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MACROECONOMIA_Exerc 6-10

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LISTA DE EXERCÍCIOS DE MACROECONOMIA Prof.

Christiano Penna

SEÇÃO 6 – Sistema Monetário: 6.1 São funções da moeda, exceto: (A) meio de lastro. (B) medida de valor. (C) reserva de valor. (D) padrão de pagamento diferido. (E) meio ou instrumento de troca. 6.2 São medidas contracionistas de política monetária: I. venda de títulos públicos; II. compra de títulos públicos; III. redução de depósitos compulsórios; IV. elevação de depósitos compulsórios; V. redução da taxa de juros de redesconto; VI. elevação da taxa de juros de redesconto. Analise os itens acima e assinale: (A) se somente os itens I, IV e VI estiverem corretos. (B) se somente os itens I, III e VI estiverem corretos. (C) se somente os itens II, IV e VI estiverem corretos. (D) se somente os itens II, III e V estiverem corretos. (E) se somente o item IV estiver correto. 6.3 Analise as afirmações abaixo, julgueas verdadeiras ou falsas e assinale a seqüência correta. 1. O motivo transação está relacionado à não-coincidência entre os recebimentos e os pagamentos. 2. A expressão “lastro em ouro” refere-se às barras de ouro guardadas em local seguro que correspondem à parcela do papel-moeda em circulação. 3. O motivo especulação da demanda por moeda está associado à incerteza sobre os rendimentos dos passivos que podem ser adquiridos. 4. A demanda por moeda para transação é influenciada pela taxa de juros; quanto maior for essa taxa, maior será a demanda por moeda. (A) 1V – 2F – 3F – 4F (B) 1F – 2V – 3V – 4F (C) 1F – 2V – 3F – 4F (D) 1V – 2V – 3F – 4V (E) 1F – 2F – 3V – 4V 6.4 No âmbito dos instrumentos de Política Monetária, observe as seguintes situações:

1ª Situação: O Banco Central reduz os depósitos compulsórios. 2ª Situação: Ocorre venda de títulos da dívida ao público em geral. Nessas duas operações, respectivamente: (A) ocorreu aumento da oferta de moeda e nada ocorreu com a oferta de moeda. (B) ocorreu aumento da oferta de moeda e redução da oferta de moeda. (C) ocorreu redução da oferta de moeda e redução da oferta de moeda. (D) ocorreu redução da oferta de moeda e nada ocorreu com a oferta de moeda. (E) nada ocorreu com a oferta de moeda e ocorreu aumento da oferta de moeda. 6.5 Se os meios de pagamento são ativos que podem ser usados instantaneamente e sem restrições de pagamento a terceiros, então, para saber o total de papel-moeda em poder do público, dado que M1 = 1250: (A) PMP = 500 se M1 = 1250. (B) PMP = 550 se M1 = 1250. (C) DBC = 1000, então PMP = 250. (D) DBC = 350, então PMP = 650. (E) DBC = 450, então PMP = 550. 6.6 São instrumentos clássicos de política monetária: I. recolhimento compulsório; II. operações de Open Market; III. variação impostos indiretos. Analise os itens acima e assinale: (A) se nenhum item estiver correto. (B) se somente os itens I e II estiverem corretos. (C) se somente os itens I e III estiverem corretos. (D) se somente os itens II e III estiverem corretos. (E) se todos os itens estiverem corretos. 6.7 No tocante a política monetária, caso o Banco Central deseje aumentar a quantidade de moeda em circulação na economia, ele poderá ______________ títulos públicos ou _____________________ a alíquota dos depósitos compulsórios. E, uma elevação das taxas de redesconto tende a provocar_____________ dos meios de pagamento. Assinale a alternativa que complete, na ordem, as lacunas acima. (A) comprar – reduzir – contração (B) vender – reduzir – contração (C) comprar – reduzir – expansão (D) vender – aumentar – expansão (E) comprar – aumentar – contração

6.8 A oferta de moeda representa o total de moeda disponível dentro de uma economia. No caso brasileiro, o Banco Central (BACEN) é a instituição financeira responsável pela emissão da moeda nacional, o real. Além dessa atribuição, o BACEN também é responsável pelo (a): (A) política monetária, definindo as políticas tributárias postas em prática no Brasil. (B) realização de operações no mercado aberto, comprando e vendendo títulos públicos, para regular a quantidade de moeda em circulação na economia. (C) definição da taxa de juros interbancária, aquela cujos indivíduos receberão ou pagarão pela remuneração do capital. (D) política fiscal, definindo as taxas de juros a serem utilizadas na economia. (E) realização de operações no mercado aberto, pelo incentivo direto de novos investimentos. 6.9 Por meio de políticas monetárias, o Banco Central pode influenciar a oferta de moeda de uma economia. Assim, assinale a alternativa que não representa um instrumento de controle monetário. (A) operações no mercado aberto (open market) (B) reservas compulsórias (C) taxa de redesconto (D) redução dos gastos do governo (E) reservas exigidas 6.10 A relação entre a base monetária e os meios de pagamentos é dada pelo multiplicador monetário. Qual instrumento (mecanismo) o Banco Central utiliza para reduzir a criação de moeda pelos bancos? (A) A venda de títulos no mercado aberto. (B) A compra de títulos no mercado aberto. (C) A redução da taxa de juros básica do redesconto. (D) A redução do depósito compulsório dos bancos comerciais no Banco Central. (E) O aumento do compulsório dos bancos comerciais no Banco Central. 6.11 Analise as afirmações abaixo e julgue-as verdadeiras ou falsas. Em seguida, assinale a seqüência correta, de cima para baixo. I. A moeda é a única forma aceitável de reserva de valor. II. Dá-se a denominação moeda-papel aos certificados de depósito, emitidos por casas de custódia, com lastro integral, utilizado como meio de pagamento.

III. Moeda representativa e moeda-papel são expressões sinônimas. IV. Mesmo que o Estado garanta o poder liberatório da moeda, a coletividade poderá deixar de nela confiar e de aceitá-la. (A) F – V – V – V (B) V – F – F – F (C) V – V – F – F (D) F – V – F – V (E) V – V – V – V 6.12 Se o Banco Central brasileiro decidir diminuir a oferta monetária por meio de operações de mercado aberto, o que terá de fazer? (nível M) (A) Comprar títulos públicos. (B) Aumentar os tributos. (C) Aumentar os depósitos à vista. (D) Diminuir os depósitos à vista. (E) Vender títulos públicos. 6.13 Se não existisse uma unidade monetária que cumprisse com as três funções básicas da moeda na economia, os agentes econômicos poderiam enfrentar algumas dificuldades para realizar as suas transações comerciais. Analise as alternativas abaixo e assinale a que está incorreta. (A) A ausência de uma unidade monetária traria para as pessoas dificuldade para transferir poder de aquisição do presente para o futuro. (B) A ausência de uma unidade monetária traria dificuldade na obtenção de liquidez. (C) A ausência de uma unidade monetária não acarretaria em transtornos, pois existem outros mecanismos que substituem a moeda com as mesmas funções, como, por exemplo, o vale-refeição. (D) A ausência de uma unidade monetária traria o problema da necessidade de dupla coincidência para a realização de transações comerciais. (E) A moeda escritural ou bancária cumpre com todas as funções da moeda. 6.14 Ocorre uma redução dos meios de pagamento (M2) quando: (A) o público reduz seus depósitos à vista. (B) o Banco Central reduz a taxa de juros. (C) o Banco Central vende títulos no mercado aberto. (D) os bancos comerciais reduzem suas reservas voluntárias. (E) o Banco Central eleva o depósito compulsório. 6.15 Analise as afirmativas a seguir:

I. A base monetária corresponde ao total de moeda num país. Trata-se da soma do papel moeda em poder do público mais as reservas bancárias. II. M0 pode ser definido como a moeda (papel-moeda + moedas metálicas) em poder do público. III. M1 pode ser definido como o papelmoeda em poder do público + depósitos à vista + fundos de renda fixa + depósitos de poupança. Assinale: (A) se somente as afirmativas I e II forem verdadeiras. (B) se todas afirmativas forem verdadeiras. (C) se nenhuma afirmativa for verdadeira. (D) se somente as afirmativas I e III forem verdadeiras. (E) se somente as afirmativas II e III forem verdadeiras. 6.16 São operações do Banco Central que podem reduzir a liquidez da economia: (A) venda de moeda estrangeira ao público, redução das operações de redesconto, elevação dos empréstimos aos governos federal, estaduais e municipais. (B) compra de títulos pelo governo, elevação das operações de redesconto, redução das taxas de juros. (C) redução dos empréstimos ao Tesouro Nacional, elevação dos empréstimos ao setor privado, elevação dos empréstimos ao Governo Federal. (D) aumento das taxas de juros de redesconto, venda de títulos públicos, redução das taxas de empréstimos aos bancos comerciais. (E) acúmulo de divisas, venda de títulos públicos, aumento das taxas de juros de redesconto. 6.17 Suponha que João comprou um título de renda fixa no Banco A, que lhe pagou uma taxa de juros real de 3% em um determinado ano. A taxa de juros cobrada pelo banco foi de 15% pelo mesmo período. Qual foi a inflação verificada? (A) 12%. (B) 10%. (C) 8%. (D) 6%. (E) 5%. 6.18 Como sabemos, a inflação pode afetar as três funções da moeda de forma negativa. A seqüência crescente de perda das funções é a seguinte:

(A) reserva de valor, unidade de meio de troca. (B) meio de troca, unidade de reserva de valor. (C) unidade de conta, meio de reserva de valor. (D) reserva de valor, meio de unidade de conta. (E) meio de troca, reserva de unidade de conta.

conta e conta e troca e troca e valor e

6.19 Qual dos seguintes bens possui as três funções básicas da moeda no Brasil: meio de troca, unidade de conta e reserva de valor? (A) Ouro. (B) Título Público Federal. (C) Debênture. (D) Dólar. (E) Cigarro (dentro de um presídio). 6.20 Se o Banco Central brasileiro decidir diminuir a oferta monetária por meio de operações de mercado aberto, o que terá de fazer? (A) Comprar títulos públicos. (B) Vender títulos públicos. (C) Aumentar os depósitos à vista. (D) Diminuir os depósitos à vista. (E) Aumentar os tributos. 6.21 As moedas são os ativos normalmente usados numa determinada economia para comprar bens e serviços, ou seja, possuem a capacidade de ser um ativo prontamente disponível e aceito para as mais diversas transações. Para tanto, ela tem três funções clássicas: (A) forma metálica, papel-moeda e moeda escritural. (B) forma metálica, moeda-mercadoria e moeda escritural. (C) reserva de valor, credibilidade e aceitação no exterior. (D) unidade de conta, reserva de valor e curso forçado. (E) instrumento de troca, unidade de conta e reserva de valor. 6.22 Associe os itens abaixo às informações listadas a seguir: 1. Títulos Públicos 2. Moedas Estrangeiras 3. Produto Interno 4. Intermediações Financeiras 5. Depósitos Compulsórios ( ) Divisas internacionais mantidas pelo Banco Central, visando operar no mercado cambial.

( ) Fundamentam-se no desequilíbrio entre o nível de poupança e investimento de uma economia. ( ) Percentual dos fundos recolhidos pelas instituições junto ao público e regulamentado por instrumentos legais. ( ) Representante do valor, a preços de mercado, dos bens e serviços realizados num país em certo período de tempo. ( ) Representam a carteira de títulos de emissão pública pelo Banco Central e têm por objetivo o controle da liquidez da economia. Assinale a alternativa que apresente a seqüência correta, de cima para baixo. (A) 2 – 4 – 5 – 3 – 1 (B) 1 – 4 – 3 – 2 – 5 (C) 1 – 2 – 3 – 4 – 5 (D) 3 – 2 – 1 – 5 – 4 (E) 3 – 1 – 2 – 4 – 5 6.23 Quando o Banco Central realiza uma venda maciça de títulos públicos federais, o efeito esperado é: (A) redução dos meios de pagamento e da taxa de juros. (B) redução de meios de pagamentos e redução da taxas de juros. (C) aumento dos meios de pagamento e das taxas de juros. (D) aumento dos meios de pagamento e queda das taxas de juros. (E) redução dos meios de pagamento e aumento das taxas de juros. 6.24 Numa determinada economia, os encaixes totais mantidos pelo sistema bancário representam 4/10 do total dos depósitos à vista em conta corrente. Se a população desse país mantiver 1/5 dos meios de pagamento na forma de moeda manual, um aumento de 1.000 na base monetária acarretará um acréscimo nos meios de pagamento de: (A) 6.250. (B) 3.125. (C) 2.358. (D) 1.923. (E) 1.470. 6.25 No sentido restrito de instrumento de política monetária, as operações de open market consistem: (A) num mercado em que são transacionados os mais diversos títulos públicos e bancários privados. (B) na compra e/ou venda de títulos públicos federais pelo Banco Central.

(C) num mercado em que são transacionados títulos de rentabilidade nãofixada. (D) na compra e/ou venda de títulos públicos federais e títulos privados pelos bancos comerciais e público em geral. (E) em empréstimos entre Banco Central e Bancos Comerciais para manutenção da liquidez da economia. 6.26 Quando o Banco Central de um país adota medidas contracionistas, ou restritivas, ele pode realizar: I. venda de títulos públicos; II. elevação das reservas exigidas; III. redução da taxa de redesconto; IV. compra de ações no open market. Analise os itens acima e assinale: (A) se apenas os itens I e II estiverem corretos. (B) se apenas os itens II e III estiverem corretos. (C) se apenas os itens III e IV estiverem corretos. (D) se apenas os itens II e IV estiverem corretos. (E) se apenas os itens I e III estiverem corretos. 6.27 O Banco Central, por meio de políticas monetárias, pode influenciar na oferta de moeda de uma economia. Com base nessa afirmativa, assinale a alternativa que não represente um instrumento de controle monetário. (A) operações no mercado aberto (open market) (B) reservas compulsórias (C) reservas exigidas (D) taxa de redesconto (E) controle da demanda por moeda

SEÇÃO 7 – Economia Aberta: 7.1 O Brasil está saindo da rota de atração de investimentos de grandes projetos siderúrgicos devido à _____ do real frente ao dólar e ao aumento dos custos de equipamentos, serviços e tributos. O presidente mundial da gigante siderúrgica européia Arcelor, Guy Dollé, disse: “Antes da apreciação do real, o custo do projeto no Maranhão era de US$ 2,3 bilhões, agora está raspando os US$ 3 bilhões. Na China custaria US$ 1 bilhão.” (Valor Econômico) Assinale a alternativa que complete corretamente a lacuna acima. (A) desvalorização (B) queda

(C) valorização (D) inflação (E) taxa de juros 7.2 Com relação à taxa de câmbio e regimes cambiais, é correto afirmar que: (A) num regime de taxa de câmbio flexível, um excesso de oferta de divisas estrangeiras provoca depreciação cambial. (B) uma elevação da taxa de juros interna tende a estimular as exportações em função da apreciação da moeda nacional, num regime de câmbio flexível. (C) num sistema de taxa de câmbio flexível ou flutuante, o valor da taxa de câmbio é determinado livremente de acordo com oferta e demanda de divisas estrangeiras. (D) num regime de câmbio flexível ou flutuante, uma depreciação da taxa de câmbio estimula as importações. (E) num regime de câmbio flexível ou flutuante, os saldos do balanço de pagamentos não interferem na cotação da taxa de câmbio. 7.3 A taxa de câmbio é definida como o “preço, em moeda nacional, de uma unidade monetária estrangeira”. Sendo assim, que instituição regula a taxa de câmbio brasileira atualmente? (A) Banda Cambial, com intervenção do governo do Brasil. (B) O mercado, com intervenções do Banco Central do Brasil. (C) O Banco Mundial. (D) O Banco Interamericano de Desenvolvimento, conjuntamente com o Federal Reserve. (E) O Banco do Brasil, com auditorias do Banco Central do Brasil. 7.4 Para um país, um saldo superavitário em transações correntes indica: (A) que o país comprou mais bens e serviços do exterior do que vendeu. (B) que o país vendeu ao exterior mais bens e serviços do que comprou. (C) que está havendo uma poupança externa negativa. (D) que está havendo uma transferência de renda do país que apresentou o déficit para o “Resto do Mundo”. (E) que o país não se encontra no pleno emprego dos seus fatores de produção. 7.5 Se um país apresenta déficit nas suas transações correntes motivado pela escassez de poupança interna, qual é a medida correta de ajuste que os governantes podem tomar?

(A) Reduzir a taxa de percentual do deposito compulsório. (B) Diminuir a quantidade de títulos públicos no mercado. (C) Aumentar a quantidade de títulos públicos no mercado. (D) Aumento do déficit público. (E) Desestimular as importações. 7.6 Se um euro compra 1,30 dólar americano e a inflação é pequena na Europa e nos Estados Unidos, pode-se afirmar que: (A) houve uma desvalorização da moeda européia em relação ao dólar. (B) provavelmente a moeda americana se valorizou em relação ao euro. (C) houve uma desvalorização de 30% do euro em relação ao dólar. (D) houve uma valorização de 30% do dólar em relação ao euro. (E) houve uma desvalorização de 30% do dólar em relação ao euro. 7.7 Um superávit expressivo no saldo do balanço de pagamento provavelmente provocará: (A) uma desvalorização da moeda nacional. (B) uma valorização da moeda estrangeira. (C) uma valorização da moeda nacional. (D) um aumento da taxa de juros. (E) um aumento no índice de preços. 7.8 No lançamento do plano real, em julho de 1994, um dólar comprava um real. Três meses depois, um dólar comprava R$ 0,83. Assim, pode-se afirmar que: (A) houve uma desvalorização da moeda nacional em relação ao dólar. (B) os produtos americanos ficaram mais baratos para os brasileiros. (C) os produtos brasileiros ficaram mais baratos para os americanos. (D) houve uma valorização do dólar em relação à moeda nacional. (E) houve uma desvalorização real de 17% da moeda nacional. 7.9 Com relação ao Balanço de Pagamentos e suas respectivas contas, é incorreto afirmar que: (A) investimentos diretos de não-residentes são registrados na conta de renda de capitais. (B) doações de medicamentos são registradas na conta Transferências Unilaterais. (C) as exportações e importações fazem parte da chamada balança comercial.

(D) remessas de lucros são registradas na conta de renda de capitais. (E) se as transações correntes apresentam um superávit e a balança de serviços e rendas e as transferências unilaterais são deficitárias, a balança comercial necessariamente é superavitária. 7.10 Uma política econômica de valorização da moeda nacional em relação à moeda internacional visa a: (A) aumentar as exportações e reduzir as importações. (B) facilitar a entrada de capitais oficiais compensatórios no país. (C) dificultar a entrada de capitais oficiais compensatórios no país. (D) reduzir as exportações e manter as importações inalteradas. (E) facilitar a entrada de capital estrangeiro de risco no país 7.11 Sobre a taxa de câmbio e divisas estrangeiras é correto afirmar que: (A) num regime de câmbio flexível, uma apreciação cambial estimula as exportações. (B) num regime de câmbio flexível, uma maior oferta de divisa estrangeira dentro de uma economia tende a tornar a moeda doméstica mais valorizada. (C) num regime de câmbio flexível, uma depreciação cambial estimula as importações. (D) num regime de câmbio flexível, uma menor oferta de divisa estrangeira dentro de uma economia tende a tornar a moeda doméstica mais valorizada. (E) superávits no Balanço de Pagamentos tendem a diminuir a oferta de divisa estrangeira na economia. 7.12 Em uma economia, se a renda recebida do exterior for maior que a renda enviada ao exterior, então, a preços de mercado, qual é o resultado para o produto agregado? (A) PNB > PNL. (B) PIB < PNB. (C) PIB > PNB. (D) PIL < PNB (E) PIL > PIB. 7.13 O que o Brasil deve fazer, caso a taxa de risco-país aumente, para evitar uma fuga de capital estrangeiro? (A) Aumentar a taxa de juros interna. (B) Diminuir a taxa de juros interna. (C) Manter a taxa de juros interna constante.

(D) Coetiris paribus, fechar os aeroportos. (E) Decretar moratória. 7.14 Em relação aos sistemas de taxa de câmbio, é incorreto afirmar que: (A) a confiabilidade do sistema de câmbio fixo independe do nível de reservas internacionais. (B) passando de um sistema de câmbio flexível para um de câmbio fixo, o Banco Central passa a ter controle sobre os agregados monetários. (C) a manutenção da paridade do poder de compra da moeda requer que a desvalorização da taxa de câmbio seja igual a [(1 + π )/(1 − π *) - 1] , onde π é a taxa de inflação interna e π * é a taxa de inflação externa. (D) considerando uma economia aberta em que, na situação de equilíbrio, existe déficit externo e desemprego, podem-se diminuir os dois problemas simultaneamente desvalorizando a taxa de câmbio. (E) no sistema de câmbio flutuante sujo, o governo intervém na taxa de câmbio, manipulando a formação da taxa. 7.15 Considere um regime de câmbio fixo. Seja a taxa de câmbio representada pela letra “e”. Suponha que o Banco Central fixe a taxa de câmbio em “e1”. Com base nessas informações, é correto afirmar que: (A) se pode vender moeda estrangeira a uma taxa menor do que e1. (B) não é possível utilizar a política fiscal. (C) se existem pressões no mercado de câmbio para uma taxa maior do que e1, o Banco Central deverá vender a moeda estrangeira à taxa e1. (D) o Banco Central não precisa intervir no mercado cambial, uma vez que o regime de câmbio fixo é determinado por lei. (E) se o mercado sinaliza para uma taxa maior do que e1, o Banco Central deve emitir moeda para manter a taxa fixa. 7.16 Em relação ao Balanço de Pagamentos, os investimentos diretos são classificados na conta: (A) Conta corrente. (B) Transferências unilaterais. (C) Balança comercial. (D) Conta capital e financeira. (E) Balança de serviços e rendas. 7.17 Quando um brasileiro que trabalha no Japão envia parte de seu salário para sua família no Brasil, essa transação internacional pode ser classificada como: (A) exportação.

(B) transferências unilaterais. (C) conta capital e financeira. (D) balança de serviços e rendas. (E) variação de reservas. 7.18 Das questões abaixo, qual exprime melhor o que é abertura comercial? (A) Elevação das barreiras comerciais sobre importações, como quotas, tarifas e entraves burocráticos. (B) Redução das barreiras comerciais sobre exportações, como quotas, tarifas e entraves burocráticos. (C) Elevação das barreiras comerciais sobre exportações, como quotas, tarifas e entraves burocráticos. (D) Manutenção das barreiras comerciais sobre importações, como quotas, tarifas e entraves burocráticos. (E) Redução das barreiras comerciais sobre importações, como quotas, tarifas e entraves burocráticos. 7.19 Quando o saldo em conta corrente brasileiro é negativo, pode-se dizer que: (A) aumentaram as reservas internacionais. (B) diminuíram as reservas internacionais. (C) conta capital e financeira foi deficitária. (D) saldo comercial foi superavitário. (E) saldo comercial foi deficitário. 7.20 No caso de um pequeno país, que possui comércio com outras nações, qual das afirmações abaixo não se aplica? (A) A taxa de juros, numa situação com livre acesso ao mercado internacional, é determinada internacionalmente. (B) Um superávit nas transações correntes pode ser financiado à taxa de juros vigente no mercado internacional. (C) A taxa de juros interna não pode ser igual à taxa de juros internacional. (D) Os pontos acima da curva BP significam superávit no balanço de pagamento. (E) A taxa de juros interna pode ser igual à taxa de juros internacional. 7.21 O balanço de serviços e rendas é uma conta importante do balanço de pagamentos. Entretanto, é incorreto afirmar que essa conta inclui: (A) dividendos e juros. (B) investimento externo líquido. (C) assistência técnica. (D) seguros e fretes. (E) royalties. 7.22 Sabe-se que o Balanço de Pagamentos é o registro sistemático das

transações econômicas de um país com o resto do mundo. Nesse contexto, durante o ano de 2006, o País Alfa (uma economia hipotética) efetuou as seguintes transações com o resto do mundo:

A partir da estrutura do Balanço de Pagamentos e das informações acima é correto afirmar que: (A) o saldo do Balanço de Pagamentos é um superávit de US$ 250 bilhões. (B) as rendas de capitais totalizaram um déficit de US$ 50 milhões. (C) a Conta de Capitais (Conta Movimento de Capitais) apresentou um superávit de US$ 40 bilhões. (D) as Transações Correntes apresentaram um superávit de US$ 220 bilhões. (E) a Balança Comercial apresentou um superávit de US$ 300 bilhões. 7.23 Quando a renda líquida enviada ao exterior (RLEE) é deficitária, pode-se dizer que: (A) PNL > PIL. (B) PIL < PIB. (C) RNL < RD. (D) PNB > PIB. (E) PIB > PNB. 7.24 Considere uma economia que trabalhe com o regime de taxas fixas de câmbio. Se registrar um déficit em conta corrente, o que deverá acontecer para que a paridade cambial seja mantida? (A) O Banco Central deverá perder reservas. (B) A moeda doméstica deverá desvalorizar. (C) A moeda estrangeira deverá valorizar. (D) O Banco Central deverá adquirir reservas. (E) A moeda doméstica deverá valorizar. 7.25 O fenômeno da depreciação do dólar em relação a outras moedas é decorrente: (A) da diminuição da taxa de juros nos títulos do governo dos Estados Unidos. (B) do aumento da taxa de juros nos títulos dos Estados Unidos. (C) da maior disponibilidade de crédito na economia americana.

(D) do aumento da inovação na economia americana. (E) do aumento da inovação combinado com um aumento do crédito na economia americana. 7.26 Com relação à taxa de câmbio e regimes cambiais, é incorreto afirmar que: (A) num regime de taxa de câmbio flexível, um excesso de oferta de divisas estrangeiras tende a provocar apreciação cambial. (B) uma elevação da taxa de juros interna tende a estimular as exportações em função da apreciação da moeda nacional, num regime de câmbio flexível. (C) num sistema de taxa de câmbio flexível ou flutuante, o valor da taxa de câmbio é determinado livremente de acordo com oferta e demanda de divisas estrangeiras. (D) num regime de câmbio flexível ou flutuante, uma depreciação da taxa de câmbio tende a estimular as exportações. (E) num regime de câmbio fixo, a taxa de câmbio é mantida fixa a partir da intervenção do Banco Central no mercado cambial. 7.27 Analise os itens abaixo acerca dos efeitos da desvalorização cambial: I. Importadores receberão menos reais por dólar. II. A moeda nacional passa a valer menos em comparação à moeda estrangeira. III. Estimula as exportações e importações. IV. A dívida externa do país em reais aumenta com a desvalorização. V. No longo prazo aumenta o saldo comercial e de serviços. Assinale: (A) se somente os itens I, II e V estiverem corretos. (B) se somente os itens II, IV e V estiverem corretos. (C) se somente os itens I, II, IV e V estiverem corretos. (D) se somente os itens I, II, III e V estiverem corretos. (E) se todos os itens estiverem corretos. 7.28 Considere uma economia que trabalhe com o regime de taxas fixas de câmbio. Se registrar um déficit em conta corrente, o que deverá acontecer para que a paridade cambial seja mantida? (A) O Banco Central deverá perder reservas. (B) A moeda doméstica deverá desvalorizar. (C) A moeda estrangeira deverá valorizar.

(D) O Banco Central deverá adquirir reservas. (E) A moeda doméstica deverá valorizar. 7.29 Na economia de Angola, a Renda Enviada ao Exterior (REE) em 2007 foi $ 194 milhões, e a Renda Recebida do Exterior (RRE) foi de $ 195 milhões. Com essas informações, é correto afirmar que: (A) o PIB será igual ao PNB. (B) o PNB será maior que o PIB. (C) o PIB será maior que o PNB. (D) a renda enviada ao exterior e a renda recebida do exterior não afetam o PNB nem o PIB. (E) haverá superávit na Balança Comercial. 7.30 Considere as seguintes informações: A = Saldo da Balança Comercial B = Saldo da Balança de Serviços C= Saldo das Operações de Transferências Unilaterais D = Saldo em Transações Correntes E = Movimento de Capitais Autônomos F = Movimento de Capitais Compensatórios G = Saldo Total do Balanço de Pagamentos. Com base nessas informações, afirma-se com certeza que: (A) A+B+C = D+E+F+G. (B) A+B+C+E+F=0. (C) A+B+C+D+E+F+G=0. (D) G =0. (E) A + B + C =D=G=0. 7.31 O balanço de serviços e rendas é uma conta importante do balanço de pagamentos, mas é incorreto afirmar que essa conta inclui: (A) assistência técnica. (B) dividendos e juros. (C) royalties. (D) investimento externo líquido. (E) seguros e fretes.

SEÇÃO 8 – Crescimento Econômico: 8.1 O crescimento econômico de um país é dado pelo aumento de seu (sua) _____, ou seja, corresponde à sua riqueza material. Nesse sentido, os investimentos internos e externos são fundamentais para a garantia de maiores níveis de crescimento econômico. Como uma determinante dos investimentos, tem-se o (a) _____, que contribuirá para a potencialização das inovações e da

produtividade. Preenchendo as lacunas, alternativa correta é: (A) sistema tributário e competição. (B) investimento externo direto estabilidade política. (C) índice de preços ao consumidor respeito aos direitos de propriedade. (D) capacidade produtiva e competição. (E) índice de preços ao consumidor transações unilaterais.

a e e e

8.2 Observe os dados de uma economia hipotética:

O PIB real em 2005 e taxa de crescimento da economia são, respectivamente: (A) US$ 47.000,00 e 56,66%. (B) US$ 35.000,00 e 16,66%. (C) US$ 38.0000,00 e 26,66%. (D) US$ 40.000,00 e 33,33%. (E) US$ 36.000,00 e 20%. 8.3 Das características citadas abaixo, qual não se atribui a países em desenvolvimento? (A) Baixo nível de qualidade de vida. (B) Baixo nível de produtividade. (C) Distribuição de renda igualitária. (D) Dependência da produção agrícola e das exportações dos produtos primários. (E) Dependência e a vulnerabilidade nas relações internacionais e nacionais. 8.4 Qual dos seguintes itens abaixo pode ser considerado um fator de estímulo ao investimento privado (tanto interno quanto externo) (nível M)? (A) Respeito ao direito de propriedade intelectual. (B) Alta carga tributária. (C) Proteção comercial (tarifas). (D) Balanço de pagamentos superavitário. (E) Ausência do efeito alcance. 8.5 Leia o trecho a seguir: “O Brasil recuou do 68º para o 69º lugar na classificação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) 2006, elaborado pelas Nações Unidas, que avalia a variação do PIB per capita, alfabetização de adultos, matrículas escolares e expectativa de vida de 177 países. O ranking foi elaborado com base em dados de 2004. Os números revelam que o PIB per capita avançou 3,1%, graças a programas como o Bolsa-Família, e que a expectativa de vida dos brasileiros cresceu de 70,5 anos em 2003 para 70,8 anos em

2004. A melhora desses dois indicadores elevou a nota do país de 0,788 para 0,792, numa escala de pontuação que vai de zero a 1. Mas não foi suficiente para compensar os péssimos resultados alcançados nas áreas de Educação e Saúde. O Brasil segue entre as nações com médio desenvolvimento humano, atrás da Líbia, da Rússia, da Macedônia, da Bielo-Rússia e da Dominica. E pior: 28 países classificados como subdesenvolvidos têm IDH superior ao brasileiro.” (Terra, 2007). Com base no texto e nos conceitos de crescimento e desenvolvimento econômico, é incorreto afirmar que: (A) o crescimento econômico é condição indispensável, mas não suficiente para o processo de desenvolvimento econômico. (B) o Produto Interno Bruto (PIB) per capita é um excelente indicador da qualidade de vida de uma sociedade e do nível de desenvolvimento econômico de um país. (C) o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) fornece mais informações sobre o desenvolvimento econômico de um país do que o Produto Interno Bruto (PIB). (D) o Produto Interno Bruto (PIB) não fornece informações sobre a qualidade de vida da população. (E) o Brasil teria alcançado uma posição pior no ranking do IDH caso fosse considerado o Produto Nacional Bruto (PNB) no lugar do Produto Interno Bruto (PIB). 8.6 Em relação ao efeito alcance, é correto afirmar que: (A) os países mais ricos têm maior vantagem no efeito alcance. (B) os países mais pobres não respondem positivamente a pequenos investimentos. (C) os patamares de produtividade independem se um país é rico ou pobre. (D) os países mais pobres podem apresentar crescimento mais rápido. (E) os países mais ricos alcançam maiores crescimentos, em tempos reduzidos. 8.7 Suponha que um país adote o modelo de crescimento econômico baseado na absorção de poupança externa. Qual é a condição necessária para que esse modelo se comprove eficiente? (A) Importar bens de produção que gerem taxas de retorno superiores ao custo do principal mais juros do financiamento do déficit. (B) Importar bens de consumo que gerem taxas de retorno superiores ao custo do

principal mais juros do financiamento do déficit. (C) Importar bens de consumo que gerem taxas de retorno inferiores ao custo do principal mais juros do financiamento do déficit. (D) Importar bens de produção que gerem taxas de retorno inferiores ao custo do principal mais juros do financiamento do déficit. (E) Importar bens de consumo que gerem taxas de retorno equivalentes ao custo do principal mais juros do financiamento do déficit.

(C) uma taxa que considera os gastos governamentais para equilibrar a economia. (D) o ajustamento da taxa de juros nominal à inflação. (E) o ajustamento de uma economia em relação a outras economias, com as quais se travam relações comerciais. 9.5 Considere: curva de oferta agregada de longo prazo vertical ao nível do produto de pleno emprego; curva de demanda agregada definida pela teoria keynesiana; situação inicial de equilíbrio de longo prazo. Se ocorrer um aumento nos preços internacionais do petróleo, é correto afirmar que: (A) no curto prazo, haverá inflação sem alteração no volume de emprego; o nível de produto de pleno emprego será menor quando comparado com a situação anterior ao aumento nos preços internacionais do petróleo. (B) no curto prazo, o produto continuará no pleno emprego com inflação, uma vez que a produção será estimulada pelo aumento do nível de preços esperados decorrente da elevação nos custos das empresas. (C) se as expectativas forem otimistas, o produto permanecerá no pleno emprego e não ocorrerá inflação, no curto prazo, uma vez que o aumento no custo de produção será compensado pela queda nos salários nominais. (D) não ocorrerá inflação, no longo prazo, uma vez que aumentarão as despesas de produção, sendo compensadas pela elevação da inflação esperada. (E) no curto prazo, ocorrerá inflação combinada com desemprego. No longo prazo, a economia voltará para o pleno emprego. O Banco Central poderá reduzir a conseqüência do desemprego no curto prazo praticando uma política monetária expansionista, todavia provocará mais inflação. 9.6 Ao contrário dos clássicos, Keynes considera a poupança uma função: (A) inversa do nível de juros. (B) direta do nível de investimentos. (C) direta das taxas de juros. (D) direta do nível de renda disponível. (E) inversa do nível de renda disponível. 9.7 A política monetária refere-se ao estabelecimento da quantidade ofertada de moeda. Nesse sentido, faz parte das ações recessivas desse tipo de política:

SEÇÃO 9 – Crescimento da Oferta de Moeda e Inflação: 9.1 O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil (Copom) resolveu reduzir a taxa básica (Selic) de 20,0% ao ano para 19%. Se a taxa de inflação anual esperada reduziu de 10% ao ano para 9%, podemos afirmar que: (A) o juro real caiu. (B) os juros nominal e real caíram. (C) não houve alteração do juro real. (D) o juro real subiu. (E) o juro nominal subiu. 9.2 O financiamento dos gastos do governo pela criação de base monetária provoca, no longo prazo, aumento do(a): (A) nível das reservas internacionais. (B) endividamento externo. (C) endividamento privado. (D) inflação. (E) crescimento econômico. 9.3 O governo, para reduzir uma tendência de aumento de inflação, deve usar qual política monetária? (A) Retirar títulos públicos federais de circulação no mercado. (B) Aumentar a percentagem de depósitos compulsórios dos depósitos à vista dos bancos comerciais. (C) Diminuir a taxa de juros das operações de mercado aberto. (D) Aumentar gasto do governo. (E) Promover uma desvalorização cambial. 9.4 É correto afirmar que o Efeito Fisher é: (A) uma fórmula que serve para mostrar o grau de dependência econômica. (B) uma fórmula que serve para medir o aumento do PIB em relação ao ano anterior.

(A) a aceleração da quantidade de moeda em circulação. (B) a redução das taxas de juros. (C) a redução das taxas de coeficientes de reserva. (D) a venda de títulos do Banco Central. (E) a compra de títulos públicos. 9.8 Laura depositou R$ 2.500,00 na poupança em janeiro de 2008. Admita que a taxa de juros paga pelo banco foi 9% ao ano e que a taxa de inflação acumulada para o ano de 2008 foi de 4,8%. Pelo Efeito Fisher os valores nominais e reais, respectivamente, que Laura obterá em janeiro de 2009 são: (A) R$ 2.725,00 e R$ 2.400,00. (B) R$ 2.275,00 e R$ 2.405,00. (C) R$ 2.725,00 e R$ 2.366,00. (D) R$ 2.725,00 e R$ 2.605,00. (E) R$ 2.275,00 e R$ 2.650,00. 9.9 Suponha que João tenha comprado um título de renda fixa no Banco A, que lhe pagou uma taxa de juros real de 3% em um determinado ano. A taxa de juros cobrada pelo banco foi de 15% pelo mesmo período. Qual foi a inflação verificada? (A) 10%. (B) 6%. (C) 8%. (D) 5%. (E) 12%. 9.10 De acordo com Mankiw (2006, p. 649) a teoria quantitativa da moeda afirma que “a quantidade de moeda disponível determina a (o) _______________________ e que a taxa de crescimento na quantidade de moeda disponível determina a (o) _______________________”. Assinale a alternativa que preencha corretamente, na ordem, as lacunas acima. (A) taxa de inflação – nível de preços (B) nível de preços – taxa de inflação (C) taxa de juros nominal – taxa de inflação (D) taxa de inflação – taxa de juros real (E) nível de preços – taxa de juros nominal 9.11 Qual das ações abaixo não deve ser aplicada para comprimir uma inflação de demanda agregada? (A) Aumentar a carga tributária. (B) Aumentar os gastos do governo. (C) Elevação da taxa de juros. (D) Controle de crédito. (E) Arrocho salarial.

SEÇÃO 10 – Flutuações Econômicas de Curto Prazo: 10.1 Imagine que o Banco Central reduza a oferta de moeda e que demanda de moeda permaneça fixa. Nesse caso, podese dizer que: (A) haverá um aumento na taxa de juros e um aumento nos investimentos. (B) haverá uma redução na taxa de juros e um aumento nos investimentos. (C) haverá um aumento na taxa de juros e uma redução nos investimentos. (D) haverá uma redução na taxa de juros e uma redução nos investimentos. (E) haverá um aumento na taxa de juros e os investimentos privados crescerão. 10.2 Associe as afirmativas abaixo com as Políticas Monetária e Econômica. I. Executada pelo Banco Central de cada país, que possui poderes e competência próprios para controlar a quantidade de moeda na economia. II. Ações do governo no sentido de controlar e regular a atividade econômica. III. São seus instrumentos, o conjunto de ações e medidas à disposição do governo para a regulação da atividade econômica. IV. Quatro tipos de instrumentos: Política Monetária, Política Fiscal, Política Cambial e Política de Rendas. V. São seus instrumentos clássicos de controle: recolhimentos compulsórios, open market, redesconto bancário e empréstimos de liquidez. VI. Diz-se que é restritiva quando as autoridades monetárias promovem reduções dos meios de pagamento da economia retraindo a demanda agregada (consumo e investimento) e a atividade econômica.

10.3 A curva de demanda agregada por bens e serviços pode deslocar-se para cima ou para baixo ao longo do tempo. Entre os motivos que justificam esse deslocamento para cima, pode-se citar: (A) redução das compras do governo, indicados por uma política fiscal restritiva.

(B) redução da oferta monetária, indicada por uma política monetária restritiva. (C) venda de títulos públicos, com a intenção de diminuir a quantidade de moeda disponível na economia. (D) elevação dos gastos autônomos de investimento e consumo privado, como resposta a uma melhor confiança do investidor e do consumidor. (E) redução das exportações, em função de políticas fiscais expansionistas. 10.4 É comum a utilização do Modelo de Demanda e de Oferta Agregadas para explicar as flutuações econômicas. No âmbito desse modelo, assinale a alternativa falsa. (A) A curva de oferta agregada é vertical no longo prazo. (B) A curva de demanda agregada tem inclinação negativa por três motivos, a saber: efeito riqueza, efeito taxa de juros e efeito taxa de câmbio. (C) Uma redução dos impostos diretos e conseqüente aumento do consumo fazem com que a curva de demanda agregada se desloque para a esquerda. (D) A produção de bens e serviços e o nível geral de preços se ajustam para equilibrar a demanda agregada e a oferta agregada. (E) No curto prazo, a curva de oferta agregada tem inclinação positiva. Três teorias tentam explicar tal inclinação, a saber: teoria dos salários rígidos, teoria dos preços rígidos e teoria das percepções equivocadas. 10.5 Sobre as flutuações existentes na Oferta e Demanda Agregada, pode-se considerar como verdadeiro que a curva de demanda agregada por bens e serviços pode se deslocar para cima devido a: (A) diminuição das compras do governo (ou aumento de impostos). (B) diminuição das exportações. (C) aumento da oferta monetária na economia; é a chamada política monetária. (D) diminuição dos gastos autônomos de investimento e consumo do setor privado. (E) aumento das importações. 10.6 Suponha um aumento dos gastos do governo. Nesse caso, o que aconteceria com a demanda agregada, o nível de preços (considerando que a economia esteja operando no pleno emprego) e o produto dessa economia? (Nível M) (A) A demanda agregada se deslocaria para cima, o nível de preços aumentaria e o produto permaneceria inalterado.

(B) A demanda agregada se deslocaria para baixo, o nível de preços diminuiria e o produto aumentaria. (C) A demanda agregada se deslocaria para cima, o nível de preços e o produto aumentariam. (D) A demanda agregada se deslocaria para baixo, o nível de preços e o produto permaneceriam inalterados. (E) A demanda agregada permaneceria inalterada, o nível de preços aumentaria e o produto diminuiria. 10.7 Suponha que o governo decida reduzir a tributação no Brasil. Por meio do diagrama de demanda agregada e oferta agregada (de curto prazo), o que aconteceria com o nível geral de preços, a produção e o nível de emprego na economia? (Nível M) (A) O nível geral de preços permaneceria inalterado, e a produção e o emprego aumentariam. (B) O nível geral de preços, produção e o emprego aumentariam. (C) O nível de preços diminuiria, e a produção e o emprego aumentariam. (D) O nível de preços e a produção aumentariam, mas o emprego diminuiria. (E) O nível de preços, a produção e o emprego diminuiriam. 10.8 Por que no longo prazo a política monetária é ineficaz? (A) Por causa da ausência da neutralidade da moeda. (B) Por causa da curva de oferta agregada positivamente inclinada. (C) Por causa dos custos de menu. (D) Por causa de o produto de longo prazo ser igual ao produto de pleno emprego. (E) Por causa da curva de demanda infinitamente elástica. 10.9 Qual dos elementos abaixo não deslocaria a curva de demanda agregada por bens e serviços para a direita (ou para cima)? (A) Aumento da oferta monetária. (B) Aquecimento da economia mundial e conseqüente aumento das exportações. (C) Aumento dos impostos. (D) Aumento das compras do governo. (E) Aumento dos gastos autônomos de investimento e de consumo do setor privado. 10.10 É comum a utilização do Modelo de Demanda e de Oferta Agregadas para

explicar as flutuações econômicas. No âmbito desse modelo, assinale a alternativa verdadeira. (A) Uma queda da taxa de juros faz com que a curva de demanda agregada se desloque para a direita. (B) A destruição de parte dos recursos naturais de uma sociedade desloca a curva de oferta agregada para a direita. (C) Uma redução dos tributos faz com que a curva de demanda agregada se desloque para a esquerda. (D) A redução dos gastos governamentais faz com que a curva de demanda agregada se desloque para a direita. (E) Um aumento das importações faz com que a curva de demanda agregada se desloque para a direita. 10.11 É comum a utilização do Modelo de Demanda e de Oferta Agregadas para explicar as flutuações econômicas. No âmbito desse modelo, assinale a alternativa verdadeira. (A) Um aumento das exportações faz com que a curva de demanda agregada se desloque para a esquerda. (B) No curto prazo, a curva de oferta agregada tem inclinação negativa. Três teorias tentam explicar tal inclinação, a saber: teoria dos salários rígidos, teoria dos preços rígidos e teoria das percepções equivocadas. (C) Uma redução dos tributos e conseqüente redução do consumo fazem com que a curva de demanda agregada se desloque para a esquerda. (D) A curva de oferta agregada é horizontal no longo prazo. (E) A curva de demanda agregada tem inclinação negativa por três motivos, a saber: efeito riqueza, efeito taxa de juros e efeito taxa de câmbio. 10.12 Considerando a oferta e demanda agregadas, um choque no petróleo acarretaria um deslocamento da curva de: (A) demanda agregada para a direita. (B) demanda agregada para a esquerda. (C) oferta agregada para a esquerda. (D) oferta agregada para a direita. (E) oferta agregada para a esquerda e da curva de demanda agregada para a direita. 10.13 Imagine que o Banco Central reduza a oferta de moeda e que uma demanda de moeda permaneça fixa. Nesse caso, podese dizer que haverá: (A) um aumento na taxa de juros e um aumento nos investimentos.

(B) uma redução na taxa de juros e um aumento nos investimentos. (C) um aumento na taxa de juros e uma redução nos investimentos. (D) uma redução na taxa de juros e uma redução nos investimentos. (E) um aumento na taxa de juros e os investimentos permanecerão inalterados. 10.14 A curva de demanda agregada de uma determinada economia se deslocará para a esquerda quando houver: (A) uma política monetária expansiva. (B) um acréscimo substancial dos investimentos autônomos. (C) uma redução taxa de inflação. (D) uma elevação nos investimentos públicos. (E) uma política fiscal recessiva. 10.15 Por que no longo prazo a política monetária é ineficaz? (A) Por causa da ausência da neutralidade da moeda. (B) Por causa da curva de oferta agregada positivamente inclinada. (C) Por causa dos custos de menu. (D) Por causa de o produto ser o de pleno emprego. (E) Por causa da curva de demanda infinitamente elástica. 10.16 Qual dos seguintes fatores abaixo poderia deslocar a curva de oferta agregada de longo prazo? (A) Aumento da produtividade do fator trabalho e aumento dos gastos governamentais. (B) Aumento da produtividade do fator capital e aumento dos investimentos privados. (C) Aumento da tecnologia nos processos produtivos e aumento do estoque de terra. (D) Aumento dos investimentos privados e aumento do consumo agregado. (E) Aumento do estoque de mão-de-obra e aumento das exportações. 10.17 As curvas de oferta e demanda apresentam flutuações. A curva de demanda agregada por bens e serviços pode se deslocar para cima devido à(ao): (A) diminuição das compras do Governo. (B) diminuição das exportações. (C) diminuição dos gastos autônomos de investimento e consumo do setor privado. (D) aumento da oferta monetária na economia, instrumento da política monetária. (E) aumento das importações.

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