P. 1
Plano de Curso Inclusiva

Plano de Curso Inclusiva

|Views: 4|Likes:

More info:

Published by: Domiciane Araújo Azevedo Araújo on Jul 31, 2013
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

12/20/2014

pdf

text

original

EDUCAÇÃO INCLUSIVA

DADOS DO PROJETO: OBJETIVOS: Objetivo Geral: Promover uma cultura de convivência com as diferenças e as exigências legais da Educação Inclusiva.

Objetivos Específicos: - Contribuir no suporte pedagógico aos docentes em assuntos referentes à Educação Inclusiva; - Aprofundar e ampliar a abordagem da inclusão, envolvendo aspectos da diversidade, tais como: necessidades educacionais especiais, educação de jovens e adultos, educação do campo, diversidade étnico-racial, gênero e diversidade; - Construir reflexões que ressignifiquem o manejo com as diferenças; - Possibilitar aos participantes conhecimentos básicos de Língua Brasileira de Sinais e da Cultura Surda Justificativa: As práticas educativas vêm sendo aprimoradas a cada dia, para que se possa acompanhar o desenvolvimento do aluno envolvido no processo de ensino e aprendizagem. Os fatores que influenciam nas mudanças das práticas já existentes são fatores sociais, culturais econômicos entre outros. Porém, os que mais são observados são os fatores sócio-culturais, pois é a partir da vivência dos alunos e do seu contexto social que poderemos elaborar atividades pedagógicas que venham ao encontro das necessidades e particularidades dos nossos alunos. As mudanças e as adaptações das práticas educativas existentes são fundamentais para um bom desenvolvimento do trabalho, pois conhecer e tentar entender o mundo no qual o aluno está inserido é o primeiro passo a ser desenvolvido. Proporcionar atividades interessantes que cativem a curiosidade do aluno é essencial. Portanto, são atividades concretas e bem fundamentadas que poderão guiar o professor a desenvolver as capacidades de seus alunos, a partir de uma nova perspectiva em relação ao aluno e a suas diferenças. Isso também fará com que ele venha a ter um melhor desenvolvimento, respeitando sempre suas características e especificidades e o seu tempo de aprendizado. Com isso, podemos perceber a importância da ressignificação das práticas educativas para inclusão de todos. O professor deve manter-se em constante atualização para que possa acolher as diversas realidades que chegam à escola, podendo assim adaptar atividades e avaliações de acordo com as especificidades dos alunos. Resultados esperados: Que seja desenvolvido um novo olhar e uma nova postura para responder as necessidades do trabalho com a Educação Inclusiva em sala de aula.

Metodologia: Os encontros de formação serão realizados semanalmente, com duração de quatro horas,

b) Constituição da identidade e cultura surda. Introdução à Língua Brasileira de Sinais a) História da Educação de Surdos.Sensibilização do público alvo para a diversidade. BAPTISTA.Educação e sofrimento psíquico. c) Aspectos da educação da pessoa com necessidades especiais. Educação Inclusiva a) Contato. . a partir do diagnóstico realizado. Disciplinas / Ementas / Conteúdos Programáticos: 1. Bibliografia: ALMEIDA.). _____. Inclusão e Escolarização: múltiplas perspectivas. gênero e sexualidade.Educação e Deficiência Mental.6. 2004. Editora Revinter. BRASIL. Ações Previstas: . Secretaria de educação e cultura: SEC/João Pessoa-PB. Elisabeth C.Educação do Cego. O curso será desenvolvido por seis docentes e uma aluna do Curso de Licenciatura em Computação. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. 2006.Subsidiar os participantes em suas demandas teóricas e práticas. . f) Educação.totalizando 40h em cada município atendido. p. (org. 2. Porto Alegre: Mediação. . sensibilização com a diferença e levantamento das principais demandas locais na área da Educação Inclusiva . c) Alfabeto manual e noções básica da LIBRAS. b) Educação e inclusão no Brasil – aspectos históricos e legais. Secretaria de Educação Fundamental. Cláudio Roberto.Educação e Deficiência Física..7-43. . 1996. e) Aspectos da Educação de Jovens e Adultos. Atividades Ilustradas em Sinais da Libras. 2. g) Aspectos da Educação etno-racial. Parâmetros curriculares nacionais: Adaptações . Patrícia M. . . As atividades serão desenvolvidas nos municípios de Miraguaí e Coronel Bicaco. DUARTE. -Avaliar as atividades junto aos participantes.Diagnóstico junto aos participantes dos diferentes grupos por eles atendidos. d) Aspectos da Educação do Campo.394/96. . de 20 de dezembro de 1996. Lei 9.Desenvolver e proporcionar a prática docente a aluna Anaiê discente do Curso de Licenciatura em Computação. Para racionalizar os deslocamentos as atividades serão desenvolvidas na parte da manhã em um município e à tarde no outro. com professores do ensino básico da rede pública.

Editora Mediação. Escola Inclusiva e Apoios Educativos. Ana. PELBART. 1996. Secretaria de educação e cultura: SEC/João Pessoa-PB. Ronice Muller de. 2006. RAPHAEL. de 20 de dezembro de 1996. Brasília: MEC/SEF/SEESP. S. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. JESUS. 1993. O Outro da Educação . Fernando Cesar. Peter Pál.Curriculares/ secretaria de educação Fundamental/ Secretaria de Educação Especial. Lodenir Becker. QUADROS. Secretaria de Educação Especial.Pensando a surdez com base nos temas identidade/diferença.. p. N. Porto Alegre. Brasília: MEC/SEF/SEESP. Texto: A localização política da educação bilíngüe para surdos.. Declaração de Salamanca. 1999.7-43. _____. Parâmetros curriculares nacionais: Adaptações Curriculares/ secretaria de educação Fundamental/ Secretaria de Educação Especial. Educação de Surdos – A Aquisição da Linguagem. 2008. Secretaria de Educação Fundamental. SKLIAR. 2008. BRASIL. CAPOVILLA. Porto: ASA editores II. Mediação. Brasília: MEC/SEESP. Carlos B. Editora Edusp. H. . Editora Artmed. Walkiria Duarte. Editora Artmed. Editora Vozes. 1997. 2004. A utopia asséptica. currículo e inclusão. Lei 9.ed. Carlos (org). Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira. Língua de Sinais Brasileira. Rio de Janeiro: Imago. KARNOPP. In: A nau do tempo-rei: sete ensaios sobre o tempo da loucura. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. 1999. & MARTINS. (1994). _____. Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Saberes e Práticas da Inclusão: Desenvolvimento e Competências para o atendimento Às necessidades educacionais especiais de alunos Surdos.394/96. 3. DORZIAT. Porto Alegre. Ronice Muller de. QUADROS. SKLIAR. 1999.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->