas quanto aos atos não cooperados utilizam percentual de presunção de lucro de acordo com a natureza de suas atividades. Os percentuais a serem aplicados sobre a receita bruta são os abaixo discriminados: Atividades Atividades em geral Revenda de combustíveis Serviços de transporte (exceto o de carga) Serviços de transporte de cargas Serviços em geral (exceto serviços hospitalares) Serviços hospitalares Intermediação de negócios Administração. para cada uma delas. É possível qualquer uma das três condições dependendo das atividades por elas desenvolvidas. houver sido tributada com base no lucro real. Obs:A pessoa jurídica que. correspondente ao primeiro período de apuração no qual houver optado pela tributação com base no lucro presumido ou for tributada com base no lucro arbitrado. A atividade gráfica configura-se como indústria.0 32.• os valores recuperados correspondentes a custos e despesas.0 8. até o ano-calendário anterior. devendo as receitas serem apuradas separadamente. podendo ocorrer as situações seguintes: 65 . controlados na parte B do Lalur. ou que tais valores se refiram a período a que tenha se submetido ao lucro presumido ou arbitrado. 17. o respectivo percentual previsto na legislação. comércio ou prestação de serviços e qual o percentual de presunção de lucro aplicável? R. Qual o percentual a ser considerado no caso de a pessoa jurídica explorar atividades diversificadas? R.

com este objeto social declarado em seus atos constitutivos. computando a diferença entre o valor pelo qual o veículo usado houver sido alienado. optante pelo regime de tributação com base no lucro presumido. como é o caso do IPI. constante da nota fiscal de venda. que oferece. o preço dos serviços prestados e o resultado auferido nas operações de conta alheia. não dispuser de potência superior a 5 (cinco) quilowatts. Tais atividades estão excluídas do conceito de industrialização do Ripi. caso utilize força motriz. As concessionárias ou sub-concessionárias de serviços públicos deverão adotar qual percentual de presunção de lucro? R. a título de mão-de-obra. Compreende-se no conceito de receita bruta o produto da venda de bens nas operações de conta própria. ou se exploram rodovias mediante cobrança de preço dos usuários. as seguintes definições: a. poderá adotar o critério de reconhecimento de suas receitas de venda de bens ou direitos ou de prestação de serviços pelo regime de caixa ou de competência. 5 (cinco) operários e. trabalho preponderante é o que contribuir no preparo do produto. em qualquer caso. incorporação e construção de imóveis não poderão optar pelo lucro presumido enquanto não concluídas as operações imobiliárias para as quais haja registro de custo orçado. na residência do preparador ou em oficina. com ou sem fornecimento de material. 66 . 19. oficina é o estabelecimento que empregar. em qualquer quantidade. 20. no máximo. As empresas de compra e venda de veículos usados. Obs: 1. 18. por encomenda direta do consumidor ou usuário. cobrados diretamente dos usuários dos serviços. Estas pessoas jurídicas deverão adotar o percentual de 32% (trinta e dois por cento) se prestam serviços de suprimento de água tratada. constante da nota fiscal de entrada. A pessoa jurídica. loteamento. na determinação da base de cálculo do imposto de renda. Qual o conceito de receita bruta para fins do lucro presumido? R. para tal efeito. no mínimo com 60% (sessenta por cento). aplicando-se a alíquota de 32%. seja preponderante o trabalho profissional. podem adotar desde 30/10/1998. a coleta e tratamento de esgotos. a alíquota aplicável será de 8%. Quando atuar nas áreas comercial e industrial.Considera-se como prestação de serviços o preparo de produto. O percentual a ser aplicado sobre a receita bruta para apuração da base de cálculo do lucro presumido na atividade de prestação de serviço de construção civil é de 32% (trinta e dois por cento) quando houver emprego unicamente de mão-de-obra. e de 8% (oito por cento) quando houver emprego de materiais. b. desde que.: As pessoas jurídicas que exerçam as atividades de compra e venda. Qual a base de cálculo para as empresas que executam obras de construção civil e optam pelo lucro presumido? R. Na receita bruta se inclui o ICMS e deverão ser excluídas: as vendas canceladas. 2. o regime aplicável às operações de consignação. c. Obs. os descontos incondicionais concedidos e os impostos não cumulativos cobrados destacadamente do comprador. e o seu custo de aquisição. para formação de seu valor. dos quais o vendedor ou prestador é mero depositário.

o valor de aquisição. no caso das aplicações em ouro.: A não comprovação dos custos pela pessoa jurídica implicará a adição integral da receita à base de cálculo do lucro presumido. o VTN – Valor da Terra Nua constante da Diat Documento de Informação e Apuração do ITR. 4. Quem opta pelo lucro presumido também poderá deduzi-lo para obtenção da receita bruta operacional? R. a soma algébrica dos seguintes valores: b. Caso na alienação de bem ou direito seja verificada perda essa não será computada para fins do lucro presumido. no caso de outros bens e direitos não classificados no ativo permanente. 24. já que o lucro que se apura neste sistema é o presumido e não o real.21. no ano de sua aquisição. diminuído dos encargos de depreciação. para efeitos de cálculo dos ganhos de capital? R.1) valor de patrimônio líquido pelo qual o investimento estiver registrado. O que vem a ser custo ou valor contábil de bens e direitos. Qual a alíquota do imposto e qual o adicional a que estão sujeitas as pessoas jurídicas que optarem pelo lucro presumido? 67 . o saldo registrado no Lalur. 22. os valores acrescidos em virtude de reavaliação somente poderão ser computados como parte integrante dos custos de aquisição dos bens e direitos se a pessoa jurídica comprovar que os valores acrescidos foram computados na determinação da base de cálculo do imposto. 1. avaliadas pelo custo de aquisição. No caso de tributação com base no lucro real o ICMS deve ser excluído tanto do estoque como das compras e vendas realizadas. O que se considera ganho de capital para fins de tributação pelo lucro presumido? R. Para fins de apuração dos ganhos de capital. não considerado ativo financeiro. Obs. no caso dos demais bens e direitos do ativo permanente. considera-se valor contábil o custo de aquisição. Não. 3. o valor de aquisição. b. amortização ou exaustão acumulada (se incentivada. b. no caso de investimentos permanentes em participações societárias: a. considera-se custo de aquisição do imóvel rural. para imóveis adquiridos a partir de 1 o/01/1997. . 2. será adicionado ao lucro líquido do período de apuração em que ocorrer a baixa). o ganho de capital corresponderá à diferença positiva verificada entre o valor da alienação e o respectivo custo contábil.avaliadas pelo valor de patrimônio líquido. considera-se custo ou valor contábil de bens e direitos: 1. visto que o ICMS integra o preço de venda. Na apuração de ganho de capital. 23. o custo de aquisição. Nas alienações de bens classificáveis no ativo permanente e de aplicações em ouro não tributadas como renda variável ou renda fixa. e que o percentual para obtenção do lucro presumido se aplica sobre o valor total da venda (receita bruta).2) ágio ou deságio na aquisição do investimento.

escriturando apenas o livro caixa. não sendo admitidas quaisquer deduções. 36. Se não estiver mantendo escrituração regular. art. §§ 7º e 8º) e/ou prejuízos a compensar.00 (sessenta mil reais) em cada trimestre. afasta. bem assim os documentos e demais papéis que servirem de base para escrituração comercial e fiscal (Decreto-lei nº 486. A alíquota do imposto de renda que incidirá sobre a base de cálculo é de 15% (quinze por cento). c. todos os livros de escrituração obrigatórios determinados pela legislação fiscal específica. Para efeitos fiscais. quando tiver lucros diferidos de períodos de apuração anteriores (saldo de lucro inflacionário a tributar na situação específica de ser optante pelo lucro presumido no ano-calendário 1996. manter em boa guarda e ordem. Tendo ingressado no regime tributário do lucro presumido. definitivamente.00 (quarenta e oito milhões de reais). no qual deverão constar registrados os estoques existentes no término do ano-calendário abrangido pela tributação simplificada. a hipótese de voltar a manter escrituração contábil? R. As pessoas jurídicas optantes pelo lucro presumido estão obrigadas à escrituração contábil ou à manutenção de livros fiscais? R.R. 27. Lalur. inclusive bancária. conforme IN SRF nº 93. as contribuições (CSLL. Na hipótese de apuração de lucro contábil a pessoa jurídica poderá utilizar o montante desse lucro como reserva livre para aumento de capital. levantamento patrimonial a fim de elaborar balanço de abertura e iniciar escrituração contábil. de 1997. A pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido deverá: a. sem ônus tributário (voltando ou não à tributação pelo lucro real)? R. a pessoa jurídica estará automaticamente excluída do regime para o ano-calendário seguinte. devidamente escriturado. deverá ser considerado para fins do adicional o valor de R$20. Se a receita bruta total da pessoa jurídica em determinado ano-calendário for superior a R$48. O valor do adicional deverá ser recolhido integralmente. por exemplo). Cofins e PIS/Pasep). 26. não poderá utilizar a esse título todo o montante do lucro contábil. 68 . d. devendo dele diminuir o valor do imposto de renda apurado com base no lucro presumido. A pessoa jurídica optante pelo lucro presumido que mantiver escrituração regular e apurar lucro contábil poderá utilizar o montante desse lucro contábil como reserva livre para aumento de capital. O adicional do imposto de renda devido pelas pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido será calculado mediante a aplicação do percentual de 10% (dez por cento) sobre a parcela do lucro presumido que exceder ao valor de R$60. deverá obrigatoriamente realizar. art. contendo toda a movimentação financeira.000.000. que a desobriga da escrituração contábil (perante o fisco federal). sócio ou acionista. manter escrituração contábil nos termos da legislação comercial. enquanto não decorrido o prazo decadencial e prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. 4º). Na hipótese de período de apuração inferior a três meses (início de atividade. quando deverá adotar a tributação com base no lucro real. é dispensável a escrituração quando a pessoa jurídica mantiver Livro Caixa. manter o Livro Registro de Inventário.000.00 (vinte mil reais) multiplicado pelo número de meses do período. inciso V. de 1969. no dia 1o de janeiro do respectivo ano-calendário. caso escriture o livro caixa a pessoa jurídica permanecendo nesse sistema por tempo indeterminado. b.000. entretanto. 25. bem assim os valores que forem distribuídos a título de lucros ao seu titular.

no caso de pessoas jurídicas serão considerados como receita operacional. cujos resultados serão submetidos à tributação com base no lucro real. se possuir a escrituração anterior. deverão ser corrigidos até essa data. 29. Não. para os bens da pessoa jurídica que nunca foram objeto de correção. não alcançando valores pagos a outros títulos como por exemplo: pró-labore. que foram objeto de correção monetária anteriormente. ou para as pessoas jurídicas que iniciaram suas atividades após tal data. a pessoa jurídica poderá distribuir. 2) A pessoa jurídica que abandonou a escrituração ao optar pelo lucro presumido. a retenção na fonte). Como proceder. CSLL. deverá ser imputada à conta de lucros acumulados ou de reservas de lucros de exercícios anteriores. corrigidos monetariamente até 31/12/1995. sendo passíveis ou não de tributação na fonte. se adquiridos até 31/12/1995. Todavia. caso a pessoa jurídica que vinha optando pelo lucro presumido pretenda retornar à forma de apuração do imposto pelo lucro real? R. sem incidência de imposto de renda (dispensada. no que se refere aos valores a se consignar no balanço de abertura. os quais se submeterão à tributação. Na distribuição incidirá o imposto de renda com base na legislação vigente nos respectivos períodos (correspondentes aos exercícios anteriores). nos termos da legislação aplicável. Acima desse valor. com acréscimos legais. superior àquele apurado contabilmente. No balanço de abertura a ser procedido na data do início do período de apuração (trimestral ou anual com recolhimentos mensais com base na estimativa). portanto. b. sócio ou acionista da pessoa jurídica. e para os adquiridos posteriormente. o valor correspondente ao lucro presumido. para os bens já existentes em 31/12/1995. A isenção de imposto de renda para os lucros distribuídos pela pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido abrange os demais valores por ela pagos ao titular. e para os bens e direitos adquiridos posteriormente. o valor corrigido monetariamente desde o último período em que foi objeto de correção monetária até a data de 31/12/1995. sócio ou acionista da pessoa jurídica. No caso desses rendimentos serem percebidos por pessoas físicas serão submetidos à tributação com base na tabela progressiva. PIS/Pasep) a que estiver sujeita a pessoa jurídica. Como se dará a distribuição do lucro presumido ao titular. conforme a hipótese. Poderá ser distribuído a título de lucros. via escrituração contábil feita de acordo com as leis comerciais. deverá ser considerado o custo de aquisição sem qualquer correção monetária. Cofins. até o limite do lucro contábil efetivo. o custo de aquisição dos bens do ativo imobilizado e dos investimentos. ao titular. se houver qualquer distribuição de valor a título de lucros. a pessoa jurídica deverá adotar o seguinte tratamento com relação às situações a seguir descritas: 1) A pessoa jurídica que nunca manteve escrituração contábil para fins de imposto de renda deverá tomar como base. que esse último é maior que o lucro presumido. sócio ou acionista? R.28. ou no caso da pessoa jurídica que iniciou suas atividades após essa data. aluguéis e serviços prestados. A isenção somente abrange os lucros distribuídos. considerar o custo de aquisição sem qualquer correção monetária. 69 . diminuído de todos os impostos e contribuições (inclusive adicional do IR. quando se tratar de valores já existentes até essa data. deverá considerar no balanço de abertura: a. para determinar o valor a ser registrado. 30. bem como o valor do capital social. desde que ela demonstre. conforme a legislação que rege a matéria. e sua respectiva tributação? R. sem incidência do imposto de renda.

3) A pessoa jurídica que. Qual o tratamento a ser dado pela pessoa jurídica que optar pela tributação com base no lucro presumido quando anteriormente vinha sendo tributada com base no lucro real. A pessoa jurídica que até o ano-calendário anterior houver sido tributada com base no lucro real deverá adicionar à base de cálculo do imposto. em quaisquer das situações dos itens "a" ou "b" anteriores. A partir de 1o/01/1998. Ob. 34. amortização e exaustão. No caso de ter mantido escrituração e não ter lançado os encargos. em que se submeteram ao lucro presumido. Não. No caso em que o valor retido na fonte ou já pago pelo contribuinte for maior que o imposto devido no período de apuração trimestral. tendo mantido escrituração regular deverá montar o balanço de abertura com a simples transposição dos valores expressos no último balanço patrimonial levantado.c. a diferença a maior poderá ser compensada com o imposto relativo aos períodos de apuração subseqüentes. 33. Esse procedimento deverá ser observado por todas as pessoas jurídicas que se retirarem (ou forem excluídas) do regime de tributação com base no lucro presumido. Inclui-se entre esses valores o total do lucro inflacionário cuja realização deverá ser integral nesse respectivo período de apuração. A pessoa jurídica que faz a opção pelo lucro presumido perde o direito à compensação dos prejuízos fiscais verificados em período anterior em que foi tributada com base no lucro real. Observe-se que o regime de tributação com base no lucro presumido não prevê a hipótese de compensação de prejuízos fiscais apurados em períodos anteriores nos quais a pessoa jurídica tenha sido tributada com base no lucro real. com relação aos valores cuja tributação vinha sendo diferida na parte B do Lalur? R. embora desobrigada. os quais estão controlados na parte B do Lalur? R. tendo em vista tratar-se de prejuízo meramente contábil. se correspondente a 31 de dezembro do ano-calendário anterior. 32. que seriam cabíveis nos períodos de apuração anteriores ao do referido balanço de abertura. a diferença entre o Ativo e o Passivo será classificada como lucros ou prejuízos acumulados.: O imposto de renda retido na fonte maior que o imposto de renda apurado no período trimestral será compensável como "imposto de renda negativo de períodos anteriores". não afetando o resultado do período de apuração. Obs.s: No balanço de abertura deverão ser consideradas como utilizadas as quotas de depreciação. 31. sendo não compensável na apuração do lucro real o prejuízo assim obtido. os saldos dos valores cuja tributação havia sido diferida e estejam sendo controlados na parte B do Lalur (corrigidos monetariamente até 31/12/1995). correspondente ao primeiro período de apuração em que fizer a opção pelo lucro presumido. tenham ou não mantido escrituração contábil nesse período. o ajuste contábil será feito contra a conta de lucros ou prejuízos acumulados. ou no balancete de verificação que se transformará em balanço patrimonial para consolidar os resultados ali registrados (31 de dezembro). Como poderá ser compensado o imposto pago a maior no período de apuração? R. De quais incentivos fiscais ou deduções do imposto de renda as empresas que optarem pelo lucro presumido poderão se utilizar? R. do imposto apurado com base no lucro presumido não será permitida qualquer dedução a título de incentivo fiscal. 70 .

obedecidas as regras vigentes no período de compensação. somando-se a receita já tributada pela pessoa jurídica com aquela apurada como omitida for verificado um total superior ao limite fixado legalmente. ano em que está sendo realizado o procedimento de ofício. 36. os prejuízos fiscais anteriores. adequados a cada caso. ela deixou de atender ao requisito para opção pelo lucro presumido. a saber: 1. em relação ao limite da receita bruta total (nesse caso.000. Inicialmente será verificada a possibilidade de apuração da base de cálculo do imposto de renda pelo lucro real. e não mais sofrerá tributação. caso a pessoa jurídica retorne ao sistema de tributação com base no lucro real poderá nesse período compensar. Entretanto. deverá ser respeitada e mantida a opção da pessoa jurídica. estando o lucro calculado sujeito ao adicional do imposto (se for o caso). mesmo que a soma das receitas auferidas e omitidas tenha ultrapassado o limite. deverá ser observado que. a ocorrência de omissão de receitas esta será tributada de acordo com o regime a que estiver submetida a pessoa jurídica no ano-calendário. Entretanto. não sendo possível a identificação da atividade a que se refere a receita omitida. O que poderá acontecer à pessoa jurídica que optar indevidamente ou deixar de cumprir alguma das condições estabelecidas para opção pelo lucro presumido? R. Quando a omissão de receita for detectada em pessoa jurídica que no anocalendário anterior auferiu receita bruta total dentro do limite de R$48. pergunta 520). Constatada. Parte B.000.00 e preenche as demais condições para a opção pelo lucro presumido no ano seguinte (v. gerados nos períodos em que havia sido tributada com base no lucro real. Qual o tratamento a ser dado pelo fisco às pessoas jurídicas que optarem pela tributação com base no lucro presumido no caso de ser constatada receita bruta (operacional ou não) maior que a oferecida à tributação (omissão de receita)? R. seja na declaração. será considerada distribuída ao titular. na impossibilidade de adoção de tal procedimento. 3. 2. Entretanto. conforme legislação vigente no período correspondente ao da omissão. podem ocorrer algumas situações que demandam procedimentos distintos. Se no ano em que se estiver procedendo a fiscalização. seja na fonte. desde que continue a manter o controle desses valores no Lalur. caso a empresa mantenha escrituração regular com base nas leis comerciais e fiscais. Obs. no ano da omissão deverá ser mantida a opção pelo lucro presumido. tendo em vista que não existe mais prazo para a compensação de prejuízos fiscais.Entretanto. 35. Para fins de cálculo do lucro presumido. 37. devendo o montante omitido ser computado para determinação da base de cálculo do imposto de renda e do adicional. Cofins e PIS. sócio ou acionista. deverá ser arbitrado o lucro da pessoa jurídica no respectivo período de apuração. Quando a omissão de receita for detectada em pessoa jurídica que está ingressando no regime. mediante procedimento de ofício. não havendo auferido receita bruta no ano-calendário anterior (ano de início de atividades). Qual o regime de reconhecimento de receitas quando a pessoa jurídica opta pelo lucro presumido? 71 . a pessoa jurídica estará excluída do lucro presumido). serão aplicados os respectivos percentuais de presunção.: No caso da pessoa jurídica com atividades diversificadas tributadas com base no lucro presumido. A receita assim tributada. esta será adicionada àquela que corresponder o percentual mais elevado. deverá ser observado o entendimento exposto no item anterior com relação à manutenção ou não do lucro presumido para o ano subseqüente. para o ano subseqüente àquele em que a pessoa jurídica está sendo fiscalizada. Igual procedimento será adotado para a determinação da CSLL.

38. Regra geral. Se a obrigatoriedade ao lucro real ocorrer no curso do ano-calendário. de 1998. Ressalte-se que os custos e despesas associados às receitas incorridas e não recebidas após a mudança do regime de tributação não poderão ser deduzidos da base de cálculo do IRPJ ou da CSLL. A pessoa jurídica optante pelo lucro presumido que estiver adotando o critério de reconhecimento de suas receitas à medida do recebimento . após compensação do tributo pago. como deverá proceder em relação aos valores ainda não recebidos? R. poderá ser recolhida. os quais devem ser acrescidos à base de cálculo do lucro presumido quando da alienação. A adoção do lucro real. quer por opção ou por obrigatoriedade. Cofins e PIS/Pasep) correspondentes ao período. sendo exceção os rendimentos auferidos em aplicações de renda fixa e os ganhos líquidos em renda variável. a pessoa jurídica deverá reconhecer no mês de dezembro do ano-calendário anterior àquele em que ocorrer a mudança de regime. se alterar a forma de tributação para o lucro real. leva ao critério de reconhecimento de receitas segundo o regime de competência. recalculando o imposto e as contribuições (CSLL. as receitas auferidas e ainda não recebidas. sem multa e sem juros moratórios. Contudo. 72 . A diferença apurada. e nesta condição. ou seja.R. no período de apuração anterior àquele em que ocorrer a mudança do regime de tributação. até o último dia útil do mês subseqüente àquele em que incorreu na situação de obrigatoriedade ao lucro real. a pessoa jurídica apura a base de cálculo dos impostos e contribuições pelo regimento de competência. desde que mantenha a escrituração do livro Caixa e observadas as demais exigências impostas pela IN SRF no 104. resgate ou cessão do título ou aplicação. poderá a pessoa jurídica adotar o critério de reconhecimento das receitas das vendas de bens e direitos ou da prestação de serviços com pagamento a prazo ou em parcelas na medida dos recebimentos. pelo regime de caixa. a pessoa jurídica deverá oferecer à tributação as receitas auferidas e ainda não recebidas.

6% sobre o faturamento COFINS receitas caso de total financeiras. 9% sobre Lucro Líquido Contribuição Social CSLL = total das receitas – Total das despesas dedutíveis e permitidas Contribuição Social CSLL 2.000.65% sobre faturamento (vendas + o total serviços+ receitas financeiras.00 no trimestre. etc) 7.65% PIS/PASEP faturamento (vendas + sobre o total serviços+ PIS/PASEP Imposto de Renda IRPJ LUCRO PRESUMIDO 15% sobre o Lucro Presumido calculado da seguinte forma: 8% para indústria e/ou Comércio. transportes de cargas e passageiros que é de 1. receitas financeiras. Lucro ultrapassar quando a o R$ Presumido 60. Não cumulativo no industriais e comerciais.08% faturamento sobre o de Comércio e Indústria.000.COMPARATIVO TRIBUTÁRIO ENTRE LUCRO REAL E LUCRO PRESUMIDO LUCRO REAL 15%sobre o lucro Líquido = Total das Imposto de Renda IRPJ Receitas – Total da despesas dedutíveis e permitidas 1.). Lucro ultrapassar a quando o R$ Líquido Imposto de Renda Adicional diferença.) 1.00 no trimestre. empresas COFINS (vendas + serviços + etc. 60.88% faturamento (exceto sobre o da serviços prestadora de serviços hospitalares.08% 10% aplicado sobre a 10% aplicado sobre a Imposto de Renda Adicional diferença. 73 . etc) 3% sobre o faturamento total (vendas + serviços + receitas financeiras etc. 16% para Transportes e 32% para prestadoras de serviços 0.

Em qualquer dessas hipóteses. O arbitramento do lucro por parte das autoridades tributárias é a medida fiscal extrema e não exclui a aplicação de penalidades. do capital social. do aluguel das instalações ou do lucro líquido auferido em períodos anteriores.LUCRO ARBITRADO O lucro arbitrado é um instituto. cujas regras de arbitramento estão tornandose cada vez mais severas. Laboratório Contábil e Tributário II Unidade:. quando não mantém arquiva de documentos. o mesmo instituto do arbitramento também pode sem empregado pela própria pessoa jurídica. quando deixa de elaborar as respectivas demonstrações contábeis. nas condições estabelecidas pela legislação de regência e. quando tenha a escrituração desclassificada pelas autoridades. Todavia. portanto. Carlos Donizete da Silva Disciplina:. A legislação de regência estabelece que a autoridade tributária possa fixar o lucro arbitrado por meio percentual sobre a receita bruta. alternativa legal para transpor determinadas dificuldades operativas. Todavia. ou ainda. O instituto do arbitramento implica pagamento de imposto maior do que aquele apurado pelas regras tradicionais. esta quando conhecida. constitui-se em instrumento de planejamento tributário. também pode ser utilizado pela própria empresa. das compras.SA Turma: 4A Período: Manhã Sala:. cumulativas ao valor do próprio imposto que por si. um regramento fiscal previsto para os casos em que a empresa não mantenha escrituração revestida das formalidades requeridas.127 NOME DO ALUNO RA 74 . a fiscalização pode arbitrar o lucro. ou então. ANEXO I 4º Semestre de Contabilidade Curso: Ciências Contábeis Professor:. ou com base no valor do ativo. do patrimônio liquido. sendo. até certo ponto. já é mais elevado. quando opta indevidamente pela tributação com base no lucro presumido. da folha de pagamento de empregados.

. Unidade Federativa e CEP). ( art. Fulano de Tal.. mediante as seguintes cláusulas: 1ª A sociedade girará sob o nome empresarial .RELATÓRIO ANEXO II Modelo de Contrato Social de acordo com o Código Civil/2002 Contrato de Constituição de: _____________________ 1..9.. profissão. nº do CPF. Beltrano de Tal ....97).. órgão expedidor e UF onde foi emitida (documentos válidos como identidade: carteira de identidade....... bairro/distrito..... certificado de reservista... Carteira Nacional de Habilitação – modelo com base na Lei nº 9.. naturalidade. domicílio e residência (tipo e nome do logradouro..... II... município. complemento.. 997.... estado civil. número.. número.... 997. (art...... CC/2002) constituem uma sociedade limitada....... Unidade Federativa e CEP) e 2. carteira de identidade profissional. seu número... de 23. data de nascimento (se solteiro).... e nome do logradouro. município..503. documento de identidade.. Carteira de Trabalho e Previdência Social.... l. regime de bens (se casado)........ (nome completo)... e terá sede e domicilio na (endereço completo: tipo.... bairro/distrito.. nacionalidade..... CC/2002) 75 .....

......... mediante alteração contratual assinada por todos os sócios.. contra o sistema financeiro nacional. (art.. 1.... à data da resolução. (artigos 997.... observadas as disposições regulamentares pertinentes.. 11 Os sócios poderão. com os poderes e atribuições de. na proporção de suas quotas... 1.. III. fé pública. 997.. Não sendo possível ou inexistindo interesse destes ou do(s) sócio(s) remanescente(s)..... pelos sócios: Fulano de Tal ....ou a propriedade.....nº de quotas........ (art.... Beltrano de Tal.. reais) dividido em .. no entanto..028 e art... reais)...... sem autorização do outro sócio.. CC/2002) 13 (Os) Administrador(es) declara(m)......052.013. II..... § 2o e art. sob as penas da lei..... o valor de seus haveres será apurado e liquidado com base na situação patrimonial da sociedade........ (art.... 1... quotas de valor nominal R$ ........... de que não est(ão) impedidos de exercer a administração da sociedade.. ou por se encontrar(em) sob os efeitos dela..... nº de quotas. bem como onerar ou alienar bens imóveis da sociedade.. Vl....... 1.. procedendo à elaboração do inventário. CC/2002) (art... 997. formalizando.. CC/2002) 3ª O objeto será .... CC/2002) 5ª As quotas são indivisíveis e não poderão ser cedidas ou transferidas a terceiros sem o consentimento do outro sócio.. 1. a título de “pro labore”.. 1... peculato......... contra as relações de consumo.... integralizadas....071 e 1. 12 Falecendo ou interditado qualquer sócio. 1... e seu prazo de duração é indeterminado................... ainda que temporariamente..2ª O capital social será R$ ....( art.........O mesmo procedimento será adotado em outros casos em que a sociedade se resolva em relação a seu sócio... 1.... autorizado o uso do nome empresarial. 1064.............078. R$.055... sucessores e o incapaz.. (.065. art.... abrir ou fechar filial ou outra dependência.011.......................... a sociedade continuará suas atividades com os herdeiros.......072... R$.... ou contra a economia popular.... CC/2002) 7ª A administração da sociedade caberá ... ( art.... verificada em balanço especialmente levantado..... 1........ do balanço patrimonial e do balanço de resultado econômico.. ou em virtude de condenação criminal. 4ª A sociedade iniciará suas atividades em ...........056. neste ato em moeda corrente do País.. vedado......... em 31 de dezembro... em atividades estranhas ao interesse social ou assumir obrigações seja em favor de qualquer dos quotistas ou de terceiros.057... CC/2002) 10 A sociedade poderá a qualquer tempo........... CC/2002) 9ª Nos quatro meses seguintes ao término do exercício social. CC/2002) 76 ... concussão...031.. em igualdade de condições e preço direito de preferência para a sua aquisição se postas à venda. fixar uma retirada mensal................ o administrador prestará contas justificadas de sua administração......... contra normas de defesa da concorrência... o acesso a cargos públicos..... a quem fica assegurado........ cabendo aos sócios. 1........ 1.. ou por crime falimentar.... peita ou suborno... de prevaricação. os sócios deliberarão sobre as contas e designarão administrador(es) quando for o caso........ § 1º. (art.. (....015. CC/2002) 8ª Ao término da cada exercício social.. mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social. 1.... se realizada a cessão delas. ( arts..... CC/2002) 6ª A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas. os lucros ou perdas apurados.............. (art. por lei especial.. Parágrafo único .. a alteração contratual pertinente.. a pena que vede. de comum acordo.

Identidade.. E por estarem assim justos e contratados assinam o presente instrumento em _______ vias. Exp.gov. e UF Bibliografia Site – http/WWW. e UF _______________________________ Nome. http://www. _____________.Inserir cláusulas facultativas desejadas..br 77 . Identidade... para o exercício e o cumprimento dos direitos e obrigações resultantes deste contrato. Exp.fazenda.sitecontábil.htm ANEXO I Registro na Junta Comercial..com.sp. 14 Fica eleito o foro de . Org.jucesp.. Org..br/contratos/contrato11... ___ de ___________de 20__ aa)_________________________ aa)______________________ Fulano de Tal Visto:______________(OAB/MG0987) Nome Beltrano de Tal Testemunhas: ______________________________ Nome...

preenchendo o seguinte: 78 .1º 2º 1 ٥ Clicar em Formulários – Busca de Nome/NIRE.

br/ senha: 601395/ Entrar/OK.Dados dos Sócios”/ Sociedade Limitada/ Constituição/ Clicar em . NUNCA MANDAR GRAVAR INFORMAÇÕES NO SITE DA JUNTA COMERCIAL Sociedade Limitada/ Constituição. Tipo de Registro: Constituição Normal/ Tipo de Enquadramento: Empresa de Pequeno Porte/ Nome Empresarial: Nome da Empresa (Razão Social)/ Início da Atividade: Quando a empresa começou a funcionar/ Endereço da Empresa: De acordo com o Contrato Social/ Dados do Advogado: Não preencher. 79 . Cargo do Integrante: Alteração do Cargo: “Entrada”/ Cargos: “Sócio” e clicar /Data Início do Mandato: Data do Contrato Social/ Administração : Sim – em conjunto com todos.Um dos sócios Não Um dos sócios Arquivo/ Imprimir/ Escolher na impressora a opção para PDF/ Imprimir/ Salvar o arquivo no “Pendrive” com o nome do arquivo sendo “JC-Consulta de Nome”/ Voltar.00/ Quotas em tesouraria: 0.00/ Integralizado: 100.com. OBS:.00/ Tipo de Capital: “Nacional”/ Existe cláusula permissiva de Deliberação Majoritária: “Não”/ Atividade Econômica – Principal – Clicar em / 4530703/ Pesquisar/ Clicar no resultado da pesquisa/ Voltar/ Descrição do objeto social.Dados da Empresa”/ Voltar.000.de acordo com o Contrato Social. Arquivo/ Imprimir/ Escolher na impressora a opção para PDF/ Imprimir/ Salvar o arquivo no “Pendrive” com o nome do arquivo sendo “JC.00/ Quotas em Condomínio: 0. Social: 100.000. Arquivo/ Imprimir/ Escolher na impressora a opção para PDF/ Imprimir/ Salvar o arquivo no “Pendrive” com o nome do arquivo sendo “JC. Clicar em / Admissão/ Tipo de Integrante: Pessoa Física – Normal/ Preencher para todos os sócios Endereço do Integrante: Preencher os dados dos sócios. continfo@terra. 2º Clicar em .

. / Sair do Site da JUCESP .Arquivo/ Imprimir/ Escolher na impressora a opção para PDF/ Imprimir/ Salvar o arquivo no “Pendrive” com o nome do arquivo sendo “JC. ANEXO II 80 .Capital e Atividade”/ Sair da Tela: Clicar no (X).Clicar no (X).

Obtenção do CNPJ.gov.fazenda. www.receita.br 81 .

No caso de ato constitutivo / alterador / deliberativo não envie documentos originais e sim cópias autenticadas. se for o caso. o qual conterá o número do recibo/número de identificação. Os documentos não serão devolvidos. Havendo pendências.404/76 (Lei das S/A). Num primeiro momento o sistema realizará automaticamente pesquisa prévia que resultará em pendências ou não. ATENÇÃO: DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA . b) o PGD do CNPJ deverá ser usado para preencher os dados relativos ao pedido. e eventos especiais devem ser efetuados por meio da Internet (Receitanet). Todas as pessoas jurídicas. 2. 82 . disponibilizará para impressão o Documento Básico de Entrada no CNPJ (DBE) ou Protocolo de Transmissão. estas serão disponibilizadas ao contribuinte na Internet para consulta. através da opção "Imprimir" do PGD do CNPJ. ou clicando no ícone respectivo na barra de ferramentas. Não havendo pendências. O reconhecimento de firma da assinatura no DBE é dispensado no caso de solicitação de órgão público ou de utilização de convênio com órgão de registro. Acionar o botão "Enviar". Quem está obrigado a se inscrever 1. Nesse momento aparecerá a tela principal do ReceitaNet. e) o número constante do recibo de entrega (número do recibo / número de identificação) servirá como código de acesso. selecionando a opção "Transmitir via Internet". e informará o endereço da unidade cadastradora para onde o contribuinte deverá encaminhar a documentação necessária (DBE com firma reconhecida ou Protocolo de Transmissão e. d) a transmissão efetuada com sucesso ensejará a gravação do Recibo de Entrega. Os dados enviados serão armazenados em um servidor da RFB que funcionará como uma base temporária. O recibo de entrega deverá ser impresso. os pedidos de inscrição de matriz ou de filial. O DBE deverá ser assinado pela pessoa física responsável ou procurador. b) os consórcios de sociedades constituídos na forma dos arts. alteração de dados cadastrais. impressão e resolução. As seguintes entidades não caracterizadas como pessoa jurídica: a) os condomínios edilícios sujeitos à incidência. apuração ou recolhimento de tributos ou contribuições federais. contendo firma reconhecida em cartório. Procedimentos do contribuinte . cópia autenticada do ato constitutivo / alterador / deliberativo).Solicitação de atos perante o CNPJ por meio da Internet O CNPJ e a Internet Desde 02/04/2001. c) após gravar no disco rígido por meio da opção "Gravar Para Entrega à RFB" no menu "Documentos". no mesmo menu. opção "Consulta da Situação do Pedido de CNPJ enviado pela Internet". inclusive as equiparadas. 265 e 278 da Lei n 6. A transmissão somente será possível se a estação de trabalho estiver conectada à Internet e estiver sido instalado o Programa ReceitaNet. o contribuinte deverá adotar os seguintes procedimentos: a) o contribuinte deverá ter instalado em sua estação de trabalho o Programa Gerador de Documentos do CNPJ (PGD CNPJ) – e o aplicativo ReceitaNet. em uma via.envio por meio do programa Receitanet Para efetuar a transmissão de sua solicitação via Internet. que permitirá ao contribuinte consultar o andamento do seu pedido na página da RFB na Internet. o contribuinte deverá transmitir os dados .

logo após o envio da FCPJ/QSA pela Internet. Para saber todos os passos para o envio do pedido pela Internet. 2. deverá conter visto do consulado brasileiro do domicílio civil do outorgante e ser acompanhada de tradução feita por tradutor juramentado. m) outras entidades econômicas de interesse dos órgãos convenentes. gerada por intermédio do Programa Gerador de Documentos do CNPJ (PGD CNPJ).. b-3) em se tratando de sócio pessoa física ou jurídica domiciliada no exterior. quando outorgado no exterior. a apresentação do mesmo supre a exigência desse documento. e) as representações diplomáticas.: 1 . no caso de sociedades. Obs. A assinatura no DBE deverá ter firma reconhecida em cartório.c) os clubes de investimentos registrados em Bolsa de Valores. A transmissão deve ser feita exclusivamente pela Internet por meio do programa Receitanet. assinado pela pessoa física responsável perante o CNPJ ou seu procurador constituído em instrumento público (registrado em cartório) ou particular (com firma reconhecida do outorgante). i) consórcios de empregadores. OEA. pois estes não serão devolvidos. b-3 e b-4. b) Os documentos abaixo relacionados: b-1) original do DBE.enviado pela Internet". ONU. cópia autenticada da procuração nomeando representante legal. segundo normas fixadas pela CVM ou pelo Bacen. Inscrição de Matriz Documentação necessária: a) Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica .em relação aos documentos citados nos itens b-2. observado que. cópia autenticada da procuração pública ou particular. f) as representações diplomáticas e consulares. por meio de consulta à opção "Consulta da Situação do Pedido referente ao Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica . Se procuração consta do ato constitutivo. sujeitos às normas do Banco Central ou da CVM. b-4) cópia autenticada do ato constitutivo / deliberativo devidamente registrado no órgão competente. de governos estrangeiros.). ou protocolo de transmissão da FCPJ. no Brasil.FCPJ acompanhada. consultar item "Solicitação de atos perante o CNPJ por meio da Internet". do Quadro de Sócios e Administradores . de 2 de agosto de 2004. d) os fundos mútuos de investimentos mobiliários. g) as representações permanentes de organismos internacionais (FMI. 3 – O reconhecimento de firma da assinatura no DBE é dispensado no caso de solicitação de órgão público ou de utilização de convênio com órgão de registro 83 . j) fundos de investimento imobiliário. etc.Os documentos citados na letra "b" deverão ser encaminhados à unidade cadastradora de jurisdição do contribuinte. l) unidade autônoma de incorporadora optante pelo Regime Especial de Tributação (RET) de que trata a Lei nº 10931. consulares e unidades específicas do Governo Brasileiro no exterior (local de inscrição – Delegacia da Receita Federal em Brasília). b-2) No caso de DBE assinado por procurador.QSA. h) os serviços notariais e de registro (cartórios). O endereço será informado. não envie originais.CNPJ . k) fundos públicos de natureza meramente contábil.

CPF 521.gov.envio on line ( A ser utilizado no Laboratório) www.Procedimentos do contribuinte .Clicar em / Entrada de Sócioadministrador/ “CPF do Sacio Administrador”/ “Qualificação do SócioAdministrador’/ Clicar em / 22.receita.311-37/ “Classificação” – Profissional/ “UFCRCR” / Clicar em / SP/ “Seq. CRC”.br Empresas/ Cadastro CNPJ/ Aplicativos de Coleta – Classificador do Objeto Social (Web).Sócio/ “Participação no Capital”.Clicar em representante/ “Nome do Representante da Pessoa Jurídica” – Nome do Sócio que esteja ligado ao CPF que aparece/ “Qualificação do Representante da Pessoa Jurídica”.00/ NIRE -35213115840/ Arquivo/ Imprimir/ Salvar em Arquivo/“Atividade Econômica – Código do CNAE Principal” – 4530-7/03/ “Forma de Atuação” – Estabelecimento Fixo/ Arquivo/ Imprimir/ Salvar em Arquivo/ “Endereço da Pessoa Jurídica” – Preencher com os dados do Contrato Social/ Arquivo/ Imprimir/ Salvar em Arquivo/” Dados para contato” – Preencher com dados da empresa/ Arquivo/ Imprimir/ / Salvar em Arquivo/ “Representante/Preposto”.325.147. OK/ “UF” – SP/ “Município”.De acordo com o Contrato Social/ Arquivo/ Imprimir/ Salvar em Arquivo/Clicar em / Atentar para os dados e clicar em / -Executar esse procedimento para todos os sócios/ Preencher os Dados da Secretaria da Fazenda/ Arquivo/ Imprimir/ Salvar em Arquivo/ Preencher os Dados da Prefeitura/ Arquivo/ Imprimir/ Salvar em Arquivo/ Clicar no (X) .375/ Clicar em / Originário/ “Nome” – Pascoal Oviedo Cavalieri/ Arquivo/ Imprimir/ “QSA”. ANEXO III 84 .Clicar em / 49 – Sócio administrador/ Arquivo/ Imprimir/ Salvar em Arquivo/ “Porte da Empresa” – Empresa de Pequeno Porte – EPP/ “Contabilista”.000.“Quadro de Sócios” – Novo Sócio/ administrador/ “Natureza do Evento” .São Paulo/ OK/ Pessoa Jurídica/ Inscrição/ Primeiro Estabelecimento/ “Número do CPF do representante da empresa” / “Nome Empresarial”/ OK/ Eventos/ Clicar em / 101/ Data do Evento: Registro na Junta Comercial/ Arquivo/ Imprimir/ “Identificação da Pessoa Jurídica” – Nome Empresarial/ “Natureza Jurídica” – Clicar em Arquivo/ Imprimir/ / 206-2 Sociedade Empresária Ltda./ “Nome Fantasia” (Se houver)/ “Capital Social” – 100.fazenda.

fazenda.gov.br/portalpmsp/homec.gov. Limpeza e Reparação de Bens Móveis/ Código 7455/ Início da Atividade da Empresa/ OK/ Responsável pela Declaração.sintegra.br / Clicar em São Paulo/ Preencher: CNPJ da Empresa Inscrição Estadual da Empresa Arquivo/ Imprimir/ Salvar em Arquivo/ Cadastro na Prefeitura http://www.capital.jsp Clicar (Lado esquerdo da Tela) Inscrição On-Line/ Requerimento de Inscrição-Pessoa Jurídica/ Preencher: Razão Social: Nome da Empresa/ CNPJ : da Empresa/ Tipo de Registro: Junta Comercial/ Número do Registro: 35213115840/ Data do Início da Atividade: da Empresa/ “Endereço do Estabelecimento” – Número do Imóvel (IPTU) – 017.000.Consultar a Inscrição Estadual 1ª Forma: www.sp.-1/ Restantes dos dados completar com os dados da empresa/ Clicar em / 15 – Conservação.gov.061.pfe. Anexo IV 85 .sp.Representante da Empresa/Arquivo/ Imprimir/ Salvar em Arquivo.br Clicar aqui 2ª Forma: ( A ser utilizada em Laboratório) www.

7º Clicar em atualizar listas. carregar arquivo. 86 . 2º passo – clicar em restaurar 3º passo . 6º passo – Assinalar pasta geral e pasta empresas. 3º passo – Identificar o local onde o arquivo será gravado. lado esquerdo da tela).clicar em restauração. 5º passo – Assinalar o sistema que o Backup será feito (contábil/folha/G5.SALVANDO O TRABALHO EM PEN DRIVE 1º passo – Fechar todos os arquivos. 8º passo – Processos RECUPERANDO OS ARQUIVOS DIGITADOS 1º passo – Colocar o pen drive na entrada do pen drive. 4º passo – Verificar a unidade do pen drive. 2º passo – Abrir o sistema Backup Phoenix. OK e processos.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->