1.

INTRODUÇÃO As parasitoses intestinais continuam representando um significativo problema médico-sanitário, tendo em vista o grande número de pessoas acometidas e as várias alterações orgânicas que podem ocasionar, tanto por ação espoliativa, quanto pela possibilidade de prejudicar a absorção intestinal e ocasionar quadros clínicos abdominais agudos (NASCIMENTO; CARVALHO, 2003). Em relação à incidência das parasitoses, Nascimento e Carvalho (2003) dizem que: “Basicamente, as populações que vivem em precárias condições de saneamento básico e que necessitam de adequada educação sanitária são as mais afetadas por estas patologias.” Trichuriase humana é uma infecção causada pelo nematódeo Trichuris trichiura. De alta prevalência, alcançando aproximadamente um bilhão de pessoas em todo mundo (PEDERSEN; MERREL, 2001). É uma das mais importantes infecções gastrintestinais, embora seja assintomático em muito dos casos. De qualquer modo alguns portadores, podem exibir sintomas moderados, tais como em casos de desnutrição, que apresentam anemia e severa doença ulcerativa, e ainda podem causar colapso retal. (BUNDY; COOPER, 1989; RAMDATH et al., 1995; WILLIAMSBLANGERO et al. 2002). De acordo com Neves et al. (2000), a tricuríase possui um parasitismo baixo, porém de vida longa chegando de seis a oito anos, causando grandes danos de acordo com o nível quantitativo de infestação. Assim, se o número de parasitas for diminuto sua ação se dá apenas localmente com ulcerações na mucosa de fixação do verme e conseqüente invasão bacteriana local. Neves et al. (2000) ainda, sobre a patogenia

causada pelo Trichuris trichiura, relata: “[...] existe ainda a Trichuriase persistente que de acordo com alguns autores envolve uma resposta imunológica mediada por IgE específica.” Esta infecção helmíntica humana é transmitida para o hospedeiro com passagem obrigatória pelo solo. Os ovos passam para fase embrionária somente no solo em condições que incluem temperaturas em torno de 22ºC, alta umidade, e adequada oxigenação. A tentativa de reproduzir a concentração de ovos dos helmintos no solo ou na fase portadora tem sido investigada por vários autores (WASSAL; DENHAM, 1969; DADA, 1979; EGWANG; SLOCOMBE, 1982; FOREYT, 1986; WONG; BUNDY, 1990; BAWDEN, 1994; ALAJA; ASAOLU, 1995; YBAÑEZ et al., 2000). Diferentes métodos de isolamento como filtração, lavagem, e flotação em solução salina ou glicosada têm mostrados resultados satisfatórios apresentando, no entanto, diferentes rendimentos (YBAÑEZ et al., 2000). A eficiência destas técnicas auxiliares de análises da presença de ovos no solo tem permitido definir os fatores de risco de transmissão de infecção sobre diferentes portadores vertebrados e humanos (MARTINEZ et al., 2003). A utilização de técnicas de biologia molecular traz novas áreas de diferenciação na biomédica. Métodos de extração de DNA com diferenciação das formas evolutivas dos parasitos em amostras fezes humanas (SILVA et al., 1999), ou outros animais (SCHNEIDER et al., 1999) tem permitido que se utilizem as ferramentas moleculares para o diagnóstico de organismos severamente patogênico (MARTINEZ et al., 2003). Em 1947, foi publicada a primeira estimativa da prevalência mundial de infecções humanas por helmintos. Estimou-se que 355 milhões de pessoas (16% da população) estariam infectados por Trichuris trichiura. A revisão mais recente destes dados foi

publicada em 1997 e estimou-se que 902 milhões de pessoas encontraram-se infectadas por este parasito, que correspondia a uma prevalência mundial de 17%. Isto indica que nos últimos 50 anos, apesar dos avanços científicos e melhoramento das condições higiênicas da população, a prevalência da infecção por este parasito não foi alterada (NASCIMENTO; CARVALHO, 2002). Neves et al. (2000) correlacionando a incidência nacional afirma: “[...] clima quente e úmido da região norte no Brasil favorece o embrionamento dos ovos permitindo maior sobrevivência dos mesmos [...]” favorecendo assim, altas infecções. Vista a importância desta parasitose tanto a nível mundial como sua prevalência nacional, este trabalho pretende correlacionar informações e dados fornecidos nos últimos anos sobre esta parasitose, além de revisar todo conteúdo já sabido entre a comunidade científica sobre esta patologia, com o propósito de verificarmos as evoluções em relação ao tratamento e, seu atual alcance epidemiológico e combate mundial.

2. DESENVOLVIMENTO 2.1 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

O gênero Trichuris foi criado por Roederer em 1761 que julgou que a parte afilada do verme fosse à porção caudal, porém, verificou-se que na realidade o helminto possui a extremidade anterior afilada, assim, para obedecer a morfologia do verme e as regras internacionais de nomenclatura convem utilizar a expressão Trichuris trichiura (NEVES et al., 2000). Este parasito do intestino grosso humano é largamente disseminado em todo o mundo, sendo no Brasil de incidência relativamente alta, sobretudo nas populações rurais e suburbanas em geral não beneficiadas pelos recursos de higiene e saneamento. No gênero Trichuris existem várias espécies de acordo com Neves et al. (2000), “[...]”. encontradas no ceco de diferentes hospedeiros, tais como T. vulpis, em cães, T. discolor, em bovinos, T. suis, em suínos e T. trichiura em homens e macacos.” A tricuríase apresenta distribuição geográfica mundial. A prevalência é maior nos lugares de clima quente e úmido, onde falta o saneamento básico. As taxas de positividade oscilam entre 30 e 80% da população geral, incidindo principalmente em crianças. São estas que sofrem as cargas parasitárias mais elevadas e apresentam sintomatologia clínica mais importante (NASCIMENTO; CARVALHO, 2003).

2.1.1 MORFOLOGIA

Neves e colaboradores (2000) reconhecem este nematódeo por apresentar “[...] região anterior do corpo afilada e mais comprida que a posterior, que é mais robusta [...]”, onde ainda relata que na sua porção inferior, se encontram os órgãos digestivos e reprodutivos e na região anterior, a faringe e esôfago, incluída na sua extremidade uma boca simples, sem lábio (NEVES et al., 2000). “Possui nítido dimorfismo sexual, sendo o macho um pouco menor do que a fêmea.” (NEVES et al., 2000). Os machos tem comprimento variando entre 3 e 4,5 cm e apresentam a extremidade posterior fortemente encurvada no sentido ventral. O testículo sacular, alongado, se dispõe de trás para diante ao longo do corpo e, encurvado abruptamente em sentido contrario, se continuando pelo canal deferente seguido pelo canal ejaculador, terminando na cloaca. Na extremidade posterior se observa um espículo único envolto por uma bainha retrátil guarnecida de pequeninos espinhos recurvados (MORAES; LEITE; GOULART, 1971). Na diferenciação sexual do parasita, Moraes, Leite e Goulart (1971) descrevem:
“As fêmeas medem de 3,5 a 5 cm de comprimento, distinguindo dos machos por terem a extremidade posterior arredondada. O ovário começando próximo a extremidade posterior do corpo é alongado para frente, onde se liga ao oviduto que, vindo para próximo da extremidade posterior, se continua com o útero. Em sentido contrário ao ovário, o útero dirige-se para diante e, na altura da união do esôfago com o intestino, diferencia-se numa vagina entortilhada que é seguida pela vulva aberta para o exterior. Terminando o intestino, que é um tubo simples, com o ânus nas fêmeas.”

Figura 1 Apresentação das diferenças da morfologia sexual do Trichuris trichiura adulto. Fonte: www.biosci.ohio-state.edu/~parasite/trichuris.html

2. 1. 2 HABITAT

O T. trichiura é hospede do intestino grosso, principalmente do ceco humano, podendo também ser encontrado na porção terminal do íleo e no apêndice. Em geral o número de exemplares de ambos os sexos é pequeno, embora possam ocorrer casos de intensa infestação (NEVES et al., 2000). O verme adulto vive fixado á mucosa do intestino por meio da sua porção anterior filiforme, em parte imersa nos tecidos superficiais (MORAES; LEITE; GOULART, 1971).

2. 1. 3 CICLO BIOLÓGICO

O helminto possue evolução por ciclo monoxênico de modo relativamente simples, os ovos postos pela fêmea na luz intestinal, são lançados no meio exterior, onde evoluem em tempo variável de acordo com as condições ambientais. De acordo com Moraes, Leite e Goulart (1971) diferencia-se os ovos deste parasita como:
“[...] têm forma semelhante a um barril, com parede dupla, de cor castanha e proeminências polares claras, não possuindo, ao atingirem o meio exterior, senão uma única célula. Medem aproximadamente 50 μ de comprimento por 22 μ de largura. Estima-se que cada fêmea ponha, por dia, de 1000 a 5000 ovos, em média 2000.”

Fonte: http://www.drscope.com/privados/pac/generales/parasitologia/acef.html

Figura 2 Ovo de Trichuris trichiura

Figura 3 Porção terminal de um macho de T. trichiura

As infecções ocorrem pela ingestão dos ovos embrionados no solo contaminado. Como Neves et al. (2000) relata: “[...] Dez a quinze dias depois (temperatura entre 20 a 30ºC e umidade alta), a massa de células dá origem a uma larva infectante dentro do ovo.” A larva assim escapa da dupla parede na porção superior do intestino e penetra nas vilosidades onde permanecem por 3 a 10 dias. Em alcançando a adolescência a larva passa para o ceco e fixa-se na mucosa, chegando a idade de ovoposição em 30 a

90 dias de infecção produzindo de 3000 a 10000 ovos por dia e podem viver de 5 a 6 anos. Os ovos são mais resistentes à desidratação, calor e frio que os ovos de ascaris. O embrião é morto quando sujeito as temperaturas em 37 ºC por 15 minutos em temperaturas de 52ºC e 9º C são letais.

Figura 4 Representação do ciclo biológico do Trichuris trichiura

Ciclo de vida do Trichuris trichiura

Os ovos não embrionados passam para o solo (1).

No solo, os ovos

desenvolvem-se em duas células (2), evoluindo por reprodução (3), e então forma o embrião (4); os ovos tornam-se infectantes por 15 a 30 dias depois da ingestão (mãos ou comida contaminada pelo contato com o solo com ovos embrionados), os ovos fixam-se no intestino, e liberta a larva – i (significa o estágio de contaminação), (5) que madura e se estabiliza como verme adulto no ceco (6). O verme adulto (que mede aproximadamente 4 cm) vive no ceco e cólon ascendente, fixa-se com a porção anterior fixadora na mucosa. As fêmeas começam a ovoposição em 60 a 70 dias após infecção. O verme adulto fêmea no ceco ovopõe entre 3000 e 20000 ovos por dia. O verme adulto vive em torno de 5 a 8 anos. Fonte: http://www.dpd.cdc.gov/DPDx/HTML/ImageLibrary/Trichuriasis_il.htm> De acordo com Neves e colaboradores (2000) a transmissão se dá pela disseminação dos ovos do parasito pelo vento e água, podendo contaminar os alimentos líquidos ou sólidos, sendo então ingeridos.

2.1.4 PATOGENIA

Atrubuí-se ao verme do Trichuris trichiura no organismo humano as ações traumáticas e infecciosas sobre a mucosa intestinal e uma ação tóxica, agindo localmente sobre esta e em todo organismo, possivelmente pela passagem para a corrente sanguínea de substâncias elaboradas pelos parasitos ou resultantes dos processos inflamatórios nos pontos de sua fixação (MORAIS; LEITE; GOULART, 1971).

As perturbações mórbidas dependem do número de exemplares dos parasitos. O simples encontro de ovos do parasito nas fezes não autoriza, na grande maioria dos casos, diagnóstico de tricurose, esses casos na realidade representam portadores assintomáticos da infestação tricuriana, uma vez que não apresentam sintomatologia apreciável. O modo de fixação do nematódeo na mucosa necessariamente implica a presença de uma ação traumática e conseqüente infecciosa pela invasão por bactérias dos pontos traumatizados. Sobre a ação local do verme Neves et al. (2000) relata: “Nesse local, as glândulas esofagianas secretem uma substância lítica que digere as células, servindo de fonte de alimento para o verme, inclusive com sangue presente.”. Reações inflamatórias ocasionadas pelo parasito se instalam na porção terminal do íleo, no apêndice, no ceco e no colo ascendente e, mais raramente, em casos de parasitismo exageradamente intenso, no reto, resultando até em prolapso retal (MORAIS; LEITE; GOULART, 1971). Na prática, porém são raros os casos de grande infestação, embora seja elevado o número de indivíduos portadores na sua maioria assintomáticos. De acordo com Neves e colaboradores (2000) o parasitismo por pessoa é baixo, nestes casos as lesões são apenas locais da pequena monta. Quanto maior o número de helmintos mais graves são os danos causados pela parasitose, permitindo mesmo que ocorra invasão bacteriana nos pontos em que os vermes estão mergulhados formando úlceras e abscessos. Estas infecções maciças podem provocar anemia, com grande queda de hemoglobina, o helminto ainda pode

fixar-se até no reto e provocar prolapso retal, principalmente em crianças (NEVES et al., 2000). Em relação à clínica Moraes, Leite e Goulart (1971) afirmam que infestações maciças podem causar epigastralgia intermitente, caracterizado por crônica perfuração da mucosa intestinal e sangue nas fezes, com dores abdominais e prolapso edematoso do reto em crianças. O diagnóstico clínico é falho necessitando-se de exames laboratoriais complementares para o diagnóstico, assim faz-se exame de fezes pelos métodos de sedimentação espontânea ou centrifugação, e pesquisa dos ovos típicos. 2.1.5 EPIDEMIOLOGIA Sua incidência se dá em todo globo e quase sempre acompanhando o parasitismo pelo Ascaris, devido á semelhança de número de ovos produzidos, resistência dos mesmos no meio ambiente e método de infecção (NEVES et al., 2000). De acordo com Neves et al. (2000) as crianças são as mais vulneráveis e as que apresentam maior incidência dessa verminose, e o peridomicílio é o principal foco. Segundo a OMS estima-se que este parasito infecte cerca de 500 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, a prevalência é maior no litoral e na Amazônia, uma vez que o clima mais quente e mais úmido favorece o embrionamento dos ovos evitando a sua dessecação, permitindo maior sobrevivência dos mesmos, já no planalto a baixa umidade, favorece o contrário. Nas regiões urbanas onde há precárias condições de

higiene e de saneamento, além de acentuar o aglomeramento humano, facilitam a propagação do helminto (NEVES et al., 2000).

2. 1. 6 PROFILAXIA E TRATAMENTO
Para o tratamento deste parasitismo segundo Neves et al. (2000), além de fornecer o medicamento, deve-se fornecer uma alimentação leve, porém rica em proteínas, sais minerais, vitaminas e fibras. Os medicamentos indicados na terapêutica são o Mebendazole (Paltemin, Sirben, Necamin), na forma líquida ou em comprimido, empregado na dose de 100mg duas vezes ao dia por três dias consecutivos. O Palmoato de oxipirantel (Tricocel) também apresentado na forma líquida e comprimido, recomendando-se a dose de 6 a 8 mg/Kg para crianças e adultos em dose única. E ainda mais recentemente utiliza-se o Ivermectina e albendazole (NEVES et al., 2000). A profilaxia se dá com o tratamento do solo, dos doentes, educação sanitária, higiene pessoal, tratamento da água, tratamento em massa, educação sanitária, saneamento básico, construção de fossas sépticas nas áreas rurais ou naquelas onde não haja rede pública de esgoto, tratamento em massa da população em determinadas situações e proteção dos alimentos contra poeira e insetos.

3. CONCLUSÃO

As informações apresentadas neste trabalho expõem uma problemática social e de interesse da saúde pública nacional em relação a esta patologia. As infecções parasitárias do intestino por Trichuris trichiura, de acordo com as prevalências segundo as quais foram evidenciadas, refletem com boa margem de segurança as condições de vida de diferentes comunidades. Influem no sentido de que elas ocorram com intensidades variáveis, expressivos fatores exemplificados, sobretudo por saneamento básico, educação inclusive especificamente para a saúde, habitação e higiene alimentar, que, quando existem de formas satisfatórias, coíbem a expansão dessas parasitoses. Água ou alimentos e contato desprotegido com o solo permitem comumente as contaminações, precisando então merecer prioritárias atenções. Disso tudo, resulta que a maior, ou melhor, proeminência de tais infecções fique na dependência de condições relacionadas com desenvolvimentos regionais, fazendo com que num extremo elas deixem de constituir preocupações. Houve nítido progresso quanto aos tratamentos. Atualmente a grande maioria das doenças parasitárias intestinais pode ser eficientemente tratada, inclusive por meio de doses únicas ou de medicamentos com amplo espectro de atividade. Condutas para abranger expressivos grupos populacionais, após caracterizações epidemiológicas adequadas, ficaram viáveis.

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