P. 1
Personagem Da Biblia

Personagem Da Biblia

|Views: 952|Likes:
Publicado porKeith Berry

More info:

Published by: Keith Berry on Aug 05, 2013
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

10/22/2014

pdf

text

original

Vida

A história de todos os personagens da Bíblia

Quem é Quem na Bíblia Sagrada

Editado

por

Paul

G ar d ner

QUEM E QUE NA BÍ BLI A SAGRADA

Paul Gardner (editor)

Prazer; emoção e conhecimento

ISBN 85-7367-377-X Categoria: Referência Este livro foi publicado em inglês com o título l7x‘ Complete Who’s VCho m U x B úie por Marshall Pickering O 1995 por Paul Gardner • 1999 por Editora Vida Ia impressão, 1999 2* impressão, 1999 Traduzido por Josué Ribeiro Todos os direitos reservados na língua portuguesa por Editora Vida, rua Júlio de Castilho, 280 03059-000 Sào Paulo, SP - Telefax: (Oxxl 1) 6096-6833 As citações bíblicas foram extraídas da Edição Contemporânea da traduçào de Joào Ferreira de Almeida, publicada por Editora Vida, salvo quando outra fonte for indicada. Gerência editorial: Reginaldo de Souza Preparação de textos: Mardônio Nogueira Revisão de provas: Rosa M. Ferreira Editoraçao eletrónica: Imprensa da Fé Capa: Douglas Lucas Design
Ninoi

Impresso no Brasil, na Imprensa cia Fé

Dedicatória
fóra minha esposa, Sharon, e meus filhos, Jonathan. David e Hannah. Cujos nomes tanto significam para mim: Sharon (Sarona, Atos 9:35) foi um lugar que testemunhou um grande movimento de conversáo a Cristo pelo ministério de Pedro, lonathan significa “o Senhor deu". David provavelmente significa “amado do Senhor". Hannah significa ‘‘graça", a qual é tão importante em nossa família. N A S C I M : r p o d z l a t g i D

iii

PREFACIO

Qualquer pessoa que se aproxime da Bíblia pela primeira vez percebe que não se trata apenas de um livro teórico sobre Deus. Desde o primeiro capítulo, vemos que é uma obra que fala a respeito do Criador e sobre seu relacionamento com sua criação, espe­ cialmente com seu povo. Aprendemos sobre Deus ao vê-lo revelar-se a homens e mulheres falhos. O Senhor fala com eles. Lrabalha com eles, encoraja, disciplina, ama e castiga cada um deles. Dessa maneira, fica muito claro que Deus tem algum tipo de comunicação com cada ser humano, individualmente. Esse entendimento às vezes é de amor e comunhão, ou é um relacionamento no qual a pessoa se rebela contra Deus, mas o Senhor e Criador está sempre lá, sustentando soberanamente o mundo, durante o tempo que Ele desejar. Meu desafio e minha maior empolgação ao dirigir este projeto foi que me permitiu estudar essas pessonagens à luz da comunhão delas com Deus. Espero que todos os que lerem Quem É Quem n a BíbUa Sagrada experimentem, como eu, um conheci­ mento muito maior de Deus, ao vê-lo junto das pessoas de diferentes raças, forma­ ções, culturas e crenças. Observamos os fracos que confiam em Deus e o adoram, e são usados por Ele nas situações mais difíceis e perigosas da vida. Vemos os podero­ sos deste mundo, que não confiam no Senhor nem o adoram, despojados de seus tronos, quando Deus exerce sua soberana vontade, Vemos os pecadores serem perdo­ ados, quando se voltam com fé para um Deus amoroso que cuida do seu povo. e observamos os que são castigados, por se recusarem até mesmo a ouvir os avisos sobre o juízo de Deus. Quando olhamos para as personagens da Bíblia, descobrimos como o pecado en­ trou no mundo e afetou cada ser humano. Vemos isso até mesmo na vida dos assim chamados “heróis" da fé. Na revelação bíblica, não existem seres humanos perfeitos (a não ser Cristo). Abraão, Moisés, Davi e outros grandes líderes são vistos como homens de Deus, mas também como pecadores, que necessitam do perdão divino. Quando lemos sobre o pecado que homens e mulheres cometeram, imediatamen­ te percebemos que são pessoas idênticas a nós. Entretanto, também observamos como Deus perdoou os que se voltaram para Ele; assim, temos esperança para nós mesmos, se também confiarmos em seu perdão e salvação. Quando olhamos para a sociedade e nos surpreendemos com os horrores que nos cercam, vemos que outras pessoas viveram em tempos que foram no mínimo tão maus ou até mesmo piores (veja, por exemplo, o período dos Juizes), e nos reanimamos com o fato de que naquela época Deus era soberano e Ele permanece o mesmo hoje. Vemos a sinceridade de um ho­ mem fiel. como Davi. ao perguntar: “ Até quando, Senhor?”; “Por que os ímpios pros­ peram?" Nós nos identificamos com suas emoções; fazemos as mesmas perguntas para Deus e aprendemos do Senhor, quando vemos suas respostas para Davi e outros, através da história. Em benefício do homem, desde o mais insignificante até o principal líder mundi­ al. encontramos um Deus soberano, que se importa com a humanidade. Quando se revela às pessoas, ao longo das épocas, fica evidente que esse cuidado do Criador santo e transcendente pelo ser humano é que levará à sua provisão para a salvação.

v

QUEM É QUEM NA BÍBLIA SAGRADA Enquanto o foco bíblico estreila-se, aponta inexoravelmente para o plano eterno de Deus de enviar seu único Filho Jesus para trazer salvação ao homem que Ele criou e o qual ama. A encarnação de Cristo torna-se a maior demonstração do quanto o Se­ nhor se preocupa conosco. Quando estudamos a vida dos que conheceram Jesus e colocaram sua fé nele e O seguiram, mesmo que isso conduzisse à própria morte, descobrimos o que significa ser um recipiente da graça, da misericórdia e do perdão de Deus. Vemos a alegria em seu viver, mesmo diante das perseguições, doenças ou dos desastres naturais, pois sabem o que significa pertencer ao Senhor. Quando ve­ mos a maneira como conquistaram o mundo de sua época, isso nos dá um entendi­ mento mais profundo do Deus que ama, perdoa, salva o homem do castigo e o conduz à eternidade junto consigo. E minha grande esperança que todos os que lerem este livro vejam a Bíblia como algo mais real. mais relevante e útil do que talvez considerassem antes. Espero tam­ bém que esta obra apenas aguce o apetite para o estudo mais profundo e contínuo de cada leitor sobre esse Deus que criou o homem e se revela não de uma maneira abstrata. mas na vida real, no mundo real, sobre o qual Ele permanece como absoluto soberano. PAUL D. GARDNER Cheshire, 1995

INTRODUÇÃO

Propósito
O propósito deste Iívto é o de prover uma referência exaustiva que possibilite a rápi­ da utilização sobre as personagens mencionadas nos textos bíblicos, do Antigo e do Novo Testamento. Assim, para cada uma delas há pelo menos algumas informações mínimas, bem como as referências bíblicas e uma breve descrição do seu papel pes­ soal na narrativa bíblica e sua possível relação com outros nomes. A intenção desta obra é que ela seja um livro útil ao maior número possível de pesquisadores. É livro de referências muito prático, tanto para os estudiosos da Bíblia como para os principiantes. Estudantes, membros de igrejas locais, professores, pas­ tores e alunos de seminários e institutos bíblicos, todos reconhecerão o valor de uma obra como esta. Também esperamos que seja um livro útil como referência nas biblio­ tecas públicas e particulares. Ele foi deliberadamente escrito com o propósito de evitar ao máximo os detalhes técnicos. Os leitores com certeza adquirirão um considerável entendimento do quadro com­ pleto das principais personagens bíblicas. Essa descrição de nomes também destinase a ajudar os estudiosos a entender melhor o lugar de cada servo de Deus dentro dos propósitos divinos e da história de seu povo. A visão bíblica do próprio Criador e de seu relacionamento com o ser humano muitas vezes é mais bem apreendido quando estudamos os homens e as mulheres em sua comunhão com Deus. É claro que tais objetivos em muitos casos não são alcançados, devido às informações do texto serem insuficientes. Outros artigos muito úteis loram incluídos, os quais apóiam a obra como um todo e contribuem para um melhor entendim ento do material bíblico relacionado com os nomes mencionados nas Escrituras. Embora o leitor pense imediatamente em numerosos ouLros artigos que também deveriam ser incluídos, o espaço dispo­ nível tornou isso impossível. Os que toram registrados, entretanto, mencionam pro­ pósitos especiais que muito ajudarão o leitor. Por exemplo, existem dados sobre crianças, personagens sem nome, como a mulher no poço, anjos, leofanias e mesmo sobre genealogias. Esta obra foi escrita sob o entendimento de que a história bíblica deve ser cuida­ dosamente selecionada. Os vários escritores das Escrituras Sagradas, guiados pelo Espírito Santo, mencionaram eventos e pessoas porque estavam interessados no Deus da história, que opera entre as pessoas do seu mundo e no meio da sua criação. Houve os que cuidaram dos diferentes aspectos dos acontecimentos, mas sempre se mostra­ ram preocupados em ensinar à sua própria geração e às futuras mais sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e especialmente com o povo da sua aliança. O propósi­ to deste livro, portanto, é apresentar da maneira mais clara possível — dentro das limitações de uma obra de apenas um volume — o maior número possível de infor­ mações sobre Deus e os seres humanos que viveram diante do Criador onipresente e onisciente.

vii

Como u u r este volume Em alguns aspectos, esta obra podo ser utilizada do uma maneira muito dirola. Simplesmente procuro o nome e leio! Sempre que dois. três ou mais personagens diferentes tenham o mesmo nome. são listados como 1 . 2. 3 etc. e talvez seja necessá­ rio olhar todos elos para encontrar, por exemplo, o Zacarias desejado. O propósito desta obra é dar. sempre que possível, um pouco mais de informações além dos simples detalhes biográficos de cada personagem. Com isso em mente, para extrair o máximo deste livro e aprender sobre o porquê de um nome ser mencionado na Bíblia e o que essa menção ensina sobre Deus e seus propósitos, provavelmente será necessário que o leitor olhe também outros nomes relacionados. Já que todos os nomes da Bíblia estão listados neste volume, a referência a outros nomes só é feita quando a informação contida no verbete é realmente necessária para se ter um qua­ dro completo do assunto. Por exemplo, o leitor talvez esteja interessado em saber mais sobre Reuel. o sogro fie Moisés. Uma olhada rápida remete-o até Jetro. Um verbete mais longo mostra como ele. um midianila. foi usado por Deus não somente para prover moradia e uma esposa para o grande legislador, mas posteriormente para conceder valiosos conse­ lhos sobre a delegação da autoridade na liderança do povo de Israel, em sua viagem através do deserto. A açáo de Jetro demonstra o cuidado de Deus por seu povo e especialmente pelos líderes escolhidos por Ele. Isso pode também levar o leitor a ler os artigos sobre Moisés e a "Aliança", pois ambos acrescentarão um considerável en­ tendimento do cuidado do Todo-poderoso por seu povo e sua atenção especial pelo genro de Jetro. O interesso de aprender mais sobre Saul levará o leitor a perguntar por que Samuel parocia tão relutante om aceitar uin monarca subindo ao trono em Israel. Os artigos sobre *'Rei”. "Reinado" e “Samuel" ajudarão o estudioso a entender melhor a atitude do próprio Deus quanto à questão dos israelitas desejarem um rei e o dilema com o qual Samuel se deparou. Colaboradores Esta obra inclui a lista dos que colaboraram em sua elaboração. Sempre que um verbete possuir mais de 100 palavras, as iniciais do nome de quem contribuiu são registradas. Ocasionalmente, quando houver mais de uma pessoa com o mesmo nome. diferentes colaboradores escreveram sobre elas. Isso é Facilmente notado pelas inici­ ais dos nomes. Pontos de interrogação Algumas referências bíblicas são seguidas por um ponto de interrogação. Isso indica simplesmente que não se tem certeza se aquele texto se refere à pessoa que oslá sendo descrita. Questões que surgem Existem certas dúvidas que obviamente surgem ilurante u preparação de um volu­ me como este; são questões difíceis e polémicas. Mas a intenção dos que colaboraram foi « melhor possível.
vflll

H/Ao w i/ duscundantot O vocábulo traduzido como "filho" h.n vozes m u refere do lonna genérica u um descendunte do sexo masculino ou uo que entendemos como "flllio", isto é, um descendente direto de um homem ou da uma mulher. O termo “pai” também podo reforir-se ao pai direto ou a um importante ancestral. No livro Quem tf Quem. o vocábulo “filho" é usado onde há uma indicação razoável para se entender que um "filho” direto é mencionado naquele momento. Em outras circunstân­ cias. utilizamos o termo "descendente". O mesmo principio é aplicado também com relação ao vocábulo "pai". Não há dúvida de que em certas ocasiões alguém discorda­ rá da decisão tomada. Às vezes existem problemas genuínos, que causam opiniões divergentes entre os- estudiosos. Recomendamos que o leitor leia o artigo “Genealogias Bíblicas". Pessoas ou lugares? Em numerosos textos existe diferença de opinião se os nomes exibidos se referem a pessoas ou lugares. Até mesmo em alguinas genealogias parece que nomes de lugares estão misturados com os de personagens. As pessoas provavel­ mente chamavam certos locais pelos seus próprios nomes, criando assim um proble­ ma para nós. que vivemos tanto tempo depois que os eventos aconteceram (veja o exemplo de Manre). Normalmente, nesta obra. onde ocorrem tais diferenças de opi­ nião entre os estudiosos, os nomes têm sido tratados como indivíduos, embora seja óbvio que na verdade muito pouco possa ser dito a respeito de tal pessoa. Na maioria dos casos, náo gostaríamos de entrar numa discussão sobre essa questão! Nomes ou versões diferentes? Todos os nomos escritos baseiam-se 11a Versão Con­ temporânoa da Bíblia, em português. Os leitores que adotam outras traduçõos enconIraráo certa dificuldade, pois existem pequenas diferenças na maneira em que os nomes são escritos.

Os nomes e seus significados Muitas vezes supõe-se que todos os nomes bíblicos têm um significado especial. Ksse. contudo, não é o caso. A grande maioria dos nomes funciona de forma similar à maneira ein que são usados hoje na maioria dos paises ocidentais. Simplesmente identificam um indivíduo em particular. Assim, o nome Jó não significa nada mais para nós. a não ser para diferençar o personagem Jó de outro chamado Bildade: náo podemos conhecê-lo por meio de seu nome. pois este nada diz sobre seu caráter. Nesta obra. quando foi possível, traduzimos 0 significado dos nomes; mas isso funciona apenas como curiosidade e nada mais. Quando meus pais mo deram o nome de Paulo, eles não pensaram no sentido original em latim, porém imaginaram que elo se referia a alguma característica minha — assim polo menos eu espero, pois meu nome significa “pequeno”. For outro lado. meu nome tinha um significado para eles e muitos do seus amigos, pois venho de uma família cristã e eles deliberadamente escolhiam nomes da Bíblia para todos os filhos. Não há dúvida de quo alguma coisa assim podo ser vista na escolha dos nomes de muitas pessoas, principalmente uo Antigo Testamento. Os pais escolhiam nomes para os filhos quo os identificassem com uma família que desejava ser conhecida como fiel ao Senhor; por isso muitos nomos oram compostos polo sufixo "el", quo significa Deus, ou com formas abrevia­ das de leová. que aparecem de forma variada mas frequente, como Isaías, Jeremias. Zacarias, Elias (meu Deus c leová) e Josué (Jeová salva). Em algumas partes do mundo ainda é comum os pais colocarem no filho mais velho o mesmo nome do pai. Para a freqilente diversão dos europeus, em cujos países isso não se usa mais. exceto nas famílias reais, essa prática ainda é muito usada nos Ix

Kitudos Unidos, onda tomos alguns axornplo.i ramosos, r.omo Goargo Hamilton IV! 'Ilimbrim nas Escrituras, lal prática podo sor vista ocasionalmente. For exemplo, vo-

inos o dobalo sobre o nomo que soria dado a João Batista, na época do sou nascimento. A iamil ia esporava que o menino recebesse o noine do pai, Zacarias. Na verdade, Deus tinha outros planos e a criança finalmente foi chamada de João (Lc 1.13,57-66). Esse incidente levantou uma questão interessante, quando organizamos esta obra. pois na verdade existem pouquíssimos casos na Bíblia em quo descendentes recebem o nome do pai ou do avô. Alguns analisam a questão e sugerem que isso era muito mais comum entre as famílias sacerdotais, como no caso de Zacarias. Sem dúvida a função hereditária dos levitas e sacerdotes era a grande responsável por isso. Prova­ velmente havia um grande orgulho de que o filho continuasse o mesmo trabalho para o Senhor que seu pai fazia, e o senso de continuidade no sacerdócio e na vocação dos levitas era assim enfatizado por meio dos nomes. Existe, contudo, um grande número de situações na Bíblia, tal como aquela sobre João, mencionada anteriormente, em que o nome claramente significa mais do que a simples identificação de um Indivíduo. Naquela situação, o próprio Deus colocou o nome de João. que significa "leová tem sido gracioso". Dessa maneira, o nome estava relacionado com o trabalho e a mensagem que ele traria para o povo de Israel; era uma mensagem de arrependimento e de preparação para o advento do Messias. Era unia mensagem que seria resumida na declaração: "Jeová tem sido gracioso”. Além de indicar a mensagem ou a vocação da pessoa, outros nomes também resu­ mem todo o indivíduo, ou talvez alguns aspectos de seu caráter. personalidade ou estilo de vida. O fato de que os nomes podem ler esses significados ó visto mais claramente em relação ao próprio Deus. Vemos repetidamente na Bíblia referências ao “nome" de Deus. A Bíblia fala sobre adorar ou invocar “o nome de Deus" e para náo blasfemar o seu “nome” (Gn 4.26: 21:33: Lv 9.12: SI 9.10 otc. Veja o verbete Deus. para maiores detalhes). Aqui. o nome é usado para dar a idóia de tudo o que é conhe­ cido sobro Deus. O nome Jesus, que significa "Jeová salva", foi dado ao Messias pelo próprio Deus o resume plenamente tudo o que Ele veio fazer e também o que era. Ele veio para salvar, mas também era o próprio Deus (veja mais detalhes em Jesus). Existem muitos outros exemplos menos notáveis de nomes que descrevem algo do caráter da pessoa ou as circunstâncias que cercaram seu nascimento. Algumas vezos os nomes eram colocados sob a direção direta do Senhor, enquanto em outras ocasiões parece que a soberania geral de Deus trabalhava para que nomes apropria­ do» fossem dados a certos indivíduos. Por exemplo. Nabal, cujo nome significa “tolo”, agiu como um tolo. Jacó, cujo nome significa "suplantador". usurpou a posição do irmão: "Disse Esaú: Náo se chama ele com razão Jacó, visto que já duas vezes me miganou? Tomou-me o direito de prímogenitura o agora me tirou a bênção!” (Gn 27.36). Antes do morrer, logo depois do parto. Raquel chamou o filho de Benoni, que signifi­ ca “filho da minha tristeza" (Gn 35.18). Algumas pessoas receberam de Deus ou de outras pessoas nomes mais apropria­ dos ao sou carátor ou chamado. Dois exemplos são Abráo, que se tornou Abraão, o Sarai, cujo nomo mudou para Sara. Jacó (suplantador) foi chamado de Israel por Deus. o quo tom quo vor com sua luta com o Senhor em Poniel (Gn 32.28). Daniel e seus amigos ruceboram outros nomes na Babilónia, que claramente indicavam sua posição do dopondância no cativeiro. Certamente é esse fato de que os nomes podem ser mudados para indicar uma nova posição ou chamado que suscita a idéia de que uin diu Dous chamará sou povo por “outro nonie" (Is 56.5; 65.15; Ap 3.12).

x

Outro ponto digno de raençflo é o poder expresso no processo do se dar nomes. Jó mencionamos que os babilónios mudaram os nomes de Daniel e seus amigos, para demonstrar dessa maneira o controle que tinham sobre eles. Faraó Neco fez o mesmo com o rei Kliuquim, a quem deu o nome de Jeoiaquim, como sinal de sua autoridade o sou controle sobre ele (2 Ks 23.34). Homens ou mulheres poderiam demonstrar esse poder. Por exemplo, a filha de Faraó deu o nome de Moisés ã criança que encontrou no rio. Adão recebeu de Deus o direito de dar nomes aos animais, o que sem dúvida indica a autoridade delegada pelo Senhor (Gn 2.19.20). Qualquer que seja o pensa­ mento sobre as irnplicaçóes dos aluais debates sobre o papel da mulher, Adão tam­ bém recebeu permissão de Deus para dar nome à primeira mulher: “Eva" (“vida". Gn 3.20). O processo do dar nomes às pessoas pode ser algo muito significativo na Bíblia, mas é importante deixarmos que o texto nos dê alguma indicação de quando este é o caso. De todos os milhares de noines relacionados nesta obra. alguns são realmente muito importantes em seu significado, ou indicam algo sobre o poder ou a autoridade que foram exercidos no processo da escolha do nome. A grande maioria, contudo, sig­ nificou muito para o pai ou a mãe. no momento da escolha, mas só serve para identifi­ car um indivíduo na Bíblia, da mesma maneira que os nomes fazem em nossa época.

xl

COLABORADORES

P.D.G.

O Editor Gardner, Paul D. M. Div. A.K.C., Ph.D. Pastor da Igreja Inglesa em Choshire. Inglaterra. Tilular da disciplina Novo "testamento do Oak Hill Theological College. em Londres. Conferencista de fama mundial. Seus auxiliares Blomberg, Cralg. M.A., Ph.D. Professor da disciplina Novo Tbstamento. no Denver Seminary, em Denver, Colorado, USA. Ordenado pastor pela Convençáo Batista do Sul. Bock, Darrell. Ph.D. Professor da disciplina Estudos do Novo Testa­ mento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Tfexas, USA. Orde­ nado pastor pela Igreja Associação da Trindade, em Richarding. Texas. Chapln, Shelley. B.A., \1.A. Escritor e radialista, presidente das esta­ ções do rádio KVNE e KGLY. om IVIer, Texas. USA, Candidato a Ph.D. Glodo, Michael J. M.Div., Th.M. Professor Auxiliar da disciplina Anti­ go '/testamento, no Reíormed Theological Seminary. em Orlando, Flórida. USA. Candidato a Ph.D. Ordenado pastor pela Igreja Evangélica Presbiteriana. Harris, W. Hall. Th.M., Ph.D.. professor da disciplina Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas. USA. Hess, Richard. M.Div., M.Th.. Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Hebraico, no Glasgow Bible College. em Glasgow. Escócia. Kistemaker, Slmon J. B.D.. Th.D. Professor da disciplina Novo Testamen­ to e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Jackson. Mississippi. USA. Ex-presidente (Li Sociedade Teo­ logia Evangélica. Ordenado pastor pela Igreja Cristã Reformada. Long, Philip. M.Div.. Ph.D.. professor da disciplina /\ntigo Testamento, no Govenanl Theological Seminary. em St. Louis, Missouri. USA. Or­ denado pastor pela Igreja Presbiteriana 11a América. Luter, Boyd A. Th.M.. Ph.D.. professor auxiliar no lalbnt School of Thcology, em La Mirada, Califórnia, USA. Lowery, David K. Th.M., Ph.D., professor da disciplin;, Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Texas. USA. Ordenado pastor pela Igreja Metodista da Bíblia, Texas. xll

C.B.

D.B.

S.C. M.J.G.

VV.H.H. R.H. S.J.K.

P.L.

A.H.L.

D.K.L.

A.M.

Mawhlnney, Alton. M.Div., Th.M., Ph.D.. profeuor da disciplina Novo Thstamento e diretor do Rnformed Theological Seminary. em Orlando, flórida, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na América. McReynolds, Kathy. R.A., M.A. Escritora renotnada sobre as mulheres cristãs e as mulheres da Bíblia. Candidata a Ph.D. pela Biola University. em Ia Mirada. Califórnia, IJSA. Merrill, Eugene. Ph.D., professor da disciplina Estudos do Antigo Tes­ tamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas, USA. Motyer, J. Alec. M.A., B.D.. ex-diretor do Trinity Theological College. em Bristol, Inglaterra. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro da Igreja de Cristo, Inglaterra. Munro, Robert. B.A Ordenado pela Igreja Inglesa, tornon-se ministro assistente na igreja em Hartford. Cheshire. Inglaterra. Plckles, Mark. B.A. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-sn ministro da igreja cm VVinsford, Cheshire, Inglaterra. Candidato a D.Min. pelo Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida. USA. Pratt, Rlchard. M.Div., Th.D., professor da disciplina Antigo '[testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida, USA. Orde­ nado pela Igreja Presbiteriana na América. Silva, Moisés. B.D,, Th.M., Ph.D., professor da disciplina Nom Testa­ mento e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Wcstminster Theological Seminary, em Philadetphia, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana Ortodoxa. Trltes, Allison, A. Th.M., D. Phil. Destacado professor de Estudos Bí­ blicos nas Acadia Divinity Colloge e Acadia University, em Wolfville, Nova Escócia, Canadá. Ordenado pela Federação Batista Canadense. VanGemeren, Willem. M.A., Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Ungvas Somíticas, na Trinitv Evangelical Divinity School, em Deerfield, Illinois, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na America. Vibert, Simon. M,Th. Onlenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro na igreja em Buxton. Derbyshíre, Inglaterra. Wegner, Paul D. M.Div„ Th.M., Ph.D.. diretor do Departamento Bíblico [Antigo Testamento), no Moodv Bible Iustitute, em Chiuigo, Illinois, USA. Wlnter, Bruce. Th.Scol.. M.Th.. Ph.D. Diretor do Instituto sobre os An­ tigos Cristáos no Mundo Groco-Roinano, no Tyndale Housn, em Cambridge. Inglaterra. Ordenado pela Igreja Anglicana na Austrália. xlil

K.MCR.

E.M.

J.A.M.

R.M. M.P.

K.P.

M.S.

A.A.T.

W.A.VG.

s.v.
P.D.W.

13. VV.

A ARE L. encarregado dos trabalhos íor­ çados (1 Ré 4. muitas delas sempre se recusarão a arrepender-se [v. a estrela que caiu do céu}. da famí­ lia dos meraritas.15).26.12).). Abdi é listado em Esdras 10. da tribo de Judá (1 Cr 4. AASBAI . de Judá (1 Cr 5. A BD EEL (Heb. O filho de Sainua e um dos levitas que se estabeleceram em Jerusalém na época de Neemias (Ne 11. contudo. outro levita da fa­ mília dos meraritas. O equivalen­ te grego é Apoliom . da tribo de Judá. Terceiro filho de Benjamim (1 Cr 8.11. O pai de Quisi. porque “o Senhor os ha­ via escondido”. que recebeu ordens do rei Jeoiaquim para prender Baruque e Jeremias (Jr 36. 4). Rm 8.34). usado também ape­ nas nesse versículo. A notícia triste é que. ABAGTÁ. Veja Deus (Púi). 3. um lugar totalmente maligno e reservado para os ímpios. entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. aparece numa lista especial dos “heróis" de Davi (2 Sm 23.17).A AARÁ. Ele é usa­ do como nome apenas em Apocalipse 9.g . 2.22: Pv 15. ABADOM (Heb. Um dos sete eunucos que ser­ viam ao rei Xerxes (Et 1. “adorador” ou “servo”). onde “morte e destruição” são de certa forma personificadas. Filho de Harum. pela fé (v. Um descendente de Elão.29. Nome aplicado a Deus em Ires textos do Novo Testamento (Mc 14. O pai de Quis. “irmão do que é inteligente”). 211 p *d .11. O pai de Adonirão.26).10). ABÃ (Heb.38). tal “destruição” vem. que viveu nos últimos dias de Davi e na época da construção do Templo sob o rei­ nado de Salomão (1 Cr 6. contudo. ABA (Heb. entretanto. onde se refere a um anjo que é o rei do abismo. Mesmo em Apocalipse 9.6). ele está listado como o filho de Abisur e de sua esposa Abiail. Jó 26. G 1 4. De qualquer forma. traduzido como “perdição” e “destruição” (cf. são que Satanás não pode des­ truir os que pertencem a Deus. Este vocábulo é encontrado várias vezes no Antigo Testamento. é utilizado como sinónimo de “morte”. ABDI (Heb. “servo de”). “servo de Deus”). 28. 1. “servo de Deus”).36. ficaram seguros. O pai de Selemias. Provavelmente uma forma do nome Airã (Nm 26. Em 1 Crónicas 2. Pai de Elifelete. é claro.1). mesmo ha­ vendo tanta morte e destruição ao redor das pessoas neste mundo.8). que traz morte e tormento. Veja Vasti. do diabo [v J. Na maioria desses textos.6. 2. um sacerdote músico. 1. Os dois.6). 1 . que ajudou na puri­ ficação do Templo nos dias do rei Ezequias (2 Cr 29. oficial do rei Salomão. pai de Etã. ABDA (Heb. etc.44). este vocábulo representa mais uma personificação da morte e da destruição do que um outro nome para Satanás. Era filho de Guni e encontra-se nas genealogias do tempo do rei Jotão. As boas novas de Apocalipse 9.15. A B D I E L (Heb. que viveu em Gileade e Basã. “lugar de destruição”). Um gadita. “Paiw ).

G. "servo de Nabu”. o mais novo.25). um deus da Babilónia).2). agricultor. que rapidamente foram promovi­ dos e ocuparam posições de poder e in­ fluência. de todas as épocas. O sacrifício de Abel foi recebido favoravelmente pelo Senhor. 1. o mais velho ofereceu a Deus alguns dos frutos colhidos.23). Sadraque e Mesaque.17). juntaninnlo com Sadraque e Mesaque. numa fornalha ordnnto. como um dos filhos de Sasaque (1 Cr 8. Reconhecido como filho primo­ génito de Jeiel.c. era considerado alimento impu­ ro. um dos com­ panheiros de Daniel. Era conhecido por seu grando número do lilhos o netos e pertencia à tribo de Efraim. a quem nós servimos. Como resultado. em res­ peito ao Deus verdadeiro. para enfatizar o va­ lor e o custo deles. Veja também Azarias. para prefigurar assim que sua vida seria cur­ ta. foi jogado. como Daniel. a qual.L.13*15). 3.36).34 faz uma alusão à fé que eles demonstraram. sob a liderança de Daniel. Hebreus 11.D. Deus interveio e Nabucodonosor viu os três andarem ile­ sos no meio do fogo. s. Filho de Mica. ABEL. Esse foi o nome dado pelo chefe dos eunucos do rei Nabucodonosor a Azarias. era um dos servos enviados pelo rei Josias para consultar o Senhor por meio da profetisa Hulda (2 Cr 34.ABDOM. Filho do Illlnt. irmão de Caim. Listado na genealogia de Benjamim o do rei Saul.17). dessa maneira. mas o de Caim. O segundo filho de Adão e Eva.B. que disseram ao roi: “o nosso Dous. não. Posteriormente. e A. alimentou-se apenas de legu­ mes e bebeu somente água (Dn 1. P.12. Imediatamente o rei ordenou que fossem retirados do fogo e restituiulhes suas posições de autoridade. que confiam no mesmo Deus de Abede-Nego e seus amigos. “que enviou o seu anjo. 2.12). Na épo­ ca das colheitas. Ele se tornou pastor de ovelhas (Gn 4. e livrou os seus servos” (Dn 3. quando Abede-Nego recusou-se a ajoelhar-se diante da está­ tua de ouro que Nabucodonosor levanta­ ra na planície de Dura. para mais deta­ lhes). Os IrAs tinham tnl con­ fiança em Dous. Caim conspirou contra seu irmão 2 . filho de Micaías). en­ quanto era preparado para ser apresenta­ do na corte.30: 9. A despeito de uma advertência feita por Deus sobre a neces­ sidade de que ele dominasse o ímpeto do pecado. (Obs. veja Aicão.14 coloca o nome dele como Acbor. Abede-Nego e seus companheiros depositavam total confiança no Deus que os livrou e testemunharam entre os pa­ gãos da maneira mais convincente possí­ vel. O rei não encontrou outros príncipes com a mesma capacidade daqueles quatro ju­ deus. ABEDE-NEGO (Heb. como judeus. porém. ‘Abel" pode ser um deri­ vado de um vocábulo hebraico que sig­ nifica “sopro” ou "vaidade". em ambas as genealogias do rei Saul (1 Cr 8. recusou-se a comer as iguari­ as do rei. tinha aspecto “semelhante ao filho dos deuses” (Dn 3. apresentou os melhores animais do rebanho. O rei ficou tão impressionado com o poder libertador do Deus dos hebreus que ordenou que ninguém dissesse nada contra esses homens. podo livrar-nos dela” (Dn 3. wirvlu como um dos juízos do Isruol por oito anos (Jz 12.28). Deus concedeu a Abede-Nego e aos outros três jovens “o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria" (Dn 1. É claro que ocorreu ali uma teofania. Uma quarta pessoa estava presente. 4.13-28. ela se torna um exemplo para todos os cristãos. Abede-Nego. enquanto Caim. filho de Gibeom. Esse nome é encon­ trado 14 vezes em Daniel 1 a 3. segundo as pala­ vras de Nabucodonosor. O Senhor honrou a firme decisão deles de não comer o que. a aparência deles era mais saudável do que a dos outros. e Aram. O relato de 2 ReLs 22. Quando esta­ vam dentro da fornalha.

queimada sobre ele. Esta enfatizava o desenvolvimento rápido da transgressão. não (cf. porém não foi demonstrada pelo valor da oferta e sim pela sua fé (Hb 11. con­ tudo. Maalate (2 Cr 11.10-12). o de Abel providenciou um testemunho para Deus e trouxe uma mal­ dição sobre Caim (Gn 4.24. tomou-se um protótipo dos que seriam martirizados por sua confi­ tido.14). com um mínimo de graça para refrear a maldade. cf Gn 4. em detrimento da de Caim. 9. Lc 11. Em Números 3. 3.29). O sacrifício de Jesus não representa um martírio. juntamente com seu irmão Joel (1 Sm 8.5-7). a fé de Abel ainda fala (Hb 11. 1 Cr 6.4. Os gaditas viviam em Gileade.35. O assassinato de Abel. o de Cris­ to é superior porque. Tanto Caim como Abel ofereceram sacrifícios. sua justiça. Jerimote. Basã e nas pastagens de Sarom (w 11-22). por­ tanto. O 3 . de maneira que o povo pediu a Samuel um rei. mas o padrão herdado por Noé (Gn 8. traz bênção e não maldi­ ção. A natureza exata das ofertas não é mencionada. 1. para demonstrar assim que a humanidade. O fato de que a adoração envolvia sa­ crifícios indica o reconhecimento de que o verdadeiro culto a Deus devia custar algo. mantida com a confiança em Deus.4). Embora não saibamos como ele morreu. porque sua confiança ainda espera uma vindicação. “pai de força”).2. Veja Merari.M . Abiail é a esposa de Abisur e a mãe de Abã e Molide (1 Cr 2. Abiail é relacionado como um dos homens de Gade (1 Cr 5. porque o mais moço era justo (Mt 23. como resultado direto do pecado de Caim. essa tragédia.7). ABIAS (Heb. Ambos eram ímpios e tomavam decisões injustas. Talvez sua oferta tenha sido consumida pelo fogo e a de Caim. 1.31). embora derramado por pecadores.39).15. ainda conserva um desejo de adorálo.35.21. quando Deus entregou a hu­ manidade às consequências do pecado. A repreensão de Deus a Caim. Ele nunca recebeu a bênção da aprovação de Deus por sua fé sobre a Terra (Hb 11. s.o o matou. 5. Abiail era a esposa do filho de Davi. Um contraste.35. Jz 6. Essa foi a primeira revelação de que o Senhor preocupava-se em que a adoração fosse uma expressão exterior de um coração devotado e obediente e não apenas um comportamento religioso. Abiail era o pai da rainha Ester e tio de Mordecai (Et 2. A morte prematura de Abel mostrou que a vindicação final da fé é uma esperança futura.49-51). Abiail é consi­ derado um levita e ancestral da casa de Merari. A maneira como Deus expressou sua acei­ tação a Abel não é clara. 4. é estabelecido em Hebreus 12. mas um meio eficaz de sal­ vação. cumpriu a promessa de que o ato de comerem o fruto do conhecimento do bem e do mal traria a morte física. “meu pai é o Senhor”). ABIAIL (Heb. Nesse sen­ Abol representou a primeira fatalida­ de subsequente à maldição de Deus sobre a humanidade. como um ho­ mem de fé. Na lista dos descendentes de Judá.18). Era o filho mais novo de Samuel e foi escolhido pelo pai para ser o juiz de Berseba. apesar da maldição de Deus.29).24 entre o testemunho do sangue de Abel e o de Jesus. Lv 9. Suu ato pocumlnoso nfto ficou usoondldo do Senhor a a morto do Abol trouxe-lho o juízo divino. e mãe da esposa de Roboão.38). por causa da deso­ bediência de Adão e Eva. R. mas possivel­ mente isso se deu por uma manifestação do fogo divino. sabemos que seu sobrinho adotou sua filha e a criou (Et 2. Veja Abiel. focalizou sua atitude de coração (Gn 4. 2.28). ABI-ALBOM (2 Sm 23.4).7) e oferecia o melhor do seu rebanho. ança (Mt 23. 1 Rs 18.20) sugere que um altar era construído e a oferta. O Senhor aceitou a oferta de Abel. Hb 11.c.

Segun­ 4 . Davi sentiu-se responsável pela morte dos sacerdotes e o convidou a per­ manecer sob o seu cuidado pessoal. tanto pelo comportamento dos fi­ lhos. o mesmo que predissera seu reinado. 23. rei de Israel. Ela deu à luz um filho chamado Asur.c.1-22). liderados por Moisés e Arão.Para demonstrar sua posição de li­ derança em Israel durante a reconstrução do muro da cidade.6-12. s. Filho e sucessor de Roboão.4. descenden­ te de Levi (Êx 6. Abiatar participou da conspiração para fazer Adonias rei — um ato que quase custoulhe a vida e o fez perder a fama de leal serv idor do reino (1 Sm 22.18-24).1-8). 5. que exerciam diferentes tarefas no serviço do Tabernáculo e do Templo. Sua família era um dos clãs dos coraítas.1-8). era o responsá­ vel pela oitava divisão. “pai é excelente”).24). A B ID Ã . o pai de João Batista (1 Cr 24. 1 Rs 1— 2). que saíram do Egito.24-36. Em 1 Cró­ nicas ele é chamado de Ebiasafe. 6.7 seja o mes­ mo sacerdote mencionado em Neemias 12. O úni­ co sobrevivente do massacre de Saul em Nobe (veja Zadoque. como pelo pedido dos israelitas (1 Sm 8.1). A guerra. Abias. Um dos filhos de Midiã e um descenden­ te de Abraão e de sua mulher Quetura (Gn 25. Um dos filhos de Corá. Sua mãe era Micaía (2 Cr 13. muitos estudiosos crêem que o Abias mencionado em Neemias 10. fizeram com Deus (Ne 9 a 10). contudo. o que resultou na morte imedi­ ata do menino (1 Rs 14. 22 filhos e 16 filhas. Abialar era o décimo primeiro sacerdote da linhagem de Arão e fazia parte de um grupo dos que apoiaram Davi e seus homens. Abias foi mulher de Hezrom.5). Houve guerra entre Judá e Israel no decorrer de seu rei­ nado.4. Veja também A im eleque). Seus descendentes eram os guardas das por­ tas do Tabernáculo (1 Cr 9.ABIASAFE velho sacerdote ficou com o coragão par­ tido. 7. Lc 1. “pai tem acrescenta­ do"). Abias era filha de Zacarias e mãe do rei Ezequias. Ele ficou com o futuro rei e serviu como seu sumo sacerdote e conselheiro durante anos. “pai de conhecimento”). Jeroboão X . a mesma que mais tarde foi servida por Zacarias.19). logo depois da morte de Hezrom (1 Cr 2. antes da batalha. 3.2). 8 . de Judá (2 Rs 18. 1 Cr 1.17. prosseguiu durante todo seu reinado. ABI ATAR (Heb. A B IA S A F E (Heb. A B ID A (Heb. para mais detalhes. Abias reinou em Judá durante três anos. Abiatar levou a notícia do ocorrido ao filho de Jessé. 1 Re 15. 1 Crónicas 7. Esse monarca então enviou sua esposa secretamente ao pro­ feta Aias.10.c. Os filhos de Arão foram separados em 24 divisões. Apesar do disfarce.6-13. A declaração de Abias. No final do reinado de Davi. 4. Abias colocou seu selo sobre a aliança que os israelitas. quan­ do fugiam do furioso rei Saul (1 Sm 21). Abias teve 14 esposas. 2. Abias foi lembrado apenas como o único membro honrado da família de Jeroboão (v. s. O filho de Gideoni e o líder da tribo de Benjamim por ocasião do censo dos israelitas no deserto do Sinai. lembrava aos judeus que era a casa de Davi que Deus prometera aben­ çoar. o homem de Deus reconheceu a mulher do rei e pro­ nunciou uma sentença contra a casa de Jeroboão. Ele e seu povo dependeram do Se­ nhor e por isso venceram o exército de Jeroboão e reconquistaram várias cidades para Judá (2 Cr 13. tinha um filho chamado Abias que ficou doente durante a infância. Abias era filho de Bequer. Devido à semelhança entre as listas apresentadas nos capítulos 10 e 12. 13). 2 Cr 29.33).6-11 apresenta uma lista com os nomes dos descendentes dos três filhos de Benjamim. 2 Sm 15. Quando escapou do massacre. um deles.2. li­ derados por Neemias.

1 Samuel 14. “Deus é meu pai").12). 2 Sm 2. Provavelmente esse nome era apli­ cado genericam ente aos governantes filisteus. Para A B IG A IL (Heb.28. A bondade e pre­ sença de espírito de Abigail evitaram uma inevitável explosão de vingança. A B IE Z E R (Heb.11. antes que tivesse qualquer interleza encontrava-se no seu amor ao Senhor curso sexual com ela. O escritor de 1 Samuel dei­ tomou Sara como sua própria esposa. o arbatita (provavelmente era de Arabá. O primeiro governador mencio­ nado por esse nome foi o rei de Gerar. O filho de Jessé então tomou Abigail como sua esposa. é des­ crita por Davi como castigo de Deus.16.60. A B IM E L E Q U E (Hebr.51 indica que ele era também o avô de Abner. ele disse que era sua “irmã”.31). Era um dos filhos de Gileade (1 Cr 7. por ele ter insultado o novo líder de Israel. Como representante dos benjamitas. sob a liderança de Josué (Js 17. Seu clã posteriormente teve um papel significativo.30. 1 Cr 3. “o rei é meu pai”). ABI EL (Heb. porque 25. náo era a mesma com quem Davi se ca­ sou. para identificála claramente. 1 Cr 11. 2. 2 Sm 17. Abimeleque muito sábia. 1.27.65). Abiezer. 1 Cr 1 . pouco tempo depois. 2. ao tomar essa viúva como esposa.18). g . 1. d . Deus apareceu-lhe e em sua dedicação ao serviço dele (1 Sm em sonho e ameaçou-o de morte. Existem. “pai de ajuda”). a quem sua esposa servia (veja 1 Sm 25. 1. Abiel era um dos trinta “heróis valentes" do rei Davi (1 Cr 11. 1. Diz-se que essa Abigail era irmã de Davi (1 Cr 2.26). O tex­ to.v.28. xa subentendido que sua verdadeira be­ mas. 2 2 ). um dos “trin­ ta” guerreiros de Davi. não faz nenhum comentário nesse sentido. 3. contudo. 2 Sm 23. Descendente de Benjamim. Por acreditar nisso. Como um comandante no exército do rei. 27. em Judá. “Deus é meu pai”). nos dias de Abraão.22). 2.1). q u a D d o o Tabernáculo foi dedicado no deserto (Nm 7.32).000 homens em sua divisão (2 Sm 23. 2. O relato de sua hospitalidade di­ tirara a mulher de Abraão. p. a ríspida hostilidade de seu marido Nabal.3. plomática para com Davi contrasta com 5 . Abiel foi o avô do rei Saul (1 Sm 9. s.2).25).2). enquanto os abiezrilas foram con­ vocados para ajudar. Provavel­ mente ele é o mesmo Jezer. Um dos 13 filhos de Joctão (ou Joctã). Os efraimitas reclamaram que. Com razão. limitando-se a registrar a ação de Davi de acordo com um costume social. É mencionado como o líder de um dos clãs da tribo de Manassés. da tribo de Benjam im. Ele falhou por não oferecer a Davi a costu­ meira hospitalidade e demonstrou que não tinha conhecimento do Senhor.ABIMELEQUE do a contagem. o exército sob suas ordens era de 35.34. Abigail era uma mulher linda eproteger sua esposa. “o pai alegra-se). o anatotita. ele também trouxe a oferta pacífica da tribo. para criar uma alegoria moral e mostrar a superio­ ridade de Abigail sobre Bate-Seba. Alguns destacam a polémica literária em tomo desta história. Durante suas pere­ grinações nómades.400 pessoas1 (Nm 1. eles estavam exclu­ ídos da batalha (Jz 6. Também chamado de Abi-Albom. quando Gideão o convidou a seg u i-lo na b atalh a co n tra os midianitas.2.1). na época em que Canaã foi dividida entre as tri­ bos. estava de serviço com seus soldados no uono mês de cada ano e ti­ nha 24. nosso patriarca esta­ beleceu-se próximo de Gerar (Gn 20). de Números 26. 8. que insensatamente pagou as saudações polidas do futuro rei com insultos. A mor­ te de Nabal. um dos descendentes de Sem (Gn 10. Portanto. entretanto. A B IM A E L (Heb. dificuldades textuais não resolvidas.

14-18). No final.3 5 ).3. menos Jotão. Tal ação da parte do Se­ Siquém. algum a reconhecerem o Deus de Abraão e ve­ tempo depois.Essa h istó ria não m enciona a car contra mim. para que a o quanto podia confiar em Deus. respondeu que leve medo de morrer. to vívida da lição que Deus então ensi­ nou a Isaque: “Eu sou o Deus de Abraão. Abraão. Abraão e sua caravana saíram daquela e rogará por ti. para Abimeleque então voltou para Siquém. pois. uma fraude. como pre­ deles. restitui a com Deus. Não temas. Abraão então orou a Deus e Abimeleque foi curado (Gn 20. Outro Abimeleque foi o filho de Gideão. Deus respondeu: “Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fi­ Rebeca como sua esposa (Gn 26.3 4 . como também o sangue como um bom treino prático. o Tal ação da parte do Todo-poderoso le­ menor de todos. quando ele também peregrinou que derrotariam Lambém essa outra cida­ em Gerar. sem dú­ estéreis. Agora. 70 dos filhos de Gideão. idêntica à que Abraão tivera. Ele então governou so­ vou Abimeleque e seu comandante Ficol bre Israel por três anos (Jz 9.24). 2. Esse nasceu de uma concubina Tem pos depois. o filho de mulher ao seu marido. zeste isto.6. pois teu pai. a ofensa. A partir viver em tal proximidade com os filisteus.7). meu ser­ pagou um preço a Sara. Exatamente quando parecia Isaque. Outro filisteu chamado Abime­ cidade numa batalha e em seguida mar­ charam contra a localidade mais próxi­ leque é mencionado em conexão com ma.18). pois eu sou contigo. foi anulado por Deus. quando o Senhor lhe pe­ belaram-se contra ele. certamente morrerás. quer consideração pela sua família e pe­ Esse estranho episódio. Mas se não região. Logo de­ contendeu com Abimeleque. E por isso que não te interação de Abimeleque ou de Isaque permiti tocá-la. por envolver los seus d escen d en tes (Jz 8 . “enviou Deus um espírito rem que Ele respondera a suas orações mau entre Abimeleque e os cidadãos de (Gn 21.31). e também eu te impedi de pe­ etc. por causa pois da morte desse renomado juiz. pois ele é profeta. porque se tornaram um grupo de a restituíres.ABIMELEQUE lar é relatada sobre o encontro de Isaque Abimeleque alegou que era inocente e com esse outro rei e como ele tomou fora enganado. tratou alguns bandidos que assassinaram onde quer que ele fosse (Gn 20. contudo. daquele momento Abimeleque caiu do­ Essa experiência.1.22-34). quando A braão que viera de Siquém (Jz 8. tu e pessoas muito grande e poderoso para tudo o que é teu" (Gn 20. os dois líderes fizeram uma ali­ Baal e recusaram-se a demonstrar qual­ ança (Gn 21.6. O Senhor demonstrou que es­ 9). con­ tava com Abraão e protegeria seu servo. sem dúvida. para que vivas. os de um poço de água que seus homens israelitas novamenLe voltaram a adorar cavaram. em to­ violência praticada contra os setenta fi­ das as situações.22. 8. náo havia temor de Deus em Gerar. Como os cidadãos da cidade re­ em Génesis 22. 3. quando foi confrontado por vida serviram como uma ilustração mui­ Abimeleque a respeito daquela mentira. recaíssem sobre Abimeleque” (Jz paração para a suprema prova de sua fé 9.33). os quais procederam aleivo­ nhor também ajudou Abraão a perceber samente contra Abimeleque.).9. a estabelecer seu nome e seu poder entre cidade de sua mãe.17. Com o dinheiro que lhe deram.22). abençoar-te-ei e multiplicarei a tua des­ Abimeleque deu-lhe vários presentes e cendência por amor de Abraão. bem como a maneira similar como ente e sua esposa e escravas tomaram-se o Senhor enviou seu livramento. e conseguiu apoio (Jz os filisteus.24). Uma experiência muito simi­ 6 .23. esse filho bastar­ diu que oferecesse seu filho Isaque em do de Gideão e suas tropas derrotaram a sacrifício. Tebes. para compensar vo" (Gn 26. serviu-lhe lhos de Jerubaal.

o leviGideão (Jz 9. A Arca da Ali­ ança estava guardada ern sua casa. morreu. tra a própria santidade de Deus e de seu povo. Posterior­ Samuel. Após a morte de Davi. 1 Reis 16.3. lho. Ela ajudava bre uma colina (1 Sm 7.G.56. neira Deus trouxe juízo tanto sobre Abimeleque. O pai de Baraque (Jz 4. nos dias alguém para sua obra. servia. por ter matado 70 dos seus A B IR Ã O (Heb. ao invés disso.7). 31. 1 Cr 2. "pai é nobre"). esse castigo serviu como um lem­ car-lhe Davi para ser tingido rei de Israel brete para os israelitas. Esse per­ fio feito por Golias. quando escolhia que seu pai reconstruiu Jericó. que mais tarde foi construir a cidade.2).13). 1. depois o rei a manter-se aquecido na cama e o que os filisteus a devolveram para Israel. fortificada.34 mostra tremamente assustadas diante do desa­ como essa profecia se cumpriu. olhava “para o que está diante dos olhos 2. Abirão. por­ (a aparência exterior)”. para mais detalhes. na cabeça de Abimeleque (Jz 9. pediu ao seu próprio es­ cudeiro que o matasse (Jz 9.17).6. Esse desafio contra Moisés te esse era o título do rei filisteu de Gate. por sua rebelião original contra a casa de Junto com seu irmão Datã e Coré. 11.50-54). A falta de fé que demonstraram e A B IN A D A B E (Heb. como também sobre os siquemitas.57). de Israel.53: 2 Sm Veja Uzá e Aiô. portanto. Quando conquis­ rém o Senhor olha para o coração” (1 Sm tou Jericó.23-35). que deviam amar (1 Sm 16. por uma mulher. rubenita. diante de 250 outras pessoas. 1. 3.Esse outro A binadabe veio de A B IS A G U E . O Senhor ensinou ao Senhor e guardar seus mandamentos ao profeta e a toda a nação que Ele não (Dt 11.1). eles encabeçaram uma rebelião con­ Gaal e lotõo. be.1. ex­ pelo poder de Deus.ABISAGUE de. Esse Abinadabe era um dos irmãos ção contra qualquer um que tentasse re­ mais velhos de Davi. Josué pronunciou uma maldi­ 16. Quando o rei Davi ordenou que fosse Adonias pediu permissão a Bale-Seba trazida para Jerusalém.6. Veja também G ideão . 10. filho de Hiel. A idéia implícita do texto é que um 2.12: critor de Juizes acrescenta que dessa ma­ 5. "pai exaltado”). ela foi colocada 7 .12). antes de Deus finalmente indimente. também foi morto (1 Sm P.D.2: 1 Cr 8. No dia em que Saul morreu na ba­ rei mais piedoso teria impedido que o tra­ talha contra os filisteus. 9. SI 106.8. seu segundo fi­ balho de reconstrução fosse iniciado ali. escondida numa lorre numa carroça e os filhos de Abinadabe. 1 Cr 13). a qual fora destmída encontrado entre as tropas de Saul. Novamente Davi foi verso ato de desobediência aos manda­ o escolhido por Deus para trazer a vitó­ mentos do Senhor foi apenas uma das ria ao seu povo sobre o gigante e os líde­ maldades que ocorriam nos dias de Aca­ res filisteus (1 Sm 17.D. onde sua casa ficava so­ escolhida para ser camareira de Davi. sem contudo manter relações se­ xuais com ele (v 4).G. tra Moisés.15). Envergonhado por ser derrotado P.21).33. Provavelmen­ Deus (Nm 16). no fim de sua vida (1 Rs 1.D. uma rebelião con­ P. 4. Uma linda jovem sunamita. Quiriate-Jearim. O es­ A B IN O Ã O . O segundo dos oito filhos de Jessé quando a terra se abriu "e os tragou com que se apresentaram diante do profeta as suas casas” (Nm 16. Abinadabe. uma mulher.G.3.3).Um dos filhos de Eliabe. atirou unia pedra de moinho Uzá e Aio. La.39. a levaram (2 Sm 6. irmãos. "po­ do rei Acabe. sua desobediência os levaram à morte. pelo Senhor. Outro Abimeleque é mencionadoe desafiaram a autoridade do homem de na introdução do Salmo 34. e Arão era contra os líderes escolhidos para onde Davi foi quando fugia de Saul.

e irmão de Joabe (1 Sm 26. já per­ to do fim da vida de Davi. Abisai era totalmente leal ao rei. Veja M aaca (1 Rs 15.11. Êx 24. esta jovem estava presente quando Davi prometeu a Bate-Seba que seu filho Salomão seria seu sucessor (1 Rs 1.1.20). nascido em Hebrom (2 Sm 3. “meu pai é bom’’). quando se apresentou como voluntário para acompanhar Davi até o acampamento de Saul. A B IT U B E (Hebr. Ele nasceu em Moabe (1 Cr 8. A B IÚ (Heb. 19. desta vez em um luta contra um gigante filisteu (2 Sm 21.23).2. Na época da confirmação do pacto de Deus com Israel.4). P. Um filho de Finéias e pai de Buqui.5). A mãe do quinto filho de Davi. A B IS A I. Posteriormente. e Davi estava preparado para esperar até que isso acontecesse.10). e supôs que. Sefatias. Eleazar e Itamar. Abisai permaneceu leal ao rei. Abisai recomendou que Davi apro­ veitasse e matasse Saul imediatamente.12. quando seguiram uma parte do caminho até o monte Sinai (somente Moisés teve permissão para aproximarse do Senhor. "pai da salvação”). Abisai teve novamente a oportunidade de salvar a vida do rei. Embora Davi apreciasse a lealdade de seu sobrinho e precisasse dele na luta contra o próprio filho. Ele liderou um terço das tro­ pas de seu tio.5.16. perseguiram-no e o mataram (2 Sm 2. Adonias chegaria assim ao trono. Ele preferia fazer as coisas à sua própria ma­ neira. Em vá­ rias ocasiões Davi teve de acalmar Abisai e tentar persuadi-lo de que o Senhor se encarregaria de cuidar de seus inimigos (2 Sm 16.22-25).ABI SAI para casar-se com Abisague. era o segundo filho de Arão e sua esposa Eliseba (Êx 6.50 e é mencio­ nado em Esdras como um ancestral des­ te sacerdote. d . 3. A B ITA L . então mandou matá-lo (1 Rs 2.4).28. e mostrou-lhes como poupara a vida do rei. ABI SUA (Heb. Este ficou furio­ so com o pedido do irmão mais velho. Finalmente. Seu tio. Davi cha­ mou Saul e Abner. no momento em que todos doriniam. “Deus é pai”). que repeliram o ataque de Absalão em Gileade (2 Sm 18.9-12). De fato. ao invés de colocá-las nas mãos do Todo-poderoso.17. entre os “heróis” de Davi (1 Cr 11. contudo. Um filho de B ela e neto de Benjamim (1 Cr 8. Ele é mencionado pela primeira vez em 1 Samuel 26. quando fugia de Saul. Cer­ ta vez. seu comandante. ele estava entre os setenta líderes do povo que “viram o Deus de Israel”. Joabe e Abisai. Abisua é listado como descendente de Arão em 1 Crónicas 6.g . Um descendente de Benjam im e filho de Saaraim e Husim (sua mãe). mas nunca exibiu o mesmo compromisso com a soberania de Deus que Davi tinha. quando Absalão rebe­ lou-se contra Davi. Abisai então apanhou a lan­ ça e a vasilha de água de Saul e as levou consigo. Sempre se destacava nas batalhas e algumas das suas proezas são relatadas em 1 Crónicas 18.D. Foi um dos guerreiros mais leais do rei e liderava o segundo gru­ po de três. uma das irmãs de Davi.9. se tal casamento fosse reali­ zado. Um filho de Samai e marido de Abiail (1 Cr 2.17).4. Do alto da montanha. pe­ diu-lhe que tratasse brandamente o jovem Absalão (2 Sm 18.). O tempo e 8 . durante a noite. p .15-31).G.11). Antes de Davi subir ao trono.29). 1 . Somente o próprio Se­ nhor acertaria as contas com Saul.2). Irm ão de Nadabe. A B IS U R . Era filho de Zeruia. não aceitou nenhum conselho para estender a mão contra o ungido de Deus. Tempos depois. Abner matou Asael. seus irmãos. e envolveuse assim na intriga que havia em tomo da sucessão ao trono. Abisai lutou ao seu lado.24. A B IS A L Ã O .6. etc.8. 1 Cr 2. 2.16).15.30).

Realmente. Joabe saiu para conversar com Abner e o feriu mortal­ mente (2 Sm 3. In­ felizmente. do outro lado do rio Jordão. ABIÚDE (Heb. Abner fugiu (veja A sael). pronunciando uma maldição sobre sua família (2 Sm 3. 1. “meu pai de louvor”). O filho de Jessé sempre respeitou a lealdade de Abner à dinastia de Saul. a morte de Abner representou o fim de qualquer esperança que Is-Bosete. comandante do exército de Davi. porém.57). o fato de Cristo ser rei é estabelecido de várias maneiras e não mais através dessa genealogia.ABNER a “santidade” de Deus foram enfatizados como a essência da adoração de Israel. o povo não podia aproximar-se dele. 1 Rs 2. Foi o principal comandante do exército de Saul e posteriormente do exército que seguiu Is-Bosete. por náo ter protegido adequa­ damente seu senhor (1 Sm 26.32). Quando Saul estava perseguia o futuro rei. Ele ficou aborrecido com a maneira pela qual Abner fora as­ sassinado e acusou Joabe. embora relutan­ temente (2 Sm 2.3). A morte era o castigo merecido para alguém que comprometesse a santidade de Deus. Jaasiel. Joabe. como Zorobabel. p . Deus era “santo”.d . levou Is-Bosete a Maanaim. Davi foi ungido rei. Era filho de Ner. 9 . algum tempo depois Abiú e seu irmão Nadabe foram mortos. Quando ele vol­ tou com seus homens para Gibeom. o qual era tio de Said (1 Sm 14. Abner. ao perceber que Davi ti­ nha muita consideração por ele (2 Sm 3.6). o filho de Jessé foi ao acampamento dele à noite e cravou uma lança no chão. contudo. morto por Abner. Quando sua lealdade foi questio­ nada. Davi escarneceu de Abner. até chegar a José e. Ele leve grande influência na casa de Is-Bosete (2 Sm 3. Jesus (Mt 1.20-23). a fim de atender aos requisitos da santidade. o filho de Abner. Citado na genealogia de Jesus como filho de Zorobabel e pai de Eliaquim. Logo depois ele mesmo foi morlo (2 Sm 4) e Davi tomou-se rei de todo o Israel em Hebrom (2 Sm 5). quando este se preparava para sair e en fren tar G olias (1 Sm 17. A B N E R . Quando Joabe retornou. por ofe­ recerem “fogo estranho perante a face do Senhor. pudesse ainda alimentar de tornar-se rei de Israel. Posteriormente. ficou furioso e passou para o lado de Davi (2 Sm 3). portanto. p .d . durante o reinado de Davi. Abner então conven­ ceu o povo de Israel e de Benjamim a declarar sua lealdade a Davi. É citado na genealogia que leva até Saul. Neto de Benjamim e filho de Bela (1 Cr 8. filho de Saul. bem como sua habilidade militar. No evangelho de Mateus. suspeilou da motivação de Abner e talvez tenha fica­ do com ciúmes. con­ frontou-se com Joabe. o que ele náo lhes ordenara” (Lv 10. sucessor do rei.1). mas logo leve boas razões para náo gostar de Davi. Ao vol­ tar ao seu esconderijo. Logo depois que Saul foi derrotado pelos filisteus. foi apontado como líder sobre a tribo de Benjamim. pois recusou matar o ungido de Deus. onde o estabele­ ceu como rei (2 Sm 2). g .50). Abner era tido em alia estima por seu primo Saul e comia à sua mesa no palácio (1 Sm 20. 2. Após uma grande bata­ lha.13).g .27). estava determi­ nado a vingar o sangue de seu irmão Asael.22-25).25).55. fi­ nalmente. qualquer adoração ao Senhor precisava ser tuna resposta aos seus mandamentos. que passa através de vários reis e princesas. Foi ele quem cuidou do jovem Davi.5. Assim. ao lado da cabeça do rei adormecido.5-16).

por meio da qual pessoas com antigos nomes. transfonnaram-se em novas criaturas. A grande decisão da fé (Gn 15. A presença de Ló. Esta é uma narrativa da transformação gradual mediante a graça divina. O abandono da terra em tempos de aflição. A promessa anunciada. A ques­ tão da fé e da Palavra imutável de Deus. Contendas.11-17). Ancestrais e nascimento. Esse ponto é enfatizado na maneira como a história é narrada e também 10 . (b1) Génesis 12.16: Reclamação e mais falhas. Note como toda a história pode ser classificada (A1. A fé que amadureceu lentamente Existe um padrão distinto na maneira como a história de Abraão é contada: (A1) Génesis 11.27-32: Os primeiros eventos. Um novo título para o Senhor. (b2) Génesis 13. Abraão e Sara (A2).2 a 22. foi uma batalha prolongada (b1 b4). A morte de Abraão.1 a 20. Essa. Renovação da promessa. náo foi uma transformação repentina. Promessas detalhadas.20— 25. e termina em Génesis 25.10: Os últimos eventos. Retorno à terra. A família de Harã. A questão da fé e da paciência. (B2) Génesis 21. A questão da fé e da confiança. (b4) Génesis 17. A morte de Sara.1 a 16. Abrão e Sarai. com muitos fracassos e deslizes. Parte da terra cedida a Ló. a vida mediante a fé. quando é sepultado em Macpela pelos dois filhos. (Bl) Génesis 12. Uma noiva de Harã para Isaque. (A2) Génesis 22. A fé foi efetiva desde o início. mas amadureceu lentamente. A promessa mais uma vez renovada. De todos os patriarcas.17: O conflito da fé. entretanto. mas será que cumpre sua Palavra? A questão da fé e da perseve­ rança. O Senhor promete. A oferta de Isaque. A família de Harã.9. contudo. O nascimento de Isaque. motivada pelo medo.18: A aliança é estabelecida. A2) pelas referências a Harã e pelo contraste entre o nascimento e a morte. Isaque e Ismael. Abrão e Sarai (A1).19: O amadurecimento da fé. (b3) Génesis 14. A promessa garantida por meio da aliança. A Palavra de Deus ajustada às circunstâncias humanas.1 a 20. Ló. A defesa da terra exige ação resoluta. A falha com relação a Hagar. A terra identificada.4-6) foi instantâ­ nea e irreversível.26. é o que tem o registro mais longo e isso reflete a importância do “pai de todos os que crêem” (Rm 4. Aventura e falhas. A fidelidade do Senhor à sua aliança e a falha de Abraão.ABRAÃO (ABRÂO) ABRAÃO (A B R Ã O ) Abraão em Génesis A história de Abraão começa em Génesis 11.1-20.1-18: Renovação do compromisso e novas falhas. Chegada à Terra Prometida. com seu nascimento.

nos tornam “maduros e completos” (Tg 1. a não ser no tempo de Deus e pela perseverança da fé. 10). nem herdadas de outra maneira. As promessas de Deus não podem ser barganhadas (Gn 13.ABRAÃO (ABRÃO) nas citações do Novo Testamento.4). tem uma forma dis­ tinta e devemos isto à arte literária da Bíblia. Hebreus 6.9). definitivamente nega a idéia da santificação instantânea. Abraão não estava muito seguro de que o Senhor provaria ser digno de confiança.1). num misto de progressos e fracassos. 2-4.1).21. Primeiro. para dá-la a outrem. 16. mediante uma aliança (Gn 17. com a mesma atitude resoluta. o Senhor continuava fiel — “porque não pode negar-se a si mesmo” (2 Tm 2.11) — cooperam.11-13).1-11). e tirou a Ló do meio da destruição” (Gn 19.15 mostra que a promessa não foi “alcançada’' sem paciência e Tiago 2. embora ele de­ monstrasse falta de fé. A narrativa de b 1a b4 é cheia de falhas. observamos com brevidade como b1 e b4 compartilham referências do engano praticado que envolveu Sara (Gn 12. família (Gn 13. as quais.1-13.2-4.8. tampouco era sua para conquistá-la.17). em quarto lugar. não contestou quando o rei de Sodoma calmamente declarou possessão sobre o que acabara de perder na batalha.1-19. no qual as pressões da vida — alimento (Gn 12. Segundo» a falha revelada mediante o desejo compreensível de encontrar uma solução rápida e prática para um problema familiar (Gn 13. Essa última falha foi mais grave do que qualquer outra que Abraão experimentou.2). cf. 20. Abraão mostrou que estava preparado para adaptar a Palavra de Deus (a promessa de possuir toda a terra de Canaã). quando manteve hábitos irracionais e temeu por sua segurança pessoal (Gn 20.16) e confirmá-lo como profe­ ta e intercessor (Gn 20. Abraão estava disposto a abrir mão do direito sobre parte do que Deus lhe prometera (Gn 13.5. Durante todo o tempo em que peregrinou pela terra. A história do pai da fé. quando enfrentadas com fé e perseverança.8.7? A despeito disso. nem aceitou qualquer parte do espólio. anseios (Gn 15. A próxima falha envolveu Hagar.11). afinal. em forma de “provações” (Tg 1.7.13) — e trabalhava na solução do problema à sua própria maneira providencia].29). Abrão primeiro agiu resolutamente para inva­ lidar a posse deles (vv 13-16). Da mesma maneira que a Terra Prometida não pertencia a Abrão. também 16. a história da morte de Sara (Gn 23) e da compra do campo de Macpela como local de sepultura fala sobre o mesmo tópico.10).4.7). Abraão falhou. E. contudo. A estrada da maturidade da fé (Gn 22. Era costume da família patriarcal levar seus mortos de volta para casa.22) sempre foi baseada na prática de dois passos para a frente e um para trás. As seções intermediárias (b2 e b ’) falam do tema da lerra: pressionado pelos conflitos ocasionados pela presença de Ló. Abraão não estava isento das tentações — nem mesmo de recair na mesma tentação. 11 . O Senhor não só se comprometeu com ele. não somente guardando a semente prometida.8). então. procedente da espera impaciente pelo cumprimento da promessa (Gn 15. não fosse capaz de pro­ ver (note o termo “porque” no v. o Senlior. é um teste constante.25). no momento da pressão. embora este náo estivesse incluído na promes­ sa de Génesis 17. Muito pungente. como mostrou sua fidelidade em manter suas promessas: Por que Ele “lembrou-se de Abraão. que o chamara (Gn 12. Ainda assim.1) e lhe prometera (w. Tg 2. a fim de sepultá-los (Gn 50. mas também usando o erro de Abrão para enriquecê-lo materialmente (Gn 12. o crente Abraão. a fim de pacificar Ló. quando sua própria segurança encontrava-se ameaçada (Gn 20. houve o medo de que.22 fala que a fé de Abraão foi “aperfeiçoada”. quando uma coalizão de reis estabeleceu o que viam como seu direito pela mesma área de terra (Gn 14.3. Essa história.1-8).1) e temores (Gn 20.1.7).9) — como se ele realmente tivesse competência para dar a Terra Prometida de presente a alguém! Em contraste.

8-17).8) já havia separado um homem e sua família para a salvação (Gn 6. o qual tinha um filho chamado Abrão (Gn 11. A caverna. entretanto.14-20) e das divisões (Gn 11. Nas narrativas da Queda e do Dilúvio. revela alguns pontos muito importantes. Desta maneira. Em Babel.11). o livro de Génesis. Em contraste com Génesis 12 a 50. O Pacto Abraâmico De Noé até Abraão A aliança de Deus na Bíblia é sua promessa concedida gratuitamente. como a Queda (Gn 3 a 5). ela volta até antes do incidente de Babel. No caso de Noé.27-30) — a quem o Senhor diria. 12 . com seu precioso cadáver. a história de Babel também tem sua nola de graça e esperança. isso significa. Quando chegou o Dilúvio. 9) — com a calamidade adicional do colapso universal da comunicação — que Génesis trata como se fosse de pouca relevância. antes que o pecado de Babel com todas as suas implicações fosse cometido. Quando Deus lez sua aliança com Abrão (Gn 15 e 17). onde este único ho­ mem e sua família ocupam toda a cena. literalmente.26. a graça (Gn 6. lei (Gn 9.ABRAÃO (ABRÃO) mas Sara não foi conduzida para Ur ou Harã (Gn 11. numa tradução mais livre: “entrarão na bênção de que precisam”.17). as quatro características das alianças divinas apareceram juntas: promessa (Gn 6.20).10-24).17). A humanidade deteriorou-se. não voltou suas costas para o mundo. até que encontra um homem praticamente desconhecido. notemos o ponto onde ele aparece pela primeira vez. Génesis 1 a 11 é universal. Um olhar mais atento para a genealogia. parece que o fato que mais temiam (Gn 11. era uma declaração muda e poderosa: “Esta terra é nosso lar. o Êxodo e o monte Sinai. A lei sob a qual a humanidade ocupou o Jardim do Éden incluía a advertência de que o pecado traria a morte (Gn 2. podemos muito bem perguntar onde estão os sinais da graça e da esperança.18). que esmagaria a cabeça da serpente (Gn 22. ela passa por cima de oito gerações (de Sem até Naor. embora a idéia total da aliança tivesse de esperar até Moisés. Pelo contrário. ele seria restaurado da maldição (Gn 3.31. Primeiro. Um plano para o mundo Antes de encerrarmos o assunto sobre Abraão.3). das quais nada fala. conforme o Senhor prometeu". com seu foco quase exclusivo em Abrão/Abrãao e sua família.9) causadas pelo pecado. a promessa era de salvação do juízo que o Senhor traria sobre todo o mundo (Gn 6. Segundo. como se os seres humanos simplesmente estivessem espalhados e abandonados à própria sorte. Gn 1 e 2) de eventos gerais. Por causa disso. chamado Terá. o elemento da longanimidade e da graça divina é bem explícito. na verdade o Senhor falou-lhes sobre a continuação da vida e a derrota final da serpente (Gn 3.17). contudo. ao novo começo com Noé. por meio dele e sua família nasceria o des­ cendente da mulher.32). o Dilúvio (Gn 6 a 9) e a Dispersão em Babel (Gn 10. sua situação é triste e irremediável. “em ti serão benditas todas as famílias da terra'' (Gn 12.17). em Génesis. mas quando Adão e Eva transgrediram. veio sobre eles (v. pois trata (logo depois da narrativa da criação. para traçar a história emer­ gente da família de Sem. sacrifício (Gn 6. ali.15. “abençoarão a si mesmas".16). esta terra é nossa.1-8) e sinal (Gn 9. ou. Gn 11.4). ao registrar imediatamente outra genealogia. mas o Senhor estabeleceu seus planos (em Noé e Sem). onde a palavra “aliança” ocorre pela primeira vez. Foi depositada num se­ pulcro em Canaã. ficou um pouco mais claro como esses elementos estão inter-relacionados.

1). deixa bem claro que o pacto abraâmico foi inaugurado por meio de um sacrifício. Abrão precisava de uma reafirmação presente e futura e Deus a deu — somente. 6). o verbo “firmar” é. por isso. a restauração do rei de Sodoma (w.. isso será feito comigo”. após os eventos do cap. em fogo e fumaça (Êx 3.2-5). Deus tomou sobre si toda a responsabilidade do compromis­ so: Ele assumiria todo o impacto da aliança quebrada.21.16). onde é citado que as pessoas que desejavam firmar um juramento solene andavam entre as partes cortadas do animal sacrificado.” — quer dizer. o Senhor apareceu-lhe. de que a vida não valia a pena ser vivida sem um filho e um herdeiro (Gn 15. 13-16). 12).9-17 não está bem explicado — embora fique claro que Abrão sabia e entendia o que fazia naquele momento. é usada a palavra técnica para “inaugurar” uma aliança. colocar em ação”. aqui. 17. A passagem amplia a ação da aliança de Génesis 15. promessa e sinal Quinze anos depois da chegada de Abrão a Canaã (Gn 12. pois garantia a proteção e um grande galardão (Gn 15. o Senhor então iniciou os procedi­ mentos da aliança (w.1) e treze depois da falha dele. o Deus santo (Êx 3. estabelecer”. o verbo “estabelecer” significa “implementar. para provocar mais uma reclamação. Já que Abrão ainda não se sentia totalmente seguro (v.5) e a da terra de Canaã para seus descendentes habitarem nela (v. “colocar. Como o Senhor é paciente! Como se sua promessa anterior não fosse suficiente.18. literalmente. perdia a opor­ tunidade? Grandes vitórias frequentemente são seguidas pela depressão e ansiedade! Seja qual for a razão. Thdo isso. foi tirado de cena por um coma espiritual (v. o sacrifício detalhado em Génesis 15.10). mas depois entende­ mos que era uma demonstração prévia do Deus do Sinai.18. ao localizar o fato.18.2-5). quando preparou o sacrifício (Gn 15. Lei. Não está claro por que Abrão precisava de tal palavra de Deus.ABRAÃO (ABRÃO) A segurança da aliança No caso de Abrão. ao reiterar a promessa dos descenden­ tes e da terra (w 13-16). porém. “depois destas coisas. Ele voltou à tarefa de consolar seu servo com mais duas promessas específicas: a de um filho e uma família (Gn 15. 22-24). o Senhor apareceu-lhe no moraento em que ele precisava de uma reafirmação e esperança. A visão do Senhor como “um fogo fumegante e uma tocha de fogo” não foi explicada a Abrão. a fim de significar que a partir daquele momento a aliança seria um relacionamento imutável entre o Senhor e Abrão. por ser somente um espectador do que o Senhor faria. Génesis 15. Teria ele imaginado que não seria possível aquela vitória representar a maneira como Deus planejava dar-lhe a terra e. pois não era ele quem fazia o juramento. No caso de Abrão. para representar que “se eu não mantiver meu juramento. e disse-lhe que náo temesse.2).2..22). O sacrifício da aliança Até onde sabemos. a coluna de nuvem e fogo (Ex 13. talvez Abrão temesse um contra-ataque desferido pelos quatro reis.4: 17. 14: a derrota dos reis (w. ao envolver-se com Hagar (Gn 16. Ao ler nas entrelinhas. 21) e a recusa de participação em qualquer divisão de espólio (w. em Génesis 6. o qual pela graça encobre sua santidade. para com­ pletar a aliança. em Génesis 17.4.18. Temos alguma luz por meio de Jeremias 34. 13 . está sem explicação. para poder se manifestar no meio do povo.1 oferece uma pista. contudo. Em Génesis 15. mas Génesis 15. 9-18). entretanto. 8).

10-20). mesmo assim. mas sim do que o Senhor garantia a Abraão.9>14). mas o Senhor nada teve que ver com aquilo. exatamente como os sinais da aliança do Batismo e da Ceia do Senhor fazem hoje. requer a busca da santidade dentro da comunhão divina.. mas “o selo da justiça”. mas o contexto nos permite ver a ousadia da fé. quando repousa no conhecimento do caráter de Deus (v. isso quer dizer que a circuncisão não é um sinal do que Abraão prometia a Deus. Isto é vida de fé.. contudo. o sinal proclamava as promessas de Deus. Na verdade é um salto na luz. Depois que o erro foi cometido (Gn 14. que nascem a partir da verdade. doméstica (v. 6). o Senhor finalmente disse: "darei esta terra" (Gn 12. Em Génesis 18.. Pois isso é le o que vemos em Abraão — e em toda a Bíblia. nossa ênfase foi colocada no conflito da fé e nos fracassos dele. Nada tirou Abraão do seu cami­ nho — nada.7). Génesis 14 não menciona a fé em conexão com a guerra contra os reis. A fé torna»se ousada quando age alinhada com as promessas do Senhor. Abraão tentara resolver a crise. “ajustando” a palavra de Deus ao problema (Gn 14. A promessa. Dali em diante. para Noé. pois tem como base de apoio a palavra que Deus falou. nem mesmo seus próprios fracassos! Por exemplo. saiu. sendo chamado. Pela fé. o arco-íris nas nuvens dissipava qualquer temor de que outra tempestade interminável acontecesse. de regresso até onde tinha certeza que estivera na estrada da fé. Génesis 12 destaca a grande aventura da fé (w. Desde que esta prática é chamada de "o sinal da aliança”. em Génesis. vemos o mesmo princípio de oulra maneira: a ousadia da oração da fé.8. 8) e é selada com o sinal da aliança da circuncisão (vv. enquanto o patriarca aguardava a chegada do filho prometido.8.5)..4). espirituaJ (v. 14 .15-17) e essa promessa incluía a parte que Abraão cedera a Ló e retomara dos reis (Gn 14. retornar à Palavra de Deus e esperar a Palavra de Deus. pois eu a darei a ti” (Gn 13. fortalecer-se-ia nos dias de impaciência ou dúvida. fé é convicção e ação. A fé de Abraão Um único e firme propósito Quando olhamos a história de Abraão.1) não é específica. hei de dar a li. como se ratificasse a resposta de Abraão. é detalha­ da e cobre quatro categorias: pessoal (Gn 17. mas. 25).. sua disposição firme e perseverante em arriscar tudo. “ Abraão.ABRAÁO (ABRÁO) ao conceder maiores detalhes sobre a promessa (Gn 17. que é credulidade e não fé. 1. não se limitou a voltar para a terra de Canaã: retornou especi­ ficamente para o lugar onde começara (Gn 13. Deus reafirmou a palavra da promessa: “Toda esta terra. conforme diz Hebreus 11.14). 7) e territorial (v.17. sem saber para onde ia". ao lembrar-se de que trazia no próprio corpo a confirmação das promessas divinas — da mesma maneira que.2) e o sinal (Gn 17. Realmente.23-33. 10-14). deve ser interpretada da mesma maneira que as palavras idênticas de Génesis 9. Típica do período patriarcal. baseado meramente na Pa­ lavra de Deus. Em ambos os casos.3). Todo o ciclo de sua vida está dentro de três parâmetros: obedecer à Palavra de Deus. a fim de confirmar o que Deus fez por Abraão e as promessas que estabelecera..7). a lei (Gn 17. Romanos 4.812).11 refere-se à circuncisão como “o selo da justiça da fé”: não “o selo da fé”. Não é um salto no escuro. pois aquela situação envolvia sua famdia (Gn 13. É isso que define fé. Agora é o momento de olharmos para sua confian­ ça.4*8) e acrescentar os dois componentes remanescentes: a lei (Gn 17. somente depois que entrou em Canaã. depois de sua falha no Egito (Gn 12. Por esta razão.9).4.

fez isso. o qual é pai de todos nós” (Rm 4. mas também à que é da fé que Leve Abraão. o único objeto de todas as promessas de Deus (Hb 11.6) e Abraão percorreu o caminho completo (Gn 22.6). e Tiago 2. nós vamos adorar e nós voltaremos para cá”. deve provar sua realidade nos desafios e respostas da vida diária.16). para nos tornar “participantes da sua santidade”. “Eu e o menino — nós subiremos até lá.12.29: 9. porém.11.15-18). “não se deixou levar pela incredulidade”? Ambos os textos.18) e. “teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa”. mas com total simpli­ cidade — escolhe descansar na promessa de Deus. mas elementos de uin programa educativo divino (Hb 12. mas que.. "o Israel de Deus” é sua nova criação (Gl 6. Primeiro.16).28. humana­ mente falando. As passagens mais importantes são Romanos 4.7).17. Esse incidente proporcionou a Paulo uma de suas muitas “passagens de ouro*' — Romanos 4.9.16) e Gálatas 3. Romanos acrescenta que essa fé é a marca distintiva do povo de Deus. a confiança baseada simplesmente na Palavra de Deus. como. apesar disso.6.. Foi incrível Abraão olhar para o seu próprio corpo amortecido e ainda crer na promessa de que teria um filho. a promessa do nascimento de um filho foi aceita pela fé e essa foi imputada como justiça (Gn 15. colocasse tudo a perder. o Novo Testamento nada tem a acrescentar ao Antigo: todas as bênçãos de Deus em Cristo Jesus. nós. mas no pleno reconhecimento da própria incapacidade." O comentário inspirado em Hebreus 11. mesmo assim.. Ele.1-19: o Sacrifí­ cio de Isaque. seria ainda inacreditável que ele pegasse seu filho.. humanamente falando. Esses testes náo são casuais. com uma ênfa­ se especial. Os descendentes biológicos de Abraão não recebem mais benefícios. nem para João Batista. não somente à que é da lei.10-13.18-22. são nossas simplesmente e somente na base da mesma fé que Abraão teve. Aquela “fé simples” de Génesis 15. O principal ponto da questão está era Génesis 22. Será que alguém conseguiria expressar de forma tão perfeita a situação inteiramente absurda de um casal que era. ousou dizer: “nós. em Romanos 2. ela “é pela fé. nós. O outro momento significativo da fé é destacado em Génesis 22. do ponto de vista das experiências e respostas humanas.19 diz tudo.1-14. para que seja segundo a graça. Abraão sabia exatamente que aquela “adoração” envolveria a morte e a oferta do filho e. ela foi mesmo.11 falam da mesma coisa: “estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para cumprir”. nesse aspecto... onde ele é chamado de pai de todos os que crêem (Rm 4. em Mateus 3. Do ponto de vista divino. onde os crentes são chamados de filhos de Abraão (G1 3. que agira não baseado no que sonhava. "ultrapassado’'. Esta epístola insiste em afirmar que.. Romanos 4. a lim de que a promessa seja firme a toda a descendência. resumidas e cumpridas plenamente no dom do Espírito Santo. Abrão começou a andar com Deus (Gn 15. 4 família de crentes Abraão é apresentado a nós no Novo Testamento como um homem de fé...5: literalmente.110). seu Israel.21 e Hebreus 11.ABRAÁO (ABRÂO) O filho prometido Génesis destaca dois “momentos" específicos na vida da fé de Abraão. nem para Paulo. como nosso pai e nosso exemplo. A verdadeira fé deliberadamente encara a incapacidade humana.15.7. de fato. 15 .22 fala sobre o incidente como “a fé aperfeiçoada”.

expulso de casa. que. negociou um tratado perpétuo de amizade com Abraão e. Tal Deus é digno de nossa confiança. embora o nome fosse conhecido.11. Ainda também é verdade.”. Abimeleque. a .ABRAÃO (ABRÃO) O Deus de Abraão Quem é o Senhor? Na história de Abraão. o Deus de poder ilimitado para transfor­ mar — Abraão tornou-se um preeminente homem de fé.3. Porque conhecia seu Deus — El Shadday. mas para usar outros estilos e títulos. 49. 35. ele os encomendou a El Shadday (Gn 43.3. Assim. o Deus eterno” (Yahweh El Olam) — provavelmente ele chegou a esse título por meio da conclusão de que somente um Deus eterno poderia ser invoca­ do para superintender um tratado perpétuo. em todas as circunstâncias. A passagem de todos esses anos (Abraão tinha agora quase 100 anos de idade e Sara já estava na menopausa. Gn 18.1.3) — pois o que poderia ser mais desesperador do que a situação de Jacó. No livro de Génesis. e Abrão não hesitou em identificá-lo como seu pró­ prio Deus.8 mostram Abrão pessoalmente empregando este vocábulo. quando o Senhor vai ao encontro de Hagar (Gn 16. Novamente.22).) El Shadday De todos esses títulos.3. 48. Em Génesis 21.25). no artigo Deus. foi nesse mesmo espírito que ele diz ter sido El Shadday quem se encontrou com ele em Betei (Gn 48. ela o reconheceu como “o Deus que vê” (El Roi). de Gerar. e referências como Génesis 15. Foi nesse contexto que Deus se revelou como El Shadday.14).1 coloca a questão de forma concisa: "apareceu-lhe Yahweh e lhe disse: Eu sou El Shadday. em Génesis 17.22. para enfrentarem o imprevisível e todo-poderoso José. apenas El Shadday reaparece no restante de Génesis (28. ao transformar o Abrão sem filhos em Abraão. náo tinha ainda nenhum significado específico relacionado a ele. o pai de uma multidão de nações. 16 . Se traduzirmos El Elyom2 como “criador” (Contemporânea) ou como “possuidor” (ARC) “do céu e da terra”. mas o contexto no qual este termo é usado sugere como deve ser entendido.2.13). Génesis 17.16). e essa mesma característica — a habilidade de transformar situações criadas pelas fraquezas humanas — aparece também em outras passagens. (Veja a seçáo sobre nomes. Ele é o Senhor supremo e universal.. incapaz de gerar filhos. O que ele queria dizer para o escritor desse livro? O signi­ ficado de “Shadday” como vocábulo é muito incerto e há muita discussão em tomo dele. El Shadday (Deus Todo-poderoso) é o principal dos quatro títulos similares de Deus. 43. sem um lar? El Shadday é o Deus que opera nas fraquezas humanas e as transforma — da maneira como agiu. quando Jacó enviou seus filhos de volta ao Egito. o nome divino Yahweh (traduzido na Ver­ são Contemporânea como “Senhor”) ocorre 73 vezes. em comemoração a esse evento. nosso patriarca plantou um bosque e invocou o nome do “Senhor.m . Por exemplo.11) teve o efeito de reforçar as fraquezas humanas. j . Yahweh (Gn 14. um Senhor que tinha um conhecimento direto (e cheio de graça) do que acontecia sobre a Terra. Sem dúvida.14. Deus não se revelou para explicar o significado de “Yahweh”. perambulante. conhecidos por Abraão: Melquisedeque apresentouse a Abraão como “sacerdote do Deus Altíssimo” (El Elyom). conforme vemos em Êxodo 6. pelo menos 14 anos já tinham-se passado desde que Abraão recebera a promessa original de um filho (Gn 16.

“pai de paz”).18. pai e filho tiveram uma re­ conciliação parcial (cf. veja jez a b el . pelo estupro da irmã de Absalão (2 Sm 13. A sua relutância em intervir e punir Amnom.1-18). veja também Mq 6.28. O conflito não resolvido entre pai e filho afligia o rei e. 1. O infame rei Acabe.39-53. Absalão gastou todas as suas ener­ gias. mesmo quando há sincero arrependimento. Desse momento em di­ ante.25-27). a despeito da séria ameaça que Absalão representava ao seu gover­ no. Os três filhos de Absalão não são mencionados depois de 2 Samuel 14. Para mais detalhes.16). 2. até que Joabe o persuadiu a ver a vida de seu filho sob a perspecti­ va da confusão e instabilidade que cau­ sara. A tensão.ACABE A B S A L Ã O (Heb. Elias e Nabote. Era o ter­ ceiro dos seis filhos de Davi. Seu comportamento foi tão mau que a frase “a casa de Acabe" tornou-se um pa­ drão para referir-se particularmente a reis perversos (2 Rs 21. A vida de Absalão serve para ilustrar que os resultados do pecado permanecem. não escapou das turbulentas consequências em sua pró­ pria família. Joabe percebeu a hesita­ ção do rei em ordenar a morte do próprio filho. Ele se consumiu pela raiva e pelo ressentimento. O relato do reinado de Acabe só é con­ cluído em 1 Rs 22. 2 Sm 14). fez com que per­ desse a credibilidade aos olhos deste fi­ lho. nunca se dissi­ pou totalmente.27.14. Sua mãe cha­ mava-se Maaca e ele nasceu em Hebrom. Este filho conspirou para destronar seu pai e foi bem-sucedido em conseguir apoio dos seguidores descontentes de Davi (2 Sm 15).v. ele provavelmente era culpado de prever um final rápido para o exílio e.29). Absalão ficou pendurado pelos ca­ belos em uma árvore e foi imediatamen­ te morto por Joabe e seus soldados (2 Sm 18. Absalão ficou exilado por três anos. como os outros falsos pro­ fetas.11) e de cometer adultério com as mulheres dos 17 . devido às graves consequências da adoração mista.21-23). na Babilónia (Jr 29.30-33). A instabilidade uo vacilante reinado de Davi foi marcada por diversos fatores. Outro Acabe foi acusado pelo pro­ feta Jeremias de falar mentiras para o povo de Israel. até que surgiu a oportu­ nidade de vingar-se e ele matou Amnom (2 Sm 13. Sua culpa maior foi per­ mitir a propagação da adoração a Baal. Deus o puniu com um terrível período de seca que assolou a terra — um castigo direto por sua participação nas práticas idólatras. Seus crimes náo eram apenas políticos. parece que somente sua filha sobreviveu. como assassinato e estupro dentro da própria família real. a quem ele dera o mesmo nome de sua irmã Tamar. s. até que Joabe diplomatica­ mente forçou Davi a perdoar seu erro. Sua hábil polí­ tica internacional é interpretada negati­ vamente pelo escritor bíblico. Davi lamentou profundamente a mor­ te de Absalão. em consequência do adultério de Davi (1 Sm 11 e 12) e pela ocorrência da violên­ cia. Apesar de Davi ter-se arrependido de sua transgressão e ser perdoado por Deus. culpado de “curar superficialmen­ te a ferida do povo" (Jr 6. Davi relutava em reconhecer que sua autoridade estava seriamente ameaçada.28. A C A B E (Heb. Como Hananias (Jr 28). Seu casamento com Jezabel acentuou a ligação que a narrativa bíbli­ ca faz entre a idolatria e o comportamen­ to imoral. Pos­ teriormente. Absalão era famoso por sua beleza e seus longos cabelos (2 Sm 14. Foi um dos piores reis do Norte (cf 1 Rs 16. Seu temperamento passional aparece no assassinato de Amnom (veja Amnom). De acordo com 2 Samuel 18.22). 23. entretanto. ao descobrir que ele violentara sua irmã Tamar (2 Sm 13). “irmão do pai”). a fim de subverter o reinado de Davi. filho de Onri e governante de Israel na mesma época em que o profeta Elias desenvolveu seu mi­ nistério.

1. Veja Estéfanas.v. um dos líde fi­ res tribais em Seir. Os 2. Era descendente de Judá e Tamar. A próxima cidade a ser conquistada era Ai. Deus levou os lí­ deres até Acã. 0 vale de Acor. lho de Zerá. Todos os bens locais seriam consagrados ao Senhor. 15). ACA R (Heb. Junto com seus dois companheiros. mas só Acã seria condenado. ju n tam en te com E stéfan as e Fortunato. Filho de Carmi. filho de Zabdi.g . Acaz conquistou essa reputação por aprovar a colocação das imagens dos ído­ los assírios no Templo de Jerusalém (2 Rs 16.ACAICO com panheiros (Jr 29.20).1 7 .23). a tentação de apanhar alguma coisa do espólio foi tão forte que desobedeceu à ordem que o Senhor dera por meio de Josué (Js 7). É interessante notar em Josué 7 a ma­ neira como lodo o Israel é responsabili­ zado pela transgressão de uma só pessoa. Seu exemplo ficou como um lembrete para as futuras gerações dos perigos da desobe­ diência (Js 22. Por meio de um sorteio. os quais se recusam a reconhecê-lo e adorá-lo. Josué orou e o Senhor lhe mostrou que “Israel" pecara. Certamente todo o povo sofreu com o pecado. A C A IC O . s. 1.).27. trouxe informações de Corinto para Paulo. Ao insistir em que ninguém seria capturado para se tornar escravo e em que nenhum espólio seria tomado. Seu governo foi caracterizado por muitos problemas e ele mesmo recebeu esse epitáfio. Apesar das reformas que foram feitas posteriormente por seu filho Ezequias. sobre Deus e elas mesmas. E lembrado por ter "perturbado” Israel com um grave pecado. Logo a seguir. Os profetas previram o dia em que Deus tomaria aquele vale um lugar de es­ perança e descanso (Is 65. porque ofereciam ao povo uma fal­ sa esperança.2). no Norte (742-727 a. seu pai” (2 Rs 16. du­ rante o final conturbado do reino de Isra­ el.10-16). 2 Crónicas 28. a ira do Senhor desviou-se de sobre o povo. Ai foi conquistada. quando na verdade havia desesperança.C. embaixo de sua tenda. No livro de Jeremias. “o Senhor tem possuído”). os falsos profetas foram alvo de juízo. ACÃ (Heb. “criador de problemas”). Quando Josué destruiu Jericó.C. 18 . O rei Acaz foi sucessor de seu pa Jotâo. da Acaia romana (v. Parecia que seria bem mais fácil. Tais determinações da par­ te do Senhor ensinavam muitas verdades às pessoas.7. p . e reinou por 16 anos em Judá. posteriormente tomou-se um símbolo do mal. Para Acã. o Senhor colocou a cidade sob uma maldição ou “anátema'. A C A Z (Forma abreviada de Jeoacaz.23 diz que ele ofereceu sacrifícios aos deuses de Damas­ co — o que sign ifica que criou um sincretismo tão profundo com outras re­ ligiões que essas assumiram uma forma peculiar em Judá.42. Mummius. como Davi.15). essa ordem da “dedicação” de algo a Deus envolvia a to­ tal destruição. onde Esaú se estabe­ leceu (Gn 36. Ele supriria todas as suas necessidades. 1 Crónicas 2. A queda de Judá finalmente aconteceu em 587 a. Heb. O juízo de Deus sobre Jericó foi extremamente severo. 1 Cr 1. que escondera parte do es­ pólio no chão. d . “Não fez o que era reto aos olhos do Senhor seu Deus. Sendo santo. Uma forma alternativa de Acã. 2. Le­ vado para fora do acampamento e apedre­ jado. Mencionado em 1 Coríntios 1 6 . mas o primeiro grupo de soldados enviado con­ tra ela voltou derrotado. o Senhor mostrava que os israelitas deveriam manter-se san­ tos em seu serviço. mas não se pode afirmar cora toda certeza. onde aparece como Jacã). Provavelmente era um escra­ vo da família de um certo L. Acaz havia lançado o rei­ no do Sul no mesmo caminho pelo qual o do Norte tinha andado antes. o Senhor castiga os que são profanos. “causador de problemas”). onde Acã foi apedrejado.10. Terceiro filho de Eser. Muitas vezes.

juntamente com o sa­ caria curado.. predito por Elias em 1 Reis to.50). ram mortos pelo fogo que caiu do céu (2 Mais tarde. O pai de um dos reis de Edom. “rato").9ss). mas o rei de Judá tes dos israelitas conquistarem a região. palavras da lei de Deus que prometiam A marca de seu reinado foi a sua su­ juízo sobre Israel. con­ tudo. tornouir com o terceiro capitão ao encontro de 19 .2. Baal-Hanã. O texto bí­ blico deixa claro que o confronto entre livro nos dão uma visão do estado do go­ verno de Acaz. a queda casa de Acabe. Uma como Baal-Zebube. sucedeu Saul na janela de um quarto em Samaria e malista dos reis (Gn 36. Foi seu infortúnio. "o Senhor tem susten­ Seu corpo foi levado para Jerusalém e tado"). Ele continuou com a infame políti­ gem de Acabe (1 Re 18: 2 Re 9.). no tempo de Jeremias. o Rs 1.41s). A C A Z IAS (Heb. os quais fo­ estava próximo (2 Rs 22.40. Durante o reinado de Josias.51). * Seu reinado de dois anos foi marcado A C B O R (Heb. Embora seu reinado seja cur­ lia de Acabe. Acazias foi morto pelos homens de Jeú. A pro­ com a mensagem de que Deus havia de­ fetiza chamou a atenção deles para as cretado sua morte (2 Rs 1.36s). Para mais detalhes. de Israel. enquanto de Jônatas (1 Cr 8. por menos de um ano (por volta de 7. também era conhecido como Jeoacaz.2). s. finalm ente foi consumado com a Reis 22 até o início de 2 Reis 2.C. muito mais do que o Senhor e adorassem outros deuses.” (2 Rs 8..C. Ele sucedeu seu fortalecer sua confiança: ‘‘Se não o crer­ des.9b). bisneto ta não surpreendeu a ninguém. Ele enviou dois grupos de isso o que Israel fizera. Rezim e Tíglate-Pileser. 2. rei de Israel.v. foi feita por meio do proleta Isaías. pela tragédia. deus de Ecrom.39. an­ aliança com Jeosafá. perverso rei Acabe. ele “andou nos caminhos da essa confiança já comprometida. ele já começara seu rei­ Elias e Acazias é considerado uma dis­ nado diante de alguns problemas consi­ puta entre o Deus verdadeiro e as assim chamadas divindades dos filisteus. com 844 a. enterrado nas sepulturas dos reis (2 Rs 9. e fez o que era mau aos de Judá tornou-se inevitável e Deus usou olhos do Senhor. A verdade. reinou. por isso o juízo soldados para prender Elias.3). o deus de Ecrom (2 Rs 1. Veja ca religiosa de seus pais. Acazias reinou de 850 a 849 a. para ex­ morte de Jezabel. “o li­ do mandou mensageiros consultar Baalvro da lei” foi encontrado no Templo. para saber se fi­ rei enviou Acbor. que seria suficiente para 2.35s.v.4). tais deráveis (havia um certo tipo de coali­ zão entre a Síria e Israel contra Judá). o relato está registrado a partir de 1 21. não concordou (1 Rs 22. para consulta­ do caminho e os enviou de volta a Acazias rem Hulda sobre o texto sagrado. sua condu­ veja também Peca . filha do trazer o juízo divino. Acazias tentou fazer uma 1. 1 Cr 1. Finalmente. 1. chucou-se gravemente (2 Rs 1. é que. Este Zebube. O conflito permanente na famí­ em Israel. Devido à a Babilónia como seu instrumento para influência de sua mãe. contudo. certamente não ficareis firmes'1 (Is pai Jeorão como rei de Judá. visitava seu tio Jorão (também chamado Jeorão). vista como a causadora plicai' a relação entre Acazias e o profeta da imoralidade e da idolatria na linha­ Elias.ACBOR O profeta Isaías estava em atividáde Acazias e repetiu a profecia de que ele nessa époea e os capítulos 7 a 10 de seu morreria sob o juízo de Deus. Elias os interceptou no meio cerdote Hilquias e outros. Atalia. que estava doente.38.27). 9.49. ele caiu pela Seu filho. contudo. o profeta resolveu filho de Acbor. quan­ 2. Sobrinho de Acazias.12-17). (1 Rs 22. chamado Elnatã. Acabe e Jezabel também Jeoacaz. s.27-29). caso se desviassem do prema insensatez.49). promessa. Descendente do rei Saul.

ACSA se uni dos oficiais da corle.45).g . encontra-se em Esdras 10. tomada entre as mulheres de Canaã. ACUBE. Nome de um sacerdote registrado em Neemias 11. Não sabemos com certeza se Esaú casou com duas irmãs.39 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. o qual prometeu que quem capturasse Quiriate-Sefer casarse-ia com ela [Js 15.12.42. Ela ouviu seu esposo vangloriar-se de ter assassinado os que o prejudicaram (Gn 4. 2. 4. 7.16. Filho de Etá e pai de Zerá. encontra-se em Esdras 10.d . 3. para capturar o profeta Urias e trazê-lo de volta (Jr 26. 6.7. que se estabeleceu em Jerusalém. pastores nómades e dos músicos (Gn 4. 1.12. Ele atendeu seu pedido (Js 15. um descendente do rei Davi (1 Cr 3. p . Ne 8. da mes­ ma família. Seus descendentes exerceram a mesma função (Ed 2.24).41). um dos descendentes de Adaías. veja EUsafate. Para Isaque e Rebeca.19.25). cujos descendentes retornaram do exílio babilónico com Zorobabel e Neemias (Ed 2. O trabalho deles era idên­ tico ao dos sacerdotes e ministros atra­ vés dos séculos: tornar claro 0 significa­ do da revelação de Deus na Palavra. m .17.g .8). Ela deu à luz a Elifaz (Gn 36. a qual também incluía a guarda dos depósitos do Templo próxim os aos portões.12). O casamento de Esaú com mulheres cananitas introduziu a cultura e os deuses pagãos na família israelita.10 etc. Descendente de Bani. 5. em Génesis 26. 2.g .1). Asafe. 2. 21).8).23. pois reconheceu a desobediên­ cia e a necessidade do perdão. para que as pessoas possam responder em fé e obediência (Ne 8. “agradável ao Senhor”). depois que Esdras a leu publicamente. Um dos cabeças do clá levita dos porteiros do Templo: viveu em Jerusalém depois do caLiveiro babilónico (1 Cr 9.). 1. Provavelmente era a mesma pessoa mencionada no v. Era filha de Elom.29 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. Ne 7. 12. o músico (1 Cr 6.45). Jz 1.12). lembrando-lhes a “ale­ gria do Senhor” (v. que res­ mortos pelos judeus na fortaleza de Susã pectivamente foram os progenitores dos (Et 9. 10). Tais uniões mistas levariam os israelitas a se afastarem do Senhor. Filho de Jeroão. Filho de Simei e um dos líderes da tribo de Benjamim (1 Cr 8. pai de sua mãe Jedida (2 Re 22.7: 11.5). Filha de Calebe. Para mais detalhes. um d o s s a c e r d o te s T e la c io n a d o s em 1 Crónicas 9.19). 8 .21). A D A (Heb. Uma das esposas de Esaú. Otniel to­ mou a cidade e desposou Acsa. uma das m ulheres de A DALI A. O avô do rei Josias. algum tempo depois ela rogou que lhe desse uma propriedade que tivesse mananciais de água. 9. mas Baseinate também é re­ ferida como filha de Elom. A C S A . heteu. líder da pro­ víncia que se estabeleceu em Jerusalém (Ne 11. Descendente de Bani. foi par­ ceiro de Hemã. Filho de Elioenai e faz parte da li­ nhagem real de Judá após o exílio: portan­ to. A D A ÍA S (Heb. 1. Lameque. Um dos dez filhos de Hamã. d .24) — um lembrete do pecado que já dominava completamente o mundo. O resultado do mi­ nistério sacerdotal foi que todo o povo chorou. Ada. Neemias animou a todos. p . 5.22: 36. p . o heteu.35). o casamento de Esaú foi “uma amargura de espírito" (Gn 26. Esse Acube era um “servidor do Templo”. por isso.4. “beleza”). Provavelmente esse é o mesmo Acube que também é relacionado entre os levitas que ajudaram a instruir 0 povo na Lei de Deus. Ancestral de Maaséias. Calebe dera a ela terras 110 Neguebe. Pai de Maaséias.19- 20 .d . mãe de Jabal e Jubal. Foi enviado ao Egito.34. comandante de uma unidade de 100 homens (2 Cr 23.p . 3.1).

para ajudá-lo a cumprir as tarefas para as quais fora criado. Ele começou a exercer seu domínio sobre a criação (Gn 1. Em certos textos. de repente seus olhos foram “aber­ tos”.. O desejo de se vestirem foi um reflexo de tentar se esconder da presença de Deus. Feito “à iinagem de Deus”. Assim. Não se observa Adão ler suas próprias reações ao que Deus fazia por ele. Esse termo é usado na Bíblia para referir-se à primeira pessoa criada (Gn 5. ficaram envergonhados. Adão. tomou-se o primeiro ser humano a habitar a recém-criada Terra.15). O homem distingue-se claramente de todo o resto.29.30) no Jardim do Éden (Gn 2. regularmente.1) e. 21 .26. existe algum debate sobre se este vocábulo seria traduzido como o nome próprio “ Adão” ou sim­ plesmente como “humanidade". Nosso primeiro pai não era como os animais. quando disse: “quem ama a sua mulher. ofereceu-o a Adão. Os primeiros capítulos de Génesis descrevem a criação.28-30). acrescentando uma nota de rodapé na qual se explica que o vocábulo pode também sugerir “homem". Além disso. são repentinamente destruídas. quando Ele passeia pelo Jardim (Gn 3.7) e foi colocado no Jardim do Éden (Gn 2. A única conversa entre o Senhor e Adão registrada na Bíblia é aquela em que ele tenta jogar a culpa sobre a mulher por tudo o que acontecera. recebeu domínio sobre toda a criatura terrena (Gn 1.28.23 podem muito bem ter suscitado a idéia que o apóstolo Paulo usou em Eiesios 5.23). Ele descreveu sua esposa como “osso dos meus ossos. principal­ mente o de não comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2. O domínio sobre o resto da criação que llie fora confiado no princípio seria lambém exercido por seus descendentes. ama-se a si mesmo”.8). A comunhão com Deus e a sujeição ao Cria­ dor. para obedecer aos mandamentos de Deus. sem nenhum constrangimento (Gn 2. A primeira ocorrência deste termo encontra-se em Génesis 1.”. O Senhor conver­ sava com Adão (Gn 1. A Versão Contemporânea registra ali: “façamos o homem”.. A maneira como a Bíblia descreve Adão nesses primeiros capílulos ajuda o leitor a entender a comunhão eutre Deus e sua obra-prima. mas não se pode ter certeza disso.7).8-17). 1 Cr 1. enquanto a Terra existisse. e buscaram meios de se cobrir (Gn 3. Adão precisava de que Deus criasse a mulher para ele. quando deu nome a todos os animais (Gn 2.1. mas aqui fica claro que esse poderio era secundário. para significar "humanida­ de" ou “homem”. Nus. Adão trabalharia e cuidaria desse paraíso e Deus fez-lhe a mulher. ele mostrou claramente que apreciara sua companheira e suas palavras em Génesis 2. Em Génesis 2. os dois primeiros capítulos servem também para reforçar a completa dependência que o homem tinha de seu Cri­ ador.20 algumas traduções trazem “mas para Adão náo se achava adjutora.26).19. pois necessitava de alguém para servir-lhe de companhia (Gn 1.29. Ele tinha em si o sopro do Senhor (Gn 2. nos capílulos iniciais de Génesis. No entanto. Ambos foram feitos sem pecado e viviam na inocência. Génesis 3 descreve o pecado de Adão. A pureza da criação foi imediatamente corrom­ pida. no que concorda a maioria dos comentaristas.25).26). feito por Deus.ADÁO ADÃO Adão no Antigo Testamento Alguns estudiosos sugerem que o vocábulo a d ã o vem do hebraico.20).27. e significa “solo”. Além dessa comunhão íntima. antes estavam felizes em caminhar com o Senhor e obedecer aos seus mandamentos: agora se escondem de Deus.17). mostradas nos dois primeiros capítulos. Eva foi tentada pela “serpente” (Satanás) e comeu o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. e carne da minha carne” (Gn 2. a quem sabiam que desobedeceram.

de onde fora formado (Gn 3. para a glória de Deus. ao indicar que na própria convivência conjugal havia uma alusão à comunhão entre Cristo e sua Igreja (cf. A diferença entre essa relação e a de Mateus (Ml 1. Adão continuou o mesmo. O Antigo Testamento não faz muitas outras referências nominais a Adão. Adão preparou o palco para a humanidade e apresentou a cena em que as verda­ deiras origens da humanidade. conforme a narrativa bíblica prossegue. agora seria doloroso (Gn 3. A partir daquele instan­ te. como parte do seu domínio sobre a criação. em pensamentos. Esta seria sua tarefa. Paulo também apelou para o relacionamento de Adão com Eva.17-19). Adão novamente assumiu a posição proeminente nas discussões sobre como Deus trata com a humanidade. que retorna até Abraão.17).19).27 e 2. Adão também experimentou o castigo da separação de Deus.8). Há outra referência direta a Adão em Judas 14. Ali. Paulo usa os mesmos textos de forma similar em Efésios 5. era um ser pecaminoso e. nosso primeiro pai teria dificuldades em cultivar o solo e exercer o domínio sobre os animais. que con­ tinuaria até a morte — quando então retornaria ao pó. Agora. naquele pecado. Jesus mencionou Génesis 1. contudo. em toda a criação de Deus é claramente revelada. porque Adão "foi formado primeiro" e Eva foi enga­ nada primeiro (1 Tm 2. É importante notar que. As mulheres exercem fun­ ções diferentes das dos homens. constrangido. mas mediante um esforço cansativo e doloroso.23. porque foi o pai da nação israelita. o pecado entrou no mundo e trouxe o castigo e a maldição do Criador sobre toda a criação. como única. palavras e obras. 1 Co íj. No entanto.8. O trabalho que Adão recebeu para lazer. Ele contemplou. contudo. Abraão recebeu mais atenção na história judaica. Foi também nos escritos de Paulo que uma clara descrição foi formulada sobre o lugar teológico que Adão ocupa nos assuntos relacionados cora o homem. Adão encabeça a genealogia que leva até Jesus. Naquela negação. O amor.13. na época do Novo Testamento. fica claro que cada aspecto da vida do homem foi permeada pelo pecado e pelo desejo de negar a Deus. iCo 11. Ele possuía a imagem de Deus. possuía o sopro do Criador dentro dele. é notável e provavelmen­ te indica o cuidado deste escritor em mostrar a relação de Cristo com toda a humani­ dade e não somente com o povo judeu. é também o espetáculo no qual o que recebeu tanto domínio do Criador tentou negar sua dependência do Senhor.38. seu segundo filho (Gn 4. Caim. A cria­ ção é mencionada frequentemente e a condição da humanidade como seres criados foi lembrada pelos que eram fiéis e adoravam a Deus Iveja SI 8. o homem colocou a si mesmo no lugar de Deus. Ele náo regrediu a um estado no qual não seria melhor que os animais.ADÃO A punição de Deus para o pecado de Adão é declarada em termos bem claros. seu primogénito. quando falou do casamento como uma insti­ tuição indissolúvel. ao ser expulso do Jardim do Éden (Gn 3. 16. matar Abel.1). contudo. e a intimidade desse relacionamento com Jesus foram mostra­ dos por Paulo. As duas áreas em que ele era tão claramente distinto dos animais foram afetadas pelo castigo. Em Lucas 3.3-5). Por meio daquela transgressão. Por intermédio de Adão. após o castigo e a exclusão do Jardim do Éden. Em Roma- 22 .4. o apóstolo acrescenta mais um significa­ do ao relacionamento entre homem e mulher. cf. a durabilidade.31.9).24) e ao ver a manifestação física do que agora era sua realidade espiritual — a morte. Adão fixou seu olhar num tipo de vida que ignoraria ou mesmo negaria ao Todopoderoso. para apoiar seu argumento sobre o lugar da esposa na família e na igreja. quando ele fez a comparação com o casamento. Deus criou Adão e Eva para permanecerem juntos e este deveria ser o padrão para o matrimónio e a vida familiar.

15-19). Adão foi superado por Jesus. receberão sua natureza — "a imagem do celestial" (1 Co 15. Primeiro. Ele. 18). Então. e o segundo “é do céu”. assim também todos serão vivificados em Cris­ to". portanto. como fillios de Adão. onde faz um contraste entre o “primeiro homem. O contraste que o apóstolo fez foi éntre a pessoa natural e a que.ADÀO nos 5. na verdade. Ele trouxe o pecado ao mundo. 21) — Adão. “é a figura daquele que havia de vir" (v. queria que Iodos entendessem plenamente o significado de sua expressão “muito mais". Dessa maneira. Paulo provavelmente viu nisso uma “figura". “sendo da terra’'. Cristo obedeceu a Deus quando Adão náo o fez. demonstrar o quanto Adão e Cristo são diferentes. como seu líder.45). juízo. Esse contraste entre Adão e Cristo foi desenvolvido em linhas similares em 1 Coríntios 15. quando comparada com o castigo que seguiu apenas um pecado (w. o juízo e a morte para Iodas as pessoas (v. Paulo mostrou que a humanidade tem diante de si duas alternativas: ser represen­ tada por Adão ou Cristo.12). para trazer vida aos que crêem.15. 14). receber a graça da salvação de Deus median­ te a fé em Jesus (Rm 5. 22 diz: “Pois assim como Lodos morrem em Adão.2) ou alcançar o castigo. o qual é reafirmado diariamente na vida de cada indivíduo (Rni 5. os que estão “em Adão". ou o segun­ do homem (v. Adão. conforme Paulo fala em 1 Coríntios 15. Des­ sa maneira. mas o interesse do apóstolo era. ao referir-se tanto a Adão como a Cristo (a palavra “um/uma" é repelida dez vezes nos w . Os crentes aprendem sobre a graça de Deus em Cristo. O “homem do céu" viveu. Paulo fala sobre isso de forma mais vívida em 1 Coríntios 15. da morte para vida. E nesse sentido que Jesus é realmente “ Adão" — o último Adão (1 Co 15. 15-17). na discussão de Paulo sobre a morte e a ressurreição. sofreu e morreu como acon­ teceu com Adão e sucede com toda a humanidade. Lrouxe o pecado a toda a humanidade. nosso primeiro pai é visto como o que foi desobediente e Lrouxe o pecado. Cristo trouxe vida eterna (v. (que) foi feito alma vivente". O v. Ele se refere a dois grupos diferentes de “todos": o prim eiro. Segundo. para tornar-se “as primícias" dos que ressuscitariam. Cristo teve sucesso onde Adão fracassou e Ele só poderia fazer isso como um verdadeiro homem. da ira de Deus. 23 . contudo. Cristo estava preparado para receber a maldição do juízo de Deus e morrer.45-47. e o “último Adão. morte. começou primeiro com o próprio Jesus que se tornou “homem". enquanto Cristo traz a salvação desse juízo. O argumeuto de Paulo baseava-se em seu entendimento de que Adão era realmen­ te um personagem histórico. o segundo.21: “Pois assim como a morte veio por um homem. O primeiro era o Adão de Génesis. Adão (Rm 5. começa o contraste com: “mas náo é assim o dom gratuito como a ofensa". “um homem’' (v. por meio da fé em Cristo. é espiri­ tual. ele fala repetidamente em “um homem".22 tem sido exaustivamente discutido pelos comentaristas. A passagem. Cristo trouxe justiça — Adão. 47). quando observam que ela se torna "muito mais" superabundante para as pessoas depois que muitas transgressãos são cometi­ das. O apóstolo queria que as pessoas vissem sua ênfase em duas coisas nesta passagem. também a ressurreição dos mortos veio por um homem".12): “porque todos pecaram". os quais têm fé nele e são representados por Ele. Lodos os que estão "em Cristo".14). seres humanos naturais que morrem devido ao juízo de Deus sobre o pecado de nosso primeiro pai e sobre suas transgressões diárias.49) e isso redundará em vida eterna e ressurreição. espírito vivificante”. o apóstolo apresenta sua visão da comunhão entre Adão e Cristo. no v. O vocábulo "todos" de 1 Coríntios 15. pela fé.

Um filho de Bela (1 Cr 8.15. 1. 2.28.13. “adornado”). A D A R . 3. Esdras 2. Guerreiro da tribo de Manassés que desertou do exército de Saul e uniu-se a Davi em Ziclague (1 Cr 12.29).42). regis­ trado em Neemias 10. Ao fazer isso. A D O N IA S (Heb.20 é 655. A D N A (Heb. “voluptuoso”). oficial no reinado de Davi. men­ cionado em 1 Crónicas 4. a camareira de Davi: isso resullou em sua execução (1 Rs 2.29). A D M A TA . Relacionado na genealogia de Jesus em Lucas 3. Um líder da tribo de Simeão. até que se fez um grande exército.30 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras.36. ao abandonar Saul para unir-se a Davi. Para mais detalhes. levou-o a planejar um golpe político. juntamente com 50 ou­ tros homens subiram da Babilónia duran­ te o reinado de Artaxerxes. o nú­ mero dado em Neemias 7. 4. 1. Sua amargura. O pai de Azmavete. Adim é des­ crito como um dos líderes que colocaram o selo sobre o juramento do povo. respon­ sável pelos “gados dos vales” (1 Cr 27. 1 Rs 1 e 2). que está debaixo do juízo de Deus por causa do pecado.14). 3.19-25).16. era dirigida pelo Espírito de Deus: “Dia a dia vinham a Davi para o ajudar. A D I. Um dos nove levitas que ensina­ ram a Lei ao povo.4. um dos descen­ dentes de Adim. rubenita. 2. e não ele. Esdras 8. Seguidor das pegadas de Absalão. Ele ofereceu a si mesmo como sacrifício pelo pecado. um ato que foi aceito por Deus quando Ele levantou o segundo Adão dentre os mortos e dessa maneira reverteu em Cristo a maldição do juízo colo­ cado sobre Adão. mencionado em Neemias 12. O terceiro filho de Ismael e um líder tribal (Gn 25. A D L A I (Heb. seu irmão mais velho. 1. Adonias. Filho de Siza. A D B E E L . “deleite”). devido à suspei­ ta de que Salomão. o quarto filho de Davi. que se esgotou. que falhou mediante a hábil intervenção de Nalã. como o exército de Deus” (1 Cr 12. na época em que houve um grande desejo pelo livro da Lei (2 Cr 17. consultor do rei Xerxes (Et 1. A D IM (Heb.g . Adina era um líder entre seu povo e um dos “heróis” de Davi (1 Cr 11. Líder de uma família de sacerdo­ tes de Harim.ADAR Era sua morte. Homem sábio e especialista em leis. 24 .25). “justiça de Deus”). 2. Pertencente à tribo de Judá. Salomão demonstrou-lhe tolerância. era um dos oficiais mais graduados no exército do rei Jeosafá (2 Cr 17. durante o terceiro ano do reinado de Jeosafá. ADI EL (Heb. Pai de Safate.15 diz que 454 dos seus descendentes retornaram do exílio na Babilónia. “ornamento de Deus"). Para mais detalhes veja Memucã. Era filho de Ja­ zera e pai de Masai.19.1-3). “o Senhor é meu Se­ nhor”). 1 Cr 1. se estabe­ leceram em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. Um dos sacerdotes que. veja Abisague e Natã. quando ele pediu para casar-se cora Abisague. é re­ lacionado em Esdras 10. também ameaçou trazer problemas ao reinado do pai (2 Sm 3. ADI NA (Heb. Essa passagem deixa claro que a deserção gra­ dual dos soldados de várias tribos.o .14). Descendente de Paate-Moabe.22). seria o su­ cessor de Davi. responsável pelos tesouros reais no reinado de Davi (1 Cr 27. Jesus identificou-se com Adão e toda a humanidade. Ele viveu nos dias de Joiaquim.6 menciona que Ebede.12).20). p .8).

v. era responsável pe­ para Samaria por ordem do rei da Assíria. A D O N I . para Exílio e Esdras 8. 5. tinha 30. “o Senhor é exalta­ Esse povo estava entre os transportados do”).6-15).24 é chamado de Adorão).000 homens e A D O N I -Z E D E Q U E (Heb. "meu Senhor capturaram Adoni-Bezeque.1-5). Assim. mais tarde. os Senaqueribe e orou ao Senhor por livra­ quais ele enviava em grupos de 10. P. mens das tribos de Judá e de Simeáo es­ para fazer cumprir as ordens do rei. como as nações vizinhas (1 Sm 8. Ele reconheceu que era cas­ hebreus aumentou quando ouviu que os habitantes de Gibeom. 24). Deus e insistiu em ter um rei. Seu medo dos feito a mesma crueldade com muitas ou­ tras pessoas. pelo Senhor sobre um homem que tinha liderados por Josué. com Esdras. Isaías profetizou que o rei assírio ao Líbano para trazer tábuas de cedro e 25 . dos seus descendentes retornaram do que marchou rapidamente de Gilgal.D.18). 2 Cr ram a lula contra os cananeus e ferezeus. a qual conquis­ taram. quando Israel desobedeceu a de Esdras (Ne 10.000 mento. Tal sistema de trabalho forçado era ram e selaram a promessa que o povo fez odiado pelo povo. durante o reinado de P. 20. os quais pediram ajuda a Josué. Os ho­ Adonirão foi enviado como embaixador. Naquele pri­ meiro ataque. ele for­ mou uma colig ação com cin co reis A D O N IC Ã O (Heb.ADRAMELEQUE 3. Filho de Abda. que incluíam sacrifícios de no de Salomão (1 Rs 4.31).G.4-7). 1 . "meu Senhor tem se levantado”). tratado de paz com Josué. Cortaramé justiça”). 10. s.000 sível queda de Jerusalém pelas mãos de homens recrutados sob suas ordens. O Senhor deu uma de seus descendentes vollou da Babilónia grande vitória a Israel (Js 10.G. desde o final do lados (v. tinham firmado um (Jz 1. Um dos filh o s do rei assírio ilio era forçar os israelitas a ajudar na Senaqueribe e irmão de Sarezer. A D O N IR Ã O (Heb. na época deveria ser visto como retribuição feita em que os israeUtas entraram em Canaã. mas tavam entre os primeiros que continua­ foi apedrejado e morreu (1 Rs 12. Seu Iraba2. uma cidade forte tigo de Deus e que merecia tal suplício e bem guarnecida. mataram 10. Um dos homens que testemunha­pinho. embora fosse exatade obedecer à Palavra de Deus. sob a in­ mente isso que Samuel alertara que acon­ fluência de Neemias. Trouxeram consigo práticas reinado de Davi e no decorrer do gover­ tenebrosas. Esdras 2. esse rei morreu ali. era um rei separaram -se de Judá e Benjam im . Artaxerxes. para substituir os israeUtas que foram exi­ los trabalhos forçados.G. Em Neemias 7. A de sua obra miraculosa em favor de Isra­ Bíblia mostra que um castigo tão cruel el para a derrota dos amoritas. “senhor de Quando Roboão subiu ao trono e adoBezeque”).13 diz que um número enfrentar os amoritas.16-19). cananeu da região de Bezeque. em 2 Sm crianças. adorados pelos sefarvitas (2 Rs 17. Ezequias.14. p.D. Quan­ rei de Judá.18 o número dos descendentes que regressaram é dado A D R A M E L E Q U E .16). foi comunicado sobre a pos­ do trabalhava para Salomão. depois da morte de Josué. construção das instalações reais. as tribos do Norte meiro capítulo de Juizes. durante as reformas teceria.B E Z E Q U E (Heb. AdoniZedeque era rei de Jerusalém. queimadas no fogo.d.6.18. Um dos deuses como 667. Mencionado apenas no pri­ tou o mesmo sistema. E lembrado porque sua con­ lhe os polegares das mãos e dos pés e o vocação para a balalha serviu como de­ monstração do grande poder de Deus e levaram para Jerusalém.13 registra que 666 amoritas para alacar os gibeonitas (Js 10.

p . para o Senhor. Deus ordenara ao rei de Israel que des­ truísse completamente aquele povo na batalha. Uma mulher saudada pelo após­ tolo Paulo em Filemom 2 e descrita como "irmã”. na qual anunciou-se o fim do reinado de Saul.8) fora prometida a Davi (1 Sm 18. A desobediência era uma re­ jeição direta das Escrituras Sagradas (1 Sm 15. de Números 26. a fim de ser julgado por César (At 21. foi levada a Jerusalém por Paulo e Bamabé. Para cumprir sua promessa. era a anfitriã da igreja que se reunia na casa de Filemom. Paulo pe­ diu a ela também que recebesse o escra­ vo Onésimo de volta.2). Talvez seja o mesmo Airã. foi derrotado por Saul (1 Sm 15. A G A G U E . Senaqueribe foi morto pelos próprios filhos. falou que uma grande fome espalhar-se-ia por todo o Im­ pério Romano (At 11. A F IA . “pelo Espírito". A tradição diz que foi apedrejada até a morte durante a perseguição levan­ tada por Nero contra os cristãos. contudo. Merabe (erroneamen­ te chamada de Mical em algumas tradu­ ções de 2 Sm 21. ÁGABO.g . Agague. os quais diziam que ele não deveria ir. Entre seus descendentes es­ tavam os husitas. A F IA .8-33). Is 37. provavelmente era a esposa deste. Adrameleque e Sarezer.d .33).10). Desde que o apóstolo a saúda ime­ diatamente depois do próprio Filemom. Numa tris­ te declaração. Ele aumentou seu pecado. e livrou assim Ezequias e seu povo (2 Rs 19. Era um profeta do Novo Testa­ mento. monarca dos amalequitas. numa ação que mostrava a justi­ ça de Deus sobre um assassino de ino­ centes (1 Sm 15. por sua desobediên­ cia. A profecia. p. Agabo veio da Judéia e profetizou que o apósto­ lo seria preso. AER (Heb.38.ADRIEL não capturaria a Cidade Santa e voltaria para sua terra pelo mesmo r a m i n h o .7 diz respeito a uma pessoa com esse nome. onde seria assassinado (2 Rs 19).g . “outro"). a obediência é mais importante do que o sacrifício. enquanto adorava seu deus Nisroque (2 Rs 19. Apesar dos apelos dos outros irmãos. casado com Merabe. que no final foi arrecadada em muitas igrejas. 2. para ajudar os cristãos que viviam na Judéia (At 11.30). Essa oferta. Deus matou muitos assírios.D. Evi­ dentemente.19). quando Saul rompeu o tratado que Josué fizera com eles (Js 9. cinco de seus filhos foram mortos (2 Sm 21. se fosse à Cidade Santa. Saul e seus soldados. O profeta então matou Agague.35). Esse vocábulo provavelmen­ te se refere a algum tipo de título. Em 1 Crónicas 7. d .G. pouparam Agague e alguns dos melho­ res espólios de guerra. A D R IE L . a caminho de Jerusalém (At 21. Na primeira. Um descendente de Benjamim e pai de Becorate.37. Posteriormente. A profecia de Balaão em Números 24. é claro. lembrado por duas profecias. Pau­ lo insistiu que estava disposto a ir para onde o Senhor o enviasse.38). P.15). como um irmão em Cristo. 1. ao mentir e dizer que só poupara Agague e os espó­ lios para sacrificá-los a Deus. A segunda profecia foi dirigida a Pau­ lo.22-26). Samuel mostrou que. embora profunda. Filho de Barzilai. o Senhor pronunciou um juízo sobre o rei de Israel. A profecia levou os discípulos de Antioquia a tirarem imediatamente uma coleta.28). com a pri­ são do apóstolo em Jerusalém e sua pos­ terior deportação para Roma. Fontes extrabíbiicas demonstram que numerosas crises de fome ocorreram em vários luga­ res durante o primeiro século do Cristia­ nismo. quando se encontrava em Cesaréia.12 ele é listado como um líder da tribo de Benjamim.27ss).8). como vin­ gança pela morte de vários gibeonitas (2 Sm 21. 26 . mostrou ser verdadeira.1). Era tataravô do rei Saul (1 Sm 9. filha de Saul.29. Por meio de Samuel.

viu uma figura messiânica que governaria sobre os reinos. 1 Cr 1. A G U R . na pessoa de Zorobabel. Ele ouviu a defesa de Paulo durante sua pri­ são em Cesaréia. AG EU (Heb.35). depois do exílio babi­ lónico. cham ava-se Herodes Agripa 11. ou seja. A ÍA S (Heb. 1. encorajar a reconstrução do Tem­ plo em Jerusalém. 27 .19). 2. festival”). Mencionado como um dos filhos de Semer. Ele incentivou seus ou­ vintes a náo alentar para sua sabedoria humana. exceto sua colocação cronológica e a na­ tureza de seu ministério e sua mensagem. Bisneto do sacerdote Eh e filho de Aitube. Filho de Jaqué. 21. Um dos filhos de Zibeom. Mencionado como rei Agripa em atos 25.3 2 .24.AÍAS A G É . era sacerdote em Silo.1). qua­ tro anos mais tarde (Ed 6. No entanto.15). AIÁ (Heb. “meu irmão é o Senhor”).13).10). Ageu. Al (Heb. A IÃO. Pai de Rispa.C. Um gadita que vivia em Gileade e Basã. 1. mas estivessem voltados para a “Palavra do Senhor (que) é perfeita” (Pv 30.40).6-9) e. edomila descendente de Seir (Gn 36. Líder da tribo de Manassés e filho de Semida (1 Cr 7. Esdras proporciona algumas informa­ ções adicionais. A profecia de Ageu. homem poderoso na batalha (2 Sm 23. com efeito. 1. Alguns sugerem que seu nome era outra designação para o próprio Salomão. A G R IP A . e .4). Assim. registrado no livro que leva o seu nome.5). AIÃ (Heb.15). antes de começar a se preocupar com o Templo (Ag 1. um dos trinta “heróis” de Davi. os anciãos pre­ sentes na dedicação lembraram-se da gló­ ria do Templo anterior. Ageu não faz menção a essa fase posterior da re­ construção.3.m . em 2 Samuel 23. quando jônatas conquis­ tou uma importante e notável vitória so­ bre os filisteus (1 Sm 14. as quais se encontram entre o 1* dia do 6* mês (Elul) do segundo ano do reinado de Dario sobre a Pérsia (29 de agosto de 520 a. "ave de rapina”). servo de Deus (w. como o Rei.14. 2.7. Pratica­ mente nada se sabe sobre este profeta. ficou alento ao testemu­ nho do apóstolo e até mesmo arriscou dizer: "Pensas que em tão pouco tempo podes persuadir-me a fazer-me cristão?” (At 26. uma das concubinas de Saul (2 Sm 3. contudo. Veja Herodes. Ageu visualizou aquele que atrairia a riqueza e a adora­ ção das nações (Ag 2. O pai de Samá.13 a 2 6 . filho de Agripa I.34). O filho de Sarar (ou “Sacar”: 1 Cr 11. endereçados a Itiel e a Ucal (Pv 30.11. chamado de “mensageiro do Se­ nhor” (v. encorajou os trabalha­ dores a antecipar um dia no futuro. todo o ministério de Ageu.18).33). as quais demonstram que. “meu irmão“). como também permaneceram envol­ vidos no projeto até sua finalização. A primeira parte de suas pro­ fecias é de condenação sobre os que retornaram da Babilónia e buscavam seus próprios interesses. aconteceu em me­ nos de quatro meses. O atual jamais seria comparado com aquele. um homem valente e chefe de príncipes na tribo de Aser (1 Cr 7. Sempre acompanhava o rei Saul para Uie dar ori­ entação e era um dos responsáveis pela Arca da Aliança.28).1). foi o escritor de vários provérbios. “festa. o hararita. 20-23). "um irmão”). mas isso é improvável. é listado nas genealogias do tempo do rei Jolão. Filho de Abdiel. estabelece especificamente a data de suas várias mensagens. Ageu e Zacarias não so­ mente estabeleceram o impulso necessá­ rio para a reconstrução do Templo (Ed 5. que seria mais glorioso do que a dedicação do presente Templo.) e o 24B dia do 9® mês (Kisleu) do mesmo ano (18 de Dezembro de 520). de Judá (1 Cr 5.

10. mas também fiéis ao Senhor. 21. depois da queda de Jerusalém em 587 a. veja Jeroboão. linguisticamente. A razão teológica para a divisão do reino foi o sincretismo e a apostasia de Salomão (1 Rs 11. Paidejosafá. “irmão de ajuda”). O neto de Davi ficou como rei no Sul. 1 Rs 4.25). Líder da tribo de Dã no tempo de Moisés. portanto. Al C Ã O (Heb.1217). Ao ouvirem as más no­ tícias. 1 . Tempos depois.AICÀO 2. 12.24. A IL U D E . Filho de Jerameel. significa que era um escriba (1 Rs 4.2931). 3. 2 Rs 9. 2. 2 Cr 9.15).9). Jeroboão enviou sua esposa disfarçada a esse profeta. 1. Pai de Baasa.26. Seu filho Gedalias foi nomeado governa­ dor de Judá por Nabucodonosor. Jeremias então ficou com Gedalias.15). d . 5.15. rei de Israel (1 Rs 15. Jeremias também recebeu ins­ trução de Deus para profetizar que viria juízo sobre Judá. Sobre Jeroboão. As doze partes desta rou­ pa simbolizavam a ruptura do reino.25. como se lança fora o ester­ co. que também colocou seu selo sobre o pacto que o povo fez de obedecer à lei do Senhor. Filho de Eúde. que viveu duran­ te o reinado de Davi. p . 1 Cr 18. da tribo de Benjamim (1 Cr 8. Profeta de Silo que se opôs à idola­ tria de Salomão e falou sobre a divisão do reino. "porque fi­ zeram os seus bosques.22. s. provocando o Senhor à ira” (1 Re 14. rasgando simbolicamente seu próprio manto. Filho de Sisa.29.15). durante o remado de Jeoiaquim. Zadoque foi o sumo sacer­ dote durante quase todo o tempo do rei­ 28 .v. A IE S E R (Heb. Aias reiterou sua profecia de con­ denação contra a casa de Jeroboão. ao confirmar que o menino morreria e Deus desarraigaria Israel da terra. 8.7). o qual cuidou dele. que estavam na re­ taguarda de todos (Nm 10. foi seu representante na época do censo (Nm 1.3). Nos dias do rei Josias. Hulda destacou as palavras da lei de Deus que prometiam castigo sobre Israel. 4. A IM A Á S . à frente dos danitas. "meu irmão tem se levan­ tado”). (Jr 40.24).3). Bua mais detalhes. 7. g . Aiser esta­ va novamente no comando de seu povo.16.g .Um dos líderes em Neemias 10. Essa passagem dá a entender que Aias e seu irmão foram exi­ lados para Manaate.12). portanto.3. o “Livro da Lei” foi encontrado no Templo. que primeiro lutou por Saul e que depois transferiu-se para o exército de Davi em Ziclague (1 Cr 12. o que. apoiavam os profetas. mencionado apenas em 1 Crónicas 2.12. Um dos “heróis” de Davi. Judá fizera essas coisas e por isso o juízo estava próximo (2 Rs 22. Filho de Amisadai. ele levou as ofertas de sua tribo no décimo dia da celebração. "Lançarei fora os descendentes da casa de Jeroboão. O monar­ ca enviou Aicão. juntamente com o sa­ cerdote Hilquias e outros.7-13. Habilidoso arqueiro ambidestro da tribo de Benjamim.10). Dez tribos revoltaram-se contra Roboão e fi­ zeram Jeroboão rei no Norte (1 Rs 11. mencionado como secretário na corte de Salomão. listado como pelonita (1 Cr 11. p.27. 6 .33. sobre as tribos de Judá e Benjamim. a despeilo das palavras duras de juízo contra Judá que proclamavam. 20. para descobrir se o filho deles ficaria bom de uma doença que con­ traíra. Quando os israelitas finalmente partiram do Sinai. o povo queria matar Jeremias.36). para consultar uma profetisa a respeito do livro. d. Na dedicação do Tabernáculo.7). até que de todo se acabe” (1 Rs 14. caso se desviassem do Senhor e adorassem ou­ tros deuses. Esse Josafá clara­ mente foi um dos líderes mais confiáveis de seu tempo (2 Sm 8. C. da tribo de Judá. Aicão e seu filho eram leais aos reis de Israel. mas Aicão salvou o profeta da morte (Jr 26.

30. responsáveis pela guarda dos portões do Templo. portanto neto do sacerdote Aimeleque. 1. o edomita. da tri­ bo de Levi. foi toma­ A IM E L E Q U E (Heb. Descendente de Elcana. Filho de Ido. 27. Ainadabe era o governador da região de Maanaim (1 Rs 4. So­ mente um escapou — Abiatar. na região de Naftali (1 Rs 4. mais coerente com os even­ tos de 1 Samuel caps. 29 . no serviço do rei Davi (1 Sm 26.8). ele entregou apenas as mensagens sobre a vitória na batalha e dei­ xou que outro mensageiro levasse a notí­ cia da morte do filho do rei (2 Sm 16.G.20). Filha de Aimaás.c. ele e sua família herdaram aquela parte de Canaã (Nm 13. juntou-se a ele para servir ao rei. Pai de Ainoà. depois de espi­ arem a terra. do fugiam de Saul: o rei ficou tão furioso que ordenou a Doegue. onde. filho de Abiatar.c. lho de Jessé em sua jornada na Filístia.24).D. “meu irmão é bom"). Davi sentiu-se culpado pela tragédia e o tomou como seu sacerdole e confidente pessoal. que viviam em Hebrom no tempo da conquista de Canaã por Josué.17. Ambas sobreviveram ao cati­ 1.10). através de Coale (1 Cr 6.6). Salomão nomeou doze governado­ res de província.22. Al M O T E . Como resultado. 3. Um dos porteiros da tribo de Levi. Aimaás. No final. Jz 1. Uma mulher de Jezreel. Filho de Aitube. Cada um deles tinha a responsabilidade de providenci­ ar alimentos em sua região. 30. que matasse todos os sacerdotes.7). bebês e até mesmo os animais (1 Sm 21 a 22). É particularmen­ te interessante notar como o Senhor aben­ çoou Calebe nessa conquista. “irmão de um rei”). Vemos que Calebe demons­ trou uma grande fé. encarregaram-se de vigiar Absalão e descobrir seus planos (na época em que Davi fugiu de Jerusalém). Era um dos doze governadores distritais do rei Salomão. 3. Aimaás. filha de Salomão. 2. Js 15. seu filho. e a versão correta seria “ Abiatar. com quem Davi se casou.1). Ela esteve com o fi­ P. esposa de Saul (1 Sm 14. Um dos três notórios descenden­ tes de Enaque. mulheres. depois do retorno a Jerusalém. foi nomeado um des­ ses governadores. esposa de Saul (1 Sm 14.7-15). Juntamente com Jônatas. Ele aju­ de Davi. após o cativeiro na Babilónia (1 Cr 9.2. quando Saul deu Mical para outro homem. dou o filho de Jessé e seus homens quan­ 2 Sm 2. era um dos sacer­veiro e Ainoã deu à luz o primeiro filho dotes de Nobe e amigo de Davi. Aimeleque aparece como o filho de Abiatar. responsáveis pelo su­ primento das necessidades do rei e da corte real. 1 Cr 3. Apenas ele e Josué voltaram a Moisés. A IN A D A B E . 1. A IM Ã (Heb.50). Calebe liderou o ataque contra essa cidade e derrotou os três gigantes na ba­ talha.16 e 2 Samuel 8. (Heb. e a recompensa por tal ato foi notável (Nm 13. outros acreditam que os no­ mes foram erroneamente trocados. 3. 2. Naquele dia foram mortos 85 deles.43. confiantes suficientemente no Senhor para crer que tais gigantes seri­ am derrotados. juntamente com Abigail. Aim eleque é referido como “o heteu".AINOÃ nado de Davi.50). 21 e 22. s. s. 14.25). 2. Amnom (1 Sm 25.17). A IN O Ã (Heb. crianças. Em 1 Crónicas 18. 2. Enquanto alguns estudiosos interpretam que essas referências significam exatamenle isso. da cativa. filho de Aimeleque”.2. “irmão nobre”).5.14. Aimaás pediu au­ torização para levar pessoalmente a notí­ cia a Davi.3. ”meu irmão é um presente”). Veja Zadoque e Abiatar.15 a 19.14). Quando Absalão morreu. para suprir a casa real por um mês durante o ano (1 Rs 4. mencionado anteriormente. além de lodos os homens. filho de Aimeleque (1 Sm 22. casado com Basemate.

é provável que o mesmo acon­ teça cora o Eí relacionado em Génesis 46. provavelmente Aer refira-se à mes­ ma pessoa.31 e 9. Al RÃ (Heb. 1 Cr 27. para Jerusalém (2 Sm 15.6 . Este conse­ guiu confundir Absalão e desacreditar Aitofel. Ele incen­ tivou Absalão em seu atentado armado contra o rei e também o aconselhou a deitar-se cora as concubinas do próprio pai. demons­ trou que traía Davi (2 Sm 15).15.34.6 ).78). Aiô caminhava na frente do carro. Um dos importantes oficiais de Salomão.23). Essa lista ajud a a enfatizar a grandeza e a estabilidade do rein o de Isra e l. contudo. Nm 4. Para mais de­ talhes. Mencionado em 1 Crónicas 8. o representante de seu povo no censo (Nm 1. s.1 . Filho de Enã. A Bíblia não menciona o que aconteceu com Aiô. “irmão de Ra”). Embora as atitudes de Aitofel indi­ quem a instabilidade geral em que se en­ contrava o reino de Davi naqueles dias. cuja angústia atingiu seu clímax quando se enforcou (2 Sm 1 7 .14. etc. no tempo de Moisés. Quando Israel finalmente partiu do Sinai. P.39. Quando os bois que o puxavam tropeçaram.27). entretanto. Procedente de Giló (2 Sm 15. perto de Hebrom. onde também são m encionados. “meu irmão ajuda”). “irmão exaltado"). Quando o Tabernáculo foi dedicado.6. um dos filhos do benjamita Jeiel e de sua esposa Maaca.G.D. “Deus o feriu ali por esta irreverência. e morreu ali junto à arca de Deus" (2 Sm 6. 3. atuou como mordomo do pa­ lácio (1 Rs 4 . ao enviar Husai. Aira levou a oferta de sua tribo. Exis­ tem algumas evidências de que BateSeba teria sido sua neta e a cooperação dele na queda de Davi seria motivada por vingança pela morte cruel de Urias. mediante sua participação na revolta de Absalão contra Davi.21.15). no décimo segundo dia da celebração (Nm 7. A I T O F E L (Heb. Um dos filhos de Berias e líder da tribo de Benjamim. 1 Cr 13. Encontra-se na genealogia do rei Saul.21. Foi conselheiro tanto do pai como do filho (2 Sm 16. 7.3.21. veja Uzá. líder da tribo de Naftali.1. Depois.15 ). A IS A R .7). sob o reinad o de Salomão. Um dos dois filhos de Abinadade. o arquita. Aiô vivia em Aijalom (1 Cr 8.). fez jus ao significado de seu nome.AIÔ AIÔ.22). Danita. ele novamen­ te aparece à frente de seu povo (Nm 10. portanto. Ele. ele teve razões pessoais para o seu tolo comportamento concernente ao rei.v. Descendente de Benjamim. artífice e artesão que trabalhou na con stru ção do Tabernáculo e na confecção de seus uten­ sílios (Êx 31. estendeu a mão para segurar a arca. “irm áo de conversa tola”). Encontra-se na genealogia que vai de Benjamim até Saul. Tornou-se cabeça dos airamitas.37. A I R A (Heb. seu irmão. Em 1 Crónicas 7. pai de Aoliabe.6.33s). Davi frustrou “os sábios conselhos” de Aitofel. no declinante reino de Davi. Veja também Husai. quando o rei Davi resolveu levá-la de Baalim para Jerusa­ lém (2 Sm 0.10). A IS A M A Q U E (Heb. nasceu num ambiente de ins­ tabilidade entre os seguidores do rei e sua traição seria simplesmente resulta­ do do sentimento geral de deslealdade sentido por muitos. onde outros filhos de Benjamim são também mencionados. O tercei­ ro dos cinco filhos de Benjamim relacio­ nados em Números 26.12.14).38. que dirigiam a carroça onde a Arca da Aliança era conduzida. seu nomo aparece como Aará. fi­ lho de Bilã (1 Cr 7.35). 30 . A IS A A R . Como resultado. Em 1 Crónicas 8. 2. 1.12). para mostrar seu desprezo à autori­ dade real (2 Sm 16. o que provavelmente foram estritamente proi­ bidos de fazer (2 Sm 6. Uzá.7).23.

Nelo de Eli.20).41). Ele blasfemara e rejeitara a fé cris­ tã. p . A IT U B E (Heb. filho de Finéias (1 Sm 14.13). Latoeiro (trabalhava com latão ou A IÚ D E . Isso. Ser "entregue”.33). Simão foi obrigado a carregar a mais conhecido. 5. tério. 3. como uma ameaça aos seus negócios. de Cirene (Mc mais jovem”. 1 . ama das fi­ ria que em algum ponto de sua vida ti­ lhas de Sesã (1 Cr 2. Veja Himeneu (2 Tm 2. At 1.G. sabia lho de Bequer (1 Cr 7.12. ser a mesma pessoa.Talvez esse Alexandre fosse um dos dois citados acima.18). Filho de Selomi.D. nesse sentido. ftii do apóstolo Levi (Mateus). ajudou Davi enquanto ele fugia de Saul.11. Pai de Tiago.3. já bem próximo do final de seu minis­ róis de Davi” (1 Cr 11. Se assim era.8.31. que estava presente na audiência de Pedro e João (At 4.11.12. Alai.34). Lc 6.14). disciplina claramente não funcionou. Filho de Amarias. Talvez seu objetivo fosse dissociar os judeus de Efeso dos ensinos de Paulo. lembra como esteve sozinho em sua defesa no julgamento. 3.6). 1 . ou Jaeráque podia deixar a justiça nas mãos de Deus (2 Tm 4. ou ainda todos eles podem mencionado em 1 Crónicas 8.17. g . A L F E U . da tribo de Benjamim. 1 . Neto de Benjamim e fi­ de Alexandre fora especialmenle preju­ dicial a ele. O apóstolo. com mais 84 sacerdotes. Um nome comum.18. A L E X A N D R E . Ele às tamento: vezes é chamado “Tiago Menor” ou “o 1 .20). o irmão de João (veja cruz de Jesus. um dos oficiais na corte de Davi (2 Sm 8.27). para diferenciá-lo do oulro 15.14). 2. Filho de Simão. A “forte” oposição ALE M E T E . esse Aitube tam­ bém era pai de um certo Zadoque. contudo. Provavelmente sobrevivia por bo de Aser. um dos sa­ cerdotes de Nobe.21). 1 . Talvez seu filho seja cita­ Tiago]. em cujo caso a P. de acordo com Neemias 9.17. Ne 11. Membro da família do sumo sacer­ dote.ALFEU 2. O rei mandou matá-lo. além de lodo o povo da cidade (1 Sm 22. exigi­ A L A I.7. foi "entregue a Satanás” (1 Tm 1. 1 Cr 6.8).16. 1. Veja Anás. líder da tri­ outros metais) e inimigo do Evangelho (2 Tm 4. filho de Amarias e descen d ente de Arão. 18. Era avô de Zadoque. Pau­ 2. Esse Aitube. dado citado apenas uma vez em Marcos 2.15. e Aiúde foi o representante de seu pregação de Paulo foi interpretada por ele povo (Nm 34. que só aparece bem mais tarde na genealogia dos levitas (1 Cr 6.42). Filho de Jeoada (1 Cr 8. Mc 3. pai de Zabade. vesse se convertido ao cristianismo. talvez a ex­ clusão da igreja. Judeu envolvido nas acusações contra Paulo (At 19. 2. Tanto Himeneu como Alexandre são considerados cristãos e sua exclusão da igreja — se essa foi a for­ ma de disciplina — tinha como objetivo restaurá-los ao bom comportamento. entretanto. Da tribo de Judá. um dos "he­ lo.3). Zadoque foi um dos prin­ cipais sacerdotes durante o reinado de Davi e Salomão. evangelho de Marcos. era o pai de Zadoque. 2. “irmão é bom”).11). 4. O Senhor ordenou a Moisés meio do fabrico de suvenires e estátuas que escolhesse homens de todas as tri­ bos para ajudar na divisão da terra de para os vários templos. 2.9. mas os gregos não qui­ seram ouvi-lo. envol­ ve algum tipo de disciplina. juntam ente com Himeneu. E provável que seja irmão de do por ser conhecido dos que leriam o Mateus.36). Alguém que. Ed 7. d. a Canaã.14.7. (1 Cr 9. Filho de Gera.11. Seu filho Aimeleque.52.2). Pertencia à tribo de Judé e era descendente do rei Said. 31 . discípulo de Jesus fMt a quatro ou cinco homens no Novo Tes­ 10.

A prática. por exemplo. O vocábulo "alian­ ça” é uma designação especial do relacionamento que Deus graciosamente estabele­ ceu e por meio do qual mantém uma estreita comunhão com seres humanos frágeis e pecaminosos. Embora as formas das alianças fossem diferen­ tes em cada nação. que serviu como preparação para a Nova Aliança (NA). como. Aliança no antigo Oriente Próximo A etimologia da palavra hebraica para aliança. no Antigo Oriente Próximo) e (vi) uma relação de bênçãos e maldições. A formalização da aceitação dos termos da aliança frequentemente era acompanhada pelo ritual da morte de um animal. que incluía seis partes: (i) preâmbulo (introdução das partes): (ii) prólogo histórico (pano de fundo das relações no passado). A excelência da NA pode ser melhor apreciada quando estudada à luz da AA. marido de Maria. e uma ou ambas as partes submetiamse à maldição de ter a mesma sorte. p . sob a sanção de sua santa Lei. caso infringisse os termos da aliança. Qual­ quer discussão sobre eles. é importante entender não só o contexto social. Se Clopas e Alfeu podem ser assim identifi­ cados como a mesma pessoa ainda é algo muito controvertido. geração após geração.ALIANÇA O nome Alfeu talvez venha de urna raiz aramaica siniilar a Clopas (]o 19. A Antiga Aliança A Antiga Aliança (AA) é a administração soberana da promessa e da bênção. a evi­ dência é fraca. é bem conhecida. Assegurava às partes envolvidas coinprdfnisso e proteção mútuos. deve levar em conta o tratamento de Deus para com o seu povo como a nação do pacto. mas também sua situação espiritual. o pacto entre Jônatas e Davi) e entre tmfrei/s^phor feudal e seus súditos (aliança feudal). O AT fala sobre várias alianças. por meio das quais o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo.d . g . 32 . a mãe de Tiago. geográfico e histórico de cada um.25). quanto à sua posição teológica. o qual era esquartejado. A L IA N Ç A Quando estudamos os personagens bíblicos. é incerta. Os heteus tinham uma forma bem desenvolvida. mas até o momento nenhuma delas recebeu a aceitação geral. Todas as alianças de Deus na Bíblia são graciosas por natureza. Certamente. Várias alternativas foram sugeridas. Todas elas foram reunidas debaixo de um mesmo guarda-chuva na "nova aliança” confirmada na mor­ te sacrificial do Senhor Jesus Cristo. As da graça são convenientemente divididas em duas épocas: a da An­ tiga e a da Nova Aliança. de se fazer aliança. (iii) estipulações. Foi uma boa aliança. (iv) preservação (detalhes sobre onde o documento seria guardado e quando seria lido). tfrít. O vocábulo "aliança” é aplicado ao acordo entre iguais (alianças egtreji&ís indiví­ duos. é indiscutível o fato de que o conceito da aliança era bem arraiga­ do na prática legal no Oriente Próximo. (v) lista de testemunhas (muitas vezes eram deuses. contudo. O relacionamento dentro da aliança envolvia privilé­ gios e responsabilidades. pela observação das estipulações impostas por ambas as partes.

1.ALIANÇA Aliança como uma metáfora O conceito bíblico de aliança deve ser avaliado contra o pano de fundo do Antigo Oriente. 8. a aliança é uma ilustração ou uma metáfora da comunhão do Senhor com os seres humanos. R e n o v a ç ã o . A certeza de sua proteção é ainda mais ampla pela promessa de sua bênção. O Senhor confirmou as promessas e a aliança com Isaque e Jacó. Como a proposta era a palavra de Deus para livrar seu povo. cf.17). A renovação era importante na história da redenção. Os 2. para ser seu protetor. porque era fiel à sua palavra de estar com os descendentes de Abraão. Na primeira. Israel veio a conhecê-lo como o Deus que ultrapassava as gerações. aumentar sua família. a bênção era sua promes­ sa de assegurar prosperidade. A Aliança com a Criação O pano de fundo da AA é encontrado em duas alianças prévias: a aliança com a Criação e a aliança com Abraão. Essa promessa de estar entre os seres humanos como o Emanuel (Deus conosco.8) náo era algo novo na história da redenção. Quando o Senhor renova­ va sua aliança com cada nova geração. contextualiza o relacionamento com outra geração (cerimonia da renovação) e sofre transformações (Antiga em Nova Aliança.6).3). na qual o senhor prometeu a Noé que confirmaria a aliança. Dessa maneira. a despeito da destruição causada pelo dilúvio. Afinal.9). A base da AA é a aliança com Abraão. Deus tomou uma prática legal comum e usou-a para definir a comunhão entre Ele e seu povo. de Isaque e de Jacó” (Êx 3. A novidade era que Deus comprometeu-se com uma família.2. o Senhor prometera proteger Caim (Gn 4.14. Embora a terminologia da aliança não seja usada formalmente em Génesis 1 e 2. pouco antes do nascimento de Isaque (Gn 17). e garantiu assim que a responsabilidade pelo cumprimento das condições da aliança era do Todo-poderoso. A proteção de Deus vai além de nossa imaginação. “o Deus de Abraão. Is 7.8-17). 4-6). As promessas e bênçãos foram reafirmadas e elaboradas numa confirmação do pacto. Tanto a promessa como a bênção foram incorporadas na Aliança Abraãmica (Gn caps. felicidade e segurança. protegêlos na terra de Canaã e torná-los uma fonte de bênçãos para as nações (Gn 12. Ela se torna explícita na narrativa do Dilúvio. de acordo com ela. nacional/familiar em aliança universal). o Senhor assumiu um compromisso com toda a existência e incluiu os seres humanos. enquanto torna­ va os seres humanos responsáveis pela preservação de suas próprias vidas (w. O pacto foi feito inicialmente entre Abraão e o Senhor numa cerimó­ nia solene de sacrifício (Gn 15). estar com seus descendentes.15). desejava que o povo de Israel também reafir­ masse seu pacto. quando os participantes compartilhavam da identificação histórica com um legado e um convi­ 33 . Depois do Dilúvio. Essa metáfora é rica e variegada na Bíblia. a idéia é implícita. '‘Mas contigo estabelecerei a minha aliança” (Gn 6. Deus prometeu estar com ele. de acordo com a qual prometeu preservar a vida sobre a Terra (Gn 9. delineia os termos (privilégios e obrigações).18. 15 e 17). fortalece a lealdade ao Senhor (bênçãos e maldições). O Grande Rei prometeu proteger e livrar seus súditos (Gn 15.18: Is 54. o Senhor confirmou sua aliança com Noé. pois a aliança define o relacionamento entre as partes. A Aliança Abraãmica P r o m e s s a e b ê n ç ã o . Deus andou entre as partes dos animais sacrificados.

os meus preceitos. Essa dimensão é mais desenvolvida no ensino bíblico sobre o reino de Deus. ou seja. e guardou o meu mandado. (1) É a base para o cumprimento das promessas e o recebimento da sua bênção. pois a escoLha deles não foi devido à sua justiça: "Não é por causa da tua justiça. Segundo. como aliança perpétua. para que guardem o caminho do Senhor. cf. Deus lhe fizera promessas e. devido à sua vida piedosa: "Porque Abraão obedeceu à minha voz. e para confirmar a palavra que o Senhor teu Deus jurou a teus pais.6). e sê perfeito” (Gn 17. Confiança total é a essência do que Deus requer do homem: "Anda na minha presença. Além do mais.7.5).19).5).1). para que pratiquem a justiça e o juízo. Ainda assim. de outras maneiras. Repeti­ damente o Senhor comprovou a fé de Abraão por meio da fome. da esterilidade de Sara e da rivalidade. Assim como o Senhor feudal pensa com quem fará uma aliança. é esta a minha aliança contigo: Serás pai de muitas nações” (Gn 17. o Senhor o elo­ giou. F é viva. Essa idéia desenvolve-se melhor na legislação da AA e também no ensi­ no sobre o custo do rliscipulado. os requisitos para se entrar no reino de Deus. nem pela relidão do teu coração que entras a possuir a sua terra. embora sem saber como o Se­ nhor faria para cumprir sua palavra. pode ser testada. Abraão. mantêm a fé viva como requisito da fidelidade ao pacto. (2) É a base para a ética exigida pelo Senhor como um comportamento adequado em sua presen­ ça (Gn 17. O teste mais severo de sua lea ld a d e aconteceu quando Deus pediu seu filho Isaque em sacrifício (Gn 22). o foco central na Aliança Abraãmica é a promessa da presença de Deus: "Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações. e isso lhe foi imputado para justiça” (Gn 15. por meio da demonstração do amor a Deus e pela obediência à sua vontade.4).3). Diante da realidade das adversidades da vida. A p r e s e n ç a d e D eu s. 26. Isaque e Jacó” (Dt 9.1). os meus estatutos e as minhas leis” (Gn 26. A Aliança Abraãmica também é o pano de fundo. Abraão tinha tal fé: “Creu Abraão no Senhor. o ho­ mem piedoso coloca sua esperança na promessa de Deus de que Ele habitará entre 34 . que modelaria e ensinaria seus filhos na piedade: “Pois eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele. Essa mensagem envolve três aspectos. (3) É a base para a escatologia. E le iç ã o .1).19). como uma expressão de submissão e lealdade.ALIANÇA te para participar. paia ser o teu Deus. e da tua descendência depois de ti” (Gn 17. a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado” (Gn 18. Essa posição privilegiada não foi concedida a ele por mérito: "Pois eu o escolhi” (Gn 18. Deus escolheu livremente a Abraão. Primeiro. ele se submeteu à sua soberania. O Senhor abriu os privilégios da aliança para todos os descenden­ tes de Abraão. implícita na herança do pacto estava também a promessa de que lodos os reinos e nações seriam participantes com os descendentes de Abraão: "Quanto a mim. (2) Fé viva também inclui a dimensão ativa de lea ld a d e . para a AA. (1) E uma confiança em Deus e na sua liberdade de livrar quando e da maneira que Ele escolher. a idéia de eleição é prevalecente. mas pela impiedade destas nações o Senhor teu Deus as expulsa de diante de ti. O Senhor esperava que Abraão fosse um ho­ mem íntegro (Gn 17. Terceiro. Essa dimensão abriu uma cláusula de proteção para todos os gentios que bus­ cassem abrigo no Deus de Abraão durante a AA e serviu como preparação para a perspectiva cósmica da NA. ela inclui duas dimen­ sões. Como um resumo da vontade do Senhor. Depois da morte dele. A fé viva. a posição de Israel também foi adquirida pela graça.

4). a revelação do Sinai iniciou uma nova relação entre os israelitas e Deus. a passagem pelo meio do mar Vermelho confirmou o poder de Yahweh para sobrepor-se aos poderes milita­ res e políticos desle mundo. Sua presença é a garanlia da proteção contra as dificuldades e a segurança de sua bênção.5. A AA é preparatória da NA. e na esperança da gloriosa vinda do Senhor. O evento do Êxodo foi o contexto concreto no qual Deus demonstrou sua fidelidade à Aliança Abraãmica.45. Somente Ele é Deus: “Ó Senhor. O Êxodo foi o momento histórico que marcou o fato de Deus separar um povo para si.ALIANÇA seu povo. era necessário que Israel soubesse como agradá-lo. Revela o amor do Todo-poderoso por seu povo: "Vistes o que fiz aos egípcios. contudo. A “lei” foi o símbolo desse relacionamento. bem como às estruturas religiosas do Egito. a reve­ lação no monte Sinai marcou a constituição de Israel como o povo de Deus. pois prepara o leitor do Novo Tbstamento para enten­ der conceitos tais como reino de Deus. pela qual o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo. A lei de Deus O povo recebeu um sublime chamado. Depois de muitos anos de escravidão. como vos levei sobre asas de águias.6). a revelação do Sinai marca o propósito de Deus de estabelecer seu reino entre seu povo: "Embora toda a terra seja minha. Por outro lado.46). Primeiro. Ele tirou seu povo do Egito. vós me sereis reino sacerdotal e nação santa" (Êx 19. Seus requerimentos adquirem um aspec­ to sinistro à luz da rebelião de Israel. a relação implicava tam­ bém em que Deus apresentasse os requisitos para que os israelitas vivessem em sua presença e soubessem quanto às pimições (sanções) pela desobediência. o relacionamento era pela graça. terrível em louvores. na AA: no advento de Jesus Cristo e do Espírito Santo. Essa revelação é singularmente importante. eles resistiram ao senhorio de Deus — antes. Por um lado. sob a aprovação de sua santa Lei. Segundo. pois Ele se comprometera a ser o Senhor de seu povo e habitar no meio dele (Êx 29. e vos trouxe a mim” (Êx 19. sob a liderança de Moisés. Essa dimensão é mais desenvolvida: no Tabernáculo/Templo. Esse momento dramático tornou-se ainda mais significativo por dois acontecimentos subsequentes. Essas duas dimensões — graça e punição — criaram uma tensão que encontrou uma solução somente na Nova Aliança. A reputação do Senhor está em jogo nas experiências do seu povo. ao lidar bondosamente com os descendentes dos patriarcas. para ser "um reino sacerdotal e nação santa” (Êx 19. 35 . o custo do discipulado e a importância da ética à luz da promessa da vinda de Jesus em glória. Durante os 40 anos no deserto. em meio a muitos sinais e maravilhas. operando maravilhas?” (Êx 15. A fidelidade de Deus A base para a AA é a imutável promessa da fidelidade de Deus. Para servir ao Senhor. quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado cm santidade.6). o símbolo dessa habitação era o Tabernáculo. Para essa finalidade.11). na NA. durante e depois do Sinai. Deve ficar bem claro que existem muitas conexões entre a AA e a NA. A Aliança A definição da AA combina esses dois pontos de tensão: a AA é a administração soberana de promessa e bênção. Assim como o Êxodo marca sua fidelidade à promessa patriarcal.

Essa maneira de olhar para os mandamentos do Senhor Lem levado à tradicional divisão: lei moral. que faço misericórdia. e o vosso azeite. o Senhor vosso Deus. cerimonial e civil. o vosso vinho. encontramos uma importante expressão do cuidado de Deus por seu povo e sua cria­ ção. É um meio de ensinar aos israelitas como devem andai diante do Senhor e ser um povo íntegro. Embora a dife­ renciação seja bem definida. A Aliança Mosaica não é diferente nesse as­ pecto. prom essas e bên çãos fazem parte da aliança. Toda a nação foi dedicada ao Senhor. No livro de Miquéias. o que é bom. Estão intimamente ligadas na herança de Israel. ó homem. Primeiro. Eles são santos em sua natureza. Quarto. cf. na qual o seu povo encontrará descanso e segurança.9). fidelidade e misericórdia. o povo não saberia o que o Senhor requer dos seres humanos. ou seja. A existência deles prefigura a promessa do Senhor de fazer uma nova criação. sua ênfase também é na fé viva como o requisito essen­ cial e em andar na presença do Senhor como o motivo principal para a vida. Deus escolheu os hebreus para ser seu povo. um indivíduo náo deveria contratar o trabalho de outro israelita (lei civil). acontecem interseções. Os recursos de Canaã são expressões concretas da bondade de Deus: "Então darei a chuva da vossa terra a seu tempo. "terra que mana leite e mel” (Dt 11. senão que pratiques a justiça. como o falar a verdade (lei moral) diante de um tribunal (lei civil). E o que é que o Senhor pede de ti. Ele ensinou ao povo qual era sua definição de amor. como aconteceu com Abraão (Gn 17. o povo é consagrado a o Senhor. Estão em duas categorias.13.6). e andes humildemente com o teu Deus?” (Mq 6. Se não fosse pela Lei.2-17). Por exemplo. O Decálogo (leis morais) apresenta o que o Senhor espera dos mem­ bros da comunidade da aliança com relação a Si mesmo (adoração e cerimonial) e com relação uns aos outros (Êx 20. justiça. ames a misericórdia. a aliança o um relacionam ento soberano e gracioso. separados de qualquer coisa que o Senhor tenha criado. inicia e determi­ na com quem e como Ele se relaciona. prometendo e mantendo sua promessa. leis que especificam a vida de adoração a Deus (leis ceri­ moniais e relacionadas com o culto) e leis que regulam especificamente o relaciona­ mento com o próximo (leis civis). apesar de a maioria do povo não ter fé nele. no sábado (lei cerimonial).16). Muitas leis civis têm impUcações morais distintas. Ele se compromete a ser um Senhor gracioso. sou santo” (Lv 19. 36 . a Lei tem um lugar proeminente. Assim. as primeiras e as últimas. 28. Segundo. cf. diz o Senhor” (Jr 9. A obediência à Lei é um importante aspecto da AA.ALIANÇA A a lia n ç a é b o a . Deus falou algo similar: ‘Tile te declarou. foram separados para Ele. Como o Santo de Israel. Como qualquer pacto iniciado por Deus.8. para que recolhais o vosso trigo.2.3-6). Terceiro. e comereis e vos fartareis" (Dt 11. O Senhor escolhe.l Pe 1. O ensino de Jesus sobre o amor a Deus e ao próximo é uma interpretação do que já fora ensinado no Antigo Testamento.15. Os 6. isto é. Deus disse: "Eu sou o Senhor.1). Darei erva nos vossos campos ao vosso gado.24). No coração do sistema legal está o que é também o cerne do relacionamento na aliança. cf 7. De acordo com essa definição a AA tem quatro aspectos.15.14. Na experiência concreta da vida dos israelitas em Canaã. Outros mandamentos ampliam o Decálogo. o relacionamento é do tipo rei/vassalo. A lei reflete o caráter de Deus. porque destas coisas me agrado. devido ao fato de serem descendentes de Abraão. Por meio das regulamentações detalhadas. Deus considerava Israel como uma nação e tratou os israeUtas favoravelmente. Isso foi mais bem enlendido pelos profetas. O relacionamento íntimo entre Deus e os israelitas seria a base da éUca: ‘'Sede santos porque eu. No Uvro de Jeremias. juízo e justiça na terra.

no dia da Expiação. A AA era deficiente em quatro pontos. O AT não esconde os pecados dos santos. como também a santidade de Deus. os indivíduos deveriam confessar suas transgressões diante de Deus e sacrificar um animal. um vez por ano. bênção e maldição. o privilégio de fazerem parte da aliança. A morte de Jesus Cristo satisfez essa deficiência.13).15. A obra do Espírito Santo desde o advento de Cristo explica uma mudança radical. dessa maneira. Desse ponto em diante. antes do Pentecostes. A presença do Senhor no meio do povo era incompatível com o pecado. as quais retratavam a expressão de gratidão a Deus por sua bonda­ de. as punições estão ligadas a qualquer infração da Lei. o Espírito geralmente não estava presente com poder e glória como atua agora nos cristãos. para santificar a “santa morada de Deus”.ALIANÇA O Senhor lambém disse ao seu povo que o pecado. Para assegurar que nenhuma transgressão não confessada na comuni­ dade jamais quebrasse a comunhão do povo com Deus. mesmo quando os santos experimentavam uma transformação pela obra do Espírito Santo em suas vidas.11-16). As leis das ofertas e dos sacrifícios (Lv 7) demonstram a gravidade de qualquer infração aos mandamentos. Tinham transformado 37 . os indivíduos faziam ofertas em ação de graças. Segundo. como o povo de Deus devia viver. a obediência à Lei não pode prover propiciação pelo pecado. como comu­ nidade. de uma vez por todas: “Por isso ele é o mediador de uma nova aliança. A maldição (Dt 28. quando os sacerdotes. Muitos israelitas sentiam-se aceitos por Deus por meio de seu compromisso religioso com o Templo. e lealdade mais do que religiosidade (Mq 6. Lm). os chamados recebam a promessa da herança eterna” (Hb 9. a Lei é um guia que guarda alguém de cometer transgressão. lançar os sobreviventes em desgraça e forçá-los a fazer perguntas. idolatria e orgulho humano. Israel deveria viver com a tensão entre obediência e desobe­ diência. eram feitas também ofertas comunitárias. privando-o da alegria da salvação. Além disso. A Lei como sistema é aterradora. quando então celebravam. nos libertou desse aspecto negativo da AA. conforme prescrito na Lei de Moisés. As muitas estipulações concernentes às ofertas e aos sacrifícios servem como um lembrete do pecado individual e corporativo e a cons­ tante deficiência do ser humano diante do Senhor. em vez de sacrifícios. Primeiro. o s reis e o povo em geral transgridem os manda­ mentos de Deus. a fim de não incorrer na ira divina. por meio de seus muitos detalhes.12. ela era um professor. veja também Hb 8 e 9).10). Esqueciam facilmente o que o Senhor realmen­ te desejava: obediência. Terceiro. A Lei revelou a pecaminosidade e a rebelião do homem.13) e. pois ensinava. os sacrifícios e as orações (Is 1. deveria ser incluído no tratado. de forma que. Os israelitas entenderam muito pouco que o juízo de Deus estava prestes a dizimá-los. caracterizada pela rebelião. como “propiciação" pelos pecados. Uma perspectiva profética Os profetas falaram de um novo com eço. Quarto. na AA. O Senhor Jesus carregou a maldição da Lei por nós (G1 3. Portanto. a Lei revela o pecado e torna o pecador culpado (Rm 5. tanto individual como corporativo. tais como: “O Senhor nos abandonou para sempre?” (Is 64.6-8). intervindo a morte para remissão dos pecados que havia sob a primeira aliança.1568) ameaçava constantemente o povo de Deus. o sacerdote entrava no Santíssimo Lugar. libertação e rejeição. A transgres­ são quebra a comunhão com Deus. porque a quebra de uma parte torna-se a transgressão de Lodo o relacionamento da aliança (Tg 2. quando previram o final da antiga dispensação. A A lian ça é te m p o r á r ia . para que.

eu serei o seu Deus. o conhecimento de Deus e perdão (Jr 31. contudo o meu constante amor não se desviará de ti. Ezequiel representou o passado e o futuro era termos de pastores ímpios (Ez 34. e deres ouvidos à sua voz conforme tudo o que te ordeno hoje. Ao invés disso.3). Como Moisés predissera a deportação como juízo divino (Dt 28. O relacionamento da aliança pode ser assim restaurado. 30. circuncisão do coração (v. morte e finalmente o exílio para as 12 tribos (Dt 28. e viverás sobressaltado de noite e de dia. Os primeiros levaram as ovelhas à destruição. Dois desses passos são expressões da responsabilidade humana: arrependimento e obediência. Isaías falou sobre o exílio e a restauração motivada pela mudança da ira para misericórdia: “Por breve momento te deixei. e se compadecerá de ti.3). Hb 8. que se compadece de ti” (Is 54.65-67). tu e teus filhos. uma democratização.8-12). Por isso. diz o Senhor.6). Somente Jeremias usou a frase “nova aliança" (Jr 31. 2. Moisés tinha encorajado o povo a voltar para Deus em sua angústia: "E te converteres ao Senhor teu Deus. nem será removida a aliança da minha paz. O meu tabernáculo estará com eles. 8. uma motiva­ ção interna. quando a angústia se abatesse sobre os sobreviventes: "Nem ainda no meio dessas nações acharás repouso. na qual há provisão para uma mudança de coração.33. fome. esterilidade. nem a planta do teu pé descansará. A experi­ ência da deportação deveria fazê-los ficar de joelhos. O Bom Pastor faria uma aliança de paz. A restauração do exílio foi o início de uma renovação da aliança: “Embora as montanhas se desviem.110).64-68). Mas os profetas previram a restauração da terra e o surgimento de um novo povo que retornaria do exílio.9). Os exílios assírio e babilónico representaram uma rup­ tura no relacionamento da aliança. enfermidades. dos palácios e de Jerusa­ lém.1-5). Apesar disso.31. cf. mas cora grande compaixão te recolherei” (Is 54. a restauração é uma aliança melhor. comparados com o Bom Pastor. e tornará a ajuntar-te dentre todas as nações entre as quais te espalhou" (Dt 30. mediante a habitação de Deus no meio dele: “Porei o meu santuário no meio deles para sempre. os profetas pintaram um quadro sobre o futuro exílio e falavam sobre as ruínas do Templo. obediência de todo o coração (w. a fim de reverter a maldição em bênção [Ez 37. perda da produtividade.34). de todo o teu coração e de toda a tua alma.7). A base para a proclamação da esperança também repousa na AA. Pela manhã dirás: Ah! quem me dera ver a noite! E à tarde dirás: Ah! quem me dera ver a manhã! por causa do medo que tomará conta do teu coração. e eles serão o meu povo" (w.8-12 — a mais longa citação de um texto do AT 38 . e os outei­ ros tremam. quando o Templo e o reinado dos descendentes de Davi deixaram de existir.2. guerras. Os outros dois são obra de Deus: circuncisão do coração (requisito para arrependimento e obediência) e pra­ zer do Senhor em seu povo.15-68.27). desastres naturais. Esse era essencialmente o evangelho de Moisés.10). Os reis não podiam mais protegê-los. e pelo que verás com os teus olhos” (Dl 28. 28). A NA é primeiramente e acima de tudo uma renovação da AA. Os sacerdotes não podiam mais servir de intermediários.26) e garantir segurança e transformação espiritual do povo (v. A menção dessa passagem era Hebreus 8. assim também eles falaram sobre um novo começo após o exílio. pois ali o Senhor te dará tremor de coração.10): e o deleite do Senhor em seu povo (v.ALIANÇA o Santo de Israel em um simples fetiche. e desmaio de alma. e não acreditarás na tua própria vida. O evangelho de Moisés encontrou eco nos profetas. as maldições descritas na aliança os alcançaram: adversidades. Ele delineou os passos para a reconciliação: arrependimento (w. então o Senhor teu Deus te fará voltar do teu cativeiro. para um povo obstinado. A tua vida estará suspensa como por ura fio diante de ti. 26. desfalecimento de olhos.

mas também marca a transição da Antiga para a Nova Aliança. A fideli­ dade de Deus para com Israel na época da restauração foi uma preparação para sua obra de graça e redenção em seu Filho Unigénito. Moisés e os profetas estavam em sintonia na estimativa que fizeram quanto à AA. É 0 legítimo descendente de Davi que está sentado uo seu trono. do Templo.17-19). e assim ensinar aos homens. Haveria outra aliança. O primeiro é o sinal que sela a graça de Deus e confirma a nova vida em Cristo. do sacerdócio e das cerimónias.ALIANÇA — é um importante comentário sobre Jeremias 3 1 . A Igreja lembraria sua morte como uma confirmação da nova comunhão que o Pai estabeleceu com lodos os que crêem no Filho. tem a posição privilegiada de reconciliar os pecadores com Deus.20). ressurreição. A Nova Aliança O ensino de Jesus sobre a Nova Aliança O Senhor Jesus nasceu sob a AA e cumpriu perfeitamente a Lei de Moisés. mas para cumpri-los. à destra do Pai (At 2. Jesus comparou a Si mesmo com o pastor que se dispõe a dar a vida pelas ovelhas (Jo 10. a qual pode ser definida como “uma administração da graça e da p ro m e ssan a qual o Pai consagra um povo — gentios 011 judeus — para si.30). 39 . ascensão e glorificação. A Igreja é o corpo dos salvos pelos quais Cristo morreu. na qual o povo de Deus conheceria e serviria ao Senhor de todo o coração. Dessa maneira Ele confirma a nova posição deles pela presença regeneradora e santificadora do Espírito Santo. morte. sem que tudo seja cumprido.0 autor conecta a NA não somente com o retorno do exílio. Qualquer que violar um destes mais pequenos mandamentos. que sela os salvos para o dia da redenção. O sacrifício de sua vida pela Igreja encerrou a época dos sacrifícios. nem um jota ou um til se omitirá da lei. sobre a qual [esus falou pouco tempo antes de morrer: "Este é 0 cálice da Nova Aliança no meu sangue derra­ mado por vós” (Lc 22. O testemunho apostólico Os apóstolos continuaram 0 testemunho de Cristo. da compaixão e da justiça. Os “sinais e selos” da NA são o batismo e a ceia do Senhor. Jesus era perfeito em sua obediência ao Pai e renunciou à própria vida para poder levar os seres humanos à presença de Deus. Eles participam da NA.11). em união com seu Filho. A morte de Cristo é a mais elevada demonstração de sua lealdade para com o Pai. será chamado o menor 110 reino dos céus’’ (Mt 5. Ele náo aboliu a Lei de Deus ou argumentou contra ela com os fariseus. Pregaram que Jesus é o Messias de Deus. A Igreja como a nova comunidade do Senhor participa da nova aliança da graça. Cristo é o fiel sacerdote que. mas especialmente com o advento de Jesus Cristo. Maleus registra o compromisso de Jesus para com a Lei. nestas palavras: “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim para destruí-los. Sua vida e ensino testificam tanto sobre 0 seu zelo pela santidade do Senhor como sobre sua compaixão pelos pecadores. Pelo contrário. por meio de sua vida. Contra­ riamente à perspectiva de muitos. colocou de lado as tradições humanas e interpre­ tou a Lei da maneira que o Senhor tencionava que seu povo aprendesse sobre a práti­ ca do amor. Em verdade vos digo que aLé que o céu e a terra passem. O segundo é o sinal que sela a graça de Deus e confirma os benefícios do Senhor Jesus nesta vida e para sempre.

Em certo sentido. A adoção pertence aos judeus! Vários argumentos sustentam essa cone­ xão. o culto e as promessas. Em vez de interromper a continuidade entre a AA e a NA pela definição da AA como uma perda da adoção. o apóstolo interpreta a condição privilegiada dos israelitas à luz da ficção legal romana. a condenação de Deus e o estado dos homens sem Cristo. é escravo da justiça (Rm 6.34. conforme Paulo pondera sobre seus muitos benefícios: “Pertencem-lhes a adoção de filhos. 45. Clara­ mente. entretanto.8). porque Yahweh estendera sua glória a eles. Deus chamou Israel para ser seu filho.15-17.9: Os 1. 40 . como a “glória do Senhor”. A glória fora perdida por causa do pecado (Rm 3.15-17. A esperança dada pelos profetas incluía a promessa de uma época de glória. São os herdeiros das promessas e das alianças. Em Romanos 1 a 8 ele desenvolve uma extensa argumentação sobre a universalidade do pecado.2. Dt 14.. 3. O vocábulo “israelita" aqui significa “eleito de Deus. onde fala simplesmen­ te "a glória”.1. em termos de adoção.ALIANÇA Paulo O apóstolo Paulo ensinou que a comunhão na NA está baseada na AA e é uma conti­ nuação dela. Era o dom de Deus para os que o buscassem e lhe agradassem (Rm 2. a lei.2. as alianças. A glória perdida foi readquirida em Israel. Israel também compartilha da esperança desta glória.4).4). Paulo. 40. A complementação do apóstolo à metáfora da adoção é ex­ tremamente importante. devido à sua identificação com Adão (Rm 5).8: Jr 31.” (Rm 7. São israelitas" (w.8: cf. pois quem ama ao próximo cumpriu a lei” (Rm 13. Segundo. 24.1: 32. 59. Os judeus sáo “israelitas".10). o qual é sobre todos. Deus bendito eternamente. seu primogénito (Êx 4.18: Is 1.19). a glória. Em Cristo.3. 40.7.19). Primeiro. Apesar disso. bênção e luz (Is 35.10). 9. é filho de Deus por adoção e compartilha da nova herança por meio do Espírito Santo (Rm 8). no relacionamento da aliança (SI 8.10:11. uma designação pela qual eles pró­ prios referem-se uns aos outros. Ml 2.5).16: 64. Isaías falou da glória do povo de Deus em lermos de plenitude de salvação. o crente é uma nova criatura.35). 66. Essa “glória” era o presente de Deus para Israel. Em que sentido eles eram também filhos de Deus por adoção? Enquanto o AT é reticente na descrição da comunhão de Deus com o povo de sua aliança. a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros. alegria.34. vitalidade. Israel recebera essas bênçãos de maneira especial.18. Isaías apelou para a fidelidade do Senhor para com a aliança com base no relacionamento Pai-filho (Is 63. que são meus compatriotas. Paulo também escreveu: “ A ninguém devais coisa alguma. ele demonstra essa experiência dentro da idéia de adoção! A g lória. e deles descende Cristo segundo a car­ ne.6.6. w .35). a Lei ainda é um instrumento da graça que leva à justiça: “De sorte que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus. Algumas traduções interpretam o texto original grego. o povo da aliança do Deus Único”.. Toda a humanidade está condenada à morte eterna.2: 6. 43.23). segundo a carne.25). Para o apóstolo Paulo a esperança da glória é Jesus Cristo e a base da esperança repousa na ressurreição de Cristo (Rm 5. A frase é usada para referir-se à revelação da glória de Deus para Israel (Éx 24. A a d o ç ã o d e filh o s .22.11: 64.42-46). a AA era uma administração da graça.5).4. como judeu. identificou-se com seu povo mais intimamente: “Meus irmãos.19 a 60. Yahweh revelou sua glória no Sinai (Êx 19. Amém" (Rm 9.10). Em sua presença está a possibilidade da alegria na vida. Deles são os patriarcas. O Tabernáculo/Templo era o foco da revelação da glória do Senhor ((Êx 29.

Essas duas dimensões afetaram grandemente o entendimento de Paulo sobre as promessas. porque as promessas do Senhor a Israel ainda são válidas.24). ter o sentido mais amplo de adoração “espiritual”.4) apresenta as vantagens de Israel como o povo da aliança de maneira ambígua. A encarnação. Em outras palavras. G1 3. amados por causa dos patriarcas'' (Rm 11. conquista. A confirmação exigiu a encarnação. por nascimento. 1 Co 11. A Lei é um dom de Deus e uma parle da comunhão especial da adoção. quanto ao evangelho. seu cumprimento estende-se a lodos os filhos de Deus (judeus e gentios) e a toda a criação do Senhor. Isso também mostra que o apóstolo não restringiu as bênçãos de Deus aos judeus. contudo. o ministério.1. 41 . na Nova Aliança. como filhos de Deus por adoção. Para o apóstolo Paulo. Paulo encorajou os cristãos de Roma a apresentar um “culto espiritu­ al". a morte. O vocábulo grego nom othesia pode ser traduzido na forma ativa (“a doação da lei”) ou na forma passiva (“o recebimento da lei”). deser­ to. tanto o dom como o recebimento da Lei eram expressões da condição do eleito e do favor que Israel tinha diante do Senhor. Pode. O entendimento de Paulo sobre as promes­ sas veio por meio de seu conhecimento das Escrituras e pela revelação de Cristo.16. isto é. O apóstolo olha positivamente para elas. O apóstolo provavelmente tinha em mente todos os pactos do AT.28). E o presente escatológico de Deus. O Verbo tinha de se tornar um servo com o propósito de estender os privilégios e promessas da aliança aos gentios (Rm 15. mas seu argumento em Romanos dá base para a inferência de que os judeus possuíam uma comunhão natural com a AA. reino. enquanto afirmava que as mesmas eram confirmadas em Jesus Cristo. Desde que tais bênçãos são históricas e escatológicas. Ele é a garantia do presente e a alegria escatológica das promessas. o pe­ nhor do que está para vir (1 Co 1. exílio e restauração) é a história das raízes de Israel. O vocábulo grego latreia ("culto. que inclui os rituais da purificação. A Lei. o serviço de Deus com o coração e a mente.8). Em Romanos 12. como no argumento de Paulo aos gálatas. mas também receberam os oráculos que prometiam a dispensação de uma nova aliança (cf.6. a ressurreição e a glorificação de Jesus Cristo representaram a demonstração do Pai sobre sua fidelidade às promessas (2 Co 1. O termo “patriarcas” inclui os patriarcas propriamente ditos e lodos os israelitas fiéis. Os patriarcas e os ancestrais humanos de Cristo. adoração") é uma designação técnica para a adoração de Deus no Templo.ALIANÇA As alianças.20). As promessas. 2 Co 3.14. A expressão “as alianças” (Rm 9. a plenitude da revelação. Egito.14. O culto. “ Assim que. contudo. Elas estão na principal posição da aliança e da condição privilegiada de Israel. das alianças e das promessas.8). GI 4.23. Algumas delas ainda são escatológicas.13) e pai de todos os filhos de Deus (Rm 4. A história da redenção (patriarcas. Enquanto aguardamos. das ofertas e dos sacrifícios. o Espírito Santo é o depósito. 4. Ele se alegrou nas promessas aos seus ancestrais (Rm 15.25.22). Isso explica por que Paulo destaca Abraão como “herdeiro do mundo" (Rm 4. são inimigos por causa de vós: mas quanto à eleição. pois aguardam o pleno cumprimento na vinda do Senhor. Aqui Paulo faz alusão à privi­ legiada história de Israel. escravidão. Não deve ser vista de forma negativa. quando conclui. Aqui este termo não tem uma conotação negativa.28).

9. o Filho de Deus e a semente de Davi (Rm 1.10.12.14 a 5. Espírito e carne. O apóstolo debateu-se com a aparente descontinuidade. mas antecipou uma aliança melhor (NA). instaurou o verdadeiro descanso (Hb 4. Esta é uma séria restrição. Como deveríamos olhar para a NA: em termos de contraste ou como um aperfeiçoamento (Hb 8. como o sustentáculo da esperança para os judeus.4). Ele olha para a fidelidade de Deus. mas em meio à ameaça de morte (Hb 12. Os gentios. 8. israelita e eterno. Jesus é homem e Deus.6)? A administração anterior (AA) era boa. do sacerdócio e dos sacrifícios de animais (Hb 9.9-13). contudo.18) e estabele­ ceu um acesso mais amplo até Ele (Hb 12. O Cristo (Messias) “descende deles segundo a carne”. Os judeus. contudo. O apóstolo coloca-se na lacuna entre o Senhor e Israel.22-24).1.2). o apóstolo náo separa os privilégios do antigo e do novo.16. isso não deve ser interpretado de modo a sugerir que a posição de Israel seja inferior. recebem o Espírito de adoção e são enxertados nas promessas. estabelece a reflexão de Paulo sobre a questão da fidelidade de Deus. Além disso.39). O Messias é Deus e homem. a única maneira de estabelecer sua linhagem com Israel.2-4).6). a glória. o Evangelho mudou. que vão a Cristo pela fé. de 9 a 11. a diferença está no advento de Jesus Cristo. 3. perdoou.18-21).31-39). perdoou-o por meio das figuras e dos símbolos da instituição do Tabernáculo/Templo. Carta aos Hebreus O autor da carta aos Hebreus compara os caminhos de Deus no passado com os do Senhor em Jesus Cristo.17. alianças e na glória que pertencem aos filhos de Deus. em sua maioria. Como pode ser isto? Teria Deus abandonado o seu povo? A carta aos Romanos. Paulo rejeita que tenha havido tal mudança.38. GJ 3 e 4). a base da esperança para o povo da Nova Aliança de Deus (Rm 8. em termos de AA versus NA.11. desprezam o próprio Deus! Ainda assim.1-13. a NA é muito superior à AA. A revelação do que era “me* 42 . mas questiona sobre como relacionar o desejo do Senhor com seus planos para Israel. Portanto. Teria Deus abandonado Israel e por isso alterado seus propósitos? Se foi assim. Concluindo. Ele defende a grandeza e a pro­ fundidade do amor de Deus em Jesus Cristo (Rm 8. Isso quer dizer que.10) e Jacó (Rm 9. ofereceu ao povo o descanso do sábado. o Pai revelou sua glória em Cristo (Hb 1.3. Portanto. e a natureza espiritual dos privilégios e dos que compartilham de tais bênçãos com Israel. A unidade dos privilégios dos judeus e cristãos repousa na vinda de Jesus. Ele estendeu os benefícios também aos gentios. embora os privilégios tenham sido dados a Israel.1-10) e permitiu que Israel chegasse a Ele. as alianças e a Lei têm um significado ainda maior. Na AA. da mesma maneira que Isaque (Rm 9. na qual Paulo enfatizou a distinção entre a posição natural dos israelitas. segundo a carne. mas o discernimento espiritual é muito mais.1. Claramente.11).11 a 10.ALIANÇA Abraão é o pai dos gentios (Rm 4. Deus falou por intermé­ dio de Moisés e os profetas (Hb 1. Existe uma continuidade inerente entre a AA e a NA. A descendência lísica é impor­ tante. porque Jésus é o Sumo Sacerdote por cuja propiciação muitos serão justificados (Hb 4. têm rejeitado a Jesus como Messias. no qual eles não entraram (Hb 4. eles perten­ cem apenas aos que recebem Cristo como o Messias. o evangelho da justiça e a continuidade do plano divino. Na NA. pelo qual as promessas. o argumento de Paulo aqui é a favor da continuidade. os israelitas que rejeitam ao Messias. Claramente.

5.28). De que outra maneira apreciaríamos as realizações. O oposto é igualmente verdadeiro: o NT só pode ser interpretado à luz do AT. o Sumo Sacerdote exaltado e o mediador da NA. Descendente de Esaú. onde é chamado de Aliã). ‘‘Deus é um amigo”). Um cristão que se aproxima do AT não pode interpretá-lo apropriadamente sem a luz do NT. mas era também o mensa­ geiro de um futuro ainda maior (Hb 3. Seu pai era Joctão. neto de Esaú (Gn 36. ALVÃ. “carvalho”). a fim de descortinar o plano único de Deus e a natureza multiforme de sua fidelidade: "Jesus Cristo é o mesmo ontem. a revelação superior. Descendente de Esaú.37). 1 Cr 1. os apóstolos.40. mas passam para um lugar secundário em relação a Cristo.23. no presente (Jesus Cristo como Mediador) e no futuro (salvação). Esse acontecimento refere-se ao futuro. pregadores e mestres da Palavra de Deus encorajam os cristãos a olhar para a frente.2.AMALEQUE lhor” não necessariamente invalidou completamente o que era bom. Como porta-voz de uma nova dispensação da administração de Deus.8). o sistema sacer­ dotal e o das ofertas e sacrifícios — foram expressões temporárias da revelação do amor e da glória de Deus e da reconciliação. Enquanto aponla o presente ministério de Jesus para o povo. ao interpretar a variedade das ações de Deus na AA e na NA.1. Em outras palavras. para a revelação de Cristo. os profetas).5. para o futuro glorioso do qual somente Jesus tem a chave. Primeiro. Agora que Ele já veio. a manifesta­ ção plena de seu amor. Citado entre os descendentes de Simeão.35). 8. era líder tribal e descendente de Aser.11). era filho de Sobal. a mensagem da carta aos Hebreus é escatológico. Filho de Elifaz. 1 Cr 1. A revelação de Deus em Jesus Crislo abriu uma nova dispensação: a da adminis­ tração da Nova Aliança. era líder do seu clã. durante a AA. Isto explica por que ele fala sobre o descanso no qual devemos fazer lodo esforço para entrar (Hb 4. ele olhou adiante.6) e o Sumo Sacerdote Mediador (Hb 4. para o advento de Jesus Cristo (Hb 3. Assim. no presente. 1 Cr 1. Longe disto! Ele examinou o envolvimento de Deus no passado.26). Filho de Helém (1 Cr 7. A M AL. wAev. 11. Moisés era um servo fiel do Senhor.3). não olha apenas para a revelação do Senhor em Cristo. ALVÁ. com sua concubina Timna. era edomita e o pri- 43 .51). Filho de Jedaías e pai deSifi (1 Cr 4.G. Em outras palavras. o Filho (Hb 3. líder de um clã dos edomitas (Gn 36. É escatológico.20. Ele é o resplendor da glória de Deus (Hb 1. Isto mostra por que fala de uma maior salvação (Hb 9. Moisés. 16.36). o sacrifício único. ele encoraja os cristãos a perseve­ rar. Mudanças sem dúvida aconteceram. como descendente de Sem.15. A L M O D Á (Heb. O autor da carta aos Hebreus. o ministério e a mensagem de Jesus Cristo? O AT é imperfeito no sentido de que náo é a revelação final de Deus. o AT deve levar em conta o que o Senhor revelou no NT. 12. aprender com o passado e aguardar a plenitude da salvação.24). hoje. O autor defende o envolvimento de Deus no passado (Moisés.40. era líder de um clã dos edomiias (Gn 36. 5.12.1-5). entretanto. os profetas e os sacerdotes ainda são servos fiéis de Deus. e eternamente” (Hb 13. Jesus Cristo é o foco. A M A L E Q U E . a revelação total de sua glória e o instrumento de reconcilia­ ção do povo consigo. para a plena realiza­ ção.26 como em 1 Crónicas 1. A LOM (Heb. Moisés encorajou as gerações futuras a buscar o Messias. Ci­ tado tanto em Génesis 10. As instituições associadas a Moisés — Tabernáculo/Templo.

52. o crente não tem o direito de julgar a Pala­ vra de Deus nem supor que qualquer ado­ ração ao Senhor será aceita simplesmen­ te por estar baseada em retórica religiosa (1 Sm 15. Nm 24.20. Dt 25. descendente de Coate. As palavras memoráveis de Êxodo 17. A M A L E Q U I T A S . Davi foi bem-sucedido na elim inação dos am alequitas e em 1 Samuel 30 eles recebem bem pouca aten­ ção (1 Cr 4. Uma das tarefas iniciais dos israelitas. era o segundo filho de Hebrom e participou das atividades dos coatitas no Templo (1 Cr 23. O conforto.3). era também levita e foi ancestral de Esdras (1 Cr 6.). É provável que o mesmo Amarias seja citado no item 2.11).42s). Originalmente.15). Filho de Azarias e avô de Zadoque. e repete-o a Josué. Jz 3. deveriam "esforçar-se” (2 Cr 19. 3. mas.33ss. o propósito delas é o de motivar a ação. viveu nos dias do rei Jeosafá. pois guardou o melhor do gado e das ovelhas para sacrificar ao Senhor e poupou a vida do rei Agague: contudo. quando disse que o Senhor estaria com eles.22 s). para o povo de Deus. Levita. Serve como um lembrete de que as promes­ sas de Deus não estão lá para instilar com placência. e as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mt 16.” O início da queda de Saul veio quando ele se recusou a aniquilar os amalequitas (1 Sm 15).14. A M A R IA S (Heb. Quando os amalequitas são citados novamente. A falha em destruir os inimigos do Senhor. como prometeu. 1 Cr 18. ele é citado como um dos descendentes de Levi. Ao comissionar esses dois importantes líderes. s. Os am alequ itas tornaram -se o epítome do perigo que envolve o mundo. etc.10-12).). Ed 7.33. ocuparam a região do Neguebe e Sinai.16 é uma advertência solene: “O Senhor não pôde introduzir este povo na terra que lhes tinha jurado.13. 24.AMALEQUITAS ineiro entre o povo que ficou conhecido como amalequita. Esse Amarias estava entre os que tinham a responsabilidade de ajudar Coré. Filho de Meraiote e pai de Aitube.11).11. 6. 6.. que deveriam guiar o povo e a nação de volta aos caminhos do Senhor. 4. É possível que alguém se desqualifique para receber as bênçãos do Senhor.v. ao entrar na terra de Canaã.3. é apenas para engrandecer a vitória que Israel obteve sobre eles (2 Sm 8. é que o Senhor tam­ bém edificará sua Igreja.7..12. Jeosafá os encorajou. mas tempos depois uniram-se aos miclianitas.18). 5. "Deus diz"). Sumo sacerdote. 2.23). muitos levitas foram in­ dicados para trabalhos específicos no Templo. Jz 3. era a de expulsar os amalequitas (Êx 17. 1. em 1 Crónicas 6. porque riscarei totalmente a memória de Amaleque de debaixo dos céus”. embora pareça que parte desse povo permaneceu ali (cf.12s. pelo contrário. quando uma vez após outra o povo de Israel era derrotado di­ ante do poder superior e das táticas agres­ sivas dos amalequitas: < fEscreve isto para memória num livro. Jeosafá nomeou-o para ser o sumo sacerdote. Durante o reavivamento no reina­ do de Ezequias. para lutar con­ tra o povo de Deus (Êx 17. "presidindo em todos os negócios do Sen h or” e Zebadias.19. Jz 12. A razão para as derrotas que os isra­ elitas sofriam nas mãos dos amalequitas é explicada como consequência da de­ sobediência de Israel (Nm 14). apesar de eloquen­ temente justificada. contudo. na distribuição das ofertas do povo 44 . para administrar "todos os ne­ gócios do rei”.8-13. desagradou a Deus. Números 14. quando os limites da aliança e da co­ munhão são flagrantemente desrespei­ tados (Nm 14.14 mais tarde pareciam vazias. Eram os inimigos per­ pétuos de Israel. Em seu desejo de ver a res­ tauração da adoração ao verdadeiro Deus (Yahweh) na nação. que passou grande par­ te de sua história em duros combates com eles.19. por­ tanto.

durante a rebelião vavelmente é o mesmo Masai de ! Cróni­ contra Davi. chamado de volta pelo rei. Amasias era fiel ao Senhor e inspirava grande confiança ao povo. 6 Esse Amarias eslava entre os des­ cendentes de Binui (Ed 10. Joabe matou Amasa. an­ cestral de Samuel (1 Cr 6. 2. Seus descenden­ tes estabeleceram-se em Jerusalém.32. Secanias confessou a Esdras que muitos homens.33).25.G.35.24).17. casaramse com mulheres estrangeiras.11). Companheiro de Adaías e fi­ AM AS A. Atacou os edomitas e Capturou misericórdia (1 Cr 2. de­ pois do cativeiro babilónico (Ne 11. Esse Amarias foi um dos que servi­ ram como testemunha do pacto de obe­ diência à Lei de Deus. foi comandante do exército de Jeosafá. por causa da desobediência deles (2 Cr 28. Pai de Zacarias e descendente de Perez. Após a morte do primo. foi cas 9. Um dos homens que foi encontrarse com Davi em Ziclague. Amasai tornouse chefe do grupo dos “trinta’' guerreiros do rei (1 Cr 12.16). .g .6. Um dos sacerdotes citados entre os que voltaram do exílio babilónico com Zorobabel (Ne 12. rei de Judá. A M A S S A I .38). Na época em que o povo de IsraeJ retomou do cati­ veiro babilónico. quando foi ba­ nido da presença de Saul. na época de Neemias (Ne 10. Durante o momento crítico 1. “segun­ do as suas turmas” (2 Cr 31. 1.D. 1 Rs 2. o povo ainda sacrificava e queima- 45 . Ancestral do profeta Sofonias (Sf 1. senão o de reconquistar o que era reto aos olhos do Senhcfr ain­ seu posto de comandante do exército (2 da que não como seu pai Dav-i” '^2 Rs Sm 20.8-13).5. Pai de Maate e levita. 10. Amasa não seguiu inteiramente seu ancestral Davir “Tão-somente os altos se não tira­ protestou contra o fato de os soldados israelitas terem trazido prisioneiros ju­ ram.4). rei de Judá (2 Cr 17.4-13). Líder efraimita na época em quePetra.25.3 e 2 Crónicas 25. P. 2. Nos pri­ meiros anos do reinado desse monarca.1). quando já estava Amazias executou os assassinos^de seu no seu leito de morte. Ele serviu como comandante no salém após o cativeiro babilónico. que deveria fazer pai.1: “Fez nenhum motivo. 14. filho de lho de Azarei (Ne 1 1.3)* Do ponto de vista p ositiv o. s . 7. porém.17). num ato de A M A Z IA S (Heb.18). em Jerusalém.2) Ama­ rias é citado em Esdras 10. Tornou-se um dos porteiros do Templo. poupou a vida dos fyhos com Joabe segundo sua sabedoria. 1 cerdotes que se estabeleceram em Jeru­ Cr 2.13). Sobrinho de Davi. Da tribo de Judá. Relacionado como músico levita que tocava trombeta. Ele. Pro­ exército de Absalão.21.12. AM AS Al. Peca derrotou Acaz. reconciliação. quando Davi trou­ xe a Arca da Aliança para Jerusalém (1 Cr 15. filho de Zicri.15). visto que era rival de Joabe (2 Sm 19. sem Reis 12.12).13). 9. A M A S I A S . E digno de nota que se apresentou como voluntário.AMAZIAS entre as cidades dos sacerdotes. a capital (Am 1. até mesmo os descendenles dos sacerdotes. Foi um dos sa­ Jeter e Abigail. 1.42 como um dos que se divorciaram de esposa estran­ geira. rei a dizer a Salomão. 2 Cr 29. sem deles em obediência à Lei de Deus (2 Rs 14. 3. lide­ rando 200 mil homens. “o Senhor é poderoso”).2). irmá do rei (2 Sm 17. em que Davi se preparava para regressar Seu reinado de 29 anos é resumidr^em 2 a Jerusalém. Esse ato de traição levou o 14. contudo.1. Esdras e o povo arrependeram-se e fizeram um paclo de servir ao Senhor (Ed 10.6).3). da tribo de Judá. deus e lembrou-lhes que Deus já eslava irado. 8 . Filho de Joás e o nono rei de Judá.

esse Amiel era respon­ sável pelo serviço nos portões do Tabernáculo. Para 2. o qual. Essa tolerância pecaminosa para com a reli­ gião pagã mais tarde le-vou-o a ofender ainda mais a Deus. da tribo da Simeão.g . Pai de Samuel. fa­ zia parte do grupo de músicos nomeados por Davi (1 Cr 6. Pai do profeta Jonas. des­ cendente de Coré.5).12.5.12. Rt 4. Jn 1. da tribo de Dã.18. cujos descendentes voltaram do cativeiro babilónico com Neemias (Ed 2. Membro da tribo de Simeão. AM ITA I. na administração do rei Davi (1 Cr 26.19. Samuel foi escolhido por Moisés para organizar a divisão territo rial dos região de G ileade. 4. Elisama era um dos líderes da tri­ terra de Canaã (Nm 13.45). Pai de Aieser. A MI . da tribo de Levi (1 Cr 6.28). Amazias tornouse escravo. Foi sepultado em Jerusalém.33).AMJ va incenso nos altos*' (2 Rs 14.4. 10.14). quando Deus o entregou nas mãos de Jeoás. lambém é citado no Novo Testamento como ancestral de Jesus Cristo (Mt 1. Ela fora deixada na casa de Obede-Edom por três meses. A queda de Amazias é atribuída ao desafio presunçoso e insensato que lan­ çou ao rei Jeoás. (neto de Saul). A M I E L (Heb. Pai de Elisama e filho de Moisés do deserto de Parã. 3.20. s. representou Dã. Um dos “servos de Salomão”. um dos príncipes que se estabeleceram em Gedor (1 Cr 4.22).10. 1 . Jeoás também saqueou o Templo e levou lodos os utensílios de ouro e de prata (2 Cr 25. quando aceitou os deuses edomitas em Jerusalém (2 Cr 25. Pai de Corá. 2.17. 1» Um dos doze espias enviados por A M I Ú D E . 1. desde que Deus executara seu juízo sobre Uzá (1 Sm 6. veja 2. M aquir acolheu simeonitas entre os vários clãs e famílias. esposa de Arão (Êx 6. 2. Assim. 2. P. A M I S A D A I . etc.55. veja Uzá]. A M IN A D A B E (Heb.25.19. 3.). filho de Gemali. 4 ‘meu parente é no­ bre").53. veio de Lo-Debar.G. natural de Gate-Hefer (2 Rs 14. Sa/nua. 7.27). na época do censo dos do um príncipe de cada tribo e Amiel. 2 Cr 25. na época em que Davi su­ biu ao trono (2 Sm 9. rei de Israel.27.48..20-24).34. Pai de Eliseba.1). saqueou Jerusalém e levou vários reféns para Samaria.3. ao executar o juízo de Deus. Também era pai de Naassom e an­ cestral de Boaz e do rei Davi (Nm 1. Pai de Bate-Seba.57). a fim de conduzir a Arca para Jerusalém (1 Cr 15.10-17). Lc 3. opôs-se ao profeta Amos e tentou silenciá-lo.7. descendente de Merari.4). 2. 3. 2.1-11).26).v.25.5.15): “Por que buscaste deuses que a seu povo não livraram das tuas mãos?” No final. Sacerdote de Jeroboão LI. Sexto filho de Obede-Edom.14. Mefibosele. esse Aminadabe era filho de Uziel. Levita.22. p. no tempo do rei Davi. perseguiram-no até Laquis e o mataram (2 Rs 14. os próprios oficiais de Amazias conspiraram contra ele.20). Pai de Maquir. Líder dos levitas. o filho aleijado de Jônatas 46 . além de Amazias e seu povo serem capturados. viveu em 800 a. d . Ele e mais 112 parentes foram escolhi­ dos junto com outros levitas para a tarefa de se consagrarem. israelitas no deserto do Sinai (Nm 1. 10. 7.23). para espiar a Ladã. Ancestral de Sam uel e filho de Coate. Foi escolhi­ bo de Efraim.12). “Deus é meu parente”).4.32.C. 17.31. onde é chamada de Bate-Sua). 1 Cr 7.D. 4. esposa de Davi (1 Cr 3. usando a autoridade do rei (A n 7. Aieser era o líder dos danitas no Sinai (Nm 1. Essa atitude foi condenada pelo profeta (2 Cr 25.39). mais detalhes sobre a missão deles. Posteriormente.

g. para 33. foi o primeiro (Ne 7. mas proporciona in­ 21. irmã de Absalão e sua meia-irmã. uma pe­ mináveis para o amor zeloso de Deus.20.28). p. Era descendente de Judá 2.Pai de TaJrnai. como conquista de Canaã (Nm 34. 4. "o parente lem ção (Jr 46.18. era fazendeiro e homem Amnom (v. 1 Cr 3. cou Micaías na prisão. se seguiu à derrota nas mãos dos assírios 3. p. cronoló­ adoração de Moloque e a continuação dos gico e cultural em particular. Pai de Utai. 29). de negócios em Judá.59. foi o cabe­ ça de uma família sacerdotal nos dias de lentou e depois expulsou-a de casa. adorado pelos sacerdotes de Amom. como rei.25). sua conversão Pedael foi escolhido por Moisés para or­ foi muito demorada.g. de segunda classe. 3.26. Um dos sa­ cerdotes que retornaram do caliveiro doente e pediu a Tamar que cuidasse dele e Lhe servisse comida no quarto. fugiu e passou a viver desola dam ente na companhia de seu irmão (2 Sm 13 ).v. o povo colocou Josias. Amom era odiado pelo povo. onde seu de seu pai. 1 .AMOS depois da conqu ista de Canaã (Nm demais. “fiel"). foi assassinado por seus ser­ nome é traduzido como Amiur). natural de Jezreel. Descendente de um dos servos de filho de Davi nascido em Hebrom (2 Sm Salomão. O rei não gostara da cito que servia no terceiro mês do ano. como go para pronunciar udia mensagem de filho de Simeão. seu pai. 5. Um dos cativos que retornaram do A M N O M (Heb. O quena vila 10 quilóm etros ao sul de próprio Manassés arrependeu-se tarde 47 .d. (1 Cr 9. so­ bre o qual Jeremias prommciou a destrui­ A M I Z A B A D E (Heb. Tamar Joiaquim (Ne 12.19. da tribo de Naftali.20). cuja mãe cham ava-se exílio babilónico no tempo de Neemias Ainoã. dado’*). vos. depois da se humilhou perante o Senhor. chamado como lei­ 2.24). rei de Gesur.21) e décimo quinto formações numa quantidade acima do rei de Judá. Dois A M O S (Heb. ro babilónico. 2 Cr 18. ao co personagem com esse nome no Anti­ mandar que seus homens matassem go Testamento. seu para morar em Jerusalém após o cativei­ filho.57 . Um de seus filhos. Governador de Samaria que colo­ de Davi e líder dos '‘trinta" guerreiros.25).23). Manassés. Filho de Manassés (2 Rs mília ou linhagem. Citado em 1 Crónicas 4.7). um dos heróis 3.20). Israel.22. Quando babilónico com Zorobabel e Jesua (Ne ela entrou naquele aposento. da tribo de Judá. s. Ed 2. (2 Cr 33). onde Absalão fugiu depois de malar seu que já suportara o suficiente da tirania irmão Amnom (2 Sm 13. apaixonou-se por Tamar. Filho de Benaia. ‘‘profundo”).4). Evidenlemenle.37. Úni­ anos mais tarde Absalão vingou-se. 2 Cr 33. Quando tornou-se adulto. Amnom. “carga ou carregador"). com 24 anos de idade (2 Cr 33. Eber. se humilhara’' (2 Cr 4. reinou por dois anos. mensagem do profeta concernente à mor­ te dele (1 Rs 22. Pai de Pedael. 1 . Deus egípcio. Amnom fingiu estar A M O Q U E (Heb.1). num momento de desespero que 34. Ele nada cita sobre sua fa­ A M O M .d. um dos que retornouEm seu lugar. a fim de obedecer Amizabade chefiava uma divisão do exér­ às ordens de Acabe. para ter alguma in­ ganizar a divisão territorial da tribo en­ fluência sobre o filho Amom. rituais da fertilidade que eram tão abo­ Amós era natural de Tecoa. condenação e juízó contra o reino do Norte. Prosse­ comum sobre sua época de modo geral e guiu com as práticas idólatras do pai — a sobre seu coníexto geográfico.2.20.onde é chamado de Ami). ele a vio­ 12. que "não tre os vários clãs e famílias.

3.15. Atingido por essa interpretação equi­ vocada de seus motivos.). mortos (1 Rs 13.5. Com essa alegação.4). Fica claro que o ministério de Amós foi breve — talvez apenas uma missão.) eram ho­ mens que frequentavam um curso espe­ cífico para o ministério. Apesar de boqer sem dúvida re­ lacionar-se de alguma maneira ao termo b aq a r . da mensa­ gem em si. Amós 7.5). era a de paslor de ovelhas. Isso aconte­ ceu como parte das reformas realizadas pelo rei Josias. não com o gado. “dois anos antes do terremoto” (Am 1. que claramente não era pastor. era um homem envolvido com ovelhas. provavelmente se refere a cortar e amassar o fruto. e separou-o de seus interesses seculares.16). um vocábulo comum para “(gado) rebanho”. É mais provável que Amós fosse um mercador de ovelhas ou algo seme­ lhante. Esse ato ímpio de criar locais ilegítimos para adoração. 5. Aqueles que são cha­ mados e comissionados pelo Senhor não precisam de credenciais formais nem 48 .C.14).1-3).15 conecta o trabalho do profeta com o rebanho.C.120).14).C. Portanto. a fim de torná-lo comes­ tível. mas apenas um leigo enviado por Deus. (1 Rs 12. resul­ tou numa profecia de que o altar de Betei seria finalmente destruído e seus sacer­ dotes. em Jerusalém). Assim. de acordo com a qual sua comissão veio nos dias do rei Uzias. De qualquer maneira. para realizar uma missão entre os israelitas. 300 anos mais tarde (2 Rs 23. há também a lição da pró­ pria vida de Amós. um dos principais lugares de adoração estabelecidos por Jeroboão I. Amós queria que Amazias entendesse que ele náo fazia parte de tal escola. Amós desfaz qualquer conexão entre ele e os profetas “profissi­ onais” ou vocacionados. outro termo raro para “pastor”. nem filho de profeta” (Am 7. de Israel (793-753 a C. mas a palavra usada aqui (noqed) sugere algo mais do que simplesmente alguém qne cuida de rebanhos. e é assim que a sua ocupação deve ser entendida.). Em adição ao conteúdo profundamente importante. A importância disso está no fato de que Deus chamou um homem ocupado e próspero. 762 a. é usada para descrever Mesa. por Jeroboão II e seu sa­ cerdote Amazias. Os “filhos dos profetas” (veja 2 Rs 2. de Judá (790-739 a. e do rei Jeroboão. o rebanho de Deus. na base dos textos da Septuaginta e do grego clás­ sico. sob as acusações calu­ niosas de que Amós visava apenas a gan­ ho financeiro (Am 7.AMÓS Belém. errante e pecaminoso.10-13). parece que Amós era especialista no cultivo de figos. logo depois da divisão do reino em 931 a. que escolhe e usa a quem quer. embora a consideras­ se digna de toda honra. O termo hebraico aqui para a frase inteira é boles. O único local citado em suas mensa­ gens é Betei.5). mas um homem de negócios que Yahweh tinha chamado.14.C. Essa catástrofe. bem como um comerciante de ovelhas bem-sucedido.12). uma palavra que. Foi sua firme mensagem que ocasionou sua ex­ pulsão de Betei. rei dos moabitas. Essa idéia tem apoio em Amós 7. tão grande que ain­ da foi lembrada 240 anos mais tarde pelo profela Zacarias (Zc 14. ocorreu por volta de 760 a. a fim de competir com o único autorizado pelo Senhor (isto é.7. mais especificamen­ te.29-33). seria a data precisa do ministério de Amós con­ tra os sanLuários ilícitos de Jeroboão (Am 7. por alguns dias — devido à sua declara­ ção de abertura. de onde era também a mulher sá­ bia que Joabe procurou para aconselhar Davi a respeilo de Absalão (2 Sm 14. A outra ocorrência da mesma palavra no Antigo Testamento (2 Rs 3. e o próprio Amós ajudou a pre­ parar o caminho para que o culto de Betei fosse denunciado (Am 3.14. onde ele se refere a si mesmo como um boqer. Amós replicou que “não era nem profeta. etc. segundo suas próprias palavras. Sua ocupação. mas não necessariamente um pastor O profeta também descreve a si mes­ mo como “cultivador de sicômoros” (Am 7.1).

Ana. que testemu­ de tais hábitos (1 Sm 1. Ele amava Ana pro­ completarem dois ou três anos de idade). sentado na 1. Permanece até hoje como um de Eli e o conforto do Senhor. filho de deu ao pedido de Ana: ela concebeu e deu Levi). primeiros capítulos de 1 Samuel. Enrecia continuamente (1 Sm 1. embora seja mencio­ maldição numa bênção e a despediu em nada apenas nos dois primeiros capílulos paz (1 Sm 1. 1 Sm 1. pois. Os lábios dela se moviam. que lhe dera vários filhos. Ana po­ nha seu voto e sacrifício e seus sofrimen­ rém se defendeu apropriadamente e o tos e provações.2). na à luz a Samuel (seu nome significa “pe­ região montanhosa de Efraim (1 Sm 1. sacerdote no mesmo instante mudou sua A vida de Ana. em Silo. pedindo ao Senhor que lhe desse um filho. Prometeu dedicá-lo a A M P L Í A T O .). seu marido e ensina o que significa o verdadeiro com­ Penina levantaram cedo no dia seguinte. tas lágrimas. Finalmente chegou o tempo de Ana era estéril (1 Sm 1. onde vivia.15-17). Pai do profeta Isaías (Is 1.20). porta do Tabernáculo. carnecia dela. promisso com o Senhor do Universo. "graça”). Depois que Samuel Elcana e toda sua família subiam anu­ desmamou (antigamente. cumprir sua palavra. etc. Isso.20).1).24-27). ela nos ficou mais deprimida. fundamente e lhe dava uma porção do­ ela fez os preparativos para levá-lo ao brada das ofertas do Senhor. levando-a até às lágrimas. No tempo determinado.1. Ana não exemplo de devoção e sacrifício. O Se­ láo apresentou Samuel ao sumo sacerdo­ nhor fechara o ventre de Ana e a rival es­ te Eli (1 Sm 1. para serem bem-sucedidos em cumprir seus propósitos. Viviam em Ramataim-Zofim. é algo do ao serviço do Senhor.ANA Numa daquelas ocasiões em Silo. a piedosa Ana. totalmente devota­ duos. Penina a provocava e abor­ um odre de vinho para o sacrifício. e . chamada Penina. ANA (Heb. qualificações. apresenlando-lhe a imoralidade atraído pela história dela.8. de seu nascimento (1 Sm 1. 49 . pois abria mão do privilé­ gio de criá-lo e alimentá-lo. Antes. Realmen­ Ele tinha outra esposa. a observava aten­ Samuel. adoraram ao Senhor e voltaram para Ana era a amada esposa de Elcana. em diferentes congregações. porém.9-11). as mulheres almente a Silo. é o personagem principal dos tamente. Ele então a leitor é intimamente apresentado à sua acusou de estar embriagada e a repre­ mãe. um Ramá. Ele se lo e seu cuidado para com muitos indiví­ tornaria um nazireu. dido ao Senhor”. mas não se porém. Náo era uma dedicação simples. nessa pere­ novilho de três anos.m . Ela. fala conosco de forma vee­ Ao receber o encorajamento da parte mente. Esle foi saudado pelo apóstolo em Romanos 16. entre­ Tabernáculo. a fim de adorar a Deus e israelilas amamentavam os filhos até oferecer sacrifícios. Era uma pro­ que deve ser notado na maioria de suas messa incrível feita por Ana. nome era comum em Roma. Com a alma pro­ fundamente angustiada. o sumo sacerdote.12-14). enquanto ela orava e chorava. e imediatamente endeu. ela derramou seu coração dianle de Deus. Eli. orou. ceria a Deus. O reconhecimento pessoal de Pau­ voto interpretava a renúncia dela de cri­ ar o filho junto consigo em casa. de 1 Samuel. O famoso profeta/juiz de Israel. um efa de farinha e grinação anual. o ouvia sequer uma palavra. te ele represenlava a resposta da oração. Levou consigo um tanto. Ana entrou no Tabernáculo.19. Deus aten­ zufita (descendente de Coale. Ela o ofere­ cartas. Paulo descreveu esse ho­ Deus todos os dias da existência dele (1 mem como “meu amado no Senhor”. não a consolava. Seu Sm 1. Em meio às mui­ A M O Z .1-7).

Ela. era orgulhosa e arrogante. Profetisa.29 refere-se a Aná como chefe dos horeus. pois revela o ver­ dadeiro coração e o caráter dessa nobre mulher. entretanto. seria despojada de sua vitalidade e des­ prezada (2 Sm 2.20). Dt 32. a Canção de Débora. em essência.24). ao invés de “heveu’'. Ex 15.c. Confira também 1 Crôni- 50 . entre­ tanto. Seu hino de vitória e triunfo certa­ mente aplica-se à nação de Israel e é.10).ANÁ O menino Samuel viveria sob a super­ visão de Eli e ministraria no Tabernáculo todos os dias da vida dele (1 Sm 1. a Canção de Maria. Depois de apenas sete anos de casamento. ANÁ. c . Talvez deva-se ler “horeu”. da tribo de Aser. s. Há também uma forte ênfase à so­ berania de Deus e ao seu poder eterno. Por tudo isso. Era membro da tribo cananita dos heveus. como louvor e ações de graças.1-43. ficou viúva e devotou-se ex­ clusivamente ao serviço do Senhor no Templo.r . Pai de Oolíbama. 3.14. O relato sobre Ana e Simeão. Penina. O Senhor deu-lhe vitória e a li­ vrou de Penina. Génesis 36. A oração de Ana é verdadeiramente um sacrifício de gratidão a Deus. fé e compromisso com Deus.40. Os contrastes feitos entre os guerrei­ ros fortes e os fracos. em sua integridade.36-38 registra que Ana estava no Templo durante a apresen­ tação do menino Jesus: o Messias espera­ do há tanto tempo. mudou suas lágrimas em alegria e a colocou em seu lar como a mãe de muitos filhos. Ana era uma mulher extraordinária. em Lucas 2. A oração de Ana em 1 Samuel 2. nas Escrituras. Aná também é citado como quem encon­ trou fontes termais no deserto. Zibeão (Gn 36.21). 2. inclusive temas de combates.2.5a fala da mu­ lher estéril que se torna mãe de sete fi­ lhos. Também conhecida como a Can­ çã o d e Ana. noite e dia. A oração da mãe de Samuel. que a resgatou de seus problemas. m .5) demonstram o fato de que Ana estava contente com seu tri­ unfo pessoal. o Senhor por fim a abençoou com mais cinco filhos. Na ver­ dade.18. Lucas 2. 1 Samuel 2. o núme­ ro '‘sete'* nem sempre deve ser interpre­ tado literalmente e muitas vezes pode simbolizar "realização ou ideal”. em Génesis 36. feliz e realizada. Portanto.10). Ana buscou humildemente a Deus e esperou pelo livramento dele.4. essa oração conlém os mes­ mos elementos encontrados em outras orações/canções do AT.19). tal­ vez seja inspirada em parte na canção de Ana. Veja também 1 Crónicas 1. 2. revela a existência de pessoas que eram realmen­ te fiéis à aliança de Deus e confiavam no cumprimento de suas promessas a res­ peito da vinda do Salvador. sua inimiga pessoal. seria destruída juntamente com todos os ini­ migos de Deus (w.1-11 merece nossa atenção.1-18.41. á mulher estéril e a que tem mui­ tos filhos (1 Sm 2. Ela agradeceu a Deus publicamente e proclamou as boas novas a respeito do Redentor. que tinha muitos filhos. Quando tinha 84 anos de idade.2: mas é provável que se refira a dife­ rentes pessoas. por outro lado. Ana provavelmente pensava em si mesma quando fez tal declaração. O Senhor foi gracioso com Ana e posteriormente ela deu a Elcana mais três filhos e duas lilhas (1 Sm 2. uma das es­ posas de Esaú (Gn 36. ocorreu um evento que ador­ nou sua vida.5b). os fartos e os neces­ sitados. 1.9. enquanto apascentava os jumentos do pai. livramento do inimigo e o cuidado providencial do Senhor por seu povo Israel (veja a Canção de Moisés. fz 5). pro­ vavelm ente tem uma natureza mais íntima. A cada ano sua mãe fazia orna pequena tú­ nica e a levava para ele quando ia com o marido a Silo oferecer sacrifícios (1 Sm 2. onde é mencionado como pai de Disom.28). filha de Fanuel. Manteve seu voto a um gran­ de custo pessoal e tornou-se um modelo para todas as gerações. Finalmente. messiânico (1 Sm 2. na mesma passagem.

24).4). Ananias eslava lemeroso. ANÃ (Heb. lemos que Ananias teve uma visão.24). 2. quando sua esposa chegou. percebeu o que acontecera e acu­ sou Ananias de mentir para Deus. contudo. “o Senhor tem sido gra­ cioso"). Um dos deuses adora­ dos pelos sefarvitas (2 Rs 17. pelo contrário. Ao ouvir isso. Marido de Safira. De fato. 1. Cristo lhe falou que fosse até a casa onde Saulo estava hospedado e impusesse as mãos sobre ele. um descen­ dente de Davi (1 Cr 3. Esteve no púlpito junto com Esdras. exige uma grande responsa­ bilidade em ser honesto e transparente diante do Senhor e de seu povo. decla­ rou sobre Saulo: “Este é para mim um 51 .9). em frente à sua casa (Ne 3. dirigido pelo Espírito Santo. os cristãos “tinham tudo em comum. pois a reputação de Pau­ lo de perseguir violentamenle os cristãos havia espalhado o medo entre os crentes de Damasco. Então apresentou uma quantidade a Pedro.31).38. AN AÍ AS (Heb. E im­ portante notar que a questão aqui não era que uma lei obrigava alguém a com­ partilhar tudo. fazer o que é certo na vida individual.22). O pecado de Safira foi pronuncia­ do por Pedro: “Por que é que entre vós concordastes para tentar o Espírito do Senhor?” (At 5.10-19). 2. Esse povo estava entre os que foram transpor­ tados pelo rei assírio para Samaria. onde é citado como filho de Seir e irmão de Zibeào.23).ANANIAS cas 1. ele caiu morto. líder que testemunhou o pacto do povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. “nuvem"). ajudou a recons­ truir o muro de Jerusalém. Mais tarde.26). era. 1. a fim de repovoar a região depois que os israelitas foram exilados (2 Rs 17. A N A M E L E Q U E . Vendiam suas propriedades e bens. A N A N I A S (Heb. “o Senhor tem respondi­ do").3). Com o pleno co­ nhecimento da esposa. Ananias e Safira decidiram vender uma propriedade (AL 5. ele resolveu guar­ dar parte do dinheiro para seu uso pes­ soal. Um dos privilégios do cristão é estar livre do legalismo. O resul­ tado desse triste episódio na Igreja pri­ mitiva foi um maior entendimento e te­ mor do poder e da santidade de Deus. para que recuperasse a visão. continuou com a mentira e também morreu. Trouxeram consigo práticas abomináveis que incluíam o sacrifício de crianças no fogo. por meio do serviço. Segundo essa prática. Veja Safira. Possivelmente o mesmo persona­ gem anterior. 3. Pedro enfatizou o ponto de que o que pertencia a eles era deles (At 5.1). segundo a necessidade de cada um” (At 2.4).44. Naquele tempo. Avô de Azarias.45). portanto. Logo após o relato da con­ versão de Saulo (Paulo) e a cegueira que resultou de ter visto a glória do Senhor na estrada para Damasco. O Senhor. Com tal liberdade. e repartiam com todos. o qual. O problema era a ten­ tativa deliberada e voluntária de mentir ao Espírito Santo e ao povo de Deus (At 5. Filho de Eiioenai e integrante da linhagem real de Judá depois do exí­ lio babilónico. A N A N I . quando este leu o Livro da Lei (Ne 8. foi um dos pri­ meiros convertidos na igreja em Jerusa­ lém (At 5). Pedro e a Igreja primi­ tiva não criaram uma nova lei pela qual as pessoas ganhariam mérito diante de Deus e dos cristãos. Outro Ananias que se tornou cris­ tão nos primeiros estágios da propagação do Evangelho de Cristo vivia em Damas­ co (Al 9. bus­ cavam uma existência que refletisse o amor de Deus e a graça que é vista em Jesus Cristo. Um dos líderes que selaram o pacto feito pelo povo de ado­ rar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10.

fun­ perante os gentios. parecíamos” (Nm 13.D. Jesus também disse que.24. Era um orgulhoso e P. para vez por ano no Santo dos Santos. É mencionado quatro vezes como d. ao retornar. Paulo padeceria Quando Moisés enviou os espias a por causa da fé. preso em Jerusalém. morava em Hebrom. para levar o meu nome de na batalha. quando há apenas algumas horas como gafanhotos. onde so­ contra Paulo diante de Félix (At 24. Outro Ananias foi sumo sacerdote piarem a terra e terem visto os anaquins (Nm 14. Os des­ cendentes de Enaque realmente foram os na vida de Ananias. Josué fi­ sua perspectiva. Ananias. e permaneceu por um tempo em Damasco. Uma figura conhecida apenas maneira.C.C. os reis e os filhos de dada por seu ancestral. Foi 4. o pró­ primeiros a causar preocupação para os prio apóstolo contou aqueles eventos da israelitas. mantendo um condo peregrinavam pelo Neguebe (Nm tato estreito com o governador romano. talvez pelo próprio tornou-se um provérbio entre os israelitas (Dt 1. "éramos aos nossos próprios olhos mão”. o menciona como ção nos ajuda a entender sua participa­ sumo sacerdote em Jerusalém mais ou ção na prisão do apóstolo. Dia da Expiação.). eles disse­ ao encontro de Paulo e chamá-lo de “ir­ ram.28. Josué os expulsou de Hebrom. quan­ gioso como o político. e podemos ver que nalmente conquistou Canaã e estabele­ Ananias foi o primeiro a falar-lhe sobre ceu a paz para Israel (Js 11. Em 52 d. Foi imedia­ reputação dos descendentes de Enaque tamente batizado.ANAQUE vaso escolhido. no tempo determinado. A con­ sua missão mundial. A formidável que teve a visão restaurada. era também o líder do Sinédrio. O no tempo em que o apóstolo Paulo foi Senhor cumpriu suas promessas a Israel. Foi ele quem menos de 6 a 15 d. Com sua destruição. foi enviado a Roma. etc. 13. Arba — por isso o antigo nome de Hebrom era QuiriateIsrael” (At 9. Canaã. 4.6-9).). Mais tarde. Homem de grande estatu­ Este cargo tornara-se mais político do que ra. Por causa de seu ofício.15). na par­ pessoalmente confirmar as acusações te mais consagrada do Templo. Foi nomeado por Herodes e exerceu seu poder de 47 a 59 ANÁS. em Gaza. após es­ Veja Paulo.2) e pos­ papel na adoração era o de entrar uma teriorm ente desceu a Cesaréia. etc.G.10. ficou famoso por sua força e habilida­ 52 . Gate e Asdode. At responder a acusações de crueldade. Arba (Js 14. mente ele podia oferecer o sacrifício no P.2. Seu único durante seu julgamento (At 23.1). descendentes de Anaque.33).21-23). Ananias impôs as mãos sobre Paulo. no poder e na provisão de Deus. foi finalmente vindicada.22.15). Dessa A N A Q U E . 2. Josefo.13. Debir e da região montanhosa poucas passagens nas Escrituras que de Judá.G.D.14-16). mas essa informa­ o historiador judeu.6) e é sempre associado a Caifás. Aparentemenas emoções de um cristão são mudadas te alguns sobreviveram no território por meio da Palavra de Deus e como o medo foi transformado em poder e amor filisteu. Existem Finalm ente. de maneira que nenhum foi dei­ mostram de maneira tão dramática como xado no território de Israel. sua necessidade de fiança que Josué e Calebe demonstraram ser perdoado e batizado (At 22. e assim também lhes só o nome de Saulo já o enchia de temo­ res. liberado por Cláudio. Jo 18. para “sumo sacerdote” (Lc 3. informaram com É um testemunho do caráter e da fé grande medo que tinham visto os gigan­ de Ananias a maneira como se dispôs a ir tes. junto com os cristãos. centralizava tanto o poder reli­ no passado distante dos israelitas.C. O sumo sacerdote ordenou que Paulo fosse esbofeteado era o líder entre os sacerdotes. cruel líder saduceu. eles.28.

quan­ do Pedro e João foram questionados a respeito da fé (At 4. que os considerava con­ ceituados entre os apóstolos. Um dos netos de Benjamim.18 ou At 1. A N A T O T E . após o cativeiro babilónico. Pai de Sangar. Sob a liderança de Neemias. 53 . e ele então o encaminhou a Caifás. Vários aios apócrifos são atribuídos a ele. Na época. Seu genro Caifás e seu neto Matias também exerceram este cargo. como os que eram enviados a pregar o Evangelho.G. André.23 e Neemias 7. que ele próprio levou ao Senhor (Jo 1.7).19 o líder do povo com esse nome tal­ vez seja a mesma pessoa.b . 1 . Mc 1. Natural de Belsaida. Mc 6. Em João 12. Provavelmen­ te eram parentes de sangue.31.2 e Lucas 6.24). A despeito das alegações contrárias. para sugerir que pelo menos parte do tempo os dois irmãos formavam uma dupla no ministério de Cristo (cf. da tri­ bo de Manassés (1 Cr 7.13.14 (mas não em Mc 3. não existe um padrão consistente no com­ portamento de André.1316). Os algozes primeiro procuraram Anás. Em João 6.7). que só havia cinco pães e dois peixes disponí­ veis para a multidão de cinco mil homens. o primeiro dos doze apóstolos a ser cha­ mado por Jesus. com Zorobabel e Neemias.22.24). ele assinou o pacto do povo para obedecer à Lei de Deus e adorar so­ mente a Ele. no início do ministério de Jesus na Galiléia. Paulo refere-se a ele e a Júnia (Rm 16. quando Jesus foi preso (Jo 1 8.40-44). a fim de resgatar Ló do cativeiro (Gn 14. André faz par com seu irmão Pedro na lista dos doze discípulos em Mateus 10.8. um dos juizes de Israel (Jz 3. Esle vocábulo deriva do termo grego que significa • ‘hombridade'’. A N E R . de tempo integral. De acordo com Esdras 2. 5. veja AnrafeL ) AN IÃO. André.18. no monte das Oli­ veiras". um pouco constrangido. A N D R É . como Riu lo.19). Nada mais é conhe­ cido sobre ele com algum fundamento histórico. embora sem nenhuma evidência histórica. O nome refere-se a uma deusa da guerra.D. c . foi rapidamente ofusca­ do por seu irmão Simão Pedro. x\ndré previamente fora seguidor de João Batis­ ta e estava presente quando esle apontou Jesus como o Cordeiro de Deus. como "meus parentes e companheiros de prisão". Pedro. Anás e Caifás são mencionados juntos quando a Palavra do Senhor veio a João Batista (Lc 3. Marcos 13. Converteramse antes de Paulo. A N D R Ô N I C O . (Para mais detalhes sobre o incidente.16). ele também foi um dos intermediários os quais disseram a Jesus que certos gregos desejavam falar com Ele. Anás era um poderoso líder. André informou a Jesus. 128 membros de sua famí­ lia são registrados na leva que retomou a Jerusalém.13). 2.2). filho de Bequer (1 Cr 7. Abrão mostrou-lhes sua gratidão (Gn 14. ou talvez ape­ nas judeus. P. cuja Influência continuou mesmo depois que a função foi assumida por outros. Tiago e João eram lodos pescadores (Mt 4. Junta­ mente com os outros três discípulos cha­ mados em João 1. Em Neemias 10. Esle ainda estava envolvido no Sinédrio. O quarto filho de Semi da. A NA TE .ANIÀO religioso. Mais tarde. nem dados sufici­ entes nas páginas das Escrituras para se deduzir qualquer princípio teológico sig­ nificativo baseado em seu caráter ou sua personalidade. Provavel­ mente essa é a utilização mais generali­ zada do termo "apóstolo”. Um dos três irmãos amorreus (veja também Monre e Escol] que se aliaram a Abrão quando perseguiu Quedorlaomer.6).8).27.3 registra que estes quatro discípulos pescadores estavam presentes no “Discurso de Jesus”. Assim. André recebeu sua co­ missão form alm ente como discípulo itinerante. da Galiléia. Não se sabe onde estiveram juntos na prisão.6).

os anjos tra/em tanto bênçãos coroo juízo. 3 1. 1oram-lhe dadas ins­ truções divinas concernentes a Ismael. mas os inimigos do povo de Deus sempre estarão sujeitos ao juízo angelical |S1 35. através de sonhos.15-22. responsável pela realização rle ura juizo de Deus.712).29 refira-se também ã atividade do Kspírito Santo. por ide tor obedecido ao pedido de Deus (Gn 22 11. o anjo pralicamenle ê identificado com o próprio Deus. como 110 encontro de Jacó em Betei.10-10. Em ou­ tras ocasiões. Em outras passagens o anjo é diferenciado dn Senhor (2 Sm 24. 0 jebuseu. o anjo ordenou que sê construísse um altar na eira de Ara una lOrná). Um anjo an iq u ilo u 0 e x é rcito de Senaqueribe. 12.11-221 No tempo dos luízes.1). pro­ meteu também quo Deus múltiplaaria grandemente seus descendeuIes <Gn 16. o anjo n distinto •le Deus (como em Lí 1. a fim de guiai e instruir seu povo.7).35: Ta 37.J3.19.15-18J. para impedir u morte de Isaque e confirmar a bênção de Abraão. o anjo do Se­ nhor é cilado em várias ocasiões. onde Ú chamado do Gabriel). No Novo Testamento.12. a liru de anunciar o nascimento de João IL . o anjo interveio lambém no monte Moriá.131. e ns bvra” |SI 34. Mais tarde..ANfO no SENHOR. Nos Salmos. O.10. Quando o rei oron.26) e feriu o rei Herodes Agripa 1 com o juízo de Deus (Al 12. Um anjo incentivou o desanimado Elias (1 Rs 19. e ás m ulheres no relato de Mateus sobre a ressurreição de Crislo (Mt 28.12.0 anjo lambém é uma figura proeminente no livro de Zacarias (Zc 1. Êx 3. O AN JO DO S E N H O R .20.5. ao lazer a contagem do povo. o anjo é visto como mensa­ geiro divino. 1 Cr 2 i. i um Moisés na sarça ardente e uo livramenlu do Figilo (Gn 31. um anjo instruiu Manoá (jz 13.12.< 1.7) e o instruiu a desaíiar 0 rei de Samaria e seus mensageiros (2 R* 1 3. um anjo trouxe-lhe destruição na forma de uma peste ijuh matou 70 (»D0 pessoas (2 Sm 2-1.6). 0 anjo apareceu a Hagar no deserlo p disse-lhe r|iie vol­ tasse para sua senhora Sarai (Sara). 0 Templo do Jerusalém foi edificado naquele local (2 Sm 24 10-25. Nesta ocasião.13). Pnslerlormenle. 0.15J.1 II. ajv. embora Aios 8.7).2-7) Em Aios dos Apóstolos. 2. a Josá. Quando Davi ilesagradou a Deus. O evangelho de Lucas registra a apa­ rição de um anjo dn Senhor a Zacarias. O “ anjo rio Se­ nhor” (as vezes chamado “u anjo do Deus”) é mencionado mnis rio 00 vezes nn Bíblia e é ii porta-voz pessoal de rieiis e seu repre­ sentante diante da humanidade.23). Dous comunica sua vontade por meio dn um ser angelical. “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que 0 temem.36). A* vezos. 1 Cr 21.I1. O anjo do Senhor aparece varias ve­ zes na história de Balaão (Nm 22 22-35J e é citado na canção de Débora e no cha­ mado de Gideão íjz 5 23. a fim do mostrar 0 poder do Deiu* tios assírios (2 Rs 19. lauto em bênçãos como Bm maldições.T- 54 . orientou Filipe para onde deveria ir (At «. quando ahriu as portas das prisões (At 5. a fim de instrui-lo a respeita do m enino. Na época de Abraão. Concluímos então que o anjo do Se­ nhor ê bastante alivo no Antigo e no Novo Testamento. a fim de realizar os propósi­ tos divinos.26. Zc 1. Em certas ocasiões uo Antigo Testamento.11.19. (Ml 1.5.01.13-211.2. Jz 2. 1-14).

114 no Antigo a 178 no Novo Testamento.23-25: 8. para cumprir al­ gum propósito divino relacionado com a humanidade. teve um sonho em Betei. Jd 9.17). 37.21. o Senhor falou com Jacó e tornou a promeler-lhe que seria o seu Deus. Exemplo: dois anjos foram a Sodoma alertar LÓ e sua família sobre a iminente destruição da cidade. a lembrança da ajuda divina no passado nao foi suficiente e a passagem pelo território edomita foi negada (Nm 20. que tornou a meter a sua espada na bainha" (1 Cr 21.16. Às vezes os anjos apareciam.19.7.12. o legislador comentou. a íim de encontrai' uma esposa para Isaque entro seus parcntns.5). "Mas quando clamamos ao Senhor. Hb 9. A justiça de Deus foi temperada com a misericórdia divina. como nas pragas que caíram sobre o Egito. Nesse caso. Houve ocasiões era que os anjos tiveram um papel preponderante no propósito divino (Gn 19. Uma ilustração contundente de um anjo no exercício do juízo divino é encontrada em 1 Crónicas 21. como punição do Senhor por sua depravação (Gn 19. I Rs 6.26) e Miguel (Do 10. Existem também mais de 60 referências aos querubins.1. mas não inclui as relacionadas aos dois anjos chamados pelo nome na Bíblia. a aniquilação da cidade foi evitada: “Então o Senhor deu ordem ao anjo. 9. no qual viu uma escada "posta na terra. 55 .40). cf. cujo topo chegava ao céu.18-20. o traria à Terra Prometida (Gn 26.12-15).7-14: Ez 10.12). felizmente.6.13-16). indignação e angústia" (SI 78. Por outro lado. Ap 12. Assim.27). ajuda ou encorajamento.8.7). e nos tirou do Egito" (Nm 20. depois que Abraão lhe disse que o Senhor enviaria seu anjo" adiante dele.15: "E Deus mandou um anjo para destruir a Jerusalém”. conslituia-se em uni agenle de Deus.16. Gabriel (Dn 8.12}. houve ocasiões quando a tei­ mosa oposição ao Senhor foi confrontada com a implacável fúria divina. no Antigo Testamento. furor. 1. Infelizmente. para designar anjo. ou seja. Em outras ocasiões. 91. Por meio dessa experiência. "Atirou para o meio deles. depois. para encorajar o povo de Deus. Uma das referências mais interessantes aos anjos foi quando Moisés enviou men­ sageiros ao rei de Edoin. Esse numero registra mais de 60 referências ao “anjo do Senhor”.13. quais mensageiros de males. enviou um anjo. Essa proteção divina é vista pelo salmista como extensiva a todos os que genuina­ mente colocam a conf iança no Deus vivo: ”0 anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem.Antigo Testamento. seres celestiais que sâo citados frequentemente em conexão com a entronização simbólica de Deus no Tabernáculo e no Templo (Êx 25. e os anjos de Deus subiam e desciam por ela" (Gn 28.1-20. para que o ajudasse a alcançar seu propósito (Gn 24. 2 Cr 3.11.18-201 Os anjos como executores do juízo de Deus. um anjo atuou na direçáo de uma pessoa. Normalmente. 12.7-9. e os b'vra" (SI 34. o ardor da sua ira. cuidaria dele e. Os anjos no Antigo Testamento A palavra usada no . para o fiel cumprimento da vontade de Deus Exem­ plo: o servo de Abraão foi enviado á Mesopotámia.10). depois que saiu de Berseba. ele ouviu a nosso voz. Ao registar as dificuldades enfrentadas durante o cativeiro egípcio. o patriarca lacó. Os anjos trazem direçáo.1.7. significa simplesmente "mensageiro". 2 Sm 24.ANJOS ANJOS Existem aproximadamente 292 referências a "anjos” nas Escrituras.21: Lc.49).

Tobias.3: 4. Tobias 6.4 1 . cif. todos os anjos (conforme trazem algumas versões) rejubilaram (Jó 38.7). 2 Rs 19. onde um papel sim ilar è dado a um anjo interlocutor (Ap 1 . ls 37. que cumpris as suas ordens. 5.3. O livro apócrifo "Os Segredos de Enoque”. anjos seus. Alguns anjos. por exemplo. os serafins — maturas celestiais que são citadas somente na visão de Isaías — ofereciam louvor e adoração. palavras boas.19: 2.13. que executais a sua vonta­ de” (SI 103.14-17.21s.2-4) ou um “anjo1 '. Semelhantemente. Nesse texto. Eles aparecem com frequência no livro de Zacarias. O salmista exortou: “Bendizei ao Senhor. vós. por sua inefá­ vel santidade: "Santo.21).5. desenvolveram-se elaboradas angelologias. em Tobias 5.4) e. m enciona quatro deles pelo nome.. Da mesma maneira. magníficos em poder. Os a n jo s e o lou vor a D eus. Esse papel do mensageiro do Senhor de com unicar a revelação divina ao profeta traz luz sobre o Apocalipse. 2 Macabeus 11. cm rusposto à oração do rei Ezequias: “F.. 22 . todos os seus exércitos celestiais” (v. 2). em 701 a. A mesma ação que produziu juízo contra os inimigos de Deus trouxe livramento ao seu povo.ulor é citado varias vezes (Zc J . quo obedeceis à sua voz.4. segundo os livros apócrifos. o Senhor enviou tun anjo que deslruiu a todos os homens valentes.31-55!. Ed 2.1. que apresenta um forte interesse pelos anjos. O próprio nome desses seres ("aqueles que queimam”) indica sua pureza como servos de Dous. 56 . Os anjos são mencionados muitas vezes nos Evangelhos.9. o Salmo 148 couvoca os anjos a louvar ao Senhor junto com todos os seres criados: "Louvai-o. Os anjos no Novo Testamento No Novo Testamento. Aios.5. a partir daí. a palavra grega ongelos significa “mensageiro" Iusada com refe­ rência a João Batista. Um dos mais bonitos papéis desempenhados pelos anjos no Antigo Testamento ó o louvor. Santo. o qual to rn o u -se tão d o m in a n te uo p erío d o ínterLeslamentário. A njos In terlo c u to res.36J.20 e Rafael. Bendizei ao Senhor.6).C.2-4). uma grande ênfase ê colocada sobre a santida­ de do Seuhor e a importância do louvor por parte dos anjos que o servem.2 . quando o anjo do Senhor levantou a questão sobre até quando a misericórdia divina seria negada a Jerusalém: "Respondeu o Se­ nhor ao anjo que falava comigo.44-48. Mc 1.35. este ensino sobre os anjos é restrito e saturado do e le m e n to e s p e c u la tiv o .5: 5. ministros seus.4. todos os sb u s exércitos celestiais. falou sobre "sete santos anjos que apresentam as orações dos santos e entram na presença da glória do Santo".). todos os seus anjos. Hebreus e Apocalipse e ocasionalmente nos outros livros.ANJOS Um dos casos mais dramáticos do retaliação divina ocorreu na derrota de Senaqueribe. os quais são líderes e desempenham funções especificas no plano divino ( l Enoque 40. G.9 . Assim lemos.13). Santo é o Senhor dos Exércitos: toda a lerra está cheia da sua glória" (Is 6. em 2 Esdras 5.10. louvai-o.6 ). cf. O anjo entõo transmitiu ao profeta a mensagem dada por Deus (Zc 1.18. Quando Deus criou a Terra.10). os chefes e os oficiais no arraial do roi da Assíria" (2 Cr 32. eram conhecidos pelo nome (Uriel.20. No entanto. onde um anjo interlot. Os anjos no período intertestamentárlo Os anjos foram particularmente proeminentes na literaUua judaica no período entre os dois testamentos (2 Esdras 6.5: 1 Macabeus 7 . palavras eonsoladoras" (Zc 1. 1 .34.

u Zacarias (Lc 1.26). “morreu lambem o rico e foi 57 . o nascimento de Jesus é anunciado por uma “mul­ tidão dos OxfircilOS celestiais.49. paz nu lerra entre os homens.43). onde “morreu o mendigo e foi levado pelos anjos para o seio do Abraão". Na Parábola do loio. O elemento cio louvor certamente mareou presença no NT. onde haverá pranlo e ranger de dentes" fMt 13. O testemunho do Cristo ora importantn.14) Assim. é dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas. Mas quem me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus” (Lr 12. Mandará o Filho do homem os «eus anjos.19. no final do seu registra sobre este assunto. Em adição.8. e os lançarão na fornalha de fogo. por outro lado.10)." (Lc 2. mas no tempo e na maneira de Deus (cf. com grande clamor de Irombela os quais ajunlarão os seus escolhidos desde os quatro ventos.21. Jesus disse aos discípulos: “ A ceifa é o Rm do mundo. Vários outros aspecto? do história do nascimento de Jesus são (lignr)S de nola. Lo 4 9-!2). Em Mateus 16. e os ceifeiros são os anjos.5).24. rom seus anjos. 1. Duranle a tentação.c 2. para tentar Jesus e fazê-lo colocar a fidelidade de Deus á prova (Ml 4.20.32.umprida. Mateus destacou o papel dos anjos no dia do Senhor. quando vier na sua glória o na do Pai e dos santos anjos’' (Lc 9. Os anjos e a tentação de Jesus. dele se envergonhará o Filho do homem. o Salmo 91. da mesma maneira que faziam 110 A l O louvor a Deus era uma de suas atividndes primárias ÍAp 5. Primeiro. Lucas destacou também a participação de Gabriel na escolha do nome de Jesus (2.12).5-7.11-20) e aos pastores (L. os anjos são vistos como agenles de Deus.9: cf. o anjo do Senhor teve nm papel preponderante no anuncio dos nascimen­ tos tanto do João Bal ista como de Jesus. com relação ã nossa situação final na presença de Deus e dos anjos: “Digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus. pois era vislo contra o pano de fundo da eternidade: “Qualquer quo de mim e das minhas palavras se envergo­ nhar.. Mt 10. . Os anjos são mencionados na intri­ gante passagem sobre o homem rico e Lázaro. Os anjos e o dia do Senhor. Os anjos em cenas de morte e ressurreição. Semelhantemente. lambém no Ml’ os anjos participam do louvor e da adoração ao Senhor.26).27. na Ihróbohi dn Rude. 2. Ap 3.39). ao aparecer a Jose ÍMl 1. e chegaram os anjos o o serviram” (Mt 4 J 11. Mateus de* larou: “Enláo o diabo o deixou.11.50).31).13). e eles colherão do seu reino tudo o quo cnusB pecado e todos os que cometem iniquidade" (Mt 13.9-12). louvando a Deus.13. O lesteniuulio cristão tem um significado solene. Em Lucus.11. Lucas desiatou lambém a alegria trazida pelo arrependimento sincero: "Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Dous por nm pecador que se arrepende” (Lc 15. No finai dos lempos.AN] OS Os anjos e os nascimentos de João e de Jesus .13). Cristo recusou*se a a c e l t a T a sugestão demoníaca o é interessante que Marcos deslacou 0 ministério dos anjos em sou r«lato ria tentação (Mt: 1. Deus "enviará os sous anjos. Segundo.20-38).. A promessa divina du Salmo 01 foi assim i. o anjo Gubrinl fez o anúncio para Zacarias e Maria (Lc 1. Os anjos são aitados várias vezes em conexão com a vida cristã.33.12 foi citado polo diabo. Os anjos e o tema do testemunho. e enláo recompen­ sará a rada um segundo as suas obras". Da mesma maneira. os quais terão um papel significativo no processo judidal: "Póis o Filho do homem víró na glória d»* seu Pai. de uma à outra extremidade dos céus" (Ml 24. Lr 22. cf. os anjos participam no julgamento final: "Vi­ rão os anjos e separarão os maus dentre os juslos. por exemplo.

8] Ele reconhecia com gratidão u bondade iniciai dos gálatas. há o sombrio repúdio dos que estarão ao lado esquerdo do Rei. onde os anjos faziam algo similar.ANJOS sepultado" (Lc 16. Esse comentário afirma ser necessário estarmos em constante vigilância.11.38. cf. Também admitiu que "o próprio Satanás se transforma em anjo de luz" (2 Co 11. "o anjo do Senhor" trouxe juízo contra um inimigo do povo de Deus (o rei Horodes) como no AT: “No mesmo instante o anjo do Senhor feriu-o. 8 ) . e. Jo l2 . 2 4 ) . 1 9 . logo depois da ressurreição de Jesus Cristo (Mt 28.11). De acordo com o evangelho de João. Os anjos nas cartas de Pauto. expirou" (Al 1 2 .3 l. Mais tarde. Paulo mencionou os anjos caldos. Paulo diz que "ainda que nós mesmas ou um anjo do céu vos anuncie oubo evangelho além do que jã vos anunciamos.2.14).3). fica claro que alguns dos anjos pecaram e uniram-se ao maligno e conseqúentemente também receberão o castigo eterno (cl.30. seja anátema" |CI 1. ” o anjo do Senhor” encorajou Paido no meio de uma tempestade uo mar. e lembrou aos crentes pecaminosos de Corinto que “os santos'’ julgariam os anjos (1 Co 6. comido de bichos. O destino eterno dos dois foi muito diferente e mostrou uni forte contraste com o contexto de suas vidas na Torrai Anjos apareceram no túmulo vazio. embora reconhecesse que a luta do cristão era contra “principados e potestades" (Ef 6. 2 3 . 2 3 ) . cf. malditos. SI 34. porque náo dou glória a Deus.4-7).5-7.22). "O anjo do Senhor” abriu os portas das prisões para os apóstolos em várias ocasiões (Al 5 . 14.2. para resistirmos a tais ataques enganadores. Ez 28.12.10. ao escrever aos gaiatas.23: Io 20. Mateus escreveu que um 'anjo do Senhor" rolou a pndra que fechava o túmulo. 2 Pe 2. 1 2 .30). Em seu evangelho. Estava convencido de que nem os anjos e nem quaJquer outro poder criado separariam os verdadeiros cristãos do amor de Deus em Cristo (Rm 8.10. cf. Lc 24. Os anjos no livro de Atos. Paulo tinha menos a dizer sobre anjos do que se poderia esperar. Na verdade. certamente não deveriam ser adorados Cl 2 18). A partir desta passagem. Finalmente. cf. será o elo de ligação entre o céu o a terro. Essa passagem lembra o sonho que Tacó teve em Betei (Gn 28. na passagem sobre ns bodes e as ovelhas: “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Aportai-vos de mim. u idéia é que Cristo.12-17.2. João registrou o comentário de Jesus para Nntanael: "Vereis o céu aberto e os anjos de Dous subindo e descendo sobre o Filho do homem" (Jo 1. pois "me recebestes 58 .36).11). Is 14. Incluiu também o ensino de Jesus sobre o casamento no estado futuro: “Na ressurreição nem casam nem sáo dados em casamento: serão como os anjos de Deus no céu" (Mt 22. 7 . 2.19).39). embora os saduceus radoualislas negassem a existência deles (Al 2 3 .5. preparado para o diabo e seus anjos" (Mt 25. que protegem o povo do Deus (Mt 18.4: Jd 6).10-17). 91.12-19. Ele também registrou as instruções do anjo para as mulheres fMl 28. cf.51). para o fogo eterno.5-7. Aqui. Lucas fez muitas referências aos anjos em Aios. For o u t r o lado. Os anjos em outras referências nos evangelhos.12). Mateus chamou a atenção para o papel dos anjos guardiões. como o Filho de Dous.3). Mc 16. At 12.11-18.1 f). Lc 24.7. Embo­ ra os anjos tenham desempenhado um papel importante no tocante a colocação da lei divina em atividade (Gl 3. At 1.41). Mttría MadaJena encontrou "dois anjos vestidos de branco" e depois o próprio Cristo ressurreoto (lo 20. e citou sua impressionante aparência e a reaçáo aterro­ rizada dos guardas [Mt 28. Lc 20. com uma mensagem de conforto e a certeza do livramento í A t 2 7 . Deus guiava seu povo o usava seus anjos.

terceiro. Os anjos em 1 Pedro.1 B).2.11. Em 2 Pedro 2. Os anjos no livro de Hebreus.0-10. Ds anjos são citados muitas vezes na carta aos 1Iebreus (Hh 2.11.22).2).5-14). que participam dos seus propósitos. A ascensão de Cristo ao Céu. são descritos como executores do juízo de Deus sobre a Terra (Ap 9. as cartas são endereçadas "ao anjo" das seté igrejas (Ap 2.7. Mt 26. em contraste com Satanás e < x s outros anjos caídos. mas também diante "dos anjos eleifos" í lTm 5. se rebelaram contra o Senhor 0 aliaram-se a Satanás. São introduzidos numa passagem que adverte os discípulos a atentar para a grande salvação oferecida em Cristo (Hb 2. por todo o livro (Ap 5. 7.18: 3. Jd (J). sugando.1. Na segunda.. Em cada um dos casos. 10.. paru que os destinatários não recaíssem no Judaísmo (Hb 12.iviLhoso que desperta a curiosidade dos anjos (1 Pe 1. Na primeira.1 f> : 12. os quais oram os mensageiros de Deus para o seu povo. mas são considerados inferiores a Cristo (Hb 1. 19. Anjos inumeráveis lazem parte da Jerusalém celestial e isso é mencionado como um incentivo a mais.a . A limilação do espaço nos restringe a quatro observações: prim em í.17. observado em Zacarias.15. Paulo declarou solonemonfe q u e os oponentes do cristianismo.11. os anjos são men­ cionados num antigo hino muito bonito 11 Tm 3. a . "quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder.12. 2 Pedro e Judas. Os anjos no ttvro de Apocalipse. 13.7).t. 22. em chama de logo.3-#.»i)’ . Os anjos parlicipam da adoração a Deus p cumprem a > »u a vontade na Terra. Pulo contrário.12). 16. O plano divino da salvação o tão mur. um forto contruste é foilo entre os anjos bons e ds maus. é observada umu divisão entre os anjos bons e os maus. serium punidos.21 J.12). ds quais perseguiam os crentes. lambém é encontrado em Apocalipse (Ap 1.1. os anjos aqui. trabalhando ern favor dos seus filhos e protegendo-os.8).14). onfre outras coisas.11.1. tanto de juízo como de salvação São agentes e mensageiros do Senhor. São cuidadosarneute definidos no primeiro capitulo como "espíritos ministradores. entretanto.2). numa época de crise iminente.8. 14.22. Ao escrever aos lessalonicenses. cf.53). existem também muitas citações aos anjos como seres sobrenaturais.2. como em outros lugares na Bíblia.7-9.4.1.ANJOS como a um anjo de Deus" (Cl 4. o pupnl do anjo interlocutor. Nesta batalha. não só na presença de Deus e de Cristo. significou que anjos. 59 .3-12).22-24. Referencias sombrias à condenação dos anjos caídos em 2 Pedro e Judas são feitos nos passagens que apontam solenemente os erros dos falsos mestres e sua absoluta destruição (2 Pe 2. e os seus anjos foram lançados com ele” (Ap 12. o lado divino saiu vitorioso.9): qitarla. 20. ouvia dos para servir a fuvm dos que hão <le herdar a salvação” (Hb 1 14).1). uma séria adverlém ia é feita ao jovem líder cristão. Em Apocalipse. E o dragão e os seus anjos halalfiavam” (Ap 12. Deus ainda estava no controlo de sua criação.2. Duas passagens eui 1 Timóteo devem ser observadas. "E houve guerra no céu: Miguel o os seus anjos batalhavam contra o dragão." (2 Ts 1. Por outro lado. Sumário A Bíhlia tem muilo a dizer sobre os anjos. Estes serão tulgados junto com o diabo.14). ft. Eles foram criados o não devem ser adorados ou louvados. o diabo "foi precipitado na ferra. a referência é leita aos pastores das igrejas. ‘\lguns. são servos sobrenaturais do Deus.7. autoridades e potestades foram colocados em submissão a Ele (1 Pe 3.1. os anjos verdadeiros adoram a Deus e reimem-ae no louvoraCrisfo ao redor do trono divino (Ap 5.

Descendente de Bani. ANRÀO. na província da Asia. Possivelmente seja o Aias de 1 Crónicas 6.24I. sen descendente. P. B irsa. Levaram cativo.19). No 13'ano. Isso fez «om que Abrão entrasse tnn cena.5). 1. Eles tinham conquistado várias cidades do vale do Jordão e áreas ao re­ dor do mar Morto e governavam a lona bá doze arms. 12 ). Filho de Aisamaquo. a influência de Abrão na "Terra Prometida” cresceu caria vez mais.8). Era filho de Sasaque I I Cr B.18: 23 12. loram derrotados e fugiram.2 .D.13). veio da mesma região que fora o lar de Abrão. rias quais tomaram todo o es­ pólio. Adaias. destaca lambém o crescimento rápido da influência do Abr|a]ão. bem como sua separarão final e completa fia antiga existência. A aliauça daqueles reis. Fica claro que o líder da coníedera­ ção invasora ura o rei Quedoiiaomei (Gn 14. Qu^durluuuivr e Jhíul\. S in a b e e Senwbtír). o Se­ nhor recomendou b o s cristãos que náo renunciassem tt fé.20: Nm 26. pois é vista em Génesis 14 como a vitória do Senlior e indicava o estabele­ cimento de Abrão em Canuá. Líder de clã enIre os coatilas |Nm 3. Num ataque sntil e inteli­ gente. mesmo após o martí­ rio de Antipas Essa cidade é descrita como o lugar “onde Satanás habita' Era um centro de adoração ao imperador.ANRAFEL A N R A F E L .d. o sobrinho de Abrão (Ló) que morava em Sodoma. Da tribo de Levi. a poutO de justificar Luua aliança «t atrair reis de terras Ião dis­ tantes. Essa genealogia tem um significado es­ pecial porque vai do filho caçula de Jacó até Saul (1 Cr 8."a tenda do meu pai"). Arão e M oisés (Êx 6. Abrão derrotou a confederação daqueles reis e reiornou com Ló e sua família |Gn 14.20).2).59: 1 Gr 24. da qual Aurafel fazia parte.4). A tradição diz que Antipas Foi assado vivo num grande recipiente de bronzo. o merarila. Desse punto um diante. Veja HerO<J<t$ 2 .34). Descendente de Judá. A vitória dele sobre esses monarcas é de grande signifi­ cado. Um dos quatro filhos de Coalíi e neto de Levi (Êx 6.. "minha torça' ). Quando ouviu o quo ocontocera. Novamente. Etã. 1. contudo.34-17). Neto de Benjamim e filho de Bela. 1 . p. era filho de Coz (1 Cr 4. 2. Anrão estava entre os que se casaram com as mulheres es­ trangeiras. AOLIABE (Heb. no lempo de Neemias lEd 10. juntamente com o resto dos cidadãos. AOÁ. 2. ANUBE. perseguiu Quedorloomcr e alcançou-o bem ao norte. Descrito como "testemunha tiel" de Deus em Apocalipse 2.7. ANTIPAS. O relata de Génesis 14 é de particular interesse. ANZI (Heb. Um dos descendentes de Saul.4. que in d u ia as cidades de Sodoma e Gomorra.46). foi um dos sacerdotes que se estabeleceram em Jerusalém depois do exibo babilónico (Ne 11 . filho de Bani. Esdras e os judeus se arrependnram e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10. Sua esposa Joquebede deu-lhe três filh o s: M iriâ. Os quatro reis capturaram uma grande extensão dn terra. pais dirstâca como a região do vale do riu lordãu era cobiçada. ser­ viu como músico no Templo (l Cr 6. A pós Seeanias con­ fessar a Esdras que muitos bomons de Judá tinham-se casado com mulheres de outras nações.13.3 . da tribo de Dã (Êx 60 . Ao falar à igreja em Pergamo. os rfis dessas cidades mbalaram-so e lulanun contra os invasores (veja B om . Uni dos quatro reis da Mesoporãmia que invadiram a Palestina d o tem po de Abraão (veja também Áríoque.g. A N T O T IA S . sob o plano soberano de Deus.581: 1 Cr 6 . 18: Nm 26. Um de seus descendentes.C.

usavam a própria residência Gomo "igreja local" e convidaram Apoio para visitá-los.10). Mc 1. e figurou entre o limitado número de judeus que possuí­ am cidadania alexandrina. isto á. cuja capital era Corinto. Provavelmente. de maneira que toda obra no Tabernáculo foi realizada para a glória do Senhor (Éx .APQLO 31.6). “demonstrando'1 (outro ter­ mo retórico 1 pelo Antigo Tfcslamenlo que 61 . Foi indicado pelo Senhor para au­ xiliar Bezalel no artesanato e nos dese­ nhos dos artigos do Tabernáculo. Como qualquer discípulo de João que não lomou parte do grupo apostólico. Apoio queria exercer seu ministério do outro lado do mar Egeu. em termos de educação formal. e combiuava seu conhecimento exauslivo do AT com sua educação secular ua arte da retórica (compare Apoio com outros pregadores. apologista e debatedor. Apoio for­ taleceu grandemente u comunidade erislá de Corinto e colaborou na discus&ão com os judeus que haviam trazido uma APAIM (Heb. Escreveram unia carta de recomendação para os cris­ tãos i oríntios. os dois preencheram as lacunas do conhecimento dele.31J. ressurreiçãoe volta ã Terra para reinar. A mensagum do Batista linha so espalhado além das fronteiras da Judéia. Era um Importante obreiro da igreja primitiva. APOLO. na grandemente valorizada educação grega.30.2).{5. era líder na tribo dp Juda. eram d escrito s nomo “sem leiras e índijutos1 ’ Al 4. a igre­ ja em Èfeso o bui orajou a ir.24). Sua chegada a Éleso abriu as portas para os judeus.34 a 36. Deus Liie ileu lam­ bém a habilidade de ensinar a outros lais técnicas. A PELES. qun era ao mesmo tempo receptiva e an­ tagónica ao cristianismo Ele íora "inslrufdo no caminho do Senhor" (d.13). PriseUa e Áquila eram o elo entre as duas igrejas (Al 18. Sua vinda fortulecnu clarameute o testemunho oristão na i idnde. Lucas diz que Apoio era “poderoso" no uso das Escritu­ ras. presumivelmente pelos discípulos de João Batista. Embo­ ra este ensinasse sobre lesus "diligente­ mente".2). até o Egito e Asia Menor. “Poderoso" era um termo retórico para lógica e persuasão.i “segunda Atenas”. na província da Acaia. cuju pre­ gação resumia-se em preparar o caminho para lesus. Nessa época. onde foi ouvido por Priscila e Áqiiíía. linha excelentes qualidades cm diferentes tipos de trabalho manual. Apoio pregava na sinagoga de Éleso.3 e citado). marcenaria e mesmo confecção de tecidos. recebeu formação de "nível uni­ versitário'* em retórica. os quais. onde Ls 40. como ourivesaria. como o apóstolo. nenhuma informação adi­ cional é dada. devido aos seus elevados custos. Pelos padrões do primeiro século. sofrido persegui­ ções. lesus era o Messias prometido (At 18. O cuidado pastoral de Pau­ lo p a sua consideração por indivíduos sãn frequente mente destacados em suas cortas. Um dos filhos de Naddbe: Apaim foi pai de Isi (3 Cr 2. contudo. Era um ensi­ no disponível apenas para a elite. Nasceu e foi educado n. Ele aprendeu a arte da habilidade nos debates em sua Bduoação secular e usava Isso de manei­ ra excelente. nu Egito.24-28.2. Inicial­ mente. inclusive sua morte. que fora teclado e "apro­ vado rm Cristo" (Rm 16. "faces"). i ledíndo que o recebessem. a cidade de Alexandria. é aprecontadu como um lormidável judeu cris­ tão. provavelmente ele precisava entender as implicações teoló­ gicas dos eventos firiais rui vidú dn |esus. Talvez ele tenha. Paulo enviou saudações a esse cristão romano. Obvia­ mente. Como homem ins­ truído". dois grandes ministros da igreja primitiva e implementadores do minis­ tério cristão. O fato de que pertencia ao mais elevada quadro social daquela famosa cidade õ indicado nos termos selecioaodos por Lucas em sua bieve mas altamente inturmativa descri­ ção em Atos 18.

ua l ula pela reputação de suas escolas e por mai­ or influência nas assembleias políticas (l Co 3. cf 1. ao fazer isso. embora este tivesse exercido um ministério eficiente □a cidade por L8 meses IAt 18.61.AP0 L7 0 M acusaçãu criminal i ontra Paulo diante do governador Gálio. a opinião d» alguns sobre o ministério de Paulo foi expressa em linguagem retóri­ co.14). Os que se converteram por meio des­ se ministério. seculares. Paulo.6. trabalhando como orador e advo­ gado: entretanto. com seu espirito competi ti vo. o apóstolo condena a competição entre o lobbv dele e 0 de Apoio. Dado o amor que tinham pela oratõria secular. quando começaram a sur­ gir divisões apos o retorno dele a Éfeso. ao contrário. isto é.3. as finanças necessárias. O tex­ to de 1 Coríntios 16. ele refutou as acu­ sações dos judeus e provou pelo crivo das Escrituras Sagradas que a afirmação dos cristãos de Jesus ser o Messias era verda­ deira (Al 18. Esse julgamento havia colocado os cristãos debaixo de um guar­ da-chuva judaico e parece que Apoia cumpriu a ordem do governador. Os coríntios demons­ travam muita preocupação sobre quem eram Paulo e Apoio. Ciúmes 0 rivali­ dades entre professores era exatumente o que mestres e discípulos seculares fazi­ am. o Lobbv de Apoio foi capaz de convencer a igreja de que seus interesses seriam mais bem atend id os se ele retornasse.\hadom . revela as funções distintas de cada um. lalvoz nao intencionalmente. por esse motivo.12 indica que Apoio recusou o convite para retornar a Corinto. ao chamar tal atitude de “imatura" e "mundana". quando as coríntios o convidaram para trabalhar ali.12) indica que o apóstolo respon­ dia a uma questão que iora aprese atada na carta q u e recebeu dos coríntios (1 Co 7. porque apena* Deus podo criar uma congregarão e faztíla crescer 11 Co 3. I a 4: seria niencionadu como cabeça. Tánto Paulo como Apoio eram de tal estatura espiritual. em detrimento de Paulo. usando as Escri­ turai parn “cuidar do assunto" (At 18. escolheu usar seus fa­ lemos e privilégios em favor do reino de Deus e. desLacando que um plantava e outro re­ gava. Seu nome seria usado comparativamente nos tris­ tes problemas em 1 Coríntios caps. lím Tito 3. O uso dos lermos "acerca do irmão Apoio” 11 Co 10. Isso Indica que Apoio ainda estava engajado no ministé­ rio cristão em tempo integral e. nem o estilo eloquente. que nenhum dos dois reagiu ao jogo de poder dos coríntios.15). quando respon­ deu às carias dos coríntios Ele apenas se recusou a envolver-se nos métodos secu­ lares do pensamento dos crentes daque­ la igreja.10).5.1. Veja . em termos. cooperando conjuntamuute pura o crescim ento da igreja. Apoio — tutu educação u qualificava para trabalhar confio advo­ gado — eslava envolvido com Zenas. quando loi acusado de que não pos­ suía nem a presença carismaLica de Apoio. Ele poderia assegurar para sí mes­ mo uma vida npulenia. Num debate público. pois sua presença física era fraca. h .1).11). 62 . Nos dias que se seguiram. pois sua apreseutação carecia das qualidades considera­ das aceitáveis piara uma audiência bemeducuda e so fisticad a com o a dos coríntios (2 Co 10. Paul o não demonstrou qualquer ressentimenti ■ contra Apoio. embora considerasse que em outra opor­ tunidade aceitaria.w. pois julgou que não seria "boa ocasião". I I ). viam a si mesmos como pertencente» a Apoio. A P O LIO M .13. Paulo pediu a Tito que providenciasse tudo do que precisassem para a jornada. duvido à sua edu­ cação. necessitava de sustento 11 Co 0. "doulor da lei“ (talvez melhor entendido como "assistente legal") em Creta. Em 1 Coríntios 4. mas continuaram empe­ nhados em prol do Liem da igreja. con tribu iu graudemerite para o testemunho cristão o a dofesa da fé.2») Apoio permaneceu algum tempo em Corinto e engajou-se uuina obra promis­ sora.

17) Terceiro. ensiná-los e capadto-los para o testemunho cristão (Jo 14. provavel­ mente Judas íscariotes era o único judeu (nãogalileu) e Simão chamado “o 29loto” ou **0 cananeu”. Tiago e João. 1 7 : Mc 4 . 2 4 ) . como na ocasião em que os discípulos perguntaram a lesus sobre quan­ do o Templo seria destruído (Mc 13. possivelmente era um revolucionário político Eles formavam um grupo heterogéneo e somente u lealdade comum a Jesus os mantinha juntos. onde Mallas foi numeado como substituto de judafc Iscariotes (Al 1. Tiago e João. Essa serie uma tareia cheia de desafios e que exigiria muito dehís: mas o Senhor prometeu estar com eles e ajudá-los. 1 0 : 0 . 12.40-45: Mc 4. eu vos envio" (Jo 20. qualro dos apóstolos eram pescadores — Pedro. este termo lornnu-se mais amplo e abrangeu também outros cristãos que cumpriram tarefas de destaque na área de evangelização e missões.12-261 Um estudo dessas listas e dos nomes apostólicos no evangelho de (oão revela talos interessantes.511. 9 . 3 5 . 7 1 . Lucas 6.1 6 1 e indicados depois de uma noite de oração. No livro de )oão. 0 .14-I6 e Atos I 13. Foram escolliidos "para que estivessem com ele. 1 1 1 : 2 0 . como a ressurreição da filha de lairo (Mc 5. Os nomes dos apóstolos «ãu relacionai los quatro vezes. 6 7 . 5 . a fim de compartilhar o Evangelho com outros. Quarto. 2 2 .27J. que significa. No NT esse termoé usado para identificar os primeiros lideres do movimento que se íormou em torno de Jesus de Nazaré. ”0 gémeo" lio I I. 1. 10.37: Lc 8.10: 20. Mal eus ou Levi possivelmeute tinha bom nível do instrução um cobrador de impostos e considerado colaboracionista tios autoridades romanas que dominavam a Palestina naquela ppoca.26. 1 5 : !•> 1 5 .21).. alguns manuscritos trazem "setenta e dois*’ nos w. cf.25.1. A relação única dos doze com Jesus Havia mui las pessoas que desejavam seguir a Jesus (Mt 8 18-22.28) e a agonia no Getsômani [Mc L4. Lr. em busca da díreijão divina (Lc 6. Essa comissão é citada repelidas vezes (Mt 28.8: 22. A escolha dos Doze Os primeiros apóstolos loram escolhidos diretamente por Jesus (Mc 3 .15).1-6).26. 2 . Desses. após a ressurreição de Cristo.16. 63 . 1 .40-49. 7 0 . Eles o conhe­ ciam e amavam e queriam ser seus seguidores.12). 15. a fim de. Quinto. o Senhor lembra aos discípulos qual (t a Comissão deles: 'Assim como o Pai me enviou. Os quatro evangelistas mencionam que havia doze lideres (Ml 1 0 . Marcos 3. André era tam­ bém incluído.15.2-4. Lt. 7 . Mc 16. “filhos dn trovão”.57-62) e desse grande grupn Ele selecionou os setenta (Lr. Com o tempo.1-20.28: Jo 20.14. fo­ ram t hamados Boanerges.16-20. Lc 24.26: 14 31: 16. As vezes. Tiago o João formavam um circulo de amizade mais próximo e estavam presentes com Cristo em várias ocasiões memoráveis. 1 . Jo 6 .32). mesmo após seu retorno ao Pai (Jo 14 1»). At I 3).24). Primeiro. dois discípulos. 8. hem como os doze (Lc 9. Lr.APÓSTOLOS APÓSTOLOS O vocábulo “apóstolo" ído grego apostolou quo significa "mensageiro” ou M euviarlo"’ Jó o nome dado u alguém enviado pára uma missão por outrem.24-28). e os mandasse a pregar" e a fim de participarem do ministério de Jesus (Mc 3. L c b 1 3 .4) Segundo. 9. Pedro. 1 4 . b oi Mateus 10. provavelmente reforindose ao ‘‘temperamento esquentado” deles |M c: 3.16-19. Tomé era ih amado Didimo. Ele enviaria o Espírito Santo. André. embora frequentemente falhassem muito (Mt 8. 2 0 . A escolha destes ullimos tinha um propósito duplo. a Transfigura­ ção (Mc 0 2. 9. 3 .40.17). Eles entáo seriam capazes de sair pelo mundo.

O próprio Jesus reconhecera a lealdade deles em meio a tempos difíceis e prometeu-lhes grandes bênçãos em seu reino.1-3. cf. Pedro e André íoram convocados por Cristo para se tornarem pesca­ dores de homens.25-27). Tomé disse estoicamenle aos demais discípulos: "Vamos nós lambém para morrer com ele" (Jo 11. Por isso prepararam-se a fim de receber a Jesus como o Libertador de Israel. sobre a ideutidade do traidor (Jo 13. perguntou. e le seguimosl O que.28-30) As alegrias da vida no reino de Deus seriam mnis do que compensadoras por todos os sofrimentos e provações q u e passassem por sua causa |M l 19. At U 6 -1 0 ).l>8.30. o escritor deste livro notou que esse discípulo estava próximo a lesus e loi quem Un. embora haja discussão quanlo a isso. algum reconhecimento favorável deve ser dado ao "discípulo amado1 *.15: cf.18-20). o seguiram" (Mc 1. a fim de exercer um ministério itinerante com Jesus. No outro exliemo da escala eslá a trágica figura de Tudas. "deixando as redes. O dis­ cípulo uniuilo lambém ystava presente durante a crucificação» quando foi-lhe dada a responsabilidade de cuidar da mãe de Cristo (.30). Mc 0.5. e eles imediatamente.27. Em outra ocasião. por porte do povo da aliança (cf.2J. Mi 10. A tradição crista geralmente assume quu st. Ml 4. 18-20. cujo ato de traição contra Jesus resultou em ser colocado sempre como ídtimo nome uas listas.29.28). cf.Jo 10. Aparente menta. "Nós deixamos ludo.1618.35-42). PaTa os doze. então. Posteriormente. pelo seu grau de amizade com Jesus. Evidentemente Pedro era o lider do grupo e claramente serviu como porta-voz deles em várias situações (Ml 1f> . Mc 1.7. Em todas as listas com os nomes dos apóstolos.20. Pedro é sempre mencionado nm primeiro lugar e Judas Iscariotes em ultima. Ml 3. era uma ligura bem conhecida uos círculos de amiza­ de de João e gozava da total confiança de Jesus Dois outros discípulos devern seT mencionados.23-25).20). ftissou a ser visto como traidor de sangue inocente" e confessou seu pecado antes de se matar [Mt 27. O chamado para o disclpulado implicava exigências radicais e en­ volveu um compromisso total Numa ocasião Pedro lembrou a Jesus os sacrifícios que ele e os outros discípulos fizeram. Lc 9. Jesus também insistiu para que o povo se a r r e p e n d e s s e . Assim.28. Haviam participado de um movimento nacional da volta para Deus.ti9j.27-29. Era totalmente natural que tal questão fosse levanlada quando o custo do compromisso parecia tão elevado. Lr 3. durante a última Ceia. esteve presente com Pedro na (jena do tumulo vazio e na pesca milagrosa no mar deTlberíades Ilo 21. Mt 3.16).28: Lc 18. voltasse as costas para Os pecados do passado e abrisse seus corações.3-10. citado apenas uo evangelho do loõo e nunca identifi­ cado pelo nome. A dedicação dos doze Alguns dos apóstolos de Jesus eram provenientes de uma associação prévia com João Batista (Jo 1. há miulo prometido. haverá paia nós'.APÓSTOLOS Devido ao grau de aproximação com Jesus. a fim de crer nas boas novas de salvação (Mc 1.1.''" (Mt 19. balava do próprio aulor do quarto evangelho. Mc 10.5). 13-16.7-14). Lc 18-20. 64 . De qualquer maneira. o chamado ao d i s c i p u l a d o envolveria o abandono da cena da vida familiar. onde se sentariam em tronos e julgari­ am as doze tribos de Israel (Lc 22. Jo I*. Estavam conscientes da uuponòneia do arrependimento e tinham dado os primeiros passos para reafirmar o relacionamento com o Senhor fMl 3.

19. Intim o grego" (|o 19. Seus milagres. da necessidade de sua morte. ensinamentos.1-4) Segundo.9-15]. Ele ge­ ralmente ensinava por melo de parábolas. da certeza de suu ressurreição e de sen retorno final em poder e grande glória (Ml 16. que era lambam o Senhor (Jo 13.32-39).33.34: 14. 10.31: 9. Mc 4 . Foram excelenlemenle ensinados por Tesus. 17.3 8 :1214.28). Hb 10. desde seu batismo até a ressurreição. para ser apóstolo.30. ora Jerusalém. O testemunho deles.6. Enquanto a execução foi atestada por muitas pessoas. c > Mestre dos mestres. associado ao ensino das Escrituras (At 2.samente testemunharam sobre a veraddade da ressurreição de Cristo.24.12-22.39-42. Esse mesmo testemunho foi for­ temente firmado nas palavras iniciais de 1 João 11. 13. 10. que Jesus de Nazaré fora morto por meio de crucificação.31). explicava tudo clara­ mente aos discípulos (Mt 13.:<2.62: Lc 9. era preciso que a pessoa tivesse teslemunliado todo o ministério publico de Jesus.25. e isso é repetidamente desJaGSldo na pregação deles lAt 2. a qual exigia qtie toda verdade fosse esta bei ed da p e l o testemunho de duas ou três testemu­ nhas — um princípio que é ensinado repeUdameute na Bíblia (Nm 35.19. morte e ressurreição não eTum fábulas.34.2. bem como "ministros da palavra” (Lr 1.31.11. para os quais confiou o futuro de sua Igreja. 4. na introdução do seu evan­ gelho. Vários aspectos estáó relacionados nessa declaração. A fé cristã foi ussim apresentada de maneira tal que hourou o princípio das múltiplas testemunhas. Jo 5. 12.15. destacou a importánda dos apóstolos como "testemunhas oculares". 13.32: Lc 7. Assim. De lato.1-13.15.1.16).APOSTOLOS O treinamento dos doze O Senhor sabia quo suu missão seriu depositada nus mãos dos que a terminariam.21. Os apóstolos declaravam solenemente que podiam testemunhar com certeza que Jesus estava vivo (At 3.17-26.2-2. Mc -4.30-32. A autoridade dos apóstolos O falo de que os apóstolos foram as testemunhas oculares de Jesus deu à mensagem deles uma autoridade exclusiva. o propósito do testemimho ocular dos apóstolos foi enfatizado. mas. 1 Tm 5. dopois que Riu deixasse a Terra.38. o testemunho apostólico realçava u importância da cruz e da ressurreição. Jeaus falou-llieí. Lucas.21. 20. dedicou grande parle de seu lempo e atenção ao treinamento dos discípulos.a respeito da natureza de sua vida e seu trabalho.40. M . Assim. Era dn conhecimento público no primeiro «óculo. servia para confirmar a mensagem cristã.26.20).16.2).10-20. Esse critério estava em harmonia com u bem conhecida lei judaica da evidência.10.30). Jo 3. cf. o título de "Mestre" foi usado com referência u Cristo mais frequentemente do que qualquer outro Ululo nos evangelhos (Mt 8. Por essa razão.13). Lc 8. Primeiro. e Pedro as relacionou resumi­ damente em seu discurso em Atos 1. 13. certamente Ele dirigiu a maior parte de sua instrução para os que estavam mais próximos. a maior ênfase possível era colocada nos fun­ damentos históricas dn vida e obra do Jesus.24. 19.25-32.25-3QJ. os quais os após­ tolos podiam confirmar como testemunhas oculares. 10. 2 Go 23. os após­ tolos corajo. Foram escolhidos pelo Pai e pelo Filho como os 65 . Dt 17. M c 8. em particular. o a inscrição informava isso a todos "em aramaico. A qualificação dos doze Havia qualificações bem definidas para o apostolado. mas fatos solidamente comprovados. especialmente dos doze. Em público.10: 5.36.l 18. 3.

1 5 . quando o imperador Cláudio ondenou a expulsão de todos os judeus da região. 1 4 . Al 1. 9 .ifl. Além tio mais. Um judeu crisláo. O papel do apóstolo Paulo A mais excelente figura uo eumprimeuto da missão apostólica foi a do apóstolo Pa ti­ lo.10. trabalharam e per­ maneceram juntos Quando chegou o tempo do apóstolo viajar para a Síria.7]. ele e sun esposa Priscila deixaram Roma e fo­ ram para Corinto (At 18.2). ao descer sobre vós o Espírilo Sanlo.2). foi comissionado divinamente (Al 9 . 15. Fabricante de lendas. quo incluía Tiago. e o Crislo ressurreclo disse a eles: “Mas recebereis poder.2: Gl 1. Jo 13. quando suas credenciais loram questionadas (1 Co 9.1.191. como Estêvão e Filipe. Esle era instruído nas Escrituras. O apóstolo Paulo foi um excepcional líder na larela de levar o Evangelho ao mundo daquela época. Aos olhos de Lucas. foi mu evento de grande significado na liisiória do cristianismo. e até os confins da terra" (Al 1. e sereis minhas testemunhas. 1 5 : 2 6 . 2 2 . Em 49 d.I a . 1 5 .20] ESI es foram seguidos por oulros. tanto em Jerusalém como em Ioda a ludéia c Samaria. insistiu om afirmar que era apóstolo. mas 66 .” (Ef 2. instigados por um lal "Cresto" (umu possível referência a Cristo).. mas também reconhecia os "apóstolos" num sentido mais amplo.2). Embora houvesse “falsasapóstolos” na Igreja primitiva 12 Co 11. Pa ido afirmou o papel dos doze (1 Co 15. “águia”j. Silas e Timóteo (1 Ts 2. por causa dos constantes tumultos que causavam.12.13. Sumário Em resumo. os apóstolos tiveram a responsabilidade primária da proclamação do Evangelho e do cumprimeutu da Grandu Comissão.1: 15. 1 4 ) . 2 0 .19). Cl 1.18. Foram (orça­ dos a abandonar sua casa na capital roma­ na..8). como eram da mesma profissão.7.10]. próximo ao mar Negro) ou em Roma. assim como os doze. que participaram juntamente com eles no labor evangelistico o missionário. Em várias ocasiões. ÁqOilae sua esposa JYiscila foram juntos (Al 18.41).a . Ele viu o Senhoi ressuscitado o foi chamado para a obra pelo próprio Cristo. Foram as testemunhas oculares e os ministros da Palavra.t . 2 Co 1. veja os verbetes dos nomes individuais.9. irmão de Jesus (Cl 1. Os apóstolos claramente tinham nm lugar especial na missão de Deus.2$).15 a 2.7) e os 'apostolas da igreja” (2 Co 8.AQ01LA oomunicadores ilu mensagem urisLâ |Lc 0.6.1 B ) . mas provavelmente isso acou* teceu em stia lerra natal. Andrâuieo 0 Júnia (Rm 16. Paulo finha convicções muilo lortes quanto ao seu apostolado (1 Co 1. a Igreja certamente foi edificada 1sobre o fundamento dos apóstolos. Náo se sabe quando se converleu ao crislianismo. Lucas ampliou seu uso do termo “apóstolo". foram divinamente apontados como “ministros do Palavra" (Lc 1.1 8 ) . paia incluir Paulo e Bamafré.13. Aquila começou a trabalhar em Corinto. onde eles encontraram Apoio.1. no Pouto (ura an­ tigo distrito da Ásia Menor.1. 1 0 . 3 .18. cuja conversão e narrada três vezes no livro de Aios (At 9 . ÁQÚILA (Gr. 1.C. 1 . Cl 1 17). dois dos principais missionários entre os gentios (At 1 4 4 .1). Ap 2.2: 10.1 9 : 2 2 . o papel de Paulo foi desem­ penhado pur indicação divina. Assim. pois R f u J o . Paulo encontrouse com ele naquela cidade. fPara mais detalhes. Paulo separou-se do casal em Éfeso.19.

1 . Esdras 2. Rei de Gale. o inimigo de Neemias. era sogro de Tobias. d .23. Secanias.22. Na se­ gunda ocasião II Sm 27. ARÁ. para estabelecer-se. ARA IHeb. tais como Uz Géter e Mas. nunca fez algo que ameaçasse seu povo. D a v i tomou-se rei. do décimo século a. Davi es* cundou-se na cavem a de AdiiJão. Um dos filhos de Dlsã e irmão de Uz. 1 .se em sua casa (1 Co 16. listadú entre os fundadores das nações Seus descendentes.Ara rotoroarnm do exílio com Noamins (Ne 7. Era um dos Ires filhos de Jeter.r.141. Inanirj considerava Aquila « Priscila amigos leais e colaboradores em Cristo O casal arriscou a própria vida por ele e fúl do grande valia para as igrejas entre os gen­ tios (Rm tfi. foram identificados como fundadores das tribos oramaicas que ori­ ginalmente bahilaram em Canaã.ARA conhecia apenas o butismo 11e Juão. Fiel a sua determina­ ção de não matar 0 ungido do Senhor (Saul|. ele fingiu ser louco.40).C. m . Poste­ riormente.se com Áquis.1 Cr 7. Seu pai era Maoque (1 Sm 27. no tempo estabelecido pelo Se­ nhor. pois estnva com medo do rei filisteu. Filho de Sem iCin 10.c. apa­ rece na genealogia quo vai de Benjamim ate Saul (1 Cr 8. 1 Cr 1. da tribo de Aser Í. Davi. no deserio.17). Na genealogia que estabelece a linhagem real de lesus.15. Esse ataque combinado de vários reis filisteus culminou com a morte de Saul e.39 reíere-se à mes­ ma pessoa anos mais larde. ARÃ. os quais viviam em Edoni (Cn ‘J6 . enquanto Tugia do rei Saul.18. G filho de Ará. P osteriorm ente. AQUIS (Heb "o rei dá ).1 í))A ultima vez em que são meuduuudos é em 2 Tlinóteo 4.38).10 diz que o número dos que retornaram foi de 652). Davi dava a entendei’ a Aquis que tazia incursões e guerrilhas om Israel. ARAM. se 1 Reis 2.2). ondo ftiulo exorta Timóleo a mandar-lhes saudações.10-15).3.19). Um dos filhos da Berias. AR ADE.Ne 6. 67 . Eles viveram na Mesopotàmia eno Nordeste de Israel. Na primeira vez (1 Sm 21. Um dos filhos de Ula e descendenle de Aser: figurava entre os homens valentes’' de sua iriho (1 Cr 7.1. Maaca. loram identificados com os sírins.g . Enquanto Davi receb ia ajuda de Aquis. na época de Davi.2 8 :1 Cr 1. durante o reinado de Saiomâo.30. quando os filisteus subiram para lutar oorilra Israel Aquis convidou Davi para ir junto. ou.26). Muitos em |uda estavam Ligados a Tobias por ju­ ramento e por isso o informavam de lo­ dos os m ovim entos de Neemias l. Eles também linharn uma igreja Teu Liindo-.5 registra que 775 dos des­ cendentes de . O relacionamento do Israel com os arameus. 3.2: 29. Ao escapar de Saul e ser considerado maluco por Áquis. uias os outros reis não permitiram. Ele tinha convicção de que seria o Senhor quem o colocaria finalmente nó trone de Israel e jamais chegaria ao po­ der pur meio da ãjuda dos inimigos de Deus.16). pois temi­ am que o filho de jessé se voltasse contra pies (I Siu 28. Disâ foi o lider ilo i lã dos boreus. Aquila e Priscila o convidaram para visitados e "lhe.1-11).10.1-12). Davi então retomou ao seu acampamento. par duas vezes buscou refúgio junto a Áquis em Cale. declararam com mais pre­ cisão o caminho de Deus" (At 18. Na segunda passagem.4|. dois escravos de Simei Iuginim e rBlugmram--. em dian- AQUIM. 2. p .42). quando na verdade atacava as cidades da F ilístia. “jumento selvagem"!. o iilbo do lessê fugiu para Áquis com 600 homens c suas respectivas Famílias O rei filisteu deu-lho a cidade de Zidague. Aquirn aparece como pai de Eliúde e fdho de Sadoque (Ml 1.

Arão nasceu durante a opressão de Israel no Egilo. ele se en­ contrava entre o bebé que exigia lotai atenção e ainda por cima atraía a admi­ ração dos vizinhos e unia irmã autoconfiante e incisiva. 2 9 .20.2 ) —participando lambém dos mo­ mentos de oraçáo (Nm 1 6 . Ele foi en­ viado para prover uma voz para as pala­ vras de Moisés lÈx 4 . portanto. espre­ mido como sanduíche entre sua irmã Miriã. eu te or­ deno. 1 .2 U i . numa lamília de três filhos.6b|. Listado como membro da Iribo de . a quul deu-lhe som lilho Absalão em Hebrom — um rclacíonamnuto doméstico cheio de problemas (2 Sm 3. As guenv llias continuaram durante □ reinado dn Salomão.4-8). Primeúo. por que me de­ samparaste?" . 1 6 .471 Davi casou-se com a lilba do rei Talmai.ARÃO to.46). Subordinou-se a Moisés em todo o período das pragas (cf. Deus meu. . Logo apos a divisão do Keino. competente e firme como uma torre [Éx 6.Ml 27.5) e compartilhou com ele as reclamações do povo Icí Èx 1 6 . principalmen­ te durante o reinado de Joú. 0 aramaico era a lín­ gua vemacula em Israel nos tempos do NT. casou com Eliseba a teve qualro filhos (Êx 6. 1 Cr 3. Ele < j esceu. quando reivindicaram a liberdade dos israelitas diante do Faraó. de Gesur. ao posso que Miriã jã ora uma jovem cheia de si l Êx 2. Naor. irmão de Abraão.). 3.V. Desde cedo. d seu irmão Moisés. 1 4 . mas seu posterior de­ senvolvimento lou a falia delel sugere que sim. o íilho de Jessé lutaria contra o rei Hadadezer. Arão agiu in­ dependentemente de Moisés e ean ambas as vezes acouteceram desastres despro­ porcionais. l . mas evi­ dentemente antes do edil o genocida de Êxodo 1. quando o roi Elida assumiu o controle sobre Damasco na última parle do governo do filho de Davi. TJm dos filhos de Semer. Seria ele a “ovelha negra" da família? Não temos muitos de­ talhes sobro isso. O íalo de que o idioma arainaico *íra menos complicado do que o acad ian o ou h eb raico ajudou na popularização de sua cultura.) e de alguns privilégios no Sinai (Éx 1 9 . Em duas ocasiões. Arão é um auxiliar de Moisés. 9 ) Apenas uma vez o nome de Arão recebe a prioridade de irmão mais velho (Nm 3. levanta-te" ■ Mc 5. o clamor por sentir-se abandonado ua cruz (que sig n ifica: “Deus meu.1. História de Arão . Tinha trés anos de idade quando Moisés nasceu. A grand o importância dos arame us não foi devido às batalhas que travaram contra Israel.2). 2 7 . Eli. foi marcado por constantes conflitos.6).*> evangelhos. 2 Um filho de Quemuel. Seus pro­ vérbios e textos mágicos eram muito abundantes.Lv 10. Mais tarde.1). quando ficou no 68 .34). 9 : etc. 2 .21). D i . uma fraca aquiescência ou uma impotência quê o fazia agilar-se interiormente? Durante toda a narrativa do Êxodo. 1 8 . como: "Talila cumi” (qtití significa: ' menina. 1 . lemá sabactànl. A principal divindade dos arameus era Baal. Saul luIou contra os reis de Zobá (veja 3 Sm 14. mas â influência na lingua­ gem e na cultura. 7 .22.3.2 3 . foi seu avô ÍCu 22.41) e “Eli. B. 2 2 : etc. 7.Aser (1 Cr 7. Abiú. Deus talou diretamente com ele apenas duas vezes (Èx 4 . Èx 7 . entretanto. A R Ã O .7) — não é de admirai que tenha crescido com a graça da sub­ missão e com o lado inverso desso virtu­ de: indecisão e fraquezo crónica. S. Arão era o lipico "irm ão do meio".Nadabe. Há registros de alguns textos em aramaico n o. Eleazar e Itamor Seria interessan­ te especular se a açãD presunçosa de Nadabe e Abiú (Lv 10-1) não loi provocada por acharem que o pai tinha uma atitude subserviente demais para com Moisés e desejavam conquistar uma maior liberdade de ação e pensamento na família sacerdotal — e o silêncio de Arão (Lv 10-3) seria uma tristeza muda. 2 4 : 2 4 . os aram eus tornaramse uma ameaça cresceute. de personalidade forte. quando o "Senhor dava vitória a Davi por onde quer que ia" (2 Sm tf.

Portanto. escolhido (SI 105. não simplesmente no seutido de esconder algo das vistas (Mq 7. Esta era a função deles o ninguém mais a usaria intrometer-se nessa tarefa. Nesses sacrifícios.221.1 1). transgres­ sões e iniqiiidades cometidos durante o ano anterior O sumo sacerdote — o que­ rido ê frágil ArãOÍ — era 0 principal ofi­ ciante. Em lodos os sacrifíci­ os. contudo.31. pela vontade do Deus.22-29) e foi homenageado com um luto que durou trinta dias. Com isso. como um todo.12. O sacerdócio.5 ). a cerimónia do “bode emissário” foi ordenada por Deus 69 . etc.). O sacerdócio de Arão. quando tomou parte numa insensala rebelião familiar contra Moisés (Nm 12. fala gentilmente de Arão. . vaci­ lante.91 e instruía 0 povo a partir dessa verdade revelado (Ml 2. onde ele e Miriã alegavam que mereciam mais reconhecim ento como instrumentos dn divina revelação. mas muito mais no sentido de que ura pagamento * cobre" o débito. a uma experiência de acei­ tação diante de Deus (Lv 1.10 resume o sacerdócio rio Anlígo Testamento como um trabalho moral e di dá tico. inadequado e excessivamente sub­ misso — com todas as vantagem dessa qualidade e lambém todas os seus pon­ tos negativos.ARÁO comando durante a viagern de Moisés ao m onle Sin ai (Èx 24. ocasião em que a misericórdia di­ vina limpava todos os pecados.1H. o primeiro a carregar o sangue que representava a morte do animal-substituto ao Santíssimo Lugar.14-16. facilmente mani­ pulado.19).8. pressionado polo povo (Êx 112. No livro do Hebreus. O método dessa “cobertura" era 0 “alo de carregar os pecados" ou a transfe­ rência do pecado e suas penalidades do culpado e o cumprimento da penalidade (morte) merecida sobre o inocente. Era educativo no senti­ da de que 0 sacerdote era o repositório da revelação divina IDI 31. 1. mediante os sacrifícios determinados.17.14). Podese ver claramente (v. por meio da expiação (Lv 1 4 : etc ) e do per­ dão (Lv 4. tomou a iniciativa de lazer um bezerro d" ouro 0 promover sua adoração (Èx 3 2 .1 ss). etc.2). con­ tudo.13). Som dúvida.4.3.2 . Elu atingia sen ápice — e seu exercício mais dramático — no dia da Expiação anual.20). o minis­ tério dos sacerdotes arârnicos ora essen­ cial. Levílico 10.6).cf. foi per­ suadido a ficar indignado e assumir uma firme posição uo lugar errado! Não é notório que na final ele novamente dei­ xou-se arraslar pela explosão de Ira de outra pessoa e perdeu O direito de en­ trar em Canaã (Nm 20.25.1 -4. santo (Sl 106.4.13. o significado desso ritual é esclarecido nomo a designação de um substilulo e a imposição dos pecados do ofertante so­ bre o mesmo. Nos Salm os eLe e <bamado de pastor (SI 77.20). a imposição das mãos do ofertanle sabre a cabeça do animal era um impor­ tante requisito (Lv 1.161 è ungido f(SI 133. seu sacer­ dócio prefigurava o Sumo Sacerdote per­ feito |Hb 2. 3.0) que a iniciativa de tudo foi de Miriã — (e a descrição de Zípora como "mulher etíope” indica al­ gumas “alfinetadas1 ’ entre os duas cu­ nhadas como um fatorque deve ser con­ siderado!) — e Arão. para o espargir onde era mais necessário. a qual foi quebrada ÍLv 16.1-13)? A rão m orreu uo m onte Hor (Nm 20. Nm 25. sacerdote tsi 99. era uma oportunidade de eusino e o povo precisava entender publica­ mente o que o sacerdote tiavla feito na privacidade.15.11-17). cancela-o. 5.10:4.26).4-7. na presença do Senhor e sobre o propiciatório e as tábuas que continham a Lei de Deus. 7 .2. o principul foco da vida sacerdotal era Utlar com as enfermidades morais do povo e trazê-lo. Tal era a dignidade e a utilidade para a qual Deus levantou esse homem fraco. atraiu a ira do Deus e só foi salvo pela intercessão do irmão (Dt 9. A Bíblia. 4. A idéiu básica da "expiação" ê aquela de "cobrir".Segun­ do. como frequentemente acontece com pessoas basicamente fracas. de acordo com 0 livro de Levilico. etc.) e.).

40). Aqitele quo “pelo Es­ pirito eterno” ofereceria "a sí mesmo imacu lado a Deus" e tanto seria como fa­ ria “um unico sacrifício pelos pecados”» *!para sempre” (Mb 0.12). A Bíblia diz que viveu mais 403 anos depois que gerou a Selá e que leve outros tllhos e filhas (Gu L0. Destacava-se por sua eslatura. É provável que Paulo se referisse a Aretas ÍV. que anterior­ mente rhamava-se Quiriate-Arba. por ter colaborado com pIps. p. é um tanto incerto. do qual nasceu o clã dos arelitas (Gn 40. várias.M. Antepassado de Anaque. AR ETAS. o jebuseu quis doar o lo­ cal para o rei e estava disposto até mes­ mo a ceder os bois pura o holocausto. do segundo século a. di­ ante de iodo o povo. Talvez losse reconhecido como um rei local pelos ro • manos. Davi.21. listados em Génesis 46.13. eseus descendentes loram descri­ tos como gigantes pelos israelitas que es­ piaram Canaã. insistiu em pagai. o rei ordenou um cen­ so em Israel.36. ARQOBE. I Cr 27.aboça do animal. onde ele prefigurava Aquele qup seria atingido pela transgressão do seu povo o levaria sobro si n p e c a d o de muitos (Is 53. 1» ) . confessava todos os pecados (v 21) e "colocava" lados olos solipn n c. abertamente.23. Deus enviou uma praga.24).polo ter­ reno e comprar ele mesmo os animais para o sacrifício. II.32. Esse erd o momento de gloria de Arâo. ARBA. pois não queria ofere­ cer aJgo que não lhe tivesse r listado nada Í2 Sm 24 . Ê citado aponas uma vez na Bíblia. vassalos.221. 1 . O jehmfeu de quem Davi com­ prou uma eira.8. Ao in­ vés de vender. na genealogia de luda fl Cr 2 . o bode oru dosigDado paru "levar sobre si lodos os pecados”. 21.iu a Aretas como “rei”.A. 1 H-2 ” > .171 .22. J.15. O governador de Damasco li­ nha a cidade bem guarnecida para pren­ der o apóstolo. Filho de Calebe e de sua espo­ sa Azuba. ARFAX ADE. assim õ possível 70 . 1 Cr 21). Ou­ tros sugerem que Caligula. Da­ masco. Gileade é mencionado. ARAÚNA. Arotos era o nome dado a vários reis nabatens. Um dos filhos de Gade. Sua re­ sidência era em Hebrom. contudo. Ele é listado nas genealogias de Numero» 1. Arão impunha as mãos (v 21). Um dos de/. filhos de Beniamim. Dessa maneiru. Pai do d â dos arditas. sogro de Herodes Antipas. Davi por* guntou ao Senhor como tal peste seria controlada o recehtm ordem para cons­ truir uni aliar na eira de Ara tina. dera a superintendência daquela área u Aretas como parte de urna política de autoridade delegada nas máos dos reis vdW. Foi para o Egilo com Jacõ e os de­ mais israelitas. contudo. AR DOM. 10.DiG.17-24 p tarubém figura coma filho de Som na gonealogio que vai de Adão a Cristn em Lucas 3. 15.teorias são apresentadas para explicar essa refe­ rem. onde esse nome aparece.20. O texto de 2 Reis 15.16: Nm 26. naquela época era urna província romana.ARAÚNA (Lv 16. Arauna nâo Uunginava. eru seu desejo de servir ao rei e ao Senhor. na qual. ARELI.C em di­ ante. em 2 Coríntios 11. Fui 0 primeiro nascimento registrado depois do DiJúvio. 10-131.14.111» A R D E . Km desobediência a lei (cf. Tempos mais tarde Calfihn recebeu ucidude de Hpbrom como recom­ pensa por sua coe Honra de que Delis aju­ daria seu povo a destruir os anaquins lis 14. o uovo impe­ rador. em ho­ menagem a ele. que um dlfl o Templo seria construído «xalamente naquele lugar 12 Cr 3.24: 1 I . assim. era filho de Bela e neto de Benjamim (Nm 26. Como punição por esse pe­ cado.12). 2. p o lexto nos dnt que "go­ vernava sob o rei Aretus”. Um dos filhos de Sem.25. pelo após­ tolo Paulu.

A m u íe l e Q utidorkiomer: Gn 14. porque mostra a vitória de IJeus.9).ARISTARCO que 'Argobe e Arié" Também se refiram a lugares. Esse nome aparece em 2 Reis 15. < i ponto de atrair uma c o n f e d e r a ç ã o de reis de terras lon­ gínquas. Num ataque rápido e inteligente.aias de IsràeJL Peca mnlou Pttcaíaô e Loraou-se rei em seu lugar. na época de Daniel. pediu um prazo para descobrir o seu .114 15). Um dos lideres convocados por Esdras para jun­ tar-se a ele no retomo da Babilónia para Jerusalém.significado (v.25. foi poupado da morte.16). Rei de Elasar e luu dos quatro monarcas da Mesopotámia que in­ vadiram a Palestina no lempo de Abraão (veja lambém 77fio/. sob a direçõo o a soberania de Deus. Desse ponto em diante. O povo foi levado cativo. que incluía ARI S A I. Dopais de nrar a Deus. assun. 2. O relato de Génesis 14 é particularmente interessan­ te porque destaca como .25j. De lato. Recebeu ordeai de Nabucodonosor para execular todos os sabins do reino. Comandante da guarda real da Babilónia. O jovem hebreu ainda não sa­ bia que o reâ queria a interpretação do souhu. Isso fez com que nosso patriarca entrasse em cena. entretanto.9). então prova­ velmente participaram «la conspiração ilo Pena contra d perverso rei Per. foram derrotados e fugiram. Fica cloro que a confederação invaso­ ra era liderada por QuedorJaomer (Gn 14.i região do vale do Jordão "ra cobiçada. 71 . na época da rainha Ester (Et 9.5). p .8). Nu 13* ano os reis locais se rebelaram o declararam guerra contra os invasores (veja Bera. sobrinho de Abraão. na Babilónia (vv. A viloria do nosso patriarca sobre os quaLro mo­ narcas. morlos pelos judeus na lorlaleza de Susã (Et h. A R IÉ . ARI DAI. Os quatro reis assumiram o controle de uma grande extensão de terra. loi agarrado pelos efésios.4.jda voz mais. o Senhor usou o inciden­ te para colocar seu servo numa posição de destaque. Ibi um dos mais constantes e fiéis "cooperadores* de Paulo (Fm 24| em suas viagens missionárias. "leão de Deus"). ARISTARCO. Birsn. Foi enviado a Ido.g . junto com Gaio. Quando ouviu o que acontecera. Veja Avgòhtí.d . ex­ plicou o sonho e. quando Arioque o infor­ mou.leza de Susã pelos judeus. inclusivo Ló. indica o estabelecimento de Abraão em CaTiaá e a sua separação final e completa da vida anterior. as quais foram totalmente saqueadas.24.14-17). 16). a influência do Abraão na “terra prome­ tida” cresceu c. Se eram homens.chama nossa atenção pala primeira vez em Atos 19. Daniel veio a Nabucodonosor. AR IOQUE. Elr. ÍJm dos dez filhos de Harnâ mortos nu forto. narrada em Génesis 14. Abraão derrotou a confederação dos rois e voltou com Ló e lodos os cativos (Gn 14. Uma vez mais. é Mgnifícotiva. (Cr "excelente governa­ dor"). por serem inca­ pazes de i n t e r p r e t a r seu sonho (Dn 2.29. e destaca também o rápido au­ mento da influência <Je Abria)ão na re­ gião. Um dos filhos de Ilamã morIõs tia fortaleza de Susã pelos judeus (El 9.1. Os reis invasores vieram da mesma região que fora o lar de Abraão. ARIDATA. as cidades de Sodoma e Gomorra. ussim. 1 . Sinnbti n Semefofír). a fim de contratar alendentes para o Templo [Ed 8. Um dos dei? filhos de Mamã. perseguiu Quedorlaomer e alcançou-o bem ao norte. JNativo de Tessalónica. onde. Esses reis já tinham conquistado várias cidadãs do vale do rio lordâo e da região ao redor do mar Morto e domina­ ram a terra por doze anos. chefe em Casifia.91. A R IE L (ITeb.

junto com os demais (2 Sm 21. em 4 a. estabeleceu-se em Nazaré.H . Quan­ do Uerodes morreu. loi morto. como “companheiro de lutas”. nas mãos dos gibeoriitas. Era o filho de H«rodes. conduzido a Roma. que tanto chama como pre­ para seu povo para essa obra (cf 2 Tm 4*5} E f 2 . Em lodos os lufares onde õ citndo.17). Finalmente a multidfio se acalmou e eles foram soltos. em vez de Paulo. em Mateus 2. Ê provável que soja o nulo de U erodes.d.C. trabalhou junto com ele na causa do Evangelho. E bem provável que fosse parente de PUemom. A. Talvez o próprio Aristarco também fosse prisioneiro» Em Colossènses 4. devem tornar-se exemplos para to­ dos os cristãos em todas as gerações.4 Aristarco apa­ rece em companhia de Paulo na viagem ã Mucedônia. o G rande. Como vingança pelo ocorrido. pelo contrário.C. quando us lutas são abundantes. concubina do rei Saul. É citado apenas uma vez na Bíblia. onde novamente houve ame­ aça de perseguição. qiifí eslá preso comigo.22. junto com seu irmão e outros paren­ tes. A realidade dB tirania da Arquelau fica fortemente implícita nos textos bíblicos. era um encorajamento. apenas Aristarco é mencionado como companheiro de Paulo. 72 . com Maria e o menino Jesus (Ml 2. em Aios 27. Seus descendentes fi­ caram conhecidos como aro ditas (Nm 26. A RO D L Um dos filhos de Gade. p levado ap teatro du cidade.21 J. Um dos d e s c e n d e n te s de Zorobabel. que rein o u em Traconiles e Ituróía (Lc 3.16 entre os que foram com lacó para o Egito. do tipo que o apóstolo tão frequentemente fazia.22). talvez te­ nhacompartilhado das mesmas persegui­ ções que o apóstolo sofreu (Fm 2). Isso não quer dizer que estivesse falhando.1): e Arquelau.2.Hl vemos Paulo referir-se a ele como "Arisl.L. A R Q U E L A U . quando levava suas doações aos pobres nm Jerusalém. uma das várias esposas desse rei. Mais larde. Foi entregue por Davi. elo foi depnsto após dez anns uo podei. p.171 tem levado alguns estudiosos a sugerir que talvez trab alh asse em Laodicéia. ha viu per­ seguições... o reino íoi dividido entre três de seus filhos: U erodes F ilip e li. sua roãe chamava-se Mallace. Samaria e Idurnéia. A R IS T Ó B U L O iGr. Galiléia. Cidadão romano citado por Paido em Romanos 16. com medo.1 0 ). no ano 6 d. que de­ monstraram lal fé cristã em tempos difí­ ceis. onde Ioda sua farnília é saudada. o Grande. O fato de que ele mesmo náo é saudado por Paulo significa que somente ou UOS membros de sua família ou talvez apenas seus escravo* lossem cristãos. no coso do tumulto em Efeso. p. Em Aios 20.ARJSTÓBULO os quais opunham-se violentamente ao Evangelho. que reinou nu Galiléia e Peréia (Mt 14. Homens como Aristarco.g. Quando José voltava do Egito para Israel.1 7). Nessa ocasião o apóstolo já eslava preso." Pode-se ver claramente que suu fé e seu compromisso eram muito fortes. que viveu em Roma no primeiro século e chamava-se Aristóbulo.o. L): Uerodes Antipas. ele n Gaio loram apanhados.uct).C a 6 d. Provavelmente ele re­ presentava a igreja um Tessalónica nessa viagem. de 4 a. t e Irar ca da |udéia. ARMONI.1U.21. A R N Ã . Devido â sua gran­ de crueldade enquanto governador. na linhagem do rei Davi (1 Cr 3. os quais Saul massacrara. Amigo de Paulo. Um dos dois filhos de Rispa. citados em Génesis 46.8). mas os textos náo indicam isso claramente. lodo o ministério cristão deve ser considerado como servi ço oo Senhor.C. "excelen te co n se­ lheiro"). Pãulo o exortou a completar sua "obra" ou ministério que recebera de Cristo (Cl 4. AR QUIPO.d. Sua associação com a igreja em Colossos (Cl 4. ouviu que Arquelau reinava na |udéia no lugar dn seu pai Herodes.

Neemias pediulhe permissão para reconstruir Jerusalém. 3 Cr 3.141. Como A lternas e Tiquicr) estavam na companhia do após­ tolo. foi moia compla­ cente com Esdras o dou-lhe uma cario que autorizava o retorno de todos os que qui­ sessem ir para Jerusalém. Textos como estes nos dão claras evidências do cuidado pasto­ ral e da supervisão ■uidadosu que Paulo iazia nas ig rejas. Quando Paulo e seus compa­ nheiros Gaio e Aristurco começaram a pregar a Cristo. essa lição tem sido íreqú eu temente igno­ raria pelo aluai cristianismo. Roi da Pérsia do 464 a 424 ulC’ . seu principal centro de adoração ora Efeso. Tra­ dições posteriores sugerem que Artomos tornou-se bispa de Listra. com altos lucro* (Al 19.14:13. A RS A. 6.23. “Grunde é a Diana dos elésios! " As im plicações da meusagem do Evangelho. relacionadas com todas as áreas da vida a da cultura. aparentemente para substituir esle na liderança da igreja du­ rante o tempo em que ele estivesse com o apóstolo em Nioópoiis (Tt 3.7. tUi.IOJ. porém. Bisneto de Salomão. o desafio dos efésios não foi apenas quanlo as suas convicções re­ ligiosas.6). pois "a majestade" de Ãrtemis seria destruída.G. Eles consegui­ ram causai um tumulto e arrastaram Gaio e Aristarco para o teatro.12).1:5.27 que. a virgem caça­ dora. 1. no 2(1'ano dt. foram enten­ didas claramente pelo povo da cidade. A R TAX ER X ES I (Longánimo).G. Deusa grega das florestas e dos monles.1 Durante seu reinado.11.10). O enorm e tem plo em sua honra. construído nessa cidade. Ele concordou o uomeou-o governador tia [udéia. Tudo isso está registrado em Esdras 4. Era mordomo do polácáo em 'luza.1. M. e Zinri entrou p o matou (1 Rs ÍF^. 8 . quando os ourives tentaram desacreditar a mensagem de Paulo e dos outros.7. P. Ê interessante notar em Atos 19.8. seu pai" ( I Rs 15. Neemiias retornou uo 32* ano de seu reinado (Ne 2.21. O escrilor de l Reis enfatua especialmente seu trabalho de remoção dos ídolos da terra e a expulsão dos prostitutos cultuais.D. Paulo informou que om bre~ ve enviaria Artomos (e Tlquico) a Tito na ilha ilo Creta. O rei ficou bêbado enquanto eslava na casa de Arsa. sucedeu seu pai Abjas uo trono de Judá n minou em Jerusalém do U11 a 870 a. Homero a chamou de "a se­ nhora da vida selvagem". sou governo. Mais tardo. mas também ao seu sistema eco­ nómico. ReunJ escreveulhe para informar que os judeus estavam reconstruindo o muroe dessa maneira uno pagariam mais os impostos Ele então de­ cidiu que se ordenasse u «uspensâo da obra. A R TEM IS . "Fez Asa 0 que era roto aos olhos do Senhor. como Davi.8-11. 73 . conspirou contra Elá. No período do NT. primeiro apoiaram para o proble­ ma da perda dos lucros e depois para a queslão religiosa. ASA. 7. Ordenou tam­ bém que este sacerdote levasse consigo todos os artigos da adoração do Templo e deu-lhe puderas poro nomoar magistradas a ju izes para toda a região além do Euírates. O nome pro­ vavelmente era uma contração de outro que significa "presente de Árlemis". Ourives e vários outros artesãos manulaluravam imagens e suveuires para vender aos visitam es.ASA.12.11. Vivia em Tirza.14.24|. o 1oração de Asa foi reto para com o Se­ nhor lodos os seus dias" (1 Rs 13. nu tempo em que Eiá reinou em Israel. onde era largamente reconhecida como a deusa da fertilidade. Não há dúvida de que se traiava de um pa­ gão converlido. um dos oficiais do Dxórcilo. presumivelmenle ele os (reinou para tais responsabilidade» entre as igrejas pri­ mitivas.. onde tentaram intimidar os missionários com o slogan. “Embora elo não IbelIiu tirado os allos.C.p. Ziuri. Sua equivalente romana era Diana. representava uma das grandes maravilhas do mundo naquela época e atraia peregrinos o turis­ tas de todas as partas do império romano. ÁRTEMAS.

). Deus de seus pais. o rei Baasa. Se o buscardes. para que o ajudasse contra Israel. houve grande progresso no rei­ no. procedefite do uorfe. O cronista ontão nos mos­ tra o quanto foi errado ele estabelecer um pacto com o rei da Síria.iu que aJguân entrasse naquele território. e sua história fica como um alerta de que o compromisso com Deus deve ser total e completo. depois da experiência com os etíopes. devido á sua feita de fé. Asa Udôrou lodo o povo num ato dn renovação do paclu. Asa não se arrependeu. e tc.i doença que Asa experimentou e as guerras que enfrentou foram designadas por Deus para levá-lo no arrependimen­ to e de volta a fidelidade que demons­ trou fáo bem o por tanto tempo nm seu reinado. Asael é descrito como “li­ geiro de pês.ASAEL Durante seu reinado. 11.18:23. quando vos e s t a i s com ele. Em 1 Reis Ifi os governos de vários reis de Israel são datados em relação ao de Asa. ao verem a bênção de Deus sobre a nação.24. Asa juntou os tesouros remaiiescenles no Templo o en­ viou como presente ao roi da Síria. o pro­ feta Kanani foi enviado pelo Senhor para lhe dizer qno. reconhe­ cendo quo podia confiar em Deus para obtor ajuda e que o Senhor ora o Todopodoroso (2 Cr 14. Mencionado em 1 Crónicas 0 1 6 . destru­ indo muitas cidades. no quaJ “entraram em aliança de buscarem o Senhor. não só em ludá como lambém nas partes de Elraím que estavam sob sou controle. Essa mensagem foi de grande valia ]>ara Asa. e de toda a sua alma*’ (2 Cr 15. prometendo recom­ pensas o bênçãos de Deus. Até oude sabemos. de Judá. ele vos deixorá” (2 Cr 15. na região de Efraim (2 Cr 15. de todo coração e alma e om Iodas as cir­ cunstâncias.a o . ser muito mais numeroso. seu irmão. A nação era abençoada e a paz loi estabelecida. declarou guerra contra Judá. mos. onde a fidelidade desto roi para com Deus é enfatizada.34: 1 Cr 2. Assim. Asa é m encionado na genealogia de Jesus.7. Joabe. o etíope. para que o ajudasse na batalha. sitiou Ioda a região o não pemiil.11).4 1 . com idade bom avançada. Quando elo finalmente morreu.12). 1. se o rei per­ manecesse fiel. era pai de Derequias.8) Tal era a luz de Deus na nação durante o reinado de Asa que pessoas do reino do Norte foram atraídas para o Sul e vieram a Judá. DmiS ujudou-o a derrotar Zerá. Apesar de M a ter vencido o rei de Israel. p . o prolela Azarias assim transmitiu sua Utensagem: “O Senhor está convosco. Vemos claTomente nessa passagem que .12J. seu filho leosafá tornou-se rei |1 Rs 15. ASA EL. um doe levitas cita­ dos enlre os que retomaram piara JerusHlém. Todos eles foram poderosos guerreiros 00 exército de Davi. se o deixardes. apesar da enfermidade. de torlo o seu coração.8. como as gazelas selvagens" e figura entre os "trinla heróis de Ouvi” (2 Sm 2. Quando encon­ trou-se com Asa. Elo t lamou ao Senhor. ele e seu povo estariam em constunte guer­ ra O próprio rei adoeceu. 2 2 . quo continuou seu trabalho de lê na destruição de mais idolos. Um dos três filhos de Zemia. em Malens 1. o acharois. A prova de que o Senhor honra os que Confiam n«le não poderia ser mais clara. 2. subiuIhe à cabeça. de Israel. ele mesmo 74 .26).2) Azarias prosseguiu. O monarca SU’io concordou e atacou Baasa. Por um breve tempo os povos que viviam ao redor tiveram uma pequena amostra da "luz" qup uma Judá fiel a Deus demonstrava para as nações vizinhas. era o comandante. O Livro dn Crónicas traz maiores de­ talhes sobre o remado de Asa (2 Cr 14 e 15). O sucesso de Asa. depois do oativeiro babilónico. não se voltou para Deus (2 Cr 10. Como comandante do exército real. entretanto. a despeito do exér­ cito inimigo. Deveria ter aprendido. entretanto. que Deus podia protegê-lo de Baasa sem tais alianças (2 Cr IR). porém.if>.

de Judá. Tempos dopais.37. Pai de um cerio lônatas.8). Abner não queria parar e enfrenta-lo.30) 2. Esse Asael foi ura dos escolhidos paia organi­ zai' o armazenamento rias doações.).2 Cr 5.5.44.16). P.36).12|. Da Iribo de juda. 1 Cr 11. lideradas poi foabe.17: etc. quando foi necessá­ rio construir armazéns especiais. s.27. Abner maiou Asael.18-32). viveu nos dias do rei Jeosaíá..12). Servo do rei Josias. ASAREEL.11). líder da Iribo de Benjamim e do exército de Is-Bosete.20).000 soldados 12 Sm 2X27. Um dos levitas que supervisiona­ vam os dizunos h as ofertas trazidos pelo povo. até que este parou para lutar.15). era unidos filhos de Jealelel (1 Cr 4.ASAKEEL ficava de prontidão com sons homens no quarto mês de cada ano: linha em sua divisão 24. ASAFE. Mos primeiros anos d < » seu rei­ nado. para indicar que provavelmente são par­ le de uma cantata. 3.18.14: 2 Cr 34. Joabe matou Abner. seu íil-bo Zebadias o substituiu nessa fundão (1 Cr 27.28: 27. até o livro de cânticos dos judeus.G.7. Membro da tribo de Levi e descen­ dente de Merari. em busca de uma palavra de sabedoria concernente a Judá. para vingar-se da morte de sou irmão. junta­ mente com outros levitas. I 1. 2. onde per­ maneceu por todos os tempos. 3. em seu zelo por Davi. um dos poucos lideres em [udá que se recusaram a se unir a Esdras e ao restunto do povo.3.v. rei de Judá Í2 Rs 18. AsaeL foi um desses professores (2 Cr 17.c. Poi procurado por Neemias. Filho primogftnilo dos silonitas. 75 . os cantores do Templo eram referidos apenas como “filhos de Asafe” (Ed 2 . 1. depois que o Livro da Lei foi encontrado (2 Rs 22. Abner.31-40). Levita. Seu nome é encontrado no titulo de doze salinos.5). esle monarca servia ao Senhor e enviou vários mestres e levita» para en­ sinar sobre o Livro da Lei ao povo judeu.13).22). o uue desagradou muito a Davi [2 Sm 3. -Asalas ajudou Davi nu lareia de levar a Arca para Jerusalém Í1 Cr 6. 2. 16. foi nomeado pelo rei Duvi como respon­ sável pelos cânticos na casa do Senhor 11 CrG.30: 15 6. Um dos cabeças de família da tribo de Simeão (1 Cr 4.L9. s. Como resultado do extraordinário avivamonto que aconteceu na época do r o i Ezequias. Sua influência musical estendeu-so muito alem do serviço do Templo. Na época do retorno do exí­ lio babilónico. quo tinha autorização para requerer a madeira para o escoramento dos portões de Jerusalém e reconstruir os m u ros da santa cidade {Ne 2. sob a liderança de Conanias (2 Cr 31. Posteriormente. do a Arca J'oi levada para Jerusalém e em várias outras ocasiões. Ele e outros homens de confiança procuraram a pro­ fetiza Ifulda. que loi sepultado no túmulo de seu pai em Belevn (2 Sm 2. lutaram contra os benjaniitas em Gibeão. 3. quando o Tem­ plo foi consagrado pelo rei Salomão (. Pai de Joã. Is 36.D. quando havia feslas nacionais (1 Cr 15. Quando as tropus de Dftvj. 4.12. composla por ele ou para ele fSl 50: 73 a 83) Esses salmos fi­ guravam entre os cânticos durante o aviva mento nos tempos do rei Ezequias 12 Cr 29:30). 4. pois sabia quo o venceria. Asael. Juntamente com HemàeEtâ. Era levila. fu­ giu da batalha e foi perseguido por Asael.17. Ele liderou os louvores. cromsla duranle o rei­ nado de Ezequias.8J. filho de Berequias e nomeado como principal cantor quan­ ASAÍAS. que se estabeleceram em Jerusalém apôs o cativeiro babilónico 11 Cr U. no arrependim ento polo casam ento com mulheres estrangeiras (Ed 10. 1.4 1: Ne 7. G uardião das florestas do rei Artaxerxes. todas as contribuições eram Irazidas ao Templo. 2 Cr 35. o perseguiu. contudo.15).37.7).

38: l Cr 8.17) Em Números 26.32).13. em troca de madeira e outros materiais usados na construção do palá­ cio e do Templo (1 Rs 9. por Forno. Nm 26. teve dois filhos — Manassés e Efraim (Gn 41.13. Fica claro.45. como as outras tribos. ela se desvanece: partes de mias lerras foram concedidas a Hirão. como lambem. tanto na vida de José. essa Iribo posicionava* se na retaguarda do acampamento. A planície do Acre. A posição de liderança que ele assumiu no Egito pos­ teriormente ajudou os israelitas a sobre­ viver durante a escassez mundial. ASER. Embora se conheça muilo pouco so­ bre o compromisso dos aserilas com a 78 .000 homens de guerra na coroação de Davi em Hebrom Í1 Cr 12. pois foi parte do tributo que Faraó pagou a José. o longo prazo.21 . Jz 5. Quando Josué dividiu Canaã eulre as tribos. entretanto.17). pelo relato no livro de Juizes que. Isso quer dizer que muitos habitaram em regiões que ainda eram povoadas por grande nú­ mero de canamlas. para seu povo Israel.C.500 homens para o exército (Nm 1. Oitavo filho do patriarca e o segundo com es L a concubina — serva de Lia. são men­ cionados seis clãs. de acordo o costume. era lotaimonle deles.36).31. Ao perceber que cessara de dar á luz. citados em Génesis 46. liá dois irmãos uom o mesmo dottih nesse lexlo. irmão de Jeorão (2 Cr 21. deu sua criada a Jacó.44. Foi o progeni­ tor dos asbelitas fCn 46. Talvez essa seja a ra­ zão por que Aser náo ajudou na luta con­ tra Sísera e foi repreendido por Débora (Jz 5. Aser tor­ nou-se cabeça de uma das tribos de Israel. lacó ainda trabalhava para L^bão.11: 10.17): entretanto. por ter-Lhe inter­ pretado os sonhos. Naque­ le tempo o Uder ora Pugiel (Nm 1. Aser não assumiu realmente o controle tolal du terra que recebeu (Jz 1.25-27). nascido em Padá-Arã. a tribo iie Aser representava um grupo do 41. Os fdhos nascidos do tal união eram considerados como pertoncenles a Lia (Co 30. Um dos dez filhos de líenjamim. Foi ela quem deu o noine de Aser ao menino. ASARIAS. Antes dti frime mundi­ al. na ado­ ração Provavelmente é 0 Jftsarela menr. originados de Ires fi­ lhos. Na época do nascimento dele.34. ASBEL. a localização de algum* lugares mencionados é vigorosamente de­ batida (js 17. Depois dis­ so.U. ele e ou­ tros estavam entre os quo profetizavam e lideravam d ministério da músita.1). É impossível definir exatamenle as fronteiras pelas evidên­ cias nos textos.21 Em algumas traduções aparecB como Azarias: dessa maneira.21. 7:231 A tribo é men­ cionada novamente como possuidora de 40. Todos esses evenlos eram parte tios propósitos soberanos de Dous.21.20). que se estendia para o oeste alé as praias do mar da Galiléia. por Salomão. da fLlha e de dois netos.24-31. os aseritos colaboraram com Gideão em sua batalha contra os oiidíanilas IJz 6. que significa “alegre" ou “abençoado". “pertence ao doas N eif). seu lio e sogro. Como um dos filhos de Jacó.ASARELA ASAR ELA.50:46. Foi dada a |osé como esposa.41).1). Ele próprio teve quatro filhos e uma filha (Gn 46. Sob a direçáo de seu pai e as ordens do rei Davi (1 Cr 25. P. Filha de Polifera. José foi chamado de Zafeuute-Pmiéia e recebeu Asenate como esposa. Filho de Jacó e Zilpn. rei de Tiro. 10. Uni dos filhos de Asafe (1 Cr 25. Lia. juutamenle cora Dã e Naflali (Nm 10.26). Na parlida. Quando os israelitas partiram do monte Sinai.11-14). Aser recebeu 22 cidades e vilas na área costeira ao norle do monle Carmelo.10. Um dos filhos do rei Jeosafá.35. saoerdote egíprio do deus Om. Ao ser nomeado go­ vernador do Egito.ionado em 1 Crónicas 25. A S E N A T E (Egip. Provavelmente per­ le ncia a uma lamília de posição conside­ rável no Egilo.14.26).

J foram ignoradas.13. na época de Ezequias alguns deles atenderam ao cha­ mado dr> rei para unia volla á verdadeira adoração ao Senhor. Seu envolvimento com a religião do povo das terras nas quais viviam íoi quase total. Referências às “colunas de Aserá" in­ dicam alguns destacáveis objetos do rnudeira usados no culto a densa. mais do quo qualquer outro culto. Js 10. Cada grupo tinha seus próprios deuses (vv. A atenção pessoal e o cuidado pastoral pelos indivíduos. 77 . Talvez. taL* peças foram derrubadas e a madeira usada t. Como resultado dessa grande blasfé­ mia. □a vida e na a duração dos israelitas pode ser vista em muitos textos das Escritu­ ras: mas a passagem de 2 Reis 2) . ti».11). ex­ pressos nas saudações de Paulo.3. Os barnalitas fazi­ am parte do grupo misto levado pelos assírio s para repovoar a região de Samnrin. etc. o os seus postes-ídòlos cortareis”! e repetidas multas vezes em Deuteronômio |cL 7. ASÍNCR ITO. O primeiro de um grupo de cristãos de Roma. essas coluna* ermn levantadas ao Lido rins altares e.9). e as suas colunas quebrareis. da Iribo de Aser. onde lemos a respeito de Ana.25)J. Tal "adultério". o Senhor prometeu destruir lerusalém e permitir que os inimigos de Judá conquistassem a terra. 24.30).38-40. intima­ mente ligada a Baal Os dois íoram invo­ cados juntos uo confronto ontre Elias e os falsos profetas. e nao ás dos falsos profetas (t Rs 18. A S IM A . Jz 6.omu lenha para queimar seus próprios sacrifí­ cios (ÊX 34. Essa deusa é mendonada em vários documentos exlrabíblicos. As advertências feitas ern Êxodo 34. Dt 7 5. quando os israelitas obe­ deceram à ordem do Senhor. A chama ardente caiu em resposta ãs orações de Elios. a influência do longo prazo do cul­ to de Aserá tornou-se um símbolo da as­ similação israelita de outras culturas e religiões. Pai de Seraias o líder do clã (1 Cr 4. Nome de uma deusa cananila mas esse lermo nem sempre se distingue dos instrumentos usados em sua adora­ ção.13 ("os seus altares derrubareis.7 me­ rece uma nota particular. e vioram u Jerusalém ” para adorar (2 Cr 3 0 . o homem de Deus cla­ mou e caiu togo do céu. 14. fica clara a indicação de que essa tribo afastara-si' muito de Deus. O povo dfl Lsranl desviava-se frequen­ temente do Senhor para adorar os deu­ ses cananeus.21. pois mostra o perverso rei Manassés estabelecendo uma coluna de Asorã dentro do próprio Tem­ plo. contudo. Nos lextos ugaiILitos ela era a deusa do mar.5: 12. era punido com grandes juízos de Deus A extensão com que tal adoração a Baal e Aserá penetrou A SIEL.g. como os profetas chamavam. Naquele desafio.ASÍNCRITO adoração a Deus após a dedicação do Tabernáculo d o deserto. o qual queimou o sacrifício ao Senhor. p. Deus adorado pelo povo de flama te |2 Rs 17. ímj.35. a profetisa que reCQiitaeu ser lesus o verdadeiro Mes­ sias (Lc 2. O ponto centrai do problema com a adoração de Aserá o Baal ora quo Israel recusavu-se a encarar uom seriedade a necessidade de ser uma nação ‘santa’ e dedicada somente ao Senhor e ao seu ser­ viço.exc* ASERÁ.36). pois a maioria riu e zom­ bou do alguns quo "se humilharam. no monte Carmelo.29). 16. A facilidade de assimilai as cultu­ ras ao redor e suas várias manifestações religiosas sem pre foi e será a questão quo rnais preocupa os homens b mulheres de Deus. é algo digno de atenção. Ao que pa­ rece. O fato de que um remanescente dos aserilas permaneceu liei ao Senhor no transcorrer da historia de Israel é indi­ cado no NT. saudados por Paulo em Komanos tu. Descendente de Simeão e um dos que receberam herança desmembrada da tribo de judá.3.

equiel 27. ASPENAZ. 1. da u-ibo de Aser ( L Çr 7. I Cr 1. Rm da Assíria. dessa maneira. Tal arranjo permitiu que o servo tivesse os direitos de filho e os passasse aos seus próprios filhos. mortos pelos judeus na fortaleza de Susã (Et 9. Antes dessa daia.ão eram nómades vindos do Sul e do Oes­ te.51 A Bí­ blia diz que tinha duas esposas: fiel a e Naará.C. e deportou o povo para Somaria. A S Q U E N A Z .36).C. I Cr 7. A SRIEL. confçrrme é mencionado em Esdras 4 J 0 . fs 17. ao fazer com que Aspenaz escolhesse o horni m que o Seuiior desejava qu<. Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul o uniram-se a Davi. 2. onde cada ura deles © des­ crito de maneira vívida como bravo guer­ 78 .22.ASNA ASNÁ. Por volta de 049 a. servo de Sesã.14). Ambos eram ancestrais de Samuel. ASSURBANIPAL.31. AS SUE RO. Filho de fará. 1. Existe in­ certeza com relação ao ILnal de seu rei­ nado. Deus. a quem esle dera a lilka em casamento. liderusse seu povo no exílio.22). pois queria manler-sp santo ao Senhor.35. Daniel resistiu a ofer­ ta de Aspenaz «le alimentar-se bem. imperador caldeu.6).24. 9) revela a soberania do Dous naquela situação. A S S IR . A SVA TE. Recebeu ordens de pro­ curar por israelitas inteligente». a par­ tir de 669 a. ASU R . quan­ do esto se encontrava em Zidague. Neto de |afé e filho de Gómer. Filho de Ehiasaie e bisneto do per sonugem anterior [n* t| (1 Cr 6.33) ATAI. Um dos filhos de lallote. Líder do clã dos asrielitas.27. Seus descendentes estavam en­ tre os se rv id o re s do T em plo que retornaram do ex ílio b ab iló n ico tom Neemias (Ed 2. Era o sexto da lista. rei de Judá.C. desceu dente direto de Noé. Entre os que recrutou.23.50). Provavelmente íni o progenitor do povo que mais tarde foi identificado como os cilas. Provavelmente esse é 0 pais mencio­ nado em Números 24. jjoís não podia perar filhos homens. O texto de Daniel (y. e. Descendente e herdeiro da tri­ bo de M an assés. pois Assur é considerado o funda­ dor daquela uação.Um dos descendentes de Cnate e líder de um dos clãs dos contitas lÉx 6.2. Um fios filhos de Sem |Gn 10.3. deu prosseguimen­ to à linhagem de Sesã 11 Cr 2. Sua raae era a concubina síria de Manassés (Nm 26. era descendente de Calebe e Hezrom (1 Cr 2. estavam Daniel n Irês amigos dele |Dn 1. 110 tampo ora que Jeoiaquim.7). Alai foi pai de Nalã e e m encionado na genealogia de lerameel. Um dos dez filhos de Hamá.17).6) Asquenaz encarregou-se de darlhes outros nomes babilónicos. 2.. 1 Cr 6.22 e E/. A história dos reis assírios diz quo o& fundadores da nat. portanto. em Jeremias 51. Veja Xnrxns ASPATA. A S S U R . t Cr 1. muitos artigos do tesouro do Templo ioram capturados. Tinha dois irmãos (Gn 10. abençoou seus quatro sorvos e os colocou em importantes posições no roi no. Esse Lambem era o nome do povo assuio e de sua divinda­ de. O reino de Asquenaz esta entre os que foram convocados pelo proleta para tomar vingança contra a BubUónia. enlretanlo.37). ele lutou contra o Egito e a Síria.23. ele atacou Susã.24: 4. Chele dos oficiais da eorle d»'Nabucodonosor. Inicialmente. para o serviço do rni. Provavelmente morreu por volta de 627 a.3. Pai de Tecoo. capital do Elão.

Promoveram o jovem Joas a rei. Posteriormente. depois a Jerusalém (Ed 8. s.6|. foi deposta pelos súditos AUZÃO. e neta dn Onri (2 Rs 8-18. 3. Avó pelosacierdoie Jeoiada e pelos guardas do Templo.2.C. para alegria de toda a nação ( I Mesulão. Filho de dn loiada. Hm dos líderes de província que se estabe­ A UG USTO. o objelivo de Abimeleque era firmar um acordo 22. “o Senhor ajuda"). sa 12 Rs 11.3. que d escondeu no Templo por (Ne 11. e loiad a.131. 1_ Um dos chefes de família intermédio de Moisés. Na verdade. que ficou surpreso e com d»1 . era filho de Usâas [Ne 11. seja a mesma pessoa. AUMAI.4-20.v. Descendente de |udá e Filho de Jaale. juntamente com Ficol. ■< impanheiro de Adaías h um Ele tora salvo pelo pensamento rápido de rios sacerdotes que se estabeleceram em Jeoseba. lazera. Líder da tribo de Judá e filho insatisfeitos e acabou morto uo palácio do Asur ( I Cr 4.7). 2 Cr 22. Sua mãe chamava-se real. 16). Atalia destruiu Ioda a Família real. Amigo e conselheiro pessoal de Abimeleque.28-31). f'n Senhor é grande”) 1. Seu crime hediondo.i>. A segunda esposa de Jerameel e grande apoio a Davi em suas batalhas (1 mãe de Ouã (1 Cr 2. 2 Cr 34. o rei filisteu de Gerar Os com leorâo. Pai de SuJõ e escrivão do rei clamado rei diante do povo. exreto um rle seus medo. 842 a.3). genealogia do rei Saul ( L O 8. Éprovàvel que.1 Veja C ósai babilónico."o Senhor tem segurado”). 79 . Cr 12.mdaote do exército (Cn 26. por seis imos. Seu filho lesaias provavel­ Pai de lesua. Nome quo aparece apenas leceram em Jerusalém depois do exílio em Lucas 2. Era descendente de Bebai (Ed 10. loás loi iirad<i de seu esconderijo e pro­ AZALIAS. filha do rei Jeorão e irmã de Jerusalém. Da Iribo de Judá. cia dos zorntita* (1 Cl 4. rei de Israel. Ao casar-se AUSATE. rei de Judá. os membros da própria lamilJa. o com. pois acabara de ser expulso de Ge* próprios netos.AZANIAS reiro. acabou com a breve aliança entre |uda e Israel. Ele e seu irmão Lande formavam □ ATALIA (Heb.20). encoutraium-se le e do Sul.261.. trucidando de paz entre os dois (Cu 26. Um fios que retomaram do exílio AZANIAS [Heb. Filha de Acabe. Atalia então loi tirada do templo e morta.12.v. um dos lideres e-scolhidos por Deus por ATALIAS. Da tribo de Issaoar.28).4). por ordem losins (2 Ks 22. 2 Cr rar IGn 26.10-20). Ura dos judeus culpados de ler ora filho do rei Roboão e sua esposa casado com mulheres estrangeiras tio Maaca. ela selou uma aliança entre os reinos divididos do Nordois. era pai de Paltiei. um dos levitas que solaram o pacto quo o povo fez de adorar ao «Se­ mente acompanhou Esdras ao rio Aava e nhor e obedecer à sua Lei (Ne 10.ATLAI. para repartir Canaã da tribo de Duujamim mencionados na entre as várias tribos e Clãs (Nm 34. depois do cativeiro babilónico Acazias. porem.11).2). Veja também Jeoseba A Z Ã . apareDtemenle apanhada de surpre­ Naará. t‘. A revolta foi liilerada AZAI (Heb.c. Mencionado ein 1 Crônlca*s 1 1 20.21.2. Imbilônito. No sélimo ano.9J. s.261. Rs 11. 2 Cr 23).10). tempo de Esdras. "o Senhor tem ouvido'*). ATAI AS (Heb. de 1 Crõseis. filha de Absalão. Foram comandantes que deram ATARA. anos |2 Rs 11. Foi rainha em ]uda por volta com Isaque. de Amassai. JoAs |2 Rh 11 1.2(1).8). nleas 9. 2.

13). Filho de Obede. 1. Sim plesm ente porque .38. 13. 10 . Um dos filhos do rei Jeosafá. Filho de feroão. Para m aio res d o talh o s. Aparece na mesmo lista com os Azarias anteriores (n . 16. Seu filho Amassai foi um dos sacerdoles que se estabeleceram em Jorusalém.39 3. 4. 10. mandou matar todos os seus irmãos (v.14. ancestral de Samuel ( I Cr 6. ao 50 estabelecer. durante o reinado de Davi (1 Cr 27. 2. 2 . Um dos principais Oficiais do rei Salomão. Uni dos músicos escolhidos por sorteio para Irabalhar no Templo (1 Cr 25. 3. filho de Joana (2 Cr 2 8.121.5). AZAREEL 1. aparece na Usla dos levitas em t Cróni­ cas 6.11.361.® 7).12). Era irmao de leorão. Sou outro nome era Uzias (2 Cr 26).3B). Efraimita. "Deus tem ajudado”). “O Espirito de Deus" veio sobre ele (2 Cr 15.2). Um dos lideres do rem anescente Judeu que se levantaram contra a profeta lerem ias (Jr 43.9. A^a obedeceu e íoi grande­ mente abençoado |2 Cr 15). oro oficial da Iribo de Dã. "o Senhor ajuda-*). profetizou duran­ te o reinado de Asa. Azarias o repre­ endeu. 12. Sacerdote no tempo do rei Llzias Quando este monarca tentou realizar as tarufus específicas dos sacerdotes e quei­ mar incenso d o Templo. Rei de Judú (2 Rs 14 a 15! 1 Cr 3. 5. Us sacerdotes ra­ pidam ente o conduziram para fora dn Templo (v.41). 7 . da família de Zadoque.6 ).2). 11. A ZAR IAS (Heb. Veja Uzias. 4).121. Era chofe dos intendentes distritais (1 Rs 4.1 1 J. 191. Ed 7.1). Em "filho do Nata". 6 .13. filho do sacerdote Zadoque e um dos oficiais do rei Salomão (] Rs 4. o sucessor no trona (2 Cr 21. Um dos hnmuns que vie­ ram a Davi em ZiclagUe. 20). 9 . Levita.1).9 7 e 8 | . (Im dos componentes da passeata quo cantavam e tocavam instrum entos musicais na dedicação do muro de Jeru­ salém |Ne 12.AZAREL AZAREL (Heb. ura des­ cendente de Biuui |Ed 10.8. é cilado apenas na arvore genealógica da família em 1 Crónicas 2. apa­ rece na mesma lista 1 1 Cr 6. 15. Também conhecido como Jnzanins (Jr 42. 17. 1 4 .2). Um dos primeiros sacerdotes le­ vitas a se restabelecer em Jerusalém de­ pois do exílio babilónico (1 Cr 9 . 18. citada apenas na árvore genealógico da fam ília em I C rónicas 2. após o exílio babilónico (Ne 11. 1 1 | Era sacerdote no lempo de Salomão. 17m dos comandantes que se uniT a m por meio de aliança com o sacerdote Juoiuda.18). que. Bisneto de |udá (neto de seu filho Zerá). 2. .31. 4. Ele ex­ plicou ao rei por que as o fertas e os ilízimois do povo estavam amontoados por todo o Templo. 1. veja B ereqn ias (n' 5). citado somente em 1 Reis 4.3).10. para colocar o menino Joás no Lrono de Judá e derrubai a perverso rai­ nha Aialia (2 Cr 23. Uzias foi castigo do por Deus e contraiu a lepra (v. Sum o sacerdote no reinado de Ezequias.22). 80 8 Avó do Azarias anterior (u. de Judá.16-18). Levita e pai de Seraías (1 C r 6.5). um dos eoatilas en­ volvidos na limpeza do Templo durante o uvivamento que houve na época do rei Ezequias |2 Cr 29. Descendente de Judá (através de seu filho Perez).5. acreditando or­ gulhosamente que podia fazer o quo de­ sejasse (2 Cr 26. Filho rle Aimaás e pai de Joauã. Um dos fudeus culpados de ter ca­ sado cora mulheres eslrangeiras. Pui de Amarias (Ed 7.1) o falou ao rei que o Senhor o abençoaria. se ele seguis­ se a Dous. Pui de Joel. Levita. Filho de Jeroão. quando esle fora bnnido por Saul (1 Cr 12 . possivelmente o pro­ feta que confrontou Davi em 2 Samuol 12 ou o irmão de Salomão (filho de BatoSeba: I Cr 3.

assiiu . “aquele que é forto"). em L Crónicas 3.15).23 Essa lisla proporciona uma linliagem real para a Iribo de |uda depois do exílio babilónico. Foram lautas as doaçóes envia­ das ao Templo que foi preciso construir armazéns especiais. Uiu dos supervisores dos dízimos e das oíertas trazidos na época do rei Ezequias. os parteiros. “Gade é forte). dois guerrei­ ros que se uniram a Davi em Ziclague (1 Cr 12.. Pro­ vavelmente é o mesmo Jaaziel cilado no v. 1. Possivelmente é o mes­ ma Azmavete registrado no n. Esdras 2. Era descenden­ te de Saul.37. Pai de Jeziel e Pelele.38. Esta­ va entre os descendentes de Zatu culpa­ dos por terem casado com mulheres estrangeirai). Azazias estava entre os levitas escolhidos paru organizar o es­ toque das ofertas. figuia na genealogia de Saul (3 Cr 8. Pai de Neemias (nao o que foi governador). 9. l Cr 11.271. AZOR . Azazias tocou harpa adiante da Arca. e filho de Eleasá.9-13).12). através de JÓnalas. Mordomo do palácio duranle o rei­ nado de Acaz. A Z M A V E T E . e p. quando eru trans­ portada para ferusulém pelo rei Davi 11 Cr 15. AZBU Q UE.11.222 de seus descendentes retornaram rio exílio babilónico coui Neemias: em Neemias 7. Foi morto por Zicri. 2. Barumita. Esse Oséias era chefe da tribo de Efraini. 3. AZAZIAS lHeb.° 2 acima. o primeiro de seis filhos de Azei (1 Cr 8.43. Um dos descen­ dentes de Azgade. "0 S e n h o ré loarte'*).b .33). sob a liderança de Conanias e Simoi (2 Cr 31. 1. feito polo povo do adorai ao Seabor e obedecerá sua Lei (Ne 10.25). logo depois do retorno do exílio babilónico. 1 .n. 3. Pai de Oséias (1 Cr 27.38. É r.36: em 9. AZEL. 1. Um dos descendentes do rei Saul.14). comandante do exército de Israel 81 .44). Piai de Bela e filho de Soma. Pertencente à tribo do Judá. Azgade foi um dos bderos quo selaram o pacto A Z I E L . o rei ordenou que fossom construídas armazéns especialmente para esse Rm (2 Cr 31. Sob a direçáo de Esdras.ilado como lidrr de um «'. o qual. Na genealogia que mostra a li­ nhagem real de Jesus. ele aparece comu pai de Sadoque o filho de Elloquim (Ml 1. foi responsável pelos tesouras reais durante parte do reinado do Davi (1 Cr 27. cilado como um dos "trinta" lideres militares de Davi (2 Sm 23. 2. era chefe do distrito de Bnte-Zur o ajudou na recons­ trução do muro de lerusalém |Ne 3.c. retornou do exílio babilónico com Esdras (Ed 8. 4.42 seu pai é chamado de Jaerá). 2.3).31. 3.AZRICÁO eram ara tamanha quantidade que us sa­ cerdotes não tinham onde guardá-los. Filho de Adiei. Joanâ. 18.12 registra que 1. 0.2111. Teve seis filhos e era líder ontre os beujamilus (1 Cr «. Aziza divorciou-se (Ed 10. quando Davi levou a Arca da aliança para (erusalrtm 11 Cr 15.13). filho de Catã.8).322. "minha ajuda tem-se levantado" J.44). 2. Um dos levitas que tocaram Itocador de alaúde) na adoração dos israelitas. A ZR IC Á O |Heb. Benjamita. filbo de Jeoada.2 I). AZAZ.20). AZGADE (Heb. é citado como um dos três filhos de Nearias.lã o descendente de Rubem (1 Cr 5. Um dos descendentes do roi Davi. nos dias do rei Davi.101. Benjamita. Um dos membros da família dos meraritas.l. a. AZIZA (Ileb. rei de Judá.17 o númoro é 2.

43.14. Seu filho "fez o que que lutava por Peca. 3.pulsou os prostitutos cultuais de ludã e acabou com muito do passado pagão (1 Semaías. 1. Pai do lalso profeta Hananias. pois ex­ Cr 28. 2 0 0 p e s s o a s .15). 2. 1 . por meio tJo rei assírio (vv. juntamente com Salem ias.dn Seulior". Citado em Ezequiel 11 1 como o pai de Jaazanias. Sobabe e Ardom.o i N o t a t i o T r a d u t o r ] . 4. estabeleceu-se em Junísalâm após Rs 22. enfrentou Jeremias. o csdlio babiiôiiíco (1 Cr 9. enfren­ taram Ezequiel.7|.42. por isso. os quais lalaram falsamente que haveria paz para Israel e. N o u r it ç in o l o n n lu r c o l o c o u a q u i " E l O l i U i i " ( D e u s E t e r n o ) . 1 . * N u u r i g i D o l f o i r a l o c a d o o n ú m e r o 3 2 . de |udá. de Judá. AZUBA. por isso. p r o v a v o l m e n t e d n f o r m a l í q u i v o c a d a íN o lfl d o T r a d u to r ). Durante o reinado de Davi. Esse pacto consistia na renova­ ção do compromisso do povo dn servir ao Senhor Deus de Israel (Ne 9). um dos líderes dos israelitas. filhô de Remídias (2 era roto aos olhos.AZRIEL 22.i d o l o s " (N u la d o T r a d u lo r j 82 . e. Pai de Jerimote. e n L r e t i u ilo . cuju neto. Quando morreu. 3. o q u a l. 2. Cabeça de c lã e valente soldado da Iribo de Manassés I I Cr 5. Era gibeonita (Jr 28. Levita do dã dos merarilas.26). n õ n c r jin c á d e c o m a r e f e r ê n c i a b í b l i c a c o r r f if i p o n d o r jt e u e m c o m o r e l d l o b íl.10). As versõos e m p o r t u g u ê s t r a d u z e m e s s e s l e * i o s a p e n a s c o m o " c o l u r u i s ’’ n u " p o s t e s . "Dftus é miiilia ajuda"). 25. Jerimole era oficial ria tribo de Naílâil I I Cr 27. que lalou durante o reinado de Zedequias.31). e esposa do rei Asa.1).24).191. Ne 11.»L k .46). Ele e seu povo. 2 Cr 20. Em Neemias 10. Esposa de Calebe o mãe de Jeser. recebeu ordens do rei jooiaquim paru prender Baruque e o ))ro­ leta Jeremias |Jr 36. Mae do rei Jeosafá. Era li lha do Sili (1 Rs 2.18. entretanto.2131.17. Calebe ca*ou-se mm Efrate í 1 Cr 2. Ru de Seroias que. “loram infiéis ao Deus de seus pais" e por isso o Sonllor execu­ tou juízo contra a iribo deles. ê um dos lideres do povo que selaram a aliança com Neemias. AZRIEL (Heb. AZUR.

1. 29b) por parte deste deus. a inten­ ção do profeta era zombar da insensalez de se adorar um “falso deus”. não envia­ va as chuvas.40). D sacrifício deles loi em vão. o qual. Pb In contrá­ rio.41-45. Elias. Esse deus semita orídeutai sempre provou st:r uma dmc»ça para a adoração genuína do povo de Israel. O indisculível silêncio do falso deus de­ 83 . “mostro"). Ao Invés de fazer prosélitos. (3J A conclusão. porque representava o deus da tempestade. Soxnenle Ele respon­ de com fogo. A reli­ gião cananita racionalizou os silêni ios periódicos dos seos deuses com a idéia mitológica de que BaaJ ocasionalmente morria. o deus que tinha o con­ trole das forças da natureza p a s s a v a por ciclos regulares de morte e ressurreição. pois não existem. Em úliiroa análise. quando estava satisFeito.27*29. Desde o Inicio do reinado de Salomão. Em I Reis 10. era a ironia de que Baal eslava morto. Começando com o desafio de 1 Ruis 17. 27-20). Era mui! o remido na cultuação cananita. nem resposta.B BAAL (Hob. pode ser vista em trés áreas: 11) Talvez a mais poderosa soja a ironia relacionada com a Incapacidade de BaaJ de enviar i huva.ão alguma" [v. A vindicação do prolela é que somente Deus esta realmente vivo. A despeito de toda a frenética atrvidade deles (w. a Bíblia demonstra clara* meule que o S^nhoT é todo-poderoso s o ­ bro a natureza. porque 0 único sacrifício acei­ tável ao Senhor foi » fidelidade de um único profeta. mas o leitor é levado a formular essa inescapável conclusão. o san­ gue do sacrifício pareceria ser o dos pró­ prios proMas dp. (2) A segunda ironia é sobre o pró­ prio sacrifício. os outros não dão resposta alguma. em I Reis 18 . Esse fenómeno podia ser visla nos perío­ dos da seca e da chuva. "não houve voz. em l Ruis 18.que tais entidades na verda­ de não existiam. cuidava das colheitas c rias terras: porém se estivesse zangado. Essa realidade não está explícita '-m I Reis 18. foi Deus quem mandou a chuva — algo que acreditavase ser uma prerrogativa de Baal. A ironia dosla passagem. como deveriam. portanto.0 confronto entre o profeta do Senhor e os de Baal sobre o monle Carmelo foi o ponto culminante da crescente tensão entre us nomes Indicados por Jezabel e. Deus com Baal. Baal mortos (l Rs 18. e concluindo com a cena onde a Chuva veio somente por uiejo das insiruções de Deus. a despeito do que diziam os seguidores de Baal. o 11uaJ compro­ vou quo o Senhor podia Tetor a chuva. Os cananeus acre­ ditavam qur: ele. a qual o escritor supôs que seria evidente para sua audi­ ência. a questão era descobrir: "Qual é o único Deus vivo?”. muitos dos quais inclusive mataram. leais a Acabe. no auge de sua aiividade profé­ tica — enquanto o reino de Israel ennontrava-sp num triste declínio sob o Toinado de Acabo — confrontou a adoração de Baal feita pnlo rei e pelo povo. nem alern. em vez de argumentai. a o comparar a verdade com a falsidade. viviam uinn ambiento Dode o tomor de outros deuses havia obstruído a confiança dn povo nas palavras dos profetas. O ponto é novamentedestiicadoquan­ do. apesar do fracasso n a c i o ­ nal na adoração do Deus verdadeiro. Israel estava en­ volvido etn um sincretísmo religioso com as nações circunvizinhas. para posteriormente ressuscitar. A dificuldade do povo de Israel náo era a de encontrar o Deus principal mnu panteão de muitos dmises.

Ju n tG com Recabe. Ne 7. entretanto.-16). o qual trabalhou na reconstrução do muro de Jerusalém depois do exílio babilónico (Ne 3.C. Para mais detalhes.8). veja Recabe. 4. 2 . Jeremias após ser liberto por Nebuzaradão. 1 Cr 11. com sua referência ã "aliança". nomeado governador pelo rei da Babilónia. ordenou o seus homens que os matassem e pendurassem seus corpos junto ao açude em Hebrom (2 Sm 4. em Mispa. na especlativa de sua aprovação. Netofalila. No m ínim o é possível que esle. LT m dos lideres que sela­ ram o pacto leito pelo povo de adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei |Ne 10. 2 Gederila. Em 2 Reis 1. 1 Cr 1. mais tardo.L2J. Filho de Husai. Os cananeus ado­ ravam m uitos baalins. Foi quem instigou o assassi­ nato de Gedalias (Jr 40. BAANÁ (Hebr.Jz 8. um dos superintenden­ tes durante o reinado do Davi. durante a primeira parte do cativeiro de ludd na Babilónia. foi um dos gover­ nadores distritais do rei Salomão. para obter inlormações sobre sua doença terminal. Baara não gorou filhos (1 Cr 8. íilho de Saul. BAAL-HANÃ (Hebr.7). BA ALIS . os liebreus. FlLhfj de Ailude. BA AL-B ER ITE (Hebr. foi uuLro governa­ dor disirital do rei Salomão. 7. resol­ veram tirai’ vantagem da situação para matá-lo Qr 41). BA A L -Z E B U B E . 84 . Pai de Zadoque. Foi su­ cessor d« Saul (descendente de Esaúj com o rei e era filh o de A cbor |Gn 36. o povo não perdeu leinpo em envolverse com a adoração de*sa divindade I.4J.BAAL-BERÍTE veria levar à conclusão de qun ua verda­ de eslava permanentejnonte mortol s. Era res­ ponsável pelas plantações de olivais e sicõmoras nas campinas ( l Cr 27.29.H . Veja Baal. Hadar reinou em st.5-12). 1. é o mesmo Baaua do n® 3 anterior. ienba sido criado para aju­ dar jia assimilação e an união com os Israelitas. entretanto. Rei de Israel por volta de 909 a 886 a. Filho de Rimoxn e capitão do exér­ cito de Is-Boseto. o povo du aliança.4(5). “Baal é gracioso"). Um dos reis de Edoui anterior à conquista ria terra pelos israelitas. provavelmente foram atraídos para uma divindade já exislente e que se preocupava com alianças. M .v. se assim desejas­ se. BA AR A. 1. y. houve relativa prosperidade para os pobres que não (oram levados cativos. benjamita que vivia em Moabe. Megido e toda a iegiáo entre Bele-Seá e Ahel-Meolá (1 Rs 4. Citado apenas eui Juizes 8 o 9. O filho de Jessé. loi à casa do rei e o matou en­ quanto dormia. depois da morte du Gideão.38. possivelmente seja uin caso da religião cananila que absorveu algumas idéias da religião israelila. é o nome do deus de Ecrom. 1. responsável pela região de Aser b Alole II Rs 4. 3. 5. Sob sua liderança.28).50). pai de Helede.14). Veja HeJedo. o qual o rei Acazias tentou con­ sultar. citado entre os "trinta heróis* de Davi (2 Sm 23.33. preferiu L r ao encontro de Gedalias.49. o qual. para permanecer em judá. Seu dis­ trito cobria Taanaque.27). Provavelmente. Cerlamenle. divorciou-se dela e de sua primuira espo­ sa Husim. 2. liderados por Baalis. “filho da opressão”). Por outro lado. "deus da alian­ ça”) Duu.s cananila adorado em Sitjuéin (veja Baa!) Também chamado El-B«rite Uz 9. Usurpou o poder do reino do Norte das mãos de Nadabe. 6* Uru dos que retomaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. "senhor das moscas"). BAASA. os amouilas. filho de .u lugar.30).4.2. Os dois cortaram a cabe­ ça do antigo lider e a levaram a Davi. depois de sua morte. Esposa de Saaraim.30.10). (Hebr. Rei dos amonitas.

de Moabe. Balaáo experimentava uma comuni­ cação privilegiada com Deus. A maldade de seu reinado tornou-se quase um provérbio sobre o pecado.25). LIm dos porteiros que guardavam os armazéns. Umdos levitas companheiros de Matanias que retornaram do exílio babilónioco com Neemias (Ne 11.u.8). nos dias do rei Joiaquim (Ne 12. Foi o terceiro rei da parte norle do reino dividido. por causa de sua maldade e idolatria. Estabeleceu seu reino primeiramente em Tirza (1 Rs 15. Balaão foi autorizado a prosseguir »ua jornada.9). quando imitou todos os descenden­ tes de Jeroboão.53J. mandando um anjo blo­ quear seu caminho. 3 . con­ tudo.r. 16. da mesma maneira quo os israelitas. quo resultaria na destruição total de suo casa. que mostrou maior sabedoria do que seu douo o era capaz de proferir oráculos mais sá­ bios! Finalmente. Jaú v Tdmi.22. pois simplesmente seguiu o mesmo caminho do pai (3 Rs 15. Esse falso profeta tipificou a situa­ ção de instabilidade de Israel uo tempo de Moisés. depois de atacar Judá. da Iribo de Issacar. Seus descendentes esta­ vam entre os servidoras do Templo que retornaram do exiLio babilónico coui Neemias e Zorobabel (Ed 2. Permanece como uma adver­ tência quanlo aos perigos do se permitir quo ura forasteiro (Balaáo era de Pelor. B A E S E IA S . BALAÁO. BACBUQU IAS. 2 Cr 16).16*22. como Nadabe e |eroboão.BALAÁO Jeroboão l. era idólatra e perverso.. Juntam ente com M atanias. era responsável pelos cânticos em açáo de graças no Templo (Ne 12. Ha uma Ironia no Fato de que a jum enta reconheceu o sor angelical. dele. que lalava com o povo por meio dos oráculos: entre­ tanto. Balaão foi convocada pelo rei Balaque. Baasa. os israeUtas ainda ti­ nham o controle sobre os territórios a les­ te do rio Jordão.49J. uma área remanescente dos dias do roi Salomão. uma ao Dorte c outra uo sul.26). enquanto Bolaoo nada percebeu. e matou Nadabe enquanto estR lutava contra os filisteus. e outros para a Siria. BACBUQUE. os hebreus logo foram seduzidos p elas praticas dos moabitae (veju Números 25). como tombem a intervenção de Deus. após 26 anos o regime de Baasa foi derrubado poi um golpe de Estado encabeçado por Zinrt Esse final fura previsto pelo protela Jeú que o alertara sobre o iminente juizo de Deus. A intervenção do legislador nm favoi do povo impedira a aniquilação da nação sob o julzo do Senhor (Nm 22. Deus interveio. Quan­ do se tornou rei.25. O governo de Baasa. Ne 7. foi nm desastre para Israel.9J veja também Nadnbp. l-. 2 . Asa firmou um tratado com orei da Síria (1 Rs 15. Baasa logo per­ cebeu que lutava contra a coalizão em duas frentes. Logo perderam todas essas terras e. 2 Rs 9. Provavelm ente é o meNmo Bacbuquias an terio r (n 9 >). Deus enviou juízo contra o reinado de Nadahe. como acontecera com o governo de Jeroboão antes. men­ cionado na lista dos músirou de Davi que serviam uo Tabernáculo nos dias anteri­ ores à construção do Tfemplo ( L Cr 6.12.17).31. 85 .40). A história desse falso profeta is mais bem lembrada pelas palavras do animal. ombooni sou filho Ela tenha reinado por p ou co tempo. 1 . região do Knfrates) se infiltre e perversa­ mente crie tumulto na comunidade de Deus. Após testemunhar uma grande vitó­ ria pelas mãos de Deus. e foi forçado u abrir mão de alguns terri­ tórios em Eiraim.33. para ludá. os cães lamberiam o sangue dos parenLeii que morressem na cidade II Rs 1IU-7. De acordo com Números 22. Ancestral de Asafe. cu jo nome foi usado por Deus pnra lembrar as futuras gerações dos reis de Israel sobre os perigos da idolatria e o castigo subsequente 11 Rs 21.L3I. Baasa era filho de Aias.

Acliou nuou a intervir pma guiai sou povo na que seria possível contratar Balaão para vitória sobre seus inimigos. ao tomar conhecimento da vitória lealdade misla do profeta.22). Judas 11 e Apocalipse ar o povo. esse falso pro­ da Babilónia na época em que Ezequias feta aconselhou os midianilas a atrair os ora rei de Judá 12 Rs 20.fi). alcançar seus objeiivot» pessoais. 2 Pedro 2. Anceslral de Hlã. s. Assim. a maneira como Balaão foi induzido no adultério espiri­ se r” |Nm 2’2 . porque fun­ 1. devido i i sedurão e aos efeitos um homem de talento profético. roi do com Números 31. e desvru-se para sua própria destrui­ abençoou só poderia resultar em maldi­ ção.14 advertem o povo do Deus quanto do Os escritores bíblicos viram Balaque perigo de aceitarem em seu meio um pa­ COmo um exemplo de extrema unprudéugão com uma maneira de falar suave e cia e umu ilustração de como os pagãos eloquente. que serviu como cionam Coido uma cobertura pura os de­ músico no Tabernáculo.BALADÀ da auto-eugano. o pior pecado não é de fato o 86 . A despeito da mis­ diçoar o povo de Ixruel. s. porque lal vaidade decoração será expos­ 2. Dessa maneira. Ancestral de 1lt«i. 34). movido polo tura de verdadeiros e falsos orá<. e lam­ brar do exemplo de Bajaqua o dessa ma­ bém um arrependim enlo su p erficial neira eviúu o Juízo de Deus ÍMq fi. 2 Pedro 2. durante o reina­ sejos malignos. Pai de Murodaque-BaJadõ.a. porque este uo final serã ele acendeu a ira do Deus. C ) cristão deve ser grato do de Davi (1 Cr8.v. Nm 31. ao invés de amaldiçoar (Nm 23. Pelo contrário. oracuios que sairiam de sua própria boca.. mento como uma toraia de religiosida­ Tentar amaldiçoar o povo a quem Senhor de.17). para consternação do rei mosbila. convicções frágeis e superficiais. Para o ceu em Jeru salém depois do exílio apóstolo João. foi morto por Moisés B A L A Q U E . Sedu zido pela tual por Ba Iaque è muito pior (veja mais bajulação (Nm 22-17) o mais interessado detalhes em Bolaqi Ml.12. lançar uma maldição sobre os hebreus e.c>m sua relu­ tância em fazei' '‘somente o que Eu te dis­ exposto.4B). o episódio de Balaão assim. israelitas para os pecados sexuais em Pear.1 Os]. E. Pérgamo.U. mas com perigosos r|ue causa sobre a congregação desejo do usar os dons de Deus.25). T s 13. Da (v. o ialso ensino deve ser evitado.11'* mostra Balaão como mesma forma. Como aconteceu coxn Balaão as conse­ Balaão entrou para a tradição rabínica quências do pecado finalmente os apa­ uomo um diplomata eficiente. a fim de (Ap 2.8. uios e da medo. o apóstolo alertou para o perigo das pala­ BANI (Heb. assim.15. Filho de Z. derrota-los (Nm 22) A despeito da lornuu-se intiis um exemplo da toial suinsensatez de Baluão. 2. nador Balaque náo estava interessado nas palavras de Balaão (Nm 24. Por essa r a z ã o . que As gerações futuras são desafiadas a lem­ podem ser compradas (Nm 22. Deus o usou vúj ias beranda dfi Deus que opera para o bem de vezes para confrontar BaJaque e aheuçoseu povo.ípor. que se apoia em seu conheci­ subestimam o poder do Deus de Israel. Uma apnrônt ia de piedade encobre ção sobre si mesmo! (Is 2*1. loi o rei o seu* hom ens jun to com os reis moabita que convocou Balaão para amal­ midianilas (Nm 3'11. ]z 11.9.111 . Is 39-1).15. "construção") vras “arrogantes de vaidade”. o qual tem vida curta. mas enga­ nham (cf.14). o juizo em descobrir um meio de acomodar os mais rigoroso esta reservado para as que interesses do que em prestar atenção aos conscientemente induzem outro* ao erro. que se estabele­ ta no dia do julgamento lld 111.18. ao escrever á igreja em babilónico (1 Cr 9-4 J. Dous conti­ dos israelitas sobre outros povos.2 0 s ). r. De acor­ BALAOÃ.

BARAQUE.22J. Foi um dos 87 . foi entoado poT Baraquo e Dõbora. BA R A Q UIAS1. até a vitória. Era mais jovem do nm. Veja Berequias. que loi superintenden­ te dos levitas em Jerusalém. para receber tais adversidades do Deus (Jó 3 2 . BAQUEBACAR. Deus. contudo. Pro­ vavelmente é o mesmo B. Dois dos levitas que melaram o pacto feito pelo povo de adorar ao Se­ nhor e obedecer á . mas que.11. Pai de Reum.sua Lei |Ne 10. isso realmeuti: aconteceu. poi terem rejeitada a Ele em muitas oca­ siões. rei cananeu (Jz 4). buzita da fa­ mília de Ráo. v í v p u durante o pe­ ríodo dos Juizes.22). que levantou Débora e Baraque. sob a direçáo de Esdras (Ne 8.icbuquias dfi NeeiriAas 11. Alguns de seus descendentes loraiu culpados de se casar com mulhe­ res estrangeiras (Ed 10. Ancestral de . na verdade. israelitas na batalha.es e muitas vezes atuavam apenas numa pequrua área de Israel. paro a obra <lo Senhor por meio de Baraque o ou­ tros juizes. Foi uma época de anar­ quia na bistório dos isrnebt/is.14). cie não ficou muito satisMta com a ordem que recebera de Débora e linha dú­ vidas se realmente venceria. em 1Samuel 12. com implicações lauto na vida social como religiosa da nação.4.17. Baraquo ficou conhenldo como o co­ mandante que íoi ã guerra em resposta ao chamado de Débora* para lutar contra Jabim.7). que com andava os BARAQUEL. Descendem* de Secariias e fi­ lho de Sernaias (t Cr 3. Baraque é citado corno exemplo de um homem de fé. 5 3 : Ne 7. quando Sisera. Pâi dc* Eliu. Eles obe­ deceram a Esdras n se divorciaram. Ela concordou. natural de Quedes de Naitaii.Sçlumito. gçneral do exército do rei Jabim. Em Hebreus 11 <2. IJ. mas disse que a gloria pela vitoria na balailia seria de uma mu­ lher. iuijeí. UL Pai de IJsri. entretanto.551. Eliú fui o ultimo dos três amigos que tentaram argumentar com Jó. C42 cie seus d escen d en tes retornaram do e x ílio babilónico com Neemias (Ed 2. A piini ípio. loi claramente atribuída ao Senhor. 4 .BARIÁ 3.34). Sò Ma < t bata­ lha se açjuela profetisa acompanhasse a tro­ pa.15 como descendente de Asafe. 7. seu argumento loi que Jó era culpado de alguma coisa. Samuel olhou para trás. um gratidão pelo grande sucesso obtido (v. que liderou os levi los nos reparos do muro de Jerusalém (Ne 3. M ie. BAR COS. Levita citado em i Cró­ nicas 9. . BARIÁ. 5 e 6. Quando a opressão tornava-se muilo grande. O Senhor permitia essas situações como punição. Seus descendentes estavam entre os servid ores do Tomplo que retornaram du exílio bobilónico com Neemias (Ed 2 .17J. marcada cómo um lempo em que Israel esteve re­ gu larm ente dom inado pelos povos cananeus. que voltou □ Jerusalém m m Esdras durante o reinadn do Artax«rxg$ |Ed 8. A vitória. íoi morto por uma mulher. 2 . Moisés e ao seu povo e não per­ mitia que fossem totalmente absorvidos ou destruídos pelos puvos vizinhos.301.5] 9 e 1 0 . depois do exllio babilónico (Ne 11. Veja Beuw 8 Um dos levilas que instruíram o povo na Lei. lael (Tz 4-211 luizes f) registra o que é Irequen temente chama­ do de “o cântico de Débora".1 III.Ki. fí Lideraram os judeus na confissão dos pecados (Ne 9.o patriarca e esla­ va preocupado porque este lentava justi('iciir-se diante de Deus. o Senhor levantava um líder no m eio do povo. Filho de Ahiuoão. 6 ) . De acordo com Esdras. manlinha-se fiel ao seu pacto e ás promessas que fizera a Abraão. Levou com ele voluntários de ZebuJom e Naltali.29. Esses comandantes então fornavam-se iujy. íoi iiixi dos primeiros a retomar do exílio babilónico uo tempo de Zorobabel.

Nomo judaico de um mágico e falso pro­ feta.12) Na viagem dc volta. na ilha de Chipre (Al I3. lizeram o mesmo itinerário e.12) e receberam apoio do concilio de Jerusalém (vv 22-29). Consclent. No meio de uma crise de fome.1-7.1-3). Al 13.42-51. na lorma de uma cegueira temporária.21-28). O apolido que OS apóstolos deram a um levita natural de Chipre que se tornou bder na igreja primitiva. Paulo r Bamahó apresentaram a pro­ posta sobre ú plena admissão dos gentios na igreja (At 15.BAR-JESUS mtnubros da linhagem real de Davi. combinada com o ensino aposlóliu. eles pregaram por toda a ilha de Chipre.6|. Tal ação. cuja larela foi confiada a Barnabé e a Paulo (At 11.23). Recrutou Saulo (lambém conhecido como Paulo. Quando a mensagem divina e procla­ mada. A primeira aparição de Barnabé foi em Jerusalém. mas Lucas intp. ele chamou Elimas de '“ filho do dia­ bo.25.32-371 . e os dois trabalharam juntos em Antioquia e ensiuaram muitas pessoas (Al 11. João Marcos. du­ rante o governo do imperador Cláudio a igreja em Antioquia onviou ajuda para os irmãos na Judéia. Eles navegaram adi­ ante e chegaram a PeJge.36]. que Lucas descreve como "homem prudente". pnlre o que pertence ao engano do diabo e o que e de Deus». Bar. as quais foram comissionados e enviados na pri­ me L ra viagem missionária (At 13. onde é cilado como um tuiuavilhoso exemplo de generosidade (At 4. que "procura­ va muito ouvir a palavra de Deus'* (v. 10) e pro­ nunciou o juízo de Dous contra ele. Icouio e Derbe. Quando Saulo de 'Ihrso se con­ verteu.1-5. parece que Paulo assumiu a lide­ rança. 8). pois em Listra foi chamado de "Júpiter" e Paulo. os dois companheiros tiveram um sério desentendimento a res­ 88 .13).12). Seu nome grego era Elimas (v. 7). A ênfase uo Espirito Santo e o juízo particular pronunciado por Paulo propor­ cionam uma diferenciação inilílo clara entre a verdade e a falsidade. Nessa situação.22).i. pregando e ensinando (w. que o en­ viou paia investigar as alividades cristãs nm Antioquia |At t l.13). Paulo agiu rapidamente: "Cheio dn Espirito San • lo". pois Lucas lo escritor do livro de Aios) refere-se a "Paulo e os que estavam com ele" |Af 13. 12). Barnabé é meut ionado 29 vezes cm At os e i riuno nas cartas de Paulo. Infelizmente. Dai em diante.rpretou seu nome apostólico como “filho da consolação'*.271. Seu nome judeu era losé.23). Sérgio PauJo. A decisão do conclave foi bem aceita em Antioquia. encontrado por Paulo e Barnábé na cidade de Paios. Ele eslava a serviço do procônsul roma­ no.10-211 . rela­ cionada apôs o exílio babilónico. para sugerir algo do sou ca­ ráter fAt 4.il ura liderança para cada igreja (Al 14. inimigo de Ioda a justiça" (v. BARNABÉ. di r“Mercúrio. ondw ambos ficaram por algum tempo. culm inou com a conversão do procônsul Sérgio Piado | v. 30-35). uo chegar ú Antioquia da Síria* prestaram o rnlutório sohre a missão realizada (Ai 14. loi eh* quem o apresentou aos apóstolos nm Jerusalém lAl 0. 14. B A R -J E S U S [Heb. separou-se deles o vol­ tou paia Jerusalém (At 13. enlreianlo. indicaram ho­ mens aptos a prover li. na Paníília |alu­ ai TUrquia I: um dos componentes da equi­ pe. M filho dl» Jfcsús").7. Evidentemente Barnabé Linha a figura mais imponente. frequentemente porecu haver um trabalho determinado contra o Evange­ lho. porque este era o que lalava” IAl 14. diante ria oposição o do lutnresse da multidão (At 13. onde o procônsul Sérgio Paulo (Teu no Evan­ gelho (At 13.es da direção do Espírito. Ele ficou em­ polgado com o desenvolvimento espiri­ tual e encorajou os crentes a permanecer fiéis (At 31. A dupla missionária seguiu adiante e pregou em Antioquia tia Pisidia. Listra. Os dous dn Barnábé loram reconhe­ cidos pela igreja de Jerusalém. im&.26).Jesusopôs-se ao Evangelho e delibe­ radamente tentou afastar Sérgio Paulo da !’é.9).30).

vemos a rejei­ ção final do Messias de Deus. Talvez fosse um zelole” e o levante representasse uma fenlativa de se alcançar a liberdade do jugo romano. ao concordar que deve­ riam ir para os "gentios.1 í). e eles á circunci­ são (aos judeus!" (G1 2.6). ao seguir a orientação dos "sacerdotes e dos principais da sinago­ ga'*.9). Em I.r. a fim de exigir uma sentença de morte para lesus. recebeio" (Cl 4/10).BARRADAS peito de João Marcos Paulo recusou-se a levá-la na segundo viagem missionária enquanto Barnabé deu-lhe uma segunda chance. que vivam do evange­ lho" f l Co 9. como lambem os demais apóstolos. B A R R A B A S fHeb. Pilatos nada achou de errado em Jesus o buscou uma justificativa para libertá-lo.13). quo buscava a direçáo do Espírito Santo pura lomur as decisões Encoraja­ va seu companheiros de trabalho no mi­ nistério cristão e era um amigo sempre disposto a dar uma segunda chance a quem precisasse. para tristeza de Pilatos. Se esse lósse o caso. e os irmãos do Senhor.5. a multidão exigiu que libeitasse Barrabás. mesmo como um gesto de boa von­ tade por parte de Pilatos | Ml 27 16-26. e eboio do Espírito San lo n de fé” fAl 11. Uma grande ênfase é dada por todos os escritores dos evangelhos ao fato de que Barrabás foi solto e Jesus crucifica­ do. mas geralmente "ora homem de bem. “filho do pai"). onde aparece com PhuIo e Tito numa consulta com os líde­ res da igreja em Jerusalém Durante essa reunião privativa. O significado foi bem apresentado por Pedro em seu sermão em Atos 3. onde chama Barrabás de “homicida". Barrubás foi li dor do uma rebelião omboru o propósito da mesma não fique claro nos evangelhos. Tiago. Paulo discute os di­ reitos de um apóstolo e levanta uma sé­ rie de questões retóricas destinadas a es­ tabelecer o princípio do que “os quo anunaiam o ovuDgolho. ge­ nerosa e calorosa.14). Coríntios. Como qu alquer outro ser hum ano. Barnabé podia ceder às pressões. o Cefns? Ou só eu e Barnabé Dão tomos o direito de deixar de traba­ lhar?" (1 Co 9.A. Existem trêsreferêncius n Barnabé nm Gálalas (G1 2. O ministério paciente de Barnabé com João Marcos foi bnm-sucedido (2 Tm 4. Lamentavelmenle. »íle pergunta in­ cisivamente: "Não lemos nós o direito de levar conosco uma esposa crente.19: Jo 18. át) conduzi-lo consigo a Chipre IAi 15. Jesus não era a grande figura messiânica que esperavam. prisioneiro junto com Paulo. Mc 15.9. “o Santo e o Justo".40). Uma multidão foi rapidamenle reunida pelos lideres religiosos.36-391. Cefas (Pedrol o João estenderam a destra da comunhão o Barnabé o Paulo. o filho da consolação não é mais meneiooado do mia to rio Atos. A referência final a Barnabé é tocan­ te. O problema quo tiveram foi resolvido e o apóstolo escreve aos colossenses: “Se ele IJoâo Marcos) for ler convosco.14). Pedro cedeu às pressões dos de­ fensores da circuncisão e “até Bumabò se tleixou levar pela sua dissimulação". contu­ do.18. o qual mandou saudações com Aristarco. seu sobrinho. pudessem supérar as dificuldades. A partir desse momento. Pelo fato de o povo fazej tal escolha e ser domina­ do pelos lideres religiosos. tanto eui casa como nos lugares distantes.7-15: Lc 23. O que se poderia dizer sobre o caráler de Barnabé? Era uma pessoa boa. solto polo govemarlor romano Pôncio Pilatos no lugar de Cristo.1. Assim. Via poteucial nas pessous e desejava recrutá-las. Mas. Era um homem de ora­ ção. que Paula confrontou o repreendeu |Gl 2. uno seria provável olerecê-lo paia ser solto. Sua atitude 89 . conforme aconteceu com Paulo. ao dar unia alternativa para u multidão. A. porque se relaciona a foão Marcos. mesmo que só com o lempo. “ P r i ­ s i o n e i r o notório” o assassino.13. que ofertou abundan­ temente seu tempo e seus talenios para a causa de Cristo.24).

a. o quaJ também tor­ nou-se um seguidor de Jesus (Jo J . 1.J5.BARSABÁS de pd5í e sofrimento não era algo que atraia as multidões.14. a escolha dos judeus o seus lí­ deres foi a mesma quo homens e mulhe­ res de todas a* épocas e r/iças ainda fa­ zem hoje. um dos que se es­ tabeleceram em Jerusalém depois do exí­ lio btibUônico (Ne 11. 4. Veja / rA sV * B a rsa h á s fAt 1.2U). Era uma atitude de fé nas promessas e na fi­ delidade de Deus de que o povo retomaria do exílio babilónico. em sua ro ta para Jerusalém.0). Pai de Maaséias.5).c. a fim de que se conservassem por um longo tempo. em quem não há nada falso" iJo 1. "filho rio sábado"). tivesse misericór­ dia dele.3. Em Maíeus. Mc 3. Se esse tuciociuio estiver correto. At 1.13. Sua fé foi recompensada e ele ficou são imedia­ tamente. Um relato mui1:0 semelhante e registrado em Lucas. Filho de Zabai.20-34). então sabemos que Jesus o tinha como “um verdadeiro israelita. p.23) e Ju d as Barsabás (At 15. Diinrentemenlc daqueles líderes. era um meudigo cego. B A R T O L O M E U (Aram. para sua última Páscoa.e apóstolos" de Jesus (Ml 10.. veia essa proposta de uma grande bênção.40-521. Um evangelho apócrifo posterior é erroneamente atribuído a ele Nada mais é conhecido com algum grau de veraci­ dade sobre Bartolameu c. impossibilitado de ir ale o Templo. Um dos que selaram o pacto feilo pelo povo de adorar ao Senhor e obede­ cer às suas leis (Ne 10. os quais ordenaram que o servo de 90 . Quando Micaias ouviu o que Baruque lia. o referido profeta comprou um terreno de seu parente Hananeel Eie assinou e selou a escritura de compra e deu-a a Baruque. naquele mesmo dia (Mc I2. o "lillio de Davi".22). BAR Tl M EU. 2. ele faz par com Filipe. Era um re­ conhecimento de que Crista pertencia a linhagem reaj ile Davi. 3. Baruque foi ti leu a m ensagem da câm ara de Gemadas.Q .U .3(>). na esperança de que as profecias o le ­ vassem ao arrependimento. na entrada da porta nova do Templo. J°ão des­ creve como este encontrou um amigo chamado Natannel.44-51) Portanto.13). mais tarde.. ajudou a reparar os muros de Jerusalém.18-21). o sumo sacer­ dote (Ne 3. Cris­ to o c ilto u (Mc 10.í O apelo do cego. Seu secretário deve­ ria u e ler a mensagem diante do povo. é muito significativo. Em liitíiua análise. No meio da execu­ ção do juízo divina. para que Je­ sus. mas era quase certo também que tosse nm reoonlieumento de que lesus era o Messias. 10. Filho de Timeu. desde o ângulo até a porta da casa de Eliasibe.12. É interes­ sante notar que essa expressão loi o tema de urna discussão entre Jesus e os judeus religiosos.47J. O significado desse ato ora uma mensagem de esperança. esse mendigo Linha confiança em que o illho de Davi podia curá-lo. P. Jesus o encontrou nu es­ trada que levava u Jericó. era secretário de fere nuas (Jr 32. "filh o de Tolmai"). con tudo.15-43) Mateus registra a qura de dois cegos Da salda de Jericó (Mt 20. 1.. Filho de Necias.n. Ao obedecer às instruções do Senhor. BARSABÁS CHeb. Jeremias. o patronimk^». so­ bre quando Jesus chegava perto "de Jerirõ" (Lc 18. contou aos oficiais do Tem­ plo. quando rejeitam a fé no Evan­ gelho do "Cristo crucificado" e preferem seguir a “sabedoria deste mundo" (t Co Bartolomeu. "abençoado").10). Lc 6. ditou a Daruque todas as pa­ lavras do Senhor que recebera desde o reinada de losias. com ins­ truções para que este colocasse a cópia selada e a cópia aberta dentro de um vaso de barro. é possível que Nalanael seja o prim eira nome desse d iscíp u lo e BARUQUE (Heb. É possivel que seja o Baruque anterior (ne L). Aparece em cada uma das quabo listas dos "do/.

|a poderia ser mais hnm ções a Salomão. “OgiJeaditáde Rogelím” loi um dosra e Irisleza pura Isuque e Rabeca. Isso aconteceu mui­ tos séculos depois.17).3).1). Viveu depois do retorno do todlio babilónico. 0 roi quoria Padá-Ará.BASEM ÁTE Jeremias lhes entregasse u texto.c.i quo esses casamentos foram utuu fonte do amargu­ BARZILAI (Heb. lia.31-39). Quan­ do leram a rneusagem.34) E»aú casou-se com pia e com oulra heléia. próximo de sua famí­ também Toram chefes (Gn 36. e a melhor tradução seria. sem dúvida porque tais uniões representavam quo permaneceram fiéis a Davi. dentro do t ontexto da des­ truição de Jerusalém e do exílio. escreveu nele Iodas as pala­ vras que loram queimadas e deu-o no­ vamente a Baruque. Orei.ti).n. Barzilai estava ontre deveriam viver separados dos cananons. 91 .6-9). Saul havia matado muitos deles.iun foram bondosos com tar-se da esposa do mesmo nome citada ole. quando uma transgressão ao manda mento de era perseguido por Absalão Quando o rei Deus de que os descendentes de Abraão chegou a Manaaim.T|. com oitenta anus (2 Sm 19. lemhrou o filho da ne­ identificada como Maalale (Gn 28. ao dar instru­ anteriormente. Ele procedia de uma fa­ mília de sacerdotes q u e não conseguiram traçar a linhagem de seus ancestrais e. que viajou até depois da morte de Absalão.7). 1'iiha de Saul.61-03. Jeremias pegou O Uiro rnlo. o gileadita lo* i acima) é adotou o nome da família. os que trouxeram comas e outros supri­ Além do mais. na Mesopotamia. a Palavra de Deus permaneceu IJr 36). O monarca rocusou-se a ouvir as palavras do texto sagrado e o queimou.1-5). em busca de honrar a grande fidelidade de Barzilai e uma espnsa. grandemente com Jacó. em vez de “filha”. Fillia do Elom. mas o Senhor desejava que ele entendesse que.6-fl) O filho Jerusalém. ande cuidaria dele. significavam outra atitu­ mentos esseuciais para elo e seus solda­ de de Esaú de rnjeitur ao Senhor ú a sua dos (2 Sm 17. Os inim igos de Deus acusaram Baruque de incitar Jeremias contra elos [>ara entregados nas mãos dos caldeus. Tempos mais tarde. pois desejava morrer em nou-se um tlde-r em Edom e seus netos paz.27) Era um ' homem muito disposição do se associar aos povos ao seu velha".6. Nebaiote o filho de Ismael (Gn 36. que se casara ccxni Merabe. em sua casa. posteriormente tor­ recusou a oferta.p 2 . por sua vez. cessidade de ser generoso com os descen­ Aqui novanipule o texto é cloro em mosdentes de Barzilai (1 Rs 2. 0 meolalita era pai de Adriel [2 Sm 2 1.rndo acompanhou Davi até o Jordão. A também lembrou-se fielmente dos seus despuito das sugestões de que pode tra­ amigos o dos i. para o Egito. r. con­ tra a vontade. eiu vez dn cosar-se com as sugeriu que seguisse Com ide de volta a mulheres ctmanóias (Gn 28.str. “uma descenden­ te de Barzilai". foram excluídos do sacerdócio. 35 regi. e. A despeito das ten­ tativas para dêètruf-la. Cl ancião de Bassmute ReUel. disseram que Baruque o leremia» se escondessem e Foram relatar ludo ao rei.32). Outra esposa de Esaú. até que o Drim e o Tumim fossmn consultados (Ed 2. cinco dos ííihos dela morreram num ato de vingança.3-7). o heteu (Gn 26. 0 v. 1. redor Esse seu procedimento conlrasla qu. por ler o primeiro rei do Jsruol quebrado o paclo que Josué firmara com os gibeonilas (2 Sm 21. Davi d abençoou o seguiu para Jeru­ 2. num ata de desobediência ao SeDhor (Jr 43. ele deve­ ria ser grato por escapar corn vida. BASEM ATE. Era casado com a “filha" de Barzilai. por isso. Ele p o profeta foram levados por Joana. Jeremias enião advertiu Baruque a não Jniscar grandes coisas pnra si mesmo (Jr 45. M homom de ferro”). irmã de salém (2 Sm 19. N* 7. Baruque lamontuVa sua tristeza e suas dores. Em seu leito de morle. considerados como “imundos1 '. m . 3. 1 .

O adultério.11) ou 628 (Ne ma lolga. para colocá-lo em um lugar onde homens (Ed R. durante o último período Seba. Zacarias. Orei passeava pnlo enlre os servidores do Tem plo que terraço do palácio e viu essa linda mulher retornaram do exílio babilónico com banhar-se a uma certa distando.u. Davi rmindou2. 11). Seu descendente. durante o reina­ ordem secreta. 3.5 2 . O profeta Natã foi a Davi e pronunciou 4.11-53). Davi coníortou-a. la Natô trabalharam juntos para impedir que Adonias usurpasse o tmno (1 Rs 1.3). o qual era o pai do rei Témpos mais Larde. Ao lenlar ficar Livre dc» problema. Foi com ele que o Se­ nhor fez uma aliança especial (2 Sm 7 ).28 J. Bate-Soba é mais conhecida. lira filhu de ELiã mais do que qualquer homem O relacio­ (2 Sm 11. lheres estrangeiros (Ed 10. 12 ). para que a gravides fos­ exército de Israel. que se casara pelo próprio Deus. Leal aos seus companhniros.C.c. e bisavó de Quis. Seus descendentes estavam Davi. seja os quais reinaram om Edom antes que qual for a posição que ocupem. dessa manei­ 3. Tornou-se depois esposa de namento com Bale-Seba reflete essa ver­ Davi e mãe de Salomão. Numa bela larde. Urias rec usou-se a ir para casa e 7*10) de seus descendentes voltaram do ter qualquer relação sexual com a esposa. do ram culpados de tei-se casado com mu­ engano e. ram a Davi em Ziclague. jar que tosse trazida até ele. escolhido mulheres cananitus. quando os dois se envolveram sexualmente e ela acabou BE ALI AS. PJ). não fica­ 92 . BEDADE. o a que o arrependimento leva ao perdão de sucessão ao trono. o heteu. Alguns de seus descendentes fo­ ra. quando fora ba­ Davi conseguiu que o marido de Batenido de Israel. Benjamita. que fora es­ minoso e merecedor do castigo divino posa de Urias.15). p. 623 (Ed 2. peca­ B A TE-SEBA . Ne de descobrir quem era.RATE-SEBA ram de fora do relato bíblico Davi foi o Irar que Esaú não deveria casar-se com maior de todos os rei de Israel. mens eram bonjàmitas que desertaram do voltasse para casa. finalmente. Um ilos líderes que selaram o pac­ o juízo de Deus (2 Sm 12) Bate-Seha lorto firmado pelo povo de adorar ao Senhor nou-su esposa do rei. do assassinato. Esses ho­ campanhas militares em defesa do reino. Depois N eem ias e Zorobabel (Ed 2 . Os ptícados dos servos do Senhor. e trouxe consigo 28 joabe. pudesse morrer. que não Liveram direito a nenhu­ B EB A I.5). mostra também aorcamm a morte do rei. para sempre e de sua linhagem viria o Mes­ sias. Filha de Salomão. «Ja engravidou nova­ BECORATE. se atribuída a ele. apesar disso.1). 1 . voltou o de volta para a frente de batalha com a a Jerusalém com Esdras. Nem que a vontade dele de ter Salomão como adultério nem assassinato estão acima da sucessor fosse cumprida misericórdia do Senhor. Nos eventos que dade claramente: contudo. Como seu plano fracassou. exílio babilónico com Neemias. enviada ao comandante do de Artaxerxes. mas o bebé morreu e obedecer às suas leis (Ne 10. que estava ausente por participar das do reinado de Saul ( I Cr 12. ao com um dos doze oíiciais distritais — prometer-lhe que estabeleceria seu trono Aimaós. era pai de Zeror mente e dessa vez deu á luz Salomão fv. conseguiu arran7. ela ajudou a assegurar Deus. de Naflali I I Rs 4. Depois da morte da crian­ ça. Um dos guerreiros que se uni­ grávida. Bat«-Seba e o prote­ Saul (1 Sm 9. ele era humano. contudo. Rei edomita o pai de Haríade. seu esposo. por seu relacionamento adúltero com BAZLUTE. levou o rei aos pecados da mentira.54). qualquer que soja o pecado..15) ainda pequeno. Linda mulher.

Vários dn seus filhos lambém fo­ ram chefes (Nm 26. Filho dn Beor e rei de Edom Reinou na cidade de Dinabá» antes que houvesse reis em Israel. argumeula Paulo. depois que lomou ainda mais mulheres" (1 Cr 14. o p rofeta o confrontou. entretanto. l Cr 1. capital do imprèrio. era um cha­ mado à santidade.1 e Jr 51 44).32. Um dos lideres dos rubonítas. B ED IA S . que não e mencionado na Bíblia. "porque o seu gado se tinha BE LI AL.33.D JT-. mas de­ pois pergunta: “Que concOrdia ha entre Cristo e Belial?" Iv. Descendentn da Manassés e fi­ lho de Uião (1 Ct 7.7) Seu nome (oi mudado paia Iíliada.8).2. pai de Judite. uao existe harmonia entre cren­ tes r incrédulos. Daniel 5 diz multo pouco sobre o carater de Belsazar.1). mj-. Durante o reinado de Saul.35 .1-3). o últhno rei é Nabonido. Essa invasão é descrita em 2 Reis 15 29. 3 .43). BELÀ. Este nome aparece somente em Daniel 5. BEELIAD A. 1 . onde é descrita a morte dele |v. B E E R I. BED Ã . na Babilónia. Nos escritos judaicos do perío­ do iniertestamentário. a Bolial. pro­ vavelmente devido ao prefixo associado a Baal e à idolatria cananita (2 Sm 5. era íilho fie Zofá (1 Cr 7. 1 . Ileteu. já é amplamente aceito que Bebazar era filho e co-regente dele. mas envolver-se e tontar ter harmo­ nia juntos seria difícil.0). Primeiro filho do Bonjamim. Seu filho jobabo o sucedeu (Gn 36. da Assíria 11 Cr 5.edeu uma autoridade total sobre o império a Bebazar. Isso não quer dizfir quo foicrbtãos e incrédulos náo devam tei ami­ zade. Filho de Bani. O úliimo rei do Império Babilónico citado na Bíblia. n qual foi uma das esposas de Esau (Cu 26. 1 Cr 8.36. veja tam­ bém Is 46.37).30. BEL. estava entre os qin. rubenita.46 ).21). Da Iribo de Aser.14. levado cativo pelo rei Tiglate-Pdeser.3 1.forani tu)pados de ler-se casado nmi mulheres estrangeiras (Ed 10. Pai do profeta Oséias (Os 1. esse nomo roferese a Sal anás e ó usado com esse sentido no NT por Paulo.30). Vivou em Aroer. BELSAZAR (Bab. 2. devido ao seu orgulho e comportamento blasfemo 93 . em 2 Coríntios 0. U m dos filhos que nasceraiu a Davi era fertisalóm.3. que se tornou líder do clã dos belaítas iGn 46. É claro que não há concórdia alguma! Portanto. AparentemRule Nafiouido nunca coni.16: 1 Cr 3. Deus babilónico também identifi­ cado como Merodaqué lír 50.17).15. multiplicado nn torra de Cileade" | 1 Cr 5. seu povo foi responsável polo derrota dos hagarenos. Nesse texto o apóstolo insisle enfaticamente que os cristãos devem ser cuida­ dosos sobre com quem se associam e se mis luram e as implicações do envolvi­ mento com os que não são crisláos. pois uãa havia nenliuma prova extra-bíblica que c o m p r o v a s s e a existência de um rei da Babilónia chamado Belsazar.BELSAZAR houvesse um rei em Israel (Gd :t6. embora tenha-se retirado para um palácio remoto p deixado seu filho d o governo. pob caria um adola um yonhor diferente — o cristão serve d Cristo enquanto o incrédulo. 15).40.341 2. 2. Pilho de Azaz. ‘‘Bei proteja o rei"). Como porta-voz d / ? Deus. Nos documentos remanescentes. O apelo que o apóstolo fez.35). B E E R A .8-10). 1 . Tomaram posse das terras a lesto de Gileade e estenderam-se até o rio Eulrates. ao traçar esses contrastes. Até recentemente ainda havia cetidsmo quanlo a historicidade do Daniel 5. t Cr 1. P. Este leruio tam­ bém d visto no prefixo do nome quo foi dado a Daniel na Babilónia — Boltessazar. Ele contrasta luz e trevas no v.

saçõns que o identificavam com Satanás 7.20). 94 .18. Levita. O oulrora glorioso Império Babilónico s e m alvo do juizo divino e o próprio rei presidiria sua des­ truição. BELZEBU. Lc 11 15. te o reinado de Davi. cuja família tão ia tenso que afinal culminou com sua multiplicou abundantemente (1 Cr 4. tornado um sinónimo de Satanás (Mt 3. era um dos músicos duran­ va sobre perseguição. dentes dos sacerdotes de judá. Davi 0 considerava “valente u do grandes fei­ tos” « •contado com maior honra do que qualqunr outro dos "trinta” grandes guer­ reiros (2 Sm B.25. naBabilôniâ iDu l .5. foi (Lc 11-14-23). Adonias e Simei | 1 Rs 2.2. uáo foi um dos "três volan­ tes de Davi”: Josebe-Bassebete. Ele também íoi responsá­ detalhes. este termo bav ia-se 1 Cr 11. Durante o reinado de Ezequias.36.23J. Veja Bm -ilur. Nos dias de Cristo. veja Damal. vel pela m orte dos traidores Joabe. 16. crucificação.23: 23.3. Secanias confessou a Esdras ilo rei Salom ão. ou Satanás. Estava eutre o s descendentes de Parós.24: Mi 3. somente foi usado em passagens onde foi levada para Jerusalém | i Cr 15. Filho de Jeiel e pai de Zacarias. filha babilónico. dão no 11 “mês de cada ano (2 Sm 23. E1p também acompanhou o daqueles dias estovain dispostos a atri­ Arca (1 Cr 15. Casou-se coin Tafaie.13). lornou-se coman­ dante sobre os quereteus e peleluus. mas o ódio contra Ele era líder da tribo de Simeão.341 Sua lealdade era tal que não participou da rebelião de Adonias no fim da vida de Davi e foi um dos indicados B ELTES S AZA R . e lhe disse: "Mas a Deus.6). É Templo durante o avivamento no reina­ claro qan Cristo defenden-se dessas acudo de Ezequias (2 Cr 31. Benaia é cilado fielmente a Davi. durante lodo seu reina­ (Dn 5. ou em que Ele fala­ 4.191. que ficavam de pronti­ se a um deus canantsu lei 2 Rs 1. casaramse com mulheres d »> outras tribos e oté B E N A I A (H eb. serviu arrepandoram o fizeram um pacto de ser­ vir ao Senhor (Ed 10. era o antagonismo deles para com o Mes­ 6.30. Era da tribo de judá e veio de Cabzeel (2 Sm 23.j Este vocábulo.22.14).46).5) Bekebu. te o reinado de Davi. "o Sen h or tem mesmo estrangeiras.24.20-23. foi próprio Satanas revela o quão profundo descendente de Asafe (2 Cr 20. buir os obras e as palavras de Jesus ao 5. Piratonita. p j j . em cUja máo está a tua vida.000 homem. Filho do sacerdote Joiada.ouio os judeus religiosos car trombeta. Contudo. destacado pura to­ A maneira t.A B I N A D A B E (Heb.7 1. a p Ip não glorifÍGaste”. 18: 20. era um dos músicos duran­ 1U. "filh o de 8. 12.22.BELTESSAZAR do. Para mais 1. Este nome veio do uma ex­ 2. O 'novo” nome dado para proclamar Salomão como rei (1 Rs u Daniel.16).11). foi um dos “trinta he­ pressão hebraica que significava "senhor róis" de Davi. 26. Levita. 1 Cr 27. Levita. e seu destina foi selado quando Daniol interpretou o que a mão ostrrevofô na parede.8. cujo trabalho consistia em sias! Estavam felizes por identificar o Fisupervisionar as contribuições para o Lho de Deus com Satantis em pessoa. inclusive doscenNafate-Dor (1 Rs 4.14). e todos os teus caminhos.23-35. e era governador de que muitos liomeus. Foi escolhido pur.2J. 24-431 .32-38).18-20: Jesus era acusado de Ele próprio ser 16. No tempo do retorno do exílio Abinadabe").g. Eleazar e Sarná. em todo o Novo Testamen­ tocar lira e acompanhou a Arca quando to. Náo ha registro do arrependimento do Belsazar. Esdras e o povo se construído") 1. B E N .31: 27. Liderava uma tropa de das moscas” e provavelmente relaciona24.

coucordou com com a sua própria filha mais nova (Gu as primeiras exigências de Ben-Hadade 1U. 2.c. de Judá. posteri­ ormente a própria Siria lornou-se uma p que agiam coutra Deus (Ez 11.43).9) Benlia. Acabe foi repreendido distrito de Argobe.13-22). rei de Ará alegou que os deuses de Israel eram divindades das montanhas e por B E N -G E B E R (Ileb. não hou Ben-Hadade: duas positivas e uma nega­ ve novo começo para Ló. também mencionado coíno um dos Iídores de família culpados de ler-se rasado mm mulheres estransiras (Ed 10. reis de Israel. 10-12J Acabe repelin com lhas. P. s.BEN-HADADE BEN-HADADE (Heb. elas ficaram preocupa­ rei sírio quis enviar seus oficiais para vas­ das coru a continuação do nome da íarniculharem a casa real I 1 Rs 20. deconcernentes a Acabe e sua relação com pdis que escapou da destruição. Também ouro que ficara nos tesouros da casa do citado entre ws tji. Descendente de Dam. não apenas finan­ ceiramente ('Asa tomou toda a prata e o U L Descendente de Neho.18).D. Den-Hadade U.000 homem* e efetuoti um ata­ Abraão. séria ameaça para |udá (cí. a cida­ Houve três profecias importantes de de Sodoma era famosa. “filhe.17ssj. com quem o: Senhor fizera alian­ que de surpresa. em Esdras LO. a Governador de M a c a z .nubas Hadade ficou furioso com o que percebeu tiveram relações sexuais com ele. durante o remado de graude batalha o Dous demonshou sua Salomão (1 Rs 4. O rei Acabe estava relutante em entrar na Progenitor dos amonitas. .25 como um dos quo se di­ vorciaram das esposas estrangeiras.38]. isso enfrentou os israelitas ua planície (1 Gnveraadur de Romote-Gileade e área* Rs 20 25). LÊ20). 10. sexuais. as crianças. Rei do Damasco. sitiou Samariamais ou munos em 850 a.pelos quais. Certameute.C. por ser demasia­ lavam sob o seu controle. um dos 25 liomeustonha trazido um aJUvio temporário nas identificados por Ezequiel como irupios hostilidades entre Israel e Judá. Veja Ben-Hur. da qual som m ie Ló e suas duas e praia). 11 Rs 15. Uma vitória decisiva foi ça (Gn 19. por volla de 890 a. assim. ao que parece. Uma menção espesoberania sobro toda a Terra. Ele e as filhas tiva Na primeira. Por esse motivo. Novamente Israol venceu nmu circunvizinhas. alcançada. 9. na época do rei Salouião 11 Rs talhas contra Ben-Hadade (1 Rs 20.Acabe causa do parentesco que tinham com reuniu 7.221.9).13). 1 Rs 15. Saalbun e áreas fím do quo se preparasse para outras ba­ ao redor. sucesso o violento ataque o obteve uma continuaram a praticar os graves pecados grande vitória sobre os sírios. 1. O 4. B E N -D E Q U E R (Hob. Asa pediu a Bcm-Hadade quo o aju­ dasse a se defendei contra Baasa O pre­ go dessa ajuda foi alto.C. Pai de Peladas. BEN*AMI (Heb. Citado entre iis descendentes do PaateMoabe.1 1 31. Este também foi cui pado de casamento rrrbla (Ed 10. rei de Ará (Siria). mas também polo sacrifício da Uberdade política. o profela encorajou o furam salvos pur Deus unicamente por rei a tomar a iniciativa na batalha. mas chegou no limite quando o filhas escaparam. o num Sodoma. embebedaram o pai a . "filho de Deker' ). Logo depois da destruição de lentregar as mulheres." filha do meu pareste"). 12. Veja Ben-Hur.ie se casaram com mu­ Senhor”. llcando ser uma insolente restslêuda e declarou grávidas. as quais espelo proíela do Senhor. em Basã. 2 Rs 12.29). A segunda profecia advortiu Acabe. É importante nolor quo essas fi­ guerra 11 Rs 20. mas Ben-Hadade conseguiu fugir a cavalo ( L Rs 20. que relutaram em sair de Sodoma.35) 95 . e de Baasa e Oari.30). Era filho de Ló guerra. cial é feita a sessenla grandes cidades no Na terceira.G. Embora lheres estrangeiras (Ed 10. contemporâneo do rei Asa. "lilho defiidade). de Geber”).

cada um deles era encarregado saqueadores moabitas. Tanto antes como depois Rs . Baaná. grandeza da bênção de Deus sobre o rei Salom ão. tros mencionados são: Ben-Dequer.41 . 2 Ks 13.otn Bon-Hadade (1 Sim ei e Geber. eles consegui­ Ue acordo com Amós 1. porque Jeoacaz continuou d o s cominhos malignos de riqueza e poder do filha de Davi. .3).Minaas. a derrota ram isso.24. o Salomão para fiscalizar seu reino (1 Rs qual Israel mais tardo mudou para 4. Josaíá. Salomão foi autorizado por Deus a pedir qualquer ram juntos contra o inimigo comum.34). contado.3. 3. Filho de Hasael (790 a 77U Deus foram evidentes nos primeiros anos do reinado do Salomão. É neste contexto que lemos sobre a nomeação dos Jerobono I. porque estabeleceram impostos de Ben-Hadade aconteceu devido ao Juízo sobre os moradores do distrito. que pa­ de Deus sobre as nações ao redor de Isra­ gavam com suprimentos.BEN-HAÍL damente tolerante com os siri os n por Gober. Em I opressora do pai. p. Acabe.: cf. Um exemplo de a. Sua mãe. que significa ''filho da govnma dores distritais nomeados pelo rei minha tristeza” (Gn 35.Hadade I Reis 4. dessa listagem. Ben-Hadade foi usado pelo doze governadores. há uma lista da provisão diária foi derrotado três vezes e perdeu o con­ requerida por Salomão.o. A morte dp Ben-Hadade é regisconcedeu o que pedira e acrescentou "ri­ Irada em 2 Reis 0. os dois roi* luta­ Logo após sua coroação. Raquel. "talho da graça”). a qual era enor­ trole sobre as cidades que capturara 12 me |w. de Jacó. de acordo com a de suprir o rei durante um mês. 22. Durante o reinado dp Joás. Socó e toda a ler­ ia de Heler. 1 Cí 2. Veja Ben-Hur. foi morto pelns de riquezas e vida longa. Afilho da torça"). deu-lhe o B EN -H U R .23). Governador de Aribote.7). Rs 20. correr do imo.V. Km dos filhos de Simeão. Inicialmente. da Iribo de Juda ( t BENINU (Heb.13.10).C.4. Baaná. Ben-Hadade 111 chegou ao poder no quezas e honra" Os capítulos seguintes de 1 Reis mostram como esses dons rlp tompo em que a influência síria estava em declínio. Com eleito. "filho deHeaede"). a e x tP D s á o do reino dn Salomão n enfatizada.10. D r u s permitiu que Is­ Reis 4 a ênfase é colocada na crescente rael caísse em suas mãos. BEN-HANÃ llíeb. ao l eni ar reconquistar Ramotebedoria e discernimeuto. Hm alcançava lodos os limites prometidos dos oficiais de Jeosafá que foram enviudos paia ensinar o puvo sobre o Senhor e pelo Senhor a Moisés.8). o qual com efeito BEN-HA IL (Heb. impressão ge­ ral que se tem a partir de 1 Reis 4 é a sua Lei. levilas que selar am 0 pacto feito pelo povo paia adorar ao Senhor e obedecer á sua BEN -H E8ED E (Helv. em el. 1. Os ou­ Benjamim (“filho da minha mão direita"). os coisa que desejasse (1 Rs 3. O Senhor lhe Gileade. Beu-Abinadabo. uo de­ profecia de Elisou. S. 8-7-9.13). rIp solicitou sa­ sírios. continuou a política sua sabadoria é dado em 1 Reis 3. Ben96 .21. A . nas cidades de ludá |2 Cr 17. Ben. Mais Uirde. cujo tralialho era as­ Senhor como instrumeuto pai*a execuiar segurar n grande provisão de suprimen­ sua punição sobre Israel (2 Rs 13. Lei (Ne 10.24. Décimo segundo filho (1 Rs 4. Por isso. O primeiro da lisla de doze nome de Benoni. morreu logo após seu nascimento.d.25). BenEmbora Jaeó tivesse doze filhos. Em vez assírios. Ele tos necessários para a manutenção da recobrou as cidades capturados paios c a s a real . Sen distrito era em Efraim.24. Ainadabe. durante o reinado de Salomão BENJAM IM .5-15). somen­ Hesede.20). estabelecer alianças r. "nosso filho”) Um dus Cr 4.

ao ordenar que seus servos escon­ dessem presenles nas bagagens dos U* mãos.14. no caso de Eudf • . os benjamita» tiveram sua maior preeminência e a maior parte da tribo permaneceu leal ao roi (veja I Cr 12. a náo ser para entender a maneira pela qual o Senhor conservou um remanescente e enxertou outros ra­ mos (os cristãos gentios. Moisés predisse que Dous abençoaria Benjamim e "descansaria em seus braços" (Dt 33 12). Benjamim leve dez filhos |veja Gn 4 6 . ás vezes. om 537 a. Apesar da rejeição quase total ao Senhor. A atitude peculiar fie José. hoje.5) e. deixou-os turbados « temerosos. progenitor dos ben. Como a bisloria da triba. lss). Do acordo com Jeremias 33. (veja Esdras 1 e 2). lambém impiedosa. veja Rm 111Não foi. deviam sua continui­ dade ò obra dn graça de um Deus salva­ dor (veja Fp 3. e as constantes batalhas sobre lerusalém marcaram sua historia. quo mar­ caria os benjnmitas como uma tribo im­ petuosa. mas sim a misericórdia de Deus ií sua fidelidade em guardar as promes­ sas da aliança (Gn 12. a tição é que mesmo um grande passado. Na se­ gunda viagem rlelgs ao Egito. em cumprimento da profecia de Jacó.4]. não garante um excelente fu­ turo. Benjamim experi­ mentou o lavor especial do pai. entretanto.C.4s). A linhagem de Paulo náo tinha nenhum valor para ele. Taco (Israel) abençoou todos os seus filhos. como o da tribo de Benjamim. e profetizou que no tuturo voltariam para Canaã. losé —pro­ movido a governador por Farao — os aju­ dou. Os benjamitas estabeleceram-se na taixa oriental de terra abaixo das colinas da ludéia— entro Efraim e Judá: induía cidades importantes. á prin­ cipio sem permitir que soubessem quem ora ÍGn 45. Após José ser vendido e levado nomo escravo para o Egito. mas porqu* foram escolhi­ dos pela graça (Rm J 1. e à tarde repartirá o despojo" (Gn 4U. embora sem se identificar. Gibea ficou conhecida pelo sen alto índice rio hom ossexualism o (Jz li) 22). 1 Sm tí.15ss. Eram adeptos do manuseio das armas com a mão esquerda* o que.12-26.BENJAMIM te dois deles uram de Raquel — Jose e Benjamim. repartido. Benjamim e Judá tiveram destaque particular como recipi­ entes das "promessas da graça” de res­ tauração e retorno feitas peio Senhor. Isso. Giheá e Mizpa. corno no caso do próprio Paulo.12. A Ben­ jamim. Paulo explicou que Deus o resgatara do seu próprio povo e dos gentios. resultou no livramento de Israel das mãos dos moabitas |Jz3. Para nós.3s).jamilas (veja arbantií) Jacó pronunciou: “Benjamim é lobo que despedaça. Urna bênção mista.2 11 . numa épo­ ca de grande tome em Canaã (Cn 42.l). até que finalmente elo se deu a conhecer e trouxe toda a família para o Egilu. A tribo de Benjamim linha reputação de bravura e rnuita habilidade militar. Eh' fez de tudo para mostrar generosidade. entretanto. ajudou a fortalecer a afeição especial que havia entro os dois irmãos. principalrnenle para com o irmão Benjamim. A presa seria devorada e o es* pólio. isso também ora uma bênção mista. sempre have­ ria um remanescente. O apóstolo Paulo era benjamita e usa­ va a si me-snio como exemplo da teologia do “re m a n e sce n te" (veja Romanos 11. não por causa da justiça deles. mas.27). Essa mudança provou ser significativa para a fut ura realização dos planos redentores de Deus para seu povo |Gn 4ô.As tribos de Benjamim e Judá manti­ veram grande influência entre o povo de Israel depois do retorno da Babilónia. Jaco hesitou rui enviá-lo junto com os outros em busca de ajuda egípcia. para depois enviá-lo de 97 .1-31. como Jerusalém. por parle de Israel. Em sua velhice. Em sua deiesa diante do rei Agripa. exceto pola misericórdia de Deus.22J. somado ao fato de que a mãe morrera enquanto ainda rrain bom pequenos.2-7). Durante o reinado de Saul. pela manha devora­ rá a presa. sua herança que o salvou.

Foi um parto pertenciam por direito. para nino e ter-lhe dado o nome de Benoni.c.v. çou Quedorlaomer em sua rola para o nor­ da tribo de Levi f l Cr 24. o vidente (Nm 22. 2. A derrota deles implicou no cativeiro dos sodomitas. mas não res­ filho Balaáo. Membro da Iribo de Benjamim que se arrependeu de tor-so ■asado com uma mulher estrangeira (EM 10.15ss|.27). o Dpus Altíssimo" (Gn t4 .23: 12. A rebelião foi punida por quatro reis.21: 1 Cr 7. sobrinho de Abraão. o apóstolo reconheceu que em a ativida­ do redentora «lo Senhor. mas Abraão de­ muito difícil e u máe morreu pouco lem­ volveu tudo a Bera e disse: "Náo lomarei po depois de ver que o bebé era um me­ coisa alguma de tudo 0 que e le u . "filho de Zoete"). Como a iribo de Benjamim. pondeu com louvor a Deus — e sim com Mq 6.49). Esdras exortou os judeus que fizeram isso a se apresentar pubtkamenie diante de toda ii cidade. e luuvou ao Senhor por 36. o qual reinou antes que u mo­ 201. "filho da alinha triste­ e trouxe de volta Ló Na volta. que se tornariam a marca registrada de Sodoma e culmina­ B E Q U E R . Bera testemu­ nhara os mesmos eventos. Filho de faazias e neto de Merari.6J Seus do mesmo Deus que esse rei se recusava descendentes sáo citados em 1 Cróni­ a reconhecer (Ez 16. porém Bera conseguiu fu­ gir e saJvar sua viila (Gn 14.43). P. filho de Bilâ (1 Cr 7. IMomc dado ao bisneto de Benja­ mim. Nessa derrota.5: 24.35).10). Seg u n d e ri l ho de riam em sua destruição fiimJ. cor um claro contraste entre a atitude do rei de Sodoma para com Abraao e o com­ B E O R .10de Edom. os bens recuperados na batalha já lhe mento de Raquel dar á luz. íoi cap­ turado. ao narquia fosso estabelecida em Israel (Gn ' Deus Altíssimo". quando chegou o mo­ de. da tribo deludá (1 Cr 4. o próprio Deus que conservaria um testemunho para si no meio de urn mundo lloslil. eles p suas respec­ tivas cidades loram subjugados por 13 anos. BE N -Z O E TE (Hob. Utn dos cinco reis residentes no vale do lordáo. 1 . Este deu glória a quem merecia.. Ele perseguiu e alcan­ BENO. Ló. Pai deBelá.15. s.8.32. foi o primeiro rei portamento de Melquisedequp (Gn 14. recuperou todo o despojo que forn levado da cidade BENONI (Hob. te e finalmenle o derrotou. 2. Abraão en­ za") Foi o nome que Raquel deu a seu controu com Bera.1&). . 3 . Israel mudava-se do Boto] para que o povo voltasse para casa. Na verda­ Efraim (Belém). no vaie de Savé. para demonstrai’arrependimen­ to pelo pecado. nas mãos Benjamim (Gn 46. 2. 1 .20). 98 . até que finalmente se rebelaram. Esse podfi < ?or o mesmo Benjamim citado em Neemias 3. 1 Cr 1. quando Abraão vivia nas proximidades “dos carvalhais de Munre”. Reinava sobre Sodoma (Gn I4.32). Efraim ita p líd er do c lã dos bequeritos (Nm 26. veja Anraft‘1). lide­ rados por Quedorlaumer IpaTa mais de­ talhes.10). Veia Benjamim.Des­ A intenção do autot era a de eslabelecendente defei. O rei filho.17. egoísmo e arrogância. que não digas: Eu enriqueci a Abrão". BERA.34. Abraão atribuiu sua vitória “ao Senhor. cas 7.9.21-24). Sempre citado em conexão com seu<onceder u vitória a Abrão.20. que ajudou na recouslrução do Templo. ele). Depois de derrotados por uma confederação de reis da Mesopolâmia.BENO vollti para abrir os olh os deles (Al 2 6 . o qual mais larde |açó chamou de de Sodoma propôs que Abraão ficasse Benjamim (Gn 35.2J. Em sua vida nó­ com todo o espólio e permitisse apenas made.n. o quo obrigou nosso patriarca a entrar no conflito.

35.21|. ua genealogia que vai de Benjamim a Saul I i Cr 8. segundo o historiador fosefu.39.13). Com o passar do tempo.16). "o Senhor tom criado")Citado como iilhn dn Simei. Filbo de Efraim (1 Cr 7. 15.c.36).17. em 06 d. 3. filho de Eiptial (1 Cr 8. 6 . Descendente dn Benjami m. Filho de Asa. (1 Cr 7.4. Dois Uliios de Efraim. ao ten­ tar impedir o massacre de judeus pelo procurador romano Céssio Floro. no hebraico. concordaram que Paulo nada íinhfi feito que merecesse Sua prisão ou execução (At 25.30. cooperou na construção dos muros d »? Jerusalém sob a direçáo de Neemias (Ne 3. 5. Um dos filhos de Aser. Esse interessante caso judicial lornou-se assunto de discussão entre Festo e seus convidados. p. em Zichigiu: (1 Cr 12. Quando os ancestrais deste pro­ feta são njeudouiidos em outros textos. d ” . É também chamado de Bequor.3 J ). Levita. filho de Tobias. Seu nome só è citado na livro de Zacarias. em Núme­ ros 26.1). Consoquontemnule.16). Seus lifhós foram Héher e Mulquiel Poi g pro­ genitor do clã dos beriilas (Gn 46. BER EN IC E. 3. 4.C. Seus soldados quase a mataram e.1 i. era um levita citado entre os que retomaram para )udã depois do exíliu babilónico (1 Cr 9. foi um dos chefes ila tribo de Aser (1 Cr 7. cujo Liiba Asafe loi nomea­ do pelo rei Davi para um importante ser­ viço no Tabernáculo 11 Cr 6.3). 1 .30. Uni dos Cinco filhos de Zorobabel. mas judeus de nascimeoto. é citado apenas na genealogia de 1 Cró­ nicas 3. 2.20). 1 . ao tempo do rei Peca (2 Cr 28. BERAÍAS (Heb. o qual foi trazido à sua presença e de Berenice.n. R?ii d« Taule. pois seu nomo é complemente ignorada (Ed 6. um dos que se opuseram ao projeto de reconstrução r i a cidade santa (Ne 647. H .er julgado por esle governante romano e apeJado para o im­ perador. da Iribo de Efraim. BE RI. o companheirismo muito pró­ ximo entre os dois irmãos suscitou hoalos sobre um relacionamento incestuoso. Era um dos lideres das famílias que viviam em Ajjalom e rece- 99 . Em sua explanação sobre a fé em Cristo. o apóstolo fez um apelo paro que Agripa se tomasse cristão. Depois que se retiraram. leinos que loi a Cesaréin com aeu irmão “a saudar Festo". Filbo de Mesezabel. BER EQ UIAS / B A R AQ UIA S.45: 1 Cr 7. Berenice e Agripa eram aristocratas romanos.21). foi cham a d o de Berias p o r q u e as coisas não iam bem em sua f n m f l i n e o nome tem som semelhante ao ria pidavra 'infortúnio'’. Eram tidos em alta consideração. Descendente de Efraim n fi­ lho de Sulelá (1 Cr 7.18). Eles eram ambldestros. lenlaram roubar o gado dos filisteus de Cate e foram mortos por eles.BER1AS BERACA (Heb “bénçáo“)l Um dos gunrreiros da tribo de Buujamim que deserta­ ram rio exército do Suul e se uniram u Davi.M .17). O apóstolo ftililn tingia acabada de t.23).30).44. tanto pcrr Festo t omo por Paulo. seu palácio loi queimado na guerra que se seguiu.3 11. Berenice arriscou a própria vida.20. bem curau de todos os chetes militares e dos principais da cidade (At 25. hábeis uo manuseio do arco e da funda com ambas as mãos. Sua neta casou-se com Joana. Filha de Herodes Agripa T e irmã de Ilerodes Agripa U. Nm 20. foi um dos líderes que persuadi­ ram os soldados israelitas a libertar os prisioneiros que fizeram na guerra con­ tra Judá. 2. Filho de Mesiiemole. BER ED E.14: N«: 12. BERIAS.23). ele é chamado de filho de Ido. Agripa podíu para ouvir Paulo.12). Ezer p Elade. Filho de Zofã.Em Aios 25. FiLho di: Trio e pal do profeta Zacarias (Zc 1.

Num con­ exílio babilónico (Ne 10. do espiritual e a importância do trabuliio são dessa forma enfatizados. ordinario (alento natural em diferentes áreas. veja Isaque (Gn 2 2 . para que realizasse o tra­ balho totalmente para a glória do Senhor B ES O D ÉIA S (Heb. eram considerados como nma só náculo).52). pois geralmente muro de Jerusalém. Seba bderou uma rebelião contra o rei Davi [v. Porte do dom BETUEL. Sem dúvida.25).oni BID CA R. cido como os b e rita s (v.lti.37) mente com Isaque. e de 2. Na ver­ dade. da Betuel era de Padá-Arã. 2 Cí Gânesis 25. por isso.201.. ‘sob a proteção de Jieram o crédito por lurem afugentado os Deus").2: 1 Cr 2.20 e 28. Eia importante tribo de Dã que os filhos de Abraão não se casassem 2.indicado pelo Senhor para iraballiaj na construção do Taberuaculo. ele enviou seu sara-se com unja mulher estrangeira.BESAI B E Z A L E L (Heb. mas loi pela descen­ dência de Betuel. ca­ com cananeus. ele possuía extrafamília.23 o uúmero e chefe de suas carruagens (2 Rs 9. Foi listados no v.2 3 . posa adequada para o filho Isaque. 38:22. Seus filhos estáo Uri e neto de Hur (Êx 31.3 bo de Levi Í1 Cí 23. o qual dele.1 5 . 1). Deus lambém deu a Bezalel um aju­ atenção especialmente para o fato de que dante espucial. Um dos líderes que selaram o pac­quando este conspirou contra Jorão. 6-JOJ. Labão. Niím ele nem seu lheu especialmente para lazer os dese­ irmãtj feús Liveram filhos e.i.14|. BEZA I. Tal plenitude do Espírito Sanlo era ajudou a reparar "a Porta da Velha". 37:1. de inlebgéncia. Benjamita. no servo ale Padá-Arã.2 9 ).2. 1 . nhos e o Lraballio artístico necessários nas escalas para o serviço de adora­ para < i Tenda da Congregação (Taber­ ção. tais corno trabalho com metais pre­ BESAI. o texto chama u 1. Da pessoa de Aobabn. 323 dos seus descendentes retornaram do exílio babilónico r.11).49. Capitão do exércilo do rei JeÚ Neemias (Ed 2 17: em Nr 7. Personagem par­ ensinar outros de forma que o trabalho ticularmente significativo. Em especialmente 3lt. a futura esposa de a glória do Senhor (Ex 35. por rumo de Reboca. 100 . mi de Israel. Rii de Mesulão. Ne 7.6).31. Seus descendentes estavam en­ ciosos.lõ tios gersonitas. Descendente de Aser.Senhor o esco­ ao c.18). é 324). |eu fora ungido rei de Israel por to feito pelo povo de adorar ao Senhor e Eliseu e recebera ardons do destruir a casa obedecer à sua Lei. marcenaria • • mesmo tapeçaria. Filha do Naor e Milca: portan­ que Deus lhe dou foi a habilidade para to. no rara nos tempos do AT. tre os servos do Templo que retornaram mas o Senhor o encheu “do Espírito de do exílio babilónico com Neemias (Ed Deus. depois do retomo do do Acabe e Jezabel (w. 1.l. em busca de uma es­ tempo de Esdras (Ed 10. filho de or empenha ein vê-la casada satisfatoria­ Zofn (1 Cr 7. 4. "no conselho secre­ e soubesse Rxat&mente o que se requeria to do Senhor” I. Da tribo de Jud. Descendente de Paate-Moabe. p. Pertencia descreve como o próprio . 2 4 .30— 39.2 2 .10. que B IC R I. fez o mai­ BEZER. conhecimento”. por isso.30). 2.5. na administração de se limilava a profetas e reis. pois foi o pai na Ifendu da Congregação fosse leito para de Labáo e Rebeca.2. foi pai de Sebn (2 Sm Deixs cumpriu suas promessas feitas a 201 e provavelmente o líder do clã conhe­ Abraão. sobrinho de Abraão.5].eu'. O significa­ Neemias (Ne 3. Èxodo 3 1. Um dus filhos de Sim ei da tri. irmân de Rebeca. era filho de moradores de Cate. de habilidade.

Finalmente. en­ quanto os pecadores recebiam sofrimen­ to. s. “Su íta”. por parte do rei. Bildade demonstrou estar uborreddo e desapon­ tado com as alegações fie inocência de Jó 10 1 .14).25. 3. I Cr 1. Numa noite de insónia. portanto.*nagens. Enfalizou a justiça de Deus (Jó 6. 1. 1 Cr 7. veja Mordfícoi e Ester. como juízo pelos pe­ cados fie idolatria e feitiçaria que foram introduzidos um Israel por Jezabel. o filho mais velho de Jacó o Lia (Gn 35. dada a Raquel por sou pai 110 dia do casamento dela |Gn 29 2 9 ). descobriria que sofreram devido aos seus pecados e às Uansgressóes de suas famíli­ as. duranto o roinado do Artoxorxes (Ed 8.21)4 A razão para a inclu­ são deles no relato do livro de Ester íoi devido ò descoberta do plano secreto e à denúncia feila pelo judeu Mordecai Hamã linha 1'eilo lodos os arranjos para que esle fosse enforcado por não so inelinar dianto dele. B iL D A D E . Esse reconhecimento. e consolá-lo". 1. BI Idade foi o segundo a daT seu conse­ lho. neto de Benjamim. Retornou do exílio babilónico com Neemias (Ed 2.11). Alinhado com o ensino bíblico.22). pois Deus agiria rapidamente e traria novamente a alegria (Jó 8. Para mais detalhes. Primeiro filho de Eser. Em seu segundo discurso. 2. sugeriu que Jó deveria olhar para as gerações pas­ sadas e aprender com elas. Veja Vasti.0 5 6 de seus d escen d en tes retomaram do exílio com Neemias [Ed 2. era um dos trés “amigos” de Jó (Jó 2. 46. em Ne 7. 4 . embora depois Deus te­ BI LÃ. essa talvez fosse a causa do sofrimento de Jó e ele estaria totalmente errado por negar sua culpa diante de Deus (Jó 6. eles procuraram o patriarca para 'coudoer-se dele.13).067).14.10 loi cabeça de uma família. Alguns de seus descendentes subi­ ram para Jerusalém rom Esdras. 7. Ela lambem teve um relacionamento incestuoso com Rúbon.27. Portanto. Um dos sele eunucos que servi­ am ao rei Assuero (Xerxes) (Et 1. tornaramse incapazes do folar por longo tempo. nha ouvido suas orações e lhe lenha con­ cedido dois filhos orn Canaã (José e Benjamim). B I G V A I .42). Bidcar recebeu ordem de jogar o cadáver no cam­ po do Nabole. onde Esaú se es­ tabeleceu (Gn 36. Posteriorm ente torn ou -se concubina de Jacó (Gn 30.3). tempos mais tardo ajudou na sal­ vação dos judeus dos perversos desígni­ os de Hamá. Bila foi 0 mãe de Dá e Nftftuli. Filho de Jedioal. Quando vi­ ram os terríveis problemas que [ó enfren­ tava. se Jõ lo^so re­ almente justo. que se lornaram progenitores de duas imporlanles tribos em Israel (Gn 35.7). o roi Iiiij nos registros «lo reino sobre a denuncia dos dois conspiradores feita por Mordecai e pela manhã ordenou que Hamá lhe prestasse uma série de botui. Jeú aceit0U-0 e malouo com uma flecha.1.v. B ILA. pois Ra­ quel era estéril.20-22). Ne.25.16). 2 . Umo jovem sorva. sob a provaçao divina. Um dos dois porteiros que guar­ davam o portão do palácio do rei Assuero Ele e seu companheiro Teres “se indignaram e conspiraram para assassinar o rui Assuoro" (El 2 . BIGTÀ. olerecerara-lh« várias for­ mas de consellm.10). 2 .3-7].BILDADE fronto com Jorão.8-13).2. Um ilos lideres que selaram o paclo feito pelo povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. um dos lideres tribais em Spit. BIGTÃ. Bddade acreditavB que. Sft fizesse isso. Cada um de seus sete filhos listados um 1 Crónicas 7. inicialmente. então as aflições que pade­ cia seriam apenas lemporánas. O ensino que Bildade acredi­ tava que o patriarca deveria aceitar era que o justo era abençoado universalmente.19 o número e 2.

1. Nos dias de reis procedentes da Mesopolámia. No terceiro e último discurso. de clã. L Pai de Noadias* o qual foi um dos que pesaram a prata e o ouro trazidos de V K>lla da Babilónia com Esdras (Ed 8. Ló lam­ BILSÃ.38). 2 Um dos sacerdotes que retomaram to dos carv alh ais do M a n re ”. A derro ia envol­ povo de adorar ao Senhor e obedecer ò veu o cativeiro dos sodomitas. 2. o qual foi escolhido B IR S A . seus bens e provisões foram levados.G.8). Um dos levitas que retornaram do exíiiu com Zorobabel |Ne 12. Na conquista de Gomona.8). justiçâ/bêurv â u D ) é simplista demais. Filho de Malquiel e des­ Iribo de Benjamim « pai de Rafa. ura roto. quando Abraão vivia per­ quo ministraria (1 Cr 24. ma pessoa menr iouudu om Bilgo 2. Era o governante de Gomone (Gn 14. Descendente do rei $aul.33). todos os. tio Abraão resolveu liberta-lo. 048 descendentes de um certo Binui retomaram do exilio com Neemias (Ne 7. Filha de Henadade (lambém chama­ do de Ba vai). Provavelmento 6 a mes­ seguiu fugir e salvar a vida (Gn 14.10). como o meu servo Jó" (Jó 42. Ancestral de alguns dos que foram culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras (Ed 10. 3. 6 .31).18. cuja . 9.15). Foi também um dos levilas que selaram o pac­ to do povo em Neemias 10.9. por isso. a fim de serem perdoados: “O meu servo Jó orará por vos.33).-13). enfalizou o castigo <ie Deus sobre os ímpios e advertiu o pa' Iriarca quanlo ao perigo de ijuestionar as agueis do Seulvor (vv. A rebe­ lião foi sufocada pelos quatro monarcas. Descendente de ftiate-Moobe.301. era governador da metade do distrito de Queda. "jovialidade”1 .1. Uni dos liderados por Quedotlaomer Ipara mais sacerdotes que selaram o pado leito pelo detalhes veja Aura fel]. esses Joiaquhn. Era fi­ cendente de Aser (l Cr 7. o líder dessa família era Satnua (Ne 12.37. mais curto. 102 .k BILGA. Um dos filhos d'1 Jallote. depois de vencê-lo em batalha.14). para que o palriarca oferecesse sacrifícios pelos três. e não vos I ratarei conforma u vossa lonouru. BILGAI. m. f.5. es­ tava entre os judeu» culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras [Ed 10. bo de Aaej (1 Cr 7. BINEÁ.2 : Ne 7. Sacerdote que viveu duran­ te o reinado de Davi.1-8). era «la BIRZAVITE. 5-21J. (Heb.DILGA (In 18. trahalhuudo na snçõo que ia da casa de Azarias até a esquina (Ni: 3.2). "conslruir').24J.2).18). lho de Moza (1 Cr 8. Birsa con­ sua Lei (Ne 10. Rolornou do exílio com Neemias bem foi conduzido cativo: por isso. Foi um dos ho­ lrouxe seu sobrinho de volta e recuperou mens valentes e rhef». 5. quando as pessoas são confrontadas pelo Todo-po­ deroso. Bildade reciLou um hino de louvor ao Deus Criador e faz uma compararão com o pecado dn humanidade (jò 25.U.8). Ele perse­ guiu e alcanvou Quedorlaomer bem uo BI MAL. Vós não falastes de mim o qui. Depois do exílio babilónico com Zorobabel e de serem derrotados por unia coalizão: de )e:>ua. BINUI (Heb.7). Deus vindicou Jó o ordenou aus stíus amigos que fossam a ele. até que finalmente se rebelaram. Todo o I ív t o d e Jó revela claramente como a tão repetida explicarão religiosa da causa e do eleito Ipecado/jutzo. e aceitarei a sua oração. Um dos cinco reisresidenles no por -sorteio para ser o 15* na ordem em vale do Jordão. seu (Ed 2 . em Neemias 12. da tri­ norle e. monaícas foram subjugados por 13 anos.soberania é tcitul No final. todo o espólio. Ajudou na recons­ trução dos muros de Jerusalém depois do exílio. 4. .

78). BOAZ (Heb. 1 é multiforme.10) Veja Vo s Ij . 18. era uma maneira zombeteira de expressar depen­ dência da providência divina). os visitantes o ovacionaram como se ele to 9se um deu?. BLAS TO. "lilha do Senhor’ ). Veja Tiago n foõo. lanlo em significado c o m o em propósito no livro de Rute. BOANERGES. Nome encontrado no livro de Rute e nas genealogias em 1 Crónicas. ê mencionado mtmente em conexão com a "pedra de Boa” (Js 1 S. Um dbs sele eunucos que servi­ am o rei Assuero (Xorxes) (El 1. Marcos traduziu a pal. veja Mjtrrdatf!. e interessados em conseguir seu íavor.17). O rei loi imediata­ mente ferido por um anjo do Sonhor e morreu. Para mais detalhes. os membros da mesma família linham várias responsabilidades uns com os ou­ tros. Furioso com eles.om o signifi­ cado de "filhos do trovão*’. Filha de um dos laraós. Tabeel e outros companheiros. que viveu em Belém de Judá no período dos luizes (Kt 1 .2.ido por lesus a Tiago \ i João. E descrito em algumas tradu­ ções como "camamiio de confiança do rei [Herodes Agripa IJ ‘ ÍAl 12. da tribo de ludá. o povo de Tiro e Sidom.3).7). Mateus e Lucas. mas existe especulação de que foi devido ao temperamento explosivo dos dois. filhos de Zebedeu. BIZTA. ]. Ca­ sou-se com Rute e tomou-se ancestral do rei Davi e de Jesus Cristo. em al­ guns casos. a aiençãoe tirada de Rute e Boaz e colocada uo propósito rriais amplo de Dous na história |Rt 4. "porqui: não deu gloria o Deus” (Al 12. Embora tenha relação com 103 . por isso seu nome aparece nesta genealogia l i Cr 4. inclusive apoio financeiro.BOAZ BISLÃO. Nome d. O cenário p estabelecido para o even­ to na uarraLiva do livro pela descrição dos laços familiares entre Boaz e Noemi e o caráter exemplar dele. Um claro contraste é enlão estabelecido.201. A redenção da terra e as vari­ ações nos relucionamtmlos familiares pre­ param o lkíitur para a mudança de pers­ pectiva nos versículos linais do livro. Boaz loi um proprietário do terras temente a Deus. um importante marco da fronleira entre ludá e Benjamim. Sua entrada no cam­ po deu a Boaz a oportunidade inicial de tornar-se seu benfeitor e abriu o caminho para que se casasse com ela no sistema de leyiralo |Rt 3 e 4). 6 . com quem tiv«ra um de­ sentendimento. quando os chamou para serem seus discípulos. EJe era o dono das terras nos quais Rnle foi “respigar" (no liehraico. quo provavelmente falou com o rei nm favor deles. Ao o u v ít o discurso de Herodes. viuvas e sem nenhum recurso financeiro.1). Boaz ê apresentado em Rute 2. 1 1 . escreveu unia car­ ia ao rei Artaxerxes. Quando Herodes viajou paia Cesarêia. entre Herodes.17-22). Ali. parente do marido falecido de Noemi. e a Palavra de Deus. Na Lei dè Moisés. quando buscava um campo onde recolher algu­ mas espigas (RI 2. É provável que se tenha convertid o ã religião israelita. que c hegara. Ele não é citado nas genealogias fie R ú b e n . O primeiro capítulo de Rute termina com Noemi o sua nora moabita. [untocom Mitredâte.ni u Belém. BITIA (Heb. A aXpresáâo traduzida nomo "homem poderoso” em Rute 2.1 como "homem poderoso e rico”. “a força está nele"). que morreu. solicitou uma audiência de re co n ciliação . Herodes mandara suspender Iodas as ex­ portações de allm enloe outros produtos essenc iais para as duas cidades A audi­ ência foi conseguida por meio de Blasto. BOû Filho de Rúben. que "crescia e se multiplicava” (At 12-24). Não está cla­ ro por que Jesus lhes deu esse nome. Casou-se com Merede.ivrn i. a ÍLm de laser acusar ÇÕes contra o povo de Judá (Ed 4.

32. quando levou o parente anónimo a renun­ ciar ao direito de ser o remidor de Noemi e Rute (Rt 4. o sacerdote.eléncia moral o espiritualetal­ vez até mesmo à sua coragem reconheci­ da « honra. Em ambas as tonas ela tomã a inicia­ tiva. tanto do ponlo de vísia moral nomo nspirilual.11) formavam um parperfoito.18*22.17). pois tinha um mistura do sangue judeu com gentio e ropreseutava uma defecção do Judaísmo (veja Somari/cmos).10 o equivalento a essa frase é usado para falar da excelência da esposa perfeita Um termo similar lambém íoi usado com referência aos "valentes de Davi". 0 seiíundo dos seis filhos deAzeJ (1 Cr 8.3-10).10. para uma audiência composta por judeus. As diferentes traduções fios termos obscu­ recem um pouco a idéia.17). Em Provérbios 31. Obede. Da tribo de Benjamim. Boaz é honrado com a sétim a p osição na genealogia reaJ do Davi. Salmom.11). Da mesma maneira. embora possa ler algo a ver com o pró­ prio significado dos nomes: Jaquim sig­ nifica “Deus estabelecerá" Boaz. a . Ranhe. M u narrativa do livro de Rute. paia que a genealogia tenha um formato simétrico (Ml 1.BOCRU a proeminência de Boaz em Belém (veja lambém Rl 4. fora o próximo do homem atacado pelos la­ drões.38:9. A razão exala por que elas recoberam esses nomes não é clara. a ex­ pressão também faz um paralelo l»em pró­ ximo cnm u descrição da própria Rute. como lam­ bém de sua móe. para aproveitar a oportunidade de consumar o desejado casamento de levirato com Rute. conhecidos como guerrRiros valorosos (2 Sm 23. em Rute 4. 11 -17|. Elo o tez. A versão da linhagem de Crislo em MaLeus 1. G nascimento de Obedo é também um elo crucial na qualificação de Davi como rei de Israel e de Jesus coiuo o Mes­ sias. o levita ou o samarilano. 1 1 .1. Em vez de perguntarmos: "E quem é o meu 104 . a prostituía de lericó (Js 2). em ambas as cenas ele responde com graça e generosidade muito além da letra da Lei. O fato de que tal “mesliço" pudesse demoustrar compaixão era tuna surpresa nu parábo­ la Quando o doutor dn lei respondeu a pergunta de Jesus sobre qual dos três. bem como o nascimento do filho deles. A da direita chaiuava-se Jaquim.1-12 foi necessário que Boaz demonstrasse Ioda sua sabedoria e sou discernim ento. 2 Cr 3. Devido ao seu papel central nessa linhagem e provavelmente lambém por causa de seu caráter exemplar.ar que ele ler ia lanto uma mãe como uma esposa genlia. é passível que a mãe de Boaz seja Raabe. Para apreciar sua profundidade. 2 O nome da coluna do lado esquer­ do. 1 2 e rm genealogia messiânica em Lucas 3. mos as palavras no original hebraico indicam que Boaz (2. BOCRU. um lipo de “mestiço" rociai. devemos ser o "próximo" que se preocupa com Os ou­ tros. "a for­ ça está nele". náo pôde nem mesmo mencionar o samarilano (v. Embora haja pro­ babilidade de que uma ou mais gerações lallem na árvore genealógica nesse ponto. b . O casamento «le Boaz e Rute.11). um samarilano era um réprobo da fé.2).1 1 . mas faz os coisas de tal maneira que impressiona Boaz com seu carater (R) 2 . A parábola do Bom Samaritano é exclusiva do evange­ lho de Lucas f 10 25-37 1.. . isso pode signifii. foi motivo de muita alegria em Ioda a cidade de Belém (Rt 4 . nos capítulos 2 p 3 . é importante considerar que.44). provavelmente se rofere ã sua (sxr. A parábola ensina duas verdades. Essa observação é fortalecida pela inleracão de Boaz e Rute.21. nomo “uma mullier virtuosa” (3.5 inclui não somente o nome de Rute e dn que é colocado na posi­ ção de pai de Boaz. construiria no Templo de Salomão por Hiráa (1 Rs 7. BOM SA M AR ITA NO . i . Boaz é citado Da sequência da árvore genealógica da família de Davi em I Cróni­ cas 2 .8-39). Era descendente de Saul. Primeiro.37). como o samarilano procedeu.1) o Rute (3. 1 2 : 3. Em Rute 4.

'inteligência”).u. Era Filho de llemã. BUZ.s e d a n o v a e e l e s õ r e g i s t r o u u c u r a d o Cego q u n d a m o n : jii M a t e u s r e f e r i u . N a c o n £ $ p ç â r > d e L u r a s . h a v i a d u a s c i d a d e s c ò m o n o m e d e J è T iC ó : a v e l h a e a n o v o . Sacerdote.3). é re­ gistrado na lisla dos descendemos de Levi em 1 Crónicas 6. Pai de Uzi e ílLho de Abisua. pai de Kebeca (Gn 2 2 . 2. um dos le­ vitas que so estabeleceram nm Joru$a)ém depois do exílio (Ne I 1.15). Jesus disse que simplesmen­ te devemos ”ser o próximo”. 1 . em Neemias 9. du­ rante o reinado de Davi. Vivia na Babilónia (Ez. 1. 2 Um dos lideres que selaram o pac­ to Feito pelo povo de adorar ao Senhor e obedec e r á sua Lei (Np 10. Um dos "filhos de Asafe” listado entre os que íoram separados para o ministério profético e da música. deveriam repartir a terra (Nm 34 17. • 1 E s s e v e r b e t e f o i i n c l u í d o d e v i d t i h V n r a ã n C o n t e m p o r â n e â . o videule do rei (1 Cr 25. era um dos líderes da tribo de Dá e íoi um dos que. Um homem da Iribo de Gade. Levita que fioou em pé. BUNA (Heb. Esdras foi um de seus descendentes (Ed 7. sobrinho de Abraão. q u e t r a z íté d u a s v a r i a ç õ a s d o n o m e (N o la d o T ra d u u > r| .14). 1 .s e à s a íd a d a c i d a d e v e l h a e à c u i a d o s d o i s c e g o s q u e p e d i a m e s m o l a | N o l a d o R e . portan­ to.25). uosso próximo às vezes suigo de lugares surpreendentes O doutor dn loi jamais esperava que um samarilano seria um exemplo. Era da tribo de ludá.v is a ? ).5. enquanto a Lei era lida. J e s u s s a la d a v e l h a e a p r o x í m a v a . conforme instruções do Senhor a Moisés.2 1 ). 1 . B u n u o m e n c i o n a d o n o l l v m o r i g i n a l c o m o lilh c j d e R ã o e N e t o d e J e r a m e e l : p o i v á v e ) e r r o . 2. Filho de JeraiiiRfil e irmão de Rão3 fl Cr 2. 105 . p u is e S S ft i n f o r m a ç ã o n á o l e m b a s p n o l e x l o b í b l i c a ( M V e m i n g l ê s ) ( N o t a t i o T r a d u l o r ) .13). Às vezes um tiorn próximo pode ter raízes surpreendentes n.4. na esca­ da. C o n f o r m e o s e x p o s i t o r e s b i b l i n o s . Segundn.22). . como de fato foL Jesus ensinou que não devemos discriminar uma pes­ soa simplesmente por causa de sua raça. BUNI. 3.4)'. Era irmão de Beluel. pai de Jado (1 Cr 5.BUZ1 próximo?”. BUQUI.15).51. BU Q UI A S . Filho de Jogii. BUZI.4. Ancestral de Semaías. Filho de Milca e Naor. pai ríoprofela Ezequiel.

apresentaram suas ofertas ao Senhor. Veja Anós.4M-53: 18. P . e qur não pereça Ioda a nação". mas também pára reunir •?m um só corpo os Filhos de Deus que andavam dispersos" ÍJo 1 1 .24).3. Daquele momento em diante. enquanto o gen­ ro esteve no cargo. E não somenle j>ela nação.2 . foi o próprio Caifás quem presidiu u Sinédrio. Lsso explica a estra­ nha referência em Lucas :t.3). torturaram è crucificaram o Fillio de Deus. Joâo identificou c luramfinto esse comentário como uma profecia: 'Ele náo disse isto de si mesmo. Também uniu-se a Neemias d o parlo que Foi selado pelo povo de adorai ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 9 . sentiram que os romanos viriam contra eles e sua religião Ilo 11. pro­ fetizou que lesus morreria. Caim e Abel.Ô. provavelmente manteve uma influência considerável. etc.c CADMIEL. quando Cristo foi levado para s o r julgado [Ml 26. A soberania do Seniior. 5 1 . 2 . historiai Iot judeu. 1 . tí. p.). Assim. mas como sumo sacerdote n a q u e l e ano. 2 1 . Embora lenha dito isso m otivado sim p lesm en te pela auto preservação. na qual Anás era considerado o poder por Irás do "trono" Apòs a ressurreição de Lázaro.1 2 . 1 3 . esse era precisamente o curso da ação fjue Deus linha em men­ te para Jesus. “ Atentou o Senhor para Abel e paru sua oferta. ao levar Jesus até a cruz para morrer como o Cordeiro do Deus peio pecado do mundo. pastor de ovelhas tvv. CAIM. a qual da a idéia dè que ambos ocupavam u posição de sumo sacerdote. 0 . ambos. Naquele julgamento. Primeiro filho de Adão e Eva. Eslava entre os que Lideraram o povo na adoraçao e nos cânticos depois da leilura do Lm o dn Lei ó no prolonga­ do período du confissão dos pecados. é um farte temn uo evangelho de João |Jo 2. No 7 43). Ele foi "la­ vrador da torra”.4). e da sua g o T d u ra " íw.5: 1 0 .G . O primeiro levou alguns frutos da torro e o segundo ofereceu um “dos primogénitos das suas ovelhas. Sou sogro Anás. O antagonismo de Caifás para com a fé crislã e sua perseguição aos crentes corilinuou bem depois da morte do Jesus (Al 4 .6 I). losus respondeu: “Eu sou”.qu CAIFÁS. Nesse ponto eles condenaram. Seu nome é relacionado com a exclamação do Eva. Qulro levila que viveu na mesma época. 32. Levita cujos descerideules estavam en lre os judeus que retornaram do exílio cia Babdôni» para Jerusalém com Zorobabel rEd 2.40: 3 9. Depois de algum tempo. íoi o sumo sa­ cerdote quem finalmente fez a pergun­ ta direi a: “És lu o Cristo. onde as testemu­ nhas não eram coerentes. 5 2 ) . l’ Joi melo de Josefo. o supremo líder religioso antes dele. aprendemos que Caifás sobre­ viveu nu Função de sumo sacerdote (car­ go políticol por quase dezoito anos. o Filho do Deus Bendito'” (Mc L-I. Essa relação prova­ velmente reflete o aspocto político da si­ tuação.4.29: etc.14).571. de gratidão ao Senhor: “ Alcancei do Senhor um homem” (Gn 4.1). diferentemente de seu irmão.) e é nov&menle enfatizado nesse ex­ traordinário episódio. mas para Caim e para a 106 . as au­ toridades judaicas se reuniram para re­ solver o que lazer com Jesus Diante da possibilidade do poder delas sohre o povo ser ameaçado por Cristo. Caifás argumentou: "Vós não percebeis que convem quo um só homem morra pelo povo. Cailás e os lideres planejavam como matar íesus.D .2.3.fi.

Listado também na genealogia apresentada por Lucas que vai de Jesus a Adão (Gn 5. eln s e tomou o ancestral dos povos nómades. Quan­ do Deus perguntou-lhe o que acontecera com Abel. Lider da 1'amíLia sacerdotal de Salai. ‘‘rápido ‘1. que ofuscou até mes­ mo os que eram reconhecidos naqueles dias pelo conhecimeuto2.37). Filho . para que não fosse moiio. 1. ele replicou com a famosa de­ claração : “Não set. sobre ele deves dominar" (v. tomou-se pai de Maaláleel aos 70 anos de idade. O Seidior faiou com oJe. em Lucas 3. Génesis 4 examina a atitude de Caim. O texto náo indica por que Deus fez essa dlstingân entre as duas ofertas. 1 lo 3. Acaso sou eu guardador do meu irmão?” (Gn 491. mesmo naquela época tão remola.5). enquanto vagasse pelo mun­ do. Em resposta ao seu pedido (v.CALDEU sua oferta náo atentou" (w 4.9-J4: 1 Cr 1 . Provavelmente é h mesma pessoa referida no item 1 .d. Titulo dudo ao povo que vi­ via ua área conhecida como o reino da Babilónia. As gerações futuras foram desafiadas a lembrar Caim e aprender do seu peca­ do. Fillio de Enos. Originalmente era o nome dc um distrito. Deus deu a Salomão uma sabedo­ ria extraordinária. encontramos Calcol uo texto de 1 Reis -1. i. Caim foi então condenado peto Senhor u ser "fugitivo e errante pela terra" fv.31. é tilado na genealogia q u e Ugu Josus u Adão. que agora separa o Irá do Iraque. é melhor olhar­ mos o que o próprio lexloenfatiza. a fim de confrontá-lo sobre sua reação o destacou que sua oferta seria acoita. o Senhor revelara a Adão o Eva que um sacrifício com sangue seria ne­ cessário.2 . CÀINÃ. a leste do Éden.7) é que aquele que nos sonda sabia quis o coração de Caim era pecaminoso.. Este nasceu a Adão e Eva depois da mor­ te de Abol b foi p a i a eles o substituto do irmão morto (Gn 4 . A impli­ cação cio comentário de Deus. é citado como um dos filihos do Zeni e descendente rle jiidá. Os descenden­ tes de Sete permaneceram fiéis a Deus. Em t Crónicas 2 . 2 6 ) . Esse enten­ dimento sobre o problema de Caim !em apoio euu Hebreus 1 14 onde o escritor faz uma distinção entre ele e Abel no senrido ila fé que o segundo demonstrou. CALCOL.omparando-o com o desses homens: por isso. Caim íoi enlao para a terra de Node.36. O rontraste entre esse r e l a t o de Caim (Gn 4 1 e o de Setr» (Gn 5) é significativo. estava entre os levi­ tas que retornaram com Zorobabel do exílio na Babilónia (No 12.29'1. Per­ tencia ao antigo grupo de lideres de todo 0 povo e viveu 910 anos. talvez pelos descenden­ tes de Abel. nos dias moder­ nos é frequentemente associada com os “Árabes dos Pântanos" — o território ao norle dn Golfo Pérsico. Ficou irado e deprimido (v. Caim e sua esposa tiveram um filho e o chamaram de Enoque. ao mencio­ nar que “o pecado jaz ã porta . Efe se irara contra o Senhor e seu irmão.de Mão L era famoso por sua sabedoria. 1. a fim de que pudessem chegar diante de Deus: contudo. depois que foi rejeitado poi Deus. Suas açóes subsequentes confirmam essa impressão. Alguns suge­ rem que talvez.5). onde o matou. O escritor demonstra a grandeza du conhecimento de Salomão. Caim pediu ao irmáo que o acompa­ nhasse ao campo.c.12. Lc 3. se ele “procedesse bem". Sou nome não se encontra uu lista de Génesis 10. CALDEU. Jd 1 1 1 p.20). dos que tocavam instrumentos musicais e dos que trabalhavam com bronze e ferro (Cu 4 . CALAI (Heb. A terra original. enquanln os de Caim foram transgres­ sores (veja Lnmpqun. A ntigos textos 107 .12) Pãrn protegê-lo. 2 5 . 1 7 2 2 1 . 2. Sott: e A/oé). Deus colocou nele nm sinal.6 . rios seus ciúmes e da sua falia de fé 1Mb 11 4. referido como a dos pântanos. Pai de Saia e filho de Aiiaxadu.

mas agir baseado nisso.). E^equiel e Esdras. ao nuvir o relató­ rio. Dez dos espias voltaram desaponlados e convencidos de que jamais conseguiriam vencer uma batalha contra aqueles po­ vos. Essa fé consistia uiun descanso calmo e prático em Deus. A tradi­ ção da grande cultura deles sobrevive (cf. Ed 5. Em Daniel. Os israólitus. A proteção deles se fni. deram um relatório al­ ternativo a Moisés e então apelaram para o povo.CALEBE cuneiformes babilónios chamam os ha­ b itan tes dessas “torras do m ar" de kaldtts. m uito tem po depois (Nm 14. como o Todo-poderoso que jamais falha em suas promessas. Ez 12. Calebe. foi o líder do ata­ que na região de Hebrom.501 Bozalel. Seus filhos são citados em 1 Crónicas 4.6). desposou Efrale.26-29: 13.13.30).20.27. Seus outros filhos fo­ ram Mossa o MaTessa (1 Cr 2 . da tribo de Juriá.7: ele. trouxeram grandes cachos de uva e relataram sobre a riqueza e a prosperidade da região. 1. então nos lará e n lra T nessa lerra. 15.16-18).9 . vollaram-se contra Moisés. Sacrifícios humanos faziam parte de sou culto (2 Rs 3. e no-la dará.12).14). oudo o rei tle Moabe ofereceu o próprio filho. em lace de adversários tão assus­ tadores — essa foi a essência da verda­ deira fé que Calebe demonstrou e com a qual todos nós podemos aprender. numa tentativa de vencer a batalha contra os israelitas). a palavra lorua-se sinónimo de babilónios. Depois que ela morreu. A ter­ ra que viram era mtrilo fértil. argumentaram que melhor seria se tivessem ficado no Egito (Nm 13. a quenezeu (Nm 32. 23. De tempos em tempos o povo de Israel er3 advertido para não se apro­ ximar dos deuses estrangeiros. 1 11 para ele.12. Era da tribo de ludá e casou-se com Azuba.15. en­ tretanto. 15. o quul dissera anos antes que o Senhor destruiria os anaquins. com quem gerou Hur. Ele liderou pessoalmente as forças que derrotaram os gigantes e tempos maJs tarde recebeu aquola área como herança (Js 14. Somente Calebe e Josué vive­ ram o tempo suficiente para entrai ria ter­ ra e ambos tiveram p a r t i c i p a ç ã o signifi­ cativa nas batalhas de conquista de C anaã. Acreditar é uma coisa. Como casligo sobre o povo pela falta de fé. e Camos 108 .c. que viviam próximos ii Hebrom. Outro C a le b e 1 foi irmão de fera meei e filho de Hezrom.23).) tornou se um exemplo para as futuras gerações. Moisés o escolbeu para represent. era filho de [efoné. Dn 1 -1. De todos os espias. descobriram que a área era tam­ bém ocupada por povos temíveis — principahnente os descendentes do gigante Enaque. Primeiro. É importante notar quo Calebe. foi o urtesão que trabalhou na conslrução do Tabernáculo 11 Cr 2. A lotai confiança deles na sobe­ rania do Senhor foi proclamada em voz alta diante dp todos. Calebe ofereceu sua filha Acsa em casamenlo ao homem que conquis­ tasse Quiriate-Sefer (Debir: Jz 1 . Ê uma terra que mana leite e mel. de entrar eui Canaã. por cuusa disso. Seu sobrinho Otniel cumpriu a tare­ fa e casou-se com Acsa (Js 15.23).36: etc.ir esta tribo uo grupo dos doze homens enviados a espiar Canaõ (Nm 13. 2.u.1 8 . neto de Hur.41.42.24. porque como pão os devora­ remos.6-15. CALEBE. somente Calebe e Josué tiveram íé suficiente em Deus parn sabei que Eie os capacitaria a conquistar Caruiã.14: Dl 1.22. Ioda aquela geração foi impedida C A M O S . O deus adorado pelos moabitas. 19.7-9). nesse discurso: 'A terra pelo meio da qual passamos a espi­ ar é terra muito boo.31 a 14. Tão-somenle não sejais rebel­ des contra o Senhor. gastaram o resto da vida "vagando” pelo deserto (Nm 14. è não tomais o povo dessa terra. Êx 31. O pai de Ahraão fera de "Ur dos caldeus’* (Gn t l 26-31.13. A perseverança "em seguir ao Senhor” de Calebe iJs 14. Não os temais" (Nm 14. Se o Senhor se agra­ dai de nós.1 h P. mas o Se­ nhor está uonosco.

que provavelmente é um. Mizraim lEgilo) e Canaã (Gn 10. entretanto. i'.29-33). CÃO. onde esse deus é cha­ mado de Quemós). Maldições são proferidas conlra o povo de Moabe e seu deus (Nm 21.7.7. foi o que aconteceu: Os descendentes de Cão.25-27J. dessa maneira. finalmente.a. O perigo do sincTetisruo religioso e da idolatria era ura problema constante para os israelitas.C. o profeta Teremias advertiu o povo de Moabe sobreo iuizo iminente que viríu sobre eles e seu deus (Jr 48. Candace lalvez seja Amaniterer.CÃO era visto com») uni dos mais abomináveis (2 Rs 23.20-25J. que tornou pública a des­ graça do pai (v.29) o. chegou até a construir um ahar pma Camos auma colina a leste de Jeru­ salém ( I Rs 11.m. mas o problema permanece Ião grave para o cristianismo moderno quanto era para os israelitas.(>). pois visavam estabelecer boas re­ lações com as nai. Quando envelliec ou. Mais tarde.18. No transcorrer do tempo. O exemplo mais chocante é encontra­ do no reinado de Salomão. trouxe a maldição sobre sua própria família (Gn 9.i derivação do seu nome.0) foram condenados por práticas sexuais abomi­ náveis (Lv tfl. É t itada em Atos 0. quando um de seus al­ tos funcionários ao retornar para casa depois de participar da adoração em Je­ ru salém .46). Após a prático fie um tipo de pecado sexual particularmente irisie e pernicioso. por sua reação ao erro de Noé. I. Noé amoldir. CANAÃ.13).131. o filho deste o faria sober da mesma for­ ma que ele padecia. CANDACE. gado e seu filho Cão.22. Somente uo reinado de Josias.15-18). en­ quanto os descendentes de Canaõ toma­ ram-se os tribos que causaram muitos problemas a Israel e freqUentemenlfi eram derrotadas em batallia: heteus. quan­ do houve uma renovação da aliança com o Senhor. O discípulo do Cristo falou do Jes\is ao etíope. foi desta linhagem que vieram Abraão e. Posteriormente. ocasionalmente os israelitas envolviam-se na odorarão des­ sa divindade. as descendentes do Canaã tomaram-se es<ravas dos lilhos de Sem. Titulo oficial das rainhas ou das rainhas-mães da Etiópia. com a demonstração do saia fi­ delidade ao Seuhor. A terra que mais tarde foi chamada de "Canaõ" era ocupada por tribos romo a dos amoneus. Veja Eunuco Etíope. etc.27. Por Iodas as Escrituras existem apelos aos homens e mulheres que têm lé no Senhor para serem “santos". em contraste. levaram suas esposas a laxe-lo desviar-se da aduraçâo a Deus e a cultutu os deuses delas.oou Canaã. aben­ çoou Sem (Gn 9. con­ forme a história narrada no Iívto de Josué.n. cuja história segue paralela com a sua até 0 termino do Dilúvio. Filho de Cão e neto de Noé (Cn 9. (Gn 10. separados de tal prática. quando tentavam conviver pacificamente entre as nações.ões vizinhas. TaJ pecado levou o Senhor a trazer puniçáo sobre a nação e posteriormente provocou a divisão do reino 11 Rs 11. Cão. usa­ va a situação como um espelho. Dtíerenlemenle de seu irmão lafõ. seu coração já não era mais devotado exclusivamente ao Senhor. que se converteu o foi imediatamente balizado.u. o. De acordo com o de­ senrolar da narrativa bíblica. muitos deles provavel­ mente efetuados com objelivos diplomá­ tico». e n co n tro u -se com F ilip e . que go­ vernou entre 2 ã e 41 d. seu neto. somos informados espouificamenle que “esses altos’’ dedicados a Camos foram destruídos (2 Rs 23. jebuseus. Em ve/ de omnidiçor ar o próprio Cão. amoneus. ainda assim. os israelitas.22|.3ss|. Seus vários casamenlos.13. assim como ele [Noé] fora humilhado por Cão. Noé lançou a maldição sobre sen neto Cunuã. A ofensa dele foi um comportamento indig­ no de um filho. Os deuses podem ser diferentes. !(>. que envolveu 0 pai Rmbria- 109 . que começou láo bem.

34).11.ilas. juntamente com sua família.CARCAS C ARCAS.LTrn dos filhos de Rúben que foram fiara o Egilo junto com Jacó (Gn 46.19). tu e a tua casa'* (v.6. um dos chefes dt? família que retornaram tia Babilónia para Jerusalém com o profeta Esdras (Ed 8. etc. Provavelmente osse seja outro nome para os quefel. r.7.3). Subilamente um violento terremoto fez com que as cor­ rentes de lodos os presos se soltassem e Iodas as portas du prisão se abrissem. CARMI. 4. ftii cle lounã e Jôtialas. Durante a noi­ te.. os quais. figuravam regularmente nas insíg­ nias dos navios. que lodos aqui estamos" (v.-il). embura a derivação do nome seja totalmente obs­ cura. que desobedeceu a Deus e apossou-se de parle do espólio da batalha em Jericó. CASTOR E PÓLUX. CARCEREIRO FILIPENSE. ttmJo n SUus eram nuvidon pelos oulros prisioneiros. 1 Cr 5.14.2 3 : }r 40. 18: 20. através dos séculos. exatamente como os heteus. também Jr 41 a 43).(r\ 1 Sm 30. Pai de )oanã. sim.1.18: 1 Ct 2. O. A singela o genuína alegria de tnrumse cristão 6 enfatizada nessa passagem. etc. Um dos sele eunucos queserviam ao rei Assuero iXerxesI (El I. lemos que Paulo viajou da ilha de. Os quais eram comandantes do exércilo. quan­ do Pãulo gritou: "Não te laças nenhum mal. foram lanhados na prisão e colocados sob os cuidados do car­ cereiro.8.JOI Veju Vasti . 1. a qual permanece como um testemunho. mas. O carcereiro t. "pequeno").23).12). Os dois foram presos durante o primeira vi­ sita deles a Fi tipos. per­ m anecer em Judá 12 Rs 2 5 . veja M eaw cã. 2. peq^untou a Paulo e Silas o que faria para se salvar.14.23. Foi o líder do d ã dos carmilas |Éx 8.|. CATÃ fHeb.serem se­ veramente açoitado». quando es la coloca sua fé nole.9). Da tribo de Judá. Ele 110 . Para mais detalhes. consultado peio rei Assuerõ (Et 1 . L4|. Nome dos tropas de merce­ nários no exércilo de Jeoiada. por isso. São considerados um clã. que recebeu ordens de guardalos “coin segurança" (v.8). sob a li­ derança de Gedalias Ur 40. Depois de . ao que parece. O carcereiro entrou trémulo na cela ao contemplar lodos os prisioneiros pre­ sentes. Os dois missionários en­ tão pregaram o Evangelho ao carcereiro e a u s seus liimiliares. mas não podemos ler certeza sobre u origem deles (2 Rs 11. veia também 2 Sm 15. O carcereiro acordou b ciente de que seria responsabilizado pela iuga dos prisumet­ ros. de uuordo com a mitologia. Eles responderam: "Cré no Senhor Jrcsus Cristo. loi o pai de Acã.15. possuíam uma area de terra prúxima do mar |SÍ 2 . Conhecidos como ' liiôsLuros” (filhos de Zens).42J. estava a ponto de se suicidar. esses deu­ ses gémeos.Malta até Roma Bm uma embarcação alexandrina que tra­ zia na proa a figura desses dois deuses. Homem sábio e especialis­ ta em dssuntós legais. "E na sim crença em Deus alegrou-se com tíula a sua casa” lv. CAR SENA . do poder do Evange­ lho de Crislo para transformar inteirameute uma pessoa. eram os padroeiros dos navegadores. lii-40).13. O Senhor o puniu com a morte (Js 7. loanã igno­ rou a profecia de Jeremias que dizia que não deviam ir para o Egito. CEFAS lAram Tocha" | Nome dado por Jesus a Simão.1). Jirau das mais extraordinárias conversões nar­ radas no livro de Aios ocorreu Da vida de um homem responsável pela guarda de Riuio o Silas na prisão (Al 15. i\ru7. CARITAS.4. Nm 20. CAREÁ. e seras salvo.2 8 ). filho de João IJo 1. Em Aios 28.uidou das feridas de amboí> e 110 meio da noite loi batizado. enquanto cardavam hi­ nos a Deus e oravam.

como também um louvor por parte djs lesus. Foi esse mesmo centurião que informou a Pilatos que Jesus estava morto. 3. o Senhor lhe revelou por meio de uma visão que precisava falar com o apóstolo. fixa lamente quando falava sobre o arrependimento. Muitos deles são mencionados nos Evangelhos e em Alõs. Paulo ficou sob a guarda de um centurião em Cesaréia. 3. o centurião o seus companheiros falaram em outras línguas.1-18 menciona Pedro diante dos ju­ deus cristãos em Jerusalém.1-10 men­ cionam um centurião que pndiu a Jesus que curassp sou serve». Cornélio era “piedoso e temenle a Deus".1). deificado depois «la morte. 9. ao informar que era <idadão romano. Maleus 8. ua tumultuada via«em marilima ate Roma (veja Júlio). Em 22. Em Aios 24. as­ sim como ele comandava seus soldados. cujo signi­ ficado era que nenhum alimento deveria era considerado "imundo". que se iniciou com a famí­ lia juliana. 11. Esse homem confiou em que Cristo podia dar ordens para curar. Nocap. 27. O apóstolo Paulo ocasinnalm enle refere-se a ele i orno Coftis.iuoi barreira para a comunhão com os judeus.391. Esse evento desompnniuni um grande papel oa transformação do cristianismo do uma seila exclusivamen­ te judaica para uma religião multirracial. om voz de Pedro 11 Co l 1 2 .23. por isso. À missão cristã entre os gentios linha definitivamente começado. dois centurióes evitaram que um plano para assassinar o apóstolo numa emboscada fosse levado a cabo.Em 2 3 . Todas essas ações servem «o interesso de Lucas era mostrar CÉSAR. 1. Matiíus enfatizou que gentios com lal fé substituiriam os israelitas incré­ dulos no Reino (Ml U. Um centurião destaca-se proemi* nentomente na narrativa da crucificação de Jesus.54. exento a circunci­ são. pois os hábitos alimentares dos gentios represen­ tavam a rp. Simultaneamente. o quaJ tinha uma mensa­ gem para ele. 4. c. 11.25. CEN TU RI ÓE S . 0 que poderia significar que yuardava toda a lei de Moisés. esle "somou dois mais dois": alimentos puros para pessoas puras (Al lo > 2 ). H apóstolo reconheceu o fato como um sinal de que tinham crido e do derramamenlo do Espírito Santo. evitaram que Paulo tosse açoitado. Em Aios vários centurióes são ci­ tados tios relatos sobre as prisões e os julgamentos de Paulo. No meio do sermão. O César mais famoso foi Caio 111 .5). Em todo o rap.5-13 e Lucas 7. Mc 15. como os romanos duram proteção legai ao cristianismo naqueles primeiros anos. Talvez o mais famoso o importante centurião na Bíblia seja Cornélio. AsStm. um centurião do Regimento Im­ perial (Corte Augusta = ■ 27.2). Deus concedeu a Pedro uma visão. Respousável pela crucificação de Crislo. o qual ficara pa­ ralítico.4. morreu.22.b .CÉSAR é geralmente citado como Pedro (Potros é h tradução grega para Ceitis).1.47). ficou encarregado do apóstolo e de outros prisioneiros. eles ajudaram a salvar n apõslolo da turba em le-TUSaiem. Sua fé ocasionou um mdagre de curo. observou como Eh*. Eram comandantes mi­ litares romanos que tinham so b suas o t dens divisões de 100 soldados. Pedro pregou o Evangelho para Cornélio. pois amava a nação judai­ ca e ajudara a construir a sinagoga em Cafarnaum (Lc 7. provideuciou para que fossem battzndos nas águas. Nome de uma dinastia de lide­ res romanos. Certa vez. Ve|a Pedro. e exclamou: "Verdadeiramente este eru Fi­ lho de Deus" (Mt 27. Lucas enfatiza que o homem era digno da aju­ da dc Cristo.32.26. o título "Filho de Deus" naturalmente releria-se a um ho­ mem justo. 2. chamado Júlio. Para um pagão. Quando os enviados de Cornélio Chegaram até onde o apóstolo eslava hospedado em Jope.5). ou "'Na verdade esle homem era justo" (Lc 23. 21. para lahudesse assunto. Aios 10 conta a história de sua conversão e o cap.1 7 -2 3 .

no quid o Se­ nhor tocou o coração dele de loi maneira que determinou a reconstrução do Templo de Jerusalém e a volta de todos os ju­ deus que estivessem dispersos pelo impé­ rio e desejassem retornar a Cidade Santa.38.. dizen­ do-lhe que não tivesse medo (At 27. Mc 12.l7 ). não sa­ bemos. imi. porque era um governante magnânimo. “tonto judeus t omo gregos. Deus é absolutamente soberano e os demónios só operam quando recebem sua permissão. Ciro fl. IJin anjo do Senhor.lfi. para cumprir sua pala­ vra. O que entendemos.15).1 -3).11-14). No evento narrado em Aios 19. para ajudar nas atividades locais (2 Cr 36. o após­ t o l o ja sabia de cristãos que faziam parte "dn casa de César" (Fp 4. o que em si já seria suficiente pai a deixar qualquer pessoa temerosa. mas vós quem soisT’ (v. Isso é visto espe­ cialmente no relato bíblico. etc.21: 28. Muitas pessoas que se converte­ ram levaram seus livros de artes mágicas para serem queimados em público.22.23. de que lesus se opunha a César.130 a. e o nome do Senhor lesus era eagrandecido” (v. Esse incidente demonstra uma verdade que é ensinada em toda a Bíblia. sob a vontade soberana de Deus. ou pelo menos o prenderem. Provavelmen­ te era Tíbério quem os discípulos dos fariseus tinham em mente quando per­ guntaram u Jesils se « th certo pagar im­ postos a César (Mt 22. depois de permanecerem 70 anos no exílio. espancou-os e deixou-os quase mortos. 1 . o Grande.11. depois do vencer os babilónios.C.12. num eslágio relati­ vamente recente da vida da Igreja. Não liã dúvida de que. subjugou-os. por parte dos lideres religiosos.). CIRO.12. a fira de ser julgado lAl 2 5 . O poder do Seuhur Jesus ex­ cede qualquer fonte do autoridade alter­ nativa |Rm 8. Paulo apelou pura César e íoi levado a Roma.21.15). e bein sei quem é Paulo. Como resultado desse episódio. 17.G - CEVA. ora uma política determinada para forçar os romanos a maládo. caiu te­ mor sobre todos os que habitavam em Éleso.C. o Grande.CEVA Júlio César (102-44 a. Ed 1. O Império Persa fundado por ele. Ciro era muito considerado pelos povos que dominou. na lentativu de expelir demónios era nome de Jesus.. s e u . De UGúrdo com Esdras. como testemunho do compromisso que assu­ miram com o Senhor.. Otávio íoi spu herdeiro adotado (não teve filhos legíti­ mos).. contudo. Quando perseguido pelos judeus e julgado diante do seus tribunais.22). falou com Paulo. H. pois desafiar César era opor-se ao Império Ro mano (Jo 19. rei da Pérsia em 559 a 530 a. ou seja. contudo. é que Paulo levou o Evangelho ao coração do Império b ao próprio imperador (2 Tm 4 . O César na época do julgamento do apóstolo provavelmente era Nero. asse processo foi iniciado pelo Senhor no coração de Ciro. Mencionado somente em A los 19. ou mesmo parenles de César. Nesse mo­ mento o homem possesso de demónio sal­ tou sobre os filhos de Ceva. 1 e Tíbério César em 3 .8. o minado ilu­ minado de Ciro foi usada para levar os Israelitas de volta à sua temi natal. César Augusto é citado um Lacas 2 .17). A sugestão.).14. É digno de nota que. Ceva era utn sumo saeerdole ju­ deu. P.39).17.321. embora não haja nenhum registro de que ele próprio tenha sido sumo sa­ cerdote.24J.DíG v o qual voltou-se paia eles e disse: "Co­ nheço a Jesus. que depois o acusaram de sedição contra o Irnpério Romano (Lc 23. o invadiu e subjugou em . dita por meio do profeta leremias (Jr 15. s filhos tentaram expeln um demónio. continuou por quase 200 anos ate que Ale­ xandre. pai de sete filhos que viajavam pela região de Éfeso. Ele prova­ velmente pertenceu a umu família sacer­ dotal. Se oram es­ cravos ou pessoas de posição mais eleva­ da. Mão está claro como Ciro soube o que estava escrito a seu respeito uas Escritu­ 112 . A resposta de Cristo foi dollíioradaniente distorcida por seus oponentes.2).C.

Cláudio é citado duas vezes no NT. Esta pessoa le­ ria trazido à atenção do imperador as pro­ fecias a seu respp. Herodes Agripa. o retomo dos israelitas a Jmisalém e o começo da reconstrução do Templo são recontados nm Esdras (Ed 3. por «xemplo. Aquela mensagtfm era notável noconIr. desenvol­ veu uma política mais aberta paia com as diferentes religiões dos povos do im­ pério. Tai vez faiasse grego e inicial rui *. por ser identificada como Cláudia Q u in tilh a. permitiu que o apóstolo se dirigis­ se à multidão. Embora ele fosse lavorável aos judeus em qualquer oulro lugaT.CLÁUDIO ras.1). 1.Senhor inclusive diz sobre Ciro.2 1 : 0.28:10.ilo uo livro do Isaias. 6.É provável que sua política ilu­ minada na administração de um império tão vasto significasse que tinha respeito pelas diferentes Convicções religiosas dos povos sob seu domínio: contudo. Lucas eslabeleceu o i iimprimenlo histórico da profecia de Agabo sobre um lempo de severa fome no mun­ do romano. para a proteçáo o restabelecimento do seu povo.arta da prisão em Roma e menciona Pudente.). comandante do destacamento de Jerusa­ lém na época da prisão de Paulo (At 23.8). O ápósrtolo escroveu esta c. ao or­ denar que lossem dados donativos a quem retornasse p que fossem desenvolvidos os tesouros do Templo retirados quando Je­ rusalém foi saqueada (Ed 1-7. C L Á UD IA . que o nomeara cônsul Caligula ofendeu profundamente os judeus.28.l Deus o chama de seu "ungido". seria esposa de Cláudio Pudenle. não muito louge do Roma. até o momento em que este falou sobre sua com issão de pregar o Evangelho aos gentios e a m ultidão enfurecida pediu sua morte. pois olhava para a frenle. Ainda mais notável é o falo de que Ciro encorajou o trabalho. foi nomeado govuruador de uma grande área.mdi).3. parece que o grande número deles em Roma causara problemas e.O. no fin<d da segunda cartu rJL o apóstolo a esse discípulo (2 Tm 4. pronunciadas pelo menos 150 anos an­ tes. 2. ou foram expulsos ou proibidos de se reunir.3. Cilada entre os amigos de Paulo.G. en­ quanto Paulo a Linha por direilo de nas­ cimento.26).nte parecia não saber nada sobre a disputa entre Paulo e os judeus (At 21. o qual Ele usaria para reconstruir a cidade de Jerusalém e o Templo Iv. sa de Pudente É altamente debatido se ela. Cláudio Lísias. O casal ti­ nha chegado recentemente de Roma. O .28 ) Era Isaía* 4õ.14). que enviam saudações a Timóteo. ' È meu pastor. Quarto imperador roma­ no |41 a 54 d.34-38): con­ tudo. Na conver­ sa que se seguiu. por­ que ‘'Cláudio tinha mandado quo todos os judeus saíssem de Roma”. Os detalhes sobre o decreto de Ciro. Foi sucessor do Caligula. sua che­ gada ao poder naquele momento particu­ lar da História foi sujeita a autoridade de Deus e lal política loi concnbida dentro dos propósitos do Senhor. Em Atos 18. 113 .C.. ao citar que o fato ocormu durante o reinado de Cláudio.2 Iomos sobre o encontro de Pa ui o com Priscila e Aquila. em retribuição aos seus favores. o fim do exílio babilónico. oqual erigiu um monumento em memória do filho.C. contudo. pois mandou colocar uma estátua dele no Templo de Jerusalém Cláudio. Provavelmente Cláudia oro a espo­ CLÁUDIO. Há pouca indicação de que Ciro real­ mente tenha-se tornado um seguidor de Yahwih. e cumprira tudo o que me apraz” (Js 44. em Corinto.21). Lino e “lodos os irmáos".7: 4. Em Atos 11. L317. Cláudio revelou ler comprada sua cidadania romana. em 49 d.5: 5. tribuno romano. P. Depois da prisão do apóstolo. como lambém envia suas sauda­ ções.l3|. Muilos sugerem que eln provavel­ mente ouviu a mensagem por meia do Daniel ou do alguém coma èle: urua pes­ soa que ocupava urna elevada posiçáo 110 império e portanto linha acesso ao rei (veja Dn 1 .

Es­ peravam que |eauí. Marido rleMaria. Durante os anos de peregrina- 114 . A necessidade de Crislo. mas não espera­ vam que morresse daquela maneira. porém provavelmente pensavam mais era termos da libertação do domínio romano. Posteriormente o apósto­ lo Paulo disse que nada sabia “senão a |esus Cristo. Um dos equí­ vocos modernos rnuis comum quanto u fé crislã. ale­ gavam que seguiam diferentes lideres da igreja. por intermédio de seus qua­ tro lilhos. encontrou uo caminlio de Emaús. "grama verde'*). Um cristão de Filipos. Èx 6. CLOPAS. Segundo lilho de Levi e nelo de Jacó (Gn 46. Sem dúvida. Inicialmente os dois ficaram surpresos por aquele homem nada saber sobre os recenies aconreeimenlos em Jerusalem. Aqueles discípu­ los etetivãmente ouviram um dos majo­ re:. Cloé informou que bavia contenda entre os coríntios. tia de |esus (Jo Í'J. Nm . Era um dos cooperadoras de Paulo b.sermões i|ue alguém poderia desejar. é sobre a importância do An li­ go Testamento para informar aos cristãos sobre Jesus e seu sacrifício na cruz. onde lesus fora crucificado. ao desuw er como ludo o uue m acontecera nos dias anteriores era o cumpri­ mento necessário delas. ci­ tado somente em Filipeoses 4. em Cesarêia. para mostrar que realmente era necessário que o Cristo (o Messias) sofresse e morresse (Lc 24.25). CLEOPAS. Fornou-so progenitor de vários clãs. Tinham-uo considerado "profeta. p. que foi uma das mulheres que estivaram presentes na crucificação de Cristo. assim. repleto de teologia bíblica. Jesus enJtno mostrou-lhes as Escritu­ ras. tanto dentro como fora do cris­ tianismo.Cnòmio) e os profetas.2). para assim formar ''panelinhas’’ e até mesmo causar divisões. redimi-lo dos seus pecados. Cer­ tamente bavia muitas mulheres ricas uo Império Romano que tinham seus negó­ cios e seus próprios empregados. poderoso era obras e palavras diante de Deus e de todo o povo" (v. CLEME NTE.g. A carta que escreveu ao represen­ tante romano (Al 23.10. Citado somenie em Lucas 24.16. Em Lucas 24 19-2 1 revelaram seu enlendimento limitado sobre Cristo. 1 Cr 6 .26-30) era sincera e indicava sou desejo de ver n justiça feita de maneira apropriada.19). CO ATE.57. vir e morrer por seu povo e. fosse o Redentor do Israel. o Messiiis. foi um dos dois discípulos com os quais Jesus falou depois de sua ressur­ reição.17' 26. ajudara d c >estabelecimento dn igre­ ja eni FIlípos. tor­ nou-se a pedra fundamental do crislianisruo clássico. 1 . Jesus mudou deliberadamente a* expectativas deles e mostrou que seu pa­ pel messiânico eslava rle acordo com as Escrituras» embora talvez não eslivesse de conformidade com o enlendimento teológico corrente.o. Qunndo laJou para os jurlmis fiéis. Membros ria família dessa mulher levaram imurniuções a Pdulo sobre a situação da igreja em Corinto |I Co j 1 1 1 . e esto crucificado" (1 Ço 2.2527). ú Filho de Deus cilou a Lei (Génesis u Deulero- CLOÉ (Heb. Ela provavelmente era crislã e enviou um de seus escravos ou empregados para falar com Paulo.'1. Pare<e que estavam preocupa­ dos com a posição social: portanto. Sem duvida tinham pouco mais do que uma vága idéia do que exalamente isso significaria. 16).3. peloque Cláudio resolveu mandâ-lo sob guarda paro ser julgado pelo governador Ftèlix.U . quando os. Nada é co­ nhecido sobre a própria Cloé. foi isso que Cléopas aprendeu naquele dia. Essa figura do Messias morrendo por seu pervo não era a que os judeus espera­ vam. Es­ ses discípulos pareciam muito desapon­ tados. jio que pa­ rece. i*«.CLEMENTE alguns judiãisplanejaram muté-lo. A crucificação é a base da redenção e do perdão.

2. Viveu uo tempo do roi Zedequias (Jr 29.idos ao lemplo.58.22. os presentes e os dízimos eram Lra/.18. 12-20). Foi condenado por Jeremias. 1.12). Lpvila (sem dúvida uni descenden­ te du pessoa citada nu item 1 ) que. 2. 1. o qual se lornou líder de um clã em sua tribo (Ex U. COLAÍAS.3. Ancestral de Maaséias.38. autoridade esta ou­ torgada por Deus.U. dez cidades loram dadas aos coatitas.21).7). 12-141. Junto com Datã e Abirão. 15. E interessante notara profusão e a abundância das alertas que furam trazidas ao Templo em ambos os aviva mentos.27-32.2. da musa e de vários outros artigos utilizados na ministração no san­ tuário ÍÈx 6. depois do exílio (Ne 11. 23.G. Seus líderes eram responsáveis pelo cui­ dado da Arca.15). junta­ m ente com seus irm ãos Sem aías.5. pertencente1 * a tribo de Rubem e mais 250 uulros líderes da comunidade rlè Israel.24: 1 Cr 6.Coate serviram ao Senhor no trabalho do Thbcraáculo du­ rante os dias de Davi quando os vários descendentes de Levi foram divididos de acordo com as famílias principais para servirem no Santuário e mais tarde no Templo (1 Cr 23.CORÉ. 2 . São mencio­ nados novamente no serviço do Ttemplo □os dius dos reis Salomão e Ezequias (2 Cr 29. oca­ sião em que armazéns especiais foram construídos e uma equipe de homens foi indicada para organizar as doações. Coiianias era o líder desse grupo 12 Cr 31. Nos dia:> de Josué. Levita que supervisou as ofertas levadas ao Templo durante o rei­ nado do Ezequias.9). Dn Iribo de Benjamim. um dos des­ cendentes de Judá que se estabeleceram em Inrusalém. as ofertas. juntamente com as pastagens ao redor (Js 23.121. uelo de Levi (Êx 6. 1. Seu irmão Simei o ajudou nesta tarefa. Nm 3. realizou um trabalho bem semelhanie na epoca do rei Josias. PJ3. □ qual repa­ rou a Porta da Fonte durante o reconstru­ ção ilos mUros de Jerusalém.12. Nalannel e uulros lideres. depois de tê-los tirado de uma terra U que mana leite e mui” (o Egito) para loválos àquele deserto (vv. após o re­ tomo do exílio |Ne 3. Os W itas argumentaram que lodo o povo de Deus era santo. 26. Pai do Acalm.13). O principal motivo da revolta deles contra os líderes escolhidos pelo Senhotr baseava-se na inveja do poder que os dois tinham sobre o povo. durante a celebração da grande Páscoa (2 Cr 35. chamado Coré. LÍDER DE UM CLÀ çAo no deserlo. de Judá. COL-HOZE. I Im dos des< nndente-s d'5 Coate. assim.12: 34. I Cr 6.18.2 ). CONAN1AS. o lalso profeta que ronstanl emente tentava promover uma mensagem popular de boas novas para o povo Judeu.7). os coatitas eram "respon­ sáveis pelo cuidado do santuário" e fica­ vam aiarnpados ao sul du Hibrírnáculo. Coré (também chamado de Corá) liderou uma insurreição contra Moisés e Arão |Nm 1 6 . 115 . íez parte de uma rebelião contra Moisés |Nm 1 GJ.20-26). LÍDER DE UM CLÃ O Coré mais conhecido na Bíblia era o filho de Jizar. Como resul­ tado do extraordinário aviva men 10 duran­ te seu governo. CORÉ.Pai de Salurn. Provavehneule rèa mesma pessoa mencio­ nada no ilem 1 . Não gostavam de que somente Arão e seus filhos fossem autoriza­ dos a queimai incenso uo Taberuaculo.211. 1 . Também nno estavam contentes com a poder concentrado s o b r e Moisés o objetaram contra a maneira pela qual totalmente se assenhoreou deles".22). Descen­ dentes posteriores de.5). a separação de Arão o sua família para esta tarefa particular não parecia justa íw. é mencionado como o pai do Pedtuas (Ne 11.

Mais tarde. Moisés chamou os familiares daqueles bomen. A» tareias dos des­ cendentes dp Coré envolviam a função de "porteiros” no Tabernáculo e posterior­ mente no Templo (1 Cr 9.37.19). porém. para que o Senhor mostrasse quem era sou escolhido (Nm 16. Quando o povo assim procedeu. Deu» deu ordeoi aos israelitas para que se afastassem das ti-ndas de Coré. sobre o perigo da oposição ou rebelião contra os ungidos de Deus. 85. 44 a 49. algo totalmente estranha acontecesse. o povo aproximou-se dele mediante o sacriliCio. a mão misericordiosa dn Deus foi estendida. entretanto. as várias lunçóes sacerdotais foram detalhadas e distribuí­ das com maior clareza. Douk disse a Moisés e Arão que se colocassem de lado. Se. Foram realizados holocaustos e interces­ sões da maneira prescrita por Deus. então os israelitas enten­ deriam que os tais haviam*se rebolado contra o Senhor. o bronze daqueles ohjetos íoi utilizado para cobrir o altar e serviu para lembrar a todos que somente Arão e seus filhos podiam quoimar incen­ so diante do Senhor |Nm 16.19). onde a “glória do Senhor apareceu a Ioda a con­ gregado” (v. a Bíblia deixa claro que nem todos os seus descendentes foram sepultado» vivos naquete dia (Nm 2(5.700 pessoas morressem (w. mas os demais levitas receberam áreas específicas de responsabilidade (Nm 17 o 18).s para fora de suas tendas e enfatizou para o povo quo aquela demonstração não era idéia dele. A rebelião de Coré tornou-se notória e permaneceu como um alerta.31-40). Disse que. disse que levassem seus incensários e os acendessem. O lugar de Arão foi estabelecido. LÍDER DE UM CLÁ Moisés dispôs-se a consultar a Deus sobre esta questão. A tragédia da rebelião de Coré indica claramente a santidade e a misericórdia de Deus. Por intermédio de Moisés. a lirn de poupar do juízo milhares de pessoas que men'a iam a m o r t e devido à rebelião. ao convocar todos os levitas na manliã seguinte. pois Ele iria destruir todo o acampamento. i s t o é. 116 . Devido à bondade da Senhor.19. se aquelas famí­ lias vivessem ainda muitos anos.. já uo dia seguin­ te ú povo voltou a murmurar contra Moisés e Arão. veja as introduções dos salmos 42. A despeito disto. dosta voz culpando-os pela morte dos rebeldes Novamente M n glória do Senhor" apareceu e Deus enviou uma praga uo meio deles. Portanto.-m a s leis n seus juízos. consumiu os 250 líoraens com seus incensários e ioda a congregação fugiu da local. feilas por Arão. porém.20-24).41-50). 26. Mais tarde. simplesmente demonstra a falta do fé nos caminhos determinados pelo Senlior e sua rebeldia contra Ele. Dat/i e Ahirão esta* vam totahneute rebelados o recusaram-se a comparecer. 87 e 00). Como resultado desta rebelião e da preocupação manifestada com relação às obrigações dos levitas.11). se a terra se abrisse e engo­ lisse os rebeldes.4-7). Caiu fogo do céu. para as futu­ ras gerações dos israelitas.10. então ele realmente nao era o escolhido de Deus. . mas não simplesmente qualquer sacrifício. Quando. intercederam e impediram o juízo do Senlior sobre torlo o povo. que salvou o povo. demonstrou sua obediência o fé no Senlior e experimentou sua infinita misericórdia uo trato com o pecado de rebelião. Coré e seus companheiros colòcarum-se diante da Tabemácúlo. Os dois irmãos. porque Arão e Moisés assumiram suas posi­ ções. entretanto. seus familiares e todos os seus pertences. 84. A terra se abriu e todos os rebeldes e seus familiares loram engolidos vivos. como castigo péla constante rèbeliâo. Apesar de t udo o quo aconteceu. Outra vez. foi a intercessão e a alerta do um sacrifício expiatório.CORK. Seus descendentes também se tornaram exce­ lentes cantores e músicos sacros fl Cr 6. mas uão antes que 14. Intercederam em favoi do povo e o sumo sacerdote ofereceu sacrifício de expi­ ação por eles. Datá e Abirão (vv. algueni julga que pode chegar a Deus à sua pró­ pria maneira.

Centurião do Regimento Italiano. delerminado a vingar o Senhor e evitar ainda maior juízo. "calvo"). já no final de seu ministério. como Dernas. os bomens envolvenunse com mulheres estrangeiros. I Podia 3. 1 Cr 1. neto de Alão. se quisessem permanecer fiéis a aliança e ao relacionamento com Deus. era vita). veja Centunúo. líder de um c/õ. poi uma razãoou outra.G. A de lesa du santidade dos israelitas e sua separação dos outros povos para o serviço exclusivo do Senhor era a própria essência do chamado deles como nução. C O S B I . embora sem pecado. C O R N ÉL IO .5. 5. paru levar-nos a Deus". “Baal de Peor". p . COZ.61. foi dei­ xado completamente sozinho para en1'rentar seu primeiro julgamento. Encontrara-se com o apóstolo.9. conforme está registrado em Atos 1 0 . Para mais detalhes. após o povo se voltar verdadeiramente paia a adoração.at. o qual morreu. 1 . COSÃ.28). foram seduzidos a afastarse da fé pelo materialismo. Isso significa que várias gerações foram omitidas ( l Cr 2 0 . Era Filho de Elniadã e pai do Adi.14). Midíanlla. CORÉ (Heb. pois trouxe Cosbi consigo para o ui limpa­ mento israelita.35J. q® 4. Paulo descre­ ve como. Veja Coré.D. Líder ed omita. de 2 Timóteo.43).1S). Era amigo de Paulo. "crescendo”| . era neto fie Esaú e sua esposa Ada (mulher r. 2. onde matau os dois (Nm 25). A preservação de tal santidade. exatomente "enquanto eles chtjrav&rn diante da tenda du congregação' iNm 25. Provavelmente participaram do ritual da rerfcllldade com elas. filha de um chefe tribal chamado Zur (Nm 25.18). prefigura u obra dp Cristo rm rruz. Nasceu em Canaã (Gn 3(5. Os uoraílas eram “porteiros" no Tabernáculo it depois ao Templo. Outro porteiro. Coré é descrito como a pai de Sulum. é listado como uni dos filhos de Hola o poi de Anube e Zobeba (1 Cr 4. lam­ bém pertencente ao clã dos conotas. imi. filho de Imnn.14.101. 6 . l ilho de Saiu. a menos que Moisés matasse todas os que se envolveram em tais alividades. En­ quanto o povo de Israel estava acampado perlo de Sitim. do exercito romano Foi o pri­ meiro gpotjo a se converter. É interessante nolar que. pois Números 25. Da Lribo de Judá. Finéias. agravou ainda mais o mal. que foi sacerdote nus dias do rei Davi (1 Cr 9.1 11 .2 diz que eles foram convidados para ofe­ recer sacrifícios ao deus delas. O Senhor irou-se e prometeu castigá-los. No triste uap 4. registrada uo evange­ lho de Lucas (Lc 3.15.g . Zinri. Alguns.18 diz: “Pois Cristo padeceu unia única vez pelos pecados. ú justo pelos injustos. P. tornou-se um líder entre o povo edomilâ:. Era a responsável pnlo roçobimonta das ofer­ tas voluntárias do povo de Deus e a sua distribuição.18. imediatamente pegou uma lança e seguiu Zinri o Cosbi até a temia deles. d .Cr 31.26) 4.1 ). no lugar do pecador. coutribui alegremente paru a obra do Se­ nhor (veja também 2 Cr 34. 3. entre- 117 . Um dos descendentes de Coré.anonita |o filho do Elifnz (Gn 35.CRESCENTE Ta] sacerdócio. F ilh o de Esaú e sua esposa Oolibuma. O apóstolo. enquanto ele esteve preso em Roma. portanto.8). Paulo diz sim plosm ente que C rescente foi para a Galada |2 Tní 4. um dos líderes da tribo de Shneáo. C R E S C E N T E (L. rias Escrituras. durante o avivamento ocor­ rido no reinado de Eaequias (2 .g. com as quais cometeram imoralidades sexuais. Líder nu tribo de Judá e lilho de Hebrom (1 Cr 2. Esta t itadonagenealogia que vai de Adão até Jesus.

i „ I^drfj (4.12. 11 tti dos lideres da sinagoga tím Corinto. nâí» íez a mesma aplicação generalizada sobre lodos os cretenses.C.20: lica claro que esle vocá­ bulo se espalhou e chegou às mais altas aunadas sociais. ainda «ra capaz du Insliíioar. derivado rio verbo que significa "ungir '.C . “Crispo. Assim. que os de fora usavam paru aborrecer os crentes. precisava dar louvores a Deus. Ele tazia re­ ferência a Epimenides. p d . jã que ser chamado des­ sa maneira identificava alguém com Je­ sus. unia grande ilha na cosia ria Grécia. fira evidente que «ste vocábulo era inici­ almente um termo pejorativo. que esle nome nunca signifi­ que mais do que tsso é perder a maior parte da mensagem do NT sobre o Filho de Deus. nu imiio de sua tristoza: ‘'Mas o Senlior me assistiu o me íortftlêceU" W-17). o apóstolo foi expulso |jnr oles. en­ tretanto.26 menciona que os membros da nova comunidade de cren­ tes em lesus loram chamados de ctislãos pela primeira vez em Antioquia. Esle vocábulo. mas.<11 . o Cristo. O apostolo posteriormente re­ feriu-se a essa primeira conversão em 1 Coríntios 1. como um meio de refe­ rir-se uus crentes. O nome “Cristo". O nome Cristo tem seu pano do fundo no AT. bestas ruins. tJ-R. C R I S T O iVeja o artigo principal em /esua e Senhor]. Atos 11. pelo contrário.16). quando os apóstolos rece­ beram o Espírito Santo e começaram a pregar. Pano de fundo. Depois de ' discu­ tir” regularmente com os judeus aos sá­ bados sobre a fé em Cristo. Aparen­ temente o nome era um apelido. muitos de­ les coutinuaium n ouvir.8). Nu contex­ to. Por essa razão havia m uitos uretenses em Jerusalém para a festn dn Pentecostes.CRETENSES lanlo.24.14. lorna-se u designação principal usada para o Filho de Deus 1127 vezes). creu no Senlior. por ser digno de re­ ceber esse nome (cf. O vocábulo grego [Cristos]. ventres preguiçosos".20. quando Paulo começou sua mis­ são ua cidade (Al ltí|. reverteu esse uso original e transformou o termo num em­ blema de honra. Um gran­ de número de judeus vivia ali. porém. loi ustulo para traduzir o lermo hebraico "m ashiach". que significa “o un­ gido”. de acordo com Atos 2(5. C R E T E N S E S .urno fura a in­ tenção de Epimeuides. um reflexo da rejeição do mundo a Je­ sus. Aparece duas vezes em Atos 111. coloca­ do sobre eles pelos muradores da cidade que não faziam parte do grupo. o termo “Cris­ to” indica que se tomou pouco mais do que um sobrenome para Jesus Supor. um crelense que tinba escrito isso em (>00 a. o apóstolo falava a Tito sobre seu tra­ balho entre as igrejas Dm Creta e alertava contra os enganadores. I Pedro indica que nin­ guém deveria envergonhar-se de sofrer como cristão. A Igte|a. 26 28) e uma 1 118 . no qual Deus fez com que as palavras dos apóstolos fossem ouvidas e entendidas por todos os pre­ sentes. Ele aplicou esse ditado a tais íalsos mestres: enirelanlo. juntamente com os genllos. desde 150 a. CRISTÃO. No entanto. principal da sinago­ ga. Viviam em Creia. Aios 2 . Claromente fies tfíSttfmun liaram um grande milagre. Horodus Agripa conhecia este termo. independentemente do dialeto nativo de cada um Em Tito 1. no restante do NT. com toda a sua casa” (At 18. Em algu­ mas passagens bíblicas. ê usado numerosas ve­ zes no NT O vocábulo combinado ‘l e ­ iais Cristo” ocorre upenus cinco vezes nos evungellios. na verdade. ê raro no Novo Testamento. c. 1 1 registra que cretenses e arabes ouviram “as m aravilhas de Deus” proclamadas «m sua própria lín­ gua. quando se refere a lesus. Al 4. Esle vorábulo no hebraico descre­ via dilerenles pessuus que foram ungidas (uormnlmonte com azeito) pura suas Ui- CRISPO. Paulo disse deles: "Os cretenses sán sempre mentirosos.

da linhagem de Davi. muitos |udeus alme|avam por um rei vitorioso. que viria e derrotaria os dominadores romanos.3 0 . os sacerdotes foram ungidos: o profotu Efiaou ío i “ungido” para seu trabalho (1 Rs 19. 1 1 1 . 16. O coro celestial Cantou sobre isso para os pas­ tores (Lc 2 .rislãos. por outro lado. dianlo da perseguição. o Filho de Davi. Mç 15. assim. Jesus não queria que seu papel e sua obra fossem confundidos com as idéias dos judeus nacionalistas sobre um Mes­ sias que viria como um rei guniroiro.26). o apóstolo chamou a si mesmo de “servo de Cristo Jesus" e en­ tão estabeleceu o ponio de que lesus era descendenle de Davi (v.42. em R o m o u o í i 1.29. E interessante notar que. Jo 7. Jesus.41.1(3.9. As expectativas Judaicas. As expecta­ tivas messiânicas nos dias de Cristo eram diversas. Jesus e o nome Cristo foi bem estabelecido. Os reis magos pprguntaram onde o "rei dos judeus" nasceria e Herodes então perguntou aos sacordntos onde havia do n ascer n "C risto" (Mt 2 2.1-4. 2. Outros. identificaram-no como o “Fi­ lho de D avi" (Mt 1 2 . é quase incon­ cebível que ele não pensasse espet. imediataniealr! apõs a confissão de Pedro nm Marcos 6. entretauto.Quando as pessoas virara Os mi­ lagres que Jesus operava a ouviram suas mensagens. centralizado na promessa que Deus fizera a Davi e seu cumpri men lo na pessoa de lesus (At 4.25.1 1).42). Todos. de alguma maneira. Por isso. mas o enlendimento que o pró­ prio |esus lin ha sobre sua m issão messiânica não se harmonizava com as ideias da época. provavelmente esporavam um moníuca que fosse sábio e demonstrasse a sabedo­ ria du Espírito de Deus sobre si.17.6.50: Dn 9.23: 2 Cr 0.25-27).l. etc. 1 J. etc. o Cristo.6). SI 2. frequentemente usou o lermo "Fi­ lho do hom em "ao reterlr-se a si mesmo — uma expressão que não linha lais pre­ tensões polílicas e que Ele podia preen­ cher com a mensagem de um Messias quo sofreria e morreria. Paraari que. reuniu o elemen­ to do pano dn fundo do AT. Mesmo Ciro.11. enOelanlo. tinham em comum a idéia de que o Messias faria um reino político.26.11. desde o s tem­ pos dns macabeus.37. como Salomão Outros insistiam na idéia de que ele introduziria os "úilimos dias".2 3 .3. veja lambém 2 T m 2. quainlo ouviram seu ensino e viram suas ohms. A oração dos (.]. Embora o AT raramente se refira ao rei vindouro. lesus.12.42. logo os seguidores de Jesus começaram u “ so­ mar dois mais dois". Talvez essa seja a razão por quo pareceu tão re­ lutante em usar Efe mesmo 0 nome “Cristcf (embora nunca tenha negado o titu­ lo). da estatura de Davi. Is 4 5 . como o "Messias".10: 26. esse elo entre Davi. Reconheceram Cristo comú alguém nascido na linha­ gem de Davi eque era realmente rei dos judeus" (Ml 1.13: 24. Saul e Devi Foram "ungidos" como a escolha de Deus para o reinado (1 Sm lli. Mesmo durante a vida do Filhu de Deus. foi considerado o ungido do Senhor" (nmshincb.35.9.22). P o r exemplo.16).29. em muilos contextos a expressão "o ungidi ■do Deus'' logo tornun-sn um sinónimo para O S reis |I Sm 16.2: 2 7 . Em Êxodo 26. 2 0 . porém. Cristo.ificamenie nesse pano de fundo em algu­ mas ocasiões quando s p referiu a “Cristo" ou "Cristo Jesus". interpretou o conceilD de Messias á sua própria maneira muito esperiaJ. quo deu u base principal para o uso He “Cristo" no NT.4). na qual disse a 119 .2: 18. o rei da Pérsia.J. 11ma das mais importantes declarações no NT sobre a ideiilidado de Jesus ó a de que Ele é o filbo esperado de Davi o herdeiro de seu trono: o Cristo |\lessías|. F<ii o con­ ceito da uoçáo dos reis.41. Outros profetas são chamados de "os tuigidos” (1 Cr 16. Nus escritos de Paulo. com o cres­ cimento do nniiouídismo. O próprio Cristo dirigiu seus pensamentos uossa direçáo (Mt 22.CRISTO refas. Ml 12.

Embora o nome "Cristo” oos poucos comer. 1 ). Deus permitia que fossem dominados por tais p o v o s .n. Pai de Etã nm levita do tila dos merari lus.44.. Jesus "então co­ meçou a ensinar-lhes que importava que o Filho do homem sofresse muitas coi­ sas. Um dos quatro li lhos de Cão. o qual viveu no lempo de Jeremias fji 36.3). Cilado na narrativa de Lucas CUSAÍAS. rei da Mesopotâmia. Procurador (administrador) dn Herodes. Et 1. CU XE 1. Otniel então tnrnou-se juiz em Israel e a terra ficou em paz por 40 anos.8 . Rei du Mesopotnmia durante o tempo dos Juizes. Seu filho Ninrode foi um poderoso guerreiro IGn 100-9. A fé cristã. 17. fttíjg. 1. p. As pessoas reconhe­ ceram-no gradualmente como o Messias.CU SALAS Jesus: "1U és o Cristo". Esse juiz era sobrinho de Calebe. “Veio sobre ele o Espírito do Senhor. Por oito anos o Senhor 120 . para que.1) Ele vivúu Da parle Sul de Canaã (Etiópia|. Eles adoravam os deuses daquelas nações e casavam com suas mulheres. Ix Z4. Assim. portanto. tosse morto e que depois de três dias res­ surgisse" (Mg 8. escritas uesse cântico.8-10). Deus levantou Otniel para livrá-los. CUSI. Em vários registros da Bíblia a opres­ são sobre Israr-I por outro povo ó enten­ dida como julgamento de Deus. pelos principais sacerdotes e pelos escribas.c. ficou claro que seu sofrimento era pnrle in tegran te do seu papel messiânico O único e verdadeiro Mes­ s i a s sofreu e morreu por seu povo. vivendo de acordo com ela. como Rei e Senlior. depois que Ele ressuscituu dentre os mortos. Dessa maneira. tosse rejeitado pelas anciãos. pudéssemos ser salvos (Is 53: Mc 10.«ido serupre um dos mais importantes princípios da iV < <rístã: que Jesu* cumpriu a s p r o m e s s a s do Se­ nhor no An ligo Testamento. mas. Seu antagonis­ mo pura com Davi motivou as reflexões dfJtsle sobre o Senhor. e o que conheceria o Espírito e u sabedo­ ria do Senhor om seu domínio e governo Como o próprio Jesus ensinava sobre essa sua missão. o juízo de Deus sobre seu povo sempre era cons­ trutivo em seu objelívo final. quando clamaram por ajuda. os quais loram listados como progenito­ res de diferentes tribos e povos.14). 15. como o filho de Jessé.171. devido á sua idolatria e íalla de l‘é ||'z 3. Quando isso acontecia. Çuxe ê tanto uma pessoa como uma nuçáo (cf. acima de ludo. Bisavô de Jeudi. eles experimen­ tavam a opressão e a falia de justiça das sociedades pagãs. fesus relutou em falar sobre si mes­ mo como o Messias ato que completasse a abra messiânico. Ele é o rei há muito tempo esperado* que governará sobre o trono de Davi para sempre. Benjamita. em bus­ ca de livramento. Ele mesmo Leve pelo menos seis tilhos. por meio da fé nele. 2. até que se arrependi­ am e se voltavam para o Senhor.45.3 I). e como essa missão foi confir­ mada em sua morte.asse a ter menos sentido do que o vocábulo lesus. à medida que testemunhavam suas paiavras e obras. contra o qual prevaleceu” |)z 3. cujo nome aparece na introdução do Salmo 7. permitiu que sofressem sob esta Opres­ são.101 . 2. 1 Ct 1 . os cristãos sabem que seu significado original e vital para o pleno entendimento da pessoa do Filho de Deus. saiu a peleja e o Se­ nhor entregou nas suus uxãos a CusãRisataim. o qual loi usa­ do por D e u s para truzer juízo subre os israelitas.. É provável que seja outro nome para Quisi II Cr 6. é o “ungido" de Deus. Pai do profeta Solo ui as u filho de Gedalias |Sf 1 . ressurreição o as­ censão. CUSÃ-RISAYAIM.10). CUZA..4<>: At : U 8 . devido ã idolutria Muitas vezes há o sentido de que n Senhor os entregou ao que eles re­ almente desejavam. Esse tem ..

CUZA 8. sua meução no toxto foi pura enfatizar que o grupo ora com­ posto por mulheres do famílias ricas. Nbs ven-õo» em português a palavra !jpdstvui^a é traduzida com o ‘‘paatugtins" tNnta du Troditter) .3. ou seu marido ora uru simpatizan­ te de Cristo: contudo. uma das mullieres que ajudavam no sustento df» fesus e seus doze disdpulos. Provavelmen­ te ela possuía certa independência finan­ ceira.dilar que apenas os pobres eram atraídos pelo ministério de Jesus. qu* « u m a v a r i a ç á o d o m a s m a ií o m e : ( N o t a d o T r a d u to r ). Certamente é uma ficção comum em nossOS dias ai.re. 1 E m l C t õ t i í ò i i s 2 .9 è c h a m a d o d e Q u a l u b a i . por ser marido de íoaua. “as quais o serviam coru ossous bons”.

S. D Â M A R I S . apôs demonstrar grande falia de caráter antoriomoiite. foi seduzido por ela ej ambos casaram-se.4).6-22).t2 ). vemos a narrati­ va da captura da Arca da Aliança pelos filisteus. Ela foi colocada no teínplo de Dogom. "juiz ou “julgamento”). em Asdode Na manhã seguiale os filisteus encontraram a imagem do dous caída diante da "arca do Senhor" (l Sm 5. Sansão. depois que os filLsLeus cap­ turaram Sansão.5. DALILA.7).34) U fato do seu nome ser um dos poucos citados indica que era uma dos "mulheres gregas de alia posição" |v.V. o rei Davi. furaram-lhe os olhos e o prenderam com correutes de bronze.17). DALFOM. Deus enviou grandes pragas contra eles. Uma das poucas pessoas convertidas por meio da pregação de Pau­ lo em Atenas (Al 17. onde a cabeça do rei Saul toi colocada. serva de Raquel (Gn 30. Linda mulher que vivia no vaie de Soreque. os atacou e derrotou repetidamente. cortaram-lhe as sete longas Iranças. Sansão pediu para ser colocado entre as duas colunas que sustentavam Ioda a construção. A essa altura. com a ajuda de Deus. "grão"). tanto pelas derrotas que sofriam nas batalhas como em açõcs simbólicas muito vívidas. levaram-no ao lemplo de Dagom. durante lodo o tempo em que a arca permaneceu em poder deles. E mencio­ nado pela primeira voz d o Bíblia em fuízus 16.2-121. pois acreditavam que este o ti­ nha entregue em suas mãos. para apoiar-se nelas. 10). Daliia fez com que ele lhe reve­ lasse o segredo de sua força descomunal e levou-o ao conhecimento dos filisteus. Um dos dez filhos de Hamã. no território dos filisteus. de derrubar as duas colunas: todo o templo ruiu . grande parle de sua força havia retornado e ele foi capaz.23.6 í De acor­ do com o relato sobre seu nascimento. O mais velho dos dois filhos que Jacó teve com TCila. Quando ele adorme­ ceu. de forma que muitos morreram. Várias vezes o Senhor aparece na Bí­ blia como o unico Deus verdadeiro e so­ berano. trouxeram a prisioneiro. Durante as celebrações diante desse deus. como a que ocorreu com a estátua de Dagom.10. e isso facilitou sua prisão | | z 16. Era uma das di­ vindades dos filisteus. estes o agarraram. em várias batalhas.4: 32. mortos pelos judeus em Susã fEt 9. 26-3U) (Veja também Sansão e juizes).2-1 2 . alado com correntos de bronze Nn meio da lesta.G. quando o seu ungido. mas não antes que o Senhor o usasse para desLrub milhares de filisteus (vv. Evidências da ado­ ração desse deus pagão são encontradas em numerosos textos autigos. Em I Samuel 5. Após usar seu po­ der de sedução e importuná-lo insisten­ temente. IMl. O que ela finalmente descobriu foi que a força de Sansão dependia do comprimen­ to de seu cabelo. A ormaililba fie Daliia causou a morle de Sansão. após sua derrota na batalha contra os íilisleus (1 Sm 31. agqra cego.D DAGOM (Heb. DÃ (Heb. e o Senhor demonstrou isso para os povos vizinhos.sobre ele e os lilisteus.0. Náo hó outros deuses (Dl fi. 1 Cr LU . 122 . inimigos do povo de Israel (Jz 16. ao cair por terra diante da Arca do Senlior. O mesmo aconteceu no dia seguinte. Eles logo experimentaram o julzo dn Deus. Hovla outro lemplo de Dagom em Bole-Seã.

17). v. até os incidentes (2 ) o it i exilado de luda. Sua mão ora Ahigyil tí ele cisa. 4. no cap. “meu juiz é Deus") Três cassez de informações sobre o próprio pessoas no Antigo Testamento são cliaDaniel. é a es­ DANIEL.JML os episódios ci tados em Daniel 7 são bem anteriores aos <itados rios capítulos 5 e f> . paia que o povo não subis­ se d Jerusalém (1 Rs 12. O fato mais uotável. nascido em Hebrom.. 2.DANIEL 4). juntamente com Betol. impérios babilónico e modo-persa. 1. “Julgou-mo Deitó” (Heb. é sua interpretação da secun­ Esdras. partindo do Livro que leva sen nome. uo AT: e eiu Mateus 24 15. Daniel. não ordenados cronologicamente em seus movimentos mais amplos. o exilado e profeta. (Hob. Era o segundo fi­ evenios deste registro de forma mais pre­ lho de Davi.C. ao profe­ rir sua bênção sobre os isiaelitas. ao referir-se a Dã como um “leãozinho: saltará de Basã" (Dt 33. filho de Davi. não foi muito generoso. via' jaram bem para n norte. Quando os dam tas não conseguiram ocupar u turra que receberam nu partilha de Canaã. Moisés. Novas evidências históricas. no final dos tem­ pos (Ap 7.1Raquel comemorou o evento declarando. e citado ape­da visão do rei Nahucodouosor. 123 . ll. em muitos setores da teologia. o Medo. entretanto.l).22). também. em 2 Samuel 3. que se tornuu um datados em Daniei 5 a 10 (por volta de oficiai do alto escalão nos gavoraos das 553-530 a.1. bem O único evento registrado em que como proleta do Deu*. hã uma consideração re* novada na viabilidade das profecias bíblicas diante dos íalos. foi mais tarde escolhida pelo rei Jeroboão como sede de seu novo centro de adoração. no NT. Talvez por esse motivo não seja mencionada no li­ vro de Apocalipse. e (3J um líder juDaniel é visto. na distribuição das terras entro as tribos. Parece que também era chamado de Quileabe. é um grande desafio. pois este é o nome dado ao Se­ gundo filho do Davi e Abigail. entretanto. Ao abençoar os filhos no lei lo de mor­ te. por exemplo. O texto dosonvolve-se em tópicos. f/on&nm). Jacó disse: "Dã julgara o seu povo" Fa­ lou também que “Dã será serpente junto ao caminho" (Gu 49. mus € \ Iribo que recebeu seu nome é mencionada com frequencia. A reconstrução da sequência dos fa­ tos tu» vida de Daniel. Não é possível estabelecer a data dos nas em J Crónicas 3. bem como o estudo mais aprofundado. l i J Um filho de rei Davi: tes de fiOO a. Daniel. Dã. sabe-se apenas quo foi em alguma nascevi durante os sele anos e meio em époi a antes do final do reinado de que seu pai reinou em Hebrom 1 1 Clr 3. quando tinha de 2 0 a 25 anos (an­ madns de Daniel.5-fl).16. Hã tam­ bém u possibilidade de que seja o mesmo nome mencionado no livro de Ezequiel. principalmente quanto à própria existên­ cia de personagens como Belssazar e Dario.3. Na último parte do século XIX houve considerável ceticismo com respeito aos aspectos históricos da vida de Daniel. onde estabeleceram um cul­ to idólatra (Jz 18). a maioria das vezes de forma negativa. derrotaram e expulsaram a população He Laís r s r fi­ xaram ali (próximos da moderna cidade de TelJ Dã).). é cita­ do apenas no Livro de Daniel (tanto nas parles em hebraico como nm aramaico). reforçaram a exatidáo his­ tórica do livro. "por isso lhe chamou Dã ' O nome expressou assim tuna situação particular na vida dn Raquel emais tarde também serviu de tes­ temunho do favor (te Deus quunlo o sua esterilidade. Dã náo é mHis cilado individualmen­ te.25». Além disso.C. durante o período agitado dou quo retornou da Babilónia com de 50 anos. a tendência de menosprezar a possibilidade da previsão profética sobrenatural contribuiu imensamente para uma notável hesitação sobre a confiabilida de do retraio bíblico de Daniel.

como lambém a "todos os magos e encantadores que bavia em lodo o reino'* (v. 12. Isso poderia indicai que o profeta ainda viveria por mais al­ gum lempo.19). As matérias estudadas sáo citadas em Daniel 1.C. pelo qual passavam as que enLravam paru o serviço do rei Nahncodonosor (Dn 1.. a não ser que estava entre os (Dn 1 . 2 0 ).4) Como o império Babilónico caiu diante da aliança medo-persa. amplia o quadro e Inclui "cultura e s a b e d o ria a fim de abranger também "todas as visões" e “todos os sonhos*’. conludo. Por não ler acompanhado a primeira leva do exi­ lados judeus que retornaram "no primei­ ro ano de Ciro" (Ed 1 . O nome náo é simplesmente a forma babilónica para Daniel e incorpora especificam ente o nome de uma divindade pagã.5). O último avento datado no livm de Daniel ò a revelação dada ao profeta "uo terceiro ano de Ciro. o que era compreensível. O locaJ e a data tanto do nascimento como da morle de Daniel não sáo <ilados expUcitamrmtfi nas Escrituras. indo o que se sabe de um período de quase meio século da vida de Daniel é a infor­ mação reduzida proporcionada par esse ca pí fulo.4 como as letras o a língua dos caldeus O v. Assim. 1 ). por isso. em 562 a. parece que Daniel morreu na Pérsia. seu sentimento com relação à trágica queda de Judá e o exílio na Babilónia seria ainda maior. embora conheçamos bem seu rigor e sua amplitude Ele e seus companheiros foram treinados entre os melhores e mais brilhantes jovens do império (Du 1. prova­ ram ser muito superioras não somente aos nulros estudantes (1. Capacitados por Deus (Dn 1.3).4).13). que signjfica algo como "Bei (um deus babilónico) protege sua vida". 1 ). considera­ dos como um ano completo na contagem tio lempo daquela cultural havia um exa­ me oral feilo por Nabucodonosor.2 ] ocasião em que esle jovem foi levado para a Babilónia (Dn L. 17. entretan­ to. o último rei piedoso que governou judá (040 a 609 a C : 2 Cr 34 b 35). em lugar do Deus dos judeus (o sufixo “El"). e passou assim 70 anos (ou mais) de sua vida longe de sua terra natal.C. parece que o novo nome fazia parte de uma orientação sistemático para que os estu­ dantes abraçassem completamente lodos os aspectos da nova sociedade da qual la* ziam parie.6 ) da "linhagem real e dos nobres" (Dn 1. Desde que este livro enfoca a invasão inicial de Je­ rusalém por Nabucodonosor (Dn 1 . pode ter sido de grande valia nas posições que ocupou mais lanle no go­ verno da Babilónia e da Pérsia..3-6).C. Assim. pro­ vavelmente ale passou dos 00. até sua morte. se a invasão aconteceu w ru 605 a. 1 . é quase certo que Daniel viveu bem mais de H0 anos. recebeu o nome babilónico (assim como acoiUec-eu com seus companheiros) de Bellessazar (v. um ser celestial (12. isso significaria que o último evento cronoló­ gico no Iív to de Daniel aconteceu em 537 e 536 a.171. Não é possível determinar mais ne­ nhum dado específico sobro os antoce* dentes familiares de Daniel.7). entretanto. No final da profecia. Náo se sabe com clareza qual a plena natureza do processo educacional no qual Daniel ío i colocado ao chegar à Babilónio.. rei da Pérsia" (Dn 1 0 . Sua ex­ periência anterior em tais círculos. pela metade do reinado de Josias. Isso colocaria a data de seu nascimento por volta de fi25 a 620 a. Quando Daniel iniciou o estudo de três anos. no qual a sabedoria e o enlendimento eram me* 124 . quando foi colocado na ca­ tegoria de "jovom" que serio educado (Dn 14). ãs margens do rio Tigre (Dn 10. provavelmente tivesse entre 15 e 20 anos de idade.C. em 539 a. Se ele passou os anos de sua infância na presença da cor­ te real em Jerusalém.DANIEL Nabucodonosor. No final dos três ár­ duos anos dp treinamento (o primeiro e o último poderiam ser frações. ê muito provável que lenha nascido tí crescido em Jerusalem Alem disso.C.7) disse a Daniel: “vai-te até que chegue o fim" (isto é.

4 começa com Nabucodonosor apa­ rentemente uo auge de seu poder. em vez dp um houornvel sábio que já se encontrava a serviço do rei |Dn 1. que ordenava a exe­ cução de “todos os sábios da BabUõnia" (Dn 2. Se o entendi­ mento íjoumm do que "um lempo" era uma estação anual de colheila estiver correto.20). 23.1 1 ). entretanto.20 (consideran­ do-os dez vezes mais doutos do que to­ dos os magos e encantadores) e a descri­ ção do proleta como meramenle "um den­ tre os filhos dos cativos de Judá” (Dn 2 .33). Daniel e seus com­ panheiros entraram em cena. O significado dos “sete tempos" não eslá claro. embora resulte na c o n c l u s ã o de que Daniel foi nomeado para um alio corgo por Nabucodonosor.9-27).DANIEL (lirlos e comparados com “lodns as ma­ gas e eurantadores" quo já «atavam a ser­ viço do roi (Dn 1 . citados no v. em lugar de glori­ ficar o Deus verdadeiro (Dn 4. É extremamenle difícil determinar quando esse incidente aconteceu na vidn de Daniel Por um lado. 28-32). 5.12). a referência ao segundo ana dn reinad o de Nabucodonosor (Dn 2. antes mesmo de completar seu período fie treinamento (Dn 2. 48.17). e é chamado de “chafo dos magos" |Dn 4. Arioque. a forma com o o Império Babilónico loi governado durante n perío­ do em que o Tei permaneceu mentalmente incapacitado é ainda mais obscura! A expressão “sele tempos" pode simples­ mente referir-se a um período indefinido ou significar a um ciclo do calendário. Os eventos quo se seguem inferem que o ca­ pítulo também registra a elevada influ­ encia de Daniel no governo. Daniel 2 funcionaria como um tipo de retrospectiva. Esse enlendimento é levemente preferí­ vel . Depois que o proleta interpreia uma visão que adverte severamente o rei sobre as consequências de sua auto-oxaltnção. seria de se es­ perar que o vácuo causado pela ausência de uma figura láo inteligente o imponen- 125 . como um mês ou um ano.19.47) i! a elevá-lo.9). a conclusão um tanto exage­ rada do rei em Daniel 1. Daniel 3 é o único capitulo do livro em que o profeta não ê mencionado. 19). Mesmo quo o período tenha sido de poucas semanas ou meses e embora o império estivesse em paz.por sele anos.17-23) b "nnlão foi revelado o mistério a Daniel numa visão do noite" (v. A explicação do profeta sobre o sonho e o sen significa­ do não somente salvou a vida dos sábi­ os c o m o também levou o Tei Nabucodonosor a louvar ao Dous do Daniel |Dn 2. Essas declarações indicarn fortemente que o programa iiiclula instrução em magia. os jovens judeus puseram-se diante de Deus e oraram juntos durante toda a uoite (w. chefe da guarda real.32. adivinhação e provavelmente asiroiogia como parte do estudo da venerada literatura babilónica Depois de um furioso decreto feito por Nabucodonosor. 13). às mais altas posições do governo da BabUõnia |v.2 0 ). informou-os sobre o incidonte e a ordem de execução (vv.1) colocaria o fatoden­ tro do período iniciai dos três anos de treinamento. usoda para demonstrar a habilidade especial do profeta para en­ tender as visões e os sonhos (Dn 1. Se assim for. Desde que Daniel tora nomeado conselheiro-cheÍR da corte real (Dn 2.49). e o cáp. 14-16J. devido ao fracasso dos conse­ lheiros em d e la lh a T e interpretar o so­ nho do rei | vv 1 .49). juntamente com seus companheiros. na qual eles também estavam incluídos (v. então o rei ficou impossibilitado de governai.49) Isso não explicaria melhor. Sua aulo-exaJtação imediatamente resultou no castigo que fora predito: receberia a mente de um animal e viveria como um irracional por "sele lempos" íDn 4 1 6 . õ bem provável que tenha desempenha­ do um papel fundamental na manutencão da estabilidade do governo enquanto Nabucodonosor esteve afastado do sua função. Nabucodonosor só é capaz de controlar seu orgulho por um ano ívv.48.2 : 1 ).

ou nem mesmo sabia sobre sua fama como intérprete de sonhos e de homem sábio durante o reinado de Nabuco­ donosor (Dij 5 .12).34.20). Daniel foi larnhérrt nomeado coma um dos três administradores sobie o reino. quondo permitiu que os judeus dispersos pelo império vol­ tassem para Jerusalém e reconstruíssem 1 26 .C. o medo. a fim de orde­ nar que o povo tremesse e teuiesse "pe­ rante o Dous de Daniel" ív. ano de Belsazar.4.281 e “enfraqueci­ do e enfermo alguns dias" depois da se­ gunda visão (Du a. O tempo parece coincidir com a proclamação feita por Ciro.f Daniel aparentemente perdeu um pouco de sua influência no governa ria Babilónia. Deus o protegeu durante toda a noi­ te. É algo fantástico. Os conspiradores foram então atirados às feras famintas (v. "no terceiro ano do remado do rei Belsa/.C. que ocorreu cerca de dois anos mais tarde. pelo povo judeu. que Daniel e o Senhor no­ vamente. O cap.. 1 1.C. no meio dos leões Na manha seguin­ te. Para evitar que Daniel fosse nomeado para o mais importante cargo administra­ tiva por Daria. Devido à conduta ética e ao compromisso religioso do profeta.13-101. 1 1. seus companheiros arquitetaram um plano para persuadir o rei a decretar que. em certo sentido. Daniel tez uma maravilhosa oração de arrependi­ mento corporativo |Dn 9.DANIEL Le como Nabucodonosor fosse rapidunien te notada. "No primem. tunham trata du dos assuntos eotidianos do império até que o rei recuperasse a sanidade e vol­ tasse ao Irono rDn 4. 8 descreve u segunda visão de Daniel. que se tornou sua primeira v i s ã o registrada no I í v t o .: entretanto. 0 .37). Assim desde (|iie náo exisU í nenuma IndicaçSo de uma lula interua pela poder nu declínio durante sua au­ sência. o idfimo monarca (553 a 539 a. Durante esse mesmo periodo (o pri­ meiro ano de Dario: Dn 9.1017).27) na conclusão de suu segunda visão. Foi um papel no qual o profeta ra­ pidamente se destacou (Dn 6.24l e Dario tez um decreto adicional. dirigida a Belsazar (Dn 5 22-29): logo de­ pois da vitória medo-persa sohre a Babilónia. não é de estranhar que o profeta tenha finado es­ pontado e com o semblante mudado de­ pois da primeira (Dn 7.ar" (Dn 0 . As duas visões des­ creviam circunstâncias difíceis para o povo de Deus no futuro. toda oraçáoque náo fosse dirigida ao rei seria considera­ da Uegal. 0 rei Belsazar deu a entender quo não co­ nhecia DouíbI pessoalmente (Dn 5.C ) e o começo do reinado de Belsazar (553 a. mesmo soh rist o da pró­ pria vida.1J.C.1-31. I do período babilónico.0-9). Não somente o profeta foi exaltado contra sua vontade para ocupar a terceira posição mais ele­ vada no império.281. foi vindicado diante do roi Dario e res­ taurado ò sua posição de autoridade (w 18-23. Daniel foi imediatamente pre­ so e jogado tia cova dos leões [Dn 0.. 0. por isso.36.27). Por cousa de sua disposição de orar três vezes ao dia.30. é provável que oficiais altamente respeitáveis. para lira-lo do caminha a qualquer custo ÍDn 0. nn bem conhecido episódio da escrita na parede [Dn 51. além de indicar a proteção providenciei de Deus na transi­ ção do poder. Durante a décuda entre a morte de Nabucodonosor (562 a. Os próximos evenlos registrados da vida du Daniel acontecem no inicio do roinâdo de Belsazar. em 5-39 a. tenham recebido grande reco­ nhecimento (Dn 5. como Daniel.31. Cer­ tamente.5). pelo oovo imperador. ele menciona seu retorno nos negócios do rei (Du 0.2 0 J. Babilónia' [Dn 7 . par uni período de trinta dias. 1 1. e o culpado.2). punido com a mor­ te na cova dos leões (Dn G. outros oficiais do gover­ no medo-persíi conspiraram contra ele. mesmo após ter repre­ endido o rei por seu orgulho e interpre­ tado a ameaçadora escrita na parede. o profeta leve um sonho.29. L)ario. supremo im­ perador persa (Ed 11). rei de.3-20). que ocorreu na ocasião da derrota finai da Babilónia pelos medos e pnrsas (Dri 5. data­ da por vollii de 551 a.

Seu nomp não ê cilado. que prova­ velmente vivnu no tnmpo de Noé ou de JÓ (11. cí. durante uma carreira que durou mais de G O anos Ainda assim.1). Sftu legado mais profun­ do esta na esfera espiritual. Essa alegação é justificada. 1 ) e 58<> a.24). Fora de seu livro. orou e je­ juou.21).15. tanto paro interpretar como para ter as visões mais detalhadas ria profet ia bíblica. Desde que essas manifestações ultrapassaram o pe­ ríodo do exílio babilónico (geralmente datado de 605 a 539 a.DANIEL 0 Tfcxnplo (Ed 1. Tanto em sous dias (Ez 14. (28.20.2G. alé ocupar po­ sições nos mais allos escalões da autori­ dade imperial e ter mfluôncia tanto uo Império Babilónico como no Medo-Persa.33. relacio­ na dn com Daniel cap. bem e O m o por seu exemplo de piedade. havi:ria lernpo soificionte para Daniel ter demons­ trado s u a justiço 114.3.2-4).14. é mais provável que se re­ portem ao Daniel contem porâneo de Ezequiel. No meio do discurso do monte das Oliveiras (Mt 24 e 25). 1 ].14.20) como na lembran­ ça tios escritores bíblicos (Hb 1 1. A única menção do nome de Daniel no NT é era Mateus 24. Daniel novamente lamentou. do jejum e do lamento de Daniol pelos pecados de seu povo |Dn 9. o velho profeta recebeu uma re­ velação assombrosamente detalhada das "setenta semanas” (Dn 11. parece altamente pro­ vável tjue esle período seja um paralelo com o lempo acumulado duranie o qual os judeus falharam em observar a loi do “descanso do sábado' ordenada por Deus (2 Cr . Urna avaliação geral das contribuições de Daniel deve incluir o uso dn su perlativps. Se as ocorrências cm Ezeqyinl podem ser datadas «m 592 a-C. Cl. de que talou o profe­ ta Daniel’' fMl 24. Daniel.C.4.14.21).3).C. onde nada mais é registrado na* Escrituras so­ bre o período linul da vida do profeta. onde u reconstrução do Témplo foi Inter­ rompida pelo medo e desânim o (Ed 4. a coragem.20).C. Como resultado da oração fervorosa. Uns dois anos mais tarde (Dn 10. 26. 3. Ao recuperar-se do trauma cátisadi i pela invasão de seu lar em ludá.20). (az com que a identificação sefa quase certa. mas a falta de outro evento semelhante no AT. o nome de Daniel aparece Irês vezes em Ezequiel (14. referente à utilização da ten‘a.15). 8 .'4fci. A maneira como Cristo fala aqui parece auienbcar a exatidãn histórica dos eventos e das visões registrados uo Livro do DanieL Tlm tributo adicional à fé dflmonstrarJL o por Daniel na cova dos leões está re­ gistrado em Hebreus 1 1. dessa vez por três semanas (Dn 10. 28.24) decretadas por Deus paia o futuro de Israel (Dn 9.14.14. J). (Dn 1 e 2 . Seu re­ conhecimento como o principal conse­ lheiro na Babilónia e seu sólido compro­ misso com Deus já sn teriam estai lelecido solidamente por volta dafiflO a.2427).2. A visão que se seguiu é o último eveulo registrado uo livro de Daniel. Daniel cresceu de forma notável. a vida de oração e a sabe­ doria rjue podem ser vistas de forma con­ sistente na existência do Daniel.33).20) e sabedoria concernente aos mistérios 128.1).).1). esp 2 .. Embora nõo haja uni r onsonso cnm relação ao significado o ao cumprimen­ to dessa profecia. seu estilo de vida como humilde cunselhei- 127 . Esse incidente talvez esteja rela­ cionado com os eventos em Jerusalém. Poucas pessoas na Bíbba exibiram a fé. apesar de ele ter passado a maior parte da vida distante geograficamente fie Judá. Oaniel foi o veículo da revelação divina. diuante a reconstrução »le Jerusalém e do Templo. mais do que qualquer ou li o personagem bíbli­ co demonstrou ser a figuru inlormediaria entre o período do pré e o do pós-exílio. Daniel finha influência por seu acesso aos corredores do poder. lesus laz uma referência à “abomi­ nação da desolação.'4. Embora alguns atribuam tais refe­ rências a alguém de renome. (14.341. bem como o fato da meução estar próxima à referência a "apa­ gar a força do fogo" (Hb 1 1.

3. de 1 Samuel 16 a 2 Reis 1 e em 1 Crónicas 2 a 29. ma pessoa citada no ílem cmterior (n* 1 ). Filho de Eliabe. para dar o significado tie “amado". era filho de Maol.) as ordens de Ciro.C. o hindadoi do Império Persa (Du U.1. Sua história. encontramos Darda no texto de l ReLs 4. que ultrapassava .19.24. Embora essa solução possa resolver a apurento discrepância entre 1 Samuel 17. Listado em 1 Crónicas 2.5 quo houve uma corrupção textual. comandanle) é atraente. a identificação do Elanã é incerta. é mais prová­ nhecimento.6 (chama­ do de Dara) t omo filho de Zerá e descen­ fcta do Deus verdadeiro õ profundainantti reverenciado e digno de ser seguido dente de Judá. imperador sobre Babilónia nos dias do Daniel. É mais provável que esteja associada com a raiz hebraica d m l (amor). cujos descendentes estavam entre os judeus ser coniumbilo com o rei Dario citado em Daniel 9 . Líder levi la da época dn pósDARI O. "Gobrv. 1. Provávelmiinte tira a mes­ como exemplo. e 2 Samuel 21. É sempre mencio­ a Salomão uma sabedoria extraordinaria nado junto com o irmão (veja) Abirão (Nm (v. Na verdade ele governava sol.56: Ne 7. citado como companheiro de re­ gresso a Judá uu leva de Estiras [Ed tí. 2. administrador e j»rr> ~ 2 . A snbedovel que fosse um governador descenden­ riu do Salomão loi enfatizada por meio da te dos medos.31. corno Dario I ou “o Grande”.'is“)> Í!>so. embora duvidosa.25.19 011 em 1 Crónicas 20. o herói que matou Golias (2 Sm 21. que iden­ tifica Elanã como o herói que matou Lami. Dario. conhecido como Gubaru comparação com a de outros homens. Famoso por seu grande co­ quem nomo o próprio Ciro. irmão de Golias. Era descendeule de Ilamar. 7.2). 16 1. o qual menciona que foi Elanã quem matou o gigante.58). minou sobre Foi um do. Alguns sugerem que Davi seja um cognome rea! o . DAVI Dados Gerais Davi é o nome do maior rei de Israel e o anoeslral humano do Senhor Jesus. Conhecido exilio.s quo assinaram o documento o Império Pnrsa de 522 a 486 a. Sofonias 1. Daniel.DARCOM ro governamental.12.1. que seu nome e EJauã (Heb. cujo texto relata que Davi matou Golias. Ri*i da Pérsia. Não deve DARCOM. Desde que não se tem certeza se foi em 2 Samuel 21.6J. Por (Gr..19).28). Deus deu DATA.2 yj. etc.7. Embora alguns teólogos o identifiDA RDA.i dos que eram reconhecidos em sua época como sábios.1 oomo o imperador que permitiu aos judeus reconstruir o Templo.). que retomaram do exílio com Neemias |Ed 2.10 e de compromisso solene com Deus (Ne 1U. o Medo. 12S . Em respost a ao seu pedido. O significado do nome ainda n incerto. 1. suas realizações o seus problemas roceberam um tratamento extensivo. "Servo de Salomao".1 e outras referências (veja n* ]). 3. cria outro problema: por que então Elanã seria relacionado ua lista dos heróis de Davi? Outra sugestão é feita a partir de 1 Crónicas 2U. “Deus é gracioso”). A conexão com a palavra acadiana dúwidúni (chefe.15: 2. Aparece em Esdras 4 a 6 : Ageu 1.

tanto poi seu amor a Deus como por sua aparência física (I Sm 18. e de boa aparência. Um deles disse. desafiava SauJ e lodo o Israel várias vezes por dia. O propósito dessas narrativas é defender Davi da* acusações de ter agido de maneira subversiva. Quando SauJ sofria dc depressão e crises du melancolia. Jessé disse a Samuel que seu Cilho mais uovo. O homem olha para o que está dianto dos olhos. 1 Gr 2.2-6. eloquência. Essa experiência o pnsinou a dspondor do Senlior. pois "o Senhor não vê como vê o homem.24). chamado Golias.DAVI Antecedentes Davi era o m. o Senhor incumbiu Samuel da tarefa de ungir um dos filhos de Tessé. Davi foi convidado para servir ao rei Saul como musico. E o Senhor 6 com ele” (v. sendo responsável pelas rnorles de Saul. Davi eleito por Deus para ser rei Davi era notável. 129 . Lc 3. o qual o nomeou seu escudeiro (v. o belemita. Na corte. acima de tudo. que sabe locar bem. homem de g u e r r a . chamado Davi.1-15: Ml 1. O prolela procurava um candida­ to que se qualificasse por sua estatura física. Davi agradou ao rei. Davi recebeu duas confirmações de sua eleição: Samuel o ungiu numa cerimó­ nia familiar o o Espírito do Senhor veio sobre ele de maneira poderosa (v. Davi cuidava dos rebanhos da família. Primeiro. que. quando os filisteus atacaram Israel 11 Sm 171. de lutar contra animais selvageris até suas vitórias sobre os filisteus e de herói nacional a refugiado político. Deus operava claramente em Iodas as circunstâncias da vida de Davi. bem como a protegê-lo» dos predadores.37) Davi era também um bom músico.11. receberam o til llío de "A história da exaltação de Davi". Depois que os sele mais velhos loram apresentados a Samuel. que o elevaram da posição de pastor fie ovelhas a músico no palácio do rei. sisudo em palavras. Depois que loi trazido diunte do profeta. ainda cuidava dos rebanhos. 13). boa aparência. mas nenhum deles foi aprovado por Deus.ús novo dos oito filhos de jessé. e das garras do urso. suu bravura. mas. porém o Senhor olha para o coração” (1 Sm 16. “Vi um filho dft Jessé. usurpando o trono da familia de Saul. a pre­ sença do Senhor em sua vida.7).26). 18). Na juventude. um efratRU de Belém (1 Shj 17. porque O Espirito do Senhor o abandonara (1 Sm 16. Os mancebos passaram uni por vez diante do profeta. 15 a 31 de 1 Samuel são uma antologia solta de histórias. Depois que Saul foi rejeitado por seus atos de desobediência I I Sm 15. Esse texto relaciona várias características de Davi: seu tulonto musical.14). ele não eulendeu por que o Senhor o enviara a ungir um rei naquela casa. Abner e Is-Bosete. Deus agiu rapidamente. Segundo. 2 1 ). 16). seus servos. me livrará da mão deste filisteu” (J Sm 17. conlorme afinnou para Saul: "O Senhor que me livrou du> garras do leão. anteriormente tinha dito ao povo que Saul preenchia os requisitos.31-38). e é forte r valente. Como pastor. a moahita (Rt 4 18-22: cf. Jessé em descendenle da tribo da luda e bisneto dR Bonz a Rute. Jónatas. aprendeu a cuidar dos animais. ele teve certeza que aquele jovem atendia aos padrões de Deus. Afinai. O gigante filisteu. devido h sua bela aparência: “Vedes 0 homem quo o Senhor escolheu? Não há entre (> povo nenhum semelhante a ele” (1 Sm 10. Saul sofria de melancolia.12). como coletânea. conhecendo a reputação desse jovem mandaram tíhamâ-lo II Sm 1 (J. Davi com Saul Qs caps.'I2J.

“Saul feriu o* seus milhares. De maneira vil. Os membros da família do rei o amavam. 4). rei filisteu de Gale. 7). Merabe. Trouxe sua família para a segurança de Monbe r retornou.om a filha do rei Saul e a isenção de pagar injpos­ tos — Davi apresentou-se tomo voluntário paru enfrentar Golias naquela batalha.1) e não se preocupava com suas proezas militares. Gomo expressão dn seu profundo amor a respeito pelo filbo de Jessé. bem com o de seus planos de mata-lo.16. Davi e Jònalas fovam obrigados a se separar. 130 . 1 ). Saul traxia Davi sob suspeita" Iv. 9).Sm 17. Davi íoi convidado para morar no palíuifc» real (l Sm 10 . O filho do rei sabia que Davi corria risco de vida. o (ônntas o amou como à sua própria alma” lv.16). nu esperança de que perdesse a vida. Saul contra Davi Saul fez tudo para livrar-se de Davi. casamento c. Por toda a nação. pois voltou atrás em sua promessa de dar a filha mais velha.19).7) Esse contrasta suscitou o ciúme do rei (v. Merabe íoi dada a outro homem I ' Sm 18. Exigiu que o jovem enfrentasse os filisteus em batulba. Ali. u fim de enfrentar os perigos de sua vida de exilado. quando muitas coisas boas surgem. o íillio de Jessé buscou refúgio juuto a Aquis. A lama de Davi cresceu rapidamente. Aconteceu cie Davi levar suprimentos para seus irmãos que estavam no acampamento <if: guerra e teve oporlunidade de ouvir o desafio do gigante.28|. O ciúme de Saul deixou-0 cego. Ele sabia que seus dias como monarca estavam coutados e tinha de proteger o Lrono pura sua família. Mical lambém amava Davi (v. Davi. seu arnor peio povo e pelo alta recompensa — riqueza. O rei fez algumas tentativas para eliminar Davi no palácio (v. P a ra onde quer que ele fosse. Expulso da corte. as mulheres louva­ vam !>eu nome ó faziam comparações positivas entre o jovem e o rei. Davi loi avisado com antece­ dência do profundo ódio cie Saul contra ele. Jo na tas amava de verdade o íilho de Jessé (1 Sm 19. Saul desafiou-o a demonstrar sua bravura e seu valor novamente. compreendia lambém que Deus tinlia um planoespef ial para a vida do amigo. Tbfcoiro. Intercedeu em favor dele e o convidou para voJlar ao palácio |v. 10 ) e até mesmo na própria casa do genro (v. em ■asamonto a Davi ( I Sm 18. loi para Adulão í 1 Sm 2 2 ). Nesse meio lempo. deu-lhe suas roupas o armadura (v. tí). O narrador de I Samuel escreveu: “Daquele dia em diante.2 ). porque sabia qun o Senhor eslava com eie e via o am o r da filha por Davi como trarão contra seu remado 1 1 Sm l0. por meio de suu amizade com o filho do rei. como um tipo de dote. mas gradualmente percebeu que seu pai real­ mente estava determinado a matá-lo. 20). Quarto. "A alma de Jonatas ligou-se com u de Davi. D a v i triunfou sobro o filisteu.42). ao matá-lo com uma funda e uma pedra () Sm 17. 3). Os dois fizoram umo aliança para toda a vida e se separaram (1 Sm 20. nem com sua crescente popularidade. Foi extremamente desleal. Como sempre acontece. a fortuna tornou-se em sina. c o m o aconteceu com os sacerdotes de Nobe 1 1 Sm 21 a 22). Este filho de Saul chegou ao ponlo de fazer nmu "alian­ ça'’ com Davi (v. Temeroso de que a boa voulade dc anfitrião mudas­ se a quaJquer momento. procurou imediutamoule agradar ao rei.50). porém Davi os seus dez milhares" (1 Sm 18.17). Qualquer um que tentasse colaborar com Davi era morto por Saul.es de hostilidade explícita contra Davi. Mov ido por seu zelo pelo Senlior. Assim começaram as alilud. mediante a matança de 100 filisteus. i I). Estava aborrecido por ser obrigado a dar Mical como esposa paru Davi. O Senhor eslava com ele. liderou um bando de furos-da­ tei. o rei ficava sabendo e o perseguia.DAVI por um espaço do 40 dias (I . ainda relutante em aceitar casar-se com um membro da lamílla real.

ao fazer de lerusalém sua capilal administrativa.4).1-3). a fim de cons- 131 . Ele e seu homeus também tomoram-so defensores dos moradores de ludá que eram constantemente ameaçados por saqueadores estrangeiros e viviam da parte que reesbiám das colheitas. 0 norle e o sul. liderou uma campanha bem-suce<bda contra aquela localidade b a conquistou para o rei. em Queiia (1 Sm 23). como faz. nm vingança pela morte de seu irmáo. um sacerdote que escapou tlf» massacre em Nolie. Abiatar.DAVI Enquanto isso.3. o c o m a n d a n te militar. O filho de Jessé ficou lurioso. porém. filho do rei. ao tornar Hebrom a capital do novo reino (2 Sm 2.Es Ir:. reuniram-se a ide. rei de Tiro. Nern lodos os criadores. pui* atias muitas façanhas. ele retornou a Ziclague e descobriu que a cidade fora saqueada e incendiado e u população. Era uma ( idade neutra. de onde ajudava Saul a reduzir as forças dos filisteus (1 Sm 27). A Iribo de Judá permaneceu leal a Davi e separou-se da união. Davi lularia contra seu proprio povo (lStn 29). Recebeu a cidade de Ziclague para morar com seus homens. O crescimento do podnrio de Davi náo passou despercebido. mas era avarento demais para recompensá-los pelo trabalho (1 Sm 25). como o legitimo repre­ sentante do trofio (2 Sm 2. seu comandante militar. em um cruzamento entre o leste e o oeste. lazia com que as pessoas Ficassem orn débito para com ele. Ao invés de comemorar este acontecimento. que o levou consigo como parte dn suas tropas numa balalha em Gilboa. As noticias sobre a morte do Saul comffâm rápido. Davi perseguiu os invasores e colocou um fím em suas hostilidades. Aquis tinha tamanhij confiança na lealdade de Davi. Davi determinou a conquista de Jerusalém. contra os israelita* (1 Sm 28). Davi é exaltado ao reino Saul e Jonalas foram mortos na batalha em Gilboa (2 Sm 1. ela se tornou esposa de Davi (1 Sm 25. Joabe. Davi chorou pelo rei e por súu amigo 12 Sm l. Sua existência tornou^sô tão opressiva que foi obrigado a buscar refúgio com Arpeis. Os filisteus rrão deveriam ficar apreensivos pelo conflito de interesses.4J. mas as reações loram bem dilorentes em todo país. Não demorou muito paro que n povo descobrisse a incompetência de Is-Rosete Abner. um rico íazendeiro. rebanhos e do gado que ajudavam a proteger. o apoio a Davi crescia cada vez mais. Davi consolidou seu reino. Nubui.9. A ciciado nunca pertencera aos israelitas e localizava-se num ponto estratégico. ibrão. esposa de Mabal. euviou seus carpinteiros e pedreiros. estavam dispos­ tos a compartilhar cora eles alguma coisa. As tribos do Norte reconheceram Is-Bosete. procurou Davi e abriu negociações com ele. levada cativa pelos amalequitas. Po/ duas vezes Davi teve oportunidade do vingar-se de Saul. Bandidos. Reduziu a ameaça dos filisteus. ruas Abigail. agora unificado. as quais loram irtlerrorupidas quando joabe assas­ sinou Ahner. por exemplo. ao invés de matá-lo. Mas. rei de Cato. Enquanto os filisteus esmagavam os israelitas no norle. desejo­ so de ler uma localização melhore reconhecedoi do problema estratégico gerado p e la proximidade d o s cananeus. muitos deles guer­ reiros habilidosos. e Q profeta Gado também se uniram u Davi. foi no seu encontro com vários presentes. junlo com outros cidadãos importantes. primeiro teve Hebrom como seu cenlro. Depois da morte do marido. No eutanlo.9).42). poupou sua vida. mas.iy -27).8. tinha recebido lal proteção de Davi e seus homens.10). pois não linha qualquer ligação especial nem com as tribos do Norte uem eum as do Sul (2 Sm 5. Esse reino. O enfruquet imeulo do Norte encorajou a morte de Is-Bosete e as tribos voltaram ã união sob o reino de Davi [2 Sm 5.

Providen­ cio u -lh e um lugar e garontiu-Ubue um sustento vitalício |2 Sm 9J. ao levar para lá a Arca da Aliança. Cobrou impostos dos arameus e das nações que decidiu não subjugar (2 Sm 8 :1 0 ). Jônatas e dos sele que foram mortos e os enterrou na sepultura de Quis (2 Sm 21. A dificuldade era Ião grande que Davi pediu uma explicação ao Senhor. o rei fpi generoso no trato com Mefihosete. pelo equivocado zelo do Saul.2). edomitas e amonilas |2 Sm 12.19-251. expulsou as lorças invasoras e foi agressivo no estabelecimento du paz em Israel. Jerusalém como centro do reino de Oavf A paz estabelecida em Israel encorajou Davi a persuadir as tribos a reconhecer Jeru­ salém como centro religioso. ao tentar aniquilares gibeonitas (2 Srn 21. Subjugou os filisteus. Davi buscou a aprovação do Senlior para providondiar um centro definitivo ao culto e à adoração em Israel.29-31). Deus graciosamente removeu a maldição e renovou a terra com chuva abundante. mn todas as parles du Terra.14).1 *> . O Salmo 2 celebra a condição do filho como o que e x p e rim é D tn uma posição privilegiada e recebe autoridade para estabele­ cer o reino de Deus (veja SI 72h submeter as nações. por meio da cons­ trução de um Templo (2 Sm 7). Ele é o ‘'tingido" que recebeu autoridade e poder (Ml 28. Jesus o os apóstolos afirmaram que essas promessas encontram seu loco e recebem sua confirmação em Cristo (o 'Messias' ). satisfez a exigência de justiça feita pelos gibeonitas.11). Al 2) do alto sobre Ioda a criação* inclusive a Igreja (Cl 1 ). ao colocar sobre ele o privilégio de ser um “filho" de Deus. Por incrível que pareça. segundo a qual o Sonhar tingiu Dctvi e sua casa p a ta estabelecer seu reino r sfetivam ente fmzer u tt i reinado d e paz. I Após encontrar descanso oro Jerusalém. moabifas. quando necessário pela torça. Poi-lhe revelado que a escassez de alimento era resultado do juízo de Deus. o fortalecimento da posição do fillio de lesse ameaçou a paz relativa de que Israel gozava.20. desenvolveu tima administração de governo t entrollzadu. Depositou a maior parte dos tributos « espólios uo fundo para a construção do Tfcmplo (2 Sm 8 . Encorajado pelas promessas de Deus e feliz polo consolidação do destaque de Israel entre as nações. 132 . (Veja o verbete Aliança. Davi seguiu adiante. deci­ diram acabar com sua grande popularidade O rei resistiu n cada aboque com sucesso e finalmente definiu a fronteira do reino na planície costeira |2 Sm 5. Embora fosse severo era sua justiça para com as nações. sem incluir Mofibosote. Deus modificou a oferta de Davi. entretanto. 1 2 ). Provavelmente esse período íoi marcado por uma severa crise fie fome (2 Sm 21. Fortaleceu Jerusalém. pois concedeu a ele uma "casa'* (dinastia) e permitiu que seu filho construísse uma “casa" permanente para o Senhor A promessa de uma dinastia foi incorporada a uma aliança dó conces­ são. / \ proposta concedia a Davi um lugar perpetuo no reinu rle Deus. Os filisteus náo perturbaram o pais duranle os dois primeiros anos do reinado de Davi Com o crescimento d» sou poder. povo que buscara e recebera proteção dc Israel. e trazer as bênçãos do Senhor sobre lodos os fiéis. gloria e bên ção. feita pela graça.1-1. Essas promessas cumprem a aliança que Deus fez com Davi. A morte de sete descendentes de Saul. 18-26). Esse ato firmou o relacionamento entre os dois rois.DAVI trair um puláiio para ele (2 Sm 5 . a símbolo central du relacionamento e dn aliança dn povo cam Dous (2 Sm 6 ). Davi levou os ossos de Saul. O fa c to David ico é uma adm i­ nistração sohnrunu. fillio de fônalas. 1 1 . na época de Josué (Js 9.

uste o matou e reassumiu 0 comando das 110pas. Cousequeutemente. (Joabe perdera o favor do rei « o cargo.) Quando Amasa. Ele se tornou uni personagem trágico. a fim de sufocar a rebelião. que se aliara a Seba. mas não ao palácio real. Davi almejava revê-lo e foi encorajado por Joabe. Davi saiu da capital com um grupo de seguidores e deixou vários conselheiros de confiança para trás [Ahialar. mas Davi sofreu mais com a perda d© Absalão do que sentiu alegria pela vitória. Zadoque e HusaiJ. o qual 0 enganou. A Iribo de Judá alegou que o rei lhes pertencia 0 ofendeu os habitantes do Norte com a sua insolente arrogância (2 Sm 19. couquislou a simpatia do povo e pensou numa maneira de reconquistar o favor do pai (2 Sm 14). AbsaJSo tivera lempo para elaborar planos. pois elas também linharu apoi­ ado o rei e dado a extensão de seu território nas mãos dele. Esta. Perseguiu a Seba até Abei-Bote-Mauca e siliou a cidade. e causou a desgraça dela (2 Sm 13): foi assassinado poi Absalão. fora ao rei pedindo proteção para o filho quo assas­ sinara o irmão. mas sofreu as consequências de sua perfí­ dia pelo resto da vida. tentou encobrir seu pecado. em detri­ mento de seu velho pal. õ'l). Este fugiu paia salvar a vida e permaneceu exilado por dois anos. O profeta Natà proferiu ura testemunho profético. Uma mulher sábia sal­ vou a cidade. Amnom violentou a própria irmã. Tamar. Joabe retornou a Jerusalém como geueral. sob a liderança de Seba. A dis­ sidência rapidamente cresceu e culminou em outra guerra civil. . Depois de dois anos. As tribos do Norle seniiram-se traídas pela falta de respeito demonstrada pelos moradores do Sul. fosse morto no campo de batalha e casou-se com ela legalmente (2 Sm II I. Consequentemenle. preparora-se cuidadosamente para o momento em que o povo o apoiaria. o filho do rei voltou ao palácio. o rei comissionou Abisai para perseguir Seba. ao comprometer-se a atirar a cabeça de Seba por cima do muro. Absalão foi coroado rei ern Hebrom e rapidamente partiu em direção a Jerusalein (2 Sm 15). A vitoria foi clara. a fim de perturbar a ordem. por isso. Joabe lrouxe Absalão de volta. e agora estava sob as ordens de Abisai. o qual morreu pendurado em uma árvore pelos rabelos. Sl :< 2 . por ter matado Absalão. Davi enviou Amasa para recrutar guerrei­ ros de judá. Elevado pela graça de Deus a urna posição do imensa poder.231. ao forçá-lo a seguiu um conselho que lhe fora dado por uma mulher de Tecoa. irmão da jovem. Davi experimentou uma guerra civil dentro do país. a união entre as tribos ficou enfraquecida ao extremo. com 0 crédito de ter acabado com a rebelião (2 Sm 20. condenando a concupiscência e a cobiça íle Davi e seu comportamento vil (2 Sm 1 2 ). Davi experimentou instabilidade e morte em sua família. Durante quatro anos. Como este demorou muito a relnrnur.DAVI A queda de Davi A partir deste ponto. Como resultado. precisavam ser ouvidas. Uusai dava conselhos equivocados 0 Absalão e enviuva mensageiros a Davi. O bobe que nasceu tia união com Bale-Seba ficou doente e morreu. desejou ardentemente Bale-Suba. a fim de infor­ mar todos os movimentos dele |2 Sm 17). O rei confessou seu pecado e recebeu perdão (2 Sm 12. com quero leve relaçOes sexuais. os quais anteriormente haviam seguido Absalão.4U-43). ordenou que Urias 0 marido dela. rf. e joabe se encontraram. O rei voltou para Jerusalém com o apoio do* habitantes do Sul do pais. A guerra trouxe resultados desastrosos para as torças do filho do rei. orientada por Joabe.13.10 saber que estava grávida. a história de Davi é uma mistura dn tragédia o providência divina. 133 . filho de Bicri ria tribo de Benjamim.

wj\. A gennulogia do Jesus recua até o filho do Jessé (Mt 1. mas lambém comprometeu-se a proteger lodo o seu povo por meio do ungido. e os aram eus. ao lesto. mus teus olhos são contra os altivos. que expressava arrependimento paT sua presunção.DAVI Os últimos dias de Davi Nu Iftrmino d<i sua vida. pelo qual ora rapaz de gpvornor esse vasto impériu Um excelente exército ora mantido constantemente de prontidão.6. Conforme Davi escreveu: “Com o pura to mostra* puro. e (orça da minha salvação. A sua lorça estava no Senlior. meu refúgio e meu Salvador — dos homens violentos me salvaste" (2 Sm 22. É o cabeça da Igreja (Cl 1 . Davi confiou em si mesmo e decidiu fazei um censo Isso desagradou ao Senhor.27. após ouvir que seu filho Adonias fizera unia tentativa de usurpar o Irono (1 Rs 1:1 a 2.1-25 ]. Preveniu o seu sucessor sobre várias pessoas que poderiam comprometer a estabilidade de sou reinado: joube. Davi ordenou que Salomão fosse ungido rei. por esse motivo. os tnoabilas e amonitas. era um bouiotu humilde.í*.. que descenderia do referido rei. os edomitas. Meu Deus é a minha rocha. Por causa riu seu sucesso. Os escritores do NT t e s t e m u n h a m sobro a conexão entre Davi e Cristo. tuas permaneceu fiei ao Senhor durante toda sua vida. 134 .9). Conclusão Davi erd bumano.19). cumpre as promessas em beneficio de todo o povo do Senlior.3). 1 6 ) e trará loclas as nações ao conhecimento de sud soberania 1 1 Co 15.c.! administração oficionle. Davi linha realizado uõbjetrvode sulidííicar Israel contra os rUisleus. desde o princípio até o fim de seus dias. cf. e tu os abates ' 12 Sm 22. Tal afirmação sobre sua confiança em Deus é lambém encontrada nu linal de 2 Samuel' "O Senhor é a minha rocha. nu futura se tomaria o lugar onde Salomão construiria o Templo (2 Sm 24. Essa ê a essência da Aliança Davi dica. Livras o povo humilde. Ele é o meu alto retiro. Esse locai. e v.2BJ e. tanto judeus como gentios.351. Os salmos atribuídos a ule faiam desta verdade. ao sudeste. o rebelde (t Rs 2. o Situei. □ obediência o a bondade de Deus. ao norle.27. O Senhor nfio apenas mostrou seu poder para Davi e seus contemporâneos.1) Ele é o governante sobre o Irono de Davi. para assegurar a paz e a estal>ilidadi* dentro do reino. At 2.281. Incumbiu-o de permanecer fiel o Deus. em quem me relugio: o meu escudo. ao sudoeste. Os cânticos compostos poi ele também trazem a correlação entre a humildade. purque no Senhor estava o fonte du poder e a perpetuidade da dinastia. O próprio rei foi o responsável pela morte de muitos inocentes. comprou um campo e ofereceu um sacrifício a Deus.5. Por isso. Desenvolvou l l i j j . mas com o perverso te m o slra s sagaz.25. o comandante. a oiro do Araúna. Embora tenha pecado tragicamente contra Deus e o próximo.2.Ele esta­ belecerá o reino de Deus. Havlai estendido seu reino por todas as áreai da terra que fora promrtida a Abraão (Gn i5 H$. a minha lorlaieza e o meii libertador. sobre a Terra (1 Co 15. cujo reino se estende até os confins da Terra. que enviou uma praga contra o reino.12).

1 Cr 1 . 4. a vitoria foi atribuída a Jael. a quúl morreu h "foi sepultada ao pé de Betei. 7. rei d» Jerusalém. Che­ gou ao poder durante um tempo em que os israelitas novamente ignoravam a Lei de Deus e viviam sob o domínio opressor do rei cananeu |abhn e seu geriRral Sísora (Jz 4. (Vejo Ju izes . entre Kamá e Betei.5. Poi o progenitor dos assurins (Gn 25.12). DEM AS. Filho de lorsã. no matar lodOR os reis (Js 10. 1 2 ). Aterjdou á convocação feita por A doniZndnque. Ele se recu­ sou a entrar numa guerra. Em toda a situação. a menos que Débora fosso junto. mas de uma mulher.18). l Cr 1. ela invocou ao Senhor edeu a Elo a glória devida. Para mais detalhes. 2. 2 . perfaziam um to­ tal de 652 pessuús e estavam entre os ju­ deus que retomaram fio exilío: contudo. pereçam todos 05 teus inimigos! Porem os que |e amam sejam como o sol quando se levan­ ta na sua farça'.11. gibeonllas. que de­ monstrou um considerável medo de SLsera. os quais fizeram um iralado do paz com Josué p o s hehreus. D ELA IA S . debaixo do carvalho que se chamou Ak)m-Bacute“. Génesis 35. Saeenlole escolhidu poi meio de sor­ teio para ser o 23* na ordem do ministério.25 1. ela enfatiza a soberania do Todo-poderoso sobre as nações. 1 2 . m. 5. “iiir I de abe Lha”). Um dos oficiais do rei Jeoiaquim.4. Quan­ do (riljfião foi atacada. Sínein e /tm /l imuj. 1 . DEDÃ. noto de Abraão e sua concubina Que fr ira.24)'. Pai de Semaías.17-22). 5|.32). DÉBORA (Heb. incluído na lista dos descendentes de Jeoonins o cativo (1 Cr 3. veja Micaias.i Deus foi regis­ trado e ficou conhecido como *'A Canção de Débora " II r. O verso final do louvor reco­ nhece a justiça de Deus diante da impie­ dade e seu grande amor. Seus descendentes. em Canaá. Realmente.1. juntamente com OS do Tobias e Nocorla.5).8 menciona uma Débo­ ra i ] u b foi “ama de Robeca’’. 6 Senlior. 2. da iribo de MdftalL e O informou sobre o desejo de Deus de que atacasse e derrotasse Sisera. aa^ quais Micaias transmitiu as palavras do ralo de Jeremias (li 36. Um dos companheiros de via­ gem de Panlo e amigo de Lucas (Cl 4. Mm dos filhos de Elioenai.2). Em seu pápol do prnfoUso. entretanto.60: em Neemias 7. náo puderam provar que suas famílias fa­ ziam parte dos descendentes de Israel (Ed 2. Seu cunto em ação de graças .DEMAS D EB IR .p.t>2 o numeru é 642j.17. Bem mais tarde.9 ). mas destacou quo a honru da vitória não seria dele. a quem Neemias vjsitou iluranto o tempo de grande opo­ sição à obra de reconstrução do muro de Jerusalém (Ne 6 . juntamente com seus reis e deuses. 135 . através do Cu w e Raama: irm ão de Sabá (Gn LO . Débora. mas o rei não IJie deu ouvidos (Jr 36. profetisa e esposa de Lapidote. Desceudente de Cão. 3. A dedicação de Débora e sua convic­ ção de que o Senhor os levaria à vitória e restauraria a honra de seu nome em Tsrael excedia multo a de Baraque. Pediu ao ml que não queimasse o texto sagrado. Débora chamou Baraque. tomou-se líder de Israel nos dias dns Juizes.50). 1. ns israelitas fo­ ram em seu socorro e desfizeram a coa­ lizão. Ela veio da Mesopotâmia e viveu na casa de Isaque alé a morte (Gn 24. 1 . ua região montanhosa de Efraim. que inalou Sisera quando esle fugia.10). no final. dumnte o reinado de Davi 11 Cr 24. o ps filhoa de Is­ rael subiam a ela a juízo" (Jz -1. É a única mulher que se deslacra naqueles dias» Trabalhou como juiza e “atendia debaixo da palmeira de Débora. ao tratar com os que o amam: “ Assim. (fz 5 31). Roi do Eglom. Ela concordou.14: Fm 2-4). Nesse cântico. esposa de Héber. após ser derrotado ua butalha poi Débora e Baraque (Jz *1.316. para jurttarse à coalizão de reis e lutar contra os.1-3.

s u s . Demetrio liderou os artífices. a Bíblia pode ser definida como "a autorevelação de Deus ao seu povo'\ É importante lembrar q u e as Escrituras mos num q u e 0 conhecimento que podemos ter de Deus é limitado e finito. mas que atraia turistas e pere­ grinos de Iodas as partes do mundo ro­ mano. naquele primeiro es­ tágio do Evangelho em Éfeso | Pau lo este­ ve na cidade durante três anos). que ime­ diatamente reconheceram a ameaça aos negócios e oo seu meio de vida. Finalmente o escriváó da cidade conseguiu acalmar a multidão e enfatizou que. em algumas Iraduçóes seu nome é mencionado como Reuel.14.a D E U EL (Heb. D E M É T R I O (Gr. I p . É particularmente inte­ ressante notar que. na cida­ de. A afrouta do Evangelho contra a divindade de Diana parece que só íoi acrescentada de­ pois. quando as pessoas eram desafiadas a servir a um novo Mestre. Livros (rolos de papiros) sobre artêS mágicas. as acusações deveriam ser feitas diante dos tribunais. devido ao seu compromisso cristão (3 Jo 12). enquanto o Senhor é infinito.2f>). O triste comentário do 2 Timó­ teo 4.341.n . o comércio e os negócios loram também afotodos. puro e u m Espirito vivo epessoal. A pre­ gação de Paulo exigia um compromisso coru Cristo que sempre requeria mudan­ ças dramáticas. se Paido havia desrespeitado a lei.10 deixa cloro quo o materialismo era uma leniação aos crislãr>k primitivos. as Escrituras Sagradas. etc. Stmhon) O Deus da Bíblia revela-se em sua criação e.il ninguém jamais viu. e o povo começou a entregar-se a Cris­ to. eram queimados publica­ mente quando as pessoas tomavam-se cristãs. DEUS Introdução (O leitor deve consultar tamhám os seguintes verbetes: Cristo.38). o apóstolo escreveu a Timóteo que Demas o aban­ donara. e foi fiara Tessalòuica". Devido à letra “D" no hebraico ser às vezes contundida com a "R".14. At 19.DEMÉTRJO quando eslava preso em Roma. O após­ tolo pregava que "não são deuses os que se lazem com as mãos" |v. 7. ao qu. companheiros de Rindo. Estava entre os numerosos artífice» quê tinham um ne­ gocie lucrativo. Espirito Santo. na quaJ Gaio e Silas. P . lider da tribo de Gade no tempo de Moisés. amando o presente sécu­ lo. foram agarradas e arrastados ao t e a t r o da i idade. De (ato. Discipulo mencionado por João. que valiam uma fortuna. como já vimos. como um segundo pensamento (vv.23). 2. por meio de sua Palavra. pois exploravam a preseucu em Êfeso de uma das grandes ma­ ravilhas do mundo — o templo da deusa Diana. "p e rte n ce n te a De me ter”). Pai de Eliasale. onde tiveram de ouvir a arenga da multidão por um bom lempo. e. na épo­ ca da dedicação do Tabernáculo (Nm 1. da mesma maneira que o é para muitos que vivem na atualídade: ‘Torque Demas me abandonou.47. 2. seu im ­ pacto foi rapidameute sentido em todas as areas da vida do povo. adorada não somente pelo povo da cidade. 3L Um ourives que vivia em Êfeso Iveia lambém Artaniis].24. Seu filho foi tamoso. frequentemente a Bíblia usa antropomorfismos (palavras e idétas extraídas da experiência das ativi- 136 . Eles então organizaram uma passeata. "D eus sabe"). Quando Paulo pregou sobre o cristia­ nismo ("o Caminho'’. acima de tudo. 27.). Esses uuri ves faziam imagens e ni­ chos da deusa (Al 19.

ó Israel. Por exemplo. Envolver-se com ela é viver e acreditar ua mentira. A existência do único Deus A Bíblia subentende a existência de Deus.41. A natureza de Deus e sem atributo» são. seja de fè e sub­ missão. Acima dó tudo. ainda deixaria o crente ansioso por mais. Não há discussão alguma sobre i. de modo que Ele será mais bem conhecido por meiu da íorma como se relaciona com as pessoas.2 diz: "Antes que os montes nascessem.2 0 ). Isso seria visto especialmente no poder de Deus para proporcionar a ele* d s meíos para vencerem as batalhas contra inimigos mais fortes.) numa tentativa de nos ajudar a entender melhor Deus. o "Emanuel” (Deus conoseol. portanto. e não ha outro Deus além de mim Eu causo u morte. Deuleronomio 32.33 diz: "Vede agora que Eu sou. Rei de Israel. Homens e mulheres exislem na Terra graças ao poder criador e susientador de Deus. discutidos de diversas m. a idolatria é considerada um grande pecado (cí. 1 Co 8. ou que formassem a torra e o mundo. Sempre é dada uma ênfase especial ao lato de que somente o Senhor ú Deus e não existe nenhum outro. lodus as pessoas.na Bíblia o quando sua criação õ axaminoda o discutida. até o limite de que somos capazes por meio do sua Palavra. diz “uo sru coração: Não há Deus" (SI 14. Eu somente. O Salmo 90. embora o uso de descrições e termos normalmente aplicados aos seres humanos para referir-se ao Senhor etorno e infinita sempre deixe algo a desejar. De acordo com os Escrituras. nuina rejeição direta da revelação do único Deus verdadeiro. Deul. As nações ao redor precisavam aprender com Israel que os seus deuses eram falsos e que na verdade adoravam demonios f 1 Co 10 . 53. especialmente pelo retomo de Jesus. por intermédio de Cristo. o 137 . e restituo a vida. e seu Redentor.4 declara: "Ouve. Os escritores dos Salmos e os profetas também proclamaram que somente o Se­ nhor é Deus e que Ele pré-existe e aulo-subsiste. e eu saro.ju O tolo i*q sábio).moiras nas Escrituras Sagradas. tu és Deus”. estão de alguma maneira relacio­ nadas com. pois concordamos com a declararão do apóstolo Paulo. lé e compromisso com o Senlior. Alguém já disse que “conhecer n Deus”. de eternidade a eternidade.eronômio 6. O Senlior nosso Deus é o único Senhor". eu tiro. Esperava-se que o povo de Israel testemunhasse para as nações ao redoj que existia apenas um único Senhoi e que não havia nenhum outro deus. ou rejeitavam seus caminhos ou seu povo. Somente o "tolo". durante toda a história. o Senhor. etc. para o julgamentu no final dos tempos. Muito sabemos sobre u Senhor por meio dos nomes aplicados a Ele. é o come da ló bíblica. na exlensâo das fronteiras (contra o poder de outros assim chamados deuses) e em sua justiça h juízo sobre todo* 03 que se desviavam dele. loraos: "Assim diz o Senhor.sso em atias páginas. J vo. emoções. em prol do sus­ tento e da defesa de seu povo. As acções seguintes proporcionam apenas ura resumo do que a Bíblia revela sobre Deus. A existência de Deus é froquontemente aíirmada oos contextos quo advertem contra a idolatria. no tnmpo de paz. Em kaias. Por essa razão. Esse recurso pode ser realmeiile muito útil. seja mima atitude de rebelião e incredulidade. Uma vida inteira dft estudo. aprendemos de Dous quundo estudamos sobre Jesus. a pessoa maligna e corrupta.1.DELIS dacles humanâs. e leva juízo sobre os que pecam ou vivem em rebelião contra Ele. o não há quem possa livrar das minhas mãos”. eutão conhecerei como também sou conbeaido” (1 Co 13 1 2 ). pois trata-se de um livro onde o Senhor revela a si mesmo. aprende-se muito sobre Deus quando age no transcurso da historia. a Bíblia ensina que um dia todos estarão face a face com o Seuhor. “Agora eonheço em parte.

bem como sua eternidade. O Todo-poderoso sempre existiu e sempre existirá. Eu te fortalecerei.om Deus. e a vida era a luz dos homens" (Jo 1. Não há ensino. Jeremias disse: "Mas o Senhor Drus é n verdadeiro Deus. tanto n seu eterno poder. O racioualismo podo argumentar que. por exemplo. de modo que eles são inescusáveis". A Bíblia não admite □ idéia do nuda existindo lado a lado com o Senhor através da eternidade.8). o primogénito de toda a criaçào" (Cl 115). aquele que é. e fora de mini não há Deus” (ls 44. "visto que o que de Deus se pude conhecer. deve ler o poder da auto-exislènria dentro de si.DEUS Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro. O ato de Deus na criaçáo é descrito em mullos lugares da Bíblia. e eternamente". Colossenses 1 17 desi. .21. o eu sou o último. mencionado anteriormente.3). O apóstolo fez um apelo aos habitantes de Listra. otc. e as nações não podem suportar a sua indignação" Qr i0. ou ainda náo o concluiu. e nos movemos. revtt a preexistência de Cristo como “a imagem do Deus invisível. Esses capíl ulos demonstram claramente que o Senlior iá existia antes da criação e Foi por m e io rle sua palavra e seu poder q u e o tmmdo veio á existência. o existimos" (Al 17. e sem ele nada do que foi feito se fez. De maneira notável. dando-vos chuvas dos céus. sua preexistência e sua autO-exiStÊncia. se entendem. neles se manifesta porque Deus Lhes manifestou. ainda que uão me conheças" |Is 45. O Deus criador A auto-existència de Deus.17: Hb 1 1. Cí que existe traz outras coisas a existência. Ele estava no primtipio com Dous. Todas as coisas foram Imitas por moio dele.19. No Senlior ha vida o luz. Eu sou o Senhor. o o Verbo eslava r. o principio e o fim. 'Ih m b é m revelam que Deus náo iniciou simplesmente o processo e o concluiu. 0 Rei elerno. o Todopoderoso" (Ap 1. Ele é o Criador.21). é no Novo Testamento que aprende­ mos sobre Jesus e começamos a entender mais sobre u próprio Deus. desde a i riução do mundo. se algo existe.5. ele mesmo ó o Deus vivo. com o que conhecemos neste mundo hoje. Pois os atributos invisíveis de Deus. ha o pressuposto de que mesmo oc que são maus e rejeitam a Deus [iodem snr considerados em débito. Tanto Deus. 17: 2 Pe 3. n não há outro: fora de mim uão há Deus. Somente Ele tem a vidn em si mesmo e habita na luz e nu gloria eternamente. a qual Ele fez do “exnihllit" |a partir do nada.81. hoje. Génesis 1 e 2 descrevem a Palavra de Deus que traz tudo o que conhecemos n existência. e colheita em sua própria estacão enchendo de mantimento e de alegria os vossos corações” (Al 14 17). pois “não deixou de dar testemunho de si mesmo. Rm 4. A Bililia mostra que o ser que auto-existe é Deus e so­ mente Ele é o Senhor Parque Deus existe. veja também 45. Nele eslava a vida. como Jesus são considerados eternos em sua existência: “Eu sou o Alfa e o Ômega. a vida veio ã existência e surgiu a criação.8: l l 15.28). Ele Lulerforiu ativa- 138 . que era e que há de vir. a Uru de que reconhecessem a existência do único Deus verdadeiro. diz o Sonhor. novamente a auto-existència eterna de Deus é subentendi­ da. e o Verbo u a Deus. também são sinalizadas na criação. Ele mostrou misericórdia. ou que o mal sempre permaneceu como uma alternativa ao lado de Deus.14| Paulo argumentou em sua pregação para os atenienses: "Pois nele vivemos. e claramente se vêem pelas coisas que foram criadas. o Poi. veja Gn 1 .fNo princípio era o Verbo.8 lambém laia de lesus: Jesus Cristo é o mesmo ontem.). de que a matéria sempre existiu. Do seu furor treme a terra. Como em João l. Hebreus t3. Em Romanos 1.10)i No Novo Tfeslainenlo. como a sua divindade.

104. os mamíferos. várias vezes. A revelação de Deus em Jesus nova- 139 .). Iodas as suas obras são fiéis. Ne 9. 1 B.5. Em Génesis 2. Cl 1. o escritor da carta aos Hebreus lembra os t rentes que 'pela fé entendemos qui. Pela palavra do Senhor foram feitos os céus. o Pai. e tudo se fez: mandou.16.6 . veja lambém Jó 26. O Senhor è aquele que çonhoce sou povo ( 1 Co 8. se o Senhor uáo u sustentasse. O Salmo 147. os pássaros a a humanidade. etc. realizar sua justiça." p “E viu Deus que isso ora bom". entretanto.2.. R claro.1-3. uos quais ele "ama". de acordo com sua vontade e seus propósitos.3) e pode ser chamada de "Pai” pelos que vivem por ele (v.33-30 oferece a resposta adequada do crcnle na presença do Deus criador. e a Jesus.10.13. Em Génesis 1. d Senhor nunca é descrito nas Escrituras da maneira que as pessoas o apresentam hoje. 51. "Não se deleita na força do cavalo. “ama" seu povo e “lula" com ele. Tema Ioda n tf nu ao Senhor. os peixes.11 dá alguns sentimentos de Deus. a obra e as palavras do Senlior Deus" são mencionadas repetidamente.6. O Senlior se agrada dos que a temem. Jo 1.. Hb 1. O Salmo 33.3). Deus é um ser aulo-ejdslente e autoconsciente Qualidades que indicam um ser pessoal podem ser atribuídas a Deus. Ele eslá presen­ te em iodas os lugares. ao reforir-se ao Senhor. os mundos foram criados pela palavra de Deus. Quando colo* camos esses lutares na forma riegaUva. O Senhor dirige os seus e cuida dnlns. proporcio­ na a evidência da soberania e do puder do Deus sobro Iodas as coisas. náo esta limitada da mesma maneira que a humana. sustentador e que exista por si. Filho e Espirílo Santo (veja mais sobre a Trindade neste próprio verbete) e em seu deseja de que seu povo lenha um relacionamento real com o “Deus vivo" Sua “perso­ nalidade”. revela-se a si inesmn como um "Deus pessoal'. Louvor o adoração sán devidos a Deus.25.36J. nem se compraz na agilidade do homem. “Porque dele e por ele e para ele são todas as coisas. e Israel é a tribo da sua herança: Senlior dos Exércitos ê o seu uome" (Jr 1 0 . a vegetação. Essa obru da criação.10. pela criação o pelo sou contínuo sustento de todas as coisas cria­ das. Porque é pessoal. Ainda assim. a Palavra de Deus. 1 Co 8 . vontade e propósitos. Eleslos 1. como um ser pessoal.17. como uma energia ou uma força sempre presente. Jeremias alirtua: "Pois ele lo Senhorl é o criador de Iodas as coisas.24. . A palavra “pessoal” náo 6 aplicada a Elu em nenhum outro lugar da Bíblia e é difícil nossas montes finitas assimilarem o que essa expressão “pessoal" significa. etc. a água. elu deixaria de existir (Ap 4.. pois. Poli ele lalou. e logo tudo apareceu”. a lua. 2 Po 3. Glória. Mo NT. e dos que esperam no seu constante amor” (vejo também SI 94.4-9 personaliza a ‘palavra de Deus" como a que criou e "é rela « verdadeira.6 ). é Espírito e» portanto. é dessa maneira que Ele é consisientemento revelado. A dcixologia de Romanos 11. essa obra aliva de Deus du­ rante todo o período da criação poda ser notada nas duas írafies' E disse Deus: Haja.10).). Irazer ã existência e destruir. a ele eternamente Amém'' (v. o sol. â qual necessita do poder sustontadnr do Senhor.7: SI 102. amor e misericórdia. para criar a luz. a fim do sustentar e vigiar sua criação.. por ser bom. Desde que a criação deriva sua vidu e existência do proprio Deus. Deus. seu povo pode experimentar um relaciona­ mento genuíno e pessoal com Ele.DEUS mente. de maneira quo o visível não loi feito do que se vê" (Hb 11. Ele é apreseutado como possuidor de liberdade. Deus revela a si mesmo coiuo um ser pessoal uo relacionamento entre Pai. O Deus pessoal O Criador do Universo e de Iodas a» coisas.0-1 1 mostra como a vontade eo s propósitos de Deus são espe< ialmen te colocados a disposição dos que Ele “escolheu".9. que suslém o mundo e todas as pesso­ as.

não foi o acaso que fin a lm e n te o levou a governador egípcio. L5-31: 15. que julga e as pessoas morrem. que mesmo o mal pode ser revertido e usado pelo Senhor. como castigo sobre o monarca e o jiovo (1 Rs 17 l). tanto uo relacionamento de Crista e do ftii (como o Ftlhjo faz a vontade do Pni e fala as suas palavras). auto-existente e o Criador do Universo. como na maneira pela quul o Pai mostrou «eu amor pelo mundo quando deu M o seu Filho unigénito. Nos dias do rei Acabe. Deus ê visto como o rei do Universo. TVido foi parle da vontade do Sonhor Posteriormente. frio e calor. Ele é ehamado de Roi. en­ quanto Ele trabalha incessantemente para completar e realizar sua vontade. ou emanado de nossos próprios desejos pecaminosos. mediante 0 cuidado e a proteção. É neste cuidado providencial por seu mundo e seu povo que mais frequentemente descobri­ mos na Bíblia os grandes atributos divinos de sabedoria. Essa fé e confiança no cuidado providencial do Senlior não eram conceitos novos nos dias de Paulo. mas também que esse desejo preocupa-se especialmenln com seu povo.a providência de Deus. ou seja.10: etc. dia e noite” |Cn B. os conceitos do destino e do a co so são banidos. pois estabelece reinos sobre a Terra e destrói-oS.16: 14. do Israel. A fome loi extremamente severa. A Bíblia preocupa-se muito em mostrai. bem como sua providência. A guisa de exemplo. Aqui vemos que não somente o cuidado soberano do -Senhor sempre é feito segundo a sua vonlade e seu propósito. pode ser revertido poi Deus. As Escrituras declaram que Deus tem o controle total sobre tudo. ume boa colheita não acontece por acaso. porém Deus o 140 . não deixará de haver semenleira e ceifa. mas é providenciada pelo Senlior.). para realizar seus bons propósitos. Paulo laia sohre isso quando diz: “Sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus. Ele é o Senhor iveja Senhor) que con­ trola o mundo e exige obediência. O Deus providencial | á que Deus é eterao. assim.2 2 ). daqueles que são ijhamados segundo o sen propósito'* (Rm 0.va à conclusão inevitável do que mesmo o que começou por meio do mal. José disse: "Vós.fi mostra como Ele é ura Deus “pessoal”. n que tala e tudo acontece. E Deus quem promete: "Enquanto ú teria durar. Deus suspendeu a chuva e o orvalho. Lntenlastes o mal contra mim. que pode sor vista no seu relacionamento c o i t i seu povo (vejo 2 Cr 169). que mostra seu amor e traz salvação. Tal entendimento da providência do Se­ nhor Jn. de acordo com seu desejo. por meio do "sua p a la v r a " .9.28). Busca os que farão jw le de seu povo. Quando losé foi capturado por seus irmãos e vendido como escravo para o Egilo.DEUS tnenl. os governos. O poder de Deus é táu grrmde que em "todas as coisas " Ele trabalha para atingir seus fins.10). na verdade. sobre us pessoas. o Senhor mantêm tal controle sobre a criação que pode suspender a colheita dos que vivem no pecado ou se rebelam contra Ele (Is 5. Por outro lado. paru que todu aquele que nele crê náo pereçu. Aqui vemos tambem sua verdade e seu poder. justiça e bondade. mas lenha a vida eterna1 ' |[o 3. não é de admirar que um dos temas anais frequentas na Bíblia refira-se à soberana providência dn Senhor. num momento em que o povo de Deus precisava sei preservado da fome terrível. ao discutir o assunto com seus irmãos amedron­ tados. ele. em garantir que sua vontade seja realizada. Sua soberafíiâ é tão grande. mas a providência particular e amorosa do Senhor por seu povo fez com que suprisse as necessidades do pTofeta Elias de maneira miraculosa ( l Rs 17 e 18). verão e inverno. Os escritores da Bíbliu demonstram com convicção que Deus governa sobre toda a criação.

7. Veja. quando parecia que Iíle não os ajudavu.9. ó Deus tia minha rebdão. 145. inclusive Satanás (Jó 1 e 2). Na angústia dá-me alivio: tem misericórdia de mim e ouve a minha oração" (Sl 4 1 . ó casa do Israel: Não é o meu caminho justo? Não são os vossos caminhos injustos?". A reflexão sobre a soberania do Senlior sobre tudo. Esse desejo de Deus loi realizado "segundo as Escrituras". A resposta de Deus era que.1.39).).13-16.6. ó justo Deus. Deus pode ser visto como justo em tudo o que faz.3. “Responde-me quando clamo. sondas as menIes e os corações" (SI 7.24). nos leva nova­ mente a louvíêlo e beudizê-lo ÍS1139. 1 1).1. Q 1. E metlian. Pbr exemplo. 1 2 ). é porque eles haviam-se entregado à increduli­ dade e ao pecado. 129. E motivo de temor paru os que se rebelam que o justo Juiz julgará e condenará.28. o reconhecimento da justiça de Deus nas Escrituras permite que as pessoas couíiem em que sua vontade é justo e boa e podem confiar nele para tomar a decisão ou a ação mais justa Elo ó justo corno Juiz do mundo e também ua demonstração de sua misericórdia Mais do que isso. o povo de Deus tentou questionar o Senhor. mesmo sobre n mundo dos espíritos. sua providência na natureza. Km 7 .li. justiça e bondade. na humanidade de modo gerai e especialmenle em relações aos redimidos. Ioda a Trindade está envolvida nesta obra de atrair e cuidar do povo de Deus (Jo 17. por exemplo. A ação mais perversa de Satanás e o mais terrível de todos Os pecados cometidos pelos seres humanos levaram è crucificação do Filho de Deus. As ações do Senhor sáo sempre justas. Certamente o Senhor frequentemente é visto agindo de maneira providenciai e com poder soberano. 2 Co 5.20. É itma alegria para homens e mulhe­ res pecadores saberem que podem voltar-se para um Deus justo eieceber misericórdia. Em nenhum outro contexto o cuidado providenciai <í p Deus pode ser visto com tanta clareza como na provisão da salvação para o seu povo. O Deus justo A Bíblia mostra-uos um Senlior “justo". apelou para a lustiça de Deus. 13-16. porém: O caminho do Senhor não n justo Ouvi agora. O povo de Deus ("o povo justo".4-6. m e s m o quando resultam e m juízo sobre sou próprio povo. Eí 1. 37. íora determinado pela vontade dc Deus. etc. para uniu resposta ao seu dilema: "Ttaha fim a malícia dos irnpios.sua justiça que Deus mostra misericórdia ao s r u povo (Sl 116. Por vezes.23. O U estava do lado de ou tTas riaçôes. Isso faz parte de sua natureza e lem que ver com sua verdade.DEUS toruou em bem. Portanto. quando parecia que as pessoas más prevaleciam Achou estranho que os perversos prostrassem quando o "justo" pai leda lanlo sofrimento. 24. Isso. O cuidado providenciai do Dous por |o. 29): "Dizeis.11.4: 2 Ts 1. entretanto. quando Satanás dêsejava atacá-lo e destrui-lo. Isso se reflete em sua Lei. 1 Pe 5. também é uma prova do poder soberano do Senhor.15). Pois tu. formado pelos que foram perdoados por Deus) frequentemente apela para sua fusltça. 45.1-7|. o salmista orou. de acordo com sua Palavra (Riu 5.3*14. por moio da morto expiatória fie lesus Cristo. Em lermos práticos. para pedir miseri­ córdia ao Senlior. porém.4 resume 141 . a qual e repetidamente definida como "jiM a" (Sl 119.12-14. sua vontade eterna é inteiramente justa. e Ele reverteu aquele alo terrível para proporcionar expiação o todo aquele que se voltar para 0 Senhor (Al 2. íntegra e boa. 1 Co 15.6). mas estabeleça-se o justo. para lazer como se vê neste dia: para conservar muita gente com vida" (Gn 50. Deus até mesmo controlou as uçoos do rei do Pérsia em favor de seu povo (Is 44. se u Senhor lhes parecia injusto. Sl 103). DeuteronómiO 32. seu poder total de realizar o que sua vontade determina.12. A providência do Senhor tarnbém é vista na maneira como chama as pessoas para si.25 (também v. Ezequiel 16.

Desta maneira. descendo do Pai rias luzes.19). nosso Deus. ele.60). \1. é vista de muitas maneiras neste mundo.4. assim. vé a justiça divina em seus aios de misericórdia e aoçvno [»ara a>m eles o em seu juizo sobre os inimigos. e Dous nele". 3 Cr 19. Várias vezes as Escrituras dizem que o Senhor "ama" ou mostra "amor" à sua criação. o mais maravilhoso do Senhor da Bfblia. é a lincha. quando peçam. contudo. Deus o amor. E nós conhecemos. que prqmele perdão e misericórdia. os líderes tornaram-se particularmente conscientes deste aspecto da jus­ tiça do Deus. reconhecem que a justiça do Senhor permite que Ele traga disciplimi sobre eles. Deus é a verdade.75. ) loáo 4. o rei Roboáo o os líderes de Israel finalmente foram obrigados a admitir que. Na época du exílio babilónico. Daus não comprometeu nem sua jusliça que exige a morte pelo pecado. nem sua aliança de amor para com o seu povo. Enquanlo o povo de Deus ora.6. mais rio que isso. Ele é justo e roto”.DEUS £ i justiça do Senhor desta maneira: "Eli. veja Lc 1.) An falar sobro os últimos dias o o retorno de Cristo. pois ele é "bom" e é "amor". É parte da natureza de Deus. por causa do pecado e da rebelião deles contra Dous» Furdó Sisaquo teve permis­ são para atacar ludá e chegar alé Jerusalém. Daniel expressou dessa maneira. sonõo um. se alguém deseja saber o que significa bondade e amor. 20-26.12. pode-se vnr o iuizo do Senhor sobre o pecado e a manifestação de seu amor e misericórdia sobre os que são p e rd o a d o s.sáo justiça. porque Deus é amor.17.7]. Tiago 1. cuja obra é perfeita. Deus é a fonte dn bondade. nm todas as obras que faz. Sl 1 19. Em ouiras palavras. Deus os poupou da destruição somente quando se humilharam e reconheceram: "O Senhor é justo" lv.7.15]. porém. diz o Senhor. Os profetas olhavam adiante para ver a revelação da justiça de Deus no futuro reino do Messias: ‘Vem dias. em que levanlarei a Davi um Renovo justo. lfi.t formam algo chamado "deus". 54 6 . Em i Cmnica» 12. e náo há nele injustiça. O Deus amoroso E justo que haja uma seçâo separaria sobre esto atribulo. ainda que tradicionalmente o amoi de Deus soja visto comu um aspecto de sua ‘ bondade". quando Deus vindicara seu nome diante de todo o mundo. uai rei que reinara v prosperará. esto vocábulo “nniuo" relere-se a lodo o ca ralei' do próprio Deus). e todos os seus caminhos .8. e o trouxe sobro nós. o Senhor permane­ ce justo e integro ua salvaçao [Km 1.5: Is 9.14: veja lambém Ed 0. será suo justiça quo uma vez mais será notada e levará seu povo.17 díz: "Toda boa dádiva e todn dom perfeito é do alio. como ensina que Deus é sempre bom. e cremos no amor que Deus lem por nos. tão froquonlemento chamada de seu “amor".9. Quem está um anuir está em Deus. At 22 14).3. O texto náo só mos Ira que o Senhor é a lonte daquilo que é bom. que eslá ansioso por essa revelação. e praticará o juízo e a justiça na terra" (jr 23. especialmenle. Náo existe um lado "sombrio" uo Senhor. O Senho) faz o que é bom |2 Sm 10. nenhuma base para a visão orieulal de que o bera e o mal existem lado a lado. que é Deus" (Lc 18. Paulo falou sobre u obra de Cristo em termos da rovelaçáo da justiça do Deus.5. 3. inclusive o& ímpios.paia o seu povo. e /unro. 6 ). o Snnbor vigiou sobre o mal. Na morte de Jesus. A bondado do Deus.. "Por isso. deve olhar para o Senhor. It> diz: “ Aquele que não ama não conhece a Deus.13. Josus disse: "Ninguém há bom. Assim. elo ó bom.. 2.5. É evidente que no universo é algo generalizado. ou na 142 . a bondade é Ião parte dele n de seu ser quo o salmista disse: "Pois o tou nume é bom" (Sl 52. porque justo 6 o Sonhor. etc. a louvã-Io |Ap 15. um quem não há mudança uam sombra de Variação". náo obedecemos à sua voz" (Dn 9.

perdoe a lodo aquele que dispós o coração para b u s c a r q Senhor.16).13. "Ezequias. adverte. Sl 118.1 t.4: 1 lo 3.fDetis salvador". Os que buscam a Deus experimentam soa bondade o amor. pois "Dous prova o sou amor para couosco. A Bíblia ensina que toda a humanidade 6 pecadora e necessita de redenção.O Senhor. A salvação do Dem pura seu povo é sua mais prolundae lantastíca demonstração dc bondado o amor. dizendo. Nada poderá separa-los do amor de Dous e do Cristo (Rm 0. Os israelitas repetidamente louvavuru «o Senhor poi seu amor eterno. pois Deus prometeu amar smi povo para sempre. quando aplicados o Deus. O Senhor é corretumonte descrito como . Fbi para a bondade do Senhor que o rei Ezequias apelou.Dous.5). nos vivificou juntamente com Cris­ to (pela graça sois salvos)" (Eí 2 4.4-6 : 1 Jo 3. ruas lenha a vida ulema”. Sou amor íiol por sou puva às vnzfíS é chamado de “aliança de amor" ou “amor fiel". para os levar à salvarão. Isso pode significar que o amor será em lorma de disciplina (Ap 3.25)." (2 Gr 30.1). sendo nós ainda pecadores" (Rm 5. Ê digno de nota como os vocábulos “bom' o "amor" aparecem juntos de maneira Ião frequente. mas também representa o falo de que “todas as coisas" cooperam para o bem do povo drt Deus. O dom é ainda mais esctraordinário. a quem Ele protege.191 O próprio Dous. “nu nõo tornarei mais -a compadecer-me da casa de Israel.19). dado a pessoas quo nõo são merecedoras. 7. quandó pediu perdão po)o povo de Israel. pelo seu muito aiuor com que nos amou. é mais evidente em seu ainor e fidelidade paru com sou povo. ou mesmona provisão da luz du Sol o íLi chuva.5: Ml 5. lesus loi oferecido peio Pai como sacrifício pelo pecado de todo o quo crê.6). que só é efelivadu pela ação salvadora de Deus. 2 0 : ír 33 1 1 ). cuida e livra do juízo. a respeito da continua rebelião do povo. demonstrado através de toda a história de Israel f 1 Cr 16. O problema é como uma mente humana pode assimilar a profundidade desse amor. 2 Cr 5.im js manutenção ria próprio v j r j n .34. O Deus salvador O a m o r de Deus é visto proeminenlemenle em sua salvação por meio de Jesus í"Jesus" significa “o Senhor salva": veja lesus]. 9). do justiça. Essa grande obra de salvação ó (eita "segundo o seu beneplácito que propusera nm Cristo" (v. Al 17.. orou por eles. eles o louvam pela maneira como os escolheu e os predestinou para sumrn Olhos de adoção por lesus Cristo. Sua bondade. de lal forma que todos possam conhecè-ló e responder-lhe em a m o r (Rm 5. Ao meditar sobre sua graça a lavor de lodos. pois "excede lodo o entendimento'* ÍEI 1. 39: veja a secão anterior “O D'*us providencia)"). que adorava a Deus sem ler passado polo ritual da purificação.3: Ed 3.1. 35. do tempo de semear e de colher (Sl 33. mas tudo lhe tirarei" (Os 1. O amor de Deus lambém e visto por seu povo ua maneira como Ele dá o seu Espírito Sariio. “Mas. eslando nós ainda mortos eu» nossos delitos.19|. ToJvez o mais famoso versículo da HíbLia.51.10. expresse o sentimento desse dom de Deus: "Porque Deus amou o mundo de tul mannirn quo dou oseuJFlLbo unigénito.20. Eles também experimentara o amor divino em seu cuidado providencial. O seu povo o louva acima de tudo polo amor demonstrado em sua misericórdia e perdão do* pecados. frequentemente é expressa por meio do vocábulo "graça". João 3.15. O povo de Deus sobe que não merece este sacrifício. extraor dinário o não merecido. dos quo são chamados segundo 0 seu propósito. ao falar por meio dn profeta Oséias. para si mesmo. para que lodo aquele que nele crê não pereça. seguudo o beneplácito do sua vontade (Ef 1 .45. porém.0: Tl 3. O AT retere-se ao Senhor 143 . A naUuexa doamor divino. que é bom. em que Cristo morreu por uós. entretanto. pois encontram sua salvarão (Lm 3.19: Nm 14.. du ordem ua criação. que é riquíssimo em misericórdia.25).

ele se tornou a m i n h a salvação. ao passo que o Senlior ensinava que somente Ele tira o Salvador (Dt 32. Toda a 'história da salvação”. Lc 1. I Cí 16. e vos resgatou da casa da servidão. lanto nas batalhas como no perdão dos p e L a d o s. se não querem receber juízo.15-24. 59.8. 144 .2 1 . As profecias concernentes à salvação do povo de Dous. ls 54. 18. voltavam. ao Levá-los do Egito para Canaá.20J.DEUS como "Libertador". invari­ avelmente falhava. porõm. Lembravam-se de que Deus era a sua rocha.). entretanto. e esperava fidelidade b serviço do sou povo nídimido (Dt 13.26. mencionados no AT. 68-75. o povo de Israel voltava-se para outras nações em busca de proteção e salvação. Dous justo o Salvador uno hii além do mim" (Is 45. por causa dos opressores.5. Quando seu nascimento foi anunciado. 2 . e para guardar o juramento que fizera a vossos pais. A Libertaçfto do Egilo. Ainda que te iraste contra mim. Louvavam o seu nome pelo seu perdão e sabiam que podiam submeter-se á justiça de Deus e que Ele os salvaria (Dt 21. etc. que ofereceu às gerações futuras uru memorial e uma ilustração da salvação e redenção operadas polo Senhor.35. Isaías olhava adiante. quando o povo o louvaria: “Graças te dou. Dt 0. 1 1 . de Zacarias e do Maria. e tu me consolaste. Ambos necessitam de perdão. Certamente Deus é a minha salvação.18. Sl 31.26.91. 34.4). 44.5. os israelitas neces­ sitavam também de perdão dos pecados: nisto também o Senhor provou ser o Salva­ dor e Redenlor do seu povo. Aquele acontecimento histórico proporcionou ás gerações luturas uma evidência de que Deus tem o poder para salvar e libertar: essa verdade toruou-se a base em que podiam apelar para o Senhor salvá-los o livrá-los novamente em outras situações odvorsus (Èx 6 6 .34-36. "Redenlor' e "Salvador". diz o Senhor” (Is 59. Á promessa que Deus faz ao s e u povo é que “quando domarem ao Senlior. O pró­ prio Dous mostrou a sua obra salvadora. portanto. essa atitude.151. e de madrugada buscavam a Deus. proporcionou também uma adverlôni ia.47.10). ole lhes enviará um salvador o um defender.1-12). Vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação” |ls 12. para o dia do advento do Messias.22. O Senhor Deus é a minha força e o meu cântico.Os homens e mulheres fiéis. o Senhor vos lirou mm mão forte. 30-32. õ Senhor. Os profetas olhavam paro o futuro. Os 13.6: Zc 0. Is 17. o único que pode salvar "E não há outra Dous sonão eu. a tua ua se retirou.34. veja Jr23. da mão de Faraó.1 1 ).5: 15.43. atividade salvadoni e redentora imediatamente dominou as palavras dos anjos. veja também 1 Cr 10. Assim como precisavam de uma redenção física e libertação.46. que os Livrará” (Is 19. confiarei e náo t e m e r e i .8). 45. Sl 111610). As vozes.20).1-3. tanto «la nação como dos Indivíduos. que mostra os acontecimentos no deserto para os que "es­ queceram seu Deus": "Pondo*os ele á morte. sáo anexada* às promessas dt) perdão de pecados e salvação do juízo de Deus.3. Dous redimiu seu povo do Egito porque o amava: “Mas porque o Senlior vos amava. de que o Deus Altissimo era o seu Redentor* ISl 78.21: 4 3 . corno alguns a têm chamado. porque ele salvara o sen povo dos pecados deles" (Ml 1 . Jesus foi o cumprimento de (ais promessas. O êxodo do Egito tornou-se o grande evento na hislória de Israel.211. chega ao seu grande clímax uom o advento daquele que seria chamado cie "lesus. eu tão o procuravam. com o advento do roi da linhagem de Davi. rei do Egito” (Dt 7.15: 24.. todos conhece­ ram a atividade salvadora e libertadora de Deus. soberano o justo. Uma lição necessária à compreensão de Iodas as pessoas e que somente Deus é Todo-poderoso. para o dia em que um Salvador e Redentor viria para o povo de Deus: “O Redenlor virá a Sião e aos que se desviarem da iransgres são em Taco. Ele era ú Deus Salvador que veio a Terra para salvar e redimir.

S eg an ­ do.DEUS O Deas salvador é revelado plenamente em lesus. o Senhor tem o direito de ser obedecido. Como Pai. que le fez e te estabele­ ceu?" É o relacionamento pactuai com seu povo que está especialmente em destaque aqui. a paternidade dc Deus sobre Israel é mencionada ou subentendida. 18).8: 2 Tm 1. até sua glorificação. glória.18) — o que dificilmente seria considerada como uma ação masculina! A paternidade humana deriva de Deus e não vice-versa. O fato de Dous apresentar-se como Pai de Israel significa quo tem o direito de esperar em resposta uma sincera comunhão com o filho. geração perversa e depravada é.5. N'ele. Judas 25 expressa o louvor a Deus nomo Salvador por meio de lesus Cristo: ‘Ao único Deus. Sua obra salvadora é considerada como ttín aconte­ cimento realizado em ires tempos: passado (na cruz.10).23. Por exemplo.9). olham paia o iuturo. encontrou um povo rebelde. é Pai. A medilaçao sobre quem é o Senhor sempre tom Invado ã doxologia. devidamente entendido. tom muito a dizer para corrigir os muitos abusos que são presenciados atualmenle.10). pois elos são geradas por Ele (Ml 2 . ele é o Pai de seu único Filho lesus Cristo Numa época em que muitas vezes se pergunta se o Senhor realmente deveria sei chamado de "Pai".22. De íato.6 dá alguma indicuçâo desse relacionamento: "Corromperam-se conta ele.1). morle e ressurreição. cometidos pelos pais humanos. que le adquiriu. Assim.24. é também "Pai". domínio e poder. 1 0 : At 17. mas eles estão revoltados contra mim". se obedecer.salvar" © “salva­ ção" níferem-se a toda a obra salvadora dn Cristo. Ele é a fonte de Iodas as coisas e. nesse sentido. presente (com a operação progressiva do Espírito Santo na vida do crente. dos cristãos. Deuteronòmio 32.28. e isso é d sua mancha. por caminho reto em que náo tropeçarão. 19.12: Hb 2. Lamentavelmente. majestade. Chamar Dous de "Ptii" sem dúvida é correto do ponto de Vista bíblico e. entretanto.29: Hb 12. quando os crentes foram “justi­ ficados?^ Rm 5. há salvação (Lc 3. Deus exige do Faraó: “Israel é meu filho. Deixa ir o meu filho" (Éx 4. povo louco e ignorante? Náo é elo teu Pai. Deus udverle Israel de que será rejeitado. 1 Co 1. por Jesus Cristo nosso Senhor. porque sou uni 145 . se porventura desprezar seu Pai (v. nosso Salvador. assim. Portanto. para um lempo em que o Senlior será o Iki de um filho que corresponde. Deus diz em Isaías 1.9.9). agora e paia lodo o sempre.9 10 : At 4. ao lazer dele o seu povo peculiar e ao udotã-lo amorosamente como pai. lemos sobre o Pai como 0 Deus “que te ge­ rou" (Dl 32. É o Pai da criação de Israel — o povo da sua aliança p . Deus e ocasionalmente referido.15) e futuro (no ilid do julgamento. no processo de santificação.. os vocábulos “.18: 2 Co 2. quando os crentes serão salvos da justa ira de Deus e serão glorificados: Rm 5. FTwieu'0 . jã não sõo seus filhos. Israel é o seu “filho primogénito" e. O Deus Pai Conforme já vimos. Amém". portanto. é totalmente eirado descreve-lo como masculino ou feminino. é Importante notar novamente que Deus é Espuito. receberá a proteção do Se­ nlior. Tknto este profeta como jeremias.6.2! "Criei filhos. na esperança de receber de volta amor e obediência IM1 1 . Acima de tudo.1: 8. pois isso pode parecer uma postura "machista".O Senhor toma (cria) Israel. El 2. Dous então mostrará a Israel seu cuidado e seu amor: "Guiálos-ei aos ribeiros do águas. meu primogénito. Os 11.6 ). desde sua anuamação. num sentido genérico. como Pai de Iodas as pessoas. Deus e born e é amar. ua maior parte ilo tempo. antes do todos os séculos. E assim que recompensas ao Senhor. e em ninguém inms. e os engrandeci. De fato.

146 . ao dirigir-se a Deus (Rm 8. Ele mo disse: Tu és meu Filho. Senão por mim". Cris­ to muSLrou o Pai ao mundo: "Não crés tu cjue eu estou no Pai. ele responderá. O Pai onuncin claramente a condição de Jesus. O acesso a Deus como "Pai" só é possível por meio (le Cristo: "Ninguém vem ao Pai. quando receberá novamente “a glória que me deste. O meu amor lho manlerei para sempre. tu és o nosso oleiro. quando seu filho chamar.6^0). que fôssemos chamados filhos de Deus.14-17. Isso. Isso lambém aponta o c a m i n h o pura a filiação a Deus para lodos os cristãos Deus corno Pai de todos os cristãos é o complemenlo de sua paternidade a ser mencionada aqui. se é certo que com ele padecemos. 0 Senhor. tu és o nosso Pai. Antes. É importante notar que em ambos os textos a "filiação'' também está intimamente ligada â he­ rança. meu Deus.23.16).26. 24. e Efraim ó o rnou primogénito" (Jr 31. somos lodos obra das luas mãos Náo le enfurnas lanlo.1U.8. a rocha da minha salvação. veja lambém 45. pois Jesus lhes revela (Jo 14. como “filho".33: Hb 1.25: I Jo 4. quando "le se manifestar sere­ mos semelhantes a ele. 6 ) . De fato. o veremos" (1 Jo 3.. é a condição de ''ado­ ção" de filhos (Rm 8. "Mas agora.om ele sejamos glorificados" (Km 8. NOs somos o barro. mais larde foram aplicadas a Jesus Cristo IAl 13. e a minha aliança lhe será firme" ÍSI 80.26-28)i Deus lambém é o Pai do rei de Israel. ó Senhor. Novamente. Amados.17J. O salmista destaca Rsse lema. o Filho.0).DEUS pai pura Israel. é quem o revelou” Em .0). Assim como Jesus. E somos mesmo seus fillhos! O mundo não nos conhece porque dão o conheceu.J1..26).Ul). e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo. aplicada aos crentes pelo Espírito Santo. Por exemplo. Esse relacionamento eterno é indicado em João 1. El 1. mediante a qual podem utilizar o nome mais pessoal de "Aba" fPapail. a única resposta apropriada por parle do crislão. pois ele represenla o poVòi A aliança que o Senhor fez com o rei Davi estabeleceu que Deus seria o ‘ Pai” dos descendentes dele: "Eu serei seu Pai r ele será meu filho”. que esta ao lado do Pai. e o Deus Fillio. é o Pai que está em mim quem faz as obras" (v. porque assim nomo é. e m sou batismo: “Então ouviu-se esta voz dos céus: Tu és o meu Fillio amado em quem me comprazo" (Mc 1 1 II. para o advento do rei ungido da linhagem de Davi.35).João 17 Jesus dirige-se o Deus como "Pai” o olha para o futuro. 63. para que também r. serviu apenas para confirmar publicamente o que já era verdade.0).rPfncluiiiami o decreto do Senhor. mo invocará. e ainda ano se manifestou o que havemos de ser. Deus é "Fiai" unicamente de Jesus. porque me amasle anles da cria­ ção do mundo" (vv. É possível para lodo o que cré em Cristo conhecer o Pai (Gl 3. diante da idéia de ser feito lilho de Deus. porém. mas essa não é a único origem. Mas sabemos que. quando as pessoas olhavam para o futuro. “Eli. náo as digo por mim mesmo. Tu és meu poi. Como Pai e Deus da Aliança. Paulo diz que os filhos adotadns soo “co-herdeiros de Cristo.27) Posteriormente essas paisagens sobre o filho assumiram um significado messiânico. 0 NT Inditta uma comunhão permanente entre o Deus l^i. Gl 4. num perpetuamente te lembres da iniquidade. o Salmo 2. Um lilho humilde admitirá que o Pai tem direitos. nos le pedimos. agora somos filhos de Deus. como "pai". o qual é descrito c o m o “o Filho unigénito de Deus" (veja fesm ). de uma maneira especial. O Senhnr é n Pai de todo o que lom fé em Cristo. De ialo. é o louvor: ‘Vede quão grande amor nos concedeu o Pai.9. disse Jesus (Jo 1 4 .51.1 2).7 diz: . Parte da pleni­ tude da salvação. lodos nós somos o leu povo" (Is 64. é herdeiro da glnria de Dous.5). eu hoj© te gerei” (veja também Sl 80.18: "Ninguém nunca viu a Deus mas o Deus unigénito. Esta filiação esta relacionada uo seu nascimento virginal (Lr 1. liizoodo. Olha.

Fazer alguma coisa no “nome do Senhor" é realizar algo no lugar dn próprio Deus ou lazer com todo o endosso de sua presença e pm obediência à sua ordem.R a Deus está em Jesus e tudo o que Deus é. geralmente é num contexto de exortação para se adorar ao Sonhor totalmente.17.su pode ser visto mais claramente do que ua expressão "nomo do Senhor” quo ooQtre aproximadamente 100 vezes nas Esirrituras. Em uunhem nutro lugar ii.21). é claro.118. Assim como a autoridade e o poder dp Deus são vistos em seu “nome". não quer dizer simplesmente que as pessoas aprenderam a usar o nome "Senhor". balismo e a receber perdão A fó precisa ser “no nome de Jesus" (Al 2.9).14). Romanos I0. o "Nome" de Deus está presente no anjo enviado para li durar o povo de Israel. O Nome Quando Génesis 4. claramente tem "m mente mais do que as ocasionais expressões irreverentes [embo­ ra. Dessa maneira. 0 nome é um meio de descrever u plenitude. Dessa maneira. paia Lembrar os textos do AT que se referiam a tudo o que Deus ê.24. Quando a Bíblia fala em "invocar" o nome do Deus. não que eles alegassem ser Deus.2). Quando a Lei diz: "Não tomarás o nome do Sonhor teu Deus em vão. 1 Sm 17. mencionados do mandamento anterior |amais deve sei invocado como uni poder mágico ou ser reforido muna adoração que não é centraliza­ da exclusivamente nele. amoroso e fiel. Quando os israelitas desejavam afirmar a presença de Deus com a Arca ria Aliança.DEUS Os nomes de Deus Enquanto dos modernas culturas ocidentais o nome realmente só é usado paia distin­ guir uma pessoa do outra. uma inferência ao “Nomo" do Senhor leva consigo uma indicação da pró­ pria natureza de Deus. pois o Senhor não terá por inocente o que tomar o . É “no nome de Jesus" que as pessoas são desafiadas ao arrependimento.7. então tudo o que perlenc. Tg 5.10: 9. Não pode ser tratado da mesma ma­ neira que os ídolos pagãos. Jl 2.32: S í 3. os sacerdotes e tevilas mimsUavam "no nome do Senhor’ e os profetas falavam uno nome do Senhor". O texto indica que elas começaram n adorar ao Seidior por tudo o que Ele é. Se o nome ê de Deus v Jesus é chamado pelo ‘‘nome’’. Também e correto concluir que tal ser trata-so de Uma "teolania". por meio da qual o Senlior de alguma maneira era experimentado ou visto na presença do anjo (veja Teofanias). È interessante notar que no NT o "nome" pertence a Jesus. vários nomes específicos sáo airilmídos ao Senhor na Bíblia e nos ujudum a enlendê-lo me­ 147 .20). 22: 21.). Salomão falava em consiruir um Tfemplo “mo nome do Senhor" (1 Rs 8. Assim. faziam isso mediante a invocação do "Nome do Senhor dos Exércitos” (2 Sm (5.seu nome em vão" ifex 20. Cristo lambém è (compare ]oel 2. os registrados na Bíblia são utilizados para representar totaJmenle a pessoa ou indicar aspectos de seu carãler ou de seu objeiivo na vida (veja seção Os nom es e seus significados na Inixodução). 3. Em adição a essa maneira abrangente de relerir-se ã plenitude de Deus.32 com Atos 2. mas isso significava que falavam e operavam com sua total autoridade e poder por Irás deles.7).20.13J.45. a Uanscendênda e a presença do próprio Deus. u mesmo aconlece com Jesus. o próprio Deus.6. Até o mesmo o rei Davi lutou “om nome do Senhor’ (Dl 18.11: Sl 17. É uma frase que sintetiza o que nunca pode ser lotolmente resumido — ou seja. Em Éxodo 23.2(3 cllz: "Foi nesse tempo que os homens começaram a invocar o nome do Senhor’. 1 Ks 18. É "un nome de Jesus” que os apóstolos curavam e a Igreja orava (At 3. que está presente etn todas as áreas de seu domínio (2 Rs 5.21. A lei afirma que o próprio Senhor Dão dtsve ser considerado com desdém. etc.5. em toda a vida e vê-lo como o Deus soberaDn o transcendente que é: pessoal. suu proibição esteja incluída no mandamenlD).

3. 18.8: Dn 7. Som dúvida. muitos outros termos aplicados u Dous são adjetivos. eles enfatizam aspe«:tos da natureza e do caráter de Deus. Elohim. El. “El Belel" (Dous do Betol. Como o nomo revelado de Deus. Isaque e Jocó”: o "Deus dos hebreus” (Èx 3.2).il lei a frase “O senhor senhor ’! Assim. atribuir louvor ao sou nome o diferencia-lo dos deuses pagãos. “Deus da glória” (Sl 29. tem sido corra tumente chamado de ”o nome da aliança de Deus”. 47: Sl 62. Yahwnh. A d o n a i (Senhor).Sanio" ou “o Santo de Israel". “o Dous do Abraão. Com o significado de “Senhor” ou “Mostro”. 0 Senlior lhe respondeu: “EU SOU O QUE SOU. entretan­ to. a fim de afirmar o enriquecer o que já foi mencionado anteriormente. Diferentemente de lodos os “nomes".4. geralmente é usado juntu com o nomo \fthweli. Embora algumas vozes sejam tomados como nomes. o Deus de Israel) (Gn 3:t-20).16. Isaque e Jacó escolheu revelar-se a Moisés (Êx 8 . portanto. embora o lermo esteja uu plural. Gu 35. Um nume Comum usado para a Sonhar e geralmente traduzido corno “Dous” (Elohim o o forma plural). Foi por este titulo que o Dous de Abraão. Moisés imaginou pessoas que lhe perguntariam pelo nome do Deus que lhe apareceu. porém. veja também Sl 90. que geralmente é traduzido como “Se­ nhor”. no artigo sobre Abruão).7: Ht 1.33.12. a fim do estabelecer um elo no AT entre a sua santidade e a necessidade do que o seu povo seja 148 . 22. quando voltasse puru sou povo. 2 Sm 22 3. Gn 17. Yahweh (o Senhor). mas com Moisés há mais revelações du fidelidade de Yahweh à aliança e de sua comunhão intima com seu povo. os cristnos entenderam que o Sonhor da aliança ora lesus Cristo o. u confiabilidade e a graça salvadora do Deus du aliança são ocasionalmente descritas por melo do epíteto “Rocha” (Dt 32. Na Bíblia. [Deus. 15). Foi sob esle nome que 0 povo da aliança adorou a Deus.5) e. etc. Elo é o "Deus do céu e da terra” (Gn 24. é claro.outros deuses. Gn 21.A raiz deste vocábulo provavelmente significa "poder".19). mas também e usada na lhblia pura o único Deus.3) A forma plural às vozes refere-se a . veja Senhor.8: etc.24 diz que “o Senhor é paz”. Rocha A fidelidade. significa algo como “Ele é" ou talvez "Ele truz ú existência”. Para uma discussão mais detalhada do grande significado deste nome. o título "YahwelT trazia uma declaração da existónciu contínua dn Senlior e sua presença permanente com seu povo. os seguidores fiéis do Senhor já o conheciam por esto nomo autns da revelação tia sarça ardente. A lorma plural indica a plenitude do Senhor. voju a seção "O Deus de Abraão". Ex 8. Ele é totalmente distinto das pessoas criadas. assim idéias e atributos do AT que pertenciam a Yahwfíh foram trazidos e uplicudos a Jesus.DEUS lhor. Outros nomes. Nus Escrituras.1. o “Deus dos douses". este tormo é aplica­ do a seres lmmanos em posição de autoridade. Quando rolaciouado a Deus.38). Este termo era utilizado em outras culturas e religiões para des­ crever uma grande divindade.3 ). No NT. Paru mais detalhes.). em sou ser (Nm 23.7): e “El O lan f (Deus Eterno. . o que sempre seria íiel ãs suas promessas em favor do sou povo. Disse muis: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós" (Èx 3 1 4 : veja v. Isso apresenta algumas dificulda­ des na tradução. o nome éaplicado ao unira Deus — "El E lohe h r o t r .18. Sào usados para descrever d Senhor. Foi Ele quem se apresentou a Moisés e ao povo de Jsrael através das gerações como o Dou* dn aliança. Outros textos falam sobre Deus comr» “o . geralmente traduzse como "Sonhor Deus" (2 Sm 7. O vocábulo Yahweh. O nome em si é derivado do verbo hebraico “ser".). luizes 6. “Deus dn ver dado” (Sl 31. O vocábulo El” lambém aparece em formas como "El Shaddui” (Dous Todo-pode­ roso”. 56.28: Is 28. | . “El Elyom" (Deus Altíssimo: Dl 32.:t).15. etc. em nossas versões da Bíblia em Português. Náo é fnr.

ls 12. o tenno YHWH aparece r.10. Começando com o AT. Em Isaías 03. é interessante untar que o Senhor refe­ re-se a .içâo bíblica da "plenitude" de Deus. uma noção ueguda explicitamente na BíbUu. os cristãos sem pré creram que somente ele pode lazer justiça à revel. onde a sabedoria do Serdiur é personalizada como o próprio Deus que opera uo mundo.1-3). concede vida e envolve-se com a própria criação (principalmen* te Pv 8 . A h istó ria da Igreja é permeada peio surgimento de seitas que náo reconheciam Jesus Cristo como Deus ou que se recusavam a aceitar a visão Irinitai ia do Senlior: outras náo viam um dos componentes da Trindade como totalmente Deus. tal definição rio Senhor tem causado sérios problemas.interpretação mais completa no NT (veja também Teofanias] No NT.61 Algo semeliiaute ocurre em Provérbios 8 . Outros grupos estão total­ mente tora do ensino bíblico o entram efetivunionte no mundo lio trileis-mo. Esse tipo de evidência espera por sua . fesus então demouslrou sua autori­ 149 .10. na oração da “Sliam a " (Dt 6. em hebraico. ao lenlar passar por Deus Por exemplo. Em Génesis 1 . leila de lorma explícita com o uso de verbos e pronomes nas pessoas do plural: por exemplo. Pv 9. ou colocam-se vogais o assim lè-so ihhi\-Bh (o que alguns colaboradores deste volume tèm feito). As vezes essa roferòniia no plural parece ainda mais notável. portanto. uo AT.si mesmo com o lermo plural “elohiin” em certas passagens. "Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem. o “Sonhor Todo-podeitiSú”. contudo. 3. era uma blasfémia. Is B.DEI IS saulo (jó 6. por meio de sua Palavra o peln snu Espírito IGn 1. Alguns sugerem que "o anjo tia Senhor1 ' lambém deve ser identificado com Deus « ainda assim é distinto dele (Êx 3. ijh maioria das vezes. como. entra uniras Jeová. Muitos textos sugerem urna identificação do Messias quo virá com o próprio Deus. Em­ bora algumas pessoas neguem seu significado. eles alegavam que Jesus blasfemava.7. otJ negavam que houvesse distinções entre as três pessoas.2-0: veja lambém /In/o do Senhor). Cristo per­ doou os pecados do paralilico. "o Senhnr ú minha Bandeira”.1014. Realmente. é Deus quem cria. Mas indicações lambém estão preseules na compreensão da própria criação. o Espírito Saulo ê identificado como Agente de Deus. algo que os escribas acreditavam que somente Dous era capaz cie fazer.O puno de lundu do problema com o nome "leová" é explica­ do no verbete Senhur.0. por exemplo. os cristãos apontam indicações que pressagiam um ensino mais detalhado no NT. o problema dos líderes religiosos daquela época loi justamente que algu­ mas das coisas que Gris lo lazia e dizia só seriam feitas e ditas por Deus.22: 11. Muitas passagens conduzem para a pluralidade relar ionada com o que e o “unico Dous". é Iradu/ido como Senmok..7. Existe lambem uma personalização fia “Palavra de Deus" que criou os céus (Sl 33. Deve. em nossas versões. aspectos da doutrina da Trindade surgem primeiro quando os discípulos e seguidores de Jesus reconhecem as obras e as palavras de Deus nas a ti ludeS de Jesus. Esle termo é pouco d lado nas modernas versões da Bíblia.6)." (Gn 1 . Sl 2 : etc. portanto. É suficiente dizer que.J. Dous também é conhoaido coma o “Rei" (veja Rol). leová deriva de uma leitura equivocada de Yahweh. ser mencionado aqui OOroO um nome quo ainda sobreviva em algumas traduções. Embora o lermo “trindade’7 não seja mencionado nas Escrituras. A Trindade () cristianismo tradiciouiiimente argumontn quo muitas evidências bíblicas revelam Dous em tiês pessoas distinta* Para alguns.8 | . governará em completa aoburani» e será eterno — atributos divinos |Is 9.4). 1 2 -2 1 ). Ele será chamado de Deus Poderoso..2 0 .

3.31. 1-1. verdadeiro e íntegro Deus é nivelado como o Pai.li.19 é em nome das três pessoas da Trindade. sn náo explicita.. Pelo contrário* estabelece as fronteiras. As Escrituras revelam uma figuia de Dom em Lrês pessoas e a Isso nós chamamos de “Trindade”. no NT.29. 58.3K-41 (cf. neslo contexto. I’or exemplo. a Pai e 0 Espírito Santo (Ml 3. 1 Coríntios 1.). seja louvado.17.. Deus oonosool e aluanle 150 .T m escritor resumiu o ensino bíblico dessa maneira: “ A doutrina da Trindade náo explica plenamente o misterioso caráter do Deus.1-14 fala de Cristo como preexistente.].. ondo a confissão da fé em Crislo é provada como coníissão de íé em Deus. Is 6.10| e alegou ler "todo" poder e autoridade antes de íazor uma das principais declarações Unnitàrias da Bíblia: “Ide. É poi esta razão qup todas as analogias humanas invariavelnumle fracas­ sam quando se trata de explicar o que significa a Trindade. 12. Ele mandaria o Espirito Santo (Jo 14. Sproul). Joao 1. bati/ando-os em nomo do l^ai e do Filho e do Espirito Santo" (Mt Em todo o NT.. 59). revela a si mesmo em sua Palavra como um Deus pessoal. “Cristo. 23). O mencionado em Mateus 2B. implica cun modo de exislèoria longe do que nossa mento humana posso entender. Hb 1.2 «fi|. Tal ensino. Os cristãos estão convencidos do que negar essa doutrina é renunciar à clara evi­ dência bibLica sobre o próprio Deus l. a idéiu do Dous trino é no mínimo ímpLícila nos textos do NT. Em muitas passagens bíblicas. Existem lrês pessoas.30. O Pai não é maioi do que o Filho e ambos são distintos do Espírito Sanlo. ambos. Transcendente.4.9-13. O Espírito Santo lambém é visto como Deus (veja Al 5 .15-23).29. etc..14-19). 24 2 M . que é Deu» sobre todos.9. Mc 3. são apresentados como seres divi­ nos.34-36. fu 15. Isso exige que sejamos fiéis à revelação bíblica quo em um sentida Deus é um e num sentido diferente elu é Lrós” (R. Sua alegação de pertencer a Deus e ser e n v i a d o por EIr ( v v . Sáo também interessantes os passagens da NT oudo os osairitores apostólicos.9. É o Deus presente com seu povo (Emanuel. Majestoso. Filipenses 2.13* 17). João fl ê especialmente esclarecedor sobre essa questão e Ira?. Romanos 10. um Deus justei.10. Voja também a obra do Pai. do Filho e do Espírito Santo na viria do cronte (El 3. Is 45. poi uma referência que aponta para o AT e menciona Yahwfíh. ao curar o homem completamente (Ml 9. veja João 12. uma série <Je declarações feitas por Jesus. Veja. mas apenas um Senhor. embora exisla um ensino claro tanto no AT como no NT de que Deus é único. pois trazem o enteuiliruenlo do AT sobre Yahweh ou aplicam declarações concernentes a Yahwtth. C. Atos 2.23). Vários lexlos merecem um exame cuidadoso. Jesus aceitou a confissão de Poeiro de que Ele era o Crislo IMr. o Filho e oEspuito Santo. 2 Co 3.9-1 1 (cf. no AT. 14). Romanos 9.5 geralmente e destaca­ do por alguns teólogos. Onipotonte o Onisoienle. O balismo de Jesus envolveu O Filho.. Assim como o Pai enviou Crislo.apli­ cam a Jesus o nome de Yahweh do AT (Senhor). tudo iisso ocasionou uma acusação de blusfêmia e a leutaliva de apedrejamento — u puuição par» aqUela transgressão fv. e a Jesus. Jesus releriu-se aG Espírito Santo como "outro Consolador”. intimamente combinado com o uso da expressão “Eu Sou" e sua declaração de ler existido anlesde Abraão (w. fora das quais não devemos andor. o Espírito Santo e Jesus. Conclusão O Deus da Bíblia é revelado como Eterno. mas provavelmente a leitura deveria ser essa." Iveja também Gl 2..10).□EUS dade divina. quando apresentado em conjunto. do partir pura um lugar desconhecido dns líderes religiosos (v. amoroso e soberano. R. ele. Também é descrito como o Criador de lodo o Universo e rias pessoas e. etc ). etc.20. por exemplo.

O diácono deve ser digno de respeito. wm contraste com o responsabilidade lolal por toda a comunidade. que menciono Febe como diaconisa. O requisito mais importante pode encontrar-se em l Tímóleo 3. Os compromissos do diácono eram confinados a unia esfora bem específica. e 1 Timóteo 3. embora de modo algum seja absorvido por da. nosso Salvador. pelo contrario.8-14. D IÁCO N O .rca totalmente em seu pecado. como os bispos possuí­ am. A habilidade que denlonslravam no governo da própria lamíha seria vista como um teste de sua 151 . O que (azem os diáconos? O texto não es< larece. Rua apoiai a alter­ nativa de que Romanos 16. Lc 4.1. náo dado a multo vinho nem interessado por ganhos desonestos. Al 13. Embora seja um Deus santo. Bca mais claro que todo o suu povo é exortado repetida­ mente a cantai louvores ao Deus Todo-poderoso quo.).10. está presente.iret e que tinham um popel minisleriol som os o^ponsabilidades lo­ tais do ministério pastoral ou da lideran­ ça sobre a igrpja. cuidar e salvar. domí­ nio e poder. devi» conservar o mistério da tá com a consciência pura Deve sei man­ do de uma único mulher ser capaz dc governar seus filhos b sua casa. majestade. gloria. 1 . Vela Satanôs. embora seja transcendente. Sua graça salvodora é vis lo darom«. Romanos 16.1 que merarnenti: o cito. O texto parece referir-se a uma circunslância especial e não à instituição de uni car­ go específico. por Jesus Cristo nosso Senhor.14-21) . especialmente para descrever qui*-m tentou Jesus no deserto.3: Jo 13.s isso não esta bem fundamentado. P. pois os diáconos faziam parte do grupo de lí­ deres a quem a carta é endereçada.1 refere-se ao cargo há o fato dn que Paulo faz o tipo de recomendarão oficial para que a igreja a receba. agora e para lodo o sempre. Diakuiioa]. curao cartas religi­ ões orientais ensinam. e apresentar-vos jubilosos e imaculados diante da sua glória.. ao único Deus. Esle termo aparece com maior frequên­ cia d o s evangelhos.D. Essa sua característica tentadora e enga­ nadora parece ser especialmente descaila na palavra "diabo” (Mt 4 . Vocábulo usado regularmente no NT para designar Satanás (Ap 12. revela □ si mesmo como um Deus de amor que solva e redime todo aquele quo o busca. O texto em Filipenses mostra que a função formal existia. P. Esta dádiva é experimentada por meio de sua Palavra la Bíblia) e da presença do Espirito Santo no coração e na vida daqueles que crêem nele. sem nenhuma esperança de redenção. "Ora. Isso quer dizer que apenas dois textos m encionam a função: Filipenses 1. Amém”.DIÁCONO em ioda a criação. àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar. A posição social ou a necessidade de preencher uma vaga não deveriam ser razões suJlcienles para que alguém fosse escolhido. sincero. O lexto de l Timóteo 3 simplesmente menciona qualificações de i aráler que um ancião precisa evidenciar. O problema é que o termo usa­ do ah é o mesmo tanto para a função como para reler ir-se aos servos dp modo geral (gr. veia para ser o Salvador e Redentor da humanidade. não permite que n mundo se pp. da mesma maneira que recomen­ da outros obreiros em ouiras referências (1 Co 4.9). Jesus.nle i?m sua vinda aqui na Terra. p os líderes aparecem calados separadamente dos santos.i. etc.2.12.-10. que diz que ele deva primei­ ro ser provado e depois nomeado diácono. Existe outro texto potencial. antes de lodos os séculos. teso mostra que um processo de reconhe­ cimento o do "dfisenvol vimento de lideran­ ça" deveria ser levado em conta. o íim de sustentar. separado e distinto ria criação p rias criaturas. oia. Quanto mais a Bíblia é lida. D IABO . o Filho de Deus. Muitas pessoas tentam ligar o origem do função de diurono a Atos 6 .

24). DIONÍSIO. onde João O recrimina por não rece­ ber sua caria nem gostar de acolher os ir­ mãos ua fé. 1 1 ). 1 B: 20. d . "palmeira”). pelo que foi a p e d r e j a d o fora do acampamento (v.27. no sentido geicd do lermo. algo quo foi reconhecido até o terceiro áÓDuio. entraram inesperadamente na ci­ dade. Era m e m b r o do Areópago. h. onde o apóstolo pregou. i<qual estuvii disposto a fazer qual­ quer coisa para casar-se com Diná (v. Simeão e Levi. Hamor e Siquém demonstram os proble­ mas posteriores que os israelitas teriam com os ca nau eus que não loram deslruidos quando foi conquistada a ter­ ra sob a liderança do Josué. o tjue o levou a proferir "palavras maliciosas" contra o apóstolo e seus representantes. pediu ao pai que adquirisse aquela jovem para ser sua esposa (Gn 34. j m j .! I digere a presença dp diaconisas (se. o diácono simplesmente é alguém que se constllui em um servo efelivo e é reconhecido pela igreja para agir desta maneira. l Cr 1. não se referir iis esposas das diáconos). Filha de Lia e jacó (Gn 30. quando o s homens estavam doridos.1 -4). Mais tarde. "dois bolos”).111. A função é o reconhe­ cimento formal. irmãos de Diná.4 . Fingiram concordar coro o pedido dé Siquém.24*. “gémeo”). Os eventos rolar. e o amaldiçoou”. Seu pecado era gostar “dé exer­ cer u primazia’'.2 ) (veja lbmé\. Sua f i i l i a Selomite casou-se com um egípcio (Lv 24. 1 Timotno 3. 2 < i DICLA (Heb. 21 ). -justa 1 | . Mendouado em :i |oáo 9. Um dos que se converteram por meio da pregação de Piaido em Alenas (Al 17. DIBL AIM (Heb. “Três dias mais tarde. Ele a agarrou e forçou-a a 152 . Quando os filhos de Jacó retornaram dos campos e souberam o que acontecera. do alguém como um ministro da igre­ ja. o qual expulsava as pessoas quo não coucarda- DIDIM O (Gr. Io­ dos concordaram (w 18. de forma efeiiva. Ela saiu do sua casa para visitar oulras mulheres da região. D IÓ T R E F E S . 4b. supõe-se que possuíam alguma. ionados com Diná. É bem provável que tivessom a responsabilidade por um ministério es­ pecialmente dirigido às viuvas e às mu­ lheres solteiras.34). lilho de Tlamoi. que funcionava c o m o a Suprema Corte de Ate­ nas e f i c a v a na Colina de Ares fMarie). A ideia de que o Lexfo rofere-se a diaconisas é apoiada ua atisftncia da discussão similar sobre a "es* posa do bispo*. Parer e que exercia in­ fluência perniciosa sobre os membros da igreja. dois filhos de Jacó. O fato de seu nome ser menri^ ouado isoladamente provavelmente signi­ fica que era um dos horneus ‘‘de alta posi­ ção” (v. Os filhos de lacó então exigiram q u e os moradores da cidade do sexo masculino se submetessem ao ritual da circuncisão. 2 1 . 25). Veja tamiiém Dnmnris. por porte da comunida­ de. 15).c . tomaram cada um a sua espada.13). e mataram a lodos os homons" (v. Em resumo. O Cilho dela "blasfemou o nome do Senhor. Um diácono servifl como alguém que reconhecida­ mente contribuía para o óresclmentir» da igreja local. Nome sempre assot iado i om Tomé no NT 00 11. pois era um lider autocrático. Foi vista por Siquém. prín­ cipe da terra. porveniura. 12).21.10. DINÁ líieb. DIBRI Um homem da tribo de Dã. habilidades “administrativas” para liderar outras pessoas. ter relações sexuais rom ele. Não existem evi­ dências que comyirovem a tradição que diz ser Dionisto o primeiro bispo do Atonas d que foi martirizado durante o reinado de Doniicitmo. vingança (w. 7. ficaram fuiiosos e planejaram uma. quando estes são men­ cionados. Pai do Gòroer. a esposa infiel de Oséias (Os 13).DlBLATM qualificação para um m inistério mais amplo: por isso. Descendente de Sem e filho dé loctá (Gn 10.

9). Líder do clã dos horeus e filho de Seir iGrt 36 2 1 . Aoítâ. 1 Cr 1.1).26). mais interessa­ das ntf promoção pessoal. Seria imprová­ vel que ura apóstolo ausente fosse tão influente quanto um brler local.DRUSILA vara com ele e demonstravam disposição para ra^her pessoa» como João. mais larde. 1 Ci 1."bode da montanha’"). 1 .d x j . 2 6 . de birnel. pai de um dos ”três heróis” de Davi.36-39). mas es­ perava-se quo todos os obreiros das igre­ jas seguissem o on^mo apostólico. que. Veio de Maressa e era pai do profeta Eliezer. por terem colaborado com Davi. Veja lambém Ibbila. DO DAVA. 2. Foi in­ capaz de ouvir o conselho do sumo sa­ cerdote e chegou ao ponto de matai. diante de Doegue. I C t 1 . Nobe 11 Sm 22. D O D Ó . DOEG UE (Heb. 2 5 . O edomita disse-lhe que vira n filho de fpss*> em.1(5.12. um dos pastores do rei Saul.19). determinado a mata-lo.281 deveria ser lido como ‘Dlsom" (filho de Anã. D ISO M . Eleazar.s. Elanã. que vivia na regiáo montanhosa de Efraim (jz 30. "ansioso. ludia. 3 7 ) . p . DORCAS. Para pessoas como Diólreíes. cí. bderados por Aimeleque.38. lemeroso'). íoi a terceira esposa do governador Félix.24. foi o pai de Puá e avô do juiz Tola. Aimeleque deu ao filbo do fessé os pões sagrados. 2 8 ) deveria ser lido como . Fillio de Aná e neto de Seir. Sua irmã era Oolíbama [esposa de Esaú). "Disà*‘ (Gn . por cousa da aliança quo fizera com o rei Acazias.c. Seus filhos também estão listad os (Ga 3 6 . Da tribo de Issacar. ficou desolado.38-42). D R U SILA . “Disá '1 (Gn 3 6 .cDisom”.24) foaefo nos dá algumas informa­ ções suplementares solire essa m ulber Era 153 . por meio da oração do apóstolo Pedro fAl 0. 1 . O próprio Dodai era lambém comandan­ te do exército desse rei e ficava de pronlidão com seus homens d o segundo mês de cada ano (1 Cr 11. d« quem diz que “todos dão testemunho" (3 Jo 32). enconlrou-se com Saul.Uma crente fiel quo morava em Jope. o qual perseguia Davi. O contraste é vivido entre esse perverso rei e o jovem Davi. Edomita. Esse massacre é lem­ brado na dedicação do Salmo 52O incidente mostra como Saul eslava afastado da adoração ao Senlior. 20-23]. Após morrer. que talou contra o rei Jeosafá. O problema do prim eiro provuvelmoDte seria a quesiõo dn autoridade apos­ tólica. "seu urnado”). procurando comida. 2 . Provavelmente es­ lava presente com o marido quando Pau­ lo falou com ele sobre a fé em Cristo IAl 24. Eslava presente em Nobe quando Davi chegou com strus homens. e ordenou que fossem morío. Natural de Belém foi o pai de ura dos 'trinla“ de Davi. O apóstolo João faz um contraste de­ liberado entre Diótreíes e Demétrio. DISÃ |Heb. Os guardas recusaram-se a levantar a es­ pada contra os ungidos do Senhor Saul então ordenou que Doegue os matasse Naquele dia.9).18. 4 1 ) . Isso se tomou uru problema para Paulo em alguns lugares.Um dos Eilhos do Seir e lí­ der dos horeus (Gn 36 21). isso parecia uma ameaça para sua posição» algo que devia ser evitado. p. Quando Davi sou­ be o que acontecera.os representantes de Deus. ressuscitou deulro os mortos. cul­ pando-se pela morle de todos os sacer­ dotes |w.4) Também era chamado de Dúdô (2 Sm 23. que aguardava pacientemente o momento em que o Senhor o levaria ao trono.42). t Cr 11. os quais eram guerreiros exlnunamenip leais (2 Sm 23. 27. O rei reuniu todos os sacerdotes do Nobe. esse edomita raalou 85 sa­ cerdotes e massacrou os habitantes de Nobe 11 Sm 22. DODAI (Heb.n. de ludá ( 2 Cr 2 0 .

era d sétimo fi­ lho de Ismael e o progenitor do |:iovo quo viveu em Duma (Gn 25. o qual morreu na erupção do vulcão Vesúvia. em 70 d. Jtthoiachin no v. Nasceu em 3íi (LC. ’ A . 17 (Nota do Fradutnr) 154 . ulgunS sugerem que ficava próximo a Hebrom. Bere-nico ura nrrui de suas irmãs. Não hã nenhuma indi­ cação de que nla tenha seguido a fé cristã. teve uni filho' com ele. versão otd inglês Iraz l> uonu. Nelo de Abraão. uma localida­ de chamada Delr ed-Domoh. DUMÁ.14) Era Lider tribal. FálLx loi seu segundo marido.C. Embora o lugar não esteja claramenDi identificado. ( hamado Agripa.Dl JM Â a filhn mais riovu do Horodes Agripa 1.

2. Oulra pessoa da tribo de Benjamim.18. íoi dos que receberam a tarefa de ajudar Coré na dis­ tribuição das ofertas dn povo pelas cida­ des dos sacerdotes. era filho do líder de um dã dos ed omita*.2 2 ). “segundo as *uas tur­ mas” (2 Cr 20. o qual aparece na genealogia que parte de Beujamim a Saul (1 Cr 8. pai de Gaal. Filho de Musi.7-13). EFÁ (Heb “trevas"). EBIASAFE.33).15). O juízo do Senhor sobre a cidade e sobre ludá estava determinado e não seria evitado por meio da lula armada. quando os bnhilônios finalmen­ te saqueassem a c id a d e (|r 39. Ebede-Meleque levava adiante a causa do Senhor. Um dos filhos de Midiá e descen­ dente de Abraão e sua esposa Quelura (Cn 25. Ao ajudar Jeremias. após o exilio babdõjiico (Ne 12. Um dos oficiais da corte de Zedequias.g. onde seu nomo é Héber). Este mudouse paia Slqtíém. Sacerdote que serviu ao Senhor. ao 1'azê-los d e s is lir da lu la. 1. Eles joga­ ram uma corda o içaram jeremias por mnio dela (Jr 38. Éden.40). Pai de Pelegue e de lortã.19. EDER. Portanto. depois que a Arca estabelnceu-se em Je­ rusalém (1 Cr 23.12).20) s. estabelecido na região de Gileade e Basã [1 Cr 5. O rei então ordenou que Ebede-Mefeque pegasse 30 homens e tirasse a profeta da eislerna. por isso. Um dos filhos de Berias e lí­ der de um clã. era des­ cendente de Sem.í. Um dos líd eres da tribo da Benjamim e filhu de Elpaal II Cr 8 . L. Era descendapte de Adim b voltuu cnm 50 homens (Ed 8 6 ). anles que morresse. Descendente de Esaú. era levita 6 líder de um clã. filho de [oá. E B E D E M E LEQUE. quando 0 povo voltou-se novamente para Deus.23: 1 Gr 1. o etiope.12. se quisessem permanecer vivos. onde instigou unta rebe­ lião conlrfi Abimeleque (\z 9:28-35). Isso torna claro que confiava em Deus.25: Lc 3. 1 . Serviu na adoração no Tlibemáculo durante o reinado de Davi. entrou na genealogia quo vai de Jesus eJo«é até Adão (Gn 10. A queda du Jerusalém era iminente. sabedor de quo Jeremias fora ati­ rado em ama cistBmu sem água. "através1 ').23: 24. ancestral de Abraão. E bed e-M elequ e. muitos levitas fo­ ram designados para larefas especificas no Templo. A profecia d e jeremias deixou claro quo SRria uma ati­ tude do desobediência rio povo recusarse a aceitar o exílio. Depois que Jeremias profetizou que os israelitas deviam dei­ xar Jerusalém e ir para o exílio babi­ lónico. Esse nome e também 155 .16-18). 2. Um dos líderes das íamilias que retornaram do exílio babilónico com Esdras. 3. ÉDEN.c. pj.21-25: 11. 1. 4. 5. É B E R (Heb. Líder de um dos clãs dos gaiiitas.1419: 1 Cr 1. chamado Sobal (Gn 36.13.E EBAL. EBEOE (Heb. Veja Abiasafe. inter­ cedeu em favor dele junto a Zedequias.4: 1 Ct 1. alegando que ele desencorajava os soldados. Efraimita. os oficiais pediram permissão ao rei para prender Jeremias. “servo"). 2 . o profeta prometeu-lhe que não morreria. 31 15). com o mesmo nome (1 Cr 8 . Diumili' o avivamento no reina­ do de Ezequias.35).30).

em Efraim. Essas bênçãos proféticas s r cumpriram t a n t n uo t a m a n h o como no poderia da tribo de Efraim e também em sua localização pri­ vilegiada na região montanhosa. não era lilho de Jacó. Mais tarde. "frulfíero”! Embora seja o progenitor de uma das tribos de IsraeL ele. depoLs que a maioria do povo judeu foi para o nxilio bahUônjoo (v.29). fica claro que Jacó o tinha em mente quando abençoou seu fillio amado: "José é um ramo Irulifero’’ fv. Pai de Obede e fillio do Zabade Era descendente de Judá (1 Cr 2. ‘‘Fruiiiero’’ é um jogo de palavras com o próprio nome de Efraim. Um dos seis filhos de Iodai e lider da Iribo de ludá |1 Cr 2. Posteriormente.22-26. Estava. Nu narrativa do nas< imento dos filhos do José (Gn 41. Jose levou seus filhos Manassés o Efraim diante do patriarca. Posteriormente.30). entretanto. L. ele e lodos os que o apoiavam foram as­ sassinados por Ismael> filho de Netuiuas. 0 patriarca inverteu os braços.18-24). onde d pro­ le la olha para um lempo em que glória e riqueza virão para Israel até mesmo de Sahá: “Multidão He camelos cobrirá a tua terra. por­ tanto. Sua lideranga lornou-se evidente no arranjo do acampamento de Israel na marcha do Egito paia a Terra Pro­ metida: elu lideruva as trés tribos que fi1avam no lado oeste (Nm 2.20). quando apre­ sentou seus filhos a Jacó.5-10). num golpe de Estudo. para a bênção.33). EFRAIM (Heb.17). estava uo distrito administrativo dessa tribo. Par inn período de tempo. porém. com EFAl. Manassés.24). assegurou a elu os direitos du primogenitura (vv. 1.1317). descendente de Abraão e sua es­ posa Quetura (Gn 25. 2 . Embora Efraim nõo seja mencionado especificamente na bênção de Génesis 49. “o frutífero”.81 e sob seu co­ mando ela recebeu e ocupou uma das maiores porções da terra. da Iribo de fudá (1 Cr 4.13). depois da con­ quista de Canaã (Js 16. Terceiro filho do Ezra. 2 2 ). EFER. José esperava que o mais velho recebes­ se a bênção de filho primogénito (Gn 48.19. 2 . naquela época. rf. a idéia da frutificação é novamente destacada. recebeu esse nome porque. Depois da divisão do reino.4.8). que. O netofatita.17). I Cr 1. mas seu neto. O próprio Josué foi sepuliado no coração desse territorio ijs 24. Lrõxiii ú e inesperadamente.50-52). onde a Arca da Aliança loi colocada no lempo de Josué (Js 18. e estabeleceu sua capital em Siquém. Um dOs filhos de Midiã. mas. 3. cujos filhos estavam eutre os oficiais do exército que apoia­ ram Gedalias. O filho mais novo loi chamado Efraim. colocou a mão direita na cabeça de Efraim e. 7). os dromedários de Midiã r Efá". Uma das concubinas de Calebe. no cen­ tro de Canaã. embora não exis­ ta nenhuma forma da palavTa.EFAl mencionado em Isaias 80. nomeado governador de judá pelo rei Nabudonosor (jr 40. o mais velho. em Ire os que foram infiéis ao Senhor e ado­ raram ídolos pagãos f I Cr 5. dessa maneira. conforme o pai disse. O Tabernáculo foi erguido no centro religioso de Siio. 156 . Jeroboão colocou um de seus santuários idólatras na cidade de Betei (1 Rs 12.6. a fim du que fossem abençoados (Gn 48). 14. cidade localizada em Efraim.46). exceto o próprio nome Efraim (Dt 33. Moza e Gazez 11 Cr 2. 1 2 ). Na bênção de Deutoronómio. 2 2 . Líder de uiri clá e soldado valente ■ la tribo de Manassés.37). o Senlior fizera com que esquecesse todos os seus problemas. fosué ero dessa tribo [Nm 13. 3.47). ao qual foi dada uma certa autonomia. Dt 33. isso resultou na subdivisão de José em duas linhagens que compuseram as doze tri­ bos de Israel (Gn 49. porque Deus o linha lei lo prosperar ua lerra do Egito. EFLAL. um grupo de isruelitas uníu-se a Gedalias. Gerou a Harã.

ELÁ. embalsamado.18).6). enirelanto. iVeja também Eúdfí. foi trazido do Egito e sepultado na rnesma caverna. re­ cebiam juízo de Deus sobre eles.. Foi d mãe de UUr.2i>|> e a partir dessu.15). a fim de que fossem subjugados pelos povos cujos deusps adoravam...19). o que ora expressamente proibido na Lei de Moisés. seguido pur uma comitiva liderada por José.8. 25)* O próprio Jeroboão. Ele se aliou com os amalequitas o amonitas e domi­ nou Israel por IB anos^ ao apossar-se de Jericó e da região ao seu redor (J. chamailo Etide.m . EGLÁ.urmpenderse. IB-30J.5. e . [cí.12). Quando Sara moneu em Hebrotn. to­ das as vezes que o Senhor levarila um novo lídor e juiz para ajudá-los. Uma das esposas. Ela teve um filho chamado Itreão.6-141 Dovi- EGLOM.9.dois anos. Os 4. Fillio do Zoar.5). era efraimila li Rs 11. Efrom estabeleceu um preço justo para a venda de sou campo. nascido um Hebrom 12 Sm 3.5. Ele matou Eglom e Iornou-se juiz em Is­ rael (vv. Depois de um período de relativa paz. onde foi morto por Zinri ( t Rs 16. Veja Airâ fNm 2fi. A posse daquela área para fazer nm túmulo deu-lhe o direito per­ manente na terra que o Senhor promete­ ra |Gn 231. quundn adoravam os deuses dos canuTieus e das nações vizinhas.3.3). 1.g . EFROM. Finalmente a opressão fez com que o povo de Israel clamasse e o Senhor novumeule levantou um lidar. ara pai de Simei.12 1 4 1. p . I No livro de Juizes. Tempos mais tarde Abraão lambém loi sepultado lã.41. levava os israelilas ao arrependjmento: a maravilhosa graça e o perdão de Deus brilham através desse Livro. no . j \i. Seu marido. Israel loi frequeulemenle mar( ado pelu anarquia generalizada (veja Juízos) Os israelitas. O quarto rei dtí Israel. até o lempo de sua queda e deportarão pelos assírios em 722 a. 4. O juízo divino. liderou um dos clãs dos edomitas (Cu 30. Lsso se tomou tão iorl ri que Israel geralmente era chamado de Efraim. Uma das esposas do rei Davi.í.z 3. era descender) te da tribo de Judá I I Cí 2. Porem. Da Iribo de Bonjamim. u . por seus filhos Isaque e Ismael |Gn 25. 3.17:5.9).. o Tei no do Norte. assine Deus pormitiu que Eglom invadisse Israel. no meio de nós” (Cn 23. e. mas a patriarca ainda ora um nómada. EÍ. Esse período da história de 157 . de acordo com o costumo egípcio. como indicação de que ele também aguar­ dava o lempo em que aquela terra perlenceria legitimamente aos dascondentes de Abraão (Co 49. Uui rios filhos do Calebe: portanto. a opressão por par­ le das nações estrangeiras é viista como castigo de Deus por Israel ter adorado outros deuses e so envolvido com a ido­ latria.ELÁ lorme íoi definido poi Salomão (v. :ta . heteu.29. EFRATE.3fl|. época o centro da vida política e religio­ sa da roino do Norte foi Eíraim.C.2. no tempo de Otniel.0. 1 Çr 3.15. neto de Jofoné (1 O 4. 1 Cr 1. Descendente de Esaú. Eles consideravam Abraão "príncipe de Deus. lilho de Hezrom. o qual contiuba um local adequado para sepultamento — a caverna de Macpela.g . os israelitas “tornaram.52). Muitos anos depois o corpo de Jacó. na verdade.30: 50-13). Sucedeu seu pai Baasa no trono e governou em Tirza poi. o qual foi um dos doze gover­ nadores distritais do rei Salomão 11 Rs 4. o Senhoi levantava um lider que os libertava e tornava-se nm juiz na terra. a fazer o que era mau aos olhos do Se­ nhor' (Jz 3. de Calebe. Rei do Moabe durante o lempo dos Juizes. 2. Is 7.17j | r 7. bem no centro da região que mais tarde seria a nação de Israel. Abraão procurou comprar dos heleus um local para lazer o túmulo dela e de sua fam ília.

por cometer o mesmo lipo de pecado (1 Rs 18. Dessa maneira.17 listam Blão como filho do Sem. foi morto quando tenta­ 20. Também é suge­ rido que a frase “o irmão de" foi omitida uo I r . wm . Nu 7 3 4 1 . juntamente com Davi uas tarefas do Tabernáculo fl Cr seu irmão Ezer.24). I Cr 11. Há tuna discrepância estava presente como sacerdote du Se­ entre o relato de 1 Crónicas 20 e o de 2 nlior (Ne 12. 2.1. numerosas batalhas são listadas O constante problema que linha com os filisteus e outros exércitos man­ teve Davi e seu comandante Joabe uni­ dos por muitas anos. o último rei de Israel (2 Rs 15. 5. Cilho de Banani.) retornaram com Zorobabel do exílio babilónico |.18.19). O lei tor é aconselhado a consul­ tar um bom comentário bíblico.24.5). mas lambém foi raptdamrafe castigado por Deus. r. e não seu irmão. 18.1. O casti­ go relativamente liuútado. He malou Lami.20: Ne 7.3). Foi morto enquanto bebia na casa de Arsa. irmão de Golias» muro construído ao redor de Jerusalém. Outros interpretam que os rnlatos são de dois incidentes diferentes e. era neto de Noé.3 1. Líder de uma das famílias que (Veja também fizer e Bnrins. o ELADE (Heb. um de seus mordomOs. Alguns estudiosos sugerem que Elanã simples­ mente era outro nome de Davi. va roubar 0 gado dos galitas (1 Cr 7. Era fiLho de Uzi 11 Lr 0. Génesis 1 0 . o próprio Golias.20. foi ou­ tro desses grandes guerreiros r está listado entre o grupo dos "bomons valen­ tes". por­ tanto. deve ter existido mais de um filisteu com esse nome. um erro de transcrição do texto em 2 Samuel. "graça de Deus"J. seria o suficiente para os futuros roís e o povo. retornaram com Zorobabel do axílio Vol­ foi um ilos maiores guerreiros de Davi tou com 1. Em uma das muilas batalhas contra os 6 Quando Neemias dedicou o novo filisteus. 17. O lexin dp 1 Reis 16. n rei de Israel reuniu ao seu redor muitos guerreiros particularmente aptos. Outro hder de uma das família*: que 1. O próprio assassinato revela o estilo de vidu com o qual Elii estava acostumado.1 í di? que Elá cometeu as mesmas transgressões do seu poi o conduziu o pov\> "aos ídolos vãos”: por esta razão. Filho de Jair. 2 Samuel 2 1 o L Crónicas 20.30. se ele rnalou Golias. administrado por Dous nesse estágio da história de Is­ rael. ELÃO. que levou Israel à idolatria. Zinri íora autoriza­ do pelo Senhor a malar ioda sua lamdia. O quinto filho de Meselemias.2 e 1 Crónicas 1.8).26J.19. segundo o qual ele malou do uo pecado de seu pai. o gitou ( l Cr 20.2. Pai dn Oséias.9). 6 . A idolalria dentro da casa mal era um dos p rin cip ais láto res que levnvom os israelitas no níesmo potado. 2. depois do Éjcilio. Ura dos primeiros que retornaram da Babilónia para se estabelecer em Jerusalém. da tribo de Benjamim.ADF. 3. porteiro coraila. Um dos descendentes de Saul ( I Cr 8. Fi­ nalmente. 158 . 5. proíetizou que Baasa e sua fam ília seriam aniquilados. portanto. "Deus lem lestíficado’ ).12).Ed 2. os quais Deus preparou. o por isso Dous sempm castigava Severamen le.El. Zinri então tornou-se rei.2. a rebelião contra o Senhor cuiminaria com o juízo visto na destruição do reino do Norle pelos assírios. ELANÃ (Heb. especialmente porque havia profetas que repetidamente explicavamllies os propósitos das açóes do Senhor. Talvez a melhor solução sugerida seja realmente que houvi. conhecidos oomu os "trinta heróis dn Davi". Tkmbétn era de Belém |2 Sm 23. 8.21). Em ambos os textos. Samuel 21. ua divisão feita pulo rei Descendente de Efraim. 1 . Filho de Dodó |ou Dodai).7. a fim de que os israelitas fossem vitoriosos. 10.254 parentes (Ed 2 .n I o de 2 Samuel.7. Jeú.42]. 4 . da cidade de Belém.D i.

era fosse estéril. Ama­ va profundamente a Ana.3).4. é possível que fosse ídolo de nma seita viço do Senhor. Levita. Elcana foi graci­ Berile. a quem Jeremias con­i i m o r e cuidado por Ano é descrito em 1 Samuol 1.ra n pai de Asa (1 Cr 9. com sua referenda 5 . Um ter­ ELD A O E.16).2. ‘Deus tem protegido"I. 35. no Templo. 1 Cr 1. onde d e u conforta com as fiou uma Carta eudereçada aos andãos palavras: "Por que choras? Por que náo sobreviventes entro os exilados (Jr 20. comes? Por que esta triste o leu coração? Náo le sou eu melhor do que dez filhos?". Era também cbamadodn BaalSamuel (i Sm 1.c. 2.23). Fillio de Midiâ e ueto de Abraão ma do itom n9 1 . fora criado especialmente judeus que regressaram do exílio para ajudar os israelitas na assimilação babilónico e Se estabeleceram em (erusada religião dos vizinhos. Obviamente preocupa va-se muito com ela. Os cananeus adoravam e Elcana f o i recompensada por Deus com vários deuses chamados Baal. dos filhos de Corã. Era da Iribo de Beuiamim (1 na adoração dessa divindade (Jz 8.25. 27) talvez seja o mesmo do item to com Medàde. s.7). 7 . Ele razia parte de um grupo Certamente. um Zidague. a qual senlia-se despre­ um dos culpados de ter-se ca. Dessa maneira. nome são listados entre os descendeuies de Coate ( l Cr 6.G.1-4). "deus da aliança"). mo possível que esse.sado com zada e era ridicularizada por Penina. embora esta ELA SA . filho do rei Acaz.20.23.34).D. Se uma geração foi omitida ou Efraim (2 Cí 28. 0 segundo no comando.Estava entre os líderes que assina­ ram o paclu no qual o povo comprome­ teu-se a adorar e obedecer somente ao Senhor. onde Eli era sacerdote (1 Sm 1. Foi lidei de dã (Êx 8 .27.19. Mencionado duas vezes jun­ ceiro (v. 9. Um dos soldados que desertaram atraído para uma divindade já exlslenle do exército de Saul para juntar-se a Davi e que se preocupava com as alianças. Veio res (Nm 1 1. Neto de Corá listado em 1 Cróni­ morto por Zicri. 1 1.33: Cr 1 2 . do de Maaséias. 2 .20).6 ).27).22). n de guerreiros ainbidestros no liso do arco povo não perdeu tempo em volver-se e da funda. Mencionado apenas ora Tuizes 8 e oso e permitiu que ela o dedicasse ao ser­ 9. o povo da aliança seria mais facilmente 6 . descendente de Coato e um 15.4. após a morte de Gideão. É no míni­ rnais cinco filhos. P. A responsabilidade de du Rrnnntrt ím-Zofim. . e era filho de Je T o ã o . Servo fiel ao Senlior. Era "porteiro da Arca (1 Ci 1. Depois de orar ao Senlior e obter dele n Um deus cananeu adorado pm Siquém resposta. ora uiu dos 70 anciãos ne 4. Levita ancestral de um grupo de á "aliança".20). E L -B E R IT E |Heb.8. Seu mui heras estrangeiras (Ed 10. no reina­ 6-24). na época de Neemias (Ne in m). e Quetura. hii de Samuel 1 1 Cr 6. 1 .3. Descendente de PdMir. apontado polo rei Davi para servir no Tabernáculo e posteriormente ELCANA (Heb.46). Filho de Sàfã. tinha duas esposas: Penina e Ana. no santuário em Silo canunita que absorvera algumas idóias da (1 Sm 1. Foi 2 .33). Levita. Dois outros homens com o mesmo líderes tribais (Gn 25.26. um guerreiro da tribo de cas 0. F. lem. da região montanho­ 159 7. colocada fora de ordem na genealogia. A fidelidade de Ana religião israelita. cujós fílhos tornaram-se lodos 3.3(i|. nomeados para aiudar Moisés como lide­ 4. Anualmente levava sua família para adorar e fazer sacrifícios em Silo. Ana ficou grávida e nasceu (veja UaaJ | .ELDADE sa de Efraim. então essa pessoa provavelmente < 5a mes­ ELDA.

as quais eram o símbolo de sua nova função: sumo sacerdote fNm 20.17(. ELEAZAR (Heb. por alguma ra­ zão. Eleazar tomou-se líder dos levitas e fieou responsável por lodo o Tabernáculo (Nm 3.20). Diferente­ mente de seus dois irmãos Nadabe e Abíú.4). da Iribo de Benjamim. Teve um papel pro­ eminente nos relatos da peregrinação do povo de Israel pelo deserto. 2. Nm 3.4. Eleazar pprrnaneceu fiel ao Se­ nlior. Possivelmente.40). o Espírito também repou­ sou sobre eles e também profetizaram. Filho de Rala.1. n Seuhor capa­ cho u outros homens poiu ajudarem "a le­ var o fardo do pova:\ a iim de que MoiSés aã o o conduzisse sozinho (Nm I 1. Novamente os israelitas murmu­ raram pela ícilla de (. Quando seu pai Arão morreu so­ bre o monte Hor. 1. lo s u é nãa ficou sa­ tisfeito rom isso o pediu a Moisés que os mandasse parar: no enlanlo. o "Espirito repousou sobre eles" ê "pro­ fetizaram" |Nm 11.201. Nm 3. não se reuniram çmn os 70 uo Taber­ náculo mas ficaram no anaiaJ. mas náo lia indicação das palavras deles nas Escrituras. TJI 10.2. Um dos filhos de Arão e sua esposa Eliseba (Èx 6-23.0). Foi pai de Azei e está listado na genealogia tios descendentes do rei Saul (1 Cr 8.12-20).2). De qual­ quer maneira. Ele foi consagra­ do sacerdote do Senhor junto com seus trés irmãos (Êx 20. “Deus lem adornado"!. Foi um dos líderes do censo ordenado por . Eldade e Medade. ofereceu sacrifícios para a adoração congregarional e intercedeu pelo povo. 160 ELEADÁ (Heb. Filho de Holez. filho de Taaie (! Cr 7. quaudú eflte petava ou se n^belava. o legislador reconheceu que era obra do Senhor e res­ pondeu: ' Tens ciúmes por mim? Oxalá que lodo o povo do Senhor fosse profeta. Descendente de Efraim.25. tinham demonstra­ do a habilidade dada por Deus paru a li­ derança. Existem vários documentos judaicos que indicam algo do que Eldade e Medade fa­ laram. ELEASÁ (Heb. Toruou-so lí­ der de um clã dos lo vi tas e casou-se com uma das filhas dePutiel. Em i Coríntios existe uma ênfase sobre o fnto de quo o Espirito Santo dã a todos os cristãos vários dons ospei iais.251. como sai erdote.3.2529. poiso desejo que demonstravam de voltar un Egita revela­ va um profundo problema espiritual de­ les — a falta de capacidade de viver pela fé e confiar rio Senhor para caria necessi­ dade. separados espe­ cialmente para seu serviço e paru lazer as ofertas e sacrifícios ao Senhor. Quando o s 7ii encontraram-se com Moisés na ontrada da Thhamãculo. Durante todos os anos no deserto.ame e pelas cliiuruldades da vida d o deserto.50). 1 Cr 6.I6J. ruiu. Tais líderes Hram exalamente o que os israelitas necessitavam. 1.37: 9 43). alguns deles envolvem a lide rança da Igreja As Epístolas Pastorais indicam que a pluralidade de lideres era a norma na maioria das igrejas primiti vas. Esses príncipes eram lideres em seus pró­ prios clãs: porianio.1). Unha acesso ao Senhor e podia consultar o Urim (Nm 27J. Em numerosos textos das Escrituras pen ehe-se que Deus nunca intentou que a liderança espiritual ficasse nas mãos de qualquer pessoa. que fizeram uma oferta ilegítima ao Se­ nhor e por isso foram mortos (Lv 10. Assim. Ele e seu irmão Itamar deveriam ser santos diante de Deus.30. Estavam com saudade do Egito. Deve­ ria ser privilégio deles comer partes da carne dos sacrifícios que ofereciam pelo povo (Lv 10.ELEADÁ conduzir o povo dc Israel era claramente rniiioi do que o legislador podia suportar sozinho. era pai de Finéias (Éx 6. que o Senhor lhes desse o sou Espírito!" (Nm 11. “Deus fez").32: 4. "Deus lem ajudado''|. Moisés deu-lhe as ves­ tes dele. esta Listado na genealogia de Jerameel e era da tribo de Judá 11 Cr 2. ele exercia também o papel de conselheiro ou juiz porque.

Filho de Mali.42).33). Js 14. 6 Descendente de Parós. . o aoita. Eslava presente no Tabernáculo quando Ana veio e orou por um filho (1 Sm 1. foi consagra­ do para guardar n Arca da Aliança. Na êpoc a do retomo da Babilónia.ri. Outra de s u a s responsabilidade» envol­ via a representação rins israelitas diante do Senhor.15). seu sacerdócio apontou para o necessidade de alguém quo estivesse enlre o Deus sanlo o a humanidade e a necessidade do sa­ crifício para entrar na presença do Se­ nhor.51).4|. Sob a direçáo dp Neemias. 1 Cr 11 .1. inclusive descendentes dos sacerdotes de Judá. 7. . (Ml 1.21. uma das incumbências foi enlregue á família de Eleazar ( t Cr 24. entre a humanidade e o Todo-pode­ roso e para oferecer o grande sacrifício que jamais precisaria ser repetido.18-23. Eleazar permaneceu em seu posto e lulou bravamente alé “Lb'? cansar a mão o ficar pegada à espoda" Quando o Se­ nhor deu a vitória aos israelitas.6s). Nu lempo determinado. a revela­ ção de Deus demonstrou quo o sai erdócio de Eleazar oro apeuas ura prenúncio do sumo sacerdócio do Crislo. em meio a mui­ tos louvares a Deus (Ne 12. quando levaram o povo de ludn para o exílio. Todos se arre­ penderam e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10. Ele é listado em Esdras 10. 161 . A muralha. Era bisa­ vô de José. da tribo de Levi.3-17). Fillio de Dodô. "o Senhor ó levantado alto").2). apenas filhas. primos delas (1 Cr 23. Numa época muito Importante e extrpmamente difícil paia Israel. Js I7. r.26). Quando morreu.ELI Moisés nas planícies de Moabe (Nm 26). Ariceslral de Jesus. o qual veio paru ser o Mediador. ti­ nham-se casado com mulheres de outras tribos e de outros povos. Ajudou a pesai os tesouros do Tomplo quando che­ garam (Ed 8. mencionado na genealogia de Mateus. numa colina próxima de Qufriale-Jearim (1 Sm 7. que mais tarde casaram-se com “os filhos de Quis". Seeanias confessou a Esdras que muitos homens. Quando alguns israelitas começai am á bater em retira­ da. ÍOfnouse sumo sacerdote no centfo de adoração em Silo. 19. Combinava a tarefa de sumo sacerdote com a de juiz.25 como um dos que se divor­ ciaram das esposas estrangeiras. foi sepultado em Giheá. Elnazar S flg u iu rigorosamente as leis da separação que Dous exigia dos sacer­ dotes e da nação. ó digno de nota que esse fiel homem de Deus dovia se orgulhar de seu filho Finéias.2 2 :24. Morreu sem ter filhos. loram destruídas pelos babilónios.Hi). o qual enlróu para a história devido ao zelo que demonstra­ va pelo Senhor (Nm 25). lambém lomou parlo do caso riàs filhas dit Zfilofeade e na nomeação de Josué. quando iam para a guerra (Nm 31. e deu-lheconselhos(Nru 27. 4. Era notável por sua habilidade como guerreiro. os mu­ ros foram reconstruídos. Ajudou-O na divisão da leira de Canaã entro as tribos (Nm 34. espei iulmnnli nu ba­ talha de Pas-Damim. no final do período dos luizes. 5. desco­ briram que lodos os filisteus ao redor dele estavam mortos (2 Sm 23. Desceu dente de Arão e de Ilamar. foi o mediador entre Deus e o povo e entre a nação e o Senhor.18). 12 ).c. Filho de Abinadabe. foi um dos “lrês heróis cie Davi". nas montanhas de Efraim (Js 24. Levita que retornou da Babilónia para Jerusalém com Esclras.17. Final­ mente. Levita que fazia parte do coral que cantou no festa ile dedicação do muro de Jerusaléitt. As gerações posteriores da família de Eleazar tiveram um importante pa­ pel na adoração do povo. ELI (Heb. pois “havia ele julgado o Israel quarenta anos” ( t Sm 4. Quando o rei Davi dividiu as tareias entre os levilas. quan­ do foi trazida paru a casa de seu pai.9.33).1). marido de Maria.1. demonstrada contra os filisteus.Assim. 3. 2. bem como a cida­ de. 8 .3 0. dé unia vez pur Io­ das.

Eli era um homem fraco.18) E quando o mensageiro chegou da batalha. Quando Salomão removeu Abialar do sacerdócio.k . 3. sua fé era evidente.1. Quando ouviu a profecia d»* Samuel. veja JlofrU e Finéias). Ancestral de Samuel. 3 . I 'b i ao próprio E l i quo Ana e seu marido Elcana retomaram depois que o pequeno Samuel desmamou. ele u confortou e a despediu com uma bênção (v. em contraste com os filhos de Eli. Ele conhecia e amava ao Se­ nhor. caiu da cadeira onde eslava sentado e morreu. pensou que encontrara o ungido de Deus. que o fez cair par a trás (1 Sm 4.111 Todos os anos.13).24-29. A despeito da confiança e da fé que Eli Linha uo Sonhor.27-36. ole não foi hem-su<edido na formação de sua família: seus filhos.1 Sm 2. Trouxeram uma oferta e deixaram o menino para s«rvir ao Senhor no santuário.6). p j í .s "heróis de Davi”.7. Hofni e Finéias.0: 17. 7. Quando viu Eliabe. As palavras de condenação contra Eli cum priram -se em pouco tempo. Pai de Datã e Abirão. 1 7 ) . Derrotaram os israeUtas o mata­ ram Hoíni v Finêias. Eli os abençoava e orava para quo Ana tivesse outros filhos no lugar de Samuel. Samuel lamentava a desobediência de Saul quando Deus laJou com e le e o en­ viou para ungir o novu rei d e Israel. "crescia em estatura e ern graça diante do Senhor e dos homens" (1 Sm 2. IJm-dos "trinta” do. estava preparado para dizer.27). o qual ela dedicara ao serviço do Senlior 1 .20).10).8. da tribo de Kúbuu.13. Essa profecia reforçou uma palavra anterior do Snnbor contra Eli e sua família ( I Sm 2. Como resultado. “É o Senhor: faça o que bem parecer aos seus olhos" (1 Sm 3. Prova­ velmente a glavidade dos pecados deles só íoi descoberta quando Eli já estava com idade bastante avançada. foi mais fi notícia da caplura da Arca. Era um saalhonita (2 Sm 23.12. um dos homens escolhidos para ajudar Moisés e /\ráo a fazer o recenseamento do povo no Sinai (Nm 1. Seus filhos lideraram uma rebe­ lião contra Moisés e Arão (Nm 16. 26. 1. Filho mais vellio de Jessé *■ irmão de Davi (1 Sm 16. por isso. 2.32. I Cr 2. pai de jeroão e filho de Naate.11-20). Os filisteus atacaram e capturaram a Arca rio Aliança. quando 0 casal voltava para vi­ sitar o filho. O Senhor untão disse as palavras que são repetidas atra­ vés dos séculos: “O homem olha para o 162 .1-3). ELIABE.12-1Oh A vida de Eli loi trágica em muitos aspectos. o qual. 2. pois o rapaz era alto. Mesmo durante a última parto de sua vida. perdeu o contro­ le da família e suas advertências caiam em ouvidos surdos (1 Sm 2.2f»." Deus esconde”). O profeta seguiu a direçáo do Senhor e foi para Belém. 10.20). que saía para o batalha e liderava o povo de Israel nas guerras. O velho sucerdatn soube o que aconlecia e tolerou as transgressões deles (para mais deta­ lhes. de boa aparência e o primogénito de )essé.33). o sumo sacerdócio foi ocupado pelos d escen d entes de Eleazar.22-24).271. mas sua fraqueza de caráter e a to­ lerância que Linha paru com o pecado ao sou rodcir eram atitudes diretamenleapos­ tas ao que o Senhor requeria <los líderes do povo (Cf Lv 22. Quando o velho sa­ cerdote recebeu a noticia da captura tia Arca e tia morte dos dois fiLhos. Daquele momento em diante. quando ouviu a verdadeira causa de suas orações.9: 2. Filho de Helom e líder da tribo de Zebulom. a pala­ vra do Senhor contra a casa de Eli mimpriu-so literalmente ( I Rs 2. ELIABA (Heb. l Cr 11. veja Córò. Para mais detalhes.ELIAJ3A Etnbara a princípio pensasse que a rnuliior estivesse e m b r i a g a d a . 4. abusaram seria­ mente da posição que ocupavam. Era da tribo de Levi 11 Cr 6.9: Dl i 1. a Palavra do Senhor veio ao jovem Samuel. junto num o velho sacerdote (l Sm t. e não a morto dos filhos.

1 . A filha de pela mão e a trespassará!*’ (v. foi uo’*a chave da casa de Davi”.5). sa vez dirigidas diretameiile às pessoas que eslúvam na muralha. 35ss. pediu aos asairios que falassem em 6 Um dos levitas que toi aram harpa aramaico. Pai de Bate-Seba. entrar-lhe-á nome e para honra do Senhor.16. foi chamado de Jeoiaquim 19-2).B.26. 2 Cr 36. chamado de Amiel. 1. Veja feoitiquim. Ezequias aprendeu uma lição que ELIAQUIM (Hei). seu secretário. i o q j grande tristeza e medo. às promessas de Ezequias (2 Rs 18. des­ Cr 15. que reinou sobre 35). pois. no tiram. "povo fie Deus’*). es­ quando clamava por Ele.25). 3. 14.201to. tinha inveja da ria na qual o rei Ezequias se encontrava n a q u e l e momento. Também eslava pronto para ajudar seu povo. Esse mandante do exército assírio que sitiara Faraó mudou seu nome.22-24 vemos que. em Zú. era prunairo-ministro. Eliaquim. Tinha confiado no Egi­ bondade do coração dele (1 Sm 17. casou-se com um dos fi­ Eliaqulm ficou profundamente pre­ lhos de Davi (2 Cr 11 18) 5 . Em rança e a fonte da paz estavam na total Isaías 22.17) se aiuda e direçáo. Pai do Kezom.9). de Judá. 37 2).37: de submissão. Fi­ pouquíssimos reis de Israel ou de Judá lho de Hilquias. A paJuvra decla­ rava que o Senhor estava do lado deles e Encontramos Eliabe novamente ua his­ tória de Davi e Golias. Esse tendessem a meu. As­ exército de Saul Í1 Cr 12. poréni o $<?um mensagem para o rei Ezequias em uhor olha para o coração" (1 Sm 16. Não conseguiram chegar a um acor(2 Rs 23-34.20: 16. sim. efeitos. "Deus levanta"). fez com que mil homens. a quem os assírios agora referiam-se Ele e os outros seus irmãos apenas assis­ como esse "bordão de cana quebrada.18. Eliabe. 21). se alguém se encostar. uo envolveu sexualmente com ela e desco­ malar 185 mU soldados assírios numa briu que ficara grávida. duranle o reinado de Davi I i mandante. u/iioa noite.lague. depois que se 19. hebraico (2 Rs 18. enquanto Davi matou o filisteu no qual.C.18.19-251. como um sinal lerusalém em 701 a.-sagem proferida em grupo de soldados bavia desertado do hebraico. e Ioda a Síria e foi adversário de Salomão os oubos oficiais voltaram à presença de ( lE s 1 1.3.. assim.'I* 11. Sebna. a segu­ proeminente na curte do rei Ezequias. Davi fez com que oração de Ezequias por livramento \2 Rs a marido dela fosse morto.C. se en­ uo exército de Davi. os assírios proleriraiu .ELIAQUIM que está diante dos olhos.282.4). Estava com ciú­ enfatizava com sarcasmo a posição prega­ mes du Irmão muis novo. 23. Comandauíe valente e líder de 200 Esse desfecho. 22. 163 .2. quando a Arco da Aliança foi levada para Isso apenas provocou ainda mais o co­ Jerusalém. respondeu à posa de Urias. paia lodos os dependência do Senlior. que nasceu cialmente para que não dessem ouvidos em Jerusalém (2 Sm 5. Posteriormente.7). ocupado com os soldados que estavam sobre os muros da cidade. que sempre ELIÃ (I-Ieb. S.(2 Rs 18. a linguagem faiada ua corte. Filho do rei Josias...7).14-19) e interveio direlameute. Ezequia>. que gritou iruiLs ameaças. depois que seu poi mor­ delegação que saiu para lidai com o co­ reu na batalha contra os ngipeios. entretanto. 1 Cr 3. Filho de Davi. do dc paz e. fitariam desencorajados.34J. Fez parte da mísiido por Neto. Deus.0 teu eíro nn comando dos gaditas. o heteu. Apelou espe­ ELI ADA. algo que jà deveria ler feito muito antes.3. no próprio acampamento Bate-Seba tornou-se esposa dele Í2 Sm deles (vv. VBja também Isaias 36. Abiail. durante o reinado de Jeosafá o rei se voltasse para o Senhor e buscas­ 12 Cr 17. Segurava 2. ocupava uma posição tiveram o privilégio de eutender.

entre 1 Reis 1 7 e 2 Reis 2. O PROFETA 3. Os milagres representam "sinais”. os israelitas nada responderam. está a maneira harmo­ niosa em que o Senhor as utiliza para ensinar sobre a fé. 4. a qual registra vários reis e príncipes. Assim. ELIAS. até José e finalmente Jesus IMl I 13).9-12). p . A princípio. g . a mensagem e o proprio liomem. levou a uma confissão de fé no proleta como "homem de Deus" e a uma súplica por misericórdia por parte da capitão da terceira companhia ijue foi enviado (2 Rs 1. Líder dn uma famiiia sacerdotal no lempo de Neemias (Ne 12.21).24). As atitudes demonstradas pela viúva de Sarepla |1 Rs 17. Por­ tanto.7-24) também revelam que ela confiava plenamente na mensagem do profeta. contudo. inclusivo par meio dessa genealogia. ou cio fogo que fe/. 5.30). e que a palavra do Senhor na lua boca é verdade" (1 Rs 17 24) 164 .14).-35J. quando solicitou ajuda para consertar o altar e iogar água sobre a lenha (1 Re 18. El ias desafiou o povo: “ Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus. a acusação feita por ela: "Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniquidade o matareb a meu filbo?” (1 Rs 17. todos esses sáo quadros dos quais todas as pessoas se lembram.39). que a manteve viva durante todo o lempo da seca.181 transformou-se numa confissão de confiança ua missão e no ministério do profeta. Sun história é contada no meio d os relatas dos reis de Israel e Judá. eles precisam decidir se ficarão a lavor ou contra Deus. Na genealogia de lesus. é listado como o filho d#' Abuide e pai de Azar. Isso é muito ciam no evento do monto Carmelu (i Rs 18. recebeu em retorno um suprimento inesgotável.Cilado na genealogia que vai de Je­ sus uté Adão. Todos então participaram Ua laplura dos sacerdotes pagãos. uin homem totalmente dedicado ao Senhor. Os milagres de Elias Os milagres que cercaram Eli as co m p õ em d mais vívido dos três aspectos de su ó vida. que ressuscitou dentre os mortos. foi que lodos responderam com a confissão de fé: "O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” II Rs 18.16-4fí). raftete seu cmâtei.13. Sua biografia é uma das mais coloridas e excitantes da Bíblia. 011 ao ser arrebatado para Deus. uo qual Elias fez cair fogo do ceu para incinerar duas companhias de soldados enviadas para prendê-lo (2 Rs 1. O PROFETA Elias. Na evange­ lho de Mateus a linhagem real do Cristo é estabelecida de várias maneiras. Devido a e ss e compromisso. segui-o. que significa “meu Deus é teovâ”. o sinal miraculoso desafiou o povo a responder com fé. Quando entregou a Elias seu último punhado de farinha e óleo. Elias trouxo o povo para o seu lado. como Zorobabel. Esses capílulos Alastram lrês aspectos essenciais para se entender o papel desle profela e seu minis­ tério! os milagres. Quando ouviram o desafio do profeta aos sacerdotes de Baal.ELIAS. os quais desafiam os que os testemunham para um momento dot isivo.30. deram seu consentimento (1 Rs 18. cair do céu. Quando o profeta restaurou a vida de seu filho. mas se Baal. entretanto. Um milagre semelhante. segui-o" fl Rs 18. d.41) Foi um dos locadores cie tromlmla durante o culto de dedicação dos muros da ddade. Seja diunte do fiJho da viúva. como pai de Jouã e fillio de Meleé (Lc 3. 'Agora sei que Lu és homem de Deus. Somente quando o fogo caiu do céu. D e u s pôde usá-lo p o d n ro sa m e n to . Por Irás dessas maravilhas.

Nenhum outro rei de Israel recebeu tantas advertências e também nenhum outro governante caiu tão profundamente no pecado. Em sua primeira explicação a Acabe sobre as razoes da seca. o rei continuou envolvido com a cultura cana ui ta ao sou redor.0). tudo o que esse rei fez íoi enviar patrulhas para teutm capturar o profela 11 Rs 18. O relacionamento de Elias com Acabe ilustra a mais significativa mensagem do profela e a 1'aJl. mais semelhantes ãi» de Acabe do que as dos seus predecessores em Juda. l . de Israel e Judá. rogou ao seu mestre: “Peço-te que haja porção dobrada do teu espirito sobre mim" Í2 Rs 2. o profeta deixou claro que era devido aos erros do pròpríi i rei: “Eu náo tenho perturbado a Israel.d dn poder divino para Acabe. o profeta o ultrapassou 11 Rs 18.401. O profeta fez o caminho inverso pelo qual o« filhos de Israel entraram ua Tena Prometida: da região montanhosa de Belel e Al para a i>. constituía grave pecado.( I Rs 18. A única menção de Elias em Crónicas ocorre quando enviou uma mensagem ao rei leorão.101. A noticia de que esse monarca morreu de uma enfermidade extremamente dolorosa nas entranhas e de que seu falecimento não foi lamentado pelos súditos confirmou as palavras de Elias e também demonstrou d falta de arrependimento do rei de Juda. No finai.17. dirigido por Deus 1 1 Rs 18. foi con­ cedida a Elias uma bênção especial. meu pai. Suas iilividades postoriores demonsUariam a fé no Senhor de Elias que Eliseu agora possuía (2 Rs 2. teve uma recepção diferente. Seu sucessor então confessou o poder do Deus de Israel: “Meu pai.1-14). concernente à doença que tinha no pé. no momento de sua partida desta vida.45.1-17). Enquanto os prodígios inspiravam unia resposta dos israelitas desobedientes e mornos de todas as camadas sociais. Ainda assim. Elias advertiu Acazias de que sua consulta a Baai-Zebube.1.2 . Elias escolheu o lempo e o locai para os dois se encontrarem. O milagre no monte Carmulo provou a superioridade de Jeová sobre as falsas divindades. que era da cidade de Tiro (1 Rs 21. Deus usou Elias para dar essa demonstração individu. a poderosa demonstração da fé de Elias ao reler e depois liberar as chuvas (Tg 5. Acazias morreu sem demonstrar sinais de aiTependimenlo. O ministério do Elias comoçou poi meio de um aviso a Acabe.1). Quando Eliseu contemplou aquele grandi mUagre. O profeta adver­ tiu orei de que suas práticas pagãs e assassinas. e seguistes os baalins’. Apesar de tudo. o levariam a uma morte horrível.12-20). contudo.12). O PROFETA Os últimos milagres dc* Elias ocorreram ua companhia rio seu sucessor espiritual. com respeito à seca (1 Rs 17. A mensagem de Elias Os uúJagres de Elias serviram pura chamar muitas pessoas em Israel de volta a Dous.25). a palavra do profela era dirigida especificamente aos reis fe rainha também. subiu ao Céu num redemoinho. o mesmo aconteceu a fim de que Elias passasse para o lado oriental tio rio.15-1<)).14). Embora fosse um património dado a famiiia 165 .10) náo demoveu Acabe de sua falsa adoração. carros de Israel. Eliseu (2 Rs 2. como no caso de Jezabel. Sua mensagem. o deus de Ecrom.ELIAS. A mensagem do profeta não causou nenhuma mudança no comportamonto de Acabe Influenciado por sud esposa Jezabel.a de arrependimento de um li dor. Do outro lado do Jirrdão.12J. o qual seria punido com sua morte 12 Rs 1. Enquanto o rei corria em sua carruagem em direçáo a Jezreel para comemorar a vinda da chuva. Cobiçou a plantação de uvas de um súdito. Assim como aquelas águas se dividiram paia o povo ocupar a banda ocidenlal de Canaã. como aucmteceu com Moisés antes dele. em Jezreel (1 Rs 21). mas tu r a casa de teu pai Deixastes os mandamentos do Senhor.gião de Jericó b finalmente para o Jordão. Embora fosso dirigida a todo o povo. de Judá [2 Cr 21. e seu cavaleiros?" (2 Rs 2.

A resposta qtin davam. entre­ tanto. O arquétipo profético começa com seu sucessor. Todas as mensagens de Elias se cumpriram. Ela garantiu que o rui lona o que desnjava. O monte Carmelo provavelmente era um santuario na fronteira entre a Fenícia e Israel. Acabe apossou-se da vinba.ua maneira "simples" de ouJtnur apenas a Yahweh. Jezabel também faleceria e ns cães lamberiam o sangue de seus cadáveres. De todos os reis para o s quais Elias profe­ riu palavras de advertência. O seu ministério proféti­ co levaria o povo ao arrependimeutu.30-37). Esse aspecto é dividido em duas partes: a sua solidão e o arquétipo do papel profético que ele desempenhou. Provavel­ mente i?ro tido por muitas pessoas como um fanática procedente de uma região sub­ desenvolvida. Assim. a leste do Jordão 11 Rs 17. Seus mila­ gres proporcionaram ujudo visual que desafiava as pessoas. Exatamente como Deus dissera II Rs 19. pois veio de Gileade. isso pouco significava paia Acabe e muito menos paia Jezabel. No caso de Elins. mas o Senhor não pode encontrar entre elas ninguém com lé suficiente para agir como mensageiro da Palavra de Deus. For tudo isso. O verdadeiro propósito delas. ua capital e nas cidades principais do reino do Norte. Humilhou-se diante de Deus e o Senhor respondeu que retardaria a condenação até o reinado de seu filho I í Rs 2i . Começa com sua origem.27291. juízo de Deus eram designadas para produzir arrependimento nos ouvintes p nas gerações posteriores. O rei em breve morreria. O rei foi mona e os Cães lamberam seu sangue [1 Rs 22. além de amaldiçoados por Deus.1). Na bofo ioi falsamente acusailo e condenado ã morte. contudo. As advertências sobre o. numa época de apostasia nacional. G l iseu. O PROFETA de Nabote pelo próprio Deus. as quais não estavam preparadas para ouvir seus argumentos. Finalmente. é de tais lugares desprezíveis que Deus frequentemente escolhe seus profetas e aien&ageiros. Deus enviou uma mensagem de condenação transmitida por Elias. toda a dinastia de. sua esposa. i^ontrastava com a recusa e com o coração endurecido da maioria dos lideres que ouviram as mensagens de Elias. era mais do que um pronunciamento rle condenação. somente Acabe respondeu positivamente. Elias. seja de Gileade seja da Galiléia. seu ministério o colocou em coutato r.ELIAS. Era um julgamento terrível. assim aconlnceu. quo Integravam deuses do grandes e ricos centros comerciais. vestiu-se de saoo e jejuou. 10. como Tiro. Acube loi exterminada por )eú (2 Rs 10). implicava a Introdução de uma divindade paga entre os israelitas como o deus principal.17). o castigo viria. O primeiro exami­ na o relacionamnnto único e u t r e Elius e Deus e entre o proleta e os que foram chama»Ioíí para ouvir suas mensagens. Ainda assim. seria considerado um provinciano.'. que pennanet eu 166 .om os que não tinham nenhuma consideração por . pre­ servado no texto bíblico: 0 homem Elias. o homem A questão da apostasia nacional introduz o terceiro aspecto da vida du profeta. A solidão do proleta engloba todas as áreas de sua vida e ministério. Lemos que rasgou suas roupas. Mesmo assim. pois significava que não descansariam coin seus ancestrais. mas morreriam sein sei' la­ mentados. Essr* exemplo muitas vezes serve de testemunho contra pessoas que se consideram superiores àv outras. sem se importar com a aliança eulre o Senhor e seu povo. conforme u proleta predissera. Assim.30.-t8). e termina no Novo Testamento. que lembrariam as palavras do profota quando m i o s mensagens se cumprissem (2 Rs 9.10. Pre­ teriam a sofisticada religião urbana dos cananeus. O chamado de Elias para confrontar assa impiedade foi O exemplo de um ministro soLitario. Jezabol também teve o mesmo destino (2 Rs 9.17|.M4-.

que levou o ministério adiante após o arrebatamento de Elias e imluiu a unção do Hazael e Jeú como reis da Siria e de Israel. Seus milagres e sua mensagem foram levados adiante por Eliseu. A palavra de juízo de Elias para o reino do Norte foi assimilada pelos profetas Oséias e Amós. Portanto. e agora estão tentando matar-me também”. porém.19-211. Os filhos de Israel deixaram < i Itiâ aliança. que atravessaram o rio fordao a pé enxuto. J 1-13). Ainda quo tivesse notícia de outros profetas de Yahweh (1 Rs 18. entretanto.ELIAS.71 .14: cf. Esteve escondido por dois anos. Di/erentemente de 1 Reis 17 e 18. é o seu papel como um arquétipo profético.19J. a fim de salvara própria vida (1 Rs 19. Esse cuidado bei lidar rom a solidão do pro­ feta é evidente pelos personagens piedosos que surgem nos capítulos que seguem a cena do monte Horebe 11 Rs 19). de agora em diante suas atividades sáo intercalado») com outros even­ tos e profetas. Rm 11-2. não 6 surpresa quando o profeta. seu trabalho não seria solitário. Em 2 Reis 1. em lugar da ação. o qual pediu porção do­ brada dfi poder que Elias possuía e começou seu ministério repetindo o Ultimo mila­ gre de seu mestre: a divisão das águas do rio Jordão (2 Rs 2. 181. ele desempenhou um papel especial. evoca a imagem de Moisés em comunhão cuni Deus ÍÉx 2 4 . A solidão de Elias atinge seu clímax nessa cima. Na verda­ de. Duas vezes o Senhor perguntou a Elias por que tinha ido ali e duas vezes ele respondeu com as mesmas palavras de ressentimento |I Rs 10. nm 2 Rois 2. Só eu fiquei. sem neubuina nub-a companhia a não ser a de uma viúva e seu filbo (1 Rs 17. mas desempe­ nhado juntamente com outros profetas fiéis. A efidôucáa de Dous não loi comprometida polii desigualdade dos dois lados. mas oa aparente Iraqueza de palavras proferidas com brundiua í I Rs 19. Jh notamos o simbolismo de Elias como sucessor de Moisés o qual teve um en­ contro com Deus em Horebe e deixou esta vida de urna maneira especial. Thdo começou com a indicação dn EJiseu. O primeiro sinal foi o chamado de Eli seu (1 Rs 19. Elias reaparece uo relaio sobre a plantação de Nabote (1 Rs 21. onde Elios traba­ lhou sozinho. fazia-se acom­ panhar por Eliseu e encontrou grupos do profetas em Betei e Jertoô. e mataram os teus pmfdlas ã espada. fugiu para Horebe. Aparecem os servos de Deus anónimos que trabalham em t Reis 20.1-28). a qual pronunciou quando estava sozinho. temendo as represálias de Jezabel. estavam todos escondidos e não lhe deram nenhum apoio. Elias lam­ bém representa Josué o o povo de Israel.1-24). filbo de Inlá ( I Rs 22. poderia apenas aumentar o sentimento de soli­ dão que Elias sentia. Dali em diante.1 rt). tal disparidade sorvin parâ mostrar de maneira ainda mais vívida o poder da fé em operação.14). derrubaram os teus altares. Embora já existissem profetas em Israel antes dele.3): "Tenho sido muito zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos.1-29). seu ministério enfatizaria a palavra. o proleta reaparece com uma mensagem para Acazias. O ministério de Elias é um exemplo do que um indivíduo que obedece < i Palavra de Déus pode reali­ zar. Além ffisso. entretanto. Muito mais importante. mas também confirma a imagem de uma figura solitária separada do meio de um povo pecaminoso. que confirmaram especificamente o que Elias já profetiza­ ra sobre a morte de Acabe. mostrou ao profeta que a presença divina não se apóia em tais demonstrações de poder.1-8). Também é um exemplo de como a fé pública de uma pessoa torna-se o elemento catalisador e leva outros a ter a ousadia de também demonstrar publicamente a con­ fiança em Deus. O PROFETA firme contra o poder dfc centenas de oponentes apoiados pelo Estado 11 Rs 18. Seu sustento miraculoso ali. que lambem 167 . O Senlior. Ato aquele momento estava acos­ tumado a expressara presença dp D r u s por meio da utilização de magníficos milagres de “efeitos especiais’'. A experiência. em consonância com as profecias* cie Micaias.10. respectivamente (1 Rs 19 15-1. mas. por quarenta dias.

elos profèriiain a mesma palavra de juízo pulos pecados ilo pava o dos governantes.5. algumas pessoas confundiriam lesus com Elias (Ml 10.35.2 3 . Um séeulo depois do ministério de Elins. Malaquias.361. E ora lambém o alvo sobre o qual Elias conversou com lesus. Descendente de Eião.14. ELIAS 1. Também é mencionado como um dos que se rasaram com mulheres eslrangeiras (Ed 10. E L IA SIB E (Heb. dirigiu a reconstrução da Poria rias Ovelhas.11*13). o profeta. uo entanto. como alguém enviado aos que viviam fora de Israel (Lc 4. "Deus reslaura"l. (Veja Profetas e Proferia.27).2 0 . Eliasibe era responsável pelos depósitos do Templo e cedera uma das câm aras para Tobias. no novo ramo da cidade de Jerusalém. por figuras como Isaías e Jeromius Até mesmo o último profela do AT. Filho de Deuol o líder da tribo do Godé duran te o censo iJos ismelilas no deserlo do Sinai. juntamoute com Moisés. Descendente de llarim.25). 168 . lambém um solitário.26].21.7. eram responsáveis pelo cuidado da lenda « das cor finas do Tabernáculo. chamou o povo ao arrependimento.1 0 . O próprio Elias reaparece ua Transfiguração. 2 Sum o sacerd ote na época de Neemias.24). Essa mensagem também íoi proferiria para o reino do Sul. 3. embora ligasse seu ministério ao desse profeta.17). Cada grupo familiar da tribo 'los levitas tinha respotisahllidndes especificai. expulsou-o daquele lugar sagrado (Ne 3 .2 1 : 1 2 .42. minis ira dn por Esdras. que ofereceria uma esperança paia o arrependi men lo anles do juízo (Mi 4. jun­ to às margens dn rio Jordão foão recusaria a identificação (Jn 1. Í3 4. fica claro o quanto era equivocado o escárnio dos que na crucificação sugeriram que Ele chamava por Elias e que o profela poderia livrá-lo fMl 27.H. 2. prometeu o retorno de "Elias".0).8. No NT essa profecia é lembrada e incorporada em parle com a vinda de )oão Batista (Lr 1.28-30).2B: Ed 10. Lc 9. Assim. Veja Elias.19).14: 2.10-13: Mu 9. 17. Era responsável pelo 13*turno de serviço ( I Cr 24.ELIAS eserevijnimsuas mensagens para Israel. E U A S A F E . Juntou-se aos quo se divorciaram de tais mulheres.6). casaram-se com eslrangeiras (Ed 10. Elins conversari.21).) r. E x is to uma indicação da InQuènciu que estran­ geiros como Tobias linham em Israel. . depois que ouviram o ensino da lei. Descendente de Gérson è filbo de Liiel (Nm 3. 4.1 .12). um dos que.14). O povo sob seu comando eia de 45.15.20).5.650 pessoas (I\ T m 1. na Transfigura­ ção. Como representante tribal. Poste­ riormente.14: Mc 6. Mc 9-2-10: Lc 0. Quando Neemias regressou da visita que fizera oo rei Arlaxerxes.47. Este. Era filho de joiiiquim. Crislo.2 2 .47-49: Mc 15. 1. levou sua oferta pacífica quando o Tabernáculo íoi dedicado. na figura de João Batista.3l|. as quais fo­ ram descritas neste capítulo de Números. O sacrifício redentor de Cristo era o propósito pelo quaJ Elias realizara seu ministério enquanto esteve na Torra. Era o propósito do seu retorno simbólico. 2. e mesmo os sumos sacerdotes estavam as­ sociados a ele. nunca reivindicaria essa identificação. Um dos filhos de Jeroão o lídor de clã Eru benjamita e viviu em Jerusalém | 1 Cr 8.i com lesus e o animaria a prosseguir no caminho de solidão e auto-sacrifíeio que o levaria à cruz |Lc 9. I Um dos sacerd otes que serviam uo Tabernáculo durante o reinado de Davi. da Iribo de Levi. Os gersonilas.24-26). mas Jesrus alegou que ele era o "Elias" que havia de vir (Ml 11. como representante de lodos os profolas que esperaram o advento do Messias (Mt 17 2-9. 10. uo deserto (Nm 7. aí) invés de desposar mulheres da própria tribo.

7. E L I A TA (Heb. Rra servo de cendentes loram listados entre os músi­ Abr(a)ão (Gn 15. 8 . As tareias durante o culto p u adoração eram distribuídas ontre as famílias dos levitas.25: não é mencionado na lista de 1 Crónicas 11J. mas porque o "Espirito” ope­ rara entre eles. 4. Ele fazia parte do grupo selelo. Como resultado do extraordinário avivamento que ocorreu durante o reinado de Ezequias.271. Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul e uniram-se a Davi. coatfta. ern um dos “trinta heróis” de Davi. depois do exílio.“meus. Seu pai era "vidente” do r»*i Davi. Levita. Outro dos "heróis de Davi" (1 Cr 11.1ÍL1ÉZER 3.2). Mais liu-de. os quais iam pura a butalilue lideravam o povo de Israel na guerra. Era harodila (2 Sm 23.2LI na genealogia que vai de rou deuses pagãos (1 Cr -5. 1 Li ELIEN A I (Heb. E L IC A . 5. que toi necessário constru ir armazéns r s peei ais para guardálos. após o retorno do esdlio babdóuieo. E L IE L (Hnb ’fmeu Deus éD eus”!. Descendente de Bani. que loi infiel ao Senhor e-ado­ nicas 8. O Inrno de Eliata era o vigésimo ( l Cr 25. por sorteio. sou pui.461 . as quais se revezavam em perío­ dos. Benjamim até o rei Saul.11). Mencionado em l Crónicas 6. 4. depois da conquista de Canaã (Nm :*4. Filho de Simei. .25). tornou-se "como o exército de Deus” (v. 169 .c. 1 . foi um dos muitos filhos que vie­ ram como um presente especial para Hnmã. loi oulrn que ?r casou com mulher estrangeira l Ed L0. trouxeram tantos presentes e ofertas ao Templo.27). sob o comando de Conauias e Simei (2 Cr 31. ljstad o na genealogia que vai de Benjamim uo rai Saul (1 Cr 8. “Deus vem"). E L IO A O E . 6 Filho do Elioenai. náo simplesmente para estai ao lado do vencedor.34. 5. Era uni dos levitas separa­ dos para profeiizar e tocar diante do Senhoi. Descendente dn Zatu. a mosma passagem sugere que tais homens transferiram a lealdade ao rei. ura bisavô do Samuel Seus des­ E L IÉ Z E R .47). lambém listado na genealogia que vai de Benjamim ao rei Saul (1 Cr 8. Sua ta­ refa era organizar a distribuição <lo terri­ tório destinado á sua tribo entre os vários clãs e lamílias. 22). 6 listado em 1 Crónica* 3. 3. Descendente de Hebrom e líder de uma lamília levita. Quando o exército de Davi cresceu. 6 . Neto de Asafe. os quais saiam á bnlalhn e lide­ ravam o povo na guerra 11 Cr 11. é cilnrlo em J Cró­ Manassés. a fim de que Deus fosse glorificado.11). Damascnuo. Foram comandantes que propor­ cionaram um grande apoio ao filho de Jessé nas batalhas (1 Cr 12. quan­ do este estava em Ziclague.22. foi um doS que se cagaram com mulheres estrangei­ ras |Ed 10.olhos são de der de clã e soldado valenle tia tribo de Deus"). loi esco­ lhido pelo Senhor e nomeado por Moisés para Liderara tribo de Benjamim. uin dos supervisores dos dízimos e ofertas trazidos pelo povo. s.4. para organizar o armazenamento das doações. 2.9. 9. Um dos "Lriuta heróis" de Davi.2l).20).24 como membro da linhagem real de Judá. Seria seu provável cos do Templo. Esdras 10. Filho de Siu rei.36). Fillio de Quislom.24 lista-o comn uni dos cantores israelitas que se casaram corri rnuliieres estrangeiras e viviam com elas em Juda.25).24.131P-n-c. Era o sétimo na lista dos soldados descritos de forma vivida como os guerreiros exlremamente valentes. Maavita. Filho de Sasaque. foi uomeado por Davi para ajudar a levar a Arca do Senhor para Jerusalém | 1 Cr 15.

35).41. junto com seus parentes.10). 2. coniorme havia prometído. Ê um Irisle com entário sobre Jeosafá.ELIFAL herdeiro. profeli/ou contra o rei Jeosafá. Abraão éstava preocupado porque o Se­ nhor não lhe dera um descendente. era o res­ ponsável pelos lesouros do rei Davi (1 Cr 20. 6.17).37). depois do exílio. O primeiro e o mais velho dos três amigos de [ó. para "condoer-se dele. O filho de Eliezer chamou-se Renhias.201. Depois. Fizeram um pacto de servir ao Senhor (E<110. 8. Inicialmente.21e divorciaram-se de suas esposas estrangeiras (w. ELIFAZ (Heb. 2. 10. por sua voz.1.1 42. Filho de Zicri. Neto de Benjamim e lilho de Hequer | 1 Cr 7.8) 3. 4.1 1 e o advertiu de que "pagaria caro u Deus" por seus pecados. 22. era oficial da Iribo de Ruben duranle o reinado de Davi (i Cr 27. sucumbiu à tentação de. A con­ vicção tle Abraão nesta promessa lhe foi imputada para justiça (v.35.C. Os dois construíram juntos navios em Eziom-Geber.‘ J ).1 0 . 7. Levita que também se divorciou da esposa estrangeira (Ed 10 23). listado ua genealogia que vai do Cristo até Adão. de Israel. apresen­ tou-lhe vários pecados e concluiu com 170 .17). 1 1 .19). quan­ do esta ora conduzida pura Jerusalém pelo rei Davi (1 Cr 15. Filho de Dodavu. os bravos guerreiros que lideravam 0 povo de Israel nas guerras. pois proclamou uma vi­ são moralista da salvação. Era um dos "trinta heróis" de Davi. o qual. porquo o Senhor não aprovou tal aliança cwrn um rei perverso (2 Cr 20. que disse: "O Deus da meu pai foi minha ajuda. De­ pois. Ada (Gn 3 6 -4 . ficaram incapazes de falar por lougo tempo. Primeiro.24J. lambém se divorciou da esposa estrangeira |Ed 10. Ajudou o referi­ do sacerdote u encontrar levitas qualifi­ cados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8 10).15. 32). e consolá-lo" (Jó 2. 15. “Deus tinha julgado"). ELIFAL (Heb. Ancestral de Jesus. por meio de seus discur­ sos Elilkz demonstrou ser um "ínstrulor" dogmático. Fi­ lho de Ur (1 Gr 11. Pode ser o mesmo Eliíelete mencionado em 2 Samuel 23. Era filho de forim o pai de Josué (Lc 3.311. FLnalmenle.20). 2-5). o qual. 18.36). o qual. Finbora fos­ se o mais sábio.11). Descendente de Jesua. eles loram até o patriarca. Essas em barcações posteriorm enl'-' foram destruídos. 1.seo patriarca rião tivesse filhos.1. que se junlou a Esdras no regresso a Jeru­ salém. Um rios filhos de Moisés e sual es­ posa Zíporu: irmão de Gérson. Recebeu esse nome de Moisés. 6). teve muitos filhos f 1 Cr 2 3 . ofereceram-lhe vários conselhos (Jó 2. porque esle fizera aliança com o rei Acazias.7. e me livrou da espada de Faraó" (Êx 18. depois de ler seguido fi­ elmente ao Senhor durante lodo seu rei­ nado lv. Sacerdote cuja tarefa era tocar uma trombeta diante da Arca do Deus. Descendente de Harim. Líder entre o povo e humem sábio. 4.pro­ curai ajuda contra as inimigos nos que não confiavam 110 mesmo Deus.1 1 . PiD. Um tle seus descendentes foi Selomite. 5.11. “Deus é vitorioso"). 9. de Judá. Quando viram os terríveis problemas que Jó enfnuilava debaixo da provação de Deus. nçusou-o do subestimar 11 Senhor (Jó 15 . Deus reafirmou a promessa de que ele teria seu próprio filho com sua esposa Sara e que Eliâzer uâo seria seu herdeiro (vv. natural de Maressa. Muitos homens de Judá se casaram tom mulheres de OUtras Iribos e alá de outros povos. exor­ tou | ó a aceitar as perdas como castigo de Deus por seus pecados (Jó 5. eslava entre os sacerdotes que se uniram a Esdras e ao povo no arrependimento» depois do regresso da Babilónia para Jerusalém. Fi­ lho primogénito de Esaú e sua esposa hetéia.1 5 : I Cr 1.34.25.

Descendente de Pasur. 2. Na providência do Senhor. Elimeloque morreu. durante o reinado de Artaxerxes (Ed 8. (Para mais detalhes.8. também listado entre os que se casaram com mu­ lheres estrangeiras (Ed líl. pois tocava harpa e lira juntamente com seus irmãos ( l Cr 15. EL IFELETE.3). Uma delas. Neto de Benjamim.3. Vós não falastes de mim o que era reto. Um encantador (Al 13. em 1 Crónicas 3.13).9). B oaz e Noemi. ora um dos secretários do rei (1 Rs 4-3). 14. Um dos descendentes de Adonicão que regressou da Babilónia com Estiras.23. e p. 3 . um dos descendentes do Benjamim» registrado na genealogia de 1 Crónicas 6. ELIFELEU. 2. Alt. Belém.8. e a< pi­ tarei a sua oração. Era lilho de Sisa e divi­ dia esse Irabalho com seu irmão Alas.33). esta moabila tornou-se bisavó do rei DaviPara mais detalhes. 1 Cr 3.9). veja fíuto. entre­ tanto. Um dos “trinta heróis" de Davi (2 Sm 23.18.g.a ELIOREFE. 4. voltou da Babdónio com Esdras. sem nenhum apoio masculino Da família. Filho de Eseque. nascido em Jerusalém (2 Sm 5. um dos porteiros do Tabernáculo (1 Cr 26. Um lídor do clã da tribo de Simeão. 5 . Viviam em ELIOENAI. 5. Descendente da rei Davi. utê que a fome na terra lez com que mudassem para M oabe.7-9). PvU.16. mencionado em I Crónicas 4. mas logo depois lambém morreram o deixaram Noemi sozinha com as duos noras.22)» 7 . q Todo o livro de ló revela de forma muito clara como a tão repetida expli­ cação religiosa dn lei de causa e «feito (pecado = juízo: justiça = bênção) é simplista demais quíuido as pessoas es­ tão diante do Todo-poderoso. P osterior mente. como o mou sorvo JÓ" (Jó 42. parente de Elimeloque.6. Da tribo de Judá.i .4]. Depois que a Arca da Ali­ ança foi levada paru Jerusalém. era de músico.ELIOREFE um apolò.No final. mediante sacrifícios.34). o fim do quo fossem perdoa­ dos: “O mou servo Jó orará por vos. Deus vindicou Jó e ordenou aos amigos que o procurassem. p.. Essa lista proporciona uma linhagem real pura o reinu de Judá depois çfo exílio babilónico. listado entre os que se casaram com mulheres estrangeiras (Ed 10. no tempo de Esdras (Ed 10.41. linha dois filhos: Malom e Quiliora. 8 . filho de Beqnor (1 Cr 7. cuja soberaniu é total. casou-se com Boaz. 1 . para que intercedesse por ales. o qual servia como porteiro. 4. seu Irabalho específico.39. 4 . um dos que se casaram<mu mulheres estrangeiras. o culto a Deus foi organizado adequadamente pelo roi Davi Efifttleu loi um dos membros du família dos meraritas. Mencionado ein Neemias 12.3b. o qual resgatou sua proprie­ dade. junto com ela.7). marido de Noemi.u. acompanhado de duzontos homens. cbamadu Rute. 3 . D escendente de Zatu. Foi um (los tocadores dc trombeta durante o culto de dedicação dos muros de (erusalém. listado como um dos Irés fillios de Nearias.3. du­ rante o reinado do Arluxerxes (Ed 8.21)1 E L I M A S . fim de ser "restaurado" í]ó 2 2 | . Um dos doscendenles de Hasum.Filho de Meselemias. nm favor do Noemi e Rute (Rt 1. Seus filhos se casa­ ram com m oabiias. e não vos tratarei »:ooforme a vossa Ioui tira. lí­ der de uma família sacerdotal. 1. Útn dos filhos de Davi. para que st* submetesse a Deus. veja Bar-fasua] ELI ME LE QU E (Hob "Deus é rei”).d.3.24. 2. íi. Listado como um dos prín­ cipes de Salomão.8) 6 .t . Um dos descendentes de PaateMoabe. 171 .1. decidiu acom panhar a sogra de volta para Belém e adorar a o Senhor.27).2.

avô de Josué 11 Cr 7. Seu pai foi Amiúde. que claramente era influenciado por Joiada.12. Filha de Aminadabe e irmã de Naassnm.7). O príncipe. tomou multas mulheres como esposas e concubiiias. Fillio d* DavL Depois que ele con­ quistou Jerusalém e mu dou-se de Hebrom para lá..29). 4„ Filho de lecamias e líder ria Iriho de fudá: era descendente de Jerameel 11 Cr 2. loás se desviou de Deus e lumem tavetmente voltou-se para a adoração dos posles-ídolos lAsera). ancestral de Josué. "meu Deus é meu jura­ mento’). reformou o Templo e restaurou o culto ao Senhor Mais tarde.ELI SÁ ELI SÃ. foi guardado na sala de Elisama.20. ELISEU No meio do século uono a. o reino do Israel foi assolado pela apostasia religiosa. Os d o is primeiros foram mortos por Deus e o terceiro sucedeu o pai no cargo de sumo sacerdote iNra 20.21). rei de Judá. L Filho de Amiúde e líder da tribo de Efraim durante o cuuso dou israelitas no deserto do Sinai.28. loiada es* qondera o ineniuo de Atalia. de Judá. Nos dias do rei Juoiaquim. 7.im púrpura azul. Era pai de Num.48. “meu Deus ouve”). esse monarca serviu ao Senhor e enviou vários m esbes e levi­ tas para ensinar o povo sobre o Livro da Lei. Casou-se com Arão e deu à luz Nadabe. rei de Judá.1. ELISAFATE (Hob.11 e ajudou esse sacer­ dote a coroar loás. O rolo onde esta­ vam escritas as profecias de Jeremias. o agora estão tentando ruatar-me lambém"). portan­ to. J Cr .10. ELISAMA (Heb. 3. Filho fie lava e nelo de (afé. de Judá. 2.22).29— 2 Rs 10.8). As “ilhas de Elisá” são mencionadas em Ezequiel 27. A queixa de Elias 11 Rs 19. Unidos comandantes com os quais |oiada foz um pacto. A enorme contribuição feita pelos eira imitas foi eutregue no sétimo dia. morto recentemen­ te.8. representada pelo rei Acube e sua esposa sidônia Jezabel 11 Rs 16. 5„ Elralmita. 2. promovia a religião de CunnÍL cultuandu a Baal.500 pessoa* (Nm 1. Elisama também li­ derou sua tribo quando oh israelitas par­ tiram do Sinai e prosseguiram a caminha­ da rumo à Terra Prometida (Nm 10. loi secretário na corte. 6 Sacerdote viveu d o s dias do rei Jeosafá.C.14) ê um bom resumo ria situação: a apostasia nacional ["os filhos de Israel deixaram a tua aliança”). Elisama foi um desses mestres (2 Cr 17. .23).n. Liderava um grupo de 40. levou as ofertas pacificas quando 0 Tabernáculo loi dedi­ cado ao Senhor (Nm 7.7 damo o lugar ande Os moradores doTiro ol ilinh. e mataram os teus profetas íi espada”) e u determinação de destruir o culto de Yfibweh (“só eu fiquei. Como re­ presentante de seu povo.7). a perseguição religiosa (“derrubaram os teus altares. Jr 41 1).5:5).25.27).16. A casa real. o assassino de Gedalias (2 Rs 25. ELISEBA (Heb. Eleazar e 1tamar (Ex 6. Depois de seto anos.“Dpus júlga"). Abiú. 1 Cr 1. íoi d progeni tor ria nação que leva o sen nome (Gn 110. mãe de Acazias. e não hesitava em desarraigai a verdade por meio dn força. Elisama foi um de seus muitos rebentos (2 Sm 5.41 J. Nos primeiros anos de seu reinado. quando o velho sacerdote morreu. Comandava uma unidade de 100 homens (2 Cr 23. o qual Baruque levou para o monarca.26.4. Pai de Netanias e avô de Ismael. Joás loi coroadô rei Atalia foi morta por Elisafale e pelos outros líderes. antes de ser lido diante do rei por Jeudi (Jr 36. 172 . 14. i*.17).10. É possível que o povo dessa localidade se identifique cora os gregos ou com os liaibitantes do sul da Itália.G.18).

e o desejo de Eliseu era ser reconhecido e equipado como o sucessor escolhido por Elias.32. eutretanto. sobre a qual Elias tinha-se lamentado.000 remanescentes garan­ tidos polo Senhor. a ministério profético não termi­ naria com Elias: Eliseu iria sucodê-lo. ernbora Eliseu s o u b e s s e rjue seria toline e perda do tempo não reprimiu aquilo quo. Esse espírito amável. em sua maior parte a Bíblia concentra-se na providência ordinária do Deus. Eles não âstão espalhadas por todos os lugares das Escrituras: realmente. Ao operar de foram inquestionável. na qual tinha liberdade para fazer o que desejasse (1 Rs 19 19-21). sua pronta decisão de acompanhar 0 profeta (1 Rs 19. 13. gentil e ameno sempre foi a característica de Eliseu. entretanto.9) e como foi atendido (vv. separando-o para a lunção profética. de volta á Terra Prometida. A Bíblia é bem frugal naquilo que chamamos "milagres".10-13. o Senhor Jesus e os apóstolos. o grupo de proib­ ias queria procurar por Elias e. Ao pedir uma “porção dobra­ da" do espírito de Elias. 173 .iojil)unis.25. para tornar-se "servo" do homem mais velho (1 Rs 19. quando 0 práfota — acostumado à vida solitária — desejava encontrar-se com o Senhor sozinho.J8). Isso nos ajuda a ver Eliseu.4] 0 envolveu. Três nomes figuram no comissionamento de Eliseu 11 Rs L9. A história união se concentra no pedido de Eliseu (2 Rs 2. mas o senso do chamai lo era muito forte. 18).211não foi "um fogo de palha". Concernente à apostasia nacional. Numa palavra. nem sua lideran­ ça simplesmente baseada ua tomada de decisões. A capa peculiar rio profela 11 Rs 19. assim como Elias. Seguir Elias toruora-se «ua prioridade de longo prazo. juntamente com os 7.19: 2 Rs 1.15). o instrumento do juizo de Deus (Dl 28.2-tV).1-17). 10. Em sua imaturidade. afinal. Na época de 2 Reis 2. Eliseu já tinha c o n h e c i m e n t o de Deus e estatura pessoal sufici­ ente para recusar as ordens de Elias (2 Rs 2. 171: quando voltaram.17. não Inmsformou aquilo num assunto mais grave lv. Deus honrou sou desejo: a capa derrubada pelo profeta que partia caiu sol iro 11que surgia e Eliseu atravessou novamente o rio lordão. com a porção dobrada de Elias reconhendamenle sobre si |2 Rs 2.19: 2 Rs 2.17). Grupos dn tais eventos. Elias e Eliseu (Heb.32. originaram a linhagem de grandes profetas que vieram dopais deles. O manto de Elias As duas primeiras histórias relacionados com Elisou ( i Rs 19. era o produto dn uma preocupação a m o r o s a [v. Par esta razão. Elias e Eliseu. o ministério dos dois loi muiroado por notáveis obrus solíri.16).15. Envolvia sacrifício. como um dos notáveis homens de Deus. A escolha de Eliseu íoi uma expres­ são da soberania do Senhor (1 Rs 19. Sua autoridade. Samuel. mais do que nas manifestações especiais ou espetaculares que proclamam sua presença.ELISEU Nesta situação. mas exigia uma resposta pessoal. quer coubessem disso quor Dão. seu chamado e sua exaltação como profeta do Sonhor dopais do asconsâo do Elias. A vingan­ ça contra a casa real — pela destruição dos uJ tares O pela morte dos profetas do Se­ nhor— seria operada poi moio do Jeú (2 Rs 0 a 111). Dessa maneira o substituto de Elias entrou em cena com um papel muito significativo: era o inicio de uma sucessão profética cujo ministério separaria e sustentaria o remanescente fiel do povo de Deus.350 seria Uazael (2 Rs «. o Senhor assim sela 0 sinaliza a natureza especial a única «los tempos e de seus participantes.8: Zc 13.18.s pelas referências à capo do seu antecossor ( | Rs 19. pois Eliseu pertencia a uiua famiiia rica e amorosa.15-21.3-24). estão l l g a d a . "meu Deus salva") encabeçaram “a revolta pro­ fética" a. e ele abandonou a posição social e os privilégios. não era baseada uo autoritarismo. sempre marcum novos comoços — Moisés. 13-15J. 12. não desejava ser "duas vezes ma is” do que Elias! Esta quantidade era o que recebia 0 M io primogénito na partilha dos bens (Dl 21.13-15).21 J. 2 Rs 2.

34) que precisava pagar um horrível preço? A maldi­ ção. o "sal" (embora as Escrituras não expliquem a razão) era o símbolo da aliança elerna do Senhor (Lv 2 13: Nm 18. e a espada de Eliseu foi utilizada de lorma sim ilar— exaltar u pobre e o uecessilado pura uma vida melhor. se ele fosse realmente calvo. Eliseu atravessara o Jordão no mesmo loral que Josue o fizera e. isso não poderia ser visto. a situaçáo era de confronta o o futuro de seu ministério dependia do seu desfecliO. Semelhantemente.. e a ferra é estéril” (2 Rs 2. De qualquer maneira. estava do comando.20) indicava que algo eslava paia acontecer. seria essencial que desde o principio estabelecesse domínio onde fosse necessário. nos dois lados de seu ministério^espada. às vezes lem outra utilidade: e com 0 loque dela que um monarca transforma uru de seus súditos num nobre. entretanto. seria estratégico que os sacerdotes de Betei rece­ bessem o primeiro golpe. de foruia que. mas na palavra do Senhor proferiila por Eliseu (2 Rs 2.19: 2 Cr 13. arranja­ ram-lhe um "comité de r e c e p ç ã o ” r l e "rapazinhos" — náo crianças pequenas. O certo é que a cabeça de Eliseu deveria estar coberla. quando Eliseu ihogou.Chegara o tempo do indicar o lavor de Deus em prol ria bênção.19r22) o uma proferida (2 Rs 2. prevaleceu lambém contra os que viviam no lugar amaldiçoado: literal­ mente. Jericó íoi o primeiro obstáculo de Israel ua possessão de Canaà e. c podemos ver o brilho dela tio decorrei de seu ministério. 241 O significado da zom­ baria (e sua gravidadel não é bem claro.19) — um manancial de agua suspeito que espalhava infecção mortal. que para Ele pareceu muito grave. Ambas registram ci.26).22). A “tigela nova" (2 Rs 2. agora que Elias havia saído de cena r um novo homnm. se ele desejava exercer um ministério sem restrições.niu ele era reconhecido publicamente como profela do Senhor. que não fora ainda testado. entretanto. As primeiras duas historias sobre Eliseu mostram esses usos contrastantes dn espada: uma maldição removida (2 Rs 2 . propusera um novo começo nm Canaã. Pode ser que ele usasse os longos cabelos de um uazireu (Nm 0. A vitória foi de Deus e 2 Reis 2.23. Esta arma.5).Lular ou fugir de qualquer num ei­ ra significaria perder o dia. porém. “as águas são más. Simbolicamente. esse alo reverteu a maldição e trouxe a cidade e seus moradores para as novas bênçãos do pacto.ELISEU A espada de Eliseu \ associação de Eliseu com HLazael n uom Jen obviamente colocou uma espada de juízo e. como e le . Assim. existe um grande Deus que fica ao lado dos seus servos quando estão acuados: o Senhor ouviu a zombaria. apenas para descobrir ( I Rs 16.28-33) estava no centro da religião liorélica de Israel lr até lá exigiu grande determinação por parle de Eliseu. como tal. mos. foi colocada sob urna maldição por Josué (Js 0. resta Ufand o e condenando. 174 . Não é interessante que justamente d os dias do rei Acabe urn homnm chamado Hiel achasse que podia ignorar a maldição.25 mostra a completa Uberdade que Eliseu leve para viajar por toda a terra em sen ministério.23-25). Botei (1 Rs 12. “rapazinhos estúpidos’' 12 Rs 2. mas.m sua mão. de acordo com o contexto. embora o poder náo estivesse no ritual ou na magica.5) r o s garotos na verdade zombasseui de sua consagração.

A derrota da Síria predita. 38-4 I I. perdida. lambém ungiu alguns reis — embora devamos notar cuidado­ samente em 2 Reis 9.1-7). sobre quem a "porção dobrada” de Elias veio tão abundantemente. B J 2 Reis 4.EU SEU Bondade e severidade O padrão das histórias res! antes de Eliseu mostra a dimensão d'e seu ministério em graça e poder: A‘ 2 Ruis 3.11-20 (os mo uarcas J: Os reis de Israel denunciados (v. para promover ú bem-esiar do povo de Deus (G. a hbtfV ria de Naamã o Geazi — é um perfeito resumo da vidu deste grande homem. Na verdade. resoluto na promoção dos justos juízos de Deus (9. 8-37 lo povo): A viuva pobre íw 1-7) e a senhora rica (w. 8-37).20 (os profetas e outros): A pnrda recuperada (6. A peça central dn toda u apresentação — conforme destacado acima. íoi abençoado |2 Rs 5. C2 2 Reis 6.38-41. proot upar-sô com uma ferramenta per­ dida Í6 ls).t3s: 2.20. 13 14-19.8s)i por outro lado. Bi 2 Reis 8.Muitíplii agão dos pões íw 42-44). suprir as necessidades do pobre ((4.22): por um lado. A de Israel.24—7.1-10). Quando Geazi. corrompeu a doutrina tia graça imerecida expressa ua recusa do profeta de 175 .23-25).2 I (os monarcas): os reis do Israel destruídos.1-7.1. era que sabia ser condescendente com as pessoas comuns com anuir e poder (B\ I. As pessoas colocadas entre parênteses indicam o alcance do interesse d* Eliseu. diomr diante do sofrimento (8. Agua da vida. C‘ 2 Reis 4. A* 2 Reis 0. poisseu ministério levou-o diante dos soberanos.38s). 13).17).8-37J e a lurra 18. Ele podia intervir e influenciar o curso da história. ao cobiçar privilégios [2 Rs 5. entretanto. D 2 Reis 5. 1) e o qxio elo insensatamente acrescentou para satisfazer sua suposição pessoal de que po&stiih o dam profético (w.8*23.1-13.18). Predito a derrota de Moabe (v. Eliseu representava wna nustura balanceada da "bondade e severidade de Deus" (Rm 11.2) e na destruição dos inimigos de sou povò p3.1-10 a diferença eutre o que Eliseu mandou o jovem dijwr ív. Multiplicação dos pões (6. alimentar o laminto (4. cuidava de seus subordinados (C1) e idenlifiCHva-se com seus desejos (C*).1-6.20) e contradizer a ciente de Deus conforme revelada na atitude de Eliseu (vv.14s).23. ao sustentar os indignos (2 Rs 3. 14. lôf20). restaurar uma criança I4.18) A irn de Deus contra Israel (v. 7-14 |o povo e os reis|: A terra dâ surtamita reslaurada.27).1-7. severo em suas deníindas (3 . 7. Quando Nuamà obedeceu à ordem de Deus em Ioda a sua simplicidade.42*44 (osprofetas e os outros): Tirado o veneno da cnmida (w. 6. O rilho da sunamíta ressuscitado fw. Is) e usar o poder dado pelo Senhor. ao subju­ gar seu orgulho diante da revelação divina e submeter suas necessidade? ã provisão divina. Eliseu. doador de vida.11»).1-27 (Naaiuã e Geazi): a remoçâoda impureza contraída fw. contudo. 6-101! Uma mais maiores qualidades do ministério tle Eliseu. 271. 32*37).1'8).

não importa o que Satanás atire contra eles (Jó 32. os utensílios do santuário com que ministrara. pela incapa­ cidade que demonstraram em refutar os argumentos do patriarca e persuadi-lo. O v.14.24). Apa­ rece quatro gerações antes de Josá. da lamília do Rão. 20). o buzita. tomou muitas mulheres como esposas e concubinas. tanlo enobrecia como destruía. Descendente rle Obede-Edom. duranie o tempo da peregrinação no de­ serto. Era Pilho do Uziel. dissi íTiulou (v.D . l Filho de Paruaque.5).C.W . |ó foi apanhado no meio de um desafio celestial.20) 3.30. 18. Porque era mais jovem.13. Eliú não com­ preendia como o patriarca tinha a capa­ cidade de afirmar sua inocência perante Deus. que inclu­ íam um grande número de clãs familia­ res. em 1 Crónicas (■>.15).1). primeiro ouviu os nutros. podem referir-se à mesma jiessoa. nesse mesmo texto.8 e 2 Crónicas 29. J.6: 17. “mou Deus tom protegi­ do”).G .c. ura um dos amigos do Jó que o aconselharam sobre sua doença e as perdas que sofrera. os aliares. ELIZAFÃ (Heb. 4. 1.28: 1 Crónicas 2. trazendo vida aos obedientes e morte aos desobedientes. Eliú nra um oficial na tribo do Judá f't Cr 27 18). Um dos Irmãos de Davi.27.34: e Eliabe. Um dos líderes da Iribo de Manassés que desertou para unir-se a Davi em Zíclague (1 Cr 12. o candelabro. "Deus e salvação"). s. em 1 Samuel 16.31 revela que esse grupo era responsável pela m aioria do trabalho dentro do Tabernáculo. Fi­ lho de Davi. Eliabe. com reputação de capacidade e força no ser­ viço do Senhor.18 é a mes­ ma pessoa. Am e s ­ trai de Samuel (1 Sm 1. Sugeriu como Jó podia demonstrar arre­ pendimento diante do Senhor. entretanto. “Deus é meu louvor"! Um dos ancestrais de Jesus mencionado Da genealogia de Mateus (Mt 1. contraiu a contaminação do mundo com o qual imha-se identificado Iv. Números 3. Era coraíla. 176 . ou seja.D. 25) e viu o ministério da graça de Deus como um meio de obter lucro pessoaJ | v. ou o que já sabia no fundo do seu coração: algo muito mais sério acon­ tecia. a espada do Espírito. mostra que os homens nomeados paia essa tarefa foram escolhidos pelo próprio Deus. foi apontado por Moisés para ocupar o territorio que seria destinado ao seu povo. « o r e p o s ­ teiro com lodo o seu serviço” Veja tam bém t Crónica/» 15. ELIÚ ÍHob. Seu pai é listado como Aquim e seu lilho como Eleazar. e ra líder da tribo deZebulom.13. Na* mãos dp Eliseu. 1 Cr 3.17). nm 1 Crónicas 6. diante das tragédias que sofrera. Ao permanecer fiel ao Seuhor duranie ioda sua prova­ ção. que é a Pàlavra de Deus (ET 0. Fillio de Baraquel. 2.0. da Lribo de Levi (1 Cr 20. 5. não via o que Deus podia ver. 21. Elisua era um de seus muitos rebentos (2 Sm 5. P. Como os primeiros capítulos do Uvro revelam. Como os oulros. 25).7). ELIÚ DE (Heb. ELISUA (Heb. 2 Crónicas 11.22). Era o chBfe dos coatitas. E lie l. mudou a vordade díi Sonhor uuma mou tira (w. “a arca.25.ELISUA receber recompensas. 27 J.A . e P. Um dos lideres entre os levitas.2 a 37. Depois que o rei conquis­ tou Jerusalém o mudou-se de Hebiom para lá. enquanto buscavam explicai a Jó o q u i i estava errado. Ele eslava furioso com os outros Lrês amigos. Em Números 34. 14. a mesa. “ele é m eu Dous").15. 2. ele demonstrou em sua própria vida o poder do Deus para guardar seu povo.

C) contexto rnvela que tomar muitas esposas provavelmente era o que se esperava de um rei cujo reino "se ti­ nha exaltado muito” (v. mas Elnatã o apaniiou e o trouxe de volta para (erusalém. mãe do rei Joaquim (2 Rs 24. Basumato o Ada ÍGn 26. -A gran­ de contribuição íeila por sua tribo foi entregue ao Tabernáculo no qoarto dia. listado na genealogia que leva ao rei Saul Sua mãe chamava-se Husim. foi um dos [uizes e liderou Israel por dez anos. 36.26). ELNAÃO (Heb. como fez seu irmãó Jacó (Gn 27. f. Esse comandante estava entre os oficiais que ouviram a lelpira feita por Baruque das profecias de Jeremias e aconselhou os dois a se esconderem Depois lenlou evitar que o mi queimasse o rolo IJr 36. 1 . Mais tarde.21*23). ELUZAI (Heb.10). teve um irm ão cham ado A bilud e (1 Cr 8.5). 3. 2). ELNATÀ (Heb.30. Foi um dos “trinta heróis" de Davi. Era pai de Cosã e filho de Er. "terebinto").500 pessoas (Nm 1. 2. Liderava um grupo de 46. tomarias por ele das tribos que se encon­ travam na região onde se estabeleceram. Pái de Jeribai e de Tosavias | 1 Cr 11. ELOM (Heb. "meu Deusé uraíí rocha").18) ELPELETE. "Deus tem dado"). Ajudou o refe­ rido sacerdote a encontrar levitas qualificados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8. “Deus é minha torça").U m dos ancestrais de Jesus (Lc. ua mesma passagem.n. 3. nas­ cido em Jerusalém. ELPAAL (Heb.34. Pai deNeuslu. Des­ cendeu te de Benjamim e líder tribal. Filho de Acbor. 0 nono na lista dos famosos guerreiros da tribo de Gtide que abandonaram o exército de Saul e se 2. 35). i! gerou ainda mais filhos e Cilhas’’ (1 Cr 14. ELMA DÁ. Um arqueiro da tribo de Benjamim.16).14. na época da censo dos israehlas no de­ serto do Sinai. Um dos judeus que lideravam o povo. Um dos lilhos de Davi.28).46 a 28.ELZABADE ELIZUR (Heb.c. Filho de Sedeur e líder da tribo de Rúben.1«). a Bíblia dá a idéia de que tais homens uão trnnsferiram a lealdade apeuas p a ra estar do lado vencedor. 'Deus é deleite"). Heteu. rlepois que o rei "to­ mou ainda mais mulheres em Jerusalém. Seus dois filhos são listados entro o» "heróis de Davi". mas depois juntou-se ao grupo do filho de fessé.5.3. Ele advertira o povo sobre o iminente (uizo de Deus o a des­ truição de lerusalem pelos caldeus. Como re­ presentante dasrubenJtas. 1. 23). após a morto de Ibsã (Jz 12. como guerreiros de renome. pai das esposas de Esaú. um dos líderes en­ viados ao Egito pelo rei Jeoiaquim em perseguição a [Mas (Jr 20. (Veja JuiZCJS).11.5). Da tribo de Zobulom. 177 . Elas. "foram para lsaque e Rebeca uma amar­ gura de espirito" (v. 3. E LZ A B A D E .12. “Deus tom agido"). Seus pais desejavam que Esaú se irisasse com uma pareate. Ele se uniu a Esdras no regresso da Babdõnia paia Jerusalém. arnbidestro e extremamente hábil Primeiro lutou no exército do rei Saul.11. 1.25). Foi obrigado a fugir poro salvar a vida.2).8). mas porque o "Espirito" operou no meio de­ les (v. em Ziclagun (1 Cr 12.12.40). levou sua ofer­ ta pacífica quando o Tabernáculo foi de rticado ao Senhor (Nm 7. Nm 26.35). Ele lambem Liderou seu povo quando os israelitas deixaram o deserto do Sinai (Nm 10. 2. Listado nu 1f>* geração depois de Davi. Um dos filhos de Zebulorn e bder do clâ dos elouitas (Gn 46. Provavelmente é a mesma pessoa do item u«2.8).12). onde u rei mandou mata-lo. um pro­ feta fiel ao Senhor.

poi causa da infidelidade do rei (Ls 7 17-25).23 declara que o nascimento virginal de Jesus cumpriu a profecia dc Isai as 7. "protegido por Deus"). Essa abordagem tradicional. da tribo do Levi maneira vívida ca mu guerreiros extre­ Foi líder dos coatitas (Ex 6. Deus oloreceu ao roi do ludá um sinal do seu cuidado (1$ 7. Isaías anunciou que o . e Peca.10).15).10: Mt 1. 700 anos mais tarde. 7 a 8 aconteceram durante um período de profunda crise. mamente valorosos. o profeta assegurava a Acaz n proteção por meio do Messias Dessa maneira. por torem ofere­ os porteiros do Tabernáculo. Os cristãos adiam que Emanuel refere-se ao próprio nomo de Cristo. Nomes similares aparecem pelo menos em duas ocasiões em antigos escritos judaicos éxtrabihbcos.). Em 735/4 a. Mateus 1. Maer-Salal-Has-Baz ("rápido-despoju-presa-segiira'"!. como um tipo ou prefiguração de Cristo: Priniehr). De acordo com esle ponto de vista.C. lio de Arão. Isaías 178 . É comum os cristãos interpretarem Isaías 7. e preferiu a proteção da Assíria (Is 7.14 como uma referência direta e ex­ clusiva a Cristo. Estias descrições orientam a profecia inteira paru o tempo de Acaz e uno para Os dias de Jesus. Sagúndo. Isaías 8. EMANUEL Mencionado quatro vozes na Bíblia ÍLs 7 .. de Israel. da Siria.22: Lv 10. su­ cessor do rei Acaz.2). O Senhor enviou Isaías para dizer a Acaz quo Rezim e Peca não consistiam uma ameaça séria (Is 7. precisamos pri­ meiro olhar para o contexto histórico original da profecia de Ualas. para serem enl«rrados Cr 12.10-12). Os cristãos. Vários futurei» indicam que essa profecia faiava de alguém que vivia nos dias de Isaias. é listado entre ao lado do Tabernáculo. rei tle Judá (732 a 715 a. Esses homens são descritos de lho deUziel.3-íi). Alegam que Isaías referia-se ou ao seu próprio filho ou a Ezequias. Desde os primei­ ros séculos do cristianismo. não dã a devida atenção g um contexto mais amplo da profecia. recusou o sinal. foro do acampamento.lá : 8.C. entretan­ to.ELZAFÃ uniram a Davi. continuam firmes na identificação do Cristo Como o Emanuel da referida profecia. Logo depois do nascimento do menino. . do com as instruções de Deus. os dois morreram 2 Filho de Seiuaíaa. atacaram os judeus. no tempo do cido um sacrifício que não estava de acor­ rei Davi (3 Cr 26. o rei Rezim. os judeus têm questionado essa interpretação dos cristãos. vir­ gem conceberá. quando ele eslava em EL2AFÃ (Hob. a iim de forçá-los a unir-se a eles numa aliança contra o lmpèrio Àssirio (Is 7. por sua vez.13. O nomtí significa "El (Dous) está conosto" e indica que a pessoa demonstrava a presença especial de Deus com seu povo. Riralelamenle com a descrição do Emanuel (Is 7. o será o seu nome Emanuel". numa atitude hipócrita. Fi­ Ziclague. que seria Emanuel (ls 7. judá soria entregue nas mãos da Assíria.23). Jesus é o cumprimento da profecia é d termo Emanuel refere-so exclusivamente a ele.8. nas batalhas jl Nadabe e Abiú. mas Acaz. Foram conunulanMoisés pediu a ele e a seu irmão Misael les que proporcionaram um grande que carregassem os cadáveres dos primos apoio ao filho de Jessé.Se* nhor mesmo escolheria um sinal. Para entendermos melimr o significado deste título para Jesus.7). onfretantó. o dará à luz um lilho. no reinado do Acaz.3 registra que o profela leve um filho.12). Os eventos registrados nos caps.4). Em resposta.141. o profeta disse ao rei Acaz que snus vizinhos do uorto deixariam do ameaçá-lo antes que Emanuel soubesse "rejeitar o mal e escolher o bem" (ls 7 15.14: “A .16).1.

16: Al 1 8: 2. 6.3 :4 6 .23 explica que lesus era a expressão definitiva da presença de Deus no meio de seu povo. para a batalha. EJb próprio. Esso associação próxima entre os dois no­ mes também pode indicar quo se tratava du mesma pessoa.5).131. Cristo era tudo o que o filho de Isaias representava. 179 .10).9.ÍÍJ. e muito mais. Deus estova presente com os indivíduos e com toda a na^ão (Gn 21. não lhe respondeu íw 5.78: ele. Jesus cumpriu Isaias 7. Said eslava tão afastado do Dous que.4 . Jesus enviou o Espirito Santo para estar com seu povo (Jo 14. 11). Paulo também explicou que os que dormem no Senhor estão com fesus |2 Co 5. sem duvida poT orientação rle Samuel. KJ. Só é mencionado om conexão com seu filho /Vira.29.18. TJur dos líderes da tíiho do Naflali. 3 9 . Finalmente.2 . numa leutaíiva de sobre­ vivem ia. Isaias faiou sobre Emanuel nos dois oráculos que se seguiram ao nasci­ mento de Maer-Salal-Hos-Baz (ls 8.14.EN-DOR anunciou o despojo da Siria e Israel “untes que o menino saiba dizer meu pai ou minha mãe" (Is 8.37. O Senhor o mencionado como o que habita 0 0 meio de seu povo polo monos 89 vezes. MateuS 1. o Emanuel original nasceu.l!'l: 10. Em seu ministério torreuo. Depois de sua ascensão. famuis o Senhor se identificara lào intimamente com o povo da sua aliança. Js 1 .20).l :Z c 10.16. 2 I<s 18.3). Por meio da terceira pessoa da Trindade.3. r. que viveu enire nós ffo 1.8. ! Cr 22. quan­ do o rei consultou uma feiticeira na cida­ de de En-Dor.f. Cristo tomou-se o Deus eucamado. Saul dispôs-se a quebrar a Lei. por sentir-se cada vez mais ameaçado por Davi e pelos filisteus. 2 Cr l .5).9>22. A princípio. os israelitas fiéis nutriam a presttnça de Deus. porque era virgem no momento nm que a prediçíío foi feita. para ele. 7. Deste pouto do vista.6J.7.11. Como o Messias. após o julgamento final. para saber sobre o luluro dele. A presença de Deus conosco ô um conceito fundamental t?m todo o Antigo Testamenirj.14). (a feiticeira dej. 7hrceiiv. Se for assim. Os filisteus tinham armado acampa­ mento em Suném e Saul levou suas tro­ pas o Gllboa.15. “Vendo Saul o arraial dos filisteus. o rei consultou ao Senhor por meio dos profeta» e do Uriiri e Tiimim o esperou que Deus lhe falasse por sonhos. ENÃ. a fim de protegé-la e abençoá-la (Ml 28.7: 17. 1 Samuel 28 relala um mcidenlena vida do Seul. 18.20: 28.15. olhar para o Sonhor tornara-se apenas uma última tentativa de sobrevi­ vência. num novo Céu e numa nova Torra (Ap 2 1 3). Depois da morte do velho juiz. 2. a grande esperança do Novo Testamento é que. EN -D OR. a quom posteriormente Moisés nomeou chofe dos naítalitas (Nm 1. 31. expulsara todos os mé­ diuns e adivinhos de Israel f 1 Sm 28. porém. o Senhor.4. de acordo com a Lei de Deus IDI 18. Num mundo cercado por inimigos. porque Ele era a plena domonstração ria pre­ sença do Senhor do meio de seu povo.D l20. Cristo está nó tnnio da Igreja.]. nos dias de Isaias como umu figura do Cristo. Ele era a única esperança segura que eles tiniram «lo bênção e proleção.18. Isoías tomou-se pai dessa criança fdepois que sua primeira esposa morreu) com uma segunda esposa cujo nome não é tunnciouado o que cumpriuo requi­ sito ila profecia. Essas descrições tornam possível que o Emanuel fosse Maer-Salal-lIasBaz.4).28:2 Sm 7.5. Cristo o s t o r á uo meio de seu povo para sempre.27 fz 1. 2.8) o um dia voltarão com Ele (1 3.1 -41). temou « estreme­ ceu muilo o sau coração" (1 Sm 28. Dosile que já estava sob juízo.14. A presença de Deus no moio de seu povo também é um conceito vital no Novo Testamento. lS m 3 .

e dest aca que só e possível "agra­ dar a Deus”. Enoque. a Riblia simplesmente diz.37.22: i Cr 1. Saul con­ firmou Mia desobediência e falia de con­ fiança nu Senlior. Como membro da linhagem dos des­ cendentes de Adão que permaneceram fiéis ao Senhor. Assim Enoque foi oousideradn “justo" perante o Senlior. outro Enoque. iíihn o clã dos enoquitas (Gu 46.Nm de Jarode e pai de Matusalém. dn linhagem de Sete. O escritor da carta aos Hebreus. ao co­ mentar sobre a fè tle alguns dos grandes heróis do passado. denado a vagai' pela Terra. a serviço do Senhor. e procurou a feilíceira. Portanto.33-35.17.3). para uáo ver a morto”.5: 1 Cr 5.18 19. p.n. experimentar o sofrimento ou □ dar da D apóstolo Pedro repreendeu-lhe a enfer­ morte. Como isso aconteceu ou por que midade e lesus o curou O milagre fui ele nm particular foi escolhido para ter instantâneo. Mi íncionado apenas em Atos Não há dúvidas de que Enoque to) 0. toda a sequência do evento foi per­ mitida pela providência do Dous. foi ura 26. pot meio da fe nele. Parece que nunca tivera uma experiência como aquela antes. sem prostrado em um cama havia oito anos. de Caim. elo loz que cometeram.d. Em outras palavras.23. a verdade é o contrário. que levou ao pronuncia­ mento de sua morte. Sem du­ vida. por sun fé. morto por Caim (Gn 4. comu há indicação de que ludas considerasse esse texto “inspirado”. con­ um livro da período interteslamentário. Um dos lideres do elá dos midianilas. O filha mais velho dp RúLen e lí­ ria dos seus descendentes permaneceu der da família que ficou conhecida como fiel ao Senhor e o adorava. homem notável nessa linhagem piedosa Deus não Ihe respondeu: asáfcn.5). Este vocábulo significa "louvar".14.33). 18.r„ 180 . ficaram famosos pelos pecados conteúdo confiável. A passagem tam­ bém indica que a próprio feiticeira fícuu atónita quando um possível demónio dis­ farçado du Samuel lhe apareceu I I Sm 28. Caim colocou o q o u ic uma citação ayjrovadora. Primeiro filho de Caim. A consulta foi o grande ato final da desobe­ diência de Saul. Não neto de Adão o Eva. que cita a profecia de depois que este foi banido por Deus.g . Enoque tanibóm aparece comu ancestral de Jesus. a Bíblia descreve em Génesis 5 4.24). porque Deus para si o tomou” (tia 5. De falo. Num vivido contraste com o lilho concordava: o Senhor retornaria com seus anjos. AbeJ. a fim de que o seu juizu pudesse Ser pronunci­ ado de uma maneira que Saul. EN ÉIA S. Em nenhum lugar a passagem indica que taJ utilização du Sfírviço de uma fei­ ticeira seria aceitável sub certas condi­ ções. Outra re fe T ê u c ia a Enoque é encon­ ENOQUE. A maio­ 5. O escritor vai mais adiante. um ensina que a es­ critor demonstra ser esseut ial para o en­ tendimento adequado do cristianismo. 1 . "a já náo era. trada ern ludas 14. ou parle de seu Lomoque. era atribuído ao Enoque de Génesis 5. Em vez dn regis­ tro do sua morte. da Terra para a presença de Deus.13J. par­ que "alcançou testemunho de que agrariara a Deus'’ (Hb 1 1. Escrituras.25).9: Èx 6.24). a despeito de iodo o seu pecado e desobediência. Seu pai foi d primei­ ro homicida. ou simplesmente removido Enéias vivia em Lida e era paralítico. 1 Cr 1. Como resultado.I2. muitas pes­ esse grande privilégio náo e revelado nas soas na cidade converteram-se m o Senlior. '‘trasladado". para julgar lodos os maus.ENÉIAS (Gn 5. coma um livro deste filho ua primeira cidade que lunqur continha um conceito com o qual ele dóu fGn 4.21. 3. fillio Enoque era um dos cinco uetos de Abroáu de Adão e Eva que ocupou a lugar de e tle Quetura (Gn 25. levou uma vida jus­ ta. em Lucas 3. pudesse entender. 2. p . diz que Enoque “foi trasladado.4. No entanto.3]. Viveu um total de 3fi5 anos e “andou com Deus". seus descendentes.

25-30 e 4.121.r> ). porque o serviço do Evangelho em que ambos es­ tavam envolvidos era uma luta de vida ou morle e Epairodilo eslava disposto a chegar “até bem próximo da inorie" pela obra de Cristo |v. m encionado som ente em Filipenses 2. que esses irmãos converteram-se ao Cristia­ nismo por meio da pregação dp Epafras.121. Paulo o chamu do “companheiro nos combates". a qual foi mencionada previamente em Génesis 4. perfeitos e plnnamente segu­ ros em toda u vontade dr: Deus'' (Cl 4. para levar um donativo em apoio ao ministério do Paulo. ao cbomá-lo de “mnu irmão" (2. quando melhorou o suficiente para po­ der viajar. Eli: citai total as­ sistência ao apóstolo.:éta |C 1 4. para os quais d após­ tolo destinou uma carta. suprindo para com ele o ministério pessoal dos outros irmãos filipenses que não poderiam ir pessoal­ mente ate onde Paulo estava preso (2.3tll EPAFRAS. Cl 1 7. A enfermidade de Epalrodito. um termo reserv ado para si mesmo e para Timóteo (urna vez).30). seus ohjetivos e seu ser­ viço na família de Deus. com quem trabalhou p Ibi companheiro do prisão em Roma (Fm 23. de uma maneira frequentemente associada ao próprio Pau­ lo.13). Epafrar. pelo “amor no Espírito” u pelas evidênaaa da graça de Deus que operava entre elos. Nelo ile Adão e filho de Sete. mas é bera evidente que Raido tínha por ele uma elevada consi­ deração e es tinia. E P A F R O D IT O . principalmente diante da perspec­ tiva de enfrentarem o iaJso pnsino e até mesmo fiersp-guiçOes. Cristão da cidade de Filipos. Talvez por essa razão o apóstolo o le­ nha chamado de “escravo de Cristo le­ sas" (Versão Contemporânea.1H. 1 Cr 1. talvez por providenciar sus­ tento material para elos. Era conhecido pela in­ tercessão que fazia pelos que aceitaram a Cristo por meio do seu ministério. 2. Assim. Era conhecido pelo seu compromisso com Cristo o sua perseverança na prega­ ção du Evangelho. “nosso amado (Sonse-Evo". Não sp sabe ao corto se Epafrodíto era um dos líderes da igreja em Filipos ou simplesmente um discípulo comprome­ tido com Cristo. nán só em Colossos. Também levou informações a Paulo so­ bro os colossenses.11. Paulo o despediu.26). Seu ministério provavelmente foi ca­ racterizado pelo compromisso lotai com Cristo e o Evangelho. Sabia o quanto em importante pura os novos con­ vertidos terera um crescimento contínuo na Té. causou grande pre­ ocupação para Paulo e os filipenses. Iísses irmãos eram conhecidos por sua “fé e amor”. Foi enviado pela igreja daquela cidade (“vosso enviado” F1 2. e o apóstolo considerou sua recuperação como uma intervenção misericordiosa de Deus (Fl 2. ‘servo”).25). Elo compartilhava a heran­ ça do apóstolo.6-11. 4. A intenção aqui ó es­ tabelecer um contraste direto entre os i lescondentes fie Sete e sua obediência ao Seuhor e a linhagem de Caim. Em seu tempo. que o deixou quase á morte. Foi chamado de "meu aunpanheiro de prisão em Cristo Jesus”. com as mais alias rpcomendaçôes. 2fiJ. a Bíblia diz que “os ho­ mens começaram a invocar o do mo do Senhor" (Cu -1. Sua oração era paia que os colossenses pudessem consorvarse “firmes. ao enfatizai o serviço que lez Epalrodito ficar grave­ mente enfermo (v.EPAFRODITO ENOS. em Colossettses l.27J. também destacava-Se como un» homem de oraçãó. mas também Hm Hierápolis e Laodfi. e assegurou aos filipenses que o irmão enviado por eles 181 . O irmãos ficaram tão an gustiados com suo doença que o próprio Epalrodito licou preocupado. ou simplesmente poi orar i? ensinar. Aprendemos. vi­ veu 905 aiios (Go 4. Enos também e citado uti genealogia qun vai de Imsus até Adão (Lc 3.26: 5. e de "servo de Cris­ to |esus". Ele tinha "grande zelo” por es­ sas igrejas. em oulras igre­ jas.30). Além de suu fidelidade na pregação. Paulo relere-se a elecomo'cooperador" |v. pnr Paulo.25). por meio dn apóslolo.

182 .ta (as reco­ mendações o saudações de Paulo geral­ mente estão no final das caitas).) Correta ou não a conexão do uome Epafrodito com o risco das apostas nos jogos. quo existia nos dias da Igreja Primitiva PauJo encontrou com alguns deles em Atenas lAl 17. De talo. os epicureus não querem dizer necessariamente o sensual. Seguidores de uma esco­ la filosófica grega.13: Fm 23).19-30 é diiicil de entender à primeira vLs. pois era o prime iro conver­ tido "da Ásia" e. Provavelmente ocu­ pava um lugar muito espec iai no coração EPI CUREUS. Seus adeptos eram indiferentes aos deuses: acreditavam neles.271. O nome Epafras ê uma cont ração de Epafrodito. à s v o z e s é necessá­ rio proviu B dor. sáo ilustrações muito bem colocadas so­ bre o lipo de sacrifício humilde e a dispo­ sição de negar u si mesmo quo Gristo pro­ duziu r<m seu povo.oxtn do Novo Testam ento. exis­ tem dois estados de sentimento: o prazer e a dor: dois tipos de questão: a concer­ nente às coisas p a relativa ãs palavras. do apõsiolo. Esse resumo das filo­ sofias dos epicureus reflete a descrição feita por Diógenes Laertius om A Vida dos Filósofos EinintiritoS. pois ninguém sabe o que este lhe reserva. |As palavras "próximo da morte" em Filipenses 2. Na literatura grega exlrábíbliea ela é usada para descrever as apostas nos iogos. os epicureus afir­ mavam quR as sensações. O objetjvo da vida é alcançar e experimen­ tar o fobeidado. Fm [-uipenses 2. mas peia obra de Cris­ to. Assina. Mauln usa a palavra “arriscar”1.181. A morte não deve sor considerada. Possivelmente o apostolo utilizou tal expressão para afir­ mar poderosamente que Epafrodito fcom o nome pagão intacto| arriscou tudo — uno por Afrodite. Ambos aram muito com uns no primeiro século. assim. No limd da epistola de Pau­ lo aos Romanos. Epafrodito era a pro­ va vivu de que tal humildade. Por prazer.B .30. era possível na igreja de FUipos.l. e ambos indicam uma associação fam iliar com o culto de Afrodite (Vênus) Além do ser a dousa do amor e da beleza. Nenhum plano deve ser lei­ to com relação ao futuro. EQUER.C. Ao contrário dos estóicos. a primeira evi­ dencia da graça de Deus na vida do povo que habitava ali A área referida prova­ velmente era Efeso. que invocavam seu nome quando faziam suas apostas e ar­ riscavam suas fortunas. Um dos netos de Jerameel [1 Cr 2.EPENETO superara todas as expectativas no cum­ primento de seu dever cristão.M. Uma vida de verdadei ro prazer seria uma existência de prudên­ cia. n . era também a protetora dos jogadores. A. O epicurismo era um equiva­ lente antigo inuito próximo do agnostteismo secular moderno. A colo­ cação desta recomendação de Epafrodito (r TimoleoJ em Filipenses 2. geradora de unidade. Livro 10.30 são as mesmas usadas para descrever o auto-sacrifício de lesus em Filipeuses 2. O fim de toda ação e libertai da dor e do medo. Epafrodito é o equivalente grego do nome latino "Venuslus''. mas antes o que lira a dor do corpo e os pro­ blemas da alma. o maior bem é a prudência. os preconcei­ tos e os sentimentos humanos eram o padrão da verdade. A ausência da dor devo sor d e s e j a d a e o prazer precisa s e r busca­ do.8. mas os consideravam muitos distantes para s r preocupar com o homem. que não é encontrada em outro t. b Io é saudado como "meu amado" (Rm 16-5). fundada por Epituro ( M l a 270 a. Segundo eles. honra e justiça. EPÊNETO. o qual define a vida com hase nas experiências. a relação entre o auto-sacrifício des­ se discípulo e o de Crislo é nerta. buscando a base de cada es­ colha o determinando correi umente o que deve ser evitado. o qual era nativo de Colossos |Cl 4.12. Para ex­ perimentar o prazer. Não se devo confun­ dir Epafrodito com Epalras.

Como Apoio. que media 19 x 19 melros. na colónia romana de Corinto IJRm lfi.22). As campanhas eleitorais exigiam que os candidatos vencedores cumprissem irae- d ia tamerrte suas promessas. sobre o qual Paulo fez meuçãQ (Kru 13. Como Qiilros eooperadores de Paulo. Isso es­ tava de acordo com a ordem dada por Deus.12. Como o cargo era eletívo. Era o líder dos clãs que trabalhavam i. provavelmeule ele precisava de grandes recursos financeiros para estabe­ lecer as garantias necessárias a esse car­ go cívico honorário. Assim. Nra 26. exccto que "ora mau aos olhos do Sonhoi.12-15] podiam ser eleitas livremeuie em Corinto. Listado na genealogia de Jesus em Lucas.7). inclusive presidir os lití­ gios fmanceírus. Erasto. eis aqui uns cristõo. Primeiro filho de Judá cara sua es­ posa cananita (filha de Sua) e nelo de lacó (Gn 38. As palavras gravados em bronze dizem claramente: ‘'Erasto colocou esse pavimento à sua própria cusla. próximo ao teatro.23). As tarefas do “tesoureiro da cidade" eram a manutenção das propriedades corno ruas p prédios públicos. a fim de ajudar uo importante ministério que se desenvol­ via ali. era considerado um benfeitor cívi­ co. foi colocado sobre grandes lajes de calcário acrocorintiu. Numa cidade rica como Corinlo. a coleta da receila n a intermodiaçáo legal uos ussunlos comerciais. neto de Judá (1 Cr 4. por ler feito "boas obfas‘‘< Havia uma bem conhecida convenção. pe)o que o Seuhnr o matou' | v. em troca do “aedile““. Erasto tam bém estava ati vãm ente engajado no ministério» cristão. LIm dos natos do Efroim o filho de Su to la. Afídile era o equivalente em latim da palavra grego oikononw s. u quem os governantes provavelmen­ te elogiaram. A Bíblia nada diz sobre Er. onde o apóstolo escreveu sua caria aos romanos. 0 apóstolo o enviou á Macedôuia junlo com Timóteo. um cida­ dão proeminente da cidade.21). ou "te­ soureiro. Erasto lambém preci­ sava ser um cidadão romano.. A últi­ ma voz quo ouvimos sobre esse importan­ te cristão foi quando «le eslava em Corinlo (2 Tm 4. 3. 7J. Por ser um ci- 183 . que vai de José a Adão.12. LTm dos ministros de Deus". por­ tanto ate mesmo cristãos (que Gálio igua­ lou cora os judeus etn seu discurso em Atos 18. pois tinha a total con­ fiança dos principais ( idudãus de Corinto. 1.olònia romana e no tempo de Flauta sem­ pre se usavam lermos latinos para design nar os cargos públicos. Seu pai arranjou-lhe uma esposa chama­ da Taraar.28).3-7. isso signifii ova quo judeus. ERÁ. (Corinto era uma r. a fim de que seu povo buscasse o bem-estar da cidade (jr 29. por* t.19. Paia ser aleito.\). foi para Éfeso.ERASTO ER (Heb.um linho e vivium om Bete-Asbéia.6). "aquele que vigia"). que usava suo riquez. e Paulo recomenda as buniuitorias feilas pelos cristãos que linham os rei ursos paia ocupar cargos e realizar tais tarefas elvicas (Rm 13. com o propósito de engajar-se uo ministério (At 19.LDto. ele lalvez hjsse uma pes­ soa bem conhecida. Era u "tesoureiro da eidade". de se reconhecer publicamente tais boas obras. Sabemos que as leis não faziam restrições quanto às con­ vicções religiosas de quem ocupasse tais funções. Sabemos que um grande pavimento. 48. 1 Cr 2. Cênesis 38 é um ca­ pítulo triste. Tornou-se lider do clã dos eram tas. administrador". 2 . Filho de Sela e pai de Lera: portan­ to. Era filho de Josué e pai de Elrnadã ÍL< 3. Maio­ res detalhes são dados sobre o pecado de seu irmão Onã. mas parece que a maioria dos membros da íaniiiia havia rejeitado o Senhor e se envolvido na cultura e reli­ gião dos cananeus. ERASTO. onde sem dúvida exerceu um importante papel na igreja.) pessoal e intluôncfa para ompar um cargo publico honorário. que linha uma longa história no mundo romano.3-4). que regislTu os pecados de Judá e de sua família.2(JJ.

que ele próprio criara. Esaú teve uma explosão de genuína tristeza e fúria (Gn27. 27. A terrível idolatria que essa prática causou é des­ crita de lorma vivida em 2 Reis 21 p . no papel tanto de ministro como de servidor público. ERI.7. ESAR-HADOM. assisa como o faio de que Manassés. foi rei da Assíria Í6K1 a 669 a. filha de Ismael |Gn 28. por­ tanto. para participar de campa­ nhas evaugelisticus h do fortalecimento das igrejas. pagou-lhe tribu­ tos.1) e. A passagem dá algumas Indicações do grande número de pessoas que acompanharam o patriarca ao Egilo. sua casa provavelmen­ te fosse grande a suficiente para permitir ipje os cristãos locais se reunissem uela. moçáo de todo um povo de uma região para outra muitas vezes resultava em que tais pessoas odotavam a adoração do deus local. O mundo de Deus não é dividi­ do.34). Am 1. pois achavam que ele leria mais condições de abençoá-los. Era o filho primogénito dos gémeos de Isaque e Reboca (Gn 25-25) e tomou-sn o favorito do pai fw. apesar de ulugarom quo adora­ vam o Deus israelita desde que i begaram ao país.34.27) e não levava nada a serio.37. e o tninislerio espiritual do Evangelho. Para ele. Seu pai foi morto por seus dois ou­ tros falhos. de maneua que o mais novo recebeu a bênção no lugar do primeiro (vv. Esaú. mas s u d natureza de pessoa "acomodada" não permiliu que sustentasse muito lempo a anim osidade.16. As pessoas que foram c o l o r c a r i a s por ele em Judá e na região i irounvizinha ainda estavam lá nos dias de Esdras [Ed 4. era a hora de passar a bênção du família para seu filho primogénito.g .281. Filho de Senaqueribe. quando |acó retornou lemeroso de Padã.3-7. en­ quanto adorava sou deus Nixroqne (2 Rs 19. seus descendentes e d om itas mostraram ser muito mais intratáveis. 33. entre­ tanto Re beca e Jacó a enganaram. Na narrativa bíblica eb» é lembrado por sua política de deportai o?? povos que couquisfava. Eri tornou-se o líder do elá dos erilas (Nm 26. Parte do tributo dos reis vassalos rorno Manassés era para que aprendessem a obedecer ao rei da Assíria e reconhoeessem Asur como sou novo deus. Infoli/m ente.6-9). E ura seu uuso não bavla bar rcira entre u basca do bem-estar material da cidade. 5-19).21. ele exercito seu cuidado providenci­ al tanto na uivei cívico como espiritual. Suas atitudes ru­ des e a maneira como lugia das dificul­ dades da vida foram a causa de sua trági­ ca queda. t? a pequena pedra que os dois irmãos aliraram no lago da historia fez círculos cada vez maiores (Sl 137. (Ass. Não íoi permitido que ajudassem na obra de reconstrução do Templo. Usava sons rocursos num cargo público. entretanto. nada levava a série Quornlo seus pais reprovaruin as esposas que escolhera [Gu 26.ERI dadão proeminente. B. A prática da deportação e a re- ESAÚ. Adrameleque e Saiezer.1-4). na fundação dos igrejas. Era o quo hoje chamaríamos du uma pessoa "acomodada" Adorava a li­ berdade da vida ao ar livre (Gn 25. estava sempre disposto a viajar por mar ou terra. A ssim . ao aprôveitar o falo de que não podia mais enxergar. Como um servo dedica­ do.C. Erasto era uni cristão de muitus pos­ ses e também cidadão romano. A disputa entre os dois Jicou mais inflama­ da quando o patriarca percebeu que esta­ va às portas dn morte (Gn 27. os 184 .W. onde aparece como Heri). Ob 9 a 14).11. rei de Judá. saiu e casou-se com outra mulher. o irmão o recebeu como se nada tivesse acontonido [Gn 32. “Asur (um deusl tem dado tim irm ão"}.16).i.41).Arã.38) A dedkaçõo de EsarHadom y seus deuses é registrada em vá­ rias inscrições. ls 37.d . É listado como o quinto filho do Ga de e entre os que desceram com jacó pura o Egito (Gn 46.

ESDRAS problemas da vida podiam sei resolvidos facilmente! De fato, só foi capa/, «le ficar zangado com a fraude de |aoó porque não levou a sério a transação qu* fizeram ariteriorniRulfi, na quaJ vendeu seu direito de primogonitura Ao voltar d* uma ca­ çada, cansado e faminto. Esaú encontrou o irmão ocupado na cozinha. O arotrtô era tentador demais e, mima atitude típica dele. viu tudo de uma maneira exagera­ da: qual snria a utilidade do direito de primogeoitura se morresse do lumeV Essa decisão frívola. entretanto, léve conseqíiêiíciiis irreversíveis. O que Esaú con­ siderava: como "ler um pooto de vista complacente", a Bíblia chama de ‘'devas­ so” r "proiano” (Hb t2 .16) — n atitude do viver couio se não existisse vida eterna nem valores absolutos. Para ele. não hou­ ve oportunidade para arrependimento (Hb 12.17). I.VM, lriar< 8 posteriormente demonstrou-lhes sua gratidão (v. 241 Para mais detalhes sobre o incidente, veja Aumfel.

ES BAAL. Um dos filhos de Saul e ir­ m ã o de Jôuatas ( I Cr 6.33; 0.39) Também chamado de Is-Bosoto. Depois da morte do rei, Abner tomoú-o e tentou lazfido sucessor do pui A tentativa de se criar um reino alternativo para competir com Davi teve vida curta; logo Is-Bosete foi morto, o que entristeceu o filho de )est>é (1 Sm 2 e-I. Veja Is-Bosete), ESBÀ. Um líder entre os horeus. Era fi­ lho de Disã e nelo de Aná |Gn 36.26; 1 Cr 1.41). ES BOM. 1. Um dos sete filhos dè Gade. listados eni Génesis 46.16. entre os que foram com Jacó para o Egilo. Em Núme­ ros 26.113 é chamado de Ozni e é o funda­ dor do d ã dos ozuilas 2. Nelo de Benjamim e filho de Beló 11 Cr 7.7). ESCOL. Um dos três irmãos amorreus (veja lambém M anw e Antir) que se alia­ ram a Abraão, quando perseguiu Quedorlaomer. a fim de resgatai o snlirinho Ló do cativeiro (Gn 14.13*16). O pa-

ESDRAS. Este võailiulo deriva de um lurrno hebraico que significa "ajuda' Provavelmetilé è uma forma abreviada de Esdraías, “ Yahweh ajuda". Os pais davam este nome aos filhas do sexo masculino, como um louvor a o Senhor por sua ajuda om tampos de guerra. Existem Irâs pesso­ as com esse nome no Antigo Ttestamento: 1. Veja Ezm. 2. Logo após o término do exílio b abilón ico, ura sacerd ote cham ado Esdras retornou para a Terra Prometida junto com Zoróbabel (Ne 12,3.13). Ele é lambem chamado Azarias em Neemias 10.2. Era um zadoquita, sob a liderança de losué. 0 sacerdote naquele tempo. 3. O mais importaute personagem com esto nome sem dúvida era o escriba que liderou as grandes retírrmas no meio do povo de Israel após o exílio, uma ge­ ração ou duas depois de Zorobabel. O ministério de Esdras. Os livros de Esdras e Neemias falam muito sobro esse bem couheoidí) personagem EIb era des­ cendente de ArãOr o primeiro sumo sa­ cerdote de Israel (Ed 7.2-7). Esdras per­ tencia â fam ília de Seraías. a quem Nabucodonosor matou era Ribla (2 Rs 25. ltt-23), O iillio de vSc-Taias, jeiizadaque, foi O sumo saierd ote exilailo p i i r a a BaliUônia 11 Cr 6 .1 4 .1!í). Embora esle não seja mencionado na genêalogia de Esdras (Ed 7.2-7Í. datava-se de um membro des­ sa Unhagem ou com uma relação muito próxima a ela. Esdras ocupou unia posição di* lide­ rança no exílio. provavelmente devido à sua linhagem sacerdotal Sua íunção exa­ la é desconhecida, mas participava dos negócios do governo, em tal posição que Artaxerxes, o imperador persa, deu-lhe sua recomendação pessoal (Ed 7.11,12). Esdras foi descrito como "escriba' (também traduzido como "mestre" e m al­ gumas Versões da Bíblia). O rei Arlaxerxes

185

ESDRAS o designou "o escriba” (Ed 7,6,11J, talv«z para indicar que sua funçãu seria algo como conselheiro pBal. A tradição judoica atribuiu osso título a Esdra;*. devido uos seus conhecimentos especializados na Torá, a Lei de Moisés, Dp fato. ele leve um papel proeminente na edição e com­ p o s i ç ã o das maiores porções do Antigo Testamnnto. Esdras liderou uma caravana de exi­ lados da Babilónia para Israel, após o decreto de Arlaxerxes |Ed 7.1-12). Rece­ beu automação do imperador para arre­ cadar donativos rios judeus quo viviam na capital dn Império, para o culto no Templo em [erusalém (w. 12-28J. Essa jor­ nada aconteceu no "sétimo ano do ret Arlaxerxes" (v. 7). Infelizmente, o texto bíblico não tleixa claro se esse retomo foi no sétimo ano rle Artaxerxes I (458 a.C.) ou Arlaxerxes II (397 a.C.). Qualquer que seja n coso. Esdra* vollou a Jerusalém pelo mern > s uma geração depois que Zorobabel estabelecera os primeiros judeus que volLuam e liderara a reconstrução do Tem­ plo em 51.5 a.C.. Quando Esdras chegou u Jerusalém, firou horrorizado, oo sabei que muitos sacerdoLes. levitas e líderes civis tinhamse casado com mulheres pagãs (Ed 0). Essas uniões mis las haviam corrompido a moral e n vida religiosa da nação. Em seu desgosto, Esdras chorou humilde­ mente diante do Senhor e conduziu Ioda a comunidade aò arrependimento fEd 9 a I0|. Muitos judeus divorciaram-se dn suas esposas estrangeiras e foram reinte­ grados no serviço do Senhor. Na Festa dos Tabernáculos, Esdras leu a Lei de Moisés (Ne 7.7 \a B I 2) Os líderes do povo eslaboleoerum uma aliança lJS'e 9.3H a 10.3.9] e prometeram renovar o compromisso de manter a pureza conjugal, observar o sá­ bado e parlii ipar dos cultos no Templo. As cúx unstàni ias da morte de Esdras uno são conhecidas, O registro bíbl íco ter­ mina pouco anles do final de seus dias O seu retraio, tanto nas Escrituras como nas tradições, indica que serviu fielmen­ te junto i om Neemias como Líder do povo dn Dnus durante toda sua vida. A mensagem de Esdras. Ela pode ser resumida em dois tópicos: a despedida das mulheres estrangeiras e a renovação da plena lealdade à Lei de Moisés Sua inslstónda na guarda do sábado, na pureza mornl e no serviço do Templo não é de surpreender. Essas questões íerram defen­ didas duranie ioda a história de Israel O registro bíblico honra Esdras como um modolo de líder cm tempos de refor­ ma. Sua mensagem não é questionada por nenhum dos escritores bíblicos. Pelo contrário, os livros de Esdras e Neemias destacam varias defesas para suas atitu­ des, Ele tinha o apoio do imperador persa, das pessoas justas dc lerusalérn e do Senhor. F. fmpcnrtanle notar que a exigência de Esdras quanto ao divórcio náo era moti­ vada por questões raciais. Os exemplos de Zipora (Êx 2.21,22), Raabe (Js G 25) e Rute (Rt 1,4) deixam evidente que a união mis tu com estrangeiros não era terminan­ temente proibida no Antigo Testamento. A questão em pauta era o casamento interreligioso, e não inter-racial. A mesma pToibiçáo aparece também nn Novo Tes­ tamento (2 Co 6.14 a 7.1). Por que, então, Esdras iusisliu paia que os casamentos mistos fossem dissol­ vidos? Sua situação era desesperadora. Essas uniões mistas enfraqueceram toda a comunidade. As mulheres pagãs tinham deixado Israel, que lutava paru se manter tirme após o exílio, u beira da apostasia total. Todo o programa dp restauração corria o risco de fracassar completamen­ te. Em resposta a essa situação crítica, Esdras sabiamente insistiu para que os homens de Judá se ihvon.iassem de suas esposos estrangeiras. A mensagem de Esdras sobre o divór­ cio não violou o principio bíblico du san­ tidade do casamento. Suas instruções estão em harmonia com a sabedoria de Knilo, que instruiu os crentes dó Novo Testamento quanto u orar pelos Lncredu-

186

ESPÍRITO SANTO los, na esperança da conversão deles (1 Cu 7 17-241. Pelo contrário. Esdras enfren­ tou a extrema situação da comunidade restaurada com uma decisão delicada, porém necessária Nesto sentido. Esdras perm anece como um modelo par a os crentes em to­ das as épocas. Seu zelo pelo reino do Dous linha prioridade sobre todos os outros assuntos. k.K

E S E Q U E . Mencionado em 1 Crónicas 8.39 na genealogia de Saul. da tribo de
Benjamim. Seus filhos são listados como LJlão. leús e Elifelela

ESER. 1. DosCendente de Esaú, filho de Seir d chefe dos horeus (Gn 3R.21. 27, 30: I Cr 1.38. 42). 2. Filho de Elraijn, foi morto junto com seu irmão quando tentavam roubar o gado dos gatitas (1 Cr 7 21). (Veja Elude e Hr rias). 3. Descendente de liur. pai de Husà, da tribo de Judá 11 Cr 4.4).

4. O chole ile um grupo de guerreiros i lu tribo dn Cade que desertaram d < » exér­ cito do rei Saul e uniram-se a Davi, em Zidague (1 Gr 12.9). Esses honiRns foram descritos como «xtremomente valentes: "seus rostos oram como rostos de leões, 6 oram ligeiros conto corças sobre os mon­ tes" (1 Cr 12.8). 5. Maioral da cidade de Mispa. filho de lesua, ajudou a reparar os muros do TerusaJém sob a ilireçáo de Noemiai* liSJe 3.19; 12.42, onde seu nome é grafado Ezer). Eto da Iribo de Levi: provavel­ mente é o mesmo levita que mais larde fez parte do coral que cantou na reinauguraçào de lerusalém. Os muros e a cidade foram destnudos poios caldeus, quando levaram os israelitas para o cativeiro.
PJJ.G.

ESLI. M encionado na genealogia de Lucas, que vai de José o Adão (JLc 3.25). Era pai de Na um o filho dfl Nagal. ESPÍRITO. V e j a Espirito Santo.

ESPÍRITO SANTO
Em ambas as línguas. tanlo ao grego como no hebraico, os vocábulos usados para o Espírito Santo enfatizam sua santidade. No AT. o adjetivn san to antes do subs­ tantivo espírito aparece raramente (Si 5 1.11 ; ls 63-10,11). Em contraste, o NT apre­ senta essa com binação na m aioria dos livros, coroo um nome que ocorre frequentemente, cspecialmeute no livro de Aios. Isso não significa que a ênfase ao Espirito é menor no Antigo do que uo Novo Testamento. As expressões mais frequentes no AT são o Espirito d e Deus ou o Espirito do S en hor, as quais ocorrem numerosas vezes. As palavras gregas e hebraicas para “espírito" revelam um significado duplo: espi­ rito e vento. Por exemplo, “o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” (Cn 12). mas “Deus fez passar um vonfo sobre a terra, e as ãguas abaixaram" (Gn 8.J) Jesus disse a Nicodomos: “O que é nascido dó Espirito, è espírito... o vento sopra onde quer (Jo 3.6,8). Outro significado do termo '‘espírito", nas duas línguas, é sopro, respira» çâo. tanto divina como humana (Io 4.9; 12.10; 2 Ts 2.8) Por todas as Escrituras a e x p r e s s ã o “espírito" e escrita com letra maiúscula, para referir-se ao Espirito de Deus. ou com lulra minúscula, para imiicar o espírito huma­ no. Devido ao fato de que os manuscritos anligos não usavam letras maiúsculas, os tradutores o editores às vezes têm muita dlfic uldade para determinar se o escritor

187

ESPÍRITO SANTO tom mu ínepU* íj espírito de Deus ou o humano (veja por exemplo variações «le Uaduem Atos 1U.21J.

çõd,

O Espírito no Antigo Testamento Na criação
A primeira vez que a palavra "espírito'1 aparece aa Bíblia é do relato da criação, em Génesis. O Espirito • ie Deus. o qual pairava sobre as aguas, é o poder criativo que traz ordem ao caos (Cu 1.2), O sal ruis ia faz eco a esse conceito, quando diz: ‘Pela palavra do Sonhar farum faltos as céus, o toda o exercito doles pelo sopro da sua boro” (SI 33,BJ. Por meio do sopro de Deus. Adfio lomou-.se uinn .ilirwi vivente (Cu 2.7). )ó afirma que 0 Espirito do Senhor o criou e que recebeu vida por maio do sopro do Todo-poderoso [R > 27.3; 32.8; 33.4. 34.14.15). Quando Deus retira seu sopro dos seres humanos e dos animais, eles morrem e retomam ao pó (SI W4.29; E<: 3. 12.71, No vale dos ossos secos, o sopro de Deus entrou lios esqueletos e eles retornaram à vida (Ez 37 1-14)

Como uma Pessoa
A ênfase sobre o monoteísmo, dada pelos escritores do Antigo Testamento, prevalece sobre a doutrina da Trindade. No entanto, os escritores (azem uma distinção entre Deus o o Espuito do Senhor, sem jamais considerar o Espirito como uma mera ema­ nação de Deus Tome, por exemplo, as referências em Gônesis 1.1,2. Deus criou o céu e íi terra, mas o Espírito fio Sonhai pairava sobre nS águas. Deus disse que seu Espírita não contenderia para sempre com o homem (Gn 6.3). Isso significa que os escritures víhiu duas pessoas divinas distintas; ides entendiam que g Espírito era Deus. o qual exercia funções que os escritores bíblicos expressaram em lermos humanos Isso fica bem claro eui algumas passagem. Os levitas oraram: “Deste o teu bom Espirito para os ensinar (os israelitas)" (Ne 0.20). Davi perguntou: ‘Tara onde me irei do teu Espírito7 Para onde higirei dia lua face?" (SI 139-7) v. Isaias escreveu que o povo entristeceu o seu Espírito Santo e Deus (o Pai) tomou-sti inimigo deles (is 63.UM 2: veja também 48.101.

Na profecia
A rimnilfístoção da Espírito é evidente na vida dos profetas, os quais transmitiam ao povo o que o Senhor lhes lidava. Tomavani-.se porla-vozes de Dous, quando o Espírito descia sobre eles. O profeta Isauis declarou que o Espirito do Senhor Soberano estava sobre ele (ls 6 1 .lj. o que foi cumprido plenamente em Jesus (Lc 4.181 Ezequiel reve­ lou que o Espirito o levantou e o levou a lugares e pessoas, numa visão que o mesmo Espírito de Deus Lhe dera |Ez 11). Embora algumas pessoas não tivessem o título de profotu, mesmn assim proferi­ ram mensagens por meio da Espírito Santo O rei Davi pronunciou seu último testemunho poético antes de morrer, quando disse: “O Espírita do Senhor fala por mim, e a sua palavra está na minha boca" (2 Sm 23.2). Quando José interpretou os sonhos de Faraó, este exclamou que o Espírito de Deus eslava sobre o filho de Jacó [Gn 41.38,39). Depois que Samuel ungiu a Saul rei de Israel, o Espirito do Senhor desceu poderosa­ mente sobre» ele e profetizou. Deus o transformou numa pessoa diferente, de maneira

188

ESPÍRITO SANTO que os israelitas jiergunlaram: "Está lambém Saul enhe os profetas?" |3 Sm 311.5-3'}). Essa pergunta íoi repetida quando o Espirito do Senhor desceu auvamontí» sobre Saul enquanto perseguia'Davi sem trégua. O rei tirou suo túnica eprafotfeou í 1 Sm IM.23.2-H. No acampamento de Israel, duranln d Exodd, Deus retirou parte do Espírito que estava sobro Moisés o □ colocou sobre 70 anciãos eles então profetizaram, bem como Eldade e Medude. Quando ouviu sobre isso. o grand* legislador disse qu»- seu desejo ora que o Senhor colocasse o seu Espirito sobre lodo o povo, para que lodos profeti­ zassem |Nm 11.25-29) O proleta Miquéias opôs-se aos falsos profetas nm seus dias. Disse que eslava repleto do Espirito do Senhor, de sua justiça e força. para convencer Israel de seus pecados (Mq 3.8). Moisés é o protótipo do Messlus, pois loi Lonsiderado um profela e revelou o Espírito do Senhor. Ele predisse o advento de CrislD, quando falou ao povo que Deus levantaria um profela como ele próprio, do meio deles (Dl 18.15,38). Além disso, ele repetidamente introduziu a revelação do Senhor com as palavras "disse o Senlior a Moisés" (Nm 8.1.5.23). O Espirito lornava o controle dos profetas o. por meio deles, revelava a palavra de Deus (Ez 2.2: 13.3.8,13,20- Mq 3.8). Os profetas maiores «, por implicação, também os menores, foram inspirados pelo Espirito do Senhor Dous Todopoderoso [Zc 7.12).

Com poder
O Espírilo frequentemente incitava uma pessoa e u enchia do poder, Como aconteceu com .Sansão Uz 13.25). O Espírito do Senhor capacitou Gideão a convocar Israel con­ tra os opressores estrangeiros e venciVlos com 300 homens (veja especialmente Jz 6.34). Elias foi cheio do Espírito de Deus. o qual apareniemenle o transportava parn vários lugares (3 Rs 18.12: 2 Rs 2.16). Quando Samuel ungiu o fillio.de lessé para ser n*i de Israel, “o Espírito do Senhor se apoderou de Davi". Ao mesmo tempo, abandonou Sutil: Deus concedeu ao rei um espírito maligno para atormeutá-Io 13 Sm 16.13.341. O Espírito abençoou Davi com dons musicais e poéticos, capai il0U'0 a ser um guerreiro destemido e deu-lhe uina esplêndida capacidade de liderança. O dom do Espírito não se limitava a lideres e reis em Israel, Na construção do Tabernáculo. Deus separou Hezalel, Aoliabe r outros para realizarem o Irabalho. O Espirito do Senhor encheu Bezalel “dp habilidade, de inteligência, e de conbecimenlo, em lodo 0 artifício'1 (Êx 31.2-4; 35.31). Nos tempos do AT. entretanto, o Espírito não repousava sobre todos d s israelitas e os que recebiam seu dom especial o manti­ nham apenas lemporariomento.

Escatologla
A recepção universal do Espírilo Sanlo foi anunciuda profeticamente séculos antes do derramamento do Espírito uo dia de Pentecostes Iveja Al 2 .17*211 . Deus falou por meio do profeta Joel: “E 'lopois derramarei o meu Espírilo sobre toda a carne, e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos velhos leráo sonhos, os vossos jovens terão visões. Alé sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei -o mou Espírito" (Jl 2.28.29), Joel. porém, não estava sozinha na prndição do fuluro derramamento do Espírilo sobre o povo de Deus. Isaías também íez uma ilustração do Senhor derramando correntes de água sobre terras secas e seu Espu ilo sobre os des­ cendentes de la c ò (ls 4 4 .3 ) . Pot meio de Ezequiel, Deus disse aos judeus do exílio que

189

ESPÍRITO SANTO o Senhor os tomaria de todas as nações e os reconduziria á sua própria terra. Coloca­ ria seu Espirito sobre, eles e os motivaria a obedecei à sua Lei (Ez 31x24-28; 39.29). Dous revelou quo o Messias, quando viesse, seria cheio do Espírito (ls 11,2), o qual também seria derramado sobre o povo «la aliança (Is 12.15: 59.21: Ez 37.14). E esse Espírito permaneceria com os filhos de Deus (Ag 2.5).

O período inteitestamentário
M uito pouco sr sabe, con cern en te ao Espirito, no decorrer do período intertestamentário. No máximo, ouvimos ecos do AT. os quais reforçam n que já loi meuf ionudo. Os livros apõcrifos e pseudepígralos. a assim chamada literatura deuterocanónica, os documentos de Quntrã, e os escritos de Filo e Joseío, nada apre­ sentam de novo. Enfatizam a relação do Espirito com o Messias (l Euoque 02.2; Sir 48.24) e o pedido prios dons do Espirito (2 Esdras 14.22). Os escritos revelam a esperançB pela vinda de inu autêntico profeta II Macabeus. 11.41), porque os verdadeiros não existiam mais (1 Mar.abous, 9.27).

O Espírito no Novo Testamento
As referências ao Espirita Santo são abundantes uo Novo Testamento, especialmente nos escritos de Lucas e Paulo. O ensino do NT sobre o Espirito Santo cumpre as profecias do AT quo predisseram soo advento. As alusões ao Espírito Santo no NT cobrem todo o e s p e c t r o , desde sua Sombra que encobriu Maria na concepção de Jesus (Ml I-J8- 20: Le 1.35). até o chamado do Espírito pelo retomo de Cristo (Ap 22.17), O NT enlatiza o derramamento do Espirito, seus dous, sua obra. inspiração, comunhão e habitação nos corações dos cristãos. A doutrina da Trindade fica evidente no relato do batísmo de Jesus: O Pai revola o Filho, de quem se agrada, o o Espírito Santo desce sobre elo nu forma de uma pomba (Mt 3.16,17; Mc 1 10. Lr. 3.2-2). A fórmula betisma) Irinilária. mostrada na conclusão do evangelho «le Mateus, enlatiza essa mesma doutrina lMl 28.19). No literatura epistolar, os apóstolos ensinaram frequentemente d principio Lrinilariano, tanto no inicio curau na conclusão de suas cartas (veja 2 Co 13.13: Ef 1.2-11; 1 Pe J , 1-3)

Mateus , Marcos e Lucas
Além dos relatos do nascimento, batismo o. tentação da Jesus, ha poucas alusões ao Espirito nos evangelhos de Mateus e Marcos, Comparativamente, o de Lucas está reple­ to de passagens que falam sótore o Espírito, Mateus e Lucas relatam ambos a concepção de Jesus como obra do Espírito Santo |'M t 1.18, 20; Lc 1,35), João Batista thssn ao povo que ele balizaria com agua, mas Jesus os balizaria com o Espírito Santo (Ml 3.11, Mc 1.8; Li 3.161. Antes de Cristo iniciar seu ministério, o Espírito o levou uo deserto para s e i tentado pelo diabo |Mt 4.1: Mc 112; Lc 4 . 1). No evangelho de Mateus, o Espirito do Pai falou por meio dos discípulos (Mt 10.20); em dois relatos de Marcos e Lucas, o Espirito Santo fala por intermédio povo de Deus IMc 13.11: Lt 12.12). D p acordo com os irês evangelhos sinópticos, o pecado contra o Espirita Santo jamais será perdoado, uem nesta vida nem ua vindoura (Ml 12.31.32; Mc 3.29; Li 12.10). Quando J e s u s Inter­ rogou os fariseus a respeito do Cristo, mencionou o Espirito Santo n perguntou "Como. pois. Davi, pelo Espirito, lhe chama Senhor?" [Ml 22.43: Mc '12.361. Quer dizer, o Espi­ rito Santo inspirou Davi a compor 0 Salmo 110 e relerir-se a Jesus.

190

ESPÍRITO SANTO ('i evangelho de Luras lem muilas referências a o Espirito Sanio. Já nos primeiros dois capilidas, os leilores descobrem que o Espírilo ont obriu Maria com sua sombra (Lc 1-35) e encheu Joao Batista, Isabel. Zacarias e Simeão (1.15.17.41.67: 2.25-27). Depois de sor tontado poi Satanás. Jesus retornou ã Galiléia e recebeu o poder da Espirito Santo, que repousou sabre Ele (Lc 4.14.101. Lm:asmenciona que Cristo expe­ rimentou profunda alegria no Espírito Santo (Lc 10.21) e disse aos seus discípulas que o Pai dá o seu Espirito aos que lhe pedem (11.13). Lucas termina sou relata com a palavra qup dirigiu aos discípulos: disse-lhe que permanecessem hoi Jerusalém até (|iie fossem revestidas do poder do D bus, uu seja, com n Espírito Santo (Lc 24.491-

4fos
Ilmu nova dispensação começa no NT com o derramamento «lo Espírito Santa ora Ftentecostes. As palavras que lesus disse sobre o Espírito, o qual babitaria no meia rJe lado o seu povo, foram cumpridas u;i vida das apóstolos e continuam a agir na vida de todos d s crentes liajo. O Filha de Dous predisse que. dentro de poucos dias após a sua ascensão, o batisma do Espírilo Santa faria com que o$ apóstolos fossem testemu­ nhas dele em Jerusalém. Judéia. Samaria e aié os confins da Terra [Al 1.5,8). Essa profecia cumpriu-se no dia de Pentecostes, em Jerusalém, para o pova judeu (At 2 4, 33 38): posteriormente, em Samaria para os samaritunos (8.15-18), e mais tarde em Cesaréia para o centurião romano Cornélio e sua nasa (10.44-47: J 1.15.16: 15.8'|. O ultimo grupo dp pessoas a receber o darramo mento do Espirita loram os seguidores rle João Batista que víviom em Éleso (At 19.1-7J As palavras "cheio do" ocorrem repetidamente em Atos. Por exemplo, diante do Sinédrio, Pedro íoi cheio dó Espirito Santo (Al 4.8). Quando ele e João foram soltos r voltaram para o m eio dos irmãos, o Espírito encheu todos eles (Al 4.31), Semelhantemente., os sete diáconos eram cheias da Espírita Saulo (At 6.31. entre os quais estava Estevão (O.t . 10. 7.55). Paulo também toí cheio do Espírilo Sanlo fAl 0,17; I 3.H), e o mesmo aconteceu uom seu companheiro Barnabé 111.24). Os creutes do .Antioquia da Pisfdla receberam a mesma bênção (At 13.52). Na Igreja primitiva. 0 Espírilo Sanlo testificou por meio da Pnlavra de Deus reve­ lada (At I 16: 4.25). Falou com Filipe (Al 8.20), Pedro (10.19; 11.12). com os lideres da Igreja em Antioquia f 13.2) e com Ptuda (21 4,11). Além do mais. o Espírilo Sanlo confirmou o testemunha dos apóstolos diante dó Sinédrio (Al 5.32) e não permitiu q u e mentissem, tentassem ou resistissem a Ele (5.3, 9; 7 .511 . Simão, o mágico, uão pòde comprar o Espírilo Santo | At 8.19). Pelo contrário, o Espírilo fortaleceu a Igreja (Al 9.31) e aprovou a decisão do Concilio de Jerusalém (15.28). O Espírito enviou a Paulo e Barnabé (Al 1,1.4), mas não permitiu que o apóstolo dos gentios e seus compa­ nheiros fossem a Ásia e entrassem na Mísio (16.6,7). Compeliu Paulo a ir para Jerusa­ lém. mas o alertou de quo muitos perigos o aguardavam IAl 20.22.231 ; o profeta Agabo predisse pelo Espírito Santo que o apóstolo seria preso (21.11; veja também 11.28).

As epístolas paullnas
Através de suas muilas cartas, ftrnlu apresenta uma teologia do Espírilo Santo muito mais desenvolvida do que u de qualquer outro escritor do Novo Ttestamepio. Ensina sobre o relacionamento do Espírito Santo com o Pai e com o Senhor Jesus Crislo. Instrui d s cristãos sohre a obra. os dons. 0 poder e a prespnya do Espirito Santo. Em cortas capílulos das epístolas o apóstolo desenvolve sua teologia do Espírito Sauto 191

ESPÍRITO SANTO

(Rm 8. I Co 2: 12: 2 Co 3: GJ 5). Essas seleções. entretanto, devem ser esludadas dentro do contexto das cartas paulinas. 1. O Espírito de Dr-as. Paulo mencionou o Espirito de Deus primeirarnenio em ^uas epístolas ãs igrejas de Corinlo e Êleso, Destacou que o Espirito do Sonhar revela sua sabedoria aos crentes, faz com quo sejam sensíveis às verdades espirituais e lhes dá a habilidade do ter discernimento espiritual (i Co 2.10-14J. Informou aos seus destina* lários que o Espírito Santo habitava neles, porque eram lemplo de Deus [Rrn 6.9, 11. L Co 3.16: 6.191; Juntos. lormavam uma bahiiação onde o Espirito do Senhor vivia (Et 2.22) e, como autênticos cristãos, adoravam a Deus pelo Espirito (Fp 3.3). Foi o pró­ prio Deus qupm deu o Espu-itu ao seu povo (1 Ts 4.8). Em outra passagom. Paulo disse aos i oríntio* quo eram uma carta de Cristo, escri­ ta não com tinta, mas com i» Espírito do Deus vivo. Essa missiva era a tábua do cora­ ção dos homens (2 Co 3.3) Peio poder rio Espírito que habitava nele, o apóstolo 1 ‘oi capaz de aconselhar as pessoas sobre prohlemas conjugais e falar com a confiança que o Espuilo lhe <java | 1 Co 7.40). Nenhuma pessoa ern quem o Espírito de Deus habita pode amaldiçoara Cristo. O crenti? confessa que Jesus é n Senhor, por meio do Espírito Santo 1l Co L2.3). 2 O Espirito v Jesus. Muitas vezes Paulo não loi claro, ao distinguir entre o Espiri­ to do Senhor Deus e o Espírito do Senhor Jesus Cristo. As palavras "o Espirito do Senhor" podem referir-se tanto ao Pai como ao Filho: Paulo descreveu o Espirito como "o Espuilo de Deus”, "Espirito do Senhor", “Espirito de Cristo”. '‘Espírito de Jesus”, ou simplesmente “o Espírito". O contexto muitas vezes dá ao leitor um entendimento dessas passagens. Para ilustrar, em Rorrumoí» 8.9. o apóstolo disse: ''Vós. porém, não estais na uirne. mas no Espirito, se é que o Espirito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espirito de Cristo, esse tal não ê dele". Paulo declarou que o Espi­ rita de Deus iluiu por meio de Cristo para d povo de Deus e o mesmo Espírito imana­ va tanto de Deus como de Cristo. ,Ambos, o Pai e u Filho, fnzem com que o Espírito Santo habite uo coração o ua vidu dos crentes. De maneira similar. Pauln escreveu aos Coríntias: "Ora. o Senhor é o Espírito, e onde está o Espírito do Senhor at há liberdade" (2 Co 3.1 7). O contexto desse versículo mostra que Moisés colocou um véu sobre o rosto, para evitar que o povo visse a glória de Deus se desvanecer da sua face Iveja Êx 34*33-35). Paulo explicou que ele e os demais crentes refletiam a gloria do Senhor, pois eram Iransformados na imagem de Cristo (2 Co 3 tM J. Assim, transmitiu a informação de que falava sobre Jesus e que Cristo operava por moio do Espírito 3 A ubro do Espírito. Paulo declarou que o Espírito de Deus, que ressuscitou lesus dos mortos, vivia nos crentes e assegurava-lhes que lambem ressuscitariam (Rrn 8.10.1 11, O Espírito Santo opera uo coração dos cristãos, quando se arrependem das obras pecaminosas: /o mo filhos de Deus, são guiados pelo Espírito. O próprio Espíri­ to afirma o fato de que Deus tom adotado os crentes como seus filhos (Rm 8.13-113). A obra do Espirito é evidente nos crentes que são chamados as primícias da colheita vindoura (Rm 8 .2 3 1 - Em adição. Paulo disse ao povo de Deus que o Espírito intercede por eles e os ajuda em suas orações. Eles mesmos não sabem como orar adequadamen­ te: poi isso. 0 Espirito intercede pelos santos segundo a v o n t a d e d o D«us (Rm 8 . 2 6 , 2 7 ) O Espírito Santo e o instrumento por meio do qual os cristãos são abençoados com a justiça, paz e alegriu (Rm 14.17, Gl 5.5; 1 Ts 1.6). Ele é a Iotite de amor. esperan­ ça e poder (Rm 15,13,16.19). Ele os santifica, por meio do novo nascimento e da rege­ neração (Rm 15.16: Tl 3.5). tem comunhão com eles (2 Co 13.13; Fp 2.1), fortalecelhes a íé (Eí 3.16.17) e os sela em Crislo (El 1.13).

192

ESPÍRITO SANTO 4. O s donsúspirítuais. Paulo frequenlemenle enumerava e explicava os doas que o Espírito Santo concede aos crentes. Em sua carta aos Romanos, especificou os dous de profecia, serviço. ensinu, exortação, contribuição, administração e misericórdia (Riu 12.6-8). Essa Lista não é exaustiva, porque, ao escrever aos coríntios. Paulo va­ riou e acrescentou Registrou nove dons: sabedoria, conhecimento, té. uui<<. operarão de milagres, profecia, discernimento de espíritos, línguas e inlerprelação de línguas (I Go 12.8-101. os quais podem ser relacionados em três categorias: 1 Pedagógicossaljedoria e conhecimento; 2. Sobrenaturais: le, mi lugres- e cmn; 3, Coanm iruth™ . profecia, discernimento fie espíritos, línguas • ? suo interpretação Esse catálogo tem uma variação uos iíltimus versículos de t Coríntios 12. Ali Paulo euumefM os dons apontados por Dous: apóstolos, proletas e mestres. Depois destes lrês. ele menciona os de operar milagres, curar os enfermos, servir, administrar, íaiar em línguas e interpreta-las (vv.28*301- Em outra epístola, Paulo menciona os dons que são indica­ dos par Cristo: apóstolos, protelas, evangelistas, pastores e mestres (Ef 4.11). Km vez de mencionar os dous do Espírito, na epístola aos Gaiatas Paulo cita as nove virtudes como o fruto do Espirito: amor, gozo. paz. longanimidade, benignida­ de. bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio ÍGI 5.22.23). A diferença entre os dous i! o fruto é que um é adquirido por meio de doação e o outro como resultado. Quer dizer, o Espír ito Santo atribui um dom especifico a um crente, mus u obra do Espírito dentro do cristão produz um resultado na forma de virtudes espirituais 5. O Espirito e a Lei. Em algumas do *uas cartas (Rm. 2 Co e Cl|. Paulo falou que o Espírito liberta da escravidão da Lei Mó contexto, ele dirigia sua mensagem aos ju­ deus convertidos, eutre outros, que eram mais influenciados pelos judalzant.es, Sua mensagem básica era a liberdade da lei do pecado e morie por rneio da obra do Espírito Santo (Rm 8.2. 5-8; 2 Co 3.0, 17; Gl 3.2-5; 5.3-5). Isso não quer dizer que, ao abolir o legalismo» Paulo promovia urna forma de antinomia. Peio contrário, ensinou que a lei do Espirito de vida é a liberdade (Rm 8.21. que o amor é o cumprimento da lei (Rm 13.8-10; Gl 5.141 o que o crente é guiado pelo Espirito que nele habita (Gl 5.1». 25). 6. O Espírito e o batísrtio. Em I Coríntios 1 2 .1 3 , Prtulo d e c la r o u que "todos nos fomos batizados em umso Espirito, formando inu só corpo, quer judeus, qunr gTcgos. quer servos, quer livres; e a todos nos íoi dado beber de um só Espírito” O apóstolo enfatizou a palavra todos, paru indicar que pessoas de todas as áreas, raça ou condi­ ção social estão incluídas. Enfatizo a universalidade do corpo de Cristo, isto é, a Igreja. Em ambos os textos e contextos, indicou que falava de maneira figurada sobre o batismo e beber de um só Espirito, sem dar nenhuma indicação de pensar nus ordenanças do liatismo e da ce/n do Senhor. Aqui, Pa ui o não faz uma alusão ao balismo uas águas e à comunhão, O desenvolvimento de 1 Coríntios 12.13 sugere que ser batizado significa que o indivíduo se toma um membro vivo da Igreja, após a c o n v e r s ã o . Quando acontece a regeneração espiritual, a pessoa passa a pertencer ao Corpo de Cristo, isto e, a Igreja. Náo é a observância externã do bfitismo uas aguas, mas a transformação iulema, por rneio do Espírito SanlO, que leva o crente a comunhão com Jesus. Além disso, o verbo grego Uo lempo aorislo, traduzido como “foi dado beber”, indica uma ocorrftncia úni­ ca. Se esse verbo estivesse relacionado com a Ceio do Senhor, como alguns sugerem, seria algo contrário à instrução de Paulo para manler a observância dela conslanteniento, até a volta de Cristo ( I Co 11.25.26).

193

ESPÍRITO SANTO

0 Evangelho de João e 1 João
1. O Evangelho de João. Em muitos capítulos do seu evangelho. João referiu-se ao Espirito Sanlu e rugistrou as palavras de Jesus concernentes a Ele. Mencionou o balisiihj de Jesus, sobna quem o Espírito pousou na lorma de uma pomba. Notou que João Batisto, quo balizava com água, revelou que Jesus balizaria t;om o Espírito Santo (Jo 1.32.331. Deus deu 0 Espirito a Jesus sem medida (Jo 3.34). lesus rlisse a Nicodemos que era necessário nascer de novo antes de se fazer parle do reino de Deus. Cristo afirmou: "Aquele que não nascer da água e <lo Espirito, não pode entrar no reino do Deus. O que é nascitlo da carne, é carne, mas o que ê nascido do Espírito, ó espírito” (lo 3.5.61. João usou a palavra grega prwumn com dois sentidos diferentes: vento e Espírito. O mistério da movimentação do vento é similar a ser nascido de novo do Espírito (Jo 3.8). O Espirito õ a fonte de viria (Jo 6.63) e ela é comparada às fonles de agua viva quo. espiritualmente falando, fluem do interior do creme (7,38.39). O discurso do despedida de Jesus, proferido no cenáculo, enfatizou o advento do Espírito Santo Ensinou que Ele seria dado pelo Pai e permaneceria para fièmpro com a crenle. Seria outro Consolador, uma Pessoa que personificaria a verdade (Jo 14.16.17). O Consolador sairia do Pai, seria enviado pelo Filho i: testificaria sobre Jesus (Jo 15.2f>). O Consolador também convem «ria o mundo do pecado, da juslica e do juízo (Jo 16.71 11 . O Espirito guiaria o crente em toda a verdade, proporcionaria a revelação lulura e glorificaria n Jesus Cristo (Jo 16.13-15). Por último. em antecipação ao Pentecostes, Jesus soprou o Espírito Santo sobre os discípulos, para auxiliá-los nu tarefa que rece­ beram dele (Jo 20.22). 2. J Jtíâú. «A s referências ao Espirito Sauto nesta epístola náo diferem muilo da­ quelas do evangelho de João. O Espírito ciado aos crentes cria nos mesmos uma cons­ ciência de que o Pai vive neles, por moio do Filho (1 Jo 3.24: 4.13). Gomo os cristãos são capazes de roconheoer o Espirito cie Deus? Eles o conhecem pelo reconhecimento de quo (esus Cristo veio de Deus em lorrua humana; eles ouvem a Deus ( l [o 12. 6). O Espírito ria verdade testifica que Jesus é o Filho de Deus ( t Jo 5.6-8]

O restante do Novo Testamento
I. Hebreus. O escritor da carta aos Hebreus ensinou sobre a doutrina da Trindade espec;ialmente com respeito à revelação de Deus. Embora Davi tenha composto o Salmo 95 e Jeremia* tenha registrado uma profecia sobre a nova aliança (Jr 31.31-34.), suas palavras (oram proferidas pelo Espirito San lo, dirigidas aos leitores da carta aos Hebreus (Hb 3.7; 10.15). No tempo determinado, o Espirito revelou que o perdão dos pecados por meio do sangue de animais terminaria (Hb 9.8. 141, Além disso, o escri­ tor da carta falou sobre os pecados cometidos contra 0 Espirito Santo (6.4-6: 10.29) Declarou, porem, que o povo da Deus é recipiente dos dons que o Espírito Santo distribui ontre eles (2.4). 2. As curta* fie Pvdro r ludtm. 1 Pedro tem cinco leforênrias ao Espirito Santo (1 Pe J.2.1 1.12: 3.18: 4.14). Juntamente com o Pai o o Filho, o Espírito é o que santifica os eleitos de Deus 11.2). O Espírito predisse os sofrimentos de Cristo e a glória subsequente II.111.0 Espirito guiou e nontinua a dirigir os que pregam o Evangelho da salvação (112). Enquanto em outras partes do NT é ensinada que Deus. o Pai, ressuscitou Jesus dos mortos, Pedro, em sua primeira carta, declara que Cristo foi vivificada pelo Espi­ rito (1 Pe 3.18. cf. Rm 8.1 1). Na verdade, toda Trindade esteve envolvida na ressurrei-

194

ESTAQUÍS çân. Assim cimio u Espírito eslava com Cristo, assim Uinibóm o Espírito da glória repousa sobre Iodas as pessoas quo sofrem poT cousa de |esus Í1 Pe 4 .14|. 2 Pedro lem apenas uma referêncio uo Espirito (L21). Pedro escreveu que as pessoas que compuseram as Escriluras foram dirigidas pelo Espírilo Santo. Rara es­ crever o AT e o NT, o Espirito usou seres humanos, com seus talentos e percepções, suo* rnruCtetisLíeas e seu treinameulo. Ao fazer isso, o Espirito os guardou rio pecado e do erro. Judas revelou que as pessoas que estavam determinadas d dividir a igreja e eram levadas pelos seus desejos carnais careciam do poder do Espírilo Santo dentro delas íjd 19). Os verdadeiros crentes, contudo, fortalecem a fé, quando oram constaniRmcnte no Espírito Santo (v. 20). 3 A poralipsè. O último livro do NT lem numerosas passagens que lalum sobre o Espirito Sanlo. Na ilha de Palmos, João estava d o Espírito, tanto oo dia do Senlior como ik> momento em que olhou utracês de uma porta aberta no céu (Ap 1.111; 4.2). Posteriormente, íoi conduzido pelo Espírito uo deserto, para uma grande e alta mon­ tanha (17.3; 21.10). O Espirito dirigiu-se às sete igrejas na Ásia Menor e todo o que lem ouvidos é exortado a escutar (Ap 2.7,11,17,29: 3.6,13.221- O Espúito Santo acres­ centou à bem-aventurança: “Bem-aventurados os mortos i|ue desde agora morrem no Senhor" as palavras : “Sim, descansarão dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanharão' (Ap 14.131, Por último, junto com a Igreja de Jesus, o Espírito Sanlo dirige-se a Crislo e diz: “Vem" (22 17),

Conclusão
O Espírilo Sanlo desceu sobre Tesus Crislo na forma corpórea de uma pomba (Lc 3.221 6 como labaredas de Togo sobre as pessoas reunidas no dia de Pentecostes, em Jerusa­ lém (At 2.31, É 0 sopro de Deus tanto Da criação como na recriação (Sl 33.6; Io 3.8|. O Espirito Sanlo trabalhou na formarão das Escrituras e agora se empenha em sua aplicação. Ele literalmente levantou os escritores do Antigo e rio Novo Testamento ^ os guiou enquanto escreviam cada palavra «las Escrituras (2 Pe 1.20,21). Ele fala com as pessoas por meio tias Escrituras IAt 28.25; Hb 3.7; ít.8; 10.15). A Palavra de Deus é a espada do Espirito IEl 6.17). Para os ©islãos, o Espirito á o Consolador que coloca sen selo sobre eles, como si uai de propriedado (2 Co 2.21). Ao mesmo lempo. os <rentes lêm a cerleza de qun o Espirito é a primeira provo das bênçãos ainda maiores e melhores esperadas por eles (2 Co 1.22). Ele é como o orvalho que desce invisível sobre a Turra, embora B X ib ã resultados visíveis. Deus abençoa seu povo por rneio do Espírito Santo e concedellies a bênção Irinilária tia graça de Crislo, do amor dn Duus e da comunhão do Espi­ rito Santo (2 Co 13.13). s .j.k .

ES POS A DE POTIFAR, A. Para mai­ ores detalhes, veja Palitar. Esta mulher, cujo nome não é mencionado, truiou se­ duzir José, o qual ocupava uma posição de confiança na casa do seu senhor. O jovem recusou-se < j deitar-se com ela e a cometer tal pecado contra Deus; a mu­

lher então o aiTmou falsamente de tenlai aproveitar-se dela à força. O marido, ao ouvir essas acusações leilas pela esposa, mandou |osé para a prisão (Gn ;i9.0>-20).

ESTÁQUIS (Gr, “carro de grãos"). Cha­ mado de “meu amedo" por Paulo, para

195

ESTEFANAS significar que se tratava tle um amigo muito querido. Vivia em Roma e fui saudado pelo apóstolo cm Romanos 16.9. O reconhei imento pessoal de Paulo e o cui^ dado que tinha com os irmãos de dife­ rentes igrejas é algo que deve ser notado ria maioria de suas cartas. ESTEFANAS (G r.eoraa"). Cristão bom conhecido nu Lgreju em Corinlo; ele e sua casa luram os primeiros convertidos na província da Acai a (1 Co lfi.151 e eram conhecidos pela devoção com que servi­ am outros cristãos na igreja. Paulo exor­ tou os CDrínlios a tor estima ò família rle Esfcíânas, que trabalhava Ião diligente­ mente no serviço Cristão. Sabemos .que Esléfanas ír> i balizado por rriuJo. Ao que parece, algumas pessoas na igreja uni Corinto dividiam-so om grupos Bm torno dos figuras proeminentes. Talvez algumas dessas divisões fossem causadas pelo orgulho que sentiam peio líder que as balizara. Riulo afirmou que havia balizado apenas três pessoas. entre as quais EstefanâS. O apóstolo argumentou que u unidade cristã estai centralizada no Evan­ gelho do Crislo crucificado e não em quem balizara alguém II Co l . J 6.17.23). Esléíanas é m encionado em l Cofintios Ui .l 7 . l H junto com Fortunatoe Acaico. Tais homens eram "dignos de reconhet imento" pelo serviço prestado ao Senhor, principalmente por lerem levadu noticias da igreja em Corinto a Paulo, quando este sé encontrava em Éleso. Tal­ vez os trés tenham sido os portadores da carta dos cristãos coríntios oo apóstolo e. no regresso, os condutores da epistola que conhecemos corno 1 Corintios. O serviço liei deles era "um refrigério para o espiri­ to'* de Paulo. Esse e um aspecto regular em suas carias: reconhecer os cristãos que tinham um ministério de encorajamento.
1 U 1 .0 .

2. Maacatila; também da tribo de Judã e filho de Hodias (1 Ct 4.19). E S T E R Também conhecida como Hadassa. era uma jovem judia, da Iribo de Benjamim, cujos pais morreram na época do exílio babilónico Foi criada por urn primo, chamado M orde cai (Et 2.5-7). Es­ tavam entre os judeus que habitavam na fortaleza de Susâ. sob o rei nado de Assuero fXerxes), A vida de Ester mudou quando a rainha recusou-se a mostrai sua beleza durante urn banquete oferecido pelo rei. Devido u essa atitude de rebelião, Vusti foi banida da casa real e inii. iou-.se a procura por uma jovem bonita e virgem, que ocu­ passe seu lugar. Depois de doze meses de tratamento de beleza e treinamento, Ester foi eleita pelo rei corno a mais linda jo­ vem entre Iodas os que foram apresenta­ das: escolhida como a nova rainha, não divulgou, contudo, sua origem judaica. Ester floresceu em sua nova posição, assim como seu p rim o Mordecai. Sua fé, entretanto, foi Tealmente provada quando o primo aproximou-se dela e IransmiliuIhe a sentença de m o rle ile seu povo. Ele descobrira um complô organizado por Hamã. um alto oficial do rei. para aniqui­ lar os judeus e sabia que somente Ester era capaz de ajudar a salvar o povo de Deus. Hamã persuadira Assuero u assinar uma ordem que decretava o massacre dos judeus. Ester seria obrigada a tomar uma decisão. Arriscaria sua própria vida, se procurasse o rei se.m ser convidada, ou prrrinaneceria nm silêncio e comprometeria a vida de todos as judeus. Mediante a ex­ pressão: "Se eu perecer, pereci’ . tomou a decisão de talar com o rei. Com todos os judeus de Susâ unidas em oração e lejum, Ester buscou a ajuda do marido contra Hamã. No final, o inimigo dos judeus foi onforcodo por ordem do rei e, embora o decreto original não pudesse ser revoga­ do, Assueru deu unia permissão especial aos judeus para se defenderem coutra o immente massacre. Assim eles fizeram foram sal vos (Et T a 9).

ESTE MO A. 1. Seu pai era fsba e seus avós eram Merede e Bi tia, fil ha do. Fíiraó (1 Cr 4.17). Era da Iribo de Juda,

196

ESTÊVÃO O cuidado fie Deus, alé mesmo no exílio e sob mu governo pagão, c visto darameme na maneira como usou Ester e Mordecai para preservar seu povo. Os dois primos prestaram sous serviços uo rei Assuaro o a Deus tom fidelidade e honra, é conquistaram assim o respeito de todos (veja Mordecai, Vctstí e H<miã)
S.c.

ESTÊVÃO (Gr. "riqueza" ou “coroa"). É um ilos personagens mais proeminentes do Novo Testamento. O seu discurso é o mais longo do livro de Atos [Al 7.2-531 . Sua vida e trabalho são destacados nm Atos (> *? 7, embora sua perseguição e morte sejam mencionadas mais tardn em Atos Ll.lt); 22.20.. Estêvão chegou a proeminência nos primeiros dias da Igreja cristã, quando a comunidade se desenvolvia e experimen­ tava os problemas e as dificuldades c o n s ­ tantes, Uma das tensões surgidas foi em c o r u s o q u ê m ia ria acusação de que as viú­ vas de origem grega eram esquecidas na distribuição diária de alimentos (Al 6. 1). Como resposta a essa critica, os doze apostolos reuniram toda a congregação, apresentaram abertamente o problema e propuseram uma solu ção razoável' "Escolhei, irmãos, dentre vós, sete ho­ mens de boa reputação, cheios do Espiri­ to Sanio e lie sabedoria, ao.s quais constiluamos sobre esle importante negócio. Mas nós perseveraremos ua oração e no ministério du polâvra" |Al 6.3.4|. Essa proposta recebeu a acei tação geral de toda a comunidade e foram escolhidos sele ho­ mens de reputação Irrepreensível para lidar com a situação. Dois dos principais nmmbros destn grupo foram Eslèvão e Filipe. Quando o problema foi contornado, a Igreja em Jerusalém experimentou um cresi iniento extraordinário: “De sorte que crescia a palavra de Deus, e em Jurusnléin se mulliplicava rapidamente o nu­ mero rios discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia ã lé" (Al 6.7).

Conforme Lucas esclarece, Estêvão estava profundamente envolvido eui todo esse crescimento, especialmente: na ex­ pansão da Igreja de lerttsalém para Antioquia IAI 0.1 a 12.25). Lucas dedica urna < .onsiderávei atenção ao lestemunho de Estêvão (6,8 a 7 isij), descrevendo em detalhes sua prisão (0.8-15), sua brilhan­ te "defesa" f7 1-53) e seu martírio (7.5460). Eslêvão náo somente era um homem prático, hábil em lidar com a administra­ ção da Igreja e a obra social, mas também interessado na pregação do Evangelho aos outros. Sua mousagem era acompanhada rle maravilhosas demonstrações do poder de Deus. que lhe davam condições de operar “prodígios e grandes sinais entre o povo" (At H0). Isso dava 5 sua palavra urna notável credibilidade, mns também suscitava a oposição dos judeus conser' vadores, preocupados com o d o v o movi­ mento criâtãa. e invejosos por causa da evidente popularidade de Estêvão e do seu carisma. A despoito da oposição, seus inimigos não "podiam resistir ã sabedo­ ria e ao espirito com que ele lalava" (Al 6.10). Determinados a atacar e enfraque­ cer seu trabalho, instigaram uma campa­ nha sub-repfícia, ao fazer graves acusa­ ções contra Estêvão o alegar quo blaslemava "contra Moisés e conlru Deus" (At 6.11). Ao mobili/.Hr as multidões contra ele e usaras alegações de ialsas testemu­ nhas. asseguraram que íosse preso, a fim de anular seu radiante testemunho de Cristo p transformá-lo em algo sinistro e hostil à Lei mosaica 16.14). O lato Inegá­ vel, entreianlo, é que Eslêvão manteve sua compostura dian le do Si nedrio, e seus Inimigos reconheceram sua santidade: “...fixando os olhos nele, viram o seu ros­ to como o mato de um anjo" (At 6.15). O discurso de Eslêvão diante do Sinédrio é uma memorável rei^pitulação da história judaica e uma defesa ousada da lè cristã diante de seus acusadores. Foi questionado pelo sumo sacerdote se as acusações feitas r.outra ele eram verda*

197

e Jacó aos doze pa­ triarcas" (At 7.3. jul­ garia seus opressores e levá-los-ia em se­ gurança ã Terra Prometida. Eslêvão tez um relato da história sagrada desde Abraão e lalou dn maneiro como Deus lidou com o grande antepassado do povo da aliança (7. 27. eles o aiacaram. no tempo determinado 'Abraão gerou a Isaque. Semelhantemente. contudo. sob a liderança de Moisés. Depois i le pedir que prestassem aten­ ção ao que tinha a dizer (Al 7. cf. 15.ESTÊVÃO (leiras ou falsas.5 .51-531. 22.17-22J. apesar rle naquela época ainda náo lei1um filho (At 7 . A repreensão no final foi umo tentaiiva de fa/er com quo os judeus enca­ rassem sua dureza de coração e a rebe­ lião que m antinham contra o Espírito Sanlo (7. cí. onde permaneceu alé a morle de seu pai (Al 7. cif.7. Gn 37. em obediência ò voz divina. I\)i«* o ouvimos dizer que esse Jesus de Nazaré há de destruir esle luxar. e.2. cf. Mos­ tra ufa trisie quadro de constan tes escorregões por parle do povo du Deus o aponta a rejeição deles ao Messias pro­ metido. Estèváo m orreu ua presença do Saulo de 198 .13. Tinham afirmo do ruido­ samente: “Este homem não cessa do pro­ ferir blasfémias contru este sanlo lugar e a loi. 35.10-141. ir>.d Gu 12.54 a tí. saiu de th’ e estabelecei i-se em Harã. Dou>dis­ se a Abraão: "A lua descendência será pe­ regrina em lerra alheia.13.13/141. Eslêvão claramente se opôs □ uma visão estática da vida de Israel. Numa explosão de fúria. cf.4450).17-41): e a terceira ao Tabernáculo e ao Templo (7. A des­ peito disso.35): de futo. Tanto um como o outro foram vitimas de inveja e rejeição nas mãos do povo (At 7. cf.30-34) e no Livramento do Egito (7. O sermão realmente nos oferece uma “teo­ logia bíblica” — um exame do Antigo Tes­ tamento a luz do advento de Cristo. a mal tratarão par quatrocen­ tos anos” (At 7. em sou tempo uo destírlo (7.54.2-81 O Todo-poderoso falara uom o patriarca e Lhe dera direção para ir à lerra da promessa lAt 7.18. a providência divina foi vista em seu nas­ cimento I7. Realmeule.14).t: 17. assim. A resposta de Estêvão nõo representava uma tentativa de se livrai da perseguição nu do sofrimeulo: pelo contrário. arrastaram -no para fora da cidade e o apedrejaram alé a morte (7.6).39-431. lb-4|. la) e pela disper­ são da Igreja de Jerusalém. cl. pela resposla furiosa do povo.7). Dous fizera promessas maravilho­ sas o Abraão.1.4).44-50).2-531. A parle final (la revisáu hislórica lida com o contraste entre o Tabernáculo e o Templo (Al 7.). como o trágico clímax de uma longa história de apostas ia e desobediên­ cia (7. onde eles o adorariam (At 7. Acusou sua audiência de traidores e assassinos do “Juslo" (Jesus Crislo). Gn 21. Isaque gerou a Jacó. Essa revisão histórica é seguida pela repreensão por manterem a mesma alitudo com relação ao advento de Crislo (7. em conse­ quência da perseguição resultante |0.23-20).15. Gn 17. Era nesle contexto do aliança que 0 rilual da circuncisão precisava ser en­ tendido (At 7.58). e o circuncidou ao oitavo dia.8.31 a 21 1.8.12).1.14: Èx 3.51-531. O discursa lem três parles principais: a primeira refere-se aos patriarcas (At 7. Gn 15. Gn 1. em favor dc urna visao dinâmica do povo de Deus durante a peregrina­ ção. a história rle José foi contada para lembrar a providência de Deus ao povo e preparai o cenário para a narrativa do poderoso livramento do Êxodo. 13. Dous usou Moisés como ‘prín­ cipe fc Juiz'’ de seu povo IAl 7.3538).4. em seu <omifisionamenlD (7.14: 3. ao apedreiá-lo 17.5: 15. foi umn magnífica confissão dp sua fé em Cristo contra 0 pano de lundo do tratamento dispensado por Deus ao povo da Aliança através da história. o Senhor.8: etc. Gn 12 1-31 Abraão. era um cha­ mado ao arrependimento e a fé. o qual lamentavelmente caiu em ouvidos sur­ dos.7. e a sujeitarão à escravidão. apesar da idolatria de Israel desde a época do cativeiro (7.9.11: Èx 2.1). e mudar os cosi umes que Moisés nos deu" (At 6.210) a segunda a Moisés (Al 7.

ugiu como seu Senhor. isto é. Um ó o testemunho de Estêvão.401 t? entregou seu espirito (Al 7. justo. no presente século.9. 8. Lut. ó homem precisa ser prudente. 26. Lr 23 46. Os estóicos dividiam sua filosofia em Lrès partes: a consideração dos objetns físicos. na presença de Deus. cora­ joso e Lemperanle. não sujeito a julgamentos baseados no calor das circunstâncias. Estêvão diante de seu martírio.3: cf.341. O obietivo da vida era viver em harmonia com a natureza e fazer boas açóes. os quais falavam da unidade da hiunanidade b o «eu parentesco com o elemento divino. Dois outros elementos também são no­ tados.C..1).C. Seus proponentes eram panlefelas. Tam­ bém buscavam a excelência.10). O apóstolo oncontrou-se rom essa tradição em Atos 17.59). Paulo tomou-se cristão (9. como verdadeiro discípulo. L<.. Estêvão viveu. A vida tinha três dimensões: a contemplativa. olhou para o Senhor par/i a vindicação finul.8) e em seu discurso corajoso diante do Sinédrio (7. Jo 18. quando..8s ct Mt 10 32s). Conforme sua doutri­ na. clamou em voz alta (Lc 23. Esta entrega recebeu uma ênfase cristocênlrica em Atos. Posteriormente. Em seu primeiro livro.1-19.56).h . Pri­ meiro. recebe o meu espírito" (At 7.59.as registrara as pa lavras de lesus: ‘‘Digo-vos que todo aquele que me confessar diarite dos homens tam­ bém o Filho do homem o confessará liiante dos anjos do Deus” (Lc 12. a fala. SI 315). nu entanto. pulo fiel. o “protomártir”. entre as três. Essa filosofia e rosa para com os inimigos — tudo isso detalhada no livro de Diógenes Laércio A faz dele um modelo digno de um discí­ vida dos filósofos eminentes. consentia na morte dele” (7. em seu poderoso testemunho de Cristo (6. Sua história leni grandif relevân­ d . A prnoi. A felicidade consistiu na virtude e numa disposição de harmonia. 0 Filho do homem. ele i'xid-±iaou "Olliail Eu veja os léus uhertns. 23. a alma tem oito elementos: os cinco sentidos. o intelecto e o que é ge­ rado por ela própria.3. Eram dominados por uma preocupação com a razão e a» ques­ tões relacionadas com o estado do mun­ do.gregas da época de Paulo. per­ doou seus agressores IAI 7. e o Filho do homem. Uma das muitas escolas fi­ losóficas . reivindicou ousadamente essa promessa e pediu a lesus. 0 outro é o lato de que a vida de Estêvão es­ lava claramente sob o tolal controle «lo Espirilo Sanlo. a pratica e a racional.5 1-5.i coragem de Estêvão ora u razão inerente na matéria. que está em pé à direita de Deus” (Al 7. Falou a verdade em sou julgamento IAI 7. Vários aspectos são notados aqui.37|. o que a razão nos leva a fa­ zer. cf. Deus O heroísmo e . são martirizados mais cristão*1 do que em qualquer nutra época da era cristã- ES TÓ ICO S. Estevão. O movimento foi funda­ do por Zenãu (340 a 265 a. no momento da morte. O amor era expresso em amizades profundas. a qual é particularmente surpreendente: “Senhor Jesus.18. Esse pflpel do Espírito é evi­ dente em sua indicação (Al P. Seu pedido foi concedida f. que o reconhecesse no céu. um obreiro eíetivo e um nobre mártir. A morte de Estêvão provavel­ mente loi um dos “aguilhões" que o leva­ ram a Cristo (26. 199 . Os estóicos honravam os deuses.60: cf. Assim. o ética e a lógica. mas o homem sábio vive sem emo­ ções. em suas obras podeiosas e s mais miraculosos (6. o qual "também.5).1-21. a última era a mais importante.141 .60. sofreu e morreu por Cris­ lo. 22.ESTÓICOS Tai's<).2-53) cia hoje. A emoção eiru vista como o resultado rio julgammtos anteri­ ores.upação deles com a ética tambéin linha muito que ver sobre as paixões humanas e seus im­ pulsos.2-23).l por volta de 300 a. de ma­ neira que o mundo era ordenado pela ra­ diante dos oponentes o sua atitude amo­ zão e pela providência. tomo 7. oferecium-lhas ora­ ções i: pediam boas dádivas a eles. O bomem sá­ bio de maneira alguma é vão.

por suu graça.ia (1 Cr 4.11. Provavelmente Irata-se do Olho de Cusaias. Esse rei de Israel tornou-se idólatra. Filho de Hela.151. m. E mimei onado numa passagem que engrandece o extra­ ordinário conhecimento dado poi Deus ao rei Salomão.ESTOM ESTOM. Na verdade. Levi la que serviu no Tãljfímánilo. membro do clã dos merari las II Cr 6. Nesia ocasião.á. 3. ETBAAL |Meb. era fumoso por sua sabedoria. da tribo de Levi. ETNI.irihos. ETNÃ. o Se­ nhor deu-lhes paz duranie lodo o tempo de vida de Eúde. Neto de Judá e Tamar e um dos cin­ co filhos de Zerá. Seu pai fui Meir. ao ficarem so/. segunda prisão em Roam.41). anles lo­ dos me desampararam" [v. 4. serviu no ministério do Tabernáculo uo reinado de Davi ( I Cr 6. I Irn dos líderes tia Iribo de Judá. rei dos moabitas. já próximo do final da vida do apóstolo. 5. "comBaal"). filho de Gera. o pecado do povo ptovocava o juízo de Deus: esse castigo. Passaram-se 18 anos. pois no mesmo capítulo o apóstolo declara melancolicamenb: que "ninguém me assisUu na ruinha primeira defesa. e acres< eula que “o Senhor me assistiu e m e forta­ leceu” (v.12). ÊUBULO (Gr.|[z 3. As vezes pas­ savam-se muitos anos até que isso acoutecesse. Conhecido corno Etã. 17).il. 16). Escapou rapidamente e liderou 0 povo na batalha. o qual fez "o que era mau uos olhos i lo Senhor. o ezrajia. 1. Linha um propósito reslaurador.l Cr 4. Kei deSidom. junta­ mente uom sun lum. quando transgre­ diram.44). o conh ecim ento du Salomão foi considerado ainda maior do quo o de todos nles juntosf I Rs 4. Deus permitiu que Eglom.17-19). ETÃ. O texto não deixa claro alé qué ponto a adoração a Deus loi restabelecida em Israel. Por meio tia comparação com a sabedoria de Eiã p de outros ho­ mens da época. unia anliga cidade pqrtuãria da Fenícia. O libertador que o Se­ nhor então Lhes deu íoi Eúde. o quo le­ vava os israelitas a se arrepender e bus­ car novamente ao Senhor. O Salmo B9 6 creditado a ele. ocasião em que conquistou uma grande vitoria. Filho de Zima. Depois da morte de Otniel. os israelitas tornaram-se idó­ latras novamente. Acrescentou suas p r ó p r ia s saudações no final da carta a Timóteo 12 Tm 4.7). invadisse Israel. pai de Ada ias e ancestral de Asafe. onde esses eventos são registrados. (Veja lambém fiiiz&i)'. filha de Elbaal. Elbaal ti mencionado em conexão mm Arai io. um dos Lideres musicais do rei Davi | 1 Cr 6.42). quo o levou dirotamenUs à adoração do Baal. Nações estrangeiras eram autoriza­ das a invadir e oprimir o povo.Õ-H). ‘ Elide. "de bom conselho'"). Levita. da tribo de Juda 11 Cr 4. ho­ mem canhoto'.31). Levou u tributo do povo ao rei tsglom e pediu para oncontrar-se a sós coin ole. Os papéis se inverteram o Israel subjugou Monbe. Como acontece com frequência uo Livro de luizes. devido ao seu ca­ samento com Jezabel. Era filho de Quisi. Um cristão que esteve com Paulo duranie sua EÚDE. É algo digno de □oia que ÈubuJo provavelmente íoi um dos poucos irmãos que ainda estavam com Paulo naquele momento. a qual escondeu jumoà roxa direita. A pnz foi restaurada e durou f)0 unos (Jz 3 16-30).ds do que lodos os que fo­ ram antes dele" 11 Rs 10..21). sacou a espada e o malou. Seu filho chamava-se Azarias (1 Cr 2. um dos indicados por Duvi para cantaru tocar os dmholus rio bronze tpjonriu a Arca da Aiiançu íoi levada para Jeru­ salém ( I Cr 15.301. Uni dos descendentes de Judá e pai de Jezreel f. vivia era Ror. atõ quo os isranlilas finalmente cla­ maram ao Sonhor. Elide fex uma espada de dois gumes. sob as roupas. entretanto.3)* 2 . Assim que 200 . benjamita. 1.

Era o superintendente de todo o tesouro real uo remado 201 . iuj.l t. O etíope creu om Cristo o. uem poderia oferecer sacrifícios. sua influência so­ bre Timóteo ao levá-lo a conhecer e amar o Deus i.t).35). pois Timóteo apareniemenle saliia a respeito da perse­ guição que o apostolo sofreu quando esleve In (2 Tm :t.las Escrituras era considerável. esse acontecimento é de gran­ de significado para a Igreja. começou novamente o eido do pecado. Em parte.Tr q salvação por meio da fé em Cristo. que assumira o desafio de ensinar e Irei* uar o filho nas Escrituras.3). o foi Mia formação -interior que o preparou Ião bem para o ministério de evangelista. depois de adorar em jerusalém. Embora saibase pouco sobre Eunice. At ifí. e não o viu mais o eunuco. porém seu marido ora grego (vM Lfi. ou na com­ panhia de alguém que não compartilha do mesmo compromisso com Cristo e o Palavra do Deus. da rebelião o do castigo. Tal fidelidade o Deus e a bênção decorrente disso devem ser um grande encorajamenlo para muitos ho­ mens e mulheres que se encontram numa situação semelhante hoje. é uma prova de quea Palavra de Deus é para Iodos os tipos de pessoas. a Iiíz dos sofrimen­ tos e da morte de Cristo. porém. embero a conver­ são de Coroého seja consideraria conto o principal inicio da pregação aos genlios 1r\ t '10i: a conversão do eunuco. sem o cônjuge.1410). o falo dti seu filho não ler sido lít<uncidado na infância (Al 16. A passagem era o capítulo 53.l) Som dúvida.1 e Levílico 21. Dirigido pelo Espirito Santo. Entâo perguntou-lhe se entimdia algo so­ bre o que meditava. EUNUCO ETÍO PE. devia-se à ori­ gem do esposo. ajjesar do ter ido a lerusalém para adorar. pediu a Filipe que o balizasse. Atos 8. Mãe de Timóteo e filliu ou UOra do Lóide (2 Tm 1. ruinha dos etíopes" (Al 8. Judéia. por­ que é uma pvidênda adicional da disse­ minação do Evangelho. Foi a alegria experimenlada por Eunice. para o qual Deus o cha­ mou por intermédio de l^iuio.g. provavelmente leria sido castrado I veja Candace). até o território dos geniios (At 1. t lmanjo apareceu a Filipe e disse-lhe que se dirigisse ao sul. É p rovável que Lóide e. Depois rlisso. Eunice IwqI»ani­ se convertidodurante a primeira visita de Paulo a Listra (Al 14. "de Candace.Fl1NUC0 ETÍOPE ele morreu. É im portante lem brar que Deuleronômlo 23. continuou 0 seu caminho" (At 8. esse etíope ja­ mais seria admitido na assembleia de Is­ rael.27). Era líder dfe dâ e está listado etn 1 Crónicas 7. Foi sen conhecimento da Bíblia que o ajudou a eotondi. que voltava para seu pais numa carruagem. paro a estrada do deserto.o de Benjamim. provavelmente loi dado pula própria mãe. Essa e uma das maiores recompensu$ para os pais cristãos: ver um filho c r e s ­ cer no conhecimento e tumor do Senhor r* começar a servir a Deus por si mesmo.8-201. De fato.20 deixam claro que. Um dos sete filhos de Rilã n bisnel. LO . quando passa­ ram por um poço. Como oficial da rorte da rninhnmôe. o texto não deixa claro se era um gentio "temente a Deus" ou se linha as­ cendência judaica. onde Irafegava o eunuco. Judia. e falou-lhe so­ bre as boas uovas sobre lesus (At 8.5). mesmo sem o apoio do marido. ao criar os fi­ lhos sozinhos. que signiíica "temente a Deus”. De qualquer maneira. Filipe subiu ao carro e uotou que o etíope lia o profeta Isaias. 0 discípulo de lesus então explicou-lhe o lexto. e ela loi elogiada pelo apóstolo (2 Tm 3.26*40 registra uma série de eventos miraculosos que levaram à sua conversão. o protela Isaias deixara a pnrla aberta para os eunucos e estrangeiros que desejassem EUNICE. "o Espirito do Senhor arrebalou a Filipe. como euimco.8]. 2. mas seu nome. Cunlortne Lucas relata sobre o rápido crescimento do Evangelho em Jerusalém.30). Samaria. índepnndentemunle de *rua origum ou condição. mas jubiloso.

Em vez de ser uma serva. a loote dp toda a dignidade humana que nos diferencia de todo o restante rio reino animal. entretanto. A “boa nova” do Evange­ lho <*ra que Jesus sofreu. na verdade. 8). A ausência da mulher na criação. "foi levado comu ovftllla para o matadouro" e deu sua vida por toda u qualquer pessoa que se voltas­ se para Ele em fé e confiança. é unia figura central na história da redenção do homem. por volta da meia noite. Eva era falta a imagem de Deus. não tem ern sl mesmo a idéia de subordinação.Êt m co seguir ao Senlior n sua AlMnça.'! I ( Essa estranha con­ versão cumpriu h. Esse cará ter duplo da natureza derivativa de Eva — imagem de Deus tirada do homem — propordoua a base para que todas as mulheres possam entender a si mes­ mas. tanto duranie o seu tempo de vida como alem dele. Talvez começasse na noite do sãbado. Gn 2.o. o que significa que havia algo de incompleto no primeiro homem sem ela. Sl 08.18). pois sabia que deixaria aquela re­ gião no dia seguinte (At 20. onde partiu 0 pão e continuou seu discurso alé 0 amanhecer.0). 7).as escadas e levantou o rapaz..c.2). A passagem indica o papel central que a pregação da Palavra de Deus tinha nos cultos dn igreja primitiva. Seu significado pode ser visto nos Vários desígnios qup lhe loram destinados o as circimstôndas que os cercaram. Isso significa que também compartilhava a imagem de Deus. lovonj que pegou no souo durante um discurso partimlarmeutn longo. 5. O termo traduzido como “adjutora". compartilharia com ele uma reciprocidade baseada lanto nas similaridades como nus desigualdades. “ruiu do terceiro andar. É um vocábulo usado até mesmo com relação a Deus em outros textos ÍGn 49. “afortunado"). sua identidade era deriva­ tiva do primeiro homem. O calor na sala foi ocasionado pelo grande número de pessoas e também pela quantidade de lamparinas usadas paia iluminar o local da reunião (v.1 Eva foi criada a partir de Adão e formada com o propósito de ser "uma adjutora” que lhe correspondesse (Gn 2.c. Paulo vollou ao cenáculo. p. mesmo quando se nmmiam especificamente para 0 partir do pão (Al 20. r foi levantado morto”.n. o qual. Nesse senlidò. pois. Gn 1. Nesse sentido. p. Ela e primeiro mencionada como parto da noção corporativa de "homem" lodmn. prome­ tendo-lhes acéséo ao Senhor e ao seu ffeihplo.10 lambém olhava adiante. A intenção de Deus na criação da mulher era que complementasse Adão. por meio dn um milagre. Uma profeda em Sólonias 3.s profecias do AT e in­ dicou que não haveria membros de se­ gunda dasse na assembleia dos que cres­ sem em Cristo. pargo rha ern que os adoradores de Deus seriam reunidos até mesmo ‘‘dalém dos rios ria Etiópia" (o aJto Nilo. O após­ tolo desceu apressadumenti. a primeira mulher.7J. causou a declaração de Deus de que algo 202 . ÉUTICO |Gr..281. pois se rea­ lizava "no primeiro dia da semana'* (v. Esse “partir do pão" era uma parte integrante de toda.25). ftudo pregara um "extenso dis1nrso". Essa reunião sem dúvida era a mais importante do mês. é a base do entendimento sobre o género masculino. Eutii o pro­ EVA Eva. portanto.26* 20. a reunião. Como "mulher" (is/tu. leito numa sala lotada 0 abafada.23. desde que Eva loi a progenitora do seu género Suu função com relação a Adão. co-rodpiente do mandato cultural para encher a lerra e dominá-la.cf.22. ressuscitou. vavelmente eslava sentado numa janela. por meio da muitipUcação dessa imagem (Gu 1. a identidade da mulher derivou direlamnute de Deus.

mas também era sua tarofa específica "guardar" 0 Jardim (Gn 2. A cnracteirização louvável que Eva recebeu de seu marido proporcionou o pano de fundo necessário para sua tentação pela s e r p e n t e .24).il ou de intrusos impuros. a fim de exaltá-la e t hamá-la de "mulher" l/sho. estabelece uma ilimonsão de seu traráter 11a BibUa. que Adão é visto como praticante de unia falta primária no alo da desobediência. É digno de nola. além do sentido de conservar. pode conotar uma proposta mili­ tar. de “ficar de guarda”. O Senhor colocou sobre ela a maldição relacionaria com a gravidez e o parto.usarmos rumo pano de fundo os soldados do templo 00 Antigo Oriente Médio. x-\dão viu nela um espelho idêutico.16). refletir algo que seja inerente a nature­ za feminina. personificada na serpente. Essa maldição. este cantou o primeiro hino encontrado nas Escrituras. A autonomia bumiina 11a esfera complementai da verdade e da moral iniciou-se a partir dali. mas essa imagem deve ser vista dentro do contexto de sua caracterização total. Quando foi apresentada ao homem. de maneira alguma. nesse ponto. sim. Eva compartilhou tolalmenle com Adão a vergonha dessa rebelião e sentiu com ele a quebra do que antes lora a cobertura suficiente deles — a glória.Uvel á mutação. a origem do desejo que se vè aqui. O te trato da mulher aqui. Assim. 3 0 atribuir esse arranjo exclusivamente à qunda Não é . seria estabelec ida por meio do domínio do homem sobre ela. loi uma indicação direta do fra­ casso do bourem nesse aspecto Esse entendimento corrige a noção equivocada de que Eva Ria mais irara moralmente e de que ela própria era uma tentadora. Isso não quer dizer que não havia hierarquia conjugal antes desse momento. Parece que sua vonlade se tomaria desproporcional ou distorcida. O verbo hebraico usado aqui. a despeito da interpretação tradicional. pois a habilidade da mulher conceber foi preservada. 0 que é o caso do próximo capítulo (Gn 3.7). Se houve qualquer base raciuuul por parte da serpente. Num esforço para justificar. Cerlamente as dores do parto serviriam paro lembrar u mulher e seus descendentes do sexo feminino sobro a rebe­ lião daquele rlla Também a lembraria do perigo que seria associado ao nascimento dos filhos. seria em seus métodos subversivos. porem. 0 Espírito e a imagem de Deus ÍGn 3. Se. Ele não só loi colocada como cabeça sobre toda a criação. a identidade de Adão derivava de Eva. «ntretanto.JBJ. Eva conseguiu a participação de Adão aa rebelião. mas. Gn 2. Eva teria seu desejo natural substituído pele. A decisão de Satanás de tentar Eva não parece. contudo.EVA não estava bom iGn 2. não è limitada apenas a esfera biológica. os quais eram talhados para sua identidade e função (Gu 3. Ao ceder à tentação de Salanas.es do pet-ado. como susce. uáo é totalmente merecida. entretanto. e ele te dominará" (Gn 3.» de seu marido: “O teu desejo será para o teu-marido. Havia uma forte implica­ ção de hierarquia no relacionamento entre o homem e a mulher e Satanás provavel­ mente escolheu tentar a mulher a fim de subverter essa estrutura. A preservação de Eva como fonte de vida. que ela seria modificada de alguma maneira. pois com certeza Eva desejava seu marido anl. Na maldição sobre a serpente Deu> incluiu a promessa da redenção 203 . A leituru de Gènesi> 3 sem ler ta>se contexto em mente produziria unja visão distorcida da mulhttr. a mulher tomou sobre si o papel de determinai o bern e o mal.23J. Na maldição. embora oposto: percebeu que era totalmen­ te feita à Imagem de Deus e elo não linha u que somente ela podia proporcionar Nesse aspecto. Como consequência de seu pecado. Alguns comentariMas encontram aqui a base para a liderança masculina o a submissão femini­ na. a des­ peito da morte ser o castigo paru a robubâo dela e do homem.15). Adão deveria guardar o |ardim Sanio de Deus da presença do m.16 b). podemos ver a bênção de Deus. Eva continuaria a ser uma geradora de vida. A pre­ sença satânica no Éden.

24 Este é o primeiro lugar ua Bíblia onde a analogia 6 feila entre Crislo e a Igreja e o casamento.1 vivemos num época em que a redenção já resolveu o problema da queda. porque era a mãe de lodos os viventes” ÍGn 3 20). 204 . So o interesse da igreja em Corinto por um falso evangelho é análoga à infidelidade conjugal. entretanto. Paulo cilou a maneira coma olh foi engonudb pela serpente. deu instruções particulares paia cada upnern de pessoas. Ij. Há uma analogia no casameoto de Cristo e a Igreja (2 Co 11. Não se sabe ao certo se estão ligados ntimologícamente. R)i a "profissão de fé" pessoal de E\ a. Oséias).15).23. A última caracterização direta de Eva ocorre em sua declaração no nascimento de Caim: 'Alcancei do Senhor um homem'' (Gn 4.13. a quoJ Cristo. Adão. se tornado como uma exlensão dessa. conquistaria. 3. esle le lerirá a cabeça.EVA humana: ‘E porei Inimizade entre ti p a mulher p entre a lua descendência e o sou descendeu le. a qual descreve a idolatria como uma infidelidade conjugal para com Deus Icf.3. Ana e Isabel seguem o padrão de Eva. Aquela sobre quem o Senhor demonstra seu lavor ex­ perimentará a alegria de Eva (ls 54. Eva não é mais mencionada explicitamente no AT. comparada com a falsa sabedoria dos que pregavam um evangelho diferente da­ quele que o apòslolo anunciou. criado primeiro. Ez 16 . que significa "viver". |21 as pala\Tas de Paulo foram dirigidas a um problema particular em Éfeso. o dever do marido para com a esposa é separá-la como objelo exclusivo de seu amor.22. para gerar a vida. quando a redenção será completa.2). Esta pas­ sagem geralmente è ah amada de "o primeiro evangelho".11 Essas palavras revelam a consciência que linha de Deus. O NT faz duas referências explícitas a Evo. quandu a chamou ''Eva. ou mesmo coin todos eles: (1. É a mãe rias dores do parto. como n semenle d a mulher. Eva é o protótipo da mulher que busca sua libertação por meio da geração de filhos. onaJogia. Fica eviden­ te que Adão entendeu a esperança abençoada da esposa. pela resposta que deu à promessa de Deus. Sara. enganada primeiro. elu serve como um porsonagem-modolo em episódios subsequentes. embora ela própria não tenha experimenlado a esterilidade.23. a qual expres* sou uma atitude fundamental de alguém cuja esperança estava ua semente prometida. e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gn 3. como uma advertência do que um falso mestre poderia fazer na igreja em Corinto. Em 2 Coríntios 11. e (4) o apóstolo falava com baso no entendimnnlo cultural comum daquela época. O lilho que nasce desse modelo é visio como o resultado direto da intervenção divina em favor da mãe. Nos conse­ lhos que Paulo dá a seu fillio na le sobre o cuidado com a igreja em Èfeso. porque untei ipau a derrota final de Satanás. Vislo desta maneira. com rela­ ção a Eva. Rebeca. Efésios 5. O v. t ita Génesis 2. Eva. Outros destacam quo a ordem da criação é a b a s e para o entendimento de Paulo d o s papóis no relacionamiíoto conjugal — e não a queda. Essa declaração reflete a relação entre o nome e a palavra hebraica haycdi. lunta mais luz sobre o episódio da tentação no Eden. Como veremos posteriormente no NT. A outra referência explfcila a Eva uo NT é encontrada em 1 Timóteo 2. (3) ele refletia um chauvinismo comum entro os mbinos. de acordo com pelo meuos um dos seguintes princípios. Alguns comentaristas declaram que o quo Paulo disse não é mni.s pertinente. Assim como o propósito dc Jesus é santificar a Igreja. em duas bases — a orrlom da criação e a da tentação. então a tentação de Eva pode ser vis la dessa maneira Isso estaria de acordo com uma a&alogia usada com muita frequência no AT. e essa hierarquia deve permane­ cer no mínimo ale a consumação deste mundo. Raquel. O apóstolo ©COrtou a mulher a manter urna postura submissa diante do marido. O ponln da analogia é a aslúcia da serpen­ te. embora não mencione os nomes de Eva ou Adão. mos no mínimo Adão fazia um jogo dp palavras.

Marduquo. M. na ascensão de Evil-Merodaque. No contexto do livro de Jeremias.37). 15. Apesar du Eva não ser mencionada diretainente como a mãe da semente que des­ truiria a serpente. o ma das ‘‘companheiras de jugo" (Fp 4 2. Joaquim. para a entendimento de Eva. EZBAI. p. Na Babilónia. 14). foi solto do cárcere. Embora obviamente.EZBA1 O aspecto mais relevante desta passagem de 1 Timóteo 2. EVI. provavelmeute ela é o modelo em outros contextos do NT. 0 apelo de Paulo é concluído com a esperança de que a mulher "salvar-se-á. Maria. mas o Senhor nada llies garantiu alem da morle *»e fossom paia lã.c. os quais Moisés derrotou eiu batalha (Nm 31. “homem de Merodaque”. E V Ò D I A . a menção de Eva e muito limitada na Bíblia. e o após­ tolo as exortou a se reconciliarem.G.C. Pai do Naari n qual foi um dos "heróis" de Davi |I Cr 11. o qual o sustentou com ali­ mentos de sua mesa P deu-lhe uma ge­ nerosa ajuda financeira.11-iGJ. o qual seria o foco central da redenção e lutaria contra as forças do mal (Lc 1. é o terna dominante desso período. i omn parte do vingança pelos midianilas terem seduzido os israelitas a se afastarem do Senhor (Nm 25).33SS'.rodaque . 205 .2. ola podo proporcionar o pano de fundo para o entendimento de outros personagens bíblicos.3 J. quo voltaria para Judá. deus babilónio). entretanto. Mo. Aparoutem enle. Em resumo.35]. Exis­ tem muitas teorias sobre elas. Cl■istã filipen se. o rei de Judá que estava proso (2 Rs 24. Tais teori­ as. tornuu-se m eigo do rei babilónico.27 e Jerem ias 5 2 . é urna refle­ xão sobro a grande promessa dado a Evo — quo e l a era a ' mãe de Iodos os viventes'. Além da menção exp lícita.n. A soberania de Deus sobre todo o juizo do exílio p a restauração final do povo.I.3 8 ) . OutiD possível alusão a Eva uo NT é a mulher que dá ã luz em Apocalipse 12 /M i. a atenção cuidadosa dos meios de caracterização revela muito sobre a fonte o n natureza de suo identidade. eram símbolos dos judeus cristãos o gentios.21). E V I L M E R O D A Q U E (Heb. dando ã luz filhos". Evil-Merodaque foi ape­ nas um dos reis usados pelo Senhor. é o recipiente da revelação divina de que conceberia um filho. é visto m* v. Sobre esse aspecto. o descendente dela está associado com a batalha cósmica entre as forças de Deus e as de Satanás.15). contudo. uma das duas ou am bas eram hom ens. No 37® ano do exílio dos israelitas na Babilónia. uáo passam de hipóteses especulativas. Um rei da Babilónia do século VI a. 2.31 de Pau­ lo O conflito enlre Evódia e Síntique ameaçava a unidade da igreja. notemos o fato do que Lucas traçou a genealogia dn lesus até Adão (Lc 3 . a rnáe de Jesus.114. suas vi­ das seriam poupadas e no final seriam restaurados e voltariam a terra natal. o capítulo final (Jr 53) aponta paru o cum­ primento da proiei iu de quo os exilados não deveriam temer o rei da Babilónia |Jr 42. entretanto. Alguns dentre o povo deseja­ vam fugir para o Egito. Menciono do om 2 Reis 25. LI m dos cinco reis de Midiã. bem como de alguns aspectos da obra redentora de Cristo. ou diaconisas. 8. | s 13.essa não soja uma garantia ou tomátira dn qu« a reprodução biológica resultará om salvação espiritual. a fim de realizar seus propósitoiS para com seu povo. ou uma das duas iia realidade era Lídia (Al 10.

os adoradores podem muito bem incorrer em sua condenação. Tiveram um lempo Ião maravilhoso em adoração e louvar ao Senhor. segundo o costume introduzido nos tempos do rei Davi.C. Um testemunho da fidelidade dele lambem é dado em Jeremias 26 18. Ezequias alé mesmo incentivou os habitantes do reino do Norle a participar da adoração em Jerusalém. A purificação e a Páscoa Embora o registro em 2 Reis (18. O REI Ezequias reinou em ludá por 29 anos (715 a 687 a.12). nem anles. A resposta deste rei a tal mBUsagem Foi humilhor-se.20).3). os anoíãos. eles náo mais possuíam seu centro político. contemporâneo de Lsaias. Ezequiâ» enviou mensageiros qut percorreram Ioda a região de Judá e Israel. o jovem rei ordenou que o Templo fosse reaberto e purificado.4. estavam familiarizados com a história do livramento de Deus e da fidelidade de Ezequias.12). Esle monarca começou suas reformas imediatamente após ser coroado rei (2 Cr 29. Embora acreditem qu« Deus se agrada com este tipo de culto. durou sete dias e foi acompanhada com "grande alegria' .16. e. tornou-se rei absoluto. Uma grande porção da narrativa do cronista sola-e Ezequias é concernente à restauração da adoração ao Se­ nhor e a celebração da Páscoa.6-9). Nessa época. inclusive a imagem de Neuslã. A maioria do povo de |uda atendeu (2 C r 30. no lempo de jeremias. A reputação de Ezequias Ezequias eru um rei piedoso.22) seja estranham cmte brevo. a serpente de bronze c|ue Moisés erigira no deserto. purque Exéquias confiava no Senhor (2 Rs 10. A idolatria foi removida da área do Santuário. Uma graude multidão reuniu-so em Jerusalém para celebrar □ portentosa festi­ vidade. mas outros se humilharam e loram participar 'da Páscoa. Buscou ao Senhor A calamidade não aconteceu Com anos mais lorde. 206 . Nm 21.EZEQUIAS. nem depois. Alguns dos remanescentes no reino do Norte escar­ neceram dos mensageiros. 0 REI EZEQUIAS. 2 Crónicas (29.dos Reis. que resolveram estender a lesta por mais uma semana! Nada similar a esse acoutecimemo acontecera desde os dias do rei Salomão (2 Cr 30. profetizara que Jerusalem seria destruída (Mq 3. com a idade de 25 anos. De acordo com o autor dos livros. Como parte desse programa.C . náo houve outro como ele.31) apresente um relato mais detalhado de suas reformas.C. O s sacerdotes e le v ita s passaram a s e r v ir d e acordo com as prescrições bíblicas. a fim de solicitar ao povo que adorasse ao Senhor. Ezequias reinou conjua lamente com seu pai de 729 a 715 a. Miquéias. A Festa dos P õ e s Asmos.) e os israelitas quo sobreviveram coe­ xistiam com outros povos.1 a 33.19. e s quais S a h n a n e s e r mandou instalar na região. A música foi reincorporada ao culto. que ocorro logo depois da P á s c o a . Era fillio ile Acaz e de Abl.5). Is 33 a 30). Esta estátua tornara-se objfilã de culto e mostra quão facilmente substituímos a verdadeira adoração pela falsa. como loilos as relatos bíblicos demonstram (2 Rs 18 a 20: 2 Cr 20 a 33. Samaria fora destruída pelos assírios [722 a .). A reforma leve como «bjetivo principal centralizar a adoração ao Sonhor nova­ mente em Jerusalém. paia <)ue o povo náo morresse atacado pelas cobras abrasadoras (2 Rs 18 4.

mesmo que a cidade fosse sitiada. Em sua oração.7. tentou pacificá-los com o pagamento do tributo. Por outro lado. para exigíi a rendição da cidade. 207 . que fizera uma incursão em 714 e 710 a. o que seria upmximadamente dez loneladas de praia e uma de uuru. voJtou-ae para Judá. reto e verdadeiro. reconheceu quo somente o Todo-podemso é Deus sobre os reinos da Ter­ ra. Seu primeiro dia de mandato já trouxe revoltados que foram sentidos por toda a terra. quando se aproxima­ ram. pera nos a judar. Enquanto o rei assírio sitiava Laquis. escudos. Essa enipolgação espalhou-se por outras áreas de suas vidas. Ezequias enviou-lhe uma carta. mostrasse que em o único Deus verdadeiro. Um dos resultados fui a destruição dn Iodos ns locais ilegítimos usados paru adoração em ludá e Israel. declararem a Independência.EZEQUIAS. Ha qual reconhecia seu erro e declarava estar disposlo a submeter-se a quaisquer lermos que ele estabelecesse. linha grande confi­ ança uo poder do Senhor para Llvrá-lo: "Com ele (SenaqueribeI está o braço de carne.. Senaqueribe leve que li­ dar com as insurreições da Babilónia alé o Egito e finalmente. (J rei assirio. pois haveria água disponível.j. da Assíria. O cronista fecha esla seçáo enfatizando que Exéquias fez o que era eerto. Com sua morte om batalha (703 n. dessa formu. era melhor que eles se reudessem de bom grado ao rei assírio. mas conoaco o Senhor nosso Dfttis. Ele conseguiu desenvolver suas reformas internas. Encerrou sua oração implorando que o Senhor us livrasse de Soiaqueiibe e. Viu d necessidade de restaurar o verdadeiro culto ao Senhor v não perdeu lempO para iniciar o projei o. Ezequias foi ao Templo orar v colocou a carta diante do Senhor (2 Rs 19.C!. conhecia a crueldade dos assírios. Provavelmente arrependeu-se por sua rebelião anterior contra eles. A terceira campanha do mi Senaqueribe. ao falar diretamente com nles um judaico e dizer-lhes que ninguém seria capaz de salvá-los das mãos dfi Senaqueribe. ergueu torres e fabricou um grande númoro de armas v . mas não agiu agressivamente contra Jerusalém.4).. entretanto. em 701 a. Por um lado. O túnel assegurou a capacidade de Jerusalém para resistir ao Inimigo por um tempo maior.C. Pa­ gou o tributo exigido de 300 talentos de prata e 30 de ouro. Portanto. para subjugã-la. e para guerrear as nossas guerras" (2 Cr 32.14SS).01. 0 REI O povo eslava muito contente. para manter u Templo Rm pleno funcionamento. Era o momento para muitos vassalos. Esse co­ mandante assíria tontou desmoralizar os oficiais e os cidadãos judeus. i]evi(jo ao tempo maravilhoso que teve durante a festa. não manteve sua puJovra E d víou Rabsaqué com uma carta e um grande exército a Jerusalém. Outro residindo foram as olortas generosas dadas pelo povo. Ezequias reconstruiu os muros da cidade. Senaqueribe o sucedeu no Irono. foi dirigida contra vários governantes situados nas margens ocidentais do mar Mediterrâneo. Acaz fizera uma aliança com os assírios b por essii razão Ezequias era considerado vassalo deles. Nos preparativos para enfrentar n exército assírio. Ezequias era um rei piedoso t* um bom político.C. sem incorrer na ira de Sargno n. que conectava o rlheiro de Cíoin ao poço de Siloé |2 Cr 32. A campanha de Senaqueribe A situação politica de Judií permanecia tensa. inclusive Ezequias.'«. Dois grupos de trabalhadores começaram a cavar nas extremidades Opostas por baixo da terra até que se encoutraram. o qual foi umu verdadrYlra obra de engenharia. Também construiu um grandp túnel.

com a idade de 39 anos. Elo conhecia a Deus e o adorava apropri- 208 . 10.35). e de repente vèlos em retirada. Levou-os a uma lurnê e mosIrou-lhes todos os seus tesouros. Por causa disso. 1411! Senaqueribe foi morto pelos seus filhos Adrameleque e Sarezur. tsaias declarou que Senaqueribe jamais tomaria Jerusalém e teriu umu morte cru­ el. A doença de Ezequias e a delegação da Babilónia No mesmo ano. a iuga é atribuída a uma praga (Ant. Naquela mesma noite. pois as palavras de Isaías registram uma forte ropreonsão. pronto para atacar. Deus usou os enviados caldeus como urn meio para testar o que Ezequias linha no coração (2 Cr . Por isso. O proleta declarou que todos aque­ les tesouros seriam levados para n Babilónia.2-51 Heródoto registra uma narrativa surpreendente sobre o evento. por assa razão. O rei orou para quo o Senhor o curasse.EZEQl TAS. Ezequias foi acometido por uma doença morlal. i r o n i c a m e n t e . Um piSta do fracasso de Ezequias é encontrada em 2 Crónicas 12. Essa passagem declara que u arrogância do Senaqueribe chegara aos ouvidos do Senhor e. no pensar que contitrufa um Império pelo seu próprio poder. O Todo-poderoso atendeu ao seu pedido e deu-lhe lu u ís quinze anos do vida. Ezequias também loi exallado depois dessp incidente. Depois que se recuperou. deixando para trás 185 mil compatriotas mortos. as cordas dos arcos o as corroias dos escudos. quando se encontrava no templo de seu deus Nisroque. mas seu coração se exaltou.2f3).000 soldados assírios. e deixaram'os assírios praticamente desarmados (Livro 1. No relato de Joseío. mas era um homem com um espirito quebrantado. Ao que parece. pois sempre se humilhava dianle do Senhor. Não era perfeito. Espalhou sua desLriuçáo por toda a região e tornou-se arrogante. Corno sua visão era limitada! Não percebeu que servia a uni propósito divino. Conclusão O quadro gemi da vida de Ezequias é o de um rei dedicado. A arrogância (los assu ios estava ua presunção deles do que o Senhor desejava a rendiijãO de Juda e na alegarão de quo todos os deuses érnm impotentes dianle deles. d rei a*sírio orgulhara-se porque Asquelom curvara-se sob o seu jugo. Deus colocaria anzóis em seu nariz e Ireio ern sua boca. ele recebeu a visita do urrui delegação da Babilónia.C. alé mesmo alguns dos filhos do próprio Ezequias. o rei uão foi aprovado no teste. que serviu ao Senlior com lodo u coração. C) REI Deus enviou sua resposta por meio do profeta ESfiías.12. O Senhor declarou que sua ira viria sobre o roi e todo o povo judeu.311 . a salvação de Jerusalém resultou de um reconhecimento ern grande escala do quo só o Senhor era Deus Muitas pessoas levaram ofertas ao Templo (2 Cr 32. mas ê interessante saber sobre as lendas relacionadas com aquola retirada. após seu tempo de vida ser ampliado.25..23). O crouista regbrtra que. Aparentemente. o anjo do Senlior saiu e matou 185. em Ninive. 701 a. ele não íoi grato. 2 Reis 19-25-20 coloca o rei assírio em seu devido lugar. A Bibtia não registra o que acoutweu exatamenle. Diz quo pequenos ratos comeram as aljavas. depois do que o rei levantou acampamento e voltou para casa (2 Rs 19. O Senhor operou uma obra maravilhosa o loz com qui: as nações ao redor refletissem sobre aquele acontecimento extraordinário. p. Ezequias e os moradores de Jerusalém humilharam-se e e\ ilaram dessa maneira a ira de Deus naquela geração (2 Cr 32. Certamente ern um milagre ter o exército assírio ao redor da cidado.

17. bem corno no exílio. Í2 Rs 24. 30. Este profeta viveu durante um dos períodos mais difíceis na história judaica — o exílio babilónico — o isso pode indicar a razão de Seu nome.000 judeus levados cativos de Jerusalém durante a campanha de Nabnoodonosor em 597 a. 33. por isso. Foi urn dos 10. similares aos dirigidos a outras nações. A próposta é que tinha residencias múltiplas. a preocupação com os que viviam Tora de ludá. 29.1 ff e N em ias 7. 8 1. conhecia profundamente o Templo de Jerusalém e sexis cultos.Sufooias 1.2.EZEQUIEL údiimetrln. EZ EQ U IA S.1) os quais maruam os pontos de mudança em seu ministério e proporcionam o pano de fundo necessário para cada mensagem. para informar uo leilor que já era adulio. 1 . 10. 14. O livro parece ser composto por uma série de oráculos coro dalas determinadas (Ez 1. O livro de Ezequiel pode ser dividido em três seções: (aj 08 oráculos do juízo contra Jtidá |Kz J n 24). próximo ao rio Que bar lEz 3. Os des­ cendentes de Ater. . e que o precisão de suas descrições?. 17. o 27® ano do exílio de Joaquim na Babilónia. ou seja. 17.21.40].1 refere-se provavelmente à sua idade. A menção de trinta . entretanto (Ez 25 a 32J. principalmente devido à precisão da descrição do Templo em sua visão (Ez lia 11).11.1. na genealogia de Jesus Cristo (Ml 1. mas posteriormente o povo criou esti­ me pelo profeta e sua mensagem tornou-se respeitada (Ez 8 . através de Ezequias. podia começar seu ministério. De acordo com Ezequiel 2'J.9). embora soja duvidoso que lenha servido alguma vez ah. Talvez a melhor alternativa seja localizar seu ministério ua Babilónia. pois seus oráculos para os judeus foram feitos por meio da comunicação indireta. de Judá. ou ainda “que El fortaleça". o que profetizou no lempo do rei de Josias. dos evenlos em lerusalém seja causada por ser divinamente transportado ao local num êxiase. volluram do exílio nu Babilónia tom Zombobel.10-17) e muito provavelmente profetizou aos exilados que moravam em Tel-Abibe. (bl os oráculos contra as nações estrangeiros (25 a 32): e (c| oráculos finais | mensagens de esperança o restau- 209 . 2.25).1. Mencionado um .1. J 7. Ezequiel era sacerdote. Os oráculos para as nações. Citado em conexão com Aler. -portão lo. Veja Ezvquias. 20.mos em Ezequiel 1 . para explicai as descrições detalhadas dos eventos em lernsalém.. Foi uni precursOr fiel do Senlmr lesus. EZEQUIEL O nome Ezequíel significa "El (Deusl é forte" (Ez 3 J 4 J.11. em Esdras 2.15). 20 1: 24. o rei. A última menção no roi Ezequias é encontro do.J .2 1. O local exato de sua moradia. era pai du Amarias e um ancestral do profeta Sofonitis.1: 20.C. entretanto. sua atitude para com os que eroru impuros o sua experiência de doença/marte/nova vida.1. da maneira muilo apropriado. pois M o seguem a estrutura cronológi­ ca desenvolvida no r e s t a n t e do texto. A princípio suas mensagens não eram bem recebidas (Ez 3.C. provavelmente Íorrnam uma unidade ã parte. Existem vários paralelos na viria de Ezequias que lenibram Cristo: a purificação do Templo. 3. ele pnjfetizou até quase 570 a.10.20. 32.1.25: 34.1. O próprio Ezequias é Listado corno um dos lideres dos judeus que retornaram para )uda e assinaram o pac­ to feito pelo povo de adorar ao Senhor o obedecer as suas leis. 40. tem sido calorosamente debatido. ou “El fortalece” (Ez 30. 3.

com atitudes como a de não guardai' o sábado 120.5: ‘ Eeles. As cluas tillimas seções. Essas duas mensagens motivam Ezequiel a exacuiar seu difícil trabalho. Enquanto o proleta Jeremias proclamava a mensagem do Senhor em Jerusa­ lém. mesmo no meio de severo juízo. e o resultado final seria óbvia: a destruição. aos exilados. pois são c a s a rebelde. para transmitir a esperança e a restauração I.281 e profanar o santuário (23.pio |8 a 111. Essa estrutura p r o v a v e l m e n t e está organizada de acordo com a ordem da sequência dos eventos históricos: primei­ ro. uão seriam abando­ nados.1-4). (3) o retorno (43).13: 20. bem como urna severa advertência ao atalaia que uão avisa n povo sobre o periga (3.37s). Incluindo uma fantástica figuro da glória e da transcendência de Deus 11.16-21). quer ouçam quer deixem de ouvir. Geou deitada sobn' seu lado esquerdo durante 390 dias e virou-se sobre o lado direito por mais 40 dias (4. Conforme Ezuquiel 2. pela puriieipoçáo que tiveram na destruição de Jerusalém.24].C.C. segundo. O livro começa com uma ciam descrição do chamado e da comissão dc? Ezequiel (Ez 1 a 3). adorar nos lugares altos (6. Exemplos: Fez um modelo de Jerusalém sob sitio 14.17).42tí | . A tarefa do profeta era demonstrar-Lhes a importância da obediência a Deus e as consequências do pecado. o poder de Yahwoh. piua auuxir iar o juízo (nm 586 a. quando Jerusalém foi destruída petos caldeus.. Nos dias de Ezequiel. 210 . coroo uma mensagem de esperança para Israel. ou perr a terem aprovado. devem ser vistas juntas. rei da Babilónia. todas as nações que acreditavam ser seus deuses superiores seriam derrotadas e eotào enten­ deriam que não foi devido à impotência de Yalmãh que destruíram Israel. para que estivessem cientes dos propósitos dc? Deus. contudo. (2) a glória do Senhor que deixa o Item.7. sitiara Jerusalém em 588 a. Até mesmo a morte de sua esposa tomou um signific ado profético (24. Ez 24. O ministério de Ezequiel indicava que.fi). Exis­ tem repetições temáticas em cada uma das seções principais do livro. A longa liislória de rebelião da nação israebta c omeçou logo depois do Êxodo (Ez 16:20:23) ecoflimuou ale os dias de Ezequiel. quando lassem punidas por sua arrogância em atacar Israel.12. Teólogos moder­ nos chegam a questionar a sanidade do profeta. Em breve.EZEQUTEL ração] 133 cí 48).13). que Nabucodonosor. Para os que dessem ouvidos às suas palavras e cressem em sua mensagem. por causa dos extremos a que chegava para ilustrar suas mensagens. e le alegraste de coração em toda a tua malícia conira a terra de Israel” (25. Essa seção termina com o anúncio d c?. O ministério de Ezequiel foi crucial para os exilados. As outras nações em breve descobririam. haveria ''viria*': mas para os outros.11. lião de saber que p is leve no meio deles um profeta” Era incansável em condenar os judeus por sua infidelidade para com Deus. o juízo seria corto. as quais pro­ porcionam a necessária coesão: (1) o atalaia |E/.25-27).4-17): raspou o cabelo e queimou um terço dele: cortou um terço oom uniu espada e espalhou um terço ao vento (5.Ez 25 a 481. Outra parte serviu para vindicar Yahwfíb como o soberano governador sotaré as nações [Ez 25.16-27). mesmo quandú aparentemente nao lhe concedem a devida atenção. pois pronunciam a condenação das nações es­ trangeiras e a possibilidade da restauração dos judeus.1 7) Tanto os israelitas como os outros povos precisavam entender que 0 julgamento lançado sobre IsraeJ era devidó ò sua própria impiedade. Ezequiel então fula da atitude dos inimigos de Israel quanto à destruição de Jerusa­ lém (Ez 25 a 321: "Visto que bateste com as mãos. uma voz igualmente poderosa a proclamava na Babilónia. 3. e pateaste com os pês. a vitória de um povo sobre outro era atribuída ã superioridade dos deuses do pais vencedor. Deus ainda falava com o povo: embora fossem castigados. Parte desse juízo sobre as nações era uma demonstração da justiça de Deus. porque os alertou sobre o i u í z o inuDeato. e não pór causa da falta do poder de Deus. em primeira mão.

EZEQUIEL A última seção (Ez 33 u 48) começa com dois oráculos que enfatizam a necessida­ de da responsabilidade individual.27). ao permanecer na cidade convictos de que eram o remanescente ÍW. Um lorte contraste é Leito. o qual será transformado. Ezequiel 38 e 311 são cen* trais. entre a infidelidade de Israel e a destrui­ ção causada por ela e a fidelidade de Yaluveh e a restauração que ele estabelecerá. A v is ã o p r o fé t ic a . as festas. simetria numérica e vi­ são futurista. Iodos os elementos do Antigo Testamento. mais do que as outras três. em outra dispensaçâo. A restauração não é baseada om alguma obrigação ou compromisso para com os judeus.23 s|. para apresentar sua mensagem. será cumprida literalmente no futuro. 0 Templo ilustra a proeminência da adoração e a presnDço de Yalnwh nessa nova época. É uma maneira do explicar o futuro em termos tangíveis. é estabelecida unii amonte no fidelidade de Yahweh. Os ímpios receberam sua punição. Esses capítulos coutem o esboço do Templo que os exilados construiriam. no mínimo. vários tomas aparecem em ambos os livros: por exemplo. A visão dlspensacional: Essa passagem. eutâo Deus restabele­ cerá urn relacionamento apropriado. a fim de que eles tenham disposição de guardar seus mandamentos. cargo de que lanlo abusaram os líderes de Israel. quando cada pessoa será julgada de acordo com suas próprias atitudes. pois Yahweh destruirá todos os seus inimigos e ficará daro para todos que ele é o Senhor (um título usado mais de 400 vezes em Ezequiel) Os oito capítulos finais são de difícil interpretação: mas. bem como Iodas as promessas pera Is­ rael. Israel é pintada sob a liderança do descendente do Davi como uma naçáo purificada.21). Desse ponto em diante. em Ezequiel 33 a 37. Essa restauração incluirá um pastor da Linha­ gem fie Davi (34. indicam a soberania de Deus sobro Israel o apresentam uma figura clara da santidade que Yahweh traz a nação oleita. a qual Deus realizará de bom grado. Essa interpretação leva em conta o contexto e o tipo de literatura.17-22) e uma nova aliança de paz f37. que finalmente c u m p r e a esperança expressa em Éxodo 6. Essa restauração só pode ocorrer depois quo o Senhor conceder aos judeus um novo coração. que usam simbolismo. oráculos contra as nações (Jr 46 a 51. Na verdade. com base em elementos já familiares aos ouvintes. apresentamos as quatro interpretações propostas.7: Yahweh sera o seu Deus a eles sorão o sen povo (Ez 37. a destruição de Jerusalém 211 . Vistos nesta ótica.23-2Q). pois eles çlarameQto folharam em manter a aliança. no qual Yahweh será o supremo Seuhor e govurnará das montanhas sagradas de Israel. e a figura da Nova Jerusalém no livro de Apocalipse é baseada oa padrão de Ezequiel. restabelecera suas lronleiras e irará ds judeus de voJla do exílio. quando retornassem a Israel A visão simbólica do cristianismo: Esses capítulos já foram simbolicamente cumpridos na Igreja cristã. De acordo com essa visão. para quo lhe obedeçam |3t>. uma naçáo unificada (37.2í>sj. pelo contrário. o sacerdócio e o ctiJlono Templo serão reativados. restaurará seu povo e assumirá o papel de pastor. como os que se iludiram. O livro de Ezequiel é parte do cânon hebraico chamado de "Profetas Maiores" (junto com Isaias e feremias). Ezequiel anuncia a esperança e a restauração da nação. A visão apocalíptica: A pasS&gem é interpretada contra o pano do fundo do ouboh acontecimentos apocalípticos.26-28). Ele purificará ísrael. O Senhor é descrito como uquele que concederá a vida. Seguisse então a mensagem devastadora dos tugiUvos de Jeru­ salém de que a cidade havia caído (Ez 33. A seguir. os sacrifícios. Lauto os lideres orgulhosos de lerusalem. que Liderará o povo: um novo coração para os judous. Ez 25 a 32). Corresponde mais u Jeremias em termos cronológicos e no tipo de mensagem.

26.inos. Du Iribo de fudá r pai de vários fiihos. desde que não fossem eles.2-9. e em Ez 43 a 46. em Ez 9 a t 1.18) E Z R I (Heb.23. deixa muito claro para o povo que a restauração será operada por EJe r não dependerá dos esforços fracassados deles. inclusive Merede. que nao se importava com quom receberia a punição. O Filho d o h o m em : Essa frase ò utilizada por Ezequiel aproximadamente 00 ve zes e enfatiza a fato du que ele é merameuLe um mensageiro do Soberano do Univer­ so. Era assim que deveria -ser — o Senhor Todopoderoso declarou. Tanto a mensagem sobre o “atalaia” como a das "uvas verdes" confirmaram que o atalaia (Ezequiel) e os israelitas seriam responsabilizados por suas ações. "minha ajuda '|.EZRA (|r 39. Teriam perdido a posição especial de povo escolhido de Deus? Yahweh loma a iniciativa e confirma que ainda muntém um relacionamento com eles e que os libertará. nao importa o que aconteça. (Veja Pwfrius e Proferia ) pu. embora a punição que experimeulavara fosse determi­ nada por Ele. que se casou com uma princesa egípcia (1 (jr 4.17. Nem mesmo a desobediência «lo povo escolhido comprometerá seus pl.2. 52 . ctuiludn. os quais EJe Iara que déern írutos uo final. é repetida várias vezes por todo o I í v t o (em Ez 3.31-33: Ez 36. para seus descendentes. etc. ngora que tinham quebrado a aliança. para evitar o ajusle de contas. responsável pelos trabalhadores nas lavouras e nas fazendas do rei (1 Cr 7. o u " a a o l a z e r t a s o d a p r ó p r i a v i d a ” A p e t i ô s a B lh í i. os quais ninguém pode impedir que se cumprawv A r e s p o n s a b ilid a d e individual: Essa verdade é enfatizada nos oráculos do ata­ laia fEz 3. EZRA. A resposta ilos israelitas em Ezequiel 1 8 .vv. A grande incerteza que os judeus experimentavam era se teriam qual­ quer comunhão com Yaliwnh. que planejou lodos os eventos que acontecerão. antes da destruição de Jerusalém. 33. Sempre é mais fácil culpar ou trem p e l o s nossos erros. duranie a rusiauração de Israel).21). Filhe) de Quelube. para confirmar sen ministério'. 33) e na r e f u t a ç ã o do provérbio rias "uvas verdes" (Ez 1 R | . 10 p o r “ a r r is c a u r ln a p r ó p r i a v i d a " fN o ld d o T r a d u to r ). Ez 24.-\ importância fundamental dn mensagem do Ezequiel encontra-se no lato de que os exilados na UabUõnia nõo esta­ vam abandonados por Deus. 1 A s v e r s õ e s e m p ia r u ig u f is e m g e r a l u p L u m m p o r " r l i s p o r <t p t ò p i l a v i d a " . a nova aliança [Jr 31. ou estava com o coração tâo endurecido. . e Israel uão era exceçáo Mas Deus proclama que jamais aceitaria a acusação conlra as gerações anteriores. indoliuidamente." fN n ia d o T r a d u to r) 212 . Foi somente devido à paciência do Sonhor que as gerações anteriores náo forum castigadas imurilatamente. seus planos prevalecerão. Ez 8 a 1 i). Existem vários temas importantes no livro do Ezequiel: A s o b e r a n ia d e D eu s: O Senhor está no conferoie da historia. i d e J e r u s a l é m i r a d u z l u o v.25-321: o Templo não é uma garantia tle proteção (Jr 7. 1 9 s u g e r e uma das duas alternativas: ou o povo deseja­ va passar a culpa adiante. A N o v a V e r s ã o In le n ia iS ó n a J e i f i I n g l ê s t r a d u ? o v ■?: “ E s t e s fn r m ii o s Q lh n s r le E t a m : f e a r e e l ..26). Essa idéia conforme expressa em Ezequiel I com a visão de Deus que govoraa toda o criação.. era um dos superintendentes do mi Davi. Cada uma delas linha pecado suficientemente para merecera punição.

THulocomumenle utilizado na BiMia para os reis do Egilo. menos piedosos. questionaram por que Ele não seguia as tradições do rilual da purificação (7. Ela era urna viúva idosa lio 1 ao Senhor e leve a oportunidade de vei o m enino Je­ sus ser apresentado no Templo. o qual era uma mistura de partido político e facção religiosa. historiador judeu do século 1 (as outras duas são os saduceus e os essêníos). eram bem respeitados pelos judeus comuns.lí).ser usada simplesmente como um titulo.3$) P exigiram um sinal sobrenatural que autenticasse seu ministério (tí.15.36). O primeiro faraó citado foi n encontrado por Abraáo quando foi ao Egito e temeu pela própria segurança. "a Lace de Deus"). Pai de Ana. p comente um grupo dos sete linha hmiu de agir sem escrúpulo.f»|.F FA N U EL (Heb. principalmente porque não existem detailies suficientes nas Escrituras ou porque os eventos registrados na Bíblia foram tão insignificantes para os egípcios que não foram registrados em seus anais P. Vários faraós são mencionados nas Escriluras e muito raramente são identificados (Neco é iden­ tificado em 2 Reis 23. por meirj da listu dos reis dn Egilo. a profelisa da Iribo de Aser (Lc 2. acusararn Tesus fie não respeitar o sábado 12. apesar dn ãs vezes os fariseus os criticarem por não serem suficientemente escrupulosos em guardar a Lei.J. FARISEUS Uma das Lrès seitas judaicas descritas por faseio. A tradição talmúdica descrevia sete categorias de fariseus. par causa fia esposa Saro (Gn 12. relacionadas de acnrdo com a motivação para o comportamento. que significa "casa grande". começaram a tramar a morte dele (3. eles observavam Roma como um governo Ilegíti­ mo e opressor que impediu Israel de receber as bênçãos divinamente ordenadas de paz e liberdade na Terra. Provavelmente nao mais do que 5 a 10% dp todos os judeus pertenciam a esse grupo. Alegaram que jejuavam e os discípulos de Cristo não faziam isso 12.D. Diferentemente dos saduceus. FARAÓ. É provável que o ncnne signifique “separatistas” e Fosse aplicado a um movimento que cresceu no tempo dos Macabeus.1. composto de líderes religiosos e esfiidantes da Lei quo tentavam criar uma “cercíi" em forno da Tora — um bem elaborado sistema de legislação and e de interpretações que capacitaria os judeus fiéis a obedecer e aplicar os mandamentos de Deus em Iodas as áreas da vida.10).G. Os ensinos deles foram comparados a uma força 213 .16J. Originalmente reformadores piedosos. Existem evidearias con­ cretas d o fontes egípcias d e que u palavra "faraó” podia . com o é encoutrada freqlienfemenle na Bíblia. No evangelho do Marcos. De maneira alguma eram todos hipócritas como os cristãos geral­ mente supõem erroneamenle. alguns fariseus perguntaram o Jesus por que Ele comia com Lobradores de impostos v pecadores (Mc 2. Outro muilo proeminen­ te foi o que reinou na época <lo nascimen­ to dp Moisés r lornou a vida dos israelitas insuportável Nem sempre é pussível iden­ tificar com certnza inn faraó rid particu­ lar.17: elc.29.241.33 cnmo o rei do Egito que malou o rei losiasl.

391. apesar do inicialmente não entender a afirmação de Cristo sobre o novo naschnenlo (w. de forma mais positiva. Lucas difere riu Mateus e Marcos em várias passagens. Investigaram a cura de um cego. Ele enviaram os guardas do Templo numa tentativa fracassada de prendê-lo Ilo 7. o livro de Atos uJtHruu referências positivas e nega­ tivas.21): "rejeitaram o conselho de Deus" (7.34. ps fariseus perguntaram sobro o advento do reino de Díium e cria­ ram uma oportunidade para que Jesus declarasse que o reino ia estava entre eles.11. Lucas foi o unico evangelista que incluiu numerosos textos que retratam os fariseus.35). II. Os fariseus que estavam presentes questionaram o ministério e o hatismo de João Batista (Mt 3. pelo monas um dos mais proeminentes deles apareceu sob uma perspectiva mais positiva — Nicodemos (3. João assemelha-se mais a Mateus.30). Eles o acusaram de que só expulsava os espíritos imun­ dos pelo poder He Belzebu.191 e fizeram parle do grupo que foi ao lardimGetsêmam [tara prendê-lo (18.241 e identificaram-se com os lavradores ímpios da parábola (21. Há também outros textos mais brandos que envolvem os fariseus.3).20). Forma­ ram um concílio no qual decidiram prender Crista e Umlar matá-lo em segredo (11. Algumas de suas reierêuuias aos fariseus são lambem negativas. mas reforça a animosidade.1014]» Por outro lado. fosus declarou que a justiço de seus discípulos precisava exceder a dos fariseus (5. Simão convidou Cristo para jantar em suu cusa.36-50).4557).45). que. mur­ muraram por causa da associação do Cristo com o» im p am tentes (15. doutor da lei.33 advertiram lesus contra a fúria do rei Herodes e pareceram genuinamente preocupados com seu bem-estar. Canirapuserarn-se a afirmação'de lesus de ter poder paia perdoar pecados (Lc 5. O medo em relação aos fariseus unpediu alguns judeus que cre­ ram em lesus de confessar isso publicamente (12.39). saiu em deiesa 214 .32-4(v). A parábola de Jesus sobre o fariseu e o publlcano chocou a audiência. prepararam uma armadilha paru Jusus quando pediram sua opinião sobre o divórcio (10. príncipe dos demónios 19. corno a discussão sobre a identidade do Batista (1. questionou Jesus sobre qual era o maior mandamento (22. mas foi Jesus quem usou a ocasião para criticar sua hospitalidade (7. muitas vezes nu contexto da comunhão com Jesus. rejeitaram o ensino de Jesus sobre a mordomia porque “oram avarentos" (16 14 1 e disseram a Cris­ to que repreendesse seus seguidores. Alegaram que o testemunho de Cristo não linha validade. porque o popular lider judeu não foi justificado e sim o notório empregado do governo imperialista romano (10. pois retrata os fariseus como extremamente hos­ tis a lesus. Cristo os acusou de toda sorte de hipocrisia.1*24 descre­ vem duas festas semelhantes nas quais os fariseus agiram em lavor de Crislo. Lucas 11.13).42). Um importante membro da supre mu corte judaica.2) & os impostos (12. pois acrescenta vários outros eventos e mantem sua posição de antagonismo para cora os líderes judaicos. pois falava a seu próprio lavor (8. Um deles. Gamafid. em sua própria pessoa e ministério.13).FARISEUS maligna e Insidiosa (0. Por outro lado.37-53 n J 4. 12. Em Lucas 13.7). quando o aclamaram rei { 19. Em Lucas 17 20. 3-4).15).34. Mateus repele Iodas essas referências.2).52). quando n Filho de Deus entrou triun falmente em Jerusalém (12. lamentaram o falo de "todo o mundo'’ ir após lesus. em seu mais longo discurso de acusação nos evangelhos (Mt 23).21. 0 qual os criticou por algum aspecto comportamental. tempos depois levantou-se em defesa de Jesus Í7. rejeitando as declarações dele sobre Jesus o revelando no processo a sua própria cegueira espiritual hl. Como uo evangelho do Lucas.24J o o registro de que Jesus balizava mais pessoas do que João 14.51J e ajudou José de Arimatéià a sepultar Cristo (19. e ules solicitaram a Pilatos que lhes desse» autorização para colocar guardas no Itimulo de Jesus (27. 13-411.50.

em Cesareia. ao uleg. Ele ouviu. O povo ouviu em silêncio até que ele mencionou sua missão de pregar o Evan­ gelho aos gentios (At 22.m conhecida. por causa ria ié cristã que o após­ tolo defendia. O “governador Félix" ora o procurador romano dajudéia de 52 a 58 d. O julga­ mento durou vários dias A Bíblia diz que Félix “era bem iidormado acerca do Ca­ minho’’ (At 24. n. O apóstolo pede aos irmãos dp Rorua que. o qual permitiu que ele lizesse sua própria defesa. Febo seja auxiliada de to­ das as maneiras possíveis.26).. Alguns fariseus tornaram-se cristãos. 12) ou uma designagão mais umpla para descrever alguém que estava envolvido efetívamente no trabalho da igreja local |EÍ 3.8.7. cidade portuária a alguns qui­ lómetros a leste de Corinto. O sumo sacerdote e mait* alguns ju­ deus levaram suas acusações contra Paulo diante de Félix. Atos 22 então uarru como o apóstolo loi auto­ rizado pelo comandante romano a dirigir-se h multidão e faiar sobre a fé cristã. Em sua audiência diante do Sinédrio. quando íoi levado paia ser jul­ gado pelo Sinédrio (At 23J. o que n protegeu de ser açoitado e também deu-lhe direito a uma proleçâo adicionai. Cri ou-se um tumulto.1 : eram obrigados a obedecer a Lei mosaica (At 15. cha­ mado Cláudio Lis ias (Ai 23. FÉLIX (Lat. nlguns judeus planejaram matar o apóstolo. quando se defendia diante do rei Agripa.5). O comandanle romano então decidiu enviá-lo para Cesareia. Esta provação de Paulo começou em Aios 21. FE BE. 1 Tm t.7). Evidentemen­ te eJa tinha nm trabalho específico a de­ sempenhar ali e a igreja deveria dar-lhe Ioda a ajuda néctíssária.tr que ora juigado porque a-ia na ressurreição. durante o qual o apóstolu íoi capturado pela multi­ dão. que Paulo pnhenloti seu primeiro julgamento. Depois desau audiência. quando voltava deFieso para Je­ rusalém. que ameaçava matá-lo tAl 21.C.l. Isso fazia parle da ucusagão conlru elo. muitas de suas convicções fundamentais mudaram.11. c. mas erroneamente pensavam que os novos convertidos entre os gentio. quo o acusa­ ram dn suscitai antagonismo contra o ju­ daísmo. levou-o preso sob c ustódia. PauJa causpu uma divisão e n t r e seus mu m br os. quando fosse lavado novamente diante do Supremo Tribunal.C.a. para ser julgado diante dn Félix.31). Novamente em Atos 20 5. Sabemos com certeza quo existia uma ordam do diaconisas no século 1 1 d. A íim de protegê-lo. que linha um m in istério na igroja em Cancróia. mas a única referência passível uo Novo Testamento para tal posição é em 1 Timóteo 3. juntuineu- 215 .20J. Uma cristã br.22). pois íoi diante dele. é certo que Paulo linha alta con­ sideração pelo trabalho de Fnbe para o Se­ nhor. o comandante romano. Félix fora nomeado pelo imperudor Cláudio e mab tarde foi cha­ mado a Roma por Nitro. corno cristão. Cl 1. Logo foi acossado por alguns judeus procedentes da Asia. Paulo apulou paro sua cidadania ro­ mana. O destacamento romano ua cidade interferiu e os soldados protegeram Paulo. o apóstolo referiu-se ao seu passado como membro da sei la dos fariseus.27.Chama nossa atenção Aios 23. alinhou-se com os fariseus contra o s saduceus.B..5 registra esse mesmo testemunho. mas nos dois contextos Pau In tam­ bém deixou claro que. Filipenses 3. ' feliz"). que eslava pronto a levar os ‘'inoírcuneisos'' para dentro do Templo IAt 21. De qualquer maneira.23 a 24.FÉLIX dos apostolos. Paulo a cha­ ma de "irmã" e "serva"> e usa o mesmo ler mo do qual deriva a palavra 'diaconisa” (Rm Nao está d aro so ê uma alusão a uma função específica (Fp t.22).

ê meur inundo apenas poi. demonstrando claramente sor bons amigos.28). Durante esse tempo. Paulo. o qual leulou restaurar um pouco da ordem legai e administrativa na região.0 o apóstolo falava sobre a le em Cristo. ma** o apoio paru César precisava ser obe­ decido: assim.24|.11: 27. Esse menosprezo polu loi talvez fosse uma característica de Félix.G . No Novo Testamento. na esperança de receber algum suborno para liberar Pau­ lo (24. "discorrendo ele sobre a justiça. discutiram juntos sobre o caso de Rnilo. Alguns dias depois. Féllx ficou "apavorado”. Agripa ÍJ. Fora r i u Novo Testamento. quando. o prisioneiro. para ser julgado. At 21. chegou â cidade e teve um encontro corri Festo. Retardou ao máximo 0 julgamento.Josefo. pois também eram judeus. FESTO. u donuaio próprio o juízo vindoura" (24. Festo convidou os líderes para o acom­ panharem a Cesaróia. enquan1. O procurador romano da Judéia que sucedeu Félix em 58 d.D . Esso tempo de prisão iob o govorno de Féllx aparentem ente trouxe pou­ quíssimo benefício na continuação do ministério de Paulo.27). como ele.C. O apóstolo então respondeu ser o seu desejo que todos os que es lavam presentes se tornassem cristãos.FESTO le com sua esposa judia Drusila.27).26).25). o primeiro estagio nos procedimentos le­ gais que no iiinaJ permitiriam quo teste­ munhasse de Cristo na própria cidude ile Roma Fica muito daro. mencionado tanto por Joselo como por Tácito. enlreianto. que o considerava um nobre líder. Pau­ lo replicou. Festo rapidamente tomou as redens da liderança e "três dias depois de entrar ua província. Paulo então apro­ veitou a oporlunidade para proclamar o Evangelho aos dois descendentes de Herodes. Pau­ lo então apelou para César. Festo aparece como o governador romano que se encarregou dos procedimentos legais contra Paulo. Por ele ser cidadão romano. a fim de não ser levado a ferusaiém. Festo atendeu a tal apoio o o manteve ern Cesaróia até o seu envio a Roma. onde apresentari­ am suas acusações contra o apóstolo. Quando Paulo chegou ao ponto da descrição da morte e ressurreição de Cristo.2-12). subiu do Cesaróia a ferusoiém" (At 25 1) Ali ele ouviu dos Lideres judeus as acusações contra Paulo. qup daramonte eram simpatizantes do judaísmo.24). que esperava receber algum tipo de suborno antes de pronunciar a inocência do apóstolo das acusações que os judeus faziam contra eln. P. Festo demonstrou seus princípi­ os religiosos romanos. Foi. o após­ tolo tí Féllx tiveram conversas regulares [Al 24. foi colocado num navio e conduzido a Roma 216 . talvez devido ã idéia dfj fuizo vindouro. O rei sensibilizou-se e disse a Paulo: ‘Tensos que om tõo pouco tompo podes persuadir-mo a fazer-mo cristão?" (At 26. que tudo isso era parte do plano cie Deus [cf. o Grande. Pardo ainda estava preso quando Félix foi substituído por Pórdo Festo (At 24. embora aparentemente os con­ dições de vida da apóstolo fossem bem favoráveis. Manteve Pau­ lo em algum I ipo de prisão domiciliar por dois ano». ao dizer que o apóstolo estava “louco” IAt 26. que o consideravam um governador abominá­ vel e extremamente cruel. os quais pedi­ am que fosse reconduzido a Jerusalém para ser julgado. (At 24.27). ao apelar para o conheci­ mento de Agripa sobre os recentes acon­ tecimentos que envolviam os judeus e o entendimento dele sobre os profetas. os quais ficaram parados por mais de dois anos sob d governo de Félix. depois da fraquíssima administra­ ção de Félix. O apóstolo loi convocado para laJai dlanle do rei. A intenção delps era fa­ zer uma emboscada e matar o prisionei­ ro.26. Agripa e Festo desejaram libertá-lo. onde seria morto (At 25. nestes capítulos. acom­ panhado de sua irmã Berenice.

5. o problema estava pre­ sente também nn Igreja primitiva: eles es­ tavam expostos às perseguições ou sim­ plesmente eram "ridicularizados” por serem cristãos. Provavelmente referia-se ao tempo de sua segunda prisão em Ronui (v. FIGELO (Gr. Uma dás ora­ ções de Paulo por ele era para que sem­ pre fosse otivo na proclamação do Evan gelho de Cristo às outras pessoas. Al 2 1 :3 i : 2 7 . é possível afirmar-se que a casa de Fiiemom era parte da igreja ern Colossos.t . Nessa epislola. dois homens diferentea Inlve/ estejam envolvidos nos dois eventos. P.5U9). Evidentemente o apóstolo não desejava dizer que todos os crislãos de to­ das as igrejas da província da Ásia. quando este foz um tratado com Abraão om Borsoba (Gn 21. pois linha reanimado o cora­ ção dos cristãos (w. amigo querido e cristão fiel. os quais pediram que se retiras­ se. (ais como Hermógenes e Figelo de quem Fciulo esperava uma atitude melhor. supõe-se que um proprietário 217 . e a aiitude de Onesiíoro.22.B.G. que todos os quo estão ua Ásia me abandona­ ram. Onésimo — o motivo da caria do apóstolo a Filemom — é mencionado como "um de vós” (Cl 4. um lídor lilistnu.i. Abimeleque e Ficol novamente se encontraram com ele. Depois de várias disputas por causa dos poços de água. entrt: eles Figelo e Hermógenes" (2 Tm l .15). Acom­ panhou seu simhor. ondo sú tnrnon um homnm poderoso e uma ameaça para os filisteus. O apóstolo moncionou esses exem­ plos. mas que havia fugido. a fim de encorajar Timóteo d ser forte "na graça que há em Cristo lesus” 12 Tm 2 . nos dias de Abraão.FILEM OM [Al 2 6 . e não se envergonhou das minhas algemas" (v. O plano d e D p u s eru que o apóstolo te s le m u n iin s s p d e le ua c a p ita l d o Império Romano (c í. quando o patriarca já havia faleci­ do e houve lome na lerra. sem dúvida molivado pelo medo que alguns cristãos tinham das autoridades romanas.9J Esto era um escravo que pertencia a Fiiemom. de quem disse: "Por­ que muitas vezes ele me recreou. 16). Da mesma maneira que os cris­ tãos enfrentam dificuldades para pojrmanecer firmes em Crislo em muitas socie­ dades modernas. Isso talvez indique uma certa timidez de sua parle. Por meio de uma cúldadoSn compa­ ração com a caria de Paulo aos colossensos. em busca de ajuda e alimentos. ao falar sobre |p s u p em seus contalos diários cora os pagãos (v. Permaneceu lá por algum tempo. o Unham abandonado. 0 al­ guns membros do grupo ou de sua resi­ dência também foram mencionados no inícin da caria que o apóstolo lhe escre­ veu. possivel ­ mente com uma elevada soma de dinhei­ ro: ou eiilão lora enviado para ajudar Rmlo e não voltou no prazo determinado. Colossos etaodicéia.g . p . Comandante <to exército do rei Abimeleque. “furtivo'*!. 3 2 ) . 32).7).g . Não sií sahií ao cerlo se foi o mes­ mo llder filisteu que antes fizera uma ali­ ança ccun Abraão. Isaque retomou n Berseba.Asia que viviam em Roma. 6).261. pxj. Mencionado jun­ to com I lermógeues na segunda corto de Paulo a Timóteo: “Bem sabes isto.2 4 ) . FICOL. tais romo Éfeso. Q ualquer que seja a situ ação (veja Ontsimo). Quando lã e$tava. É possível que tanto Ahimeleque como Ficol Fossem títulos filisteus para sOufi lideres: desto manoira. Tempos mais tarde. Um dos cooperadores de Paulo. Pro­ vavelmente converteu-se por meio do mi­ nistério do apóstolo (F11. F IL E M O M . Os que se afastaram seriam Iodos os pro­ venientes da . Isaque foi fio encontro de Abimeleque em Gerar. a fim do firmar um acordo de paz (Gn 26. í ). O arma de Flletnom "pelos santos" (outros irmãos e irmãs cristãos) era bem conhecido. 17) e tinha em mente o fato de os cristãos não lerem Bcado ao seu lado no julgamen­ to. Paulo estabeleceu um contraste entre esse tipo de comportamento. Uma igre­ ja domiciliar reunia-sp em sua casa.

7. É provável que Onésimo tenha lenlado escapai e manter-se escondido no moio da mídlidôo de uma grande cidade como Roma. Seu ensino «le que a ressurreição já havia ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2. associa­ do a Himeneu e provavelmente também a Alexandre (2 Tm 2. Paulo lambem referese ao cuidado de Filemom para com ds sanlos e conclui a carta com o pedido de que lhe losse preparada uma pousa­ da (vv.20). após três meses. 1 Tm 120]. ainda que o mais provável seja que o apóstolo se encontrasse detido em Roma. A carta do apóstolo começa com um co­ mentário sobre como Filemom rcanimara o coração dos santos o conclui coju o pedido de que ele oiande Onésimo de volta. mais do escravo. ouU‘os defendem um cativeiro em Eíeso.o. eutretanto. de­ sejosos de seguir o exemplo de Paulo. É urna nola pessoal na qual solicita que o companheiro aceite de volta seu anligo escravo como "irmão" (v.16-191.FILETO do escravos e possuidor de tuna casa gran­ de o suficiente para reunir uma igreja pro­ vavelmente fosse muito rico e de eleva­ da posição soeial. Esta epístola diz pou­ co sobre o assunto e pressupõe que era correto Onésimo voltar ao seu senhor e reassumir sua posição como escravo. A.rv. e os cristãos. e não necessariamente o ressurgimento literal do corpo— um en­ sino fundamental da té cristã (veja l Co 15. Sua heresia se espalhava como uma "gangre­ na” e era uma distorção das Escrituras. A carta de Paulo a Filemom £ a mais curta das que a apóstolo escreveu. Discute-se muito se Paulo estava ou não na prisão quando escreveu esta car­ ta. Tais heresias são comuns atra­ vés da historia da Igreja.d. Alguns sugerem que a redigiu quando esteve preso era Cesaréia (veja AL 25). dn quem ouviu sobre o Evangelho. Herege. dentro de um cesto feito de juncos. FILETO (Gr. Provavelmente enquanto eslava la teve a oportunidade de conhecer Paulo. O apóstolo disse quo era 'pai' daquele «s»:ravo. Infelizmen­ te a Bíblia não registra qual foi a reaçào de Filemom a esse desafio à sua manei­ ra de pensar. entretanto. ''amado"). FILH A DE FA R A Ó . e cer­ tamente assumiram esta postura após o tratamento de Paulo para mm Onésimo. p.18J. A mulber mais conhecida na BíbUa como "a filha de Faraó" é mencionada no relato sobre o nascimento e a infância de Moisés (Ex 2. talvez es­ tivesse lambém preso e por um tompo tenha compartilhado a mesma cola com o apóstolo. oolocou-o ua correnteza do rio Nilo. 16). r.c. 218 . como irmáo amado" (Fm 161 O cristianismo claramente fa­ zia com que a relação entre senhores e escravos losse reexaminada. T i.17. são apenas hipóteses A carta de Filemom é minto estuda­ da. O apóstolo o enviou de volta a Filemom "não já como escravo. uma mãe escondeu h salvou seu lilho e. frequentemente enfrentam essas questões com uma forte ênfase sobre a ressurrei­ ção fio corpo. Disse que Onésimo era um ‘ ir­ mão’’ realmente valioso e confiou nele com o cooperador numa m issão em Colossos. Iàis informações. O rapaz se tornara seu fillio ua fé enquanto Pau­ lo estava preso por causa do Evangelho.1-IOJ. Rnpetidamenle o apóstolo enfatizou o valor que Onésimo tinlia para ele. de onde teria escrito a epístola. a sucessão de eventos finalmen­ te levou os cristãos a acreditai que a es­ cravidão era uma prática errada. com o intuito de se aprender sobre as possíveis atitudes do« cristãos com re­ lação à escravidão. Estabeleceu-se um decreto real que ordenava que todos os bebês do sexo masculino que nascessem entre as mu* lheres israelitas lassem mortos. antes. Talve? Fiieto e seus companhei­ ros acreditassem que a ressurreição fos­ se apenas a desc rição de uma experiên­ cia espiritual. 1.22). reanim ondo-lhe o coração em Cristo (vv.

1. .4-0). 2 O rei Salomão se casou com uina certa “filha de Faraó”. Em Israel. pela escolha de Moisés para liderar os israe­ litas o ser a própria voz do Todo-poderoso diante de Faraó. FILHOS NA BÍBLIA Os lilhos frequentemente são citados na Bíblia e constituem um elemento importante no quadro bíblico da família lernente a Deus e do p o v o do Senhor como uma unidade maior.2 Cr 8 111. A bênção divina 6 umn maneira pela ijual o governo de Deus eslende-se através da história. A bênção de Deus não era vista apenas no nascimento dos filhos. Em geral.FILHOS NA BÍBLIA Miriã. os filhos gorai num te eram vistos como bênção do Senhor (Gn 152*5: SI 127.21 e Hebreus 11. Iodos eles 219 .2. A filha de Faraó banhava-se do rio. que ainda nem nasceram (Is 59. não é idêntica à tia sociedade ocidental contemporânea. A providência de Deus é claramente vista no retrospecto desses eventos.281. " p o r que santos são os lugares rios quais en­ trou a arca do Senhor" |1 Rs 7. Quando o ruenino cresceu. p. encher a terra e sujeitá-la (Gn l . “Tila lhe pôs o nome de Moisés. os filhos eram vistos como altamente desejáveis. do antigo Israel. Sua promessa e s ­ tendo-se para os filhos dos filhos 1S1 103.. a irinâ mais velha do bebê.8: 9. ouviu o choro do bebé e mandou rotfrã-lo do ceslo. mos.3-15:128.24: 11. a fim de qtie ula oão vivesse do palácio de Davi. 3. 10).31 Represem lavam o cumprimento da promessa de Dous sobre a aliança i om seu povo e ao mesmo leínpo 0 cumprimento da responsabilidade humana de frutificar o multiplicar-se.24. A bênção du Senhor não é limitada pnlas mudanças dos eventos no correr da história. mas ua manu­ tenção dos descendeutes piodosos de umu geração para a outra. Devido â sua lorroação.21). O primogénito ura oferecido a Deus de maneira especial. Veja também Atos 7. Tais uniões eram proibidas pela Lei de Deus o iis esposas pagãs gradualmente "perverteram o coração para seguir a ou­ tros deuses" Í1 Rs 13. foi recebido pela filha de Faraó e tornouse oficialmente seu filho. A proposta foi aceita e ela procurou n própria mãe. vigia* va. posteriormente foi a causa tle sua ruína. escondida no meio da vegetação. A perspectiva dos escritores bíblicos. embora fossem praticados por outros povos. b!<í conhecia as formalidades da coxe­ ie e linha urn acesso ao roi que provavel­ mente era negado à maioria dos escravos hebreus.18). O passar do lempo não enfra­ quece a obra do Senhor em abençoar sou povo. Infanticídio e aborto. Deus continua a nos chamar ao arre­ pendimento e ao serviço amoroso h promete que seu Espírito e sua Ffclavra não se apartarão das gerações futuras. entretanto.Ç. os filhos participavam do culto desde a mais tenra idade. O casamento de Salomão com esla e outras mulheres estrangeira?. pura quem cons­ truiu um palácio espei iol. Veja tíitia.U. fflha do um Faraó que se tornou esposa de Mefedtí ( I Cr 4. não eram aprovados pela Bí­ blia. e disse: Das águas o ti­ rei" Iv. assim como na maioria das sociedades.17). No antigo Israel. ua verdade. principalmente em se tratando do sexo masculino. Muitas pessoas viam o nascimento e o crescimento dos filhos como uma garantia da formação de uma equipe de trabalho p de protoção contra os que estavam fora da unidade familiar. Percebeu então quo se tratava do uma criançn israolita Miriã aproximou-se e ofereceu-se para encontrar uma mulher quo pudesse cuidar do bebê e amarnentãlo.

14: “Deixai vir a mini a» criancinhas. Devium ousinar-hes sabre os ntos poderosos de Dous. o povo de Deus. mas a vara da disciplina a afugentará dele" iPv 22. quo Jesus realmente recebeu vis crianças. espera-se que os genitores dêem boas dádivas aos filhos (Ml 7. os filhos recebiam nomes quo destaca­ vam o i Lududu do Senhor pela família au pelo seu cliofe. audarn errados desde que nascem.15). Frequentemente. Desde pequenos. muitos onten- 220 .11 |Veja Lambém Gn 29. Alguns deles eram dedicados poios pais aa serviço parLindar de Deus (1 Sm 1. A Bíblia diz olarameute aos pais que não provoquem a ira dos filhos (Ef 0. Lumprir automatica­ mente Iodas essas obrigações. Ninguém poderia deixar essa verdade ruais clara do que Jesus em Marcos 10. Educação no temor do Senhor envolvia lodos os aspectos da vida. O AT narra historias do filhos egoístas que não tiveram respeito poios pais (2 Rs 2. são presentes do Senhor que devem s o í cuidados e dodit ados ao sou serviço. "Desviam-se os ímpios desde a madre.FILHOS NA BÍBLIA oram dedirados ao Sonhor. Os filhos. Abias (1 Sm 8. alegrando-se ua graça dp Senhor. a história da fidelidade do Senhor u sua aliamva cresceu e a questão da oducaçáo dos filhos assumiu novas dimensões (ls 4. oontudo.4. Abiúde (I O 8.4). Eles precisam de disciplina. SemelhanLomexite. entretanto. "Honra a Um pai o a tua mãe” ÍÊn 20 12. ia alõm do ensino e do exemplo. Ef 0. ao in­ clui-los ua adoração a Dous (1 Sru 1.15.22-24). São memhros do povo de Dous. contudo. proferindo mentiras" (Sl 58-3). Porque Dous é o Criador de Iodas as coisas e seus estatutos para o seu povo envolviam (odas as áreas da vida. e não as impeçais. mio como propriedade. por moia dos q u a is foram tirados do Egito e chamados para receber sua Palavra no monte Sinai (Dl 4. somente as crianças o louvavam e diziam: "Hosana ao Filho de Davi”. Os pais eram respuusáveis pola educação dos filhos. Ninguém deve esquecer. o o s genitores são cbamados paia ministrar o$$e ensino. esse ritual simbolizava sua entrada na comunidade de Israel. como sinal de que oram compo­ nentes da aliança. As que descansam nos braços do Crislo são mem­ bros (não apenas potenciais! da Reina do Deus. Enquanto Deus abençoava seu povo. "Mou pai de louvor": Aimeleque. Lc 1. Vinha acompanhada de mandamentos para oriar os tilhas nos caminhos dn Sonhor |Pv 22. As crianças também oram disciplinadas Não existia o otimismo tolo que via as crianças como inocentes por ualureza. Em tudo isso. A promessa ria bônção de Deus uão ara feita ua va^sio.11). e os filhos dos judeus prosélitos eram balizados. Os filhos nem sempre obedecem ã lei de Deus. ou seja. pois das lais é o mino de Deus".2) significa "O Sonhar mou pai”. em Mateus 21.1-3.3J.32.15].21). Cl 3.70-79). "meu irmão (Deus). logu após sua enfiaria triunfal em Jerusalém.21-24. Exigências muito elevadas sáo colocadas sobre eles.20). não pre< isam do uma "mão de ferio". quando Jesus eslava uo Templo. "A estulLícia está ligada ao coração do menino. os filhos são vistos como pessoas. 2 Tm 3. O ensino aos filhos uão ora mera monle didatico.35: et< ]. oles observavam a participação nos rituais do Templo. Eles não podem.6). de uma discipli­ na desprovida de amor.23) A Bíblia apresenta um quadro muilo realista dos filhas. nem os irritem (Gl 3. A educação dos filhos. Prei isarn do disciplina. Pelo contrário. um rei” | 1 Sm 21.9-10). E amplamente reconhecido que Cristo usava as crianças para fazer a aplicação teológica de que seus discípulos devem receber o Reino de Deus e vivnr uns com os outros em bonda­ de e humildado. Os pais l orlai eci am-nos.12). coutudo.211.16. uão bavia distinção entre o secular e o sagrado no Lreinamenm dos filhos.11. 'Porque a imaginação do coração (lo homem é má desde a sua meilinice” |Gn 8. lá que os meninos iudeus eram circuncidados. Os meninos eram cir­ cuncidados do oitavo dia de vida (Gn 17.

5).. Os habitantes do Jerusalém são referidos como seus "filhos'1 IMI 23. exeeto por meio do pai. A igreja ó o lar (ou a casa) de Deus | 1 Tm 3. os que professam a religião pura são descritos como os que visitam "os órfãos e as viúvas nas suas aflições” (Tg L.26. 1 Co 1. Da mesma maneira. 7.15). ficam indefesas o ii mercê dus outros.10).10) e "filhos de Israel” (Dl 1. No NT esse uso é muifo mais desen­ volvido do que no AT.FILHOS NA BÍBLIA dem que as crianças estavam incluídas nos batismos famillaras (significando que eram membros ds comunidade da nova aliança) da igreja primitiva (At lti. O livro de Provérbios faz um uso extensivo da figura na expressão “Filho meu" | veja os primeiros versículos dos caps. "filhos” têm um significado similar nas expressões intercamhiáveis: “filhos de Abraão" fio 8. Não somente o Senhor é o Pai. G1 3. Os lermos “filho meu.Por isso.33. a fim de demonstrarmos os traços da família. A metáfora “filhos" é usada com uma conotação negativa em expressões como “filhos da transgressão. em humildade. Ser filho de Deus impfiea fazei a sua vontade (Mt 12. F1UAÇAO Filiação é uma idéia com muitas faceias na Bíblia Inclui os filhos vinr ulados literal­ mente à família e os usos metafóricos tais como o que so refere aos habitantes de Jerusalém como seus "filhos”. Na sociedade patri­ arcal do antigo mundo mediterrâneo não havia garantia de cuidado e provisão para a* crianças. Estão entre os grupos da saciedade sobre os quais outros podem facilmente tirai' vantagem. Apenas um pequeno passo separa esse uso e a descrição da comunidade como uma família. amor e cuidado (Ef 5.5). declara-se "pai dos órfãos” (Sl 68.7). Deus.40-50: 5. Os cristãos são “irmãos" em Cristo.29. a. mas lesus ft o Pilho de Deus e os que crèem nele também são filhos do Senhor (jo 112). Não aponas o Senhor mas também o seu povo cuidum das crianças que não têm quem as proteja ou sustente na sociedade.1ss). com Deus o não Abraão como pai. em sua graça. SI 94.1 J: 10. Os filhos refletem o Pai. A injustiça era uma ameaça diária para um órfão. Infelizmente. Nesse sentido. Por esse motivo. Mais importante são as referências nas quais Deus é considerado nosso Pai e um indivíduo ou um grupo são chamados seus filhos [as variações de termos relacionados com a expressão "filhos de Deus" estão baseadas mais em estilística do que em variações teológicas).3). coufossamo» nossa fraqueza b humilde dependência do Pai paro todas as necessidades e descansamos cuntiadamenle em sua provisão amo­ rosa e sua proteção (Ml fí. Para enfatizar ainda mais que as crianças são membros ao Reino de Deus.1 o lermo aleluoso "meus fillúnhos” é usado comesse mesmo sentido. sõa descritas junto com as mães como “viúvas « órfãos" Ils 1.32. Cl 4.25). alguns tradutores desviam a atenção da referência aos “filhos" nesses versículos.27J. quando se dirigem aos estudantes e leitores.37. às vozes. Elas não controlam o próprio destino. i0.m.39. 2 a 7).44-40.33).37. “filhos do ha" fEÍ 2. Em 1 João 2. 221 . Os termus “crinnça" e “filho” são também usados metaforicamente na Biblia.10).121 o lesus (Mc 2. utilizam todos expressões similares. Como "filhos dn Deus”. 15. Paulo (Fl 10). Cl 3. o escri­ tor de Edesi.211e viver em comunhão com os nossos irmãos. “descendentes de Abraão" (jo 0.6).2.41.23.r e “fillmihos" são usados pelos mestres e escritores. descendência da falsidade” (Is 57. Sem um pai paru cuidar delas e protegê-las.3| e “filhos do diabo” (1 Jo 3.astes (Ec 12.32: 7. textos como Marcos 10.14 introduzem a nuança de que as crianças são fracas e dependen­ tes.

Às vezes.14: 1 Cr 17. Em outras ocasiões. Esse tiso. os seus sofrimentos e a sua morte foram os meios pelos quais o Filho libertou os quo estavam “sujeitos a escravidão" (2. No meio da opressão.14. Filiação redentora O lema dt«ninante que está no cerne da revelarão bíblica é que Deus é Pai.4). No período enlre os dois testamentos essa idéia levou ao uso tia base "filho de Deus como um Ululo messiânico (4 Q Florilégio I I 1-13: 4 Q ps Dn A 1. o identifica como o Filho de Deus único e preexistente (Gl 4.10. ainda que Abraão náo nos conhece. quando seriam chamados “filhos de Deus". Similarmente.1. nõo é o caso.1)'. fiara o dia da bênção. i ).5. a bênção familiar du povo de Deus está especifi­ camente rela» ionada com Jesus.14-19. os seres humanos sáo chamados dp "geração de Deus" (Al 17. porém.11). à glória (2. Hebreus 1 e 2 deseuvolve o lema da supremacia de Jesus como Fdho. Cla­ ramente (2. pelo contrário. Polo fato de que o rei do Israel representava a nação. Portanto. és o nosso Pai.7-2. de Deus” [Jó 1. o proíela clama: "Mas tu és o nosso Pai.16). A confiança de Israel de que Deus viria e supriria suas necessidades era expressa pelos profetas em linguagem familiar (Is 03.20.7: Sl Ô9. mas também náo é o único uso escatológico do tema filiação. os irmãos de Jesus. e Israel rião nos reconhece: tu. Hb 2.49). 0 Setdior. mas não se reterem nem á geração biológica da humanidade p o r Dous (como uus religiões pagãs) ueru á criação.FILHOS NA BÍBLIA Numa expressão típica dos povos da Mediterrâneo.11. O advento de Cristo.12).41: lo 1. loi por meio de seus sofrimentos que o Filho de Deus lrouxe outros mem­ bros para a família de Deus. o povo de Deus olhava para adiante.41-46 — veja Jesus).26) adotivo de Deus (Sl 2. [r 3. é o elemento central da provisão de Deus para as bênçãos familiares escatológicas de seu povo. no Èxado (Os 11. é o Pai da nação israelita. sáo também chamados de "filhos de Deus”. A adoção delas na família do Deus é pot moio ile Jesus Cristo (Ef 3. a lráse é usada apenas como um lilulo messiânico (Lc 4. é muito raio. o HILio messiânico de Deus. Os 1. em virtude da redenção. 3*1.5-13) Mais especifi­ camente. Hebreus 2 .101. também «ra conside­ rado f i l h o de Deus (2 Sm 7.15) e trouxe os filhos de Deus. Ale mesmo os textos que usam a linguagem da criação ou geração (como Dl 32.10. a Bíblia ocasionalmente refe­ re-se aos seres angelicais como “fLLbot.10) fazem isso por mein de metáfora. Devido ao falo de Deus sei o criador e lats seres estarem sob sua autoridade.16:64. entretanto. Como Mes­ 22 2 . escolhido e retirado do Egito. o Filho de Dous (]o 1.6.13) Ele era s e r v o e filho (Sl 89. e sim . à formação de Israel cam n filho de Dous.». veja também Mt 11. assim.KM » mostra como Cristo trouxe “muitos filhos á gloria". porque Ele é o Filho messiânico de Deus. Rm 0.Outras pessoas tomam-se filhas de Deus quando crèern em Jesos Cristo.7).28. o Messias. Filiação em Cristo Jesus.16.6: 2.4: Ml 22. no Novo Testamento. Filiação escatològíca A expressão "Filho dn Deus" como título messiânico não é surpreso no Bíhliu. Em Isaías 63.27. Deus redimiu fsrael e. de Gn 6.201 porque Ele r o criador.17. nosso Reden­ tor desde a antiguidade e o teu nome”. frequentemente é chamada de Filho de Deus.6 e Ml 2.

9 .6 é seguido pela clara advertência uo v.5. São nascidas de Deus (1 Jo 3. A despeito das variações distintivas. 6 5 ) .3. "predestinados Iw.31 A ênfase dó apóstolo Paulo sobre esse assunto é encontrada om Efésios t. 9. "por Deus" í d 4. As pessoas tomam-se filhas dtí Deus. pois seu Pai "é misericordioso” (Lc (5. o diabo" Semelhantemente. A afirmação bem conhe­ cida “não há macho.fi: 2 Co 6.7). pnis e uma expressão genérica. A velha existência termina e começa uma nova vida. “propósito” (v.3-14. O vocábulo “regeneração”.4). o lindo quadro do cuidado paternal de Deus no Salmo 68. 223 . Rm 15. nem féméar é a explicação de Paulo para a declaração “Todos vós sois li lhos de Deus” IGI 3.6). O termo “ado­ ção". A Solução para a triste situação rio que não e filho de Deus começa corn a graça do Pai. a expressão “filhos dft Deus" não deve ser eniendida <omo se referindo apenas aogéuero masculino.5: Eí 1. Este segundo é expresso numa variedadB de palavras: “vontade" [Ef 1.3ti). 3 7 . "beneplácito" (w. ambos os termos deixam claro que a mudan­ ça envolvida é radical em toda a orientação da vida. Dois dos maiores temas dessa doxologia são a adoção de lilhos do Deus e a vontade e o propó­ sito de Deus. O efeito cumulativo é a ênfase no fato de que a adoção na família de Deus é conslruidd nada mais nada menos que sobre o fundamento da própria pessoa do Rii (o significado básico da palavra "adoção" enfatiza a escolha do Rii qun adotal.26-2«l.91.9: 4.4: Gl 4. que não aparece no Antigo Testamento e apenas cinco vezos no Novo Testamen­ to (sempre nos escritos de Paulo.FILHOS NA BÍBLIA sias. 5.1. e a boa uotida (lo Evangelho e q u e o Pai sempre toma a iniciativa fJo 6 .1J ). ó lomado do contex­ to social e legal do mundo greco-romano. Portanto.5). 11). Nem o novo nascimento nem a adoção na família d" Dous constituem um processo. mas tambúm os Cilhai.7. O Pai é gracioso e per doador. 4 5 .4. 1 6 . O chamado amoroso do Pai Nem todos são filhos de Deus. Tesus disse aos judeus: "Vós pertenceis tio vosso pai. Da mesma maneira. é uma metáfora biológica. Uma terceira característica co­ mum da adoção e da regeneração é que a mudança que ocorre é divina. 1IJ. realiza as esperanças dos profetas Esta realização inclui D ã o somente o s filhos du Dem. u menos que o Pai o r e v e l o (Mt 1 6 . e se sen Pai celestial também o perdoar (Ml 6 . 5. 4 4 . Como alguém podo aproximar-se de Deus? Por meio de Jesus. que aparece primariamente nos escritos de João. Sua misericórdia o seu amor são a raiz da Jihação de seu povo (]r 3 1 . e liberta aqueles que estão presos em grilhões: mas os rebeldes habitam om terra seca".18). Ninguém pode reconhecer Jesus como o Filho. 20: I P e 1. as duas metáforas enfatizam qun a mu­ dança não é apenas radical —•é também imediato.1ti). precisam "nascer de novo" (lo 3. adoção e regeneração estão ligadas à obra do Espírito San­ to (JO 3. t3 dp quo nem todos são filhos de Deus: “Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus no seu santo lugar Deu* foz que 0 solitário viva om família.23.9. Em )oào 0 44. Desde que nem Iodos são lilhos de Deus. os que desejam ver o Reino de Deus. de Deus (Ts 43. 1 4 ) . na linguagem bíblica.71.5: Gl 4.5. “conselho" | v. Adoção e regeneração Duas metáforas são utilizadas nos textos bíblicos para descrevei* como a escolha amo­ rosa do Pai se realiza e a pessoa que ainda não é filha de Deus une-se a Cristo e Iransíorma-se num membro da família de Deus: adoçao p regeneração. Especiliiemente.11) e eleitos |v. 5. 2 7 ) .

O filho de Deus e uma criai ura chamada para um relacionamento íntimo e pessoal de abertura. A confiança do filho em sou Pai para provisão. em conformidade com a imagem de Cristo. se é certo que com ele padece­ mos. Essa inlimidnde o vista de imulas maneiras na Bíblia. Mateus B. enlreiauio.13.25). De fato.29-31. Ml 5.3-11. Em ambas as inslândas o clímax é “vosso Pai celestial" (Ml 0. 23. alimentos o vestimenta Os w 25-34 focalizam o problema da preocupação com as necessidades bôsicas de [I I sustento e |2) proteção. 1. Nn "Oração do Senhor". Confiança no cuidado do Pai. Os filhos de Deus aprendem a lição do Sal­ mo 103.orn a oração. maneira característica. O fillio de Deus descansa na onisciência (Mt 10. dados pelo Rii qun molda e edifica os filhos os quais ama. por isso. pois a filiação alinge o centro da existência humana e estende-se a todas as áreas da rida.29.30). 2.9). mas não única Estudos teoló­ gicos recentes deixam de lado a antiga alegação de que a referência de |esus a Deus como "Par. para que lambém com ele sejamos glorificados" l Km 8.10). herdeiros de Deus b co-herdeLros lem virtude da filiação! de Cristo. Estas três virtudes paternas são essenciais para a segurança do filho. 'para nosso proveito” (Hb 12.26-20) do Pai.9) Eles foram adolados na família de Deus IGI 4.34. "Somos. 22. interesse e afeição com o amoroso Pai celestial. mas entrega-se a Deus Esse tipo fie fé.6. e o Sonhor enviou o Espirito de seu Filho aos seus «orações (Gl 4.32).12. 19-34 trata com várias perspectivas da relação dos filhos de Deus com os "cuidados" déste mundo: dinheiro. Deuleronômio 8.14.5-13.9. O Pai celestial se compadece de seus filhos e lembra-se que “são pó”.42.24. O lilho de Deus pensa a mesma coisa.FIU IOS NA BÍBLIA Os resultados da filiação Um rios aspectos mais impreasionantcs do uso bíblico ila uoção de filiação é a gama de resultados associadas com ela Isso é compreensível.5).30). proteção e disciplina significa que ele não se preocupo.. reconhece sua fraqueza o confia no Senhor.18-30).5)O talo dn qun os filhos de Deus chegam a essa condição "um Crislo" significa que sua vida presente envolve sofrimento no caminho da glória.era léxica ou sinteticamente única). não deve ser confundido com autoconfiança arroganie. 224 . IJm dos resultados da filiação é a disciplina do Pai.35] e ua misericórdia (Jo 10. O relacionamento Intimo do próprio Jesus com Deus expressa­ va-se na maneira característica como se dirigia a Deus em oração como “Pai” (Lc 10. Jesus ensina os outros filhos de Deus a orar: "Pai nosso" (Ml 6. (a) Oração a o Pai.8.15). Este sofrimento atual acontece sob o controle amoroso do Pai. mas uma das mais significativas esta relacionada r. Sl 68. frequentemente.17).. represem Iam dons para nossa disciplina e fortalecimento. Islo eslã enfatizado em Provérbios 3. e chamá-lo de "Pai" (Gl 4. O corolário da confiança o a perseverança O filho de Deus é chamado para traba­ lhar duro e jamais desistir (Hb 12. Rm 8. A confiança no Senlior resulta ora serviço alegre.1-5 e principalmente Hebreus 12.6). os sofrimentos da vida estão longe rir: ser sinais du ahandono de Deus.29. o Filho primogénito (Rm 8. na onipolência (Mc 14. por meio do Espírito Sanlo. Tal padecimento leva os filhos de Deus á glória. lambém podem orar a Deus. Intimidade. Dl 1.21. abnegado e perseverante ao Pai celestial (2 Co 1.2-5.26.48 — Nota. O filho de Deus descansa na promessa de um Pai que conhece e se preocupa com suas necessidades e tem o poder para suprilas (veja também | r 31. Rm 8.28) dos que são chamados para "serem conformes à imagem de seu Filho" (Rm 0.1 1. para o “bem" (Rm 8.

mas nunca eslava associado a qualquer ética moral da mesma maneira que a Bíblia faz. O filho de Deus é Liberto do medo da marte (Rm 8. o Novo Testamento desenvolve as responsabilidades óticos dos cristãos no contexto da família de Deus. o filho de Deus ê chamado para se purificar. Hb 2.15 deixa claro que a razão por que o filho de Deus lem certeza de sua herança eterna como filho de Deus ú a libertação do pecado. A cura para a oração hipócrita [k a hipocrisia em geral) é o lorlulecimento du intimidade com o Pai celestial. filhos de Deus" (Fp 2. A lamiiia de Deus Sur filho de Deus é tomar-se membro da Casa de Deus ( I Tm 3.9). A filiação biblica traz não apenas bênçãos. lemos: "Vós sois lilhos do Senhor vóstió Deus.47. A comlição de filho é contrastada com a do escravo. Em Deutoronõmio 14. Desta maneira. 4. Oração náo é unia arma de coaçao sobre os poderes do Universo. A liberdade dos lilhos é a libertação dn pecado e da morte e a Uberdade da vida da lamiiia de Deus. Adoção produz confiança — e não medo. mas recebestes o espirito de adoção.31-37). Jesus declara a oniseiência do Pai e diz quo o filho de Deus. Lm Hebreus 2. pois. A antiga viria era de cativeiro. "Assim que já náo és mais escravo. lambem Rm 8.B. A obra de Jesus (e do Pai). Ml l.6 . Semelhantemente.rituais impessoais da magia pagã [Ml 0.20 a 3. perfeitos.55). A oração do íilbo de Deus também é a an li teso da oração hipócrita dos religiosos que buscam seus próprios interesses (Mt 6.1. para que sejais irrepreensíveis e sinceros. 37. Não é. Assim como Israel loi solto do cativeiro para a filiação nacional. a Condição da liberdade de filhos não é a idéia ocidental moderna do autonomia.14-15).) a antítese das fórmulas. c lambém a que determina o novo rumo em suas vidas (w. nas quais o termo filiação era um lugar comum.16: 64. para enfatizar a Uberdade dos filhos de Deus.15). A família de Deus tem um estilo de vida diferente-(Dt *2 . pois. "Pois náo recebestes o espirito de escravidão para outra vez estardes em temor. om 1 loõo 2. As Escrituras enfatizam repetidamente que ser mem­ bro da íamilta implica assumir responsabilidade» familiares. “Sede. 5 . 3. Hebreus 9.38: Lc 0. R u a os escritores bíblicos. li qual estó segurri no Pai. É uma liberdade encontrada somente num relacio­ 225 .11-17).8.26). Oração é chegar á presença pessoal de Deus. a união com Cristo e a condição de filho são desenvolvidas em conexão com a santificação. pelo qual clama­ mos. Pai!“ ÍRm 0. como filhos amados” (Ef 5*1). mas filho" (Gl 4. Os israelitas tornaram-se filhos de Deus: por essa razão não podiam adotar os costumes religiosos de seus vizinhos pagãos. a uova e de libertação.1-0). Ib) Santidade familiar. um relacionamento simples ou desprovido de desafios. O filho de Deus Lambém é liberto do umu vida sem direçãt). da mesma formão cristão tornou-se livre para a condição do filho Essa libertação é descrita particularmonte como a libertação do medo.7). que liberta os lilhos da escravidão e os torna filhos de Deus (Jo 0. A intimidade bíblica com o Pai celestial é uma comunhão segura e couíortadora.11-17. nem rapareis o cabelo em honra de algum morto”.48) A intimidade com o Deus da Bíblia proporci­ ona segurança e exige santidade.FILHOS NA BÍBLIA Esse lipn de relacionamento intimo com n ftu rrtilestial em oração representava (para Jesus.35: Mc 8. ts 63. não busca o louvor è u honra em outros. 'Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas. O Pai ó o santo juiz que noluturo decidirá o destino elemo du humanidade fMt 18. o modelo bíblico de filiação era radicalmente adverso das religiões helenistas ao redoi. imitadores de Deus. O Chamado para a pre­ sente santidade está também enquadrado na linguagem da fa mi lia de Deus.211. Aba.2. "Sede vos. O medo da rulpa foi tirado. como perfeito c o vosso Pai que está nos réus" (Ml 5. A liberdade dos filhos.12-15.7. mas também exigências.15). Não fareis incisão alguma no vossa corpo. entretanto.

na Gahléia (Jo 1-44). João Batista jei havia dado associação que a localidade tinha com o testemunho sobre Jesus (1. Era uma 1. nos evangelhos e om Atos. ler uma amostra do que é o banquete eterno (Jr 3.34. A te Jo 5. 19 vszes em Tessalonicenses). culturais e sociais devem dar lugar à humildade. I Pe 5. ou seio. pírito Santo (15. Ap v.14 aparece aqui. corno o du samaritona (4.5).11. embora existam indica­ localidade principalmente dedicada à ções de que elo era tímido ■ : fraco na fé pesca.43). o conteúdo desse tolo a ser escolhido por Jesus (Jo 1. E importante fazer uma distin­ à ordem de Cristo ‘‘segue-me1 ' quo elo ra­ ção entre Filipe. Filipe. Rm 8. assim governante.FILIPE namento com os outros membros da famiiia de Deus. maioria dos "seus náo o receberam” (Jo Betsaida.3.9. Posteriortolo. nesse amor frater­ no.39-421 . às vezes chamado de "o dn que Moisés escrevera no Antigo Tes­ evangelista". os pais com certeza colocaram o mente. 36. aproximaduCrisio. bem como telrarca lalvez explique o nome do após­ André e seu irmão Pedro ( i 41).23. Era da mes­ tusiasticamente. testemunho torna-se evidente quando Fi Nas listas dos evangelhos sinó ticos ele iipe teslemunhnu não somente sobre um sempre aparece eni quinto lugar.11). nhou de lesus. o totrarca. quando lalou sobre Ele a Exisle certa discussão sobre sua localiza­ Natanael. 0 povo dn Deus foi tirado do melo do paganismo.19: Lc 20. É no evan­ F IL IP E . Marcos 3-18 e Lucas 6.26. situada a nordeste do ponto onde (veja adiante). Fica claro em sua resposta imediata tamento. o do Es­ De acordo com o evangelho de João. Terceiro.M . todos os cristãos do Novo Testameato reterem-se uns aos outron como "irmãos".46). foram incorporados à Igreja dn Deu.39). assim corno Pedro na lista dos doze apóstolos. sempre mencionados juntos. numa época em que a ma cidade de Pedro e André.18. Os “filhos de Deus pela íé” são os que são 'batizados um Crislo'.26| a. que significa uma casa unida. "Trmáo'’ é uma palavra quo expressa profunda afeição pessoal e denola amizade. 19. o apóstolo. Primnim.7$). um dos doze apóstolos.9).191. Sabe-se mnie André. ondtí dão existe lugar para o orgulho.31-46). imediatamente testemu­ o rio Jordão desaguava no mar da Galiléia. é desenvolvido extensivamen­ cidade o a chamou de “JúHàs'\ em home­ te no evangelho de João (veja especialmen nagem à filha do imperador romano. Paulo o faz 133 vezes. Esse lema do testemunho sobre ção exata.27) e. amar os irmãos (1 Pe 2. ma* Sobre o que porque us dois irmãos Tiago e João eram 226 . As barreiras raciais. lalvez homem surpreendente. Seu entusiasmo fica evidente Obra de Deus na Igreja primitiva (Al 6. pidamente creu sor lesus o cumprimento e o diácono.(Gl 3. assim. o qual Ibi muito dedicado a tamento. Corri exceção tle Judas. o dos após­ provavelmente Filipe foi o quarto após­ tolos (15. amor e comunhão ua obra de Crislo ( I Cu 8. Quatro diferentes pessoas são gelho de João que ele recebe maior aten­ conhecidas por esse nomo no Novo Tes­ ção. para viver separado. intolerância e egoísmo. Filipe. um mandamento dirigido a todos inRute 30 anos antes reconstruíra essa os cristãos. é mu bom exemplo daquelas pes­ lo pouco sobre ele além do que está es­ soas que “receberam" a lesus rápida e en­ crito no evangelho de Joáo. Segundo.17) e.s. é claro. Mencionadopela maneira como apresentou Natanael ao Fillio de Deus (1. Filipe.27). 1. Em Mateus Três pontos são dignas dn mearão 10. ap amur o ao interesse mútuo [El 2. o testemunho do Antigo Tostamonnomu de Filip e em hom enagem ao lo sobre Jesus õ uiom ionado (5.

23 a resposta de Cristo apontasse paia adiante. Não sabemos se Cristo desejava testai parliadarmente a fé do Filipe ou so ele era a pessoa mais indicada para responder a tal pergunta. Talvez Filipe pensasse em Gris lo cama "o profeta" |Dl 1U 19. A resposta era que Fili­ pe o seus companheiros ainda náo tinham seus olhos espirituais abertos adequadatncnle para entender essas coisas. “seria suficien­ te’’. O v. Muitas pessoas convertiam-se ao Evangelho.2) e negligenciavam o ministério da Palavra de Deus. lesus já teria morrido. Jesus. Aresposia d < ? Cristo t^ve um tom pro­ fundamente triste. Náo está claro se Filipe promoveu ou não o encon­ tro dos gregos com Jesus. segundo ele. Isso.81. Os apóstolos observaram que perdi­ am tnuilo tempo na solução desse tipo de problema (At 6.21 . Ames que isso acontecesse. Em João 12. ao lempo em que outras ovelhas seriam uciesceutadiis ao rebanho do Senhor. Portanto. Os apóstolos ora­ ram e impuseram as mãos sobre eles e os nomearam para o serviço social da híreja. náo perceberam que. um ponto que Inão estava determinado a estaboloccr etn todo seu evangelho. entre os discípulos reunidos no Cenáculo. Este Incidente é uma interessante inilicaçào de quão cedo na vida da Igreja houve uns reconhecimento de que Deus dá diferentes ‘ministérios” e “dons" a di­ versas pessoas. Filipe e os outros esliverara com Jesus por mujln tempo. portanto. talvez estivessem próximos de Hatsai da).FtUPE estava escrito na Lei ile Moisés a respeilo da Jesus. 2. Essa seria a tarefa do Espirito Saulo logo mais — abrir totalmente seu entendimento 11. Filipe não teve té e tampouco o entendimento para imaginar qualquer solução que não custasse uma fortuna p u i dinheiro para alimentar aquelu multidão. Filipe é mencionado novamente em João 6. embora jã tivesse seus próprios planos«l«i operar um milagre. Portanto. por conhecer aquela região dó grande "mar da Galiléia'' (0. e mencioniidn pela primeira vez em Atos (i. precisavam de ajuda. foi apro­ priado que em João 12. t:m várias ocasiões.v. viam o próprio Pai. lesus voltou-se piira ele paira teslálo. A unidade do Pai e do Filho estava lirmnmento estabe­ lecida na resposta fiada por Cristo à per­ gunta de Filipe. Ele cria que íis Escrituras se cumpriam.5. ficou patente em Filipe fio 14.2 J faz alusão).16). sele homens foram indicados e escolhi­ dos entre os que eram "cheios do Espírito Santo e de sabedoria”. 7 indica o su­ cesso dessa divisão de tarefas: “De sorte 227 .4 25.1. Essa fali. Ao relator incidentes como esse nos sous leitores. t»o perguntar-lhe onde comprariam pão para alimentar 5. ao conlemplar lesus.a de compreensão foi vis tu tam­ bém nos demais discípulos.000 pessoas 16.22 alguns gregos apro­ ximaram-se de Filipe b solicitaram uma audiência com Jesus. Os apóstolos perceberam que o trabalho do administração da Igreja em lerusolém era muito pesado. João demonslrava a profundidade dos ensinos de lesus e destacava sua importância. Mesmo assim. Viram -D O em ação u ouviram seus ensinos. quando pediu a lesus que lhe "mostrasse o Pai”. 2) lamais devem ter outras preocupações. lançou o desafio. as que não pertenciam ao povo de Israel 11U. 15.6). As vezes também chamado de diácono. Os crísláos de origem grega reclamaram que suas viúvas eram despre­ zadas ua distribuição diária de alimen­ tos. o evangelista. Es­ ses homens certamente sáo significativos nesse ponló do evangelho. pois indica­ ram que havia outrfis pessoas Interessa­ das em Jesus e apontaram para adiante.5. Filipe. para sua própria morte e ressurreição. Talvez o tenham prociuado porque linha nome grego. A última men­ ção ao seu nome é em Aios 1 13. enfrelanto.20). Enfolicamente Cristo lhe perguntou como fazia lal pergunla depois de tanto tempo em sua presença. um versículo uo qual João 1. Este fato reflete também o reconhecimento pela Igreja de que os que são chamados para o ministério da palavra de Deus" l.

Prodamou o Evange­ lho. e Cleópalra de Jeru­ salém. e em |erusalérri se multiplicava rapidamente o nú­ mero dos discípulos. onde rapidamente tornou-se um imporlante missionário. os apóstolos Pedro e Joâo foram alé lá e confirmaram que u Evangelho era aceito de bom grado pelos gentios e samaritanos. des­ de que houvesse duas mães envolvidas. Filipe dirigiu-se para Sumaria. Lc 3 . 1 descreve seu governo sobre a IIureia e Traconites. pois tnl coisa seria possível. pois mais (arde ele é durainenle repreendido por Pedro (ÍJ. Em Marcos rt. Atos 1. l U i a m o r t e de João Batista é lembrada quando as pessoas sugeriram que lalvez lesus losse loâo. Quando começaram as primeiras per­ seguições contra os cristãos em Jerusa­ lém |na épacu i-m que Estêvão foi rnartitizíido}. mas Joselo declara que incluía 228 .8). Isso significa que dois filhos de Herodes. o filho de Herodes.FILIPE quo crest ia a palavra de Deus.27. Esse governante. A pressuposição geral é que esle só pode ser Herodes Filipe. Ao men­ cionai esse incidente. que viajava em sua carruagem.Antigo Tes­ tamento à luz do ad\entn de Crislo: 0 eunuco creu e íoi batizado.121. 0 tim dei que fossom teste­ munhas em Jerusalém. o Grande. Samaria e até os confins da Terra. é claro. o qual. Fili]>e enfrentou um problema com um magico chamado Simão. o Grande. Seu trabalho naquela localida­ de loi especialmente importante para a mensagem do livro tle Atos. era filho de Herodes. e M&riâne. lilho de Herodes. É impossivel determinar onde eram os limites de seu território. o tetrarca (veja abaixo|.8 indica claramente que bem mais torde em sua vida ainda era amplamente re­ conhecido por seu zelo missionário. Muitas pessoas se converteram por meio de sua mensagem e fnram bntizadas (8. Joselo. proporciona 0 pano de lundo histórico para a repreensão de loâo Ba­ tista a Herodes: 0 Batista o repreendeu por causa de «eu casamento ilegal. o Grande. era o nome de família. 3 * 1 2 ] . lilho de Horodes. Provavel­ mente foi por meio deste homem que mais tarde 0 Evangelho se espalhou por toda a Etiópia. Por meio de Fili­ pe. 4. sob a direçáo do Espirito Santo. cuja es* posa posteriorm ente foi tomadn por Herodes. quando viu os milagres operados por ele..28).. G fato de que Filipe era realmente um homem "cheio do Espírito Santo" e visto na ma­ neira como o Espirito o levou a falar com o eunuco. identificou a primeiro marido de Herodias como Herodes. Paulo e Lucas o visitaram em Cesareia. onde vivia e era conhecido comu "evangelista” (At 21. Filipe. creu e balizouse. Perlo do final do Livro de Alas.2Ú-24J. Fdipe também teve oportunidade de pregar para um eunuco etíope. Lucas 3 . Atos 8 concede-nos uma idéia do tipo de trabalho 110 qual Filipe esteve envol­ vido em Samaria. esse testemunho chegou a Samaria. o Gran­ de. Enquanto esteve em Samaria. Lucas mos­ tra como a Grande Comissão loi cumpri­ da. te tra rca da Ituróia e Traconites. o que jus­ tificaria sua designação por Marcos como 'Filipe”. Ele lhe expós as Escrituras do . 0 Grande. Marcos referiu-se ao casamento de Herodes com Herodias. e Cleópalra. Posteriormente. pois aquele cidadão era um importante oficial do governo e esta­ va a caminho de sua casa (8. ernuo resultado. Certamente é possível que o primeiro marido de Herodias fosse Herodes Filipe. As referencias a esse governante.8 registra o mandamento do Jesus potra os discípulos. 3 . A referência o Filipe coma "o evangelista" em Atos 21. Não se sabe ao certo se sua conversão foi genuína. foram chamados de Filipe. conhecido com o Filip e H erodes. Filipe. operou milagres e desenvolveu um ministério que mais parecia o de um apôstolo do que dn um coopnrador ou (listrador. /udéia. o qual revivera. Joselo contudo uão menciona o segundo nome de seu filho. Herodes. entretanto. a quaJ fora esposa do seu iruião Filipe. 3. foi decapitado (Ml 1 4 .17 (veja Ml t 4 .

Esse Dorae vem do hebraico Filistia e Filisteu. uma con­ clusão que suscita varias dificiddades à luz das referências a eles no Antigo Tes­ tamento. Era considerado pela popu­ lação como o melhor e mais justo de Io­ dos os Herodes.C. até Canaã. Aparecem novamente no relato do Êxodo. F IL IS TE U S .FILISTEUS. 25.23). nesta narrativa os filisteus procederam a ocu­ pação de Canaã pelos "povos do mar” em mais de dois séculos Talvez os filisleus tenham chegado a Canaã em grande número em 1200 a. 34. utésua morte em 33 d. incluindo uma rojjçião considerável a leste do rto e norte de Decápolis.C. j\n. através do mar Medifprrânoo e da Libia. quando Deus levou os israeUtaspara lon­ ge da rota costeira. D'-uieronôinio sugere que os Callorins estabeleceram-se na costa do mar Mediterrâneo. são sufi­ cientes para permitir a possibilidade de hebraica. um nome bem próxim o da pron ún cia onde subjugaram a população notiva dos aveus (Dt 2. esta área estendia-se da oeste du porte norte di] rio Jordão. um evento passado sobre o qual Moisés teve noticia (Dt 2. é a própria área constantemente associada com as cidades dos filisleus no Antigo Testamenlo. O S . Génesis 10. Esses tex­ tos chamam os filisteus de Ptílesel. não elimina a possi­ bilidade da existência de filisteus anteri­ or a essa data. Nos textos acadíanos a região é referida como Rilastu. a região qun fazia uma fronteira acidenladacom Israel e luda.C Durante esse período loi responsável pela reconstrução de Cesaréia de Filipe (anleriormenle conhe­ cida como Peneiom) e a cidade pesquei­ ra de Betsaida.1.C. Os filisteus são mencionados proeminentemente nos documentos do Novo Reino Egipoio (1200 a I 100 a. e quase todos os especialistas identificam Oaftar c.C. Esta. Gaulanites e Bataiiéia.omo Creta. em épocas muito anteriores.23). As abundantes referên­ cias aos caftorins (kuptam ou algo assim) em textos anteriores a 2000 a.4). A evidência mais notável o o contato que Abraão e Isaque tiveram com os filisleus antes de 2000 a. em Gaza e arredores.14 faz um elo enfre os filisteus e os callorins.7. entretamo. O próprio Anligo Teslamento testifica sobre isso. ou posteriormente. |ão certo como conduzira os filhos fie Israel do Egito a Canaã (Am 9. (Gn 21. é claro.. A Ugaçáo fica completa com a obser­ vação dn Jeremius de que os filisteus eram 0 remanescente da ilha de Caftor (|r 47. 8).I que ficaram suficientemente nume­ rosos para causar algum lípo de proble­ ma para Israel (! Sm 4 a 0. OS Auraniles. O lago Hulé e a cidade conhe­ cida como Cesareia de Filipe lambem es­ tavam dentro desse território.17). Filipe go­ vernou nessa região do ano 4 d.. )z 10.8: 13 a 10). no extremo nurte do mar da GulUjéia. Isso.32.C. A maioria dos historiadores data a chegada dos filisteus ao leste do Medi­ terrâneo em lorao de 1200 a. Arnós acresconla a intormação de que o Seidior Irouxera os filisleus para a Pales­ tina de C a fto r. durante os reinados do Kamsós UI e seus sucessores imediatos. porque rira “o caminho da torre rios filisleus'' (Ex 13. pois foi so­ mente nos dias de Samuel o Sansão I I 120 a. 229 . Se aceitamos a dala tradicional para o Êxodo. ou seja 1440 a.G.7). PiListu ou Pilista. O termo "povos do mar" descreve ade­ quadam ente os filisteu s e seus alia­ dos. exatamonte de acordo com as passagens de Génesis e Êxodo e com a referência em DeuterouômJo da substi­ tuição dos aveus pelos caflorins. no Anligo Testamento. Portan­ to.C. Á palavra gre­ ga Pulaistinei deu origem ao nome mo­ derno Palestinu. A mesma identifica­ ção é feita em antigos textos acadianos que descrevem pessoas de Creta como k ap taru . pois tanto o Antigo Testamento como os documentos exttuhíblieos estabelecem sua origem nas d lias e regiões COsleiras próximas Ha Grécia e Creta.I como nm elemento dos netandus "povos do mar” que tentaram sem sucesso inva­ dir o Egito.C.C.

Sua mãe foi 1uma das filhas rle Putiel" lÊx 6. Escavações arqueológicas recentes revelam que os filisteus introduziram e experimentaram um elevado nivel de cultura e tecnologia. entretanto. Asdotle. eram eslrilumeule evitados como um mal que podia conta­ minar. cada urna govnrnada não por um roi. mas que. O re­ conhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava pelas pessoas em diferentes congregações é algo digno de nota em suas epístolas. A pBntápolis demonstrava «er uma coalizão dn cidades com direitos iguais.5-7). Qualquer que seja . 2 Sm 1. até q u e Samuel (1 Sm 7.26. Filho de Eleazar e neto de Aião. palavra que talvez signifique "se­ nhor” (js 13. 1.C. uma Inovação bem avançaria em relação ar» seu uso em Israel. o próprio Esdras e nutTos levitas traçaram suu linhagem familiar alé Finéias (Ed 7.. É costume geral referir-se à sua estrutura política como uma pentâpolis ("cinco <idades"). Ex­ tremamente belicosos. seus ar­ mamentos e artelaios de tumulos. localiza o impac­ FINEI AS. Ir.22-25] deram um paradeiro em suas incursões. O Antigo Testamento.10-211.M. chama­ da Dagom (1 Sm 5.s territórios pertencentes a Israel.4. 3. etc. as quais exerciam uma certa auto­ nomia (orei Aquis tratou iudependentemente com Davi. diante de uma emergência uadoual.3. 31.sua origem exala e seu estaibelecimento cronológico. 1 7. por encabeçar a lista. foi um dos maiores homens de todo fsrael. to negativo que tinham s o b r e Israel. contudo.C. não enfatiza as realizações culturais dos filisteus: polo cou bário. provaram sor ini­ migos implacáveis dos israelitas alé o início da monarquia.FILÓLOGO suâ existên cia na região costeira de Canaâ. se um israelita quisesse afiar ou consertar um equipamento feito de ferro.23.18.2) e Astarote/Astarte l J Sm 31. Desenhos bem con­ servados encontrados em Mmlmnl.15).). Seu lillio chamava-se Abisua 1 1 Cr 6. eram ainda mais nocivas: Unham como figura principal uma divin­ dade meio peixe e meio homem. 16. adagas. referência Ireqiiente a eles como “incircuucisos" (Jz 15. 1 Srn 27. pois conquistaram repetidamente o. Suas práticas religio­ sas. H nbu. Na época do retor­ no dos judeus do exilio na Babilónia. mostram claramente que os filisteus tinham assimilado o culto nati­ vo e original dos cuxibiuius Teologicamente. mas por um Oficial denominado em hebraico de seren. FILÓLOGO (Gi.). no Egito.18.5. Esse deus (cf. selos e sofistica fios dese­ nhos de arquitetura Cm dos maiores pro­ gressos dos filisteus loi a utilização do ferro. A . 17.20) deixa claro que nao pertenciam ao povo da aliança: portanto. Ga te e Ecrom. junto com Júíia. por volta do século XII a. tais como Baal-Zebube (2 Rs 1. mostram suas roupas.12-14) e Davi (2 Sm 5. o s filisteus tipificam us Influências perigosas e mortais às quais Israel precisava resistir como povo escolhido (lo Senhor.6.Cristão que vivia em Roma e foi sou^ dado por Paulo em sua carta.1-5). o qual tinha o monopólio das habilidades necessárias paia tal função (1 Sm 13.27.8-13). outros sítios arqueológicos em Canaã incluem impressiouanlos amostras de potes de barro. Filólogo fosse o líder de uma igreja domiciliar o Júlia fosse sua esposa. Nereu.4. Uagan e Man canoneui o a existência de outras. 501.3.5 230 .8. AsGalom.251. nos tempos anteriores ao Èxodo. i Sm 14. procurava um filisteu. É provável que. “amante do aprendiza­ do"!. tra­ balhavam em conjunto d submetiam-se às decisões da maioria (n dispensa de D a v i da batalha contra Saul: I Sm 29). Sua tradução na Septuaginta como “tirano” npõia a origem dos filisteus do mar Egeu. os filisteus esta­ vam sobdamentci estabelecidos nn cosia mais bátxíi do Metlilerrâueo. sua irmã e Olimpas |Rm 16. Na época do rei Saul (1050 a 1010 a. ambos semíticos. conceutrudos em cinco cidades: Ga/a.

com a intenção dn t»:r relações sexuais com ela. Para mais detalhes. o o povo com ia. no meu zelo. para ja­ mais se esquecerem de que faziam parte de Israel e adoravam o mesmo Dous. p se prostrava diante deles" — Baal-Peor fvv. quan­ do transmitiu a palavra de Deus ao povo concernente ã vingança pelo pecado dos benjamitas l|z 20. trouxe uma mulher midianila. o 231 . Todos os lideres que se ituvolve­ ram na imoralidade e idolatria foram mortos. a qual levou para sua tenda diante de toda a congregação. Sacerdote em Siló. Finéias soguiu-os o matou-os com apenas um golpe de sua lança. Zinri. Eles se tornaram totalmente corruptos e tira­ vam vantagem da posição privilegiada que ocupavam. 3 . lal dedicação ao Senhor e às suas leis tomou-se um modelo de como todos os israelitas. chamada Cosbi. As três tribos explicaram que o aliaT seria usado apenas como um leslemuuho de que a adoração $0 seria feita no Tabernáculo e uunca seria utilizado para o oferecimento de holocaustos (v. "Não conheciam ao Senhor' (1 Sm 212). Eslns convidaram o povo aos sa­ crifícios doa seus deuses. 2f3j. lerá a aliança do sacerdócio perpé­ tuo. antes que todo o Israel se envolvesse em guerra. Lria como um memorial para Io­ dos os israelitas que se estabelecessem no lado orienlal do rio Jordão. filho de Arão. especialm ente seus lideres. e fez propiciação pelos lilhos de Israel" (w. Deus falou a respeito de Finéias: "Finéias. \ adoração e sacrifícios só eram permiti­ dos no Tabernáculo. porque foi zeloso pela honra de seu Deus. do maneira que quando as oufras tribos souberam o que us tTés fizeram. Com exceção de uni curto período no sacerdócio de Eli. Seu irmão chamava-se Hoíni. 7. Em Josué 22. 13. Gade e Manassés. 30-34). Suu fumu foi estabelecida principal­ mente par sou "zelo” em defender o Se­ nhor Deus em face du idolatria. quando saiu com os soldados israelitas para a balalha con­ tra O S midianilas numa vingança pelo in­ cidente em Baal-Peor. -A praga euviada por Deus sobre o acampamento foi interrompida por essa ação rápida. extttamenle quando isso ocorria. 11-13). “o povo se en­ tregou á prostituição coru as Iilhas de Moabe.3).14) foram enviados para falar com os lide­ res.20 indica que uma de suas principais tarefas era a de ser "porleiro" no Tabernáculo. veja H o fn i. Ele. Levou consigo al­ guns utensílios do santuário e trombetas. O próprio Finéias anos mais tarde serviu diante da Arca du Aliança em Untei onde novamente seu zelo pelo Senhor foi demonstrado. para indicar claramen­ te que os apanhara em pleno ato de imo­ ralidade e adultério |w.3. 2 .»).l-3). Finéias e toda a delegação rotornarurn louvando a Deus |w.21 I Crónicas 9. A ira do Senhor diante de lal comportamento ocasionou uni juizo ime­ diato. Finéias e os representantes das tribos (w. para serem utilizados como sinalização. Finéias é mencionado novamente no relato de Números 31. era um dos fi­ lhos rio sumo sacerdote Eli II Sm 1. NttmemS 25 registra que. pois foi tomado de zelo por mim no meio deles. por isso. da tribo de Simeão. Finéias liderou uma de­ legação enviada ao encontro das tribos de Rúben. filho de Saiu.30. Finalmente morreram sob o juízo de Deus. os descendentes de Finéias continuaram seu ministério sacerdotal e lambem ocupa­ ram o sumo sacerdócio. Pai de Eleazar. San. temeram que novo julga­ mento de Deus caísse sobre eles. filho de Eleazar. e a sua semente depois dele.6. O zelo de Finéias é mendouado no Salmo 106.FENÉIAS H. deveriam viver. não cousumi os filhos de Isra­ el.000 israelitas jií tinham morrido. Portanto. as quais ti­ nham erigido um aliai perto do rio Jordão. o sacerdote» desviou a minha ira de so­ bre os filhas de Israel.28). quando os israelitas esta­ vam acampados em Sitim. dfzô: Dou-lhe a minha ali­ ança de paz. mas 24. 14. um dos sacerdotes que retornaram do exílio na Babilónia.

"queimando'1 ).17. Clemente mentiouou um bomorn coai este nome em sua epístola aos Coríntios. juntamen­ te com Estéfanas r Acaico.14). FLEGONTE (Gr. Segun­ do nomt. 4 Q r e f e r n . pelas pessoas om diferentes congregações é algo tligno de nota om suas uartas. P. abençoado). é? p s D n è a a b r e v i a t u r a d e p s e u d o . 3 3 J.DiG. N'o íinal rio século. mas provavelmente não se trata da mesma pessoa. o n d e l o r a m e n c o n t r a d o s o s d o c u m e n t o s . Veja Estéfanas ' Es< r it o s d a li t e r a t u r a j u d a k a d c » p e r í o d o i i i t p r l o s t a m * m l í i r i o . É men­ cionado em I Coríntios 16. O reconhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava FORTUNATO iLat.i «pistola (Rm 16.de uma lista de cristãos iora.s e u C a v B r a u n * 1 d o Q u m r a u .FLEGONTE q u a l a ju d o u a p e s a r e r e g is t r a r t o d o o o u r o 6 p ru tu q u e le v a r a m d c v o lt a c o m e le s p a r a o T f e i i t p l o e m J e r u s a l é m (Ed 8 .D a n i e l (N o ta d o It e v is o r ) 232 .iuas saudados púr Paulo em su.

8). os quais procederam aleivosamente contra Abím«leqiie. Portanto. 23. Gaal aproveitouse do clima fie revolta e encorajou s^us moradores o se armarem contra o filho do Gidtíâo (vv. Gabriel aproximou-se e deu-lhe "enten­ dimento'' sobre o tampo enlre a ordem para reconstruir o Templo e o advento do "Ungido". Gabriel aporouou e providonciou a intur prettttíâo: "Aquele carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia.26). li­ dos como permanentes diante de Deus. 26-29) Abimalnquo foi informado da rebelião por meio dt: Zebnl. que levou o seu nome. Zebiú e Jútão.t . Tornou-se líder de uma das doze tri­ bos de Israel. mudou-se para Siquém depois qun o filho de Gidéão. Nome de um mensageiro celestial enviado por Deus a Daniel.16). Abimeleque. Ne 7. Estava entre as quo descoram ao Egito com seu pai e muitos irmãos (Gn 46. No período intertestamentário.231.16:9. u tribo d<’ Gade contava com 233 . Segundo o relato da natividade.15. o Messias (Dn 9.n . Enquanto o pro­ feta orava e confessava seu pecado. ele atacou e destruiu Siquém. a serva <Ie Léia.2. No dia seguinte. 24. GABAI.19. e depois apa­ receu em Nazaré. a fim de anunciar o nascimento de Jesus a Maria (Lc 1. GAÃ.26). que se eslabeleceu em lerusalém depois do exílio babilónico (Ne 11. irmão do Abraão. Na épora da saída dos hebreus do Egilo. no evangelho de Lucas. M homom de Deus'' ou "força de Deus"). Seguidor de Saiu. Tobias 12.19). governador de Siquém. nascido de Zilpa. 1 Q1I 6. 35. seus descendentes recebe­ ram como herança uma região ao leste do lordão. Seus descendentes estavam en^ tre os que serviam no Templo. Veja também Atijos.c .21).G GAAL (Hebr. numa nção que foi vista como juízo de Deus sobre seus moradores por lerom sido coniventes com a morte ilos lilhos deGideão (w. a . 57! Para mais detalhes. “repugnante”). É um dos dois anjos mencionados pelo nome na Bíblia |veja também Miguel). mas contra-atacaria (Gn 49. iniciou seu reinado ali. "enviou Deus um espi­ rita mau ontre Abimeloquo e os cidadãos de Siqu ém . Filho da Naor. Em sua bênção para cada um dos filhos. 1 9. Gabriel upresentouse a Zacarias no Templo. para servi-Jo e apresentar as “orações dos santos" (Jubileus 2.‘ (|z 9.49). a . I-c t . o sua coDCubina Roumii íGn 22-241 GA AR. facó pro­ fetizou que Gade seria atacada por guer­ rilheiros.2027)." (Dn 8.. Na visão ap ocalíp tica de Daniel. p . Filho de Elxirie. para predizei o nascimento de JoãoBatisla.261.-47. a lileratvua judaica descrevia Gabriel como um dos arcanjos au "anjos da presença". veja /lbunfíleque.13). Invadiu a cidade e expulsou Gaal e sua família |vv. Quando Canaã finalmente foi conquista­ da (Nm 32J. os quais regressaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. Sétimo filho de Jacó. G A B R I E L (Heb.. Durante um festival num dos tem­ plos pagãos da cidade. GADE (Heb "afortunado'’)* 1.11.2 1 . conside­ rado como desr endente da primeira es­ posa de Israel (Gn 30. ZacariaseMaria (Dn 0. 30-411 .20. Como castigo pela ma­ neira como este matou Iodos os outros filhos tle Gideão. Mas a bode peluda é o rei fia Grécia.

juntamente com Aristarco.11) Foi escolhido nm representante de cada tribo e Gadi. Na segunda ocasião. GAIO.25). "Vidente1 ou profeta que viveu du­ rante o reinado de Davi. o videnti' do rei.14-17). GAETÃ. Davi disse a Gade que preferia deixar a questão nas mãos dos Senhor. o comandante do exér­ cito ordenou que suas tropas fossem con­ tadas (2 Sm 24. o do proleta Nata' (2 Cr 29. neta de F. A fé do Caio e o snu compro- 234 . Gade ajudou o rei a dividir os levitas n o s sacerdotes em gru­ pos e a determinar as diferentes tarefas na realização dos cultos. Gade apresentou-se a Davi no rba em que a praga cessou.291 . Gade o incentivou a abandonar . pediu perdão ao Senlior (2 Sm 24.5). foi indicado pela de Zebulom. para espiá-la (Nm 13. “minha fortuna"). Líder edomita.36). proferida por intermedio do profeta Gade (ef. antes de chegar ao Irono.de sous inimigos durante três meses. anos mais tarde.3. 10). Reiuou por dez anos (2 Rs 15. l"| três anos de fome na terra. Os ga ditas são novamente citados em Ezequiel 48 e Apocalipse 7.3-23). foi agarrado pelos mora­ dores rle Éfeso — os quais oram na maio­ ria violentamente antagónicos ao Evan­ gelho — é levado a o lealro da cidade. 3") três dia*. lrouxe a palavra de Deus pura '?ste monarca nm quatro ocasiões especiais. Para mais detalhes sobre a missáo deles.ac. Um dos doze enviados por Moisés do deserto de Parâ à lerra de Canaã. 16 . “porque muitas sáo as suas misericórdias” (v.seus acampamenlos nas caver­ nas de Aduião e a regressar para Judá (1 Sm 22. por causa do censo que Davi mandara fazer. Aparenlemente este profeta lam­ bém escreveu um livro sobre a viria de Davi (1 Cr 29. 2') fugir.1l. o Senhor a interrompeu na eira de Araúna. o r«i queria saber o númRro de seus soldados e.ei. Or­ denou ao rei que construísse um aliar ao Senhor sobre a eira. 1. p. Davi reconheceu que tinha pecado e. 1. GADI (Heb. o jebuseu | v. ele ainda teria de enfrentar as consequên­ cias. Um dos doze enviados por Moisés rio deserto do Pa rã à terra de Canaã. Embora seu pecado fosse perdoado. veja Somuo. I Cr 21. 1 Cr 1. ao ignorar o conselho de Joabe. com sua contrição peculiar. 14).sau e Ada [mulher carianita) e lilho de Elilaz (Gn 3ft. Em Atos 19. onde se realizou uma m anifestação anticristã.41. Natural da Macedônia.5.19: I Cr 21. A primeira quando ele era perseguido pelo rei Saul. Con­ trariando a I. Uma praga veio so­ bre □ terra e espaJ liou-se por Jerusalém mas. filho de Susi. quando Davi íá eslava bem eslabelectdo como rei. A Bíblia diz que Ezequias seguiu as mesmas orientações. G AD IE L. Pára mais deiallips sobre a missão deles. o que Davi lez ime­ diatamente f 2 Sm 24. Assim que o censo foi realizado.1 H 4 ).18.050 homens em idade milhar [Nm 1. om tex­ tos que olham adiante oara os últimús dias e o cumprimento dos propósitos di­ vinos para o reino ilo Senhor. Pai de Menoém. filho tle Sodi. que matou Salum em Samaria e loriiou-se rei de Israel em seu lugar. Gade Ube deu três alternativas. Na terceira vez. de pragu sobre a liirro (2 Sm 24.I0J. veja Sam ua. foi Ltm dos "companheiros de viagem" do após­ tolo Paulo. Foi es­ colhido um representante de cada tribo e Gadiel.GAD1 46. 2 . "couforme a ordem de Davi e de Gade. Com profunda Iristeza. 2. O escritor das crónicas dá uma ênfase especial ao humilde arrependimento do rei p sua obediência imediata à palavra do Senlior. para espiá-la (Nm 13.25).29. foi indicado pela de Manassés. Em quarto lugar. Muito tempo depois a multi­ dão finalmente se acalmou e os dois fo­ ram soltos.10). Gade 0 procurou para pronun­ ciar o juízo de Deus sobre ele.19).

tal hipótese não é muito confíóveL) 3. isso é bem possível. .14). tor­ naram-se exemplos para todos os cristãos. em sua se­ gunda viagem missionária (At 18. urn liomem temente a Deus. onde participou de om eomplo para ma­ lar o imperador Nero.12-17). Provavelmente loi um dos escolhidos polas igrejas locola para acom­ panhai o apóstolo até Jerusalém. 6 citado na sau­ dação do Romunos 16. Homens como este. sim­ plesmente por ler sido bati/^do por ele. Tornou-se procônsul da Ac aia em 52 d.4 como ura dos que saíram antes rle Paulo de Filipos e foram esperá-lo em Tróade (v.6). 0 talo do apóstolo di­ zer "meu hospedeiro. isso significaria quo este Gaio talvez seja o mesmo pursonagom do item n" 1 Desde que Ar is larl o é mencionado nos clols textos. enquanto viveu nes­ ta cidade.G. pois o apóstolo preocu­ pava-se mais em pregar do que em bali­ zar Paulo não desejava que alguém se sentisse como se lhe "pertencesse”. Alguns judeus. entrou na casa ao lacto e começou a pregar mais especilrcamenlp aos gentios.D. e governava Corinto na época da primei­ ra visita de Paulo ã cidade.iai a pregação do Evangelho em Corinlo (1 Co 1. abavés dos sécu­ los.C. Morreu tempos mais tardo em Roma. e de toda a igreja1 ' sugere que uma das congregações prova­ velmente se reunia nn cosa de Gaio. foi mn dos levitas que se restabeleceram em Jerusa­ lém após o exílio babdónico (Ne 11.151.Se um texto grego variante for adolado. Nascido em Córdoba. Gaio. elos se tornaram demasiadaruonle "ofensivos'’ à mensagem (Al 18. A tradi­ ção diz quo esse Gaio posteriormente tor­ nou-se bispo de Tessalónica. Obadias.era um nome popular. 2. era irmão do filósofo Sêneca. na residência de Tilo Justo.3). Em 3 João 1. após inic. foi um dos levitas que se restabeleceram nm Je­ rusalém após o exílio babilónico |i Cr tt.l6L 3. Quan­ do. 4. nas épocas eui que n perseguição se ma­ nifestava. aolretanio. 4). Um dos levitas que se resta­ beleceram em Jerusalém após o exílio babilónico | 1 Cr 9. P. pois destacou-se como alguém que anda na verdade. quando levou O dinheiro que havia coletado para os pobres daquela cidade. tal batismo foi um talo muito raro. O único desejo do apóstolo era que o nomo du Cristo fosso glorificado.. o antagonismo dos judeus crescia cada vez mais. na Espanha. tinham crido em Cristo e.Aristarco loram presos 110 lugar d» Paulo (vtíyàAlexaildre).GÁLIO mLsso com Cristo eram muito fories. pregando na sinagoga para os judeus locais. 2 . uma cidade da Macedónia. o apóstolo os deixou. Seu descendente. No tumuito om Eleso. Gaio permanece como um exemplo para a igreja. G Á L I O . até qxie culminou nurn "ataque unido". porém. CaiG era um anciáo da igreja para a quai o apóstolo escreveu e um amigo muito querido. como Crispo.Seu descendente. GAL AL. como era seu costume. Natural de Derhe. Obviamente?. elo e . Paulo começara seu trabalho na ci­ dade. Foi recomendado por sua hospitalidade para com os outros e ainda é incentivado nesta prática por João. Paulo liospedou-se em sua casa. Natural do Corinto. João demons­ tra clarumenie quo o tinha em alta con­ sideração (w 2. pois ». de onde escreveu a carta aos irmãos de Roma. que exibiam tamanha Le <_rislã em tempos de perseguição.17).131. Os judous le v a r a m Paulo diante do Gálio b acusaram-nu de pregar coisas contrárias à lei (judaical (At 18. Provavelmente converleu-se por meio do ministério do apósto­ lo.ste 0 classifica como um de seus filhos (v.23. Derbn é subs­ tituída por Dobem?. ã medida que mais * mais pessoas toma­ vam-se cristãs. 5). o líder du sinagoga. Abda. é mencionado em Atos 26. 235 . (. E quase cerlo que se tralava do mesmo per­ sonagem que Paulo balizou. 1. portan­ to.

que seria melhor libertá-los GAMUL.d.4-6). em termos pragmáticos. Servo de Eliseu.34-391Tal dist urso estava totalmente em harmo­ nia com a posição que os grupos farísçrus mais liberais adotar iam. G AZ EZ (Heb. Embora a lei romana pro­ tegesse o direito dos povos de professa­ rem a própria religião deles. veja tambem Gl 1 . Aodebater o Evangel ho de Crista com a multidão em Jerusalém. açoitados e libertados. aos pés de Gamaliel (Al 22. é mencionado em três incidentes .g . por isso Gálio náo quis intervir. 0 incidenlr: lança nnm luz interessante sobre como o cristianis­ mo era considerado entre os governantes gentios naqueles dias. õ chamado de “Gamaliof a Ancião”. Foi este mesmo Ga ma liei que teve participarão aliva na educação de Saulo. 2 Citado em Atos 5. Provavel­ mente era neto do rabino HHlel. Harã também teve um fillio chamado Gazez (1 Cr 2. GAREBE» 1 1ri ta. pois estava satisfeito om per­ mitiu que ns cortes judaicas tratassem de lais assunlos: não interveio nem mesmo q u a n d o os judeus agarraram seu própria líder.35. Foi bem-sucedi­ do em seu apelo: os apóstolos foram tra­ zidos do volta.c. El* também liderou a tribo du Manassés quando os israelitas final­ mente saíram do Sinai e prosseguiram à viagem (Nm 10. funda­ dor de uma das ram ificações do lãrisaísmo.54. GEAZI (Heb. do que persegui-los. e a espancaram diante do tribunal (Ai 8. concernente a assunlos da religião deles. a proclamar as boas novas de que Jesus é o Cristo fA( 5. G AM ALI EL (Hob.d . um dos “trinta" herâis de Davi. Mais tarde.511. Seus descendentes estavam entro os serviçais do Templo que Tegressaram do exílio blibitónieo com Neomtas [Ed 2. Sóstenes. Nenhuma perseguição [iode desviai1 os seguidores do Cristo de sen maior alvo: ver homens o mulheres libertos para lesus. Da tribo do Levi. Era visto como uma facção do judaísmo. era um fariseu altamente educado e mu mestre respei­ tado. 59J. 236 . pediu que os apóstolos fossem retirados ria saia e então argumentou. entretanto. Gam aliei lavantau-se.200 pessoas1 (Nm 1. p. 0 fariseu que lomou-se Paulo. depois de sua prisão.-presentonte de seu puvo. losqtiiador de ovelha”). Paulo opelou para suas credenciais como um dos que eram znlosos pela Lei de Deus.GAMALH1 Gálio. não permi­ tia 110 entanto a extensão dessa ordem aos cidadãos de Roma. para fazer dis­ tinção de Gamnliel EL seu neto. “Deus é minha recom­ pensa”). p . Nn Literatura rabíniea. Seguiram então alegremente seu (rami­ nho. GAZÃO.20).4fi).4n-42|. Fp 3. não s o envolveu no que considerou uma questão internu en­ tre os judeus. o apósiolo. “vale da visão"!. Gomaliol também foi eurarregado de levar a oferta pacífica. quando o Tabernácido foS dedicado ao Senhor no deserto (Nm 7.34.48: Ne 7. Os ítritas eram um clã que vivia em QuLrinte-fearim (1 Cr 2.14-17). Quando Pedro e outros apóstolos fo­ ram presos e levados paru o julgamento (liante do Sinédrio. Harã. uo deserto do Sinai. Como n.3.40). e '‘instruído coniorme a ver­ dade da lei”. ora o líder da 22a divisão de sacerdotes designados pelo rei Davi para o serviço no Tabernáculo f I Cr 24. 2.38.53). Seus lide­ rados somavam 32.23). pois l ! nova seita de­ sapareceria rapidamente. 1 Cr 11. 3L Filbo de Pedazur e líder da ti Ibo de M anassés na época do cen so dos israelitas. 14. os quais Toram guerreiros valoro­ sos que lutaram ao lado dele (2 Sm 23. Moza e Gazez eram filhos de Calebe e sua concubina Efã.171.34.10. a menos que realmenle fosse algo de Deus (Al 5. A enorme conlribuição dedicada por sua tribo foi levada no oitavo dia.

0 profeta quis componsãla pela generosidade e hospitalidade de­ monstradas. e de Qgue. h . O segundo incidente envolveu a cura de Naamã. Este general ofereceu uma recom­ pensa a Eliseu. O profeta recusou o pre­ sente. Na chegada.d. 1. Ao que parece. que ministrava no Tabernáculo (1 Gr 25. (3 primeiro é relacionado com a visita do profeta Elisou à cidade di Suném. qué insistim em hospedá-los e alimentá-los. A criança não se recuperou e por isso Eliseu loi até l a p e s s o a l m e n t e . rei de Basã". para recuperar suas propriedades.1-0. com a inten­ ção de tirar algum proveito da siiuaçãn. A soberania de Deus nos eventos da vida de Eliseu e na das pessoas com quem convivera é vista repetidamente. a mãe. Era intendente na região do G ileade "a terra de Síorn. O tex­ to chama a atenção para o fato de que era o único governador daquela imensa re­ gião. cheia de desgosto. mentiu no­ vamente. a rica mulher procurou feorâo. quando Eliseu lhe perguntou onde Linha ido. a qual satra de Naamã recaiu sobre ele (2 Rs 5. Geazi tcmtou afastá-la. Apesar do seu desejo excessivo de proteger seu senhor. Veia lambém Bcn-Hur GEDALIAS (Heb. Geazi apren­ dera a lição. Geazi provavelmente percebííu isso. por causa do impado uegativo que causaria uo niinistério de Eliseu e ao nome do Senhor entre os estrongeiros. procurou o profeta e lauÇOu-se aos seus pés (2 Rs 4. 237 . descol iriu que Geazi contava ao rei sobre as proe­ zas dn Eliseu e ouviu justamente o episó­ dio da ressurri ição do filho dela. Eliseu então prometeu que ela te­ ria um lifllrfi.10). jnnto com Àsafe n l íomã. onde conheceu uma mulher rica. músicos e componentes do coral. âl. pois disse-llhe que o homem de Deus precisava de algum dinheiro para ajudar dois jovens protelai». listado entre os levitas que loram separados para 0 ministério da profecia e da música du­ rante o reinado de Davi. GEBER. Geazi era um seivo obediente e bem disposto. era um dos doze governadores distritais do rei Salomão ( I Rs 4. Algum tempo depois o menino Eicon doente e morreu. "o Senhor é grande"). estavam sob a super­ visão direita do rei. pois continuou o servir a Eliseu.S narrados om 2 Reis 4 a 8. por intermédio de Goazi. quan­ do Naamã lhe deu a sacola com pTutu e os duas peças do roupas. mais tarde. O proleta disse a Geazi que seu espirito estivera com ele. Geazi correu atrás dele. pois não compreendeu a atitude de seu senhor Eliseu. En­ viou seu servo (Geazi) à casa dela com a instrução dft colocar o cajado na rosto do menino. O castigo de Geazi foi que a lepra. mas Eliseu de­ monstrou amor e compaixão por ela. Naamã e seu povo saberiam Tapitlamente da história: 0 profeta seria acusa­ do rle cobiça e eles ebegariám a conclu­ são de que o lãvoi do Senhor às vezes é Com prado. JedulUm.c .27). Geazi mentiu para Naamã. mas também no modo como o Se­ nhor cuidou dn sunamila. mesmo quan­ do Eliseu estava ausente.3.18*37). A ambição de Geazi íoi casl igada imediatamente. o que realmente aconteceu no ano seguinte. onde Deus operou o milagre e o menino res­ suscitou. descobriu quo aquela senhora não tinhu filho. Um rios filhos de JedulUm. entretanto. o comandante do exército sírio. Filho de Uri. depois que Naamã par­ tiu. rei dos amoireus. Q u a n d o voltaram. pois haveria sete anos de fome na região.GEDALLA. não somen­ te ua maneira como ele descobriu sou pe­ cado. Eliseu dis­ sera à mulher sunamila que deixasse o pais. Ge dali a> era o líder do segundo grupo de levitas. O servo do profeta relatora o acontecimento fiel­ mente e mostrou ao rei o menino que fora restaurado á vida: Jeorão deu ordens para que a mulher recebesse de volla todos os seus bons. E l a foi com a família p a i a a terra dos filisleus. A terceira menção do nome de Geazi encontra-se ern 2 Reis 8.

(2 Re 25. o qual enco­ caldeus. 4). esse nome talvez se refira a junto u)m vários outros oficiais. é GEDOR. 42 e 43J.18. se aceitassem as ordens dos va entre os homens que ouviram os pro­ nunciamentos de Jeremias. O rei ila Babilónia dei­ exílio babilónico. reprosoofinitivamente o final da permanência de tanto da tribo de Dã Ele foi um dos doze qualquer Lídnr judeu na terra de Judá. Avô do profeta Sofonias (Sf 1. encontrasse um 11 Cr 8. enquan­ um lugar. desse matá-lo. com seus nm doE filhos de Jeiel e sua esposa Maaca sonhos de expansão. para assassina-lo. Deus novamente levan­ xara pura Irás somente o povo mu is po­ tou um líder do próprio povo para govBrnar Judá. O resultado desse assassinato foi de­ GEMALI. b descendente de Hm ( 1 Cr 4. Filho de Plasur. temendo as represá­ lias por parte dos raldeus. Joanâ pediu 2. ret dos am onitas. o pro­ regresso da Babilónia paru Jerusalém. O profeta foi com nador de luda pelo rei Nabucodonosor.13-41. Essa. filho de ceram em Jerusal&B depois do exílio Notanias.i7|. era provável que o rei rlasamonilíis.. Filho <le Aicão. estava entre Ordenou ao seu com andante Nebuos sacerdotes que se uniram a Esdras e zoradão que cuidasse de Jeremias quan­ ao povo uo arrependimento. fugiram para para espia-la. 40. 3.14). liimbém reuniu os quo es­ que tais pronunciamentos eram um alo tavam dispersos ti os encorajou a se esta­ belecer e voltar a cuidar da terra e das de traição e por isso fez de tudo paia que lavouras (2 Rs 25. Jr 4CI. eles e nada mais se sabe sobre o que lhes depois da destruição de Jerusalém em 587 aconteceu.7).25). Esta­ çoados. loi incapaz da acreditar que alguém pu­ MIC.8-12J o profela fosse morlo (|r . Da tribo de Benjamim. ern filho de Pnninil para ir e matar o filho de Nelonias antes do ataque. bre e sem profissão. superinlengem que o oficial do exército Joanâ. E bstado na genealogia c úmpllce preparado em alguém que fora que vai rle Benjamim ao rei Saul desprezado pelos caldeus.12). de Ismael tor sangue real (2 Rs 25. no versículo 18 é listado junto com o qual mais tarde foi morto por Ismael.J8. Socó e Zanoa. conlra a vontade de Jeremias Ur 238 . porém.1H.19. Os homens enviados por Moisés a Canaã aliados de Gedalias. Fizeram então um que Gedalias fora nomeado governador.om o Spnhor |Ed 10. ma* foi impedido por Gedalias. pacto r.18. o Egito.5. to faziam uma refeição.1. Gedalias incentivou o povo a rajou os moradores da cidade a aceitarem acoitar o bom relacionamento com os a invasão da Babilónia. feta íoi entregue aos cuidados fie Gedalias Muitos homens de Judá haviam-se rasa­ do com mulheres de outras tribos e mes­ Ijr . Gedalias era um homem generoso e 5.4. foi nomeado gover­ 40. vorciarem ilas esposas estrangeiras (Ed alguns quilómetros a noroeste de Jerusa­ 10. Somente depois rio retorno do a C. Pai do espião Amiel.2) fie se di­ juntaxam-so a ele em sua base em Mispa. lém. 1. que náo seria de gran­ de proveito na Caldeia (Jr 39. quando os israelitas esta­ vam no deserto de Harã [Nm 13. depois do do Jerusalém fosse tomada e.1). Liedalias demonstrou ser um bom 4. ora um dos Ui leres governador. Descendente rle Jesua. l ilho dente sobre 128 homens que se estabele­ de Careá. loi a mensa­ GE DO LI M. mandara Ism ael. Baalis. Em virtude babdònico (Nu H. porém. Como.31: 9. Seguindo as repetidas decla­ em Jerusalém nos últimos dias antes da rações de Jeremias de que seriam aben­ cidade ser destruiria pelos caldeus.GEDOLÍM 2.14: 40.22). ft\i de Zabdiel.6). lhe transmitiu. e não uma pessoa. assim. 18). Quando os oficiais do exército que conseguiram fugir ouviram mo de outras nações. GedaliuS achou dominadores.19). Da tribo de Judá.

Era um dos oficiais du corte de Judá. para mostrar a origem dos monbitas e amonitas (Gn 19.37. mas que ouvisse a mensagem. É comum que nomes de pessoas relativamnnm som importância sejam deixados fora de tais listas.11). O filho de Gemarias. a inclusão dn nomes do mulheres geralmente servia para algum propósito especial.3-22). (iv) mostrar os padrões da atividade de Deus na história humana: e (v) distinguir os verdadeiros judeus doS gentios. An invés disso. Baruque decidiu ler naquela sala as profecias sobre o juízo do Deus que | em mi as Lbn dera.. Agiu como emissário dn roi Zpdequias. frequentemente chamado de Tabela das Nações. Filho de Safa.n. A longevidade dos patriarcas antediluvianos deixa muitas pessoas. Durante a leilura. depois que boa par­ te do povo fora para a Babilónia. a diminuição da expectativa do vida através do tempo provavelmente indica os efeitos crescentes da qpeda As principais listas genealogias do Antigo Testamento i n d u R m os descendentes li) de Caim e o desenvolvimento tecnológico associado a muitos deles iGa 4. Gemarias era um dos pou­ cos oficiais que estavam dispostos a ouvir o que Deus tinlm a dizni r obedecer às re­ comendações do prnfeta fJr 36 19-26) 2. As palavras traduzidas como “fi­ lho” e “pai” podem muitas vezes significar ‘•descendente” « "ancestral”. irmão de 239 . Quando leremias escrevi-u uma carta profética p:ira os anciãos e os sacerdotes que estavam na Babilónia. respectiva­ mente. corlou-o. escondessem . Os ancestrais eram normalmente traçados a partir dos membros do sexo mas­ culina na arvore genealógica da lamiiia. Sua sala ficava num lugar privilegiado. Ml caías. Gmiarias esteva presente r disse no roi quR não o queiinassn.nnos enlre um período histórico e outro.3 7*221: fii) de Adão. ê até modesta. GENEALOGIAS BÍBLICAS As Escrituras apresentam repetidamente as lislas dos ancestrais e descendentes de vários personagens judeu* Essas genealogias servem para propósitos variados: (i) mosimr a sueossào hereditária de certa Lribo. para traçar u herança patriarcal através do filho mais piedoso de Adio (Gn 5. Daquela posição. Sabe­ dores de que tais palavras de julgamento provenientes do Senhor náo seriam aceiLas pelo rei. Quando finalmente as profecias foram lidus diante de Jooiuquim. u fim de destacar Abraão e preparar o caminho para n fnmilia particuJar que Deus chamaria para receber sua aliança e suus hnnçãos ÍGn 1 1 10-32): (vj de Ló. esteve em Jerusalém com Jeremias. "o Senhor tem cum­ prido”).r. p. por meio de Sete. esle reagiu cuma fora previsto. para qun as gnnnalogius sejam organizadas sistematicamente. diante de Nabucodonosor. ouviu as palavras do Senhor contidas uo rolo e foi contar aos oficiais da corte. (iii) preencher as lQi. pnls o repovoíimenlu da Terra começou por meio dos três filhos de Noé): (iv) de Som. para que todo n povo ouvisse. “no atrío superior. Filbo de Hllquias. no palácio real (Jr 36. to­ mou o rolo de JeudL que lia o lexto.3fi|: (vi) de Nflor. e atirou tudo uo fogo. na realidade. os oficiais sugeriram que Jerem ias e Baruque se. leoiaquim deu ordens para que leremias e Baruque Fossem presos. folha por folha.perplexas em nossos dias. podia dirigisse a Iodas as pessoas que en­ travam no "Ra»pio. 1. mas. (lii) de Noé |Gn IU.GENEALOGIAS BÍBLICAS GEMARIAS (Heb. quando comparada com os paralelos mesopotâmicos. à entrada da Porta Nova da casa do Senhor" (Jr 36-10). servindo assim para legitimar reivindi­ cações de herança ou de uma função em particular: (ii) demnnstrar a bênção ou o juízo de Deus sobre uma família em particular. escolheu LI asa e Gemarias para a levarem aos exiladas | | r 29. o secretário.3).

Rute e a esposa de Urias. |viii| de ísmael. como. predi­ ziam julzu severo sobre as nações. por rneio <le Quetura.12-18). durante u período do reinado de Davi (1 Cr 15. mas que veio paro salvar lambém os pãrias. torna-so um termo que designa “os de fora".1-17 traça sua linhagem a partir de Abraão.GENTIOS Abraão. ou amigáveis (como na história de Rutet.8-27: cf. o íilho de Abraão coin Hagor. os que se casaram com mulheres estran­ geiras (Ed 10 18-43). sua linbagBm biológica.23-37 começa com lesus e retrocede até Adão e finalmente alé Deus.10-16. a esposa posterior.12.5-24). entre Adáo e Saul. ns registros militares dos israelitas no deserto fNrn 1.au Maria. em três grupos de 14 gerações. Mateus 1. a fim de apresentar Cristo como lilho de D a v i e restaurador das e s p e ­ ranças que foram destruídas no tempo da deportação para a Babilónia.562). No AT. embora náo se tratando essencialmente de genealogias. Para Israel. No AT.14-19). G E N T I O S . as quais.M 4 I.16: Lc 3. (xi) vários levitai.B.5-16). quando isso ocorria. junto com os descendentes de cada um dos seus doze filhos (Gn 46. as­ sim. Raabe.24). para enlalizar a esterilidade de Sara. alem dos israelitas (Gu 25. os quais por meio das genealogias validaram seu direito de oficiar o culto de adoração. Também é a rnaneira de reierirse a todos os que uão sáo israelitas e. paia eufatizar o alcance unj versai da missão do Messias.12-14: 34 . para mostrar a origem dos outros povos do Oriente Médio. lideres tribais (1 Cr 27. losias (2 Cr 34. Ezequias (2 Cr 29 12-141. os heróis de Davi (2 Sm 23.16-22). “povo'* ou “nação’’.1-27J e os que passaram a residirem Jerusalém INe 11.13) o Zorobabel (Ne 12.7-63). Nm 26. As discrepância» entre os nomes das duas listas geralmente são atribindas à suposição de que Mateus preserva a linha­ gem legal de Jesus e Lucas. (ix) d e Jacõ. h tini de chamar particular atenção para a fundação dàs doze tribos de Israel.1-24). C. 240 . Esto uonroito aparece frequenlomenle ná Blhlia. o pui udotivo rle Cristo. acarretava cnstigo e repreensão. por cansa da idolatria (Is 17. os que ajudaram na reconstrução dos muros de Jerusalém (Me 3J. os que assinaram 0 pacto de dedicação ao Senhor Deus de Israel fNe 10. Matous enfatiza que Cristo tinha todas us creden­ ciais judaicas apropriadas paru s o r o Messias e Rei.20. |x) uma lista detalhada de pessoas. ambas relaciona­ das com Jesus. esposa de Abraão (Gn 22.241: (viil de Abraão. muitas vezes incluíam referências aos ancestrais de certas pessoas.1. as relações com os genti­ os às vezes eram hostis Ide acordo com os residentes em Canaã Èx 34.23). oficiais administrativos (I Cr 27. israelitas repatriados no tempo de Neemias e Esdras (No 7. é mui­ tas vezes traduzido como "gentio’' e . ou então que Matous traça a descendência a partir de José. era proibido qualquer envolvimento com a religião dos gentios e. Os profetas faziam pa­ ralelos com esse quadro As vezes. Quatro mulhe­ res figuram de forma significativa na lista: Tamar.8-39). através do cada uma das quatro mulhe­ res. para enfatizara pureza racial através dos lempos pos-exilicos e demonstrar a graça e a soberania da eleição do Dous (1 Cr 1 a 9). enquanto Lucas o laz através de Maria. Is 4. a mãe de lesus. Duas genealogias significativas aparecem no Novo Testamento. por exem­ plo. Ambas as geneulogias implicam a concepção virginal de Jesus (Ml 1. Todas eram gentias e cada uma delas foi mencionada provavelmente devido à suspei­ ta de terem gerado filhos ilegítimos A mesma suspeita cerc. Lislas semelhantes. pela mesma razão e para ilustrar como diferentes nações se origi­ naram dn Abraão (Gn 25.-41. Lucas 3. o quinto nome do mulher na lista.sig­ nifica simplesmente ‘ pagão".25-31).

libertou Isruel da opressão de Eglom. rei dos moabitas. Esse centurião e apresentado como a pessoa escolhida pura revelai a verdade de quo o Senhor agora alcança pessoas de todas as nações e que as bar­ reiras étnicas loram derrubadas. «ia mesma maneira que no A.lfl. Filho de Hadade.10 e 20). 18. da região de Baurim. ij. IB). Frequente­ mente é usado como um lermo de confruste étnico o cultural. Ao Irazer a salvação aos gentios.7.6). mas iguais em Cristo (Ef 2 11-22). GJ l. 28. Comélio é uma figura que ilustra o relacionamento dos gentios com Deus (Al 10 e 11). é usado de maneira positiva.12). por meio de Jesus. Lt 1 2 . também da tribo de Benjamim. 3. Assim.28. Joabe. conseguiu fugir para o Egito. de que ele seria pai de muitas nações.T. esposa rio monarca egípcio. ou soja. esle vocábulo rafere-se aos não israelitas. Até mesmo predisseram a lulura honra da Galiléia dos gentios (ls 9. do mes­ mo clã qup.23. tâ.27) e igualmente são herdeiros du provisão de Deus para a salvação (Ef 3. Genubale foi o filho deste casamento. As vezes» também os gentios se unlrnm aos judeus em oposição ã Igreja IAl 14. GERA. a promessa que o Senhor fez a Abraão. Se os gentios fa­ zem.7-12). Além disso.17). como um lermo de coutrasle. At 4.7. os gentios têm acesso á presença de lesus enlre eles (Cl 1. foi dada a 1Iadade em casamento. destruiu quase todos os homens de Edom.11-32). um texto quo Mateus 4. Assim Deus n lanlo o Senhor dos judeus como dos gentios ( R ed 3.32. é como exemplo negativo ou uma observa­ ção de que tuJ comportamento não é co­ mum nem recomendável. ainda muito jovem. é nmn maneira de dizer que o mundo realiza aquiJo lambém JMt 5-47.11. Assim. Pai de Simei. Assim. os gentios ilus­ tram a reconciliação que Jesus traz a cri­ ação. i 5. Cristo. Deus levou sua mensagem até os confins da Terra lAt 13. 32. 6. 1. Pai de Eúde. Dessa maneira. o edomila. 13. 4. No NT.29).laramonte inclui Iodas as nações |Ml 28.21.b . comandante do exército de Davi. é chamado para gov. a inclusão dos povos torna-se o meio pelo qual Deus fará com que Israel fique com ciúmes e seju trazido dn volta à bênção (Rm 11. G E N U B A T E . o conceito lambém tem uma ampla utilização.eruar as nações e ministrar a elas (I<m 15.1). O quarto dos dez IlLbos de Benjamim. porém. a ma­ neira como a Igreja trata da incorporação dos judou> e geulios na nova comunida­ de que Cristo Linha formado (Al 15. quando esle vocábulo é usado dessa maneira. O lermo pode ler também a força de designar alguém que não faz parte da Igreja (Ml 18.1. foi criado como membro da casa real do Egi­ lo (1 Rs 11.15). Km 1. Assim. o ter­ mo traduzido coma “gentio" pode tam­ bém ser ( empreendido uomo “nação" Em gerai.5). Hadade.47). 20. Al 10.17). a família do rei Saul. A irmã de Tofnes. Lc 18. não são mais estrangeiros. 6 cumprida (Rm 4.13. algo.301 .15 cito com reforêut ia ao mir nistérki du Jesus. que i. para mostrar a abrangénçia do Evangelho. a quebra dos obstáculos culturais e a ação a qual Lucas «oustantemeule se refere em Atos. 11.GERA enquanto anunciavam lambém a esperan­ ça de que um dia as nações partíeipariam da adoração ao Senhor (Is z. 1-4). da tribo de Benjamim (Jz 3. Às vezes relere-se a uma região que não iaz parle de Israel (Ml 4. 1 Tm 2. Paulo íoi um apósto­ lo chamado especilicameule para induir os gentios em seu ministério (At 13. Simei 241 . Em muitos casos.5. 2.6. As vezes descreve os que aiudaram na exe­ cução de fesus ou opuseram-se ao seu ministério (Ml 20. Na verdade. onde conquistou a simpatia do Faraó.2527). um dos libertadores e juizes le­ vantados por Deus. Muilas vezes.19.35.45j. Como tais. 22. Este nome loraou-se o lílulo de um clã dos benjamitas (Gn 40. como o Messias.21).4<>48.

21. desListados em Génesis 10. remisourança de seus próprios filhos: Libni se a ir. tecebeu é mencionada alé mesmo bem mais laresle nome de seu pai. no texto de 1 Cró­ meia iribo de Manassés. 26. Seu filbo chamava-se plo. danitns (Jã 18. 95 d e seus des­ que ajudavam a carregar os muitos tipos cen d en tes regressaram do exílio de cortin as que p erten ciam ao babilónico para |uda com Neemias e Tabernáculo e t uidavam ‘‘de iodos os Zorobabel (Ed 2. musical (1 Cr 16. O homiiim de Deus. os nicas 1. A família continuou 1» Um rios filhos de Moisés cum sua no serviço do Templo por muitos anos e esposa Zfporã.17. esle tencionava reconstruir os muros de 3. 26. Um dos filhos de Bala e nêto de divididos em grupos que correspondiam. quo incluiu a Lide­ eles.16. lssacar.15. 6). conforme fora GÉTER. Um dos fillios de Iodai e descen­ os descendentes de EUe/. Josué 2 1. nos d ias do aviva men lo lio reinado de Ezequias. Um dos filhos de Levi.4. Posteriormente. aos 8. Benjamim. prometido por Moisés. Gesém eram Coate e Merari (Gn 46. do exílio babilónico Era descendente rle zombou de Neemias quando ouviu que Finéiui (Etl 8. Ará era filho de Sem. Junto com Sambolate e Tbbías. pois era o responsável pela parte GÉRSON (Heb. no tempo de Davi. os levitas foram 4. 1M. Os melhores das Iribos de Aser.17.36). 7. seus irmãos Jerusalém. 6-1. o qual.ei. rependido dessa atitude (2 Sto 10 5. "herói"). embora mais tarde tenha-se ar­ var a Arca da Abanca para Jerusalém.coaLilase meraritas 11 Cr 23.57: I Gr 6. o sa­ cerdote. pedindo para encontrar-se com do <lã dos gersonltaU. Um dos quabo filhos de Arã. veram envolvidas ua purificação do Tem­ 1 Cr 23. Quando o U^abaiho foi concluído. quando seus membros eslino sou em lerra estranha" IÊx 2. limão de Eliezer. depois do exibo babilónico. Provavelmente é o mesmo perso­ gersonilas.630 homens entro os GIBAR fHeb.3. quando c» rei organizou 19. que disse: "Peregri­ de.19.16.22.24-28). tesouros do rei Davi (1 Cr 23. veja Sumhalnte. não fazem distinção entre os gersonilas lambém tinham respousabiiifilhos do próprio Sem e os de Arã.GERSON amaldiçoou Davi. . Um dos netos de Calebe e sua Joel era O líder do coutingente de sa­ concubina Maaca: era da tribo de ludá e cerdotes e levitas que laziam parle do1 clã seu pai chamava-se Seva (1 Cr 2.1.30) Um dos descendentes de Gérson toi Sebuel. Naflali e da manuscritos hebraicos.11.3.6 ruem ii im a divisão da lerra de Caiirtã fella por negou a acusação (Ne 2. 2. ele ajudou a le­ Absalão.12).20). Naquela ocasião. junto 242 .47). Como levilas. nagem mencionado uo v.49]. regressaram pura jeriisalnm com Esdras. assim como GESÃ. era chefe dos dente de Judá e Calebe (1 Cr 2.6). dades uo Tabernáculo (a lenda da con­ gregação). Gesém acusou os judeus de esta­ (libmilas) e Simei (Hímeflas) IÊ\ fi. r>tc. Foi o lundador Neemias. GIBEÁ.5. Josué. e por Eleazar. Haviu 2.23 e 1 Crónicas cendunles de Levi. Para mais detalhes.5). Asaie foi um dos gersonitas mais famo­ sos. porém.2).16.). mencionado em I Crónicas em suas divisões p rin cip ais. Um dos lideres das famílias que GESÉM. dos gersonítas. O culto no Tabernáculo. 17: Nm rem Iramando uma revolta. mas Neemias 3. p Sambalate envriaram uma mensagem a Nm 3.17. utensílios usados no seu serviço" (Nm 4. i Cr 6.8). Êx 6.24) 2 .17). 1 Rs 2. n qual havia caído num estado de Jõuntas e tamon-so sacerdote idólatra dos lotai decadência (2 Cr 29. receberam 18 cidades 1. “exilado"). quando esle tugia de com mais 130 homens. os gersonitas. filho de Num.

47.22.60. Deus permitiu que fossem atacados pelos bandos de saqueadores midianitas por sele anos. A estola tempos mais tarde tornou-se uma fonte de idolatria para Gideão e sua casa (Jz 0. Encontrase com outros grandes heróis da fé em Hebreus 11. contudo.49) 2. o raciocí­ nio rapido de |oãs salvou a vida de seu filho. Um dos líderes da tribo de Benjamim e pai de Alúdã (Nm 111. Gideão é descrito como um homem tím id o r bimiilde.65.GELALAI GIDALTI. o qual foi dedi­ cado ao Senhor. Aparentemente. 10. por esse mo­ tivo. cujos descen­ dentes retomaram do exílio babilónico com Nnemias |Ed 2. e vivia um Cifra. O povo clamou r u i deses­ pero ao Senhor. Essa vitória posteriormente adquiriu uma con­ dição proverbial. 2.21).Sua primei­ ra comissão loi derrubar o poste-idolo de seu pai p o altar de Baal. 1 . Perma­ neceu como chefe de sua tribo durante vários eventos importantes. Urn dos descendentes de Asaíe. pedindo ajuda. da obscura família de Abiezer.4. um bando de saqueadores quo vinharn do desorto oriental (Jz fi. Os inimigos fitaram Ião desorienlados que começaram a matar uns aos outros e então lugiram aterrorizados.cujo nome significa “que Baal con­ tenda" OU "que Baai lute". Posteriormen­ te. Dt 17. du­ rante a peregrinação ua d e s e rto . Era filho de Hemá. nem tampouco meu filho dominará sobre vós. etc. Gidoão obedeceu e suu atitude enfureceu os homens da cidade. por ter cometido tal afronta contra o deus deles. o Dous levantou Gideão cotno libertador Ele loi chamado enquanto malhava o trigo paru escondê*los dos fuidianilas.35). ko.23) Aceitou. quuudu disse: ‘‘Não doininarRi sobre vós. Ne 7.l a 8. como um exemplo do Inramcnlu divino som a ajuda do homem |cf. Gideão tornou-se juiz em Israel e li­ vrou o povo da opressão dos midianítas. Gideão estabeleceu unia vitória dedsiva sobre os midianitas. a qual ele recu­ sou. os Israelitas lhe ofere­ ceram a oportunidade de iniciar uma monarquia beredilána. o vidente do rei U Gr 25. Com o ouro. Era o filho mais novo de |oás. G I D E Ã O (Heb "batedor. Assim.24). dii tribo dn Manassés. 7. GIDEONI.32. c o m 300 guorrenoa que t o c a v a m trombe­ tas o carregavam tochas acesas na outra mão. tomou o ouro ofereci­ do o agiu como monarca (cf. .17). ao re­ cusar ser feito rei. e depois coustrun outro em sou lugai. Gideão fez uma estola sa­ cerdotal (o propósito é incerto — prova­ velmente fiara exercer funções sacerdo­ tais ou uma imagem de YahwehI n a co­ locou em sua própria cicíade.I». o qual tomou parte nas festividades da dedicação dos muros de Je r u s a lé m Lide­ radas por Neemias (No 12.32. embora Gideão obedecesse a Lei. 29). 243 . ls 9-4).36). GIDEL. conforme indica o nome Jerubaal ou "Baal comenda".V’ (Jz 8.56: Ne 7. no i|unl o abominável nome do Baai foi substituído pela palavra “vwgonha:’. esse evento teve um profundo impacto na vida de Gideão. Uni dos parentes de Zacarias. lenhador”). Em resposta à vitória conquistada por Gideão. Também chamado de JerubaaJ (Jz 6. o Senhor sobrr^ vós ilominnr.w. o qual Deus usou po­ derosamente dm/ido a sua fé. Servo de Salomão.581. e Iuru be sele 12 Sm 11. alguns brin­ cos de ouro como espólio da batalha.27). Seus descendentes estavam en tre os se rv iça is do Tfemplo que retornaram do exílio babilónico rom Meemias (Ed 2. GILAL Al. Os Israelitas tinham-se desviada do Senhor e adoravam a Baal. durante a n o i t o . listado entre oti que foram separados piira o ministério du profecia e da musica du­ rante o reinado de Davi. líder dos benjamitas es­ colhidos para ajudar no recenseamento de Israel. sob a Uderança de Moisés. que decidiram matá-lo. Veja Abidn.

um dos juízos de Lirael: "O seu pai ura Giileade. Essas tropas saquearão e pilharão cada nação em . 1 . LTm dos sacerdotes que retornaram do exílio com Zorobabel. GIN ETO M. 2. possa se considerar outro patronímico.21). Haverá uma última tentativa desesjjerada de destruir Israel.6). vivia ao região de Gileado) tem levado algun> teólogos a questionar se Gileade era realmente um nome ou simplesmente um patronímico.4. Gogue é identificado poi alguns te­ ólogos como Giges. Pai de Tibni. o co­ mandante militar.Maquir. mas no falo de que nos últimos dias o Dous soberano destruirá todos os inimigos do suu povo.23). "banco de roc. Gogue estiver d ponto de atacar Israel. irmãos lutarão contra ir­ mãos. Elo e Zia eram os líderes dos ser­ viçais do Templo que viviam nas colinas de Ofel. Seu nome Foi dado a uma região a leste do rio Jurdáo. nu região de Gileade.29) 244 . Nos úl­ timos dias todo o poder e a glória do Senhor serão vistos tanto por Israel (que será trazido de volta do exílio por Dous) como por todas as noções ao redor.bas") 1 Neto dt? Manassés e filho de. ''Contenderei com ele por meio da peste e do sangue: chuva inundante. O contexto do nome. Embora Ezequiel provavelmente tivesse um líder em par­ ticular em mente. contra o qual Ezoquiol profetizou (Ez 38 e 39). enquanlo Tibni foi morto (1 Rs 16.sobre os muitos povos que estiverem com ele. eulretanto. Os filhos de Giloadi! c:om sua esposa legitima mais tarde expulsaram Jeilé de casa. 27. a fim de que rião recebesse nenhuma herança do pai. é: "lá não esconderei deles a minha face.21. 2. fogo e enxofre farei cair sobre ele.21-23). Assim ou mo engrandecerei e me santilicarei. Este liderava a faoçáo mais forte e por isso tornou-se rei. O lato de elo lambém soí descrito como giloadilfl (ou soja. Ru dfi Jaroa e filho de Micael. toTna essa possibilidade mais improvável (i Cr 5. Pai de Jefté. 3.4j.teu caminha.29. em razão de sua famiiia viver em Gileade. o próprio Deus intervirá. e me darei a conhecer aos ollios de­ limitas nações. tor­ nou-se o lídoj do clã dos gileadilus (Nm 26. 1.14-16). Reinará na terra de Magogue « será líder das tropas do extremo norle (Ez 38. GOGUE. as quais o profeta previu que atacarão Israel durante a Grande Tribu­ lação (vv. 14 ss).30. com Cuga. uma das qUais apoiou Tihni e o outra seguiu Onri. o significado está não lanlõ na pessoa. Quando. que apa­ rece hf>m uo rnfiio de uma genealogia. e com varias outras figurus. Israol di­ vidiu-se em duas facções. Um dos sacerdotes que se­ laram o ponto feito pelo povo tle adorar ao Senhor e obedecer às suas Leis fNe 10. Novamente é possível que. 11 JJ. Príncipe e chefe de Meseque Tubal. da tribo do Rúbeu (1 Cr 5. diz o Senhor Deus" (Ez 39.6.GILEADE GILEADE (Heb. A mensagem de Deus. porém. roi da Lídia. grandes pedras de saraiva. O contexto. mas fracassará. sugere que real­ mente trala-se de um nomo próprio. A distribuição dessa lerra é registrada em losué 17. entretanto. uma divindade babilónica. era um gudíta quo vivia em Basá. sobre as suas tropas o . 16). Mesulão era o líder dessa famiiia sacerdotal nos dias do rei Joiaquiin (Ne 12. Enláo saberão que eu sou o Senhor" (Ez 38. GINATE. pois eu derramarei o meu Espírito sobre a casa do Israel.1. 2 .1: 1 Cr 2. a sua mãn ora uma proStituta" (| / . como juízo total o devastador so­ bre o povo liderado por Gogue.22. logo depois da nuirte de Zinri. segundo a profecia. Surgirão grandes aba­ los sísmicos. depois do retorno do exílio babilónico INe 11.22). por meio do profe­ ta Ezequiel para aquela geração vindou­ ra. Descendente de Joel e filho de Semaias. que lez uma bre­ ve tentativa para tornar-se rei de Israol. G ISPA .

que atingiu o gigante bem na lesta. Desafios des­ com lança. os Deus — os israelitas lambém pois Davi filisleus se submeteriam aos hebreus. ati­ Davi chegou ao campo de batalha en­ rada com força e extrema pontaria por viado por seu pai para levar comida aos Davi. 245 .5-71. de acordo rom n:m seu allbrje de pastor ( I Sm 17. não com espada. sim bólicos para todos os quo tentarão Assim. “incircuriciso filisteu" que desafiava “os "Gògue e Magogue" tomaram-se nomes exércitos do Deus vivo" 11 Sm 17. Provável mente guerreiro filisteu sentiu-se ofendido por era contralado pelos filisteus. que achou a idéia daquele jo­ ve a derrota Final de Salanâs. Todos os dias Golias saiu do rael" (1 Sm 17. contra quem Davi Saul finalmente concordou. alistados uo exército de Is­ O filho do [essé então cortou a cabeça do rael. Sua altura ê re­ dras lisas em um córrego e saiu para en­ gistrada como de “seis oôvados e um pal­ frentar Golias com sua funda r as pedras mo” (cerca de três metros. ele ia “no nome do Senhor estavarn posicionados freule a frente no dos exércitos. e drontados diante do desafio de Golias.c.26). porém. f. os israelitas que o Senhor salva. Se continuou: "Saberá toda esta congregação Golias. quanto Golias vinha contra ele com es­ Os exércitos de Israel e dos filisteus pada e lança. Gogue e Magogue represen­ ragem. Argumentou que.D. pegou cinco pe­ de “guerreiro. para enfatizar ainda mais u eslaluum dia se tornaria. Se alguém filisteus aprenderiam sobro o poder de conseguisse vencê-lo em combate. Naquela vem franzino enfrentar o gigante Golias batalha.. mas in­ lutou e que «le matou com apenas uma sistiu nm que Davi vestisse a armadura.4= > | . Um gigtmte guerreiro. 0 textn descre­ aças contra 0 filho de lessé. o Deus dos exércitos de Is­ vaie de Elã. logo depois o rei Saul começou a vè-lo Davi ficou horrorizado por conhecer um como uma ameaça ( I Sm 18). Apocalipse 20. Davi tirou aquela reinado de Saul 11 Sm 17). Ouviu o desafio e perguntou o que Golias com a próprie espada do gigante significava aquilo e quem tomaria uma Os filisteus foram perseguidos e derrota­ providência ou laria algo. nem se tornariam vassalos deles. ganhasse. mos não só os fim de desafiar os israelilus. pois do Senhor é a guerra. Era chamado indumentária de queira. pois lora Deus GOLIAS. 0 se tipo representavam um método co­ ole vos entregará nas nossas mãos" (1 Sm mum. todos os que foram maus e luta­ um verdadeiro absurdo Davi mencionou ram contra 09 eleitos também serão fatos om sua vida quo mostraram sua co­ destruídos. dos pelos israelitas. O mais impressionante. en­ ra e a força do gigante 11 Sm 17. O a inedída dr: um côvado). na Última parle do qual era muito grande. O Senhor é que entre­ meio das tropas. Levaram-no dian­ reino milenar. A resposta ve o peso de si ia armadura em detalha? e do Davi foi de grande significado o ser­ diz que sua longa “era como o eixo de um viu como um sinal do tipo de rei que ole tear". repre­ que o ajudara antes. e laJvez terem mandado um garoto para enfrentáfosse d escen d en te dos refains ou lo e começou a lançar impropérios e ame­ enaquins (veia Annqup). no tra a reino de Cristo. bastante usado nas batalhas naque­ 17-17). a pedra em uma funda. sentante dos filisteus.25..40).GO LIAS 3. au entanto. de Gale'1 . Golias foi morto com uma pedra. Na verdade. apresentou-se como voluntário destruir o povo de Deus no término do pára aceitar o desafio. argumento do filho de fessé era que u Senhor estaria com ele. ia até o vale e gritava a garia Golias om suas mãos. Depois dessa vitória Saul e seus soldados estavam Iodos ame­ a reputação de Davi loi estabelecida.7-10 descre­ te dr) rei. irmãos dele. les dias. Depois da profecia de Ezequiel. como pastor das ovelhas de seu tam aquelas tropas que se colocam con­ pai.

3. onde foi escondida pelo sacer­ dote Aimeleque e devolvida a Davi.G. quan­ do esle precisou dela | 1 Sm 21. ao lado de quem o Sonhor estará lutando.il do Senlior por seu povo perma­ nece e a ufeto de Oséias por Gômer cnnlintia como uma vívida Ilustração de que Deus não deixam de amar o seu povo.5.9. mas 246 . A confiança de Davi no Senhor indi­ cava a profundidade de sua fé e o relacio­ namento qu*? tinha com Deus. tornou-se escrava de um ile seus homens. que deixara do ser "nin­ guém". o povo rebelara-se re­ petidamente. I Cr 1. d qual represen­ tava os filisteus: entre Davi o SauJ com seus exércitos: e entre Davi e o Senhor Deus.C. a es­ pada do GoUas foi levada para a cidade do Nobe. G olias. mas serão destruídos pelo povo de Deus.3. 3. como parte do castigo deles. Parece que Saul concordou quase com relutân­ cia. LoKuama (porque Deus não mostraria mais amor por Israel: v.10).6). Esposa de Oséias e filha de Diblaim. fica cla­ ro que o autor quis mostrar o desenvolvi­ mento rle três relacionamentos dileroute. P. v. por sua fé.is. 12). Posteriormente. que não de­ monstravam a mesma confiança. quando seu povo tira atraido por outros deuses. Veja Gogue.37) Mais tarde. Deus tinha Chamado Israel. Gómer leve filhos. íoi a raiva e o ciúme de Saul para com o su­ cesso do filho de fesse que causaram a vinda de “um nspíritu maligno da pnrte de Deus” sobre elu (1 Sm 18-10). Esse profeta viveu no século VIII a.D. Oséias a deixou. mas não com fcle próprio 11 Sm ta. deveria mostrai em seu próprio casamenio o relacionamento que era Ião típico Rulre o Senhor e o seu povo. É men­ cionado novamente em Ezequiel 30. ao dizer a Davi: "Vai-le. e Davi antecipou bem o re­ sultado.6. A * história de Oséias é profundamen­ te triste: ele tinha uma esposa a quem amava o que mesmo assim envolvio-se continuamente com outros homens. Muitas vezes o Sonhor trouxera seu povo de volta para si embora tenha havido épocas em que alãslou-se totalmente dos israelitas. rapidamen­ te elu voltou em busca de vários aman­ tes. aos quais foram dados nomes -simbólicos: fezreel Iporque em bxeve Deus puniria a casa de feú: Os 1. Ali. o ainnr [juclu. 2. para ser "alguém" o ser amado por Ele.s: entro Davi e Golias. O filbo de Jessé U uLi­ bem encontrou-se em desacorda com a alilude geral dos isruelil. O filho de lessé tiulia muila confi­ ança no Todo-poderoso e sabia que podia aceitar o desafio du filisteu “incbcunciso". t))Oséias. com convicção Para Davi. O Senlior o abençoou e daquele momento em di­ ante o filbo de (essé (ornou-se o centro da n a r r a t i v a bíblica. Ainda assim. GÓMER. Deus o chamou e ordenou que se casasse COra Gômer. 6) o Lo-Amí (“porque vós náo sois mou povo. os filisteus representavam uma nação em rebelião contra Deus. o profeta diz que "Gômer e iodas as suas tropas" se unirán a Gogue num ata­ q u e contra Israel. uma prostituta.1-3). mas de­ pois recebeu ordem deDpus para comprala pein preço q u e uririmiLmoute uru pugo por um escravo (Os 1. o gigante fortíssima. Qualquer um que se levantasse çonua o Senhor seria jul­ gado por ele. a reação do rei toma-se evidente. mediante o chamado divíuo. loi derrotado peio Todo-poderoso. em busca de outros deuses: uma ação Irequeutemenle mencionada como um alo dn adultério. De fato.GÔ. e o Senhor seja contigo" ( l Sm 17. Mesmo assim.2. Finalmente. Era uma proferia viva da profunda 'tristeza" experimentada por Deus com lauta fre­ quência. Embora ele • j lenha tirado do prostíbulo.4). nem eu serei vos­ so Dous''. O primeiro filho de Jafá e neto de Noé (Gn 10*2. quando considerou a morte do GoLLas oomo sinal de que Deus eslava com Davi. onquanto a bênção de Deus sobre ele tomava-se cada vez mais abundante.MER Na narrativa desse episódio. 1. qup operou por meio daquele que era jovem e fraco.

17. As vezes o ter um simplesmente des­ c r a v e tiniu pessoa do origem grega (Mc.13. on texto onde se en­ contra.1. Um dos gaditas que viviam em Basã. judeus cuja formação cultura] era primariamente grega e não semítica |A t 6. era um bder de d á (1 Cr 5. 10. Nm 26. No finaJ o Senhor iria redimi-los c.. dependendo do i.1.32: 12.12. é primariamente racial. que in­ chou também os que estavam fora de Is­ rael Frequentemente nota-se que é nos mesmos lermos que tanto judeus como gregos necessitam «le Cristo e ambos en­ tram e compartilham do Evangelho (Rm 1. referese aos que aáo eram judeus (At 17. tornou-se Líder do clã dos gunilus (Gn 46.4.48. com quem os israelitas negociavam. 3. O uso predominante do termo no Novo Testamento. Um dos doze homens enviados por Moisés a Canná paia espiar a torra. 19 10. embora pos­ sa referir-se a grupos levemenle diferen­ tes. 2.) Em outros contextos menciona os que fazi­ am parle da cultura heleníst íca — quer dizer. íoi escolhido como representante da tribo de Gade. 2. a falsa acusação leita contra Pau­ lo de ter profanado o Templo com a pre­ sença de gentios deixa isso bem claro (At 21.&r. 24. é num conIraste com os judeus e refere-se ã abrangênr. Gl 3. quando os Israelitas estavam no deserto de Pará (Nm 13. I O í t u I itt c o l o c o ii a ® e o m o s o n d a 4 1 5 .10. Timóteo. 12. 7.3.4. 20-21) A inclusão deles na fé era algo polémico par/i os judeus.24.281. que queriam excluir os gentios de qual­ quer participação igualitária em relação a Deus.6: um algumas traduções.24.29. t Co 1. Al 14.11) Filho de Maqui. 9. aparece em Ezequiel 27. Na ultima parte do livro de Atos. Provável men In rofbre-se ao povo da Grécia. na Bí­ blia.9. Cl 3 1 1 ) Dessa maneira.28.15). No AT. entretanto.7: Li LOU. Cl 2.GUNI ficurã fiel ns suas promessas. 10.5 0 0 . aparece poiyjo e ainda de­ pende da maneira como foi Lraduzido (na Versão Contemporânea flncontrp-se b u i Jool 3. GUNI. veja Sam ua. 16. GREGO / GREGOS. Ess. o termo muitas vezos significa 0 alcance da grdça de Deus. 1. a i o s u d i n f o r m a r ã o n ã o e n c o n t m fu u d u u io i il o N n u x | iíx Ii> s d t f r e l e r é n d a (Noia d o IY a < Itu o r | . de acordo com o lermo gregoh elh n ]. Tito. que inclui todas as etnias.9. 1 Cr 7. de acordo com o termo grego htiUfnixtes}. 18.20. GÚEL. Filho de Abdiel.191.14. que morreu por seu povo e pagou o prego pelos pecados de Iodos (Is 49.termo. re fe re se aos gregos ‘ tumentes a Deus" que se associavam ao judaísmo Uo 12.13). Em outTas passagens.. Para mais detalhes sobre a missão deles. 247 . d.om o altíssimo preço do sangue de seu único Filho.21).25: At 16.b .ia racial do Evangelho. Um dos filhos dn Nnflali e neto de Jacô.1. p.

Citado pit) 1 Crónicas 4..e. O primeiro sinal inequí­ Juazaruas. Cl 3 .C. foi um dos filhas dn Miiaiá.63). como Inmbém um poota talentoso.3).20J i! também emprega o termo Babilónia com Neemias lEcl 2. Seus descendentes estavam entre — o livro fala sobre Yahweh estai1uo Tem­ ds sa< erdotes que retomaram do exílio na plo (Ht: 2. como o ímpio li.. Judá) sofrer.41. Um dos sacerdotes indica­ aparentem ente depois que o poderio dos para ministrar no Templo. du tribo de ludá A vinda iminente da Babilónia contra Judá levanto uma rias maiores questões li*OÍógicas do livro. Para ■aldeais (Hc 1. vindicará sua justiça.B e 7 (cf.3. Esle m esm o problema ocupa grande parte dos debates no livro de Jó. uma resolução teológica destacada por Rn ilo (Rm 117.. O turno babilónio já estava consolidado (Hr. se Deus é Justo [Hc 1. C. 248 . voco dislo aconteceu em 626 a. n qual. embora sp possa inferir alguns dados.e.101. Enquanto isso. ou seja. H A B A C U Q U E [Heb. Muito pouco uu nada se sabe explicitamente so­ bre Habacuque. uni eliminado completamente os assírios da dos administradores de Davi.1). Por volta de 605 a.6. A tesposta para esta questão encontra-se no caráter do Deus. O que se sabe com certeza é que7.M. Veja Neemuàs. nistério nos primórdios do surgimento da Babilónia no poder central do Oriente Pró­ HABAZINIAS. Eles náo puderam comprovar sua genealogia e por isso foram proibidos de Habacuque viveu e desenvolveu seu mi­ exercer as atividades sacerdotais. a seu lempo. existpm indicações de que ele provavohnente rs tivesse envolvido nm algum ministério no Templo e losse levita Alem das alu­ sões iios instrumentos musicais e aos direiores de música íHc 3. evidências. o Senhor declara ao profeta que "o juslo pela sua fé viverá" fhlc 2. ele uão só era pix> feta. A possível data do seu ministério está teio e ele ficou responsável pelo sei imo outre 620 a 632 a.. do tipo que pode ser comparado aos Sal­ oios 4. ”abraço“). Yahweh diz que está suscitando os bro da famiiia rios mcabUas (Jr 35. t'.32). n qual constitui o coração e a base da salvação O que parece injusto à luz da . inauguração fio reiriado de Nabopolassar 10.1 1).aqui e ngora encontra a compensação perfeita no tempo da recon­ ciliação Una! de Deus. rio Caldeu Habacuque testemunhou to­ dos esses eventos com seus prõprios ollios. veja rece numa lorma que sugúra algo que | á eslá a caminho. Além disso.1.24).19) — ambos ele­ HABAÍAS (Heb “o Seuhor tem escon­ mentos centrais na adoração do Templo dido").19). Na verdade séu livro compõe-se de uma serie du oráculos (11l 1. 1. que “assis­ História e estabelecido o podtórOso Impé­ tia aos filhos do rei'1.9. ele e seu filho Nabucodonosor já tinham HACMONI. Z) e uma oração (Iic 3J. Primeiro.H H A A S TA R ).01: Ne íitúigico Seãah (Hc 3. ã luz de todas essas turno | 1 Cr 24. descendente do Asur.6).7de serviço foi decidido por meio de sor­ ) 1).13).C. Pai de Neemias (No 1. HACOZ. Pai de Jeiel (1 Cr 27. Avô de fauzanias e mem­ ximo. sobre a Babilónia. 1 . cora a HAC ALI A S . onde a tempo verbal apa­ mais detalhes sobre essa passagem. os caldeus) pode prosperar e o justo fi. Kc 3.

36: I Cr 1. prova­ velmente se estabeleceu em Edom n con­ tinuou □ lutar contra Salomão até o linal de seu minado | 1 Rs 11.6-91. Claramente rriou uma ruptura na aliança que fizera com o Seulior.13. tomou-se mi de Edom depois da morto de Husão (Gn 36. "da pstirpé real de Edom". no inicio de sou reinado. foi tentado a estabelecer lagos com outras famílias reais. na região de Moabe. to rn o u -se muitu influente no mundo. sem dúvida por razões políti­ cas. 1 .3-10).39 — onde e cham ado de Uadar: 1 Cr 1. H A D A D E Z E R . o a do foi bem re­ cebido e c.51: Ne 7.15. sucedeu Raal-flanâ. 3. Vivia na cidade de Avile e de­ pois de sua morle seu sucessor rio trono foi SuinJã. Ficou famoso por sua vitória sobre os midianítas. Assim Salomno não só quebrou n lei de Deus. Hadade. d sempro manteve uma guerrilha contru Is­ rael. foram excluídos do sacordócio (Ed 2.51). um dos reinos arameus (da Sirial. Na época do rei Davi. Filho de Ismael e neto de Abraão e Hagar: «ra o líder do seu clã (Gn 25. filha de Matrede (Gn 36. Quando outros reis 249 .61. portanto. Reinou na época anterior 5 monarquia em Israfil (Gu 36. Genubale. suas esposas "lhe perverteram o coração para seguii a ou­ tros deuses” (1 Rs 11. npóíi a construção do Tomplo (I Rs 9. rainha do Egilo. 3. lambém trabalhou num trecho du muralha que ia da entrada até a extre­ midade dn casa dn Elinsibe (No 3. 4 . Em várias ocasiões lutou contra Davi. Hadadezer viujara para o Norte.12. Edomila. por meio de ca­ samentos. irmã dê Taínes.47). r. íoi criado na corLe real egípcia. retomou para lutar contra Salomão.50. Q u a n ­ do. dopois do oxilio babilónico (Ed 2. mas não localizaram os registros da lamiiia. Davi dedicou ao Senhor todo o ouro e prata que capturou.14). foi levantado pelo Senhor como adversá­ rio do rei Salomão 11 Rs 11. foi governante de Zoba r contemporâneo do rei Davi. 1 Cr 1 30). o que efetivamente fez. poróm. ao casar-se com mulheres estrangeiras.asou-so com < i próprio runlmda doEiraó. HADADE. depois do exílio babilónico fNe 3. h fim de recuperar o controle sobre uma região ao longo do rio Euhates. Filho de Reobe. Os seus casamentos com mulheres eslrangfttias causaram a ira de Deus. que ua época era spenas um jovem. N p 7 . o oxéri ito israelita os atacou e derrotou também muitas dos cidades deles (2 Sm 8.14-25). A primeira halalha é mencionada numa longa lista de vitórias conquistadas pelo fiibo de Jessé. tugju para o Egito. Quando os si rios foram em socorro de Hadade/.3). Fiibo de Bodnde. os edomitas fo­ ram destruídos pelo exército de ísrael. Como o isscritor de 1 Reis estava in­ teressado som ente em mostrar como Salomão eslava sendo punido poi Deus. por esse motivo. HACUFA. Seu filho.4-6). Cada esposa levou para lerusalém seus próprios deuses.HADADEZER 2. Gradualmente. 2. Quando Hadade soube que Davi eslava morto.er.3-14: 1 Cr 18. mas também permitiu a introdução de divindades es­ trangeiras na cidade santa (veja Js 23. Davi o atacuu e quase destruiu seu exército.46. Sua cidade chamava-se Pau e sua esposa era Meei abei. sendo.21) Tal­ vez fosse a mesma pessoa do item ns 2.31).4).c. Rei de Edom. Apare u temente seu domínio es­ tendia-se desde a região próximo ao rio Eufrates até Amom. Dt 7.n. que ex­ perimentou grande prosperidade p tinha extraordinária sabedoria enquanto mantpve uma alitudt* de tutal confiança no Senhor. Seus descendentes voltaram do exílio com Neemias. Seu neto M ©remoto reparou uma seção domiiro de Jerusalém perlo da Por­ ia do Peixe. no início de sen reinado. nada mais se sabe sobre Hadade.6 3 ).35.53). Seus descendentes es lavam enlre os serv içais do Templo que retornaram com Neemias para Jerusalém.

13) i. fibênção especial: urna revelação pessoal Lbo de foctã (Gn 10.6. Veja Fster.2). uma juiLia árfâ.17).211 2.de Deus. Amasa é men­ sas fio Deus (Gn 15. Era 0 nomo hubraico (quo significa 'inurta''1) de Ester (El 2. presentes que. \ la Iribo de Levi) I Cr 0. Píii de Amasa. a partir desse aconte­ (o reino «lo Sul) Esses homens transmiti­ ram uma raensaiam do Senhor. HAGABA. Quan.4 j.HADASSA ouviram que Hadadezer fora derrotado.11: 21. pois contraria­ da tribo do Efraim durante n reinado de va a ffc obediente e paciento nas promes­ I Vjiia. 21.45.1 1ss. por meio da qual ola |Sara| pudesse “constituir uma tamilia" (Gn 16. Uma das espo­ res que as vitórias de Davi eram parle das sas do Davi.c. Hagar recebeu uma HADORÃO. Sous dosçendan Hadorão levou consigo muitos presenies tes íoraiu chamados rle bagitas (Nm 26. HAGABE. porém. O Sonhor. dêscrita como urna jovem "esbelta e for­ mosa1 '. o qual amava o filbo. 250 . porque íoi um dos lide­ cias foram trágicas — para Hagar (Gn res que sairam ao encontro das Impas do 16. ‘‘festivo"). Davi dedicou u Deus todos os Era deSCendenle da íamília de Merari.n. Um dos fUbos de Gade. Saia.16. era u mesmo Hagaba de Neeaiias 7. listados om Esdras (Ed 2.m. vai aú eucontro era <ulpado de pecar diante de Deus e os iio quebrantado de coração. para Abraão (Gn 2 1 . supre nossas trazidos junto ami a tropa íw 9-16). ficaram atemorizados e também paguram tributo a Davi. Outro relato ria derrota de Hadadezer encontra-se em 2 Samuel 10.48.5s. rei Peca que retornavam para o Norte.4.12). pro­ pôs ao marido Abraão que tomasse uma segunda esposa. 13). Ele len! nu uovamenle lazer aliança rom os sirios contra Davi.3. e lam­ pois de vencerem uma batalha contra fudá bém para Sara que. Essa passagem narra várias balall)&£ e lembra aos leiloHAGITE (Heb. uuma atitude do graça maravi­ lhosa (Gn 16. ganhem. Descendente de Sem. “a lesta do Senhor"! Fi­ nhor pelas muilas vitórias que tinha con­ lho de Siméias. mãe de Adonias (2 Sm 3.19).10).15*19.19) e garante nosso fuluro |Gu 21. rei de Hamate.a. em Israel (2 Cr 28. um dos Lideres ponto rle visia espiritual. alimentou um espirito amargu­ rado e extremamente ciumento (Gn 16.48). de­ cí. De acordo com as normas le­ gais da época. de que o reino do Norte 21 10). Toú enviou Hadorão "a Davi. HAGABÁ. Emborn fosso legalmente per­ mitido. tre < »s que desceram com jacó paia o Egito. poi ser estéril. de melais preciosos 11 Cf 18. eslava en­ íe lic ita r por haver pelejad o contra Hadadezer o por tê-lo destru íd o".30). Seus descendentes esla\am enire os judeus que retomaram cio evilio babilónico com Neemias e Zorobabel.7). Fiibo de Tou.15).46) HAGAR. necessidades (Gn 21. A _s consequên­ cionado na Dlblia.1.18). essa proposta íoi desastrosa. Numa atitude de prolnnda fé e gratidão ao Se­ HAGIAS (Heli.27: l Cr 1. HADASSA. litigai e M ordecai.14-16). 3 bênçãos do Senhor (v. do HADLAI. do proleta Odade. Seus descendentes estavam entro os serv içais tio Tem plo que retornaram (lo exílio babilónico com Zorobabel e Neemias )Ne 7. p. por meio cimento. o pura o HAGI.20). listados em Génesis -16. criada pelo primo Mordecai. ouve nossa soldados deveriam libertar os prisioneiros miséria (Gn 16. quistado. para o saudar. mas as torças combi­ nadas deles loram denotadas de la] ma­ neira quo os reis qun eram vassalos de Hadadezer foram até Davi para lazer um tratado de paz Gòm ele (1 Cr 19. do Davi derrotou Hadadezer. 1. Mencionado '-m Esdras 2. 17.

36* ) 'flunbém era pai de Mihar. Posteriormente. quando os os­ sos de |osê íoram trazidos do Egilo e en­ terrados alí (veja Al 7. Pai de Hamã lEl 3. "quando os homens estavam doridos" (Gn 34 25). 1.13. HAMOR. Eles sobreviveram e agradeceram por aquele dia e pela vitória sobre Hamã numa lesta chamada Purim.24). Persuadiu o rei a assinar um decrelo que ordenasse a lota! destrui­ ção dos judeus. Os irmãos da jovem ficaram furiosos.51.12]. ra para Monlecal (Et 7). 2).21. pelo qual os judeus rece­ biam autorização para se defenderem (El 9). cwrio também o casam eato misto com um cananeu dificilm ente serio aceito! De fato. sua prima.ompló dele noutra seu povo e pediu ao roi que poupasse os jarleus do extermínio Furioso. Fiibo de Hamedata. Era "agagita" (El 8. Avó de IgaJ. SLmeno n Lèvi. enquanto Hamã tançava-se aos pés de Ester e im­ plorava misericórdia. rinha um alio cargo político do remado de Assuero (Xerxes). listado entre os 'heróis" de Davi (I Cr 11. O rei voltou e pen­ sou que ele desejasse molestar sua espo­ sa: ordenou então que Hamã fosse morto imediatamente. O rei então alencleu ao pedido de Esler e assinou um de­ creto paralelo.5. Assuero levanlou-se da mesa e foi para o jardim. 1 1.il de respeilo a Hamã. Apa­ rece pela primeha vez em Génesis 33.38). o quarto filhu dn rni. numa forca que prepara­ HAMEDATA (ftjrsa: “dado pela lua"). A rainha convidou o rei Assuero e Hamã para um banquete. a s a m e o t n com ela. nunca confessara ser da descendéni ia judaica e sabia que tal comunicação lalvez significasse sua morte.ç. Siquém violentou Duj. Não somente o estupro era uni algo muito sério. Talvez seja a mesma pessoa do item n® I.HAMOR Rs i . o qual este supôs que seria em sua honra. Mordecai soube do eomplô e pediu aju­ da ii rainha Ester. Defensor de Siquém.iou o r. quando nosso patriarca comprou de seus filhos um pedaço do terra para lazer um túmulo O campo é mencionado posteri­ ormente em Josué 24. em siu. etc. os irníâos concordaram com a pro­ posta de que todos os homens de Siquèin fossem circuncidai los. LIm dos líderes do povo que se uniu a Neemias quando íoi feita um pacto d»1 adorar ao Senhor u obedecer às suas leis (Ne 10.í. Abiezer e Maalã. d o en­ tanto. e depois pediu ao pai dule que negocias­ s e s e u c . HAMÃ. Ester denuni .19. Seu filho Sai um governou sobre metade de um distrito de Jerusalém nos dias rle Neemias b reparou uma seção do muro da cidade (Ne 3. HALOÉS (Heb “sussurrador"). 2.1. l Ct 3. A condição foi aceita. Pertencia á tribo de Manassés (1 Cr 7. quando ouviram lalar sobre o ocorrido. Adonias tentou usurpar o trono.10. Eles foram operados V trés dias depois. qo lem­ po da rainha Ester. Deus usou Ester e seu primo Mordocai para impedir tais planos HAMOLEQUETE. Quando Mordocai recusou-se o ajOelhor-se. 2. este ficou ex­ tremamente irado e tramou a morte dele e a de seu povo. seu perverso filho (Gn 341. HAGRI.32. dois filhos de facó. ua Pérsia (Iit i a 7). A esposa de Hamã charoava*se Zeres e seus lilhos mais tarde foram todos mortos pelos ju­ deus. Mesmo as­ sim. Irmã de Gileade e !iIha de Maquir. filha de |acó. atacaram a cidade e ma­ taram todos os habitantes da sexo rnas- 251 . Seu lillio lentou aniquilar todos os )udeus durante o reinado de Assuero. doddiu ajudui o povo de Deus. uiri dos “trinta he­ róis" de Davi (2 Sm 23. Pelo contrário. Era heveu e governa­ va a área em que lajcó habitava (v. Ela teve Irés filhos: fsDode.361.18). Ela. s. acusados de não obede­ cerem ás leis du império medn-persa.). que nasceu enquanto a corte de Davi eslava em Hebrom.

R HAMUEL. 37-44) rjD. Tornou-se o líder do olõ dos bamulitas (Nm 2(í.2 2 1 . registrado na genealogia de Saul [1 Cr 8. 7): falou lambem com Jeosafíí. liras e i imbaios 252 . 1 . os quais Neemias co­ locou como responsáveis pelos depósi­ tos (Ne 1. mas lambem era seu desejo. Os eventos narrados concernentes a IiaiiH»'. Seus descendentes estavam entre os serviçais do Templo que retornaram para Jerusalém com Neemias dopais do exílio babilónico (Ed 2. o qual proferiu a Palavra do Senlior contra o rei Baasa. Era lambém a mãe do rei Zcdequias. de Libna |2 T<s 23. 9. Um dos líderes que selaram o pac­ to feito pelo puvo (Ne 10 .26). Zedequias objetou fortemente contra urna mensagem tã a pessimista. dessa maneira.« mãe fie Jeoacaz. EJe é lis tudo entro ot> que descoram . Fillio iie Mdaca e um dos heróis de Davi Í 1 Cr 11. 4 . Os filhos de Hanã tinham uma saiu no Templo. Veia Recube M . M. encontravam. que rei­ nou apenas bês meses em Jerusalém. HAMUL. o qual desempe nhava o ministério profético cora o acom­ panhamento de harpas. registrado na genealogia de Saul [ 1 Cr 8 38). Enquanto JorusaJém era sitia­ da pelos caldeus. e advertiu-o sobre a ira de Deus (2 Cr 19. na regiáo de Benjamim ÍJr 321 O protela obedeceu. Quando Jeremias orou sobre a procuríednde dn situação em que st. que go­ vernou por onze.tr e Siquém também íorum assassinados (v. . 26). Deus falou com ele e lhe mostrou que era sua vontade castigar o povo por causa do pe­ cado. através de seu quarto filho Perez (Gu 46. Um dos assistentes de Selomias. L 8 . mencioundos om jtitees 9.ia Egito com Jacó.431. Filho de ligdahas.i família dos recabitas para beberem um pouco tle vinho )lr 35. eram os que vtvlam em Siquéra e naquela Ocasião foram toiaimenie derrotados por AbimeJeque.n a Jeremias q u n comprasse um campo que pertencia a Hanoneel em Analote. pagou ao primo um preço adequado pela te rra p fecharam um acordo formal (w . HANÁ.12. Zadoque e Perl aias. po­ rém.49). lor* nou-se uma Uustração da confiança de Jeremias na palavra do Senhor e no iuluro sinalizado pela promessa do próprio Dous (w. 3. Ne 7.HAMUEL cuJino. H91nr. é mencionado como “homem de Deus".2 1 ). 1 Cr 2 .11 . o protela falou que a cidade seria conquistada por Nabucodonosor e 0 povo. Fillio rle Sasaque.46.7J.C.261. HANANI. Filha de Jeremias. H o 12).OÍÍ.13). Gutro líder que lambém selou 0 paclo (Ne 10.28. Filho ds MLsmu. diss.2) feu lambém re­ gistrou os acontecimentos uo reinado de Jeosafá |2 Cr 20.23). A transação da compra do terreno.1. Jr 52. HAMUTAL.lO) 7. seu filh a e os moradores do Siquém demonstram os problemas com tinuos que os israelitas tiveram com os cananeus.31). HANANEEL. onde no­ vamente comprariam u veuderium cam­ pos e viveriam em paz. I^rimo de Jeremias e filho de Salum.4). no fu­ turo. Um dos nelos de luda. de Israel ( I Rs 16. rei de judá. aos quais não destruíram tolalmenle quando en iraram em Canaã. conduzido ao exiLio.341 2. 6 Um dos levitas que se uniram a Neemias no parto de adoração no Senhor e obediência às suas loís (No llt. da tribo de Simeão (1 Cr 4. Um dos levi las responsáveis por instruir o povo no Livro da Lei (Ne 8. onde n proleta iRremius convidou O S memliros d. lornou-se esposa do rei losias. Os "homens de Humor".3. 1 . 5. Filho de Hemâ. anos 12 Rs 24. 2 .5 J. de Judá. reunir os judeus na terra. 8 . Pai de Jeu. Um dos filhos de Azol. 15. 10. O Senhor.

13.t. Falso proíela é mencionado oito vezes em Jeremias 28. Líder de uma família sacerdoia) no lempo de Neemias |Ne 12.d. mencionado em I Crónicas 25. Neemias o colocou ila liderança da i. Um vidente que falou com Asa e o repreendeu. Embora sou nome não seja citado axpliáílameuto.24.■ Judá (Ne 1.O Senhor detarminou que Moisés escolhesse um represen­ tante rle cada tribo para ajudarem na di­ visão da 11:rra de Canaã e Haniel íoi o es­ colhido para rep resen tar a iribo de Manassés (Nm 34. Possivelmente era descendeutn do personagem registrado no item n® 3.da guarda em Jeru­ salém na época do profeta Jeremias.23). Na presença do honiRin de Deus e de vários sacerdotes.s caldeus «eria rápido.12. Irmão de Neemias.25).34.19. “graça de Deus").10. O 18® lumo loi designado a HftnanL seus filhos e outros parentes f l Cr 25. men­ cionado apenas em 1 Crónicas 8. 7.20). na genealogia do rei Saul. Descendente de Benjamim.idade de Jerusalém. Men­ cionado apenas em Jerem ias 37. Mencionado apenas em Esdras 10.2). a rei manilou preudê-ln (2 Cr 16. Um fabricante rle perfume q u e ajudou na reconstrução dus muros de Jnrusalérn.11 5. por não confiai no Senhor. . 6 Pai de um oficial |udeu chamado Z ed eq u ias. 10.'12.28.õ. líder dos ju­ deus depois do exílio babilónico. Um dos príncipes do rei (oficial da corte) U/ias. Filho de Zorobabel. M en cio n ad o upenas n m Jeremias 36. Filho de Éfode. 1. veja Hamã.IIAN7EL. Veja Sadixique.B. FILbo de Uomã. era Hebreus 11.23 Fa/. 3.7. sua atitude de fé. Para mais detalhes. 12.28. mencionado apeuus em 2 Crónicos 26. “bomem fiel e temente a Uens.A v ô rio capitãO. 253 . juntamente com seu irmão I lanani. e p. HANANIAS (Heb. ao desobedecer ao rei Nabucodonosor e sobreviver a fornalha de fogo (Dn 3) é homenageada no NT. Seus descendentes estavam entre os que se casaram com mulheres esirangeiras (Ed 10. .15-1 7). 2 .. 9. 5. enquanto os muros eram recons­ truídos (Ne 7.ia parte do ministé­ rio profético com acompanhamento mu­ sical.3131. 1.13 8 Um dos companheiros de Daniel (Du 1.43 J.7). mas era lalsa. Fúi um dos locadores de trombeta durante o culto de dedicação dos murou de Jerusa­ lém. mais do que muitos". 2. ua ép oca do p rofeta Jerem ias. "o Senhor mostra gra­ ça ao favor").2). (t Cr 25. A. Neemias o nomeou governador da cidade. Jerem ias mostrou o mal que Hananias (-ausava por fazer o povo acre­ ditar numa mentira e predisse a morte dele no decorrer de um ano (Jr 28.6.17). 6 Urn doa membros do grupo de Zacarias. durante o reinado de Davi. Sete meses depois ole morreu. HANIEL (Heb.2 ura “maioral” du i. de Gibeoni. Em resposta. qun tocou instrumuntos duran­ te a dedicação dos muros de Jerusalém (Ne 12.8) 11. & (> é mencionado em 1 Crónicas 3. 14. Tal mensagem foi muito bem aceito. procurou-o na Babilónia o deu-lhe detalhes sobre os que retomaram . ajudou na reconstrução dos muros e era responsável pela parte acjma da Porta dos Cavalos (Ne 3. Era filho de Azur. Um dos culpados dn ter-se casado cioiu muUiores estrangeiras. depois do exílio.30). Mencionado em Neemias. 3. idade de |erusalém. d q tempo d e Neemias (Ne 3. . por ser muito popular.4.Possivelmeuto a mesma pessoa do item u® 10.4).23). no têmpo de Esdras. Lader dos judeus e um dos que selaram o pacto d o tempo d n Neemias (Ne 10. 21. 4. 4. Hananias profetizou que n domínio do.

19). H A R Ã . e esta seria a ordem ua qual ministraria.HANUM 2. tivessem inelade da Ifarba cortada. 1. por meio de sorleio. Pilho dn Terá.51). Pai de Uziel.1*4). Filho de Naés. ludá. depois do exílio na Babilónia. em Je­ rusalém. U terceiro lumo saiu para Harim. assinou o | tacto leito pelo povo. era o pai de Ticvá e avô de Salum. Sexto fillio de Zalafe.22 ó chamado de liíisrás. depois du exílio na Babilónia (Ne 3 iq. 13-15: I Cr 'l 9. 2. depois do retorno do exílio babilónio! 3.a seleção imparcial entre os descendenles de Eleazar e Ilamar.0). Sob a direçãG de Neemias. HARAÍAS. consultada sobre a mensagem lida no livro da Lei. Filho de l. cnmpromelendo-se a obedecer ao Senhor e adorai somente a Deus (Ne 7. e ds des­ pediu (2 «Sm 10.30). Veja Vasti. Suas fi­ lhas loram Mil ca e Iscá. O KJ® lumosam para Hapisez. O Senhor entretanto.2-6]. HAREFE.0). por meio de sorteio. da tribo de Aser. Hanum ordenuu que ossudítos do rei de Israel fossam pre­ sos. Abrão e Ló poaleriormonte e^ltibeluceram-se numa cidade diumuda Harã. 0 ourives que reparou parte dos muros de Jerusalém. Um dos lídores da tribo d». 1. Maor mais lard<’ cusou-se com Milcic Terá. 10. É o pai de Gazez ( i Gr 2. paia protegor-se do Davi e de Joabe.4(5). rei dos amouitas parri quem Davi enwuu urna mensagem de consolo. O referido texlo fora encontrado recentemente e sua mensagem pa­ recia cantor advertências sobre n iminen­ te juízo de Deus sobre ]udá. bem como 457 metros de muro (Ne 3. Os descendentes de Harim. quando eu Irasse uo santuário (1 Cr 2 4 . "o guarda das roupas". noieinado de fosias.24. Foi feita nm. HARBONA. irmão do Abraão e Naór: era o pai de L6. era fillio de Calebe e de sua concubina Efâ. “de acordo com as ultimas instruções de Davi".15). Um dos sacerdotes escolhi­ dos para oficiar no santuário. Depois alugou rarruagens e soldados [»or nuJ taJeutos de prata. Líder de uma famiiia que retornou com seus descendenies para lerusalém. “de acordo com as últimas instruções de Davi".39). deu a vitoria ao seu povo iw. H A N U M . um dns descendentes de Calebe e líder da tribo de ludá (1 Cr 2. marido de Hulda (2 Rs 22. HARAS. Um dos sacerdotes escolhi­ dos pura oficiar no santuário. Viveu e morreu em Ur dos caldeus (Gn 11. Um dos filhos de Sirnei. Um dos selé eunucos que serviam o rei Assuero (Xerxes) (El l.20-31). HAPISEZ. mas a cidade ficou conhecida e tornou-se figura proeminente na narrati­ va bíblica p<usU'rior < • sobrevive ate hoje como umo pequena vila árdbe.TJa. levita da famiiia dns gersrmilas e um dos Lideres do r lã do Lidã ( l Cr 23. Veja Hustóh. Era filho de Ur. Harãs. Ment ionado conexão com a profetisa fluida. mencionado como fundador desta cida­ de. reparou ou­ tra seção dó muro iNe 3. Consertou o Porlão do Vale.14). e esta era a ordem na qual ele mi­ nistrava ao entrar uo saul uario (1 Cr 24.0).lilj 7. em número de 320. entre os des­ cendentes de Eleazar e IIamar. "Pai de BetoGader'\ ou seja. estavam entro os que não pertenciam às lamllias sacerdotais que 254 . Listada entre os que receberam tarefas específicas do rei Davi. hem como metade das roupas. 1. Huniul loi um grande guerreiro b líder de sua família (1 Cr 7.13). 3. Não ficti claro se loi Terá quem Lhe deu esse nome. H A R I F E . Na passagem paralela em 2 Crõuicas 3-4. t Ima seleçârj imparcial fui leita. HARIM. 2. 2.

Pai de Mesulemete. 8 . no regresso a Judá (Ed 8.C.D.9). "filho de flarim‘\ é men­ cionado em Neemias 3. da tribo de Judá 11 Cr 2. Provavelmen­ te toda a lamiiia manteve um comporta­ mento perverso diante do Senhor o em consequência tal transgressão levou-a ao casligo de morlo |2 Rn 21. 7. Hesobius e sons parentes.5:1. “o Senhor tem consi­ derado''). serviu como músico no Templo sob o reinado de Davi Era um levita do dã dos merariLas 11 Cr 6. Seus descendentes estavam en­ tre os serviçais dn Templo que n'tomaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2. Oficial du Iribo de Le-vi. P.HÁSABI AS retomaram do exílio na Babilónia. Ajudou a reparar os muros de Jeru­ salém e governou sobre a rnelade do dis­ trito dn Queila. 2 . HARSA. ficou encarregado das ofertas de ouro e prata.52J. e os adorou". 6. HARUMAFE.19). Ne 7.451.3. 9 .21).35). 4. para obedecer à lei de Deus |Ne 3. ua época do rei Davi (1 Cr 25. HARUZ.11).19. Seu descendente.15).30). irei Manassés).19). Líder dos levitas que providencia­ ram cinco mil cordeiros e cabritos e qui­ nhentos novilhos para serem sacrificados durante a grande celebração da Páscoa que acontocou no avivamonto durante o reinado de Josias (2 O 35. Os homens também divorcia­ ram-se d u L t» esposas estrangeiras e coli> caram o selo no pactô (Ed 10.31).5). ProvávelrriftnlR ura tum daque*les mencionados no item 1 ou 2 acima. 3 5 .10). de acordo com o sorteio para determinar o ministério uo Tabernaculo.42 e Esdras 2.53). No 11. o qual "fez-o que nra mau aos olhos do Senhor". "Andou em todo o caminho cm que andara seu pai HASABIAS |Helj. Seu filho ledaías reparou a parte do muro de Jerusaiem que ficava em fronte à sua casa. HA RN EFE R. Descendente de LJzi. Descenden­ te de SohaJ. era filho de Hela e pai de Aarrl (1 Cr 4. Cm dos f i l h o s de Jodutumquo pro­ le ti/a va. Alguns deles uniram-se a Neenuasno pacto para servir a o Senhor (Ed 1 0 . depois 255 . a mán do rei Amora. Um dos judeus que retornaram do exilio na Babilónia com Esdras. 2 7 ) o concordaram firo se divorciar de suas esposas estrangeiras (Ed 2. que seriam levadas ao Templo em JanisaJóm. que retornaram da Babilónia. HAROÉ (Heb. “o vídenle"). 4. HARUR. Fillio de Zofá e Líder da Iribo dt* Aser (I Cr 7.54). Seus descendentes estavam un­ irá os serviçais do T e m p lo que voltaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2. 1. HA RUM . Foi um dos que repararam os muros de Jerusalém quan­ do o povo de Judá retornou do exílio na Buhiiómu. louvar e dar graças a Deus. 1.11.8).017 pessoas. ficaram encarregados do Irabalho do Senhor e dos negócios do rei a oesle do rio lordão (1 Cr 2f>. Etn.52: Ne 7. Um dos lideres da tribo de Judá. Um das descendentes de Semaias que viveu em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. Ela se compunha de 1.39. depois do exílio na Babilónia (Ne 3. 3. era superin­ tendente dos levitas em lerusalem. Ne 10.21. ao usai a harpa.1 7). 2. Em Neemias 7. 10.700 hebronilas. 3. Foi um dos levitas que selaram o parto feito pelo povo. junta­ m e n t e cora Neemias.32: 30. di' Judá. Era filho de Quomuol ( I Cr 27. ua época do rei Davi. O decimo primeiro. 1 0 . 24: Ne 12. é mencionada outra lamiiia de descenden­ tes de um certo Harirn.17. N p 7 . 5. e serviu os ídolos que ele Linha servido. Malquias.14.

‘guarda das vestimentas”. 1 . Veja Hnrtis. Fornos. Possivelmente seja o mesmo do descendentes se restabeleceram em Jeru­ item 8. Seus filhos reconstruíram a Porta do Peixe.22). Templo. (No 10. era pai de Tocate e avô de Sal um. Um benjamita.23) no meio dos grandes guerreiros listados entre os “heróis” de Davi. 1. Cita­ pois do exiliu no Babilónia fi Cr 9. 1. ficou ao lario de Esdras en­ pacto feito pelo povo depois du exílio de quanto o livro da Lei era lido para oí> ho­ adorar somente ao Senhor e obedecei1 a mens e mulheres de lorusaJém é Judá.HASABNÉ1AS HASSENAÁ. M u passagem paralela om 2 Reis mero de 223. do retom o do exílio na Babilónia (Ne 11. do na iisla em l Crónicas 3. salém. M al*. 4 . Em Neemias 7. m. 1 . Era um dos filh o s de a profetisa Hulda. durante o reiuadn de Joslus. No 7 AH).5).4. 22 ). depoi# do retorno do exílio ua Babilónia.í*. Um dos lideres do povo uúmern e 328. sua lei fNe L0. lei iTSÍe 9. HASBADANA. restabeleceu-so em Jerusalém de­ HASADIAS (Heb. no lempo do rei loiaquim [Ne HAS SEN UÁ . oiona a linhagem real depois do exílio 2. gizonita (1 Cr 11 34)1 Mencio-nado na lisla de 1 Crónicas 3. Pai dú HaLus. Um dos lideres que assinaram o Neemias 8. traba­ 2. Líder dos levi las e músicos uo do exílio (Ne 3. em Jerusalém. Seus descendentes estavam contra do recentemente e sua mensagem en tre os serv içais do Templo que parecia conler advertências sobre o juhso retornaram do exílio na Babilónia com iminente de Deus sobre Judá.43. nos dias de Neemias iNe 3. Mencionado apenas em 3. Era uui rios filhos de seção do muro rle Jerusalém e a Torre dos Zorobabel. nm feruHASÉM. depois do exílio na Babilónia 11 Cr 9. em Esdras somente ao Senhor e obedecer á sua lei 10.33. oonsullada sobre a men­ Zorobabel. retornaram do exílio ua Babilónia com Neemias (Ed 2. que cita a linhagem real depois do exílio H ASRÃS. depois 10 . Ajudou a reparar a parte do muro que ficava defronte de sua casa. Alguns deles são listados que selaram o pacio feito por Esdras de­ entre os que foram anisados de se casar pois do exílio. 2.19).22 o HASSABNÁ. I Tm dos levi las que se dirigiram aolém.15). Mencionado em conexão com na Babilónia. 256 . . '‘Os filhos de Hasém” estavam saiém. junto com Saiu. Seu filho Seruaias. O referido texto íora onHASUFA.25).rDeus é amor").1l). Chamado de H A S U B Á (Heb.23).3). quo meuNu 11. reparou uma na Babilónia.14.14. Harás. cujos 12. “considerar"|. Concordaram em adorar tom mulheres estrangeiras. ó chamado d t-. depois do exílio na Babilónia (Ne :t. em nu­ 34. Seu filho Juda era superintendente lhou no reparo dos muros de Jerusalém do Segundo Distrito da cidade de [erusadepois do exílio (Ne 3. depois do exílio na Babilónia (Ne II 9Ppovo depois que assinaram uin pado dó adorar apenas ao Senhor e obedecer à sua HASSUBE (Hei).20. o Neemias (Eri 2. Filho de Pnale-Moabe.24J. Seus descendentes. HASABNÉIAS.20.7|. "co n sid e ração "). da tribo de Levi. Hasrás. sagem lida no livro da Lei. estavam enlre os judeus que 22.10). marido de Hulda (2 Cr HASUM.

pudese subentender a idéia de que o Senhor em sua soberania. Nb 7. IJm tios sacerdotes que retornaram do exilio na Babilónia com Zorobabel e Jesua (Ne 12.a H ATATE.561 . mencionado em Génesis 10. HATIFA (Heb. 1. HATUS.13).50).ompl6 para matar seu povo. Os semitas torna­ r a m . L8J. Ben-Hadade. e Aca zias. depois do retorno do exílio na Babilónia (Ne 10. HATIL. para saber se fic. durante o reinado de Artaxerves (Ed 8.9.uia hom de certa eflíennidade. Certa vez. filho de Joctá (Gn 10. o "agagiLa". Ele e |efi foram escolhidos por Deu? como instrumentos de juízo contra Israel e a casa do Acabe.4) 4. filho de Acabe. 3. o quaJ ora extre­ mamente perverso e idólatra. HAZAEL. {durante a lpitura rio livrn da Lei (Ed 6 4 ).n. Quando ouviu as noticias sobre a Iminente aniquilação dos Judeus. Um dos levilasque ficaram ao lailo de Esdras no púlpito. O profeta então cho­ rou. ten­ tou exterminar todos os judeus uo Impé­ rio Persa. Jorão. rei de ludá. 1. Jorão. Um dos filhos de Semaias.14). Um dos servos de Salomão cujos descendentes estavam enlre os judeus que retornaram do exílio ua Babilónia corri Neemias (Ed 2.57. 3. Aquele ofici­ al enlão retornou ao seu paise matou BenHadade (2 Rs 6. sob a ordem especifica rio Senboi II Rs 19 151. 2. "um cativo"). Um dos líderes que selaram n pacto feilo pelo povo depois do exílio (Ne 10. Seus descen­ dentes estavam entre os servidores do Templo qun retornaram do exilio na Babilôniti com Noemias (Ed 2.91 Quando Hamã. que se dirigia a Damasco. listado na li­ nhagem real de Jeoiaquim (1 Cr 3. Tlm dos eunucos da corte do rei Assuero (Xerxes).45). ajudou a re­ parar o muro de Jerusalém (Ne 3.54: Ne 7. Descendente de Sem. Mordeeai enviou-lhe a seguinte mensagem: “Quem sabp se náo foi para tal tempo como este que chegaste ao rei­ no?" (Et 4.6-15 J.6. enviou-o ao encontro do profeta Ebseu. descendente de Secanias. p. porém. pois uão LinJba permissão para ir à presença do rei. da Iribo de ludá (1 Cr 4. Ne 7. ao contemplar o sofrimento dn seu povo Israel nas mãos de HázaeL e disse que o senhor dele morreria. Sr.22). possui o controle de todos os assuntos dos homens e das mu­ lheres.23).42. quando viu seu pai adativo vestido com “puno de saco" í«inaJ de profunda Iristeza).2). Possivelmente seja o mesmo ritado no item 3.10).C. Hazanl era um oficial do exército sírio. de 643 a 796 a. 1 Cr 1. Deus usou a rainha e Mordeeai para impedir lais planos.s e Lfdenss do dãs na A r á b i a .HAZAEL 2. ioi ferido ua batalha (2 Rs 8. Segundo filho de Cuxe. fizeram unia aliança e saí­ ram paia fazer guerra contra ele. Um dos filhos di: Olniel e neto de Qutmaz. 2. achou que nada poderia fa zer. a menos que ele a convi­ dasse. Por todo o livro dn Ester que náo menciona a n n m u i í h D o u s . Um dos sacerdotes que selaram o pacto feito pelo povo dp adorar somente ao Senhor.us descendentesestavam en­ lre os porteiros do Temploque retornaram do exilio na Babilónia com Neemias (Ed 2. Agiu como intermediário entre suo senhora p n primn e pai adotivò dela (Et 4-5. Era um dos lideres de família que retornaram com Estiras para Judá. HATÁ. o rei (la Sirla. para se tomar rei da Síria. Logo depois quo Hazoei chegou ao poder. claman­ do dianle do portão do palácio real Ester então enviou Ha lá para descobrir o que acontecia com seu primo.21. Ela soube do r. quando EsteT era rai­ nha. HAVILÁ. Era neto de Gáo. Filho de Hasabnéias.29.7 e 1 CrônicâS 1. Ungido para ser rei da Síria. HATITA.25- 257 .

terra dos israelitas (2 Rs 10. Listado ontre os quo receberam tareias específi­ cas do rei Davi MAZO.. Quando começaram a orar. Hazael morreu e Jeoái». rio entanto.Ir Deus contra a idolatria de Aca­ be.17. voltou-se para o Senhor e Deus ouviu sua oração Í2 Rs 1. con­ quistou grande parle do território de Efruiin e voltou-se para atacar o roino de ludá o a cidade de Jerusalém (2 Rs I2. HEBREU (S). Seu pai chamava-se loclâ.20 comu um descenden­ te de Sem. I4ÉBER.32}.18) 4. Veja }nei. Fundou o clã dos beberilas . e re­ conquistou grande parte do território israelita (2 Rs 13. Ben-Hadade. porianlo. Benjamita. até que EinalrneDte o rei Jeoacaz. Hazael. seu pai. Marido de Joel. por amor da sua aliança com Abraão. de Israel.18J. 1 Cr 7. filho de Elpaal. Listado tanto om Génesis 10. 5. Um dos filhos de Simei. s. Filho de Meredf com sua esposa israelita. 1.14.3. Rs 9. Jorlão foi morto por Teú. aa permitir que Hazael cap­ turasse grandes extensões de.r .21. 2. 17. Provavelmente é uma derivação de outro lermo que quer dizer "atravessar por t ima" ou passar alem" Isso sig n ificaria que mais tarde os isra e lita s. lilho de Jeoacaz. da Lribo de Judá.22 1. Listada euLre os des­ cendentes de Judá.31. O Senlior então enviou mais castigo contra sou povo. o mulher que ma­ tou o comandante Sísera (Jz 4 11.J7.45. listado como membro da Iribo de Aser: estava entre os que desceram com lacó para o Egito. esto vocábulo aparece pela primeira vez em Génesis M 13.241.IS). HAZAÍAS. p . de ma­ neira que llazael desistiu de atacar a sanla cidade. ao serem cham ados rle “hebreus".5.HAZAIAS 20. Veta Iam* liem Betuel. “tribunal da mor­ te"!.6). procedentes de longe.24).3-51. íe i de Israel. devido à infidelidade religiosa e ao pecado.5)). lu­ tou contra seu lilho. Isaque e Jacó” (2 Rs 13. Gn 10. 1. acham que deriva do nomo próprio Éber (bisneto (Ir Sem. no entanto. tira levita da família dos gersonitas. onde Abrão é chamado de "o hebreu1 ' Certamente essa identificação o separava dos moradores da região.26 nomo 258 . Isma e Idljias (1 Cr 4. Seu descendente.32). era Filha de Etã o irmã de fezreel. Maaséias. i*m 1 Crónicas 1. por lodo o mal que cometera ao atacar Israel. No AT. por­ que em sua vontade levar Israel uú arre­ pendimento h à verdadeira adoração. mas o sentido exalo da palavra permanece in­ certo Alguns. como castigo í. HAZELELPONI.25). dariam a entender que eram peregrinos. Embora o Senhor tenha permitido que o rei sírio vencesse muilas butalh&s. Por vários anos D e u s peimitiu que Hazael oprimisse seu povo.17]. Quando o referido rei sírio dirigiu-se ao sul de Israel. O roi Joás então enviou os te­ souros do Templo Como tributo.(Gn 46. íoi um dos lideres da Lribo de Judá e n pai de Socó |talvez isso signifi­ que que fundou uma colónia ali| (t Cr 4. e se compadeceu deles.23). "o Seuhor leve misericórdia deles. HAZARMAVE (Heb. O proleta Amós também laluu contra a família de Hazanl.3) HAZI EL.ij. e disse que seus palácios seriam destruídos (Am 1>4J. foi um dns que se esta­ beleceram em Jerusalém.5). Posteriormente. Filho de Berins. 3. o tornou paia eles. que se lurnou rei de Israel [2.24.1. era responsável pe­ las muilas atrocidades que cometera con­ tra o povo de Deus.c. 2 Cr 22. hdei de um dos clãs de Lada (1 Cr 23. Nm 26. Filho de Naor e Milca. listado na genealogia do rei Saul I I Cr 8. depois do exiUo na Babilónia (Ne Lt.22. sobrinho de Abraão (Ga 22.

2. O conselho de referir-se ao aramaico como um "dialeto Hegai sobre o que elu vestiria e o que le­ hebreu". e Assuero a Esse lermo também é empregado para constituiu sua esposa. 15). Ha naram rainha | v. enquanto seguiu fielmente a Lei (El 3. Era pai de Zelofeade entretanto. no final. 2 Cr 32. 5.HEGAI 23. De tralamentos de beleza especiais. No NT.3).6). responsável pelo harém real (Et 2.1. Um dos quatro filhos de nha advertido para tomar cuidado quanCoate o neto da Levi II Cr 6.9). an referir-se u José.1). rei loi um dos fatores decisivos que a tor­ na Palestina (At 21. o uso desse teraiu étnico HEGAI. para referir-se aos judeus ou a um Quando Vasn desobedeceu a ordem do subgrupo dentro do judaísmo é bem raro. Hegai foi enc. Chefe da Iribo de Manassés.18: Is 3G. meu prazer está nela”). . I I. Hefer.4. não é o uso comum. 259 . Por exem plo: a esposa dp (1 Cr 2. 19. o mequeratita (1 Cr 11. 18. 20.arregado de encontrar pois o Novo Testameuto prefere o vocá­ uma mulher q u o a substituiria como rai­ bulo judeu/judeus para referir-se a esse nha. Esse sentido pejorativo. loi considerada a mais linda.40: 22 2: 26. 27.32): os filisteus tambóni se expressarem assim (1 Sm 4. Josué 17. de fudá (2 Rs 1 1. va-se Naará. outra maneira de referir-se ò varia i. Mordeeai. geral­ (Nm 26. rei.19).J.16).11-13).2.8). Provavelmente ainda falavam o soberano (Et 2.18.s .9. 9).' no Sentido pejorativo. aramaico. outras referências relacionadas ao idio­ O escritor do livro de Ester deixa bom ma (Jo 5. com o um sinónim o do ra rle Canaâ. claro que até esso ponta ela nãu havia NeS.2.17. onde rece­ ral dominante ainda linha camcleríslicas beriam tratamentos de beleza e seriam semitii h . gem usada pelos escritores do AT.28. nem próprio hebraico. a lim de opor-se à cullura preparadas para serem apresentadas-ao lielenista. Ele lhe deu alimentação e como integrante de lsmnl (2 Ca 1 L22). Jr 34.11).14). que tinha seu próprio Deus lÈx 3. Ele reuniu "moças virgens e formo­ grupo. paru Hegai nem tampouco para 0 rei. Um dos eunucos de Assuero. A pró­ Mãe do rei Manassés. israolita(s) (Éx 1. de modo fato. 17. 13. Foi um dos líderes de clã enlre O vocábulo hebreus às vezes é usaílo os coatitas (Nm 3.ta última lista. descendente de Gileade: tornou-se lider do clã dos heferitas. Sua mãe chama­ da. 1 . d.19: 14.3 regis­ mente.14. Os israelitas às vezes se releri­ 3. pria língua é mencionada em várias pas­ Veja também Isaias 62. a li­ HEB ROM. (Dt 15 12. o lermo refere-se aos sas" de toda as partes do Império e as le­ membros da Igieja.6: H EFER .42).2. cí. O idioma "um homem poderoso” na batalha. ao ser apresenlada ao rei. Em Atos (>.onsign quando fosse a presença do principal linguagem do primeiro século.n. o lermo é utilizado com um sen­ tra que seu clã recebeu sua porção da lei­ tido neutro.13. 1 .13). Os egipc ios con­ sideravam os hebrnus uma raça separa­ 2 Um dos lideres da tribo de Judá.5).3: eic. Paulo usava frequentemente estava Ester Logo tomou-se a preterida esse vocábulo para referir-se a si mesmo de Hegai (v. 43. seu primo e pai adotivo. sagens nas Escrituras (2 Rs 18. Ap 9 1 1 . o apóutoli i foi um membro exemplar que.32. usou esse ter­ mo (Gn 39. cuja Influência cultu­ vou para a fortaleza de Susã. dos israelitas também ora conhecido c:amo ‘'hebraico" e foi a principal lingua­ HEFZIBÁ |Heh.32. a língua em vistn é o revolado sua procedência judaica.36) am à própria raça usando o termo hebreus foi um dos guerreiros vulenles de Davi.33. Potifar. n. Entre aquelas jovens. p . 14: Jn 1.15-19). filho de Asur (1 Cr 4. 16. Filho de Maressa o noto de Calebe israelitas. para designai os 2.

no governo do Sidomáo. no período p ós-exrlico. 14.9. Descenden­ te de José e herdeiro da tribo de Manassés.15). 1 Cr 11. 10). como um dos judmis que retomaram da Babilónia o que contribuí­ ram com prata e ouro pura que fossem feilas coroas para o sumo sacerdote losué. no v. p . paia evitar a destruição do povo judeu. HEM (Hob “ 'graça. no tempo de Moises(Nm 1. fi.71. Veja Estpr. A Versão Soptuaginta sugerô quo "Helém" ó um nome descritivo de ''Heldai''. “força. 1 Cr 11. 2. v. HELOM (Heb. era da tribo de Jlíraim e um dos "trinta" guerreiros valentes de Davi. Helez. Veja E liabe. Irmão deSemer.26.14. favor"). Uroa das duas esposas de Asur. Era Um dos "trinta heróis" tle Davi. HELA. Foi um das que lo varam práta o ouro da Babilôniu os quais furam usados para fazer as Coroas paia o sumo sacerdote fosue. 2 . cí. descendente de Aser e um dos lideres de sua tribo (1 Cr 7. 1.10. atTuvés do Gileade. cl.30. filhos (oram Zerete.Era o llder da clã dos helequitas iNni 26. Zoar. H ELE B E . Era par­ ceiro de Asafe. onde é chamado de Hfelede). HEMÃ |Heb”fiel"). Pertencente ao clã dos jr-rameelilas. os quais saiam uom ele para as lia talhas e lideravam o povo de Israel na guerra HELÉM (Heb. cuja tra­ dução é “o filho do Sufonias como um favor’.r).32). que vai de [©sus a Adão.27: 27.5. Da tribo de Levi o da elá dos coatitas. Davi ordenou que os levitas nomeassem cantores para can­ 260 .000 homens sob seu comando (2 Sm 23. “poder”). 2. opaltfta. os quais foram lideres na lribo de ludá [1 Cr 4. Filho rle Sofonlas provavelmente é o mesmo Josias | Z < 6. w fHeldai).30). v. é o jiai de José.29. .10). da tribo de ludá. estava rle pronti­ dão com seus homens no sétimo mês de cada ano e linha 24.35). netofatíta (2 Sm 23. Seus. 29:10. HELEQUE (Heb. filho de Azarias o pai de Eleasá fl Cr 2. Esler encontrava-se no lugar e no raonienlo certo.33). depois do exílio na Babilónia (Ne 12. 1.7: 7. 14 lê-se Heldái no lugar de “Helém*’ 2 . d.30: Js 17.g .151. ou algo assim.16). Paí de Eliabe e líder da tribo de Zebulom. duranie os dias de loiaquim. 10).0011 homens | 1 Cr 27. no Templo. marido de Maria (Ix 3. outro famoso lider dos musicistas no ultimo período do reinado de Davi.23). um dos que fiz eram contribuições de melais precio­ sos. Líder da fam ília sacerdotal de Meraiofe. primeiro no Tabernáculo o de­ pois. Filho de Baimá. 1 . Com o trabalho deste seu parente nos bastidores o o Senhor Deus uo contraio ria situaçoo. 1.24. Coroo co­ mandante do exército. HE L D A I.2).Netofatita. Quando a Arca da Aliança íoi le­ vada para Jerusalém. HE L I .HELA to a essa questão. Mencionado apenas em Zacarias 6. era músico. Sua divisão era composta por 24. era um descendente de Otniel quo comandava a 12* divisão do exército de Davi e eslava de prontidão no 12° mês. o lorte”. Provavelmente narne refem le a Heldai (Zt. após sun construção o inauguração 11 Cr 6. au seja. os quais foram usados na confecção de coroas paia o sumo sacerdote Josué. “o Senhor õ minha poTção"). Mencionado na geneaJogia do evangelho de Lucas. HELCAI (Hebr. Cilho do Joel e noto do proleta Samuel 11 Cr 6. "porção”). HELEZ. ao lugar preparado especialmenle para ela. ou pelonita. Na Versão Siríaca. a fim dn que ela conquistasse o favor de Hegai. Talvez a pala­ vra ‘hem" seja um suhslanlivo. Efuâ e Coz.

O quinto nome de inn grupo cação do Santuário.HERMES tarem com alegria |J Cr 15. Comparada com a de Hemã e o “ministério da p r o fe c ia ” o ficou conbe• ido como “vidente".31). pois cantavam harmo­ HE RM ES . e novamente uo governo de om sua carta aos Romanos (Rm 16. é interessante vor quo os descendentes dele da metade do distrito de Queila e foi um dos que assinaram o pacto feito pelo povo oLndii estavam entre os primeiros levitas (Ne 3. Hemã Foi 3.14). é algo digno do atenção. controu o livro da Lei e reiniciou o culta filho de Disã e neto de Ana [Gn 36. no reinado do rei de cristãos de Roma. estavam entre os que supervisiona­ reinado de Salomão. levi­ finalmente íoi lavada {«ua a Templo.12.18 — onde é chamado de Bavai: que se envolveram na purificação e 3.C. Mencionado em 1 Crónicas 2. Mui lo Babilónia (Ed 3. 10. saudados por diante do Senhor. Eslava sob as ordens do outros homens.9). após a moidações. 261 . 17traordinária . é men­ cionado numa passagem que exalta a ex­ um dos que tocavam os cimbalos |w.4 l. ceudentos tiveram participação direta nesse ininistério. e seu trabalho era ‘‘exal­ tai a Deus" (1 Cr 25. 2. Quando a Arca HENADADE. depois de um penado do perCr t. nu tas. onde e chamado de Mamão). Ele lambem íoi separado peio rei para Salomão.6. no tempo de Zorobabel. numa época em escritor da livra apócrifa conhecido como que a música alegre novamente laz parte O Pastor r/e Hermus. reconsagraçâo do Templo (2 Cr 29. Era um dom de família Paulo om sua carta aos Romanos (16. novamente foram os descendentes de Mamã e de AsaIV■os pri­ H ER E S . O fato daquela lamiiia ser tao proe­ Foi um dos primeiros a retornar do exílio minente por ocasião da chagada da Arca na Babilónia. e um chamado especial de Deus. Seus filhos e netos. Hemã o som descristão em cerca de 150 d.sabedoria dada por Deus a 191.26. Um dos lideres enlre os horeus. Um levila mencionado em 1 meiros a liderar a música no Templo. versidadB e idolatria. que se refletiam em suas saudações.14.24. Crónicas 9. Mais larde ainda. Famoso por sua sabedoria. e algo digno de atenção. a do filho de Davi ul­ dirotas do Davi Foi almuçoado com 14 fitrapassava a Iodas (1 Rs 4. mes­ ral que o apóstolo linha pelos seguidores mo d u r a n te os terríveis tempos de idola­ de Grislri.13). quando ela foi levada ao Templo recém-construido. depois do exilio na de graças ao Senlior í2 Cr 5.4-6). 1 no Trçmplo. que se refletiam em suas sau­ tria que Judá experimentou. Também é particularmente sonagem náo deve sor confundido com o interessante notar que. a Jerusalém. no período do avivamento Seu filho Bibui era superintendente que aconteceu no reinado dn Ezequias. quando o rei Jos ias en­ HENDÃ. Senhor lhe llzera. reco­ O cuidado pessoal e a preocupação pas­ nhecido através das gerações pelos que toral que o apóstolo linha pelos seguido­ estavam ao rodar doles. O terceiro D o m o de um niosamente e locavam os instrumentos grupo de cristãos de Roma.16J. O Josias talvez seja uma boa indicação de Liúdado pessoal n a preocupação pasto­ que permaneceram fiéis ao Senhor. Wic. Provavelmeufe é o ezraita mencionado na intro­ lhfis e 3 tilhas. era res de Cristo. os quais lhe foram dados dução do Salmo 88. que surgiu do meio do culto e da adoração.15).1.14). lempo depois. na nova dedi­ HERMA5. saudados por Puulo Ezequias. Alguns dizem que é em cumprimento das promessas que o o mesmo do item n® 2.9).15 coma descendente de Asa In. 1. Esse per­ l e d e Salomão. filho de Zerá e nelo de Judá e Tamar. Hemã b seus compa­ ram o trabalho nos muros de Jerusalém e nheiros lideraram o grande louvor e ações na casa de Deus.

a exigência do método de folar e pregai. Quatro gerações diferentes sição de Crislo © ver essas pessoas expe­ de pessoas. os quais abandonaram o apóstolo muito bem em seu padrão de comporta­ (2 Tm 1 15).J-2Ú1 encaixa-se Ásia. sujeitos às jai Timóteo a “fortalecer-se na graça que mesmas paixões. é um excelente exemplo lanlo depois do domínio romano. 15). colheitas e alimeutos.. que sp supunhacomo Éleso. mediante a imposição de pesa­ ral podia ser vista por todos. Os ao período de sua segunda prisão em romanos chamavam-no rle Mercúrio. quando soube a respeito do nascimento de Jesus.H erodes. os morado­ Ire os que não o assistiram estavam os ras de Listra. Atónito com tal blas­ qual. tais como Hermógenes cremm qun so tratava de um dous. e a coridula tle Ouesíloro. e vos anunciamos que há em Cristo Jesus" (2 Tm 2. a terra.' Nós também riu-se a esses exemplos. maravilhados com um provenientes da provinda da Ásia que grande milagre operado por Paulo.c." (v. Provavelmente ele se referia sageiro divino o n rio as da oratória. ao viviam em Roma. quando alguns cristãos não Essa relação eulre Zeus e Hermes expli­ o apoiaram duranie seu julgamento Enca por que. segunda carta de PauJo a Timóteo. A seguir. Cilado. considerado um men­ prezaram. de quem Paulo esperava uma mamm-no de Hermes ti a Bfunubó. como do seu das taxas sobre os judeus. Paranóico quanto mente começava coro aquilo t:om que suo audiência livosse afinidade. ao proporcionar-lhes os cristãos enfrentavam perseguições ou chuvas. o mar e toda sorte de dificuldades para permane­ tudo o que neles há. Paulo não queria dizer que iodos os cristãos das igrejas na Ásia. Paulo refe­ porque (azeis essas coisas.C. •nascido de família e alguns de seus colaboradores.HERMÚGENES 2 Divindade grega. a fim de oferecer-lhes romanas. ção geral de Deus u toda* as pessoas. p. da lduméia. o Grande. entre e sua subsequente ordem do "massacre todos os que estavam na província da dos inocentes" (Ml 2. a Bíblia não diz s» ele leve ( bance de prosseguir na expo­ HERO DES . imj. junto com Figelo. oiide bondade e graça. . em Aios 14. cerem firmes e fortes om Crislo nas soc imostrou como o Senlior que anunciava edades moderuas. Roma (v. executou muitos membros da própria H E R M O G E N E S (Cr. que lez o céu. Zeus (túpilerl. segundo o apostolo. . minhas algemas" (2 Tm 1 161. a fim de encora­ somos homens como vós. O lato de Paulo apoiar para a revela­ em Atos. o des­ sor filho do Zeus. fatia de enlendimento» Paulo di­ me recreou e não se envergonhou das rigiu-se â multidão. Hermes”). se essus palavras teuharu pelo monos im­ (alassem sobre Cristo. o problema lambém não deixou de dar testemunho de sua estava presente na Igreja primiliva. “muitas vezes fémia v .1|. pedido os sacrifícios. na A história sobre sua inquietação.m 1. Embora simplesmente eram “envergonhados'. 262 .g. ii possibihrlado de seu trono ser usurpado. com certe­ se* p por isso o sacerdote de Júpiter veio za resultante do medo das au loridades do seu templo. aparecem nos Evangelhos e rimentar a salvação. rbae Figelo. 17). Da mes­ vos con v ertais dessas vaidides ao Dous ma maneira que os cristãos euírentam vivo.12. dizendo: "Senhores. Reinou de 37 de sua convicção de que a revelaçáo ge­ a 4 a. tais mento.n. Colossos e Laodicéia. foi les de dai os delalhes sobre o Evangelho o primeiro grande rei-uoSsalo do Isniel de Cristo. todas com o lifulo da dinas­ tia Herodes. Pensaram que o apóstolo Paulo estabeleceu um contraste entre dos gentios era um mensageiro dos deuesse lipo de comportamento. de atitude melhor. que frequente­ trubalho lorçado e a construção de grandes edifícios públicos. 0 sacrifícios (v 13).

Ambos os grupos. logo depois foi forido mor­ talmente por nm anjo do Senlior e mor­ reu comido pelos vermes lw\ 19b-23). chamado AristObulo: pOrlanto.16 e Marcos 12. Lucas mostra corto Interesso pela fam ília herod iana. embora. sempre eram superados. o qun lhes permitiria uma corta autonomia. a fim de demonstrar sua educação precária.13ss.31-33) e íoi levado à presença dele quando Pilatos tentou sem sucesso evi­ tar a exigência dos lideres judeus pela crucificação de Cristo (Lc 23. Foi o Movernante da Galiléia ale 44 d. registradas em Maleus 22. A princípio. Lc 9. vas de apanhar lesus em alguma armadi­ lha.3-12: Mc 6.HERODIANOS 2 . seus domínios furam divididos tíDtrit séus três filhos: Arquelau (ML 2. 12. A n tipn s. Filho ile Agripa L foi o governante que ouviu a defesa de Paulo quando esto eucoutrava-se preso em Cesaréla. Mateus tam­ bém registra o segundo dos dois episódios.sus. es­ tariam profundamente desgostosos com a mensagem de fesus. Ao apoiar a família de Herodes.0ss (cf.15). por nij&iò de perguntas capcio­ sas. o Grande. Horodes . portanto.1-32). laruou-soseguidora de Cristo (Lc 8. Depois Ha m orte rle Horodes. o Herodes que aparece durante a idade adulta de lesus. 14-16.1.20) e posteriormente teve duvidas sobre se. Lurliretamente estariam a favoT do domínio romano.esse om lermos religiosos com os domina­ dores pagãos. Foi ele quem mandou executar Tiago. para tramai' contra 0 Filho de Deus [Ml: 3. por meio do perguntas (Mt 22. Ele mandou de­ capitar )oã0 Batisla lMt 14. r.Anlipav govefilou de 4 a 39 d.1. Lc 3.79). loapa. Como telrarca da Galiléia (Ix 3. |esns repreendeu Horodes "ã reve­ lia". relacionado com os fariseus o suas tentati­ 263 .17) e Anlipav. Mc 6.16). na verdade. pode parecer estranho que uma comunidade como esta pudesse unir-se aos lariseus para lazer oposição a fesus.19. Ml 12. a incoerência de sua mensagem e sua falta de habilidade para liderar um movimento popular As perguntas feitas a Cristo em Jerusalém.1.6-10). relacionado com dois episódios diferentes de confronto com Jesus. quando este exercia seu ministério. a esposa de um dos oficiais de Antipns. 4 .C. 0. mencionado em três lugares nos evangelhos. Agripa //. (At 25 13 a 26. pois os lariseus eram contrários à ocupação romana bem como opunham-se fortemente 3 dinastia herodiana e a qualquer grupo que se alinh. o filho de Zobedeu. e determinou a prisão do Pedro. Temos uma idéia da dííerenle visão religiosa dos lariseus e sadu­ ceus em Atos 23. embora provavel­ mente as convicções de ambos tossem bem semelhantes. Filipe [Mc 6.6. om Atos 12.3).2. At 13. Agripa 1 Filho de outro irmão de AúUpus.C. ao chamá-lo de “aquela raposa" (Lc 13.13). O nome do grupo indica qun seus se­ guidores talvez tenham apoiado a dinas­ tia herodiana.22). No HE RO DIA NOS . entretanto. Um grupo de líctefesjudeus muito influente. são pessoas de certa posição e influencia na comunida­ de. pois 6 o im iro evangelista que situa sua narrativa den­ tro dos eventos da historia do imj>ério. Não é possível relacionar esse grupo com os saduceus.6. pur diferenles razoes. centrali­ zavam-se na questão da legalidade de pagar impostos a César Jesus respondeu "conhecendo a hipocrisia deles" Ambos os grupos adiaram excelente acusar Grislo de rebelião contra os romanos. embo­ ra nenhum deles apreciasse realmente o pagamento dos impostos a Roma Embo­ ra leu lassem muito pegar Cristo numa armadilha..C. nelo de Herodes.1») e pro­ vavelmente essas mesmas diferenças oram vistas entTo os fariseus e os herodianos. Marcos cila duas ocasiões em que eles se uniram aos lariseus. Mc. Rutre 57 e 5fJ d. Nenhum deles apro­ varia alguém que ensinasse sobre o Reino de Deus n arregimentasse pessoas om tor­ ne do sua mensagem Os dois grupos Lentavam desacredi­ tar |e.1719.Jesus era João que vol­ tara ã vido (Ml 14. o Granido. 3.

também o v.ira oficiar n o santuário. Uma Herodias. Em Roma­ nos 10. filha de um rei nabateu O conflito entre João R a l i s t a e He-rael (o reino do Norle). Lucas diz quo ‘'acrescentou a seloção imparcial foi feita entre os des­ todas as outras (maldades) ainda esta. A primeira alternativa é a mais pro­ vável.e de fòrUtlâza. Casara-se com Herodes Filipe.c 3 . a lim rle se prepararem para no do Norte [Israel] (1 Rs 15. T'. agradou tanto ao rei que esle lhe ofere­ ceu uma grande recom pensa. Herodias disse à l ilha que exigisse a cabeça de |oão Batista Com certa relu­ tância. di­ ante da mensagem da Palavra de Deus.s profetizou: “Repousará sobre ele o Espírito do Senhor. Quando. rei de Is­ uiuu princesa. A razão de Herodias ficar tão furiosa com João é por­ que ele havia aponlado o pecado dela também. à sua esco­ lha. Salomé.J 9. de acordo com o contexto. as pessoas precisam dar uma resposta A natureza da resposta. Mc 6. numa L ifi­ la de saudações individuais. por de lançar João no cárcere” ILc 3. 1.9. Avô do Ben-Hadade.1 0 . Tal pacto assus­ tou Asa. pois traria um inimigo formidá­ rudias começou quando o homem de vel a sua fronteira. Lucas especialmente mostra que. HEROOIÃO. A natureza exigente do Evangelho é claramente demonstrada nesses inciden­ tes. depois que este se separou de fizera uma aliança com Baasu. se o apóstolo releriase a nm parente de sangue ou um compa­ nheiro judeu entre os muilos gentios cris­ tãos. rei sírio ficar com seu m eio-irm ão Herodes no tempo de Asa. porém. Algumas pessoas responderam sírio então atacou Israel e Asa tomou al­ com entusiasmo e perguntavam n J o ã o o gumas cidades que ficaram no sul do rei­ que fariam.caria aos cristãos de Roma. Não está claro.Asa tomou toda a pra­ Deus iniciou suas pregações sobre o ar­ ta e o ouro do Templo e os tesouros do rependimento e a iminência dn advento palácio e ofereceu como presente d Bende Cristo. por ler passado de um irmão paia o outro. quando sua ambição loi longe demais: A>íripa I foi feito telrarca pelo imperador romano e ela foi banida. Tal pregação provocou duas Hadade.17-29J. "de acordo cos.2). em troca de uma aliança.1 2 .11 ele diz: “Saudai a ílerodiáo. Herodes soube que o HEZIR. 264 . O rei reações. a filha de Herodias. No tixaaJ de sua .UC». para tanto. o Espírilo de conse­ lho . aquele sobre quem Isuía. divorciara-se.t8). Famosa nas Escrituras por seu desejo de ver a (norte de João Batista. a cendentes de Eleazar e r l e Itarnar. seja de fé e obedi­ ência soja de refeição e rebelião. Um dos sacerdotes e s c o l h i ­ proíeta apontava para pecados específi­ dos p. rei de Judá Ben-Hndado Antipas. Certo dia.20). desde que outros nomes ju d a ic o s são m encio­ nados au lis la O nume Horodião podo Indicar que esse homnm fora um escravo da casa de Heiodesi HERODIAS. meu parente". argumentavam contra o Messi­ as há muito esperado. As transgressões neste caso eraiu que Herodes casora-so com sua sobrinha e. Herodes cedeu e João foi decapi­ tado (Ml 14. O Juízo finalmente veio sobre Herodias.G. o Espírito de conheci­ mento e de temor do Senhor" (ls 11. inclusive o seu relacionamento com com as últimas insliuçôes de Davi“. este acontecim ento lt.3-12. de acordo com o texto grego. cf. mas separou-se dele para HEZIOM. determi­ nará a salvação ou o castigo eterno.1 4 ). para passar o resto de seus dias uo exílio.D. dançou paia Herodes e seus convidados. (Ml 14. essa mulher era a esposa de Herodes Antipas e liLha de Berenice e Arístõbulo P. 5). o Espírito de sabedo­ ria e de inteligência. em particular quando confrontadas por Cris­ to.I-íERODLÃO verdade. Paulo demonstrou seu cuidado pastora! pelas pessoas.

Abdam fui sepulta­ da em Piratom.20.22). Esse perverso um dos judeus qoe ticaram ao lado de alo de desobediência à ordem do Senhor Esdras durunie a Untura publica íla Lei. Nm 2 6 . . em 6.omo o retonsfrulor da cidade de “inquirir ao Senhor'*. 1 Cr do palácio duranle o reinado de Ezequias 2. Era urn dos “trinta heróis” de Davi. meio de sua esposa Abia.33). Da liderda família que l icou conhecida como coxa do Senhor. Nm 25.18. O tex­ HEZRO. Os quais saítun com ele pata as batalhas e lideravam o povo de Israel na guerra. L íd er da fam ília dos meraritas. O incidente proporciona evidências da juizo de Deus sobre os que se rebelam contra sua Palavra.20). rei da Babilónia (Jr 29. Era filho de Salum Jericó. para do r.26). tornou-se pai 3 . foi apenas mais um.15).13. Um de Seus des­ (2 Rs 18. Tarubém chamado de Huroi. Pai de Gemarias.341. Neto de Judá r filho de Ferez.11). Participou 'ias reformas ele para as batalhas e lideravam o povo religiosas o da avivamento que aconte­ de Israel ua guerra. geiros enviados pelo rei Zedequias a Nahucodonosor. i i o meio de tantas Pode ser o mesmo tio item nB 7 S.4 registra IliJquias como essa maldição se cumpriu.30). Êx 6. a administrador de Asur (Gn 4 6 . Segundo filho de Hosa. Pãi do profeta leremias e sacerdote Rute. Sacerdote que estava entre os futrução.35 (onde é chamado de Hezrai) o 1 Çwmicas 1 1. Deus (Js 6. ceram depois ria lei lura dos preceitos divinos. 2 Um dos lideres dos judeus que as­ sinaram a aliança de Esdras (Ne 10. (1 Cr 6. maldade» feitas nos dias de Acabe.6: 1 Cr 5.3.9. 2. é um ancestral direlo do em An a lote (Jr I I ) . de Israel (2 Rs 22.1). da trilxj de Levi. no tempo do rei Acabe.13-15).21. é mencionada em 2 Samuel 23. 1 Cr 6.3). Josue pronunciou uma maldição deus que retornaram para Jerusalém com sobre qualquer um que reedificasse Zorobabel. HILQUIAS (Heb.32.4-14. que se casou com 4 . cendentes foi Boaz.45). 2 Cr 14 9-22. encontrou o livro da Lei (2 Sm 23. 26. uô Senhor é a minha p o rção ").G. depois do exílio na Babilónia Jericó.! de Eiraim (Jz 12. Conhecido como "o carmelita'*. que fora destxuida pelo poder de (Ne 12.D. Terceiro filho de Rúben e qun foram encarregadas da música.9. era rio ribeiro rle Gaás" do de Josias. 1 .37. P. Is 22.HILQUIAS meio de sorte to. porlanlu. lambem era 2. I Reis 16. 4. Sumo sacerdote duranle o reina­ 1 Crónicas 11. Ancastrd dos HEZROM . Liderou a delegação enviada HIEL.3. rei Davi (Rt 4. 11 Rs 16. <7. Urn dos "Irinta heróis” de duranle as reformas no Templo v o en­ Davi. guerreiros valorosos que saiam com tregou ao rei. HILEL. era da famtlia dos m eraritas e serviu uo um dos líderes de sua tribo e lornou-se Tabernáculo uo reinado de Davi 11 Cr cabeça do seu próprio clã hezronita. O 17* lurno saiu para Hesstr e es la era a ordem oa qual miriistrava quanilo entrava no santuário (1 Cr 24. Um homem de Betei.7).18.31 HIDAI. 1. Ru de Abdom.5. Por 26.2 1 . menckmepelo rei losías à profetisa fluida. Lc 3. 265 . Pai de Ebnquim.25. 36.19) e do Senlior lesus 5 .24.8). to sugere que um rei mais piedoso ja­ mais permitiria que tal obra fosse feita. que liderou Isra­ el durante oito anos no tempo dos Juizes.34 mostra como 8 . Seus filhos Abirão e Segube 35.18. morreram em decorrência dessa recons­ 7. Neemias 8.10. ua região montanhas. Depois de sua morte. um dos meusaCristo (Ml 1.14. designados pelo rei Davi 0 clã dos hezronitas (Gn 46.1 2 .c.

9. no tempo do rei Salomão.17).'lflJ Talvez acreditassem que tal fato era simplesmente a descrição de uma experiência espiritual e não o ressurgi­ mento rio corpo — ensino fundamentai da ié cristã (veja l Co 15. Judá conheceu luna mulher do Canaã. HIRÃO.. mas também a tecnologia espooiallzada e os artesãos necessários para as obras de carpintaria e de construção com pedras.. A mãe desse Hirão era uma viúva da tribo de Naflaii. pai e filho. oou Lratudo para brabiilbar na construção do Tbtnph •de Jerusa­ lém.ora imia forte Insistência . Art esãi i.nos pilares e outros artefatos de bronze do Templo.118: I Cr 14. Enquanto estava mi companhia de Hira. item ne 2. p. As re­ lações. 266 . Um dos filhos de Elpaal. Rei de Tiro na época em que Davi iniciou a construção de seu palácio em Jerusalém.16). posteriormente. Provavelmente é a mesma pessoa mendonada em 1 Timóteo L.1: 2 Cr 2. 2 Cr 8.nc.47). Hirão não somente exportava o famoso cedro do Líbano. que dera grandes quantidades de cedro e ouro para Salomão. trabalharam juntas e trouxe­ ram tesouros para Salomão de vários lugares di/erentes (1 Rs 9. 1 .11-14: 2 Cr 8. Adulamita. quando o Templo estava em construção.13.aractorizada pela distorção rias Escrituras. d.22. pois Iíirão enviou marinheiros experientes para comandar os navios de Salomão no mar Vermelho.12). Sua reputação como artesão provavel­ mente se espalhou entre o povo. 1. 2. superaram a esse de­ sastre diplomático. listado na genealogia do iribo de Benjamim que vai até Saul 11 Cr 8. O tamanho extraordinário e o brilho dos pilares e dos outros itens que fez dão uma indicação tanto das propor­ ções do Templo como de sua riqueza e beleza. Assim que 0 Palácio é o Templo fo­ ram conslruidos. p. Sua descendência israelita provavelmen­ te foi o que lhe permitiu trabalhar uo Tem­ plo.2). Salomão deu a Hirão vinl. a qual lhe deu vários filhos. entretanto. H IRA .16-19). veja Hhõo. provavelmente corno sinal de respeito. amigo de juda (Gn 38. com o compromisso de Israel enviar trigo e óleo de ohva para Tiro (2 Sm 5 11: 1 Rs E i.20 e 2 Timóteo 2.27: 10. era cheio de sabedoria. do lemplo. Líder herético.17. Seu reinado prosseguiu durante o governo de Salomão.-sobre a realidade da ressur­ reição do corpo. lilha de um bomem chamado Suan. d entendimento e de dèncio para fazer toda sorte de obras de bronze" 11 Rs 7. pois o filho de Davi ordenou que ulr* especifica­ mente fosse Contratado para trabalhai. A heresia pregada por dos espalhava-se camo "cuncer" e era i.11. “lorte"). relacio­ nado com Alexandre e com Fileto (veja Alexandre}. 4. Foi enviado a Salomão pelo rei de Tiro.12). 16).14).HIMENEU HIMENEU. pedindo o envio de matéria-prima (2 Cr 2. "Hirão. o procuraram para providen­ ciar o suprimento de madeira para a cons­ trução do paládo e. Um tratado foi firmado entre Salomão e Hirão e um grande comércio íoi estabelecido. 13-47). No relato sobre seu trabalho em 2 Clônicas 4 11 -18. O ensino deles de que a ressurreição já li­ nha ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2. Essas embarcações. mas seu pai era de Tiro e também fora um grande artesão (v. Rira mais detulbes. lambém ê chamado de Hirão-Abi (v.18. HIR Ã O • A B I . Tais he­ resias são couslanles ria história: os cris­ tãos devem seguir o exemplo fle Paulo v confrontar essa questão r.13. “Não se averiguou o peso do bron­ ze" (1 Ks 7. não licou satisfeito 1 1 Rs 9. 14-1. Ambos. A importância de Hirão uo trabalho do lem plo também é perce­ bida no espaço dedicado a ele pelo escri­ tor do livro (vv. juntamente com as de Hirão. depois que o lilho de Davi escreveu-lhe uma carta.10). com esse propósito. HIZQUI (Heb.g . Vivia em Tiro.e cidades 113 região norte da Galiléia: mas ele.

irmão de Finéias. Entre seus d escen d en tes está CadmieL que ajudou na reconstrução do Templo depois do exílio na Babilónia (Ed 3. Enquanto viviam em Moabe.40. alentou para a oração de Ana o nasceu o profeta Samuel. 1. na linhagem real dos descen­ dentes ile leoiiiquim. Na primeira passagem páreos sor nm midiiinila. Mencionado em I Crónicas 7. o sogro do Moisés é chamado de Jetro. era um dos fi­ lhos de Eli o sa cardo to de Israel em Silo fl Sm 13).37 como descendente de Aser e filho de Zoiá.até que a gordura fosse queimada. o Senhor entretanto. No meio de Ioda essa sujeira e maldade. e os israelitas iniciaram a marcha rumo à Terra Prome­ tida. que os textos se refiram a dois homens diferentes. Um dos levitas que. assinaram o pacto leilo pelo povo de adorar somente ao Senhor (Ne 10. 3. é que ele era bem fa­ miliarizado com as áreas do deserto por Dnde Moisés e os israelitas viajariam. Moiaés o cunveuceu u unir-se a eles. Certamente lambém e possíve). Hades deu-lhe sete filhos. Essa lisla proporciona a linhagem real rio reino de Judá depois do exílio. listado como om dos t r ê s (ilhas de N e a r i o S (J Cr 3 . Seu noto Saiu estava entre os pri­ meiros jurleu> da tribo de Benjamim a se restabelecer em Israel depois do exibo na Babilónia ( L Cr 9. 18). insistiam em tirar sua parte anlés do sacrifício. 5 . Outro lcvitn que também assinou o pacto (Ne 1 0 . Des­ cendente do rei Davi.13). 9. Ne 7. embora um pouco improvável.7). Nos dois textos onde sou nomn aparece. ao invés de esporar. o cativo 11 Cr 3. 3.1517).12).de tudo.5). "des­ prezavam a oferta do Senhor" (1 Sm 2.algumas vnrsóe.29. HOFNI. 7. como ordenava a Lei |Lv 3. quando Esdras a leu publicamente. 1 . Apesar. Dessa maneira. não men­ cionado pelo nome. 2. não fica totalmente claro se era sogro ou cunhado de Moisés |Nm 10. A razão para se mencionar Hobabe. essas valen­ tes não Forarn fiéis ao Senhor (1 Cr 5. depois que se divorciou de suas outras mulheres Husim e Baara. Outro líder que também assinou o pacto leilo pelo povo (Ne Ui.10). Tiravam da como quo as pessoas levavam para sacrificar e. Pode ser o mesmo do iiom u® 4. depois que deixassem o Sinai Embora a princípio estivesse relutante.29-34). HODIAS lHeb. e lideraram os judeus na ora­ ção. '‘esplendor do Senhor"). enquanto na segunda é vislo como o progenitor dos queneus (embora em íuízes 3 .2 1). Um dos levitas que instruíram o povo sobre a Lei. e cada uni deles tornou-se líder de seu próprio clã (1 Cr 8. Era da competência de Eli assumir a responsabilidade de disciplinai' seus £i- 267 . HODE (Heb. Descendentes de sua linhagem es­ tavam enlre os levitas quo retornaram do e x ílio com Neomias (Ed 2.s apresentam a grafia de Ezequias).43). depois do exi­ lio na Babilónia. lua nova”).24). "força dn Senhor”). entre » >grupo de bravos gu erreiros da tribo de Manassés. H O D A V IA S . Os dois sacerdotes também eram culpados de manter relações sexuais Uegitimas com as mulheres que serviam na porta (lo Tabernáculo (v.HOFNI HIZQUIÁ (Heb.9). Um dos filhos de Elioenai. quando todos confessaram seus pe­ cados (No 8 7. Líder de sua família. 22). Não tinham consideração polo So­ nhar (1 Sm 2.35.3 11. H O B A B E .9). Uma das es­ posas do benjamita Saorim. HODES (Heb. 4 . Iz 4.29. 4 . em Números 10. "majestade”). 2 3 .1 0 o sogro. 2 . seja chamado do queneu) Em outr as passagens. Os filhos desse sumo sacer­ dote tornaram-se totalmente corruptos e liravam vanlagem da posição que ocupa­ vam.

Eles simplesmente “oão deram ouvidos à voz de seu pai" (v.11) r o sumo sacerdote. Tratava-se do juízo de Deus sobre eles: mas. a dospeito da advertência anterior. ao ouvir a noti­ cia do que aconteceru. A primeira oportunida­ de íoi por meio de "um homem de Deus".d. que apon­ tava o pecado dos Filhos (l Sm 2. p. Holra foi morto. durante uma revolta contra ole no Egito. Moisés consultou ao Senhor sobre a questão e. uru dia levantaria ”um sacerdote liei'’.3).1-16. H O G L A . o sacerdócio se afastara para lon­ ge du obediência ao Senhor é a maneira como o cap.33: 27. Js 17. contudo. ocasião om que levaram Jeremias com eles. o Seohoi prometeu também que. não è surpresa que Tiago faça a seguinte advenência: "Meus irmãos.11-18). se obede­ cessem à sua palavra e ficassem na lerra. a responsabilidade colocada sobre os que são chamados para servir ao Senhor é formidável. Por toda a Bíblia.23-251.saber que Deus é misericordioso e os perdoará. 27-36J. Faraó que governou o Egito en­ tre 589 a 570 a. Urna indicação de como. etc. o qual faria o que era reto diante dele e andaria sempre diante do ungidi) rio Senhor | v. como pastores e bispos. Ismael malou Gedalias. sobreviveriam. na batalha Contra os filisteus em Afeque.C. por isso.11 O episódio com Eli e seus filhos. lamentavel­ mente. Joanae outros bderes de Judá fugiram pura o Egito. se eles se arrependerem rle seus pecados. Apesar da mensagem ser de juízo. 13) e. Mesmo no NT. não sejais muitos de vós mestres.7-9: 1 Tm 31 Portanto. HOFRA. mas oão Linha autoridade sufi dente paia colocar um paradeiro nas atitudes deles.C. lembra aos líderes que eles. caiu de onde esLava seulndo e também faleceu fv. Hofni e Finéias loram mortos (1 Sm 4. 110). não houve arrependimento lv. No final. Elas enfrentaram uma situação embaraçosa com respeito à he­ rança. os que lideram 0 pov o de Deus. A segunda advertência veio a Eli por meio do menino Samuel (1 Sm 3. 25). pois normalmente as terras eram herdadas pelos filhos homens.1-12. quo era fraco e indeciso. devem ter uma vida exemplai (Ml 2.). mas Lambém precisam ler um estilo de vida que refliia o chama­ do divino. con­ tudo.ra iusto que seu nome íosse apagado da memória do povo. lembrava aos israelitas que a aliança do Senlior corn elos permaneceria lirmo e apontava indiretamente para n tempo da vinda de Cristo. Náo so­ mente devem desempenhar suas tarefas do trabalhar. ensinar etc cOmo foi ordeuado pelo Senhor. Há muito (empo Jeremias profetizara que os judeus deviam permanecer em sua torra e viver sol) o domínio dos caldeus. pjjjc. pois os egípcios também seriam subjugados. Detis então declarou que uão es-lavam seguros. cujo nome náo é mencionado (vv. com quem Deus falou numa uOite (vv. o juízo viria sobre a família de Eli Tal (alo acon­ teceu 11 Sm 4) quando. membros da Lribo de Manassés (Nm 26.HOFRA lhos e ass'?gurar o oTdem apropriada e a obodiôncia da Loi oca Silo. feita nessa ocasião. sabeurlo que receberíamos um juízo mais severo" (Tg 3. uma nova lei foi 268 . 3 começa com as palavras: “Naqueles dias a palavra do Senlior era muito rara: as visões não eram frequen­ tes". mais do que Iodas as pessoas. pois não e. Por duas vezes Deus advertiu EU que mandaria juízo s o hre sua família. Elas procurar am Moisés aa entrada do Tabernáculo para obter solução sobre esse problema e pediram -lhe a permissão para que tomassem posse da propriedade que seria do pai. 35}. Ezequiel também profetizou a queda des­ se Faraó (Ez 29. Quando. polo bem de Israel seu povo. as quais casaram-se com os primos por parte rio pai delas. de­ vem . Nabucodonosor invadiu esse país em 568 a. como resxiltado. Uma das cin co filh as de Zelofeade. Parece.1: 36. A promessa de Deus.c. 18). a Arca foi captu­ rada. É mencionado apenas urna vez na Bíblia (fr 44.30). A mensagem desta vez foi que. porém.

cf. onde é chamado de Hemã] HORI.38). Quando os israelitas sitiaram a i. n horeu. através de Seu-. filhos dos ir­ mãos do pai delas. Horão subiu para saivála. lis la ilo entre os que foram separados para o mi­ nistério da profecia e da música.39). Foi acompanhado pela metade doa líderes de Judá (Ne 12. o rei Davi nomeou Hosa como “porteiro". 1.16) HORÃO. Listado entre os descendentes da linha­ gem real. a qudi permitia que as fi­ lhas herdassem as ferras do pai delas. um tios doze homens enviados por Moisés pa