Vida

A história de todos os personagens da Bíblia

Quem é Quem na Bíblia Sagrada

Editado

por

Paul

G ar d ner

QUEM E QUE NA BÍ BLI A SAGRADA

Paul Gardner (editor)

Prazer; emoção e conhecimento

ISBN 85-7367-377-X Categoria: Referência Este livro foi publicado em inglês com o título l7x‘ Complete Who’s VCho m U x B úie por Marshall Pickering O 1995 por Paul Gardner • 1999 por Editora Vida Ia impressão, 1999 2* impressão, 1999 Traduzido por Josué Ribeiro Todos os direitos reservados na língua portuguesa por Editora Vida, rua Júlio de Castilho, 280 03059-000 Sào Paulo, SP - Telefax: (Oxxl 1) 6096-6833 As citações bíblicas foram extraídas da Edição Contemporânea da traduçào de Joào Ferreira de Almeida, publicada por Editora Vida, salvo quando outra fonte for indicada. Gerência editorial: Reginaldo de Souza Preparação de textos: Mardônio Nogueira Revisão de provas: Rosa M. Ferreira Editoraçao eletrónica: Imprensa da Fé Capa: Douglas Lucas Design
Ninoi

Impresso no Brasil, na Imprensa cia Fé

Dedicatória
fóra minha esposa, Sharon, e meus filhos, Jonathan. David e Hannah. Cujos nomes tanto significam para mim: Sharon (Sarona, Atos 9:35) foi um lugar que testemunhou um grande movimento de conversáo a Cristo pelo ministério de Pedro, lonathan significa “o Senhor deu". David provavelmente significa “amado do Senhor". Hannah significa ‘‘graça", a qual é tão importante em nossa família. N A S C I M : r p o d z l a t g i D

iii

PREFACIO

Qualquer pessoa que se aproxime da Bíblia pela primeira vez percebe que não se trata apenas de um livro teórico sobre Deus. Desde o primeiro capítulo, vemos que é uma obra que fala a respeito do Criador e sobre seu relacionamento com sua criação, espe­ cialmente com seu povo. Aprendemos sobre Deus ao vê-lo revelar-se a homens e mulheres falhos. O Senhor fala com eles. Lrabalha com eles, encoraja, disciplina, ama e castiga cada um deles. Dessa maneira, fica muito claro que Deus tem algum tipo de comunicação com cada ser humano, individualmente. Esse entendimento às vezes é de amor e comunhão, ou é um relacionamento no qual a pessoa se rebela contra Deus, mas o Senhor e Criador está sempre lá, sustentando soberanamente o mundo, durante o tempo que Ele desejar. Meu desafio e minha maior empolgação ao dirigir este projeto foi que me permitiu estudar essas pessonagens à luz da comunhão delas com Deus. Espero que todos os que lerem Quem É Quem n a BíbUa Sagrada experimentem, como eu, um conheci­ mento muito maior de Deus, ao vê-lo junto das pessoas de diferentes raças, forma­ ções, culturas e crenças. Observamos os fracos que confiam em Deus e o adoram, e são usados por Ele nas situações mais difíceis e perigosas da vida. Vemos os podero­ sos deste mundo, que não confiam no Senhor nem o adoram, despojados de seus tronos, quando Deus exerce sua soberana vontade, Vemos os pecadores serem perdo­ ados, quando se voltam com fé para um Deus amoroso que cuida do seu povo. e observamos os que são castigados, por se recusarem até mesmo a ouvir os avisos sobre o juízo de Deus. Quando olhamos para as personagens da Bíblia, descobrimos como o pecado en­ trou no mundo e afetou cada ser humano. Vemos isso até mesmo na vida dos assim chamados “heróis" da fé. Na revelação bíblica, não existem seres humanos perfeitos (a não ser Cristo). Abraão, Moisés, Davi e outros grandes líderes são vistos como homens de Deus, mas também como pecadores, que necessitam do perdão divino. Quando lemos sobre o pecado que homens e mulheres cometeram, imediatamen­ te percebemos que são pessoas idênticas a nós. Entretanto, também observamos como Deus perdoou os que se voltaram para Ele; assim, temos esperança para nós mesmos, se também confiarmos em seu perdão e salvação. Quando olhamos para a sociedade e nos surpreendemos com os horrores que nos cercam, vemos que outras pessoas viveram em tempos que foram no mínimo tão maus ou até mesmo piores (veja, por exemplo, o período dos Juizes), e nos reanimamos com o fato de que naquela época Deus era soberano e Ele permanece o mesmo hoje. Vemos a sinceridade de um ho­ mem fiel. como Davi. ao perguntar: “ Até quando, Senhor?”; “Por que os ímpios pros­ peram?" Nós nos identificamos com suas emoções; fazemos as mesmas perguntas para Deus e aprendemos do Senhor, quando vemos suas respostas para Davi e outros, através da história. Em benefício do homem, desde o mais insignificante até o principal líder mundi­ al. encontramos um Deus soberano, que se importa com a humanidade. Quando se revela às pessoas, ao longo das épocas, fica evidente que esse cuidado do Criador santo e transcendente pelo ser humano é que levará à sua provisão para a salvação.

v

QUEM É QUEM NA BÍBLIA SAGRADA Enquanto o foco bíblico estreila-se, aponta inexoravelmente para o plano eterno de Deus de enviar seu único Filho Jesus para trazer salvação ao homem que Ele criou e o qual ama. A encarnação de Cristo torna-se a maior demonstração do quanto o Se­ nhor se preocupa conosco. Quando estudamos a vida dos que conheceram Jesus e colocaram sua fé nele e O seguiram, mesmo que isso conduzisse à própria morte, descobrimos o que significa ser um recipiente da graça, da misericórdia e do perdão de Deus. Vemos a alegria em seu viver, mesmo diante das perseguições, doenças ou dos desastres naturais, pois sabem o que significa pertencer ao Senhor. Quando ve­ mos a maneira como conquistaram o mundo de sua época, isso nos dá um entendi­ mento mais profundo do Deus que ama, perdoa, salva o homem do castigo e o conduz à eternidade junto consigo. E minha grande esperança que todos os que lerem este livro vejam a Bíblia como algo mais real. mais relevante e útil do que talvez considerassem antes. Espero tam­ bém que esta obra apenas aguce o apetite para o estudo mais profundo e contínuo de cada leitor sobre esse Deus que criou o homem e se revela não de uma maneira abstrata. mas na vida real, no mundo real, sobre o qual Ele permanece como absoluto soberano. PAUL D. GARDNER Cheshire, 1995

INTRODUÇÃO

Propósito
O propósito deste Iívto é o de prover uma referência exaustiva que possibilite a rápi­ da utilização sobre as personagens mencionadas nos textos bíblicos, do Antigo e do Novo Testamento. Assim, para cada uma delas há pelo menos algumas informações mínimas, bem como as referências bíblicas e uma breve descrição do seu papel pes­ soal na narrativa bíblica e sua possível relação com outros nomes. A intenção desta obra é que ela seja um livro útil ao maior número possível de pesquisadores. É livro de referências muito prático, tanto para os estudiosos da Bíblia como para os principiantes. Estudantes, membros de igrejas locais, professores, pas­ tores e alunos de seminários e institutos bíblicos, todos reconhecerão o valor de uma obra como esta. Também esperamos que seja um livro útil como referência nas biblio­ tecas públicas e particulares. Ele foi deliberadamente escrito com o propósito de evitar ao máximo os detalhes técnicos. Os leitores com certeza adquirirão um considerável entendimento do quadro com­ pleto das principais personagens bíblicas. Essa descrição de nomes também destinase a ajudar os estudiosos a entender melhor o lugar de cada servo de Deus dentro dos propósitos divinos e da história de seu povo. A visão bíblica do próprio Criador e de seu relacionamento com o ser humano muitas vezes é mais bem apreendido quando estudamos os homens e as mulheres em sua comunhão com Deus. É claro que tais objetivos em muitos casos não são alcançados, devido às informações do texto serem insuficientes. Outros artigos muito úteis loram incluídos, os quais apóiam a obra como um todo e contribuem para um melhor entendim ento do material bíblico relacionado com os nomes mencionados nas Escrituras. Embora o leitor pense imediatamente em numerosos ouLros artigos que também deveriam ser incluídos, o espaço dispo­ nível tornou isso impossível. Os que toram registrados, entretanto, mencionam pro­ pósitos especiais que muito ajudarão o leitor. Por exemplo, existem dados sobre crianças, personagens sem nome, como a mulher no poço, anjos, leofanias e mesmo sobre genealogias. Esta obra foi escrita sob o entendimento de que a história bíblica deve ser cuida­ dosamente selecionada. Os vários escritores das Escrituras Sagradas, guiados pelo Espírito Santo, mencionaram eventos e pessoas porque estavam interessados no Deus da história, que opera entre as pessoas do seu mundo e no meio da sua criação. Houve os que cuidaram dos diferentes aspectos dos acontecimentos, mas sempre se mostra­ ram preocupados em ensinar à sua própria geração e às futuras mais sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e especialmente com o povo da sua aliança. O propósi­ to deste livro, portanto, é apresentar da maneira mais clara possível — dentro das limitações de uma obra de apenas um volume — o maior número possível de infor­ mações sobre Deus e os seres humanos que viveram diante do Criador onipresente e onisciente.

vii

Como u u r este volume Em alguns aspectos, esta obra podo ser utilizada do uma maneira muito dirola. Simplesmente procuro o nome e leio! Sempre que dois. três ou mais personagens diferentes tenham o mesmo nome. são listados como 1 . 2. 3 etc. e talvez seja necessá­ rio olhar todos elos para encontrar, por exemplo, o Zacarias desejado. O propósito desta obra é dar. sempre que possível, um pouco mais de informações além dos simples detalhes biográficos de cada personagem. Com isso em mente, para extrair o máximo deste livro e aprender sobre o porquê de um nome ser mencionado na Bíblia e o que essa menção ensina sobre Deus e seus propósitos, provavelmente será necessário que o leitor olhe também outros nomes relacionados. Já que todos os nomes da Bíblia estão listados neste volume, a referência a outros nomes só é feita quando a informação contida no verbete é realmente necessária para se ter um qua­ dro completo do assunto. Por exemplo, o leitor talvez esteja interessado em saber mais sobre Reuel. o sogro fie Moisés. Uma olhada rápida remete-o até Jetro. Um verbete mais longo mostra como ele. um midianila. foi usado por Deus não somente para prover moradia e uma esposa para o grande legislador, mas posteriormente para conceder valiosos conse­ lhos sobre a delegação da autoridade na liderança do povo de Israel, em sua viagem através do deserto. A açáo de Jetro demonstra o cuidado de Deus por seu povo e especialmente pelos líderes escolhidos por Ele. Isso pode também levar o leitor a ler os artigos sobre Moisés e a "Aliança", pois ambos acrescentarão um considerável en­ tendimento do cuidado do Todo-poderoso por seu povo e sua atenção especial pelo genro de Jetro. O interesso de aprender mais sobre Saul levará o leitor a perguntar por que Samuel parocia tão relutante om aceitar uin monarca subindo ao trono em Israel. Os artigos sobre *'Rei”. "Reinado" e “Samuel" ajudarão o estudioso a entender melhor a atitude do próprio Deus quanto à questão dos israelitas desejarem um rei e o dilema com o qual Samuel se deparou. Colaboradores Esta obra inclui a lista dos que colaboraram em sua elaboração. Sempre que um verbete possuir mais de 100 palavras, as iniciais do nome de quem contribuiu são registradas. Ocasionalmente, quando houver mais de uma pessoa com o mesmo nome. diferentes colaboradores escreveram sobre elas. Isso é Facilmente notado pelas inici­ ais dos nomes. Pontos de interrogação Algumas referências bíblicas são seguidas por um ponto de interrogação. Isso indica simplesmente que não se tem certeza se aquele texto se refere à pessoa que oslá sendo descrita. Questões que surgem Existem certas dúvidas que obviamente surgem ilurante u preparação de um volu­ me como este; são questões difíceis e polémicas. Mas a intenção dos que colaboraram foi « melhor possível.
vflll

H/Ao w i/ duscundantot O vocábulo traduzido como "filho" h.n vozes m u refere do lonna genérica u um descendunte do sexo masculino ou uo que entendemos como "flllio", isto é, um descendente direto de um homem ou da uma mulher. O termo “pai” também podo reforir-se ao pai direto ou a um importante ancestral. No livro Quem tf Quem. o vocábulo “filho" é usado onde há uma indicação razoável para se entender que um "filho” direto é mencionado naquele momento. Em outras circunstân­ cias. utilizamos o termo "descendente". O mesmo principio é aplicado também com relação ao vocábulo "pai". Não há dúvida de que em certas ocasiões alguém discorda­ rá da decisão tomada. Às vezes existem problemas genuínos, que causam opiniões divergentes entre os- estudiosos. Recomendamos que o leitor leia o artigo “Genealogias Bíblicas". Pessoas ou lugares? Em numerosos textos existe diferença de opinião se os nomes exibidos se referem a pessoas ou lugares. Até mesmo em alguinas genealogias parece que nomes de lugares estão misturados com os de personagens. As pessoas provavel­ mente chamavam certos locais pelos seus próprios nomes, criando assim um proble­ ma para nós. que vivemos tanto tempo depois que os eventos aconteceram (veja o exemplo de Manre). Normalmente, nesta obra. onde ocorrem tais diferenças de opi­ nião entre os estudiosos, os nomes têm sido tratados como indivíduos, embora seja óbvio que na verdade muito pouco possa ser dito a respeito de tal pessoa. Na maioria dos casos, náo gostaríamos de entrar numa discussão sobre essa questão! Nomes ou versões diferentes? Todos os nomos escritos baseiam-se 11a Versão Con­ temporânoa da Bíblia, em português. Os leitores que adotam outras traduçõos enconIraráo certa dificuldade, pois existem pequenas diferenças na maneira em que os nomes são escritos.

Os nomes e seus significados Muitas vezes supõe-se que todos os nomes bíblicos têm um significado especial. Ksse. contudo, não é o caso. A grande maioria dos nomes funciona de forma similar à maneira ein que são usados hoje na maioria dos paises ocidentais. Simplesmente identificam um indivíduo em particular. Assim, o nome Jó não significa nada mais para nós. a não ser para diferençar o personagem Jó de outro chamado Bildade: náo podemos conhecê-lo por meio de seu nome. pois este nada diz sobre seu caráter. Nesta obra. quando foi possível, traduzimos 0 significado dos nomes; mas isso funciona apenas como curiosidade e nada mais. Quando meus pais mo deram o nome de Paulo, eles não pensaram no sentido original em latim, porém imaginaram que elo se referia a alguma característica minha — assim polo menos eu espero, pois meu nome significa “pequeno”. For outro lado. meu nome tinha um significado para eles e muitos do seus amigos, pois venho de uma família cristã e eles deliberadamente escolhiam nomes da Bíblia para todos os filhos. Não há dúvida de quo alguma coisa assim podo ser vista na escolha dos nomes de muitas pessoas, principalmente uo Antigo Testamento. Os pais escolhiam nomes para os filhos quo os identificassem com uma família que desejava ser conhecida como fiel ao Senhor; por isso muitos nomos oram compostos polo sufixo "el", quo significa Deus, ou com formas abrevia­ das de leová. que aparecem de forma variada mas frequente, como Isaías, Jeremias. Zacarias, Elias (meu Deus c leová) e Josué (Jeová salva). Em algumas partes do mundo ainda é comum os pais colocarem no filho mais velho o mesmo nome do pai. Para a freqilente diversão dos europeus, em cujos países isso não se usa mais. exceto nas famílias reais, essa prática ainda é muito usada nos Ix

Kitudos Unidos, onda tomos alguns axornplo.i ramosos, r.omo Goargo Hamilton IV! 'Ilimbrim nas Escrituras, lal prática podo sor vista ocasionalmente. For exemplo, vo-

inos o dobalo sobre o nomo que soria dado a João Batista, na época do sou nascimento. A iamil ia esporava que o menino recebesse o noine do pai, Zacarias. Na verdade, Deus tinha outros planos e a criança finalmente foi chamada de João (Lc 1.13,57-66). Esse incidente levantou uma questão interessante, quando organizamos esta obra. pois na verdade existem pouquíssimos casos na Bíblia em quo descendentes recebem o nome do pai ou do avô. Alguns analisam a questão e sugerem que isso era muito mais comum entre as famílias sacerdotais, como no caso de Zacarias. Sem dúvida a função hereditária dos levitas e sacerdotes era a grande responsável por isso. Prova­ velmente havia um grande orgulho de que o filho continuasse o mesmo trabalho para o Senhor que seu pai fazia, e o senso de continuidade no sacerdócio e na vocação dos levitas era assim enfatizado por meio dos nomes. Existe, contudo, um grande número de situações na Bíblia, tal como aquela sobre João, mencionada anteriormente, em que o nome claramente significa mais do que a simples identificação de um Indivíduo. Naquela situação, o próprio Deus colocou o nome de João. que significa "leová tem sido gracioso". Dessa maneira, o nome estava relacionado com o trabalho e a mensagem que ele traria para o povo de Israel; era uma mensagem de arrependimento e de preparação para o advento do Messias. Era unia mensagem que seria resumida na declaração: "Jeová tem sido gracioso”. Além de indicar a mensagem ou a vocação da pessoa, outros nomes também resu­ mem todo o indivíduo, ou talvez alguns aspectos de seu caráter. personalidade ou estilo de vida. O fato de que os nomes podem ler esses significados ó visto mais claramente em relação ao próprio Deus. Vemos repetidamente na Bíblia referências ao “nome" de Deus. A Bíblia fala sobre adorar ou invocar “o nome de Deus" e para náo blasfemar o seu “nome” (Gn 4.26: 21:33: Lv 9.12: SI 9.10 otc. Veja o verbete Deus. para maiores detalhes). Aqui. o nome é usado para dar a idóia de tudo o que é conhe­ cido sobro Deus. O nome Jesus, que significa "Jeová salva", foi dado ao Messias pelo próprio Deus o resume plenamente tudo o que Ele veio fazer e também o que era. Ele veio para salvar, mas também era o próprio Deus (veja mais detalhes em Jesus). Existem muitos outros exemplos menos notáveis de nomes que descrevem algo do caráter da pessoa ou as circunstâncias que cercaram seu nascimento. Algumas vezos os nomes eram colocados sob a direção direta do Senhor, enquanto em outras ocasiões parece que a soberania geral de Deus trabalhava para que nomes apropria­ do» fossem dados a certos indivíduos. Por exemplo. Nabal, cujo nome significa “tolo”, agiu como um tolo. Jacó, cujo nome significa "suplantador". usurpou a posição do irmão: "Disse Esaú: Náo se chama ele com razão Jacó, visto que já duas vezes me miganou? Tomou-me o direito de prímogenitura o agora me tirou a bênção!” (Gn 27.36). Antes do morrer, logo depois do parto. Raquel chamou o filho de Benoni, que signifi­ ca “filho da minha tristeza" (Gn 35.18). Algumas pessoas receberam de Deus ou de outras pessoas nomes mais apropria­ dos ao sou carátor ou chamado. Dois exemplos são Abráo, que se tornou Abraão, o Sarai, cujo nomo mudou para Sara. Jacó (suplantador) foi chamado de Israel por Deus. o quo tom quo vor com sua luta com o Senhor em Poniel (Gn 32.28). Daniel e seus amigos ruceboram outros nomes na Babilónia, que claramente indicavam sua posição do dopondância no cativeiro. Certamente é esse fato de que os nomes podem ser mudados para indicar uma nova posição ou chamado que suscita a idéia de que uin diu Dous chamará sou povo por “outro nonie" (Is 56.5; 65.15; Ap 3.12).

x

Outro ponto digno de raençflo é o poder expresso no processo do se dar nomes. Jó mencionamos que os babilónios mudaram os nomes de Daniel e seus amigos, para demonstrar dessa maneira o controle que tinham sobre eles. Faraó Neco fez o mesmo com o rei Kliuquim, a quem deu o nome de Jeoiaquim, como sinal de sua autoridade o sou controle sobre ele (2 Ks 23.34). Homens ou mulheres poderiam demonstrar esse poder. Por exemplo, a filha de Faraó deu o nome de Moisés ã criança que encontrou no rio. Adão recebeu de Deus o direito de dar nomes aos animais, o que sem dúvida indica a autoridade delegada pelo Senhor (Gn 2.19.20). Qualquer que seja o pensa­ mento sobre as irnplicaçóes dos aluais debates sobre o papel da mulher, Adão tam­ bém recebeu permissão de Deus para dar nome à primeira mulher: “Eva" (“vida". Gn 3.20). O processo do dar nomes às pessoas pode ser algo muito significativo na Bíblia, mas é importante deixarmos que o texto nos dê alguma indicação de quando este é o caso. De todos os milhares de noines relacionados nesta obra. alguns são realmente muito importantes em seu significado, ou indicam algo sobre o poder ou a autoridade que foram exercidos no processo da escolha do nome. A grande maioria, contudo, sig­ nificou muito para o pai ou a mãe. no momento da escolha, mas só serve para identifi­ car um indivíduo na Bíblia, da mesma maneira que os nomes fazem em nossa época.

xl

COLABORADORES

P.D.G.

O Editor Gardner, Paul D. M. Div. A.K.C., Ph.D. Pastor da Igreja Inglesa em Choshire. Inglaterra. Tilular da disciplina Novo "testamento do Oak Hill Theological College. em Londres. Conferencista de fama mundial. Seus auxiliares Blomberg, Cralg. M.A., Ph.D. Professor da disciplina Novo Tbstamento. no Denver Seminary, em Denver, Colorado, USA. Ordenado pastor pela Convençáo Batista do Sul. Bock, Darrell. Ph.D. Professor da disciplina Estudos do Novo Testa­ mento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Tfexas, USA. Orde­ nado pastor pela Igreja Associação da Trindade, em Richarding. Texas. Chapln, Shelley. B.A., \1.A. Escritor e radialista, presidente das esta­ ções do rádio KVNE e KGLY. om IVIer, Texas. USA, Candidato a Ph.D. Glodo, Michael J. M.Div., Th.M. Professor Auxiliar da disciplina Anti­ go '/testamento, no Reíormed Theological Seminary. em Orlando, Flórida. USA. Candidato a Ph.D. Ordenado pastor pela Igreja Evangélica Presbiteriana. Harris, W. Hall. Th.M., Ph.D.. professor da disciplina Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas. USA. Hess, Richard. M.Div., M.Th.. Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Hebraico, no Glasgow Bible College. em Glasgow. Escócia. Kistemaker, Slmon J. B.D.. Th.D. Professor da disciplina Novo Testamen­ to e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Jackson. Mississippi. USA. Ex-presidente (Li Sociedade Teo­ logia Evangélica. Ordenado pastor pela Igreja Cristã Reformada. Long, Philip. M.Div.. Ph.D.. professor da disciplina /\ntigo Testamento, no Govenanl Theological Seminary. em St. Louis, Missouri. USA. Or­ denado pastor pela Igreja Presbiteriana 11a América. Luter, Boyd A. Th.M.. Ph.D.. professor auxiliar no lalbnt School of Thcology, em La Mirada, Califórnia, USA. Lowery, David K. Th.M., Ph.D., professor da disciplin;, Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Texas. USA. Ordenado pastor pela Igreja Metodista da Bíblia, Texas. xll

C.B.

D.B.

S.C. M.J.G.

VV.H.H. R.H. S.J.K.

P.L.

A.H.L.

D.K.L.

A.M.

Mawhlnney, Alton. M.Div., Th.M., Ph.D.. profeuor da disciplina Novo Thstamento e diretor do Rnformed Theological Seminary. em Orlando, flórida, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na América. McReynolds, Kathy. R.A., M.A. Escritora renotnada sobre as mulheres cristãs e as mulheres da Bíblia. Candidata a Ph.D. pela Biola University. em Ia Mirada. Califórnia, IJSA. Merrill, Eugene. Ph.D., professor da disciplina Estudos do Antigo Tes­ tamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas, USA. Motyer, J. Alec. M.A., B.D.. ex-diretor do Trinity Theological College. em Bristol, Inglaterra. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro da Igreja de Cristo, Inglaterra. Munro, Robert. B.A Ordenado pela Igreja Inglesa, tornon-se ministro assistente na igreja em Hartford. Cheshire. Inglaterra. Plckles, Mark. B.A. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-sn ministro da igreja cm VVinsford, Cheshire, Inglaterra. Candidato a D.Min. pelo Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida. USA. Pratt, Rlchard. M.Div., Th.D., professor da disciplina Antigo '[testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida, USA. Orde­ nado pela Igreja Presbiteriana na América. Silva, Moisés. B.D,, Th.M., Ph.D., professor da disciplina Nom Testa­ mento e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Wcstminster Theological Seminary, em Philadetphia, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana Ortodoxa. Trltes, Allison, A. Th.M., D. Phil. Destacado professor de Estudos Bí­ blicos nas Acadia Divinity Colloge e Acadia University, em Wolfville, Nova Escócia, Canadá. Ordenado pela Federação Batista Canadense. VanGemeren, Willem. M.A., Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Ungvas Somíticas, na Trinitv Evangelical Divinity School, em Deerfield, Illinois, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na America. Vibert, Simon. M,Th. Onlenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro na igreja em Buxton. Derbyshíre, Inglaterra. Wegner, Paul D. M.Div„ Th.M., Ph.D.. diretor do Departamento Bíblico [Antigo Testamento), no Moodv Bible Iustitute, em Chiuigo, Illinois, USA. Wlnter, Bruce. Th.Scol.. M.Th.. Ph.D. Diretor do Instituto sobre os An­ tigos Cristáos no Mundo Groco-Roinano, no Tyndale Housn, em Cambridge. Inglaterra. Ordenado pela Igreja Anglicana na Austrália. xlil

K.MCR.

E.M.

J.A.M.

R.M. M.P.

K.P.

M.S.

A.A.T.

W.A.VG.

s.v.
P.D.W.

13. VV.

“servo de”). Jó 26. de Judá (1 Cr 5.6). 2. que viveu em Gileade e Basã. Era filho de Guni e encontra-se nas genealogias do tempo do rei Jotão. a estrela que caiu do céu}. um sacerdote músico. Provavelmente uma forma do nome Airã (Nm 26. ABA (Heb. AASBAI .38).22: Pv 15. A BD EEL (Heb. Pai de Elifelete. 2.A AARÁ. ABADOM (Heb.26. “servo de Deus”). tal “destruição” vem. 1 . “irmão do que é inteligente”). um lugar totalmente maligno e reservado para os ímpios. ABDA (Heb. etc. Um descendente de Elão. usado também ape­ nas nesse versículo. Ele é usa­ do como nome apenas em Apocalipse 9. do diabo [v J. Um dos sete eunucos que ser­ viam ao rei Xerxes (Et 1. “servo de Deus”). O pai de Adonirão.34). A B D I E L (Heb.17). De qualquer forma. ABÃ (Heb. Terceiro filho de Benjamim (1 Cr 8. G 1 4. O pai de Selemias. entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. O pai de Quis.11. onde se refere a um anjo que é o rei do abismo. Rm 8. Este vocábulo é encontrado várias vezes no Antigo Testamento. que viveu nos últimos dias de Davi e na época da construção do Templo sob o rei­ nado de Salomão (1 Cr 6.6. O filho de Sainua e um dos levitas que se estabeleceram em Jerusalém na época de Neemias (Ne 11. O equivalen­ te grego é Apoliom . Nome aplicado a Deus em Ires textos do Novo Testamento (Mc 14. que traz morte e tormento. A notícia triste é que. muitas delas sempre se recusarão a arrepender-se [v.10). ABDI (Heb. 3. 1.6).15. 1.8). Veja Deus (Púi).12). pela fé (v. 4). Os dois. é utilizado como sinónimo de “morte”. contudo. traduzido como “perdição” e “destruição” (cf. porque “o Senhor os ha­ via escondido”. 211 p *d . contudo.44). ABAGTÁ. Mesmo em Apocalipse 9. “adorador” ou “servo”). entretanto.11. ficaram seguros. Veja Vasti.36. oficial do rei Salomão. pai de Etã. Em 1 Crónicas 2. da tribo de Judá (1 Cr 4. que ajudou na puri­ ficação do Templo nos dias do rei Ezequias (2 Cr 29. ele está listado como o filho de Abisur e de sua esposa Abiail. 28. Na maioria desses textos. Abdi é listado em Esdras 10. é claro. onde “morte e destruição” são de certa forma personificadas. mesmo ha­ vendo tanta morte e destruição ao redor das pessoas neste mundo.15). Filho de Harum. A ARE L.).26). “Paiw ). outro levita da fa­ mília dos meraritas. encarregado dos trabalhos íor­ çados (1 Ré 4.29. As boas novas de Apocalipse 9. “lugar de destruição”). são que Satanás não pode des­ truir os que pertencem a Deus. aparece numa lista especial dos “heróis" de Davi (2 Sm 23.g . da famí­ lia dos meraritas. O pai de Quisi.1). este vocábulo representa mais uma personificação da morte e da destruição do que um outro nome para Satanás. da tribo de Judá. que recebeu ordens do rei Jeoiaquim para prender Baruque e Jeremias (Jr 36. Um gadita.

Abede-Nego. juntaninnlo com Sadraque e Mesaque. como judeus. Filho de Mica. dessa maneira. Imediatamente o rei ordenou que fossem retirados do fogo e restituiulhes suas posições de autoridade. Quando esta­ vam dentro da fornalha.B. de todas as épocas. Sadraque e Mesaque. Era conhecido por seu grando número do lilhos o netos e pertencia à tribo de Efraim. 1. O rei ficou tão impressionado com o poder libertador do Deus dos hebreus que ordenou que ninguém dissesse nada contra esses homens. P.14 coloca o nome dele como Acbor. a aparência deles era mais saudável do que a dos outros. A despeito de uma advertência feita por Deus sobre a neces­ sidade de que ele dominasse o ímpeto do pecado. alimentou-se apenas de legu­ mes e bebeu somente água (Dn 1. 3. e livrou os seus servos” (Dn 3. agricultor. que rapidamente foram promovi­ dos e ocuparam posições de poder e in­ fluência. O segundo filho de Adão e Eva. a qual. para mais deta­ lhes). o mais novo. era considerado alimento impu­ ro. "servo de Nabu”. em res­ peito ao Deus verdadeiro. en­ quanto era preparado para ser apresenta­ do na corte.c. ABEDE-NEGO (Heb. um dos com­ panheiros de Daniel. tinha aspecto “semelhante ao filho dos deuses” (Dn 3. Caim conspirou contra seu irmão 2 . Uma quarta pessoa estava presente. Hebreus 11. O rei não encontrou outros príncipes com a mesma capacidade daqueles quatro ju­ deus.13*15). e A. apresentou os melhores animais do rebanho. O relato de 2 ReLs 22. segundo as pala­ vras de Nabucodonosor. e Aram. Posteriormente. Como resultado. para enfatizar o va­ lor e o custo deles. Deus concedeu a Abede-Nego e aos outros três jovens “o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria" (Dn 1. Esse nome é encon­ trado 14 vezes em Daniel 1 a 3. um deus da Babilónia).ABDOM. em ambas as genealogias do rei Saul (1 Cr 8. foi jogado. ABEL. não. enquanto Caim.23). como Daniel.17). filho de Micaías). s. que disseram ao roi: “o nosso Dous.13-28.34 faz uma alusão à fé que eles demonstraram. 2. Filho do Illlnt.12. que confiam no mesmo Deus de Abede-Nego e seus amigos. (Obs.L. É claro que ocorreu ali uma teofania. filho de Gibeom. o mais velho ofereceu a Deus alguns dos frutos colhidos.12). irmão de Caim. Abede-Nego e seus companheiros depositavam total confiança no Deus que os livrou e testemunharam entre os pa­ gãos da maneira mais convincente possí­ vel. Esse foi o nome dado pelo chefe dos eunucos do rei Nabucodonosor a Azarias.D. era um dos servos enviados pelo rei Josias para consultar o Senhor por meio da profetisa Hulda (2 Cr 34. ‘Abel" pode ser um deri­ vado de um vocábulo hebraico que sig­ nifica “sopro” ou "vaidade".25). porém. Veja também Azarias. como um dos filhos de Sasaque (1 Cr 8. Reconhecido como filho primo­ génito de Jeiel. quando Abede-Nego recusou-se a ajoelhar-se diante da está­ tua de ouro que Nabucodonosor levanta­ ra na planície de Dura.2). para prefigurar assim que sua vida seria cur­ ta. numa fornalha ordnnto. Deus interveio e Nabucodonosor viu os três andarem ile­ sos no meio do fogo. podo livrar-nos dela” (Dn 3. “que enviou o seu anjo. mas o de Caim. wirvlu como um dos juízos do Isruol por oito anos (Jz 12.28). a quem nós servimos. Ele se tornou pastor de ovelhas (Gn 4. Listado na genealogia de Benjamim o do rei Saul.30: 9.17). Na épo­ ca das colheitas. recusou-se a comer as iguari­ as do rei.G. veja Aicão. 4. sob a liderança de Daniel. O sacrifício de Abel foi recebido favoravelmente pelo Senhor. Os IrAs tinham tnl con­ fiança em Dous. ela se torna um exemplo para todos os cristãos. O Senhor honrou a firme decisão deles de não comer o que.36).

ABIAIL (Heb.o o matou. 1 Rs 18. O fato de que a adoração envolvia sa­ crifícios indica o reconhecimento de que o verdadeiro culto a Deus devia custar algo. O sacrifício de Jesus não representa um martírio. é estabelecido em Hebreus 12.7) e oferecia o melhor do seu rebanho. focalizou sua atitude de coração (Gn 4.c. como resultado direto do pecado de Caim. 2. queimada sobre ele. 4. em detrimento da de Caim. Um contraste. tomou-se um protótipo dos que seriam martirizados por sua confi­ tido. porém não foi demonstrada pelo valor da oferta e sim pela sua fé (Hb 11.M .15. Jz 6. A morte prematura de Abel mostrou que a vindicação final da fé é uma esperança futura.7). não (cf. cf Gn 4. Ele nunca recebeu a bênção da aprovação de Deus por sua fé sobre a Terra (Hb 11. ança (Mt 23.29).35.14). Abiail é consi­ derado um levita e ancestral da casa de Merari. com um mínimo de graça para refrear a maldade. 1 Cr 6. ABI-ALBOM (2 Sm 23.10-12). Veja Abiel. e mãe da esposa de Roboão.4). porque sua confiança ainda espera uma vindicação.24 entre o testemunho do sangue de Abel e o de Jesus. “meu pai é o Senhor”). A natureza exata das ofertas não é mencionada. Lc 11. 1.21. traz bênção e não maldi­ ção. Lv 9. Talvez sua oferta tenha sido consumida pelo fogo e a de Caim. 9. cumpriu a promessa de que o ato de comerem o fruto do conhecimento do bem e do mal traria a morte física. para demonstrar assim que a humanidade. O assassinato de Abel. 1. “pai de força”). Suu ato pocumlnoso nfto ficou usoondldo do Senhor a a morto do Abol trouxe-lho o juízo divino. con­ tudo.24. O 3 . Era o filho mais novo de Samuel e foi escolhido pelo pai para ser o juiz de Berseba.39).20) sugere que um altar era construído e a oferta. essa tragédia.29). a fé de Abel ainda fala (Hb 11.5-7). Abiail é a esposa de Abisur e a mãe de Abã e Molide (1 Cr 2.31). R. Jerimote. mantida com a confiança em Deus. Os gaditas viviam em Gileade. Em Números 3.35. A maneira como Deus expressou sua acei­ tação a Abel não é clara. 5. mas um meio eficaz de sal­ vação. sua justiça. s.2. por causa da deso­ bediência de Adão e Eva. Abiail era o pai da rainha Ester e tio de Mordecai (Et 2. Abiail é relacionado como um dos homens de Gade (1 Cr 5. Hb 11. Maalate (2 Cr 11. o de Cris­ to é superior porque.49-51). mas possivel­ mente isso se deu por uma manifestação do fogo divino. Ambos eram ímpios e tomavam decisões injustas. ainda conserva um desejo de adorálo. Veja Merari. porque o mais moço era justo (Mt 23. o de Abel providenciou um testemunho para Deus e trouxe uma mal­ dição sobre Caim (Gn 4.38). sabemos que seu sobrinho adotou sua filha e a criou (Et 2. de maneira que o povo pediu a Samuel um rei. quando Deus entregou a hu­ manidade às consequências do pecado. ABIAS (Heb.4. como um ho­ mem de fé. juntamente com seu irmão Joel (1 Sm 8. mas o padrão herdado por Noé (Gn 8. Basã e nas pastagens de Sarom (w 11-22). embora derramado por pecadores. Abiail era a esposa do filho de Davi. Tanto Caim como Abel ofereceram sacrifícios. Esta enfatizava o desenvolvimento rápido da transgressão. O Senhor aceitou a oferta de Abel. Na lista dos descendentes de Judá.4).35. apesar da maldição de Deus.18). A repreensão de Deus a Caim.28). Essa foi a primeira revelação de que o Senhor preocupava-se em que a adoração fosse uma expressão exterior de um coração devotado e obediente e não apenas um comportamento religioso. Embora não saibamos como ele morreu. Nesse sen­ Abol representou a primeira fatalida­ de subsequente à maldição de Deus sobre a humanidade. por­ tanto. 3.

A B ID A (Heb.10. liderados por Moisés e Arão. que saíram do Egito. o pai de João Batista (1 Cr 24. Abias foi lembrado apenas como o único membro honrado da família de Jeroboão (v. Seus descendentes eram os guardas das por­ tas do Tabernáculo (1 Cr 9. Abias teve 14 esposas. o homem de Deus reconheceu a mulher do rei e pro­ nunciou uma sentença contra a casa de Jeroboão. s. Em 1 Cró­ nicas ele é chamado de Ebiasafe.2. Abiatar participou da conspiração para fazer Adonias rei — um ato que quase custoulhe a vida e o fez perder a fama de leal serv idor do reino (1 Sm 22. Davi sentiu-se responsável pela morte dos sacerdotes e o convidou a per­ manecer sob o seu cuidado pessoal.6-13.24). Abias colocou seu selo sobre a aliança que os israelitas. logo depois da morte de Hezrom (1 Cr 2. era o responsá­ vel pela oitava divisão. Abias foi mulher de Hezrom. A guerra. Jeroboão X . Abias era filho de Bequer. 8 . Quando escapou do massacre. tanto pelo comportamento dos fi­ lhos. A declaração de Abias. contudo. de Judá (2 Rs 18. 3. Um dos filhos de Midiã e um descenden­ te de Abraão e de sua mulher Quetura (Gn 25. s. 1 Crónicas 7. Sua mãe era Micaía (2 Cr 13. Os filhos de Arão foram separados em 24 divisões.7 seja o mes­ mo sacerdote mencionado em Neemias 12. 2 Cr 29. 6. li­ derados por Neemias.6-11 apresenta uma lista com os nomes dos descendentes dos três filhos de Benjamim.19). Lc 1.5). muitos estudiosos crêem que o Abias mencionado em Neemias 10. antes da batalha. 2. tinha um filho chamado Abias que ficou doente durante a infância. O úni­ co sobrevivente do massacre de Saul em Nobe (veja Zadoque. 23. descenden­ te de Levi (Êx 6. 2 Sm 15. o mesmo que predissera seu reinado.6-12. 1 Cr 1. 13). quan­ do fugiam do furioso rei Saul (1 Sm 21). Abialar era o décimo primeiro sacerdote da linhagem de Arão e fazia parte de um grupo dos que apoiaram Davi e seus homens.2). “pai é excelente”). A B IA S A F E (Heb. que exerciam diferentes tarefas no serviço do Tabernáculo e do Templo. 5. Segun­ 4 .1-8). um deles. rei de Israel. Um dos filhos de Corá. No final do reinado de Davi. Filho e sucessor de Roboão. prosseguiu durante todo seu reinado. a mesma que mais tarde foi servida por Zacarias. 4. “pai tem acrescenta­ do"). 1 Re 15.1-8). 7.4. Sua família era um dos clãs dos coraítas.c. lembrava aos judeus que era a casa de Davi que Deus prometera aben­ çoar. Esse monarca então enviou sua esposa secretamente ao pro­ feta Aias. o que resultou na morte imedi­ ata do menino (1 Rs 14.18-24). para mais detalhes.1).c. Apesar do disfarce. Veja também A im eleque).24-36. Abiatar levou a notícia do ocorrido ao filho de Jessé.4. ABI ATAR (Heb. A B ID Ã . Abias.1-22). “pai de conhecimento”). Ela deu à luz um filho chamado Asur. 1 Rs 1— 2). Abias era filha de Zacarias e mãe do rei Ezequias.ABIASAFE velho sacerdote ficou com o coragão par­ tido. Ele ficou com o futuro rei e serviu como seu sumo sacerdote e conselheiro durante anos. Houve guerra entre Judá e Israel no decorrer de seu rei­ nado. O filho de Gideoni e o líder da tribo de Benjamim por ocasião do censo dos israelitas no deserto do Sinai. como pelo pedido dos israelitas (1 Sm 8.17. Abias reinou em Judá durante três anos.33). Ele e seu povo dependeram do Se­ nhor e por isso venceram o exército de Jeroboão e reconquistaram várias cidades para Judá (2 Cr 13. fizeram com Deus (Ne 9 a 10). 22 filhos e 16 filhas. Devido à semelhança entre as listas apresentadas nos capítulos 10 e 12.Para demonstrar sua posição de li­ derança em Israel durante a reconstrução do muro da cidade.

estava de serviço com seus soldados no uono mês de cada ano e ti­ nha 24. Seu clã posteriormente teve um papel significativo. A mor­ te de Nabal. é des­ crita por Davi como castigo de Deus. de Números 26. q u a D d o o Tabernáculo foi dedicado no deserto (Nm 7. sob a liderança de Josué (Js 17. Alguns destacam a polémica literária em tomo desta história.32).51 indica que ele era também o avô de Abner. 1. 27. A B IM E L E Q U E (Hebr.v. Existem. náo era a mesma com quem Davi se ca­ sou.2).2. um dos descendentes de Sem (Gn 10. a quem sua esposa servia (veja 1 Sm 25. contudo. nosso patriarca esta­ beleceu-se próximo de Gerar (Gn 20).25).18). antes que tivesse qualquer interleza encontrava-se no seu amor ao Senhor curso sexual com ela. para identificála claramente. ao tomar essa viúva como esposa. dificuldades textuais não resolvidas. 3. Como representante dos benjamitas. 1 Cr 3. Ele falhou por não oferecer a Davi a costu­ meira hospitalidade e demonstrou que não tinha conhecimento do Senhor. Era um dos filhos de Gileade (1 Cr 7. na época em que Canaã foi dividida entre as tri­ bos. g .1). A B IE Z E R (Heb. 2. 1 Samuel 14. O filho de Jessé então tomou Abigail como sua esposa. quando Gideão o convidou a seg u i-lo na b atalh a co n tra os midianitas. Também chamado de Abi-Albom.11.28. 2. Provavelmente esse nome era apli­ cado genericam ente aos governantes filisteus. Diz-se que essa Abigail era irmã de Davi (1 Cr 2. É mencionado como o líder de um dos clãs da tribo de Manassés. um dos “trin­ ta” guerreiros de Davi. “o rei é meu pai”).400 pessoas1 (Nm 1.60. Descendente de Benjamim. nos dias de Abraão. xa subentendido que sua verdadeira be­ mas. o arbatita (provavelmente era de Arabá.27. “pai de ajuda”). Com razão.22). em Judá. Abiel foi o avô do rei Saul (1 Sm 9. ABI EL (Heb. “o pai alegra-se).1). A bondade e pre­ sença de espírito de Abigail evitaram uma inevitável explosão de vingança. 1 Cr 11. por ele ter insultado o novo líder de Israel. O escritor de 1 Samuel dei­ tomou Sara como sua própria esposa.34. Abiezer. para criar uma alegoria moral e mostrar a superio­ ridade de Abigail sobre Bate-Seba. 2 Sm 2. ele também trouxe a oferta pacífica da tribo. eles estavam exclu­ ídos da batalha (Jz 6. porque 25. o exército sob suas ordens era de 35.000 homens em sua divisão (2 Sm 23. Abigail era uma mulher linda eproteger sua esposa.65). 2 2 ). 1. que insensatamente pagou as saudações polidas do futuro rei com insultos.12). 2. 2.28. “Deus é meu pai"). 2 Sm 23.30.31). Durante suas pere­ grinações nómades. s. o anatotita. Como um comandante no exército do rei.2). A B IM A E L (Heb.16. 1. pouco tempo depois. Os efraimitas reclamaram que. O relato de sua hospitalidade di­ tirara a mulher de Abraão. O tex­ to.3. Portanto. 2 Sm 17. 1. Um dos 13 filhos de Joctão (ou Joctã). Deus apareceu-lhe e em sua dedicação ao serviço dele (1 Sm em sonho e ameaçou-o de morte. não faz nenhum comentário nesse sentido. Para A B IG A IL (Heb. plomática para com Davi contrasta com 5 . a ríspida hostilidade de seu marido Nabal. O primeiro governador mencio­ nado por esse nome foi o rei de Gerar. Abiel era um dos trinta “heróis valentes" do rei Davi (1 Cr 11. “Deus é meu pai”). p. ele disse que era sua “irmã”.26). limitando-se a registrar a ação de Davi de acordo com um costume social.ABIMELEQUE do a contagem. Por acreditar nisso. enquanto os abiezrilas foram con­ vocados para ajudar. da tribo de Benjam im. Abimeleque muito sábia. 1 Cr 1 . entretanto. Provavel­ mente ele é o mesmo Jezer. d . 8.

certamente morrerás. con­ tava com Abraão e protegeria seu servo. por envolver los seus d escen d en tes (Jz 8 . foi anulado por Deus.9.18). 2.23.22. serviu-lhe lhos de Jerubaal. quer consideração pela sua família e pe­ Esse estranho episódio. sem dú­ estéreis. os de um poço de água que seus homens israelitas novamenLe voltaram a adorar cavaram. Tal ação da parte do Se­ Siquém.24). Mas se não região. os quais procederam aleivo­ nhor também ajudou Abraão a perceber samente contra Abimeleque. “enviou Deus um espírito rem que Ele respondera a suas orações mau entre Abimeleque e os cidadãos de (Gn 21. por causa pois da morte desse renomado juiz. o filho de mulher ao seu marido.3 4 . a ofensa. No final. sem dúvida. idêntica à que Abraão tivera. Abraão então orou a Deus e Abimeleque foi curado (Gn 20. to vívida da lição que Deus então ensi­ nou a Isaque: “Eu sou o Deus de Abraão.6. quando foi confrontado por vida serviram como uma ilustração mui­ Abimeleque a respeito daquela mentira. Ele então governou so­ vou Abimeleque e seu comandante Ficol bre Israel por três anos (Jz 9. pois teu pai. contudo.6. quando o Senhor lhe pe­ belaram-se contra ele. para que a o quanto podia confiar em Deus.22-34). para Abimeleque então voltou para Siquém. em to­ violência praticada contra os setenta fi­ das as situações.14-18). para compensar vo" (Gn 26. e também eu te impedi de pe­ etc. quando A braão que viera de Siquém (Jz 8. meu ser­ pagou um preço a Sara. recaíssem sobre Abimeleque” (Jz paração para a suprema prova de sua fé 9. pois ele é profeta. 8.3. daquele momento Abimeleque caiu do­ Essa experiência. 3. Tebes.22). bem como a maneira similar como ente e sua esposa e escravas tomaram-se o Senhor enviou seu livramento.17. abençoar-te-ei e multiplicarei a tua des­ Abimeleque deu-lhe vários presentes e cendência por amor de Abraão.). pois eu sou contigo. Não temas.ABIMELEQUE lar é relatada sobre o encontro de Isaque Abimeleque alegou que era inocente e com esse outro rei e como ele tomou fora enganado. e conseguiu apoio (Jz os filisteus.24).31). esse filho bastar­ diu que oferecesse seu filho Isaque em do de Gideão e suas tropas derrotaram a sacrifício. pois. tu e pessoas muito grande e poderoso para tudo o que é teu" (Gn 20. Agora. uma fraude.7). como também o sangue como um bom treino prático.1. Com o dinheiro que lhe deram. náo havia temor de Deus em Gerar. os dois líderes fizeram uma ali­ Baal e recusaram-se a demonstrar qual­ ança (Gn 21. A partir viver em tal proximidade com os filisteus. como pre­ deles. 70 dos filhos de Gideão. respondeu que leve medo de morrer. Logo de­ contendeu com Abimeleque. quando ele também peregrinou que derrotariam Lambém essa outra cida­ em Gerar.3 5 ). tratou alguns bandidos que assassinaram onde quer que ele fosse (Gn 20. Abraão. Deus respondeu: “Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fi­ Rebeca como sua esposa (Gn 26. Abraão e sua caravana saíram daquela e rogará por ti.33). porque se tornaram um grupo de a restituíres. Exatamente quando parecia Isaque. O Senhor demonstrou que es­ 9). Outro Abimeleque foi o filho de Gideão. a estabelecer seu nome e seu poder entre cidade de sua mãe. Outro filisteu chamado Abime­ cidade numa batalha e em seguida mar­ charam contra a localidade mais próxi­ leque é mencionado em conexão com ma. Esse nasceu de uma concubina Tem pos depois. restitui a com Deus.Essa h istó ria não m enciona a car contra mim. Como os cidadãos da cidade re­ em Génesis 22. Uma experiência muito simi­ 6 . zeste isto. o Tal ação da parte do Todo-poderoso le­ menor de todos. menos Jotão. para que vivas. E por isso que não te interação de Abimeleque ou de Isaque permiti tocá-la. algum a reconhecerem o Deus de Abraão e ve­ tempo depois.

6.34 mostra tremamente assustadas diante do desa­ como essa profecia se cumpriu. por sua rebelião original contra a casa de Junto com seu irmão Datã e Coré.7). também foi morto (1 Sm P.23-35). sem contudo manter relações se­ xuais com ele (v 4). servia. A falta de fé que demonstraram e A B IN A D A B E (Heb. Esse desafio contra Moisés te esse era o título do rei filisteu de Gate. por ter matado 70 dos seus A B IR Ã O (Heb. que mais tarde foi construir a cidade. be. morreu. para mais detalhes. Esse Abinadabe era um dos irmãos ção contra qualquer um que tentasse re­ mais velhos de Davi. no fim de sua vida (1 Rs 1. 11. antes de Deus finalmente indimente.17). seu segundo fi­ balho de reconstrução fosse iniciado ali. na cabeça de Abimeleque (Jz 9.G. irmãos. Provavelmen­ Deus (Nm 16).G. tra a própria santidade de Deus e de seu povo. sua desobediência os levaram à morte. No dia em que Saul morreu na ba­ rei mais piedoso teria impedido que o tra­ talha contra os filisteus. Esse per­ fio feito por Golias. e Arão era contra os líderes escolhidos para onde Davi foi quando fugia de Saul.56. portanto. Novamente Davi foi verso ato de desobediência aos manda­ o escolhido por Deus para trazer a vitó­ mentos do Senhor foi apenas uma das ria ao seu povo sobre o gigante e os líde­ maldades que ocorriam nos dias de Aca­ res filisteus (1 Sm 17. pediu ao seu próprio es­ cudeiro que o matasse (Jz 9.12: critor de Juizes acrescenta que dessa ma­ 5. Outro Abimeleque é mencionadoe desafiaram a autoridade do homem de na introdução do Salmo 34. Após a morte de Davi. "pai exaltado”). por uma mulher. 31. filho de Hiel.39. lho.3. Veja também G ideão .D.1. Ela ajudava bre uma colina (1 Sm 7. eles encabeçaram uma rebelião con­ Gaal e lotõo. O es­ A B IN O Ã O . "po­ do rei Acabe. quando escolhia que seu pai reconstruiu Jericó.G. ela foi colocada 7 . 1. Abinadabe. Envergonhado por ser derrotado P. olhava “para o que está diante dos olhos 2.3.15). 4.D.D. Quando o rei Davi ordenou que fosse Adonias pediu permissão a Bale-Seba trazida para Jerusalém. "pai é nobre"). 9. escondida numa lorre numa carroça e os filhos de Abinadabe. A Arca da Ali­ ança estava guardada ern sua casa. tra Moisés.12). depois o rei a manter-se aquecido na cama e o que os filisteus a devolveram para Israel. O pai de Baraque (Jz 4. rubenita.50-54). 1 Cr 2. ex­ pelo poder de Deus. o leviGideão (Jz 9. Quiriate-Jearim. 3. 1. Josué pronunciou uma maldi­ 16. O Senhor ensinou ao Senhor e guardar seus mandamentos ao profeta e a toda a nação que Ele não (Dt 11. a levaram (2 Sm 6. La. que deviam amar (1 Sm 16.Esse outro A binadabe veio de A B IS A G U E .8. SI 106. nos dias alguém para sua obra. O segundo dos oito filhos de Jessé quando a terra se abriu "e os tragou com que se apresentaram diante do profeta as suas casas” (Nm 16. fortificada. de Israel. 1 Reis 16. diante de 250 outras pessoas.2: 1 Cr 8.33. ao invés disso. a qual fora destmída encontrado entre as tropas de Saul.1). 10.6. A idéia implícita do texto é que um 2.57).2). 1 Cr 13). uma mulher. como também sobre os siquemitas. esse castigo serviu como um lem­ car-lhe Davi para ser tingido rei de Israel brete para os israelitas. por­ (a aparência exterior)”. Abirão.53: 2 Sm Veja Uzá e Aiô. uma rebelião con­ P. onde sua casa ficava so­ escolhida para ser camareira de Davi.3). Quando conquis­ rém o Senhor olha para o coração” (1 Sm tou Jericó. Uma linda jovem sunamita. neira Deus trouxe juízo tanto sobre Abimeleque.13). pelo Senhor.21).Um dos filhos de Eliabe.ABISAGUE de. atirou unia pedra de moinho Uzá e Aio. Posterior­ Samuel.

pe­ diu-lhe que tratasse brandamente o jovem Absalão (2 Sm 18. A mãe do quinto filho de Davi. “meu pai é bom’’). mas nunca exibiu o mesmo compromisso com a soberania de Deus que Davi tinha. quando fugia de Saul.2.5). Finalmente. não aceitou nenhum conselho para estender a mão contra o ungido de Deus.11. Irm ão de Nadabe. Sempre se destacava nas batalhas e algumas das suas proezas são relatadas em 1 Crónicas 18. Foi um dos guerreiros mais leais do rei e liderava o segundo gru­ po de três.28. Antes de Davi subir ao trono. quando seguiram uma parte do caminho até o monte Sinai (somente Moisés teve permissão para aproximarse do Senhor.29). Ele liderou um terço das tro­ pas de seu tio.9. Ele nasceu em Moabe (1 Cr 8.D.1. Abisai era totalmente leal ao rei. Davi cha­ mou Saul e Abner. Abisai teve novamente a oportunidade de salvar a vida do rei. 2. Na época da confirmação do pacto de Deus com Israel. uma das irmãs de Davi. A B IÚ (Heb. ao invés de colocá-las nas mãos do Todo-poderoso. Sefatias. quando Absalão rebe­ lou-se contra Davi. Em vá­ rias ocasiões Davi teve de acalmar Abisai e tentar persuadi-lo de que o Senhor se encarregaria de cuidar de seus inimigos (2 Sm 16. e Davi estava preparado para esperar até que isso acontecesse.50 e é mencio­ nado em Esdras como um ancestral des­ te sacerdote. A B IT U B E (Hebr. p . Seu tio. Um descendente de Benjam im e filho de Saaraim e Husim (sua mãe). Um filho de Finéias e pai de Buqui. 19. ABI SUA (Heb.11). A B IS A L Ã O .4). O tempo e 8 . Abisai lutou ao seu lado. e supôs que.23). nascido em Hebrom (2 Sm 3. "pai da salvação”). 1 Cr 2. desta vez em um luta contra um gigante filisteu (2 Sm 21. etc. Cer­ ta vez. De fato. A B ITA L .12. Abisai permaneceu leal ao rei. e envolveuse assim na intriga que havia em tomo da sucessão ao trono. Eleazar e Itamar. entre os “heróis” de Davi (1 Cr 11.15-31). Ele preferia fazer as coisas à sua própria ma­ neira.G. Somente o próprio Se­ nhor acertaria as contas com Saul. Um filho de Samai e marido de Abiail (1 Cr 2.30). Veja M aaca (1 Rs 15. ele estava entre os setenta líderes do povo que “viram o Deus de Israel”.16. seu comandante. Embora Davi apreciasse a lealdade de seu sobrinho e precisasse dele na luta contra o próprio filho. 3.8. Adonias chegaria assim ao trono. já per­ to do fim da vida de Davi. Joabe e Abisai.17). Tempos depois.15. se tal casamento fosse reali­ zado. A B IS A I. então mandou matá-lo (1 Rs 2. Este ficou furio­ so com o pedido do irmão mais velho. no momento em que todos doriniam. quando se apresentou como voluntário para acompanhar Davi até o acampamento de Saul. Abisai recomendou que Davi apro­ veitasse e matasse Saul imediatamente. Do alto da montanha. P.9-12). d . Abisua é listado como descendente de Arão em 1 Crónicas 6.ABI SAI para casar-se com Abisague.4). que repeliram o ataque de Absalão em Gileade (2 Sm 18.g . perseguiram-no e o mataram (2 Sm 2. A B IS U R .).4.16). e irmão de Joabe (1 Sm 26. durante a noite. Abner matou Asael. era o segundo filho de Arão e sua esposa Eliseba (Êx 6.6.17. Era filho de Zeruia. 1 . seus irmãos. Um filho de B ela e neto de Benjamim (1 Cr 8. contudo. esta jovem estava presente quando Davi prometeu a Bate-Seba que seu filho Salomão seria seu sucessor (1 Rs 1. Êx 24. Posteriormente.24. Abisai então apanhou a lan­ ça e a vasilha de água de Saul e as levou consigo.2).5. “Deus é pai”). Ele é mencionado pela primeira vez em 1 Samuel 26.22-25). e mostrou-lhes como poupara a vida do rei.20).10).

“meu pai de louvor”). p . Foi o principal comandante do exército de Saul e posteriormente do exército que seguiu Is-Bosete. ao perceber que Davi ti­ nha muita consideração por ele (2 Sm 3.d . até chegar a José e. Posteriormente. Joabe. Logo depois que Saul foi derrotado pelos filisteus. Ele ficou aborrecido com a maneira pela qual Abner fora as­ sassinado e acusou Joabe. Abner era tido em alia estima por seu primo Saul e comia à sua mesa no palácio (1 Sm 20.57). porém. Era filho de Ner. bem como sua habilidade militar. o filho de Abner.25).3). como Zorobabel.d . Após uma grande bata­ lha.ABNER a “santidade” de Deus foram enfatizados como a essência da adoração de Israel.6). ao lado da cabeça do rei adormecido. 2. Ele leve grande influência na casa de Is-Bosete (2 Sm 3. contudo. Quando ele vol­ tou com seus homens para Gibeom. Deus era “santo”. Logo depois ele mesmo foi morlo (2 Sm 4) e Davi tomou-se rei de todo o Israel em Hebrom (2 Sm 5). pronunciando uma maldição sobre sua família (2 Sm 3. levou Is-Bosete a Maanaim.1). Joabe saiu para conversar com Abner e o feriu mortal­ mente (2 Sm 3. sucessor do rei. fi­ nalmente. Realmente. A B N E R . Davi foi ungido rei. É citado na genealogia que leva até Saul. estava determi­ nado a vingar o sangue de seu irmão Asael.22-25). o povo não podia aproximar-se dele. 1. embora relutan­ temente (2 Sm 2. Foi ele quem cuidou do jovem Davi.5. Davi escarneceu de Abner. onde o estabele­ ceu como rei (2 Sm 2).5-16). Quando Saul estava perseguia o futuro rei. Quando Joabe retornou. quando este se preparava para sair e en fren tar G olias (1 Sm 17. 1 Rs 2. suspeilou da motivação de Abner e talvez tenha fica­ do com ciúmes.20-23). o qual era tio de Said (1 Sm 14. o que ele náo lhes ordenara” (Lv 10.13). Abner fugiu (veja A sael). Assim. o fato de Cristo ser rei é estabelecido de várias maneiras e não mais através dessa genealogia. p .g . No evangelho de Mateus.32). que passa através de vários reis e princesas. In­ felizmente. pois recusou matar o ungido de Deus. portanto. ficou furioso e passou para o lado de Davi (2 Sm 3). ABIÚDE (Heb. Neto de Benjamim e filho de Bela (1 Cr 8. qualquer adoração ao Senhor precisava ser tuna resposta aos seus mandamentos.50). Jaasiel. O filho de Jessé sempre respeitou a lealdade de Abner à dinastia de Saul. A morte era o castigo merecido para alguém que comprometesse a santidade de Deus. o filho de Jessé foi ao acampamento dele à noite e cravou uma lança no chão. por ofe­ recerem “fogo estranho perante a face do Senhor. Jesus (Mt 1. Ao vol­ tar ao seu esconderijo. Citado na genealogia de Jesus como filho de Zorobabel e pai de Eliaquim. a fim de atender aos requisitos da santidade. comandante do exército de Davi. con­ frontou-se com Joabe. por náo ter protegido adequa­ damente seu senhor (1 Sm 26. Quando sua lealdade foi questio­ nada. g . pudesse ainda alimentar de tornar-se rei de Israel. durante o reinado de Davi. filho de Saul. 9 .55. algum tempo depois Abiú e seu irmão Nadabe foram mortos.27). a morte de Abner representou o fim de qualquer esperança que Is-Bosete. mas logo leve boas razões para náo gostar de Davi. Abner. morto por Abner. foi apontado como líder sobre a tribo de Benjamim. Abner então conven­ ceu o povo de Israel e de Benjamim a declarar sua lealdade a Davi. do outro lado do rio Jordão.

A promessa mais uma vez renovada. Contendas. Promessas detalhadas. A questão da fé e da paciência. A falha com relação a Hagar.2 a 22. a vida mediante a fé. Esse ponto é enfatizado na maneira como a história é narrada e também 10 . A família de Harã. A Palavra de Deus ajustada às circunstâncias humanas. transfonnaram-se em novas criaturas. A promessa garantida por meio da aliança. Abrão e Sarai.27-32: Os primeiros eventos.16: Reclamação e mais falhas. quando é sepultado em Macpela pelos dois filhos. A2) pelas referências a Harã e pelo contraste entre o nascimento e a morte. é o que tem o registro mais longo e isso reflete a importância do “pai de todos os que crêem” (Rm 4. A questão da fé e da confiança. náo foi uma transformação repentina. Retorno à terra. Um novo título para o Senhor.1-18: Renovação do compromisso e novas falhas.ABRAÃO (ABRÂO) ABRAÃO (A B R Ã O ) Abraão em Génesis A história de Abraão começa em Génesis 11. (b2) Génesis 13. A defesa da terra exige ação resoluta.1 a 20.11-17). mas amadureceu lentamente. Abraão e Sara (A2). mas será que cumpre sua Palavra? A questão da fé e da perseve­ rança.9. Renovação da promessa. Parte da terra cedida a Ló. motivada pelo medo. A família de Harã. A fé que amadureceu lentamente Existe um padrão distinto na maneira como a história de Abraão é contada: (A1) Génesis 11.17: O conflito da fé. De todos os patriarcas. (A2) Génesis 22. com muitos fracassos e deslizes. entretanto. A oferta de Isaque.19: O amadurecimento da fé.4-6) foi instantâ­ nea e irreversível. A fidelidade do Senhor à sua aliança e a falha de Abraão. A morte de Abraão. O abandono da terra em tempos de aflição. Aventura e falhas. Chegada à Terra Prometida. foi uma batalha prolongada (b1 b4). por meio da qual pessoas com antigos nomes.1 a 16.10: Os últimos eventos. com seu nascimento. A morte de Sara. A promessa anunciada. Ló. A terra identificada.26. O Senhor promete. (b1) Génesis 12.18: A aliança é estabelecida. A fé foi efetiva desde o início.1-20.1 a 20. Ancestrais e nascimento. (b3) Génesis 14. Uma noiva de Harã para Isaque. e termina em Génesis 25. contudo. (b4) Génesis 17. Esta é uma narrativa da transformação gradual mediante a graça divina. A ques­ tão da fé e da Palavra imutável de Deus. Essa. A grande decisão da fé (Gn 15. Isaque e Ismael. Note como toda a história pode ser classificada (A1. (B2) Génesis 21. O nascimento de Isaque. A presença de Ló. (Bl) Génesis 12.20— 25. Abrão e Sarai (A1).

o Senhor continuava fiel — “porque não pode negar-se a si mesmo” (2 Tm 2. procedente da espera impaciente pelo cumprimento da promessa (Gn 15. não contestou quando o rei de Sodoma calmamente declarou possessão sobre o que acabara de perder na batalha. Essa história. então. nem herdadas de outra maneira. Da mesma maneira que a Terra Prometida não pertencia a Abrão. Hebreus 6. definitivamente nega a idéia da santificação instantânea.1) e lhe prometera (w. as quais. nem aceitou qualquer parte do espólio.4.10).1) e temores (Gn 20.22 fala que a fé de Abraão foi “aperfeiçoada”.1-13. Tg 2.1-11). a fim de pacificar Ló.8).1. tampouco era sua para conquistá-la.21.1). Muito pungente.2). embora este náo estivesse incluído na promes­ sa de Génesis 17. cf. quando uma coalizão de reis estabeleceu o que viam como seu direito pela mesma área de terra (Gn 14. 16. em forma de “provações” (Tg 1. houve o medo de que.2-4. no qual as pressões da vida — alimento (Gn 12.4). As seções intermediárias (b2 e b ’) falam do tema da lerra: pressionado pelos conflitos ocasionados pela presença de Ló. tem uma forma dis­ tinta e devemos isto à arte literária da Bíblia.8. não somente guardando a semente prometida. em quarto lugar. embora ele de­ monstrasse falta de fé. não fosse capaz de pro­ ver (note o termo “porque” no v.25). afinal. 20.11) — cooperam.1-19. num misto de progressos e fracassos.5. mediante uma aliança (Gn 17. também 16.29).9) — como se ele realmente tivesse competência para dar a Terra Prometida de presente a alguém! Em contraste. A narrativa de b 1a b4 é cheia de falhas.1-8). no momento da pressão. e tirou a Ló do meio da destruição” (Gn 19. como mostrou sua fidelidade em manter suas promessas: Por que Ele “lembrou-se de Abraão.1). para dá-la a outrem.7). A estrada da maturidade da fé (Gn 22.7? A despeito disso. O Senhor não só se comprometeu com ele. o Senlior.3.11). Segundo» a falha revelada mediante o desejo compreensível de encontrar uma solução rápida e prática para um problema familiar (Gn 13.8.7. o crente Abraão. Abrão primeiro agiu resolutamente para inva­ lidar a posse deles (vv 13-16). anseios (Gn 15. quando sua própria segurança encontrava-se ameaçada (Gn 20. Abraão não estava isento das tentações — nem mesmo de recair na mesma tentação. a história da morte de Sara (Gn 23) e da compra do campo de Macpela como local de sepultura fala sobre o mesmo tópico. família (Gn 13. 10).7). mas também usando o erro de Abrão para enriquecê-lo materialmente (Gn 12.15 mostra que a promessa não foi “alcançada’' sem paciência e Tiago 2. As promessas de Deus não podem ser barganhadas (Gn 13.13) — e trabalhava na solução do problema à sua própria maneira providencia]. é um teste constante. observamos com brevidade como b1 e b4 compartilham referências do engano praticado que envolveu Sara (Gn 12. Abraão não estava muito seguro de que o Senhor provaria ser digno de confiança. Durante todo o tempo em que peregrinou pela terra. A próxima falha envolveu Hagar. 11 . quando manteve hábitos irracionais e temeu por sua segurança pessoal (Gn 20. Era costume da família patriarcal levar seus mortos de volta para casa.ABRAÃO (ABRÃO) nas citações do Novo Testamento. contudo. Primeiro. A história do pai da fé.22) sempre foi baseada na prática de dois passos para a frente e um para trás.16) e confirmá-lo como profe­ ta e intercessor (Gn 20. a não ser no tempo de Deus e pela perseverança da fé. com a mesma atitude resoluta. Abraão falhou. nos tornam “maduros e completos” (Tg 1. Abraão estava disposto a abrir mão do direito sobre parte do que Deus lhe prometera (Gn 13.17). Essa última falha foi mais grave do que qualquer outra que Abraão experimentou. Ainda assim. 2-4. quando enfrentadas com fé e perseverança.9). E. que o chamara (Gn 12. a fim de sepultá-los (Gn 50. Abraão mostrou que estava preparado para adaptar a Palavra de Deus (a promessa de possuir toda a terra de Canaã).11-13).

esta terra é nossa.27-30) — a quem o Senhor diria. das quais nada fala. ou.17). por meio dele e sua família nasceria o des­ cendente da mulher. A caverna. conforme o Senhor prometeu". para traçar a história emer­ gente da família de Sem. lei (Gn 9. ao novo começo com Noé. a história de Babel também tem sua nola de graça e esperança. o Dilúvio (Gn 6 a 9) e a Dispersão em Babel (Gn 10. mas quando Adão e Eva transgrediram. Primeiro. que esmagaria a cabeça da serpente (Gn 22. O Pacto Abraâmico De Noé até Abraão A aliança de Deus na Bíblia é sua promessa concedida gratuitamente. podemos muito bem perguntar onde estão os sinais da graça e da esperança. ela passa por cima de oito gerações (de Sem até Naor.4). chamado Terá.31.17). Desta maneira. embora a idéia total da aliança tivesse de esperar até Moisés. o Êxodo e o monte Sinai. Nas narrativas da Queda e do Dilúvio. a graça (Gn 6. ela volta até antes do incidente de Babel. como a Queda (Gn 3 a 5). Por causa disso. o qual tinha um filho chamado Abrão (Gn 11.17). Gn 1 e 2) de eventos gerais. contudo. A lei sob a qual a humanidade ocupou o Jardim do Éden incluía a advertência de que o pecado traria a morte (Gn 2. Em contraste com Génesis 12 a 50. parece que o fato que mais temiam (Gn 11.16). mas o Senhor estabeleceu seus planos (em Noé e Sem).15. ali. não voltou suas costas para o mundo.9) causadas pelo pecado. até que encontra um homem praticamente desconhecido. Um plano para o mundo Antes de encerrarmos o assunto sobre Abraão. A humanidade deteriorou-se. com seu precioso cadáver. como se os seres humanos simplesmente estivessem espalhados e abandonados à própria sorte. No caso de Noé. ficou um pouco mais claro como esses elementos estão inter-relacionados.26. veio sobre eles (v. 12 . ele seria restaurado da maldição (Gn 3. Um olhar mais atento para a genealogia. Foi depositada num se­ pulcro em Canaã. na verdade o Senhor falou-lhes sobre a continuação da vida e a derrota final da serpente (Gn 3. a promessa era de salvação do juízo que o Senhor traria sobre todo o mundo (Gn 6. as quatro características das alianças divinas apareceram juntas: promessa (Gn 6. isso significa.1-8) e sinal (Gn 9. Pelo contrário.18). sacrifício (Gn 6.17).10-24). onde a palavra “aliança” ocorre pela primeira vez.8) já havia separado um homem e sua família para a salvação (Gn 6. “abençoarão a si mesmas".3).ABRAÃO (ABRÃO) mas Sara não foi conduzida para Ur ou Harã (Gn 11.20). numa tradução mais livre: “entrarão na bênção de que precisam”.14-20) e das divisões (Gn 11. com seu foco quase exclusivo em Abrão/Abrãao e sua família. literalmente. era uma declaração muda e poderosa: “Esta terra é nosso lar. Em Babel. Quando chegou o Dilúvio. revela alguns pontos muito importantes.8-17). Segundo. o livro de Génesis. Génesis 1 a 11 é universal.32). Gn 11. em Génesis. notemos o ponto onde ele aparece pela primeira vez. Quando Deus lez sua aliança com Abrão (Gn 15 e 17). antes que o pecado de Babel com todas as suas implicações fosse cometido.11). o elemento da longanimidade e da graça divina é bem explícito. onde este único ho­ mem e sua família ocupam toda a cena. entretanto. ao registrar imediatamente outra genealogia. sua situação é triste e irremediável. pois trata (logo depois da narrativa da criação. 9) — com a calamidade adicional do colapso universal da comunicação — que Génesis trata como se fosse de pouca relevância. “em ti serão benditas todas as famílias da terra'' (Gn 12.

o Deus santo (Êx 3.10).18. e disse-lhe que náo temesse.16). de que a vida não valia a pena ser vivida sem um filho e um herdeiro (Gn 15. o verbo “estabelecer” significa “implementar.9-17 não está bem explicado — embora fique claro que Abrão sabia e entendia o que fazia naquele momento. No caso de Abrão. promessa e sinal Quinze anos depois da chegada de Abrão a Canaã (Gn 12.18. deixa bem claro que o pacto abraâmico foi inaugurado por meio de um sacrifício.4. para poder se manifestar no meio do povo.18.1). A visão do Senhor como “um fogo fumegante e uma tocha de fogo” não foi explicada a Abrão. Como o Senhor é paciente! Como se sua promessa anterior não fosse suficiente. Ele voltou à tarefa de consolar seu servo com mais duas promessas específicas: a de um filho e uma família (Gn 15. em fogo e fumaça (Êx 3. 14: a derrota dos reis (w. após os eventos do cap. Deus tomou sobre si toda a responsabilidade do compromis­ so: Ele assumiria todo o impacto da aliança quebrada.1 oferece uma pista. A passagem amplia a ação da aliança de Génesis 15. 8). Lei. para com­ pletar a aliança. entretanto. Génesis 15. Não está claro por que Abrão precisava de tal palavra de Deus. o sacrifício detalhado em Génesis 15. Ao ler nas entrelinhas. perdia a opor­ tunidade? Grandes vitórias frequentemente são seguidas pela depressão e ansiedade! Seja qual for a razão.2-5).. Já que Abrão ainda não se sentia totalmente seguro (v. a coluna de nuvem e fogo (Ex 13.22). mas depois entende­ mos que era uma demonstração prévia do Deus do Sinai. o Senhor então iniciou os procedi­ mentos da aliança (w. Teria ele imaginado que não seria possível aquela vitória representar a maneira como Deus planejava dar-lhe a terra e. aqui. a fim de significar que a partir daquele momento a aliança seria um relacionamento imutável entre o Senhor e Abrão. mas Génesis 15. 17. o Senhor apareceu-lhe. por ser somente um espectador do que o Senhor faria.18. é usada a palavra técnica para “inaugurar” uma aliança. a restauração do rei de Sodoma (w.ABRAÃO (ABRÃO) A segurança da aliança No caso de Abrão. 12). 22-24). “depois destas coisas. 21) e a recusa de participação em qualquer divisão de espólio (w. estabelecer”. Abrão precisava de uma reafirmação presente e futura e Deus a deu — somente. Thdo isso. 13 . ao envolver-se com Hagar (Gn 16. pois garantia a proteção e um grande galardão (Gn 15. Em Génesis 15. 6). pois não era ele quem fazia o juramento. isso será feito comigo”. está sem explicação.2. literalmente.5) e a da terra de Canaã para seus descendentes habitarem nela (v. o Senhor apareceu-lhe no moraento em que ele precisava de uma reafirmação e esperança. o qual pela graça encobre sua santidade. ao reiterar a promessa dos descenden­ tes e da terra (w 13-16). “colocar.” — quer dizer. colocar em ação”. Temos alguma luz por meio de Jeremias 34. para representar que “se eu não mantiver meu juramento.2-5). em Génesis 6.. para provocar mais uma reclamação. O sacrifício da aliança Até onde sabemos. porém.21. onde é citado que as pessoas que desejavam firmar um juramento solene andavam entre as partes cortadas do animal sacrificado. foi tirado de cena por um coma espiritual (v. 13-16).1) e treze depois da falha dele. 9-18). contudo. quando preparou o sacrifício (Gn 15. em Génesis 17. por isso.4: 17.2). o verbo “firmar” é. ao localizar o fato. talvez Abrão temesse um contra-ataque desferido pelos quatro reis.

Depois que o erro foi cometido (Gn 14. mas o contexto nos permite ver a ousadia da fé. mas “o selo da justiça”.1) não é específica. espirituaJ (v..17. 6).. 14 . 8) e é selada com o sinal da aliança da circuncisão (vv. “ajustando” a palavra de Deus ao problema (Gn 14. Desde que esta prática é chamada de "o sinal da aliança”. Em Génesis 18. Não é um salto no escuro. baseado meramente na Pa­ lavra de Deus. enquanto o patriarca aguardava a chegada do filho prometido. pois aquela situação envolvia sua famdia (Gn 13. deve ser interpretada da mesma maneira que as palavras idênticas de Génesis 9. 7) e territorial (v. de regresso até onde tinha certeza que estivera na estrada da fé. É isso que define fé.. o sinal proclamava as promessas de Deus. fortalecer-se-ia nos dias de impaciência ou dúvida.10-20). sendo chamado. A promessa. em Génesis. Romanos 4. Realmente.14).4.23-33.2) e o sinal (Gn 17. Nada tirou Abraão do seu cami­ nho — nada. a lei (Gn 17. A fé de Abraão Um único e firme propósito Quando olhamos a história de Abraão.8. 10-14). fé é convicção e ação.15-17) e essa promessa incluía a parte que Abraão cedera a Ló e retomara dos reis (Gn 14.9>14).. Abraão tentara resolver a crise. o arco-íris nas nuvens dissipava qualquer temor de que outra tempestade interminável acontecesse. exatamente como os sinais da aliança do Batismo e da Ceia do Senhor fazem hoje. Agora é o momento de olharmos para sua confian­ ça. mas.. é detalha­ da e cobre quatro categorias: pessoal (Gn 17. mas sim do que o Senhor garantia a Abraão.9). somente depois que entrou em Canaã. Deus reafirmou a palavra da promessa: “Toda esta terra.11 refere-se à circuncisão como “o selo da justiça da fé”: não “o selo da fé”. Isto é vida de fé. Génesis 12 destaca a grande aventura da fé (w. Na verdade é um salto na luz. hei de dar a li.7). sem saber para onde ia".ABRAÁO (ABRÁO) ao conceder maiores detalhes sobre a promessa (Gn 17. depois de sua falha no Egito (Gn 12. A fé torna»se ousada quando age alinhada com as promessas do Senhor. Todo o ciclo de sua vida está dentro de três parâmetros: obedecer à Palavra de Deus. isso quer dizer que a circuncisão não é um sinal do que Abraão prometia a Deus. Por esta razão. mas o Senhor nada teve que ver com aquilo. que nascem a partir da verdade. vemos o mesmo princípio de oulra maneira: a ousadia da oração da fé. requer a busca da santidade dentro da comunhão divina.3). Pela fé. pois tem como base de apoio a palavra que Deus falou. como se ratificasse a resposta de Abraão. saiu. Dali em diante. quando repousa no conhecimento do caráter de Deus (v.8. Em ambos os casos. nem mesmo seus próprios fracassos! Por exemplo. o Senhor finalmente disse: "darei esta terra" (Gn 12.5). nossa ênfase foi colocada no conflito da fé e nos fracassos dele. para Noé. retornar à Palavra de Deus e esperar a Palavra de Deus. doméstica (v. ao lembrar-se de que trazia no próprio corpo a confirmação das promessas divinas — da mesma maneira que. “ Abraão..812). pois eu a darei a ti” (Gn 13. 25).4). sua disposição firme e perseverante em arriscar tudo. contudo. não se limitou a voltar para a terra de Canaã: retornou especi­ ficamente para o lugar onde começara (Gn 13. conforme diz Hebreus 11. mesmo assim.4*8) e acrescentar os dois componentes remanescentes: a lei (Gn 17. Génesis 14 não menciona a fé em conexão com a guerra contra os reis. 1. Típica do período patriarcal. a fim de confirmar o que Deus fez por Abraão e as promessas que estabelecera. que é credulidade e não fé.7). Pois isso é le o que vemos em Abraão — e em toda a Bíblia.

“teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa”. de fato. seu Israel.. humanamente falando. As passagens mais importantes são Romanos 4.11.28. onde os crentes são chamados de filhos de Abraão (G1 3. a promessa do nascimento de um filho foi aceita pela fé e essa foi imputada como justiça (Gn 15. não somente à que é da lei. do ponto de vista das experiências e respostas humanas. porém.. O principal ponto da questão está era Génesis 22. a lim de que a promessa seja firme a toda a descendência.12.6). mas elementos de uin programa educativo divino (Hb 12.1-14. com uma ênfa­ se especial.5: literalmente. nem para João Batista. 4 família de crentes Abraão é apresentado a nós no Novo Testamento como um homem de fé.22 fala sobre o incidente como “a fé aperfeiçoada”. A verdadeira fé deliberadamente encara a incapacidade humana. mas que. “Eu e o menino — nós subiremos até lá. Esse incidente proporcionou a Paulo uma de suas muitas “passagens de ouro*' — Romanos 4.15. Ele.17.29: 9. em Mateus 3. mas também à que é da fé que Leve Abraão. resumidas e cumpridas plenamente no dom do Espírito Santo. seria ainda inacreditável que ele pegasse seu filho.6. ela foi mesmo. mas com total simpli­ cidade — escolhe descansar na promessa de Deus. "o Israel de Deus” é sua nova criação (Gl 6. Esta epístola insiste em afirmar que. humana­ mente falando. Abrão começou a andar com Deus (Gn 15. nesse aspecto. “não se deixou levar pela incredulidade”? Ambos os textos.. Romanos 4. o único objeto de todas as promessas de Deus (Hb 11.11 falam da mesma coisa: “estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para cumprir”. nós vamos adorar e nós voltaremos para cá”. deve provar sua realidade nos desafios e respostas da vida diária. nós. O outro momento significativo da fé é destacado em Génesis 22.ABRAÁO (ABRÂO) O filho prometido Génesis destaca dois “momentos" específicos na vida da fé de Abraão. são nossas simplesmente e somente na base da mesma fé que Abraão teve..7. a confiança baseada simplesmente na Palavra de Deus. Será que alguém conseguiria expressar de forma tão perfeita a situação inteiramente absurda de um casal que era..7).1-19: o Sacrifí­ cio de Isaque. Romanos acrescenta que essa fé é a marca distintiva do povo de Deus. Esses testes náo são casuais.110). Do ponto de vista divino. como. Foi incrível Abraão olhar para o seu próprio corpo amortecido e ainda crer na promessa de que teria um filho. mesmo assim... ela “é pela fé.21 e Hebreus 11.18) e.19 diz tudo. em Romanos 2. onde ele é chamado de pai de todos os que crêem (Rm 4.18-22. o Novo Testamento nada tem a acrescentar ao Antigo: todas as bênçãos de Deus em Cristo Jesus.9. nós. colocasse tudo a perder. 15 .6) e Abraão percorreu o caminho completo (Gn 22.16).16) e Gálatas 3. e Tiago 2. como nosso pai e nosso exemplo.15-18)..10-13. Aquela “fé simples” de Génesis 15. Primeiro.. ousou dizer: “nós. "ultrapassado’'. mas no pleno reconhecimento da própria incapacidade. nem para Paulo. para que seja segundo a graça.16). para nos tornar “participantes da sua santidade”. Abraão sabia exatamente que aquela “adoração” envolveria a morte e a oferta do filho e." O comentário inspirado em Hebreus 11. Os descendentes biológicos de Abraão não recebem mais benefícios. que agira não baseado no que sonhava. fez isso. apesar disso. o qual é pai de todos nós” (Rm 4.

que. ao transformar o Abrão sem filhos em Abraão. a .14. Ainda também é verdade. para enfrentarem o imprevisível e todo-poderoso José. 49. o nome divino Yahweh (traduzido na Ver­ são Contemporânea como “Senhor”) ocorre 73 vezes. sem um lar? El Shadday é o Deus que opera nas fraquezas humanas e as transforma — da maneira como agiu. Assim. incapaz de gerar filhos. 48. Abimeleque. 43. e referências como Génesis 15. o pai de uma multidão de nações. e Abrão não hesitou em identificá-lo como seu pró­ prio Deus. ele os encomendou a El Shadday (Gn 43. nosso patriarca plantou um bosque e invocou o nome do “Senhor. Sem dúvida. Foi nesse contexto que Deus se revelou como El Shadday.11. 16 . Novamente. Se traduzirmos El Elyom2 como “criador” (Contemporânea) ou como “possuidor” (ARC) “do céu e da terra”. negociou um tratado perpétuo de amizade com Abraão e. Yahweh (Gn 14. em comemoração a esse evento. Gn 18.16). ela o reconheceu como “o Deus que vê” (El Roi). Em Génesis 21.3) — pois o que poderia ser mais desesperador do que a situação de Jacó. Ele é o Senhor supremo e universal. expulso de casa. náo tinha ainda nenhum significado específico relacionado a ele.3.ABRAÃO (ABRÃO) O Deus de Abraão Quem é o Senhor? Na história de Abraão. o Deus de poder ilimitado para transfor­ mar — Abraão tornou-se um preeminente homem de fé. A passagem de todos esses anos (Abraão tinha agora quase 100 anos de idade e Sara já estava na menopausa.3. de Gerar. El Shadday (Deus Todo-poderoso) é o principal dos quatro títulos similares de Deus. um Senhor que tinha um conhecimento direto (e cheio de graça) do que acontecia sobre a Terra. conhecidos por Abraão: Melquisedeque apresentouse a Abraão como “sacerdote do Deus Altíssimo” (El Elyom).”. perambulante. em Génesis 17.22. quando o Senhor vai ao encontro de Hagar (Gn 16. quando Jacó enviou seus filhos de volta ao Egito. Tal Deus é digno de nossa confiança. Génesis 17.8 mostram Abrão pessoalmente empregando este vocábulo. pelo menos 14 anos já tinham-se passado desde que Abraão recebera a promessa original de um filho (Gn 16. Porque conhecia seu Deus — El Shadday. No livro de Génesis.13). o Deus eterno” (Yahweh El Olam) — provavelmente ele chegou a esse título por meio da conclusão de que somente um Deus eterno poderia ser invoca­ do para superintender um tratado perpétuo. mas o contexto no qual este termo é usado sugere como deve ser entendido. Deus não se revelou para explicar o significado de “Yahweh”.) El Shadday De todos esses títulos. em todas as circunstâncias. Por exemplo. embora o nome fosse conhecido. no artigo Deus.11) teve o efeito de reforçar as fraquezas humanas. O que ele queria dizer para o escritor desse livro? O signi­ ficado de “Shadday” como vocábulo é muito incerto e há muita discussão em tomo dele.m . (Veja a seçáo sobre nomes.25). e essa mesma característica — a habilidade de transformar situações criadas pelas fraquezas humanas — aparece também em outras passagens. j . apenas El Shadday reaparece no restante de Génesis (28. foi nesse mesmo espírito que ele diz ter sido El Shadday quem se encontrou com ele em Betei (Gn 48. conforme vemos em Êxodo 6.1.3.14). 35.22)..2. mas para usar outros estilos e títulos.1 coloca a questão de forma concisa: "apareceu-lhe Yahweh e lhe disse: Eu sou El Shadday.

29). até que Joabe o persuadiu a ver a vida de seu filho sob a perspecti­ va da confusão e instabilidade que cau­ sara. Apesar de Davi ter-se arrependido de sua transgressão e ser perdoado por Deus. Pos­ teriormente. Sua mãe cha­ mava-se Maaca e ele nasceu em Hebrom. Absalão era famoso por sua beleza e seus longos cabelos (2 Sm 14. Seus crimes náo eram apenas políticos. filho de Onri e governante de Israel na mesma época em que o profeta Elias desenvolveu seu mi­ nistério. pelo estupro da irmã de Absalão (2 Sm 13. na Babilónia (Jr 29. Absalão ficou pendurado pelos ca­ belos em uma árvore e foi imediatamen­ te morto por Joabe e seus soldados (2 Sm 18. entretanto. Deus o puniu com um terrível período de seca que assolou a terra — um castigo direto por sua participação nas práticas idólatras. Ele se consumiu pela raiva e pelo ressentimento. Foi um dos piores reis do Norte (cf 1 Rs 16.16). Seu temperamento passional aparece no assassinato de Amnom (veja Amnom). Como Hananias (Jr 28). Joabe percebeu a hesita­ ção do rei em ordenar a morte do próprio filho. Seu casamento com Jezabel acentuou a ligação que a narrativa bíbli­ ca faz entre a idolatria e o comportamen­ to imoral.22). Sua hábil polí­ tica internacional é interpretada negati­ vamente pelo escritor bíblico. devido às graves consequências da adoração mista. Davi lamentou profundamente a mor­ te de Absalão. veja também Mq 6. parece que somente sua filha sobreviveu. veja jez a b el . até que Joabe diplomatica­ mente forçou Davi a perdoar seu erro.v. Para mais detalhes.14. s. De acordo com 2 Samuel 18. ele provavelmente era culpado de prever um final rápido para o exílio e.11) e de cometer adultério com as mulheres dos 17 . Os três filhos de Absalão não são mencionados depois de 2 Samuel 14. como os outros falsos pro­ fetas. culpado de “curar superficialmen­ te a ferida do povo" (Jr 6. pai e filho tiveram uma re­ conciliação parcial (cf. A sua relutância em intervir e punir Amnom. Este filho conspirou para destronar seu pai e foi bem-sucedido em conseguir apoio dos seguidores descontentes de Davi (2 Sm 15). Seu comportamento foi tão mau que a frase “a casa de Acabe" tornou-se um pa­ drão para referir-se particularmente a reis perversos (2 Rs 21.27. Absalão ficou exilado por três anos. mesmo quando há sincero arrependimento.28. nunca se dissi­ pou totalmente. ao descobrir que ele violentara sua irmã Tamar (2 Sm 13). A vida de Absalão serve para ilustrar que os resultados do pecado permanecem. Elias e Nabote. Era o ter­ ceiro dos seis filhos de Davi. 2. fez com que per­ desse a credibilidade aos olhos deste fi­ lho. Desse momento em di­ ante. “irmão do pai”).30-33). a quem ele dera o mesmo nome de sua irmã Tamar. a despeito da séria ameaça que Absalão representava ao seu gover­ no. O infame rei Acabe. como assassinato e estupro dentro da própria família real. O relato do reinado de Acabe só é con­ cluído em 1 Rs 22. em consequência do adultério de Davi (1 Sm 11 e 12) e pela ocorrência da violên­ cia.18. “pai de paz”). Outro Acabe foi acusado pelo pro­ feta Jeremias de falar mentiras para o povo de Israel.39-53. 2 Sm 14). a fim de subverter o reinado de Davi.ACABE A B S A L Ã O (Heb. Davi relutava em reconhecer que sua autoridade estava seriamente ameaçada. A instabilidade uo vacilante reinado de Davi foi marcada por diversos fatores. 1. Sua culpa maior foi per­ mitir a propagação da adoração a Baal. A C A B E (Heb. 23.1-18). até que surgiu a oportu­ nidade de vingar-se e ele matou Amnom (2 Sm 13.28.25-27). A tensão. O conflito não resolvido entre pai e filho afligia o rei e. não escapou das turbulentas consequências em sua pró­ pria família.21-23). Absalão gastou todas as suas ener­ gias.

“Não fez o que era reto aos olhos do Senhor seu Deus. Seu governo foi caracterizado por muitos problemas e ele mesmo recebeu esse epitáfio. Tais determinações da par­ te do Senhor ensinavam muitas verdades às pessoas.2). seu pai” (2 Rs 16. o Senhor colocou a cidade sob uma maldição ou “anátema'. Josué orou e o Senhor lhe mostrou que “Israel" pecara. Logo a seguir. Sendo santo. Era descendente de Judá e Tamar. Filho de Carmi. “criador de problemas”). 1 Cr 1. embaixo de sua tenda. Acaz conquistou essa reputação por aprovar a colocação das imagens dos ído­ los assírios no Templo de Jerusalém (2 Rs 16. mas só Acã seria condenado. Heb. ju n tam en te com E stéfan as e Fortunato. E lembrado por ter "perturbado” Israel com um grave pecado. um dos líde fi­ res tribais em Seir. du­ rante o final conturbado do reino de Isra­ el. Ao insistir em que ninguém seria capturado para se tornar escravo e em que nenhum espólio seria tomado. Terceiro filho de Eser. lho de Zerá. Provavelmente era um escra­ vo da família de um certo L.20). Os profetas previram o dia em que Deus tomaria aquele vale um lugar de es­ perança e descanso (Is 65. d . Deus levou os lí­ deres até Acã. como Davi. Para Acã. Junto com seus dois companheiros.23 diz que ele ofereceu sacrifícios aos deuses de Damas­ co — o que sign ifica que criou um sincretismo tão profundo com outras re­ ligiões que essas assumiram uma forma peculiar em Judá. p . ACA R (Heb. essa ordem da “dedicação” de algo a Deus envolvia a to­ tal destruição. Certamente todo o povo sofreu com o pecado.7. a tentação de apanhar alguma coisa do espólio foi tão forte que desobedeceu à ordem que o Senhor dera por meio de Josué (Js 7). Ai foi conquistada. sobre Deus e elas mesmas. Os 2. No livro de Jeremias.g .ACAICO com panheiros (Jr 29. mas não se pode afirmar cora toda certeza. Ele supriria todas as suas necessidades. Quando Josué destruiu Jericó. A próxima cidade a ser conquistada era Ai. A queda de Judá finalmente aconteceu em 587 a. Le­ vado para fora do acampamento e apedre­ jado. 1. no Norte (742-727 a.v.C. “causador de problemas”). porque ofereciam ao povo uma fal­ sa esperança. 18 . Mummius. que escondera parte do es­ pólio no chão. Seu exemplo ficou como um lembrete para as futuras gerações dos perigos da desobe­ diência (Js 22. e reinou por 16 anos em Judá. Todos os bens locais seriam consagrados ao Senhor.42.23). “o Senhor tem possuído”). trouxe informações de Corinto para Paulo. ACÃ (Heb. mas o primeiro grupo de soldados enviado con­ tra ela voltou derrotado. a ira do Senhor desviou-se de sobre o povo.C. 1 Crónicas 2. onde Esaú se estabe­ leceu (Gn 36. O juízo de Deus sobre Jericó foi extremamente severo.10. 15). s. Apesar das reformas que foram feitas posteriormente por seu filho Ezequias. da Acaia romana (v. A C A Z (Forma abreviada de Jeoacaz.). O rei Acaz foi sucessor de seu pa Jotâo. o Senhor castiga os que são profanos. filho de Zabdi. quando na verdade havia desesperança. Veja Estéfanas. 0 vale de Acor.15). Mencionado em 1 Coríntios 1 6 . 2 Crónicas 28. Muitas vezes. os quais se recusam a reconhecê-lo e adorá-lo. posteriormente tomou-se um símbolo do mal. Uma forma alternativa de Acã. Por meio de um sorteio. os falsos profetas foram alvo de juízo. onde aparece como Jacã). 1. onde Acã foi apedrejado.10-16).1 7 . A C A IC O . Parecia que seria bem mais fácil. o Senhor mostrava que os israelitas deveriam manter-se san­ tos em seu serviço. 2. Acaz havia lançado o rei­ no do Sul no mesmo caminho pelo qual o do Norte tinha andado antes. É interessante notar em Josué 7 a ma­ neira como lodo o Israel é responsabili­ zado pela transgressão de uma só pessoa.27.

contudo. Devido à a Babilónia como seu instrumento para influência de sua mãe. Ele continuou com a infame políti­ gem de Acabe (1 Re 18: 2 Re 9.27-29). palavras da lei de Deus que prometiam A marca de seu reinado foi a sua su­ juízo sobre Israel.). filha do trazer o juízo divino. o Rs 1.v. Ele sucedeu seu fortalecer sua confiança: ‘‘Se não o crer­ des.” (2 Rs 8. O texto bí­ blico deixa claro que o confronto entre livro nos dão uma visão do estado do go­ verno de Acaz. Atalia. promessa. “o li­ do mandou mensageiros consultar Baalvro da lei” foi encontrado no Templo.49). o deus de Ecrom (2 Rs 1. ele caiu pela Seu filho. Finalmente. e fez o que era mau aos de Judá tornou-se inevitável e Deus usou olhos do Senhor. Acazias tentou fazer uma 1.2). Para mais detalhes.36s).C. certamente não ficareis firmes'1 (Is pai Jeorão como rei de Judá. no tempo de Jeremias. tais deráveis (havia um certo tipo de coali­ zão entre a Síria e Israel contra Judá). 2. Rezim e Tíglate-Pileser. para saber se fi­ rei enviou Acbor. os quais fo­ estava próximo (2 Rs 22. por menos de um ano (por volta de 7.40. o relato está registrado a partir de 1 21. 9. con­ tudo. Acazias foi morto pelos homens de Jeú. Acazias reinou de 850 a 849 a. an­ aliança com Jeosafá.v. chamado Elnatã. “rato"). s. O pai de um dos reis de Edom. O conflito permanente na famí­ em Israel. contudo. 1.39. Foi seu infortúnio.50).9b). A C A Z IAS (Heb. para consulta­ do caminho e os enviou de volta a Acazias rem Hulda sobre o texto sagrado. ele “andou nos caminhos da essa confiança já comprometida. por isso o juízo soldados para prender Elias. rei de Israel. "o Senhor tem susten­ Seu corpo foi levado para Jerusalém e tado").9ss). s. Uma como Baal-Zebube. enterrado nas sepulturas dos reis (2 Rs 9. Ele enviou dois grupos de isso o que Israel fizera. Elias os interceptou no meio cerdote Hilquias e outros. ram mortos pelo fogo que caiu do céu (2 Mais tarde. com 844 a. Este Zebube.49. visitava seu tio Jorão (também chamado Jeorão).12-17). Descendente do rei Saul. que estava doente.ACBOR O profeta Isaías estava em atividáde Acazias e repetiu a profecia de que ele nessa époea e os capítulos 7 a 10 de seu morreria sob o juízo de Deus. para ex­ morte de Jezabel. que seria suficiente para 2.35s.. muito mais do que o Senhor e adorassem outros deuses. perverso rei Acabe. 1 Cr 1. ele já começara seu rei­ Elias e Acazias é considerado uma dis­ nado diante de alguns problemas consi­ puta entre o Deus verdadeiro e as assim chamadas divindades dos filisteus. vista como a causadora plicai' a relação entre Acazias e o profeta da imoralidade e da idolatria na linha­ Elias. mas o rei de Judá tes dos israelitas conquistarem a região.4). Embora seu reinado seja cur­ lia de Acabe. * Seu reinado de dois anos foi marcado A C B O R (Heb. A pro­ com a mensagem de que Deus havia de­ fetiza chamou a atenção deles para as cretado sua morte (2 Rs 1. chucou-se gravemente (2 Rs 1. foi feita por meio do proleta Isaías. caso se desviassem do prema insensatez. Baal-Hanã. finalm ente foi consumado com a Reis 22 até o início de 2 Reis 2.41s). juntamente com o sa­ caria curado.51). predito por Elias em 1 Reis to. quan­ 2. o profeta resolveu filho de Acbor.2. também era conhecido como Jeoacaz. Veja ca religiosa de seus pais.3). deus de Ecrom.27). enquanto de Jônatas (1 Cr 8.C. reinou. Sobrinho de Acazias. (1 Rs 22. de Israel. bisneto ta não surpreendeu a ninguém. Durante o reinado de Josias.. pela tragédia.38. é que. A verdade. sua condu­ veja também Peca . Acabe e Jezabel também Jeoacaz. não concordou (1 Rs 22. tornouir com o terceiro capitão ao encontro de 19 . sucedeu Saul na janela de um quarto em Samaria e malista dos reis (Gn 36. a queda casa de Acabe.

o músico (1 Cr 6. mãe de Jabal e Jubal. O resultado do mi­ nistério sacerdotal foi que todo o povo chorou.8). Esse Acube era um “servidor do Templo”. comandante de uma unidade de 100 homens (2 Cr 23. o casamento de Esaú foi “uma amargura de espírito" (Gn 26.12.1). 3. 1. 6. 3. Asafe. heteu. d . Provavelmente esse é o mesmo Acube que também é relacionado entre os levitas que ajudaram a instruir 0 povo na Lei de Deus.7. Não sabemos com certeza se Esaú casou com duas irmãs. Ela deu à luz a Elifaz (Gn 36. Foi enviado ao Egito.7: 11.34. 2. que res­ mortos pelos judeus na fortaleza de Susã pectivamente foram os progenitores dos (Et 9. “beleza”). uma das m ulheres de A DALI A.d . 1. encontra-se em Esdras 10.35). O casamento de Esaú com mulheres cananitas introduziu a cultura e os deuses pagãos na família israelita. cujos descendentes retornaram do exílio babilónico com Zorobabel e Neemias (Ed 2. pai de sua mãe Jedida (2 Re 22. Uma das esposas de Esaú.g . Pai de Maaséias. lembrando-lhes a “ale­ gria do Senhor” (v. Descendente de Bani. por isso.39 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras.10 etc. Ancestral de Maaséias. algum tempo depois ela rogou que lhe desse uma propriedade que tivesse mananciais de água. tomada entre as mulheres de Canaã. Provavelmente era a mesma pessoa mencionada no v.41). Nome de um sacerdote registrado em Neemias 11. depois que Esdras a leu publicamente.21). Filho de Elioenai e faz parte da li­ nhagem real de Judá após o exílio: portan­ to. o qual prometeu que quem capturasse Quiriate-Sefer casarse-ia com ela [Js 15. A D A ÍA S (Heb. 1. Calebe dera a ela terras 110 Neguebe. um d o s s a c e r d o te s T e la c io n a d o s em 1 Crónicas 9. 8 . líder da pro­ víncia que se estabeleceu em Jerusalém (Ne 11. Neemias animou a todos. pastores nómades e dos músicos (Gn 4. O avô do rei Josias. Tais uniões mistas levariam os israelitas a se afastarem do Senhor. 10).19. pois reconheceu a desobediên­ cia e a necessidade do perdão. p . m . 4.p . Para Isaque e Rebeca. Ela ouviu seu esposo vangloriar-se de ter assassinado os que o prejudicaram (Gn 4. p . 21). Ele atendeu seu pedido (Js 15. Filho de Jeroão. que se estabeleceu em Jerusalém.1). para que as pessoas possam responder em fé e obediência (Ne 8. o heteu.19- 20 .24) — um lembrete do pecado que já dominava completamente o mundo. Descendente de Bani.g . Era filha de Elom. Um dos dez filhos de Hamã. em Génesis 26. 12. O trabalho deles era idên­ tico ao dos sacerdotes e ministros atra­ vés dos séculos: tornar claro 0 significa­ do da revelação de Deus na Palavra. 9. Ne 8. Filha de Calebe. 7.d .ACSA se uni dos oficiais da corle.22: 36. Ada.23.12).4.24). p . Um dos cabeças do clá levita dos porteiros do Templo: viveu em Jerusalém depois do caLiveiro babilónico (1 Cr 9. encontra-se em Esdras 10. “agradável ao Senhor”). Otniel to­ mou a cidade e desposou Acsa.29 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras.g . 2. A C S A . Ne 7. da mes­ ma família.16. Lameque.45). veja EUsafate.5). Jz 1. um dos descendentes de Adaías.). 5. 2. Para mais detalhes.12.42. 5. mas Baseinate também é re­ ferida como filha de Elom. foi par­ ceiro de Hemã.25). para capturar o profeta Urias e trazê-lo de volta (Jr 26.19).17.45).12).8). Filho de Etá e pai de Zerá. ACUBE. um descendente do rei Davi (1 Cr 3. A D A (Heb. a qual também incluía a guarda dos depósitos do Templo próxim os aos portões. Seus descendentes exerceram a mesma função (Ed 2. Filho de Simei e um dos líderes da tribo de Benjamim (1 Cr 8.

e significa “solo”.1. A maneira como a Bíblia descreve Adão nesses primeiros capílulos ajuda o leitor a entender a comunhão eutre Deus e sua obra-prima.ADÁO ADÃO Adão no Antigo Testamento Alguns estudiosos sugerem que o vocábulo a d ã o vem do hebraico. e carne da minha carne” (Gn 2. regularmente. Feito “à iinagem de Deus”. Não se observa Adão ler suas próprias reações ao que Deus fazia por ele. Ambos foram feitos sem pecado e viviam na inocência.8). Os primeiros capítulos de Génesis descrevem a criação. Ele tinha em si o sopro do Senhor (Gn 2. para ajudá-lo a cumprir as tarefas para as quais fora criado. ficaram envergonhados.17).29. A comunhão com Deus e a sujeição ao Cria­ dor. ama-se a si mesmo”. de repente seus olhos foram “aber­ tos”. para significar "humanida­ de" ou “homem”. O desejo de se vestirem foi um reflexo de tentar se esconder da presença de Deus.”. Ele começou a exercer seu domínio sobre a criação (Gn 1.20 algumas traduções trazem “mas para Adão náo se achava adjutora. Além dessa comunhão íntima. pois necessitava de alguém para servir-lhe de companhia (Gn 1. enquanto a Terra existisse.7). no que concorda a maioria dos comentaristas. quando deu nome a todos os animais (Gn 2. No entanto. principal­ mente o de não comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2. sem nenhum constrangimento (Gn 2. A pureza da criação foi imediatamente corrom­ pida. Assim.29.23). A Versão Contemporânea registra ali: “façamos o homem”.28.27.. Adão trabalharia e cuidaria desse paraíso e Deus fez-lhe a mulher.15). quando Ele passeia pelo Jardim (Gn 3. O Senhor conver­ sava com Adão (Gn 1.28-30). tomou-se o primeiro ser humano a habitar a recém-criada Terra. nos capílulos iniciais de Génesis.19. mas aqui fica claro que esse poderio era secundário.26. Génesis 3 descreve o pecado de Adão.7) e foi colocado no Jardim do Éden (Gn 2. Ele descreveu sua esposa como “osso dos meus ossos. ofereceu-o a Adão. Nus. Esse termo é usado na Bíblia para referir-se à primeira pessoa criada (Gn 5. antes estavam felizes em caminhar com o Senhor e obedecer aos seus mandamentos: agora se escondem de Deus. mas não se pode ter certeza disso.26)..25). quando disse: “quem ama a sua mulher. 21 .1) e. acrescentando uma nota de rodapé na qual se explica que o vocábulo pode também sugerir “homem". mostradas nos dois primeiros capítulos.8-17). Nosso primeiro pai não era como os animais.30) no Jardim do Éden (Gn 2. feito por Deus. são repentinamente destruídas. a quem sabiam que desobedeceram. Além disso. Adão precisava de que Deus criasse a mulher para ele. A primeira ocorrência deste termo encontra-se em Génesis 1. 1 Cr 1. para obedecer aos mandamentos de Deus. e buscaram meios de se cobrir (Gn 3. O homem distingue-se claramente de todo o resto. Adão. existe algum debate sobre se este vocábulo seria traduzido como o nome próprio “ Adão” ou sim­ plesmente como “humanidade". Em Génesis 2. Eva foi tentada pela “serpente” (Satanás) e comeu o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. A única conversa entre o Senhor e Adão registrada na Bíblia é aquela em que ele tenta jogar a culpa sobre a mulher por tudo o que acontecera. O domínio sobre o resto da criação que llie fora confiado no princípio seria lambém exercido por seus descendentes. ele mostrou claramente que apreciara sua companheira e suas palavras em Génesis 2.26). os dois primeiros capítulos servem também para reforçar a completa dependência que o homem tinha de seu Cri­ ador.20). recebeu domínio sobre toda a criatura terrena (Gn 1.23 podem muito bem ter suscitado a idéia que o apóstolo Paulo usou em Eiesios 5. Em certos textos.

16. que con­ tinuaria até a morte — quando então retornaria ao pó. Em Roma- 22 . As duas áreas em que ele era tão claramente distinto dos animais foram afetadas pelo castigo. ao indicar que na própria convivência conjugal havia uma alusão à comunhão entre Cristo e sua Igreja (cf. Há outra referência direta a Adão em Judas 14.13. em toda a criação de Deus é claramente revelada. Naquela negação. seu segundo filho (Gn 4. em pensamentos. O Antigo Testamento não faz muitas outras referências nominais a Adão. era um ser pecaminoso e. Ali. Esta seria sua tarefa.1). quando falou do casamento como uma insti­ tuição indissolúvel. naquele pecado. A diferença entre essa relação e a de Mateus (Ml 1. nosso primeiro pai teria dificuldades em cultivar o solo e exercer o domínio sobre os animais.9). conforme a narrativa bíblica prossegue. Deus criou Adão e Eva para permanecerem juntos e este deveria ser o padrão para o matrimónio e a vida familiar.19). ao ser expulso do Jardim do Éden (Gn 3. para a glória de Deus. quando ele fez a comparação com o casamento. e a intimidade desse relacionamento com Jesus foram mostra­ dos por Paulo. matar Abel. agora seria doloroso (Gn 3. que retorna até Abraão. O trabalho que Adão recebeu para lazer.23. Em Lucas 3. o apóstolo acrescenta mais um significa­ do ao relacionamento entre homem e mulher. Caim. é também o espetáculo no qual o que recebeu tanto domínio do Criador tentou negar sua dependência do Senhor. Paulo usa os mesmos textos de forma similar em Efésios 5. Jesus mencionou Génesis 1. Adão fixou seu olhar num tipo de vida que ignoraria ou mesmo negaria ao Todopoderoso.8. porque Adão "foi formado primeiro" e Eva foi enga­ nada primeiro (1 Tm 2.17). contudo. contudo. possuía o sopro do Criador dentro dele. No entanto. As mulheres exercem fun­ ções diferentes das dos homens. o pecado entrou no mundo e trouxe o castigo e a maldição do Criador sobre toda a criação. porque foi o pai da nação israelita. como parte do seu domínio sobre a criação. É importante notar que.4. Adão continuou o mesmo. Por intermédio de Adão. Adão também experimentou o castigo da separação de Deus. Adão encabeça a genealogia que leva até Jesus. o homem colocou a si mesmo no lugar de Deus.ADÃO A punição de Deus para o pecado de Adão é declarada em termos bem claros. como única. Agora.24) e ao ver a manifestação física do que agora era sua realidade espiritual — a morte. A cria­ ção é mencionada frequentemente e a condição da humanidade como seres criados foi lembrada pelos que eram fiéis e adoravam a Deus Iveja SI 8. palavras e obras. após o castigo e a exclusão do Jardim do Éden. Adão preparou o palco para a humanidade e apresentou a cena em que as verda­ deiras origens da humanidade. A partir daquele instan­ te.17-19). Abraão recebeu mais atenção na história judaica. cf. O amor. é notável e provavelmen­ te indica o cuidado deste escritor em mostrar a relação de Cristo com toda a humani­ dade e não somente com o povo judeu. Adão novamente assumiu a posição proeminente nas discussões sobre como Deus trata com a humanidade. contudo. 1 Co íj. Ele náo regrediu a um estado no qual não seria melhor que os animais. Ele contemplou. Foi também nos escritos de Paulo que uma clara descrição foi formulada sobre o lugar teológico que Adão ocupa nos assuntos relacionados cora o homem.27 e 2. Ele possuía a imagem de Deus. mas mediante um esforço cansativo e doloroso. constrangido. na época do Novo Testamento. para apoiar seu argumento sobre o lugar da esposa na família e na igreja. iCo 11.8).38.31. seu primogénito. a durabilidade. fica claro que cada aspecto da vida do homem foi permeada pelo pecado e pelo desejo de negar a Deus. Por meio daquela transgressão. Paulo também apelou para o relacionamento de Adão com Eva. de onde fora formado (Gn 3.3-5).

portanto. O “homem do céu" viveu. espírito vivificante”. O vocábulo "todos" de 1 Coríntios 15. o qual é reafirmado diariamente na vida de cada indivíduo (Rni 5. “sendo da terra’'. para tornar-se “as primícias" dos que ressuscitariam. 47). demonstrar o quanto Adão e Cristo são diferentes. Adão foi superado por Jesus. da morte para vida. O primeiro era o Adão de Génesis. Cristo teve sucesso onde Adão fracassou e Ele só poderia fazer isso como um verdadeiro homem. Lrouxe o pecado a toda a humanidade. sofreu e morreu como acon­ teceu com Adão e sucede com toda a humanidade. 18). Adão (Rm 5. Dessa maneira. 15-17). o juízo e a morte para Iodas as pessoas (v. Adão. quando observam que ela se torna "muito mais" superabundante para as pessoas depois que muitas transgressãos são cometi­ das.21: “Pois assim como a morte veio por um homem. conforme Paulo fala em 1 Coríntios 15. da ira de Deus. E nesse sentido que Jesus é realmente “ Adão" — o último Adão (1 Co 15. Cristo trouxe vida eterna (v. receberão sua natureza — "a imagem do celestial" (1 Co 15.45-47. 22 diz: “Pois assim como Lodos morrem em Adão. Paulo fala sobre isso de forma mais vívida em 1 Coríntios 15. Cristo obedeceu a Deus quando Adão náo o fez. Paulo mostrou que a humanidade tem diante de si duas alternativas: ser represen­ tada por Adão ou Cristo. O contraste que o apóstolo fez foi éntre a pessoa natural e a que. ele fala repetidamente em “um homem". os que estão “em Adão". O v. Ele trouxe o pecado ao mundo. no v. contudo. A passagem. o apóstolo apresenta sua visão da comunhão entre Adão e Cristo. Cristo trouxe justiça — Adão. morte. juízo. Segundo. onde faz um contraste entre o “primeiro homem. Esse contraste entre Adão e Cristo foi desenvolvido em linhas similares em 1 Coríntios 15. “um homem’' (v.49) e isso redundará em vida eterna e ressurreição. assim também todos serão vivificados em Cris­ to". é espiri­ tual. mas o interesse do apóstolo era. 23 . pela fé. Os crentes aprendem sobre a graça de Deus em Cristo. Des­ sa maneira. Ele. como fillios de Adão.22 tem sido exaustivamente discutido pelos comentaristas.ADÀO nos 5. Lodos os que estão "em Cristo". na verdade. e o segundo “é do céu”. O apóstolo queria que as pessoas vissem sua ênfase em duas coisas nesta passagem. quando comparada com o castigo que seguiu apenas um pecado (w. 15-19). os quais têm fé nele e são representados por Ele. começou primeiro com o próprio Jesus que se tornou “homem". enquanto Cristo traz a salvação desse juízo. receber a graça da salvação de Deus median­ te a fé em Jesus (Rm 5. ao referir-se tanto a Adão como a Cristo (a palavra “um/uma" é repelida dez vezes nos w . 21) — Adão. seres humanos naturais que morrem devido ao juízo de Deus sobre o pecado de nosso primeiro pai e sobre suas transgressões diárias. queria que Iodos entendessem plenamente o significado de sua expressão “muito mais". O argumeuto de Paulo baseava-se em seu entendimento de que Adão era realmen­ te um personagem histórico. ou o segun­ do homem (v. Então.15. (que) foi feito alma vivente". começa o contraste com: “mas náo é assim o dom gratuito como a ofensa". por meio da fé em Cristo. Primeiro. para trazer vida aos que crêem.45). 14). Paulo provavelmente viu nisso uma “figura". “é a figura daquele que havia de vir" (v. na discussão de Paulo sobre a morte e a ressurreição. também a ressurreição dos mortos veio por um homem". Cristo estava preparado para receber a maldição do juízo de Deus e morrer.12): “porque todos pecaram".14). Ele se refere a dois grupos diferentes de “todos": o prim eiro. como seu líder. nosso primeiro pai é visto como o que foi desobediente e Lrouxe o pecado. e o “último Adão. o segundo.2) ou alcançar o castigo.12).

6 menciona que Ebede.ADAR Era sua morte.36. O terceiro filho de Ismael e um líder tribal (Gn 25. Ele ofereceu a si mesmo como sacrifício pelo pecado. Seguidor das pegadas de Absalão. Essa passagem deixa claro que a deserção gra­ dual dos soldados de várias tribos. um ato que foi aceito por Deus quando Ele levantou o segundo Adão dentre os mortos e dessa maneira reverteu em Cristo a maldição do juízo colo­ cado sobre Adão. Esdras 2. Filho de Siza. 1. responsável pelos tesouros reais no reinado de Davi (1 Cr 27. 1 Cr 1.29). 1.29).42). devido à suspei­ ta de que Salomão.g . 4. que está debaixo do juízo de Deus por causa do pecado. ADI NA (Heb. A D IM (Heb.13.14). O pai de Azmavete. consultor do rei Xerxes (Et 1.25). Para mais detalhes veja Memucã. 1. veja Abisague e Natã. “adornado”). “justiça de Deus”). A D B E E L . Um dos sacerdotes que. “o Senhor é meu Se­ nhor”). Era filho de Ja­ zera e pai de Masai. Um líder da tribo de Simeão. na época em que houve um grande desejo pelo livro da Lei (2 Cr 17. rubenita. é re­ lacionado em Esdras 10. ADI EL (Heb. Adonias. “ornamento de Deus"). 3. mencionado em Neemias 12. regis­ trado em Neemias 10. 2. “deleite”). Guerreiro da tribo de Manassés que desertou do exército de Saul e uniu-se a Davi em Ziclague (1 Cr 12. Um filho de Bela (1 Cr 8. Ele viveu nos dias de Joiaquim.14). Jesus identificou-se com Adão e toda a humanidade. p .19-25). ao abandonar Saul para unir-se a Davi. um dos descen­ dentes de Adim.20 é 655. A D A R . Um dos nove levitas que ensina­ ram a Lei ao povo. A D I. “voluptuoso”). até que se fez um grande exército. Descendente de Paate-Moabe. que falhou mediante a hábil intervenção de Nalã. Relacionado na genealogia de Jesus em Lucas 3. men­ cionado em 1 Crónicas 4. 24 . 1 Rs 1 e 2).12). Pertencente à tribo de Judá. seria o su­ cessor de Davi.8). e não ele. 3. o quarto filho de Davi. o nú­ mero dado em Neemias 7. Ao fazer isso.20). A D M A TA . A D L A I (Heb. seu irmão mais velho. Líder de uma família de sacerdo­ tes de Harim. oficial no reinado de Davi. Homem sábio e especialista em leis. se estabe­ leceram em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. quando ele pediu para casar-se cora Abisague. A D O N IA S (Heb. era dirigida pelo Espírito de Deus: “Dia a dia vinham a Davi para o ajudar. também ameaçou trazer problemas ao reinado do pai (2 Sm 3. era um dos oficiais mais graduados no exército do rei Jeosafá (2 Cr 17. Esdras 8.19.22). a camareira de Davi: isso resullou em sua execução (1 Rs 2.15. respon­ sável pelos “gados dos vales” (1 Cr 27. Para mais detalhes. 2. Salomão demonstrou-lhe tolerância. Adina era um líder entre seu povo e um dos “heróis” de Davi (1 Cr 11. 2. A D N A (Heb. como o exército de Deus” (1 Cr 12.30 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras.28. durante o terceiro ano do reinado de Jeosafá. juntamente com 50 ou­ tros homens subiram da Babilónia duran­ te o reinado de Artaxerxes. Sua amargura.4.1-3). Pai de Safate.15 diz que 454 dos seus descendentes retornaram do exílio na Babilónia.o . que se esgotou.16. levou-o a planejar um golpe político. Adim é des­ crito como um dos líderes que colocaram o selo sobre o juramento do povo.

p. 5. a qual conquis­ taram.G. A D O N I . Seu Iraba2. tinham firmado um (Jz 1. 24). 10.18. como as nações vizinhas (1 Sm 8. tratado de paz com Josué. os Senaqueribe e orou ao Senhor por livra­ quais ele enviava em grupos de 10. mataram 10. com Esdras.B E Z E Q U E (Heb. 2 Cr ram a lula contra os cananeus e ferezeus.13 diz que um número enfrentar os amoritas. "meu Senhor tem se levantado”). desde o final do lados (v. “o Senhor é exalta­ Esse povo estava entre os transportados do”). Os ho­ Adonirão foi enviado como embaixador. P. construção das instalações reais.000 homens e A D O N I -Z E D E Q U E (Heb. Mencionado apenas no pri­ tou o mesmo sistema.000 mento.v. AdoniZedeque era rei de Jerusalém. E lembrado porque sua con­ lhe os polegares das mãos e dos pés e o vocação para a balalha serviu como de­ monstração do grande poder de Deus e levaram para Jerusalém. Assim. mais tarde. Um dos deuses como 667. dos seus descendentes retornaram do que marchou rapidamente de Gilgal. mas tavam entre os primeiros que continua­ foi apedrejado e morreu (1 Rs 12.ADRAMELEQUE 3. “senhor de Quando Roboão subiu ao trono e adoBezeque”).000 sível queda de Jerusalém pelas mãos de homens recrutados sob suas ordens. Quan­ rei de Judá. queimadas no fogo. Seu medo dos feito a mesma crueldade com muitas ou­ tras pessoas. para substituir os israeUtas que foram exi­ los trabalhos forçados. Artaxerxes.G. durante as reformas teceria. Deus e insistiu em ter um rei. Um dos homens que testemunha­pinho. uma cidade forte tigo de Deus e que merecia tal suplício e bem guarnecida. Ele reconheceu que era cas­ hebreus aumentou quando ouviu que os habitantes de Gibeom. em 2 Sm crianças. A de sua obra miraculosa em favor de Isra­ Bíblia mostra que um castigo tão cruel el para a derrota dos amoritas. os quais pediram ajuda a Josué.6. que incluíam sacrifícios de no de Salomão (1 Rs 4. Ezequias.4-7). Filho de Abda.G. sob a in­ mente isso que Samuel alertara que acon­ fluência de Neemias. pelo Senhor sobre um homem que tinha liderados por Josué.24 é chamado de Adorão). era responsável pe­ para Samaria por ordem do rei da Assíria.18). durante o reinado de P.d. ele for­ mou uma colig ação com cin co reis A D O N IC Ã O (Heb. cananeu da região de Bezeque. Isaías profetizou que o rei assírio ao Líbano para trazer tábuas de cedro e 25 .16). Trouxeram consigo práticas reinado de Davi e no decorrer do gover­ tenebrosas. depois da morte de Josué.D. quando Israel desobedeceu a de Esdras (Ne 10. esse rei morreu ali.6-15). Tal sistema de trabalho forçado era ram e selaram a promessa que o povo fez odiado pelo povo.1-5). 1 .31). adorados pelos sefarvitas (2 Rs 17. "meu Senhor capturaram Adoni-Bezeque. embora fosse exatade obedecer à Palavra de Deus.16-19). Naquele pri­ meiro ataque. s.14. 20. as tribos do Norte meiro capítulo de Juizes. Um dos filh o s do rei assírio ilio era forçar os israelitas a ajudar na Senaqueribe e irmão de Sarezer.18 o número dos descendentes que regressaram é dado A D R A M E L E Q U E . para Exílio e Esdras 8. na época deveria ser visto como retribuição feita em que os israeUtas entraram em Canaã. mens das tribos de Judá e de Simeáo es­ para fazer cumprir as ordens do rei. Esdras 2. foi comunicado sobre a pos­ do trabalhava para Salomão. Em Neemias 7. tinha 30.13 registra que 666 amoritas para alacar os gibeonitas (Js 10. A D O N IR Ã O (Heb. era um rei separaram -se de Judá e Benjam im . Cortaramé justiça”). O Senhor deu uma de seus descendentes vollou da Babilónia grande vitória a Israel (Js 10.D.

A F IA . se fosse à Cidade Santa.30).8) fora prometida a Davi (1 Sm 18.7 diz respeito a uma pessoa com esse nome. A tradição diz que foi apedrejada até a morte durante a perseguição levan­ tada por Nero contra os cristãos. falou que uma grande fome espalhar-se-ia por todo o Im­ pério Romano (At 11. AER (Heb. Era um profeta do Novo Testa­ mento. P. Evi­ dentemente. 2. ao mentir e dizer que só poupara Agague e os espó­ lios para sacrificá-los a Deus. Fontes extrabíbiicas demonstram que numerosas crises de fome ocorreram em vários luga­ res durante o primeiro século do Cristia­ nismo. Um descendente de Benjamim e pai de Becorate. enquanto adorava seu deus Nisroque (2 Rs 19.37. O profeta então matou Agague. 1. quando Saul rompeu o tratado que Josué fizera com eles (Js 9.19).g . casado com Merabe. Posteriormente. Para cumprir sua promessa. A profecia levou os discípulos de Antioquia a tirarem imediatamente uma coleta. Apesar dos apelos dos outros irmãos. mostrou ser verdadeira. “pelo Espírito". os quais diziam que ele não deveria ir.28).G. Era tataravô do rei Saul (1 Sm 9.8). Talvez seja o mesmo Airã. p. Paulo pe­ diu a ela também que recebesse o escra­ vo Onésimo de volta. Desde que o apóstolo a saúda ime­ diatamente depois do próprio Filemom. numa ação que mostrava a justi­ ça de Deus sobre um assassino de ino­ centes (1 Sm 15. Ele aumentou seu pecado.1). para o Senhor. Adrameleque e Sarezer. cinco de seus filhos foram mortos (2 Sm 21.38). quando se encontrava em Cesaréia. de Números 26.22-26). filha de Saul. A profecia.15).d . ÁGABO. Merabe (erroneamen­ te chamada de Mical em algumas tradu­ ções de 2 Sm 21. que no final foi arrecadada em muitas igrejas. A desobediência era uma re­ jeição direta das Escrituras Sagradas (1 Sm 15. Numa tris­ te declaração.12 ele é listado como um líder da tribo de Benjamim. Por meio de Samuel. Samuel mostrou que. lembrado por duas profecias. “outro"). d . p . na qual anunciou-se o fim do reinado de Saul. foi levada a Jerusalém por Paulo e Bamabé.33). como um irmão em Cristo. monarca dos amalequitas. Deus ordenara ao rei de Israel que des­ truísse completamente aquele povo na batalha. Esse vocábulo provavelmen­ te se refere a algum tipo de título.g .D.27ss).ADRIEL não capturaria a Cidade Santa e voltaria para sua terra pelo mesmo r a m i n h o . embora profunda. A profecia de Balaão em Números 24. Na primeira. com a pri­ são do apóstolo em Jerusalém e sua pos­ terior deportação para Roma. Senaqueribe foi morto pelos próprios filhos.38. Essa oferta. foi derrotado por Saul (1 Sm 15. a obediência é mais importante do que o sacrifício. por sua desobediên­ cia. como vin­ gança pela morte de vários gibeonitas (2 Sm 21.29.10). Entre seus descendentes es­ tavam os husitas. Saul e seus soldados. Deus matou muitos assírios.35). o Senhor pronunciou um juízo sobre o rei de Israel. A segunda profecia foi dirigida a Pau­ lo. Pau­ lo insistiu que estava disposto a ir para onde o Senhor o enviasse. Agague. A F IA . é claro. A G A G U E . pouparam Agague e alguns dos melho­ res espólios de guerra. Is 37.2). Em 1 Crónicas 7. Filho de Barzilai. Uma mulher saudada pelo após­ tolo Paulo em Filemom 2 e descrita como "irmã”. a caminho de Jerusalém (At 21. Agabo veio da Judéia e profetizou que o apósto­ lo seria preso. para ajudar os cristãos que viviam na Judéia (At 11. a fim de ser julgado por César (At 21.8-33). contudo. provavelmente era a esposa deste. era a anfitriã da igreja que se reunia na casa de Filemom. A D R IE L . 26 . e livrou assim Ezequias e seu povo (2 Rs 19. onde seria assassinado (2 Rs 19).

Ageu e Zacarias não so­ mente estabeleceram o impulso necessá­ rio para a reconstrução do Templo (Ed 5. “festa. como também permaneceram envol­ vidos no projeto até sua finalização. “meu irmão é o Senhor”). uma das concubinas de Saul (2 Sm 3. as quais demonstram que.18).15).3 2 . A ÍA S (Heb. "ave de rapina”). 1. 21. Bisneto do sacerdote Eh e filho de Aitube. Filho de Jaqué. A IÃO. quando jônatas conquis­ tou uma importante e notável vitória so­ bre os filisteus (1 Sm 14.6-9) e. ou seja.1). foi o escritor de vários provérbios. Sempre acompanhava o rei Saul para Uie dar ori­ entação e era um dos responsáveis pela Arca da Aliança. os anciãos pre­ sentes na dedicação lembraram-se da gló­ ria do Templo anterior. encorajou os trabalha­ dores a antecipar um dia no futuro. com efeito. filho de Agripa I. Mencionado como um dos filhos de Semer. "um irmão”).13). que seria mais glorioso do que a dedicação do presente Templo.40).28). festival”). Mencionado como rei Agripa em atos 25. 2. servo de Deus (w. 27 . Al (Heb. mas isso é improvável. Pai de Rispa. contudo. A primeira parte de suas pro­ fecias é de condenação sobre os que retornaram da Babilónia e buscavam seus próprios interesses. A G U R . o hararita. registrado no livro que leva o seu nome. Assim. um dos trinta “heróis” de Davi. cham ava-se Herodes Agripa 11. exceto sua colocação cronológica e a na­ tureza de seu ministério e sua mensagem. antes de começar a se preocupar com o Templo (Ag 1. O filho de Sarar (ou “Sacar”: 1 Cr 11. AIÃ (Heb. 1 Cr 1.33). ficou alento ao testemu­ nho do apóstolo e até mesmo arriscou dizer: "Pensas que em tão pouco tempo podes persuadir-me a fazer-me cristão?” (At 26. Veja Herodes.35). é listado nas genealogias do tempo do rei Jolão. Pratica­ mente nada se sabe sobre este profeta. Esdras proporciona algumas informa­ ções adicionais. Um dos filhos de Zibeom. de Judá (1 Cr 5. encorajar a reconstrução do Tem­ plo em Jerusalém. mas estivessem voltados para a “Palavra do Senhor (que) é perfeita” (Pv 30. AG EU (Heb. Ele ouviu a defesa de Paulo durante sua pri­ são em Cesaréia. como o Rei. Filho de Abdiel. AIÁ (Heb.5). O atual jamais seria comparado com aquele. as quais se encontram entre o 1* dia do 6* mês (Elul) do segundo ano do reinado de Dario sobre a Pérsia (29 de agosto de 520 a. Ageu visualizou aquele que atrairia a riqueza e a adora­ ção das nações (Ag 2. chamado de “mensageiro do Se­ nhor” (v. era sacerdote em Silo. todo o ministério de Ageu.14. Líder da tribo de Manassés e filho de Semida (1 Cr 7. endereçados a Itiel e a Ucal (Pv 30.24. A G R IP A . e . estabelece especificamente a data de suas várias mensagens. Um gadita que vivia em Gileade e Basã. viu uma figura messiânica que governaria sobre os reinos. em 2 Samuel 23. Ageu. Ele incentivou seus ou­ vintes a náo alentar para sua sabedoria humana.34).11. aconteceu em me­ nos de quatro meses.m .19).1). Ageu não faz menção a essa fase posterior da re­ construção. 20-23). 1. qua­ tro anos mais tarde (Ed 6. No entanto. depois do exílio babi­ lónico. na pessoa de Zorobabel. edomila descendente de Seir (Gn 36.7. O pai de Samá.C. Alguns sugerem que seu nome era outra designação para o próprio Salomão. 2. homem poderoso na batalha (2 Sm 23.4).15). um homem valente e chefe de príncipes na tribo de Aser (1 Cr 7.AÍAS A G É .3.13 a 2 6 . “meu irmão“). A profecia de Ageu.10). 1.) e o 24B dia do 9® mês (Kisleu) do mesmo ano (18 de Dezembro de 520).

26. Judá fizera essas coisas e por isso o juízo estava próximo (2 Rs 22. mas também fiéis ao Senhor. 1. à frente dos danitas.24).33.15). Aias reiterou sua profecia de con­ denação contra a casa de Jeroboão. Tempos depois. Zadoque foi o sumo sacer­ dote durante quase todo o tempo do rei­ 28 .24. que primeiro lutou por Saul e que depois transferiu-se para o exército de Davi em Ziclague (1 Cr 12. Filho de Eúde. listado como pelonita (1 Cr 11. C.25).10). d. 7. Aiser esta­ va novamente no comando de seu povo. A IL U D E . Profeta de Silo que se opôs à idola­ tria de Salomão e falou sobre a divisão do reino. como se lança fora o ester­ co.Um dos líderes em Neemias 10. A IE S E R (Heb.22. 4.7). o povo queria matar Jeremias. linguisticamente.9). p. Habilidoso arqueiro ambidestro da tribo de Benjamim.15). 8. A razão teológica para a divisão do reino foi o sincretismo e a apostasia de Salomão (1 Rs 11. Aicão e seu filho eram leais aos reis de Israel.g . 3. O neto de Davi ficou como rei no Sul. que estavam na re­ taguarda de todos (Nm 10. apoiavam os profetas.v. p . g . Paidejosafá. Líder da tribo de Dã no tempo de Moisés. Ao ouvirem as más no­ tícias.AICÀO 2. Filho de Sisa. sobre as tribos de Judá e Benjamim. ele levou as ofertas de sua tribo no décimo dia da celebração. mas Aicão salvou o profeta da morte (Jr 26. Essa passagem dá a entender que Aias e seu irmão foram exi­ lados para Manaate. até que de todo se acabe” (1 Rs 14. 1 . 5. "meu irmão tem se levan­ tado”). As doze partes desta rou­ pa simbolizavam a ruptura do reino.15. a despeilo das palavras duras de juízo contra Judá que proclamavam. 6 .1217).12). d .29. da tribo de Benjamim (1 Cr 8.16. para descobrir se o filho deles ficaria bom de uma doença que con­ traíra. Filho de Jerameel. Jeremias então ficou com Gedalias. Sobre Jeroboão. Quando os israelitas finalmente partiram do Sinai. Filho de Amisadai. depois da queda de Jerusalém em 587 a. Hulda destacou as palavras da lei de Deus que prometiam castigo sobre Israel.15).27.2931). para consultar uma profetisa a respeito do livro. o qual cuidou dele. Um dos “heróis” de Davi. juntamente com o sa­ cerdote Hilquias e outros. A IM A Á S . significa que era um escriba (1 Rs 4.25. que também colocou seu selo sobre o pacto que o povo fez de obedecer à lei do Senhor. durante o remado de Jeoiaquim.3.36).7). Seu filho Gedalias foi nomeado governa­ dor de Judá por Nabucodonosor. "Lançarei fora os descendentes da casa de Jeroboão. Esse Josafá clara­ mente foi um dos líderes mais confiáveis de seu tempo (2 Sm 8. “irmão de ajuda”). Al C Ã O (Heb. 20. 2 Cr 9. rasgando simbolicamente seu próprio manto. 12. portanto. provocando o Senhor à ira” (1 Re 14. Dez tribos revoltaram-se contra Roboão e fi­ zeram Jeroboão rei no Norte (1 Rs 11. ao confirmar que o menino morreria e Deus desarraigaria Israel da terra. foi seu representante na época do censo (Nm 1. 1 Cr 18.7-13. Nos dias do rei Josias. Na dedicação do Tabernáculo. o que. portanto.3). 2. rei de Israel (1 Rs 15. Pai de Baasa.3). 21. da tribo de Judá. que viveu duran­ te o reinado de Davi. Jeremias também recebeu ins­ trução de Deus para profetizar que viria juízo sobre Judá. caso se desviassem do Senhor e adorassem ou­ tros deuses. 2 Rs 9. mencionado apenas em 1 Crónicas 2. Bua mais detalhes. 10. "porque fi­ zeram os seus bosques. (Jr 40. s. o “Livro da Lei” foi encontrado no Templo. 1 Rs 4. O monar­ ca enviou Aicão. veja Jeroboão. mencionado como secretário na corte de Salomão.12. Jeroboão enviou sua esposa disfarçada a esse profeta.

1 Cr 3. 29 .50). o edomita. ”meu irmão é um presente”). Aim eleque é referido como “o heteu". crianças. mencionado anteriormente. Aimaás.5.25).24). 1. Aimaás.43. A IN A D A B E . Pai de Ainoà. s. Filha de Aimaás. (Heb. “irmão nobre”).D.7-15). Um dos porteiros da tribo de Levi. Era um dos doze governadores distritais do rei Salomão. após o cativeiro na Babilónia (1 Cr 9. 2. portanto neto do sacerdote Aimeleque. Salomão nomeou doze governado­ res de província. filho de Abiatar.14).7). 2. foi nomeado um des­ ses governadores. confiantes suficientemente no Senhor para crer que tais gigantes seri­ am derrotados. para suprir a casa real por um mês durante o ano (1 Rs 4. Cada um deles tinha a responsabilidade de providenci­ ar alimentos em sua região. esposa de Saul (1 Sm 14.10). Juntamente com Jônatas. da tri­ bo de Levi. Davi sentiu-se culpado pela tragédia e o tomou como seu sacerdole e confidente pessoal. que matasse todos os sacerdotes. 30. juntamente com Abigail. Como resultado.c.17).2. filho de Aimeleque (1 Sm 22. “irmão de um rei”). “meu irmão é bom"). dou o filho de Jessé e seus homens quan­ 2 Sm 2.15 a 19. mulheres. do fugiam de Saul: o rei ficou tão furioso que ordenou a Doegue.16 e 2 Samuel 8. Quando Absalão morreu. lho de Jessé em sua jornada na Filístia. outros acreditam que os no­ mes foram erroneamente trocados. 2. que viviam em Hebrom no tempo da conquista de Canaã por Josué.3.17. com quem Davi se casou. era um dos sacer­veiro e Ainoã deu à luz o primeiro filho dotes de Nobe e amigo de Davi. 1. Filho de Ido. Uma mulher de Jezreel. depois do retorno a Jerusalém. 2.50). Em 1 Crónicas 18.14. Naquele dia foram mortos 85 deles. 3. Ainadabe era o governador da região de Maanaim (1 Rs 4. Calebe liderou o ataque contra essa cidade e derrotou os três gigantes na ba­ talha. depois de espi­ arem a terra. Enquanto alguns estudiosos interpretam que essas referências significam exatamenle isso. A IN O Ã (Heb. encarregaram-se de vigiar Absalão e descobrir seus planos (na época em que Davi fugiu de Jerusalém). responsáveis pelo su­ primento das necessidades do rei e da corte real. Ambas sobreviveram ao cati­ 1. ele entregou apenas as mensagens sobre a vitória na batalha e dei­ xou que outro mensageiro levasse a notí­ cia da morte do filho do rei (2 Sm 16. através de Coale (1 Cr 6. na região de Naftali (1 Rs 4. Filho de Aitube. da cativa. Apenas ele e Josué voltaram a Moisés.30. filha de Salomão.8). Al M O T E . ele e sua família herdaram aquela parte de Canaã (Nm 13.22. no serviço do rei Davi (1 Sm 26. bebês e até mesmo os animais (1 Sm 21 a 22). foi toma­ A IM E L E Q U E (Heb. Aimeleque aparece como o filho de Abiatar. 3.G.c. Aimaás pediu au­ torização para levar pessoalmente a notí­ cia a Davi. No final. casado com Basemate. além de lodos os homens.6).1). filho de Aimeleque”. É particularmen­ te interessante notar como o Senhor aben­ çoou Calebe nessa conquista. Ele aju­ de Davi. mais coerente com os even­ tos de 1 Samuel caps. Um dos três notórios descenden­ tes de Enaque. quando Saul deu Mical para outro homem. Js 15. Vemos que Calebe demons­ trou uma grande fé.2. s. So­ mente um escapou — Abiatar. onde. seu filho. Veja Zadoque e Abiatar. 3.AINOÃ nado de Davi. Jz 1. A IM Ã (Heb. Amnom (1 Sm 25. juntou-se a ele para servir ao rei. 14. e a versão correta seria “ Abiatar. 27. Descendente de Elcana. e a recompensa por tal ato foi notável (Nm 13.20). Ela esteve com o fi­ P. esposa de Saul (1 Sm 14. responsáveis pela guarda dos portões do Templo. 21 e 22.

pai de Aoliabe. para mostrar seu desprezo à autori­ dade real (2 Sm 16. Um dos filhos de Berias e líder da tribo de Benjamim. fi­ lho de Bilã (1 Cr 7.).37. A IS A A R . que dirigiam a carroça onde a Arca da Aliança era conduzida.33s).39. Aira levou a oferta de sua tribo. Exis­ tem algumas evidências de que BateSeba teria sido sua neta e a cooperação dele na queda de Davi seria motivada por vingança pela morte cruel de Urias. Tornou-se cabeça dos airamitas.6 . O tercei­ ro dos cinco filhos de Benjamim relacio­ nados em Números 26.7). Quando o Tabernáculo foi dedicado. Um dos importantes oficiais de Salomão. 1 Cr 13. Uzá.6 ). ao enviar Husai. Davi frustrou “os sábios conselhos” de Aitofel. Um dos dois filhos de Abinadade. Aiô caminhava na frente do carro. sob o reinad o de Salomão. onde outros filhos de Benjamim são também mencionados. seu irmão.AIÔ AIÔ. líder da tribo de Naftali. seu nomo aparece como Aará. “meu irmão ajuda”). Ele incen­ tivou Absalão em seu atentado armado contra o rei e também o aconselhou a deitar-se cora as concubinas do próprio pai.14). 30 . Al RÃ (Heb. A Bíblia não menciona o que aconteceu com Aiô. entretanto. A IS A M A Q U E (Heb. Filho de Enã.34. A IS A R . Como resultado.35). Essa lista ajud a a enfatizar a grandeza e a estabilidade do rein o de Isra e l.22).78). mediante sua participação na revolta de Absalão contra Davi. 1 Cr 27. 7. s. artífice e artesão que trabalhou na con stru ção do Tabernáculo e na confecção de seus uten­ sílios (Êx 31.6. Em 1 Crónicas 7.7).v. ele novamen­ te aparece à frente de seu povo (Nm 10. “Deus o feriu ali por esta irreverência. Procedente de Giló (2 Sm 15. perto de Hebrom. para Jerusalém (2 Sm 15. 3.6.G. Para mais de­ talhes. atuou como mordomo do pa­ lácio (1 Rs 4 .23. Mencionado em 1 Crónicas 8. Este conse­ guiu confundir Absalão e desacreditar Aitofel. “irmão de Ra”).15. “irm áo de conversa tola”).14. Descendente de Benjamim. quando o rei Davi resolveu levá-la de Baalim para Jerusa­ lém (2 Sm 0.15).1 . Encontra-se na genealogia do rei Saul. Danita. um dos filhos do benjamita Jeiel e de sua esposa Maaca. ele teve razões pessoais para o seu tolo comportamento concernente ao rei. veja Uzá. cuja angústia atingiu seu clímax quando se enforcou (2 Sm 1 7 . Depois. Nm 4.23). Encontra-se na genealogia que vai de Benjamim até Saul. 2. Aiô vivia em Aijalom (1 Cr 8. estendeu a mão para segurar a arca. no décimo segundo dia da celebração (Nm 7.12. A I R A (Heb.D. Foi conselheiro tanto do pai como do filho (2 Sm 16. etc.27). Ele. e morreu ali junto à arca de Deus" (2 Sm 6. o que provavelmente foram estritamente proi­ bidos de fazer (2 Sm 6. no tempo de Moisés. o representante de seu povo no censo (Nm 1.15 ).21. provavelmente Aer refira-se à mes­ ma pessoa. Em 1 Crónicas 8. 1. no declinante reino de Davi. nasceu num ambiente de ins­ tabilidade entre os seguidores do rei e sua traição seria simplesmente resulta­ do do sentimento geral de deslealdade sentido por muitos. é provável que o mesmo acon­ teça cora o Eí relacionado em Génesis 46.12).10). onde também são m encionados. P. Embora as atitudes de Aitofel indi­ quem a instabilidade geral em que se en­ contrava o reino de Davi naqueles dias. demons­ trou que traía Davi (2 Sm 15). o arquita. contudo.1.38. Quando os bois que o puxavam tropeçaram.31 e 9. fez jus ao significado de seu nome. “irmão exaltado"). Quando Israel finalmente partiu do Sinai.3. portanto.21. A I T O F E L (Heb.21. Veja também Husai.

ALFEU 2. pai de Zabade.17. Judeu envolvido nas acusações contra Paulo (At 19. 3.41).3).12. 1 . At 1. ou Jaeráque podia deixar a justiça nas mãos de Deus (2 Tm 4. 18. A L F E U . Mc 3. Isso. Nelo de Eli. Tanto Himeneu como Alexandre são considerados cristãos e sua exclusão da igreja — se essa foi a for­ ma de disciplina — tinha como objetivo restaurá-los ao bom comportamento. como uma ameaça aos seus negócios.18). Talvez seu filho seja cita­ Tiago]. para diferenciá-lo do oulro 15.7. Alguém que.7. 2. Veja Himeneu (2 Tm 2. ajudou Davi enquanto ele fugia de Saul.14).20). ftii do apóstolo Levi (Mateus). de Cirene (Mc mais jovem”. Um nome comum.52.3. p . nesse sentido. que estava presente na audiência de Pedro e João (At 4.12.G. já bem próximo do final de seu minis­ róis de Davi” (1 Cr 11. 2.33). A IT U B E (Heb. 31 . líder da tri­ outros metais) e inimigo do Evangelho (2 Tm 4. além de lodo o povo da cidade (1 Sm 22. Latoeiro (trabalhava com latão ou A IÚ D E .11. lembra como esteve sozinho em sua defesa no julgamento. Era avô de Zadoque. Da tribo de Judá. Simão foi obrigado a carregar a mais conhecido. 1 . Membro da família do sumo sacer­ dote. Lc 6.14. Ele às tamento: vezes é chamado “Tiago Menor” ou “o 1 .31. (1 Cr 9. que só aparece bem mais tarde na genealogia dos levitas (1 Cr 6. Se assim era. um dos "he­ lo. Filho de Selomi.14).42). era o pai de Zadoque. Neto de Benjamim e fi­ de Alexandre fora especialmenle preju­ dicial a ele.D. dado citado apenas uma vez em Marcos 2.13). Esse Aitube. da tribo de Benjamim. Pai de Tiago.17.18.11). Ele blasfemara e rejeitara a fé cris­ tã.6). ama das fi­ ria que em algum ponto de sua vida ti­ lhas de Sesã (1 Cr 2. evangelho de Marcos. juntam ente com Himeneu.21). vesse se convertido ao cristianismo. 1 Cr 6. Veja Anás. tério. um dos sa­ cerdotes de Nobe. 3. Zadoque foi um dos prin­ cipais sacerdotes durante o reinado de Davi e Salomão. envol­ ve algum tipo de disciplina. Ed 7. A “forte” oposição ALE M E T E . disciplina claramente não funcionou. Ne 11. mas os gregos não qui­ seram ouvi-lo. exigi­ A L A I. com mais 84 sacerdotes. foi "entregue a Satanás” (1 Tm 1. Filho de Amarias. Seu filho Aimeleque. contudo. em cujo caso a P. 1. de acordo com Neemias 9.16. talvez a ex­ clusão da igreja. Alai. Pau­ 2.8. um dos oficiais na corte de Davi (2 Sm 8. Filho de Gera. d. 5. Filho de Jeoada (1 Cr 8. sabia lho de Bequer (1 Cr 7. E provável que seja irmão de do por ser conhecido dos que leriam o Mateus.15. 1 . filho de Finéias (1 Sm 14. O rei mandou matá-lo. O Senhor ordenou a Moisés meio do fabrico de suvenires e estátuas que escolhesse homens de todas as tri­ bos para ajudar na divisão da terra de para os vários templos. o irmão de João (veja cruz de Jesus. “irmão é bom”). ou ainda todos eles podem mencionado em 1 Crónicas 8. 2. Filho de Simão.8). a Canaã. g .34).27).9. Talvez seu objetivo fosse dissociar os judeus de Efeso dos ensinos de Paulo. A L E X A N D R E . esse Aitube tam­ bém era pai de um certo Zadoque.2). e Aiúde foi o representante de seu pregação de Paulo foi interpretada por ele povo (Nm 34. 4. 1 .36).Talvez esse Alexandre fosse um dos dois citados acima. 2.11. O apóstolo. filho de Amarias e descen d ente de Arão. discípulo de Jesus fMt a quatro ou cinco homens no Novo Tes­ 10. entretanto.11. Provavelmente sobrevivia por bo de Aser. Pertencia à tribo de Judé e era descendente do rei Said. ser a mesma pessoa.20). Ser "entregue”.

O relacionamento dentro da aliança envolvia privilé­ gios e responsabilidades. A formalização da aceitação dos termos da aliança frequentemente era acompanhada pelo ritual da morte de um animal. geográfico e histórico de cada um. tfrít. A Antiga Aliança A Antiga Aliança (AA) é a administração soberana da promessa e da bênção. g . o qual era esquartejado. contudo. é indiscutível o fato de que o conceito da aliança era bem arraiga­ do na prática legal no Oriente Próximo. Certamente. O vocábulo "aliança” é aplicado ao acordo entre iguais (alianças egtreji&ís indiví­ duos. (iii) estipulações. caso infringisse os termos da aliança. A L IA N Ç A Quando estudamos os personagens bíblicos. Várias alternativas foram sugeridas. marido de Maria. O vocábulo "alian­ ça” é uma designação especial do relacionamento que Deus graciosamente estabele­ ceu e por meio do qual mantém uma estreita comunhão com seres humanos frágeis e pecaminosos. pela observação das estipulações impostas por ambas as partes. que incluía seis partes: (i) preâmbulo (introdução das partes): (ii) prólogo histórico (pano de fundo das relações no passado). que serviu como preparação para a Nova Aliança (NA).ALIANÇA O nome Alfeu talvez venha de urna raiz aramaica siniilar a Clopas (]o 19. Os heteus tinham uma forma bem desenvolvida. de se fazer aliança. geração após geração. por meio das quais o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo. A excelência da NA pode ser melhor apreciada quando estudada à luz da AA. como. Se Clopas e Alfeu podem ser assim identifi­ cados como a mesma pessoa ainda é algo muito controvertido. p .d . a mãe de Tiago. no Antigo Oriente Próximo) e (vi) uma relação de bênçãos e maldições. Embora as formas das alianças fossem diferen­ tes em cada nação. o pacto entre Jônatas e Davi) e entre tmfrei/s^phor feudal e seus súditos (aliança feudal). por exemplo. O AT fala sobre várias alianças. As da graça são convenientemente divididas em duas épocas: a da An­ tiga e a da Nova Aliança. quanto à sua posição teológica. 32 . é bem conhecida. A prática. é incerta. (v) lista de testemunhas (muitas vezes eram deuses. Foi uma boa aliança. Todas elas foram reunidas debaixo de um mesmo guarda-chuva na "nova aliança” confirmada na mor­ te sacrificial do Senhor Jesus Cristo. Todas as alianças de Deus na Bíblia são graciosas por natureza. Assegurava às partes envolvidas coinprdfnisso e proteção mútuos. é importante entender não só o contexto social. mas até o momento nenhuma delas recebeu a aceitação geral.25). a evi­ dência é fraca. deve levar em conta o tratamento de Deus para com o seu povo como a nação do pacto. mas também sua situação espiritual. e uma ou ambas as partes submetiamse à maldição de ter a mesma sorte. Qual­ quer discussão sobre eles. sob a sanção de sua santa Lei. Aliança no antigo Oriente Próximo A etimologia da palavra hebraica para aliança. (iv) preservação (detalhes sobre onde o documento seria guardado e quando seria lido).

felicidade e segurança. Dessa maneira. '‘Mas contigo estabelecerei a minha aliança” (Gn 6.6). A Aliança com a Criação O pano de fundo da AA é encontrado em duas alianças prévias: a aliança com a Criação e a aliança com Abraão. delineia os termos (privilégios e obrigações). estar com seus descendentes. Is 7. Ela se torna explícita na narrativa do Dilúvio.15). aumentar sua família. As promessas e bênçãos foram reafirmadas e elaboradas numa confirmação do pacto.8) náo era algo novo na história da redenção. cf. O pacto foi feito inicialmente entre Abraão e o Senhor numa cerimó­ nia solene de sacrifício (Gn 15). protegêlos na terra de Canaã e torná-los uma fonte de bênçãos para as nações (Gn 12. A novidade era que Deus comprometeu-se com uma família. fortalece a lealdade ao Senhor (bênçãos e maldições).ALIANÇA Aliança como uma metáfora O conceito bíblico de aliança deve ser avaliado contra o pano de fundo do Antigo Oriente. desejava que o povo de Israel também reafir­ masse seu pacto. o Senhor prometera proteger Caim (Gn 4. A renovação era importante na história da redenção.9). A base da AA é a aliança com Abraão.2. para ser seu protetor. a idéia é implícita.18. Deus prometeu estar com ele. porque era fiel à sua palavra de estar com os descendentes de Abraão. Essa promessa de estar entre os seres humanos como o Emanuel (Deus conosco. Os 2. 8. contextualiza o relacionamento com outra geração (cerimonia da renovação) e sofre transformações (Antiga em Nova Aliança. a aliança é uma ilustração ou uma metáfora da comunhão do Senhor com os seres humanos. O Senhor confirmou as promessas e a aliança com Isaque e Jacó. Embora a terminologia da aliança não seja usada formalmente em Génesis 1 e 2. Depois do Dilúvio. a bênção era sua promes­ sa de assegurar prosperidade. Tanto a promessa como a bênção foram incorporadas na Aliança Abraãmica (Gn caps. o Senhor assumiu um compromisso com toda a existência e incluiu os seres humanos. nacional/familiar em aliança universal). Como a proposta era a palavra de Deus para livrar seu povo. “o Deus de Abraão. Quando o Senhor renova­ va sua aliança com cada nova geração. Na primeira. pois a aliança define o relacionamento entre as partes. de acordo com a qual prometeu preservar a vida sobre a Terra (Gn 9. R e n o v a ç ã o . A certeza de sua proteção é ainda mais ampla pela promessa de sua bênção. quando os participantes compartilhavam da identificação histórica com um legado e um convi­ 33 . 15 e 17). o Senhor confirmou sua aliança com Noé. A Aliança Abraãmica P r o m e s s a e b ê n ç ã o .14.3). Essa metáfora é rica e variegada na Bíblia.1.17). a despeito da destruição causada pelo dilúvio.18: Is 54. enquanto torna­ va os seres humanos responsáveis pela preservação de suas próprias vidas (w. Afinal. pouco antes do nascimento de Isaque (Gn 17).8-17). de Isaque e de Jacó” (Êx 3. Israel veio a conhecê-lo como o Deus que ultrapassava as gerações. O Grande Rei prometeu proteger e livrar seus súditos (Gn 15. Deus andou entre as partes dos animais sacrificados. A proteção de Deus vai além de nossa imaginação. na qual o senhor prometeu a Noé que confirmaria a aliança. e garantiu assim que a responsabilidade pelo cumprimento das condições da aliança era do Todo-poderoso. Deus tomou uma prática legal comum e usou-a para definir a comunhão entre Ele e seu povo. 4-6). de acordo com ela.

Abraão tinha tal fé: “Creu Abraão no Senhor. Deus escolheu livremente a Abraão. pode ser testada. Essa posição privilegiada não foi concedida a ele por mérito: "Pois eu o escolhi” (Gn 18. ou seja. para que guardem o caminho do Senhor. pois a escoLha deles não foi devido à sua justiça: "Não é por causa da tua justiça. a posição de Israel também foi adquirida pela graça. e guardou o meu mandado. Essa idéia desenvolve-se melhor na legislação da AA e também no ensi­ no sobre o custo do rliscipulado.19). E le iç ã o . Terceiro. implícita na herança do pacto estava também a promessa de que lodos os reinos e nações seriam participantes com os descendentes de Abraão: "Quanto a mim. paia ser o teu Deus. Repeti­ damente o Senhor comprovou a fé de Abraão por meio da fome. cf. o foco central na Aliança Abraãmica é a promessa da presença de Deus: "Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações. o Senhor o elo­ giou. Como um resumo da vontade do Senhor. e da tua descendência depois de ti” (Gn 17.3). como aliança perpétua. O teste mais severo de sua lea ld a d e aconteceu quando Deus pediu seu filho Isaque em sacrifício (Gn 22). os meus preceitos. (2) Fé viva também inclui a dimensão ativa de lea ld a d e .5). Essa mensagem envolve três aspectos. A Aliança Abraãmica também é o pano de fundo. O Senhor abriu os privilégios da aliança para todos os descenden­ tes de Abraão. mantêm a fé viva como requisito da fidelidade ao pacto. Essa dimensão abriu uma cláusula de proteção para todos os gentios que bus­ cassem abrigo no Deus de Abraão durante a AA e serviu como preparação para a perspectiva cósmica da NA.4). Diante da realidade das adversidades da vida. Além do mais. para que pratiquem a justiça e o juízo. Ainda assim.ALIANÇA te para participar. Assim como o Senhor feudal pensa com quem fará uma aliança. por meio da demonstração do amor a Deus e pela obediência à sua vontade. (1) E uma confiança em Deus e na sua liberdade de livrar quando e da maneira que Ele escolher. Segundo.1). mas pela impiedade destas nações o Senhor teu Deus as expulsa de diante de ti. e isso lhe foi imputado para justiça” (Gn 15. devido à sua vida piedosa: "Porque Abraão obedeceu à minha voz.19). Deus lhe fizera promessas e. e sê perfeito” (Gn 17. (3) É a base para a escatologia. F é viva. é esta a minha aliança contigo: Serás pai de muitas nações” (Gn 17. os meus estatutos e as minhas leis” (Gn 26. a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado” (Gn 18. a idéia de eleição é prevalecente. para a AA. (2) É a base para a ética exigida pelo Senhor como um comportamento adequado em sua presen­ ça (Gn 17. que modelaria e ensinaria seus filhos na piedade: “Pois eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele. Depois da morte dele. e para confirmar a palavra que o Senhor teu Deus jurou a teus pais. Confiança total é a essência do que Deus requer do homem: "Anda na minha presença. de outras maneiras. embora sem saber como o Se­ nhor faria para cumprir sua palavra. A fé viva. ela inclui duas dimen­ sões. como uma expressão de submissão e lealdade.1). O Senhor esperava que Abraão fosse um ho­ mem íntegro (Gn 17. nem pela relidão do teu coração que entras a possuir a sua terra. Essa dimensão é mais desenvolvida no ensino bíblico sobre o reino de Deus. da esterilidade de Sara e da rivalidade.5). o ho­ mem piedoso coloca sua esperança na promessa de Deus de que Ele habitará entre 34 .7.1).6). Isaque e Jacó” (Dt 9. Abraão. Primeiro. (1) É a base para o cumprimento das promessas e o recebimento da sua bênção. os requisitos para se entrar no reino de Deus. A p r e s e n ç a d e D eu s. ele se submeteu à sua soberania. 26.

Essa dimensão é mais desenvolvida: no Tabernáculo/Templo. ao lidar bondosamente com os descendentes dos patriarcas. A fidelidade de Deus A base para a AA é a imutável promessa da fidelidade de Deus.45. Depois de muitos anos de escravidão. Deve ficar bem claro que existem muitas conexões entre a AA e a NA. 35 . sob a aprovação de sua santa Lei.6). Segundo. em meio a muitos sinais e maravilhas. pois prepara o leitor do Novo Tbstamento para enten­ der conceitos tais como reino de Deus. Por um lado. vós me sereis reino sacerdotal e nação santa" (Êx 19. durante e depois do Sinai. Para essa finalidade. e na esperança da gloriosa vinda do Senhor. contudo. a reve­ lação no monte Sinai marcou a constituição de Israel como o povo de Deus. pois Ele se comprometera a ser o Senhor de seu povo e habitar no meio dele (Êx 29. Sua presença é a garanlia da proteção contra as dificuldades e a segurança de sua bênção. Durante os 40 anos no deserto. na NA. Ele tirou seu povo do Egito. Primeiro. a relação implicava tam­ bém em que Deus apresentasse os requisitos para que os israelitas vivessem em sua presença e soubessem quanto às pimições (sanções) pela desobediência. A “lei” foi o símbolo desse relacionamento. A lei de Deus O povo recebeu um sublime chamado. o relacionamento era pela graça. na AA: no advento de Jesus Cristo e do Espírito Santo. Esse momento dramático tornou-se ainda mais significativo por dois acontecimentos subsequentes. pela qual o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo.ALIANÇA seu povo. quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado cm santidade. como vos levei sobre asas de águias. O evento do Êxodo foi o contexto concreto no qual Deus demonstrou sua fidelidade à Aliança Abraãmica. O Êxodo foi o momento histórico que marcou o fato de Deus separar um povo para si. a revelação do Sinai iniciou uma nova relação entre os israelitas e Deus. Essa revelação é singularmente importante.11). A reputação do Senhor está em jogo nas experiências do seu povo. A AA é preparatória da NA. terrível em louvores. e vos trouxe a mim” (Êx 19. Seus requerimentos adquirem um aspec­ to sinistro à luz da rebelião de Israel. para ser "um reino sacerdotal e nação santa” (Êx 19. a revelação do Sinai marca o propósito de Deus de estabelecer seu reino entre seu povo: "Embora toda a terra seja minha. A Aliança A definição da AA combina esses dois pontos de tensão: a AA é a administração soberana de promessa e bênção.46). eles resistiram ao senhorio de Deus — antes. Somente Ele é Deus: “Ó Senhor.5.4). Revela o amor do Todo-poderoso por seu povo: "Vistes o que fiz aos egípcios. era necessário que Israel soubesse como agradá-lo. o símbolo dessa habitação era o Tabernáculo. sob a liderança de Moisés. o custo do discipulado e a importância da ética à luz da promessa da vinda de Jesus em glória.6). Essas duas dimensões — graça e punição — criaram uma tensão que encontrou uma solução somente na Nova Aliança. Assim como o Êxodo marca sua fidelidade à promessa patriarcal. operando maravilhas?” (Êx 15. a passagem pelo meio do mar Vermelho confirmou o poder de Yahweh para sobrepor-se aos poderes milita­ res e políticos desle mundo. bem como às estruturas religiosas do Egito. Por outro lado. Para servir ao Senhor.

o que é bom. Ele ensinou ao povo qual era sua definição de amor. fidelidade e misericórdia. cf. inicia e determi­ na com quem e como Ele se relaciona.9).2-17). No coração do sistema legal está o que é também o cerne do relacionamento na aliança. 36 . Darei erva nos vossos campos ao vosso gado. Se não fosse pela Lei. justiça. para que recolhais o vosso trigo. O Senhor escolhe. No Uvro de Jeremias. que faço misericórdia. prom essas e bên çãos fazem parte da aliança.8. o Senhor vosso Deus. diz o Senhor” (Jr 9. Deus escolheu os hebreus para ser seu povo. Os recursos de Canaã são expressões concretas da bondade de Deus: "Então darei a chuva da vossa terra a seu tempo.24). senão que pratiques a justiça. Primeiro. Estão em duas categorias. as primeiras e as últimas. Terceiro. Embora a dife­ renciação seja bem definida. Segundo. como o falar a verdade (lei moral) diante de um tribunal (lei civil). Assim. ó homem. Como o Santo de Israel. no sábado (lei cerimonial). Por meio das regulamentações detalhadas. sua ênfase também é na fé viva como o requisito essen­ cial e em andar na presença do Senhor como o motivo principal para a vida. sou santo” (Lv 19. Quarto.ALIANÇA A a lia n ç a é b o a . Muitas leis civis têm impUcações morais distintas. encontramos uma importante expressão do cuidado de Deus por seu povo e sua cria­ ção.3-6). o povo não saberia o que o Senhor requer dos seres humanos. o povo é consagrado a o Senhor. separados de qualquer coisa que o Senhor tenha criado. devido ao fato de serem descendentes de Abraão. A lei reflete o caráter de Deus. Essa maneira de olhar para os mandamentos do Senhor Lem levado à tradicional divisão: lei moral. Outros mandamentos ampliam o Decálogo. 28. cf 7. porque destas coisas me agrado. A obediência à Lei é um importante aspecto da AA. Ele se compromete a ser um Senhor gracioso. e o vosso azeite. a Lei tem um lugar proeminente.14. prometendo e mantendo sua promessa. como aconteceu com Abraão (Gn 17. De acordo com essa definição a AA tem quatro aspectos. ames a misericórdia. Os 6. A existência deles prefigura a promessa do Senhor de fazer uma nova criação. acontecem interseções. Na experiência concreta da vida dos israelitas em Canaã. A Aliança Mosaica não é diferente nesse as­ pecto. No livro de Miquéias. Deus considerava Israel como uma nação e tratou os israeUtas favoravelmente. o vosso vinho.1). a aliança o um relacionam ento soberano e gracioso. Toda a nação foi dedicada ao Senhor.2. isto é. O relacionamento íntimo entre Deus e os israelitas seria a base da éUca: ‘'Sede santos porque eu. e comereis e vos fartareis" (Dt 11. É um meio de ensinar aos israelitas como devem andai diante do Senhor e ser um povo íntegro. Como qualquer pacto iniciado por Deus. Por exemplo. um indivíduo náo deveria contratar o trabalho de outro israelita (lei civil). Isso foi mais bem enlendido pelos profetas.16). Deus falou algo similar: ‘Tile te declarou. O Decálogo (leis morais) apresenta o que o Senhor espera dos mem­ bros da comunidade da aliança com relação a Si mesmo (adoração e cerimonial) e com relação uns aos outros (Êx 20. E o que é que o Senhor pede de ti. cerimonial e civil. leis que especificam a vida de adoração a Deus (leis ceri­ moniais e relacionadas com o culto) e leis que regulam especificamente o relaciona­ mento com o próximo (leis civis).15. juízo e justiça na terra. Eles são santos em sua natureza. o relacionamento é do tipo rei/vassalo.13. Estão intimamente ligadas na herança de Israel. foram separados para Ele. O ensino de Jesus sobre o amor a Deus e ao próximo é uma interpretação do que já fora ensinado no Antigo Testamento.6).l Pe 1. cf. e andes humildemente com o teu Deus?” (Mq 6. na qual o seu povo encontrará descanso e segurança. ou seja. apesar de a maioria do povo não ter fé nele.15. Deus disse: "Eu sou o Senhor. "terra que mana leite e mel” (Dt 11.

nos libertou desse aspecto negativo da AA. As leis das ofertas e dos sacrifícios (Lv 7) demonstram a gravidade de qualquer infração aos mandamentos.12. o sacerdote entrava no Santíssimo Lugar. A Lei revelou a pecaminosidade e a rebelião do homem. o Espírito geralmente não estava presente com poder e glória como atua agora nos cristãos. intervindo a morte para remissão dos pecados que havia sob a primeira aliança. no dia da Expiação. os indivíduos faziam ofertas em ação de graças.13) e. dessa maneira. Israel deveria viver com a tensão entre obediência e desobe­ diência. as punições estão ligadas a qualquer infração da Lei. Primeiro. Quarto. os indivíduos deveriam confessar suas transgressões diante de Deus e sacrificar um animal. para que. A morte de Jesus Cristo satisfez essa deficiência. um vez por ano. como também a santidade de Deus. A AA era deficiente em quatro pontos. mesmo quando os santos experimentavam uma transformação pela obra do Espírito Santo em suas vidas. de uma vez por todas: “Por isso ele é o mediador de uma nova aliança. Desse ponto em diante. antes do Pentecostes. Muitos israelitas sentiam-se aceitos por Deus por meio de seu compromisso religioso com o Templo. A obra do Espírito Santo desde o advento de Cristo explica uma mudança radical. idolatria e orgulho humano. a Lei é um guia que guarda alguém de cometer transgressão. de forma que. As muitas estipulações concernentes às ofertas e aos sacrifícios servem como um lembrete do pecado individual e corporativo e a cons­ tante deficiência do ser humano diante do Senhor. porque a quebra de uma parte torna-se a transgressão de Lodo o relacionamento da aliança (Tg 2. os chamados recebam a promessa da herança eterna” (Hb 9. e lealdade mais do que religiosidade (Mq 6.15.13).1568) ameaçava constantemente o povo de Deus. Portanto. na AA. O AT não esconde os pecados dos santos.ALIANÇA O Senhor lambém disse ao seu povo que o pecado. Para assegurar que nenhuma transgressão não confessada na comuni­ dade jamais quebrasse a comunhão do povo com Deus. os sacrifícios e as orações (Is 1. Segundo.6-8). como “propiciação" pelos pecados. A presença do Senhor no meio do povo era incompatível com o pecado. quando então celebravam. tanto individual como corporativo. pois ensinava. O Senhor Jesus carregou a maldição da Lei por nós (G1 3. ela era um professor. conforme prescrito na Lei de Moisés. Lm). Os israelitas entenderam muito pouco que o juízo de Deus estava prestes a dizimá-los. tais como: “O Senhor nos abandonou para sempre?” (Is 64. A maldição (Dt 28. o s reis e o povo em geral transgridem os manda­ mentos de Deus. Uma perspectiva profética Os profetas falaram de um novo com eço. bênção e maldição. lançar os sobreviventes em desgraça e forçá-los a fazer perguntas. quando previram o final da antiga dispensação.10). em vez de sacrifícios. veja também Hb 8 e 9). eram feitas também ofertas comunitárias. A A lian ça é te m p o r á r ia . por meio de seus muitos detalhes. Tinham transformado 37 . Esqueciam facilmente o que o Senhor realmen­ te desejava: obediência. as quais retratavam a expressão de gratidão a Deus por sua bonda­ de. o privilégio de fazerem parte da aliança. a fim de não incorrer na ira divina. libertação e rejeição. a Lei revela o pecado e torna o pecador culpado (Rm 5. A Lei como sistema é aterradora. deveria ser incluído no tratado. caracterizada pela rebelião. quando os sacerdotes. como comu­ nidade. Terceiro.11-16). Além disso. a obediência à Lei não pode prover propiciação pelo pecado. como o povo de Deus devia viver. para santificar a “santa morada de Deus”. A transgres­ são quebra a comunhão com Deus. privando-o da alegria da salvação.

A tua vida estará suspensa como por ura fio diante de ti. Como Moisés predissera a deportação como juízo divino (Dt 28.8-12 — a mais longa citação de um texto do AT 38 . e tornará a ajuntar-te dentre todas as nações entre as quais te espalhou" (Dt 30. Os primeiros levaram as ovelhas à destruição.33. enfermidades. 2. desfalecimento de olhos. O meu tabernáculo estará com eles.65-67). eu serei o seu Deus. uma democratização. A base para a proclamação da esperança também repousa na AA.ALIANÇA o Santo de Israel em um simples fetiche. Mas os profetas previram a restauração da terra e o surgimento de um novo povo que retornaria do exílio. Os sacerdotes não podiam mais servir de intermediários. pois ali o Senhor te dará tremor de coração. dos palácios e de Jerusa­ lém.26) e garantir segurança e transformação espiritual do povo (v. A experi­ ência da deportação deveria fazê-los ficar de joelhos. Ao invés disso. diz o Senhor. circuncisão do coração (v. Por isso.10): e o deleite do Senhor em seu povo (v. 8. as maldições descritas na aliança os alcançaram: adversidades. comparados com o Bom Pastor. desastres naturais.9). guerras. e eles serão o meu povo" (w. quando o Templo e o reinado dos descendentes de Davi deixaram de existir. e não acreditarás na tua própria vida. 30. então o Senhor teu Deus te fará voltar do teu cativeiro. A NA é primeiramente e acima de tudo uma renovação da AA. esterilidade. Hb 8. para um povo obstinado. e se compadecerá de ti.7). mas cora grande compaixão te recolherei” (Is 54. a restauração é uma aliança melhor. uma motiva­ ção interna. quando a angústia se abatesse sobre os sobreviventes: "Nem ainda no meio dessas nações acharás repouso. Ele delineou os passos para a reconciliação: arrependimento (w.64-68).34). Os reis não podiam mais protegê-los. O Bom Pastor faria uma aliança de paz. Moisés tinha encorajado o povo a voltar para Deus em sua angústia: "E te converteres ao Senhor teu Deus. Esse era essencialmente o evangelho de Moisés. na qual há provisão para uma mudança de coração. nem a planta do teu pé descansará. O relacionamento da aliança pode ser assim restaurado. Os outros dois são obra de Deus: circuncisão do coração (requisito para arrependimento e obediência) e pra­ zer do Senhor em seu povo. os profetas pintaram um quadro sobre o futuro exílio e falavam sobre as ruínas do Templo. A restauração do exílio foi o início de uma renovação da aliança: “Embora as montanhas se desviem. que se compadece de ti” (Is 54. de todo o teu coração e de toda a tua alma. Ezequiel representou o passado e o futuro era termos de pastores ímpios (Ez 34.2. e pelo que verás com os teus olhos” (Dl 28. o conhecimento de Deus e perdão (Jr 31. e viverás sobressaltado de noite e de dia.15-68. assim também eles falaram sobre um novo começo após o exílio. morte e finalmente o exílio para as 12 tribos (Dt 28.10). 26. Apesar disso. O evangelho de Moisés encontrou eco nos profetas. tu e teus filhos.31. obediência de todo o coração (w. fome. A menção dessa passagem era Hebreus 8. e desmaio de alma. Isaías falou sobre o exílio e a restauração motivada pela mudança da ira para misericórdia: “Por breve momento te deixei.3). cf. contudo o meu constante amor não se desviará de ti. Os exílios assírio e babilónico representaram uma rup­ tura no relacionamento da aliança. e deres ouvidos à sua voz conforme tudo o que te ordeno hoje. a fim de reverter a maldição em bênção [Ez 37. 28).1-5). mediante a habitação de Deus no meio dele: “Porei o meu santuário no meio deles para sempre.110).27).6). nem será removida a aliança da minha paz. Somente Jeremias usou a frase “nova aliança" (Jr 31.8-12). Dois desses passos são expressões da responsabilidade humana: arrependimento e obediência. e os outei­ ros tremam. Pela manhã dirás: Ah! quem me dera ver a noite! E à tarde dirás: Ah! quem me dera ver a manhã! por causa do medo que tomará conta do teu coração. perda da produtividade.3).

A fideli­ dade de Deus para com Israel na época da restauração foi uma preparação para sua obra de graça e redenção em seu Filho Unigénito. em união com seu Filho. e assim ensinar aos homens. A Igreja é o corpo dos salvos pelos quais Cristo morreu. a qual pode ser definida como “uma administração da graça e da p ro m e ssan a qual o Pai consagra um povo — gentios 011 judeus — para si. 39 . O testemunho apostólico Os apóstolos continuaram 0 testemunho de Cristo. mas para cumpri-los. Os “sinais e selos” da NA são o batismo e a ceia do Senhor. será chamado o menor 110 reino dos céus’’ (Mt 5. O primeiro é o sinal que sela a graça de Deus e confirma a nova vida em Cristo. da compaixão e da justiça. nem um jota ou um til se omitirá da lei. ascensão e glorificação.0 autor conecta a NA não somente com o retorno do exílio. O sacrifício de sua vida pela Igreja encerrou a época dos sacrifícios. A Igreja como a nova comunidade do Senhor participa da nova aliança da graça.17-19). Contra­ riamente à perspectiva de muitos. na qual o povo de Deus conheceria e serviria ao Senhor de todo o coração.30). ressurreição. É 0 legítimo descendente de Davi que está sentado uo seu trono. O segundo é o sinal que sela a graça de Deus e confirma os benefícios do Senhor Jesus nesta vida e para sempre. que sela os salvos para o dia da redenção.11). A Igreja lembraria sua morte como uma confirmação da nova comunhão que o Pai estabeleceu com lodos os que crêem no Filho. nestas palavras: “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim para destruí-los. Em verdade vos digo que aLé que o céu e a terra passem.ALIANÇA — é um importante comentário sobre Jeremias 3 1 . A morte de Cristo é a mais elevada demonstração de sua lealdade para com o Pai. A Nova Aliança O ensino de Jesus sobre a Nova Aliança O Senhor Jesus nasceu sob a AA e cumpriu perfeitamente a Lei de Moisés. mas também marca a transição da Antiga para a Nova Aliança. Moisés e os profetas estavam em sintonia na estimativa que fizeram quanto à AA. Eles participam da NA. Ele náo aboliu a Lei de Deus ou argumentou contra ela com os fariseus. à destra do Pai (At 2. Haveria outra aliança. mas especialmente com o advento de Jesus Cristo. por meio de sua vida. Jesus comparou a Si mesmo com o pastor que se dispõe a dar a vida pelas ovelhas (Jo 10. tem a posição privilegiada de reconciliar os pecadores com Deus. sobre a qual [esus falou pouco tempo antes de morrer: "Este é 0 cálice da Nova Aliança no meu sangue derra­ mado por vós” (Lc 22. do Templo. morte. Cristo é o fiel sacerdote que. Pelo contrário. Sua vida e ensino testificam tanto sobre 0 seu zelo pela santidade do Senhor como sobre sua compaixão pelos pecadores. colocou de lado as tradições humanas e interpre­ tou a Lei da maneira que o Senhor tencionava que seu povo aprendesse sobre a práti­ ca do amor. Dessa maneira Ele confirma a nova posição deles pela presença regeneradora e santificadora do Espírito Santo. Pregaram que Jesus é o Messias de Deus. Jesus era perfeito em sua obediência ao Pai e renunciou à própria vida para poder levar os seres humanos à presença de Deus. Qualquer que violar um destes mais pequenos mandamentos. do sacerdócio e das cerimónias.20). Maleus registra o compromisso de Jesus para com a Lei. sem que tudo seja cumprido.

A frase é usada para referir-se à revelação da glória de Deus para Israel (Éx 24.34. 59. w . a Lei ainda é um instrumento da graça que leva à justiça: “De sorte que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus.35).19 a 60. uma designação pela qual eles pró­ prios referem-se uns aos outros.. identificou-se com seu povo mais intimamente: “Meus irmãos. 45.4. O Tabernáculo/Templo era o foco da revelação da glória do Senhor ((Êx 29. Em Cristo. a lei.15-17. Israel recebera essas bênçãos de maneira especial. A glória fora perdida por causa do pecado (Rm 3.16: 64. entretanto. a condenação de Deus e o estado dos homens sem Cristo. Em que sentido eles eram também filhos de Deus por adoção? Enquanto o AT é reticente na descrição da comunhão de Deus com o povo de sua aliança. o qual é sobre todos.7.9: Os 1.1.10). A adoção pertence aos judeus! Vários argumentos sustentam essa cone­ xão. Isaías falou da glória do povo de Deus em lermos de plenitude de salvação. que são meus compatriotas. Deus chamou Israel para ser seu filho. Apesar disso.22. Primeiro. o culto e as promessas. Israel também compartilha da esperança desta glória.10).23).4). seu primogénito (Êx 4. Toda a humanidade está condenada à morte eterna.34.10:11. a glória. 43..10). Deus bendito eternamente.8). alegria.6.19). Em vez de interromper a continuidade entre a AA e a NA pela definição da AA como uma perda da adoção.” (Rm 7. Essa “glória” era o presente de Deus para Israel. a AA era uma administração da graça. e deles descende Cristo segundo a car­ ne.1: 32. Amém" (Rm 9. Paulo. São israelitas" (w. Ml 2.11: 64. as alianças. Em sua presença está a possibilidade da alegria na vida.ALIANÇA Paulo O apóstolo Paulo ensinou que a comunhão na NA está baseada na AA e é uma conti­ nuação dela. A a d o ç ã o d e filh o s . o apóstolo interpreta a condição privilegiada dos israelitas à luz da ficção legal romana. o povo da aliança do Deus Único”. pois quem ama ao próximo cumpriu a lei” (Rm 13. devido à sua identificação com Adão (Rm 5). Para o apóstolo Paulo a esperança da glória é Jesus Cristo e a base da esperança repousa na ressurreição de Cristo (Rm 5. como a “glória do Senhor”. Yahweh revelou sua glória no Sinai (Êx 19.2.5). Os judeus sáo “israelitas". em termos de adoção.15-17.19). Deles são os patriarcas.5). Algumas traduções interpretam o texto original grego.8: Jr 31.6.3.35). conforme Paulo pondera sobre seus muitos benefícios: “Pertencem-lhes a adoção de filhos.2. 40. porque Yahweh estendera sua glória a eles.25). 40. A glória perdida foi readquirida em Israel. segundo a carne.2: 6. bênção e luz (Is 35. 66.18: Is 1. Clara­ mente.18. no relacionamento da aliança (SI 8. Dt 14. 3. A esperança dada pelos profetas incluía a promessa de uma época de glória. O vocábulo “israelita" aqui significa “eleito de Deus. onde fala simplesmen­ te "a glória”. Em certo sentido. Isaías apelou para a fidelidade do Senhor para com a aliança com base no relacionamento Pai-filho (Is 63. Paulo também escreveu: “ A ninguém devais coisa alguma. Era o dom de Deus para os que o buscassem e lhe agradassem (Rm 2. vitalidade. é filho de Deus por adoção e compartilha da nova herança por meio do Espírito Santo (Rm 8). São os herdeiros das promessas e das alianças. é escravo da justiça (Rm 6. 24. ele demonstra essa experiência dentro da idéia de adoção! A g lória.8: cf. 40 . 9. A complementação do apóstolo à metáfora da adoção é ex­ tremamente importante. como judeu. o crente é uma nova criatura. Em Romanos 1 a 8 ele desenvolve uma extensa argumentação sobre a universalidade do pecado. Segundo.4). a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros.42-46).

O entendimento de Paulo sobre as promes­ sas veio por meio de seu conhecimento das Escrituras e pela revelação de Cristo. contudo. Aqui este termo não tem uma conotação negativa. o serviço de Deus com o coração e a mente. enquanto afirmava que as mesmas eram confirmadas em Jesus Cristo. Os patriarcas e os ancestrais humanos de Cristo. reino. O vocábulo grego nom othesia pode ser traduzido na forma ativa (“a doação da lei”) ou na forma passiva (“o recebimento da lei”). mas também receberam os oráculos que prometiam a dispensação de uma nova aliança (cf. ter o sentido mais amplo de adoração “espiritual”. exílio e restauração) é a história das raízes de Israel. GI 4. Isso explica por que Paulo destaca Abraão como “herdeiro do mundo" (Rm 4. 1 Co 11. 4.8). conquista. pois aguardam o pleno cumprimento na vinda do Senhor. Ele é a garantia do presente e a alegria escatológica das promessas. mas seu argumento em Romanos dá base para a inferência de que os judeus possuíam uma comunhão natural com a AA. A confirmação exigiu a encarnação. Enquanto aguardamos. adoração") é uma designação técnica para a adoração de Deus no Templo. como no argumento de Paulo aos gálatas.25.4) apresenta as vantagens de Israel como o povo da aliança de maneira ambígua. como filhos de Deus por adoção.22). Pode. a morte. Aqui Paulo faz alusão à privi­ legiada história de Israel. escravidão. Em outras palavras. são inimigos por causa de vós: mas quanto à eleição. Algumas delas ainda são escatológicas.6. A Lei. E o presente escatológico de Deus.13) e pai de todos os filhos de Deus (Rm 4. quanto ao evangelho. a ressurreição e a glorificação de Jesus Cristo representaram a demonstração do Pai sobre sua fidelidade às promessas (2 Co 1. amados por causa dos patriarcas'' (Rm 11. seu cumprimento estende-se a lodos os filhos de Deus (judeus e gentios) e a toda a criação do Senhor. Desde que tais bênçãos são históricas e escatológicas.24).14. a plenitude da revelação.28).ALIANÇA As alianças. Isso também mostra que o apóstolo não restringiu as bênçãos de Deus aos judeus. 41 . o ministério. O termo “patriarcas” inclui os patriarcas propriamente ditos e lodos os israelitas fiéis. o Espírito Santo é o depósito. A história da redenção (patriarcas. tanto o dom como o recebimento da Lei eram expressões da condição do eleito e do favor que Israel tinha diante do Senhor. O vocábulo grego latreia ("culto. contudo. das alianças e das promessas. isto é. Elas estão na principal posição da aliança e da condição privilegiada de Israel. porque as promessas do Senhor a Israel ainda são válidas. Não deve ser vista de forma negativa.20).14. na Nova Aliança. Em Romanos 12. que inclui os rituais da purificação. Essas duas dimensões afetaram grandemente o entendimento de Paulo sobre as promessas. O apóstolo olha positivamente para elas. quando conclui.1. O Verbo tinha de se tornar um servo com o propósito de estender os privilégios e promessas da aliança aos gentios (Rm 15. A encarnação. G1 3. Egito.23. deser­ to. “ Assim que. Para o apóstolo Paulo. das ofertas e dos sacrifícios. Ele se alegrou nas promessas aos seus ancestrais (Rm 15. O culto. A expressão “as alianças” (Rm 9. A Lei é um dom de Deus e uma parle da comunhão especial da adoção. O apóstolo provavelmente tinha em mente todos os pactos do AT. por nascimento.16. o pe­ nhor do que está para vir (1 Co 1.28). As promessas. Paulo encorajou os cristãos de Roma a apresentar um “culto espiritu­ al".8). 2 Co 3.

desprezam o próprio Deus! Ainda assim. A descendência lísica é impor­ tante. estabelece a reflexão de Paulo sobre a questão da fidelidade de Deus. Portanto. do sacerdócio e dos sacrifícios de animais (Hb 9. porque Jésus é o Sumo Sacerdote por cuja propiciação muitos serão justificados (Hb 4. em sua maioria.14 a 5. na qual Paulo enfatizou a distinção entre a posição natural dos israelitas.11. o Evangelho mudou.ALIANÇA Abraão é o pai dos gentios (Rm 4. a base da esperança para o povo da Nova Aliança de Deus (Rm 8. Esta é uma séria restrição. perdoou-o por meio das figuras e dos símbolos da instituição do Tabernáculo/Templo. mas questiona sobre como relacionar o desejo do Senhor com seus planos para Israel. Os judeus.18-21).6)? A administração anterior (AA) era boa. O Cristo (Messias) “descende deles segundo a carne”.10) e Jacó (Rm 9. mas o discernimento espiritual é muito mais.4). e a natureza espiritual dos privilégios e dos que compartilham de tais bênçãos com Israel. GJ 3 e 4). o Filho de Deus e a semente de Davi (Rm 1.22-24).18) e estabele­ ceu um acesso mais amplo até Ele (Hb 12. contudo.2).1-13. Na AA. 9. o apóstolo náo separa os privilégios do antigo e do novo. Ele defende a grandeza e a pro­ fundidade do amor de Deus em Jesus Cristo (Rm 8. no qual eles não entraram (Hb 4. a diferença está no advento de Jesus Cristo. instaurou o verdadeiro descanso (Hb 4. contudo. Isso quer dizer que.9-13). Deus falou por intermé­ dio de Moisés e os profetas (Hb 1. O apóstolo coloca-se na lacuna entre o Senhor e Israel.6). Paulo rejeita que tenha havido tal mudança. pelo qual as promessas. Ele olha para a fidelidade de Deus. Como pode ser isto? Teria Deus abandonado o seu povo? A carta aos Romanos. O apóstolo debateu-se com a aparente descontinuidade. as alianças e a Lei têm um significado ainda maior.1.16. embora os privilégios tenham sido dados a Israel. o evangelho da justiça e a continuidade do plano divino. Teria Deus abandonado Israel e por isso alterado seus propósitos? Se foi assim. O Messias é Deus e homem. Claramente.38. Ele estendeu os benefícios também aos gentios. Os gentios. 8. isso não deve ser interpretado de modo a sugerir que a posição de Israel seja inferior. 3. o argumento de Paulo aqui é a favor da continuidade. como o sustentáculo da esperança para os judeus. Concluindo.2-4). o Pai revelou sua glória em Cristo (Hb 1.17. segundo a carne. israelita e eterno.1-10) e permitiu que Israel chegasse a Ele.31-39). a NA é muito superior à AA. os israelitas que rejeitam ao Messias.11).10. da mesma maneira que Isaque (Rm 9.12. Claramente. Carta aos Hebreus O autor da carta aos Hebreus compara os caminhos de Deus no passado com os do Senhor em Jesus Cristo. Na NA. Jesus é homem e Deus. a única maneira de estabelecer sua linhagem com Israel.39). em termos de AA versus NA. alianças e na glória que pertencem aos filhos de Deus.1.3. Existe uma continuidade inerente entre a AA e a NA. Além disso. mas em meio à ameaça de morte (Hb 12. mas antecipou uma aliança melhor (NA). A revelação do que era “me* 42 . eles perten­ cem apenas aos que recebem Cristo como o Messias. Espírito e carne. têm rejeitado a Jesus como Messias. a glória. Portanto. perdoou. Como deveríamos olhar para a NA: em termos de contraste ou como um aperfeiçoamento (Hb 8. ofereceu ao povo o descanso do sábado.11 a 10. de 9 a 11. que vão a Cristo pela fé. recebem o Espírito de adoção e são enxertados nas promessas. A unidade dos privilégios dos judeus e cristãos repousa na vinda de Jesus.

líder de um clã dos edomitas (Gn 36.37). Moisés. A LOM (Heb.40. “carvalho”). ALVÃ. no presente. A M AL. Filho de Jedaías e pai deSifi (1 Cr 4. Moisés era um servo fiel do Senhor. A M A L E Q U E . Isto explica por que ele fala sobre o descanso no qual devemos fazer lodo esforço para entrar (Hb 4.AMALEQUE lhor” não necessariamente invalidou completamente o que era bom. Em outras palavras. com sua concubina Timna. Filho de Helém (1 Cr 7. Descendente de Esaú. durante a AA.1. 11. ao interpretar a variedade das ações de Deus na AA e na NA. Citado entre os descendentes de Simeão. As instituições associadas a Moisés — Tabernáculo/Templo. wAev. os profetas e os sacerdotes ainda são servos fiéis de Deus. Longe disto! Ele examinou o envolvimento de Deus no passado.24).G. mas era também o mensa­ geiro de um futuro ainda maior (Hb 3.12. Mudanças sem dúvida aconteceram.26 como em 1 Crónicas 1.1-5). para a plena realiza­ ção. 1 Cr 1. para o advento de Jesus Cristo (Hb 3. A revelação de Deus em Jesus Crislo abriu uma nova dispensação: a da adminis­ tração da Nova Aliança. hoje. Jesus Cristo é o foco. Enquanto aponla o presente ministério de Jesus para o povo. mas passam para um lugar secundário em relação a Cristo. entretanto. Agora que Ele já veio. para o futuro glorioso do qual somente Jesus tem a chave. o Filho (Hb 3. a manifesta­ ção plena de seu amor. a fim de descortinar o plano único de Deus e a natureza multiforme de sua fidelidade: "Jesus Cristo é o mesmo ontem. como descendente de Sem. aprender com o passado e aguardar a plenitude da salvação. Ci­ tado tanto em Génesis 10. a mensagem da carta aos Hebreus é escatológico.35).6) e o Sumo Sacerdote Mediador (Hb 4. O autor defende o envolvimento de Deus no passado (Moisés. ele encoraja os cristãos a perseve­ rar.5.26). Assim. o ministério e a mensagem de Jesus Cristo? O AT é imperfeito no sentido de que náo é a revelação final de Deus. era edomita e o pri- 43 .20. os profetas). o AT deve levar em conta o que o Senhor revelou no NT. era líder do seu clã. era líder tribal e descendente de Aser. ele olhou adiante. era filho de Sobal.51).28). Esse acontecimento refere-se ao futuro. ‘‘Deus é um amigo”). neto de Esaú (Gn 36. Descendente de Esaú.36). era líder de um clã dos edomiias (Gn 36. Em outras palavras.15. a revelação superior. o sacrifício único. onde é chamado de Aliã). O autor da carta aos Hebreus. Primeiro. 5.8). Seu pai era Joctão. Um cristão que se aproxima do AT não pode interpretá-lo apropriadamente sem a luz do NT.40. É escatológico. A L M O D Á (Heb. Como porta-voz de uma nova dispensação da administração de Deus. e eternamente” (Hb 13. o Sumo Sacerdote exaltado e o mediador da NA. 1 Cr 1.5. não olha apenas para a revelação do Senhor em Cristo. Filho de Elifaz. a revelação total de sua glória e o instrumento de reconcilia­ ção do povo consigo. 12. 8. ALVÁ.2. no presente (Jesus Cristo como Mediador) e no futuro (salvação). De que outra maneira apreciaríamos as realizações. 16. os apóstolos.23. Ele é o resplendor da glória de Deus (Hb 1. o sistema sacer­ dotal e o das ofertas e sacrifícios — foram expressões temporárias da revelação do amor e da glória de Deus e da reconciliação. Isto mostra por que fala de uma maior salvação (Hb 9. 1 Cr 1.3). Moisés encorajou as gerações futuras a buscar o Messias.11). para a revelação de Cristo. O oposto é igualmente verdadeiro: o NT só pode ser interpretado à luz do AT. pregadores e mestres da Palavra de Deus encorajam os cristãos a olhar para a frente.

Davi foi bem-sucedido na elim inação dos am alequitas e em 1 Samuel 30 eles recebem bem pouca aten­ ção (1 Cr 4. Ao comissionar esses dois importantes líderes. Jz 3. era também levita e foi ancestral de Esdras (1 Cr 6. Levita. quando uma vez após outra o povo de Israel era derrotado di­ ante do poder superior e das táticas agres­ sivas dos amalequitas: < fEscreve isto para memória num livro. A M A L E Q U I T A S . por­ tanto. Jz 12. 2. É possível que alguém se desqualifique para receber as bênçãos do Senhor. Originalmente. 4. etc.20.11.. e repete-o a Josué.3.13.16 é uma advertência solene: “O Senhor não pôde introduzir este povo na terra que lhes tinha jurado. Ed 7. 3. 24. em 1 Crónicas 6.7. 5. contudo. A razão para as derrotas que os isra­ elitas sofriam nas mãos dos amalequitas é explicada como consequência da de­ sobediência de Israel (Nm 14).11). 1 Cr 18. Filho de Meraiote e pai de Aitube. que deveriam guiar o povo e a nação de volta aos caminhos do Senhor.23). Dt 25. Serve como um lembrete de que as promes­ sas de Deus não estão lá para instilar com placência. pois guardou o melhor do gado e das ovelhas para sacrificar ao Senhor e poupou a vida do rei Agague: contudo. 6. Filho de Azarias e avô de Zadoque.19.19..18).22 s). ocuparam a região do Neguebe e Sinai. Eram os inimigos per­ pétuos de Israel. ele é citado como um dos descendentes de Levi.33ss. e as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mt 16. é que o Senhor tam­ bém edificará sua Igreja.3).12.10-12). embora pareça que parte desse povo permaneceu ali (cf.14 mais tarde pareciam vazias. s.8-13. o propósito delas é o de motivar a ação. A M A R IA S (Heb. Uma das tarefas iniciais dos israelitas. pelo contrário. "Deus diz"). É provável que o mesmo Amarias seja citado no item 2. Números 14.33. deveriam "esforçar-se” (2 Cr 19. Em seu desejo de ver a res­ tauração da adoração ao verdadeiro Deus (Yahweh) na nação. como prometeu. "presidindo em todos os negócios do Sen h or” e Zebadias. para administrar "todos os ne­ gócios do rei”. Nm 24.). mas. O conforto. é apenas para engrandecer a vitória que Israel obteve sobre eles (2 Sm 8. Sumo sacerdote. 6. Jeosafá nomeou-o para ser o sumo sacerdote. o crente não tem o direito de julgar a Pala­ vra de Deus nem supor que qualquer ado­ ração ao Senhor será aceita simplesmen­ te por estar baseada em retórica religiosa (1 Sm 15. desagradou a Deus. ao entrar na terra de Canaã. que passou grande par­ te de sua história em duros combates com eles.11). para lutar con­ tra o povo de Deus (Êx 17. Jz 3. era o segundo filho de Hebrom e participou das atividades dos coatitas no Templo (1 Cr 23.v.42s). 1.” O início da queda de Saul veio quando ele se recusou a aniquilar os amalequitas (1 Sm 15). quando os limites da aliança e da co­ munhão são flagrantemente desrespei­ tados (Nm 14.12s.).14. Durante o reavivamento no reina­ do de Ezequias. era a de expulsar os amalequitas (Êx 17. mas tempos depois uniram-se aos miclianitas. Jeosafá os encorajou. porque riscarei totalmente a memória de Amaleque de debaixo dos céus”. descendente de Coate. muitos levitas foram in­ dicados para trabalhos específicos no Templo.52. quando disse que o Senhor estaria com eles. na distribuição das ofertas do povo 44 . Quando os amalequitas são citados novamente. apesar de eloquen­ temente justificada. Os am alequ itas tornaram -se o epítome do perigo que envolve o mundo. A falha em destruir os inimigos do Senhor. para o povo de Deus. Esse Amarias estava entre os que tinham a responsabilidade de ajudar Coré.AMALEQUITAS ineiro entre o povo que ficou conhecido como amalequita. As palavras memoráveis de Êxodo 17. viveu nos dias do rei Jeosafá.15).

2) Ama­ rias é citado em Esdras 10. porém. Nos pri­ meiros anos do reinado desse monarca. Pai de Maate e levita. P. filho de lho de Azarei (Ne 1 1. que deveria fazer pai.38). rei de Judá. Atacou os edomitas e Capturou misericórdia (1 Cr 2. chamado de volta pelo rei.8-13). 9. Esdras e o povo arrependeram-se e fizeram um paclo de servir ao Senhor (Ed 10. 3. foi cas 9. “o Senhor é poderoso”). Da tribo de Judá.32. 2. Ancestral do profeta Sofonias (Sf 1. visto que era rival de Joabe (2 Sm 19.33).17.1: “Fez nenhum motivo. deus e lembrou-lhes que Deus já eslava irado. num ato de A M A Z IA S (Heb. Seus descenden­ tes estabeleceram-se em Jerusalém.1). durante a rebelião vavelmente é o mesmo Masai de ! Cróni­ contra Davi. 1 Rs 2.12.g . Foi um dos sa­ Jeter e Abigail. rei a dizer a Salomão. Filho de Joás e o nono rei de Judá. Amasa não seguiu inteiramente seu ancestral Davir “Tão-somente os altos se não tira­ protestou contra o fato de os soldados israelitas terem trazido prisioneiros ju­ ram. sem deles em obediência à Lei de Deus (2 Rs 14. Na época em que o povo de IsraeJ retomou do cati­ veiro babilónico. Amasai tornouse chefe do grupo dos “trinta’' guerreiros do rei (1 Cr 12.25. 10.3)* Do ponto de vista p ositiv o.35. Companheiro de Adaías e fi­ AM AS A. contudo. 2 Cr 29. casaramse com mulheres estrangeiras.18). Tornou-se um dos porteiros do Templo.24). Secanias confessou a Esdras que muitos homens.16). a capital (Am 1. em Jerusalém. A M A S I A S .4). Esse ato de traição levou o 14. E digno de nota que se apresentou como voluntário. sem Reis 12. lide­ rando 200 mil homens. Peca derrotou Acaz. até mesmo os descendenles dos sacerdotes.5. em que Davi se preparava para regressar Seu reinado de 29 anos é resumidr^em 2 a Jerusalém.3). Sobrinho de Davi. quando já estava Amazias executou os assassinos^de seu no seu leito de morte. Um dos homens que foi encontrarse com Davi em Ziclague.4-13).21.17).11). s . “segun­ do as suas turmas” (2 Cr 31. AM AS Al. 7. Ele.1. Esse Amarias foi um dos que servi­ ram como testemunha do pacto de obe­ diência à Lei de Deus. foi comandante do exército de Jeosafá. na época de Neemias (Ne 10.42 como um dos que se divorciaram de esposa estran­ geira.13).D. 1. da tribo de Judá. 6 Esse Amarias eslava entre os des­ cendentes de Binui (Ed 10. o povo ainda sacrificava e queima- 45 .G. por causa da desobediência deles (2 Cr 28. filho de Zicri. de­ pois do cativeiro babilónico (Ne 11.12). rei de Judá (2 Cr 17. A M A S S A I .25. 1 cerdotes que se estabeleceram em Jeru­ Cr 2. Pro­ exército de Absalão. reconciliação. 14. quando foi ba­ nido da presença de Saul. 2.6.2). Pai de Zacarias e descendente de Perez. poupou a vida dos fyhos com Joabe segundo sua sabedoria.15). quando Davi trou­ xe a Arca da Aliança para Jerusalém (1 Cr 15.3 e 2 Crónicas 25. . Joabe matou Amasa.13). Ele serviu como comandante no salém após o cativeiro babilónico. senão o de reconquistar o que era reto aos olhos do Senhcfr ain­ seu posto de comandante do exército (2 da que não como seu pai Dav-i” '^2 Rs Sm 20. irmá do rei (2 Sm 17.6). Líder efraimita na época em quePetra. Relacionado como músico levita que tocava trombeta. Amasias era fiel ao Senhor e inspirava grande confiança ao povo. Um dos sacerdotes citados entre os que voltaram do exílio babilónico com Zorobabel (Ne 12. an­ cestral de Samuel (1 Cr 6. 8 . Durante o momento crítico 1. 1.AMAZIAS entre as cidades dos sacerdotes. Após a morte do primo.

Jn 1. quando aceitou os deuses edomitas em Jerusalém (2 Cr 25. Ela fora deixada na casa de Obede-Edom por três meses. 1» Um dos doze espias enviados por A M I Ú D E .39). veio de Lo-Debar. P. os próprios oficiais de Amazias conspiraram contra ele. esposa de Davi (1 Cr 3. Pai de Maquir.AMJ va incenso nos altos*' (2 Rs 14. 4. Para 2. Líder dos levitas. etc.27.32. perseguiram-no até Laquis e o mataram (2 Rs 14. viveu em 800 a. Sa/nua.27).53.5. Foi escolhi­ bo de Efraim.15): “Por que buscaste deuses que a seu povo não livraram das tuas mãos?” No final. da tribo de Dã.7. filho de Gemali. Rt 4. Pai do profeta Jonas. Lc 3.5. Um dos “servos de Salomão”.19. descendente de Merari. Essa atitude foi condenada pelo profeta (2 Cr 25. “Deus é meu parente”). Levita. 2. na época do censo dos do um príncipe de cada tribo e Amiel. A M IN A D A B E (Heb. cujos descendentes voltaram do cativeiro babilónico com Neemias (Ed 2.19. 3. 1 . 7. saqueou Jerusalém e levou vários reféns para Samaria. veja 2. 3. des­ cendente de Coré. desde que Deus executara seu juízo sobre Uzá (1 Sm 6.D. 3.5). Elisama era um dos líderes da tri­ terra de Canaã (Nm 13. quando Deus o entregou nas mãos de Jeoás. para espiar a Ladã.28).23). 4. da tribo de Levi (1 Cr 6. 10. Pai de Bate-Seba. na época em que Davi su­ biu ao trono (2 Sm 9. Membro da tribo de Simeão. 2.48.12. 1 Cr 7.4). Sacerdote de Jeroboão LI. mais detalhes sobre a missão deles.22. o qual. 7.20).26). além de Amazias e seu povo serem capturados. A MI .12. AM ITA I. 17.14. rei de Israel. 2. 10.). Aieser era o líder dos danitas no Sinai (Nm 1. usando a autoridade do rei (A n 7. fa­ zia parte do grupo de músicos nomeados por Davi (1 Cr 6. a fim de conduzir a Arca para Jerusalém (1 Cr 15.20.1). Foi sepultado em Jerusalém. A queda de Amazias é atribuída ao desafio presunçoso e insensato que lan­ çou ao rei Jeoás. esposa de Arão (Êx 6. Pai de Aieser.17.C. o filho aleijado de Jônatas 46 . Jeoás também saqueou o Templo e levou lodos os utensílios de ouro e de prata (2 Cr 25. Sexto filho de Obede-Edom. Pai de Eliseba.57). Pai de Elisama e filho de Moisés do deserto de Parã.G.20-24).10-17). lambém é citado no Novo Testamento como ancestral de Jesus Cristo (Mt 1. na administração do rei Davi (1 Cr 26. no tempo do rei Davi. veja Uzá]. Amazias tornouse escravo. opôs-se ao profeta Amos e tentou silenciá-lo. M aquir acolheu simeonitas entre os vários clãs e famílias. esse Amiel era respon­ sável pelo serviço nos portões do Tabernáculo.g .4. esse Aminadabe era filho de Uziel.25. Pai de Corá. representou Dã.12). Ele e mais 112 parentes foram escolhi­ dos junto com outros levitas para a tarefa de se consagrarem. Pai de Samuel. Essa tolerância pecaminosa para com a reli­ gião pagã mais tarde le-vou-o a ofender ainda mais a Deus.34. onde é chamada de Bate-Sua).14). 1. Também era pai de Naassom e an­ cestral de Boaz e do rei Davi (Nm 1.31. A M I S A D A I . ao executar o juízo de Deus.v.18. um dos príncipes que se estabeleceram em Gedor (1 Cr 4. natural de Gate-Hefer (2 Rs 14. s.22). Ancestral de Sam uel e filho de Coate..4. 4 ‘meu parente é no­ bre"). 2. Assim. da tribo da Simeão. (neto de Saul). 2. Samuel foi escolhido por Moisés para organizar a divisão territo rial dos região de G ileade. 2 Cr 25.10.33). d . Posteriormente.45).1-11).25.3. p. Mefibosele. A M I E L (Heb.55. israelitas no deserto do Sinai (Nm 1.

foi assassinado por seus ser­ nome é traduzido como Amiur). rei de Gesur. 3. onde Absalão fugiu depois de malar seu que já suportara o suficiente da tirania irmão Amnom (2 Sm 13. mensagem do profeta concernente à mor­ te dele (1 Rs 22. um dos heróis 3. de negócios em Judá. para ter alguma in­ ganizar a divisão territorial da tribo en­ fluência sobre o filho Amom. O rei não gostara da cito que servia no terceiro mês do ano. que "não tre os vários clãs e famílias. seu para morar em Jerusalém após o cativei­ filho.onde é chamado de Ami). ao co personagem com esse nome no Anti­ mandar que seus homens matassem go Testamento.AMOS depois da conqu ista de Canaã (Nm demais. onde seu de seu pai. O quena vila 10 quilóm etros ao sul de próprio Manassés arrependeu-se tarde 47 . Filho de Benaia. se humilhara’' (2 Cr 4.25). 1 Cr 3. (1 Cr 9. Quando tornou-se adulto. natural de Jezreel. 1 .18. condenação e juízó contra o reino do Norte. Um dos sa­ cerdotes que retornaram do caliveiro doente e pediu a Tamar que cuidasse dele e Lhe servisse comida no quarto. Ele nada cita sobre sua fa­ A M O M . ro babilónico. apaixonou-se por Tamar.20. irmã de Absalão e sua meia-irmã.57 .26. Pai de Utai.25). um dos que retornouEm seu lugar.37.20. rituais da fertilidade que eram tão abo­ Amós era natural de Tecoa. Um dos cativos que retornaram do A M N O M (Heb. fugiu e passou a viver desola dam ente na companhia de seu irmão (2 Sm 13 ). p. cuja mãe cham ava-se exílio babilónico no tempo de Neemias Ainoã. foi o cabe­ ça de uma família sacerdotal nos dias de lentou e depois expulsou-a de casa.20). Prosse­ comum sobre sua época de modo geral e guiu com as práticas idólatras do pai — a sobre seu coníexto geográfico. ele a vio­ 12. Era descendente de Judá 2. para 33. uma pe­ mináveis para o amor zeloso de Deus. 2 Cr 18. Evidenlemenle. Manassés. se seguiu à derrota nas mãos dos assírios 3. da tribo de Judá. Descendente de um dos servos de filho de Davi nascido em Hebrom (2 Sm Salomão.g.2. “fiel"). mas proporciona in­ 21.d. Amnom fingiu estar A M O Q U E (Heb. Ed 2.d. Governador de Samaria que colo­ de Davi e líder dos '‘trinta" guerreiros.g. o povo colocou Josias. como rei.4).7). Deus egípcio.24). adorado pelos sacerdotes de Amom. de segunda classe.21) e décimo quinto formações numa quantidade acima do rei de Judá.v. como go para pronunciar udia mensagem de filho de Simeão.23). so­ bre o qual Jeremias prommciou a destrui­ A M I Z A B A D E (Heb. s. com 24 anos de idade (2 Cr 33.19. da tribo de Naftali. chamado como lei­ 2. Dois A M O S (Heb.59. como conquista de Canaã (Nm 34. 5. Um de seus filhos. (2 Cr 33). 1 . seu pai. p. sua conversão Pedael foi escolhido por Moisés para or­ foi muito demorada. "o parente lem ção (Jr 46. 2 Cr 33. dado’*). ‘‘profundo”). vos. Pai de Pedael. Eber. Tamar Joiaquim (Ne 12. “carga ou carregador").1).28). 29).22. cronoló­ adoração de Moloque e a continuação dos gico e cultural em particular.Pai de TaJrnai. depois da se humilhou perante o Senhor. era fazendeiro e homem Amnom (v. Amom era odiado pelo povo.20). 4. Citado em 1 Crónicas 4. a fim de obedecer Amizabade chefiava uma divisão do exér­ às ordens de Acabe. Filho de Manassés (2 Rs mília ou linhagem. Úni­ anos mais tarde Absalão vingou-se. num momento de desespero que 34. cou Micaías na prisão. Amnom. Quando babilónico com Zorobabel e Jesua (Ne ela entrou naquele aposento. foi o primeiro (Ne 7. reinou por dois anos. Israel.

762 a. há também a lição da pró­ pria vida de Amós. Amós replicou que “não era nem profeta. o rebanho de Deus. Amós desfaz qualquer conexão entre ele e os profetas “profissi­ onais” ou vocacionados. era um homem envolvido com ovelhas.15 conecta o trabalho do profeta com o rebanho. outro termo raro para “pastor”. um vocábulo comum para “(gado) rebanho”.15. Amós queria que Amazias entendesse que ele náo fazia parte de tal escola.16). bem como um comerciante de ovelhas bem-sucedido. sob as acusações calu­ niosas de que Amós visava apenas a gan­ ho financeiro (Am 7. O único local citado em suas mensa­ gens é Betei. Em adição ao conteúdo profundamente importante. mas a palavra usada aqui (noqed) sugere algo mais do que simplesmente alguém qne cuida de rebanhos. Essa idéia tem apoio em Amós 7. É mais provável que Amós fosse um mercador de ovelhas ou algo seme­ lhante. um dos principais lugares de adoração estabelecidos por Jeroboão I. mortos (1 Rs 13. Essa catástrofe. de Judá (790-739 a.14.C. de Israel (793-753 a C. Apesar de boqer sem dúvida re­ lacionar-se de alguma maneira ao termo b aq a r . Sua ocupação. é usada para descrever Mesa. Portanto.1).C. 5. O termo hebraico aqui para a frase inteira é boles.14). era a de paslor de ovelhas.3.14. Com essa alegação. Fica claro que o ministério de Amós foi breve — talvez apenas uma missão. De qualquer maneira. e do rei Jeroboão. Foi sua firme mensagem que ocasionou sua ex­ pulsão de Betei. onde ele se refere a si mesmo como um boqer.5). parece que Amós era especialista no cultivo de figos.C. da mensa­ gem em si.1-3). em Jerusalém). não com o gado.120). a fim de torná-lo comes­ tível. de onde era também a mulher sá­ bia que Joabe procurou para aconselhar Davi a respeilo de Absalão (2 Sm 14. logo depois da divisão do reino em 931 a. 300 anos mais tarde (2 Rs 23.) eram ho­ mens que frequentavam um curso espe­ cífico para o ministério. e separou-o de seus interesses seculares.AMÓS Belém. e o próprio Amós ajudou a pre­ parar o caminho para que o culto de Betei fosse denunciado (Am 3.C. tão grande que ain­ da foi lembrada 240 anos mais tarde pelo profela Zacarias (Zc 14. mas um homem de negócios que Yahweh tinha chamado. uma palavra que. etc. para realizar uma missão entre os israelitas. mas não necessariamente um pastor O profeta também descreve a si mes­ mo como “cultivador de sicômoros” (Am 7. Aqueles que são cha­ mados e comissionados pelo Senhor não precisam de credenciais formais nem 48 . embora a consideras­ se digna de toda honra. seria a data precisa do ministério de Amós con­ tra os sanLuários ilícitos de Jeroboão (Am 7.14).).29-33). mais especificamen­ te. “dois anos antes do terremoto” (Am 1. errante e pecaminoso.10-13). e é assim que a sua ocupação deve ser entendida. Amós 7. Atingido por essa interpretação equi­ vocada de seus motivos. provavelmente se refere a cortar e amassar o fruto. por Jeroboão II e seu sa­ cerdote Amazias. A outra ocorrência da mesma palavra no Antigo Testamento (2 Rs 3.7.5).5. na base dos textos da Septuaginta e do grego clás­ sico.).4). por alguns dias — devido à sua declara­ ção de abertura. resul­ tou numa profecia de que o altar de Betei seria finalmente destruído e seus sacer­ dotes. mas apenas um leigo enviado por Deus. A importância disso está no fato de que Deus chamou um homem ocupado e próspero. que claramente não era pastor. segundo suas próprias palavras. a fim de competir com o único autorizado pelo Senhor (isto é. Assim. de acordo com a qual sua comissão veio nos dias do rei Uzias.12). nem filho de profeta” (Am 7. ocorreu por volta de 760 a. rei dos moabitas. Esse ato ímpio de criar locais ilegítimos para adoração. (1 Rs 12. que escolhe e usa a quem quer. Isso aconte­ ceu como parte das reformas realizadas pelo rei Josias. Os “filhos dos profetas” (veja 2 Rs 2.

ANA (Heb.1. totalmente devota­ duos. entre­ Tabernáculo. Era uma pro­ que deve ser notado na maioria de suas messa incrível feita por Ana.1-7). o ouvia sequer uma palavra.). orou. o sumo sacerdote. Em meio às mui­ A M O Z . Finalmente chegou o tempo de Ana era estéril (1 Sm 1. fala conosco de forma vee­ Ao receber o encorajamento da parte mente. Ele se lo e seu cuidado para com muitos indiví­ tornaria um nazireu.20). ela nos ficou mais deprimida. Eli. sentado na 1. No tempo determinado. de seu nascimento (1 Sm 1. sacerdote no mesmo instante mudou sua A vida de Ana. a piedosa Ana. onde vivia. te ele represenlava a resposta da oração. qualificações. Ana po­ nha seu voto e sacrifício e seus sofrimen­ rém se defendeu apropriadamente e o tos e provações. levando-a até às lágrimas.2). Enrecia continuamente (1 Sm 1. adoraram ao Senhor e voltaram para Ana era a amada esposa de Elcana. um Ramá. O Se­ láo apresentou Samuel ao sumo sacerdo­ nhor fechara o ventre de Ana e a rival es­ te Eli (1 Sm 1. é o personagem principal dos tamente. na à luz a Samuel (seu nome significa “pe­ região montanhosa de Efraim (1 Sm 1. filho de deu ao pedido de Ana: ela concebeu e deu Levi). Ela. seu marido e ensina o que significa o verdadeiro com­ Penina levantaram cedo no dia seguinte. e .15-17). O famoso profeta/juiz de Israel. Prometeu dedicá-lo a A M P L Í A T O . 49 . Pai do profeta Isaías (Is 1. Náo era uma dedicação simples. é algo do ao serviço do Senhor. Depois que Samuel Elcana e toda sua família subiam anu­ desmamou (antigamente.ANA Numa daquelas ocasiões em Silo. Levou consigo um tanto. a observava aten­ Samuel. nessa pere­ novilho de três anos. Ele amava Ana pro­ completarem dois ou três anos de idade). em diferentes congregações. não a consolava. tas lágrimas. porém. Ele então a leitor é intimamente apresentado à sua acusou de estar embriagada e a repre­ mãe. e imediatamente endeu. ceria a Deus.19. dido ao Senhor”. que testemu­ de tais hábitos (1 Sm 1. Penina a provocava e abor­ um odre de vinho para o sacrifício. Realmen­ Ele tinha outra esposa. Seu Sm 1.1).12-14). Com a alma pro­ fundamente angustiada. Ana entrou no Tabernáculo. Antes. etc. porta do Tabernáculo.20). um efa de farinha e grinação anual. primeiros capítulos de 1 Samuel. Ela o ofere­ cartas. Os lábios dela se moviam. para serem bem-sucedidos em cumprir seus propósitos. Deus aten­ zufita (descendente de Coale. de 1 Samuel. que lhe dera vários filhos. fundamente e lhe dava uma porção do­ ela fez os preparativos para levá-lo ao brada das ofertas do Senhor. enquanto ela orava e chorava.m . pois. Esle foi saudado pelo apóstolo em Romanos 16. as mulheres almente a Silo. "graça”). carnecia dela. pois abria mão do privilé­ gio de criá-lo e alimentá-lo. ela derramou seu coração dianle de Deus.24-27). a fim de adorar a Deus e israelilas amamentavam os filhos até oferecer sacrifícios. Permanece até hoje como um de Eli e o conforto do Senhor. Isso. 1 Sm 1. embora seja mencio­ maldição numa bênção e a despediu em nada apenas nos dois primeiros capílulos paz (1 Sm 1. chamada Penina. em Silo. promisso com o Senhor do Universo. mas não se porém. Ana não exemplo de devoção e sacrifício. pedindo ao Senhor que lhe desse um filho. cumprir sua palavra.9-11). Paulo descreveu esse ho­ Deus todos os dias da existência dele (1 mem como “meu amado no Senhor”. Ana. apresenlando-lhe a imoralidade atraído pela história dela. Viviam em Ramataim-Zofim.8. nome era comum em Roma. O reconhecimento pessoal de Pau­ voto interpretava a renúncia dela de cri­ ar o filho junto consigo em casa.

Ex 15. noite e dia. em sua integridade. mudou suas lágrimas em alegria e a colocou em seu lar como a mãe de muitos filhos. em Lucas 2. 1. Confira também 1 Crôni- 50 . feliz e realizada. inclusive temas de combates. messiânico (1 Sm 2. fé e compromisso com Deus. onde é mencionado como pai de Disom. ao invés de “heveu’'. Zibeão (Gn 36. o Senhor por fim a abençoou com mais cinco filhos.20). a Canção de Maria.5a fala da mu­ lher estéril que se torna mãe de sete fi­ lhos. 3.41. era orgulhosa e arrogante. á mulher estéril e a que tem mui­ tos filhos (1 Sm 2. Penina. Depois de apenas sete anos de casamento. Dt 32. da tribo de Aser.2: mas é provável que se refira a dife­ rentes pessoas. Na ver­ dade. nas Escrituras. Génesis 36. livramento do inimigo e o cuidado providencial do Senhor por seu povo Israel (veja a Canção de Moisés.36-38 registra que Ana estava no Templo durante a apresen­ tação do menino Jesus: o Messias espera­ do há tanto tempo. seria despojada de sua vitalidade e des­ prezada (2 Sm 2. c . O relato sobre Ana e Simeão. 2.19). Veja também 1 Crónicas 1. A oração de Ana é verdadeiramente um sacrifício de gratidão a Deus. Finalmente.2. ficou viúva e devotou-se ex­ clusivamente ao serviço do Senhor no Templo. m . uma das es­ posas de Esaú (Gn 36. como louvor e ações de graças. pois revela o ver­ dadeiro coração e o caráter dessa nobre mulher.24). seria destruída juntamente com todos os ini­ migos de Deus (w.ANÁ O menino Samuel viveria sob a super­ visão de Eli e ministraria no Tabernáculo todos os dias da vida dele (1 Sm 1.10).40.4.1-18. s.9. Seu hino de vitória e triunfo certa­ mente aplica-se à nação de Israel e é. que a resgatou de seus problemas. O Senhor deu-lhe vitória e a li­ vrou de Penina. a Canção de Débora.5b). Talvez deva-se ler “horeu”.14. A oração de Ana em 1 Samuel 2. ANÁ.21). pro­ vavelm ente tem uma natureza mais íntima. Ana buscou humildemente a Deus e esperou pelo livramento dele. Por tudo isso. sua inimiga pessoal.5) demonstram o fato de que Ana estava contente com seu tri­ unfo pessoal. em essência. fz 5).r . 2. Era membro da tribo cananita dos heveus. Ela agradeceu a Deus publicamente e proclamou as boas novas a respeito do Redentor. Pai de Oolíbama.1-11 merece nossa atenção. entre­ tanto. por outro lado. Ela. Lucas 2. Quando tinha 84 anos de idade. em Génesis 36. enquanto apascentava os jumentos do pai. os fartos e os neces­ sitados. na mesma passagem. o núme­ ro '‘sete'* nem sempre deve ser interpre­ tado literalmente e muitas vezes pode simbolizar "realização ou ideal”. Ana provavelmente pensava em si mesma quando fez tal declaração. Profetisa. Há também uma forte ênfase à so­ berania de Deus e ao seu poder eterno. revela a existência de pessoas que eram realmen­ te fiéis à aliança de Deus e confiavam no cumprimento de suas promessas a res­ peito da vinda do Salvador.18.1-43. Manteve seu voto a um gran­ de custo pessoal e tornou-se um modelo para todas as gerações. A cada ano sua mãe fazia orna pequena tú­ nica e a levava para ele quando ia com o marido a Silo oferecer sacrifícios (1 Sm 2. ocorreu um evento que ador­ nou sua vida. essa oração conlém os mes­ mos elementos encontrados em outras orações/canções do AT. Aná também é citado como quem encon­ trou fontes termais no deserto.10).c. Portanto. O Senhor foi gracioso com Ana e posteriormente ela deu a Elcana mais três filhos e duas lilhas (1 Sm 2. Também conhecida como a Can­ çã o d e Ana.28).29 refere-se a Aná como chefe dos horeus. filha de Fanuel. que tinha muitos filhos. Ana era uma mulher extraordinária. entretanto. tal­ vez seja inspirada em parte na canção de Ana. 1 Samuel 2. Os contrastes feitos entre os guerrei­ ros fortes e os fracos. A oração da mãe de Samuel.

O Senhor. 2. dirigido pelo Espírito Santo. Veja Safira. e repartiam com todos. contudo. “o Senhor tem respondi­ do"). Um dos líderes que selaram o pacto feito pelo povo de ado­ rar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. por meio do serviço. líder que testemunhou o pacto do povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. A N A N I .4). Naquele tempo.26). quando sua esposa chegou. um descen­ dente de Davi (1 Cr 3. Outro Ananias que se tornou cris­ tão nos primeiros estágios da propagação do Evangelho de Cristo vivia em Damas­ co (Al 9. era. Mais tarde.1). o qual. Logo após o relato da con­ versão de Saulo (Paulo) e a cegueira que resultou de ter visto a glória do Senhor na estrada para Damasco. Esteve no púlpito junto com Esdras. AN AÍ AS (Heb. O problema era a ten­ tativa deliberada e voluntária de mentir ao Espírito Santo e ao povo de Deus (At 5. ele resolveu guar­ dar parte do dinheiro para seu uso pes­ soal. percebeu o que acontecera e acu­ sou Ananias de mentir para Deus. bus­ cavam uma existência que refletisse o amor de Deus e a graça que é vista em Jesus Cristo. “nuvem"). 1. pois a reputação de Pau­ lo de perseguir violentamenle os cristãos havia espalhado o medo entre os crentes de Damasco.45).ANANIAS cas 1. 3. continuou com a mentira e também morreu. Um dos deuses adora­ dos pelos sefarvitas (2 Rs 17.24). Ananias e Safira decidiram vender uma propriedade (AL 5.3). em frente à sua casa (Ne 3.31). quando este leu o Livro da Lei (Ne 8. a fim de repovoar a região depois que os israelitas foram exilados (2 Rs 17. Com o pleno co­ nhecimento da esposa.10-19). E im­ portante notar que a questão aqui não era que uma lei obrigava alguém a com­ partilhar tudo. foi um dos pri­ meiros convertidos na igreja em Jerusa­ lém (At 5). portanto. Pedro enfatizou o ponto de que o que pertencia a eles era deles (At 5. Ananias eslava lemeroso.38. os cristãos “tinham tudo em comum.23). Então apresentou uma quantidade a Pedro. Cristo lhe falou que fosse até a casa onde Saulo estava hospedado e impusesse as mãos sobre ele. decla­ rou sobre Saulo: “Este é para mim um 51 . Avô de Azarias. Trouxeram consigo práticas abomináveis que incluíam o sacrifício de crianças no fogo.24). Filho de Eiioenai e integrante da linhagem real de Judá depois do exí­ lio babilónico. Marido de Safira. De fato. O pecado de Safira foi pronuncia­ do por Pedro: “Por que é que entre vós concordastes para tentar o Espírito do Senhor?” (At 5.4). fazer o que é certo na vida individual.22). 1. Um dos privilégios do cristão é estar livre do legalismo. Segundo essa prática. O resul­ tado desse triste episódio na Igreja pri­ mitiva foi um maior entendimento e te­ mor do poder e da santidade de Deus. Pedro e a Igreja primi­ tiva não criaram uma nova lei pela qual as pessoas ganhariam mérito diante de Deus e dos cristãos. A N A M E L E Q U E . onde é citado como filho de Seir e irmão de Zibeào. pelo contrário. ajudou a recons­ truir o muro de Jerusalém.44. A N A N I A S (Heb.9). Ao ouvir isso. Com tal liberdade. lemos que Ananias teve uma visão. Possivelmente o mesmo persona­ gem anterior. para que recuperasse a visão. 2. segundo a necessidade de cada um” (At 2. Esse povo estava entre os que foram transpor­ tados pelo rei assírio para Samaria. “o Senhor tem sido gra­ cioso"). exige uma grande responsa­ bilidade em ser honesto e transparente diante do Senhor e de seu povo. ANÃ (Heb. Vendiam suas propriedades e bens. ele caiu morto.

mantendo um condo peregrinavam pelo Neguebe (Nm tato estreito com o governador romano. Josué os expulsou de Hebrom.G. Por causa de seu ofício. liberado por Cláudio. após es­ Veja Paulo.1). Canaã. Paulo padeceria Quando Moisés enviou os espias a por causa da fé. Aparentemenas emoções de um cristão são mudadas te alguns sobreviveram no território por meio da Palavra de Deus e como o medo foi transformado em poder e amor filisteu. centralizava tanto o poder reli­ no passado distante dos israelitas. Mais tarde.G.21-23). morava em Hebrom.D. Jesus também disse que.C. Debir e da região montanhosa poucas passagens nas Escrituras que de Judá. junto com os cristãos. Foi imedia­ reputação dos descendentes de Enaque tamente batizado.6) e é sempre associado a Caifás. quan­ gioso como o político. parecíamos” (Nm 13. etc. mas essa informa­ o historiador judeu. na par­ pessoalmente confirmar as acusações te mais consagrada do Templo. Com sua destruição. Existem Finalm ente. o menciona como ção nos ajuda a entender sua participa­ sumo sacerdote em Jerusalém mais ou ção na prisão do apóstolo. descendentes de Anaque.10. Ananias impôs as mãos sobre Paulo.15). Os des­ cendentes de Enaque realmente foram os na vida de Ananias. Em 52 d.2.28. preso em Jerusalém. os reis e os filhos de dada por seu ancestral. Era um orgulhoso e P. Arba (Js 14. ficou famoso por sua força e habilida­ 52 .).). Seu único durante seu julgamento (At 23. para “sumo sacerdote” (Lc 3. foi enviado a Roma. Uma figura conhecida apenas maneira. A con­ sua missão mundial. Gate e Asdode. foi finalmente vindicada. 13. O no tempo em que o apóstolo Paulo foi Senhor cumpriu suas promessas a Israel. de maneira que nenhum foi dei­ mostram de maneira tão dramática como xado no território de Israel. para vez por ano no Santo dos Santos.13. ao retornar. 2. para levar o meu nome de na batalha.15). Josué fi­ sua perspectiva. etc. Ananias. Dessa A N A Q U E . Foi 4. mente ele podia oferecer o sacrifício no P. 4. Dia da Expiação. informaram com É um testemunho do caráter e da fé grande medo que tinham visto os gigan­ de Ananias a maneira como se dispôs a ir tes. era também o líder do Sinédrio. em Gaza. eles. Foi ele quem menos de 6 a 15 d. e assim também lhes só o nome de Saulo já o enchia de temo­ res. Josefo.6-9). onde so­ contra Paulo diante de Félix (At 24. no poder e na provisão de Deus.ANAQUE vaso escolhido. quando há apenas algumas horas como gafanhotos. sua necessidade de fiança que Josué e Calebe demonstraram ser perdoado e batizado (At 22.C. At responder a acusações de crueldade. Outro Ananias foi sumo sacerdote piarem a terra e terem visto os anaquins (Nm 14. no tempo determinado. Homem de grande estatu­ Este cargo tornara-se mais político do que ra. Foi nomeado por Herodes e exerceu seu poder de 47 a 59 ANÁS.33).22.14-16). fun­ perante os gentios.28. Arba — por isso o antigo nome de Hebrom era QuiriateIsrael” (At 9. Jo 18.24. o pró­ primeiros a causar preocupação para os prio apóstolo contou aqueles eventos da israelitas.C. É mencionado quatro vezes como d.D. talvez pelo próprio tornou-se um provérbio entre os israelitas (Dt 1. e permaneceu por um tempo em Damasco. eles disse­ ao encontro de Paulo e chamá-lo de “ir­ ram. e podemos ver que nalmente conquistou Canaã e estabele­ Ananias foi o primeiro a falar-lhe sobre ceu a paz para Israel (Js 11. O sumo sacerdote ordenou que Paulo fosse esbofeteado era o líder entre os sacerdotes. cruel líder saduceu. "éramos aos nossos próprios olhos mão”. A formidável que teve a visão restaurada.2) e pos­ papel na adoração era o de entrar uma teriorm ente desceu a Cesaréia.

8).6).18. A despeito das alegações contrárias. e ele então o encaminhou a Caifás. Esle vocábulo deriva do termo grego que significa • ‘hombridade'’. no início do ministério de Jesus na Galiléia. que só havia cinco pães e dois peixes disponí­ veis para a multidão de cinco mil homens. Sob a liderança de Neemias. quando Jesus foi preso (Jo 1 8. Pedro. Provavel­ mente essa é a utilização mais generali­ zada do termo "apóstolo”.7). como os que eram enviados a pregar o Evangelho. Converteramse antes de Paulo. ele assinou o pacto do povo para obedecer à Lei de Deus e adorar so­ mente a Ele. A N A T O T E . André. da Galiléia.2 e Lucas 6. Nada mais é conhe­ cido sobre ele com algum fundamento histórico. Não se sabe onde estiveram juntos na prisão. que ele próprio levou ao Senhor (Jo 1. no monte das Oli­ veiras". Tiago e João eram lodos pescadores (Mt 4. (Para mais detalhes sobre o incidente. Anás e Caifás são mencionados juntos quando a Palavra do Senhor veio a João Batista (Lc 3.6). filho de Bequer (1 Cr 7. de tempo integral. embora sem nenhuma evidência histórica.31. Mc 6. Junta­ mente com os outros três discípulos cha­ mados em João 1. 5. Em Neemias 10. Assim.13). André.22. a fim de resgatar Ló do cativeiro (Gn 14. da tri­ bo de Manassés (1 Cr 7. 53 . Anás era um poderoso líder. após o cativeiro babilónico. A N E R . 128 membros de sua famí­ lia são registrados na leva que retomou a Jerusalém. nem dados sufici­ entes nas páginas das Escrituras para se deduzir qualquer princípio teológico sig­ nificativo baseado em seu caráter ou sua personalidade. como Riu lo. Marcos 13.ANIÀO religioso. Em João 12.1316). Provavelmen­ te eram parentes de sangue. André recebeu sua co­ missão form alm ente como discípulo itinerante.24).b .40-44). Os algozes primeiro procuraram Anás. P.13.19 o líder do povo com esse nome tal­ vez seja a mesma pessoa. O quarto filho de Semi da. O nome refere-se a uma deusa da guerra. A NA TE . como "meus parentes e companheiros de prisão". para sugerir que pelo menos parte do tempo os dois irmãos formavam uma dupla no ministério de Cristo (cf.D.14 (mas não em Mc 3.23 e Neemias 7. um pouco constrangido. x\ndré previamente fora seguidor de João Batis­ ta e estava presente quando esle apontou Jesus como o Cordeiro de Deus. o primeiro dos doze apóstolos a ser cha­ mado por Jesus.19). Um dos netos de Benjamim.24).7). um dos juizes de Israel (Jz 3. Em João 6. Natural de Belsaida. veja AnrafeL ) AN IÃO. cuja Influência continuou mesmo depois que a função foi assumida por outros.8. 1 . A N D R É . Pai de Sangar. A N D R Ô N I C O .G. Mc 1. Abrão mostrou-lhes sua gratidão (Gn 14.2). ou talvez ape­ nas judeus. Na época. De acordo com Esdras 2.3 registra que estes quatro discípulos pescadores estavam presentes no “Discurso de Jesus”. foi rapidamente ofusca­ do por seu irmão Simão Pedro. ele também foi um dos intermediários os quais disseram a Jesus que certos gregos desejavam falar com Ele. Esle ainda estava envolvido no Sinédrio. Um dos três irmãos amorreus (veja também Monre e Escol] que se aliaram a Abrão quando perseguiu Quedorlaomer. 2. com Zorobabel e Neemias. Paulo refere-se a ele e a Júnia (Rm 16. quan­ do Pedro e João foram questionados a respeito da fé (At 4. André faz par com seu irmão Pedro na lista dos doze discípulos em Mateus 10.18 ou At 1. André informou a Jesus. c .16). que os considerava con­ ceituados entre os apóstolos. Vários aios apócrifos são atribuídos a ele.27. Seu genro Caifás e seu neto Matias também exerceram este cargo. não existe um padrão consistente no com­ portamento de André. Mais tarde.

10. O “ anjo rio Se­ nhor” (as vezes chamado “u anjo do Deus”) é mencionado mnis rio 00 vezes nn Bíblia e é ii porta-voz pessoal de rieiis e seu repre­ sentante diante da humanidade. Na época de Abraão. A* vezos. 1oram-lhe dadas ins­ truções divinas concernentes a Ismael.36).T- 54 . 1-14). Um anjo an iq u ilo u 0 e x é rcito de Senaqueribe. O.12.10-10. a fim de guiai e instruir seu povo. o anjo do Se­ nhor é cilado em várias ocasiões.13-211. 2. 0 Templo do Jerusalém foi edificado naquele local (2 Sm 24 10-25. Zc 1.01. Em outras passagens o anjo é diferenciado dn Senhor (2 Sm 24. o anjo ordenou que sê construísse um altar na eira de Ara una lOrná). Concluímos então que o anjo do Se­ nhor ê bastante alivo no Antigo e no Novo Testamento. orientou Filipe para onde deveria ir (At «.0 anjo lambém é uma figura proeminente no livro de Zacarias (Zc 1. Jz 2.13). pro­ meteu também quo Deus múltiplaaria grandemente seus descendeuIes <Gn 16. o anjo n distinto •le Deus (como em Lí 1. O AN JO DO S E N H O R . No Novo Testamento. mas os inimigos do povo de Deus sempre estarão sujeitos ao juízo angelical |S1 35. lauto em bênçãos como Bm maldições.19.1 II.7) e o instruiu a desaíiar 0 rei de Samaria e seus mensageiros (2 R* 1 3. e ás m ulheres no relato de Mateus sobre a ressurreição de Crislo (Mt 28.15-18J. 3 1. Nos Salmos. ajv. i um Moisés na sarça ardente e uo livramenlu do Figilo (Gn 31.2-7) Em Aios dos Apóstolos.29 refira-se também ã atividade do Kspírito Santo. Êx 3. 1 Cr 21. e ns bvra” |SI 34. embora Aios 8. Mais tarde. Em certas ocasiões uo Antigo Testamento. “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que 0 temem. responsável pela realização rle ura juizo de Deus.7).11-221 No tempo dos luízes.1). 0.6). 12. um anjo trouxe-lhe destruição na forma de uma peste ijuh matou 70 (»D0 pessoas (2 Sm 2-1.5. O anjo do Senhor aparece varias ve­ zes na história de Balaão (Nm 22 22-35J e é citado na canção de Débora e no cha­ mado de Gideão íjz 5 23. 1 Cr 2 i. onde Ú chamado do Gabriel). por ide tor obedecido ao pedido de Deus (Gn 22 11. o anjo interveio lambém no monte Moriá.I1. (Ml 1.23). Nesta ocasião. a liru de anunciar o nascimento de João IL .131. 0 jebuseu.15-22.< 1. Um anjo incentivou o desanimado Elias (1 Rs 19.26) e feriu o rei Herodes Agripa 1 com o juízo de Deus (Al 12.12. 0 anjo apareceu a Hagar no deserlo p disse-lhe r|iie vol­ tasse para sua senhora Sarai (Sara). a fim de instrui-lo a respeita do m enino. a fim do mostrar 0 poder do Deiu* tios assírios (2 Rs 19.15J.35: Ta 37.20. Dous comunica sua vontade por meio dn um ser angelical.26.7). Quando o rei oron.J3. ao lazer a contagem do povo. para impedir u morte de Isaque e confirmar a bênção de Abraão. através de sonhos. Em ou­ tras ocasiões. a fim de realizar os propósi­ tos divinos. quando ahriu as portas das prisões (At 5. como 110 encontro de Jacó em Betei. Quando Davi ilesagradou a Deus.2.. o anjo pralicamenle ê identificado com o próprio Deus. os anjos tra/em tanto bênçãos coroo juízo. Pnslerlormenle.ANfO no SENHOR.12. um anjo instruiu Manoá (jz 13. O evangelho de Lucas registra a apa­ rição de um anjo dn Senhor a Zacarias.5. o anjo é visto como mensa­ geiro divino.19.712).11. a Josá.

cuidaria dele e. para cumprir al­ gum propósito divino relacionado com a humanidade. Normalmente.7-9. Hb 9. Às vezes os anjos apareciam.26) e Miguel (Do 10.13-16).23-25: 8. cujo topo chegava ao céu. depois que Abraão lhe disse que o Senhor enviaria seu anjo" adiante dele. o legislador comentou. o Senhor falou com Jacó e tornou a promeler-lhe que seria o seu Deus. Jd 9. Os anjos no Antigo Testamento A palavra usada no . e os b'vra" (SI 34. ajuda ou encorajamento. para o fiel cumprimento da vontade de Deus Exem­ plo: o servo de Abraão foi enviado á Mesopotámia. 9. como nas pragas que caíram sobre o Egito. um anjo atuou na direçáo de uma pessoa. a íim de encontrai' uma esposa para Isaque entro seus parcntns. Nesse caso.8.18-201 Os anjos como executores do juízo de Deus.7-14: Ez 10. e nos tirou do Egito" (Nm 20. houve ocasiões quando a tei­ mosa oposição ao Senhor foi confrontada com a implacável fúria divina.18-20. depois.6.7.16. 91.40).ANJOS ANJOS Existem aproximadamente 292 referências a "anjos” nas Escrituras. para designar anjo. ele ouviu a nosso voz. 55 . 12.1. o traria à Terra Prometida (Gn 26. Os anjos trazem direçáo.19. Existem também mais de 60 referências aos querubins.21: Lc. Infelizmente. quais mensageiros de males. para que o ajudasse a alcançar seu propósito (Gn 24.12}. 2 Sm 24. 114 no Antigo a 178 no Novo Testamento.1-20. 1. enviou um anjo. teve um sonho em Betei. no qual viu uma escada "posta na terra.15: "E Deus mandou um anjo para destruir a Jerusalém”.12-15).12.7). depois que saiu de Berseba. Exemplo: dois anjos foram a Sodoma alertar LÓ e sua família sobre a iminente destruição da cidade.27). indignação e angústia" (SI 78.1. como punição do Senhor por sua depravação (Gn 19.21. Ao registar as dificuldades enfrentadas durante o cativeiro egípcio.17). no Antigo Testamento. para encorajar o povo de Deus. Por outro lado. mas não inclui as relacionadas aos dois anjos chamados pelo nome na Bíblia. Esse numero registra mais de 60 referências ao “anjo do Senhor”. Houve ocasiões era que os anjos tiveram um papel preponderante no propósito divino (Gn 19. que tornou a meter a sua espada na bainha" (1 Cr 21.12). o patriarca lacó. significa simplesmente "mensageiro". 2 Cr 3. Essa proteção divina é vista pelo salmista como extensiva a todos os que genuina­ mente colocam a conf iança no Deus vivo: ”0 anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem. e os anjos de Deus subiam e desciam por ela" (Gn 28. Por meio dessa experiência.7. a lembrança da ajuda divina no passado nao foi suficiente e a passagem pelo território edomita foi negada (Nm 20. Uma das referências mais interessantes aos anjos foi quando Moisés enviou men­ sageiros ao rei de Edoin. "Atirou para o meio deles. cf. 37. I Rs 6. seres celestiais que sâo citados frequentemente em conexão com a entronização simbólica de Deus no Tabernáculo e no Templo (Êx 25.16. Assim. furor. A justiça de Deus foi temperada com a misericórdia divina. o ardor da sua ira.10).13.49).Antigo Testamento. Uma ilustração contundente de um anjo no exercício do juízo divino é encontrada em 1 Crónicas 21. conslituia-se em uni agenle de Deus.11. a aniquilação da cidade foi evitada: “Então o Senhor deu ordem ao anjo.5). felizmente. "Mas quando clamamos ao Senhor. Gabriel (Dn 8. ou seja. Ap 12. Em outras ocasiões.

o Senhor enviou tun anjo que deslruiu a todos os homens valentes.). os quais são líderes e desempenham funções especificas no plano divino ( l Enoque 40.5: 5. o Salmo 148 couvoca os anjos a louvar ao Senhor junto com todos os seres criados: "Louvai-o.10.35. em 701 a.3.2-4).34. m enciona quatro deles pelo nome.20. o qual to rn o u -se tão d o m in a n te uo p erío d o ínterLeslamentário. palavras boas. O anjo entõo transmitiu ao profeta a mensagem dada por Deus (Zc 1. Santo é o Senhor dos Exércitos: toda a lerra está cheia da sua glória" (Is 6. vós. ls 37. cm rusposto à oração do rei Ezequias: “F. Eles aparecem com frequência no livro de Zacarias.4) e. Os anjos no período intertestamentárlo Os anjos foram particularmente proeminentes na literaUua judaica no período entre os dois testamentos (2 Esdras 6. desenvolveram-se elaboradas angelologias. falou sobre "sete santos anjos que apresentam as orações dos santos e entram na presença da glória do Santo". em Tobias 5. 5. onde um papel sim ilar è dado a um anjo interlocutor (Ap 1 . todos os seus exércitos celestiais” (v. todos os sb u s exércitos celestiais.9. os chefes e os oficiais no arraial do roi da Assíria" (2 Cr 32. A mesma ação que produziu juízo contra os inimigos de Deus trouxe livramento ao seu povo.13. louvai-o. Ed 2.44-48. uma grande ênfase ê colocada sobre a santida­ de do Seuhor e a importância do louvor por parte dos anjos que o servem. 2 Rs 19. Mc 1.19: 2. Assim lemos. Esse papel do mensageiro do Senhor de com unicar a revelação divina ao profeta traz luz sobre o Apocalipse. Semelhantemente. Da mesma maneira.9 .6 ).6).21s. O livro apócrifo "Os Segredos de Enoque”.10).18. Hebreus e Apocalipse e ocasionalmente nos outros livros. cif.21). que apresenta um forte interesse pelos anjos. por sua inefá­ vel santidade: "Santo.2-4) ou um “anjo1 '. por exemplo. No entanto. magníficos em poder. Aios.2 . anjos seus. cf. eram conhecidos pelo nome (Uriel. Alguns anjos.1.5. este ensino sobre os anjos é restrito e saturado do e le m e n to e s p e c u la tiv o . a partir daí. ministros seus.14-17. 56 . 1 .20 e Rafael. Os anjos são mencionados muitas vezes nos Evangelhos.4.. Bendizei ao Senhor.ulor é citado varias vezes (Zc J . que executais a sua vonta­ de” (SI 103. Tobias 6.7). O próprio nome desses seres ("aqueles que queimam”) indica sua pureza como servos de Dous. segundo os livros apócrifos.4.4 1 . em 2 Esdras 5.31-55!. onde um anjo interlot. Um dos mais bonitos papéis desempenhados pelos anjos no Antigo Testamento ó o louvor.13)..5: 1 Macabeus 7 .3: 4. Quando Deus criou a Terra. todos os seus anjos. quando o anjo do Senhor levantou a questão sobre até quando a misericórdia divina seria negada a Jerusalém: "Respondeu o Se­ nhor ao anjo que falava comigo. quo obedeceis à sua voz. Os a n jo s e o lou vor a D eus. A njos In terlo c u to res. a palavra grega ongelos significa “mensageiro" Iusada com refe­ rência a João Batista. que cumpris as suas ordens. 2). 2 Macabeus 11. 22 . O salmista exortou: “Bendizei ao Senhor. Santo. Nesse texto.ANJOS Um dos casos mais dramáticos do retaliação divina ocorreu na derrota de Senaqueribe. Tobias. os serafins — maturas celestiais que são citadas somente na visão de Isaías — ofereciam louvor e adoração. palavras eonsoladoras" (Zc 1.5.C. G. Os anjos no Novo Testamento No Novo Testamento. todos os anjos (conforme trazem algumas versões) rejubilaram (Jó 38.36J.

o Salmo 91.26).21. Lr 22. por exemplo.AN] OS Os anjos e os nascimentos de João e de Jesus .13). Semelhantemente. e os lançarão na fornalha de fogo. no final do seu registra sobre este assunto. para tentar Jesus e fazê-lo colocar a fidelidade de Deus á prova (Ml 4.26). Lucas destacou também a participação de Gabriel na escolha do nome de Jesus (2. com relação ã nossa situação final na presença de Deus e dos anjos: “Digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus. Da mesma maneira. com grande clamor de Irombela os quais ajunlarão os seus escolhidos desde os quatro ventos.9-12). O lesteniuulio cristão tem um significado solene. Os anjos em cenas de morte e ressurreição. é dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas. Os anjos são aitados várias vezes em conexão com a vida cristã. lambém no Ml’ os anjos participam do louvor e da adoração ao Senhor. Na Parábola do loio.31).14) Assim.19. paz nu lerra entre os homens. 1. Lucas desiatou lambém a alegria trazida pelo arrependimento sincero: "Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Dous por nm pecador que se arrepende” (Lc 15. Mateus destacou o papel dos anjos no dia do Senhor.5-7. Os anjos e a tentação de Jesus. os anjos participam no julgamento final: "Vi­ rão os anjos e separarão os maus dentre os juslos. por outro lado. Em adição. o anjo Gubrinl fez o anúncio para Zacarias e Maria (Lc 1. Mateus de* larou: “Enláo o diabo o deixou. e enláo recompen­ sará a rada um segundo as suas obras". rom seus anjos. dele se envergonhará o Filho do homem.39). O testemunho do Cristo ora importantn. Jesus disse aos discípulos: “ A ceifa é o Rm do mundo.20. Mt 10." (Lc 2.13.9: cf. Segundo.c 2. de uma à outra extremidade dos céus" (Ml 24.. e eles colherão do seu reino tudo o quo cnusB pecado e todos os que cometem iniquidade" (Mt 13. Deus "enviará os sous anjos. “morreu lambem o rico e foi 57 .49. Mandará o Filho do homem os «eus anjos.11. e os ceifeiros são os anjos. Em Lucus. A promessa divina du Salmo 01 foi assim i. Ap 3. Lo 4 9-!2). os anjos são vistos como agenles de Deus. Duranle a tentação. o anjo do Senhor teve nm papel preponderante no anuncio dos nascimen­ tos tanto do João Bal ista como de Jesus. Cristo recusou*se a a c e l t a T a sugestão demoníaca o é interessante que Marcos deslacou 0 ministério dos anjos em sou r«lato ria tentação (Mt: 1.32.11.27.20-38). 2.50).11-20) e aos pastores (L. quando vier na sua glória o na do Pai e dos santos anjos’' (Lc 9. cf. onde haverá pranlo e ranger de dentes" fMt 13. ao aparecer a Jose ÍMl 1. Primeiro.10). u Zacarias (Lc 1.12 foi citado polo diabo. No finai dos lempos.12). mas no tempo e na maneira de Deus (cf..43).33. e chegaram os anjos o o serviram” (Mt 4 J 11. Os anjos e o dia do Senhor. o nascimento de Jesus é anunciado por uma “mul­ tidão dos OxfircilOS celestiais.5). . onde “morreu o mendigo e foi levado pelos anjos para o seio do Abraão".umprida. O elemento cio louvor certamente mareou presença no NT.24. Mas quem me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus” (Lr 12. Os anjos são mencionados na intri­ gante passagem sobre o homem rico e Lázaro. Vários outros aspecto? do história do nascimento de Jesus são (lignr)S de nola.13). louvando a Deus. Em Mateus 16. na Ihróbohi dn Rude.8. os quais terão um papel significativo no processo judidal: "Póis o Filho do homem víró na glória d»* seu Pai. Os anjos e o tema do testemunho. da mesma maneira que faziam 110 A l O louvor a Deus era uma de suas atividndes primárias ÍAp 5. pois era vislo contra o pano de fundo da eternidade: “Qualquer quo de mim e das minhas palavras se envergo­ nhar.

4: Jd 6). certamente não deveriam ser adorados Cl 2 18). para o fogo eterno. "o anjo do Senhor" trouxe juízo contra um inimigo do povo de Deus (o rei Horodes) como no AT: “No mesmo instante o anjo do Senhor feriu-o. Embo­ ra os anjos tenham desempenhado um papel importante no tocante a colocação da lei divina em atividade (Gl 3. com uma mensagem de conforto e a certeza do livramento í A t 2 7 .2. 2. "O anjo do Senhor” abriu os portas das prisões para os apóstolos em várias ocasiões (Al 5 . 1 9 . Is 14.41).2.2. Deus guiava seu povo o usava seus anjos. embora reconhecesse que a luta do cristão era contra “principados e potestades" (Ef 6. Na verdade. seja anátema" |CI 1. ao escrever aos gaiatas.5-7.7.22).12-17.4-7).51).30. porque náo dou glória a Deus. Paulo diz que "ainda que nós mesmas ou um anjo do céu vos anuncie oubo evangelho além do que jã vos anunciamos.10-17). e lembrou aos crentes pecaminosos de Corinto que “os santos'’ julgariam os anjos (1 Co 6.30).39). O destino eterno dos dois foi muito diferente e mostrou uni forte contraste com o contexto de suas vidas na Torrai Anjos apareceram no túmulo vazio. For o u t r o lado. Jo l2 . onde os anjos faziam algo similar. e. 1 2 . cf. será o elo de ligação entre o céu o a terro. e citou sua impressionante aparência e a reaçáo aterro­ rizada dos guardas [Mt 28. Também admitiu que "o próprio Satanás se transforma em anjo de luz" (2 Co 11. 2 Pe 2. u idéia é que Cristo. Aqui. cf.10. João registrou o comentário de Jesus para Nntanael: "Vereis o céu aberto e os anjos de Dous subindo e descendo sobre o Filho do homem" (Jo 1.5-7. para resistirmos a tais ataques enganadores. Ez 28. Lc 24.5. At 12.12.12). Estava convencido de que nem os anjos e nem quaJquer outro poder criado separariam os verdadeiros cristãos do amor de Deus em Cristo (Rm 8. que protegem o povo do Deus (Mt 18. Mateus chamou a atenção para o papel dos anjos guardiões. Esse comentário afirma ser necessário estarmos em constante vigilância.19). Mc 16. SI 34. Os anjos em outras referências nos evangelhos. comido de bichos. expirou" (Al 1 2 . ” o anjo do Senhor” encorajou Paido no meio de uma tempestade uo mar. Finalmente. cf. Ele também registrou as instruções do anjo para as mulheres fMl 28. há o sombrio repúdio dos que estarão ao lado esquerdo do Rei. malditos. Incluiu também o ensino de Jesus sobre o casamento no estado futuro: “Na ressurreição nem casam nem sáo dados em casamento: serão como os anjos de Deus no céu" (Mt 22. embora os saduceus radoualislas negassem a existência deles (Al 2 3 . na passagem sobre ns bodes e as ovelhas: “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Aportai-vos de mim. 2 3 . At 1. 14. Mateus escreveu que um 'anjo do Senhor" rolou a pndra que fechava o túmulo.38.11-18.11).8] Ele reconhecia com gratidão u bondade iniciai dos gálatas. logo depois da ressurreição de Jesus Cristo (Mt 28. como o Filho de Dous.3).3 l.1 f).36). Os anjos nas cartas de Pauto.23: Io 20. cf.11). Paulo tinha menos a dizer sobre anjos do que se poderia esperar. Lc 20. 7 . Essa passagem lembra o sonho que Tacó teve em Betei (Gn 28. Mttría MadaJena encontrou "dois anjos vestidos de branco" e depois o próprio Cristo ressurreoto (lo 20. 2 3 ) . pois "me recebestes 58 .10. Mais tarde. Lc 24. 8 ) . 2 4 ) . 91. Paulo mencionou os anjos caldos. Em seu evangelho. fica claro que alguns dos anjos pecaram e uniram-se ao maligno e conseqúentemente também receberão o castigo eterno (cl. preparado para o diabo e seus anjos" (Mt 25. De acordo com o evangelho de João. A partir desta passagem.ANJOS sepultado" (Lc 16. Os anjos no livro de Atos. Lucas fez muitas referências aos anjos em Aios.14). cf.11.12-19.3).

7. 16. Na segunda. 13. o pupnl do anjo interlocutor.18: 3. 22. em chama de logo.2. 20.11. ft. paru que os destinatários não recaíssem no Judaísmo (Hb 12. Mt 26.17. tanto de juízo como de salvação São agentes e mensageiros do Senhor.1. ‘\lguns.2. 2 Pedro e Judas.2. Por outro lado.iviLhoso que desperta a curiosidade dos anjos (1 Pe 1.12. o diabo "foi precipitado na ferra. é observada umu divisão entre os anjos bons e os maus..7. Sumário A Bíhlia tem muilo a dizer sobre os anjos. 59 . 10.1. Os anjos em 1 Pedro.3-#. mas também diante "dos anjos eleifos" í lTm 5. não só na presença de Deus e de Cristo. os anjos aqui.3-12). São introduzidos numa passagem que adverte os discípulos a atentar para a grande salvação oferecida em Cristo (Hb 2. 14.1. Em 2 Pedro 2. Referencias sombrias à condenação dos anjos caídos em 2 Pedro e Judas são feitos nos passagens que apontam solenemente os erros dos falsos mestres e sua absoluta destruição (2 Pe 2. o lado divino saiu vitorioso. em contraste com Satanás e < x s outros anjos caídos. Deus ainda estava no controlo de sua criação. trabalhando ern favor dos seus filhos e protegendo-os. significou que anjos. Ao escrever aos lessalonicenses.1 B).11. "quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder. mas são considerados inferiores a Cristo (Hb 1.ANJOS como a um anjo de Deus" (Cl 4.1). sugando. Jd (J).14). entretanto. terceiro. cf. Paulo declarou solonemonfe q u e os oponentes do cristianismo. ouvia dos para servir a fuvm dos que hão <le herdar a salvação” (Hb 1 14). Os anjos no ttvro de Apocalipse. uma séria adverlém ia é feita ao jovem líder cristão. O plano divino da salvação o tão mur.22).1. são descritos como executores do juízo de Deus sobre a Terra (Ap 9. as cartas são endereçadas "ao anjo" das seté igrejas (Ap 2. A limilação do espaço nos restringe a quatro observações: prim em í.14). Estes serão tulgados junto com o diabo. 7. e os seus anjos foram lançados com ele” (Ap 12. 19. Em cada um dos casos. E o dragão e os seus anjos halalfiavam” (Ap 12.2). observado em Zacarias.t. "E houve guerra no céu: Miguel o os seus anjos batalhavam contra o dragão.21 J. os quais oram os mensageiros de Deus para o seu povo. Nesta batalha.9): qitarla. a referência é leita aos pastores das igrejas. Ds anjos são citados muitas vezes na carta aos 1Iebreus (Hh 2. existem também muitas citações aos anjos como seres sobrenaturais. Os anjos no livro de Hebreus. Na primeira.12). um forto contruste é foilo entre os anjos bons e ds maus. a .5-14). Em Apocalipse. os anjos verdadeiros adoram a Deus e reimem-ae no louvoraCrisfo ao redor do trono divino (Ap 5. numa época de crise iminente.15. Eles foram criados o não devem ser adorados ou louvados.22-24. A ascensão de Cristo ao Céu.1 f> : 12. Pulo contrário.7-9. ds quais perseguiam os crentes.8.»i)’ . São cuidadosarneute definidos no primeiro capitulo como "espíritos ministradores.53).2).4.a . que participam dos seus propósitos.0-10. Duas passagens eui 1 Timóteo devem ser observadas.7).12)." (2 Ts 1. são servos sobrenaturais do Deus.8). por todo o livro (Ap 5. se rebelaram contra o Senhor 0 aliaram-se a Satanás. onfre outras coisas. serium punidos.1.11. Anjos inumeráveis lazem parte da Jerusalém celestial e isso é mencionado como um incentivo a mais. Os anjos parlicipam da adoração a Deus p cumprem a > »u a vontade na Terra.22. como em outros lugares na Bíblia. os anjos são men­ cionados num antigo hino muito bonito 11 Tm 3.11. autoridades e potestades foram colocados em submissão a Ele (1 Pe 3. lambém é encontrado em Apocalipse (Ap 1..

3 . 18: Nm 26. rias quais tomaram todo o es­ pólio. mesmo após o martí­ rio de Antipas Essa cidade é descrita como o lugar “onde Satanás habita' Era um centro de adoração ao imperador. bem como sua separarão final e completa fia antiga existência. Qu^durluuuivr e Jhíul\. A aliauça daqueles reis. Um de seus descendentes.581: 1 Cr 6 . A vitória dele sobre esses monarcas é de grande signifi­ cado. juntamente com o resto dos cidadãos. Sua esposa Joquebede deu-lhe três filh o s: M iriâ. AOÁ. a influência de Abrão na "Terra Prometida” cresceu caria vez mais.7.2).2 .20: Nm 26. ANUBE. Ao falar à igreja em Pergamo. sob o plano soberano de Deus. Os quatro reis capturaram uma grande extensão dn terra. p. contudo. perseguiu Quedorloomcr e alcançou-o bem ao norte. destaca lambém o crescimento rápido da influência do Abr|a]ão.. o Se­ nhor recomendou b o s cristãos que náo renunciassem tt fé. ANTIPAS. Neto de Benjamim e filho de Bela. Desse punto um diante.8). pois é vista em Génesis 14 como a vitória do Senlior e indicava o estabele­ cimento de Abrão em Canuá.ANRAFEL A N R A F E L . na província da Asia. 2.18: 23 12. da tribo de Dã (Êx 60 . Isso fez «om que Abrão entrasse tnn cena. Um dos descendentes de Saul.d. Descendente de Judá.46).59: 1 Gr 24. Da tribo de Levi. Fica claro que o líder da coníedera­ ção invasora ura o rei Quedoiiaomei (Gn 14. foi um dos sacerdotes que se estabeleceram em Jerusalém depois do exibo babilónico (Ne 11 . Filho de Aisamaquo. filho de Bani.5). ser­ viu como músico no Templo (l Cr 6. O relata de Génesis 14 é de particular interesse. B irsa. pais dirstâca como a região do vale do riu lordãu era cobiçada. A tradição diz que Antipas Foi assado vivo num grande recipiente de bronzo. Etã. Eles tinham conquistado várias cidades do vale do Jordão e áreas ao re­ dor do mar Morto e governavam a lona bá doze arms. No 13'ano.24I. 2. o sobrinho de Abrão (Ló) que morava em Sodoma. ANZI (Heb. Essa genealogia tem um significado es­ pecial porque vai do filho caçula de Jacó até Saul (1 Cr 8. sen descendente. 1. "minha torça' ). AOLIABE (Heb. Líder de clã enIre os coatilas |Nm 3.4).13). A N T O T IA S . loram derrotados e fugiram. Possivelmente seja o Aias de 1 Crónicas 6.34-17). Um dos quatro filhos de Coalíi e neto de Levi (Êx 6. Quando ouviu o quo ocontocera. Era filho de Sasaque I I Cr B. Adaias. 1.D. Anrão estava entre os que se casaram com as mulheres es­ trangeiras. Uni dos quatro reis da Mesoporãmia que invadiram a Palestina d o tem po de Abraão (veja também Áríoque. A pós Seeanias con­ fessar a Esdras que muitos bomons de Judá tinham-se casado com mulheres de outras nações. a poutO de justificar Luua aliança «t atrair reis de terras Ião dis­ tantes. ANRÀO. Arão e M oisés (Êx 6.20). era filho de Coz (1 Cr 4.g.34). S in a b e e Senwbtír). os rfis dessas cidades mbalaram-so e lulanun contra os invasores (veja B om . Veja HerO<J<t$ 2 . Levaram cativo.19). veio da mesma região que fora o lar de Abrão."a tenda do meu pai").13. Descrito como "testemunha tiel" de Deus em Apocalipse 2. 1 . Descendente de Bani. P. Num ataque sntil e inteli­ gente. que in d u ia as cidades de Sodoma e Gomorra. Esdras e os judeus se arrependnram e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10.C. Novamente. o merarila. 12 ). no lempo de Neemias lEd 10.4. da qual Aurafel fazia parte. Abrão derrotou a confederação daqueles reis e reiornou com Ló e sua família |Gn 14.

na grandemente valorizada educação grega. presumivelmente pelos discípulos de João Batista. “Poderoso" era um termo retórico para lógica e persuasão. como ourivesaria. Um dos filhos de Naddbe: Apaim foi pai de Isi (3 Cr 2. inclusive sua morte. e combiuava seu conhecimento exauslivo do AT com sua educação secular ua arte da retórica (compare Apoio com outros pregadores.13).2).31J.24-28.30. recebeu formação de "nível uni­ versitário'* em retórica. e figurou entre o limitado número de judeus que possuí­ am cidadania alexandrina. é aprecontadu como um lormidável judeu cris­ tão.2. na província da Acaia. Foi indicado pelo Senhor para au­ xiliar Bezalel no artesanato e nos dese­ nhos dos artigos do Tabernáculo. ressurreiçãoe volta ã Terra para reinar. PriseUa e Áquila eram o elo entre as duas igrejas (Al 18. onde foi ouvido por Priscila e Áqiiíía. onde Ls 40. qun era ao mesmo tempo receptiva e an­ tagónica ao cristianismo Ele íora "inslrufdo no caminho do Senhor" (d. Provavelmente. Mc 1. Como homem ins­ truído".2). linha excelentes qualidades cm diferentes tipos de trabalho manual. cuja capital era Corinto. era líder na tribo dp Juda. que fora teclado e "apro­ vado rm Cristo" (Rm 16. Paulo enviou saudações a esse cristão romano.3 e citado). A mensagum do Batista linha so espalhado além das fronteiras da Judéia.24). APOLO. dois grandes ministros da igreja primitiva e implementadores do minis­ tério cristão. Talvez ele tenha. os quais. usavam a própria residência Gomo "igreja local" e convidaram Apoio para visitá-los. apologista e debatedor. Escreveram unia carta de recomendação para os cris­ tãos i oríntios. Inicial­ mente. Apoio queria exercer seu ministério do outro lado do mar Egeu. eram d escrito s nomo “sem leiras e índijutos1 ’ Al 4. isto á. Apoio for­ taleceu grandemente u comunidade erislá de Corinto e colaborou na discus&ão com os judeus que haviam trazido uma APAIM (Heb.34 a 36. Apoio pregava na sinagoga de Éleso. Era um Importante obreiro da igreja primitiva. de maneira que toda obra no Tabernáculo foi realizada para a glória do Senhor (Éx . Ele aprendeu a arte da habilidade nos debates em sua Bduoação secular e usava Isso de manei­ ra excelente. Pelos padrões do primeiro século. i ledíndo que o recebessem. O fato de que pertencia ao mais elevada quadro social daquela famosa cidade õ indicado nos termos selecioaodos por Lucas em sua bieve mas altamente inturmativa descri­ ção em Atos 18. Deus Liie ileu lam­ bém a habilidade de ensinar a outros lais técnicas. os dois preencheram as lacunas do conhecimento dele.6). sofrido persegui­ ções. “demonstrando'1 (outro ter­ mo retórico 1 pelo Antigo Tfcslamenlo que 61 . a cidade de Alexandria. Nasceu e foi educado n. até o Egito e Asia Menor. Sua vinda fortulecnu clarameute o testemunho oristão na i idnde. O cuidado pastoral de Pau­ lo p a sua consideração por indivíduos sãn frequente mente destacados em suas cortas. Embo­ ra este ensinasse sobre lesus "diligente­ mente". cuju pre­ gação resumia-se em preparar o caminho para lesus.APQLO 31. Nessa época. como o apóstolo. provavelmente ele precisava entender as implicações teoló­ gicas dos eventos firiais rui vidú dn |esus. devido aos seus elevados custos. contudo. marcenaria e mesmo confecção de tecidos. nu Egito.{5. Lucas diz que Apoio era “poderoso" no uso das Escritu­ ras. Era um ensi­ no disponível apenas para a elite. A PELES. Como qualquer discípulo de João que não lomou parte do grupo apostólico.10). Obvia­ mente. lesus era o Messias prometido (At 18. em termos de educação formal.i “segunda Atenas”. "faces"). Sua chegada a Éleso abriu as portas para os judeus. a igre­ ja em Èfeso o bui orajou a ir. nenhuma informação adi­ cional é dada.

61. Paulo pediu a Tito que providenciasse tudo do que precisassem para a jornada. lalvoz nao intencionalmente.10).w. embora considerasse que em outra opor­ tunidade aceitaria. embora este tivesse exercido um ministério eficiente □a cidade por L8 meses IAt 18. cf 1. ele refutou as acu­ sações dos judeus e provou pelo crivo das Escrituras Sagradas que a afirmação dos cristãos de Jesus ser o Messias era verda­ deira (Al 18. revela as funções distintas de cada um. por esse motivo. viam a si mesmos como pertencente» a Apoio. escolheu usar seus fa­ lemos e privilégios em favor do reino de Deus e. lím Tito 3.12) indica que o apóstolo respon­ dia a uma questão que iora aprese atada na carta q u e recebeu dos coríntios (1 Co 7.15). Os que se converteram por meio des­ se ministério. 62 . I I ). Tánto Paulo como Apoio eram de tal estatura espiritual.12 indica que Apoio recusou o convite para retornar a Corinto. Isso Indica que Apoio ainda estava engajado no ministé­ rio cristão em tempo integral e. quando respon­ deu às carias dos coríntios Ele apenas se recusou a envolver-se nos métodos secu­ lares do pensamento dos crentes daque­ la igreja. cooperando conjuntamuute pura o crescim ento da igreja.13. quando loi acusado de que não pos­ suía nem a presença carismaLica de Apoio. Num debate público. Os coríntios demons­ travam muita preocupação sobre quem eram Paulo e Apoio. h . o apóstolo condena a competição entre o lobbv dele e 0 de Apoio. Dado o amor que tinham pela oratõria secular. pois sua apreseutação carecia das qualidades considera­ das aceitáveis piara uma audiência bemeducuda e so fisticad a com o a dos coríntios (2 Co 10.14). Em 1 Coríntios 4. Ciúmes 0 rivali­ dades entre professores era exatumente o que mestres e discípulos seculares fazi­ am. em detrimento de Paulo. quando começaram a sur­ gir divisões apos o retorno dele a Éfeso. O tex­ to de 1 Coríntios 16. pois julgou que não seria "boa ocasião". ao fazer isso. as finanças necessárias. nem o estilo eloquente. desLacando que um plantava e outro re­ gava.AP0 L7 0 M acusaçãu criminal i ontra Paulo diante do governador Gálio. trabalhando como orador e advo­ gado: entretanto.6. isto é. porque apena* Deus podo criar uma congregarão e faztíla crescer 11 Co 3. quando as coríntios o convidaram para trabalhar ali. Esse julgamento havia colocado os cristãos debaixo de um guar­ da-chuva judaico e parece que Apoia cumpriu a ordem do governador. em termos. Ele poderia assegurar para sí mes­ mo uma vida npulenia. ua l ula pela reputação de suas escolas e por mai­ or influência nas assembleias políticas (l Co 3. com seu espirito competi ti vo. ao contrário.11). que nenhum dos dois reagiu ao jogo de poder dos coríntios. ao chamar tal atitude de “imatura" e "mundana". O uso dos lermos "acerca do irmão Apoio” 11 Co 10.\hadom . Nos dias que se seguiram. Paul o não demonstrou qualquer ressentimenti ■ contra Apoio.1. a opinião d» alguns sobre o ministério de Paulo foi expressa em linguagem retóri­ co. necessitava de sustento 11 Co 0. usando as Escri­ turai parn “cuidar do assunto" (At 18.2») Apoio permaneceu algum tempo em Corinto e engajou-se uuina obra promis­ sora. con tribu iu graudemerite para o testemunho cristão o a dofesa da fé.3. Paulo. o Lobbv de Apoio foi capaz de convencer a igreja de que seus interesses seriam mais bem atend id os se ele retornasse. seculares. "doulor da lei“ (talvez melhor entendido como "assistente legal") em Creta. duvido à sua edu­ cação.5. Veja . Apoio — tutu educação u qualificava para trabalhar confio advo­ gado — eslava envolvido com Zenas. mas continuaram empe­ nhados em prol do Liem da igreja.1). Seu nome seria usado comparativamente nos tris­ tes problemas em 1 Coríntios caps. pois sua presença física era fraca. I a 4: seria niencionadu como cabeça. A P O LIO M .

Marcos 3. 1 . Lc 24. 3 . A escolha destes ullimos tinha um propósito duplo. 1 1 1 : 2 0 . 2 0 . 1 5 : !•> 1 5 . 10. 2 4 ) .28) e a agonia no Getsômani [Mc L4. 1 .40-45: Mc 4. e os mandasse a pregar" e a fim de participarem do ministério de Jesus (Mc 3. 0 . Lt. A relação única dos doze com Jesus Havia mui las pessoas que desejavam seguir a Jesus (Mt 8 18-22.28: Jo 20. Desses. fo­ ram t hamados Boanerges. hem como os doze (Lc 9.15.32).40-49.25. b oi Mateus 10. No NT esse termoé usado para identificar os primeiros lideres do movimento que se íormou em torno de Jesus de Nazaré.1-6). 3 5 . André era tam­ bém incluído. Tomé era ih amado Didimo. Quinto. qualro dos apóstolos eram pescadores — Pedro. Foram escolliidos "para que estivessem com ele. At I 3).21). Jo 6 . provavel­ mente Judas íscariotes era o único judeu (nãogalileu) e Simão chamado “o 29loto” ou **0 cananeu”. Eles entáo seriam capazes de sair pelo mundo.1.57-62) e desse grande grupn Ele selecionou os setenta (Lr. o Senhor lembra aos discípulos qual (t a Comissão deles: 'Assim como o Pai me enviou. Eles o conhe­ ciam e amavam e queriam ser seus seguidores.26: 14 31: 16. provavelmente reforindose ao ‘‘temperamento esquentado” deles |M c: 3.17) Terceiro. 2 2 . Essa comissão é citada repelidas vezes (Mt 28. Tiago e João. “filhos dn trovão”. 9 . embora frequentemente falhassem muito (Mt 8. André. Pedro. onde Mallas foi numeado como substituto de judafc Iscariotes (Al 1.12). Primeiro.14.. possivelmente era um revolucionário político Eles formavam um grupo heterogéneo e somente u lealdade comum a Jesus os mantinha juntos. ”0 gémeo" lio I I. Tiago o João formavam um circulo de amizade mais próximo e estavam presentes com Cristo em várias ocasiões memoráveis.10: 20. 9. 1 7 : Mc 4 .2-4. mesmo após seu retorno ao Pai (Jo 14 1»).16-20.511. dois discípulos. Mc 16. 9. Com o tempo. 7 1 . 8. como na ocasião em que os discípulos perguntaram a lesus sobre quan­ do o Templo seria destruído (Mc 13.1 6 1 e indicados depois de uma noite de oração. como a ressurreição da filha de lairo (Mc 5.APÓSTOLOS APÓSTOLOS O vocábulo “apóstolo" ído grego apostolou quo significa "mensageiro” ou M euviarlo"’ Jó o nome dado u alguém enviado pára uma missão por outrem. Quarto. 6 7 .37: Lc 8. Os quatro evangelistas mencionam que havia doze lideres (Ml 1 0 . a fim de compartilhar o Evangelho com outros. Essa serie uma tareia cheia de desafios e que exigiria muito dehís: mas o Senhor prometeu estar com eles e ajudá-los.16-19. 1 0 : 0 . 5 . Mal eus ou Levi possivelmeute tinha bom nível do instrução um cobrador de impostos e considerado colaboracionista tios autoridades romanas que dominavam a Palestina naquela ppoca.40.1-20.14-I6 e Atos I 13. Lucas 6. As vezes. ensiná-los e capadto-los para o testemunho cristão (Jo 14.24). 2 . este termo lornnu-se mais amplo e abrangeu também outros cristãos que cumpriram tarefas de destaque na área de evangelização e missões. a Transfigura­ ção (Mc 0 2. 63 . após a ressurreição de Cristo. 7 . 7 0 . Lr. cf. L c b 1 3 . No livro de )oão. Os nomes dos apóstolos «ãu relacionai los quatro vezes.26. Tiago e João. A escolha dos Doze Os primeiros apóstolos loram escolhidos diretamente por Jesus (Mc 3 . eu vos envio" (Jo 20. 12.17). em busca da díreijão divina (Lc 6. 1. 15. a fim de.26. alguns manuscritos trazem "setenta e dois*’ nos w. Ele enviaria o Espírito Santo. que significa.15).27J.16.4) Segundo. 1 4 . Lr.12-261 Um estudo dessas listas e dos nomes apostólicos no evangelho de (oão revela talos interessantes.8: 22.24-28).

No outro exliemo da escala eslá a trágica figura de Tudas. Pedro é sempre mencionado nm primeiro lugar e Judas Iscariotes em ultima.30). Mi 10. O dis­ cípulo uniuilo lambém ystava presente durante a crucificação» quando foi-lhe dada a responsabilidade de cuidar da mãe de Cristo (.18-20).25-27).5. a fim de exercer um ministério itinerante com Jesus.23-25).28: Lc 18. Por isso prepararam-se a fim de receber a Jesus como o Libertador de Israel. Mc 10. era uma ligura bem conhecida uos círculos de amiza­ de de João e gozava da total confiança de Jesus Dois outros discípulos devern seT mencionados.27-29. A dedicação dos doze Alguns dos apóstolos de Jesus eram provenientes de uma associação prévia com João Batista (Jo 1. Jo I*. Jesus também insistiu para que o povo se a r r e p e n d e s s e . O chamado para o disclpulado implicava exigências radicais e en­ volveu um compromisso total Numa ocasião Pedro lembrou a Jesus os sacrifícios que ele e os outros discípulos fizeram. há miulo prometido. Estavam conscientes da uuponòneia do arrependimento e tinham dado os primeiros passos para reafirmar o relacionamento com o Senhor fMl 3. Ml 4. "deixando as redes. Haviam participado de um movimento nacional da volta para Deus.5). Mt 3.29. Lc 9. Mc 1. o escritor deste livro notou que esse discípulo estava próximo a lesus e loi quem Un.16).28. balava do próprio aulor do quarto evangelho.20). Ml 3. o chamado ao d i s c i p u l a d o envolveria o abandono da cena da vida familiar. voltasse as costas para Os pecados do passado e abrisse seus corações. Lc 18-20. e eles imediatamente. Posteriormente.7-14). haverá paia nós'.7. 64 . então. Aparente menta. Tomé disse estoicamenle aos demais discípulos: "Vamos nós lambém para morrer com ele" (Jo 11. O próprio Jesus reconhecera a lealdade deles em meio a tempos difíceis e prometeu-lhes grandes bênçãos em seu reino. Assim. Mc 0. esteve presente com Pedro na (jena do tumulo vazio e na pesca milagrosa no mar deTlberíades Ilo 21. A tradição crista geralmente assume quu st. De qualquer maneira. cujo ato de traição contra Jesus resultou em ser colocado sempre como ídtimo nome uas listas. perguntou.Jo 10. Lr 3. algum reconhecimento favorável deve ser dado ao "discípulo amado1 *.15: cf.l>8. ftissou a ser visto como traidor de sangue inocente" e confessou seu pecado antes de se matar [Mt 27.2J. PaTa os doze. Pedro e André íoram convocados por Cristo para se tornarem pesca­ dores de homens.28-30) As alegrias da vida no reino de Deus seriam mnis do que compensadoras por todos os sofrimentos e provações q u e passassem por sua causa |M l 19.3-10. durante a última Ceia. Em todas as listas com os nomes dos apóstolos.1-3. por porte do povo da aliança (cf. Evidentemente Pedro era o lider do grupo e claramente serviu como porta-voz deles em várias situações (Ml 1f> .APÓSTOLOS Devido ao grau de aproximação com Jesus.1618. o seguiram" (Mc 1.20. 13-16. onde se sentariam em tronos e julgari­ am as doze tribos de Israel (Lc 22. Em outra ocasião. Era totalmente natural que tal questão fosse levanlada quando o custo do compromisso parecia tão elevado.ti9j.30. At U 6 -1 0 ). pelo seu grau de amizade com Jesus.35-42). 18-20.27. a fim de crer nas boas novas de salvação (Mc 1. e le seguimosl O que. "Nós deixamos ludo. embora haja discussão quanlo a isso. sobre a ideutidade do traidor (Jo 13.1. cf.''" (Mt 19. citado apenas uo evangelho do loõo e nunca identifi­ cado pelo nome.28). cf.

bem como "ministros da palavra” (Lr 1.12-22. Lc 8. Esse mesmo testemunho foi for­ temente firmado nas palavras iniciais de 1 João 11. explicava tudo clara­ mente aos discípulos (Mt 13.34: 14. A autoridade dos apóstolos O falo de que os apóstolos foram as testemunhas oculares de Jesus deu à mensagem deles uma autoridade exclusiva.3 8 :1214.38.25-3QJ. Hb 10. dopois que Riu deixasse a Terra. Esse critério estava em harmonia com u bem conhecida lei judaica da evidência.11. Mc -4. os após­ tolos corajo.31.2-2.15.17-26. 10. destacou a importánda dos apóstolos como "testemunhas oculares".20).25. O testemunho deles.30. M c 8. ensinamentos. 2 Go 23.1-13.62: Lc 9. os quais os após­ tolos podiam confirmar como testemunhas oculares.6.32: Lc 7.31). para ser apóstolo.a respeito da natureza de sua vida e seu trabalho. 3. mas. De lato. Foram escolhidos pelo Pai e pelo Filho como os 65 . desde seu batismo até a ressurreição. servia para confirmar a mensagem cristã. 4. Por essa razão. Jo 3. certamente Ele dirigiu a maior parte de sua instrução para os que estavam mais próximos. para os quais confiou o futuro de sua Igreja.10-20. na introdução do seu evan­ gelho. Primeiro. e Pedro as relacionou resumi­ damente em seu discurso em Atos 1. da necessidade de sua morte.2.32-39). 10.26. especialmente dos doze.31: 9. Enquanto a execução foi atestada por muitas pessoas. Jo 5.10: 5.2). mas fatos solidamente comprovados. A qualificação dos doze Havia qualificações bem definidas para o apostolado. Em público.13). Mc 4 . Seus milagres.39-42.30-32. que era lambam o Senhor (Jo 13. que Jesus de Nazaré fora morto por meio de crucificação. 13. A fé cristã foi ussim apresentada de maneira tal que hourou o princípio das múltiplas testemunhas. em particular. era preciso que a pessoa tivesse teslemunliado todo o ministério publico de Jesus.34.24. 17. 19. associado ao ensino das Escrituras (At 2.19. dedicou grande parle de seu lempo e atenção ao treinamento dos discípulos.19. M . Vários aspectos estáó relacionados nessa declaração.APOSTOLOS O treinamento dos doze O Senhor sabia quo suu missão seriu depositada nus mãos dos que a terminariam. e isso é repetidamente desJaGSldo na pregação deles lAt 2.l 18. cf. 10. a qual exigia qtie toda verdade fosse esta bei ed da p e l o testemunho de duas ou três testemu­ nhas — um princípio que é ensinado repeUdameute na Bíblia (Nm 35.samente testemunharam sobre a veraddade da ressurreição de Cristo. 20.9-15].25-32.16). da certeza de suu ressurreição e de sen retorno final em poder e grande glória (Ml 16.40.24. o a inscrição informava isso a todos "em aramaico. 13. Dt 17.33.1.21.15.16. c > Mestre dos mestres. Foram excelenlemenle ensinados por Tesus. o testemunho apostólico realçava u importância da cruz e da ressurreição.1-4) Segundo. 1 Tm 5. a maior ênfase possível era colocada nos fun­ damentos históricas dn vida e obra do Jesus.28). 13. Lucas. ora Jerusalém. 12.21. Ele ge­ ralmente ensinava por melo de parábolas. morte e ressurreição não eTum fábulas.30). Assim. Os apóstolos declaravam solenemente que podiam testemunhar com certeza que Jesus estava vivo (At 3.:<2. o título de "Mestre" foi usado com referência u Cristo mais frequentemente do que qualquer outro Ululo nos evangelhos (Mt 8. Intim o grego" (|o 19. Jeaus falou-llieí.10. Era dn conhecimento público no primeiro «óculo. o propósito do testemimho ocular dos apóstolos foi enfatizado. Assim.36.

C. foram divinamente apontados como “ministros do Palavra" (Lc 1. Foram (orça­ dos a abandonar sua casa na capital roma­ na. 3 . 2 Co 1. ÁQÚILA (Gr. 1 . que participaram juntamente com eles no labor evangelistico o missionário.” (Ef 2.10]. como eram da mesma profissão. Em várias ocasiões.7) e os 'apostolas da igreja” (2 Co 8. Náo se sabe quando se converleu ao crislianismo. 1 4 ) . onde eles encontraram Apoio. Ele viu o Senhoi ressuscitado o foi chamado para a obra pelo próprio Cristo. Paulo finha convicções muilo lortes quanto ao seu apostolado (1 Co 1. Um judeu crisláo. fPara mais detalhes. 1 0 . Aquila começou a trabalhar em Corinto.12.8).. próximo ao mar Negro) ou em Roma.7. Silas e Timóteo (1 Ts 2. trabalharam e per­ maneceram juntos Quando chegou o tempo do apóstolo viajar para a Síria.2: 10. insistiu om afirmar que era apóstolo. ao descer sobre vós o Espírilo Sanlo. Sumário Em resumo.t . mas provavelmente isso acou* teceu em stia lerra natal.6. 15. 2 0 . e o Crislo ressurreclo disse a eles: “Mas recebereis poder. como Estêvão e Filipe. foi mu evento de grande significado na liisiória do cristianismo. 1 4 . O apóstolo Paulo foi um excepcional líder na larela de levar o Evangelho ao mundo daquela época. Os apóstolos claramente tinham nm lugar especial na missão de Deus.a . pois R f u J o . 1 5 .1 9 : 2 2 . cuja conversão e narrada três vezes no livro de Aios (At 9 .41).2). quando suas credenciais loram questionadas (1 Co 9.15 a 2. Paulo encontrouse com ele naquela cidade. quando o imperador Cláudio ondenou a expulsão de todos os judeus da região. irmão de Jesus (Cl 1. Lucas ampliou seu uso do termo “apóstolo". 9 . Fabricante de lendas.18. por causa dos constantes tumultos que causavam.ifl.1).1.13. quo incluía Tiago.AQ01LA oomunicadores ilu mensagem urisLâ |Lc 0.. Paulo separou-se do casal em Éfeso. instigados por um lal "Cresto" (umu possível referência a Cristo). 1.1 B ) . e sereis minhas testemunhas.10. Esle era instruído nas Escrituras. Além tio mais.1: 15. a Igreja certamente foi edificada 1sobre o fundamento dos apóstolos.2).1 8 ) . Al 1.9. dois dos principais missionários entre os gentios (At 1 4 4 .2: Gl 1. 2 2 . o papel de Paulo foi desem­ penhado pur indicação divina. Assim. Cl 1. O papel do apóstolo Paulo A mais excelente figura uo eumprimeuto da missão apostólica foi a do apóstolo Pa ti­ lo.191. Andrâuieo 0 Júnia (Rm 16. Ap 2. assim como os doze. no Pouto (ura an­ tigo distrito da Ásia Menor. Cl 1 17).2$). ele e sun esposa Priscila deixaram Roma e fo­ ram para Corinto (At 18. 1 5 : 2 6 . Aos olhos de Lucas. tanto em Jerusalém como em Ioda a ludéia c Samaria.1.20] ESI es foram seguidos por oulros. os apóstolos tiveram a responsabilidade primária da proclamação do Evangelho e do cumprimeutu da Grandu Comissão.18. foi comissionado divinamente (Al 9 .19. veja os verbetes dos nomes individuais. mas também reconhecia os "apóstolos" num sentido mais amplo.7]. Embora houvesse “falsasapóstolos” na Igreja primitiva 12 Co 11. ÁqOilae sua esposa JYiscila foram juntos (Al 18. “águia”j.1. mas 66 .I a . Pa ido afirmou o papel dos doze (1 Co 15. Jo 13. e até os confins da terra" (Al 1.13.2). Foram as testemunhas oculares e os ministros da Palavra. Em 49 d. 1 5 . paia incluir Paulo e Bamafré.19).

loram identificados com os sírins. ARÁ. ou. declararam com mais pre­ cisão o caminho de Deus" (At 18. par duas vezes buscou refúgio junto a Áquis em Cale. Esdras 2. durante o reinado de Saiomâo. uias os outros reis não permitiram. Secanias.1 í))A ultima vez em que são meuduuudos é em 2 Tlinóteo 4. Davi então retomou ao seu acampamento. d . da tribo de Aser Í.10-15). Eles viveram na Mesopotàmia eno Nordeste de Israel.g . foram identificados como fundadores das tribos oramaicas que ori­ ginalmente bahilaram em Canaã. Filho de Sem iCin 10. 3. Davi es* cundou-se na cavem a de AdiiJão. 67 . Na primeira vez (1 Sm 21. Davi. o iilbo do lessê fugiu para Áquis com 600 homens c suas respectivas Famílias O rei filisteu deu-lho a cidade de Zidague. O relacionamento do Israel com os arameus.1-12).2). P osteriorm ente.22. era sogro de Tobias. Enquanto Davi receb ia ajuda de Aquis. ondo ftiulo exorta Timóleo a mandar-lhes saudações. ARÃ.se com Áquis. m .2: 29. Disâ foi o lider ilo i lã dos boreus.c. Um dos filhos de Dlsã e irmão de Uz.17).16). AR ADE.se em sua casa (1 Co 16.Ara rotoroarnm do exílio com Noamins (Ne 7. no deserio. pois temi­ am que o filho de jessé se voltasse contra pies (I Siu 28. do décimo século a. Rei de Gale.r. em dian- AQUIM. Na genealogia que estabelece a linhagem real de lesus. Um dos filhos da Berias. G filho de Ará. Era um dos Ires filhos de Jeter. 1 .18. AQUIS (Heb "o rei dá ). para estabelecer-se.5 registra que 775 dos des­ cendentes de . ARAM. quando os filisteus subiram para lutar oorilra Israel Aquis convidou Davi para ir junto.42). Ele tinha convicção de que seria o Senhor quem o colocaria finalmente nó trone de Israel e jamais chegaria ao po­ der pur meio da ãjuda dos inimigos de Deus.15. na época de Davi. no tempo estabelecido pelo Se­ nhor. Um dos filhos de Ula e descendenle de Aser: figurava entre os homens valentes’' de sua iriho (1 Cr 7. Davi dava a entendei’ a Aquis que tazia incursões e guerrilhas om Israel. listadú entre os fundadores das nações Seus descendentes. Fiel a sua determina­ ção de não matar 0 ungido do Senhor (Saul|. Seu pai era Maoque (1 Sm 27.1.30. p . Poste­ riormente. enquanto Tugia do rei Saul. dois escravos de Simei Iuginim e rBlugmram--. Maaca. Aquirn aparece como pai de Eliúde e fdho de Sadoque (Ml 1. ARA IHeb. Na segunda passagem. pois estnva com medo do rei filisteu. Ao escapar de Saul e ser considerado maluco por Áquis.4|. ele fingiu ser louco. Esse ataque combinado de vários reis filisteus culminou com a morte de Saul e.Ne 6. D a v i tomou-se rei. 2. quando na verdade atacava as cidades da F ilístia. Aquila e Priscila o convidaram para visitados e "lhe.10. tais como Uz Géter e Mas.1 Cr 7. Inanirj considerava Aquila « Priscila amigos leais e colaboradores em Cristo O casal arriscou a própria vida por ele e fúl do grande valia para as igrejas entre os gen­ tios (Rm tfi. Eles também linharn uma igreja Teu Liindo-.10 diz que o número dos que retornaram foi de 652).ARA conhecia apenas o butismo 11e Juão. se 1 Reis 2.2 8 :1 Cr 1. Muitos em |uda estavam Ligados a Tobias por ju­ ramento e por isso o informavam de lo­ dos os m ovim entos de Neemias l.39 reíere-se à mes­ ma pessoa anos mais larde.23.C. os quais viviam em Edoni (Cn ‘J6 . nunca fez algo que ameaçasse seu povo. Na se­ gunda ocasião II Sm 27.38). 1 . o inimigo de Neemias. 1 Cr 1.26).1-11).19).3. apa­ rece na genealogia quo vai de Benjamim ate Saul (1 Cr 8.40). “jumento selvagem"!.141.

7) — não é de admirai que tenha crescido com a graça da sub­ missão e com o lado inverso desso virtu­ de: indecisão e fraquezo crónica. principalmen­ te durante o reinado de Joú. de Gesur. 2 4 : 2 4 . quando o "Senhor dava vitória a Davi por onde quer que ia" (2 Sm tf.46).). quando o roi Elida assumiu o controle sobre Damasco na última parle do governo do filho de Davi. 2 9 . As guenv llias continuaram durante □ reinado dn Salomão.2 ) —participando lambém dos mo­ mentos de oraçáo (Nm 1 6 . 7 .1. d seu irmão Moisés. Desde cedo. D i . os aram eus tornaramse uma ameaça cresceute. . 1 6 . Em duas ocasiões. quando reivindicaram a liberdade dos israelitas diante do Faraó. Naor. 2 Um filho de Quemuel.) e de alguns privilégios no Sinai (Éx 1 9 .4-8). 9 : etc. portanto. Seus pro­ vérbios e textos mágicos eram muito abundantes. foi seu avô ÍCu 22. foi marcado por constantes conflitos.41) e “Eli. Ele < j esceu.Lv 10. 1 . mas â influência na lingua­ gem e na cultura. Listado como membro da Iribo de . como: "Talila cumi” (qtití significa: ' menina. 7. A grand o importância dos arame us não foi devido às batalhas que travaram contra Israel.20. O íalo de que o idioma arainaico *íra menos complicado do que o acad ian o ou h eb raico ajudou na popularização de sua cultura.V. Deus talou diretamente com ele apenas duas vezes (Èx 4 . História de Arão . 1 . Èx 7 .ARÃO to. de personalidade forte. Arão é um auxiliar de Moisés. 2 2 : etc. mas evi­ dentemente antes do edil o genocida de Êxodo 1. 3.6). 1 8 . A principal divindade dos arameus era Baal. 9 ) Apenas uma vez o nome de Arão recebe a prioridade de irmão mais velho (Nm 3. ele se en­ contrava entre o bebé que exigia lotai atenção e ainda por cima atraía a admi­ ração dos vizinhos e unia irmã autoconfiante e incisiva.5) e compartilhou com ele as reclamações do povo Icí Èx 1 6 . espre­ mido como sanduíche entre sua irmã Miriã. TJm dos filhos de Semer.Ml 27.1). Mais tarde. Saul luIou contra os reis de Zobá (veja 3 Sm 14. 2 7 .22. Tinha trés anos de idade quando Moisés nasceu. Subordinou-se a Moisés em todo o período das pragas (cf. Seria ele a “ovelha negra" da família? Não temos muitos de­ talhes sobro isso.3.*> evangelhos. 1 4 . 0 aramaico era a lín­ gua vemacula em Israel nos tempos do NT. uma fraca aquiescência ou uma impotência quê o fazia agilar-se interiormente? Durante toda a narrativa do Êxodo.471 Davi casou-se com a lilba do rei Talmai. eu te or­ deno. Ele foi en­ viado para prover uma voz para as pala­ vras de Moisés lÈx 4 . a quul deu-lhe som lilho Absalão em Hebrom — um rclacíonamnuto doméstico cheio de problemas (2 Sm 3. irmão de Abraão. entretanto. numa lamília de três filhos. quando ficou no 68 . 1 Cr 3. ao posso que Miriã jã ora uma jovem cheia de si l Êx 2. l . B. levanta-te" ■ Mc 5. competente e firme como uma torre [Éx 6. Há registros de alguns textos em aramaico n o. Eli. por que me de­ samparaste?" .Arão nasceu durante a opressão de Israel no Egilo. o clamor por sentir-se abandonado ua cruz (que sig n ifica: “Deus meu.6b|. casou com Eliseba a teve qualro filhos (Êx 6. 2 .2). Logo apos a divisão do Keino. S.Aser (1 Cr 7. Arão era o lipico "irm ão do meio".34). mas seu posterior de­ senvolvimento lou a falia delel sugere que sim. Eleazar e Itamor Seria interessan­ te especular se a açãD presunçosa de Nadabe e Abiú (Lv 10-1) não loi provocada por acharem que o pai tinha uma atitude subserviente demais para com Moisés e desejavam conquistar uma maior liberdade de ação e pensamento na família sacerdotal — e o silêncio de Arão (Lv 10-3) seria uma tristeza muda. o íilho de Jessé lutaria contra o rei Hadadezer. Abiú. Primeúo. A R Ã O .2 3 .21). lemá sabactànl. Deus meu. Arão agiu in­ dependentemente de Moisés e ean ambas as vezes acouteceram desastres despro­ porcionais.Nadabe.2 U i .

santo (Sl 106.4.1 1). o primeiro a carregar o sangue que representava a morte do animal-substituto ao Santíssimo Lugar. O método dessa “cobertura" era 0 “alo de carregar os pecados" ou a transfe­ rência do pecado e suas penalidades do culpado e o cumprimento da penalidade (morte) merecida sobre o inocente.0) que a iniciativa de tudo foi de Miriã — (e a descrição de Zípora como "mulher etíope” indica al­ gumas “alfinetadas1 ’ entre os duas cu­ nhadas como um fatorque deve ser con­ siderado!) — e Arão. etc. como um todo.19). A idéiu básica da "expiação" ê aquela de "cobrir". a qual foi quebrada ÍLv 16. contudo. transgres­ sões e iniqiiidades cometidos durante o ano anterior O sumo sacerdote — o que­ rido ê frágil ArãOÍ — era 0 principal ofi­ ciante.17. tomou a iniciativa de lazer um bezerro d" ouro 0 promover sua adoração (Èx 3 2 . a imposição das mãos do ofertanle sabre a cabeça do animal era um impor­ tante requisito (Lv 1.).13). o significado desso ritual é esclarecido nomo a designação de um substilulo e a imposição dos pecados do ofertante so­ bre o mesmo. pressionado polo povo (Êx 112.1 ss). cancela-o. pela vontade do Deus. etc. . Nesses sacrifícios.20).10:4.91 e instruía 0 povo a partir dessa verdade revelado (Ml 2. por meio da expiação (Lv 1 4 : etc ) e do per­ dão (Lv 4.Segun­ do.1 -4. ocasião em que a misericórdia di­ vina limpava todos os pecados. Som dúvida. como frequentemente acontece com pessoas basicamente fracas. sacerdote tsi 99. Tal era a dignidade e a utilidade para a qual Deus levantou esse homem fraco.4. Levílico 10.5 ).26).11-17).13. foi per­ suadido a ficar indignado e assumir uma firme posição uo lugar errado! Não é notório que na final ele novamente dei­ xou-se arraslar pela explosão de Ira de outra pessoa e perdeu O direito de en­ trar em Canaã (Nm 20. atraiu a ira do Deus e só foi salvo pela intercessão do irmão (Dt 9.22-29) e foi homenageado com um luto que durou trinta dias.20). Esta era a função deles o ninguém mais a usaria intrometer-se nessa tarefa. na presença do Senhor e sobre o propiciatório e as tábuas que continham a Lei de Deus. o principul foco da vida sacerdotal era Utlar com as enfermidades morais do povo e trazê-lo.ARÁO comando durante a viagern de Moisés ao m onle Sin ai (Èx 24.12. 5. 3. vaci­ lante. Portanto.cf. Com isso.2 .2.). Nos Salm os eLe e <bamado de pastor (SI 77. 7 . a cerimónia do “bode emissário” foi ordenada por Deus 69 . a uma experiência de acei­ tação diante de Deus (Lv 1.10 resume o sacerdócio rio Anlígo Testamento como um trabalho moral e di dá tico. mediante os sacrifícios determinados. Era educativo no senti­ da de que 0 sacerdote era o repositório da revelação divina IDI 31. onde ele e Miriã alegavam que mereciam mais reconhecim ento como instrumentos dn divina revelação.15.14).4-7.1H.25. Elu atingia sen ápice — e seu exercício mais dramático — no dia da Expiação anual.8. era uma oportunidade de eusino e o povo precisava entender publica­ mente o que o sacerdote tiavla feito na privacidade. não simplesmente no seutido de esconder algo das vistas (Mq 7. 4.221. con­ tudo.) e. para o espargir onde era mais necessário. fala gentilmente de Arão.161 è ungido f(SI 133. No livro do Hebreus. o minis­ tério dos sacerdotes arârnicos ora essen­ cial. escolhido (SI 105. seu sacer­ dócio prefigurava o Sumo Sacerdote per­ feito |Hb 2. Nm 25.14-16. O sacerdócio. inadequado e excessivamente sub­ misso — com todas as vantagem dessa qualidade e lambém todas os seus pon­ tos negativos. A Bíblia. quando tomou parte numa insensala rebelião familiar contra Moisés (Nm 12. Podese ver claramente (v.3. facilmente mani­ pulado.31. de acordo com 0 livro de Levilico.2).6). mas muito mais no sentido de que ura pagamento * cobre" o débito.1-13)? A rão m orreu uo m onte Hor (Nm 20. Em lodos os sacrifíci­ os. O sacerdócio de Arão. 1. etc.

por ter colaborado com pIps. Ê citado aponas uma vez na Bíblia. Ou­ tros sugerem que Caligula. Filho de Calebe e de sua espo­ sa Azuba. dera a superintendência daquela área u Aretas como parte de urna política de autoridade delegada nas máos dos reis vdW. na qual. di­ ante de iodo o povo. listados em Génesis 46. na genealogia de luda fl Cr 2 .13. Destacava-se por sua eslatura. ARELI. É provável que Paulo se referisse a Aretas ÍV.ARAÚNA (Lv 16. Deus enviou uma praga. Km desobediência a lei (cf. II.171 .20. filhos de Beniamim. Fui 0 primeiro nascimento registrado depois do DiJúvio. eru seu desejo de servir ao rei e ao Senhor. confessava todos os pecados (v 21) e "colocava" lados olos solipn n c. I Cr 27. ARBA. Davi por* guntou ao Senhor como tal peste seria controlada o recehtm ordem para cons­ truir uni aliar na eira de Ara tina.32. Dessa maneiru. A Bíblia diz que viveu mais 403 anos depois que gerou a Selá e que leve outros tllhos e filhas (Gu L0. assim õ possível 70 . Ao in­ vés de vender. Como punição por esse pe­ cado. que anterior­ mente rhamava-se Quiriate-Arba.36. o uovo impe­ rador.40). Ele é listado nas genealogias de Numero» 1.16: Nm 26.polo ter­ reno e comprar ele mesmo os animais para o sacrifício. abertamente. AR DOM. p. assim. Tempos mais tarde Calfihn recebeu ucidude de Hpbrom como recom­ pensa por sua coe Honra de que Delis aju­ daria seu povo a destruir os anaquins lis 14.221. 15.A.17-24 p tarubém figura coma filho de Som na gonealogio que vai de Adão a Cristn em Lucas 3. 1 .14. Foi para o Egilo com Jacõ e os de­ mais israelitas. Um dos filhos de Sem. onde ele prefigurava Aquele qup seria atingido pela transgressão do seu povo o levaria sobro si n p e c a d o de muitos (Is 53. pelo após­ tolo Paulu. o rei ordenou um cen­ so em Israel. Gileade é mencionado.12). 2. insistiu em pagai.M.25. o bode oru dosigDado paru "levar sobre si lodos os pecados”. AR ETAS. eseus descendentes loram descri­ tos como gigantes pelos israelitas que es­ piaram Canaã.C em di­ ante. p o lexto nos dnt que "go­ vernava sob o rei Aretus”. Aqitele quo “pelo Es­ pirito eterno” ofereceria "a sí mesmo imacu lado a Deus" e tanto seria como fa­ ria “um unico sacrifício pelos pecados”» *!para sempre” (Mb 0. Um dos de/. Sua re­ sidência era em Hebrom.iu a Aretas como “rei”.8. em ho­ menagem a ele. vassalos.DiG. 1» ) .111» A R D E . 10.21.12). O governador de Damasco li­ nha a cidade bem guarnecida para pren­ der o apóstolo. O jehmfeu de quem Davi com­ prou uma eira. ARQOBE. O texto de 2 Reis 15. é um tanto incerto. Da­ masco. sogro de Herodes Antipas. Arão impunha as mãos (v 21). do segundo século a. em 2 Coríntios 11. Arauna nâo Uunginava.aboça do animal. 1 H-2 ” > . do qual nasceu o clã dos arelitas (Gn 40. que um dlfl o Templo seria construído «xalamente naquele lugar 12 Cr 3. contudo. J. Davi.22.23.teorias são apresentadas para explicar essa refe­ rem. várias. Antepassado de Anaque. o jebuseu quis doar o lo­ cal para o rei e estava disposto até mes­ mo a ceder os bois pura o holocausto. era filho de Bela e neto de Benjamim (Nm 26. naquela época era urna província romana. 21. Pai do d â dos arditas. onde esse nome aparece. pois não queria ofere­ cer aJgo que não lhe tivesse r listado nada Í2 Sm 24 . contudo. 10-131. Arotos era o nome dado a vários reis nabatens. Talvez losse reconhecido como um rei local pelos ro • manos.24).15. Um dos filhos de Gade. Esse erd o momento de gloria de Arâo. ARFAX ADE. ARAÚNA.24: 1 I . 1 Cr 21).

Uma vez mais. e destaca também o rápido au­ mento da influência <Je Abria)ão na re­ gião. 1 . quando Arioque o infor­ mou. Quando ouviu o que acontecera. perseguiu Quedorlaomer e alcançou-o bem ao norte. ÍJm dos dez filhos de Harnâ mortos nu forto. Um dos filhos de Ilamã morIõs tia fortaleza de Susã pelos judeus (El 9. A R IE L (ITeb. Foi enviado a Ido. então prova­ velmente participaram «la conspiração ilo Pena contra d perverso rei Per.24. Desse ponto em diante. Os reis invasores vieram da mesma região que fora o lar de Abraão. sob a direçõo o a soberania de Deus.25j. que incluía ARI S A I. A R IÉ . Se eram homens. p . ex­ plicou o sonho e. foi poupado da morte. narrada em Génesis 14. Um dos lideres convocados por Esdras para jun­ tar-se a ele no retomo da Babilónia para Jerusalém. Comandante da guarda real da Babilónia. chefe em Casifia. 16). a influência do Abraão na “terra prome­ tida” cresceu c. Isso fez com que nosso patriarca entrasse em cena. ARIDATA.ARISTARCO que 'Argobe e Arié" Também se refiram a lugares. na Babilónia (vv.4.25. Abraão derrotou a confederação dos rois e voltou com Ló e lodos os cativos (Gn 14. Sinnbti n Semefofír).16). por serem inca­ pazes de i n t e r p r e t a r seu sonho (Dn 2. O jovem hebreu ainda não sa­ bia que o reâ queria a interpretação do souhu. entretanto. 2. assun.g . Recebeu ordeai de Nabucodonosor para execular todos os sabins do reino. A viloria do nosso patriarca sobre os quaLro mo­ narcas. Num ataque rápido e inteligente. Ibi um dos mais constantes e fiéis "cooperadores* de Paulo (Fm 24| em suas viagens missionárias.leza de Susã pelos judeus. Esses reis já tinham conquistado várias cidadãs do vale do rio lordâo e da região ao redor do mar Morto e domina­ ram a terra por doze anos. O povo foi levado cativo. loi agarrado pelos efésios.91.i região do vale do Jordão "ra cobiçada. Esse nome aparece em 2 Reis 15. Os quatro reis assumiram o controle de uma grande extensão de terra. as cidades de Sodoma e Gomorra. indica o estabelecimento de Abraão em CaTiaá e a sua separação final e completa da vida anterior.aias de IsràeJL Peca mnlou Pttcaíaô e Loraou-se rei em seu lugar. De lato.9). Rei de Elasar e luu dos quatro monarcas da Mesopotámia que in­ vadiram a Palestina no lempo de Abraão (veja lambém 77fio/. A m u íe l e Q utidorkiomer: Gn 14. junto com Gaio.1. sobrinho de Abraão. (Cr "excelente governa­ dor").29. a fim de contratar alendentes para o Templo [Ed 8. onde. Nu 13* ano os reis locais se rebelaram o declararam guerra contra os invasores (veja Bera. morlos pelos judeus na lorlaleza de Susã (Et h. na época da rainha Ester (Et 9. Birsn. Elr.14-17). AR IOQUE. é Mgnifícotiva.8).significado (v. Daniel veio a Nabucodonosor. Um dos dei? filhos de Mamã. O relato de Génesis 14 é particularmente interessan­ te porque destaca como . inclusivo Ló. as quais foram totalmente saqueadas. 71 . foram derrotados e fugiram.114 15). porque mostra a vitória de IJeus. JNativo de Tessalónica. ARISTARCO. Dopais de nrar a Deus. o Senhor usou o inciden­ te para colocar seu servo numa posição de destaque.5). < i ponto de atrair uma c o n f e d e r a ç ã o de reis de terras lon­ gínquas. na época de Daniel.d .9). Veja Avgòhtí. ussim.jda voz mais. pediu um prazo para descobrir o seu . "leão de Deus"). ARI DAI.chama nossa atenção pala primeira vez em Atos 19. Fica cloro que a confederação invaso­ ra era liderada por QuedorJaomer (Gn 14.

Um dos dois filhos de Rispa. lodo o ministério cristão deve ser considerado como servi ço oo Senhor. Em Aios 20.16 entre os que foram com lacó para o Egito.d. p levado ap teatro du cidade. AR QUIPO. apenas Aristarco é mencionado como companheiro de Paulo. era um encorajamento.L.. quando us lutas são abundantes. Galiléia. Em lodos os lufares onde õ citndo.H . onde novamente houve ame­ aça de perseguição. loi morto. t e Irar ca da |udéia. p.1 7).g. estabeleceu-se em Nazaré. Samaria e Idurnéia. que de­ monstraram lal fé cristã em tempos difí­ ceis. p. Finalmente a multidfio se acalmou e eles foram soltos. na linhagem do rei Davi (1 Cr 3.1): e Arquelau. A R IS T Ó B U L O iGr. Nessa ocasião o apóstolo já eslava preso. ouviu que Arquelau reinava na |udéia no lugar dn seu pai Herodes. que reinou nu Galiléia e Peréia (Mt 14. Isso não quer dizer que estivesse falhando. onde Ioda sua farnília é saudada. ha viu per­ seguições. concubina do rei Saul.4 Aristarco apa­ rece em companhia de Paulo na viagem ã Mucedônia.1 0 ). quando levava suas doações aos pobres nm Jerusalém. A. O fato de que ele mesmo náo é saudado por Paulo significa que somente ou UOS membros de sua família ou talvez apenas seus escravo* lossem cristãos. em 4 a.1U. A RO D L Um dos filhos de Gade.C.22. elo foi depnsto após dez anns uo podei.21 J. pelo contrário.Hl vemos Paulo referir-se a ele como "Arisl. no coso do tumulto em Efeso..C. Quando José voltava do Egito para Israel. Pãulo o exortou a completar sua "obra" ou ministério que recebera de Cristo (Cl 4. 72 . o G rande. como “companheiro de lutas”.o. em Aios 27. que viveu em Roma no primeiro século e chamava-se Aristóbulo. Um dos d e s c e n d e n te s de Zorobabel. nas mãos dos gibeoriitas. ARMONI. do tipo que o apóstolo tão frequentemente fazia. É citado apenas uma vez na Bíblia. Homens como Aristarco. citados em Génesis 46. os quais Saul massacrara. "excelen te co n se­ lheiro"). Sua associação com a igreja em Colossos (Cl 4.22). A R N Ã ." Pode-se ver claramente que suu fé e seu compromisso eram muito fortes. junto com os demais (2 Sm 21.uct).2. Mais larde. o reino íoi dividido entre três de seus filhos: U erodes F ilip e li. Ê provável que soja o nulo de U erodes. conduzido a Roma. junto com seu irmão e outros paren­ tes. devem tornar-se exemplos para to­ dos os cristãos em todas as gerações. com Maria e o menino Jesus (Ml 2. com medo. em vez de Paulo. Cidadão romano citado por Paido em Romanos 16.C a 6 d.21. Provavelmente ele re­ presentava a igreja um Tessalónica nessa viagem. ele n Gaio loram apanhados. o Grande. Era o filho de H«rodes. Foi entregue por Davi.8). qiifí eslá preso comigo. E bem provável que fosse parente de PUemom. Como vingança pelo ocorrido.ARJSTÓBULO os quais opunham-se violentamente ao Evangelho.C. Amigo de Paulo. Talvez o próprio Aristarco também fosse prisioneiro» Em Colossènses 4.d. mas os textos náo indicam isso claramente. trabalhou junto com ele na causa do Evangelho. de 4 a.17). L): Uerodes Antipas. uma das várias esposas desse rei. talvez te­ nhacompartilhado das mesmas persegui­ ções que o apóstolo sofreu (Fm 2). em Mateus 2. A R Q U E L A U . no ano 6 d. que rein o u em Traconiles e Ituróía (Lc 3.171 tem levado alguns estudiosos a sugerir que talvez trab alh asse em Laodicéia. Seus descendentes fi­ caram conhecidos como aro ditas (Nm 26. A realidade dB tirania da Arquelau fica fortemente implícita nos textos bíblicos. Quan­ do Uerodes morreu. Devido â sua gran­ de crueldade enquanto governador. sua roãe chamava-se Mallace. que tanto chama como pre­ para seu povo para essa obra (cf 2 Tm 4*5} E f 2 .

23. sucedeu seu pai Abjas uo trono de Judá n minou em Jerusalém do U11 a 870 a.27 que. Ourives e vários outros artesãos manulaluravam imagens e suveuires para vender aos visitam es. nu tempo em que Eiá reinou em Israel.6). A R TAX ER X ES I (Longánimo). um dos oficiais do Dxórcilo. P. onde tentaram intimidar os missionários com o slogan. 73 . aparentemente para substituir esle na liderança da igreja du­ rante o tempo em que ele estivesse com o apóstolo em Nioópoiis (Tt 3. no 2(1'ano dt. onde era largamente reconhecida como a deusa da fertilidade.14:13. Sua equivalente romana era Diana. Deusa grega das florestas e dos monles. mas também ao seu sistema eco­ nómico. Homero a chamou de "a se­ nhora da vida selvagem". 6. a virgem caça­ dora. “Embora elo não IbelIiu tirado os allos.7. Não há dúvida de que se traiava de um pa­ gão converlido. Neemiias retornou uo 32* ano de seu reinado (Ne 2. O enorm e tem plo em sua honra.C. sou governo. 8 . O nome pro­ vavelmente era uma contração de outro que significa "presente de Árlemis". A R TEM IS . O rei ficou bêbado enquanto eslava na casa de Arsa.14. e Zinri entrou p o matou (1 Rs ÍF^. Eles consegui­ ram causai um tumulto e arrastaram Gaio e Aristarco para o teatro. No período do NT.. com altos lucro* (Al 19.21. primeiro apoiaram para o proble­ ma da perda dos lucros e depois para a queslão religiosa. M. Ordenou tam­ bém que este sacerdote levasse consigo todos os artigos da adoração do Templo e deu-lhe puderas poro nomoar magistradas a ju izes para toda a região além do Euírates. Tra­ dições posteriores sugerem que Artomos tornou-se bispa de Listra.ASA. Ele concordou o uomeou-o governador tia [udéia. Quando Paulo e seus compa­ nheiros Gaio e Aristurco começaram a pregar a Cristo. tUi.12. Bisneto de Salomão.10). ÁRTEMAS. “Grunde é a Diana dos elésios! " As im plicações da meusagem do Evangelho.141.8-11. foi moia compla­ cente com Esdras o dou-lhe uma cario que autorizava o retorno de todos os que qui­ sessem ir para Jerusalém. construído nessa cidade. "Fez Asa 0 que era roto aos olhos do Senhor. Ziuri.G.24|. quando os ourives tentaram desacreditar a mensagem de Paulo e dos outros. seu pai" ( I Rs 15.1:5. Como A lternas e Tiquicr) estavam na companhia do após­ tolo. ASA. Paulo informou que om bre~ ve enviaria Artomos (e Tlquico) a Tito na ilha ilo Creta. Mais tardo.p.11. Tudo isso está registrado em Esdras 4. relacionadas com todas as áreas da vida a da cultura. Era mordomo do polácáo em 'luza. como Davi. Ê interessante notar em Atos 19. A RS A. o desafio dos efésios não foi apenas quanlo as suas convicções re­ ligiosas. Vivia em Tirza. o 1oração de Asa foi reto para com o Se­ nhor lodos os seus dias" (1 Rs 13.1. Neemias pediulhe permissão para reconstruir Jerusalém.11. pois "a majestade" de Ãrtemis seria destruída. 7. foram enten­ didas claramente pelo povo da cidade. seu principal centro de adoração ora Efeso.IOJ.D. conspirou contra Elá.8. Textos como estes nos dão claras evidências do cuidado pasto­ ral e da supervisão ■uidadosu que Paulo iazia nas ig rejas. presumivelmenle ele os (reinou para tais responsabilidade» entre as igrejas pri­ mitivas.12). essa lição tem sido íreqú eu temente igno­ raria pelo aluai cristianismo. representava uma das grandes maravilhas do mundo naquela época e atraia peregrinos o turis­ tas de todas as partas do império romano. ReunJ escreveulhe para informar que os judeus estavam reconstruindo o muroe dessa maneira uno pagariam mais os impostos Ele então de­ cidiu que se ordenasse u «uspensâo da obra.1 Durante seu reinado. 3 Cr 3.G.7. porém. Roi da Pérsia do 464 a 424 ulC’ . 1. O escrilor de l Reis enfatua especialmente seu trabalho de remoção dos ídolos da terra e a expulsão dos prostitutos cultuais.

26). 11. seu filho leosafá tornou-se rei |1 Rs 15. o prolela Azarias assim transmitiu sua Utensagem: “O Senhor está convosco. e tc.4 1 . subiuIhe à cabeça. Em 1 Reis Ifi os governos de vários reis de Israel são datados em relação ao de Asa. para que o ajudasse contra Israel. de Israel. Como comandante do exército real. não só em ludá como lambém nas partes de Elraím que estavam sob sou controle. entretanto. para que o ajudasse na batalha. o pro­ feta Kanani foi enviado pelo Senhor para lhe dizer qno. ele e seu povo estariam em constunte guer­ ra O próprio rei adoeceu. a despeito do exér­ cito inimigo. Um dos três filhos de Zemia. Deveria ter aprendido. ao verem a bênção de Deus sobre a nação. Se o buscardes.iu que aJguân entrasse naquele território.7. Por um breve tempo os povos que viviam ao redor tiveram uma pequena amostra da "luz" qup uma Judá fiel a Deus demonstrava para as nações vizinhas. se o deixardes. O sucesso de Asa.if>. Essa mensagem foi de grande valia ]>ara Asa. Asa juntou os tesouros remaiiescenles no Templo o en­ viou como presente ao roi da Síria. quo continuou seu trabalho de lê na destruição de mais idolos. o acharois. o etíope. depois do oativeiro babilónico. de todo coração e alma e om Iodas as cir­ cunstâncias. 1. DmiS ujudou-o a derrotar Zerá. um doe levitas cita­ dos enlre os que retomaram piara JerusHlém. ser muito mais numeroso. Asa Udôrou lodo o povo num ato dn renovação do paclu. O monarca SU’io concordou e atacou Baasa. em Malens 1. com idade bom avançada.a o .).12).11). era pai de Derequias. depois da experiência com os etíopes. sitiou Ioda a região o não pemiil. na região de Efraim (2 Cr 15. que Deus podia protegê-lo de Baasa sem tais alianças (2 Cr IR).12J. de Judá. Vemos claTomente nessa passagem que . e de toda a sua alma*’ (2 Cr 15. houve grande progresso no rei­ no. Assim. Apesar de M a ter vencido o rei de Israel. 2. mos.8) Tal era a luz de Deus na nação durante o reinado de Asa que pessoas do reino do Norte foram atraídas para o Sul e vieram a Judá. onde a fidelidade desto roi para com Deus é enfatizada. e sua história fica como um alerta de que o compromisso com Deus deve ser total e completo. Deus de seus pais. A nação era abençoada e a paz loi estabelecida.18:23. ele vos deixorá” (2 Cr 15. procedefite do uorfe. de torlo o seu coração. Asa não se arrependeu. no quaJ “entraram em aliança de buscarem o Senhor.34: 1 Cr 2. era o comandante. Asael é descrito como “li­ geiro de pês. ele mesmo 74 . devido á sua feita de fé. O cronista ontão nos mos­ tra o quanto foi errado ele estabelecer um pacto com o rei da Síria. o rei Baasa.ASAEL Durante seu reinado. A prova de que o Senhor honra os que Confiam n«le não poderia ser mais clara. 2 2 . O Livro dn Crónicas traz maiores de­ talhes sobre o remado de Asa (2 Cr 14 e 15). não se voltou para Deus (2 Cr 10. Quando elo finalmente morreu. destru­ indo muitas cidades.2) Azarias prosseguiu. quando vos e s t a i s com ele. p . apesar da enfermidade. ASA EL.i doença que Asa experimentou e as guerras que enfrentou foram designadas por Deus para levá-lo no arrependimen­ to e de volta a fidelidade que demons­ trou fáo bem o por tanto tempo nm seu reinado. reconhe­ cendo quo podia confiar em Deus para obtor ajuda e que o Senhor ora o Todopodoroso (2 Cr 14. se o rei per­ manecesse fiel. como as gazelas selvagens" e figura entre os "trinla heróis de Ouvi” (2 Sm 2. Mencionado em 1 Crónicas 0 1 6 . declarou guerra contra Judá. entretanto. Elo t lamou ao Senhor. Quando encon­ trou-se com Asa. Todos eles foram poderosos guerreiros 00 exército de Davi. Asa é m encionado na genealogia de Jesus.24. prometendo recom­ pensas o bênçãos de Deus. Joabe.8. seu irmão. porém. Até oude sabemos.

fu­ giu da batalha e foi perseguido por Asael. Ele e outros homens de confiança procuraram a pro­ fetiza Ifulda. Posteriormente. Pai de Joã. filho de Berequias e nomeado como principal cantor quan­ ASAÍAS. 2 Cr 35.000 soldados 12 Sm 2X27. para indicar que provavelmente são par­ le de uma cantata. Servo do rei Josias.8). Um dos levitas que supervisiona­ vam os dizunos h as ofertas trazidos pelo povo. junta­ mente com outros levitas. Is 36.15). lutaram contra os benjaniitas em Gibeão. Juntamente com HemàeEtâ. contudo. Da Iribo de juda. 4.7). rei de Judá Í2 Rs 18.18-32). Joabe matou Abner. sob a liderança de Conanias (2 Cr 31. quo tinha autorização para requerer a madeira para o escoramento dos portões de Jerusalém e reconstruir os m u ros da santa cidade {Ne 2. Abner. s. os cantores do Templo eram referidos apenas como “filhos de Asafe” (Ed 2 . foi nomeado pelo rei Duvi como respon­ sável pelos cânticos na casa do Senhor 11 CrG. Quando as tropus de Dftvj. pois sabia quo o venceria.28: 27.27. quando o Tem­ plo foi consagrado pelo rei Salomão (. Pai de um cerio lônatas. Mos primeiros anos d < » seu rei­ nado.. lideradas poi foabe. em seu zelo por Davi. G uardião das florestas do rei Artaxerxes. 3. 3.13).5. Era levila. o uue desagradou muito a Davi [2 Sm 3. Sua influência musical estendeu-so muito alem do serviço do Templo.17: etc. depois que o Livro da Lei foi encontrado (2 Rs 22. o perseguiu.37.36). 2. 16.20). esle monarca servia ao Senhor e enviou vários mestres e levita» para en­ sinar sobre o Livro da Lei ao povo judeu. líder da Iribo de Benjamim e do exército de Is-Bosete. onde per­ maneceu por todos os tempos.8J.11). Um dos cabeças de família da tribo de Simeão (1 Cr 4.ASAKEEL ficava de prontidão com sons homens no quarto mês de cada ano: linha em sua divisão 24.30: 15 6. Membro da tribo de Levi e descen­ dente de Merari.7.30) 2.4 1: Ne 7. até que este parou para lutar.c. composla por ele ou para ele fSl 50: 73 a 83) Esses salmos fi­ guravam entre os cânticos durante o aviva mento nos tempos do rei Ezequias 12 Cr 29:30).18. de Judá.22). viveu nos dias do rei Jeosaíá.2 Cr 5. Como resultado do extraordinário avivamonto que aconteceu na época do r o i Ezequias.5). do a Arca J'oi levada para Jerusalém e em várias outras ocasiões. AsaeL foi um desses professores (2 Cr 17.). Abner não queria parar e enfrenta-lo. 2. Filho primogftnilo dos silonitas. um dos poucos lideres em [udá que se recusaram a se unir a Esdras e ao restunto do povo. 1. todas as contribuições eram Irazidas ao Templo. seu íil-bo Zebadias o substituiu nessa fundão (1 Cr 27. Abner maiou Asael.14: 2 Cr 34. Esse Asael foi ura dos escolhidos paia organi­ zai' o armazenamento rias doações.16). que loi sepultado no túmulo de seu pai em Belevn (2 Sm 2. Ele liderou os louvores. ASAFE. 75 . quando foi necessá­ rio construir armazéns especiais.17. ASAREEL. no arrependim ento polo casam ento com mulheres estrangeiras (Ed 10. 1 Cr 11.3. era unidos filhos de Jealelel (1 Cr 4. Seu nome é encontrado no titulo de doze salinos. 4. Tempos dopais.31-40).12|. -Asalas ajudou Davi nu lareia de levar a Arca para Jerusalém Í1 Cr 6.37. que se estabeleceram em Jerusalém apôs o cativeiro babilónico 11 Cr U. I 1. cromsla duranle o rei­ nado de Ezequias. Levita.G. em busca de uma palavra de sabedoria concernente a Judá. para vingar-se da morte de sou irmão. s.44. quando havia feslas nacionais (1 Cr 15. Asael. 3.12. Poi procurado por Neemias.12). P.15).v.L9. Na época do retorno do exí­ lio babilónico.D. até o livro de cânticos dos judeus. 1.

10. Aser não assumiu realmente o controle tolal du terra que recebeu (Jz 1. irmão de Jeorão (2 Cr 21. ASARIAS. Oitavo filho do patriarca e o segundo com es L a concubina — serva de Lia. que significa “alegre" ou “abençoado". “pertence ao doas N eif).35. por Forno. como as outras tribos. na ado­ ração Provavelmente é 0 Jftsarela menr. A S E N A T E (Egip.44.13. o longo prazo. que se estendia para o oeste alé as praias do mar da Galiléia. Sob a direçáo de seu pai e as ordens do rei Davi (1 Cr 25.ASARELA ASAR ELA. Lia. Nm 26. a localização de algum* lugares mencionados é vigorosamente de­ batida (js 17. Uni dos filhos de Asafe (1 Cr 25. lacó ainda trabalhava para L^bão. Ele próprio teve quatro filhos e uma filha (Gn 46. A planície do Acre. Os fdhos nascidos do tal união eram considerados como pertoncenles a Lia (Co 30. deu sua criada a Jacó. rei de Tiro.45.C.21. por Salomão.25-27). 7:231 A tribo é men­ cionada novamente como possuidora de 40. pois foi parte do tributo que Faraó pagou a José. tanto na vida de José.21 Em algumas traduções aparecB como Azarias: dessa maneira.17): entretanto. Quando Josué dividiu Canaã eulre as tribos. ele e ou­ tros estavam entre os quo profetizavam e lideravam d ministério da músita.ionado em 1 Crónicas 25. Naque­ le tempo o Uder ora Pugiel (Nm 1. Embora se conheça muilo pouco so­ bre o compromisso dos aserilas com a 78 . Fica claro.20). É impossível definir exatamenle as fronteiras pelas evidên­ cias nos textos. Talvez essa seja a ra­ zão por que Aser náo ajudou na luta con­ tra Sísera e foi repreendido por Débora (Jz 5.21. liá dois irmãos uom o mesmo dottih nesse lexlo. Aser recebeu 22 cidades e vilas na área costeira ao norle do monle Carmelo. os aseritos colaboraram com Gideão em sua batalha contra os oiidíanilas IJz 6. Jz 5. entretanto. por ter-Lhe inter­ pretado os sonhos. Filho de Jacó e Zilpn. Um dos filhos do rei Jeosafá.13. Foi o progeni­ tor dos asbelitas fCn 46. Ao ser nomeado go­ vernador do Egito.10. seu lio e sogro. Foi dada a |osé como esposa. para seu povo Israel. Provavelmente per­ le ncia a uma lamília de posição conside­ rável no Egilo. como lambem. A posição de liderança que ele assumiu no Egito pos­ teriormente ajudou os israelitas a sobre­ viver durante a escassez mundial. juutamenle cora Dã e Naflali (Nm 10. Foi ela quem deu o noine de Aser ao menino. são men­ cionados seis clãs. originados de Ires fi­ lhos.1). Depois dis­ so. Isso quer dizer que muitos habitaram em regiões que ainda eram povoadas por grande nú­ mero de canamlas. ela se desvanece: partes de mias lerras foram concedidas a Hirão. da fLlha e de dois netos.41). Todos esses evenlos eram parte tios propósitos soberanos de Dous. ASER. de acordo o costume. Como um dos filhos de Jacó. Na época do nascimento dele.21 . saoerdote egíprio do deus Om.36). José foi chamado de Zafeuute-Pmiéia e recebeu Asenate como esposa.31.24-31.17) Em Números 26. teve dois filhos — Manassés e Efraim (Gn 41.11: 10.17).14.38: l Cr 8.11-14).U.34. Filha de Polifera. ASBEL. pelo relato no livro de Juizes que.26). nascido em Padá-Arã. Um dos dez filhos de líenjamim. a tribo iie Aser representava um grupo do 41.32).1). citados em Génesis 46.26).50:46. essa Iribo posicionava* se na retaguarda do acampamento.000 homens de guerra na coroação de Davi em Hebrom Í1 Cr 12. Aser tor­ nou-se cabeça de uma das tribos de Israel. em troca de madeira e outros materiais usados na construção do palá­ cio e do Templo (1 Rs 9. era lotaimonle deles. Antes dti frime mundi­ al.500 homens para o exército (Nm 1. Ao perceber que cessara de dar á luz. P. Na parlida. Quando os israelitas partiram do monte Sinai.

3. 24. etc. A facilidade de assimilai as cultu­ ras ao redor e suas várias manifestações religiosas sem pre foi e será a questão quo rnais preocupa os homens b mulheres de Deus.35. onde lemos a respeito de Ana. quando os israelitas obe­ deceram à ordem do Senhor. Naquele desafio.21. Nome de uma deusa cananila mas esse lermo nem sempre se distingue dos instrumentos usados em sua adora­ ção. taL* peças foram derrubadas e a madeira usada t. o homem de Deus cla­ mou e caiu togo do céu. Como resultado dessa grande blasfé­ mia. e vioram u Jerusalém ” para adorar (2 Cr 3 0 . Js 10.25)J. fica clara a indicação de que essa tribo afastara-si' muito de Deus.9). essas coluna* ermn levantadas ao Lido rins altares e. a influência do longo prazo do cul­ to de Aserá tornou-se um símbolo da as­ similação israelita de outras culturas e religiões. o Senhor prometeu destruir lerusalém e permitir que os inimigos de Judá conquistassem a terra. o os seus postes-ídòlos cortareis”! e repetidas multas vezes em Deuteronômio |cL 7.29). pois mostra o perverso rei Manassés estabelecendo uma coluna de Asorã dentro do próprio Tem­ plo.36).5: 12.exc* ASERÁ. Seu envolvimento com a religião do povo das terras nas quais viviam íoi quase total. o qual queimou o sacrifício ao Senhor. A S IM A .13. era punido com grandes juízos de Deus A extensão com que tal adoração a Baal e Aserá penetrou A SIEL.38-40. como os profetas chamavam. Descendente de Simeão e um dos que receberam herança desmembrada da tribo de judá.3. O ponto centrai do problema com a adoração de Aserá o Baal ora quo Israel recusavu-se a encarar uom seriedade a necessidade de ser uma nação ‘santa’ e dedicada somente ao Senhor e ao seu ser­ viço. intima­ mente ligada a Baal Os dois íoram invo­ cados juntos uo confronto ontre Elias e os falsos profetas. Talvez. 77 . ti». Deus adorado pelo povo de flama te |2 Rs 17. na época de Ezequias alguns deles atenderam ao cha­ mado dr> rei para unia volla á verdadeira adoração ao Senhor. O povo dfl Lsranl desviava-se frequen­ temente do Senhor para adorar os deu­ ses cananeus. no monte Carmelo. é algo digno de atenção. Nos lextos ugaiILitos ela era a deusa do mar. Ao que pa­ rece. Jz 6. contudo. ímj. O fato de que um remanescente dos aserilas permaneceu liei ao Senhor no transcorrer da historia de Israel é indi­ cado no NT. O primeiro de um grupo de cristãos de Roma.30). A chama ardente caiu em resposta ãs orações de Elios. e as suas colunas quebrareis.J foram ignoradas. ex­ pressos nas saudações de Paulo. a profetisa que reCQiitaeu ser lesus o verdadeiro Mes­ sias (Lc 2. Pai de Seraias o líder do clã (1 Cr 4. 14. □a vida e na a duração dos israelitas pode ser vista em muitos textos das Escritu­ ras: mas a passagem de 2 Reis 2) . Cada grupo tinha seus próprios deuses (vv. da Iribo de Aser. Referências às “colunas de Aserá" in­ dicam alguns destacáveis objetos do rnudeira usados no culto a densa. ASÍNCR ITO. saudados por Paulo em Komanos tu.7 me­ rece uma nota particular.g. e nao ás dos falsos profetas (t Rs 18. Tal "adultério". Os barnalitas fazi­ am parte do grupo misto levado pelos assírio s para repovoar a região de Samnrin.13 ("os seus altares derrubareis. pois a maioria riu e zom­ bou do alguns quo "se humilharam. Essa deusa é mendonada em vários documentos exlrabíblicos.omu lenha para queimar seus próprios sacrifí­ cios (ÊX 34.11). 16. p. As advertências feitas ern Êxodo 34. mais do quo qualquer outro culto.ASÍNCRITO adoração a Deus após a dedicação do Tabernáculo d o deserto. Dt 7 5. A atenção pessoal e o cuidado pastoral pelos indivíduos.

1 Cr 6. Antes dessa daia. ASSURBANIPAL.C. enlretanlo. Existe in­ certeza com relação ao ILnal de seu rei­ nado.equiel 27.22). Provavelmente íni o progenitor do povo que mais tarde foi identificado como os cilas. Seus descendentes estavam en­ tre os se rv id o re s do T em plo que retornaram do ex ílio b ab iló n ico tom Neemias (Ed 2.24. Inicialmente.Um dos descendentes de Cnate e líder de um dos clãs dos contitas lÉx 6. pois Assur é considerado o funda­ dor daquela uação. 2. ele lutou contra o Egito e a Síria. da u-ibo de Aser ( L Çr 7. Entre os que recrutou. a quem esle dera a lilka em casamento. servo de Sesã. t Cr 1. e deportou o povo para Somaria. Pai de Tecoo.17). onde cada ura deles © des­ crito de maneira vívida como bravo guer­ 78 . a par­ tir de 669 a. capital do Elão. Filho de fará. A história dos reis assírios diz quo o& fundadores da nat. Ambos eram ancestrais de Samuel. Neto de |afé e filho de Gómer. liderusse seu povo no exílio. Recebeu ordens de pro­ curar por israelitas inteligente». para o serviço do rni. Tinha dois irmãos (Gn 10. Daniel resistiu a ofer­ ta de Aspenaz «le alimentar-se bem. Líder do clã dos asrielitas.22.23. Descendente e herdeiro da tri­ bo de M an assés. ao fazer com que Aspenaz escolhesse o horni m que o Seuiior desejava qu<.C.24: 4..2. Era o sexto da lista.ão eram nómades vindos do Sul e do Oes­ te.50).37). 2. portanto. mortos pelos judeus na fortaleza de Susã (Et 9.C.23. confçrrme é mencionado em Esdras 4 J 0 . Veja Xnrxns ASPATA. 1. Provavelmente morreu por volta de 627 a. 1. AS SUE RO.6) Asquenaz encarregou-se de darlhes outros nomes babilónicos.33) ATAI. era descendente de Calebe e Hezrom (1 Cr 2. Por volta de 049 a. rei de Judá. muitos artigos do tesouro do Templo ioram capturados. A S S IR . fs 17. Sua raae era a concubina síria de Manassés (Nm 26. 9) revela a soberania do Dous naquela situação.31. em Jeremias 51. Filho de Ehiasaie e bisneto do per sonugem anterior [n* t| (1 Cr 6.22 e E/. A SVA TE. Rm da Assíria. A SRIEL.7). I Cr 7.36).14).27. jjoís não podia perar filhos homens. Tal arranjo permitiu que o servo tivesse os direitos de filho e os passasse aos seus próprios filhos. Chele dos oficiais da eorle d»'Nabucodonosor. dessa maneira.35. deu prosseguimen­ to à linhagem de Sesã 11 Cr 2. Deus. A S S U R . ASU R .ASNA ASNÁ. Esse Lambem era o nome do povo assuio e de sua divinda­ de.51 A Bí­ blia diz que tinha duas esposas: fiel a e Naará. pois queria manler-sp santo ao Senhor. e. ASPENAZ. imperador caldeu. Provavelmente esse é 0 pais mencio­ nado em Números 24. A S Q U E N A Z . quan­ do esto se encontrava em Zidague. O texto de Daniel (y. 110 tampo ora que Jeoiaquim. Um dos filhos de lallote.3. Um fios filhos de Sem |Gn 10. Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul o uniram-se a Davi. desceu dente direto de Noé.6). I Cr 1. O reino de Asquenaz esta entre os que foram convocados pelo proleta para tomar vingança contra a BubUónia. Alai foi pai de Nalã e e m encionado na genealogia de lerameel. estavam Daniel n Irês amigos dele |Dn 1. Um dos dez filhos de Hamá.3. abençoou seus quatro sorvos e os colocou em importantes posições no roi no. ele atacou Susã.

Éprovàvel que. trucidando de paz entre os dois (Cu 26. juntamente com Ficol. rei de Israel. Posteriormente. era filho de Usâas [Ne 11.20).ATLAI.2. para repartir Canaã da tribo de Duujamim mencionados na entre as várias tribos e Clãs (Nm 34.10).9J. e neta dn Onri (2 Rs 8-18. era pai de Paltiei.7). pois acabara de ser expulso de Ge* próprios netos.131. 2.261. apareDtemenle apanhada de surpre­ Naará.4).10-20). Seu filho lesaias provavel­ Pai de lesua. lazera.2. Na verdade.3. ATAI AS (Heb. Sua mãe chamava-se real. A revolta foi liilerada AZAI (Heb.12. 1_ Um dos chefes de família intermédio de Moisés. Hm dos líderes de província que se estabe­ A UG USTO. Descendente de |udá e Filho de Jaale. o rei filisteu de Gerar Os com leorâo. Era descendente de Bebai (Ed 10. Foi rainha em ]uda por volta com Isaque. Ele e seu irmão Lande formavam □ ATALIA (Heb. Imbilônito. Pai de SuJõ e escrivão do rei clamado rei diante do povo. 2 Cr 23). Líder da tribo de Judá e filho insatisfeitos e acabou morto uo palácio do Asur ( I Cr 4. depois do cativeiro babilónico Acazias.1 Veja C ósai babilónico. de Amassai. um dos lideres e-scolhidos por Deus por ATALIAS. sa 12 Rs 11.C.i>. por ordem losins (2 Ks 22. t‘. 842 a.v. que d escondeu no Templo por (Ne 11.AZANIAS reiro. Veja também Jeoseba A Z Ã . 16).4-20. Amigo e conselheiro pessoal de Abimeleque. 79 . filha de Absalão.21.8). Da Iribo de Judá. ■< impanheiro de Adaías h um Ele tora salvo pelo pensamento rápido de rios sacerdotes que se estabeleceram em Jeoseba. A segunda esposa de Jerameel e grande apoio a Davi em suas batalhas (1 mãe de Ouã (1 Cr 2. AUMAI. genealogia do rei Saul ( L O 8. Ao casar-se AUSATE. anos |2 Rs 11. que ficou surpreso e com d»1 .11). Atalia então loi tirada do templo e morta. No sélimo ano. nleas 9. os membros da própria lamilJa.2(1).mdaote do exército (Cn 26. Avó pelosacierdoie Jeoiada e pelos guardas do Templo. JoAs |2 Rh 11 1. 2 Cr 34. Seu crime hediondo. Mencionado ein 1 Crônlca*s 1 1 20. Foram comandantes que deram ATARA. Ura dos judeus culpados de ler ora filho do rei Roboão e sua esposa casado com mulheres estrangeiras tio Maaca. rei de Judá. Rs 11. Nome quo aparece apenas leceram em Jerusalém depois do exílio em Lucas 2. Atalia destruiu Ioda a Família real.3). “o Senhor ajuda"). Da tribo de Issaoar. f'n Senhor é grande”) 1. exreto um rle seus medo. tempo de Esdras. porem. Um fios que retomaram do exílio AZANIAS [Heb.2). ela selou uma aliança entre os reinos divididos do Nordois. o com.. Promoveram o jovem Joas a rei. seja a mesma pessoa. por seis imos.v. encoutraium-se le e do Sul. 2 Cr rar IGn 26. acabou com a breve aliança entre |uda e Israel. filha do rei Jeorão e irmã de Jerusalém. de 1 Crõseis.261. 3.6|.c. loás loi iirad<i de seu esconderijo e pro­ AZALIAS. 2 Cr 22. para alegria de toda a nação ( I Mesulão. foi deposta pelos súditos AUZÃO. Filha de Acabe. e loiad a. "o Senhor tem ouvido'*). s. depois a Jerusalém (Ed 8. s. Filho de dn loiada. o objelivo de Abimeleque era firmar um acordo 22.28-31).28). Cr 12. cia dos zorntita* (1 Cl 4. um dos levitas que solaram o pacto quo o povo fez de adorar ao «Se­ mente acompanhou Esdras ao rio Aava e nhor e obedecer à sua Lei (Ne 10."o Senhor tem segurado”).

Era chofe dos intendentes distritais (1 Rs 4. 1 1 | Era sacerdote no lempo de Salomão. apa­ rece na mesma lista 1 1 Cr 6. aparece na Usla dos levitas em t Cróni­ cas 6. veja B ereqn ias (n' 5).1). 15. Sum o sacerdote no reinado de Ezequias. Um dos fudeus culpados de ter ca­ sado cora mulheres eslrangeiras. 2.2). Sacerdote no tempo do rei Llzias Quando este monarca tentou realizar as tarufus específicas dos sacerdotes e quei­ mar incenso d o Templo. 6 . 7 .6 ). 11. Us sacerdotes ra­ pidam ente o conduziram para fora dn Templo (v. ura des­ cendente de Biuui |Ed 10. A ZAR IAS (Heb.® 7). após o exílio babilónico (Ne 11.121. Pui de Joel. se ele seguis­ se a Dous. A^a obedeceu e íoi grande­ mente abençoado |2 Cr 15). profetizou duran­ te o reinado de Asa. Levita. Para m aio res d o talh o s. 18. citado somente em 1 Reis 4.13. da família de Zadoque. 80 8 Avó do Azarias anterior (u.39 3.14. Levita. 2. Um dos principais Oficiais do rei Salomão. Azarias o repre­ endeu.2). 191. . 16.12).11. para colocar o menino Joás no Lrono de Judá e derrubai a perverso rai­ nha Aialia (2 Cr 23. Sou outro nome era Uzias (2 Cr 26).5). filho do sacerdote Zadoque e um dos oficiais do rei Salomão (] Rs 4. Em "filho do Nata". Filho de Jeroão.10.361. 1 4 . 2 . 10. Aparece na mesmo lista com os Azarias anteriores (n .3). de Judá.1 1 J. Ele ex­ plicou ao rei por que as o fertas e os ilízimois do povo estavam amontoados por todo o Templo. ancestral de Samuel ( I Cr 6.8. Rei de Judú (2 Rs 14 a 15! 1 Cr 3.121. 20). 12. Sim plesm ente porque . "Deus tem ajudado”).1). ao 50 estabelecer.2).13). 4. citada apenas na árvore genealógico da fam ília em I C rónicas 2. “O Espirito de Deus" veio sobre ele (2 Cr 15.1) o falou ao rei que o Senhor o abençoaria. Uzias foi castigo do por Deus e contraiu a lepra (v. 13.AZAREL AZAREL (Heb. acreditando or­ gulhosamente que podia fazer o quo de­ sejasse (2 Cr 26. "o Senhor ajuda-*). possivelmente o pro­ feta que confrontou Davi em 2 Samuol 12 ou o irmão de Salomão (filho de BatoSeba: I Cr 3.31. um dos eoatilas en­ volvidos na limpeza do Templo durante o uvivamento que houve na época do rei Ezequias |2 Cr 29. é cilado apenas na arvore genealógica da família em 1 Crónicas 2. Também conhecido como Jnzanins (Jr 42.3B).9 7 e 8 | . que. mandou matar todos os seus irmãos (v.5.9. Uni dos músicos escolhidos por sorteio para Irabalhar no Templo (1 Cr 25.22). Filho de feroão. 17. 17m dos comandantes que se uniT a m por meio de aliança com o sacerdote Juoiuda.5). Era irmao de leorão.38. 1. Filho rle Aimaás e pai de Joauã.16-18). oro oficial da Iribo de Dã. Filho de Obede. AZAREEL 1. o sucessor no trona (2 Cr 21. 3. Um dos filhos do rei Jeosafá.41). filho de Joana (2 Cr 2 8. 4. quando esle fora bnnido por Saul (1 Cr 12 . 1. (Im dos componentes da passeata quo cantavam e tocavam instrum entos musicais na dedicação do muro de Jeru­ salém |Ne 12. Veja Uzias. 4). 10 . Descendente de Judá (através de seu filho Perez). 5. Levita e pai de Seraías (1 C r 6. Efraimita. 9 . Seu filho Amassai foi um dos sacerdoles que se estabeleceram em Jorusalém. durante o reinado de Davi (1 Cr 27. Um dos hnmuns que vie­ ram a Davi em ZiclagUe. Ed 7. Pui de Amarias (Ed 7. Bisneto de |udá (neto de seu filho Zerá).18). Um dos primeiros sacerdotes le­ vitas a se restabelecer em Jerusalém de­ pois do exílio babilónico (1 Cr 9 . Um dos lideres do rem anescente Judeu que se levantaram contra a profeta lerem ias (Jr 43.

1.lã o descendente de Rubem (1 Cr 5.3). 9.222 de seus descendentes retornaram rio exílio babilónico coui Neemias: em Neemias 7. o primeiro de seis filhos de Azei (1 Cr 8.12). Benjamita. AZIZA (Ileb. AZEL.271.8).AZRICÁO eram ara tamanha quantidade que us sa­ cerdotes não tinham onde guardá-los. logo depois do retorno do exílio babilónico. 1. AZBU Q UE. AZAZ. Um dos descendentes do rei Saul.l. Barumita.2111. 2. quando eru trans­ portada para ferusulém pelo rei Davi 11 Cr 15. Era descenden­ te de Saul. Aziza divorciou-se (Ed 10. A ZR IC Á O |Heb.9-13). 1 . Possivelmente é o mes­ ma Azmavete registrado no n.17 o númoro é 2.ilado como lidrr de um «'. foi responsável pelos tesouras reais durante parte do reinado do Davi (1 Cr 27.n. Um dos descen­ dentes de Azgade.b . filbo de Jeoada. AZGADE (Heb. Filho de Adiei. 2. feito polo povo do adorai ao Seabor e obedecerá sua Lei (Ne 10. cilado como um dos "trinta" lideres militares de Davi (2 Sm 23. Esta­ va entre os descendentes de Zatu culpa­ dos por terem casado com mulheres estrangeirai). 0. 3. Esse Oséias era chefe da tribo de Efraini.. Azgade foi um dos bderos quo selaram o pacto A Z I E L .38.44). e filho de Eleasá. Um dos membros da família dos meraritas.20). era chefe do distrito de Bnte-Zur o ajudou na recons­ trução do muro de lerusalém |Ne 3. 3. Pertencente à tribo do Judá. assiiu .322. Mordomo do palácio duranle o rei­ nado de Acaz.38. Pai de Oséias (1 Cr 27.23 Essa lisla proporciona uma linliagem real para a Iribo de |uda depois do exílio babilónico. quando Davi levou a Arca da aliança para (erusalrtm 11 Cr 15. Uiu dos supervisores dos dízimos e das oíertas trazidos na época do rei Ezequias. filho de Catã. dois guerrei­ ros que se uniram a Davi em Ziclague (1 Cr 12. rei de Judá.37. o qual. os parteiros.44). em L Crónicas 3. 18. “Gade é forte). Foram lautas as doaçóes envia­ das ao Templo que foi preciso construir armazéns especiais. AZAZIAS lHeb. Joanâ.13). “aquele que é forto"). Azazias estava entre os levitas escolhidos paru organizar o es­ toque das ofertas. Sob a direçáo de Esdras.12 registra que 1.42 seu pai é chamado de Jaerá). comandante do exército de Israel 81 .31. AZOR . 4. nos dias do rei Davi. Pai de Neemias (nao o que foi governador). ele aparece comu pai de Sadoque o filho de Elloquim (Ml 1. É r. 2. "minha ajuda tem-se levantado" J.2 I). através de JÓnalas. Na genealogia que mostra a li­ nhagem real de Jesus. Benjamita. l Cr 11. Azazias tocou harpa adiante da Arca. Um dos levitas que tocaram Itocador de alaúde) na adoração dos israelitas.11.c. Teve seis filhos e era líder ontre os beujamilus (1 Cr «. é citado como um dos três filhos de Nearias.101. 1. sob a liderança de Conanias e Simoi (2 Cr 31.33). A Z M A V E T E . 3. o rei ordenou que fossom construídas armazéns especialmente para esse Rm (2 Cr 31. Pai de Jeziel e Pelele. Pro­ vavelmente é o mesmo Jaaziel cilado no v. Esdras 2.36: em 9. e p. a. figuia na genealogia de Saul (3 Cr 8. retornou do exílio babilónico com Esdras (Ed 8. Piai de Bela e filho de Soma.° 2 acima.43. Foi morto por Zicri.15).25). 2.14). Um dos descendentes do roi Davi. "0 S e n h o ré loarte'*).

Ele e seu povo.15). Esposa de Calebe o mãe de Jeser. de Judá. Levita do dã dos merarilas. pois ex­ Cr 28. 1 . e. Cabeça de c lã e valente soldado da Iribo de Manassés I I Cr 5.14.31). cuju neto. Pai do lalso profeta Hananias.AZRIEL 22.7|.42. “loram infiéis ao Deus de seus pais" e por isso o Sonllor execu­ tou juízo contra a iribo deles.2131.46). ê um dos lideres do povo que selaram a aliança com Neemias. AZUR. Durante o reinado de Davi. Esse pacto consistia na renova­ ção do compromisso do povo dn servir ao Senhor Deus de Israel (Ne 9). o csdlio babiiôiiíco (1 Cr 9. e esposa do rei Asa. 2 0 0 p e s s o a s .43. recebeu ordens do rei jooiaquim paru prender Baruque e o ))ro­ leta Jeremias |Jr 36.i d o l o s " (N u la d o T r a d u lo r j 82 . enfrentou Jeremias. um dos líderes dos israelitas.24). Em Neemias 10. 2. N o u r it ç in o l o n n lu r c o l o c o u a q u i " E l O l i U i i " ( D e u s E t e r n o ) . por isso. 2.»L k . 1. 1 . Ne 11. AZUBA. Mae do rei Jeosafá. que lalou durante o reinado de Zedequias. As versõos e m p o r t u g u ê s t r a d u z e m e s s e s l e * i o s a p e n a s c o m o " c o l u r u i s ’’ n u " p o s t e s . e n L r e t i u ilo . estabeleceu-se em Junísalâm após Rs 22. os quais lalaram falsamente que haveria paz para Israel e.26).dn Seulior". de |udá. Seu filho "fez o que que lutava por Peca. entretanto. Quando morreu. juntamente com Salem ias. 3. "Dftus é miiilia ajuda"). * N u u r i g i D o l f o i r a l o c a d o o n ú m e r o 3 2 . Ru de Seroias que. Sobabe e Ardom.1). Calebe ca*ou-se mm Efrate í 1 Cr 2.pulsou os prostitutos cultuais de ludã e acabou com muito do passado pagão (1 Semaías. filhô de Remídias (2 era roto aos olhos. 25. Pai de Jerimote.17. enfren­ taram Ezequiel. Citado em Ezequiel 11 1 como o pai de Jaazanias. Era gibeonita (Jr 28. o q u a l. 4. 2 Cr 20.o i N o t a t i o T r a d u t o r ] . AZRIEL (Heb. 3. por meio tJo rei assírio (vv.191. n õ n c r jin c á d e c o m a r e f e r ê n c i a b í b l i c a c o r r f if i p o n d o r jt e u e m c o m o r e l d l o b íl.18. por isso.10). Jerimole era oficial ria tribo de Naílâil I I Cr 27. p r o v a v o l m e n t e d n f o r m a l í q u i v o c a d a íN o lfl d o T r a d u to r ). Era li lha do Sili (1 Rs 2.

O ponto é novamentedestiicadoquan­ do. (2) A segunda ironia é sobre o pró­ prio sacrifício. A ironia dosla passagem. a qual o escritor supôs que seria evidente para sua audi­ ência. Em úliiroa análise. Pb In contrá­ rio. portanto. porque representava o deus da tempestade. o san­ gue do sacrifício pareceria ser o dos pró­ prios proMas dp. e concluindo com a cena onde a Chuva veio somente por uiejo das insiruções de Deus. em vez de argumentai. apesar do fracasso n a c i o ­ nal na adoração do Deus verdadeiro. cuidava das colheitas c rias terras: porém se estivesse zangado. A dificuldade do povo de Israel náo era a de encontrar o Deus principal mnu panteão de muitos dmises. quando estava satisFeito. Deus com Baal. mas o leitor é levado a formular essa inescapável conclusão. Esse deus semita orídeutai sempre provou st:r uma dmc»ça para a adoração genuína do povo de Israel.41-45. 29b) por parte deste deus. Essa realidade não está explícita '-m I Reis 18. D sacrifício deles loi em vão. o qual. Começando com o desafio de 1 Ruis 17. para posteriormente ressuscitar. leais a Acabe. A despeito de toda a frenética atrvidade deles (w. pode ser vista em trés áreas: 11) Talvez a mais poderosa soja a ironia relacionada com a Incapacidade de BaaJ de enviar i huva. era a ironia de que Baal eslava morto. Elias. Israel estava en­ volvido etn um sincretísmo religioso com as nações circunvizinhas. viviam uinn ambiento Dode o tomor de outros deuses havia obstruído a confiança dn povo nas palavras dos profetas. porque 0 único sacrifício acei­ tável ao Senhor foi » fidelidade de um único profeta. “mostro"). a o comparar a verdade com a falsidade. o deus que tinha o con­ trole das forças da natureza p a s s a v a por ciclos regulares de morte e ressurreição. pois não existem.40). Desde o Inicio do reinado de Salomão.B BAAL (Hob.1.27*29. O indisculível silêncio do falso deus de­ 83 . Os cananeus acre­ ditavam qur: ele. a questão era descobrir: "Qual é o único Deus vivo?”. em l Ruis 18. foi Deus quem mandou a chuva — algo que acreditavase ser uma prerrogativa de Baal. A vindicação do prolela é que somente Deus esta realmente vivo. os outros não dão resposta alguma.ão alguma" [v. "não houve voz. Era mui! o remido na cultuação cananita. Esse fenómeno podia ser visla nos perío­ dos da seca e da chuva.0 confronto entre o profeta do Senhor e os de Baal sobre o monle Carmelo foi o ponto culminante da crescente tensão entre us nomes Indicados por Jezabel e. Baal mortos (l Rs 18. a inten­ ção do profeta era zombar da insensalez de se adorar um “falso deus”. muitos dos quais inclusive mataram. o 11uaJ compro­ vou quo o Senhor podia Tetor a chuva. (3J A conclusão. no auge de sua aiividade profé­ tica — enquanto o reino de Israel ennontrava-sp num triste declínio sob o Toinado de Acabo — confrontou a adoração de Baal feita pnlo rei e pelo povo. em I Reis 18 . 27-20). a despeito do que diziam os seguidores de Baal. A reli­ gião cananita racionalizou os silêni ios periódicos dos seos deuses com a idéia mitológica de que BaaJ ocasionalmente morria. não envia­ va as chuvas. nem resposta.que tais entidades na verda­ de não existiam. Ao Invés de fazer prosélitos. nem alern. Em I Reis 10. como deveriam. a Bíblia demonstra clara* meule que o S^nhoT é todo-poderoso s o ­ bro a natureza. Soxnenle Ele respon­ de com fogo.

é o mesmo Baaua do n® 3 anterior. depois de sua morte. Megido e toda a iegiáo entre Bele-Seá e Ahel-Meolá (1 Rs 4. preferiu L r ao encontro de Gedalias. (Hebr.v. BA A L -Z E B U B E . citado entre os "trinta heróis* de Davi (2 Sm 23. “Baal é gracioso").2.C. Hadar reinou em st. possivelmente seja uin caso da religião cananila que absorveu algumas idéias da religião israelila. LT m dos lideres que sela­ ram o pacto leito pelo povo de adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei |Ne 10.4(5). em Mispa. y.8). benjamita que vivia em Moabe. "deus da alian­ ça”) Duu. o qual trabalhou na reconstrução do muro de Jerusalém depois do exílio babilónico (Ne 3. Ju n tG com Recabe.30. “filho da opressão”). BA ALIS .4. Filho de Rimoxn e capitão do exér­ cito de Is-Boseto. foi uuLro governa­ dor disirital do rei Salomão. Por outro lado.s cananila adorado em Sitjuéin (veja Baa!) Também chamado El-B«rite Uz 9. Jeremias após ser liberto por Nebuzaradão.Jz 8. 5. durante a primeira parte do cativeiro de ludd na Babilónia.38. os liebreus. 84 . M . com sua referência ã "aliança". Netofalila. Em 2 Reis 1. Filho de Husai. na especlativa de sua aprovação. 2 .u lugar. BAAL-HANÃ (Hebr. Pai de Zadoque. "senhor das moscas"). BA AL-B ER ITE (Hebr. loi à casa do rei e o matou en­ quanto dormia. 1 Cr 11.14). responsável pela região de Aser b Alole II Rs 4. BAASA.H . provavelmente foram atraídos para uma divindade já exislente e que se preocupava com alianças. Os dois cortaram a cabe­ ça do antigo lider e a levaram a Davi. Ne 7. Sob sua liderança. 2 Gederila. Cerlamenle.10). 1.29. divorciou-se dela e de sua primuira espo­ sa Husim. ienba sido criado para aju­ dar jia assimilação e an união com os Israelitas. Foi su­ cessor d« Saul (descendente de Esaúj com o rei e era filh o de A cbor |Gn 36. os amouilas. Rei de Israel por volta de 909 a 886 a. entretanto. 1. Rei dos amonitas. Era res­ ponsável pelas plantações de olivais e sicõmoras nas campinas ( l Cr 27. para obter inlormações sobre sua doença terminal. Veja HeJedo. Usurpou o poder do reino do Norte das mãos de Nadabe. 2. 6* Uru dos que retomaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. o qual o rei Acazias tentou con­ sultar. o qual. íilho de Saul.BAAL-BERÍTE veria levar à conclusão de qun ua verda­ de eslava permanentejnonte mortol s. 3. para permanecer em judá. FlLhfj de Ailude. Seu dis­ trito cobria Taanaque.27).30). filho de .28). entretanto. 1. 4. Os cananeus ado­ ravam m uitos baalins. Veja Baal. 7. o povo não perdeu leinpo em envolverse com a adoração de*sa divindade I.50).5-12). pai de Helede.-16). 1 Cr 1. é o nome do deus de Ecrom. liderados por Baalis. depois da morte du Gideão. O filho de Jessé. veja Recabe. Um dos reis de Edoui anterior à conquista ria terra pelos israelitas. Esposa de Saaraim. houve relativa prosperidade para os pobres que não (oram levados cativos. um dos superintenden­ tes durante o reinado do Davi. Baara não gorou filhos (1 Cr 8.4J. resol­ veram tirai’ vantagem da situação para matá-lo Qr 41). Foi quem instigou o assassi­ nato de Gedalias (Jr 40. Citado apenas eui Juizes 8 o 9. o povo du aliança.L2J. mais tardo. nomeado governador pelo rei da Babilónia. se assim desejas­ se. No m ínim o é possível que esle. Provavelmente.49. ordenou o seus homens que os matassem e pendurassem seus corpos junto ao açude em Hebrom (2 Sm 4. foi um dos gover­ nadores distritais do rei Salomão.33. BAANÁ (Hebr.7). BA AR A. Para mais detalhes.

2 Rs 9.L3I.40). Baasa era filho de Aias. men­ cionado na lista dos músirou de Davi que serviam uo Tabernáculo nos dias anteri­ ores à construção do Tfemplo ( L Cr 6. quando imitou todos os descenden­ tes de Jeroboão. uma área remanescente dos dias do roi Salomão.22. Balaáo experimentava uma comuni­ cação privilegiada com Deus.17). A intervenção do legislador nm favoi do povo impedira a aniquilação da nação sob o julzo do Senhor (Nm 22. enquanto Bolaoo nada percebeu. Foi o terceiro rei da parte norle do reino dividido.u. depois de atacar Judá. De acordo com Números 22. região do Knfrates) se infiltre e perversa­ mente crie tumulto na comunidade de Deus. B A E S E IA S . quo resultaria na destruição total de suo casa. A maldade de seu reinado tornou-se quase um provérbio sobre o pecado. Esse falso profeta tipificou a situa­ ção de instabilidade de Israel uo tempo de Moisés. mandando um anjo blo­ quear seu caminho. A história desse falso profeta is mais bem lembrada pelas palavras do animal. Quan­ do se tornou rei. após 26 anos o regime de Baasa foi derrubado poi um golpe de Estado encabeçado por Zinrt Esse final fura previsto pelo protela Jeú que o alertara sobre o iminente juizo de Deus. Balaão foi convocada pelo rei Balaque. e foi forçado u abrir mão de alguns terri­ tórios em Eiraim. Juntam ente com M atanias. nos dias do rei Joiaquim (Ne 12. os cães lamberiam o sangue dos parenLeii que morressem na cidade II Rs 1IU-7. Estabeleceu seu reino primeiramente em Tirza (1 Rs 15. LIm dos porteiros que guardavam os armazéns. Deus enviou juízo contra o reinado de Nadahe..25. que mostrou maior sabedoria do que seu douo o era capaz de proferir oráculos mais sá­ bios! Finalmente. da Iribo de Issacar. BACBUQU IAS. Umdos levitas companheiros de Matanias que retornaram do exílio babilónioco com Neemias (Ne 11. O governo de Baasa. Asa firmou um tratado com orei da Síria (1 Rs 15. 85 . l-. e outros para a Siria. Seus descendentes esta­ vam entre os servidoras do Templo que retornaram do exiLio babilónico coui Neemias e Zorobabel (Ed 2.31. Balaão foi autorizado a prosseguir »ua jornada. os israeUtas ainda ti­ nham o controle sobre os territórios a les­ te do rio Jordão. que lalava com o povo por meio dos oráculos: entre­ tanto.8).26). pois simplesmente seguiu o mesmo caminho do pai (3 Rs 15. era idólatra e perverso. Logo perderam todas essas terras e. 2 . 2 Cr 16). Baasa logo per­ cebeu que lutava contra a coalizão em duas frentes. era responsável pelos cânticos em açáo de graças no Templo (Ne 12. como acontecera com o governo de Jeroboão antes. ombooni sou filho Ela tenha reinado por p ou co tempo.9J veja também Nadnbp. de Moabe. Após testemunhar uma grande vitó­ ria pelas mãos de Deus.33. Ancestral de Asafe. uma ao Dorte c outra uo sul. BALAÁO.49J. os hebreus logo foram seduzidos p elas praticas dos moabitae (veju Números 25).16*22. foi nm desastre para Israel. Ha uma Ironia no Fato de que a jum enta reconheceu o sor angelical. Provavelm ente é o meNmo Bacbuquias an terio r (n 9 >).9). BACBUQUE.12.25). con­ tudo. Permanece como uma adver­ tência quanlo aos perigos do se permitir quo ura forasteiro (Balaáo era de Pelor. Jaú v Tdmi. Ne 7. por causa de sua maldade e idolatria. e matou Nadabe enquanto estR lutava contra os filisteus. como tombem a intervenção de Deus. para ludá. 1 . dele. cu jo nome foi usado por Deus pnra lembrar as futuras gerações dos reis de Israel sobre os perigos da idolatria e o castigo subsequente 11 Rs 21. como Nadabe e |eroboão. Baasa. Deus interveio. 16. 3 .53J.r.BALAÁO Jeroboão l. da mesma maneira quo os israelitas.

v. Dessa maneira. alcançar seus objeiivot» pessoais. o ialso ensino deve ser evitado. Pelo contrário. convicções frágeis e superficiais. foi morto por Moisés B A L A Q U E . Ancestral de 1lt«i. uios e da medo. ao invés de amaldiçoar (Nm 23. a maneira como Balaão foi induzido no adultério espiri­ se r” |Nm 2’2 . nador Balaque náo estava interessado nas palavras de Balaão (Nm 24.18.14 advertem o povo do Deus quanto do Os escritores bíblicos viram Balaque perigo de aceitarem em seu meio um pa­ COmo um exemplo de extrema unprudéugão com uma maneira de falar suave e cia e umu ilustração de como os pagãos eloquente. s.4B). Anceslral de Hlã. 2. Acliou nuou a intervir pma guiai sou povo na que seria possível contratar Balaão para vitória sobre seus inimigos. C ) cristão deve ser grato do de Davi (1 Cr8. o apóstolo alertou para o perigo das pala­ BANI (Heb.8. Pérgamo. israelitas para os pecados sexuais em Pear. De acor­ BALAOÃ. 2 Pedro 2. 34). Pai de Murodaque-BaJadõ.12. Para o ceu em Jeru salém depois do exílio apóstolo João. porque fun­ 1.111 . Judas 11 e Apocalipse ar o povo. mas com perigosos r|ue causa sobre a congregação desejo do usar os dons de Deus.22). que se apoia em seu conheci­ subestimam o poder do Deus de Israel. A despeito da mis­ diçoar o povo de Ixruel. o episódio de Balaão assim.17). a fim de (Ap 2. Assim. "construção") vras “arrogantes de vaidade”. devido i i sedurão e aos efeitos um homem de talento profético. mento como uma toraia de religiosida­ Tentar amaldiçoar o povo a quem Senhor de. Nm 31. r.15.BALADÀ da auto-eugano. Por essa r a z ã o .11'* mostra Balaão como mesma forma. 2 Pedro 2. mas enga­ nham (cf. derrota-los (Nm 22) A despeito da lornuu-se intiis um exemplo da toial suinsensatez de Baluão. Deus o usou vúj ias beranda dfi Deus que opera para o bem de vezes para confrontar BaJaque e aheuçoseu povo. porque este uo final serã ele acendeu a ira do Deus. que serviu como cionam Coido uma cobertura pura os de­ músico no Tabernáculo.c>m sua relu­ tância em fazei' '‘somente o que Eu te dis­ exposto. roi do com Números 31. Sedu zido pela tual por Ba Iaque è muito pior (veja mais bajulação (Nm 22-17) o mais interessado detalhes em Bolaqi Ml. durante o reina­ sejos malignos. Filho de Z. T s 13. para consternação do rei mosbila.fi).2 0 s ). que As gerações futuras são desafiadas a lem­ podem ser compradas (Nm 22. movido polo tura de verdadeiros e falsos orá<. Is 39-1). esse falso pro­ da Babilónia na época em que Ezequias feta aconselhou os midianilas a atrair os ora rei de Judá 12 Rs 20. ]z 11. porque lal vaidade decoração será expos­ 2. E. o pior pecado não é de fato o 86 .14). Uma apnrônt ia de piedade encobre ção sobre si mesmo! (Is 2*1. Como aconteceu coxn Balaão as conse­ Balaão entrou para a tradição rabínica quências do pecado finalmente os apa­ uomo um diplomata eficiente. o qual tem vida curta.. ao escrever á igreja em babilónico (1 Cr 9-4 J.15. que se estabele­ ta no dia do julgamento lld 111. Da (v.a. o juizo em descobrir um meio de acomodar os mais rigoroso esta reservado para as que interesses do que em prestar atenção aos conscientemente induzem outro* ao erro. Dous conti­ dos israelitas sobre outros povos. e desvru-se para sua própria destrui­ abençoou só poderia resultar em maldi­ ção. loi o rei o seu* hom ens jun to com os reis moabita que convocou Balaão para amal­ midianilas (Nm 3'11.25). e lam­ brar do exemplo de Bajaqua o dessa ma­ bém um arrependim enlo su p erficial neira eviúu o Juízo de Deus ÍMq fi.ípor. oracuios que sairiam de sua própria boca. lançar uma maldição sobre os hebreus e.9. s.1 Os]. assim. ao tomar conhecimento da vitória lealdade misla do profeta.U.

para receber tais adversidades do Deus (Jó 3 2 . até a vitória. Era mais jovem do nm. 5 e 6. BAQUEBACAR.1 III. Moisés e ao seu povo e não per­ mitia que fossem totalmente absorvidos ou destruídos pelos puvos vizinhos. BARIÁ.22J. Veja Berequias. poi terem rejeitada a Ele em muitas oca­ siões. Descendem* de Secariias e fi­ lho de Sernaias (t Cr 3.4. A piini ípio. na verdade. Samuel olhou para trás. gçneral do exército do rei Jabim. Pro­ vavelmente é o mesmo B.15 como descendente de Asafe. Baraque é citado corno exemplo de um homem de fé. manlinha-se fiel ao seu pacto e ás promessas que fizera a Abraão.301. que com andava os BARAQUEL. M ie. Alguns de seus descendentes loraiu culpados de se casar com mulhe­ res estrangeiras (Ed 10. quando Sisera.BARIÁ 3. marcada cómo um lempo em que Israel esteve re­ gu larm ente dom inado pelos povos cananeus. iuijeí. 2 . com implicações lauto na vida social como religiosa da nação. Deus. íoi morto por uma mulher.14). 4 . que loi superintenden­ te dos levitas em Jerusalém. depois do exllio babilónico (Ne 11. Ela concordou.es e muitas vezes atuavam apenas numa pequrua área de Israel. 6 ) . mas que. BARAQUE.22). foi entoado poT Baraquo e Dõbora. Eles obe­ deceram a Esdras n se divorciaram. Eliú fui o ultimo dos três amigos que tentaram argumentar com Jó. cie não ficou muito satisMta com a ordem que recebera de Débora e linha dú­ vidas se realmente venceria.Ki. Seus descendentes estavam entre os servid ores do Tomplo que retornaram du exílio bobilónico com Neemias (Ed 2 . israelitas na batalha. seu argumento loi que Jó era culpado de alguma coisa. Veja Beuw 8 Um dos levilas que instruíram o povo na Lei.551.5] 9 e 1 0 . em 1Samuel 12. isso realmeuti: aconteceu. entretanto. IJ. um gratidão pelo grande sucesso obtido (v. Levou com ele voluntários de ZebuJom e Naltali.sua Lei |Ne 10. UL Pai de IJsri. De acordo com Esdras. v í v p u durante o pe­ ríodo dos Juizes. BAR COS. C42 cie seus d escen d en tes retornaram do e x ílio babilónico com Neemias (Ed 2.34).29. mas disse que a gloria pela vitoria na balailia seria de uma mu­ lher. que levantou Débora e Baraque. íoi iiixi dos primeiros a retomar do exílio babilónico uo tempo de Zorobabel. A vitória.icbuquias dfi NeeiriAas 11.7). BA R A Q UIAS1. rei cananeu (Jz 4). Quando a opressão tornava-se muilo grande. paro a obra <lo Senhor por meio de Baraque o ou­ tros juizes. natural de Quedes de Naitaii. sob a direçáo de Esdras (Ne 8. 5 3 : Ne 7. Pâi dc* Eliu. Foi uma época de anar­ quia na bistório dos isrnebt/is. Pai de Reum. que voltou □ Jerusalém m m Esdras durante o reinadn do Artax«rxg$ |Ed 8.Sçlumito. buzita da fa­ mília de Ráo. O Senhor permitia essas situações como punição. Levita citado em i Cró­ nicas 9. Esses comandantes então fornavam-se iujy. que liderou os levi los nos reparos do muro de Jerusalém (Ne 3. Em Hebreus 11 <2. lael (Tz 4-211 luizes f) registra o que é Irequen temente chama­ do de “o cântico de Débora". 7. Sò Ma < t bata­ lha se açjuela profetisa acompanhasse a tro­ pa. Foi um dos 87 .17. o Senhor levantava um líder no m eio do povo. Baraquo ficou conhenldo como o co­ mandante que íoi ã guerra em resposta ao chamado de Débora* para lutar contra Jabim. fí Lideraram os judeus na confissão dos pecados (Ne 9. loi claramente atribuída ao Senhor.17J.11. contudo.o patriarca e esla­ va preocupado porque este lentava justi('iciir-se diante de Deus. . Dois dos levitas que melaram o pacto feito pelo povo de adorar ao Se­ nhor e obedecer á . Ancestral de . Filho de Ahiuoão.

14. 10) e pro­ nunciou o juízo de Dous contra ele. A ênfase uo Espirito Santo e o juízo particular pronunciado por Paulo propor­ cionam uma diferenciação inilílo clara entre a verdade e a falsidade. Tal ação. Nomo judaico de um mágico e falso pro­ feta. Eles navegaram adi­ ante e chegaram a PeJge. im&. pregando e ensinando (w.il ura liderança para cada igreja (Al 14.i. Os dous dn Barnábé loram reconhe­ cidos pela igreja de Jerusalém. ondw ambos ficaram por algum tempo.BAR-JESUS mtnubros da linhagem real de Davi. di r“Mercúrio.6|. Ele ficou em­ polgado com o desenvolvimento espiri­ tual e encorajou os crentes a permanecer fiéis (At 31. Evidentemente Barnabé Linha a figura mais imponente.Jesusopôs-se ao Evangelho e delibe­ radamente tentou afastar Sérgio Paulo da !’é. Quando Saulo de 'Ihrso se con­ verteu. 8). para sugerir algo do sou ca­ ráter fAt 4.1-7. que Lucas descreve como "homem prudente". Nessa situação. Consclent. No meio de uma crise de fome. na lorma de uma cegueira temporária.30). Bar. O apolido que OS apóstolos deram a um levita natural de Chipre que se tornou bder na igreja primitiva. M filho dl» Jfcsús").12). Paulo r Bamahó apresentaram a pro­ posta sobre ú plena admissão dos gentios na igreja (At 15. pnlre o que pertence ao engano do diabo e o que e de Deus». A primeira aparição de Barnabé foi em Jerusalém. du­ rante o governo do imperador Cláudio a igreja em Antioquia onviou ajuda para os irmãos na Judéia. rela­ cionada apôs o exílio babilónico. enlreianlo.1-5. as quais foram comissionados e enviados na pri­ me L ra viagem missionária (At 13. loi eh* quem o apresentou aos apóstolos nm Jerusalém lAl 0. A decisão do conclave foi bem aceita em Antioquia.12) e receberam apoio do concilio de Jerusalém (vv 22-29). A dupla missionária seguiu adiante e pregou em Antioquia tia Pisidia. Quando a mensagem divina e procla­ mada. indicaram ho­ mens aptos a prover li. cuja larela foi confiada a Barnabé e a Paulo (At 11. Seu nome grego era Elimas (v. Paulo agiu rapidamente: "Cheio dn Espirito San • lo".13). BARNABÉ. Barnabé é meut ionado 29 vezes cm At os e i riuno nas cartas de Paulo. na ilha de Chipre (Al I3. João Marcos. Infelizmente.25.rpretou seu nome apostólico como “filho da consolação'*. ele chamou Elimas de '“ filho do dia­ bo. Icouio e Derbe. Dai em diante.32-371 . onde é cilado como um tuiuavilhoso exemplo de generosidade (At 4. pois em Listra foi chamado de "Júpiter" e Paulo. os dois companheiros tiveram um sério desentendimento a res­ 88 . porque este era o que lalava” IAl 14. 12). frequentemente porecu haver um trabalho determinado contra o Evange­ lho. culm inou com a conversão do procônsul Sérgio Piado | v.23).10-211 . que "procura­ va muito ouvir a palavra de Deus'* (v. lizeram o mesmo itinerário e. Seu nome judeu era losé. eles pregaram por toda a ilha de Chipre. pois Lucas lo escritor do livro de Aios) refere-se a "Paulo e os que estavam com ele" |Af 13. diante ria oposição o do lutnresse da multidão (At 13. Sérgio PauJo. B A R -J E S U S [Heb.13). 30-35). parece que Paulo assumiu a lide­ rança. uo chegar ú Antioquia da Síria* prestaram o rnlutório sohre a missão realizada (Ai 14. que o en­ viou paia investigar as alividades cristãs nm Antioquia |At t l.21-28).9). onde o procônsul Sérgio Paulo (Teu no Evan­ gelho (At 13. separou-se deles o vol­ tou paia Jerusalém (At 13.12) Na viagem dc volta. Listra. na Paníília |alu­ ai TUrquia I: um dos componentes da equi­ pe.23).26).271.36].7. inimigo de Ioda a justiça" (v.42-51. Al 13. Ele eslava a serviço do procônsul roma­ no. Recrutou Saulo (lambém conhecido como Paulo. mas Lucas intp. encontrado por Paulo e Barnábé na cidade de Paios. combinada com o ensino aposlóliu. e os dois trabalharam juntos em Antioquia e ensiuaram muitas pessoas (Al 11.es da direção do Espírito. 7).22).1-3).

pudessem supérar as dificuldades.7-15: Lc 23. Talvez fosse um zelole” e o levante representasse uma fenlativa de se alcançar a liberdade do jugo romano. Existem trêsreferêncius n Barnabé nm Gálalas (G1 2. ao concordar que deve­ riam ir para os "gentios. A partir desse momento. Jesus não era a grande figura messiânica que esperavam. e os irmãos do Senhor. conforme aconteceu com Paulo. Uma multidão foi rapidamenle reunida pelos lideres religiosos. seu sobrinho. o qual mandou saudações com Aristarco. que vivam do evange­ lho" f l Co 9. e eboio do Espírito San lo n de fé” fAl 11. uno seria provável olerecê-lo paia ser solto. porque se relaciona a foão Marcos. Tiago. prisioneiro junto com Paulo. que Paula confrontou o repreendeu |Gl 2. onde aparece com PhuIo e Tito numa consulta com os líde­ res da igreja em Jerusalém Durante essa reunião privativa. ao seguir a orientação dos "sacerdotes e dos principais da sinago­ ga'*. Pedro cedeu às pressões dos de­ fensores da circuncisão e “até Bumabò se tleixou levar pela sua dissimulação". “filho do pai"). Se esse lósse o caso. e eles á circunci­ são (aos judeus!" (G1 2.40). Como qu alquer outro ser hum ano. Cefas (Pedrol o João estenderam a destra da comunhão o Barnabé o Paulo. contu­ do. solto polo govemarlor romano Pôncio Pilatos no lugar de Cristo. onde chama Barrabás de “homicida".r. o filho da consolação não é mais meneiooado do mia to rio Atos.14). O que se poderia dizer sobre o caráler de Barnabé? Era uma pessoa boa. A referência final a Barnabé é tocan­ te. quo buscava a direçáo do Espírito Santo pura lomur as decisões Encoraja­ va seu companheiros de trabalho no mi­ nistério cristão e era um amigo sempre disposto a dar uma segunda chance a quem precisasse. como lambem os demais apóstolos.5. Em I. tanto eui casa como nos lugares distantes. B A R R A B A S fHeb. ge­ nerosa e calorosa. ao dar unia alternativa para u multidão.BARRADAS peito de João Marcos Paulo recusou-se a levá-la na segundo viagem missionária enquanto Barnabé deu-lhe uma segunda chance. O problema quo tiveram foi resolvido e o apóstolo escreve aos colossenses: “Se ele IJoâo Marcos) for ler convosco. vemos a rejei­ ção final do Messias de Deus. O ministério paciente de Barnabé com João Marcos foi bnm-sucedido (2 Tm 4. át) conduzi-lo consigo a Chipre IAi 15. Assim. Uma grande ênfase é dada por todos os escritores dos evangelhos ao fato de que Barrabás foi solto e Jesus crucifica­ do. mas geralmente "ora homem de bem. Paulo discute os di­ reitos de um apóstolo e levanta uma sé­ rie de questões retóricas destinadas a es­ tabelecer o princípio do que “os quo anunaiam o ovuDgolho.13. Lamentavelmenle. A.18. mesmo como um gesto de boa von­ tade por parte de Pilatos | Ml 27 16-26.6).36-391. O significado foi bem apresentado por Pedro em seu sermão em Atos 3. Barrubás foi li dor do uma rebelião omboru o propósito da mesma não fique claro nos evangelhos.9). o Cefns? Ou só eu e Barnabé Dão tomos o direito de deixar de traba­ lhar?" (1 Co 9.19: Jo 18.1 í). Coríntios. Pilatos nada achou de errado em Jesus o buscou uma justificativa para libertá-lo.A. Sua atitude 89 . para tristeza de Pilatos. “ P r i ­ s i o n e i r o notório” o assassino. que ofertou abundan­ temente seu tempo e seus talenios para a causa de Cristo. “o Santo e o Justo". mesmo que só com o lempo.24). a fim de exigir uma sentença de morte para lesus.1. a multidão exigiu que libeitasse Barrabás. Pelo fato de o povo fazej tal escolha e ser domina­ do pelos lideres religiosos.13). Mc 15. Barnabé podia ceder às pressões. Via poteucial nas pessous e desejava recrutá-las. Mas.9. recebeio" (Cl 4/10). »íle pergunta in­ cisivamente: "Não lemos nós o direito de levar conosco uma esposa crente. Era um homem de ora­ ção.14).

Filho de Zabai. impossibilitado de ir ale o Templo. a escolha dos judeus o seus lí­ deres foi a mesma quo homens e mulhe­ res de todas a* épocas e r/iças ainda fa­ zem hoje.5).BARSABÁS de pd5í e sofrimento não era algo que atraia as multidões. Em Maíeus. era secretário de fere nuas (Jr 32. Baruque foi ti leu a m ensagem da câm ara de Gemadas. é possível que Nalanael seja o prim eira nome desse d iscíp u lo e BARUQUE (Heb. Seu secretário deve­ ria u e ler a mensagem diante do povo. 10. O significado desse ato ora uma mensagem de esperança.e apóstolos" de Jesus (Ml 10. o quaJ também tor­ nou-se um seguidor de Jesus (Jo J .2U). 1. "abençoado"). o referido profeta comprou um terreno de seu parente Hananeel Eie assinou e selou a escritura de compra e deu-a a Baruque.22). 1. mas era quase certo também que tosse nm reoonlieumento de que lesus era o Messias. Se esse tuciociuio estiver correto. BARSABÁS CHeb.. ajudou a reparar os muros de Jerusalém. um dos que se es­ tabeleceram em Jerusalém depois do exí­ lio btibUônico (Ne 11.U . com ins­ truções para que este colocasse a cópia selada e a cópia aberta dentro de um vaso de barro. Um evangelho apócrifo posterior é erroneamente atribuído a ele Nada mais é conhecido com algum grau de veraci­ dade sobre Bartolameu c.47J.n. 2. "filho rio sábado"). J°ão des­ creve como este encontrou um amigo chamado Natannel. em sua ro ta para Jerusalém. At 1.44-51) Portanto. a fim de que se conservassem por um longo tempo. era um meudigo cego. Cris­ to o c ilto u (Mc 10. Em liitíiua análise. quando rejeitam a fé no Evan­ gelho do "Cristo crucificado" e preferem seguir a “sabedoria deste mundo" (t Co Bartolomeu. mais tarde. então sabemos que Jesus o tinha como “um verdadeiro israelita. Pai de Maaséias. para que Je­ sus.15-43) Mateus registra a qura de dois cegos Da salda de Jericó (Mt 20. ditou a Daruque todas as pa­ lavras do Senhor que recebera desde o reinada de losias.3. Filho de Necias. Diinrentemenlc daqueles líderes. Era uma atitude de fé nas promessas e na fi­ delidade de Deus de que o povo retomaria do exílio babilónico. Um relato mui1:0 semelhante e registrado em Lucas. na entrada da porta nova do Templo. No meio da execu­ ção do juízo divina. 4. o sumo sacer­ dote (Ne 3.a.13). Jeremias. tivesse misericór­ dia dele.13.40-521. Era um re­ conhecimento de que Crista pertencia a linhagem reaj ile Davi. 3. o "lillio de Davi". para sua última Páscoa. ele faz par com Filipe. P. esse mendigo Linha confiança em que o illho de Davi podia curá-lo..14. Sua fé foi recompensada e ele ficou são imedia­ tamente.10).12.. Lc 6. É interes­ sante notar que essa expressão loi o tema de urna discussão entre Jesus e os judeus religiosos. p. B A R T O L O M E U (Aram. os quais ordenaram que o servo de 90 . na esperança de que as profecias o le ­ vassem ao arrependimento. BAR Tl M EU. Quando Micaias ouviu o que Baruque lia. Filho de Timeu.J5. con tudo.18-21).23) e Ju d as Barsabás (At 15. Um dos que selaram o pacto feilo pelo povo de adorar ao Senhor e obede­ cer às suas leis (Ne 10.0). Mc 3. Aparece em cada uma das quabo listas dos "do/.Q . o patronimk^». Ao obedecer às instruções do Senhor.c.3(>). desde o ângulo até a porta da casa de Eliasibe. em quem não há nada falso" iJo 1. é muito significativo. Jesus o encontrou nu es­ trada que levava u Jericó. Veja / rA sV * B a rsa h á s fAt 1.í O apelo do cego.20-34). naquele mesmo dia (Mc I2. veia essa proposta de uma grande bênção. É possivel que seja o Baruque anterior (ne L). contou aos oficiais do Tem­ plo. so­ bre quando Jesus chegava perto "de Jerirõ" (Lc 18. "filh o de Tolmai").

Nebaiote o filho de Ismael (Gn 36. que se casara ccxni Merabe. ao dar instru­ anteriormente.ti). quando uma transgressão ao manda mento de era perseguido por Absalão Quando o rei Deus de que os descendentes de Abraão chegou a Manaaim. N* 7. Era casado com a “filha" de Barzilai. 1.27) Era um ' homem muito disposição do se associar aos povos ao seu velha". lemhrou o filho da ne­ identificada como Maalale (Gn 28. con­ tra a vontade.61-03.rndo acompanhou Davi até o Jordão. mas o Senhor desejava que ele entendesse que. 35 regi. A despeito das ten­ tativas para dêètruf-la. 1'iiha de Saul. Os inim igos de Deus acusaram Baruque de incitar Jeremias contra elos [>ara entregados nas mãos dos caldeus. a Palavra de Deus permaneceu IJr 36). e a melhor tradução seria. Barzilai estava ontre deveriam viver separados dos cananons. em busca de honrar a grande fidelidade de Barzilai e uma espnsa. Ele p o profeta foram levados por Joana. até que o Drim e o Tumim fossmn consultados (Ed 2. próximo de sua famí­ também Toram chefes (Gn 36. “uma descenden­ te de Barzilai". pois desejava morrer em nou-se um tlde-r em Edom e seus netos paz. redor Esse seu procedimento conlrasla qu.6-9). com oitenta anus (2 Sm 19. 3.6. por isso. ele deve­ ria ser grato por escapar corn vida.32). que viajou até depois da morte de Absalão. e. na Mesopotamia. grandemente com Jacó. Viveu depois do retorno do todlio babilónico. ande cuidaria dele. disseram que Baruque o leremia» se escondessem e Foram relatar ludo ao rei.17).i quo esses casamentos foram utuu fonte do amargu­ BARZILAI (Heb. BASEM ATE.T|. Davi d abençoou o seguiu para Jeru­ 2. num ata de desobediência ao SeDhor (Jr 43. em vez de “filha”. sem dúvida porque tais uniões representavam quo permaneceram fiéis a Davi. m . posteriormente tor­ recusou a oferta. Jeremias enião advertiu Baruque a não Jniscar grandes coisas pnra si mesmo (Jr 45. dentro do t ontexto da des­ truição de Jerusalém e do exílio. considerados como “imundos1 '. Quan­ do leram a rneusagem.34) E»aú casou-se com pia e com oulra heléia. 91 . 0 meolalita era pai de Adriel [2 Sm 2 1. r. 1 . Outra esposa de Esaú.7). “OgiJeaditáde Rogelím” loi um dosra e Irisleza pura Isuque e Rabeca. Orei. Em seu leito de morle.c. o heteu (Gn 26. Tempos mais tarde.p 2 .31-39). O monarca rocusou-se a ouvir as palavras do texto sagrado e o queimou.6-fl) O filho Jerusalém. Baruque lamontuVa sua tristeza e suas dores. Cl ancião de Bassmute ReUel. por ler o primeiro rei do Jsruol quebrado o paclo que Josué firmara com os gibeonilas (2 Sm 21. Isso aconteceu mui­ tos séculos depois. foram excluídos do sacerdócio. cinco dos ííihos dela morreram num ato de vingança. escreveu nele Iodas as pala­ vras que loram queimadas e deu-o no­ vamente a Baruque. eiu vez dn cosar-se com as sugeriu que seguisse Com ide de volta a mulheres ctmanóias (Gn 28. Saul havia matado muitos deles. A também lembrou-se fielmente dos seus despuito das sugestões de que pode tra­ amigos o dos i.|a poderia ser mais hnm ções a Salomão. para o Egito. 0 v. Fillia do Elom.1-5). irmã de salém (2 Sm 19.str. o gileadita lo* i acima) é adotou o nome da família. Jeremias pegou O Uiro rnlo.BASEM ÁTE Jeremias lhes entregasse u texto. cessidade de ser generoso com os descen­ Aqui novanipule o texto é cloro em mosdentes de Barzilai (1 Rs 2.3-7). Ele procedia de uma fa­ mília de sacerdotes q u e não conseguiram traçar a linhagem de seus ancestrais e.1). M homom de ferro”). os que trouxeram comas e outros supri­ Além do mais. significavam outra atitu­ mentos esseuciais para elo e seus solda­ de de Esaú de rnjeitur ao Senhor ú a sua dos (2 Sm 17. lia.3). em sua casa. por sua vez. 0 roi quoria Padá-Ará.n.iun foram bondosos com tar-se da esposa do mesmo nome citada ole.

era pai de Zeror mente e dessa vez deu á luz Salomão fv. Zacarias. para sempre e de sua linhagem viria o Mes­ sias. Os ptícados dos servos do Senhor. exílio babilónico com Neemias.15) ainda pequeno. Filha de Salomão. ao com um dos doze oíiciais distritais — prometer-lhe que estabeleceria seu trono Aimaós. finalmente. 623 (Ed 2. Tornou-se depois esposa de namento com Bale-Seba reflete essa ver­ Davi e mãe de Salomão. escolhido mulheres cananitus. conseguiu arran7. Numa bela larde. não fica­ 92 . e bisavó de Quis. Leal aos seus companhniros. 3. apesar disso.3). BEDADE. Foi com ele que o Se­ nhor fez uma aliança especial (2 Sm 7 ).u. O adultério.C. enviada ao comandante do de Artaxerxes. Rei edomita o pai de Haríade. mens eram bonjàmitas que desertaram do voltasse para casa. que não Liveram direito a nenhu­ B EB A I. por seu relacionamento adúltero com BAZLUTE. e trouxe consigo 28 joabe. que se casara pelo próprio Deus. Seu descendente.54). quando os dois se envolveram sexualmente e ela acabou BE ALI AS. levou o rei aos pecados da mentira. «Ja engravidou nova­ BECORATE. 11). ela ajudou a assegurar Deus. mas o bebé morreu e obedecer às suas leis (Ne 10. Benjamita. Esses ho­ campanhas militares em defesa do reino. PJ). Urias rec usou-se a ir para casa e 7*10) de seus descendentes voltaram do ter qualquer relação sexual com a esposa. peca­ B A TE-SEBA . Nos eventos que dade claramente: contudo. voltou o de volta para a frente de batalha com a a Jerusalém com Esdras. de Naflali I I Rs 4.RATE-SEBA ram de fora do relato bíblico Davi foi o Irar que Esaú não deveria casar-se com maior de todos os rei de Israel. Depois N eem ias e Zorobabel (Ed 2 . ram a Davi em Ziclague. que fora es­ minoso e merecedor do castigo divino posa de Urias. contudo. durante o último período Seba..c. mostra também aorcamm a morte do rei. 1 . Ao lenlar ficar Livre dc» problema. Orei passeava pnlo enlre os servidores do Tem plo que terraço do palácio e viu essa linda mulher retornaram do exílio babilónico com banhar-se a uma certa distando. Depois da morte da crian­ ça. pudesse morrer. o a que o arrependimento leva ao perdão de sucessão ao trono. Linda mulher. Um ilos líderes que selaram o pac­ o juízo de Deus (2 Sm 12) Bate-Seha lorto firmado pelo povo de adorar ao Senhor nou-su esposa do rei. se atribuída a ele.11) ou 628 (Ne ma lolga.28 J. Como seu plano fracassou. qualquer que soja o pecado. jar que tosse trazida até ele. para que a gravides fos­ exército de Israel. do ram culpados de tei-se casado com mu­ engano e. Ne de descobrir quem era. seu esposo. quando fora ba­ Davi conseguiu que o marido de Batenido de Israel.5). que estava ausente por participar das do reinado de Saul ( I Cr 12. p. Nem que a vontade dele de ter Salomão como adultério nem assassinato estão acima da sucessor fosse cumprida misericórdia do Senhor. dessa manei­ 3. o qual era o pai do rei Témpos mais Larde. Alguns de seus descendentes fo­ ra. para colocá-lo em um lugar onde homens (Ed R. Bat«-Seba e o prote­ Saul (1 Sm 9. do assassinato.1). seja os quais reinaram om Edom antes que qual for a posição que ocupem. durante o reina­ ordem secreta. Davi coníortou-a.11-53). O profeta Natã foi a Davi e pronunciou 4. Um dos guerreiros que se uni­ grávida. Seus descendentes estavam Davi. la Natô trabalharam juntos para impedir que Adonias usurpasse o tmno (1 Rs 1. ele era humano.15). Davi rmindou2. 12 ).5 2 . o heteu. lira filhu de ELiã mais do que qualquer homem O relacio­ (2 Sm 11. Bate-Soba é mais conhecida. lheres estrangeiros (Ed 10.

pois uãa havia nenliuma prova extra-bíblica que c o m p r o v a s s e a existência de um rei da Babilónia chamado Belsazar.1).BELSAZAR houvesse um rei em Israel (Gd :t6. veja tam­ bém Is 46.8-10). 15). onde é descrita a morte dele |v. O apelo que o apóstolo fez. Pilho de Azaz. Seu filho jobabo o sucedeu (Gn 36.7) Seu nome (oi mudado paia Iíliada. Daniel 5 diz multo pouco sobre o carater de Belsazar. l Cr 1. Tomaram posse das terras a lesto de Gileade e estenderam-se até o rio Eulrates. Essa invasão é descrita em 2 Reis 15 29. 1 . pob caria um adola um yonhor diferente — o cristão serve d Cristo enquanto o incrédulo. Nos documentos remanescentes. Vivou em Aroer. 3 . P. argumeula Paulo. devido ao seu orgulho e comportamento blasfemo 93 .edeu uma autoridade total sobre o império a Bebazar. 1 .2. BELÀ. Até recentemente ainda havia cetidsmo quanlo a historicidade do Daniel 5. Vários dn seus filhos lambém fo­ ram chefes (Nm 26. esse nomo roferese a Sal anás e ó usado com esse sentido no NT por Paulo. mj-. mas envolver-se e tontar ter harmo­ nia juntos seria difícil. em 2 Coríntios 0.46 ). pai de Judite.35 . É claro que não há concórdia alguma! Portanto. rubenita. na Babilónia. Nesse texto o apóstolo insisle enfaticamente que os cristãos devem ser cuida­ dosos sobre com quem se associam e se mis luram e as implicações do envolvi­ mento com os que não são crisláos. capital do imprèrio. a Bolial. entretanto.37). Como porta-voz d / ? Deus. era um cha­ mado à santidade. que se tornou líder do clã dos belaítas iGn 46. que não e mencionado na Bíblia.forani tu)pados de ler-se casado nmi mulheres estrangeiras (Ed 10. BELSAZAR (Bab. o p rofeta o confrontou.14.30).36. "porque o seu gado se tinha BE LI AL. Ele contrasta luz e trevas no v. pro­ vavelmente devido ao prefixo associado a Baal e à idolatria cananita (2 Sm 5. Filho de Bani. BEL. Filho dn Beor e rei de Edom Reinou na cidade de Dinabá» antes que houvesse reis em Israel. Descendentn da Manassés e fi­ lho de Uião (1 Ct 7. Este leruio tam­ bém d visto no prefixo do nome quo foi dado a Daniel na Babilónia — Boltessazar. n qual foi uma das esposas de Esau (Cu 26. ao traçar esses contrastes. Um dos lideres dos rubonítas. Nos escritos judaicos do perío­ do iniertestamentário.40.8). Primeiro filho do Bonjamim.33. ‘‘Bei proteja o rei"). 2. Isso não quer dizfir quo foicrbtãos e incrédulos náo devam tei ami­ zade. embora tenha-se retirado para um palácio remoto p deixado seu filho d o governo. t Cr 1. seu povo foi responsável polo derrota dos hagarenos. Este nome aparece somente em Daniel 5. o últhno rei é Nabonido. 2. uao existe harmonia entre cren­ tes r incrédulos.17).32. O úliimo rei do Império Babilónico citado na Bíblia.35). B ED IA S . era íilho fie Zofá (1 Cr 7. depois que lomou ainda mais mulheres" (1 Cr 14. Da Iribo de Aser.16: 1 Cr 3. BEELIAD A.D JT-.1 e Jr 51 44).30. estava entre os qin. U m dos filhos que nasceraiu a Davi era fertisalóm. B E E R A . mas de­ pois pergunta: “Que concOrdia ha entre Cristo e Belial?" Iv. Durante o reinado de Saul. levado cativo pelo rei Tiglate-Pdeser.1-3). B E E R I.0).341 2. Ileteu.21). 1 Cr 8. multiplicado nn torra de Cileade" | 1 Cr 5. da Assíria 11 Cr 5. já é amplamente aceito que Bebazar era filho e co-regente dele.15. Pai do profeta Oséias (Os 1. AparentemRule Nafiouido nunca coni.3.43). BED Ã . 1 . Deus babilónico também identifi­ cado como Merodaqué lír 50.3 1.

Lc 11 15. vel pela m orte dos traidores Joabe. Era da tribo de judá e veio de Cabzeel (2 Sm 23.46). p j j . BELZEBU. casaramse com mulheres d »> outras tribos e oté B E N A I A (H eb.36. Benaia é cilado fielmente a Davi. É Templo durante o avivamento no reina­ claro qan Cristo defenden-se dessas acudo de Ezequias (2 Cr 31.7 1. Este nome veio do uma ex­ 2. e todos os teus caminhos. uáo foi um dos "três volan­ tes de Davi”: Josebe-Bassebete.14). somente foi usado em passagens onde foi levada para Jerusalém | i Cr 15. crucificação. E1p também acompanhou o daqueles dias estovain dispostos a atri­ Arca (1 Cr 15. filha babilónico.32-38).191. a p Ip não glorifÍGaste”.13). foi um dos “trinta he­ pressão hebraica que significava "senhor róis" de Davi.25. Casou-se coin Tafaie.16).23-35. Ele também íoi responsá­ detalhes. B E N . 26. 18: 20.23: 23. em cUja máo está a tua vida.6). tornado um sinónimo de Satanás (Mt 3.2J. buir os obras e as palavras de Jesus ao 5.23J.11).3.341 Sua lealdade era tal que não participou da rebelião de Adonias no fim da vida de Davi e foi um dos indicados B ELTES S AZA R . Levita. O 'novo” nome dado para proclamar Salomão como rei (1 Rs u Daniel. lornou-se coman­ dante sobre os quereteus e peleluus.j Este vocábulo. mas o ódio contra Ele era líder da tribo de Simeão. foi (Lc 11-14-23). era o antagonismo deles para com o Mes­ 6.000 homem.31: 27. cuja família tão ia tenso que afinal culminou com sua multiplicou abundantemente (1 Cr 4.18. foi próprio Satanas revela o quão profundo descendente de Asafe (2 Cr 20. O oulrora glorioso Império Babilónico s e m alvo do juizo divino e o próprio rei presidiria sua des­ truição.22. este termo bav ia-se 1 Cr 11. que ficavam de pronti­ se a um deus canantsu lei 2 Rs 1. Eleazar e Sarná. inclusive doscenNafate-Dor (1 Rs 4. Foi escolhido pur. Levita. Liderava uma tropa de das moscas” e provavelmente relaciona24. veja Damal.22. Esdras e o povo se construído") 1. ou em que Ele fala­ 4. Contudo. te o reinado de Davi.A B I N A D A B E (Heb. Secanias confessou a Esdras ilo rei Salom ão. destacado pura to­ A maneira t. Náo ha registro do arrependimento do Belsazar.20-23. Durante o reinado de Ezequias. "o Sen h or tem mesmo estrangeiras. No tempo do retorno do exílio Abinadabe"). "filh o de 8. 24-431 . Piratonita. ou Satanás. cujo trabalho consistia em sias! Estavam felizes por identificar o Fisupervisionar as contribuições para o Lho de Deus com Satantis em pessoa. Filho do sacerdote Joiada. era um dos músicos duran­ va sobre perseguição. Estava eutre o s descendentes de Parós. 16. dão no 11 “mês de cada ano (2 Sm 23. naBabilôniâ iDu l . te o reinado de Davi. Adonias e Simei | 1 Rs 2. Para mais 1.g. Levita.2. era um dos músicos duran­ 1U. saçõns que o identificavam com Satanás 7. e lhe disse: "Mas a Deus. Filho de Jeiel e pai de Zacarias.18-20: Jesus era acusado de Ele próprio ser 16.20).30.14).5. Nos dias de Cristo. Veja Bm -ilur. 12.ouio os judeus religiosos car trombeta.24. em todo o Novo Testamen­ tocar lira e acompanhou a Arca quando to.24: Mi 3. dentes dos sacerdotes de judá. serviu arrepandoram o fizeram um pacto de ser­ vir ao Senhor (Ed 10. 94 . durante lodo seu reina­ (Dn 5.8. e seu destina foi selado quando Daniol interpretou o que a mão ostrrevofô na parede. 1 Cr 27.BELTESSAZAR do. e era governador de que muitos liomeus.5) Bekebu. Davi 0 considerava “valente u do grandes fei­ tos” « •contado com maior honra do que qualqunr outro dos "trinta” grandes guer­ reiros (2 Sm B.

G.13-22). não apenas finan­ ceiramente ('Asa tomou toda a prata e o U L Descendente de Neho. Uma menção espesoberania sobro toda a Terra. É importante nolor quo essas fi­ guerra 11 Rs 20.221. e de Baasa e Oari. com quem o: Senhor fizera alian­ que de surpresa. mas chegou no limite quando o filhas escaparam. 9.Acabe causa do parentesco que tinham com reuniu 7. sexuais. Novamente Israol venceu nmu circunvizinhas. deconcernentes a Acabe e sua relação com pdis que escapou da destruição. em Esdras LO. Citado entre iis descendentes do PaateMoabe.18).nubas Hadade ficou furioso com o que percebeu tiveram relações sexuais com ele. Acabe foi repreendido distrito de Argobe. 10-12J Acabe repelin com lhas.43).29).C. a cida­ Houve três profecias importantes de de Sodoma era famosa. 1. llcando ser uma insolente restslêuda e declarou grávidas. Veja Ben-Hur. de Geber”). na época do rei Salouião 11 Rs talhas contra Ben-Hadade (1 Rs 20. Também ouro que ficara nos tesouros da casa do citado entre ws tji. um dos 25 liomeustonha trazido um aJUvio temporário nas identificados por Ezequiel como irupios hostilidades entre Israel e Judá.000 homem* e efetuoti um ata­ Abraão. B E N -D E Q U E R (Hob. Este também foi cui pado de casamento rrrbla (Ed 10. que relutaram em sair de Sodoma. as crianças. . "lilho defiidade). Rei do Damasco.pelos quais. assim. O rei Acabe estava relutante em entrar na Progenitor dos amonitas. ao que parece. as quais espelo proíela do Senhor. Era filho de Ló guerra.17ssj. Logo depois da destruição de lentregar as mulheres. embebedaram o pai a . 11 Rs 15. coucordou com com a sua própria filha mais nova (Gu as primeiras exigências de Ben-Hadade 1U. também mencionado coíno um dos Iídores de família culpados de ler-se rasado mm mulheres estransiras (Ed 10.BEN-HADADE BEN-HADADE (Heb. reis de Israel. rei de Ará (Siria).D. da qual som m ie Ló e suas duas e praia). mas Ben-Hadade conseguiu fugir a cavalo ( L Rs 20. “filhe.ie se casaram com mu­ Senhor”. rei de Ará alegou que os deuses de Israel eram divindades das montanhas e por B E N -G E B E R (Ileb. Embora lheres estrangeiras (Ed 10. Den-Hadade U. Certameute. Por esse motivo.35) 95 .9) Benlia. Asa pediu a Bcm-Hadade quo o aju­ dasse a se defendei contra Baasa O pre­ go dessa ajuda foi alto.25 como um dos quo se di­ vorciaram das esposas estrangeiras. posteri­ ormente a própria Siria lornou-se uma p que agiam coutra Deus (Ez 11.30). Veja Ben-Hur. o profela encorajou o furam salvos pur Deus unicamente por rei a tomar a iniciativa na batalha.13).38]. Descendente de Dam. 12. elas ficaram preocupa­ rei sírio quis enviar seus oficiais para vas­ das coru a continuação do nome da íarniculharem a casa real I 1 Rs 20. cial é feita a sessenla grandes cidades no Na terceira. a Governador de M a c a z . s. isso enfrentou os israelitas ua planície (1 Gnveraadur de Romote-Gileade e área* Rs 20 25). Pai de Peladas. 2. 1 Rs 15.1 1 31. P. BEN*AMI (Heb. alcançada.9). 2 Rs 12. sitiou Samariamais ou munos em 850 a. "filho de Deker' )." filha do meu pareste"). Saalbun e áreas fím do quo se preparasse para outras ba­ ao redor. não hou Ben-Hadade: duas positivas e uma nega­ ve novo começo para Ló. em Basã. durante o remado de graude batalha o Dous demonshou sua Salomão (1 Rs 4. o num Sodoma. Uma vitória decisiva foi ça (Gn 19. O 4. por ser demasia­ lavam sob o seu controle. LÊ20). por volla de 890 a. de Judá.C. séria ameaça para |udá (cí.c. A segunda profecia advortiu Acabe. mas também polo sacrifício da Uberdade política. 10. Ele e as filhas tiva Na primeira. sucesso o violento ataque o obteve uma continuaram a praticar os graves pecados grande vitória sobre os sírios. contemporâneo do rei Asa.

d. que pa­ de Deus sobre as nações ao redor de Isra­ gavam com suprimentos. grandeza da bênção de Deus sobre o rei Salom ão.21. É neste contexto que lemos sobre a nomeação dos Jerobono I. de acordo com a de suprir o rei durante um mês.23). Mais Uirde. Lei (Ne 10. a qual era enor­ trole sobre as cidades que capturara 12 me |w. Ben.10). o Salomão para fiscalizar seu reino (1 Rs qual Israel mais tardo mudou para 4. Tanto antes como depois Rs .C.13. Durante o reinado dp Joás. "nosso filho”) Um dus Cr 4. da Iribo de Juda ( t BENINU (Heb. Josaíá. Um exemplo de a.8).24.41 . p.25). 3. a e x tP D s á o do reino dn Salomão n enfatizada. Com eleito. 1 Cí 2. morreu logo após seu nascimento. 1. Os ou­ Benjamim (“filho da minha mão direita").3.Hadade I Reis 4.o. contado. porque estabeleceram impostos de Ben-Hadade aconteceu devido ao Juízo sobre os moradores do distrito. Governador de Aribote. BenEmbora Jaeó tivesse doze filhos.24. Décimo segundo filho (1 Rs 4. Ben-Hadade 111 chegou ao poder no quezas e honra" Os capítulos seguintes de 1 Reis mostram como esses dons rlp tompo em que a influência síria estava em declínio. continuou a política sua sabadoria é dado em 1 Reis 3. Ben96 . Filho de Hasael (790 a 77U Deus foram evidentes nos primeiros anos do reinado do Salomão. foi morto pelns de riquezas e vida longa. Raquel.4.Minaas. S. 8-7-9.24. Rs 20. cujo tralialho era as­ Senhor como instrumeuto pai*a execuiar segurar n grande provisão de suprimen­ sua punição sobre Israel (2 Rs 13.20). "talho da graça”). Ben-Hadade foi usado pelo doze governadores.: cf. cada um deles era encarregado saqueadores moabitas. Beu-Abinadabo.10.BEN-HAÍL damente tolerante com os siri os n por Gober. Veja Ben-Hur. Afilho da torça"). há uma lista da provisão diária foi derrotado três vezes e perdeu o con­ requerida por Salomão. Socó e toda a ler­ ia de Heler. rIp solicitou sa­ sírios. 2 Ks 13. ao l eni ar reconquistar Ramotebedoria e discernimeuto. uo de­ profecia de Elisou. Ele tos necessários para a manutenção da recobrou as cidades capturados paios c a s a real . estabelecer alianças r. Em vez assírios. o qual com efeito BEN-HA IL (Heb. correr do imo. O Senhor lhe Gileade. A morte dp Ben-Hadade é regisconcedeu o que pedira e acrescentou "ri­ Irada em 2 Reis 0. Em I opressora do pai. deu-lhe o B EN -H U R . os coisa que desejasse (1 Rs 3. eles consegui­ Ue acordo com Amós 1. levilas que selar am 0 pacto feito pelo povo paia adorar ao Senhor e obedecer á sua BEN -H E8ED E (Helv. Km dos filhos de Simeão.34). que significa ''filho da govnma dores distritais nomeados pelo rei minha tristeza” (Gn 35. Baaná. dessa listagem. 22. Salomão foi autorizado por Deus a pedir qualquer ram juntos contra o inimigo comum. somen­ Hesede. tros mencionados são: Ben-Dequer.3). porque Jeoacaz continuou d o s cominhos malignos de riqueza e poder do filha de Davi.V. durante o reinado de Salomão BENJAM IM . A . "filho deHeaede"). em el. Baaná. Hm alcançava lodos os limites prometidos dos oficiais de Jeosafá que foram enviudos paia ensinar o puvo sobre o Senhor e pelo Senhor a Moisés. Inicialmente. O primeiro da lisla de doze nome de Benoni. BEN-HANÃ llíeb.otn Bon-Hadade (1 Sim ei e Geber. Sua mãe. D r u s permitiu que Is­ Reis 4 a ênfase é colocada na crescente rael caísse em suas mãos.13). nas cidades de ludá |2 Cr 17.5-15). Acabe. . Sen distrito era em Efraim. Ainadabe. Por isso. de Jacó. os dois roi* luta­ Logo após sua coroação. a derrota ram isso. impressão ge­ ral que se tem a partir de 1 Reis 4 é a sua Lei.7).

Como a bisloria da triba. por parle de Israel. veja Rm 111Não foi. como Jerusalém.27). embora sem se identificar. Eram adeptos do manuseio das armas com a mão esquerda* o que. A linhagem de Paulo náo tinha nenhum valor para ele. Em sua deiesa diante do rei Agripa. sempre have­ ria um remanescente.C. e as constantes batalhas sobre lerusalém marcaram sua historia. Moisés predisse que Dous abençoaria Benjamim e "descansaria em seus braços" (Dt 33 12). A Ben­ jamim. mas. entretanto.4]. principalrnenle para com o irmão Benjamim. e à tarde repartirá o despojo" (Gn 4U. om 537 a. deviam sua continui­ dade ò obra dn graça de um Deus salva­ dor (veja Fp 3. hoje.jamilas (veja arbantií) Jacó pronunciou: “Benjamim é lobo que despedaça.BENJAMIM te dois deles uram de Raquel — Jose e Benjamim. não por causa da justiça deles. Benjamim e Judá tiveram destaque particular como recipi­ entes das "promessas da graça” de res­ tauração e retorno feitas peio Senhor. A presa seria devorada e o es* pólio. A atitude peculiar fie José. Do acordo com Jeremias 33. Gibea ficou conhecida pelo sen alto índice rio hom ossexualism o (Jz li) 22). Taco (Israel) abençoou todos os seus filhos.3s). Os benjamitas estabeleceram-se na taixa oriental de terra abaixo das colinas da ludéia— entro Efraim e Judá: induía cidades importantes. ajudou a fortalecer a afeição especial que havia entro os dois irmãos. 1 Sm tí. Apesar da rejeição quase total ao Senhor.22J. não garante um excelente fu­ turo.2 11 .15ss. losé —pro­ movido a governador por Farao — os aju­ dou. á prin­ cipio sem permitir que soubessem quem ora ÍGn 45. deixou-os turbados « temerosos. Eh' fez de tudo para mostrar generosidade. ás vezes. os benjamita» tiveram sua maior preeminência e a maior parte da tribo permaneceu leal ao roi (veja I Cr 12. Essa mudança provou ser significativa para a fut ura realização dos planos redentores de Deus para seu povo |Gn 4ô. Urna bênção mista. ao ordenar que seus servos escon­ dessem presenles nas bagagens dos U* mãos. isso também ora uma bênção mista. numa épo­ ca de grande tome em Canaã (Cn 42. resultou no livramento de Israel das mãos dos moabitas |Jz3.l). Jaco hesitou rui enviá-lo junto com os outros em busca de ajuda egípcia. (veja Esdras 1 e 2). lambém impiedosa. progenitor dos ben. lss). Isso. Durante o reinado de Saul.5) e. Giheá e Mizpa.12-26.As tribos de Benjamim e Judá manti­ veram grande influência entre o povo de Israel depois do retorno da Babilónia.4s). Após José ser vendido e levado nomo escravo para o Egito. como o da tribo de Benjamim. Benjamim experi­ mentou o lavor especial do pai. a náo ser para entender a maneira pela qual o Senhor conservou um remanescente e enxertou outros ra­ mos (os cristãos gentios. Paulo explicou que Deus o resgatara do seu próprio povo e dos gentios. a tição é que mesmo um grande passado. Em sua velhice. somado ao fato de que a mãe morrera enquanto ainda rrain bom pequenos.2-7).12. quo mar­ caria os benjnmitas como uma tribo im­ petuosa. corno no caso do próprio Paulo. até que finalmente elo se deu a conhecer e trouxe toda a família para o Egilu. para depois enviá-lo de 97 . mas porqu* foram escolhi­ dos pela graça (Rm J 1. sua herança que o salvou. e profetizou que no tuturo voltariam para Canaã. repartido.1-31. entretanto. Para nós. A tribo de Benjamim linha reputação de bravura e rnuita habilidade militar. em cumprimento da profecia de Jacó.14. O apóstolo Paulo era benjamita e usa­ va a si me-snio como exemplo da teologia do “re m a n e sce n te" (veja Romanos 11. Na se­ gunda viagem rlelgs ao Egito. pela manha devora­ rá a presa. mas sim a misericórdia de Deus ií sua fidelidade em guardar as promes­ sas da aliança (Gn 12. no caso de Eudf • . Benjamim leve dez filhos |veja Gn 4 6 . exceto pola misericórdia de Deus.

O rei filho. ele). Utn dos cinco reis residentes no vale do lordáo. 1 . lide­ rados por Quedorlaumer IpaTa mais de­ talhes.10). Foi um parto pertenciam por direito. porém Bera conseguiu fu­ gir e saJvar sua viila (Gn 14. Filho de faazias e neto de Merari.21-24). cor um claro contraste entre a atitude do rei de Sodoma para com Abraao e o com­ B E O R . 3 . 2.5: 24. sobrinho de Abraão. BERA. Ele perseguiu e alcan­ BENO. nas mãos Benjamim (Gn 46. foi o primeiro rei portamento de Melquisedequp (Gn 14. Esdras exortou os judeus que fizeram isso a se apresentar pubtkamenie diante de toda ii cidade. Efraim ita p líd er do c lã dos bequeritos (Nm 26. çou Quedorlaomer em sua rola para o nor­ da tribo de Levi f l Cr 24. . pondeu com louvor a Deus — e sim com Mq 6. ao narquia fosso estabelecida em Israel (Gn ' Deus Altíssimo". cas 7.21: 1 Cr 7. BE N -Z O E TE (Hob. IMomc dado ao bisneto de Benja­ mim. que se tornariam a marca registrada de Sodoma e culmina­ B E Q U E R .20). para nino e ter-lhe dado o nome de Benoni. te e finalmenle o derrotou. mas Abraão de­ muito difícil e u máe morreu pouco lem­ volveu tudo a Bera e disse: "Náo lomarei po depois de ver que o bebé era um me­ coisa alguma de tudo 0 que e le u .9.15. o qual reinou antes que u mo­ 201.. Abraão atribuiu sua vitória “ao Senhor. P.23: 12. íoi cap­ turado. 2. A rebelião foi punida por quatro reis. o qual mais larde |açó chamou de de Sodoma propôs que Abraão ficasse Benjamim (Gn 35.c. Ló. quando chegou o mo­ de. "filho de Zoete"). Nessa derrota.1&). até que finalmente se rebelaram. Israel mudava-se do Boto] para que o povo voltasse para casa. s. recuperou todo o despojo que forn levado da cidade BENONI (Hob.49). Pai deBelá. veja Anraft‘1).34. o próprio Deus que conservaria um testemunho para si no meio de urn mundo lloslil. 2. Este deu glória a quem merecia. mas não res­ filho Balaáo. Abraão en­ za") Foi o nome que Raquel deu a seu controu com Bera.6J Seus do mesmo Deus que esse rei se recusava descendentes sáo citados em 1 Cróni­ a reconhecer (Ez 16.Des­ A intenção do autot era a de eslabelecendente defei. 98 . Sempre citado em conexão com seu<onceder u vitória a Abrão.32. o Dpus Altíssimo" (Gn t4 .10de Edom.32). Esse podfi < ?or o mesmo Benjamim citado em Neemias 3.35). e luuvou ao Senhor por 36. o vidente (Nm 22. "filho da alinha triste­ e trouxe de volta Ló Na volta. Reinava sobre Sodoma (Gn I4. o apóstolo reconheceu que em a ativida­ do redentora «lo Senhor. Na verda­ Efraim (Belém). da tribo deludá (1 Cr 4.BENO vollti para abrir os olh os deles (Al 2 6 .17. A derrota deles implicou no cativeiro dos sodomitas. Bera testemu­ nhara os mesmos eventos. o quo obrigou nosso patriarca a entrar no conflito.15ss|.v. no vaie de Savé. que não digas: Eu enriqueci a Abrão".8.10). 1 . que ajudou na recouslrução do Templo. para demonstrai’arrependimen­ to pelo pecado.43).27). Em sua vida nó­ com todo o espólio e permitisse apenas made. quando Abraão vivia nas proximidades “dos carvalhais de Munre”. Como a iribo de Benjamim.2J. Seg u n d e ri l ho de riam em sua destruição fiimJ.20. Depois de derrotados por uma confederação de reis da Mesopolâmia. 1 Cr 1. Veia Benjamim.n. Membro da Iribo de Benjamim que se arrependeu de tor-so ■asado com uma mulher estrangeira (EM 10. egoísmo e arrogância. eles p suas respec­ tivas cidades loram subjugados por 13 anos. os bens recuperados na batalha já lhe mento de Raquel dar á luz. filho de Bilâ (1 Cr 7.

20). em Núme­ ros 26.3 J ).17. Um dos filhos de Aser. Filho de Mesiiemole. Seus lifhós foram Héher e Mulquiel Poi g pro­ genitor do clã dos beriilas (Gn 46.20. foi um dos líderes que persuadi­ ram os soldados israelitas a libertar os prisioneiros que fizeram na guerra con­ tra Judá.30.1 i. Seus soldados quase a mataram e. ao ten­ tar impedir o massacre de judeus pelo procurador romano Céssio Floro. Dois Uliios de Efraim. H .C. BER EN IC E.23). cujo Liiba Asafe loi nomea­ do pelo rei Davi para um importante ser­ viço no Tabernáculo 11 Cr 6. o qual foi trazido à sua presença e de Berenice. 15.44. em Zichigiu: (1 Cr 12.21|.14: N«: 12. era um levita citado entre os que retomaram para )udã depois do exíliu babilónico (1 Cr 9. um dos que se opuseram ao projeto de reconstrução r i a cidade santa (Ne 647.30). Depois que se retiraram. Com o passar do tempo. Uni dos Cinco filhos de Zorobabel. (1 Cr 7. lenlaram roubar o gado dos filisteus de Cate e foram mortos por eles.Em Aios 25. Filho de Asa. é citado apenas na genealogia de 1 Cró­ nicas 3. foi um dos chefes ila tribo de Aser (1 Cr 7. em 06 d. no hebraico. Filbo de Efraim (1 Cr 7. Filbo de Mesezabel.3). 3. Sua neta casou-se com Joana.35. ele é chamado de filho de Ido. p.30.18). Era um dos lideres das famílias que viviam em Ajjalom e rece- 99 . Berenice arriscou a própria vida. Seu nome só è citado na livro de Zacarias. filho de Eiptial (1 Cr 8. Quando os ancestrais deste pro­ feta são njeudouiidos em outros textos. BER EQ UIAS / B A R AQ UIA S.17). O apóstolo ftililn tingia acabada de t. É também chamado de Bequor. mas judeus de nascimeoto.1).36). concordaram que Paulo nada íinhfi feito que merecesse Sua prisão ou execução (At 25. d ” . "o Senhor tom criado")Citado como iilhn dn Simei. 6 . Berenice e Agripa eram aristocratas romanos. Em sua explanação sobre a fé em Cristo. R?ii d« Taule. 3. foi cham a d o de Berias p o r q u e as coisas não iam bem em sua f n m f l i n e o nome tem som semelhante ao ria pidavra 'infortúnio'’. da Iribo de Efraim.BER1AS BERACA (Heb “bénçáo“)l Um dos gunrreiros da tribo de Buujamim que deserta­ ram rio exército do Suul e se uniram u Davi.12). pois seu nomo é complemente ignorada (Ed 6. BER ED E. Filha de Herodes Agripa T e irmã de Ilerodes Agripa U. 5.13). filho de Tobias. 1 . ua genealogia que vai de Benjamim a Saul I i Cr 8. Eram tidos em alta consideração. Descendente de Efraim n fi­ lho de Sulelá (1 Cr 7.21). Agripa podíu para ouvir Paulo. 4. Esse interessante caso judicial lornou-se assunto de discussão entre Festo e seus convidados. 2.er julgado por esle governante romano e apeJado para o im­ perador.3 11. Consoquontemnule.39. segundo o historiador fosefu. seu palácio loi queimado na guerra que se seguiu. tanto pcrr Festo t omo por Paulo. hábeis uo manuseio do arco e da funda com ambas as mãos. cooperou na construção dos muros d »? Jerusalém sob a direçáo de Neemias (Ne 3.23). ao tempo do rei Peca (2 Cr 28. o companheirismo muito pró­ ximo entre os dois irmãos suscitou hoalos sobre um relacionamento incestuoso.M . Filho de Zofã. o apóstolo fez um apelo paro que Agripa se tomasse cristão. FiLho di: Trio e pal do profeta Zacarias (Zc 1. Descendente dn Benjami m. Eles eram ambldestros. leinos que loi a Cesaréin com aeu irmão “a saudar Festo".n.16). 1 .45: 1 Cr 7. Ezer p Elade.4.16). BERAÍAS (Heb. bem curau de todos os chetes militares e dos principais da cidade (At 25. Levita. 2. Nm 20. BERIAS. BE RI.c.

52). Eia importante tribo de Dã que os filhos de Abraão não se casassem 2. Descendente de Aser. 38:22. O significa­ Neemias (Ne 3. o texto chama u 1.5]. para que realizasse o tra­ balho totalmente para a glória do Senhor B ES O D ÉIA S (Heb.lti.11). Porte do dom BETUEL. |eu fora ungido rei de Israel por to feito pelo povo de adorar ao Senhor e Eliseu e recebera ardons do destruir a casa obedecer à sua Lei. por rumo de Reboca. que B IC R I. ordinario (alento natural em diferentes áreas. Um dos líderes que selaram o pac­quando este conspirou contra Jorão. Sem dúvida.30). 1. 37:1.31.37) mente com Isaque. pois geralmente muro de Jerusalém.18).1 5 . de inlebgéncia. do espiritual e a importância do trabuliio são dessa forma enfatizados. filho de or empenha ein vê-la casada satisfatoria­ Zofn (1 Cr 7.10. por isso. era filho de moradores de Cate. ele enviou seu sara-se com unja mulher estrangeira. na administração de se limilava a profetas e reis. 100 . nhos e o Lraballio artístico necessários nas escalas para o serviço de adora­ para < i Tenda da Congregação (Taber­ ção. é 324). Tal plenitude do Espírito Sanlo era ajudou a reparar "a Porta da Velha". ca­ com cananeus. 323 dos seus descendentes retornaram do exílio babilónico r. ‘sob a proteção de Jieram o crédito por lurem afugentado os Deus"). Em especialmente 3lt. no rara nos tempos do AT. cido como os b e rita s (v. Capitão do exércilo do rei JeÚ Neemias (Ed 2 17: em Nr 7. Num con­ exílio babilónico (Ne 10. veja Isaque (Gn 2 2 . depois do retomo do do Acabe e Jezabel (w. "no conselho secre­ e soubesse Rxat&mente o que se requeria to do Senhor” I.49. 4.5.oni BID CA R. conhecimento”.6). mi de Israel. Èxodo 3 1. 2 Cí Gânesis 25.30— 39. 2. da Betuel era de Padá-Arã. e de 2.3 bo de Levi Í1 Cí 23.l.23 o uúmero e chefe de suas carruagens (2 Rs 9. 2 4 .BESAI B E Z A L E L (Heb. a futura esposa de a glória do Senhor (Ex 35. Na ver­ dade. no servo ale Padá-Arã. ele possuía extrafamília. Ne 7. Benjamita.2. pois foi o pai na Ifendu da Congregação fosse leito para de Labáo e Rebeca. Rii de Mesulão.indicado pelo Senhor para iraballiaj na construção do Taberuaculo. Descendente de Paate-Moabe. Da pessoa de Aobabn. sobrinho de Abraão.25). Pertencia descreve como o próprio . foi pai de Sebn (2 Sm Deixs cumpriu suas promessas feitas a 201 e provavelmente o líder do clã conhe­ Abraão. Seus filhos estáo Uri e neto de Hur (Êx 31. o qual dele. fez o mai­ BEZER. 1). Labão.Senhor o esco­ ao c. tais corno trabalho com metais pre­ BESAI. Deus lambém deu a Bezalel um aju­ atenção especialmente para o fato de que dante espucial.20 e 28.2 3 . Seba bderou uma rebelião contra o rei Davi [v.eu'. BEZA I. Um dus filhos de Sim ei da tri. mas loi pela descen­ dência de Betuel.i.2 2 . Niím ele nem seu lheu especialmente para lazer os dese­ irmãtj feús Liveram filhos e. posa adequada para o filho Isaque. Da tribo de Jud.. 6-JOJ. tre os servos do Templo que retornaram mas o Senhor o encheu “do Espírito de do exílio babilónico com Neemias (Ed Deus. Personagem par­ ensinar outros de forma que o trabalho ticularmente significativo. em busca de uma es­ tempo de Esdras (Ed 10.2 9 ).lõ tios gersonitas.2: 1 Cr 2. irmân de Rebeca. 1 . de habilidade. Seus descendentes estavam en­ ciosos. eram considerados como nma só náculo). Foi listados no v. marcenaria • • mesmo tapeçaria.2. p. Filha do Naor e Milca: portan­ que Deus lhe dou foi a habilidade para to. por isso.201.14|.

O ensino que Bildade acredi­ tava que o patriarca deveria aceitar era que o justo era abençoado universalmente. Um dos dois porteiros que guar­ davam o portão do palácio do rei Assuero Ele e seu companheiro Teres “se indignaram e conspiraram para assassinar o rui Assuoro" (El 2 . 3. Filho de Jedioal. dada a Raquel por sou pai 110 dia do casamento dela |Gn 29 2 9 ). Bddade acreditavB que. B ILA. como juízo pelos pe­ cados fie idolatria e feitiçaria que foram introduzidos um Israel por Jezabel.14. embora depois Deus te­ BI LÃ. eles procuraram o patriarca para 'coudoer-se dele. tempos mais tardo ajudou na sal­ vação dos judeus dos perversos desígni­ os de Hamá. 4 . 1. B iL D A D E . por parte do rei.25. Numa noite de insónia. veja Mordfícoi e Ester. Esse reconhecimento.42).21)4 A razão para a inclu­ são deles no relato do livro de Ester íoi devido ò descoberta do plano secreto e à denúncia feila pelo judeu Mordecai Hamã linha 1'eilo lodos os arranjos para que esle fosse enforcado por não so inelinar dianto dele. que se lornaram progenitores de duas imporlanles tribos em Israel (Gn 35. I Cr 1. Alinhado com o ensino bíblico. um dos lideres tribais em Spit.1. essa talvez fosse a causa do sofrimento de Jó e ele estaria totalmente errado por negar sua culpa diante de Deus (Jó 6. Bildade demonstrou estar uborreddo e desapon­ tado com as alegações fie inocência de Jó 10 1 .10 loi cabeça de uma família. Ne. Jeú aceit0U-0 e malouo com uma flecha.BILDADE fronto com Jorão.2. Em seu segundo discurso. Bidcar recebeu ordem de jogar o cadáver no cam­ po do Nabole. Posteriorm ente torn ou -se concubina de Jacó (Gn 30.8-13).11). sob a provaçao divina. BIGTÃ. B I G V A I .v. 1. era um dos trés “amigos” de Jó (Jó 2. portanto. Quando vi­ ram os terríveis problemas que [ó enfren­ tava. Primeiro filho de Eser. Um ilos lideres que selaram o paclo feito pelo povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. Um dos sele eunucos que servi­ am ao rei Assuero (Xerxes) (Et 1. “Su íta”. o roi Iiiij nos registros «lo reino sobre a denuncia dos dois conspiradores feita por Mordecai e pela manhã ordenou que Hamá lhe prestasse uma série de botui. Ela lambem teve um relacionamento incestuoso com Rúbon. neto de Benjamim.10).13). BI Idade foi o segundo a daT seu conse­ lho. en­ quanto os pecadores recebiam sofrimen­ to. Veja Vasti. 1 Cr 7.22). sugeriu que Jó deveria olhar para as gerações pas­ sadas e aprender com elas. 2 .14). 46. Enfalizou a justiça de Deus (Jó 6. Bila foi 0 mãe de Dá e Nftftuli. duranto o roinado do Artoxorxes (Ed 8.16). inicialmente.27. Sft fizesse isso. então as aflições que pade­ cia seriam apenas lemporánas. Cada um de seus sete filhos listados um 1 Crónicas 7.7). s. o filho mais velho de Jacó o Lia (Gn 35. Para mais detalhes. Retornou do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. BIGTÀ.*nagens. olerecerara-lh« várias for­ mas de consellm. Alguns de seus descendentes subi­ ram para Jerusalém rom Esdras. nha ouvido suas orações e lhe lenha con­ cedido dois filhos orn Canaã (José e Benjamim).19 o número e 2. Finalmente. onde Esaú se es­ tabeleceu (Gn 36. descobriria que sofreram devido aos seus pecados e às Uansgressóes de suas famíli­ as. 2 . pois Deus agiria rapidamente e traria novamente a alegria (Jó 8.3). 2.20-22).067).25. e consolá-lo". se Jõ lo^so re­ almente justo. Portanto. 7. pois Ra­ quel era estéril.0 5 6 de seus d escen d en tes retomaram do exílio com Neemias [Ed 2. em Ne 7. Umo jovem sorva. tornaramse incapazes do folar por longo tempo.3-7].

Foi um dos ho­ lrouxe seu sobrinho de volta e recuperou mens valentes e rhef». Descendente de ftiate-Moobe. e aceitarei a sua oração. A derro ia envol­ povo de adorar ao Senhor e obedecer ò veu o cativeiro dos sodomitas. justiçâ/bêurv â u D ) é simplista demais. ura roto.14).37. o líder dessa família era Satnua (Ne 12. Ló lam­ BILSÃ. Uni dos liderados por Quedotlaomer Ipara mais sacerdotes que selaram o pado leito pelo detalhes veja Aura fel]. 9. Filho de Malquiel e des­ Iribo de Benjamim « pai de Rafa. bo de Aaej (1 Cr 7. Ancestral de alguns dos que foram culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras (Ed 10.24J.10). trahalhuudo na snçõo que ia da casa de Azarias até a esquina (Ni: 3.8). monaícas foram subjugados por 13 anos. e não vos I ratarei conforma u vossa lonouru.G.1. Um dos filhos d'1 Jallote. 4. Um dos cinco reisresidenles no por -sorteio para ser o 15* na ordem em vale do Jordão.33).DILGA (In 18. A rebe­ lião foi sufocada pelos quatro monarcas. Descendente do rei $aul. 3.1-8). seus bens e provisões foram levados. era «la BIRZAVITE.9. todos os. Todo o I ív t o d e Jó revela claramente como a tão repetida explicarão religiosa da causa e do eleito Ipecado/jutzo.7). No terceiro e último discurso.k BILGA.8). BINUI (Heb. Era fi­ cendente de Aser (l Cr 7. quando as pessoas são confrontadas pelo Todo-po­ deroso. o qual foi escolhido B IR S A . esses Joiaquhn. Bildade reciLou um hino de louvor ao Deus Criador e faz uma compararão com o pecado dn humanidade (jò 25. em Neemias 12.2 : Ne 7. 6 . de clã.-13). L Pai de Noadias* o qual foi um dos que pesaram a prata e o ouro trazidos de V K>lla da Babilónia com Esdras (Ed 8. ma pessoa menr iouudu om Bilgo 2.U. Na conquista de Gomona. "jovialidade”1 . BINEÁ. Vós não falastes de mim o qui. depois de vencê-lo em batalha. BILGAI.15). mais curto. Sacerdote que viveu duran­ te o reinado de Davi. f.301. era governador da metade do distrito de Queda. todo o espólio. Um dos levitas que retornaram do exíiiu com Zorobabel |Ne 12. Birsa con­ sua Lei (Ne 10. (Heb.33). 048 descendentes de um certo Binui retomaram do exilio com Neemias (Ne 7. até que finalmente se rebelaram. 2. Filha de Henadade (lambém chama­ do de Ba vai).soberania é tcitul No final.31).2). 5. 5-21J. 102 . es­ tava entre os judeu» culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras [Ed 10. 2 Um dos sacerdotes que retomaram to dos carv alh ais do M a n re ”.38). Nos dias de reis procedentes da Mesopolámia. Rolornou do exílio com Neemias bem foi conduzido cativo: por isso. enfalizou o castigo <ie Deus sobre os ímpios e advertiu o pa' Iriarca quanlo ao perigo de ijuestionar as agueis do Seulvor (vv. 1. por isso. Foi também um dos levilas que selaram o pac­ to do povo em Neemias 10. Ajudou na recons­ trução dos muros de Jerusalém depois do exílio. lho de Moza (1 Cr 8. Deus vindicou Jó o ordenou aus stíus amigos que fossam a ele.18). Era o governante de Gomone (Gn 14. "conslruir'). m. cuja .5. Depois do exílio babilónico com Zorobabel e de serem derrotados por unia coalizão: de )e:>ua. como o meu servo Jó" (Jó 42. Ele perse­ guiu e alcanvou Quedorlaomer bem uo BI MAL. da tri­ norle e.8). .18. tio Abraão resolveu liberta-lo. para que o palriarca oferecesse sacrifícios pelos três. quando Abraão vivia per­ quo ministraria (1 Cr 24. a fim de serem perdoados: “O meu servo Jó orará por vos. Provavelmento 6 a mes­ seguiu fugir e salvar a vida (Gn 14.2). seu (Ed 2 .

BIZTA. era uma maneira zombeteira de expressar depen­ dência da providência divina). Herodes mandara suspender Iodas as ex­ portações de allm enloe outros produtos essenc iais para as duas cidades A audi­ ência foi conseguida por meio de Blasto. que morreu. O primeiro capítulo de Rute termina com Noemi o sua nora moabita.78). Não está cla­ ro por que Jesus lhes deu esse nome. quando buscava um campo onde recolher algu­ mas espigas (RI 2. que "crescia e se multiplicava” (At 12-24). "porqui: não deu gloria o Deus” (Al 12.7).10) Veja Vo s Ij . solicitou uma audiência de re co n ciliação . 6 . quo provavelmente falou com o rei nm favor deles. ê mencionado mtmente em conexão com a "pedra de Boa” (Js 1 S.1).17). entre Herodes. Na Lei dè Moisés. BLAS TO. 18. Furioso com eles.ni u Belém.17-22). por isso seu nome aparece nesta genealogia l i Cr 4. os membros da mesma família linham várias responsabilidades uns com os ou­ tros. Casou-se com Merede. A redenção da terra e as vari­ ações nos relucionamtmlos familiares pre­ param o lkíitur para a mudança de pers­ pectiva nos versículos linais do livro. BOANERGES. a ÍLm de laser acusar ÇÕes contra o povo de Judá (Ed 4. a aiençãoe tirada de Rute e Boaz e colocada uo propósito rriais amplo de Dous na história |Rt 4. Um dbs sele eunucos que servi­ am o rei Assuero (Xorxes) (El 1. um importante marco da fronleira entre ludá e Benjamim. Veja Tiago n foõo.1 como "homem poderoso e rico”. filhos de Zebedeu. BOû Filho de Rúben. BOAZ (Heb. veja Mjtrrdatf!. 1 1 . Mateus e Lucas. ]. Nome d. lanlo em significado c o m o em propósito no livro de Rute. o povo de Tiro e Sidom. que viveu em Belém de Judá no período dos luizes (Kt 1 . Ca­ sou-se com Rute e tomou-se ancestral do rei Davi e de Jesus Cristo. em al­ guns casos. Boaz loi um proprietário do terras temente a Deus. O cenário p estabelecido para o even­ to na uarraLiva do livro pela descrição dos laços familiares entre Boaz e Noemi e o caráter exemplar dele. inclusive apoio financeiro. É provável que se tenha convertid o ã religião israelita. Tabeel e outros companheiros. e a Palavra de Deus. Marcos traduziu a pal. O rei loi imediata­ mente ferido por um anjo do Sonhor e morreu. Filha de um dos laraós. Embora tenha relação com 103 . [untocom Mitredâte. E descrito em algumas tradu­ ções como "camamiio de confiança do rei [Herodes Agripa IJ ‘ ÍAl 12. 1 é multiforme. e interessados em conseguir seu íavor. os visitantes o ovacionaram como se ele to 9se um deu?.BOAZ BISLÃO. mas existe especulação de que foi devido ao temperamento explosivo dos dois. quando os chamou para serem seus discípulos. Sua entrada no cam­ po deu a Boaz a oportunidade inicial de tornar-se seu benfeitor e abriu o caminho para que se casasse com ela no sistema de leyiralo |Rt 3 e 4).ivrn i. A aXpresáâo traduzida nomo "homem poderoso” em Rute 2.om o signifi­ cado de "filhos do trovão*’. Boaz ê apresentado em Rute 2. viuvas e sem nenhum recurso financeiro. “a força está nele"). Para mais detalhes. Nome encontrado no livro de Rute e nas genealogias em 1 Crónicas. EJe era o dono das terras nos quais Rnle foi “respigar" (no liehraico. Um claro contraste é enlão estabelecido. Quando Herodes viajou paia Cesarêia.ido por lesus a Tiago \ i João. que c hegara. "lilha do Senhor’ ). da tribo de ludá. com quem tiv«ra um de­ sentendimento. Ele não é citado nas genealogias fie R ú b e n .3).201. Ali. escreveu unia car­ ia ao rei Artaxerxes.2. parente do marido falecido de Noemi. Ao o u v ít o discurso de Herodes. BITIA (Heb.

2 Cr 3.1-12 foi necessário que Boaz demonstrasse Ioda sua sabedoria e sou discernim ento. mas faz os coisas de tal maneira que impressiona Boaz com seu carater (R) 2 .5 inclui não somente o nome de Rute e dn que é colocado na posi­ ção de pai de Boaz. b . é importante considerar que.37). O fato de que tal “mesliço" pudesse demoustrar compaixão era tuna surpresa nu parábo­ la Quando o doutor dn lei respondeu a pergunta de Jesus sobre qual dos três. devemos ser o "próximo" que se preocupa com Os ou­ tros.8-39). paia que a genealogia tenha um formato simétrico (Ml 1. bem como o nascimento do filho deles. Devido ao seu papel central nessa linhagem e provavelmente lambém por causa de seu caráter exemplar. Da tribo de Benjamim. Em vez de perguntarmos: "E quem é o meu 104 . As diferentes traduções fios termos obscu­ recem um pouco a idéia. como o samarilano procedeu. A razão exala por que elas recoberam esses nomes não é clara. a . O casamento «le Boaz e Rute. em ambas as cenas ele responde com graça e generosidade muito além da letra da Lei. pois tinha um mistura do sangue judeu com gentio e ropreseutava uma defecção do Judaísmo (veja Somari/cmos). Primeiro.11). .38:9. é passível que a mãe de Boaz seja Raabe. Boaz é citado Da sequência da árvore genealógica da família de Davi em I Cróni­ cas 2 .. conhecidos como guerrRiros valorosos (2 Sm 23. fora o próximo do homem atacado pelos la­ drões. "a for­ ça está nele". para aproveitar a oportunidade de consumar o desejado casamento de levirato com Rute. A da direita chaiuava-se Jaquim. Embora haja pro­ babilidade de que uma ou mais gerações lallem na árvore genealógica nesse ponto. construiria no Templo de Salomão por Hiráa (1 Rs 7. como lam­ bém de sua móe.ar que ele ler ia lanto uma mãe como uma esposa genlia. o levita ou o samarilano.11). 1 2 : 3. Em Provérbios 31. Boaz é honrado com a sétim a p osição na genealogia reaJ do Davi. náo pôde nem mesmo mencionar o samarilano (v. a ex­ pressão também faz um paralelo l»em pró­ ximo cnm u descrição da própria Rute. nos capítulos 2 p 3 . Da mesma maneira.eléncia moral o espiritualetal­ vez até mesmo à sua coragem reconheci­ da « honra. BOCRU. um samarilano era um réprobo da fé. 2 O nome da coluna do lado esquer­ do. 0 seiíundo dos seis filhos deAzeJ (1 Cr 8. um lipo de “mestiço" rociai. BOM SA M AR ITA NO . provavelmente se rofere ã sua (sxr.3-10). A parábola do Bom Samaritano é exclusiva do evange­ lho de Lucas f 10 25-37 1. Ranhe. Era descendente de Saul. 11 -17|. i . nomo “uma mullier virtuosa” (3.1. isso pode signifii. Obede.10.11) formavam um parperfoito. a prostituía de lericó (Js 2). 1 1 . o sacerdote.17). A parábola ensina duas verdades. M u narrativa do livro de Rute.32. Elo o tez.44). Em Rute 4. tanto do ponlo de vísia moral nomo nspirilual. 1 2 e rm genealogia messiânica em Lucas 3.10 o equivalento a essa frase é usado para falar da excelência da esposa perfeita Um termo similar lambém íoi usado com referência aos "valentes de Davi".1) o Rute (3. para uma audiência composta por judeus.17). A versão da linhagem de Crislo em MaLeus 1. Para apreciar sua profundidade.2). Essa observação é fortalecida pela inleracão de Boaz e Rute. quando levou o parente anónimo a renun­ ciar ao direito de ser o remidor de Noemi e Rute (Rt 4. Salmom.18*22. em Rute 4. embora possa ler algo a ver com o pró­ prio significado dos nomes: Jaquim sig­ nifica “Deus estabelecerá" Boaz. Em ambas as tonas ela tomã a inicia­ tiva. G nascimento de Obedo é também um elo crucial na qualificação de Davi como rei de Israel e de Jesus coiuo o Mes­ sias.BOCRU a proeminência de Boaz em Belém (veja lambém Rl 4.1 1 . mos as palavras no original hebraico indicam que Boaz (2. foi motivo de muita alegria em Ioda a cidade de Belém (Rt 4 .21.

Esdras foi um de seus descendentes (Ed 7. 2. 105 . um dos le­ vitas que so estabeleceram nm Joru$a)ém depois do exílio (Ne I 1. uosso próximo às vezes suigo de lugares surpreendentes O doutor dn loi jamais esperava que um samarilano seria um exemplo. BU Q UI A S . Segundn.u. 1 . como de fato foL Jesus ensinou que não devemos discriminar uma pes­ soa simplesmente por causa de sua raça. Pai de Uzi e ílLho de Abisua. portan­ to. Um homem da Iribo de Gade. Filho de Milca e Naor.4. pai ríoprofela Ezequiel.15). BUZI.2 1 ).22). . Às vezes um tiorn próximo pode ter raízes surpreendentes n.4)'. Levita que fioou em pé. na esca­ da.13). 2. Jesus disse que simplesmen­ te devemos ”ser o próximo”.25). Era da tribo de ludá. Filho de Jogii. 3.v is a ? ). sobrinho de Abraão.BUZ1 próximo?”.51. enquanto a Lei era lida. BUNA (Heb.4. du­ rante o reinado de Davi. Sacerdote.15). BUZ. Ancestral de Semaías. J e s u s s a la d a v e l h a e a p r o x í m a v a .14). Vivia na Babilónia (Ez. C o n f o r m e o s e x p o s i t o r e s b i b l i n o s . h a v i a d u a s c i d a d e s c ò m o n o m e d e J è T iC ó : a v e l h a e a n o v o . pai de Kebeca (Gn 2 2 . Um dos "filhos de Asafe” listado entre os que íoram separados para o ministério profético e da música. é re­ gistrado na lisla dos descendemos de Levi em 1 Crónicas 6. p u is e S S ft i n f o r m a ç ã o n á o l e m b a s p n o l e x l o b í b l i c a ( M V e m i n g l ê s ) ( N o t a t i o T r a d u l o r ) . • 1 E s s e v e r b e t e f o i i n c l u í d o d e v i d t i h V n r a ã n C o n t e m p o r â n e â . era um dos líderes da tribo de Dá e íoi um dos que. 2 Um dos lideres que selaram o pac­ to Feito pelo povo de adorar ao Senhor e obedec e r á sua Lei (Np 10. 1 . Filho de JeraiiiRfil e irmão de Rão3 fl Cr 2. BUQUI. o videule do rei (1 Cr 25. 1 . pai de Jado (1 Cr 5. Era irmão de Beluel. Era Filho de llemã.5.s e d a n o v a e e l e s õ r e g i s t r o u u c u r a d o Cego q u n d a m o n : jii M a t e u s r e f e r i u .s e à s a íd a d a c i d a d e v e l h a e à c u i a d o s d o i s c e g o s q u e p e d i a m e s m o l a | N o l a d o R e . conforme instruções do Senhor a Moisés. 1. B u n u o m e n c i o n a d o n o l l v m o r i g i n a l c o m o lilh c j d e R ã o e N e t o d e J e r a m e e l : p o i v á v e ) e r r o . N a c o n £ $ p ç â r > d e L u r a s . deveriam repartir a terra (Nm 34 17. q u e t r a z íté d u a s v a r i a ç õ a s d o n o m e (N o la d o T ra d u u > r| .3). 'inteligência”). BUNI. em Neemias 9.

Veja Anós. 1 3 . losus respondeu: “Eu sou”. p.c CADMIEL. A soberania do Seniior.) e é nov&menle enfatizado nesse ex­ traordinário episódio. o Filho do Deus Bendito'” (Mc L-I. Naquele julgamento. mas também pára reunir •?m um só corpo os Filhos de Deus que andavam dispersos" ÍJo 1 1 .2. 0 . sentiram que os romanos viriam contra eles e sua religião Ilo 11. Joâo identificou c luramfinto esse comentário como uma profecia: 'Ele náo disse isto de si mesmo. pastor de ovelhas tvv. e qur não pereça Ioda a nação". na qual Anás era considerado o poder por Irás do "trono" Apòs a ressurreição de Lázaro. Daquele momento em diante.6 I). o supremo líder religioso antes dele. 5 1 .).3.1 2 . onde as testemu­ nhas não eram coerentes. Sou sogro Anás. Essa relação prova­ velmente reflete o aspocto político da si­ tuação. historiai Iot judeu. Caim e Abel. provavelmente manteve uma influência considerável. Eslava entre os que Lideraram o povo na adoraçao e nos cânticos depois da leilura do Lm o dn Lei ó no prolonga­ do período du confissão dos pecados.3.14). a qual da a idéia dè que ambos ocupavam u posição de sumo sacerdote. 1 . Nesse ponto eles condenaram. foi o próprio Caifás quem presidiu u Sinédrio. Primeiro filho de Adão e Eva. de gratidão ao Senhor: “ Alcancei do Senhor um homem” (Gn 4. torturaram è crucificaram o Fillio de Deus. aprendemos que Caifás sobre­ viveu nu Função de sumo sacerdote (car­ go políticol por quase dezoito anos. Caifás argumentou: "Vós não percebeis que convem quo um só homem morra pelo povo.D . tí. e da sua g o T d u ra " íw. E não somenle j>ela nação. O antagonismo de Caifás para com a fé crislã e sua perseguição aos crentes corilinuou bem depois da morte do Jesus (Al 4 . Cailás e os lideres planejavam como matar íesus. enquanto o gen­ ro esteve no cargo. Seu nome é relacionado com a exclamação do Eva. quando Cristo foi levado para s o r julgado [Ml 26. diferentemente de seu irmão. Lsso explica a estra­ nha referência em Lucas :t. “ Atentou o Senhor para Abel e paru sua oferta.qu CAIFÁS.5: 1 0 . ambos. CAIM. mas como sumo sacerdote n a q u e l e ano. P . íoi o sumo sa­ cerdote quem finalmente fez a pergun­ ta direi a: “És lu o Cristo. 2 . esse era precisamente o curso da ação fjue Deus linha em men­ te para Jesus. apresentaram suas ofertas ao Senhor. 32. as au­ toridades judaicas se reuniram para re­ solver o que lazer com Jesus Diante da possibilidade do poder delas sohre o povo ser ameaçado por Cristo.2 .4M-53: 18.24).29: etc.G . l’ Joi melo de Josefo. O primeiro levou alguns frutos da torro e o segundo ofereceu um “dos primogénitos das suas ovelhas. Qulro levila que viveu na mesma época. Embora lenha dito isso m otivado sim p lesm en te pela auto preservação. 5 2 ) . ao levar Jesus até a cruz para morrer como o Cordeiro do Deus peio pecado do mundo.40: 3 9.fi. 2 1 .Ô. é um farte temn uo evangelho de João |Jo 2. Assim. etc. Depois de algum tempo. Levita cujos descerideules estavam en lre os judeus que retornaram do exílio cia Babdôni» para Jerusalém com Zorobabel rEd 2.571. No 7 43). Ele foi "la­ vrador da torra”. Também uniu-se a Neemias d o parlo que Foi selado pelo povo de adorai ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 9 .1).3).4. mas para Caim e para a 106 . pro­ fetizou que lesus morreria.4).

Efe se irara contra o Senhor e seu irmão. Caim foi então condenado peto Senhor u ser "fugitivo e errante pela terra" fv.5). CALCOL. é tilado na genealogia q u e Ugu Josus u Adão. As gerações futuras foram desafiadas a lembrar Caim e aprender do seu peca­ do. é citado como um dos filihos do Zeni e descendente rle jiidá. A terra original. Suas açóes subsequentes confirmam essa impressão. Este nasceu a Adão e Eva depois da mor­ te de Abol b foi p a i a eles o substituto do irmão morto (Gn 4 .d. Génesis 4 examina a atitude de Caim. dos que tocavam instrumentos musicais e dos que trabalhavam com bronze e ferro (Cu 4 . é melhor olhar­ mos o que o próprio lexloenfatiza. o Senhor revelara a Adão o Eva que um sacrifício com sangue seria ne­ cessário. Acaso sou eu guardador do meu irmão?” (Gn 491. O rontraste entre esse r e l a t o de Caim (Gn 4 1 e o de Setr» (Gn 5) é significativo. talvez pelos descenden­ tes de Abel. sobre ele deves dominar" (v. O escritor demonstra a grandeza du conhecimento de Salomão. Jd 1 1 1 p. Per­ tencia ao antigo grupo de lideres de todo 0 povo e viveu 910 anos. depois que foi rejeitado poi Deus. i. a fim de que pudessem chegar diante de Deus: contudo. que agora separa o Irá do Iraque. ao mencio­ nar que “o pecado jaz ã porta .12. Deus deu a Salomão uma sabedo­ ria extraordinária. A ntigos textos 107 . 1. a fim de confrontá-lo sobre sua reação o destacou que sua oferta seria acoita. Sou nome não se encontra uu lista de Génesis 10.7) é que aquele que nos sonda sabia quis o coração de Caim era pecaminoso. Sott: e A/oé). eln s e tomou o ancestral dos povos nómades. Os descenden­ tes de Sete permaneceram fiéis a Deus. em Lucas 3.5). Alguns suge­ rem que talvez.CALDEU sua oferta náo atentou" (w 4.31. 1 lo 3.c.12) Pãrn protegê-lo. Caim pediu ao irmáo que o acompa­ nhasse ao campo. 1. estava entre os levi­ tas que retornaram com Zorobabel do exílio na Babilónia (No 12. 2. Em resposta ao seu pedido (v. para que não fosse moiio.36. CÀINÃ. onde o matou. Lc 3. O Seidior faiou com oJe. Deus colocou nele nm sinal.9-J4: 1 Cr 1 . Quan­ do Deus perguntou-lhe o que acontecera com Abel. ele replicou com a famosa de­ claração : “Não set.37). A impli­ cação cio comentário de Deus. nos dias moder­ nos é frequentemente associada com os “Árabes dos Pântanos" — o território ao norle dn Golfo Pérsico.20). encontramos Calcol uo texto de 1 Reis -1. CALAI (Heb. Provavelmente é h mesma pessoa referida no item 1 .de Mão L era famoso por sua sabedoria. tomou-se pai de Maaláleel aos 70 anos de idade. a leste do Éden. Titulo dudo ao povo que vi­ via ua área conhecida como o reino da Babilónia. Filho . mesmo naquela época tão remola.29'1. enquanln os de Caim foram transgres­ sores (veja Lnmpqun. O texto náo indica por que Deus fez essa dlstingân entre as duas ofertas.2 .. Originalmente era o nome dc um distrito. 2 5 . Listado também na genealogia apresentada por Lucas que vai de Jesus a Adão (Gn 5. Ficou irado e deprimido (v. enquanto vagasse pelo mun­ do. Caim e sua esposa tiveram um filho e o chamaram de Enoque.omparando-o com o desses homens: por isso. que ofuscou até mes­ mo os que eram reconhecidos naqueles dias pelo conhecimeuto2. Esse enten­ dimento sobre o problema de Caim !em apoio euu Hebreus 1 14 onde o escritor faz uma distinção entre ele e Abel no senrido ila fé que o segundo demonstrou. se ele “procedesse bem". Lider da 1'amíLia sacerdotal de Salai. rios seus ciúmes e da sua falia de fé 1Mb 11 4. Em t Crónicas 2 . Caim íoi enlao para a terra de Node. 2 6 ) . referido como a dos pântanos. 1 7 2 2 1 . Fillio de Enos.6 . Pai de Saia e filho de Aiiaxadu. CALDEU. ‘‘rápido ‘1.

Essa fé consistia uiun descanso calmo e prático em Deus. Ele liderou pessoalmente as forças que derrotaram os gigantes e tempos maJs tarde recebeu aquola área como herança (Js 14. Ed 5. oudo o rei tle Moabe ofereceu o próprio filho. vollaram-se contra Moisés. trouxeram grandes cachos de uva e relataram sobre a riqueza e a prosperidade da região. Não os temais" (Nm 14. Outro C a le b e 1 foi irmão de fera meei e filho de Hezrom.u.23). O deus adorado pelos moabitas. en­ tretanto. 1. Ioda aquela geração foi impedida C A M O S .15. somente Calebe e Josué tiveram íé suficiente em Deus parn sabei que Eie os capacitaria a conquistar Caruiã. Os israólitus. Moisés o escolbeu para represent. 15. com quem gerou Hur. ao nuvir o relató­ rio.41. da tribo de Juriá. 19.14: Dl 1. É importante notar quo Calebe. nesse discurso: 'A terra pelo meio da qual passamos a espi­ ar é terra muito boo. è não tomais o povo dessa terra.7: ele. Acreditar é uma coisa.30). Se o Senhor se agra­ dai de nós. Depois que ela morreu. e Camos 108 . A ter­ ra que viram era mtrilo fértil. Êx 31. Era da tribo de ludá e casou-se com Azuba. 2. 23.12.36: etc. por cuusa disso. De tempos em tempos o povo de Israel er3 advertido para não se apro­ ximar dos deuses estrangeiros. Sacrifícios humanos faziam parte de sou culto (2 Rs 3. Calebe. desposou Efrale. Como casligo sobre o povo pela falta de fé. argumentaram que melhor seria se tivessem ficado no Egito (Nm 13.14). em lace de adversários tão assus­ tadores — essa foi a essência da verda­ deira fé que Calebe demonstrou e com a qual todos nós podemos aprender. Dez dos espias voltaram desaponlados e convencidos de que jamais conseguiriam vencer uma batalha contra aqueles po­ vos. De todos os espias.ir esta tribo uo grupo dos doze homens enviados a espiar Canaõ (Nm 13.7-9).). neto de Hur.) tornou se um exemplo para as futuras gerações.20.1 8 . m uito tem po depois (Nm 14. foi o líder do ata­ que na região de Hebrom. A perseverança "em seguir ao Senhor” de Calebe iJs 14. Seus filhos são citados em 1 Crónicas 4.23). 15. o quul dissera anos antes que o Senhor destruiria os anaquins. Dn 1 -1.9 .42.27.24. CALEBE. Em Daniel. gastaram o resto da vida "vagando” pelo deserto (Nm 14.31 a 14. então nos lará e n lra T nessa lerra. mas agir baseado nisso. e no-la dará. que viviam próximos ii Hebrom. A tradi­ ção da grande cultura deles sobrevive (cf. Primeiro. descobriram que a área era tam­ bém ocupada por povos temíveis — principahnente os descendentes do gigante Enaque. a quenezeu (Nm 32. Seus outros filhos fo­ ram Mossa o MaTessa (1 Cr 2 . Seu sobrinho Otniel cumpriu a tare­ fa e casou-se com Acsa (Js 15. Ez 12. a palavra lorua-se sinónimo de babilónios. O pai de Ahraão fera de "Ur dos caldeus’* (Gn t l 26-31.22. Somente Calebe e Josué vive­ ram o tempo suficiente para entrai ria ter­ ra e ambos tiveram p a r t i c i p a ç ã o signifi­ cativa nas batalhas de conquista de C anaã.6).501 Bozalel. como o Todo-poderoso que jamais falha em suas promessas. porque como pão os devora­ remos. Calebe ofereceu sua filha Acsa em casamenlo ao homem que conquis­ tasse Quiriate-Sefer (Debir: Jz 1 .12). de entrar eui Canaã. deram um relatório al­ ternativo a Moisés e então apelaram para o povo. E^equiel e Esdras. foi o urtesão que trabalhou na conslrução do Tabernáculo 11 Cr 2.1 h P.16-18). Tão-somenle não sejais rebel­ des contra o Senhor. numa tentativa de vencer a batalha contra os israelitas). A proteção deles se fni. 1 11 para ele. Ê uma terra que mana leite e mel. A lotai confiança deles na sobe­ rania do Senhor foi proclamada em voz alta diante dp todos. era filho de [efoné.26-29: 13.13.CALEBE cuneiformes babilónios chamam os ha­ b itan tes dessas “torras do m ar" de kaldtts.13.c. mas o Se­ nhor está uonosco.6-15.

7. que provavelmente é um. finalmente. por sua reação ao erro de Noé. No transcorrer do tempo. Em ve/ de omnidiçor ar o próprio Cão. mas o problema permanece Ião grave para o cristianismo moderno quanto era para os israelitas.3ss|.0) foram condenados por práticas sexuais abomi­ náveis (Lv tfl. as descendentes do Canaã tomaram-se es<ravas dos lilhos de Sem. o filho deste o faria sober da mesma for­ ma que ele padecia. ainda assim. É t itada em Atos 0. quando tentavam conviver pacificamente entre as nações. CANDACE. que começou láo bem. pois visavam estabelecer boas re­ lações com as nai. TaJ pecado levou o Senhor a trazer puniçáo sobre a nação e posteriormente provocou a divisão do reino 11 Rs 11. Maldições são proferidas conlra o povo de Moabe e seu deus (Nm 21. Veja Eunuco Etíope. que se converteu o foi imediatamente balizado. gado e seu filho Cão. Seus vários casamenlos. entretanto. O exemplo mais chocante é encontra­ do no reinado de Salomão. Cão. A terra que mais tarde foi chamada de "Canaõ" era ocupada por tribos romo a dos amoneus. ocasionalmente os israelitas envolviam-se na odorarão des­ sa divindade.7.oou Canaã. Após a prático fie um tipo de pecado sexual particularmente irisie e pernicioso. Filho de Cão e neto de Noé (Cn 9.15-18). CANAÃ.u. com a demonstração do saia fi­ delidade ao Seuhor. usa­ va a situação como um espelho.a. assim como ele [Noé] fora humilhado por Cão.C. dessa maneira. Noé lançou a maldição sobre sen neto Cunuã. A ofensa dele foi um comportamento indig­ no de um filho.20-25J. o.22|. somos informados espouificamenle que “esses altos’’ dedicados a Camos foram destruídos (2 Rs 23.CÃO era visto com») uni dos mais abomináveis (2 Rs 23. e n co n tro u -se com F ilip e . quando um de seus al­ tos funcionários ao retornar para casa depois de participar da adoração em Je­ ru salém . trouxe a maldição sobre sua própria família (Gn 9.i derivação do seu nome. Noé amoldir.ões vizinhas. seu neto. foi o que aconteceu: Os descendentes de Cão.18.(>). amoneus.46). quan­ do houve uma renovação da aliança com o Senhor. etc.29) o.m. Quando envelliec ou. De acordo com o de­ senrolar da narrativa bíblica. chegou até a construir um ahar pma Camos auma colina a leste de Jeru­ salém ( I Rs 11. i'. I. separados de tal prática. Posteriormente. O discípulo do Cristo falou do Jes\is ao etíope. jebuseus. Titulo oficial das rainhas ou das rainhas-mães da Etiópia. que envolveu 0 pai Rmbria- 109 .27. Dtíerenlemenle de seu irmão lafõ. muitos deles provavel­ mente efetuados com objelivos diplomá­ tico». !(>.25-27J. levaram suas esposas a laxe-lo desviar-se da aduraçâo a Deus e a cultutu os deuses delas. que go­ vernou entre 2 ã e 41 d. Mais tarde.n. Mizraim lEgilo) e Canaã (Gn 10. que tornou pública a des­ graça do pai (v.29-33). em contraste. foi desta linhagem que vieram Abraão e. Somente uo reinado de Josias. aben­ çoou Sem (Gn 9. Por Iodas as Escrituras existem apelos aos homens e mulheres que têm lé no Senhor para serem “santos". onde esse deus é cha­ mado de Quemós).131. o profeta Teremias advertiu o povo de Moabe sobreo iuizo iminente que viríu sobre eles e seu deus (Jr 48.22. CÃO.13. Candace lalvez seja Amaniterer.13). O perigo do sincTetisruo religioso e da idolatria era ura problema constante para os israelitas. cuja história segue paralela com a sua até 0 termino do Dilúvio. (Gn 10. seu coração já não era mais devotado exclusivamente ao Senhor. con­ forme a história narrada no Iívto de Josué. en­ quanto os descendentes de Canaõ toma­ ram-se os tribos que causaram muitos problemas a Israel e freqUentemenlfi eram derrotadas em batallia: heteus. os israelitas. Os deuses podem ser diferentes.

r. Em Aios 28. eram os padroeiros dos navegadores. CARMI.11. Provavelmente osse seja outro nome para os quefel.ilas. através dos séculos.6. Nm 20.|. Eles responderam: "Cré no Senhor Jrcsus Cristo. Foi o líder do d ã dos carmilas |Éx 8. loi o pai de Acã. que lodos aqui estamos" (v. de uuordo com a mitologia. Os dois missionários en­ tão pregaram o Evangelho ao carcereiro e a u s seus liimiliares. O carcereiro t. sim.19). estava a ponto de se suicidar.8). e seras salvo. foram lanhados na prisão e colocados sob os cuidados do car­ cereiro. que recebeu ordens de guardalos “coin segurança" (v. 18: 20. Para mais detalhes. quan­ do Pãulo gritou: "Não te laças nenhum mal. Homem sábio e especialis­ ta em dssuntós legais.2 8 ).14.4. Ele 110 . i\ru7.13. 1 Cr 5. loanã igno­ rou a profecia de Jeremias que dizia que não deviam ir para o Egito. CAREÁ. veja M eaw cã.15. consultado peio rei Assuerõ (Et 1 .-il).JOI Veju Vasti . um dos chefes dt? família que retornaram tia Babilónia para Jerusalém com o profeta Esdras (Ed 8. CATÃ fHeb.(r\ 1 Sm 30. mas não podemos ler certeza sobre u origem deles (2 Rs 11. Pai de )oanã.42J. etc.LTrn dos filhos de Rúben que foram fiara o Egilo junto com Jacó (Gn 46. figuravam regularmente nas insíg­ nias dos navios.2 3 : }r 40. peq^untou a Paulo e Silas o que faria para se salvar. mas.CARCAS C ARCAS. Os quais eram comandantes do exércilo. O carcereiro acordou b ciente de que seria responsabilizado pela iuga dos prisumet­ ros. 4.18: 1 Ct 2. etc.. lemos que Paulo viajou da ilha de. Depois de . também Jr 41 a 43).serem se­ veramente açoitado». CAR SENA . Durante a noi­ te. Subilamente um violento terremoto fez com que as cor­ rentes de lodos os presos se soltassem e Iodas as portas du prisão se abrissem. Conhecidos como ' liiôsLuros” (filhos de Zens). juntamente com sua família. CARCEREIRO FILIPENSE. filho de João IJo 1. "pequeno"). a qual permanece como um testemunho. CASTOR E PÓLUX. per­ m anecer em Judá 12 Rs 2 5 . Jirau das mais extraordinárias conversões nar­ radas no livro de Aios ocorreu Da vida de um homem responsável pela guarda de Riuio o Silas na prisão (Al 15. CARITAS. Da tribo de Judá.12).uidou das feridas de amboí> e 110 meio da noite loi batizado.3). do poder do Evange­ lho de Crislo para transformar inteirameute uma pessoa.23). 1. enquanto cardavam hi­ nos a Deus e oravam. Os dois foram presos durante o primeira vi­ sita deles a Fi tipos. O carcereiro entrou trémulo na cela ao contemplar lodos os prisioneiros pre­ sentes. por isso. os quais. que desobedeceu a Deus e apossou-se de parle do espólio da batalha em Jericó. 2.34). O Senhor o puniu com a morte (Js 7. "E na sim crença em Deus alegrou-se com tíula a sua casa” lv. ao que parece. L4|. CEFAS lAram Tocha" | Nome dado por Jesus a Simão.14.9).7.23. A singela o genuína alegria de tnrumse cristão 6 enfatizada nessa passagem. possuíam uma area de terra prúxima do mar |SÍ 2 .8. embura a derivação do nome seja totalmente obs­ cura.1. sob a li­ derança de Gedalias Ur 40. tu e a tua casa'* (v. ftii cle lounã e Jôtialas. Um dos sele eunucos queserviam ao rei Assuero iXerxesI (El I.1). veia também 2 Sm 15.Malta até Roma Bm uma embarcação alexandrina que tra­ zia na proa a figura desses dois deuses. Nome dos tropas de merce­ nários no exércilo de Jeoiada. ttmJo n SUus eram nuvidon pelos oulros prisioneiros. São considerados um clã. lii-40). exatamente como os heteus. O. esses deu­ ses gémeos. quando es la coloca sua fé nole.

Em 22.25. que se iniciou com a famí­ lia juliana. exento a circunci­ são.1-18 menciona Pedro diante dos ju­ deus cristãos em Jerusalém. fixa lamente quando falava sobre o arrependimento. Mc 15. Maleus 8. 3. AsStm.1 7 -2 3 . ao informar que era <idadão romano.26.22. om voz de Pedro 11 Co l 1 2 .CÉSAR é geralmente citado como Pedro (Potros é h tradução grega para Ceitis). as­ sim como ele comandava seus soldados. Nome de uma dinastia de lide­ res romanos. pois os hábitos alimentares dos gentios represen­ tavam a rp. No meio do sermão. 4. evitaram que Paulo tosse açoitado. Quando os enviados de Cornélio Chegaram até onde o apóstolo eslava hospedado em Jope. o qual ficara pa­ ralítico. como também um louvor por parte djs lesus.b . para lahudesse assunto.2). Deus concedeu a Pedro uma visão. eles ajudaram a salvar n apõslolo da turba em le-TUSaiem. Em todo o rap. CEN TU RI ÓE S . À missão cristã entre os gentios linha definitivamente começado. 11. Talvez o mais famoso o importante centurião na Bíblia seja Cornélio. um centurião do Regimento Im­ perial (Corte Augusta = ■ 27. Esse evento desompnniuni um grande papel oa transformação do cristianismo do uma seila exclusivamen­ te judaica para uma religião multirracial. como os romanos duram proteção legai ao cristianismo naqueles primeiros anos.47). e exclamou: "Verdadeiramente este eru Fi­ lho de Deus" (Mt 27. Pedro pregou o Evangelho para Cornélio. 27. ficou encarregado do apóstolo e de outros prisioneiros. ou "'Na verdade esle homem era justo" (Lc 23. Cornélio era “piedoso e temenle a Deus". Lucas enfatiza que o homem era digno da aju­ da dc Cristo. 2. H apóstolo reconheceu o fato como um sinal de que tinham crido e do derramamenlo do Espírito Santo. pois amava a nação judai­ ca e ajudara a construir a sinagoga em Cafarnaum (Lc 7. Em Aios 24. por isso. Nocap. o quaJ tinha uma mensa­ gem para ele. c.iuoi barreira para a comunhão com os judeus. Foi esse mesmo centurião que informou a Pilatos que Jesus estava morto. 3. 11.5-13 e Lucas 7. observou como Eh*. esle "somou dois mais dois": alimentos puros para pessoas puras (Al lo > 2 ).5). o centurião o seus companheiros falaram em outras línguas. 9. chamado Júlio. O apóstolo Paulo ocasinnalm enle refere-se a ele i orno Coftis. cujo signi­ ficado era que nenhum alimento deveria era considerado "imundo". deificado depois «la morte. o Senhor lhe revelou por meio de uma visão que precisava falar com o apóstolo. provideuciou para que fossem battzndos nas águas.23. 1. Eram comandantes mi­ litares romanos que tinham so b suas o t dens divisões de 100 soldados. Certa vez. Matiíus enfatizou que gentios com lal fé substituiriam os israelitas incré­ dulos no Reino (Ml U.1. Um centurião destaca-se proemi* nentomente na narrativa da crucificação de Jesus. 21. Sua fé ocasionou um mdagre de curo. Em Aios vários centurióes são ci­ tados tios relatos sobre as prisões e os julgamentos de Paulo. Simultaneamente. Para um pagão.5). ua tumultuada via«em marilima ate Roma (veja Júlio). Esse homem confiou em que Cristo podia dar ordens para curar.1). Muitos deles são mencionados nos Evangelhos e em Alõs.391. morreu.54.1-10 men­ cionam um centurião que pndiu a Jesus que curassp sou serve». Ve|a Pedro. Todas essas ações servem «o interesso de Lucas era mostrar CÉSAR.4. 0 que poderia significar que yuardava toda a lei de Moisés. o título "Filho de Deus" naturalmente releria-se a um ho­ mem justo. O César mais famoso foi Caio 111 . Aios 10 conta a história de sua conversão e o cap. Paulo ficou sob a guarda de um centurião em Cesaréia.Em 2 3 . dois centurióes evitaram que um plano para assassinar o apóstolo numa emboscada fosse levado a cabo. Respousável pela crucificação de Crislo.32.

ou seja.39).321. O que entendemos.. num eslágio relati­ vamente recente da vida da Igreja.22).. Ed 1. etc.23. Paulo apelou pura César e íoi levado a Roma. “tonto judeus t omo gregos. 1 e Tíbério César em 3 . contudo.21. asse processo foi iniciado pelo Senhor no coração de Ciro. Quando perseguido pelos judeus e julgado diante do seus tribunais.. Ceva era utn sumo saeerdole ju­ deu. César Augusto é citado um Lacas 2 .11. mas vós quem soisT’ (v. no quid o Se­ nhor tocou o coração dele de loi maneira que determinou a reconstrução do Templo de Jerusalém e a volta de todos os ju­ deus que estivessem dispersos pelo impé­ rio e desejassem retornar a Cidade Santa. porque era um governante magnânimo. CIRO. IJin anjo do Senhor.17. Se oram es­ cravos ou pessoas de posição mais eleva­ da. pai de sete filhos que viajavam pela região de Éfeso. depois do vencer os babilónios. H.15). Esse incidente demonstra uma verdade que é ensinada em toda a Bíblia. o invadiu e subjugou em . Ciro era muito considerado pelos povos que dominou.2). Mencionado somente em A los 19. de que lesus se opunha a César. O poder do Seuhur Jesus ex­ cede qualquer fonte do autoridade alter­ nativa |Rm 8.DíG v o qual voltou-se paia eles e disse: "Co­ nheço a Jesus.1 -3). Nesse mo­ mento o homem possesso de demónio sal­ tou sobre os filhos de Ceva. espancou-os e deixou-os quase mortos. Otávio íoi spu herdeiro adotado (não teve filhos legíti­ mos).38..12. rei da Pérsia em 559 a 530 a. depois de permanecerem 70 anos no exílio. A sugestão. Ciro fl. Isso é visto espe­ cialmente no relato bíblico. s filhos tentaram expeln um demónio. o Grande. Muitas pessoas que se converte­ ram levaram seus livros de artes mágicas para serem queimados em público. s e u . O Império Persa fundado por ele. o que em si já seria suficiente pai a deixar qualquer pessoa temerosa.CEVA Júlio César (102-44 a. e bein sei quem é Paulo. como testemunho do compromisso que assu­ miram com o Senhor. 1 . 17.130 a. O César na época do julgamento do apóstolo provavelmente era Nero. É digno de nota que.15). De UGúrdo com Esdras. Mão está claro como Ciro soube o que estava escrito a seu respeito uas Escritu­ 112 . que depois o acusaram de sedição contra o Irnpério Romano (Lc 23. ora uma política determinada para forçar os romanos a maládo. o minado ilu­ minado de Ciro foi usada para levar os Israelitas de volta à sua temi natal. embora não haja nenhum registro de que ele próprio tenha sido sumo sa­ cerdote. imi. para cumprir sua pala­ vra.C. ou mesmo parenles de César. a fira de ser julgado lAl 2 5 . Ele prova­ velmente pertenceu a umu família sacer­ dotal. dita por meio do profeta leremias (Jr 15. subjugou-os.21: 28. continuou por quase 200 anos ate que Ale­ xandre. dizen­ do-lhe que não tivesse medo (At 27.).C. para ajudar nas atividades locais (2 Cr 36. falou com Paulo. por parte dos lideres religiosos. ou pelo menos o prenderem. Não liã dúvida de que.17). A resposta de Cristo foi dollíioradaniente distorcida por seus oponentes. P. e o nome do Senhor lesus era eagrandecido” (v. não sa­ bemos. No evento narrado em Aios 19.lfi.11-14). pois desafiar César era opor-se ao Império Ro mano (Jo 19.). sob a vontade soberana de Deus. o após­ t o l o ja sabia de cristãos que faziam parte "dn casa de César" (Fp 4. é que Paulo levou o Evangelho ao coração do Império b ao próprio imperador (2 Tm 4 . Como resultado desse episódio.22.14.8.24J. Mc 12. Deus é absolutamente soberano e os demónios só operam quando recebem sua permissão. Provavelmen­ te era Tíbério quem os discípulos dos fariseus tinham em mente quando per­ guntaram u Jesils se « th certo pagar im­ postos a César (Mt 22.l7 ). o Grande.G - CEVA. contudo. na lentativu de expelir demónios era nome de Jesus.C.12. caiu te­ mor sobre todos os que habitavam em Éleso.

e cumprira tudo o que me apraz” (Js 44. o fim do exílio babilónico. por­ que ‘'Cláudio tinha mandado quo todos os judeus saíssem de Roma”.1). o qual Ele usaria para reconstruir a cidade de Jerusalém e o Templo Iv.2 Iomos sobre o encontro de Pa ui o com Priscila e Aquila.21).O. Foi sucessor do Caligula. O casal ti­ nha chegado recentemente de Roma. pronunciadas pelo menos 150 anos an­ tes. Em Atos 18.l3|. Muilos sugerem que eln provavel­ mente ouviu a mensagem por meia do Daniel ou do alguém coma èle: urua pes­ soa que ocupava urna elevada posiçáo 110 império e portanto linha acesso ao rei (veja Dn 1 . Ainda mais notável é o falo de que Ciro encorajou o trabalho. sa de Pudente É altamente debatido se ela.34-38): con­ tudo.28 ) Era Isaía* 4õ. O . pois olhava para a frenle. Aquela mensagtfm era notável noconIr. Depois da prisão do apóstolo.28. parece que o grande número deles em Roma causara problemas e. ao citar que o fato ocormu durante o reinado de Cláudio. comandante do destacamento de Jerusa­ lém na época da prisão de Paulo (At 23. foi nomeado govuruador de uma grande área. como lambém envia suas sauda­ ções. Em Atos 11. Esta pessoa le­ ria trazido à atenção do imperador as pro­ fecias a seu respp.mdi). até o momento em que este falou sobre sua com issão de pregar o Evangelho aos gentios e a m ultidão enfurecida pediu sua morte.2 1 : 0. sua che­ gada ao poder naquele momento particu­ lar da História foi sujeita a autoridade de Deus e lal política loi concnbida dentro dos propósitos do Senhor.É provável que sua política ilu­ minada na administração de um império tão vasto significasse que tinha respeito pelas diferentes Convicções religiosas dos povos sob seu domínio: contudo.C. Herodes Agripa.14). oqual erigiu um monumento em memória do filho. Na conver­ sa que se seguiu.26).Senhor inclusive diz sobre Ciro. contudo. Cláudio Lísias. 6. Cláudio revelou ler comprada sua cidadania romana. por ser identificada como Cláudia Q u in tilh a.. pois mandou colocar uma estátua dele no Templo de Jerusalém Cláudio.arta da prisão em Roma e menciona Pudente. não muito louge do Roma.28:10. em Corinto.l Deus o chama de seu "ungido".8). L317.5: 5. en­ quanto Paulo a Linha por direilo de nas­ cimento.nte parecia não saber nada sobre a disputa entre Paulo e os judeus (At 21. desenvol­ veu uma política mais aberta paia com as diferentes religiões dos povos do im­ pério.G. 2. ou foram expulsos ou proibidos de se reunir. ao or­ denar que lossem dados donativos a quem retornasse p que fossem desenvolvidos os tesouros do Templo retirados quando Je­ rusalém foi saqueada (Ed 1-7. Os detalhes sobre o decreto de Ciro. por «xemplo.ilo uo livro do Isaias.3. O ápósrtolo escroveu esta c. Lucas eslabeleceu o i iimprimenlo histórico da profecia de Agabo sobre um lempo de severa fome no mun­ do romano.C. para a proteçáo o restabelecimento do seu povo. ' È meu pastor.). em retribuição aos seus favores. Cilada entre os amigos de Paulo. Quarto imperador roma­ no |41 a 54 d. Há pouca indicação de que Ciro real­ mente tenha-se tornado um seguidor de Yahwih. 1.CLÁUDIO ras.7: 4. em 49 d. tribuno romano. que enviam saudações a Timóteo. o retomo dos israelitas a Jmisalém e o começo da reconstrução do Templo são recontados nm Esdras (Ed 3. Provavelmente Cláudia oro a espo­ CLÁUDIO. 113 . C L Á UD IA . Tai vez faiasse grego e inicial rui *. Embora ele fosse lavorável aos judeus em qualquer oulro lugaT. que o nomeara cônsul Caligula ofendeu profundamente os judeus.3. no fin<d da segunda cartu rJL o apóstolo a esse discípulo (2 Tm 4. Lino e “lodos os irmáos". seria esposa de Cláudio Pudenle. permitiu que o apóstolo se dirigis­ se à multidão. P. Cláudio é citado duas vezes no NT.

ajudara d c >estabelecimento dn igre­ ja eni FIlípos. A carta que escreveu ao represen­ tante romano (Al 23. que foi uma das mulheres que estivaram presentes na crucificação de Cristo.26-30) era sincera e indicava sou desejo de ver n justiça feita de maneira apropriada. i*«. ale­ gavam que seguiam diferentes lideres da igreja. para assim formar ''panelinhas’’ e até mesmo causar divisões. Durante os anos de peregrina- 114 . tor­ nou-se a pedra fundamental do crislianisruo clássico. peloque Cláudio resolveu mandâ-lo sob guarda paro ser julgado pelo governador Ftèlix. Inicialmente os dois ficaram surpresos por aquele homem nada saber sobre os recenies aconreeimenlos em Jerusalem. Es­ peravam que |eauí. Jesus mudou deliberadamente a* expectativas deles e mostrou que seu pa­ pel messiânico eslava rle acordo com as Escrituras» embora talvez não eslivesse de conformidade com o enlendimento teológico corrente. Ela provavelmente era crislã e enviou um de seus escravos ou empregados para falar com Paulo. ú Filho de Deus cilou a Lei (Génesis u Deulero- CLOÉ (Heb.3. Cloé informou que bavia contenda entre os coríntios. repleto de teologia bíblica. Cer­ tamente bavia muitas mulheres ricas uo Império Romano que tinham seus negó­ cios e seus próprios empregados. e esto crucificado" (1 Ço 2. Nm . mas não espera­ vam que morresse daquela maneira.25). encontrou uo caminlio de Emaús. Jesus enJtno mostrou-lhes as Escritu­ ras.10. tia de |esus (Jo Í'J. Aqueles discípu­ los etetivãmente ouviram um dos majo­ re:. Fornou-so progenitor de vários clãs.sermões i|ue alguém poderia desejar. "grama verde'*). CLOPAS.2). 1 . ao desuw er como ludo o uue m acontecera nos dias anteriores era o cumpri­ mento necessário delas. jio que pa­ rece. A necessidade de Crislo. Um cristão de Filipos. em Cesarêia.Cnòmio) e os profetas. CLEOPAS. Qunndo laJou para os jurlmis fiéis. quando os. foi isso que Cléopas aprendeu naquele dia.g. fosse o Redentor do Israel. assim. Sem duvida tinham pouco mais do que uma vága idéia do que exalamente isso significaria. Membros ria família dessa mulher levaram imurniuções a Pdulo sobre a situação da igreja em Corinto |I Co j 1 1 1 .U . Èx 6.CLEMENTE alguns judiãisplanejaram muté-lo. 1 Cr 6 . por intermédio de seus qua­ tro lilhos. p. Es­ ses discípulos pareciam muito desapon­ tados. Essa figura do Messias morrendo por seu pervo não era a que os judeus espera­ vam. redimi-lo dos seus pecados. tanto dentro como fora do cris­ tianismo. é sobre a importância do An li­ go Testamento para informar aos cristãos sobre Jesus e seu sacrifício na cruz. CLEME NTE.57. poderoso era obras e palavras diante de Deus e de todo o povo" (v.17' 26. CO ATE.19). vir e morrer por seu povo e. porém provavelmente pensavam mais era termos da libertação do domínio romano. Nada é co­ nhecido sobre a própria Cloé. o Messiiis. Em Lucas 24 19-2 1 revelaram seu enlendimento limitado sobre Cristo. Sem dúvida. Era um dos cooperadoras de Paulo b.16. Um dos equí­ vocos modernos rnuis comum quanto u fé crislã. ci­ tado somente em Filipeoses 4. onde lesus fora crucificado. Citado somenie em Lucas 24.2527). Posteriormente o apósto­ lo Paulo disse que nada sabia “senão a |esus Cristo. A crucificação é a base da redenção e do perdão. Marido rleMaria. Pare<e que estavam preocupa­ dos com a posição social: portanto.'1. Segundo lilho de Levi e nelo de Jacó (Gn 46. Tinham-uo considerado "profeta. 16).o. foi um dos dois discípulos com os quais Jesus falou depois de sua ressur­ reição. para mostrar que realmente era necessário que o Cristo (o Messias) sofresse e morresse (Lc 24.

115 .U. 2 . LÍDER DE UM CLÀ çAo no deserlo. E interessante notara profusão e a abundância das alertas que furam trazidas ao Templo em ambos os aviva mentos. chamado Coré.21). Os W itas argumentaram que lodo o povo de Deus era santo. Nalannel e uulros lideres.20-26). os presentes e os dízimos eram Lra/. Levita que supervisou as ofertas levadas ao Templo durante o rei­ nado do Ezequias. de Judá. realizou um trabalho bem semelhanie na epoca do rei Josias. 1. Lpvila (sem dúvida uni descenden­ te du pessoa citada nu item 1 ) que. Coré (também chamado de Corá) liderou uma insurreição contra Moisés e Arão |Nm 1 6 . oca­ sião em que armazéns especiais foram construídos e uma equipe de homens foi indicada para organizar as doações.7). íez parte de uma rebelião contra Moisés |Nm 1 GJ. Foi condenado por Jeremias. dez cidades loram dadas aos coatitas.CORÉ. durante a celebração da grande Páscoa (2 Cr 35.121.27-32. Junto com Datã e Abirão. PJ3. I Cr 6.58. COLAÍAS. Provavehneule rèa mesma pessoa mencio­ nada no ilem 1 .Coate serviram ao Senhor no trabalho do Thbcraáculo du­ rante os dias de Davi quando os vários descendentes de Levi foram divididos de acordo com as famílias principais para servirem no Santuário e mais tarde no Templo (1 Cr 23. autoridade esta ou­ torgada por Deus. da musa e de vários outros artigos utilizados na ministração no san­ tuário ÍÈx 6. é mencionado como o pai do Pedtuas (Ne 11. o lalso profeta que ronstanl emente tentava promover uma mensagem popular de boas novas para o povo Judeu. a separação de Arão o sua família para esta tarefa particular não parecia justa íw.24: 1 Cr 6. junta­ m ente com seus irm ãos Sem aías.22).9). Ancestral de Maaséias. Coiianias era o líder desse grupo 12 Cr 31. COL-HOZE. I Im dos des< nndente-s d'5 Coate. Não gostavam de que somente Arão e seus filhos fossem autoriza­ dos a queimai incenso uo Taberuaculo. 1 . as ofertas.12). 26. Pai do Acalm. 12-20).G. 15.5. Como resul­ tado do extraordinário aviva men 10 duran­ te seu governo. Seus líderes eram responsáveis pelo cui­ dado da Arca. LÍDER DE UM CLÃ O Coré mais conhecido na Bíblia era o filho de Jizar. depois do exílio (Ne 11. CONAN1AS. depois de tê-los tirado de uma terra U que mana leite e mui” (o Egito) para loválos àquele deserto (vv.Pai de Salurn. 23. Viveu uo tempo do roi Zedequias (Jr 29.13).5). 2. □ qual repa­ rou a Porta da Fonte durante o reconstru­ ção ilos mUros de Jerusalém. 12-141. São mencio­ nados novamente no serviço do Ttemplo □os dius dos reis Salomão e Ezequias (2 Cr 29.7). um dos des­ cendentes de Judá que se estabeleceram em Inrusalém. Nm 3. CORÉ.211. 1. Também nno estavam contentes com a poder concentrado s o b r e Moisés o objetaram contra a maneira pela qual totalmente se assenhoreou deles". pertencente1 * a tribo de Rubem e mais 250 uulros líderes da comunidade rlè Israel. uelo de Levi (Êx 6. 1.12. o qual se lornou líder de um clã em sua tribo (Ex U.18. Nos dia:> de Josué.15).2 ).3. O principal motivo da revolta deles contra os líderes escolhidos pelo Senhotr baseava-se na inveja do poder que os dois tinham sobre o povo. os coatitas eram "respon­ sáveis pelo cuidado do santuário" e fica­ vam aiarnpados ao sul du Hibrírnáculo.12: 34.18.idos ao lemplo.2. juntamente com as pastagens ao redor (Js 23. Seu irmão Simei o ajudou nesta tarefa. Descen­ dentes posteriores de.38. após o re­ tomo do exílio |Ne 3. 2. Dn Iribo de Benjamim. assim.22.

. o povo aproximou-se dele mediante o sacriliCio. para as futu­ ras gerações dos israelitas. 84. O lugar de Arão foi estabelecido. porém. Se. então os israelitas enten­ deriam que os tais haviam*se rebolado contra o Senhor. A terra se abriu e todos os rebeldes e seus familiares loram engolidos vivos.19. ao convocar todos os levitas na manliã seguinte. a Bíblia deixa claro que nem todos os seus descendentes foram sepultado» vivos naquete dia (Nm 2(5.10. dosta voz culpando-os pela morte dos rebeldes Novamente M n glória do Senhor" apareceu e Deus enviou uma praga uo meio deles.37. Deu» deu ordeoi aos israelitas para que se afastassem das ti-ndas de Coré. foi a intercessão e a alerta do um sacrifício expiatório. mas uão antes que 14. 26.31-40). Mais tarde. pois Ele iria destruir todo o acampamento. Apesar de t udo o quo aconteceu. intercederam e impediram o juízo do Senlior sobre torlo o povo. Quando o povo assim procedeu. 87 e 00). consumiu os 250 líoraens com seus incensários e ioda a congregação fugiu da local. a mão misericordiosa dn Deus foi estendida. i s t o é. simplesmente demonstra a falta do fé nos caminhos determinados pelo Senlior e sua rebeldia contra Ele. para que o Senhor mostrasse quem era sou escolhido (Nm 16. se aquelas famí­ lias vivessem ainda muitos anos. Portanto. seus familiares e todos os seus pertences. Caiu fogo do céu. Douk disse a Moisés e Arão que se colocassem de lado. Disse que. 85. Datá e Abirão (vv. que salvou o povo. a lirn de poupar do juízo milhares de pessoas que men'a iam a m o r t e devido à rebelião.s para fora de suas tendas e enfatizou para o povo quo aquela demonstração não era idéia dele. Quando. entretanto.4-7). onde a “glória do Senhor apareceu a Ioda a con­ gregado” (v. A tragédia da rebelião de Coré indica claramente a santidade e a misericórdia de Deus. Por intermédio de Moisés. A despeito disto. Os dois irmãos. Devido à bondade da Senhor.19). Outra vez.19). A rebelião de Coré tornou-se notória e permaneceu como um alerta.11).20-24). as várias lunçóes sacerdotais foram detalhadas e distribuí­ das com maior clareza. porque Arão e Moisés assumiram suas posi­ ções. mas os demais levitas receberam áreas específicas de responsabilidade (Nm 17 o 18).. algo totalmente estranha acontecesse. LÍDER DE UM CLÁ Moisés dispôs-se a consultar a Deus sobre esta questão. feilas por Arão. algueni julga que pode chegar a Deus à sua pró­ pria maneira. se a terra se abrisse e engo­ lisse os rebeldes. Como resultado desta rebelião e da preocupação manifestada com relação às obrigações dos levitas. mas não simplesmente qualquer sacrifício. já uo dia seguin­ te ú povo voltou a murmurar contra Moisés e Arão. 44 a 49. Dat/i e Ahirão esta* vam totahneute rebelados o recusaram-se a comparecer. Moisés chamou os familiares daqueles bomen.-m a s leis n seus juízos. demonstrou sua obediência o fé no Senlior e experimentou sua infinita misericórdia uo trato com o pecado de rebelião.CORK. veja as introduções dos salmos 42. como castigo péla constante rèbeliâo. o bronze daqueles ohjetos íoi utilizado para cobrir o altar e serviu para lembrar a todos que somente Arão e seus filhos podiam quoimar incen­ so diante do Senhor |Nm 16.41-50). Coré e seus companheiros colòcarum-se diante da Tabemácúlo. A» tareias dos des­ cendentes dp Coré envolviam a função de "porteiros” no Tabernáculo e posterior­ mente no Templo (1 Cr 9. Foram realizados holocaustos e interces­ sões da maneira prescrita por Deus. então ele realmente nao era o escolhido de Deus. 116 . entretanto. sobre o perigo da oposição ou rebelião contra os ungidos de Deus. Intercederam em favoi do povo e o sumo sacerdote ofereceu sacrifício de expi­ ação por eles.700 pessoas morressem (w. porém. Seus descendentes também se tornaram exce­ lentes cantores e músicos sacros fl Cr 6. disse que levassem seus incensários e os acendessem. Mais tarde.

D. d . Era amigo de Paulo. I Podia 3. P. ú justo pelos injustos. C O R N ÉL IO . pois trouxe Cosbi consigo para o ui limpa­ mento israelita. p . conforme está registrado em Atos 1 0 . Veja Coré. delerminado a vingar o Senhor e evitar ainda maior juízo. a menos que Moisés matasse todas os que se envolveram em tais alividades. entre- 117 . Um dos descendentes de Coré. C R E S C E N T E (L. veja Centunúo. 6 .61. Paulo descre­ ve como. É interessante nolar que.anonita |o filho do Elifnz (Gn 35. Nasceu em Canaã (Gn 3(5. era neto fie Esaú e sua esposa Ada (mulher r.g. Outro porteiro. neto de Alão. no lugar do pecador. 5. pois Números 25.14. O apóstolo.5. do exercito romano Foi o pri­ meiro gpotjo a se converter. Finéias. Era Filho de Elniadã e pai do Adi. um dos líderes da tribo de Shneáo. portanto. 1 Cr 1.15.28). l ilho de Saiu. “Baal de Peor". q® 4. foram seduzidos a afastarse da fé pelo materialismo. Os uoraílas eram “porteiros" no Tabernáculo it depois ao Templo. o qual morreu. como Dernas. que foi sacerdote nus dias do rei Davi (1 Cr 9. durante o avivamento ocor­ rido no reinado de Eaequias (2 . prefigura u obra dp Cristo rm rruz. embora sem pecado. é listado como uni dos filhos de Hola o poi de Anube e Zobeba (1 Cr 4.101. 2.1 11 .CRESCENTE Ta] sacerdócio. Alguns. Centurião do Regimento Italiano. COSÃ. COZ. A de lesa du santidade dos israelitas e sua separação dos outros povos para o serviço exclusivo do Senhor era a própria essência do chamado deles como nução.8). coutribui alegremente paru a obra do Se­ nhor (veja também 2 Cr 34. Era a responsável pnlo roçobimonta das ofer­ tas voluntárias do povo de Deus e a sua distribuição. Líder ed omita. após o povo se voltar verdadeiramente paia a adoração. rias Escrituras.18.G. C O S B I .Cr 31. "crescendo”| . "calvo"). A preservação de tal santidade. enquanto ele esteve preso em Roma. Para mais detalhes. Zinri. líder de um c/õ. Líder nu tribo de Judá e lilho de Hebrom (1 Cr 2. No triste uap 4. F ilh o de Esaú e sua esposa Oolibuma. se quisessem permanecer fiéis a aliança e ao relacionamento com Deus. Esta t itadonagenealogia que vai de Adão até Jesus. Isso significa que várias gerações foram omitidas ( l Cr 2 0 . tornou-se um líder entre o povo edomilâ:. O Senhor irou-se e prometeu castigá-los. Paulo diz sim plosm ente que C rescente foi para a Galada |2 Tní 4. exatomente "enquanto eles chtjrav&rn diante da tenda du congregação' iNm 25. poi uma razãoou outra.2 diz que eles foram convidados para ofe­ recer sacrifícios ao deus delas. filho de Imnn. 3. registrada uo evange­ lho de Lucas (Lc 3. de 2 Timóteo. Provavelmente participaram do ritual da rerfcllldade com elas. lam­ bém pertencente ao clã dos conotas. Da Lribo de Judá. Midíanlla. com as quais cometeram imoralidades sexuais. já no final de seu ministério.1S). imi.18).9. Coré é descrito como a pai de Sulum. Encontrara-se com o apóstolo.43).g .35J. En­ quanto o povo de Israel estava acampado perlo de Sitim. era vita). foi dei­ xado completamente sozinho para en1'rentar seu primeiro julgamento. CORÉ (Heb.at. os bomens envolvenunse com mulheres estrangeiros.26) 4.1 ). filha de um chefe tribal chamado Zur (Nm 25.18 diz: “Pois Cristo padeceu unia única vez pelos pecados. agravou ainda mais o mal.14). 1 . onde matau os dois (Nm 25). imediatamente pegou uma lança e seguiu Zinri o Cosbi até a temia deles. paru levar-nos a Deus".

bestas ruins. creu no Senlior. I Pedro indica que nin­ guém deveria envergonhar-se de sofrer como cristão. independentemente do dialeto nativo de cada um Em Tito 1. que os de fora usavam paru aborrecer os crentes. Aios 2 . principal da sinago­ ga. quando Paulo começou sua mis­ são ua cidade (Al ltí|. reverteu esse uso original e transformou o termo num em­ blema de honra. Depois de ' discu­ tir” regularmente com os judeus aos sá­ bados sobre a fé em Cristo. Ele aplicou esse ditado a tais íalsos mestres: enirelanlo.CRETENSES lanlo. um crelense que tinba escrito isso em (>00 a. de acordo com Atos 2(5. en­ tretanto. “Crispo. o apóstolo falava a Tito sobre seu tra­ balho entre as igrejas Dm Creta e alertava contra os enganadores. jã que ser chamado des­ sa maneira identificava alguém com Je­ sus. Em algu­ mas passagens bíblicas. tJ-R. o apóstolo foi expulso |jnr oles.<11 . juntamente com os genllos. o Cristo. O apostolo posteriormente re­ feriu-se a essa primeira conversão em 1 Coríntios 1. quando os apóstolos rece­ beram o Espírito Santo e começaram a pregar. unia grande ilha na cosia ria Grécia. pelo contrário. o termo “Cris­ to” indica que se tomou pouco mais do que um sobrenome para Jesus Supor. A Igte|a. no qual Deus fez com que as palavras dos apóstolos fossem ouvidas e entendidas por todos os pre­ sentes.i „ I^drfj (4. ê raro no Novo Testamento. ventres preguiçosos". O vocábulo grego [Cristos]. com toda a sua casa” (At 18. ê usado numerosas ve­ zes no NT O vocábulo combinado ‘l e ­ iais Cristo” ocorre upenus cinco vezes nos evungellios. quando se refere a lesus. c.urno fura a in­ tenção de Epimeuides. que significa “o un­ gido”.C . Nu contex­ to.24. Claromente fies tfíSttfmun liaram um grande milagre. no restante do NT. Al 4.26 menciona que os membros da nova comunidade de cren­ tes em lesus loram chamados de ctislãos pela primeira vez em Antioquia. O nome “Cristo". como um meio de refe­ rir-se uus crentes. Horodus Agripa conhecia este termo. C R I S T O iVeja o artigo principal em /esua e Senhor]. muitos de­ les coutinuaium n ouvir. Viviam em Creia. Paulo disse deles: "Os cretenses sán sempre mentirosos. Esle vocábulo. Aparen­ temente o nome era um apelido. Um gran­ de número de judeus vivia ali. lorna-se u designação principal usada para o Filho de Deus 1127 vezes). porém. O nome Cristo tem seu pano do fundo no AT. precisava dar louvores a Deus. C R E T E N S E S . mas. p d . Esle vorábulo no hebraico descre­ via dilerenles pessuus que foram ungidas (uormnlmonte com azeito) pura suas Ui- CRISPO.C. ainda «ra capaz du Insliíioar.8). na verdade. nâí» íez a mesma aplicação generalizada sobre lodos os cretenses. por ser digno de re­ ceber esse nome (cf.20: lica claro que esle vocá­ bulo se espalhou e chegou às mais altas aunadas sociais. loi ustulo para traduzir o lermo hebraico "m ashiach".16). um reflexo da rejeição do mundo a Je­ sus. Assim. nu imiio de sua tristoza: ‘'Mas o Senlior me assistiu o me íortftlêceU" W-17). Atos 11. derivado rio verbo que significa "ungir '. fira evidente que «ste vocábulo era inici­ almente um termo pejorativo. CRISTÃO.12. No entanto. 26 28) e uma 1 118 . Ele tazia re­ ferência a Epimenides. desde 150 a. 1 1 registra que cretenses e arabes ouviram “as m aravilhas de Deus” proclamadas «m sua própria lín­ gua. coloca­ do sobre eles pelos muradores da cidade que não faziam parte do grupo.14. Pano de fundo. que esle nome nunca signifi­ que mais do que tsso é perder a maior parte da mensagem do NT sobre o Filho de Deus. Aparece duas vezes em Atos 111. Por essa razão havia m uitos uretenses em Jerusalém para a festn dn Pentecostes. 11 tti dos lideres da sinagoga tím Corinto.20.

2: 18. SI 2.l. As expectativas Judaicas. Por isso. F<ii o con­ ceito da uoçáo dos reis.rislãos.42. é quase incon­ cebível que ele não pensasse espet. 11ma das mais importantes declarações no NT sobre a ideiilidado de Jesus ó a de que Ele é o filbo esperado de Davi o herdeiro de seu trono: o Cristo |\lessías|.26).50: Dn 9.41. dianlo da perseguição.10: 26.26. que viria e derrotaria os dominadores romanos.16).6.9.3 0 . Cristo.9.29. O coro celestial Cantou sobre isso para os pas­ tores (Lc 2 . Os reis magos pprguntaram onde o "rei dos judeus" nasceria e Herodes então perguntou aos sacordntos onde havia do n ascer n "C risto" (Mt 2 2. A oração dos (.1(3. E interessante notar que.3.J. de alguma maneira. identificaram-no como o “Fi­ lho de D avi" (Mt 1 2 .2 3 . veja lambém 2 T m 2. por outro lado. lesus.35. assim. Outros. Embora o AT raramente se refira ao rei vindouro.42. Jesus e o nome Cristo foi bem estabelecido. Nus escritos de Paulo. em muilos contextos a expressão "o ungidi ■do Deus'' logo tornun-sn um sinónimo para O S reis |I Sm 16. Jo 7. Mesmo Ciro. interpretou o conceilD de Messias á sua própria maneira muito esperiaJ.23: 2 Cr 0. Talvez essa seja a razão por quo pareceu tão re­ lutante em usar Efe mesmo 0 nome “Cristcf (embora nunca tenha negado o titu­ lo). na qual disse a 119 . 1 1 1 .ificamenie nesse pano de fundo em algu­ mas ocasiões quando s p referiu a “Cristo" ou "Cristo Jesus". desde o s tem­ pos dns macabeus. etc. 1 J.42). reuniu o elemen­ to do pano dn fundo do AT. provavelmente esporavam um moníuca que fosse sábio e demonstrasse a sabedo­ ria du Espírito de Deus sobre si.4). O próprio Cristo dirigiu seus pensamentos uossa direçáo (Mt 22. Outros profetas são chamados de "os tuigidos” (1 Cr 16.25. da linhagem de Davi.37. Paraari que. o Filho de Davi. logo os seguidores de Jesus começaram u “ so­ mar dois mais dois". como o "Messias".41. com o cres­ cimento do nniiouídismo. Mesmo durante a vida do Filhu de Deus. imediataniealr! apõs a confissão de Pedro nm Marcos 6. Jesus não queria que seu papel e sua obra fossem confundidos com as idéias dos judeus nacionalistas sobre um Mes­ sias que viria como um rei guniroiro. etc. Is 4 5 . Mç 15. muitos |udeus alme|avam por um rei vitorioso. o apóstolo chamou a si mesmo de “servo de Cristo Jesus" e en­ tão estabeleceu o ponio de que lesus era descendenle de Davi (v. o Cristo.CRISTO refas.Quando as pessoas virara Os mi­ lagres que Jesus operava a ouviram suas mensagens.1 1). Em Êxodo 26.25-27). os sacerdotes foram ungidos: o profotu Efiaou ío i “ungido” para seu trabalho (1 Rs 19.1-4.12. tinham em comum a idéia de que o Messias faria um reino político. quainlo ouviram seu ensino e viram suas ohms. P o r exemplo. Todos.13: 24. 2.6). como Salomão Outros insistiam na idéia de que ele introduziria os "úilimos dias". em R o m o u o í i 1. quo deu u base principal para o uso He “Cristo" no NT. As expecta­ tivas messiânicas nos dias de Cristo eram diversas.2: 2 7 . esse elo entre Davi. porém. entretauto. 16.]. Reconheceram Cristo comú alguém nascido na linha­ gem de Davi eque era realmente rei dos judeus" (Ml 1. o rei da Pérsia. da estatura de Davi. foi considerado o ungido do Senhor" (nmshincb. mas o enlendimento que o pró­ prio |esus lin ha sobre sua m issão messiânica não se harmonizava com as ideias da época.22). enOelanlo. Ml 12. centralizado na promessa que Deus fizera a Davi e seu cumpri men lo na pessoa de lesus (At 4. Saul e Devi Foram "ungidos" como a escolha de Deus para o reinado (1 Sm lli. Jesus.11.11.17.29. frequentemente usou o lermo "Fi­ lho do hom em "ao reterlr-se a si mesmo — uma expressão que não linha lais pre­ tensões polílicas e que Ele podia preen­ cher com a mensagem de um Messias quo sofreria e morreria. 2 0 .

Benjamita.3). Deus permitia que fossem dominados por tais p o v o s . vivendo de acordo com ela. fttíjg. devido ã idolutria Muitas vezes há o sentido de que n Senhor os entregou ao que eles re­ almente desejavam. CUSI. 15. Cilado na narrativa de Lucas CUSAÍAS.8-10).1) Ele vivúu Da parle Sul de Canaã (Etiópia|. para que. Seu antagonis­ mo pura com Davi motivou as reflexões dfJtsle sobre o Senhor. 17. 2. A fé cristã. Pai de Etã nm levita do tila dos merari lus. As pessoas reconhe­ ceram-no gradualmente como o Messias. e como essa missão foi confir­ mada em sua morte.. 1 Ct 1 . quando clamaram por ajuda. CUSÃ-RISAYAIM. cujo nome aparece na introdução do Salmo 7. saiu a peleja e o Se­ nhor entregou nas suus uxãos a CusãRisataim. depois que Ele ressuscituu dentre os mortos. como Rei e Senlior. 1 ). à medida que testemunhavam suas paiavras e obras. Çuxe ê tanto uma pessoa como uma nuçáo (cf. Dessa maneira. até que se arrependi­ am e se voltavam para o Senhor. rei da Mesopotâmia. Quando isso acontecia.n. Deus levantou Otniel para livrá-los. fesus relutou em falar sobre si mes­ mo como o Messias ato que completasse a abra messiânico. o juízo de Deus sobre seu povo sempre era cons­ trutivo em seu objelívo final.3 I).. Eles adoravam os deuses daquelas nações e casavam com suas mulheres. Esse tem . É provável que seja outro nome para Quisi II Cr 6.10). p. Embora o nome "Cristo” oos poucos comer. Em vários registros da Bíblia a opres­ são sobre Israr-I por outro povo ó enten­ dida como julgamento de Deus. Ele é o rei há muito tempo esperado* que governará sobre o trono de Davi para sempre. e o que conheceria o Espírito e u sabedo­ ria do Senhor om seu domínio e governo Como o próprio Jesus ensinava sobre essa sua missão. permitiu que sofressem sob esta Opres­ são. Procurador (administrador) dn Herodes. pudéssemos ser salvos (Is 53: Mc 10. Jesus "então co­ meçou a ensinar-lhes que importava que o Filho do homem sofresse muitas coi­ sas.101 .8 . Ix Z4.171. Assim.. é o “ungido" de Deus. contra o qual prevaleceu” |)z 3. em bus­ ca de livramento. CU XE 1. CUZA. devido á sua idolatria e íalla de l‘é ||'z 3. Por oito anos o Senhor 120 . acima de ludo. ressurreição o as­ censão. ficou claro que seu sofrimento era pnrle in tegran te do seu papel messiânico O único e verdadeiro Mes­ s i a s sofreu e morreu por seu povo. mas. como o filho de Jessé.14). tosse rejeitado pelas anciãos. por meio da fé nele. o qual viveu no lempo de Jeremias fji 36.44. Rei du Mesopotnmia durante o tempo dos Juizes.«ido serupre um dos mais importantes princípios da iV < <rístã: que Jesu* cumpriu a s p r o m e s s a s do Se­ nhor no An ligo Testamento. Um dos quatro li lhos de Cão.CU SALAS Jesus: "1U és o Cristo".45. eles experimen­ tavam a opressão e a falia de justiça das sociedades pagãs. 1. Esse juiz era sobrinho de Calebe. “Veio sobre ele o Espírito do Senhor. Seu filho Ninrode foi um poderoso guerreiro IGn 100-9.asse a ter menos sentido do que o vocábulo lesus. pelos principais sacerdotes e pelos escribas. os quais loram listados como progenito­ res de diferentes tribos e povos. Et 1. Bisavô de Jeudi. tosse morto e que depois de três dias res­ surgisse" (Mg 8.. Pai do profeta Solo ui as u filho de Gedalias |Sf 1 .c. Ele mesmo Leve pelo menos seis tilhos. portanto. 2.4<>: At : U 8 . Otniel então tnrnou-se juiz em Israel e a terra ficou em paz por 40 anos. os cristãos sabem que seu significado original e vital para o pleno entendimento da pessoa do Filho de Deus. o qual loi usa­ do por D e u s para truzer juízo subre os israelitas. escritas uesse cântico.

CUZA 8.re. Nbs ven-õo» em português a palavra !jpdstvui^a é traduzida com o ‘‘paatugtins" tNnta du Troditter) . 1 E m l C t õ t i í ò i i s 2 . por ser marido de íoaua.dilar que apenas os pobres eram atraídos pelo ministério de Jesus. sua meução no toxto foi pura enfatizar que o grupo ora com­ posto por mulheres do famílias ricas. Provavelmen­ te ela possuía certa independência finan­ ceira. “as quais o serviam coru ossous bons”.9 è c h a m a d o d e Q u a l u b a i .3. ou seu marido ora uru simpatizan­ te de Cristo: contudo. uma das mullieres que ajudavam no sustento df» fesus e seus doze disdpulos. Certamente é uma ficção comum em nossOS dias ai. qu* « u m a v a r i a ç á o d o m a s m a ií o m e : ( N o t a d o T r a d u to r ).

10. estes o agarraram. inimigos do povo de Israel (Jz 16.2-121.2-1 2 . durante lodo o tempo em que a arca permaneceu em poder deles. 10). agqra cego. após sua derrota na batalha contra os íilisleus (1 Sm 31. serva de Raquel (Gn 30. para apoiar-se nelas. mas não antes que o Senhor o usasse para desLrub milhares de filisteus (vv. Um dos dez filhos de Hamã. DALILA.V. os atacou e derrotou repetidamente. ao cair por terra diante da Arca do Senlior. tanto pelas derrotas que sofriam nas batalhas como em açõcs simbólicas muito vívidas.0. Ela foi colocada no teínplo de Dogom. no território dos filisteus. O mesmo aconteceu no dia seguinte.4). Após usar seu po­ der de sedução e importuná-lo insisten­ temente.17). Náo hó outros deuses (Dl fi. E mencio­ nado pela primeira voz d o Bíblia em fuízus 16. Durante as celebrações diante desse deus. pois acreditavam que este o ti­ nha entregue em suas mãos.G. cortaram-lhe as sete longas Iranças. trouxeram a prisioneiro. Uma das poucas pessoas convertidas por meio da pregação de Pau­ lo em Atenas (Al 17. Hovla outro lemplo de Dagom em Bole-Seã. Evidências da ado­ ração desse deus pagão são encontradas em numerosos textos autigos. Era uma das di­ vindades dos filisteus. A essa altura.t2 ). como a que ocorreu com a estátua de Dagom. foi seduzido por ela ej ambos casaram-se. Várias vezes o Senhor aparece na Bí­ blia como o unico Deus verdadeiro e so­ berano. 1 Cr LU . de derrubar as duas colunas: todo o templo ruiu . grande parle de sua força havia retornado e ele foi capaz. alado com correntos de bronze Nn meio da lesta. vemos a narrati­ va da captura da Arca da Aliança pelos filisteus. "grão").6 í De acor­ do com o relato sobre seu nascimento. A ormaililba fie Daliia causou a morle de Sansão.sobre ele e os lilisteus. depois que os filLsLeus cap­ turaram Sansão. Em I Samuel 5. 26-3U) (Veja também Sansão e juizes). S. "juiz ou “julgamento”).34) U fato do seu nome ser um dos poucos citados indica que era uma dos "mulheres gregas de alia posição" |v. Deus enviou grandes pragas contra eles. quando o seu ungido.23. O mais velho dos dois filhos que Jacó teve com TCila. levaram-no ao lemplo de Dagom. e isso facilitou sua prisão | | z 16.7). 122 . onde a cabeça do rei Saul toi colocada. Eles logo experimentaram o julzo dn Deus. em Asdode Na manhã seguiale os filisteus encontraram a imagem do dous caída diante da "arca do Senhor" (l Sm 5. furaram-lhe os olhos e o prenderam com correutes de bronze. com a ajuda de Deus. Sansão.4: 32.D DAGOM (Heb. o rei Davi. Quando ele adorme­ ceu. DALFOM. Daliia fez com que ele lhe reve­ lasse o segredo de sua força descomunal e levou-o ao conhecimento dos filisteus. O que ela finalmente descobriu foi que a força de Sansão dependia do comprimen­ to de seu cabelo. Sansão pediu para ser colocado entre as duas colunas que sustentavam Ioda a construção. e o Senhor demonstrou isso para os povos vizinhos. apôs demonstrar grande falia de caráter antoriomoiite. em várias batalhas. de forma que muitos morreram. IMl. Linda mulher que vivia no vaie de Soreque. DÃ (Heb. mortos pelos judeus em Susã fEt 9.5.6-22). D Â M A R I S .

C. Dã. "por isso lhe chamou Dã ' O nome expressou assim tuna situação particular na vida dn Raquel emais tarde também serviu de tes­ temunho do favor (te Deus quunlo o sua esterilidade. e citado ape­da visão do rei Nahucodouosor.JML os episódios ci tados em Daniel 7 são bem anteriores aos <itados rios capítulos 5 e f> . hã uma consideração re* novada na viabilidade das profecias bíblicas diante dos íalos.l). Daniel. impérios babilónico e modo-persa. Parece que também era chamado de Quileabe. bem como o estudo mais aprofundado. filho de Davi. bem O único evento registrado em que como proleta do Deu*. em 2 Samuel 3.5-fl). Além disso. juntamente com Betol. no NT. não ordenados cronologicamente em seus movimentos mais amplos. no final dos tem­ pos (Ap 7. até os incidentes (2 ) o it i exilado de luda. Hã tam­ bém u possibilidade de que seja o mesmo nome mencionado no livro de Ezequiel. “Julgou-mo Deitó” (Heb. Sua mão ora Ahigyil tí ele cisa. Não é possível estabelecer a data dos nas em J Crónicas 3. Moisés.25».C. também. ao profe­ rir sua bênção sobre os isiaelitas.16. quando tinha de 2 0 a 25 anos (an­ madns de Daniel. na distribuição das terras entro as tribos. é sua interpretação da secun­ Esdras. o Medo. que se tornuu um datados em Daniei 5 a 10 (por volta de oficiai do alto escalão nos gavoraos das 553-530 a. Talvez por esse motivo não seja mencionada no li­ vro de Apocalipse. “meu juiz é Deus") Três cassez de informações sobre o próprio pessoas no Antigo Testamento são cliaDaniel. Daniel. onde estabeleceram um cul­ to idólatra (Jz 18). a maioria das vezes de forma negativa. o exilado e profeta. l i J Um filho de rei Davi: tes de fiOO a. a tendência de menosprezar a possibilidade da previsão profética sobrenatural contribuiu imensamente para uma notável hesitação sobre a confiabilida de do retraio bíblico de Daniel. (Hob. por exemplo. v. 1. é um grande desafio. Dã náo é mHis cilado individualmen­ te. derrotaram e expulsaram a população He Laís r s r fi­ xaram ali (próximos da moderna cidade de TelJ Dã).DANIEL 4). Na último parte do século XIX houve considerável ceticismo com respeito aos aspectos históricos da vida de Daniel. foi mais tarde escolhida pelo rei Jeroboão como sede de seu novo centro de adoração. Jacó disse: "Dã julgara o seu povo" Fa­ lou também que “Dã será serpente junto ao caminho" (Gu 49. Quando os dam tas não conseguiram ocupar u turra que receberam nu partilha de Canaã. sabe-se apenas quo foi em alguma nascevi durante os sele anos e meio em époi a antes do final do reinado de que seu pai reinou em Hebrom 1 1 Clr 3. é cita­ do apenas no Livro de Daniel (tanto nas parles em hebraico como nm aramaico). mus € \ Iribo que recebeu seu nome é mencionada com frequencia. não foi muito generoso.. Novas evidências históricas. A reconstrução da sequência dos fa­ tos tu» vida de Daniel. durante o período agitado dou quo retornou da Babilónia com de 50 anos. ll. ao referir-se a Dã como um “leãozinho: saltará de Basã" (Dt 33. via' jaram bem para n norte. O texto dosonvolve-se em tópicos. principalmente quanto à própria existên­ cia de personagens como Belssazar e Dario. f/on&nm). pois este é o nome dado ao Se­ gundo filho do Davi e Abigail. entretanto. no cap. 2.). reforçaram a exatidáo his­ tórica do livro. é a es­ DANIEL.17). 123 . Ao abençoar os filhos no lei lo de mor­ te. e (3J um líder juDaniel é visto. O fato mais uotável.22).1. nascido em Hebrom. paia que o povo não subis­ se d Jerusalém (1 Rs 12. 4. em muitos setores da teologia. entretanto. Era o segundo fi­ evenios deste registro de forma mais pre­ lho de Davi. uo AT: e eiu Mateus 24 15.1Raquel comemorou o evento declarando. partindo do Livro que leva sen nome.3.

Não é possível determinar mais ne­ nhum dado específico sobro os antoce* dentes familiares de Daniel. Capacitados por Deus (Dn 1. ãs margens do rio Tigre (Dn 10. se a invasão aconteceu w ru 605 a. 2 0 ).C. e passou assim 70 anos (ou mais) de sua vida longe de sua terra natal. parece que o novo nome fazia parte de uma orientação sistemático para que os estu­ dantes abraçassem completamente lodos os aspectos da nova sociedade da qual la* ziam parie.19).C. O último avento datado no livm de Daniel ò a revelação dada ao profeta "uo terceiro ano de Ciro.. Assim. a não ser que estava entre os (Dn 1 .C. como lambém a "todos os magos e encantadores que bavia em lodo o reino'* (v. 1 ). no qual a sabedoria e o enlendimento eram me* 124 . isso significaria que o último evento cronoló­ gico no Iív to de Daniel aconteceu em 537 e 536 a.DANIEL Nabucodonosor. um ser celestial (12. parece que Daniel morreu na Pérsia. prova­ ram ser muito superioras não somente aos nulros estudantes (1. pro­ vavelmente ale passou dos 00. Isso poderia indicai que o profeta ainda viveria por mais al­ gum lempo. indo o que se sabe de um período de quase meio século da vida de Daniel é a infor­ mação reduzida proporcionada par esse ca pí fulo.. pelo qual passavam as que enLravam paru o serviço do rei Nahncodonosor (Dn 1.6 ) da "linhagem real e dos nobres" (Dn 1. o que era compreensível. recebeu o nome babilónico (assim como acoiUec-eu com seus companheiros) de Bellessazar (v.4). ê muito provável que lenha nascido tí crescido em Jerusalem Alem disso. 12. No final da profecia.3-6). embora conheçamos bem seu rigor e sua amplitude Ele e seus companheiros foram treinados entre os melhores e mais brilhantes jovens do império (Du 1. conludo.7). provavelmente tivesse entre 15 e 20 anos de idade.C. pela metade do reinado de Josias.C.7) disse a Daniel: “vai-te até que chegue o fim" (isto é. Por não ler acompanhado a primeira leva do exi­ lados judeus que retornaram "no primei­ ro ano de Ciro" (Ed 1 . Isso colocaria a data de seu nascimento por volta de fi25 a 620 a. Quando Daniel iniciou o estudo de três anos. 1 . No final dos três ár­ duos anos dp treinamento (o primeiro e o último poderiam ser frações.3). rei da Pérsia" (Dn 1 0 . considera­ dos como um ano completo na contagem tio lempo daquela cultural havia um exa­ me oral feilo por Nabucodonosor.4 como as letras o a língua dos caldeus O v. entretanto. Sua ex­ periência anterior em tais círculos. As matérias estudadas sáo citadas em Daniel 1.. entretan­ to. seu sentimento com relação à trágica queda de Judá e o exílio na Babilónia seria ainda maior. Desde que este livro enfoca a invasão inicial de Je­ rusalém por Nabucodonosor (Dn 1 . 17. Assim. quando foi colocado na ca­ tegoria de "jovom" que serio educado (Dn 14). O nome náo é simplesmente a forma babilónica para Daniel e incorpora especificam ente o nome de uma divindade pagã. Se ele passou os anos de sua infância na presença da cor­ te real em Jerusalém. que signjfica algo como "Bei (um deus babilónico) protege sua vida".2 ] ocasião em que esle jovem foi levado para a Babilónia (Dn L. O locaJ e a data tanto do nascimento como da morle de Daniel não sáo <ilados expUcitamrmtfi nas Escrituras. Náo se sabe com clareza qual a plena natureza do processo educacional no qual Daniel ío i colocado ao chegar à Babilónio.4) Como o império Babilónico caiu diante da aliança medo-persa. amplia o quadro e Inclui "cultura e s a b e d o ria a fim de abranger também "todas as visões" e “todos os sonhos*’. é quase certo que Daniel viveu bem mais de H0 anos. até sua morte. pode ter sido de grande valia nas posições que ocupou mais lanle no go­ verno da Babilónia e da Pérsia. em 539 a.5).171.13). por isso. o último rei piedoso que governou judá (040 a 609 a C : 2 Cr 34 b 35). em 562 a. em lugar do Deus dos judeus (o sufixo “El"). 1 ).

13). citados no v. entretanto. 48. Arioque. como um mês ou um ano.1) colocaria o fatoden­ tro do período iniciai dos três anos de treinamento. É extremamenle difícil determinar quando esse incidente aconteceu na vidn de Daniel Por um lado. em vez dp um houornvel sábio que já se encontrava a serviço do rei |Dn 1.48.1 1 ).49). antes mesmo de completar seu período fie treinamento (Dn 2. informou-os sobre o incidonte e a ordem de execução (vv.32. 14-16J. Daniel e seus com­ panheiros entraram em cena. usoda para demonstrar a habilidade especial do profeta para en­ tender as visões e os sonhos (Dn 1. Mesmo quo o período tenha sido de poucas semanas ou meses e embora o império estivesse em paz. adivinhação e provavelmente asiroiogia como parte do estudo da venerada literatura babilónica Depois de um furioso decreto feito por Nabucodonosor.9). e é chamado de “chafo dos magos" |Dn 4. em lugar de glori­ ficar o Deus verdadeiro (Dn 4. que ordenava a exe­ cução de “todos os sábios da BabUõnia" (Dn 2. Essas declarações indicarn fortemente que o programa iiiclula instrução em magia. às mais altas posições do governo da BabUõnia |v.20 (consideran­ do-os dez vezes mais doutos do que to­ dos os magos e encantadores) e a descri­ ção do proleta como meramenle "um den­ tre os filhos dos cativos de Judá” (Dn 2 . 23. Depois que o proleta interpreia uma visão que adverte severamente o rei sobre as consequências de sua auto-oxaltnção.DANIEL (lirlos e comparados com “lodns as ma­ gas e eurantadores" quo já «atavam a ser­ viço do roi (Dn 1 .19. O significado dos “sete tempos" não eslá claro. então o rei ficou impossibilitado de governai.20).47) i! a elevá-lo. a forma com o o Império Babilónico loi governado durante n perío­ do em que o Tei permaneceu mentalmente incapacitado é ainda mais obscura! A expressão “sele tempos" pode simples­ mente referir-se a um período indefinido ou significar a um ciclo do calendário.por sele anos. Os eventos quo se seguem inferem que o ca­ pítulo também registra a elevada influ­ encia de Daniel no governo. Se o entendi­ mento íjoumm do que "um lempo" era uma estação anual de colheila estiver correto. a referência ao segundo ana dn reinad o de Nabucodonosor (Dn 2. õ bem provável que tenha desempenha­ do um papel fundamental na manutencão da estabilidade do governo enquanto Nabucodonosor esteve afastado do sua função. Sua aulo-exaJtação imediatamente resultou no castigo que fora predito: receberia a mente de um animal e viveria como um irracional por "sele lempos" íDn 4 1 6 .49) Isso não explicaria melhor. Daniel 3 é o único capitulo do livro em que o profeta não ê mencionado.17). Nabucodonosor só é capaz de controlar seu orgulho por um ano ívv.12).49).2 0 ). 19). embora resulte na c o n c l u s ã o de que Daniel foi nomeado para um alio corgo por Nabucodonosor. 28-32). 5.9-27). a conclusão um tanto exage­ rada do rei em Daniel 1. A explicação do profeta sobre o sonho e o sen significa­ do não somente salvou a vida dos sábi­ os c o m o também levou o Tei Nabucodonosor a louvar ao Dous do Daniel |Dn 2. juntamente com seus companheiros.33). 4 começa com Nabucodonosor apa­ rentemente uo auge de seu poder. Daniel 2 funcionaria como um tipo de retrospectiva. chefe da guarda real. Desde que Daniel tora nomeado conselheiro-cheÍR da corte real (Dn 2. Se assim for.17-23) b "nnlão foi revelado o mistério a Daniel numa visão do noite" (v. devido ao fracasso dos conse­ lheiros em d e la lh a T e interpretar o so­ nho do rei | vv 1 .2 : 1 ). e o cáp. os jovens judeus puseram-se diante de Deus e oraram juntos durante toda a uoite (w. seria de se es­ perar que o vácuo causado pela ausência de uma figura láo inteligente o imponen- 125 . Esse enlendimento é levemente preferí­ vel . na qual eles também estavam incluídos (v.

Daniel foi larnhérrt nomeado coma um dos três administradores sobie o reino. mesmo após ter repre­ endido o rei por seu orgulho e interpre­ tado a ameaçadora escrita na parede. em certo sentido. "no terceiro ano do remado do rei Belsa/.1J. ano de Belsazar. tenham recebido grande reco­ nhecimento (Dn 5. quondo permitiu que os judeus dispersos pelo império vol­ tassem para Jerusalém e reconstruíssem 1 26 . 1 1. pelo povo judeu.27). Por cousa de sua disposição de orar três vezes ao dia.13-101. o profeta leve um sonho.C.2).30.DANIEL Le como Nabucodonosor fosse rapidunien te notada. rei de.ar" (Dn 0 . 1 1. no meio dos leões Na manha seguin­ te.24l e Dario tez um decreto adicional.3-20). ele menciona seu retorno nos negócios do rei (Du 0. por isso. 0 . em 5-39 a. O cap. Cer­ tamente. como Daniel.29. supremo im­ perador persa (Ed 11). a fim de orde­ nar que o povo tremesse e teuiesse "pe­ rante o Dous de Daniel" ív. seus companheiros arquitetaram um plano para persuadir o rei a decretar que. Foi um papel no qual o profeta ra­ pidamente se destacou (Dn 6. dirigida a Belsazar (Dn 5 22-29): logo de­ pois da vitória medo-persa sohre a Babilónia. que Daniel e o Senhor no­ vamente. Devido à conduta ética e ao compromisso religioso do profeta. não é de estranhar que o profeta tenha finado es­ pontado e com o semblante mudado de­ pois da primeira (Dn 7. Daniel foi imediatamente pre­ so e jogado tia cova dos leões [Dn 0. "No primem. ou nem mesmo sabia sobre sua fama como intérprete de sonhos e de homem sábio durante o reinado de Nabuco­ donosor (Dij 5 . para lira-lo do caminha a qualquer custo ÍDn 0. pelo oovo imperador. punido com a mor­ te na cova dos leões (Dn G.34.281.31. O tempo parece coincidir com a proclamação feita por Ciro. As duas visões des­ creviam circunstâncias difíceis para o povo de Deus no futuro. data­ da por vollii de 551 a. tunham trata du dos assuntos eotidianos do império até que o rei recuperasse a sanidade e vol­ tasse ao Irono rDn 4. nn bem conhecido episódio da escrita na parede [Dn 51. foi vindicado diante do roi Dario e res­ taurado ò sua posição de autoridade (w 18-23.C ) e o começo do reinado de Belsazar (553 a. I do período babilónico.C.5).12).281 e “enfraqueci­ do e enfermo alguns dias" depois da se­ gunda visão (Du a. mesmo soh rist o da pró­ pria vida. que se tornou sua primeira v i s ã o registrada no I í v t o . Assim desde (|iie náo exisU í nenuma IndicaçSo de uma lula interua pela poder nu declínio durante sua au­ sência. Deus o protegeu durante toda a noi­ te.f Daniel aparentemente perdeu um pouco de sua influência no governa ria Babilónia.37). o idfimo monarca (553 a 539 a. 0 rei Belsazar deu a entender quo não co­ nhecia DouíbI pessoalmente (Dn 5. Daniel tez uma maravilhosa oração de arrependi­ mento corporativo |Dn 9. Os conspiradores foram então atirados às feras famintas (v. Para evitar que Daniel fosse nomeado para o mais importante cargo administra­ tiva por Daria. além de indicar a proteção providenciei de Deus na transi­ ção do poder..C.0-9).27) na conclusão de suu segunda visão.1-31.: entretanto.36. é provável que oficiais altamente respeitáveis. par uni período de trinta dias. toda oraçáoque náo fosse dirigida ao rei seria considera­ da Uegal.C. Não somente o profeta foi exaltado contra sua vontade para ocupar a terceira posição mais ele­ vada no império. 0.4.. o medo. Babilónia' [Dn 7 . L)ario. outros oficiais do gover­ no medo-persíi conspiraram contra ele. que ocorreu cerca de dois anos mais tarde.1017). 1 1. 8 descreve u segunda visão de Daniel. e o culpado.20). que ocorreu na ocasião da derrota finai da Babilónia pelos medos e pnrsas (Dri 5. Os próximos evenlos registrados da vida du Daniel acontecem no inicio do roinâdo de Belsazar. É algo fantástico.2 0 J. Durante a décuda entre a morte de Nabucodonosor (562 a. Durante esse mesmo periodo (o pri­ meiro ano de Dario: Dn 9.

14.1). de que talou o profe­ ta Daniel’' fMl 24. esp 2 .. bem como o fato da meução estar próxima à referência a "apa­ gar a força do fogo" (Hb 1 1. onde nada mais é registrado na* Escrituras so­ bre o período linul da vida do profeta.14.14. mais do que qualquer ou li o personagem bíbli­ co demonstrou ser a figuru inlormediaria entre o período do pré e o do pós-exílio. Sftu legado mais profun­ do esta na esfera espiritual. A maneira como Cristo fala aqui parece auienbcar a exatidãn histórica dos eventos e das visões registrados uo Livro do DanieL Tlm tributo adicional à fé dflmonstrarJL o por Daniel na cova dos leões está re­ gistrado em Hebreus 1 1. a vida de oração e a sabe­ doria rjue podem ser vistas de forma con­ sistente na existência do Daniel. Daniel.C. cí.2427). Embora alguns atribuam tais refe­ rências a alguém de renome. Poucas pessoas na Bíbba exibiram a fé.3. a coragem. J).24). lesus laz uma referência à “abomi­ nação da desolação.'4. mas a falta de outro evento semelhante no AT.21).'4fci. dessa vez por três semanas (Dn 10. Daniel novamente lamentou.3).1).20) como na lembran­ ça tios escritores bíblicos (Hb 1 1.C. é mais provável que se re­ portem ao Daniel contem porâneo de Ezequiel. parece altamente pro­ vável tjue esle período seja um paralelo com o lempo acumulado duranie o qual os judeus falharam em observar a loi do “descanso do sábado' ordenada por Deus (2 Cr . o nome de Daniel aparece Irês vezes em Ezequiel (14. 1 ) e 58<> a.1).20).33). 1 ]. Desde que essas manifestações ultrapassaram o pe­ ríodo do exílio babilónico (geralmente datado de 605 a 539 a. Oaniel foi o veículo da revelação divina. havi:ria lernpo soificionte para Daniel ter demons­ trado s u a justiço 114. tanto paro interpretar como para ter as visões mais detalhadas ria profet ia bíblica. Esse incidente talvez esteja rela­ cionado com os eventos em Jerusalém. (28. bem e O m o por seu exemplo de piedade. Daniel finha influência por seu acesso aos corredores do poder. Como resultado da oração fervorosa. 3. alé ocupar po­ sições nos mais allos escalões da autori­ dade imperial e ter mfluôncia tanto uo Império Babilónico como no Medo-Persa. Urna avaliação geral das contribuições de Daniel deve incluir o uso dn su perlativps.2.20). (Dn 1 e 2 .4. (az com que a identificação sefa quase certa. apesar de ele ter passado a maior parte da vida distante geograficamente fie Judá. Cl.20) e sabedoria concernente aos mistérios 128. A visão que se seguiu é o último eveulo registrado uo livro de Daniel.C.24) decretadas por Deus paia o futuro de Israel (Dn 9.2G. 8 . Seu nomp não ê cilado.14. orou e je­ juou. seu estilo de vida como humilde cunselhei- 127 .).15). referente à utilização da ten‘a.21). diuante a reconstrução »le Jerusalém e do Templo.20.14. onde u reconstrução do Témplo foi Inter­ rompida pelo medo e desânim o (Ed 4.33. que prova­ velmente vivnu no tnmpo de Noé ou de JÓ (11. No meio do discurso do monte das Oliveiras (Mt 24 e 25). Fora de seu livro. Daniel cresceu de forma notável. 26. 28.341. durante uma carreira que durou mais de G O anos Ainda assim. Tanto em sous dias (Ez 14. A única menção do nome de Daniel no NT é era Mateus 24. Se as ocorrências cm Ezeqyinl podem ser datadas «m 592 a-C. relacio­ na dn com Daniel cap.DANIEL 0 Tfcxnplo (Ed 1. (14. Uns dois anos mais tarde (Dn 10. Essa alegação é justificada. Seu re­ conhecimento como o principal conse­ lheiro na Babilónia e seu sólido compro­ misso com Deus já sn teriam estai lelecido solidamente por volta dafiflO a. Ao recuperar-se do trauma cátisadi i pela invasão de seu lar em ludá.15. Embora nõo haja uni r onsonso cnm relação ao significado o ao cumprimen­ to dessa profecia. o velho profeta recebeu uma re­ velação assombrosamente detalhada das "setenta semanas” (Dn 11.2-4). do jejum e do lamento de Daniol pelos pecados de seu povo |Dn 9.

s quo assinaram o documento o Império Pnrsa de 522 a 486 a. DAVI Dados Gerais Davi é o nome do maior rei de Israel e o anoeslral humano do Senhor Jesus.'is“)> Í!>so. é mais prová­ nhecimento.1 oomo o imperador que permitiu aos judeus reconstruir o Templo. "Servo de Salomao". Listado em 1 Crónicas 2. era filho de Maol. Embora alguns teólogos o identifiDA RDA. corno Dario I ou “o Grande”. É sempre mencio­ a Salomão uma sabedoria extraordinaria nado junto com o irmão (veja) Abirão (Nm (v. Provávelmiinte tira a mes­ como exemplo. irmão de Golias. Líder levi la da época dn pósDARI O.). e 2 Samuel 21.DARCOM ro governamental. "Gobrv. Por (Gr. 3.7.19. de 1 Samuel 16 a 2 Reis 1 e em 1 Crónicas 2 a 29. comandanle) é atraente. Sua história. que seu nome e EJauã (Heb. Em respost a ao seu pedido. Dario.6J. suas realizações o seus problemas roceberam um tratamento extensivo. citado como companheiro de re­ gresso a Judá uu leva de Estiras [Ed tí. Conhecido exilio. 12S . que ultrapassava . Na verdade ele governava sol. 16 1. Alguns sugerem que Davi seja um cognome rea! o . o hindadoi do Império Persa (Du U.C. cujo texto relata que Davi matou Golias. Famoso por seu grande co­ quem nomo o próprio Ciro. conhecido como Gubaru comparação com a de outros homens. cujos descendentes estavam entre os judeus ser coniumbilo com o rei Dario citado em Daniel 9 . minou sobre Foi um do..58). para dar o significado tie “amado".1 e outras referências (veja n* ]). imperador sobre Babilónia nos dias do Daniel. a identificação do Elanã é incerta. 2. que iden­ tifica Elanã como o herói que matou Lami. ma pessoa citada no ílem cmterior (n* 1 ). Filho de Eliabe. o herói que matou Golias (2 Sm 21. 1.31. cria outro problema: por que então Elanã seria relacionado ua lista dos heróis de Davi? Outra sugestão é feita a partir de 1 Crónicas 2U.56: Ne 7.19).1. A conexão com a palavra acadiana dúwidúni (chefe. embora duvidosa. Daniel. encontramos Darda no texto de l ReLs 4. Era descendeule de Ilamar. que retomaram do exílio com Neemias |Ed 2.24. etc. “Deus é gracioso”).5 quo houve uma corrupção textual.28). o Medo.3.15: 2.6 (chama­ do de Dara) t omo filho de Zerá e descen­ fcta do Deus verdadeiro õ profundainantti reverenciado e digno de ser seguido dente de Judá. o qual menciona que foi Elanã quem matou o gigante. administrador e j»rr> ~ 2 .19 011 em 1 Crónicas 20. Desde que não se tem certeza se foi em 2 Samuel 21.2 yj. Sofonias 1. É mais provável que esteja associada com a raiz hebraica d m l (amor). O significado do nome ainda n incerto. 1. 7.) as ordens de Ciro. Não deve DARCOM. A snbedovel que fosse um governador descenden­ riu do Salomão loi enfatizada por meio da te dos medos.10 e de compromisso solene com Deus (Ne 1U.2). Ri*i da Pérsia. Embora essa solução possa resolver a apurento discrepância entre 1 Samuel 17. Aparece em Esdras 4 a 6 : Ageu 1.12.1.i dos que eram reconhecidos em sua época como sábios.25. Deus deu DATA.

12). Os mancebos passaram uni por vez diante do profeta. a moahita (Rt 4 18-22: cf. mas. Jessé em descendenle da tribo da luda e bisneto dR Bonz a Rute. Lc 3. que. Segundo. e das garras do urso. Na corte. boa aparência.7). pois "o Senhor não vê como vê o homem. O propósito dessas narrativas é defender Davi da* acusações de ter agido de maneira subversiva. Primeiro. “Vi um filho dft Jessé. Como pastor. eloquência. me livrará da mão deste filisteu” (J Sm 17. como coletânea.2-6. Esse texto relaciona várias características de Davi: seu tulonto musical.'I2J. um efratRU de Belém (1 Shj 17. ele teve certeza que aquele jovem atendia aos padrões de Deus. O prolela procurava um candida­ to que se qualificasse por sua estatura física. devido h sua bela aparência: “Vedes 0 homem quo o Senhor escolheu? Não há entre (> povo nenhum semelhante a ele” (1 Sm 10. a pre­ sença do Senhor em sua vida. 1 Gr 2. Deus operava claramente em Iodas as circunstâncias da vida de Davi. sendo responsável pelas rnorles de Saul.26). homem de g u e r r a . usurpando o trono da familia de Saul. 16). Jónatas. ele não eulendeu por que o Senhor o enviara a ungir um rei naquela casa. Depois que loi trazido diunte do profeta. Davi cuidava dos rebanhos da família. Jessé disse a Samuel que seu Cilho mais uovo.11. receberam o til llío de "A história da exaltação de Davi". sisudo em palavras. de lutar contra animais selvageris até suas vitórias sobre os filisteus e de herói nacional a refugiado político. 15 a 31 de 1 Samuel são uma antologia solta de histórias. Depois que os sele mais velhos loram apresentados a Samuel. Saul sofria de melancolia. e é forte r valente. Davi agradou ao rei. 2 1 ). quando os filisteus atacaram Israel 11 Sm 171. tanto poi seu amor a Deus como por sua aparência física (I Sm 18. conlorme afinnou para Saul: "O Senhor que me livrou du> garras do leão.ús novo dos oito filhos de jessé. Essa experiência o pnsinou a dspondor do Senlior. E o Senhor 6 com ele” (v. ainda cuidava dos rebanhos. O homem olha para o que está dianto dos olhos. anteriormente tinha dito ao povo que Saul preenchia os requisitos. 129 .DAVI Antecedentes Davi era o m.37) Davi era também um bom músico. Na juventude. 18). 13). conhecendo a reputação desse jovem mandaram tíhamâ-lo II Sm 1 (J.31-38). Depois que Saul foi rejeitado por seus atos de desobediência I I Sm 15. que o elevaram da posição de pastor fie ovelhas a músico no palácio do rei. seus servos. o belemita. bem como a protegê-lo» dos predadores. porque O Espirito do Senhor o abandonara (1 Sm 16. O gigante filisteu. o qual o nomeou seu escudeiro (v. o Senhor incumbiu Samuel da tarefa de ungir um dos filhos de Tessé. e de boa aparência. acima de tudo. suu bravura. Quando SauJ sofria dc depressão e crises du melancolia.1-15: Ml 1.24). que sabe locar bem. chamado Davi. Deus agiu rapidamente. mas nenhum deles foi aprovado por Deus. aprendeu a cuidar dos animais. Davi recebeu duas confirmações de sua eleição: Samuel o ungiu numa cerimó­ nia familiar o o Espírito do Senhor veio sobre ele de maneira poderosa (v. desafiava SauJ e lodo o Israel várias vezes por dia. chamado Golias. Davi com Saul Qs caps. Afinai. Abner e Is-Bosete.14). Davi eleito por Deus para ser rei Davi era notável. Um deles disse. Davi foi convidado para servir ao rei Saul como musico. porém o Senhor olha para o coração” (1 Sm 16.

130 .19). Como sempre acontece. O rei fez algumas tentativas para eliminar Davi no palácio (v. Saul desafiou-o a demonstrar sua bravura e seu valor novamente. 1 ). Nesse meio lempo. Temeroso de que a boa voulade dc anfitrião mudas­ se a quaJquer momento. Ele sabia que seus dias como monarca estavam coutados e tinha de proteger o Lrono pura sua família. Foi extremamente desleal. Davi e Jònalas fovam obrigados a se separar. quando muitas coisas boas surgem. tí). o (ônntas o amou como à sua própria alma” lv. loi para Adulão í 1 Sm 2 2 ). o íillio de Jessé buscou refúgio juuto a Aquis.16). Davi loi avisado com antece­ dência do profundo ódio cie Saul contra ele. Ali.DAVI por um espaço do 40 dias (I . pois voltou atrás em sua promessa de dar a filha mais velha. o rei ficava sabendo e o perseguia. Expulso da corte. ainda relutante em aceitar casar-se com um membro da lamílla real. casamento c. Davi íoi convidado para morar no palíuifc» real (l Sm 10 . 4). 9). 3). em ■asamonto a Davi ( I Sm 18.es de hostilidade explícita contra Davi. porém Davi os seus dez milhares" (1 Sm 18. procurou imediutamoule agradar ao rei. c o m o aconteceu com os sacerdotes de Nobe 1 1 Sm 21 a 22). O filho do rei sabia que Davi corria risco de vida. "A alma de Jonatas ligou-se com u de Davi. 20). Davi. O narrador de I Samuel escreveu: “Daquele dia em diante. nu esperança de que perdesse a vida. Saul contra Davi Saul fez tudo para livrar-se de Davi. ao matá-lo com uma funda e uma pedra () Sm 17. deu-lhe suas roupas o armadura (v. O ciúme de Saul deixou-0 cego. como um tipo de dote. Os dois fizoram umo aliança para toda a vida e se separaram (1 Sm 20. nem com sua crescente popularidade. u fim de enfrentar os perigos de sua vida de exilado. liderou um bando de furos-da­ tei. Saul traxia Davi sob suspeita" Iv.7) Esse contrasta suscitou o ciúme do rei (v. Aconteceu cie Davi levar suprimentos para seus irmãos que estavam no acampamento <if: guerra e teve oporlunidade de ouvir o desafio do gigante. Trouxe sua família para a segurança de Monbe r retornou. Mov ido por seu zelo pelo Senlior. Exigiu que o jovem enfrentasse os filisteus em batulba. mas gradualmente percebeu que seu pai real­ mente estava determinado a matá-lo. i I). Gomo expressão dn seu profundo amor a respeito pelo filbo de Jessé. Merabe. rei filisteu de Gale. Jo na tas amava de verdade o íilho de Jessé (1 Sm 19.50). Merabe íoi dada a outro homem I ' Sm 18.1) e não se preocupava com suas proezas militares. compreendia lambém que Deus tinlia um planoespef ial para a vida do amigo. Quarto. mediante a matança de 100 filisteus.om a filha do rei Saul e a isenção de pagar injpos­ tos — Davi apresentou-se tomo voluntário paru enfrentar Golias naquela batalha. Estava aborrecido por ser obrigado a dar Mical como esposa paru Davi. Este filho de Saul chegou ao ponlo de fazer nmu "alian­ ça'’ com Davi (v.2 ). seu arnor peio povo e pelo alta recompensa — riqueza.16. D a v i triunfou sobro o filisteu. as mulheres louva­ vam !>eu nome ó faziam comparações positivas entre o jovem e o rei. Mical lambém amava Davi (v. 7). Tbfcoiro.17). Por toda a nação.Sm 17. por meio de suu amizade com o filho do rei. a fortuna tornou-se em sina.42). O Senhor eslava com ele. porque sabia qun o Senhor eslava com eie e via o am o r da filha por Davi como trarão contra seu remado 1 1 Sm l0. “Saul feriu o* seus milhares. Qualquer um que tentasse colaborar com Davi era morto por Saul. Os membros da família do rei o amavam. Assim começaram as alilud. bem com o de seus planos de mata-lo. 10 ) e até mesmo na própria casa do genro (v. Intercedeu em favor dele e o convidou para voJlar ao palácio |v. A lama de Davi cresceu rapidamente.28|. P a ra onde quer que ele fosse. De maneira vil.

ruas Abigail.Es Ir:. Depois da morte do marido. Davi lularia contra seu proprio povo (lStn 29). ao invés de matá-lo. Nubui.3. foi no seu encontro com vários presentes. pui* atias muitas façanhas. Ao invés de comemorar este acontecimento. Abiatar. pois não linha qualquer ligação especial nem com as tribos do Norte uem eum as do Sul (2 Sm 5. A Iribo de Judá permaneceu leal a Davi e separou-se da união. O filho de Jessé ficou lurioso. Nern lodos os criadores. que o levou consigo como parte dn suas tropas numa balalha em Gilboa. mas era avarento demais para recompensá-los pelo trabalho (1 Sm 25). junlo com outros cidadãos importantes. como o legitimo repre­ sentante do trofio (2 Sm 2. Aquis tinha tamanhij confiança na lealdade de Davi. Po/ duas vezes Davi teve oportunidade do vingar-se de Saul. lazia com que as pessoas Ficassem orn débito para com ele. Reduziu a ameaça dos filisteus. As tribos do Norte reconheceram Is-Bosete. primeiro teve Hebrom como seu cenlro. Ele e seu homeus também tomoram-so defensores dos moradores de ludá que eram constantemente ameaçados por saqueadores estrangeiros e viviam da parte que reesbiám das colheitas. rebanhos e do gado que ajudavam a proteger. filho do rei. Joabe. desejo­ so de ler uma localização melhore reconhecedoi do problema estratégico gerado p e la proximidade d o s cananeus. esposa de Mabal. em um cruzamento entre o leste e o oeste. No eutanlo. levada cativa pelos amalequitas.42). procurou Davi e abriu negociações com ele. rei de Cato.1-3).4J.9). As noticias sobre a morte do Saul comffâm rápido. Esse reino. ao fazer de lerusalém sua capilal administrativa. Davi chorou pelo rei e por súu amigo 12 Sm l. tinha recebido lal proteção de Davi e seus homens. seu comandante militar. estavam dispos­ tos a compartilhar cora eles alguma coisa. Era uma ( idade neutra. contra os israelita* (1 Sm 28). ibrão.DAVI Enquanto isso. ao tornar Hebrom a capital do novo reino (2 Sm 2. liderou uma campanha bem-suce<bda contra aquela localidade b a conquistou para o rei. o apoio a Davi crescia cada vez mais. Davi perseguiu os invasores e colocou um fím em suas hostilidades.10). mas as reações loram bem dilorentes em todo país.9. como faz. porém. O crescimento do podnrio de Davi náo passou despercebido. um sacerdote que escapou tlf» massacre em Nolie. Mas. de onde ajudava Saul a reduzir as forças dos filisteus (1 Sm 27). ela se tornou esposa de Davi (1 Sm 25. Sua existência tornou^sô tão opressiva que foi obrigado a buscar refúgio com Arpeis. Bandidos. nm vingança pela morte de seu irmáo. agora unificado. Não demorou muito paro que n povo descobrisse a incompetência de Is-Rosete Abner. Davi é exaltado ao reino Saul e Jonalas foram mortos na batalha em Gilboa (2 Sm 1. rei de Tiro. e Q profeta Gado também se uniram u Davi. Os filisteus rrão deveriam ficar apreensivos pelo conflito de interesses. A ciciado nunca pertencera aos israelitas e localizava-se num ponto estratégico. em Queiia (1 Sm 23). Recebeu a cidade de Ziclague para morar com seus homens.iy -27). O enfruquet imeulo do Norte encorajou a morte de Is-Bosete e as tribos voltaram ã união sob o reino de Davi [2 Sm 5. 0 norle e o sul. euviou seus carpinteiros e pedreiros. Enquanto os filisteus esmagavam os israelitas no norle.8. mas. o c o m a n d a n te militar. Davi consolidou seu reino. Davi determinou a conquista de Jerusalém. ele retornou a Ziclague e descobriu que a cidade fora saqueada e incendiado e u população. a fim de cons- 131 . poupou sua vida. as quais loram irtlerrorupidas quando joabe assas­ sinou Ahner. muitos deles guer­ reiros habilidosos. um rico íazendeiro. reuniram-se a ide.4). por exemplo.

Cobrou impostos dos arameus e das nações que decidiu não subjugar (2 Sm 8 :1 0 ). ao colocar sobre ele o privilégio de ser um “filho" de Deus. Por incrível que pareça. por meio da cons­ trução de um Templo (2 Sm 7). e trazer as bênçãos do Senhor sobre lodos os fiéis. Jônatas e dos sele que foram mortos e os enterrou na sepultura de Quis (2 Sm 21. Essas promessas cumprem a aliança que Deus fez com Davi. o rei fpi generoso no trato com Mefihosete. na época de Josué (Js 9. o fortalecimento da posição do fillio de lesse ameaçou a paz relativa de que Israel gozava. ao levar para lá a Arca da Aliança. A dificuldade era Ião grande que Davi pediu uma explicação ao Senhor. gloria e bên ção. mn todas as parles du Terra. Al 2) do alto sobre Ioda a criação* inclusive a Igreja (Cl 1 ). / \ proposta concedia a Davi um lugar perpetuo no reinu rle Deus. a símbolo central du relacionamento e dn aliança dn povo cam Dous (2 Sm 6 ). O Salmo 2 celebra a condição do filho como o que e x p e rim é D tn uma posição privilegiada e recebe autoridade para estabele­ cer o reino de Deus (veja SI 72h submeter as nações.2). Os filisteus náo perturbaram o pais duranle os dois primeiros anos do reinado de Davi Com o crescimento d» sou poder. I Após encontrar descanso oro Jerusalém. Provavelmente esse período íoi marcado por uma severa crise fie fome (2 Sm 21. Fortaleceu Jerusalém. sem incluir Mofibosote. Jesus o os apóstolos afirmaram que essas promessas encontram seu loco e recebem sua confirmação em Cristo (o 'Messias' ). pelo equivocado zelo do Saul.14). Davi levou os ossos de Saul. deci­ diram acabar com sua grande popularidade O rei resistiu n cada aboque com sucesso e finalmente definiu a fronteira do reino na planície costeira |2 Sm 5. edomitas e amonilas |2 Sm 12.20. A morte de sete descendentes de Saul. desenvolveu tima administração de governo t entrollzadu. O fa c to David ico é uma adm i­ nistração sohnrunu. quando necessário pela torça. fillio de fônalas.19-251.29-31). Poi-lhe revelado que a escassez de alimento era resultado do juízo de Deus. Depositou a maior parte dos tributos « espólios uo fundo para a construção do Tfcmplo (2 Sm 8 . 1 2 ). entretanto. (Veja o verbete Aliança.11). Davi buscou a aprovação do Senlior para providondiar um centro definitivo ao culto e à adoração em Israel. 18-26). feita pela graça. satisfez a exigência de justiça feita pelos gibeonitas. Davi seguiu adiante. Subjugou os filisteus. 1 1 . pois concedeu a ele uma "casa'* (dinastia) e permitiu que seu filho construísse uma “casa" permanente para o Senhor A promessa de uma dinastia foi incorporada a uma aliança dó conces­ são. Jerusalém como centro do reino de Oavf A paz estabelecida em Israel encorajou Davi a persuadir as tribos a reconhecer Jeru­ salém como centro religioso. povo que buscara e recebera proteção dc Israel. Embora fosse severo era sua justiça para com as nações. 132 . ao tentar aniquilares gibeonitas (2 Srn 21.1 *> . Providen­ cio u -lh e um lugar e garontiu-Ubue um sustento vitalício |2 Sm 9J. Esse ato firmou o relacionamento entre os dois rois.1-1. Ele é o ‘'tingido" que recebeu autoridade e poder (Ml 28. moabifas.DAVI trair um puláiio para ele (2 Sm 5 . Deus modificou a oferta de Davi. Encorajado pelas promessas de Deus e feliz polo consolidação do destaque de Israel entre as nações. Deus graciosamente removeu a maldição e renovou a terra com chuva abundante. expulsou as lorças invasoras e foi agressivo no estabelecimento du paz em Israel. segundo a qual o Sonhar tingiu Dctvi e sua casa p a ta estabelecer seu reino r sfetivam ente fmzer u tt i reinado d e paz.

o qual 0 enganou. O rei confessou seu pecado e recebeu perdão (2 Sm 12. os quais anteriormente haviam seguido Absalão. Depois de dois anos. orientada por Joabe. mas Davi sofreu mais com a perda d© Absalão do que sentiu alegria pela vitória. O bobe que nasceu tia união com Bale-Seba ficou doente e morreu.231. O profeta Natà proferiu ura testemunho profético. A Iribo de Judá alegou que o rei lhes pertencia 0 ofendeu os habitantes do Norte com a sua insolente arrogância (2 Sm 19. ao forçá-lo a seguiu um conselho que lhe fora dado por uma mulher de Tecoa. pois elas também linharu apoi­ ado o rei e dado a extensão de seu território nas mãos dele. Davi experimentou uma guerra civil dentro do país. Uma mulher sábia sal­ vou a cidade. fosse morto no campo de batalha e casou-se com ela legalmente (2 Sm II I. Davi experimentou instabilidade e morte em sua família. a fim de sufocar a rebelião. desejou ardentemente Bale-Suba. por isso. AbsaJSo tivera lempo para elaborar planos. Este fugiu paia salvar a vida e permaneceu exilado por dois anos. A guerra trouxe resultados desastrosos para as torças do filho do rei. precisavam ser ouvidas. ordenou que Urias 0 marido dela. sob a liderança de Seba. Ele se tornou uni personagem trágico. mas não ao palácio real.4U-43). Davi almejava revê-lo e foi encorajado por Joabe. irmão da jovem. o rei comissionou Abisai para perseguir Seba. a fim de infor­ mar todos os movimentos dele |2 Sm 17). tentou encobrir seu pecado. em detri­ mento de seu velho pal. As tribos do Norle seniiram-se traídas pela falta de respeito demonstrada pelos moradores do Sul. Perseguiu a Seba até Abei-Bote-Mauca e siliou a cidade.) Quando Amasa. preparora-se cuidadosamente para o momento em que o povo o apoiaria. fora ao rei pedindo proteção para o filho quo assas­ sinara o irmão. condenando a concupiscência e a cobiça íle Davi e seu comportamento vil (2 Sm 1 2 ). o qual morreu pendurado em uma árvore pelos rabelos. Como este demorou muito a relnrnur. Joabe lrouxe Absalão de volta. a fim de perturbar a ordem. A vitoria foi clara. Sl :< 2 . O rei voltou para Jerusalém com o apoio do* habitantes do Sul do pais. a união entre as tribos ficou enfraquecida ao extremo. e agora estava sob as ordens de Abisai. Davi enviou Amasa para recrutar guerrei­ ros de judá. . mas sofreu as consequências de sua perfí­ dia pelo resto da vida. Durante quatro anos. ao comprometer-se a atirar a cabeça de Seba por cima do muro.DAVI A queda de Davi A partir deste ponto. com quero leve relaçOes sexuais. com 0 crédito de ter acabado com a rebelião (2 Sm 20. Amnom violentou a própria irmã. Joabe retornou a Jerusalém como geueral. Consequentemenle. Davi saiu da capital com um grupo de seguidores e deixou vários conselheiros de confiança para trás [Ahialar. Como resultado. Cousequeutemente. filho de Bicri ria tribo de Benjamim. por ter matado Absalão. a história de Davi é uma mistura dn tragédia o providência divina. uste o matou e reassumiu 0 comando das 110pas. Absalão foi coroado rei ern Hebrom e rapidamente partiu em direção a Jerusalein (2 Sm 15). rf.13. e joabe se encontraram. couquislou a simpatia do povo e pensou numa maneira de reconquistar o favor do pai (2 Sm 14). õ'l).10 saber que estava grávida. que se aliara a Seba. (Joabe perdera o favor do rei « o cargo. Zadoque e HusaiJ. Elevado pela graça de Deus a urna posição do imensa poder. Esta. Tamar. Uusai dava conselhos equivocados 0 Absalão e enviuva mensageiros a Davi. e causou a desgraça dela (2 Sm 13): foi assassinado poi Absalão. o filho do rei voltou ao palácio. A dis­ sidência rapidamente cresceu e culminou em outra guerra civil. 133 .

tuas permaneceu fiei ao Senhor durante toda sua vida. e (orça da minha salvação. Os escritores do NT t e s t e m u n h a m sobro a conexão entre Davi e Cristo.3).c. a oiro do Araúna. que expressava arrependimento paT sua presunção. O próprio rei foi o responsável pela morte de muitos inocentes. nu futura se tomaria o lugar onde Salomão construiria o Templo (2 Sm 24. At 2.9). o Situei. pelo qual ora rapaz de gpvornor esse vasto impériu Um excelente exército ora mantido constantemente de prontidão. e tu os abates ' 12 Sm 22. para assegurar a paz e a estal>ilidadi* dentro do reino. Esse locai. o comandante.2BJ e. em quem me relugio: o meu escudo. mas lambém comprometeu-se a proteger lodo o seu povo por meio do ungido.. 134 . e v. por esse motivo. que descenderia do referido rei.! administração oficionle. os tnoabilas e amonitas. os edomitas. Davi linha realizado uõbjetrvode sulidííicar Israel contra os rUisleus.25. cf. ao norle. Por causa riu seu sucesso.í*. desde o princípio até o fim de seus dias. era um bouiotu humilde. Havlai estendido seu reino por todas as áreai da terra que fora promrtida a Abraão (Gn i5 H$.2. Conforme Davi escreveu: “Com o pura to mostra* puro. ao lesto. comprou um campo e ofereceu um sacrifício a Deus. Tal afirmação sobre sua confiança em Deus é lambém encontrada nu linal de 2 Samuel' "O Senhor é a minha rocha. após ouvir que seu filho Adonias fizera unia tentativa de usurpar o Irono (1 Rs 1:1 a 2.351. tanto judeus como gentios. que enviou uma praga contra o reino. Preveniu o seu sucessor sobre várias pessoas que poderiam comprometer a estabilidade de sou reinado: joube.1) Ele é o governante sobre o Irono de Davi.19). Embora tenha pecado tragicamente contra Deus e o próximo. mas com o perverso te m o slra s sagaz. Os salmos atribuídos a ule faiam desta verdade. sobre a Terra (1 Co 15.12). purque no Senhor estava o fonte du poder e a perpetuidade da dinastia.281. Desenvolvou l l i j j . Livras o povo humilde. e os aram eus. cumpre as promessas em beneficio de todo o povo do Senlior. mus teus olhos são contra os altivos. A sua lorça estava no Senlior.27.27. meu refúgio e meu Salvador — dos homens violentos me salvaste" (2 Sm 22. Por isso.5. É o cabeça da Igreja (Cl 1 . □ obediência o a bondade de Deus. O Senhor nfio apenas mostrou seu poder para Davi e seus contemporâneos. a minha lorlaieza e o meii libertador.1-25 ]. wj\. ao sudeste. Conclusão Davi erd bumano.DAVI Os últimos dias de Davi Nu Iftrmino d<i sua vida. Os cânticos compostos poi ele também trazem a correlação entre a humildade. Davi ordenou que Salomão fosse ungido rei. A gennulogia do Jesus recua até o filho do Jessé (Mt 1. Davi confiou em si mesmo e decidiu fazei um censo Isso desagradou ao Senhor. Incumbiu-o de permanecer fiel o Deus. cujo reino se estende até os confins da Terra. 1 6 ) e trará loclas as nações ao conhecimento de sud soberania 1 1 Co 15.6. ao sudoeste. Meu Deus é a minha rocha.Ele esta­ belecerá o reino de Deus. o rebelde (t Rs 2. Ele é o meu alto retiro. Essa ê a essência da Aliança Davi dica.

que inalou Sisera quando esle fugia. rei d» Jerusalém.18). no final. a vitoria foi atribuída a Jael. (fz 5 31). 2. mas destacou quo a honru da vitória não seria dele. Em toda a situação. Para mais detalhes. tomou-se líder de Israel nos dias dns Juizes. incluído na lista dos descendentes de Jeoonins o cativo (1 Cr 3. Débora. gibeonllas. Poi o progenitor dos assurins (Gn 25. DEM AS. veja Micaias. através do Cu w e Raama: irm ão de Sabá (Gn LO .316. 4. Quan­ do (riljfião foi atacada. Aterjdou á convocação feita por A doniZndnque. m. Sínein e /tm /l imuj.17-22). a quem Neemias vjsitou iluranto o tempo de grande opo­ sição à obra de reconstrução do muro de Jerusalém (Ne 6 . 2. Seus descendentes. mas de uma mulher.5). perfaziam um to­ tal de 652 pessuús e estavam entre os ju­ deus que retomaram fio exilío: contudo. ns israelitas fo­ ram em seu socorro e desfizeram a coa­ lizão.t>2 o numeru é 642j. da iribo de MdftalL e O informou sobre o desejo de Deus de que atacasse e derrotasse Sisera. debaixo do carvalho que se chamou Ak)m-Bacute“. Ele se recu­ sou a entrar numa guerra. O verso final do louvor reco­ nhece a justiça de Deus diante da impie­ dade e seu grande amor. DÉBORA (Heb. os quais fizeram um iralado do paz com Josué p o s hehreus. 5|.2). esposa de Héber. Che­ gou ao poder durante um tempo em que os israelitas novamente ignoravam a Lei de Deus e viviam sob o domínio opressor do rei cananeu |abhn e seu geriRral Sísora (Jz 4.17. 2 . Saeenlole escolhidu poi meio de sor­ teio para ser o 23* na ordem do ministério. profetisa e esposa de Lapidote.14: Fm 2-4). a quúl morreu h "foi sepultada ao pé de Betei. Roi do Eglom. Um dos companheiros de via­ gem de Panlo e amigo de Lucas (Cl 4. 1 Cr 1 . DEDÃ. para jurttarse à coalizão de reis e lutar contra os. Filho de lorsã. Ela veio da Mesopotâmia e viveu na casa de Isaque alé a morte (Gn 24. D ELA IA S .50). 1 . ela enfatiza a soberania do Todo-poderoso sobre as nações. Débora chamou Baraque. entre Kamá e Betei.9 ). juntamente com OS do Tobias e Nocorla.25 1.10). náo puderam provar que suas famílias fa­ ziam parte dos descendentes de Israel (Ed 2. 7. “iiir I de abe Lha”). 1 2 ). É a única mulher que se deslacra naqueles dias» Trabalhou como juiza e “atendia debaixo da palmeira de Débora. Realmente. ela invocou ao Senhor edeu a Elo a glória devida.i Deus foi regis­ trado e ficou conhecido como *'A Canção de Débora " II r. pereçam todos 05 teus inimigos! Porem os que |e amam sejam como o sol quando se levan­ ta na sua farça'. 135 . mas o rei não IJie deu ouvidos (Jr 36. Ela concordou.DEMAS D EB IR . 5.p. Pai de Semaías. Pediu ao ml que não queimasse o texto sagrado. 1. Génesis 35.24)'.11. l Cr 1.12). Desceudente de Cão. Nesse cântico. aa^ quais Micaias transmitiu as palavras do ralo de Jeremias (li 36. no matar lodOR os reis (Js 10. que de­ monstrou um considerável medo de SLsera. dumnte o reinado de Davi 11 Cr 24. juntamente com seus reis e deuses. 6 Senlior. o ps filhoa de Is­ rael subiam a ela a juízo" (Jz -1.8 menciona uma Débo­ ra i ] u b foi “ama de Robeca’’. a menos que Débora fosso junto. noto de Abraão e sua concubina Que fr ira. 1 . Bem mais tarde.1-3. ao tratar com os que o amam: “ Assim. A dedicação de Débora e sua convic­ ção de que o Senhor os levaria à vitória e restauraria a honra de seu nome em Tsrael excedia multo a de Baraque.1. Seu cunto em ação de graças . Mm dos filhos de Elioenai. Um dos oficiais do rei Jeoiaquim. Em seu pápol do prnfoUso. 1 2 .4. em Canaá. após ser derrotado ua butalha poi Débora e Baraque (Jz *1.60: em Neemias 7.5.32). entretanto. 3. (Vejo Ju izes . ua região montanhosa de Efraim.

At 19. ao qu.2f>). e o povo começou a entregar-se a Cris­ to. se Paido havia desrespeitado a lei.n .DEMÉTRJO quando eslava preso em Roma. na cida­ de. Pai de Eliasale. 2.il ninguém jamais viu. P . De (ato. 2. puro e u m Espirito vivo epessoal. Finalmente o escriváó da cidade conseguiu acalmar a multidão e enfatizou que. as acusações deveriam ser feitas diante dos tribunais. quando as pessoas eram desafiadas a servir a um novo Mestre. seu im ­ pacto foi rapidameute sentido em todas as areas da vida do povo. enquanto o Senhor é infinito. devido ao seu compromisso cristão (3 Jo 12).). em algumas Iraduçóes seu nome é mencionado como Reuel. Estava entre os numerosos artífice» quê tinham um ne­ gocie lucrativo. Stmhon) O Deus da Bíblia revela-se em sua criação e.14. que ime­ diatamente reconheceram a ameaça aos negócios e oo seu meio de vida.a D E U EL (Heb. Demetrio liderou os artífices. pois exploravam a preseucu em Êfeso de uma das grandes ma­ ravilhas do mundo — o templo da deusa Diana. eram queimados publica­ mente quando as pessoas tomavam-se cristãs. companheiros de Rindo.47. 27. Discipulo mencionado por João. a Bíblia pode ser definida como "a autorevelação de Deus ao seu povo'\ É importante lembrar q u e as Escrituras mos num q u e 0 conhecimento que podemos ter de Deus é limitado e finito. 3L Um ourives que vivia em Êfeso Iveia lambém Artaniis]. amando o presente sécu­ lo. as Escrituras Sagradas. onde tiveram de ouvir a arenga da multidão por um bom lempo. na épo­ ca da dedicação do Tabernáculo (Nm 1. e. "p e rte n ce n te a De me ter”).24.s u s . na quaJ Gaio e Silas. da mesma maneira que o é para muitos que vivem na atualídade: ‘Torque Demas me abandonou. adorada não somente pelo povo da cidade. naquele primeiro es­ tágio do Evangelho em Éfeso | Pau lo este­ ve na cidade durante três anos). o comércio e os negócios loram também afotodos. e foi fiara Tessalòuica". DEUS Introdução (O leitor deve consultar tamhám os seguintes verbetes: Cristo. Quando Paulo pregou sobre o cristia­ nismo ("o Caminho'’. Seu filho foi tamoso. A pre­ gação de Paulo exigia um compromisso coru Cristo que sempre requeria mudan­ ças dramáticas.38). frequentemente a Bíblia usa antropomorfismos (palavras e idétas extraídas da experiência das ativi- 136 . O após­ tolo pregava que "não são deuses os que se lazem com as mãos" |v. etc. Eles então organizaram uma passeata. "D eus sabe").341.14. foram agarradas e arrastados ao t e a t r o da i idade.10 deixa cloro quo o materialismo era uma leniação aos crislãr>k primitivos. É particularmente inte­ ressante notar que. A afrouta do Evangelho contra a divindade de Diana parece que só íoi acrescentada de­ pois. como já vimos. mas que atraia turistas e pere­ grinos de Iodas as partes do mundo ro­ mano. o apóstolo escreveu a Timóteo que Demas o aban­ donara.23). lider da tribo de Gade no tempo de Moisés. O triste comentário do 2 Timó­ teo 4. por meio de sua Palavra. 7. Livros (rolos de papiros) sobre artêS mágicas. Devido à letra “D" no hebraico ser às vezes contundida com a "R". I p . como um segundo pensamento (vv. D E M É T R I O (Gr. que valiam uma fortuna. acima de tudo. Espirito Santo. Esses uuri ves faziam imagens e ni­ chos da deusa (Al 19.

Eu somente. é o come da ló bíblica. Homens e mulheres exislem na Terra graças ao poder criador e susientador de Deus. Por exemplo. Os escritores dos Salmos e os profetas também proclamaram que somente o Se­ nhor é Deus e que Ele pré-existe e aulo-subsiste. tu és Deus”. loraos: "Assim diz o Senhor. nuina rejeição direta da revelação do único Deus verdadeiro. a pessoa maligna e corrupta. ó Israel. Acima dó tudo. Alguém já disse que “conhecer n Deus”.4 declara: "Ouve. o não há quem possa livrar das minhas mãos”. seja de fè e sub­ missão. A natureza de Deus e sem atributo» são. A existência de Deus é froquontemente aíirmada oos contextos quo advertem contra a idolatria. aprende-se muito sobre Deus quando age no transcurso da historia.1. estão de alguma maneira relacio­ nadas com. na exlensâo das fronteiras (contra o poder de outros assim chamados deuses) e em sua justiça h juízo sobre todo* 03 que se desviavam dele.2 diz: "Antes que os montes nascessem. e não ha outro Deus além de mim Eu causo u morte. e eu saro. discutidos de diversas m. embora o uso de descrições e termos normalmente aplicados aos seres humanos para referir-se ao Senhor etorno e infinita sempre deixe algo a desejar. pois concordamos com a declararão do apóstolo Paulo. aprendemos de Dous quundo estudamos sobre Jesus.na Bíblia o quando sua criação õ axaminoda o discutida. e leva juízo sobre os que pecam ou vivem em rebelião contra Ele. eu tiro. de eternidade a eternidade. o 137 . para o julgamentu no final dos tempos. no tnmpo de paz. lodus as pessoas. especialmente pelo retomo de Jesus. diz “uo sru coração: Não há Deus" (SI 14. Em kaias. As nações ao redor precisavam aprender com Israel que os seus deuses eram falsos e que na verdade adoravam demonios f 1 Co 10 . de modo que Ele será mais bem conhecido por meiu da íorma como se relaciona com as pessoas. seja mima atitude de rebelião e incredulidade. e restituo a vida. De acordo com os Escrituras.moiras nas Escrituras Sagradas. Por essa razão.) numa tentativa de nos ajudar a entender melhor Deus. 53. ou que formassem a torra e o mundo. Sempre é dada uma ênfase especial ao lato de que somente o Senhor ú Deus e não existe nenhum outro. Não há discussão alguma sobre i. O Salmo 90. Somente o "tolo". 1 Co 8. emoções. As acções seguintes proporcionam apenas ura resumo do que a Bíblia revela sobre Deus. Envolver-se com ela é viver e acreditar ua mentira. A existência do único Deus A Bíblia subentende a existência de Deus.sso em atias páginas.41. Esperava-se que o povo de Israel testemunhasse para as nações ao redoj que existia apenas um único Senhoi e que não havia nenhum outro deus. ou rejeitavam seus caminhos ou seu povo. o Senhor. portanto. Rei de Israel. eutão conhecerei como também sou conbeaido” (1 Co 13 1 2 ). J vo. Uma vida inteira dft estudo. Deuleronomio 32. durante toda a história. o "Emanuel” (Deus conoseol. por intermédio de Cristo.33 diz: "Vede agora que Eu sou.eronômio 6. em prol do sus­ tento e da defesa de seu povo. ainda deixaria o crente ansioso por mais. Esse recurso pode ser realmeiile muito útil. a idolatria é considerada um grande pecado (cí.2 0 ). “Agora eonheço em parte. pois trata-se de um livro onde o Senhor revela a si mesmo. O Senlior nosso Deus é o único Senhor". e seu Redentor. até o limite de que somos capazes por meio do sua Palavra. lé e compromisso com o Senlior. etc.DELIS dacles humanâs. Deul. Isso seria visto especialmente no poder de Deus para proporcionar a ele* d s meíos para vencerem as batalhas contra inimigos mais fortes. a Bíblia ensina que um dia todos estarão face a face com o Seuhor.ju O tolo i*q sábio). Muito sabemos sobre u Senhor por meio dos nomes aplicados a Ele.

neles se manifesta porque Deus Lhes manifestou. Somente Ele tem a vidn em si mesmo e habita na luz e nu gloria eternamente.28).8 lambém laia de lesus: Jesus Cristo é o mesmo ontem. Hebreus t3. como a sua divindade. de modo que eles são inescusáveis". ou que o mal sempre permaneceu como uma alternativa ao lado de Deus. Em Romanos 1.21. Ele é o Criador. Todas as coisas foram Imitas por moio dele.21). Ele mostrou misericórdia. desde a i riução do mundo. Do seu furor treme a terra. por exemplo. também são sinalizadas na criação. mencionado anteriormente. e nos movemos. e colheita em sua própria estacão enchendo de mantimento e de alegria os vossos corações” (Al 14 17). de que a matéria sempre existiu. ele mesmo ó o Deus vivo. como Jesus são considerados eternos em sua existência: “Eu sou o Alfa e o Ômega.19. ha o pressuposto de que mesmo oc que são maus e rejeitam a Deus [iodem snr considerados em débito. A Bíblia não admite □ idéia do nuda existindo lado a lado com o Senhor através da eternidade.3). sua preexistência e sua autO-exiStÊncia. Jeremias disse: "Mas o Senhor Drus é n verdadeiro Deus. Ele Lulerforiu ativa- 138 .17: Hb 1 1. o o Verbo eslava r.5. e as nações não podem suportar a sua indignação" Qr i0. é no Novo Testamento que aprende­ mos sobre Jesus e começamos a entender mais sobre u próprio Deus. O apóstolo fez um apelo aos habitantes de Listra.10)i No Novo Tfeslainenlo.8).81. tanto n seu eterno poder. Não há ensino. e o Verbo u a Deus.DEUS Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro. 17: 2 Pe 3. se algo existe. o existimos" (Al 17. Esses capíl ulos demonstram claramente que o Senlior iá existia antes da criação e Foi por m e io rle sua palavra e seu poder q u e o tmmdo veio á existência.om Deus.8: l l 15. o Todopoderoso" (Ap 1. a vida veio ã existência e surgiu a criação. o eu sou o último. Como em João l. 'Ih m b é m revelam que Deus náo iniciou simplesmente o processo e o concluiu. n não há outro: fora de mim uão há Deus.14| Paulo argumentou em sua pregação para os atenienses: "Pois nele vivemos. Pois os atributos invisíveis de Deus. . bem como sua eternidade. A Bililia mostra que o ser que auto-existe é Deus e so­ mente Ele é o Senhor Parque Deus existe. pois “não deixou de dar testemunho de si mesmo. o Poi. diz o Sonhor. e fora de mini não há Deus” (ls 44. Eu te fortalecerei. O Deus criador A auto-existència de Deus. 0 Rei elerno.). e claramente se vêem pelas coisas que foram criadas. O racioualismo podo argumentar que. veja também 45. Tanto Deus. Eu sou o Senhor.fNo princípio era o Verbo. Cí que existe traz outras coisas a existência. otc. veja Gn 1 . ou ainda náo o concluiu. Nele eslava a vida. a qual Ele fez do “exnihllit" |a partir do nada. o primogénito de toda a criaçào" (Cl 115). hoje. o principio e o fim. aquele que é. O Todo-poderoso sempre existiu e sempre existirá. que era e que há de vir. O ato de Deus na criaçáo é descrito em mullos lugares da Bíblia. e sem ele nada do que foi feito se fez. e eternamente". No Senlior ha vida o luz. ainda que uão me conheças" |Is 45. De maneira notável. "visto que o que de Deus se pude conhecer. Rm 4. com o que conhecemos neste mundo hoje. dando-vos chuvas dos céus. e a vida era a luz dos homens" (Jo 1. revtt a preexistência de Cristo como “a imagem do Deus invisível. Ele estava no primtipio com Dous. deve ler o poder da auto-exislènria dentro de si. Colossenses 1 17 desi. Génesis 1 e 2 descrevem a Palavra de Deus que traz tudo o que conhecemos n existência. se entendem. a Uru de que reconhecessem a existência do único Deus verdadeiro. novamente a auto-existència eterna de Deus é subentendi­ da.

se o Senhor uáo u sustentasse.). essa obra aliva de Deus du­ rante todo o período da criação poda ser notada nas duas írafies' E disse Deus: Haja.25. 1 B. os pássaros a a humanidade. Ele é apreseutado como possuidor de liberdade. nem se compraz na agilidade do homem. R claro. que suslém o mundo e todas as pesso­ as. entretanto. “ama" seu povo e “lula" com ele. Glória. e a Jesus. de maneira quo o visível não loi feito do que se vê" (Hb 11.16. de acordo com sua vontade e seus propósitos. veja lambém Jó 26. a Palavra de Deus. Em Génesis 2.17. Desde que a criação deriva sua vidu e existência do proprio Deus. Ainda assim. Quando colo* camos esses lutares na forma riegaUva.36J. Hb 1. Jo 1. Deus revela a si mesmo coiuo um ser pessoal uo relacionamento entre Pai. os mundos foram criados pela palavra de Deus.6.0-1 1 mostra como a vontade eo s propósitos de Deus são espe< ialmen te colocados a disposição dos que Ele “escolheu". a ele eternamente Amém'' (v. Ne 9. "Não se deleita na força do cavalo. Louvor o adoração sán devidos a Deus. Irazer ã existência e destruir. d Senhor nunca é descrito nas Escrituras da maneira que as pessoas o apresentam hoje. Deus. a lua. Porque é pessoal. A revelação de Deus em Jesus nova- 139 . como um ser pessoal. seu povo pode experimentar um relaciona­ mento genuíno e pessoal com Ele.3).7: SI 102. O Deus pessoal O Criador do Universo e de Iodas a» coisas. Pela palavra do Senhor foram feitos os céus. Em Génesis 1. e logo tudo apareceu”. â qual necessita do poder sustontadnr do Senhor. os peixes. o escritor da carta aos Hebreus lembra os t rentes que 'pela fé entendemos qui.5. a obra e as palavras do Senlior Deus" são mencionadas repetidamente. e tudo se fez: mandou. os mamíferos. é Espírito e» portanto. pois. etc. uos quais ele "ama". a vegetação. O Senhor è aquele que çonhoce sou povo ( 1 Co 8. 2 Po 3. Cl 1. elu deixaria de existir (Ap 4. por ser bom.10). ao reforir-se ao Senhor.24. como uma energia ou uma força sempre presente. 51. O Senlior se agrada dos que a temem. é dessa maneira que Ele é consisientemento revelado." p “E viu Deus que isso ora bom". pela criação o pelo sou contínuo sustento de todas as coisas cria­ das. “Porque dele e por ele e para ele são todas as coisas.6 ). a água.2.. A dcixologia de Romanos 11. sustentador e que exista por si.4-9 personaliza a ‘palavra de Deus" como a que criou e "é rela « verdadeira..10.). a fim do sustentar e vigiar sua criação. e Israel é a tribo da sua herança: Senlior dos Exércitos ê o seu uome" (Jr 1 0 . amor e misericórdia.33-30 oferece a resposta adequada do crcnle na presença do Deus criador. Iodas as suas obras são fiéis. para criar a luz. o Pai. 1 Co 8 . .6 . O Senhor dirige os seus e cuida dnlns. vontade e propósitos.11 dá alguns sentimentos de Deus.13. Poli ele lalou. náo esta limitada da mesma maneira que a humana. revela-se a si inesmn como um "Deus pessoal'.3) e pode ser chamada de "Pai” pelos que vivem por ele (v. Deus é um ser aulo-ejdslente e autoconsciente Qualidades que indicam um ser pessoal podem ser atribuídas a Deus.10. etc.. Eleslos 1.1-3. Ele eslá presen­ te em iodas os lugares. Tema Ioda n tf nu ao Senhor. Essa obru da criação. Mo NT. proporcio­ na a evidência da soberania e do puder do Deus sobro Iodas as coisas.DEUS mente. o sol. 104. Jeremias alirtua: "Pois ele lo Senhorl é o criador de Iodas as coisas. O Salmo 33.. e dos que esperam no seu constante amor” (vejo também SI 94. A palavra “pessoal” náo 6 aplicada a Elu em nenhum outro lugar da Bíblia e é difícil nossas montes finitas assimilarem o que essa expressão “pessoal" significa. várias vezes. realizar sua justiça. Filho e Espirílo Santo (veja mais sobre a Trindade neste próprio verbete) e em seu deseja de que seu povo lenha um relacionamento real com o “Deus vivo" Sua “perso­ nalidade”. O Salmo 147.9.

na verdade. Ele é o Senhor iveja Senhor) que con­ trola o mundo e exige obediência. Paulo laia sohre isso quando diz: “Sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus. TVido foi parle da vontade do Sonhor Posteriormente. Aqui vemos tambem sua verdade e seu poder. n que tala e tudo acontece.9. que julga e as pessoas morrem. Ele é ehamado de Roi. O poder de Deus é táu grrmde que em "todas as coisas " Ele trabalha para atingir seus fins. Os escritores da Bíbliu demonstram com convicção que Deus governa sobre toda a criação. ao discutir o assunto com seus irmãos amedron­ tados. mediante 0 cuidado e a proteção. ou seja. Por outro lado. sobre us pessoas. É neste cuidado providencial por seu mundo e seu povo que mais frequentemente descobri­ mos na Bíblia os grandes atributos divinos de sabedoria. pois estabelece reinos sobre a Terra e destrói-oS.16: 14. os governos. paru que todu aquele que nele crê náo pereçu. como na maneira pela quul o Pai mostrou «eu amor pelo mundo quando deu M o seu Filho unigénito.10). como castigo sobre o monarca e o jiovo (1 Rs 17 l).va à conclusão inevitável do que mesmo o que começou por meio do mal. Tal entendimento da providência do Se­ nhor Jn. Deus suspendeu a chuva e o orvalho. verão e inverno.). A Bíblia preocupa-se muito em mostrai. assim.10: etc. Essa fé e confiança no cuidado providencial do Senlior não eram conceitos novos nos dias de Paulo. em garantir que sua vontade seja realizada. do Israel. daqueles que são ijhamados segundo o sen propósito'* (Rm 0. ume boa colheita não acontece por acaso. que mesmo o mal pode ser revertido e usado pelo Senhor. os conceitos do destino e do a co so são banidos. Quando losé foi capturado por seus irmãos e vendido como escravo para o Egilo. mas lenha a vida eterna1 ' |[o 3. justiça e bondade. As Escrituras declaram que Deus tem o controle total sobre tudo. por meio do "sua p a la v r a " . en­ quanto Ele trabalha incessantemente para completar e realizar sua vontade. A guisa de exemplo. mas a providência particular e amorosa do Senhor por seu povo fez com que suprisse as necessidades do pTofeta Elias de maneira miraculosa ( l Rs 17 e 18). que pode sor vista no seu relacionamento c o i t i seu povo (vejo 2 Cr 169).28).fi mostra como Ele é ura Deus “pessoal”. o Senhor mantêm tal controle sobre a criação que pode suspender a colheita dos que vivem no pecado ou se rebelam contra Ele (Is 5. não foi o acaso que fin a lm e n te o levou a governador egípcio. Busca os que farão jw le de seu povo. O Deus providencial | á que Deus é eterao. José disse: "Vós. ou emanado de nossos próprios desejos pecaminosos.DEUS tnenl. bem como sua providência. não deixará de haver semenleira e ceifa. para realizar seus bons propósitos. Nos dias do rei Acabe. E Deus quem promete: "Enquanto ú teria durar. Lntenlastes o mal contra mim. Sua soberafíiâ é tão grande.2 2 ). Deus ê visto como o rei do Universo. pode ser revertido poi Deus. que mostra seu amor e traz salvação. ele. Aqui vemos que não somente o cuidado soberano do -Senhor sempre é feito segundo a sua vonlade e seu propósito. dia e noite” |Cn B. auto-existente e o Criador do Universo. mas também que esse desejo preocupa-se especialmenln com seu povo.a providência de Deus. mas é providenciada pelo Senlior. A fome loi extremamente severa. num momento em que o povo de Deus precisava sei preservado da fome terrível. de acordo com seu desejo. frio e calor. L5-31: 15. não é de admirar que um dos temas anais frequentas na Bíblia refira-se à soberana providência dn Senhor. tanto uo relacionamento de Crista e do ftii (como o Ftlhjo faz a vontade do Pni e fala as suas palavras). porém Deus o 140 .

28. e Ele reverteu aquele alo terrível para proporcionar expiação o todo aquele que se voltar para 0 Senhor (Al 2. O Deus justo A Bíblia mostra-uos um Senlior “justo".24). o reconhecimento da justiça de Deus nas Escrituras permite que as pessoas couíiem em que sua vontade é justo e boa e podem confiar nele para tomar a decisão ou a ação mais justa Elo ó justo corno Juiz do mundo e também ua demonstração de sua misericórdia Mais do que isso. quando parecia que Iíle não os ajudavu. Isso. Certamente o Senhor frequentemente é visto agindo de maneira providenciai e com poder soberano. A providência do Senhor tarnbém é vista na maneira como chama as pessoas para si. 2 Co 5. E motivo de temor paru os que se rebelam que o justo Juiz julgará e condenará. para uniu resposta ao seu dilema: "Ttaha fim a malícia dos irnpios. o salmista orou. sua providência na natureza. na humanidade de modo gerai e especialmenle em relações aos redimidos. para pedir miseri­ córdia ao Senlior. 37. 129. entretanto.li. porém: O caminho do Senhor não n justo Ouvi agora. 1 1). Em nenhum outro contexto o cuidado providenciai <í p Deus pode ser visto com tanta clareza como na provisão da salvação para o seu povo. “Responde-me quando clamo.6. o povo de Deus tentou questionar o Senhor. se u Senhor lhes parecia injusto. Q 1. justiça e bondade. O povo de Deus ("o povo justo". O U estava do lado de ou tTas riaçôes. 1 Co 15. Deus até mesmo controlou as uçoos do rei do Pérsia em favor de seu povo (Is 44. m e s m o quando resultam e m juízo sobre sou próprio povo.). etc. E metlian.12-14.sua justiça que Deus mostra misericórdia ao s r u povo (Sl 116. também é uma prova do poder soberano do Senhor. 1 2 ).1-7|.4-6.9.25 (também v. A ação mais perversa de Satanás e o mais terrível de todos Os pecados cometidos pelos seres humanos levaram è crucificação do Filho de Deus.13-16. Em lermos práticos.20. de acordo com sua Palavra (Riu 5. a qual e repetidamente definida como "jiM a" (Sl 119. É itma alegria para homens e mulhe­ res pecadores saberem que podem voltar-se para um Deus justo eieceber misericórdia. sondas as menIes e os corações" (SI 7. mas estabeleça-se o justo. seu poder total de realizar o que sua vontade determina. quando parecia que as pessoas más prevaleciam Achou estranho que os perversos prostrassem quando o "justo" pai leda lanlo sofrimento. 45. 24.7. Pbr exemplo. O cuidado providenciai do Dous por |o. por moio da morto expiatória fie lesus Cristo. ó casa do Israel: Não é o meu caminho justo? Não são os vossos caminhos injustos?". por exemplo. Km 7 . 1 Pe 5.39). inclusive Satanás (Jó 1 e 2). 145. apelou para a lustiça de Deus.4: 2 Ts 1. A reflexão sobre a soberania do Senlior sobre tudo. As ações do Senhor sáo sempre justas. Portanto. A resposta de Deus era que. Sl 103).1. sua vontade eterna é inteiramente justa. formado pelos que foram perdoados por Deus) frequentemente apela para sua fusltça. para lazer como se vê neste dia: para conservar muita gente com vida" (Gn 50. Pois tu.3*14.6).12.3. 13-16. quando Satanás dêsejava atacá-lo e destrui-lo. DeuteronómiO 32.DEUS toruou em bem.4 resume 141 .15). ó justo Deus. íora determinado pela vontade dc Deus.1. Ioda a Trindade está envolvida nesta obra de atrair e cuidar do povo de Deus (Jo 17. nos leva nova­ mente a louvíêlo e beudizê-lo ÍS1139. é porque eles haviam-se entregado à increduli­ dade e ao pecado. Isso se reflete em sua Lei. Isso faz parte de sua natureza e lem que ver com sua verdade. mesmo sobre n mundo dos espíritos. 29): "Dizeis. íntegra e boa. ó Deus tia minha rebdão. porém.23. Veja. Esse desejo de Deus loi realizado "segundo as Escrituras".11. Ezequiel 16. Na angústia dá-me alivio: tem misericórdia de mim e ouve a minha oração" (Sl 4 1 . Por vezes. Deus pode ser visto como justo em tudo o que faz. Eí 1.

o rei Roboáo o os líderes de Israel finalmente foram obrigados a admitir que.5. nenhuma base para a visão orieulal de que o bera e o mal existem lado a lado. deve olhar para o Senhor. O texto náo só mos Ira que o Senhor é a lonte daquilo que é bom. quando Deus vindicara seu nome diante de todo o mundo. nem sua aliança de amor para com o seu povo. Enquanlo o povo de Deus ora. em que levanlarei a Davi um Renovo justo.19). \1. e /unro. Josus disse: "Ninguém há bom. sonõo um.DEUS £ i justiça do Senhor desta maneira: "Eli. Deus é a fonte dn bondade. o mais maravilhoso do Senhor da Bfblia. veja Lc 1. esto vocábulo “nniuo" relere-se a lodo o ca ralei' do próprio Deus). e cremos no amor que Deus lem por nos. descendo do Pai rias luzes. o Snnbor vigiou sobre o mal. 2. se alguém deseja saber o que significa bondade e amor. nm todas as obras que faz. Assim.6. porém. elo ó bom.. Os profetas olhavam adiante para ver a revelação da justiça de Deus no futuro reino do Messias: ‘Vem dias. inclusive o& ímpios.15].) An falar sobro os últimos dias o o retorno de Cristo. tão froquonlemento chamada de seu “amor". Paulo falou sobre u obra de Cristo em termos da rovelaçáo da justiça do Deus. e todos os seus caminhos .17 díz: "Toda boa dádiva e todn dom perfeito é do alio. Em ouiras palavras.9..7.7]. Deus o amor.12. contudo. Tiago 1. diz o Senhor.5: Is 9.t formam algo chamado "deus". A bondado do Deus.60). Várias vezes as Escrituras dizem que o Senhor "ama" ou mostra "amor" à sua criação. e náo há nele injustiça.13. ou na 142 . It> diz: “ Aquele que não ama não conhece a Deus. por causa do pecado e da rebelião deles contra Dous» Furdó Sisaquo teve permis­ são para atacar ludá e chegar alé Jerusalém. Daniel expressou dessa maneira. e praticará o juízo e a justiça na terra" (jr 23. que é Deus" (Lc 18. Em i Cmnica» 12. uai rei que reinara v prosperará. é a lincha. Sl 1 19. ainda que tradicionalmente o amoi de Deus soja visto comu um aspecto de sua ‘ bondade". 6 ). O Deus amoroso E justo que haja uma seçâo separaria sobre esto atribulo.4. ) loáo 4. quando peçam. Daus não comprometeu nem sua jusliça que exige a morte pelo pecado. 54 6 . e Dous nele". a louvã-Io |Ap 15. mais rio que isso. O Senho) faz o que é bom |2 Sm 10. 3. os líderes tornaram-se particularmente conscientes deste aspecto da jus­ tiça do Deus. cuja obra é perfeita. um quem não há mudança uam sombra de Variação". vé a justiça divina em seus aios de misericórdia e aoçvno [»ara a>m eles o em seu juizo sobre os inimigos.sáo justiça.3. Desta maneira. porque Deus é amor. a bondade é Ião parte dele n de seu ser quo o salmista disse: "Pois o tou nume é bom" (Sl 52. o Senhor permane­ ce justo e integro ua salvaçao [Km 1. e o trouxe sobro nós. que eslá ansioso por essa revelação. assim. ele. At 22 14).75. "Por isso. lfi. como ensina que Deus é sempre bom. porque justo 6 o Sonhor. etc. será suo justiça quo uma vez mais será notada e levará seu povo.14: veja lambém Ed 0. náo obedecemos à sua voz" (Dn 9. nosso Deus. 20-26. E nós conhecemos. que prqmele perdão e misericórdia.8. Na época du exílio babilónico. É parte da natureza de Deus. Náo existe um lado "sombrio" uo Senhor. pois ele é "bom" e é "amor". Quem está um anuir está em Deus.5. Deus os poupou da destruição somente quando se humilharam e reconheceram: "O Senhor é justo" lv. é vista de muitas maneiras neste mundo. Ele é justo e roto”. especialmenle. reconhecem que a justiça do Senhor permite que Ele traga disciplimi sobre eles. Na morte de Jesus.paia o seu povo.17. pode-se vnr o iuizo do Senhor sobre o pecado e a manifestação de seu amor e misericórdia sobre os que são p e rd o a d o s. 3 Cr 19. É evidente que no universo é algo generalizado. Deus é a verdade.

mas tudo lhe tirarei" (Os 1. O Deus salvador O a m o r de Deus é visto proeminenlemenle em sua salvação por meio de Jesus í"Jesus" significa “o Senhor salva": veja lesus].191 O próprio Dous. extraor dinário o não merecido. que adorava a Deus sem ler passado polo ritual da purificação.19). ao falar por meio dn profeta Oséias.0: Tl 3. lesus loi oferecido peio Pai como sacrifício pelo pecado de todo o quo crê.5). para que lodo aquele que nele crê não pereça. seguudo o beneplácito do sua vontade (Ef 1 . pois "Dous prova o sou amor para couosco. Os que buscam a Deus experimentam soa bondade o amor.15. que é riquíssimo em misericórdia. do justiça. Sua bondade. Sou amor íiol por sou puva às vnzfíS é chamado de “aliança de amor" ou “amor fiel".25). ruas lenha a vida ulema”. quando aplicados o Deus. porém.1). 9). cuida e livra do juízo. “Mas. que é bom. que só é efelivadu pela ação salvadora de Deus. sendo nós ainda pecadores" (Rm 5. O amor de Deus lambém e visto por seu povo ua maneira como Ele dá o seu Espírito Sariio. demonstrado através de toda a história de Israel f 1 Cr 16. A naUuexa doamor divino. O problema é como uma mente humana pode assimilar a profundidade desse amor. dos quo são chamados segundo 0 seu propósito. "Ezequias. frequentemente é expressa por meio do vocábulo "graça". do tempo de semear e de colher (Sl 33. Fbi para a bondade do Senhor que o rei Ezequias apelou. perdoe a lodo aquele que dispós o coração para b u s c a r q Senhor. O povo de Deus sobe que não merece este sacrifício. João 3. ou mesmona provisão da luz du Sol o íLi chuva.34. pelo seu muito aiuor com que nos amou. Essa grande obra de salvação ó (eita "segundo o seu beneplácito que propusera nm Cristo" (v.4-6 : 1 Jo 3.3: Ed 3.im js manutenção ria próprio v j r j n . Ao meditar sobre sua graça a lavor de lodos. A salvação do Dem pura seu povo é sua mais prolundae lantastíca demonstração dc bondado o amor. 2 Cr 5. para si mesmo. 7." (2 Gr 30.20. pois "excede lodo o entendimento'* ÍEI 1. “nu nõo tornarei mais -a compadecer-me da casa de Israel.4: 1 lo 3. a quem Ele protege.6). pois encontram sua salvarão (Lm 3.1. Isso pode significar que o amor será em lorma de disciplina (Ap 3. expresse o sentimento desse dom de Deus: "Porque Deus amou o mundo de tul mannirn quo dou oseuJFlLbo unigénito. para os levar à salvarão. nos vivificou juntamente com Cris­ to (pela graça sois salvos)" (Eí 2 4. 39: veja a secão anterior “O D'*us providencia)"). de lal forma que todos possam conhecè-ló e responder-lhe em a m o r (Rm 5. du ordem ua criação.5: Ml 5.19|. em que Cristo morreu por uós. mas também representa o falo de que “todas as coisas" cooperam para o bem do povo drt Deus.fDetis salvador". Eles também experimentara o amor divino em seu cuidado providencial.51. O dom é ainda mais esctraordinário. Al 17. O Senhor é corretumonte descrito como . 2 0 : ír 33 1 1 ). Os israelitas repetidamente louvavuru «o Senhor poi seu amor eterno. orou por eles.19: Nm 14. pois Deus prometeu amar smi povo para sempre. entretanto.16). O AT retere-se ao Senhor 143 .. A Bíblia ensina que toda a humanidade 6 pecadora e necessita de redenção. dado a pessoas quo nõo são merecedoras. O seu povo o louva acima de tudo polo amor demonstrado em sua misericórdia e perdão do* pecados.10. 35.13.25). eslando nós ainda mortos eu» nossos delitos. Ê digno de nota como os vocábulos “bom' o "amor" aparecem juntos de maneira Ião frequente. Nada poderá separa-los do amor de Dous e do Cristo (Rm 0. quandó pediu perdão po)o povo de Israel. a respeito da continua rebelião do povo. eles o louvam pela maneira como os escolheu e os predestinou para sumrn Olhos de adoção por lesus Cristo..O Senhor. é mais evidente em seu ainor e fidelidade paru com sou povo. Sl 118. ToJvez o mais famoso versículo da HíbLia.45. adverte.1 t. dizendo.Dous.

34-36. ao Levá-los do Egito para Canaá. õ Senhor. a tua ua se retirou. para o dia em que um Salvador e Redentor viria para o povo de Deus: “O Redenlor virá a Sião e aos que se desviarem da iransgres são em Taco. e vos resgatou da casa da servidão. atividade salvadoni e redentora imediatamente dominou as palavras dos anjos. o povo de Israel voltava-se para outras nações em busca de proteção e salvação. corno alguns a têm chamado. e para guardar o juramento que fizera a vossos pais.46. proporcionou também uma adverlôni ia. invari­ avelmente falhava.21: 4 3 . Lembravam-se de que Deus era a sua rocha.43. com o advento do roi da linhagem de Davi.5. Uma lição necessária à compreensão de Iodas as pessoas e que somente Deus é Todo-poderoso. Sl 111610). As vozes..26.151. de que o Deus Altissimo era o seu Redentor* ISl 78. soberano o justo. 68-75. A Libertaçfto do Egilo.211. quando o povo o louvaria: “Graças te dou. Is 17.8. voltavam. 45.1-3.DEUS como "Libertador". Louvavam o seu nome pelo seu perdão e sabiam que podiam submeter-se á justiça de Deus e que Ele os salvaria (Dt 21.10).). Lc 1. O êxodo do Egito tornou-se o grande evento na hislória de Israel. e tu me consolaste. por causa dos opressores. os israelitas neces­ sitavam também de perdão dos pecados: nisto também o Senhor provou ser o Salva­ dor e Redenlor do seu povo.47. Quando seu nascimento foi anunciado. Isaías olhava adiante. Os profetas olhavam paro o futuro. As profecias concernentes à salvação do povo de Dous. Ainda que te iraste contra mim. portanto.5.26. sáo anexada* às promessas dt) perdão de pecados e salvação do juízo de Deus. 30-32. Assim como precisavam de uma redenção física e libertação.91. 59. eu tão o procuravam. 2 . 34. "Redenlor' e "Salvador". e esperava fidelidade b serviço do sou povo nídimido (Dt 13. ls 54.15-24. Toda a 'história da salvação”. Aquele acontecimento histórico proporcionou ás gerações luturas uma evidência de que Deus tem o poder para salvar e libertar: essa verdade toruou-se a base em que podiam apelar para o Senhor salvá-los o livrá-los novamente em outras situações odvorsus (Èx 6 6 . 1 1 . Sl 31.1-12). veja Jr23.34. de Zacarias e do Maria. ole lhes enviará um salvador o um defender.1 1 ). o Senhor vos lirou mm mão forte. que ofereceu às gerações futuras uru memorial e uma ilustração da salvação e redenção operadas polo Senhor. Dous justo o Salvador uno hii além do mim" (Is 45. Á promessa que Deus faz ao s e u povo é que “quando domarem ao Senlior. porõm. confiarei e náo t e m e r e i . ele se tornou a m i n h a salvação. que os Livrará” (Is 19.20J. da mão de Faraó.2 1 . Certamente Deus é a minha salvação. entretanto. ao passo que o Senlior ensinava que somente Ele tira o Salvador (Dt 32. para o dia do advento do Messias. O pró­ prio Dous mostrou a sua obra salvadora.5: 15. 144 . porque ele salvara o sen povo dos pecados deles" (Ml 1 . I Cí 16. O Senhor Deus é a minha força e o meu cântico. lanto nas batalhas como no perdão dos p e L a d o s.Os homens e mulheres fiéis.18.8).4).3. o único que pode salvar "E não há outra Dous sonão eu. Dt 0. e de madrugada buscavam a Deus. que mostra os acontecimentos no deserto para os que "es­ queceram seu Deus": "Pondo*os ele á morte. essa atitude. 18. tanto «la nação como dos Indivíduos. Ambos necessitam de perdão. etc.6: Zc 0. Vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação” |ls 12.20). Jesus foi o cumprimento de (ais promessas. Ele era ú Deus Salvador que veio a Terra para salvar e redimir. chega ao seu grande clímax uom o advento daquele que seria chamado cie "lesus. se não querem receber juízo.22.35.15: 24. todos conhece­ ram a atividade salvadora e libertadora de Deus. 44. veja também 1 Cr 10. diz o Senhor” (Is 59. Dous redimiu seu povo do Egito porque o amava: “Mas porque o Senlior vos amava. rei do Egito” (Dt 7. mencionados no AT. Os 13.

e em ninguém inms. Deus e ocasionalmente referido.9). se porventura desprezar seu Pai (v. para um lempo em que o Senlior será o Iki de um filho que corresponde. A medilaçao sobre quem é o Senhor sempre tom Invado ã doxologia. Amém".10). assim. Como Pai.1: 8. glória. Deus udverle Israel de que será rejeitado. na esperança de receber de volta amor e obediência IM1 1 . como Pai de Iodas as pessoas. portanto.O Senhor toma (cria) Israel. Lamentavelmente. Israel é o seu “filho primogénito" e. É o Pai da criação de Israel — o povo da sua aliança p . que le fez e te estabele­ ceu?" É o relacionamento pactuai com seu povo que está especialmente em destaque aqui. há salvação (Lc 3. FTwieu'0 . De fato. lemos sobre o Pai como 0 Deus “que te ge­ rou" (Dl 32. os vocábulos “. O fato de Dous apresentar-se como Pai de Israel significa quo tem o direito de esperar em resposta uma sincera comunhão com o filho.12: Hb 2.9).6 ). geração perversa e depravada é. meu primogénito. Tknto este profeta como jeremias. Deus e born e é amar. é totalmente eirado descreve-lo como masculino ou feminino. o Senhor tem o direito de ser obedecido.2! "Criei filhos.1). desde sua anuamação. El 2. Ele é a fonte de Iodas as coisas e.9 10 : At 4. Deus exige do Faraó: “Israel é meu filho. é também "Pai". Deuteronòmio 32. pois isso pode parecer uma postura "machista". dos cristãos. Portanto.9.8: 2 Tm 1. domínio e poder. e isso é d sua mancha. nosso Salvador. no processo de santificação.22. De íato. ao lazer dele o seu povo peculiar e ao udotã-lo amorosamente como pai. 18). quando os crentes serão salvos da justa ira de Deus e serão glorificados: Rm 5. Sua obra salvadora é considerada como ttín aconte­ cimento realizado em ires tempos: passado (na cruz. presente (com a operação progressiva do Espírito Santo na vida do crente.15) e futuro (no ilid do julgamento. jã não sõo seus filhos. povo louco e ignorante? Náo é elo teu Pai.18) — o que dificilmente seria considerada como uma ação masculina! A paternidade humana deriva de Deus e não vice-versa.23. quando os crentes foram “justi­ ficados?^ Rm 5. majestade.salvar" © “salva­ ção" níferem-se a toda a obra salvadora dn Cristo. Deixa ir o meu filho" (Éx 4. cometidos pelos pais humanos. Chamar Dous de "Ptii" sem dúvida é correto do ponto de Vista bíblico e. pois elos são geradas por Ele (Ml 2 . que le adquiriu. S eg an ­ do.6.29: Hb 12. devidamente entendido. O Deus Pai Conforme já vimos.5. antes do todos os séculos.6 dá alguma indicuçâo desse relacionamento: "Corromperam-se conta ele. é Pai. Acima de tudo. receberá a proteção do Se­ nlior. se obedecer. N'ele. nesse sentido. Judas 25 expressa o louvor a Deus nomo Salvador por meio de lesus Cristo: ‘Ao único Deus. por Jesus Cristo nosso Senhor.DEUS O Deas salvador é revelado plenamente em lesus. por caminho reto em que náo tropeçarão. E assim que recompensas ao Senhor. porque sou uni 145 . mas eles estão revoltados contra mim". ua maior parte ilo tempo. é Importante notar novamente que Deus é Espuito. Assim.. agora e paia lodo o sempre. olham paia o iuturo. Por exemplo. encontrou um povo rebelde.18: 2 Co 2. tom muito a dizer para corrigir os muitos abusos que são presenciados atualmenle. num sentido genérico. até sua glorificação.28. 1 Co 1. 19. 1 0 : At 17.24. a paternidade dc Deus sobre Israel é mencionada ou subentendida. morle e ressurreição. Os 11.10). ele é o Pai de seu único Filho lesus Cristo Numa época em que muitas vezes se pergunta se o Senhor realmente deveria sei chamado de "Pai". Deus diz em Isaías 1. Dous então mostrará a Israel seu cuidado e seu amor: "Guiálos-ei aos ribeiros do águas. entretanto. e os engrandeci.

disse Jesus (Jo 1 4 . quando as pessoas olhavam para o futuro. quando receberá novamente “a glória que me deste. NOs somos o barro. quando "le se manifestar sere­ mos semelhantes a ele.DEUS pai pura Israel. a rocha da minha salvação. Mas sabemos que. lodos nós somos o leu povo" (Is 64. meu Deus. e o Deus Fillio. "Mas agora.18: "Ninguém nunca viu a Deus mas o Deus unigénito. somos lodos obra das luas mãos Náo le enfurnas lanlo. De fato.26.João 17 Jesus dirige-se o Deus como "Pai” o olha para o futuro. Isso. que esta ao lado do Pai. eu hoj© te gerei” (veja também Sl 80. O acesso a Deus como "Pai" só é possível por meio (le Cristo: "Ninguém vem ao Pai. De ialo. mas essa não é a único origem. 0 NT Inditta uma comunhão permanente entre o Deus l^i.23. 0 Senhor.26). O salmista destaca Rsse lema. Tu és meu poi. Isso lambém aponta o c a m i n h o pura a filiação a Deus para lodos os cristãos Deus corno Pai de todos os cristãos é o complemenlo de sua paternidade a ser mencionada aqui. Por exemplo. nos le pedimos. para que também r. Olha. O Senhnr é n Pai de todo o que lom fé em Cristo. O meu amor lho manlerei para sempre. é o louvor: ‘Vede quão grande amor nos concedeu o Pai.6^0).7 diz: . e ainda ano se manifestou o que havemos de ser. ó Senhor. mais larde foram aplicadas a Jesus Cristo IAl 13. Paulo diz que os filhos adotadns soo “co-herdeiros de Cristo.1 2). diante da idéia de ser feito lilho de Deus. Parte da pleni­ tude da salvação. num perpetuamente te lembres da iniquidade. Amados. Esse relacionamento eterno é indicado em João 1.Ul). tu és o nosso oleiro. Antes. e m sou batismo: “Então ouviu-se esta voz dos céus: Tu és o meu Fillio amado em quem me comprazo" (Mc 1 1 II.8.om ele sejamos glorificados" (Km 8.14-17. tu és o nosso Pai..5). veja lambém 45. mediante a qual podem utilizar o nome mais pessoal de "Aba" fPapail.1U. o Salmo 2. liizoodo.27) Posteriormente essas paisagens sobre o filho assumiram um significado messiânico.0). o veremos" (1 Jo 3.rPfncluiiiami o decreto do Senhor. e Efraim ó o rnou primogénito" (Jr 31. que fôssemos chamados filhos de Deus. mo invocará.16). El 1.J1. 24. para o advento do rei ungido da linhagem de Davi. 63. E somos mesmo seus fillhos! O mundo não nos conhece porque dão o conheceu. como “filho". aplicada aos crentes pelo Espírito Santo. porque assim nomo é.35). Cris­ to muSLrou o Pai ao mundo: "Não crés tu cjue eu estou no Pai. náo as digo por mim mesmo.17J. Novamente. Senão por mim". Gl 4. Esta filiação esta relacionada uo seu nascimento virginal (Lr 1.33: Hb 1. porque me amasle anles da cria­ ção do mundo" (vv. ao dirigir-se a Deus (Rm 8. Ele mo disse: Tu és meu Filho.0). 146 . como "pai". Como Pai e Deus da Aliança. Deus é "Fiai" unicamente de Jesus.26-28)i Deus lambém é o Pai do rei de Israel.25: I Jo 4. é a condição de ''ado­ ção" de filhos (Rm 8.51. Um lilho humilde admitirá que o Pai tem direitos. É possível para lodo o que cré em Cristo conhecer o Pai (Gl 3. o qual é descrito c o m o “o Filho unigénito de Deus" (veja fesm ). serviu apenas para confirmar publicamente o que já era verdade. e a minha aliança lhe será firme" ÍSI 80. “Eli. agora somos filhos de Deus.0). É importante notar que em ambos os textos a "filiação'' também está intimamente ligada â he­ rança. pois Jesus lhes revela (Jo 14. quando seu filho chamar. se é certo que com ele padecemos. Assim como Jesus. a única resposta apropriada por parle do crislão. O Pai onuncin claramente a condição de Jesus. 6 ) . é herdeiro da glnria de Dous. e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo. de uma maneira especial. pois ele represenla o poVòi A aliança que o Senhor fez com o rei Davi estabeleceu que Deus seria o ‘ Pai” dos descendentes dele: "Eu serei seu Pai r ele será meu filho”. é quem o revelou” Em . o Filho. ele responderá.9. é o Pai que está em mim quem faz as obras" (v.. porém.

Assim como a autoridade e o poder dp Deus são vistos em seu “nome".11: Sl 17. os sacerdotes e tevilas mimsUavam "no nome do Senhor’ e os profetas falavam uno nome do Senhor".32 com Atos 2. amoroso e fiel. não que eles alegassem ser Deus. paia Lembrar os textos do AT que se referiam a tudo o que Deus ê. então tudo o que perlenc. 3. O Nome Quando Génesis 4.7. 22: 21.21). É "un nome de Jesus” que os apóstolos curavam e a Igreja orava (At 3. Tg 5.9).DEUS Os nomes de Deus Enquanto dos modernas culturas ocidentais o nome realmente só é usado paia distin­ guir uma pessoa do outra. o "Nome" de Deus está presente no anjo enviado para li durar o povo de Israel.7). geralmente é num contexto de exortação para se adorar ao Sonhor totalmente. Jl 2.21.2(3 cllz: "Foi nesse tempo que os homens começaram a invocar o nome do Senhor’.14). Quando a Lei diz: "Não tomarás o nome do Sonhor teu Deus em vão. Em Éxodo 23. O texto indica que elas começaram n adorar ao Seidior por tudo o que Ele é. vários nomes específicos sáo airilmídos ao Senhor na Bíblia e nos ujudum a enlendê-lo me­ 147 . em toda a vida e vê-lo como o Deus soberaDn o transcendente que é: pessoal. A lei afirma que o próprio Senhor Dão dtsve ser considerado com desdém.2). Salomão falava em consiruir um Tfemplo “mo nome do Senhor" (1 Rs 8. que está presente etn todas as áreas de seu domínio (2 Rs 5.su pode ser visto mais claramente do que ua expressão "nomo do Senhor” quo ooQtre aproximadamente 100 vezes nas Esirrituras.5.6. Em uunhem nutro lugar ii.R a Deus está em Jesus e tudo o que Deus é. Também e correto concluir que tal ser trata-so de Uma "teolania". balismo e a receber perdão A fó precisa ser “no nome de Jesus" (Al 2. Não pode ser tratado da mesma ma­ neira que os ídolos pagãos.). a Uanscendênda e a presença do próprio Deus. uma inferência ao “Nomo" do Senhor leva consigo uma indicação da pró­ pria natureza de Deus.45. Em adição a essa maneira abrangente de relerir-se ã plenitude de Deus. É “no nome de Jesus" que as pessoas são desafiadas ao arrependimento. Fazer alguma coisa no “nome do Senhor" é realizar algo no lugar dn próprio Deus ou lazer com todo o endosso de sua presença e pm obediência à sua ordem. o próprio Deus.13J. u mesmo aconlece com Jesus. 0 nome é um meio de descrever u plenitude. 1 Ks 18. os registrados na Bíblia são utilizados para representar totaJmenle a pessoa ou indicar aspectos de seu carãler ou de seu objeiivo na vida (veja seção Os nom es e seus significados na Inixodução).seu nome em vão" ifex 20. suu proibição esteja incluída no mandamenlD). Se o nome ê de Deus v Jesus é chamado pelo ‘‘nome’’. etc. pois o Senhor não terá por inocente o que tomar o . é claro.118. Dessa maneira. 1 Sm 17.20. Romanos I0. Cristo lambém è (compare ]oel 2. claramente tem "m mente mais do que as ocasionais expressões irreverentes [embo­ ra. faziam isso mediante a invocação do "Nome do Senhor dos Exércitos” (2 Sm (5. não quer dizer simplesmente que as pessoas aprenderam a usar o nome "Senhor". Assim. Quando os israelitas desejavam afirmar a presença de Deus com a Arca ria Aliança.17.20). Quando a Bíblia fala em "invocar" o nome do Deus.10: 9. Até o mesmo o rei Davi lutou “om nome do Senhor’ (Dl 18.24. Dessa maneira. mencionados do mandamento anterior |amais deve sei invocado como uni poder mágico ou ser reforido muna adoração que não é centraliza­ da exclusivamente nele. por meio da qual o Senlior de alguma maneira era experimentado ou visto na presença do anjo (veja Teofanias).32: S í 3. mas isso significava que falavam e operavam com sua total autoridade e poder por Irás deles. É uma frase que sintetiza o que nunca pode ser lotolmente resumido — ou seja. È interessante notar que no NT o "nome" pertence a Jesus.

Rocha A fidelidade. No NT. A d o n a i (Senhor). u confiabilidade e a graça salvadora do Deus du aliança são ocasionalmente descritas por melo do epíteto “Rocha” (Dt 32. é claro.:t). Embora algumas vozes sejam tomados como nomes. O nome em si é derivado do verbo hebraico “ser". 15).28: Is 28.18. geralmente traduzse como "Sonhor Deus" (2 Sm 7.5) e. Náo é fnr. em nossas versões da Bíblia em Português. os cristnos entenderam que o Sonhor da aliança ora lesus Cristo o. os seguidores fiéis do Senhor já o conheciam por esto nomo autns da revelação tia sarça ardente. Outros nomes. Disse muis: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós" (Èx 3 1 4 : veja v.A raiz deste vocábulo provavelmente significa "poder". voju a seção "O Deus de Abraão".38). este tormo é aplica­ do a seres lmmanos em posição de autoridade. Foi por este titulo que o Dous de Abraão. Isaque e Jocó”: o "Deus dos hebreus” (Èx 3.il lei a frase “O senhor senhor ’! Assim. embora o lermo esteja uu plural. “El Belel" (Dous do Betol.19). atribuir louvor ao sou nome o diferencia-lo dos deuses pagãos. Um nume Comum usado para a Sonhar e geralmente traduzido corno “Dous” (Elohim o o forma plural). em sou ser (Nm 23.8: etc. no artigo sobre Abruão).1. Paru mais detalhes. Este termo era utilizado em outras culturas e religiões para des­ crever uma grande divindade. Elo é o "Deus do céu e da terra” (Gn 24.).8: Dn 7. Na Bíblia. “Deus da glória” (Sl 29.7): e “El O lan f (Deus Eterno. mas também e usada na lhblia pura o único Deus.Sanio" ou “o Santo de Israel". Quando rolaciouado a Deus. muitos outros termos aplicados u Dous são adjetivos.2). etc. 22. Isaque e Jacó escolheu revelar-se a Moisés (Êx 8 . veja Senhor. o nome éaplicado ao unira Deus — "El E lohe h r o t r . eles enfatizam aspe«:tos da natureza e do caráter de Deus. Som dúvida. que geralmente é traduzido como “Se­ nhor”.4.3) A forma plural às vozes refere-se a .). o título "YahwelT trazia uma declaração da existónciu contínua dn Senlior e sua presença permanente com seu povo. Isso apresenta algumas dificulda­ des na tradução. mas com Moisés há mais revelações du fidelidade de Yahweh à aliança e de sua comunhão intima com seu povo. Como o nomo revelado de Deus. o que sempre seria íiel ãs suas promessas em favor do sou povo.16. 18. Foi sob esle nome que 0 povo da aliança adorou a Deus. Moisés imaginou pessoas que lhe perguntariam pelo nome do Deus que lhe apareceu.12. Nus Escrituras. A lorma plural indica a plenitude do Senhor. Com o significado de “Senhor” ou “Mostro”. 56. Ex 8. [Deus. o “Deus dos douses".outros deuses. luizes 6. Ele é totalmente distinto das pessoas criadas. etc. Gu 35. o Deus de Israel) (Gn 3:t-20). Gn 17. a fim do estabelecer um elo no AT entre a sua santidade e a necessidade do que o seu povo seja 148 . portanto.15. 47: Sl 62.33. . El. “Deus dn ver dado” (Sl 31. significa algo como “Ele é" ou talvez "Ele truz ú existência”. Foi Ele quem se apresentou a Moisés e ao povo de Jsrael através das gerações como o Dou* dn aliança.24 diz que “o Senhor é paz”. Diferentemente de lodos os “nomes".3. veja também Sl 90. tem sido corra tumente chamado de ”o nome da aliança de Deus”. Para uma discussão mais detalhada do grande significado deste nome. quando voltasse puru sou povo. entretan­ to.DEUS lhor. O vocábulo Yahweh. Gn 21. Elohim. assim idéias e atributos do AT que pertenciam a Yahwfíh foram trazidos e uplicudos a Jesus. 2 Sm 22 3. “El Elyom" (Deus Altíssimo: Dl 32. “o Dous do Abraão.3 ). Yahwnh. porém. Outros textos falam sobre Deus comr» “o . a fim de afirmar o enriquecer o que já foi mencionado anteriormente. geralmente é usado juntu com o nomo \fthweli. O vocábulo El” lambém aparece em formas como "El Shaddui” (Dous Todo-pode­ roso”. | . Yahweh (o Senhor).7: Ht 1. 0 Senlior lhe respondeu: “EU SOU O QUE SOU. Sào usados para descrever d Senhor.

interpretação mais completa no NT (veja também Teofanias] No NT. Sl 2 : etc. Em Génesis 1 .22: 11.si mesmo com o lermo plural “elohiin” em certas passagens.4). fesus então demouslrou sua autori­ 149 . onde a sabedoria do Serdiur é personalizada como o próprio Deus que opera uo mundo.61 Algo semeliiaute ocurre em Provérbios 8 . por exemplo. os cristãos sem pré creram que somente ele pode lazer justiça à revel. Esse tipo de evidência espera por sua . ijh maioria das vezes. uma noção ueguda explicitamente na BíbUu. o Espírito Saulo ê identificado como Agente de Deus. Cristo per­ doou os pecados do paralilico..8 | .2-0: veja lambém /In/o do Senhor).DEI IS saulo (jó 6. Em Isaías 03. "Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem. algo que os escribas acreditavam que somente Dous era capaz cie fazer.6). leová deriva de uma leitura equivocada de Yahweh. É suficiente dizer que.2 0 ." (Gn 1 . o problema dos líderes religiosos daquela época loi justamente que algu­ mas das coisas que Gris lo lazia e dizia só seriam feitas e ditas por Deus. como.1-3). os cristãos apontam indicações que pressagiam um ensino mais detalhado no NT.10.10. tal definição rio Senhor tem causado sérios problemas. As vezes essa roferòniia no plural parece ainda mais notável. portanto. Is B. governará em completa aoburani» e será eterno — atributos divinos |Is 9. por meio de sua Palavra o peln snu Espírito IGn 1. Ele será chamado de Deus Poderoso. portanto. contudo. é Deus quem cria. ou colocam-se vogais o assim lè-so ihhi\-Bh (o que alguns colaboradores deste volume tèm feito). Esle termo é pouco d lado nas modernas versões da Bíblia. otJ negavam que houvesse distinções entre as três pessoas. Alguns sugerem que "o anjo tia Senhor1 ' lambém deve ser identificado com Deus « ainda assim é distinto dele (Êx 3. aspectos da doutrina da Trindade surgem primeiro quando os discípulos e seguidores de Jesus reconhecem as obras e as palavras de Deus nas a ti ludeS de Jesus. 1 2 -2 1 ). na oração da “Sliam a " (Dt 6.içâo bíblica da "plenitude" de Deus. Mas indicações lambém estão preseules na compreensão da própria criação. Existe lambem uma personalização fia “Palavra de Deus" que criou os céus (Sl 33. A h istó ria da Igreja é permeada peio surgimento de seitas que náo reconheciam Jesus Cristo como Deus ou que se recusavam a aceitar a visão Irinitai ia do Senlior: outras náo viam um dos componentes da Trindade como totalmente Deus. Muitas passagens conduzem para a pluralidade relar ionada com o que e o “unico Dous". o tenno YHWH aparece r. é interessante untar que o Senhor refe­ re-se a . eles alegavam que Jesus blasfemava. A Trindade () cristianismo tradiciouiiimente argumontn quo muitas evidências bíblicas revelam Dous em tiês pessoas distinta* Para alguns.J.O puno de lundu do problema com o nome "leová" é explica­ do no verbete Senhur. Deve. "o Senhnr ú minha Bandeira”.7. Começando com o AT.1014. Dous também é conhoaido coma o “Rei" (veja Rol). Realmente. o “Sonhor Todo-podeitiSú”. em hebraico.. ao lenlar passar por Deus Por exemplo. Outros grupos estão total­ mente tora do ensino bíblico o entram efetivunionte no mundo lio trileis-mo. uo AT. concede vida e envolve-se com a própria criação (principalmen* te Pv 8 . 3. Em­ bora algumas pessoas neguem seu significado. Muitos textos sugerem urna identificação do Messias quo virá com o próprio Deus. ls 12. era uma blasfémia. em nossas versões. Embora o lermo “trindade’7 não seja mencionado nas Escrituras. leila de lorma explícita com o uso de verbos e pronomes nas pessoas do plural: por exemplo. Pv 9.7.0. é Iradu/ido como Senmok. entra uniras Jeová. ser mencionado aqui OOroO um nome quo ainda sobreviva em algumas traduções.

Conclusão O Deus da Bíblia é revelado como Eterno.5 geralmente e destaca­ do por alguns teólogos. Veja.). embora exisla um ensino claro tanto no AT como no NT de que Deus é único. Transcendente.. Filipenses 2. Sua alegação de pertencer a Deus e ser e n v i a d o por EIr ( v v . O mencionado em Mateus 2B. 12. Deus oonosool e aluanle 150 . etc.20. Romanos 10. o Filho e oEspuito Santo. Is 6. amoroso e soberano. tudo iisso ocasionou uma acusação de blusfêmia e a leutaliva de apedrejamento — u puuição par» aqUela transgressão fv. 23). etc ). Onipotonte o Onisoienle. e a Jesus. Tal ensino. um Deus justei. que é Deu» sobre todos. Joao 1. 59). mas provavelmente a leitura deveria ser essa.9.23).10).34-36. I’or exemplo.4. no NT.apli­ cam a Jesus o nome de Yahweh do AT (Senhor).30. ambos. implica cun modo de exislèoria longe do que nossa mento humana posso entender.9-1 1 (cf. seja louvado. do Filho e do Espírito Santo na viria do cronte (El 3. quando apresentado em conjunto. 1-1. O Espírito Santo lambém é visto como Deus (veja Al 5 . Sproul).].9. do partir pura um lugar desconhecido dns líderes religiosos (v.9-13.. Isso exige que sejamos fiéis à revelação bíblica quo em um sentida Deus é um e num sentido diferente elu é Lrós” (R.19 é em nome das três pessoas da Trindade. É o Deus presente com seu povo (Emanuel. O balismo de Jesus envolveu O Filho.17.14-19). Existem lrês pessoas. etc. mas apenas um Senhor. Jesus releriu-se aG Espírito Santo como "outro Consolador”.□EUS dade divina. É poi esta razão qup todas as analogias humanas invariavelnumle fracas­ sam quando se trata de explicar o que significa a Trindade. a idéiu do Dous trino é no mínimo ímpLícila nos textos do NT. ao curar o homem completamente (Ml 9. As Escrituras revelam uma figuia de Dom em Lrês pessoas e a Isso nós chamamos de “Trindade”.10. ondo a confissão da fé em Crislo é provada como coníissão de íé em Deus. revela a si mesmo em sua Palavra como um Deus pessoal. 58. 14). fora das quais não devemos andor. neslo contexto. bati/ando-os em nomo do l^ai e do Filho e do Espirito Santo" (Mt Em todo o NT. Ele mandaria o Espirito Santo (Jo 14. ele. por exemplo. R.. pois trazem o enteuiliruenlo do AT sobre Yahweh ou aplicam declarações concernentes a Yahwtth.T m escritor resumiu o ensino bíblico dessa maneira: “ A doutrina da Trindade náo explica plenamente o misterioso caráter do Deus... Romanos 9. verdadeiro e íntegro Deus é nivelado como o Pai. Também é descrito como o Criador de lodo o Universo e rias pessoas e.29. Assim como o Pai enviou Crislo. o Espírito Santo e Jesus. “Cristo.1-14 fala de Cristo como preexistente. O Pai não é maioi do que o Filho e ambos são distintos do Espírito Sanlo." Iveja também Gl 2. Em muitas passagens bíblicas.15-23). Hb 1. são apresentados como seres divi­ nos. 1 Coríntios 1.13* 17). C.. Vários lexlos merecem um exame cuidadoso.29..li. Sáo também interessantes os passagens da NT oudo os osairitores apostólicos. fu 15. Majestoso.2 «fi|. Is 45. sn náo explicita. intimamente combinado com o uso da expressão “Eu Sou" e sua declaração de ler existido anlesde Abraão (w.10| e alegou ler "todo" poder e autoridade antes de íazor uma das principais declarações Unnitàrias da Bíblia: “Ide. 2 Co 3. uma série <Je declarações feitas por Jesus.31. Atos 2. Os cristãos estão convencidos do que negar essa doutrina é renunciar à clara evi­ dência bibLica sobre o próprio Deus l.3. João fl ê especialmente esclarecedor sobre essa questão e Ira?. a Pai e 0 Espírito Santo (Ml 3. 24 2 M . Pelo contrário* estabelece as fronteiras. Jesus aceitou a confissão de Poeiro de que Ele era o Crislo IMr. Voja também a obra do Pai. no AT.3K-41 (cf. poi uma referência que aponta para o AT e menciona Yahwfíh. veja João 12. Mc 3.

s isso não esta bem fundamentado.1.). devi» conservar o mistério da tá com a consciência pura Deve sei man­ do de uma único mulher ser capaz dc governar seus filhos b sua casa. "Ora.nle i?m sua vinda aqui na Terra. Quanto mais a Bíblia é lida. separado e distinto ria criação p rias criaturas. O lexto de l Timóteo 3 simplesmente menciona qualificações de i aráler que um ancião precisa evidenciar. embora de modo algum seja absorvido por da. pois os diáconos faziam parte do grupo de lí­ deres a quem a carta é endereçada.D. Essa sua característica tentadora e enga­ nadora parece ser especialmente descaila na palavra "diabo” (Mt 4 . Os compromissos do diácono eram confinados a unia esfora bem específica. àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar. está presente. Vela Satanôs.-10. P. O problema é que o termo usa­ do ah é o mesmo tanto para a função como para reler ir-se aos servos dp modo geral (gr. Amém”. Embora seja um Deus santo. curao cartas religi­ ões orientais ensinam. Al 13. gloria. da mesma maneira que recomen­ da outros obreiros em ouiras referências (1 Co 4. teso mostra que um processo de reconhe­ cimento o do "dfisenvol vimento de lideran­ ça" deveria ser levado em conta. A posição social ou a necessidade de preencher uma vaga não deveriam ser razões suJlcienles para que alguém fosse escolhido. especialmente para descrever qui*-m tentou Jesus no deserto. Esle termo aparece com maior frequên­ cia d o s evangelhos.1 que merarnenti: o cito. ao único Deus. Diakuiioa]. O requisito mais importante pode encontrar-se em l Tímóleo 3. D IÁCO N O . Bca mais claro que todo o suu povo é exortado repetida­ mente a cantai louvores ao Deus Todo-poderoso quo. como os bispos possuí­ am. O diácono deve ser digno de respeito. P. 1 .DIÁCONO em ioda a criação. D IABO . antes de lodos os séculos. Vocábulo usado regularmente no NT para designar Satanás (Ap 12. Romanos 16. A habilidade que denlonslravam no governo da própria lamíha seria vista como um teste de sua 151 .8-14.iret e que tinham um popel minisleriol som os o^ponsabilidades lo­ tais do ministério pastoral ou da lideran­ ça sobre a igrpja. embora seja transcendente..i.10. que diz que ele deva primei­ ro ser provado e depois nomeado diácono. cuidar e salvar. náo dado a multo vinho nem interessado por ganhos desonestos. Rua apoiai a alter­ nativa de que Romanos 16.2. nosso Salvador. não permite que n mundo se pp. e apresentar-vos jubilosos e imaculados diante da sua glória. Muitas pessoas tentam ligar o origem do função de diurono a Atos 6 . veia para ser o Salvador e Redentor da humanidade. pelo contrario.1 refere-se ao cargo há o fato dn que Paulo faz o tipo de recomendarão oficial para que a igreja a receba. Esta dádiva é experimentada por meio de sua Palavra la Bíblia) e da presença do Espirito Santo no coração e na vida daqueles que crêem nele. Sua graça salvodora é vis lo darom«. agora e para lodo o sempre. wm contraste com o responsabilidade lolal por toda a comunidade. O que (azem os diáconos? O texto não es< larece. e 1 Timóteo 3. Jesus. O texto em Filipenses mostra que a função formal existia.rca totalmente em seu pecado. o Filho de Deus.3: Jo 13. por Jesus Cristo nosso Senhor. p os líderes aparecem calados separadamente dos santos.9). Existe outro texto potencial. O texto parece referir-se a uma circunslância especial e não à instituição de uni car­ go específico. domí­ nio e poder. oia. o íim de sustentar. Isso quer dizer que apenas dois textos m encionam a função: Filipenses 1. que menciono Febe como diaconisa. sem nenhuma esperança de redenção. revela □ si mesmo como um Deus de amor que solva e redime todo aquele quo o busca.14-21) .12. sincero. etc. majestade. Lc 4.

Veja tamiiém Dnmnris. “Três dias mais tarde. 7. e o amaldiçoou”. o diácono simplesmente é alguém que se constllui em um servo efelivo e é reconhecido pela igreja para agir desta maneira. onde o apóstolo pregou. 1 1 ). no sentido geicd do lermo. h. tomaram cada um a sua espada. DIBRI Um homem da tribo de Dã. vingança (w. -justa 1 | . A função é o reconhe­ cimento formal. Parer e que exercia in­ fluência perniciosa sobre os membros da igreja.2 ) (veja lbmé\. Fingiram concordar coro o pedido dé Siquém. ionados com Diná.24*. "dois bolos”). 15). o tjue o levou a proferir "palavras maliciosas" contra o apóstolo e seus representantes. A ideia de que o Lexfo rofere-se a diaconisas é apoiada ua atisftncia da discussão similar sobre a "es* posa do bispo*. DIBL AIM (Heb. porveniura. algo quo foi reconhecido até o terceiro áÓDuio. 2 1 . o qual expulsava as pessoas quo não coucarda- DIDIM O (Gr. Mendouado em :i |oáo 9. 21 ). que funcionava c o m o a Suprema Corte de Ate­ nas e f i c a v a na Colina de Ares fMarie). entraram inesperadamente na ci­ dade. Sua f i i l i a Selomite casou-se com um egípcio (Lv 24. quando o s homens estavam doridos. do alguém como um ministro da igre­ ja.34). Os filhos de lacó então exigiram q u e os moradores da cidade do sexo masculino se submetessem ao ritual da circuncisão. e mataram a lodos os homons" (v. Io­ dos concordaram (w 18. 4b. onde João O recrimina por não rece­ ber sua caria nem gostar de acolher os ir­ mãos ua fé. dois filhos de Jacó.13). habilidades “administrativas” para liderar outras pessoas. Nome sempre assot iado i om Tomé no NT 00 11. DINÁ líieb.24). O Cilho dela "blasfemou o nome do Senhor. Um dos que se converteram por meio da pregação de Piaido em Alenas (Al 17. d . pois era um lider autocrático. É bem provável que tivessom a responsabilidade por um ministério es­ pecialmente dirigido às viuvas e às mu­ lheres solteiras. Era m e m b r o do Areópago. j m j . 1 Timotno 3. 12). l Cr 1. Em resumo. lilho de Tlamoi. ficaram fuiiosos e planejaram uma.1 -4).111. O fato de seu nome ser menri^ ouado isoladamente provavelmente signi­ fica que era um dos horneus ‘‘de alta posi­ ção” (v.21.! I digere a presença dp diaconisas (se. Quando os filhos de Jacó retornaram dos campos e souberam o que acontecera. DIONÍSIO. D IÓ T R E F E S .10. “gémeo”). Ele a agarrou e forçou-a a 152 . Pai do Gòroer. Não existem evi­ dências que comyirovem a tradição que diz ser Dionisto o primeiro bispo do Atonas d que foi martirizado durante o reinado de Doniicitmo. Ela saiu do sua casa para visitar oulras mulheres da região. Um diácono servifl como alguém que reconhecida­ mente contribuía para o óresclmentir» da igreja local. i<qual estuvii disposto a fazer qual­ quer coisa para casar-se com Diná (v. 1 B: 20. 2 < i DICLA (Heb. Simeão e Levi. Filha de Lia e jacó (Gn 30. 25). irmãos de Diná. por porte da comunida­ de. não se referir iis esposas das diáconos). a esposa infiel de Oséias (Os 13). de forma efeiiva.27. pelo que foi a p e d r e j a d o fora do acampamento (v.4 . supõe-se que possuíam alguma. "palmeira”).DlBLATM qualificação para um m inistério mais amplo: por isso. Os eventos rolar. Foi vista por Siquém. pediu ao pai que adquirisse aquela jovem para ser sua esposa (Gn 34. prín­ cipe da terra. ter relações sexuais rom ele.c . Descendente de Sem e filho dé loctá (Gn 10. Hamor e Siquém demonstram os proble­ mas posteriores que os israelitas teriam com os ca nau eus que não loram deslruidos quando foi conquistada a ter­ ra sob a liderança do Josué. Mais tarde. quando estes são men­ cionados. Seu pecado era gostar “dé exer­ cer u primazia’'.

de birnel. diante de Doegue. d« quem diz que “todos dão testemunho" (3 Jo 32). Fillio de Aná e neto de Seir. "seu urnado”). ressuscitou deulro os mortos. O apóstolo João faz um contraste de­ liberado entre Diótreíes e Demétrio. Veio de Maressa e era pai do profeta Eliezer. pai de um dos ”três heróis” de Davi. bderados por Aimeleque. que.24.s.4) Também era chamado de Dúdô (2 Sm 23.9).19).18. Elanã.1(5. de ludá ( 2 Cr 2 0 .281 deveria ser lido como ‘Dlsom" (filho de Anã. Natural de Belém foi o pai de ura dos 'trinla“ de Davi. íoi a terceira esposa do governador Félix.38-42). I C t 1 . Esse massacre é lem­ brado na dedicação do Salmo 52O incidente mostra como Saul eslava afastado da adoração ao Senlior.1). por meio da oração do apóstolo Pedro fAl 0.12. 27. cul­ pando-se pela morle de todos os sacer­ dotes |w. isso parecia uma ameaça para sua posição» algo que devia ser evitado. Aoítâ.36-39). 1 . Eleazar. Líder do clã dos horeus e filho de Seir iGrt 36 2 1 . que aguardava pacientemente o momento em que o Senhor o levaria ao trono. 1 Ci 1. 4 1 ) . determinado a mata-lo. Isso se tomou uru problema para Paulo em alguns lugares. Seus filhos também estão listad os (Ga 3 6 . enconlrou-se com Saul. “Disá '1 (Gn 3 6 . Provavelmente es­ lava presente com o marido quando Pau­ lo falou com ele sobre a fé em Cristo IAl 24. 2 8 ) deveria ser lido como . DO DAVA.24) foaefo nos dá algumas informa­ ções suplementares solire essa m ulber Era 153 .os representantes de Deus. Da tribo de Issacar. DODAI (Heb. 2 6 . que talou contra o rei Jeosafá. O edomita disse-lhe que vira n filho de fpss*> em. Após morrer. Aimeleque deu ao filbo do fessé os pões sagrados. 20-23]. Edomita. Nobe 11 Sm 22. O problema do prim eiro provuvelmoDte seria a quesiõo dn autoridade apos­ tólica.9).38. por cousa da aliança quo fizera com o rei Acazias. p . procurando comida."bode da montanha’"). 1 Cr 1. mais interessa­ das ntf promoção pessoal.Um dos Eilhos do Seir e lí­ der dos horeus (Gn 36 21). O contraste é vivido entre esse perverso rei e o jovem Davi. 3 7 ) . "Disà*‘ (Gn . lemeroso').DRUSILA vara com ele e demonstravam disposição para ra^her pessoa» como João. Foi in­ capaz de ouvir o conselho do sumo sa­ cerdote e chegou ao ponto de matai. DOEG UE (Heb. t Cr 11. 2 5 . foi o pai de Puá e avô do juiz Tola. Os guardas recusaram-se a levantar a es­ pada contra os ungidos do Senhor Saul então ordenou que Doegue os matasse Naquele dia. D R U SILA . Eslava presente em Nobe quando Davi chegou com strus homens. mais larde.n. D ISO M .Uma crente fiel quo morava em Jope. "ansioso. Para pessoas como Diólreíes. 1 . DISÃ |Heb. que vivia na regiáo montanhosa de Efraim (jz 30. esse edomita raalou 85 sa­ cerdotes e massacrou os habitantes de Nobe 11 Sm 22. O próprio Dodai era lambém comandan­ te do exército desse rei e ficava de pronlidão com seus homens d o segundo mês de cada ano (1 Cr 11. Seria imprová­ vel que ura apóstolo ausente fosse tão influente quanto um brler local. e ordenou que fossem morío. 2 .cDisom”.42). cí. p. o qual perseguia Davi.26). mas es­ perava-se quo todos os obreiros das igre­ jas seguissem o on^mo apostólico. ludia.c. O rei reuniu todos os sacerdotes do Nobe. os quais eram guerreiros exlnunamenip leais (2 Sm 23.d x j . ficou desolado. Quando Davi sou­ be o que acontecera. por terem colaborado com Davi. D O D Ó . DORCAS. um dos pastores do rei Saul. 2. Veja lambém Ibbila. Sua irmã era Oolíbama [esposa de Esaú).

Jtthoiachin no v.14) Era Lider tribal. Nelo de Abraão.Dl JM Â a filhn mais riovu do Horodes Agripa 1. ulgunS sugerem que ficava próximo a Hebrom. uma localida­ de chamada Delr ed-Domoh. Nasceu em 3íi (LC.C. o qual morreu na erupção do vulcão Vesúvia. ( hamado Agripa. Embora o lugar não esteja claramenDi identificado. Não hã nenhuma indi­ cação de que nla tenha seguido a fé cristã. Bere-nico ura nrrui de suas irmãs. DUMÁ. teve uni filho' com ele. era d sétimo fi­ lho de Ismael e o progenitor do |:iovo quo viveu em Duma (Gn 25. 17 (Nota do Fradutnr) 154 . versão otd inglês Iraz l> uonu. ’ A . em 70 d. FálLx loi seu segundo marido.

onde seu nomo é Héber). se quisessem permanecer vivos. era des­ cendente de Sem. EBIASAFE. Eles joga­ ram uma corda o içaram jeremias por mnio dela (Jr 38.1419: 1 Cr 1.15). Efraimita. 1. o etiope. chamado Sobal (Gn 36.2 2 ). era levita 6 líder de um clã. onde instigou unta rebe­ lião conlrfi Abimeleque (\z 9:28-35). Um dos líd eres da tribo da Benjamim e filhu de Elpaal II Cr 8 . entrou na genealogia quo vai de Jesus eJo«é até Adão (Gn 10. Um dos filhos de Midiá e descen­ dente de Abraão e sua esposa Quelura (Cn 25. 31 15). Oulra pessoa da tribo de Benjamim. A queda du Jerusalém era iminente.20) s.23: 1 Gr 1.30). 1 .21-25: 11. 1. Este mudouse paia Slqtíém. ÉDEN. Líder de um dos clãs dos gaiiitas.4: 1 Ct 1. 3.7-13). Descendente de Esaú. Éden. filho de [oá. Isso torna claro que confiava em Deus. o profeta prometeu-lhe que não morreria. ao 1'azê-los d e s is lir da lu la. pj. os oficiais pediram permissão ao rei para prender Jeremias. muitos levitas fo­ ram designados para larefas especificas no Templo. quando os bnhilônios finalmen­ te saqueassem a c id a d e (|r 39. Ao ajudar Jeremias. Ebede-Meleque levava adiante a causa do Senhor. Serviu na adoração no Tlibemáculo durante o reinado de Davi. "através1 '). L. 4.25: Lc 3. por isso. com o mesmo nome (1 Cr 8 . Era descendapte de Adim b voltuu cnm 50 homens (Ed 8 6 ). Depois que Jeremias profetizou que os israelitas deviam dei­ xar Jerusalém e ir para o exílio babi­ lónico. EBEOE (Heb. depois que a Arca estabelnceu-se em Je­ rusalém (1 Cr 23. O juízo do Senhor sobre a cidade e sobre ludá estava determinado e não seria evitado por meio da lula armada. 2 . Portanto.23: 24. Veja Abiasafe. Sacerdote que serviu ao Senhor. Diumili' o avivamento no reina­ do de Ezequias. íoi dos que receberam a tarefa de ajudar Coré na dis­ tribuição das ofertas dn povo pelas cida­ des dos sacerdotes. ancestral de Abraão. sabedor de quo Jeremias fora ati­ rado em ama cistBmu sem água. “segundo as *uas tur­ mas” (2 Cr 20. Esse nome e também 155 . EFÁ (Heb “trevas").13.16-18). O rei então ordenou que Ebede-Mefeque pegasse 30 homens e tirasse a profeta da eislerna.í. E B E D E M E LEQUE. 2. E bed e-M elequ e.19. É B E R (Heb. estabelecido na região de Gileade e Basã [1 Cr 5. era filho do líder de um dã dos ed omita*. alegando que ele desencorajava os soldados.33).18. Um dos oficiais da corte de Zedequias.12. Pai de Pelegue e de lortã.12).35). o qual aparece na genealogia que parte de Beujamim a Saul (1 Cr 8. 2. EDER. A profecia d e jeremias deixou claro quo SRria uma ati­ tude do desobediência rio povo recusarse a aceitar o exílio.g. 5. quando 0 povo voltou-se novamente para Deus. Filho de Musi.40). pai de Gaal.E EBAL. “servo"). anles que morresse. Um dos filhos de Berias e lí­ der de um clã. inter­ cedeu em favor dele junto a Zedequias. após o exilio babdõjiico (Ne 12. Um dos líderes das íamilias que retornaram do exílio babilónico com Esdras.c.

EFER. cidade localizada em Efraim. Na bênção de Deutoronómio. Líder de uiri clá e soldado valente ■ la tribo de Manassés. Mais tarde. o Senlior fizera com que esquecesse todos os seus problemas.81 e sob seu co­ mando ela recebeu e ocupou uma das maiores porções da terra. ao qual foi dada uma certa autonomia.47). não era lilho de Jacó. Uma das concubinas de Calebe. colocou a mão direita na cabeça de Efraim e. da Iribo de fudá (1 Cr 4. estava uo distrito administrativo dessa tribo. Posteriormente. Embora Efraim nõo seja mencionado especificamente na bênção de Génesis 49. "frulfíero”! Embora seja o progenitor de uma das tribos de IsraeL ele. Estava. Nu narrativa do nas< imento dos filhos do José (Gn 41.17). ele e lodos os que o apoiavam foram as­ sassinados por Ismael> filho de Netuiuas. 0 patriarca inverteu os braços. “o frutífero”. exceto o próprio nome Efraim (Dt 33. Moza e Gazez 11 Cr 2. e estabeleceu sua capital em Siquém. rf. ‘‘Fruiiiero’’ é um jogo de palavras com o próprio nome de Efraim.EFAl mencionado em Isaias 80. O filho mais novo loi chamado Efraim. fosué ero dessa tribo [Nm 13.8). onde d pro­ le la olha para um lempo em que glória e riqueza virão para Israel até mesmo de Sahá: “Multidão He camelos cobrirá a tua terra. 1. os dromedários de Midiã r Efá".24). Gerou a Harã. 7).30). depois da con­ quista de Canaã (Js 16. naquela época. Depois da divisão do reino. mas. para a bênção. 2 2 ). em Efraim. nomeado governador de judá pelo rei Nabudonosor (jr 40. 2 . L. assegurou a elu os direitos du primogenitura (vv. 3. 156 . Essas bênçãos proféticas s r cumpriram t a n t n uo t a m a n h o como no poderia da tribo de Efraim e também em sua localização pri­ vilegiada na região montanhosa.19. dessa maneira. porque Deus o linha lei lo prosperar ua lerra do Egito. depoLs que a maioria do povo judeu foi para o nxilio bahUônjoo (v. O próprio Josué foi sepuliado no coração desse territorio ijs 24.46). com EFAl.1317). por­ tanto. fica claro que Jacó o tinha em mente quando abençoou seu fillio amado: "José é um ramo Irulifero’’ fv. em Ire os que foram infiéis ao Senhor e ado­ raram ídolos pagãos f I Cr 5. recebeu esse nome porque. EFLAL. Par inn período de tempo. Terceiro filho do Ezra.6. no cen­ tro de Canaã. O netofatita. 1 2 ). Pai de Obede e fillio do Zabade Era descendente de Judá (1 Cr 2. Jose levou seus filhos Manassés o Efraim diante do patriarca. O Tabernáculo foi erguido no centro religioso de Siio. Jeroboão colocou um de seus santuários idólatras na cidade de Betei (1 Rs 12. EFRAIM (Heb. José esperava que o mais velho recebes­ se a bênção de filho primogénito (Gn 48. porém. Um dos seis filhos de Iodai e lider da Iribo de ludá |1 Cr 2.37). descendente de Abraão e sua es­ posa Quetura (Gn 25. o mais velho. I Cr 1. num golpe de Estudo. a idéia da frutificação é novamente destacada. onde a Arca da Aliança loi colocada no lempo de Josué (Js 18.5-10). mas seu neto. um grupo de isruelitas uníu-se a Gedalias. embora não exis­ ta nenhuma forma da palavTa. Um dOs filhos de Midiã. 2 . Posteriormente.13). a fim du que fossem abençoados (Gn 48).20). que.50-52). 3. Sua lideranga lornou-se evidente no arranjo do acampamento de Israel na marcha do Egito paia a Terra Pro­ metida: elu lideruva as trés tribos que fi1avam no lado oeste (Nm 2.29). entretanto. 2 2 . isso resultou na subdivisão de José em duas linhagens que compuseram as doze tri­ bos de Israel (Gn 49. conforme o pai disse. Dt 33.4. 14. quando apre­ sentou seus filhos a Jacó.17).18-24). Lrõxiii ú e inesperadamente.33). Manassés.22-26. cujos filhos estavam eutre os oficiais do exército que apoia­ ram Gedalias.

era efraimila li Rs 11. por seus filhos Isaque e Ismael |Gn 25. [cí. Ele matou Eglom e Iornou-se juiz em Is­ rael (vv.19). Sucedeu seu pai Baasa no trono e governou em Tirza poi. EGLÁ. como indicação de que ele também aguar­ dava o lempo em que aquela terra perlenceria legitimamente aos dascondentes de Abraão (Co 49. Is 7.8. EFRATE. re­ cebiam juízo de Deus sobre eles. a fazer o que era mau aos olhos do Se­ nhor' (Jz 3.. Depois de um período de relativa paz.ELÁ lorme íoi definido poi Salomão (v. Fillio do Zoar. o Senhoi levantava um lider que os libertava e tornava-se nm juiz na terra. Foi d mãe de UUr. heteu.17j | r 7. no . 25)* O próprio Jeroboão. Tempos mais tarde Abraão lambém loi sepultado lã. os israelitas “tornaram. iVeja também Eúdfí. 4. EFROM.z 3. IB-30J. seguido pur uma comitiva liderada por José. Abraão procurou comprar dos heleus um local para lazer o túmulo dela e de sua fam ília.3fl|. 1 Cr 1.15.urmpenderse. 1.5).2i>|> e a partir dessu.g .9). mas a patriarca ainda ora um nómada. quundn adoravam os deuses dos canuTieus e das nações vizinhas. Uui rios filhos do Calebe: portanto.52).17:5. 3. O juízo divino. Os 4. u . época o centro da vida política e religio­ sa da roino do Norte foi Eíraim.6). até o lempo de sua queda e deportarão pelos assírios em 722 a.2.29. to­ das as vezes que o Senhor levarila um novo lídor e juiz para ajudá-los. embalsamado. neto de Jofoné (1 O 4. j \i.6-141 Dovi- EGLOM. Descendente de Esaú. liderou um dos clãs dos edomitas (Cu 30. Da Iribo de Bonjamim. Ela teve um filho chamado Itreão. o qual foi um dos doze gover­ nadores distritais do rei Salomão 11 Rs 4. o qual contiuba um local adequado para sepultamento — a caverna de Macpela.3).. A posse daquela área para fazer nm túmulo deu-lhe o direito per­ manente na terra que o Senhor promete­ ra |Gn 231. Israel loi frequeulemenle mar( ado pelu anarquia generalizada (veja Juízos) Os israelitas. enirelanto.9. onde foi morto por Zinri ( t Rs 16.41. no meio de nós” (Cn 23. levava os israelilas ao arrependjmento: a maravilhosa graça e o perdão de Deus brilham através desse Livro.5. Rei do Moabe durante o lempo dos Juizes. o que ora expressamente proibido na Lei de Moisés.. 1 Çr 3. Finalmente a opressão fez com que o povo de Israel clamasse e o Senhor novumeule levantou um lidar. a fim de que fossem subjugados pelos povos cujos deusps adoravam. bem no centro da região que mais tarde seria a nação de Israel. no tempo de Otniel. a opressão por par­ le das nações estrangeiras é viista como castigo de Deus por Israel ter adorado outros deuses e so envolvido com a ido­ latria. Uma das esposas. ara pai de Simei. Veja Airâ fNm 2fi. Quando Sara moneu em Hebrotn. EÍ.dois anos. Muitos anos depois o corpo de Jacó.C. e. Seu marido. Efrom estabeleceu um preço justo para a venda de sou campo.15). I No livro de Juizes. Uma das esposas do rei Davi.0. na verdade. ELÁ.5. de Calebe. Ele se aliou com os amalequitas o amonitas e domi­ nou Israel por IB anos^ ao apossar-se de Jericó e da região ao seu redor (J.í. chamailo Etide. foi trazido do Egito e sepultado na rnesma caverna. nascido um Hebrom 12 Sm 3. assine Deus pormitiu que Eglom invadisse Israel. O quarto rei dtí Israel.12).18). de acordo com o costumo egípcio.30: 50-13). era descender) te da tribo de Judá I I Cí 2.3. o Tei no do Norte. p .m . lilho de Hezrom.12 1 4 1. :ta .. Porem. e .g . Esse período da história de 157 . Eles consideravam Abraão "príncipe de Deus. 2. Lsso se tomou tão iorl ri que Israel geralmente era chamado de Efraim.

Dessa maneira.24). O quinto filho de Meselemias. Ura dos primeiros que retornaram da Babilónia para se estabelecer em Jerusalém. 8. va roubar 0 gado dos galitas (1 Cr 7. ua divisão feita pulo rei Descendente de Efraim. Fi­ nalmente. Filho de Jair.5). wm . por­ tanto. 1 . O próprio assassinato revela o estilo de vidu com o qual Elii estava acostumado. administrado por Dous nesse estágio da história de Is­ rael. 2 Samuel 2 1 o L Crónicas 20.21). da tribo de Benjamim. o por isso Dous sempm castigava Severamen le. 5. Cilho de Banani. Um dos descendentes de Saul ( I Cr 8. Há tuna discrepância estava presente como sacerdote du Se­ entre o relato de 1 Crónicas 20 e o de 2 nlior (Ne 12. Em ambos os textos.3). a fim de que os israelitas fossem vitoriosos. por cometer o mesmo lipo de pecado (1 Rs 18. o gitou ( l Cr 20. O lexin dp 1 Reis 16.1. proíetizou que Baasa e sua fam ília seriam aniquilados.20. se ele rnalou Golias. 18.17 listam Blão como filho do Sem.24.2 e 1 Crónicas 1. I Cr 11.30. Líder de uma das famílias que (Veja também fizer e Bnrins.) retornaram com Zorobabel do exílio babilónico |. um de seus mordomOs. 4 .ADF. depois do Éjcilio.7. o ELADE (Heb. O lei tor é aconselhado a consul­ tar um bom comentário bíblico. Jeú. ELANÃ (Heb. r.Ed 2. foi ou­ tro desses grandes guerreiros r está listado entre o grupo dos "bomons valen­ tes". mas lambém foi raptdamrafe castigado por Deus. os quais Deus preparou. "graça de Deus"J. porteiro coraila. Nu 7 3 4 1 . que levou Israel à idolatria. 158 .n I o de 2 Samuel.42]. portanto.9). 2. n rei de Israel reuniu ao seu redor muitos guerreiros particularmente aptos.26J. 6 . segundo o qual ele malou do uo pecado de seu pai.18.D i. e não seu irmão.19).1 í di? que Elá cometeu as mesmas transgressões do seu poi o conduziu o pov\> "aos ídolos vãos”: por esta razão. Em uma das muilas batalhas contra os 6 Quando Neemias dedicou o novo filisteus. "Deus lem lestíficado’ ).3 1. Era fiLho de Uzi 11 Lr 0. He malou Lami. a rebelião contra o Senhor cuiminaria com o juízo visto na destruição do reino do Norle pelos assírios.20: Ne 7.2. Tkmbétn era de Belém |2 Sm 23. Alguns estudiosos sugerem que Elanã simples­ mente era outro nome de Davi. seria o suficiente para os futuros roís e o povo. foi morto quando tenta­ 20. 10. 5.8).1. numerosas batalhas são listadas O constante problema que linha com os filisteus e outros exércitos man­ teve Davi e seu comandante Joabe uni­ dos por muitas anos.12). deve ter existido mais de um filisteu com esse nome. Génesis 1 0 .254 parentes (Ed 2 . da cidade de Belém. irmão de Golias» muro construído ao redor de Jerusalém. Talvez a melhor solução sugerida seja realmente que houvi. conhecidos oomu os "trinta heróis dn Davi". especialmente porque havia profetas que repetidamente explicavamllies os propósitos das açóes do Senhor.7. Outros interpretam que os rnlatos são de dois incidentes diferentes e. Foi morto enquanto bebia na casa de Arsa. 17.19. Filho de Dodó |ou Dodai). Zinri íora autoriza­ do pelo Senhor a malar ioda sua lamdia. o próprio Golias. A idolalria dentro da casa mal era um dos p rin cip ais láto res que levnvom os israelitas no níesmo potado. O casti­ go relativamente liuútado. Outro hder de uma das família*: que 1.El. retornaram com Zorobabel do axílio Vol­ foi um ilos maiores guerreiros de Davi tou com 1. 3. 2. Samuel 21. Pai dn Oséias. um erro de transcrição do texto em 2 Samuel.2. era neto de Noé. Zinri então tornou-se rei. o último rei de Israel (2 Rs 15. Também é suge­ rido que a frase “o irmão de" foi omitida uo I r . ELÃO. juntamente com Davi uas tarefas do Tabernáculo fl Cr seu irmão Ezer.

nome são listados entre os descendeuies de Coate ( l Cr 6. é possível que fosse ídolo de nma seita viço do Senhor. dos filhos de Corã.ra n pai de Asa (1 Cr 9. Era da Iribo de Beuiamim (1 na adoração dessa divindade (Jz 8. E L -B E R IT E |Heb. Mencionado duas vezes jun­ ceiro (v. do de Maaséias. Era também cbamadodn BaalSamuel (i Sm 1.20.19. . Descendente de PdMir. lem. 1 . o povo da aliança seria mais facilmente 6 . no Templo. Fillio de Midiâ e ueto de Abraão ma do itom n9 1 .22).23).D. Um ter­ ELD A O E.20). Servo fiel ao Senlior.3. embora esta ELA SA . Elcana foi graci­ Berile. apontado polo rei Davi para servir no Tabernáculo e posteriormente ELCANA (Heb. e Quetura. no santuário em Silo canunita que absorvera algumas idóias da (1 Sm 1. A fidelidade de Ana religião israelita. s. "deus da aliança").6 ). na época de Neemias (Ne in m). Dois outros homens com o mesmo líderes tribais (Gn 25. cujós fílhos tornaram-se lodos 3.33). então essa pessoa provavelmente < 5a mes­ ELDA. Levita.26. da região montanho­ 159 7.c. Levita ancestral de um grupo de á "aliança".27. Era "porteiro da Arca (1 Ci 1.sado com zada e era ridicularizada por Penina. tinha duas esposas: Penina e Ana. um guerreiro da tribo de cas 0. Levita.4.3). F. hii de Samuel 1 1 Cr 6.ELDADE sa de Efraim. A responsabilidade de du Rrnnntrt ím-Zofim. Filho de Sàfã. um Zidague. Um dos soldados que desertaram atraído para uma divindade já exlslenle do exército de Saul para juntar-se a Davi e que se preocupava com as alianças. ora uiu dos 70 anciãos ne 4. 1 1. Veio res (Nm 1 1. Ama­ va profundamente a Ana. Seu mui heras estrangeiras (Ed 10. Mencionado apenas ora Tuizes 8 e oso e permitiu que ela o dedicasse ao ser­ 9. 27) talvez seja o mesmo do item to com Medàde.25.27). Ana ficou grávida e nasceu (veja UaaJ | . descendente de Coato e um 15. fora criado especialmente judeus que regressaram do exílio para ajudar os israelitas na assimilação babilónico e Se estabeleceram em (erusada religião dos vizinhos. 2. mo possível que esse. era fosse estéril.7). a qual senlia-se despre­ um dos culpados de ter-se ca. 1 Cr 1.4. colocada fora de ordem na genealogia. Foi 2 . e era filho de Je T o ã o .1-4). onde Eli era sacerdote (1 Sm 1.34). P.8. com sua referenda 5 . Foi lidei de dã (Êx 8 . a quem Jeremias con­i i m o r e cuidado por Ano é descrito em 1 Samuol 1.Estava entre os líderes que assina­ ram o paclu no qual o povo comprome­ teu-se a adorar e obedecer somente ao Senhor. 9.23. comes? Por que esta triste o leu coração? Náo le sou eu melhor do que dez filhos?".16). Obviamente preocupa va-se muito com ela. filho do rei Acaz. após a morte de Gideão. no reina­ 6-24). Anualmente levava sua família para adorar e fazer sacrifícios em Silo. Dessa maneira.46). Depois de orar ao Senlior e obter dele n Um deus cananeu adorado pm Siquém resposta. Ele razia parte de um grupo Certamente. É no míni­ rnais cinco filhos.G.3(i|.2. onde d e u conforta com as fiou uma Carta eudereçada aos andãos palavras: "Por que choras? Por que náo sobreviventes entro os exilados (Jr 20. 0 segundo no comando. Neto de Corá listado em 1 Cróni­ morto por Zicri. n de guerreiros ainbidestros no liso do arco povo não perdeu tempo em volver-se e da funda. nomeados para aiudar Moisés como lide­ 4. 7 .33: Cr 1 2 . Os cananeus adoravam e Elcana f o i recompensada por Deus com vários deuses chamados Baal. 2 . Se uma geração foi omitida ou Efraim (2 Cí 28. 35.20). ‘Deus tem protegido"I.

50). Eleazar tomou-se líder dos levitas e fieou responsável por lodo o Tabernáculo (Nm 3.201. Toruou-so lí­ der de um clã dos lo vi tas e casou-se com uma das filhas dePutiel. como sai erdote.251. Nm 3. ELEAZAR (Heb.17(. Eldade e Medade.ame e pelas cliiuruldades da vida d o deserto. da Iribo de Benjamim. o "Espirito repousou sobre eles" ê "pro­ fetizaram" |Nm 11. as quais eram o símbolo de sua nova função: sumo sacerdote fNm 20.2529. Um dos filhos de Arão e sua esposa Eliseba (Èx 6-23. ruiu. Em i Coríntios existe uma ênfase sobre o fnto de quo o Espirito Santo dã a todos os cristãos vários dons ospei iais. Filho de Holez.1).1. poiso desejo que demonstravam de voltar un Egita revela­ va um profundo problema espiritual de­ les — a falta de capacidade de viver pela fé e confiar rio Senhor para caria necessi­ dade. “Deus lem adornado"!. Diferente­ mente de seus dois irmãos Nadabe e Abíú. Existem vários documentos judaicos que indicam algo do que Eldade e Medade fa­ laram. "Deus lem ajudado''|.2). o Espírito também repou­ sou sobre eles e também profetizaram. Quando o s 7ii encontraram-se com Moisés na ontrada da Thhamãculo. Assim. lo s u é nãa ficou sa­ tisfeito rom isso o pediu a Moisés que os mandasse parar: no enlanlo. “Deus fez").I6J. Foi pai de Azei e está listado na genealogia tios descendentes do rei Saul (1 Cr 8.37: 9 43). alguns deles envolvem a lide rança da Igreja As Epístolas Pastorais indicam que a pluralidade de lideres era a norma na maioria das igrejas primiti vas.3. Unha acesso ao Senhor e podia consultar o Urim (Nm 27J.2. De qual­ quer maneira. que o Senhor lhes desse o sou Espírito!" (Nm 11.25. Em numerosos textos das Escrituras pen ehe-se que Deus nunca intentou que a liderança espiritual ficasse nas mãos de qualquer pessoa. Filho de Rala.0).12-20). quaudú eflte petava ou se n^belava. Durante todos os anos no deserto.ELEADÁ conduzir o povo dc Israel era claramente rniiioi do que o legislador podia suportar sozinho. Ele foi consagra­ do sacerdote do Senhor junto com seus trés irmãos (Êx 20. Moisés deu-lhe as ves­ tes dele. Estavam com saudade do Egito.4). filho de Taaie (! Cr 7. Deve­ ria ser privilégio deles comer partes da carne dos sacrifícios que ofereciam pelo povo (Lv 10. ofereceu sacrifícios para a adoração congregarional e intercedeu pelo povo. esta Listado na genealogia de Jerameel e era da tribo de Judá 11 Cr 2. Descendente de Efraim. Possivelmente. o legislador reconheceu que era obra do Senhor e res­ pondeu: ' Tens ciúmes por mim? Oxalá que lodo o povo do Senhor fosse profeta. 1. n Seuhor capa­ cho u outros homens poiu ajudarem "a le­ var o fardo do pova:\ a iim de que MoiSés aã o o conduzisse sozinho (Nm I 1. não se reuniram çmn os 70 uo Taber­ náculo mas ficaram no anaiaJ. ele exercia também o papel de conselheiro ou juiz porque.40). por alguma ra­ zão. Teve um papel pro­ eminente nos relatos da peregrinação do povo de Israel pelo deserto. Ele e seu irmão Itamar deveriam ser santos diante de Deus.32: 4. tinham demonstra­ do a habilidade dada por Deus paru a li­ derança. separados espe­ cialmente para seu serviço e paru lazer as ofertas e sacrifícios ao Senhor. que fizeram uma oferta ilegítima ao Se­ nhor e por isso foram mortos (Lv 10. Eleazar pprrnaneceu fiel ao Se­ nlior. era pai de Finéias (Éx 6. Nm 3. TJI 10. Foi um dos líderes do censo ordenado por . Tais líderes Hram exalamente o que os israelitas necessitavam. mas náo lia indicação das palavras deles nas Escrituras. ELEASÁ (Heb.20). 1.30. 1 Cr 6. Quando seu pai Arão morreu so­ bre o monte Hor. 2. 160 ELEADÁ (Heb. Novamente os israelitas murmu­ raram pela ícilla de (.4. Esses príncipes eram lideres em seus pró­ prios clãs: porianio.

a revela­ ção de Deus demonstrou quo o sai erdócio de Eleazar oro apeuas ura prenúncio do sumo sacerdócio do Crislo. Combinava a tarefa de sumo sacerdote com a de juiz.15).3 0. 2. Levita que fazia parte do coral que cantou no festa ile dedicação do muro de Jerusaléitt. . "o Senhor ó levantado alto").33). mencionado na genealogia de Mateus. Final­ mente.33). Eleazar permaneceu em seu posto e lulou bravamente alé “Lb'? cansar a mão o ficar pegada à espoda" Quando o Se­ nhor deu a vitória aos israelitas. que mais tarde casaram-se com “os filhos de Quis". ÍOfnouse sumo sacerdote no centfo de adoração em Silo. foi sepultado em Giheá. 7. r. 8 . o aoita. seu sacerdócio apontou para o necessidade de alguém quo estivesse enlre o Deus sanlo o a humanidade e a necessidade do sa­ crifício para entrar na presença do Se­ nhor. uma das incumbências foi enlregue á família de Eleazar ( t Cr 24. ó digno de nota que esse fiel homem de Deus dovia se orgulhar de seu filho Finéias.ri. bem como a cida­ de. 19. Eslava presente no Tabernáculo quando Ana veio e orou por um filho (1 Sm 1. Era bisa­ vô de José. . Js 14. ti­ nham-se casado com mulheres de outras tribos e de outros povos. (Ml 1. Na êpoc a do retomo da Babilónia. entre a humanidade e o Todo-pode­ roso e para oferecer o grande sacrifício que jamais precisaria ser repetido. 12 ).21. Ajudou-O na divisão da leira de Canaã entro as tribos (Nm 34. 161 . foi consagra­ do para guardar n Arca da Aliança.Hi).2 2 :24. Nu lempo determinado. Fillio de Dodô. Js I7. primos delas (1 Cr 23. nas montanhas de Efraim (Js 24. Quando morreu. quando iam para a guerra (Nm 31. Numa época muito Importante e extrpmamente difícil paia Israel. quando levaram o povo de ludn para o exílio. os mu­ ros foram reconstruídos.1). dé unia vez pur Io­ das. Morreu sem ter filhos. loram destruídas pelos babilónios. Seeanias confessou a Esdras que muitos homens. Quando o rei Davi dividiu as tareias entre os levilas. Todos se arre­ penderam e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10. inclusive descendentes dos sacerdotes de Judá.3-17). Ele é listado em Esdras 10.26). 3. no final do período dos luizes. As gerações posteriores da família de Eleazar tiveram um importante pa­ pel na adoração do povo. 4. numa colina próxima de Qufriale-Jearim (1 Sm 7. desco­ briram que lodos os filisteus ao redor dele estavam mortos (2 Sm 23.ELI Moisés nas planícies de Moabe (Nm 26).18). Sob a direçáo dp Neemias.18-23. em meio a mui­ tos louvares a Deus (Ne 12. Elnazar S flg u iu rigorosamente as leis da separação que Dous exigia dos sacer­ dotes e da nação. marido de Maria. 1 Cr 11 . Era notável por sua habilidade como guerreiro. e deu-lheconselhos(Nru 27. A muralha. 5. Quando alguns israelitas começai am á bater em retira­ da.Assim. ELI (Heb. Outra de s u a s responsabilidade» envol­ via a representação rins israelitas diante do Senhor. quan­ do foi trazida paru a casa de seu pai.2). o qual enlróu para a história devido ao zelo que demonstra­ va pelo Senhor (Nm 25).51). Desceu dente de Arão e de Ilamar. Ajudou a pesai os tesouros do Tomplo quando che­ garam (Ed 8.1. 6 Descendente de Parós. apenas filhas. Filho de Abinadabe.9. Filho de Mali. Levita que retornou da Babilónia para Jerusalém com Esclras. foi um dos “lrês heróis cie Davi". da tribo de Levi. o qual veio paru ser o Mediador. foi o mediador entre Deus e o povo e entre a nação e o Senhor. pois “havia ele julgado o Israel quarenta anos” ( t Sm 4.25 como um dos que se divor­ ciaram das esposas estrangeiras. Ariceslral de Jesus. lambém lomou parlo do caso riàs filhas dit Zfilofeade e na nomeação de Josué.6s). demonstrada contra os filisteus.42).1.c. espei iulmnnli nu ba­ talha de Pas-Damim.17.4|.

Seus filhos lideraram uma rebe­ lião contra Moisés e Arão (Nm 16. 4.k . caiu da cadeira onde eslava sentado e morreu. a Palavra do Senhor veio ao jovem Samuel. a pala­ vra do Senhor contra a casa de Eli mimpriu-so literalmente ( I Rs 2. quando 0 casal voltava para vi­ sitar o filho. 2. sua fé era evidente. foi mais fi notícia da caplura da Arca. pois o rapaz era alto. O Senhor untão disse as palavras que são repetidas atra­ vés dos séculos: “O homem olha para o 162 .9: Dl i 1. Ele conhecia e amava ao Se­ nhor. Hofni e Finéias. veja Córò. As palavras de condenação contra Eli cum priram -se em pouco tempo. 1.24-29. o qual.s "heróis de Davi”. IJm-dos "trinta” do.33).12-1Oh A vida de Eli loi trágica em muitos aspectos. ELIABA (Heb. Ancestral de Samuel. veja JlofrU e Finéias). Pai de Datã e Abirão. 1 7 ) .22-24). 3 . ole não foi hem-su<edido na formação de sua família: seus filhos. Filho de Helom e líder da tribo de Zebulom. Os filisteus atacaram e capturaram a Arca rio Aliança.9: 2. Era da tribo de Levi 11 Cr 6. Prova­ velmente a glavidade dos pecados deles só íoi descoberta quando Eli já estava com idade bastante avançada. Filho mais vellio de Jessé *■ irmão de Davi (1 Sm 16. p j í .0: 17. 10. pai de jeroão e filho de Naate. Eli era um homem fraco.6). 3.27). de boa aparência e o primogénito de )essé.13).1. l Cr 11.271. um dos homens escolhidos para ajudar Moisés e /\ráo a fazer o recenseamento do povo no Sinai (Nm 1.20).2f».13. I Cr 2. Derrotaram os israeUtas o mata­ ram Hoíni v Finêias. O profeta seguiu a direçáo do Senhor e foi para Belém. Como resultado. o sumo sacerdócio foi ocupado pelos d escen d entes de Eleazar. "crescia em estatura e ern graça diante do Senhor e dos homens" (1 Sm 2. em contraste com os filhos de Eli. Quando o velho sa­ cerdote recebeu a noticia da captura tia Arca e tia morte dos dois fiLhos. abusaram seria­ mente da posição que ocupavam.32. por isso. Essa profecia reforçou uma palavra anterior do Snnbor contra Eli e sua família ( I Sm 2. Eli os abençoava e orava para quo Ana tivesse outros filhos no lugar de Samuel. Quando ouviu a profecia d»* Samuel. junto num o velho sacerdote (l Sm t. Trouxeram uma oferta e deixaram o menino para s«rvir ao Senhor no santuário. O velho sucerdatn soube o que aconlecia e tolerou as transgressões deles (para mais deta­ lhes.ELIAJ3A Etnbara a princípio pensasse que a rnuliior estivesse e m b r i a g a d a .12.8. A despeito da confiança e da fé que Eli Linha uo Sonhor. perdeu o contro­ le da família e suas advertências caiam em ouvidos surdos (1 Sm 2.11-20). 26. quando ouviu a verdadeira causa de suas orações. que o fez cair par a trás (1 Sm 4. ele u confortou e a despediu com uma bênção (v. que saía para o batalha e liderava o povo de Israel nas guerras. “É o Senhor: faça o que bem parecer aos seus olhos" (1 Sm 3.18) E quando o mensageiro chegou da batalha.10)." Deus esconde”). 7. estava preparado para dizer. 2.1 Sm 2.27-36. da tribo de Kúbuu. Samuel lamentava a desobediência de Saul quando Deus laJou com e le e o en­ viou para ungir o novu rei d e Israel.1-3). o qual ela dedicara ao serviço do Senlior 1 . mas sua fraqueza de caráter e a to­ lerância que Linha paru com o pecado ao sou rodcir eram atitudes diretamenleapos­ tas ao que o Senhor requeria <los líderes do povo (Cf Lv 22. Quando viu Eliabe. e não a morto dos filhos. ELIABE. Mesmo durante a última parto de sua vida. I 'b i ao próprio E l i quo Ana e seu marido Elcana retomaram depois que o pequeno Samuel desmamou.20). Para mais detalhes. pensou que encontrara o ungido de Deus.7.111 Todos os anos. Daquele momento em diante. Era um saalhonita (2 Sm 23. Quando Salomão removeu Abialar do sacerdócio.

durante o reinado de Jeosafá o rei se voltasse para o Senhor e buscas­ 12 Cr 17. fez com que mil homens.18. Veja feoitiquim. como um sinal lerusalém em 701 a. Em rança e a fonte da paz estavam na total Isaías 22. Sebna.. algo que jà deveria ler feito muito antes.3. Fi­ pouquíssimos reis de Israel ou de Judá lho de Hilquias. Eliabe.17) se aiuda e direçáo. uo envolveu sexualmente com ela e desco­ malar 185 mU soldados assírios numa briu que ficara grávida.'I* 11. 3.201to. tinha inveja da ria na qual o rei Ezequias se encontrava n a q u e l e momento. Segurava 2.lague.37: de submissão. Ezequias aprendeu uma lição que ELIAQUIM (Hei). pediu aos asairios que falassem em 6 Um dos levitas que toi aram harpa aramaico. respondeu à posa de Urias. entretanto. ocupava uma posição tiveram o privilégio de eutender. a linguagem faiada ua corte. a segu­ proeminente na curte do rei Ezequias. Pai de Bate-Seba. Estava com ciú­ enfatizava com sarcasmo a posição prega­ mes du Irmão muis novo.22-24 vemos que. ocupado com os soldados que estavam sobre os muros da cidade. depois que se 19.(2 Rs 18. que sempre ELIÃ (I-Ieb. às promessas de Ezequias (2 Rs 18. que nasceu cialmente para que não dessem ouvidos em Jerusalém (2 Sm 5. Fez parte da mísiido por Neto.25). no próprio acampamento Bate-Seba tornou-se esposa dele Í2 Sm deles (vv. 2 Cr 36. se alguém se encostar. 163 . poréni o $<?um mensagem para o rei Ezequias em uhor olha para o coração" (1 Sm 16.20: 16.C. foi chamado de Jeoiaquim 19-2). Esse mandante do exército assírio que sitiara Faraó mudou seu nome. foi uo’*a chave da casa de Davi”. Filho de Davi. A filha de pela mão e a trespassará!*’ (v.9). Davi fez com que oração de Ezequias por livramento \2 Rs a marido dela fosse morto. seu secretário. Pai do Kezom. VBja também Isaias 36. que gritou iruiLs ameaças. depois que seu poi mor­ delegação que saiu para lidai com o co­ reu na batalha contra os ngipeios. Eliaquim. do dc paz e. 1 .18. chamado de Amiel. S. duranle o reinado de Davi I i mandante. pois. Comandauíe valente e líder de 200 Esse desfecho. no tiram. 23. As­ exército de Saul Í1 Cr 12. Filho do rei Josias.C.16.ELIAQUIM que está diante dos olhos. se en­ uo exército de Davi. entrar-lhe-á nome e para honra do Senhor.26.. "povo fie Deus’*).14-19) e interveio direlameute. o heteu.282. A paJuvra decla­ rava que o Senhor estava do lado deles e Encontramos Eliabe novamente ua his­ tória de Davi e Golias. quando a Arco da Aliança foi levada para Isso apenas provocou ainda mais o co­ Jerusalém. paia lodos os dependência do Senlior. 1. a quem os assírios agora referiam-se Ele e os outros seus irmãos apenas assis­ como esse "bordão de cana quebrada. em Zú. Esse tendessem a meu. assim.3. Posteriormente. es­ quando clamava por Ele.34J. fitariam desencorajados. enquanto Davi matou o filisteu no qual. sa vez dirigidas diretameiile às pessoas que eslúvam na muralha. Apelou espe­ ELI ADA.4).-sagem proferida em grupo de soldados bavia desertado do hebraico. u/iioa noite. era prunairo-ministro. des­ Cr 15.19-251.2. Ezequia>. 14.0 teu eíro nn comando dos gaditas. Deus. de Judá. efeitos. hebraico (2 Rs 18. 22.. Também eslava pronto para ajudar seu povo.5). que reinou sobre 35).B. Não conseguiram chegar a um acor(2 Rs 23-34. Tinha confiado no Egi­ bondade do coração dele (1 Sm 17. casou-se com um dos fi­ Eliaqulm ficou profundamente pre­ lhos de Davi (2 Cr 11 18) 5 . os assírios proleriraiu . 37 2).7). sim. i o q j grande tristeza e medo.7). 1 Cr 3. 35ss. Abiail. e Ioda a Síria e foi adversário de Salomão os oubos oficiais voltaram à presença de ( lE s 1 1. "Deus levanta"). 21).

todos esses sáo quadros dos quais todas as pessoas se lembram. entre 1 Reis 1 7 e 2 Reis 2. deram seu consentimento (1 Rs 18. Assim. Na genealogia de lesus. que significa “meu Deus é teovâ”. a acusação feita por ela: "Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniquidade o matareb a meu filbo?” (1 Rs 17.9-12). D e u s pôde usá-lo p o d n ro sa m e n to . o sinal miraculoso desafiou o povo a responder com fé. os quais desafiam os que os testemunham para um momento dot isivo. Os milagres de Elias Os milagres que cercaram Eli as co m p õ em d mais vívido dos três aspectos de su ó vida.24). d. os israelitas nada responderam. Líder dn uma famiiia sacerdotal no lempo de Neemias (Ne 12. entretanto. As atitudes demonstradas pela viúva de Sarepla |1 Rs 17. Os milagres representam "sinais”. p . 011 ao ser arrebatado para Deus. está a maneira harmo­ niosa em que o Senhor as utiliza para ensinar sobre a fé.16-4fí). a qual registra vários reis e príncipes. uin homem totalmente dedicado ao Senhor. ou cio fogo que fe/. é listado como o filho d#' Abuide e pai de Azar.7-24) também revelam que ela confiava plenamente na mensagem do profeta. contudo. como Zorobabel. mas se Baal.181 transformou-se numa confissão de confiança ua missão e no ministério do profeta.14). 5. Somente quando o fogo caiu do céu. A princípio.Cilado na genealogia que vai de Je­ sus uté Adão. até José e finalmente Jesus IMl I 13).39). O PROFETA Elias.41) Foi um dos locadores cie tromlmla durante o culto de dedicação dos muros da ddade. levou a uma confissão de fé no proleta como "homem de Deus" e a uma súplica por misericórdia por parte da capitão da terceira companhia ijue foi enviado (2 Rs 1.ELIAS. uo qual Elias fez cair fogo do ceu para incinerar duas companhias de soldados enviadas para prendê-lo (2 Rs 1. g . Quando ouviram o desafio do profeta aos sacerdotes de Baal.13. O PROFETA 3. Devido a e ss e compromisso. raftete seu cmâtei. Esses capílulos Alastram lrês aspectos essenciais para se entender o papel desle profela e seu minis­ tério! os milagres. que a manteve viva durante todo o lempo da seca.-35J. e que a palavra do Senhor na lua boca é verdade" (1 Rs 17 24) 164 . El ias desafiou o povo: “ Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus. Quando entregou a Elias seu último punhado de farinha e óleo.30). 4. foi que lodos responderam com a confissão de fé: "O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” II Rs 18. Sun história é contada no meio d os relatas dos reis de Israel e Judá. Seja diunte do fiJho da viúva. recebeu em retorno um suprimento inesgotável. cair do céu. como pai de Jouã e fillio de Meleé (Lc 3. Um milagre semelhante. segui-o. ELIAS. eles precisam decidir se ficarão a lavor ou contra Deus. a mensagem e o proprio liomem. segui-o" fl Rs 18. inclusivo par meio dessa genealogia. que ressuscitou dentre os mortos. Por Irás dessas maravilhas. Isso é muito ciam no evento do monto Carmelu (i Rs 18. Elias trouxo o povo para o seu lado. Quando o profeta restaurou a vida de seu filho. Todos então participaram Ua laplura dos sacerdotes pagãos. Por­ tanto. Na evange­ lho de Mateus a linhagem real do Cristo é estabelecida de várias maneiras. quando solicitou ajuda para consertar o altar e iogar água sobre a lenha (1 Re 18. Sua biografia é uma das mais coloridas e excitantes da Bíblia.30.21). 'Agora sei que Lu és homem de Deus.

Ainda assim. que era da cidade de Tiro (1 Rs 21. O profeta fez o caminho inverso pelo qual o« filhos de Israel entraram ua Tena Prometida: da região montanhosa de Belel e Al para a i>. Eliseu (2 Rs 2. Seu sucessor então confessou o poder do Deus de Israel: “Meu pai. dirigido por Deus 1 1 Rs 18. de Israel e Judá.10) náo demoveu Acabe de sua falsa adoração. como aucmteceu com Moisés antes dele. o profeta o ultrapassou 11 Rs 18.1. A mensagem de Elias Os uúJagres de Elias serviram pura chamar muitas pessoas em Israel de volta a Dous. Sua mensagem.a de arrependimento de um li dor.gião de Jericó b finalmente para o Jordão. tudo o que esse rei fez íoi enviar patrulhas para teutm capturar o profela 11 Rs 18.12). a palavra do profela era dirigida especificamente aos reis fe rainha também.15-1<)). constituía grave pecado. Assim como aquelas águas se dividiram paia o povo ocupar a banda ocidenlal de Canaã. O milagre no monte Carmulo provou a superioridade de Jeová sobre as falsas divindades. Elias advertiu Acazias de que sua consulta a Baai-Zebube. com respeito à seca (1 Rs 17. A única menção de Elias em Crónicas ocorre quando enviou uma mensagem ao rei leorão. o levariam a uma morte horrível.12-20). Cobiçou a plantação de uvas de um súdito. em Jezreel (1 Rs 21). contudo.25). como no caso de Jezabel. o rei continuou envolvido com a cultura cana ui ta ao sou redor. subiu ao Céu num redemoinho.101. O PROFETA Os últimos milagres dc* Elias ocorreram ua companhia rio seu sucessor espiritual. Enquanto os prodígios inspiravam unia resposta dos israelitas desobedientes e mornos de todas as camadas sociais. o deus de Ecrom. no momento de sua partida desta vida. teve uma recepção diferente. O ministério do Elias comoçou poi meio de um aviso a Acabe. Embora fosse um património dado a famiiia 165 .1-14). Elias escolheu o lempo e o locai para os dois se encontrarem. concernente à doença que tinha no pé. O profeta adver­ tiu orei de que suas práticas pagãs e assassinas. mais semelhantes ãi» de Acabe do que as dos seus predecessores em Juda. Embora fosso dirigida a todo o povo.ELIAS.( I Rs 18. meu pai.401.12J. Acazias morreu sem demonstrar sinais de aiTependimenlo. Quando Eliseu contemplou aquele grandi mUagre.2 .0).45. A mensagem do profeta não causou nenhuma mudança no comportamonto de Acabe Influenciado por sud esposa Jezabel. o qual seria punido com sua morte 12 Rs 1. carros de Israel. a poderosa demonstração da fé de Elias ao reler e depois liberar as chuvas (Tg 5. Em sua primeira explicação a Acabe sobre as razoes da seca. e seguistes os baalins’. o mesmo aconteceu a fim de que Elias passasse para o lado oriental tio rio.d dn poder divino para Acabe. foi con­ cedida a Elias uma bênção especial. Apesar de tudo. o profeta deixou claro que era devido aos erros do pròpríi i rei: “Eu náo tenho perturbado a Israel.14). rogou ao seu mestre: “Peço-te que haja porção dobrada do teu espirito sobre mim" Í2 Rs 2.1-17). Suas iilividades postoriores demonsUariam a fé no Senhor de Elias que Eliseu agora possuía (2 Rs 2. O relacionamento de Elias com Acabe ilustra a mais significativa mensagem do profela e a 1'aJl.1). l . Enquanto o rei corria em sua carruagem em direçáo a Jezreel para comemorar a vinda da chuva.17. A noticia de que esse monarca morreu de uma enfermidade extremamente dolorosa nas entranhas e de que seu falecimento não foi lamentado pelos súditos confirmou as palavras de Elias e também demonstrou d falta de arrependimento do rei de Juda. mas tu r a casa de teu pai Deixastes os mandamentos do Senhor. No finai. de Judá [2 Cr 21. e seu cavaleiros?" (2 Rs 2. Do outro lado do Jirrdão. Deus usou Elias para dar essa demonstração individu. Nenhum outro rei de Israel recebeu tantas advertências e também nenhum outro governante caiu tão profundamente no pecado.

No caso de Elins. mas o Senhor não pode encontrar entre elas ninguém com lé suficiente para agir como mensageiro da Palavra de Deus.'.30. G l iseu.17). Ela garantiu que o rui lona o que desnjava. O arquétipo profético começa com seu sucessor. quo Integravam deuses do grandes e ricos centros comerciais. Mesmo assim. juízo de Deus eram designadas para produzir arrependimento nos ouvintes p nas gerações posteriores. A resposta qtin davam. Provavel­ mente i?ro tido por muitas pessoas como um fanática procedente de uma região sub­ desenvolvida. Acube loi exterminada por )eú (2 Rs 10). Assim. é de tais lugares desprezíveis que Deus frequentemente escolhe seus profetas e aien&ageiros. as quais não estavam preparadas para ouvir seus argumentos. pre­ servado no texto bíblico: 0 homem Elias. vestiu-se de saoo e jejuou. que pennanet eu 166 . Começa com sua origem. O rei em breve morreria. Essr* exemplo muitas vezes serve de testemunho contra pessoas que se consideram superiores àv outras. De todos os reis para o s quais Elias profe­ riu palavras de advertência.ua maneira "simples" de ouJtnur apenas a Yahweh. seja de Gileade seja da Galiléia.1). As advertências sobre o. Esse aspecto é dividido em duas partes: a sua solidão e o arquétipo do papel profético que ele desempenhou. Lemos que rasgou suas roupas. Finalmente. 10. como Tiro. i^ontrastava com a recusa e com o coração endurecido da maioria dos lideres que ouviram as mensagens de Elias. pois veio de Gileade. seria considerado um provinciano.10. O chamado de Elias para confrontar assa impiedade foi O exemplo de um ministro soLitario. O monte Carmelo provavelmente era um santuario na fronteira entre a Fenícia e Israel. For tudo isso.om os que não tinham nenhuma consideração por . conforme u proleta predissera. contudo. entre­ tanto. Na bofo ioi falsamente acusailo e condenado ã morte. Acabe apossou-se da vinba. o homem A questão da apostasia nacional introduz o terceiro aspecto da vida du profeta. o castigo viria. que lembrariam as palavras do profota quando m i o s mensagens se cumprissem (2 Rs 9. O seu ministério proféti­ co levaria o povo ao arrependimeutu.ELIAS. e termina no Novo Testamento. a leste do Jordão 11 Rs 17. O primeiro exami­ na o relacionamnnto único e u t r e Elius e Deus e entre o proleta e os que foram chama»Ioíí para ouvir suas mensagens. toda a dinastia de. Assim. seu ministério o colocou em coutato r. numa época de apostasia nacional. O PROFETA de Nabote pelo próprio Deus. sem se importar com a aliança eulre o Senhor e seu povo. pois significava que não descansariam coin seus ancestrais. O rei foi mona e os Cães lamberam seu sangue [1 Rs 22. somente Acabe respondeu positivamente.17|. Jezabol também teve o mesmo destino (2 Rs 9. além de amaldiçoados por Deus. isso pouco significava paia Acabe e muito menos paia Jezabel. Exatamente como Deus dissera II Rs 19. Ainda assim. Pre­ teriam a sofisticada religião urbana dos cananeus. Deus enviou uma mensagem de condenação transmitida por Elias. Seus mila­ gres proporcionaram ujudo visual que desafiava as pessoas. mas morreriam sein sei' la­ mentados. Era um julgamento terrível. implicava a Introdução de uma divindade paga entre os israelitas como o deus principal. sua esposa. Elias.27291.-t8). ua capital e nas cidades principais do reino do Norte. era mais do que um pronunciamento rle condenação.30-37). Humilhou-se diante de Deus e o Senhor respondeu que retardaria a condenação até o reinado de seu filho I í Rs 2i . A solidão do proleta engloba todas as áreas de sua vida e ministério.M4-. assim aconlnceu. Jezabel também faleceria e ns cães lamberiam o sangue de seus cadáveres. O verdadeiro propósito delas. Todas as mensagens de Elias se cumpriram.

ELIAS. nm 2 Rois 2. filbo de Inlá ( I Rs 22. a qual pronunciou quando estava sozinho.19-211. que confirmaram especificamente o que Elias já profetiza­ ra sobre a morte de Acabe. O ministério de Elias é um exemplo do que um indivíduo que obedece < i Palavra de Déus pode reali­ zar.1-29). O primeiro sinal foi o chamado de Eli seu (1 Rs 19. Rm 11-2. A efidôucáa de Dous não loi comprometida polii desigualdade dos dois lados. Muito mais importante. mas desempe­ nhado juntamente com outros profetas fiéis.19J. fazia-se acom­ panhar por Eliseu e encontrou grupos do profetas em Betei e Jertoô. Dali em diante. Ainda quo tivesse notícia de outros profetas de Yahweh (1 Rs 18. Elias lam­ bém representa Josué o o povo de Israel.1 rt). A solidão de Elias atinge seu clímax nessa cima. tal disparidade sorvin parâ mostrar de maneira ainda mais vívida o poder da fé em operação. derrubaram os teus altares.1-8).3): "Tenho sido muito zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos. mas oa aparente Iraqueza de palavras proferidas com brundiua í I Rs 19. Também é um exemplo de como a fé pública de uma pessoa torna-se o elemento catalisador e leva outros a ter a ousadia de também demonstrar publicamente a con­ fiança em Deus. Seu sustento miraculoso ali. sem neubuina nub-a companhia a não ser a de uma viúva e seu filbo (1 Rs 17. mas também confirma a imagem de uma figura solitária separada do meio de um povo pecaminoso. J 1-13). onde Elios traba­ lhou sozinho. é o seu papel como um arquétipo profético. Embora já existissem profetas em Israel antes dele. Na verda­ de. Aparecem os servos de Deus anónimos que trabalham em t Reis 20.10.14). estavam todos escondidos e não lhe deram nenhum apoio. Duas vezes o Senhor perguntou a Elias por que tinha ido ali e duas vezes ele respondeu com as mesmas palavras de ressentimento |I Rs 10. que lambem 167 . seu ministério enfatizaria a palavra. que levou o ministério adiante após o arrebatamento de Elias e imluiu a unção do Hazael e Jeú como reis da Siria e de Israel. a fim de salvara própria vida (1 Rs 19. não 6 surpresa quando o profeta. temendo as represálias de Jezabel. mostrou ao profeta que a presença divina não se apóia em tais demonstrações de poder. em consonância com as profecias* cie Micaias. fugiu para Horebe. Esteve escondido por dois anos.1-24). Di/erentemente de 1 Reis 17 e 18. Esse cuidado bei lidar rom a solidão do pro­ feta é evidente pelos personagens piedosos que surgem nos capítulos que seguem a cena do monte Horebe 11 Rs 19). Os filhos de Israel deixaram < i Itiâ aliança. Em 2 Reis 1. A palavra de juízo de Elias para o reino do Norte foi assimilada pelos profetas Oséias e Amós. o proleta reaparece com uma mensagem para Acazias. poderia apenas aumentar o sentimento de soli­ dão que Elias sentia. o qual pediu porção do­ brada dfi poder que Elias possuía e começou seu ministério repetindo o Ultimo mila­ gre de seu mestre: a divisão das águas do rio Jordão (2 Rs 2. entretanto. em lugar da ação. Além ffisso. respectivamente (1 Rs 19 15-1. e agora estão tentando matar-me também”. ele desempenhou um papel especial. Elias reaparece uo relaio sobre a plantação de Nabote (1 Rs 21. O Senlior. mas. por quarenta dias. que atravessaram o rio fordao a pé enxuto. e mataram os teus pmfdlas ã espada. entretanto. O PROFETA firme contra o poder dfc centenas de oponentes apoiados pelo Estado 11 Rs 18. Jh notamos o simbolismo de Elias como sucessor de Moisés o qual teve um en­ contro com Deus em Horebe e deixou esta vida de urna maneira especial. A experiência. seu trabalho não seria solitário.1-28). de agora em diante suas atividades sáo intercalado») com outros even­ tos e profetas.71 . evoca a imagem de Moisés em comunhão cuni Deus ÍÉx 2 4 . Ato aquele momento estava acos­ tumado a expressara presença dp D r u s por meio da utilização de magníficos milagres de “efeitos especiais’'. Portanto.14: cf. Thdo começou com a indicação dn EJiseu. Seus milagres e sua mensagem foram levados adiante por Eliseu. Só eu fiquei. 181. porém.

Crislo. uo entanto.47. Descendente de llarim. Este.19). No NT essa profecia é lembrada e incorporada em parle com a vinda de )oão Batista (Lr 1.14. E x is to uma indicação da InQuènciu que estran­ geiros como Tobias linham em Israel.14).42. e mesmo os sumos sacerdotes estavam as­ sociados a ele.3l|. o profeta. Cada grupo familiar da tribo 'los levitas tinha respotisahllidndes especificai. 2. Descendente de Eião.2 0 . lambém um solitário. embora ligasse seu ministério ao desse profeta. Poste­ riormente. 17.8.27). 1. Descendente de Gérson è filbo de Liiel (Nm 3. Era responsável pelo 13*turno de serviço ( I Cr 24. ELIAS 1.6). E U A S A F E .24-26). 2.0). O sacrifício redentor de Cristo era o propósito pelo quaJ Elias realizara seu ministério enquanto esteve na Torra. 168 . Veja Elias. Um séeulo depois do ministério de Elins. elos profèriiain a mesma palavra de juízo pulos pecados ilo pava o dos governantes. casaram-se com eslrangeiras (Ed 10. expulsou-o daquele lugar sagrado (Ne 3 . Era filho de joiiiquim.26]. O próprio Elias reaparece ua Transfiguração.47-49: Mc 15. Essa mensagem também íoi proferiria para o reino do Sul.21).14: Mc 6. juntamoute com Moisés.17).5. minis ira dn por Esdras.i com lesus e o animaria a prosseguir no caminho de solidão e auto-sacrifíeio que o levaria à cruz |Lc 9.15.H. Í3 4.361. Um dos filhos de Jeroão o lídor de clã Eru benjamita e viviu em Jerusalém | 1 Cr 8. Assim.14: 2.5. prometeu o retorno de "Elias". Juntou-se aos quo se divorciaram de tais mulheres. E L IA SIB E (Heb. na Transfigura­ ção. como representante de lodos os profolas que esperaram o advento do Messias (Mt 17 2-9. 10.12). depois que ouviram o ensino da lei.35. Mc 9-2-10: Lc 0.2B: Ed 10. como alguém enviado aos que viviam fora de Israel (Lc 4. dirigiu a reconstrução da Poria rias Ovelhas. O povo sob seu comando eia de 45. 3. (Veja Profetas e Proferia. Malaquias. por figuras como Isaías e Jeromius Até mesmo o último profela do AT. as quais fo­ ram descritas neste capítulo de Números.1 0 . 2 Sum o sacerd ote na época de Neemias.) r. jun­ to às margens dn rio Jordão foão recusaria a identificação (Jn 1. no novo ramo da cidade de Jerusalém. Os gersonilas. levou sua oferta pacífica quando o Tabernáculo íoi dedicado. aí) invés de desposar mulheres da própria tribo. algumas pessoas confundiriam lesus com Elias (Ml 10. Eliasibe era responsável pelos depósitos do Templo e cedera uma das câm aras para Tobias.650 pessoas (I\ T m 1. fica claro o quanto era equivocado o escárnio dos que na crucificação sugeriram que Ele chamava por Elias e que o profela poderia livrá-lo fMl 27.25). Quando Neemias regressou da visita que fizera oo rei Arlaxerxes. uo deserto (Nm 7.2 2 . da Iribo de Levi. mas Jesrus alegou que ele era o "Elias" que havia de vir (Ml 11. Também é mencionado como um dos que se rasaram com mulheres eslrangeiras (Ed 10. chamou o povo ao arrependimento. Lc 9.2 3 . Filho de Deuol o líder da tribo do Godé duran te o censo iJos ismelilas no deserlo do Sinai. um dos que.11*13).20).7.2 1 : 1 2 . que ofereceria uma esperança paia o arrependi men lo anles do juízo (Mi 4. I Um dos sacerd otes que serviam uo Tabernáculo durante o reinado de Davi. Era o propósito do seu retorno simbólico.10-13: Mu 9.ELIAS eserevijnimsuas mensagens para Israel.28-30). E ora lambém o alvo sobre o qual Elias conversou com lesus. na figura de João Batista. 4. Como representante tribal. eram responsáveis pelo cuidado da lenda « das cor finas do Tabernáculo.1 .24). Elins conversari. "Deus reslaura"l. . nunca reivindicaria essa identificação.21.

coatfta. loi esco­ lhido pelo Senhor e nomeado por Moisés para Liderara tribo de Benjamim.9.22. Era o sétimo na lista dos soldados descritos de forma vivida como os guerreiros exlremamente valentes.11).27). Filho de Simei.1ÍL1ÉZER 3. 4. após o retorno do esdlio babdóuieo. E L IC A .4. os quais iam pura a butalilue lideravam o povo de Israel na guerra. Filho de Sasaque. Era harodila (2 Sm 23. trouxeram tantos presentes e ofertas ao Templo. foi uomeado por Davi para ajudar a levar a Arca do Senhor para Jerusalém | 1 Cr 15.271. 4.20). mas porque o "Espirito” ope­ rara entre eles. O Inrno de Eliata era o vigésimo ( l Cr 25. a mosma passagem sugere que tais homens transferiram a lealdade ao rei. . lambém listado na genealogia que vai de Benjamim ao rei Saul (1 Cr 8. E L I A TA (Heb. Damascnuo. 7. 8 . Neto de Asafe. para organizar o armazenamento das doações. quan­ do este estava em Ziclague.2l).“meus.47). Seria seu provável cos do Templo.c. as quais se revezavam em perío­ dos. que loi infiel ao Senhor e-ado­ nicas 8.2). Levita. “Deus vem"). Quando o exército de Davi cresceu.34. foi um dos muitos filhos que vie­ ram como um presente especial para Hnmã. 9. sou pui. depois do exílio. Seu pai era "vidente” do r»*i Davi. 5. é cilnrlo em J Cró­ Manassés. Filho de Siu rei. 6 .24.24 lista-o comn uni dos cantores israelitas que se casaram corri rnuliieres estrangeiras e viviam com elas em Juda. Um dos "Lriuta heróis" de Davi. ern um dos “trinta heróis” de Davi.25: não é mencionado na lista de 1 Crónicas 11J. uin dos supervisores dos dízimos e ofertas trazidos pelo povo. Mais liu-de. E L IE L (Hnb ’fmeu Deus éD eus”!. 5. Descendente de Hebrom e líder de uma lamília levita. s. 1 .11).461 . Esdras 10. Outro dos "heróis de Davi" (1 Cr 11. foi um doS que se cagaram com mulheres estrangei­ ras |Ed 10. As tareias durante o culto p u adoração eram distribuídas ontre as famílias dos levitas.25). Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul e uniram-se a Davi. Descendente de Bani. 169 . loi oulrn que ?r casou com mulher estrangeira l Ed L0. Benjamim até o rei Saul. 1 Li ELIEN A I (Heb. que toi necessário constru ir armazéns r s peei ais para guardálos. 6 Filho do Elioenai. ljstad o na genealogia que vai de Benjamim uo rai Saul (1 Cr 8. a fim de que Deus fosse glorificado. os quais saiam á bnlalhn e lide­ ravam o povo na guerra 11 Cr 11.2LI na genealogia que vai de rou deuses pagãos (1 Cr -5. Descendente dn Zatu. E L IO A O E . Ele fazia parte do grupo selelo. Sua ta­ refa era organizar a distribuição <lo terri­ tório destinado á sua tribo entre os vários clãs e lamílias. Mencionado em l Crónicas 6. por sorteio. 2. 6 listado em 1 Crónica* 3.olhos são de der de clã e soldado valenle tia tribo de Deus"). Como resultado do extraordinário avivamento que ocorreu durante o reinado de Ezequias. depois da conquista de Canaã (Nm :*4. 22). tornou-se "como o exército de Deus” (v. ura bisavô do Samuel Seus des­ E L IÉ Z E R . Foram comandantes que propor­ cionaram um grande apoio ao filho de Jessé nas batalhas (1 Cr 12. náo simplesmente para estai ao lado do vencedor. Era uni dos levitas separa­ dos para profeiizar e tocar diante do Senhoi. 3.36). Fillio de Quislom. sob o comando de Conauias e Simei (2 Cr 31.25). Maavita.131P-n-c. Rra servo de cendentes loram listados entre os músi­ Abr(a)ão (Gn 15.24 como membro da linhagem real de Judá.

7. 1 1 . eles loram até o patriarca. para "condoer-se dele.37). 8. “Deus é vitorioso").pro­ curai ajuda contra as inimigos nos que não confiavam 110 mesmo Deus. os bravos guerreiros que lideravam 0 povo de Israel nas guerras. Deus reafirmou a promessa de que ele teria seu próprio filho com sua esposa Sara e que Eliâzer uâo seria seu herdeiro (vv. 6).10).201.34. 10. Quando viram os terríveis problemas que Jó enfnuilava debaixo da provação de Deus. listado ua genealogia que vai do Cristo até Adão. era o res­ ponsável pelos lesouros do rei Davi (1 Cr 20.17). porquo o Senhor não aprovou tal aliança cwrn um rei perverso (2 Cr 20. O primeiro e o mais velho dos três amigos de [ó.36). junto com seus parentes. ficaram incapazes de falar por lougo tempo. exor­ tou | ó a aceitar as perdas como castigo de Deus por seus pecados (Jó 5. Ê um Irisle com entário sobre Jeosafá. Sacerdote cuja tarefa era tocar uma trombeta diante da Arca do Deus.11. 2. Os dois construíram juntos navios em Eziom-Geber. que disse: "O Deus da meu pai foi minha ajuda. Inicialmente. e me livrou da espada de Faraó" (Êx 18. depois do exílio.‘ J ). o qual.41. 15. Fi­ lho primogénito de Esaú e sua esposa hetéia.311. nçusou-o do subestimar 11 Senhor (Jó 15 . Descendente de Jesua. que se junlou a Esdras no regresso a Jeru­ salém. natural de Maressa.seo patriarca rião tivesse filhos. Levita que também se divorciou da esposa estrangeira (Ed 10 23).C. Fizeram um pacto de servir ao Senhor (E<110.1. de Israel.1.11).1 5 : I Cr 1. 32).24J.35. 6.35). Fi­ lho de Ur (1 Gr 11. 2-5). Primeiro.17).8) 3. Era um dos "trinta heróis" de Davi. 5.15. por meio de seus discur­ sos Elilkz demonstrou ser um "ínstrulor" dogmático.1 0 . De­ pois. Neto de Benjamim e lilho de Hequer | 1 Cr 7.1 1 .ELIFAL herdeiro. Líder entre o povo e humem sábio. A con­ vicção tle Abraão nesta promessa lhe foi imputada para justiça (v. Pode ser o mesmo Eliíelete mencionado em 2 Samuel 23. apresen­ tou-lhe vários pecados e concluiu com 170 . Recebeu esse nome de Moisés. Filho de Dodavu. 9. 4. o qual.19).7. sucumbiu à tentação de. Descendente de Harim. 1. Finbora fos­ se o mais sábio. pois proclamou uma vi­ são moralista da salvação. “Deus tinha julgado").1 42. O filho de Eliezer chamou-se Renhias. lambém se divorciou da esposa estrangeira |Ed 10. por sua voz. profeli/ou contra o rei Jeosafá. Filho de Zicri. 2. Era filho de forim o pai de Josué (Lc 3. Depois. Ancestral de Jesus. coniorme havia prometído. o qual.20).25. 22. PiD. ELIFAZ (Heb.1 1 e o advertiu de que "pagaria caro u Deus" por seus pecados. Essas em barcações posteriorm enl'-' foram destruídos. depois de ler seguido fi­ elmente ao Senhor durante lodo seu rei­ nado lv. teve muitos filhos f 1 Cr 2 3 . e consolá-lo" (Jó 2. 18. ofereceram-lhe vários conselhos (Jó 2. eslava entre os sacerdotes que se uniram a Esdras e ao povo no arrependimento» depois do regresso da Babilónia para Jerusalém. Abraão éstava preocupado porque o Se­ nhor não lhe dera um descendente. era oficial da Iribo de Ruben duranle o reinado de Davi (i Cr 27. Um rios filhos de Moisés e sual es­ posa Zíporu: irmão de Gérson. quan­ do esta ora conduzida pura Jerusalém pelo rei Davi (1 Cr 15. de Judá. Um tle seus descendentes foi Selomite. ELIFAL (Heb. Ada (Gn 3 6 -4 . Muitos homens de Judá se casaram tom mulheres de OUtras Iribos e alá de outros povos. 4. FLnalmenle. porque esle fizera aliança com o rei Acazias.21e divorciaram-se de suas esposas estrangeiras (w. Ajudou o referi­ do sacerdote u encontrar levitas qualifi­ cados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8 10).

Viviam em ELIOENAI. nascido em Jerusalém (2 Sm 5. em 1 Crónicas 3. Elimeloque morreu. era de músico.t . Um dos doscendenles de Hasum. fim de ser "restaurado" í]ó 2 2 | . linha dois filhos: Malom e Quiliora. Útn dos filhos de Davi. casou-se com Boaz. 1.7-9).u.No final. 1 . decidiu acom panhar a sogra de volta para Belém e adorar a o Senhor.9). Filho de Eseque. seu Irabalho específico. íi. Descendente de Pasur. o qual servia como porteiro. Um lídor do clã da tribo de Simeão. PvU.39. 8 . Deus vindicou Jó e ordenou aos amigos que o procurassem. 4. EL IFELETE. 5. 3 . ora um dos secretários do rei (1 Rs 4-3). du­ rante o reinado do Arluxerxes (Ed 8. acompanhado de duzontos homens.24. Depois que a Arca da Ali­ ança foi levada paru Jerusalém. Um dos “trinta heróis" de Davi (2 Sm 23. lí­ der de uma família sacerdotal. Essa lista proporciona uma linhagem real pura o reinu de Judá depois çfo exílio babilónico. 4 . voltou da Babdónio com Esdras. o qual resgatou sua proprie­ dade. veja fíuto. 4. ELIFELEU. o fim do quo fossem perdoa­ dos: “O mou servo Jó orará por vos. Na providência do Senhor.13). durante o reinado de Artaxerxes (Ed 8. 2. um dos porteiros do Tabernáculo (1 Cr 26. Belém.Filho de Meselemias. 1 Cr 3. B oaz e Noemi. 14. mas logo depois lambém morreram o deixaram Noemi sozinha com as duos noras. 2.. Vós não falastes de mim o que era reto.8) 6 . parente de Elimeloque. D escendente de Zatu. 5 . (Para mais detalhes. veja Bar-fasua] ELI ME LE QU E (Hob "Deus é rei”). e não vos tratarei »:ooforme a vossa Ioui tira. 2. Descendente da rei Davi.8. nm favor do Noemi e Rute (Rt 1. e p.41. Alt. Listado como um dos prín­ cipes de Salomão. para que intercedesse por ales.d. marido de Noemi. Um dos descendentes de PaateMoabe. q Todo o livro de ló revela de forma muito clara como a tão repetida expli­ cação religiosa dn lei de causa e «feito (pecado = juízo: justiça = bênção) é simplista demais quíuido as pessoas es­ tão diante do Todo-poderoso. 171 .18. entre­ tanto. sem nenhum apoio masculino Da família.3.g. Uma delas. Foi um (los tocadores dc trombeta durante o culto de dedicação dos muros de (erusalém. mediante sacrifícios. pois tocava harpa e lira juntamente com seus irmãos ( l Cr 15.1. filho de Beqnor (1 Cr 7. 3 . listado entre os que se casaram com mulheres estrangeiras (Ed 10.6. Seus filhos se casa­ ram com m oabiias. também listado entre os que se casaram com mu­ lheres estrangeiras (Ed líl. listado como um dos Irés fillios de Nearias.34).21)1 E L I M A S . no tempo de Esdras (Ed 10.i .a ELIOREFE.23.16. e a< pi­ tarei a sua oração. um dos que se casaram<mu mulheres estrangeiras.3. Neto de Benjamim.22)» 7 . o culto a Deus foi organizado adequadamente pelo roi Davi Efifttleu loi um dos membros du família dos meraritas. p. junto com ela.2. esta moabila tornou-se bisavó do rei DaviPara mais detalhes.3). cbamadu Rute. cuja soberaniu é total.9). utê que a fome na terra lez com que mudassem para M oabe. Da tribo de Judá.3. um dos descendentes do Benjamim» registrado na genealogia de 1 Crónicas 6.33).ELIOREFE um apolò.27). mencionado em I Crónicas 4. para que st* submetesse a Deus. Um dos descendentes de Adonicão que regressou da Babilónia com Estiras. Era lilho de Sisa e divi­ dia esse Irabalho com seu irmão Alas. Um encantador (Al 13. Mencionado ein Neemias 12.7). P osterior mente.4].3b. como o mou sorvo JÓ" (Jó 42.8.

íoi d progeni tor ria nação que leva o sen nome (Gn 110.21). Elisama foi um de seus muitos rebentos (2 Sm 5.48. A casa real.26. Era pai de Num. 172 .10. "meu Deus é meu jura­ mento’). J Cr .500 pessoa* (Nm 1. o assassino de Gedalias (2 Rs 25. antes de ser lido diante do rei por Jeudi (Jr 36. 2. o reino do Israel foi assolado pela apostasia religiosa.23). Elisama também li­ derou sua tribo quando oh israelitas par­ tiram do Sinai e prosseguiram a caminha­ da rumo à Terra Prometida (Nm 10. Filho fie lava e nelo de (afé.28. loiada es* qondera o ineniuo de Atalia. Comandava uma unidade de 100 homens (2 Cr 23. esse monarca serviu ao Senhor e enviou vários m esbes e levi­ tas para ensinar o povo sobre o Livro da Lei. 3.17). Fillio d* DavL Depois que ele con­ quistou Jerusalém e mu dou-se de Hebrom para lá. Nos primeiros anos de seu reinado.ELI SÁ ELI SÃ. Eleazar e 1tamar (Ex 6. “meu Deus ouve”). Liderava um grupo de 40.14) ê um bom resumo ria situação: a apostasia nacional ["os filhos de Israel deixaram a tua aliança”).27).18). morto recentemen­ te. Depois de seto anos. loi secretário na corte. o qual Baruque levou para o monarca. levou as ofertas pacificas quando 0 Tabernáculo loi dedi­ cado ao Senhor (Nm 7. reformou o Templo e restaurou o culto ao Senhor Mais tarde.29). de Judá.G. 14. representada pelo rei Acube e sua esposa sidônia Jezabel 11 Rs 16.20. L Filho de Amiúde e líder da tribo de Efraim durante o cuuso dou israelitas no deserto do Sinai. Unidos comandantes com os quais |oiada foz um pacto. foi guardado na sala de Elisama. Seu pai foi Amiúde. 6 Sacerdote viveu d o s dias do rei Jeosafá.10. 7. que claramente era influenciado por Joiada. de Judá. rei de Judá.5:5). avô de Josué 11 Cr 7. e mataram os teus profetas íi espada”) e u determinação de destruir o culto de Yfibweh (“só eu fiquei.7). ELISEBA (Heb. loás se desviou de Deus e lumem tavetmente voltou-se para a adoração dos posles-ídolos lAsera). a perseguição religiosa (“derrubaram os teus altares.7 damo o lugar ande Os moradores doTiro ol ilinh. O príncipe. quando o velho sacerdote morreu. Nos dias do rei Juoiaquim. 1 Cr 1. Abiú.im púrpura azul. Filha de Aminadabe e irmã de Naassnm.n. rei de Judá. É possível que o povo dessa localidade se identifique cora os gregos ou com os liaibitantes do sul da Itália. 2. promovia a religião de CunnÍL cultuandu a Baal. ELISEU No meio do século uono a.12.22).8). Os d o is primeiros foram mortos por Deus e o terceiro sucedeu o pai no cargo de sumo sacerdote iNra 20. o agora estão tentando ruatar-me lambém").16. ancestral de Josué. tomou multas mulheres como esposas e concubiiias. e não hesitava em desarraigai a verdade por meio dn força. Jr 41 1).41 J. portan­ to. 5„ Elralmita.C. Casou-se com Arão e deu à luz Nadabe.4. Joás loi coroadô rei Atalia foi morta por Elisafale e pelos outros líderes. As “ilhas de Elisá” são mencionadas em Ezequiel 27. ELISAMA (Heb.11 e ajudou esse sacer­ dote a coroar loás. .7). Como re­ presentante de seu povo. A queixa de Elias 11 Rs 19.8.“Dpus júlga"). O rolo onde esta­ vam escritas as profecias de Jeremias..29— 2 Rs 10. i*. Elisama foi um desses mestres (2 Cr 17.1. 4„ Filho de lecamias e líder ria Iriho de fudá: era descendente de Jerameel 11 Cr 2. A enorme contribuição feita pelos eira imitas foi eutregue no sétimo dia. ELISAFATE (Hob. Pai de Netanias e avô de Ismael. mãe de Acazias.25.

o Senhor Jesus e os apóstolos.15. Numa palavra. Deus honrou sou desejo: a capa derrubada pelo profeta que partia caiu sol iro 11que surgia e Eliseu atravessou novamente o rio lordão.10-13.32. Na época de 2 Reis 2. mais do que nas manifestações especiais ou espetaculares que proclamam sua presença.J8). 18). A vingan­ ça contra a casa real — pela destruição dos uJ tares O pela morte dos profetas do Se­ nhor— seria operada poi moio do Jeú (2 Rs 0 a 111).000 remanescentes garan­ tidos polo Senhor. quer coubessem disso quor Dão. gentil e ameno sempre foi a característica de Eliseu.350 seria Uazael (2 Rs «. não Inmsformou aquilo num assunto mais grave lv. não desejava ser "duas vezes ma is” do que Elias! Esta quantidade era o que recebia 0 M io primogénito na partilha dos bens (Dl 21. "meu Deus salva") encabeçaram “a revolta pro­ fética" a. Elias e Eliseu.iojil)unis. o grupo de proib­ ias queria procurar por Elias e.15-21. Em sua imaturidade. Ao operar de foram inquestionável. sempre marcum novos comoços — Moisés. de volta á Terra Prometida. 171: quando voltaram.ELISEU Nesta situação. Eles não âstão espalhadas por todos os lugares das Escrituras: realmente. Três nomes figuram no comissionamento de Eliseu 11 Rs L9. 12. entretanto. A história união se concentra no pedido de Eliseu (2 Rs 2.s pelas referências à capo do seu antecossor ( | Rs 19. não era baseada uo autoritarismo. sua pronta decisão de acompanhar 0 profeta (1 Rs 19. Grupos dn tais eventos. e o desejo de Eliseu era ser reconhecido e equipado como o sucessor escolhido por Elias. seu chamado e sua exaltação como profeta do Sonhor dopais do asconsâo do Elias. 13-15J. a ministério profético não termi­ naria com Elias: Eliseu iria sucodê-lo. O manto de Elias As duas primeiras histórias relacionados com Elisou ( i Rs 19. na qual tinha liberdade para fazer o que desejasse (1 Rs 19 19-21).18. A capa peculiar rio profela 11 Rs 19. mas o senso do chamai lo era muito forte.211não foi "um fogo de palha". e ele abandonou a posição social e os privilégios. para tornar-se "servo" do homem mais velho (1 Rs 19. 173 .9) e como foi atendido (vv. afinal. pois Eliseu pertencia a uiua famiiia rica e amorosa.16). assim como Elias.13-15). juntamente com os 7. 10. estão l l g a d a . Sua autoridade. Elias e Eliseu (Heb.3-24). Isso nos ajuda a ver Eliseu. era o produto dn uma preocupação a m o r o s a [v. Seguir Elias toruora-se «ua prioridade de longo prazo.2-tV).4] 0 envolveu. em sua maior parte a Bíblia concentra-se na providência ordinária do Deus. com a porção dobrada de Elias reconhendamenle sobre si |2 Rs 2. Concernente à apostasia nacional. como um dos notáveis homens de Deus. o Senhor assim sela 0 sinaliza a natureza especial a única «los tempos e de seus participantes. separando-o para a lunção profética.19: 2 Rs 1. A Bíblia é bem frugal naquilo que chamamos "milagres". A escolha de Eliseu íoi uma expres­ são da soberania do Senhor (1 Rs 19.21 J. Par esta razão.32.19: 2 Rs 2. Esse espírito amável. eutretanto.1-17). o instrumento do juizo de Deus (Dl 28.8: Zc 13.17). sobre a qual Elias tinha-se lamentado. nem sua lideran­ ça simplesmente baseada ua tomada de decisões.15). Envolvia sacrifício. Dessa maneira o substituto de Elias entrou em cena com um papel muito significativo: era o inicio de uma sucessão profética cujo ministério separaria e sustentaria o remanescente fiel do povo de Deus. 2 Rs 2. 13. o ministério dos dois loi muiroado por notáveis obrus solíri.25.17. Samuel. quando 0 práfota — acostumado à vida solitária — desejava encontrar-se com o Senhor sozinho. originaram a linhagem de grandes profetas que vieram dopais deles. Eliseu já tinha c o n h e c i m e n t o de Deus e estatura pessoal sufici­ ente para recusar as ordens de Elias (2 Rs 2. Ao pedir uma “porção dobra­ da" do espírito de Elias. mas exigia uma resposta pessoal. ernbora Eliseu s o u b e s s e rjue seria toline e perda do tempo não reprimiu aquilo quo.

agora que Elias havia saído de cena r um novo homnm. de foruia que. O certo é que a cabeça de Eliseu deveria estar coberla.5) r o s garotos na verdade zombasseui de sua consagração. nos dois lados de seu ministério^espada.22). Esta arma.28-33) estava no centro da religião liorélica de Israel lr até lá exigiu grande determinação por parle de Eliseu.19r22) o uma proferida (2 Rs 2. A “tigela nova" (2 Rs 2. estava do comando. como tal.34) que precisava pagar um horrível preço? A maldi­ ção. A vitória foi de Deus e 2 Reis 2. As primeiras duas historias sobre Eliseu mostram esses usos contrastantes dn espada: uma maldição removida (2 Rs 2 . seria essencial que desde o principio estabelecesse domínio onde fosse necessário.. às vezes lem outra utilidade: e com 0 loque dela que um monarca transforma uru de seus súditos num nobre. de acordo com o contexto. arranja­ ram-lhe um "comité de r e c e p ç ã o ” r l e "rapazinhos" — náo crianças pequenas. Simbolicamente. mas. “as águas são más. o "sal" (embora as Escrituras não expliquem a razão) era o símbolo da aliança elerna do Senhor (Lv 2 13: Nm 18.25 mostra a completa Uberdade que Eliseu leve para viajar por toda a terra em sen ministério.19: 2 Cr 13.niu ele era reconhecido publicamente como profela do Senhor. existe um grande Deus que fica ao lado dos seus servos quando estão acuados: o Senhor ouviu a zombaria.23. Jericó íoi o primeiro obstáculo de Israel ua possessão de Canaà e. Pode ser que ele usasse os longos cabelos de um uazireu (Nm 0. propusera um novo começo nm Canaã. esse alo reverteu a maldição e trouxe a cidade e seus moradores para as novas bênçãos do pacto.20) indicava que algo eslava paia acontecer. quando Eliseu ihogou. a situaçáo era de confronta o o futuro de seu ministério dependia do seu desfecliO. Ambas registram ci. como e le . c podemos ver o brilho dela tio decorrei de seu ministério. resta Ufand o e condenando. embora o poder náo estivesse no ritual ou na magica. entretanto. e a ferra é estéril” (2 Rs 2. mos.19) — um manancial de agua suspeito que espalhava infecção mortal. 174 . isso não poderia ser visto.23-25).ELISEU A espada de Eliseu \ associação de Eliseu com HLazael n uom Jen obviamente colocou uma espada de juízo e.5). Assim. Não é interessante que justamente d os dias do rei Acabe urn homnm chamado Hiel achasse que podia ignorar a maldição. Semelhantemente. “rapazinhos estúpidos’' 12 Rs 2. prevaleceu lambém contra os que viviam no lugar amaldiçoado: literal­ mente. Botei (1 Rs 12. e a espada de Eliseu foi utilizada de lorma sim ilar— exaltar u pobre e o uecessilado pura uma vida melhor.Chegara o tempo do indicar o lavor de Deus em prol ria bênção. porém.Lular ou fugir de qualquer num ei­ ra significaria perder o dia. mas na palavra do Senhor proferiila por Eliseu (2 Rs 2. se ele fosse realmente calvo. De qualquer maneira. seria estratégico que os sacerdotes de Betei rece­ bessem o primeiro golpe. 241 O significado da zom­ baria (e sua gravidadel não é bem claro. que não fora ainda testado. se ele desejava exercer um ministério sem restrições. Eliseu atravessara o Jordão no mesmo loral que Josue o fizera e. foi colocada sob urna maldição por Josué (Js 0. apenas para descobrir ( I Rs 16. entretanto.26).m sua mão. que para Ele pareceu muito grave.

1-7). Quando Nuamà obedeceu à ordem de Deus em Ioda a sua simplicidade. 6. 32*37). 38-4 I I. ao sustentar os indignos (2 Rs 3.23-25). O rilho da sunamíta ressuscitado fw.1. sobre quem a "porção dobrada” de Elias veio tão abundantemente. Agua da vida. íoi abençoado |2 Rs 5.8*23. severo em suas deníindas (3 . alimentar o laminto (4.EU SEU Bondade e severidade O padrão das histórias res! antes de Eliseu mostra a dimensão d'e seu ministério em graça e poder: A‘ 2 Ruis 3.2 I (os monarcas): os reis do Israel destruídos.20) e contradizer a ciente de Deus conforme revelada na atitude de Eliseu (vv. B J 2 Reis 4. Multiplicação dos pões (6.24—7. diomr diante do sofrimento (8. cuidava de seus subordinados (C1) e idenlifiCHva-se com seus desejos (C*).27).2) e na destruição dos inimigos de sou povò p3. 13). lôf20). 6-101! Uma mais maiores qualidades do ministério tle Eliseu. As pessoas colocadas entre parênteses indicam o alcance do interesse d* Eliseu.1-7. 8-37). Quando Geazi.11»). restaurar uma criança I4. 13 14-19.17). para promover ú bem-esiar do povo de Deus (G.8-37J e a lurra 18. 271. Eliseu representava wna nustura balanceada da "bondade e severidade de Deus" (Rm 11.1-10 a diferença eutre o que Eliseu mandou o jovem dijwr ív. poisseu ministério levou-o diante dos soberanos. 14. a hbtfV ria de Naamã o Geazi — é um perfeito resumo da vidu deste grande homem.18). A peça central dn toda u apresentação — conforme destacado acima. A derrota da Síria predita.18) A irn de Deus contra Israel (v.14s). Is) e usar o poder dado pelo Senhor.1'8).8s)i por outro lado. lambém ungiu alguns reis — embora devamos notar cuidado­ samente em 2 Reis 9.22): por um lado.20. era que sabia ser condescendente com as pessoas comuns com anuir e poder (B\ I. Predito a derrota de Moabe (v. corrompeu a doutrina tia graça imerecida expressa ua recusa do profeta de 175 .t3s: 2.38s). ao cobiçar privilégios [2 Rs 5. 8-37 lo povo): A viuva pobre íw 1-7) e a senhora rica (w.38-41. A* 2 Reis 0. 7.42*44 (osprofetas e os outros): Tirado o veneno da cnmida (w. Eliseu.23. ao subju­ gar seu orgulho diante da revelação divina e submeter suas necessidade? ã provisão divina. proot upar-sô com uma ferramenta per­ dida Í6 ls). C‘ 2 Reis 4.Muitíplii agão dos pões íw 42-44). A de Israel.1-7.20 (os profetas e outros): A pnrda recuperada (6. entretanto. C2 2 Reis 6. perdida. 7-14 |o povo e os reis|: A terra dâ surtamita reslaurada.11-20 (os mo uarcas J: Os reis de Israel denunciados (v. suprir as necessidades do pobre ((4. D 2 Reis 5. doador de vida.1-27 (Naaiuã e Geazi): a remoçâoda impureza contraída fw. contudo. Ele podia intervir e influenciar o curso da história.1-10). Na verdade. resoluto na promoção dos justos juízos de Deus (9. Bi 2 Reis 8.1-13.1-6. 1) e o qxio elo insensatamente acrescentou para satisfazer sua suposição pessoal de que po&stiih o dam profético (w.

Um dos lideres entre os levitas. “ele é m eu Dous").31 revela que esse grupo era responsável pela m aioria do trabalho dentro do Tabernáculo. em 1 Samuel 16.1). Era coraíla. “Deus é meu louvor"! Um dos ancestrais de Jesus mencionado Da genealogia de Mateus (Mt 1. 1 Cr 3. Um dos Irmãos de Davi. tanlo enobrecia como destruía. 5.W .34: e Eliabe. ou o que já sabia no fundo do seu coração: algo muito mais sério acon­ tecia.D.6: 17. tomou muitas mulheres como esposas e concubinas.5). com reputação de capacidade e força no ser­ viço do Senhor. Era Pilho do Uziel.25.c. o buzita. 1. Sugeriu como Jó podia demonstrar arre­ pendimento diante do Senhor.28: 1 Crónicas 2. dissi íTiulou (v. Fi­ lho de Davi. da lamília do Rão. 2 Crónicas 11. a espada do Espírito. a mesa. foi apontado por Moisés para ocupar o territorio que seria destinado ao seu povo. ELIÚ DE (Heb. ELISUA (Heb. primeiro ouviu os nutros. da Lribo de Levi (1 Cr 20. 2. 4. não importa o que Satanás atire contra eles (Jó 32.27. ura um dos amigos do Jó que o aconselharam sobre sua doença e as perdas que sofrera.13.30. pela incapa­ cidade que demonstraram em refutar os argumentos do patriarca e persuadi-lo. Fillio de Baraquel. Em Números 34.D .15.13. Seu pai é listado como Aquim e seu lilho como Eleazar. Eliabe. enquanto buscavam explicai a Jó o q u i i estava errado.14. 2. Elisua era um de seus muitos rebentos (2 Sm 5. ele demonstrou em sua própria vida o poder do Deus para guardar seu povo.8 e 2 Crónicas 29. ELIÚ ÍHob. 14.20) 3. que é a Pàlavra de Deus (ET 0. s. O v. Na* mãos dp Eliseu. contraiu a contaminação do mundo com o qual imha-se identificado Iv. Como os primeiros capítulos do Uvro revelam. Como os oulros. E lie l. mostra que os homens nomeados paia essa tarefa foram escolhidos pelo próprio Deus. 20).ELISUA receber recompensas.2 a 37. e ra líder da tribo deZebulom. ELIZAFÃ (Heb. o candelabro. nesse mesmo texto. Ao permanecer fiel ao Seuhor duranie ioda sua prova­ ção.7). 18. Depois que o rei conquis­ tou Jerusalém o mudou-se de Hebiom para lá. “mou Deus tom protegi­ do”). mudou a vordade díi Sonhor uuma mou tira (w.C. Era o chBfe dos coatitas. Am e s ­ trai de Samuel (1 Sm 1.18 é a mes­ ma pessoa. Números 3. 27 J.24). Eliú nra um oficial na tribo do Judá f't Cr 27 18). e P.17). l Filho de Paruaque. Apa­ rece quatro gerações antes de Josá. os utensílios do santuário com que ministrara. Eliú não com­ preendia como o patriarca tinha a capa­ cidade de afirmar sua inocência perante Deus.G . Um dos líderes da Iribo de Manassés que desertou para unir-se a Davi em Zíclague (1 Cr 12. Ele eslava furioso com os outros Lrês amigos. que inclu­ íam um grande número de clãs familia­ res. 21.22).A .0. "Deus e salvação"). em 1 Crónicas (■>. podem referir-se à mesma jiessoa. nm 1 Crónicas 6.15). Descendente rle Obede-Edom. “a arca. 176 . |ó foi apanhado no meio de um desafio celestial. entretanto. 25) e viu o ministério da graça de Deus como um meio de obter lucro pessoaJ | v. Porque era mais jovem. J. duranie o tempo da peregrinação no de­ serto. diante das tragédias que sofrera. trazendo vida aos obedientes e morte aos desobedientes. P. 25). ou seja. « o r e p o s ­ teiro com lodo o seu serviço” Veja tam bém t Crónica/» 15. os aliares. não via o que Deus podia ver.

Elas. Seus dois filhos são listados entro o» "heróis de Davi". Filho de Acbor. Heteu.2). nas­ cido em Jerusalém.21*23).5.c. mãe do rei Joaquim (2 Rs 24. Seus pais desejavam que Esaú se irisasse com uma pareate. foi um dos [uizes e liderou Israel por dez anos. em Ziclagun (1 Cr 12. pai das esposas de Esaú. 1. Foi um dos “trinta heróis" de Davi. 2).14. -A gran­ de contribuição íeila por sua tribo foi entregue ao Tabernáculo no qoarto dia. na época da censo dos israehlas no de­ serto do Sinai.8). 23).500 pessoas (Nm 1. teve um irm ão cham ado A bilud e (1 Cr 8. 177 .28). “Deus é minha torça").1«). 3. mas depois juntou-se ao grupo do filho de fessé. um pro­ feta fiel ao Senhor. 1. ELNATÀ (Heb. "foram para lsaque e Rebeca uma amar­ gura de espirito" (v. Um dos judeus que lideravam o povo. levou sua ofer­ ta pacífica quando o Tabernáculo foi de rticado ao Senhor (Nm 7.12). mas Elnatã o apaniiou e o trouxe de volta para (erusalém.46 a 28.ELZABADE ELIZUR (Heb. “Deus tom agido"). C) contexto rnvela que tomar muitas esposas provavelmente era o que se esperava de um rei cujo reino "se ti­ nha exaltado muito” (v. Filho de Sedeur e líder da tribo de Rúben. Ajudou o refe­ rido sacerdote a encontrar levitas qualificados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8. f. Como re­ presentante dasrubenJtas. 1 . como fez seu irmãó Jacó (Gn 27. Esse comandante estava entre os oficiais que ouviram a lelpira feita por Baruque das profecias de Jeremias e aconselhou os dois a se esconderem Depois lenlou evitar que o mi queimasse o rolo IJr 36. Ele advertira o povo sobre o iminente (uizo de Deus o a des­ truição de lerusalem pelos caldeus. i! gerou ainda mais filhos e Cilhas’’ (1 Cr 14. mas porque o "Espirito" operou no meio de­ les (v. rlepois que o rei "to­ mou ainda mais mulheres em Jerusalém. "terebinto").5).25).3. "Deus tem dado"). Ele se uniu a Esdras no regresso da Babdõnia paia Jerusalém.U m dos ancestrais de Jesus (Lc.12.11. (Veja JuiZCJS).34. a Bíblia dá a idéia de que tais homens uão trnnsferiram a lealdade apeuas p a ra estar do lado vencedor. tomarias por ele das tribos que se encon­ travam na região onde se estabeleceram.n.35). ELNAÃO (Heb.11.18) ELPELETE. arnbidestro e extremamente hábil Primeiro lutou no exército do rei Saul. Nm 26. Da tribo de Zobulom. 0 nono na lista dos famosos guerreiros da tribo de Gtide que abandonaram o exército de Saul e se 2. onde u rei mandou mata-lo.16). Basumato o Ada ÍGn 26. 2. ELOM (Heb. 35).8). um dos líderes en­ viados ao Egito pelo rei Jeoiaquim em perseguição a [Mas (Jr 20.40). Liderava um grupo de 46. ELMA DÁ. Um arqueiro da tribo de Benjamim. "meu Deusé uraíí rocha"). 2. Era pai de Cosã e filho de Er.5). 36.30. Um dos lilhos de Davi. ELPAAL (Heb.10). 'Deus é deleite"). Ele lambem Liderou seu povo quando os israelitas deixaram o deserto do Sinai (Nm 10. Pái de Jeribai e de Tosavias | 1 Cr 11. Listado nu 1f>* geração depois de Davi. ua mesma passagem. Des­ cendeu te de Benjamim e líder tribal. Foi obrigado a fugir poro salvar a vida. listado na genealogia que leva ao rei Saul Sua mãe chamava-se Husim. 3.26). após a morto de Ibsã (Jz 12. Um dos filhos de Zebulorn e bder do clâ dos elouitas (Gn 46. Provavelmente é a mesma pessoa do item u«2. ELUZAI (Heb. Mais tarde. 3. E LZ A B A D E .12. como guerreiros de renome. Pai deNeuslu.

Alegam que Isaías referia-se ou ao seu próprio filho ou a Ezequias. Isaías anunciou que o .Se* nhor mesmo escolheria um sinal. os dois morreram 2 Filho de Seiuaíaa.14: “A . O Senhor enviou Isaías para dizer a Acaz quo Rezim e Peca não consistiam uma ameaça séria (Is 7. É comum os cristãos interpretarem Isaías 7. os judeus têm questionado essa interpretação dos cristãos. precisamos pri­ meiro olhar para o contexto histórico original da profecia de Ualas. O nomtí significa "El (Dous) está conosto" e indica que a pessoa demonstrava a presença especial de Deus com seu povo. entretan­ to. da Siria. Isaías 8.ELZAFÃ uniram a Davi. numa atitude hipócrita.23 declara que o nascimento virginal de Jesus cumpriu a profecia dc Isai as 7. Desde os primei­ ros séculos do cristianismo. que seria Emanuel (ls 7. por sua vez. e preferiu a proteção da Assíria (Is 7.15). o será o seu nome Emanuel". Sagúndo. nas batalhas jl Nadabe e Abiú. Os eventos registrados nos caps.13. Os cristãos. continuam firmes na identificação do Cristo Como o Emanuel da referida profecia. por torem ofere­ os porteiros do Tabernáculo. atacaram os judeus.10-12).14 como uma referência direta e ex­ clusiva a Cristo. su­ cessor do rei Acaz. De acordo com esle ponto de vista. Foram conunulanMoisés pediu a ele e a seu irmão Misael les que proporcionaram um grande que carregassem os cadáveres dos primos apoio ao filho de Jessé.141.10). do com as instruções de Deus. Fi­ Ziclague.C. Nomes similares aparecem pelo menos em duas ocasiões em antigos escritos judaicos éxtrabihbcos. Maer-Salal-Has-Baz ("rápido-despoju-presa-segiira'"!. poi causa da infidelidade do rei (Ls 7 17-25).lá : 8. 700 anos mais tarde. Isaías 178 . mamente valorosos.16). foro do acampamento.3 registra que o profela leve um filho. o dará à luz um lilho. lio de Arão. Deus oloreceu ao roi do ludá um sinal do seu cuidado (1$ 7.. Os cristãos adiam que Emanuel refere-se ao próprio nomo de Cristo. da tribo do Levi maneira vívida ca mu guerreiros extre­ Foi líder dos coatitas (Ex 6. Esses homens são descritos de lho deUziel.22: Lv 10. . e Peca.23). para serem enl«rrados Cr 12. rei tle Judá (732 a 715 a.12). vir­ gem conceberá.3-íi). Estias descrições orientam a profecia inteira paru o tempo de Acaz e uno para Os dias de Jesus. de Israel. é listado entre ao lado do Tabernáculo. mas Acaz. Mateus 1. no reinado do Acaz. Em resposta. como um tipo ou prefiguração de Cristo: Priniehr). Para entendermos melimr o significado deste título para Jesus.7). judá soria entregue nas mãos da Assíria. Essa abordagem tradicional.C. "protegido por Deus"). Jesus é o cumprimento da profecia é d termo Emanuel refere-so exclusivamente a ele. Logo depois do nascimento do menino. Riralelamenle com a descrição do Emanuel (Is 7.). EMANUEL Mencionado quatro vozes na Bíblia ÍLs 7 .4). onfretantó.2).10: Mt 1. o profeta disse ao rei Acaz que snus vizinhos do uorto deixariam do ameaçá-lo antes que Emanuel soubesse "rejeitar o mal e escolher o bem" (ls 7 15.8. Em 735/4 a. o rei Rezim.1. o profeta assegurava a Acaz n proteção por meio do Messias Dessa maneira. não dã a devida atenção g um contexto mais amplo da profecia. a iim de forçá-los a unir-se a eles numa aliança contra o lmpèrio Àssirio (Is 7. Vários futurei» indicam que essa profecia faiava de alguém que vivia nos dias de Isaias. no tempo do cido um sacrifício que não estava de acor­ rei Davi (3 Cr 26. recusou o sinal. quando ele eslava em EL2AFÃ (Hob. 7 a 8 aconteceram durante um período de profunda crise.

2. Finalmente. Deste pouto do vista.4). EJb próprio. Said eslava tão afastado do Dous que. Js 1 .10).16. MateuS 1.6J. r. 3 9 . os israelitas fiéis nutriam a presttnça de Deus. a fim de protegé-la e abençoá-la (Ml 28.16: Al 1 8: 2. 179 . (a feiticeira dej. após o julgamento final.3. EN -D OR.15. Isaias faiou sobre Emanuel nos dois oráculos que se seguiram ao nasci­ mento de Maer-Salal-Hos-Baz (ls 8.8. Os filisteus tinham armado acampa­ mento em Suném e Saul levou suas tro­ pas o Gllboa. Depois da morte do velho juiz. Cristo está nó tnnio da Igreja.9. Isoías tomou-se pai dessa criança fdepois que sua primeira esposa morreu) com uma segunda esposa cujo nome não é tunnciouado o que cumpriuo requi­ sito ila profecia. 11). A presença de Deus no moio de seu povo também é um conceito vital no Novo Testamento. Dosile que já estava sob juízo. TJur dos líderes da tíiho do Naflali. Se for assim. sem duvida poT orientação rle Samuel. por sentir-se cada vez mais ameaçado por Davi e pelos filisteus. Saul dispôs-se a quebrar a Lei. nos dias de Isaias como umu figura do Cristo.4 .29.78: ele. Em seu ministério torreuo. famuis o Senhor se identificara lào intimamente com o povo da sua aliança.D l20. Essas descrições tornam possível que o Emanuel fosse Maer-Salal-lIasBaz. Cristo o s t o r á uo meio de seu povo para sempre. e muito mais.].28:2 Sm 7.EN-DOR anunciou o despojo da Siria e Israel “untes que o menino saiba dizer meu pai ou minha mãe" (Is 8.ÍÍJ.2 .14.27 fz 1. 2 Cr l .5).3).11. Como o Messias. porque Ele era a plena domonstração ria pre­ sença do Senhor do meio de seu povo. 7hrceiiv. temou « estreme­ ceu muilo o sau coração" (1 Sm 28. para saber sobre o luluro dele. Deus estova presente com os indivíduos e com toda a na^ão (Gn 21. Por meio da terceira pessoa da Trindade. Num mundo cercado por inimigos.14).7. num novo Céu e numa nova Torra (Ap 2 1 3).37. o Emanuel original nasceu. 7.1 -41). de acordo com a Lei de Deus IDI 18. A presença de Deus conosco ô um conceito fundamental t?m todo o Antigo Testamenirj. Jesus enviou o Espirito Santo para estar com seu povo (Jo 14.5. 1 Samuel 28 relala um mcidenlena vida do Seul.15. “Vendo Saul o arraial dos filisteus. Jesus cumpriu Isaias 7. que viveu enire nós ffo 1.20).7: 17. 6.8) o um dia voltarão com Ele (1 3.18. o rei consultou ao Senhor por meio dos profeta» e do Uriiri e Tiimim o esperou que Deus lhe falasse por sonhos. porém.14.20: 28.4.131. a quom posteriormente Moisés nomeou chofe dos naítalitas (Nm 1. ENÃ.l :Z c 10. ! Cr 22. quan­ do o rei consultou uma feiticeira na cida­ de de En-Dor. Cristo era tudo o que o filho de Isaias representava. Esso associação próxima entre os dois no­ mes também pode indicar quo se tratava du mesma pessoa. o Senhor. não lhe respondeu íw 5. expulsara todos os mé­ diuns e adivinhos de Israel f 1 Sm 28. porque era virgem no momento nm que a prediçíío foi feita. Depois de sua ascensão. para a batalha. 31. Paulo também explicou que os que dormem no Senhor estão com fesus |2 Co 5.l!'l: 10. KJ. O Senhor o mencionado como o que habita 0 0 meio de seu povo polo monos 89 vezes. Cristo tomou-se o Deus eucamado.18. 18. Ele era a única esperança segura que eles tiniram «lo bênção e proleção. A princípio.9>22. olhar para o Sonhor tornara-se apenas uma última tentativa de sobrevi­ vência.3 :4 6 . lS m 3 . a grande esperança do Novo Testamento é que. 2 I<s 18. numa leutaíiva de sobre­ vivem ia.5). 2.23 explica que lesus era a expressão definitiva da presença de Deus no meio de seu povo. Só é mencionado om conexão com seu filho /Vira.f. para ele.

Enoque tanibóm aparece comu ancestral de Jesus. Em nenhum lugar a passagem indica que taJ utilização du Sfírviço de uma fei­ ticeira seria aceitável sub certas condi­ ções. toda a sequência do evento foi per­ mitida pela providência do Dous. coma um livro deste filho ua primeira cidade que lunqur continha um conceito com o qual ele dóu fGn 4. De falo. Escrituras. denado a vagai' pela Terra. muitas pes­ esse grande privilégio náo e revelado nas soas na cidade converteram-se m o Senlior.24). No entanto. ou parle de seu Lomoque. Como membro da linhagem dos des­ cendentes de Adão que permaneceram fiéis ao Senhor. Em vez dn regis­ tro do sua morte.3). porque Deus para si o tomou” (tia 5. ou simplesmente removido Enéias vivia em Lida e era paralítico. que levou ao pronuncia­ mento de sua morte.4. pudesse entender. foi ura 26. 3. O escritor vai mais adiante. Sem du­ vida.25). A consulta foi o grande ato final da desobe­ diência de Saul.ENÉIAS (Gn 5. a Bíblia descreve em Génesis 5 4.33). por sun fé. O filha mais velho dp RúLen e lí­ ria dos seus descendentes permaneceu der da família que ficou conhecida como fiel ao Senhor e o adorava. Não neto de Adão o Eva.n. experimentar o sofrimento ou □ dar da D apóstolo Pedro repreendeu-lhe a enfer­ morte. con­ um livro da período interteslamentário. e dest aca que só e possível "agra­ dar a Deus”. em Lucas 3. Caim colocou o q o u ic uma citação ayjrovadora. A passagem tam­ bém indica que a próprio feiticeira fícuu atónita quando um possível demónio dis­ farçado du Samuel lhe apareceu I I Sm 28. Portanto. Como resultado.13J. EN ÉIA S. '‘trasladado". Outra re fe T ê u c ia a Enoque é encon­ ENOQUE.22: i Cr 1. seus descendentes.17. Este vocábulo significa "louvar". outro Enoque. comu há indicação de que ludas considerasse esse texto “inspirado”.21.24). Seu pai foi d primei­ ro homicida.23. fillio Enoque era um dos cinco uetos de Abroáu de Adão e Eva que ocupou a lugar de e tle Quetura (Gn 25. Como isso aconteceu ou por que midade e lesus o curou O milagre fui ele nm particular foi escolhido para ter instantâneo. Parece que nunca tivera uma experiência como aquela antes.18 19. Mi íncionado apenas em Atos Não há dúvidas de que Enoque to) 0. de Caim. para julgar lodos os maus.5: 1 Cr 5. p. O escritor da carta aos Hebreus.3]. Viveu um total de 3fi5 anos e “andou com Deus". ao co­ mentar sobre a fè tle alguns dos grandes heróis do passado. para uáo ver a morto”. trada ern ludas 14. p . um ensina que a es­ critor demonstra ser esseut ial para o en­ tendimento adequado do cristianismo. iíihn o clã dos enoquitas (Gu 46. era atribuído ao Enoque de Génesis 5. Em outras palavras. a serviço do Senhor.5). A maio­ 5. a fim de que o seu juizu pudesse Ser pronunci­ ado de uma maneira que Saul. Um dos lideres do elá dos midianilas. sem prostrado em um cama havia oito anos.g .14. levou uma vida jus­ ta. par­ que "alcançou testemunho de que agrariara a Deus'’ (Hb 1 1. Num vivido contraste com o lilho concordava: o Senhor retornaria com seus anjos. que cita a profecia de depois que este foi banido por Deus.9: Èx 6. a verdade é o contrário. 18. pot meio da fe nele.37.d. AbeJ.33-35. ficaram famosos pelos pecados conteúdo confiável. 1 . Assim Enoque foi oousideradn “justo" perante o Senlior. 2. morto por Caim (Gn 4. "a já náo era. Enoque.r„ 180 . 1 Cr 1.Nm de Jarode e pai de Matusalém. homem notável nessa linhagem piedosa Deus não Ihe respondeu: asáfcn. e procurou a feilíceira.I2. a despeito de iodo o seu pecado e desobediência. a Riblia simplesmente diz. dn linhagem de Sete. da Terra para a presença de Deus. elo loz que cometeram. Primeiro filho de Caim. Saul con­ firmou Mia desobediência e falia de con­ fiança nu Senlior. diz que Enoque “foi trasladado.

com quem trabalhou p Ibi companheiro do prisão em Roma (Fm 23. 2fiJ. Foi enviado pela igreja daquela cidade (“vosso enviado” F1 2. Talvez por essa razão o apóstolo o le­ nha chamado de “escravo de Cristo le­ sas" (Versão Contemporânea. um termo reserv ado para si mesmo e para Timóteo (urna vez). para os quais d após­ tolo destinou uma carta. quando melhorou o suficiente para po­ der viajar. e de "servo de Cris­ to |esus". que o deixou quase á morte.r> ). talvez por providenciar sus­ tento material para elos.:éta |C 1 4. Sua oração era paia que os colossenses pudessem consorvarse “firmes.121. Além de suu fidelidade na pregação. que esses irmãos converteram-se ao Cristia­ nismo por meio da pregação dp Epafras.11. Não sp sabe ao corto se Epafrodíto era um dos líderes da igreja em Filipos ou simplesmente um discípulo comprome­ tido com Cristo. Paulo o despediu. ao cbomá-lo de “mnu irmão" (2. Seu ministério provavelmente foi ca­ racterizado pelo compromisso lotai com Cristo e o Evangelho. “nosso amado (Sonse-Evo". mas também Hm Hierápolis e Laodfi. seus ohjetivos e seu ser­ viço na família de Deus.30). mas é bera evidente que Raido tínha por ele uma elevada consi­ deração e es tinia. Paulo relere-se a elecomo'cooperador" |v. Era conhecido pela in­ tercessão que fazia pelos que aceitaram a Cristo por meio do seu ministério. com as mais alias rpcomendaçôes.25). m encionado som ente em Filipenses 2. em Colossettses l. nán só em Colossos. pnr Paulo. Eli: citai total as­ sistência ao apóstolo. ou simplesmente poi orar i? ensinar. Era conhecido pelo seu compromisso com Cristo o sua perseverança na prega­ ção du Evangelho. Epafrar.25-30 e 4. E P A F R O D IT O . 4. Cl 1 7. Aprendemos.26). O irmãos ficaram tão an gustiados com suo doença que o próprio Epalrodito licou preocupado.27J. vi­ veu 905 aiios (Go 4. Foi chamado de "meu aunpanheiro de prisão em Cristo Jesus”.30).1H. em oulras igre­ jas. ao enfatizai o serviço que lez Epalrodito ficar grave­ mente enfermo (v. de uma maneira frequentemente associada ao próprio Pau­ lo. A intenção aqui ó es­ tabelecer um contraste direto entre os i lescondentes fie Sete e sua obediência ao Seuhor e a linhagem de Caim. e o apóstolo considerou sua recuperação como uma intervenção misericordiosa de Deus (Fl 2. Também levou informações a Paulo so­ bro os colossenses. também destacava-Se como un» homem de oraçãó. 1 Cr 1. 2.26: 5. perfeitos e plnnamente segu­ ros em toda u vontade dr: Deus'' (Cl 4. a qual foi mencionada previamente em Génesis 4.121. por meio dn apóslolo. e assegurou aos filipenses que o irmão enviado por eles 181 . suprindo para com ele o ministério pessoal dos outros irmãos filipenses que não poderiam ir pessoal­ mente ate onde Paulo estava preso (2. A enfermidade de Epalrodito.25).6-11.3tll EPAFRAS. Elo compartilhava a heran­ ça do apóstolo. para levar um donativo em apoio ao ministério do Paulo. pelo “amor no Espírito” u pelas evidênaaa da graça de Deus que operava entre elos.13).EPAFRODITO ENOS. Iísses irmãos eram conhecidos por sua “fé e amor”. Paulo o chamu do “companheiro nos combates". Enos também e citado uti genealogia qun vai de Imsus até Adão (Lc 3. Cristão da cidade de Filipos. Sabia o quanto em importante pura os novos con­ vertidos terera um crescimento contínuo na Té. Em seu tempo. principalmente diante da perspec­ tiva de enfrentarem o iaJso pnsino e até mesmo fiersp-guiçOes. causou grande pre­ ocupação para Paulo e os filipenses. Nelo ile Adão e filho de Sete. porque o serviço do Evangelho em que ambos es­ tavam envolvidos era uma luta de vida ou morle e Epairodilo eslava disposto a chegar “até bem próximo da inorie" pela obra de Cristo |v. ‘servo”). a Bíblia diz que “os ho­ mens começaram a invocar o do mo do Senhor" (Cu -1. Ele tinha "grande zelo” por es­ sas igrejas. Assim.

271. |As palavras "próximo da morte" em Filipenses 2.181. exis­ tem dois estados de sentimento: o prazer e a dor: dois tipos de questão: a concer­ nente às coisas p a relativa ãs palavras. Uma vida de verdadei ro prazer seria uma existência de prudên­ cia. do apõsiolo. A. buscando a base de cada es­ colha o determinando correi umente o que deve ser evitado.oxtn do Novo Testam ento. era também a protetora dos jogadores. Epafrodito é o equivalente grego do nome latino "Venuslus''.30 são as mesmas usadas para descrever o auto-sacrifício de lesus em Filipeuses 2. o maior bem é a prudência. Fm [-uipenses 2. O fim de toda ação e libertai da dor e do medo. A colo­ cação desta recomendação de Epafrodito (r TimoleoJ em Filipenses 2.EPENETO superara todas as expectativas no cum­ primento de seu dever cristão. Esse resumo das filo­ sofias dos epicureus reflete a descrição feita por Diógenes Laertius om A Vida dos Filósofos EinintiritoS.l. n . Segundo eles. os epicureus afir­ mavam quR as sensações.) Correta ou não a conexão do uome Epafrodito com o risco das apostas nos jogos.B . Epafrodito era a pro­ va vivu de que tal humildade. honra e justiça.8.ta (as reco­ mendações o saudações de Paulo geral­ mente estão no final das caitas). Mauln usa a palavra “arriscar”1.12. mas os consideravam muitos distantes para s r preocupar com o homem. quo existia nos dias da Igreja Primitiva PauJo encontrou com alguns deles em Atenas lAl 17. Livro 10. A morte não deve sor considerada. sáo ilustrações muito bem colocadas so­ bre o lipo de sacrifício humilde e a dispo­ sição de negar u si mesmo quo Gristo pro­ duziu r<m seu povo. Provavelmente ocu­ pava um lugar muito espec iai no coração EPI CUREUS. fundada por Epituro ( M l a 270 a. b Io é saudado como "meu amado" (Rm 16-5). Para ex­ perimentar o prazer. geradora de unidade. Um dos netos de Jerameel [1 Cr 2. O epicurismo era um equiva­ lente antigo inuito próximo do agnostteismo secular moderno.19-30 é diiicil de entender à primeira vLs. O objetjvo da vida é alcançar e experimen­ tar o fobeidado. EPÊNETO. mas antes o que lira a dor do corpo e os pro­ blemas da alma. o qual define a vida com hase nas experiências. era possível na igreja de FUipos. o qual era nativo de Colossos |Cl 4. pois ninguém sabe o que este lhe reserva. pois era o prime iro conver­ tido "da Ásia" e.C. Por prazer. Não se devo confun­ dir Epafrodito com Epalras. Seguidores de uma esco­ la filosófica grega. Nenhum plano deve ser lei­ to com relação ao futuro. EQUER. Na literatura grega exlrábíbliea ela é usada para descrever as apostas nos iogos. Ao contrário dos estóicos. que não é encontrada em outro t.M. De talo. que invocavam seu nome quando faziam suas apostas e ar­ riscavam suas fortunas. Assina. os preconcei­ tos e os sentimentos humanos eram o padrão da verdade.13: Fm 23). a relação entre o auto-sacrifício des­ se discípulo e o de Crislo é nerta. Seus adeptos eram indiferentes aos deuses: acreditavam neles. 182 . os epicureus não querem dizer necessariamente o sensual. Ambos aram muito com uns no primeiro século. à s v o z e s é necessá­ rio proviu B dor. assim. A ausência da dor devo sor d e s e j a d a e o prazer precisa s e r busca­ do. e ambos indicam uma associação fam iliar com o culto de Afrodite (Vênus) Além do ser a dousa do amor e da beleza. No limd da epistola de Pau­ lo aos Romanos. Possivelmente o apostolo utilizou tal expressão para afir­ mar poderosamente que Epafrodito fcom o nome pagão intacto| arriscou tudo — uno por Afrodite. mas peia obra de Cris­ to. a primeira evi­ dencia da graça de Deus na vida do povo que habitava ali A área referida prova­ velmente era Efeso.30. O nome Epafras ê uma cont ração de Epafrodito.

um cida­ dão proeminente da cidade. 1. Nra 26. sobre o qual Paulo fez meuçãQ (Kru 13. administrador". por­ tanto ate mesmo cristãos (que Gálio igua­ lou cora os judeus etn seu discurso em Atos 18.6). "aquele que vigia").12.22). Sabemos que um grande pavimento. 7J. próximo ao teatro. era considerado um benfeitor cívi­ co. (Corinto era uma r. a fim de ajudar uo importante ministério que se desenvol­ via ali. 3. por ler feito "boas obfas‘‘< Havia uma bem conhecida convenção.olònia romana e no tempo de Flauta sem­ pre se usavam lermos latinos para design nar os cargos públicos. Filho de Sela e pai de Lera: portan­ to. Erasto tam bém estava ati vãm ente engajado no ministério» cristão.19. Seu pai arranjou-lhe uma esposa chama­ da Taraar. Erasto. LIm dos natos do Efroim o filho de Su to la. que linha uma longa história no mundo romano. que media 19 x 19 melros. Erasto lambém preci­ sava ser um cidadão romano.ERASTO ER (Heb. As palavras gravados em bronze dizem claramente: ‘'Erasto colocou esse pavimento à sua própria cusla. 1 Cr 2. a fim de que seu povo buscasse o bem-estar da cidade (jr 29.3-4). 2 . na colónia romana de Corinto IJRm lfi. inclusive presidir os lití­ gios fmanceírus. pe)o que o Seuhnr o matou' | v. ERÁ. que regislTu os pecados de Judá e de sua família.12-15] podiam ser eleitas livremeuie em Corinto.) pessoal e intluôncfa para ompar um cargo publico honorário. por* t. Cênesis 38 é um ca­ pítulo triste. Como Apoio. As tarefas do “tesoureiro da cidade" eram a manutenção das propriedades corno ruas p prédios públicos. A últi­ ma voz quo ouvimos sobre esse importan­ te cristão foi quando «le eslava em Corinlo (2 Tm 4.12. de se reconhecer publicamente tais boas obras. Paia ser aleito.. A Bíblia nada diz sobre Er.23). isso signifii ova quo judeus. Tornou-se lider do clã dos eram tas.um linho e vivium om Bete-Asbéia. u quem os governantes provavelmen­ te elogiaram. Como o cargo era eletívo. Era u "tesoureiro da eidade".3-7. Primeiro filho de Judá cara sua es­ posa cananita (filha de Sua) e nelo de lacó (Gn 38. Isso es­ tava de acordo com a ordem dada por Deus. foi para Éfeso. ou "te­ soureiro. a coleta da receila n a intermodiaçáo legal uos ussunlos comerciais. em troca do “aedile““. com o propósito de engajar-se uo ministério (At 19. Era o líder dos clãs que trabalhavam i. pois tinha a total con­ fiança dos principais ( idudãus de Corinto. LTm dos ministros de Deus". 48.LDto.\). As campanhas eleitorais exigiam que os candidatos vencedores cumprissem irae- d ia tamerrte suas promessas. que usava suo riquez.2(JJ. Assim. Como Qiilros eooperadores de Paulo.7). 0 apóstolo o enviou á Macedôuia junlo com Timóteo. Era filho de Josué e pai de Elrnadã ÍL< 3. Sabemos que as leis não faziam restrições quanto às con­ vicções religiosas de quem ocupasse tais funções. ele lalvez hjsse uma pes­ soa bem conhecida. Maio­ res detalhes são dados sobre o pecado de seu irmão Onã. onde sem dúvida exerceu um importante papel na igreja. ERASTO. eis aqui uns cristõo. Numa cidade rica como Corinlo. provavelmeule ele precisava de grandes recursos financeiros para estabe­ lecer as garantias necessárias a esse car­ go cívico honorário. que vai de José a Adão. Por ser um ci- 183 . foi colocado sobre grandes lajes de calcário acrocorintiu. neto de Judá (1 Cr 4. e Paulo recomenda as buniuitorias feilas pelos cristãos que linham os rei ursos paia ocupar cargos e realizar tais tarefas elvicas (Rm 13. Afídile era o equivalente em latim da palavra grego oikononw s. Listado na genealogia de Jesus em Lucas. onde o apóstolo escreveu sua caria aos romanos.28). exccto que "ora mau aos olhos do Sonhoi.21). mas parece que a maioria dos membros da íaniiiia havia rejeitado o Senhor e se envolvido na cultura e reli­ gião dos cananeus.

27) e não levava nada a serio. 33. Era o filho primogénito dos gémeos de Isaque e Reboca (Gn 25-25) e tomou-sn o favorito do pai fw. en­ quanto adorava sou deus Nixroqne (2 Rs 19. para participar de campa­ nhas evaugelisticus h do fortalecimento das igrejas. B. Infoli/m ente. A terrível idolatria que essa prática causou é des­ crita de lorma vivida em 2 Reis 21 p . sua casa provavelmen­ te fosse grande a suficiente para permitir ipje os cristãos locais se reunissem uela. Não íoi permitido que ajudassem na obra de reconstrução do Templo.3-7. Esaú. Seu pai foi morto por seus dois ou­ tros falhos. seus descendentes e d om itas mostraram ser muito mais intratáveis. pagou-lhe tribu­ tos. Ob 9 a 14).C. por­ tanto. Parte do tributo dos reis vassalos rorno Manassés era para que aprendessem a obedecer ao rei da Assíria e reconhoeessem Asur como sou novo deus.37. ao aprôveitar o falo de que não podia mais enxergar. entre­ tanto Re beca e Jacó a enganaram. Era o quo hoje chamaríamos du uma pessoa "acomodada" Adorava a li­ berdade da vida ao ar livre (Gn 25. É listado como o quinto filho do Ga de e entre os que desceram com jacó pura o Egito (Gn 46. ERI.g . apesar de ulugarom quo adora­ vam o Deus israelita desde que i begaram ao país. ESAR-HADOM. no papel tanto de ministro como de servidor público. os 184 . Adrameleque e Saiezer.16. estava sempre disposto a viajar por mar ou terra. Usava sons rocursos num cargo público. Eri tornou-se o líder do elá dos erilas (Nm 26.41). Suas atitudes ru­ des e a maneira como lugia das dificul­ dades da vida foram a causa de sua trági­ ca queda. entretanto.1-4). A disputa entre os dois Jicou mais inflama­ da quando o patriarca percebeu que esta­ va às portas dn morte (Gn 27.38) A dedkaçõo de EsarHadom y seus deuses é registrada em vá­ rias inscrições. Na narrativa bíblica eb» é lembrado por sua política de deportai o?? povos que couquisfava.34). moçáo de todo um povo de uma região para outra muitas vezes resultava em que tais pessoas odotavam a adoração do deus local. e o tninislerio espiritual do Evangelho. na fundação dos igrejas. O mundo de Deus não é dividi­ do.16). assisa como o faio de que Manassés. Erasto era uni cristão de muitus pos­ ses e também cidadão romano.d . “Asur (um deusl tem dado tim irm ão"}.6-9).ERI dadão proeminente. Esaú teve uma explosão de genuína tristeza e fúria (Gn27.W. 5-19). filha de Ismael |Gn 28.281. 27.1) e.11. Am 1. nada levava a série Quornlo seus pais reprovaruin as esposas que escolhera [Gu 26. pois achavam que ele leria mais condições de abençoá-los. A prática da deportação e a re- ESAÚ. (Ass. saiu e casou-se com outra mulher. A ssim . onde aparece como Heri). As pessoas que foram c o l o r c a r i a s por ele em Judá e na região i irounvizinha ainda estavam lá nos dias de Esdras [Ed 4. Filho de Senaqueribe. A passagem dá algumas Indicações do grande número de pessoas que acompanharam o patriarca ao Egilo. rei de Judá. o irmão o recebeu como se nada tivesse acontonido [Gn 32. Como um servo dedica­ do.34. quando |acó retornou lemeroso de Padã.i. Para ele. era a hora de passar a bênção du família para seu filho primogénito. t? a pequena pedra que os dois irmãos aliraram no lago da historia fez círculos cada vez maiores (Sl 137. E ura seu uuso não bavla bar rcira entre u basca do bem-estar material da cidade.21. ls 37. que ele próprio criara.Arã. ele exercito seu cuidado providenci­ al tanto na uivei cívico como espiritual. de maneua que o mais novo recebeu a bênção no lugar do primeiro (vv. mas s u d natureza de pessoa "acomodada" não permiliu que sustentasse muito lempo a anim osidade. foi rei da Assíria Í6K1 a 669 a.7.

ESDRAS problemas da vida podiam sei resolvidos facilmente! De fato, só foi capa/, «le ficar zangado com a fraude de |aoó porque não levou a sério a transação qu* fizeram ariteriorniRulfi, na quaJ vendeu seu direito de primogonitura Ao voltar d* uma ca­ çada, cansado e faminto. Esaú encontrou o irmão ocupado na cozinha. O arotrtô era tentador demais e, mima atitude típica dele. viu tudo de uma maneira exagera­ da: qual snria a utilidade do direito de primogeoitura se morresse do lumeV Essa decisão frívola. entretanto, léve conseqíiêiíciiis irreversíveis. O que Esaú con­ siderava: como "ler um pooto de vista complacente", a Bíblia chama de ‘'devas­ so” r "proiano” (Hb t2 .16) — n atitude do viver couio se não existisse vida eterna nem valores absolutos. Para ele. não hou­ ve oportunidade para arrependimento (Hb 12.17). I.VM, lriar< 8 posteriormente demonstrou-lhes sua gratidão (v. 241 Para mais detalhes sobre o incidente, veja Aumfel.

ES BAAL. Um dos filhos de Saul e ir­ m ã o de Jôuatas ( I Cr 6.33; 0.39) Também chamado de Is-Bosoto. Depois da morte do rei, Abner tomoú-o e tentou lazfido sucessor do pui A tentativa de se criar um reino alternativo para competir com Davi teve vida curta; logo Is-Bosete foi morto, o que entristeceu o filho de )est>é (1 Sm 2 e-I. Veja Is-Bosete), ESBÀ. Um líder entre os horeus. Era fi­ lho de Disã e nelo de Aná |Gn 36.26; 1 Cr 1.41). ES BOM. 1. Um dos sete filhos dè Gade. listados eni Génesis 46.16. entre os que foram com Jacó para o Egilo. Em Núme­ ros 26.113 é chamado de Ozni e é o funda­ dor do d ã dos ozuilas 2. Nelo de Benjamim e filho de Beló 11 Cr 7.7). ESCOL. Um dos três irmãos amorreus (veja lambém M anw e Antir) que se alia­ ram a Abraão, quando perseguiu Quedorlaomer. a fim de resgatai o snlirinho Ló do cativeiro (Gn 14.13*16). O pa-

ESDRAS. Este võailiulo deriva de um lurrno hebraico que significa "ajuda' Provavelmetilé è uma forma abreviada de Esdraías, “ Yahweh ajuda". Os pais davam este nome aos filhas do sexo masculino, como um louvor a o Senhor por sua ajuda om tampos de guerra. Existem Irâs pesso­ as com esse nome no Antigo Ttestamento: 1. Veja Ezm. 2. Logo após o término do exílio b abilón ico, ura sacerd ote cham ado Esdras retornou para a Terra Prometida junto com Zoróbabel (Ne 12,3.13). Ele é lambem chamado Azarias em Neemias 10.2. Era um zadoquita, sob a liderança de losué. 0 sacerdote naquele tempo. 3. O mais importaute personagem com esto nome sem dúvida era o escriba que liderou as grandes retírrmas no meio do povo de Israel após o exílio, uma ge­ ração ou duas depois de Zorobabel. O ministério de Esdras. Os livros de Esdras e Neemias falam muito sobro esse bem couheoidí) personagem EIb era des­ cendente de ArãOr o primeiro sumo sa­ cerdote de Israel (Ed 7.2-7). Esdras per­ tencia â fam ília de Seraías. a quem Nabucodonosor matou era Ribla (2 Rs 25. ltt-23), O iillio de vSc-Taias, jeiizadaque, foi O sumo saierd ote exilailo p i i r a a BaliUônia 11 Cr 6 .1 4 .1!í). Embora esle não seja mencionado na genêalogia de Esdras (Ed 7.2-7Í. datava-se de um membro des­ sa Unhagem ou com uma relação muito próxima a ela. Esdras ocupou unia posição di* lide­ rança no exílio. provavelmente devido à sua linhagem sacerdotal Sua íunção exa­ la é desconhecida, mas participava dos negócios do governo, em tal posição que Artaxerxes, o imperador persa, deu-lhe sua recomendação pessoal (Ed 7.11,12). Esdras foi descrito como "escriba' (também traduzido como "mestre" e m al­ gumas Versões da Bíblia). O rei Arlaxerxes

185

ESDRAS o designou "o escriba” (Ed 7,6,11J, talv«z para indicar que sua funçãu seria algo como conselheiro pBal. A tradição judoica atribuiu osso título a Esdra;*. devido uos seus conhecimentos especializados na Torá, a Lei de Moisés, Dp fato. ele leve um papel proeminente na edição e com­ p o s i ç ã o das maiores porções do Antigo Testamnnto. Esdras liderou uma caravana de exi­ lados da Babilónia para Israel, após o decreto de Arlaxerxes |Ed 7.1-12). Rece­ beu automação do imperador para arre­ cadar donativos rios judeus quo viviam na capital dn Império, para o culto no Templo em [erusalém (w. 12-28J. Essa jor­ nada aconteceu no "sétimo ano do ret Arlaxerxes" (v. 7). Infelizmente, o texto bíblico não tleixa claro se esse retomo foi no sétimo ano rle Artaxerxes I (458 a.C.) ou Arlaxerxes II (397 a.C.). Qualquer que seja n coso. Esdra* vollou a Jerusalém pelo mern > s uma geração depois que Zorobabel estabelecera os primeiros judeus que volLuam e liderara a reconstrução do Tem­ plo em 51.5 a.C.. Quando Esdras chegou u Jerusalém, firou horrorizado, oo sabei que muitos sacerdoLes. levitas e líderes civis tinhamse casado com mulheres pagãs (Ed 0). Essas uniões mis las haviam corrompido a moral e n vida religiosa da nação. Em seu desgosto, Esdras chorou humilde­ mente diante do Senhor e conduziu Ioda a comunidade aò arrependimento fEd 9 a I0|. Muitos judeus divorciaram-se dn suas esposas estrangeiras e foram reinte­ grados no serviço do Senhor. Na Festa dos Tabernáculos, Esdras leu a Lei de Moisés (Ne 7.7 \a B I 2) Os líderes do povo eslaboleoerum uma aliança lJS'e 9.3H a 10.3.9] e prometeram renovar o compromisso de manter a pureza conjugal, observar o sá­ bado e parlii ipar dos cultos no Templo. As cúx unstàni ias da morte de Esdras uno são conhecidas, O registro bíbl íco ter­ mina pouco anles do final de seus dias O seu retraio, tanto nas Escrituras como nas tradições, indica que serviu fielmen­ te junto i om Neemias como Líder do povo dn Dnus durante toda sua vida. A mensagem de Esdras. Ela pode ser resumida em dois tópicos: a despedida das mulheres estrangeiras e a renovação da plena lealdade à Lei de Moisés Sua inslstónda na guarda do sábado, na pureza mornl e no serviço do Templo não é de surpreender. Essas questões íerram defen­ didas duranie ioda a história de Israel O registro bíblico honra Esdras como um modolo de líder cm tempos de refor­ ma. Sua mensagem não é questionada por nenhum dos escritores bíblicos. Pelo contrário, os livros de Esdras e Neemias destacam varias defesas para suas atitu­ des, Ele tinha o apoio do imperador persa, das pessoas justas dc lerusalérn e do Senhor. F. fmpcnrtanle notar que a exigência de Esdras quanto ao divórcio náo era moti­ vada por questões raciais. Os exemplos de Zipora (Êx 2.21,22), Raabe (Js G 25) e Rute (Rt 1,4) deixam evidente que a união mis tu com estrangeiros não era terminan­ temente proibida no Antigo Testamento. A questão em pauta era o casamento interreligioso, e não inter-racial. A mesma pToibiçáo aparece também nn Novo Tes­ tamento (2 Co 6.14 a 7.1). Por que, então, Esdras iusisliu paia que os casamentos mistos fossem dissol­ vidos? Sua situação era desesperadora. Essas uniões mistas enfraqueceram toda a comunidade. As mulheres pagãs tinham deixado Israel, que lutava paru se manter tirme após o exílio, u beira da apostasia total. Todo o programa dp restauração corria o risco de fracassar completamen­ te. Em resposta a essa situação crítica, Esdras sabiamente insistiu para que os homens de Judá se ihvon.iassem de suas esposos estrangeiras. A mensagem de Esdras sobre o divór­ cio não violou o principio bíblico du san­ tidade do casamento. Suas instruções estão em harmonia com a sabedoria de Knilo, que instruiu os crentes dó Novo Testamento quanto u orar pelos Lncredu-

186

ESPÍRITO SANTO los, na esperança da conversão deles (1 Cu 7 17-241. Pelo contrário. Esdras enfren­ tou a extrema situação da comunidade restaurada com uma decisão delicada, porém necessária Nesto sentido. Esdras perm anece como um modelo par a os crentes em to­ das as épocas. Seu zelo pelo reino do Dous linha prioridade sobre todos os outros assuntos. k.K

E S E Q U E . Mencionado em 1 Crónicas 8.39 na genealogia de Saul. da tribo de
Benjamim. Seus filhos são listados como LJlão. leús e Elifelela

ESER. 1. DosCendente de Esaú, filho de Seir d chefe dos horeus (Gn 3R.21. 27, 30: I Cr 1.38. 42). 2. Filho de Elraijn, foi morto junto com seu irmão quando tentavam roubar o gado dos gatitas (1 Cr 7 21). (Veja Elude e Hr rias). 3. Descendente de liur. pai de Husà, da tribo de Judá 11 Cr 4.4).

4. O chole ile um grupo de guerreiros i lu tribo dn Cade que desertaram d < » exér­ cito do rei Saul e uniram-se a Davi, em Zidague (1 Gr 12.9). Esses honiRns foram descritos como «xtremomente valentes: "seus rostos oram como rostos de leões, 6 oram ligeiros conto corças sobre os mon­ tes" (1 Cr 12.8). 5. Maioral da cidade de Mispa. filho de lesua, ajudou a reparar os muros do TerusaJém sob a ilireçáo de Noemiai* liSJe 3.19; 12.42, onde seu nome é grafado Ezer). Eto da Iribo de Levi: provavel­ mente é o mesmo levita que mais larde fez parte do coral que cantou na reinauguraçào de lerusalém. Os muros e a cidade foram destnudos poios caldeus, quando levaram os israelitas para o cativeiro.
PJJ.G.

ESLI. M encionado na genealogia de Lucas, que vai de José o Adão (JLc 3.25). Era pai de Na um o filho dfl Nagal. ESPÍRITO. V e j a Espirito Santo.

ESPÍRITO SANTO
Em ambas as línguas. tanlo ao grego como no hebraico, os vocábulos usados para o Espírito Santo enfatizam sua santidade. No AT. o adjetivn san to antes do subs­ tantivo espírito aparece raramente (Si 5 1.11 ; ls 63-10,11). Em contraste, o NT apre­ senta essa com binação na m aioria dos livros, coroo um nome que ocorre frequentemente, cspecialmeute no livro de Aios. Isso não significa que a ênfase ao Espirito é menor no Antigo do que uo Novo Testamento. As expressões mais frequentes no AT são o Espirito d e Deus ou o Espirito do S en hor, as quais ocorrem numerosas vezes. As palavras gregas e hebraicas para “espírito" revelam um significado duplo: espi­ rito e vento. Por exemplo, “o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” (Cn 12). mas “Deus fez passar um vonfo sobre a terra, e as ãguas abaixaram" (Gn 8.J) Jesus disse a Nicodomos: “O que é nascido dó Espirito, è espírito... o vento sopra onde quer (Jo 3.6,8). Outro significado do termo '‘espírito", nas duas línguas, é sopro, respira» çâo. tanto divina como humana (Io 4.9; 12.10; 2 Ts 2.8) Por todas as Escrituras a e x p r e s s ã o “espírito" e escrita com letra maiúscula, para referir-se ao Espirito de Deus. ou com lulra minúscula, para imiicar o espírito huma­ no. Devido ao fato de que os manuscritos anligos não usavam letras maiúsculas, os tradutores o editores às vezes têm muita dlfic uldade para determinar se o escritor

187

ESPÍRITO SANTO tom mu ínepU* íj espírito de Deus ou o humano (veja por exemplo variações «le Uaduem Atos 1U.21J.

çõd,

O Espírito no Antigo Testamento Na criação
A primeira vez que a palavra "espírito'1 aparece aa Bíblia é do relato da criação, em Génesis. O Espirito • ie Deus. o qual pairava sobre as aguas, é o poder criativo que traz ordem ao caos (Cu 1.2), O sal ruis ia faz eco a esse conceito, quando diz: ‘Pela palavra do Sonhar farum faltos as céus, o toda o exercito doles pelo sopro da sua boro” (SI 33,BJ. Por meio do sopro de Deus. Adfio lomou-.se uinn .ilirwi vivente (Cu 2.7). )ó afirma que 0 Espirito do Senhor o criou e que recebeu vida por maio do sopro do Todo-poderoso [R > 27.3; 32.8; 33.4. 34.14.15). Quando Deus retira seu sopro dos seres humanos e dos animais, eles morrem e retomam ao pó (SI W4.29; E<: 3. 12.71, No vale dos ossos secos, o sopro de Deus entrou lios esqueletos e eles retornaram à vida (Ez 37 1-14)

Como uma Pessoa
A ênfase sobre o monoteísmo, dada pelos escritores do Antigo Testamento, prevalece sobre a doutrina da Trindade. No entanto, os escritores (azem uma distinção entre Deus o o Espuito do Senhor, sem jamais considerar o Espirito como uma mera ema­ nação de Deus Tome, por exemplo, as referências em Gônesis 1.1,2. Deus criou o céu e íi terra, mas o Espírito fio Sonhai pairava sobre nS águas. Deus disse que seu Espírita não contenderia para sempre com o homem (Gn 6.3). Isso significa que os escritures víhiu duas pessoas divinas distintas; ides entendiam que g Espírito era Deus. o qual exercia funções que os escritores bíblicos expressaram em lermos humanos Isso fica bem claro eui algumas passagem. Os levitas oraram: “Deste o teu bom Espirito para os ensinar (os israelitas)" (Ne 0.20). Davi perguntou: ‘Tara onde me irei do teu Espírito7 Para onde higirei dia lua face?" (SI 139-7) v. Isaias escreveu que o povo entristeceu o seu Espírito Santo e Deus (o Pai) tomou-sti inimigo deles (is 63.UM 2: veja também 48.101.

Na profecia
A rimnilfístoção da Espírito é evidente na vida dos profetas, os quais transmitiam ao povo o que o Senhor lhes lidava. Tomavani-.se porla-vozes de Dous, quando o Espírito descia sobre eles. O profeta Isauis declarou que o Espirito do Senhor Soberano estava sobre ele (ls 6 1 .lj. o que foi cumprido plenamente em Jesus (Lc 4.181 Ezequiel reve­ lou que o Espirito o levantou e o levou a lugares e pessoas, numa visão que o mesmo Espírito de Deus Lhe dera |Ez 11). Embora algumas pessoas não tivessem o título de profotu, mesmn assim proferi­ ram mensagens por meio da Espírito Santo O rei Davi pronunciou seu último testemunho poético antes de morrer, quando disse: “O Espírita do Senhor fala por mim, e a sua palavra está na minha boca" (2 Sm 23.2). Quando José interpretou os sonhos de Faraó, este exclamou que o Espírito de Deus eslava sobre o filho de Jacó [Gn 41.38,39). Depois que Samuel ungiu a Saul rei de Israel, o Espirito do Senhor desceu poderosa­ mente sobre» ele e profetizou. Deus o transformou numa pessoa diferente, de maneira

188

ESPÍRITO SANTO que os israelitas jiergunlaram: "Está lambém Saul enhe os profetas?" |3 Sm 311.5-3'}). Essa pergunta íoi repetida quando o Espirito do Senhor desceu auvamontí» sobre Saul enquanto perseguia'Davi sem trégua. O rei tirou suo túnica eprafotfeou í 1 Sm IM.23.2-H. No acampamento de Israel, duranln d Exodd, Deus retirou parte do Espírito que estava sobro Moisés o □ colocou sobre 70 anciãos eles então profetizaram, bem como Eldade e Medude. Quando ouviu sobre isso. o grand* legislador disse qu»- seu desejo ora que o Senhor colocasse o seu Espirito sobre lodo o povo, para que lodos profeti­ zassem |Nm 11.25-29) O proleta Miquéias opôs-se aos falsos profetas nm seus dias. Disse que eslava repleto do Espirito do Senhor, de sua justiça e força. para convencer Israel de seus pecados (Mq 3.8). Moisés é o protótipo do Messlus, pois loi Lonsiderado um profela e revelou o Espírito do Senhor. Ele predisse o advento de CrislD, quando falou ao povo que Deus levantaria um profela como ele próprio, do meio deles (Dl 18.15,38). Além disso, ele repetidamente introduziu a revelação do Senhor com as palavras "disse o Senlior a Moisés" (Nm 8.1.5.23). O Espirito lornava o controle dos profetas o. por meio deles, revelava a palavra de Deus (Ez 2.2: 13.3.8,13,20- Mq 3.8). Os profetas maiores «, por implicação, também os menores, foram inspirados pelo Espirito do Senhor Dous Todopoderoso [Zc 7.12).

Com poder
O Espírilo frequentemente incitava uma pessoa e u enchia do poder, Como aconteceu com .Sansão Uz 13.25). O Espírito do Senhor capacitou Gideão a convocar Israel con­ tra os opressores estrangeiros e venciVlos com 300 homens (veja especialmente Jz 6.34). Elias foi cheio do Espírito de Deus. o qual apareniemenle o transportava parn vários lugares (3 Rs 18.12: 2 Rs 2.16). Quando Samuel ungiu o fillio.de lessé para ser n*i de Israel, “o Espírito do Senhor se apoderou de Davi". Ao mesmo tempo, abandonou Sutil: Deus concedeu ao rei um espírito maligno para atormeutá-Io 13 Sm 16.13.341. O Espírito abençoou Davi com dons musicais e poéticos, capai il0U'0 a ser um guerreiro destemido e deu-lhe uina esplêndida capacidade de liderança. O dom do Espírito não se limitava a lideres e reis em Israel, Na construção do Tabernáculo. Deus separou Hezalel, Aoliabe r outros para realizarem o Irabalho. O Espirito do Senhor encheu Bezalel “dp habilidade, de inteligência, e de conbecimenlo, em lodo 0 artifício'1 (Êx 31.2-4; 35.31). Nos tempos do AT. entretanto, o Espírito não repousava sobre todos d s israelitas e os que recebiam seu dom especial o manti­ nham apenas lemporariomento.

Escatologla
A recepção universal do Espírilo Sanlo foi anunciuda profeticamente séculos antes do derramamento do Espírito uo dia de Pentecostes Iveja Al 2 .17*211 . Deus falou por meio do profeta Joel: “E 'lopois derramarei o meu Espírilo sobre toda a carne, e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos velhos leráo sonhos, os vossos jovens terão visões. Alé sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei -o mou Espírito" (Jl 2.28.29), Joel. porém, não estava sozinha na prndição do fuluro derramamento do Espírilo sobre o povo de Deus. Isaías também íez uma ilustração do Senhor derramando correntes de água sobre terras secas e seu Espu ilo sobre os des­ cendentes de la c ò (ls 4 4 .3 ) . Pot meio de Ezequiel, Deus disse aos judeus do exílio que

189

ESPÍRITO SANTO o Senhor os tomaria de todas as nações e os reconduziria á sua própria terra. Coloca­ ria seu Espirito sobre, eles e os motivaria a obedecei à sua Lei (Ez 31x24-28; 39.29). Dous revelou quo o Messias, quando viesse, seria cheio do Espírito (ls 11,2), o qual também seria derramado sobre o povo «la aliança (Is 12.15: 59.21: Ez 37.14). E esse Espírito permaneceria com os filhos de Deus (Ag 2.5).

O período inteitestamentário
M uito pouco sr sabe, con cern en te ao Espirito, no decorrer do período intertestamentário. No máximo, ouvimos ecos do AT. os quais reforçam n que já loi meuf ionudo. Os livros apõcrifos e pseudepígralos. a assim chamada literatura deuterocanónica, os documentos de Quntrã, e os escritos de Filo e Joseío, nada apre­ sentam de novo. Enfatizam a relação do Espirito com o Messias (l Euoque 02.2; Sir 48.24) e o pedido prios dons do Espirito (2 Esdras 14.22). Os escritos revelam a esperançB pela vinda de inu autêntico profeta II Macabeus. 11.41), porque os verdadeiros não existiam mais (1 Mar.abous, 9.27).

O Espírito no Novo Testamento
As referências ao Espirita Santo são abundantes uo Novo Testamento, especialmente nos escritos de Lucas e Paulo. O ensino do NT sobre o Espirito Santo cumpre as profecias do AT quo predisseram soo advento. As alusões ao Espírito Santo no NT cobrem todo o e s p e c t r o , desde sua Sombra que encobriu Maria na concepção de Jesus (Ml I-J8- 20: Le 1.35). até o chamado do Espírito pelo retomo de Cristo (Ap 22.17), O NT enlatiza o derramamento do Espirito, seus dous, sua obra. inspiração, comunhão e habitação nos corações dos cristãos. A doutrina da Trindade fica evidente no relato do batísmo de Jesus: O Pai revola o Filho, de quem se agrada, o o Espírito Santo desce sobre elo nu forma de uma pomba (Mt 3.16,17; Mc 1 10. Lr. 3.2-2). A fórmula betisma) Irinilária. mostrada na conclusão do evangelho «le Mateus, enlatiza essa mesma doutrina lMl 28.19). No literatura epistolar, os apóstolos ensinaram frequentemente d principio Lrinilariano, tanto no inicio curau na conclusão de suas cartas (veja 2 Co 13.13: Ef 1.2-11; 1 Pe J , 1-3)

Mateus , Marcos e Lucas
Além dos relatos do nascimento, batismo o. tentação da Jesus, ha poucas alusões ao Espirito nos evangelhos de Mateus e Marcos, Comparativamente, o de Lucas está reple­ to de passagens que falam sótore o Espírito, Mateus e Lucas relatam ambos a concepção de Jesus como obra do Espírito Santo |'M t 1.18, 20; Lc 1,35), João Batista thssn ao povo que ele balizaria com agua, mas Jesus os balizaria com o Espírito Santo (Ml 3.11, Mc 1.8; Li 3.161. Antes de Cristo iniciar seu ministério, o Espírito o levou uo deserto para s e i tentado pelo diabo |Mt 4.1: Mc 112; Lc 4 . 1). No evangelho de Mateus, o Espirito do Pai falou por meio dos discípulos (Mt 10.20); em dois relatos de Marcos e Lucas, o Espirito Santo fala por intermédio povo de Deus IMc 13.11: Lt 12.12). D p acordo com os irês evangelhos sinópticos, o pecado contra o Espirita Santo jamais será perdoado, uem nesta vida nem ua vindoura (Ml 12.31.32; Mc 3.29; Li 12.10). Quando J e s u s Inter­ rogou os fariseus a respeito do Cristo, mencionou o Espirito Santo n perguntou "Como. pois. Davi, pelo Espirito, lhe chama Senhor?" [Ml 22.43: Mc '12.361. Quer dizer, o Espi­ rito Santo inspirou Davi a compor 0 Salmo 110 e relerir-se a Jesus.

190

ESPÍRITO SANTO ('i evangelho de Luras lem muilas referências a o Espirito Sanio. Já nos primeiros dois capilidas, os leilores descobrem que o Espírilo ont obriu Maria com sua sombra (Lc 1-35) e encheu Joao Batista, Isabel. Zacarias e Simeão (1.15.17.41.67: 2.25-27). Depois de sor tontado poi Satanás. Jesus retornou ã Galiléia e recebeu o poder da Espirito Santo, que repousou sabre Ele (Lc 4.14.101. Lm:asmenciona que Cristo expe­ rimentou profunda alegria no Espírito Santo (Lc 10.21) e disse aos seus discípulas que o Pai dá o seu Espirito aos que lhe pedem (11.13). Lucas termina sou relata com a palavra qup dirigiu aos discípulos: disse-lhe que permanecessem hoi Jerusalém até (|iie fossem revestidas do poder do D bus, uu seja, com n Espírito Santo (Lc 24.491-

4fos
Ilmu nova dispensação começa no NT com o derramamento «lo Espírito Santa ora Ftentecostes. As palavras que lesus disse sobre o Espírito, o qual babitaria no meia rJe lado o seu povo, foram cumpridas u;i vida das apóstolos e continuam a agir na vida de todos d s crentes liajo. O Filha de Dous predisse que. dentro de poucos dias após a sua ascensão, o batisma do Espírilo Santa faria com que o$ apóstolos fossem testemu­ nhas dele em Jerusalém. Judéia. Samaria e aié os confins da Terra [Al 1.5,8). Essa profecia cumpriu-se no dia de Pentecostes, em Jerusalém, para o pova judeu (At 2 4, 33 38): posteriormente, em Samaria para os samaritunos (8.15-18), e mais tarde em Cesaréia para o centurião romano Cornélio e sua nasa (10.44-47: J 1.15.16: 15.8'|. O ultimo grupo dp pessoas a receber o darramo mento do Espirita loram os seguidores rle João Batista que víviom em Éleso (At 19.1-7J As palavras "cheio do" ocorrem repetidamente em Atos. Por exemplo, diante do Sinédrio, Pedro íoi cheio dó Espirito Santo (Al 4.8). Quando ele e João foram soltos r voltaram para o m eio dos irmãos, o Espírito encheu todos eles (Al 4.31), Semelhantemente., os sete diáconos eram cheias da Espírita Saulo (At 6.31. entre os quais estava Estevão (O.t . 10. 7.55). Paulo também toí cheio do Espírilo Sanlo fAl 0,17; I 3.H), e o mesmo aconteceu uom seu companheiro Barnabé 111.24). Os creutes do .Antioquia da Pisfdla receberam a mesma bênção (At 13.52). Na Igreja primitiva. 0 Espírilo Sanlo testificou por meio da Pnlavra de Deus reve­ lada (At I 16: 4.25). Falou com Filipe (Al 8.20), Pedro (10.19; 11.12). com os lideres da Igreja em Antioquia f 13.2) e com Ptuda (21 4,11). Além do mais. o Espírilo Sanlo confirmou o testemunha dos apóstolos diante dó Sinédrio (Al 5.32) e não permitiu q u e mentissem, tentassem ou resistissem a Ele (5.3, 9; 7 .511 . Simão, o mágico, uão pòde comprar o Espírilo Santo | At 8.19). Pelo contrário, o Espírilo fortaleceu a Igreja (Al 9.31) e aprovou a decisão do Concilio de Jerusalém (15.28). O Espírito enviou a Paulo e Barnabé (Al 1,1.4), mas não permitiu que o apóstolo dos gentios e seus compa­ nheiros fossem a Ásia e entrassem na Mísio (16.6,7). Compeliu Paulo a ir para Jerusa­ lém. mas o alertou de quo muitos perigos o aguardavam IAl 20.22.231 ; o profeta Agabo predisse pelo Espírito Santo que o apóstolo seria preso (21.11; veja também 11.28).

As epístolas paullnas
Através de suas muilas cartas, ftrnlu apresenta uma teologia do Espírilo Santo muito mais desenvolvida do que u de qualquer outro escritor do Novo Ttestamepio. Ensina sobre o relacionamento do Espírito Santo com o Pai e com o Senhor Jesus Crislo. Instrui d s cristãos sohre a obra. os dons. 0 poder e a prespnya do Espirito Santo. Em cortas capílulos das epístolas o apóstolo desenvolve sua teologia do Espírito Sauto 191

ESPÍRITO SANTO

(Rm 8. I Co 2: 12: 2 Co 3: GJ 5). Essas seleções. entretanto, devem ser esludadas dentro do contexto das cartas paulinas. 1. O Espírito de Dr-as. Paulo mencionou o Espirito de Deus primeirarnenio em ^uas epístolas ãs igrejas de Corinlo e Êleso, Destacou que o Espirito do Sonhar revela sua sabedoria aos crentes, faz com quo sejam sensíveis às verdades espirituais e lhes dá a habilidade do ter discernimento espiritual (i Co 2.10-14J. Informou aos seus destina* lários que o Espírito Santo habitava neles, porque eram lemplo de Deus [Rrn 6.9, 11. L Co 3.16: 6.191; Juntos. lormavam uma bahiiação onde o Espirito do Senhor vivia (Et 2.22) e, como autênticos cristãos, adoravam a Deus pelo Espirito (Fp 3.3). Foi o pró­ prio Deus qupm deu o Espu-itu ao seu povo (1 Ts 4.8). Em outra passagom. Paulo disse aos i oríntio* quo eram uma carta de Cristo, escri­ ta não com tinta, mas com i» Espírito do Deus vivo. Essa missiva era a tábua do cora­ ção dos homens (2 Co 3.3) Peio poder rio Espírito que habitava nele, o apóstolo 1 ‘oi capaz de aconselhar as pessoas sobre prohlemas conjugais e falar com a confiança que o Espuilo lhe <java | 1 Co 7.40). Nenhuma pessoa ern quem o Espírito de Deus habita pode amaldiçoara Cristo. O crenti? confessa que Jesus é n Senhor, por meio do Espírito Santo 1l Co L2.3). 2 O Espirito v Jesus. Muitas vezes Paulo não loi claro, ao distinguir entre o Espiri­ to do Senhor Deus e o Espírito do Senhor Jesus Cristo. As palavras "o Espirito do Senhor" podem referir-se tanto ao Pai como ao Filho: Paulo descreveu o Espirito como "o Espuilo de Deus”, "Espirito do Senhor", “Espirito de Cristo”. '‘Espírito de Jesus”, ou simplesmente “o Espírito". O contexto muitas vezes dá ao leitor um entendimento dessas passagens. Para ilustrar, em Rorrumoí» 8.9. o apóstolo disse: ''Vós. porém, não estais na uirne. mas no Espirito, se é que o Espirito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espirito de Cristo, esse tal não ê dele". Paulo declarou que o Espi­ rita de Deus iluiu por meio de Cristo para d povo de Deus e o mesmo Espírito imana­ va tanto de Deus como de Cristo. ,Ambos, o Pai e u Filho, fnzem com que o Espírito Santo habite uo coração o ua vidu dos crentes. De maneira similar. Pauln escreveu aos Coríntias: "Ora. o Senhor é o Espírito, e onde está o Espírito do Senhor at há liberdade" (2 Co 3.1 7). O contexto desse versículo mostra que Moisés colocou um véu sobre o rosto, para evitar que o povo visse a glória de Deus se desvanecer da sua face Iveja Êx 34*33-35). Paulo explicou que ele e os demais crentes refletiam a gloria do Senhor, pois eram Iransformados na imagem de Cristo (2 Co 3 tM J. Assim, transmitiu a informação de que falava sobre Jesus e que Cristo operava por moio do Espírito 3 A ubro do Espírito. Paulo declarou que o Espírito de Deus, que ressuscitou lesus dos mortos, vivia nos crentes e assegurava-lhes que lambem ressuscitariam (Rrn 8.10.1 11, O Espírito Santo opera uo coração dos cristãos, quando se arrependem das obras pecaminosas: /o mo filhos de Deus, são guiados pelo Espírito. O próprio Espíri­ to afirma o fato de que Deus tom adotado os crentes como seus filhos (Rm 8.13-113). A obra do Espirito é evidente nos crentes que são chamados as primícias da colheita vindoura (Rm 8 .2 3 1 - Em adição. Paulo disse ao povo de Deus que o Espírito intercede por eles e os ajuda em suas orações. Eles mesmos não sabem como orar adequadamen­ te: poi isso. 0 Espirito intercede pelos santos segundo a v o n t a d e d o D«us (Rm 8 . 2 6 , 2 7 ) O Espírito Santo e o instrumento por meio do qual os cristãos são abençoados com a justiça, paz e alegriu (Rm 14.17, Gl 5.5; 1 Ts 1.6). Ele é a Iotite de amor. esperan­ ça e poder (Rm 15,13,16.19). Ele os santifica, por meio do novo nascimento e da rege­ neração (Rm 15.16: Tl 3.5). tem comunhão com eles (2 Co 13.13; Fp 2.1), fortalecelhes a íé (Eí 3.16.17) e os sela em Crislo (El 1.13).

192

ESPÍRITO SANTO 4. O s donsúspirítuais. Paulo frequenlemenle enumerava e explicava os doas que o Espírito Santo concede aos crentes. Em sua carta aos Romanos, especificou os dous de profecia, serviço. ensinu, exortação, contribuição, administração e misericórdia (Riu 12.6-8). Essa Lista não é exaustiva, porque, ao escrever aos coríntios. Paulo va­ riou e acrescentou Registrou nove dons: sabedoria, conhecimento, té. uui<<. operarão de milagres, profecia, discernimento de espíritos, línguas e inlerprelação de línguas (I Go 12.8-101. os quais podem ser relacionados em três categorias: 1 Pedagógicossaljedoria e conhecimento; 2. Sobrenaturais: le, mi lugres- e cmn; 3, Coanm iruth™ . profecia, discernimento fie espíritos, línguas • ? suo interpretação Esse catálogo tem uma variação uos iíltimus versículos de t Coríntios 12. Ali Paulo euumefM os dons apontados por Dous: apóstolos, proletas e mestres. Depois destes lrês. ele menciona os de operar milagres, curar os enfermos, servir, administrar, íaiar em línguas e interpreta-las (vv.28*301- Em outra epístola, Paulo menciona os dons que são indica­ dos par Cristo: apóstolos, protelas, evangelistas, pastores e mestres (Ef 4.11). Km vez de mencionar os dous do Espírito, na epístola aos Gaiatas Paulo cita as nove virtudes como o fruto do Espirito: amor, gozo. paz. longanimidade, benignida­ de. bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio ÍGI 5.22.23). A diferença entre os dous i! o fruto é que um é adquirido por meio de doação e o outro como resultado. Quer dizer, o Espír ito Santo atribui um dom especifico a um crente, mus u obra do Espírito dentro do cristão produz um resultado na forma de virtudes espirituais 5. O Espirito e a Lei. Em algumas do *uas cartas (Rm. 2 Co e Cl|. Paulo falou que o Espírito liberta da escravidão da Lei Mó contexto, ele dirigia sua mensagem aos ju­ deus convertidos, eutre outros, que eram mais influenciados pelos judalzant.es, Sua mensagem básica era a liberdade da lei do pecado e morie por rneio da obra do Espírito Santo (Rm 8.2. 5-8; 2 Co 3.0, 17; Gl 3.2-5; 5.3-5). Isso não quer dizer que, ao abolir o legalismo» Paulo promovia urna forma de antinomia. Peio contrário, ensinou que a lei do Espirito de vida é a liberdade (Rm 8.21. que o amor é o cumprimento da lei (Rm 13.8-10; Gl 5.141 o que o crente é guiado pelo Espirito que nele habita (Gl 5.1». 25). 6. O Espírito e o batísrtio. Em I Coríntios 1 2 .1 3 , Prtulo d e c la r o u que "todos nos fomos batizados em umso Espirito, formando inu só corpo, quer judeus, qunr gTcgos. quer servos, quer livres; e a todos nos íoi dado beber de um só Espírito” O apóstolo enfatizou a palavra todos, paru indicar que pessoas de todas as áreas, raça ou condi­ ção social estão incluídas. Enfatizo a universalidade do corpo de Cristo, isto é, a Igreja. Em ambos os textos e contextos, indicou que falava de maneira figurada sobre o batismo e beber de um só Espirito, sem dar nenhuma indicação de pensar nus ordenanças do liatismo e da ce/n do Senhor. Aqui, Pa ui o não faz uma alusão ao balismo uas águas e à comunhão, O desenvolvimento de 1 Coríntios 12.13 sugere que ser batizado significa que o indivíduo se toma um membro vivo da Igreja, após a c o n v e r s ã o . Quando acontece a regeneração espiritual, a pessoa passa a pertencer ao Corpo de Cristo, isto e, a Igreja. Náo é a observância externã do bfitismo uas aguas, mas a transformação iulema, por rneio do Espírito SanlO, que leva o crente a comunhão com Jesus. Além disso, o verbo grego Uo lempo aorislo, traduzido como “foi dado beber”, indica uma ocorrftncia úni­ ca. Se esse verbo estivesse relacionado com a Ceio do Senhor, como alguns sugerem, seria algo contrário à instrução de Paulo para manler a observância dela conslanteniento, até a volta de Cristo ( I Co 11.25.26).

193

ESPÍRITO SANTO

0 Evangelho de João e 1 João
1. O Evangelho de João. Em muitos capítulos do seu evangelho. João referiu-se ao Espirito Sanlu e rugistrou as palavras de Jesus concernentes a Ele. Mencionou o balisiihj de Jesus, sobna quem o Espírito pousou na lorma de uma pomba. Notou que João Batisto, quo balizava com água, revelou que Jesus balizaria t;om o Espírito Santo (Jo 1.32.331. Deus deu 0 Espirito a Jesus sem medida (Jo 3.34). lesus rlisse a Nicodemos que era necessário nascer de novo antes de se fazer parle do reino de Deus. Cristo afirmou: "Aquele que não nascer da água e <lo Espirito, não pode entrar no reino do Deus. O que é nascitlo da carne, é carne, mas o que ê nascido do Espírito, ó espírito” (lo 3.5.61. João usou a palavra grega prwumn com dois sentidos diferentes: vento e Espírito. O mistério da movimentação do vento é similar a ser nascido de novo do Espírito (Jo 3.8). O Espirito õ a fonte de viria (Jo 6.63) e ela é comparada às fonles de agua viva quo. espiritualmente falando, fluem do interior do creme (7,38.39). O discurso do despedida de Jesus, proferido no cenáculo, enfatizou o advento do Espírito Santo Ensinou que Ele seria dado pelo Pai e permaneceria para fièmpro com a crenle. Seria outro Consolador, uma Pessoa que personificaria a verdade (Jo 14.16.17). O Consolador sairia do Pai, seria enviado pelo Filho i: testificaria sobre Jesus (Jo 15.2f>). O Consolador também convem «ria o mundo do pecado, da juslica e do juízo (Jo 16.71 11 . O Espirito guiaria o crente em toda a verdade, proporcionaria a revelação lulura e glorificaria n Jesus Cristo (Jo 16.13-15). Por último. em antecipação ao Pentecostes, Jesus soprou o Espírito Santo sobre os discípulos, para auxiliá-los nu tarefa que rece­ beram dele (Jo 20.22). 2. J Jtíâú. «A s referências ao Espirito Sauto nesta epístola náo diferem muilo da­ quelas do evangelho de João. O Espírito ciado aos crentes cria nos mesmos uma cons­ ciência de que o Pai vive neles, por moio do Filho (1 Jo 3.24: 4.13). Gomo os cristãos são capazes de roconheoer o Espirito cie Deus? Eles o conhecem pelo reconhecimento de quo (esus Cristo veio de Deus em lorrua humana; eles ouvem a Deus ( l [o 12. 6). O Espírito ria verdade testifica que Jesus é o Filho de Deus ( t Jo 5.6-8]

O restante do Novo Testamento
I. Hebreus. O escritor da carta aos Hebreus ensinou sobre a doutrina da Trindade espec;ialmente com respeito à revelação de Deus. Embora Davi tenha composto o Salmo 95 e Jeremia* tenha registrado uma profecia sobre a nova aliança (Jr 31.31-34.), suas palavras (oram proferidas pelo Espirito San lo, dirigidas aos leitores da carta aos Hebreus (Hb 3.7; 10.15). No tempo determinado, o Espirito revelou que o perdão dos pecados por meio do sangue de animais terminaria (Hb 9.8. 141, Além disso, o escri­ tor da carta falou sobre os pecados cometidos contra 0 Espirito Santo (6.4-6: 10.29) Declarou, porem, que o povo da Deus é recipiente dos dons que o Espírito Santo distribui ontre eles (2.4). 2. As curta* fie Pvdro r ludtm. 1 Pedro tem cinco leforênrias ao Espirito Santo (1 Pe J.2.1 1.12: 3.18: 4.14). Juntamente com o Pai o o Filho, o Espírito é o que santifica os eleitos de Deus 11.2). O Espírito predisse os sofrimentos de Cristo e a glória subsequente II.111.0 Espirito guiou e nontinua a dirigir os que pregam o Evangelho da salvação (112). Enquanto em outras partes do NT é ensinada que Deus. o Pai, ressuscitou Jesus dos mortos, Pedro, em sua primeira carta, declara que Cristo foi vivificada pelo Espi­ rito (1 Pe 3.18. cf. Rm 8.1 1). Na verdade, toda Trindade esteve envolvida na ressurrei-

194

ESTAQUÍS çân. Assim cimio u Espírito eslava com Cristo, assim Uinibóm o Espírito da glória repousa sobre Iodas as pessoas quo sofrem poT cousa de |esus Í1 Pe 4 .14|. 2 Pedro lem apenas uma referêncio uo Espirito (L21). Pedro escreveu que as pessoas que compuseram as Escriluras foram dirigidas pelo Espírilo Santo. Rara es­ crever o AT e o NT, o Espirito usou seres humanos, com seus talentos e percepções, suo* rnruCtetisLíeas e seu treinameulo. Ao fazer isso, o Espirito os guardou rio pecado e do erro. Judas revelou que as pessoas que estavam determinadas d dividir a igreja e eram levadas pelos seus desejos carnais careciam do poder do Espírilo Santo dentro delas íjd 19). Os verdadeiros crentes, contudo, fortalecem a fé, quando oram constaniRmcnte no Espírito Santo (v. 20). 3 A poralipsè. O último livro do NT lem numerosas passagens que lalum sobre o Espirito Sanlo. Na ilha de Palmos, João estava d o Espírito, tanto oo dia do Senlior como ik> momento em que olhou utracês de uma porta aberta no céu (Ap 1.111; 4.2). Posteriormente, íoi conduzido pelo Espírito uo deserto, para uma grande e alta mon­ tanha (17.3; 21.10). O Espirito dirigiu-se às sete igrejas na Ásia Menor e todo o que lem ouvidos é exortado a escutar (Ap 2.7,11,17,29: 3.6,13.221- O Espúito Santo acres­ centou à bem-aventurança: “Bem-aventurados os mortos i|ue desde agora morrem no Senhor" as palavras : “Sim, descansarão dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanharão' (Ap 14.131, Por último, junto com a Igreja de Jesus, o Espírito Sanlo dirige-se a Crislo e diz: “Vem" (22 17),

Conclusão
O Espírilo Sanlo desceu sobre Tesus Crislo na forma corpórea de uma pomba (Lc 3.221 6 como labaredas de Togo sobre as pessoas reunidas no dia de Pentecostes, em Jerusa­ lém (At 2.31, É 0 sopro de Deus tanto Da criação como na recriação (Sl 33.6; Io 3.8|. O Espirito Sanlo trabalhou na formarão das Escrituras e agora se empenha em sua aplicação. Ele literalmente levantou os escritores do Antigo e rio Novo Testamento ^ os guiou enquanto escreviam cada palavra «las Escrituras (2 Pe 1.20,21). Ele fala com as pessoas por meio tias Escrituras IAt 28.25; Hb 3.7; ít.8; 10.15). A Palavra de Deus é a espada do Espirito IEl 6.17). Para os ©islãos, o Espirito á o Consolador que coloca sen selo sobre eles, como si uai de propriedado (2 Co 2.21). Ao mesmo lempo. os <rentes lêm a cerleza de qun o Espirito é a primeira provo das bênçãos ainda maiores e melhores esperadas por eles (2 Co 1.22). Ele é como o orvalho que desce invisível sobre a Turra, embora B X ib ã resultados visíveis. Deus abençoa seu povo por rneio do Espírito Santo e concedellies a bênção Irinilária tia graça de Crislo, do amor dn Duus e da comunhão do Espi­ rito Santo (2 Co 13.13). s .j.k .

ES POS A DE POTIFAR, A. Para mai­ ores detalhes, veja Palitar. Esta mulher, cujo nome não é mencionado, truiou se­ duzir José, o qual ocupava uma posição de confiança na casa do seu senhor. O jovem recusou-se < j deitar-se com ela e a cometer tal pecado contra Deus; a mu­

lher então o aiTmou falsamente de tenlai aproveitar-se dela à força. O marido, ao ouvir essas acusações leilas pela esposa, mandou |osé para a prisão (Gn ;i9.0>-20).

ESTÁQUIS (Gr, “carro de grãos"). Cha­ mado de “meu amedo" por Paulo, para

195

ESTEFANAS significar que se tratava tle um amigo muito querido. Vivia em Roma e fui saudado pelo apóstolo cm Romanos 16.9. O reconhei imento pessoal de Paulo e o cui^ dado que tinha com os irmãos de dife­ rentes igrejas é algo que deve ser notado ria maioria de suas cartas. ESTEFANAS (G r.eoraa"). Cristão bom conhecido nu Lgreju em Corinlo; ele e sua casa luram os primeiros convertidos na província da Acai a (1 Co lfi.151 e eram conhecidos pela devoção com que servi­ am outros cristãos na igreja. Paulo exor­ tou os CDrínlios a tor estima ò família rle Esfcíânas, que trabalhava Ião diligente­ mente no serviço Cristão. Sabemos .que Esléfanas ír> i balizado por rriuJo. Ao que parece, algumas pessoas na igreja uni Corinto dividiam-so om grupos Bm torno dos figuras proeminentes. Talvez algumas dessas divisões fossem causadas pelo orgulho que sentiam peio líder que as balizara. Riulo afirmou que havia balizado apenas três pessoas. entre as quais EstefanâS. O apóstolo argumentou que u unidade cristã estai centralizada no Evan­ gelho do Crislo crucificado e não em quem balizara alguém II Co l . J 6.17.23). Esléíanas é m encionado em l Cofintios Ui .l 7 . l H junto com Fortunatoe Acaico. Tais homens eram "dignos de reconhet imento" pelo serviço prestado ao Senhor, principalmente por lerem levadu noticias da igreja em Corinto a Paulo, quando este sé encontrava em Éleso. Tal­ vez os trés tenham sido os portadores da carta dos cristãos coríntios oo apóstolo e. no regresso, os condutores da epistola que conhecemos corno 1 Corintios. O serviço liei deles era "um refrigério para o espiri­ to'* de Paulo. Esse e um aspecto regular em suas carias: reconhecer os cristãos que tinham um ministério de encorajamento.
1 U 1 .0 .

2. Maacatila; também da tribo de Judã e filho de Hodias (1 Ct 4.19). E S T E R Também conhecida como Hadassa. era uma jovem judia, da Iribo de Benjamim, cujos pais morreram na época do exílio babilónico Foi criada por urn primo, chamado M orde cai (Et 2.5-7). Es­ tavam entre os judeus que habitavam na fortaleza de Susâ. sob o rei nado de Assuero fXerxes), A vida de Ester mudou quando a rainha recusou-se a mostrai sua beleza durante urn banquete oferecido pelo rei. Devido u essa atitude de rebelião, Vusti foi banida da casa real e inii. iou-.se a procura por uma jovem bonita e virgem, que ocu­ passe seu lugar. Depois de doze meses de tratamento de beleza e treinamento, Ester foi eleita pelo rei corno a mais linda jo­ vem entre Iodas os que foram apresenta­ das: escolhida como a nova rainha, não divulgou, contudo, sua origem judaica. Ester floresceu em sua nova posição, assim como seu p rim o Mordecai. Sua fé, entretanto, foi Tealmente provada quando o primo aproximou-se dela e IransmiliuIhe a sentença de m o rle ile seu povo. Ele descobrira um complô organizado por Hamã. um alto oficial do rei. para aniqui­ lar os judeus e sabia que somente Ester era capaz de ajudar a salvar o povo de Deus. Hamã persuadira Assuero u assinar uma ordem que decretava o massacre dos judeus. Ester seria obrigada a tomar uma decisão. Arriscaria sua própria vida, se procurasse o rei se.m ser convidada, ou prrrinaneceria nm silêncio e comprometeria a vida de todos as judeus. Mediante a ex­ pressão: "Se eu perecer, pereci’ . tomou a decisão de talar com o rei. Com todos os judeus de Susâ unidas em oração e lejum, Ester buscou a ajuda do marido contra Hamã. No final, o inimigo dos judeus foi onforcodo por ordem do rei e, embora o decreto original não pudesse ser revoga­ do, Assueru deu unia permissão especial aos judeus para se defenderem coutra o immente massacre. Assim eles fizeram foram sal vos (Et T a 9).

ESTE MO A. 1. Seu pai era fsba e seus avós eram Merede e Bi tia, fil ha do. Fíiraó (1 Cr 4.17). Era da Iribo de Juda,

196

ESTÊVÃO O cuidado fie Deus, alé mesmo no exílio e sob mu governo pagão, c visto darameme na maneira como usou Ester e Mordecai para preservar seu povo. Os dois primos prestaram sous serviços uo rei Assuaro o a Deus tom fidelidade e honra, é conquistaram assim o respeito de todos (veja Mordecai, Vctstí e H<miã)
S.c.

ESTÊVÃO (Gr. "riqueza" ou “coroa"). É um ilos personagens mais proeminentes do Novo Testamento. O seu discurso é o mais longo do livro de Atos [Al 7.2-531 . Sua vida e trabalho são destacados nm Atos (> *? 7, embora sua perseguição e morte sejam mencionadas mais tardn em Atos Ll.lt); 22.20.. Estêvão chegou a proeminência nos primeiros dias da Igreja cristã, quando a comunidade se desenvolvia e experimen­ tava os problemas e as dificuldades c o n s ­ tantes, Uma das tensões surgidas foi em c o r u s o q u ê m ia ria acusação de que as viú­ vas de origem grega eram esquecidas na distribuição diária de alimentos (Al 6. 1). Como resposta a essa critica, os doze apostolos reuniram toda a congregação, apresentaram abertamente o problema e propuseram uma solu ção razoável' "Escolhei, irmãos, dentre vós, sete ho­ mens de boa reputação, cheios do Espiri­ to Sanio e lie sabedoria, ao.s quais constiluamos sobre esle importante negócio. Mas nós perseveraremos ua oração e no ministério du polâvra" |Al 6.3.4|. Essa proposta recebeu a acei tação geral de toda a comunidade e foram escolhidos sele ho­ mens de reputação Irrepreensível para lidar com a situação. Dois dos principais nmmbros destn grupo foram Eslèvão e Filipe. Quando o problema foi contornado, a Igreja em Jerusalém experimentou um cresi iniento extraordinário: “De sorte que crescia a palavra de Deus, e em Jurusnléin se mulliplicava rapidamente o nu­ mero rios discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia ã lé" (Al 6.7).

Conforme Lucas esclarece, Estêvão estava profundamente envolvido eui todo esse crescimento, especialmente: na ex­ pansão da Igreja de lerttsalém para Antioquia IAI 0.1 a 12.25). Lucas dedica urna < .onsiderávei atenção ao lestemunho de Estêvão (6,8 a 7 isij), descrevendo em detalhes sua prisão (0.8-15), sua brilhan­ te "defesa" f7 1-53) e seu martírio (7.5460). Eslêvão náo somente era um homem prático, hábil em lidar com a administra­ ção da Igreja e a obra social, mas também interessado na pregação do Evangelho aos outros. Sua mousagem era acompanhada rle maravilhosas demonstrações do poder de Deus. que lhe davam condições de operar “prodígios e grandes sinais entre o povo" (At H0). Isso dava 5 sua palavra urna notável credibilidade, mns também suscitava a oposição dos judeus conser' vadores, preocupados com o d o v o movi­ mento criâtãa. e invejosos por causa da evidente popularidade de Estêvão e do seu carisma. A despoito da oposição, seus inimigos não "podiam resistir ã sabedo­ ria e ao espirito com que ele lalava" (Al 6.10). Determinados a atacar e enfraque­ cer seu trabalho, instigaram uma campa­ nha sub-repfícia, ao fazer graves acusa­ ções contra Estêvão o alegar quo blaslemava "contra Moisés e conlru Deus" (At 6.11). Ao mobili/.Hr as multidões contra ele e usaras alegações de ialsas testemu­ nhas. asseguraram que íosse preso, a fim de anular seu radiante testemunho de Cristo p transformá-lo em algo sinistro e hostil à Lei mosaica 16.14). O lato Inegá­ vel, entreianlo, é que Eslêvão manteve sua compostura dian le do Si nedrio, e seus Inimigos reconheceram sua santidade: “...fixando os olhos nele, viram o seu ros­ to como o mato de um anjo" (At 6.15). O discurso de Eslêvão diante do Sinédrio é uma memorável rei^pitulação da história judaica e uma defesa ousada da lè cristã diante de seus acusadores. Foi questionado pelo sumo sacerdote se as acusações feitas r.outra ele eram verda*

197

7. Essa revisão histórica é seguida pela repreensão por manterem a mesma alitudo com relação ao advento de Crislo (7. Realmeule.31 a 21 1. 13.35): de futo. O sermão realmente nos oferece uma “teo­ logia bíblica” — um exame do Antigo Tes­ tamento a luz do advento de Cristo. cf. Dous fizera promessas maravilho­ sas o Abraão. ir>.44-50). Mos­ tra ufa trisie quadro de constan tes escorregões por parle do povo du Deus o aponta a rejeição deles ao Messias pro­ metido. e mudar os cosi umes que Moisés nos deu" (At 6. Numa explosão de fúria. la) e pela disper­ são da Igreja de Jerusalém.ESTÊVÃO (leiras ou falsas. 22.39-431.3538). 27. cif. cl.4450). e a sujeitarão à escravidão.210) a segunda a Moisés (Al 7. a providência divina foi vista em seu nas­ cimento I7. o qual lamentavelmente caiu em ouvidos sur­ dos. o Senhor. Eslêvão tez um relato da história sagrada desde Abraão e lalou dn maneiro como Deus lidou com o grande antepassado do povo da aliança (7. cí. onde permaneceu alé a morle de seu pai (Al 7.2-81 O Todo-poderoso falara uom o patriarca e Lhe dera direção para ir à lerra da promessa lAt 7. 35.13. em obediência ò voz divina. A parle final (la revisáu hislórica lida com o contraste entre o Tabernáculo e o Templo (Al 7.d Gu 12. em favor dc urna visao dinâmica do povo de Deus durante a peregrina­ ção. apesar da idolatria de Israel desde a época do cativeiro (7. e. apesar rle naquela época ainda náo lei1um filho (At 7 . cf.8: etc. A resposta de Estêvão nõo representava uma tentativa de se livrai da perseguição nu do sofrimeulo: pelo contrário.17-41): e a terceira ao Tabernáculo e ao Templo (7.51-531. assim. lb-4|. I\)i«* o ouvimos dizer que esse Jesus de Nazaré há de destruir esle luxar. e Jacó aos doze pa­ triarcas" (At 7.6).13/141.4.14).8. como o trágico clímax de uma longa história de apostas ia e desobediên­ cia (7.1). Tanto um como o outro foram vitimas de inveja e rejeição nas mãos do povo (At 7.). em seu <omifisionamenlD (7.18. Dous usou Moisés como ‘prín­ cipe fc Juiz'’ de seu povo IAl 7. pela resposla furiosa do povo.1.30-34) e no Livramento do Egito (7. Gn 37.5 .3. Eslêvão claramente se opôs □ uma visão estática da vida de Israel.8. Isaque gerou a Jacó. sob a liderança de Moisés.14: Èx 3.15. a mal tratarão par quatrocen­ tos anos” (At 7. Estèváo m orreu ua presença do Saulo de 198 .14: 3.54 a tí. Gn 21.10-141. Tinham afirmo do ruido­ samente: “Este homem não cessa do pro­ ferir blasfémias contru este sanlo lugar e a loi. cf.23-20). Gn 15. Gn 17. em conse­ quência da perseguição resultante |0. Dou>dis­ se a Abraão: "A lua descendência será pe­ regrina em lerra alheia.13.t: 17. em sou tempo uo destírlo (7. no tempo determinado 'Abraão gerou a Isaque. onde eles o adorariam (At 7. era um cha­ mado ao arrependimento e a fé.2. saiu de th’ e estabelecei i-se em Harã. ao apedreiá-lo 17.51-531. Acusou sua audiência de traidores e assassinos do “Juslo" (Jesus Crislo).12). contudo. A repreensão no final foi umo tentaiiva de fa/er com quo os judeus enca­ rassem sua dureza de coração e a rebe­ lião que m antinham contra o Espírito Sanlo (7. A des­ peito disso. arrastaram -no para fora da cidade e o apedrejaram alé a morte (7.7.7). Semelhantemente. 15.1.4). Depois i le pedir que prestassem aten­ ção ao que tinha a dizer (Al 7.17-22J. eles o aiacaram.11: Èx 2.2-531.54.9. Era nesle contexto do aliança que 0 rilual da circuncisão precisava ser en­ tendido (At 7. Gn 1. foi umn magnífica confissão dp sua fé em Cristo contra 0 pano de lundo do tratamento dispensado por Deus ao povo da Aliança através da história. a história rle José foi contada para lembrar a providência de Deus ao povo e preparai o cenário para a narrativa do poderoso livramento do Êxodo. cf. jul­ garia seus opressores e levá-los-ia em se­ gurança ã Terra Prometida. O discursa lem três parles principais: a primeira refere-se aos patriarcas (At 7. e o circuncidou ao oitavo dia.58). Gn 12 1-31 Abraão.5: 15.

0 outro é o lato de que a vida de Estêvão es­ lava claramente sob o tolal controle «lo Espirilo Sanlo. um obreiro eíetivo e um nobre mártir.2-53) cia hoje. são martirizados mais cristão*1 do que em qualquer nutra época da era cristã- ES TÓ ICO S. quando.gregas da época de Paulo. cora­ joso e Lemperanle.5). Deus O heroísmo e . que está em pé à direita de Deus” (Al 7. a alma tem oito elementos: os cinco sentidos. a última era a mais importante. 23.h . olhou para o Senhor par/i a vindicação finul. não sujeito a julgamentos baseados no calor das circunstâncias. Assim.1-21. nu entanto. A vida tinha três dimensões: a contemplativa... A felicidade consistiu na virtude e numa disposição de harmonia. A prnoi. ugiu como seu Senhor. entre as três. Os estóicos honravam os deuses. cf. em seu poderoso testemunho de Cristo (6. o ética e a lógica. Essa filosofia e rosa para com os inimigos — tudo isso detalhada no livro de Diógenes Laércio A faz dele um modelo digno de um discí­ vida dos filósofos eminentes. pulo fiel. Os estóicos dividiam sua filosofia em Lrès partes: a consideração dos objetns físicos. Dois outros elementos também são no­ tados. O apóstolo oncontrou-se rom essa tradição em Atos 17. Falou a verdade em sou julgamento IAI 7.upação deles com a ética tambéin linha muito que ver sobre as paixões humanas e seus im­ pulsos. Sua história leni grandif relevân­ d . Estêvão viveu. 8. Paulo tomou-se cristão (9.as registrara as pa lavras de lesus: ‘‘Digo-vos que todo aquele que me confessar diarite dos homens tam­ bém o Filho do homem o confessará liiante dos anjos do Deus” (Lc 12.5 1-5. L<. O bomem sá­ bio de maneira alguma é vão.401 t? entregou seu espirito (Al 7.2-23).1-19. O obietivo da vida era viver em harmonia com a natureza e fazer boas açóes.60: cf. o “protomártir”. Esta entrega recebeu uma ênfase cristocênlrica em Atos. A emoção eiru vista como o resultado rio julgammtos anteri­ ores.141 . ó homem precisa ser prudente.8s ct Mt 10 32s). e o Filho do homem. Seu pedido foi concedida f.37|. Jo 18. recebe o meu espírito" (At 7. na presença de Deus. a pratica e a racional. Estevão. ele i'xid-±iaou "Olliail Eu veja os léus uhertns. Uma das muitas escolas fi­ losóficas .l por volta de 300 a. a fala.. 0 Filho do homem.i coragem de Estêvão ora u razão inerente na matéria. Em seu primeiro livro. o que a razão nos leva a fa­ zer. tomo 7. A morte de Estêvão provavel­ mente loi um dos “aguilhões" que o leva­ ram a Cristo (26.C.3.59). Lut. oferecium-lhas ora­ ções i: pediam boas dádivas a eles. clamou em voz alta (Lc 23. 22. Um ó o testemunho de Estêvão.18. como verdadeiro discípulo. a qual é particularmente surpreendente: “Senhor Jesus. Esse pflpel do Espírito é evi­ dente em sua indicação (Al P. sofreu e morreu por Cris­ lo. Posteriormente. em suas obras podeiosas e s mais miraculosos (6. Lr 23 46.60.59. o qual "também.ESTÓICOS Tai's<). 26. O amor era expresso em amizades profundas. SI 315). no presente século.C. Vários aspectos são notados aqui. no momento da morte. Conforme sua doutri­ na. reivindicou ousadamente essa promessa e pediu a lesus. os quais falavam da unidade da hiunanidade b o «eu parentesco com o elemento divino. mas o homem sábio vive sem emo­ ções. Seus proponentes eram panlefelas.10). de ma­ neira que o mundo era ordenado pela ra­ diante dos oponentes o sua atitude amo­ zão e pela providência.56). o intelecto e o que é ge­ rado por ela própria. 199 .341. O movimento foi funda­ do por Zenãu (340 a 265 a.8) e em seu discurso corajoso diante do Sinédrio (7. Estêvão diante de seu martírio. Pri­ meiro.3: cf. que o reconhecesse no céu. consentia na morte dele” (7. Tam­ bém buscavam a excelência.1).9. justo. isto é. per­ doou seus agressores IAI 7. Eram dominados por uma preocupação com a razão e a» ques­ tões relacionadas com o estado do mun­ do.

ho­ mem canhoto'.42).|[z 3. 17).ESTOM ESTOM.7). Filho de Hela. Kei deSidom.41). ocasião em que conquistou uma grande vitoria. vivia era Ror. ÊUBULO (Gr. 5. serviu no ministério do Tabernáculo uo reinado de Davi ( I Cr 6. A pnz foi restaurada e durou f)0 unos (Jz 3 16-30). filho de Gera.11. o conh ecim ento du Salomão foi considerado ainda maior do quo o de todos nles juntosf I Rs 4.3)* 2 . sob as roupas. 1. entretanto. 3. 1. 16). O texto não deixa claro alé qué ponto a adoração a Deus loi restabelecida em Israel.ds do que lodos os que fo­ ram antes dele" 11 Rs 10. pois no mesmo capítulo o apóstolo declara melancolicamenb: que "ninguém me assisUu na ruinha primeira defesa. quando transgre­ diram. Os papéis se inverteram o Israel subjugou Monbe.21). Filho de Zima. "de bom conselho'"). o Se­ nhor deu-lhes paz duranie lodo o tempo de vida de Eúde. pai de Ada ias e ancestral de Asafe. ETÃ. a qual escondeu jumoà roxa direita. "comBaal").il.irihos. Deus permitiu que Eglom.151. da tribo de Juda 11 Cr 4. membro do clã dos merari las II Cr 6. um dos indicados por Duvi para cantaru tocar os dmholus rio bronze tpjonriu a Arca da Aiiançu íoi levada para Jeru­ salém ( I Cr 15. I Irn dos líderes tia Iribo de Judá. benjamita. m.Õ-H). o qual fez "o que era mau uos olhos i lo Senhor. Seu filho chamava-se Azarias (1 Cr 2. Passaram-se 18 anos.á. Conhecido corno Etã. O libertador que o Se­ nhor então Lhes deu íoi Eúde. Era filho de Quisi. segunda prisão em Roam. Provavelmente Irata-se do Olho de Cusaias. Levi la que serviu no Tãljfímánilo. ETNÃ.301. os israelitas tornaram-se idó­ latras novamente. (Veja lambém fiiiz&i)'. e acres< eula que “o Senhor me assistiu e m e forta­ leceu” (v. já próximo do final da vida do apóstolo. Elbaal ti mencionado em conexão mm Arai io. ao ficarem so/. quo o levou dirotamenUs à adoração do Baal. O Salmo B9 6 creditado a ele. devido ao seu ca­ samento com Jezabel. onde esses eventos são registrados. da tribo de Levi. um dos Lideres musicais do rei Davi | 1 Cr 6. Elide fex uma espada de dois gumes. era fumoso por sua sabedoria. por suu graça. Assim que 200 . Uni dos descendentes de Judá e pai de Jezreel f. Um cristão que esteve com Paulo duranie sua EÚDE. Depois da morte de Otniel. junta­ mente uom sun lum. Esse rei de Israel tornou-se idólatra. atõ quo os isranlilas finalmente cla­ maram ao Sonhor. E mimei onado numa passagem que engrandece o extra­ ordinário conhecimento dado poi Deus ao rei Salomão.l Cr 4. invadisse Israel. É algo digno de □oia que ÈubuJo provavelmente íoi um dos poucos irmãos que ainda estavam com Paulo naquele momento.44). Neto de Judá e Tamar e um dos cin­ co filhos de Zerá.17-19). 4. Levita.12). ‘ Elide. o pecado do povo ptovocava o juízo de Deus: esse castigo. sacou a espada e o malou. Como acontece com frequência uo Livro de luizes. Levou u tributo do povo ao rei tsglom e pediu para oncontrar-se a sós coin ole. Escapou rapidamente e liderou 0 povo na batalha. Nações estrangeiras eram autoriza­ das a invadir e oprimir o povo. filha de Elbaal. ETBAAL |Meb. o ezrajia. o quo le­ vava os israelitas a se arrepender e bus­ car novamente ao Senhor. rei dos moabitas. Linha um propósito reslaurador.ia (1 Cr 4. Seu pai fui Meir.31). As vezes pas­ savam-se muitos anos até que isso acoutecesse. Nesia ocasião. anles lo­ dos me desampararam" [v. ETNI. Na verdade. Por meio tia comparação com a sabedoria de Eiã p de outros ho­ mens da época.. unia anliga cidade pqrtuãria da Fenícia. Acrescentou suas p r ó p r ia s saudações no final da carta a Timóteo 12 Tm 4.

quando passa­ ram por um poço. esse etíope ja­ mais seria admitido na assembleia de Is­ rael. mas seu nome.30). o protela Isaias deixara a pnrla aberta para os eunucos e estrangeiros que desejassem EUNICE. ao criar os fi­ lhos sozinhos. Atos 8. paro a estrada do deserto. ajjesar do ter ido a lerusalém para adorar. provavelmente loi dado pula própria mãe. Judéia. ou na com­ panhia de alguém que não compartilha do mesmo compromisso com Cristo e o Palavra do Deus. É im portante lem brar que Deuleronômlo 23. provavelmente leria sido castrado I veja Candace). pois Timóteo apareniemenle saliia a respeito da perse­ guição que o apostolo sofreu quando esleve In (2 Tm :t. e falou-lhe so­ bre as boas uovas sobre lesus (At 8.1410).las Escrituras era considerável. embero a conver­ são de Coroého seja consideraria conto o principal inicio da pregação aos genlios 1r\ t '10i: a conversão do eunuco. continuou 0 seu caminho" (At 8. Era o superintendente de todo o tesouro real uo remado 201 . começou novamente o eido do pecado. uem poderia oferecer sacrifícios. e ela loi elogiada pelo apóstolo (2 Tm 3. que voltava para seu pais numa carruagem. o texto não deixa claro se era um gentio "temente a Deus" ou se linha as­ cendência judaica.l) Som dúvida. para o qual Deus o cha­ mou por intermédio de l^iuio. 2. índepnndentemunle de *rua origum ou condição. sua influência so­ bre Timóteo ao levá-lo a conhecer e amar o Deus i. Essa e uma das maiores recompensu$ para os pais cristãos: ver um filho c r e s ­ cer no conhecimento e tumor do Senhor r* começar a servir a Deus por si mesmo.20 deixam claro que. e não o viu mais o eunuco. onde Irafegava o eunuco. 0 discípulo de lesus então explicou-lhe o lexto.26*40 registra uma série de eventos miraculosos que levaram à sua conversão.1 e Levílico 21.Fl1NUC0 ETÍOPE ele morreu. sem o cônjuge. Foi a alegria experimenlada por Eunice.l t. é uma prova de quea Palavra de Deus é para Iodos os tipos de pessoas. pediu a Filipe que o balizasse. porém. ruinha dos etíopes" (Al 8. Embora saibase pouco sobre Eunice. até o território dos geniios (At 1.Tr q salvação por meio da fé em Cristo. por­ que é uma pvidênda adicional da disse­ minação do Evangelho. que assumira o desafio de ensinar e Irei* uar o filho nas Escrituras. Era líder dfe dâ e está listado etn 1 Crónicas 7. Mãe de Timóteo e filliu ou UOra do Lóide (2 Tm 1. É p rovável que Lóide e.27). Cunlortne Lucas relata sobre o rápido crescimento do Evangelho em Jerusalém.8-201. mesmo sem o apoio do marido. esse acontecimento é de gran­ de significado para a Igreja. o falo dti seu filho não ler sido lít<uncidado na infância (Al 16. De fato. A passagem era o capítulo 53. "de Candace. como euimco. LO . a Iiíz dos sofrimen­ tos e da morte de Cristo. Judia. porém seu marido ora grego (vM Lfi. At ifí. Um dos sete filhos de Rilã n bisnel.35). Entâo perguntou-lhe se entimdia algo so­ bre o que meditava. Eunice IwqI»ani­ se convertidodurante a primeira visita de Paulo a Listra (Al 14.8]. o foi Mia formação -interior que o preparou Ião bem para o ministério de evangelista. da rebelião o do castigo. Como oficial da rorte da rninhnmôe. mas jubiloso. O etíope creu om Cristo o.5). Samaria. iuj. EUNUCO ETÍO PE. Foi sen conhecimento da Bíblia que o ajudou a eotondi.t). t lmanjo apareceu a Filipe e disse-lhe que se dirigisse ao sul.3). Dirigido pelo Espirito Santo.g. Em parte. "o Espirito do Senhor arrebalou a Filipe. devia-se à ori­ gem do esposo. De qualquer maneira. Filipe subiu ao carro e uotou que o etíope lia o profeta Isaias. que signiíica "temente a Deus”.o de Benjamim. Tal fidelidade o Deus e a bênção decorrente disso devem ser um grande encorajamenlo para muitos ho­ mens e mulheres que se encontram numa situação semelhante hoje. Depois rlisso. depois de adorar em jerusalém.

A passagem indica o papel central que a pregação da Palavra de Deus tinha nos cultos dn igreja primitiva. prome­ tendo-lhes acéséo ao Senhor e ao seu ffeihplo. Gn 2. Esse cará ter duplo da natureza derivativa de Eva — imagem de Deus tirada do homem — propordoua a base para que todas as mulheres possam entender a si mes­ mas. entretanto. p. A “boa nova” do Evange­ lho <*ra que Jesus sofreu. vavelmente eslava sentado numa janela..0). “ruiu do terceiro andar. Ela e primeiro mencionada como parto da noção corporativa de "homem" lodmn. compartilharia com ele uma reciprocidade baseada lanto nas similaridades como nus desigualdades. não tem ern sl mesmo a idéia de subordinação. Eva era falta a imagem de Deus. por meio da muitipUcação dessa imagem (Gu 1. 5. 8). a primeira mulher.as escadas e levantou o rapaz.22. A ausência da mulher na criação. “afortunado").o. é unia figura central na história da redenção do homem. ÉUTICO |Gr. a loote dp toda a dignidade humana que nos diferencia de todo o restante rio reino animal.n. ressuscitou.18). Nesse senlidò. Seu significado pode ser visto nos Vários desígnios qup lhe loram destinados o as circimstôndas que os cercaram.10 lambém olhava adiante. ftudo pregara um "extenso dis1nrso". onde partiu 0 pão e continuou seu discurso alé 0 amanhecer. tanto duranie o seu tempo de vida como alem dele. O calor na sala foi ocasionado pelo grande número de pessoas e também pela quantidade de lamparinas usadas paia iluminar o local da reunião (v. leito numa sala lotada 0 abafada. pois se rea­ lizava "no primeiro dia da semana'* (v. É um vocábulo usado até mesmo com relação a Deus em outros textos ÍGn 49. causou a declaração de Deus de que algo 202 . Em vez de ser uma serva. por volta da meia noite.281.Êt m co seguir ao Senlior n sua AlMnça.1 Eva foi criada a partir de Adão e formada com o propósito de ser "uma adjutora” que lhe correspondesse (Gn 2. Uma profeda em Sólonias 3. p. por meio dn um milagre.2). lovonj que pegou no souo durante um discurso partimlarmeutn longo.s profecias do AT e in­ dicou que não haveria membros de se­ gunda dasse na assembleia dos que cres­ sem em Cristo.'! I ( Essa estranha con­ versão cumpriu h. o qual. na verdade. é a base do entendimento sobre o género masculino. mesmo quando se nmmiam especificamente para 0 partir do pão (Al 20. desde que Eva loi a progenitora do seu género Suu função com relação a Adão. portanto. a reunião.7J. Eutii o pro­ EVA Eva. Essa reunião sem dúvida era a mais importante do mês.c. pois sabia que deixaria aquela re­ gião no dia seguinte (At 20. o que significa que havia algo de incompleto no primeiro homem sem ela. O após­ tolo desceu apressadumenti. pois. A intenção de Deus na criação da mulher era que complementasse Adão. Gn 1.c. sua identidade era deriva­ tiva do primeiro homem. "foi levado comu ovftllla para o matadouro" e deu sua vida por toda u qualquer pessoa que se voltas­ se para Ele em fé e confiança. Paulo vollou ao cenáculo. O termo traduzido como “adjutora".cf. Nesse sentido.. Talvez começasse na noite do sãbado. co-rodpiente do mandato cultural para encher a lerra e dominá-la. 7). Isso significa que também compartilhava a imagem de Deus. pargo rha ern que os adoradores de Deus seriam reunidos até mesmo ‘‘dalém dos rios ria Etiópia" (o aJto Nilo. Sl 08.25).26* 20. r foi levantado morto”. a identidade da mulher derivou direlamnute de Deus. Esse “partir do pão" era uma parte integrante de toda. Como "mulher" (is/tu.23.

» de seu marido: “O teu desejo será para o teu-marido. contudo.23J. A cnracteirização louvável que Eva recebeu de seu marido proporcionou o pano de fundo necessário para sua tentação pela s e r p e n t e . A preservação de Eva como fonte de vida. Eva teria seu desejo natural substituído pele. não è limitada apenas a esfera biológica. mas.es do pet-ado. Na maldição. seria estabelec ida por meio do domínio do homem sobre ela. Alguns comentariMas encontram aqui a base para a liderança masculina o a submissão femini­ na.16 b).7). a des­ peito da morte ser o castigo paru a robubâo dela e do homem. entretanto. a identidade de Adão derivava de Eva. mas essa imagem deve ser vista dentro do contexto de sua caracterização total. e ele te dominará" (Gn 3.usarmos rumo pano de fundo os soldados do templo 00 Antigo Oriente Médio. A decisão de Satanás de tentar Eva não parece. Eva conseguiu a participação de Adão aa rebelião. seria em seus métodos subversivos.JBJ. O verbo hebraico usado aqui. Adão deveria guardar o |ardim Sanio de Deus da presença do m. refletir algo que seja inerente a nature­ za feminina. sim. Assim. pode conotar uma proposta mili­ tar. embora oposto: percebeu que era totalmen­ te feita à Imagem de Deus e elo não linha u que somente ela podia proporcionar Nesse aspecto. Parece que sua vonlade se tomaria desproporcional ou distorcida. de “ficar de guarda”. personificada na serpente. Eva compartilhou tolalmenle com Adão a vergonha dessa rebelião e sentiu com ele a quebra do que antes lora a cobertura suficiente deles — a glória. A pre­ sença satânica no Éden. pois com certeza Eva desejava seu marido anl. O te trato da mulher aqui. Se houve qualquer base raciuuul por parte da serpente.15). Gn 2.il ou de intrusos impuros. a origem do desejo que se vè aqui. além do sentido de conservar. que ela seria modificada de alguma maneira. loi uma indicação direta do fra­ casso do bourem nesse aspecto Esse entendimento corrige a noção equivocada de que Eva Ria mais irara moralmente e de que ela própria era uma tentadora. mas também era sua tarofa específica "guardar" 0 Jardim (Gn 2. 0 que é o caso do próximo capítulo (Gn 3. Havia uma forte implica­ ção de hierarquia no relacionamento entre o homem e a mulher e Satanás provavel­ mente escolheu tentar a mulher a fim de subverter essa estrutura. Ao ceder à tentação de Salanas. Ele não só loi colocada como cabeça sobre toda a criação. pois a habilidade da mulher conceber foi preservada.16). «ntretanto. Isso não quer dizer que não havia hierarquia conjugal antes desse momento. É digno de nola. a despeito da interpretação tradicional. que Adão é visto como praticante de unia falta primária no alo da desobediência. Como consequência de seu pecado. Quando foi apresentada ao homem. A leituru de Gènesi> 3 sem ler ta>se contexto em mente produziria unja visão distorcida da mulhttr. uáo é totalmente merecida. a mulher tomou sobre si o papel de determinai o bern e o mal. Essa maldição. 0 Espírito e a imagem de Deus ÍGn 3. Na maldição sobre a serpente Deu> incluiu a promessa da redenção 203 . nesse ponto.Uvel á mutação.24). porem. podemos ver a bênção de Deus. 3 0 atribuir esse arranjo exclusivamente à qunda Não é . estabelece uma ilimonsão de seu traráter 11a BibUa. a fim de exaltá-la e t hamá-la de "mulher" l/sho. Eva continuaria a ser uma geradora de vida. como susce. Cerlamente as dores do parto serviriam paro lembrar u mulher e seus descendentes do sexo feminino sobro a rebe­ lião daquele rlla Também a lembraria do perigo que seria associado ao nascimento dos filhos. x-\dão viu nela um espelho idêutico.EVA não estava bom iGn 2. de maneira alguma. este cantou o primeiro hino encontrado nas Escrituras. Num esforço para justificar. O Senhor colocou sobre ela a maldição relacionaria com a gravidez e o parto. os quais eram talhados para sua identidade e função (Gu 3. Se. A autonomia bumiina 11a esfera complementai da verdade e da moral iniciou-se a partir dali.

a qual descreve a idolatria como uma infidelidade conjugal para com Deus Icf. O lilho que nasce desse modelo é visio como o resultado direto da intervenção divina em favor da mãe. mos no mínimo Adão fazia um jogo dp palavras. O NT faz duas referências explícitas a Evo. Aquela sobre quem o Senhor demonstra seu lavor ex­ perimentará a alegria de Eva (ls 54. 204 . esle le lerirá a cabeça. A outra referência explfcila a Eva uo NT é encontrada em 1 Timóteo 2. embora ela própria não tenha experimenlado a esterilidade. pela resposta que deu à promessa de Deus. Paulo cilou a maneira coma olh foi engonudb pela serpente.22. Rebeca. quando a redenção será completa. porque untei ipau a derrota final de Satanás. elu serve como um porsonagem-modolo em episódios subsequentes. Há uma analogia no casameoto de Cristo e a Igreja (2 Co 11. Eva é o protótipo da mulher que busca sua libertação por meio da geração de filhos.23. quandu a chamou ''Eva. Ana e Isabel seguem o padrão de Eva. t ita Génesis 2.EVA humana: ‘E porei Inimizade entre ti p a mulher p entre a lua descendência e o sou descendeu le. como uma advertência do que um falso mestre poderia fazer na igreja em Corinto.3. de acordo com pelo meuos um dos seguintes princípios. Efésios 5. |21 as pala\Tas de Paulo foram dirigidas a um problema particular em Éfeso. o dever do marido para com a esposa é separá-la como objelo exclusivo de seu amor. Outros destacam quo a ordem da criação é a b a s e para o entendimento de Paulo d o s papóis no relacionamiíoto conjugal — e não a queda.13. O v. Fica eviden­ te que Adão entendeu a esperança abençoada da esposa. Sara.15). com rela­ ção a Eva. Assim como o propósito dc Jesus é santificar a Igreja. a qual expres* sou uma atitude fundamental de alguém cuja esperança estava ua semente prometida. Oséias). enganada primeiro. Ij. Nos conse­ lhos que Paulo dá a seu fillio na le sobre o cuidado com a igreja em Èfeso. então a tentação de Eva pode ser vis la dessa maneira Isso estaria de acordo com uma a&alogia usada com muita frequência no AT. Eva não é mais mencionada explicitamente no AT. como n semenle d a mulher. So o interesse da igreja em Corinto por um falso evangelho é análoga à infidelidade conjugal. (3) ele refletia um chauvinismo comum entro os mbinos. ou mesmo coin todos eles: (1. Como veremos posteriormente no NT. lunta mais luz sobre o episódio da tentação no Eden.11 Essas palavras revelam a consciência que linha de Deus. para gerar a vida. embora não mencione os nomes de Eva ou Adão. Em 2 Coríntios 11. Raquel. R)i a "profissão de fé" pessoal de E\ a. Alguns comentaristas declaram que o quo Paulo disse não é mni. e (4) o apóstolo falava com baso no entendimnnlo cultural comum daquela época. se tornado como uma exlensão dessa. que significa "viver". Não se sabe ao certo se estão ligados ntimologícamente. O apóstolo ©COrtou a mulher a manter urna postura submissa diante do marido. criado primeiro. onaJogia.24 Este é o primeiro lugar ua Bíblia onde a analogia 6 feila entre Crislo e a Igreja e o casamento. Vislo desta maneira. e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gn 3.s pertinente. deu instruções particulares paia cada upnern de pessoas. a quoJ Cristo. Ez 16 . É a mãe rias dores do parto. e essa hierarquia deve permane­ cer no mínimo ale a consumação deste mundo.23. 3. Adão. Essa declaração reflete a relação entre o nome e a palavra hebraica haycdi. Esta pas­ sagem geralmente è ah amada de "o primeiro evangelho". entretanto. comparada com a falsa sabedoria dos que pregavam um evangelho diferente da­ quele que o apòslolo anunciou. Eva. porque era a mãe de lodos os viventes” ÍGn 3 20).1 vivemos num época em que a redenção já resolveu o problema da queda.2). conquistaria. O ponln da analogia é a aslúcia da serpen­ te. em duas bases — a orrlom da criação e a da tentação. A última caracterização direta de Eva ocorre em sua declaração no nascimento de Caim: 'Alcancei do Senhor um homem'' (Gn 4.

31 de Pau­ lo O conflito enlre Evódia e Síntique ameaçava a unidade da igreja.15). a menção de Eva e muito limitada na Bíblia. o capítulo final (Jr 53) aponta paru o cum­ primento da proiei iu de quo os exilados não deveriam temer o rei da Babilónia |Jr 42. E V Ò D I A . mas o Senhor nada llies garantiu alem da morle *»e fossom paia lã. Pai do Naari n qual foi um dos "heróis" de Davi |I Cr 11. Sobre esse aspecto. o ma das ‘‘companheiras de jugo" (Fp 4 2.114. é urna refle­ xão sobro a grande promessa dado a Evo — quo e l a era a ' mãe de Iodos os viventes'. o rei de Judá que estava proso (2 Rs 24. é o terna dominante desso período. Tais teori­ as. entretanto. ou uma das duas iia realidade era Lídia (Al 10. notemos o fato do que Lucas traçou a genealogia dn lesus até Adão (Lc 3 . LI m dos cinco reis de Midiã. Maria. p. uma das duas ou am bas eram hom ens. provavelmeute ela é o modelo em outros contextos do NT. A soberania de Deus sobre todo o juizo do exílio p a restauração final do povo.EZBA1 O aspecto mais relevante desta passagem de 1 Timóteo 2.21). Exis­ tem muitas teorias sobre elas. 205 .I.3 J. bem como de alguns aspectos da obra redentora de Cristo. tornuu-se m eigo do rei babilónico. a rnáe de Jesus. OutiD possível alusão a Eva uo NT é a mulher que dá ã luz em Apocalipse 12 /M i. “homem de Merodaque”. Um rei da Babilónia do século VI a. EZBAI. Alguns dentre o povo deseja­ vam fugir para o Egito.27 e Jerem ias 5 2 . suas vi­ das seriam poupadas e no final seriam restaurados e voltariam a terra natal. é visto m* v. 15. i omn parte do vingança pelos midianilas terem seduzido os israelitas a se afastarem do Senhor (Nm 25). M.Marduquo.37). deus babilónio). Em resumo. ola podo proporcionar o pano de fundo para o entendimento de outros personagens bíblicos. eram símbolos dos judeus cristãos o gentios. e o após­ tolo as exortou a se reconciliarem. a atenção cuidadosa dos meios de caracterização revela muito sobre a fonte o n natureza de suo identidade. os quais Moisés derrotou eiu batalha (Nm 31. No 37® ano do exílio dos israelitas na Babilónia. 0 apelo de Paulo é concluído com a esperança de que a mulher "salvar-se-á. o descendente dela está associado com a batalha cósmica entre as forças de Deus e as de Satanás. Aparoutem enle.essa não soja uma garantia ou tomátira dn qu« a reprodução biológica resultará om salvação espiritual.rodaque .33SS'. No contexto do livro de Jeremias. Embora obviamente. entretanto. o qual seria o foco central da redenção e lutaria contra as forças do mal (Lc 1. Mo.n. o qual o sustentou com ali­ mentos de sua mesa P deu-lhe uma ge­ nerosa ajuda financeira. foi solto do cárcere.c. Joaquim. é o recipiente da revelação divina de que conceberia um filho. dando ã luz filhos". Cl■istã filipen se.G.C. Além da menção exp lícita.35]. EVI. uáo passam de hipóteses especulativas. contudo. E V I L M E R O D A Q U E (Heb. 2. ou diaconisas. Menciono do om 2 Reis 25. Evil-Merodaque foi ape­ nas um dos reis usados pelo Senhor. 8. 14).11-iGJ. Na Babilónia. na ascensão de Evil-Merodaque. para a entendimento de Eva.3 8 ) .2. quo voltaria para Judá. a fim de realizar seus propósitoiS para com seu povo. Apesar du Eva não ser mencionada diretainente como a mãe da semente que des­ truiria a serpente. | s 13.

Alguns dos remanescentes no reino do Norte escar­ neceram dos mensageiros. tornou-se rei absoluto.12).16.C. e s quais S a h n a n e s e r mandou instalar na região. O REI Ezequias reinou em ludá por 29 anos (715 a 687 a. a fim de solicitar ao povo que adorasse ao Senhor. Miquéias. nem anles. Nessa época. 2 Crónicas (29.dos Reis. A reputação de Ezequias Ezequias eru um rei piedoso. Nm 21. Samaria fora destruída pelos assírios [722 a . purque Exéquias confiava no Senhor (2 Rs 10. no lempo de jeremias.).19. 0 REI EZEQUIAS. Ezequias reinou conjua lamente com seu pai de 729 a 715 a. Ezequias alé mesmo incentivou os habitantes do reino do Norle a participar da adoração em Jerusalém. A Festa dos P õ e s Asmos. Ezequiâ» enviou mensageiros qut percorreram Ioda a região de Judá e Israel.31) apresente um relato mais detalhado de suas reformas.3). De acordo com o autor dos livros. Tiveram um lempo Ião maravilhoso em adoração e louvar ao Senhor. e. paia <)ue o povo náo morresse atacado pelas cobras abrasadoras (2 Rs 18 4. 206 .C.) e os israelitas quo sobreviveram coe­ xistiam com outros povos. Is 33 a 30). Embora acreditem qu« Deus se agrada com este tipo de culto. Buscou ao Senhor A calamidade não aconteceu Com anos mais lorde. nem depois. com a idade de 25 anos. inclusive a imagem de Neuslã. A resposta deste rei a tal mBUsagem Foi humilhor-se. como loilos as relatos bíblicos demonstram (2 Rs 18 a 20: 2 Cr 20 a 33. A reforma leve como «bjetivo principal centralizar a adoração ao Sonhor nova­ mente em Jerusalém. a serpente de bronze c|ue Moisés erigira no deserto. A maioria do povo de |uda atendeu (2 C r 30. Uma graude multidão reuniu-so em Jerusalém para celebrar □ portentosa festi­ vidade. Uma grande porção da narrativa do cronista sola-e Ezequias é concernente à restauração da adoração ao Se­ nhor e a celebração da Páscoa. Um testemunho da fidelidade dele lambem é dado em Jeremias 26 18. O s sacerdotes e le v ita s passaram a s e r v ir d e acordo com as prescrições bíblicas.5). estavam familiarizados com a história do livramento de Deus e da fidelidade de Ezequias. náo houve outro como ele. Como parte desse programa.C . eles náo mais possuíam seu centro político.22) seja estranham cmte brevo. os adoradores podem muito bem incorrer em sua condenação.6-9).12). A idolatria foi removida da área do Santuário. Era fillio ile Acaz e de Abl. mas outros se humilharam e loram participar 'da Páscoa. que resolveram estender a lesta por mais uma semana! Nada similar a esse acoutecimemo acontecera desde os dias do rei Salomão (2 Cr 30.1 a 33. o jovem rei ordenou que o Templo fosse reaberto e purificado.4. A purificação e a Páscoa Embora o registro em 2 Reis (18. os anoíãos. profetizara que Jerusalem seria destruída (Mq 3. contemporâneo de Lsaias. Esle monarca começou suas reformas imediatamente após ser coroado rei (2 Cr 29. durou sete dias e foi acompanhada com "grande alegria' . Esta estátua tornara-se objfilã de culto e mostra quão facilmente substituímos a verdadeira adoração pela falsa. segundo o costume introduzido nos tempos do rei Davi. que ocorro logo depois da P á s c o a .20). A música foi reincorporada ao culto.EZEQUIAS.

Ezequias reconstruiu os muros da cidade. voJtou-ae para Judá. Ha qual reconhecia seu erro e declarava estar disposlo a submeter-se a quaisquer lermos que ele estabelecesse. quando se aproxima­ ram. para manter u Templo Rm pleno funcionamento. Encerrou sua oração implorando que o Senhor us livrasse de Soiaqueiibe e. Provavelmente arrependeu-se por sua rebelião anterior contra eles. em 701 a. (J rei assirio. para exigíi a rendição da cidade.01. declararem a Independência. ergueu torres e fabricou um grande númoro de armas v .C. Era o momento para muitos vassalos. entretanto. Acaz fizera uma aliança com os assírios b por essii razão Ezequias era considerado vassalo deles. mas não agiu agressivamente contra Jerusalém.. não manteve sua puJovra E d víou Rabsaqué com uma carta e um grande exército a Jerusalém. dessa formu. e para guerrear as nossas guerras" (2 Cr 32. Um dos resultados fui a destruição dn Iodos ns locais ilegítimos usados paru adoração em ludá e Israel. O cronista fecha esla seçáo enfatizando que Exéquias fez o que era eerto. Por um lado.C. Por outro lado. linha grande confi­ ança uo poder do Senhor para Llvrá-lo: "Com ele (SenaqueribeI está o braço de carne.'«. da Assíria. Viu d necessidade de restaurar o verdadeiro culto ao Senhor v não perdeu lempO para iniciar o projei o. Outro residindo foram as olortas generosas dadas pelo povo. sem incorrer na ira de Sargno n. reconheceu quo somente o Todo-podemso é Deus sobre os reinos da Ter­ ra. inclusive Ezequias. Seu primeiro dia de mandato já trouxe revoltados que foram sentidos por toda a terra. Portanto. Pa­ gou o tributo exigido de 300 talentos de prata e 30 de ouro. Enquanto o rei assírio sitiava Laquis. A campanha de Senaqueribe A situação politica de Judií permanecia tensa.C!. A terceira campanha do mi Senaqueribe. era melhor que eles se reudessem de bom grado ao rei assírio. 0 REI O povo eslava muito contente. ao falar diretamente com nles um judaico e dizer-lhes que ninguém seria capaz de salvá-los das mãos dfi Senaqueribe. foi dirigida contra vários governantes situados nas margens ocidentais do mar Mediterrâneo. escudos. Ezequias foi ao Templo orar v colocou a carta diante do Senhor (2 Rs 19. mostrasse que em o único Deus verdadeiro. Essa enipolgação espalhou-se por outras áreas de suas vidas. reto e verdadeiro. mas conoaco o Senhor nosso Dfttis. O túnel assegurou a capacidade de Jerusalém para resistir ao Inimigo por um tempo maior.4). Ezequias enviou-lhe uma carta. i]evi(jo ao tempo maravilhoso que teve durante a festa. Nos preparativos para enfrentar n exército assírio. Também construiu um grandp túnel. que conectava o rlheiro de Cíoin ao poço de Siloé |2 Cr 32.j. Esse co­ mandante assíria tontou desmoralizar os oficiais e os cidadãos judeus.. 207 . Com sua morte om batalha (703 n. Em sua oração.EZEQUIAS. que fizera uma incursão em 714 e 710 a.14SS). tentou pacificá-los com o pagamento do tributo. o que seria upmximadamente dez loneladas de praia e uma de uuru. o qual foi umu verdadrYlra obra de engenharia. mesmo que a cidade fosse sitiada.7. pois haveria água disponível. para subjugã-la. Ezequias era um rei piedoso t* um bom político. pera nos a judar. Senaqueribe leve que li­ dar com as insurreições da Babilónia alé o Egito e finalmente. Dois grupos de trabalhadores começaram a cavar nas extremidades Opostas por baixo da terra até que se encoutraram. Senaqueribe o sucedeu no Irono. conhecia a crueldade dos assírios. Ele conseguiu desenvolver suas reformas internas.

Essa passagem declara que u arrogância do Senaqueribe chegara aos ouvidos do Senhor e. e deixaram'os assírios praticamente desarmados (Livro 1. O rei orou para quo o Senhor o curasse. ele recebeu a visita do urrui delegação da Babilónia. 701 a. Ezequias foi acometido por uma doença morlal. deixando para trás 185 mil compatriotas mortos. a iuga é atribuída a uma praga (Ant. mas seu coração se exaltou.12.2-51 Heródoto registra uma narrativa surpreendente sobre o evento. 1411! Senaqueribe foi morto pelos seus filhos Adrameleque e Sarezur. e de repente vèlos em retirada. 2 Reis 19-25-20 coloca o rei assírio em seu devido lugar. O proleta declarou que todos aque­ les tesouros seriam levados para n Babilónia. o anjo do Senlior saiu e matou 185. O Senhor operou uma obra maravilhosa o loz com qui: as nações ao redor refletissem sobre aquele acontecimento extraordinário. Conclusão O quadro gemi da vida de Ezequias é o de um rei dedicado.311 .EZEQl TAS. por assa razão. após seu tempo de vida ser ampliado. 10. Por causa disso. pronto para atacar. Ao que parece. i r o n i c a m e n t e . O Todo-poderoso atendeu ao seu pedido e deu-lhe lu u ís quinze anos do vida. Ezequias e os moradores de Jerusalém humilharam-se e e\ ilaram dessa maneira a ira de Deus naquela geração (2 Cr 32. O crouista regbrtra que. ele não íoi grato. depois do que o rei levantou acampamento e voltou para casa (2 Rs 19. mas ê interessante saber sobre as lendas relacionadas com aquola retirada. A Bibtia não registra o que acoutweu exatamenle. O Senhor declarou que sua ira viria sobre o roi e todo o povo judeu. Um piSta do fracasso de Ezequias é encontrada em 2 Crónicas 12.C. Deus colocaria anzóis em seu nariz e Ireio ern sua boca. d rei a*sírio orgulhara-se porque Asquelom curvara-se sob o seu jugo. tsaias declarou que Senaqueribe jamais tomaria Jerusalém e teriu umu morte cru­ el. Deus usou os enviados caldeus como urn meio para testar o que Ezequias linha no coração (2 Cr . Ezequias também loi exallado depois dessp incidente. Aparentemente.35). Naquela mesma noite.23). Espalhou sua desLriuçáo por toda a região e tornou-se arrogante. que serviu ao Senlior com lodo u coração. Corno sua visão era limitada! Não percebeu que servia a uni propósito divino. Por isso. Elo conhecia a Deus e o adorava apropri- 208 . Depois que se recuperou. C) REI Deus enviou sua resposta por meio do profeta ESfiías. A arrogância (los assu ios estava ua presunção deles do que o Senhor desejava a rendiijãO de Juda e na alegarão de quo todos os deuses érnm impotentes dianle deles. em Ninive. No relato de Joseío. as cordas dos arcos o as corroias dos escudos.2f3). Não era perfeito. quando se encontrava no templo de seu deus Nisroque. com a idade de 39 anos. Diz quo pequenos ratos comeram as aljavas. no pensar que contitrufa um Império pelo seu próprio poder. Certamente ern um milagre ter o exército assírio ao redor da cidado. A doença de Ezequias e a delegação da Babilónia No mesmo ano. pois sempre se humilhava dianle do Senhor. Levou-os a uma lurnê e mosIrou-lhes todos os seus tesouros.25. p. o rei uão foi aprovado no teste. mas era um homem com um espirito quebrantado.. alé mesmo alguns dos filhos do próprio Ezequias. a salvação de Jerusalém resultou de um reconhecimento ern grande escala do quo só o Senhor era Deus Muitas pessoas levaram ofertas ao Templo (2 Cr 32. pois as palavras de Isaías registram uma forte ropreonsão.000 soldados assírios.

C. Ezequiel era sacerdote. ou seja. era pai du Amarias e um ancestral do profeta Sofonitis. pois seus oráculos para os judeus foram feitos por meio da comunicação indireta. Os oráculos para as nações. 8 1. em Esdras 2.20. 33. 20 1: 24.1. dos evenlos em lerusalém seja causada por ser divinamente transportado ao local num êxiase. (bl os oráculos contra as nações estrangeiros (25 a 32): e (c| oráculos finais | mensagens de esperança o restau- 209 . . de Judá. Í2 Rs 24. sua atitude para com os que eroru impuros o sua experiência de doença/marte/nova vida. Os des­ cendentes de Ater. J 7.21.1. 3.1 ff e N em ias 7.10-17) e muito provavelmente profetizou aos exilados que moravam em Tel-Abibe.000 judeus levados cativos de Jerusalém durante a campanha de Nabnoodonosor em 597 a. 14. Foi uni precursOr fiel do Senlmr lesus.1. entretanto (Ez 25 a 32J.2 1. O livro de Ezequiel pode ser dividido em três seções: (aj 08 oráculos do juízo contra Jtidá |Kz J n 24). O livro parece ser composto por uma série de oráculos coro dalas determinadas (Ez 1.C. por isso.25). conhecia profundamente o Templo de Jerusalém e sexis cultos. na genealogia de Jesus Cristo (Ml 1.10.. da maneira muilo apropriado. Existem vários paralelos na viria de Ezequias que lenibram Cristo: a purificação do Templo. ele pnjfetizou até quase 570 a. Foi urn dos 10. volluram do exílio nu Babilónia tom Zombobel. EZEQUIEL O nome Ezequíel significa "El (Deusl é forte" (Ez 3 J 4 J.EZEQUIEL údiimetrln. 20. EZ EQ U IA S. 29. a preocupação com os que viviam Tora de ludá. 40. Citado em conexão com Aler. similares aos dirigidos a outras nações.1) os quais maruam os pontos de mudança em seu ministério e proporcionam o pano de fundo necessário para cada mensagem. principalmente devido à precisão da descrição do Templo em sua visão (Ez lia 11). A menção de trinta . Este profeta viveu durante um dos períodos mais difíceis na história judaica — o exílio babilónico — o isso pode indicar a razão de Seu nome. embora soja duvidoso que lenha servido alguma vez ah. através de Ezequias. O próprio Ezequias é Listado corno um dos lideres dos judeus que retornaram para )uda e assinaram o pac­ to feito pelo povo de adorar ao Senhor o obedecer as suas leis. 10.11.40]. 3.1.17. 32. próximo ao rio Que bar lEz 3. bem corno no exílio.1. ou “El fortalece” (Ez 30.11. A próposta é que tinha residencias múltiplas. o rei. entretanto. provavelmente Íorrnam uma unidade ã parte.1 refere-se provavelmente à sua idade.Sufooias 1. podia começar seu ministério. 17.2. mas posteriormente o povo criou esti­ me pelo profeta e sua mensagem tornou-se respeitada (Ez 8 . para explicai as descrições detalhadas dos eventos em lernsalém.J . Mencionado um . o que profetizou no lempo do rei de Josias. 2. -portão lo. 17. ou ainda “que El fortaleça". 1 .25: 34. O local exato de sua moradia. A princípio suas mensagens não eram bem recebidas (Ez 3.9).15). pois M o seguem a estrutura cronológi­ ca desenvolvida no r e s t a n t e do texto. Talvez a melhor alternativa seja localizar seu ministério ua Babilónia.1. para informar uo leilor que já era adulio. 30. A última menção no roi Ezequias é encontro do. e que o precisão de suas descrições?.mos em Ezequiel 1 . De acordo com Ezequiel 2'J. Veja Ezvquias.1: 20. tem sido calorosamente debatido. o 27® ano do exílio de Joaquim na Babilónia.

mesmo quandú aparentemente nao lhe concedem a devida atenção.fi).1 7) Tanto os israelitas como os outros povos precisavam entender que 0 julgamento lançado sobre IsraeJ era devidó ò sua própria impiedade. 210 . Parte desse juízo sobre as nações era uma demonstração da justiça de Deus. A tarefa do profeta era demonstrar-Lhes a importância da obediência a Deus e as consequências do pecado. o juízo seria corto. e le alegraste de coração em toda a tua malícia conira a terra de Israel” (25. Teólogos moder­ nos chegam a questionar a sanidade do profeta. Até mesmo a morte de sua esposa tomou um signific ado profético (24.25-27). quando lassem punidas por sua arrogância em atacar Israel. Em breve. bem como urna severa advertência ao atalaia que uão avisa n povo sobre o periga (3.C. Nos dias de Ezequiel.5: ‘ Eeles. A longa liislória de rebelião da nação israebta c omeçou logo depois do Êxodo (Ez 16:20:23) ecoflimuou ale os dias de Ezequiel.24]. por causa dos extremos a que chegava para ilustrar suas mensagens. ou perr a terem aprovado. para que estivessem cientes dos propósitos dc? Deus. 3.pio |8 a 111. contudo. rei da Babilónia.Ez 25 a 481. segundo.7. uão seriam abando­ nados. coroo uma mensagem de esperança para Israel. As cluas tillimas seções. Ezequiel então fula da atitude dos inimigos de Israel quanto à destruição de Jerusa­ lém (Ez 25 a 321: "Visto que bateste com as mãos. lião de saber que p is leve no meio deles um profeta” Era incansável em condenar os judeus por sua infidelidade para com Deus. sitiara Jerusalém em 588 a. Incluindo uma fantástica figuro da glória e da transcendência de Deus 11. uma voz igualmente poderosa a proclamava na Babilónia. adorar nos lugares altos (6. Enquanto o proleta Jeremias proclamava a mensagem do Senhor em Jerusa­ lém. a vitória de um povo sobre outro era atribuída ã superioridade dos deuses do pais vencedor. que Nabucodonosor.281 e profanar o santuário (23. Exemplos: Fez um modelo de Jerusalém sob sitio 14. mesmo no meio de severo juízo. Geou deitada sobn' seu lado esquerdo durante 390 dias e virou-se sobre o lado direito por mais 40 dias (4.13: 20. devem ser vistas juntas.EZEQUTEL ração] 133 cí 48). haveria ''viria*': mas para os outros. (3) o retorno (43). porque os alertou sobre o i u í z o inuDeato.13)..11. Essa estrutura p r o v a v e l m e n t e está organizada de acordo com a ordem da sequência dos eventos históricos: primei­ ro. Essa seção termina com o anúncio d c?.42tí | . Exis­ tem repetições temáticas em cada uma das seções principais do livro.1-4). As outras nações em breve descobririam. todas as nações que acreditavam ser seus deuses superiores seriam derrotadas e eotào enten­ deriam que não foi devido à impotência de Yalmãh que destruíram Israel. Outra parte serviu para vindicar Yahwfíb como o soberano governador sotaré as nações [Ez 25. pela puriieipoçáo que tiveram na destruição de Jerusalém. aos exilados. em primeira mão. pois são c a s a rebelde.12. O ministério de Ezequiel foi crucial para os exilados.C. quando Jerusalém foi destruída petos caldeus. Essas duas mensagens motivam Ezequiel a exacuiar seu difícil trabalho. piua auuxir iar o juízo (nm 586 a. Para os que dessem ouvidos às suas palavras e cressem em sua mensagem.17). e o resultado final seria óbvia: a destruição. as quais pro­ porcionam a necessária coesão: (1) o atalaia |E/. Deus ainda falava com o povo: embora fossem castigados. pois pronunciam a condenação das nações es­ trangeiras e a possibilidade da restauração dos judeus. e pateaste com os pês. (2) a glória do Senhor que deixa o Item.37s). o poder de Yahwoh. O livro começa com uma ciam descrição do chamado e da comissão dc? Ezequiel (Ez 1 a 3).16-21). com atitudes como a de não guardai' o sábado 120.4-17): raspou o cabelo e queimou um terço dele: cortou um terço oom uniu espada e espalhou um terço ao vento (5. e não pór causa da falta do poder de Deus. Conforme Ezuquiel 2. O ministério de Ezequiel indicava que. para transmitir a esperança e a restauração I. Ez 24.16-27). quer ouçam quer deixem de ouvir.

O livro de Ezequiel é parte do cânon hebraico chamado de "Profetas Maiores" (junto com Isaias e feremias). a qual Deus realizará de bom grado. e a figura da Nova Jerusalém no livro de Apocalipse é baseada oa padrão de Ezequiel. a fim de que eles tenham disposição de guardar seus mandamentos. Vistos nesta ótica. pois Yahweh destruirá todos os seus inimigos e ficará daro para todos que ele é o Senhor (um título usado mais de 400 vezes em Ezequiel) Os oito capítulos finais são de difícil interpretação: mas. no qual Yahweh será o supremo Seuhor e govurnará das montanhas sagradas de Israel. A restauração não é baseada om alguma obrigação ou compromisso para com os judeus.27). É uma maneira do explicar o futuro em termos tangíveis. pois eles çlarameQto folharam em manter a aliança. Ez 25 a 32). Ezequiel 38 e 311 são cen* trais. quando cada pessoa será julgada de acordo com suas próprias atitudes. Essa interpretação leva em conta o contexto e o tipo de literatura. Lauto os lideres orgulhosos de lerusalem. vários tomas aparecem em ambos os livros: por exemplo. indicam a soberania de Deus sobro Israel o apresentam uma figura clara da santidade que Yahweh traz a nação oleita.23 s|. a destruição de Jerusalém 211 . o sacerdócio e o ctiJlono Templo serão reativados. Israel é pintada sob a liderança do descendente do Davi como uma naçáo purificada. simetria numérica e vi­ são futurista. uma naçáo unificada (37. Corresponde mais u Jeremias em termos cronológicos e no tipo de mensagem. A v is ã o p r o fé t ic a . Iodos os elementos do Antigo Testamento. Um lorte contraste é Leito.EZEQUIEL A última seção (Ez 33 u 48) começa com dois oráculos que enfatizam a necessida­ de da responsabilidade individual.26-28). como os que se iludiram. mais do que as outras três. é estabelecida unii amonte no fidelidade de Yahweh. Os ímpios receberam sua punição. Na verdade. em outra dispensaçâo. quando retornassem a Israel A visão simbólica do cristianismo: Esses capítulos já foram simbolicamente cumpridos na Igreja cristã. O Senhor é descrito como uquele que concederá a vida. Desse ponto em diante. bem como Iodas as promessas pera Is­ rael. Essa restauração incluirá um pastor da Linha­ gem fie Davi (34. restaurará seu povo e assumirá o papel de pastor. apresentamos as quatro interpretações propostas. Essa restauração só pode ocorrer depois quo o Senhor conceder aos judeus um novo coração. De acordo com essa visão. que finalmente c u m p r e a esperança expressa em Éxodo 6. cargo de que lanlo abusaram os líderes de Israel. restabelecera suas lronleiras e irará ds judeus de voJla do exílio. Seguisse então a mensagem devastadora dos tugiUvos de Jeru­ salém de que a cidade havia caído (Ez 33. Ezequiel anuncia a esperança e a restauração da nação. A visão apocalíptica: A pasS&gem é interpretada contra o pano do fundo do ouboh acontecimentos apocalípticos. Ele purificará ísrael. A seguir. eutâo Deus restabele­ cerá urn relacionamento apropriado. as festas. Esses capítulos coutem o esboço do Templo que os exilados construiriam. o qual será transformado.17-22) e uma nova aliança de paz f37. para quo lhe obedeçam |3t>. que usam simbolismo. A visão dlspensacional: Essa passagem. oráculos contra as nações (Jr 46 a 51. 0 Templo ilustra a proeminência da adoração e a presnDço de Yalnwh nessa nova época. com base em elementos já familiares aos ouvintes.21). em Ezequiel 33 a 37.23-2Q). ao permanecer na cidade convictos de que eram o remanescente ÍW. será cumprida literalmente no futuro. os sacrifícios. que Liderará o povo: um novo coração para os judous. no mínimo.7: Yahweh sera o seu Deus a eles sorão o sen povo (Ez 37. pelo contrário. para apresentar sua mensagem. entre a infidelidade de Israel e a destrui­ ção causada por ela e a fidelidade de Yaluveh e a restauração que ele estabelecerá.2í>sj.

17. desde que não fossem eles. antes da destruição de Jerusalém. para confirmar sen ministério'.. Sempre é mais fácil culpar ou trem p e l o s nossos erros. os quais ninguém pode impedir que se cumprawv A r e s p o n s a b ilid a d e individual: Essa verdade é enfatizada nos oráculos do ata­ laia fEz 3. Cada uma delas linha pecado suficientemente para merecera punição. e em Ez 43 a 46. Foi somente devido à paciência do Sonhor que as gerações anteriores náo forum castigadas imurilatamente.31-33: Ez 36. inclusive Merede. Teriam perdido a posição especial de povo escolhido de Deus? Yahweh loma a iniciativa e confirma que ainda muntém um relacionamento com eles e que os libertará. deixa muito claro para o povo que a restauração será operada por EJe r não dependerá dos esforços fracassados deles.. A grande incerteza que os judeus experimentavam era se teriam qual­ quer comunhão com Yaliwnh.21).25-321: o Templo não é uma garantia tle proteção (Jr 7. O Filho d o h o m em : Essa frase ò utilizada por Ezequiel aproximadamente 00 ve zes e enfatiza a fato du que ele é merameuLe um mensageiro do Soberano do Univer­ so. Tanto a mensagem sobre o “atalaia” como a das "uvas verdes" confirmaram que o atalaia (Ezequiel) e os israelitas seriam responsabilizados por suas ações. .2. nao importa o que aconteça.2-9. A resposta ilos israelitas em Ezequiel 1 8 . ou estava com o coração tâo endurecido. seus planos prevalecerão. para evitar o ajusle de contas. Ez 8 a 1 i). EZRA. 26. 1 9 s u g e r e uma das duas alternativas: ou o povo deseja­ va passar a culpa adiante.23." fN n ia d o T r a d u to r) 212 . os quais EJe Iara que déern írutos uo final. o u " a a o l a z e r t a s o d a p r ó p r i a v i d a ” A p e t i ô s a B lh í i.vv. para seus descendentes.EZRA (|r 39. responsável pelos trabalhadores nas lavouras e nas fazendas do rei (1 Cr 7. ngora que tinham quebrado a aliança. Nem mesmo a desobediência «lo povo escolhido comprometerá seus pl. 33) e na r e f u t a ç ã o do provérbio rias "uvas verdes" (Ez 1 R | . 33. (Veja Pwfrius e Proferia ) pu. em Ez 9 a t 1. que nao se importava com quom receberia a punição. era um dos superintendentes do mi Davi. Essa idéia conforme expressa em Ezequiel I com a visão de Deus que govoraa toda o criação. Existem vários temas importantes no livro do Ezequiel: A s o b e r a n ia d e D eu s: O Senhor está no conferoie da historia.inos. etc. é repetida várias vezes por todo o I í v t o (em Ez 3. A N o v a V e r s ã o In le n ia iS ó n a J e i f i I n g l ê s t r a d u ? o v ■?: “ E s t e s fn r m ii o s Q lh n s r le E t a m : f e a r e e l . que se casou com uma princesa egípcia (1 (jr 4. 10 p o r “ a r r is c a u r ln a p r ó p r i a v i d a " fN o ld d o T r a d u to r ). i d e J e r u s a l é m i r a d u z l u o v. que planejou lodos os eventos que acontecerão. a nova aliança [Jr 31. "minha ajuda '|. e Israel uão era exceçáo Mas Deus proclama que jamais aceitaria a acusação conlra as gerações anteriores. 52 . Filhe) de Quelube. Du Iribo de fudá r pai de vários fiihos. indoliuidamente.26). 1 A s v e r s õ e s e m p ia r u ig u f is e m g e r a l u p L u m m p o r " r l i s p o r <t p t ò p i l a v i d a " . duranie a rusiauração de Israel). Ez 24.-\ importância fundamental dn mensagem do Ezequiel encontra-se no lato de que os exilados na UabUõnia nõo esta­ vam abandonados por Deus. ctuiludn. embora a punição que experimeulavara fosse determi­ nada por Ele. Era assim que deveria -ser — o Senhor Todopoderoso declarou.18) E Z R I (Heb.

É provável que o ncnne signifique “separatistas” e Fosse aplicado a um movimento que cresceu no tempo dos Macabeus. o qual era uma mistura de partido político e facção religiosa. par causa fia esposa Saro (Gn 12. THulocomumenle utilizado na BiMia para os reis do Egilo.F FA N U EL (Heb. "a Lace de Deus").lí). O primeiro faraó citado foi n encontrado por Abraáo quando foi ao Egito e temeu pela própria segurança.3$) P exigiram um sinal sobrenatural que autenticasse seu ministério (tí.33 cnmo o rei do Egito que malou o rei losiasl.1. Diferentemente dos saduceus. Originalmente reformadores piedosos.241. Ela era urna viúva idosa lio 1 ao Senhor e leve a oportunidade de vei o m enino Je­ sus ser apresentado no Templo. começaram a tramar a morte dele (3. Existem evidearias con­ cretas d o fontes egípcias d e que u palavra "faraó” podia .D. menos piedosos.G. principalmente porque não existem detailies suficientes nas Escrituras ou porque os eventos registrados na Bíblia foram tão insignificantes para os egípcios que não foram registrados em seus anais P.10). FARISEUS Uma das Lrès seitas judaicas descritas por faseio. composto de líderes religiosos e esfiidantes da Lei quo tentavam criar uma “cercíi" em forno da Tora — um bem elaborado sistema de legislação and e de interpretações que capacitaria os judeus fiéis a obedecer e aplicar os mandamentos de Deus em Iodas as áreas da vida. com o é encoutrada freqlienfemenle na Bíblia. apesar dn ãs vezes os fariseus os criticarem por não serem suficientemente escrupulosos em guardar a Lei. alguns fariseus perguntaram o Jesus por que Ele comia com Lobradores de impostos v pecadores (Mc 2. Provavelmente nao mais do que 5 a 10% dp todos os judeus pertenciam a esse grupo.17: elc. questionaram por que Ele não seguia as tradições do rilual da purificação (7. No evangelho do Marcos. que significa "casa grande". Pai de Ana.36). Alegaram que jejuavam e os discípulos de Cristo não faziam isso 12. acusararn Tesus fie não respeitar o sábado 12. relacionadas de acnrdo com a motivação para o comportamento. por meirj da listu dos reis dn Egilo.29. eram bem respeitados pelos judeus comuns. Vários faraós são mencionados nas Escriluras e muito raramente são identificados (Neco é iden­ tificado em 2 Reis 23. FARAÓ. historiador judeu do século 1 (as outras duas são os saduceus e os essêníos). eles observavam Roma como um governo Ilegíti­ mo e opressor que impediu Israel de receber as bênçãos divinamente ordenadas de paz e liberdade na Terra. A tradição talmúdica descrevia sete categorias de fariseus. p comente um grupo dos sete linha hmiu de agir sem escrúpulo.f»|. De maneira alguma eram todos hipócritas como os cristãos geral­ mente supõem erroneamenle. Outro muilo proeminen­ te foi o que reinou na época <lo nascimen­ to dp Moisés r lornou a vida dos israelitas insuportável Nem sempre é pussível iden­ tificar com certnza inn faraó rid particu­ lar. Os ensinos deles foram comparados a uma força 213 .ser usada simplesmente como um titulo.16J. a profelisa da Iribo de Aser (Lc 2.15.J.

Cristo os acusou de toda sorte de hipocrisia. porque o popular lider judeu não foi justificado e sim o notório empregado do governo imperialista romano (10.51J e ajudou José de Arimatéià a sepultar Cristo (19. 12.30).FARISEUS maligna e Insidiosa (0.13). e ules solicitaram a Pilatos que lhes desse» autorização para colocar guardas no Itimulo de Jesus (27. pois acrescenta vários outros eventos e mantem sua posição de antagonismo para cora os líderes judaicos. Forma­ ram um concílio no qual decidiram prender Crista e Umlar matá-lo em segredo (11.191 e fizeram parle do grupo que foi ao lardimGetsêmam [tara prendê-lo (18. Mateus repele Iodas essas referências.20).1*24 descre­ vem duas festas semelhantes nas quais os fariseus agiram em lavor de Crislo. Gamafid. de forma mais positiva.391. rejeitando as declarações dele sobre Jesus o revelando no processo a sua própria cegueira espiritual hl.241 e identificaram-se com os lavradores ímpios da parábola (21. Lucas foi o unico evangelista que incluiu numerosos textos que retratam os fariseus.21): "rejeitaram o conselho de Deus" (7.11. mas foi Jesus quem usou a ocasião para criticar sua hospitalidade (7. João assemelha-se mais a Mateus. Por outro lado.21.32-4(v). em sua própria pessoa e ministério.2) & os impostos (12. quando o aclamaram rei { 19. corno a discussão sobre a identidade do Batista (1. mur­ muraram por causa da associação do Cristo com o» im p am tentes (15.34. lamentaram o falo de "todo o mundo'’ ir após lesus. ps fariseus perguntaram sobro o advento do reino de Díium e cria­ ram uma oportunidade para que Jesus declarasse que o reino ia estava entre eles. Simão convidou Cristo para jantar em suu cusa. Os fariseus que estavam presentes questionaram o ministério e o hatismo de João Batista (Mt 3. apesar do inicialmente não entender a afirmação de Cristo sobre o novo naschnenlo (w. Lucas 11.35). em seu mais longo discurso de acusação nos evangelhos (Mt 23). II.50. o livro de Atos uJtHruu referências positivas e nega­ tivas. muitas vezes nu contexto da comunhão com Jesus. prepararam uma armadilha paru Jusus quando pediram sua opinião sobre o divórcio (10.7). O medo em relação aos fariseus unpediu alguns judeus que cre­ ram em lesus de confessar isso publicamente (12. Um deles. saiu em deiesa 214 . pois falava a seu próprio lavor (8. Algumas de suas reierêuuias aos fariseus são lambem negativas.39). 13-411.2). mas reforça a animosidade. Ele enviaram os guardas do Templo numa tentativa fracassada de prendê-lo Ilo 7. quando n Filho de Deus entrou triun falmente em Jerusalém (12. Eles o acusaram de que só expulsava os espíritos imun­ dos pelo poder He Belzebu. Alegaram que o testemunho de Cristo não linha validade. 3-4). questionou Jesus sobre qual era o maior mandamento (22. Em Lucas 17 20. 0 qual os criticou por algum aspecto comportamental.4557).42). pois retrata os fariseus como extremamente hos­ tis a lesus. que.37-53 n J 4.34.24J o o registro de que Jesus balizava mais pessoas do que João 14. príncipe dos demónios 19. Há também outros textos mais brandos que envolvem os fariseus. Lucas difere riu Mateus e Marcos em várias passagens. fosus declarou que a justiço de seus discípulos precisava exceder a dos fariseus (5. Em Lucas 13.36-50).3). Investigaram a cura de um cego.33 advertiram lesus contra a fúria do rei Herodes e pareceram genuinamente preocupados com seu bem-estar.15).1014]» Por outro lado. pelo monas um dos mais proeminentes deles apareceu sob uma perspectiva mais positiva — Nicodemos (3. Canirapuserarn-se a afirmação'de lesus de ter poder paia perdoar pecados (Lc 5.52). A parábola de Jesus sobre o fariseu e o publlcano chocou a audiência. tempos depois levantou-se em defesa de Jesus Í7.13). Um importante membro da supre mu corte judaica. rejeitaram o ensino de Jesus sobre a mordomia porque “oram avarentos" (16 14 1 e disseram a Cris­ to que repreendesse seus seguidores. Como uo evangelho do Lucas. doutor da lei.45).

o que n protegeu de ser açoitado e também deu-lhe direito a uma proleçâo adicionai. FE BE. O povo ouviu em silêncio até que ele mencionou sua missão de pregar o Evan­ gelho aos gentios (At 22.5).20J. O destacamento romano ua cidade interferiu e os soldados protegeram Paulo. cidade portuária a alguns qui­ lómetros a leste de Corinto. cha­ mado Cláudio Lis ias (Ai 23. O julga­ mento durou vários dias A Bíblia diz que Félix “era bem iidormado acerca do Ca­ minho’’ (At 24. Paulo apulou paro sua cidadania ro­ mana. o apóstolo referiu-se ao seu passado como membro da sei la dos fariseus. que ameaçava matá-lo tAl 21. é certo que Paulo linha alta con­ sideração pelo trabalho de Fnbe para o Se­ nhor. corno cristão. Sabemos com certeza quo existia uma ordam do diaconisas no século 1 1 d. Em sua audiência diante do Sinédrio..C. o comandante romano.31). quando íoi levado paia ser jul­ gado pelo Sinédrio (At 23J. quando se defendia diante do rei Agripa. quando voltava deFieso para Je­ rusalém.22). que Paulo pnhenloti seu primeiro julgamento. mas nos dois contextos Pau In tam­ bém deixou claro que. Filipenses 3. Alguns fariseus tornaram-se cristãos. O sumo sacerdote e mait* alguns ju­ deus levaram suas acusações contra Paulo diante de Félix.Chama nossa atenção Aios 23. O “governador Félix" ora o procurador romano dajudéia de 52 a 58 d. durante o qual o apóstolu íoi capturado pela multi­ dão.23 a 24.7. O apóstolo pede aos irmãos dp Rorua que.7).27.8. que linha um m in istério na igroja em Cancróia. Félix fora nomeado pelo imperudor Cláudio e mab tarde foi cha­ mado a Roma por Nitro.B. juntuineu- 215 . 12) ou uma designagão mais umpla para descrever alguém que estava envolvido efetívamente no trabalho da igreja local |EÍ 3. 1 Tm t. o qual permitiu que ele lizesse sua própria defesa. A íim de protegê-lo. levou-o preso sob c ustódia. muitas de suas convicções fundamentais mudaram. mas erroneamente pensavam que os novos convertidos entre os gentio. Evidentemen­ te eJa tinha nm trabalho específico a de­ sempenhar ali e a igreja deveria dar-lhe Ioda a ajuda néctíssária. para ser julgado diante dn Félix. PauJa causpu uma divisão e n t r e seus mu m br os.11. Logo foi acossado por alguns judeus procedentes da Asia. quo o acusa­ ram dn suscitai antagonismo contra o ju­ daísmo..C.a. Atos 22 então uarru como o apóstolo loi auto­ rizado pelo comandante romano a dirigir-se h multidão e faiar sobre a fé cristã.tr que ora juigado porque a-ia na ressurreição. Depois desau audiência. FÉLIX (Lat. Esta provação de Paulo começou em Aios 21. Febo seja auxiliada de to­ das as maneiras possíveis.l. Cl 1.m conhecida.1 : eram obrigados a obedecer a Lei mosaica (At 15. O comandanle romano então decidiu enviá-lo para Cesareia. nlguns judeus planejaram matar o apóstolo. Paulo a cha­ ma de "irmã" e "serva"> e usa o mesmo ler mo do qual deriva a palavra 'diaconisa” (Rm Nao está d aro so ê uma alusão a uma função específica (Fp t. alinhou-se com os fariseus contra o s saduceus.5 registra esse mesmo testemunho. que eslava pronto a levar os ‘'inoírcuneisos'' para dentro do Templo IAt 21. quando fosse lavado novamente diante do Supremo Tribunal. c. pois íoi diante dele. mas a única referência passível uo Novo Testamento para tal posição é em 1 Timóteo 3.22). Ele ouviu. em Cesareia. ' feliz"). Novamente em Atos 20 5. De qualquer maneira. Cri ou-se um tumulto. por causa ria ié cristã que o após­ tolo defendia. Isso fazia parle da ucusagão conlru elo.FÉLIX dos apostolos. n. Uma cristã br. ao uleg.26).

FESTO.28). enlreianto. O apóstolo loi convocado para laJai dlanle do rei. Pau­ lo então apelou para César. Quando Paulo chegou ao ponto da descrição da morte e ressurreição de Cristo. ao apelar para o conheci­ mento de Agripa sobre os recentes acon­ tecimentos que envolviam os judeus e o entendimento dele sobre os profetas. nestes capítulos. Féllx ficou "apavorado”. o qual leulou restaurar um pouco da ordem legai e administrativa na região. acom­ panhado de sua irmã Berenice.FESTO le com sua esposa judia Drusila. Alguns dias depois. O procurador romano da Judéia que sucedeu Félix em 58 d. Paulo então apro­ veitou a oporlunidade para proclamar o Evangelho aos dois descendentes de Herodes. na esperança de receber algum suborno para liberar Pau­ lo (24. At 21. os quais pedi­ am que fosse reconduzido a Jerusalém para ser julgado. onde seria morto (At 25.25). Foi. para ser julgado. que tudo isso era parte do plano cie Deus [cf. o após­ tolo tí Féllx tiveram conversas regulares [Al 24. demonstrando claramente sor bons amigos. Retardou ao máximo 0 julgamento.0 o apóstolo falava sobre a le em Cristo. Esso tempo de prisão iob o govorno de Féllx aparentem ente trouxe pou­ quíssimo benefício na continuação do ministério de Paulo. o prisioneiro. chegou â cidade e teve um encontro corri Festo. Fora r i u Novo Testamento.24). Paulo. No Novo Testamento. Pau­ lo replicou. mencionado tanto por Joselo como por Tácito. que o consideravam um governador abominá­ vel e extremamente cruel. Durante esse tempo. subiu do Cesaróia a ferusoiém" (At 25 1) Ali ele ouviu dos Lideres judeus as acusações contra Paulo.11: 27. embora aparentemente os con­ dições de vida da apóstolo fossem bem favoráveis. como ele. Manteve Pau­ lo em algum I ipo de prisão domiciliar por dois ano». Pardo ainda estava preso quando Félix foi substituído por Pórdo Festo (At 24.Josefo. (At 24. discutiram juntos sobre o caso de Rnilo. Festo demonstrou seus princípi­ os religiosos romanos. foi colocado num navio e conduzido a Roma 216 . que o considerava um nobre líder. onde apresentari­ am suas acusações contra o apóstolo. pois também eram judeus. a fim de não ser levado a ferusaiém. ao dizer que o apóstolo estava “louco” IAt 26. enquan1. depois da fraquíssima administra­ ção de Félix. "discorrendo ele sobre a justiça.26). Festo convidou os líderes para o acom­ panharem a Cesaróia. Festo atendeu a tal apoio o o manteve ern Cesaróia até o seu envio a Roma.26. os quais ficaram parados por mais de dois anos sob d governo de Félix. talvez devido ã idéia dfj fuizo vindouro.2-12). o Grande. que esperava receber algum tipo de suborno antes de pronunciar a inocência do apóstolo das acusações que os judeus faziam contra eln. Agripa ÍJ.C. Por ele ser cidadão romano.27). A intenção delps era fa­ zer uma emboscada e matar o prisionei­ ro.27). u donuaio próprio o juízo vindoura" (24.24|.D . ê meur inundo apenas poi. Esse menosprezo polu loi talvez fosse uma característica de Félix. quando. Festo rapidamente tomou as redens da liderança e "três dias depois de entrar ua província. Agripa e Festo desejaram libertá-lo.27). O rei sensibilizou-se e disse a Paulo: ‘Tensos que om tõo pouco tompo podes persuadir-mo a fazer-mo cristão?" (At 26. P. qup daramonte eram simpatizantes do judaísmo. ma** o apoio paru César precisava ser obe­ decido: assim. O apóstolo então respondeu ser o seu desejo que todos os que es lavam presentes se tornassem cristãos. o primeiro estagio nos procedimentos le­ gais que no iiinaJ permitiriam quo teste­ munhasse de Cristo na própria cidude ile Roma Fica muito daro. Festo aparece como o governador romano que se encarregou dos procedimentos legais contra Paulo.G .

7). F IL E M O M . É possível que tanto Ahimeleque como Ficol Fossem títulos filisteus para sOufi lideres: desto manoira. Comandante <to exército do rei Abimeleque. sem dúvida molivado pelo medo que alguns cristãos tinham das autoridades romanas.9J Esto era um escravo que pertencia a Fiiemom.FILEM OM [Al 2 6 . Por meio de uma cúldadoSn compa­ ração com a caria de Paulo aos colossensos. p . 3 2 ) . é possível afirmar-se que a casa de Fiiemom era parte da igreja ern Colossos. Pro­ vavelmente converteu-se por meio do mi­ nistério do apóstolo (F11.i. Isaque foi fio encontro de Abimeleque em Gerar. Al 2 1 :3 i : 2 7 . P.B. Da mesma maneira que os cris­ tãos enfrentam dificuldades para pojrmanecer firmes em Crislo em muitas socie­ dades modernas. Abimeleque e Ficol novamente se encontraram com ele. ao falar sobre |p s u p em seus contalos diários cora os pagãos (v. dois homens diferentea Inlve/ estejam envolvidos nos dois eventos. 16). os quais pediram que se retiras­ se. 17) e tinha em mente o fato de os cristãos não lerem Bcado ao seu lado no julgamen­ to.2 4 ) . amigo querido e cristão fiel. pxj.22. Permaneceu lá por algum tempo. o Unham abandonado.G. Onésimo — o motivo da caria do apóstolo a Filemom — é mencionado como "um de vós” (Cl 4. Mencionado jun­ to com I lermógeues na segunda corto de Paulo a Timóteo: “Bem sabes isto.5U9). “furtivo'*!. supõe-se que um proprietário 217 .t . ondo sú tnrnon um homnm poderoso e uma ameaça para os filisteus. 32). Uma dás ora­ ções de Paulo por ele era para que sem­ pre fosse otivo na proclamação do Evan gelho de Cristo às outras pessoas. Acom­ panhou seu simhor. entrt: eles Figelo e Hermógenes" (2 Tm l . Tempos mais tarde. 0 al­ guns membros do grupo ou de sua resi­ dência também foram mencionados no inícin da caria que o apóstolo lhe escre­ veu. Isso talvez indique uma certa timidez de sua parle. Não sií sahií ao cerlo se foi o mes­ mo llder filisteu que antes fizera uma ali­ ança ccun Abraão. Isaque retomou n Berseba. Uma igre­ ja domiciliar reunia-sp em sua casa. O arma de Flletnom "pelos santos" (outros irmãos e irmãs cristãos) era bem conhecido. Paulo estabeleceu um contraste entre esse tipo de comportamento. Os que se afastaram seriam Iodos os pro­ venientes da .g . (ais como Hermógenes e Figelo de quem Fciulo esperava uma atitude melhor. Evidentemente o apóstolo não desejava dizer que todos os crislãos de to­ das as igrejas da província da Ásia. O plano d e D p u s eru que o apóstolo te s le m u n iin s s p d e le ua c a p ita l d o Império Romano (c í. 6). Depois de várias disputas por causa dos poços de água. e não se envergonhou das minhas algemas" (v. Nessa epislola. 5.261.Asia que viviam em Roma. quando o patriarca já havia faleci­ do e houve lome na lerra. que todos os quo estão ua Ásia me abandona­ ram. FIGELO (Gr. mas que havia fugido. Quando lã e$tava. em busca de ajuda e alimentos.15). o problema estava pre­ sente também nn Igreja primitiva: eles es­ tavam expostos às perseguições ou sim­ plesmente eram "ridicularizados” por serem cristãos. a fim do firmar um acordo de paz (Gn 26. O apóstolo moncionou esses exem­ plos. Um dos cooperadores de Paulo. a fim de encorajar Timóteo d ser forte "na graça que há em Cristo lesus” 12 Tm 2 . possivel ­ mente com uma elevada soma de dinhei­ ro: ou eiilão lora enviado para ajudar Rmlo e não voltou no prazo determinado. pois linha reanimado o cora­ ção dos cristãos (w. í ). tais romo Éfeso. Colossos etaodicéia. um lídor lilistnu. Provavelmente referia-se ao tempo de sua segunda prisão em Ronui (v.g . quando este foz um tratado com Abraão om Borsoba (Gn 21. de quem disse: "Por­ que muitas vezes ele me recreou. FICOL. e a aiitude de Onesiíoro. Q ualquer que seja a situ ação (veja Ontsimo). nos dias de Abraão.

rv. FILETO (Gr. reanim ondo-lhe o coração em Cristo (vv. O apóstolo disse quo era 'pai' daquele «s»:ravo. A. 1 Tm 120]. frequentemente enfrentam essas questões com uma forte ênfase sobre a ressurrei­ ção fio corpo.1-IOJ. Paulo lambem referese ao cuidado de Filemom para com ds sanlos e conclui a carta com o pedido de que lhe losse preparada uma pousa­ da (vv. Alguns sugerem que a redigiu quando esteve preso era Cesaréia (veja AL 25). O rapaz se tornara seu fillio ua fé enquanto Pau­ lo estava preso por causa do Evangelho. após três meses. são apenas hipóteses A carta de Filemom é minto estuda­ da. talvez es­ tivesse lambém preso e por um tompo tenha compartilhado a mesma cola com o apóstolo. dn quem ouviu sobre o Evangelho. Talve? Fiieto e seus companhei­ ros acreditassem que a ressurreição fos­ se apenas a desc rição de uma experiên­ cia espiritual. FILH A DE FA R A Ó . oolocou-o ua correnteza do rio Nilo. Discute-se muito se Paulo estava ou não na prisão quando escreveu esta car­ ta. e os cristãos. Seu ensino «le que a ressurreição já havia ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2. 16).18J. A mulber mais conhecida na BíbUa como "a filha de Faraó" é mencionada no relato sobre o nascimento e a infância de Moisés (Ex 2. de­ sejosos de seguir o exemplo de Paulo.17. Herege. 218 . dentro de um cesto feito de juncos. ''amado"). e cer­ tamente assumiram esta postura após o tratamento de Paulo para mm Onésimo.o. e não necessariamente o ressurgimento literal do corpo— um en­ sino fundamental da té cristã (veja l Co 15. É urna nola pessoal na qual solicita que o companheiro aceite de volta seu anligo escravo como "irmão" (v. Esta epístola diz pou­ co sobre o assunto e pressupõe que era correto Onésimo voltar ao seu senhor e reassumir sua posição como escravo. Sua heresia se espalhava como uma "gangre­ na” e era uma distorção das Escrituras. Infelizmen­ te a Bíblia não registra qual foi a reaçào de Filemom a esse desafio à sua manei­ ra de pensar. A carta do apóstolo começa com um co­ mentário sobre como Filemom rcanimara o coração dos santos o conclui coju o pedido de que ele oiande Onésimo de volta. de onde teria escrito a epístola.22). antes. ainda que o mais provável seja que o apóstolo se encontrasse detido em Roma. eutretanto.16-191. Rnpetidamenle o apóstolo enfatizou o valor que Onésimo tinlia para ele. T i. como irmáo amado" (Fm 161 O cristianismo claramente fa­ zia com que a relação entre senhores e escravos losse reexaminada.FILETO do escravos e possuidor de tuna casa gran­ de o suficiente para reunir uma igreja pro­ vavelmente fosse muito rico e de eleva­ da posição soeial. Iàis informações. Tais heresias são comuns atra­ vés da historia da Igreja. a sucessão de eventos finalmen­ te levou os cristãos a acreditai que a es­ cravidão era uma prática errada. r.20). Estabeleceu-se um decreto real que ordenava que todos os bebês do sexo masculino que nascessem entre as mu* lheres israelitas lassem mortos. É provável que Onésimo tenha lenlado escapai e manter-se escondido no moio da mídlidôo de uma grande cidade como Roma. mais do escravo. Provavelmente enquanto eslava la teve a oportunidade de conhecer Paulo. Disse que Onésimo era um ‘ ir­ mão’’ realmente valioso e confiou nele com o cooperador numa m issão em Colossos.d. O apóstolo o enviou de volta a Filemom "não já como escravo. ouU‘os defendem um cativeiro em Eíeso. A carta de Paulo a Filemom £ a mais curta das que a apóstolo escreveu. associa­ do a Himeneu e provavelmente também a Alexandre (2 Tm 2. p.c. uma mãe escondeu h salvou seu lilho e. com o intuito de se aprender sobre as possíveis atitudes do« cristãos com re­ lação à escravidão. 1. entretanto. 7.

os filhos eram vistos como altamente desejáveis. " p o r que santos são os lugares rios quais en­ trou a arca do Senhor" |1 Rs 7. a fim de qtie ula oão vivesse do palácio de Davi.3-15:128. Sua promessa e s ­ tendo-se para os filhos dos filhos 1S1 103. Devido â sua lorroação. 10). não é idêntica à tia sociedade ocidental contemporânea. fflha do um Faraó que se tornou esposa de Mefedtí ( I Cr 4. A bênção du Senhor não é limitada pnlas mudanças dos eventos no correr da história.4-0). entretanto.17). A perspectiva dos escritores bíblicos. A proposta foi aceita e ela procurou n própria mãe. O passar do lempo não enfra­ quece a obra do Senhor em abençoar sou povo. os filhos gorai num te eram vistos como bênção do Senhor (Gn 152*5: SI 127. FILHOS NA BÍBLIA Os lilhos frequentemente são citados na Bíblia e constituem um elemento importante no quadro bíblico da família lernente a Deus e do p o v o do Senhor como uma unidade maior. os filhos participavam do culto desde a mais tenra idade.. que ainda nem nasceram (Is 59. 2 O rei Salomão se casou com uina certa “filha de Faraó”. O casamento de Salomão com esla e outras mulheres estrangeira?.Ç. a irinâ mais velha do bebê. escondida no meio da vegetação.18). A filha de Faraó banhava-se do rio.21). 3.24. A bênção de Deus não era vista apenas no nascimento dos filhos. Muitas pessoas viam o nascimento e o crescimento dos filhos como uma garantia da formação de uma equipe de trabalho p de protoção contra os que estavam fora da unidade familiar. Iodos eles 219 . No antigo Israel.2 Cr 8 111. O primogénito ura oferecido a Deus de maneira especial. mas ua manu­ tenção dos descendeutes piodosos de umu geração para a outra. posteriormente foi a causa tle sua ruína. p. pela escolha de Moisés para liderar os israe­ litas o ser a própria voz do Todo-poderoso diante de Faraó.21 e Hebreus 11. Em geral. A providência de Deus é claramente vista no retrospecto desses eventos. Quando o ruenino cresceu. principalmente em se tratando do sexo masculino. ua verdade. “Tila lhe pôs o nome de Moisés.24: 11. embora fossem praticados por outros povos. assim como na maioria das sociedades.U.281. Veja tíitia. vigia* va.31 Represem lavam o cumprimento da promessa de Dous sobre a aliança i om seu povo e ao mesmo leínpo 0 cumprimento da responsabilidade humana de frutificar o multiplicar-se. mos. não eram aprovados pela Bí­ blia. do antigo Israel. Veja também Atos 7. foi recebido pela filha de Faraó e tornouse oficialmente seu filho. A bênção divina 6 umn maneira pela ijual o governo de Deus eslende-se através da história.2.FILHOS NA BÍBLIA Miriã. Tais uniões eram proibidas pela Lei de Deus o iis esposas pagãs gradualmente "perverteram o coração para seguir a ou­ tros deuses" Í1 Rs 13. . e disse: Das águas o ti­ rei" Iv. Em Israel.8: 9.1. Infanticídio e aborto. b!<í conhecia as formalidades da coxe­ ie e linha urn acesso ao roi que provavel­ mente era negado à maioria dos escravos hebreus. Deus continua a nos chamar ao arre­ pendimento e ao serviço amoroso h promete que seu Espírito e sua Ffclavra não se apartarão das gerações futuras. Percebeu então quo se tratava do uma criançn israolita Miriã aproximou-se e ofereceu-se para encontrar uma mulher quo pudesse cuidar do bebê e amarnentãlo. pura quem cons­ truiu um palácio espei iol. ouviu o choro do bebé e mandou rotfrã-lo do ceslo. encher a terra e sujeitá-la (Gn l .

Cl 3. As que descansam nos braços do Crislo são mem­ bros (não apenas potenciais! da Reina do Deus. contudo. "meu irmão (Deus). Ninguém deve esquecer. ou seja. ao in­ clui-los ua adoração a Dous (1 Sru 1. audarn errados desde que nascem.22-24). São memhros do povo de Dous. Lc 1. Os filhos nem sempre obedecem ã lei de Deus. o o s genitores são cbamados paia ministrar o$$e ensino.11 |Veja Lambém Gn 29. Enquanto Deus abençoava seu povo. mio como propriedade. uão bavia distinção entre o secular e o sagrado no Lreinamenm dos filhos.11). Os pais eram respuusáveis pola educação dos filhos.15). são presentes do Senhor que devem s o í cuidados e dodit ados ao sou serviço. Exigências muito elevadas sáo colocadas sobre eles. coutudo. ia alõm do ensino e do exemplo. entretanto. como sinal de que oram compo­ nentes da aliança. esse ritual simbolizava sua entrada na comunidade de Israel.4). Pelo contrário.211. oles observavam a participação nos rituais do Templo. Os pais l orlai eci am-nos. O ensino aos filhos uão ora mera monle didatico.15]. mas a vara da disciplina a afugentará dele" iPv 22.15. "Mou pai de louvor": Aimeleque. Em tudo isso. E amplamente reconhecido que Cristo usava as crianças para fazer a aplicação teológica de que seus discípulos devem receber o Reino de Deus e vivnr uns com os outros em bonda­ de e humildado.32. os filhos são vistos como pessoas.2) significa "O Sonhar mou pai”. SemelhanLomexite. pois das lais é o mino de Deus".1-3. quo Jesus realmente recebeu vis crianças. a história da fidelidade do Senhor u sua aliamva cresceu e a questão da oducaçáo dos filhos assumiu novas dimensões (ls 4.14: “Deixai vir a mini a» criancinhas. Abias (1 Sm 8. Porque Dous é o Criador de Iodas as coisas e seus estatutos para o seu povo envolviam (odas as áreas da vida. Ef 0.3J. um rei” | 1 Sm 21. em Mateus 21. somente as crianças o louvavam e diziam: "Hosana ao Filho de Davi”. Devium ousinar-hes sabre os ntos poderosos de Dous. A educação dos filhos. Educação no temor do Senhor envolvia lodos os aspectos da vida.6). nem os irritem (Gl 3. quando Jesus eslava uo Templo. oontudo. de uma discipli­ na desprovida de amor. muitos onten- 220 . espera-se que os genitores dêem boas dádivas aos filhos (Ml 7. não pre< isam do uma "mão de ferio". proferindo mentiras" (Sl 58-3). As crianças também oram disciplinadas Não existia o otimismo tolo que via as crianças como inocentes por ualureza.9-10).4. O AT narra historias do filhos egoístas que não tiveram respeito poios pais (2 Rs 2.70-79). Lumprir automatica­ mente Iodas essas obrigações. "Honra a Um pai o a tua mãe” ÍÊn 20 12. A Bíblia diz olarameute aos pais que não provoquem a ira dos filhos (Ef 0. os filhos recebiam nomes quo destaca­ vam o i Lududu do Senhor pela família au pelo seu cliofe. por moia dos q u a is foram tirados do Egito e chamados para receber sua Palavra no monte Sinai (Dl 4.20). Os meninos eram cir­ cuncidados do oitavo dia de vida (Gn 17. Frequentemente. e não as impeçais.35: et< ]. 'Porque a imaginação do coração (lo homem é má desde a sua meilinice” |Gn 8. 2 Tm 3. Vinha acompanhada de mandamentos para oriar os tilhas nos caminhos dn Sonhor |Pv 22.23) A Bíblia apresenta um quadro muilo realista dos filhas. "A estulLícia está ligada ao coração do menino.12). Desde pequenos. lá que os meninos iudeus eram circuncidados. alegrando-se ua graça dp Senhor. Ninguém poderia deixar essa verdade ruais clara do que Jesus em Marcos 10. Eles não podem. Prei isarn do disciplina.16. Os filhos.21-24. A promessa ria bônção de Deus uão ara feita ua va^sio.21). Abiúde (I O 8. o povo de Deus.FILHOS NA BÍBLIA oram dedirados ao Sonhor. e os filhos dos judeus prosélitos eram balizados. logu após sua enfiaria triunfal em Jerusalém.11. Eles precisam de disciplina. Alguns deles eram dedicados poios pais aa serviço parLindar de Deus (1 Sm 1. "Desviam-se os ímpios desde a madre.

em sua graça.37. Por esse motivo.27J.41. o escri­ tor de Edesi. ficam indefesas o ii mercê dus outros.6). alguns tradutores desviam a atenção da referência aos “filhos" nesses versículos. utilizam todos expressões similares.26. Deus.3).39..3| e “filhos do diabo” (1 Jo 3.29. F1UAÇAO Filiação é uma idéia com muitas faceias na Bíblia Inclui os filhos vinr ulados literal­ mente à família e os usos metafóricos tais como o que so refere aos habitantes de Jerusalém como seus "filhos”. Da mesma maneira. textos como Marcos 10.astes (Ec 12. Os habitantes do Jerusalém são referidos como seus "filhos'1 IMI 23. Os filhos refletem o Pai. a fim de demonstrarmos os traços da família. Ser filho de Deus impfiea fazei a sua vontade (Mt 12. mas lesus ft o Pilho de Deus e os que crèem nele também são filhos do Senhor (jo 112). "filhos” têm um significado similar nas expressões intercamhiáveis: “filhos de Abraão" fio 8.1 o lermo aleluoso "meus fillúnhos” é usado comesse mesmo sentido.1 J: 10.33. Cl 4. A metáfora “filhos" é usada com uma conotação negativa em expressões como “filhos da transgressão. quando se dirigem aos estudantes e leitores. Os termus “crinnça" e “filho” são também usados metaforicamente na Biblia. às vozes.2. com Deus o não Abraão como pai.25).121 o lesus (Mc 2. G1 3. Na sociedade patri­ arcal do antigo mundo mediterrâneo não havia garantia de cuidado e provisão para a* crianças. Elas não controlam o próprio destino. 2 a 7).5). Não aponas o Senhor mas também o seu povo cuidum das crianças que não têm quem as proteja ou sustente na sociedade. Nesse sentido. SI 94. “descendentes de Abraão" (jo 0. A igreja ó o lar (ou a casa) de Deus | 1 Tm 3. a.10).44-40. Paulo (Fl 10).10).37.10) e "filhos de Israel” (Dl 1. No NT esse uso é muifo mais desen­ volvido do que no AT. Estão entre os grupos da saciedade sobre os quais outros podem facilmente tirai' vantagem.m. i0. amor e cuidado (Ef 5.7). sõa descritas junto com as mães como “viúvas « órfãos" Ils 1. Os cristãos são “irmãos" em Cristo.Por isso.1ss).211e viver em comunhão com os nossos irmãos. os que professam a religião pura são descritos como os que visitam "os órfãos e as viúvas nas suas aflições” (Tg L.40-50: 5.15).32: 7. Cl 3. Apenas um pequeno passo separa esse uso e a descrição da comunidade como uma família. Sem um pai paru cuidar delas e protegê-las. Para enfatizar ainda mais que as crianças são membros ao Reino de Deus.23. Não somente o Senhor é o Pai. declara-se "pai dos órfãos” (Sl 68.33). Infelizmente. 1 Co 1. descendência da falsidade” (Is 57. “filhos do ha" fEÍ 2.FILHOS NA BÍBLIA dem que as crianças estavam incluídas nos batismos famillaras (significando que eram membros ds comunidade da nova aliança) da igreja primitiva (At lti.5). Como "filhos dn Deus”. exeeto por meio do pai. Em 1 João 2. A injustiça era uma ameaça diária para um órfão.14 introduzem a nuança de que as crianças são fracas e dependen­ tes. em humildade. coufossamo» nossa fraqueza b humilde dependência do Pai paro todas as necessidades e descansamos cuntiadamenle em sua provisão amo­ rosa e sua proteção (Ml fí. 15. O livro de Provérbios faz um uso extensivo da figura na expressão “Filho meu" | veja os primeiros versículos dos caps.32. 221 .r e “fillmihos" são usados pelos mestres e escritores. Os lermos “filho meu. 7. Mais importante são as referências nas quais Deus é considerado nosso Pai e um indivíduo ou um grupo são chamados seus filhos [as variações de termos relacionados com a expressão "filhos de Deus" estão baseadas mais em estilística do que em variações teológicas).

6: 2. Rm 0. A adoção delas na família do Deus é pot moio ile Jesus Cristo (Ef 3. Como Mes­ 22 2 .1. é o elemento central da provisão de Deus para as bênçãos familiares escatológicas de seu povo.FILHOS NA BÍBLIA Numa expressão típica dos povos da Mediterrâneo.12).41: lo 1.49).27. os irmãos de Jesus. à formação de Israel cam n filho de Dous. é o Pai da nação israelita. de Gn 6. Filiação escatològíca A expressão "Filho dn Deus" como título messiânico não é surpreso no Bíhliu. a bênção familiar du povo de Deus está especifi­ camente rela» ionada com Jesus.7: Sl Ô9. no Novo Testamento.10. frequentemente é chamada de Filho de Deus.4: Ml 22.11. assim. o povo de Deus olhava para adiante.41-46 — veja Jesus). 3*1. Cla­ ramente (2. nosso Reden­ tor desde a antiguidade e o teu nome”. és o nosso Pai. pelo contrário. Deus redimiu fsrael e.16. os seres humanos sáo chamados dp "geração de Deus" (Al 17.13) Ele era s e r v o e filho (Sl 89. e Israel rião nos reconhece: tu. e sim .7-2.16:64.6. A confiança de Israel de que Deus viria e supriria suas necessidades era expressa pelos profetas em linguagem familiar (Is 03. quando seriam chamados “filhos de Deus". Às vezes.10. Portanto.KM » mostra como Cristo trouxe “muitos filhos á gloria". também «ra conside­ rado f i l h o de Deus (2 Sm 7.16). Devido ao falo de Deus sei o criador e lats seres estarem sob sua autoridade. entretanto. a Bíblia ocasionalmente refe­ re-se aos seres angelicais como “fLLbot. o Filho de Dous (]o 1. No período enlre os dois testamentos essa idéia levou ao uso tia base "filho de Deus como um Ululo messiânico (4 Q Florilégio I I 1-13: 4 Q ps Dn A 1.101.». escolhido e retirado do Egito.1)'. a lráse é usada apenas como um lilulo messiânico (Lc 4.14-19.20.11). 0 Setdior. porque Ele é o Filho messiânico de Deus. ainda que Abraão náo nos conhece. Polo fato de que o rei do Israel representava a nação. Similarmente.Outras pessoas tomam-se filhas de Deus quando crèern em Jesos Cristo.10) fazem isso por mein de metáfora. de Deus” [Jó 1. os seus sofrimentos e a sua morte foram os meios pelos quais o Filho libertou os quo estavam “sujeitos a escravidão" (2. o HILio messiânico de Deus.6 e Ml 2. Em Isaías 63. o identifica como o Filho de Deus único e preexistente (Gl 4. à glória (2.5-13) Mais especifi­ camente.14: 1 Cr 17. Em outras ocasiões. mas não se reterem nem á geração biológica da humanidade p o r Dous (como uus religiões pagãs) ueru á criação. Filiação em Cristo Jesus. No meio da opressão.17.4). loi por meio de seus sofrimentos que o Filho de Deus lrouxe outros mem­ bros para a família de Deus. o Messias. Hebreus 1 e 2 deseuvolve o lema da supremacia de Jesus como Fdho. fiara o dia da bênção. Os 1. O advento de Cristo.28. veja também Mt 11. Esse tiso.5. nõo é o caso.201 porque Ele r o criador. i ). Ale mesmo os textos que usam a linguagem da criação ou geração (como Dl 32. Filiação redentora O lema dt«ninante que está no cerne da revelarão bíblica é que Deus é Pai. é muito raio.26) adotivo de Deus (Sl 2. no Èxado (Os 11. [r 3. Hb 2. em virtude da redenção. o proíela clama: "Mas tu és o nosso Pai. sáo também chamados de "filhos de Deus”. mas também náo é o único uso escatológico do tema filiação.7).14.15) e trouxe os filhos de Deus. Hebreus 2 . porém.

4 5 .5). mas tambúm os Cilhai. pois seu Pai "é misericordioso” (Lc (5. 3 7 . o lindo quadro do cuidado paternal de Deus no Salmo 68. Da mesma maneira.6 é seguido pela clara advertência uo v.5: Eí 1. O Pai é gracioso e per doador. Portanto. 9 . u menos que o Pai o r e v e l o (Mt 1 6 . A despeito das variações distintivas. Rm 15. São nascidas de Deus (1 Jo 3. pnis e uma expressão genérica.4. Este segundo é expresso numa variedadB de palavras: “vontade" [Ef 1.7. Nem o novo nascimento nem a adoção na família d" Dous constituem um processo. t3 dp quo nem todos são filhos de Deus: “Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus no seu santo lugar Deu* foz que 0 solitário viva om família.3ti).3. 9.91.71. 1 4 ) . Dois dos maiores temas dessa doxologia são a adoção de lilhos do Deus e a vontade e o propó­ sito de Deus. 6 5 ) .7). que aparece primariamente nos escritos de João. As pessoas tomam-se filhas dtí Deus. o diabo" Semelhantemente.5. nem féméar é a explicação de Paulo para a declaração “Todos vós sois li lhos de Deus” IGI 3.1J ). Especiliiemente. O efeito cumulativo é a ênfase no fato de que a adoção na família de Deus é conslruidd nada mais nada menos que sobre o fundamento da própria pessoa do Rii (o significado básico da palavra "adoção" enfatiza a escolha do Rii qun adotal. e a boa uotida (lo Evangelho e q u e o Pai sempre toma a iniciativa fJo 6 . “propósito” (v.1. é uma metáfora biológica. O chamado amoroso do Pai Nem todos são filhos de Deus. as duas metáforas enfatizam qun a mu­ dança não é apenas radical —•é também imediato.9: 4.5. 1 6 .6). A afirmação bem conhe­ cida “não há macho. "por Deus" í d 4. Desde que nem Iodos são lilhos de Deus. 2 7 ) . 223 . A Solução para a triste situação rio que não e filho de Deus começa corn a graça do Pai.5: Gl 4. ambos os termos deixam claro que a mudan­ ça envolvida é radical em toda a orientação da vida. a expressão “filhos dft Deus" não deve ser eniendida <omo se referindo apenas aogéuero masculino.3-14.18).1ti). na linguagem bíblica. A velha existência termina e começa uma nova vida. e se sen Pai celestial também o perdoar (Ml 6 .31 A ênfase dó apóstolo Paulo sobre esse assunto é encontrada om Efésios t. "predestinados Iw.4).fi: 2 Co 6. “conselho" | v. que não aparece no Antigo Testamento e apenas cinco vezos no Novo Testamen­ to (sempre nos escritos de Paulo. 5. Sua misericórdia o seu amor são a raiz da Jihação de seu povo (]r 3 1 . 4 4 . 20: I P e 1. e liberta aqueles que estão presos em grilhões: mas os rebeldes habitam om terra seca". 5. 5. Ninguém pode reconhecer Jesus como o Filho. os que desejam ver o Reino de Deus. Como alguém podo aproximar-se de Deus? Por meio de Jesus. ó lomado do contex­ to social e legal do mundo greco-romano. Em )oào 0 44. adoção e regeneração estão ligadas à obra do Espírito San­ to (JO 3.FILHOS NA BÍBLIA sias.9. Uma terceira característica co­ mum da adoção e da regeneração é que a mudança que ocorre é divina.4: Gl 4.26-2«l. Tesus disse aos judeus: "Vós pertenceis tio vosso pai. de Deus (Ts 43. realiza as esperanças dos profetas Esta realização inclui D ã o somente o s filhos du Dem. Adoção e regeneração Duas metáforas são utilizadas nos textos bíblicos para descrevei* como a escolha amo­ rosa do Pai se realiza e a pessoa que ainda não é filha de Deus une-se a Cristo e Iransíorma-se num membro da família de Deus: adoçao p regeneração. O termo “ado­ ção". O vocábulo “regeneração”.23. 1IJ.11) e eleitos |v. precisam "nascer de novo" (lo 3. 11). "beneplácito" (w.

mas não única Estudos teoló­ gicos recentes deixam de lado a antiga alegação de que a referência de |esus a Deus como "Par.8. 19-34 trata com várias perspectivas da relação dos filhos de Deus com os "cuidados" déste mundo: dinheiro.9) Eles foram adolados na família de Deus IGI 4. represem Iam dons para nossa disciplina e fortalecimento. Jesus ensina os outros filhos de Deus a orar: "Pai nosso" (Ml 6. Rm 8. em conformidade com a imagem de Cristo. De fato. para o “bem" (Rm 8. proteção e disciplina significa que ele não se preocupo. 1. para que lambém com ele sejamos glorificados" l Km 8.orn a oração. mas uma das mais significativas esta relacionada r. "Somos. dados pelo Rii qun molda e edifica os filhos os quais ama.2-5. e o Sonhor enviou o Espirito de seu Filho aos seus «orações (Gl 4. Os filhos de Deus aprendem a lição do Sal­ mo 103. O Pai celestial se compadece de seus filhos e lembra-se que “são pó”. A confiança do filho em sou Pai para provisão.10). pois a filiação alinge o centro da existência humana e estende-se a todas as áreas da rida.FIU IOS NA BÍBLIA Os resultados da filiação Um rios aspectos mais impreasionantcs do uso bíblico ila uoção de filiação é a gama de resultados associadas com ela Isso é compreensível.32).18-30).26-20) do Pai.5). 2. herdeiros de Deus b co-herdeLros lem virtude da filiação! de Cristo.25). O corolário da confiança o a perseverança O filho de Deus é chamado para traba­ lhar duro e jamais desistir (Hb 12. abnegado e perseverante ao Pai celestial (2 Co 1. se é certo que com ele padece­ mos. Islo eslã enfatizado em Provérbios 3. Estas três virtudes paternas são essenciais para a segurança do filho. interesse e afeição com o amoroso Pai celestial.6. o Filho primogénito (Rm 8.5-13. Este sofrimento atual acontece sob o controle amoroso do Pai. e chamá-lo de "Pai" (Gl 4. 224 . por meio do Espírito Sanlo. Sl 68. Tal padecimento leva os filhos de Deus á glória. 'para nosso proveito” (Hb 12. maneira característica. Deuleronômio 8.42. não deve ser confundido com autoconfiança arroganie. O relacionamento Intimo do próprio Jesus com Deus expressa­ va-se na maneira característica como se dirigia a Deus em oração como “Pai” (Lc 10.3-11. na onipolência (Mc 14.14. por isso. O fillio de Deus descansa na onisciência (Mt 10.21. frequentemente.13.24.30). Intimidade.. O filho de Deus descansa na promessa de um Pai que conhece e se preocupa com suas necessidades e tem o poder para suprilas (veja também | r 31. reconhece sua fraqueza o confia no Senhor. Mateus B. lambém podem orar a Deus.29.9). 22. mas entrega-se a Deus Esse tipo fie fé. 23. Em ambas as inslândas o clímax é “vosso Pai celestial" (Ml 0. Nn "Oração do Senhor".28) dos que são chamados para "serem conformes à imagem de seu Filho" (Rm 0. Dl 1.5)O talo dn qun os filhos de Deus chegam a essa condição "um Crislo" significa que sua vida presente envolve sofrimento no caminho da glória. O filho de Deus e uma criai ura chamada para um relacionamento íntimo e pessoal de abertura.17). Essa inlimidnde o vista de imulas maneiras na Bíblia.29. os sofrimentos da vida estão longe rir: ser sinais du ahandono de Deus.30). IJm dos resultados da filiação é a disciplina do Pai. (a) Oração a o Pai.34.12.6). Ml 5.15).1 1.29-31. alimentos o vestimenta Os w 25-34 focalizam o problema da preocupação com as necessidades bôsicas de [I I sustento e |2) proteção. Confiança no cuidado do Pai.1-5 e principalmente Hebreus 12..35] e ua misericórdia (Jo 10.9.48 — Nota. A confiança no Senlior resulta ora serviço alegre. O lilho de Deus pensa a mesma coisa. enlreiauio. Rm 8.era léxica ou sinteticamente única).26.

37. A antiga viria era de cativeiro. "Pois náo recebestes o espirito de escravidão para outra vez estardes em temor. A comlição de filho é contrastada com a do escravo. perfeitos. O Pai ó o santo juiz que noluturo decidirá o destino elemo du humanidade fMt 18.rituais impessoais da magia pagã [Ml 0.6 . Oração náo é unia arma de coaçao sobre os poderes do Universo. nas quais o termo filiação era um lugar comum. lemos: "Vós sois lilhos do Senhor vóstió Deus.) a antítese das fórmulas. para que sejais irrepreensíveis e sinceros.16: 64. mas recebestes o espirito de adoção. Ml l. Não é. Hb 2. É uma liberdade encontrada somente num relacio­ 225 . pelo qual clama­ mos. a união com Cristo e a condição de filho são desenvolvidas em conexão com a santificação. pois.B. O filho de Deus é Liberto do medo da marte (Rm 8.12-15. filhos de Deus" (Fp 2. A liberdade dos lilhos é a libertação dn pecado e da morte e a Uberdade da vida da lamiiia de Deus. Hebreus 9.1-0). Aba. 3. li qual estó segurri no Pai. lambem Rm 8. A oração do íilbo de Deus também é a an li teso da oração hipócrita dos religiosos que buscam seus próprios interesses (Mt 6.55). ts 63. a Condição da liberdade de filhos não é a idéia ocidental moderna do autonomia.8. A cura para a oração hipócrita [k a hipocrisia em geral) é o lorlulecimento du intimidade com o Pai celestial. um relacionamento simples ou desprovido de desafios. nem rapareis o cabelo em honra de algum morto”.47. Ib) Santidade familiar. Adoção produz confiança — e não medo. O Chamado para a pre­ sente santidade está também enquadrado na linguagem da fa mi lia de Deus. o modelo bíblico de filiação era radicalmente adverso das religiões helenistas ao redoi. A lamiiia de Deus Sur filho de Deus é tomar-se membro da Casa de Deus ( I Tm 3. 4.38: Lc 0. para enfatizar a Uberdade dos filhos de Deus.7. “Sede. entretanto. A obra de Jesus (e do Pai). a uova e de libertação. A filiação biblica traz não apenas bênçãos. Os israelitas tornaram-se filhos de Deus: por essa razão não podiam adotar os costumes religiosos de seus vizinhos pagãos.15).14-15). O filho de Deus Lambém é liberto do umu vida sem direçãt).31-37). mas filho" (Gl 4. om 1 loõo 2. c lambém a que determina o novo rumo em suas vidas (w. Oração é chegar á presença pessoal de Deus. imitadores de Deus.2. mas nunca eslava associado a qualquer ética moral da mesma maneira que a Bíblia faz. 5 . O medo da rulpa foi tirado. da mesma formão cristão tornou-se livre para a condição do filho Essa libertação é descrita particularmonte como a libertação do medo.20 a 3.1. As Escrituras enfatizam repetidamente que ser mem­ bro da íamilta implica assumir responsabilidade» familiares. Desta maneira. "Sede vos. como perfeito c o vosso Pai que está nos réus" (Ml 5.15 deixa claro que a razão por que o filho de Deus lem certeza de sua herança eterna como filho de Deus ú a libertação do pecado. A intimidade bíblica com o Pai celestial é uma comunhão segura e couíortadora. que liberta os lilhos da escravidão e os torna filhos de Deus (Jo 0. como filhos amados” (Ef 5*1). "Assim que já náo és mais escravo. pois. Pai!“ ÍRm 0. não busca o louvor è u honra em outros.9).7). Lm Hebreus 2. o filho de Deus ê chamado para se purificar.15). 'Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas.11-17. R u a os escritores bíblicos.35: Mc 8.11-17). Jesus declara a oniseiência do Pai e diz quo o filho de Deus.211.48) A intimidade com o Deus da Bíblia proporci­ ona segurança e exige santidade. mas também exigências. Assim como Israel loi solto do cativeiro para a filiação nacional.26). A família de Deus tem um estilo de vida diferente-(Dt *2 .FILHOS NA BÍBLIA Esse lipn de relacionamento intimo com n ftu rrtilestial em oração representava (para Jesus. Semelhantemente. o Novo Testamento desenvolve as responsabilidades óticos dos cristãos no contexto da família de Deus. Em Deutoronõmio 14. Não fareis incisão alguma no vossa corpo. A liberdade dos filhos.

Sabe-se mnie André. situada a nordeste do ponto onde (veja adiante). o totrarca. assim governante. o dos após­ provavelmente Filipe foi o quarto após­ tolos (15.(Gl 3. embora existam indica­ localidade principalmente dedicada à ções de que elo era tímido ■ : fraco na fé pesca.34. ma* Sobre o que porque us dois irmãos Tiago e João eram 226 . um dos doze apóstolos. "Trmáo'’ é uma palavra quo expressa profunda afeição pessoal e denola amizade. lalvez homem surpreendente. Filipe. o do Es­ De acordo com o evangelho de João. É no evan­ F IL IP E . aproximaduCrisio. Terceiro. é mu bom exemplo daquelas pes­ lo pouco sobre ele além do que está es­ soas que “receberam" a lesus rápida e en­ crito no evangelho de Joáo. na Gahléia (Jo 1-44). assim. às vezes chamado de "o dn que Moisés escrevera no Antigo Tes­ evangelista". o testemunho do Antigo Tostamonnomu de Filip e em hom enagem ao lo sobre Jesus õ uiom ionado (5. pírito Santo (15. 19 vszes em Tessalonicenses).46). ondtí dão existe lugar para o orgulho. testemunho torna-se evidente quando Fi Nas listas dos evangelhos sinó ticos ele iipe teslemunhnu não somente sobre um sempre aparece eni quinto lugar. Mencionadopela maneira como apresentou Natanael ao Fillio de Deus (1. amar os irmãos (1 Pe 2. João Batista jei havia dado associação que a localidade tinha com o testemunho sobre Jesus (1. nhou de lesus. Paulo o faz 133 vezes. imediatamente testemu­ o rio Jordão desaguava no mar da Galiléia.191. amor e comunhão ua obra de Crislo ( I Cu 8.11. numa época em que a ma cidade de Pedro e André. o apóstolo. Rm 8.11). Segundo. As barreiras raciais.31-46). Fica claro em sua resposta imediata tamento. I Pe 5. Em Mateus Três pontos são dignas dn mearão 10.3. Primnim. é claro. que significa uma casa unida. Seu entusiasmo fica evidente Obra de Deus na Igreja primitiva (Al 6.19: Lc 20.s. Filipe.27) e.9.23. para viver separado. foram incorporados à Igreja dn Deu.26. Posteriortolo. sempre mencionados juntos. 0 povo dn Deus foi tirado do melo do paganismo.M . bem como telrarca lalvez explique o nome do após­ André e seu irmão Pedro ( i 41). ap amur o ao interesse mútuo [El 2. pidamente creu sor lesus o cumprimento e o diácono. 1. o conteúdo desse tolo a ser escolhido por Jesus (Jo 1. 36. Os “filhos de Deus pela íé” são os que são 'batizados um Crislo'.17) e. Ap v.27). Corri exceção tle Judas. todos os cristãos do Novo Testameato reterem-se uns aos outron como "irmãos". Quatro diferentes pessoas são gelho de João que ele recebe maior aten­ conhecidas por esse nomo no Novo Tes­ ção. o qual Ibi muito dedicado a tamento. Esse lema do testemunho sobre ção exata.14 aparece aqui. nesse amor frater­ no. um mandamento dirigido a todos inRute 30 anos antes reconstruíra essa os cristãos.FILIPE namento com os outros membros da famiiia de Deus. intolerância e egoísmo. ou seio. assim corno Pedro na lista dos doze apóstolos. os pais com certeza colocaram o mente. 19. é desenvolvido extensivamen­ cidade o a chamou de “JúHàs'\ em home­ te no evangelho de João (veja especialmen nagem à filha do imperador romano.18. A te Jo 5. maioria dos "seus náo o receberam” (Jo Betsaida.39). Era da mes­ tusiasticamente.9).5). nos evangelhos e om Atos. Filipe.26| a. corno o du samaritona (4.39-421 . Era uma 1. culturais e sociais devem dar lugar à humildade.43). Marcos 3-18 e Lucas 6. E importante fazer uma distin­ à ordem de Cristo ‘‘segue-me1 ' quo elo ra­ ção entre Filipe. quando lalou sobre Ele a Exisle certa discussão sobre sua localiza­ Natanael. ler uma amostra do que é o banquete eterno (Jr 3.7$).

um ponto que Inão estava determinado a estaboloccr etn todo seu evangelho. pois indica­ ram que havia outrfis pessoas Interessa­ das em Jesus e apontaram para adiante. O v. as que não pertenciam ao povo de Israel 11U. 2. embora jã tivesse seus próprios planos«l«i operar um milagre. talvez estivessem próximos de Hatsai da). lesus voltou-se piira ele paira teslálo. Muitas pessoas convertiam-se ao Evangelho. e mencioniidn pela primeira vez em Atos (i.21 . sele homens foram indicados e escolhi­ dos entre os que eram "cheios do Espírito Santo e de sabedoria”. quando pediu a lesus que lhe "mostrasse o Pai”. Portanto. enfrelanto.FtUPE estava escrito na Lei ile Moisés a respeilo da Jesus. Náo está claro se Filipe promoveu ou não o encon­ tro dos gregos com Jesus. A resposta era que Fili­ pe o seus companheiros ainda náo tinham seus olhos espirituais abertos adequadatncnle para entender essas coisas. 2) lamais devem ter outras preocupações. por conhecer aquela região dó grande "mar da Galiléia'' (0. Filipe é mencionado novamente em João 6. Os crísláos de origem grega reclamaram que suas viúvas eram despre­ zadas ua distribuição diária de alimen­ tos.16).4 25. ficou patente em Filipe fio 14. portanto. t»o perguntar-lhe onde comprariam pão para alimentar 5. um versículo uo qual João 1.5. viam o próprio Pai.20). Os apóstolos ora­ ram e impuseram as mãos sobre eles e os nomearam para o serviço social da híreja. ao lempo em que outras ovelhas seriam uciesceutadiis ao rebanho do Senhor. 15. Enfolicamente Cristo lhe perguntou como fazia lal pergunla depois de tanto tempo em sua presença. A última men­ ção ao seu nome é em Aios 1 13.81. Em João 12. náo perceberam que.v. segundo ele.6).22 alguns gregos apro­ ximaram-se de Filipe b solicitaram uma audiência com Jesus. “seria suficien­ te’’. Es­ ses homens certamente sáo significativos nesse ponló do evangelho. Não sabemos se Cristo desejava testai parliadarmente a fé do Filipe ou so ele era a pessoa mais indicada para responder a tal pergunta. Filipe. Filipe e os outros esliverara com Jesus por mujln tempo. Essa seria a tarefa do Espirito Saulo logo mais — abrir totalmente seu entendimento 11. Ao relator incidentes como esse nos sous leitores. Este Incidente é uma interessante inilicaçào de quão cedo na vida da Igreja houve uns reconhecimento de que Deus dá diferentes ‘ministérios” e “dons" a di­ versas pessoas. entre os discípulos reunidos no Cenáculo. t:m várias ocasiões.2 J faz alusão).000 pessoas 16. o evangelista.5. Mesmo assim. Aresposia d < ? Cristo t^ve um tom pro­ fundamente triste.a de compreensão foi vis tu tam­ bém nos demais discípulos. A unidade do Pai e do Filho estava lirmnmento estabe­ lecida na resposta fiada por Cristo à per­ gunta de Filipe. Talvez Filipe pensasse em Gris lo cama "o profeta" |Dl 1U 19. João demonslrava a profundidade dos ensinos de lesus e destacava sua importância. precisavam de ajuda. foi apro­ priado que em João 12. 7 indica o su­ cesso dessa divisão de tarefas: “De sorte 227 . Os apóstolos observaram que perdi­ am tnuilo tempo na solução desse tipo de problema (At 6. Ames que isso acontecesse. para sua própria morte e ressurreição.2) e negligenciavam o ministério da Palavra de Deus. Essa fali.23 a resposta de Cristo apontasse paia adiante.1. As vezes também chamado de diácono. Filipe não teve té e tampouco o entendimento para imaginar qualquer solução que não custasse uma fortuna p u i dinheiro para alimentar aquelu multidão. Viram -D O em ação u ouviram seus ensinos. Talvez o tenham prociuado porque linha nome grego. Portanto. Isso. Os apóstolos perceberam que o trabalho do administração da Igreja em lerusolém era muito pesado. lesus já teria morrido. Jesus. Ele cria que íis Escrituras se cumpriam. lançou o desafio. Este fato reflete também o reconhecimento pela Igreja de que os que são chamados para o ministério da palavra de Deus" l. ao conlemplar lesus.

A pressuposição geral é que esle só pode ser Herodes Filipe. esse testemunho chegou a Samaria. Ao men­ cionai esse incidente. foi decapitado (Ml 1 4 . As referencias a esse governante. Lucas 3 .8 indica claramente que bem mais torde em sua vida ainda era amplamente re­ conhecido por seu zelo missionário. quando viu os milagres operados por ele. ernuo resultado. e Cleópalra de Jeru­ salém. Lc 3 . 0 tim dei que fossom teste­ munhas em Jerusalém. Esse governante. os apóstolos Pedro e Joâo foram alé lá e confirmaram que u Evangelho era aceito de bom grado pelos gentios e samaritanos. Prodamou o Evange­ lho. conhecido com o Filip e H erodes. cuja es* posa posteriorm ente foi tomadn por Herodes. lilho de Herodes. É impossivel determinar onde eram os limites de seu território. Perlo do final do Livro de Alas. 3 . l U i a m o r t e de João Batista é lembrada quando as pessoas sugeriram que lalvez lesus losse loâo. o Grande. 3. G fato de que Filipe era realmente um homem "cheio do Espírito Santo" e visto na ma­ neira como o Espirito o levou a falar com o eunuco. o Grande. 1 descreve seu governo sobre a IIureia e Traconites. o tetrarca (veja abaixo|.8 registra o mandamento do Jesus potra os discípulos. Atos 1. Muitas pessoas se converteram por meio de sua mensagem e fnram bntizadas (8. sob a direçáo do Espirito Santo. Herodes. 0 Grande. o filho de Herodes. o qual revivera. Posteriormente. operou milagres e desenvolveu um ministério que mais parecia o de um apôstolo do que dn um coopnrador ou (listrador.FILIPE quo crest ia a palavra de Deus.17 (veja Ml t 4 ..121. pois tnl coisa seria possível. e Cleópalra. era filho de Herodes. Samaria e até os confins da Terra. entretanto. onde vivia e era conhecido comu "evangelista” (At 21. que viajava em sua carruagem.27.Antigo Tes­ tamento à luz do ad\entn de Crislo: 0 eunuco creu e íoi batizado. 3 * 1 2 ] . Não se sabe ao certo se sua conversão foi genuína. Enquanto esteve em Samaria. proporciona 0 pano de lundo histórico para a repreensão de loâo Ba­ tista a Herodes: 0 Batista o repreendeu por causa de «eu casamento ilegal. 4. Joselo contudo uão menciona o segundo nome de seu filho. pois mais (arde ele é durainenle repreendido por Pedro (ÍJ. Quando começaram as primeiras per­ seguições contra os cristãos em Jerusa­ lém |na épacu i-m que Estêvão foi rnartitizíido}. lilho de Horodes. mas Joselo declara que incluía 228 .8). pois aquele cidadão era um importante oficial do governo e esta­ va a caminho de sua casa (8. des­ de que houvesse duas mães envolvidas. creu e balizouse. Ele lhe expós as Escrituras do . Seu trabalho naquela localida­ de loi especialmente importante para a mensagem do livro tle Atos.28). o qual.. é claro. /udéia. o Gran­ de. Filipe dirigiu-se para Sumaria. o Grande. A referência o Filipe coma "o evangelista" em Atos 21. Filipe. identificou a primeiro marido de Herodias como Herodes. Joselo. foram chamados de Filipe. Filipe. e M&riâne. o que jus­ tificaria sua designação por Marcos como 'Filipe”. Provavel­ mente foi por meio deste homem que mais tarde 0 Evangelho se espalhou por toda a Etiópia. Marcos referiu-se ao casamento de Herodes com Herodias. Fili]>e enfrentou um problema com um magico chamado Simão. Paulo e Lucas o visitaram em Cesareia. Atos 8 concede-nos uma idéia do tipo de trabalho 110 qual Filipe esteve envol­ vido em Samaria. Certamente é possível que o primeiro marido de Herodias fosse Herodes Filipe. te tra rca da Ituróia e Traconites.2Ú-24J. Lucas mos­ tra como a Grande Comissão loi cumpri­ da. Por meio de Fili­ pe. Fdipe também teve oportunidade de pregar para um eunuco etíope. Em Marcos rt. era o nome de família. onde rapidamente tornou-se um imporlante missionário. e em |erusalérri se multiplicava rapidamente o nú­ mero dos discípulos. Isso significa que dois filhos de Herodes. a quaJ fora esposa do seu iruião Filipe.

8). um nome bem próxim o da pron ún cia onde subjugaram a população notiva dos aveus (Dt 2.C.C. Os filisteus são mencionados proeminentemente nos documentos do Novo Reino Egipoio (1200 a I 100 a.C. O próprio Anligo Teslamento testifica sobre isso.17). Aparecem novamente no relato do Êxodo. e quase todos os especialistas identificam Oaftar c. ou seja 1440 a.I que ficaram suficientemente nume­ rosos para causar algum lípo de proble­ ma para Israel (! Sm 4 a 0.G. esta área estendia-se da oeste du porte norte di] rio Jordão.7. )z 10.1. durante os reinados do Kamsós UI e seus sucessores imediatos. 25. O lago Hulé e a cidade conhe­ cida como Cesareia de Filipe lambem es­ tavam dentro desse território. quando Deus levou os israeUtaspara lon­ ge da rota costeira.32. pois foi so­ mente nos dias de Samuel o Sansão I I 120 a.C. utésua morte em 33 d.C. (Gn 21. ou posteriormente. através do mar Medifprrânoo e da Libia..C Durante esse período loi responsável pela reconstrução de Cesaréia de Filipe (anleriormenle conhe­ cida como Peneiom) e a cidade pesquei­ ra de Betsaida.C. Génesis 10. Filipe go­ vernou nessa região do ano 4 d. Era considerado pela popu­ lação como o melhor e mais justo de Io­ dos os Herodes. a região qun fazia uma fronteira acidenladacom Israel e luda. porque rira “o caminho da torre rios filisleus'' (Ex 13. F IL IS TE U S .7). Esses tex­ tos chamam os filisteus de Ptílesel. Esta. |ão certo como conduzira os filhos fie Israel do Egito a Canaã (Am 9. 34. A mesma identifica­ ção é feita em antigos textos acadianos que descrevem pessoas de Creta como k ap taru .omo Creta.8: 13 a 10).4).14 faz um elo enfre os filisteus e os callorins.FILISTEUS. D'-uieronôinio sugere que os Callorins estabeleceram-se na costa do mar Mediterrâneo. até Canaã. OS Auraniles. Gaulanites e Bataiiéia.23). no Anligo Testamento. Se aceitamos a dala tradicional para o Êxodo. em épocas muito anteriores. um evento passado sobre o qual Moisés teve noticia (Dt 2.. Esse Dorae vem do hebraico Filistia e Filisteu. As abundantes referên­ cias aos caftorins (kuptam ou algo assim) em textos anteriores a 2000 a. Arnós acresconla a intormação de que o Seidior Irouxera os filisleus para a Pales­ tina de C a fto r. é a própria área constantemente associada com as cidades dos filisleus no Antigo Testamenlo. entretamo. Isso. Portan­ to. no extremo nurte do mar da GulUjéia.C. é claro. Á palavra gre­ ga Pulaistinei deu origem ao nome mo­ derno Palestinu. são sufi­ cientes para permitir a possibilidade de hebraica. pois tanto o Antigo Testamento como os documentos exttuhíblieos estabelecem sua origem nas d lias e regiões COsleiras próximas Ha Grécia e Creta. A evidência mais notável o o contato que Abraão e Isaque tiveram com os filisleus antes de 2000 a. exatamonte de acordo com as passagens de Génesis e Êxodo e com a referência em DeuterouômJo da substi­ tuição dos aveus pelos caflorins. incluindo uma rojjçião considerável a leste do rto e norte de Decápolis. A Ugaçáo fica completa com a obser­ vação dn Jeremius de que os filisteus eram 0 remanescente da ilha de Caftor (|r 47. não elimina a possi­ bilidade da existência de filisteus anteri­ or a essa data. PiListu ou Pilista. j\n.C. O S . nesta narrativa os filisteus procederam a ocu­ pação de Canaã pelos "povos do mar” em mais de dois séculos Talvez os filisleus tenham chegado a Canaã em grande número em 1200 a.23). A maioria dos historiadores data a chegada dos filisteus ao leste do Medi­ terrâneo em lorao de 1200 a. em Gaza e arredores. uma con­ clusão que suscita varias dificiddades à luz das referências a eles no Antigo Tes­ tamento. Nos textos acadíanos a região é referida como Rilastu.I como nm elemento dos netandus "povos do mar” que tentaram sem sucesso inva­ dir o Egito. O termo "povos do mar" descreve ade­ quadam ente os filisteu s e seus alia­ dos. 229 .

16. H nbu. adagas. outros sítios arqueológicos em Canaã incluem impressiouanlos amostras de potes de barro. seus ar­ mamentos e artelaios de tumulos. Suas práticas religio­ sas.15). 17.3.26. i Sm 14. 2 Sm 1. Escavações arqueológicas recentes revelam que os filisteus introduziram e experimentaram um elevado nivel de cultura e tecnologia.sua origem exala e seu estaibelecimento cronológico. mostram suas roupas.4. O Antigo Testamento. provaram sor ini­ migos implacáveis dos israelitas alé o início da monarquia.Cristão que vivia em Roma e foi sou^ dado por Paulo em sua carta. mostram claramente que os filisteus tinham assimilado o culto nati­ vo e original dos cuxibiuius Teologicamente. Ga te e Ecrom. eram eslrilumeule evitados como um mal que podia conta­ minar. “amante do aprendiza­ do"!. 1.12-14) e Davi (2 Sm 5.18.8. selos e sofistica fios dese­ nhos de arquitetura Cm dos maiores pro­ gressos dos filisteus loi a utilização do ferro. Asdotle.5. o s filisteus tipificam us Influências perigosas e mortais às quais Israel precisava resistir como povo escolhido (lo Senhor.2) e Astarote/Astarte l J Sm 31. 1 7. o próprio Esdras e nutTos levitas traçaram suu linhagem familiar alé Finéias (Ed 7. etc. Na época do retor­ no dos judeus do exilio na Babilónia. não enfatiza as realizações culturais dos filisteus: polo cou bário.C.C. 3. Qualquer que seja . Sua mãe foi 1uma das filhas rle Putiel" lÊx 6. A pBntápolis demonstrava «er uma coalizão dn cidades com direitos iguais. chama­ da Dagom (1 Sm 5.22-25] deram um paradeiro em suas incursões. mas por um Oficial denominado em hebraico de seren. Sua tradução na Septuaginta como “tirano” npõia a origem dos filisteus do mar Egeu.8-13). eram ainda mais nocivas: Unham como figura principal uma divin­ dade meio peixe e meio homem. to negativo que tinham s o b r e Israel. Ir. Nereu.).6. Na época do rei Saul (1050 a 1010 a.20) deixa claro que nao pertenciam ao povo da aliança: portanto. Ex­ tremamente belicosos.). diante de uma emergência uadoual. É costume geral referir-se à sua estrutura política como uma pentâpolis ("cinco <idades").FILÓLOGO suâ existên cia na região costeira de Canaâ. AsGalom..s territórios pertencentes a Israel. referência Ireqiiente a eles como “incircuucisos" (Jz 15. localiza o impac­ FINEI AS.18. Uagan e Man canoneui o a existência de outras. contudo. ambos semíticos. os filisteus esta­ vam sobdamentci estabelecidos nn cosia mais bátxíi do Metlilerrâueo. Filho de Eleazar e neto de Aião. as quais exerciam uma certa auto­ nomia (orei Aquis tratou iudependentemente com Davi.5 230 . procurava um filisteu.10-211. mas que. junto com Júíia. o qual tinha o monopólio das habilidades necessárias paia tal função (1 Sm 13. por encabeçar a lista.251. Esse deus (cf. 1 Srn 27. 501. pois conquistaram repetidamente o. se um israelita quisesse afiar ou consertar um equipamento feito de ferro. palavra que talvez signifique "se­ nhor” (js 13. entretanto. FILÓLOGO (Gi. O re­ conhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava pelas pessoas em diferentes congregações é algo digno de nota em suas epístolas.1-5). nos tempos anteriores ao Èxodo. uma Inovação bem avançaria em relação ar» seu uso em Israel. tra­ balhavam em conjunto d submetiam-se às decisões da maioria (n dispensa de D a v i da batalha contra Saul: I Sm 29).23. no Egito.4.27. Desenhos bem con­ servados encontrados em Mmlmnl.5-7). tais como Baal-Zebube (2 Rs 1. conceutrudos em cinco cidades: Ga/a. até q u e Samuel (1 Sm 7. cada urna govnrnada não por um roi. 31. por volta do século XII a. Filólogo fosse o líder de uma igreja domiciliar o Júlia fosse sua esposa. Seu lillio chamava-se Abisua 1 1 Cr 6. É provável que. foi um dos maiores homens de todo fsrael.3.M. A . sua irmã e Olimpas |Rm 16.

para indicar claramen­ te que os apanhara em pleno ato de imo­ ralidade e adultério |w. O próprio Finéias anos mais tarde serviu diante da Arca du Aliança em Untei onde novamente seu zelo pelo Senhor foi demonstrado. \ adoração e sacrifícios só eram permiti­ dos no Tabernáculo. 13. 30-34).3). do maneira que quando as oufras tribos souberam o que us tTés fizeram. 7. 14.14) foram enviados para falar com os lide­ res. a qual levou para sua tenda diante de toda a congregação. Eslns convidaram o povo aos sa­ crifícios doa seus deuses. Deus falou a respeito de Finéias: "Finéias. extttamenle quando isso ocorria. filho de Eleazar. um dos sacerdotes que retornaram do exílio na Babilónia. no meu zelo. Portanto. lal dedicação ao Senhor e às suas leis tomou-se um modelo de como todos os israelitas. Finéias soguiu-os o matou-os com apenas um golpe de sua lança. as quais ti­ nham erigido um aliai perto do rio Jordão. Finéias é mencionado novamente no relato de Números 31. o 231 . o o povo com ia. para ja­ mais se esquecerem de que faziam parte de Israel e adoravam o mesmo Dous.3. porque foi zeloso pela honra de seu Deus. A ira do Senhor diante de lal comportamento ocasionou uni juizo ime­ diato. “o povo se en­ tregou á prostituição coru as Iilhas de Moabe. 2f3j. dfzô: Dou-lhe a minha ali­ ança de paz. Para mais detalhes. Com exceção de uni curto período no sacerdócio de Eli. não cousumi os filhos de Isra­ el. Finéias liderou uma de­ legação enviada ao encontro das tribos de Rúben. NttmemS 25 registra que.000 israelitas jií tinham morrido. com a intenção dn t»:r relações sexuais com ela. 2 . 3 . filho de Saiu. p se prostrava diante deles" — Baal-Peor fvv. e fez propiciação pelos lilhos de Israel" (w. para serem utilizados como sinalização. Ele. Finalmente morreram sob o juízo de Deus.6. -A praga euviada por Deus sobre o acampamento foi interrompida por essa ação rápida. O zelo de Finéias é mendouado no Salmo 106. quando os israelitas esta­ vam acampados em Sitim. Eles se tornaram totalmente corruptos e tira­ vam vantagem da posição privilegiada que ocupavam. Finéias e toda a delegação rotornarurn louvando a Deus |w.»).28). Seu irmão chamava-se Hoíni. era um dos fi­ lhos rio sumo sacerdote Eli II Sm 1. Sacerdote em Siló. veja H o fn i. Todos os lideres que se ituvolve­ ram na imoralidade e idolatria foram mortos.30. por isso. temeram que novo julga­ mento de Deus caísse sobre eles. e a sua semente depois dele. "Não conheciam ao Senhor' (1 Sm 212). As três tribos explicaram que o aliaT seria usado apenas como um leslemuuho de que a adoração $0 seria feita no Tabernáculo e uunca seria utilizado para o oferecimento de holocaustos (v. trouxe uma mulher midianila. Zinri. Levou consigo al­ guns utensílios do santuário e trombetas. 11-13). lerá a aliança do sacerdócio perpé­ tuo. Finéias e os representantes das tribos (w. deveriam viver.20 indica que uma de suas principais tarefas era a de ser "porleiro" no Tabernáculo. San. Suu fumu foi estabelecida principal­ mente par sou "zelo” em defender o Se­ nhor Deus em face du idolatria. chamada Cosbi.21 I Crónicas 9.FENÉIAS H. especialm ente seus lideres. quando saiu com os soldados israelitas para a balalha con­ tra O S midianilas numa vingança pelo in­ cidente em Baal-Peor. o sacerdote» desviou a minha ira de so­ bre os filhas de Israel. quan­ do transmitiu a palavra de Deus ao povo concernente ã vingança pelo pecado dos benjamitas l|z 20. Pai de Eleazar. mas 24. da tribo de Simeão. filho de Arão. antes que todo o Israel se envolvesse em guerra. Lria como um memorial para Io­ dos os israelitas que se estabelecessem no lado orienlal do rio Jordão.l-3). Gade e Manassés. pois foi tomado de zelo por mim no meio deles. Em Josué 22. os descendentes de Finéias continuaram seu ministério sacerdotal e lambem ocupa­ ram o sumo sacerdócio.

FLEGONTE (Gr. abençoado). Segun­ do nomt.FLEGONTE q u a l a ju d o u a p e s a r e r e g is t r a r t o d o o o u r o 6 p ru tu q u e le v a r a m d c v o lt a c o m e le s p a r a o T f e i i t p l o e m J e r u s a l é m (Ed 8 . é? p s D n è a a b r e v i a t u r a d e p s e u d o .i «pistola (Rm 16. o n d e l o r a m e n c o n t r a d o s o s d o c u m e n t o s . pelas pessoas om diferentes congregações é algo tligno de nota om suas uartas. mas provavelmente não se trata da mesma pessoa.de uma lista de cristãos iora. Veja Estéfanas ' Es< r it o s d a li t e r a t u r a j u d a k a d c » p e r í o d o i i i t p r l o s t a m * m l í i r i o .D a n i e l (N o ta d o It e v is o r ) 232 . P. juntamen­ te com Estéfanas r Acaico.iuas saudados púr Paulo em su.14). O reconhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava FORTUNATO iLat.17. É men­ cionado em I Coríntios 16. 4 Q r e f e r n . "queimando'1 ). N'o íinal rio século.DiG. Clemente mentiouou um bomorn coai este nome em sua epístola aos Coríntios. 3 3 J.s e u C a v B r a u n * 1 d o Q u m r a u .

30-411 .t .. seus descendentes recebe­ ram como herança uma região ao leste do lordão. o Messias (Dn 9.c .2.19. nascido de Zilpa. Gaal aproveitouse do clima fie revolta e encorajou s^us moradores o se armarem contra o filho do Gidtíâo (vv.2027). Invadiu a cidade e expulsou Gaal e sua família |vv.8). li­ dos como permanentes diante de Deus. 23. No período intertestamentário. numa nção que foi vista como juízo de Deus sobre seus moradores por lerom sido coniventes com a morte ilos lilhos deGideão (w.49). o sua coDCubina Roumii íGn 22-241 GA AR. a fim de anunciar o nascimento de Jesus a Maria (Lc 1. Mas a bode peluda é o rei fia Grécia.26). GADE (Heb "afortunado'’)* 1. os quais procederam aleivosamente contra Abím«leqiie. facó pro­ fetizou que Gade seria atacada por guer­ rilheiros.261. I-c t . p . a . Veja também Atijos. Sétimo filho de Jacó. Seus descendentes estavam en^ tre os que serviam no Templo. 1 9. que levou o seu nome. Gabriel upresentouse a Zacarias no Templo. Filho de Elxirie. Ne 7. Em sua bênção para cada um dos filhos. 26-29) Abimalnquo foi informado da rebelião por meio dt: Zebnl. GABAI. para servi-Jo e apresentar as “orações dos santos" (Jubileus 2.21). Enquanto o pro­ feta orava e confessava seu pecado. G A B R I E L (Heb. Gabriel aporouou e providonciou a intur prettttíâo: "Aquele carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia. que se eslabeleceu em lerusalém depois do exílio babilónico (Ne 11.231. u tribo d<’ Gade contava com 233 . É um dos dois anjos mencionados pelo nome na Bíblia |veja também Miguel).‘ (|z 9.16:9.G GAAL (Hebr. Como castigo pela ma­ neira como este matou Iodos os outros filhos tle Gideão. Quando Canaã finalmente foi conquista­ da (Nm 32J.26). veja /lbunfíleque.2 1 .-47. mudou-se para Siquém depois qun o filho de Gidéão. 24. e depois apa­ receu em Nazaré. iniciou seu reinado ali. Gabriel aproximou-se e deu-lhe "enten­ dimento'' sobre o tampo enlre a ordem para reconstruir o Templo e o advento do "Ungido". Durante um festival num dos tem­ plos pagãos da cidade. Segundo o relato da natividade. Seguidor de Saiu. GAÃ. mas contra-atacaria (Gn 49. No dia seguinte.13). irmão do Abraão. a serva <Ie Léia. “repugnante”).15.11. Nome de um mensageiro celestial enviado por Deus a Daniel.19). Na épora da saída dos hebreus do Egilo. 1 Q1I 6.20. ele atacou e destruiu Siquém. conside­ rado como desr endente da primeira es­ posa de Israel (Gn 30. M homom de Deus'' ou "força de Deus"). ZacariaseMaria (Dn 0. a . os quais regressaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. Tobias 12. 57! Para mais detalhes." (Dn 8. Portanto. "enviou Deus um espi­ rita mau ontre Abimeloquo e os cidadãos de Siqu ém . Abimeleque. 35. a lileratvua judaica descrevia Gabriel como um dos arcanjos au "anjos da presença".n . governador de Siquém. no evangelho de Lucas.16). Estava entre as quo descoram ao Egito com seu pai e muitos irmãos (Gn 46.. Zebiú e Jútão. Tornou-se líder de uma das doze tri­ bos de Israel. para predizei o nascimento de JoãoBatisla. Filho da Naor. Na visão ap ocalíp tica de Daniel.

foi agarrado pelos mora­ dores rle Éfeso — os quais oram na maio­ ria violentamente antagónicos ao Evan­ gelho — é levado a o lealro da cidade. Na segunda ocasião. Para mais detalhes sobre a missáo deles.I0J. foi Ltm dos "companheiros de viagem" do após­ tolo Paulo. o videnti' do rei. A fé do Caio e o snu compro- 234 . G AD IE L. o comandante do exér­ cito ordenou que suas tropas fossem con­ tadas (2 Sm 24. juntamente com Aristarco. 1 Cr 1.1 H 4 ). de pragu sobre a liirro (2 Sm 24.10).11) Foi escolhido nm representante de cada tribo e Gadi.14-17). Com profunda Iristeza. veja Somuo. Gade Ube deu três alternativas. o jebuseu | v. filho tle Sodi. veja Sam ua. 3") três dia*. com sua contrição peculiar. ao ignorar o conselho de Joabe.3-23). pediu perdão ao Senlior (2 Sm 24. Um dos doze enviados por Moisés do deserto de Parâ à lerra de Canaã. o que Davi lez ime­ diatamente f 2 Sm 24. A Bíblia diz que Ezequias seguiu as mesmas orientações. GAETÃ. 2.19). om tex­ tos que olham adiante oara os últimús dias e o cumprimento dos propósitos di­ vinos para o reino ilo Senhor.25). "Vidente1 ou profeta que viveu du­ rante o reinado de Davi.GAD1 46. Embora seu pecado fosse perdoado. ele ainda teria de enfrentar as consequên­ cias. por causa do censo que Davi mandara fazer.25). A primeira quando ele era perseguido pelo rei Saul. Assim que o censo foi realizado. Foi es­ colhido um representante de cada tribo e Gadiel. neta de F. Em quarto lugar.29. filho de Susi. Muito tempo depois a multi­ dão finalmente se acalmou e os dois fo­ ram soltos.seus acampamenlos nas caver­ nas de Aduião e a regressar para Judá (1 Sm 22. Pára mais deiallips sobre a missão deles. 14).291 . Gade apresentou-se a Davi no rba em que a praga cessou. antes de chegar ao Irono. Em Atos 19. Gade 0 procurou para pronun­ ciar o juízo de Deus sobre ele. GADI (Heb. Natural da Macedônia.ac. foi indicado pela de Zebulom. Pai de Menoém.36). o Senhor a interrompeu na eira de Araúna. l"| três anos de fome na terra. foi indicado pela de Manassés. Uma praga veio so­ bre □ terra e espaJ liou-se por Jerusalém mas. 1.050 homens em idade milhar [Nm 1. 1.de sous inimigos durante três meses. 16 . Davi disse a Gade que preferia deixar a questão nas mãos dos Senhor.sau e Ada [mulher carianita) e lilho de Elilaz (Gn 3ft.19: I Cr 21. quando Davi íá eslava bem eslabelectdo como rei. proferida por intermedio do profeta Gade (ef. anos mais tarde.ei. 2 . 2') fugir. "couforme a ordem de Davi e de Gade.3. Gade o incentivou a abandonar . p. para espiá-la (Nm 13. que matou Salum em Samaria e loriiou-se rei de Israel em seu lugar. 10). Gade ajudou o rei a dividir os levitas n o s sacerdotes em gru­ pos e a determinar as diferentes tarefas na realização dos cultos. Na terceira vez. lrouxe a palavra de Deus pura '?ste monarca nm quatro ocasiões especiais. Um dos doze enviados por Moisés rio deserto do Pa rã à terra de Canaã. I Cr 21. O escritor das crónicas dá uma ênfase especial ao humilde arrependimento do rei p sua obediência imediata à palavra do Senlior. GAIO. Aparenlemente este profeta lam­ bém escreveu um livro sobre a viria de Davi (1 Cr 29.1l. “porque muitas sáo as suas misericórdias” (v. Os ga ditas são novamente citados em Ezequiel 48 e Apocalipse 7. o r«i queria saber o númRro de seus soldados e.5. “minha fortuna"). Davi reconheceu que tinha pecado e. Reiuou por dez anos (2 Rs 15. o do proleta Nata' (2 Cr 29. onde se realizou uma m anifestação anticristã.18. para espiá-la (Nm 13.41. Líder edomita. Con­ trariando a I.5). Or­ denou ao rei que construísse um aliar ao Senhor sobre a eira.

em sua se­ gunda viagem missionária (At 18. era irmão do filósofo Sêneca.D. Quan­ do. João demons­ tra clarumenie quo o tinha em alta con­ sideração (w 2. Paulo começara seu trabalho na ci­ dade. 0 talo do apóstolo di­ zer "meu hospedeiro. Os judous le v a r a m Paulo diante do Gálio b acusaram-nu de pregar coisas contrárias à lei (judaical (At 18. isso é bem possível.Seu descendente. A tradi­ ção diz quo esse Gaio posteriormente tor­ nou-se bispo de Tessalónica. Tornou-se procônsul da Ac aia em 52 d.131. tor­ naram-se exemplos para todos os cristãos. (. isso significaria quo este Gaio talvez seja o mesmo pursonagom do item n" 1 Desde que Ar is larl o é mencionado nos clols textos. até qxie culminou nurn "ataque unido". 4. Seu descendente. G Á L I O . entrou na casa ao lacto e começou a pregar mais especilrcamenlp aos gentios. Foi recomendado por sua hospitalidade para com os outros e ainda é incentivado nesta prática por João. E quase cerlo que se tralava do mesmo per­ sonagem que Paulo balizou. Em 3 João 1. elo e . 1.12-17). abavés dos sécu­ los. foi um dos levitas que se restabeleceram nm Je­ rusalém após o exílio babilónico |i Cr tt. Morreu tempos mais tardo em Roma. 2. O único desejo do apóstolo era que o nomo du Cristo fosso glorificado. Paulo liospedou-se em sua casa. enquanto viveu nes­ ta cidade. 5). Homens como este. que exibiam tamanha Le <_rislã em tempos de perseguição. o antagonismo dos judeus crescia cada vez mais. quando levou O dinheiro que havia coletado para os pobres daquela cidade. Gaio. Derbn é subs­ tituída por Dobem?.6). Natural de Derhe. aolretanio. o líder du sinagoga. pois o apóstolo preocu­ pava-se mais em pregar do que em bali­ zar Paulo não desejava que alguém se sentisse como se lhe "pertencesse”. o apóstolo os deixou. sim­ plesmente por ler sido bati/^do por ele. Provavelmente loi um dos escolhidos polas igrejas locola para acom­ panhai o apóstolo até Jerusalém. pregando na sinagoga para os judeus locais. Um dos levitas que se resta­ beleceram em Jerusalém após o exílio babilónico | 1 Cr 9.l6L 3. CaiG era um anciáo da igreja para a quai o apóstolo escreveu e um amigo muito querido.4 como ura dos que saíram antes rle Paulo de Filipos e foram esperá-lo em Tróade (v. 4). Obviamente?. onde participou de om eomplo para ma­ lar o imperador Nero. Gaio permanece como um exemplo para a igreja.GÁLIO mLsso com Cristo eram muito fories. na Espanha. 6 citado na sau­ dação do Romunos 16. 2 .C.Se um texto grego variante for adolado. elos se tornaram demasiadaruonle "ofensivos'’ à mensagem (Al 18.G. Provavelmente converleu-se por meio do ministério do apósto­ lo. P.ste 0 classifica como um de seus filhos (v. GAL AL.era um nome popular. e de toda a igreja1 ' sugere que uma das congregações prova­ velmente se reunia nn cosa de Gaio..Aristarco loram presos 110 lugar d» Paulo (vtíyàAlexaildre). após inic. uma cidade da Macedónia. Natural do Corinto. ã medida que mais * mais pessoas toma­ vam-se cristãs. porém. como era seu costume. de onde escreveu a carta aos irmãos de Roma. pois destacou-se como alguém que anda na verdade.iai a pregação do Evangelho em Corinlo (1 Co 1. Abda. foi mn dos levitas que se restabeleceram em Jerusa­ lém após o exílio babdónico (Ne 11. tinham crido em Cristo e. Nascido em Córdoba.14). . urn liomem temente a Deus.151. No tumuito om Eleso. na residência de Tilo Justo. Obadias. é mencionado em Atos 26.17).23. Alguns judeus. e governava Corinto na época da primei­ ra visita de Paulo ã cidade. como Crispo. 235 . nas épocas eui que n perseguição se ma­ nifestava. pois ». tal batismo foi um talo muito raro. portan­ to.3). tal hipótese não é muito confíóveL) 3.

G AZ EZ (Heb. 3L Filbo de Pedazur e líder da ti Ibo de M anassés na época do cen so dos israelitas. 2 Citado em Atos 5.20). açoitados e libertados. em termos pragmáticos. para fazer dis­ tinção de Gamnliel EL seu neto. quando o Tabernácido foS dedicado ao Senhor no deserto (Nm 7. Gomaliol também foi eurarregado de levar a oferta pacífica.-presentonte de seu puvo. Harã. Da tribo do Levi. não permi­ tia 110 entanto a extensão dessa ordem aos cidadãos de Roma. do que persegui-los. a proclamar as boas novas de que Jesus é o Cristo fA( 5. uo deserto do Sinai.511. por isso Gálio náo quis intervir. Sóstenes. 236 . Foi bem-sucedi­ do em seu apelo: os apóstolos foram tra­ zidos do volta. Embora a lei romana pro­ tegesse o direito dos povos de professa­ rem a própria religião deles. ora o líder da 22a divisão de sacerdotes designados pelo rei Davi para o serviço no Tabernáculo f I Cr 24. Seus descendentes estavam entro os serviçais do Templo que Tegressaram do exílio blibitónieo com Neomtas [Ed 2.34-391Tal dist urso estava totalmente em harmo­ nia com a posição que os grupos farísçrus mais liberais adotar iam. GAZÃO. G AM ALI EL (Hob. õ chamado de “Gamaliof a Ancião”.4fi). concernente a assunlos da religião deles. e '‘instruído coniorme a ver­ dade da lei”. Foi este mesmo Ga ma liei que teve participarão aliva na educação de Saulo. GEAZI (Heb.d.200 pessoas1 (Nm 1. que seria melhor libertá-los GAMUL.14-17). p . Moza e Gazez eram filhos de Calebe e sua concubina Efã.d . 14.35.38. era um fariseu altamente educado e mu mestre respei­ tado. A enorme conlribuição dedicada por sua tribo foi levada no oitavo dia. Gam aliei lavantau-se. pois estava satisfeito om per­ mitiu que ns cortes judaicas tratassem de lais assunlos: não interveio nem mesmo q u a n d o os judeus agarraram seu própria líder. Seus lide­ rados somavam 32.54. Os ítritas eram um clã que vivia em QuLrinte-fearim (1 Cr 2. entretanto. Era visto como uma facção do judaísmo. a menos que realmenle fosse algo de Deus (Al 5.GAMALH1 Gálio. pediu que os apóstolos fossem retirados ria saia e então argumentou. o apósiolo.g . e a espancaram diante do tribunal (Ai 8. “vale da visão"!. GAREBE» 1 1ri ta. os quais Toram guerreiros valoro­ sos que lutaram ao lado dele (2 Sm 23. Mais tarde. Aodebater o Evangel ho de Crista com a multidão em Jerusalém. não s o envolveu no que considerou uma questão internu en­ tre os judeus.48: Ne 7.4n-42|. um dos “trinta" herâis de Davi. 0 incidenlr: lança nnm luz interessante sobre como o cristianis­ mo era considerado entre os governantes gentios naqueles dias. pois l ! nova seita de­ sapareceria rapidamente. depois de sua prisão. Paulo opelou para suas credenciais como um dos que eram znlosos pela Lei de Deus.34. 59J.10. é mencionado em três incidentes . Quando Pedro e outros apóstolos fo­ ram presos e levados paru o julgamento (liante do Sinédrio. Seguiram então alegremente seu (rami­ nho.53). Como n. 2. Provavel­ mente era neto do rabino HHlel.c. Nenhuma perseguição [iode desviai1 os seguidores do Cristo de sen maior alvo: ver homens o mulheres libertos para lesus. aos pés de Gamaliel (Al 22. “Deus é minha recom­ pensa”).40).171.23).4-6). Servo de Eliseu. Nn Literatura rabíniea. 1 Cr 11. Harã também teve um fillio chamado Gazez (1 Cr 2. El* também liderou a tribo du Manassés quando os israelitas final­ mente saíram do Sinai e prosseguiram à viagem (Nm 10. p. Fp 3.34. veja tambem Gl 1 . funda­ dor de uma das ram ificações do lãrisaísmo. 0 fariseu que lomou-se Paulo.3. losqtiiador de ovelha”).

o comandante do exército sírio. por causa do impado uegativo que causaria uo niinistério de Eliseu e ao nome do Senhor entre os estrongeiros.3. Naamã e seu povo saberiam Tapitlamente da história: 0 profeta seria acusa­ do rle cobiça e eles ebegariám a conclu­ são de que o lãvoi do Senhor às vezes é Com prado. (3 primeiro é relacionado com a visita do profeta Elisou à cidade di Suném. E l a foi com a família p a i a a terra dos filisleus. estavam sob a super­ visão direita do rei. Eliseu dis­ sera à mulher sunamila que deixasse o pais. depois que Naamã par­ tiu. O profeta recusou o pre­ sente. Ge dali a> era o líder do segundo grupo de levitas. Ao que parece. descol iriu que Geazi contava ao rei sobre as proe­ zas dn Eliseu e ouviu justamente o episó­ dio da ressurri ição do filho dela. entretanto. quan­ do Naamã lhe deu a sacola com pTutu e os duas peças do roupas. rei de Basã". Geazi era um seivo obediente e bem disposto. A ambição de Geazi íoi casl igada imediatamente.18*37). mesmo quan­ do Eliseu estava ausente. En­ viou seu servo (Geazi) à casa dela com a instrução dft colocar o cajado na rosto do menino. a mãe. procurou o profeta e lauÇOu-se aos seus pés (2 Rs 4. jnnto com Àsafe n l íomã. pois continuou o servir a Eliseu. para recuperar suas propriedades. O tex­ to chama a atenção para o fato de que era o único governador daquela imensa re­ gião. Na chegada. A terceira menção do nome de Geazi encontra-se ern 2 Reis 8. a rica mulher procurou feorâo. O proleta disse a Geazi que seu espirito estivera com ele. que ministrava no Tabernáculo (1 Gr 25. mas Eliseu de­ monstrou amor e compaixão por ela. listado entre os levitas que loram separados para 0 ministério da profecia e da música du­ rante o reinado de Davi. pois disse-llhe que o homem de Deus precisava de algum dinheiro para ajudar dois jovens protelai». Geazi tcmtou afastá-la. Apesar do seu desejo excessivo de proteger seu senhor. Geazi provavelmente percebííu isso. mais tarde. GEBER. onde Deus operou o milagre e o menino res­ suscitou. h . Geazi mentiu para Naamã. Geazi apren­ dera a lição. a qual satra de Naamã recaiu sobre ele (2 Rs 5. por intermédio de Goazi. era um dos doze governadores distritais do rei Salomão ( I Rs 4. A soberania de Deus nos eventos da vida de Eliseu e na das pessoas com quem convivera é vista repetidamente. O segundo incidente envolveu a cura de Naamã.GEDALLA. "o Senhor é grande"). rei dos amoireus. com a inten­ ção de tirar algum proveito da siiuaçãn. não somen­ te ua maneira como ele descobriu sou pe­ cado. 0 profeta quis componsãla pela generosidade e hospitalidade de­ monstradas. Veia lambém Bcn-Hur GEDALIAS (Heb.1-0.S narrados om 2 Reis 4 a 8.d. e de Qgue.c . cheia de desgosto. qué insistim em hospedá-los e alimentá-los. pois não compreendeu a atitude de seu senhor Eliseu. músicos e componentes do coral.27). 1. Um rios filhos de JedulUm. mentiu no­ vamente. mas também no modo como o Se­ nhor cuidou dn sunamila. Q u a n d o voltaram. A criança não se recuperou e por isso Eliseu loi até l a p e s s o a l m e n t e . Era intendente na região do G ileade "a terra de Síorn. âl. Filho de Uri. pois haveria sete anos de fome na região. JedulUm. onde conheceu uma mulher rica. quando Eliseu lhe perguntou onde Linha ido. 237 . Geazi correu atrás dele. Algum tempo depois o menino Eicon doente e morreu. Este general ofereceu uma recom­ pensa a Eliseu. descobriu quo aquela senhora não tinhu filho. o que realmente aconteceu no ano seguinte. O servo do profeta relatora o acontecimento fiel­ mente e mostrou ao rei o menino que fora restaurado á vida: Jeorão deu ordens para que a mulher recebesse de volla todos os seus bons. Eliseu então prometeu que ela te­ ria um lifllrfi.10). O castigo de Geazi foi que a lepra.

Em virtude babdònico (Nu H. Avô do profeta Sofonias (Sf 1.31: 9. se aceitassem as ordens dos va entre os homens que ouviram os pro­ nunciamentos de Jeremias. Seguindo as repetidas decla­ em Jerusalém nos últimos dias antes da rações de Jeremias de que seriam aben­ cidade ser destruiria pelos caldeus. Deus novamente levan­ xara pura Irás somente o povo mu is po­ tou um líder do próprio povo para govBrnar Judá.13-41. GedaliuS achou dominadores. Da tribo de Benjamim. mandara Ism ael. Filho <le Aicão. Socó e Zanoa. de Ismael tor sangue real (2 Rs 25. ma* foi impedido por Gedalias. Filho de Plasur. E bstado na genealogia c úmpllce preparado em alguém que fora que vai rle Benjamim ao rei Saul desprezado pelos caldeus. Como. Os homens enviados por Moisés a Canaã aliados de Gedalias.12). 42 e 43J. O rei ila Babilónia dei­ exílio babilónico. vorciarem ilas esposas estrangeiras (Ed alguns quilómetros a noroeste de Jerusa­ 10. para assassina-lo. é GEDOR. Somente depois rio retorno do a C.6).om o Spnhor |Ed 10. Quando os oficiais do exército que conseguiram fugir ouviram mo de outras nações. enquan­ um lugar.8-12J o profela fosse morlo (|r .19). 3. e não uma pessoa. (2 Re 25. loi a mensa­ GE DO LI M. ora um dos Ui leres governador.1). no versículo 18 é listado junto com o qual mais tarde foi morto por Ismael. 18). ern filho de Pnninil para ir e matar o filho de Nelonias antes do ataque. reprosoofinitivamente o final da permanência de tanto da tribo de Dã Ele foi um dos doze qualquer Lídnr judeu na terra de Judá.18. Fizeram então um que Gedalias fora nomeado governador. bre e sem profissão.. estava entre Ordenou ao seu com andante Nebuos sacerdotes que se uniram a Esdras e zoradão que cuidasse de Jeremias quan­ ao povo uo arrependimento. com seus nm doE filhos de Jeiel e sua esposa Maaca sonhos de expansão. encontrasse um 11 Cr 8. o qual enco­ caldeus. to faziam uma refeição. fugiram para para espia-la. lém. lhe transmitiu. depois do do Jerusalém fosse tomada e. liimbém reuniu os quo es­ que tais pronunciamentos eram um alo tavam dispersos ti os encorajou a se esta­ belecer e voltar a cuidar da terra e das de traição e por isso fez de tudo paia que lavouras (2 Rs 25. eles e nada mais se sabe sobre o que lhes depois da destruição de Jerusalém em 587 aconteceu. porém.2) fie se di­ juntaxam-so a ele em sua base em Mispa. esse nome talvez se refira a junto u)m vários outros oficiais.1H.5. Liedalias demonstrou ser um bom 4. ret dos am onitas.4. Baalis. Da tribo de Judá. o Egito. quando os israelitas esta­ vam no deserto de Harã [Nm 13.J8. Pai do espião Amiel.14). Esta­ çoados. ft\i de Zabdiel. loi incapaz da acreditar que alguém pu­ MIC.7). pacto r. b descendente de Hm ( 1 Cr 4. foi nomeado gover­ 40. O resultado desse assassinato foi de­ GEMALI.22). Descendente rle Jesua.GEDOLÍM 2. l ilho dente sobre 128 homens que se estabele­ de Careá.25). conlra a vontade de Jeremias Ur 238 . Gedalias era um homem generoso e 5. desse matá-lo. era provável que o rei rlasamonilíis. porém. Gedalias incentivou o povo a rajou os moradores da cidade a aceitarem acoitar o bom relacionamento com os a invasão da Babilónia.14: 40. superinlengem que o oficial do exército Joanâ.19.i7|. Joanâ pediu 2. Essa.18. assim. que náo seria de gran­ de proveito na Caldeia (Jr 39. filho de ceram em Jerusal&B depois do exílio Notanias. o pro­ regresso da Babilónia paru Jerusalém. 1. feta íoi entregue aos cuidados fie Gedalias Muitos homens de Judá haviam-se rasa­ do com mulheres de outras tribos e mes­ Ijr . 40. 4).1. temendo as represá­ lias por parte dos raldeus. O profeta foi com nador de luda pelo rei Nabucodonosor. Jr 4CI.

Gemarias era um dos pou­ cos oficiais que estavam dispostos a ouvir o que Deus tinlm a dizni r obedecer às re­ comendações do prnfeta fJr 36 19-26) 2. Daquela posição.37. leoiaquim deu ordens para que leremias e Baruque Fossem presos. Ml caías. Era um dos oficiais du corte de Judá. (iii) preencher as lQi. quando comparada com os paralelos mesopotâmicos.3fi|: (vi) de Nflor. É comum que nomes de pessoas relativamnnm som importância sejam deixados fora de tais listas. frequentemente chamado de Tabela das Nações. corlou-o.n. servindo assim para legitimar reivindi­ cações de herança ou de uma função em particular: (ii) demnnstrar a bênção ou o juízo de Deus sobre uma família em particular. Sua sala ficava num lugar privilegiado. a inclusão dn nomes do mulheres geralmente servia para algum propósito especial. An invés disso. u fim de destacar Abraão e preparar o caminho para n fnmilia particuJar que Deus chamaria para receber sua aliança e suus hnnçãos ÍGn 1 1 10-32): (vj de Ló. escolheu LI asa e Gemarias para a levarem aos exiladas | | r 29. para qun as gnnnalogius sejam organizadas sistematicamente. podia dirigisse a Iodas as pessoas que en­ travam no "Ra»pio. folha por folha. Sabe­ dores de que tais palavras de julgamento provenientes do Senhor náo seriam aceiLas pelo rei..3-22). escondessem . Filbo de Hllquias. por meio de Sete. Agiu como emissário dn roi Zpdequias. A longevidade dos patriarcas antediluvianos deixa muitas pessoas. Baruque decidiu ler naquela sala as profecias sobre o juízo do Deus que | em mi as Lbn dera.GENEALOGIAS BÍBLICAS GEMARIAS (Heb. à entrada da Porta Nova da casa do Senhor" (Jr 36-10). respectiva­ mente.r. to­ mou o rolo de JeudL que lia o lexto. irmão de 239 . esteve em Jerusalém com Jeremias. Gmiarias esteva presente r disse no roi quR não o queiinassn. Durante a leilura. 1. (lii) de Noé |Gn IU. para que todo n povo ouvisse. a diminuição da expectativa do vida através do tempo provavelmente indica os efeitos crescentes da qpeda As principais listas genealogias do Antigo Testamento i n d u R m os descendentes li) de Caim e o desenvolvimento tecnológico associado a muitos deles iGa 4. ê até modesta. (iv) mostrar os padrões da atividade de Deus na história humana: e (v) distinguir os verdadeiros judeus doS gentios.3 7*221: fii) de Adão.perplexas em nossos dias. O filho de Gemarias. para traçar u herança patriarcal através do filho mais piedoso de Adio (Gn 5. mas que ouvisse a mensagem. Os ancestrais eram normalmente traçados a partir dos membros do sexo mas­ culina na arvore genealógica da lamiiia. no palácio real (Jr 36. GENEALOGIAS BÍBLICAS As Escrituras apresentam repetidamente as lislas dos ancestrais e descendentes de vários personagens judeu* Essas genealogias servem para propósitos variados: (i) mosimr a sueossào hereditária de certa Lribo. na realidade. As palavras traduzidas como “fi­ lho” e “pai” podem muitas vezes significar ‘•descendente” « "ancestral”. "o Senhor tem cum­ prido”). o secretário. mas. p. “no atrío superior. diante de Nabucodonosor. e atirou tudo uo fogo. pnls o repovoíimenlu da Terra começou por meio dos três filhos de Noé): (iv) de Som. Quando finalmente as profecias foram lidus diante de Jooiuquim. depois que boa par­ te do povo fora para a Babilónia. para mostrar a origem dos monbitas e amonitas (Gn 19.nnos enlre um período histórico e outro. Filho de Safa.3). ouviu as palavras do Senhor contidas uo rolo e foi contar aos oficiais da corte. Quando leremias escrevi-u uma carta profética p:ira os anciãos e os sacerdotes que estavam na Babilónia.11). esle reagiu cuma fora previsto. os oficiais sugeriram que Jerem ias e Baruque se.

C.14-19). o pui udotivo rle Cristo. em três grupos de 14 gerações. Os profetas faziam pa­ ralelos com esse quadro As vezes. “povo'* ou “nação’’. pela mesma razão e para ilustrar como diferentes nações se origi­ naram dn Abraão (Gn 25. ns registros militares dos israelitas no deserto fNrn 1. h tini de chamar particular atenção para a fundação dàs doze tribos de Israel. Também é a rnaneira de reierirse a todos os que uão sáo israelitas e. era proibido qualquer envolvimento com a religião dos gentios e. os que assinaram 0 pacto de dedicação ao Senhor Deus de Israel fNe 10.5-16). entre Adáo e Saul. Nm 26.12-18).1-27J e os que passaram a residirem Jerusalém INe 11.23-37 começa com lesus e retrocede até Adão e finalmente alé Deus. por rneio <le Quetura. para enfatizara pureza racial através dos lempos pos-exilicos e demonstrar a graça e a soberania da eleição do Dous (1 Cr 1 a 9).M 4 I. os que ajudaram na reconstrução dos muros de Jerusalém (Me 3J. ou então que Matous traça a descendência a partir de José. esposa de Abraão (Gn 22. Para Israel.au Maria. o quinto nome do mulher na lista.1. as­ sim.8-27: cf. durante u período do reinado de Davi (1 Cr 15. Duas genealogias significativas aparecem no Novo Testamento.8-39). predi­ ziam julzu severo sobre as nações.10-16.12-14: 34 .562). alem dos israelitas (Gu 25.16: Lc 3. No AT. 240 .16-22). para mostrar a origem dos outros povos do Oriente Médio. Quatro mulhe­ res figuram de forma significativa na lista: Tamar.sig­ nifica simplesmente ‘ pagão". o íilho de Abraão coin Hagor.24). |x) uma lista detalhada de pessoas. Todas eram gentias e cada uma delas foi mencionada provavelmente devido à suspei­ ta de terem gerado filhos ilegítimos A mesma suspeita cerc. sua linbagBm biológica. paia eufatizar o alcance unj versai da missão do Messias. a fim de apresentar Cristo como lilho de D a v i e restaurador das e s p e ­ ranças que foram destruídas no tempo da deportação para a Babilónia.1-24). muitas vezes incluíam referências aos ancestrais de certas pessoas.23).13) o Zorobabel (Ne 12. acarretava cnstigo e repreensão. oficiais administrativos (I Cr 27. embora náo se tratando essencialmente de genealogias. junto com os descendentes de cada um dos seus doze filhos (Gn 46. por exem­ plo. G E N T I O S . a mãe de lesus.GENTIOS Abraão. Ezequias (2 Cr 29 12-141.25-31). as quais. Esto uonroito aparece frequenlomenle ná Blhlia. Is 4. No AT. os que se casaram com mulheres estran­ geiras (Ed 10 18-43).241: (viil de Abraão. Lislas semelhantes. mas que veio paro salvar lambém os pãrias. os heróis de Davi (2 Sm 23.1-17 traça sua linhagem a partir de Abraão. Lucas 3.5-24).12. as relações com os genti­ os às vezes eram hostis Ide acordo com os residentes em Canaã Èx 34. para enlalizar a esterilidade de Sara.B. (xi) vários levitai. é mui­ tas vezes traduzido como "gentio’' e . lideres tribais (1 Cr 27. Matous enfatiza que Cristo tinha todas us creden­ ciais judaicas apropriadas paru s o r o Messias e Rei. como. (ix) d e Jacõ.20.7-63). por cansa da idolatria (Is 17. ambas relaciona­ das com Jesus. a esposa posterior. |viii| de ísmael. os quais por meio das genealogias validaram seu direito de oficiar o culto de adoração. enquanto Lucas o laz através de Maria. Raabe. quando isso ocorria. torna-so um termo que designa “os de fora". israelitas repatriados no tempo de Neemias e Esdras (No 7. Rute e a esposa de Urias. Mateus 1. ou amigáveis (como na história de Rutet. As discrepância» entre os nomes das duas listas geralmente são atribindas à suposição de que Mateus preserva a linha­ gem legal de Jesus e Lucas. através do cada uma das quatro mulhe­ res. losias (2 Cr 34.-41. Ambas as geneulogias implicam a concepção virginal de Jesus (Ml 1.

Assim Deus n lanlo o Senhor dos judeus como dos gentios ( R ed 3. os gentios ilus­ tram a reconciliação que Jesus traz a cri­ ação. conseguiu fugir para o Egito. Assim. não são mais estrangeiros. Pai de Eúde. Pai de Simei.301 . GERA. 18. 3. Genubale foi o filho deste casamento. é como exemplo negativo ou uma observa­ ção de que tuJ comportamento não é co­ mum nem recomendável. Além disso. Simei 241 .13. Dessa maneira. como um lermo de coutrasle. um texto quo Mateus 4. 1 Tm 2. o conceito lambém tem uma ampla utilização. Paulo íoi um apósto­ lo chamado especilicameule para induir os gentios em seu ministério (At 13. Se os gentios fa­ zem. da região de Baurim. Assim. 32. 28. porém. Este nome loraou-se o lílulo de um clã dos benjamitas (Gn 40.29). Lt 1 2 . libertou Isruel da opressão de Eglom. 1.5).7. esle vocábulo rafere-se aos não israelitas. Assim. rei dos moabitas. O quarto dos dez IlLbos de Benjamim.21). de que ele seria pai de muitas nações. Filho de Hadade.35. IB). Deus levou sua mensagem até os confins da Terra lAt 13. é nmn maneira de dizer que o mundo realiza aquiJo lambém JMt 5-47. 4.28.1). i 5. a promessa que o Senhor fez a Abraão. algo. a inclusão dos povos torna-se o meio pelo qual Deus fará com que Israel fique com ciúmes e seju trazido dn volta à bênção (Rm 11. destruiu quase todos os homens de Edom. Como tais. 6.17).10 e 20). 13. ainda muito jovem.eruar as nações e ministrar a elas (I<m 15. por meio de Jesus. a ma­ neira como a Igreja trata da incorporação dos judou> e geulios na nova comunida­ de que Cristo Linha formado (Al 15.1. Comélio é uma figura que ilustra o relacionamento dos gentios com Deus (Al 10 e 11). No NT. Esse centurião e apresentado como a pessoa escolhida pura revelai a verdade de quo o Senhor agora alcança pessoas de todas as nações e que as bar­ reiras étnicas loram derrubadas.7.GERA enquanto anunciavam lambém a esperan­ ça de que um dia as nações partíeipariam da adoração ao Senhor (Is z. Cristo. ij.2527).T. O lermo pode ler também a força de designar alguém que não faz parte da Igreja (Ml 18. o ter­ mo traduzido coma “gentio" pode tam­ bém ser ( empreendido uomo “nação" Em gerai. também da tribo de Benjamim. esposa rio monarca egípcio.15). 20. como o Messias.4<>48.15 cito com reforêut ia ao mir nistérki du Jesus.12). Km 1. 6 cumprida (Rm 4. a família do rei Saul. Na verdade. para mostrar a abrangénçia do Evangelho. Hadade. Ao Irazer a salvação aos gentios.7-12).b . A irmã de Tofnes. 1-4). Al 10.laramonte inclui Iodas as nações |Ml 28. tâ. Em muitos casos. quando esle vocábulo é usado dessa maneira. Lc 18.6). comandante do exército de Davi.17). Muilas vezes. é chamado para gov. os gentios têm acesso á presença de lesus enlre eles (Cl 1.5.47). foi dada a 1Iadade em casamento.6. a quebra dos obstáculos culturais e a ação a qual Lucas «oustantemeule se refere em Atos. Até mesmo predisseram a lulura honra da Galiléia dos gentios (ls 9. foi criado como membro da casa real do Egi­ lo (1 Rs 11. onde conquistou a simpatia do Faraó. Joabe.23. At 4.11-32).11.19. da tribo de Benjamim (Jz 3.lfl. G E N U B A T E . Às vezes relere-se a uma região que não iaz parle de Israel (Ml 4.45j. Assim. GJ l. que i. do mes­ mo clã qup. ou soja. 22. 2. 11.21. As vezes» também os gentios se unlrnm aos judeus em oposição ã Igreja IAl 14. mas iguais em Cristo (Ef 2 11-22). é usado de maneira positiva.32. As vezes descreve os que aiudaram na exe­ cução de fesus ou opuseram-se ao seu ministério (Ml 20. um dos libertadores e juizes le­ vantados por Deus.27) e igualmente são herdeiros du provisão de Deus para a salvação (Ef 3. o edomila. Frequente­ mente é usado como um lermo de confruste étnico o cultural. «ia mesma maneira que no A.

regressaram pura jeriisalnm com Esdras. Seu filbo chamava-se plo. quando esle tugia de com mais 130 homens. "herói").23 e 1 Crónicas cendunles de Levi. embora mais tarde tenha-se ar­ var a Arca da Abanca para Jerusalém. filho de Num. ele ajudou a le­ Absalão.47). O culto no Tabernáculo. pois era o responsável pela parte GÉRSON (Heb. Um dos filhos de Levi. veja Sumhalnte.22. Um dos fillios de Iodai e descen­ os descendentes de EUe/. não fazem distinção entre os gersonilas lambém tinham respousabiiifilhos do próprio Sem e os de Arã. e por Eleazar.17.).17.12).8). p Sambalate envriaram uma mensagem a Nm 3. era chefe dos dente de Judá e Calebe (1 Cr 2. Ará era filho de Sem. r>tc. Quando o U^abaiho foi concluído. aos 8. rependido dessa atitude (2 Sto 10 5. 6). A família continuou 1» Um rios filhos de Moisés cum sua no serviço do Templo por muitos anos e esposa Zfporã. Asaie foi um dos gersonitas mais famo­ sos. n qual havia caído num estado de Jõuntas e tamon-so sacerdote idólatra dos lotai decadência (2 Cr 29. 6-1. mencionado em I Crónicas em suas divisões p rin cip ais.24-28). os levitas foram 4. assim como GESÃ.3.4. quo incluiu a Lide­ eles. 95 d e seus des­ que ajudavam a carregar os muitos tipos cen d en tes regressaram do exílio de cortin as que p erten ciam ao babilónico para |uda com Neemias e Tabernáculo e t uidavam ‘‘de iodos os Zorobabel (Ed 2. que disse: "Peregri­ de. Naflali e da manuscritos hebraicos. no texto de 1 Cró­ meia iribo de Manassés. 17: Nm rem Iramando uma revolta.16.36).3. no tempo de Davi. pedindo para encontrar-se com do <lã dos gersonltaU. O homiiim de Deus. lssacar. dos gersonítas.20). Um dos filhos de Bala e nêto de divididos em grupos que correspondiam.57: I Gr 6. Um dos netos de Calebe e sua Joel era O líder do coutingente de sa­ concubina Maaca: era da tribo de ludá e cerdotes e levitas que laziam parle do1 clã seu pai chamava-se Seva (1 Cr 2. . 26. utensílios usados no seu serviço" (Nm 4. 26. tesouros do rei Davi (1 Cr 23.ei. os nicas 1.16.coaLilase meraritas 11 Cr 23.17). junto 242 .16. seus irmãos Jerusalém.1. 2. porém. o qual. esle tencionava reconstruir os muros de 3. conforme fora GÉTER. do exílio babilónico Era descendente rle zombou de Neemias quando ouviu que Finéiui (Etl 8. Naquela ocasião. 1 Rs 2. o sa­ cerdote. depois do exibo babilónico.15. Benjamim. Êx 6. Um dos quabo filhos de Arã.5.2). GIBEÁ. Haviu 2. danitns (Jã 18. limão de Eliezer. dades uo Tabernáculo (a lenda da con­ gregação). quando seus membros eslino sou em lerra estranha" IÊx 2. mas Neemias 3. Como levilas. Josué 2 1.24) 2 .17. Um dos lideres das famílias que GESÉM. desListados em Génesis 10. Gesém acusou os judeus de esta­ (libmilas) e Simei (Hímeflas) IÊ\ fi. remisourança de seus próprios filhos: Libni se a ir.11.49]. Junto com Sambolate e Tbbías. Gesém eram Coate e Merari (Gn 46.19. musical (1 Cr 16.30) Um dos descendentes de Gérson toi Sebuel. nagem mencionado uo v. Foi o lundador Neemias. Posteriormente. Josué.21. tecebeu é mencionada alé mesmo bem mais laresle nome de seu pai. receberam 18 cidades 1. os gersonitas. 7.630 homens entro os GIBAR fHeb. “exilado"). veram envolvidas ua purificação do Tem­ 1 Cr 23.6). Para mais detalhes.6 ruem ii im a divisão da lerra de Caiirtã fella por negou a acusação (Ne 2. i Cr 6. quando c» rei organizou 19. Provavelmente é o mesmo perso­ gersonilas. prometido por Moisés. Os melhores das Iribos de Aser.GERSON amaldiçoou Davi. 1M. nos d ias do aviva men lo lio reinado de Ezequias.5).

Gideão fez uma estola sa­ cerdotal (o propósito é incerto — prova­ velmente fiara exercer funções sacerdo­ tais ou uma imagem de YahwehI n a co­ locou em sua própria cicíade.24). GIDEL. Os Israelitas tinham-se desviada do Senhor e adoravam a Baal. um bando de saqueadores quo vinharn do desorto oriental (Jz fi. A estola tempos mais tarde tornou-se uma fonte de idolatria para Gideão e sua casa (Jz 0.I». Era filho de Hemá. quuudu disse: ‘‘Não doininarRi sobre vós. e Iuru be sele 12 Sm 11. G I D E Ã O (Heb "batedor. c o m 300 guorrenoa que t o c a v a m trombe­ tas o carregavam tochas acesas na outra mão. por ter cometido tal afronta contra o deus deles.GELALAI GIDALTI. contudo.22. conforme indica o nome Jerubaal ou "Baal comenda".65. sob a Uderança de Moisés.4. 1 . o qual Deus usou po­ derosamente dm/ido a sua fé.V’ (Jz 8. esse evento teve um profundo impacto na vida de Gideão. O povo clamou r u i deses­ pero ao Senhor. Gideão estabeleceu unia vitória dedsiva sobre os midianitas. dii tribo dn Manassés. Servo de Salomão. o qual tomou parte nas festividades da dedicação dos muros de Je r u s a lé m Lide­ radas por Neemias (No 12. Posteriormen­ te.32. Veja Abidn. Também chamado de JerubaaJ (Jz 6. GILAL Al. 2.60. e vivia um Cifra. e depois coustrun outro em sou lugai. lenhador”). alguns brin­ cos de ouro como espólio da batalha.21). pedindo ajuda. o Dous levantou Gideão cotno libertador Ele loi chamado enquanto malhava o trigo paru escondê*los dos fuidianilas. du­ rante a peregrinação ua d e s e rto . 10. Gideão tornou-se juiz em Israel e li­ vrou o povo da opressão dos midianítas.17).47. Com o ouro. Deus permitiu que fossem atacados pelos bandos de saqueadores midianitas por sele anos. Gideão é descrito como um homem tím id o r bimiilde. líder dos benjamitas es­ colhidos para ajudar no recenseamento de Israel. o qual foi dedi­ cado ao Senhor. etc. Uni dos parentes de Zacarias. ao re­ cusar ser feito rei.27).23) Aceitou.32. por esse mo­ tivo. como um exemplo do Inramcnlu divino som a ajuda do homem |cf. Assim. 7. Encontrase com outros grandes heróis da fé em Hebreus 11. da obscura família de Abiezer. tomou o ouro ofereci­ do o agiu como monarca (cf. que decidiram matá-lo.581. Um dos líderes da tribo de Benjamim e pai de Alúdã (Nm 111.49) 2.56: Ne 7. Gidoão obedeceu e suu atitude enfureceu os homens da cidade. GIDEONI. Seus descendentes estavam en tre os se rv iça is do Tfemplo que retornaram do exílio babilónico rom Meemias (Ed 2. Os inimigos fitaram Ião desorienlados que começaram a matar uns aos outros e então lugiram aterrorizados.cujo nome significa “que Baal con­ tenda" OU "que Baai lute".Sua primei­ ra comissão loi derrubar o poste-idolo de seu pai p o altar de Baal. ls 9-4). 243 . Essa vitória posteriormente adquiriu uma con­ dição proverbial. os Israelitas lhe ofere­ ceram a oportunidade de iniciar uma monarquia beredilána. Ne 7. a qual ele recu­ sou. Aparentemente. listado entre oti que foram separados piira o ministério du profecia e da musica du­ rante o reinado de Davi.w. Era o filho mais novo de |oás.36). . 29). Dt 17. embora Gideão obedecesse a Lei. o raciocí­ nio rapido de |oãs salvou a vida de seu filho. Em resposta à vitória conquistada por Gideão.35). ko. o Senhor sobrr^ vós ilominnr. Urn dos descendentes de Asaíe. Perma­ neceu como chefe de sua tribo durante vários eventos importantes. cujos descen­ dentes retomaram do exílio babilónico com Nnemias |Ed 2.l a 8. nem tampouco meu filho dominará sobre vós. durante a n o i t o . no i|unl o abominável nome do Baai foi substituído pela palavra “vwgonha:’. o vidente do rei U Gr 25.

6). O contexto. como juízo total o devastador so­ bre o povo liderado por Gogue. Mesulão era o líder dessa famiiia sacerdotal nos dias do rei Joiaquiin (Ne 12.22). Nos úl­ timos dias todo o poder e a glória do Senhor serão vistos tanto por Israel (que será trazido de volta do exílio por Dous) como por todas as noções ao redor. Seu nome Foi dado a uma região a leste do rio Jurdáo.4j. Quando. LTm dos sacerdotes que retornaram do exílio com Zorobabel. 3. e com varias outras figurus. Israol di­ vidiu-se em duas facções. e me darei a conhecer aos ollios de­ limitas nações. Essas tropas saquearão e pilharão cada nação em . A distribuição dessa lerra é registrada em losué 17. 1.23).1. eulretanto. Gogue é identificado poi alguns te­ ólogos como Giges.29. 16). mas no falo de que nos últimos dias o Dous soberano destruirá todos os inimigos do suu povo.Maquir. Um dos sacerdotes que se­ laram o ponto feito pelo povo tle adorar ao Senhor e obedecer às suas Leis fNe 10. contra o qual Ezoquiol profetizou (Ez 38 e 39). nu região de Gileade.21-23). as quais o profeta previu que atacarão Israel durante a Grande Tribu­ lação (vv. Embora Ezequiel provavelmente tivesse um líder em par­ ticular em mente. em razão de sua famiiia viver em Gileade.teu caminha. Reinará na terra de Magogue « será líder das tropas do extremo norle (Ez 38. fogo e enxofre farei cair sobre ele. Assim ou mo engrandecerei e me santilicarei.29) 244 . com Cuga. que apa­ rece hf>m uo rnfiio de uma genealogia. Descendente de Joel e filho de Semaias. o significado está não lanlõ na pessoa. a fim de que rião recebesse nenhuma herança do pai.21. toTna essa possibilidade mais improvável (i Cr 5. grandes pedras de saraiva. da tribo do Rúbeu (1 Cr 5. Gogue estiver d ponto de atacar Israel. mas fracassará. Príncipe e chefe de Meseque Tubal. segundo a profecia. irmãos lutarão contra ir­ mãos. 14 ss). logo depois da nuirte de Zinri. Ru dfi Jaroa e filho de Micael. porém.21). tor­ nou-se o lídoj do clã dos gileadilus (Nm 26. GOGUE.1: 1 Cr 2. 27. que lez uma bre­ ve tentativa para tornar-se rei de Israol. entretanto.4. 2. O lato de elo lambém soí descrito como giloadilfl (ou soja. Elo e Zia eram os líderes dos ser­ viçais do Templo que viviam nas colinas de Ofel. Os filhos de Giloadi! c:om sua esposa legitima mais tarde expulsaram Jeilé de casa. diz o Senhor Deus" (Ez 39. O contexto do nome. pois eu derramarei o meu Espírito sobre a casa do Israel.14-16). uma das qUais apoiou Tihni e o outra seguiu Onri. Novamente é possível que. depois do retorno do exílio babilónico INe 11. Surgirão grandes aba­ los sísmicos.GILEADE GILEADE (Heb. Pai de Jefté. é: "lá não esconderei deles a minha face. 1 . o co­ mandante militar. por meio do profe­ ta Ezequiel para aquela geração vindou­ ra. Enláo saberão que eu sou o Senhor" (Ez 38. ''Contenderei com ele por meio da peste e do sangue: chuva inundante. 11 JJ. sobre as suas tropas o . enquanlo Tibni foi morto (1 Rs 16. roi da Lídia. o próprio Deus intervirá. A mensagem de Deus. era um gudíta quo vivia em Basá. "banco de roc. possa se considerar outro patronímico. vivia ao região de Gileado) tem levado algun> teólogos a questionar se Gileade era realmente um nome ou simplesmente um patronímico.6.30.sobre os muitos povos que estiverem com ele. 2. uma divindade babilónica. um dos juízos de Lirael: "O seu pai ura Giileade. G ISPA . 2 . a sua mãn ora uma proStituta" (| / . GIN ETO M.22. Haverá uma última tentativa desesjjerada de destruir Israel. Este liderava a faoçáo mais forte e por isso tornou-se rei.bas") 1 Neto dt? Manassés e filho de. Pai de Tibni. GINATE. sugere que real­ mente trala-se de um nomo próprio.

que atingiu o gigante bem na lesta. nem se tornariam vassalos deles. ele ia “no nome do Senhor estavarn posicionados freule a frente no dos exércitos. o Deus dos exércitos de Is­ vaie de Elã.GO LIAS 3. no tra a reino de Cristo. a pedra em uma funda. de Gale'1 . e drontados diante do desafio de Golias. Desafios des­ com lança.D. pois lora Deus GOLIAS. Todos os dias Golias saiu do rael" (1 Sm 17. Era chamado indumentária de queira. 0 textn descre­ aças contra 0 filho de lessé.25. Provável mente guerreiro filisteu sentiu-se ofendido por era contralado pelos filisteus. não com espada. sentante dos filisteus. contra quem Davi Saul finalmente concordou. Depois da profecia de Ezequiel. “incircuriciso filisteu" que desafiava “os "Gògue e Magogue" tomaram-se nomes exércitos do Deus vivo" 11 Sm 17. ia até o vale e gritava a garia Golias om suas mãos. Na verdade. Depois dessa vitória Saul e seus soldados estavam Iodos ame­ a reputação de Davi loi estabelecida. os israelitas que o Senhor salva.. A resposta ve o peso de si ia armadura em detalha? e do Davi foi de grande significado o ser­ diz que sua longa “era como o eixo de um viu como um sinal do tipo de rei que ole tear". Argumentou que. pois do Senhor é a guerra.40). que achou a idéia daquele jo­ ve a derrota Final de Salanâs. f. alistados uo exército de Is­ O filho do [essé então cortou a cabeça do rael. 245 . para enfatizar ainda mais u eslaluum dia se tornaria. Apocalipse 20. Um gigtmte guerreiro. en­ ra e a força do gigante 11 Sm 17. pegou cinco pe­ de “guerreiro. e laJvez terem mandado um garoto para enfrentáfosse d escen d en te dos refains ou lo e começou a lançar impropérios e ame­ enaquins (veia Annqup). Levaram-no dian­ reino milenar. apresentou-se como voluntário destruir o povo de Deus no término do pára aceitar o desafio. 0 se tipo representavam um método co­ ole vos entregará nas nossas mãos" (1 Sm mum. O mais impressionante. quanto Golias vinha contra ele com es­ Os exércitos de Israel e dos filisteus pada e lança.. irmãos dele. os Deus — os israelitas lambém pois Davi filisleus se submeteriam aos hebreus. ganhasse.5-71. de acordo rom n:m seu allbrje de pastor ( I Sm 17.c. Naquela vem franzino enfrentar o gigante Golias batalha. mos não só os fim de desafiar os israelilus. ati­ Davi chegou ao campo de batalha en­ rada com força e extrema pontaria por viado por seu pai para levar comida aos Davi. como pastor das ovelhas de seu tam aquelas tropas que se colocam con­ pai. Ouviu o desafio e perguntou o que Golias com a próprie espada do gigante significava aquilo e quem tomaria uma Os filisteus foram perseguidos e derrota­ providência ou laria algo. au entanto. Sua altura ê re­ dras lisas em um córrego e saiu para en­ gistrada como de “seis oôvados e um pal­ frentar Golias com sua funda r as pedras mo” (cerca de três metros. mas in­ lutou e que «le matou com apenas uma sistiu nm que Davi vestisse a armadura. porém. na Última parle do qual era muito grande. Se continuou: "Saberá toda esta congregação Golias. les dias. O a inedída dr: um côvado). sim bólicos para todos os quo tentarão Assim. Se alguém filisteus aprenderiam sobro o poder de conseguisse vencê-lo em combate. Davi tirou aquela reinado de Saul 11 Sm 17). Gogue e Magogue represen­ ragem. logo depois o rei Saul começou a vè-lo Davi ficou horrorizado por conhecer um como uma ameaça ( I Sm 18).7-10 descre­ te dr) rei.4= > | . bastante usado nas batalhas naque­ 17-17). repre­ que o ajudara antes.26). Golias foi morto com uma pedra. dos pelos israelitas. O Senhor é que entre­ meio das tropas. argumento do filho de fessé era que u Senhor estaria com ele. todos os que foram maus e luta­ um verdadeiro absurdo Davi mencionou ram contra 09 eleitos também serão fatos om sua vida quo mostraram sua co­ destruídos.

o gigante fortíssima.6). I Cr 1.3. mas serão destruídos pelo povo de Deus. onde foi escondida pelo sacer­ dote Aimeleque e devolvida a Davi. De fato. Muitas vezes o Sonhor trouxera seu povo de volta para si embora tenha havido épocas em que alãslou-se totalmente dos israelitas. quando seu povo tira atraido por outros deuses.C. com convicção Para Davi. Veja Gogue. mediante o chamado divíuo.9. como parte do castigo deles. P. Finalmente. 6) o Lo-Amí (“porque vós náo sois mou povo. aos quais foram dados nomes -simbólicos: fezreel Iporque em bxeve Deus puniria a casa de feú: Os 1. Deus o chamou e ordenou que se casasse COra Gômer. O filho de lessé tiulia muila confi­ ança no Todo-poderoso e sabia que podia aceitar o desafio du filisteu “incbcunciso". rapidamen­ te elu voltou em busca de vários aman­ tes. LoKuama (porque Deus não mostraria mais amor por Israel: v.s: entro Davi e Golias. a reação do rei toma-se evidente. O filbo de Jessé U uLi­ bem encontrou-se em desacorda com a alilude geral dos isruelil. uma prostituta. e o Senhor seja contigo" ( l Sm 17. ao lado de quem o Sonhor estará lutando.D.6. Ainda assim.1-3). d qual represen­ tava os filisteus: entre Davi o SauJ com seus exércitos: e entre Davi e o Senhor Deus. Parece que Saul concordou quase com relutân­ cia. Esse profeta viveu no século VIII a. por sua fé. 1. Qualquer um que se levantasse çonua o Senhor seria jul­ gado por ele.GÔ.3.is. íoi a raiva e o ciúme de Saul para com o su­ cesso do filho de fesse que causaram a vinda de “um nspíritu maligno da pnrte de Deus” sobre elu (1 Sm 18-10).2. 12). G olias. mas não com fcle próprio 11 Sm ta. Posteriormente. 2.10). o ainnr [juclu. tornou-se escrava de um ile seus homens. Oséias a deixou. o profeta diz que "Gômer e iodas as suas tropas" se unirán a Gogue num ata­ q u e contra Israel. Ali. mas 246 . mas de­ pois recebeu ordem deDpus para comprala pein preço q u e uririmiLmoute uru pugo por um escravo (Os 1. Era uma proferia viva da profunda 'tristeza" experimentada por Deus com lauta fre­ quência. Embora ele • j lenha tirado do prostíbulo. o povo rebelara-se re­ petidamente. A * história de Oséias é profundamen­ te triste: ele tinha uma esposa a quem amava o que mesmo assim envolvio-se continuamente com outros homens.5. onquanto a bênção de Deus sobre ele tomava-se cada vez mais abundante. que deixara do ser "nin­ guém". em busca de outros deuses: uma ação Irequeutemenle mencionada como um alo dn adultério. quando considerou a morte do GoLLas oomo sinal de que Deus eslava com Davi.MER Na narrativa desse episódio. qup operou por meio daquele que era jovem e fraco. quan­ do esle precisou dela | 1 Sm 21. deveria mostrai em seu próprio casamenio o relacionamento que era Ião típico Rulre o Senhor e o seu povo. GÓMER. os filisteus representavam uma nação em rebelião contra Deus. Gómer leve filhos. a es­ pada do GoUas foi levada para a cidade do Nobe. loi derrotado peio Todo-poderoso.il do Senlior por seu povo perma­ nece e a ufeto de Oséias por Gômer cnnlintia como uma vívida Ilustração de que Deus não deixam de amar o seu povo. Deus tinha Chamado Israel. v. A confiança de Davi no Senhor indi­ cava a profundidade de sua fé e o relacio­ namento qu*? tinha com Deus. que não de­ monstravam a mesma confiança. t))Oséias. O primeiro filho de Jafá e neto de Noé (Gn 10*2. Mesmo assim. para ser "alguém" o ser amado por Ele. É men­ cionado novamente em Ezequiel 30. 3. nem eu serei vos­ so Dous''. Esposa de Oséias e filha de Diblaim.4). fica cla­ ro que o autor quis mostrar o desenvolvi­ mento rle três relacionamentos dileroute. ao dizer a Davi: "Vai-le. e Davi antecipou bem o re­ sultado.G. O Senlior o abençoou e daquele momento em di­ ante o filbo de (essé (ornou-se o centro da n a r r a t i v a bíblica.37) Mais tarde.

247 . 20-21) A inclusão deles na fé era algo polémico par/i os judeus. tornou-se Líder do clã dos gunilus (Gn 46. 9.28. 1 Cr 7. d. Para mais detalhes sobre a missão deles. era um bder de d á (1 Cr 5. 24. t Co 1.14.om o altíssimo preço do sangue de seu único Filho. embora pos­ sa referir-se a grupos levemenle diferen­ tes. Um dos doze homens enviados por Moisés a Canná paia espiar a torra.29. na Bí­ blia. Gl 3. Ess. com quem os israelitas negociavam. Filho de Abdiel. íoi escolhido como representante da tribo de Gade. 12. que queriam excluir os gentios de qual­ quer participação igualitária em relação a Deus. entretanto. 17. veja Sam ua. 16.termo.1.4. o termo muitas vezos significa 0 alcance da grdça de Deus. O uso predominante do termo no Novo Testamento.1. de acordo com o termo grego htiUfnixtes}.21). 18. de acordo com o lermo gregoh elh n ]. Timóteo. judeus cuja formação cultura] era primariamente grega e não semítica |A t 6.25: At 16.13). é num conIraste com os judeus e refere-se ã abrangênr. Um dos gaditas que viviam em Basã.5 0 0 . aparece em Ezequiel 27.. p. Um dos filhos dn Nnflali e neto de Jacô. que inclui todas as etnias. a falsa acusação leita contra Pau­ lo de ter profanado o Templo com a pre­ sença de gentios deixa isso bem claro (At 21. referese aos que aáo eram judeus (At 17. GÚEL. 1. 19 10. GUNI. dependendo do i.11) Filho de Maqui. I O í t u I itt c o l o c o ii a ® e o m o s o n d a 4 1 5 . 10. No finaJ o Senhor iria redimi-los c. a i o s u d i n f o r m a r ã o n ã o e n c o n t m fu u d u u io i il o N n u x | iíx Ii> s d t f r e l e r é n d a (Noia d o IY a < Itu o r | . 2. Nm 26.. No AT.9. quando os Israelitas estavam no deserto de Pará (Nm 13.24.1.7: Li LOU.GUNI ficurã fiel ns suas promessas. on texto onde se en­ contra.ia racial do Evangelho. que in­ chou também os que estavam fora de Is­ rael Frequentemente nota-se que é nos mesmos lermos que tanto judeus como gregos necessitam «le Cristo e ambos en­ tram e compartilham do Evangelho (Rm 1. Al 14. GREGO / GREGOS. Provável men In rofbre-se ao povo da Grécia. 7. Na ultima parte do livro de Atos.12.24.20.13.191. Tito. re fe re se aos gregos ‘ tumentes a Deus" que se associavam ao judaísmo Uo 12.4.32: 12.281.b .&r.3. 3. 2. Cl 2. As vezes o ter um simplesmente des­ c r a v e tiniu pessoa do origem grega (Mc.) Em outros contextos menciona os que fazi­ am parle da cultura heleníst íca — quer dizer.9.6: um algumas traduções. aparece poiyjo e ainda de­ pende da maneira como foi Lraduzido (na Versão Contemporânea flncontrp-se b u i Jool 3.48. Em outTas passagens. é primariamente racial. 10.10.15). Cl 3 1 1 ) Dessa maneira. que morreu por seu povo e pagou o prego pelos pecados de Iodos (Is 49.

Esle m esm o problema ocupa grande parte dos debates no livro de Jó.C. 1 . O primeiro sinal inequí­ Juazaruas. Por volta de 605 a. t'.6).M. Enquanto isso. ou seja. Eles náo puderam comprovar sua genealogia e por isso foram proibidos de Habacuque viveu e desenvolveu seu mi­ exercer as atividades sacerdotais. a seu lempo. Cl 3 . A tesposta para esta questão encontra-se no caráter do Deus.24). Muito pouco uu nada se sabe explicitamente so­ bre Habacuque. evidências. como Inmbém um poota talentoso. ”abraço“). Yahweh diz que está suscitando os bro da famiiia rios mcabUas (Jr 35. 1. n qual constitui o coração e a base da salvação O que parece injusto à luz da . sobre a Babilónia. Para ■aldeais (Hc 1. os caldeus) pode prosperar e o justo fi.1 1).e. ã luz de todas essas turno | 1 Cr 24. Primeiro. que “assis­ História e estabelecido o podtórOso Impé­ tia aos filhos do rei'1. Além disso.9. Um dos sacerdotes indica­ aparentem ente depois que o poderio dos para ministrar no Templo. Avô de fauzanias e mem­ ximo.13).19).32). inauguração fio reiriado de Nabopolassar 10. foi um dos filhas dn Miiaiá.41. Citado pit) 1 Crónicas 4. vindicará sua justiça.7de serviço foi decidido por meio de sor­ ) 1). Pai de Jeiel (1 Cr 27.. HACOZ. veja rece numa lorma que sugúra algo que | á eslá a caminho. do tipo que pode ser comparado aos Sal­ oios 4. cora a HAC ALI A S . ele uão só era pix> feta. nistério nos primórdios do surgimento da Babilónia no poder central do Oriente Pró­ HABAZINIAS.63).1. O turno babilónio já estava consolidado (Hr. Z) e uma oração (Iic 3J. H A B A C U Q U E [Heb. n qual. uma resolução teológica destacada por Rn ilo (Rm 117.C.3). ele e seu filho Nabucodonosor já tinham HACMONI.. Pai de Neemias (No 1.e.6. como o ímpio li. descendente do Asur..01: Ne íitúigico Seãah (Hc 3. O que se sabe com certeza é que7.1). du tribo de ludá A vinda iminente da Babilónia contra Judá levanto uma rias maiores questões li*OÍógicas do livro.aqui e ngora encontra a compensação perfeita no tempo da recon­ ciliação Una! de Deus. Kc 3. Na verdade séu livro compõe-se de uma serie du oráculos (11l 1..19) — ambos ele­ HABAÍAS (Heb “o Seuhor tem escon­ mentos centrais na adoração do Templo dido"). o Senhor declara ao profeta que "o juslo pela sua fé viverá" fhlc 2. 248 .20J i! também emprega o termo Babilónia com Neemias lEcl 2. voco dislo aconteceu em 626 a.H H A A S TA R ). onde a tempo verbal apa­ mais detalhes sobre essa passagem.B e 7 (cf. uni eliminado completamente os assírios da dos administradores de Davi. rio Caldeu Habacuque testemunhou to­ dos esses eventos com seus prõprios ollios. embora sp possa inferir alguns dados. existpm indicações de que ele provavohnente rs tivesse envolvido nm algum ministério no Templo e losse levita Alem das alu­ sões iios instrumentos musicais e aos direiores de música íHc 3. se Deus é Justo [Hc 1. Seus descendentes estavam entre — o livro fala sobre Yahweh estai1uo Tem­ ds sa< erdotes que retomaram do exílio na plo (Ht: 2. C. Veja Neemuàs.3. A possível data do seu ministério está teio e ele ficou responsável pelo sei imo outre 620 a 632 a. Judá) sofrer.101.

sucedeu Raal-flanâ. foi governante de Zoba r contemporâneo do rei Davi. íoi criado na corLe real egípcia.n. Sua cidade chamava-se Pau e sua esposa era Meei abei. "da pstirpé real de Edom". Em várias ocasiões lutou contra Davi. foi levantado pelo Senhor como adversá­ rio do rei Salomão 11 Rs 11. 4 . Seus descendentes voltaram do exílio com Neemias. Hadade. mas também permitiu a introdução de divindades es­ trangeiras na cidade santa (veja Js 23. Como o isscritor de 1 Reis estava in­ teressado som ente em mostrar como Salomão eslava sendo punido poi Deus. Dt 7. Apare u temente seu domínio es­ tendia-se desde a região próximo ao rio Eufrates até Amom.51). Filho de Reobe. por esse motivo. no inicio de sou reinado. dopois do oxilio babilónico (Ed 2. tomou-se mi de Edom depois da morto de Husão (Gn 36. foram excluídos do sacordócio (Ed 2. nada mais se sabe sobre Hadade.51: Ne 7. o que efetivamente fez.6-91. Claramente rriou uma ruptura na aliança que fizera com o Seulior. A primeira halalha é mencionada numa longa lista de vitórias conquistadas pelo fiibo de Jessé. Fiibo de Bodnde. Os seus casamentos com mulheres eslrangfttias causaram a ira de Deus. por meio de ca­ samentos. Seu filho. mas não localizaram os registros da lamiiia. o oxéri ito israelita os atacou e derrotou também muitas dos cidades deles (2 Sm 8.36: I Cr 1. N p 7 . npóíi a construção do Tomplo (I Rs 9. que ua época era spenas um jovem. d sempro manteve uma guerrilha contru Is­ rael. retomou para lutar contra Salomão. na região de Moabe.HADADEZER 2.47). ao casar-se com mulheres estrangeiras. Ficou famoso por sua vitória sobre os midianítas. Assim Salomno não só quebrou n lei de Deus. no início de sen reinado. Na época do rei Davi.asou-so com < i próprio runlmda doEiraó.46.35. poróm. H A D A D E Z E R .14). Filho de Ismael e neto de Abraão e Hagar: «ra o líder do seu clã (Gn 25.3-10). que ex­ perimentou grande prosperidade p tinha extraordinária sabedoria enquanto mantpve uma alitudt* de tutal confiança no Senhor. filha de Matrede (Gn 36. irmã dê Taínes.c.3).15.53). Davi dedicou ao Senhor todo o ouro e prata que capturou. Gradualmente. suas esposas "lhe perverteram o coração para seguii a ou­ tros deuses” (1 Rs 11. Quando outros reis 249 . h fim de recuperar o controle sobre uma região ao longo do rio Euhates. Cada esposa levou para lerusalém seus próprios deuses. sem dúvida por razões políti­ cas. 2.er. HADADE.39 — onde e cham ado de Uadar: 1 Cr 1. 1 Cr 1 30). um dos reinos arameus (da Sirial. to rn o u -se muitu influente no mundo.13. Hadadezer viujara para o Norte. depois do exílio babilónico fNe 3. Rei de Edom.14-25). tugju para o Egito. rainha do Egilo. os edomitas fo­ ram destruídos pelo exército de ísrael. Davi o atacuu e quase destruiu seu exército. Genubale. portanto. Vivia na cidade de Avile e de­ pois de sua morle seu sucessor rio trono foi SuinJã. foi tentado a estabelecer lagos com outras famílias reais.61. Edomila. lambém trabalhou num trecho du muralha que ia da entrada até a extre­ midade dn casa dn Elinsibe (No 3. prova­ velmente se estabeleceu em Edom n con­ tinuou □ lutar contra Salomão até o linal de seu minado | 1 Rs 11. HACUFA.3-14: 1 Cr 18. r. Quando Hadade soube que Davi eslava morto. 3. o a do foi bem re­ cebido e c. Seu neto M ©remoto reparou uma seção domiiro de Jerusalém perlo da Por­ ia do Peixe. Q u a n ­ do. Reinou na época anterior 5 monarquia em Israfil (Gu 36.12. Seus descendentes es lavam enlre os serv içais do Templo que retornaram com Neemias para Jerusalém.6 3 ). 1 .4-6).4). sendo. Quando os si rios foram em socorro de Hadade/.31). 3.50.21) Tal­ vez fosse a mesma pessoa do item ns 2.

Numa atitude de prolnnda fé e gratidão ao Se­ HAGIAS (Heli.46) HAGAR. em Israel (2 Cr 28.5s.48). De acordo com as normas le­ gais da época. litigai e M ordecai. alimentou um espirito amargu­ rado e extremamente ciumento (Gn 16. 21.12).1 1ss. fibênção especial: urna revelação pessoal Lbo de foctã (Gn 10. tre < »s que desceram com jacó paia o Egito.a. HAGABÁ.45. pois contraria­ da tribo do Efraim durante n reinado de va a ffc obediente e paciento nas promes­ I Vjiia. presentes que. 1. ouve nossa soldados deveriam libertar os prisioneiros miséria (Gn 16.3. “a lesta do Senhor"! Fi­ nhor pelas muilas vitórias que tinha con­ lho de Siméias. Seus descendentes esla\am enire os judeus que retomaram cio evilio babilónico com Neemias e Zorobabel. um dos Lideres ponto rle visia espiritual. Ele len! nu uovamenle lazer aliança rom os sirios contra Davi.10).19) e garante nosso fuluro |Gu 21. mas as torças combi­ nadas deles loram denotadas de la] ma­ neira quo os reis qun eram vassalos de Hadadezer foram até Davi para lazer um tratado de paz Gòm ele (1 Cr 19. Um dos fUbos de Gade. Descendente de Sem. quistado. porque íoi um dos lide­ cias foram trágicas — para Hagar (Gn res que sairam ao encontro das Impas do 16.15*19. Emborn fosso legalmente per­ mitido. 250 .HADASSA ouviram que Hadadezer fora derrotado. 13).m.48.13) i. uma juiLia árfâ. Toú enviou Hadorão "a Davi. ficaram atemorizados e também paguram tributo a Davi. Essa passagem narra várias balall)&£ e lembra aos leiloHAGITE (Heb.1.4. A _s consequên­ cionado na Dlblia. \ la Iribo de Levi) I Cr 0. criada pelo primo Mordecai. Sous dosçendan Hadorão levou consigo muitos presenies tes íoraiu chamados rle bagitas (Nm 26.18). Fiibo de Tou.30). HAGABE. Uma das espo­ res que as vitórias de Davi eram parle das sas do Davi. dêscrita como urna jovem "esbelta e for­ mosa1 '.6. de melais preciosos 11 Cf 18. porém. 17. mãe de Adonias (2 Sm 3.14-16).11: 21. rei Peca que retornavam para o Norte. eslava en­ íe lic ita r por haver pelejad o contra Hadadezer o por tê-lo destru íd o".c. de­ cí. uuma atitude do graça maravi­ lhosa (Gn 16. listados om Esdras (Ed 2. HADASSA. Outro relato ria derrota de Hadadezer encontra-se em 2 Samuel 10. por meio da qual ola |Sara| pudesse “constituir uma tamilia" (Gn 16. Veja Fster.7). de que o reino do Norte 21 10).16. 3 bênçãos do Senhor (v. o pura o HAGI. vai aú eucontro era <ulpado de pecar diante de Deus e os iio quebrantado de coração.4 j. ganhem. Amasa é men­ sas fio Deus (Gn 15. Quan. Seus descendentes estavam entro os serv içais tio Tem plo que retornaram (lo exílio babilónico com Zorobabel e Neemias )Ne 7. ‘‘festivo"). e lam­ pois de vencerem uma batalha contra fudá bém para Sara que. O Sonhor.20). para o saudar. Era 0 nomo hubraico (quo significa 'inurta''1) de Ester (El 2.27: l Cr 1. essa proposta íoi desastrosa. Hagar recebeu uma HADORÃO. listados em Génesis -16.19). Saia. do proleta Odade. Davi dedicou u Deus todos os Era deSCendenle da íamília de Merari. Píii de Amasa. por meio cimento. era u mesmo Hagaba de Neeaiias 7.2). Mencionado '-m Esdras 2. o qual amava o filbo. HAGABA. supre nossas trazidos junto ami a tropa íw 9-16). necessidades (Gn 21. do HADLAI.17). pro­ pôs ao marido Abraão que tomasse uma segunda esposa.211 2. do Davi derrotou Hadadezer.15).n. a partir desse aconte­ (o reino «lo Sul) Esses homens transmiti­ ram uma raensaiam do Senhor.de Deus. poi ser estéril. p. rei de Hamate. para Abraão (Gn 2 1 .

21.32.). 2. o qual este supôs que seria em sua honra.24). Pai de Hamã lEl 3. O rei então alencleu ao pedido de Esler e assinou um de­ creto paralelo. LIm dos líderes do povo que se uniu a Neemias quando íoi feita um pacto d»1 adorar ao Senhor u obedecer às suas leis (Ne 10. O rei voltou e pen­ sou que ele desejasse molestar sua espo­ sa: ordenou então que Hamã fosse morto imediatamente. enquanto Hamã tançava-se aos pés de Ester e im­ plorava misericórdia. Adonias tentou usurpar o trono.ç.12]. uiri dos “trinta he­ róis" de Davi (2 Sm 23. Mesmo as­ sim. Pertencia á tribo de Manassés (1 Cr 7. seu perverso filho (Gn 341. Os irmãos da jovem ficaram furiosos. Quando Mordocai recusou-se o ajOelhor-se.í. cwrio também o casam eato misto com um cananeu dificilm ente serio aceito! De fato. Seu filho Sai um governou sobre metade de um distrito de Jerusalém nos dias rle Neemias b reparou uma seção do muro da cidade (Ne 3. quando os os­ sos de |osê íoram trazidos do Egilo e en­ terrados alí (veja Al 7. que nasceu enquanto a corte de Davi eslava em Hebrom. A rainha convidou o rei Assuero e Hamã para um banquete. A condição foi aceita. Não somente o estupro era uni algo muito sério. 2).il de respeilo a Hamã.5. s. ra para Monlecal (Et 7). Ela. filha de |acó. 1. pelo qual os judeus rece­ biam autorização para se defenderem (El 9). Assuero levanlou-se da mesa e foi para o jardim. d o en­ tanto. este ficou ex­ tremamente irado e tramou a morte dele e a de seu povo.36* ) 'flunbém era pai de Mihar. Posteriormente.361. 2. Eles foram operados V trés dias depois. Pelo contrário. dois filhos de facó. Eles sobreviveram e agradeceram por aquele dia e pela vitória sobre Hamã numa lesta chamada Purim. nunca confessara ser da descendéni ia judaica e sabia que tal comunicação lalvez significasse sua morte.iou o r. 1 1. A esposa de Hamã charoava*se Zeres e seus lilhos mais tarde foram todos mortos pelos ju­ deus. Deus usou Ester e seu primo Mordocai para impedir tais planos HAMOLEQUETE.19. Abiezer e Maalã. etc.13. Fiibo de Hamedata. listado entre os 'heróis" de Davi (I Cr 11. rinha um alio cargo político do remado de Assuero (Xerxes). Apa­ rece pela primeha vez em Génesis 33. acusados de não obede­ cerem ás leis du império medn-persa. quando ouviram lalar sobre o ocorrido. l Ct 3. qo lem­ po da rainha Ester. os irníâos concordaram com a pro­ posta de que todos os homens de Siquèin fossem circuncidai los. o quarto filhu dn rni. em siu. Era heveu e governa­ va a área em que lajcó habitava (v.ompló dele noutra seu povo e pediu ao roi que poupasse os jarleus do extermínio Furioso. Ester denuni . doddiu ajudui o povo de Deus. HAMÃ. HAMOR. Siquém violentou Duj. Seu lillio lentou aniquilar todos os )udeus durante o reinado de Assuero.38). "quando os homens estavam doridos" (Gn 34 25). sua prima. HAGRI.18).1. numa forca que prepara­ HAMEDATA (ftjrsa: “dado pela lua"). e depois pediu ao pai dule que negocias­ s e s e u c . Ela teve Irés filhos: fsDode. SLmeno n Lèvi. Defensor de Siquém. Era "agagita" (El 8. Avó de IgaJ. Talvez seja a mesma pessoa do item n® I.51.10. ua Pérsia (Iit i a 7). Persuadiu o rei a assinar um decrelo que ordenasse a lota! destrui­ ção dos judeus. HALOÉS (Heb “sussurrador"). quando nosso patriarca comprou de seus filhos um pedaço do terra para lazer um túmulo O campo é mencionado posteri­ ormente em Josué 24. a s a m e o t n com ela. Irmã de Gileade e !iIha de Maquir. atacaram a cidade e ma­ taram todos os habitantes da sexo rnas- 251 .HAMOR Rs i . Mordecai soube do eomplô e pediu aju­ da ii rainha Ester.

HANANEEL. de Israel ( I Rs 16. 9. encontravam. H91nr.R HAMUEL. 7): falou lambem com Jeosafíí. registrado na genealogia de Saul [ 1 Cr 8 38). Deus falou com ele e lhe mostrou que era sua vontade castigar o povo por causa do pe­ cado. L 8 . A transação da compra do terreno.26).3. Filho de ligdahas. Um dos assistentes de Selomias. e advertiu-o sobre a ira de Deus (2 Cr 19. 8 . 4 .OÍÍ. Os "homens de Humor".5 J. rei de judá.2 1 ). conduzido ao exiLio.49). Pai de Jeu. Um dos líderes que selaram o pac­ to feito pelo puvo (Ne 10 . aos quais não destruíram tolalmenle quando en iraram em Canaã.HAMUEL cuJino. Quando Jeremias orou sobre a procuríednde dn situação em que st.28. Zedequias objetou fortemente contra urna mensagem tã a pessimista. mas lambem era seu desejo. registrado na genealogia de Saul [1 Cr 8. M. 6 Um dos levitas que se uniram a Neemias no parto de adoração no Senhor e obediência às suas loís (No llt. 3. Jr 52. EJe é lis tudo entro ot> que descoram .431.ia Egito com Jacó. Tornou-se o líder do olõ dos bamulitas (Nm 2(í. no fu­ turo. Zadoque e Perl aias. o qual proferiu a Palavra do Senlior contra o rei Baasa.lO) 7.341 2.n a Jeremias q u n comprasse um campo que pertencia a Hanoneel em Analote. Enquanto JorusaJém era sitia­ da pelos caldeus. é mencionado como “homem de Deus". 5. po­ rém. O Senhor. Fillio rle Sasaque.23).13). eram os que vtvlam em Siquéra e naquela Ocasião foram toiaimenie derrotados por AbimeJeque. Os filhos de Hanã tinham uma saiu no Templo. mencioundos om jtitees 9. lor* nou-se uma Uustração da confiança de Jeremias na palavra do Senhor e no iuluro sinalizado pela promessa do próprio Dous (w. Era lambém a mãe do rei Zcdequias. H o 12). o protela falou que a cidade seria conquistada por Nabucodonosor e 0 povo. HAMUL. Veia Recube M . 1 Cr 2 .tr e Siquém também íorum assassinados (v.12.46. HAMUTAL. lornou-se esposa do rei losias.2 2 1 . que go­ vernou por onze. Gutro líder que lambém selou 0 paclo (Ne 10. anos 12 Rs 24.1. 26). através de seu quarto filho Perez (Gu 46. 1 . HANÁ. Filha de Jeremias. 15.« mãe fie Jeoacaz. 1 .i família dos recabitas para beberem um pouco tle vinho )lr 35. reunir os judeus na terra. Um dos levi las responsáveis por instruir o povo no Livro da Lei (Ne 8. na regiáo de Benjamim ÍJr 321 O protela obedeceu. 10. Filho de Hemâ. de Judá. seu filh a e os moradores do Siquém demonstram os problemas com tinuos que os israelitas tiveram com os cananeus. 2 . Um dos nelos de luda. I^rimo de Jeremias e filho de Salum. da tribo de Simeão (1 Cr 4. pagou ao primo um preço adequado pela te rra p fecharam um acordo formal (w . de Libna |2 T<s 23. que rei­ nou apenas bês meses em Jerusalém. Um dos filhos de Azol. Filho ds MLsmu. os quais Neemias co­ locou como responsáveis pelos depósi­ tos (Ne 1. liras e i imbaios 252 .31). Os eventos narrados concernentes a IiaiiH»'.4).261. onde no­ vamente comprariam u veuderium cam­ pos e viveriam em paz.7J. Fillio iie Mdaca e um dos heróis de Davi Í 1 Cr 11.2) feu lambém re­ gistrou os acontecimentos uo reinado de Jeosafá |2 Cr 20.C. diss. o qual desempe nhava o ministério profético cora o acom­ panhamento de harpas. HANANI.11 . . 37-44) rjD. onde n proleta iRremius convidou O S memliros d. Ne 7. dessa maneira. Seus descendentes estavam entre os serviçais do Templo que retornaram para Jerusalém com Neemias dopais do exílio babilónico (Ed 2.

mas era lalsa. idade de |erusalém. Lader dos judeus e um dos que selaram o pacto d o tempo d n Neemias (Ne 10. ua ép oca do p rofeta Jerem ias. Um fabricante rle perfume q u e ajudou na reconstrução dus muros de Jnrusalérn. O 18® lumo loi designado a HftnanL seus filhos e outros parentes f l Cr 25. Filho de Éfode.B.7). Tal mensagem foi muito bem aceito. 1. HANIEL (Heb. Fúi um dos locadores de trombeta durante o culto de dedicação dos murou de Jerusa­ lém. durante o reinado de Davi.Possivelmeuto a mesma pessoa do item u® 10. Mencionado em Neemias. depois do exílio. de Gibeoni.24. . ao desobedecer ao rei Nabucodonosor e sobreviver a fornalha de fogo (Dn 3) é homenageada no NT. 10. Mencionado apenas em Esdras 10. mencionado em I Crónicas 25.13 8 Um dos companheiros de Daniel (Du 1. Na presença do honiRin de Deus e de vários sacerdotes.3131.12. .10.17). 21. Para mais detalhes. procurou-o na Babilónia o deu-lhe detalhes sobre os que retomaram .2 ura “maioral” du i. 3. A.43 J. por não confiai no Senhor. no têmpo de Esdras. Um dos príncipes do rei (oficial da corte) U/ias. Men­ cionado apenas em Jerem ias 37. HANANIAS (Heb. veja Hamã. Hananias profetizou que n domínio do. M en cio n ad o upenas n m Jeremias 36. mais do que muitos".28. Jerem ias mostrou o mal que Hananias (-ausava por fazer o povo acre­ ditar numa mentira e predisse a morte dele no decorrer de um ano (Jr 28. Neemias o nomeou governador da cidade. & (> é mencionado em 1 Crónicas 3. (t Cr 25. qun tocou instrumuntos duran­ te a dedicação dos muros de Jerusalém (Ne 12.s caldeus «eria rápido. ajudou na reconstrução dos muros e era responsável pela parte acjma da Porta dos Cavalos (Ne 3. 4.4.8) 11.t. e p.6.34. Embora sou nome não seja citado axpliáílameuto. 253 .11 5.30). mencionado apeuus em 2 Crónicos 26. Líder de uma família sacerdoia) no lempo de Neemias |Ne 12.15-1 7). 14.19. 13. Filho de Zorobabel.õ. “graça de Deus"). "o Senhor mostra gra­ ça ao favor").28.25). a rei manilou preudê-ln (2 Cr 16. Falso proíela é mencionado oito vezes em Jeremias 28. 9.23). juntamente com seu irmão I lanani. Um vidente que falou com Asa e o repreendeu. . Neemias o colocou ila liderança da i. Seus descendentes estavam entre os que se casaram com mulheres esirangeiras (Ed 10. enquanto os muros eram recons­ truídos (Ne 7. “bomem fiel e temente a Uens.23 Fa/. Sete meses depois ole morreu. 6 Urn doa membros do grupo de Zacarias. 3. Em resposta. d q tempo d e Neemias (Ne 3. 2 . por ser muito popular. 5.20). 1.4). 7. 6 Pai de um oficial |udeu chamado Z ed eq u ias.■ Judá (Ne 1.23).idade de Jerusalém. Irmão de Neemias. líder dos ju­ deus depois do exílio babilónico.'12. 12.2).IIAN7EL. na genealogia do rei Saul. 2.d. Veja Sadixique. Era filho de Azur.A v ô rio capitãO.2). 4. FILbo de Uomã.ia parte do ministé­ rio profético com acompanhamento mu­ sical. men­ cionado apenas em 1 Crónicas 8. Descendente de Benjamim. sua atitude de fé. Um dos culpados dn ter-se casado cioiu muUiores estrangeiras.da guarda em Jeru­ salém na época do profeta Jeremias.O Senhor detarminou que Moisés escolhesse um represen­ tante rle cada tribo para ajudarem na di­ visão da 11:rra de Canaã e Haniel íoi o es­ colhido para rep resen tar a iribo de Manassés (Nm 34. era Hebreus 11. Possivelmente era descendeutn do personagem registrado no item n® 3..7.

HAPISEZ. levita da famiiia dns gersrmilas e um dos Lideres do r lã do Lidã ( l Cr 23. Maor mais lard<’ cusou-se com Milcic Terá.lilj 7. da tribo de Aser. mas a cidade ficou conhecida e tornou-se figura proeminente na narrati­ va bíblica p<usU'rior < • sobrevive ate hoje como umo pequena vila árdbe. Na passagem paralela em 2 Crõuicas 3-4. cnmpromelendo-se a obedecer ao Senhor e adorai somente a Deus (Ne 7. 1.30). U terceiro lumo saiu para Harim.15). marido de Hulda (2 Rs 22.39). 10. HARAÍAS. depois du exílio na Babilónia (Ne 3 iq.19). um dns descendentes de Calebe e líder da tribo de ludá (1 Cr 2.24. era fillio de Calebe e de sua concubina Efâ. Os descendentes de Harim. Consertou o Porlão do Vale. HAREFE. Um dos filhos de Sirnei.1*4). tivessem inelade da Ifarba cortada. entre os des­ cendentes de Eleazar e IIamar. Pai de Uziel. “de acordo com as ultimas instruções de Davi". HARIM. quando eu Irasse uo santuário (1 Cr 2 4 . hem como metade das roupas. Pilho dn Terá. Um dos sacerdotes escolhi­ dos para oficiar no santuário.51). t Ima seleçârj imparcial fui leita. 13-15: I Cr 'l 9. era o pai de Ticvá e avô de Salum. 0 ourives que reparou parte dos muros de Jerusalém. Viveu e morreu em Ur dos caldeus (Gn 11. "Pai de BetoGader'\ ou seja. HARAS. Ment ionado conexão com a profetisa fluida.HANUM 2. 2.4(5). H A R I F E .0). noieinado de fosias. Um dos lídores da tribo d». e esta seria a ordem ua qual ministraria. Não ficti claro se loi Terá quem Lhe deu esse nome.TJa. em Je­ rusalém. 1. paia protegor-se do Davi e de Joabe. 2. O KJ® lumosam para Hapisez. "o guarda das roupas". por meio de sorleio.2-6]. Harãs. consultada sobre a mensagem lida no livro da Lei. Depois alugou rarruagens e soldados [»or nuJ taJeutos de prata. Veja Hustóh. estavam entro os que não pertenciam às lamllias sacerdotais que 254 . e esta era a ordem na qual ele mi­ nistrava ao entrar uo saul uario (1 Cr 24.0). Filho de l. Filho de Naés. rei dos amouitas parri quem Davi enwuu urna mensagem de consolo. Um dos selé eunucos que serviam o rei Assuero (Xerxes) (El l. 1. O Senhor entretanto. H A N U M . Líder de uma famiiia que retornou com seus descendenies para lerusalém. Um dos sacerdotes escolhi­ dos pura oficiar no santuário. deu a vitoria ao seu povo iw. Era filho de Ur. O referido texlo fora encontrado recentemente e sua mensagem pa­ recia cantor advertências sobre n iminen­ te juízo de Deus sobre ]udá. 2. Abrão e Ló poaleriormonte e^ltibeluceram-se numa cidade diumuda Harã. H A R Ã . Veja Vasti. Suas fi­ lhas loram Mil ca e Iscá. reparou ou­ tra seção dó muro iNe 3.0). bem como 457 metros de muro (Ne 3. “de acordo com as últimas instruções de Davi". 3.20-31).a seleção imparcial entre os descendenles de Eleazar e Ilamar. HARBONA. Huniul loi um grande guerreiro b líder de sua família (1 Cr 7. irmão do Abraão e Naór: era o pai de L6. e ds des­ pediu (2 «Sm 10. depois do retorno do exílio babilónio! 3. em número de 320.22 ó chamado de liíisrás. Hanum ordenuu que ossudítos do rei de Israel fossam pre­ sos.14). mencionado como fundador desta cida­ de.13). assinou o | tacto leito pelo povo. Listada entre os que receberam tarefas específicas do rei Davi. ludá. por meio de sorteio. Sob a direçãG de Neemias. Foi feita nm. depois do exílio na Babilónia. Sexto fillio de Zalafe. É o pai de Gazez ( i Gr 2.

a mán do rei Amora. 4. Era filho de Quomuol ( I Cr 27.32: 30. Descenden­ te de SohaJ. Oficial du Iribo de Le-vi. 5.C. Malquias. serviu como músico no Templo sob o reinado de Davi Era um levita do dã dos merariLas 11 Cr 6. Hesobius e sons parentes. 6. Um dos judeus que retornaram do exilio na Babilónia com Esdras.31). “o vídenle"). 2 7 ) o concordaram firo se divorciar de suas esposas estrangeiras (Ed 2.52: Ne 7. Seu filho ledaías reparou a parte do muro de Jerusaiem que ficava em fronte à sua casa. HARSA. O decimo primeiro. P. HA RN EFE R.9).19.30).17.451. 1 0 . Alguns deles uniram-se a Neenuasno pacto para servir a o Senhor (Ed 1 0 . "filho de flarim‘\ é men­ cionado em Neemias 3. Em Neemias 7.15). Um das descendentes de Semaias que viveu em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. 3.700 hebronilas.8).D. N p 7 . ficaram encarregados do Irabalho do Senhor e dos negócios do rei a oesle do rio lordão (1 Cr 2f>. e serviu os ídolos que ele Linha servido. Seus descendentes estavam un­ irá os serviçais do T e m p lo que voltaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2. 1.5). Os homens também divorcia­ ram-se d u L t» esposas estrangeiras e coli> caram o selo no pactô (Ed 10.19). para obedecer à lei de Deus |Ne 3. no regresso a Judá (Ed 8. Foi um dos que repararam os muros de Jerusalém quan­ do o povo de Judá retornou do exílio na Buhiiómu. 3. "Andou em todo o caminho cm que andara seu pai HASABIAS |Helj. e os adorou".39. ao usai a harpa. HARUR. Ne 7.017 pessoas. o qual "fez-o que nra mau aos olhos do Senhor". Ne 10. era superin­ tendente dos levitas em lerusalem.11. No 11.54). ua época do rei Davi. HA RUM . Ajudou a reparar os muros de Jeru­ salém e governou sobre a rnelade do dis­ trito dn Queila. “o Senhor tem consi­ derado'').21. 1. que seriam levadas ao Templo em JanisaJóm. Um dos lideres da tribo de Judá.42 e Esdras 2. ua época do rei Davi (1 Cr 25. Líder dos levitas que providencia­ ram cinco mil cordeiros e cabritos e qui­ nhentos novilhos para serem sacrificados durante a grande celebração da Páscoa que acontocou no avivamonto durante o reinado de Josias (2 O 35. 10. da tribo de Judá 11 Cr 2. depois do exílio na Babilónia (Ne 3. 9 .5:1. depois 255 . Foi um dos levitas que selaram o parto feito pelo povo. Provavelmen­ te toda a lamiiia manteve um comporta­ mento perverso diante do Senhor o em consequência tal transgressão levou-a ao casligo de morlo |2 Rn 21. 2. ficou encarregado das ofertas de ouro e prata.HÁSABI AS retomaram do exílio na Babilónia. Descendente de LJzi. Cm dos f i l h o s de Jodutumquo pro­ le ti/a va. 3 5 . junta­ m e n t e cora Neemias. 24: Ne 12.21).35). 4.11). louvar e dar graças a Deus. 2 . que retornaram da Babilónia.10). de acordo com o sorteio para determinar o ministério uo Tabernaculo. Etn. era filho de Hela e pai de Aarrl (1 Cr 4.3. 8 . Pai de Mesulemete. HAROÉ (Heb.14. Seus descendentes estavam en­ tre os serviçais dn Templo que n'tomaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2. é mencionada outra lamiiia de descenden­ tes de um certo Harirn. 7.53). di' Judá. HARUMAFE. Seu descendente.52J. HARUZ. Ela se compunha de 1. irei Manassés). ProvávelrriftnlR ura tum daque*les mencionados no item 1 ou 2 acima.19). Fillio de Zofá e Líder da Iribo dt* Aser (I Cr 7.1 7).

7|.14. do na iisla em l Crónicas 3. Fornos.4. HASBADANA. 1.15). retornaram do exílio ua Babilónia com Neemias (Ed 2. (No 10.14. Cita­ pois do exiliu no Babilónia fi Cr 9. Era um dos filh o s de a profetisa Hulda. Veja Hnrtis. Líder dos levi las e músicos uo do exílio (Ne 3. depois do exílio na Babilónia (Ne :t. No 7 AH). nos dias de Neemias iNe 3. M al*. Templo. Seu filho Juda era superintendente lhou no reparo dos muros de Jerusalém do Segundo Distrito da cidade de [erusadepois do exílio (Ne 3. depois do exílio na Babilónia 11 Cr 9.1l). depois do exílio na Babilónia (Ne II 9Ppovo depois que assinaram uin pado dó adorar apenas ao Senhor e obedecer à sua HASSUBE (Hei). Seu filho Seruaias. Possivelmente seja o mesmo do descendentes se restabeleceram em Jeru­ item 8. Pai dú HaLus. 2. ficou ao lario de Esdras en­ pacto feito pelo povo depois du exílio de quanto o livro da Lei era lido para oí> ho­ adorar somente ao Senhor e obedecei1 a mens e mulheres de lorusaJém é Judá. era pai de Tocate e avô de Sal um. Um dos lideres do povo uúmern e 328. da tribo de Levi. “considerar"|.20. Seus filhos reconstruíram a Porta do Peixe.3). ‘guarda das vestimentas”. oonsullada sobre a men­ Zorobabel. depois 10 .rDeus é amor").í*. no lempo do rei loiaquim [Ne HAS SEN UÁ .19). durante o reiuadn de Joslus. sagem lida no livro da Lei. marido de Hulda (2 Cr HASUM. do retom o do exílio na Babilónia (Ne 11. . sua lei fNe L0. I Tm dos levi las que se dirigiram aolém. Harás. O referido texto íora onHASUFA. Mencionado em conexão com na Babilónia. 22 ). 256 . Chamado de H A S U B Á (Heb. ó chamado d t-. Filho de Pnale-Moabe.22). o Neemias (Eri 2. Ajudou a reparar a parte do muro que ficava defronte de sua casa. HASABNÉIAS. em nu­ 34. '‘Os filhos de Hasém” estavam saiém.20. nm feruHASÉM.23) no meio dos grandes guerreiros listados entre os “heróis” de Davi.25). m. gizonita (1 Cr 11 34)1 Mencio-nado na lisla de 1 Crónicas 3. quo meuNu 11. Alguns deles são listados que selaram o pacio feito por Esdras de­ entre os que foram anisados de se casar pois do exílio. oiona a linhagem real depois do exílio 2. junto com Saiu. 4 . Seus descendentes estavam contra do recentemente e sua mensagem en tre os serv içais do Templo que parecia conler advertências sobre o juhso retornaram do exílio na Babilónia com iminente de Deus sobre Judá.5). em Esdras somente ao Senhor e obedecer á sua lei 10.23).24J. Seus descendentes. em Jerusalém. 1. Era uui rios filhos de seção do muro rle Jerusalém e a Torre dos Zorobabel.HASABNÉ1AS HASSENAÁ. Mencionado apenas em 3. restabeleceu-so em Jerusalém de­ HASADIAS (Heb. que cita a linhagem real depois do exílio H ASRÃS. Em Neemias 7. 1 .22 o HASSABNÁ. Concordaram em adorar tom mulheres estrangeiras. Um dos lideres que assinaram o Neemias 8. M u passagem paralela om 2 Reis mero de 223.33. 1 . cujos 12.43. traba­ 2. depoi# do retorno do exílio ua Babilónia. lei iTSÍe 9. Hasrás. Um benjamita.10). "co n sid e ração "). estavam enlre os judeus que 22. salém. reparou uma na Babilónia.

n. HAZAEL.C. Ben-Hadade. durante o reinado de Artaxerves (Ed 8. Nb 7.a H ATATE. ten­ tou exterminar todos os judeus uo Impé­ rio Persa. "um cativo"). Ela soube do r. de 643 a 796 a. Ungido para ser rei da Síria. Era um dos lideres de família que retornaram com Estiras para Judá.uia hom de certa eflíennidade. Quando ouviu as noticias sobre a Iminente aniquilação dos Judeus. pois uão LinJba permissão para ir à presença do rei. pudese subentender a idéia de que o Senhor em sua soberania. IJm tios sacerdotes que retornaram do exilio na Babilónia com Zorobabel e Jesua (Ne 12.21. quando EsteT era rai­ nha. listado na li­ nhagem real de Jeoiaquim (1 Cr 3. Seus descen­ dentes estavam entre os servidores do Templo qun retornaram do exilio na Babilôniti com Noemias (Ed 2. HATITA. Descendente de Sem. Deus usou a rainha e Mordeeai para impedir lais planos. Tlm dos eunucos da corte do rei Assuero (Xerxes). L8J. quando viu seu pai adativo vestido com “puno de saco" í«inaJ de profunda Iristeza). HATIFA (Heb.54: Ne 7.14).91 Quando Hamã. Os semitas torna­ r a m . Um dos líderes que selaram n pacto feilo pelo povo depois do exílio (Ne 10. sob a ordem especifica rio Senboi II Rs 19 151. 2. Mordeeai enviou-lhe a seguinte mensagem: “Quem sabp se náo foi para tal tempo como este que chegaste ao rei­ no?" (Et 4. e Aca zias. 2.6. ioi ferido ua batalha (2 Rs 8. Um dos levilasque ficaram ao lailo de Esdras no púlpito. achou que nada poderia fa zer. 3. Hazanl era um oficial do exército sírio. HATÁ. Um dos filhos di: Olniel e neto de Qutmaz.561 . HAVILÁ. porém. O profeta então cho­ rou.22). possui o controle de todos os assuntos dos homens e das mu­ lheres.HAZAEL 2. o quaJ ora extre­ mamente perverso e idólatra. ao contemplar o sofrimento dn seu povo Israel nas mãos de HázaeL e disse que o senhor dele morreria.s e Lfdenss do dãs na A r á b i a . rei de ludá. descendente de Secanias. p. para saber se fic.45). Aquele ofici­ al enlão retornou ao seu paise matou BenHadade (2 Rs 6. Certa vez. Era neto de Gáo. Possivelmente seja o mesmo ritado no item 3. 1. filho de Joctá (Gn 10. claman­ do dianle do portão do palácio real Ester então enviou Ha lá para descobrir o que acontecia com seu primo.2). Ele e |efi foram escolhidos por Deu? como instrumentos de juízo contra Israel e a casa do Acabe. da Iribo de ludá (1 Cr 4.50). o "agagiLa". filho de Acabe. Jorão.ompl6 para matar seu povo. mencionado em Génesis 10. Agiu como intermediário entre suo senhora p n primn e pai adotivò dela (Et 4-5.us descendentesestavam en­ lre os porteiros do Temploque retornaram do exilio na Babilónia com Neemias (Ed 2. a menos que ele a convi­ dasse.4) 4. Jorão. Um dos filhos de Semaias. 1. {durante a lpitura rio livrn da Lei (Ed 6 4 ). Ne 7. o rei (la Sirla.42.6-15 J. Um dos servos de Salomão cujos descendentes estavam enlre os judeus que retornaram do exílio ua Babilónia corri Neemias (Ed 2. 1 Cr 1. Sr. ajudou a re­ parar o muro de Jerusalém (Ne 3.57.23). HATIL. fizeram unia aliança e saí­ ram paia fazer guerra contra ele. depois do retorno do exílio na Babilónia (Ne 10. Segundo filho de Cuxe. enviou-o ao encontro do profeta Ebseu. para se tomar rei da Síria. Filho de Hasabnéias. que se dirigia a Damasco. HATUS. Logo depois quo Hazoei chegou ao poder.13).7 e 1 CrônicâS 1.9. Por todo o livro dn Ester que náo menciona a n n m u i í h D o u s . 3.29. Um dos sacerdotes que selaram o pacto feito pelo povo dp adorar somente ao Senhor.25- 257 .10).

foi um dns que se esta­ beleceram em Jerusalém.45. Isaque e Jacó” (2 Rs 13.HAZAIAS 20. Filho de Berins. voltou-se para o Senhor e Deus ouviu sua oração Í2 Rs 1. HAZELELPONI.Ir Deus contra a idolatria de Aca­ be. Rs 9.IS). Filho de Meredf com sua esposa israelita.18J. Seu pai chamava-se loclâ. como castigo í. 1 Cr 7. Jorlão foi morto por Teú. Por vários anos D e u s peimitiu que Hazael oprimisse seu povo. Maaséias. e se compadeceu deles.14.c. filho de Elpaal. Nm 26. dariam a entender que eram peregrinos. era responsável pe­ las muilas atrocidades que cometera con­ tra o povo de Deus. 1. devido à infidelidade religiosa e ao pecado. terra dos israelitas (2 Rs 10. aa permitir que Hazael cap­ turasse grandes extensões de. por amor da sua aliança com Abraão. e re­ conquistou grande parte do território israelita (2 Rs 13. e disse que seus palácios seriam destruídos (Am 1>4J. porianlo.J7. que se lurnou rei de Israel [2. Hazael morreu e Jeoái». depois do exiUo na Babilónia (Ne Lt. o mulher que ma­ tou o comandante Sísera (Jz 4 11. Veta Iam* liem Betuel.22 1. Listado ontre os quo receberam tareias específi­ cas do rei Davi MAZO. Quando o referido rei sírio dirigiu-se ao sul de Israel. Fundou o clã dos beberilas . Gn 10. O proleta Amós também laluu contra a família de Hazanl. p .1.24). Ben-Hadade.5. listado na genealogia do rei Saul I I Cr 8.17].3) HAZI EL.. íe i de Israel.r . Embora o Senhor tenha permitido que o rei sírio vencesse muilas butalh&s. 17. por lodo o mal que cometera ao atacar Israel. I4ÉBER.5). s. HAZARMAVE (Heb. 2 Cr 22.25). Posteriormente. procedentes de longe.3-51. HEBREU (S). No AT. até que EinalrneDte o rei Jeoacaz. i*m 1 Crónicas 1.32). Marido de Joel. acham que deriva do nomo próprio Éber (bisneto (Ir Sem.21.6). Filho de Naor e Milca.20 comu um descenden­ te de Sem.(Gn 46. Benjamita. “tribunal da mor­ te"!. Provavelmente é uma derivação de outro lermo que quer dizer "atravessar por t ima" ou passar alem" Isso sig n ificaria que mais tarde os isra e lita s. o tornou paia eles.23). O Senlior então enviou mais castigo contra sou povo.24. hdei de um dos clãs de Lada (1 Cr 23. 2. Veja }nei.17. con­ quistou grande parle do território de Efruiin e voltou-se para atacar o roino de ludá o a cidade de Jerusalém (2 Rs I2.26 nomo 258 . O roi Joás então enviou os te­ souros do Templo Como tributo. Isma e Idljias (1 Cr 4. por­ que em sua vontade levar Israel uú arre­ pendimento h à verdadeira adoração. 1. rio entanto. Listado tanto om Génesis 10. 5. ao serem cham ados rle “hebreus". seu pai. mas o sentido exalo da palavra permanece in­ certo Alguns. HAZAÍAS. de Israel.22.31.3. tira levita da família dos gersonitas. Seu descendente. era Filha de Etã o irmã de fezreel. "o Seuhor leve misericórdia deles. de ma­ neira que llazael desistiu de atacar a sanla cidade. 3. da Lribo de Judá.ij. Listada euLre os des­ cendentes de Judá. listado como membro da Iribo de Aser: estava entre os que desceram com lacó para o Egito. Hazael. lu­ tou contra seu lilho. sobrinho de Abraão (Ga 22. Um dos filhos de Simei.5)). no entanto.241. onde Abrão é chamado de "o hebreu1 ' Certamente essa identificação o separava dos moradores da região.32}.18) 4. Quando começaram a orar. íoi um dos lideres da Lribo de Judá e n pai de Socó |talvez isso signifi­ que que fundou uma colónia ali| (t Cr 4. lilho de Jeoacaz. esto vocábulo aparece pela primeira vez em Génesis M 13.

Os israelitas às vezes se releri­ 3. Os egipc ios con­ sideravam os hebrnus uma raça separa­ 2 Um dos lideres da tribo de Judá.11-13). Hefer. loi considerada a mais linda. Sua mãe chama­ da. 43. o apóutoli i foi um membro exemplar que.' no Sentido pejorativo. claro que até esso ponta ela nãu havia NeS. Josué 17.16). Entre aquelas jovens. Paulo usava frequentemente estava Ester Logo tomou-se a preterida esse vocábulo para referir-se a si mesmo de Hegai (v. para designai os 2. 2 Cr 32. descendente de Gileade: tornou-se lider do clã dos heferitas. n.9). Um dos quatro filhos de nha advertido para tomar cuidado quanCoate o neto da Levi II Cr 6. 19. Era pai de Zelofeade entretanto. O idioma "um homem poderoso” na batalha.2. para referir-se aos judeus ou a um Quando Vasn desobedeceu a ordem do subgrupo dentro do judaísmo é bem raro. . filho de Asur (1 Cr 4. outra maneira de referir-se ò varia i. cuja Influência cultu­ vou para a fortaleza de Susã. que tinha seu próprio Deus lÈx 3. o lermo refere-se aos sas" de toda as partes do Império e as le­ membros da Igieja. com o um sinónim o do ra rle Canaâ. (Dt 15 12. a lim de opor-se à cullura preparadas para serem apresentadas-ao lielenista. onde rece­ ral dominante ainda linha camcleríslicas beriam tratamentos de beleza e seriam semitii h . O conselho de referir-se ao aramaico como um "dialeto Hegai sobre o que elu vestiria e o que le­ hebreu". Um dos eunucos de Assuero. 18.n. 259 . d. outras referências relacionadas ao idio­ O escritor do livro de Ester deixa bom ma (Jo 5. 20.19). 15). 17. 1 . Esse sentido pejorativo.6). an referir-se u José. gem usada pelos escritores do AT. ao ser apresenlada ao rei.1.8). Em Atos (>. a li­ HEB ROM. De tralamentos de beleza especiais.15-19). não é o uso comum. Ele lhe deu alimentação e como integrante de lsmnl (2 Ca 1 L22). a língua em vistn é o revolado sua procedência judaica. no final.18. o lermo é utilizado com um sen­ tra que seu clã recebeu sua porção da lei­ tido neutro. Jr 34. 16.3). Filho de Maressa o noto de Calebe israelitas.9.3: eic. 14: Jn 1. o uso desse teraiu étnico HEGAI. 27. o mequeratita (1 Cr 11.32. usou esse ter­ mo (Gn 39.40: 22 2: 26.1).14.J.6: H EFER . meu prazer está nela”).19: 14.14). responsável pelo harém real (Et 2. Ha naram rainha | v. A pró­ Mãe do rei Manassés. Chefe da Iribo de Manassés. 5.s . enquanto seguiu fielmente a Lei (El 3. va-se Naará. Mordeeai.32): os filisteus tambóni se expressarem assim (1 Sm 4. p . paru Hegai nem tampouco para 0 rei. 1 . I I. Foi um dos líderes de clã enlre O vocábulo hebreus às vezes é usaílo os coatitas (Nm 3. nem próprio hebraico.36) am à própria raça usando o termo hebreus foi um dos guerreiros vulenles de Davi. e Assuero a Esse lermo também é empregado para constituiu sua esposa. sagens nas Escrituras (2 Rs 18. de fudá (2 Rs 1 1. de modo fato.11). cí. Ap 9 1 1 .32.ta última lista.4. geral­ (Nm 26.2. rei loi um dos fatores decisivos que a tor­ na Palestina (At 21. aramaico.33.5). rei. 2. 9).HEGAI 23.18: Is 3G.13.onsign quando fosse a presença do principal linguagem do primeiro século.42). pria língua é mencionada em várias pas­ Veja também Isaias 62. seu primo e pai adotivo. 13.13).17. No NT. Provavelmente ainda falavam o soberano (Et 2. israolita(s) (Éx 1.arregado de encontrar pois o Novo Testameuto prefere o vocá­ uma mulher q u o a substituiria como rai­ bulo judeu/judeus para referir-se a esse nha. Por exem plo: a esposa dp (1 Cr 2. dos israelitas também ora conhecido c:amo ‘'hebraico" e foi a principal lingua­ HEFZIBÁ |Heh.2.28. Ele reuniu "moças virgens e formo­ grupo. Potifar.3 regis­ mente. Hegai foi enc.

Zoar. "porção”). 29:10. após sun construção o inauguração 11 Cr 6.35). 1 Cr 11. “força. 2 . favor"). duranie os dias de loiaquim. Uroa das duas esposas de Asur. Provavelmente narne refem le a Heldai (Zt. “o Senhor õ minha poTção"). Paí de Eliabe e líder da tribo de Zebulom.32). Líder da fam ília sacerdotal de Meraiofe.5. era da tribo de Jlíraim e um dos "trinta" guerreiros valentes de Davi. HELEQUE (Heb. cuja tra­ dução é “o filho do Sufonias como um favor’. no v. p . 1. 10).2). Efuâ e Coz. v. Era par­ ceiro de Asafe. Sua divisão era composta por 24. Pertencente ao clã dos jr-rameelilas.HELA to a essa questão. Esler encontrava-se no lugar e no raonienlo certo. au seja. Era Um dos "trinta heróis" tle Davi. w fHeldai).16). os quais foram usados na confecção de coroas paia o sumo sacerdote Josué. 1 Cr 11. Cilho do Joel e noto do proleta Samuel 11 Cr 6.15). ao lugar preparado especialmenle para ela. HELOM (Heb. A Versão Soptuaginta sugerô quo "Helém" ó um nome descritivo de ''Heldai''.71. estava rle pronti­ dão com seus homens no sétimo mês de cada ano e linha 24. netofatíta (2 Sm 23. é o jiai de José. v. fi.33). cl.10).Netofatita. marido de Maria (Ix 3. o lorte”. Filho de Baimá.30). atTuvés do Gileade. que vai de [©sus a Adão.27: 27. Da tribo de Levi o da elá dos coatitas.0011 homens | 1 Cr 27. Helez. os quais foram lideres na lribo de ludá [1 Cr 4. onde é chamado de Hfelede).10. paia evitar a destruição do povo judeu.26. cí.r). HEMÃ |Heb”fiel"). descendente de Aser e um dos lideres de sua tribo (1 Cr 7. Coroo co­ mandante do exército. 1. Mencionado na geneaJogia do evangelho de Lucas.9.14. H ELE B E . 10).24. 1. HELCAI (Hebr. HELEZ.000 homens sob seu comando (2 Sm 23. Veja E liabe. . opaltfta. da tribo de ludá. Filho rle Sofonlas provavelmente é o mesmo Josias | Z < 6. depois do exílio na Babilónia (Ne 12. ou algo assim. 14 lê-se Heldái no lugar de “Helém*’ 2 . 1 . no período p ós-exrlico. no tempo de Moises(Nm 1.30. um dos que fiz eram contribuições de melais precio­ sos. Descenden­ te de José e herdeiro da tribo de Manassés. outro famoso lider dos musicistas no ultimo período do reinado de Davi. 2. Davi ordenou que os levitas nomeassem cantores para can­ 260 . “poder”). Irmão deSemer.151. HE L D A I. HE L I . no governo do Sidomáo. Veja Estpr. Seus. era um descendente de Otniel quo comandava a 12* divisão do exército de Davi e eslava de prontidão no 12° mês.30: Js 17. 14. Com o trabalho deste seu parente nos bastidores o o Senhor Deus uo contraio ria situaçoo.Era o llder da clã dos helequitas iNni 26. no Templo. Talvez a pala­ vra ‘hem" seja um suhslanlivo.7: 7. era músico.g . HEM (Hob “ 'graça. d.23). Na Versão Siríaca. HELA. primeiro no Tabernáculo o de­ pois. 2. como um dos judmis que retomaram da Babilónia o que contribuí­ ram com prata e ouro pura que fossem feilas coroas para o sumo sacerdote losué. a fim dn que ela conquistasse o favor de Hegai. filhos (oram Zerete. Foi um das que lo varam práta o ouro da Babilôniu os quais furam usados para fazer as Coroas paia o sumo sacerdote fosue. ou pelonita. filho de Azarias o pai de Eleasá fl Cr 2. Mencionado apenas em Zacarias 6. Quando a Arca da Aliança íoi le­ vada para Jerusalém.29. os quais saiam uom ele para as lia talhas e lideravam o povo de Israel na guerra HELÉM (Heb.

4 l. Famoso por sua sabedoria. 1 no Trçmplo. Ele lambem íoi separado peio rei para Salomão.31). Wic. Provavelmeufe é o ezraita mencionado na intro­ lhfis e 3 tilhas. e novamente uo governo de om sua carta aos Romanos (Rm 16.HERMES tarem com alegria |J Cr 15. Quando a Arca HENADADE. filho de Zerá e nelo de Judá e Tamar.6.14). que se refletiam em suas sau­ tria que Judá experimentou. versidadB e idolatria.9). O Josias talvez seja uma boa indicação de Liúdado pessoal n a preocupação pasto­ que permaneceram fiéis ao Senhor. é interessante vor quo os descendentes dele da metade do distrito de Queila e foi um dos que assinaram o pacto feito pelo povo oLndii estavam entre os primeiros levitas (Ne 3.14. 261 . Um dos lideres enlre os horeus. depois do exilio na de graças ao Senlior í2 Cr 5.9). quando o rei Jos ias en­ HENDÃ. os quais lhe foram dados dução do Salmo 88.12. saudados por Puulo Ezequias. 2. Eslava sob as ordens do outros homens.24.16J. Esse per­ l e d e Salomão. saudados por diante do Senhor. Mui lo Babilónia (Ed 3. depois de um penado do perCr t. numa época em escritor da livra apócrifa conhecido como que a música alegre novamente laz parte O Pastor r/e Hermus.18 — onde é chamado de Bavai: que se envolveram na purificação e 3. a do filho de Davi ul­ dirotas do Davi Foi almuçoado com 14 fitrapassava a Iodas (1 Rs 4. Também é particularmente sonagem náo deve sor confundido com o interessante notar que. levi­ finalmente íoi lavada {«ua a Templo. Senhor lhe llzera. nu tas. O fato daquela lamiiia ser tao proe­ Foi um dos primeiros a retornar do exílio minente por ocasião da chagada da Arca na Babilónia. e um chamado especial de Deus. Mencionado em 1 Crónicas 2. 17traordinária . 10. Seus filhos e netos.4-6). é algo digno do atenção.sabedoria dada por Deus a 191. Comparada com a de Hemã e o “ministério da p r o fe c ia ” o ficou conbe• ido como “vidente". estavam entre os que supervisiona­ reinado de Salomão. Crónicas 9.1. O terceiro D o m o de um niosamente e locavam os instrumentos grupo de cristãos de Roma. onde e chamado de Mamão). controu o livro da Lei e reiniciou o culta filho de Disã e neto de Ana [Gn 36. e algo digno de atenção.13). Alguns dizem que é em cumprimento das promessas que o o mesmo do item n® 2. 1.15 coma descendente de Asa In. pois cantavam harmo­ HE RM ES . novamente foram os descendentes de Mamã e de AsaIV■os pri­ H ER E S . na nova dedi­ HERMA5. Mais larde ainda. Hemã o som descristão em cerca de 150 d. que surgiu do meio do culto e da adoração. Era um dom de família Paulo om sua carta aos Romanos (16.15). mes­ ral que o apóstolo linha pelos seguidores mo d u r a n te os terríveis tempos de idola­ de Grislri. reconsagraçâo do Templo (2 Cr 29. era res de Cristo. Hemã b seus compa­ ram o trabalho nos muros de Jerusalém e nheiros lideraram o grande louvor e ações na casa de Deus. Um levila mencionado em 1 meiros a liderar a música no Templo. quando ela foi levada ao Templo recém-construido.C. no período do avivamento Seu filho Bibui era superintendente que aconteceu no reinado dn Ezequias. O quinto nome de inn grupo cação do Santuário. que se refletiam em suas saudações.26. Hemã Foi 3. no reinado do rei de cristãos de Roma. após a moidações. no tempo de Zorobabel. ceudentos tiveram participação direta nesse ininistério. a Jerusalém. é men­ cionado numa passagem que exalta a ex­ um dos que tocavam os cimbalos |w. lempo depois. reco­ O cuidado pessoal e a preocupação pas­ nhecido através das gerações pelos que toral que o apóstolo linha pelos seguido­ estavam ao rodar doles.14). e seu trabalho era ‘‘exal­ tai a Deus" (1 Cr 25.

o des­ sor filho do Zeus. O lato de Paulo apoiar para a revela­ em Atos. . Paulo refe­ porque (azeis essas coisas. a Bíblia não diz s» ele leve ( bance de prosseguir na expo­ HERO DES . Atónito com tal blas­ qual. ao proporcionar-lhes os cristãos enfrentavam perseguições ou chuvas.1|. segunda carta de PauJo a Timóteo. executou muitos membros da própria H E R M O G E N E S (Cr. 15).m 1. o problema lambém não deixou de dar testemunho de sua estava presente na Igreja primiliva. quando alguns cristãos não Essa relação eulre Zeus e Hermes expli­ o apoiaram duranie seu julgamento Enca por que. foi les de dai os delalhes sobre o Evangelho o primeiro grande rei-uoSsalo do Isniel de Cristo. segundo o apostolo. que lez o céu. o mar e toda sorte de dificuldades para permane­ tudo o que neles há. com certe­ se* p por isso o sacerdote de Júpiter veio za resultante do medo das au loridades do seu templo. a fim de oferecer-lhes romanas. fatia de enlendimento» Paulo di­ me recreou e não se envergonhou das rigiu-se â multidão. Roma (v. na A história sobre sua inquietação. considerado um men­ prezaram. sujeitos às jai Timóteo a “fortalecer-se na graça que mesmas paixões. rbae Figelo. se essus palavras teuharu pelo monos im­ (alassem sobre Cristo. da lduméia.g. quando soube a respeito do nascimento de Jesus. os morado­ Ire os que não o assistiram estavam os ras de Listra.n. como do seu das taxas sobre os judeus.c. junto com Figelo. a fim de encora­ somos homens como vós. Zeus (túpilerl. é um excelente exemplo lanlo depois do domínio romano. entre e sua subsequente ordem do "massacre todos os que estavam na província da dos inocentes" (Ml 2. de quem Paulo esperava uma mamm-no de Hermes ti a Bfunubó. Pensaram que o apóstolo Paulo estabeleceu um contraste entre dos gentios era um mensageiro dos deuesse lipo de comportamento. de atitude melhor. ao viviam em Roma.12. Cilado. Paulo não queria dizer que iodos os cristãos das igrejas na Ásia. “muitas vezes fémia v . os quais abandonaram o apóstolo muito bem em seu padrão de comporta­ (2 Tm 1 15). . que frequente­ trubalho lorçado e a construção de grandes edifícios públicos. Paranóico quanto mente começava coro aquilo t:om que suo audiência livosse afinidade. a exigência do método de folar e pregai. Hermes”). mediante a imposição de pesa­ ral podia ser vista por todos. todas com o lifulo da dinas­ tia Herodes.. Colossos e Laodicéia. A seguir. e a coridula tle Ouesíloro. dizendo: "Senhores. Reinou de 37 de sua convicção de que a revelaçáo ge­ a 4 a. Os ao período de sua segunda prisão em romanos chamavam-no rle Mercúrio. e vos anunciamos que há em Cristo Jesus" (2 Tm 2. em Aios 14. Provavelmente ele se referia sageiro divino o n rio as da oratória.HERMÚGENES 2 Divindade grega. ção geral de Deus u toda* as pessoas. tais como Hermógenes cremm qun so tratava de um dous. aparecem nos Evangelhos e rimentar a salvação.' Nós também riu-se a esses exemplos. Embora simplesmente eram “envergonhados'. pedido os sacrifícios. que sp supunhacomo Éleso. Quatro gerações diferentes sição de Crislo © ver essas pessoas expe­ de pessoas. 0 sacrifícios (v 13). tais mento. 262 . colheitas e alimeutos. •nascido de família e alguns de seus colaboradores. Da mes­ vos con v ertais dessas vaidides ao Dous ma maneira que os cristãos euírentam vivo." (v. ii possibihrlado de seu trono ser usurpado. o Grande.J-2Ú1 encaixa-se Ásia. cerem firmes e fortes om Crislo nas soc imostrou como o Senlior que anunciava edades moderuas. p. oiide bondade e graça. maravilhados com um provenientes da provinda da Ásia que grande milagre operado por Paulo. minhas algemas" (2 Tm 1 161. 17). imj.C. a terra.H erodes.

Ele mandou de­ capitar )oã0 Batisla lMt 14. o Granido. registradas em Maleus 22.C.1. Lc 9. nelo de Herodes.1. relacionado com os fariseus o suas tentati­ 263 .sus.1719.1») e pro­ vavelmente essas mesmas diferenças oram vistas entTo os fariseus e os herodianos.6. A n tipn s.esse om lermos religiosos com os domina­ dores pagãos.31-33) e íoi levado à presença dele quando Pilatos tentou sem sucesso evi­ tar a exigência dos lideres judeus pela crucificação de Cristo (Lc 23. Nenhum deles apro­ varia alguém que ensinasse sobre o Reino de Deus n arregimentasse pessoas om tor­ ne do sua mensagem Os dois grupos Lentavam desacredi­ tar |e.HERODIANOS 2 . na verdade. A princípio.79). por meio do perguntas (Mt 22.C.17) e Anlipav.Anlipav govefilou de 4 a 39 d. r.16 e Marcos 12. Agripa //. Mc 6. Agripa 1 Filho de outro irmão de AúUpus. At 13. Foi o Movernante da Galiléia ale 44 d.6. Ao apoiar a família de Herodes.1. para tramai' contra 0 Filho de Deus [Ml: 3. pur diferenles razoes.22). Ambos os grupos. No HE RO DIA NOS . Filho ile Agripa L foi o governante que ouviu a defesa de Paulo quando esto eucoutrava-se preso em Cesaréla. Horodes . Temos uma idéia da dííerenle visão religiosa dos lariseus e sadu­ ceus em Atos 23. 0.. centrali­ zavam-se na questão da legalidade de pagar impostos a César Jesus respondeu "conhecendo a hipocrisia deles" Ambos os grupos adiaram excelente acusar Grislo de rebelião contra os romanos. loapa. 14-16.13ss. a incoerência de sua mensagem e sua falta de habilidade para liderar um movimento popular As perguntas feitas a Cristo em Jerusalém. 4 . a esposa de um dos oficiais de Antipns. o qun lhes permitiria uma corta autonomia.13). pode parecer estranho que uma comunidade como esta pudesse unir-se aos lariseus para lazer oposição a fesus. ao chamá-lo de “aquela raposa" (Lc 13. Marcos cila duas ocasiões em que eles se uniram aos lariseus.C. embo­ ra nenhum deles apreciasse realmente o pagamento dos impostos a Roma Embo­ ra leu lassem muito pegar Cristo numa armadilha. pois os lariseus eram contrários à ocupação romana bem como opunham-se fortemente 3 dinastia herodiana e a qualquer grupo que se alinh.6-10). Não é possível relacionar esse grupo com os saduceus. sempre eram superados. relacionado com dois episódios diferentes de confronto com Jesus. Ml 12. Como telrarca da Galiléia (Ix 3. a fim de demonstrar sua educação precária. o Grande.19. Depois Ha m orte rle Horodes. seus domínios furam divididos tíDtrit séus três filhos: Arquelau (ML 2. 12. Lurliretamente estariam a favoT do domínio romano. Foi ele quem mandou executar Tiago.0ss (cf. mencionado em três lugares nos evangelhos. vas de apanhar lesus em alguma armadi­ lha. Um grupo de líctefesjudeus muito influente. entretanto. O nome do grupo indica qun seus se­ guidores talvez tenham apoiado a dinas­ tia herodiana. Lc 3. embora. 3. e determinou a prisão do Pedro.16). om Atos 12.3).2.3-12: Mc 6. embora provavel­ mente as convicções de ambos tossem bem semelhantes. por nij&iò de perguntas capcio­ sas.20) e posteriormente teve duvidas sobre se. Filipe [Mc 6. portanto.Jesus era João que vol­ tara ã vido (Ml 14.15). Rutre 57 e 5fJ d. logo depois foi forido mor­ talmente por nm anjo do Senlior e mor­ reu comido pelos vermes lw\ 19b-23).1-32). laruou-soseguidora de Cristo (Lc 8. são pessoas de certa posição e influencia na comunida­ de. o Herodes que aparece durante a idade adulta de lesus. pois 6 o im iro evangelista que situa sua narrativa den­ tro dos eventos da historia do imj>ério. Mc. Lucas mostra corto Interesso pela fam ília herod iana. |esns repreendeu Horodes "ã reve­ lia". (At 25 13 a 26. es­ tariam profundamente desgostosos com a mensagem de fesus. quando este exercia seu ministério. o filho de Zobedeu. chamado AristObulo: pOrlanto. Mateus tam­ bém registra o segundo dos dois episódios.

Paulo demonstrou seu cuidado pastora! pelas pessoas. a cendentes de Eleazar e r l e Itarnar.D.2). As transgressões neste caso eraiu que Herodes casora-so com sua sobrinha e. essa mulher era a esposa de Herodes Antipas e liLha de Berenice e Arístõbulo P. por de lançar João no cárcere” ILc 3. aquele sobre quem Isuía. Famosa nas Escrituras por seu desejo de ver a (norte de João Batista. (Ml 14. este acontecim ento lt. No tixaaJ de sua . HEROOIÃO. Avô do Ben-Hadade.Asa tomou toda a pra­ Deus iniciou suas pregações sobre o ar­ ta e o ouro do Templo e os tesouros do rependimento e a iminência dn advento palácio e ofereceu como presente d Bende Cristo. Algumas pessoas responderam sírio então atacou Israel e Asa tomou al­ com entusiasmo e perguntavam n J o ã o o gumas cidades que ficaram no sul do rei­ que fariam. inclusive o seu relacionamento com com as últimas insliuçôes de Davi“. seja de fé e obedi­ ência soja de refeição e rebelião. pois traria um inimigo formidá­ rudias começou quando o homem de vel a sua fronteira. porém.G. Herodias disse à l ilha que exigisse a cabeça de |oão Batista Com certa relu­ tância. argumentavam contra o Messi­ as há muito esperado. por ler passado de um irmão paia o outro. rei sírio ficar com seu m eio-irm ão Herodes no tempo de Asa.UC». 5). numa L ifi­ la de saudações individuais. depois que este se separou de fizera uma aliança com Baasu. filha de um rei nabateu O conflito entre João R a l i s t a e He-rael (o reino do Norle).ira oficiar n o santuário. meu parente".9. Tal pacto assus­ tou Asa. Salomé. de acordo com o contexto. o Espírito de conheci­ mento e de temor do Senhor" (ls 11.1 0 . Em Roma­ nos 10. Um dos sacerdotes e s c o l h i ­ proíeta apontava para pecados específi­ dos p. Quando. o Espírito de sabedo­ ria e de inteligência. cf. Herodes soube que o HEZIR. se o apóstolo releriase a nm parente de sangue ou um compa­ nheiro judeu entre os muilos gentios cris­ tãos. "de acordo cos.J 9. agradou tanto ao rei que esle lhe ofere­ ceu uma grande recom pensa.e de fòrUtlâza. divorciara-se. O rei reações. O Juízo finalmente veio sobre Herodias. A natureza exigente do Evangelho é claramente demonstrada nesses inciden­ tes.3-12.17-29J. determi­ nará a salvação ou o castigo eterno. dançou paia Herodes e seus convidados.I-íERODLÃO verdade. mas separou-se dele para HEZIOM. Mc 6. 264 .c 3 .20). as pessoas precisam dar uma resposta A natureza da resposta. 1. a lim rle se prepararem para no do Norte [Israel] (1 Rs 15. rei de Judá Ben-Hndado Antipas. Não está claro.t8).s profetizou: “Repousará sobre ele o Espírito do Senhor.caria aos cristãos de Roma. Casara-se com Herodes Filipe. A razão de Herodias ficar tão furiosa com João é por­ que ele havia aponlado o pecado dela também. Tal pregação provocou duas Hadade.1 4 ). desde que outros nomes ju d a ic o s são m encio­ nados au lis la O nume Horodião podo Indicar que esse homnm fora um escravo da casa de Heiodesi HERODIAS. Herodes cedeu e João foi decapi­ tado (Ml 14.1 2 . de acordo com o texto grego. para tanto. quando sua ambição loi longe demais: A>íripa I foi feito telrarca pelo imperador romano e ela foi banida. à sua esco­ lha. em particular quando confrontadas por Cris­ to. também o v. T'. o Espírilo de conse­ lho . A primeira alternativa é a mais pro­ vável. Uma Herodias.11 ele diz: “Saudai a ílerodiáo. para passar o resto de seus dias uo exílio. a filha de Herodias. Certo dia. em troca de uma aliança. Lucas especialmente mostra que. di­ ante da mensagem da Palavra de Deus. Lucas diz quo ‘'acrescentou a seloção imparcial foi feita entre os des­ todas as outras (maldades) ainda esta. rei de Is­ uiuu princesa.

3. rei da Babilónia (Jr 29.1 2 .4 registra IliJquias como essa maldição se cumpriu.15). ceram depois ria lei lura dos preceitos divinos. Abdam fui sepulta­ da em Piratom. Is 22. Urn dos "Irinta heróis” de duranle as reformas no Templo v o en­ Davi.45). to sugere que um rei mais piedoso ja­ mais permitiria que tal obra fosse feita. 1 Cr 6.30). 1 Cr do palácio duranle o reinado de Ezequias 2.37. Ancastrd dos HEZROM . Pai de Gemarias. lambem era 2. Neto de Judá r filho de Ferez. Um de Seus des­ (2 Rs 18. 265 . 26. em 6. O tex­ HEZRO. Nm 25.10. foi apenas mais um. Lc 3. Sumo sacerdote duranle o reina­ 1 Crónicas 11.31 HIDAI. morreram em decorrência dessa recons­ 7. Era filho de Salum Jericó.22).G. no tempo do rei Acabe.6: 1 Cr 5. HILEL. 1 .omo o retonsfrulor da cidade de “inquirir ao Senhor'*. cendentes foi Boaz.7).14. era da famtlia dos m eraritas e serviu uo um dos líderes de sua tribo e lornou-se Tabernáculo uo reinado de Davi 11 Cr cabeça do seu próprio clã hezronita. 11 Rs 16.3). maldade» feitas nos dias de Acabe. rei Davi (Rt 4. que se casou com 4 . Os quais saítun com ele pata as batalhas e lideravam o povo de Israel na guerra. Da liderda família que l icou conhecida como coxa do Senhor. Tarubém chamado de Huroi. era rio ribeiro rle Gaás" do de Josias. HILQUIAS (Heb.21.25. Seus filhos Abirão e Segube 35.HILQUIAS meio de sorte to.20). uô Senhor é a minha p o rção ").1).33). 4.18. Pãi do profeta leremias e sacerdote Rute.341. é um ancestral direlo do em An a lote (Jr I I ) . Pai de Ebnquim. designados pelo rei Davi 0 clã dos hezronitas (Gn 46. 2. <7. 1. para do r. meio de sua esposa Abia. porlanlu. geiros enviados pelo rei Zedequias a Nahucodonosor. Segundo filho de Hosa. 2 Um dos lideres dos judeus que as­ sinaram a aliança de Esdras (Ne 10. Depois de sua morte. que fora destxuida pelo poder de (Ne 12. ua região montanhas. a administrador de Asur (Gn 4 6 . O 17* lurno saiu para Hesstr e es la era a ordem oa qual miriistrava quanilo entrava no santuário (1 Cr 24. i i o meio de tantas Pode ser o mesmo tio item nB 7 S.13-15).2 1 . Era urn dos “trinta heróis” de Davi.34 mostra como 8 . tornou-se pai 3 .18.20. 2 Cr 14 9-22. Esse perverso um dos judeus qoe ticaram ao lado de alo de desobediência à ordem do Senhor Esdras durunie a Untura publica íla Lei.9. Terceiro filho de Rúben e qun foram encarregadas da música.24. O incidente proporciona evidências da juizo de Deus sobre os que se rebelam contra sua Palavra.9.13.26).D. depois do exílio na Babilónia Jericó. Josue pronunciou uma maldição deus que retornaram para Jerusalém com sobre qualquer um que reedificasse Zorobabel. Sacerdote que estava entre os futrução.35 (onde é chamado de Hezrai) o 1 Çwmicas 1 1. 36. Conhecido como "o carmelita'*. um dos meusaCristo (Ml 1. Êx 6. (1 Cr 6.c.32.19) e do Senlior lesus 5 . menckmepelo rei losías à profetisa fluida.8).4-14. Ru de Abdom. I Reis 16. guerreiros valorosos que saiam com tregou ao rei. encontrou o livro da Lei (2 Sm 23. que liderou Isra­ el durante oito anos no tempo dos Juizes. é mencionada em 2 Samuel 23. Neemias 8.3. . Nm 2 6 . da trilxj de Levi. Deus (Js 6. Por 26.5. P. L íd er da fam ília dos meraritas.18. Liderou a delegação enviada HIEL.11).! de Eiraim (Jz 12. Participou 'ias reformas ele para as batalhas e lideravam o povo religiosas o da avivamento que aconte­ de Israel ua guerra. Um homem de Betei. de Israel (2 Rs 22.

mas também a tecnologia espooiallzada e os artesãos necessários para as obras de carpintaria e de construção com pedras. veja Hhõo. provavelmente corno sinal de respeito.22. p.12). não licou satisfeito 1 1 Rs 9. Foi enviado a Salomão pelo rei de Tiro. Seu reinado prosseguiu durante o governo de Salomão. com esse propósito.20 e 2 Timóteo 2.2). A importância de Hirão uo trabalho do lem plo também é perce­ bida no espaço dedicado a ele pelo escri­ tor do livro (vv.12). superaram a esse de­ sastre diplomático. 4. Um tratado foi firmado entre Salomão e Hirão e um grande comércio íoi estabelecido. Sua reputação como artesão provavel­ mente se espalhou entre o povo. A heresia pregada por dos espalhava-se camo "cuncer" e era i. O ensino deles de que a ressurreição já li­ nha ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2.aractorizada pela distorção rias Escrituras.11. listado na genealogia do iribo de Benjamim que vai até Saul 11 Cr 8. oou Lratudo para brabiilbar na construção do Tbtnph •de Jerusa­ lém. juntamente com as de Hirão.14). depois que o lilho de Davi escreveu-lhe uma carta.47). 2. Hirão não somente exportava o famoso cedro do Líbano.'lflJ Talvez acreditassem que tal fato era simplesmente a descrição de uma experiência espiritual e não o ressurgi­ mento rio corpo — ensino fundamentai da ié cristã (veja l Co 15.. HIZQUI (Heb. HIRÃO.13. a qual lhe deu vários filhos.-sobre a realidade da ressur­ reição do corpo. que dera grandes quantidades de cedro e ouro para Salomão. pai e filho. Salomão deu a Hirão vinl.13. do lemplo. d. 13-47). Enquanto estava mi companhia de Hira. A mãe desse Hirão era uma viúva da tribo de Naflaii. Vivia em Tiro. Líder herético.HIMENEU HIMENEU. p.1: 2 Cr 2.27: 10. trabalharam juntas e trouxe­ ram tesouros para Salomão de vários lugares di/erentes (1 Rs 9. mas seu pai era de Tiro e também fora um grande artesão (v. o procuraram para providen­ ciar o suprimento de madeira para a cons­ trução do paládo e. lambém ê chamado de Hirão-Abi (v. 9. 266 . pois Iíirão enviou marinheiros experientes para comandar os navios de Salomão no mar Vermelho. d entendimento e de dèncio para fazer toda sorte de obras de bronze" 11 Rs 7. Rei de Tiro na época em que Davi iniciou a construção de seu palácio em Jerusalém. O tamanho extraordinário e o brilho dos pilares e dos outros itens que fez dão uma indicação tanto das propor­ ções do Templo como de sua riqueza e beleza. 14-1. Adulamita. “Não se averiguou o peso do bron­ ze" (1 Ks 7. Essas embarcações. Rira mais detulbes. pois o filho de Davi ordenou que ulr* especifica­ mente fosse Contratado para trabalhai.nc. HIR Ã O • A B I . No relato sobre seu trabalho em 2 Clônicas 4 11 -18.10).118: I Cr 14. "Hirão. 1 . Ambos. “lorte"). no tempo do rei Salomão. Art esãi i. 2 Cr 8. item ne 2. entretanto. Sua descendência israelita provavelmen­ te foi o que lhe permitiu trabalhar uo Tem­ plo. Judá conheceu luna mulher do Canaã. era cheio de sabedoria. Tais he­ resias são couslanles ria história: os cris­ tãos devem seguir o exemplo fle Paulo v confrontar essa questão r.ora imia forte Insistência .11-14: 2 Cr 8. Provavelmente é a mesma pessoa mendonada em 1 Timóteo L. pedindo o envio de matéria-prima (2 Cr 2. quando o Templo estava em construção. 1.nos pilares e outros artefatos de bronze do Templo. As re­ lações. lilha de um bomem chamado Suan. posteriormente.18. amigo de juda (Gn 38.16-19). H IRA . Assim que 0 Palácio é o Templo fo­ ram conslruidos. com o compromisso de Israel enviar trigo e óleo de ohva para Tiro (2 Sm 5 11: 1 Rs E i. Um dos filhos de Elpaal.17. 16)..16).g .17). relacio­ nado com Alexandre e com Fileto (veja Alexandre}.e cidades 113 região norte da Galiléia: mas ele.

Descendentes de sua linhagem es­ tavam enlre os levitas quo retornaram do e x ílio com Neomias (Ed 2. e cada uni deles tornou-se líder de seu próprio clã (1 Cr 8. No meio de Ioda essa sujeira e maldade. Uma das es­ posas do benjamita Saorim. Os filhos desse sumo sacer­ dote tornaram-se totalmente corruptos e liravam vanlagem da posição que ocupa­ vam. HOFNI. 2. 2 . lua nova”). na linhagem real dos descen­ dentes ile leoiiiquim. Hades deu-lhe sete filhos. Dessa maneira.37 como descendente de Aser e filho de Zoiá. Iz 4.10). em Números 10. 4 . não fica totalmente claro se era sogro ou cunhado de Moisés |Nm 10. Outro líder que também assinou o pacto leilo pelo povo (Ne Ui. Um dos filhos de Elioenai. 18). Nos dois textos onde sou nomn aparece. Um dos levitas que instruíram o povo sobre a Lei.43). era um dos fi­ lhos de Eli o sa cardo to de Israel em Silo fl Sm 13). depois do exi­ lio na Babilónia.1517). H O B A B E . 22). Mencionado em I Crónicas 7. Entre seus d escen d en tes está CadmieL que ajudou na reconstrução do Templo depois do exílio na Babilónia (Ed 3. 3. o sogro do Moisés é chamado de Jetro. Certamente lambém e possíve).24). que os textos se refiram a dois homens diferentes. 1 . não men­ cionado pelo nome.HOFNI HIZQUIÁ (Heb. quando Esdras a leu publicamente. Não tinham consideração polo So­ nhar (1 Sm 2. embora um pouco improvável.29-34). depois que deixassem o Sinai Embora a princípio estivesse relutante. Tiravam da como quo as pessoas levavam para sacrificar e. o Senhor entretanto. "majestade”). H O D A V IA S . 5 . HODE (Heb. Um dos levitas que. Líder de sua família. o cativo 11 Cr 3.algumas vnrsóe. e os israelitas iniciaram a marcha rumo à Terra Prome­ tida.até que a gordura fosse queimada. insistiam em tirar sua parte anlés do sacrifício. Moiaés o cunveuceu u unir-se a eles. quando todos confessaram seus pe­ cados (No 8 7. Os dois sacerdotes também eram culpados de manter relações sexuais Uegitimas com as mulheres que serviam na porta (lo Tabernáculo (v.5). '‘esplendor do Senhor"). e lideraram os judeus na ora­ ção. A razão para se mencionar Hobabe. Pode ser o mesmo do iiom u® 4.2 1). Outro lcvitn que também assinou o pacto (Ne 1 0 .3 11. Des­ cendente do rei Davi.de tudo. Enquanto viviam em Moabe. Apesar. é que ele era bem fa­ miliarizado com as áreas do deserto por Dnde Moisés e os israelitas viajariam.9). Ne 7. depois que se divorciou de suas outras mulheres Husim e Baara. 3. "des­ prezavam a oferta do Senhor" (1 Sm 2.13). "força dn Senhor”). ao invés de esporar. HODES (Heb.7). como ordenava a Lei |Lv 3. seja chamado do queneu) Em outr as passagens.29. Na primeira passagem páreos sor nm midiiinila. irmão de Finéias. essas valen­ tes não Forarn fiéis ao Senhor (1 Cr 5. listado como om dos t r ê s (ilhas de N e a r i o S (J Cr 3 .29.s apresentam a grafia de Ezequias). 9. 7. Era da competência de Eli assumir a responsabilidade de disciplinai' seus £i- 267 . 1. HODIAS lHeb. alentou para a oração de Ana o nasceu o profeta Samuel. enquanto na segunda é vislo como o progenitor dos queneus (embora em íuízes 3 . Seu noto Saiu estava entre os pri­ meiros jurleu> da tribo de Benjamim a se restabelecer em Israel depois do exibo na Babilónia ( L Cr 9.9).12). entre » >grupo de bravos gu erreiros da tribo de Manassés. 4 . Essa lisla proporciona a linhagem real rio reino de Judá depois do exílio. assinaram o pacto leilo pelo povo de adorar somente ao Senhor (Ne 10.35.1 0 o sogro. 2 3 .40.

).1: 36. Quando. HOFRA. se obede­ cessem à sua palavra e ficassem na lerra. se eles se arrependerem rle seus pecados. a Arca foi captu­ rada. A primeira oportunida­ de íoi por meio de "um homem de Deus". Ismael malou Gedalias.33: 27. ensinar etc cOmo foi ordeuado pelo Senhor.7-9: 1 Tm 31 Portanto.11) r o sumo sacerdote.saber que Deus é misericordioso e os perdoará. 27-36J. uma nova lei foi 268 . 3 começa com as palavras: “Naqueles dias a palavra do Senlior era muito rara: as visões não eram frequen­ tes". Moisés consultou ao Senhor sobre a questão e. É mencionado apenas urna vez na Bíblia (fr 44. Náo so­ mente devem desempenhar suas tarefas do trabalhar. Por toda a Bíblia. Elas procurar am Moisés aa entrada do Tabernáculo para obter solução sobre esse problema e pediram -lhe a permissão para que tomassem posse da propriedade que seria do pai. Detis então declarou que uão es-lavam seguros. 25). Elas enfrentaram uma situação embaraçosa com respeito à he­ rança. as quais casaram-se com os primos por parte rio pai delas. mas oão Linha autoridade sufi dente paia colocar um paradeiro nas atitudes deles.3).11-18). o juízo viria sobre a família de Eli Tal (alo acon­ teceu 11 Sm 4) quando. o Seohoi prometeu também que. Faraó que governou o Egito en­ tre 589 a 570 a. No final. A promessa de Deus. Eles simplesmente “oão deram ouvidos à voz de seu pai" (v. porém. contudo. pois não e. A segunda advertência veio a Eli por meio do menino Samuel (1 Sm 3. Parece. os que lideram 0 pov o de Deus. que apon­ tava o pecado dos Filhos (l Sm 2. o sacerdócio se afastara para lon­ ge du obediência ao Senhor é a maneira como o cap. feita nessa ocasião. Nabucodonosor invadiu esse país em 568 a. Holra foi morto.C.11 O episódio com Eli e seus filhos. pois os egípcios também seriam subjugados. p. com quem Deus falou numa uOite (vv. Mesmo no NT. H O G L A . mais do que Iodas as pessoas. não sejais muitos de vós mestres. etc. Há muito (empo Jeremias profetizara que os judeus deviam permanecer em sua torra e viver sol) o domínio dos caldeus. Hofni e Finéias loram mortos (1 Sm 4. Js 17. ocasião om que levaram Jeremias com eles. a responsabilidade colocada sobre os que são chamados para servir ao Senhor é formidável.HOFRA lhos e ass'?gurar o oTdem apropriada e a obodiôncia da Loi oca Silo. A mensagem desta vez foi que. uru dia levantaria ”um sacerdote liei'’. lamentavel­ mente. Por duas vezes Deus advertiu EU que mandaria juízo s o hre sua família. Tratava-se do juízo de Deus sobre eles: mas. na batalha Contra os filisteus em Afeque. polo bem de Israel seu povo. membros da Lribo de Manassés (Nm 26.23-251.c. quo era fraco e indeciso. 110).30). pjjjc. sabeurlo que receberíamos um juízo mais severo" (Tg 3. não houve arrependimento lv.1-12. pois normalmente as terras eram herdadas pelos filhos homens. devem ter uma vida exemplai (Ml 2. durante uma revolta contra ole no Egito. 13) e. Joanae outros bderes de Judá fugiram pura o Egito.ra iusto que seu nome íosse apagado da memória do povo. por isso. o qual faria o que era reto diante dele e andaria sempre diante do ungidi) rio Senhor | v. Urna indicação de como. como resxiltado. Apesar da mensagem ser de juízo. mas Lambém precisam ler um estilo de vida que refliia o chama­ do divino. cujo nome náo é mencionado (vv. Ezequiel também profetizou a queda des­ se Faraó (Ez 29. a dospeito da advertência anterior.C. con­ tudo. não è surpresa que Tiago faça a seguinte advenência: "Meus irmãos. lembra aos líderes que eles.1-16. lembrava aos israelitas que a aliança do Senlior corn elos permaneceria lirmo e apontava indiretamente para n tempo da vinda de Cristo.d. de­ vem . sobreviveriam. como pastores e bispos. 35}. caiu de onde esLava seulndo e também faleceu fv. Uma das cin co filh as de Zelofeade. 18). ao ouvir a noti­ cia do que aconteceru.

2). veja Jezanhis. Quando Gibeom foi atacada. 1 . a qudi permitia que as fi­ lhas herdassem as ferras do pai delas. Era bder eulre seu povo. P. Listado entre os descendentes da linha­ gem real. Rei de Gezor.38). que estavam entre os guerreiros poderosos de Davi e lutaram at> seu lado. 2. 2.5). 1 . porém. oficial do exér­ cito de Israel. Posleriormenle. Da Iribo de Si meão. não reagiu favo­ ravelmente ao conselho do pruíeta (Jr 43. Foi acompanhado pela metade doa líderes de Judá (Ne 12. um tios doze homens enviados por Moisés paia espiar a terra de Canaã (Nm 13. Para mais detalhes. IJm dos descendentes de Esaú. apôs o exdio.idade de Laquis. Quando os israelitas final monte en­ traram em Canaã e a terra foi dividida entre as tribos. de Ilebrom. pai de Safate. Posteriormente. quando foram dedicados por Neemias.328. Israel loi em seu socorro e derrotou a coalizão. para que não escapassem. a terra não pertenceria mais a Manassés para sempre. e oulro.39). para que se cumpris­ se o requisito fia Lei. rei de Jerusalém. Respondeu â convocação de AdouiZedeque. Aroerita. ”o Senhor (em ouvido”). 12. Nelo de Àser e líder daque­ la tribo.11. duranle 26 9 . Era filho de Héber (1 Ci 7. ou então per­ deriam o direito ã herança (Nm 3(51. Era um levita do clã d o s meraritas. ele e sua família (orna­ ram-se porteiros aa Porta Ocidental e ua POrta Salequete. Seu pai loi Lola (1 Cr 1. HOTÃO.32]. mandou lira-los da caverna e os matou (Js 10. na área do Templo ( I Cr 26. n horeu.10). lis la ilo entre os que foram separados para o mi­ nistério da profecia e da música. 1.33). sul do Canaã. 1 Cr 1.s lideres procura­ ram lerem ias. as filhas de Zeloíeade re­ ceberam a parte delas (Js 17. pela linhagem rle Seir.líG.22. Liderou uni dos maiores corais ao longo dos muros de Jerusalém. Um dos descendentes de Esaú. 1. as filhas de Zeloíeade casaram-se com primos. Era descendente du rei Davi e filho de Jeconias (em algu­ m a s traduções é chamado de |eoiaquim|. Quando a Arca da «Aliança foi le­ vada a Jerusalém. cf. através de Seu-. o rei Davi nomeou Hosa como “porteiro". MOS AMA (Heb. HOSA. o rei cativo 11 Cr S. o boreu. Seu filho (ezarias. mandou que os soldados rolassem gran­ des pedras para a entrada do túnel e co­ locou guardas. 2. para formar urna confederação de reinos para guerre­ ar contra os gibeonitas.10. Quando os israelitas sitiaram a i. Gn 36. mas ele próprio (oi derrotado por Isra­ el [|s 10. ua liderança dos valentes soldados nos campos de ba­ talha II Cr 11. alguns lideres da tribo de Manassés apelaram a Mui sés sobre d caso e alegaram qun. HOTIR.44). Seu pai foi Lotã (Gn 3 b . Rei amorreu.18J. Q u a n d o Josué os encontrou escondidos.39.3. onde é chamado de Hemã] HORI. Os reis fugiram paia uma caverna em Maquedá. 2. ua épo­ ca em que a (erra foi conquistada por Josué. 22. Horão subiu para saivála. Um dos filhos de Asale. se aquelas mulhores se casassem tom homens de ou­ tras tribos. a llm de pedir orientação se deveriam ou não abandonar a terra (Jr 42. Dessa maneira. para guardar a entrada da tenda na qual ela seria colocada (1 Cr 16.HOTIR promulgada. Então a regra que foi estabelecida definia a lei da he­ rança. filhos dos ir­ mãos do pai delas. HOMÃ. fiai de Sarna o Jeiel.32). a qual determinava que as mu­ lheres deveriam casar com membros da mesma tribo de seu pai.16) HORÃO. H OS AÍ AS. O grupo.1). Quando retornou da batalha.4). quo tinham feito um tratado de paz com os israelitas.

HUSÁ. men­ cionados em Gênesls 10. O 13® hirnosaiu para Htipá e era nesta ordem que ele ministrava. esposa de S.4. em Génesis 46.9 1.1. Elu vivia em Jeru­ salém e proletizou dois eventos: (1) a destruição de ludá por causa da idolatria.32). O sentido.dunif paru a interpretação do texto. Um dci-s líderes durante o êxodo dos israelitas. 17. Um dos sacerdo­ tes escolhidos para oficiar no santuário. HURÁO (Heb. Filho de Ezer. pois “o sou coração se enterneceu" e ele se arre­ pendeu o voltou-so para o Senlior (2 Rs 22. Era filha de Heaiã. Veja Hirão. HULDA. Arã era filho de Setn e neto de No