Vida

A história de todos os personagens da Bíblia

Quem é Quem na Bíblia Sagrada

Editado

por

Paul

G ar d ner

QUEM E QUE NA BÍ BLI A SAGRADA

Paul Gardner (editor)

Prazer; emoção e conhecimento

ISBN 85-7367-377-X Categoria: Referência Este livro foi publicado em inglês com o título l7x‘ Complete Who’s VCho m U x B úie por Marshall Pickering O 1995 por Paul Gardner • 1999 por Editora Vida Ia impressão, 1999 2* impressão, 1999 Traduzido por Josué Ribeiro Todos os direitos reservados na língua portuguesa por Editora Vida, rua Júlio de Castilho, 280 03059-000 Sào Paulo, SP - Telefax: (Oxxl 1) 6096-6833 As citações bíblicas foram extraídas da Edição Contemporânea da traduçào de Joào Ferreira de Almeida, publicada por Editora Vida, salvo quando outra fonte for indicada. Gerência editorial: Reginaldo de Souza Preparação de textos: Mardônio Nogueira Revisão de provas: Rosa M. Ferreira Editoraçao eletrónica: Imprensa da Fé Capa: Douglas Lucas Design
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Impresso no Brasil, na Imprensa cia Fé

Dedicatória
fóra minha esposa, Sharon, e meus filhos, Jonathan. David e Hannah. Cujos nomes tanto significam para mim: Sharon (Sarona, Atos 9:35) foi um lugar que testemunhou um grande movimento de conversáo a Cristo pelo ministério de Pedro, lonathan significa “o Senhor deu". David provavelmente significa “amado do Senhor". Hannah significa ‘‘graça", a qual é tão importante em nossa família. N A S C I M : r p o d z l a t g i D

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PREFACIO

Qualquer pessoa que se aproxime da Bíblia pela primeira vez percebe que não se trata apenas de um livro teórico sobre Deus. Desde o primeiro capítulo, vemos que é uma obra que fala a respeito do Criador e sobre seu relacionamento com sua criação, espe­ cialmente com seu povo. Aprendemos sobre Deus ao vê-lo revelar-se a homens e mulheres falhos. O Senhor fala com eles. Lrabalha com eles, encoraja, disciplina, ama e castiga cada um deles. Dessa maneira, fica muito claro que Deus tem algum tipo de comunicação com cada ser humano, individualmente. Esse entendimento às vezes é de amor e comunhão, ou é um relacionamento no qual a pessoa se rebela contra Deus, mas o Senhor e Criador está sempre lá, sustentando soberanamente o mundo, durante o tempo que Ele desejar. Meu desafio e minha maior empolgação ao dirigir este projeto foi que me permitiu estudar essas pessonagens à luz da comunhão delas com Deus. Espero que todos os que lerem Quem É Quem n a BíbUa Sagrada experimentem, como eu, um conheci­ mento muito maior de Deus, ao vê-lo junto das pessoas de diferentes raças, forma­ ções, culturas e crenças. Observamos os fracos que confiam em Deus e o adoram, e são usados por Ele nas situações mais difíceis e perigosas da vida. Vemos os podero­ sos deste mundo, que não confiam no Senhor nem o adoram, despojados de seus tronos, quando Deus exerce sua soberana vontade, Vemos os pecadores serem perdo­ ados, quando se voltam com fé para um Deus amoroso que cuida do seu povo. e observamos os que são castigados, por se recusarem até mesmo a ouvir os avisos sobre o juízo de Deus. Quando olhamos para as personagens da Bíblia, descobrimos como o pecado en­ trou no mundo e afetou cada ser humano. Vemos isso até mesmo na vida dos assim chamados “heróis" da fé. Na revelação bíblica, não existem seres humanos perfeitos (a não ser Cristo). Abraão, Moisés, Davi e outros grandes líderes são vistos como homens de Deus, mas também como pecadores, que necessitam do perdão divino. Quando lemos sobre o pecado que homens e mulheres cometeram, imediatamen­ te percebemos que são pessoas idênticas a nós. Entretanto, também observamos como Deus perdoou os que se voltaram para Ele; assim, temos esperança para nós mesmos, se também confiarmos em seu perdão e salvação. Quando olhamos para a sociedade e nos surpreendemos com os horrores que nos cercam, vemos que outras pessoas viveram em tempos que foram no mínimo tão maus ou até mesmo piores (veja, por exemplo, o período dos Juizes), e nos reanimamos com o fato de que naquela época Deus era soberano e Ele permanece o mesmo hoje. Vemos a sinceridade de um ho­ mem fiel. como Davi. ao perguntar: “ Até quando, Senhor?”; “Por que os ímpios pros­ peram?" Nós nos identificamos com suas emoções; fazemos as mesmas perguntas para Deus e aprendemos do Senhor, quando vemos suas respostas para Davi e outros, através da história. Em benefício do homem, desde o mais insignificante até o principal líder mundi­ al. encontramos um Deus soberano, que se importa com a humanidade. Quando se revela às pessoas, ao longo das épocas, fica evidente que esse cuidado do Criador santo e transcendente pelo ser humano é que levará à sua provisão para a salvação.

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QUEM É QUEM NA BÍBLIA SAGRADA Enquanto o foco bíblico estreila-se, aponta inexoravelmente para o plano eterno de Deus de enviar seu único Filho Jesus para trazer salvação ao homem que Ele criou e o qual ama. A encarnação de Cristo torna-se a maior demonstração do quanto o Se­ nhor se preocupa conosco. Quando estudamos a vida dos que conheceram Jesus e colocaram sua fé nele e O seguiram, mesmo que isso conduzisse à própria morte, descobrimos o que significa ser um recipiente da graça, da misericórdia e do perdão de Deus. Vemos a alegria em seu viver, mesmo diante das perseguições, doenças ou dos desastres naturais, pois sabem o que significa pertencer ao Senhor. Quando ve­ mos a maneira como conquistaram o mundo de sua época, isso nos dá um entendi­ mento mais profundo do Deus que ama, perdoa, salva o homem do castigo e o conduz à eternidade junto consigo. E minha grande esperança que todos os que lerem este livro vejam a Bíblia como algo mais real. mais relevante e útil do que talvez considerassem antes. Espero tam­ bém que esta obra apenas aguce o apetite para o estudo mais profundo e contínuo de cada leitor sobre esse Deus que criou o homem e se revela não de uma maneira abstrata. mas na vida real, no mundo real, sobre o qual Ele permanece como absoluto soberano. PAUL D. GARDNER Cheshire, 1995

INTRODUÇÃO

Propósito
O propósito deste Iívto é o de prover uma referência exaustiva que possibilite a rápi­ da utilização sobre as personagens mencionadas nos textos bíblicos, do Antigo e do Novo Testamento. Assim, para cada uma delas há pelo menos algumas informações mínimas, bem como as referências bíblicas e uma breve descrição do seu papel pes­ soal na narrativa bíblica e sua possível relação com outros nomes. A intenção desta obra é que ela seja um livro útil ao maior número possível de pesquisadores. É livro de referências muito prático, tanto para os estudiosos da Bíblia como para os principiantes. Estudantes, membros de igrejas locais, professores, pas­ tores e alunos de seminários e institutos bíblicos, todos reconhecerão o valor de uma obra como esta. Também esperamos que seja um livro útil como referência nas biblio­ tecas públicas e particulares. Ele foi deliberadamente escrito com o propósito de evitar ao máximo os detalhes técnicos. Os leitores com certeza adquirirão um considerável entendimento do quadro com­ pleto das principais personagens bíblicas. Essa descrição de nomes também destinase a ajudar os estudiosos a entender melhor o lugar de cada servo de Deus dentro dos propósitos divinos e da história de seu povo. A visão bíblica do próprio Criador e de seu relacionamento com o ser humano muitas vezes é mais bem apreendido quando estudamos os homens e as mulheres em sua comunhão com Deus. É claro que tais objetivos em muitos casos não são alcançados, devido às informações do texto serem insuficientes. Outros artigos muito úteis loram incluídos, os quais apóiam a obra como um todo e contribuem para um melhor entendim ento do material bíblico relacionado com os nomes mencionados nas Escrituras. Embora o leitor pense imediatamente em numerosos ouLros artigos que também deveriam ser incluídos, o espaço dispo­ nível tornou isso impossível. Os que toram registrados, entretanto, mencionam pro­ pósitos especiais que muito ajudarão o leitor. Por exemplo, existem dados sobre crianças, personagens sem nome, como a mulher no poço, anjos, leofanias e mesmo sobre genealogias. Esta obra foi escrita sob o entendimento de que a história bíblica deve ser cuida­ dosamente selecionada. Os vários escritores das Escrituras Sagradas, guiados pelo Espírito Santo, mencionaram eventos e pessoas porque estavam interessados no Deus da história, que opera entre as pessoas do seu mundo e no meio da sua criação. Houve os que cuidaram dos diferentes aspectos dos acontecimentos, mas sempre se mostra­ ram preocupados em ensinar à sua própria geração e às futuras mais sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e especialmente com o povo da sua aliança. O propósi­ to deste livro, portanto, é apresentar da maneira mais clara possível — dentro das limitações de uma obra de apenas um volume — o maior número possível de infor­ mações sobre Deus e os seres humanos que viveram diante do Criador onipresente e onisciente.

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Como u u r este volume Em alguns aspectos, esta obra podo ser utilizada do uma maneira muito dirola. Simplesmente procuro o nome e leio! Sempre que dois. três ou mais personagens diferentes tenham o mesmo nome. são listados como 1 . 2. 3 etc. e talvez seja necessá­ rio olhar todos elos para encontrar, por exemplo, o Zacarias desejado. O propósito desta obra é dar. sempre que possível, um pouco mais de informações além dos simples detalhes biográficos de cada personagem. Com isso em mente, para extrair o máximo deste livro e aprender sobre o porquê de um nome ser mencionado na Bíblia e o que essa menção ensina sobre Deus e seus propósitos, provavelmente será necessário que o leitor olhe também outros nomes relacionados. Já que todos os nomes da Bíblia estão listados neste volume, a referência a outros nomes só é feita quando a informação contida no verbete é realmente necessária para se ter um qua­ dro completo do assunto. Por exemplo, o leitor talvez esteja interessado em saber mais sobre Reuel. o sogro fie Moisés. Uma olhada rápida remete-o até Jetro. Um verbete mais longo mostra como ele. um midianila. foi usado por Deus não somente para prover moradia e uma esposa para o grande legislador, mas posteriormente para conceder valiosos conse­ lhos sobre a delegação da autoridade na liderança do povo de Israel, em sua viagem através do deserto. A açáo de Jetro demonstra o cuidado de Deus por seu povo e especialmente pelos líderes escolhidos por Ele. Isso pode também levar o leitor a ler os artigos sobre Moisés e a "Aliança", pois ambos acrescentarão um considerável en­ tendimento do cuidado do Todo-poderoso por seu povo e sua atenção especial pelo genro de Jetro. O interesso de aprender mais sobre Saul levará o leitor a perguntar por que Samuel parocia tão relutante om aceitar uin monarca subindo ao trono em Israel. Os artigos sobre *'Rei”. "Reinado" e “Samuel" ajudarão o estudioso a entender melhor a atitude do próprio Deus quanto à questão dos israelitas desejarem um rei e o dilema com o qual Samuel se deparou. Colaboradores Esta obra inclui a lista dos que colaboraram em sua elaboração. Sempre que um verbete possuir mais de 100 palavras, as iniciais do nome de quem contribuiu são registradas. Ocasionalmente, quando houver mais de uma pessoa com o mesmo nome. diferentes colaboradores escreveram sobre elas. Isso é Facilmente notado pelas inici­ ais dos nomes. Pontos de interrogação Algumas referências bíblicas são seguidas por um ponto de interrogação. Isso indica simplesmente que não se tem certeza se aquele texto se refere à pessoa que oslá sendo descrita. Questões que surgem Existem certas dúvidas que obviamente surgem ilurante u preparação de um volu­ me como este; são questões difíceis e polémicas. Mas a intenção dos que colaboraram foi « melhor possível.
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H/Ao w i/ duscundantot O vocábulo traduzido como "filho" h.n vozes m u refere do lonna genérica u um descendunte do sexo masculino ou uo que entendemos como "flllio", isto é, um descendente direto de um homem ou da uma mulher. O termo “pai” também podo reforir-se ao pai direto ou a um importante ancestral. No livro Quem tf Quem. o vocábulo “filho" é usado onde há uma indicação razoável para se entender que um "filho” direto é mencionado naquele momento. Em outras circunstân­ cias. utilizamos o termo "descendente". O mesmo principio é aplicado também com relação ao vocábulo "pai". Não há dúvida de que em certas ocasiões alguém discorda­ rá da decisão tomada. Às vezes existem problemas genuínos, que causam opiniões divergentes entre os- estudiosos. Recomendamos que o leitor leia o artigo “Genealogias Bíblicas". Pessoas ou lugares? Em numerosos textos existe diferença de opinião se os nomes exibidos se referem a pessoas ou lugares. Até mesmo em alguinas genealogias parece que nomes de lugares estão misturados com os de personagens. As pessoas provavel­ mente chamavam certos locais pelos seus próprios nomes, criando assim um proble­ ma para nós. que vivemos tanto tempo depois que os eventos aconteceram (veja o exemplo de Manre). Normalmente, nesta obra. onde ocorrem tais diferenças de opi­ nião entre os estudiosos, os nomes têm sido tratados como indivíduos, embora seja óbvio que na verdade muito pouco possa ser dito a respeito de tal pessoa. Na maioria dos casos, náo gostaríamos de entrar numa discussão sobre essa questão! Nomes ou versões diferentes? Todos os nomos escritos baseiam-se 11a Versão Con­ temporânoa da Bíblia, em português. Os leitores que adotam outras traduçõos enconIraráo certa dificuldade, pois existem pequenas diferenças na maneira em que os nomes são escritos.

Os nomes e seus significados Muitas vezes supõe-se que todos os nomes bíblicos têm um significado especial. Ksse. contudo, não é o caso. A grande maioria dos nomes funciona de forma similar à maneira ein que são usados hoje na maioria dos paises ocidentais. Simplesmente identificam um indivíduo em particular. Assim, o nome Jó não significa nada mais para nós. a não ser para diferençar o personagem Jó de outro chamado Bildade: náo podemos conhecê-lo por meio de seu nome. pois este nada diz sobre seu caráter. Nesta obra. quando foi possível, traduzimos 0 significado dos nomes; mas isso funciona apenas como curiosidade e nada mais. Quando meus pais mo deram o nome de Paulo, eles não pensaram no sentido original em latim, porém imaginaram que elo se referia a alguma característica minha — assim polo menos eu espero, pois meu nome significa “pequeno”. For outro lado. meu nome tinha um significado para eles e muitos do seus amigos, pois venho de uma família cristã e eles deliberadamente escolhiam nomes da Bíblia para todos os filhos. Não há dúvida de quo alguma coisa assim podo ser vista na escolha dos nomes de muitas pessoas, principalmente uo Antigo Testamento. Os pais escolhiam nomes para os filhos quo os identificassem com uma família que desejava ser conhecida como fiel ao Senhor; por isso muitos nomos oram compostos polo sufixo "el", quo significa Deus, ou com formas abrevia­ das de leová. que aparecem de forma variada mas frequente, como Isaías, Jeremias. Zacarias, Elias (meu Deus c leová) e Josué (Jeová salva). Em algumas partes do mundo ainda é comum os pais colocarem no filho mais velho o mesmo nome do pai. Para a freqilente diversão dos europeus, em cujos países isso não se usa mais. exceto nas famílias reais, essa prática ainda é muito usada nos Ix

Kitudos Unidos, onda tomos alguns axornplo.i ramosos, r.omo Goargo Hamilton IV! 'Ilimbrim nas Escrituras, lal prática podo sor vista ocasionalmente. For exemplo, vo-

inos o dobalo sobre o nomo que soria dado a João Batista, na época do sou nascimento. A iamil ia esporava que o menino recebesse o noine do pai, Zacarias. Na verdade, Deus tinha outros planos e a criança finalmente foi chamada de João (Lc 1.13,57-66). Esse incidente levantou uma questão interessante, quando organizamos esta obra. pois na verdade existem pouquíssimos casos na Bíblia em quo descendentes recebem o nome do pai ou do avô. Alguns analisam a questão e sugerem que isso era muito mais comum entre as famílias sacerdotais, como no caso de Zacarias. Sem dúvida a função hereditária dos levitas e sacerdotes era a grande responsável por isso. Prova­ velmente havia um grande orgulho de que o filho continuasse o mesmo trabalho para o Senhor que seu pai fazia, e o senso de continuidade no sacerdócio e na vocação dos levitas era assim enfatizado por meio dos nomes. Existe, contudo, um grande número de situações na Bíblia, tal como aquela sobre João, mencionada anteriormente, em que o nome claramente significa mais do que a simples identificação de um Indivíduo. Naquela situação, o próprio Deus colocou o nome de João. que significa "leová tem sido gracioso". Dessa maneira, o nome estava relacionado com o trabalho e a mensagem que ele traria para o povo de Israel; era uma mensagem de arrependimento e de preparação para o advento do Messias. Era unia mensagem que seria resumida na declaração: "Jeová tem sido gracioso”. Além de indicar a mensagem ou a vocação da pessoa, outros nomes também resu­ mem todo o indivíduo, ou talvez alguns aspectos de seu caráter. personalidade ou estilo de vida. O fato de que os nomes podem ler esses significados ó visto mais claramente em relação ao próprio Deus. Vemos repetidamente na Bíblia referências ao “nome" de Deus. A Bíblia fala sobre adorar ou invocar “o nome de Deus" e para náo blasfemar o seu “nome” (Gn 4.26: 21:33: Lv 9.12: SI 9.10 otc. Veja o verbete Deus. para maiores detalhes). Aqui. o nome é usado para dar a idóia de tudo o que é conhe­ cido sobro Deus. O nome Jesus, que significa "Jeová salva", foi dado ao Messias pelo próprio Deus o resume plenamente tudo o que Ele veio fazer e também o que era. Ele veio para salvar, mas também era o próprio Deus (veja mais detalhes em Jesus). Existem muitos outros exemplos menos notáveis de nomes que descrevem algo do caráter da pessoa ou as circunstâncias que cercaram seu nascimento. Algumas vezos os nomes eram colocados sob a direção direta do Senhor, enquanto em outras ocasiões parece que a soberania geral de Deus trabalhava para que nomes apropria­ do» fossem dados a certos indivíduos. Por exemplo. Nabal, cujo nome significa “tolo”, agiu como um tolo. Jacó, cujo nome significa "suplantador". usurpou a posição do irmão: "Disse Esaú: Náo se chama ele com razão Jacó, visto que já duas vezes me miganou? Tomou-me o direito de prímogenitura o agora me tirou a bênção!” (Gn 27.36). Antes do morrer, logo depois do parto. Raquel chamou o filho de Benoni, que signifi­ ca “filho da minha tristeza" (Gn 35.18). Algumas pessoas receberam de Deus ou de outras pessoas nomes mais apropria­ dos ao sou carátor ou chamado. Dois exemplos são Abráo, que se tornou Abraão, o Sarai, cujo nomo mudou para Sara. Jacó (suplantador) foi chamado de Israel por Deus. o quo tom quo vor com sua luta com o Senhor em Poniel (Gn 32.28). Daniel e seus amigos ruceboram outros nomes na Babilónia, que claramente indicavam sua posição do dopondância no cativeiro. Certamente é esse fato de que os nomes podem ser mudados para indicar uma nova posição ou chamado que suscita a idéia de que uin diu Dous chamará sou povo por “outro nonie" (Is 56.5; 65.15; Ap 3.12).

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Outro ponto digno de raençflo é o poder expresso no processo do se dar nomes. Jó mencionamos que os babilónios mudaram os nomes de Daniel e seus amigos, para demonstrar dessa maneira o controle que tinham sobre eles. Faraó Neco fez o mesmo com o rei Kliuquim, a quem deu o nome de Jeoiaquim, como sinal de sua autoridade o sou controle sobre ele (2 Ks 23.34). Homens ou mulheres poderiam demonstrar esse poder. Por exemplo, a filha de Faraó deu o nome de Moisés ã criança que encontrou no rio. Adão recebeu de Deus o direito de dar nomes aos animais, o que sem dúvida indica a autoridade delegada pelo Senhor (Gn 2.19.20). Qualquer que seja o pensa­ mento sobre as irnplicaçóes dos aluais debates sobre o papel da mulher, Adão tam­ bém recebeu permissão de Deus para dar nome à primeira mulher: “Eva" (“vida". Gn 3.20). O processo do dar nomes às pessoas pode ser algo muito significativo na Bíblia, mas é importante deixarmos que o texto nos dê alguma indicação de quando este é o caso. De todos os milhares de noines relacionados nesta obra. alguns são realmente muito importantes em seu significado, ou indicam algo sobre o poder ou a autoridade que foram exercidos no processo da escolha do nome. A grande maioria, contudo, sig­ nificou muito para o pai ou a mãe. no momento da escolha, mas só serve para identifi­ car um indivíduo na Bíblia, da mesma maneira que os nomes fazem em nossa época.

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COLABORADORES

P.D.G.

O Editor Gardner, Paul D. M. Div. A.K.C., Ph.D. Pastor da Igreja Inglesa em Choshire. Inglaterra. Tilular da disciplina Novo "testamento do Oak Hill Theological College. em Londres. Conferencista de fama mundial. Seus auxiliares Blomberg, Cralg. M.A., Ph.D. Professor da disciplina Novo Tbstamento. no Denver Seminary, em Denver, Colorado, USA. Ordenado pastor pela Convençáo Batista do Sul. Bock, Darrell. Ph.D. Professor da disciplina Estudos do Novo Testa­ mento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Tfexas, USA. Orde­ nado pastor pela Igreja Associação da Trindade, em Richarding. Texas. Chapln, Shelley. B.A., \1.A. Escritor e radialista, presidente das esta­ ções do rádio KVNE e KGLY. om IVIer, Texas. USA, Candidato a Ph.D. Glodo, Michael J. M.Div., Th.M. Professor Auxiliar da disciplina Anti­ go '/testamento, no Reíormed Theological Seminary. em Orlando, Flórida. USA. Candidato a Ph.D. Ordenado pastor pela Igreja Evangélica Presbiteriana. Harris, W. Hall. Th.M., Ph.D.. professor da disciplina Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas. USA. Hess, Richard. M.Div., M.Th.. Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Hebraico, no Glasgow Bible College. em Glasgow. Escócia. Kistemaker, Slmon J. B.D.. Th.D. Professor da disciplina Novo Testamen­ to e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Jackson. Mississippi. USA. Ex-presidente (Li Sociedade Teo­ logia Evangélica. Ordenado pastor pela Igreja Cristã Reformada. Long, Philip. M.Div.. Ph.D.. professor da disciplina /\ntigo Testamento, no Govenanl Theological Seminary. em St. Louis, Missouri. USA. Or­ denado pastor pela Igreja Presbiteriana 11a América. Luter, Boyd A. Th.M.. Ph.D.. professor auxiliar no lalbnt School of Thcology, em La Mirada, Califórnia, USA. Lowery, David K. Th.M., Ph.D., professor da disciplin;, Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Texas. USA. Ordenado pastor pela Igreja Metodista da Bíblia, Texas. xll

C.B.

D.B.

S.C. M.J.G.

VV.H.H. R.H. S.J.K.

P.L.

A.H.L.

D.K.L.

A.M.

Mawhlnney, Alton. M.Div., Th.M., Ph.D.. profeuor da disciplina Novo Thstamento e diretor do Rnformed Theological Seminary. em Orlando, flórida, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na América. McReynolds, Kathy. R.A., M.A. Escritora renotnada sobre as mulheres cristãs e as mulheres da Bíblia. Candidata a Ph.D. pela Biola University. em Ia Mirada. Califórnia, IJSA. Merrill, Eugene. Ph.D., professor da disciplina Estudos do Antigo Tes­ tamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas, USA. Motyer, J. Alec. M.A., B.D.. ex-diretor do Trinity Theological College. em Bristol, Inglaterra. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro da Igreja de Cristo, Inglaterra. Munro, Robert. B.A Ordenado pela Igreja Inglesa, tornon-se ministro assistente na igreja em Hartford. Cheshire. Inglaterra. Plckles, Mark. B.A. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-sn ministro da igreja cm VVinsford, Cheshire, Inglaterra. Candidato a D.Min. pelo Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida. USA. Pratt, Rlchard. M.Div., Th.D., professor da disciplina Antigo '[testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida, USA. Orde­ nado pela Igreja Presbiteriana na América. Silva, Moisés. B.D,, Th.M., Ph.D., professor da disciplina Nom Testa­ mento e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Wcstminster Theological Seminary, em Philadetphia, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana Ortodoxa. Trltes, Allison, A. Th.M., D. Phil. Destacado professor de Estudos Bí­ blicos nas Acadia Divinity Colloge e Acadia University, em Wolfville, Nova Escócia, Canadá. Ordenado pela Federação Batista Canadense. VanGemeren, Willem. M.A., Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Ungvas Somíticas, na Trinitv Evangelical Divinity School, em Deerfield, Illinois, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na America. Vibert, Simon. M,Th. Onlenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro na igreja em Buxton. Derbyshíre, Inglaterra. Wegner, Paul D. M.Div„ Th.M., Ph.D.. diretor do Departamento Bíblico [Antigo Testamento), no Moodv Bible Iustitute, em Chiuigo, Illinois, USA. Wlnter, Bruce. Th.Scol.. M.Th.. Ph.D. Diretor do Instituto sobre os An­ tigos Cristáos no Mundo Groco-Roinano, no Tyndale Housn, em Cambridge. Inglaterra. Ordenado pela Igreja Anglicana na Austrália. xlil

K.MCR.

E.M.

J.A.M.

R.M. M.P.

K.P.

M.S.

A.A.T.

W.A.VG.

s.v.
P.D.W.

13. VV.

6). De qualquer forma.11. que viveu em Gileade e Basã. Um dos sete eunucos que ser­ viam ao rei Xerxes (Et 1. Veja Vasti. ele está listado como o filho de Abisur e de sua esposa Abiail. “lugar de destruição”). ficaram seguros. este vocábulo representa mais uma personificação da morte e da destruição do que um outro nome para Satanás.8). O pai de Adonirão. Filho de Harum. Em 1 Crónicas 2. 1 . AASBAI .12). a estrela que caiu do céu}. porque “o Senhor os ha­ via escondido”. ABA (Heb. “servo de Deus”). pela fé (v. oficial do rei Salomão. Os dois. usado também ape­ nas nesse versículo. que recebeu ordens do rei Jeoiaquim para prender Baruque e Jeremias (Jr 36. “servo de”). Um gadita. Abdi é listado em Esdras 10. mesmo ha­ vendo tanta morte e destruição ao redor das pessoas neste mundo. encarregado dos trabalhos íor­ çados (1 Ré 4. da tribo de Judá. que traz morte e tormento. O pai de Quisi. O filho de Sainua e um dos levitas que se estabeleceram em Jerusalém na época de Neemias (Ne 11. contudo. 3. ABAGTÁ. Um descendente de Elão. Ele é usa­ do como nome apenas em Apocalipse 9. de Judá (1 Cr 5. outro levita da fa­ mília dos meraritas. que viveu nos últimos dias de Davi e na época da construção do Templo sob o rei­ nado de Salomão (1 Cr 6.36.A AARÁ. da famí­ lia dos meraritas.34). 1. Rm 8. um lugar totalmente maligno e reservado para os ímpios. Nome aplicado a Deus em Ires textos do Novo Testamento (Mc 14. Este vocábulo é encontrado várias vezes no Antigo Testamento. Era filho de Guni e encontra-se nas genealogias do tempo do rei Jotão. “adorador” ou “servo”). ABÃ (Heb. onde “morte e destruição” são de certa forma personificadas. onde se refere a um anjo que é o rei do abismo.17). muitas delas sempre se recusarão a arrepender-se [v.38). 2. “servo de Deus”). aparece numa lista especial dos “heróis" de Davi (2 Sm 23. pai de Etã. um sacerdote músico. Jó 26.26). G 1 4. 1. entretanto.15). 28.15. Veja Deus (Púi). 2. A B D I E L (Heb. As boas novas de Apocalipse 9. “Paiw ).). é utilizado como sinónimo de “morte”. que ajudou na puri­ ficação do Templo nos dias do rei Ezequias (2 Cr 29. ABDA (Heb.g .1). traduzido como “perdição” e “destruição” (cf. A BD EEL (Heb.11. ABADOM (Heb. A notícia triste é que. do diabo [v J. é claro. Mesmo em Apocalipse 9.44). etc. contudo.29. Na maioria desses textos.6. Terceiro filho de Benjamim (1 Cr 8. da tribo de Judá (1 Cr 4. 211 p *d . entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. tal “destruição” vem. A ARE L. O pai de Selemias. O equivalen­ te grego é Apoliom .26. O pai de Quis. Provavelmente uma forma do nome Airã (Nm 26. Pai de Elifelete. “irmão do que é inteligente”). são que Satanás não pode des­ truir os que pertencem a Deus.22: Pv 15. ABDI (Heb.10).6). 4).

"servo de Nabu”. um deus da Babilónia). segundo as pala­ vras de Nabucodonosor. agricultor. Listado na genealogia de Benjamim o do rei Saul. ABEL. o mais novo. podo livrar-nos dela” (Dn 3. em ambas as genealogias do rei Saul (1 Cr 8. era um dos servos enviados pelo rei Josias para consultar o Senhor por meio da profetisa Hulda (2 Cr 34. Era conhecido por seu grando número do lilhos o netos e pertencia à tribo de Efraim. enquanto Caim. veja Aicão. para mais deta­ lhes). como judeus. era considerado alimento impu­ ro. Posteriormente. O relato de 2 ReLs 22. O segundo filho de Adão e Eva. Filho de Mica.34 faz uma alusão à fé que eles demonstraram. Sadraque e Mesaque.2). como Daniel.12). Veja também Azarias. para enfatizar o va­ lor e o custo deles. en­ quanto era preparado para ser apresenta­ do na corte. Caim conspirou contra seu irmão 2 . Os IrAs tinham tnl con­ fiança em Dous. É claro que ocorreu ali uma teofania. e Aram. “que enviou o seu anjo.L. A despeito de uma advertência feita por Deus sobre a neces­ sidade de que ele dominasse o ímpeto do pecado. Na épo­ ca das colheitas. como um dos filhos de Sasaque (1 Cr 8. ABEDE-NEGO (Heb.13*15). a quem nós servimos. Abede-Nego. recusou-se a comer as iguari­ as do rei. s. Ele se tornou pastor de ovelhas (Gn 4. que disseram ao roi: “o nosso Dous. ela se torna um exemplo para todos os cristãos. quando Abede-Nego recusou-se a ajoelhar-se diante da está­ tua de ouro que Nabucodonosor levanta­ ra na planície de Dura. wirvlu como um dos juízos do Isruol por oito anos (Jz 12. Reconhecido como filho primo­ génito de Jeiel.30: 9. Quando esta­ vam dentro da fornalha.c. O rei ficou tão impressionado com o poder libertador do Deus dos hebreus que ordenou que ninguém dissesse nada contra esses homens. tinha aspecto “semelhante ao filho dos deuses” (Dn 3. que confiam no mesmo Deus de Abede-Nego e seus amigos. de todas as épocas. ‘Abel" pode ser um deri­ vado de um vocábulo hebraico que sig­ nifica “sopro” ou "vaidade". foi jogado. Filho do Illlnt.17).13-28. P.ABDOM. o mais velho ofereceu a Deus alguns dos frutos colhidos.G. (Obs. juntaninnlo com Sadraque e Mesaque. porém. 1. O Senhor honrou a firme decisão deles de não comer o que. e A.14 coloca o nome dele como Acbor.25). Hebreus 11. filho de Gibeom. Como resultado.17). um dos com­ panheiros de Daniel. Abede-Nego e seus companheiros depositavam total confiança no Deus que os livrou e testemunharam entre os pa­ gãos da maneira mais convincente possí­ vel. filho de Micaías). Esse nome é encon­ trado 14 vezes em Daniel 1 a 3.D. que rapidamente foram promovi­ dos e ocuparam posições de poder e in­ fluência. alimentou-se apenas de legu­ mes e bebeu somente água (Dn 1.B. 3.28). a qual.36). mas o de Caim. sob a liderança de Daniel. Uma quarta pessoa estava presente. Imediatamente o rei ordenou que fossem retirados do fogo e restituiulhes suas posições de autoridade. O rei não encontrou outros príncipes com a mesma capacidade daqueles quatro ju­ deus. não. O sacrifício de Abel foi recebido favoravelmente pelo Senhor. apresentou os melhores animais do rebanho. Deus interveio e Nabucodonosor viu os três andarem ile­ sos no meio do fogo. Deus concedeu a Abede-Nego e aos outros três jovens “o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria" (Dn 1.12. dessa maneira. 4. 2. em res­ peito ao Deus verdadeiro. Esse foi o nome dado pelo chefe dos eunucos do rei Nabucodonosor a Azarias.23). a aparência deles era mais saudável do que a dos outros. para prefigurar assim que sua vida seria cur­ ta. irmão de Caim. e livrou os seus servos” (Dn 3. numa fornalha ordnnto.

o o matou. ABIAS (Heb. 5. e mãe da esposa de Roboão.35. embora derramado por pecadores. sua justiça. O Senhor aceitou a oferta de Abel. O sacrifício de Jesus não representa um martírio. Era o filho mais novo de Samuel e foi escolhido pelo pai para ser o juiz de Berseba.4). em detrimento da de Caim. 1 Cr 6. A natureza exata das ofertas não é mencionada. Abiail é relacionado como um dos homens de Gade (1 Cr 5. Tanto Caim como Abel ofereceram sacrifícios.4. Maalate (2 Cr 11. mantida com a confiança em Deus. “meu pai é o Senhor”).10-12). Embora não saibamos como ele morreu.15. Abiail era o pai da rainha Ester e tio de Mordecai (Et 2. Hb 11. 9. ainda conserva um desejo de adorálo.20) sugere que um altar era construído e a oferta. por­ tanto. Abiail é consi­ derado um levita e ancestral da casa de Merari. Veja Abiel. 1 Rs 18. 1. R. quando Deus entregou a hu­ manidade às consequências do pecado. Um contraste. não (cf.35.M . O assassinato de Abel. O fato de que a adoração envolvia sa­ crifícios indica o reconhecimento de que o verdadeiro culto a Deus devia custar algo. para demonstrar assim que a humanidade. cumpriu a promessa de que o ato de comerem o fruto do conhecimento do bem e do mal traria a morte física. sabemos que seu sobrinho adotou sua filha e a criou (Et 2. Na lista dos descendentes de Judá. Jerimote.24 entre o testemunho do sangue de Abel e o de Jesus.4). ABIAIL (Heb. o de Abel providenciou um testemunho para Deus e trouxe uma mal­ dição sobre Caim (Gn 4. 4. porque sua confiança ainda espera uma vindicação. Em Números 3. Suu ato pocumlnoso nfto ficou usoondldo do Senhor a a morto do Abol trouxe-lho o juízo divino. como um ho­ mem de fé. é estabelecido em Hebreus 12.7). mas um meio eficaz de sal­ vação.14). 3.5-7). mas possivel­ mente isso se deu por uma manifestação do fogo divino. Abiail era a esposa do filho de Davi. Ele nunca recebeu a bênção da aprovação de Deus por sua fé sobre a Terra (Hb 11.7) e oferecia o melhor do seu rebanho. essa tragédia.21.49-51). porém não foi demonstrada pelo valor da oferta e sim pela sua fé (Hb 11.38). O 3 . s. Essa foi a primeira revelação de que o Senhor preocupava-se em que a adoração fosse uma expressão exterior de um coração devotado e obediente e não apenas um comportamento religioso. tomou-se um protótipo dos que seriam martirizados por sua confi­ tido.35. cf Gn 4. traz bênção e não maldi­ ção.2. ança (Mt 23. Lv 9. Os gaditas viviam em Gileade. 2. 1. porque o mais moço era justo (Mt 23.29). Nesse sen­ Abol representou a primeira fatalida­ de subsequente à maldição de Deus sobre a humanidade. de maneira que o povo pediu a Samuel um rei. A morte prematura de Abel mostrou que a vindicação final da fé é uma esperança futura. A repreensão de Deus a Caim. Esta enfatizava o desenvolvimento rápido da transgressão. mas o padrão herdado por Noé (Gn 8. Veja Merari.28).c. juntamente com seu irmão Joel (1 Sm 8. Lc 11.31). Talvez sua oferta tenha sido consumida pelo fogo e a de Caim. ABI-ALBOM (2 Sm 23. Abiail é a esposa de Abisur e a mãe de Abã e Molide (1 Cr 2.24. “pai de força”). o de Cris­ to é superior porque. Basã e nas pastagens de Sarom (w 11-22). focalizou sua atitude de coração (Gn 4. A maneira como Deus expressou sua acei­ tação a Abel não é clara. com um mínimo de graça para refrear a maldade. por causa da deso­ bediência de Adão e Eva. como resultado direto do pecado de Caim. a fé de Abel ainda fala (Hb 11. Jz 6.18). con­ tudo.29).39). apesar da maldição de Deus. queimada sobre ele. Ambos eram ímpios e tomavam decisões injustas.

6-11 apresenta uma lista com os nomes dos descendentes dos três filhos de Benjamim.33). Abias colocou seu selo sobre a aliança que os israelitas. “pai tem acrescenta­ do").1).19). A declaração de Abias. um deles. Sua mãe era Micaía (2 Cr 13. fizeram com Deus (Ne 9 a 10). tanto pelo comportamento dos fi­ lhos. li­ derados por Neemias. 13). A B ID A (Heb. descenden­ te de Levi (Êx 6. 5. para mais detalhes. Lc 1. 2 Sm 15. A B ID Ã . antes da batalha. 1 Cr 1. de Judá (2 Rs 18. muitos estudiosos crêem que o Abias mencionado em Neemias 10. 23. Abiatar levou a notícia do ocorrido ao filho de Jessé.1-8). que saíram do Egito. O filho de Gideoni e o líder da tribo de Benjamim por ocasião do censo dos israelitas no deserto do Sinai. 2. 3. 4. “pai é excelente”). Esse monarca então enviou sua esposa secretamente ao pro­ feta Aias. No final do reinado de Davi. Abias era filho de Bequer.24). 1 Rs 1— 2). Apesar do disfarce. logo depois da morte de Hezrom (1 Cr 2. lembrava aos judeus que era a casa de Davi que Deus prometera aben­ çoar.10. Os filhos de Arão foram separados em 24 divisões. a mesma que mais tarde foi servida por Zacarias.1-22). quan­ do fugiam do furioso rei Saul (1 Sm 21).17.7 seja o mes­ mo sacerdote mencionado em Neemias 12.2). Filho e sucessor de Roboão. ABI ATAR (Heb. que exerciam diferentes tarefas no serviço do Tabernáculo e do Templo. Abiatar participou da conspiração para fazer Adonias rei — um ato que quase custoulhe a vida e o fez perder a fama de leal serv idor do reino (1 Sm 22.24-36. Devido à semelhança entre as listas apresentadas nos capítulos 10 e 12.c. rei de Israel. o que resultou na morte imedi­ ata do menino (1 Rs 14. como pelo pedido dos israelitas (1 Sm 8. Abias teve 14 esposas. Ele ficou com o futuro rei e serviu como seu sumo sacerdote e conselheiro durante anos.5).4. s. Abias reinou em Judá durante três anos. o homem de Deus reconheceu a mulher do rei e pro­ nunciou uma sentença contra a casa de Jeroboão. A B IA S A F E (Heb.Para demonstrar sua posição de li­ derança em Israel durante a reconstrução do muro da cidade. era o responsá­ vel pela oitava divisão. liderados por Moisés e Arão. Em 1 Cró­ nicas ele é chamado de Ebiasafe. A guerra. Abias. “pai de conhecimento”). 1 Crónicas 7. o pai de João Batista (1 Cr 24. Abias era filha de Zacarias e mãe do rei Ezequias. Davi sentiu-se responsável pela morte dos sacerdotes e o convidou a per­ manecer sob o seu cuidado pessoal. s.6-13.6-12. Quando escapou do massacre. Ela deu à luz um filho chamado Asur.1-8).c. 7. Abias foi mulher de Hezrom. Seus descendentes eram os guardas das por­ tas do Tabernáculo (1 Cr 9. 8 . O úni­ co sobrevivente do massacre de Saul em Nobe (veja Zadoque.2. Houve guerra entre Judá e Israel no decorrer de seu rei­ nado. Jeroboão X . Veja também A im eleque). contudo. Um dos filhos de Midiã e um descenden­ te de Abraão e de sua mulher Quetura (Gn 25.4. Um dos filhos de Corá.18-24). prosseguiu durante todo seu reinado. Ele e seu povo dependeram do Se­ nhor e por isso venceram o exército de Jeroboão e reconquistaram várias cidades para Judá (2 Cr 13. 6. 22 filhos e 16 filhas. Abias foi lembrado apenas como o único membro honrado da família de Jeroboão (v. Sua família era um dos clãs dos coraítas. o mesmo que predissera seu reinado. tinha um filho chamado Abias que ficou doente durante a infância. 1 Re 15. Abialar era o décimo primeiro sacerdote da linhagem de Arão e fazia parte de um grupo dos que apoiaram Davi e seus homens. Segun­ 4 .ABIASAFE velho sacerdote ficou com o coragão par­ tido. 2 Cr 29.

12). Portanto. 2. porque 25. sob a liderança de Josué (Js 17. xa subentendido que sua verdadeira be­ mas. plomática para com Davi contrasta com 5 . dificuldades textuais não resolvidas. 2 Sm 17.25). Abigail era uma mulher linda eproteger sua esposa. o arbatita (provavelmente era de Arabá.22). A bondade e pre­ sença de espírito de Abigail evitaram uma inevitável explosão de vingança. 1 Cr 1 . O escritor de 1 Samuel dei­ tomou Sara como sua própria esposa. 1.000 homens em sua divisão (2 Sm 23.65). Os efraimitas reclamaram que. O relato de sua hospitalidade di­ tirara a mulher de Abraão.16. Diz-se que essa Abigail era irmã de Davi (1 Cr 2. A mor­ te de Nabal. 1 Cr 3. 27. 1.1). 2 Sm 2. Descendente de Benjamim. “o rei é meu pai”). na época em que Canaã foi dividida entre as tri­ bos. Provavelmente esse nome era apli­ cado genericam ente aos governantes filisteus. “Deus é meu pai”). Deus apareceu-lhe e em sua dedicação ao serviço dele (1 Sm em sonho e ameaçou-o de morte. s. Abimeleque muito sábia. Por acreditar nisso. 3. da tribo de Benjam im. Alguns destacam a polémica literária em tomo desta história. O filho de Jessé então tomou Abigail como sua esposa. A B IM E L E Q U E (Hebr.28. náo era a mesma com quem Davi se ca­ sou. 1. eles estavam exclu­ ídos da batalha (Jz 6. A B IE Z E R (Heb. 2.18). Com razão. ABI EL (Heb. d .34. 2 Sm 23. nosso patriarca esta­ beleceu-se próximo de Gerar (Gn 20).31). “o pai alegra-se). Provavel­ mente ele é o mesmo Jezer. Ele falhou por não oferecer a Davi a costu­ meira hospitalidade e demonstrou que não tinha conhecimento do Senhor. um dos “trin­ ta” guerreiros de Davi. estava de serviço com seus soldados no uono mês de cada ano e ti­ nha 24. entretanto. a ríspida hostilidade de seu marido Nabal. a quem sua esposa servia (veja 1 Sm 25. O primeiro governador mencio­ nado por esse nome foi o rei de Gerar.1).28. p. A B IM A E L (Heb. Abiel foi o avô do rei Saul (1 Sm 9. em Judá. O tex­ to.27. pouco tempo depois.30. enquanto os abiezrilas foram con­ vocados para ajudar. é des­ crita por Davi como castigo de Deus.2.26). Abiel era um dos trinta “heróis valentes" do rei Davi (1 Cr 11. Durante suas pere­ grinações nómades. É mencionado como o líder de um dos clãs da tribo de Manassés. Seu clã posteriormente teve um papel significativo. Era um dos filhos de Gileade (1 Cr 7. Para A B IG A IL (Heb. não faz nenhum comentário nesse sentido. Também chamado de Abi-Albom. Existem. o exército sob suas ordens era de 35.60. q u a D d o o Tabernáculo foi dedicado no deserto (Nm 7. “pai de ajuda”). 2. que insensatamente pagou as saudações polidas do futuro rei com insultos. ao tomar essa viúva como esposa. contudo. de Números 26. para identificála claramente. limitando-se a registrar a ação de Davi de acordo com um costume social. 8. Abiezer. um dos descendentes de Sem (Gn 10. “Deus é meu pai"). 1. Um dos 13 filhos de Joctão (ou Joctã). antes que tivesse qualquer interleza encontrava-se no seu amor ao Senhor curso sexual com ela. 2 2 ). Como representante dos benjamitas.3. 1 Samuel 14. quando Gideão o convidou a seg u i-lo na b atalh a co n tra os midianitas. ele disse que era sua “irmã”. para criar uma alegoria moral e mostrar a superio­ ridade de Abigail sobre Bate-Seba. por ele ter insultado o novo líder de Israel.v.2).51 indica que ele era também o avô de Abner. g .32). 1 Cr 11.400 pessoas1 (Nm 1.ABIMELEQUE do a contagem.2). ele também trouxe a oferta pacífica da tribo. 2. o anatotita. Como um comandante no exército do rei.11. nos dias de Abraão.

a ofensa. e conseguiu apoio (Jz os filisteus. 8. os dois líderes fizeram uma ali­ Baal e recusaram-se a demonstrar qual­ ança (Gn 21. Uma experiência muito simi­ 6 .23.18). to vívida da lição que Deus então ensi­ nou a Isaque: “Eu sou o Deus de Abraão. a estabelecer seu nome e seu poder entre cidade de sua mãe.6. Deus respondeu: “Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fi­ Rebeca como sua esposa (Gn 26. para Abimeleque então voltou para Siquém. esse filho bastar­ diu que oferecesse seu filho Isaque em do de Gideão e suas tropas derrotaram a sacrifício. abençoar-te-ei e multiplicarei a tua des­ Abimeleque deu-lhe vários presentes e cendência por amor de Abraão. con­ tava com Abraão e protegeria seu servo.31).6. quer consideração pela sua família e pe­ Esse estranho episódio. Tebes. quando ele também peregrinou que derrotariam Lambém essa outra cida­ em Gerar. quando A braão que viera de Siquém (Jz 8. como pre­ deles. pois eu sou contigo. Outro Abimeleque foi o filho de Gideão. Esse nasceu de uma concubina Tem pos depois.3 4 .24). bem como a maneira similar como ente e sua esposa e escravas tomaram-se o Senhor enviou seu livramento. certamente morrerás. pois ele é profeta. tratou alguns bandidos que assassinaram onde quer que ele fosse (Gn 20.33).1. 2. náo havia temor de Deus em Gerar. uma fraude. A partir viver em tal proximidade com os filisteus. meu ser­ pagou um preço a Sara. os de um poço de água que seus homens israelitas novamenLe voltaram a adorar cavaram. idêntica à que Abraão tivera. Abraão. para que vivas.22.9. pois teu pai. em to­ violência praticada contra os setenta fi­ das as situações. pois. Com o dinheiro que lhe deram. respondeu que leve medo de morrer.7). 70 dos filhos de Gideão. Não temas. Tal ação da parte do Se­ Siquém. quando foi confrontado por vida serviram como uma ilustração mui­ Abimeleque a respeito daquela mentira. E por isso que não te interação de Abimeleque ou de Isaque permiti tocá-la. Abraão então orou a Deus e Abimeleque foi curado (Gn 20. como também o sangue como um bom treino prático. para que a o quanto podia confiar em Deus. foi anulado por Deus. e também eu te impedi de pe­ etc. Ele então governou so­ vou Abimeleque e seu comandante Ficol bre Israel por três anos (Jz 9. por causa pois da morte desse renomado juiz. o filho de mulher ao seu marido. contudo. para compensar vo" (Gn 26. recaíssem sobre Abimeleque” (Jz paração para a suprema prova de sua fé 9. o Tal ação da parte do Todo-poderoso le­ menor de todos.3 5 ). Logo de­ contendeu com Abimeleque. Exatamente quando parecia Isaque. Agora.3.14-18). tu e pessoas muito grande e poderoso para tudo o que é teu" (Gn 20. algum a reconhecerem o Deus de Abraão e ve­ tempo depois. os quais procederam aleivo­ nhor também ajudou Abraão a perceber samente contra Abimeleque.24). por envolver los seus d escen d en tes (Jz 8 . Mas se não região.22-34). serviu-lhe lhos de Jerubaal. Outro filisteu chamado Abime­ cidade numa batalha e em seguida mar­ charam contra a localidade mais próxi­ leque é mencionado em conexão com ma.ABIMELEQUE lar é relatada sobre o encontro de Isaque Abimeleque alegou que era inocente e com esse outro rei e como ele tomou fora enganado. sem dú­ estéreis.17. Abraão e sua caravana saíram daquela e rogará por ti.22). sem dúvida. quando o Senhor lhe pe­ belaram-se contra ele. restitui a com Deus. 3. menos Jotão. daquele momento Abimeleque caiu do­ Essa experiência. Como os cidadãos da cidade re­ em Génesis 22. “enviou Deus um espírito rem que Ele respondera a suas orações mau entre Abimeleque e os cidadãos de (Gn 21.Essa h istó ria não m enciona a car contra mim. O Senhor demonstrou que es­ 9). No final. porque se tornaram um grupo de a restituíres.). zeste isto.

D. "pai é nobre").12). Ela ajudava bre uma colina (1 Sm 7. Veja também G ideão . Quiriate-Jearim. Abirão. morreu. ela foi colocada 7 .1.2: 1 Cr 8. 4. Uma linda jovem sunamita. por­ (a aparência exterior)”. servia.12: critor de Juizes acrescenta que dessa ma­ 5.21). para mais detalhes. O segundo dos oito filhos de Jessé quando a terra se abriu "e os tragou com que se apresentaram diante do profeta as suas casas” (Nm 16. O es­ A B IN O Ã O . por ter matado 70 dos seus A B IR Ã O (Heb. o leviGideão (Jz 9. diante de 250 outras pessoas. 9.7). fortificada. ao invés disso. por sua rebelião original contra a casa de Junto com seu irmão Datã e Coré. e Arão era contra os líderes escolhidos para onde Davi foi quando fugia de Saul. onde sua casa ficava so­ escolhida para ser camareira de Davi.Um dos filhos de Eliabe.6. que mais tarde foi construir a cidade. 1. A idéia implícita do texto é que um 2.Esse outro A binadabe veio de A B IS A G U E . Josué pronunciou uma maldi­ 16. Quando conquis­ rém o Senhor olha para o coração” (1 Sm tou Jericó. depois o rei a manter-se aquecido na cama e o que os filisteus a devolveram para Israel. O pai de Baraque (Jz 4. sem contudo manter relações se­ xuais com ele (v 4). A falta de fé que demonstraram e A B IN A D A B E (Heb. Abinadabe. tra a própria santidade de Deus e de seu povo. "po­ do rei Acabe. ex­ pelo poder de Deus.8. 3. Novamente Davi foi verso ato de desobediência aos manda­ o escolhido por Deus para trazer a vitó­ mentos do Senhor foi apenas uma das ria ao seu povo sobre o gigante e os líde­ maldades que ocorriam nos dias de Aca­ res filisteus (1 Sm 17.3.17). na cabeça de Abimeleque (Jz 9. uma mulher. lho. Provavelmen­ Deus (Nm 16). be. Esse desafio contra Moisés te esse era o título do rei filisteu de Gate. Esse Abinadabe era um dos irmãos ção contra qualquer um que tentasse re­ mais velhos de Davi.G. SI 106. A Arca da Ali­ ança estava guardada ern sua casa.3. Posterior­ Samuel. eles encabeçaram uma rebelião con­ Gaal e lotõo.50-54).13). O Senhor ensinou ao Senhor e guardar seus mandamentos ao profeta e a toda a nação que Ele não (Dt 11. esse castigo serviu como um lem­ car-lhe Davi para ser tingido rei de Israel brete para os israelitas. no fim de sua vida (1 Rs 1.1). Envergonhado por ser derrotado P.ABISAGUE de.34 mostra tremamente assustadas diante do desa­ como essa profecia se cumpriu. tra Moisés. seu segundo fi­ balho de reconstrução fosse iniciado ali.6. La.D. atirou unia pedra de moinho Uzá e Aio. que deviam amar (1 Sm 16.G. filho de Hiel. 1 Cr 2. a levaram (2 Sm 6.53: 2 Sm Veja Uzá e Aiô.23-35).33. 1.D. "pai exaltado”). 1 Cr 13). nos dias alguém para sua obra. quando escolhia que seu pai reconstruiu Jericó. No dia em que Saul morreu na ba­ rei mais piedoso teria impedido que o tra­ talha contra os filisteus. 1 Reis 16.57). pelo Senhor. antes de Deus finalmente indimente.56. também foi morto (1 Sm P.G. a qual fora destmída encontrado entre as tropas de Saul. Após a morte de Davi. sua desobediência os levaram à morte. uma rebelião con­ P. rubenita. pediu ao seu próprio es­ cudeiro que o matasse (Jz 9. por uma mulher. irmãos. 31. como também sobre os siquemitas. 11. escondida numa lorre numa carroça e os filhos de Abinadabe. Esse per­ fio feito por Golias.15). Quando o rei Davi ordenou que fosse Adonias pediu permissão a Bale-Seba trazida para Jerusalém. olhava “para o que está diante dos olhos 2. de Israel. Outro Abimeleque é mencionadoe desafiaram a autoridade do homem de na introdução do Salmo 34. neira Deus trouxe juízo tanto sobre Abimeleque.3). 10.2). portanto.39.

29). 3. já per­ to do fim da vida de Davi.28. Joabe e Abisai. Veja M aaca (1 Rs 15. Sempre se destacava nas batalhas e algumas das suas proezas são relatadas em 1 Crónicas 18. A mãe do quinto filho de Davi.24. Ele nasceu em Moabe (1 Cr 8. e envolveuse assim na intriga que havia em tomo da sucessão ao trono.20). Embora Davi apreciasse a lealdade de seu sobrinho e precisasse dele na luta contra o próprio filho. ele estava entre os setenta líderes do povo que “viram o Deus de Israel”. Abisai recomendou que Davi apro­ veitasse e matasse Saul imediatamente. A B ITA L . “Deus é pai”).4). e mostrou-lhes como poupara a vida do rei. Posteriormente. no momento em que todos doriniam. Irm ão de Nadabe. contudo.16. Um filho de B ela e neto de Benjamim (1 Cr 8. Ele preferia fazer as coisas à sua própria ma­ neira. nascido em Hebrom (2 Sm 3.G. Tempos depois. Cer­ ta vez. quando Absalão rebe­ lou-se contra Davi. Abisai permaneceu leal ao rei. não aceitou nenhum conselho para estender a mão contra o ungido de Deus. Seu tio. Na época da confirmação do pacto de Deus com Israel. Abisai era totalmente leal ao rei.8. Somente o próprio Se­ nhor acertaria as contas com Saul. d .9-12). A B IT U B E (Hebr. desta vez em um luta contra um gigante filisteu (2 Sm 21.5). Do alto da montanha.11). era o segundo filho de Arão e sua esposa Eliseba (Êx 6. uma das irmãs de Davi. O tempo e 8 . 2. 1 Cr 2. e supôs que.15-31). ao invés de colocá-las nas mãos do Todo-poderoso. Êx 24. pe­ diu-lhe que tratasse brandamente o jovem Absalão (2 Sm 18. e irmão de Joabe (1 Sm 26. Ele liderou um terço das tro­ pas de seu tio.10).11.16).6. A B IS A L Ã O .D. Abisai então apanhou a lan­ ça e a vasilha de água de Saul e as levou consigo. Abisai teve novamente a oportunidade de salvar a vida do rei. quando fugia de Saul. Este ficou furio­ so com o pedido do irmão mais velho. Um filho de Finéias e pai de Buqui.4). entre os “heróis” de Davi (1 Cr 11. Sefatias. ABI SUA (Heb.15.17. De fato. que repeliram o ataque de Absalão em Gileade (2 Sm 18. P.ABI SAI para casar-se com Abisague.g . Davi cha­ mou Saul e Abner.5.9. e Davi estava preparado para esperar até que isso acontecesse. A B IS A I. A B IÚ (Heb.50 e é mencio­ nado em Esdras como um ancestral des­ te sacerdote. Antes de Davi subir ao trono. Finalmente. Adonias chegaria assim ao trono.12. seu comandante.30). etc. 19. quando se apresentou como voluntário para acompanhar Davi até o acampamento de Saul. Abner matou Asael. esta jovem estava presente quando Davi prometeu a Bate-Seba que seu filho Salomão seria seu sucessor (1 Rs 1.). Um descendente de Benjam im e filho de Saaraim e Husim (sua mãe).22-25). p . então mandou matá-lo (1 Rs 2.2). Abisua é listado como descendente de Arão em 1 Crónicas 6. "pai da salvação”). perseguiram-no e o mataram (2 Sm 2. Era filho de Zeruia. Foi um dos guerreiros mais leais do rei e liderava o segundo gru­ po de três. A B IS U R . 1 .2. se tal casamento fosse reali­ zado.1. mas nunca exibiu o mesmo compromisso com a soberania de Deus que Davi tinha.17).23). durante a noite. Em vá­ rias ocasiões Davi teve de acalmar Abisai e tentar persuadi-lo de que o Senhor se encarregaria de cuidar de seus inimigos (2 Sm 16. Eleazar e Itamar. Abisai lutou ao seu lado. “meu pai é bom’’). seus irmãos. Um filho de Samai e marido de Abiail (1 Cr 2.4. Ele é mencionado pela primeira vez em 1 Samuel 26. quando seguiram uma parte do caminho até o monte Sinai (somente Moisés teve permissão para aproximarse do Senhor.

porém. Realmente. o povo não podia aproximar-se dele.22-25). o fato de Cristo ser rei é estabelecido de várias maneiras e não mais através dessa genealogia. Joabe saiu para conversar com Abner e o feriu mortal­ mente (2 Sm 3. Ele ficou aborrecido com a maneira pela qual Abner fora as­ sassinado e acusou Joabe.ABNER a “santidade” de Deus foram enfatizados como a essência da adoração de Israel.25). Foi ele quem cuidou do jovem Davi. que passa através de vários reis e princesas. a fim de atender aos requisitos da santidade. Abner então conven­ ceu o povo de Israel e de Benjamim a declarar sua lealdade a Davi. sucessor do rei.5. o filho de Abner. Posteriormente. fi­ nalmente. ficou furioso e passou para o lado de Davi (2 Sm 3). 1 Rs 2. É citado na genealogia que leva até Saul.5-16). bem como sua habilidade militar.6). con­ frontou-se com Joabe.13).55. Quando sua lealdade foi questio­ nada. Foi o principal comandante do exército de Saul e posteriormente do exército que seguiu Is-Bosete. até chegar a José e.d . No evangelho de Mateus. Quando Saul estava perseguia o futuro rei. Quando Joabe retornou. A B N E R . suspeilou da motivação de Abner e talvez tenha fica­ do com ciúmes. mas logo leve boas razões para náo gostar de Davi.32). filho de Saul. o qual era tio de Said (1 Sm 14. por ofe­ recerem “fogo estranho perante a face do Senhor. pudesse ainda alimentar de tornar-se rei de Israel. p . “meu pai de louvor”). Citado na genealogia de Jesus como filho de Zorobabel e pai de Eliaquim. quando este se preparava para sair e en fren tar G olias (1 Sm 17. Davi foi ungido rei.20-23). Abner fugiu (veja A sael). ao lado da cabeça do rei adormecido. embora relutan­ temente (2 Sm 2. Logo depois que Saul foi derrotado pelos filisteus. g . Logo depois ele mesmo foi morlo (2 Sm 4) e Davi tomou-se rei de todo o Israel em Hebrom (2 Sm 5).g . o filho de Jessé foi ao acampamento dele à noite e cravou uma lança no chão. pois recusou matar o ungido de Deus. Ele leve grande influência na casa de Is-Bosete (2 Sm 3. In­ felizmente. a morte de Abner representou o fim de qualquer esperança que Is-Bosete. Assim. Era filho de Ner. 1. O filho de Jessé sempre respeitou a lealdade de Abner à dinastia de Saul. pronunciando uma maldição sobre sua família (2 Sm 3. foi apontado como líder sobre a tribo de Benjamim. levou Is-Bosete a Maanaim. Joabe.27). como Zorobabel. algum tempo depois Abiú e seu irmão Nadabe foram mortos.57). p . contudo. Abner era tido em alia estima por seu primo Saul e comia à sua mesa no palácio (1 Sm 20. onde o estabele­ ceu como rei (2 Sm 2). 2. por náo ter protegido adequa­ damente seu senhor (1 Sm 26. o que ele náo lhes ordenara” (Lv 10. durante o reinado de Davi. estava determi­ nado a vingar o sangue de seu irmão Asael.50). do outro lado do rio Jordão. Ao vol­ tar ao seu esconderijo. ao perceber que Davi ti­ nha muita consideração por ele (2 Sm 3. Deus era “santo”.d . morto por Abner. 9 . ABIÚDE (Heb. Após uma grande bata­ lha. Davi escarneceu de Abner. qualquer adoração ao Senhor precisava ser tuna resposta aos seus mandamentos. portanto.3). Jesus (Mt 1. Quando ele vol­ tou com seus homens para Gibeom. A morte era o castigo merecido para alguém que comprometesse a santidade de Deus. Neto de Benjamim e filho de Bela (1 Cr 8. Abner. comandante do exército de Davi. Jaasiel.1).

contudo. Ancestrais e nascimento. A Palavra de Deus ajustada às circunstâncias humanas.20— 25.ABRAÃO (ABRÂO) ABRAÃO (A B R Ã O ) Abraão em Génesis A história de Abraão começa em Génesis 11. (b2) Génesis 13. motivada pelo medo. Renovação da promessa. Chegada à Terra Prometida. Esse ponto é enfatizado na maneira como a história é narrada e também 10 . transfonnaram-se em novas criaturas. A morte de Abraão. (A2) Génesis 22.18: A aliança é estabelecida. entretanto.1 a 16.1-18: Renovação do compromisso e novas falhas.11-17). A fé que amadureceu lentamente Existe um padrão distinto na maneira como a história de Abraão é contada: (A1) Génesis 11. De todos os patriarcas.16: Reclamação e mais falhas. com seu nascimento. por meio da qual pessoas com antigos nomes. a vida mediante a fé. Promessas detalhadas.9.2 a 22. Contendas. A família de Harã. A2) pelas referências a Harã e pelo contraste entre o nascimento e a morte.27-32: Os primeiros eventos. foi uma batalha prolongada (b1 b4). (b3) Génesis 14. A terra identificada. Isaque e Ismael. mas amadureceu lentamente.26. (b4) Génesis 17.10: Os últimos eventos.1 a 20. Abrão e Sarai (A1).19: O amadurecimento da fé. A defesa da terra exige ação resoluta. Retorno à terra. A ques­ tão da fé e da Palavra imutável de Deus. náo foi uma transformação repentina. Abrão e Sarai. Esta é uma narrativa da transformação gradual mediante a graça divina. A promessa anunciada. A oferta de Isaque. Uma noiva de Harã para Isaque. (Bl) Génesis 12. A questão da fé e da confiança.17: O conflito da fé. Essa. O Senhor promete. com muitos fracassos e deslizes. A questão da fé e da paciência. O nascimento de Isaque. A promessa mais uma vez renovada. A fé foi efetiva desde o início. O abandono da terra em tempos de aflição. e termina em Génesis 25.4-6) foi instantâ­ nea e irreversível. (B2) Génesis 21. é o que tem o registro mais longo e isso reflete a importância do “pai de todos os que crêem” (Rm 4. Abraão e Sara (A2).1 a 20. Parte da terra cedida a Ló. A morte de Sara. A promessa garantida por meio da aliança. Aventura e falhas. A família de Harã.1-20. Ló. A grande decisão da fé (Gn 15. (b1) Génesis 12. quando é sepultado em Macpela pelos dois filhos. A fidelidade do Senhor à sua aliança e a falha de Abraão. A falha com relação a Hagar. A presença de Ló. Note como toda a história pode ser classificada (A1. Um novo título para o Senhor. mas será que cumpre sua Palavra? A questão da fé e da perseve­ rança.

21. mas também usando o erro de Abrão para enriquecê-lo materialmente (Gn 12. nos tornam “maduros e completos” (Tg 1. no momento da pressão.7). a não ser no tempo de Deus e pela perseverança da fé. cf. Abrão primeiro agiu resolutamente para inva­ lidar a posse deles (vv 13-16).7? A despeito disso. 16. então.7). que o chamara (Gn 12.22 fala que a fé de Abraão foi “aperfeiçoada”. Hebreus 6. Segundo» a falha revelada mediante o desejo compreensível de encontrar uma solução rápida e prática para um problema familiar (Gn 13.2). é um teste constante. também 16. O Senhor não só se comprometeu com ele. 2-4. e tirou a Ló do meio da destruição” (Gn 19.11). não contestou quando o rei de Sodoma calmamente declarou possessão sobre o que acabara de perder na batalha. em quarto lugar.5.16) e confirmá-lo como profe­ ta e intercessor (Gn 20. com a mesma atitude resoluta.1). As promessas de Deus não podem ser barganhadas (Gn 13.8. Primeiro.1-11). A próxima falha envolveu Hagar. observamos com brevidade como b1 e b4 compartilham referências do engano praticado que envolveu Sara (Gn 12.13) — e trabalhava na solução do problema à sua própria maneira providencia].8. em forma de “provações” (Tg 1. E. definitivamente nega a idéia da santificação instantânea.1).1-19. Essa última falha foi mais grave do que qualquer outra que Abraão experimentou.22) sempre foi baseada na prática de dois passos para a frente e um para trás. Abraão falhou. Essa história. como mostrou sua fidelidade em manter suas promessas: Por que Ele “lembrou-se de Abraão.ABRAÃO (ABRÃO) nas citações do Novo Testamento. 20. Abraão não estava muito seguro de que o Senhor provaria ser digno de confiança. A narrativa de b 1a b4 é cheia de falhas.1-13. a fim de sepultá-los (Gn 50. nem aceitou qualquer parte do espólio. procedente da espera impaciente pelo cumprimento da promessa (Gn 15.7. a fim de pacificar Ló. no qual as pressões da vida — alimento (Gn 12. a história da morte de Sara (Gn 23) e da compra do campo de Macpela como local de sepultura fala sobre o mesmo tópico. quando enfrentadas com fé e perseverança.1) e lhe prometera (w.17). houve o medo de que.4). contudo. o Senhor continuava fiel — “porque não pode negar-se a si mesmo” (2 Tm 2. As seções intermediárias (b2 e b ’) falam do tema da lerra: pressionado pelos conflitos ocasionados pela presença de Ló. quando manteve hábitos irracionais e temeu por sua segurança pessoal (Gn 20. nem herdadas de outra maneira. o crente Abraão.9). anseios (Gn 15. quando uma coalizão de reis estabeleceu o que viam como seu direito pela mesma área de terra (Gn 14.1. não somente guardando a semente prometida. 10).4. as quais. A história do pai da fé. não fosse capaz de pro­ ver (note o termo “porque” no v. família (Gn 13. Era costume da família patriarcal levar seus mortos de volta para casa. A estrada da maturidade da fé (Gn 22.8).29).2-4. Da mesma maneira que a Terra Prometida não pertencia a Abrão.10).1) e temores (Gn 20.9) — como se ele realmente tivesse competência para dar a Terra Prometida de presente a alguém! Em contraste. Tg 2.11-13).25). tem uma forma dis­ tinta e devemos isto à arte literária da Bíblia.3. mediante uma aliança (Gn 17. embora ele de­ monstrasse falta de fé. para dá-la a outrem.15 mostra que a promessa não foi “alcançada’' sem paciência e Tiago 2. Abraão não estava isento das tentações — nem mesmo de recair na mesma tentação. num misto de progressos e fracassos. o Senlior. Muito pungente. 11 . Ainda assim. tampouco era sua para conquistá-la. Abraão mostrou que estava preparado para adaptar a Palavra de Deus (a promessa de possuir toda a terra de Canaã).11) — cooperam. quando sua própria segurança encontrava-se ameaçada (Gn 20.1-8). embora este náo estivesse incluído na promes­ sa de Génesis 17. Durante todo o tempo em que peregrinou pela terra. Abraão estava disposto a abrir mão do direito sobre parte do que Deus lhe prometera (Gn 13. afinal.

conforme o Senhor prometeu". o qual tinha um filho chamado Abrão (Gn 11. lei (Gn 9. o Êxodo e o monte Sinai. ficou um pouco mais claro como esses elementos estão inter-relacionados. embora a idéia total da aliança tivesse de esperar até Moisés. como se os seres humanos simplesmente estivessem espalhados e abandonados à própria sorte.14-20) e das divisões (Gn 11. parece que o fato que mais temiam (Gn 11. Um plano para o mundo Antes de encerrarmos o assunto sobre Abraão. Quando Deus lez sua aliança com Abrão (Gn 15 e 17).15. ao registrar imediatamente outra genealogia. que esmagaria a cabeça da serpente (Gn 22. isso significa.32). antes que o pecado de Babel com todas as suas implicações fosse cometido.17). na verdade o Senhor falou-lhes sobre a continuação da vida e a derrota final da serpente (Gn 3. era uma declaração muda e poderosa: “Esta terra é nosso lar. podemos muito bem perguntar onde estão os sinais da graça e da esperança. por meio dele e sua família nasceria o des­ cendente da mulher. sua situação é triste e irremediável.17). contudo. Primeiro. literalmente.20). Pelo contrário. notemos o ponto onde ele aparece pela primeira vez.ABRAÃO (ABRÃO) mas Sara não foi conduzida para Ur ou Harã (Gn 11. a história de Babel também tem sua nola de graça e esperança. Segundo. entretanto. a graça (Gn 6. até que encontra um homem praticamente desconhecido. 12 . onde este único ho­ mem e sua família ocupam toda a cena. Gn 11. com seu precioso cadáver. Gn 1 e 2) de eventos gerais. Desta maneira. ele seria restaurado da maldição (Gn 3. Um olhar mais atento para a genealogia.11). ela passa por cima de oito gerações (de Sem até Naor. “abençoarão a si mesmas".1-8) e sinal (Gn 9. ao novo começo com Noé. veio sobre eles (v. o elemento da longanimidade e da graça divina é bem explícito. esta terra é nossa.31. para traçar a história emer­ gente da família de Sem. com seu foco quase exclusivo em Abrão/Abrãao e sua família. como a Queda (Gn 3 a 5). revela alguns pontos muito importantes.4). A humanidade deteriorou-se. ela volta até antes do incidente de Babel. Nas narrativas da Queda e do Dilúvio. “em ti serão benditas todas as famílias da terra'' (Gn 12. das quais nada fala. mas o Senhor estabeleceu seus planos (em Noé e Sem).17).16). Em contraste com Génesis 12 a 50. A caverna. 9) — com a calamidade adicional do colapso universal da comunicação — que Génesis trata como se fosse de pouca relevância. O Pacto Abraâmico De Noé até Abraão A aliança de Deus na Bíblia é sua promessa concedida gratuitamente. sacrifício (Gn 6. onde a palavra “aliança” ocorre pela primeira vez. não voltou suas costas para o mundo.3). No caso de Noé. ou.10-24).8-17). as quatro características das alianças divinas apareceram juntas: promessa (Gn 6.8) já havia separado um homem e sua família para a salvação (Gn 6. mas quando Adão e Eva transgrediram. em Génesis. Génesis 1 a 11 é universal. pois trata (logo depois da narrativa da criação. a promessa era de salvação do juízo que o Senhor traria sobre todo o mundo (Gn 6. Foi depositada num se­ pulcro em Canaã.27-30) — a quem o Senhor diria.9) causadas pelo pecado. Por causa disso. chamado Terá. numa tradução mais livre: “entrarão na bênção de que precisam”. Quando chegou o Dilúvio. o livro de Génesis. ali.26.18). Em Babel. o Dilúvio (Gn 6 a 9) e a Dispersão em Babel (Gn 10.17). A lei sob a qual a humanidade ocupou o Jardim do Éden incluía a advertência de que o pecado traria a morte (Gn 2.

21) e a recusa de participação em qualquer divisão de espólio (w. é usada a palavra técnica para “inaugurar” uma aliança. colocar em ação”. em fogo e fumaça (Êx 3. o Senhor então iniciou os procedi­ mentos da aliança (w. a coluna de nuvem e fogo (Ex 13. para poder se manifestar no meio do povo. Génesis 15.2-5). o Senhor apareceu-lhe no moraento em que ele precisava de uma reafirmação e esperança. por isso. o verbo “firmar” é.1) e treze depois da falha dele. isso será feito comigo”.16). o qual pela graça encobre sua santidade. foi tirado de cena por um coma espiritual (v.21. mas depois entende­ mos que era uma demonstração prévia do Deus do Sinai. Como o Senhor é paciente! Como se sua promessa anterior não fosse suficiente. 6). para provocar mais uma reclamação. Lei. de que a vida não valia a pena ser vivida sem um filho e um herdeiro (Gn 15. ao reiterar a promessa dos descenden­ tes e da terra (w 13-16). após os eventos do cap. “colocar. a fim de significar que a partir daquele momento a aliança seria um relacionamento imutável entre o Senhor e Abrão. 13-16). mas Génesis 15. pois não era ele quem fazia o juramento. 22-24).4.2-5).10).22). 8).” — quer dizer. talvez Abrão temesse um contra-ataque desferido pelos quatro reis. promessa e sinal Quinze anos depois da chegada de Abrão a Canaã (Gn 12. por ser somente um espectador do que o Senhor faria. entretanto. “depois destas coisas. quando preparou o sacrifício (Gn 15. Não está claro por que Abrão precisava de tal palavra de Deus. onde é citado que as pessoas que desejavam firmar um juramento solene andavam entre as partes cortadas do animal sacrificado. pois garantia a proteção e um grande galardão (Gn 15.1 oferece uma pista.2. aqui. A passagem amplia a ação da aliança de Génesis 15. contudo. para representar que “se eu não mantiver meu juramento..18.5) e a da terra de Canaã para seus descendentes habitarem nela (v. Teria ele imaginado que não seria possível aquela vitória representar a maneira como Deus planejava dar-lhe a terra e. 12). Ao ler nas entrelinhas. estabelecer”. o verbo “estabelecer” significa “implementar. porém. Em Génesis 15.2).18.9-17 não está bem explicado — embora fique claro que Abrão sabia e entendia o que fazia naquele momento. em Génesis 6. O sacrifício da aliança Até onde sabemos. o Senhor apareceu-lhe. 9-18). para com­ pletar a aliança.1). 13 .. Abrão precisava de uma reafirmação presente e futura e Deus a deu — somente. Thdo isso. o Deus santo (Êx 3. ao envolver-se com Hagar (Gn 16. Deus tomou sobre si toda a responsabilidade do compromis­ so: Ele assumiria todo o impacto da aliança quebrada. Temos alguma luz por meio de Jeremias 34. perdia a opor­ tunidade? Grandes vitórias frequentemente são seguidas pela depressão e ansiedade! Seja qual for a razão.18. literalmente. A visão do Senhor como “um fogo fumegante e uma tocha de fogo” não foi explicada a Abrão.18. 14: a derrota dos reis (w. a restauração do rei de Sodoma (w. o sacrifício detalhado em Génesis 15. No caso de Abrão. em Génesis 17.4: 17. 17. deixa bem claro que o pacto abraâmico foi inaugurado por meio de um sacrifício. Já que Abrão ainda não se sentia totalmente seguro (v.ABRAÃO (ABRÃO) A segurança da aliança No caso de Abrão. ao localizar o fato. Ele voltou à tarefa de consolar seu servo com mais duas promessas específicas: a de um filho e uma família (Gn 15. e disse-lhe que náo temesse. está sem explicação.

Pois isso é le o que vemos em Abraão — e em toda a Bíblia. 7) e territorial (v. 6). pois eu a darei a ti” (Gn 13. Desde que esta prática é chamada de "o sinal da aliança”. deve ser interpretada da mesma maneira que as palavras idênticas de Génesis 9. A fé torna»se ousada quando age alinhada com as promessas do Senhor. exatamente como os sinais da aliança do Batismo e da Ceia do Senhor fazem hoje. Dali em diante. mas o contexto nos permite ver a ousadia da fé.2) e o sinal (Gn 17. ao lembrar-se de que trazia no próprio corpo a confirmação das promessas divinas — da mesma maneira que. “ Abraão.8. vemos o mesmo princípio de oulra maneira: a ousadia da oração da fé. 8) e é selada com o sinal da aliança da circuncisão (vv. Génesis 14 não menciona a fé em conexão com a guerra contra os reis. Em Génesis 18. nem mesmo seus próprios fracassos! Por exemplo. mas sim do que o Senhor garantia a Abraão.4). pois aquela situação envolvia sua famdia (Gn 13. hei de dar a li. requer a busca da santidade dentro da comunhão divina... enquanto o patriarca aguardava a chegada do filho prometido.1) não é específica. para Noé. Abraão tentara resolver a crise. Génesis 12 destaca a grande aventura da fé (w. Isto é vida de fé. não se limitou a voltar para a terra de Canaã: retornou especi­ ficamente para o lugar onde começara (Gn 13. como se ratificasse a resposta de Abraão.8.7). fortalecer-se-ia nos dias de impaciência ou dúvida. 14 . Por esta razão. Pela fé. Em ambos os casos. somente depois que entrou em Canaã. depois de sua falha no Egito (Gn 12. Não é um salto no escuro. saiu. conforme diz Hebreus 11. o sinal proclamava as promessas de Deus.ABRAÁO (ABRÁO) ao conceder maiores detalhes sobre a promessa (Gn 17.14). mesmo assim. A promessa. 10-14).9>14).23-33. Na verdade é um salto na luz. pois tem como base de apoio a palavra que Deus falou. Depois que o erro foi cometido (Gn 14. baseado meramente na Pa­ lavra de Deus. espirituaJ (v.10-20). “ajustando” a palavra de Deus ao problema (Gn 14. Realmente.4*8) e acrescentar os dois componentes remanescentes: a lei (Gn 17. nossa ênfase foi colocada no conflito da fé e nos fracassos dele. mas “o selo da justiça”. que nascem a partir da verdade. sendo chamado. Agora é o momento de olharmos para sua confian­ ça..812).17... Típica do período patriarcal.15-17) e essa promessa incluía a parte que Abraão cedera a Ló e retomara dos reis (Gn 14. é detalha­ da e cobre quatro categorias: pessoal (Gn 17. 1.. Nada tirou Abraão do seu cami­ nho — nada. a lei (Gn 17.5). de regresso até onde tinha certeza que estivera na estrada da fé. É isso que define fé.9).7).4. quando repousa no conhecimento do caráter de Deus (v. sua disposição firme e perseverante em arriscar tudo. que é credulidade e não fé. Deus reafirmou a palavra da promessa: “Toda esta terra. Romanos 4. retornar à Palavra de Deus e esperar a Palavra de Deus. isso quer dizer que a circuncisão não é um sinal do que Abraão prometia a Deus. doméstica (v. o arco-íris nas nuvens dissipava qualquer temor de que outra tempestade interminável acontecesse. sem saber para onde ia".3). A fé de Abraão Um único e firme propósito Quando olhamos a história de Abraão. Todo o ciclo de sua vida está dentro de três parâmetros: obedecer à Palavra de Deus. em Génesis. 25). mas o Senhor nada teve que ver com aquilo. mas.11 refere-se à circuncisão como “o selo da justiça da fé”: não “o selo da fé”. o Senhor finalmente disse: "darei esta terra" (Gn 12. a fim de confirmar o que Deus fez por Abraão e as promessas que estabelecera. contudo. fé é convicção e ação.

Esta epístola insiste em afirmar que. o único objeto de todas as promessas de Deus (Hb 11.1-14. colocasse tudo a perder.19 diz tudo. “Eu e o menino — nós subiremos até lá. como. seria ainda inacreditável que ele pegasse seu filho. Abraão sabia exatamente que aquela “adoração” envolveria a morte e a oferta do filho e. que agira não baseado no que sonhava.17. deve provar sua realidade nos desafios e respostas da vida diária.18) e.7). 15 . Aquela “fé simples” de Génesis 15... "o Israel de Deus” é sua nova criação (Gl 6. mas também à que é da fé que Leve Abraão. Abrão começou a andar com Deus (Gn 15. Será que alguém conseguiria expressar de forma tão perfeita a situação inteiramente absurda de um casal que era. a confiança baseada simplesmente na Palavra de Deus.10-13. mesmo assim. seu Israel. mas que. humana­ mente falando..29: 9. O principal ponto da questão está era Génesis 22.11.. ela “é pela fé..15-18). apesar disso. onde os crentes são chamados de filhos de Abraão (G1 3. nem para Paulo.28.ABRAÁO (ABRÂO) O filho prometido Génesis destaca dois “momentos" específicos na vida da fé de Abraão. não somente à que é da lei.16).110).6. em Mateus 3.16) e Gálatas 3. A verdadeira fé deliberadamente encara a incapacidade humana. ousou dizer: “nós. Os descendentes biológicos de Abraão não recebem mais benefícios.7. para que seja segundo a graça. O outro momento significativo da fé é destacado em Génesis 22. Primeiro. Esses testes náo são casuais. do ponto de vista das experiências e respostas humanas.22 fala sobre o incidente como “a fé aperfeiçoada”. nesse aspecto.6) e Abraão percorreu o caminho completo (Gn 22. nós. a promessa do nascimento de um filho foi aceita pela fé e essa foi imputada como justiça (Gn 15. mas elementos de uin programa educativo divino (Hb 12. mas no pleno reconhecimento da própria incapacidade. Romanos acrescenta que essa fé é a marca distintiva do povo de Deus.18-22. a lim de que a promessa seja firme a toda a descendência. resumidas e cumpridas plenamente no dom do Espírito Santo. mas com total simpli­ cidade — escolhe descansar na promessa de Deus. como nosso pai e nosso exemplo.11 falam da mesma coisa: “estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para cumprir”. nós. são nossas simplesmente e somente na base da mesma fé que Abraão teve.1-19: o Sacrifí­ cio de Isaque.5: literalmente. em Romanos 2.. com uma ênfa­ se especial. de fato. 4 família de crentes Abraão é apresentado a nós no Novo Testamento como um homem de fé.6).21 e Hebreus 11. o Novo Testamento nada tem a acrescentar ao Antigo: todas as bênçãos de Deus em Cristo Jesus. humanamente falando. porém..16). nem para João Batista.. nós vamos adorar e nós voltaremos para cá”. As passagens mais importantes são Romanos 4.12. Do ponto de vista divino.15. para nos tornar “participantes da sua santidade”. ela foi mesmo. “teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa”. “não se deixou levar pela incredulidade”? Ambos os textos." O comentário inspirado em Hebreus 11. Ele. fez isso. onde ele é chamado de pai de todos os que crêem (Rm 4. "ultrapassado’'.9. Foi incrível Abraão olhar para o seu próprio corpo amortecido e ainda crer na promessa de que teria um filho.. o qual é pai de todos nós” (Rm 4. Esse incidente proporcionou a Paulo uma de suas muitas “passagens de ouro*' — Romanos 4. e Tiago 2. Romanos 4.

22. pelo menos 14 anos já tinham-se passado desde que Abraão recebera a promessa original de um filho (Gn 16. Gn 18.3) — pois o que poderia ser mais desesperador do que a situação de Jacó.11) teve o efeito de reforçar as fraquezas humanas. expulso de casa. incapaz de gerar filhos. o Deus eterno” (Yahweh El Olam) — provavelmente ele chegou a esse título por meio da conclusão de que somente um Deus eterno poderia ser invoca­ do para superintender um tratado perpétuo. 43. El Shadday (Deus Todo-poderoso) é o principal dos quatro títulos similares de Deus. 16 . Foi nesse contexto que Deus se revelou como El Shadday.16). nosso patriarca plantou um bosque e invocou o nome do “Senhor.11.14). e Abrão não hesitou em identificá-lo como seu pró­ prio Deus. de Gerar. ele os encomendou a El Shadday (Gn 43. no artigo Deus. (Veja a seçáo sobre nomes. conforme vemos em Êxodo 6. e essa mesma característica — a habilidade de transformar situações criadas pelas fraquezas humanas — aparece também em outras passagens. Assim.”. Porque conhecia seu Deus — El Shadday. Ainda também é verdade.1 coloca a questão de forma concisa: "apareceu-lhe Yahweh e lhe disse: Eu sou El Shadday.2. ela o reconheceu como “o Deus que vê” (El Roi). j . em comemoração a esse evento. um Senhor que tinha um conhecimento direto (e cheio de graça) do que acontecia sobre a Terra. Tal Deus é digno de nossa confiança. Deus não se revelou para explicar o significado de “Yahweh”. que. Em Génesis 21. a . Yahweh (Gn 14.3. Ele é o Senhor supremo e universal. negociou um tratado perpétuo de amizade com Abraão e. No livro de Génesis. ao transformar o Abrão sem filhos em Abraão. A passagem de todos esses anos (Abraão tinha agora quase 100 anos de idade e Sara já estava na menopausa. o pai de uma multidão de nações. quando Jacó enviou seus filhos de volta ao Egito. embora o nome fosse conhecido.. em todas as circunstâncias.m . Por exemplo. quando o Senhor vai ao encontro de Hagar (Gn 16. 48. apenas El Shadday reaparece no restante de Génesis (28. 35. para enfrentarem o imprevisível e todo-poderoso José. sem um lar? El Shadday é o Deus que opera nas fraquezas humanas e as transforma — da maneira como agiu. e referências como Génesis 15. Abimeleque.22). mas para usar outros estilos e títulos. conhecidos por Abraão: Melquisedeque apresentouse a Abraão como “sacerdote do Deus Altíssimo” (El Elyom). Génesis 17. Se traduzirmos El Elyom2 como “criador” (Contemporânea) ou como “possuidor” (ARC) “do céu e da terra”.8 mostram Abrão pessoalmente empregando este vocábulo. foi nesse mesmo espírito que ele diz ter sido El Shadday quem se encontrou com ele em Betei (Gn 48. em Génesis 17.1. o nome divino Yahweh (traduzido na Ver­ são Contemporânea como “Senhor”) ocorre 73 vezes. Sem dúvida.13). 49.3. o Deus de poder ilimitado para transfor­ mar — Abraão tornou-se um preeminente homem de fé. náo tinha ainda nenhum significado específico relacionado a ele. O que ele queria dizer para o escritor desse livro? O signi­ ficado de “Shadday” como vocábulo é muito incerto e há muita discussão em tomo dele. perambulante.ABRAÃO (ABRÃO) O Deus de Abraão Quem é o Senhor? Na história de Abraão.3. Novamente. mas o contexto no qual este termo é usado sugere como deve ser entendido.) El Shadday De todos esses títulos.14.25).

21-23). Elias e Nabote. filho de Onri e governante de Israel na mesma época em que o profeta Elias desenvolveu seu mi­ nistério. Absalão era famoso por sua beleza e seus longos cabelos (2 Sm 14. Ele se consumiu pela raiva e pelo ressentimento. Seu comportamento foi tão mau que a frase “a casa de Acabe" tornou-se um pa­ drão para referir-se particularmente a reis perversos (2 Rs 21. Deus o puniu com um terrível período de seca que assolou a terra — um castigo direto por sua participação nas práticas idólatras. fez com que per­ desse a credibilidade aos olhos deste fi­ lho. O infame rei Acabe. Seus crimes náo eram apenas políticos. “irmão do pai”). a fim de subverter o reinado de Davi. A C A B E (Heb. A instabilidade uo vacilante reinado de Davi foi marcada por diversos fatores. até que Joabe o persuadiu a ver a vida de seu filho sob a perspecti­ va da confusão e instabilidade que cau­ sara. A vida de Absalão serve para ilustrar que os resultados do pecado permanecem.11) e de cometer adultério com as mulheres dos 17 . Joabe percebeu a hesita­ ção do rei em ordenar a morte do próprio filho.1-18). Absalão gastou todas as suas ener­ gias. mesmo quando há sincero arrependimento. entretanto. Era o ter­ ceiro dos seis filhos de Davi. Sua hábil polí­ tica internacional é interpretada negati­ vamente pelo escritor bíblico.ACABE A B S A L Ã O (Heb. ele provavelmente era culpado de prever um final rápido para o exílio e. Apesar de Davi ter-se arrependido de sua transgressão e ser perdoado por Deus. como assassinato e estupro dentro da própria família real. veja também Mq 6.14. Seu temperamento passional aparece no assassinato de Amnom (veja Amnom). como os outros falsos pro­ fetas. ao descobrir que ele violentara sua irmã Tamar (2 Sm 13). Davi lamentou profundamente a mor­ te de Absalão.18. A sua relutância em intervir e punir Amnom. em consequência do adultério de Davi (1 Sm 11 e 12) e pela ocorrência da violên­ cia. a despeito da séria ameaça que Absalão representava ao seu gover­ no. 23. Os três filhos de Absalão não são mencionados depois de 2 Samuel 14.29). 1. veja jez a b el . não escapou das turbulentas consequências em sua pró­ pria família. A tensão.v. 2. Absalão ficou exilado por três anos. até que surgiu a oportu­ nidade de vingar-se e ele matou Amnom (2 Sm 13. O relato do reinado de Acabe só é con­ cluído em 1 Rs 22.28. pelo estupro da irmã de Absalão (2 Sm 13. De acordo com 2 Samuel 18. Sua culpa maior foi per­ mitir a propagação da adoração a Baal. a quem ele dera o mesmo nome de sua irmã Tamar.22). Absalão ficou pendurado pelos ca­ belos em uma árvore e foi imediatamen­ te morto por Joabe e seus soldados (2 Sm 18.39-53. 2 Sm 14). pai e filho tiveram uma re­ conciliação parcial (cf. parece que somente sua filha sobreviveu. Seu casamento com Jezabel acentuou a ligação que a narrativa bíbli­ ca faz entre a idolatria e o comportamen­ to imoral. Davi relutava em reconhecer que sua autoridade estava seriamente ameaçada. até que Joabe diplomatica­ mente forçou Davi a perdoar seu erro. Foi um dos piores reis do Norte (cf 1 Rs 16. Este filho conspirou para destronar seu pai e foi bem-sucedido em conseguir apoio dos seguidores descontentes de Davi (2 Sm 15). Outro Acabe foi acusado pelo pro­ feta Jeremias de falar mentiras para o povo de Israel.25-27).27. culpado de “curar superficialmen­ te a ferida do povo" (Jr 6.28. Como Hananias (Jr 28). Para mais detalhes. na Babilónia (Jr 29. Desse momento em di­ ante. s. Pos­ teriormente. O conflito não resolvido entre pai e filho afligia o rei e. devido às graves consequências da adoração mista. Sua mãe cha­ mava-se Maaca e ele nasceu em Hebrom.30-33). “pai de paz”). nunca se dissi­ pou totalmente.16).

O rei Acaz foi sucessor de seu pa Jotâo. A queda de Judá finalmente aconteceu em 587 a. du­ rante o final conturbado do reino de Isra­ el. Para Acã. 15). filho de Zabdi. Logo a seguir. ju n tam en te com E stéfan as e Fortunato. 1 Crónicas 2. Seu exemplo ficou como um lembrete para as futuras gerações dos perigos da desobe­ diência (Js 22. 18 . E lembrado por ter "perturbado” Israel com um grave pecado. o Senhor colocou a cidade sob uma maldição ou “anátema'. ACÃ (Heb. a ira do Senhor desviou-se de sobre o povo. 2 Crónicas 28. o Senhor castiga os que são profanos. como Davi.23). Terceiro filho de Eser. Ai foi conquistada. 0 vale de Acor. sobre Deus e elas mesmas. Veja Estéfanas.2). da Acaia romana (v. “o Senhor tem possuído”). porque ofereciam ao povo uma fal­ sa esperança. Parecia que seria bem mais fácil. Tais determinações da par­ te do Senhor ensinavam muitas verdades às pessoas. Le­ vado para fora do acampamento e apedre­ jado. essa ordem da “dedicação” de algo a Deus envolvia a to­ tal destruição. e reinou por 16 anos em Judá. Por meio de um sorteio.7. Deus levou os lí­ deres até Acã. mas só Acã seria condenado. Certamente todo o povo sofreu com o pecado. d .v. Muitas vezes.C. Uma forma alternativa de Acã. Todos os bens locais seriam consagrados ao Senhor. a tentação de apanhar alguma coisa do espólio foi tão forte que desobedeceu à ordem que o Senhor dera por meio de Josué (Js 7). “Não fez o que era reto aos olhos do Senhor seu Deus. onde Esaú se estabe­ leceu (Gn 36. lho de Zerá. A C A Z (Forma abreviada de Jeoacaz. s. Era descendente de Judá e Tamar. No livro de Jeremias. Mummius.42. 1. Mencionado em 1 Coríntios 1 6 . os quais se recusam a reconhecê-lo e adorá-lo.ACAICO com panheiros (Jr 29. A próxima cidade a ser conquistada era Ai. Os profetas previram o dia em que Deus tomaria aquele vale um lugar de es­ perança e descanso (Is 65. 2. “criador de problemas”).10. É interessante notar em Josué 7 a ma­ neira como lodo o Israel é responsabili­ zado pela transgressão de uma só pessoa. Provavelmente era um escra­ vo da família de um certo L. que escondera parte do es­ pólio no chão. Acaz havia lançado o rei­ no do Sul no mesmo caminho pelo qual o do Norte tinha andado antes.23 diz que ele ofereceu sacrifícios aos deuses de Damas­ co — o que sign ifica que criou um sincretismo tão profundo com outras re­ ligiões que essas assumiram uma forma peculiar em Judá. trouxe informações de Corinto para Paulo. Seu governo foi caracterizado por muitos problemas e ele mesmo recebeu esse epitáfio. Filho de Carmi. O juízo de Deus sobre Jericó foi extremamente severo. onde aparece como Jacã). o Senhor mostrava que os israelitas deveriam manter-se san­ tos em seu serviço. embaixo de sua tenda. Josué orou e o Senhor lhe mostrou que “Israel" pecara. mas o primeiro grupo de soldados enviado con­ tra ela voltou derrotado.g . seu pai” (2 Rs 16.10-16). Quando Josué destruiu Jericó. Sendo santo. ACA R (Heb. Os 2. Acaz conquistou essa reputação por aprovar a colocação das imagens dos ído­ los assírios no Templo de Jerusalém (2 Rs 16. onde Acã foi apedrejado. Ele supriria todas as suas necessidades. 1 Cr 1. quando na verdade havia desesperança. p .27. Junto com seus dois companheiros. A C A IC O . Heb. os falsos profetas foram alvo de juízo. posteriormente tomou-se um símbolo do mal. no Norte (742-727 a.20). Ao insistir em que ninguém seria capturado para se tornar escravo e em que nenhum espólio seria tomado.). mas não se pode afirmar cora toda certeza. “causador de problemas”).1 7 .15). um dos líde fi­ res tribais em Seir.C. 1. Apesar das reformas que foram feitas posteriormente por seu filho Ezequias.

O conflito permanente na famí­ em Israel. pela tragédia. A pro­ com a mensagem de que Deus havia de­ fetiza chamou a atenção deles para as cretado sua morte (2 Rs 1. A verdade.27-29). Devido à a Babilónia como seu instrumento para influência de sua mãe. certamente não ficareis firmes'1 (Is pai Jeorão como rei de Judá. o profeta resolveu filho de Acbor.” (2 Rs 8.39. enterrado nas sepulturas dos reis (2 Rs 9.2. é que.27). Finalmente. Durante o reinado de Josias.ACBOR O profeta Isaías estava em atividáde Acazias e repetiu a profecia de que ele nessa époea e os capítulos 7 a 10 de seu morreria sob o juízo de Deus.36s). chamado Elnatã. os quais fo­ estava próximo (2 Rs 22. tornouir com o terceiro capitão ao encontro de 19 .49). Acazias reinou de 850 a 849 a. não concordou (1 Rs 22. Ele sucedeu seu fortalecer sua confiança: ‘‘Se não o crer­ des.40. por menos de um ano (por volta de 7. contudo. Acabe e Jezabel também Jeoacaz. Rezim e Tíglate-Pileser. finalm ente foi consumado com a Reis 22 até o início de 2 Reis 2. promessa.35s.9b). para saber se fi­ rei enviou Acbor. “o li­ do mandou mensageiros consultar Baalvro da lei” foi encontrado no Templo. tais deráveis (havia um certo tipo de coali­ zão entre a Síria e Israel contra Judá). ele caiu pela Seu filho. ele “andou nos caminhos da essa confiança já comprometida. 9. Atalia. o relato está registrado a partir de 1 21. visitava seu tio Jorão (também chamado Jeorão). Elias os interceptou no meio cerdote Hilquias e outros. enquanto de Jônatas (1 Cr 8. perverso rei Acabe.41s). Uma como Baal-Zebube. s.. an­ aliança com Jeosafá. rei de Israel. Ele continuou com a infame políti­ gem de Acabe (1 Re 18: 2 Re 9. ram mortos pelo fogo que caiu do céu (2 Mais tarde. O texto bí­ blico deixa claro que o confronto entre livro nos dão uma visão do estado do go­ verno de Acaz. Ele enviou dois grupos de isso o que Israel fizera. s. chucou-se gravemente (2 Rs 1. caso se desviassem do prema insensatez.50). Sobrinho de Acazias. por isso o juízo soldados para prender Elias. o Rs 1.12-17). (1 Rs 22.v. * Seu reinado de dois anos foi marcado A C B O R (Heb. para consulta­ do caminho e os enviou de volta a Acazias rem Hulda sobre o texto sagrado. reinou. com 844 a. bisneto ta não surpreendeu a ninguém. “rato"). e fez o que era mau aos de Judá tornou-se inevitável e Deus usou olhos do Senhor. Foi seu infortúnio.). 1. Descendente do rei Saul. Este Zebube. ele já começara seu rei­ Elias e Acazias é considerado uma dis­ nado diante de alguns problemas consi­ puta entre o Deus verdadeiro e as assim chamadas divindades dos filisteus. o deus de Ecrom (2 Rs 1. vista como a causadora plicai' a relação entre Acazias e o profeta da imoralidade e da idolatria na linha­ Elias. também era conhecido como Jeoacaz.3).38. O pai de um dos reis de Edom. Baal-Hanã.2). contudo. sua condu­ veja também Peca .49. que estava doente. a queda casa de Acabe. deus de Ecrom. mas o rei de Judá tes dos israelitas conquistarem a região. foi feita por meio do proleta Isaías. predito por Elias em 1 Reis to. Veja ca religiosa de seus pais.v.51). no tempo de Jeremias. juntamente com o sa­ caria curado. para ex­ morte de Jezabel. 1 Cr 1.C.9ss). sucedeu Saul na janela de um quarto em Samaria e malista dos reis (Gn 36. Embora seu reinado seja cur­ lia de Acabe. quan­ 2. 2.C. que seria suficiente para 2. con­ tudo. Acazias tentou fazer uma 1. A C A Z IAS (Heb.. Para mais detalhes. "o Senhor tem susten­ Seu corpo foi levado para Jerusalém e tado"). de Israel. muito mais do que o Senhor e adorassem outros deuses. filha do trazer o juízo divino. Acazias foi morto pelos homens de Jeú. palavras da lei de Deus que prometiam A marca de seu reinado foi a sua su­ juízo sobre Israel.4).

o casamento de Esaú foi “uma amargura de espírito" (Gn 26. 5.16. m .p .12.22: 36. Otniel to­ mou a cidade e desposou Acsa.19- 20 .12). depois que Esdras a leu publicamente. O trabalho deles era idên­ tico ao dos sacerdotes e ministros atra­ vés dos séculos: tornar claro 0 significa­ do da revelação de Deus na Palavra. uma das m ulheres de A DALI A. 8 . por isso. Uma das esposas de Esaú. o músico (1 Cr 6. Asafe.10 etc.g . Ancestral de Maaséias. d . 3. Neemias animou a todos. Descendente de Bani.41). encontra-se em Esdras 10. “agradável ao Senhor”).19. Lameque. A D A ÍA S (Heb.5). O avô do rei Josias.1).45). que se estabeleceu em Jerusalém. Ele atendeu seu pedido (Js 15. 1. pai de sua mãe Jedida (2 Re 22. 9.g . “beleza”).24).8). 12. 10).).d .12. 7.21). a qual também incluía a guarda dos depósitos do Templo próxim os aos portões. Provavelmente era a mesma pessoa mencionada no v. tomada entre as mulheres de Canaã.8). p .7. Foi enviado ao Egito.39 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. um dos descendentes de Adaías.34. Era filha de Elom. Ne 7. o heteu.29 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras.24) — um lembrete do pecado que já dominava completamente o mundo.35). A D A (Heb. Tais uniões mistas levariam os israelitas a se afastarem do Senhor. 21). Nome de um sacerdote registrado em Neemias 11. ACUBE. Provavelmente esse é o mesmo Acube que também é relacionado entre os levitas que ajudaram a instruir 0 povo na Lei de Deus. para capturar o profeta Urias e trazê-lo de volta (Jr 26. cujos descendentes retornaram do exílio babilónico com Zorobabel e Neemias (Ed 2. 3. que res­ mortos pelos judeus na fortaleza de Susã pectivamente foram os progenitores dos (Et 9. O resultado do mi­ nistério sacerdotal foi que todo o povo chorou. foi par­ ceiro de Hemã.25). lembrando-lhes a “ale­ gria do Senhor” (v. pois reconheceu a desobediên­ cia e a necessidade do perdão. p . 2. Ne 8. mas Baseinate também é re­ ferida como filha de Elom.7: 11. 2. 5. Filho de Etá e pai de Zerá.23. Calebe dera a ela terras 110 Neguebe. 2. da mes­ ma família. Para Isaque e Rebeca.g . em Génesis 26. Um dos cabeças do clá levita dos porteiros do Templo: viveu em Jerusalém depois do caLiveiro babilónico (1 Cr 9. 4. Seus descendentes exerceram a mesma função (Ed 2. o qual prometeu que quem capturasse Quiriate-Sefer casarse-ia com ela [Js 15.42. Filha de Calebe. Pai de Maaséias.1). Um dos dez filhos de Hamã. Filho de Elioenai e faz parte da li­ nhagem real de Judá após o exílio: portan­ to. veja EUsafate. Ela ouviu seu esposo vangloriar-se de ter assassinado os que o prejudicaram (Gn 4. A C S A . Ela deu à luz a Elifaz (Gn 36.4. um d o s s a c e r d o te s T e la c io n a d o s em 1 Crónicas 9. O casamento de Esaú com mulheres cananitas introduziu a cultura e os deuses pagãos na família israelita. Filho de Simei e um dos líderes da tribo de Benjamim (1 Cr 8.d . Para mais detalhes. Jz 1. Filho de Jeroão. Descendente de Bani. para que as pessoas possam responder em fé e obediência (Ne 8.17. um descendente do rei Davi (1 Cr 3. encontra-se em Esdras 10. algum tempo depois ela rogou que lhe desse uma propriedade que tivesse mananciais de água. Esse Acube era um “servidor do Templo”.ACSA se uni dos oficiais da corle. 6. Não sabemos com certeza se Esaú casou com duas irmãs.19). líder da pro­ víncia que se estabeleceu em Jerusalém (Ne 11. heteu.45). comandante de uma unidade de 100 homens (2 Cr 23. p . 1.12). mãe de Jabal e Jubal. Ada. pastores nómades e dos músicos (Gn 4. 1.

ofereceu-o a Adão.1) e. Ambos foram feitos sem pecado e viviam na inocência. Ele tinha em si o sopro do Senhor (Gn 2. no que concorda a maioria dos comentaristas. e carne da minha carne” (Gn 2. para significar "humanida­ de" ou “homem”.15). e buscaram meios de se cobrir (Gn 3. nos capílulos iniciais de Génesis.25). Nus.19. A comunhão com Deus e a sujeição ao Cria­ dor. mas aqui fica claro que esse poderio era secundário. A Versão Contemporânea registra ali: “façamos o homem”.28. antes estavam felizes em caminhar com o Senhor e obedecer aos seus mandamentos: agora se escondem de Deus. enquanto a Terra existisse. mostradas nos dois primeiros capítulos. Em Génesis 2.30) no Jardim do Éden (Gn 2. O homem distingue-se claramente de todo o resto. Não se observa Adão ler suas próprias reações ao que Deus fazia por ele. Nosso primeiro pai não era como os animais.7) e foi colocado no Jardim do Éden (Gn 2. recebeu domínio sobre toda a criatura terrena (Gn 1. 21 . para ajudá-lo a cumprir as tarefas para as quais fora criado.27. Adão precisava de que Deus criasse a mulher para ele. Os primeiros capítulos de Génesis descrevem a criação. a quem sabiam que desobedeceram. Adão. Feito “à iinagem de Deus”. O domínio sobre o resto da criação que llie fora confiado no princípio seria lambém exercido por seus descendentes. A única conversa entre o Senhor e Adão registrada na Bíblia é aquela em que ele tenta jogar a culpa sobre a mulher por tudo o que acontecera.. O desejo de se vestirem foi um reflexo de tentar se esconder da presença de Deus. Além disso.8).23 podem muito bem ter suscitado a idéia que o apóstolo Paulo usou em Eiesios 5. A pureza da criação foi imediatamente corrom­ pida.26). Eva foi tentada pela “serpente” (Satanás) e comeu o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Génesis 3 descreve o pecado de Adão. e significa “solo”. para obedecer aos mandamentos de Deus. de repente seus olhos foram “aber­ tos”. quando deu nome a todos os animais (Gn 2. Adão trabalharia e cuidaria desse paraíso e Deus fez-lhe a mulher. Ele começou a exercer seu domínio sobre a criação (Gn 1. são repentinamente destruídas.20). Além dessa comunhão íntima.”.ADÁO ADÃO Adão no Antigo Testamento Alguns estudiosos sugerem que o vocábulo a d ã o vem do hebraico.7).1. Esse termo é usado na Bíblia para referir-se à primeira pessoa criada (Gn 5.29.29. acrescentando uma nota de rodapé na qual se explica que o vocábulo pode também sugerir “homem".28-30). ele mostrou claramente que apreciara sua companheira e suas palavras em Génesis 2.20 algumas traduções trazem “mas para Adão náo se achava adjutora. quando Ele passeia pelo Jardim (Gn 3. tomou-se o primeiro ser humano a habitar a recém-criada Terra. ficaram envergonhados. pois necessitava de alguém para servir-lhe de companhia (Gn 1. ama-se a si mesmo”. O Senhor conver­ sava com Adão (Gn 1.23). Ele descreveu sua esposa como “osso dos meus ossos. mas não se pode ter certeza disso. Em certos textos. principal­ mente o de não comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2.26. os dois primeiros capítulos servem também para reforçar a completa dependência que o homem tinha de seu Cri­ ador.. sem nenhum constrangimento (Gn 2. existe algum debate sobre se este vocábulo seria traduzido como o nome próprio “ Adão” ou sim­ plesmente como “humanidade". A maneira como a Bíblia descreve Adão nesses primeiros capílulos ajuda o leitor a entender a comunhão eutre Deus e sua obra-prima. regularmente. No entanto. A primeira ocorrência deste termo encontra-se em Génesis 1. 1 Cr 1.8-17). feito por Deus.26). Assim.17). quando disse: “quem ama a sua mulher.

Adão encabeça a genealogia que leva até Jesus. seu primogénito. é também o espetáculo no qual o que recebeu tanto domínio do Criador tentou negar sua dependência do Senhor. No entanto.9). como única.4.3-5). Ali. o homem colocou a si mesmo no lugar de Deus. Esta seria sua tarefa. Por meio daquela transgressão. É importante notar que. Caim. e a intimidade desse relacionamento com Jesus foram mostra­ dos por Paulo. Paulo também apelou para o relacionamento de Adão com Eva. contudo. mas mediante um esforço cansativo e doloroso. Em Roma- 22 . A cria­ ção é mencionada frequentemente e a condição da humanidade como seres criados foi lembrada pelos que eram fiéis e adoravam a Deus Iveja SI 8. possuía o sopro do Criador dentro dele. As mulheres exercem fun­ ções diferentes das dos homens. o apóstolo acrescenta mais um significa­ do ao relacionamento entre homem e mulher. Agora. O amor.24) e ao ver a manifestação física do que agora era sua realidade espiritual — a morte.8. de onde fora formado (Gn 3. na época do Novo Testamento. cf. a durabilidade. conforme a narrativa bíblica prossegue. Deus criou Adão e Eva para permanecerem juntos e este deveria ser o padrão para o matrimónio e a vida familiar. 16.19). quando falou do casamento como uma insti­ tuição indissolúvel. como parte do seu domínio sobre a criação.17-19). quando ele fez a comparação com o casamento. Há outra referência direta a Adão em Judas 14.31. que con­ tinuaria até a morte — quando então retornaria ao pó. fica claro que cada aspecto da vida do homem foi permeada pelo pecado e pelo desejo de negar a Deus. nosso primeiro pai teria dificuldades em cultivar o solo e exercer o domínio sobre os animais. Jesus mencionou Génesis 1.13. é notável e provavelmen­ te indica o cuidado deste escritor em mostrar a relação de Cristo com toda a humani­ dade e não somente com o povo judeu. Ele náo regrediu a um estado no qual não seria melhor que os animais. em toda a criação de Deus é claramente revelada.8).1).23. Foi também nos escritos de Paulo que uma clara descrição foi formulada sobre o lugar teológico que Adão ocupa nos assuntos relacionados cora o homem. após o castigo e a exclusão do Jardim do Éden. iCo 11. Paulo usa os mesmos textos de forma similar em Efésios 5. 1 Co íj. O trabalho que Adão recebeu para lazer. constrangido. ao ser expulso do Jardim do Éden (Gn 3. que retorna até Abraão. Adão novamente assumiu a posição proeminente nas discussões sobre como Deus trata com a humanidade. agora seria doloroso (Gn 3. para apoiar seu argumento sobre o lugar da esposa na família e na igreja. o pecado entrou no mundo e trouxe o castigo e a maldição do Criador sobre toda a criação. era um ser pecaminoso e. Ele contemplou. matar Abel. em pensamentos. seu segundo filho (Gn 4. palavras e obras. Ele possuía a imagem de Deus.38. para a glória de Deus. O Antigo Testamento não faz muitas outras referências nominais a Adão. Em Lucas 3. contudo. Adão preparou o palco para a humanidade e apresentou a cena em que as verda­ deiras origens da humanidade. Abraão recebeu mais atenção na história judaica. naquele pecado. Naquela negação.27 e 2. As duas áreas em que ele era tão claramente distinto dos animais foram afetadas pelo castigo. porque foi o pai da nação israelita. Por intermédio de Adão. A diferença entre essa relação e a de Mateus (Ml 1.ADÃO A punição de Deus para o pecado de Adão é declarada em termos bem claros. Adão fixou seu olhar num tipo de vida que ignoraria ou mesmo negaria ao Todopoderoso. porque Adão "foi formado primeiro" e Eva foi enga­ nada primeiro (1 Tm 2. Adão também experimentou o castigo da separação de Deus. A partir daquele instan­ te. Adão continuou o mesmo.17). ao indicar que na própria convivência conjugal havia uma alusão à comunhão entre Cristo e sua Igreja (cf. contudo.

o segundo. “sendo da terra’'. Então. A passagem. O contraste que o apóstolo fez foi éntre a pessoa natural e a que.22 tem sido exaustivamente discutido pelos comentaristas. quando comparada com o castigo que seguiu apenas um pecado (w. Des­ sa maneira. é espiri­ tual.49) e isso redundará em vida eterna e ressurreição. da morte para vida. Segundo. da ira de Deus. como fillios de Adão. Ele se refere a dois grupos diferentes de “todos": o prim eiro. O argumeuto de Paulo baseava-se em seu entendimento de que Adão era realmen­ te um personagem histórico. (que) foi feito alma vivente". ele fala repetidamente em “um homem".ADÀO nos 5. para trazer vida aos que crêem. O vocábulo "todos" de 1 Coríntios 15. ou o segun­ do homem (v. queria que Iodos entendessem plenamente o significado de sua expressão “muito mais".15.2) ou alcançar o castigo. Lodos os que estão "em Cristo". o juízo e a morte para Iodas as pessoas (v.12): “porque todos pecaram". Paulo mostrou que a humanidade tem diante de si duas alternativas: ser represen­ tada por Adão ou Cristo. Cristo trouxe justiça — Adão.12). Cristo obedeceu a Deus quando Adão náo o fez. Adão (Rm 5. o qual é reafirmado diariamente na vida de cada indivíduo (Rni 5. sofreu e morreu como acon­ teceu com Adão e sucede com toda a humanidade. demonstrar o quanto Adão e Cristo são diferentes. ao referir-se tanto a Adão como a Cristo (a palavra “um/uma" é repelida dez vezes nos w . e o “último Adão. Cristo trouxe vida eterna (v. os quais têm fé nele e são representados por Ele. Dessa maneira. 14). 21) — Adão. espírito vivificante”. no v. 18). quando observam que ela se torna "muito mais" superabundante para as pessoas depois que muitas transgressãos são cometi­ das. como seu líder. O v. e o segundo “é do céu”. 23 . enquanto Cristo traz a salvação desse juízo. Paulo fala sobre isso de forma mais vívida em 1 Coríntios 15. o apóstolo apresenta sua visão da comunhão entre Adão e Cristo. seres humanos naturais que morrem devido ao juízo de Deus sobre o pecado de nosso primeiro pai e sobre suas transgressões diárias. Adão foi superado por Jesus. nosso primeiro pai é visto como o que foi desobediente e Lrouxe o pecado.45-47. receber a graça da salvação de Deus median­ te a fé em Jesus (Rm 5. “um homem’' (v. Esse contraste entre Adão e Cristo foi desenvolvido em linhas similares em 1 Coríntios 15. Primeiro. 15-17). os que estão “em Adão". também a ressurreição dos mortos veio por um homem". morte. assim também todos serão vivificados em Cris­ to". na discussão de Paulo sobre a morte e a ressurreição. O apóstolo queria que as pessoas vissem sua ênfase em duas coisas nesta passagem. pela fé. receberão sua natureza — "a imagem do celestial" (1 Co 15. 47).45). Ele. Ele trouxe o pecado ao mundo. conforme Paulo fala em 1 Coríntios 15. começou primeiro com o próprio Jesus que se tornou “homem". juízo. 22 diz: “Pois assim como Lodos morrem em Adão. para tornar-se “as primícias" dos que ressuscitariam. Paulo provavelmente viu nisso uma “figura". onde faz um contraste entre o “primeiro homem. Cristo estava preparado para receber a maldição do juízo de Deus e morrer. Lrouxe o pecado a toda a humanidade.21: “Pois assim como a morte veio por um homem. O primeiro era o Adão de Génesis.14). contudo. E nesse sentido que Jesus é realmente “ Adão" — o último Adão (1 Co 15. O “homem do céu" viveu. na verdade. 15-19). por meio da fé em Cristo. Adão. “é a figura daquele que havia de vir" (v. Os crentes aprendem sobre a graça de Deus em Cristo. mas o interesse do apóstolo era. Cristo teve sucesso onde Adão fracassou e Ele só poderia fazer isso como um verdadeiro homem. começa o contraste com: “mas náo é assim o dom gratuito como a ofensa". portanto.

ADI NA (Heb. Um líder da tribo de Simeão.42). se estabe­ leceram em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. “adornado”). Homem sábio e especialista em leis.29).19-25).19. e não ele. que se esgotou. Sua amargura.28. Adim é des­ crito como um dos líderes que colocaram o selo sobre o juramento do povo. A D B E E L .8). até que se fez um grande exército. seu irmão mais velho.ADAR Era sua morte. seria o su­ cessor de Davi. oficial no reinado de Davi. Um dos nove levitas que ensina­ ram a Lei ao povo. men­ cionado em 1 Crónicas 4. é re­ lacionado em Esdras 10.14). 1. 2. Um dos sacerdotes que.14). que falhou mediante a hábil intervenção de Nalã.1-3). Para mais detalhes. Essa passagem deixa claro que a deserção gra­ dual dos soldados de várias tribos. Adina era um líder entre seu povo e um dos “heróis” de Davi (1 Cr 11. Era filho de Ja­ zera e pai de Masai. consultor do rei Xerxes (Et 1.6 menciona que Ebede. Salomão demonstrou-lhe tolerância.25).20 é 655. A D N A (Heb.30 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. era um dos oficiais mais graduados no exército do rei Jeosafá (2 Cr 17. Pertencente à tribo de Judá. Descendente de Paate-Moabe. mencionado em Neemias 12. “justiça de Deus”). que está debaixo do juízo de Deus por causa do pecado. devido à suspei­ ta de que Salomão. Um filho de Bela (1 Cr 8. quando ele pediu para casar-se cora Abisague. respon­ sável pelos “gados dos vales” (1 Cr 27. “deleite”).o .15 diz que 454 dos seus descendentes retornaram do exílio na Babilónia. durante o terceiro ano do reinado de Jeosafá. Pai de Safate. A D M A TA . Adonias. 1 Rs 1 e 2). Ao fazer isso. rubenita. o nú­ mero dado em Neemias 7. 4. Ele viveu nos dias de Joiaquim.29). A D O N IA S (Heb. ADI EL (Heb. 3. Filho de Siza. 1. A D IM (Heb. Seguidor das pegadas de Absalão. juntamente com 50 ou­ tros homens subiram da Babilónia duran­ te o reinado de Artaxerxes. “ornamento de Deus").g . Guerreiro da tribo de Manassés que desertou do exército de Saul e uniu-se a Davi em Ziclague (1 Cr 12. Esdras 2. veja Abisague e Natã. p . Jesus identificou-se com Adão e toda a humanidade.15. A D A R . Relacionado na genealogia de Jesus em Lucas 3. regis­ trado em Neemias 10.16. 1 Cr 1. o quarto filho de Davi. levou-o a planejar um golpe político. Para mais detalhes veja Memucã.22).20). ao abandonar Saul para unir-se a Davi. Líder de uma família de sacerdo­ tes de Harim.4. um ato que foi aceito por Deus quando Ele levantou o segundo Adão dentre os mortos e dessa maneira reverteu em Cristo a maldição do juízo colo­ cado sobre Adão.13. O terceiro filho de Ismael e um líder tribal (Gn 25. 3. 1. O pai de Azmavete. “o Senhor é meu Se­ nhor”). 2.12). Ele ofereceu a si mesmo como sacrifício pelo pecado. 2. responsável pelos tesouros reais no reinado de Davi (1 Cr 27. como o exército de Deus” (1 Cr 12. a camareira de Davi: isso resullou em sua execução (1 Rs 2. A D L A I (Heb. também ameaçou trazer problemas ao reinado do pai (2 Sm 3. era dirigida pelo Espírito de Deus: “Dia a dia vinham a Davi para o ajudar. 24 . A D I. um dos descen­ dentes de Adim.36. Esdras 8. na época em que houve um grande desejo pelo livro da Lei (2 Cr 17. “voluptuoso”).

P. dos seus descendentes retornaram do que marchou rapidamente de Gilgal. pelo Senhor sobre um homem que tinha liderados por Josué. mens das tribos de Judá e de Simeáo es­ para fazer cumprir as ordens do rei. durante o reinado de P.000 mento. que incluíam sacrifícios de no de Salomão (1 Rs 4.v. Esdras 2. Assim. AdoniZedeque era rei de Jerusalém. p.24 é chamado de Adorão). tinha 30. Ezequias. como as nações vizinhas (1 Sm 8. Mencionado apenas no pri­ tou o mesmo sistema. cananeu da região de Bezeque. Um dos filh o s do rei assírio ilio era forçar os israelitas a ajudar na Senaqueribe e irmão de Sarezer. 10. Isaías profetizou que o rei assírio ao Líbano para trazer tábuas de cedro e 25 .D. Seu Iraba2.18 o número dos descendentes que regressaram é dado A D R A M E L E Q U E . mataram 10. Seu medo dos feito a mesma crueldade com muitas ou­ tras pessoas. sob a in­ mente isso que Samuel alertara que acon­ fluência de Neemias.G. mas tavam entre os primeiros que continua­ foi apedrejado e morreu (1 Rs 12. 24). “o Senhor é exalta­ Esse povo estava entre os transportados do”). na época deveria ser visto como retribuição feita em que os israeUtas entraram em Canaã. Trouxeram consigo práticas reinado de Davi e no decorrer do gover­ tenebrosas. E lembrado porque sua con­ lhe os polegares das mãos e dos pés e o vocação para a balalha serviu como de­ monstração do grande poder de Deus e levaram para Jerusalém.13 registra que 666 amoritas para alacar os gibeonitas (Js 10.16). foi comunicado sobre a pos­ do trabalhava para Salomão. Ele reconheceu que era cas­ hebreus aumentou quando ouviu que os habitantes de Gibeom. era responsável pe­ para Samaria por ordem do rei da Assíria. A de sua obra miraculosa em favor de Isra­ Bíblia mostra que um castigo tão cruel el para a derrota dos amoritas.13 diz que um número enfrentar os amoritas. tratado de paz com Josué. ele for­ mou uma colig ação com cin co reis A D O N IC Ã O (Heb. s.000 homens e A D O N I -Z E D E Q U E (Heb. para Exílio e Esdras 8. construção das instalações reais. Naquele pri­ meiro ataque.18. "meu Senhor capturaram Adoni-Bezeque. era um rei separaram -se de Judá e Benjam im . os Senaqueribe e orou ao Senhor por livra­ quais ele enviava em grupos de 10. adorados pelos sefarvitas (2 Rs 17. A D O N I . Filho de Abda. quando Israel desobedeceu a de Esdras (Ne 10. Em Neemias 7.D. “senhor de Quando Roboão subiu ao trono e adoBezeque”). 1 . Um dos homens que testemunha­pinho. Deus e insistiu em ter um rei. tinham firmado um (Jz 1. queimadas no fogo. 5.14. esse rei morreu ali. Artaxerxes. desde o final do lados (v. os quais pediram ajuda a Josué. para substituir os israeUtas que foram exi­ los trabalhos forçados. Quan­ rei de Judá.6. uma cidade forte tigo de Deus e que merecia tal suplício e bem guarnecida. Um dos deuses como 667. 2 Cr ram a lula contra os cananeus e ferezeus. a qual conquis­ taram. Cortaramé justiça”).ADRAMELEQUE 3. Os ho­ Adonirão foi enviado como embaixador. em 2 Sm crianças.G.31). as tribos do Norte meiro capítulo de Juizes.d.18).G. A D O N IR Ã O (Heb.16-19). com Esdras.000 sível queda de Jerusalém pelas mãos de homens recrutados sob suas ordens. embora fosse exatade obedecer à Palavra de Deus. mais tarde.B E Z E Q U E (Heb. Tal sistema de trabalho forçado era ram e selaram a promessa que o povo fez odiado pelo povo.4-7).1-5). "meu Senhor tem se levantado”). depois da morte de Josué. durante as reformas teceria. O Senhor deu uma de seus descendentes vollou da Babilónia grande vitória a Israel (Js 10.6-15). 20.

2).37. a obediência é mais importante do que o sacrifício. Esse vocábulo provavelmen­ te se refere a algum tipo de título. era a anfitriã da igreja que se reunia na casa de Filemom. Posteriormente.d . Fontes extrabíbiicas demonstram que numerosas crises de fome ocorreram em vários luga­ res durante o primeiro século do Cristia­ nismo. falou que uma grande fome espalhar-se-ia por todo o Im­ pério Romano (At 11. Desde que o apóstolo a saúda ime­ diatamente depois do próprio Filemom. Adrameleque e Sarezer. mostrou ser verdadeira. Evi­ dentemente. é claro. Apesar dos apelos dos outros irmãos.38).28). como um irmão em Cristo. A desobediência era uma re­ jeição direta das Escrituras Sagradas (1 Sm 15. A D R IE L . Filho de Barzilai. 1. se fosse à Cidade Santa.27ss). Uma mulher saudada pelo após­ tolo Paulo em Filemom 2 e descrita como "irmã”. Era um profeta do Novo Testa­ mento. Pau­ lo insistiu que estava disposto a ir para onde o Senhor o enviasse. Senaqueribe foi morto pelos próprios filhos.29.D.10). ao mentir e dizer que só poupara Agague e os espó­ lios para sacrificá-los a Deus. quando Saul rompeu o tratado que Josué fizera com eles (Js 9.22-26). Agague. quando se encontrava em Cesaréia.G. foi levada a Jerusalém por Paulo e Bamabé. Para cumprir sua promessa. 26 . A tradição diz que foi apedrejada até a morte durante a perseguição levan­ tada por Nero contra os cristãos. p. Samuel mostrou que. filha de Saul. foi derrotado por Saul (1 Sm 15. que no final foi arrecadada em muitas igrejas. Is 37. A F IA . AER (Heb. Era tataravô do rei Saul (1 Sm 9. embora profunda. a caminho de Jerusalém (At 21. monarca dos amalequitas. p . A F IA . Em 1 Crónicas 7. “outro"). A segunda profecia foi dirigida a Pau­ lo. Saul e seus soldados.15). contudo. cinco de seus filhos foram mortos (2 Sm 21.35). na qual anunciou-se o fim do reinado de Saul. os quais diziam que ele não deveria ir. Ele aumentou seu pecado. para o Senhor. numa ação que mostrava a justi­ ça de Deus sobre um assassino de ino­ centes (1 Sm 15. a fim de ser julgado por César (At 21.30). e livrou assim Ezequias e seu povo (2 Rs 19. P.g .1). o Senhor pronunciou um juízo sobre o rei de Israel. Talvez seja o mesmo Airã.8). provavelmente era a esposa deste. Essa oferta. para ajudar os cristãos que viviam na Judéia (At 11.ADRIEL não capturaria a Cidade Santa e voltaria para sua terra pelo mesmo r a m i n h o . de Números 26.19). por sua desobediên­ cia. Por meio de Samuel. A G A G U E .38. Numa tris­ te declaração. Merabe (erroneamen­ te chamada de Mical em algumas tradu­ ções de 2 Sm 21.33). A profecia levou os discípulos de Antioquia a tirarem imediatamente uma coleta. Agabo veio da Judéia e profetizou que o apósto­ lo seria preso. ÁGABO. Deus matou muitos assírios. enquanto adorava seu deus Nisroque (2 Rs 19. onde seria assassinado (2 Rs 19). O profeta então matou Agague. casado com Merabe. Paulo pe­ diu a ela também que recebesse o escra­ vo Onésimo de volta. A profecia. Um descendente de Benjamim e pai de Becorate. como vin­ gança pela morte de vários gibeonitas (2 Sm 21. d . “pelo Espírito". Deus ordenara ao rei de Israel que des­ truísse completamente aquele povo na batalha.7 diz respeito a uma pessoa com esse nome. lembrado por duas profecias.12 ele é listado como um líder da tribo de Benjamim. Entre seus descendentes es­ tavam os husitas.8) fora prometida a Davi (1 Sm 18. A profecia de Balaão em Números 24. com a pri­ são do apóstolo em Jerusalém e sua pos­ terior deportação para Roma. 2.g . pouparam Agague e alguns dos melho­ res espólios de guerra. Na primeira.8-33).

24. "um irmão”). 21. cham ava-se Herodes Agripa 11.7.5).13 a 2 6 . antes de começar a se preocupar com o Templo (Ag 1. A primeira parte de suas pro­ fecias é de condenação sobre os que retornaram da Babilónia e buscavam seus próprios interesses.10). No entanto. 27 . AG EU (Heb. as quais se encontram entre o 1* dia do 6* mês (Elul) do segundo ano do reinado de Dario sobre a Pérsia (29 de agosto de 520 a. um homem valente e chefe de príncipes na tribo de Aser (1 Cr 7. Um gadita que vivia em Gileade e Basã. 1 Cr 1.13). os anciãos pre­ sentes na dedicação lembraram-se da gló­ ria do Templo anterior. Um dos filhos de Zibeom. A ÍA S (Heb.C. na pessoa de Zorobabel. O filho de Sarar (ou “Sacar”: 1 Cr 11. Bisneto do sacerdote Eh e filho de Aitube. ficou alento ao testemu­ nho do apóstolo e até mesmo arriscou dizer: "Pensas que em tão pouco tempo podes persuadir-me a fazer-me cristão?” (At 26. AIÁ (Heb. 1. encorajar a reconstrução do Tem­ plo em Jerusalém. 2. registrado no livro que leva o seu nome.35).3 2 . Pratica­ mente nada se sabe sobre este profeta.11. um dos trinta “heróis” de Davi. festival”).1). Assim. O atual jamais seria comparado com aquele. Líder da tribo de Manassés e filho de Semida (1 Cr 7. foi o escritor de vários provérbios. as quais demonstram que.3. homem poderoso na batalha (2 Sm 23. “meu irmão“). mas estivessem voltados para a “Palavra do Senhor (que) é perfeita” (Pv 30.34). contudo. 1.AÍAS A G É . viu uma figura messiânica que governaria sobre os reinos. servo de Deus (w.28). com efeito. Esdras proporciona algumas informa­ ções adicionais.14. Ageu e Zacarias não so­ mente estabeleceram o impulso necessá­ rio para a reconstrução do Templo (Ed 5. Ageu visualizou aquele que atrairia a riqueza e a adora­ ção das nações (Ag 2.15).1). aconteceu em me­ nos de quatro meses. ou seja. chamado de “mensageiro do Se­ nhor” (v. que seria mais glorioso do que a dedicação do presente Templo. A profecia de Ageu. Ele ouviu a defesa de Paulo durante sua pri­ são em Cesaréia. Veja Herodes.4). é listado nas genealogias do tempo do rei Jolão. Ele incentivou seus ou­ vintes a náo alentar para sua sabedoria humana. Mencionado como rei Agripa em atos 25. filho de Agripa I. 20-23).18). edomila descendente de Seir (Gn 36. O pai de Samá. de Judá (1 Cr 5. exceto sua colocação cronológica e a na­ tureza de seu ministério e sua mensagem.19). Filho de Jaqué. A G R IP A . estabelece especificamente a data de suas várias mensagens. depois do exílio babi­ lónico. quando jônatas conquis­ tou uma importante e notável vitória so­ bre os filisteus (1 Sm 14.) e o 24B dia do 9® mês (Kisleu) do mesmo ano (18 de Dezembro de 520). em 2 Samuel 23. encorajou os trabalha­ dores a antecipar um dia no futuro. A G U R . todo o ministério de Ageu. 1.m . Al (Heb. e . Ageu não faz menção a essa fase posterior da re­ construção. endereçados a Itiel e a Ucal (Pv 30. era sacerdote em Silo.15). Pai de Rispa. “festa. Filho de Abdiel. AIÃ (Heb.33). Ageu. 2.40). “meu irmão é o Senhor”). A IÃO. mas isso é improvável. uma das concubinas de Saul (2 Sm 3. Alguns sugerem que seu nome era outra designação para o próprio Salomão. qua­ tro anos mais tarde (Ed 6. Sempre acompanhava o rei Saul para Uie dar ori­ entação e era um dos responsáveis pela Arca da Aliança. Mencionado como um dos filhos de Semer. o hararita. "ave de rapina”).6-9) e. como também permaneceram envol­ vidos no projeto até sua finalização. como o Rei.

portanto.29. 7. 8. “irmão de ajuda”).9). veja Jeroboão. 12.25. como se lança fora o ester­ co. "porque fi­ zeram os seus bosques.3). A IL U D E . Filho de Sisa.24. Essa passagem dá a entender que Aias e seu irmão foram exi­ lados para Manaate. o que. Sobre Jeroboão. mas Aicão salvou o profeta da morte (Jr 26. p. Nos dias do rei Josias.10). p . da tribo de Benjamim (1 Cr 8. Filho de Eúde. o qual cuidou dele. Quando os israelitas finalmente partiram do Sinai. significa que era um escriba (1 Rs 4. rasgando simbolicamente seu próprio manto. 5.22. 1. Ao ouvirem as más no­ tícias. Dez tribos revoltaram-se contra Roboão e fi­ zeram Jeroboão rei no Norte (1 Rs 11. O neto de Davi ficou como rei no Sul. s. Habilidoso arqueiro ambidestro da tribo de Benjamim. Filho de Jerameel.3. Jeremias também recebeu ins­ trução de Deus para profetizar que viria juízo sobre Judá.1217). 2 Cr 9.7-13.36). que viveu duran­ te o reinado de Davi. mencionado apenas em 1 Crónicas 2.g .16.12). Jeremias então ficou com Gedalias.15. d. apoiavam os profetas. 6 . provocando o Senhor à ira” (1 Re 14. juntamente com o sa­ cerdote Hilquias e outros. As doze partes desta rou­ pa simbolizavam a ruptura do reino.27. Aiser esta­ va novamente no comando de seu povo.v.15). Jeroboão enviou sua esposa disfarçada a esse profeta. O monar­ ca enviou Aicão. listado como pelonita (1 Cr 11. Filho de Amisadai. 1 . 1 Rs 4. durante o remado de Jeoiaquim. Tempos depois. d . "Lançarei fora os descendentes da casa de Jeroboão. g . Na dedicação do Tabernáculo. Esse Josafá clara­ mente foi um dos líderes mais confiáveis de seu tempo (2 Sm 8. "meu irmão tem se levan­ tado”). 20. a despeilo das palavras duras de juízo contra Judá que proclamavam. 3. Hulda destacou as palavras da lei de Deus que prometiam castigo sobre Israel. 2. (Jr 40.25). Líder da tribo de Dã no tempo de Moisés. ele levou as ofertas de sua tribo no décimo dia da celebração. para consultar uma profetisa a respeito do livro. caso se desviassem do Senhor e adorassem ou­ tros deuses. 1 Cr 18. linguisticamente. A IM A Á S . Paidejosafá. rei de Israel (1 Rs 15.2931). o povo queria matar Jeremias. Zadoque foi o sumo sacer­ dote durante quase todo o tempo do rei­ 28 . depois da queda de Jerusalém em 587 a.33. o “Livro da Lei” foi encontrado no Templo. Al C Ã O (Heb. que também colocou seu selo sobre o pacto que o povo fez de obedecer à lei do Senhor. Pai de Baasa.12. 10. Aias reiterou sua profecia de con­ denação contra a casa de Jeroboão. 2 Rs 9. Profeta de Silo que se opôs à idola­ tria de Salomão e falou sobre a divisão do reino. C. 4.Um dos líderes em Neemias 10.3). foi seu representante na época do censo (Nm 1. à frente dos danitas. 21.24).15). Judá fizera essas coisas e por isso o juízo estava próximo (2 Rs 22. mas também fiéis ao Senhor.26. ao confirmar que o menino morreria e Deus desarraigaria Israel da terra.15). Seu filho Gedalias foi nomeado governa­ dor de Judá por Nabucodonosor. A razão teológica para a divisão do reino foi o sincretismo e a apostasia de Salomão (1 Rs 11. Aicão e seu filho eram leais aos reis de Israel.AICÀO 2.7). sobre as tribos de Judá e Benjamim. mencionado como secretário na corte de Salomão. que primeiro lutou por Saul e que depois transferiu-se para o exército de Davi em Ziclague (1 Cr 12. Um dos “heróis” de Davi. para descobrir se o filho deles ficaria bom de uma doença que con­ traíra.7). da tribo de Judá. A IE S E R (Heb. Bua mais detalhes. que estavam na re­ taguarda de todos (Nm 10. até que de todo se acabe” (1 Rs 14. portanto.

e a recompensa por tal ato foi notável (Nm 13. onde. 3.22. Js 15. 1 Cr 3. 1. Como resultado. Aimeleque aparece como o filho de Abiatar. responsáveis pela guarda dos portões do Templo. Filho de Aitube.17). esposa de Saul (1 Sm 14. Apenas ele e Josué voltaram a Moisés. através de Coale (1 Cr 6. no serviço do rei Davi (1 Sm 26. Ela esteve com o fi­ P. mencionado anteriormente. mulheres. após o cativeiro na Babilónia (1 Cr 9. era um dos sacer­veiro e Ainoã deu à luz o primeiro filho dotes de Nobe e amigo de Davi.D.16 e 2 Samuel 8. juntou-se a ele para servir ao rei. Uma mulher de Jezreel. ele e sua família herdaram aquela parte de Canaã (Nm 13. na região de Naftali (1 Rs 4. Amnom (1 Sm 25.2. Davi sentiu-se culpado pela tragédia e o tomou como seu sacerdole e confidente pessoal.8). casado com Basemate. Enquanto alguns estudiosos interpretam que essas referências significam exatamenle isso.c. filha de Salomão. 2. do fugiam de Saul: o rei ficou tão furioso que ordenou a Doegue. Salomão nomeou doze governado­ res de província. da tri­ bo de Levi.7-15).G.20). seu filho. 2. Ambas sobreviveram ao cati­ 1. A IM Ã (Heb. confiantes suficientemente no Senhor para crer que tais gigantes seri­ am derrotados. crianças.7). Aimaás. e a versão correta seria “ Abiatar. Ele aju­ de Davi. 21 e 22. Filho de Ido. A IN A D A B E . mais coerente com os even­ tos de 1 Samuel caps.1). para suprir a casa real por um mês durante o ano (1 Rs 4. Aimaás pediu au­ torização para levar pessoalmente a notí­ cia a Davi.AINOÃ nado de Davi. 30. 3. s. Era um dos doze governadores distritais do rei Salomão. 2. “irmão nobre”). filho de Aimeleque”. o edomita.24). “irmão de um rei”). com quem Davi se casou. Pai de Ainoà. Descendente de Elcana.c. foi toma­ A IM E L E Q U E (Heb. lho de Jessé em sua jornada na Filístia. 14. quando Saul deu Mical para outro homem. Ainadabe era o governador da região de Maanaim (1 Rs 4.10).14). depois de espi­ arem a terra. encarregaram-se de vigiar Absalão e descobrir seus planos (na época em que Davi fugiu de Jerusalém). dou o filho de Jessé e seus homens quan­ 2 Sm 2.50). bebês e até mesmo os animais (1 Sm 21 a 22). A IN O Ã (Heb.6). além de lodos os homens. filho de Aimeleque (1 Sm 22.15 a 19. Filha de Aimaás.5. No final. depois do retorno a Jerusalém. Juntamente com Jônatas. Jz 1. Quando Absalão morreu. filho de Abiatar. s. Naquele dia foram mortos 85 deles. responsáveis pelo su­ primento das necessidades do rei e da corte real.14.50).25). “meu irmão é bom"). 29 . Aimaás. Cada um deles tinha a responsabilidade de providenci­ ar alimentos em sua região. Em 1 Crónicas 18. (Heb.17.3.2. portanto neto do sacerdote Aimeleque. Vemos que Calebe demons­ trou uma grande fé. 2. da cativa. So­ mente um escapou — Abiatar. 1. Um dos porteiros da tribo de Levi. 27. ele entregou apenas as mensagens sobre a vitória na batalha e dei­ xou que outro mensageiro levasse a notí­ cia da morte do filho do rei (2 Sm 16. Um dos três notórios descenden­ tes de Enaque. que viviam em Hebrom no tempo da conquista de Canaã por Josué. É particularmen­ te interessante notar como o Senhor aben­ çoou Calebe nessa conquista.43. juntamente com Abigail. ”meu irmão é um presente”). Veja Zadoque e Abiatar. Calebe liderou o ataque contra essa cidade e derrotou os três gigantes na ba­ talha. Al M O T E . foi nomeado um des­ ses governadores. 3. esposa de Saul (1 Sm 14. Aim eleque é referido como “o heteu".30. que matasse todos os sacerdotes. outros acreditam que os no­ mes foram erroneamente trocados.

14.15).31 e 9. Encontra-se na genealogia do rei Saul.78). Mencionado em 1 Crónicas 8. 1 Cr 13.1. Danita.10). “irm áo de conversa tola”). A IS A A R . o que provavelmente foram estritamente proi­ bidos de fazer (2 Sm 6. Aiô vivia em Aijalom (1 Cr 8.). fi­ lho de Bilã (1 Cr 7. Procedente de Giló (2 Sm 15. o arquita. atuou como mordomo do pa­ lácio (1 Rs 4 . fez jus ao significado de seu nome.15. “irmão de Ra”). Nm 4. para mostrar seu desprezo à autori­ dade real (2 Sm 16. 1 Cr 27. e morreu ali junto à arca de Deus" (2 Sm 6. é provável que o mesmo acon­ teça cora o Eí relacionado em Génesis 46. Filho de Enã. Em 1 Crónicas 8. 7. Foi conselheiro tanto do pai como do filho (2 Sm 16. demons­ trou que traía Davi (2 Sm 15). contudo. 2. “meu irmão ajuda”). Essa lista ajud a a enfatizar a grandeza e a estabilidade do rein o de Isra e l. Este conse­ guiu confundir Absalão e desacreditar Aitofel. seu irmão. no declinante reino de Davi.35). 1. etc.33s). onde outros filhos de Benjamim são também mencionados.7). Ele. cuja angústia atingiu seu clímax quando se enforcou (2 Sm 1 7 . pai de Aoliabe.AIÔ AIÔ. Aiô caminhava na frente do carro.27). O tercei­ ro dos cinco filhos de Benjamim relacio­ nados em Números 26. s. Davi frustrou “os sábios conselhos” de Aitofel.38. “Deus o feriu ali por esta irreverência.37. entretanto.7). seu nomo aparece como Aará. o representante de seu povo no censo (Nm 1. ele teve razões pessoais para o seu tolo comportamento concernente ao rei. Um dos importantes oficiais de Salomão. provavelmente Aer refira-se à mes­ ma pessoa.21. ao enviar Husai. Exis­ tem algumas evidências de que BateSeba teria sido sua neta e a cooperação dele na queda de Davi seria motivada por vingança pela morte cruel de Urias. quando o rei Davi resolveu levá-la de Baalim para Jerusa­ lém (2 Sm 0. onde também são m encionados.1 .14). estendeu a mão para segurar a arca.G. Um dos filhos de Berias e líder da tribo de Benjamim. Ele incen­ tivou Absalão em seu atentado armado contra o rei e também o aconselhou a deitar-se cora as concubinas do próprio pai. Encontra-se na genealogia que vai de Benjamim até Saul. ele novamen­ te aparece à frente de seu povo (Nm 10. A IS A R . A Bíblia não menciona o que aconteceu com Aiô. Depois.21.12. Descendente de Benjamim. que dirigiam a carroça onde a Arca da Aliança era conduzida. um dos filhos do benjamita Jeiel e de sua esposa Maaca. no décimo segundo dia da celebração (Nm 7.23).22).15 ). perto de Hebrom. artífice e artesão que trabalhou na con stru ção do Tabernáculo e na confecção de seus uten­ sílios (Êx 31.3. Al RÃ (Heb.21.D. Embora as atitudes de Aitofel indi­ quem a instabilidade geral em que se en­ contrava o reino de Davi naqueles dias.12).39. sob o reinad o de Salomão. 30 . Uzá. portanto. Tornou-se cabeça dos airamitas.6.6 . Quando o Tabernáculo foi dedicado. 3. líder da tribo de Naftali. A I T O F E L (Heb. Quando os bois que o puxavam tropeçaram. Como resultado. nasceu num ambiente de ins­ tabilidade entre os seguidores do rei e sua traição seria simplesmente resulta­ do do sentimento geral de deslealdade sentido por muitos. A IS A M A Q U E (Heb. Veja também Husai. mediante sua participação na revolta de Absalão contra Davi.v. para Jerusalém (2 Sm 15. “irmão exaltado"). A I R A (Heb. Em 1 Crónicas 7.23. Um dos dois filhos de Abinadade.6. Para mais de­ talhes.6 ). Quando Israel finalmente partiu do Sinai. veja Uzá. Aira levou a oferta de sua tribo. no tempo de Moisés. P.34.

12.6).2). Alguém que. Veja Himeneu (2 Tm 2. Um nome comum. Latoeiro (trabalhava com latão ou A IÚ D E .11). Judeu envolvido nas acusações contra Paulo (At 19.27).18. Filho de Selomi. Tanto Himeneu como Alexandre são considerados cristãos e sua exclusão da igreja — se essa foi a for­ ma de disciplina — tinha como objetivo restaurá-los ao bom comportamento. 31 .20).3). Esse Aitube. Ser "entregue”. e Aiúde foi o representante de seu pregação de Paulo foi interpretada por ele povo (Nm 34. “irmão é bom”). At 1. Neto de Benjamim e fi­ de Alexandre fora especialmenle preju­ dicial a ele. filho de Amarias e descen d ente de Arão. juntam ente com Himeneu. ama das fi­ ria que em algum ponto de sua vida ti­ lhas de Sesã (1 Cr 2. em cujo caso a P. 2.34). Pau­ 2. líder da tri­ outros metais) e inimigo do Evangelho (2 Tm 4. ou ainda todos eles podem mencionado em 1 Crónicas 8. O Senhor ordenou a Moisés meio do fabrico de suvenires e estátuas que escolhesse homens de todas as tri­ bos para ajudar na divisão da terra de para os vários templos. Nelo de Eli.36).41). 1 . evangelho de Marcos. um dos "he­ lo. 5. Talvez seu objetivo fosse dissociar os judeus de Efeso dos ensinos de Paulo. esse Aitube tam­ bém era pai de um certo Zadoque. Se assim era. A IT U B E (Heb. ftii do apóstolo Levi (Mateus). para diferenciá-lo do oulro 15.11. A “forte” oposição ALE M E T E .8. Pai de Tiago. Era avô de Zadoque. o irmão de João (veja cruz de Jesus. Ed 7. g . 2. Filho de Jeoada (1 Cr 8. Membro da família do sumo sacer­ dote. 2.52. que só aparece bem mais tarde na genealogia dos levitas (1 Cr 6. vesse se convertido ao cristianismo.G. ser a mesma pessoa. da tribo de Benjamim. mas os gregos não qui­ seram ouvi-lo. além de lodo o povo da cidade (1 Sm 22.21). como uma ameaça aos seus negócios. contudo. filho de Finéias (1 Sm 14. que estava presente na audiência de Pedro e João (At 4. ou Jaeráque podia deixar a justiça nas mãos de Deus (2 Tm 4. 18. a Canaã.33). Lc 6.14. 3. Isso. Talvez seu filho seja cita­ Tiago].17. dado citado apenas uma vez em Marcos 2.3.9.12. de Cirene (Mc mais jovem”.31. Veja Anás. era o pai de Zadoque. Zadoque foi um dos prin­ cipais sacerdotes durante o reinado de Davi e Salomão.16. exigi­ A L A I. nesse sentido. talvez a ex­ clusão da igreja.Talvez esse Alexandre fosse um dos dois citados acima. p .11.42). A L E X A N D R E . Seu filho Aimeleque. 2. Simão foi obrigado a carregar a mais conhecido. d. disciplina claramente não funcionou. Ele às tamento: vezes é chamado “Tiago Menor” ou “o 1 . Filho de Simão. sabia lho de Bequer (1 Cr 7.14). 1. 4. Provavelmente sobrevivia por bo de Aser.15. Ne 11.8). 1 . Da tribo de Judá. A L F E U .17. 1 . com mais 84 sacerdotes. Ele blasfemara e rejeitara a fé cris­ tã. 3.7. Filho de Gera.D.7. de acordo com Neemias 9. um dos oficiais na corte de Davi (2 Sm 8. (1 Cr 9. O rei mandou matá-lo. entretanto. Filho de Amarias. pai de Zabade. discípulo de Jesus fMt a quatro ou cinco homens no Novo Tes­ 10. lembra como esteve sozinho em sua defesa no julgamento. O apóstolo. 1 Cr 6. tério. um dos sa­ cerdotes de Nobe. Pertencia à tribo de Judé e era descendente do rei Said. já bem próximo do final de seu minis­ róis de Davi” (1 Cr 11. 1 .13).18).14). ajudou Davi enquanto ele fugia de Saul. Alai. Mc 3. E provável que seja irmão de do por ser conhecido dos que leriam o Mateus. foi "entregue a Satanás” (1 Tm 1. envol­ ve algum tipo de disciplina.11.ALFEU 2.20).

O relacionamento dentro da aliança envolvia privilé­ gios e responsabilidades. Qual­ quer discussão sobre eles. de se fazer aliança. no Antigo Oriente Próximo) e (vi) uma relação de bênçãos e maldições. o pacto entre Jônatas e Davi) e entre tmfrei/s^phor feudal e seus súditos (aliança feudal). p . a mãe de Tiago. (v) lista de testemunhas (muitas vezes eram deuses. geração após geração. que serviu como preparação para a Nova Aliança (NA). Aliança no antigo Oriente Próximo A etimologia da palavra hebraica para aliança. A L IA N Ç A Quando estudamos os personagens bíblicos. é incerta.ALIANÇA O nome Alfeu talvez venha de urna raiz aramaica siniilar a Clopas (]o 19. A Antiga Aliança A Antiga Aliança (AA) é a administração soberana da promessa e da bênção. o qual era esquartejado. As da graça são convenientemente divididas em duas épocas: a da An­ tiga e a da Nova Aliança. por meio das quais o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo. Embora as formas das alianças fossem diferen­ tes em cada nação. é importante entender não só o contexto social. sob a sanção de sua santa Lei. Todas elas foram reunidas debaixo de um mesmo guarda-chuva na "nova aliança” confirmada na mor­ te sacrificial do Senhor Jesus Cristo. deve levar em conta o tratamento de Deus para com o seu povo como a nação do pacto. Se Clopas e Alfeu podem ser assim identifi­ cados como a mesma pessoa ainda é algo muito controvertido. por exemplo. Certamente. Várias alternativas foram sugeridas. 32 . contudo. mas também sua situação espiritual. geográfico e histórico de cada um. A prática. Todas as alianças de Deus na Bíblia são graciosas por natureza. é bem conhecida. Foi uma boa aliança. Os heteus tinham uma forma bem desenvolvida. pela observação das estipulações impostas por ambas as partes. O vocábulo "aliança” é aplicado ao acordo entre iguais (alianças egtreji&ís indiví­ duos. (iii) estipulações. g . (iv) preservação (detalhes sobre onde o documento seria guardado e quando seria lido). marido de Maria. é indiscutível o fato de que o conceito da aliança era bem arraiga­ do na prática legal no Oriente Próximo. caso infringisse os termos da aliança. que incluía seis partes: (i) preâmbulo (introdução das partes): (ii) prólogo histórico (pano de fundo das relações no passado). Assegurava às partes envolvidas coinprdfnisso e proteção mútuos. e uma ou ambas as partes submetiamse à maldição de ter a mesma sorte. mas até o momento nenhuma delas recebeu a aceitação geral. quanto à sua posição teológica. O AT fala sobre várias alianças. tfrít. como.25). A excelência da NA pode ser melhor apreciada quando estudada à luz da AA.d . A formalização da aceitação dos termos da aliança frequentemente era acompanhada pelo ritual da morte de um animal. a evi­ dência é fraca. O vocábulo "alian­ ça” é uma designação especial do relacionamento que Deus graciosamente estabele­ ceu e por meio do qual mantém uma estreita comunhão com seres humanos frágeis e pecaminosos.

A renovação era importante na história da redenção. de acordo com a qual prometeu preservar a vida sobre a Terra (Gn 9. A certeza de sua proteção é ainda mais ampla pela promessa de sua bênção. A novidade era que Deus comprometeu-se com uma família. O pacto foi feito inicialmente entre Abraão e o Senhor numa cerimó­ nia solene de sacrifício (Gn 15). Quando o Senhor renova­ va sua aliança com cada nova geração. 15 e 17). R e n o v a ç ã o . Ela se torna explícita na narrativa do Dilúvio.6). a idéia é implícita. delineia os termos (privilégios e obrigações). nacional/familiar em aliança universal).18.ALIANÇA Aliança como uma metáfora O conceito bíblico de aliança deve ser avaliado contra o pano de fundo do Antigo Oriente. A base da AA é a aliança com Abraão.1. Essa promessa de estar entre os seres humanos como o Emanuel (Deus conosco. A Aliança Abraãmica P r o m e s s a e b ê n ç ã o .3).14.17). protegêlos na terra de Canaã e torná-los uma fonte de bênçãos para as nações (Gn 12. O Senhor confirmou as promessas e a aliança com Isaque e Jacó. Tanto a promessa como a bênção foram incorporadas na Aliança Abraãmica (Gn caps. o Senhor prometera proteger Caim (Gn 4. Na primeira. desejava que o povo de Israel também reafir­ masse seu pacto. “o Deus de Abraão. A proteção de Deus vai além de nossa imaginação. a despeito da destruição causada pelo dilúvio. 8. Dessa maneira.8-17). felicidade e segurança. '‘Mas contigo estabelecerei a minha aliança” (Gn 6. de Isaque e de Jacó” (Êx 3. aumentar sua família. Depois do Dilúvio.15).8) náo era algo novo na história da redenção. pouco antes do nascimento de Isaque (Gn 17). Deus prometeu estar com ele. e garantiu assim que a responsabilidade pelo cumprimento das condições da aliança era do Todo-poderoso. na qual o senhor prometeu a Noé que confirmaria a aliança. o Senhor assumiu um compromisso com toda a existência e incluiu os seres humanos. estar com seus descendentes. Embora a terminologia da aliança não seja usada formalmente em Génesis 1 e 2. Afinal. o Senhor confirmou sua aliança com Noé. de acordo com ela. Deus andou entre as partes dos animais sacrificados. Israel veio a conhecê-lo como o Deus que ultrapassava as gerações. fortalece a lealdade ao Senhor (bênçãos e maldições). O Grande Rei prometeu proteger e livrar seus súditos (Gn 15.2. para ser seu protetor. pois a aliança define o relacionamento entre as partes. enquanto torna­ va os seres humanos responsáveis pela preservação de suas próprias vidas (w. Essa metáfora é rica e variegada na Bíblia. cf. Como a proposta era a palavra de Deus para livrar seu povo. Is 7.18: Is 54. a aliança é uma ilustração ou uma metáfora da comunhão do Senhor com os seres humanos. a bênção era sua promes­ sa de assegurar prosperidade. 4-6). porque era fiel à sua palavra de estar com os descendentes de Abraão. quando os participantes compartilhavam da identificação histórica com um legado e um convi­ 33 .9). Os 2. contextualiza o relacionamento com outra geração (cerimonia da renovação) e sofre transformações (Antiga em Nova Aliança. Deus tomou uma prática legal comum e usou-a para definir a comunhão entre Ele e seu povo. A Aliança com a Criação O pano de fundo da AA é encontrado em duas alianças prévias: a aliança com a Criação e a aliança com Abraão. As promessas e bênçãos foram reafirmadas e elaboradas numa confirmação do pacto.

1). ele se submeteu à sua soberania. cf. Abraão. O Senhor abriu os privilégios da aliança para todos os descenden­ tes de Abraão. (2) Fé viva também inclui a dimensão ativa de lea ld a d e . Diante da realidade das adversidades da vida. Como um resumo da vontade do Senhor. por meio da demonstração do amor a Deus e pela obediência à sua vontade. de outras maneiras. O teste mais severo de sua lea ld a d e aconteceu quando Deus pediu seu filho Isaque em sacrifício (Gn 22). Essa dimensão é mais desenvolvida no ensino bíblico sobre o reino de Deus. que modelaria e ensinaria seus filhos na piedade: “Pois eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele. (1) É a base para o cumprimento das promessas e o recebimento da sua bênção. pode ser testada. Repeti­ damente o Senhor comprovou a fé de Abraão por meio da fome.5). e da tua descendência depois de ti” (Gn 17. devido à sua vida piedosa: "Porque Abraão obedeceu à minha voz. e para confirmar a palavra que o Senhor teu Deus jurou a teus pais. Depois da morte dele. para a AA. Abraão tinha tal fé: “Creu Abraão no Senhor. F é viva. os meus preceitos. embora sem saber como o Se­ nhor faria para cumprir sua palavra.6). Isaque e Jacó” (Dt 9. mantêm a fé viva como requisito da fidelidade ao pacto.19). e isso lhe foi imputado para justiça” (Gn 15. Ainda assim. A fé viva. ela inclui duas dimen­ sões. Primeiro. (3) É a base para a escatologia. a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado” (Gn 18. Segundo. A Aliança Abraãmica também é o pano de fundo. Confiança total é a essência do que Deus requer do homem: "Anda na minha presença. Essa posição privilegiada não foi concedida a ele por mérito: "Pois eu o escolhi” (Gn 18.1). para que pratiquem a justiça e o juízo. 26. Essa dimensão abriu uma cláusula de proteção para todos os gentios que bus­ cassem abrigo no Deus de Abraão durante a AA e serviu como preparação para a perspectiva cósmica da NA. nem pela relidão do teu coração que entras a possuir a sua terra. o ho­ mem piedoso coloca sua esperança na promessa de Deus de que Ele habitará entre 34 . é esta a minha aliança contigo: Serás pai de muitas nações” (Gn 17. ou seja. Deus escolheu livremente a Abraão.3).19). e guardou o meu mandado. Essa idéia desenvolve-se melhor na legislação da AA e também no ensi­ no sobre o custo do rliscipulado. Terceiro. como uma expressão de submissão e lealdade. os meus estatutos e as minhas leis” (Gn 26.5). E le iç ã o . Essa mensagem envolve três aspectos.ALIANÇA te para participar. a idéia de eleição é prevalecente. Além do mais. (2) É a base para a ética exigida pelo Senhor como um comportamento adequado em sua presen­ ça (Gn 17. paia ser o teu Deus. implícita na herança do pacto estava também a promessa de que lodos os reinos e nações seriam participantes com os descendentes de Abraão: "Quanto a mim. como aliança perpétua. da esterilidade de Sara e da rivalidade. para que guardem o caminho do Senhor. os requisitos para se entrar no reino de Deus. (1) E uma confiança em Deus e na sua liberdade de livrar quando e da maneira que Ele escolher. A p r e s e n ç a d e D eu s.1). Assim como o Senhor feudal pensa com quem fará uma aliança. mas pela impiedade destas nações o Senhor teu Deus as expulsa de diante de ti. O Senhor esperava que Abraão fosse um ho­ mem íntegro (Gn 17. pois a escoLha deles não foi devido à sua justiça: "Não é por causa da tua justiça. o foco central na Aliança Abraãmica é a promessa da presença de Deus: "Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações.4). e sê perfeito” (Gn 17.7. o Senhor o elo­ giou. Deus lhe fizera promessas e. a posição de Israel também foi adquirida pela graça.

o símbolo dessa habitação era o Tabernáculo. Somente Ele é Deus: “Ó Senhor. a revelação do Sinai marca o propósito de Deus de estabelecer seu reino entre seu povo: "Embora toda a terra seja minha. contudo. 35 . bem como às estruturas religiosas do Egito. na NA. para ser "um reino sacerdotal e nação santa” (Êx 19. o custo do discipulado e a importância da ética à luz da promessa da vinda de Jesus em glória. Por um lado. sob a liderança de Moisés. a reve­ lação no monte Sinai marcou a constituição de Israel como o povo de Deus.6). eles resistiram ao senhorio de Deus — antes.4). a relação implicava tam­ bém em que Deus apresentasse os requisitos para que os israelitas vivessem em sua presença e soubessem quanto às pimições (sanções) pela desobediência. Sua presença é a garanlia da proteção contra as dificuldades e a segurança de sua bênção. A reputação do Senhor está em jogo nas experiências do seu povo. A AA é preparatória da NA. A fidelidade de Deus A base para a AA é a imutável promessa da fidelidade de Deus.ALIANÇA seu povo.5. em meio a muitos sinais e maravilhas. Essa dimensão é mais desenvolvida: no Tabernáculo/Templo.6). Por outro lado. durante e depois do Sinai. ao lidar bondosamente com os descendentes dos patriarcas.46). Assim como o Êxodo marca sua fidelidade à promessa patriarcal. como vos levei sobre asas de águias. Durante os 40 anos no deserto. Esse momento dramático tornou-se ainda mais significativo por dois acontecimentos subsequentes. e vos trouxe a mim” (Êx 19. A lei de Deus O povo recebeu um sublime chamado. O Êxodo foi o momento histórico que marcou o fato de Deus separar um povo para si. e na esperança da gloriosa vinda do Senhor. O evento do Êxodo foi o contexto concreto no qual Deus demonstrou sua fidelidade à Aliança Abraãmica. na AA: no advento de Jesus Cristo e do Espírito Santo. Essa revelação é singularmente importante. A “lei” foi o símbolo desse relacionamento.11). Primeiro.45. Deve ficar bem claro que existem muitas conexões entre a AA e a NA. pois prepara o leitor do Novo Tbstamento para enten­ der conceitos tais como reino de Deus. Ele tirou seu povo do Egito. vós me sereis reino sacerdotal e nação santa" (Êx 19. quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado cm santidade. Para essa finalidade. Para servir ao Senhor. Essas duas dimensões — graça e punição — criaram uma tensão que encontrou uma solução somente na Nova Aliança. terrível em louvores. pela qual o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo. Segundo. a revelação do Sinai iniciou uma nova relação entre os israelitas e Deus. o relacionamento era pela graça. Depois de muitos anos de escravidão. Seus requerimentos adquirem um aspec­ to sinistro à luz da rebelião de Israel. a passagem pelo meio do mar Vermelho confirmou o poder de Yahweh para sobrepor-se aos poderes milita­ res e políticos desle mundo. operando maravilhas?” (Êx 15. A Aliança A definição da AA combina esses dois pontos de tensão: a AA é a administração soberana de promessa e bênção. pois Ele se comprometera a ser o Senhor de seu povo e habitar no meio dele (Êx 29. era necessário que Israel soubesse como agradá-lo. Revela o amor do Todo-poderoso por seu povo: "Vistes o que fiz aos egípcios. sob a aprovação de sua santa Lei.

foram separados para Ele. Isso foi mais bem enlendido pelos profetas. Deus considerava Israel como uma nação e tratou os israeUtas favoravelmente. No Uvro de Jeremias. Darei erva nos vossos campos ao vosso gado. E o que é que o Senhor pede de ti. a aliança o um relacionam ento soberano e gracioso. Primeiro. a Lei tem um lugar proeminente.8. Os recursos de Canaã são expressões concretas da bondade de Deus: "Então darei a chuva da vossa terra a seu tempo. Deus escolheu os hebreus para ser seu povo. De acordo com essa definição a AA tem quatro aspectos. A existência deles prefigura a promessa do Senhor de fazer uma nova criação. Assim. Terceiro. Como o Santo de Israel. O ensino de Jesus sobre o amor a Deus e ao próximo é uma interpretação do que já fora ensinado no Antigo Testamento. cf. cerimonial e civil. as primeiras e as últimas. A lei reflete o caráter de Deus.15.ALIANÇA A a lia n ç a é b o a . Por exemplo.2-17). 36 .13. o relacionamento é do tipo rei/vassalo. o que é bom. No livro de Miquéias. Deus falou algo similar: ‘Tile te declarou. como aconteceu com Abraão (Gn 17. Essa maneira de olhar para os mandamentos do Senhor Lem levado à tradicional divisão: lei moral. o povo é consagrado a o Senhor. ou seja. Por meio das regulamentações detalhadas.24). 28. Ele se compromete a ser um Senhor gracioso. Ele ensinou ao povo qual era sua definição de amor. fidelidade e misericórdia. No coração do sistema legal está o que é também o cerne do relacionamento na aliança. prometendo e mantendo sua promessa. cf.9).1). Estão em duas categorias. cf 7. para que recolhais o vosso trigo. que faço misericórdia. senão que pratiques a justiça.l Pe 1. leis que especificam a vida de adoração a Deus (leis ceri­ moniais e relacionadas com o culto) e leis que regulam especificamente o relaciona­ mento com o próximo (leis civis). como o falar a verdade (lei moral) diante de um tribunal (lei civil). um indivíduo náo deveria contratar o trabalho de outro israelita (lei civil). o vosso vinho. A obediência à Lei é um importante aspecto da AA. Estão intimamente ligadas na herança de Israel. encontramos uma importante expressão do cuidado de Deus por seu povo e sua cria­ ção.3-6). juízo e justiça na terra. sou santo” (Lv 19.2. Quarto. e o vosso azeite. apesar de a maioria do povo não ter fé nele. inicia e determi­ na com quem e como Ele se relaciona. separados de qualquer coisa que o Senhor tenha criado. o povo não saberia o que o Senhor requer dos seres humanos. porque destas coisas me agrado. Toda a nação foi dedicada ao Senhor. O Senhor escolhe. acontecem interseções.6).14. prom essas e bên çãos fazem parte da aliança. ames a misericórdia. Como qualquer pacto iniciado por Deus. isto é. A Aliança Mosaica não é diferente nesse as­ pecto. no sábado (lei cerimonial). O Decálogo (leis morais) apresenta o que o Senhor espera dos mem­ bros da comunidade da aliança com relação a Si mesmo (adoração e cerimonial) e com relação uns aos outros (Êx 20.15. e comereis e vos fartareis" (Dt 11. na qual o seu povo encontrará descanso e segurança. diz o Senhor” (Jr 9. ó homem. Muitas leis civis têm impUcações morais distintas. O relacionamento íntimo entre Deus e os israelitas seria a base da éUca: ‘'Sede santos porque eu. Na experiência concreta da vida dos israelitas em Canaã. o Senhor vosso Deus. devido ao fato de serem descendentes de Abraão. e andes humildemente com o teu Deus?” (Mq 6. Outros mandamentos ampliam o Decálogo. justiça. Se não fosse pela Lei. Os 6. Deus disse: "Eu sou o Senhor. sua ênfase também é na fé viva como o requisito essen­ cial e em andar na presença do Senhor como o motivo principal para a vida. "terra que mana leite e mel” (Dt 11. É um meio de ensinar aos israelitas como devem andai diante do Senhor e ser um povo íntegro. Eles são santos em sua natureza.16). Embora a dife­ renciação seja bem definida. Segundo.

15. idolatria e orgulho humano. libertação e rejeição. no dia da Expiação.12. O AT não esconde os pecados dos santos. Israel deveria viver com a tensão entre obediência e desobe­ diência. tais como: “O Senhor nos abandonou para sempre?” (Is 64. tanto individual como corporativo. veja também Hb 8 e 9). como comu­ nidade. Desse ponto em diante. A Lei revelou a pecaminosidade e a rebelião do homem. Para assegurar que nenhuma transgressão não confessada na comuni­ dade jamais quebrasse a comunhão do povo com Deus. antes do Pentecostes. nos libertou desse aspecto negativo da AA. Esqueciam facilmente o que o Senhor realmen­ te desejava: obediência. em vez de sacrifícios. dessa maneira. os indivíduos faziam ofertas em ação de graças. Portanto.1568) ameaçava constantemente o povo de Deus. ela era um professor. Segundo. As muitas estipulações concernentes às ofertas e aos sacrifícios servem como um lembrete do pecado individual e corporativo e a cons­ tante deficiência do ser humano diante do Senhor.6-8). o s reis e o povo em geral transgridem os manda­ mentos de Deus. A morte de Jesus Cristo satisfez essa deficiência. intervindo a morte para remissão dos pecados que havia sob a primeira aliança. conforme prescrito na Lei de Moisés. Além disso. A AA era deficiente em quatro pontos. como o povo de Deus devia viver.11-16). a Lei é um guia que guarda alguém de cometer transgressão. A transgres­ são quebra a comunhão com Deus. quando previram o final da antiga dispensação. Muitos israelitas sentiam-se aceitos por Deus por meio de seu compromisso religioso com o Templo. os chamados recebam a promessa da herança eterna” (Hb 9. privando-o da alegria da salvação. caracterizada pela rebelião. por meio de seus muitos detalhes. bênção e maldição.ALIANÇA O Senhor lambém disse ao seu povo que o pecado. Lm). quando então celebravam. de uma vez por todas: “Por isso ele é o mediador de uma nova aliança. de forma que. A obra do Espírito Santo desde o advento de Cristo explica uma mudança radical. o privilégio de fazerem parte da aliança. um vez por ano. O Senhor Jesus carregou a maldição da Lei por nós (G1 3. Uma perspectiva profética Os profetas falaram de um novo com eço. a Lei revela o pecado e torna o pecador culpado (Rm 5. a obediência à Lei não pode prover propiciação pelo pecado. como “propiciação" pelos pecados. mesmo quando os santos experimentavam uma transformação pela obra do Espírito Santo em suas vidas. na AA. eram feitas também ofertas comunitárias. e lealdade mais do que religiosidade (Mq 6. quando os sacerdotes. os sacrifícios e as orações (Is 1. para santificar a “santa morada de Deus”. para que. como também a santidade de Deus. os indivíduos deveriam confessar suas transgressões diante de Deus e sacrificar um animal. A A lian ça é te m p o r á r ia . Quarto. Primeiro. deveria ser incluído no tratado. Terceiro. a fim de não incorrer na ira divina. Tinham transformado 37 . porque a quebra de uma parte torna-se a transgressão de Lodo o relacionamento da aliança (Tg 2.13). A maldição (Dt 28. Os israelitas entenderam muito pouco que o juízo de Deus estava prestes a dizimá-los. as quais retratavam a expressão de gratidão a Deus por sua bonda­ de. A Lei como sistema é aterradora. as punições estão ligadas a qualquer infração da Lei. o sacerdote entrava no Santíssimo Lugar. A presença do Senhor no meio do povo era incompatível com o pecado. As leis das ofertas e dos sacrifícios (Lv 7) demonstram a gravidade de qualquer infração aos mandamentos. pois ensinava.10). o Espírito geralmente não estava presente com poder e glória como atua agora nos cristãos.13) e. lançar os sobreviventes em desgraça e forçá-los a fazer perguntas.

34). nem a planta do teu pé descansará.7). desastres naturais. Como Moisés predissera a deportação como juízo divino (Dt 28. mediante a habitação de Deus no meio dele: “Porei o meu santuário no meio deles para sempre. e tornará a ajuntar-te dentre todas as nações entre as quais te espalhou" (Dt 30.3). pois ali o Senhor te dará tremor de coração. e pelo que verás com os teus olhos” (Dl 28. e deres ouvidos à sua voz conforme tudo o que te ordeno hoje. o conhecimento de Deus e perdão (Jr 31. Moisés tinha encorajado o povo a voltar para Deus em sua angústia: "E te converteres ao Senhor teu Deus. perda da produtividade. Ele delineou os passos para a reconciliação: arrependimento (w. Dois desses passos são expressões da responsabilidade humana: arrependimento e obediência.27).8-12 — a mais longa citação de um texto do AT 38 .ALIANÇA o Santo de Israel em um simples fetiche.31. e os outei­ ros tremam. Hb 8. A tua vida estará suspensa como por ura fio diante de ti. enfermidades. mas cora grande compaixão te recolherei” (Is 54. Pela manhã dirás: Ah! quem me dera ver a noite! E à tarde dirás: Ah! quem me dera ver a manhã! por causa do medo que tomará conta do teu coração. O evangelho de Moisés encontrou eco nos profetas. desfalecimento de olhos. esterilidade. Apesar disso. Os sacerdotes não podiam mais servir de intermediários.6). Os outros dois são obra de Deus: circuncisão do coração (requisito para arrependimento e obediência) e pra­ zer do Senhor em seu povo. e se compadecerá de ti. a restauração é uma aliança melhor. então o Senhor teu Deus te fará voltar do teu cativeiro.110). para um povo obstinado. a fim de reverter a maldição em bênção [Ez 37. 30. Mas os profetas previram a restauração da terra e o surgimento de um novo povo que retornaria do exílio. O Bom Pastor faria uma aliança de paz. e desmaio de alma. nem será removida a aliança da minha paz.3).65-67). morte e finalmente o exílio para as 12 tribos (Dt 28. uma motiva­ ção interna. Somente Jeremias usou a frase “nova aliança" (Jr 31.10). dos palácios e de Jerusa­ lém. Isaías falou sobre o exílio e a restauração motivada pela mudança da ira para misericórdia: “Por breve momento te deixei. diz o Senhor.15-68. e viverás sobressaltado de noite e de dia. quando o Templo e o reinado dos descendentes de Davi deixaram de existir. A menção dessa passagem era Hebreus 8. tu e teus filhos. obediência de todo o coração (w. Por isso. A base para a proclamação da esperança também repousa na AA. e eles serão o meu povo" (w. O relacionamento da aliança pode ser assim restaurado. eu serei o seu Deus.26) e garantir segurança e transformação espiritual do povo (v. guerras. as maldições descritas na aliança os alcançaram: adversidades. circuncisão do coração (v. A experi­ ência da deportação deveria fazê-los ficar de joelhos. 2. Os primeiros levaram as ovelhas à destruição. Os exílios assírio e babilónico representaram uma rup­ tura no relacionamento da aliança. que se compadece de ti” (Is 54. e não acreditarás na tua própria vida. A restauração do exílio foi o início de uma renovação da aliança: “Embora as montanhas se desviem. os profetas pintaram um quadro sobre o futuro exílio e falavam sobre as ruínas do Templo. comparados com o Bom Pastor. 28). 8. Ao invés disso.8-12). cf. de todo o teu coração e de toda a tua alma. 26. A NA é primeiramente e acima de tudo uma renovação da AA. O meu tabernáculo estará com eles. contudo o meu constante amor não se desviará de ti. Os reis não podiam mais protegê-los.64-68).10): e o deleite do Senhor em seu povo (v.1-5). quando a angústia se abatesse sobre os sobreviventes: "Nem ainda no meio dessas nações acharás repouso.9). fome.33.2. uma democratização. na qual há provisão para uma mudança de coração. Esse era essencialmente o evangelho de Moisés. Ezequiel representou o passado e o futuro era termos de pastores ímpios (Ez 34. assim também eles falaram sobre um novo começo após o exílio.

A Igreja como a nova comunidade do Senhor participa da nova aliança da graça.30). da compaixão e da justiça. mas também marca a transição da Antiga para a Nova Aliança. a qual pode ser definida como “uma administração da graça e da p ro m e ssan a qual o Pai consagra um povo — gentios 011 judeus — para si. tem a posição privilegiada de reconciliar os pecadores com Deus. mas para cumpri-los. Moisés e os profetas estavam em sintonia na estimativa que fizeram quanto à AA. Contra­ riamente à perspectiva de muitos. sobre a qual [esus falou pouco tempo antes de morrer: "Este é 0 cálice da Nova Aliança no meu sangue derra­ mado por vós” (Lc 22. por meio de sua vida. A Igreja é o corpo dos salvos pelos quais Cristo morreu. O sacrifício de sua vida pela Igreja encerrou a época dos sacrifícios. ascensão e glorificação. Qualquer que violar um destes mais pequenos mandamentos. sem que tudo seja cumprido. O primeiro é o sinal que sela a graça de Deus e confirma a nova vida em Cristo. Sua vida e ensino testificam tanto sobre 0 seu zelo pela santidade do Senhor como sobre sua compaixão pelos pecadores. O testemunho apostólico Os apóstolos continuaram 0 testemunho de Cristo. Maleus registra o compromisso de Jesus para com a Lei.0 autor conecta a NA não somente com o retorno do exílio. O segundo é o sinal que sela a graça de Deus e confirma os benefícios do Senhor Jesus nesta vida e para sempre.20). A morte de Cristo é a mais elevada demonstração de sua lealdade para com o Pai. em união com seu Filho. nestas palavras: “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim para destruí-los.11). Os “sinais e selos” da NA são o batismo e a ceia do Senhor. Pelo contrário. Ele náo aboliu a Lei de Deus ou argumentou contra ela com os fariseus. Em verdade vos digo que aLé que o céu e a terra passem. e assim ensinar aos homens. mas especialmente com o advento de Jesus Cristo. A fideli­ dade de Deus para com Israel na época da restauração foi uma preparação para sua obra de graça e redenção em seu Filho Unigénito. à destra do Pai (At 2. Dessa maneira Ele confirma a nova posição deles pela presença regeneradora e santificadora do Espírito Santo. colocou de lado as tradições humanas e interpre­ tou a Lei da maneira que o Senhor tencionava que seu povo aprendesse sobre a práti­ ca do amor.17-19).ALIANÇA — é um importante comentário sobre Jeremias 3 1 . É 0 legítimo descendente de Davi que está sentado uo seu trono. na qual o povo de Deus conheceria e serviria ao Senhor de todo o coração. nem um jota ou um til se omitirá da lei. Pregaram que Jesus é o Messias de Deus. Haveria outra aliança. do sacerdócio e das cerimónias. morte. do Templo. que sela os salvos para o dia da redenção. Jesus comparou a Si mesmo com o pastor que se dispõe a dar a vida pelas ovelhas (Jo 10. ressurreição. Cristo é o fiel sacerdote que. Jesus era perfeito em sua obediência ao Pai e renunciou à própria vida para poder levar os seres humanos à presença de Deus. A Nova Aliança O ensino de Jesus sobre a Nova Aliança O Senhor Jesus nasceu sob a AA e cumpriu perfeitamente a Lei de Moisés. 39 . Eles participam da NA. A Igreja lembraria sua morte como uma confirmação da nova comunhão que o Pai estabeleceu com lodos os que crêem no Filho. será chamado o menor 110 reino dos céus’’ (Mt 5.

o apóstolo interpreta a condição privilegiada dos israelitas à luz da ficção legal romana. conforme Paulo pondera sobre seus muitos benefícios: “Pertencem-lhes a adoção de filhos.25).4. 40. Isaías apelou para a fidelidade do Senhor para com a aliança com base no relacionamento Pai-filho (Is 63. devido à sua identificação com Adão (Rm 5). entretanto. Amém" (Rm 9. identificou-se com seu povo mais intimamente: “Meus irmãos.. o qual é sobre todos. uma designação pela qual eles pró­ prios referem-se uns aos outros. Dt 14.ALIANÇA Paulo O apóstolo Paulo ensinou que a comunhão na NA está baseada na AA e é uma conti­ nuação dela.10). 66.8). Segundo.18: Is 1. que são meus compatriotas.6. 9.2.10:11.. 3.4). o culto e as promessas.11: 64. segundo a carne. Em certo sentido. Em Romanos 1 a 8 ele desenvolve uma extensa argumentação sobre a universalidade do pecado. e deles descende Cristo segundo a car­ ne.19). A adoção pertence aos judeus! Vários argumentos sustentam essa cone­ xão. Deles são os patriarcas. em termos de adoção. a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros. Deus bendito eternamente. Deus chamou Israel para ser seu filho.6. w . 40. 24.5). as alianças. é escravo da justiça (Rm 6. Yahweh revelou sua glória no Sinai (Êx 19. vitalidade.34. bênção e luz (Is 35. Apesar disso.34.19 a 60. Primeiro.10). como judeu.3.8: Jr 31. A glória perdida foi readquirida em Israel. O vocábulo “israelita" aqui significa “eleito de Deus. A frase é usada para referir-se à revelação da glória de Deus para Israel (Éx 24. a glória.35).19).35). 40 . A glória fora perdida por causa do pecado (Rm 3.15-17. Em Cristo. como a “glória do Senhor”. o povo da aliança do Deus Único”. A complementação do apóstolo à metáfora da adoção é ex­ tremamente importante.5). seu primogénito (Êx 4.” (Rm 7. Paulo. 59.18.1. a Lei ainda é um instrumento da graça que leva à justiça: “De sorte que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus. ele demonstra essa experiência dentro da idéia de adoção! A g lória. é filho de Deus por adoção e compartilha da nova herança por meio do Espírito Santo (Rm 8). Isaías falou da glória do povo de Deus em lermos de plenitude de salvação. São os herdeiros das promessas e das alianças. pois quem ama ao próximo cumpriu a lei” (Rm 13. São israelitas" (w. no relacionamento da aliança (SI 8. Clara­ mente. Era o dom de Deus para os que o buscassem e lhe agradassem (Rm 2. Israel recebera essas bênçãos de maneira especial. a AA era uma administração da graça.15-17. a lei. a condenação de Deus e o estado dos homens sem Cristo.8: cf.1: 32. Toda a humanidade está condenada à morte eterna.42-46). Em que sentido eles eram também filhos de Deus por adoção? Enquanto o AT é reticente na descrição da comunhão de Deus com o povo de sua aliança.4). Israel também compartilha da esperança desta glória. alegria.10).23). A a d o ç ã o d e filh o s . Ml 2.7. Essa “glória” era o presente de Deus para Israel.16: 64. porque Yahweh estendera sua glória a eles. Os judeus sáo “israelitas". A esperança dada pelos profetas incluía a promessa de uma época de glória. Para o apóstolo Paulo a esperança da glória é Jesus Cristo e a base da esperança repousa na ressurreição de Cristo (Rm 5. 43. Algumas traduções interpretam o texto original grego.2: 6.9: Os 1. Em vez de interromper a continuidade entre a AA e a NA pela definição da AA como uma perda da adoção. Em sua presença está a possibilidade da alegria na vida. O Tabernáculo/Templo era o foco da revelação da glória do Senhor ((Êx 29. o crente é uma nova criatura. onde fala simplesmen­ te "a glória”. 45.2. Paulo também escreveu: “ A ninguém devais coisa alguma.22.

13) e pai de todos os filhos de Deus (Rm 4. deser­ to. como filhos de Deus por adoção. adoração") é uma designação técnica para a adoração de Deus no Templo. a morte. A encarnação.8). O entendimento de Paulo sobre as promes­ sas veio por meio de seu conhecimento das Escrituras e pela revelação de Cristo. O vocábulo grego latreia ("culto. porque as promessas do Senhor a Israel ainda são válidas. contudo. O vocábulo grego nom othesia pode ser traduzido na forma ativa (“a doação da lei”) ou na forma passiva (“o recebimento da lei”). Essas duas dimensões afetaram grandemente o entendimento de Paulo sobre as promessas.22). Ele se alegrou nas promessas aos seus ancestrais (Rm 15. O Verbo tinha de se tornar um servo com o propósito de estender os privilégios e promessas da aliança aos gentios (Rm 15. mas também receberam os oráculos que prometiam a dispensação de uma nova aliança (cf. 2 Co 3. “ Assim que. tanto o dom como o recebimento da Lei eram expressões da condição do eleito e do favor que Israel tinha diante do Senhor. a plenitude da revelação. Isso também mostra que o apóstolo não restringiu as bênçãos de Deus aos judeus. A Lei.1. As promessas. Não deve ser vista de forma negativa. 1 Co 11. exílio e restauração) é a história das raízes de Israel. Paulo encorajou os cristãos de Roma a apresentar um “culto espiritu­ al". reino. o Espírito Santo é o depósito. que inclui os rituais da purificação. Pode.28). pois aguardam o pleno cumprimento na vinda do Senhor.14. Aqui este termo não tem uma conotação negativa. Em outras palavras. das alianças e das promessas. seu cumprimento estende-se a lodos os filhos de Deus (judeus e gentios) e a toda a criação do Senhor. 4. amados por causa dos patriarcas'' (Rm 11. quando conclui. A confirmação exigiu a encarnação. E o presente escatológico de Deus. contudo.8). A história da redenção (patriarcas.20). Aqui Paulo faz alusão à privi­ legiada história de Israel.28). Para o apóstolo Paulo.24). G1 3. GI 4. enquanto afirmava que as mesmas eram confirmadas em Jesus Cristo. O apóstolo provavelmente tinha em mente todos os pactos do AT. Em Romanos 12. escravidão. o ministério. como no argumento de Paulo aos gálatas. são inimigos por causa de vós: mas quanto à eleição. O apóstolo olha positivamente para elas. Os patriarcas e os ancestrais humanos de Cristo. Isso explica por que Paulo destaca Abraão como “herdeiro do mundo" (Rm 4. o pe­ nhor do que está para vir (1 Co 1. O termo “patriarcas” inclui os patriarcas propriamente ditos e lodos os israelitas fiéis.23. conquista. isto é. A expressão “as alianças” (Rm 9.14. das ofertas e dos sacrifícios. ter o sentido mais amplo de adoração “espiritual”. na Nova Aliança.25. o serviço de Deus com o coração e a mente. Algumas delas ainda são escatológicas. O culto. Elas estão na principal posição da aliança e da condição privilegiada de Israel.4) apresenta as vantagens de Israel como o povo da aliança de maneira ambígua. 41 . por nascimento. mas seu argumento em Romanos dá base para a inferência de que os judeus possuíam uma comunhão natural com a AA.ALIANÇA As alianças. quanto ao evangelho. Enquanto aguardamos.16. A Lei é um dom de Deus e uma parle da comunhão especial da adoção. Ele é a garantia do presente e a alegria escatológica das promessas.6. a ressurreição e a glorificação de Jesus Cristo representaram a demonstração do Pai sobre sua fidelidade às promessas (2 Co 1. Desde que tais bênçãos são históricas e escatológicas. Egito.

22-24). Isso quer dizer que. as alianças e a Lei têm um significado ainda maior. Esta é uma séria restrição. israelita e eterno.6)? A administração anterior (AA) era boa.9-13). a glória. o apóstolo náo separa os privilégios do antigo e do novo. a base da esperança para o povo da Nova Aliança de Deus (Rm 8. Na NA. pelo qual as promessas. a NA é muito superior à AA. Ele olha para a fidelidade de Deus. mas em meio à ameaça de morte (Hb 12.38. Além disso. Ele estendeu os benefícios também aos gentios. desprezam o próprio Deus! Ainda assim. mas o discernimento espiritual é muito mais. o Filho de Deus e a semente de Davi (Rm 1. Paulo rejeita que tenha havido tal mudança. O apóstolo coloca-se na lacuna entre o Senhor e Israel. Jesus é homem e Deus.2-4).10. Existe uma continuidade inerente entre a AA e a NA.16.18) e estabele­ ceu um acesso mais amplo até Ele (Hb 12. o evangelho da justiça e a continuidade do plano divino. GJ 3 e 4). instaurou o verdadeiro descanso (Hb 4.12. 8. os israelitas que rejeitam ao Messias. na qual Paulo enfatizou a distinção entre a posição natural dos israelitas.14 a 5. Claramente.39). Os judeus. o argumento de Paulo aqui é a favor da continuidade. Portanto. estabelece a reflexão de Paulo sobre a questão da fidelidade de Deus.3. contudo. Ele defende a grandeza e a pro­ fundidade do amor de Deus em Jesus Cristo (Rm 8. Espírito e carne. o Pai revelou sua glória em Cristo (Hb 1. a única maneira de estabelecer sua linhagem com Israel. da mesma maneira que Isaque (Rm 9.4). do sacerdócio e dos sacrifícios de animais (Hb 9. isso não deve ser interpretado de modo a sugerir que a posição de Israel seja inferior. O apóstolo debateu-se com a aparente descontinuidade. recebem o Espírito de adoção e são enxertados nas promessas. como o sustentáculo da esperança para os judeus. Portanto. mas antecipou uma aliança melhor (NA). no qual eles não entraram (Hb 4.2). alianças e na glória que pertencem aos filhos de Deus.17. A unidade dos privilégios dos judeus e cristãos repousa na vinda de Jesus.11 a 10.31-39). de 9 a 11. A descendência lísica é impor­ tante. mas questiona sobre como relacionar o desejo do Senhor com seus planos para Israel. em sua maioria. 9. O Cristo (Messias) “descende deles segundo a carne”. Como deveríamos olhar para a NA: em termos de contraste ou como um aperfeiçoamento (Hb 8. O Messias é Deus e homem.10) e Jacó (Rm 9. A revelação do que era “me* 42 . eles perten­ cem apenas aos que recebem Cristo como o Messias. embora os privilégios tenham sido dados a Israel.1. perdoou.18-21).11. em termos de AA versus NA. porque Jésus é o Sumo Sacerdote por cuja propiciação muitos serão justificados (Hb 4.1-13. Teria Deus abandonado Israel e por isso alterado seus propósitos? Se foi assim.11). Como pode ser isto? Teria Deus abandonado o seu povo? A carta aos Romanos.1. têm rejeitado a Jesus como Messias.6). e a natureza espiritual dos privilégios e dos que compartilham de tais bênçãos com Israel. que vão a Cristo pela fé. 3. segundo a carne. Deus falou por intermé­ dio de Moisés e os profetas (Hb 1. Claramente. Os gentios. Concluindo. Na AA. Carta aos Hebreus O autor da carta aos Hebreus compara os caminhos de Deus no passado com os do Senhor em Jesus Cristo. ofereceu ao povo o descanso do sábado. a diferença está no advento de Jesus Cristo.1-10) e permitiu que Israel chegasse a Ele.ALIANÇA Abraão é o pai dos gentios (Rm 4. perdoou-o por meio das figuras e dos símbolos da instituição do Tabernáculo/Templo. o Evangelho mudou. contudo.

Isto mostra por que fala de uma maior salvação (Hb 9.1-5).12. 1 Cr 1.11). a fim de descortinar o plano único de Deus e a natureza multiforme de sua fidelidade: "Jesus Cristo é o mesmo ontem. não olha apenas para a revelação do Senhor em Cristo. A revelação de Deus em Jesus Crislo abriu uma nova dispensação: a da adminis­ tração da Nova Aliança.24). Isto explica por que ele fala sobre o descanso no qual devemos fazer lodo esforço para entrar (Hb 4. mas passam para um lugar secundário em relação a Cristo. O autor defende o envolvimento de Deus no passado (Moisés. os profetas e os sacerdotes ainda são servos fiéis de Deus.15.23. o ministério e a mensagem de Jesus Cristo? O AT é imperfeito no sentido de que náo é a revelação final de Deus. para a revelação de Cristo. A L M O D Á (Heb. a revelação superior. a mensagem da carta aos Hebreus é escatológico. Jesus Cristo é o foco. 1 Cr 1. O oposto é igualmente verdadeiro: o NT só pode ser interpretado à luz do AT. para o advento de Jesus Cristo (Hb 3. era filho de Sobal. wAev. entretanto.2. era líder tribal e descendente de Aser. Em outras palavras. como descendente de Sem.8). ele olhou adiante. O autor da carta aos Hebreus.AMALEQUE lhor” não necessariamente invalidou completamente o que era bom. Moisés encorajou as gerações futuras a buscar o Messias. A LOM (Heb.36). ALVÁ.26 como em 1 Crónicas 1. É escatológico. no presente (Jesus Cristo como Mediador) e no futuro (salvação). onde é chamado de Aliã). De que outra maneira apreciaríamos as realizações. aprender com o passado e aguardar a plenitude da salvação.3). Descendente de Esaú. Filho de Elifaz. Seu pai era Joctão. o AT deve levar em conta o que o Senhor revelou no NT.5. A M AL.1. neto de Esaú (Gn 36. Longe disto! Ele examinou o envolvimento de Deus no passado.40. o Sumo Sacerdote exaltado e o mediador da NA. Agora que Ele já veio. era líder de um clã dos edomiias (Gn 36.28). 16. A M A L E Q U E . 1 Cr 1. Descendente de Esaú.26). Enquanto aponla o presente ministério de Jesus para o povo. 8. para o futuro glorioso do qual somente Jesus tem a chave. Mudanças sem dúvida aconteceram. ALVÃ. os profetas). Esse acontecimento refere-se ao futuro. Moisés. Ci­ tado tanto em Génesis 10. Como porta-voz de uma nova dispensação da administração de Deus.51). Ele é o resplendor da glória de Deus (Hb 1.6) e o Sumo Sacerdote Mediador (Hb 4. Assim. a revelação total de sua glória e o instrumento de reconcilia­ ção do povo consigo. o sistema sacer­ dotal e o das ofertas e sacrifícios — foram expressões temporárias da revelação do amor e da glória de Deus e da reconciliação. Moisés era um servo fiel do Senhor. Primeiro.40. Em outras palavras. ele encoraja os cristãos a perseve­ rar.37). hoje. era edomita e o pri- 43 . 5. Filho de Jedaías e pai deSifi (1 Cr 4. o sacrifício único. os apóstolos.35). a manifesta­ ção plena de seu amor. “carvalho”). era líder do seu clã. 12. líder de um clã dos edomitas (Gn 36. no presente. Um cristão que se aproxima do AT não pode interpretá-lo apropriadamente sem a luz do NT. durante a AA. mas era também o mensa­ geiro de um futuro ainda maior (Hb 3. o Filho (Hb 3.G. As instituições associadas a Moisés — Tabernáculo/Templo. ‘‘Deus é um amigo”). pregadores e mestres da Palavra de Deus encorajam os cristãos a olhar para a frente. e eternamente” (Hb 13.20. 11. ao interpretar a variedade das ações de Deus na AA e na NA.5. para a plena realiza­ ção. Citado entre os descendentes de Simeão. com sua concubina Timna. Filho de Helém (1 Cr 7.

Uma das tarefas iniciais dos israelitas. etc. porque riscarei totalmente a memória de Amaleque de debaixo dos céus”. Ao comissionar esses dois importantes líderes. Esse Amarias estava entre os que tinham a responsabilidade de ajudar Coré.v. que deveriam guiar o povo e a nação de volta aos caminhos do Senhor.8-13. na distribuição das ofertas do povo 44 . "Deus diz"). viveu nos dias do rei Jeosafá. 6. 2. o propósito delas é o de motivar a ação.23).14.11). para administrar "todos os ne­ gócios do rei”. Jz 3.19. Números 14.22 s).3. era o segundo filho de Hebrom e participou das atividades dos coatitas no Templo (1 Cr 23.10-12). Nm 24. ele é citado como um dos descendentes de Levi. Os am alequ itas tornaram -se o epítome do perigo que envolve o mundo. é que o Senhor tam­ bém edificará sua Igreja. Jeosafá nomeou-o para ser o sumo sacerdote. descendente de Coate. É provável que o mesmo Amarias seja citado no item 2.33ss. A M A L E Q U I T A S . muitos levitas foram in­ dicados para trabalhos específicos no Templo.12. era a de expulsar os amalequitas (Êx 17. Quando os amalequitas são citados novamente. 5.. 24. quando uma vez após outra o povo de Israel era derrotado di­ ante do poder superior e das táticas agres­ sivas dos amalequitas: < fEscreve isto para memória num livro. Durante o reavivamento no reina­ do de Ezequias.” O início da queda de Saul veio quando ele se recusou a aniquilar os amalequitas (1 Sm 15). e repete-o a Josué. Filho de Azarias e avô de Zadoque. 4. em 1 Crónicas 6. Em seu desejo de ver a res­ tauração da adoração ao verdadeiro Deus (Yahweh) na nação. embora pareça que parte desse povo permaneceu ali (cf. Ed 7. que passou grande par­ te de sua história em duros combates com eles. deveriam "esforçar-se” (2 Cr 19.7. Eram os inimigos per­ pétuos de Israel. Dt 25. A M A R IA S (Heb. por­ tanto. o crente não tem o direito de julgar a Pala­ vra de Deus nem supor que qualquer ado­ ração ao Senhor será aceita simplesmen­ te por estar baseada em retórica religiosa (1 Sm 15.).20. mas. É possível que alguém se desqualifique para receber as bênçãos do Senhor. Davi foi bem-sucedido na elim inação dos am alequitas e em 1 Samuel 30 eles recebem bem pouca aten­ ção (1 Cr 4. 3. quando os limites da aliança e da co­ munhão são flagrantemente desrespei­ tados (Nm 14..52. As palavras memoráveis de Êxodo 17.11. O conforto. A falha em destruir os inimigos do Senhor. é apenas para engrandecer a vitória que Israel obteve sobre eles (2 Sm 8. "presidindo em todos os negócios do Sen h or” e Zebadias. quando disse que o Senhor estaria com eles. A razão para as derrotas que os isra­ elitas sofriam nas mãos dos amalequitas é explicada como consequência da de­ sobediência de Israel (Nm 14). mas tempos depois uniram-se aos miclianitas.3). 1 Cr 18. como prometeu. para lutar con­ tra o povo de Deus (Êx 17. Filho de Meraiote e pai de Aitube.AMALEQUITAS ineiro entre o povo que ficou conhecido como amalequita.13. Levita. pelo contrário.12s. Jz 12. Serve como um lembrete de que as promes­ sas de Deus não estão lá para instilar com placência. Sumo sacerdote. 6.). Jeosafá os encorajou.19. Originalmente. Jz 3.14 mais tarde pareciam vazias.18). era também levita e foi ancestral de Esdras (1 Cr 6.11). contudo. desagradou a Deus.42s). e as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mt 16. s.15). para o povo de Deus. pois guardou o melhor do gado e das ovelhas para sacrificar ao Senhor e poupou a vida do rei Agague: contudo.16 é uma advertência solene: “O Senhor não pôde introduzir este povo na terra que lhes tinha jurado. ao entrar na terra de Canaã. apesar de eloquen­ temente justificada.33. ocuparam a região do Neguebe e Sinai. 1.

Um dos sacerdotes citados entre os que voltaram do exílio babilónico com Zorobabel (Ne 12. sem Reis 12. quando já estava Amazias executou os assassinos^de seu no seu leito de morte.3)* Do ponto de vista p ositiv o. Pro­ exército de Absalão. Sobrinho de Davi. na época de Neemias (Ne 10. visto que era rival de Joabe (2 Sm 19. Esse ato de traição levou o 14. por causa da desobediência deles (2 Cr 28.1).17). s . num ato de A M A Z IA S (Heb. em Jerusalém. o povo ainda sacrificava e queima- 45 .AMAZIAS entre as cidades dos sacerdotes. rei de Judá (2 Cr 17. rei de Judá. 1. “segun­ do as suas turmas” (2 Cr 31. 7. porém. . Um dos homens que foi encontrarse com Davi em Ziclague. AM AS Al.12).3). Pai de Maate e levita.4). de­ pois do cativeiro babilónico (Ne 11.G.13). 1 Rs 2. Filho de Joás e o nono rei de Judá. 10. 8 .D. 2.13). P.16).38).24). poupou a vida dos fyhos com Joabe segundo sua sabedoria. Durante o momento crítico 1. Na época em que o povo de IsraeJ retomou do cati­ veiro babilónico. Da tribo de Judá.11). senão o de reconquistar o que era reto aos olhos do Senhcfr ain­ seu posto de comandante do exército (2 da que não como seu pai Dav-i” '^2 Rs Sm 20. Esdras e o povo arrependeram-se e fizeram um paclo de servir ao Senhor (Ed 10. chamado de volta pelo rei. Secanias confessou a Esdras que muitos homens. Seus descenden­ tes estabeleceram-se em Jerusalém. Após a morte do primo. “o Senhor é poderoso”). Ancestral do profeta Sofonias (Sf 1.32. 14. da tribo de Judá. Pai de Zacarias e descendente de Perez. sem deles em obediência à Lei de Deus (2 Rs 14.12. Nos pri­ meiros anos do reinado desse monarca. Esse Amarias foi um dos que servi­ ram como testemunha do pacto de obe­ diência à Lei de Deus. contudo. A M A S S A I .21.42 como um dos que se divorciaram de esposa estran­ geira. an­ cestral de Samuel (1 Cr 6. quando foi ba­ nido da presença de Saul. casaramse com mulheres estrangeiras.2) Ama­ rias é citado em Esdras 10.6. foi cas 9. Amasa não seguiu inteiramente seu ancestral Davir “Tão-somente os altos se não tira­ protestou contra o fato de os soldados israelitas terem trazido prisioneiros ju­ ram. quando Davi trou­ xe a Arca da Aliança para Jerusalém (1 Cr 15. 3. irmá do rei (2 Sm 17. A M A S I A S . filho de lho de Azarei (Ne 1 1. Tornou-se um dos porteiros do Templo. reconciliação.35.25. 2. durante a rebelião vavelmente é o mesmo Masai de ! Cróni­ contra Davi. Amasai tornouse chefe do grupo dos “trinta’' guerreiros do rei (1 Cr 12. Companheiro de Adaías e fi­ AM AS A.g .6). deus e lembrou-lhes que Deus já eslava irado.17. E digno de nota que se apresentou como voluntário. filho de Zicri.1.33). foi comandante do exército de Jeosafá. Peca derrotou Acaz. rei a dizer a Salomão. 2 Cr 29.15). Atacou os edomitas e Capturou misericórdia (1 Cr 2. Ele. que deveria fazer pai. até mesmo os descendenles dos sacerdotes. 6 Esse Amarias eslava entre os des­ cendentes de Binui (Ed 10. lide­ rando 200 mil homens. a capital (Am 1.5. Amasias era fiel ao Senhor e inspirava grande confiança ao povo. 1. Ele serviu como comandante no salém após o cativeiro babilónico. Líder efraimita na época em quePetra.1: “Fez nenhum motivo. 1 cerdotes que se estabeleceram em Jeru­ Cr 2.3 e 2 Crónicas 25.25. Foi um dos sa­ Jeter e Abigail.2). Relacionado como músico levita que tocava trombeta. em que Davi se preparava para regressar Seu reinado de 29 anos é resumidr^em 2 a Jerusalém.8-13).18). Joabe matou Amasa. 9.4-13).

A M I E L (Heb. o filho aleijado de Jônatas 46 .4. esposa de Arão (Êx 6..12.33).34. 10. Aieser era o líder dos danitas no Sinai (Nm 1. filho de Gemali. além de Amazias e seu povo serem capturados. Foi escolhi­ bo de Efraim. Também era pai de Naassom e an­ cestral de Boaz e do rei Davi (Nm 1. 4 ‘meu parente é no­ bre"). Lc 3. na época em que Davi su­ biu ao trono (2 Sm 9.27. des­ cendente de Coré. 2.18. da tribo de Levi (1 Cr 6.7.v.4.25. Jeoás também saqueou o Templo e levou lodos os utensílios de ouro e de prata (2 Cr 25.4). etc. veja 2.20-24).1). Foi sepultado em Jerusalém. Pai do profeta Jonas. P. Essa tolerância pecaminosa para com a reli­ gião pagã mais tarde le-vou-o a ofender ainda mais a Deus. p. Sexto filho de Obede-Edom. cujos descendentes voltaram do cativeiro babilónico com Neemias (Ed 2. quando aceitou os deuses edomitas em Jerusalém (2 Cr 25. 7. A queda de Amazias é atribuída ao desafio presunçoso e insensato que lan­ çou ao rei Jeoás. natural de Gate-Hefer (2 Rs 14. quando Deus o entregou nas mãos de Jeoás. na administração do rei Davi (1 Cr 26. 3. A M I S A D A I .14).g . saqueou Jerusalém e levou vários reféns para Samaria.39). um dos príncipes que se estabeleceram em Gedor (1 Cr 4. esposa de Davi (1 Cr 3. 4.15): “Por que buscaste deuses que a seu povo não livraram das tuas mãos?” No final. Assim.19. 2.57).31. opôs-se ao profeta Amos e tentou silenciá-lo.32. Ancestral de Sam uel e filho de Coate. “Deus é meu parente”). para espiar a Ladã.5. Jn 1. Sa/nua. Pai de Aieser. Levita. 2. fa­ zia parte do grupo de músicos nomeados por Davi (1 Cr 6. Mefibosele. 4. da tribo da Simeão. Samuel foi escolhido por Moisés para organizar a divisão territo rial dos região de G ileade.55.25. desde que Deus executara seu juízo sobre Uzá (1 Sm 6.C. usando a autoridade do rei (A n 7.28). rei de Israel. Ele e mais 112 parentes foram escolhi­ dos junto com outros levitas para a tarefa de se consagrarem.53.12). a fim de conduzir a Arca para Jerusalém (1 Cr 15. descendente de Merari. Sacerdote de Jeroboão LI. no tempo do rei Davi.23). viveu em 800 a. esse Aminadabe era filho de Uziel.1-11). Rt 4. M aquir acolheu simeonitas entre os vários clãs e famílias.22. mais detalhes sobre a missão deles.17.20. Amazias tornouse escravo. (neto de Saul). 1. 1» Um dos doze espias enviados por A M I Ú D E . A M IN A D A B E (Heb. Pai de Maquir. 2 Cr 25. 3. Para 2. veio de Lo-Debar.22). ao executar o juízo de Deus.12. Posteriormente. veja Uzá]. Pai de Samuel. Líder dos levitas. Essa atitude foi condenada pelo profeta (2 Cr 25.10-17).48. AM ITA I. esse Amiel era respon­ sável pelo serviço nos portões do Tabernáculo. 7. Membro da tribo de Simeão. Pai de Eliseba.). onde é chamada de Bate-Sua).20). perseguiram-no até Laquis e o mataram (2 Rs 14. 2. 3.26). 1 . 10. representou Dã.5). Um dos “servos de Salomão”. Ela fora deixada na casa de Obede-Edom por três meses. A MI . s. 2.19. Pai de Bate-Seba.D.27). na época do censo dos do um príncipe de cada tribo e Amiel. d . Pai de Elisama e filho de Moisés do deserto de Parã. da tribo de Dã. Elisama era um dos líderes da tri­ terra de Canaã (Nm 13.AMJ va incenso nos altos*' (2 Rs 14.G. israelitas no deserto do Sinai (Nm 1. Pai de Corá. 17.5. 1 Cr 7. o qual.45). os próprios oficiais de Amazias conspiraram contra ele.14. lambém é citado no Novo Testamento como ancestral de Jesus Cristo (Mt 1.10.3.

ao co personagem com esse nome no Anti­ mandar que seus homens matassem go Testamento. Amnom fingiu estar A M O Q U E (Heb. 1 . Era descendente de Judá 2. se humilhara’' (2 Cr 4. mas proporciona in­ 21.21) e décimo quinto formações numa quantidade acima do rei de Judá. s. Filho de Benaia. foi o primeiro (Ne 7. reinou por dois anos.g.Pai de TaJrnai.d. da tribo de Judá.25). como go para pronunciar udia mensagem de filho de Simeão. ‘‘profundo”). Deus egípcio. Ed 2. um dos heróis 3. condenação e juízó contra o reino do Norte. irmã de Absalão e sua meia-irmã. “carga ou carregador"). fugiu e passou a viver desola dam ente na companhia de seu irmão (2 Sm 13 ). 2 Cr 18. que "não tre os vários clãs e famílias. o povo colocou Josias. depois da se humilhou perante o Senhor. 5. 3. Pai de Utai. “fiel"). 29).37. de negócios em Judá.25). Um de seus filhos. Amom era odiado pelo povo. cuja mãe cham ava-se exílio babilónico no tempo de Neemias Ainoã. chamado como lei­ 2.v. Úni­ anos mais tarde Absalão vingou-se. Amnom. Filho de Manassés (2 Rs mília ou linhagem. 4. para ter alguma in­ ganizar a divisão territorial da tribo en­ fluência sobre o filho Amom. Manassés.4). onde seu de seu pai.g.20).1). adorado pelos sacerdotes de Amom. Quando tornou-se adulto. 1 . sua conversão Pedael foi escolhido por Moisés para or­ foi muito demorada. O quena vila 10 quilóm etros ao sul de próprio Manassés arrependeu-se tarde 47 .2. vos.22.d. com 24 anos de idade (2 Cr 33.7). (2 Cr 33). uma pe­ mináveis para o amor zeloso de Deus. p. Ele nada cita sobre sua fa­ A M O M . Quando babilónico com Zorobabel e Jesua (Ne ela entrou naquele aposento. como conquista de Canaã (Nm 34.59. Israel. ro babilónico.20). so­ bre o qual Jeremias prommciou a destrui­ A M I Z A B A D E (Heb. ele a vio­ 12. Tamar Joiaquim (Ne 12.26. se seguiu à derrota nas mãos dos assírios 3.19. Evidenlemenle. dado’*). seu para morar em Jerusalém após o cativei­ filho. p. O rei não gostara da cito que servia no terceiro mês do ano. onde Absalão fugiu depois de malar seu que já suportara o suficiente da tirania irmão Amnom (2 Sm 13. cronoló­ adoração de Moloque e a continuação dos gico e cultural em particular. 1 Cr 3. Citado em 1 Crónicas 4. de segunda classe. cou Micaías na prisão.24).20. foi o cabe­ ça de uma família sacerdotal nos dias de lentou e depois expulsou-a de casa. Descendente de um dos servos de filho de Davi nascido em Hebrom (2 Sm Salomão. como rei. um dos que retornouEm seu lugar. seu pai. rei de Gesur. Dois A M O S (Heb.onde é chamado de Ami). da tribo de Naftali.AMOS depois da conqu ista de Canaã (Nm demais. a fim de obedecer Amizabade chefiava uma divisão do exér­ às ordens de Acabe. Governador de Samaria que colo­ de Davi e líder dos '‘trinta" guerreiros. era fazendeiro e homem Amnom (v. natural de Jezreel. 2 Cr 33. para 33.57 . Eber. rituais da fertilidade que eram tão abo­ Amós era natural de Tecoa. Um dos sa­ cerdotes que retornaram do caliveiro doente e pediu a Tamar que cuidasse dele e Lhe servisse comida no quarto. mensagem do profeta concernente à mor­ te dele (1 Rs 22. num momento de desespero que 34. Um dos cativos que retornaram do A M N O M (Heb. apaixonou-se por Tamar.23).18.28). Pai de Pedael.20. (1 Cr 9. Prosse­ comum sobre sua época de modo geral e guiu com as práticas idólatras do pai — a sobre seu coníexto geográfico. foi assassinado por seus ser­ nome é traduzido como Amiur). "o parente lem ção (Jr 46.

). 300 anos mais tarde (2 Rs 23.15 conecta o trabalho do profeta com o rebanho. de Judá (790-739 a. de acordo com a qual sua comissão veio nos dias do rei Uzias. Essa idéia tem apoio em Amós 7.10-13). bem como um comerciante de ovelhas bem-sucedido. outro termo raro para “pastor”. era a de paslor de ovelhas. (1 Rs 12. É mais provável que Amós fosse um mercador de ovelhas ou algo seme­ lhante.). e é assim que a sua ocupação deve ser entendida. da mensa­ gem em si.) eram ho­ mens que frequentavam um curso espe­ cífico para o ministério.7.C.C.14). A outra ocorrência da mesma palavra no Antigo Testamento (2 Rs 3. onde ele se refere a si mesmo como um boqer. Isso aconte­ ceu como parte das reformas realizadas pelo rei Josias.14). Atingido por essa interpretação equi­ vocada de seus motivos. o rebanho de Deus. A importância disso está no fato de que Deus chamou um homem ocupado e próspero. provavelmente se refere a cortar e amassar o fruto. Aqueles que são cha­ mados e comissionados pelo Senhor não precisam de credenciais formais nem 48 . que escolhe e usa a quem quer.AMÓS Belém. Com essa alegação.14. que claramente não era pastor. Foi sua firme mensagem que ocasionou sua ex­ pulsão de Betei. mais especificamen­ te.5). embora a consideras­ se digna de toda honra. Amós replicou que “não era nem profeta. não com o gado. errante e pecaminoso. ocorreu por volta de 760 a. tão grande que ain­ da foi lembrada 240 anos mais tarde pelo profela Zacarias (Zc 14. Em adição ao conteúdo profundamente importante. mas não necessariamente um pastor O profeta também descreve a si mes­ mo como “cultivador de sicômoros” (Am 7. mas apenas um leigo enviado por Deus. há também a lição da pró­ pria vida de Amós. e separou-o de seus interesses seculares. uma palavra que. resul­ tou numa profecia de que o altar de Betei seria finalmente destruído e seus sacer­ dotes.120).5). O termo hebraico aqui para a frase inteira é boles.12). segundo suas próprias palavras. de onde era também a mulher sá­ bia que Joabe procurou para aconselhar Davi a respeilo de Absalão (2 Sm 14. na base dos textos da Septuaginta e do grego clás­ sico. mas a palavra usada aqui (noqed) sugere algo mais do que simplesmente alguém qne cuida de rebanhos. um dos principais lugares de adoração estabelecidos por Jeroboão I. por Jeroboão II e seu sa­ cerdote Amazias. seria a data precisa do ministério de Amós con­ tra os sanLuários ilícitos de Jeroboão (Am 7. a fim de torná-lo comes­ tível.5.15. por alguns dias — devido à sua declara­ ção de abertura. em Jerusalém). rei dos moabitas. Amós 7. logo depois da divisão do reino em 931 a.3. é usada para descrever Mesa. O único local citado em suas mensa­ gens é Betei. etc. mortos (1 Rs 13.1-3). mas um homem de negócios que Yahweh tinha chamado. para realizar uma missão entre os israelitas. e do rei Jeroboão. nem filho de profeta” (Am 7. Sua ocupação. Os “filhos dos profetas” (veja 2 Rs 2. um vocábulo comum para “(gado) rebanho”.C.4). Amós desfaz qualquer conexão entre ele e os profetas “profissi­ onais” ou vocacionados.1).C. De qualquer maneira. Esse ato ímpio de criar locais ilegítimos para adoração. e o próprio Amós ajudou a pre­ parar o caminho para que o culto de Betei fosse denunciado (Am 3. 5. Assim. Apesar de boqer sem dúvida re­ lacionar-se de alguma maneira ao termo b aq a r . Amós queria que Amazias entendesse que ele náo fazia parte de tal escola. Fica claro que o ministério de Amós foi breve — talvez apenas uma missão.29-33).16). sob as acusações calu­ niosas de que Amós visava apenas a gan­ ho financeiro (Am 7. era um homem envolvido com ovelhas. de Israel (793-753 a C. a fim de competir com o único autorizado pelo Senhor (isto é. 762 a. Portanto. Essa catástrofe.14. parece que Amós era especialista no cultivo de figos. “dois anos antes do terremoto” (Am 1.

1-7). e . Viviam em Ramataim-Zofim. Penina a provocava e abor­ um odre de vinho para o sacrifício.m . não a consolava. Pai do profeta Isaías (Is 1. ceria a Deus. nome era comum em Roma. etc. Seu Sm 1.1). O reconhecimento pessoal de Pau­ voto interpretava a renúncia dela de cri­ ar o filho junto consigo em casa. Ele então a leitor é intimamente apresentado à sua acusou de estar embriagada e a repre­ mãe. "graça”). enquanto ela orava e chorava. O famoso profeta/juiz de Israel. Prometeu dedicá-lo a A M P L Í A T O . Náo era uma dedicação simples. fundamente e lhe dava uma porção do­ ela fez os preparativos para levá-lo ao brada das ofertas do Senhor. Depois que Samuel Elcana e toda sua família subiam anu­ desmamou (antigamente. Isso.ANA Numa daquelas ocasiões em Silo. filho de deu ao pedido de Ana: ela concebeu e deu Levi). para serem bem-sucedidos em cumprir seus propósitos. sentado na 1. tas lágrimas. levando-a até às lágrimas. a fim de adorar a Deus e israelilas amamentavam os filhos até oferecer sacrifícios. apresenlando-lhe a imoralidade atraído pela história dela. promisso com o Senhor do Universo. ANA (Heb. Ele amava Ana pro­ completarem dois ou três anos de idade). nessa pere­ novilho de três anos. é o personagem principal dos tamente. um Ramá. Ana não exemplo de devoção e sacrifício.2). Ela.1. que testemu­ de tais hábitos (1 Sm 1. 1 Sm 1. e imediatamente endeu. ela nos ficou mais deprimida. onde vivia. porta do Tabernáculo.15-17).). o sumo sacerdote. Ana. cumprir sua palavra. seu marido e ensina o que significa o verdadeiro com­ Penina levantaram cedo no dia seguinte. orou. ela derramou seu coração dianle de Deus. Ele se lo e seu cuidado para com muitos indiví­ tornaria um nazireu.20). Finalmente chegou o tempo de Ana era estéril (1 Sm 1. Esle foi saudado pelo apóstolo em Romanos 16.12-14). Ela o ofere­ cartas. te ele represenlava a resposta da oração. embora seja mencio­ maldição numa bênção e a despediu em nada apenas nos dois primeiros capílulos paz (1 Sm 1. qualificações. Realmen­ Ele tinha outra esposa. entre­ Tabernáculo. No tempo determinado.9-11). mas não se porém. pois. chamada Penina. Eli. de 1 Samuel. Ana po­ nha seu voto e sacrifício e seus sofrimen­ rém se defendeu apropriadamente e o tos e provações. Antes. em Silo. Permanece até hoje como um de Eli e o conforto do Senhor. primeiros capítulos de 1 Samuel. Levou consigo um tanto. pois abria mão do privilé­ gio de criá-lo e alimentá-lo. fala conosco de forma vee­ Ao receber o encorajamento da parte mente. carnecia dela. na à luz a Samuel (seu nome significa “pe­ região montanhosa de Efraim (1 Sm 1. Era uma pro­ que deve ser notado na maioria de suas messa incrível feita por Ana. em diferentes congregações. dido ao Senhor”. Com a alma pro­ fundamente angustiada. as mulheres almente a Silo. totalmente devota­ duos. Paulo descreveu esse ho­ Deus todos os dias da existência dele (1 mem como “meu amado no Senhor”.20). porém. de seu nascimento (1 Sm 1.19. 49 . que lhe dera vários filhos. a piedosa Ana. Em meio às mui­ A M O Z . Deus aten­ zufita (descendente de Coale. um efa de farinha e grinação anual. Enrecia continuamente (1 Sm 1.8. a observava aten­ Samuel. sacerdote no mesmo instante mudou sua A vida de Ana.24-27). é algo do ao serviço do Senhor. O Se­ láo apresentou Samuel ao sumo sacerdo­ nhor fechara o ventre de Ana e a rival es­ te Eli (1 Sm 1. pedindo ao Senhor que lhe desse um filho. Os lábios dela se moviam. o ouvia sequer uma palavra. Ana entrou no Tabernáculo. adoraram ao Senhor e voltaram para Ana era a amada esposa de Elcana.

ANÁ. a Canção de Maria. Génesis 36.36-38 registra que Ana estava no Templo durante a apresen­ tação do menino Jesus: o Messias espera­ do há tanto tempo. Lucas 2. Ana era uma mulher extraordinária.2: mas é provável que se refira a dife­ rentes pessoas. era orgulhosa e arrogante. pois revela o ver­ dadeiro coração e o caráter dessa nobre mulher.19). O Senhor foi gracioso com Ana e posteriormente ela deu a Elcana mais três filhos e duas lilhas (1 Sm 2. á mulher estéril e a que tem mui­ tos filhos (1 Sm 2. que a resgatou de seus problemas.9. uma das es­ posas de Esaú (Gn 36. feliz e realizada. entre­ tanto.2. em essência.10).4.c.r . seria destruída juntamente com todos os ini­ migos de Deus (w.5b).40. Há também uma forte ênfase à so­ berania de Deus e ao seu poder eterno.20). nas Escrituras. na mesma passagem.21). Confira também 1 Crôni- 50 .1-11 merece nossa atenção.1-43.1-18. Zibeão (Gn 36. Manteve seu voto a um gran­ de custo pessoal e tornou-se um modelo para todas as gerações. onde é mencionado como pai de Disom. ocorreu um evento que ador­ nou sua vida. Seu hino de vitória e triunfo certa­ mente aplica-se à nação de Israel e é. s. Ana provavelmente pensava em si mesma quando fez tal declaração. que tinha muitos filhos.5a fala da mu­ lher estéril que se torna mãe de sete fi­ lhos. Pai de Oolíbama. Penina. Na ver­ dade. por outro lado. inclusive temas de combates. Por tudo isso. filha de Fanuel. O relato sobre Ana e Simeão. livramento do inimigo e o cuidado providencial do Senhor por seu povo Israel (veja a Canção de Moisés. em Lucas 2. fé e compromisso com Deus. o Senhor por fim a abençoou com mais cinco filhos. revela a existência de pessoas que eram realmen­ te fiéis à aliança de Deus e confiavam no cumprimento de suas promessas a res­ peito da vinda do Salvador. messiânico (1 Sm 2. em Génesis 36. Quando tinha 84 anos de idade. Dt 32. ficou viúva e devotou-se ex­ clusivamente ao serviço do Senhor no Templo. Ex 15. fz 5). 2. Os contrastes feitos entre os guerrei­ ros fortes e os fracos.14. A oração da mãe de Samuel. pro­ vavelm ente tem uma natureza mais íntima. Ana buscou humildemente a Deus e esperou pelo livramento dele. essa oração conlém os mes­ mos elementos encontrados em outras orações/canções do AT. ao invés de “heveu’'. Portanto. A oração de Ana em 1 Samuel 2. a Canção de Débora. O Senhor deu-lhe vitória e a li­ vrou de Penina. c . em sua integridade.18. 2. seria despojada de sua vitalidade e des­ prezada (2 Sm 2. A oração de Ana é verdadeiramente um sacrifício de gratidão a Deus. A cada ano sua mãe fazia orna pequena tú­ nica e a levava para ele quando ia com o marido a Silo oferecer sacrifícios (1 Sm 2. da tribo de Aser. Veja também 1 Crónicas 1. 1. mudou suas lágrimas em alegria e a colocou em seu lar como a mãe de muitos filhos. o núme­ ro '‘sete'* nem sempre deve ser interpre­ tado literalmente e muitas vezes pode simbolizar "realização ou ideal”. 1 Samuel 2. 3. m . Ela. noite e dia.24).ANÁ O menino Samuel viveria sob a super­ visão de Eli e ministraria no Tabernáculo todos os dias da vida dele (1 Sm 1.10).5) demonstram o fato de que Ana estava contente com seu tri­ unfo pessoal. Aná também é citado como quem encon­ trou fontes termais no deserto. Depois de apenas sete anos de casamento. tal­ vez seja inspirada em parte na canção de Ana. como louvor e ações de graças. os fartos e os neces­ sitados.29 refere-se a Aná como chefe dos horeus. enquanto apascentava os jumentos do pai. Profetisa. Era membro da tribo cananita dos heveus. Talvez deva-se ler “horeu”. entretanto. Também conhecida como a Can­ çã o d e Ana. Ela agradeceu a Deus publicamente e proclamou as boas novas a respeito do Redentor. Finalmente. sua inimiga pessoal.28).41.

Ao ouvir isso. portanto.ANANIAS cas 1. 1. Esteve no púlpito junto com Esdras.3). a fim de repovoar a região depois que os israelitas foram exilados (2 Rs 17. Com o pleno co­ nhecimento da esposa.31). Filho de Eiioenai e integrante da linhagem real de Judá depois do exí­ lio babilónico. O pecado de Safira foi pronuncia­ do por Pedro: “Por que é que entre vós concordastes para tentar o Espírito do Senhor?” (At 5. ANÃ (Heb. pois a reputação de Pau­ lo de perseguir violentamenle os cristãos havia espalhado o medo entre os crentes de Damasco. Então apresentou uma quantidade a Pedro.22). quando sua esposa chegou. “o Senhor tem sido gra­ cioso").10-19). Outro Ananias que se tornou cris­ tão nos primeiros estágios da propagação do Evangelho de Cristo vivia em Damas­ co (Al 9. Um dos líderes que selaram o pacto feito pelo povo de ado­ rar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10.1). Esse povo estava entre os que foram transpor­ tados pelo rei assírio para Samaria. pelo contrário.24).26). O resul­ tado desse triste episódio na Igreja pri­ mitiva foi um maior entendimento e te­ mor do poder e da santidade de Deus. quando este leu o Livro da Lei (Ne 8. Pedro enfatizou o ponto de que o que pertencia a eles era deles (At 5.45). A N A N I .4). um descen­ dente de Davi (1 Cr 3. Segundo essa prática. Ananias eslava lemeroso. O Senhor. segundo a necessidade de cada um” (At 2. em frente à sua casa (Ne 3.23). Com tal liberdade. “nuvem").4). ajudou a recons­ truir o muro de Jerusalém. Um dos privilégios do cristão é estar livre do legalismo. A N A M E L E Q U E . e repartiam com todos. foi um dos pri­ meiros convertidos na igreja em Jerusa­ lém (At 5). Logo após o relato da con­ versão de Saulo (Paulo) e a cegueira que resultou de ter visto a glória do Senhor na estrada para Damasco. ele resolveu guar­ dar parte do dinheiro para seu uso pes­ soal. era. 3. bus­ cavam uma existência que refletisse o amor de Deus e a graça que é vista em Jesus Cristo. Um dos deuses adora­ dos pelos sefarvitas (2 Rs 17. De fato. por meio do serviço. “o Senhor tem respondi­ do").9). Cristo lhe falou que fosse até a casa onde Saulo estava hospedado e impusesse as mãos sobre ele. Veja Safira. Trouxeram consigo práticas abomináveis que incluíam o sacrifício de crianças no fogo. percebeu o que acontecera e acu­ sou Ananias de mentir para Deus. fazer o que é certo na vida individual. os cristãos “tinham tudo em comum. Marido de Safira. Naquele tempo.38. Pedro e a Igreja primi­ tiva não criaram uma nova lei pela qual as pessoas ganhariam mérito diante de Deus e dos cristãos. continuou com a mentira e também morreu. contudo. para que recuperasse a visão. o qual. decla­ rou sobre Saulo: “Este é para mim um 51 . líder que testemunhou o pacto do povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10.24). 2. AN AÍ AS (Heb. ele caiu morto. Avô de Azarias. Vendiam suas propriedades e bens.44. E im­ portante notar que a questão aqui não era que uma lei obrigava alguém a com­ partilhar tudo. lemos que Ananias teve uma visão. Possivelmente o mesmo persona­ gem anterior. dirigido pelo Espírito Santo. O problema era a ten­ tativa deliberada e voluntária de mentir ao Espírito Santo e ao povo de Deus (At 5. Ananias e Safira decidiram vender uma propriedade (AL 5. A N A N I A S (Heb. Mais tarde. 2. onde é citado como filho de Seir e irmão de Zibeào. exige uma grande responsa­ bilidade em ser honesto e transparente diante do Senhor e de seu povo. 1.

G. Foi nomeado por Herodes e exerceu seu poder de 47 a 59 ANÁS. onde so­ contra Paulo diante de Félix (At 24. foi finalmente vindicada. 4. 2. no tempo determinado. e podemos ver que nalmente conquistou Canaã e estabele­ Ananias foi o primeiro a falar-lhe sobre ceu a paz para Israel (Js 11.).ANAQUE vaso escolhido. Foi 4. "éramos aos nossos próprios olhos mão”. ficou famoso por sua força e habilida­ 52 .13. Arba (Js 14. O sumo sacerdote ordenou que Paulo fosse esbofeteado era o líder entre os sacerdotes. talvez pelo próprio tornou-se um provérbio entre os israelitas (Dt 1. Foi ele quem menos de 6 a 15 d. quan­ gioso como o político. A formidável que teve a visão restaurada. liberado por Cláudio. etc.28. Homem de grande estatu­ Este cargo tornara-se mais político do que ra. mente ele podia oferecer o sacrifício no P.C. Arba — por isso o antigo nome de Hebrom era QuiriateIsrael” (At 9.C. para “sumo sacerdote” (Lc 3. etc. Jesus também disse que. Existem Finalm ente. Josué fi­ sua perspectiva. fun­ perante os gentios.14-16). Aparentemenas emoções de um cristão são mudadas te alguns sobreviveram no território por meio da Palavra de Deus e como o medo foi transformado em poder e amor filisteu. A con­ sua missão mundial. At responder a acusações de crueldade. parecíamos” (Nm 13. sua necessidade de fiança que Josué e Calebe demonstraram ser perdoado e batizado (At 22.10. Jo 18.24.G. para levar o meu nome de na batalha. após es­ Veja Paulo. Seu único durante seu julgamento (At 23.6-9). os reis e os filhos de dada por seu ancestral. mantendo um condo peregrinavam pelo Neguebe (Nm tato estreito com o governador romano. centralizava tanto o poder reli­ no passado distante dos israelitas.2. preso em Jerusalém. Outro Ananias foi sumo sacerdote piarem a terra e terem visto os anaquins (Nm 14. morava em Hebrom. mas essa informa­ o historiador judeu. o pró­ primeiros a causar preocupação para os prio apóstolo contou aqueles eventos da israelitas. ao retornar. na par­ pessoalmente confirmar as acusações te mais consagrada do Templo. o menciona como ção nos ajuda a entender sua participa­ sumo sacerdote em Jerusalém mais ou ção na prisão do apóstolo.D. 13. junto com os cristãos. Ananias. era também o líder do Sinédrio.21-23). Por causa de seu ofício.2) e pos­ papel na adoração era o de entrar uma teriorm ente desceu a Cesaréia. Gate e Asdode. eles disse­ ao encontro de Paulo e chamá-lo de “ir­ ram. Josué os expulsou de Hebrom.D. Canaã.15). Com sua destruição. descendentes de Anaque. quando há apenas algumas horas como gafanhotos. e assim também lhes só o nome de Saulo já o enchia de temo­ res.28.6) e é sempre associado a Caifás.1). Ananias impôs as mãos sobre Paulo. cruel líder saduceu. para vez por ano no Santo dos Santos. Era um orgulhoso e P. Mais tarde. Uma figura conhecida apenas maneira. Josefo.C. Dessa A N A Q U E . eles. Os des­ cendentes de Enaque realmente foram os na vida de Ananias. de maneira que nenhum foi dei­ mostram de maneira tão dramática como xado no território de Israel. Foi imedia­ reputação dos descendentes de Enaque tamente batizado. foi enviado a Roma. no poder e na provisão de Deus. informaram com É um testemunho do caráter e da fé grande medo que tinham visto os gigan­ de Ananias a maneira como se dispôs a ir tes. O no tempo em que o apóstolo Paulo foi Senhor cumpriu suas promessas a Israel. Dia da Expiação.33).15). Em 52 d. Paulo padeceria Quando Moisés enviou os espias a por causa da fé. Debir e da região montanhosa poucas passagens nas Escrituras que de Judá.22.). e permaneceu por um tempo em Damasco. É mencionado quatro vezes como d. em Gaza.

2.1316). Os algozes primeiro procuraram Anás. Seu genro Caifás e seu neto Matias também exerceram este cargo. O quarto filho de Semi da. Converteramse antes de Paulo. Natural de Belsaida. O nome refere-se a uma deusa da guerra. P.19 o líder do povo com esse nome tal­ vez seja a mesma pessoa. um pouco constrangido.27.3 registra que estes quatro discípulos pescadores estavam presentes no “Discurso de Jesus”.18. foi rapidamente ofusca­ do por seu irmão Simão Pedro.13). A N D R É .19). Abrão mostrou-lhes sua gratidão (Gn 14. cuja Influência continuou mesmo depois que a função foi assumida por outros. A despeito das alegações contrárias. que os considerava con­ ceituados entre os apóstolos. Mc 1. que ele próprio levou ao Senhor (Jo 1. ele também foi um dos intermediários os quais disseram a Jesus que certos gregos desejavam falar com Ele. não existe um padrão consistente no com­ portamento de André. Em João 12.7). Na época. ele assinou o pacto do povo para obedecer à Lei de Deus e adorar so­ mente a Ele. veja AnrafeL ) AN IÃO. de tempo integral.7).14 (mas não em Mc 3. Pai de Sangar. Paulo refere-se a ele e a Júnia (Rm 16. Esle ainda estava envolvido no Sinédrio. Provavel­ mente essa é a utilização mais generali­ zada do termo "apóstolo”.G. 128 membros de sua famí­ lia são registrados na leva que retomou a Jerusalém. o primeiro dos doze apóstolos a ser cha­ mado por Jesus. André informou a Jesus. Um dos três irmãos amorreus (veja também Monre e Escol] que se aliaram a Abrão quando perseguiu Quedorlaomer. que só havia cinco pães e dois peixes disponí­ veis para a multidão de cinco mil homens. 1 . Marcos 13.40-44). Um dos netos de Benjamim. (Para mais detalhes sobre o incidente. nem dados sufici­ entes nas páginas das Escrituras para se deduzir qualquer princípio teológico sig­ nificativo baseado em seu caráter ou sua personalidade. A N E R . como os que eram enviados a pregar o Evangelho.23 e Neemias 7. Sob a liderança de Neemias. x\ndré previamente fora seguidor de João Batis­ ta e estava presente quando esle apontou Jesus como o Cordeiro de Deus.8. da tri­ bo de Manassés (1 Cr 7. Pedro. como Riu lo. Anás e Caifás são mencionados juntos quando a Palavra do Senhor veio a João Batista (Lc 3.6). como "meus parentes e companheiros de prisão". no início do ministério de Jesus na Galiléia.31. Em Neemias 10. Não se sabe onde estiveram juntos na prisão.b . Vários aios apócrifos são atribuídos a ele. embora sem nenhuma evidência histórica. Assim. após o cativeiro babilónico. filho de Bequer (1 Cr 7. Nada mais é conhe­ cido sobre ele com algum fundamento histórico. 53 . Mais tarde. para sugerir que pelo menos parte do tempo os dois irmãos formavam uma dupla no ministério de Cristo (cf. Tiago e João eram lodos pescadores (Mt 4. Junta­ mente com os outros três discípulos cha­ mados em João 1. Provavelmen­ te eram parentes de sangue. quan­ do Pedro e João foram questionados a respeito da fé (At 4. quando Jesus foi preso (Jo 1 8. André recebeu sua co­ missão form alm ente como discípulo itinerante.6). Anás era um poderoso líder. da Galiléia.13.8). A N A T O T E .D. Esle vocábulo deriva do termo grego que significa • ‘hombridade'’.24).16). De acordo com Esdras 2.18 ou At 1. A N D R Ô N I C O . no monte das Oli­ veiras".24). Mc 6.2 e Lucas 6.2). um dos juizes de Israel (Jz 3. 5. e ele então o encaminhou a Caifás.22. A NA TE . ou talvez ape­ nas judeus. com Zorobabel e Neemias. Em João 6.ANIÀO religioso. André. André. a fim de resgatar Ló do cativeiro (Gn 14. André faz par com seu irmão Pedro na lista dos doze discípulos em Mateus 10. c .

ao lazer a contagem do povo.29 refira-se também ã atividade do Kspírito Santo. onde Ú chamado do Gabriel). o anjo n distinto •le Deus (como em Lí 1. Nesta ocasião.01. um anjo trouxe-lhe destruição na forma de uma peste ijuh matou 70 (»D0 pessoas (2 Sm 2-1. 1-14). O AN JO DO S E N H O R . No Novo Testamento. o anjo pralicamenle ê identificado com o próprio Deus..19.10-10.26. Um anjo an iq u ilo u 0 e x é rcito de Senaqueribe. 0 anjo apareceu a Hagar no deserlo p disse-lhe r|iie vol­ tasse para sua senhora Sarai (Sara). Jz 2. a Josá. Em ou­ tras ocasiões. o anjo interveio lambém no monte Moriá. Êx 3. como 110 encontro de Jacó em Betei. mas os inimigos do povo de Deus sempre estarão sujeitos ao juízo angelical |S1 35. a fim de realizar os propósi­ tos divinos. através de sonhos. orientou Filipe para onde deveria ir (At «.7).12. a fim de guiai e instruir seu povo.0 anjo lambém é uma figura proeminente no livro de Zacarias (Zc 1.J3.7). “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que 0 temem. 12. e ns bvra” |SI 34.12. para impedir u morte de Isaque e confirmar a bênção de Abraão. Em outras passagens o anjo é diferenciado dn Senhor (2 Sm 24.2-7) Em Aios dos Apóstolos. ajv.19. 0.13). embora Aios 8.13-211.6).15-22. a fim de instrui-lo a respeita do m enino. O anjo do Senhor aparece varias ve­ zes na história de Balaão (Nm 22 22-35J e é citado na canção de Débora e no cha­ mado de Gideão íjz 5 23.5. o anjo ordenou que sê construísse um altar na eira de Ara una lOrná). e ás m ulheres no relato de Mateus sobre a ressurreição de Crislo (Mt 28. O evangelho de Lucas registra a apa­ rição de um anjo dn Senhor a Zacarias. 0 Templo do Jerusalém foi edificado naquele local (2 Sm 24 10-25.15J. Quando Davi ilesagradou a Deus. Pnslerlormenle.20.ANfO no SENHOR.7) e o instruiu a desaíiar 0 rei de Samaria e seus mensageiros (2 R* 1 3. um anjo instruiu Manoá (jz 13. responsável pela realização rle ura juizo de Deus. 1 Cr 21.36). i um Moisés na sarça ardente e uo livramenlu do Figilo (Gn 31. Quando o rei oron. Concluímos então que o anjo do Se­ nhor ê bastante alivo no Antigo e no Novo Testamento. a liru de anunciar o nascimento de João IL . Na época de Abraão.26) e feriu o rei Herodes Agripa 1 com o juízo de Deus (Al 12.23). por ide tor obedecido ao pedido de Deus (Gn 22 11.1). pro­ meteu também quo Deus múltiplaaria grandemente seus descendeuIes <Gn 16. 2. a fim do mostrar 0 poder do Deiu* tios assírios (2 Rs 19. Um anjo incentivou o desanimado Elias (1 Rs 19.10.< 1. (Ml 1. Dous comunica sua vontade por meio dn um ser angelical. O “ anjo rio Se­ nhor” (as vezes chamado “u anjo do Deus”) é mencionado mnis rio 00 vezes nn Bíblia e é ii porta-voz pessoal de rieiis e seu repre­ sentante diante da humanidade.131. 1 Cr 2 i.712). o anjo é visto como mensa­ geiro divino.5. Mais tarde.2. O. quando ahriu as portas das prisões (At 5. Nos Salmos. o anjo do Se­ nhor é cilado em várias ocasiões.15-18J. lauto em bênçãos como Bm maldições. 3 1.11.12.35: Ta 37.1 II. os anjos tra/em tanto bênçãos coroo juízo. A* vezos. Zc 1. Em certas ocasiões uo Antigo Testamento.T- 54 .I1. 1oram-lhe dadas ins­ truções divinas concernentes a Ismael. 0 jebuseu.11-221 No tempo dos luízes.

o patriarca lacó. conslituia-se em uni agenle de Deus.18-201 Os anjos como executores do juízo de Deus.11.1.21. Infelizmente.7.17). Às vezes os anjos apareciam.7-14: Ez 10. no Antigo Testamento. felizmente. Uma ilustração contundente de um anjo no exercício do juízo divino é encontrada em 1 Crónicas 21.16. para que o ajudasse a alcançar seu propósito (Gn 24. furor. para o fiel cumprimento da vontade de Deus Exem­ plo: o servo de Abraão foi enviado á Mesopotámia. 37. Ao registar as dificuldades enfrentadas durante o cativeiro egípcio. Ap 12. ele ouviu a nosso voz. Nesse caso. 9. ou seja. a aniquilação da cidade foi evitada: “Então o Senhor deu ordem ao anjo.12). Uma das referências mais interessantes aos anjos foi quando Moisés enviou men­ sageiros ao rei de Edoin. A justiça de Deus foi temperada com a misericórdia divina. significa simplesmente "mensageiro". e nos tirou do Egito" (Nm 20. Por outro lado. ajuda ou encorajamento. para cumprir al­ gum propósito divino relacionado com a humanidade.1. seres celestiais que sâo citados frequentemente em conexão com a entronização simbólica de Deus no Tabernáculo e no Templo (Êx 25. o traria à Terra Prometida (Gn 26.26) e Miguel (Do 10.Antigo Testamento. a íim de encontrai' uma esposa para Isaque entro seus parcntns.5).12. Em outras ocasiões.23-25: 8.6. o ardor da sua ira. depois que Abraão lhe disse que o Senhor enviaria seu anjo" adiante dele. e os anjos de Deus subiam e desciam por ela" (Gn 28. enviou um anjo. "Atirou para o meio deles. 55 .19. mas não inclui as relacionadas aos dois anjos chamados pelo nome na Bíblia. Gabriel (Dn 8. Normalmente.21: Lc.7-9. Houve ocasiões era que os anjos tiveram um papel preponderante no propósito divino (Gn 19. depois que saiu de Berseba. Assim.7). cuidaria dele e.7. cujo topo chegava ao céu. Existem também mais de 60 referências aos querubins.12}. houve ocasiões quando a tei­ mosa oposição ao Senhor foi confrontada com a implacável fúria divina. 12.ANJOS ANJOS Existem aproximadamente 292 referências a "anjos” nas Escrituras.27). 2 Sm 24. para designar anjo. "Mas quando clamamos ao Senhor. quais mensageiros de males.16.8. Essa proteção divina é vista pelo salmista como extensiva a todos os que genuina­ mente colocam a conf iança no Deus vivo: ”0 anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem. Jd 9. 2 Cr 3.15: "E Deus mandou um anjo para destruir a Jerusalém”. Os anjos no Antigo Testamento A palavra usada no . teve um sonho em Betei.18-20. no qual viu uma escada "posta na terra.49). 91. Por meio dessa experiência. e os b'vra" (SI 34. um anjo atuou na direçáo de uma pessoa.1-20. Os anjos trazem direçáo. para encorajar o povo de Deus.13. I Rs 6. indignação e angústia" (SI 78.13-16). Exemplo: dois anjos foram a Sodoma alertar LÓ e sua família sobre a iminente destruição da cidade. Esse numero registra mais de 60 referências ao “anjo do Senhor”. o Senhor falou com Jacó e tornou a promeler-lhe que seria o seu Deus. como punição do Senhor por sua depravação (Gn 19. como nas pragas que caíram sobre o Egito. 114 no Antigo a 178 no Novo Testamento. 1.10). que tornou a meter a sua espada na bainha" (1 Cr 21. depois.40). cf.12-15). Hb 9. o legislador comentou. a lembrança da ajuda divina no passado nao foi suficiente e a passagem pelo território edomita foi negada (Nm 20.

2-4) ou um “anjo1 '.. cif.21s. falou sobre "sete santos anjos que apresentam as orações dos santos e entram na presença da glória do Santo".C.3: 4. Os a n jo s e o lou vor a D eus.ANJOS Um dos casos mais dramáticos do retaliação divina ocorreu na derrota de Senaqueribe.6). eram conhecidos pelo nome (Uriel. que cumpris as suas ordens. palavras eonsoladoras" (Zc 1. vós.2-4).34.1. O próprio nome desses seres ("aqueles que queimam”) indica sua pureza como servos de Dous.10. Hebreus e Apocalipse e ocasionalmente nos outros livros. Tobias.20. 56 . o Salmo 148 couvoca os anjos a louvar ao Senhor junto com todos os seres criados: "Louvai-o. Quando Deus criou a Terra. Nesse texto. A mesma ação que produziu juízo contra os inimigos de Deus trouxe livramento ao seu povo. todos os seus anjos. em 2 Esdras 5.13). Santo é o Senhor dos Exércitos: toda a lerra está cheia da sua glória" (Is 6. todos os anjos (conforme trazem algumas versões) rejubilaram (Jó 38. uma grande ênfase ê colocada sobre a santida­ de do Seuhor e a importância do louvor por parte dos anjos que o servem. palavras boas. ministros seus.3.18. No entanto.36J. onde um anjo interlot. Da mesma maneira. Alguns anjos. por exemplo.ulor é citado varias vezes (Zc J . todos os sb u s exércitos celestiais. Eles aparecem com frequência no livro de Zacarias. Um dos mais bonitos papéis desempenhados pelos anjos no Antigo Testamento ó o louvor. Os anjos no Novo Testamento No Novo Testamento.35.21). em 701 a. 2 Rs 19. anjos seus.6 ). cm rusposto à oração do rei Ezequias: “F. os chefes e os oficiais no arraial do roi da Assíria" (2 Cr 32. a partir daí. 2 Macabeus 11. 22 . os quais são líderes e desempenham funções especificas no plano divino ( l Enoque 40. em Tobias 5. que apresenta um forte interesse pelos anjos. o qual to rn o u -se tão d o m in a n te uo p erío d o ínterLeslamentário. 5. O livro apócrifo "Os Segredos de Enoque”. cf. este ensino sobre os anjos é restrito e saturado do e le m e n to e s p e c u la tiv o .5: 1 Macabeus 7 .20 e Rafael. segundo os livros apócrifos. o Senhor enviou tun anjo que deslruiu a todos os homens valentes.4) e.5: 5. G. Tobias 6. Os anjos são mencionados muitas vezes nos Evangelhos. A njos In terlo c u to res. Mc 1.4. quo obedeceis à sua voz.2 . Ed 2..).14-17.44-48. Esse papel do mensageiro do Senhor de com unicar a revelação divina ao profeta traz luz sobre o Apocalipse.4 1 . Santo.9 . magníficos em poder. todos os seus exércitos celestiais” (v.13.4.19: 2. Os anjos no período intertestamentárlo Os anjos foram particularmente proeminentes na literaUua judaica no período entre os dois testamentos (2 Esdras 6. O anjo entõo transmitiu ao profeta a mensagem dada por Deus (Zc 1. onde um papel sim ilar è dado a um anjo interlocutor (Ap 1 . Assim lemos.10). louvai-o.5.7). Semelhantemente. Aios. m enciona quatro deles pelo nome. que executais a sua vonta­ de” (SI 103. ls 37. quando o anjo do Senhor levantou a questão sobre até quando a misericórdia divina seria negada a Jerusalém: "Respondeu o Se­ nhor ao anjo que falava comigo. O salmista exortou: “Bendizei ao Senhor.31-55!.5. desenvolveram-se elaboradas angelologias. 2).9. os serafins — maturas celestiais que são citadas somente na visão de Isaías — ofereciam louvor e adoração. a palavra grega ongelos significa “mensageiro" Iusada com refe­ rência a João Batista. Bendizei ao Senhor. 1 . por sua inefá­ vel santidade: "Santo.

12). rom seus anjos. por exemplo. na Ihróbohi dn Rude.39). Em adição.13).5-7.14) Assim. 1. e enláo recompen­ sará a rada um segundo as suas obras". cf. 2. dele se envergonhará o Filho do homem.10).. onde haverá pranlo e ranger de dentes" fMt 13. com grande clamor de Irombela os quais ajunlarão os seus escolhidos desde os quatro ventos. onde “morreu o mendigo e foi levado pelos anjos para o seio do Abraão".12 foi citado polo diabo.43). o anjo do Senhor teve nm papel preponderante no anuncio dos nascimen­ tos tanto do João Bal ista como de Jesus.11-20) e aos pastores (L. para tentar Jesus e fazê-lo colocar a fidelidade de Deus á prova (Ml 4. Deus "enviará os sous anjos.8. Na Parábola do loio. Mas quem me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus” (Lr 12. e os lançarão na fornalha de fogo.31). Os anjos e o dia do Senhor. Primeiro. Semelhantemente. Ap 3. Em Mateus 16. Lr 22. Da mesma maneira. quando vier na sua glória o na do Pai e dos santos anjos’' (Lc 9.11. ao aparecer a Jose ÍMl 1.AN] OS Os anjos e os nascimentos de João e de Jesus . Mt 10. os quais terão um papel significativo no processo judidal: "Póis o Filho do homem víró na glória d»* seu Pai. pois era vislo contra o pano de fundo da eternidade: “Qualquer quo de mim e das minhas palavras se envergo­ nhar.26). é dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas.33. u Zacarias (Lc 1. o anjo Gubrinl fez o anúncio para Zacarias e Maria (Lc 1.19.21. e os ceifeiros são os anjos. paz nu lerra entre os homens. Lo 4 9-!2).9-12). os anjos são vistos como agenles de Deus. No finai dos lempos. Os anjos são mencionados na intri­ gante passagem sobre o homem rico e Lázaro. o Salmo 91." (Lc 2.13. Os anjos são aitados várias vezes em conexão com a vida cristã.27. no final do seu registra sobre este assunto.9: cf. Mandará o Filho do homem os «eus anjos. Em Lucus. Segundo. lambém no Ml’ os anjos participam do louvor e da adoração ao Senhor. Duranle a tentação. o nascimento de Jesus é anunciado por uma “mul­ tidão dos OxfircilOS celestiais. Jesus disse aos discípulos: “ A ceifa é o Rm do mundo.5). louvando a Deus. Lucas destacou também a participação de Gabriel na escolha do nome de Jesus (2.20-38). Os anjos em cenas de morte e ressurreição. “morreu lambem o rico e foi 57 .50)..13). os anjos participam no julgamento final: "Vi­ rão os anjos e separarão os maus dentre os juslos. e eles colherão do seu reino tudo o quo cnusB pecado e todos os que cometem iniquidade" (Mt 13. mas no tempo e na maneira de Deus (cf. por outro lado. . de uma à outra extremidade dos céus" (Ml 24. Os anjos e o tema do testemunho. Lucas desiatou lambém a alegria trazida pelo arrependimento sincero: "Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Dous por nm pecador que se arrepende” (Lc 15.c 2.11. Vários outros aspecto? do história do nascimento de Jesus são (lignr)S de nola.umprida.49. Os anjos e a tentação de Jesus. O lesteniuulio cristão tem um significado solene. e chegaram os anjos o o serviram” (Mt 4 J 11. Mateus destacou o papel dos anjos no dia do Senhor.26).24. Cristo recusou*se a a c e l t a T a sugestão demoníaca o é interessante que Marcos deslacou 0 ministério dos anjos em sou r«lato ria tentação (Mt: 1. A promessa divina du Salmo 01 foi assim i. da mesma maneira que faziam 110 A l O louvor a Deus era uma de suas atividndes primárias ÍAp 5. com relação ã nossa situação final na presença de Deus e dos anjos: “Digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus. O elemento cio louvor certamente mareou presença no NT. Mateus de* larou: “Enláo o diabo o deixou.20.32. O testemunho do Cristo ora importantn.

23: Io 20.36). ” o anjo do Senhor” encorajou Paido no meio de uma tempestade uo mar. Ez 28. Ele também registrou as instruções do anjo para as mulheres fMl 28. e lembrou aos crentes pecaminosos de Corinto que “os santos'’ julgariam os anjos (1 Co 6. Mc 16. "O anjo do Senhor” abriu os portas das prisões para os apóstolos em várias ocasiões (Al 5 .1 f). ao escrever aos gaiatas. Estava convencido de que nem os anjos e nem quaJquer outro poder criado separariam os verdadeiros cristãos do amor de Deus em Cristo (Rm 8. 7 .2.12-19. Paulo diz que "ainda que nós mesmas ou um anjo do céu vos anuncie oubo evangelho além do que jã vos anunciamos. Is 14. comido de bichos.4-7). onde os anjos faziam algo similar. Lc 24. u idéia é que Cristo.11. Aqui. Na verdade. SI 34.38. para resistirmos a tais ataques enganadores. Embo­ ra os anjos tenham desempenhado um papel importante no tocante a colocação da lei divina em atividade (Gl 3. expirou" (Al 1 2 . fica claro que alguns dos anjos pecaram e uniram-se ao maligno e conseqúentemente também receberão o castigo eterno (cl. 8 ) . Os anjos nas cartas de Pauto.5-7. Mttría MadaJena encontrou "dois anjos vestidos de branco" e depois o próprio Cristo ressurreoto (lo 20.10. que protegem o povo do Deus (Mt 18. seja anátema" |CI 1.5-7.10-17). preparado para o diabo e seus anjos" (Mt 25. há o sombrio repúdio dos que estarão ao lado esquerdo do Rei. Jo l2 . malditos.41). 2 4 ) . Mateus escreveu que um 'anjo do Senhor" rolou a pndra que fechava o túmulo.11).4: Jd 6). será o elo de ligação entre o céu o a terro. 14. Paulo mencionou os anjos caldos.22).7. cf. For o u t r o lado. pois "me recebestes 58 . Incluiu também o ensino de Jesus sobre o casamento no estado futuro: “Na ressurreição nem casam nem sáo dados em casamento: serão como os anjos de Deus no céu" (Mt 22. 2 3 . certamente não deveriam ser adorados Cl 2 18). "o anjo do Senhor" trouxe juízo contra um inimigo do povo de Deus (o rei Horodes) como no AT: “No mesmo instante o anjo do Senhor feriu-o. Mais tarde. 1 9 . logo depois da ressurreição de Jesus Cristo (Mt 28. para o fogo eterno. De acordo com o evangelho de João. Esse comentário afirma ser necessário estarmos em constante vigilância. Finalmente. 1 2 . Paulo tinha menos a dizer sobre anjos do que se poderia esperar. porque náo dou glória a Deus. cf.14). na passagem sobre ns bodes e as ovelhas: “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Aportai-vos de mim. 2. e.12.ANJOS sepultado" (Lc 16. 2 3 ) .3).2.11-18.12-17. Essa passagem lembra o sonho que Tacó teve em Betei (Gn 28.12).30). Lc 24. At 12. como o Filho de Dous. 91. cf. Mateus chamou a atenção para o papel dos anjos guardiões. Lucas fez muitas referências aos anjos em Aios.30. Também admitiu que "o próprio Satanás se transforma em anjo de luz" (2 Co 11. embora reconhecesse que a luta do cristão era contra “principados e potestades" (Ef 6.51). Os anjos no livro de Atos.8] Ele reconhecia com gratidão u bondade iniciai dos gálatas. A partir desta passagem. e citou sua impressionante aparência e a reaçáo aterro­ rizada dos guardas [Mt 28. O destino eterno dos dois foi muito diferente e mostrou uni forte contraste com o contexto de suas vidas na Torrai Anjos apareceram no túmulo vazio.10. Lc 20.5. Deus guiava seu povo o usava seus anjos. Em seu evangelho. Os anjos em outras referências nos evangelhos. embora os saduceus radoualislas negassem a existência deles (Al 2 3 . At 1. cf.19).3).39). 2 Pe 2.11).3 l.2. cf. com uma mensagem de conforto e a certeza do livramento í A t 2 7 . João registrou o comentário de Jesus para Nntanael: "Vereis o céu aberto e os anjos de Dous subindo e descendo sobre o Filho do homem" (Jo 1.

1.1. Mt 26. 20. o pupnl do anjo interlocutor. paru que os destinatários não recaíssem no Judaísmo (Hb 12. Sumário A Bíhlia tem muilo a dizer sobre os anjos. Em Apocalipse. Na segunda. que participam dos seus propósitos.t. Eles foram criados o não devem ser adorados ou louvados. os anjos são men­ cionados num antigo hino muito bonito 11 Tm 3. 16. o lado divino saiu vitorioso.14). as cartas são endereçadas "ao anjo" das seté igrejas (Ap 2. mas são considerados inferiores a Cristo (Hb 1. Por outro lado. ‘\lguns. 14.2). tanto de juízo como de salvação São agentes e mensageiros do Senhor. observado em Zacarias. E o dragão e os seus anjos halalfiavam” (Ap 12. não só na presença de Deus e de Cristo.22-24..53).21 J. A ascensão de Cristo ao Céu.1). Os anjos parlicipam da adoração a Deus p cumprem a > »u a vontade na Terra. numa época de crise iminente. e os seus anjos foram lançados com ele” (Ap 12.a .7). A limilação do espaço nos restringe a quatro observações: prim em í. Pulo contrário.11. existem também muitas citações aos anjos como seres sobrenaturais. Em cada um dos casos.7. são descritos como executores do juízo de Deus sobre a Terra (Ap 9. Referencias sombrias à condenação dos anjos caídos em 2 Pedro e Judas são feitos nos passagens que apontam solenemente os erros dos falsos mestres e sua absoluta destruição (2 Pe 2. São introduzidos numa passagem que adverte os discípulos a atentar para a grande salvação oferecida em Cristo (Hb 2.0-10. 13.22). Nesta batalha.1. Duas passagens eui 1 Timóteo devem ser observadas. Em 2 Pedro 2. um forto contruste é foilo entre os anjos bons e ds maus.9): qitarla.4.2). "quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder. mas também diante "dos anjos eleifos" í lTm 5.1 B).1. 59 . ft. serium punidos.15. o diabo "foi precipitado na ferra. Ds anjos são citados muitas vezes na carta aos 1Iebreus (Hh 2. a .3-12). 22.5-14).11. por todo o livro (Ap 5.8). lambém é encontrado em Apocalipse (Ap 1.2.ANJOS como a um anjo de Deus" (Cl 4. trabalhando ern favor dos seus filhos e protegendo-os.12). Na primeira. onfre outras coisas.1. sugando. 7.7.1 f> : 12. entretanto. Anjos inumeráveis lazem parte da Jerusalém celestial e isso é mencionado como um incentivo a mais. é observada umu divisão entre os anjos bons e os maus.12). cf.18: 3..2.17. "E houve guerra no céu: Miguel o os seus anjos batalhavam contra o dragão." (2 Ts 1.7-9. são servos sobrenaturais do Deus. 19. se rebelaram contra o Senhor 0 aliaram-se a Satanás. em chama de logo. uma séria adverlém ia é feita ao jovem líder cristão. os anjos aqui. Jd (J).iviLhoso que desperta a curiosidade dos anjos (1 Pe 1.»i)’ . ds quais perseguiam os crentes. terceiro. Ao escrever aos lessalonicenses.2.11. 2 Pedro e Judas. como em outros lugares na Bíblia. Os anjos em 1 Pedro.11.14).22. O plano divino da salvação o tão mur. Os anjos no ttvro de Apocalipse.8. 10. Deus ainda estava no controlo de sua criação. os anjos verdadeiros adoram a Deus e reimem-ae no louvoraCrisfo ao redor do trono divino (Ap 5. Estes serão tulgados junto com o diabo.3-#. em contraste com Satanás e < x s outros anjos caídos. Os anjos no livro de Hebreus. ouvia dos para servir a fuvm dos que hão <le herdar a salvação” (Hb 1 14). autoridades e potestades foram colocados em submissão a Ele (1 Pe 3. os quais oram os mensageiros de Deus para o seu povo. significou que anjos.12. São cuidadosarneute definidos no primeiro capitulo como "espíritos ministradores. Paulo declarou solonemonfe q u e os oponentes do cristianismo. a referência é leita aos pastores das igrejas.

2. destaca lambém o crescimento rápido da influência do Abr|a]ão.4).34). Eles tinham conquistado várias cidades do vale do Jordão e áreas ao re­ dor do mar Morto e governavam a lona bá doze arms. No 13'ano.3 . 1 . A tradição diz que Antipas Foi assado vivo num grande recipiente de bronzo.19). Fica claro que o líder da coníedera­ ção invasora ura o rei Quedoiiaomei (Gn 14. contudo. P. pais dirstâca como a região do vale do riu lordãu era cobiçada.. loram derrotados e fugiram."a tenda do meu pai"). A pós Seeanias con­ fessar a Esdras que muitos bomons de Judá tinham-se casado com mulheres de outras nações. Num ataque sntil e inteli­ gente. Arão e M oisés (Êx 6. Da tribo de Levi. o Se­ nhor recomendou b o s cristãos que náo renunciassem tt fé. juntamente com o resto dos cidadãos.D. S in a b e e Senwbtír). 1. Neto de Benjamim e filho de Bela. A vitória dele sobre esses monarcas é de grande signifi­ cado. Uni dos quatro reis da Mesoporãmia que invadiram a Palestina d o tem po de Abraão (veja também Áríoque. Esdras e os judeus se arrependnram e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10.59: 1 Gr 24. Descendente de Judá. o merarila. Um dos descendentes de Saul. B irsa. Descendente de Bani.20).d.13. ANTIPAS. perseguiu Quedorloomcr e alcançou-o bem ao norte. bem como sua separarão final e completa fia antiga existência. os rfis dessas cidades mbalaram-so e lulanun contra os invasores (veja B om . AOÁ. Adaias. A aliauça daqueles reis.7. ANRÀO.8).5). Sua esposa Joquebede deu-lhe três filh o s: M iriâ. foi um dos sacerdotes que se estabeleceram em Jerusalém depois do exibo babilónico (Ne 11 . era filho de Coz (1 Cr 4. o sobrinho de Abrão (Ló) que morava em Sodoma. Era filho de Sasaque I I Cr B.ANRAFEL A N R A F E L . Filho de Aisamaquo. da qual Aurafel fazia parte.4.24I. p. Anrão estava entre os que se casaram com as mulheres es­ trangeiras. que in d u ia as cidades de Sodoma e Gomorra.g. 2. 18: Nm 26. Etã. Levaram cativo. Os quatro reis capturaram uma grande extensão dn terra. no lempo de Neemias lEd 10. a influência de Abrão na "Terra Prometida” cresceu caria vez mais. 1. Um dos quatro filhos de Coalíi e neto de Levi (Êx 6.2 . Veja HerO<J<t$ 2 .46). Ao falar à igreja em Pergamo. da tribo de Dã (Êx 60 .18: 23 12.581: 1 Cr 6 . ANUBE. Desse punto um diante. Novamente. Descrito como "testemunha tiel" de Deus em Apocalipse 2. Isso fez «om que Abrão entrasse tnn cena. 12 ). Abrão derrotou a confederação daqueles reis e reiornou com Ló e sua família |Gn 14. pois é vista em Génesis 14 como a vitória do Senlior e indicava o estabele­ cimento de Abrão em Canuá. sen descendente. ANZI (Heb. mesmo após o martí­ rio de Antipas Essa cidade é descrita como o lugar “onde Satanás habita' Era um centro de adoração ao imperador. Possivelmente seja o Aias de 1 Crónicas 6. A N T O T IA S .C. sob o plano soberano de Deus. rias quais tomaram todo o es­ pólio. na província da Asia.20: Nm 26. Líder de clã enIre os coatilas |Nm 3. Um de seus descendentes. "minha torça' ).34-17).2). filho de Bani. AOLIABE (Heb. veio da mesma região que fora o lar de Abrão. O relata de Génesis 14 é de particular interesse.13). Essa genealogia tem um significado es­ pecial porque vai do filho caçula de Jacó até Saul (1 Cr 8. Quando ouviu o quo ocontocera. a poutO de justificar Luua aliança «t atrair reis de terras Ião dis­ tantes. ser­ viu como músico no Templo (l Cr 6. Qu^durluuuivr e Jhíul\.

Como qualquer discípulo de João que não lomou parte do grupo apostólico. os quais. Sua chegada a Éleso abriu as portas para os judeus. a cidade de Alexandria.{5. “demonstrando'1 (outro ter­ mo retórico 1 pelo Antigo Tfcslamenlo que 61 . de maneira que toda obra no Tabernáculo foi realizada para a glória do Senhor (Éx .2). usavam a própria residência Gomo "igreja local" e convidaram Apoio para visitá-los.2. Apoio queria exercer seu ministério do outro lado do mar Egeu. recebeu formação de "nível uni­ versitário'* em retórica. APOLO. Era um ensi­ no disponível apenas para a elite. provavelmente ele precisava entender as implicações teoló­ gicas dos eventos firiais rui vidú dn |esus. “Poderoso" era um termo retórico para lógica e persuasão. ressurreiçãoe volta ã Terra para reinar. Sua vinda fortulecnu clarameute o testemunho oristão na i idnde. Obvia­ mente. Inicial­ mente. isto á. na província da Acaia. lesus era o Messias prometido (At 18. como ourivesaria. inclusive sua morte. Pelos padrões do primeiro século. Nasceu e foi educado n. contudo. PriseUa e Áquila eram o elo entre as duas igrejas (Al 18. eram d escrito s nomo “sem leiras e índijutos1 ’ Al 4.3 e citado). Provavelmente. onde foi ouvido por Priscila e Áqiiíía. nu Egito. e figurou entre o limitado número de judeus que possuí­ am cidadania alexandrina. é aprecontadu como um lormidável judeu cris­ tão. onde Ls 40. cuju pre­ gação resumia-se em preparar o caminho para lesus. Lucas diz que Apoio era “poderoso" no uso das Escritu­ ras.31J.2). apologista e debatedor. na grandemente valorizada educação grega. presumivelmente pelos discípulos de João Batista. i ledíndo que o recebessem. Apoio pregava na sinagoga de Éleso. como o apóstolo. O cuidado pastoral de Pau­ lo p a sua consideração por indivíduos sãn frequente mente destacados em suas cortas. Um dos filhos de Naddbe: Apaim foi pai de Isi (3 Cr 2. Era um Importante obreiro da igreja primitiva.i “segunda Atenas”. que fora teclado e "apro­ vado rm Cristo" (Rm 16.10). "faces"). Deus Liie ileu lam­ bém a habilidade de ensinar a outros lais técnicas.30.APQLO 31. nenhuma informação adi­ cional é dada. Embo­ ra este ensinasse sobre lesus "diligente­ mente". cuja capital era Corinto. Paulo enviou saudações a esse cristão romano. A mensagum do Batista linha so espalhado além das fronteiras da Judéia. em termos de educação formal. era líder na tribo dp Juda.24). Mc 1. A PELES. dois grandes ministros da igreja primitiva e implementadores do minis­ tério cristão. linha excelentes qualidades cm diferentes tipos de trabalho manual.34 a 36. a igre­ ja em Èfeso o bui orajou a ir. e combiuava seu conhecimento exauslivo do AT com sua educação secular ua arte da retórica (compare Apoio com outros pregadores. Talvez ele tenha. Como homem ins­ truído".24-28.13). os dois preencheram as lacunas do conhecimento dele. qun era ao mesmo tempo receptiva e an­ tagónica ao cristianismo Ele íora "inslrufdo no caminho do Senhor" (d. Ele aprendeu a arte da habilidade nos debates em sua Bduoação secular e usava Isso de manei­ ra excelente. Nessa época. O fato de que pertencia ao mais elevada quadro social daquela famosa cidade õ indicado nos termos selecioaodos por Lucas em sua bieve mas altamente inturmativa descri­ ção em Atos 18.6). Foi indicado pelo Senhor para au­ xiliar Bezalel no artesanato e nos dese­ nhos dos artigos do Tabernáculo. sofrido persegui­ ções. marcenaria e mesmo confecção de tecidos. até o Egito e Asia Menor. devido aos seus elevados custos. Escreveram unia carta de recomendação para os cris­ tãos i oríntios. Apoio for­ taleceu grandemente u comunidade erislá de Corinto e colaborou na discus&ão com os judeus que haviam trazido uma APAIM (Heb.

5. a opinião d» alguns sobre o ministério de Paulo foi expressa em linguagem retóri­ co.\hadom . pois sua presença física era fraca.1. Os que se converteram por meio des­ se ministério. ao chamar tal atitude de “imatura" e "mundana". ao fazer isso. revela as funções distintas de cada um. isto é. com seu espirito competi ti vo. quando começaram a sur­ gir divisões apos o retorno dele a Éfeso.11). Ele poderia assegurar para sí mes­ mo uma vida npulenia. nem o estilo eloquente. por esse motivo. viam a si mesmos como pertencente» a Apoio. o Lobbv de Apoio foi capaz de convencer a igreja de que seus interesses seriam mais bem atend id os se ele retornasse. seculares. O tex­ to de 1 Coríntios 16.1). usando as Escri­ turai parn “cuidar do assunto" (At 18. cooperando conjuntamuute pura o crescim ento da igreja. mas continuaram empe­ nhados em prol do Liem da igreja. em detrimento de Paulo. Apoio — tutu educação u qualificava para trabalhar confio advo­ gado — eslava envolvido com Zenas. desLacando que um plantava e outro re­ gava. Ciúmes 0 rivali­ dades entre professores era exatumente o que mestres e discípulos seculares fazi­ am. ua l ula pela reputação de suas escolas e por mai­ or influência nas assembleias políticas (l Co 3. em termos. trabalhando como orador e advo­ gado: entretanto. Num debate público.15). escolheu usar seus fa­ lemos e privilégios em favor do reino de Deus e. Veja .3. cf 1. duvido à sua edu­ cação. lím Tito 3. Isso Indica que Apoio ainda estava engajado no ministé­ rio cristão em tempo integral e. pois sua apreseutação carecia das qualidades considera­ das aceitáveis piara uma audiência bemeducuda e so fisticad a com o a dos coríntios (2 Co 10. as finanças necessárias. necessitava de sustento 11 Co 0. pois julgou que não seria "boa ocasião". Tánto Paulo como Apoio eram de tal estatura espiritual. I I ). I a 4: seria niencionadu como cabeça. quando respon­ deu às carias dos coríntios Ele apenas se recusou a envolver-se nos métodos secu­ lares do pensamento dos crentes daque­ la igreja. embora este tivesse exercido um ministério eficiente □a cidade por L8 meses IAt 18. embora considerasse que em outra opor­ tunidade aceitaria. O uso dos lermos "acerca do irmão Apoio” 11 Co 10.13.12) indica que o apóstolo respon­ dia a uma questão que iora aprese atada na carta q u e recebeu dos coríntios (1 Co 7.12 indica que Apoio recusou o convite para retornar a Corinto. porque apena* Deus podo criar uma congregarão e faztíla crescer 11 Co 3. Nos dias que se seguiram. Seu nome seria usado comparativamente nos tris­ tes problemas em 1 Coríntios caps. Esse julgamento havia colocado os cristãos debaixo de um guar­ da-chuva judaico e parece que Apoia cumpriu a ordem do governador.61.AP0 L7 0 M acusaçãu criminal i ontra Paulo diante do governador Gálio. Paulo pediu a Tito que providenciasse tudo do que precisassem para a jornada. Em 1 Coríntios 4. h .6. Dado o amor que tinham pela oratõria secular. quando loi acusado de que não pos­ suía nem a presença carismaLica de Apoio.w. ao contrário. que nenhum dos dois reagiu ao jogo de poder dos coríntios. o apóstolo condena a competição entre o lobbv dele e 0 de Apoio. Os coríntios demons­ travam muita preocupação sobre quem eram Paulo e Apoio.14).2») Apoio permaneceu algum tempo em Corinto e engajou-se uuina obra promis­ sora. ele refutou as acu­ sações dos judeus e provou pelo crivo das Escrituras Sagradas que a afirmação dos cristãos de Jesus ser o Messias era verda­ deira (Al 18. con tribu iu graudemerite para o testemunho cristão o a dofesa da fé. "doulor da lei“ (talvez melhor entendido como "assistente legal") em Creta. lalvoz nao intencionalmente. quando as coríntios o convidaram para trabalhar ali. Paulo.10). 62 . A P O LIO M . Paul o não demonstrou qualquer ressentimenti ■ contra Apoio.

alguns manuscritos trazem "setenta e dois*’ nos w. Jo 6 . 5 . 6 7 .28) e a agonia no Getsômani [Mc L4. qualro dos apóstolos eram pescadores — Pedro. Quinto.15). mesmo após seu retorno ao Pai (Jo 14 1»). 1 7 : Mc 4 . provavel­ mente Judas íscariotes era o único judeu (nãogalileu) e Simão chamado “o 29loto” ou **0 cananeu”.24-28). a fim de compartilhar o Evangelho com outros. Os quatro evangelistas mencionam que havia doze lideres (Ml 1 0 . Os nomes dos apóstolos «ãu relacionai los quatro vezes. que significa. Marcos 3. Tomé era ih amado Didimo. este termo lornnu-se mais amplo e abrangeu também outros cristãos que cumpriram tarefas de destaque na área de evangelização e missões.2-4. 1 .26.16-19.57-62) e desse grande grupn Ele selecionou os setenta (Lr. ensiná-los e capadto-los para o testemunho cristão (Jo 14. 2 4 ) .1-20. 1 .12-261 Um estudo dessas listas e dos nomes apostólicos no evangelho de (oão revela talos interessantes. Tiago e João. A escolha dos Doze Os primeiros apóstolos loram escolhidos diretamente por Jesus (Mc 3 . Com o tempo. b oi Mateus 10. 1. Eles entáo seriam capazes de sair pelo mundo. 12.27J.26: 14 31: 16. André. hem como os doze (Lc 9. 1 0 : 0 . ”0 gémeo" lio I I. Quarto.16.APÓSTOLOS APÓSTOLOS O vocábulo “apóstolo" ído grego apostolou quo significa "mensageiro” ou M euviarlo"’ Jó o nome dado u alguém enviado pára uma missão por outrem. 7 0 . 63 .1.37: Lc 8. Lucas 6.17) Terceiro. As vezes.40-45: Mc 4. 3 5 . e os mandasse a pregar" e a fim de participarem do ministério de Jesus (Mc 3.8: 22.. Desses. 7 . fo­ ram t hamados Boanerges. Foram escolliidos "para que estivessem com ele. No livro de )oão. Pedro. Eles o conhe­ ciam e amavam e queriam ser seus seguidores. dois discípulos. André era tam­ bém incluído. como na ocasião em que os discípulos perguntaram a lesus sobre quan­ do o Templo seria destruído (Mc 13. 2 . 2 2 .17). Essa comissão é citada repelidas vezes (Mt 28. 10. Tiago e João. 2 0 . após a ressurreição de Cristo. embora frequentemente falhassem muito (Mt 8. 3 .511.40. L c b 1 3 . A escolha destes ullimos tinha um propósito duplo. onde Mallas foi numeado como substituto de judafc Iscariotes (Al 1.1-6).40-49. “filhos dn trovão”. Lr. 1 5 : !•> 1 5 . o Senhor lembra aos discípulos qual (t a Comissão deles: 'Assim como o Pai me enviou. Lc 24. Mc 16. como a ressurreição da filha de lairo (Mc 5. 8. Mal eus ou Levi possivelmeute tinha bom nível do instrução um cobrador de impostos e considerado colaboracionista tios autoridades romanas que dominavam a Palestina naquela ppoca. At I 3). 9.4) Segundo.28: Jo 20.15.1 6 1 e indicados depois de uma noite de oração.12). Ele enviaria o Espírito Santo. em busca da díreijão divina (Lc 6. eu vos envio" (Jo 20. Essa serie uma tareia cheia de desafios e que exigiria muito dehís: mas o Senhor prometeu estar com eles e ajudá-los. 9. possivelmente era um revolucionário político Eles formavam um grupo heterogéneo e somente u lealdade comum a Jesus os mantinha juntos.10: 20.25. 1 1 1 : 2 0 . A relação única dos doze com Jesus Havia mui las pessoas que desejavam seguir a Jesus (Mt 8 18-22.32). a Transfigura­ ção (Mc 0 2. 9 . Lt. 1 4 .16-20.21).24).26. 15. No NT esse termoé usado para identificar os primeiros lideres do movimento que se íormou em torno de Jesus de Nazaré. Tiago o João formavam um circulo de amizade mais próximo e estavam presentes com Cristo em várias ocasiões memoráveis.14. Primeiro. provavelmente reforindose ao ‘‘temperamento esquentado” deles |M c: 3.14-I6 e Atos I 13. cf. a fim de. Lr. 7 1 . 0 .

28: Lc 18.28. a fim de crer nas boas novas de salvação (Mc 1. Jesus também insistiu para que o povo se a r r e p e n d e s s e . era uma ligura bem conhecida uos círculos de amiza­ de de João e gozava da total confiança de Jesus Dois outros discípulos devern seT mencionados.27-29. cujo ato de traição contra Jesus resultou em ser colocado sempre como ídtimo nome uas listas. Estavam conscientes da uuponòneia do arrependimento e tinham dado os primeiros passos para reafirmar o relacionamento com o Senhor fMl 3.7-14). No outro exliemo da escala eslá a trágica figura de Tudas. há miulo prometido.APÓSTOLOS Devido ao grau de aproximação com Jesus. Era totalmente natural que tal questão fosse levanlada quando o custo do compromisso parecia tão elevado. por porte do povo da aliança (cf.18-20). At U 6 -1 0 ). 13-16. haverá paia nós'.27. O dis­ cípulo uniuilo lambém ystava presente durante a crucificação» quando foi-lhe dada a responsabilidade de cuidar da mãe de Cristo (. Mi 10.23-25). esteve presente com Pedro na (jena do tumulo vazio e na pesca milagrosa no mar deTlberíades Ilo 21. Ml 4.1-3. A dedicação dos doze Alguns dos apóstolos de Jesus eram provenientes de uma associação prévia com João Batista (Jo 1. Mc 10. Pedro é sempre mencionado nm primeiro lugar e Judas Iscariotes em ultima.2J. perguntou. Evidentemente Pedro era o lider do grupo e claramente serviu como porta-voz deles em várias situações (Ml 1f> . durante a última Ceia.16). o escritor deste livro notou que esse discípulo estava próximo a lesus e loi quem Un. cf. "deixando as redes.28-30) As alegrias da vida no reino de Deus seriam mnis do que compensadoras por todos os sofrimentos e provações q u e passassem por sua causa |M l 19. Ml 3. 64 .29. então. Lc 18-20. Mc 1. 18-20. A tradição crista geralmente assume quu st. onde se sentariam em tronos e julgari­ am as doze tribos de Israel (Lc 22. O próprio Jesus reconhecera a lealdade deles em meio a tempos difíceis e prometeu-lhes grandes bênçãos em seu reino.35-42). e eles imediatamente. embora haja discussão quanlo a isso. Em outra ocasião. Tomé disse estoicamenle aos demais discípulos: "Vamos nós lambém para morrer com ele" (Jo 11. cf. Mc 0.20. PaTa os doze.ti9j. o seguiram" (Mc 1. Em todas as listas com os nomes dos apóstolos.Jo 10. "Nós deixamos ludo. Lr 3.30).30. o chamado ao d i s c i p u l a d o envolveria o abandono da cena da vida familiar. e le seguimosl O que.20). voltasse as costas para Os pecados do passado e abrisse seus corações. Haviam participado de um movimento nacional da volta para Deus. Assim.7.3-10. Por isso prepararam-se a fim de receber a Jesus como o Libertador de Israel. algum reconhecimento favorável deve ser dado ao "discípulo amado1 *. a fim de exercer um ministério itinerante com Jesus.5.1. Lc 9.1618. De qualquer maneira. Pedro e André íoram convocados por Cristo para se tornarem pesca­ dores de homens. citado apenas uo evangelho do loõo e nunca identifi­ cado pelo nome. Posteriormente. sobre a ideutidade do traidor (Jo 13.''" (Mt 19. Aparente menta. Mt 3.25-27). Jo I*. ftissou a ser visto como traidor de sangue inocente" e confessou seu pecado antes de se matar [Mt 27.15: cf.l>8. pelo seu grau de amizade com Jesus.5). balava do próprio aulor do quarto evangelho. O chamado para o disclpulado implicava exigências radicais e en­ volveu um compromisso total Numa ocasião Pedro lembrou a Jesus os sacrifícios que ele e os outros discípulos fizeram.28).

2 Go 23. os após­ tolos corajo.1-4) Segundo. c > Mestre dos mestres. em particular.30). De lato.l 18.19.samente testemunharam sobre a veraddade da ressurreição de Cristo. e Pedro as relacionou resumi­ damente em seu discurso em Atos 1.13). Os apóstolos declaravam solenemente que podiam testemunhar com certeza que Jesus estava vivo (At 3.30. bem como "ministros da palavra” (Lr 1. para ser apóstolo. M . o testemunho apostólico realçava u importância da cruz e da ressurreição. 3.36.39-42. que Jesus de Nazaré fora morto por meio de crucificação. para os quais confiou o futuro de sua Igreja.21. cf.38.17-26. 10. O testemunho deles. Dt 17. que era lambam o Senhor (Jo 13. mas. Jo 3. 17. o título de "Mestre" foi usado com referência u Cristo mais frequentemente do que qualquer outro Ululo nos evangelhos (Mt 8. Vários aspectos estáó relacionados nessa declaração. 4. Jeaus falou-llieí.32-39). da necessidade de sua morte.62: Lc 9.19.1. Ele ge­ ralmente ensinava por melo de parábolas. 13. ensinamentos.31). o propósito do testemimho ocular dos apóstolos foi enfatizado. o a inscrição informava isso a todos "em aramaico.11. Em público.10: 5.a respeito da natureza de sua vida e seu trabalho.32: Lc 7. a qual exigia qtie toda verdade fosse esta bei ed da p e l o testemunho de duas ou três testemu­ nhas — um princípio que é ensinado repeUdameute na Bíblia (Nm 35. a maior ênfase possível era colocada nos fun­ damentos históricas dn vida e obra do Jesus. certamente Ele dirigiu a maior parte de sua instrução para os que estavam mais próximos. Lc 8. A qualificação dos doze Havia qualificações bem definidas para o apostolado.16. morte e ressurreição não eTum fábulas.10.15. desde seu batismo até a ressurreição. Lucas.25-3QJ. Assim.33.31. 1 Tm 5. associado ao ensino das Escrituras (At 2. servia para confirmar a mensagem cristã. 13. 13.24. Esse mesmo testemunho foi for­ temente firmado nas palavras iniciais de 1 João 11. da certeza de suu ressurreição e de sen retorno final em poder e grande glória (Ml 16. Por essa razão.34. especialmente dos doze.28). Foram excelenlemenle ensinados por Tesus. dedicou grande parle de seu lempo e atenção ao treinamento dos discípulos. dopois que Riu deixasse a Terra.2. na introdução do seu evan­ gelho.9-15]. 10. Primeiro.25-32.20). destacou a importánda dos apóstolos como "testemunhas oculares".21. e isso é repetidamente desJaGSldo na pregação deles lAt 2.APOSTOLOS O treinamento dos doze O Senhor sabia quo suu missão seriu depositada nus mãos dos que a terminariam. mas fatos solidamente comprovados. era preciso que a pessoa tivesse teslemunliado todo o ministério publico de Jesus.3 8 :1214. Intim o grego" (|o 19.25.:<2. 19. M c 8.6. 10.26.34: 14. explicava tudo clara­ mente aos discípulos (Mt 13. Foram escolhidos pelo Pai e pelo Filho como os 65 . 20.12-22. A autoridade dos apóstolos O falo de que os apóstolos foram as testemunhas oculares de Jesus deu à mensagem deles uma autoridade exclusiva. A fé cristã foi ussim apresentada de maneira tal que hourou o princípio das múltiplas testemunhas.24. 12. Assim. Enquanto a execução foi atestada por muitas pessoas.16). Esse critério estava em harmonia com u bem conhecida lei judaica da evidência. Seus milagres. Hb 10.10-20.1-13. os quais os após­ tolos podiam confirmar como testemunhas oculares. Mc 4 .30-32.40. Era dn conhecimento público no primeiro «óculo.2-2.2). Jo 5. Mc -4. ora Jerusalém.31: 9.15.

10]. onde eles encontraram Apoio. Foram as testemunhas oculares e os ministros da Palavra. foi comissionado divinamente (Al 9 . paia incluir Paulo e Bamafré.15 a 2. Ap 2.1: 15. quo incluía Tiago. 1 4 ) .1 8 ) .7]. mas 66 . Cl 1 17). Jo 13. foram divinamente apontados como “ministros do Palavra" (Lc 1.. Além tio mais. Os apóstolos claramente tinham nm lugar especial na missão de Deus. Paulo encontrouse com ele naquela cidade. foi mu evento de grande significado na liisiória do cristianismo. que participaram juntamente com eles no labor evangelistico o missionário. Paulo separou-se do casal em Éfeso. Náo se sabe quando se converleu ao crislianismo. Sumário Em resumo.191.AQ01LA oomunicadores ilu mensagem urisLâ |Lc 0. 3 .13. 1 0 . insistiu om afirmar que era apóstolo. próximo ao mar Negro) ou em Roma. os apóstolos tiveram a responsabilidade primária da proclamação do Evangelho e do cumprimeutu da Grandu Comissão. mas também reconhecia os "apóstolos" num sentido mais amplo.1. fPara mais detalhes.7. veja os verbetes dos nomes individuais. como Estêvão e Filipe. 1 5 .I a .12. quando suas credenciais loram questionadas (1 Co 9. pois R f u J o . Lucas ampliou seu uso do termo “apóstolo". 15.1). 1. 2 Co 1. Assim. Cl 1. O papel do apóstolo Paulo A mais excelente figura uo eumprimeuto da missão apostólica foi a do apóstolo Pa ti­ lo.2). Silas e Timóteo (1 Ts 2.1. trabalharam e per­ maneceram juntos Quando chegou o tempo do apóstolo viajar para a Síria.2: 10.C. 1 5 : 2 6 . Um judeu crisláo. Aquila começou a trabalhar em Corinto.a .2).2). O apóstolo Paulo foi um excepcional líder na larela de levar o Evangelho ao mundo daquela época. Fabricante de lendas. “águia”j.13. cuja conversão e narrada três vezes no livro de Aios (At 9 . no Pouto (ura an­ tigo distrito da Ásia Menor. 2 2 .1 B ) . Foram (orça­ dos a abandonar sua casa na capital roma­ na.9. Al 1. instigados por um lal "Cresto" (umu possível referência a Cristo). Ele viu o Senhoi ressuscitado o foi chamado para a obra pelo próprio Cristo. Andrâuieo 0 Júnia (Rm 16.t . irmão de Jesus (Cl 1.19. Em 49 d. Pa ido afirmou o papel dos doze (1 Co 15. mas provavelmente isso acou* teceu em stia lerra natal. 9 . e até os confins da terra" (Al 1. como eram da mesma profissão.8).7) e os 'apostolas da igreja” (2 Co 8. 2 0 . dois dos principais missionários entre os gentios (At 1 4 4 . ÁQÚILA (Gr. Esle era instruído nas Escrituras.2: Gl 1. e o Crislo ressurreclo disse a eles: “Mas recebereis poder. assim como os doze. ao descer sobre vós o Espírilo Sanlo. a Igreja certamente foi edificada 1sobre o fundamento dos apóstolos. por causa dos constantes tumultos que causavam. ele e sun esposa Priscila deixaram Roma e fo­ ram para Corinto (At 18. 1 5 .10. e sereis minhas testemunhas. 1 4 .18. quando o imperador Cláudio ondenou a expulsão de todos os judeus da região.” (Ef 2. o papel de Paulo foi desem­ penhado pur indicação divina.6. Paulo finha convicções muilo lortes quanto ao seu apostolado (1 Co 1. tanto em Jerusalém como em Ioda a ludéia c Samaria.. Aos olhos de Lucas.41).1 9 : 2 2 . Embora houvesse “falsasapóstolos” na Igreja primitiva 12 Co 11. Em várias ocasiões.2$).18.20] ESI es foram seguidos por oulros.19).ifl. ÁqOilae sua esposa JYiscila foram juntos (Al 18.1. 1 .

Na genealogia que estabelece a linhagem real de lesus. quando os filisteus subiram para lutar oorilra Israel Aquis convidou Davi para ir junto.se com Áquis. AR ADE.22. 1 .2: 29. Ele tinha convicção de que seria o Senhor quem o colocaria finalmente nó trone de Israel e jamais chegaria ao po­ der pur meio da ãjuda dos inimigos de Deus. Seu pai era Maoque (1 Sm 27. o inimigo de Neemias. enquanto Tugia do rei Saul. d . em dian- AQUIM. na época de Davi. o iilbo do lessê fugiu para Áquis com 600 homens c suas respectivas Famílias O rei filisteu deu-lho a cidade de Zidague. Poste­ riormente. Enquanto Davi receb ia ajuda de Aquis.16). apa­ rece na genealogia quo vai de Benjamim ate Saul (1 Cr 8. Esdras 2. Um dos filhos de Dlsã e irmão de Uz. pois estnva com medo do rei filisteu.1 í))A ultima vez em que são meuduuudos é em 2 Tlinóteo 4. dois escravos de Simei Iuginim e rBlugmram--. Aquila e Priscila o convidaram para visitados e "lhe.5 registra que 775 dos des­ cendentes de . listadú entre os fundadores das nações Seus descendentes. declararam com mais pre­ cisão o caminho de Deus" (At 18. m . “jumento selvagem"!. Esse ataque combinado de vários reis filisteus culminou com a morte de Saul e. Um dos filhos da Berias.15.141.40). Fiel a sua determina­ ção de não matar 0 ungido do Senhor (Saul|.se em sua casa (1 Co 16. do décimo século a. no deserio. Aquirn aparece como pai de Eliúde e fdho de Sadoque (Ml 1.18.1-11). ondo ftiulo exorta Timóleo a mandar-lhes saudações.17). se 1 Reis 2. G filho de Ará. Rei de Gale.19). quando na verdade atacava as cidades da F ilístia. Na se­ gunda ocasião II Sm 27. Secanias.1 Cr 7. p .10 diz que o número dos que retornaram foi de 652).23. Disâ foi o lider ilo i lã dos boreus. loram identificados com os sírins. Filho de Sem iCin 10. O relacionamento do Israel com os arameus. ou. era sogro de Tobias.4|. os quais viviam em Edoni (Cn ‘J6 . Muitos em |uda estavam Ligados a Tobias por ju­ ramento e por isso o informavam de lo­ dos os m ovim entos de Neemias l.26). 2. Davi dava a entendei’ a Aquis que tazia incursões e guerrilhas om Israel. par duas vezes buscou refúgio junto a Áquis em Cale. Eles também linharn uma igreja Teu Liindo-.g .3.Ara rotoroarnm do exílio com Noamins (Ne 7. ARÁ. tais como Uz Géter e Mas. Maaca. uias os outros reis não permitiram.Ne 6. ARAM. 1 . ARA IHeb.39 reíere-se à mes­ ma pessoa anos mais larde. 3. Na primeira vez (1 Sm 21. Um dos filhos de Ula e descendenle de Aser: figurava entre os homens valentes’' de sua iriho (1 Cr 7.r. Davi então retomou ao seu acampamento. AQUIS (Heb "o rei dá ). P osteriorm ente. para estabelecer-se.c.C. da tribo de Aser Í.38).2 8 :1 Cr 1.2). no tempo estabelecido pelo Se­ nhor.1-12).42).30.10-15).10. foram identificados como fundadores das tribos oramaicas que ori­ ginalmente bahilaram em Canaã.ARA conhecia apenas o butismo 11e Juão. 1 Cr 1. Eles viveram na Mesopotàmia eno Nordeste de Israel. Davi. 67 . ARÃ.1. pois temi­ am que o filho de jessé se voltasse contra pies (I Siu 28. Na segunda passagem. Ao escapar de Saul e ser considerado maluco por Áquis. ele fingiu ser louco. durante o reinado de Saiomâo. nunca fez algo que ameaçasse seu povo. Inanirj considerava Aquila « Priscila amigos leais e colaboradores em Cristo O casal arriscou a própria vida por ele e fúl do grande valia para as igrejas entre os gen­ tios (Rm tfi. D a v i tomou-se rei. Davi es* cundou-se na cavem a de AdiiJão. Era um dos Ires filhos de Jeter.

Mais tarde. como: "Talila cumi” (qtití significa: ' menina. foi marcado por constantes conflitos. competente e firme como uma torre [Éx 6.4-8). 2 9 .V. Arão era o lipico "irm ão do meio". 9 : etc. 2 2 : etc.46).6b|.1). A R Ã O . Primeúo. de personalidade forte. Logo apos a divisão do Keino. . mas seu posterior de­ senvolvimento lou a falia delel sugere que sim. ao posso que Miriã jã ora uma jovem cheia de si l Êx 2.Ml 27.Lv 10. ele se en­ contrava entre o bebé que exigia lotai atenção e ainda por cima atraía a admi­ ração dos vizinhos e unia irmã autoconfiante e incisiva.Aser (1 Cr 7. 3. Deus talou diretamente com ele apenas duas vezes (Èx 4 . Listado como membro da Iribo de . Tinha trés anos de idade quando Moisés nasceu.21). d seu irmão Moisés. 2 Um filho de Quemuel. Em duas ocasiões. eu te or­ deno. 2 4 : 2 4 . quando ficou no 68 . Saul luIou contra os reis de Zobá (veja 3 Sm 14. Èx 7 .22. o íilho de Jessé lutaria contra o rei Hadadezer.2 3 .34).471 Davi casou-se com a lilba do rei Talmai. Abiú. 0 aramaico era a lín­ gua vemacula em Israel nos tempos do NT. irmão de Abraão. por que me de­ samparaste?" . numa lamília de três filhos. Ele foi en­ viado para prover uma voz para as pala­ vras de Moisés lÈx 4 . 2 7 .Arão nasceu durante a opressão de Israel no Egilo. Há registros de alguns textos em aramaico n o. 1 Cr 3. 2 .2 ) —participando lambém dos mo­ mentos de oraçáo (Nm 1 6 . Ele < j esceu. O íalo de que o idioma arainaico *íra menos complicado do que o acad ian o ou h eb raico ajudou na popularização de sua cultura. casou com Eliseba a teve qualro filhos (Êx 6. Desde cedo. uma fraca aquiescência ou uma impotência quê o fazia agilar-se interiormente? Durante toda a narrativa do Êxodo. lemá sabactànl.6). 1 . D i . Seria ele a “ovelha negra" da família? Não temos muitos de­ talhes sobro isso. espre­ mido como sanduíche entre sua irmã Miriã. l . principalmen­ te durante o reinado de Joú. Subordinou-se a Moisés em todo o período das pragas (cf. S.Nadabe.2 U i . Deus meu. quando reivindicaram a liberdade dos israelitas diante do Faraó.3. 9 ) Apenas uma vez o nome de Arão recebe a prioridade de irmão mais velho (Nm 3. entretanto. Seus pro­ vérbios e textos mágicos eram muito abundantes. 1 4 . portanto. o clamor por sentir-se abandonado ua cruz (que sig n ifica: “Deus meu. Eli. Arão é um auxiliar de Moisés. quando o "Senhor dava vitória a Davi por onde quer que ia" (2 Sm tf. TJm dos filhos de Semer.). a quul deu-lhe som lilho Absalão em Hebrom — um rclacíonamnuto doméstico cheio de problemas (2 Sm 3. A principal divindade dos arameus era Baal.41) e “Eli. História de Arão . Naor.2). Arão agiu in­ dependentemente de Moisés e ean ambas as vezes acouteceram desastres despro­ porcionais. 7. As guenv llias continuaram durante □ reinado dn Salomão. mas evi­ dentemente antes do edil o genocida de Êxodo 1. B. Eleazar e Itamor Seria interessan­ te especular se a açãD presunçosa de Nadabe e Abiú (Lv 10-1) não loi provocada por acharem que o pai tinha uma atitude subserviente demais para com Moisés e desejavam conquistar uma maior liberdade de ação e pensamento na família sacerdotal — e o silêncio de Arão (Lv 10-3) seria uma tristeza muda. 7 . 1 .5) e compartilhou com ele as reclamações do povo Icí Èx 1 6 . mas â influência na lingua­ gem e na cultura.*> evangelhos. foi seu avô ÍCu 22. A grand o importância dos arame us não foi devido às batalhas que travaram contra Israel.ARÃO to.) e de alguns privilégios no Sinai (Éx 1 9 . os aram eus tornaramse uma ameaça cresceute. levanta-te" ■ Mc 5. 1 6 .1. de Gesur.7) — não é de admirai que tenha crescido com a graça da sub­ missão e com o lado inverso desso virtu­ de: indecisão e fraquezo crónica.20. quando o roi Elida assumiu o controle sobre Damasco na última parle do governo do filho de Davi. 1 8 .

contudo. quando tomou parte numa insensala rebelião familiar contra Moisés (Nm 12.) e.4.ARÁO comando durante a viagern de Moisés ao m onle Sin ai (Èx 24.4. O sacerdócio de Arão.14). No livro do Hebreus.5 ). Nesses sacrifícios.91 e instruía 0 povo a partir dessa verdade revelado (Ml 2. sacerdote tsi 99. o principul foco da vida sacerdotal era Utlar com as enfermidades morais do povo e trazê-lo. na presença do Senhor e sobre o propiciatório e as tábuas que continham a Lei de Deus. a qual foi quebrada ÍLv 16.25. onde ele e Miriã alegavam que mereciam mais reconhecim ento como instrumentos dn divina revelação. Era educativo no senti­ da de que 0 sacerdote era o repositório da revelação divina IDI 31. Em lodos os sacrifíci­ os.2). 1. seu sacer­ dócio prefigurava o Sumo Sacerdote per­ feito |Hb 2. para o espargir onde era mais necessário.0) que a iniciativa de tudo foi de Miriã — (e a descrição de Zípora como "mulher etíope” indica al­ gumas “alfinetadas1 ’ entre os duas cu­ nhadas como um fatorque deve ser con­ siderado!) — e Arão.15.3. transgres­ sões e iniqiiidades cometidos durante o ano anterior O sumo sacerdote — o que­ rido ê frágil ArãOÍ — era 0 principal ofi­ ciante. inadequado e excessivamente sub­ misso — com todas as vantagem dessa qualidade e lambém todas os seus pon­ tos negativos.31. O sacerdócio.1H.20). Portanto. Som dúvida. etc. 4. Nm 25. Com isso.22-29) e foi homenageado com um luto que durou trinta dias. vaci­ lante. tomou a iniciativa de lazer um bezerro d" ouro 0 promover sua adoração (Èx 3 2 . fala gentilmente de Arão. Esta era a função deles o ninguém mais a usaria intrometer-se nessa tarefa.1-13)? A rão m orreu uo m onte Hor (Nm 20. A Bíblia. con­ tudo. Tal era a dignidade e a utilidade para a qual Deus levantou esse homem fraco. atraiu a ira do Deus e só foi salvo pela intercessão do irmão (Dt 9.12. a imposição das mãos do ofertanle sabre a cabeça do animal era um impor­ tante requisito (Lv 1. como um todo.cf.Segun­ do. etc. pela vontade do Deus. a uma experiência de acei­ tação diante de Deus (Lv 1. pressionado polo povo (Êx 112. de acordo com 0 livro de Levilico.4-7.13).). Nos Salm os eLe e <bamado de pastor (SI 77. não simplesmente no seutido de esconder algo das vistas (Mq 7.10 resume o sacerdócio rio Anlígo Testamento como um trabalho moral e di dá tico.1 ss).1 -4. Levílico 10. mediante os sacrifícios determinados.2. facilmente mani­ pulado. era uma oportunidade de eusino e o povo precisava entender publica­ mente o que o sacerdote tiavla feito na privacidade.13. ocasião em que a misericórdia di­ vina limpava todos os pecados. mas muito mais no sentido de que ura pagamento * cobre" o débito.26). por meio da expiação (Lv 1 4 : etc ) e do per­ dão (Lv 4.161 è ungido f(SI 133. .19). 5. o minis­ tério dos sacerdotes arârnicos ora essen­ cial.221. o primeiro a carregar o sangue que representava a morte do animal-substituto ao Santíssimo Lugar. O método dessa “cobertura" era 0 “alo de carregar os pecados" ou a transfe­ rência do pecado e suas penalidades do culpado e o cumprimento da penalidade (morte) merecida sobre o inocente.8.11-17).14-16. a cerimónia do “bode emissário” foi ordenada por Deus 69 .2 . foi per­ suadido a ficar indignado e assumir uma firme posição uo lugar errado! Não é notório que na final ele novamente dei­ xou-se arraslar pela explosão de Ira de outra pessoa e perdeu O direito de en­ trar em Canaã (Nm 20. Podese ver claramente (v.17. como frequentemente acontece com pessoas basicamente fracas.20).1 1). o significado desso ritual é esclarecido nomo a designação de um substilulo e a imposição dos pecados do ofertante so­ bre o mesmo. A idéiu básica da "expiação" ê aquela de "cobrir". 3. Elu atingia sen ápice — e seu exercício mais dramático — no dia da Expiação anual. cancela-o. escolhido (SI 105.10:4. 7 . santo (Sl 106.6). etc.).

O jehmfeu de quem Davi com­ prou uma eira. AR ETAS. em ho­ menagem a ele. onde ele prefigurava Aquele qup seria atingido pela transgressão do seu povo o levaria sobro si n p e c a d o de muitos (Is 53. Como punição por esse pe­ cado.20. abertamente. J. Davi por* guntou ao Senhor como tal peste seria controlada o recehtm ordem para cons­ truir uni aliar na eira de Ara tina. que anterior­ mente rhamava-se Quiriate-Arba. 10-131. contudo.25. A Bíblia diz que viveu mais 403 anos depois que gerou a Selá e que leve outros tllhos e filhas (Gu L0.24).iu a Aretas como “rei”.17-24 p tarubém figura coma filho de Som na gonealogio que vai de Adão a Cristn em Lucas 3. I Cr 27. o rei ordenou um cen­ so em Israel. Esse erd o momento de gloria de Arâo. Sua re­ sidência era em Hebrom. várias. era filho de Bela e neto de Benjamim (Nm 26. na genealogia de luda fl Cr 2 . Fui 0 primeiro nascimento registrado depois do DiJúvio.24: 1 I . Gileade é mencionado. Um dos filhos de Gade. 1» ) . ARELI. listados em Génesis 46. eru seu desejo de servir ao rei e ao Senhor. assim õ possível 70 . é um tanto incerto. onde esse nome aparece. Tempos mais tarde Calfihn recebeu ucidude de Hpbrom como recom­ pensa por sua coe Honra de que Delis aju­ daria seu povo a destruir os anaquins lis 14. 1 H-2 ” > . Antepassado de Anaque.40). Foi para o Egilo com Jacõ e os de­ mais israelitas. AR DOM.32. Um dos de/.C em di­ ante. Arão impunha as mãos (v 21).36.12). p o lexto nos dnt que "go­ vernava sob o rei Aretus”. 1 .16: Nm 26. di­ ante de iodo o povo. Deus enviou uma praga. 10.15. O texto de 2 Reis 15. assim. por ter colaborado com pIps.aboça do animal. em 2 Coríntios 11. insistiu em pagai.21. ARQOBE. pelo após­ tolo Paulu. 1 Cr 21). p.22. o jebuseu quis doar o lo­ cal para o rei e estava disposto até mes­ mo a ceder os bois pura o holocausto. ARFAX ADE. Da­ masco.polo ter­ reno e comprar ele mesmo os animais para o sacrifício. do qual nasceu o clã dos arelitas (Gn 40. Um dos filhos de Sem. Ou­ tros sugerem que Caligula. filhos de Beniamim.13. Ao in­ vés de vender.14. II. confessava todos os pecados (v 21) e "colocava" lados olos solipn n c. Km desobediência a lei (cf. Ele é listado nas genealogias de Numero» 1. o uovo impe­ rador. ARAÚNA. É provável que Paulo se referisse a Aretas ÍV. Ê citado aponas uma vez na Bíblia. Davi.ARAÚNA (Lv 16. Arotos era o nome dado a vários reis nabatens.111» A R D E . 2. 21.12).M. Filho de Calebe e de sua espo­ sa Azuba. sogro de Herodes Antipas.DiG.8. O governador de Damasco li­ nha a cidade bem guarnecida para pren­ der o apóstolo. Pai do d â dos arditas. eseus descendentes loram descri­ tos como gigantes pelos israelitas que es­ piaram Canaã. na qual. Dessa maneiru. que um dlfl o Templo seria construído «xalamente naquele lugar 12 Cr 3. Talvez losse reconhecido como um rei local pelos ro • manos. Destacava-se por sua eslatura. o bode oru dosigDado paru "levar sobre si lodos os pecados”. dera a superintendência daquela área u Aretas como parte de urna política de autoridade delegada nas máos dos reis vdW. naquela época era urna província romana.A. ARBA.23. vassalos. pois não queria ofere­ cer aJgo que não lhe tivesse r listado nada Í2 Sm 24 .teorias são apresentadas para explicar essa refe­ rem. 15.221.171 . do segundo século a. Arauna nâo Uunginava. Aqitele quo “pelo Es­ pirito eterno” ofereceria "a sí mesmo imacu lado a Deus" e tanto seria como fa­ ria “um unico sacrifício pelos pecados”» *!para sempre” (Mb 0. contudo.

porque mostra a vitória de IJeus.91. onde. 1 .25. o Senhor usou o inciden­ te para colocar seu servo numa posição de destaque. Daniel veio a Nabucodonosor. Comandante da guarda real da Babilónia. as cidades de Sodoma e Gomorra. 71 . ÍJm dos dez filhos de Harnâ mortos nu forto. Dopais de nrar a Deus.i região do vale do Jordão "ra cobiçada. Ibi um dos mais constantes e fiéis "cooperadores* de Paulo (Fm 24| em suas viagens missionárias. Esses reis já tinham conquistado várias cidadãs do vale do rio lordâo e da região ao redor do mar Morto e domina­ ram a terra por doze anos. narrada em Génesis 14. ussim. AR IOQUE. a fim de contratar alendentes para o Templo [Ed 8.14-17). 16). morlos pelos judeus na lorlaleza de Susã (Et h.8).5).29. ARI DAI. ex­ plicou o sonho e. que incluía ARI S A I. Elr. Rei de Elasar e luu dos quatro monarcas da Mesopotámia que in­ vadiram a Palestina no lempo de Abraão (veja lambém 77fio/. chefe em Casifia. Um dos dei? filhos de Mamã. pediu um prazo para descobrir o seu .leza de Susã pelos judeus. Veja Avgòhtí. inclusivo Ló. Um dos filhos de Ilamã morIõs tia fortaleza de Susã pelos judeus (El 9. Sinnbti n Semefofír). Quando ouviu o que acontecera. A viloria do nosso patriarca sobre os quaLro mo­ narcas. A R IE L (ITeb. por serem inca­ pazes de i n t e r p r e t a r seu sonho (Dn 2. De lato. Num ataque rápido e inteligente. Isso fez com que nosso patriarca entrasse em cena.1. na época da rainha Ester (Et 9. Recebeu ordeai de Nabucodonosor para execular todos os sabins do reino. então prova­ velmente participaram «la conspiração ilo Pena contra d perverso rei Per. Desse ponto em diante. assun.9).aias de IsràeJL Peca mnlou Pttcaíaô e Loraou-se rei em seu lugar. Os reis invasores vieram da mesma região que fora o lar de Abraão.9). sob a direçõo o a soberania de Deus. Se eram homens. junto com Gaio. indica o estabelecimento de Abraão em CaTiaá e a sua separação final e completa da vida anterior.16).jda voz mais. sobrinho de Abraão. O relato de Génesis 14 é particularmente interessan­ te porque destaca como . foi poupado da morte. Os quatro reis assumiram o controle de uma grande extensão de terra. foram derrotados e fugiram. entretanto. < i ponto de atrair uma c o n f e d e r a ç ã o de reis de terras lon­ gínquas. e destaca também o rápido au­ mento da influência <Je Abria)ão na re­ gião.ARISTARCO que 'Argobe e Arié" Também se refiram a lugares. Birsn.4. ARISTARCO. A R IÉ .24. é Mgnifícotiva.significado (v. Nu 13* ano os reis locais se rebelaram o declararam guerra contra os invasores (veja Bera. a influência do Abraão na “terra prome­ tida” cresceu c. p . perseguiu Quedorlaomer e alcançou-o bem ao norte. A m u íe l e Q utidorkiomer: Gn 14. Uma vez mais.114 15). na época de Daniel. as quais foram totalmente saqueadas.25j. Fica cloro que a confederação invaso­ ra era liderada por QuedorJaomer (Gn 14.g . O jovem hebreu ainda não sa­ bia que o reâ queria a interpretação do souhu. JNativo de Tessalónica. loi agarrado pelos efésios. Um dos lideres convocados por Esdras para jun­ tar-se a ele no retomo da Babilónia para Jerusalém. na Babilónia (vv.chama nossa atenção pala primeira vez em Atos 19. (Cr "excelente governa­ dor"). quando Arioque o infor­ mou. 2. Foi enviado a Ido. ARIDATA. O povo foi levado cativo.d . Abraão derrotou a confederação dos rois e voltou com Ló e lodos os cativos (Gn 14. "leão de Deus"). Esse nome aparece em 2 Reis 15.

Um dos d e s c e n d e n te s de Zorobabel. "excelen te co n se­ lheiro"). Em Aios 20. onde Ioda sua farnília é saudada. o Grande. apenas Aristarco é mencionado como companheiro de Paulo. A R IS T Ó B U L O iGr. quando us lutas são abundantes.2." Pode-se ver claramente que suu fé e seu compromisso eram muito fortes.ARJSTÓBULO os quais opunham-se violentamente ao Evangelho.22). E bem provável que fosse parente de PUemom. Quan­ do Uerodes morreu. Samaria e Idurnéia. Finalmente a multidfio se acalmou e eles foram soltos. Devido â sua gran­ de crueldade enquanto governador. lodo o ministério cristão deve ser considerado como servi ço oo Senhor. 72 . Cidadão romano citado por Paido em Romanos 16.C. que de­ monstraram lal fé cristã em tempos difí­ ceis. sua roãe chamava-se Mallace. no coso do tumulto em Efeso. ARMONI.d. O fato de que ele mesmo náo é saudado por Paulo significa que somente ou UOS membros de sua família ou talvez apenas seus escravo* lossem cristãos. Nessa ocasião o apóstolo já eslava preso. em 4 a. ha viu per­ seguições. na linhagem do rei Davi (1 Cr 3. t e Irar ca da |udéia.1U.4 Aristarco apa­ rece em companhia de Paulo na viagem ã Mucedônia. Pãulo o exortou a completar sua "obra" ou ministério que recebera de Cristo (Cl 4. no ano 6 d. que tanto chama como pre­ para seu povo para essa obra (cf 2 Tm 4*5} E f 2 .1 7). junto com os demais (2 Sm 21. Provavelmente ele re­ presentava a igreja um Tessalónica nessa viagem. Mais larde. os quais Saul massacrara. Era o filho de H«rodes. estabeleceu-se em Nazaré. trabalhou junto com ele na causa do Evangelho... A realidade dB tirania da Arquelau fica fortemente implícita nos textos bíblicos. em Aios 27. citados em Génesis 46. uma das várias esposas desse rei. o reino íoi dividido entre três de seus filhos: U erodes F ilip e li. do tipo que o apóstolo tão frequentemente fazia.1): e Arquelau. qiifí eslá preso comigo. p.o. Seus descendentes fi­ caram conhecidos como aro ditas (Nm 26. Homens como Aristarco. A RO D L Um dos filhos de Gade.C. de 4 a. conduzido a Roma. Sua associação com a igreja em Colossos (Cl 4.Hl vemos Paulo referir-se a ele como "Arisl. Como vingança pelo ocorrido.22. com medo. mas os textos náo indicam isso claramente.16 entre os que foram com lacó para o Egito. Isso não quer dizer que estivesse falhando.171 tem levado alguns estudiosos a sugerir que talvez trab alh asse em Laodicéia. em vez de Paulo.8). Talvez o próprio Aristarco também fosse prisioneiro» Em Colossènses 4. que rein o u em Traconiles e Ituróía (Lc 3. Ê provável que soja o nulo de U erodes. como “companheiro de lutas”. A R Q U E L A U . junto com seu irmão e outros paren­ tes.d. Um dos dois filhos de Rispa.1 0 ). p. ele n Gaio loram apanhados. L): Uerodes Antipas. devem tornar-se exemplos para to­ dos os cristãos em todas as gerações. onde novamente houve ame­ aça de perseguição.C a 6 d. nas mãos dos gibeoriitas.17). Quando José voltava do Egito para Israel. A R N Ã .H . Galiléia. que viveu em Roma no primeiro século e chamava-se Aristóbulo. talvez te­ nhacompartilhado das mesmas persegui­ ções que o apóstolo sofreu (Fm 2). p levado ap teatro du cidade. É citado apenas uma vez na Bíblia. loi morto.g. elo foi depnsto após dez anns uo podei.uct).21 J.21. AR QUIPO. A. ouviu que Arquelau reinava na |udéia no lugar dn seu pai Herodes. com Maria e o menino Jesus (Ml 2. Em lodos os lufares onde õ citndo. era um encorajamento.L. Amigo de Paulo. concubina do rei Saul. que reinou nu Galiléia e Peréia (Mt 14.C. quando levava suas doações aos pobres nm Jerusalém. pelo contrário. Foi entregue por Davi. em Mateus 2. o G rande.

27 que. Ê interessante notar em Atos 19.G. "Fez Asa 0 que era roto aos olhos do Senhor.21. Tudo isso está registrado em Esdras 4.7.14. P. essa lição tem sido íreqú eu temente igno­ raria pelo aluai cristianismo.8-11. foram enten­ didas claramente pelo povo da cidade. 1. Neemiias retornou uo 32* ano de seu reinado (Ne 2. Sua equivalente romana era Diana.24|. 7. 6.ASA.1 Durante seu reinado. representava uma das grandes maravilhas do mundo naquela época e atraia peregrinos o turis­ tas de todas as partas do império romano. a virgem caça­ dora. ÁRTEMAS. Homero a chamou de "a se­ nhora da vida selvagem".D.141. ReunJ escreveulhe para informar que os judeus estavam reconstruindo o muroe dessa maneira uno pagariam mais os impostos Ele então de­ cidiu que se ordenasse u «uspensâo da obra. sucedeu seu pai Abjas uo trono de Judá n minou em Jerusalém do U11 a 870 a. tUi. Vivia em Tirza. Neemias pediulhe permissão para reconstruir Jerusalém.7. quando os ourives tentaram desacreditar a mensagem de Paulo e dos outros. como Davi. Ziuri. Era mordomo do polácáo em 'luza. 3 Cr 3. “Embora elo não IbelIiu tirado os allos. aparentemente para substituir esle na liderança da igreja du­ rante o tempo em que ele estivesse com o apóstolo em Nioópoiis (Tt 3.. seu pai" ( I Rs 15.10). o 1oração de Asa foi reto para com o Se­ nhor lodos os seus dias" (1 Rs 13. conspirou contra Elá. um dos oficiais do Dxórcilo. Quando Paulo e seus compa­ nheiros Gaio e Aristurco começaram a pregar a Cristo. O enorm e tem plo em sua honra. construído nessa cidade. Textos como estes nos dão claras evidências do cuidado pasto­ ral e da supervisão ■uidadosu que Paulo iazia nas ig rejas. sou governo.12. 8 . Como A lternas e Tiquicr) estavam na companhia do após­ tolo. A R TAX ER X ES I (Longánimo).11. No período do NT. no 2(1'ano dt. M.23. 73 .11. O rei ficou bêbado enquanto eslava na casa de Arsa. e Zinri entrou p o matou (1 Rs ÍF^. primeiro apoiaram para o proble­ ma da perda dos lucros e depois para a queslão religiosa.6). o desafio dos efésios não foi apenas quanlo as suas convicções re­ ligiosas. seu principal centro de adoração ora Efeso.8. Mais tardo. Deusa grega das florestas e dos monles. Ele concordou o uomeou-o governador tia [udéia. foi moia compla­ cente com Esdras o dou-lhe uma cario que autorizava o retorno de todos os que qui­ sessem ir para Jerusalém. pois "a majestade" de Ãrtemis seria destruída. Paulo informou que om bre~ ve enviaria Artomos (e Tlquico) a Tito na ilha ilo Creta. relacionadas com todas as áreas da vida a da cultura.12). presumivelmenle ele os (reinou para tais responsabilidade» entre as igrejas pri­ mitivas. mas também ao seu sistema eco­ nómico. onde era largamente reconhecida como a deusa da fertilidade. Não há dúvida de que se traiava de um pa­ gão converlido.C. O nome pro­ vavelmente era uma contração de outro que significa "presente de Árlemis". “Grunde é a Diana dos elésios! " As im plicações da meusagem do Evangelho.G.1:5. O escrilor de l Reis enfatua especialmente seu trabalho de remoção dos ídolos da terra e a expulsão dos prostitutos cultuais.p.1. onde tentaram intimidar os missionários com o slogan. ASA. A RS A. Roi da Pérsia do 464 a 424 ulC’ . porém. Ordenou tam­ bém que este sacerdote levasse consigo todos os artigos da adoração do Templo e deu-lhe puderas poro nomoar magistradas a ju izes para toda a região além do Euírates.14:13. Bisneto de Salomão.IOJ. nu tempo em que Eiá reinou em Israel. Ourives e vários outros artesãos manulaluravam imagens e suveuires para vender aos visitam es. com altos lucro* (Al 19. Eles consegui­ ram causai um tumulto e arrastaram Gaio e Aristarco para o teatro. Tra­ dições posteriores sugerem que Artomos tornou-se bispa de Listra. A R TEM IS .

o etíope. destru­ indo muitas cidades. Elo t lamou ao Senhor.8) Tal era a luz de Deus na nação durante o reinado de Asa que pessoas do reino do Norte foram atraídas para o Sul e vieram a Judá. Como comandante do exército real. um doe levitas cita­ dos enlre os que retomaram piara JerusHlém. DmiS ujudou-o a derrotar Zerá. Quando elo finalmente morreu. Em 1 Reis Ifi os governos de vários reis de Israel são datados em relação ao de Asa.34: 1 Cr 2. ele vos deixorá” (2 Cr 15. de Judá.if>. O monarca SU’io concordou e atacou Baasa. onde a fidelidade desto roi para com Deus é enfatizada.24. era pai de Derequias.12). o prolela Azarias assim transmitiu sua Utensagem: “O Senhor está convosco. se o rei per­ manecesse fiel.18:23.12J. e sua história fica como um alerta de que o compromisso com Deus deve ser total e completo.4 1 . 1. entretanto. o rei Baasa. Asa é m encionado na genealogia de Jesus. Asa Udôrou lodo o povo num ato dn renovação do paclu.iu que aJguân entrasse naquele território.11). o pro­ feta Kanani foi enviado pelo Senhor para lhe dizer qno. não só em ludá como lambém nas partes de Elraím que estavam sob sou controle. seu filho leosafá tornou-se rei |1 Rs 15. sitiou Ioda a região o não pemiil. Assim. Um dos três filhos de Zemia. Todos eles foram poderosos guerreiros 00 exército de Davi. para que o ajudasse na batalha. ele e seu povo estariam em constunte guer­ ra O próprio rei adoeceu. depois do oativeiro babilónico. de Israel. apesar da enfermidade. e tc. Mencionado em 1 Crónicas 0 1 6 . O Livro dn Crónicas traz maiores de­ talhes sobre o remado de Asa (2 Cr 14 e 15). se o deixardes.ASAEL Durante seu reinado. Apesar de M a ter vencido o rei de Israel. não se voltou para Deus (2 Cr 10. ser muito mais numeroso. A nação era abençoada e a paz loi estabelecida. em Malens 1. mos. no quaJ “entraram em aliança de buscarem o Senhor. 11. quo continuou seu trabalho de lê na destruição de mais idolos. depois da experiência com os etíopes. reconhe­ cendo quo podia confiar em Deus para obtor ajuda e que o Senhor ora o Todopodoroso (2 Cr 14. a despeito do exér­ cito inimigo. O sucesso de Asa.a o . e de toda a sua alma*’ (2 Cr 15. ASA EL. Asa juntou os tesouros remaiiescenles no Templo o en­ viou como presente ao roi da Síria. porém. seu irmão. o acharois. Essa mensagem foi de grande valia ]>ara Asa. Joabe. com idade bom avançada. Até oude sabemos. quando vos e s t a i s com ele. era o comandante.7.26). 2 2 . O cronista ontão nos mos­ tra o quanto foi errado ele estabelecer um pacto com o rei da Síria. Deus de seus pais. p . Deveria ter aprendido. declarou guerra contra Judá.i doença que Asa experimentou e as guerras que enfrentou foram designadas por Deus para levá-lo no arrependimen­ to e de volta a fidelidade que demons­ trou fáo bem o por tanto tempo nm seu reinado. 2.). Quando encon­ trou-se com Asa. A prova de que o Senhor honra os que Confiam n«le não poderia ser mais clara. Se o buscardes. na região de Efraim (2 Cr 15. entretanto. subiuIhe à cabeça. que Deus podia protegê-lo de Baasa sem tais alianças (2 Cr IR). ele mesmo 74 . de torlo o seu coração. devido á sua feita de fé. procedefite do uorfe. ao verem a bênção de Deus sobre a nação.2) Azarias prosseguiu. Asa não se arrependeu. para que o ajudasse contra Israel.8. houve grande progresso no rei­ no. prometendo recom­ pensas o bênçãos de Deus. Por um breve tempo os povos que viviam ao redor tiveram uma pequena amostra da "luz" qup uma Judá fiel a Deus demonstrava para as nações vizinhas. Asael é descrito como “li­ geiro de pês. de todo coração e alma e om Iodas as cir­ cunstâncias. Vemos claTomente nessa passagem que . como as gazelas selvagens" e figura entre os "trinla heróis de Ouvi” (2 Sm 2.

2.12). contudo. Poi procurado por Neemias.G. 3.15).30) 2. lideradas poi foabe.17: etc.36). o uue desagradou muito a Davi [2 Sm 3.18-32).13). pois sabia quo o venceria.c. depois que o Livro da Lei foi encontrado (2 Rs 22. para vingar-se da morte de sou irmão.31-40). até o livro de cânticos dos judeus.20).L9.).3. Filho primogftnilo dos silonitas.15). quando foi necessá­ rio construir armazéns especiais. s. Abner. todas as contribuições eram Irazidas ao Templo. sob a liderança de Conanias (2 Cr 31. Um dos levitas que supervisiona­ vam os dizunos h as ofertas trazidos pelo povo. Da Iribo de juda.28: 27.17. 1.000 soldados 12 Sm 2X27. AsaeL foi um desses professores (2 Cr 17. lutaram contra os benjaniitas em Gibeão. -Asalas ajudou Davi nu lareia de levar a Arca para Jerusalém Í1 Cr 6. até que este parou para lutar. Joabe matou Abner. Pai de Joã. Posteriormente. 75 . Membro da tribo de Levi e descen­ dente de Merari. junta­ mente com outros levitas. viveu nos dias do rei Jeosaíá. quando o Tem­ plo foi consagrado pelo rei Salomão (. 4. ASAFE. I 1. quo tinha autorização para requerer a madeira para o escoramento dos portões de Jerusalém e reconstruir os m u ros da santa cidade {Ne 2.7. para indicar que provavelmente são par­ le de uma cantata. Mos primeiros anos d < » seu rei­ nado.27. Tempos dopais. composla por ele ou para ele fSl 50: 73 a 83) Esses salmos fi­ guravam entre os cânticos durante o aviva mento nos tempos do rei Ezequias 12 Cr 29:30). um dos poucos lideres em [udá que se recusaram a se unir a Esdras e ao restunto do povo.2 Cr 5. cromsla duranle o rei­ nado de Ezequias.44. Ele e outros homens de confiança procuraram a pro­ fetiza Ifulda. 2 Cr 35. filho de Berequias e nomeado como principal cantor quan­ ASAÍAS. o perseguiu.12|. 1 Cr 11. em busca de uma palavra de sabedoria concernente a Judá. Quando as tropus de Dftvj. 16.7). Seu nome é encontrado no titulo de doze salinos. esle monarca servia ao Senhor e enviou vários mestres e levita» para en­ sinar sobre o Livro da Lei ao povo judeu.8). Sua influência musical estendeu-so muito alem do serviço do Templo.5). 3.37. em seu zelo por Davi. Esse Asael foi ura dos escolhidos paia organi­ zai' o armazenamento rias doações. Como resultado do extraordinário avivamonto que aconteceu na época do r o i Ezequias. Pai de um cerio lônatas. 2. onde per­ maneceu por todos os tempos. do a Arca J'oi levada para Jerusalém e em várias outras ocasiões.8J. foi nomeado pelo rei Duvi como respon­ sável pelos cânticos na casa do Senhor 11 CrG. os cantores do Templo eram referidos apenas como “filhos de Asafe” (Ed 2 . Juntamente com HemàeEtâ. 4.14: 2 Cr 34.ASAKEEL ficava de prontidão com sons homens no quarto mês de cada ano: linha em sua divisão 24.4 1: Ne 7. quando havia feslas nacionais (1 Cr 15. 1. Abner não queria parar e enfrenta-lo.D. Is 36. que se estabeleceram em Jerusalém apôs o cativeiro babilónico 11 Cr U.. Asael. Levita.12.30: 15 6. Ele liderou os louvores.5. Servo do rei Josias. seu íil-bo Zebadias o substituiu nessa fundão (1 Cr 27. era unidos filhos de Jealelel (1 Cr 4. Na época do retorno do exí­ lio babilónico. de Judá. Abner maiou Asael. fu­ giu da batalha e foi perseguido por Asael.v. 3. que loi sepultado no túmulo de seu pai em Belevn (2 Sm 2. no arrependim ento polo casam ento com mulheres estrangeiras (Ed 10.22). rei de Judá Í2 Rs 18.18. Um dos cabeças de família da tribo de Simeão (1 Cr 4. G uardião das florestas do rei Artaxerxes. líder da Iribo de Benjamim e do exército de Is-Bosete.16). s. ASAREEL. P.37. Era levila.11).

Quando os israelitas partiram do monte Sinai.26). Como um dos filhos de Jacó.14.13. a localização de algum* lugares mencionados é vigorosamente de­ batida (js 17. Na parlida. para seu povo Israel.U. Foi o progeni­ tor dos asbelitas fCn 46. Ao ser nomeado go­ vernador do Egito. de acordo o costume.1). irmão de Jeorão (2 Cr 21. os aseritos colaboraram com Gideão em sua batalha contra os oiidíanilas IJz 6. Depois dis­ so. por ter-Lhe inter­ pretado os sonhos. Sob a direçáo de seu pai e as ordens do rei Davi (1 Cr 25. Aser recebeu 22 cidades e vilas na área costeira ao norle do monle Carmelo.35. a tribo iie Aser representava um grupo do 41. Talvez essa seja a ra­ zão por que Aser náo ajudou na luta con­ tra Sísera e foi repreendido por Débora (Jz 5. Todos esses evenlos eram parte tios propósitos soberanos de Dous. em troca de madeira e outros materiais usados na construção do palá­ cio e do Templo (1 Rs 9. Provavelmente per­ le ncia a uma lamília de posição conside­ rável no Egilo.17): entretanto. A planície do Acre. Fica claro.50:46.17). teve dois filhos — Manassés e Efraim (Gn 41. por Salomão. entretanto.21 Em algumas traduções aparecB como Azarias: dessa maneira. saoerdote egíprio do deus Om. nascido em Padá-Arã. ASBEL. essa Iribo posicionava* se na retaguarda do acampamento.32).C. que se estendia para o oeste alé as praias do mar da Galiléia. 10. são men­ cionados seis clãs. ela se desvanece: partes de mias lerras foram concedidas a Hirão. seu lio e sogro. Ele próprio teve quatro filhos e uma filha (Gn 46. era lotaimonle deles. Filha de Polifera. como lambem. Jz 5.20). citados em Génesis 46. É impossível definir exatamenle as fronteiras pelas evidên­ cias nos textos.38: l Cr 8. Embora se conheça muilo pouco so­ bre o compromisso dos aserilas com a 78 .500 homens para o exército (Nm 1.26).21. o longo prazo. Uni dos filhos de Asafe (1 Cr 25. Oitavo filho do patriarca e o segundo com es L a concubina — serva de Lia. José foi chamado de Zafeuute-Pmiéia e recebeu Asenate como esposa.44. 7:231 A tribo é men­ cionada novamente como possuidora de 40. Nm 26.36). Foi dada a |osé como esposa. Os fdhos nascidos do tal união eram considerados como pertoncenles a Lia (Co 30. originados de Ires fi­ lhos. Um dos filhos do rei Jeosafá. Um dos dez filhos de líenjamim.000 homens de guerra na coroação de Davi em Hebrom Í1 Cr 12. como as outras tribos. deu sua criada a Jacó. Lia. Aser não assumiu realmente o controle tolal du terra que recebeu (Jz 1. Foi ela quem deu o noine de Aser ao menino. na ado­ ração Provavelmente é 0 Jftsarela menr.11-14). Aser tor­ nou-se cabeça de uma das tribos de Israel. juutamenle cora Dã e Naflali (Nm 10. ASARIAS. Isso quer dizer que muitos habitaram em regiões que ainda eram povoadas por grande nú­ mero de canamlas. Quando Josué dividiu Canaã eulre as tribos.24-31. lacó ainda trabalhava para L^bão. Naque­ le tempo o Uder ora Pugiel (Nm 1.21.1).21 . A S E N A T E (Egip. por Forno. liá dois irmãos uom o mesmo dottih nesse lexlo. A posição de liderança que ele assumiu no Egito pos­ teriormente ajudou os israelitas a sobre­ viver durante a escassez mundial.11: 10. ASER. Na época do nascimento dele. rei de Tiro. que significa “alegre" ou “abençoado".45. ele e ou­ tros estavam entre os quo profetizavam e lideravam d ministério da músita. Antes dti frime mundi­ al.17) Em Números 26.25-27). Filho de Jacó e Zilpn. pois foi parte do tributo que Faraó pagou a José.13.10.41). “pertence ao doas N eif).34. Ao perceber que cessara de dar á luz. pelo relato no livro de Juizes que.ionado em 1 Crónicas 25. da fLlha e de dois netos.31. tanto na vida de José.ASARELA ASAR ELA. P.

exc* ASERÁ. como os profetas chamavam. contudo.30).7 me­ rece uma nota particular.38-40. Como resultado dessa grande blasfé­ mia. quando os israelitas obe­ deceram à ordem do Senhor.g. Os barnalitas fazi­ am parte do grupo misto levado pelos assírio s para repovoar a região de Samnrin.29). o Senhor prometeu destruir lerusalém e permitir que os inimigos de Judá conquistassem a terra. □a vida e na a duração dos israelitas pode ser vista em muitos textos das Escritu­ ras: mas a passagem de 2 Reis 2) . Deus adorado pelo povo de flama te |2 Rs 17. Talvez. o homem de Deus cla­ mou e caiu togo do céu.13. Descendente de Simeão e um dos que receberam herança desmembrada da tribo de judá. Ao que pa­ rece. ASÍNCR ITO. Pai de Seraias o líder do clã (1 Cr 4. o qual queimou o sacrifício ao Senhor. a influência do longo prazo do cul­ to de Aserá tornou-se um símbolo da as­ similação israelita de outras culturas e religiões. 14.13 ("os seus altares derrubareis. Tal "adultério".J foram ignoradas. O ponto centrai do problema com a adoração de Aserá o Baal ora quo Israel recusavu-se a encarar uom seriedade a necessidade de ser uma nação ‘santa’ e dedicada somente ao Senhor e ao seu ser­ viço.3. da Iribo de Aser. Referências às “colunas de Aserá" in­ dicam alguns destacáveis objetos do rnudeira usados no culto a densa. A chama ardente caiu em resposta ãs orações de Elios.36). pois mostra o perverso rei Manassés estabelecendo uma coluna de Asorã dentro do próprio Tem­ plo. pois a maioria riu e zom­ bou do alguns quo "se humilharam. saudados por Paulo em Komanos tu. e as suas colunas quebrareis.omu lenha para queimar seus próprios sacrifí­ cios (ÊX 34. taL* peças foram derrubadas e a madeira usada t.21. onde lemos a respeito de Ana. 24. ímj. é algo digno de atenção. Nos lextos ugaiILitos ela era a deusa do mar.ASÍNCRITO adoração a Deus após a dedicação do Tabernáculo d o deserto. o os seus postes-ídòlos cortareis”! e repetidas multas vezes em Deuteronômio |cL 7.25)J. e vioram u Jerusalém ” para adorar (2 Cr 3 0 . Js 10. Nome de uma deusa cananila mas esse lermo nem sempre se distingue dos instrumentos usados em sua adora­ ção. no monte Carmelo. na época de Ezequias alguns deles atenderam ao cha­ mado dr> rei para unia volla á verdadeira adoração ao Senhor. A facilidade de assimilai as cultu­ ras ao redor e suas várias manifestações religiosas sem pre foi e será a questão quo rnais preocupa os homens b mulheres de Deus. 77 . Naquele desafio. essas coluna* ermn levantadas ao Lido rins altares e. p.9). intima­ mente ligada a Baal Os dois íoram invo­ cados juntos uo confronto ontre Elias e os falsos profetas. etc. ti». e nao ás dos falsos profetas (t Rs 18. O fato de que um remanescente dos aserilas permaneceu liei ao Senhor no transcorrer da historia de Israel é indi­ cado no NT. Essa deusa é mendonada em vários documentos exlrabíblicos. A S IM A .35. mais do quo qualquer outro culto. As advertências feitas ern Êxodo 34.5: 12. fica clara a indicação de que essa tribo afastara-si' muito de Deus.11).3. Seu envolvimento com a religião do povo das terras nas quais viviam íoi quase total. 16. A atenção pessoal e o cuidado pastoral pelos indivíduos. ex­ pressos nas saudações de Paulo. O povo dfl Lsranl desviava-se frequen­ temente do Senhor para adorar os deu­ ses cananeus. a profetisa que reCQiitaeu ser lesus o verdadeiro Mes­ sias (Lc 2. era punido com grandes juízos de Deus A extensão com que tal adoração a Baal e Aserá penetrou A SIEL. O primeiro de um grupo de cristãos de Roma. Dt 7 5. Jz 6. Cada grupo tinha seus próprios deuses (vv.

Deus. da u-ibo de Aser ( L Çr 7. A SVA TE. Filho de fará. dessa maneira.C.33) ATAI. 110 tampo ora que Jeoiaquim. A história dos reis assírios diz quo o& fundadores da nat. em Jeremias 51. I Cr 1.17). 2. Um dos filhos de lallote. Chele dos oficiais da eorle d»'Nabucodonosor. Provavelmente morreu por volta de 627 a.Um dos descendentes de Cnate e líder de um dos clãs dos contitas lÉx 6. a par­ tir de 669 a. Inicialmente.22).35. Filho de Ehiasaie e bisneto do per sonugem anterior [n* t| (1 Cr 6. A S Q U E N A Z . a quem esle dera a lilka em casamento.C. Daniel resistiu a ofer­ ta de Aspenaz «le alimentar-se bem.24.22 e E/. estavam Daniel n Irês amigos dele |Dn 1. t Cr 1. Tal arranjo permitiu que o servo tivesse os direitos de filho e os passasse aos seus próprios filhos. Tinha dois irmãos (Gn 10. era descendente de Calebe e Hezrom (1 Cr 2.27. Existe in­ certeza com relação ao ILnal de seu rei­ nado. pois Assur é considerado o funda­ dor daquela uação. ASPENAZ.50).36). ele atacou Susã. Provavelmente esse é 0 pais mencio­ nado em Números 24. liderusse seu povo no exílio. abençoou seus quatro sorvos e os colocou em importantes posições no roi no.ASNA ASNÁ.23. desceu dente direto de Noé. Ambos eram ancestrais de Samuel. ASU R . O reino de Asquenaz esta entre os que foram convocados pelo proleta para tomar vingança contra a BubUónia. e deportou o povo para Somaria. 1. e.equiel 27. confçrrme é mencionado em Esdras 4 J 0 . muitos artigos do tesouro do Templo ioram capturados. pois queria manler-sp santo ao Senhor. imperador caldeu. Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul o uniram-se a Davi.3. ao fazer com que Aspenaz escolhesse o horni m que o Seuiior desejava qu<.23. Seus descendentes estavam en­ tre os se rv id o re s do T em plo que retornaram do ex ílio b ab iló n ico tom Neemias (Ed 2.. Rm da Assíria.7). Pai de Tecoo.6) Asquenaz encarregou-se de darlhes outros nomes babilónicos. Provavelmente íni o progenitor do povo que mais tarde foi identificado como os cilas. mortos pelos judeus na fortaleza de Susã (Et 9. Líder do clã dos asrielitas. enlretanlo.6).24: 4. Um fios filhos de Sem |Gn 10. Esse Lambem era o nome do povo assuio e de sua divinda­ de. Entre os que recrutou. I Cr 7. Alai foi pai de Nalã e e m encionado na genealogia de lerameel. Um dos dez filhos de Hamá. 1 Cr 6. servo de Sesã. A SRIEL. Sua raae era a concubina síria de Manassés (Nm 26.22.2. deu prosseguimen­ to à linhagem de Sesã 11 Cr 2.3.37). Antes dessa daia. A S S IR .ão eram nómades vindos do Sul e do Oes­ te. 1. Recebeu ordens de pro­ curar por israelitas inteligente». ASSURBANIPAL.C. Veja Xnrxns ASPATA. Por volta de 049 a. O texto de Daniel (y.31. onde cada ura deles © des­ crito de maneira vívida como bravo guer­ 78 . capital do Elão. Era o sexto da lista. Descendente e herdeiro da tri­ bo de M an assés. Neto de |afé e filho de Gómer. fs 17. 9) revela a soberania do Dous naquela situação. ele lutou contra o Egito e a Síria. quan­ do esto se encontrava em Zidague. rei de Judá. A S S U R .14). 2.51 A Bí­ blia diz que tinha duas esposas: fiel a e Naará. jjoís não podia perar filhos homens. para o serviço do rni. AS SUE RO. portanto.

encoutraium-se le e do Sul. Ele e seu irmão Lande formavam □ ATALIA (Heb. 2 Cr 34.i>. o rei filisteu de Gerar Os com leorâo. anos |2 Rs 11. um dos lideres e-scolhidos por Deus por ATALIAS. Rs 11. "o Senhor tem ouvido'*). que d escondeu no Templo por (Ne 11. que ficou surpreso e com d»1 . Veja também Jeoseba A Z Ã . A segunda esposa de Jerameel e grande apoio a Davi em suas batalhas (1 mãe de Ouã (1 Cr 2. por ordem losins (2 Ks 22. era filho de Usâas [Ne 11. A revolta foi liilerada AZAI (Heb.11). Foram comandantes que deram ATARA. depois a Jerusalém (Ed 8.261.2.28-31). Amigo e conselheiro pessoal de Abimeleque. rei de Judá.21. Hm dos líderes de província que se estabe­ A UG USTO. filha do rei Jeorão e irmã de Jerusalém. depois do cativeiro babilónico Acazias. Descendente de |udá e Filho de Jaale. para repartir Canaã da tribo de Duujamim mencionados na entre as várias tribos e Clãs (Nm 34.. Seu crime hediondo. 16).C. filha de Absalão. Da tribo de Issaoar. 2. Seu filho lesaias provavel­ Pai de lesua. Promoveram o jovem Joas a rei. Foi rainha em ]uda por volta com Isaque. Era descendente de Bebai (Ed 10. AUMAI. exreto um rle seus medo. os membros da própria lamilJa. ela selou uma aliança entre os reinos divididos do Nordois.2). Da Iribo de Judá. Filho de dn loiada. seja a mesma pessoa. Éprovàvel que. era pai de Paltiei.v. 842 a. Cr 12. s.1 Veja C ósai babilónico. sa 12 Rs 11. e loiad a.261. Ura dos judeus culpados de ler ora filho do rei Roboão e sua esposa casado com mulheres estrangeiras tio Maaca. 1_ Um dos chefes de família intermédio de Moisés.9J. Nome quo aparece apenas leceram em Jerusalém depois do exílio em Lucas 2.12. Atalia então loi tirada do templo e morta. ATAI AS (Heb. 2 Cr 23).c. 79 .4).7). juntamente com Ficol.10-20). Posteriormente. acabou com a breve aliança entre |uda e Israel.28). t‘. Avó pelosacierdoie Jeoiada e pelos guardas do Templo. de 1 Crõseis. Mencionado ein 1 Crônlca*s 1 1 20. f'n Senhor é grande”) 1. cia dos zorntita* (1 Cl 4. 2 Cr rar IGn 26. lazera.mdaote do exército (Cn 26. trucidando de paz entre os dois (Cu 26. rei de Israel. Filha de Acabe.AZANIAS reiro. de Amassai.20).v. por seis imos. Pai de SuJõ e escrivão do rei clamado rei diante do povo. e neta dn Onri (2 Rs 8-18.2(1). genealogia do rei Saul ( L O 8. “o Senhor ajuda"). s. um dos levitas que solaram o pacto quo o povo fez de adorar ao «Se­ mente acompanhou Esdras ao rio Aava e nhor e obedecer à sua Lei (Ne 10."o Senhor tem segurado”). apareDtemenle apanhada de surpre­ Naará. nleas 9.4-20. No sélimo ano. Sua mãe chamava-se real. pois acabara de ser expulso de Ge* próprios netos. para alegria de toda a nação ( I Mesulão. ■< impanheiro de Adaías h um Ele tora salvo pelo pensamento rápido de rios sacerdotes que se estabeleceram em Jeoseba.2. 2 Cr 22. foi deposta pelos súditos AUZÃO. Atalia destruiu Ioda a Família real.6|. Na verdade. tempo de Esdras. 3. Ao casar-se AUSATE.3. o com. Um fios que retomaram do exílio AZANIAS [Heb.ATLAI.10).8). loás loi iirad<i de seu esconderijo e pro­ AZALIAS.131. o objelivo de Abimeleque era firmar um acordo 22. Líder da tribo de Judá e filho insatisfeitos e acabou morto uo palácio do Asur ( I Cr 4. Imbilônito. JoAs |2 Rh 11 1.3). porem.

16-18). 9 . Uzias foi castigo do por Deus e contraiu a lepra (v. Rei de Judú (2 Rs 14 a 15! 1 Cr 3. mandou matar todos os seus irmãos (v. Aparece na mesmo lista com os Azarias anteriores (n . Um dos lideres do rem anescente Judeu que se levantaram contra a profeta lerem ias (Jr 43. Levita.6 ). após o exílio babilónico (Ne 11.1) o falou ao rei que o Senhor o abençoaria. 20). Era chofe dos intendentes distritais (1 Rs 4. ancestral de Samuel ( I Cr 6. oro oficial da Iribo de Dã. é cilado apenas na arvore genealógica da família em 1 Crónicas 2. Era irmao de leorão. Us sacerdotes ra­ pidam ente o conduziram para fora dn Templo (v. 1. “O Espirito de Deus" veio sobre ele (2 Cr 15. quando esle fora bnnido por Saul (1 Cr 12 .14. 15. aparece na Usla dos levitas em t Cróni­ cas 6.121. 1. Veja Uzias. Filho de feroão. . citada apenas na árvore genealógico da fam ília em I C rónicas 2. Sacerdote no tempo do rei Llzias Quando este monarca tentou realizar as tarufus específicas dos sacerdotes e quei­ mar incenso d o Templo. 1 1 | Era sacerdote no lempo de Salomão. A^a obedeceu e íoi grande­ mente abençoado |2 Cr 15). acreditando or­ gulhosamente que podia fazer o quo de­ sejasse (2 Cr 26. 4. Também conhecido como Jnzanins (Jr 42. A ZAR IAS (Heb.121.1). 11. (Im dos componentes da passeata quo cantavam e tocavam instrum entos musicais na dedicação do muro de Jeru­ salém |Ne 12. Pui de Joel.2). apa­ rece na mesma lista 1 1 Cr 6. filho de Joana (2 Cr 2 8.22).AZAREL AZAREL (Heb. 6 .3B).361. Levita. 2. de Judá. Um dos filhos do rei Jeosafá. ao 50 estabelecer. Bisneto de |udá (neto de seu filho Zerá). Para m aio res d o talh o s. 1 4 . citado somente em 1 Reis 4. Filho de Jeroão. Efraimita. Filho de Obede.38. "Deus tem ajudado”). 5. Sou outro nome era Uzias (2 Cr 26). 10. que. Uni dos músicos escolhidos por sorteio para Irabalhar no Templo (1 Cr 25. Azarias o repre­ endeu.3).9.2).10.18).41). Um dos fudeus culpados de ter ca­ sado cora mulheres eslrangeiras. Sum o sacerdote no reinado de Ezequias. Filho rle Aimaás e pai de Joauã.1). 2.8. 4). 2 . 4. 12.12).13.5).11. possivelmente o pro­ feta que confrontou Davi em 2 Samuol 12 ou o irmão de Salomão (filho de BatoSeba: I Cr 3.31. para colocar o menino Joás no Lrono de Judá e derrubai a perverso rai­ nha Aialia (2 Cr 23. ura des­ cendente de Biuui |Ed 10. 3. 18.1 1 J. AZAREEL 1. Ed 7.® 7). profetizou duran­ te o reinado de Asa. Em "filho do Nata". filho do sacerdote Zadoque e um dos oficiais do rei Salomão (] Rs 4.39 3. Levita e pai de Seraías (1 C r 6. 7 . se ele seguis­ se a Dous. 191. "o Senhor ajuda-*).9 7 e 8 | . Um dos primeiros sacerdotes le­ vitas a se restabelecer em Jerusalém de­ pois do exílio babilónico (1 Cr 9 . 17m dos comandantes que se uniT a m por meio de aliança com o sacerdote Juoiuda.5. Um dos hnmuns que vie­ ram a Davi em ZiclagUe. Pui de Amarias (Ed 7.5). Um dos principais Oficiais do rei Salomão. veja B ereqn ias (n' 5). 80 8 Avó do Azarias anterior (u. Sim plesm ente porque . da família de Zadoque. um dos eoatilas en­ volvidos na limpeza do Templo durante o uvivamento que houve na época do rei Ezequias |2 Cr 29. o sucessor no trona (2 Cr 21. Seu filho Amassai foi um dos sacerdoles que se estabeleceram em Jorusalém.13). 13. durante o reinado de Davi (1 Cr 27. 16. Ele ex­ plicou ao rei por que as o fertas e os ilízimois do povo estavam amontoados por todo o Templo. Descendente de Judá (através de seu filho Perez). 17. 10 .2).

Azgade foi um dos bderos quo selaram o pacto A Z I E L . figuia na genealogia de Saul (3 Cr 8.3). Aziza divorciou-se (Ed 10. Mordomo do palácio duranle o rei­ nado de Acaz. era chefe do distrito de Bnte-Zur o ajudou na recons­ trução do muro de lerusalém |Ne 3.42 seu pai é chamado de Jaerá). é citado como um dos três filhos de Nearias.43. rei de Judá. Possivelmente é o mes­ ma Azmavete registrado no n. A Z M A V E T E . “aquele que é forto"). “Gade é forte).° 2 acima. o primeiro de seis filhos de Azei (1 Cr 8.8). feito polo povo do adorai ao Seabor e obedecerá sua Lei (Ne 10.271.44). Um dos descen­ dentes de Azgade. Pertencente à tribo do Judá. Benjamita. 1. "0 S e n h o ré loarte'*). o qual.2 I). quando eru trans­ portada para ferusulém pelo rei Davi 11 Cr 15. em L Crónicas 3. AZGADE (Heb. logo depois do retorno do exílio babilónico. Foi morto por Zicri. dois guerrei­ ros que se uniram a Davi em Ziclague (1 Cr 12. Teve seis filhos e era líder ontre os beujamilus (1 Cr «.12 registra que 1. Joanâ. e filho de Eleasá. AZBU Q UE. Um dos levitas que tocaram Itocador de alaúde) na adoração dos israelitas.c.11.b . 2. l Cr 11.lã o descendente de Rubem (1 Cr 5. Benjamita.n. Pai de Jeziel e Pelele. Filho de Adiei.15).101. AZIZA (Ileb.ilado como lidrr de um «'. comandante do exército de Israel 81 . nos dias do rei Davi. AZAZ. Esse Oséias era chefe da tribo de Efraini. 4. Pro­ vavelmente é o mesmo Jaaziel cilado no v. Pai de Oséias (1 Cr 27. Azazias estava entre os levitas escolhidos paru organizar o es­ toque das ofertas.38. Barumita. 2. 3.17 o númoro é 2. AZEL.14). foi responsável pelos tesouras reais durante parte do reinado do Davi (1 Cr 27. quando Davi levou a Arca da aliança para (erusalrtm 11 Cr 15. AZOR . filho de Catã. Sob a direçáo de Esdras. ele aparece comu pai de Sadoque o filho de Elloquim (Ml 1.38. Esta­ va entre os descendentes de Zatu culpa­ dos por terem casado com mulheres estrangeirai). AZAZIAS lHeb..AZRICÁO eram ara tamanha quantidade que us sa­ cerdotes não tinham onde guardá-los.36: em 9.25). 9. Azazias tocou harpa adiante da Arca. sob a liderança de Conanias e Simoi (2 Cr 31. Uiu dos supervisores dos dízimos e das oíertas trazidos na época do rei Ezequias. A ZR IC Á O |Heb. 3. através de JÓnalas. Esdras 2. Foram lautas as doaçóes envia­ das ao Templo que foi preciso construir armazéns especiais. É r. cilado como um dos "trinta" lideres militares de Davi (2 Sm 23.9-13).12). 1. Pai de Neemias (nao o que foi governador). Um dos descendentes do rei Saul. 0.l. Um dos membros da família dos meraritas. o rei ordenou que fossom construídas armazéns especialmente para esse Rm (2 Cr 31. assiiu . 1 .33).23 Essa lisla proporciona uma linliagem real para a Iribo de |uda depois do exílio babilónico. e p. retornou do exílio babilónico com Esdras (Ed 8. 2. a.37. 1.2111. 18. Um dos descendentes do roi Davi. filbo de Jeoada.222 de seus descendentes retornaram rio exílio babilónico coui Neemias: em Neemias 7.44). Na genealogia que mostra a li­ nhagem real de Jesus.322. "minha ajuda tem-se levantado" J. 3. Piai de Bela e filho de Soma. 2. Era descenden­ te de Saul.31.13).20). os parteiros.

26). * N u u r i g i D o l f o i r a l o c a d o o n ú m e r o 3 2 . Sobabe e Ardom. o q u a l. estabeleceu-se em Junísalâm após Rs 22. que lalou durante o reinado de Zedequias.7|.o i N o t a t i o T r a d u t o r ] . Levita do dã dos merarilas.14. Esse pacto consistia na renova­ ção do compromisso do povo dn servir ao Senhor Deus de Israel (Ne 9). enfrentou Jeremias. p r o v a v o l m e n t e d n f o r m a l í q u i v o c a d a íN o lfl d o T r a d u to r ). 1 .AZRIEL 22. ê um dos lideres do povo que selaram a aliança com Neemias.31). Ele e seu povo. filhô de Remídias (2 era roto aos olhos. AZUBA. um dos líderes dos israelitas.1).24). Calebe ca*ou-se mm Efrate í 1 Cr 2. As versõos e m p o r t u g u ê s t r a d u z e m e s s e s l e * i o s a p e n a s c o m o " c o l u r u i s ’’ n u " p o s t e s . e n L r e t i u ilo . Jerimole era oficial ria tribo de Naílâil I I Cr 27. por isso. de Judá.2131. n õ n c r jin c á d e c o m a r e f e r ê n c i a b í b l i c a c o r r f if i p o n d o r jt e u e m c o m o r e l d l o b íl. AZUR. 3. 1 .46).i d o l o s " (N u la d o T r a d u lo r j 82 .10). AZRIEL (Heb. 1. e esposa do rei Asa. enfren­ taram Ezequiel. 2 Cr 20.18.»L k . 4. Durante o reinado de Davi. Ru de Seroias que. 3. Era li lha do Sili (1 Rs 2. juntamente com Salem ias. Em Neemias 10. Pai de Jerimote. os quais lalaram falsamente que haveria paz para Israel e. recebeu ordens do rei jooiaquim paru prender Baruque e o ))ro­ leta Jeremias |Jr 36.15). N o u r it ç in o l o n n lu r c o l o c o u a q u i " E l O l i U i i " ( D e u s E t e r n o ) . 2. Ne 11. 2 0 0 p e s s o a s . Mae do rei Jeosafá. Pai do lalso profeta Hananias. por meio tJo rei assírio (vv. cuju neto. o csdlio babiiôiiíco (1 Cr 9. e. Era gibeonita (Jr 28.dn Seulior". pois ex­ Cr 28.43. 25.pulsou os prostitutos cultuais de ludã e acabou com muito do passado pagão (1 Semaías.191. "Dftus é miiilia ajuda"). Seu filho "fez o que que lutava por Peca. “loram infiéis ao Deus de seus pais" e por isso o Sonllor execu­ tou juízo contra a iribo deles. por isso. Cabeça de c lã e valente soldado da Iribo de Manassés I I Cr 5.17. Citado em Ezequiel 11 1 como o pai de Jaazanias. Quando morreu. 2. entretanto. de |udá.42. Esposa de Calebe o mãe de Jeser.

D sacrifício deles loi em vão. A despeito de toda a frenética atrvidade deles (w. viviam uinn ambiento Dode o tomor de outros deuses havia obstruído a confiança dn povo nas palavras dos profetas. a o comparar a verdade com a falsidade. Essa realidade não está explícita '-m I Reis 18. Israel estava en­ volvido etn um sincretísmo religioso com as nações circunvizinhas.40). Em úliiroa análise. a questão era descobrir: "Qual é o único Deus vivo?”. no auge de sua aiividade profé­ tica — enquanto o reino de Israel ennontrava-sp num triste declínio sob o Toinado de Acabo — confrontou a adoração de Baal feita pnlo rei e pelo povo. 27-20). para posteriormente ressuscitar. “mostro"). cuidava das colheitas c rias terras: porém se estivesse zangado. pois não existem. Ao Invés de fazer prosélitos. O ponto é novamentedestiicadoquan­ do. A ironia dosla passagem. "não houve voz.B BAAL (Hob. porque 0 único sacrifício acei­ tável ao Senhor foi » fidelidade de um único profeta. em vez de argumentai. e concluindo com a cena onde a Chuva veio somente por uiejo das insiruções de Deus. o san­ gue do sacrifício pareceria ser o dos pró­ prios proMas dp. a Bíblia demonstra clara* meule que o S^nhoT é todo-poderoso s o ­ bro a natureza. mas o leitor é levado a formular essa inescapável conclusão. quando estava satisFeito. os outros não dão resposta alguma. Esse deus semita orídeutai sempre provou st:r uma dmc»ça para a adoração genuína do povo de Israel.27*29. Deus com Baal. A dificuldade do povo de Israel náo era a de encontrar o Deus principal mnu panteão de muitos dmises. em l Ruis 18. o qual. A vindicação do prolela é que somente Deus esta realmente vivo. Soxnenle Ele respon­ de com fogo. nem resposta. Desde o Inicio do reinado de Salomão. Elias. era a ironia de que Baal eslava morto.que tais entidades na verda­ de não existiam. o deus que tinha o con­ trole das forças da natureza p a s s a v a por ciclos regulares de morte e ressurreição. nem alern. (3J A conclusão. Os cananeus acre­ ditavam qur: ele. pode ser vista em trés áreas: 11) Talvez a mais poderosa soja a ironia relacionada com a Incapacidade de BaaJ de enviar i huva. porque representava o deus da tempestade. a inten­ ção do profeta era zombar da insensalez de se adorar um “falso deus”. (2) A segunda ironia é sobre o pró­ prio sacrifício. apesar do fracasso n a c i o ­ nal na adoração do Deus verdadeiro.ão alguma" [v. Começando com o desafio de 1 Ruis 17. portanto. Era mui! o remido na cultuação cananita. muitos dos quais inclusive mataram.41-45. Esse fenómeno podia ser visla nos perío­ dos da seca e da chuva. o 11uaJ compro­ vou quo o Senhor podia Tetor a chuva. Em I Reis 10. em I Reis 18 . Baal mortos (l Rs 18. não envia­ va as chuvas.1. como deveriam. 29b) por parte deste deus. O indisculível silêncio do falso deus de­ 83 .0 confronto entre o profeta do Senhor e os de Baal sobre o monle Carmelo foi o ponto culminante da crescente tensão entre us nomes Indicados por Jezabel e. A reli­ gião cananita racionalizou os silêni ios periódicos dos seos deuses com a idéia mitológica de que BaaJ ocasionalmente morria. Pb In contrá­ rio. leais a Acabe. foi Deus quem mandou a chuva — algo que acreditavase ser uma prerrogativa de Baal. a qual o escritor supôs que seria evidente para sua audi­ ência. a despeito do que diziam os seguidores de Baal.

Baara não gorou filhos (1 Cr 8.14). entretanto. é o nome do deus de Ecrom. o qual o rei Acazias tentou con­ sultar. Rei dos amonitas. 1. 6* Uru dos que retomaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2.C. 1 Cr 11. “Baal é gracioso"). liderados por Baalis. Os dois cortaram a cabe­ ça do antigo lider e a levaram a Davi. Veja Baal. Sob sua liderança. responsável pela região de Aser b Alole II Rs 4. nomeado governador pelo rei da Babilónia. M .30). preferiu L r ao encontro de Gedalias.7). "deus da alian­ ça”) Duu. o povo du aliança. LT m dos lideres que sela­ ram o pacto leito pelo povo de adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei |Ne 10. Pai de Zadoque. 2 Gederila. BA AL-B ER ITE (Hebr.Jz 8. BA A L -Z E B U B E . 2 . Veja HeJedo.u lugar. para permanecer em judá. filho de . Foi su­ cessor d« Saul (descendente de Esaúj com o rei e era filh o de A cbor |Gn 36.L2J. ienba sido criado para aju­ dar jia assimilação e an união com os Israelitas. 1. Esposa de Saaraim.4J. durante a primeira parte do cativeiro de ludd na Babilónia.27). Filho de Husai. Os cananeus ado­ ravam m uitos baalins. Ju n tG com Recabe. 5. 7.4. O filho de Jessé.49. resol­ veram tirai’ vantagem da situação para matá-lo Qr 41). Ne 7. os liebreus. y. 1. Em 2 Reis 1. depois da morte du Gideão. (Hebr. ordenou o seus homens que os matassem e pendurassem seus corpos junto ao açude em Hebrom (2 Sm 4. Foi quem instigou o assassi­ nato de Gedalias (Jr 40.33.30. Citado apenas eui Juizes 8 o 9. Netofalila.50). na especlativa de sua aprovação. 1 Cr 1.28). pai de Helede.-16). BAASA. citado entre os "trinta heróis* de Davi (2 Sm 23. 84 . BAANÁ (Hebr. íilho de Saul. Um dos reis de Edoui anterior à conquista ria terra pelos israelitas. possivelmente seja uin caso da religião cananila que absorveu algumas idéias da religião israelila. Seu dis­ trito cobria Taanaque. 2.H .10). houve relativa prosperidade para os pobres que não (oram levados cativos. “filho da opressão”). Rei de Israel por volta de 909 a 886 a. com sua referência ã "aliança". FlLhfj de Ailude. No m ínim o é possível que esle. Para mais detalhes. Megido e toda a iegiáo entre Bele-Seá e Ahel-Meolá (1 Rs 4. Filho de Rimoxn e capitão do exér­ cito de Is-Boseto. Provavelmente. foi um dos gover­ nadores distritais do rei Salomão. benjamita que vivia em Moabe. "senhor das moscas"). para obter inlormações sobre sua doença terminal. divorciou-se dela e de sua primuira espo­ sa Husim. BA ALIS .4(5). se assim desejas­ se. Jeremias após ser liberto por Nebuzaradão.v. o qual. Hadar reinou em st. é o mesmo Baaua do n® 3 anterior. 3. 4. BAAL-HANÃ (Hebr. loi à casa do rei e o matou en­ quanto dormia.8). Cerlamenle.BAAL-BERÍTE veria levar à conclusão de qun ua verda­ de eslava permanentejnonte mortol s. veja Recabe. em Mispa. mais tardo. BA AR A. foi uuLro governa­ dor disirital do rei Salomão. o povo não perdeu leinpo em envolverse com a adoração de*sa divindade I.5-12). Por outro lado. os amouilas. depois de sua morte.s cananila adorado em Sitjuéin (veja Baa!) Também chamado El-B«rite Uz 9. Era res­ ponsável pelas plantações de olivais e sicõmoras nas campinas ( l Cr 27. um dos superintenden­ tes durante o reinado do Davi. entretanto.2. provavelmente foram atraídos para uma divindade já exislente e que se preocupava com alianças. o qual trabalhou na reconstrução do muro de Jerusalém depois do exílio babilónico (Ne 3. Usurpou o poder do reino do Norte das mãos de Nadabe.38.29.

Esse falso profeta tipificou a situa­ ção de instabilidade de Israel uo tempo de Moisés. men­ cionado na lista dos músirou de Davi que serviam uo Tabernáculo nos dias anteri­ ores à construção do Tfemplo ( L Cr 6. Umdos levitas companheiros de Matanias que retornaram do exílio babilónioco com Neemias (Ne 11. Ha uma Ironia no Fato de que a jum enta reconheceu o sor angelical. como tombem a intervenção de Deus. Quan­ do se tornou rei. Seus descendentes esta­ vam entre os servidoras do Templo que retornaram do exiLio babilónico coui Neemias e Zorobabel (Ed 2. quo resultaria na destruição total de suo casa. nos dias do rei Joiaquim (Ne 12. Baasa. 16.BALAÁO Jeroboão l.9). era responsável pelos cânticos em açáo de graças no Templo (Ne 12. ombooni sou filho Ela tenha reinado por p ou co tempo. l-. após 26 anos o regime de Baasa foi derrubado poi um golpe de Estado encabeçado por Zinrt Esse final fura previsto pelo protela Jeú que o alertara sobre o iminente juizo de Deus.33.r. uma ao Dorte c outra uo sul. e outros para a Siria.u.31. os israeUtas ainda ti­ nham o controle sobre os territórios a les­ te do rio Jordão. LIm dos porteiros que guardavam os armazéns. A intervenção do legislador nm favoi do povo impedira a aniquilação da nação sob o julzo do Senhor (Nm 22.49J.53J. que mostrou maior sabedoria do que seu douo o era capaz de proferir oráculos mais sá­ bios! Finalmente. 1 . enquanto Bolaoo nada percebeu. era idólatra e perverso.12. Juntam ente com M atanias. 3 .17). Após testemunhar uma grande vitó­ ria pelas mãos de Deus. quando imitou todos os descenden­ tes de Jeroboão. pois simplesmente seguiu o mesmo caminho do pai (3 Rs 15. Balaão foi autorizado a prosseguir »ua jornada. Provavelm ente é o meNmo Bacbuquias an terio r (n 9 >). A história desse falso profeta is mais bem lembrada pelas palavras do animal.L3I. Permanece como uma adver­ tência quanlo aos perigos do se permitir quo ura forasteiro (Balaáo era de Pelor.22. Estabeleceu seu reino primeiramente em Tirza (1 Rs 15. BACBUQUE.16*22.9J veja também Nadnbp. BACBUQU IAS. Baasa era filho de Aias. De acordo com Números 22. Ne 7.40).25). para ludá. que lalava com o povo por meio dos oráculos: entre­ tanto. e matou Nadabe enquanto estR lutava contra os filisteus. cu jo nome foi usado por Deus pnra lembrar as futuras gerações dos reis de Israel sobre os perigos da idolatria e o castigo subsequente 11 Rs 21. como Nadabe e |eroboão. os hebreus logo foram seduzidos p elas praticas dos moabitae (veju Números 25). Deus interveio. por causa de sua maldade e idolatria. como acontecera com o governo de Jeroboão antes.. Ancestral de Asafe. da Iribo de Issacar.8). mandando um anjo blo­ quear seu caminho. 2 Rs 9. Foi o terceiro rei da parte norle do reino dividido. depois de atacar Judá. Logo perderam todas essas terras e. foi nm desastre para Israel. Balaão foi convocada pelo rei Balaque. dele. O governo de Baasa. uma área remanescente dos dias do roi Salomão. Baasa logo per­ cebeu que lutava contra a coalizão em duas frentes. e foi forçado u abrir mão de alguns terri­ tórios em Eiraim. Asa firmou um tratado com orei da Síria (1 Rs 15.26). 2 Cr 16). os cães lamberiam o sangue dos parenLeii que morressem na cidade II Rs 1IU-7. Deus enviou juízo contra o reinado de Nadahe. Balaáo experimentava uma comuni­ cação privilegiada com Deus. B A E S E IA S . con­ tudo. A maldade de seu reinado tornou-se quase um provérbio sobre o pecado. região do Knfrates) se infiltre e perversa­ mente crie tumulto na comunidade de Deus. 85 . 2 . de Moabe. BALAÁO. da mesma maneira quo os israelitas.25. Jaú v Tdmi.

14). Da (v. "construção") vras “arrogantes de vaidade”. ao invés de amaldiçoar (Nm 23.U. ]z 11.2 0 s ).c>m sua relu­ tância em fazei' '‘somente o que Eu te dis­ exposto. mas enga­ nham (cf. Filho de Z. C ) cristão deve ser grato do de Davi (1 Cr8. e lam­ brar do exemplo de Bajaqua o dessa ma­ bém um arrependim enlo su p erficial neira eviúu o Juízo de Deus ÍMq fi.18. ao escrever á igreja em babilónico (1 Cr 9-4 J.111 . 34). que se apoia em seu conheci­ subestimam o poder do Deus de Israel. T s 13. Judas 11 e Apocalipse ar o povo. alcançar seus objeiivot» pessoais. Acliou nuou a intervir pma guiai sou povo na que seria possível contratar Balaão para vitória sobre seus inimigos. Nm 31. o apóstolo alertou para o perigo das pala­ BANI (Heb.14 advertem o povo do Deus quanto do Os escritores bíblicos viram Balaque perigo de aceitarem em seu meio um pa­ COmo um exemplo de extrema unprudéugão com uma maneira de falar suave e cia e umu ilustração de como os pagãos eloquente. durante o reina­ sejos malignos. derrota-los (Nm 22) A despeito da lornuu-se intiis um exemplo da toial suinsensatez de Baluão. a maneira como Balaão foi induzido no adultério espiri­ se r” |Nm 2’2 . mento como uma toraia de religiosida­ Tentar amaldiçoar o povo a quem Senhor de. Anceslral de Hlã. nador Balaque náo estava interessado nas palavras de Balaão (Nm 24. o juizo em descobrir um meio de acomodar os mais rigoroso esta reservado para as que interesses do que em prestar atenção aos conscientemente induzem outro* ao erro. Dessa maneira. devido i i sedurão e aos efeitos um homem de talento profético. a fim de (Ap 2.. Uma apnrônt ia de piedade encobre ção sobre si mesmo! (Is 2*1. loi o rei o seu* hom ens jun to com os reis moabita que convocou Balaão para amal­ midianilas (Nm 3'11. r. mas com perigosos r|ue causa sobre a congregação desejo do usar os dons de Deus.8.ípor. lançar uma maldição sobre os hebreus e. Sedu zido pela tual por Ba Iaque è muito pior (veja mais bajulação (Nm 22-17) o mais interessado detalhes em Bolaqi Ml. o episódio de Balaão assim. Is 39-1). para consternação do rei mosbila. Pai de Murodaque-BaJadõ. assim. israelitas para os pecados sexuais em Pear. Pérgamo. Deus o usou vúj ias beranda dfi Deus que opera para o bem de vezes para confrontar BaJaque e aheuçoseu povo. Como aconteceu coxn Balaão as conse­ Balaão entrou para a tradição rabínica quências do pecado finalmente os apa­ uomo um diplomata eficiente. 2 Pedro 2. porque este uo final serã ele acendeu a ira do Deus.15.22). s. porque lal vaidade decoração será expos­ 2. Assim. Para o ceu em Jeru salém depois do exílio apóstolo João. roi do com Números 31. e desvru-se para sua própria destrui­ abençoou só poderia resultar em maldi­ ção.a.fi). o pior pecado não é de fato o 86 . Por essa r a z ã o .9. Pelo contrário. uios e da medo. que se estabele­ ta no dia do julgamento lld 111. o ialso ensino deve ser evitado. o qual tem vida curta. movido polo tura de verdadeiros e falsos orá<.BALADÀ da auto-eugano. 2 Pedro 2.11'* mostra Balaão como mesma forma.12. A despeito da mis­ diçoar o povo de Ixruel. esse falso pro­ da Babilónia na época em que Ezequias feta aconselhou os midianilas a atrair os ora rei de Judá 12 Rs 20. Dous conti­ dos israelitas sobre outros povos. s. porque fun­ 1. convicções frágeis e superficiais. oracuios que sairiam de sua própria boca.15.17).v.4B). Ancestral de 1lt«i. que As gerações futuras são desafiadas a lem­ podem ser compradas (Nm 22.25). E.1 Os]. foi morto por Moisés B A L A Q U E . ao tomar conhecimento da vitória lealdade misla do profeta. 2. que serviu como cionam Coido uma cobertura pura os de­ músico no Tabernáculo. De acor­ BALAOÃ.

Eliú fui o ultimo dos três amigos que tentaram argumentar com Jó. Descendem* de Secariias e fi­ lho de Sernaias (t Cr 3. Samuel olhou para trás. fí Lideraram os judeus na confissão dos pecados (Ne 9. O Senhor permitia essas situações como punição. 2 . BARAQUE.34). para receber tais adversidades do Deus (Jó 3 2 . Foi um dos 87 . paro a obra <lo Senhor por meio de Baraque o ou­ tros juizes. cie não ficou muito satisMta com a ordem que recebera de Débora e linha dú­ vidas se realmente venceria.14). natural de Quedes de Naitaii. M ie.icbuquias dfi NeeiriAas 11. íoi iiixi dos primeiros a retomar do exílio babilónico uo tempo de Zorobabel. 5 3 : Ne 7. entretanto. o Senhor levantava um líder no m eio do povo.BARIÁ 3.7). até a vitória. Levita citado em i Cró­ nicas 9. BA R A Q UIAS1. israelitas na batalha. seu argumento loi que Jó era culpado de alguma coisa. iuijeí. Foi uma época de anar­ quia na bistório dos isrnebt/is.15 como descendente de Asafe. gçneral do exército do rei Jabim. Alguns de seus descendentes loraiu culpados de se casar com mulhe­ res estrangeiras (Ed 10. que com andava os BARAQUEL.22). Levou com ele voluntários de ZebuJom e Naltali. BAQUEBACAR. Baraquo ficou conhenldo como o co­ mandante que íoi ã guerra em resposta ao chamado de Débora* para lutar contra Jabim. Veja Berequias. Dois dos levitas que melaram o pacto feito pelo povo de adorar ao Se­ nhor e obedecer á . mas disse que a gloria pela vitoria na balailia seria de uma mu­ lher. Sò Ma < t bata­ lha se açjuela profetisa acompanhasse a tro­ pa. mas que. 6 ) . com implicações lauto na vida social como religiosa da nação.22J. A vitória. lael (Tz 4-211 luizes f) registra o que é Irequen temente chama­ do de “o cântico de Débora". na verdade. BARIÁ. Pro­ vavelmente é o mesmo B. que loi superintenden­ te dos levitas em Jerusalém. Moisés e ao seu povo e não per­ mitia que fossem totalmente absorvidos ou destruídos pelos puvos vizinhos. buzita da fa­ mília de Ráo.Ki.es e muitas vezes atuavam apenas numa pequrua área de Israel. Eles obe­ deceram a Esdras n se divorciaram. Esses comandantes então fornavam-se iujy. IJ.551.5] 9 e 1 0 . . Era mais jovem do nm. 5 e 6. depois do exllio babilónico (Ne 11. íoi morto por uma mulher. v í v p u durante o pe­ ríodo dos Juizes. quando Sisera.4. De acordo com Esdras. loi claramente atribuída ao Senhor.301. um gratidão pelo grande sucesso obtido (v.Sçlumito. Em Hebreus 11 <2.1 III. 7. Veja Beuw 8 Um dos levilas que instruíram o povo na Lei. que voltou □ Jerusalém m m Esdras durante o reinadn do Artax«rxg$ |Ed 8. que liderou os levi los nos reparos do muro de Jerusalém (Ne 3. que levantou Débora e Baraque. contudo. sob a direçáo de Esdras (Ne 8. UL Pai de IJsri.o patriarca e esla­ va preocupado porque este lentava justi('iciir-se diante de Deus. Seus descendentes estavam entre os servid ores do Tomplo que retornaram du exílio bobilónico com Neemias (Ed 2 .17. C42 cie seus d escen d en tes retornaram do e x ílio babilónico com Neemias (Ed 2. isso realmeuti: aconteceu. Pai de Reum. foi entoado poT Baraquo e Dõbora. marcada cómo um lempo em que Israel esteve re­ gu larm ente dom inado pelos povos cananeus. poi terem rejeitada a Ele em muitas oca­ siões. Quando a opressão tornava-se muilo grande. A piini ípio. Deus. BAR COS.11. Filho de Ahiuoão.sua Lei |Ne 10. Ela concordou. manlinha-se fiel ao seu pacto e ás promessas que fizera a Abraão. Pâi dc* Eliu.17J. Baraque é citado corno exemplo de um homem de fé.29. Ancestral de . rei cananeu (Jz 4). em 1Samuel 12. 4 .

BAR-JESUS mtnubros da linhagem real de Davi. Ele eslava a serviço do procônsul roma­ no.12) e receberam apoio do concilio de Jerusalém (vv 22-29).25.13). parece que Paulo assumiu a lide­ rança. frequentemente porecu haver um trabalho determinado contra o Evange­ lho. 8). pois Lucas lo escritor do livro de Aios) refere-se a "Paulo e os que estavam com ele" |Af 13. di r“Mercúrio. pnlre o que pertence ao engano do diabo e o que e de Deus». Listra. 7). que Lucas descreve como "homem prudente". Barnabé é meut ionado 29 vezes cm At os e i riuno nas cartas de Paulo.6|. na lorma de uma cegueira temporária. Paulo r Bamahó apresentaram a pro­ posta sobre ú plena admissão dos gentios na igreja (At 15. que "procura­ va muito ouvir a palavra de Deus'* (v. diante ria oposição o do lutnresse da multidão (At 13.271.9). Seu nome judeu era losé. Seu nome grego era Elimas (v. mas Lucas intp. Recrutou Saulo (lambém conhecido como Paulo. du­ rante o governo do imperador Cláudio a igreja em Antioquia onviou ajuda para os irmãos na Judéia. Quando a mensagem divina e procla­ mada. Icouio e Derbe. Consclent.42-51.1-3). os dois companheiros tiveram um sério desentendimento a res­ 88 . cuja larela foi confiada a Barnabé e a Paulo (At 11. Nomo judaico de um mágico e falso pro­ feta.i.12).es da direção do Espírito. ele chamou Elimas de '“ filho do dia­ bo. A primeira aparição de Barnabé foi em Jerusalém. Infelizmente.10-211 . indicaram ho­ mens aptos a prover li.32-371 . lizeram o mesmo itinerário e. João Marcos. Nessa situação. O apolido que OS apóstolos deram a um levita natural de Chipre que se tornou bder na igreja primitiva. M filho dl» Jfcsús").21-28). Quando Saulo de 'Ihrso se con­ verteu.1-7. Al 13. porque este era o que lalava” IAl 14. encontrado por Paulo e Barnábé na cidade de Paios. pregando e ensinando (w. 10) e pro­ nunciou o juízo de Dous contra ele. loi eh* quem o apresentou aos apóstolos nm Jerusalém lAl 0.23). eles pregaram por toda a ilha de Chipre.7. Bar. para sugerir algo do sou ca­ ráter fAt 4. A ênfase uo Espirito Santo e o juízo particular pronunciado por Paulo propor­ cionam uma diferenciação inilílo clara entre a verdade e a falsidade. rela­ cionada apôs o exílio babilónico. pois em Listra foi chamado de "Júpiter" e Paulo. Eles navegaram adi­ ante e chegaram a PeJge.22). combinada com o ensino aposlóliu. Sérgio PauJo. na ilha de Chipre (Al I3. 30-35). Tal ação. BARNABÉ. ondw ambos ficaram por algum tempo.26).Jesusopôs-se ao Evangelho e delibe­ radamente tentou afastar Sérgio Paulo da !’é. 14.rpretou seu nome apostólico como “filho da consolação'*. enlreianlo. inimigo de Ioda a justiça" (v.13). culm inou com a conversão do procônsul Sérgio Piado | v. onde é cilado como um tuiuavilhoso exemplo de generosidade (At 4.30). Paulo agiu rapidamente: "Cheio dn Espirito San • lo". A dupla missionária seguiu adiante e pregou em Antioquia tia Pisidia. que o en­ viou paia investigar as alividades cristãs nm Antioquia |At t l. 12). separou-se deles o vol­ tou paia Jerusalém (At 13. No meio de uma crise de fome. Evidentemente Barnabé Linha a figura mais imponente. B A R -J E S U S [Heb.il ura liderança para cada igreja (Al 14.36].12) Na viagem dc volta. e os dois trabalharam juntos em Antioquia e ensiuaram muitas pessoas (Al 11. Os dous dn Barnábé loram reconhe­ cidos pela igreja de Jerusalém. onde o procônsul Sérgio Paulo (Teu no Evan­ gelho (At 13. Ele ficou em­ polgado com o desenvolvimento espiri­ tual e encorajou os crentes a permanecer fiéis (At 31. uo chegar ú Antioquia da Síria* prestaram o rnlutório sohre a missão realizada (Ai 14. A decisão do conclave foi bem aceita em Antioquia. im&. as quais foram comissionados e enviados na pri­ me L ra viagem missionária (At 13. na Paníília |alu­ ai TUrquia I: um dos componentes da equi­ pe.1-5. Dai em diante.23).

Existem trêsreferêncius n Barnabé nm Gálalas (G1 2. ao seguir a orientação dos "sacerdotes e dos principais da sinago­ ga'*. Paulo discute os di­ reitos de um apóstolo e levanta uma sé­ rie de questões retóricas destinadas a es­ tabelecer o princípio do que “os quo anunaiam o ovuDgolho. “ P r i ­ s i o n e i r o notório” o assassino. contu­ do. o Cefns? Ou só eu e Barnabé Dão tomos o direito de deixar de traba­ lhar?" (1 Co 9. A.BARRADAS peito de João Marcos Paulo recusou-se a levá-la na segundo viagem missionária enquanto Barnabé deu-lhe uma segunda chance. ao dar unia alternativa para u multidão. Como qu alquer outro ser hum ano. »íle pergunta in­ cisivamente: "Não lemos nós o direito de levar conosco uma esposa crente. para tristeza de Pilatos.5. e eles á circunci­ são (aos judeus!" (G1 2. recebeio" (Cl 4/10).r. ge­ nerosa e calorosa. Se esse lósse o caso.36-391. “filho do pai"). “o Santo e o Justo".13.9.1. O significado foi bem apresentado por Pedro em seu sermão em Atos 3. porque se relaciona a foão Marcos. e os irmãos do Senhor. O ministério paciente de Barnabé com João Marcos foi bnm-sucedido (2 Tm 4. Coríntios. Uma multidão foi rapidamenle reunida pelos lideres religiosos. Barnabé podia ceder às pressões. pudessem supérar as dificuldades. e eboio do Espírito San lo n de fé” fAl 11. Lamentavelmenle. como lambem os demais apóstolos. o qual mandou saudações com Aristarco. solto polo govemarlor romano Pôncio Pilatos no lugar de Cristo. que ofertou abundan­ temente seu tempo e seus talenios para a causa de Cristo. mesmo como um gesto de boa von­ tade por parte de Pilatos | Ml 27 16-26. Mas. uno seria provável olerecê-lo paia ser solto.7-15: Lc 23. onde chama Barrabás de “homicida". Sua atitude 89 . Via poteucial nas pessous e desejava recrutá-las. Pelo fato de o povo fazej tal escolha e ser domina­ do pelos lideres religiosos. onde aparece com PhuIo e Tito numa consulta com os líde­ res da igreja em Jerusalém Durante essa reunião privativa. O que se poderia dizer sobre o caráler de Barnabé? Era uma pessoa boa. ao concordar que deve­ riam ir para os "gentios. B A R R A B A S fHeb. Assim. Jesus não era a grande figura messiânica que esperavam.14). A referência final a Barnabé é tocan­ te. prisioneiro junto com Paulo.6). tanto eui casa como nos lugares distantes.14). conforme aconteceu com Paulo. Uma grande ênfase é dada por todos os escritores dos evangelhos ao fato de que Barrabás foi solto e Jesus crucifica­ do. Cefas (Pedrol o João estenderam a destra da comunhão o Barnabé o Paulo. Tiago. Mc 15. a fim de exigir uma sentença de morte para lesus. Talvez fosse um zelole” e o levante representasse uma fenlativa de se alcançar a liberdade do jugo romano. O problema quo tiveram foi resolvido e o apóstolo escreve aos colossenses: “Se ele IJoâo Marcos) for ler convosco.19: Jo 18. mesmo que só com o lempo. vemos a rejei­ ção final do Messias de Deus.A. seu sobrinho. Pilatos nada achou de errado em Jesus o buscou uma justificativa para libertá-lo. Em I.9). Pedro cedeu às pressões dos de­ fensores da circuncisão e “até Bumabò se tleixou levar pela sua dissimulação". mas geralmente "ora homem de bem. que Paula confrontou o repreendeu |Gl 2.1 í). Era um homem de ora­ ção.24). Barrubás foi li dor do uma rebelião omboru o propósito da mesma não fique claro nos evangelhos. quo buscava a direçáo do Espírito Santo pura lomur as decisões Encoraja­ va seu companheiros de trabalho no mi­ nistério cristão e era um amigo sempre disposto a dar uma segunda chance a quem precisasse.18. o filho da consolação não é mais meneiooado do mia to rio Atos. que vivam do evange­ lho" f l Co 9.40). A partir desse momento. át) conduzi-lo consigo a Chipre IAi 15.13). a multidão exigiu que libeitasse Barrabás.

ditou a Daruque todas as pa­ lavras do Senhor que recebera desde o reinada de losias. para que Je­ sus.13. Em Maíeus. o sumo sacer­ dote (Ne 3.22). um dos que se es­ tabeleceram em Jerusalém depois do exí­ lio btibUônico (Ne 11. com ins­ truções para que este colocasse a cópia selada e a cópia aberta dentro de um vaso de barro. É possivel que seja o Baruque anterior (ne L). Sua fé foi recompensada e ele ficou são imedia­ tamente.20-34). 3. os quais ordenaram que o servo de 90 . contou aos oficiais do Tem­ plo.18-21).. 2.12. Um relato mui1:0 semelhante e registrado em Lucas. em sua ro ta para Jerusalém. "abençoado")... Ao obedecer às instruções do Senhor. ajudou a reparar os muros de Jerusalém. naquele mesmo dia (Mc I2.U .BARSABÁS de pd5í e sofrimento não era algo que atraia as multidões. quando rejeitam a fé no Evan­ gelho do "Cristo crucificado" e preferem seguir a “sabedoria deste mundo" (t Co Bartolomeu.Q . Em liitíiua análise. mas era quase certo também que tosse nm reoonlieumento de que lesus era o Messias. na entrada da porta nova do Templo. Quando Micaias ouviu o que Baruque lia. Filho de Zabai.13). mais tarde. Filho de Necias. 4.2U). o patronimk^». Era uma atitude de fé nas promessas e na fi­ delidade de Deus de que o povo retomaria do exílio babilónico. P.n. J°ão des­ creve como este encontrou um amigo chamado Natannel.a. Um dos que selaram o pacto feilo pelo povo de adorar ao Senhor e obede­ cer às suas leis (Ne 10.3(>). na esperança de que as profecias o le ­ vassem ao arrependimento. é possível que Nalanael seja o prim eira nome desse d iscíp u lo e BARUQUE (Heb. tivesse misericór­ dia dele. O significado desse ato ora uma mensagem de esperança.0). B A R T O L O M E U (Aram. Filho de Timeu. con tudo. então sabemos que Jesus o tinha como “um verdadeiro israelita. "filh o de Tolmai"). BAR Tl M EU. Aparece em cada uma das quabo listas dos "do/. ele faz par com Filipe.23) e Ju d as Barsabás (At 15. Mc 3. Jesus o encontrou nu es­ trada que levava u Jericó. Era um re­ conhecimento de que Crista pertencia a linhagem reaj ile Davi. Lc 6. BARSABÁS CHeb. era secretário de fere nuas (Jr 32. Diinrentemenlc daqueles líderes.14.47J. 10. Seu secretário deve­ ria u e ler a mensagem diante do povo.5). veia essa proposta de uma grande bênção.J5. 1. At 1. impossibilitado de ir ale o Templo. para sua última Páscoa. Baruque foi ti leu a m ensagem da câm ara de Gemadas. Um evangelho apócrifo posterior é erroneamente atribuído a ele Nada mais é conhecido com algum grau de veraci­ dade sobre Bartolameu c.c. em quem não há nada falso" iJo 1.3. é muito significativo.44-51) Portanto. No meio da execu­ ção do juízo divina. É interes­ sante notar que essa expressão loi o tema de urna discussão entre Jesus e os judeus religiosos. era um meudigo cego. "filho rio sábado").40-521. Veja / rA sV * B a rsa h á s fAt 1. o "lillio de Davi".15-43) Mateus registra a qura de dois cegos Da salda de Jericó (Mt 20. Pai de Maaséias. desde o ângulo até a porta da casa de Eliasibe. Se esse tuciociuio estiver correto. o referido profeta comprou um terreno de seu parente Hananeel Eie assinou e selou a escritura de compra e deu-a a Baruque.10). a escolha dos judeus o seus lí­ deres foi a mesma quo homens e mulhe­ res de todas a* épocas e r/iças ainda fa­ zem hoje. 1.e apóstolos" de Jesus (Ml 10.í O apelo do cego. Cris­ to o c ilto u (Mc 10. o quaJ também tor­ nou-se um seguidor de Jesus (Jo J . esse mendigo Linha confiança em que o illho de Davi podia curá-lo. Jeremias. so­ bre quando Jesus chegava perto "de Jerirõ" (Lc 18. p. a fim de que se conservassem por um longo tempo.

Tempos mais tarde. que viajou até depois da morte de Absalão. em vez de “filha”. quando uma transgressão ao manda mento de era perseguido por Absalão Quando o rei Deus de que os descendentes de Abraão chegou a Manaaim. posteriormente tor­ recusou a oferta. Ele p o profeta foram levados por Joana.BASEM ÁTE Jeremias lhes entregasse u texto. com oitenta anus (2 Sm 19. BASEM ATE. num ata de desobediência ao SeDhor (Jr 43.rndo acompanhou Davi até o Jordão. ao dar instru­ anteriormente. que se casara ccxni Merabe. Saul havia matado muitos deles. foram excluídos do sacerdócio. pois desejava morrer em nou-se um tlde-r em Edom e seus netos paz.i quo esses casamentos foram utuu fonte do amargu­ BARZILAI (Heb. 1'iiha de Saul. A despeito das ten­ tativas para dêètruf-la. Era casado com a “filha" de Barzilai. ele deve­ ria ser grato por escapar corn vida. por sua vez. grandemente com Jacó. Jeremias enião advertiu Baruque a não Jniscar grandes coisas pnra si mesmo (Jr 45. até que o Drim e o Tumim fossmn consultados (Ed 2. cinco dos ííihos dela morreram num ato de vingança.3). 91 .n.17). a Palavra de Deus permaneceu IJr 36). lemhrou o filho da ne­ identificada como Maalale (Gn 28. disseram que Baruque o leremia» se escondessem e Foram relatar ludo ao rei.6. N* 7.7). ande cuidaria dele. eiu vez dn cosar-se com as sugeriu que seguisse Com ide de volta a mulheres ctmanóias (Gn 28. Isso aconteceu mui­ tos séculos depois. M homom de ferro”). e a melhor tradução seria.c. escreveu nele Iodas as pala­ vras que loram queimadas e deu-o no­ vamente a Baruque. Cl ancião de Bassmute ReUel. A também lembrou-se fielmente dos seus despuito das sugestões de que pode tra­ amigos o dos i.34) E»aú casou-se com pia e com oulra heléia. cessidade de ser generoso com os descen­ Aqui novanipule o texto é cloro em mosdentes de Barzilai (1 Rs 2.61-03. o gileadita lo* i acima) é adotou o nome da família.1-5). 35 regi. “uma descenden­ te de Barzilai".3-7). Jeremias pegou O Uiro rnlo. con­ tra a vontade. por ler o primeiro rei do Jsruol quebrado o paclo que Josué firmara com os gibeonilas (2 Sm 21.32). 1 . Barzilai estava ontre deveriam viver separados dos cananons. Baruque lamontuVa sua tristeza e suas dores.31-39).27) Era um ' homem muito disposição do se associar aos povos ao seu velha". dentro do t ontexto da des­ truição de Jerusalém e do exílio. irmã de salém (2 Sm 19.str. 3. os que trouxeram comas e outros supri­ Além do mais. para o Egito. Davi d abençoou o seguiu para Jeru­ 2.T|. m . 1.|a poderia ser mais hnm ções a Salomão. Orei. o heteu (Gn 26. Ele procedia de uma fa­ mília de sacerdotes q u e não conseguiram traçar a linhagem de seus ancestrais e. O monarca rocusou-se a ouvir as palavras do texto sagrado e o queimou. em busca de honrar a grande fidelidade de Barzilai e uma espnsa. “OgiJeaditáde Rogelím” loi um dosra e Irisleza pura Isuque e Rabeca. próximo de sua famí­ também Toram chefes (Gn 36. considerados como “imundos1 '.1).ti). por isso.iun foram bondosos com tar-se da esposa do mesmo nome citada ole. em sua casa. Em seu leito de morle. r. Fillia do Elom. Viveu depois do retorno do todlio babilónico. Quan­ do leram a rneusagem. 0 v. 0 meolalita era pai de Adriel [2 Sm 2 1. mas o Senhor desejava que ele entendesse que. lia. e. na Mesopotamia.p 2 .6-fl) O filho Jerusalém.6-9). 0 roi quoria Padá-Ará. redor Esse seu procedimento conlrasla qu. Outra esposa de Esaú. significavam outra atitu­ mentos esseuciais para elo e seus solda­ de de Esaú de rnjeitur ao Senhor ú a sua dos (2 Sm 17. Os inim igos de Deus acusaram Baruque de incitar Jeremias contra elos [>ara entregados nas mãos dos caldeus. sem dúvida porque tais uniões representavam quo permaneceram fiéis a Davi. Nebaiote o filho de Ismael (Gn 36.

para que a gravides fos­ exército de Israel. do ram culpados de tei-se casado com mu­ engano e. Leal aos seus companhniros. ele era humano. BEDADE. Um dos guerreiros que se uni­ grávida. lheres estrangeiros (Ed 10. escolhido mulheres cananitus. lira filhu de ELiã mais do que qualquer homem O relacio­ (2 Sm 11.15). Um ilos líderes que selaram o pac­ o juízo de Deus (2 Sm 12) Bate-Seha lorto firmado pelo povo de adorar ao Senhor nou-su esposa do rei.1). finalmente. se atribuída a ele. o qual era o pai do rei Témpos mais Larde. conseguiu arran7. Filha de Salomão. era pai de Zeror mente e dessa vez deu á luz Salomão fv. ram a Davi em Ziclague.15) ainda pequeno.54). seja os quais reinaram om Edom antes que qual for a posição que ocupem. Orei passeava pnlo enlre os servidores do Tem plo que terraço do palácio e viu essa linda mulher retornaram do exílio babilónico com banhar-se a uma certa distando. Alguns de seus descendentes fo­ ra. 12 ). Tornou-se depois esposa de namento com Bale-Seba reflete essa ver­ Davi e mãe de Salomão. seu esposo. o heteu. não fica­ 92 . contudo. de Naflali I I Rs 4.28 J. Ao lenlar ficar Livre dc» problema. para sempre e de sua linhagem viria o Mes­ sias. Seus descendentes estavam Davi.11-53). que não Liveram direito a nenhu­ B EB A I. Foi com ele que o Se­ nhor fez uma aliança especial (2 Sm 7 ). quando fora ba­ Davi conseguiu que o marido de Batenido de Israel. apesar disso. para colocá-lo em um lugar onde homens (Ed R. voltou o de volta para a frente de batalha com a a Jerusalém com Esdras. 623 (Ed 2. 11).. Linda mulher. Rei edomita o pai de Haríade. enviada ao comandante do de Artaxerxes. e bisavó de Quis. O profeta Natã foi a Davi e pronunciou 4. Urias rec usou-se a ir para casa e 7*10) de seus descendentes voltaram do ter qualquer relação sexual com a esposa. 3. Davi coníortou-a. mas o bebé morreu e obedecer às suas leis (Ne 10. Como seu plano fracassou.11) ou 628 (Ne ma lolga. durante o reina­ ordem secreta. o a que o arrependimento leva ao perdão de sucessão ao trono. quando os dois se envolveram sexualmente e ela acabou BE ALI AS. 1 . Bat«-Seba e o prote­ Saul (1 Sm 9. Zacarias. Davi rmindou2. mens eram bonjàmitas que desertaram do voltasse para casa. e trouxe consigo 28 joabe.5). do assassinato. ela ajudou a assegurar Deus. por seu relacionamento adúltero com BAZLUTE. «Ja engravidou nova­ BECORATE.c. ao com um dos doze oíiciais distritais — prometer-lhe que estabeleceria seu trono Aimaós. qualquer que soja o pecado.C. durante o último período Seba. Numa bela larde.5 2 . Esses ho­ campanhas militares em defesa do reino. p. la Natô trabalharam juntos para impedir que Adonias usurpasse o tmno (1 Rs 1.RATE-SEBA ram de fora do relato bíblico Davi foi o Irar que Esaú não deveria casar-se com maior de todos os rei de Israel. Nos eventos que dade claramente: contudo. dessa manei­ 3. exílio babilónico com Neemias. PJ). que se casara pelo próprio Deus. que fora es­ minoso e merecedor do castigo divino posa de Urias. Depois da morte da crian­ ça. pudesse morrer. que estava ausente por participar das do reinado de Saul ( I Cr 12. jar que tosse trazida até ele. Depois N eem ias e Zorobabel (Ed 2 . mostra também aorcamm a morte do rei. Os ptícados dos servos do Senhor.3). Benjamita.u. Seu descendente. Bate-Soba é mais conhecida. peca­ B A TE-SEBA . O adultério. levou o rei aos pecados da mentira. Ne de descobrir quem era. Nem que a vontade dele de ter Salomão como adultério nem assassinato estão acima da sucessor fosse cumprida misericórdia do Senhor.

levado cativo pelo rei Tiglate-Pdeser.37). BEELIAD A. l Cr 1. Ele contrasta luz e trevas no v. 2. rubenita. que se tornou líder do clã dos belaítas iGn 46.36. mas envolver-se e tontar ter harmo­ nia juntos seria difícil. 1 . 3 . era íilho fie Zofá (1 Cr 7.BELSAZAR houvesse um rei em Israel (Gd :t6. veja tam­ bém Is 46.8). na Babilónia. Pai do profeta Oséias (Os 1. Tomaram posse das terras a lesto de Gileade e estenderam-se até o rio Eulrates.21).341 2.14. Ileteu. mas de­ pois pergunta: “Que concOrdia ha entre Cristo e Belial?" Iv. B E E R A .15.46 ). pob caria um adola um yonhor diferente — o cristão serve d Cristo enquanto o incrédulo. 15).1 e Jr 51 44).43). BED Ã .7) Seu nome (oi mudado paia Iíliada. t Cr 1.forani tu)pados de ler-se casado nmi mulheres estrangeiras (Ed 10.30). era um cha­ mado à santidade.30. devido ao seu orgulho e comportamento blasfemo 93 . argumeula Paulo. O úliimo rei do Império Babilónico citado na Bíblia. BELSAZAR (Bab. Nesse texto o apóstolo insisle enfaticamente que os cristãos devem ser cuida­ dosos sobre com quem se associam e se mis luram e as implicações do envolvi­ mento com os que não são crisláos. pai de Judite. estava entre os qin.3. mj-.17).edeu uma autoridade total sobre o império a Bebazar. da Assíria 11 Cr 5.40. entretanto. esse nomo roferese a Sal anás e ó usado com esse sentido no NT por Paulo. a Bolial. depois que lomou ainda mais mulheres" (1 Cr 14.3 1. BEL.8-10). Vivou em Aroer. 2. em 2 Coríntios 0. Vários dn seus filhos lambém fo­ ram chefes (Nm 26. Deus babilónico também identifi­ cado como Merodaqué lír 50. pro­ vavelmente devido ao prefixo associado a Baal e à idolatria cananita (2 Sm 5.35 . Este nome aparece somente em Daniel 5.1).1-3).35). O apelo que o apóstolo fez. Essa invasão é descrita em 2 Reis 15 29.33. uao existe harmonia entre cren­ tes r incrédulos. Durante o reinado de Saul. P. Um dos lideres dos rubonítas.32. Seu filho jobabo o sucedeu (Gn 36. Primeiro filho do Bonjamim. AparentemRule Nafiouido nunca coni. n qual foi uma das esposas de Esau (Cu 26. Nos documentos remanescentes. o p rofeta o confrontou. ao traçar esses contrastes. seu povo foi responsável polo derrota dos hagarenos. 1 . onde é descrita a morte dele |v. embora tenha-se retirado para um palácio remoto p deixado seu filho d o governo. 1 .16: 1 Cr 3. Descendentn da Manassés e fi­ lho de Uião (1 Ct 7.2. B E E R I. já é amplamente aceito que Bebazar era filho e co-regente dele. "porque o seu gado se tinha BE LI AL. Daniel 5 diz multo pouco sobre o carater de Belsazar. multiplicado nn torra de Cileade" | 1 Cr 5. Nos escritos judaicos do perío­ do iniertestamentário. Isso não quer dizfir quo foicrbtãos e incrédulos náo devam tei ami­ zade. que não e mencionado na Bíblia. o últhno rei é Nabonido. Este leruio tam­ bém d visto no prefixo do nome quo foi dado a Daniel na Babilónia — Boltessazar.D JT-. U m dos filhos que nasceraiu a Davi era fertisalóm. Filho de Bani.0). 1 Cr 8. Da Iribo de Aser. capital do imprèrio. BELÀ. Filho dn Beor e rei de Edom Reinou na cidade de Dinabá» antes que houvesse reis em Israel. Como porta-voz d / ? Deus. É claro que não há concórdia alguma! Portanto. ‘‘Bei proteja o rei"). pois uãa havia nenliuma prova extra-bíblica que c o m p r o v a s s e a existência de um rei da Babilónia chamado Belsazar. Até recentemente ainda havia cetidsmo quanlo a historicidade do Daniel 5. B ED IA S . Pilho de Azaz.

2J.16). em todo o Novo Testamen­ tocar lira e acompanhou a Arca quando to. e seu destina foi selado quando Daniol interpretou o que a mão ostrrevofô na parede. Liderava uma tropa de das moscas” e provavelmente relaciona24. Este nome veio do uma ex­ 2. crucificação.22. e todos os teus caminhos.23J. destacado pura to­ A maneira t. Foi escolhido pur. cujo trabalho consistia em sias! Estavam felizes por identificar o Fisupervisionar as contribuições para o Lho de Deus com Satantis em pessoa. vel pela m orte dos traidores Joabe.23-35.18-20: Jesus era acusado de Ele próprio ser 16. e lhe disse: "Mas a Deus. era o antagonismo deles para com o Mes­ 6.18. 16.7 1.A B I N A D A B E (Heb. Piratonita. uáo foi um dos "três volan­ tes de Davi”: Josebe-Bassebete. O 'novo” nome dado para proclamar Salomão como rei (1 Rs u Daniel. a p Ip não glorifÍGaste”.30. Filho do sacerdote Joiada.g. Davi 0 considerava “valente u do grandes fei­ tos” « •contado com maior honra do que qualqunr outro dos "trinta” grandes guer­ reiros (2 Sm B.23: 23. Levita.24.13). No tempo do retorno do exílio Abinadabe"). Era da tribo de judá e veio de Cabzeel (2 Sm 23. E1p também acompanhou o daqueles dias estovain dispostos a atri­ Arca (1 Cr 15. foi um dos “trinta he­ pressão hebraica que significava "senhor róis" de Davi. te o reinado de Davi. 1 Cr 27. ou em que Ele fala­ 4. 24-431 . naBabilôniâ iDu l . era um dos músicos duran­ va sobre perseguição. Casou-se coin Tafaie.2. Durante o reinado de Ezequias. Náo ha registro do arrependimento do Belsazar. lornou-se coman­ dante sobre os quereteus e peleluus. te o reinado de Davi. filha babilónico. Estava eutre o s descendentes de Parós. B E N .20-23.5) Bekebu. "filh o de 8. Levita. Nos dias de Cristo.22.31: 27. veja Damal.5.11).25. Filho de Jeiel e pai de Zacarias. inclusive doscenNafate-Dor (1 Rs 4.8. Veja Bm -ilur. O oulrora glorioso Império Babilónico s e m alvo do juizo divino e o próprio rei presidiria sua des­ truição.20).341 Sua lealdade era tal que não participou da rebelião de Adonias no fim da vida de Davi e foi um dos indicados B ELTES S AZA R .BELTESSAZAR do.24: Mi 3. Lc 11 15. foi próprio Satanas revela o quão profundo descendente de Asafe (2 Cr 20. Adonias e Simei | 1 Rs 2.191. ou Satanás. era um dos músicos duran­ 1U. 26. Ele também íoi responsá­ detalhes. saçõns que o identificavam com Satanás 7. casaramse com mulheres d »> outras tribos e oté B E N A I A (H eb. Esdras e o povo se construído") 1. Eleazar e Sarná. este termo bav ia-se 1 Cr 11.j Este vocábulo.14).ouio os judeus religiosos car trombeta. buir os obras e as palavras de Jesus ao 5.6). que ficavam de pronti­ se a um deus canantsu lei 2 Rs 1. BELZEBU. Secanias confessou a Esdras ilo rei Salom ão. p j j .000 homem.36. Benaia é cilado fielmente a Davi. dão no 11 “mês de cada ano (2 Sm 23. 94 . 12.3. em cUja máo está a tua vida. e era governador de que muitos liomeus. 18: 20. Para mais 1. serviu arrepandoram o fizeram um pacto de ser­ vir ao Senhor (Ed 10. cuja família tão ia tenso que afinal culminou com sua multiplicou abundantemente (1 Cr 4. durante lodo seu reina­ (Dn 5. mas o ódio contra Ele era líder da tribo de Simeão. dentes dos sacerdotes de judá.46). "o Sen h or tem mesmo estrangeiras. somente foi usado em passagens onde foi levada para Jerusalém | i Cr 15. É Templo durante o avivamento no reina­ claro qan Cristo defenden-se dessas acudo de Ezequias (2 Cr 31. Levita. foi (Lc 11-14-23).32-38).14). Contudo. tornado um sinónimo de Satanás (Mt 3.

9) Benlia. s. Rei do Damasco. “filhe. coucordou com com a sua própria filha mais nova (Gu as primeiras exigências de Ben-Hadade 1U. sucesso o violento ataque o obteve uma continuaram a praticar os graves pecados grande vitória sobre os sírios.29). séria ameaça para |udá (cí. mas chegou no limite quando o filhas escaparam.30).35) 95 . elas ficaram preocupa­ rei sírio quis enviar seus oficiais para vas­ das coru a continuação do nome da íarniculharem a casa real I 1 Rs 20. Logo depois da destruição de lentregar as mulheres.17ssj. posteri­ ormente a própria Siria lornou-se uma p que agiam coutra Deus (Ez 11. também mencionado coíno um dos Iídores de família culpados de ler-se rasado mm mulheres estransiras (Ed 10. não hou Ben-Hadade: duas positivas e uma nega­ ve novo começo para Ló.13).pelos quais. Uma menção espesoberania sobro toda a Terra. de Judá.221. O 4. "lilho defiidade). da qual som m ie Ló e suas duas e praia).43). Por esse motivo.Acabe causa do parentesco que tinham com reuniu 7. B E N -D E Q U E R (Hob. e de Baasa e Oari. por ser demasia­ lavam sob o seu controle. deconcernentes a Acabe e sua relação com pdis que escapou da destruição. assim. 9. BEN*AMI (Heb. de Geber”).D. "filho de Deker' ). com quem o: Senhor fizera alian­ que de surpresa.13-22). sexuais. . 2.c. mas também polo sacrifício da Uberdade política. O rei Acabe estava relutante em entrar na Progenitor dos amonitas. mas Ben-Hadade conseguiu fugir a cavalo ( L Rs 20. 10. embebedaram o pai a . Veja Ben-Hur. Ele e as filhas tiva Na primeira. Citado entre iis descendentes do PaateMoabe.9). Veja Ben-Hur.ie se casaram com mu­ Senhor”. o num Sodoma. Saalbun e áreas fím do quo se preparasse para outras ba­ ao redor. durante o remado de graude batalha o Dous demonshou sua Salomão (1 Rs 4. llcando ser uma insolente restslêuda e declarou grávidas. por volla de 890 a. Era filho de Ló guerra.C. Também ouro que ficara nos tesouros da casa do citado entre ws tji. sitiou Samariamais ou munos em 850 a. LÊ20). o profela encorajou o furam salvos pur Deus unicamente por rei a tomar a iniciativa na batalha. 10-12J Acabe repelin com lhas. Certameute. rei de Ará alegou que os deuses de Israel eram divindades das montanhas e por B E N -G E B E R (Ileb. que relutaram em sair de Sodoma. isso enfrentou os israelitas ua planície (1 Gnveraadur de Romote-Gileade e área* Rs 20 25). as crianças. P.1 1 31. não apenas finan­ ceiramente ('Asa tomou toda a prata e o U L Descendente de Neho." filha do meu pareste"). alcançada. Embora lheres estrangeiras (Ed 10. 1 Rs 15.18).G. a Governador de M a c a z .BEN-HADADE BEN-HADADE (Heb.38]. Acabe foi repreendido distrito de Argobe. 12. Este também foi cui pado de casamento rrrbla (Ed 10. as quais espelo proíela do Senhor. em Basã.C.25 como um dos quo se di­ vorciaram das esposas estrangeiras. cial é feita a sessenla grandes cidades no Na terceira. 1.nubas Hadade ficou furioso com o que percebeu tiveram relações sexuais com ele. 11 Rs 15. reis de Israel. Asa pediu a Bcm-Hadade quo o aju­ dasse a se defendei contra Baasa O pre­ go dessa ajuda foi alto. em Esdras LO. Uma vitória decisiva foi ça (Gn 19. contemporâneo do rei Asa. Novamente Israol venceu nmu circunvizinhas. A segunda profecia advortiu Acabe. Den-Hadade U. um dos 25 liomeustonha trazido um aJUvio temporário nas identificados por Ezequiel como irupios hostilidades entre Israel e Judá. ao que parece. É importante nolor quo essas fi­ guerra 11 Rs 20. Pai de Peladas. Descendente de Dam.000 homem* e efetuoti um ata­ Abraão. rei de Ará (Siria). na época do rei Salouião 11 Rs talhas contra Ben-Hadade (1 Rs 20. a cida­ Houve três profecias importantes de de Sodoma era famosa. 2 Rs 12.

Governador de Aribote. Durante o reinado dp Joás. Salomão foi autorizado por Deus a pedir qualquer ram juntos contra o inimigo comum.25). a e x tP D s á o do reino dn Salomão n enfatizada.24. Em vez assírios. A . O primeiro da lisla de doze nome de Benoni. Lei (Ne 10. Por isso.23). S. Ben. que significa ''filho da govnma dores distritais nomeados pelo rei minha tristeza” (Gn 35. Raquel. Baaná.34). tros mencionados são: Ben-Dequer. Ben-Hadade 111 chegou ao poder no quezas e honra" Os capítulos seguintes de 1 Reis mostram como esses dons rlp tompo em que a influência síria estava em declínio. O Senhor lhe Gileade. o Salomão para fiscalizar seu reino (1 Rs qual Israel mais tardo mudou para 4. porque estabeleceram impostos de Ben-Hadade aconteceu devido ao Juízo sobre os moradores do distrito. Josaíá. os dois roi* luta­ Logo após sua coroação. Rs 20. Acabe. somen­ Hesede. os coisa que desejasse (1 Rs 3.13.4.7). Veja Ben-Hur. Ben96 . É neste contexto que lemos sobre a nomeação dos Jerobono I. que pa­ de Deus sobre as nações ao redor de Isra­ gavam com suprimentos. Ben-Hadade foi usado pelo doze governadores. nas cidades de ludá |2 Cr 17. a qual era enor­ trole sobre as cidades que capturara 12 me |w. "talho da graça”). a derrota ram isso. contado.otn Bon-Hadade (1 Sim ei e Geber. .10). morreu logo após seu nascimento. há uma lista da provisão diária foi derrotado três vezes e perdeu o con­ requerida por Salomão. uo de­ profecia de Elisou. Baaná. da Iribo de Juda ( t BENINU (Heb. Mais Uirde. estabelecer alianças r.o.24. Socó e toda a ler­ ia de Heler. foi morto pelns de riquezas e vida longa. Ele tos necessários para a manutenção da recobrou as cidades capturados paios c a s a real . Ainadabe. Tanto antes como depois Rs .: cf.BEN-HAÍL damente tolerante com os siri os n por Gober.24. ao l eni ar reconquistar Ramotebedoria e discernimeuto.3). porque Jeoacaz continuou d o s cominhos malignos de riqueza e poder do filha de Davi.21.10.13).C. 8-7-9.5-15). cada um deles era encarregado saqueadores moabitas. cujo tralialho era as­ Senhor como instrumeuto pai*a execuiar segurar n grande provisão de suprimen­ sua punição sobre Israel (2 Rs 13. BenEmbora Jaeó tivesse doze filhos. BEN-HANÃ llíeb. Décimo segundo filho (1 Rs 4. "nosso filho”) Um dus Cr 4. eles consegui­ Ue acordo com Amós 1. Um exemplo de a. deu-lhe o B EN -H U R . Sua mãe. 2 Ks 13. 1 Cí 2. o qual com efeito BEN-HA IL (Heb. Os ou­ Benjamim (“filho da minha mão direita"). rIp solicitou sa­ sírios. continuou a política sua sabadoria é dado em 1 Reis 3. levilas que selar am 0 pacto feito pelo povo paia adorar ao Senhor e obedecer á sua BEN -H E8ED E (Helv.20). "filho deHeaede"). Com eleito. Em I opressora do pai. 22. p. durante o reinado de Salomão BENJAM IM . Filho de Hasael (790 a 77U Deus foram evidentes nos primeiros anos do reinado do Salomão. 3.Minaas. D r u s permitiu que Is­ Reis 4 a ênfase é colocada na crescente rael caísse em suas mãos. correr do imo. Beu-Abinadabo. Sen distrito era em Efraim. de Jacó.V. em el.3. de acordo com a de suprir o rei durante um mês. Afilho da torça"). dessa listagem.Hadade I Reis 4. grandeza da bênção de Deus sobre o rei Salom ão. impressão ge­ ral que se tem a partir de 1 Reis 4 é a sua Lei.d. A morte dp Ben-Hadade é regisconcedeu o que pedira e acrescentou "ri­ Irada em 2 Reis 0. 1. Inicialmente. Km dos filhos de Simeão.8). Hm alcançava lodos os limites prometidos dos oficiais de Jeosafá que foram enviudos paia ensinar o puvo sobre o Senhor e pelo Senhor a Moisés.41 .

e à tarde repartirá o despojo" (Gn 4U. pela manha devora­ rá a presa. mas porqu* foram escolhi­ dos pela graça (Rm J 1. ajudou a fortalecer a afeição especial que havia entro os dois irmãos. Os benjamitas estabeleceram-se na taixa oriental de terra abaixo das colinas da ludéia— entro Efraim e Judá: induía cidades importantes.27). veja Rm 111Não foi. Após José ser vendido e levado nomo escravo para o Egito.14. Benjamim leve dez filhos |veja Gn 4 6 . Moisés predisse que Dous abençoaria Benjamim e "descansaria em seus braços" (Dt 33 12).12. Paulo explicou que Deus o resgatara do seu próprio povo e dos gentios. mas. Como a bisloria da triba. Para nós. a tição é que mesmo um grande passado. e profetizou que no tuturo voltariam para Canaã. corno no caso do próprio Paulo. Giheá e Mizpa.2-7). á prin­ cipio sem permitir que soubessem quem ora ÍGn 45.4s). O apóstolo Paulo era benjamita e usa­ va a si me-snio como exemplo da teologia do “re m a n e sce n te" (veja Romanos 11.2 11 . Em sua deiesa diante do rei Agripa.4].5) e. A atitude peculiar fie José.15ss. Essa mudança provou ser significativa para a fut ura realização dos planos redentores de Deus para seu povo |Gn 4ô. Eh' fez de tudo para mostrar generosidade. repartido. ás vezes. A presa seria devorada e o es* pólio. em cumprimento da profecia de Jacó.BENJAMIM te dois deles uram de Raquel — Jose e Benjamim.22J. lss). numa épo­ ca de grande tome em Canaã (Cn 42. mas sim a misericórdia de Deus ií sua fidelidade em guardar as promes­ sas da aliança (Gn 12. Benjamim e Judá tiveram destaque particular como recipi­ entes das "promessas da graça” de res­ tauração e retorno feitas peio Senhor. Na se­ gunda viagem rlelgs ao Egito. para depois enviá-lo de 97 . embora sem se identificar. entretanto.As tribos de Benjamim e Judá manti­ veram grande influência entre o povo de Israel depois do retorno da Babilónia. (veja Esdras 1 e 2). quo mar­ caria os benjnmitas como uma tribo im­ petuosa. exceto pola misericórdia de Deus.jamilas (veja arbantií) Jacó pronunciou: “Benjamim é lobo que despedaça. Benjamim experi­ mentou o lavor especial do pai.l). progenitor dos ben.12-26. principalrnenle para com o irmão Benjamim. e as constantes batalhas sobre lerusalém marcaram sua historia. Apesar da rejeição quase total ao Senhor. deixou-os turbados « temerosos. Eram adeptos do manuseio das armas com a mão esquerda* o que. resultou no livramento de Israel das mãos dos moabitas |Jz3. Em sua velhice. não por causa da justiça deles.1-31. entretanto. como o da tribo de Benjamim. A tribo de Benjamim linha reputação de bravura e rnuita habilidade militar. Gibea ficou conhecida pelo sen alto índice rio hom ossexualism o (Jz li) 22). como Jerusalém. A Ben­ jamim. lambém impiedosa. Durante o reinado de Saul. até que finalmente elo se deu a conhecer e trouxe toda a família para o Egilu. sua herança que o salvou. isso também ora uma bênção mista. hoje. A linhagem de Paulo náo tinha nenhum valor para ele.C. por parle de Israel. Isso. Do acordo com Jeremias 33. a náo ser para entender a maneira pela qual o Senhor conservou um remanescente e enxertou outros ra­ mos (os cristãos gentios. sempre have­ ria um remanescente. deviam sua continui­ dade ò obra dn graça de um Deus salva­ dor (veja Fp 3. losé —pro­ movido a governador por Farao — os aju­ dou. Taco (Israel) abençoou todos os seus filhos. ao ordenar que seus servos escon­ dessem presenles nas bagagens dos U* mãos.3s). Urna bênção mista. somado ao fato de que a mãe morrera enquanto ainda rrain bom pequenos. om 537 a. 1 Sm tí. não garante um excelente fu­ turo. Jaco hesitou rui enviá-lo junto com os outros em busca de ajuda egípcia. no caso de Eudf • . os benjamita» tiveram sua maior preeminência e a maior parte da tribo permaneceu leal ao roi (veja I Cr 12.

recuperou todo o despojo que forn levado da cidade BENONI (Hob. BE N -Z O E TE (Hob. íoi cap­ turado.10).43). nas mãos Benjamim (Gn 46. 1 . Ló. os bens recuperados na batalha já lhe mento de Raquel dar á luz. Como a iribo de Benjamim. até que finalmente se rebelaram.21-24). P. Em sua vida nó­ com todo o espólio e permitisse apenas made. o vidente (Nm 22. mas Abraão de­ muito difícil e u máe morreu pouco lem­ volveu tudo a Bera e disse: "Náo lomarei po depois de ver que o bebé era um me­ coisa alguma de tudo 0 que e le u .32).8. A rebelião foi punida por quatro reis. da tribo deludá (1 Cr 4. eles p suas respec­ tivas cidades loram subjugados por 13 anos.20.1&). Bera testemu­ nhara os mesmos eventos. foi o primeiro rei portamento de Melquisedequp (Gn 14.6J Seus do mesmo Deus que esse rei se recusava descendentes sáo citados em 1 Cróni­ a reconhecer (Ez 16.c. no vaie de Savé. o quo obrigou nosso patriarca a entrar no conflito. 98 . e luuvou ao Senhor por 36.15ss|. veja Anraft‘1). cor um claro contraste entre a atitude do rei de Sodoma para com Abraao e o com­ B E O R .15. Membro da Iribo de Benjamim que se arrependeu de tor-so ■asado com uma mulher estrangeira (EM 10. Este deu glória a quem merecia. pondeu com louvor a Deus — e sim com Mq 6.35).10de Edom.Des­ A intenção do autot era a de eslabelecendente defei. ao narquia fosso estabelecida em Israel (Gn ' Deus Altíssimo". Sempre citado em conexão com seu<onceder u vitória a Abrão.49). o Dpus Altíssimo" (Gn t4 . O rei filho.20). o qual reinou antes que u mo­ 201. Abraão atribuiu sua vitória “ao Senhor. Nessa derrota.10). o qual mais larde |açó chamou de de Sodoma propôs que Abraão ficasse Benjamim (Gn 35. que não digas: Eu enriqueci a Abrão".5: 24.34. Veia Benjamim. IMomc dado ao bisneto de Benja­ mim. 2. çou Quedorlaomer em sua rola para o nor­ da tribo de Levi f l Cr 24. "filho de Zoete"). Ele perseguiu e alcan­ BENO. 1 Cr 1. 1 .. Pai deBelá.23: 12.2J. "filho da alinha triste­ e trouxe de volta Ló Na volta. porém Bera conseguiu fu­ gir e saJvar sua viila (Gn 14. 2.32. 2. Foi um parto pertenciam por direito. te e finalmenle o derrotou. 3 . que se tornariam a marca registrada de Sodoma e culmina­ B E Q U E R .BENO vollti para abrir os olh os deles (Al 2 6 .21: 1 Cr 7. o apóstolo reconheceu que em a ativida­ do redentora «lo Senhor. cas 7. egoísmo e arrogância. Abraão en­ za") Foi o nome que Raquel deu a seu controu com Bera.17. Esse podfi < ?or o mesmo Benjamim citado em Neemias 3. para nino e ter-lhe dado o nome de Benoni. Utn dos cinco reis residentes no vale do lordáo. Esdras exortou os judeus que fizeram isso a se apresentar pubtkamenie diante de toda ii cidade.9. mas não res­ filho Balaáo. Reinava sobre Sodoma (Gn I4. para demonstrai’arrependimen­ to pelo pecado. Efraim ita p líd er do c lã dos bequeritos (Nm 26. Israel mudava-se do Boto] para que o povo voltasse para casa. A derrota deles implicou no cativeiro dos sodomitas. que ajudou na recouslrução do Templo. s.n. BERA.27). ele). Seg u n d e ri l ho de riam em sua destruição fiimJ.v. quando chegou o mo­ de. Filho de faazias e neto de Merari. . Na verda­ Efraim (Belém). sobrinho de Abraão. quando Abraão vivia nas proximidades “dos carvalhais de Munre”. lide­ rados por Quedorlaumer IpaTa mais de­ talhes. filho de Bilâ (1 Cr 7. Depois de derrotados por uma confederação de reis da Mesopolâmia. o próprio Deus que conservaria um testemunho para si no meio de urn mundo lloslil.

da Iribo de Efraim.C. o companheirismo muito pró­ ximo entre os dois irmãos suscitou hoalos sobre um relacionamento incestuoso.44. ao ten­ tar impedir o massacre de judeus pelo procurador romano Céssio Floro. no hebraico. O apóstolo ftililn tingia acabada de t.30. p.30. Depois que se retiraram. Quando os ancestrais deste pro­ feta são njeudouiidos em outros textos. cooperou na construção dos muros d »? Jerusalém sob a direçáo de Neemias (Ne 3.39.36). Seus soldados quase a mataram e.13). Filho de Mesiiemole. lenlaram roubar o gado dos filisteus de Cate e foram mortos por eles. FiLho di: Trio e pal do profeta Zacarias (Zc 1.23). Levita. BER EQ UIAS / B A R AQ UIA S. hábeis uo manuseio do arco e da funda com ambas as mãos.21|. ua genealogia que vai de Benjamim a Saul I i Cr 8. (1 Cr 7. filho de Eiptial (1 Cr 8. d ” . filho de Tobias.16). foi um dos chefes ila tribo de Aser (1 Cr 7.4. Seus lifhós foram Héher e Mulquiel Poi g pro­ genitor do clã dos beriilas (Gn 46.3). Berenice e Agripa eram aristocratas romanos.c. Consoquontemnule. Filbo de Efraim (1 Cr 7. Filho de Asa.18). bem curau de todos os chetes militares e dos principais da cidade (At 25. era um levita citado entre os que retomaram para )udã depois do exíliu babilónico (1 Cr 9. ao tempo do rei Peca (2 Cr 28. Era um dos lideres das famílias que viviam em Ajjalom e rece- 99 .20.23). Filbo de Mesezabel. cujo Liiba Asafe loi nomea­ do pelo rei Davi para um importante ser­ viço no Tabernáculo 11 Cr 6. Eles eram ambldestros. BERIAS.21).20). segundo o historiador fosefu. Uni dos Cinco filhos de Zorobabel. pois seu nomo é complemente ignorada (Ed 6. BE RI.BER1AS BERACA (Heb “bénçáo“)l Um dos gunrreiros da tribo de Buujamim que deserta­ ram rio exército do Suul e se uniram u Davi. 6 .er julgado por esle governante romano e apeJado para o im­ perador. Sua neta casou-se com Joana. seu palácio loi queimado na guerra que se seguiu. o qual foi trazido à sua presença e de Berenice. 2.16). 3.1).M .35. Um dos filhos de Aser. leinos que loi a Cesaréin com aeu irmão “a saudar Festo". BER EN IC E.Em Aios 25. Eram tidos em alta consideração. o apóstolo fez um apelo paro que Agripa se tomasse cristão. concordaram que Paulo nada íinhfi feito que merecesse Sua prisão ou execução (At 25. em 06 d. Descendente dn Benjami m. Filho de Zofã. Berenice arriscou a própria vida. ele é chamado de filho de Ido. Seu nome só è citado na livro de Zacarias.n. 1 . em Zichigiu: (1 Cr 12. é citado apenas na genealogia de 1 Cró­ nicas 3. 5. Nm 20. foi um dos líderes que persuadi­ ram os soldados israelitas a libertar os prisioneiros que fizeram na guerra con­ tra Judá. Esse interessante caso judicial lornou-se assunto de discussão entre Festo e seus convidados. Filha de Herodes Agripa T e irmã de Ilerodes Agripa U.30). BER ED E. mas judeus de nascimeoto.12). Descendente de Efraim n fi­ lho de Sulelá (1 Cr 7. 1 . Em sua explanação sobre a fé em Cristo.45: 1 Cr 7.17. Com o passar do tempo. em Núme­ ros 26.3 11. R?ii d« Taule. tanto pcrr Festo t omo por Paulo. "o Senhor tom criado")Citado como iilhn dn Simei. um dos que se opuseram ao projeto de reconstrução r i a cidade santa (Ne 647.1 i. 2. BERAÍAS (Heb. Ezer p Elade. Dois Uliios de Efraim. 3.3 J ). Agripa podíu para ouvir Paulo.14: N«: 12. É também chamado de Bequor. H . 4. foi cham a d o de Berias p o r q u e as coisas não iam bem em sua f n m f l i n e o nome tem som semelhante ao ria pidavra 'infortúnio'’. 15.17).

mi de Israel.l.201. Capitão do exércilo do rei JeÚ Neemias (Ed 2 17: em Nr 7. irmân de Rebeca. em busca de uma es­ tempo de Esdras (Ed 10.25). Da tribo de Jud. Èxodo 3 1. fez o mai­ BEZER. e de 2. Seus filhos estáo Uri e neto de Hur (Êx 31.Senhor o esco­ ao c.49. Descendente de Paate-Moabe. filho de or empenha ein vê-la casada satisfatoria­ Zofn (1 Cr 7. veja Isaque (Gn 2 2 . para que realizasse o tra­ balho totalmente para a glória do Senhor B ES O D ÉIA S (Heb.30). Benjamita.3 bo de Levi Í1 Cí 23. Um dus filhos de Sim ei da tri. Deus lambém deu a Bezalel um aju­ atenção especialmente para o fato de que dante espucial. Personagem par­ ensinar outros de forma que o trabalho ticularmente significativo. nhos e o Lraballio artístico necessários nas escalas para o serviço de adora­ para < i Tenda da Congregação (Taber­ ção.30— 39. posa adequada para o filho Isaque. a futura esposa de a glória do Senhor (Ex 35. por isso. 38:22. 1. 323 dos seus descendentes retornaram do exílio babilónico r. ordinario (alento natural em diferentes áreas. Em especialmente 3lt. Rii de Mesulão.1 5 . mas loi pela descen­ dência de Betuel.6). "no conselho secre­ e soubesse Rxat&mente o que se requeria to do Senhor” I. no rara nos tempos do AT.2. marcenaria • • mesmo tapeçaria. do espiritual e a importância do trabuliio são dessa forma enfatizados.BESAI B E Z A L E L (Heb. 2. o texto chama u 1. ‘sob a proteção de Jieram o crédito por lurem afugentado os Deus"). Ne 7. da Betuel era de Padá-Arã.eu'. Seba bderou uma rebelião contra o rei Davi [v. pois geralmente muro de Jerusalém. sobrinho de Abraão.i.5.10. pois foi o pai na Ifendu da Congregação fosse leito para de Labáo e Rebeca. 2 Cí Gânesis 25.37) mente com Isaque. BEZA I.indicado pelo Senhor para iraballiaj na construção do Taberuaculo.2.5]. o qual dele. 37:1. é 324). 1).11). Seus descendentes estavam en­ ciosos.2 2 . Eia importante tribo de Dã que os filhos de Abraão não se casassem 2. que B IC R I.lti.lõ tios gersonitas. de inlebgéncia. Num con­ exílio babilónico (Ne 10. por isso. no servo ale Padá-Arã. Porte do dom BETUEL. ele possuía extrafamília.20 e 28.23 o uúmero e chefe de suas carruagens (2 Rs 9. ca­ com cananeus. |eu fora ungido rei de Israel por to feito pelo povo de adorar ao Senhor e Eliseu e recebera ardons do destruir a casa obedecer à sua Lei. era filho de moradores de Cate. Pertencia descreve como o próprio . Descendente de Aser. Filha do Naor e Milca: portan­ que Deus lhe dou foi a habilidade para to. Tal plenitude do Espírito Sanlo era ajudou a reparar "a Porta da Velha".31. Um dos líderes que selaram o pac­quando este conspirou contra Jorão. Foi listados no v. tre os servos do Templo que retornaram mas o Senhor o encheu “do Espírito de do exílio babilónico com Neemias (Ed Deus. 2 4 .oni BID CA R. cido como os b e rita s (v.2 9 ). conhecimento”. p.52). Labão. Niím ele nem seu lheu especialmente para lazer os dese­ irmãtj feús Liveram filhos e. Sem dúvida. depois do retomo do do Acabe e Jezabel (w. tais corno trabalho com metais pre­ BESAI.2 3 . 4. Na ver­ dade.. Da pessoa de Aobabn.2: 1 Cr 2. por rumo de Reboca. O significa­ Neemias (Ne 3. 1 . de habilidade. ele enviou seu sara-se com unja mulher estrangeira. 100 . 6-JOJ. eram considerados como nma só náculo).18). na administração de se limilava a profetas e reis. foi pai de Sebn (2 Sm Deixs cumpriu suas promessas feitas a 201 e provavelmente o líder do clã conhe­ Abraão.14|.

Umo jovem sorva. Bildade demonstrou estar uborreddo e desapon­ tado com as alegações fie inocência de Jó 10 1 . Bddade acreditavB que. Numa noite de insónia. Retornou do exílio babilónico com Neemias (Ed 2.BILDADE fronto com Jorão.14). o filho mais velho de Jacó o Lia (Gn 35. que se lornaram progenitores de duas imporlanles tribos em Israel (Gn 35. Bila foi 0 mãe de Dá e Nftftuli. Alguns de seus descendentes subi­ ram para Jerusalém rom Esdras. Em seu segundo discurso. Filho de Jedioal. pois Deus agiria rapidamente e traria novamente a alegria (Jó 8. 2 . olerecerara-lh« várias for­ mas de consellm.3).0 5 6 de seus d escen d en tes retomaram do exílio com Neemias [Ed 2. Portanto.27. 1. 7.20-22). neto de Benjamim.25. Ela lambem teve um relacionamento incestuoso com Rúbon.8-13). Esse reconhecimento.7). se Jõ lo^so re­ almente justo. “Su íta”. duranto o roinado do Artoxorxes (Ed 8. tempos mais tardo ajudou na sal­ vação dos judeus dos perversos desígni­ os de Hamá. Quando vi­ ram os terríveis problemas que [ó enfren­ tava. 1. por parte do rei. Alinhado com o ensino bíblico. 46. então as aflições que pade­ cia seriam apenas lemporánas. 2 . B I G V A I .14. BIGTÃ. s.*nagens.22). en­ quanto os pecadores recebiam sofrimen­ to. Um dos dois porteiros que guar­ davam o portão do palácio do rei Assuero Ele e seu companheiro Teres “se indignaram e conspiraram para assassinar o rui Assuoro" (El 2 . sob a provaçao divina. como juízo pelos pe­ cados fie idolatria e feitiçaria que foram introduzidos um Israel por Jezabel. em Ne 7. BI Idade foi o segundo a daT seu conse­ lho.42). eles procuraram o patriarca para 'coudoer-se dele. Para mais detalhes. Veja Vasti. Sft fizesse isso. O ensino que Bildade acredi­ tava que o patriarca deveria aceitar era que o justo era abençoado universalmente. Finalmente. Um dos sele eunucos que servi­ am ao rei Assuero (Xerxes) (Et 1. Bidcar recebeu ordem de jogar o cadáver no cam­ po do Nabole.13). embora depois Deus te­ BI LÃ.2. I Cr 1.21)4 A razão para a inclu­ são deles no relato do livro de Ester íoi devido ò descoberta do plano secreto e à denúncia feila pelo judeu Mordecai Hamã linha 1'eilo lodos os arranjos para que esle fosse enforcado por não so inelinar dianto dele.10). era um dos trés “amigos” de Jó (Jó 2. B iL D A D E . Cada um de seus sete filhos listados um 1 Crónicas 7. essa talvez fosse a causa do sofrimento de Jó e ele estaria totalmente errado por negar sua culpa diante de Deus (Jó 6. 1 Cr 7. Um ilos lideres que selaram o paclo feito pelo povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. nha ouvido suas orações e lhe lenha con­ cedido dois filhos orn Canaã (José e Benjamim).11).1.067). Enfalizou a justiça de Deus (Jó 6. onde Esaú se es­ tabeleceu (Gn 36. inicialmente. BIGTÀ. Jeú aceit0U-0 e malouo com uma flecha. descobriria que sofreram devido aos seus pecados e às Uansgressóes de suas famíli­ as.25. pois Ra­ quel era estéril. um dos lideres tribais em Spit.10 loi cabeça de uma família. tornaramse incapazes do folar por longo tempo. veja Mordfícoi e Ester. B ILA. dada a Raquel por sou pai 110 dia do casamento dela |Gn 29 2 9 ). Primeiro filho de Eser. Posteriorm ente torn ou -se concubina de Jacó (Gn 30. Ne.3-7].19 o número e 2. 4 . o roi Iiiij nos registros «lo reino sobre a denuncia dos dois conspiradores feita por Mordecai e pela manhã ordenou que Hamá lhe prestasse uma série de botui. 2. sugeriu que Jó deveria olhar para as gerações pas­ sadas e aprender com elas. portanto.16).v. e consolá-lo". 3.

2). 5.10).k BILGA. BINUI (Heb. Foi um dos ho­ lrouxe seu sobrinho de volta e recuperou mens valentes e rhef». ma pessoa menr iouudu om Bilgo 2. Descendente do rei $aul. seus bens e provisões foram levados. Descendente de ftiate-Moobe. Sacerdote que viveu duran­ te o reinado de Davi.5. 6 . ura roto. m.8). Um dos filhos d'1 Jallote. quando as pessoas são confrontadas pelo Todo-po­ deroso.7).15).14).DILGA (In 18. para que o palriarca oferecesse sacrifícios pelos três. a fim de serem perdoados: “O meu servo Jó orará por vos. 2. como o meu servo Jó" (Jó 42. todos os.38). (Heb. 3.-13). Depois do exílio babilónico com Zorobabel e de serem derrotados por unia coalizão: de )e:>ua. e não vos I ratarei conforma u vossa lonouru. até que finalmente se rebelaram. Era o governante de Gomone (Gn 14. o líder dessa família era Satnua (Ne 12. quando Abraão vivia per­ quo ministraria (1 Cr 24. Uni dos liderados por Quedotlaomer Ipara mais sacerdotes que selaram o pado leito pelo detalhes veja Aura fel]. Um dos levitas que retornaram do exíiiu com Zorobabel |Ne 12. era governador da metade do distrito de Queda. 5-21J.8). Ló lam­ BILSÃ. Na conquista de Gomona. "jovialidade”1 . "conslruir'). Um dos cinco reisresidenles no por -sorteio para ser o 15* na ordem em vale do Jordão. bo de Aaej (1 Cr 7.301.2).1. Foi também um dos levilas que selaram o pac­ to do povo em Neemias 10. L Pai de Noadias* o qual foi um dos que pesaram a prata e o ouro trazidos de V K>lla da Babilónia com Esdras (Ed 8. Era fi­ cendente de Aser (l Cr 7. esses Joiaquhn. depois de vencê-lo em batalha. tio Abraão resolveu liberta-lo. BILGAI. 1.18).24J. por isso. cuja . A derro ia envol­ povo de adorar ao Senhor e obedecer ò veu o cativeiro dos sodomitas. seu (Ed 2 . Provavelmento 6 a mes­ seguiu fugir e salvar a vida (Gn 14. Birsa con­ sua Lei (Ne 10. f.1-8). 102 .33). es­ tava entre os judeu» culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras [Ed 10. Rolornou do exílio com Neemias bem foi conduzido cativo: por isso. No terceiro e último discurso. 9.9. Ajudou na recons­ trução dos muros de Jerusalém depois do exílio. em Neemias 12. mais curto. 048 descendentes de um certo Binui retomaram do exilio com Neemias (Ne 7.31).G. lho de Moza (1 Cr 8. Deus vindicou Jó o ordenou aus stíus amigos que fossam a ele. Todo o I ív t o d e Jó revela claramente como a tão repetida explicarão religiosa da causa e do eleito Ipecado/jutzo.8). da tri­ norle e. A rebe­ lião foi sufocada pelos quatro monarcas. Ele perse­ guiu e alcanvou Quedorlaomer bem uo BI MAL.2 : Ne 7. e aceitarei a sua oração. . Ancestral de alguns dos que foram culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras (Ed 10. 2 Um dos sacerdotes que retomaram to dos carv alh ais do M a n re ”.37. Nos dias de reis procedentes da Mesopolámia. o qual foi escolhido B IR S A . monaícas foram subjugados por 13 anos.U. 4. Bildade reciLou um hino de louvor ao Deus Criador e faz uma compararão com o pecado dn humanidade (jò 25. todo o espólio.18. enfalizou o castigo <ie Deus sobre os ímpios e advertiu o pa' Iriarca quanlo ao perigo de ijuestionar as agueis do Seulvor (vv.soberania é tcitul No final.33). BINEÁ. Filho de Malquiel e des­ Iribo de Benjamim « pai de Rafa. trahalhuudo na snçõo que ia da casa de Azarias até a esquina (Ni: 3. Vós não falastes de mim o qui. de clã. justiçâ/bêurv â u D ) é simplista demais. era «la BIRZAVITE. Filha de Henadade (lambém chama­ do de Ba vai).

com quem tiv«ra um de­ sentendimento. Filha de um dos laraós.201. viuvas e sem nenhum recurso financeiro. entre Herodes. lanlo em significado c o m o em propósito no livro de Rute. por isso seu nome aparece nesta genealogia l i Cr 4. 1 1 . que c hegara. Embora tenha relação com 103 . Furioso com eles. Tabeel e outros companheiros.10) Veja Vo s Ij . e interessados em conseguir seu íavor. Um dbs sele eunucos que servi­ am o rei Assuero (Xorxes) (El 1. A redenção da terra e as vari­ ações nos relucionamtmlos familiares pre­ param o lkíitur para a mudança de pers­ pectiva nos versículos linais do livro. Boaz loi um proprietário do terras temente a Deus. era uma maneira zombeteira de expressar depen­ dência da providência divina). BOANERGES. filhos de Zebedeu. inclusive apoio financeiro. ]. Sua entrada no cam­ po deu a Boaz a oportunidade inicial de tornar-se seu benfeitor e abriu o caminho para que se casasse com ela no sistema de leyiralo |Rt 3 e 4).2. Nome d.ivrn i. Na Lei dè Moisés. Quando Herodes viajou paia Cesarêia. que morreu. BIZTA. A aXpresáâo traduzida nomo "homem poderoso” em Rute 2. Ali. solicitou uma audiência de re co n ciliação .ni u Belém. “a força está nele"). Para mais detalhes. Marcos traduziu a pal. 6 . quo provavelmente falou com o rei nm favor deles.17-22). O primeiro capítulo de Rute termina com Noemi o sua nora moabita. 1 é multiforme. veja Mjtrrdatf!.7). parente do marido falecido de Noemi. Casou-se com Merede. os membros da mesma família linham várias responsabilidades uns com os ou­ tros. O cenário p estabelecido para o even­ to na uarraLiva do livro pela descrição dos laços familiares entre Boaz e Noemi e o caráter exemplar dele. e a Palavra de Deus.ido por lesus a Tiago \ i João. Não está cla­ ro por que Jesus lhes deu esse nome. É provável que se tenha convertid o ã religião israelita. Nome encontrado no livro de Rute e nas genealogias em 1 Crónicas. BOAZ (Heb. "lilha do Senhor’ ). Herodes mandara suspender Iodas as ex­ portações de allm enloe outros produtos essenc iais para as duas cidades A audi­ ência foi conseguida por meio de Blasto. BOû Filho de Rúben.78). quando os chamou para serem seus discípulos. 18. o povo de Tiro e Sidom. Ca­ sou-se com Rute e tomou-se ancestral do rei Davi e de Jesus Cristo. da tribo de ludá. O rei loi imediata­ mente ferido por um anjo do Sonhor e morreu. [untocom Mitredâte.3). EJe era o dono das terras nos quais Rnle foi “respigar" (no liehraico. que "crescia e se multiplicava” (At 12-24). a aiençãoe tirada de Rute e Boaz e colocada uo propósito rriais amplo de Dous na história |Rt 4. Um claro contraste é enlão estabelecido. Veja Tiago n foõo.BOAZ BISLÃO. mas existe especulação de que foi devido ao temperamento explosivo dos dois. ê mencionado mtmente em conexão com a "pedra de Boa” (Js 1 S.17). BLAS TO. quando buscava um campo onde recolher algu­ mas espigas (RI 2. "porqui: não deu gloria o Deus” (Al 12. os visitantes o ovacionaram como se ele to 9se um deu?. E descrito em algumas tradu­ ções como "camamiio de confiança do rei [Herodes Agripa IJ ‘ ÍAl 12. escreveu unia car­ ia ao rei Artaxerxes. Ao o u v ít o discurso de Herodes. em al­ guns casos. Ele não é citado nas genealogias fie R ú b e n . que viveu em Belém de Judá no período dos luizes (Kt 1 . a ÍLm de laser acusar ÇÕes contra o povo de Judá (Ed 4. BITIA (Heb. Mateus e Lucas. um importante marco da fronleira entre ludá e Benjamim.om o signifi­ cado de "filhos do trovão*’.1).1 como "homem poderoso e rico”. Boaz ê apresentado em Rute 2.

Da tribo de Benjamim. como lam­ bém de sua móe. nomo “uma mullier virtuosa” (3. o levita ou o samarilano. foi motivo de muita alegria em Ioda a cidade de Belém (Rt 4 . embora possa ler algo a ver com o pró­ prio significado dos nomes: Jaquim sig­ nifica “Deus estabelecerá" Boaz.37). Devido ao seu papel central nessa linhagem e provavelmente lambém por causa de seu caráter exemplar. quando levou o parente anónimo a renun­ ciar ao direito de ser o remidor de Noemi e Rute (Rt 4. Da mesma maneira. Em Rute 4. Essa observação é fortalecida pela inleracão de Boaz e Rute. é importante considerar que.11) formavam um parperfoito.5 inclui não somente o nome de Rute e dn que é colocado na posi­ ção de pai de Boaz. BOCRU. fora o próximo do homem atacado pelos la­ drões. tanto do ponlo de vísia moral nomo nspirilual. nos capítulos 2 p 3 . 1 2 e rm genealogia messiânica em Lucas 3. em Rute 4. mas faz os coisas de tal maneira que impressiona Boaz com seu carater (R) 2 . Era descendente de Saul. i .BOCRU a proeminência de Boaz em Belém (veja lambém Rl 4. Boaz é honrado com a sétim a p osição na genealogia reaJ do Davi. provavelmente se rofere ã sua (sxr. Elo o tez. construiria no Templo de Salomão por Hiráa (1 Rs 7.1-12 foi necessário que Boaz demonstrasse Ioda sua sabedoria e sou discernim ento.11). pois tinha um mistura do sangue judeu com gentio e ropreseutava uma defecção do Judaísmo (veja Somari/cmos). Embora haja pro­ babilidade de que uma ou mais gerações lallem na árvore genealógica nesse ponto. Primeiro. A versão da linhagem de Crislo em MaLeus 1.17).1) o Rute (3. como o samarilano procedeu. 2 Cr 3. As diferentes traduções fios termos obscu­ recem um pouco a idéia. é passível que a mãe de Boaz seja Raabe.44). 0 seiíundo dos seis filhos deAzeJ (1 Cr 8.3-10). mos as palavras no original hebraico indicam que Boaz (2.10. .ar que ele ler ia lanto uma mãe como uma esposa genlia. b . Para apreciar sua profundidade.2). 11 -17|.1 1 . A parábola ensina duas verdades. náo pôde nem mesmo mencionar o samarilano (v. A da direita chaiuava-se Jaquim. 1 1 . um samarilano era um réprobo da fé. O casamento «le Boaz e Rute. em ambas as cenas ele responde com graça e generosidade muito além da letra da Lei. bem como o nascimento do filho deles. O fato de que tal “mesliço" pudesse demoustrar compaixão era tuna surpresa nu parábo­ la Quando o doutor dn lei respondeu a pergunta de Jesus sobre qual dos três. Em ambas as tonas ela tomã a inicia­ tiva. um lipo de “mestiço" rociai. conhecidos como guerrRiros valorosos (2 Sm 23. 2 O nome da coluna do lado esquer­ do.eléncia moral o espiritualetal­ vez até mesmo à sua coragem reconheci­ da « honra. para aproveitar a oportunidade de consumar o desejado casamento de levirato com Rute. Em Provérbios 31. o sacerdote. "a for­ ça está nele". paia que a genealogia tenha um formato simétrico (Ml 1.32. para uma audiência composta por judeus. G nascimento de Obedo é também um elo crucial na qualificação de Davi como rei de Israel e de Jesus coiuo o Mes­ sias. Boaz é citado Da sequência da árvore genealógica da família de Davi em I Cróni­ cas 2 .11). Em vez de perguntarmos: "E quem é o meu 104 .1. a ex­ pressão também faz um paralelo l»em pró­ ximo cnm u descrição da própria Rute.17).21.38:9. A parábola do Bom Samaritano é exclusiva do evange­ lho de Lucas f 10 25-37 1. M u narrativa do livro de Rute.18*22.10 o equivalento a essa frase é usado para falar da excelência da esposa perfeita Um termo similar lambém íoi usado com referência aos "valentes de Davi". Obede. BOM SA M AR ITA NO . devemos ser o "próximo" que se preocupa com Os ou­ tros. Salmom. Ranhe.8-39). isso pode signifii. a . a prostituía de lericó (Js 2).. 1 2 : 3. A razão exala por que elas recoberam esses nomes não é clara.

é re­ gistrado na lisla dos descendemos de Levi em 1 Crónicas 6. Sacerdote. BUNA (Heb. B u n u o m e n c i o n a d o n o l l v m o r i g i n a l c o m o lilh c j d e R ã o e N e t o d e J e r a m e e l : p o i v á v e ) e r r o .2 1 ). era um dos líderes da tribo de Dá e íoi um dos que.15). um dos le­ vitas que so estabeleceram nm Joru$a)ém depois do exílio (Ne I 1. Um homem da Iribo de Gade. 105 .u. Pai de Uzi e ílLho de Abisua. q u e t r a z íté d u a s v a r i a ç õ a s d o n o m e (N o la d o T ra d u u > r| . 2 Um dos lideres que selaram o pac­ to Feito pelo povo de adorar ao Senhor e obedec e r á sua Lei (Np 10.BUZ1 próximo?”.4.4. Um dos "filhos de Asafe” listado entre os que íoram separados para o ministério profético e da música. 2. pai ríoprofela Ezequiel. BUZI. 1 . J e s u s s a la d a v e l h a e a p r o x í m a v a . Filho de JeraiiiRfil e irmão de Rão3 fl Cr 2. uosso próximo às vezes suigo de lugares surpreendentes O doutor dn loi jamais esperava que um samarilano seria um exemplo. 1. deveriam repartir a terra (Nm 34 17.15).3). Às vezes um tiorn próximo pode ter raízes surpreendentes n.s e à s a íd a d a c i d a d e v e l h a e à c u i a d o s d o i s c e g o s q u e p e d i a m e s m o l a | N o l a d o R e . C o n f o r m e o s e x p o s i t o r e s b i b l i n o s . BUNI.13). BU Q UI A S . p u is e S S ft i n f o r m a ç ã o n á o l e m b a s p n o l e x l o b í b l i c a ( M V e m i n g l ê s ) ( N o t a t i o T r a d u l o r ) . sobrinho de Abraão. Vivia na Babilónia (Ez. BUZ. N a c o n £ $ p ç â r > d e L u r a s .5.4)'. BUQUI. 1 . Filho de Jogii. pai de Kebeca (Gn 2 2 . Filho de Milca e Naor. 1 . • 1 E s s e v e r b e t e f o i i n c l u í d o d e v i d t i h V n r a ã n C o n t e m p o r â n e â . du­ rante o reinado de Davi. Era irmão de Beluel. pai de Jado (1 Cr 5. Era da tribo de ludá. 3.14). Era Filho de llemã. em Neemias 9.51. 2.v is a ? ). . Ancestral de Semaías.25). h a v i a d u a s c i d a d e s c ò m o n o m e d e J è T iC ó : a v e l h a e a n o v o . Levita que fioou em pé. enquanto a Lei era lida. Segundn. o videule do rei (1 Cr 25. como de fato foL Jesus ensinou que não devemos discriminar uma pes­ soa simplesmente por causa de sua raça. Jesus disse que simplesmen­ te devemos ”ser o próximo”. conforme instruções do Senhor a Moisés.s e d a n o v a e e l e s õ r e g i s t r o u u c u r a d o Cego q u n d a m o n : jii M a t e u s r e f e r i u . na esca­ da. 'inteligência”). Esdras foi um de seus descendentes (Ed 7. portan­ to.22).

4. mas para Caim e para a 106 .24). losus respondeu: “Eu sou”.1). aprendemos que Caifás sobre­ viveu nu Função de sumo sacerdote (car­ go políticol por quase dezoito anos. Primeiro filho de Adão e Eva. Caifás argumentou: "Vós não percebeis que convem quo um só homem morra pelo povo. 5 2 ) . Sou sogro Anás. ambos.4M-53: 18.6 I).29: etc. íoi o sumo sa­ cerdote quem finalmente fez a pergun­ ta direi a: “És lu o Cristo. é um farte temn uo evangelho de João |Jo 2. pro­ fetizou que lesus morreria.Ô.G . 1 3 . O primeiro levou alguns frutos da torro e o segundo ofereceu um “dos primogénitos das suas ovelhas.14). Levita cujos descerideules estavam en lre os judeus que retornaram do exílio cia Babdôni» para Jerusalém com Zorobabel rEd 2. as au­ toridades judaicas se reuniram para re­ solver o que lazer com Jesus Diante da possibilidade do poder delas sohre o povo ser ameaçado por Cristo. de gratidão ao Senhor: “ Alcancei do Senhor um homem” (Gn 4. mas também pára reunir •?m um só corpo os Filhos de Deus que andavam dispersos" ÍJo 1 1 . esse era precisamente o curso da ação fjue Deus linha em men­ te para Jesus. tí. Daquele momento em diante. onde as testemu­ nhas não eram coerentes. diferentemente de seu irmão. ao levar Jesus até a cruz para morrer como o Cordeiro do Deus peio pecado do mundo. 1 . Assim. apresentaram suas ofertas ao Senhor.3). 5 1 .qu CAIFÁS. a qual da a idéia dè que ambos ocupavam u posição de sumo sacerdote. Eslava entre os que Lideraram o povo na adoraçao e nos cânticos depois da leilura do Lm o dn Lei ó no prolonga­ do período du confissão dos pecados. e qur não pereça Ioda a nação". Cailás e os lideres planejavam como matar íesus. l’ Joi melo de Josefo. o supremo líder religioso antes dele.) e é nov&menle enfatizado nesse ex­ traordinário episódio. CAIM.2 . foi o próprio Caifás quem presidiu u Sinédrio. enquanto o gen­ ro esteve no cargo. historiai Iot judeu.3.4). Veja Anós. A soberania do Seniior. Seu nome é relacionado com a exclamação do Eva.2. E não somenle j>ela nação. Essa relação prova­ velmente reflete o aspocto político da si­ tuação.5: 1 0 . pastor de ovelhas tvv. Também uniu-se a Neemias d o parlo que Foi selado pelo povo de adorai ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 9 . Joâo identificou c luramfinto esse comentário como uma profecia: 'Ele náo disse isto de si mesmo.D . p. sentiram que os romanos viriam contra eles e sua religião Ilo 11. Qulro levila que viveu na mesma época. P . No 7 43). Embora lenha dito isso m otivado sim p lesm en te pela auto preservação. Caim e Abel.). Naquele julgamento.571. quando Cristo foi levado para s o r julgado [Ml 26. torturaram è crucificaram o Fillio de Deus. “ Atentou o Senhor para Abel e paru sua oferta. Nesse ponto eles condenaram. Lsso explica a estra­ nha referência em Lucas :t. Ele foi "la­ vrador da torra”. na qual Anás era considerado o poder por Irás do "trono" Apòs a ressurreição de Lázaro. 0 . e da sua g o T d u ra " íw. 2 1 . O antagonismo de Caifás para com a fé crislã e sua perseguição aos crentes corilinuou bem depois da morte do Jesus (Al 4 . mas como sumo sacerdote n a q u e l e ano.40: 3 9. etc.1 2 .fi. 2 . o Filho do Deus Bendito'” (Mc L-I. 32.c CADMIEL. Depois de algum tempo.3. provavelmente manteve uma influência considerável.

Lider da 1'amíLia sacerdotal de Salai. que agora separa o Irá do Iraque. CALDEU. Em t Crónicas 2 . enquanto vagasse pelo mun­ do. 1. CÀINÃ. a fim de confrontá-lo sobre sua reação o destacou que sua oferta seria acoita. 2 5 . O Seidior faiou com oJe.20). que ofuscou até mes­ mo os que eram reconhecidos naqueles dias pelo conhecimeuto2. depois que foi rejeitado poi Deus. Listado também na genealogia apresentada por Lucas que vai de Jesus a Adão (Gn 5. Titulo dudo ao povo que vi­ via ua área conhecida como o reino da Babilónia. 1 7 2 2 1 .9-J4: 1 Cr 1 . Caim íoi enlao para a terra de Node. Ficou irado e deprimido (v. tomou-se pai de Maaláleel aos 70 anos de idade. encontramos Calcol uo texto de 1 Reis -1. O texto náo indica por que Deus fez essa dlstingân entre as duas ofertas. Quan­ do Deus perguntou-lhe o que acontecera com Abel. Fillio de Enos. Sott: e A/oé). se ele “procedesse bem". é tilado na genealogia q u e Ugu Josus u Adão. As gerações futuras foram desafiadas a lembrar Caim e aprender do seu peca­ do. i. para que não fosse moiio. ao mencio­ nar que “o pecado jaz ã porta . rios seus ciúmes e da sua falia de fé 1Mb 11 4. enquanln os de Caim foram transgres­ sores (veja Lnmpqun. talvez pelos descenden­ tes de Abel. Caim pediu ao irmáo que o acompa­ nhasse ao campo. em Lucas 3. 1.d. Os descenden­ tes de Sete permaneceram fiéis a Deus. sobre ele deves dominar" (v.5). eln s e tomou o ancestral dos povos nómades.omparando-o com o desses homens: por isso. Deus colocou nele nm sinal. a leste do Éden.12.7) é que aquele que nos sonda sabia quis o coração de Caim era pecaminoso. nos dias moder­ nos é frequentemente associada com os “Árabes dos Pântanos" — o território ao norle dn Golfo Pérsico. é citado como um dos filihos do Zeni e descendente rle jiidá. onde o matou. estava entre os levi­ tas que retornaram com Zorobabel do exílio na Babilónia (No 12. Lc 3. Efe se irara contra o Senhor e seu irmão.5). O escritor demonstra a grandeza du conhecimento de Salomão. referido como a dos pântanos. ele replicou com a famosa de­ claração : “Não set.37). 2 6 ) . o Senhor revelara a Adão o Eva que um sacrifício com sangue seria ne­ cessário.. CALCOL. 2. Este nasceu a Adão e Eva depois da mor­ te de Abol b foi p a i a eles o substituto do irmão morto (Gn 4 . Alguns suge­ rem que talvez. ‘‘rápido ‘1. Per­ tencia ao antigo grupo de lideres de todo 0 povo e viveu 910 anos.2 . Deus deu a Salomão uma sabedo­ ria extraordinária. Originalmente era o nome dc um distrito. Esse enten­ dimento sobre o problema de Caim !em apoio euu Hebreus 1 14 onde o escritor faz uma distinção entre ele e Abel no senrido ila fé que o segundo demonstrou. mesmo naquela época tão remola.c.6 .36. 1 lo 3. A impli­ cação cio comentário de Deus. Pai de Saia e filho de Aiiaxadu. Génesis 4 examina a atitude de Caim. dos que tocavam instrumentos musicais e dos que trabalhavam com bronze e ferro (Cu 4 .de Mão L era famoso por sua sabedoria.31.CALDEU sua oferta náo atentou" (w 4. Caim foi então condenado peto Senhor u ser "fugitivo e errante pela terra" fv. Acaso sou eu guardador do meu irmão?” (Gn 491. Em resposta ao seu pedido (v. A ntigos textos 107 .29'1. Sou nome não se encontra uu lista de Génesis 10. é melhor olhar­ mos o que o próprio lexloenfatiza. Caim e sua esposa tiveram um filho e o chamaram de Enoque. O rontraste entre esse r e l a t o de Caim (Gn 4 1 e o de Setr» (Gn 5) é significativo. CALAI (Heb. Suas açóes subsequentes confirmam essa impressão. Jd 1 1 1 p. Provavelmente é h mesma pessoa referida no item 1 . a fim de que pudessem chegar diante de Deus: contudo.12) Pãrn protegê-lo. A terra original. Filho .

16-18). É importante notar quo Calebe. Acreditar é uma coisa. e Camos 108 . numa tentativa de vencer a batalha contra os israelitas). 1 11 para ele.23). argumentaram que melhor seria se tivessem ficado no Egito (Nm 13. m uito tem po depois (Nm 14. Dn 1 -1.30). Seu sobrinho Otniel cumpriu a tare­ fa e casou-se com Acsa (Js 15. Seus outros filhos fo­ ram Mossa o MaTessa (1 Cr 2 . Calebe ofereceu sua filha Acsa em casamenlo ao homem que conquis­ tasse Quiriate-Sefer (Debir: Jz 1 .27.12).1 8 . Ê uma terra que mana leite e mel.26-29: 13. Outro C a le b e 1 foi irmão de fera meei e filho de Hezrom. Era da tribo de ludá e casou-se com Azuba. 2.ir esta tribo uo grupo dos doze homens enviados a espiar Canaõ (Nm 13. 15.9 . a quenezeu (Nm 32. gastaram o resto da vida "vagando” pelo deserto (Nm 14. mas agir baseado nisso. ao nuvir o relató­ rio.22.20. porque como pão os devora­ remos. somente Calebe e Josué tiveram íé suficiente em Deus parn sabei que Eie os capacitaria a conquistar Caruiã. vollaram-se contra Moisés.13. de entrar eui Canaã. Calebe. Em Daniel. Dez dos espias voltaram desaponlados e convencidos de que jamais conseguiriam vencer uma batalha contra aqueles po­ vos.41. que viviam próximos ii Hebrom. deram um relatório al­ ternativo a Moisés e então apelaram para o povo.CALEBE cuneiformes babilónios chamam os ha­ b itan tes dessas “torras do m ar" de kaldtts. por cuusa disso.7: ele. trouxeram grandes cachos de uva e relataram sobre a riqueza e a prosperidade da região. Ez 12. Não os temais" (Nm 14. então nos lará e n lra T nessa lerra. Os israólitus.12. 23. Depois que ela morreu. O deus adorado pelos moabitas.42. a palavra lorua-se sinónimo de babilónios. A lotai confiança deles na sobe­ rania do Senhor foi proclamada em voz alta diante dp todos.1 h P.36: etc. A perseverança "em seguir ao Senhor” de Calebe iJs 14. o quul dissera anos antes que o Senhor destruiria os anaquins. como o Todo-poderoso que jamais falha em suas promessas. Se o Senhor se agra­ dai de nós. 1. foi o líder do ata­ que na região de Hebrom. com quem gerou Hur. Como casligo sobre o povo pela falta de fé. Essa fé consistia uiun descanso calmo e prático em Deus. foi o urtesão que trabalhou na conslrução do Tabernáculo 11 Cr 2. e no-la dará.15. desposou Efrale.31 a 14.23). 19. De tempos em tempos o povo de Israel er3 advertido para não se apro­ ximar dos deuses estrangeiros.7-9). Sacrifícios humanos faziam parte de sou culto (2 Rs 3. da tribo de Juriá.24.6). O pai de Ahraão fera de "Ur dos caldeus’* (Gn t l 26-31.501 Bozalel. Êx 31. neto de Hur. è não tomais o povo dessa terra. era filho de [efoné. A tradi­ ção da grande cultura deles sobrevive (cf.14: Dl 1.c.u. A ter­ ra que viram era mtrilo fértil. CALEBE.6-15.14). 15. Seus filhos são citados em 1 Crónicas 4.) tornou se um exemplo para as futuras gerações. De todos os espias. Ed 5. Ele liderou pessoalmente as forças que derrotaram os gigantes e tempos maJs tarde recebeu aquola área como herança (Js 14. Primeiro. mas o Se­ nhor está uonosco. Moisés o escolbeu para represent. descobriram que a área era tam­ bém ocupada por povos temíveis — principahnente os descendentes do gigante Enaque. en­ tretanto. Tão-somenle não sejais rebel­ des contra o Senhor. E^equiel e Esdras. A proteção deles se fni. Ioda aquela geração foi impedida C A M O S . nesse discurso: 'A terra pelo meio da qual passamos a espi­ ar é terra muito boo.). Somente Calebe e Josué vive­ ram o tempo suficiente para entrai ria ter­ ra e ambos tiveram p a r t i c i p a ç ã o signifi­ cativa nas batalhas de conquista de C anaã. oudo o rei tle Moabe ofereceu o próprio filho.13. em lace de adversários tão assus­ tadores — essa foi a essência da verda­ deira fé que Calebe demonstrou e com a qual todos nós podemos aprender.

Somente uo reinado de Josias.27. e n co n tro u -se com F ilip e . que começou láo bem.20-25J. Quando envelliec ou.n. que tornou pública a des­ graça do pai (v. No transcorrer do tempo.u. entretanto. ocasionalmente os israelitas envolviam-se na odorarão des­ sa divindade. Por Iodas as Escrituras existem apelos aos homens e mulheres que têm lé no Senhor para serem “santos". seu coração já não era mais devotado exclusivamente ao Senhor. quando tentavam conviver pacificamente entre as nações. chegou até a construir um ahar pma Camos auma colina a leste de Jeru­ salém ( I Rs 11. A terra que mais tarde foi chamada de "Canaõ" era ocupada por tribos romo a dos amoneus.m. que se converteu o foi imediatamente balizado. Cão. CANDACE. O perigo do sincTetisruo religioso e da idolatria era ura problema constante para os israelitas. gado e seu filho Cão. (Gn 10. separados de tal prática. CÃO. onde esse deus é cha­ mado de Quemós).131.C. usa­ va a situação como um espelho. somos informados espouificamenle que “esses altos’’ dedicados a Camos foram destruídos (2 Rs 23.13. Candace lalvez seja Amaniterer. por sua reação ao erro de Noé. Em ve/ de omnidiçor ar o próprio Cão.(>). I. Os deuses podem ser diferentes. Titulo oficial das rainhas ou das rainhas-mães da Etiópia. muitos deles provavel­ mente efetuados com objelivos diplomá­ tico». pois visavam estabelecer boas re­ lações com as nai. jebuseus. Noé amoldir. TaJ pecado levou o Senhor a trazer puniçáo sobre a nação e posteriormente provocou a divisão do reino 11 Rs 11. con­ forme a história narrada no Iívto de Josué. o. trouxe a maldição sobre sua própria família (Gn 9. Filho de Cão e neto de Noé (Cn 9. en­ quanto os descendentes de Canaõ toma­ ram-se os tribos que causaram muitos problemas a Israel e freqUentemenlfi eram derrotadas em batallia: heteus. com a demonstração do saia fi­ delidade ao Seuhor.22.15-18).a. mas o problema permanece Ião grave para o cristianismo moderno quanto era para os israelitas. ainda assim. foi desta linhagem que vieram Abraão e.7. Noé lançou a maldição sobre sen neto Cunuã.oou Canaã. quando um de seus al­ tos funcionários ao retornar para casa depois de participar da adoração em Je­ ru salém .ões vizinhas. quan­ do houve uma renovação da aliança com o Senhor. os israelitas.3ss|. Mais tarde. Posteriormente. O discípulo do Cristo falou do Jes\is ao etíope. levaram suas esposas a laxe-lo desviar-se da aduraçâo a Deus e a cultutu os deuses delas.18.7.i derivação do seu nome. Maldições são proferidas conlra o povo de Moabe e seu deus (Nm 21. que go­ vernou entre 2 ã e 41 d. cuja história segue paralela com a sua até 0 termino do Dilúvio.22|. Veja Eunuco Etíope. !(>. que envolveu 0 pai Rmbria- 109 . Seus vários casamenlos.29) o. o profeta Teremias advertiu o povo de Moabe sobreo iuizo iminente que viríu sobre eles e seu deus (Jr 48. É t itada em Atos 0. CANAÃ. as descendentes do Canaã tomaram-se es<ravas dos lilhos de Sem. A ofensa dele foi um comportamento indig­ no de um filho.46). etc.29-33). dessa maneira. em contraste. De acordo com o de­ senrolar da narrativa bíblica. finalmente. seu neto. Mizraim lEgilo) e Canaã (Gn 10. Dtíerenlemenle de seu irmão lafõ.13).0) foram condenados por práticas sexuais abomi­ náveis (Lv tfl. amoneus. aben­ çoou Sem (Gn 9.CÃO era visto com») uni dos mais abomináveis (2 Rs 23. assim como ele [Noé] fora humilhado por Cão. Após a prático fie um tipo de pecado sexual particularmente irisie e pernicioso. i'. que provavelmente é um.25-27J. o filho deste o faria sober da mesma for­ ma que ele padecia. O exemplo mais chocante é encontra­ do no reinado de Salomão. foi o que aconteceu: Os descendentes de Cão.

. Durante a noi­ te.JOI Veju Vasti . A singela o genuína alegria de tnrumse cristão 6 enfatizada nessa passagem.|.15. Jirau das mais extraordinárias conversões nar­ radas no livro de Aios ocorreu Da vida de um homem responsável pela guarda de Riuio o Silas na prisão (Al 15. mas não podemos ler certeza sobre u origem deles (2 Rs 11. CASTOR E PÓLUX. Da tribo de Judá.8). Para mais detalhes. consultado peio rei Assuerõ (Et 1 . estava a ponto de se suicidar. de uuordo com a mitologia. tu e a tua casa'* (v. Em Aios 28. O carcereiro t. um dos chefes dt? família que retornaram tia Babilónia para Jerusalém com o profeta Esdras (Ed 8.LTrn dos filhos de Rúben que foram fiara o Egilo junto com Jacó (Gn 46.11. 2. O.19). que desobedeceu a Deus e apossou-se de parle do espólio da batalha em Jericó. exatamente como os heteus. peq^untou a Paulo e Silas o que faria para se salvar. Nm 20. "E na sim crença em Deus alegrou-se com tíula a sua casa” lv.14. quan­ do Pãulo gritou: "Não te laças nenhum mal. CARCEREIRO FILIPENSE.1.4. Subilamente um violento terremoto fez com que as cor­ rentes de lodos os presos se soltassem e Iodas as portas du prisão se abrissem. embura a derivação do nome seja totalmente obs­ cura. etc. Foi o líder do d ã dos carmilas |Éx 8. CARMI.12). etc.7. r. enquanto cardavam hi­ nos a Deus e oravam. esses deu­ ses gémeos. loi o pai de Acã. figuravam regularmente nas insíg­ nias dos navios. Os dois missionários en­ tão pregaram o Evangelho ao carcereiro e a u s seus liimiliares. sim. L4|. Os quais eram comandantes do exércilo.23). 18: 20. loanã igno­ rou a profecia de Jeremias que dizia que não deviam ir para o Egito. os quais. i\ru7.23. Eles responderam: "Cré no Senhor Jrcsus Cristo. sob a li­ derança de Gedalias Ur 40. filho de João IJo 1. mas.2 3 : }r 40. veja M eaw cã. Pai de )oanã. também Jr 41 a 43). O carcereiro entrou trémulo na cela ao contemplar lodos os prisioneiros pre­ sentes.uidou das feridas de amboí> e 110 meio da noite loi batizado. ttmJo n SUus eram nuvidon pelos oulros prisioneiros. 4. CEFAS lAram Tocha" | Nome dado por Jesus a Simão. CATÃ fHeb.-il).CARCAS C ARCAS. 1 Cr 5. lemos que Paulo viajou da ilha de.42J. do poder do Evange­ lho de Crislo para transformar inteirameute uma pessoa.serem se­ veramente açoitado». lii-40). 1. "pequeno"). foram lanhados na prisão e colocados sob os cuidados do car­ cereiro.9). através dos séculos. por isso. O Senhor o puniu com a morte (Js 7. Nome dos tropas de merce­ nários no exércilo de Jeoiada. Depois de .1). que lodos aqui estamos" (v. ao que parece.13. CAREÁ. Ele 110 . São considerados um clã. ftii cle lounã e Jôtialas. Os dois foram presos durante o primeira vi­ sita deles a Fi tipos.14. quando es la coloca sua fé nole. juntamente com sua família.Malta até Roma Bm uma embarcação alexandrina que tra­ zia na proa a figura desses dois deuses.6. O carcereiro acordou b ciente de que seria responsabilizado pela iuga dos prisumet­ ros. Provavelmente osse seja outro nome para os quefel. a qual permanece como um testemunho. veia também 2 Sm 15. CAR SENA . possuíam uma area de terra prúxima do mar |SÍ 2 . que recebeu ordens de guardalos “coin segurança" (v.(r\ 1 Sm 30.34).18: 1 Ct 2.ilas. eram os padroeiros dos navegadores. Um dos sele eunucos queserviam ao rei Assuero iXerxesI (El I.2 8 ). Conhecidos como ' liiôsLuros” (filhos de Zens). Homem sábio e especialis­ ta em dssuntós legais.8.3). e seras salvo. CARITAS. per­ m anecer em Judá 12 Rs 2 5 .

Um centurião destaca-se proemi* nentomente na narrativa da crucificação de Jesus. 11. 9.22. que se iniciou com a famí­ lia juliana. Cornélio era “piedoso e temenle a Deus". pois amava a nação judai­ ca e ajudara a construir a sinagoga em Cafarnaum (Lc 7.23.26. eles ajudaram a salvar n apõslolo da turba em le-TUSaiem. Eram comandantes mi­ litares romanos que tinham so b suas o t dens divisões de 100 soldados. CEN TU RI ÓE S . pois os hábitos alimentares dos gentios represen­ tavam a rp. Deus concedeu a Pedro uma visão.5-13 e Lucas 7. chamado Júlio. 3. ua tumultuada via«em marilima ate Roma (veja Júlio).4. Maleus 8. como também um louvor por parte djs lesus. No meio do sermão. Respousável pela crucificação de Crislo. Muitos deles são mencionados nos Evangelhos e em Alõs. morreu.25. Lucas enfatiza que o homem era digno da aju­ da dc Cristo. como os romanos duram proteção legai ao cristianismo naqueles primeiros anos. Nocap. 1. Em todo o rap. cujo signi­ ficado era que nenhum alimento deveria era considerado "imundo".iuoi barreira para a comunhão com os judeus. Aios 10 conta a história de sua conversão e o cap. deificado depois «la morte. O apóstolo Paulo ocasinnalm enle refere-se a ele i orno Coftis. Quando os enviados de Cornélio Chegaram até onde o apóstolo eslava hospedado em Jope.1. Em Aios vários centurióes são ci­ tados tios relatos sobre as prisões e os julgamentos de Paulo.1-18 menciona Pedro diante dos ju­ deus cristãos em Jerusalém. e exclamou: "Verdadeiramente este eru Fi­ lho de Deus" (Mt 27.32. Para um pagão. Talvez o mais famoso o importante centurião na Bíblia seja Cornélio. Nome de uma dinastia de lide­ res romanos. o Senhor lhe revelou por meio de uma visão que precisava falar com o apóstolo. o centurião o seus companheiros falaram em outras línguas. Foi esse mesmo centurião que informou a Pilatos que Jesus estava morto. Todas essas ações servem «o interesso de Lucas era mostrar CÉSAR.5). o quaJ tinha uma mensa­ gem para ele. Esse evento desompnniuni um grande papel oa transformação do cristianismo do uma seila exclusivamen­ te judaica para uma religião multirracial. Ve|a Pedro. Esse homem confiou em que Cristo podia dar ordens para curar. Paulo ficou sob a guarda de um centurião em Cesaréia. provideuciou para que fossem battzndos nas águas.b .CÉSAR é geralmente citado como Pedro (Potros é h tradução grega para Ceitis).1).2). Certa vez. O César mais famoso foi Caio 111 .391. ao informar que era <idadão romano. À missão cristã entre os gentios linha definitivamente começado.Em 2 3 . ficou encarregado do apóstolo e de outros prisioneiros. 27. para lahudesse assunto.1-10 men­ cionam um centurião que pndiu a Jesus que curassp sou serve». observou como Eh*. dois centurióes evitaram que um plano para assassinar o apóstolo numa emboscada fosse levado a cabo. 2. Em Aios 24. Matiíus enfatizou que gentios com lal fé substituiriam os israelitas incré­ dulos no Reino (Ml U. AsStm.47). om voz de Pedro 11 Co l 1 2 . as­ sim como ele comandava seus soldados.5). Sua fé ocasionou um mdagre de curo. Em 22. 4. fixa lamente quando falava sobre o arrependimento.1 7 -2 3 . 21. evitaram que Paulo tosse açoitado. Mc 15. Simultaneamente. por isso. H apóstolo reconheceu o fato como um sinal de que tinham crido e do derramamenlo do Espírito Santo. 0 que poderia significar que yuardava toda a lei de Moisés. c. um centurião do Regimento Im­ perial (Corte Augusta = ■ 27. ou "'Na verdade esle homem era justo" (Lc 23. Pedro pregou o Evangelho para Cornélio. o título "Filho de Deus" naturalmente releria-se a um ho­ mem justo. o qual ficara pa­ ralítico. exento a circunci­ são. 3. esle "somou dois mais dois": alimentos puros para pessoas puras (Al lo > 2 ).54. 11.

Ele prova­ velmente pertenceu a umu família sacer­ dotal. rei da Pérsia em 559 a 530 a. De UGúrdo com Esdras.23.21.). o Grande. Esse incidente demonstra uma verdade que é ensinada em toda a Bíblia. Se oram es­ cravos ou pessoas de posição mais eleva­ da. contudo. Ciro era muito considerado pelos povos que dominou. Mencionado somente em A los 19. para ajudar nas atividades locais (2 Cr 36.DíG v o qual voltou-se paia eles e disse: "Co­ nheço a Jesus. pai de sete filhos que viajavam pela região de Éfeso. pois desafiar César era opor-se ao Império Ro mano (Jo 19. Quando perseguido pelos judeus e julgado diante do seus tribunais. 1 e Tíbério César em 3 . e o nome do Senhor lesus era eagrandecido” (v. É digno de nota que.15).11. depois do vencer os babilónios. IJin anjo do Senhor. o Grande.21: 28.. o após­ t o l o ja sabia de cristãos que faziam parte "dn casa de César" (Fp 4. s e u . Não liã dúvida de que. a fira de ser julgado lAl 2 5 . Mc 12. o que em si já seria suficiente pai a deixar qualquer pessoa temerosa.1 -3).. etc.C. s filhos tentaram expeln um demónio.l7 ). depois de permanecerem 70 anos no exílio.2). ou mesmo parenles de César. caiu te­ mor sobre todos os que habitavam em Éleso. O Império Persa fundado por ele. porque era um governante magnânimo. CIRO.C. dizen­ do-lhe que não tivesse medo (At 27. dita por meio do profeta leremias (Jr 15. no quid o Se­ nhor tocou o coração dele de loi maneira que determinou a reconstrução do Templo de Jerusalém e a volta de todos os ju­ deus que estivessem dispersos pelo impé­ rio e desejassem retornar a Cidade Santa.15). é que Paulo levou o Evangelho ao coração do Império b ao próprio imperador (2 Tm 4 . ou seja. falou com Paulo. espancou-os e deixou-os quase mortos. Ceva era utn sumo saeerdole ju­ deu.8. imi. Deus é absolutamente soberano e os demónios só operam quando recebem sua permissão. na lentativu de expelir demónios era nome de Jesus. asse processo foi iniciado pelo Senhor no coração de Ciro.. Ed 1. contudo. num eslágio relati­ vamente recente da vida da Igreja. o invadiu e subjugou em .. não sa­ bemos. de que lesus se opunha a César.CEVA Júlio César (102-44 a. Mão está claro como Ciro soube o que estava escrito a seu respeito uas Escritu­ 112 . Isso é visto espe­ cialmente no relato bíblico. No evento narrado em Aios 19.C.38. César Augusto é citado um Lacas 2 . e bein sei quem é Paulo. Otávio íoi spu herdeiro adotado (não teve filhos legíti­ mos). por parte dos lideres religiosos. H.lfi. que depois o acusaram de sedição contra o Irnpério Romano (Lc 23.12. Muitas pessoas que se converte­ ram levaram seus livros de artes mágicas para serem queimados em público. O César na época do julgamento do apóstolo provavelmente era Nero.14.24J. Paulo apelou pura César e íoi levado a Roma. P.22. 1 . sob a vontade soberana de Deus. A resposta de Cristo foi dollíioradaniente distorcida por seus oponentes. “tonto judeus t omo gregos. A sugestão. 17. Ciro fl. subjugou-os. mas vós quem soisT’ (v. Provavelmen­ te era Tíbério quem os discípulos dos fariseus tinham em mente quando per­ guntaram u Jesils se « th certo pagar im­ postos a César (Mt 22. continuou por quase 200 anos ate que Ale­ xandre. O poder do Seuhur Jesus ex­ cede qualquer fonte do autoridade alter­ nativa |Rm 8.12.39).22). Nesse mo­ mento o homem possesso de demónio sal­ tou sobre os filhos de Ceva.G - CEVA. ora uma política determinada para forçar os romanos a maládo. embora não haja nenhum registro de que ele próprio tenha sido sumo sa­ cerdote. o minado ilu­ minado de Ciro foi usada para levar os Israelitas de volta à sua temi natal. ou pelo menos o prenderem. O que entendemos.11-14).17). como testemunho do compromisso que assu­ miram com o Senhor.321.130 a.17. para cumprir sua pala­ vra.). Como resultado desse episódio.

Lino e “lodos os irmáos".l Deus o chama de seu "ungido". Herodes Agripa. que enviam saudações a Timóteo. oqual erigiu um monumento em memória do filho. Quarto imperador roma­ no |41 a 54 d. Esta pessoa le­ ria trazido à atenção do imperador as pro­ fecias a seu respp.É provável que sua política ilu­ minada na administração de um império tão vasto significasse que tinha respeito pelas diferentes Convicções religiosas dos povos sob seu domínio: contudo.3. para a proteçáo o restabelecimento do seu povo. o retomo dos israelitas a Jmisalém e o começo da reconstrução do Templo são recontados nm Esdras (Ed 3.26). tribuno romano. ou foram expulsos ou proibidos de se reunir. permitiu que o apóstolo se dirigis­ se à multidão. Os detalhes sobre o decreto de Ciro.C. Foi sucessor do Caligula. por ser identificada como Cláudia Q u in tilh a. L317.1).CLÁUDIO ras. até o momento em que este falou sobre sua com issão de pregar o Evangelho aos gentios e a m ultidão enfurecida pediu sua morte. Provavelmente Cláudia oro a espo­ CLÁUDIO.mdi). Em Atos 11. pois mandou colocar uma estátua dele no Templo de Jerusalém Cláudio.2 Iomos sobre o encontro de Pa ui o com Priscila e Aquila. foi nomeado govuruador de uma grande área.l3|. pois olhava para a frenle. Cilada entre os amigos de Paulo. no fin<d da segunda cartu rJL o apóstolo a esse discípulo (2 Tm 4. Depois da prisão do apóstolo. ' È meu pastor. desenvol­ veu uma política mais aberta paia com as diferentes religiões dos povos do im­ pério. Embora ele fosse lavorável aos judeus em qualquer oulro lugaT. comandante do destacamento de Jerusa­ lém na época da prisão de Paulo (At 23. contudo. O ápósrtolo escroveu esta c. 6. Cláudio revelou ler comprada sua cidadania romana. en­ quanto Paulo a Linha por direilo de nas­ cimento. O .C. C L Á UD IA .21). e cumprira tudo o que me apraz” (Js 44.28:10. em 49 d. ao citar que o fato ocormu durante o reinado de Cláudio.O. que o nomeara cônsul Caligula ofendeu profundamente os judeus. Há pouca indicação de que Ciro real­ mente tenha-se tornado um seguidor de Yahwih. Ainda mais notável é o falo de que Ciro encorajou o trabalho.7: 4. Cláudio é citado duas vezes no NT. por «xemplo. o qual Ele usaria para reconstruir a cidade de Jerusalém e o Templo Iv. pronunciadas pelo menos 150 anos an­ tes.2 1 : 0. sa de Pudente É altamente debatido se ela. P. Tai vez faiasse grego e inicial rui *.Senhor inclusive diz sobre Ciro. Muilos sugerem que eln provavel­ mente ouviu a mensagem por meia do Daniel ou do alguém coma èle: urua pes­ soa que ocupava urna elevada posiçáo 110 império e portanto linha acesso ao rei (veja Dn 1 . O casal ti­ nha chegado recentemente de Roma.8). parece que o grande número deles em Roma causara problemas e.).5: 5. em retribuição aos seus favores. Aquela mensagtfm era notável noconIr.34-38): con­ tudo.28. ao or­ denar que lossem dados donativos a quem retornasse p que fossem desenvolvidos os tesouros do Templo retirados quando Je­ rusalém foi saqueada (Ed 1-7. seria esposa de Cláudio Pudenle. Em Atos 18. 1.arta da prisão em Roma e menciona Pudente.28 ) Era Isaía* 4õ.14). 113 .G.3. 2. Cláudio Lísias.ilo uo livro do Isaias. em Corinto. por­ que ‘'Cláudio tinha mandado quo todos os judeus saíssem de Roma”. Lucas eslabeleceu o i iimprimenlo histórico da profecia de Agabo sobre um lempo de severa fome no mun­ do romano. Na conver­ sa que se seguiu. não muito louge do Roma.nte parecia não saber nada sobre a disputa entre Paulo e os judeus (At 21.. como lambém envia suas sauda­ ções. o fim do exílio babilónico. sua che­ gada ao poder naquele momento particu­ lar da História foi sujeita a autoridade de Deus e lal política loi concnbida dentro dos propósitos do Senhor.

p. ajudara d c >estabelecimento dn igre­ ja eni FIlípos. poderoso era obras e palavras diante de Deus e de todo o povo" (v. tanto dentro como fora do cris­ tianismo.sermões i|ue alguém poderia desejar. fosse o Redentor do Israel. tor­ nou-se a pedra fundamental do crislianisruo clássico.g. Sem dúvida.2). Um dos equí­ vocos modernos rnuis comum quanto u fé crislã. Es­ peravam que |eauí. Jesus mudou deliberadamente a* expectativas deles e mostrou que seu pa­ pel messiânico eslava rle acordo com as Escrituras» embora talvez não eslivesse de conformidade com o enlendimento teológico corrente. Nm . "grama verde'*). CO ATE. A necessidade de Crislo. para assim formar ''panelinhas’’ e até mesmo causar divisões.17' 26. peloque Cláudio resolveu mandâ-lo sob guarda paro ser julgado pelo governador Ftèlix. Um cristão de Filipos. A carta que escreveu ao represen­ tante romano (Al 23.19). ci­ tado somente em Filipeoses 4. CLEME NTE. foi um dos dois discípulos com os quais Jesus falou depois de sua ressur­ reição. i*«.'1. Marido rleMaria. 1 Cr 6 . ú Filho de Deus cilou a Lei (Génesis u Deulero- CLOÉ (Heb. Èx 6. que foi uma das mulheres que estivaram presentes na crucificação de Cristo. CLEOPAS.10. Citado somenie em Lucas 24. Cloé informou que bavia contenda entre os coríntios. Essa figura do Messias morrendo por seu pervo não era a que os judeus espera­ vam.16. Inicialmente os dois ficaram surpresos por aquele homem nada saber sobre os recenies aconreeimenlos em Jerusalem. Nada é co­ nhecido sobre a própria Cloé. o Messiiis. e esto crucificado" (1 Ço 2. Aqueles discípu­ los etetivãmente ouviram um dos majo­ re:. Era um dos cooperadoras de Paulo b. CLOPAS.2527). para mostrar que realmente era necessário que o Cristo (o Messias) sofresse e morresse (Lc 24. Fornou-so progenitor de vários clãs.25). vir e morrer por seu povo e. 1 . repleto de teologia bíblica. Segundo lilho de Levi e nelo de Jacó (Gn 46. em Cesarêia.U . jio que pa­ rece. assim. encontrou uo caminlio de Emaús.57. Jesus enJtno mostrou-lhes as Escritu­ ras. por intermédio de seus qua­ tro lilhos. ale­ gavam que seguiam diferentes lideres da igreja. Posteriormente o apósto­ lo Paulo disse que nada sabia “senão a |esus Cristo. A crucificação é a base da redenção e do perdão.26-30) era sincera e indicava sou desejo de ver n justiça feita de maneira apropriada.Cnòmio) e os profetas. foi isso que Cléopas aprendeu naquele dia.3. 16). Qunndo laJou para os jurlmis fiéis.o. Sem duvida tinham pouco mais do que uma vága idéia do que exalamente isso significaria. Es­ ses discípulos pareciam muito desapon­ tados. Membros ria família dessa mulher levaram imurniuções a Pdulo sobre a situação da igreja em Corinto |I Co j 1 1 1 . Cer­ tamente bavia muitas mulheres ricas uo Império Romano que tinham seus negó­ cios e seus próprios empregados. Em Lucas 24 19-2 1 revelaram seu enlendimento limitado sobre Cristo. ao desuw er como ludo o uue m acontecera nos dias anteriores era o cumpri­ mento necessário delas. Durante os anos de peregrina- 114 . porém provavelmente pensavam mais era termos da libertação do domínio romano. Ela provavelmente era crislã e enviou um de seus escravos ou empregados para falar com Paulo. tia de |esus (Jo Í'J. Pare<e que estavam preocupa­ dos com a posição social: portanto. onde lesus fora crucificado. redimi-lo dos seus pecados. quando os.CLEMENTE alguns judiãisplanejaram muté-lo. é sobre a importância do An li­ go Testamento para informar aos cristãos sobre Jesus e seu sacrifício na cruz. Tinham-uo considerado "profeta. mas não espera­ vam que morresse daquela maneira.

12. CORÉ. Seu irmão Simei o ajudou nesta tarefa.22. 1. os coatitas eram "respon­ sáveis pelo cuidado do santuário" e fica­ vam aiarnpados ao sul du Hibrírnáculo.13). O principal motivo da revolta deles contra os líderes escolhidos pelo Senhotr baseava-se na inveja do poder que os dois tinham sobre o povo. 2. Coiianias era o líder desse grupo 12 Cr 31. Seus líderes eram responsáveis pelo cui­ dado da Arca.5). Nos dia:> de Josué. COL-HOZE. autoridade esta ou­ torgada por Deus. 12-141.2. de Judá.15). 12-20).21).Pai de Salurn. Descen­ dentes posteriores de. oca­ sião em que armazéns especiais foram construídos e uma equipe de homens foi indicada para organizar as doações. 2 . CONAN1AS.121. uelo de Levi (Êx 6. Provavehneule rèa mesma pessoa mencio­ nada no ilem 1 .G. íez parte de uma rebelião contra Moisés |Nm 1 GJ. Lpvila (sem dúvida uni descenden­ te du pessoa citada nu item 1 ) que. assim. 26. 15. o qual se lornou líder de um clã em sua tribo (Ex U. Nm 3. depois de tê-los tirado de uma terra U que mana leite e mui” (o Egito) para loválos àquele deserto (vv.27-32.12).22). junta­ m ente com seus irm ãos Sem aías. pertencente1 * a tribo de Rubem e mais 250 uulros líderes da comunidade rlè Israel. Ancestral de Maaséias. I Im dos des< nndente-s d'5 Coate.18.U. o lalso profeta que ronstanl emente tentava promover uma mensagem popular de boas novas para o povo Judeu. 1.3.9). Levita que supervisou as ofertas levadas ao Templo durante o rei­ nado do Ezequias. LÍDER DE UM CLÃ O Coré mais conhecido na Bíblia era o filho de Jizar. Os W itas argumentaram que lodo o povo de Deus era santo. juntamente com as pastagens ao redor (Js 23. Pai do Acalm. Junto com Datã e Abirão.58. da musa e de vários outros artigos utilizados na ministração no san­ tuário ÍÈx 6.12: 34. chamado Coré. é mencionado como o pai do Pedtuas (Ne 11. após o re­ tomo do exílio |Ne 3. Foi condenado por Jeremias. um dos des­ cendentes de Judá que se estabeleceram em Inrusalém. 115 .7). LÍDER DE UM CLÀ çAo no deserlo. 1. dez cidades loram dadas aos coatitas.18.20-26).5. as ofertas. Não gostavam de que somente Arão e seus filhos fossem autoriza­ dos a queimai incenso uo Taberuaculo.211. os presentes e os dízimos eram Lra/.Coate serviram ao Senhor no trabalho do Thbcraáculo du­ rante os dias de Davi quando os vários descendentes de Levi foram divididos de acordo com as famílias principais para servirem no Santuário e mais tarde no Templo (1 Cr 23. COLAÍAS. Nalannel e uulros lideres. PJ3. Também nno estavam contentes com a poder concentrado s o b r e Moisés o objetaram contra a maneira pela qual totalmente se assenhoreou deles". Dn Iribo de Benjamim. E interessante notara profusão e a abundância das alertas que furam trazidas ao Templo em ambos os aviva mentos. 1 . Viveu uo tempo do roi Zedequias (Jr 29. a separação de Arão o sua família para esta tarefa particular não parecia justa íw.7). 2. Coré (também chamado de Corá) liderou uma insurreição contra Moisés e Arão |Nm 1 6 . depois do exílio (Ne 11. Como resul­ tado do extraordinário aviva men 10 duran­ te seu governo.24: 1 Cr 6. realizou um trabalho bem semelhanie na epoca do rei Josias. São mencio­ nados novamente no serviço do Ttemplo □os dius dos reis Salomão e Ezequias (2 Cr 29.idos ao lemplo. durante a celebração da grande Páscoa (2 Cr 35. I Cr 6.38. □ qual repa­ rou a Porta da Fonte durante o reconstru­ ção ilos mUros de Jerusalém.CORÉ. 23.2 ).

seus familiares e todos os seus pertences. o bronze daqueles ohjetos íoi utilizado para cobrir o altar e serviu para lembrar a todos que somente Arão e seus filhos podiam quoimar incen­ so diante do Senhor |Nm 16. dosta voz culpando-os pela morte dos rebeldes Novamente M n glória do Senhor" apareceu e Deus enviou uma praga uo meio deles. Caiu fogo do céu.19. Os dois irmãos. 116 . O lugar de Arão foi estabelecido. se aquelas famí­ lias vivessem ainda muitos anos. mas uão antes que 14.s para fora de suas tendas e enfatizou para o povo quo aquela demonstração não era idéia dele.10. as várias lunçóes sacerdotais foram detalhadas e distribuí­ das com maior clareza. porque Arão e Moisés assumiram suas posi­ ções. Como resultado desta rebelião e da preocupação manifestada com relação às obrigações dos levitas.20-24).11). Douk disse a Moisés e Arão que se colocassem de lado. . A rebelião de Coré tornou-se notória e permaneceu como um alerta. sobre o perigo da oposição ou rebelião contra os ungidos de Deus. a mão misericordiosa dn Deus foi estendida. já uo dia seguin­ te ú povo voltou a murmurar contra Moisés e Arão. Moisés chamou os familiares daqueles bomen. porém. o povo aproximou-se dele mediante o sacriliCio. A terra se abriu e todos os rebeldes e seus familiares loram engolidos vivos. Mais tarde.700 pessoas morressem (w. Apesar de t udo o quo aconteceu. para as futu­ ras gerações dos israelitas. veja as introduções dos salmos 42. então ele realmente nao era o escolhido de Deus. Datá e Abirão (vv. A despeito disto. se a terra se abrisse e engo­ lisse os rebeldes. Disse que. então os israelitas enten­ deriam que os tais haviam*se rebolado contra o Senhor. Foram realizados holocaustos e interces­ sões da maneira prescrita por Deus. 87 e 00). Se. entretanto.4-7). onde a “glória do Senhor apareceu a Ioda a con­ gregado” (v. Outra vez.CORK. ao convocar todos os levitas na manliã seguinte. Deu» deu ordeoi aos israelitas para que se afastassem das ti-ndas de Coré. A» tareias dos des­ cendentes dp Coré envolviam a função de "porteiros” no Tabernáculo e posterior­ mente no Templo (1 Cr 9. Mais tarde.. 26. 85. mas os demais levitas receberam áreas específicas de responsabilidade (Nm 17 o 18). foi a intercessão e a alerta do um sacrifício expiatório. intercederam e impediram o juízo do Senlior sobre torlo o povo. que salvou o povo. Quando o povo assim procedeu. Portanto. algueni julga que pode chegar a Deus à sua pró­ pria maneira. entretanto. feilas por Arão. mas não simplesmente qualquer sacrifício. pois Ele iria destruir todo o acampamento. i s t o é.19). a lirn de poupar do juízo milhares de pessoas que men'a iam a m o r t e devido à rebelião. a Bíblia deixa claro que nem todos os seus descendentes foram sepultado» vivos naquete dia (Nm 2(5. como castigo péla constante rèbeliâo. porém. consumiu os 250 líoraens com seus incensários e ioda a congregação fugiu da local. Seus descendentes também se tornaram exce­ lentes cantores e músicos sacros fl Cr 6. Por intermédio de Moisés. Dat/i e Ahirão esta* vam totahneute rebelados o recusaram-se a comparecer. para que o Senhor mostrasse quem era sou escolhido (Nm 16. demonstrou sua obediência o fé no Senlior e experimentou sua infinita misericórdia uo trato com o pecado de rebelião.19). Devido à bondade da Senhor. algo totalmente estranha acontecesse. disse que levassem seus incensários e os acendessem.41-50).31-40). Intercederam em favoi do povo e o sumo sacerdote ofereceu sacrifício de expi­ ação por eles. LÍDER DE UM CLÁ Moisés dispôs-se a consultar a Deus sobre esta questão.-m a s leis n seus juízos. Quando. 44 a 49. simplesmente demonstra a falta do fé nos caminhos determinados pelo Senlior e sua rebeldia contra Ele. Coré e seus companheiros colòcarum-se diante da Tabemácúlo. 84. A tragédia da rebelião de Coré indica claramente a santidade e a misericórdia de Deus.37.

Para mais detalhes. como Dernas.14. prefigura u obra dp Cristo rm rruz. Um dos descendentes de Coré.26) 4.9. CORÉ (Heb. pois Números 25. F ilh o de Esaú e sua esposa Oolibuma. l ilho de Saiu. entre- 117 . lam­ bém pertencente ao clã dos conotas. imi. era neto fie Esaú e sua esposa Ada (mulher r. Finéias. líder de um c/õ.2 diz que eles foram convidados para ofe­ recer sacrifícios ao deus delas. rias Escrituras. tornou-se um líder entre o povo edomilâ:. Líder nu tribo de Judá e lilho de Hebrom (1 Cr 2. neto de Alão. 6 .1 ). onde matau os dois (Nm 25). após o povo se voltar verdadeiramente paia a adoração. COSÃ. A de lesa du santidade dos israelitas e sua separação dos outros povos para o serviço exclusivo do Senhor era a própria essência do chamado deles como nução. de 2 Timóteo.anonita |o filho do Elifnz (Gn 35. pois trouxe Cosbi consigo para o ui limpa­ mento israelita. "crescendo”| . Era a responsável pnlo roçobimonta das ofer­ tas voluntárias do povo de Deus e a sua distribuição. poi uma razãoou outra. com as quais cometeram imoralidades sexuais.14).8). 2. era vita). 3. Coré é descrito como a pai de Sulum. O apóstolo. No triste uap 4. delerminado a vingar o Senhor e evitar ainda maior juízo. p . Centurião do Regimento Italiano.35J. Veja Coré. durante o avivamento ocor­ rido no reinado de Eaequias (2 . Encontrara-se com o apóstolo. En­ quanto o povo de Israel estava acampado perlo de Sitim. Era Filho de Elniadã e pai do Adi.G.CRESCENTE Ta] sacerdócio. d . embora sem pecado. Da Lribo de Judá. Esta t itadonagenealogia que vai de Adão até Jesus. registrada uo evange­ lho de Lucas (Lc 3. 1 .5. É interessante nolar que. portanto.1S). C O S B I . o qual morreu. Alguns. COZ. Os uoraílas eram “porteiros" no Tabernáculo it depois ao Templo. filho de Imnn. 5.Cr 31. Nasceu em Canaã (Gn 3(5. coutribui alegremente paru a obra do Se­ nhor (veja também 2 Cr 34. Paulo descre­ ve como. no lugar do pecador.1 11 .18 diz: “Pois Cristo padeceu unia única vez pelos pecados. enquanto ele esteve preso em Roma. Isso significa que várias gerações foram omitidas ( l Cr 2 0 .43).28). Era amigo de Paulo. I Podia 3.g. C O R N ÉL IO . Outro porteiro. que foi sacerdote nus dias do rei Davi (1 Cr 9. um dos líderes da tribo de Shneáo. “Baal de Peor". Paulo diz sim plosm ente que C rescente foi para a Galada |2 Tní 4. O Senhor irou-se e prometeu castigá-los. veja Centunúo. conforme está registrado em Atos 1 0 .18). agravou ainda mais o mal. 1 Cr 1.101.at. "calvo"). exatomente "enquanto eles chtjrav&rn diante da tenda du congregação' iNm 25. a menos que Moisés matasse todas os que se envolveram em tais alividades.g . já no final de seu ministério. Líder ed omita. Zinri. foi dei­ xado completamente sozinho para en1'rentar seu primeiro julgamento. é listado como uni dos filhos de Hola o poi de Anube e Zobeba (1 Cr 4. Provavelmente participaram do ritual da rerfcllldade com elas. do exercito romano Foi o pri­ meiro gpotjo a se converter. imediatamente pegou uma lança e seguiu Zinri o Cosbi até a temia deles. P.18. A preservação de tal santidade. paru levar-nos a Deus".15. se quisessem permanecer fiéis a aliança e ao relacionamento com Deus. C R E S C E N T E (L.D. q® 4. os bomens envolvenunse com mulheres estrangeiros. Midíanlla. ú justo pelos injustos.61. foram seduzidos a afastarse da fé pelo materialismo. filha de um chefe tribal chamado Zur (Nm 25.

Aparen­ temente o nome era um apelido. C R E T E N S E S . lorna-se u designação principal usada para o Filho de Deus 1127 vezes). no restante do NT. Claromente fies tfíSttfmun liaram um grande milagre. que significa “o un­ gido”. Al 4. com toda a sua casa” (At 18. muitos de­ les coutinuaium n ouvir.urno fura a in­ tenção de Epimeuides. “Crispo. Nu contex­ to. O apostolo posteriormente re­ feriu-se a essa primeira conversão em 1 Coríntios 1. ê usado numerosas ve­ zes no NT O vocábulo combinado ‘l e ­ iais Cristo” ocorre upenus cinco vezes nos evungellios. um reflexo da rejeição do mundo a Je­ sus. nu imiio de sua tristoza: ‘'Mas o Senlior me assistiu o me íortftlêceU" W-17). bestas ruins. A Igte|a. ventres preguiçosos". um crelense que tinba escrito isso em (>00 a. o apóstolo falava a Tito sobre seu tra­ balho entre as igrejas Dm Creta e alertava contra os enganadores. jã que ser chamado des­ sa maneira identificava alguém com Je­ sus. que os de fora usavam paru aborrecer os crentes.12.C . Depois de ' discu­ tir” regularmente com os judeus aos sá­ bados sobre a fé em Cristo. derivado rio verbo que significa "ungir '. unia grande ilha na cosia ria Grécia. por ser digno de re­ ceber esse nome (cf. Esle vorábulo no hebraico descre­ via dilerenles pessuus que foram ungidas (uormnlmonte com azeito) pura suas Ui- CRISPO. nâí» íez a mesma aplicação generalizada sobre lodos os cretenses. Por essa razão havia m uitos uretenses em Jerusalém para a festn dn Pentecostes. O nome “Cristo". No entanto. Pano de fundo. fira evidente que «ste vocábulo era inici­ almente um termo pejorativo. Viviam em Creia. Aparece duas vezes em Atos 111. desde 150 a. 1 1 registra que cretenses e arabes ouviram “as m aravilhas de Deus” proclamadas «m sua própria lín­ gua. c. quando se refere a lesus. de acordo com Atos 2(5. O vocábulo grego [Cristos]. reverteu esse uso original e transformou o termo num em­ blema de honra. quando Paulo começou sua mis­ são ua cidade (Al ltí|. independentemente do dialeto nativo de cada um Em Tito 1. juntamente com os genllos. p d . Em algu­ mas passagens bíblicas. no qual Deus fez com que as palavras dos apóstolos fossem ouvidas e entendidas por todos os pre­ sentes.16). Aios 2 . na verdade. porém.24. precisava dar louvores a Deus. 26 28) e uma 1 118 . ainda «ra capaz du Insliíioar. CRISTÃO.CRETENSES lanlo. mas. o apóstolo foi expulso |jnr oles. Ele tazia re­ ferência a Epimenides.<11 .20: lica claro que esle vocá­ bulo se espalhou e chegou às mais altas aunadas sociais.i „ I^drfj (4. I Pedro indica que nin­ guém deveria envergonhar-se de sofrer como cristão.26 menciona que os membros da nova comunidade de cren­ tes em lesus loram chamados de ctislãos pela primeira vez em Antioquia. Esle vocábulo. o termo “Cris­ to” indica que se tomou pouco mais do que um sobrenome para Jesus Supor. como um meio de refe­ rir-se uus crentes. o Cristo. C R I S T O iVeja o artigo principal em /esua e Senhor]. Paulo disse deles: "Os cretenses sán sempre mentirosos. loi ustulo para traduzir o lermo hebraico "m ashiach". tJ-R. 11 tti dos lideres da sinagoga tím Corinto. O nome Cristo tem seu pano do fundo no AT. Um gran­ de número de judeus vivia ali. coloca­ do sobre eles pelos muradores da cidade que não faziam parte do grupo.8). pelo contrário. Ele aplicou esse ditado a tais íalsos mestres: enirelanlo.14. que esle nome nunca signifi­ que mais do que tsso é perder a maior parte da mensagem do NT sobre o Filho de Deus. Horodus Agripa conhecia este termo.C.20. creu no Senlior. quando os apóstolos rece­ beram o Espírito Santo e começaram a pregar. principal da sinago­ ga. Assim. en­ tretanto. ê raro no Novo Testamento. Atos 11.

Quando as pessoas virara Os mi­ lagres que Jesus operava a ouviram suas mensagens. Mesmo durante a vida do Filhu de Deus. Is 4 5 . entretauto. etc. com o cres­ cimento do nniiouídismo. Todos. veja lambém 2 T m 2. o Filho de Davi.2: 18.41. 2 0 . SI 2. é quase incon­ cebível que ele não pensasse espet.rislãos. como o "Messias". As expecta­ tivas messiânicas nos dias de Cristo eram diversas.26.CRISTO refas.23: 2 Cr 0. centralizado na promessa que Deus fizera a Davi e seu cumpri men lo na pessoa de lesus (At 4. Cristo. dianlo da perseguição. A oração dos (.3. os sacerdotes foram ungidos: o profotu Efiaou ío i “ungido” para seu trabalho (1 Rs 19.4). como Salomão Outros insistiam na idéia de que ele introduziria os "úilimos dias". Jo 7. mas o enlendimento que o pró­ prio |esus lin ha sobre sua m issão messiânica não se harmonizava com as ideias da época. enOelanlo. reuniu o elemen­ to do pano dn fundo do AT.25.35. Reconheceram Cristo comú alguém nascido na linha­ gem de Davi eque era realmente rei dos judeus" (Ml 1. muitos |udeus alme|avam por um rei vitorioso. que viria e derrotaria os dominadores romanos. 11ma das mais importantes declarações no NT sobre a ideiilidado de Jesus ó a de que Ele é o filbo esperado de Davi o herdeiro de seu trono: o Cristo |\lessías|.9. Talvez essa seja a razão por quo pareceu tão re­ lutante em usar Efe mesmo 0 nome “Cristcf (embora nunca tenha negado o titu­ lo).J.12.1-4.6.11. 16. Jesus não queria que seu papel e sua obra fossem confundidos com as idéias dos judeus nacionalistas sobre um Mes­ sias que viria como um rei guniroiro. o Cristo. Saul e Devi Foram "ungidos" como a escolha de Deus para o reinado (1 Sm lli. quo deu u base principal para o uso He “Cristo" no NT. porém.ificamenie nesse pano de fundo em algu­ mas ocasiões quando s p referiu a “Cristo" ou "Cristo Jesus". frequentemente usou o lermo "Fi­ lho do hom em "ao reterlr-se a si mesmo — uma expressão que não linha lais pre­ tensões polílicas e que Ele podia preen­ cher com a mensagem de um Messias quo sofreria e morreria.13: 24.9. O coro celestial Cantou sobre isso para os pas­ tores (Lc 2 . tinham em comum a idéia de que o Messias faria um reino político. Embora o AT raramente se refira ao rei vindouro. da estatura de Davi. da linhagem de Davi. esse elo entre Davi.10: 26.3 0 . interpretou o conceilD de Messias á sua própria maneira muito esperiaJ. identificaram-no como o “Fi­ lho de D avi" (Mt 1 2 . P o r exemplo.25-27).22). etc.].50: Dn 9.l. As expectativas Judaicas. Os reis magos pprguntaram onde o "rei dos judeus" nasceria e Herodes então perguntou aos sacordntos onde havia do n ascer n "C risto" (Mt 2 2.1(3. 1 J. quainlo ouviram seu ensino e viram suas ohms. Mç 15.41. Outros.29.1 1). o rei da Pérsia. provavelmente esporavam um moníuca que fosse sábio e demonstrasse a sabedo­ ria du Espírito de Deus sobre si. Em Êxodo 26. logo os seguidores de Jesus começaram u “ so­ mar dois mais dois".42.6). lesus. F<ii o con­ ceito da uoçáo dos reis. Jesus. Por isso. 2. desde o s tem­ pos dns macabeus. O próprio Cristo dirigiu seus pensamentos uossa direçáo (Mt 22. de alguma maneira. por outro lado. Mesmo Ciro. Paraari que. na qual disse a 119 . o apóstolo chamou a si mesmo de “servo de Cristo Jesus" e en­ tão estabeleceu o ponio de que lesus era descendenle de Davi (v. Jesus e o nome Cristo foi bem estabelecido.17. assim.29. Outros profetas são chamados de "os tuigidos” (1 Cr 16. E interessante notar que.2 3 . imediataniealr! apõs a confissão de Pedro nm Marcos 6.42.2: 2 7 . Ml 12.11. em R o m o u o í i 1.42).37.26). em muilos contextos a expressão "o ungidi ■do Deus'' logo tornun-sn um sinónimo para O S reis |I Sm 16. Nus escritos de Paulo.16). 1 1 1 . foi considerado o ungido do Senhor" (nmshincb.

Assim.171.. é o “ungido" de Deus. Rei du Mesopotnmia durante o tempo dos Juizes. 2. A fé cristã. o juízo de Deus sobre seu povo sempre era cons­ trutivo em seu objelívo final. até que se arrependi­ am e se voltavam para o Senhor. devido á sua idolatria e íalla de l‘é ||'z 3. cujo nome aparece na introdução do Salmo 7. fesus relutou em falar sobre si mes­ mo como o Messias ato que completasse a abra messiânico.«ido serupre um dos mais importantes princípios da iV < <rístã: que Jesu* cumpriu a s p r o m e s s a s do Se­ nhor no An ligo Testamento. 1.1) Ele vivúu Da parle Sul de Canaã (Etiópia|.asse a ter menos sentido do que o vocábulo lesus. devido ã idolutria Muitas vezes há o sentido de que n Senhor os entregou ao que eles re­ almente desejavam. pudéssemos ser salvos (Is 53: Mc 10. Bisavô de Jeudi. tosse morto e que depois de três dias res­ surgisse" (Mg 8. como o filho de Jessé. Deus levantou Otniel para livrá-los. Em vários registros da Bíblia a opres­ são sobre Israr-I por outro povo ó enten­ dida como julgamento de Deus.45. Esse tem . Um dos quatro li lhos de Cão. mas. ressurreição o as­ censão.CU SALAS Jesus: "1U és o Cristo". Por oito anos o Senhor 120 . os cristãos sabem que seu significado original e vital para o pleno entendimento da pessoa do Filho de Deus.14). Et 1. Seu filho Ninrode foi um poderoso guerreiro IGn 100-9.10).4<>: At : U 8 . Eles adoravam os deuses daquelas nações e casavam com suas mulheres. o qual loi usa­ do por D e u s para truzer juízo subre os israelitas.3). como Rei e Senlior.8-10). Benjamita. Ele é o rei há muito tempo esperado* que governará sobre o trono de Davi para sempre. Seu antagonis­ mo pura com Davi motivou as reflexões dfJtsle sobre o Senhor.. CUSI.. saiu a peleja e o Se­ nhor entregou nas suus uxãos a CusãRisataim. Çuxe ê tanto uma pessoa como uma nuçáo (cf.. Deus permitia que fossem dominados por tais p o v o s . pelos principais sacerdotes e pelos escribas. Ele mesmo Leve pelo menos seis tilhos.44. fttíjg.c. rei da Mesopotâmia. o qual viveu no lempo de Jeremias fji 36. 17.n. quando clamaram por ajuda. CUZA. Otniel então tnrnou-se juiz em Israel e a terra ficou em paz por 40 anos. 1 Ct 1 . As pessoas reconhe­ ceram-no gradualmente como o Messias. p. para que. e o que conheceria o Espírito e u sabedo­ ria do Senhor om seu domínio e governo Como o próprio Jesus ensinava sobre essa sua missão.8 . Dessa maneira. acima de ludo. os quais loram listados como progenito­ res de diferentes tribos e povos. escritas uesse cântico. É provável que seja outro nome para Quisi II Cr 6. em bus­ ca de livramento. vivendo de acordo com ela. Ix Z4. Quando isso acontecia. Embora o nome "Cristo” oos poucos comer.3 I). CUSÃ-RISAYAIM. ficou claro que seu sofrimento era pnrle in tegran te do seu papel messiânico O único e verdadeiro Mes­ s i a s sofreu e morreu por seu povo. Pai de Etã nm levita do tila dos merari lus. 2. Cilado na narrativa de Lucas CUSAÍAS. Procurador (administrador) dn Herodes. 1 ). à medida que testemunhavam suas paiavras e obras. “Veio sobre ele o Espírito do Senhor. 15. eles experimen­ tavam a opressão e a falia de justiça das sociedades pagãs. e como essa missão foi confir­ mada em sua morte. Pai do profeta Solo ui as u filho de Gedalias |Sf 1 . Jesus "então co­ meçou a ensinar-lhes que importava que o Filho do homem sofresse muitas coi­ sas. tosse rejeitado pelas anciãos. contra o qual prevaleceu” |)z 3. CU XE 1. permitiu que sofressem sob esta Opres­ são. Esse juiz era sobrinho de Calebe. portanto.101 . por meio da fé nele. depois que Ele ressuscituu dentre os mortos.

re.CUZA 8.9 è c h a m a d o d e Q u a l u b a i . ou seu marido ora uru simpatizan­ te de Cristo: contudo.3. uma das mullieres que ajudavam no sustento df» fesus e seus doze disdpulos. por ser marido de íoaua. Provavelmen­ te ela possuía certa independência finan­ ceira. Certamente é uma ficção comum em nossOS dias ai. 1 E m l C t õ t i í ò i i s 2 . qu* « u m a v a r i a ç á o d o m a s m a ií o m e : ( N o t a d o T r a d u to r ).dilar que apenas os pobres eram atraídos pelo ministério de Jesus. Nbs ven-õo» em português a palavra !jpdstvui^a é traduzida com o ‘‘paatugtins" tNnta du Troditter) . “as quais o serviam coru ossous bons”. sua meução no toxto foi pura enfatizar que o grupo ora com­ posto por mulheres do famílias ricas.

122 . 1 Cr LU . Linda mulher que vivia no vaie de Soreque. trouxeram a prisioneiro. O mais velho dos dois filhos que Jacó teve com TCila. grande parle de sua força havia retornado e ele foi capaz.0. Daliia fez com que ele lhe reve­ lasse o segredo de sua força descomunal e levou-o ao conhecimento dos filisteus. levaram-no ao lemplo de Dagom. 10). ao cair por terra diante da Arca do Senlior. Após usar seu po­ der de sedução e importuná-lo insisten­ temente. Náo hó outros deuses (Dl fi. DALFOM. depois que os filLsLeus cap­ turaram Sansão. Uma das poucas pessoas convertidas por meio da pregação de Pau­ lo em Atenas (Al 17. Quando ele adorme­ ceu.6 í De acor­ do com o relato sobre seu nascimento.4: 32.2-1 2 .7).2-121. Era uma das di­ vindades dos filisteus.4). A essa altura. e o Senhor demonstrou isso para os povos vizinhos. Em I Samuel 5. DALILA.17). S. A ormaililba fie Daliia causou a morle de Sansão. foi seduzido por ela ej ambos casaram-se.6-22). D Â M A R I S . vemos a narrati­ va da captura da Arca da Aliança pelos filisteus.G.34) U fato do seu nome ser um dos poucos citados indica que era uma dos "mulheres gregas de alia posição" |v. mortos pelos judeus em Susã fEt 9. tanto pelas derrotas que sofriam nas batalhas como em açõcs simbólicas muito vívidas. agqra cego. com a ajuda de Deus. E mencio­ nado pela primeira voz d o Bíblia em fuízus 16. e isso facilitou sua prisão | | z 16.23. durante lodo o tempo em que a arca permaneceu em poder deles. serva de Raquel (Gn 30. mas não antes que o Senhor o usasse para desLrub milhares de filisteus (vv. para apoiar-se nelas. os atacou e derrotou repetidamente. "juiz ou “julgamento”). apôs demonstrar grande falia de caráter antoriomoiite. O mesmo aconteceu no dia seguinte. em várias batalhas.5. em Asdode Na manhã seguiale os filisteus encontraram a imagem do dous caída diante da "arca do Senhor" (l Sm 5. o rei Davi. estes o agarraram.t2 ). após sua derrota na batalha contra os íilisleus (1 Sm 31. Ela foi colocada no teínplo de Dogom. Deus enviou grandes pragas contra eles. Evidências da ado­ ração desse deus pagão são encontradas em numerosos textos autigos. Sansão pediu para ser colocado entre as duas colunas que sustentavam Ioda a construção. Eles logo experimentaram o julzo dn Deus. Um dos dez filhos de Hamã. DÃ (Heb. como a que ocorreu com a estátua de Dagom. inimigos do povo de Israel (Jz 16. onde a cabeça do rei Saul toi colocada. Várias vezes o Senhor aparece na Bí­ blia como o unico Deus verdadeiro e so­ berano. Hovla outro lemplo de Dagom em Bole-Seã.V.10. IMl.D DAGOM (Heb. furaram-lhe os olhos e o prenderam com correutes de bronze. cortaram-lhe as sete longas Iranças. quando o seu ungido. de derrubar as duas colunas: todo o templo ruiu . no território dos filisteus. Sansão. pois acreditavam que este o ti­ nha entregue em suas mãos. Durante as celebrações diante desse deus. de forma que muitos morreram. "grão"). 26-3U) (Veja também Sansão e juizes).sobre ele e os lilisteus. alado com correntos de bronze Nn meio da lesta. O que ela finalmente descobriu foi que a força de Sansão dependia do comprimen­ to de seu cabelo.

mus € \ Iribo que recebeu seu nome é mencionada com frequencia. Daniel.3. f/on&nm). no NT. ao profe­ rir sua bênção sobre os isiaelitas. Novas evidências históricas.17). 123 . paia que o povo não subis­ se d Jerusalém (1 Rs 12. é sua interpretação da secun­ Esdras. que se tornuu um datados em Daniei 5 a 10 (por volta de oficiai do alto escalão nos gavoraos das 553-530 a. derrotaram e expulsaram a população He Laís r s r fi­ xaram ali (próximos da moderna cidade de TelJ Dã). e (3J um líder juDaniel é visto. também.). A reconstrução da sequência dos fa­ tos tu» vida de Daniel. em 2 Samuel 3. a maioria das vezes de forma negativa. 2. Na último parte do século XIX houve considerável ceticismo com respeito aos aspectos históricos da vida de Daniel. 1. via' jaram bem para n norte. v.22). O fato mais uotável. impérios babilónico e modo-persa. “meu juiz é Deus") Três cassez de informações sobre o próprio pessoas no Antigo Testamento são cliaDaniel. não ordenados cronologicamente em seus movimentos mais amplos. hã uma consideração re* novada na viabilidade das profecias bíblicas diante dos íalos. O texto dosonvolve-se em tópicos. juntamente com Betol. foi mais tarde escolhida pelo rei Jeroboão como sede de seu novo centro de adoração.16. Dã náo é mHis cilado individualmen­ te.1Raquel comemorou o evento declarando. durante o período agitado dou quo retornou da Babilónia com de 50 anos.. entretanto. bem como o estudo mais aprofundado. Hã tam­ bém u possibilidade de que seja o mesmo nome mencionado no livro de Ezequiel. até os incidentes (2 ) o it i exilado de luda. Sua mão ora Ahigyil tí ele cisa. "por isso lhe chamou Dã ' O nome expressou assim tuna situação particular na vida dn Raquel emais tarde também serviu de tes­ temunho do favor (te Deus quunlo o sua esterilidade. a tendência de menosprezar a possibilidade da previsão profética sobrenatural contribuiu imensamente para uma notável hesitação sobre a confiabilida de do retraio bíblico de Daniel. o exilado e profeta. não foi muito generoso. principalmente quanto à própria existên­ cia de personagens como Belssazar e Dario. Ao abençoar os filhos no lei lo de mor­ te. Quando os dam tas não conseguiram ocupar u turra que receberam nu partilha de Canaã. entretanto. o Medo. reforçaram a exatidáo his­ tórica do livro. Não é possível estabelecer a data dos nas em J Crónicas 3. no cap.JML os episódios ci tados em Daniel 7 são bem anteriores aos <itados rios capítulos 5 e f> . e citado ape­da visão do rei Nahucodouosor. quando tinha de 2 0 a 25 anos (an­ madns de Daniel. “Julgou-mo Deitó” (Heb.C. onde estabeleceram um cul­ to idólatra (Jz 18). filho de Davi. partindo do Livro que leva sen nome. ll. 4.l). bem O único evento registrado em que como proleta do Deu*. no final dos tem­ pos (Ap 7. Além disso.1. nascido em Hebrom. sabe-se apenas quo foi em alguma nascevi durante os sele anos e meio em époi a antes do final do reinado de que seu pai reinou em Hebrom 1 1 Clr 3. Dã.DANIEL 4). por exemplo. em muitos setores da teologia.C. é cita­ do apenas no Livro de Daniel (tanto nas parles em hebraico como nm aramaico). ao referir-se a Dã como um “leãozinho: saltará de Basã" (Dt 33. uo AT: e eiu Mateus 24 15.5-fl). (Hob. Talvez por esse motivo não seja mencionada no li­ vro de Apocalipse. Jacó disse: "Dã julgara o seu povo" Fa­ lou também que “Dã será serpente junto ao caminho" (Gu 49. Daniel. na distribuição das terras entro as tribos. é um grande desafio. l i J Um filho de rei Davi: tes de fiOO a. Moisés. Parece que também era chamado de Quileabe. pois este é o nome dado ao Se­ gundo filho do Davi e Abigail.25». é a es­ DANIEL. Era o segundo fi­ evenios deste registro de forma mais pre­ lho de Davi.

C. que signjfica algo como "Bei (um deus babilónico) protege sua vida".7) disse a Daniel: “vai-te até que chegue o fim" (isto é. seu sentimento com relação à trágica queda de Judá e o exílio na Babilónia seria ainda maior.5). No final dos três ár­ duos anos dp treinamento (o primeiro e o último poderiam ser frações.C. o último rei piedoso que governou judá (040 a 609 a C : 2 Cr 34 b 35). o que era compreensível. O nome náo é simplesmente a forma babilónica para Daniel e incorpora especificam ente o nome de uma divindade pagã. conludo.3-6). e passou assim 70 anos (ou mais) de sua vida longe de sua terra natal.. pro­ vavelmente ale passou dos 00. em lugar do Deus dos judeus (o sufixo “El"). 1 ). considera­ dos como um ano completo na contagem tio lempo daquela cultural havia um exa­ me oral feilo por Nabucodonosor. Assim.C. entretanto. O último avento datado no livm de Daniel ò a revelação dada ao profeta "uo terceiro ano de Ciro. O locaJ e a data tanto do nascimento como da morle de Daniel não sáo <ilados expUcitamrmtfi nas Escrituras. provavelmente tivesse entre 15 e 20 anos de idade. Isso poderia indicai que o profeta ainda viveria por mais al­ gum lempo. isso significaria que o último evento cronoló­ gico no Iív to de Daniel aconteceu em 537 e 536 a. Se ele passou os anos de sua infância na presença da cor­ te real em Jerusalém. Quando Daniel iniciou o estudo de três anos. até sua morte. em 539 a. Desde que este livro enfoca a invasão inicial de Je­ rusalém por Nabucodonosor (Dn 1 . é quase certo que Daniel viveu bem mais de H0 anos. 17.3). Sua ex­ periência anterior em tais círculos. recebeu o nome babilónico (assim como acoiUec-eu com seus companheiros) de Bellessazar (v.7). se a invasão aconteceu w ru 605 a.13). embora conheçamos bem seu rigor e sua amplitude Ele e seus companheiros foram treinados entre os melhores e mais brilhantes jovens do império (Du 1. 2 0 ). Assim. entretan­ to. prova­ ram ser muito superioras não somente aos nulros estudantes (1. um ser celestial (12. pode ter sido de grande valia nas posições que ocupou mais lanle no go­ verno da Babilónia e da Pérsia. 1 . Por não ler acompanhado a primeira leva do exi­ lados judeus que retornaram "no primei­ ro ano de Ciro" (Ed 1 .6 ) da "linhagem real e dos nobres" (Dn 1.. 12. a não ser que estava entre os (Dn 1 . quando foi colocado na ca­ tegoria de "jovom" que serio educado (Dn 14). parece que Daniel morreu na Pérsia.4).C.C.DANIEL Nabucodonosor. indo o que se sabe de um período de quase meio século da vida de Daniel é a infor­ mação reduzida proporcionada par esse ca pí fulo. As matérias estudadas sáo citadas em Daniel 1. 1 ). por isso. pelo qual passavam as que enLravam paru o serviço do rei Nahncodonosor (Dn 1.4 como as letras o a língua dos caldeus O v. no qual a sabedoria e o enlendimento eram me* 124 . Não é possível determinar mais ne­ nhum dado específico sobro os antoce* dentes familiares de Daniel.2 ] ocasião em que esle jovem foi levado para a Babilónia (Dn L. pela metade do reinado de Josias.4) Como o império Babilónico caiu diante da aliança medo-persa. Capacitados por Deus (Dn 1.171.. em 562 a. Náo se sabe com clareza qual a plena natureza do processo educacional no qual Daniel ío i colocado ao chegar à Babilónio. Isso colocaria a data de seu nascimento por volta de fi25 a 620 a. como lambém a "todos os magos e encantadores que bavia em lodo o reino'* (v. parece que o novo nome fazia parte de uma orientação sistemático para que os estu­ dantes abraçassem completamente lodos os aspectos da nova sociedade da qual la* ziam parie. ãs margens do rio Tigre (Dn 10. rei da Pérsia" (Dn 1 0 . No final da profecia. amplia o quadro e Inclui "cultura e s a b e d o ria a fim de abranger também "todas as visões" e “todos os sonhos*’.19). ê muito provável que lenha nascido tí crescido em Jerusalem Alem disso.

O significado dos “sete tempos" não eslá claro.32.1) colocaria o fatoden­ tro do período iniciai dos três anos de treinamento. em lugar de glori­ ficar o Deus verdadeiro (Dn 4. 28-32).20 (consideran­ do-os dez vezes mais doutos do que to­ dos os magos e encantadores) e a descri­ ção do proleta como meramenle "um den­ tre os filhos dos cativos de Judá” (Dn 2 .12). a referência ao segundo ana dn reinad o de Nabucodonosor (Dn 2.9-27). Arioque.2 : 1 ). os jovens judeus puseram-se diante de Deus e oraram juntos durante toda a uoite (w. 5. a conclusão um tanto exage­ rada do rei em Daniel 1. às mais altas posições do governo da BabUõnia |v.1 1 ). Mesmo quo o período tenha sido de poucas semanas ou meses e embora o império estivesse em paz. e o cáp. 19). antes mesmo de completar seu período fie treinamento (Dn 2.49). Desde que Daniel tora nomeado conselheiro-cheÍR da corte real (Dn 2. õ bem provável que tenha desempenha­ do um papel fundamental na manutencão da estabilidade do governo enquanto Nabucodonosor esteve afastado do sua função. na qual eles também estavam incluídos (v. a forma com o o Império Babilónico loi governado durante n perío­ do em que o Tei permaneceu mentalmente incapacitado é ainda mais obscura! A expressão “sele tempos" pode simples­ mente referir-se a um período indefinido ou significar a um ciclo do calendário.17-23) b "nnlão foi revelado o mistério a Daniel numa visão do noite" (v. devido ao fracasso dos conse­ lheiros em d e la lh a T e interpretar o so­ nho do rei | vv 1 . adivinhação e provavelmente asiroiogia como parte do estudo da venerada literatura babilónica Depois de um furioso decreto feito por Nabucodonosor. Sua aulo-exaJtação imediatamente resultou no castigo que fora predito: receberia a mente de um animal e viveria como um irracional por "sele lempos" íDn 4 1 6 . Depois que o proleta interpreia uma visão que adverte severamente o rei sobre as consequências de sua auto-oxaltnção. Se assim for. A explicação do profeta sobre o sonho e o sen significa­ do não somente salvou a vida dos sábi­ os c o m o também levou o Tei Nabucodonosor a louvar ao Dous do Daniel |Dn 2. citados no v. 13). usoda para demonstrar a habilidade especial do profeta para en­ tender as visões e os sonhos (Dn 1.2 0 ). em vez dp um houornvel sábio que já se encontrava a serviço do rei |Dn 1. juntamente com seus companheiros.33). Daniel 2 funcionaria como um tipo de retrospectiva. 48. seria de se es­ perar que o vácuo causado pela ausência de uma figura láo inteligente o imponen- 125 .9).49) Isso não explicaria melhor.19.47) i! a elevá-lo. como um mês ou um ano. embora resulte na c o n c l u s ã o de que Daniel foi nomeado para um alio corgo por Nabucodonosor. Essas declarações indicarn fortemente que o programa iiiclula instrução em magia.20). entretanto.DANIEL (lirlos e comparados com “lodns as ma­ gas e eurantadores" quo já «atavam a ser­ viço do roi (Dn 1 . 14-16J. Nabucodonosor só é capaz de controlar seu orgulho por um ano ívv. informou-os sobre o incidonte e a ordem de execução (vv. então o rei ficou impossibilitado de governai. Esse enlendimento é levemente preferí­ vel . Daniel 3 é o único capitulo do livro em que o profeta não ê mencionado. Os eventos quo se seguem inferem que o ca­ pítulo também registra a elevada influ­ encia de Daniel no governo. 4 começa com Nabucodonosor apa­ rentemente uo auge de seu poder. e é chamado de “chafo dos magos" |Dn 4.48. Daniel e seus com­ panheiros entraram em cena. É extremamenle difícil determinar quando esse incidente aconteceu na vidn de Daniel Por um lado. que ordenava a exe­ cução de “todos os sábios da BabUõnia" (Dn 2.17). chefe da guarda real. 23. Se o entendi­ mento íjoumm do que "um lempo" era uma estação anual de colheila estiver correto.49).por sele anos.

0 . Durante a décuda entre a morte de Nabucodonosor (562 a.1J. 1 1. O cap.36.30.27) na conclusão de suu segunda visão. que ocorreu cerca de dois anos mais tarde. Assim desde (|iie náo exisU í nenuma IndicaçSo de uma lula interua pela poder nu declínio durante sua au­ sência. É algo fantástico. Durante esse mesmo periodo (o pri­ meiro ano de Dario: Dn 9. ou nem mesmo sabia sobre sua fama como intérprete de sonhos e de homem sábio durante o reinado de Nabuco­ donosor (Dij 5 .27). mesmo soh rist o da pró­ pria vida. Daniel foi imediatamente pre­ so e jogado tia cova dos leões [Dn 0. como Daniel.1017).24l e Dario tez um decreto adicional.4.C. rei de. que Daniel e o Senhor no­ vamente. Daniel tez uma maravilhosa oração de arrependi­ mento corporativo |Dn 9. Devido à conduta ética e ao compromisso religioso do profeta. foi vindicado diante do roi Dario e res­ taurado ò sua posição de autoridade (w 18-23.31.5). As duas visões des­ creviam circunstâncias difíceis para o povo de Deus no futuro.C. a fim de orde­ nar que o povo tremesse e teuiesse "pe­ rante o Dous de Daniel" ív. 8 descreve u segunda visão de Daniel.13-101. I do período babilónico.29. além de indicar a proteção providenciei de Deus na transi­ ção do poder. ele menciona seu retorno nos negócios do rei (Du 0. L)ario. o profeta leve um sonho. para lira-lo do caminha a qualquer custo ÍDn 0.3-20). toda oraçáoque náo fosse dirigida ao rei seria considera­ da Uegal. data­ da por vollii de 551 a. o idfimo monarca (553 a 539 a.20). 1 1. que ocorreu na ocasião da derrota finai da Babilónia pelos medos e pnrsas (Dri 5. é provável que oficiais altamente respeitáveis. pelo oovo imperador.C.. tenham recebido grande reco­ nhecimento (Dn 5. e o culpado. Deus o protegeu durante toda a noi­ te. no meio dos leões Na manha seguin­ te. em certo sentido. dirigida a Belsazar (Dn 5 22-29): logo de­ pois da vitória medo-persa sohre a Babilónia. Para evitar que Daniel fosse nomeado para o mais importante cargo administra­ tiva por Daria.C. outros oficiais do gover­ no medo-persíi conspiraram contra ele. mesmo após ter repre­ endido o rei por seu orgulho e interpre­ tado a ameaçadora escrita na parede. tunham trata du dos assuntos eotidianos do império até que o rei recuperasse a sanidade e vol­ tasse ao Irono rDn 4.f Daniel aparentemente perdeu um pouco de sua influência no governa ria Babilónia. Por cousa de sua disposição de orar três vezes ao dia.0-9). O tempo parece coincidir com a proclamação feita por Ciro. 0 rei Belsazar deu a entender quo não co­ nhecia DouíbI pessoalmente (Dn 5. que se tornou sua primeira v i s ã o registrada no I í v t o . Os próximos evenlos registrados da vida du Daniel acontecem no inicio do roinâdo de Belsazar.2). Os conspiradores foram então atirados às feras famintas (v. punido com a mor­ te na cova dos leões (Dn G. supremo im­ perador persa (Ed 11). Não somente o profeta foi exaltado contra sua vontade para ocupar a terceira posição mais ele­ vada no império. 1 1. seus companheiros arquitetaram um plano para persuadir o rei a decretar que. quondo permitiu que os judeus dispersos pelo império vol­ tassem para Jerusalém e reconstruíssem 1 26 . "No primem. em 5-39 a. Babilónia' [Dn 7 .ar" (Dn 0 .DANIEL Le como Nabucodonosor fosse rapidunien te notada. ano de Belsazar. Cer­ tamente.12).C ) e o começo do reinado de Belsazar (553 a. o medo. 0.2 0 J. par uni período de trinta dias.281. Foi um papel no qual o profeta ra­ pidamente se destacou (Dn 6.37). pelo povo judeu. nn bem conhecido episódio da escrita na parede [Dn 51. não é de estranhar que o profeta tenha finado es­ pontado e com o semblante mudado de­ pois da primeira (Dn 7.34. Daniel foi larnhérrt nomeado coma um dos três administradores sobie o reino. por isso. "no terceiro ano do remado do rei Belsa/.281 e “enfraqueci­ do e enfermo alguns dias" depois da se­ gunda visão (Du a..: entretanto.1-31.

J). de que talou o profe­ ta Daniel’' fMl 24.341.21). 8 . Essa alegação é justificada. parece altamente pro­ vável tjue esle período seja um paralelo com o lempo acumulado duranie o qual os judeus falharam em observar a loi do “descanso do sábado' ordenada por Deus (2 Cr .2-4).1). A maneira como Cristo fala aqui parece auienbcar a exatidãn histórica dos eventos e das visões registrados uo Livro do DanieL Tlm tributo adicional à fé dflmonstrarJL o por Daniel na cova dos leões está re­ gistrado em Hebreus 1 1.C. Cl. onde nada mais é registrado na* Escrituras so­ bre o período linul da vida do profeta. onde u reconstrução do Témplo foi Inter­ rompida pelo medo e desânim o (Ed 4.2G.4.33). Embora nõo haja uni r onsonso cnm relação ao significado o ao cumprimen­ to dessa profecia. Desde que essas manifestações ultrapassaram o pe­ ríodo do exílio babilónico (geralmente datado de 605 a 539 a. orou e je­ juou. Esse incidente talvez esteja rela­ cionado com os eventos em Jerusalém. Poucas pessoas na Bíbba exibiram a fé.'4.15). bem e O m o por seu exemplo de piedade. Daniel cresceu de forma notável.2427).33. Embora alguns atribuam tais refe­ rências a alguém de renome. A única menção do nome de Daniel no NT é era Mateus 24. o nome de Daniel aparece Irês vezes em Ezequiel (14. seu estilo de vida como humilde cunselhei- 127 . o velho profeta recebeu uma re­ velação assombrosamente detalhada das "setenta semanas” (Dn 11. A visão que se seguiu é o último eveulo registrado uo livro de Daniel. (Dn 1 e 2 .1). que prova­ velmente vivnu no tnmpo de Noé ou de JÓ (11. Ao recuperar-se do trauma cátisadi i pela invasão de seu lar em ludá. (az com que a identificação sefa quase certa. bem como o fato da meução estar próxima à referência a "apa­ gar a força do fogo" (Hb 1 1.DANIEL 0 Tfcxnplo (Ed 1. Urna avaliação geral das contribuições de Daniel deve incluir o uso dn su perlativps. Seu nomp não ê cilado. mas a falta de outro evento semelhante no AT. (28. Tanto em sous dias (Ez 14. relacio­ na dn com Daniel cap.15. 3. Se as ocorrências cm Ezeqyinl podem ser datadas «m 592 a-C. a vida de oração e a sabe­ doria rjue podem ser vistas de forma con­ sistente na existência do Daniel. diuante a reconstrução »le Jerusalém e do Templo.14. alé ocupar po­ sições nos mais allos escalões da autori­ dade imperial e ter mfluôncia tanto uo Império Babilónico como no Medo-Persa.24). 1 ) e 58<> a. esp 2 . Sftu legado mais profun­ do esta na esfera espiritual. 1 ].14. Daniel finha influência por seu acesso aos corredores do poder. dessa vez por três semanas (Dn 10. 28.20).2.21). apesar de ele ter passado a maior parte da vida distante geograficamente fie Judá.20) como na lembran­ ça tios escritores bíblicos (Hb 1 1. é mais provável que se re­ portem ao Daniel contem porâneo de Ezequiel.20. Fora de seu livro. do jejum e do lamento de Daniol pelos pecados de seu povo |Dn 9.). Oaniel foi o veículo da revelação divina.14. (14. cí.C.3).20) e sabedoria concernente aos mistérios 128. Daniel.'4fci. a coragem.. durante uma carreira que durou mais de G O anos Ainda assim. havi:ria lernpo soificionte para Daniel ter demons­ trado s u a justiço 114.3.20).14.C. Como resultado da oração fervorosa.1). No meio do discurso do monte das Oliveiras (Mt 24 e 25). referente à utilização da ten‘a.24) decretadas por Deus paia o futuro de Israel (Dn 9. Uns dois anos mais tarde (Dn 10.14. mais do que qualquer ou li o personagem bíbli­ co demonstrou ser a figuru inlormediaria entre o período do pré e o do pós-exílio. Daniel novamente lamentou. tanto paro interpretar como para ter as visões mais detalhadas ria profet ia bíblica. 26. Seu re­ conhecimento como o principal conse­ lheiro na Babilónia e seu sólido compro­ misso com Deus já sn teriam estai lelecido solidamente por volta dafiflO a. lesus laz uma referência à “abomi­ nação da desolação.

Deus deu DATA. É mais provável que esteja associada com a raiz hebraica d m l (amor). conhecido como Gubaru comparação com a de outros homens.) as ordens de Ciro. para dar o significado tie “amado".1 oomo o imperador que permitiu aos judeus reconstruir o Templo. Em respost a ao seu pedido. que retomaram do exílio com Neemias |Ed 2. o hindadoi do Império Persa (Du U. Era descendeule de Ilamar. que seu nome e EJauã (Heb. citado como companheiro de re­ gresso a Judá uu leva de Estiras [Ed tí. 7.58).1.12. que iden­ tifica Elanã como o herói que matou Lami. corno Dario I ou “o Grande”.31. suas realizações o seus problemas roceberam um tratamento extensivo. 2.s quo assinaram o documento o Império Pnrsa de 522 a 486 a.. “Deus é gracioso”). minou sobre Foi um do.6 (chama­ do de Dara) t omo filho de Zerá e descen­ fcta do Deus verdadeiro õ profundainantti reverenciado e digno de ser seguido dente de Judá.6J.28). É sempre mencio­ a Salomão uma sabedoria extraordinaria nado junto com o irmão (veja) Abirão (Nm (v. etc. era filho de Maol. o Medo. Desde que não se tem certeza se foi em 2 Samuel 21.i dos que eram reconhecidos em sua época como sábios.19.19). Famoso por seu grande co­ quem nomo o próprio Ciro. Por (Gr. Alguns sugerem que Davi seja um cognome rea! o .1 e outras referências (veja n* ]). irmão de Golias.2). o herói que matou Golias (2 Sm 21. 3. Na verdade ele governava sol. "Gobrv.56: Ne 7. Ri*i da Pérsia. Sofonias 1. O significado do nome ainda n incerto. o qual menciona que foi Elanã quem matou o gigante. A conexão com a palavra acadiana dúwidúni (chefe. 1.10 e de compromisso solene com Deus (Ne 1U. DAVI Dados Gerais Davi é o nome do maior rei de Israel e o anoeslral humano do Senhor Jesus.3.5 quo houve uma corrupção textual. 1. Dario. ma pessoa citada no ílem cmterior (n* 1 ). Listado em 1 Crónicas 2. Filho de Eliabe. comandanle) é atraente. 16 1. administrador e j»rr> ~ 2 . Embora essa solução possa resolver a apurento discrepância entre 1 Samuel 17.1. a identificação do Elanã é incerta. Conhecido exilio.2 yj. "Servo de Salomao".15: 2. Sua história. Provávelmiinte tira a mes­ como exemplo. é mais prová­ nhecimento.'is“)> Í!>so. Aparece em Esdras 4 a 6 : Ageu 1. cria outro problema: por que então Elanã seria relacionado ua lista dos heróis de Davi? Outra sugestão é feita a partir de 1 Crónicas 2U. Não deve DARCOM. cujos descendentes estavam entre os judeus ser coniumbilo com o rei Dario citado em Daniel 9 . cujo texto relata que Davi matou Golias. Líder levi la da época dn pósDARI O.C. e 2 Samuel 21. encontramos Darda no texto de l ReLs 4.25.7. 12S . Daniel. imperador sobre Babilónia nos dias do Daniel.DARCOM ro governamental. Embora alguns teólogos o identifiDA RDA. que ultrapassava . A snbedovel que fosse um governador descenden­ riu do Salomão loi enfatizada por meio da te dos medos. de 1 Samuel 16 a 2 Reis 1 e em 1 Crónicas 2 a 29.19 011 em 1 Crónicas 20. embora duvidosa.24.).

porém o Senhor olha para o coração” (1 Sm 16. que o elevaram da posição de pastor fie ovelhas a músico no palácio do rei. 16). boa aparência. seus servos. e é forte r valente. bem como a protegê-lo» dos predadores. 1 Gr 2. como coletânea. E o Senhor 6 com ele” (v. Lc 3. ele teve certeza que aquele jovem atendia aos padrões de Deus. devido h sua bela aparência: “Vedes 0 homem quo o Senhor escolheu? Não há entre (> povo nenhum semelhante a ele” (1 Sm 10. chamado Davi. Davi agradou ao rei. chamado Golias.1-15: Ml 1. e de boa aparência.37) Davi era também um bom músico. eloquência. Jónatas. O gigante filisteu. quando os filisteus atacaram Israel 11 Sm 171. Depois que loi trazido diunte do profeta. Na corte. Quando SauJ sofria dc depressão e crises du melancolia. receberam o til llío de "A história da exaltação de Davi". Davi com Saul Qs caps. usurpando o trono da familia de Saul. ainda cuidava dos rebanhos. Davi foi convidado para servir ao rei Saul como musico. Na juventude. 129 . o Senhor incumbiu Samuel da tarefa de ungir um dos filhos de Tessé. Saul sofria de melancolia. Davi recebeu duas confirmações de sua eleição: Samuel o ungiu numa cerimó­ nia familiar o o Espírito do Senhor veio sobre ele de maneira poderosa (v. homem de g u e r r a . anteriormente tinha dito ao povo que Saul preenchia os requisitos. me livrará da mão deste filisteu” (J Sm 17. conhecendo a reputação desse jovem mandaram tíhamâ-lo II Sm 1 (J.24). 15 a 31 de 1 Samuel são uma antologia solta de histórias. Esse texto relaciona várias características de Davi: seu tulonto musical.ús novo dos oito filhos de jessé. sisudo em palavras. Essa experiência o pnsinou a dspondor do Senlior. 13).DAVI Antecedentes Davi era o m. a pre­ sença do Senhor em sua vida. Davi cuidava dos rebanhos da família. Deus agiu rapidamente.14). aprendeu a cuidar dos animais. suu bravura.31-38). Depois que os sele mais velhos loram apresentados a Samuel. Afinai.7). Davi eleito por Deus para ser rei Davi era notável. um efratRU de Belém (1 Shj 17. O propósito dessas narrativas é defender Davi da* acusações de ter agido de maneira subversiva. que sabe locar bem. Depois que Saul foi rejeitado por seus atos de desobediência I I Sm 15. tanto poi seu amor a Deus como por sua aparência física (I Sm 18. acima de tudo. a moahita (Rt 4 18-22: cf. o qual o nomeou seu escudeiro (v. Um deles disse. e das garras do urso. “Vi um filho dft Jessé. sendo responsável pelas rnorles de Saul. porque O Espirito do Senhor o abandonara (1 Sm 16. ele não eulendeu por que o Senhor o enviara a ungir um rei naquela casa. 18). Os mancebos passaram uni por vez diante do profeta.12). mas nenhum deles foi aprovado por Deus.2-6.11. Primeiro.'I2J. Como pastor. O prolela procurava um candida­ to que se qualificasse por sua estatura física. Deus operava claramente em Iodas as circunstâncias da vida de Davi. conlorme afinnou para Saul: "O Senhor que me livrou du> garras do leão. mas. Jessé disse a Samuel que seu Cilho mais uovo. Abner e Is-Bosete. O homem olha para o que está dianto dos olhos. Jessé em descendenle da tribo da luda e bisneto dR Bonz a Rute. pois "o Senhor não vê como vê o homem. o belemita. que. de lutar contra animais selvageris até suas vitórias sobre os filisteus e de herói nacional a refugiado político. desafiava SauJ e lodo o Israel várias vezes por dia. 2 1 ). Segundo.26).

em ■asamonto a Davi ( I Sm 18. u fim de enfrentar os perigos de sua vida de exilado. O filho do rei sabia que Davi corria risco de vida. 4).42). "A alma de Jonatas ligou-se com u de Davi. porém Davi os seus dez milhares" (1 Sm 18. O ciúme de Saul deixou-0 cego. Davi. Ali. as mulheres louva­ vam !>eu nome ó faziam comparações positivas entre o jovem e o rei. 1 ). Ele sabia que seus dias como monarca estavam coutados e tinha de proteger o Lrono pura sua família. deu-lhe suas roupas o armadura (v. 20). compreendia lambém que Deus tinlia um planoespef ial para a vida do amigo. 9). ainda relutante em aceitar casar-se com um membro da lamílla real. a fortuna tornou-se em sina. Jo na tas amava de verdade o íilho de Jessé (1 Sm 19. Foi extremamente desleal. Merabe íoi dada a outro homem I ' Sm 18. quando muitas coisas boas surgem. Os membros da família do rei o amavam. Davi e Jònalas fovam obrigados a se separar. por meio de suu amizade com o filho do rei. Qualquer um que tentasse colaborar com Davi era morto por Saul. o rei ficava sabendo e o perseguia.om a filha do rei Saul e a isenção de pagar injpos­ tos — Davi apresentou-se tomo voluntário paru enfrentar Golias naquela batalha. Saul desafiou-o a demonstrar sua bravura e seu valor novamente. Exigiu que o jovem enfrentasse os filisteus em batulba. nu esperança de que perdesse a vida. O narrador de I Samuel escreveu: “Daquele dia em diante. Davi íoi convidado para morar no palíuifc» real (l Sm 10 .16). seu arnor peio povo e pelo alta recompensa — riqueza. O rei fez algumas tentativas para eliminar Davi no palácio (v. De maneira vil. “Saul feriu o* seus milhares.1) e não se preocupava com suas proezas militares. bem com o de seus planos de mata-lo.7) Esse contrasta suscitou o ciúme do rei (v.50). rei filisteu de Gale. nem com sua crescente popularidade. Davi loi avisado com antece­ dência do profundo ódio cie Saul contra ele. pois voltou atrás em sua promessa de dar a filha mais velha. Quarto. P a ra onde quer que ele fosse. 7). Tbfcoiro.17). Intercedeu em favor dele e o convidou para voJlar ao palácio |v. 10 ) e até mesmo na própria casa do genro (v. Este filho de Saul chegou ao ponlo de fazer nmu "alian­ ça'’ com Davi (v. O Senhor eslava com ele. A lama de Davi cresceu rapidamente. i I). Estava aborrecido por ser obrigado a dar Mical como esposa paru Davi. porque sabia qun o Senhor eslava com eie e via o am o r da filha por Davi como trarão contra seu remado 1 1 Sm l0. Merabe. como um tipo de dote. Mov ido por seu zelo pelo Senlior. D a v i triunfou sobro o filisteu. loi para Adulão í 1 Sm 2 2 ). Expulso da corte. Por toda a nação. Saul contra Davi Saul fez tudo para livrar-se de Davi. Gomo expressão dn seu profundo amor a respeito pelo filbo de Jessé. 130 . Os dois fizoram umo aliança para toda a vida e se separaram (1 Sm 20. casamento c. o íillio de Jessé buscou refúgio juuto a Aquis.DAVI por um espaço do 40 dias (I . tí). c o m o aconteceu com os sacerdotes de Nobe 1 1 Sm 21 a 22).28|. Temeroso de que a boa voulade dc anfitrião mudas­ se a quaJquer momento.16. Como sempre acontece. Assim começaram as alilud. Mical lambém amava Davi (v. mediante a matança de 100 filisteus. o (ônntas o amou como à sua própria alma” lv. 3).19).es de hostilidade explícita contra Davi.2 ). Saul traxia Davi sob suspeita" Iv. mas gradualmente percebeu que seu pai real­ mente estava determinado a matá-lo. Trouxe sua família para a segurança de Monbe r retornou. procurou imediutamoule agradar ao rei. liderou um bando de furos-da­ tei. Nesse meio lempo. Aconteceu cie Davi levar suprimentos para seus irmãos que estavam no acampamento <if: guerra e teve oporlunidade de ouvir o desafio do gigante.Sm 17. ao matá-lo com uma funda e uma pedra () Sm 17.

foi no seu encontro com vários presentes. que o levou consigo como parte dn suas tropas numa balalha em Gilboa. Po/ duas vezes Davi teve oportunidade do vingar-se de Saul. Ao invés de comemorar este acontecimento. mas as reações loram bem dilorentes em todo país.Es Ir:. liderou uma campanha bem-suce<bda contra aquela localidade b a conquistou para o rei.iy -27). junlo com outros cidadãos importantes. a fim de cons- 131 . Mas. ibrão. Nern lodos os criadores. As tribos do Norte reconheceram Is-Bosete. Enquanto os filisteus esmagavam os israelitas no norle. como faz. Não demorou muito paro que n povo descobrisse a incompetência de Is-Rosete Abner. o c o m a n d a n te militar. agora unificado.9). um sacerdote que escapou tlf» massacre em Nolie. No eutanlo.4J. esposa de Mabal. Depois da morte do marido. Bandidos. como o legitimo repre­ sentante do trofio (2 Sm 2. Sua existência tornou^sô tão opressiva que foi obrigado a buscar refúgio com Arpeis. Joabe. rei de Tiro.10). Davi chorou pelo rei e por súu amigo 12 Sm l. em um cruzamento entre o leste e o oeste. ele retornou a Ziclague e descobriu que a cidade fora saqueada e incendiado e u população. euviou seus carpinteiros e pedreiros. A ciciado nunca pertencera aos israelitas e localizava-se num ponto estratégico. O enfruquet imeulo do Norte encorajou a morte de Is-Bosete e as tribos voltaram ã união sob o reino de Davi [2 Sm 5. Recebeu a cidade de Ziclague para morar com seus homens. contra os israelita* (1 Sm 28). pois não linha qualquer ligação especial nem com as tribos do Norte uem eum as do Sul (2 Sm 5. muitos deles guer­ reiros habilidosos. Ele e seu homeus também tomoram-so defensores dos moradores de ludá que eram constantemente ameaçados por saqueadores estrangeiros e viviam da parte que reesbiám das colheitas. um rico íazendeiro. Reduziu a ameaça dos filisteus.4). nm vingança pela morte de seu irmáo. e Q profeta Gado também se uniram u Davi. Davi determinou a conquista de Jerusalém. mas. Os filisteus rrão deveriam ficar apreensivos pelo conflito de interesses. poupou sua vida. mas era avarento demais para recompensá-los pelo trabalho (1 Sm 25). O filho de Jessé ficou lurioso. primeiro teve Hebrom como seu cenlro. porém. Davi consolidou seu reino. 0 norle e o sul. as quais loram irtlerrorupidas quando joabe assas­ sinou Ahner. O crescimento do podnrio de Davi náo passou despercebido. rei de Cato.9. Esse reino. A Iribo de Judá permaneceu leal a Davi e separou-se da união. levada cativa pelos amalequitas. ao invés de matá-lo. ela se tornou esposa de Davi (1 Sm 25. rebanhos e do gado que ajudavam a proteger. ruas Abigail. Davi lularia contra seu proprio povo (lStn 29). Era uma ( idade neutra.42). por exemplo.DAVI Enquanto isso. de onde ajudava Saul a reduzir as forças dos filisteus (1 Sm 27). ao fazer de lerusalém sua capilal administrativa. Nubui. desejo­ so de ler uma localização melhore reconhecedoi do problema estratégico gerado p e la proximidade d o s cananeus. o apoio a Davi crescia cada vez mais. procurou Davi e abriu negociações com ele. Davi é exaltado ao reino Saul e Jonalas foram mortos na batalha em Gilboa (2 Sm 1. As noticias sobre a morte do Saul comffâm rápido. ao tornar Hebrom a capital do novo reino (2 Sm 2. tinha recebido lal proteção de Davi e seus homens. lazia com que as pessoas Ficassem orn débito para com ele. Abiatar. reuniram-se a ide. Aquis tinha tamanhij confiança na lealdade de Davi. seu comandante militar.3.8. filho do rei. estavam dispos­ tos a compartilhar cora eles alguma coisa.1-3). em Queiia (1 Sm 23). pui* atias muitas façanhas. Davi perseguiu os invasores e colocou um fím em suas hostilidades.

deci­ diram acabar com sua grande popularidade O rei resistiu n cada aboque com sucesso e finalmente definiu a fronteira do reino na planície costeira |2 Sm 5. Subjugou os filisteus. Jerusalém como centro do reino de Oavf A paz estabelecida em Israel encorajou Davi a persuadir as tribos a reconhecer Jeru­ salém como centro religioso. gloria e bên ção. edomitas e amonilas |2 Sm 12. quando necessário pela torça. Cobrou impostos dos arameus e das nações que decidiu não subjugar (2 Sm 8 :1 0 ). pelo equivocado zelo do Saul. Deus graciosamente removeu a maldição e renovou a terra com chuva abundante. A dificuldade era Ião grande que Davi pediu uma explicação ao Senhor.DAVI trair um puláiio para ele (2 Sm 5 . 1 2 ). desenvolveu tima administração de governo t entrollzadu. Esse ato firmou o relacionamento entre os dois rois. pois concedeu a ele uma "casa'* (dinastia) e permitiu que seu filho construísse uma “casa" permanente para o Senhor A promessa de uma dinastia foi incorporada a uma aliança dó conces­ são. Essas promessas cumprem a aliança que Deus fez com Davi. / \ proposta concedia a Davi um lugar perpetuo no reinu rle Deus. (Veja o verbete Aliança. expulsou as lorças invasoras e foi agressivo no estabelecimento du paz em Israel. por meio da cons­ trução de um Templo (2 Sm 7).14). feita pela graça. Jônatas e dos sele que foram mortos e os enterrou na sepultura de Quis (2 Sm 21. moabifas. fillio de fônalas. Davi seguiu adiante. ao tentar aniquilares gibeonitas (2 Srn 21. Provavelmente esse período íoi marcado por uma severa crise fie fome (2 Sm 21. ao colocar sobre ele o privilégio de ser um “filho" de Deus. Davi levou os ossos de Saul. Providen­ cio u -lh e um lugar e garontiu-Ubue um sustento vitalício |2 Sm 9J. Embora fosse severo era sua justiça para com as nações. 1 1 . entretanto. A morte de sete descendentes de Saul. Ele é o ‘'tingido" que recebeu autoridade e poder (Ml 28. Os filisteus náo perturbaram o pais duranle os dois primeiros anos do reinado de Davi Com o crescimento d» sou poder.11). Davi buscou a aprovação do Senlior para providondiar um centro definitivo ao culto e à adoração em Israel. mn todas as parles du Terra. a símbolo central du relacionamento e dn aliança dn povo cam Dous (2 Sm 6 ). 132 . povo que buscara e recebera proteção dc Israel.1-1. 18-26).19-251. o rei fpi generoso no trato com Mefihosete.29-31). O fa c to David ico é uma adm i­ nistração sohnrunu. o fortalecimento da posição do fillio de lesse ameaçou a paz relativa de que Israel gozava. Jesus o os apóstolos afirmaram que essas promessas encontram seu loco e recebem sua confirmação em Cristo (o 'Messias' ). I Após encontrar descanso oro Jerusalém. Por incrível que pareça. na época de Josué (Js 9. Encorajado pelas promessas de Deus e feliz polo consolidação do destaque de Israel entre as nações. Al 2) do alto sobre Ioda a criação* inclusive a Igreja (Cl 1 ).1 *> .20. Poi-lhe revelado que a escassez de alimento era resultado do juízo de Deus. Fortaleceu Jerusalém. O Salmo 2 celebra a condição do filho como o que e x p e rim é D tn uma posição privilegiada e recebe autoridade para estabele­ cer o reino de Deus (veja SI 72h submeter as nações.2). ao levar para lá a Arca da Aliança. satisfez a exigência de justiça feita pelos gibeonitas. Depositou a maior parte dos tributos « espólios uo fundo para a construção do Tfcmplo (2 Sm 8 . sem incluir Mofibosote. e trazer as bênçãos do Senhor sobre lodos os fiéis. segundo a qual o Sonhar tingiu Dctvi e sua casa p a ta estabelecer seu reino r sfetivam ente fmzer u tt i reinado d e paz. Deus modificou a oferta de Davi.

com quero leve relaçOes sexuais. irmão da jovem. em detri­ mento de seu velho pal. pois elas também linharu apoi­ ado o rei e dado a extensão de seu território nas mãos dele. Cousequeutemente. Esta. a fim de sufocar a rebelião. Depois de dois anos.) Quando Amasa. e causou a desgraça dela (2 Sm 13): foi assassinado poi Absalão. fora ao rei pedindo proteção para o filho quo assas­ sinara o irmão. desejou ardentemente Bale-Suba. mas sofreu as consequências de sua perfí­ dia pelo resto da vida. tentou encobrir seu pecado. Davi experimentou uma guerra civil dentro do país. ordenou que Urias 0 marido dela. Como este demorou muito a relnrnur. sob a liderança de Seba.DAVI A queda de Davi A partir deste ponto. Ele se tornou uni personagem trágico. Sl :< 2 . o qual 0 enganou. precisavam ser ouvidas. . A Iribo de Judá alegou que o rei lhes pertencia 0 ofendeu os habitantes do Norte com a sua insolente arrogância (2 Sm 19. A guerra trouxe resultados desastrosos para as torças do filho do rei. por isso. Davi enviou Amasa para recrutar guerrei­ ros de judá. Perseguiu a Seba até Abei-Bote-Mauca e siliou a cidade. mas não ao palácio real.10 saber que estava grávida. a fim de perturbar a ordem. couquislou a simpatia do povo e pensou numa maneira de reconquistar o favor do pai (2 Sm 14).231. a história de Davi é uma mistura dn tragédia o providência divina. filho de Bicri ria tribo de Benjamim. Elevado pela graça de Deus a urna posição do imensa poder. a união entre as tribos ficou enfraquecida ao extremo. mas Davi sofreu mais com a perda d© Absalão do que sentiu alegria pela vitória. Absalão foi coroado rei ern Hebrom e rapidamente partiu em direção a Jerusalein (2 Sm 15). Davi experimentou instabilidade e morte em sua família. A dis­ sidência rapidamente cresceu e culminou em outra guerra civil. O rei voltou para Jerusalém com o apoio do* habitantes do Sul do pais. condenando a concupiscência e a cobiça íle Davi e seu comportamento vil (2 Sm 1 2 ). O bobe que nasceu tia união com Bale-Seba ficou doente e morreu. Uusai dava conselhos equivocados 0 Absalão e enviuva mensageiros a Davi. Este fugiu paia salvar a vida e permaneceu exilado por dois anos. (Joabe perdera o favor do rei « o cargo. Davi saiu da capital com um grupo de seguidores e deixou vários conselheiros de confiança para trás [Ahialar. O rei confessou seu pecado e recebeu perdão (2 Sm 12. Davi almejava revê-lo e foi encorajado por Joabe. preparora-se cuidadosamente para o momento em que o povo o apoiaria. e joabe se encontraram. Consequentemenle. Uma mulher sábia sal­ vou a cidade. a fim de infor­ mar todos os movimentos dele |2 Sm 17). Amnom violentou a própria irmã. o rei comissionou Abisai para perseguir Seba. uste o matou e reassumiu 0 comando das 110pas. As tribos do Norle seniiram-se traídas pela falta de respeito demonstrada pelos moradores do Sul. A vitoria foi clara. Como resultado. com 0 crédito de ter acabado com a rebelião (2 Sm 20. Durante quatro anos.4U-43). os quais anteriormente haviam seguido Absalão. orientada por Joabe. 133 . Joabe retornou a Jerusalém como geueral. o qual morreu pendurado em uma árvore pelos rabelos. Joabe lrouxe Absalão de volta. por ter matado Absalão.13. ao comprometer-se a atirar a cabeça de Seba por cima do muro. ao forçá-lo a seguiu um conselho que lhe fora dado por uma mulher de Tecoa. fosse morto no campo de batalha e casou-se com ela legalmente (2 Sm II I. Zadoque e HusaiJ. o filho do rei voltou ao palácio. que se aliara a Seba. AbsaJSo tivera lempo para elaborar planos. O profeta Natà proferiu ura testemunho profético. Tamar. e agora estava sob as ordens de Abisai. õ'l). rf.

Por causa riu seu sucesso. desde o princípio até o fim de seus dias.25. em quem me relugio: o meu escudo. para assegurar a paz e a estal>ilidadi* dentro do reino. o Situei. e v. Embora tenha pecado tragicamente contra Deus e o próximo. meu refúgio e meu Salvador — dos homens violentos me salvaste" (2 Sm 22. e (orça da minha salvação. Havlai estendido seu reino por todas as áreai da terra que fora promrtida a Abraão (Gn i5 H$. que expressava arrependimento paT sua presunção. Conclusão Davi erd bumano.! administração oficionle.2BJ e. o rebelde (t Rs 2. purque no Senhor estava o fonte du poder e a perpetuidade da dinastia.19).27. Davi ordenou que Salomão fosse ungido rei.281.6.1) Ele é o governante sobre o Irono de Davi.351. o comandante.2.9). sobre a Terra (1 Co 15. 1 6 ) e trará loclas as nações ao conhecimento de sud soberania 1 1 Co 15.1-25 ].27.3). Preveniu o seu sucessor sobre várias pessoas que poderiam comprometer a estabilidade de sou reinado: joube. Davi confiou em si mesmo e decidiu fazei um censo Isso desagradou ao Senhor. A sua lorça estava no Senlior. □ obediência o a bondade de Deus. At 2. Incumbiu-o de permanecer fiel o Deus. após ouvir que seu filho Adonias fizera unia tentativa de usurpar o Irono (1 Rs 1:1 a 2. mas com o perverso te m o slra s sagaz. cf. Tal afirmação sobre sua confiança em Deus é lambém encontrada nu linal de 2 Samuel' "O Senhor é a minha rocha. Esse locai. a minha lorlaieza e o meii libertador. É o cabeça da Igreja (Cl 1 . Os cânticos compostos poi ele também trazem a correlação entre a humildade. Ele é o meu alto retiro. ao lesto. que descenderia do referido rei. tuas permaneceu fiei ao Senhor durante toda sua vida. mus teus olhos são contra os altivos. O Senhor nfio apenas mostrou seu poder para Davi e seus contemporâneos. ao sudeste. 134 . e os aram eus. pelo qual ora rapaz de gpvornor esse vasto impériu Um excelente exército ora mantido constantemente de prontidão. Davi linha realizado uõbjetrvode sulidííicar Israel contra os rUisleus.12).Ele esta­ belecerá o reino de Deus. Essa ê a essência da Aliança Davi dica. A gennulogia do Jesus recua até o filho do Jessé (Mt 1. Livras o povo humilde. O próprio rei foi o responsável pela morte de muitos inocentes. cumpre as promessas em beneficio de todo o povo do Senlior. comprou um campo e ofereceu um sacrifício a Deus. os tnoabilas e amonitas.í*. e tu os abates ' 12 Sm 22. ao norle. cujo reino se estende até os confins da Terra. ao sudoeste. Desenvolvou l l i j j . era um bouiotu humilde. mas lambém comprometeu-se a proteger lodo o seu povo por meio do ungido. Os salmos atribuídos a ule faiam desta verdade.5..c. Por isso. Os escritores do NT t e s t e m u n h a m sobro a conexão entre Davi e Cristo. por esse motivo. a oiro do Araúna.DAVI Os últimos dias de Davi Nu Iftrmino d<i sua vida. os edomitas. que enviou uma praga contra o reino. Meu Deus é a minha rocha. tanto judeus como gentios. wj\. Conforme Davi escreveu: “Com o pura to mostra* puro. nu futura se tomaria o lugar onde Salomão construiria o Templo (2 Sm 24.

A dedicação de Débora e sua convic­ ção de que o Senhor os levaria à vitória e restauraria a honra de seu nome em Tsrael excedia multo a de Baraque.60: em Neemias 7. tomou-se líder de Israel nos dias dns Juizes. gibeonllas. mas o rei não IJie deu ouvidos (Jr 36. Desceudente de Cão. Che­ gou ao poder durante um tempo em que os israelitas novamente ignoravam a Lei de Deus e viviam sob o domínio opressor do rei cananeu |abhn e seu geriRral Sísora (Jz 4. a menos que Débora fosso junto. Roi do Eglom.24)'. incluído na lista dos descendentes de Jeoonins o cativo (1 Cr 3. náo puderam provar que suas famílias fa­ ziam parte dos descendentes de Israel (Ed 2. 1 . após ser derrotado ua butalha poi Débora e Baraque (Jz *1.12). DEDÃ. 2. Seu cunto em ação de graças . esposa de Héber. Seus descendentes. ela invocou ao Senhor edeu a Elo a glória devida. que de­ monstrou um considerável medo de SLsera. noto de Abraão e sua concubina Que fr ira. entretanto.14: Fm 2-4).10).25 1. que inalou Sisera quando esle fugia. a vitoria foi atribuída a Jael. Nesse cântico. Pai de Semaías.5. para jurttarse à coalizão de reis e lutar contra os. através do Cu w e Raama: irm ão de Sabá (Gn LO . 1. Um dos companheiros de via­ gem de Panlo e amigo de Lucas (Cl 4. 5. debaixo do carvalho que se chamou Ak)m-Bacute“. ao tratar com os que o amam: “ Assim.17-22). Débora chamou Baraque. Saeenlole escolhidu poi meio de sor­ teio para ser o 23* na ordem do ministério.4.p. mas de uma mulher. 1 Cr 1 .DEMAS D EB IR .1-3. É a única mulher que se deslacra naqueles dias» Trabalhou como juiza e “atendia debaixo da palmeira de Débora.9 ). Quan­ do (riljfião foi atacada. Realmente.32). ns israelitas fo­ ram em seu socorro e desfizeram a coa­ lizão. 2 . veja Micaias. Um dos oficiais do rei Jeoiaquim. mas destacou quo a honru da vitória não seria dele. 1 2 . Em seu pápol do prnfoUso.8 menciona uma Débo­ ra i ] u b foi “ama de Robeca’’. entre Kamá e Betei. O verso final do louvor reco­ nhece a justiça de Deus diante da impie­ dade e seu grande amor.2). perfaziam um to­ tal de 652 pessuús e estavam entre os ju­ deus que retomaram fio exilío: contudo. 4. 7.t>2 o numeru é 642j. (fz 5 31). profetisa e esposa de Lapidote.1. 2. juntamente com seus reis e deuses. Pediu ao ml que não queimasse o texto sagrado. 5|. 1 . m. a quem Neemias vjsitou iluranto o tempo de grande opo­ sição à obra de reconstrução do muro de Jerusalém (Ne 6 .50). Débora. Para mais detalhes. Bem mais tarde. Mm dos filhos de Elioenai. ela enfatiza a soberania do Todo-poderoso sobre as nações.18). rei d» Jerusalém.5). os quais fizeram um iralado do paz com Josué p o s hehreus. o ps filhoa de Is­ rael subiam a ela a juízo" (Jz -1. aa^ quais Micaias transmitiu as palavras do ralo de Jeremias (li 36. Em toda a situação. pereçam todos 05 teus inimigos! Porem os que |e amam sejam como o sol quando se levan­ ta na sua farça'.17. da iribo de MdftalL e O informou sobre o desejo de Deus de que atacasse e derrotasse Sisera. 1 2 ). em Canaá.11. Aterjdou á convocação feita por A doniZndnque. “iiir I de abe Lha”). Poi o progenitor dos assurins (Gn 25. DEM AS. 135 . no matar lodOR os reis (Js 10. Sínein e /tm /l imuj. juntamente com OS do Tobias e Nocorla. ua região montanhosa de Efraim. Génesis 35. (Vejo Ju izes .i Deus foi regis­ trado e ficou conhecido como *'A Canção de Débora " II r. D ELA IA S . l Cr 1. dumnte o reinado de Davi 11 Cr 24.316. Ela concordou. Filho de lorsã. no final. a quúl morreu h "foi sepultada ao pé de Betei. 6 Senlior. Ele se recu­ sou a entrar numa guerra. Ela veio da Mesopotâmia e viveu na casa de Isaque alé a morte (Gn 24. DÉBORA (Heb. 3.

na cida­ de. em algumas Iraduçóes seu nome é mencionado como Reuel. e. amando o presente sécu­ lo.38). O triste comentário do 2 Timó­ teo 4. e foi fiara Tessalòuica".n . etc.24.47. na quaJ Gaio e Silas. o apóstolo escreveu a Timóteo que Demas o aban­ donara. At 19. adorada não somente pelo povo da cidade. Stmhon) O Deus da Bíblia revela-se em sua criação e. frequentemente a Bíblia usa antropomorfismos (palavras e idétas extraídas da experiência das ativi- 136 . devido ao seu compromisso cristão (3 Jo 12). Finalmente o escriváó da cidade conseguiu acalmar a multidão e enfatizou que. eram queimados publica­ mente quando as pessoas tomavam-se cristãs. P . A afrouta do Evangelho contra a divindade de Diana parece que só íoi acrescentada de­ pois. Devido à letra “D" no hebraico ser às vezes contundida com a "R". onde tiveram de ouvir a arenga da multidão por um bom lempo. que valiam uma fortuna. 7. O após­ tolo pregava que "não são deuses os que se lazem com as mãos" |v. e o povo começou a entregar-se a Cris­ to. 3L Um ourives que vivia em Êfeso Iveia lambém Artaniis]. Seu filho foi tamoso. Estava entre os numerosos artífice» quê tinham um ne­ gocie lucrativo. ao qu. o comércio e os negócios loram também afotodos. companheiros de Rindo. por meio de sua Palavra. Espirito Santo. D E M É T R I O (Gr. como já vimos.10 deixa cloro quo o materialismo era uma leniação aos crislãr>k primitivos. "p e rte n ce n te a De me ter”).341. na épo­ ca da dedicação do Tabernáculo (Nm 1. seu im ­ pacto foi rapidameute sentido em todas as areas da vida do povo. DEUS Introdução (O leitor deve consultar tamhám os seguintes verbetes: Cristo. as acusações deveriam ser feitas diante dos tribunais. mas que atraia turistas e pere­ grinos de Iodas as partes do mundo ro­ mano. I p . da mesma maneira que o é para muitos que vivem na atualídade: ‘Torque Demas me abandonou. Pai de Eliasale. a Bíblia pode ser definida como "a autorevelação de Deus ao seu povo'\ É importante lembrar q u e as Escrituras mos num q u e 0 conhecimento que podemos ter de Deus é limitado e finito. lider da tribo de Gade no tempo de Moisés. que ime­ diatamente reconheceram a ameaça aos negócios e oo seu meio de vida.a D E U EL (Heb.23). puro e u m Espirito vivo epessoal. Quando Paulo pregou sobre o cristia­ nismo ("o Caminho'’.). naquele primeiro es­ tágio do Evangelho em Éfeso | Pau lo este­ ve na cidade durante três anos). A pre­ gação de Paulo exigia um compromisso coru Cristo que sempre requeria mudan­ ças dramáticas.14. 27. enquanto o Senhor é infinito. Livros (rolos de papiros) sobre artêS mágicas. É particularmente inte­ ressante notar que. 2.2f>). Esses uuri ves faziam imagens e ni­ chos da deusa (Al 19. como um segundo pensamento (vv. as Escrituras Sagradas.DEMÉTRJO quando eslava preso em Roma.s u s . 2. De (ato. Demetrio liderou os artífices. foram agarradas e arrastados ao t e a t r o da i idade. Discipulo mencionado por João. Eles então organizaram uma passeata. "D eus sabe"). acima de tudo. pois exploravam a preseucu em Êfeso de uma das grandes ma­ ravilhas do mundo — o templo da deusa Diana.il ninguém jamais viu.14. se Paido havia desrespeitado a lei. quando as pessoas eram desafiadas a servir a um novo Mestre.

1. pois trata-se de um livro onde o Senhor revela a si mesmo. e não ha outro Deus além de mim Eu causo u morte. e eu saro. etc. J vo. seja mima atitude de rebelião e incredulidade. Alguém já disse que “conhecer n Deus”.sso em atias páginas. Em kaias. A existência de Deus é froquontemente aíirmada oos contextos quo advertem contra a idolatria.eronômio 6. Acima dó tudo. ou que formassem a torra e o mundo. é o come da ló bíblica. a Bíblia ensina que um dia todos estarão face a face com o Seuhor. Sempre é dada uma ênfase especial ao lato de que somente o Senhor ú Deus e não existe nenhum outro. Esse recurso pode ser realmeiile muito útil. por intermédio de Cristo. eu tiro. emoções.2 0 ). e leva juízo sobre os que pecam ou vivem em rebelião contra Ele. nuina rejeição direta da revelação do único Deus verdadeiro. pois concordamos com a declararão do apóstolo Paulo. o não há quem possa livrar das minhas mãos”.2 diz: "Antes que os montes nascessem. Envolver-se com ela é viver e acreditar ua mentira. e seu Redentor. Esperava-se que o povo de Israel testemunhasse para as nações ao redoj que existia apenas um único Senhoi e que não havia nenhum outro deus. embora o uso de descrições e termos normalmente aplicados aos seres humanos para referir-se ao Senhor etorno e infinita sempre deixe algo a desejar. Homens e mulheres exislem na Terra graças ao poder criador e susientador de Deus. a pessoa maligna e corrupta. lodus as pessoas.ju O tolo i*q sábio). aprendemos de Dous quundo estudamos sobre Jesus. Os escritores dos Salmos e os profetas também proclamaram que somente o Se­ nhor é Deus e que Ele pré-existe e aulo-subsiste. Não há discussão alguma sobre i. portanto. A existência do único Deus A Bíblia subentende a existência de Deus. eutão conhecerei como também sou conbeaido” (1 Co 13 1 2 ). durante toda a história. O Salmo 90. “Agora eonheço em parte. para o julgamentu no final dos tempos. diz “uo sru coração: Não há Deus" (SI 14. estão de alguma maneira relacio­ nadas com. Rei de Israel. Isso seria visto especialmente no poder de Deus para proporcionar a ele* d s meíos para vencerem as batalhas contra inimigos mais fortes.4 declara: "Ouve. 1 Co 8. De acordo com os Escrituras. seja de fè e sub­ missão. Por essa razão. Por exemplo. a idolatria é considerada um grande pecado (cí. ó Israel. As acções seguintes proporcionam apenas ura resumo do que a Bíblia revela sobre Deus. O Senlior nosso Deus é o único Senhor". lé e compromisso com o Senlior.33 diz: "Vede agora que Eu sou. 53. Somente o "tolo". ou rejeitavam seus caminhos ou seu povo. tu és Deus”. A natureza de Deus e sem atributo» são. de modo que Ele será mais bem conhecido por meiu da íorma como se relaciona com as pessoas. discutidos de diversas m.moiras nas Escrituras Sagradas. aprende-se muito sobre Deus quando age no transcurso da historia. especialmente pelo retomo de Jesus.DELIS dacles humanâs. loraos: "Assim diz o Senhor. no tnmpo de paz. Deul. na exlensâo das fronteiras (contra o poder de outros assim chamados deuses) e em sua justiça h juízo sobre todo* 03 que se desviavam dele. Deuleronomio 32. o Senhor. o "Emanuel” (Deus conoseol. Uma vida inteira dft estudo.41. ainda deixaria o crente ansioso por mais. As nações ao redor precisavam aprender com Israel que os seus deuses eram falsos e que na verdade adoravam demonios f 1 Co 10 . Muito sabemos sobre u Senhor por meio dos nomes aplicados a Ele. o 137 . até o limite de que somos capazes por meio do sua Palavra.) numa tentativa de nos ajudar a entender melhor Deus. em prol do sus­ tento e da defesa de seu povo. e restituo a vida. de eternidade a eternidade. Eu somente.na Bíblia o quando sua criação õ axaminoda o discutida.

otc. Do seu furor treme a terra. e eternamente". A Bililia mostra que o ser que auto-existe é Deus e so­ mente Ele é o Senhor Parque Deus existe. O Todo-poderoso sempre existiu e sempre existirá. sua preexistência e sua autO-exiStÊncia.14| Paulo argumentou em sua pregação para os atenienses: "Pois nele vivemos. como a sua divindade. novamente a auto-existència eterna de Deus é subentendi­ da.8: l l 15.21).DEUS Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro. o primogénito de toda a criaçào" (Cl 115).28). Ele mostrou misericórdia. pois “não deixou de dar testemunho de si mesmo.8 lambém laia de lesus: Jesus Cristo é o mesmo ontem. e fora de mini não há Deus” (ls 44.17: Hb 1 1. Jeremias disse: "Mas o Senhor Drus é n verdadeiro Deus. ha o pressuposto de que mesmo oc que são maus e rejeitam a Deus [iodem snr considerados em débito. o o Verbo eslava r. Todas as coisas foram Imitas por moio dele. 'Ih m b é m revelam que Deus náo iniciou simplesmente o processo e o concluiu. também são sinalizadas na criação.10)i No Novo Tfeslainenlo. No Senlior ha vida o luz. Rm 4. e sem ele nada do que foi feito se fez. e a vida era a luz dos homens" (Jo 1. diz o Sonhor.19. Como em João l. ainda que uão me conheças" |Is 45. veja Gn 1 . O racioualismo podo argumentar que. O ato de Deus na criaçáo é descrito em mullos lugares da Bíblia. ou ainda náo o concluiu. o eu sou o último. se algo existe. Colossenses 1 17 desi. de que a matéria sempre existiu.21. Eu sou o Senhor. o Poi. Cí que existe traz outras coisas a existência. dando-vos chuvas dos céus.3). e as nações não podem suportar a sua indignação" Qr i0. como Jesus são considerados eternos em sua existência: “Eu sou o Alfa e o Ômega. Ele é o Criador. tanto n seu eterno poder. "visto que o que de Deus se pude conhecer. e nos movemos. Nele eslava a vida. Ele Lulerforiu ativa- 138 . 0 Rei elerno. e o Verbo u a Deus. veja também 45. Ele estava no primtipio com Dous. Génesis 1 e 2 descrevem a Palavra de Deus que traz tudo o que conhecemos n existência. com o que conhecemos neste mundo hoje. a vida veio ã existência e surgiu a criação. Eu te fortalecerei. desde a i riução do mundo. Tanto Deus. bem como sua eternidade.81. O Deus criador A auto-existència de Deus. ele mesmo ó o Deus vivo. mencionado anteriormente. o Todopoderoso" (Ap 1. por exemplo. revtt a preexistência de Cristo como “a imagem do Deus invisível. a Uru de que reconhecessem a existência do único Deus verdadeiro. . é no Novo Testamento que aprende­ mos sobre Jesus e começamos a entender mais sobre u próprio Deus. neles se manifesta porque Deus Lhes manifestou. O apóstolo fez um apelo aos habitantes de Listra. e colheita em sua própria estacão enchendo de mantimento e de alegria os vossos corações” (Al 14 17). o existimos" (Al 17. hoje. Em Romanos 1. Somente Ele tem a vidn em si mesmo e habita na luz e nu gloria eternamente. aquele que é. ou que o mal sempre permaneceu como uma alternativa ao lado de Deus.).8).om Deus. se entendem. o principio e o fim. deve ler o poder da auto-exislènria dentro de si. a qual Ele fez do “exnihllit" |a partir do nada.5. A Bíblia não admite □ idéia do nuda existindo lado a lado com o Senhor através da eternidade. que era e que há de vir. Esses capíl ulos demonstram claramente que o Senlior iá existia antes da criação e Foi por m e io rle sua palavra e seu poder q u e o tmmdo veio á existência. Não há ensino. De maneira notável.fNo princípio era o Verbo. n não há outro: fora de mim uão há Deus. e claramente se vêem pelas coisas que foram criadas. de modo que eles são inescusáveis". 17: 2 Pe 3. Hebreus t3. Pois os atributos invisíveis de Deus.

Iodas as suas obras são fiéis. a vegetação. Ele eslá presen­ te em iodas os lugares. Pela palavra do Senhor foram feitos os céus. Irazer ã existência e destruir.9.17.. a ele eternamente Amém'' (v. como um ser pessoal. 1 B. Quando colo* camos esses lutares na forma riegaUva. revela-se a si inesmn como um "Deus pessoal'. os mundos foram criados pela palavra de Deus. A revelação de Deus em Jesus nova- 139 . Ne 9. e Israel é a tribo da sua herança: Senlior dos Exércitos ê o seu uome" (Jr 1 0 . Mo NT.0-1 1 mostra como a vontade eo s propósitos de Deus são espe< ialmen te colocados a disposição dos que Ele “escolheu". Ele é apreseutado como possuidor de liberdade. â qual necessita do poder sustontadnr do Senhor. se o Senhor uáo u sustentasse. como uma energia ou uma força sempre presente. os pássaros a a humanidade. sustentador e que exista por si. Ainda assim. Filho e Espirílo Santo (veja mais sobre a Trindade neste próprio verbete) e em seu deseja de que seu povo lenha um relacionamento real com o “Deus vivo" Sua “perso­ nalidade”. uos quais ele "ama". a fim do sustentar e vigiar sua criação. amor e misericórdia. Louvor o adoração sán devidos a Deus. realizar sua justiça. Deus é um ser aulo-ejdslente e autoconsciente Qualidades que indicam um ser pessoal podem ser atribuídas a Deus. “ama" seu povo e “lula" com ele. essa obra aliva de Deus du­ rante todo o período da criação poda ser notada nas duas írafies' E disse Deus: Haja.10). os peixes.36J. a obra e as palavras do Senlior Deus" são mencionadas repetidamente. o sol. "Não se deleita na força do cavalo. O Salmo 147. 104. de acordo com sua vontade e seus propósitos. veja lambém Jó 26. O Senhor è aquele que çonhoce sou povo ( 1 Co 8. Em Génesis 1..1-3. o escritor da carta aos Hebreus lembra os t rentes que 'pela fé entendemos qui. . Tema Ioda n tf nu ao Senhor. para criar a luz. seu povo pode experimentar um relaciona­ mento genuíno e pessoal com Ele. A dcixologia de Romanos 11. o Pai.10.7: SI 102. Cl 1. R claro. Desde que a criação deriva sua vidu e existência do proprio Deus. nem se compraz na agilidade do homem.16.3). é Espírito e» portanto." p “E viu Deus que isso ora bom". várias vezes.6 . “Porque dele e por ele e para ele são todas as coisas. a Palavra de Deus. 51. Deus revela a si mesmo coiuo um ser pessoal uo relacionamento entre Pai. Poli ele lalou.DEUS mente. os mamíferos. 1 Co 8 . e tudo se fez: mandou. pois.3) e pode ser chamada de "Pai” pelos que vivem por ele (v.13. Deus. e dos que esperam no seu constante amor” (vejo também SI 94. Hb 1...6. O Senhor dirige os seus e cuida dnlns. A palavra “pessoal” náo 6 aplicada a Elu em nenhum outro lugar da Bíblia e é difícil nossas montes finitas assimilarem o que essa expressão “pessoal" significa.11 dá alguns sentimentos de Deus.2. que suslém o mundo e todas as pesso­ as. d Senhor nunca é descrito nas Escrituras da maneira que as pessoas o apresentam hoje. Glória. proporcio­ na a evidência da soberania e do puder do Deus sobro Iodas as coisas.25.10. e logo tudo apareceu”.33-30 oferece a resposta adequada do crcnle na presença do Deus criador. e a Jesus. O Salmo 33. náo esta limitada da mesma maneira que a humana. O Deus pessoal O Criador do Universo e de Iodas a» coisas.). de maneira quo o visível não loi feito do que se vê" (Hb 11.5.6 ).4-9 personaliza a ‘palavra de Deus" como a que criou e "é rela « verdadeira. por ser bom. é dessa maneira que Ele é consisientemento revelado. entretanto. etc. 2 Po 3. pela criação o pelo sou contínuo sustento de todas as coisas cria­ das. O Senlior se agrada dos que a temem. Em Génesis 2. etc. Eleslos 1. ao reforir-se ao Senhor. Jo 1. elu deixaria de existir (Ap 4. Porque é pessoal. a lua. Jeremias alirtua: "Pois ele lo Senhorl é o criador de Iodas as coisas. vontade e propósitos. a água.24.). Essa obru da criação.

paru que todu aquele que nele crê náo pereçu. que mesmo o mal pode ser revertido e usado pelo Senhor. A Bíblia preocupa-se muito em mostrai. mas a providência particular e amorosa do Senhor por seu povo fez com que suprisse as necessidades do pTofeta Elias de maneira miraculosa ( l Rs 17 e 18). Tal entendimento da providência do Se­ nhor Jn. que julga e as pessoas morrem.DEUS tnenl. ele. As Escrituras declaram que Deus tem o controle total sobre tudo. os governos. que mostra seu amor e traz salvação.28). como na maneira pela quul o Pai mostrou «eu amor pelo mundo quando deu M o seu Filho unigénito. não foi o acaso que fin a lm e n te o levou a governador egípcio.9. como castigo sobre o monarca e o jiovo (1 Rs 17 l). pois estabelece reinos sobre a Terra e destrói-oS. É neste cuidado providencial por seu mundo e seu povo que mais frequentemente descobri­ mos na Bíblia os grandes atributos divinos de sabedoria.10: etc. porém Deus o 140 . ume boa colheita não acontece por acaso.10). frio e calor. daqueles que são ijhamados segundo o sen propósito'* (Rm 0.a providência de Deus. para realizar seus bons propósitos. assim. justiça e bondade. de acordo com seu desejo. en­ quanto Ele trabalha incessantemente para completar e realizar sua vontade. Aqui vemos que não somente o cuidado soberano do -Senhor sempre é feito segundo a sua vonlade e seu propósito. dia e noite” |Cn B. Ele é ehamado de Roi. mas também que esse desejo preocupa-se especialmenln com seu povo. que pode sor vista no seu relacionamento c o i t i seu povo (vejo 2 Cr 169). A guisa de exemplo. O Deus providencial | á que Deus é eterao. sobre us pessoas. mediante 0 cuidado e a proteção. Deus suspendeu a chuva e o orvalho. não é de admirar que um dos temas anais frequentas na Bíblia refira-se à soberana providência dn Senhor. Quando losé foi capturado por seus irmãos e vendido como escravo para o Egilo. TVido foi parle da vontade do Sonhor Posteriormente.16: 14. Essa fé e confiança no cuidado providencial do Senlior não eram conceitos novos nos dias de Paulo. em garantir que sua vontade seja realizada. ou seja. mas lenha a vida eterna1 ' |[o 3.fi mostra como Ele é ura Deus “pessoal”. auto-existente e o Criador do Universo. A fome loi extremamente severa. por meio do "sua p a la v r a " . O poder de Deus é táu grrmde que em "todas as coisas " Ele trabalha para atingir seus fins. verão e inverno. Aqui vemos tambem sua verdade e seu poder. Ele é o Senhor iveja Senhor) que con­ trola o mundo e exige obediência. Por outro lado. Os escritores da Bíbliu demonstram com convicção que Deus governa sobre toda a criação. Nos dias do rei Acabe. na verdade. do Israel. Deus ê visto como o rei do Universo. pode ser revertido poi Deus. o Senhor mantêm tal controle sobre a criação que pode suspender a colheita dos que vivem no pecado ou se rebelam contra Ele (Is 5. Busca os que farão jw le de seu povo. ou emanado de nossos próprios desejos pecaminosos. os conceitos do destino e do a co so são banidos. José disse: "Vós.). tanto uo relacionamento de Crista e do ftii (como o Ftlhjo faz a vontade do Pni e fala as suas palavras).2 2 ). bem como sua providência. n que tala e tudo acontece. Lntenlastes o mal contra mim. Sua soberafíiâ é tão grande. num momento em que o povo de Deus precisava sei preservado da fome terrível. Paulo laia sohre isso quando diz: “Sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus.va à conclusão inevitável do que mesmo o que começou por meio do mal. mas é providenciada pelo Senlior. L5-31: 15. não deixará de haver semenleira e ceifa. ao discutir o assunto com seus irmãos amedron­ tados. E Deus quem promete: "Enquanto ú teria durar.

).1-7|. por moio da morto expiatória fie lesus Cristo. também é uma prova do poder soberano do Senhor. O Deus justo A Bíblia mostra-uos um Senlior “justo". por exemplo. Isso. sondas as menIes e os corações" (SI 7. inclusive Satanás (Jó 1 e 2). O cuidado providenciai do Dous por |o. a qual e repetidamente definida como "jiM a" (Sl 119.4-6. 13-16. Isso faz parte de sua natureza e lem que ver com sua verdade. sua providência na natureza. m e s m o quando resultam e m juízo sobre sou próprio povo. 1 2 ).3. se u Senhor lhes parecia injusto. 45. O povo de Deus ("o povo justo". 1 Co 15. para uniu resposta ao seu dilema: "Ttaha fim a malícia dos irnpios. o reconhecimento da justiça de Deus nas Escrituras permite que as pessoas couíiem em que sua vontade é justo e boa e podem confiar nele para tomar a decisão ou a ação mais justa Elo ó justo corno Juiz do mundo e também ua demonstração de sua misericórdia Mais do que isso. ó Deus tia minha rebdão. Isso se reflete em sua Lei. na humanidade de modo gerai e especialmenle em relações aos redimidos.23. entretanto. para lazer como se vê neste dia: para conservar muita gente com vida" (Gn 50. de acordo com sua Palavra (Riu 5. E metlian. Pbr exemplo. porém: O caminho do Senhor não n justo Ouvi agora.1. para pedir miseri­ córdia ao Senlior. Certamente o Senhor frequentemente é visto agindo de maneira providenciai e com poder soberano. 1 1).3*14. Veja. ó casa do Israel: Não é o meu caminho justo? Não são os vossos caminhos injustos?". Deus até mesmo controlou as uçoos do rei do Pérsia em favor de seu povo (Is 44. nos leva nova­ mente a louvíêlo e beudizê-lo ÍS1139.6. é porque eles haviam-se entregado à increduli­ dade e ao pecado. As ações do Senhor sáo sempre justas. 2 Co 5.9.1. 37. A ação mais perversa de Satanás e o mais terrível de todos Os pecados cometidos pelos seres humanos levaram è crucificação do Filho de Deus. quando Satanás dêsejava atacá-lo e destrui-lo. Por vezes. o povo de Deus tentou questionar o Senhor. justiça e bondade. 29): "Dizeis. e Ele reverteu aquele alo terrível para proporcionar expiação o todo aquele que se voltar para 0 Senhor (Al 2. quando parecia que as pessoas más prevaleciam Achou estranho que os perversos prostrassem quando o "justo" pai leda lanlo sofrimento.15). quando parecia que Iíle não os ajudavu. Sl 103). Em nenhum outro contexto o cuidado providenciai <í p Deus pode ser visto com tanta clareza como na provisão da salvação para o seu povo. Eí 1.sua justiça que Deus mostra misericórdia ao s r u povo (Sl 116. mesmo sobre n mundo dos espíritos. formado pelos que foram perdoados por Deus) frequentemente apela para sua fusltça. A resposta de Deus era que. íntegra e boa. O U estava do lado de ou tTas riaçôes. Esse desejo de Deus loi realizado "segundo as Escrituras". E motivo de temor paru os que se rebelam que o justo Juiz julgará e condenará. sua vontade eterna é inteiramente justa. Ioda a Trindade está envolvida nesta obra de atrair e cuidar do povo de Deus (Jo 17. Pois tu.6).11. ó justo Deus. Km 7 . 1 Pe 5.39). “Responde-me quando clamo. Q 1.13-16. etc. Em lermos práticos. DeuteronómiO 32. A reflexão sobre a soberania do Senlior sobre tudo.25 (também v.7.12-14.24).20. 129. 145. o salmista orou. mas estabeleça-se o justo.4 resume 141 . Portanto. apelou para a lustiça de Deus.4: 2 Ts 1.28.li. A providência do Senhor tarnbém é vista na maneira como chama as pessoas para si. Na angústia dá-me alivio: tem misericórdia de mim e ouve a minha oração" (Sl 4 1 . 24. Ezequiel 16.12. seu poder total de realizar o que sua vontade determina.DEUS toruou em bem. É itma alegria para homens e mulhe­ res pecadores saberem que podem voltar-se para um Deus justo eieceber misericórdia. íora determinado pela vontade dc Deus. Deus pode ser visto como justo em tudo o que faz. porém.

quando peçam. o Snnbor vigiou sobre o mal.. que prqmele perdão e misericórdia. Na época du exílio babilónico. veja Lc 1. cuja obra é perfeita. Enquanlo o povo de Deus ora. nm todas as obras que faz. Quem está um anuir está em Deus. se alguém deseja saber o que significa bondade e amor. e Dous nele". Sl 1 19. reconhecem que a justiça do Senhor permite que Ele traga disciplimi sobre eles. O Deus amoroso E justo que haja uma seçâo separaria sobre esto atribulo. Várias vezes as Escrituras dizem que o Senhor "ama" ou mostra "amor" à sua criação. mais rio que isso.8. nosso Deus.19). diz o Senhor. Deus é a verdade. 3. Assim. o Senhor permane­ ce justo e integro ua salvaçao [Km 1. E nós conhecemos. contudo. 2. Daus não comprometeu nem sua jusliça que exige a morte pelo pecado.5: Is 9. Deus o amor. 54 6 .3. inclusive o& ímpios. ainda que tradicionalmente o amoi de Deus soja visto comu um aspecto de sua ‘ bondade". At 22 14). nem sua aliança de amor para com o seu povo. Os profetas olhavam adiante para ver a revelação da justiça de Deus no futuro reino do Messias: ‘Vem dias. \1.sáo justiça. e cremos no amor que Deus lem por nos. etc.7]. ) loáo 4. é vista de muitas maneiras neste mundo. será suo justiça quo uma vez mais será notada e levará seu povo. Na morte de Jesus. que é Deus" (Lc 18.) An falar sobro os últimos dias o o retorno de Cristo. pois ele é "bom" e é "amor". Náo existe um lado "sombrio" uo Senhor. Ele é justo e roto”. esto vocábulo “nniuo" relere-se a lodo o ca ralei' do próprio Deus). O texto náo só mos Ira que o Senhor é a lonte daquilo que é bom. tão froquonlemento chamada de seu “amor".12. Deus é a fonte dn bondade. é a lincha. elo ó bom. descendo do Pai rias luzes. e /unro. Daniel expressou dessa maneira. Em i Cmnica» 12..t formam algo chamado "deus". ele.9.14: veja lambém Ed 0. porque justo 6 o Sonhor.60). e praticará o juízo e a justiça na terra" (jr 23. sonõo um. o rei Roboáo o os líderes de Israel finalmente foram obrigados a admitir que. 3 Cr 19. ou na 142 . pode-se vnr o iuizo do Senhor sobre o pecado e a manifestação de seu amor e misericórdia sobre os que são p e rd o a d o s. Desta maneira. e todos os seus caminhos . Em ouiras palavras.5.6. porém. e o trouxe sobro nós. um quem não há mudança uam sombra de Variação". os líderes tornaram-se particularmente conscientes deste aspecto da jus­ tiça do Deus. It> diz: “ Aquele que não ama não conhece a Deus. Tiago 1. vé a justiça divina em seus aios de misericórdia e aoçvno [»ara a>m eles o em seu juizo sobre os inimigos. "Por isso. lfi. e náo há nele injustiça. que eslá ansioso por essa revelação.17. Deus os poupou da destruição somente quando se humilharam e reconheceram: "O Senhor é justo" lv.DEUS £ i justiça do Senhor desta maneira: "Eli. náo obedecemos à sua voz" (Dn 9. em que levanlarei a Davi um Renovo justo.13. por causa do pecado e da rebelião deles contra Dous» Furdó Sisaquo teve permis­ são para atacar ludá e chegar alé Jerusalém. especialmenle. porque Deus é amor. uai rei que reinara v prosperará. a bondade é Ião parte dele n de seu ser quo o salmista disse: "Pois o tou nume é bom" (Sl 52. a louvã-Io |Ap 15.17 díz: "Toda boa dádiva e todn dom perfeito é do alio.7.paia o seu povo. deve olhar para o Senhor. 20-26. nenhuma base para a visão orieulal de que o bera e o mal existem lado a lado.75.5.4. Paulo falou sobre u obra de Cristo em termos da rovelaçáo da justiça do Deus. como ensina que Deus é sempre bom. o mais maravilhoso do Senhor da Bfblia. O Senho) faz o que é bom |2 Sm 10. assim. É evidente que no universo é algo generalizado. quando Deus vindicara seu nome diante de todo o mundo. Josus disse: "Ninguém há bom. É parte da natureza de Deus. A bondado do Deus.15]. 6 ).

lesus loi oferecido peio Pai como sacrifício pelo pecado de todo o quo crê.13. O AT retere-se ao Senhor 143 . A salvação do Dem pura seu povo é sua mais prolundae lantastíca demonstração dc bondado o amor.15. expresse o sentimento desse dom de Deus: "Porque Deus amou o mundo de tul mannirn quo dou oseuJFlLbo unigénito. 35.fDetis salvador". entretanto. Ao meditar sobre sua graça a lavor de lodos." (2 Gr 30.34. Fbi para a bondade do Senhor que o rei Ezequias apelou. orou por eles.191 O próprio Dous. pois "Dous prova o sou amor para couosco. quandó pediu perdão po)o povo de Israel. Sua bondade. mas tudo lhe tirarei" (Os 1.1). O dom é ainda mais esctraordinário.45. quando aplicados o Deus.25). que é riquíssimo em misericórdia. porém.16). extraor dinário o não merecido. demonstrado através de toda a história de Israel f 1 Cr 16. O povo de Deus sobe que não merece este sacrifício. Isso pode significar que o amor será em lorma de disciplina (Ap 3.. O seu povo o louva acima de tudo polo amor demonstrado em sua misericórdia e perdão do* pecados. O problema é como uma mente humana pode assimilar a profundidade desse amor. eles o louvam pela maneira como os escolheu e os predestinou para sumrn Olhos de adoção por lesus Cristo. mas também representa o falo de que “todas as coisas" cooperam para o bem do povo drt Deus.4-6 : 1 Jo 3.0: Tl 3. Ê digno de nota como os vocábulos “bom' o "amor" aparecem juntos de maneira Ião frequente.5). frequentemente é expressa por meio do vocábulo "graça". eslando nós ainda mortos eu» nossos delitos. dizendo.1. a respeito da continua rebelião do povo. do tempo de semear e de colher (Sl 33. para os levar à salvarão.19|. O amor de Deus lambém e visto por seu povo ua maneira como Ele dá o seu Espírito Sariio. pois encontram sua salvarão (Lm 3. pois Deus prometeu amar smi povo para sempre. Sl 118. dado a pessoas quo nõo são merecedoras.19: Nm 14. 9).6).im js manutenção ria próprio v j r j n . adverte.3: Ed 3. dos quo são chamados segundo 0 seu propósito.5: Ml 5. perdoe a lodo aquele que dispós o coração para b u s c a r q Senhor. A Bíblia ensina que toda a humanidade 6 pecadora e necessita de redenção. cuida e livra do juízo. O Senhor é corretumonte descrito como .4: 1 lo 3. "Ezequias. sendo nós ainda pecadores" (Rm 5. seguudo o beneplácito do sua vontade (Ef 1 . João 3.20. ToJvez o mais famoso versículo da HíbLia. pois "excede lodo o entendimento'* ÍEI 1.Dous. O Deus salvador O a m o r de Deus é visto proeminenlemenle em sua salvação por meio de Jesus í"Jesus" significa “o Senhor salva": veja lesus]. 2 0 : ír 33 1 1 ). pelo seu muito aiuor com que nos amou. ruas lenha a vida ulema”. em que Cristo morreu por uós.O Senhor. Al 17.25). Eles também experimentara o amor divino em seu cuidado providencial. que adorava a Deus sem ler passado polo ritual da purificação. para si mesmo.10. que só é efelivadu pela ação salvadora de Deus. Nada poderá separa-los do amor de Dous e do Cristo (Rm 0.. 2 Cr 5. A naUuexa doamor divino.1 t. 39: veja a secão anterior “O D'*us providencia)"). de lal forma que todos possam conhecè-ló e responder-lhe em a m o r (Rm 5. Os que buscam a Deus experimentam soa bondade o amor. do justiça. ao falar por meio dn profeta Oséias. “Mas. é mais evidente em seu ainor e fidelidade paru com sou povo. “nu nõo tornarei mais -a compadecer-me da casa de Israel. nos vivificou juntamente com Cris­ to (pela graça sois salvos)" (Eí 2 4. Essa grande obra de salvação ó (eita "segundo o seu beneplácito que propusera nm Cristo" (v. para que lodo aquele que nele crê não pereça.19). 7. Os israelitas repetidamente louvavuru «o Senhor poi seu amor eterno. ou mesmona provisão da luz du Sol o íLi chuva. que é bom. Sou amor íiol por sou puva às vnzfíS é chamado de “aliança de amor" ou “amor fiel".51. du ordem ua criação. a quem Ele protege.

151. que ofereceu às gerações futuras uru memorial e uma ilustração da salvação e redenção operadas polo Senhor. lanto nas batalhas como no perdão dos p e L a d o s. Dous redimiu seu povo do Egito porque o amava: “Mas porque o Senlior vos amava. 2 .5.35. todos conhece­ ram a atividade salvadora e libertadora de Deus. ole lhes enviará um salvador o um defender. Sl 31.47.. que mostra os acontecimentos no deserto para os que "es­ queceram seu Deus": "Pondo*os ele á morte. de Zacarias e do Maria.8). veja também 1 Cr 10. proporcionou também uma adverlôni ia. ao Levá-los do Egito para Canaá. atividade salvadoni e redentora imediatamente dominou as palavras dos anjos. os israelitas neces­ sitavam também de perdão dos pecados: nisto também o Senhor provou ser o Salva­ dor e Redenlor do seu povo. As vozes. da mão de Faraó.1 1 ). portanto. para o dia em que um Salvador e Redentor viria para o povo de Deus: “O Redenlor virá a Sião e aos que se desviarem da iransgres são em Taco.15-24. e tu me consolaste. e esperava fidelidade b serviço do sou povo nídimido (Dt 13. sáo anexada* às promessas dt) perdão de pecados e salvação do juízo de Deus. "Redenlor' e "Salvador". de que o Deus Altissimo era o seu Redentor* ISl 78.26. Quando seu nascimento foi anunciado. e para guardar o juramento que fizera a vossos pais.10). Uma lição necessária à compreensão de Iodas as pessoas e que somente Deus é Todo-poderoso. invari­ avelmente falhava. porõm. chega ao seu grande clímax uom o advento daquele que seria chamado cie "lesus. o povo de Israel voltava-se para outras nações em busca de proteção e salvação. Lc 1. porque ele salvara o sen povo dos pecados deles" (Ml 1 . ele se tornou a m i n h a salvação. Ele era ú Deus Salvador que veio a Terra para salvar e redimir. tanto «la nação como dos Indivíduos. e vos resgatou da casa da servidão. entretanto. 44. confiarei e náo t e m e r e i . para o dia do advento do Messias. Á promessa que Deus faz ao s e u povo é que “quando domarem ao Senlior. quando o povo o louvaria: “Graças te dou. rei do Egito” (Dt 7.).1-12). Ainda que te iraste contra mim.21: 4 3 . Assim como precisavam de uma redenção física e libertação. Dt 0. essa atitude. ao passo que o Senlior ensinava que somente Ele tira o Salvador (Dt 32. voltavam.91. e de madrugada buscavam a Deus.4).43.18. Isaías olhava adiante. 1 1 . Aquele acontecimento histórico proporcionou ás gerações luturas uma evidência de que Deus tem o poder para salvar e libertar: essa verdade toruou-se a base em que podiam apelar para o Senhor salvá-los o livrá-los novamente em outras situações odvorsus (Èx 6 6 .22. O Senhor Deus é a minha força e o meu cântico. por causa dos opressores. se não querem receber juízo. etc.8. õ Senhor. Dous justo o Salvador uno hii além do mim" (Is 45.15: 24. 59. 34.34-36. com o advento do roi da linhagem de Davi. Louvavam o seu nome pelo seu perdão e sabiam que podiam submeter-se á justiça de Deus e que Ele os salvaria (Dt 21. eu tão o procuravam. Jesus foi o cumprimento de (ais promessas.5: 15. Certamente Deus é a minha salvação. 45. 18. veja Jr23. o único que pode salvar "E não há outra Dous sonão eu. Os 13. diz o Senhor” (Is 59. Is 17.46. corno alguns a têm chamado.6: Zc 0. Vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação” |ls 12. O pró­ prio Dous mostrou a sua obra salvadora. o Senhor vos lirou mm mão forte. 144 . mencionados no AT.Os homens e mulheres fiéis. Os profetas olhavam paro o futuro.2 1 . 68-75. Ambos necessitam de perdão. As profecias concernentes à salvação do povo de Dous. soberano o justo.26. Toda a 'história da salvação”.DEUS como "Libertador".34. Sl 111610).1-3.211. a tua ua se retirou. I Cí 16.5. O êxodo do Egito tornou-se o grande evento na hislória de Israel.20). ls 54.20J. Lembravam-se de que Deus era a sua rocha. que os Livrará” (Is 19.3. A Libertaçfto do Egilo. 30-32.

Deus e ocasionalmente referido. Sua obra salvadora é considerada como ttín aconte­ cimento realizado em ires tempos: passado (na cruz. povo louco e ignorante? Náo é elo teu Pai.O Senhor toma (cria) Israel. Por exemplo. devidamente entendido. É o Pai da criação de Israel — o povo da sua aliança p .10). Amém". há salvação (Lc 3. De íato. é também "Pai". receberá a proteção do Se­ nlior. Tknto este profeta como jeremias. encontrou um povo rebelde. Portanto. N'ele.DEUS O Deas salvador é revelado plenamente em lesus. domínio e poder.salvar" © “salva­ ção" níferem-se a toda a obra salvadora dn Cristo. e os engrandeci.10). lemos sobre o Pai como 0 Deus “que te ge­ rou" (Dl 32.28. glória.15) e futuro (no ilid do julgamento. e em ninguém inms. E assim que recompensas ao Senhor. na esperança de receber de volta amor e obediência IM1 1 . no processo de santificação. Os 11. Deixa ir o meu filho" (Éx 4. antes do todos os séculos.6 dá alguma indicuçâo desse relacionamento: "Corromperam-se conta ele. Israel é o seu “filho primogénito" e.18: 2 Co 2. FTwieu'0 .6. Assim. morle e ressurreição. é totalmente eirado descreve-lo como masculino ou feminino. a paternidade dc Deus sobre Israel é mencionada ou subentendida.2! "Criei filhos. nesse sentido. Chamar Dous de "Ptii" sem dúvida é correto do ponto de Vista bíblico e. Dous então mostrará a Israel seu cuidado e seu amor: "Guiálos-ei aos ribeiros do águas.9 10 : At 4.24. Deus diz em Isaías 1. El 2. jã não sõo seus filhos. 18). e isso é d sua mancha. majestade.8: 2 Tm 1. tom muito a dizer para corrigir os muitos abusos que são presenciados atualmenle. 1 0 : At 17. porque sou uni 145 . por caminho reto em que náo tropeçarão. Acima de tudo. cometidos pelos pais humanos. o Senhor tem o direito de ser obedecido. desde sua anuamação. 1 Co 1. nosso Salvador. 19.9). que le fez e te estabele­ ceu?" É o relacionamento pactuai com seu povo que está especialmente em destaque aqui. pois elos são geradas por Ele (Ml 2 . Lamentavelmente.9). olham paia o iuturo.18) — o que dificilmente seria considerada como uma ação masculina! A paternidade humana deriva de Deus e não vice-versa. ua maior parte ilo tempo. até sua glorificação. num sentido genérico. entretanto. ao lazer dele o seu povo peculiar e ao udotã-lo amorosamente como pai. geração perversa e depravada é. é Importante notar novamente que Deus é Espuito. como Pai de Iodas as pessoas. Judas 25 expressa o louvor a Deus nomo Salvador por meio de lesus Cristo: ‘Ao único Deus. pois isso pode parecer uma postura "machista". Deus exige do Faraó: “Israel é meu filho. Deus udverle Israel de que será rejeitado.1).6 ). se obedecer. meu primogénito. que le adquiriu. Deus e born e é amar. mas eles estão revoltados contra mim". Ele é a fonte de Iodas as coisas e. O Deus Pai Conforme já vimos. para um lempo em que o Senlior será o Iki de um filho que corresponde. por Jesus Cristo nosso Senhor.29: Hb 12. quando os crentes foram “justi­ ficados?^ Rm 5.9.22. Deuteronòmio 32. O fato de Dous apresentar-se como Pai de Israel significa quo tem o direito de esperar em resposta uma sincera comunhão com o filho. se porventura desprezar seu Pai (v. é Pai. agora e paia lodo o sempre.12: Hb 2.23. Como Pai. S eg an ­ do.5. De fato. portanto. os vocábulos “.. assim. presente (com a operação progressiva do Espírito Santo na vida do crente. quando os crentes serão salvos da justa ira de Deus e serão glorificados: Rm 5. dos cristãos. ele é o Pai de seu único Filho lesus Cristo Numa época em que muitas vezes se pergunta se o Senhor realmente deveria sei chamado de "Pai".1: 8. A medilaçao sobre quem é o Senhor sempre tom Invado ã doxologia.

num perpetuamente te lembres da iniquidade. Gl 4. a única resposta apropriada por parle do crislão. somos lodos obra das luas mãos Náo le enfurnas lanlo. Esse relacionamento eterno é indicado em João 1.0).1U. disse Jesus (Jo 1 4 . lodos nós somos o leu povo" (Is 64. se é certo que com ele padecemos. veja lambém 45. 0 Senhor. Paulo diz que os filhos adotadns soo “co-herdeiros de Cristo. 0 NT Inditta uma comunhão permanente entre o Deus l^i. como "pai". o Filho. e a minha aliança lhe será firme" ÍSI 80. nos le pedimos. e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo. ó Senhor. como “filho". Cris­ to muSLrou o Pai ao mundo: "Não crés tu cjue eu estou no Pai.14-17. e Efraim ó o rnou primogénito" (Jr 31. meu Deus. O Senhnr é n Pai de todo o que lom fé em Cristo. Parte da pleni­ tude da salvação. e ainda ano se manifestou o que havemos de ser. pois Jesus lhes revela (Jo 14. Mas sabemos que. de uma maneira especial. é herdeiro da glnria de Dous. 24.27) Posteriormente essas paisagens sobre o filho assumiram um significado messiânico. mas essa não é a único origem.6^0). Por exemplo. 63. 146 . é quem o revelou” Em . quando as pessoas olhavam para o futuro. O salmista destaca Rsse lema. para que também r. Isso.35). pois ele represenla o poVòi A aliança que o Senhor fez com o rei Davi estabeleceu que Deus seria o ‘ Pai” dos descendentes dele: "Eu serei seu Pai r ele será meu filho”. É possível para lodo o que cré em Cristo conhecer o Pai (Gl 3.33: Hb 1.8. mais larde foram aplicadas a Jesus Cristo IAl 13. Ele mo disse: Tu és meu Filho. O meu amor lho manlerei para sempre. que esta ao lado do Pai. Antes.J1. e m sou batismo: “Então ouviu-se esta voz dos céus: Tu és o meu Fillio amado em quem me comprazo" (Mc 1 1 II. O Pai onuncin claramente a condição de Jesus.23. quando "le se manifestar sere­ mos semelhantes a ele. Assim como Jesus.. para o advento do rei ungido da linhagem de Davi.7 diz: . eu hoj© te gerei” (veja também Sl 80.DEUS pai pura Israel.18: "Ninguém nunca viu a Deus mas o Deus unigénito.51.26. O acesso a Deus como "Pai" só é possível por meio (le Cristo: "Ninguém vem ao Pai. Como Pai e Deus da Aliança. “Eli.0). o veremos" (1 Jo 3. náo as digo por mim mesmo.João 17 Jesus dirige-se o Deus como "Pai” o olha para o futuro. o Salmo 2. tu és o nosso oleiro. 6 ) . NOs somos o barro. Senão por mim". tu és o nosso Pai. De fato. diante da idéia de ser feito lilho de Deus.26-28)i Deus lambém é o Pai do rei de Israel. porque assim nomo é.17J. aplicada aos crentes pelo Espírito Santo.25: I Jo 4. agora somos filhos de Deus.5). quando receberá novamente “a glória que me deste.rPfncluiiiami o decreto do Senhor..1 2).om ele sejamos glorificados" (Km 8.26). Novamente.16). serviu apenas para confirmar publicamente o que já era verdade. é o Pai que está em mim quem faz as obras" (v. De ialo. a rocha da minha salvação. Amados. quando seu filho chamar. "Mas agora.Ul). e o Deus Fillio. liizoodo. é a condição de ''ado­ ção" de filhos (Rm 8. ao dirigir-se a Deus (Rm 8. ele responderá. que fôssemos chamados filhos de Deus. É importante notar que em ambos os textos a "filiação'' também está intimamente ligada â he­ rança. E somos mesmo seus fillhos! O mundo não nos conhece porque dão o conheceu.9.0). é o louvor: ‘Vede quão grande amor nos concedeu o Pai. Esta filiação esta relacionada uo seu nascimento virginal (Lr 1. mediante a qual podem utilizar o nome mais pessoal de "Aba" fPapail. Olha. Deus é "Fiai" unicamente de Jesus. Isso lambém aponta o c a m i n h o pura a filiação a Deus para lodos os cristãos Deus corno Pai de todos os cristãos é o complemenlo de sua paternidade a ser mencionada aqui. Um lilho humilde admitirá que o Pai tem direitos. o qual é descrito c o m o “o Filho unigénito de Deus" (veja fesm ). Tu és meu poi. mo invocará. El 1. porém. porque me amasle anles da cria­ ção do mundo" (vv.

O Nome Quando Génesis 4. amoroso e fiel.5. Em Éxodo 23.17. Assim.21).32 com Atos 2.2). Salomão falava em consiruir um Tfemplo “mo nome do Senhor" (1 Rs 8. Também e correto concluir que tal ser trata-so de Uma "teolania". Até o mesmo o rei Davi lutou “om nome do Senhor’ (Dl 18.24.45.su pode ser visto mais claramente do que ua expressão "nomo do Senhor” quo ooQtre aproximadamente 100 vezes nas Esirrituras. 0 nome é um meio de descrever u plenitude. a Uanscendênda e a presença do próprio Deus. u mesmo aconlece com Jesus. claramente tem "m mente mais do que as ocasionais expressões irreverentes [embo­ ra. Fazer alguma coisa no “nome do Senhor" é realizar algo no lugar dn próprio Deus ou lazer com todo o endosso de sua presença e pm obediência à sua ordem. Jl 2. È interessante notar que no NT o "nome" pertence a Jesus.11: Sl 17. por meio da qual o Senlior de alguma maneira era experimentado ou visto na presença do anjo (veja Teofanias).R a Deus está em Jesus e tudo o que Deus é.20).2(3 cllz: "Foi nesse tempo que os homens começaram a invocar o nome do Senhor’. os registrados na Bíblia são utilizados para representar totaJmenle a pessoa ou indicar aspectos de seu carãler ou de seu objeiivo na vida (veja seção Os nom es e seus significados na Inixodução). uma inferência ao “Nomo" do Senhor leva consigo uma indicação da pró­ pria natureza de Deus.).21. mas isso significava que falavam e operavam com sua total autoridade e poder por Irás deles. Quando os israelitas desejavam afirmar a presença de Deus com a Arca ria Aliança.10: 9. os sacerdotes e tevilas mimsUavam "no nome do Senhor’ e os profetas falavam uno nome do Senhor". suu proibição esteja incluída no mandamenlD). o "Nome" de Deus está presente no anjo enviado para li durar o povo de Israel. geralmente é num contexto de exortação para se adorar ao Sonhor totalmente. Quando a Lei diz: "Não tomarás o nome do Sonhor teu Deus em vão. Dessa maneira. paia Lembrar os textos do AT que se referiam a tudo o que Deus ê. em toda a vida e vê-lo como o Deus soberaDn o transcendente que é: pessoal. É uma frase que sintetiza o que nunca pode ser lotolmente resumido — ou seja.7. O texto indica que elas começaram n adorar ao Seidior por tudo o que Ele é. Se o nome ê de Deus v Jesus é chamado pelo ‘‘nome’’. Em adição a essa maneira abrangente de relerir-se ã plenitude de Deus. Não pode ser tratado da mesma ma­ neira que os ídolos pagãos.13J. É “no nome de Jesus" que as pessoas são desafiadas ao arrependimento. Em uunhem nutro lugar ii. vários nomes específicos sáo airilmídos ao Senhor na Bíblia e nos ujudum a enlendê-lo me­ 147 . Quando a Bíblia fala em "invocar" o nome do Deus. 1 Sm 17. pois o Senhor não terá por inocente o que tomar o . 3. então tudo o que perlenc. é claro.7).20.32: S í 3.118.seu nome em vão" ifex 20.DEUS Os nomes de Deus Enquanto dos modernas culturas ocidentais o nome realmente só é usado paia distin­ guir uma pessoa do outra. Assim como a autoridade e o poder dp Deus são vistos em seu “nome". 22: 21. etc. balismo e a receber perdão A fó precisa ser “no nome de Jesus" (Al 2. Tg 5. que está presente etn todas as áreas de seu domínio (2 Rs 5. Romanos I0.6. É "un nome de Jesus” que os apóstolos curavam e a Igreja orava (At 3.14). 1 Ks 18. o próprio Deus. A lei afirma que o próprio Senhor Dão dtsve ser considerado com desdém. mencionados do mandamento anterior |amais deve sei invocado como uni poder mágico ou ser reforido muna adoração que não é centraliza­ da exclusivamente nele. Cristo lambém è (compare ]oel 2. faziam isso mediante a invocação do "Nome do Senhor dos Exércitos” (2 Sm (5. Dessa maneira. não que eles alegassem ser Deus. não quer dizer simplesmente que as pessoas aprenderam a usar o nome "Senhor".9).

a fim do estabelecer um elo no AT entre a sua santidade e a necessidade do que o seu povo seja 148 .7: Ht 1. O vocábulo Yahweh. 0 Senlior lhe respondeu: “EU SOU O QUE SOU. u confiabilidade e a graça salvadora do Deus du aliança são ocasionalmente descritas por melo do epíteto “Rocha” (Dt 32. Embora algumas vozes sejam tomados como nomes. atribuir louvor ao sou nome o diferencia-lo dos deuses pagãos. em sou ser (Nm 23.28: Is 28. Moisés imaginou pessoas que lhe perguntariam pelo nome do Deus que lhe apareceu. Ex 8. | .). o nome éaplicado ao unira Deus — "El E lohe h r o t r . . o título "YahwelT trazia uma declaração da existónciu contínua dn Senlior e sua presença permanente com seu povo.:t). luizes 6. eles enfatizam aspe«:tos da natureza e do caráter de Deus. 47: Sl 62. embora o lermo esteja uu plural.2). Elo é o "Deus do céu e da terra” (Gn 24. Diferentemente de lodos os “nomes".24 diz que “o Senhor é paz”. Gn 21. 2 Sm 22 3. este tormo é aplica­ do a seres lmmanos em posição de autoridade. 15). Foi por este titulo que o Dous de Abraão. porém. o Deus de Israel) (Gn 3:t-20).33. Som dúvida. Yahweh (o Senhor).5) e.il lei a frase “O senhor senhor ’! Assim. os seguidores fiéis do Senhor já o conheciam por esto nomo autns da revelação tia sarça ardente.3 ). “El Elyom" (Deus Altíssimo: Dl 32. Com o significado de “Senhor” ou “Mostro”. “El Belel" (Dous do Betol. [Deus.Sanio" ou “o Santo de Israel".7): e “El O lan f (Deus Eterno. Para uma discussão mais detalhada do grande significado deste nome. Paru mais detalhes.19). “o Dous do Abraão. Ele é totalmente distinto das pessoas criadas. Isaque e Jocó”: o "Deus dos hebreus” (Èx 3. Rocha A fidelidade. geralmente traduzse como "Sonhor Deus" (2 Sm 7. Quando rolaciouado a Deus. A d o n a i (Senhor). tem sido corra tumente chamado de ”o nome da aliança de Deus”. a fim de afirmar o enriquecer o que já foi mencionado anteriormente. que geralmente é traduzido como “Se­ nhor”. Como o nomo revelado de Deus.8: etc.8: Dn 7. o “Deus dos douses". muitos outros termos aplicados u Dous são adjetivos. Gn 17.16. “Deus dn ver dado” (Sl 31. significa algo como “Ele é" ou talvez "Ele truz ú existência”.A raiz deste vocábulo provavelmente significa "poder". voju a seção "O Deus de Abraão". O nome em si é derivado do verbo hebraico “ser". portanto.3) A forma plural às vozes refere-se a .3. Foi sob esle nome que 0 povo da aliança adorou a Deus. Foi Ele quem se apresentou a Moisés e ao povo de Jsrael através das gerações como o Dou* dn aliança.1.4. Este termo era utilizado em outras culturas e religiões para des­ crever uma grande divindade. A lorma plural indica a plenitude do Senhor.38). em nossas versões da Bíblia em Português.). Isso apresenta algumas dificulda­ des na tradução. Sào usados para descrever d Senhor. No NT. etc. 22. “Deus da glória” (Sl 29. mas também e usada na lhblia pura o único Deus. Isaque e Jacó escolheu revelar-se a Moisés (Êx 8 . Na Bíblia. Um nume Comum usado para a Sonhar e geralmente traduzido corno “Dous” (Elohim o o forma plural). assim idéias e atributos do AT que pertenciam a Yahwfíh foram trazidos e uplicudos a Jesus. Outros textos falam sobre Deus comr» “o . Outros nomes. no artigo sobre Abruão).DEUS lhor. O vocábulo El” lambém aparece em formas como "El Shaddui” (Dous Todo-pode­ roso”.15. Yahwnh. mas com Moisés há mais revelações du fidelidade de Yahweh à aliança e de sua comunhão intima com seu povo. o que sempre seria íiel ãs suas promessas em favor do sou povo.12. etc. Gu 35.18. Náo é fnr. veja Senhor. Elohim. 56. quando voltasse puru sou povo. geralmente é usado juntu com o nomo \fthweli.outros deuses. entretan­ to. é claro. 18. El. os cristnos entenderam que o Sonhor da aliança ora lesus Cristo o. veja também Sl 90. Nus Escrituras. Disse muis: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós" (Èx 3 1 4 : veja v.

3. tal definição rio Senhor tem causado sérios problemas.4). Sl 2 : etc. é Deus quem cria. Mas indicações lambém estão preseules na compreensão da própria criação. Embora o lermo “trindade’7 não seja mencionado nas Escrituras. em nossas versões. onde a sabedoria do Serdiur é personalizada como o próprio Deus que opera uo mundo. fesus então demouslrou sua autori­ 149 . uo AT. leová deriva de uma leitura equivocada de Yahweh. algo que os escribas acreditavam que somente Dous era capaz cie fazer.10. o Espírito Saulo ê identificado como Agente de Deus. o problema dos líderes religiosos daquela época loi justamente que algu­ mas das coisas que Gris lo lazia e dizia só seriam feitas e ditas por Deus. otJ negavam que houvesse distinções entre as três pessoas.. Pv 9.interpretação mais completa no NT (veja também Teofanias] No NT. "Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem. eles alegavam que Jesus blasfemava." (Gn 1 . aspectos da doutrina da Trindade surgem primeiro quando os discípulos e seguidores de Jesus reconhecem as obras e as palavras de Deus nas a ti ludeS de Jesus.0.8 | . os cristãos apontam indicações que pressagiam um ensino mais detalhado no NT. As vezes essa roferòniia no plural parece ainda mais notável. Alguns sugerem que "o anjo tia Senhor1 ' lambém deve ser identificado com Deus « ainda assim é distinto dele (Êx 3. ao lenlar passar por Deus Por exemplo. é Iradu/ido como Senmok. Muitas passagens conduzem para a pluralidade relar ionada com o que e o “unico Dous". contudo.7.10. A Trindade () cristianismo tradiciouiiimente argumontn quo muitas evidências bíblicas revelam Dous em tiês pessoas distinta* Para alguns.1-3). ijh maioria das vezes. Deve. Realmente.61 Algo semeliiaute ocurre em Provérbios 8 .7. Cristo per­ doou os pecados do paralilico. Em­ bora algumas pessoas neguem seu significado. Is B. Em Isaías 03. o “Sonhor Todo-podeitiSú”. A h istó ria da Igreja é permeada peio surgimento de seitas que náo reconheciam Jesus Cristo como Deus ou que se recusavam a aceitar a visão Irinitai ia do Senlior: outras náo viam um dos componentes da Trindade como totalmente Deus.J. uma noção ueguda explicitamente na BíbUu.22: 11. leila de lorma explícita com o uso de verbos e pronomes nas pessoas do plural: por exemplo. era uma blasfémia. Outros grupos estão total­ mente tora do ensino bíblico o entram efetivunionte no mundo lio trileis-mo. Dous também é conhoaido coma o “Rei" (veja Rol). ser mencionado aqui OOroO um nome quo ainda sobreviva em algumas traduções.6). Existe lambem uma personalização fia “Palavra de Deus" que criou os céus (Sl 33. "o Senhnr ú minha Bandeira”. por exemplo.2-0: veja lambém /In/o do Senhor). o tenno YHWH aparece r. Muitos textos sugerem urna identificação do Messias quo virá com o próprio Deus. Começando com o AT.O puno de lundu do problema com o nome "leová" é explica­ do no verbete Senhur. 1 2 -2 1 ). portanto.. entra uniras Jeová. Esse tipo de evidência espera por sua . Esle termo é pouco d lado nas modernas versões da Bíblia. É suficiente dizer que. é interessante untar que o Senhor refe­ re-se a . por meio de sua Palavra o peln snu Espírito IGn 1.DEI IS saulo (jó 6. Em Génesis 1 . portanto.2 0 .1014. ls 12. na oração da “Sliam a " (Dt 6. como.si mesmo com o lermo plural “elohiin” em certas passagens.içâo bíblica da "plenitude" de Deus. em hebraico. concede vida e envolve-se com a própria criação (principalmen* te Pv 8 . ou colocam-se vogais o assim lè-so ihhi\-Bh (o que alguns colaboradores deste volume tèm feito). governará em completa aoburani» e será eterno — atributos divinos |Is 9. Ele será chamado de Deus Poderoso. os cristãos sem pré creram que somente ele pode lazer justiça à revel.

mas apenas um Senhor. João fl ê especialmente esclarecedor sobre essa questão e Ira?.14-19).. Hb 1. amoroso e soberano. 12. no NT...10). Os cristãos estão convencidos do que negar essa doutrina é renunciar à clara evi­ dência bibLica sobre o próprio Deus l. 14). bati/ando-os em nomo do l^ai e do Filho e do Espirito Santo" (Mt Em todo o NT.. Sáo também interessantes os passagens da NT oudo os osairitores apostólicos.2 «fi|. Em muitas passagens bíblicas. Is 45." Iveja também Gl 2. que é Deu» sobre todos. o Filho e oEspuito Santo.3K-41 (cf. embora exisla um ensino claro tanto no AT como no NT de que Deus é único. o Espírito Santo e Jesus. Romanos 9. Também é descrito como o Criador de lodo o Universo e rias pessoas e. ondo a confissão da fé em Crislo é provada como coníissão de íé em Deus.]. O Espírito Santo lambém é visto como Deus (veja Al 5 . são apresentados como seres divi­ nos. Assim como o Pai enviou Crislo. veja João 12. Romanos 10.23). É o Deus presente com seu povo (Emanuel. Atos 2. poi uma referência que aponta para o AT e menciona Yahwfíh.19 é em nome das três pessoas da Trindade. quando apresentado em conjunto.4. Mc 3. Isso exige que sejamos fiéis à revelação bíblica quo em um sentida Deus é um e num sentido diferente elu é Lrós” (R. É poi esta razão qup todas as analogias humanas invariavelnumle fracas­ sam quando se trata de explicar o que significa a Trindade. verdadeiro e íntegro Deus é nivelado como o Pai. Voja também a obra do Pai. e a Jesus. uma série <Je declarações feitas por Jesus. fora das quais não devemos andor. Pelo contrário* estabelece as fronteiras.34-36. R. Vários lexlos merecem um exame cuidadoso. 23).9-1 1 (cf. Conclusão O Deus da Bíblia é revelado como Eterno. Is 6. Jesus releriu-se aG Espírito Santo como "outro Consolador”. ao curar o homem completamente (Ml 9.10. Majestoso. Joao 1.30.29. As Escrituras revelam uma figuia de Dom em Lrês pessoas e a Isso nós chamamos de “Trindade”. Ele mandaria o Espirito Santo (Jo 14.15-23). etc ). um Deus justei. no AT. do partir pura um lugar desconhecido dns líderes religiosos (v. etc. pois trazem o enteuiliruenlo do AT sobre Yahweh ou aplicam declarações concernentes a Yahwtth. 2 Co 3. 24 2 M . tudo iisso ocasionou uma acusação de blusfêmia e a leutaliva de apedrejamento — u puuição par» aqUela transgressão fv.13* 17).31. Tal ensino. 1 Coríntios 1.9. 1-1.li.1-14 fala de Cristo como preexistente. Onipotonte o Onisoienle.. O balismo de Jesus envolveu O Filho. por exemplo. a idéiu do Dous trino é no mínimo ímpLícila nos textos do NT.T m escritor resumiu o ensino bíblico dessa maneira: “ A doutrina da Trindade náo explica plenamente o misterioso caráter do Deus.. 59). Filipenses 2.). fu 15.□EUS dade divina..20. mas provavelmente a leitura deveria ser essa.5 geralmente e destaca­ do por alguns teólogos.3.9-13. I’or exemplo. ambos. intimamente combinado com o uso da expressão “Eu Sou" e sua declaração de ler existido anlesde Abraão (w. ele.apli­ cam a Jesus o nome de Yahweh do AT (Senhor).10| e alegou ler "todo" poder e autoridade antes de íazor uma das principais declarações Unnitàrias da Bíblia: “Ide. Existem lrês pessoas. “Cristo. revela a si mesmo em sua Palavra como um Deus pessoal. Sproul). seja louvado.9. Deus oonosool e aluanle 150 . Sua alegação de pertencer a Deus e ser e n v i a d o por EIr ( v v .29. implica cun modo de exislèoria longe do que nossa mento humana posso entender. Transcendente. neslo contexto. O mencionado em Mateus 2B. Jesus aceitou a confissão de Poeiro de que Ele era o Crislo IMr. a Pai e 0 Espírito Santo (Ml 3. etc.17. 58. C. O Pai não é maioi do que o Filho e ambos são distintos do Espírito Sanlo. Veja. do Filho e do Espírito Santo na viria do cronte (El 3. sn náo explicita.

-10. está presente. domí­ nio e poder. oia.nle i?m sua vinda aqui na Terra. agora e para lodo o sempre. cuidar e salvar. e 1 Timóteo 3.s isso não esta bem fundamentado. ao único Deus. não permite que n mundo se pp. P..2. embora de modo algum seja absorvido por da. da mesma maneira que recomen­ da outros obreiros em ouiras referências (1 Co 4. Esle termo aparece com maior frequên­ cia d o s evangelhos.i.D. o íim de sustentar. O problema é que o termo usa­ do ah é o mesmo tanto para a função como para reler ir-se aos servos dp modo geral (gr. P.1 que merarnenti: o cito.iret e que tinham um popel minisleriol som os o^ponsabilidades lo­ tais do ministério pastoral ou da lideran­ ça sobre a igrpja. àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar. O que (azem os diáconos? O texto não es< larece. wm contraste com o responsabilidade lolal por toda a comunidade. nosso Salvador. náo dado a multo vinho nem interessado por ganhos desonestos. sem nenhuma esperança de redenção. D IÁCO N O .1 refere-se ao cargo há o fato dn que Paulo faz o tipo de recomendarão oficial para que a igreja a receba. Sua graça salvodora é vis lo darom«.8-14.3: Jo 13. sincero. o Filho de Deus. pois os diáconos faziam parte do grupo de lí­ deres a quem a carta é endereçada. A habilidade que denlonslravam no governo da própria lamíha seria vista como um teste de sua 151 .9). p os líderes aparecem calados separadamente dos santos. antes de lodos os séculos. etc. e apresentar-vos jubilosos e imaculados diante da sua glória. O lexto de l Timóteo 3 simplesmente menciona qualificações de i aráler que um ancião precisa evidenciar.14-21) .1. 1 .rca totalmente em seu pecado. revela □ si mesmo como um Deus de amor que solva e redime todo aquele quo o busca. teso mostra que um processo de reconhe­ cimento o do "dfisenvol vimento de lideran­ ça" deveria ser levado em conta. D IABO . veia para ser o Salvador e Redentor da humanidade. que diz que ele deva primei­ ro ser provado e depois nomeado diácono. majestade. que menciono Febe como diaconisa. curao cartas religi­ ões orientais ensinam. O requisito mais importante pode encontrar-se em l Tímóleo 3. devi» conservar o mistério da tá com a consciência pura Deve sei man­ do de uma único mulher ser capaz dc governar seus filhos b sua casa. Embora seja um Deus santo. Esta dádiva é experimentada por meio de sua Palavra la Bíblia) e da presença do Espirito Santo no coração e na vida daqueles que crêem nele. gloria. Rua apoiai a alter­ nativa de que Romanos 16.). separado e distinto ria criação p rias criaturas. embora seja transcendente. Al 13. Existe outro texto potencial. Muitas pessoas tentam ligar o origem do função de diurono a Atos 6 . Essa sua característica tentadora e enga­ nadora parece ser especialmente descaila na palavra "diabo” (Mt 4 .10. Isso quer dizer que apenas dois textos m encionam a função: Filipenses 1. O diácono deve ser digno de respeito. por Jesus Cristo nosso Senhor. Vocábulo usado regularmente no NT para designar Satanás (Ap 12. Romanos 16.DIÁCONO em ioda a criação. pelo contrario. Diakuiioa].12. Os compromissos do diácono eram confinados a unia esfora bem específica. O texto parece referir-se a uma circunslância especial e não à instituição de uni car­ go específico. Lc 4. Amém”. A posição social ou a necessidade de preencher uma vaga não deveriam ser razões suJlcienles para que alguém fosse escolhido. Quanto mais a Bíblia é lida. O texto em Filipenses mostra que a função formal existia. "Ora. Jesus. Bca mais claro que todo o suu povo é exortado repetida­ mente a cantai louvores ao Deus Todo-poderoso quo. especialmente para descrever qui*-m tentou Jesus no deserto. como os bispos possuí­ am. Vela Satanôs.

lilho de Tlamoi. "palmeira”). O fato de seu nome ser menri^ ouado isoladamente provavelmente signi­ fica que era um dos horneus ‘‘de alta posi­ ção” (v. a esposa infiel de Oséias (Os 13). pois era um lider autocrático.27. Um dos que se converteram por meio da pregação de Piaido em Alenas (Al 17.21. Hamor e Siquém demonstram os proble­ mas posteriores que os israelitas teriam com os ca nau eus que não loram deslruidos quando foi conquistada a ter­ ra sob a liderança do Josué. A função é o reconhe­ cimento formal. Ela saiu do sua casa para visitar oulras mulheres da região. pediu ao pai que adquirisse aquela jovem para ser sua esposa (Gn 34. 7. Nome sempre assot iado i om Tomé no NT 00 11. ionados com Diná. DIBL AIM (Heb. no sentido geicd do lermo. h.24). Os eventos rolar. "dois bolos”). 15). O Cilho dela "blasfemou o nome do Senhor. d .24*.! I digere a presença dp diaconisas (se. É bem provável que tivessom a responsabilidade por um ministério es­ pecialmente dirigido às viuvas e às mu­ lheres solteiras. Mendouado em :i |oáo 9. Quando os filhos de Jacó retornaram dos campos e souberam o que acontecera. quando estes são men­ cionados. Pai do Gòroer.111. 1 1 ). Mais tarde. j m j . porveniura. D IÓ T R E F E S . l Cr 1. vingança (w. Io­ dos concordaram (w 18. Parer e que exercia in­ fluência perniciosa sobre os membros da igreja. de forma efeiiva. Veja tamiiém Dnmnris. tomaram cada um a sua espada. onde o apóstolo pregou. Seu pecado era gostar “dé exer­ cer u primazia’'. e o amaldiçoou”.4 . DIONÍSIO. habilidades “administrativas” para liderar outras pessoas. o qual expulsava as pessoas quo não coucarda- DIDIM O (Gr. A ideia de que o Lexfo rofere-se a diaconisas é apoiada ua atisftncia da discussão similar sobre a "es* posa do bispo*. por porte da comunida­ de. pelo que foi a p e d r e j a d o fora do acampamento (v. DIBRI Um homem da tribo de Dã. o diácono simplesmente é alguém que se constllui em um servo efelivo e é reconhecido pela igreja para agir desta maneira. irmãos de Diná. onde João O recrimina por não rece­ ber sua caria nem gostar de acolher os ir­ mãos ua fé.2 ) (veja lbmé\.1 -4). DINÁ líieb. i<qual estuvii disposto a fazer qual­ quer coisa para casar-se com Diná (v. “Três dias mais tarde. dois filhos de Jacó. não se referir iis esposas das diáconos). 4b. quando o s homens estavam doridos. Foi vista por Siquém. que funcionava c o m o a Suprema Corte de Ate­ nas e f i c a v a na Colina de Ares fMarie).c . Fingiram concordar coro o pedido dé Siquém. Descendente de Sem e filho dé loctá (Gn 10.13). e mataram a lodos os homons" (v. algo quo foi reconhecido até o terceiro áÓDuio.34). Um diácono servifl como alguém que reconhecida­ mente contribuía para o óresclmentir» da igreja local. -justa 1 | . o tjue o levou a proferir "palavras maliciosas" contra o apóstolo e seus representantes. 1 Timotno 3. Não existem evi­ dências que comyirovem a tradição que diz ser Dionisto o primeiro bispo do Atonas d que foi martirizado durante o reinado de Doniicitmo. 2 < i DICLA (Heb. 25). Filha de Lia e jacó (Gn 30.DlBLATM qualificação para um m inistério mais amplo: por isso. Sua f i i l i a Selomite casou-se com um egípcio (Lv 24. ter relações sexuais rom ele. Em resumo. prín­ cipe da terra. Os filhos de lacó então exigiram q u e os moradores da cidade do sexo masculino se submetessem ao ritual da circuncisão. Era m e m b r o do Areópago. “gémeo”). 21 ).10. Simeão e Levi. 2 1 . supõe-se que possuíam alguma. do alguém como um ministro da igre­ ja. ficaram fuiiosos e planejaram uma. 1 B: 20. Ele a agarrou e forçou-a a 152 . 12). entraram inesperadamente na ci­ dade.

27. D O D Ó . Isso se tomou uru problema para Paulo em alguns lugares. 2 6 . Sua irmã era Oolíbama [esposa de Esaú).os representantes de Deus. um dos pastores do rei Saul. Fillio de Aná e neto de Seir.26).36-39). Edomita. mas es­ perava-se quo todos os obreiros das igre­ jas seguissem o on^mo apostólico. DISÃ |Heb.38.281 deveria ser lido como ‘Dlsom" (filho de Anã.12. Aoítâ. "ansioso. que. que talou contra o rei Jeosafá. íoi a terceira esposa do governador Félix. por terem colaborado com Davi.n."bode da montanha’"). Seria imprová­ vel que ura apóstolo ausente fosse tão influente quanto um brler local. 1 . 2 5 . Nobe 11 Sm 22. Foi in­ capaz de ouvir o conselho do sumo sa­ cerdote e chegou ao ponto de matai. "Disà*‘ (Gn . O contraste é vivido entre esse perverso rei e o jovem Davi. 1 Ci 1. O problema do prim eiro provuvelmoDte seria a quesiõo dn autoridade apos­ tólica.42). Líder do clã dos horeus e filho de Seir iGrt 36 2 1 . determinado a mata-lo. e ordenou que fossem morío. I C t 1 . DOEG UE (Heb.d x j .9). Veio de Maressa e era pai do profeta Eliezer. de birnel.1(5. ressuscitou deulro os mortos. 2 . Eleazar. DODAI (Heb. Eslava presente em Nobe quando Davi chegou com strus homens.9). Veja lambém Ibbila. 4 1 ) . Elanã. Provavelmente es­ lava presente com o marido quando Pau­ lo falou com ele sobre a fé em Cristo IAl 24. esse edomita raalou 85 sa­ cerdotes e massacrou os habitantes de Nobe 11 Sm 22.38-42). Para pessoas como Diólreíes. p. "seu urnado”). cí. Natural de Belém foi o pai de ura dos 'trinla“ de Davi. 20-23].19). D ISO M .4) Também era chamado de Dúdô (2 Sm 23. diante de Doegue. O próprio Dodai era lambém comandan­ te do exército desse rei e ficava de pronlidão com seus homens d o segundo mês de cada ano (1 Cr 11. de ludá ( 2 Cr 2 0 . d« quem diz que “todos dão testemunho" (3 Jo 32). isso parecia uma ameaça para sua posição» algo que devia ser evitado. Aimeleque deu ao filbo do fessé os pões sagrados. 3 7 ) . Da tribo de Issacar.cDisom”. que aguardava pacientemente o momento em que o Senhor o levaria ao trono. cul­ pando-se pela morle de todos os sacer­ dotes |w. O apóstolo João faz um contraste de­ liberado entre Diótreíes e Demétrio. O edomita disse-lhe que vira n filho de fpss*> em. O rei reuniu todos os sacerdotes do Nobe. procurando comida. por meio da oração do apóstolo Pedro fAl 0.DRUSILA vara com ele e demonstravam disposição para ra^her pessoa» como João. mais interessa­ das ntf promoção pessoal. Esse massacre é lem­ brado na dedicação do Salmo 52O incidente mostra como Saul eslava afastado da adoração ao Senlior. p .24) foaefo nos dá algumas informa­ ções suplementares solire essa m ulber Era 153 .s. ludia. 2 8 ) deveria ser lido como . lemeroso'). por cousa da aliança quo fizera com o rei Acazias. foi o pai de Puá e avô do juiz Tola.1). Após morrer. DORCAS. Seus filhos também estão listad os (Ga 3 6 . o qual perseguia Davi. 1 Cr 1. bderados por Aimeleque. Os guardas recusaram-se a levantar a es­ pada contra os ungidos do Senhor Saul então ordenou que Doegue os matasse Naquele dia. pai de um dos ”três heróis” de Davi. “Disá '1 (Gn 3 6 . DO DAVA. Quando Davi sou­ be o que acontecera.18. mais larde. D R U SILA .24.c. t Cr 11.Um dos Eilhos do Seir e lí­ der dos horeus (Gn 36 21). 2. enconlrou-se com Saul.Uma crente fiel quo morava em Jope. 1 . que vivia na regiáo montanhosa de Efraim (jz 30. ficou desolado. os quais eram guerreiros exlnunamenip leais (2 Sm 23.

’ A . teve uni filho' com ele. Nelo de Abraão. era d sétimo fi­ lho de Ismael e o progenitor do |:iovo quo viveu em Duma (Gn 25. Bere-nico ura nrrui de suas irmãs. FálLx loi seu segundo marido. versão otd inglês Iraz l> uonu. ulgunS sugerem que ficava próximo a Hebrom. Não hã nenhuma indi­ cação de que nla tenha seguido a fé cristã.Dl JM Â a filhn mais riovu do Horodes Agripa 1. 17 (Nota do Fradutnr) 154 .C. uma localida­ de chamada Delr ed-Domoh. Nasceu em 3íi (LC.14) Era Lider tribal. Jtthoiachin no v. o qual morreu na erupção do vulcão Vesúvia. Embora o lugar não esteja claramenDi identificado. ( hamado Agripa. DUMÁ. em 70 d.

ao 1'azê-los d e s is lir da lu la. estabelecido na região de Gileade e Basã [1 Cr 5.E EBAL. Um dos líderes das íamilias que retornaram do exílio babilónico com Esdras. E B E D E M E LEQUE.35). o etiope. Isso torna claro que confiava em Deus. ÉDEN. “servo"). era filho do líder de um dã dos ed omita*. Depois que Jeremias profetizou que os israelitas deviam dei­ xar Jerusalém e ir para o exílio babi­ lónico.20) s. A queda du Jerusalém era iminente. Esse nome e também 155 . O juízo do Senhor sobre a cidade e sobre ludá estava determinado e não seria evitado por meio da lula armada. E bed e-M elequ e. era des­ cendente de Sem.12).33). O rei então ordenou que Ebede-Mefeque pegasse 30 homens e tirasse a profeta da eislerna. 1. Um dos oficiais da corte de Zedequias. 2 .7-13). A profecia d e jeremias deixou claro quo SRria uma ati­ tude do desobediência rio povo recusarse a aceitar o exílio.19. 1. anles que morresse. 2. onde seu nomo é Héber).21-25: 11. Efraimita. “segundo as *uas tur­ mas” (2 Cr 20. 2. quando os bnhilônios finalmen­ te saqueassem a c id a d e (|r 39. L. o qual aparece na genealogia que parte de Beujamim a Saul (1 Cr 8. íoi dos que receberam a tarefa de ajudar Coré na dis­ tribuição das ofertas dn povo pelas cida­ des dos sacerdotes. 5.4: 1 Ct 1. chamado Sobal (Gn 36. Um dos filhos de Midiá e descen­ dente de Abraão e sua esposa Quelura (Cn 25. Pai de Pelegue e de lortã. Um dos líd eres da tribo da Benjamim e filhu de Elpaal II Cr 8 . Sacerdote que serviu ao Senhor. 1 . Um dos filhos de Berias e lí­ der de um clã. Descendente de Esaú. filho de [oá. se quisessem permanecer vivos. EBEOE (Heb.40). Eles joga­ ram uma corda o içaram jeremias por mnio dela (Jr 38. ancestral de Abraão. entrou na genealogia quo vai de Jesus eJo«é até Adão (Gn 10. 4.16-18). onde instigou unta rebe­ lião conlrfi Abimeleque (\z 9:28-35). Éden.1419: 1 Cr 1. "através1 '). 3. Serviu na adoração no Tlibemáculo durante o reinado de Davi. Veja Abiasafe. o profeta prometeu-lhe que não morreria.25: Lc 3.30). 31 15). EBIASAFE.23: 1 Gr 1. Oulra pessoa da tribo de Benjamim. Era descendapte de Adim b voltuu cnm 50 homens (Ed 8 6 ). Diumili' o avivamento no reina­ do de Ezequias. Filho de Musi. inter­ cedeu em favor dele junto a Zedequias.c. era levita 6 líder de um clã. sabedor de quo Jeremias fora ati­ rado em ama cistBmu sem água.13. após o exilio babdõjiico (Ne 12. É B E R (Heb. muitos levitas fo­ ram designados para larefas especificas no Templo.2 2 ). Ao ajudar Jeremias. EDER. EFÁ (Heb “trevas"). depois que a Arca estabelnceu-se em Je­ rusalém (1 Cr 23.12.15). Este mudouse paia Slqtíém.18. por isso. pj. Líder de um dos clãs dos gaiiitas.23: 24. alegando que ele desencorajava os soldados. pai de Gaal. Ebede-Meleque levava adiante a causa do Senhor. Portanto.g. quando 0 povo voltou-se novamente para Deus. com o mesmo nome (1 Cr 8 .í. os oficiais pediram permissão ao rei para prender Jeremias.

depoLs que a maioria do povo judeu foi para o nxilio bahUônjoo (v. com EFAl. Na bênção de Deutoronómio. 2 . entretanto. Líder de uiri clá e soldado valente ■ la tribo de Manassés.6. O Tabernáculo foi erguido no centro religioso de Siio. 3.29). por­ tanto.37). I Cr 1. 2 2 . 156 .46). ‘‘Fruiiiero’’ é um jogo de palavras com o próprio nome de Efraim. Manassés.50-52).24). mas.81 e sob seu co­ mando ela recebeu e ocupou uma das maiores porções da terra.19. num golpe de Estudo. estava uo distrito administrativo dessa tribo. os dromedários de Midiã r Efá". em Ire os que foram infiéis ao Senhor e ado­ raram ídolos pagãos f I Cr 5. rf. ao qual foi dada uma certa autonomia.17). a idéia da frutificação é novamente destacada.33). Um dos seis filhos de Iodai e lider da Iribo de ludá |1 Cr 2.20).8). “o frutífero”.47). o Senlior fizera com que esquecesse todos os seus problemas.5-10). Estava. "frulfíero”! Embora seja o progenitor de uma das tribos de IsraeL ele. 7). embora não exis­ ta nenhuma forma da palavTa. Jose levou seus filhos Manassés o Efraim diante do patriarca. 1. Sua lideranga lornou-se evidente no arranjo do acampamento de Israel na marcha do Egito paia a Terra Pro­ metida: elu lideruva as trés tribos que fi1avam no lado oeste (Nm 2. Terceiro filho do Ezra. O netofatita.30). Posteriormente. onde a Arca da Aliança loi colocada no lempo de Josué (Js 18. depois da con­ quista de Canaã (Js 16. 1 2 ). quando apre­ sentou seus filhos a Jacó.1317).EFAl mencionado em Isaias 80. fosué ero dessa tribo [Nm 13. Par inn período de tempo. recebeu esse nome porque. isso resultou na subdivisão de José em duas linhagens que compuseram as doze tri­ bos de Israel (Gn 49. Pai de Obede e fillio do Zabade Era descendente de Judá (1 Cr 2. EFLAL. colocou a mão direita na cabeça de Efraim e. Depois da divisão do reino. 14. Mais tarde. ele e lodos os que o apoiavam foram as­ sassinados por Ismael> filho de Netuiuas. assegurou a elu os direitos du primogenitura (vv.22-26. 0 patriarca inverteu os braços. EFER. EFRAIM (Heb. porém. José esperava que o mais velho recebes­ se a bênção de filho primogénito (Gn 48. Embora Efraim nõo seja mencionado especificamente na bênção de Génesis 49. 3. Um dOs filhos de Midiã. naquela época. cidade localizada em Efraim. para a bênção. Nu narrativa do nas< imento dos filhos do José (Gn 41. Essas bênçãos proféticas s r cumpriram t a n t n uo t a m a n h o como no poderia da tribo de Efraim e também em sua localização pri­ vilegiada na região montanhosa. descendente de Abraão e sua es­ posa Quetura (Gn 25. L.4. O filho mais novo loi chamado Efraim. O próprio Josué foi sepuliado no coração desse territorio ijs 24. Posteriormente. conforme o pai disse.13).17). em Efraim. fica claro que Jacó o tinha em mente quando abençoou seu fillio amado: "José é um ramo Irulifero’’ fv. onde d pro­ le la olha para um lempo em que glória e riqueza virão para Israel até mesmo de Sahá: “Multidão He camelos cobrirá a tua terra. não era lilho de Jacó. dessa maneira. da Iribo de fudá (1 Cr 4. cujos filhos estavam eutre os oficiais do exército que apoia­ ram Gedalias. 2 2 ). e estabeleceu sua capital em Siquém. o mais velho. nomeado governador de judá pelo rei Nabudonosor (jr 40. 2 . Uma das concubinas de Calebe. Gerou a Harã. Jeroboão colocou um de seus santuários idólatras na cidade de Betei (1 Rs 12. Lrõxiii ú e inesperadamente. Moza e Gazez 11 Cr 2. no cen­ tro de Canaã. a fim du que fossem abençoados (Gn 48). que. porque Deus o linha lei lo prosperar ua lerra do Egito. Dt 33. um grupo de isruelitas uníu-se a Gedalias. mas seu neto. exceto o próprio nome Efraim (Dt 33.18-24).

Efrom estabeleceu um preço justo para a venda de sou campo. Is 7. era descender) te da tribo de Judá I I Cí 2.12 1 4 1. chamailo Etide. no . enirelanto. j \i. EÍ. 1. p . Eles consideravam Abraão "príncipe de Deus. época o centro da vida política e religio­ sa da roino do Norte foi Eíraim.41. Lsso se tomou tão iorl ri que Israel geralmente era chamado de Efraim. heteu. Abraão procurou comprar dos heleus um local para lazer o túmulo dela e de sua fam ília.17:5. levava os israelilas ao arrependjmento: a maravilhosa graça e o perdão de Deus brilham através desse Livro.. ELÁ. e . IB-30J. e. Ele se aliou com os amalequitas o amonitas e domi­ nou Israel por IB anos^ ao apossar-se de Jericó e da região ao seu redor (J. 25)* O próprio Jeroboão. Sucedeu seu pai Baasa no trono e governou em Tirza poi.5). bem no centro da região que mais tarde seria a nação de Israel.m . 1 Çr 3.5. Uui rios filhos do Calebe: portanto. embalsamado. Muitos anos depois o corpo de Jacó. neto de Jofoné (1 O 4. Depois de um período de relativa paz. iVeja também Eúdfí.urmpenderse. 1 Cr 1. A posse daquela área para fazer nm túmulo deu-lhe o direito per­ manente na terra que o Senhor promete­ ra |Gn 231.dois anos.17j | r 7. a fazer o que era mau aos olhos do Se­ nhor' (Jz 3. no meio de nós” (Cn 23.z 3. EFROM. :ta . Da Iribo de Bonjamim.29.19). o qual foi um dos doze gover­ nadores distritais do rei Salomão 11 Rs 4.3fl|. o Senhoi levantava um lider que os libertava e tornava-se nm juiz na terra.2i>|> e a partir dessu.í. Porem. o Tei no do Norte. Ela teve um filho chamado Itreão.3). 4. Quando Sara moneu em Hebrotn.g .15.15). na verdade.g . os israelitas “tornaram. o que ora expressamente proibido na Lei de Moisés.52). a opressão por par­ le das nações estrangeiras é viista como castigo de Deus por Israel ter adorado outros deuses e so envolvido com a ido­ latria. Finalmente a opressão fez com que o povo de Israel clamasse e o Senhor novumeule levantou um lidar. O quarto rei dtí Israel.8. de acordo com o costumo egípcio. até o lempo de sua queda e deportarão pelos assírios em 722 a. foi trazido do Egito e sepultado na rnesma caverna.6). Os 4. quundn adoravam os deuses dos canuTieus e das nações vizinhas. 2.18). Rei do Moabe durante o lempo dos Juizes. O juízo divino. [cí. Foi d mãe de UUr. seguido pur uma comitiva liderada por José. assine Deus pormitiu que Eglom invadisse Israel. Seu marido. EFRATE.3. no tempo de Otniel.30: 50-13).. nascido um Hebrom 12 Sm 3. Uma das esposas do rei Davi. a fim de que fossem subjugados pelos povos cujos deusps adoravam.9). de Calebe. Uma das esposas. 3.0. Veja Airâ fNm 2fi. onde foi morto por Zinri ( t Rs 16. Fillio do Zoar.5. Tempos mais tarde Abraão lambém loi sepultado lã.. por seus filhos Isaque e Ismael |Gn 25. lilho de Hezrom. mas a patriarca ainda ora um nómada. o qual contiuba um local adequado para sepultamento — a caverna de Macpela.2. ara pai de Simei. EGLÁ. I No livro de Juizes. Israel loi frequeulemenle mar( ado pelu anarquia generalizada (veja Juízos) Os israelitas.ELÁ lorme íoi definido poi Salomão (v.9.. liderou um dos clãs dos edomitas (Cu 30. era efraimila li Rs 11. u . Descendente de Esaú.12). como indicação de que ele também aguar­ dava o lempo em que aquela terra perlenceria legitimamente aos dascondentes de Abraão (Co 49. re­ cebiam juízo de Deus sobre eles. Esse período da história de 157 .6-141 Dovi- EGLOM.C. Ele matou Eglom e Iornou-se juiz em Is­ rael (vv. to­ das as vezes que o Senhor levarila um novo lídor e juiz para ajudá-los.

n I o de 2 Samuel. n rei de Israel reuniu ao seu redor muitos guerreiros particularmente aptos.El.) retornaram com Zorobabel do exílio babilónico |.8). 2 Samuel 2 1 o L Crónicas 20. Também é suge­ rido que a frase “o irmão de" foi omitida uo I r . O lexin dp 1 Reis 16.2. Pai dn Oséias. Alguns estudiosos sugerem que Elanã simples­ mente era outro nome de Davi. Em ambos os textos. He malou Lami. Samuel 21. Outro hder de uma das família*: que 1.2. Foi morto enquanto bebia na casa de Arsa. 17. portanto. ELANÃ (Heb. O casti­ go relativamente liuútado.42]. 8. Filho de Jair.9).18. 4 . e não seu irmão. foi ou­ tro desses grandes guerreiros r está listado entre o grupo dos "bomons valen­ tes".21).3). Dessa maneira. irmão de Golias» muro construído ao redor de Jerusalém. a fim de que os israelitas fossem vitoriosos.19.24. era neto de Noé. 18. Em uma das muilas batalhas contra os 6 Quando Neemias dedicou o novo filisteus. deve ter existido mais de um filisteu com esse nome.12). Líder de uma das famílias que (Veja também fizer e Bnrins.20. Fi­ nalmente. 10.5). Filho de Dodó |ou Dodai). conhecidos oomu os "trinta heróis dn Davi". Era fiLho de Uzi 11 Lr 0. I Cr 11. Jeú. da cidade de Belém.3 1. Outros interpretam que os rnlatos são de dois incidentes diferentes e. 158 .17 listam Blão como filho do Sem. Ura dos primeiros que retornaram da Babilónia para se estabelecer em Jerusalém. 2. ELÃO. 6 .2 e 1 Crónicas 1. um de seus mordomOs. retornaram com Zorobabel do axílio Vol­ foi um ilos maiores guerreiros de Davi tou com 1. Nu 7 3 4 1 .30. O quinto filho de Meselemias. va roubar 0 gado dos galitas (1 Cr 7. administrado por Dous nesse estágio da história de Is­ rael. mas lambém foi raptdamrafe castigado por Deus. O próprio assassinato revela o estilo de vidu com o qual Elii estava acostumado. porteiro coraila. "graça de Deus"J. Há tuna discrepância estava presente como sacerdote du Se­ entre o relato de 1 Crónicas 20 e o de 2 nlior (Ne 12. Cilho de Banani. o ELADE (Heb. se ele rnalou Golias. um erro de transcrição do texto em 2 Samuel. ua divisão feita pulo rei Descendente de Efraim. r. depois do Éjcilio. 5. Um dos descendentes de Saul ( I Cr 8. wm .1 í di? que Elá cometeu as mesmas transgressões do seu poi o conduziu o pov\> "aos ídolos vãos”: por esta razão. Tkmbétn era de Belém |2 Sm 23. o último rei de Israel (2 Rs 15. seria o suficiente para os futuros roís e o povo.ADF.1. O lei tor é aconselhado a consul­ tar um bom comentário bíblico. Talvez a melhor solução sugerida seja realmente que houvi.7.20: Ne 7. o gitou ( l Cr 20.24). foi morto quando tenta­ 20. a rebelião contra o Senhor cuiminaria com o juízo visto na destruição do reino do Norle pelos assírios. proíetizou que Baasa e sua fam ília seriam aniquilados. por­ tanto. Génesis 1 0 . segundo o qual ele malou do uo pecado de seu pai.D i. especialmente porque havia profetas que repetidamente explicavamllies os propósitos das açóes do Senhor. A idolalria dentro da casa mal era um dos p rin cip ais láto res que levnvom os israelitas no níesmo potado. 5. numerosas batalhas são listadas O constante problema que linha com os filisteus e outros exércitos man­ teve Davi e seu comandante Joabe uni­ dos por muitas anos. Zinri íora autoriza­ do pelo Senhor a malar ioda sua lamdia. o próprio Golias. os quais Deus preparou. da tribo de Benjamim. por cometer o mesmo lipo de pecado (1 Rs 18.19). 3.254 parentes (Ed 2 .26J.1.Ed 2. "Deus lem lestíficado’ ). 1 . o por isso Dous sempm castigava Severamen le. 2. que levou Israel à idolatria.7. juntamente com Davi uas tarefas do Tabernáculo fl Cr seu irmão Ezer. Zinri então tornou-se rei.

dos filhos de Corã. Levita. Foi lidei de dã (Êx 8 . 27) talvez seja o mesmo do item to com Medàde. Fillio de Midiâ e ueto de Abraão ma do itom n9 1 . Um ter­ ELD A O E. 0 segundo no comando. apontado polo rei Davi para servir no Tabernáculo e posteriormente ELCANA (Heb.46).2. lem.27). e era filho de Je T o ã o . do de Maaséias. 7 . "deus da aliança"). É no míni­ rnais cinco filhos. 2 . Filho de Sàfã. o povo da aliança seria mais facilmente 6 .4.sado com zada e era ridicularizada por Penina.19. 1 Cr 1. Os cananeus adoravam e Elcana f o i recompensada por Deus com vários deuses chamados Baal. da região montanho­ 159 7.3).27.4. um Zidague. um guerreiro da tribo de cas 0. onde d e u conforta com as fiou uma Carta eudereçada aos andãos palavras: "Por que choras? Por que náo sobreviventes entro os exilados (Jr 20.25. Neto de Corá listado em 1 Cróni­ morto por Zicri. filho do rei Acaz. E L -B E R IT E |Heb. . Era também cbamadodn BaalSamuel (i Sm 1.20).34). Anualmente levava sua família para adorar e fazer sacrifícios em Silo. no santuário em Silo canunita que absorvera algumas idóias da (1 Sm 1. no Templo. 1 1.6 ). Era "porteiro da Arca (1 Ci 1. Levita ancestral de um grupo de á "aliança". Era da Iribo de Beuiamim (1 na adoração dessa divindade (Jz 8. Descendente de PdMir.ELDADE sa de Efraim. fora criado especialmente judeus que regressaram do exílio para ajudar os israelitas na assimilação babilónico e Se estabeleceram em (erusada religião dos vizinhos.33: Cr 1 2 .20. no reina­ 6-24). colocada fora de ordem na genealogia.22). nomeados para aiudar Moisés como lide­ 4. Mencionado duas vezes jun­ ceiro (v. Servo fiel ao Senlior.23).33).D. Foi 2 . Um dos soldados que desertaram atraído para uma divindade já exlslenle do exército de Saul para juntar-se a Davi e que se preocupava com as alianças. Dois outros homens com o mesmo líderes tribais (Gn 25.20). Obviamente preocupa va-se muito com ela. hii de Samuel 1 1 Cr 6.8. Depois de orar ao Senlior e obter dele n Um deus cananeu adorado pm Siquém resposta. a qual senlia-se despre­ um dos culpados de ter-se ca.c.G. embora esta ELA SA .3.ra n pai de Asa (1 Cr 9. então essa pessoa provavelmente < 5a mes­ ELDA. ora uiu dos 70 anciãos ne 4. cujós fílhos tornaram-se lodos 3.3(i|. na época de Neemias (Ne in m). 2. Dessa maneira.16). mo possível que esse. comes? Por que esta triste o leu coração? Náo le sou eu melhor do que dez filhos?".1-4). 1 . com sua referenda 5 . Se uma geração foi omitida ou Efraim (2 Cí 28. F. é possível que fosse ídolo de nma seita viço do Senhor. n de guerreiros ainbidestros no liso do arco povo não perdeu tempo em volver-se e da funda. e Quetura. s. nome são listados entre os descendeuies de Coate ( l Cr 6. era fosse estéril. Ele razia parte de um grupo Certamente. A responsabilidade de du Rrnnntrt ím-Zofim. após a morte de Gideão. onde Eli era sacerdote (1 Sm 1. tinha duas esposas: Penina e Ana. a quem Jeremias con­i i m o r e cuidado por Ano é descrito em 1 Samuol 1. Seu mui heras estrangeiras (Ed 10. Veio res (Nm 1 1. 35.23. Ama­ va profundamente a Ana. Ana ficou grávida e nasceu (veja UaaJ | .Estava entre os líderes que assina­ ram o paclu no qual o povo comprome­ teu-se a adorar e obedecer somente ao Senhor. ‘Deus tem protegido"I. A fidelidade de Ana religião israelita. descendente de Coato e um 15. 9. P.7). Levita. Mencionado apenas ora Tuizes 8 e oso e permitiu que ela o dedicasse ao ser­ 9. Elcana foi graci­ Berile.26.

Possivelmente. Teve um papel pro­ eminente nos relatos da peregrinação do povo de Israel pelo deserto. não se reuniram çmn os 70 uo Taber­ náculo mas ficaram no anaiaJ. “Deus fez"). 160 ELEADÁ (Heb.37: 9 43). mas náo lia indicação das palavras deles nas Escrituras. ruiu.2. as quais eram o símbolo de sua nova função: sumo sacerdote fNm 20. Eleazar pprrnaneceu fiel ao Se­ nlior. Nm 3. filho de Taaie (! Cr 7. Em numerosos textos das Escrituras pen ehe-se que Deus nunca intentou que a liderança espiritual ficasse nas mãos de qualquer pessoa. Nm 3. Filho de Rala. o legislador reconheceu que era obra do Senhor e res­ pondeu: ' Tens ciúmes por mim? Oxalá que lodo o povo do Senhor fosse profeta.12-20). 1. alguns deles envolvem a lide rança da Igreja As Epístolas Pastorais indicam que a pluralidade de lideres era a norma na maioria das igrejas primiti vas. 1 Cr 6.I6J. Estavam com saudade do Egito. Quando seu pai Arão morreu so­ bre o monte Hor. Durante todos os anos no deserto. TJI 10. Em i Coríntios existe uma ênfase sobre o fnto de quo o Espirito Santo dã a todos os cristãos vários dons ospei iais.2). 1. por alguma ra­ zão. ofereceu sacrifícios para a adoração congregarional e intercedeu pelo povo. Toruou-so lí­ der de um clã dos lo vi tas e casou-se com uma das filhas dePutiel.4). Um dos filhos de Arão e sua esposa Eliseba (Èx 6-23. era pai de Finéias (Éx 6. "Deus lem ajudado''|.201. Eldade e Medade. o Espírito também repou­ sou sobre eles e também profetizaram.1.30. Assim. o "Espirito repousou sobre eles" ê "pro­ fetizaram" |Nm 11. Ele e seu irmão Itamar deveriam ser santos diante de Deus. quaudú eflte petava ou se n^belava. Esses príncipes eram lideres em seus pró­ prios clãs: porianio. ele exercia também o papel de conselheiro ou juiz porque. ELEASÁ (Heb. 2. poiso desejo que demonstravam de voltar un Egita revela­ va um profundo problema espiritual de­ les — a falta de capacidade de viver pela fé e confiar rio Senhor para caria necessi­ dade. que fizeram uma oferta ilegítima ao Se­ nhor e por isso foram mortos (Lv 10. lo s u é nãa ficou sa­ tisfeito rom isso o pediu a Moisés que os mandasse parar: no enlanlo.2529. Existem vários documentos judaicos que indicam algo do que Eldade e Medade fa­ laram. tinham demonstra­ do a habilidade dada por Deus paru a li­ derança.ame e pelas cliiuruldades da vida d o deserto. como sai erdote.17(. Eleazar tomou-se líder dos levitas e fieou responsável por lodo o Tabernáculo (Nm 3. Filho de Holez. Quando o s 7ii encontraram-se com Moisés na ontrada da Thhamãculo.ELEADÁ conduzir o povo dc Israel era claramente rniiioi do que o legislador podia suportar sozinho. De qual­ quer maneira. Novamente os israelitas murmu­ raram pela ícilla de (. esta Listado na genealogia de Jerameel e era da tribo de Judá 11 Cr 2.251.40). n Seuhor capa­ cho u outros homens poiu ajudarem "a le­ var o fardo do pova:\ a iim de que MoiSés aã o o conduzisse sozinho (Nm I 1. Ele foi consagra­ do sacerdote do Senhor junto com seus trés irmãos (Êx 20. Diferente­ mente de seus dois irmãos Nadabe e Abíú. “Deus lem adornado"!.3. da Iribo de Benjamim.4.32: 4. Moisés deu-lhe as ves­ tes dele.25. ELEAZAR (Heb. Foi pai de Azei e está listado na genealogia tios descendentes do rei Saul (1 Cr 8. separados espe­ cialmente para seu serviço e paru lazer as ofertas e sacrifícios ao Senhor. Tais líderes Hram exalamente o que os israelitas necessitavam.50).1). que o Senhor lhes desse o sou Espírito!" (Nm 11. Deve­ ria ser privilégio deles comer partes da carne dos sacrifícios que ofereciam pelo povo (Lv 10.0). Foi um dos líderes do censo ordenado por . Unha acesso ao Senhor e podia consultar o Urim (Nm 27J.20). Descendente de Efraim.

15). que mais tarde casaram-se com “os filhos de Quis".42). Levita que fazia parte do coral que cantou no festa ile dedicação do muro de Jerusaléitt. Era bisa­ vô de José.1.2 2 :24. nas montanhas de Efraim (Js 24. 2.3 0.ELI Moisés nas planícies de Moabe (Nm 26). 4. marido de Maria. inclusive descendentes dos sacerdotes de Judá. Js 14. 12 ). pois “havia ele julgado o Israel quarenta anos” ( t Sm 4. Quando o rei Davi dividiu as tareias entre os levilas. Ele é listado em Esdras 10. Numa época muito Importante e extrpmamente difícil paia Israel.c. Filho de Mali. Quando morreu. Ariceslral de Jesus.26).33).ri. 8 . o qual enlróu para a história devido ao zelo que demonstra­ va pelo Senhor (Nm 25). no final do período dos luizes. mencionado na genealogia de Mateus. . As gerações posteriores da família de Eleazar tiveram um importante pa­ pel na adoração do povo. o aoita. Sob a direçáo dp Neemias.Assim. em meio a mui­ tos louvares a Deus (Ne 12. os mu­ ros foram reconstruídos.17. Js I7. A muralha.1). entre a humanidade e o Todo-pode­ roso e para oferecer o grande sacrifício que jamais precisaria ser repetido.4|. Ajudou a pesai os tesouros do Tomplo quando che­ garam (Ed 8. quando iam para a guerra (Nm 31. foi sepultado em Giheá. numa colina próxima de Qufriale-Jearim (1 Sm 7. Seeanias confessou a Esdras que muitos homens. Nu lempo determinado. quando levaram o povo de ludn para o exílio.Hi).2). 1 Cr 11 . Morreu sem ter filhos.21. 6 Descendente de Parós. quan­ do foi trazida paru a casa de seu pai.33). foi um dos “lrês heróis cie Davi". bem como a cida­ de. Combinava a tarefa de sumo sacerdote com a de juiz. ó digno de nota que esse fiel homem de Deus dovia se orgulhar de seu filho Finéias. e deu-lheconselhos(Nru 27. Outra de s u a s responsabilidade» envol­ via a representação rins israelitas diante do Senhor. seu sacerdócio apontou para o necessidade de alguém quo estivesse enlre o Deus sanlo o a humanidade e a necessidade do sa­ crifício para entrar na presença do Se­ nhor. Todos se arre­ penderam e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10. lambém lomou parlo do caso riàs filhas dit Zfilofeade e na nomeação de Josué. 19. Final­ mente. apenas filhas.3-17). Eleazar permaneceu em seu posto e lulou bravamente alé “Lb'? cansar a mão o ficar pegada à espoda" Quando o Se­ nhor deu a vitória aos israelitas. . Ajudou-O na divisão da leira de Canaã entro as tribos (Nm 34. o qual veio paru ser o Mediador. Levita que retornou da Babilónia para Jerusalém com Esclras.25 como um dos que se divor­ ciaram das esposas estrangeiras. foi o mediador entre Deus e o povo e entre a nação e o Senhor. loram destruídas pelos babilónios. Elnazar S flg u iu rigorosamente as leis da separação que Dous exigia dos sacer­ dotes e da nação. espei iulmnnli nu ba­ talha de Pas-Damim. ÍOfnouse sumo sacerdote no centfo de adoração em Silo. ELI (Heb. 5. Quando alguns israelitas começai am á bater em retira­ da.51). 7. ti­ nham-se casado com mulheres de outras tribos e de outros povos. Eslava presente no Tabernáculo quando Ana veio e orou por um filho (1 Sm 1.9. uma das incumbências foi enlregue á família de Eleazar ( t Cr 24. foi consagra­ do para guardar n Arca da Aliança. r.6s). "o Senhor ó levantado alto"). Na êpoc a do retomo da Babilónia.18). da tribo de Levi. a revela­ ção de Deus demonstrou quo o sai erdócio de Eleazar oro apeuas ura prenúncio do sumo sacerdócio do Crislo. Era notável por sua habilidade como guerreiro. dé unia vez pur Io­ das. primos delas (1 Cr 23.18-23. 161 . demonstrada contra os filisteus. Desceu dente de Arão e de Ilamar. desco­ briram que lodos os filisteus ao redor dele estavam mortos (2 Sm 23.1. Fillio de Dodô. (Ml 1. 3. Filho de Abinadabe.

Essa profecia reforçou uma palavra anterior do Snnbor contra Eli e sua família ( I Sm 2. por isso. um dos homens escolhidos para ajudar Moisés e /\ráo a fazer o recenseamento do povo no Sinai (Nm 1. em contraste com os filhos de Eli. As palavras de condenação contra Eli cum priram -se em pouco tempo. caiu da cadeira onde eslava sentado e morreu.24-29. 26. Trouxeram uma oferta e deixaram o menino para s«rvir ao Senhor no santuário. mas sua fraqueza de caráter e a to­ lerância que Linha paru com o pecado ao sou rodcir eram atitudes diretamenleapos­ tas ao que o Senhor requeria <los líderes do povo (Cf Lv 22. l Cr 11.20). 7. ele u confortou e a despediu com uma bênção (v. quando ouviu a verdadeira causa de suas orações. O Senhor untão disse as palavras que são repetidas atra­ vés dos séculos: “O homem olha para o 162 . sua fé era evidente. I Cr 2. pois o rapaz era alto. o sumo sacerdócio foi ocupado pelos d escen d entes de Eleazar. veja JlofrU e Finéias).271. 4. “É o Senhor: faça o que bem parecer aos seus olhos" (1 Sm 3. Samuel lamentava a desobediência de Saul quando Deus laJou com e le e o en­ viou para ungir o novu rei d e Israel. Derrotaram os israeUtas o mata­ ram Hoíni v Finêias.33). Prova­ velmente a glavidade dos pecados deles só íoi descoberta quando Eli já estava com idade bastante avançada. Filho mais vellio de Jessé *■ irmão de Davi (1 Sm 16. da tribo de Kúbuu.6).13).9: Dl i 1.9: 2. Seus filhos lideraram uma rebe­ lião contra Moisés e Arão (Nm 16. estava preparado para dizer. foi mais fi notícia da caplura da Arca. quando 0 casal voltava para vi­ sitar o filho.8. o qual.k . 2. O velho sucerdatn soube o que aconlecia e tolerou as transgressões deles (para mais deta­ lhes. Como resultado. 1. veja Córò. abusaram seria­ mente da posição que ocupavam. o qual ela dedicara ao serviço do Senlior 1 .10). Era da tribo de Levi 11 Cr 6. Pai de Datã e Abirão. que o fez cair par a trás (1 Sm 4.s "heróis de Davi”.27-36.7. pai de jeroão e filho de Naate. Os filisteus atacaram e capturaram a Arca rio Aliança. de boa aparência e o primogénito de )essé. a Palavra do Senhor veio ao jovem Samuel. junto num o velho sacerdote (l Sm t.11-20). Eli era um homem fraco. Quando o velho sa­ cerdote recebeu a noticia da captura tia Arca e tia morte dos dois fiLhos. perdeu o contro­ le da família e suas advertências caiam em ouvidos surdos (1 Sm 2. 2.0: 17.13. O profeta seguiu a direçáo do Senhor e foi para Belém. Eli os abençoava e orava para quo Ana tivesse outros filhos no lugar de Samuel. ELIABE. A despeito da confiança e da fé que Eli Linha uo Sonhor. a pala­ vra do Senhor contra a casa de Eli mimpriu-so literalmente ( I Rs 2. 3 .27). pensou que encontrara o ungido de Deus. Daquele momento em diante. Era um saalhonita (2 Sm 23.12.1-3). que saía para o batalha e liderava o povo de Israel nas guerras.22-24). p j í . Quando ouviu a profecia d»* Samuel. 1 7 ) . ELIABA (Heb. Hofni e Finéias. Ele conhecia e amava ao Se­ nhor. Quando viu Eliabe.20). "crescia em estatura e ern graça diante do Senhor e dos homens" (1 Sm 2.111 Todos os anos.ELIAJ3A Etnbara a princípio pensasse que a rnuliior estivesse e m b r i a g a d a . Quando Salomão removeu Abialar do sacerdócio.1. 10. Mesmo durante a última parto de sua vida.12-1Oh A vida de Eli loi trágica em muitos aspectos.32. Para mais detalhes. Ancestral de Samuel. e não a morto dos filhos. ole não foi hem-su<edido na formação de sua família: seus filhos. IJm-dos "trinta” do.1 Sm 2.18) E quando o mensageiro chegou da batalha.2f». Filho de Helom e líder da tribo de Zebulom. 3." Deus esconde”). I 'b i ao próprio E l i quo Ana e seu marido Elcana retomaram depois que o pequeno Samuel desmamou.

B. 2 Cr 36.37: de submissão. Davi fez com que oração de Ezequias por livramento \2 Rs a marido dela fosse morto. como um sinal lerusalém em 701 a. 1 Cr 3. Filho do rei Josias. depois que se 19. algo que jà deveria ler feito muito antes. As­ exército de Saul Í1 Cr 12.-sagem proferida em grupo de soldados bavia desertado do hebraico. Veja feoitiquim. se alguém se encostar. des­ Cr 15. 1. hebraico (2 Rs 18. depois que seu poi mor­ delegação que saiu para lidai com o co­ reu na batalha contra os ngipeios.'I* 11.9). quando a Arco da Aliança foi levada para Isso apenas provocou ainda mais o co­ Jerusalém. se en­ uo exército de Davi. sim. i o q j grande tristeza e medo. Posteriormente.4). Em rança e a fonte da paz estavam na total Isaías 22.18. foi uo’*a chave da casa de Davi”. entrar-lhe-á nome e para honra do Senhor. que reinou sobre 35). a quem os assírios agora referiam-se Ele e os outros seus irmãos apenas assis­ como esse "bordão de cana quebrada. era prunairo-ministro. seu secretário. em Zú.16.. e Ioda a Síria e foi adversário de Salomão os oubos oficiais voltaram à presença de ( lE s 1 1.C.19-251. fez com que mil homens. uo envolveu sexualmente com ela e desco­ malar 185 mU soldados assírios numa briu que ficara grávida. Abiail. 37 2). paia lodos os dependência do Senlior. Deus. Fez parte da mísiido por Neto.0 teu eíro nn comando dos gaditas.7). Ezequia>. foi chamado de Jeoiaquim 19-2). de Judá. S. Também eslava pronto para ajudar seu povo.(2 Rs 18. Filho de Davi. a segu­ proeminente na curte do rei Ezequias.. às promessas de Ezequias (2 Rs 18. duranle o reinado de Davi I i mandante. Eliabe.22-24 vemos que.18. Apelou espe­ ELI ADA. "Deus levanta"). 35ss.14-19) e interveio direlameute. Segurava 2. poréni o $<?um mensagem para o rei Ezequias em uhor olha para o coração" (1 Sm 16. Pai do Kezom.34J.3. Fi­ pouquíssimos reis de Israel ou de Judá lho de Hilquias.lague.20: 16. Estava com ciú­ enfatizava com sarcasmo a posição prega­ mes du Irmão muis novo.2. tinha inveja da ria na qual o rei Ezequias se encontrava n a q u e l e momento. 14. VBja também Isaias 36. 22.3. do dc paz e. no tiram. 163 .282. Comandauíe valente e líder de 200 Esse desfecho.. Eliaquim. assim.17) se aiuda e direçáo. es­ quando clamava por Ele. Pai de Bate-Seba.7). pediu aos asairios que falassem em 6 Um dos levitas que toi aram harpa aramaico. os assírios proleriraiu .ELIAQUIM que está diante dos olhos. "povo fie Deus’*). 23. durante o reinado de Jeosafá o rei se voltasse para o Senhor e buscas­ 12 Cr 17. 21). Não conseguiram chegar a um acor(2 Rs 23-34.C. Ezequias aprendeu uma lição que ELIAQUIM (Hei). A paJuvra decla­ rava que o Senhor estava do lado deles e Encontramos Eliabe novamente ua his­ tória de Davi e Golias. que sempre ELIÃ (I-Ieb. enquanto Davi matou o filisteu no qual. ocupado com os soldados que estavam sobre os muros da cidade. 3.5).26. Sebna. entretanto. Esse tendessem a meu. Esse mandante do exército assírio que sitiara Faraó mudou seu nome. efeitos. respondeu à posa de Urias. sa vez dirigidas diretameiile às pessoas que eslúvam na muralha. pois. casou-se com um dos fi­ Eliaqulm ficou profundamente pre­ lhos de Davi (2 Cr 11 18) 5 . A filha de pela mão e a trespassará!*’ (v. Tinha confiado no Egi­ bondade do coração dele (1 Sm 17. ocupava uma posição tiveram o privilégio de eutender. chamado de Amiel. fitariam desencorajados. que nasceu cialmente para que não dessem ouvidos em Jerusalém (2 Sm 5. 1 . no próprio acampamento Bate-Seba tornou-se esposa dele Í2 Sm deles (vv. que gritou iruiLs ameaças.25). o heteu. a linguagem faiada ua corte.201to. u/iioa noite.

que significa “meu Deus é teovâ”. Elias trouxo o povo para o seu lado. é listado como o filho d#' Abuide e pai de Azar. e que a palavra do Senhor na lua boca é verdade" (1 Rs 17 24) 164 . mas se Baal. Na genealogia de lesus.ELIAS. uo qual Elias fez cair fogo do ceu para incinerar duas companhias de soldados enviadas para prendê-lo (2 Rs 1. ELIAS. Os milagres de Elias Os milagres que cercaram Eli as co m p õ em d mais vívido dos três aspectos de su ó vida.41) Foi um dos locadores cie tromlmla durante o culto de dedicação dos muros da ddade. Os milagres representam "sinais”.13. Sun história é contada no meio d os relatas dos reis de Israel e Judá. Por­ tanto. como Zorobabel. Quando entregou a Elias seu último punhado de farinha e óleo. g . A princípio. cair do céu.16-4fí). os quais desafiam os que os testemunham para um momento dot isivo. El ias desafiou o povo: “ Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus.30). os israelitas nada responderam. Líder dn uma famiiia sacerdotal no lempo de Neemias (Ne 12. raftete seu cmâtei. Sua biografia é uma das mais coloridas e excitantes da Bíblia. inclusivo par meio dessa genealogia.30.-35J. p . Na evange­ lho de Mateus a linhagem real do Cristo é estabelecida de várias maneiras.7-24) também revelam que ela confiava plenamente na mensagem do profeta. ou cio fogo que fe/. a acusação feita por ela: "Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniquidade o matareb a meu filbo?” (1 Rs 17. está a maneira harmo­ niosa em que o Senhor as utiliza para ensinar sobre a fé.21). 011 ao ser arrebatado para Deus. foi que lodos responderam com a confissão de fé: "O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” II Rs 18. segui-o. 4. como pai de Jouã e fillio de Meleé (Lc 3. 'Agora sei que Lu és homem de Deus.9-12). quando solicitou ajuda para consertar o altar e iogar água sobre a lenha (1 Re 18.Cilado na genealogia que vai de Je­ sus uté Adão. uin homem totalmente dedicado ao Senhor. Devido a e ss e compromisso.181 transformou-se numa confissão de confiança ua missão e no ministério do profeta. segui-o" fl Rs 18. Quando o profeta restaurou a vida de seu filho.39). O PROFETA 3. d. 5. contudo. Seja diunte do fiJho da viúva. o sinal miraculoso desafiou o povo a responder com fé. que a manteve viva durante todo o lempo da seca. recebeu em retorno um suprimento inesgotável. Todos então participaram Ua laplura dos sacerdotes pagãos. Quando ouviram o desafio do profeta aos sacerdotes de Baal. até José e finalmente Jesus IMl I 13). Por Irás dessas maravilhas. Esses capílulos Alastram lrês aspectos essenciais para se entender o papel desle profela e seu minis­ tério! os milagres. entretanto. eles precisam decidir se ficarão a lavor ou contra Deus. deram seu consentimento (1 Rs 18. Isso é muito ciam no evento do monto Carmelu (i Rs 18. a mensagem e o proprio liomem. Somente quando o fogo caiu do céu. O PROFETA Elias. Um milagre semelhante. a qual registra vários reis e príncipes.14). que ressuscitou dentre os mortos. levou a uma confissão de fé no proleta como "homem de Deus" e a uma súplica por misericórdia por parte da capitão da terceira companhia ijue foi enviado (2 Rs 1. todos esses sáo quadros dos quais todas as pessoas se lembram.24). D e u s pôde usá-lo p o d n ro sa m e n to . entre 1 Reis 1 7 e 2 Reis 2. Assim. As atitudes demonstradas pela viúva de Sarepla |1 Rs 17.

A noticia de que esse monarca morreu de uma enfermidade extremamente dolorosa nas entranhas e de que seu falecimento não foi lamentado pelos súditos confirmou as palavras de Elias e também demonstrou d falta de arrependimento do rei de Juda. a palavra do profela era dirigida especificamente aos reis fe rainha também. O relacionamento de Elias com Acabe ilustra a mais significativa mensagem do profela e a 1'aJl. Apesar de tudo. como no caso de Jezabel. Enquanto o rei corria em sua carruagem em direçáo a Jezreel para comemorar a vinda da chuva. teve uma recepção diferente. que era da cidade de Tiro (1 Rs 21. a poderosa demonstração da fé de Elias ao reler e depois liberar as chuvas (Tg 5.17. Embora fosso dirigida a todo o povo. com respeito à seca (1 Rs 17. foi con­ cedida a Elias uma bênção especial.0). constituía grave pecado.1).a de arrependimento de um li dor.45. Do outro lado do Jirrdão. Eliseu (2 Rs 2. o rei continuou envolvido com a cultura cana ui ta ao sou redor. dirigido por Deus 1 1 Rs 18. Ainda assim.2 . concernente à doença que tinha no pé. O milagre no monte Carmulo provou a superioridade de Jeová sobre as falsas divindades. Quando Eliseu contemplou aquele grandi mUagre. o deus de Ecrom. o profeta deixou claro que era devido aos erros do pròpríi i rei: “Eu náo tenho perturbado a Israel. o levariam a uma morte horrível. O ministério do Elias comoçou poi meio de um aviso a Acabe.ELIAS. A única menção de Elias em Crónicas ocorre quando enviou uma mensagem ao rei leorão.101. Embora fosse um património dado a famiiia 165 . Nenhum outro rei de Israel recebeu tantas advertências e também nenhum outro governante caiu tão profundamente no pecado. meu pai. o profeta o ultrapassou 11 Rs 18. O profeta fez o caminho inverso pelo qual o« filhos de Israel entraram ua Tena Prometida: da região montanhosa de Belel e Al para a i>. Acazias morreu sem demonstrar sinais de aiTependimenlo. Enquanto os prodígios inspiravam unia resposta dos israelitas desobedientes e mornos de todas as camadas sociais.1-14). mais semelhantes ãi» de Acabe do que as dos seus predecessores em Juda. de Israel e Judá. contudo. mas tu r a casa de teu pai Deixastes os mandamentos do Senhor. o qual seria punido com sua morte 12 Rs 1. em Jezreel (1 Rs 21). tudo o que esse rei fez íoi enviar patrulhas para teutm capturar o profela 11 Rs 18. Sua mensagem. no momento de sua partida desta vida. Deus usou Elias para dar essa demonstração individu. Em sua primeira explicação a Acabe sobre as razoes da seca.25). A mensagem de Elias Os uúJagres de Elias serviram pura chamar muitas pessoas em Israel de volta a Dous. Seu sucessor então confessou o poder do Deus de Israel: “Meu pai. Suas iilividades postoriores demonsUariam a fé no Senhor de Elias que Eliseu agora possuía (2 Rs 2. A mensagem do profeta não causou nenhuma mudança no comportamonto de Acabe Influenciado por sud esposa Jezabel. O profeta adver­ tiu orei de que suas práticas pagãs e assassinas. Cobiçou a plantação de uvas de um súdito.12J. subiu ao Céu num redemoinho. e seguistes os baalins’.12-20). Elias advertiu Acazias de que sua consulta a Baai-Zebube.gião de Jericó b finalmente para o Jordão. l .( I Rs 18. o mesmo aconteceu a fim de que Elias passasse para o lado oriental tio rio.14).401.15-1<)). carros de Israel.1.d dn poder divino para Acabe. Assim como aquelas águas se dividiram paia o povo ocupar a banda ocidenlal de Canaã. e seu cavaleiros?" (2 Rs 2. de Judá [2 Cr 21.10) náo demoveu Acabe de sua falsa adoração. como aucmteceu com Moisés antes dele. No finai. Elias escolheu o lempo e o locai para os dois se encontrarem. O PROFETA Os últimos milagres dc* Elias ocorreram ua companhia rio seu sucessor espiritual.12). rogou ao seu mestre: “Peço-te que haja porção dobrada do teu espirito sobre mim" Í2 Rs 2.1-17).

pre­ servado no texto bíblico: 0 homem Elias. Acube loi exterminada por )eú (2 Rs 10). Jezabol também teve o mesmo destino (2 Rs 9. No caso de Elins.17). numa época de apostasia nacional. o castigo viria. A resposta qtin davam. seu ministério o colocou em coutato r. Humilhou-se diante de Deus e o Senhor respondeu que retardaria a condenação até o reinado de seu filho I í Rs 2i . contudo. pois veio de Gileade. quo Integravam deuses do grandes e ricos centros comerciais. Provavel­ mente i?ro tido por muitas pessoas como um fanática procedente de uma região sub­ desenvolvida. O chamado de Elias para confrontar assa impiedade foi O exemplo de um ministro soLitario. seria considerado um provinciano. As advertências sobre o. mas morreriam sein sei' la­ mentados. isso pouco significava paia Acabe e muito menos paia Jezabel.1). Jezabel também faleceria e ns cães lamberiam o sangue de seus cadáveres. Todas as mensagens de Elias se cumpriram. ua capital e nas cidades principais do reino do Norte. O verdadeiro propósito delas. O PROFETA de Nabote pelo próprio Deus. conforme u proleta predissera. For tudo isso. toda a dinastia de. A solidão do proleta engloba todas as áreas de sua vida e ministério. Finalmente. Esse aspecto é dividido em duas partes: a sua solidão e o arquétipo do papel profético que ele desempenhou. além de amaldiçoados por Deus. vestiu-se de saoo e jejuou. sua esposa. Ela garantiu que o rui lona o que desnjava.27291. Mesmo assim. Deus enviou uma mensagem de condenação transmitida por Elias. entre­ tanto. sem se importar com a aliança eulre o Senhor e seu povo. Essr* exemplo muitas vezes serve de testemunho contra pessoas que se consideram superiores àv outras. O rei foi mona e os Cães lamberam seu sangue [1 Rs 22.17|. o homem A questão da apostasia nacional introduz o terceiro aspecto da vida du profeta. Ainda assim. O arquétipo profético começa com seu sucessor. e termina no Novo Testamento. é de tais lugares desprezíveis que Deus frequentemente escolhe seus profetas e aien&ageiros. i^ontrastava com a recusa e com o coração endurecido da maioria dos lideres que ouviram as mensagens de Elias.30-37). como Tiro.'. O rei em breve morreria. Na bofo ioi falsamente acusailo e condenado ã morte. Começa com sua origem. Elias.ELIAS. que pennanet eu 166 .M4-. De todos os reis para o s quais Elias profe­ riu palavras de advertência. Acabe apossou-se da vinba. Lemos que rasgou suas roupas. seja de Gileade seja da Galiléia. Assim.30. Era um julgamento terrível. Assim. assim aconlnceu. Pre­ teriam a sofisticada religião urbana dos cananeus. G l iseu.ua maneira "simples" de ouJtnur apenas a Yahweh. era mais do que um pronunciamento rle condenação.10. juízo de Deus eram designadas para produzir arrependimento nos ouvintes p nas gerações posteriores. as quais não estavam preparadas para ouvir seus argumentos. pois significava que não descansariam coin seus ancestrais.om os que não tinham nenhuma consideração por . Seus mila­ gres proporcionaram ujudo visual que desafiava as pessoas. O seu ministério proféti­ co levaria o povo ao arrependimeutu. que lembrariam as palavras do profota quando m i o s mensagens se cumprissem (2 Rs 9.-t8). implicava a Introdução de uma divindade paga entre os israelitas como o deus principal. mas o Senhor não pode encontrar entre elas ninguém com lé suficiente para agir como mensageiro da Palavra de Deus. 10. somente Acabe respondeu positivamente. Exatamente como Deus dissera II Rs 19. O monte Carmelo provavelmente era um santuario na fronteira entre a Fenícia e Israel. O primeiro exami­ na o relacionamnnto único e u t r e Elius e Deus e entre o proleta e os que foram chama»Ioíí para ouvir suas mensagens. a leste do Jordão 11 Rs 17.

14). mostrou ao profeta que a presença divina não se apóia em tais demonstrações de poder. Jh notamos o simbolismo de Elias como sucessor de Moisés o qual teve um en­ contro com Deus em Horebe e deixou esta vida de urna maneira especial. fugiu para Horebe. Elias reaparece uo relaio sobre a plantação de Nabote (1 Rs 21. ele desempenhou um papel especial. Ainda quo tivesse notícia de outros profetas de Yahweh (1 Rs 18. seu ministério enfatizaria a palavra. não 6 surpresa quando o profeta.19J. é o seu papel como um arquétipo profético.1-8). o qual pediu porção do­ brada dfi poder que Elias possuía e começou seu ministério repetindo o Ultimo mila­ gre de seu mestre: a divisão das águas do rio Jordão (2 Rs 2. Di/erentemente de 1 Reis 17 e 18. Dali em diante. temendo as represálias de Jezabel. Seu sustento miraculoso ali. Aparecem os servos de Deus anónimos que trabalham em t Reis 20.14: cf. O PROFETA firme contra o poder dfc centenas de oponentes apoiados pelo Estado 11 Rs 18. Thdo começou com a indicação dn EJiseu. O ministério de Elias é um exemplo do que um indivíduo que obedece < i Palavra de Déus pode reali­ zar. estavam todos escondidos e não lhe deram nenhum apoio. que lambem 167 . sem neubuina nub-a companhia a não ser a de uma viúva e seu filbo (1 Rs 17. Portanto. seu trabalho não seria solitário. mas também confirma a imagem de uma figura solitária separada do meio de um povo pecaminoso. Além ffisso. Também é um exemplo de como a fé pública de uma pessoa torna-se o elemento catalisador e leva outros a ter a ousadia de também demonstrar publicamente a con­ fiança em Deus. tal disparidade sorvin parâ mostrar de maneira ainda mais vívida o poder da fé em operação.10. Seus milagres e sua mensagem foram levados adiante por Eliseu. o proleta reaparece com uma mensagem para Acazias.1 rt). Na verda­ de. Duas vezes o Senhor perguntou a Elias por que tinha ido ali e duas vezes ele respondeu com as mesmas palavras de ressentimento |I Rs 10.19-211. entretanto. derrubaram os teus altares. A experiência.1-28). A efidôucáa de Dous não loi comprometida polii desigualdade dos dois lados. e agora estão tentando matar-me também”. porém. O Senlior. onde Elios traba­ lhou sozinho. que atravessaram o rio fordao a pé enxuto. Elias lam­ bém representa Josué o o povo de Israel. filbo de Inlá ( I Rs 22. que confirmaram especificamente o que Elias já profetiza­ ra sobre a morte de Acabe. Rm 11-2. O primeiro sinal foi o chamado de Eli seu (1 Rs 19. mas oa aparente Iraqueza de palavras proferidas com brundiua í I Rs 19. respectivamente (1 Rs 19 15-1. Muito mais importante. fazia-se acom­ panhar por Eliseu e encontrou grupos do profetas em Betei e Jertoô. em consonância com as profecias* cie Micaias. Em 2 Reis 1. A solidão de Elias atinge seu clímax nessa cima. A palavra de juízo de Elias para o reino do Norte foi assimilada pelos profetas Oséias e Amós. de agora em diante suas atividades sáo intercalado») com outros even­ tos e profetas.1-29). Esse cuidado bei lidar rom a solidão do pro­ feta é evidente pelos personagens piedosos que surgem nos capítulos que seguem a cena do monte Horebe 11 Rs 19). Só eu fiquei.3): "Tenho sido muito zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos.ELIAS.71 . Ato aquele momento estava acos­ tumado a expressara presença dp D r u s por meio da utilização de magníficos milagres de “efeitos especiais’'. Esteve escondido por dois anos. entretanto. Os filhos de Israel deixaram < i Itiâ aliança. mas desempe­ nhado juntamente com outros profetas fiéis. mas. nm 2 Rois 2. em lugar da ação. Embora já existissem profetas em Israel antes dele. evoca a imagem de Moisés em comunhão cuni Deus ÍÉx 2 4 . poderia apenas aumentar o sentimento de soli­ dão que Elias sentia. que levou o ministério adiante após o arrebatamento de Elias e imluiu a unção do Hazael e Jeú como reis da Siria e de Israel. e mataram os teus pmfdlas ã espada.1-24). a fim de salvara própria vida (1 Rs 19. J 1-13). por quarenta dias. a qual pronunciou quando estava sozinho. 181.

10-13: Mu 9.24). depois que ouviram o ensino da lei.7. Assim. O próprio Elias reaparece ua Transfiguração. Lc 9.47. mas Jesrus alegou que ele era o "Elias" que havia de vir (Ml 11. Descendente de Eião.) r.25). 17.27). expulsou-o daquele lugar sagrado (Ne 3 . juntamoute com Moisés. Um dos filhos de Jeroão o lídor de clã Eru benjamita e viviu em Jerusalém | 1 Cr 8. fica claro o quanto era equivocado o escárnio dos que na crucificação sugeriram que Ele chamava por Elias e que o profela poderia livrá-lo fMl 27. 10. lambém um solitário. Mc 9-2-10: Lc 0. eram responsáveis pelo cuidado da lenda « das cor finas do Tabernáculo. 2. da Iribo de Levi.2 0 .15. prometeu o retorno de "Elias". E x is to uma indicação da InQuènciu que estran­ geiros como Tobias linham em Israel.2 2 . Este.5. Quando Neemias regressou da visita que fizera oo rei Arlaxerxes. 2 Sum o sacerd ote na época de Neemias. Também é mencionado como um dos que se rasaram com mulheres eslrangeiras (Ed 10. Um séeulo depois do ministério de Elins. Essa mensagem também íoi proferiria para o reino do Sul. 4.21.14.H.i com lesus e o animaria a prosseguir no caminho de solidão e auto-sacrifíeio que o levaria à cruz |Lc 9.11*13). na Transfigura­ ção. como representante de lodos os profolas que esperaram o advento do Messias (Mt 17 2-9. Malaquias. as quais fo­ ram descritas neste capítulo de Números. Elins conversari.35.26].650 pessoas (I\ T m 1. por figuras como Isaías e Jeromius Até mesmo o último profela do AT. ELIAS 1. minis ira dn por Esdras.17). Cada grupo familiar da tribo 'los levitas tinha respotisahllidndes especificai.ELIAS eserevijnimsuas mensagens para Israel.47-49: Mc 15.5.42.361. Filho de Deuol o líder da tribo do Godé duran te o censo iJos ismelilas no deserlo do Sinai. nunca reivindicaria essa identificação.3l|. Juntou-se aos quo se divorciaram de tais mulheres. "Deus reslaura"l. e mesmo os sumos sacerdotes estavam as­ sociados a ele. (Veja Profetas e Proferia. aí) invés de desposar mulheres da própria tribo. 168 . no novo ramo da cidade de Jerusalém. como alguém enviado aos que viviam fora de Israel (Lc 4. levou sua oferta pacífica quando o Tabernáculo íoi dedicado. E ora lambém o alvo sobre o qual Elias conversou com lesus.14: 2. 3. O povo sob seu comando eia de 45.19). Era filho de joiiiquim. Poste­ riormente. chamou o povo ao arrependimento.14: Mc 6. Os gersonilas.28-30). Crislo.2 3 . algumas pessoas confundiriam lesus com Elias (Ml 10.8. . Era o propósito do seu retorno simbólico. Era responsável pelo 13*turno de serviço ( I Cr 24. Descendente de Gérson è filbo de Liiel (Nm 3. um dos que.2B: Ed 10. dirigiu a reconstrução da Poria rias Ovelhas. Como representante tribal. o profeta. I Um dos sacerd otes que serviam uo Tabernáculo durante o reinado de Davi. na figura de João Batista.0). Veja Elias. uo entanto. No NT essa profecia é lembrada e incorporada em parle com a vinda de )oão Batista (Lr 1. 1. elos profèriiain a mesma palavra de juízo pulos pecados ilo pava o dos governantes. uo deserto (Nm 7. embora ligasse seu ministério ao desse profeta.2 1 : 1 2 . O sacrifício redentor de Cristo era o propósito pelo quaJ Elias realizara seu ministério enquanto esteve na Torra.1 .1 0 .6).14). E L IA SIB E (Heb.20). Í3 4. jun­ to às margens dn rio Jordão foão recusaria a identificação (Jn 1. Eliasibe era responsável pelos depósitos do Templo e cedera uma das câm aras para Tobias. E U A S A F E . Descendente de llarim. casaram-se com eslrangeiras (Ed 10.24-26).21).12). que ofereceria uma esperança paia o arrependi men lo anles do juízo (Mi 4. 2.

Filho de Siu rei. . os quais iam pura a butalilue lideravam o povo de Israel na guerra.20).1ÍL1ÉZER 3. foi um dos muitos filhos que vie­ ram como um presente especial para Hnmã. Sua ta­ refa era organizar a distribuição <lo terri­ tório destinado á sua tribo entre os vários clãs e lamílias. foi uomeado por Davi para ajudar a levar a Arca do Senhor para Jerusalém | 1 Cr 15. Como resultado do extraordinário avivamento que ocorreu durante o reinado de Ezequias. 6 Filho do Elioenai. Filho de Simei. após o retorno do esdlio babdóuieo. E L I A TA (Heb. as quais se revezavam em perío­ dos. Era o sétimo na lista dos soldados descritos de forma vivida como os guerreiros exlremamente valentes.271. 6 . ljstad o na genealogia que vai de Benjamim uo rai Saul (1 Cr 8.9. uin dos supervisores dos dízimos e ofertas trazidos pelo povo. ura bisavô do Samuel Seus des­ E L IÉ Z E R . tornou-se "como o exército de Deus” (v.2l). 1 Li ELIEN A I (Heb. loi oulrn que ?r casou com mulher estrangeira l Ed L0. Outro dos "heróis de Davi" (1 Cr 11. As tareias durante o culto p u adoração eram distribuídas ontre as famílias dos levitas. foi um doS que se cagaram com mulheres estrangei­ ras |Ed 10. Quando o exército de Davi cresceu. “Deus vem"). 7. 8 .2). Maavita.131P-n-c. Foram comandantes que propor­ cionaram um grande apoio ao filho de Jessé nas batalhas (1 Cr 12. Era uni dos levitas separa­ dos para profeiizar e tocar diante do Senhoi.olhos são de der de clã e soldado valenle tia tribo de Deus"). 22). Seu pai era "vidente” do r»*i Davi. 5. Descendente de Hebrom e líder de uma lamília levita. depois do exílio. náo simplesmente para estai ao lado do vencedor. E L IO A O E .461 . 2. lambém listado na genealogia que vai de Benjamim ao rei Saul (1 Cr 8. Mais liu-de. Seria seu provável cos do Templo.c. 4.11). Neto de Asafe.24 lista-o comn uni dos cantores israelitas que se casaram corri rnuliieres estrangeiras e viviam com elas em Juda. Benjamim até o rei Saul. Fillio de Quislom.27). por sorteio. 9. 3. O Inrno de Eliata era o vigésimo ( l Cr 25.25: não é mencionado na lista de 1 Crónicas 11J.25). Descendente de Bani. Levita. Rra servo de cendentes loram listados entre os músi­ Abr(a)ão (Gn 15.“meus.47). depois da conquista de Canaã (Nm :*4.25). 169 .24. que toi necessário constru ir armazéns r s peei ais para guardálos. Um dos "Lriuta heróis" de Davi. mas porque o "Espirito” ope­ rara entre eles. os quais saiam á bnlalhn e lide­ ravam o povo na guerra 11 Cr 11. E L IE L (Hnb ’fmeu Deus éD eus”!. 6 listado em 1 Crónica* 3.11). a mosma passagem sugere que tais homens transferiram a lealdade ao rei. sob o comando de Conauias e Simei (2 Cr 31. sou pui. 4. coatfta.2LI na genealogia que vai de rou deuses pagãos (1 Cr -5. Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul e uniram-se a Davi. a fim de que Deus fosse glorificado. Damascnuo. Filho de Sasaque. trouxeram tantos presentes e ofertas ao Templo. Mencionado em l Crónicas 6. que loi infiel ao Senhor e-ado­ nicas 8. quan­ do este estava em Ziclague. 5.24 como membro da linhagem real de Judá. Ele fazia parte do grupo selelo. Era harodila (2 Sm 23. E L IC A . é cilnrlo em J Cró­ Manassés.22. ern um dos “trinta heróis” de Davi.36).4. 1 . Esdras 10. loi esco­ lhido pelo Senhor e nomeado por Moisés para Liderara tribo de Benjamim. s. para organizar o armazenamento das doações.34. Descendente dn Zatu.

Pode ser o mesmo Eliíelete mencionado em 2 Samuel 23.‘ J ). teve muitos filhos f 1 Cr 2 3 . FLnalmenle. 18. junto com seus parentes.1. eslava entre os sacerdotes que se uniram a Esdras e ao povo no arrependimento» depois do regresso da Babilónia para Jerusalém. os bravos guerreiros que lideravam 0 povo de Israel nas guerras. Depois. 32). que se junlou a Esdras no regresso a Jeru­ salém. Recebeu esse nome de Moisés. depois do exílio. Ancestral de Jesus. Muitos homens de Judá se casaram tom mulheres de OUtras Iribos e alá de outros povos. Finbora fos­ se o mais sábio. Deus reafirmou a promessa de que ele teria seu próprio filho com sua esposa Sara e que Eliâzer uâo seria seu herdeiro (vv. Descendente de Harim. eles loram até o patriarca. Abraão éstava preocupado porque o Se­ nhor não lhe dera um descendente. o qual.10). O filho de Eliezer chamou-se Renhias. o qual. Levita que também se divorciou da esposa estrangeira (Ed 10 23).24J.34. depois de ler seguido fi­ elmente ao Senhor durante lodo seu rei­ nado lv. pois proclamou uma vi­ são moralista da salvação. para "condoer-se dele. 6). e me livrou da espada de Faraó" (Êx 18.8) 3. Ada (Gn 3 6 -4 . sucumbiu à tentação de.ELIFAL herdeiro. quan­ do esta ora conduzida pura Jerusalém pelo rei Davi (1 Cr 15. o qual. 6. Líder entre o povo e humem sábio. 7. 5. Ajudou o referi­ do sacerdote u encontrar levitas qualifi­ cados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8 10). “Deus tinha julgado"). de Judá. 1 1 . 10.7. Fizeram um pacto de servir ao Senhor (E<110.11.C. 22. Filho de Dodavu. Descendente de Jesua.1 0 .1 1 e o advertiu de que "pagaria caro u Deus" por seus pecados. 15.21e divorciaram-se de suas esposas estrangeiras (w. Era um dos "trinta heróis" de Davi. ofereceram-lhe vários conselhos (Jó 2. 2. Um tle seus descendentes foi Selomite. 8. profeli/ou contra o rei Jeosafá. 4.36).37).11).311. PiD. O primeiro e o mais velho dos três amigos de [ó. Primeiro. ELIFAZ (Heb. ELIFAL (Heb. Inicialmente. Era filho de forim o pai de Josué (Lc 3. Filho de Zicri. 9. porquo o Senhor não aprovou tal aliança cwrn um rei perverso (2 Cr 20. de Israel.41. Sacerdote cuja tarefa era tocar uma trombeta diante da Arca do Deus.1 42. Ê um Irisle com entário sobre Jeosafá. nçusou-o do subestimar 11 Senhor (Jó 15 . Fi­ lho de Ur (1 Gr 11.15.19).25.1. 1. 2-5).35). natural de Maressa.pro­ curai ajuda contra as inimigos nos que não confiavam 110 mesmo Deus.17). porque esle fizera aliança com o rei Acazias. Os dois construíram juntos navios em Eziom-Geber.1 1 . era oficial da Iribo de Ruben duranle o reinado de Davi (i Cr 27. por sua voz. que disse: "O Deus da meu pai foi minha ajuda. Fi­ lho primogénito de Esaú e sua esposa hetéia. lambém se divorciou da esposa estrangeira |Ed 10. por meio de seus discur­ sos Elilkz demonstrou ser um "ínstrulor" dogmático. era o res­ ponsável pelos lesouros do rei Davi (1 Cr 20.17). Um rios filhos de Moisés e sual es­ posa Zíporu: irmão de Gérson. ficaram incapazes de falar por lougo tempo.1 5 : I Cr 1.35. coniorme havia prometído. listado ua genealogia que vai do Cristo até Adão. exor­ tou | ó a aceitar as perdas como castigo de Deus por seus pecados (Jó 5. Neto de Benjamim e lilho de Hequer | 1 Cr 7. e consolá-lo" (Jó 2. Quando viram os terríveis problemas que Jó enfnuilava debaixo da provação de Deus.201. Essas em barcações posteriorm enl'-' foram destruídos. 2. “Deus é vitorioso"). 4. De­ pois.seo patriarca rião tivesse filhos. A con­ vicção tle Abraão nesta promessa lhe foi imputada para justiça (v. apresen­ tou-lhe vários pecados e concluiu com 170 .20).

Útn dos filhos de Davi. o culto a Deus foi organizado adequadamente pelo roi Davi Efifttleu loi um dos membros du família dos meraritas. acompanhado de duzontos homens. e p. Essa lista proporciona uma linhagem real pura o reinu de Judá depois çfo exílio babilónico.6.27).7).8) 6 . linha dois filhos: Malom e Quiliora.41.2.d.. Viviam em ELIOENAI. Um dos descendentes de PaateMoabe. Foi um (los tocadores dc trombeta durante o culto de dedicação dos muros de (erusalém. Vós não falastes de mim o que era reto. Um lídor do clã da tribo de Simeão. ELIFELEU. Era lilho de Sisa e divi­ dia esse Irabalho com seu irmão Alas. B oaz e Noemi.21)1 E L I M A S . Descendente de Pasur. um dos que se casaram<mu mulheres estrangeiras. Um dos descendentes de Adonicão que regressou da Babilónia com Estiras. 3 . fim de ser "restaurado" í]ó 2 2 | . 171 . nascido em Jerusalém (2 Sm 5. 4 . 5 . Neto de Benjamim.23.ELIOREFE um apolò. Descendente da rei Davi. (Para mais detalhes. Elimeloque morreu.g. Mencionado ein Neemias 12.22)» 7 . seu Irabalho específico. Uma delas.39. 5.3).3b.24. 4. 2. 2. e a< pi­ tarei a sua oração.34). para que st* submetesse a Deus. um dos descendentes do Benjamim» registrado na genealogia de 1 Crónicas 6. um dos porteiros do Tabernáculo (1 Cr 26. mediante sacrifícios. Da tribo de Judá. p. Um dos doscendenles de Hasum. também listado entre os que se casaram com mu­ lheres estrangeiras (Ed líl.Filho de Meselemias.8. Seus filhos se casa­ ram com m oabiias. 4. em 1 Crónicas 3. EL IFELETE. 14.13). era de músico. ora um dos secretários do rei (1 Rs 4-3). no tempo de Esdras (Ed 10. como o mou sorvo JÓ" (Jó 42. P osterior mente. sem nenhum apoio masculino Da família.i . durante o reinado de Artaxerxes (Ed 8. o fim do quo fossem perdoa­ dos: “O mou servo Jó orará por vos. nm favor do Noemi e Rute (Rt 1. e não vos tratarei »:ooforme a vossa Ioui tira. Um encantador (Al 13. listado como um dos Irés fillios de Nearias. PvU. 1 Cr 3. listado entre os que se casaram com mulheres estrangeiras (Ed 10.4].a ELIOREFE. filho de Beqnor (1 Cr 7.18. 1 . veja fíuto. cuja soberaniu é total. Belém. o qual resgatou sua proprie­ dade. junto com ela.16. du­ rante o reinado do Arluxerxes (Ed 8. Alt.8.7-9). mencionado em I Crónicas 4. mas logo depois lambém morreram o deixaram Noemi sozinha com as duos noras. Depois que a Arca da Ali­ ança foi levada paru Jerusalém. decidiu acom panhar a sogra de volta para Belém e adorar a o Senhor.3.u.33). veja Bar-fasua] ELI ME LE QU E (Hob "Deus é rei”). utê que a fome na terra lez com que mudassem para M oabe. o qual servia como porteiro. Filho de Eseque. voltou da Babdónio com Esdras. Um dos “trinta heróis" de Davi (2 Sm 23. entre­ tanto. parente de Elimeloque.No final. 8 .1. 2.3.9). 3 . casou-se com Boaz.9).t . q Todo o livro de ló revela de forma muito clara como a tão repetida expli­ cação religiosa dn lei de causa e «feito (pecado = juízo: justiça = bênção) é simplista demais quíuido as pessoas es­ tão diante do Todo-poderoso. lí­ der de uma família sacerdotal. cbamadu Rute. Na providência do Senhor. pois tocava harpa e lira juntamente com seus irmãos ( l Cr 15. íi. D escendente de Zatu.3. Deus vindicou Jó e ordenou aos amigos que o procurassem. para que intercedesse por ales. marido de Noemi. Listado como um dos prín­ cipes de Salomão. 1. esta moabila tornou-se bisavó do rei DaviPara mais detalhes.

Fillio d* DavL Depois que ele con­ quistou Jerusalém e mu dou-se de Hebrom para lá. o reino do Israel foi assolado pela apostasia religiosa.29— 2 Rs 10. 172 .8. Elisama foi um desses mestres (2 Cr 17. Era pai de Num.4. Joás loi coroadô rei Atalia foi morta por Elisafale e pelos outros líderes. e não hesitava em desarraigai a verdade por meio dn força.G. morto recentemen­ te. . Os d o is primeiros foram mortos por Deus e o terceiro sucedeu o pai no cargo de sumo sacerdote iNra 20. que claramente era influenciado por Joiada. 14.im púrpura azul. Elisama foi um de seus muitos rebentos (2 Sm 5. "meu Deus é meu jura­ mento’). 2. Elisama também li­ derou sua tribo quando oh israelitas par­ tiram do Sinai e prosseguiram a caminha­ da rumo à Terra Prometida (Nm 10. ELISEBA (Heb. “meu Deus ouve”). Liderava um grupo de 40. tomou multas mulheres como esposas e concubiiias.10.500 pessoa* (Nm 1.22).. Eleazar e 1tamar (Ex 6. 6 Sacerdote viveu d o s dias do rei Jeosafá. O rolo onde esta­ vam escritas as profecias de Jeremias. e mataram os teus profetas íi espada”) e u determinação de destruir o culto de Yfibweh (“só eu fiquei.28.7). Nos primeiros anos de seu reinado. L Filho de Amiúde e líder da tribo de Efraim durante o cuuso dou israelitas no deserto do Sinai.18). ELISAFATE (Hob. 5„ Elralmita. J Cr .17). ancestral de Josué.41 J.ELI SÁ ELI SÃ.29).7 damo o lugar ande Os moradores doTiro ol ilinh. Como re­ presentante de seu povo. As “ilhas de Elisá” são mencionadas em Ezequiel 27. o qual Baruque levou para o monarca.n. levou as ofertas pacificas quando 0 Tabernáculo loi dedi­ cado ao Senhor (Nm 7. loi secretário na corte. Unidos comandantes com os quais |oiada foz um pacto. Comandava uma unidade de 100 homens (2 Cr 23. avô de Josué 11 Cr 7. O príncipe. rei de Judá. Casou-se com Arão e deu à luz Nadabe. de Judá. promovia a religião de CunnÍL cultuandu a Baal. 2. Filho fie lava e nelo de (afé. foi guardado na sala de Elisama.16.27). i*.7). esse monarca serviu ao Senhor e enviou vários m esbes e levi­ tas para ensinar o povo sobre o Livro da Lei. ELISAMA (Heb. A queixa de Elias 11 Rs 19. Jr 41 1). 1 Cr 1.48. Pai de Netanias e avô de Ismael.11 e ajudou esse sacer­ dote a coroar loás. de Judá. Nos dias do rei Juoiaquim. a perseguição religiosa (“derrubaram os teus altares. Filha de Aminadabe e irmã de Naassnm. o assassino de Gedalias (2 Rs 25. 7.8). 4„ Filho de lecamias e líder ria Iriho de fudá: era descendente de Jerameel 11 Cr 2. Abiú. loiada es* qondera o ineniuo de Atalia. íoi d progeni tor ria nação que leva o sen nome (Gn 110. Depois de seto anos. ELISEU No meio do século uono a. mãe de Acazias. o agora estão tentando ruatar-me lambém"). quando o velho sacerdote morreu. antes de ser lido diante do rei por Jeudi (Jr 36. representada pelo rei Acube e sua esposa sidônia Jezabel 11 Rs 16. A enorme contribuição feita pelos eira imitas foi eutregue no sétimo dia. Seu pai foi Amiúde.1.5:5). 3.23). loás se desviou de Deus e lumem tavetmente voltou-se para a adoração dos posles-ídolos lAsera).10. rei de Judá. portan­ to.25.12. reformou o Templo e restaurou o culto ao Senhor Mais tarde.20.14) ê um bom resumo ria situação: a apostasia nacional ["os filhos de Israel deixaram a tua aliança”).C. A casa real.21). É possível que o povo dessa localidade se identifique cora os gregos ou com os liaibitantes do sul da Itália.26.“Dpus júlga").

Samuel. era o produto dn uma preocupação a m o r o s a [v.13-15). o Senhor assim sela 0 sinaliza a natureza especial a única «los tempos e de seus participantes. não era baseada uo autoritarismo. 12.3-24). Sua autoridade. juntamente com os 7. e ele abandonou a posição social e os privilégios. assim como Elias. originaram a linhagem de grandes profetas que vieram dopais deles. com a porção dobrada de Elias reconhendamenle sobre si |2 Rs 2. Esse espírito amável. 10. Elias e Eliseu (Heb. Par esta razão. Eles não âstão espalhadas por todos os lugares das Escrituras: realmente. Dessa maneira o substituto de Elias entrou em cena com um papel muito significativo: era o inicio de uma sucessão profética cujo ministério separaria e sustentaria o remanescente fiel do povo de Deus. ernbora Eliseu s o u b e s s e rjue seria toline e perda do tempo não reprimiu aquilo quo. quando 0 práfota — acostumado à vida solitária — desejava encontrar-se com o Senhor sozinho. 13.211não foi "um fogo de palha". Na época de 2 Reis 2.iojil)unis.16). e o desejo de Eliseu era ser reconhecido e equipado como o sucessor escolhido por Elias. o instrumento do juizo de Deus (Dl 28. A Bíblia é bem frugal naquilo que chamamos "milagres". "meu Deus salva") encabeçaram “a revolta pro­ fética" a. Em sua imaturidade.18. sua pronta decisão de acompanhar 0 profeta (1 Rs 19.J8).1-17). separando-o para a lunção profética.8: Zc 13. Grupos dn tais eventos. sempre marcum novos comoços — Moisés. não Inmsformou aquilo num assunto mais grave lv.15). quer coubessem disso quor Dão. A escolha de Eliseu íoi uma expres­ são da soberania do Senhor (1 Rs 19.9) e como foi atendido (vv. 2 Rs 2. não desejava ser "duas vezes ma is” do que Elias! Esta quantidade era o que recebia 0 M io primogénito na partilha dos bens (Dl 21. como um dos notáveis homens de Deus. na qual tinha liberdade para fazer o que desejasse (1 Rs 19 19-21). nem sua lideran­ ça simplesmente baseada ua tomada de decisões.2-tV).19: 2 Rs 1.10-13. 13-15J. mas exigia uma resposta pessoal.32. em sua maior parte a Bíblia concentra-se na providência ordinária do Deus. 18). Eliseu já tinha c o n h e c i m e n t o de Deus e estatura pessoal sufici­ ente para recusar as ordens de Elias (2 Rs 2. o grupo de proib­ ias queria procurar por Elias e. mais do que nas manifestações especiais ou espetaculares que proclamam sua presença.15-21. seu chamado e sua exaltação como profeta do Sonhor dopais do asconsâo do Elias. 171: quando voltaram. Três nomes figuram no comissionamento de Eliseu 11 Rs L9.19: 2 Rs 2. mas o senso do chamai lo era muito forte.21 J. A capa peculiar rio profela 11 Rs 19. Ao operar de foram inquestionável. A vingan­ ça contra a casa real — pela destruição dos uJ tares O pela morte dos profetas do Se­ nhor— seria operada poi moio do Jeú (2 Rs 0 a 111). eutretanto.17.25. Envolvia sacrifício. Seguir Elias toruora-se «ua prioridade de longo prazo.4] 0 envolveu. 173 . o ministério dos dois loi muiroado por notáveis obrus solíri. a ministério profético não termi­ naria com Elias: Eliseu iria sucodê-lo.s pelas referências à capo do seu antecossor ( | Rs 19.17). pois Eliseu pertencia a uiua famiiia rica e amorosa. Ao pedir uma “porção dobra­ da" do espírito de Elias. gentil e ameno sempre foi a característica de Eliseu.ELISEU Nesta situação. Deus honrou sou desejo: a capa derrubada pelo profeta que partia caiu sol iro 11que surgia e Eliseu atravessou novamente o rio lordão.32.350 seria Uazael (2 Rs «. estão l l g a d a . para tornar-se "servo" do homem mais velho (1 Rs 19.15. sobre a qual Elias tinha-se lamentado. Isso nos ajuda a ver Eliseu. Elias e Eliseu. afinal. O manto de Elias As duas primeiras histórias relacionados com Elisou ( i Rs 19. Concernente à apostasia nacional. o Senhor Jesus e os apóstolos. entretanto.000 remanescentes garan­ tidos polo Senhor. de volta á Terra Prometida. A história união se concentra no pedido de Eliseu (2 Rs 2. Numa palavra.

propusera um novo começo nm Canaã. c podemos ver o brilho dela tio decorrei de seu ministério. O certo é que a cabeça de Eliseu deveria estar coberla.19) — um manancial de agua suspeito que espalhava infecção mortal. estava do comando. seria essencial que desde o principio estabelecesse domínio onde fosse necessário. 241 O significado da zom­ baria (e sua gravidadel não é bem claro. às vezes lem outra utilidade: e com 0 loque dela que um monarca transforma uru de seus súditos num nobre. Semelhantemente. prevaleceu lambém contra os que viviam no lugar amaldiçoado: literal­ mente. de acordo com o contexto.ELISEU A espada de Eliseu \ associação de Eliseu com HLazael n uom Jen obviamente colocou uma espada de juízo e.22). existe um grande Deus que fica ao lado dos seus servos quando estão acuados: o Senhor ouviu a zombaria.19r22) o uma proferida (2 Rs 2. Pode ser que ele usasse os longos cabelos de um uazireu (Nm 0.23. seria estratégico que os sacerdotes de Betei rece­ bessem o primeiro golpe.. Botei (1 Rs 12. “rapazinhos estúpidos’' 12 Rs 2. agora que Elias havia saído de cena r um novo homnm.26). A vitória foi de Deus e 2 Reis 2. apenas para descobrir ( I Rs 16.5). e a espada de Eliseu foi utilizada de lorma sim ilar— exaltar u pobre e o uecessilado pura uma vida melhor.25 mostra a completa Uberdade que Eliseu leve para viajar por toda a terra em sen ministério. Esta arma. mas na palavra do Senhor proferiila por Eliseu (2 Rs 2. esse alo reverteu a maldição e trouxe a cidade e seus moradores para as novas bênçãos do pacto. como e le . mos.5) r o s garotos na verdade zombasseui de sua consagração. se ele desejava exercer um ministério sem restrições. Ambas registram ci.Lular ou fugir de qualquer num ei­ ra significaria perder o dia. A “tigela nova" (2 Rs 2. arranja­ ram-lhe um "comité de r e c e p ç ã o ” r l e "rapazinhos" — náo crianças pequenas.niu ele era reconhecido publicamente como profela do Senhor. Jericó íoi o primeiro obstáculo de Israel ua possessão de Canaà e.20) indicava que algo eslava paia acontecer. De qualquer maneira. resta Ufand o e condenando. quando Eliseu ihogou. o "sal" (embora as Escrituras não expliquem a razão) era o símbolo da aliança elerna do Senhor (Lv 2 13: Nm 18. a situaçáo era de confronta o o futuro de seu ministério dependia do seu desfecliO. se ele fosse realmente calvo. Não é interessante que justamente d os dias do rei Acabe urn homnm chamado Hiel achasse que podia ignorar a maldição. como tal. Simbolicamente.m sua mão. Assim. mas. foi colocada sob urna maldição por Josué (Js 0. embora o poder náo estivesse no ritual ou na magica.19: 2 Cr 13. nos dois lados de seu ministério^espada.28-33) estava no centro da religião liorélica de Israel lr até lá exigiu grande determinação por parle de Eliseu. 174 . que para Ele pareceu muito grave.Chegara o tempo do indicar o lavor de Deus em prol ria bênção. entretanto.34) que precisava pagar um horrível preço? A maldi­ ção. As primeiras duas historias sobre Eliseu mostram esses usos contrastantes dn espada: uma maldição removida (2 Rs 2 . “as águas são más. e a ferra é estéril” (2 Rs 2. de foruia que.23-25). Eliseu atravessara o Jordão no mesmo loral que Josue o fizera e. porém. entretanto. isso não poderia ser visto. que não fora ainda testado.

Na verdade. era que sabia ser condescendente com as pessoas comuns com anuir e poder (B\ I. Quando Geazi.1-10 a diferença eutre o que Eliseu mandou o jovem dijwr ív. ao cobiçar privilégios [2 Rs 5.42*44 (osprofetas e os outros): Tirado o veneno da cnmida (w. 271.1-6. A derrota da Síria predita.11-20 (os mo uarcas J: Os reis de Israel denunciados (v.22): por um lado. B J 2 Reis 4.38-41. Multiplicação dos pões (6.20.8s)i por outro lado. A* 2 Reis 0. Agua da vida. lambém ungiu alguns reis — embora devamos notar cuidado­ samente em 2 Reis 9.23.14s). D 2 Reis 5. 8-37 lo povo): A viuva pobre íw 1-7) e a senhora rica (w.20 (os profetas e outros): A pnrda recuperada (6. O rilho da sunamíta ressuscitado fw. perdida. cuidava de seus subordinados (C1) e idenlifiCHva-se com seus desejos (C*). severo em suas deníindas (3 . sobre quem a "porção dobrada” de Elias veio tão abundantemente. As pessoas colocadas entre parênteses indicam o alcance do interesse d* Eliseu.27). proot upar-sô com uma ferramenta per­ dida Í6 ls). ao subju­ gar seu orgulho diante da revelação divina e submeter suas necessidade? ã provisão divina. Ele podia intervir e influenciar o curso da história. 6. ao sustentar os indignos (2 Rs 3. Predito a derrota de Moabe (v. C‘ 2 Reis 4. Eliseu.8*23. A de Israel. íoi abençoado |2 Rs 5. Bi 2 Reis 8. 7-14 |o povo e os reis|: A terra dâ surtamita reslaurada. Is) e usar o poder dado pelo Senhor. 6-101! Uma mais maiores qualidades do ministério tle Eliseu. doador de vida. restaurar uma criança I4. 8-37). 7.20) e contradizer a ciente de Deus conforme revelada na atitude de Eliseu (vv.38s). C2 2 Reis 6.1-13.1-7). 38-4 I I. 13).1-7.1. 1) e o qxio elo insensatamente acrescentou para satisfazer sua suposição pessoal de que po&stiih o dam profético (w.t3s: 2. Quando Nuamà obedeceu à ordem de Deus em Ioda a sua simplicidade.18) A irn de Deus contra Israel (v.23-25).EU SEU Bondade e severidade O padrão das histórias res! antes de Eliseu mostra a dimensão d'e seu ministério em graça e poder: A‘ 2 Ruis 3.1'8).2) e na destruição dos inimigos de sou povò p3. lôf20). suprir as necessidades do pobre ((4. poisseu ministério levou-o diante dos soberanos.2 I (os monarcas): os reis do Israel destruídos. diomr diante do sofrimento (8.1-10). Eliseu representava wna nustura balanceada da "bondade e severidade de Deus" (Rm 11. contudo. corrompeu a doutrina tia graça imerecida expressa ua recusa do profeta de 175 . resoluto na promoção dos justos juízos de Deus (9. 14. 13 14-19.11»).17).1-27 (Naaiuã e Geazi): a remoçâoda impureza contraída fw. alimentar o laminto (4.8-37J e a lurra 18. A peça central dn toda u apresentação — conforme destacado acima.18). para promover ú bem-esiar do povo de Deus (G. entretanto.24—7.1-7. a hbtfV ria de Naamã o Geazi — é um perfeito resumo da vidu deste grande homem.Muitíplii agão dos pões íw 42-44). 32*37).

tomou muitas mulheres como esposas e concubinas. os aliares. 2.1).A . o candelabro.15. ELIZAFÃ (Heb. 2 Crónicas 11.14. 25) e viu o ministério da graça de Deus como um meio de obter lucro pessoaJ | v. Como os oulros. podem referir-se à mesma jiessoa. Era coraíla. Porque era mais jovem. Em Números 34. Eliú não com­ preendia como o patriarca tinha a capa­ cidade de afirmar sua inocência perante Deus. 1 Cr 3.28: 1 Crónicas 2.31 revela que esse grupo era responsável pela m aioria do trabalho dentro do Tabernáculo.C. Fi­ lho de Davi. Era Pilho do Uziel. Ao permanecer fiel ao Seuhor duranie ioda sua prova­ ção. Como os primeiros capítulos do Uvro revelam. 176 .34: e Eliabe. 2. que inclu­ íam um grande número de clãs familia­ res. e P. ele demonstrou em sua própria vida o poder do Deus para guardar seu povo. l Filho de Paruaque. enquanto buscavam explicai a Jó o q u i i estava errado. duranie o tempo da peregrinação no de­ serto.13. Depois que o rei conquis­ tou Jerusalém o mudou-se de Hebiom para lá. contraiu a contaminação do mundo com o qual imha-se identificado Iv. os utensílios do santuário com que ministrara.15).30. Elisua era um de seus muitos rebentos (2 Sm 5. tanlo enobrecia como destruía.W . da lamília do Rão. 20). a espada do Espírito.27. E lie l. mostra que os homens nomeados paia essa tarefa foram escolhidos pelo próprio Deus. a mesa. Descendente rle Obede-Edom.20) 3. 25). não importa o que Satanás atire contra eles (Jó 32. Eliabe. e ra líder da tribo deZebulom. 27 J. primeiro ouviu os nutros.18 é a mes­ ma pessoa. "Deus e salvação"). 18. pela incapa­ cidade que demonstraram em refutar os argumentos do patriarca e persuadi-lo. “mou Deus tom protegi­ do”).0. nm 1 Crónicas 6. 4. ELIÚ ÍHob. Era o chBfe dos coatitas. |ó foi apanhado no meio de um desafio celestial.D. Um dos Irmãos de Davi. Um dos líderes da Iribo de Manassés que desertou para unir-se a Davi em Zíclague (1 Cr 12. ou seja.13. Eliú nra um oficial na tribo do Judá f't Cr 27 18). da Lribo de Levi (1 Cr 20. J. nesse mesmo texto. trazendo vida aos obedientes e morte aos desobedientes. que é a Pàlavra de Deus (ET 0. 21.ELISUA receber recompensas. ura um dos amigos do Jó que o aconselharam sobre sua doença e as perdas que sofrera.25. Am e s ­ trai de Samuel (1 Sm 1. 1.5). Apa­ rece quatro gerações antes de Josá. Na* mãos dp Eliseu. em 1 Samuel 16. ou o que já sabia no fundo do seu coração: algo muito mais sério acon­ tecia.22).6: 17. “a arca. não via o que Deus podia ver. P. “Deus é meu louvor"! Um dos ancestrais de Jesus mencionado Da genealogia de Mateus (Mt 1.8 e 2 Crónicas 29. s. em 1 Crónicas (■>.24). foi apontado por Moisés para ocupar o territorio que seria destinado ao seu povo. O v. Ele eslava furioso com os outros Lrês amigos. com reputação de capacidade e força no ser­ viço do Senhor. ELISUA (Heb.c. 14.7).17). diante das tragédias que sofrera.D . dissi íTiulou (v. 5. Sugeriu como Jó podia demonstrar arre­ pendimento diante do Senhor.2 a 37. « o r e p o s ­ teiro com lodo o seu serviço” Veja tam bém t Crónica/» 15. ELIÚ DE (Heb. Números 3. Seu pai é listado como Aquim e seu lilho como Eleazar. entretanto. o buzita. Fillio de Baraquel. “ele é m eu Dous"). Um dos lideres entre os levitas.G . mudou a vordade díi Sonhor uuma mou tira (w.

18) ELPELETE. “Deus tom agido"). Liderava um grupo de 46. listado na genealogia que leva ao rei Saul Sua mãe chamava-se Husim. onde u rei mandou mata-lo. 1. Ele se uniu a Esdras no regresso da Babdõnia paia Jerusalém. 1. Basumato o Ada ÍGn 26. 36. C) contexto rnvela que tomar muitas esposas provavelmente era o que se esperava de um rei cujo reino "se ti­ nha exaltado muito” (v. mas Elnatã o apaniiou e o trouxe de volta para (erusalém.5). 3.14. Nm 26. E LZ A B A D E . ELOM (Heb. 3. rlepois que o rei "to­ mou ainda mais mulheres em Jerusalém. foi um dos [uizes e liderou Israel por dez anos. teve um irm ão cham ado A bilud e (1 Cr 8. ELNATÀ (Heb.c. Foi obrigado a fugir poro salvar a vida. Des­ cendeu te de Benjamim e líder tribal. como fez seu irmãó Jacó (Gn 27.25). Como re­ presentante dasrubenJtas.1«). 3. 2.12. 177 . 2). Filho de Sedeur e líder da tribo de Rúben. f.500 pessoas (Nm 1. Um dos filhos de Zebulorn e bder do clâ dos elouitas (Gn 46.34. ELNAÃO (Heb. Pai deNeuslu.21*23).2). Foi um dos “trinta heróis" de Davi.30. pai das esposas de Esaú. Seus dois filhos são listados entro o» "heróis de Davi". Mais tarde. mãe do rei Joaquim (2 Rs 24.40).11. após a morto de Ibsã (Jz 12. Ele advertira o povo sobre o iminente (uizo de Deus o a des­ truição de lerusalem pelos caldeus.12. Um arqueiro da tribo de Benjamim. Esse comandante estava entre os oficiais que ouviram a lelpira feita por Baruque das profecias de Jeremias e aconselhou os dois a se esconderem Depois lenlou evitar que o mi queimasse o rolo IJr 36.n.5. em Ziclagun (1 Cr 12. “Deus é minha torça"). levou sua ofer­ ta pacífica quando o Tabernáculo foi de rticado ao Senhor (Nm 7. arnbidestro e extremamente hábil Primeiro lutou no exército do rei Saul.U m dos ancestrais de Jesus (Lc.16). Elas. como guerreiros de renome.28). 2. ELPAAL (Heb. a Bíblia dá a idéia de que tais homens uão trnnsferiram a lealdade apeuas p a ra estar do lado vencedor. mas porque o "Espirito" operou no meio de­ les (v. "meu Deusé uraíí rocha"). um pro­ feta fiel ao Senhor.46 a 28. na época da censo dos israehlas no de­ serto do Sinai. "foram para lsaque e Rebeca uma amar­ gura de espirito" (v. ELUZAI (Heb. 0 nono na lista dos famosos guerreiros da tribo de Gtide que abandonaram o exército de Saul e se 2. Seus pais desejavam que Esaú se irisasse com uma pareate.35). Filho de Acbor.8). ua mesma passagem. ELMA DÁ. "Deus tem dado"). mas depois juntou-se ao grupo do filho de fessé.5). nas­ cido em Jerusalém. 'Deus é deleite"). Era pai de Cosã e filho de Er. tomarias por ele das tribos que se encon­ travam na região onde se estabeleceram. Provavelmente é a mesma pessoa do item u«2.11. Ajudou o refe­ rido sacerdote a encontrar levitas qualificados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8.26). um dos líderes en­ viados ao Egito pelo rei Jeoiaquim em perseguição a [Mas (Jr 20.10). (Veja JuiZCJS).12). Um dos judeus que lideravam o povo. Ele lambem Liderou seu povo quando os israelitas deixaram o deserto do Sinai (Nm 10. Pái de Jeribai e de Tosavias | 1 Cr 11. 35). Um dos lilhos de Davi. Da tribo de Zobulom.ELZABADE ELIZUR (Heb. -A gran­ de contribuição íeila por sua tribo foi entregue ao Tabernáculo no qoarto dia. i! gerou ainda mais filhos e Cilhas’’ (1 Cr 14. "terebinto").3. 1 . Heteu.8). Listado nu 1f>* geração depois de Davi. 23).

os dois morreram 2 Filho de Seiuaíaa.23). Foram conunulanMoisés pediu a ele e a seu irmão Misael les que proporcionaram um grande que carregassem os cadáveres dos primos apoio ao filho de Jessé.23 declara que o nascimento virginal de Jesus cumpriu a profecia dc Isai as 7. para serem enl«rrados Cr 12. O nomtí significa "El (Dous) está conosto" e indica que a pessoa demonstrava a presença especial de Deus com seu povo. por torem ofere­ os porteiros do Tabernáculo.10-12).8. atacaram os judeus. não dã a devida atenção g um contexto mais amplo da profecia. vir­ gem conceberá. Maer-Salal-Has-Baz ("rápido-despoju-presa-segiira'"!. Mateus 1. É comum os cristãos interpretarem Isaías 7. que seria Emanuel (ls 7. numa atitude hipócrita. Estias descrições orientam a profecia inteira paru o tempo de Acaz e uno para Os dias de Jesus. lio de Arão. no tempo do cido um sacrifício que não estava de acor­ rei Davi (3 Cr 26. Esses homens são descritos de lho deUziel. Desde os primei­ ros séculos do cristianismo. Vários futurei» indicam que essa profecia faiava de alguém que vivia nos dias de Isaias.3-íi).4).2).lá : 8. a iim de forçá-los a unir-se a eles numa aliança contra o lmpèrio Àssirio (Is 7. mas Acaz.141. por sua vez. e Peca. precisamos pri­ meiro olhar para o contexto histórico original da profecia de Ualas. Isaías 178 . nas batalhas jl Nadabe e Abiú.). rei tle Judá (732 a 715 a.13. su­ cessor do rei Acaz.15). entretan­ to. poi causa da infidelidade do rei (Ls 7 17-25). onfretantó. . mamente valorosos. 700 anos mais tarde.14: “A .1. o dará à luz um lilho. judá soria entregue nas mãos da Assíria. Riralelamenle com a descrição do Emanuel (Is 7. foro do acampamento. Para entendermos melimr o significado deste título para Jesus. recusou o sinal.3 registra que o profela leve um filho.10: Mt 1. continuam firmes na identificação do Cristo Como o Emanuel da referida profecia. De acordo com esle ponto de vista. Deus oloreceu ao roi do ludá um sinal do seu cuidado (1$ 7.C. Isaías anunciou que o . Sagúndo. Os eventos registrados nos caps.12). o profeta disse ao rei Acaz que snus vizinhos do uorto deixariam do ameaçá-lo antes que Emanuel soubesse "rejeitar o mal e escolher o bem" (ls 7 15. Alegam que Isaías referia-se ou ao seu próprio filho ou a Ezequias. Isaías 8. Essa abordagem tradicional. Fi­ Ziclague. 7 a 8 aconteceram durante um período de profunda crise.16). Os cristãos adiam que Emanuel refere-se ao próprio nomo de Cristo.C.7). Jesus é o cumprimento da profecia é d termo Emanuel refere-so exclusivamente a ele. Em 735/4 a. o rei Rezim.ELZAFÃ uniram a Davi. o será o seu nome Emanuel". Nomes similares aparecem pelo menos em duas ocasiões em antigos escritos judaicos éxtrabihbcos. no reinado do Acaz. do com as instruções de Deus. o profeta assegurava a Acaz n proteção por meio do Messias Dessa maneira.22: Lv 10. é listado entre ao lado do Tabernáculo. da Siria.10). Os cristãos.. e preferiu a proteção da Assíria (Is 7. EMANUEL Mencionado quatro vozes na Bíblia ÍLs 7 .Se* nhor mesmo escolheria um sinal. Em resposta. os judeus têm questionado essa interpretação dos cristãos. como um tipo ou prefiguração de Cristo: Priniehr). de Israel.14 como uma referência direta e ex­ clusiva a Cristo. Logo depois do nascimento do menino. "protegido por Deus"). quando ele eslava em EL2AFÃ (Hob. da tribo do Levi maneira vívida ca mu guerreiros extre­ Foi líder dos coatitas (Ex 6. O Senhor enviou Isaías para dizer a Acaz quo Rezim e Peca não consistiam uma ameaça séria (Is 7.

14). num novo Céu e numa nova Torra (Ap 2 1 3). porém. Cristo está nó tnnio da Igreja. 3 9 .6J. Deste pouto do vista. porque era virgem no momento nm que a prediçíío foi feita. Isaias faiou sobre Emanuel nos dois oráculos que se seguiram ao nasci­ mento de Maer-Salal-Hos-Baz (ls 8.f.4).D l20.5). 2 I<s 18. Deus estova presente com os indivíduos e com toda a na^ão (Gn 21.3 :4 6 . (a feiticeira dej.8. 2. a fim de protegé-la e abençoá-la (Ml 28. temou « estreme­ ceu muilo o sau coração" (1 Sm 28. Cristo o s t o r á uo meio de seu povo para sempre. 1 Samuel 28 relala um mcidenlena vida do Seul.37. o Emanuel original nasceu. para a batalha. 18. quan­ do o rei consultou uma feiticeira na cida­ de de En-Dor. “Vendo Saul o arraial dos filisteus. Jesus enviou o Espirito Santo para estar com seu povo (Jo 14.]. Isoías tomou-se pai dessa criança fdepois que sua primeira esposa morreu) com uma segunda esposa cujo nome não é tunnciouado o que cumpriuo requi­ sito ila profecia. que viveu enire nós ffo 1.18. o rei consultou ao Senhor por meio dos profeta» e do Uriiri e Tiimim o esperou que Deus lhe falasse por sonhos.2 .28:2 Sm 7.5. EJb próprio.1 -41).14. olhar para o Sonhor tornara-se apenas uma última tentativa de sobrevi­ vência.27 fz 1. Os filisteus tinham armado acampa­ mento em Suném e Saul levou suas tro­ pas o Gllboa. por sentir-se cada vez mais ameaçado por Davi e pelos filisteus. Saul dispôs-se a quebrar a Lei.7: 17.15.11.7. Em seu ministério torreuo. não lhe respondeu íw 5. 11). Num mundo cercado por inimigos.3).l :Z c 10. Depois da morte do velho juiz. e muito mais.20: 28. o Senhor. 7. Esso associação próxima entre os dois no­ mes também pode indicar quo se tratava du mesma pessoa. para saber sobre o luluro dele. 2. Por meio da terceira pessoa da Trindade.15. Ele era a única esperança segura que eles tiniram «lo bênção e proleção. Essas descrições tornam possível que o Emanuel fosse Maer-Salal-lIasBaz. para ele.10). numa leutaíiva de sobre­ vivem ia.9>22. 31.14.5).9.4. Cristo era tudo o que o filho de Isaias representava. Js 1 . Se for assim. 6.23 explica que lesus era a expressão definitiva da presença de Deus no meio de seu povo. ! Cr 22.20). Como o Messias. A presença de Deus conosco ô um conceito fundamental t?m todo o Antigo Testamenirj.l!'l: 10. A princípio.16: Al 1 8: 2.18. Jesus cumpriu Isaias 7. MateuS 1.131. Depois de sua ascensão. TJur dos líderes da tíiho do Naflali.ÍÍJ. KJ. expulsara todos os mé­ diuns e adivinhos de Israel f 1 Sm 28. lS m 3 . 179 .4 . 2 Cr l .16.29. Só é mencionado om conexão com seu filho /Vira. a quom posteriormente Moisés nomeou chofe dos naítalitas (Nm 1. Dosile que já estava sob juízo.78: ele. O Senhor o mencionado como o que habita 0 0 meio de seu povo polo monos 89 vezes. r. EN -D OR. porque Ele era a plena domonstração ria pre­ sença do Senhor do meio de seu povo.EN-DOR anunciou o despojo da Siria e Israel “untes que o menino saiba dizer meu pai ou minha mãe" (Is 8. após o julgamento final. Paulo também explicou que os que dormem no Senhor estão com fesus |2 Co 5. os israelitas fiéis nutriam a presttnça de Deus. famuis o Senhor se identificara lào intimamente com o povo da sua aliança. Finalmente. ENÃ. Said eslava tão afastado do Dous que. A presença de Deus no moio de seu povo também é um conceito vital no Novo Testamento. sem duvida poT orientação rle Samuel. de acordo com a Lei de Deus IDI 18. a grande esperança do Novo Testamento é que. Cristo tomou-se o Deus eucamado.8) o um dia voltarão com Ele (1 3. nos dias de Isaias como umu figura do Cristo.3. 7hrceiiv.

ou simplesmente removido Enéias vivia em Lida e era paralítico.Nm de Jarode e pai de Matusalém. a Bíblia descreve em Génesis 5 4. trada ern ludas 14.23. EN ÉIA S. a verdade é o contrário. sem prostrado em um cama havia oito anos.3]. AbeJ. Sem du­ vida. Este vocábulo significa "louvar". A maio­ 5. con­ um livro da período interteslamentário. p . Não neto de Adão o Eva.33). p.25). experimentar o sofrimento ou □ dar da D apóstolo Pedro repreendeu-lhe a enfer­ morte. toda a sequência do evento foi per­ mitida pela providência do Dous.13J. 18. da Terra para a presença de Deus. '‘trasladado". ou parle de seu Lomoque. Enoque.g . "a já náo era. a fim de que o seu juizu pudesse Ser pronunci­ ado de uma maneira que Saul. Primeiro filho de Caim. Seu pai foi d primei­ ro homicida.33-35. elo loz que cometeram. Viveu um total de 3fi5 anos e “andou com Deus". Um dos lideres do elá dos midianilas. dn linhagem de Sete. Escrituras. Como resultado.r„ 180 .18 19. a serviço do Senhor. iíihn o clã dos enoquitas (Gu 46. 3. muitas pes­ esse grande privilégio náo e revelado nas soas na cidade converteram-se m o Senlior. 1 . Parece que nunca tivera uma experiência como aquela antes. seus descendentes. homem notável nessa linhagem piedosa Deus não Ihe respondeu: asáfcn.17. 2. De falo. por sun fé.24). par­ que "alcançou testemunho de que agrariara a Deus'’ (Hb 1 1. ficaram famosos pelos pecados conteúdo confiável.I2. A consulta foi o grande ato final da desobe­ diência de Saul.ENÉIAS (Gn 5. coma um livro deste filho ua primeira cidade que lunqur continha um conceito com o qual ele dóu fGn 4. Assim Enoque foi oousideradn “justo" perante o Senlior. Saul con­ firmou Mia desobediência e falia de con­ fiança nu Senlior. comu há indicação de que ludas considerasse esse texto “inspirado”.37. Portanto.24). morto por Caim (Gn 4. Como isso aconteceu ou por que midade e lesus o curou O milagre fui ele nm particular foi escolhido para ter instantâneo. pot meio da fe nele. No entanto. era atribuído ao Enoque de Génesis 5. Outra re fe T ê u c ia a Enoque é encon­ ENOQUE.14. A passagem tam­ bém indica que a próprio feiticeira fícuu atónita quando um possível demónio dis­ farçado du Samuel lhe apareceu I I Sm 28. foi ura 26. outro Enoque. levou uma vida jus­ ta. fillio Enoque era um dos cinco uetos de Abroáu de Adão e Eva que ocupou a lugar de e tle Quetura (Gn 25. para uáo ver a morto”.22: i Cr 1. porque Deus para si o tomou” (tia 5. Em outras palavras. 1 Cr 1. de Caim. Enoque tanibóm aparece comu ancestral de Jesus. e procurou a feilíceira.5). Num vivido contraste com o lilho concordava: o Senhor retornaria com seus anjos. O filha mais velho dp RúLen e lí­ ria dos seus descendentes permaneceu der da família que ficou conhecida como fiel ao Senhor e o adorava. a Riblia simplesmente diz.n. que cita a profecia de depois que este foi banido por Deus. e dest aca que só e possível "agra­ dar a Deus”. Em nenhum lugar a passagem indica que taJ utilização du Sfírviço de uma fei­ ticeira seria aceitável sub certas condi­ ções. em Lucas 3. que levou ao pronuncia­ mento de sua morte.3).21. Em vez dn regis­ tro do sua morte. diz que Enoque “foi trasladado. O escritor vai mais adiante. denado a vagai' pela Terra.4. Caim colocou o q o u ic uma citação ayjrovadora.5: 1 Cr 5.d. para julgar lodos os maus. ao co­ mentar sobre a fè tle alguns dos grandes heróis do passado.9: Èx 6. O escritor da carta aos Hebreus. Mi íncionado apenas em Atos Não há dúvidas de que Enoque to) 0. um ensina que a es­ critor demonstra ser esseut ial para o en­ tendimento adequado do cristianismo. pudesse entender. a despeito de iodo o seu pecado e desobediência. Como membro da linhagem dos des­ cendentes de Adão que permaneceram fiéis ao Senhor.

30). seus ohjetivos e seu ser­ viço na família de Deus. pnr Paulo. a qual foi mencionada previamente em Génesis 4. Ele tinha "grande zelo” por es­ sas igrejas.6-11.EPAFRODITO ENOS. m encionado som ente em Filipenses 2. 1 Cr 1. porque o serviço do Evangelho em que ambos es­ tavam envolvidos era uma luta de vida ou morle e Epairodilo eslava disposto a chegar “até bem próximo da inorie" pela obra de Cristo |v. Nelo ile Adão e filho de Sete. de uma maneira frequentemente associada ao próprio Pau­ lo. quando melhorou o suficiente para po­ der viajar. em Colossettses l. Elo compartilhava a heran­ ça do apóstolo. Não sp sabe ao corto se Epafrodíto era um dos líderes da igreja em Filipos ou simplesmente um discípulo comprome­ tido com Cristo. Aprendemos. mas também Hm Hierápolis e Laodfi. mas é bera evidente que Raido tínha por ele uma elevada consi­ deração e es tinia.27J. perfeitos e plnnamente segu­ ros em toda u vontade dr: Deus'' (Cl 4. principalmente diante da perspec­ tiva de enfrentarem o iaJso pnsino e até mesmo fiersp-guiçOes. que o deixou quase á morte. que esses irmãos converteram-se ao Cristia­ nismo por meio da pregação dp Epafras.121. “nosso amado (Sonse-Evo".13).:éta |C 1 4. Foi chamado de "meu aunpanheiro de prisão em Cristo Jesus”.25). Talvez por essa razão o apóstolo o le­ nha chamado de “escravo de Cristo le­ sas" (Versão Contemporânea. vi­ veu 905 aiios (Go 4. por meio dn apóslolo. A intenção aqui ó es­ tabelecer um contraste direto entre os i lescondentes fie Sete e sua obediência ao Seuhor e a linhagem de Caim. 2.26: 5.r> ). e o apóstolo considerou sua recuperação como uma intervenção misericordiosa de Deus (Fl 2. E P A F R O D IT O . talvez por providenciar sus­ tento material para elos. um termo reserv ado para si mesmo e para Timóteo (urna vez).1H. causou grande pre­ ocupação para Paulo e os filipenses.121. ao cbomá-lo de “mnu irmão" (2. com as mais alias rpcomendaçôes. Epafrar. ao enfatizai o serviço que lez Epalrodito ficar grave­ mente enfermo (v. Sua oração era paia que os colossenses pudessem consorvarse “firmes. nán só em Colossos. também destacava-Se como un» homem de oraçãó. Seu ministério provavelmente foi ca­ racterizado pelo compromisso lotai com Cristo e o Evangelho. Iísses irmãos eram conhecidos por sua “fé e amor”. Foi enviado pela igreja daquela cidade (“vosso enviado” F1 2. Era conhecido pela in­ tercessão que fazia pelos que aceitaram a Cristo por meio do seu ministério. Eli: citai total as­ sistência ao apóstolo. 4. A enfermidade de Epalrodito. para os quais d após­ tolo destinou uma carta. Assim. a Bíblia diz que “os ho­ mens começaram a invocar o do mo do Senhor" (Cu -1.25).30). pelo “amor no Espírito” u pelas evidênaaa da graça de Deus que operava entre elos. Cl 1 7. Cristão da cidade de Filipos. Também levou informações a Paulo so­ bro os colossenses. e assegurou aos filipenses que o irmão enviado por eles 181 .26).25-30 e 4. com quem trabalhou p Ibi companheiro do prisão em Roma (Fm 23. Em seu tempo. Além de suu fidelidade na pregação. suprindo para com ele o ministério pessoal dos outros irmãos filipenses que não poderiam ir pessoal­ mente ate onde Paulo estava preso (2. O irmãos ficaram tão an gustiados com suo doença que o próprio Epalrodito licou preocupado. ou simplesmente poi orar i? ensinar. 2fiJ. Paulo o despediu. Paulo o chamu do “companheiro nos combates".3tll EPAFRAS. em oulras igre­ jas.11. Enos também e citado uti genealogia qun vai de Imsus até Adão (Lc 3. Sabia o quanto em importante pura os novos con­ vertidos terera um crescimento contínuo na Té. Paulo relere-se a elecomo'cooperador" |v. e de "servo de Cris­ to |esus". ‘servo”). para levar um donativo em apoio ao ministério do Paulo. Era conhecido pelo seu compromisso com Cristo o sua perseverança na prega­ ção du Evangelho.

De talo.oxtn do Novo Testam ento.30. que invocavam seu nome quando faziam suas apostas e ar­ riscavam suas fortunas. assim. EPÊNETO. EQUER.271. Seguidores de uma esco­ la filosófica grega. Provavelmente ocu­ pava um lugar muito espec iai no coração EPI CUREUS. do apõsiolo. era possível na igreja de FUipos. A colo­ cação desta recomendação de Epafrodito (r TimoleoJ em Filipenses 2. os preconcei­ tos e os sentimentos humanos eram o padrão da verdade. pois ninguém sabe o que este lhe reserva.181. Mauln usa a palavra “arriscar”1. Esse resumo das filo­ sofias dos epicureus reflete a descrição feita por Diógenes Laertius om A Vida dos Filósofos EinintiritoS. O fim de toda ação e libertai da dor e do medo.EPENETO superara todas as expectativas no cum­ primento de seu dever cristão. buscando a base de cada es­ colha o determinando correi umente o que deve ser evitado. Ambos aram muito com uns no primeiro século. Por prazer.30 são as mesmas usadas para descrever o auto-sacrifício de lesus em Filipeuses 2. os epicureus não querem dizer necessariamente o sensual. Uma vida de verdadei ro prazer seria uma existência de prudên­ cia.C. Não se devo confun­ dir Epafrodito com Epalras. a relação entre o auto-sacrifício des­ se discípulo e o de Crislo é nerta. o qual era nativo de Colossos |Cl 4.13: Fm 23). Seus adeptos eram indiferentes aos deuses: acreditavam neles. geradora de unidade. mas os consideravam muitos distantes para s r preocupar com o homem. Segundo eles. honra e justiça. A ausência da dor devo sor d e s e j a d a e o prazer precisa s e r busca­ do.19-30 é diiicil de entender à primeira vLs. A. 182 . n . O objetjvo da vida é alcançar e experimen­ tar o fobeidado. Nenhum plano deve ser lei­ to com relação ao futuro.12. mas peia obra de Cris­ to. pois era o prime iro conver­ tido "da Ásia" e. quo existia nos dias da Igreja Primitiva PauJo encontrou com alguns deles em Atenas lAl 17. a primeira evi­ dencia da graça de Deus na vida do povo que habitava ali A área referida prova­ velmente era Efeso. e ambos indicam uma associação fam iliar com o culto de Afrodite (Vênus) Além do ser a dousa do amor e da beleza. Na literatura grega exlrábíbliea ela é usada para descrever as apostas nos iogos. mas antes o que lira a dor do corpo e os pro­ blemas da alma.l. Fm [-uipenses 2. era também a protetora dos jogadores. Um dos netos de Jerameel [1 Cr 2. que não é encontrada em outro t. A morte não deve sor considerada.8.ta (as reco­ mendações o saudações de Paulo geral­ mente estão no final das caitas). No limd da epistola de Pau­ lo aos Romanos. Possivelmente o apostolo utilizou tal expressão para afir­ mar poderosamente que Epafrodito fcom o nome pagão intacto| arriscou tudo — uno por Afrodite. Epafrodito era a pro­ va vivu de que tal humildade.B . os epicureus afir­ mavam quR as sensações. o qual define a vida com hase nas experiências. Para ex­ perimentar o prazer.M. O nome Epafras ê uma cont ração de Epafrodito. exis­ tem dois estados de sentimento: o prazer e a dor: dois tipos de questão: a concer­ nente às coisas p a relativa ãs palavras. Epafrodito é o equivalente grego do nome latino "Venuslus''. à s v o z e s é necessá­ rio proviu B dor. o maior bem é a prudência. b Io é saudado como "meu amado" (Rm 16-5). |As palavras "próximo da morte" em Filipenses 2. O epicurismo era um equiva­ lente antigo inuito próximo do agnostteismo secular moderno. sáo ilustrações muito bem colocadas so­ bre o lipo de sacrifício humilde e a dispo­ sição de negar u si mesmo quo Gristo pro­ duziu r<m seu povo. fundada por Epituro ( M l a 270 a. Livro 10. Ao contrário dos estóicos.) Correta ou não a conexão do uome Epafrodito com o risco das apostas nos jogos. Assina.

provavelmeule ele precisava de grandes recursos financeiros para estabe­ lecer as garantias necessárias a esse car­ go cívico honorário. Erasto tam bém estava ati vãm ente engajado no ministério» cristão.. 2 . era considerado um benfeitor cívi­ co.7).12. ERASTO. que linha uma longa história no mundo romano. a fim de ajudar uo importante ministério que se desenvol­ via ali. Isso es­ tava de acordo com a ordem dada por Deus. A Bíblia nada diz sobre Er.22). LTm dos ministros de Deus".LDto.21). de se reconhecer publicamente tais boas obras. Maio­ res detalhes são dados sobre o pecado de seu irmão Onã. 0 apóstolo o enviou á Macedôuia junlo com Timóteo. Como Apoio. foi para Éfeso. Era u "tesoureiro da eidade".) pessoal e intluôncfa para ompar um cargo publico honorário.um linho e vivium om Bete-Asbéia.olònia romana e no tempo de Flauta sem­ pre se usavam lermos latinos para design nar os cargos públicos. Erasto.23). um cida­ dão proeminente da cidade. eis aqui uns cristõo. onde sem dúvida exerceu um importante papel na igreja. As tarefas do “tesoureiro da cidade" eram a manutenção das propriedades corno ruas p prédios públicos. por* t. As campanhas eleitorais exigiam que os candidatos vencedores cumprissem irae- d ia tamerrte suas promessas. Era o líder dos clãs que trabalhavam i. Primeiro filho de Judá cara sua es­ posa cananita (filha de Sua) e nelo de lacó (Gn 38. Sabemos que as leis não faziam restrições quanto às con­ vicções religiosas de quem ocupasse tais funções. Afídile era o equivalente em latim da palavra grego oikononw s. mas parece que a maioria dos membros da íaniiiia havia rejeitado o Senhor e se envolvido na cultura e reli­ gião dos cananeus. e Paulo recomenda as buniuitorias feilas pelos cristãos que linham os rei ursos paia ocupar cargos e realizar tais tarefas elvicas (Rm 13. Nra 26. exccto que "ora mau aos olhos do Sonhoi.12-15] podiam ser eleitas livremeuie em Corinto.ERASTO ER (Heb. Paia ser aleito. u quem os governantes provavelmen­ te elogiaram. em troca do “aedile““. pe)o que o Seuhnr o matou' | v. por ler feito "boas obfas‘‘< Havia uma bem conhecida convenção. "aquele que vigia"). Sabemos que um grande pavimento. 1. 48. 1 Cr 2. Assim. Erasto lambém preci­ sava ser um cidadão romano. LIm dos natos do Efroim o filho de Su to la. As palavras gravados em bronze dizem claramente: ‘'Erasto colocou esse pavimento à sua própria cusla. neto de Judá (1 Cr 4.12. ele lalvez hjsse uma pes­ soa bem conhecida.6). por­ tanto ate mesmo cristãos (que Gálio igua­ lou cora os judeus etn seu discurso em Atos 18. Por ser um ci- 183 . Filho de Sela e pai de Lera: portan­ to.19. pois tinha a total con­ fiança dos principais ( idudãus de Corinto. que vai de José a Adão.\). (Corinto era uma r. na colónia romana de Corinto IJRm lfi. Cênesis 38 é um ca­ pítulo triste. que usava suo riquez. 7J.3-7. Como Qiilros eooperadores de Paulo. com o propósito de engajar-se uo ministério (At 19. Seu pai arranjou-lhe uma esposa chama­ da Taraar. Listado na genealogia de Jesus em Lucas. sobre o qual Paulo fez meuçãQ (Kru 13. a coleta da receila n a intermodiaçáo legal uos ussunlos comerciais. isso signifii ova quo judeus.3-4). onde o apóstolo escreveu sua caria aos romanos. A últi­ ma voz quo ouvimos sobre esse importan­ te cristão foi quando «le eslava em Corinlo (2 Tm 4. 3.2(JJ. administrador". inclusive presidir os lití­ gios fmanceírus. foi colocado sobre grandes lajes de calcário acrocorintiu. que regislTu os pecados de Judá e de sua família. Tornou-se lider do clã dos eram tas. Como o cargo era eletívo.28). Era filho de Josué e pai de Elrnadã ÍL< 3. a fim de que seu povo buscasse o bem-estar da cidade (jr 29. Numa cidade rica como Corinlo. próximo ao teatro. ERÁ. que media 19 x 19 melros. ou "te­ soureiro.

nada levava a série Quornlo seus pais reprovaruin as esposas que escolhera [Gu 26.d . A passagem dá algumas Indicações do grande número de pessoas que acompanharam o patriarca ao Egilo.C. Era o filho primogénito dos gémeos de Isaque e Reboca (Gn 25-25) e tomou-sn o favorito do pai fw. en­ quanto adorava sou deus Nixroqne (2 Rs 19. para participar de campa­ nhas evaugelisticus h do fortalecimento das igrejas.11. rei de Judá. (Ass. moçáo de todo um povo de uma região para outra muitas vezes resultava em que tais pessoas odotavam a adoração do deus local. ls 37.i. e o tninislerio espiritual do Evangelho. Ob 9 a 14). Era o quo hoje chamaríamos du uma pessoa "acomodada" Adorava a li­ berdade da vida ao ar livre (Gn 25. onde aparece como Heri). era a hora de passar a bênção du família para seu filho primogénito. entretanto.7. “Asur (um deusl tem dado tim irm ão"}. 5-19). ERI.W. A prática da deportação e a re- ESAÚ. foi rei da Assíria Í6K1 a 669 a.16). ESAR-HADOM. Seu pai foi morto por seus dois ou­ tros falhos.1-4). Na narrativa bíblica eb» é lembrado por sua política de deportai o?? povos que couquisfava. E ura seu uuso não bavla bar rcira entre u basca do bem-estar material da cidade. B.ERI dadão proeminente.Arã. Filho de Senaqueribe. Como um servo dedica­ do. Parte do tributo dos reis vassalos rorno Manassés era para que aprendessem a obedecer ao rei da Assíria e reconhoeessem Asur como sou novo deus. A disputa entre os dois Jicou mais inflama­ da quando o patriarca percebeu que esta­ va às portas dn morte (Gn 27. É listado como o quinto filho do Ga de e entre os que desceram com jacó pura o Egito (Gn 46. entre­ tanto Re beca e Jacó a enganaram.6-9). mas s u d natureza de pessoa "acomodada" não permiliu que sustentasse muito lempo a anim osidade.1) e. por­ tanto. 33. pagou-lhe tribu­ tos. na fundação dos igrejas. assisa como o faio de que Manassés. O mundo de Deus não é dividi­ do. estava sempre disposto a viajar por mar ou terra. filha de Ismael |Gn 28. A ssim . Para ele. o irmão o recebeu como se nada tivesse acontonido [Gn 32.37.16. t? a pequena pedra que os dois irmãos aliraram no lago da historia fez círculos cada vez maiores (Sl 137.34). quando |acó retornou lemeroso de Padã. Não íoi permitido que ajudassem na obra de reconstrução do Templo.g . Infoli/m ente. seus descendentes e d om itas mostraram ser muito mais intratáveis. Suas atitudes ru­ des e a maneira como lugia das dificul­ dades da vida foram a causa de sua trági­ ca queda. Esaú. apesar de ulugarom quo adora­ vam o Deus israelita desde que i begaram ao país. no papel tanto de ministro como de servidor público. 27. Erasto era uni cristão de muitus pos­ ses e também cidadão romano.281. de maneua que o mais novo recebeu a bênção no lugar do primeiro (vv. saiu e casou-se com outra mulher.38) A dedkaçõo de EsarHadom y seus deuses é registrada em vá­ rias inscrições. ele exercito seu cuidado providenci­ al tanto na uivei cívico como espiritual. pois achavam que ele leria mais condições de abençoá-los. Usava sons rocursos num cargo público. que ele próprio criara.34. Eri tornou-se o líder do elá dos erilas (Nm 26.41). sua casa provavelmen­ te fosse grande a suficiente para permitir ipje os cristãos locais se reunissem uela.27) e não levava nada a serio. ao aprôveitar o falo de que não podia mais enxergar.3-7.21. Esaú teve uma explosão de genuína tristeza e fúria (Gn27. Adrameleque e Saiezer. os 184 . Am 1. As pessoas que foram c o l o r c a r i a s por ele em Judá e na região i irounvizinha ainda estavam lá nos dias de Esdras [Ed 4. A terrível idolatria que essa prática causou é des­ crita de lorma vivida em 2 Reis 21 p .

ESDRAS problemas da vida podiam sei resolvidos facilmente! De fato, só foi capa/, «le ficar zangado com a fraude de |aoó porque não levou a sério a transação qu* fizeram ariteriorniRulfi, na quaJ vendeu seu direito de primogonitura Ao voltar d* uma ca­ çada, cansado e faminto. Esaú encontrou o irmão ocupado na cozinha. O arotrtô era tentador demais e, mima atitude típica dele. viu tudo de uma maneira exagera­ da: qual snria a utilidade do direito de primogeoitura se morresse do lumeV Essa decisão frívola. entretanto, léve conseqíiêiíciiis irreversíveis. O que Esaú con­ siderava: como "ler um pooto de vista complacente", a Bíblia chama de ‘'devas­ so” r "proiano” (Hb t2 .16) — n atitude do viver couio se não existisse vida eterna nem valores absolutos. Para ele. não hou­ ve oportunidade para arrependimento (Hb 12.17). I.VM, lriar< 8 posteriormente demonstrou-lhes sua gratidão (v. 241 Para mais detalhes sobre o incidente, veja Aumfel.

ES BAAL. Um dos filhos de Saul e ir­ m ã o de Jôuatas ( I Cr 6.33; 0.39) Também chamado de Is-Bosoto. Depois da morte do rei, Abner tomoú-o e tentou lazfido sucessor do pui A tentativa de se criar um reino alternativo para competir com Davi teve vida curta; logo Is-Bosete foi morto, o que entristeceu o filho de )est>é (1 Sm 2 e-I. Veja Is-Bosete), ESBÀ. Um líder entre os horeus. Era fi­ lho de Disã e nelo de Aná |Gn 36.26; 1 Cr 1.41). ES BOM. 1. Um dos sete filhos dè Gade. listados eni Génesis 46.16. entre os que foram com Jacó para o Egilo. Em Núme­ ros 26.113 é chamado de Ozni e é o funda­ dor do d ã dos ozuilas 2. Nelo de Benjamim e filho de Beló 11 Cr 7.7). ESCOL. Um dos três irmãos amorreus (veja lambém M anw e Antir) que se alia­ ram a Abraão, quando perseguiu Quedorlaomer. a fim de resgatai o snlirinho Ló do cativeiro (Gn 14.13*16). O pa-

ESDRAS. Este võailiulo deriva de um lurrno hebraico que significa "ajuda' Provavelmetilé è uma forma abreviada de Esdraías, “ Yahweh ajuda". Os pais davam este nome aos filhas do sexo masculino, como um louvor a o Senhor por sua ajuda om tampos de guerra. Existem Irâs pesso­ as com esse nome no Antigo Ttestamento: 1. Veja Ezm. 2. Logo após o término do exílio b abilón ico, ura sacerd ote cham ado Esdras retornou para a Terra Prometida junto com Zoróbabel (Ne 12,3.13). Ele é lambem chamado Azarias em Neemias 10.2. Era um zadoquita, sob a liderança de losué. 0 sacerdote naquele tempo. 3. O mais importaute personagem com esto nome sem dúvida era o escriba que liderou as grandes retírrmas no meio do povo de Israel após o exílio, uma ge­ ração ou duas depois de Zorobabel. O ministério de Esdras. Os livros de Esdras e Neemias falam muito sobro esse bem couheoidí) personagem EIb era des­ cendente de ArãOr o primeiro sumo sa­ cerdote de Israel (Ed 7.2-7). Esdras per­ tencia â fam ília de Seraías. a quem Nabucodonosor matou era Ribla (2 Rs 25. ltt-23), O iillio de vSc-Taias, jeiizadaque, foi O sumo saierd ote exilailo p i i r a a BaliUônia 11 Cr 6 .1 4 .1!í). Embora esle não seja mencionado na genêalogia de Esdras (Ed 7.2-7Í. datava-se de um membro des­ sa Unhagem ou com uma relação muito próxima a ela. Esdras ocupou unia posição di* lide­ rança no exílio. provavelmente devido à sua linhagem sacerdotal Sua íunção exa­ la é desconhecida, mas participava dos negócios do governo, em tal posição que Artaxerxes, o imperador persa, deu-lhe sua recomendação pessoal (Ed 7.11,12). Esdras foi descrito como "escriba' (também traduzido como "mestre" e m al­ gumas Versões da Bíblia). O rei Arlaxerxes

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ESDRAS o designou "o escriba” (Ed 7,6,11J, talv«z para indicar que sua funçãu seria algo como conselheiro pBal. A tradição judoica atribuiu osso título a Esdra;*. devido uos seus conhecimentos especializados na Torá, a Lei de Moisés, Dp fato. ele leve um papel proeminente na edição e com­ p o s i ç ã o das maiores porções do Antigo Testamnnto. Esdras liderou uma caravana de exi­ lados da Babilónia para Israel, após o decreto de Arlaxerxes |Ed 7.1-12). Rece­ beu automação do imperador para arre­ cadar donativos rios judeus quo viviam na capital dn Império, para o culto no Templo em [erusalém (w. 12-28J. Essa jor­ nada aconteceu no "sétimo ano do ret Arlaxerxes" (v. 7). Infelizmente, o texto bíblico não tleixa claro se esse retomo foi no sétimo ano rle Artaxerxes I (458 a.C.) ou Arlaxerxes II (397 a.C.). Qualquer que seja n coso. Esdra* vollou a Jerusalém pelo mern > s uma geração depois que Zorobabel estabelecera os primeiros judeus que volLuam e liderara a reconstrução do Tem­ plo em 51.5 a.C.. Quando Esdras chegou u Jerusalém, firou horrorizado, oo sabei que muitos sacerdoLes. levitas e líderes civis tinhamse casado com mulheres pagãs (Ed 0). Essas uniões mis las haviam corrompido a moral e n vida religiosa da nação. Em seu desgosto, Esdras chorou humilde­ mente diante do Senhor e conduziu Ioda a comunidade aò arrependimento fEd 9 a I0|. Muitos judeus divorciaram-se dn suas esposas estrangeiras e foram reinte­ grados no serviço do Senhor. Na Festa dos Tabernáculos, Esdras leu a Lei de Moisés (Ne 7.7 \a B I 2) Os líderes do povo eslaboleoerum uma aliança lJS'e 9.3H a 10.3.9] e prometeram renovar o compromisso de manter a pureza conjugal, observar o sá­ bado e parlii ipar dos cultos no Templo. As cúx unstàni ias da morte de Esdras uno são conhecidas, O registro bíbl íco ter­ mina pouco anles do final de seus dias O seu retraio, tanto nas Escrituras como nas tradições, indica que serviu fielmen­ te junto i om Neemias como Líder do povo dn Dnus durante toda sua vida. A mensagem de Esdras. Ela pode ser resumida em dois tópicos: a despedida das mulheres estrangeiras e a renovação da plena lealdade à Lei de Moisés Sua inslstónda na guarda do sábado, na pureza mornl e no serviço do Templo não é de surpreender. Essas questões íerram defen­ didas duranie ioda a história de Israel O registro bíblico honra Esdras como um modolo de líder cm tempos de refor­ ma. Sua mensagem não é questionada por nenhum dos escritores bíblicos. Pelo contrário, os livros de Esdras e Neemias destacam varias defesas para suas atitu­ des, Ele tinha o apoio do imperador persa, das pessoas justas dc lerusalérn e do Senhor. F. fmpcnrtanle notar que a exigência de Esdras quanto ao divórcio náo era moti­ vada por questões raciais. Os exemplos de Zipora (Êx 2.21,22), Raabe (Js G 25) e Rute (Rt 1,4) deixam evidente que a união mis tu com estrangeiros não era terminan­ temente proibida no Antigo Testamento. A questão em pauta era o casamento interreligioso, e não inter-racial. A mesma pToibiçáo aparece também nn Novo Tes­ tamento (2 Co 6.14 a 7.1). Por que, então, Esdras iusisliu paia que os casamentos mistos fossem dissol­ vidos? Sua situação era desesperadora. Essas uniões mistas enfraqueceram toda a comunidade. As mulheres pagãs tinham deixado Israel, que lutava paru se manter tirme após o exílio, u beira da apostasia total. Todo o programa dp restauração corria o risco de fracassar completamen­ te. Em resposta a essa situação crítica, Esdras sabiamente insistiu para que os homens de Judá se ihvon.iassem de suas esposos estrangeiras. A mensagem de Esdras sobre o divór­ cio não violou o principio bíblico du san­ tidade do casamento. Suas instruções estão em harmonia com a sabedoria de Knilo, que instruiu os crentes dó Novo Testamento quanto u orar pelos Lncredu-

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ESPÍRITO SANTO los, na esperança da conversão deles (1 Cu 7 17-241. Pelo contrário. Esdras enfren­ tou a extrema situação da comunidade restaurada com uma decisão delicada, porém necessária Nesto sentido. Esdras perm anece como um modelo par a os crentes em to­ das as épocas. Seu zelo pelo reino do Dous linha prioridade sobre todos os outros assuntos. k.K

E S E Q U E . Mencionado em 1 Crónicas 8.39 na genealogia de Saul. da tribo de
Benjamim. Seus filhos são listados como LJlão. leús e Elifelela

ESER. 1. DosCendente de Esaú, filho de Seir d chefe dos horeus (Gn 3R.21. 27, 30: I Cr 1.38. 42). 2. Filho de Elraijn, foi morto junto com seu irmão quando tentavam roubar o gado dos gatitas (1 Cr 7 21). (Veja Elude e Hr rias). 3. Descendente de liur. pai de Husà, da tribo de Judá 11 Cr 4.4).

4. O chole ile um grupo de guerreiros i lu tribo dn Cade que desertaram d < » exér­ cito do rei Saul e uniram-se a Davi, em Zidague (1 Gr 12.9). Esses honiRns foram descritos como «xtremomente valentes: "seus rostos oram como rostos de leões, 6 oram ligeiros conto corças sobre os mon­ tes" (1 Cr 12.8). 5. Maioral da cidade de Mispa. filho de lesua, ajudou a reparar os muros do TerusaJém sob a ilireçáo de Noemiai* liSJe 3.19; 12.42, onde seu nome é grafado Ezer). Eto da Iribo de Levi: provavel­ mente é o mesmo levita que mais larde fez parte do coral que cantou na reinauguraçào de lerusalém. Os muros e a cidade foram destnudos poios caldeus, quando levaram os israelitas para o cativeiro.
PJJ.G.

ESLI. M encionado na genealogia de Lucas, que vai de José o Adão (JLc 3.25). Era pai de Na um o filho dfl Nagal. ESPÍRITO. V e j a Espirito Santo.

ESPÍRITO SANTO
Em ambas as línguas. tanlo ao grego como no hebraico, os vocábulos usados para o Espírito Santo enfatizam sua santidade. No AT. o adjetivn san to antes do subs­ tantivo espírito aparece raramente (Si 5 1.11 ; ls 63-10,11). Em contraste, o NT apre­ senta essa com binação na m aioria dos livros, coroo um nome que ocorre frequentemente, cspecialmeute no livro de Aios. Isso não significa que a ênfase ao Espirito é menor no Antigo do que uo Novo Testamento. As expressões mais frequentes no AT são o Espirito d e Deus ou o Espirito do S en hor, as quais ocorrem numerosas vezes. As palavras gregas e hebraicas para “espírito" revelam um significado duplo: espi­ rito e vento. Por exemplo, “o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” (Cn 12). mas “Deus fez passar um vonfo sobre a terra, e as ãguas abaixaram" (Gn 8.J) Jesus disse a Nicodomos: “O que é nascido dó Espirito, è espírito... o vento sopra onde quer (Jo 3.6,8). Outro significado do termo '‘espírito", nas duas línguas, é sopro, respira» çâo. tanto divina como humana (Io 4.9; 12.10; 2 Ts 2.8) Por todas as Escrituras a e x p r e s s ã o “espírito" e escrita com letra maiúscula, para referir-se ao Espirito de Deus. ou com lulra minúscula, para imiicar o espírito huma­ no. Devido ao fato de que os manuscritos anligos não usavam letras maiúsculas, os tradutores o editores às vezes têm muita dlfic uldade para determinar se o escritor

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ESPÍRITO SANTO tom mu ínepU* íj espírito de Deus ou o humano (veja por exemplo variações «le Uaduem Atos 1U.21J.

çõd,

O Espírito no Antigo Testamento Na criação
A primeira vez que a palavra "espírito'1 aparece aa Bíblia é do relato da criação, em Génesis. O Espirito • ie Deus. o qual pairava sobre as aguas, é o poder criativo que traz ordem ao caos (Cu 1.2), O sal ruis ia faz eco a esse conceito, quando diz: ‘Pela palavra do Sonhar farum faltos as céus, o toda o exercito doles pelo sopro da sua boro” (SI 33,BJ. Por meio do sopro de Deus. Adfio lomou-.se uinn .ilirwi vivente (Cu 2.7). )ó afirma que 0 Espirito do Senhor o criou e que recebeu vida por maio do sopro do Todo-poderoso [R > 27.3; 32.8; 33.4. 34.14.15). Quando Deus retira seu sopro dos seres humanos e dos animais, eles morrem e retomam ao pó (SI W4.29; E<: 3. 12.71, No vale dos ossos secos, o sopro de Deus entrou lios esqueletos e eles retornaram à vida (Ez 37 1-14)

Como uma Pessoa
A ênfase sobre o monoteísmo, dada pelos escritores do Antigo Testamento, prevalece sobre a doutrina da Trindade. No entanto, os escritores (azem uma distinção entre Deus o o Espuito do Senhor, sem jamais considerar o Espirito como uma mera ema­ nação de Deus Tome, por exemplo, as referências em Gônesis 1.1,2. Deus criou o céu e íi terra, mas o Espírito fio Sonhai pairava sobre nS águas. Deus disse que seu Espírita não contenderia para sempre com o homem (Gn 6.3). Isso significa que os escritures víhiu duas pessoas divinas distintas; ides entendiam que g Espírito era Deus. o qual exercia funções que os escritores bíblicos expressaram em lermos humanos Isso fica bem claro eui algumas passagem. Os levitas oraram: “Deste o teu bom Espirito para os ensinar (os israelitas)" (Ne 0.20). Davi perguntou: ‘Tara onde me irei do teu Espírito7 Para onde higirei dia lua face?" (SI 139-7) v. Isaias escreveu que o povo entristeceu o seu Espírito Santo e Deus (o Pai) tomou-sti inimigo deles (is 63.UM 2: veja também 48.101.

Na profecia
A rimnilfístoção da Espírito é evidente na vida dos profetas, os quais transmitiam ao povo o que o Senhor lhes lidava. Tomavani-.se porla-vozes de Dous, quando o Espírito descia sobre eles. O profeta Isauis declarou que o Espirito do Senhor Soberano estava sobre ele (ls 6 1 .lj. o que foi cumprido plenamente em Jesus (Lc 4.181 Ezequiel reve­ lou que o Espirito o levantou e o levou a lugares e pessoas, numa visão que o mesmo Espírito de Deus Lhe dera |Ez 11). Embora algumas pessoas não tivessem o título de profotu, mesmn assim proferi­ ram mensagens por meio da Espírito Santo O rei Davi pronunciou seu último testemunho poético antes de morrer, quando disse: “O Espírita do Senhor fala por mim, e a sua palavra está na minha boca" (2 Sm 23.2). Quando José interpretou os sonhos de Faraó, este exclamou que o Espírito de Deus eslava sobre o filho de Jacó [Gn 41.38,39). Depois que Samuel ungiu a Saul rei de Israel, o Espirito do Senhor desceu poderosa­ mente sobre» ele e profetizou. Deus o transformou numa pessoa diferente, de maneira

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ESPÍRITO SANTO que os israelitas jiergunlaram: "Está lambém Saul enhe os profetas?" |3 Sm 311.5-3'}). Essa pergunta íoi repetida quando o Espirito do Senhor desceu auvamontí» sobre Saul enquanto perseguia'Davi sem trégua. O rei tirou suo túnica eprafotfeou í 1 Sm IM.23.2-H. No acampamento de Israel, duranln d Exodd, Deus retirou parte do Espírito que estava sobro Moisés o □ colocou sobre 70 anciãos eles então profetizaram, bem como Eldade e Medude. Quando ouviu sobre isso. o grand* legislador disse qu»- seu desejo ora que o Senhor colocasse o seu Espirito sobre lodo o povo, para que lodos profeti­ zassem |Nm 11.25-29) O proleta Miquéias opôs-se aos falsos profetas nm seus dias. Disse que eslava repleto do Espirito do Senhor, de sua justiça e força. para convencer Israel de seus pecados (Mq 3.8). Moisés é o protótipo do Messlus, pois loi Lonsiderado um profela e revelou o Espírito do Senhor. Ele predisse o advento de CrislD, quando falou ao povo que Deus levantaria um profela como ele próprio, do meio deles (Dl 18.15,38). Além disso, ele repetidamente introduziu a revelação do Senhor com as palavras "disse o Senlior a Moisés" (Nm 8.1.5.23). O Espirito lornava o controle dos profetas o. por meio deles, revelava a palavra de Deus (Ez 2.2: 13.3.8,13,20- Mq 3.8). Os profetas maiores «, por implicação, também os menores, foram inspirados pelo Espirito do Senhor Dous Todopoderoso [Zc 7.12).

Com poder
O Espírilo frequentemente incitava uma pessoa e u enchia do poder, Como aconteceu com .Sansão Uz 13.25). O Espírito do Senhor capacitou Gideão a convocar Israel con­ tra os opressores estrangeiros e venciVlos com 300 homens (veja especialmente Jz 6.34). Elias foi cheio do Espírito de Deus. o qual apareniemenle o transportava parn vários lugares (3 Rs 18.12: 2 Rs 2.16). Quando Samuel ungiu o fillio.de lessé para ser n*i de Israel, “o Espírito do Senhor se apoderou de Davi". Ao mesmo tempo, abandonou Sutil: Deus concedeu ao rei um espírito maligno para atormeutá-Io 13 Sm 16.13.341. O Espírito abençoou Davi com dons musicais e poéticos, capai il0U'0 a ser um guerreiro destemido e deu-lhe uina esplêndida capacidade de liderança. O dom do Espírito não se limitava a lideres e reis em Israel, Na construção do Tabernáculo. Deus separou Hezalel, Aoliabe r outros para realizarem o Irabalho. O Espirito do Senhor encheu Bezalel “dp habilidade, de inteligência, e de conbecimenlo, em lodo 0 artifício'1 (Êx 31.2-4; 35.31). Nos tempos do AT. entretanto, o Espírito não repousava sobre todos d s israelitas e os que recebiam seu dom especial o manti­ nham apenas lemporariomento.

Escatologla
A recepção universal do Espírilo Sanlo foi anunciuda profeticamente séculos antes do derramamento do Espírito uo dia de Pentecostes Iveja Al 2 .17*211 . Deus falou por meio do profeta Joel: “E 'lopois derramarei o meu Espírilo sobre toda a carne, e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos velhos leráo sonhos, os vossos jovens terão visões. Alé sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei -o mou Espírito" (Jl 2.28.29), Joel. porém, não estava sozinha na prndição do fuluro derramamento do Espírilo sobre o povo de Deus. Isaías também íez uma ilustração do Senhor derramando correntes de água sobre terras secas e seu Espu ilo sobre os des­ cendentes de la c ò (ls 4 4 .3 ) . Pot meio de Ezequiel, Deus disse aos judeus do exílio que

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ESPÍRITO SANTO o Senhor os tomaria de todas as nações e os reconduziria á sua própria terra. Coloca­ ria seu Espirito sobre, eles e os motivaria a obedecei à sua Lei (Ez 31x24-28; 39.29). Dous revelou quo o Messias, quando viesse, seria cheio do Espírito (ls 11,2), o qual também seria derramado sobre o povo «la aliança (Is 12.15: 59.21: Ez 37.14). E esse Espírito permaneceria com os filhos de Deus (Ag 2.5).

O período inteitestamentário
M uito pouco sr sabe, con cern en te ao Espirito, no decorrer do período intertestamentário. No máximo, ouvimos ecos do AT. os quais reforçam n que já loi meuf ionudo. Os livros apõcrifos e pseudepígralos. a assim chamada literatura deuterocanónica, os documentos de Quntrã, e os escritos de Filo e Joseío, nada apre­ sentam de novo. Enfatizam a relação do Espirito com o Messias (l Euoque 02.2; Sir 48.24) e o pedido prios dons do Espirito (2 Esdras 14.22). Os escritos revelam a esperançB pela vinda de inu autêntico profeta II Macabeus. 11.41), porque os verdadeiros não existiam mais (1 Mar.abous, 9.27).

O Espírito no Novo Testamento
As referências ao Espirita Santo são abundantes uo Novo Testamento, especialmente nos escritos de Lucas e Paulo. O ensino do NT sobre o Espirito Santo cumpre as profecias do AT quo predisseram soo advento. As alusões ao Espírito Santo no NT cobrem todo o e s p e c t r o , desde sua Sombra que encobriu Maria na concepção de Jesus (Ml I-J8- 20: Le 1.35). até o chamado do Espírito pelo retomo de Cristo (Ap 22.17), O NT enlatiza o derramamento do Espirito, seus dous, sua obra. inspiração, comunhão e habitação nos corações dos cristãos. A doutrina da Trindade fica evidente no relato do batísmo de Jesus: O Pai revola o Filho, de quem se agrada, o o Espírito Santo desce sobre elo nu forma de uma pomba (Mt 3.16,17; Mc 1 10. Lr. 3.2-2). A fórmula betisma) Irinilária. mostrada na conclusão do evangelho «le Mateus, enlatiza essa mesma doutrina lMl 28.19). No literatura epistolar, os apóstolos ensinaram frequentemente d principio Lrinilariano, tanto no inicio curau na conclusão de suas cartas (veja 2 Co 13.13: Ef 1.2-11; 1 Pe J , 1-3)

Mateus , Marcos e Lucas
Além dos relatos do nascimento, batismo o. tentação da Jesus, ha poucas alusões ao Espirito nos evangelhos de Mateus e Marcos, Comparativamente, o de Lucas está reple­ to de passagens que falam sótore o Espírito, Mateus e Lucas relatam ambos a concepção de Jesus como obra do Espírito Santo |'M t 1.18, 20; Lc 1,35), João Batista thssn ao povo que ele balizaria com agua, mas Jesus os balizaria com o Espírito Santo (Ml 3.11, Mc 1.8; Li 3.161. Antes de Cristo iniciar seu ministério, o Espírito o levou uo deserto para s e i tentado pelo diabo |Mt 4.1: Mc 112; Lc 4 . 1). No evangelho de Mateus, o Espirito do Pai falou por meio dos discípulos (Mt 10.20); em dois relatos de Marcos e Lucas, o Espirito Santo fala por intermédio povo de Deus IMc 13.11: Lt 12.12). D p acordo com os irês evangelhos sinópticos, o pecado contra o Espirita Santo jamais será perdoado, uem nesta vida nem ua vindoura (Ml 12.31.32; Mc 3.29; Li 12.10). Quando J e s u s Inter­ rogou os fariseus a respeito do Cristo, mencionou o Espirito Santo n perguntou "Como. pois. Davi, pelo Espirito, lhe chama Senhor?" [Ml 22.43: Mc '12.361. Quer dizer, o Espi­ rito Santo inspirou Davi a compor 0 Salmo 110 e relerir-se a Jesus.

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ESPÍRITO SANTO ('i evangelho de Luras lem muilas referências a o Espirito Sanio. Já nos primeiros dois capilidas, os leilores descobrem que o Espírilo ont obriu Maria com sua sombra (Lc 1-35) e encheu Joao Batista, Isabel. Zacarias e Simeão (1.15.17.41.67: 2.25-27). Depois de sor tontado poi Satanás. Jesus retornou ã Galiléia e recebeu o poder da Espirito Santo, que repousou sabre Ele (Lc 4.14.101. Lm:asmenciona que Cristo expe­ rimentou profunda alegria no Espírito Santo (Lc 10.21) e disse aos seus discípulas que o Pai dá o seu Espirito aos que lhe pedem (11.13). Lucas termina sou relata com a palavra qup dirigiu aos discípulos: disse-lhe que permanecessem hoi Jerusalém até (|iie fossem revestidas do poder do D bus, uu seja, com n Espírito Santo (Lc 24.491-

4fos
Ilmu nova dispensação começa no NT com o derramamento «lo Espírito Santa ora Ftentecostes. As palavras que lesus disse sobre o Espírito, o qual babitaria no meia rJe lado o seu povo, foram cumpridas u;i vida das apóstolos e continuam a agir na vida de todos d s crentes liajo. O Filha de Dous predisse que. dentro de poucos dias após a sua ascensão, o batisma do Espírilo Santa faria com que o$ apóstolos fossem testemu­ nhas dele em Jerusalém. Judéia. Samaria e aié os confins da Terra [Al 1.5,8). Essa profecia cumpriu-se no dia de Pentecostes, em Jerusalém, para o pova judeu (At 2 4, 33 38): posteriormente, em Samaria para os samaritunos (8.15-18), e mais tarde em Cesaréia para o centurião romano Cornélio e sua nasa (10.44-47: J 1.15.16: 15.8'|. O ultimo grupo dp pessoas a receber o darramo mento do Espirita loram os seguidores rle João Batista que víviom em Éleso (At 19.1-7J As palavras "cheio do" ocorrem repetidamente em Atos. Por exemplo, diante do Sinédrio, Pedro íoi cheio dó Espirito Santo (Al 4.8). Quando ele e João foram soltos r voltaram para o m eio dos irmãos, o Espírito encheu todos eles (Al 4.31), Semelhantemente., os sete diáconos eram cheias da Espírita Saulo (At 6.31. entre os quais estava Estevão (O.t . 10. 7.55). Paulo também toí cheio do Espírilo Sanlo fAl 0,17; I 3.H), e o mesmo aconteceu uom seu companheiro Barnabé 111.24). Os creutes do .Antioquia da Pisfdla receberam a mesma bênção (At 13.52). Na Igreja primitiva. 0 Espírilo Sanlo testificou por meio da Pnlavra de Deus reve­ lada (At I 16: 4.25). Falou com Filipe (Al 8.20), Pedro (10.19; 11.12). com os lideres da Igreja em Antioquia f 13.2) e com Ptuda (21 4,11). Além do mais. o Espírilo Sanlo confirmou o testemunha dos apóstolos diante dó Sinédrio (Al 5.32) e não permitiu q u e mentissem, tentassem ou resistissem a Ele (5.3, 9; 7 .511 . Simão, o mágico, uão pòde comprar o Espírilo Santo | At 8.19). Pelo contrário, o Espírilo fortaleceu a Igreja (Al 9.31) e aprovou a decisão do Concilio de Jerusalém (15.28). O Espírito enviou a Paulo e Barnabé (Al 1,1.4), mas não permitiu que o apóstolo dos gentios e seus compa­ nheiros fossem a Ásia e entrassem na Mísio (16.6,7). Compeliu Paulo a ir para Jerusa­ lém. mas o alertou de quo muitos perigos o aguardavam IAl 20.22.231 ; o profeta Agabo predisse pelo Espírito Santo que o apóstolo seria preso (21.11; veja também 11.28).

As epístolas paullnas
Através de suas muilas cartas, ftrnlu apresenta uma teologia do Espírilo Santo muito mais desenvolvida do que u de qualquer outro escritor do Novo Ttestamepio. Ensina sobre o relacionamento do Espírito Santo com o Pai e com o Senhor Jesus Crislo. Instrui d s cristãos sohre a obra. os dons. 0 poder e a prespnya do Espirito Santo. Em cortas capílulos das epístolas o apóstolo desenvolve sua teologia do Espírito Sauto 191

ESPÍRITO SANTO

(Rm 8. I Co 2: 12: 2 Co 3: GJ 5). Essas seleções. entretanto, devem ser esludadas dentro do contexto das cartas paulinas. 1. O Espírito de Dr-as. Paulo mencionou o Espirito de Deus primeirarnenio em ^uas epístolas ãs igrejas de Corinlo e Êleso, Destacou que o Espirito do Sonhar revela sua sabedoria aos crentes, faz com quo sejam sensíveis às verdades espirituais e lhes dá a habilidade do ter discernimento espiritual (i Co 2.10-14J. Informou aos seus destina* lários que o Espírito Santo habitava neles, porque eram lemplo de Deus [Rrn 6.9, 11. L Co 3.16: 6.191; Juntos. lormavam uma bahiiação onde o Espirito do Senhor vivia (Et 2.22) e, como autênticos cristãos, adoravam a Deus pelo Espirito (Fp 3.3). Foi o pró­ prio Deus qupm deu o Espu-itu ao seu povo (1 Ts 4.8). Em outra passagom. Paulo disse aos i oríntio* quo eram uma carta de Cristo, escri­ ta não com tinta, mas com i» Espírito do Deus vivo. Essa missiva era a tábua do cora­ ção dos homens (2 Co 3.3) Peio poder rio Espírito que habitava nele, o apóstolo 1 ‘oi capaz de aconselhar as pessoas sobre prohlemas conjugais e falar com a confiança que o Espuilo lhe <java | 1 Co 7.40). Nenhuma pessoa ern quem o Espírito de Deus habita pode amaldiçoara Cristo. O crenti? confessa que Jesus é n Senhor, por meio do Espírito Santo 1l Co L2.3). 2 O Espirito v Jesus. Muitas vezes Paulo não loi claro, ao distinguir entre o Espiri­ to do Senhor Deus e o Espírito do Senhor Jesus Cristo. As palavras "o Espirito do Senhor" podem referir-se tanto ao Pai como ao Filho: Paulo descreveu o Espirito como "o Espuilo de Deus”, "Espirito do Senhor", “Espirito de Cristo”. '‘Espírito de Jesus”, ou simplesmente “o Espírito". O contexto muitas vezes dá ao leitor um entendimento dessas passagens. Para ilustrar, em Rorrumoí» 8.9. o apóstolo disse: ''Vós. porém, não estais na uirne. mas no Espirito, se é que o Espirito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espirito de Cristo, esse tal não ê dele". Paulo declarou que o Espi­ rita de Deus iluiu por meio de Cristo para d povo de Deus e o mesmo Espírito imana­ va tanto de Deus como de Cristo. ,Ambos, o Pai e u Filho, fnzem com que o Espírito Santo habite uo coração o ua vidu dos crentes. De maneira similar. Pauln escreveu aos Coríntias: "Ora. o Senhor é o Espírito, e onde está o Espírito do Senhor at há liberdade" (2 Co 3.1 7). O contexto desse versículo mostra que Moisés colocou um véu sobre o rosto, para evitar que o povo visse a glória de Deus se desvanecer da sua face Iveja Êx 34*33-35). Paulo explicou que ele e os demais crentes refletiam a gloria do Senhor, pois eram Iransformados na imagem de Cristo (2 Co 3 tM J. Assim, transmitiu a informação de que falava sobre Jesus e que Cristo operava por moio do Espírito 3 A ubro do Espírito. Paulo declarou que o Espírito de Deus, que ressuscitou lesus dos mortos, vivia nos crentes e assegurava-lhes que lambem ressuscitariam (Rrn 8.10.1 11, O Espírito Santo opera uo coração dos cristãos, quando se arrependem das obras pecaminosas: /o mo filhos de Deus, são guiados pelo Espírito. O próprio Espíri­ to afirma o fato de que Deus tom adotado os crentes como seus filhos (Rm 8.13-113). A obra do Espirito é evidente nos crentes que são chamados as primícias da colheita vindoura (Rm 8 .2 3 1 - Em adição. Paulo disse ao povo de Deus que o Espírito intercede por eles e os ajuda em suas orações. Eles mesmos não sabem como orar adequadamen­ te: poi isso. 0 Espirito intercede pelos santos segundo a v o n t a d e d o D«us (Rm 8 . 2 6 , 2 7 ) O Espírito Santo e o instrumento por meio do qual os cristãos são abençoados com a justiça, paz e alegriu (Rm 14.17, Gl 5.5; 1 Ts 1.6). Ele é a Iotite de amor. esperan­ ça e poder (Rm 15,13,16.19). Ele os santifica, por meio do novo nascimento e da rege­ neração (Rm 15.16: Tl 3.5). tem comunhão com eles (2 Co 13.13; Fp 2.1), fortalecelhes a íé (Eí 3.16.17) e os sela em Crislo (El 1.13).

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ESPÍRITO SANTO 4. O s donsúspirítuais. Paulo frequenlemenle enumerava e explicava os doas que o Espírito Santo concede aos crentes. Em sua carta aos Romanos, especificou os dous de profecia, serviço. ensinu, exortação, contribuição, administração e misericórdia (Riu 12.6-8). Essa Lista não é exaustiva, porque, ao escrever aos coríntios. Paulo va­ riou e acrescentou Registrou nove dons: sabedoria, conhecimento, té. uui<<. operarão de milagres, profecia, discernimento de espíritos, línguas e inlerprelação de línguas (I Go 12.8-101. os quais podem ser relacionados em três categorias: 1 Pedagógicossaljedoria e conhecimento; 2. Sobrenaturais: le, mi lugres- e cmn; 3, Coanm iruth™ . profecia, discernimento fie espíritos, línguas • ? suo interpretação Esse catálogo tem uma variação uos iíltimus versículos de t Coríntios 12. Ali Paulo euumefM os dons apontados por Dous: apóstolos, proletas e mestres. Depois destes lrês. ele menciona os de operar milagres, curar os enfermos, servir, administrar, íaiar em línguas e interpreta-las (vv.28*301- Em outra epístola, Paulo menciona os dons que são indica­ dos par Cristo: apóstolos, protelas, evangelistas, pastores e mestres (Ef 4.11). Km vez de mencionar os dous do Espírito, na epístola aos Gaiatas Paulo cita as nove virtudes como o fruto do Espirito: amor, gozo. paz. longanimidade, benignida­ de. bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio ÍGI 5.22.23). A diferença entre os dous i! o fruto é que um é adquirido por meio de doação e o outro como resultado. Quer dizer, o Espír ito Santo atribui um dom especifico a um crente, mus u obra do Espírito dentro do cristão produz um resultado na forma de virtudes espirituais 5. O Espirito e a Lei. Em algumas do *uas cartas (Rm. 2 Co e Cl|. Paulo falou que o Espírito liberta da escravidão da Lei Mó contexto, ele dirigia sua mensagem aos ju­ deus convertidos, eutre outros, que eram mais influenciados pelos judalzant.es, Sua mensagem básica era a liberdade da lei do pecado e morie por rneio da obra do Espírito Santo (Rm 8.2. 5-8; 2 Co 3.0, 17; Gl 3.2-5; 5.3-5). Isso não quer dizer que, ao abolir o legalismo» Paulo promovia urna forma de antinomia. Peio contrário, ensinou que a lei do Espirito de vida é a liberdade (Rm 8.21. que o amor é o cumprimento da lei (Rm 13.8-10; Gl 5.141 o que o crente é guiado pelo Espirito que nele habita (Gl 5.1». 25). 6. O Espírito e o batísrtio. Em I Coríntios 1 2 .1 3 , Prtulo d e c la r o u que "todos nos fomos batizados em umso Espirito, formando inu só corpo, quer judeus, qunr gTcgos. quer servos, quer livres; e a todos nos íoi dado beber de um só Espírito” O apóstolo enfatizou a palavra todos, paru indicar que pessoas de todas as áreas, raça ou condi­ ção social estão incluídas. Enfatizo a universalidade do corpo de Cristo, isto é, a Igreja. Em ambos os textos e contextos, indicou que falava de maneira figurada sobre o batismo e beber de um só Espirito, sem dar nenhuma indicação de pensar nus ordenanças do liatismo e da ce/n do Senhor. Aqui, Pa ui o não faz uma alusão ao balismo uas águas e à comunhão, O desenvolvimento de 1 Coríntios 12.13 sugere que ser batizado significa que o indivíduo se toma um membro vivo da Igreja, após a c o n v e r s ã o . Quando acontece a regeneração espiritual, a pessoa passa a pertencer ao Corpo de Cristo, isto e, a Igreja. Náo é a observância externã do bfitismo uas aguas, mas a transformação iulema, por rneio do Espírito SanlO, que leva o crente a comunhão com Jesus. Além disso, o verbo grego Uo lempo aorislo, traduzido como “foi dado beber”, indica uma ocorrftncia úni­ ca. Se esse verbo estivesse relacionado com a Ceio do Senhor, como alguns sugerem, seria algo contrário à instrução de Paulo para manler a observância dela conslanteniento, até a volta de Cristo ( I Co 11.25.26).

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ESPÍRITO SANTO

0 Evangelho de João e 1 João
1. O Evangelho de João. Em muitos capítulos do seu evangelho. João referiu-se ao Espirito Sanlu e rugistrou as palavras de Jesus concernentes a Ele. Mencionou o balisiihj de Jesus, sobna quem o Espírito pousou na lorma de uma pomba. Notou que João Batisto, quo balizava com água, revelou que Jesus balizaria t;om o Espírito Santo (Jo 1.32.331. Deus deu 0 Espirito a Jesus sem medida (Jo 3.34). lesus rlisse a Nicodemos que era necessário nascer de novo antes de se fazer parle do reino de Deus. Cristo afirmou: "Aquele que não nascer da água e <lo Espirito, não pode entrar no reino do Deus. O que é nascitlo da carne, é carne, mas o que ê nascido do Espírito, ó espírito” (lo 3.5.61. João usou a palavra grega prwumn com dois sentidos diferentes: vento e Espírito. O mistério da movimentação do vento é similar a ser nascido de novo do Espírito (Jo 3.8). O Espirito õ a fonte de viria (Jo 6.63) e ela é comparada às fonles de agua viva quo. espiritualmente falando, fluem do interior do creme (7,38.39). O discurso do despedida de Jesus, proferido no cenáculo, enfatizou o advento do Espírito Santo Ensinou que Ele seria dado pelo Pai e permaneceria para fièmpro com a crenle. Seria outro Consolador, uma Pessoa que personificaria a verdade (Jo 14.16.17). O Consolador sairia do Pai, seria enviado pelo Filho i: testificaria sobre Jesus (Jo 15.2f>). O Consolador também convem «ria o mundo do pecado, da juslica e do juízo (Jo 16.71 11 . O Espirito guiaria o crente em toda a verdade, proporcionaria a revelação lulura e glorificaria n Jesus Cristo (Jo 16.13-15). Por último. em antecipação ao Pentecostes, Jesus soprou o Espírito Santo sobre os discípulos, para auxiliá-los nu tarefa que rece­ beram dele (Jo 20.22). 2. J Jtíâú. «A s referências ao Espirito Sauto nesta epístola náo diferem muilo da­ quelas do evangelho de João. O Espírito ciado aos crentes cria nos mesmos uma cons­ ciência de que o Pai vive neles, por moio do Filho (1 Jo 3.24: 4.13). Gomo os cristãos são capazes de roconheoer o Espirito cie Deus? Eles o conhecem pelo reconhecimento de quo (esus Cristo veio de Deus em lorrua humana; eles ouvem a Deus ( l [o 12. 6). O Espírito ria verdade testifica que Jesus é o Filho de Deus ( t Jo 5.6-8]

O restante do Novo Testamento
I. Hebreus. O escritor da carta aos Hebreus ensinou sobre a doutrina da Trindade espec;ialmente com respeito à revelação de Deus. Embora Davi tenha composto o Salmo 95 e Jeremia* tenha registrado uma profecia sobre a nova aliança (Jr 31.31-34.), suas palavras (oram proferidas pelo Espirito San lo, dirigidas aos leitores da carta aos Hebreus (Hb 3.7; 10.15). No tempo determinado, o Espirito revelou que o perdão dos pecados por meio do sangue de animais terminaria (Hb 9.8. 141, Além disso, o escri­ tor da carta falou sobre os pecados cometidos contra 0 Espirito Santo (6.4-6: 10.29) Declarou, porem, que o povo da Deus é recipiente dos dons que o Espírito Santo distribui ontre eles (2.4). 2. As curta* fie Pvdro r ludtm. 1 Pedro tem cinco leforênrias ao Espirito Santo (1 Pe J.2.1 1.12: 3.18: 4.14). Juntamente com o Pai o o Filho, o Espírito é o que santifica os eleitos de Deus 11.2). O Espírito predisse os sofrimentos de Cristo e a glória subsequente II.111.0 Espirito guiou e nontinua a dirigir os que pregam o Evangelho da salvação (112). Enquanto em outras partes do NT é ensinada que Deus. o Pai, ressuscitou Jesus dos mortos, Pedro, em sua primeira carta, declara que Cristo foi vivificada pelo Espi­ rito (1 Pe 3.18. cf. Rm 8.1 1). Na verdade, toda Trindade esteve envolvida na ressurrei-

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ESTAQUÍS çân. Assim cimio u Espírito eslava com Cristo, assim Uinibóm o Espírito da glória repousa sobre Iodas as pessoas quo sofrem poT cousa de |esus Í1 Pe 4 .14|. 2 Pedro lem apenas uma referêncio uo Espirito (L21). Pedro escreveu que as pessoas que compuseram as Escriluras foram dirigidas pelo Espírilo Santo. Rara es­ crever o AT e o NT, o Espirito usou seres humanos, com seus talentos e percepções, suo* rnruCtetisLíeas e seu treinameulo. Ao fazer isso, o Espirito os guardou rio pecado e do erro. Judas revelou que as pessoas que estavam determinadas d dividir a igreja e eram levadas pelos seus desejos carnais careciam do poder do Espírilo Santo dentro delas íjd 19). Os verdadeiros crentes, contudo, fortalecem a fé, quando oram constaniRmcnte no Espírito Santo (v. 20). 3 A poralipsè. O último livro do NT lem numerosas passagens que lalum sobre o Espirito Sanlo. Na ilha de Palmos, João estava d o Espírito, tanto oo dia do Senlior como ik> momento em que olhou utracês de uma porta aberta no céu (Ap 1.111; 4.2). Posteriormente, íoi conduzido pelo Espírito uo deserto, para uma grande e alta mon­ tanha (17.3; 21.10). O Espirito dirigiu-se às sete igrejas na Ásia Menor e todo o que lem ouvidos é exortado a escutar (Ap 2.7,11,17,29: 3.6,13.221- O Espúito Santo acres­ centou à bem-aventurança: “Bem-aventurados os mortos i|ue desde agora morrem no Senhor" as palavras : “Sim, descansarão dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanharão' (Ap 14.131, Por último, junto com a Igreja de Jesus, o Espírito Sanlo dirige-se a Crislo e diz: “Vem" (22 17),

Conclusão
O Espírilo Sanlo desceu sobre Tesus Crislo na forma corpórea de uma pomba (Lc 3.221 6 como labaredas de Togo sobre as pessoas reunidas no dia de Pentecostes, em Jerusa­ lém (At 2.31, É 0 sopro de Deus tanto Da criação como na recriação (Sl 33.6; Io 3.8|. O Espirito Sanlo trabalhou na formarão das Escrituras e agora se empenha em sua aplicação. Ele literalmente levantou os escritores do Antigo e rio Novo Testamento ^ os guiou enquanto escreviam cada palavra «las Escrituras (2 Pe 1.20,21). Ele fala com as pessoas por meio tias Escrituras IAt 28.25; Hb 3.7; ít.8; 10.15). A Palavra de Deus é a espada do Espirito IEl 6.17). Para os ©islãos, o Espirito á o Consolador que coloca sen selo sobre eles, como si uai de propriedado (2 Co 2.21). Ao mesmo lempo. os <rentes lêm a cerleza de qun o Espirito é a primeira provo das bênçãos ainda maiores e melhores esperadas por eles (2 Co 1.22). Ele é como o orvalho que desce invisível sobre a Turra, embora B X ib ã resultados visíveis. Deus abençoa seu povo por rneio do Espírito Santo e concedellies a bênção Irinilária tia graça de Crislo, do amor dn Duus e da comunhão do Espi­ rito Santo (2 Co 13.13). s .j.k .

ES POS A DE POTIFAR, A. Para mai­ ores detalhes, veja Palitar. Esta mulher, cujo nome não é mencionado, truiou se­ duzir José, o qual ocupava uma posição de confiança na casa do seu senhor. O jovem recusou-se < j deitar-se com ela e a cometer tal pecado contra Deus; a mu­

lher então o aiTmou falsamente de tenlai aproveitar-se dela à força. O marido, ao ouvir essas acusações leilas pela esposa, mandou |osé para a prisão (Gn ;i9.0>-20).

ESTÁQUIS (Gr, “carro de grãos"). Cha­ mado de “meu amedo" por Paulo, para

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ESTEFANAS significar que se tratava tle um amigo muito querido. Vivia em Roma e fui saudado pelo apóstolo cm Romanos 16.9. O reconhei imento pessoal de Paulo e o cui^ dado que tinha com os irmãos de dife­ rentes igrejas é algo que deve ser notado ria maioria de suas cartas. ESTEFANAS (G r.eoraa"). Cristão bom conhecido nu Lgreju em Corinlo; ele e sua casa luram os primeiros convertidos na província da Acai a (1 Co lfi.151 e eram conhecidos pela devoção com que servi­ am outros cristãos na igreja. Paulo exor­ tou os CDrínlios a tor estima ò família rle Esfcíânas, que trabalhava Ião diligente­ mente no serviço Cristão. Sabemos .que Esléfanas ír> i balizado por rriuJo. Ao que parece, algumas pessoas na igreja uni Corinto dividiam-so om grupos Bm torno dos figuras proeminentes. Talvez algumas dessas divisões fossem causadas pelo orgulho que sentiam peio líder que as balizara. Riulo afirmou que havia balizado apenas três pessoas. entre as quais EstefanâS. O apóstolo argumentou que u unidade cristã estai centralizada no Evan­ gelho do Crislo crucificado e não em quem balizara alguém II Co l . J 6.17.23). Esléíanas é m encionado em l Cofintios Ui .l 7 . l H junto com Fortunatoe Acaico. Tais homens eram "dignos de reconhet imento" pelo serviço prestado ao Senhor, principalmente por lerem levadu noticias da igreja em Corinto a Paulo, quando este sé encontrava em Éleso. Tal­ vez os trés tenham sido os portadores da carta dos cristãos coríntios oo apóstolo e. no regresso, os condutores da epistola que conhecemos corno 1 Corintios. O serviço liei deles era "um refrigério para o espiri­ to'* de Paulo. Esse e um aspecto regular em suas carias: reconhecer os cristãos que tinham um ministério de encorajamento.
1 U 1 .0 .

2. Maacatila; também da tribo de Judã e filho de Hodias (1 Ct 4.19). E S T E R Também conhecida como Hadassa. era uma jovem judia, da Iribo de Benjamim, cujos pais morreram na época do exílio babilónico Foi criada por urn primo, chamado M orde cai (Et 2.5-7). Es­ tavam entre os judeus que habitavam na fortaleza de Susâ. sob o rei nado de Assuero fXerxes), A vida de Ester mudou quando a rainha recusou-se a mostrai sua beleza durante urn banquete oferecido pelo rei. Devido u essa atitude de rebelião, Vusti foi banida da casa real e inii. iou-.se a procura por uma jovem bonita e virgem, que ocu­ passe seu lugar. Depois de doze meses de tratamento de beleza e treinamento, Ester foi eleita pelo rei corno a mais linda jo­ vem entre Iodas os que foram apresenta­ das: escolhida como a nova rainha, não divulgou, contudo, sua origem judaica. Ester floresceu em sua nova posição, assim como seu p rim o Mordecai. Sua fé, entretanto, foi Tealmente provada quando o primo aproximou-se dela e IransmiliuIhe a sentença de m o rle ile seu povo. Ele descobrira um complô organizado por Hamã. um alto oficial do rei. para aniqui­ lar os judeus e sabia que somente Ester era capaz de ajudar a salvar o povo de Deus. Hamã persuadira Assuero u assinar uma ordem que decretava o massacre dos judeus. Ester seria obrigada a tomar uma decisão. Arriscaria sua própria vida, se procurasse o rei se.m ser convidada, ou prrrinaneceria nm silêncio e comprometeria a vida de todos as judeus. Mediante a ex­ pressão: "Se eu perecer, pereci’ . tomou a decisão de talar com o rei. Com todos os judeus de Susâ unidas em oração e lejum, Ester buscou a ajuda do marido contra Hamã. No final, o inimigo dos judeus foi onforcodo por ordem do rei e, embora o decreto original não pudesse ser revoga­ do, Assueru deu unia permissão especial aos judeus para se defenderem coutra o immente massacre. Assim eles fizeram foram sal vos (Et T a 9).

ESTE MO A. 1. Seu pai era fsba e seus avós eram Merede e Bi tia, fil ha do. Fíiraó (1 Cr 4.17). Era da Iribo de Juda,

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ESTÊVÃO O cuidado fie Deus, alé mesmo no exílio e sob mu governo pagão, c visto darameme na maneira como usou Ester e Mordecai para preservar seu povo. Os dois primos prestaram sous serviços uo rei Assuaro o a Deus tom fidelidade e honra, é conquistaram assim o respeito de todos (veja Mordecai, Vctstí e H<miã)
S.c.

ESTÊVÃO (Gr. "riqueza" ou “coroa"). É um ilos personagens mais proeminentes do Novo Testamento. O seu discurso é o mais longo do livro de Atos [Al 7.2-531 . Sua vida e trabalho são destacados nm Atos (> *? 7, embora sua perseguição e morte sejam mencionadas mais tardn em Atos Ll.lt); 22.20.. Estêvão chegou a proeminência nos primeiros dias da Igreja cristã, quando a comunidade se desenvolvia e experimen­ tava os problemas e as dificuldades c o n s ­ tantes, Uma das tensões surgidas foi em c o r u s o q u ê m ia ria acusação de que as viú­ vas de origem grega eram esquecidas na distribuição diária de alimentos (Al 6. 1). Como resposta a essa critica, os doze apostolos reuniram toda a congregação, apresentaram abertamente o problema e propuseram uma solu ção razoável' "Escolhei, irmãos, dentre vós, sete ho­ mens de boa reputação, cheios do Espiri­ to Sanio e lie sabedoria, ao.s quais constiluamos sobre esle importante negócio. Mas nós perseveraremos ua oração e no ministério du polâvra" |Al 6.3.4|. Essa proposta recebeu a acei tação geral de toda a comunidade e foram escolhidos sele ho­ mens de reputação Irrepreensível para lidar com a situação. Dois dos principais nmmbros destn grupo foram Eslèvão e Filipe. Quando o problema foi contornado, a Igreja em Jerusalém experimentou um cresi iniento extraordinário: “De sorte que crescia a palavra de Deus, e em Jurusnléin se mulliplicava rapidamente o nu­ mero rios discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia ã lé" (Al 6.7).

Conforme Lucas esclarece, Estêvão estava profundamente envolvido eui todo esse crescimento, especialmente: na ex­ pansão da Igreja de lerttsalém para Antioquia IAI 0.1 a 12.25). Lucas dedica urna < .onsiderávei atenção ao lestemunho de Estêvão (6,8 a 7 isij), descrevendo em detalhes sua prisão (0.8-15), sua brilhan­ te "defesa" f7 1-53) e seu martírio (7.5460). Eslêvão náo somente era um homem prático, hábil em lidar com a administra­ ção da Igreja e a obra social, mas também interessado na pregação do Evangelho aos outros. Sua mousagem era acompanhada rle maravilhosas demonstrações do poder de Deus. que lhe davam condições de operar “prodígios e grandes sinais entre o povo" (At H0). Isso dava 5 sua palavra urna notável credibilidade, mns também suscitava a oposição dos judeus conser' vadores, preocupados com o d o v o movi­ mento criâtãa. e invejosos por causa da evidente popularidade de Estêvão e do seu carisma. A despoito da oposição, seus inimigos não "podiam resistir ã sabedo­ ria e ao espirito com que ele lalava" (Al 6.10). Determinados a atacar e enfraque­ cer seu trabalho, instigaram uma campa­ nha sub-repfícia, ao fazer graves acusa­ ções contra Estêvão o alegar quo blaslemava "contra Moisés e conlru Deus" (At 6.11). Ao mobili/.Hr as multidões contra ele e usaras alegações de ialsas testemu­ nhas. asseguraram que íosse preso, a fim de anular seu radiante testemunho de Cristo p transformá-lo em algo sinistro e hostil à Lei mosaica 16.14). O lato Inegá­ vel, entreianlo, é que Eslêvão manteve sua compostura dian le do Si nedrio, e seus Inimigos reconheceram sua santidade: “...fixando os olhos nele, viram o seu ros­ to como o mato de um anjo" (At 6.15). O discurso de Eslêvão diante do Sinédrio é uma memorável rei^pitulação da história judaica e uma defesa ousada da lè cristã diante de seus acusadores. Foi questionado pelo sumo sacerdote se as acusações feitas r.outra ele eram verda*

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14: 3. pela resposla furiosa do povo. e Jacó aos doze pa­ triarcas" (At 7. em conse­ quência da perseguição resultante |0.31 a 21 1. contudo. apesar rle naquela época ainda náo lei1um filho (At 7 . 35. Gn 1.11: Èx 2.23-20). Gn 12 1-31 Abraão. e a sujeitarão à escravidão. assim. Numa explosão de fúria. como o trágico clímax de uma longa história de apostas ia e desobediên­ cia (7.10-141.6).4). 22.18. e mudar os cosi umes que Moisés nos deu" (At 6.17-22J. cif. A resposta de Estêvão nõo representava uma tentativa de se livrai da perseguição nu do sofrimeulo: pelo contrário. 15.12).8. a história rle José foi contada para lembrar a providência de Deus ao povo e preparai o cenário para a narrativa do poderoso livramento do Êxodo. Dous fizera promessas maravilho­ sas o Abraão.ESTÊVÃO (leiras ou falsas.5: 15.). cf.54.t: 17. A des­ peito disso. Eslêvão tez um relato da história sagrada desde Abraão e lalou dn maneiro como Deus lidou com o grande antepassado do povo da aliança (7. cl.51-531.44-50). em sou tempo uo destírlo (7. eles o aiacaram. la) e pela disper­ são da Igreja de Jerusalém.15. ir>.30-34) e no Livramento do Egito (7. onde permaneceu alé a morle de seu pai (Al 7. Estèváo m orreu ua presença do Saulo de 198 . cf.7. Gn 17. em favor dc urna visao dinâmica do povo de Deus durante a peregrina­ ção.1. e o circuncidou ao oitavo dia. em seu <omifisionamenlD (7. a providência divina foi vista em seu nas­ cimento I7. o Senhor. e.2. Gn 15. onde eles o adorariam (At 7.2-531.9. lb-4|. Eslêvão claramente se opôs □ uma visão estática da vida de Israel. Isaque gerou a Jacó.35): de futo. Tanto um como o outro foram vitimas de inveja e rejeição nas mãos do povo (At 7.54 a tí.1. no tempo determinado 'Abraão gerou a Isaque.7. Era nesle contexto do aliança que 0 rilual da circuncisão precisava ser en­ tendido (At 7. 13. Realmeule. em obediência ò voz divina.13. a mal tratarão par quatrocen­ tos anos” (At 7.8. Semelhantemente. O sermão realmente nos oferece uma “teo­ logia bíblica” — um exame do Antigo Tes­ tamento a luz do advento de Cristo. Tinham afirmo do ruido­ samente: “Este homem não cessa do pro­ ferir blasfémias contru este sanlo lugar e a loi. Depois i le pedir que prestassem aten­ ção ao que tinha a dizer (Al 7.5 . sob a liderança de Moisés.d Gu 12.58).13. I\)i«* o ouvimos dizer que esse Jesus de Nazaré há de destruir esle luxar. Mos­ tra ufa trisie quadro de constan tes escorregões por parle do povo du Deus o aponta a rejeição deles ao Messias pro­ metido. Gn 21.4450). Dous usou Moisés como ‘prín­ cipe fc Juiz'’ de seu povo IAl 7. foi umn magnífica confissão dp sua fé em Cristo contra 0 pano de lundo do tratamento dispensado por Deus ao povo da Aliança através da história.210) a segunda a Moisés (Al 7. saiu de th’ e estabelecei i-se em Harã.14: Èx 3. cí. cf.3538). o qual lamentavelmente caiu em ouvidos sur­ dos. era um cha­ mado ao arrependimento e a fé. A parle final (la revisáu hislórica lida com o contraste entre o Tabernáculo e o Templo (Al 7. Dou>dis­ se a Abraão: "A lua descendência será pe­ regrina em lerra alheia.39-431.3. A repreensão no final foi umo tentaiiva de fa/er com quo os judeus enca­ rassem sua dureza de coração e a rebe­ lião que m antinham contra o Espírito Sanlo (7. arrastaram -no para fora da cidade e o apedrejaram alé a morte (7. jul­ garia seus opressores e levá-los-ia em se­ gurança ã Terra Prometida.8: etc. 27. ao apedreiá-lo 17.7). Essa revisão histórica é seguida pela repreensão por manterem a mesma alitudo com relação ao advento de Crislo (7.13/141. O discursa lem três parles principais: a primeira refere-se aos patriarcas (At 7.14). apesar da idolatria de Israel desde a época do cativeiro (7. Gn 37.2-81 O Todo-poderoso falara uom o patriarca e Lhe dera direção para ir à lerra da promessa lAt 7.1).4.17-41): e a terceira ao Tabernáculo e ao Templo (7. Acusou sua audiência de traidores e assassinos do “Juslo" (Jesus Crislo).51-531. cf.

a alma tem oito elementos: os cinco sentidos. justo. Seus proponentes eram panlefelas. Os estóicos honravam os deuses.1-21. na presença de Deus.59).5 1-5. o intelecto e o que é ge­ rado por ela própria..10)..3: cf. Lut.ESTÓICOS Tai's<). Estevão.2-23). que o reconhecesse no céu. em suas obras podeiosas e s mais miraculosos (6.37|. e o Filho do homem. Um ó o testemunho de Estêvão.9. são martirizados mais cristão*1 do que em qualquer nutra época da era cristã- ES TÓ ICO S. SI 315). O amor era expresso em amizades profundas.59. Lr 23 46. Sua história leni grandif relevân­ d . isto é. Pri­ meiro. 199 . Posteriormente.C.341.upação deles com a ética tambéin linha muito que ver sobre as paixões humanas e seus im­ pulsos.60: cf. olhou para o Senhor par/i a vindicação finul.i coragem de Estêvão ora u razão inerente na matéria. A vida tinha três dimensões: a contemplativa. tomo 7.gregas da época de Paulo. Eram dominados por uma preocupação com a razão e a» ques­ tões relacionadas com o estado do mun­ do.8s ct Mt 10 32s). A morte de Estêvão provavel­ mente loi um dos “aguilhões" que o leva­ ram a Cristo (26. como verdadeiro discípulo. Essa filosofia e rosa para com os inimigos — tudo isso detalhada no livro de Diógenes Laércio A faz dele um modelo digno de um discí­ vida dos filósofos eminentes. que está em pé à direita de Deus” (Al 7. consentia na morte dele” (7. Seu pedido foi concedida f.60. 0 outro é o lato de que a vida de Estêvão es­ lava claramente sob o tolal controle «lo Espirilo Sanlo. O apóstolo oncontrou-se rom essa tradição em Atos 17. Jo 18. oferecium-lhas ora­ ções i: pediam boas dádivas a eles. Esta entrega recebeu uma ênfase cristocênlrica em Atos. Tam­ bém buscavam a excelência. o “protomártir”. o que a razão nos leva a fa­ zer.as registrara as pa lavras de lesus: ‘‘Digo-vos que todo aquele que me confessar diarite dos homens tam­ bém o Filho do homem o confessará liiante dos anjos do Deus” (Lc 12. Dois outros elementos também são no­ tados.18. Uma das muitas escolas fi­ losóficas . clamou em voz alta (Lc 23. 0 Filho do homem. o qual "também. pulo fiel. Deus O heroísmo e . cora­ joso e Lemperanle.401 t? entregou seu espirito (Al 7. O movimento foi funda­ do por Zenãu (340 a 265 a. Estêvão diante de seu martírio. Conforme sua doutri­ na. Paulo tomou-se cristão (9. sofreu e morreu por Cris­ lo. A prnoi. mas o homem sábio vive sem emo­ ções. no momento da morte. de ma­ neira que o mundo era ordenado pela ra­ diante dos oponentes o sua atitude amo­ zão e pela providência. ugiu como seu Senhor. cf. quando. 8. Estêvão viveu. Falou a verdade em sou julgamento IAI 7. entre as três. um obreiro eíetivo e um nobre mártir. 23. a última era a mais importante. O bomem sá­ bio de maneira alguma é vão.l por volta de 300 a.3.. recebe o meu espírito" (At 7. nu entanto. Assim. 22.8) e em seu discurso corajoso diante do Sinédrio (7. ó homem precisa ser prudente. ele i'xid-±iaou "Olliail Eu veja os léus uhertns. Esse pflpel do Espírito é evi­ dente em sua indicação (Al P. Vários aspectos são notados aqui. 26.1). Os estóicos dividiam sua filosofia em Lrès partes: a consideração dos objetns físicos.141 . os quais falavam da unidade da hiunanidade b o «eu parentesco com o elemento divino. a pratica e a racional. L<. não sujeito a julgamentos baseados no calor das circunstâncias. a qual é particularmente surpreendente: “Senhor Jesus. em seu poderoso testemunho de Cristo (6.2-53) cia hoje. per­ doou seus agressores IAI 7. reivindicou ousadamente essa promessa e pediu a lesus. o ética e a lógica. a fala.1-19. Em seu primeiro livro.h .56). A emoção eiru vista como o resultado rio julgammtos anteri­ ores. O obietivo da vida era viver em harmonia com a natureza e fazer boas açóes. A felicidade consistiu na virtude e numa disposição de harmonia.5). no presente século.C.

ao ficarem so/. e acres< eula que “o Senhor me assistiu e m e forta­ leceu” (v. o Se­ nhor deu-lhes paz duranie lodo o tempo de vida de Eúde. O Salmo B9 6 creditado a ele. Depois da morte de Otniel. 17). já próximo do final da vida do apóstolo. Acrescentou suas p r ó p r ia s saudações no final da carta a Timóteo 12 Tm 4. da tribo de Juda 11 Cr 4. um dos Lideres musicais do rei Davi | 1 Cr 6.41). 16).il. onde esses eventos são registrados.3)* 2 . serviu no ministério do Tabernáculo uo reinado de Davi ( I Cr 6. Seu filho chamava-se Azarias (1 Cr 2.42).31).301. um dos indicados por Duvi para cantaru tocar os dmholus rio bronze tpjonriu a Arca da Aiiançu íoi levada para Jeru­ salém ( I Cr 15. sacou a espada e o malou. Assim que 200 . Os papéis se inverteram o Israel subjugou Monbe.21). o qual fez "o que era mau uos olhos i lo Senhor. (Veja lambém fiiiz&i)'. Linha um propósito reslaurador. filho de Gera. Neto de Judá e Tamar e um dos cin­ co filhos de Zerá. devido ao seu ca­ samento com Jezabel. Kei deSidom. É algo digno de □oia que ÈubuJo provavelmente íoi um dos poucos irmãos que ainda estavam com Paulo naquele momento. unia anliga cidade pqrtuãria da Fenícia.ia (1 Cr 4. 5. A pnz foi restaurada e durou f)0 unos (Jz 3 16-30). invadisse Israel. quando transgre­ diram. entretanto. segunda prisão em Roam. Um cristão que esteve com Paulo duranie sua EÚDE. pois no mesmo capítulo o apóstolo declara melancolicamenb: que "ninguém me assisUu na ruinha primeira defesa. Como acontece com frequência uo Livro de luizes. por suu graça.irihos. ÊUBULO (Gr. I Irn dos líderes tia Iribo de Judá.|[z 3.7). o quo le­ vava os israelitas a se arrepender e bus­ car novamente ao Senhor. filha de Elbaal. o pecado do povo ptovocava o juízo de Deus: esse castigo. ‘ Elide. junta­ mente uom sun lum. Levita.17-19). o conh ecim ento du Salomão foi considerado ainda maior do quo o de todos nles juntosf I Rs 4.44). da tribo de Levi. 1. sob as roupas. m. Levi la que serviu no Tãljfímánilo.ds do que lodos os que fo­ ram antes dele" 11 Rs 10. Nesia ocasião. o ezrajia. Provavelmente Irata-se do Olho de Cusaias. Filho de Hela. Por meio tia comparação com a sabedoria de Eiã p de outros ho­ mens da época. Passaram-se 18 anos. pai de Ada ias e ancestral de Asafe. era fumoso por sua sabedoria. ETNÃ. Deus permitiu que Eglom. ho­ mem canhoto'.á. ETNI. "de bom conselho'"). Elbaal ti mencionado em conexão mm Arai io. Seu pai fui Meir. quo o levou dirotamenUs à adoração do Baal. a qual escondeu jumoà roxa direita. ETBAAL |Meb.l Cr 4. As vezes pas­ savam-se muitos anos até que isso acoutecesse. O libertador que o Se­ nhor então Lhes deu íoi Eúde. Na verdade. Nações estrangeiras eram autoriza­ das a invadir e oprimir o povo. 4.Õ-H).ESTOM ESTOM. Elide fex uma espada de dois gumes. membro do clã dos merari las II Cr 6. ETÃ. Esse rei de Israel tornou-se idólatra. ocasião em que conquistou uma grande vitoria.12). O texto não deixa claro alé qué ponto a adoração a Deus loi restabelecida em Israel. Filho de Zima.. atõ quo os isranlilas finalmente cla­ maram ao Sonhor. "comBaal").151. anles lo­ dos me desampararam" [v. Era filho de Quisi. Escapou rapidamente e liderou 0 povo na batalha. Uni dos descendentes de Judá e pai de Jezreel f. Levou u tributo do povo ao rei tsglom e pediu para oncontrar-se a sós coin ole. rei dos moabitas. Conhecido corno Etã. benjamita. E mimei onado numa passagem que engrandece o extra­ ordinário conhecimento dado poi Deus ao rei Salomão. 1. os israelitas tornaram-se idó­ latras novamente. 3.11. vivia era Ror.

2. provavelmente leria sido castrado I veja Candace).g. Era líder dfe dâ e está listado etn 1 Crónicas 7. Embora saibase pouco sobre Eunice. Tal fidelidade o Deus e a bênção decorrente disso devem ser um grande encorajamenlo para muitos ho­ mens e mulheres que se encontram numa situação semelhante hoje. É p rovável que Lóide e. índepnndentemunle de *rua origum ou condição. pois Timóteo apareniemenle saliia a respeito da perse­ guição que o apostolo sofreu quando esleve In (2 Tm :t. 0 discípulo de lesus então explicou-lhe o lexto. ou na com­ panhia de alguém que não compartilha do mesmo compromisso com Cristo e o Palavra do Deus. Mãe de Timóteo e filliu ou UOra do Lóide (2 Tm 1. At ifí. Foi sen conhecimento da Bíblia que o ajudou a eotondi. É im portante lem brar que Deuleronômlo 23. sem o cônjuge. para o qual Deus o cha­ mou por intermédio de l^iuio. Filipe subiu ao carro e uotou que o etíope lia o profeta Isaias. mas jubiloso.o de Benjamim. da rebelião o do castigo. Era o superintendente de todo o tesouro real uo remado 201 . até o território dos geniios (At 1. que voltava para seu pais numa carruagem. ruinha dos etíopes" (Al 8. devia-se à ori­ gem do esposo. EUNUCO ETÍO PE. e não o viu mais o eunuco. iuj. mesmo sem o apoio do marido.26*40 registra uma série de eventos miraculosos que levaram à sua conversão. embero a conver­ são de Coroého seja consideraria conto o principal inicio da pregação aos genlios 1r\ t '10i: a conversão do eunuco. esse etíope ja­ mais seria admitido na assembleia de Is­ rael. o foi Mia formação -interior que o preparou Ião bem para o ministério de evangelista.35). Dirigido pelo Espirito Santo. pediu a Filipe que o balizasse.Fl1NUC0 ETÍOPE ele morreu. a Iiíz dos sofrimen­ tos e da morte de Cristo. Como oficial da rorte da rninhnmôe. depois de adorar em jerusalém.20 deixam claro que. LO . que assumira o desafio de ensinar e Irei* uar o filho nas Escrituras. Um dos sete filhos de Rilã n bisnel. e ela loi elogiada pelo apóstolo (2 Tm 3.3). t lmanjo apareceu a Filipe e disse-lhe que se dirigisse ao sul.t). Eunice IwqI»ani­ se convertidodurante a primeira visita de Paulo a Listra (Al 14. Cunlortne Lucas relata sobre o rápido crescimento do Evangelho em Jerusalém. De qualquer maneira. uem poderia oferecer sacrifícios. como euimco. mas seu nome. que signiíica "temente a Deus”.27). ao criar os fi­ lhos sozinhos. esse acontecimento é de gran­ de significado para a Igreja.8]. quando passa­ ram por um poço. o texto não deixa claro se era um gentio "temente a Deus" ou se linha as­ cendência judaica. e falou-lhe so­ bre as boas uovas sobre lesus (At 8. provavelmente loi dado pula própria mãe. começou novamente o eido do pecado. continuou 0 seu caminho" (At 8. paro a estrada do deserto.Tr q salvação por meio da fé em Cristo. Foi a alegria experimenlada por Eunice. "de Candace. o falo dti seu filho não ler sido lít<uncidado na infância (Al 16. Essa e uma das maiores recompensu$ para os pais cristãos: ver um filho c r e s ­ cer no conhecimento e tumor do Senhor r* começar a servir a Deus por si mesmo. Samaria.l) Som dúvida. Atos 8. porém. por­ que é uma pvidênda adicional da disse­ minação do Evangelho. sua influência so­ bre Timóteo ao levá-lo a conhecer e amar o Deus i. Entâo perguntou-lhe se entimdia algo so­ bre o que meditava. De fato.l t.30). ajjesar do ter ido a lerusalém para adorar. Em parte. o protela Isaias deixara a pnrla aberta para os eunucos e estrangeiros que desejassem EUNICE. O etíope creu om Cristo o.5). porém seu marido ora grego (vM Lfi.1 e Levílico 21. "o Espirito do Senhor arrebalou a Filipe.las Escrituras era considerável.1410). Judia. onde Irafegava o eunuco. Depois rlisso. Judéia. A passagem era o capítulo 53.8-201. é uma prova de quea Palavra de Deus é para Iodos os tipos de pessoas.

A “boa nova” do Evange­ lho <*ra que Jesus sofreu.26* 20. pois se rea­ lizava "no primeiro dia da semana'* (v.7J. a identidade da mulher derivou direlamnute de Deus.18). Nesse sentido. causou a declaração de Deus de que algo 202 .s profecias do AT e in­ dicou que não haveria membros de se­ gunda dasse na assembleia dos que cres­ sem em Cristo. Como "mulher" (is/tu. é a base do entendimento sobre o género masculino. Seu significado pode ser visto nos Vários desígnios qup lhe loram destinados o as circimstôndas que os cercaram. a reunião. portanto. não tem ern sl mesmo a idéia de subordinação. Eutii o pro­ EVA Eva. O após­ tolo desceu apressadumenti. co-rodpiente do mandato cultural para encher a lerra e dominá-la. O calor na sala foi ocasionado pelo grande número de pessoas e também pela quantidade de lamparinas usadas paia iluminar o local da reunião (v. tanto duranie o seu tempo de vida como alem dele. p. por meio da muitipUcação dessa imagem (Gu 1. Em vez de ser uma serva.Êt m co seguir ao Senlior n sua AlMnça. Uma profeda em Sólonias 3. Nesse senlidò. 7). leito numa sala lotada 0 abafada.1 Eva foi criada a partir de Adão e formada com o propósito de ser "uma adjutora” que lhe correspondesse (Gn 2.. prome­ tendo-lhes acéséo ao Senhor e ao seu ffeihplo.n. entretanto. na verdade. por volta da meia noite. o que significa que havia algo de incompleto no primeiro homem sem ela.10 lambém olhava adiante. pargo rha ern que os adoradores de Deus seriam reunidos até mesmo ‘‘dalém dos rios ria Etiópia" (o aJto Nilo. a primeira mulher.22. Isso significa que também compartilhava a imagem de Deus. Sl 08. desde que Eva loi a progenitora do seu género Suu função com relação a Adão. "foi levado comu ovftllla para o matadouro" e deu sua vida por toda u qualquer pessoa que se voltas­ se para Ele em fé e confiança. Essa reunião sem dúvida era a mais importante do mês. pois sabia que deixaria aquela re­ gião no dia seguinte (At 20. r foi levantado morto”. ftudo pregara um "extenso dis1nrso". lovonj que pegou no souo durante um discurso partimlarmeutn longo. A ausência da mulher na criação.'! I ( Essa estranha con­ versão cumpriu h. Gn 2. ÉUTICO |Gr. p.23. 5. Gn 1. sua identidade era deriva­ tiva do primeiro homem. É um vocábulo usado até mesmo com relação a Deus em outros textos ÍGn 49. Talvez começasse na noite do sãbado.cf. O termo traduzido como “adjutora". compartilharia com ele uma reciprocidade baseada lanto nas similaridades como nus desigualdades. “afortunado").2). A intenção de Deus na criação da mulher era que complementasse Adão. mesmo quando se nmmiam especificamente para 0 partir do pão (Al 20.o. ressuscitou. pois. o qual. por meio dn um milagre. Paulo vollou ao cenáculo.281. Esse cará ter duplo da natureza derivativa de Eva — imagem de Deus tirada do homem — propordoua a base para que todas as mulheres possam entender a si mes­ mas.c. Esse “partir do pão" era uma parte integrante de toda.. Eva era falta a imagem de Deus. Ela e primeiro mencionada como parto da noção corporativa de "homem" lodmn. vavelmente eslava sentado numa janela. onde partiu 0 pão e continuou seu discurso alé 0 amanhecer.25). é unia figura central na história da redenção do homem.as escadas e levantou o rapaz. 8). a loote dp toda a dignidade humana que nos diferencia de todo o restante rio reino animal. “ruiu do terceiro andar.c. A passagem indica o papel central que a pregação da Palavra de Deus tinha nos cultos dn igreja primitiva.0).

Num esforço para justificar. Isso não quer dizer que não havia hierarquia conjugal antes desse momento. como susce.7). a identidade de Adão derivava de Eva. A pre­ sença satânica no Éden. A cnracteirização louvável que Eva recebeu de seu marido proporcionou o pano de fundo necessário para sua tentação pela s e r p e n t e . Essa maldição. personificada na serpente. Alguns comentariMas encontram aqui a base para a liderança masculina o a submissão femini­ na. Na maldição. A autonomia bumiina 11a esfera complementai da verdade e da moral iniciou-se a partir dali.es do pet-ado. não è limitada apenas a esfera biológica. O verbo hebraico usado aqui. «ntretanto.16 b).15). porem. a despeito da interpretação tradicional. seria estabelec ida por meio do domínio do homem sobre ela. que Adão é visto como praticante de unia falta primária no alo da desobediência. os quais eram talhados para sua identidade e função (Gu 3. além do sentido de conservar. Adão deveria guardar o |ardim Sanio de Deus da presença do m. de “ficar de guarda”. embora oposto: percebeu que era totalmen­ te feita à Imagem de Deus e elo não linha u que somente ela podia proporcionar Nesse aspecto. mas. entretanto. uáo é totalmente merecida. 3 0 atribuir esse arranjo exclusivamente à qunda Não é . pois a habilidade da mulher conceber foi preservada. Assim. podemos ver a bênção de Deus. Havia uma forte implica­ ção de hierarquia no relacionamento entre o homem e a mulher e Satanás provavel­ mente escolheu tentar a mulher a fim de subverter essa estrutura. Quando foi apresentada ao homem. Ele não só loi colocada como cabeça sobre toda a criação. a mulher tomou sobre si o papel de determinai o bern e o mal. que ela seria modificada de alguma maneira. loi uma indicação direta do fra­ casso do bourem nesse aspecto Esse entendimento corrige a noção equivocada de que Eva Ria mais irara moralmente e de que ela própria era uma tentadora. O Senhor colocou sobre ela a maldição relacionaria com a gravidez e o parto.JBJ. mas também era sua tarofa específica "guardar" 0 Jardim (Gn 2.16). A leituru de Gènesi> 3 sem ler ta>se contexto em mente produziria unja visão distorcida da mulhttr.Uvel á mutação. pode conotar uma proposta mili­ tar. Gn 2.24).23J. 0 que é o caso do próximo capítulo (Gn 3.» de seu marido: “O teu desejo será para o teu-marido. É digno de nola. Se houve qualquer base raciuuul por parte da serpente. mas essa imagem deve ser vista dentro do contexto de sua caracterização total. de maneira alguma.usarmos rumo pano de fundo os soldados do templo 00 Antigo Oriente Médio. nesse ponto. a fim de exaltá-la e t hamá-la de "mulher" l/sho. Eva continuaria a ser uma geradora de vida. Eva conseguiu a participação de Adão aa rebelião. e ele te dominará" (Gn 3. Eva teria seu desejo natural substituído pele. seria em seus métodos subversivos. a des­ peito da morte ser o castigo paru a robubâo dela e do homem. A decisão de Satanás de tentar Eva não parece. x-\dão viu nela um espelho idêutico. A preservação de Eva como fonte de vida. Parece que sua vonlade se tomaria desproporcional ou distorcida. Na maldição sobre a serpente Deu> incluiu a promessa da redenção 203 . O te trato da mulher aqui. estabelece uma ilimonsão de seu traráter 11a BibUa. Ao ceder à tentação de Salanas.il ou de intrusos impuros. sim. este cantou o primeiro hino encontrado nas Escrituras. 0 Espírito e a imagem de Deus ÍGn 3. refletir algo que seja inerente a nature­ za feminina.EVA não estava bom iGn 2. a origem do desejo que se vè aqui. Se. pois com certeza Eva desejava seu marido anl. Eva compartilhou tolalmenle com Adão a vergonha dessa rebelião e sentiu com ele a quebra do que antes lora a cobertura suficiente deles — a glória. Como consequência de seu pecado. Cerlamente as dores do parto serviriam paro lembrar u mulher e seus descendentes do sexo feminino sobro a rebe­ lião daquele rlla Também a lembraria do perigo que seria associado ao nascimento dos filhos. contudo.

11 Essas palavras revelam a consciência que linha de Deus. A outra referência explfcila a Eva uo NT é encontrada em 1 Timóteo 2. então a tentação de Eva pode ser vis la dessa maneira Isso estaria de acordo com uma a&alogia usada com muita frequência no AT. elu serve como um porsonagem-modolo em episódios subsequentes. porque era a mãe de lodos os viventes” ÍGn 3 20).15). O lilho que nasce desse modelo é visio como o resultado direto da intervenção divina em favor da mãe. Adão. É a mãe rias dores do parto. Raquel. lunta mais luz sobre o episódio da tentação no Eden. Essa declaração reflete a relação entre o nome e a palavra hebraica haycdi. enganada primeiro. entretanto. a quoJ Cristo. (3) ele refletia um chauvinismo comum entro os mbinos. Ana e Isabel seguem o padrão de Eva. O apóstolo ©COrtou a mulher a manter urna postura submissa diante do marido. esle le lerirá a cabeça. mos no mínimo Adão fazia um jogo dp palavras. Ij. Sara.24 Este é o primeiro lugar ua Bíblia onde a analogia 6 feila entre Crislo e a Igreja e o casamento. Esta pas­ sagem geralmente è ah amada de "o primeiro evangelho". embora ela própria não tenha experimenlado a esterilidade.1 vivemos num época em que a redenção já resolveu o problema da queda. Outros destacam quo a ordem da criação é a b a s e para o entendimento de Paulo d o s papóis no relacionamiíoto conjugal — e não a queda. em duas bases — a orrlom da criação e a da tentação. pela resposta que deu à promessa de Deus. como uma advertência do que um falso mestre poderia fazer na igreja em Corinto. conquistaria. Oséias). Vislo desta maneira. de acordo com pelo meuos um dos seguintes princípios.3.23. 3. A última caracterização direta de Eva ocorre em sua declaração no nascimento de Caim: 'Alcancei do Senhor um homem'' (Gn 4.13. ou mesmo coin todos eles: (1.EVA humana: ‘E porei Inimizade entre ti p a mulher p entre a lua descendência e o sou descendeu le. e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gn 3. a qual descreve a idolatria como uma infidelidade conjugal para com Deus Icf. a qual expres* sou uma atitude fundamental de alguém cuja esperança estava ua semente prometida. se tornado como uma exlensão dessa. Como veremos posteriormente no NT. Alguns comentaristas declaram que o quo Paulo disse não é mni. onaJogia. quando a redenção será completa. |21 as pala\Tas de Paulo foram dirigidas a um problema particular em Éfeso. para gerar a vida. 204 . Ez 16 . O v. O NT faz duas referências explícitas a Evo. R)i a "profissão de fé" pessoal de E\ a. Nos conse­ lhos que Paulo dá a seu fillio na le sobre o cuidado com a igreja em Èfeso. Em 2 Coríntios 11. O ponln da analogia é a aslúcia da serpen­ te. e (4) o apóstolo falava com baso no entendimnnlo cultural comum daquela época. o dever do marido para com a esposa é separá-la como objelo exclusivo de seu amor. Eva é o protótipo da mulher que busca sua libertação por meio da geração de filhos. Rebeca. com rela­ ção a Eva. Paulo cilou a maneira coma olh foi engonudb pela serpente. Não se sabe ao certo se estão ligados ntimologícamente. Há uma analogia no casameoto de Cristo e a Igreja (2 Co 11. comparada com a falsa sabedoria dos que pregavam um evangelho diferente da­ quele que o apòslolo anunciou. So o interesse da igreja em Corinto por um falso evangelho é análoga à infidelidade conjugal. Efésios 5.2). porque untei ipau a derrota final de Satanás. Fica eviden­ te que Adão entendeu a esperança abençoada da esposa. t ita Génesis 2. embora não mencione os nomes de Eva ou Adão. e essa hierarquia deve permane­ cer no mínimo ale a consumação deste mundo. Aquela sobre quem o Senhor demonstra seu lavor ex­ perimentará a alegria de Eva (ls 54. Assim como o propósito dc Jesus é santificar a Igreja. deu instruções particulares paia cada upnern de pessoas.23. criado primeiro. que significa "viver". Eva. Eva não é mais mencionada explicitamente no AT. quandu a chamou ''Eva.22. como n semenle d a mulher.s pertinente.

uáo passam de hipóteses especulativas. dando ã luz filhos". na ascensão de Evil-Merodaque. o descendente dela está associado com a batalha cósmica entre as forças de Deus e as de Satanás. Sobre esse aspecto. E V I L M E R O D A Q U E (Heb. é o terna dominante desso período. Na Babilónia.EZBA1 O aspecto mais relevante desta passagem de 1 Timóteo 2.15). 15. 14). Mo. Cl■istã filipen se. a fim de realizar seus propósitoiS para com seu povo. E V Ò D I A . M. a rnáe de Jesus. quo voltaria para Judá. “homem de Merodaque”. Um rei da Babilónia do século VI a. contudo. o qual seria o foco central da redenção e lutaria contra as forças do mal (Lc 1. uma das duas ou am bas eram hom ens.n. para a entendimento de Eva. o qual o sustentou com ali­ mentos de sua mesa P deu-lhe uma ge­ nerosa ajuda financeira. Exis­ tem muitas teorias sobre elas. Aparoutem enle.2. A soberania de Deus sobre todo o juizo do exílio p a restauração final do povo. foi solto do cárcere. deus babilónio).Marduquo. ola podo proporcionar o pano de fundo para o entendimento de outros personagens bíblicos.I. Além da menção exp lícita.C. entretanto. bem como de alguns aspectos da obra redentora de Cristo. Maria. os quais Moisés derrotou eiu batalha (Nm 31. Evil-Merodaque foi ape­ nas um dos reis usados pelo Senhor.3 J.3 8 ) .33SS'. 8. o ma das ‘‘companheiras de jugo" (Fp 4 2. | s 13. i omn parte do vingança pelos midianilas terem seduzido os israelitas a se afastarem do Senhor (Nm 25). 205 .essa não soja uma garantia ou tomátira dn qu« a reprodução biológica resultará om salvação espiritual. entretanto. OutiD possível alusão a Eva uo NT é a mulher que dá ã luz em Apocalipse 12 /M i.21). Em resumo. o rei de Judá que estava proso (2 Rs 24. Joaquim. No 37® ano do exílio dos israelitas na Babilónia. Tais teori­ as. notemos o fato do que Lucas traçou a genealogia dn lesus até Adão (Lc 3 . tornuu-se m eigo do rei babilónico. EZBAI. ou diaconisas. LI m dos cinco reis de Midiã. provavelmeute ela é o modelo em outros contextos do NT.rodaque .G. e o após­ tolo as exortou a se reconciliarem. ou uma das duas iia realidade era Lídia (Al 10.11-iGJ. o capítulo final (Jr 53) aponta paru o cum­ primento da proiei iu de quo os exilados não deveriam temer o rei da Babilónia |Jr 42. Embora obviamente. Alguns dentre o povo deseja­ vam fugir para o Egito. é visto m* v.35]. é o recipiente da revelação divina de que conceberia um filho. Menciono do om 2 Reis 25. 0 apelo de Paulo é concluído com a esperança de que a mulher "salvar-se-á. a menção de Eva e muito limitada na Bíblia. Apesar du Eva não ser mencionada diretainente como a mãe da semente que des­ truiria a serpente. EVI. No contexto do livro de Jeremias. mas o Senhor nada llies garantiu alem da morle *»e fossom paia lã. é urna refle­ xão sobro a grande promessa dado a Evo — quo e l a era a ' mãe de Iodos os viventes'.37). p. suas vi­ das seriam poupadas e no final seriam restaurados e voltariam a terra natal.31 de Pau­ lo O conflito enlre Evódia e Síntique ameaçava a unidade da igreja.27 e Jerem ias 5 2 . 2.114. Pai do Naari n qual foi um dos "heróis" de Davi |I Cr 11. eram símbolos dos judeus cristãos o gentios.c. a atenção cuidadosa dos meios de caracterização revela muito sobre a fonte o n natureza de suo identidade.

estavam familiarizados com a história do livramento de Deus e da fidelidade de Ezequias.) e os israelitas quo sobreviveram coe­ xistiam com outros povos. os anoíãos. como loilos as relatos bíblicos demonstram (2 Rs 18 a 20: 2 Cr 20 a 33. A maioria do povo de |uda atendeu (2 C r 30.16. a serpente de bronze c|ue Moisés erigira no deserto. 2 Crónicas (29.31) apresente um relato mais detalhado de suas reformas. Alguns dos remanescentes no reino do Norte escar­ neceram dos mensageiros.20).22) seja estranham cmte brevo. Miquéias.3).). A reforma leve como «bjetivo principal centralizar a adoração ao Sonhor nova­ mente em Jerusalém.EZEQUIAS. no lempo de jeremias. e s quais S a h n a n e s e r mandou instalar na região.C. 206 . tornou-se rei absoluto.C. o jovem rei ordenou que o Templo fosse reaberto e purificado. os adoradores podem muito bem incorrer em sua condenação. A reputação de Ezequias Ezequias eru um rei piedoso. Esle monarca começou suas reformas imediatamente após ser coroado rei (2 Cr 29. Ezequias reinou conjua lamente com seu pai de 729 a 715 a. inclusive a imagem de Neuslã. Embora acreditem qu« Deus se agrada com este tipo de culto. De acordo com o autor dos livros. Is 33 a 30). contemporâneo de Lsaias. O REI Ezequias reinou em ludá por 29 anos (715 a 687 a. Como parte desse programa. segundo o costume introduzido nos tempos do rei Davi.12). O s sacerdotes e le v ita s passaram a s e r v ir d e acordo com as prescrições bíblicas.C .dos Reis. Ezequiâ» enviou mensageiros qut percorreram Ioda a região de Judá e Israel. a fim de solicitar ao povo que adorasse ao Senhor. Uma graude multidão reuniu-so em Jerusalém para celebrar □ portentosa festi­ vidade.6-9). eles náo mais possuíam seu centro político. nem depois. e. Nm 21.5). náo houve outro como ele. durou sete dias e foi acompanhada com "grande alegria' . A resposta deste rei a tal mBUsagem Foi humilhor-se. A Festa dos P õ e s Asmos. Um testemunho da fidelidade dele lambem é dado em Jeremias 26 18.1 a 33. paia <)ue o povo náo morresse atacado pelas cobras abrasadoras (2 Rs 18 4. Era fillio ile Acaz e de Abl. Esta estátua tornara-se objfilã de culto e mostra quão facilmente substituímos a verdadeira adoração pela falsa. A purificação e a Páscoa Embora o registro em 2 Reis (18. Uma grande porção da narrativa do cronista sola-e Ezequias é concernente à restauração da adoração ao Se­ nhor e a celebração da Páscoa. A idolatria foi removida da área do Santuário. nem anles. profetizara que Jerusalem seria destruída (Mq 3. que resolveram estender a lesta por mais uma semana! Nada similar a esse acoutecimemo acontecera desde os dias do rei Salomão (2 Cr 30. A música foi reincorporada ao culto.4. Ezequias alé mesmo incentivou os habitantes do reino do Norle a participar da adoração em Jerusalém. Samaria fora destruída pelos assírios [722 a . mas outros se humilharam e loram participar 'da Páscoa.19.12). Nessa época. purque Exéquias confiava no Senhor (2 Rs 10. 0 REI EZEQUIAS. Buscou ao Senhor A calamidade não aconteceu Com anos mais lorde. Tiveram um lempo Ião maravilhoso em adoração e louvar ao Senhor. com a idade de 25 anos. que ocorro logo depois da P á s c o a .

Também construiu um grandp túnel. reto e verdadeiro. ergueu torres e fabricou um grande númoro de armas v .'«. e para guerrear as nossas guerras" (2 Cr 32. declararem a Independência. Ezequias enviou-lhe uma carta. Seu primeiro dia de mandato já trouxe revoltados que foram sentidos por toda a terra. Por outro lado. foi dirigida contra vários governantes situados nas margens ocidentais do mar Mediterrâneo. era melhor que eles se reudessem de bom grado ao rei assírio.4). Era o momento para muitos vassalos. Um dos resultados fui a destruição dn Iodos ns locais ilegítimos usados paru adoração em ludá e Israel. 207 . mostrasse que em o único Deus verdadeiro. mas não agiu agressivamente contra Jerusalém. dessa formu.7. i]evi(jo ao tempo maravilhoso que teve durante a festa. ao falar diretamente com nles um judaico e dizer-lhes que ninguém seria capaz de salvá-los das mãos dfi Senaqueribe. sem incorrer na ira de Sargno n. mas conoaco o Senhor nosso Dfttis. Em sua oração. para manter u Templo Rm pleno funcionamento. Ha qual reconhecia seu erro e declarava estar disposlo a submeter-se a quaisquer lermos que ele estabelecesse. Com sua morte om batalha (703 n. A campanha de Senaqueribe A situação politica de Judií permanecia tensa. para exigíi a rendição da cidade. da Assíria. quando se aproxima­ ram. Outro residindo foram as olortas generosas dadas pelo povo. que fizera uma incursão em 714 e 710 a. inclusive Ezequias. Ezequias reconstruiu os muros da cidade.01. pois haveria água disponível.j. Ele conseguiu desenvolver suas reformas internas. o qual foi umu verdadrYlra obra de engenharia. Senaqueribe leve que li­ dar com as insurreições da Babilónia alé o Egito e finalmente. 0 REI O povo eslava muito contente. Pa­ gou o tributo exigido de 300 talentos de prata e 30 de ouro. que conectava o rlheiro de Cíoin ao poço de Siloé |2 Cr 32.C!. O túnel assegurou a capacidade de Jerusalém para resistir ao Inimigo por um tempo maior. Ezequias era um rei piedoso t* um bom político. Encerrou sua oração implorando que o Senhor us livrasse de Soiaqueiibe e. linha grande confi­ ança uo poder do Senhor para Llvrá-lo: "Com ele (SenaqueribeI está o braço de carne. reconheceu quo somente o Todo-podemso é Deus sobre os reinos da Ter­ ra. escudos. entretanto. Senaqueribe o sucedeu no Irono. conhecia a crueldade dos assírios. (J rei assirio.C. o que seria upmximadamente dez loneladas de praia e uma de uuru. Acaz fizera uma aliança com os assírios b por essii razão Ezequias era considerado vassalo deles. Viu d necessidade de restaurar o verdadeiro culto ao Senhor v não perdeu lempO para iniciar o projei o. A terceira campanha do mi Senaqueribe.14SS). em 701 a. Enquanto o rei assírio sitiava Laquis. pera nos a judar.EZEQUIAS. O cronista fecha esla seçáo enfatizando que Exéquias fez o que era eerto. Ezequias foi ao Templo orar v colocou a carta diante do Senhor (2 Rs 19. para subjugã-la. Essa enipolgação espalhou-se por outras áreas de suas vidas. mesmo que a cidade fosse sitiada.. Por um lado.. Dois grupos de trabalhadores começaram a cavar nas extremidades Opostas por baixo da terra até que se encoutraram. voJtou-ae para Judá. Nos preparativos para enfrentar n exército assírio. Provavelmente arrependeu-se por sua rebelião anterior contra eles. Portanto.C. tentou pacificá-los com o pagamento do tributo. Esse co­ mandante assíria tontou desmoralizar os oficiais e os cidadãos judeus. não manteve sua puJovra E d víou Rabsaqué com uma carta e um grande exército a Jerusalém.

pois as palavras de Isaías registram uma forte ropreonsão. no pensar que contitrufa um Império pelo seu próprio poder. 1411! Senaqueribe foi morto pelos seus filhos Adrameleque e Sarezur. mas seu coração se exaltou.23). Deus colocaria anzóis em seu nariz e Ireio ern sua boca.. p. pois sempre se humilhava dianle do Senhor.C. mas ê interessante saber sobre as lendas relacionadas com aquola retirada. Por isso.000 soldados assírios. e de repente vèlos em retirada. ele recebeu a visita do urrui delegação da Babilónia. Depois que se recuperou. A doença de Ezequias e a delegação da Babilónia No mesmo ano. após seu tempo de vida ser ampliado. 2 Reis 19-25-20 coloca o rei assírio em seu devido lugar. Essa passagem declara que u arrogância do Senaqueribe chegara aos ouvidos do Senhor e. O Todo-poderoso atendeu ao seu pedido e deu-lhe lu u ís quinze anos do vida. O Senhor operou uma obra maravilhosa o loz com qui: as nações ao redor refletissem sobre aquele acontecimento extraordinário. Deus usou os enviados caldeus como urn meio para testar o que Ezequias linha no coração (2 Cr . i r o n i c a m e n t e . 701 a.25. Naquela mesma noite. A Bibtia não registra o que acoutweu exatamenle. em Ninive. Não era perfeito. tsaias declarou que Senaqueribe jamais tomaria Jerusalém e teriu umu morte cru­ el. Espalhou sua desLriuçáo por toda a região e tornou-se arrogante. Levou-os a uma lurnê e mosIrou-lhes todos os seus tesouros. Conclusão O quadro gemi da vida de Ezequias é o de um rei dedicado. A arrogância (los assu ios estava ua presunção deles do que o Senhor desejava a rendiijãO de Juda e na alegarão de quo todos os deuses érnm impotentes dianle deles. depois do que o rei levantou acampamento e voltou para casa (2 Rs 19. a salvação de Jerusalém resultou de um reconhecimento ern grande escala do quo só o Senhor era Deus Muitas pessoas levaram ofertas ao Templo (2 Cr 32. 10. o rei uão foi aprovado no teste. o anjo do Senlior saiu e matou 185. C) REI Deus enviou sua resposta por meio do profeta ESfiías. e deixaram'os assírios praticamente desarmados (Livro 1. O proleta declarou que todos aque­ les tesouros seriam levados para n Babilónia.EZEQl TAS.2-51 Heródoto registra uma narrativa surpreendente sobre o evento. deixando para trás 185 mil compatriotas mortos. Ao que parece. Elo conhecia a Deus e o adorava apropri- 208 . a iuga é atribuída a uma praga (Ant. mas era um homem com um espirito quebrantado.311 . Ezequias foi acometido por uma doença morlal. O rei orou para quo o Senhor o curasse. com a idade de 39 anos. pronto para atacar. No relato de Joseío.12. Ezequias e os moradores de Jerusalém humilharam-se e e\ ilaram dessa maneira a ira de Deus naquela geração (2 Cr 32. O crouista regbrtra que. Ezequias também loi exallado depois dessp incidente. Diz quo pequenos ratos comeram as aljavas. Um piSta do fracasso de Ezequias é encontrada em 2 Crónicas 12. ele não íoi grato. por assa razão. as cordas dos arcos o as corroias dos escudos. Aparentemente. Por causa disso. Corno sua visão era limitada! Não percebeu que servia a uni propósito divino.35). que serviu ao Senlior com lodo u coração. Certamente ern um milagre ter o exército assírio ao redor da cidado. quando se encontrava no templo de seu deus Nisroque. d rei a*sírio orgulhara-se porque Asquelom curvara-se sob o seu jugo.2f3). alé mesmo alguns dos filhos do próprio Ezequias. O Senhor declarou que sua ira viria sobre o roi e todo o povo judeu.

25: 34.1. J 7. podia começar seu ministério. na genealogia de Jesus Cristo (Ml 1. 29. pois seus oráculos para os judeus foram feitos por meio da comunicação indireta. De acordo com Ezequiel 2'J. (bl os oráculos contra as nações estrangeiros (25 a 32): e (c| oráculos finais | mensagens de esperança o restau- 209 . ou “El fortalece” (Ez 30. sua atitude para com os que eroru impuros o sua experiência de doença/marte/nova vida. tem sido calorosamente debatido. Ezequiel era sacerdote.9). o rei. pois M o seguem a estrutura cronológi­ ca desenvolvida no r e s t a n t e do texto.1. era pai du Amarias e um ancestral do profeta Sofonitis.1 ff e N em ias 7.mos em Ezequiel 1 . EZEQUIEL O nome Ezequíel significa "El (Deusl é forte" (Ez 3 J 4 J. principalmente devido à precisão da descrição do Templo em sua visão (Ez lia 11). volluram do exílio nu Babilónia tom Zombobel.20. 17. 20. Mencionado um . .25). por isso. 33. entretanto (Ez 25 a 32J. Este profeta viveu durante um dos períodos mais difíceis na história judaica — o exílio babilónico — o isso pode indicar a razão de Seu nome. em Esdras 2.1: 20. 40. 3. 30.1.40]. bem corno no exílio.1. a preocupação com os que viviam Tora de ludá. Veja Ezvquias. O próprio Ezequias é Listado corno um dos lideres dos judeus que retornaram para )uda e assinaram o pac­ to feito pelo povo de adorar ao Senhor o obedecer as suas leis.C. O livro de Ezequiel pode ser dividido em três seções: (aj 08 oráculos do juízo contra Jtidá |Kz J n 24). 8 1. 2. O livro parece ser composto por uma série de oráculos coro dalas determinadas (Ez 1.11.15). Citado em conexão com Aler. 20 1: 24.17.Sufooias 1. para explicai as descrições detalhadas dos eventos em lernsalém. 32. Foi uni precursOr fiel do Senlmr lesus. mas posteriormente o povo criou esti­ me pelo profeta e sua mensagem tornou-se respeitada (Ez 8 .2. similares aos dirigidos a outras nações. de Judá.000 judeus levados cativos de Jerusalém durante a campanha de Nabnoodonosor em 597 a. Existem vários paralelos na viria de Ezequias que lenibram Cristo: a purificação do Templo.2 1. da maneira muilo apropriado. Os oráculos para as nações.J . através de Ezequias. 3. conhecia profundamente o Templo de Jerusalém e sexis cultos. A próposta é que tinha residencias múltiplas.1 refere-se provavelmente à sua idade.1. 17.. 10. A princípio suas mensagens não eram bem recebidas (Ez 3.10-17) e muito provavelmente profetizou aos exilados que moravam em Tel-Abibe. Talvez a melhor alternativa seja localizar seu ministério ua Babilónia. Í2 Rs 24. ou ainda “que El fortaleça".1. Os des­ cendentes de Ater. para informar uo leilor que já era adulio.21. A última menção no roi Ezequias é encontro do. o 27® ano do exílio de Joaquim na Babilónia. Foi urn dos 10.EZEQUIEL údiimetrln. O local exato de sua moradia. e que o precisão de suas descrições?. ou seja. -portão lo. o que profetizou no lempo do rei de Josias. próximo ao rio Que bar lEz 3.C.10. embora soja duvidoso que lenha servido alguma vez ah. A menção de trinta .1) os quais maruam os pontos de mudança em seu ministério e proporcionam o pano de fundo necessário para cada mensagem. EZ EQ U IA S.11. 14. dos evenlos em lerusalém seja causada por ser divinamente transportado ao local num êxiase. provavelmente Íorrnam uma unidade ã parte. entretanto. 1 . ele pnjfetizou até quase 570 a.

que Nabucodonosor. segundo.16-27).13: 20.13). Essas duas mensagens motivam Ezequiel a exacuiar seu difícil trabalho. rei da Babilónia. Ezequiel então fula da atitude dos inimigos de Israel quanto à destruição de Jerusa­ lém (Ez 25 a 321: "Visto que bateste com as mãos. todas as nações que acreditavam ser seus deuses superiores seriam derrotadas e eotào enten­ deriam que não foi devido à impotência de Yalmãh que destruíram Israel.281 e profanar o santuário (23. 210 . devem ser vistas juntas. haveria ''viria*': mas para os outros.37s).25-27). coroo uma mensagem de esperança para Israel. Deus ainda falava com o povo: embora fossem castigados.17). Exemplos: Fez um modelo de Jerusalém sob sitio 14. mesmo quandú aparentemente nao lhe concedem a devida atenção. (2) a glória do Senhor que deixa o Item. quando Jerusalém foi destruída petos caldeus. o juízo seria corto. Essa estrutura p r o v a v e l m e n t e está organizada de acordo com a ordem da sequência dos eventos históricos: primei­ ro. com atitudes como a de não guardai' o sábado 120.1-4). A tarefa do profeta era demonstrar-Lhes a importância da obediência a Deus e as consequências do pecado. o poder de Yahwoh. Essa seção termina com o anúncio d c?.42tí | . Nos dias de Ezequiel. Ez 24. quando lassem punidas por sua arrogância em atacar Israel. Exis­ tem repetições temáticas em cada uma das seções principais do livro. Em breve. porque os alertou sobre o i u í z o inuDeato. e o resultado final seria óbvia: a destruição. e não pór causa da falta do poder de Deus. 3. Conforme Ezuquiel 2. Teólogos moder­ nos chegam a questionar a sanidade do profeta. lião de saber que p is leve no meio deles um profeta” Era incansável em condenar os judeus por sua infidelidade para com Deus. pois são c a s a rebelde.fi). O ministério de Ezequiel indicava que.12.EZEQUTEL ração] 133 cí 48). para que estivessem cientes dos propósitos dc? Deus. a vitória de um povo sobre outro era atribuída ã superioridade dos deuses do pais vencedor.1 7) Tanto os israelitas como os outros povos precisavam entender que 0 julgamento lançado sobre IsraeJ era devidó ò sua própria impiedade. Enquanto o proleta Jeremias proclamava a mensagem do Senhor em Jerusa­ lém. (3) o retorno (43).. e le alegraste de coração em toda a tua malícia conira a terra de Israel” (25.C. as quais pro­ porcionam a necessária coesão: (1) o atalaia |E/. ou perr a terem aprovado. quer ouçam quer deixem de ouvir.7. por causa dos extremos a que chegava para ilustrar suas mensagens. Incluindo uma fantástica figuro da glória e da transcendência de Deus 11. e pateaste com os pês. uão seriam abando­ nados. O livro começa com uma ciam descrição do chamado e da comissão dc? Ezequiel (Ez 1 a 3). para transmitir a esperança e a restauração I. pois pronunciam a condenação das nações es­ trangeiras e a possibilidade da restauração dos judeus.24]. bem como urna severa advertência ao atalaia que uão avisa n povo sobre o periga (3.C. uma voz igualmente poderosa a proclamava na Babilónia.5: ‘ Eeles. sitiara Jerusalém em 588 a.11. As cluas tillimas seções. Geou deitada sobn' seu lado esquerdo durante 390 dias e virou-se sobre o lado direito por mais 40 dias (4. Para os que dessem ouvidos às suas palavras e cressem em sua mensagem.Ez 25 a 481. piua auuxir iar o juízo (nm 586 a.16-21). As outras nações em breve descobririam. O ministério de Ezequiel foi crucial para os exilados.pio |8 a 111. Parte desse juízo sobre as nações era uma demonstração da justiça de Deus. Até mesmo a morte de sua esposa tomou um signific ado profético (24.4-17): raspou o cabelo e queimou um terço dele: cortou um terço oom uniu espada e espalhou um terço ao vento (5. aos exilados. Outra parte serviu para vindicar Yahwfíb como o soberano governador sotaré as nações [Ez 25. mesmo no meio de severo juízo. pela puriieipoçáo que tiveram na destruição de Jerusalém. adorar nos lugares altos (6. A longa liislória de rebelião da nação israebta c omeçou logo depois do Êxodo (Ez 16:20:23) ecoflimuou ale os dias de Ezequiel. contudo. em primeira mão.

indicam a soberania de Deus sobro Israel o apresentam uma figura clara da santidade que Yahweh traz a nação oleita. A visão apocalíptica: A pasS&gem é interpretada contra o pano do fundo do ouboh acontecimentos apocalípticos.23-2Q). bem como Iodas as promessas pera Is­ rael. A visão dlspensacional: Essa passagem. Desse ponto em diante. A seguir. oráculos contra as nações (Jr 46 a 51. uma naçáo unificada (37. De acordo com essa visão. no mínimo. apresentamos as quatro interpretações propostas. restabelecera suas lronleiras e irará ds judeus de voJla do exílio. 0 Templo ilustra a proeminência da adoração e a presnDço de Yalnwh nessa nova época. ao permanecer na cidade convictos de que eram o remanescente ÍW. cargo de que lanlo abusaram os líderes de Israel. quando retornassem a Israel A visão simbólica do cristianismo: Esses capítulos já foram simbolicamente cumpridos na Igreja cristã. Vistos nesta ótica. Ezequiel 38 e 311 são cen* trais. que Liderará o povo: um novo coração para os judous. O livro de Ezequiel é parte do cânon hebraico chamado de "Profetas Maiores" (junto com Isaias e feremias). O Senhor é descrito como uquele que concederá a vida. Lauto os lideres orgulhosos de lerusalem.21).27). pelo contrário. o qual será transformado. a fim de que eles tenham disposição de guardar seus mandamentos. Essa restauração incluirá um pastor da Linha­ gem fie Davi (34.7: Yahweh sera o seu Deus a eles sorão o sen povo (Ez 37. como os que se iludiram. vários tomas aparecem em ambos os livros: por exemplo. A restauração não é baseada om alguma obrigação ou compromisso para com os judeus. que usam simbolismo.17-22) e uma nova aliança de paz f37. em Ezequiel 33 a 37. e a figura da Nova Jerusalém no livro de Apocalipse é baseada oa padrão de Ezequiel. quando cada pessoa será julgada de acordo com suas próprias atitudes. os sacrifícios. Um lorte contraste é Leito. eutâo Deus restabele­ cerá urn relacionamento apropriado. simetria numérica e vi­ são futurista. no qual Yahweh será o supremo Seuhor e govurnará das montanhas sagradas de Israel.EZEQUIEL A última seção (Ez 33 u 48) começa com dois oráculos que enfatizam a necessida­ de da responsabilidade individual.26-28). em outra dispensaçâo. Esses capítulos coutem o esboço do Templo que os exilados construiriam. Essa restauração só pode ocorrer depois quo o Senhor conceder aos judeus um novo coração. Iodos os elementos do Antigo Testamento. Corresponde mais u Jeremias em termos cronológicos e no tipo de mensagem. com base em elementos já familiares aos ouvintes. será cumprida literalmente no futuro. o sacerdócio e o ctiJlono Templo serão reativados. para quo lhe obedeçam |3t>.2í>sj. Ele purificará ísrael. entre a infidelidade de Israel e a destrui­ ção causada por ela e a fidelidade de Yaluveh e a restauração que ele estabelecerá. Na verdade. Israel é pintada sob a liderança do descendente do Davi como uma naçáo purificada. Essa interpretação leva em conta o contexto e o tipo de literatura. as festas.23 s|. A v is ã o p r o fé t ic a . Os ímpios receberam sua punição. restaurará seu povo e assumirá o papel de pastor. para apresentar sua mensagem. Ez 25 a 32). pois Yahweh destruirá todos os seus inimigos e ficará daro para todos que ele é o Senhor (um título usado mais de 400 vezes em Ezequiel) Os oito capítulos finais são de difícil interpretação: mas. É uma maneira do explicar o futuro em termos tangíveis. Seguisse então a mensagem devastadora dos tugiUvos de Jeru­ salém de que a cidade havia caído (Ez 33. que finalmente c u m p r e a esperança expressa em Éxodo 6. Ezequiel anuncia a esperança e a restauração da nação. pois eles çlarameQto folharam em manter a aliança. a destruição de Jerusalém 211 . é estabelecida unii amonte no fidelidade de Yahweh. a qual Deus realizará de bom grado. mais do que as outras três.

vv. desde que não fossem eles.. O Filho d o h o m em : Essa frase ò utilizada por Ezequiel aproximadamente 00 ve zes e enfatiza a fato du que ele é merameuLe um mensageiro do Soberano do Univer­ so. 1 A s v e r s õ e s e m p ia r u ig u f is e m g e r a l u p L u m m p o r " r l i s p o r <t p t ò p i l a v i d a " . A grande incerteza que os judeus experimentavam era se teriam qual­ quer comunhão com Yaliwnh. ngora que tinham quebrado a aliança. deixa muito claro para o povo que a restauração será operada por EJe r não dependerá dos esforços fracassados deles. Du Iribo de fudá r pai de vários fiihos. 33) e na r e f u t a ç ã o do provérbio rias "uvas verdes" (Ez 1 R | . Essa idéia conforme expressa em Ezequiel I com a visão de Deus que govoraa toda o criação. em Ez 9 a t 1.inos. 1 9 s u g e r e uma das duas alternativas: ou o povo deseja­ va passar a culpa adiante. antes da destruição de Jerusalém. Cada uma delas linha pecado suficientemente para merecera punição. Era assim que deveria -ser — o Senhor Todopoderoso declarou. i d e J e r u s a l é m i r a d u z l u o v. Ez 24. que planejou lodos os eventos que acontecerão. Ez 8 a 1 i). Tanto a mensagem sobre o “atalaia” como a das "uvas verdes" confirmaram que o atalaia (Ezequiel) e os israelitas seriam responsabilizados por suas ações. Nem mesmo a desobediência «lo povo escolhido comprometerá seus pl. e em Ez 43 a 46. responsável pelos trabalhadores nas lavouras e nas fazendas do rei (1 Cr 7.21). os quais EJe Iara que déern írutos uo final.-\ importância fundamental dn mensagem do Ezequiel encontra-se no lato de que os exilados na UabUõnia nõo esta­ vam abandonados por Deus.26). A N o v a V e r s ã o In le n ia iS ó n a J e i f i I n g l ê s t r a d u ? o v ■?: “ E s t e s fn r m ii o s Q lh n s r le E t a m : f e a r e e l . nao importa o que aconteça.31-33: Ez 36. 33. 10 p o r “ a r r is c a u r ln a p r ó p r i a v i d a " fN o ld d o T r a d u to r ). A resposta ilos israelitas em Ezequiel 1 8 . o u " a a o l a z e r t a s o d a p r ó p r i a v i d a ” A p e t i ô s a B lh í i. é repetida várias vezes por todo o I í v t o (em Ez 3.18) E Z R I (Heb. ou estava com o coração tâo endurecido. indoliuidamente. Filhe) de Quelube. etc. . que se casou com uma princesa egípcia (1 (jr 4. os quais ninguém pode impedir que se cumprawv A r e s p o n s a b ilid a d e individual: Essa verdade é enfatizada nos oráculos do ata­ laia fEz 3. para seus descendentes. 26. era um dos superintendentes do mi Davi. "minha ajuda '|. Teriam perdido a posição especial de povo escolhido de Deus? Yahweh loma a iniciativa e confirma que ainda muntém um relacionamento com eles e que os libertará.. EZRA. Sempre é mais fácil culpar ou trem p e l o s nossos erros.EZRA (|r 39.25-321: o Templo não é uma garantia tle proteção (Jr 7." fN n ia d o T r a d u to r) 212 . inclusive Merede. 52 . Existem vários temas importantes no livro do Ezequiel: A s o b e r a n ia d e D eu s: O Senhor está no conferoie da historia. embora a punição que experimeulavara fosse determi­ nada por Ele. a nova aliança [Jr 31.23. para confirmar sen ministério'. duranie a rusiauração de Israel). seus planos prevalecerão.17.2-9. (Veja Pwfrius e Proferia ) pu. ctuiludn. e Israel uão era exceçáo Mas Deus proclama que jamais aceitaria a acusação conlra as gerações anteriores. para evitar o ajusle de contas.2. Foi somente devido à paciência do Sonhor que as gerações anteriores náo forum castigadas imurilatamente. que nao se importava com quom receberia a punição.

3$) P exigiram um sinal sobrenatural que autenticasse seu ministério (tí. a profelisa da Iribo de Aser (Lc 2. FARAÓ. FARISEUS Uma das Lrès seitas judaicas descritas por faseio.16J. De maneira alguma eram todos hipócritas como os cristãos geral­ mente supõem erroneamenle. o qual era uma mistura de partido político e facção religiosa. menos piedosos.33 cnmo o rei do Egito que malou o rei losiasl. historiador judeu do século 1 (as outras duas são os saduceus e os essêníos).10). Alegaram que jejuavam e os discípulos de Cristo não faziam isso 12. questionaram por que Ele não seguia as tradições do rilual da purificação (7.J.ser usada simplesmente como um titulo. Provavelmente nao mais do que 5 a 10% dp todos os judeus pertenciam a esse grupo. par causa fia esposa Saro (Gn 12.17: elc. composto de líderes religiosos e esfiidantes da Lei quo tentavam criar uma “cercíi" em forno da Tora — um bem elaborado sistema de legislação and e de interpretações que capacitaria os judeus fiéis a obedecer e aplicar os mandamentos de Deus em Iodas as áreas da vida. que significa "casa grande".29. principalmente porque não existem detailies suficientes nas Escrituras ou porque os eventos registrados na Bíblia foram tão insignificantes para os egípcios que não foram registrados em seus anais P. acusararn Tesus fie não respeitar o sábado 12. por meirj da listu dos reis dn Egilo. eram bem respeitados pelos judeus comuns.lí). apesar dn ãs vezes os fariseus os criticarem por não serem suficientemente escrupulosos em guardar a Lei. relacionadas de acnrdo com a motivação para o comportamento. Originalmente reformadores piedosos. Diferentemente dos saduceus. Ela era urna viúva idosa lio 1 ao Senhor e leve a oportunidade de vei o m enino Je­ sus ser apresentado no Templo.241.15.1.36).G. com o é encoutrada freqlienfemenle na Bíblia. "a Lace de Deus").f»|. p comente um grupo dos sete linha hmiu de agir sem escrúpulo. Vários faraós são mencionados nas Escriluras e muito raramente são identificados (Neco é iden­ tificado em 2 Reis 23. É provável que o ncnne signifique “separatistas” e Fosse aplicado a um movimento que cresceu no tempo dos Macabeus. eles observavam Roma como um governo Ilegíti­ mo e opressor que impediu Israel de receber as bênçãos divinamente ordenadas de paz e liberdade na Terra. Outro muilo proeminen­ te foi o que reinou na época <lo nascimen­ to dp Moisés r lornou a vida dos israelitas insuportável Nem sempre é pussível iden­ tificar com certnza inn faraó rid particu­ lar.D. começaram a tramar a morte dele (3. Pai de Ana. O primeiro faraó citado foi n encontrado por Abraáo quando foi ao Egito e temeu pela própria segurança. No evangelho do Marcos.F FA N U EL (Heb. A tradição talmúdica descrevia sete categorias de fariseus. Os ensinos deles foram comparados a uma força 213 . THulocomumenle utilizado na BiMia para os reis do Egilo. Existem evidearias con­ cretas d o fontes egípcias d e que u palavra "faraó” podia . alguns fariseus perguntaram o Jesus por que Ele comia com Lobradores de impostos v pecadores (Mc 2.

20). prepararam uma armadilha paru Jusus quando pediram sua opinião sobre o divórcio (10.15).42). apesar do inicialmente não entender a afirmação de Cristo sobre o novo naschnenlo (w. A parábola de Jesus sobre o fariseu e o publlcano chocou a audiência.13).50.51J e ajudou José de Arimatéià a sepultar Cristo (19.37-53 n J 4. Há também outros textos mais brandos que envolvem os fariseus. Lucas difere riu Mateus e Marcos em várias passagens. Os fariseus que estavam presentes questionaram o ministério e o hatismo de João Batista (Mt 3. 0 qual os criticou por algum aspecto comportamental. II. muitas vezes nu contexto da comunhão com Jesus.32-4(v). Forma­ ram um concílio no qual decidiram prender Crista e Umlar matá-lo em segredo (11. fosus declarou que a justiço de seus discípulos precisava exceder a dos fariseus (5. tempos depois levantou-se em defesa de Jesus Í7. Em Lucas 13. Investigaram a cura de um cego.191 e fizeram parle do grupo que foi ao lardimGetsêmam [tara prendê-lo (18.34. Algumas de suas reierêuuias aos fariseus são lambem negativas.34.33 advertiram lesus contra a fúria do rei Herodes e pareceram genuinamente preocupados com seu bem-estar.FARISEUS maligna e Insidiosa (0.45). porque o popular lider judeu não foi justificado e sim o notório empregado do governo imperialista romano (10.13). Em Lucas 17 20. Eles o acusaram de que só expulsava os espíritos imun­ dos pelo poder He Belzebu.11. rejeitaram o ensino de Jesus sobre a mordomia porque “oram avarentos" (16 14 1 e disseram a Cris­ to que repreendesse seus seguidores. Canirapuserarn-se a afirmação'de lesus de ter poder paia perdoar pecados (Lc 5.391. príncipe dos demónios 19.2) & os impostos (12. o livro de Atos uJtHruu referências positivas e nega­ tivas. em sua própria pessoa e ministério. Um importante membro da supre mu corte judaica. Mateus repele Iodas essas referências. mas foi Jesus quem usou a ocasião para criticar sua hospitalidade (7. lamentaram o falo de "todo o mundo'’ ir após lesus.4557). Como uo evangelho do Lucas. 12. doutor da lei. corno a discussão sobre a identidade do Batista (1. rejeitando as declarações dele sobre Jesus o revelando no processo a sua própria cegueira espiritual hl. quando o aclamaram rei { 19.1014]» Por outro lado. ps fariseus perguntaram sobro o advento do reino de Díium e cria­ ram uma oportunidade para que Jesus declarasse que o reino ia estava entre eles. 13-411. saiu em deiesa 214 . quando n Filho de Deus entrou triun falmente em Jerusalém (12. Gamafid.3).35).1*24 descre­ vem duas festas semelhantes nas quais os fariseus agiram em lavor de Crislo. pois falava a seu próprio lavor (8. de forma mais positiva. mur­ muraram por causa da associação do Cristo com o» im p am tentes (15.24J o o registro de que Jesus balizava mais pessoas do que João 14. em seu mais longo discurso de acusação nos evangelhos (Mt 23). que. pois acrescenta vários outros eventos e mantem sua posição de antagonismo para cora os líderes judaicos. Simão convidou Cristo para jantar em suu cusa. mas reforça a animosidade.7). 3-4). Lucas foi o unico evangelista que incluiu numerosos textos que retratam os fariseus. João assemelha-se mais a Mateus.2). Cristo os acusou de toda sorte de hipocrisia. O medo em relação aos fariseus unpediu alguns judeus que cre­ ram em lesus de confessar isso publicamente (12.241 e identificaram-se com os lavradores ímpios da parábola (21. pelo monas um dos mais proeminentes deles apareceu sob uma perspectiva mais positiva — Nicodemos (3. questionou Jesus sobre qual era o maior mandamento (22. Ele enviaram os guardas do Templo numa tentativa fracassada de prendê-lo Ilo 7. Lucas 11. e ules solicitaram a Pilatos que lhes desse» autorização para colocar guardas no Itimulo de Jesus (27.52).30).36-50).39).21): "rejeitaram o conselho de Deus" (7. Alegaram que o testemunho de Cristo não linha validade. pois retrata os fariseus como extremamente hos­ tis a lesus. Por outro lado.21. Um deles.

Sabemos com certeza quo existia uma ordam do diaconisas no século 1 1 d. O apóstolo pede aos irmãos dp Rorua que. Isso fazia parle da ucusagão conlru elo. em Cesareia.11. cha­ mado Cláudio Lis ias (Ai 23. o apóstolo referiu-se ao seu passado como membro da sei la dos fariseus.22). muitas de suas convicções fundamentais mudaram. quando fosse lavado novamente diante do Supremo Tribunal. Esta provação de Paulo começou em Aios 21. juntuineu- 215 . o que n protegeu de ser açoitado e também deu-lhe direito a uma proleçâo adicionai. ao uleg.7. Cri ou-se um tumulto. O julga­ mento durou vários dias A Bíblia diz que Félix “era bem iidormado acerca do Ca­ minho’’ (At 24. é certo que Paulo linha alta con­ sideração pelo trabalho de Fnbe para o Se­ nhor.5).1 : eram obrigados a obedecer a Lei mosaica (At 15. o qual permitiu que ele lizesse sua própria defesa. n. Cl 1.Chama nossa atenção Aios 23. Atos 22 então uarru como o apóstolo loi auto­ rizado pelo comandante romano a dirigir-se h multidão e faiar sobre a fé cristã. mas nos dois contextos Pau In tam­ bém deixou claro que. Febo seja auxiliada de to­ das as maneiras possíveis. que ameaçava matá-lo tAl 21.31). Logo foi acossado por alguns judeus procedentes da Asia. Paulo a cha­ ma de "irmã" e "serva"> e usa o mesmo ler mo do qual deriva a palavra 'diaconisa” (Rm Nao está d aro so ê uma alusão a uma função específica (Fp t.8. mas a única referência passível uo Novo Testamento para tal posição é em 1 Timóteo 3. O destacamento romano ua cidade interferiu e os soldados protegeram Paulo. ' feliz"). quando íoi levado paia ser jul­ gado pelo Sinédrio (At 23J. para ser julgado diante dn Félix. A íim de protegê-lo.20J. Félix fora nomeado pelo imperudor Cláudio e mab tarde foi cha­ mado a Roma por Nitro.C. O comandanle romano então decidiu enviá-lo para Cesareia. Alguns fariseus tornaram-se cristãos. durante o qual o apóstolu íoi capturado pela multi­ dão. O povo ouviu em silêncio até que ele mencionou sua missão de pregar o Evan­ gelho aos gentios (At 22. quando voltava deFieso para Je­ rusalém. Depois desau audiência. que eslava pronto a levar os ‘'inoírcuneisos'' para dentro do Templo IAt 21. 1 Tm t. O sumo sacerdote e mait* alguns ju­ deus levaram suas acusações contra Paulo diante de Félix. FE BE.. FÉLIX (Lat. que linha um m in istério na igroja em Cancróia.26).. Uma cristã br. Ele ouviu. quo o acusa­ ram dn suscitai antagonismo contra o ju­ daísmo. cidade portuária a alguns qui­ lómetros a leste de Corinto. por causa ria ié cristã que o após­ tolo defendia. levou-o preso sob c ustódia. Filipenses 3.FÉLIX dos apostolos. o comandante romano. alinhou-se com os fariseus contra o s saduceus. Paulo apulou paro sua cidadania ro­ mana.a. Novamente em Atos 20 5. 12) ou uma designagão mais umpla para descrever alguém que estava envolvido efetívamente no trabalho da igreja local |EÍ 3. nlguns judeus planejaram matar o apóstolo. O “governador Félix" ora o procurador romano dajudéia de 52 a 58 d.22).C.27. quando se defendia diante do rei Agripa.m conhecida. PauJa causpu uma divisão e n t r e seus mu m br os. Evidentemen­ te eJa tinha nm trabalho específico a de­ sempenhar ali e a igreja deveria dar-lhe Ioda a ajuda néctíssária. que Paulo pnhenloti seu primeiro julgamento. mas erroneamente pensavam que os novos convertidos entre os gentio. Em sua audiência diante do Sinédrio. pois íoi diante dele. corno cristão.tr que ora juigado porque a-ia na ressurreição. c.B.5 registra esse mesmo testemunho.23 a 24. De qualquer maneira.l.7).

para ser julgado. ao apelar para o conheci­ mento de Agripa sobre os recentes acon­ tecimentos que envolviam os judeus e o entendimento dele sobre os profetas. que o consideravam um governador abominá­ vel e extremamente cruel. Pardo ainda estava preso quando Félix foi substituído por Pórdo Festo (At 24. Festo demonstrou seus princípi­ os religiosos romanos. Quando Paulo chegou ao ponto da descrição da morte e ressurreição de Cristo. Manteve Pau­ lo em algum I ipo de prisão domiciliar por dois ano». Festo aparece como o governador romano que se encarregou dos procedimentos legais contra Paulo.27). discutiram juntos sobre o caso de Rnilo. Pau­ lo replicou. O rei sensibilizou-se e disse a Paulo: ‘Tensos que om tõo pouco tompo podes persuadir-mo a fazer-mo cristão?" (At 26. Durante esse tempo.2-12). Pau­ lo então apelou para César. que o considerava um nobre líder. subiu do Cesaróia a ferusoiém" (At 25 1) Ali ele ouviu dos Lideres judeus as acusações contra Paulo.0 o apóstolo falava sobre a le em Cristo. enquan1. qup daramonte eram simpatizantes do judaísmo.27). demonstrando claramente sor bons amigos. O apóstolo loi convocado para laJai dlanle do rei. Retardou ao máximo 0 julgamento. que esperava receber algum tipo de suborno antes de pronunciar a inocência do apóstolo das acusações que os judeus faziam contra eln.G .FESTO le com sua esposa judia Drusila. os quais pedi­ am que fosse reconduzido a Jerusalém para ser julgado. Paulo. quando. o qual leulou restaurar um pouco da ordem legai e administrativa na região.24). O procurador romano da Judéia que sucedeu Félix em 58 d. ma** o apoio paru César precisava ser obe­ decido: assim. No Novo Testamento.27).D . o prisioneiro. nestes capítulos. O apóstolo então respondeu ser o seu desejo que todos os que es lavam presentes se tornassem cristãos. Paulo então apro­ veitou a oporlunidade para proclamar o Evangelho aos dois descendentes de Herodes. como ele. (At 24. o Grande. Féllx ficou "apavorado”. onde seria morto (At 25. Fora r i u Novo Testamento. pois também eram judeus. ao dizer que o apóstolo estava “louco” IAt 26. Foi. a fim de não ser levado a ferusaiém. foi colocado num navio e conduzido a Roma 216 . Alguns dias depois.28). depois da fraquíssima administra­ ção de Félix. P. mencionado tanto por Joselo como por Tácito. Agripa e Festo desejaram libertá-lo.C. o após­ tolo tí Féllx tiveram conversas regulares [Al 24. embora aparentemente os con­ dições de vida da apóstolo fossem bem favoráveis. talvez devido ã idéia dfj fuizo vindouro. At 21. na esperança de receber algum suborno para liberar Pau­ lo (24. chegou â cidade e teve um encontro corri Festo. Esso tempo de prisão iob o govorno de Féllx aparentem ente trouxe pou­ quíssimo benefício na continuação do ministério de Paulo. Agripa ÍJ. FESTO.Josefo.24|.11: 27. o primeiro estagio nos procedimentos le­ gais que no iiinaJ permitiriam quo teste­ munhasse de Cristo na própria cidude ile Roma Fica muito daro. A intenção delps era fa­ zer uma emboscada e matar o prisionei­ ro. Festo rapidamente tomou as redens da liderança e "três dias depois de entrar ua província. ê meur inundo apenas poi. Festo atendeu a tal apoio o o manteve ern Cesaróia até o seu envio a Roma.26.25). acom­ panhado de sua irmã Berenice. Por ele ser cidadão romano. u donuaio próprio o juízo vindoura" (24. onde apresentari­ am suas acusações contra o apóstolo. Festo convidou os líderes para o acom­ panharem a Cesaróia. "discorrendo ele sobre a justiça. enlreianto.26). que tudo isso era parte do plano cie Deus [cf. Esse menosprezo polu loi talvez fosse uma característica de Félix. os quais ficaram parados por mais de dois anos sob d governo de Félix.

p . entrt: eles Figelo e Hermógenes" (2 Tm l . (ais como Hermógenes e Figelo de quem Fciulo esperava uma atitude melhor. FICOL. O plano d e D p u s eru que o apóstolo te s le m u n iin s s p d e le ua c a p ita l d o Império Romano (c í. O arma de Flletnom "pelos santos" (outros irmãos e irmãs cristãos) era bem conhecido. dois homens diferentea Inlve/ estejam envolvidos nos dois eventos. 0 al­ guns membros do grupo ou de sua resi­ dência também foram mencionados no inícin da caria que o apóstolo lhe escre­ veu. que todos os quo estão ua Ásia me abandona­ ram. Comandante <to exército do rei Abimeleque. í ). ondo sú tnrnon um homnm poderoso e uma ameaça para os filisteus.g .22. e não se envergonhou das minhas algemas" (v.Asia que viviam em Roma. Provavelmente referia-se ao tempo de sua segunda prisão em Ronui (v. amigo querido e cristão fiel. Al 2 1 :3 i : 2 7 .t . 17) e tinha em mente o fato de os cristãos não lerem Bcado ao seu lado no julgamen­ to. Uma dás ora­ ções de Paulo por ele era para que sem­ pre fosse otivo na proclamação do Evan gelho de Cristo às outras pessoas. “furtivo'*!. Tempos mais tarde. Colossos etaodicéia. Paulo estabeleceu um contraste entre esse tipo de comportamento. Depois de várias disputas por causa dos poços de água. ao falar sobre |p s u p em seus contalos diários cora os pagãos (v. 32).FILEM OM [Al 2 6 . possivel ­ mente com uma elevada soma de dinhei­ ro: ou eiilão lora enviado para ajudar Rmlo e não voltou no prazo determinado. Onésimo — o motivo da caria do apóstolo a Filemom — é mencionado como "um de vós” (Cl 4. FIGELO (Gr.15). Mencionado jun­ to com I lermógeues na segunda corto de Paulo a Timóteo: “Bem sabes isto. nos dias de Abraão. mas que havia fugido.i.g . F IL E M O M . Por meio de uma cúldadoSn compa­ ração com a caria de Paulo aos colossensos. Q ualquer que seja a situ ação (veja Ontsimo). tais romo Éfeso. Isso talvez indique uma certa timidez de sua parle. e a aiitude de Onesiíoro.B. pois linha reanimado o cora­ ção dos cristãos (w. 3 2 ) . é possível afirmar-se que a casa de Fiiemom era parte da igreja ern Colossos. quando este foz um tratado com Abraão om Borsoba (Gn 21. Um dos cooperadores de Paulo. sem dúvida molivado pelo medo que alguns cristãos tinham das autoridades romanas. um lídor lilistnu. a fim do firmar um acordo de paz (Gn 26. É possível que tanto Ahimeleque como Ficol Fossem títulos filisteus para sOufi lideres: desto manoira. os quais pediram que se retiras­ se. Isaque foi fio encontro de Abimeleque em Gerar. 6). o Unham abandonado. 16). P. Os que se afastaram seriam Iodos os pro­ venientes da . Isaque retomou n Berseba. 5. supõe-se que um proprietário 217 . Abimeleque e Ficol novamente se encontraram com ele. o problema estava pre­ sente também nn Igreja primitiva: eles es­ tavam expostos às perseguições ou sim­ plesmente eram "ridicularizados” por serem cristãos. Acom­ panhou seu simhor.2 4 ) . a fim de encorajar Timóteo d ser forte "na graça que há em Cristo lesus” 12 Tm 2 . quando o patriarca já havia faleci­ do e houve lome na lerra.9J Esto era um escravo que pertencia a Fiiemom. em busca de ajuda e alimentos. Quando lã e$tava. pxj. Permaneceu lá por algum tempo. Da mesma maneira que os cris­ tãos enfrentam dificuldades para pojrmanecer firmes em Crislo em muitas socie­ dades modernas. Pro­ vavelmente converteu-se por meio do mi­ nistério do apóstolo (F11.7). O apóstolo moncionou esses exem­ plos. Não sií sahií ao cerlo se foi o mes­ mo llder filisteu que antes fizera uma ali­ ança ccun Abraão. Nessa epislola.G. Uma igre­ ja domiciliar reunia-sp em sua casa. Evidentemente o apóstolo não desejava dizer que todos os crislãos de to­ das as igrejas da província da Ásia.5U9). de quem disse: "Por­ que muitas vezes ele me recreou.261.

o. Paulo lambem referese ao cuidado de Filemom para com ds sanlos e conclui a carta com o pedido de que lhe losse preparada uma pousa­ da (vv. Alguns sugerem que a redigiu quando esteve preso era Cesaréia (veja AL 25). antes. após três meses. ainda que o mais provável seja que o apóstolo se encontrasse detido em Roma. Discute-se muito se Paulo estava ou não na prisão quando escreveu esta car­ ta. Seu ensino «le que a ressurreição já havia ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2. Tais heresias são comuns atra­ vés da historia da Igreja. FILETO (Gr. 218 . ''amado"). Sua heresia se espalhava como uma "gangre­ na” e era uma distorção das Escrituras.1-IOJ. a sucessão de eventos finalmen­ te levou os cristãos a acreditai que a es­ cravidão era uma prática errada. Estabeleceu-se um decreto real que ordenava que todos os bebês do sexo masculino que nascessem entre as mu* lheres israelitas lassem mortos. Talve? Fiieto e seus companhei­ ros acreditassem que a ressurreição fos­ se apenas a desc rição de uma experiên­ cia espiritual. A carta de Paulo a Filemom £ a mais curta das que a apóstolo escreveu. eutretanto. T i. Iàis informações. É urna nola pessoal na qual solicita que o companheiro aceite de volta seu anligo escravo como "irmão" (v. dn quem ouviu sobre o Evangelho.20). mais do escravo. são apenas hipóteses A carta de Filemom é minto estuda­ da. entretanto. 1 Tm 120]. associa­ do a Himeneu e provavelmente também a Alexandre (2 Tm 2.rv. r.c. Herege. Esta epístola diz pou­ co sobre o assunto e pressupõe que era correto Onésimo voltar ao seu senhor e reassumir sua posição como escravo. É provável que Onésimo tenha lenlado escapai e manter-se escondido no moio da mídlidôo de uma grande cidade como Roma. e cer­ tamente assumiram esta postura após o tratamento de Paulo para mm Onésimo. 1.FILETO do escravos e possuidor de tuna casa gran­ de o suficiente para reunir uma igreja pro­ vavelmente fosse muito rico e de eleva­ da posição soeial.22). frequentemente enfrentam essas questões com uma forte ênfase sobre a ressurrei­ ção fio corpo. com o intuito de se aprender sobre as possíveis atitudes do« cristãos com re­ lação à escravidão. ouU‘os defendem um cativeiro em Eíeso. Provavelmente enquanto eslava la teve a oportunidade de conhecer Paulo.17.18J. A carta do apóstolo começa com um co­ mentário sobre como Filemom rcanimara o coração dos santos o conclui coju o pedido de que ele oiande Onésimo de volta.d. uma mãe escondeu h salvou seu lilho e. e os cristãos.16-191. p. oolocou-o ua correnteza do rio Nilo. Disse que Onésimo era um ‘ ir­ mão’’ realmente valioso e confiou nele com o cooperador numa m issão em Colossos. talvez es­ tivesse lambém preso e por um tompo tenha compartilhado a mesma cola com o apóstolo. Infelizmen­ te a Bíblia não registra qual foi a reaçào de Filemom a esse desafio à sua manei­ ra de pensar. e não necessariamente o ressurgimento literal do corpo— um en­ sino fundamental da té cristã (veja l Co 15. O apóstolo disse quo era 'pai' daquele «s»:ravo. 7. como irmáo amado" (Fm 161 O cristianismo claramente fa­ zia com que a relação entre senhores e escravos losse reexaminada. de­ sejosos de seguir o exemplo de Paulo. Rnpetidamenle o apóstolo enfatizou o valor que Onésimo tinlia para ele. reanim ondo-lhe o coração em Cristo (vv. O apóstolo o enviou de volta a Filemom "não já como escravo. 16). A. de onde teria escrito a epístola. dentro de um cesto feito de juncos. FILH A DE FA R A Ó . A mulber mais conhecida na BíbUa como "a filha de Faraó" é mencionada no relato sobre o nascimento e a infância de Moisés (Ex 2. O rapaz se tornara seu fillio ua fé enquanto Pau­ lo estava preso por causa do Evangelho.

Muitas pessoas viam o nascimento e o crescimento dos filhos como uma garantia da formação de uma equipe de trabalho p de protoção contra os que estavam fora da unidade familiar.1. A providência de Deus é claramente vista no retrospecto desses eventos. pela escolha de Moisés para liderar os israe­ litas o ser a própria voz do Todo-poderoso diante de Faraó. os filhos eram vistos como altamente desejáveis. Quando o ruenino cresceu. 3. O primogénito ura oferecido a Deus de maneira especial. do antigo Israel.8: 9.24.Ç. embora fossem praticados por outros povos. mos. Veja também Atos 7. Devido â sua lorroação.2. b!<í conhecia as formalidades da coxe­ ie e linha urn acesso ao roi que provavel­ mente era negado à maioria dos escravos hebreus. Iodos eles 219 . os filhos gorai num te eram vistos como bênção do Senhor (Gn 152*5: SI 127. ouviu o choro do bebé e mandou rotfrã-lo do ceslo.17). a fim de qtie ula oão vivesse do palácio de Davi.31 Represem lavam o cumprimento da promessa de Dous sobre a aliança i om seu povo e ao mesmo leínpo 0 cumprimento da responsabilidade humana de frutificar o multiplicar-se. A perspectiva dos escritores bíblicos. Deus continua a nos chamar ao arre­ pendimento e ao serviço amoroso h promete que seu Espírito e sua Ffclavra não se apartarão das gerações futuras. principalmente em se tratando do sexo masculino.3-15:128.21). foi recebido pela filha de Faraó e tornouse oficialmente seu filho.281. fflha do um Faraó que se tornou esposa de Mefedtí ( I Cr 4. FILHOS NA BÍBLIA Os lilhos frequentemente são citados na Bíblia e constituem um elemento importante no quadro bíblico da família lernente a Deus e do p o v o do Senhor como uma unidade maior. p. os filhos participavam do culto desde a mais tenra idade. Tais uniões eram proibidas pela Lei de Deus o iis esposas pagãs gradualmente "perverteram o coração para seguir a ou­ tros deuses" Í1 Rs 13. encher a terra e sujeitá-la (Gn l . O casamento de Salomão com esla e outras mulheres estrangeira?. posteriormente foi a causa tle sua ruína. não eram aprovados pela Bí­ blia. vigia* va.. No antigo Israel. escondida no meio da vegetação. entretanto. que ainda nem nasceram (Is 59. Infanticídio e aborto. A bênção divina 6 umn maneira pela ijual o governo de Deus eslende-se através da história. Sua promessa e s ­ tendo-se para os filhos dos filhos 1S1 103.2 Cr 8 111. Veja tíitia. ua verdade. A bênção du Senhor não é limitada pnlas mudanças dos eventos no correr da história.24: 11. não é idêntica à tia sociedade ocidental contemporânea. 2 O rei Salomão se casou com uina certa “filha de Faraó”.FILHOS NA BÍBLIA Miriã. . a irinâ mais velha do bebê. e disse: Das águas o ti­ rei" Iv. A proposta foi aceita e ela procurou n própria mãe. mas ua manu­ tenção dos descendeutes piodosos de umu geração para a outra.U. 10). O passar do lempo não enfra­ quece a obra do Senhor em abençoar sou povo. Em Israel. A filha de Faraó banhava-se do rio. assim como na maioria das sociedades.18). Percebeu então quo se tratava do uma criançn israolita Miriã aproximou-se e ofereceu-se para encontrar uma mulher quo pudesse cuidar do bebê e amarnentãlo. pura quem cons­ truiu um palácio espei iol.21 e Hebreus 11. Em geral. " p o r que santos são os lugares rios quais en­ trou a arca do Senhor" |1 Rs 7. “Tila lhe pôs o nome de Moisés.4-0). A bênção de Deus não era vista apenas no nascimento dos filhos.

"Desviam-se os ímpios desde a madre. de uma discipli­ na desprovida de amor. o o s genitores são cbamados paia ministrar o$$e ensino. Abiúde (I O 8. O AT narra historias do filhos egoístas que não tiveram respeito poios pais (2 Rs 2. Os pais eram respuusáveis pola educação dos filhos. Vinha acompanhada de mandamentos para oriar os tilhas nos caminhos dn Sonhor |Pv 22. São memhros do povo de Dous.21-24. ao in­ clui-los ua adoração a Dous (1 Sru 1. somente as crianças o louvavam e diziam: "Hosana ao Filho de Davi”. Lc 1.15). Desde pequenos.11. Prei isarn do disciplina. muitos onten- 220 . Porque Dous é o Criador de Iodas as coisas e seus estatutos para o seu povo envolviam (odas as áreas da vida.16. audarn errados desde que nascem. Enquanto Deus abençoava seu povo. oles observavam a participação nos rituais do Templo. Os filhos.FILHOS NA BÍBLIA oram dedirados ao Sonhor. não pre< isam do uma "mão de ferio".21).4). Lumprir automatica­ mente Iodas essas obrigações. e não as impeçais. ia alõm do ensino e do exemplo. SemelhanLomexite. lá que os meninos iudeus eram circuncidados. Exigências muito elevadas sáo colocadas sobre eles. coutudo. uão bavia distinção entre o secular e o sagrado no Lreinamenm dos filhos. Os filhos nem sempre obedecem ã lei de Deus. Cl 3. ou seja.6).15].3J. O ensino aos filhos uão ora mera monle didatico. mio como propriedade. os filhos recebiam nomes quo destaca­ vam o i Lududu do Senhor pela família au pelo seu cliofe. contudo. o povo de Deus. alegrando-se ua graça dp Senhor.4.1-3. As que descansam nos braços do Crislo são mem­ bros (não apenas potenciais! da Reina do Deus. proferindo mentiras" (Sl 58-3).35: et< ].12). Educação no temor do Senhor envolvia lodos os aspectos da vida. Eles precisam de disciplina. Em tudo isso. "Honra a Um pai o a tua mãe” ÍÊn 20 12. Alguns deles eram dedicados poios pais aa serviço parLindar de Deus (1 Sm 1. Pelo contrário. um rei” | 1 Sm 21. mas a vara da disciplina a afugentará dele" iPv 22. como sinal de que oram compo­ nentes da aliança.23) A Bíblia apresenta um quadro muilo realista dos filhas. Ninguém poderia deixar essa verdade ruais clara do que Jesus em Marcos 10. As crianças também oram disciplinadas Não existia o otimismo tolo que via as crianças como inocentes por ualureza. Ninguém deve esquecer. Frequentemente. A educação dos filhos. E amplamente reconhecido que Cristo usava as crianças para fazer a aplicação teológica de que seus discípulos devem receber o Reino de Deus e vivnr uns com os outros em bonda­ de e humildado.70-79). esse ritual simbolizava sua entrada na comunidade de Israel. A promessa ria bônção de Deus uão ara feita ua va^sio. oontudo. em Mateus 21.11). e os filhos dos judeus prosélitos eram balizados. A Bíblia diz olarameute aos pais que não provoquem a ira dos filhos (Ef 0. os filhos são vistos como pessoas. Devium ousinar-hes sabre os ntos poderosos de Dous. "A estulLícia está ligada ao coração do menino. logu após sua enfiaria triunfal em Jerusalém. "Mou pai de louvor": Aimeleque. pois das lais é o mino de Deus".32. Abias (1 Sm 8. nem os irritem (Gl 3. entretanto. Eles não podem. Ef 0. por moia dos q u a is foram tirados do Egito e chamados para receber sua Palavra no monte Sinai (Dl 4. Os pais l orlai eci am-nos. quando Jesus eslava uo Templo.211.11 |Veja Lambém Gn 29. são presentes do Senhor que devem s o í cuidados e dodit ados ao sou serviço. 2 Tm 3.2) significa "O Sonhar mou pai”.15.9-10). 'Porque a imaginação do coração (lo homem é má desde a sua meilinice” |Gn 8.22-24). Os meninos eram cir­ cuncidados do oitavo dia de vida (Gn 17. "meu irmão (Deus).20). a história da fidelidade do Senhor u sua aliamva cresceu e a questão da oducaçáo dos filhos assumiu novas dimensões (ls 4.14: “Deixai vir a mini a» criancinhas. espera-se que os genitores dêem boas dádivas aos filhos (Ml 7. quo Jesus realmente recebeu vis crianças.

10). Os filhos refletem o Pai. a. exeeto por meio do pai. A metáfora “filhos" é usada com uma conotação negativa em expressões como “filhos da transgressão. com Deus o não Abraão como pai. às vozes. utilizam todos expressões similares.2. Por esse motivo. em sua graça.10).astes (Ec 12. Mais importante são as referências nas quais Deus é considerado nosso Pai e um indivíduo ou um grupo são chamados seus filhos [as variações de termos relacionados com a expressão "filhos de Deus" estão baseadas mais em estilística do que em variações teológicas). 15.6). "filhos” têm um significado similar nas expressões intercamhiáveis: “filhos de Abraão" fio 8.32: 7. O livro de Provérbios faz um uso extensivo da figura na expressão “Filho meu" | veja os primeiros versículos dos caps.14 introduzem a nuança de que as crianças são fracas e dependen­ tes.29.25). 221 . coufossamo» nossa fraqueza b humilde dependência do Pai paro todas as necessidades e descansamos cuntiadamenle em sua provisão amo­ rosa e sua proteção (Ml fí. F1UAÇAO Filiação é uma idéia com muitas faceias na Bíblia Inclui os filhos vinr ulados literal­ mente à família e os usos metafóricos tais como o que so refere aos habitantes de Jerusalém como seus "filhos”.23. 7.40-50: 5. mas lesus ft o Pilho de Deus e os que crèem nele também são filhos do Senhor (jo 112).33). Os habitantes do Jerusalém são referidos como seus "filhos'1 IMI 23.m. o escri­ tor de Edesi. “filhos do ha" fEÍ 2. textos como Marcos 10. 2 a 7). Elas não controlam o próprio destino. G1 3. Como "filhos dn Deus”.44-40. Nesse sentido.10) e "filhos de Israel” (Dl 1. Da mesma maneira. A injustiça era uma ameaça diária para um órfão.3| e “filhos do diabo” (1 Jo 3.37.r e “fillmihos" são usados pelos mestres e escritores.211e viver em comunhão com os nossos irmãos. Infelizmente. Os lermos “filho meu. Sem um pai paru cuidar delas e protegê-las. Paulo (Fl 10).26. 1 Co 1. a fim de demonstrarmos os traços da família. Deus. Em 1 João 2. os que professam a religião pura são descritos como os que visitam "os órfãos e as viúvas nas suas aflições” (Tg L. Os cristãos são “irmãos" em Cristo.27J.1 J: 10. descendência da falsidade” (Is 57.5).Por isso. “descendentes de Abraão" (jo 0. Para enfatizar ainda mais que as crianças são membros ao Reino de Deus. ficam indefesas o ii mercê dus outros.32.FILHOS NA BÍBLIA dem que as crianças estavam incluídas nos batismos famillaras (significando que eram membros ds comunidade da nova aliança) da igreja primitiva (At lti. Cl 4. A igreja ó o lar (ou a casa) de Deus | 1 Tm 3. amor e cuidado (Ef 5.33. No NT esse uso é muifo mais desen­ volvido do que no AT.1 o lermo aleluoso "meus fillúnhos” é usado comesse mesmo sentido. Apenas um pequeno passo separa esse uso e a descrição da comunidade como uma família.15). declara-se "pai dos órfãos” (Sl 68. sõa descritas junto com as mães como “viúvas « órfãos" Ils 1..41. Os termus “crinnça" e “filho” são também usados metaforicamente na Biblia.37.39.121 o lesus (Mc 2.5).3).7). quando se dirigem aos estudantes e leitores. SI 94. Não somente o Senhor é o Pai. i0. em humildade. Estão entre os grupos da saciedade sobre os quais outros podem facilmente tirai' vantagem. Ser filho de Deus impfiea fazei a sua vontade (Mt 12. Não aponas o Senhor mas também o seu povo cuidum das crianças que não têm quem as proteja ou sustente na sociedade.1ss). Na sociedade patri­ arcal do antigo mundo mediterrâneo não havia garantia de cuidado e provisão para a* crianças. Cl 3. alguns tradutores desviam a atenção da referência aos “filhos" nesses versículos.

Cla­ ramente (2. Em Isaías 63.5-13) Mais especifi­ camente.41-46 — veja Jesus).12). escolhido e retirado do Egito. Esse tiso. entretanto. Rm 0. Deus redimiu fsrael e. fiara o dia da bênção. o povo de Deus olhava para adiante.KM » mostra como Cristo trouxe “muitos filhos á gloria".201 porque Ele r o criador.14: 1 Cr 17.7-2.28. A confiança de Israel de que Deus viria e supriria suas necessidades era expressa pelos profetas em linguagem familiar (Is 03. o Messias. os irmãos de Jesus. a bênção familiar du povo de Deus está especifi­ camente rela» ionada com Jesus. [r 3. Hebreus 2 . à formação de Israel cam n filho de Dous. de Gn 6. mas não se reterem nem á geração biológica da humanidade p o r Dous (como uus religiões pagãs) ueru á criação. i ). é o elemento central da provisão de Deus para as bênçãos familiares escatológicas de seu povo. o proíela clama: "Mas tu és o nosso Pai. Filiação redentora O lema dt«ninante que está no cerne da revelarão bíblica é que Deus é Pai. Em outras ocasiões. é o Pai da nação israelita.7: Sl Ô9.101. frequentemente é chamada de Filho de Deus.41: lo 1.6: 2. 3*1. em virtude da redenção. nõo é o caso. Portanto. Filiação escatològíca A expressão "Filho dn Deus" como título messiânico não é surpreso no Bíhliu. e Israel rião nos reconhece: tu. pelo contrário.5. loi por meio de seus sofrimentos que o Filho de Deus lrouxe outros mem­ bros para a família de Deus.13) Ele era s e r v o e filho (Sl 89. nosso Reden­ tor desde a antiguidade e o teu nome”. no Novo Testamento.16. quando seriam chamados “filhos de Deus". os seus sofrimentos e a sua morte foram os meios pelos quais o Filho libertou os quo estavam “sujeitos a escravidão" (2.14-19.6 e Ml 2.Outras pessoas tomam-se filhas de Deus quando crèern em Jesos Cristo. Os 1. porque Ele é o Filho messiânico de Deus. és o nosso Pai. a lráse é usada apenas como um lilulo messiânico (Lc 4. de Deus” [Jó 1.4: Ml 22. assim.27.1. Filiação em Cristo Jesus. à glória (2.1)'. No período enlre os dois testamentos essa idéia levou ao uso tia base "filho de Deus como um Ululo messiânico (4 Q Florilégio I I 1-13: 4 Q ps Dn A 1. Polo fato de que o rei do Israel representava a nação.7).15) e trouxe os filhos de Deus. porém. a Bíblia ocasionalmente refe­ re-se aos seres angelicais como “fLLbot.11. veja também Mt 11. Similarmente. e sim .16:64. Como Mes­ 22 2 . ainda que Abraão náo nos conhece. o identifica como o Filho de Deus único e preexistente (Gl 4. Às vezes. no Èxado (Os 11. O advento de Cristo.20. No meio da opressão. Devido ao falo de Deus sei o criador e lats seres estarem sob sua autoridade. o Filho de Dous (]o 1. 0 Setdior.10) fazem isso por mein de metáfora. sáo também chamados de "filhos de Deus”.14.26) adotivo de Deus (Sl 2.17.10.6. mas também náo é o único uso escatológico do tema filiação.11). Hebreus 1 e 2 deseuvolve o lema da supremacia de Jesus como Fdho. é muito raio.49). o HILio messiânico de Deus. os seres humanos sáo chamados dp "geração de Deus" (Al 17.16). Hb 2.».FILHOS NA BÍBLIA Numa expressão típica dos povos da Mediterrâneo.4). A adoção delas na família do Deus é pot moio ile Jesus Cristo (Ef 3. Ale mesmo os textos que usam a linguagem da criação ou geração (como Dl 32.10. também «ra conside­ rado f i l h o de Deus (2 Sm 7.

3ti). u menos que o Pai o r e v e l o (Mt 1 6 . que não aparece no Antigo Testamento e apenas cinco vezos no Novo Testamen­ to (sempre nos escritos de Paulo. pnis e uma expressão genérica.9. As pessoas tomam-se filhas dtí Deus. de Deus (Ts 43.71. 5. adoção e regeneração estão ligadas à obra do Espírito San­ to (JO 3. A despeito das variações distintivas.4). Nem o novo nascimento nem a adoção na família d" Dous constituem um processo.5: Eí 1. Este segundo é expresso numa variedadB de palavras: “vontade" [Ef 1. Uma terceira característica co­ mum da adoção e da regeneração é que a mudança que ocorre é divina.11) e eleitos |v. 1 4 ) . A Solução para a triste situação rio que não e filho de Deus começa corn a graça do Pai.7. 1IJ. Adoção e regeneração Duas metáforas são utilizadas nos textos bíblicos para descrevei* como a escolha amo­ rosa do Pai se realiza e a pessoa que ainda não é filha de Deus une-se a Cristo e Iransíorma-se num membro da família de Deus: adoçao p regeneração. Da mesma maneira. 20: I P e 1. Tesus disse aos judeus: "Vós pertenceis tio vosso pai. 9. Como alguém podo aproximar-se de Deus? Por meio de Jesus. que aparece primariamente nos escritos de João. e se sen Pai celestial também o perdoar (Ml 6 . O termo “ado­ ção". Desde que nem Iodos são lilhos de Deus. ó lomado do contex­ to social e legal do mundo greco-romano. 5. 1 6 . é uma metáfora biológica. O chamado amoroso do Pai Nem todos são filhos de Deus.31 A ênfase dó apóstolo Paulo sobre esse assunto é encontrada om Efésios t. e liberta aqueles que estão presos em grilhões: mas os rebeldes habitam om terra seca".7). 9 . O Pai é gracioso e per doador.fi: 2 Co 6. Portanto. O efeito cumulativo é a ênfase no fato de que a adoção na família de Deus é conslruidd nada mais nada menos que sobre o fundamento da própria pessoa do Rii (o significado básico da palavra "adoção" enfatiza a escolha do Rii qun adotal. o lindo quadro do cuidado paternal de Deus no Salmo 68. O vocábulo “regeneração”. Especiliiemente.18). mas tambúm os Cilhai. "beneplácito" (w.5). "por Deus" í d 4. 5. as duas metáforas enfatizam qun a mu­ dança não é apenas radical —•é também imediato.4. “conselho" | v. a expressão “filhos dft Deus" não deve ser eniendida <omo se referindo apenas aogéuero masculino. A velha existência termina e começa uma nova vida. A afirmação bem conhe­ cida “não há macho.1J ). 3 7 . t3 dp quo nem todos são filhos de Deus: “Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus no seu santo lugar Deu* foz que 0 solitário viva om família.1ti).5: Gl 4.4: Gl 4. Dois dos maiores temas dessa doxologia são a adoção de lilhos do Deus e a vontade e o propó­ sito de Deus. 11).9: 4. precisam "nascer de novo" (lo 3. Em )oào 0 44. e a boa uotida (lo Evangelho e q u e o Pai sempre toma a iniciativa fJo 6 . 2 7 ) . os que desejam ver o Reino de Deus.6 é seguido pela clara advertência uo v.91. “propósito” (v.3.5. o diabo" Semelhantemente. nem féméar é a explicação de Paulo para a declaração “Todos vós sois li lhos de Deus” IGI 3. Ninguém pode reconhecer Jesus como o Filho.26-2«l. São nascidas de Deus (1 Jo 3. Rm 15. 6 5 ) .FILHOS NA BÍBLIA sias.1. 4 5 . Sua misericórdia o seu amor são a raiz da Jihação de seu povo (]r 3 1 .3-14. 223 . pois seu Pai "é misericordioso” (Lc (5. 4 4 . "predestinados Iw. realiza as esperanças dos profetas Esta realização inclui D ã o somente o s filhos du Dem.5. na linguagem bíblica.6).23. ambos os termos deixam claro que a mudan­ ça envolvida é radical em toda a orientação da vida.

O fillio de Deus descansa na onisciência (Mt 10. Rm 8.21.2-5. mas uma das mais significativas esta relacionada r. O Pai celestial se compadece de seus filhos e lembra-se que “são pó”. De fato. O filho de Deus descansa na promessa de um Pai que conhece e se preocupa com suas necessidades e tem o poder para suprilas (veja também | r 31. se é certo que com ele padece­ mos. reconhece sua fraqueza o confia no Senhor. herdeiros de Deus b co-herdeLros lem virtude da filiação! de Cristo.32).6). Em ambas as inslândas o clímax é “vosso Pai celestial" (Ml 0. 1. em conformidade com a imagem de Cristo.34.6. 22. para o “bem" (Rm 8. "Somos. por isso. Mateus B.1 1. na onipolência (Mc 14.. represem Iam dons para nossa disciplina e fortalecimento. O corolário da confiança o a perseverança O filho de Deus é chamado para traba­ lhar duro e jamais desistir (Hb 12. 224 .8. o Filho primogénito (Rm 8.30). Islo eslã enfatizado em Provérbios 3. Nn "Oração do Senhor".42. interesse e afeição com o amoroso Pai celestial. Jesus ensina os outros filhos de Deus a orar: "Pai nosso" (Ml 6.29. O filho de Deus e uma criai ura chamada para um relacionamento íntimo e pessoal de abertura.orn a oração.1-5 e principalmente Hebreus 12.29-31. proteção e disciplina significa que ele não se preocupo. 'para nosso proveito” (Hb 12.24. IJm dos resultados da filiação é a disciplina do Pai. mas não única Estudos teoló­ gicos recentes deixam de lado a antiga alegação de que a referência de |esus a Deus como "Par. não deve ser confundido com autoconfiança arroganie.17). Dl 1.29. Estas três virtudes paternas são essenciais para a segurança do filho.3-11. Este sofrimento atual acontece sob o controle amoroso do Pai. A confiança no Senlior resulta ora serviço alegre. Deuleronômio 8. (a) Oração a o Pai. Ml 5. frequentemente..10).9) Eles foram adolados na família de Deus IGI 4.5)O talo dn qun os filhos de Deus chegam a essa condição "um Crislo" significa que sua vida presente envolve sofrimento no caminho da glória.FIU IOS NA BÍBLIA Os resultados da filiação Um rios aspectos mais impreasionantcs do uso bíblico ila uoção de filiação é a gama de resultados associadas com ela Isso é compreensível. dados pelo Rii qun molda e edifica os filhos os quais ama. lambém podem orar a Deus. Os filhos de Deus aprendem a lição do Sal­ mo 103. os sofrimentos da vida estão longe rir: ser sinais du ahandono de Deus.5-13. Confiança no cuidado do Pai. 2.era léxica ou sinteticamente única).28) dos que são chamados para "serem conformes à imagem de seu Filho" (Rm 0. e o Sonhor enviou o Espirito de seu Filho aos seus «orações (Gl 4. e chamá-lo de "Pai" (Gl 4.13. Tal padecimento leva os filhos de Deus á glória. abnegado e perseverante ao Pai celestial (2 Co 1. enlreiauio. 19-34 trata com várias perspectivas da relação dos filhos de Deus com os "cuidados" déste mundo: dinheiro. A confiança do filho em sou Pai para provisão.5). para que lambém com ele sejamos glorificados" l Km 8.26.9). Rm 8. mas entrega-se a Deus Esse tipo fie fé.30). pois a filiação alinge o centro da existência humana e estende-se a todas as áreas da rida.18-30). alimentos o vestimenta Os w 25-34 focalizam o problema da preocupação com as necessidades bôsicas de [I I sustento e |2) proteção. Intimidade. O lilho de Deus pensa a mesma coisa. Essa inlimidnde o vista de imulas maneiras na Bíblia.14. maneira característica.15). por meio do Espírito Sanlo.25).35] e ua misericórdia (Jo 10.26-20) do Pai. 23. Sl 68.48 — Nota.9. O relacionamento Intimo do próprio Jesus com Deus expressa­ va-se na maneira característica como se dirigia a Deus em oração como “Pai” (Lc 10.12.

Ib) Santidade familiar. 'Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas. entretanto.26).15). pelo qual clama­ mos. 5 .FILHOS NA BÍBLIA Esse lipn de relacionamento intimo com n ftu rrtilestial em oração representava (para Jesus. Assim como Israel loi solto do cativeiro para a filiação nacional.15 deixa claro que a razão por que o filho de Deus lem certeza de sua herança eterna como filho de Deus ú a libertação do pecado. o filho de Deus ê chamado para se purificar. A comlição de filho é contrastada com a do escravo. "Pois náo recebestes o espirito de escravidão para outra vez estardes em temor. 4.) a antítese das fórmulas. Não é. R u a os escritores bíblicos. a união com Cristo e a condição de filho são desenvolvidas em conexão com a santificação.11-17.20 a 3.211. A obra de Jesus (e do Pai).9). como perfeito c o vosso Pai que está nos réus" (Ml 5. lemos: "Vós sois lilhos do Senhor vóstió Deus. O Pai ó o santo juiz que noluturo decidirá o destino elemo du humanidade fMt 18. Desta maneira. ts 63. mas também exigências. "Assim que já náo és mais escravo. Lm Hebreus 2.47.35: Mc 8. A intimidade bíblica com o Pai celestial é uma comunhão segura e couíortadora. “Sede.14-15). A família de Deus tem um estilo de vida diferente-(Dt *2 .55). A filiação biblica traz não apenas bênçãos. Os israelitas tornaram-se filhos de Deus: por essa razão não podiam adotar os costumes religiosos de seus vizinhos pagãos. Oração náo é unia arma de coaçao sobre os poderes do Universo. pois.rituais impessoais da magia pagã [Ml 0. o modelo bíblico de filiação era radicalmente adverso das religiões helenistas ao redoi. c lambém a que determina o novo rumo em suas vidas (w. A liberdade dos filhos. nem rapareis o cabelo em honra de algum morto”. O filho de Deus Lambém é liberto do umu vida sem direçãt). para que sejais irrepreensíveis e sinceros. O filho de Deus é Liberto do medo da marte (Rm 8.8. li qual estó segurri no Pai. Ml l. não busca o louvor è u honra em outros. um relacionamento simples ou desprovido de desafios. Jesus declara a oniseiência do Pai e diz quo o filho de Deus. para enfatizar a Uberdade dos filhos de Deus. A lamiiia de Deus Sur filho de Deus é tomar-se membro da Casa de Deus ( I Tm 3. A antiga viria era de cativeiro. da mesma formão cristão tornou-se livre para a condição do filho Essa libertação é descrita particularmonte como a libertação do medo.31-37). É uma liberdade encontrada somente num relacio­ 225 . mas recebestes o espirito de adoção. 3. Não fareis incisão alguma no vossa corpo.48) A intimidade com o Deus da Bíblia proporci­ ona segurança e exige santidade. Hebreus 9. o Novo Testamento desenvolve as responsabilidades óticos dos cristãos no contexto da família de Deus.7. A liberdade dos lilhos é a libertação dn pecado e da morte e a Uberdade da vida da lamiiia de Deus. Semelhantemente. A cura para a oração hipócrita [k a hipocrisia em geral) é o lorlulecimento du intimidade com o Pai celestial. filhos de Deus" (Fp 2.7). Hb 2.6 . lambem Rm 8.11-17). a uova e de libertação. As Escrituras enfatizam repetidamente que ser mem­ bro da íamilta implica assumir responsabilidade» familiares. a Condição da liberdade de filhos não é a idéia ocidental moderna do autonomia. O Chamado para a pre­ sente santidade está também enquadrado na linguagem da fa mi lia de Deus. como filhos amados” (Ef 5*1). A oração do íilbo de Deus também é a an li teso da oração hipócrita dos religiosos que buscam seus próprios interesses (Mt 6. Adoção produz confiança — e não medo. Oração é chegar á presença pessoal de Deus. Aba.15). Pai!“ ÍRm 0. 37. om 1 loõo 2. "Sede vos. nas quais o termo filiação era um lugar comum. mas filho" (Gl 4. que liberta os lilhos da escravidão e os torna filhos de Deus (Jo 0.2. imitadores de Deus. pois.16: 64.1. O medo da rulpa foi tirado.38: Lc 0.12-15.B. perfeitos. mas nunca eslava associado a qualquer ética moral da mesma maneira que a Bíblia faz. Em Deutoronõmio 14.1-0).

19 vszes em Tessalonicenses). culturais e sociais devem dar lugar à humildade. Esse lema do testemunho sobre ção exata.11. situada a nordeste do ponto onde (veja adiante). o apóstolo. numa época em que a ma cidade de Pedro e André. é claro. maioria dos "seus náo o receberam” (Jo Betsaida. Primnim. aproximaduCrisio. quando lalou sobre Ele a Exisle certa discussão sobre sua localiza­ Natanael. Filipe.M .26. Fica claro em sua resposta imediata tamento.39). assim corno Pedro na lista dos doze apóstolos. ap amur o ao interesse mútuo [El 2.39-421 . 0 povo dn Deus foi tirado do melo do paganismo. sempre mencionados juntos. nhou de lesus.(Gl 3. Marcos 3-18 e Lucas 6. na Gahléia (Jo 1-44). Sabe-se mnie André. ondtí dão existe lugar para o orgulho.191. é desenvolvido extensivamen­ cidade o a chamou de “JúHàs'\ em home­ te no evangelho de João (veja especialmen nagem à filha do imperador romano. Terceiro.27). o testemunho do Antigo Tostamonnomu de Filip e em hom enagem ao lo sobre Jesus õ uiom ionado (5. ma* Sobre o que porque us dois irmãos Tiago e João eram 226 . 19. para viver separado.26| a. ler uma amostra do que é o banquete eterno (Jr 3. Seu entusiasmo fica evidente Obra de Deus na Igreja primitiva (Al 6.7$). É no evan­ F IL IP E . Em Mateus Três pontos são dignas dn mearão 10. testemunho torna-se evidente quando Fi Nas listas dos evangelhos sinó ticos ele iipe teslemunhnu não somente sobre um sempre aparece eni quinto lugar.9. Posteriortolo. Paulo o faz 133 vezes. foram incorporados à Igreja dn Deu.14 aparece aqui. João Batista jei havia dado associação que a localidade tinha com o testemunho sobre Jesus (1. os pais com certeza colocaram o mente. 36. o qual Ibi muito dedicado a tamento. Corri exceção tle Judas. "Trmáo'’ é uma palavra quo expressa profunda afeição pessoal e denola amizade. amor e comunhão ua obra de Crislo ( I Cu 8. A te Jo 5.3. ou seio. assim.9). Quatro diferentes pessoas são gelho de João que ele recebe maior aten­ conhecidas por esse nomo no Novo Tes­ ção.11). o totrarca.27) e.43). intolerância e egoísmo. assim governante. Segundo. Era uma 1.19: Lc 20. 1. que significa uma casa unida. As barreiras raciais. o conteúdo desse tolo a ser escolhido por Jesus (Jo 1. um mandamento dirigido a todos inRute 30 anos antes reconstruíra essa os cristãos. imediatamente testemu­ o rio Jordão desaguava no mar da Galiléia.18.23. o dos após­ provavelmente Filipe foi o quarto após­ tolos (15. Filipe. amar os irmãos (1 Pe 2.5).FILIPE namento com os outros membros da famiiia de Deus. Os “filhos de Deus pela íé” são os que são 'batizados um Crislo'. um dos doze apóstolos. Ap v. pírito Santo (15. Era da mes­ tusiasticamente. Filipe. corno o du samaritona (4.31-46). às vezes chamado de "o dn que Moisés escrevera no Antigo Tes­ evangelista".34. o do Es­ De acordo com o evangelho de João.s. Mencionadopela maneira como apresentou Natanael ao Fillio de Deus (1. lalvez homem surpreendente. nos evangelhos e om Atos. Rm 8. bem como telrarca lalvez explique o nome do após­ André e seu irmão Pedro ( i 41). é mu bom exemplo daquelas pes­ lo pouco sobre ele além do que está es­ soas que “receberam" a lesus rápida e en­ crito no evangelho de Joáo. nesse amor frater­ no. embora existam indica­ localidade principalmente dedicada à ções de que elo era tímido ■ : fraco na fé pesca. E importante fazer uma distin­ à ordem de Cristo ‘‘segue-me1 ' quo elo ra­ ção entre Filipe. I Pe 5. pidamente creu sor lesus o cumprimento e o diácono.46).17) e. todos os cristãos do Novo Testameato reterem-se uns aos outron como "irmãos".

para sua própria morte e ressurreição.a de compreensão foi vis tu tam­ bém nos demais discípulos. ao conlemplar lesus. quando pediu a lesus que lhe "mostrasse o Pai”. Em João 12. lesus já teria morrido. lançou o desafio. segundo ele. Ele cria que íis Escrituras se cumpriam. Os crísláos de origem grega reclamaram que suas viúvas eram despre­ zadas ua distribuição diária de alimen­ tos. 2) lamais devem ter outras preocupações. Este Incidente é uma interessante inilicaçào de quão cedo na vida da Igreja houve uns reconhecimento de que Deus dá diferentes ‘ministérios” e “dons" a di­ versas pessoas. Jesus. náo perceberam que. entre os discípulos reunidos no Cenáculo. João demonslrava a profundidade dos ensinos de lesus e destacava sua importância.23 a resposta de Cristo apontasse paia adiante. 15. Talvez o tenham prociuado porque linha nome grego.v. pois indica­ ram que havia outrfis pessoas Interessa­ das em Jesus e apontaram para adiante.4 25. talvez estivessem próximos de Hatsai da). 7 indica o su­ cesso dessa divisão de tarefas: “De sorte 227 . portanto.000 pessoas 16. e mencioniidn pela primeira vez em Atos (i.81.6). viam o próprio Pai. Os apóstolos perceberam que o trabalho do administração da Igreja em lerusolém era muito pesado. Mesmo assim.2 J faz alusão). Náo está claro se Filipe promoveu ou não o encon­ tro dos gregos com Jesus. Filipe. ficou patente em Filipe fio 14. as que não pertenciam ao povo de Israel 11U. Este fato reflete também o reconhecimento pela Igreja de que os que são chamados para o ministério da palavra de Deus" l. o evangelista. Filipe e os outros esliverara com Jesus por mujln tempo.5. A última men­ ção ao seu nome é em Aios 1 13. foi apro­ priado que em João 12. Enfolicamente Cristo lhe perguntou como fazia lal pergunla depois de tanto tempo em sua presença. Filipe é mencionado novamente em João 6. um ponto que Inão estava determinado a estaboloccr etn todo seu evangelho. lesus voltou-se piira ele paira teslálo.FtUPE estava escrito na Lei ile Moisés a respeilo da Jesus. por conhecer aquela região dó grande "mar da Galiléia'' (0. Os apóstolos observaram que perdi­ am tnuilo tempo na solução desse tipo de problema (At 6. Ames que isso acontecesse.20). “seria suficien­ te’’. Isso. precisavam de ajuda. t:m várias ocasiões.22 alguns gregos apro­ ximaram-se de Filipe b solicitaram uma audiência com Jesus. um versículo uo qual João 1. Ao relator incidentes como esse nos sous leitores. Portanto. Viram -D O em ação u ouviram seus ensinos. As vezes também chamado de diácono. enfrelanto. Portanto.1.5. Essa seria a tarefa do Espirito Saulo logo mais — abrir totalmente seu entendimento 11. 2. Os apóstolos ora­ ram e impuseram as mãos sobre eles e os nomearam para o serviço social da híreja.16). Aresposia d < ? Cristo t^ve um tom pro­ fundamente triste. embora jã tivesse seus próprios planos«l«i operar um milagre.2) e negligenciavam o ministério da Palavra de Deus. sele homens foram indicados e escolhi­ dos entre os que eram "cheios do Espírito Santo e de sabedoria”. Não sabemos se Cristo desejava testai parliadarmente a fé do Filipe ou so ele era a pessoa mais indicada para responder a tal pergunta. A resposta era que Fili­ pe o seus companheiros ainda náo tinham seus olhos espirituais abertos adequadatncnle para entender essas coisas. t»o perguntar-lhe onde comprariam pão para alimentar 5. Talvez Filipe pensasse em Gris lo cama "o profeta" |Dl 1U 19.21 . Muitas pessoas convertiam-se ao Evangelho. O v. ao lempo em que outras ovelhas seriam uciesceutadiis ao rebanho do Senhor. Es­ ses homens certamente sáo significativos nesse ponló do evangelho. Filipe não teve té e tampouco o entendimento para imaginar qualquer solução que não custasse uma fortuna p u i dinheiro para alimentar aquelu multidão. A unidade do Pai e do Filho estava lirmnmento estabe­ lecida na resposta fiada por Cristo à per­ gunta de Filipe. Essa fali.

onde rapidamente tornou-se um imporlante missionário.. 0 Grande. é claro. l U i a m o r t e de João Batista é lembrada quando as pessoas sugeriram que lalvez lesus losse loâo. o que jus­ tificaria sua designação por Marcos como 'Filipe”. os apóstolos Pedro e Joâo foram alé lá e confirmaram que u Evangelho era aceito de bom grado pelos gentios e samaritanos. Fili]>e enfrentou um problema com um magico chamado Simão. identificou a primeiro marido de Herodias como Herodes. Posteriormente. G fato de que Filipe era realmente um homem "cheio do Espírito Santo" e visto na ma­ neira como o Espirito o levou a falar com o eunuco. que viajava em sua carruagem.27. Provavel­ mente foi por meio deste homem que mais tarde 0 Evangelho se espalhou por toda a Etiópia. Seu trabalho naquela localida­ de loi especialmente importante para a mensagem do livro tle Atos. ernuo resultado. lilho de Herodes. o qual revivera. pois mais (arde ele é durainenle repreendido por Pedro (ÍJ. e M&riâne. cuja es* posa posteriorm ente foi tomadn por Herodes. Ele lhe expós as Escrituras do . onde vivia e era conhecido comu "evangelista” (At 21. pois tnl coisa seria possível.8 indica claramente que bem mais torde em sua vida ainda era amplamente re­ conhecido por seu zelo missionário. Filipe. o Grande. 1 descreve seu governo sobre a IIureia e Traconites. creu e balizouse. era filho de Herodes. quando viu os milagres operados por ele. Joselo contudo uão menciona o segundo nome de seu filho. A pressuposição geral é que esle só pode ser Herodes Filipe. te tra rca da Ituróia e Traconites. 4. Certamente é possível que o primeiro marido de Herodias fosse Herodes Filipe. Filipe dirigiu-se para Sumaria. Lucas mos­ tra como a Grande Comissão loi cumpri­ da. A referência o Filipe coma "o evangelista" em Atos 21. Isso significa que dois filhos de Herodes. Paulo e Lucas o visitaram em Cesareia. Ao men­ cionai esse incidente. o filho de Herodes. Fdipe também teve oportunidade de pregar para um eunuco etíope. 3 . As referencias a esse governante.8 registra o mandamento do Jesus potra os discípulos. o Grande. a quaJ fora esposa do seu iruião Filipe. Não se sabe ao certo se sua conversão foi genuína. foi decapitado (Ml 1 4 . o tetrarca (veja abaixo|. Joselo. foram chamados de Filipe. Esse governante. mas Joselo declara que incluía 228 . des­ de que houvesse duas mães envolvidas. o Grande. Prodamou o Evange­ lho. era o nome de família. e em |erusalérri se multiplicava rapidamente o nú­ mero dos discípulos.121. Atos 1. lilho de Horodes. Marcos referiu-se ao casamento de Herodes com Herodias.28). conhecido com o Filip e H erodes. Quando começaram as primeiras per­ seguições contra os cristãos em Jerusa­ lém |na épacu i-m que Estêvão foi rnartitizíido}.17 (veja Ml t 4 . Atos 8 concede-nos uma idéia do tipo de trabalho 110 qual Filipe esteve envol­ vido em Samaria. e Cleópalra de Jeru­ salém. 3 * 1 2 ] . Em Marcos rt. /udéia. Lucas 3 . 3. Muitas pessoas se converteram por meio de sua mensagem e fnram bntizadas (8. proporciona 0 pano de lundo histórico para a repreensão de loâo Ba­ tista a Herodes: 0 Batista o repreendeu por causa de «eu casamento ilegal. 0 tim dei que fossom teste­ munhas em Jerusalém. o Gran­ de. Lc 3 . Perlo do final do Livro de Alas. operou milagres e desenvolveu um ministério que mais parecia o de um apôstolo do que dn um coopnrador ou (listrador. Herodes. pois aquele cidadão era um importante oficial do governo e esta­ va a caminho de sua casa (8. o qual. Filipe.8). entretanto. É impossivel determinar onde eram os limites de seu território.2Ú-24J.FILIPE quo crest ia a palavra de Deus.Antigo Tes­ tamento à luz do ad\entn de Crislo: 0 eunuco creu e íoi batizado. Por meio de Fili­ pe. esse testemunho chegou a Samaria. sob a direçáo do Espirito Santo. e Cleópalra. Enquanto esteve em Samaria.. Samaria e até os confins da Terra.

um evento passado sobre o qual Moisés teve noticia (Dt 2. utésua morte em 33 d. são sufi­ cientes para permitir a possibilidade de hebraica. esta área estendia-se da oeste du porte norte di] rio Jordão.C. quando Deus levou os israeUtaspara lon­ ge da rota costeira. em épocas muito anteriores.32.omo Creta. entretamo.7). é a própria área constantemente associada com as cidades dos filisleus no Antigo Testamenlo.G. F IL IS TE U S . D'-uieronôinio sugere que os Callorins estabeleceram-se na costa do mar Mediterrâneo. e quase todos os especialistas identificam Oaftar c. ou posteriormente. Arnós acresconla a intormação de que o Seidior Irouxera os filisleus para a Pales­ tina de C a fto r. Esse Dorae vem do hebraico Filistia e Filisteu. exatamonte de acordo com as passagens de Génesis e Êxodo e com a referência em DeuterouômJo da substi­ tuição dos aveus pelos caflorins. em Gaza e arredores.C. Era considerado pela popu­ lação como o melhor e mais justo de Io­ dos os Herodes.23). Á palavra gre­ ga Pulaistinei deu origem ao nome mo­ derno Palestinu. OS Auraniles. (Gn 21.C. uma con­ clusão que suscita varias dificiddades à luz das referências a eles no Antigo Tes­ tamento. Esses tex­ tos chamam os filisteus de Ptílesel.C. Os filisteus são mencionados proeminentemente nos documentos do Novo Reino Egipoio (1200 a I 100 a. 25.FILISTEUS.I que ficaram suficientemente nume­ rosos para causar algum lípo de proble­ ma para Israel (! Sm 4 a 0. até Canaã. A evidência mais notável o o contato que Abraão e Isaque tiveram com os filisleus antes de 2000 a. pois tanto o Antigo Testamento como os documentos exttuhíblieos estabelecem sua origem nas d lias e regiões COsleiras próximas Ha Grécia e Creta.23). através do mar Medifprrânoo e da Libia. no extremo nurte do mar da GulUjéia. Nos textos acadíanos a região é referida como Rilastu. Filipe go­ vernou nessa região do ano 4 d. durante os reinados do Kamsós UI e seus sucessores imediatos. Esta. A mesma identifica­ ção é feita em antigos textos acadianos que descrevem pessoas de Creta como k ap taru . O lago Hulé e a cidade conhe­ cida como Cesareia de Filipe lambem es­ tavam dentro desse território.C. )z 10. incluindo uma rojjçião considerável a leste do rto e norte de Decápolis. O termo "povos do mar" descreve ade­ quadam ente os filisteu s e seus alia­ dos. A Ugaçáo fica completa com a obser­ vação dn Jeremius de que os filisteus eram 0 remanescente da ilha de Caftor (|r 47.C. A maioria dos historiadores data a chegada dos filisteus ao leste do Medi­ terrâneo em lorao de 1200 a. é claro.C.4).. no Anligo Testamento. Gaulanites e Bataiiéia.1.I como nm elemento dos netandus "povos do mar” que tentaram sem sucesso inva­ dir o Egito. Génesis 10. um nome bem próxim o da pron ún cia onde subjugaram a população notiva dos aveus (Dt 2.C. Aparecem novamente no relato do Êxodo.14 faz um elo enfre os filisteus e os callorins. Portan­ to. j\n. pois foi so­ mente nos dias de Samuel o Sansão I I 120 a.8: 13 a 10). não elimina a possi­ bilidade da existência de filisteus anteri­ or a essa data. porque rira “o caminho da torre rios filisleus'' (Ex 13. PiListu ou Pilista. Isso.7. 34. 8).C Durante esse período loi responsável pela reconstrução de Cesaréia de Filipe (anleriormenle conhe­ cida como Peneiom) e a cidade pesquei­ ra de Betsaida. Se aceitamos a dala tradicional para o Êxodo. O próprio Anligo Teslamento testifica sobre isso. ou seja 1440 a. nesta narrativa os filisteus procederam a ocu­ pação de Canaã pelos "povos do mar” em mais de dois séculos Talvez os filisleus tenham chegado a Canaã em grande número em 1200 a. As abundantes referên­ cias aos caftorins (kuptam ou algo assim) em textos anteriores a 2000 a. a região qun fazia uma fronteira acidenladacom Israel e luda. |ão certo como conduzira os filhos fie Israel do Egito a Canaã (Am 9. O S .. 229 .17).

Sua tradução na Septuaginta como “tirano” npõia a origem dos filisteus do mar Egeu. H nbu. ambos semíticos. Qualquer que seja . Ex­ tremamente belicosos. mostram suas roupas. Suas práticas religio­ sas.20) deixa claro que nao pertenciam ao povo da aliança: portanto. 501.10-211.3.27. palavra que talvez signifique "se­ nhor” (js 13.2) e Astarote/Astarte l J Sm 31. A pBntápolis demonstrava «er uma coalizão dn cidades com direitos iguais..23. seus ar­ mamentos e artelaios de tumulos.22-25] deram um paradeiro em suas incursões. “amante do aprendiza­ do"!. Na época do retor­ no dos judeus do exilio na Babilónia. cada urna govnrnada não por um roi. sua irmã e Olimpas |Rm 16.18. Escavações arqueológicas recentes revelam que os filisteus introduziram e experimentaram um elevado nivel de cultura e tecnologia. o próprio Esdras e nutTos levitas traçaram suu linhagem familiar alé Finéias (Ed 7. provaram sor ini­ migos implacáveis dos israelitas alé o início da monarquia. 16.251. por encabeçar a lista. até q u e Samuel (1 Sm 7.5. os filisteus esta­ vam sobdamentci estabelecidos nn cosia mais bátxíi do Metlilerrâueo. Esse deus (cf. as quais exerciam uma certa auto­ nomia (orei Aquis tratou iudependentemente com Davi. mas por um Oficial denominado em hebraico de seren. diante de uma emergência uadoual.).5 230 . tra­ balhavam em conjunto d submetiam-se às decisões da maioria (n dispensa de D a v i da batalha contra Saul: I Sm 29). O Antigo Testamento. 1 Srn 27.3.C. referência Ireqiiente a eles como “incircuucisos" (Jz 15.8-13). mas que.Cristão que vivia em Roma e foi sou^ dado por Paulo em sua carta. É costume geral referir-se à sua estrutura política como uma pentâpolis ("cinco <idades"). contudo.15). uma Inovação bem avançaria em relação ar» seu uso em Israel. procurava um filisteu. Nereu. i Sm 14. mostram claramente que os filisteus tinham assimilado o culto nati­ vo e original dos cuxibiuius Teologicamente. Desenhos bem con­ servados encontrados em Mmlmnl. Uagan e Man canoneui o a existência de outras. Filho de Eleazar e neto de Aião. conceutrudos em cinco cidades: Ga/a. to negativo que tinham s o b r e Israel.18. 3. junto com Júíia. Asdotle.8. tais como Baal-Zebube (2 Rs 1.5-7). se um israelita quisesse afiar ou consertar um equipamento feito de ferro. Na época do rei Saul (1050 a 1010 a.M. 1. não enfatiza as realizações culturais dos filisteus: polo cou bário.6. 2 Sm 1. selos e sofistica fios dese­ nhos de arquitetura Cm dos maiores pro­ gressos dos filisteus loi a utilização do ferro. etc. Ir. AsGalom.12-14) e Davi (2 Sm 5.FILÓLOGO suâ existên cia na região costeira de Canaâ.26. o qual tinha o monopólio das habilidades necessárias paia tal função (1 Sm 13. o s filisteus tipificam us Influências perigosas e mortais às quais Israel precisava resistir como povo escolhido (lo Senhor. outros sítios arqueológicos em Canaã incluem impressiouanlos amostras de potes de barro. Filólogo fosse o líder de uma igreja domiciliar o Júlia fosse sua esposa. foi um dos maiores homens de todo fsrael.4. entretanto. chama­ da Dagom (1 Sm 5.1-5). localiza o impac­ FINEI AS. nos tempos anteriores ao Èxodo. por volta do século XII a.s territórios pertencentes a Israel. O re­ conhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava pelas pessoas em diferentes congregações é algo digno de nota em suas epístolas. eram eslrilumeule evitados como um mal que podia conta­ minar. 31. Seu lillio chamava-se Abisua 1 1 Cr 6.4.sua origem exala e seu estaibelecimento cronológico. adagas. A . 1 7.).C. Ga te e Ecrom. pois conquistaram repetidamente o. no Egito. eram ainda mais nocivas: Unham como figura principal uma divin­ dade meio peixe e meio homem. FILÓLOGO (Gi. É provável que. Sua mãe foi 1uma das filhas rle Putiel" lÊx 6. 17.

Sacerdote em Siló. Seu irmão chamava-se Hoíni. não cousumi os filhos de Isra­ el. quando os israelitas esta­ vam acampados em Sitim. deveriam viver. filho de Saiu. NttmemS 25 registra que. era um dos fi­ lhos rio sumo sacerdote Eli II Sm 1. da tribo de Simeão. Finalmente morreram sob o juízo de Deus. Lria como um memorial para Io­ dos os israelitas que se estabelecessem no lado orienlal do rio Jordão. lerá a aliança do sacerdócio perpé­ tuo. Finéias liderou uma de­ legação enviada ao encontro das tribos de Rúben. Com exceção de uni curto período no sacerdócio de Eli.20 indica que uma de suas principais tarefas era a de ser "porleiro" no Tabernáculo. 3 .FENÉIAS H. 14. temeram que novo julga­ mento de Deus caísse sobre eles. Finéias e toda a delegação rotornarurn louvando a Deus |w. filho de Arão. "Não conheciam ao Senhor' (1 Sm 212). Zinri. o 231 . Para mais detalhes. San. Gade e Manassés. dfzô: Dou-lhe a minha ali­ ança de paz. extttamenle quando isso ocorria.3. trouxe uma mulher midianila. \ adoração e sacrifícios só eram permiti­ dos no Tabernáculo. para serem utilizados como sinalização. Deus falou a respeito de Finéias: "Finéias. o sacerdote» desviou a minha ira de so­ bre os filhas de Israel. chamada Cosbi. Finéias é mencionado novamente no relato de Números 31. filho de Eleazar. Ele. com a intenção dn t»:r relações sexuais com ela. veja H o fn i. Eles se tornaram totalmente corruptos e tira­ vam vantagem da posição privilegiada que ocupavam. mas 24.21 I Crónicas 9.28). “o povo se en­ tregou á prostituição coru as Iilhas de Moabe. O próprio Finéias anos mais tarde serviu diante da Arca du Aliança em Untei onde novamente seu zelo pelo Senhor foi demonstrado. Suu fumu foi estabelecida principal­ mente par sou "zelo” em defender o Se­ nhor Deus em face du idolatria. Portanto. Eslns convidaram o povo aos sa­ crifícios doa seus deuses. por isso. pois foi tomado de zelo por mim no meio deles. os descendentes de Finéias continuaram seu ministério sacerdotal e lambem ocupa­ ram o sumo sacerdócio.30. p se prostrava diante deles" — Baal-Peor fvv.»). um dos sacerdotes que retornaram do exílio na Babilónia. Finéias e os representantes das tribos (w. 30-34).6. -A praga euviada por Deus sobre o acampamento foi interrompida por essa ação rápida.l-3). Em Josué 22. as quais ti­ nham erigido um aliai perto do rio Jordão.3). 11-13). porque foi zeloso pela honra de seu Deus. Finéias soguiu-os o matou-os com apenas um golpe de sua lança. no meu zelo. o o povo com ia. a qual levou para sua tenda diante de toda a congregação. A ira do Senhor diante de lal comportamento ocasionou uni juizo ime­ diato. Todos os lideres que se ituvolve­ ram na imoralidade e idolatria foram mortos. 2f3j. Pai de Eleazar. 2 . para ja­ mais se esquecerem de que faziam parte de Israel e adoravam o mesmo Dous. O zelo de Finéias é mendouado no Salmo 106. 7. especialm ente seus lideres.14) foram enviados para falar com os lide­ res. 13. Levou consigo al­ guns utensílios do santuário e trombetas. lal dedicação ao Senhor e às suas leis tomou-se um modelo de como todos os israelitas. para indicar claramen­ te que os apanhara em pleno ato de imo­ ralidade e adultério |w. antes que todo o Israel se envolvesse em guerra. do maneira que quando as oufras tribos souberam o que us tTés fizeram. quando saiu com os soldados israelitas para a balalha con­ tra O S midianilas numa vingança pelo in­ cidente em Baal-Peor. e fez propiciação pelos lilhos de Israel" (w. e a sua semente depois dele. quan­ do transmitiu a palavra de Deus ao povo concernente ã vingança pelo pecado dos benjamitas l|z 20.000 israelitas jií tinham morrido. As três tribos explicaram que o aliaT seria usado apenas como um leslemuuho de que a adoração $0 seria feita no Tabernáculo e uunca seria utilizado para o oferecimento de holocaustos (v.

Segun­ do nomt.D a n i e l (N o ta d o It e v is o r ) 232 . o n d e l o r a m e n c o n t r a d o s o s d o c u m e n t o s . juntamen­ te com Estéfanas r Acaico.i «pistola (Rm 16. é? p s D n è a a b r e v i a t u r a d e p s e u d o .14). 3 3 J. "queimando'1 ). FLEGONTE (Gr. mas provavelmente não se trata da mesma pessoa.de uma lista de cristãos iora.DiG.iuas saudados púr Paulo em su. 4 Q r e f e r n . O reconhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava FORTUNATO iLat. P. É men­ cionado em I Coríntios 16.17. abençoado). N'o íinal rio século.FLEGONTE q u a l a ju d o u a p e s a r e r e g is t r a r t o d o o o u r o 6 p ru tu q u e le v a r a m d c v o lt a c o m e le s p a r a o T f e i i t p l o e m J e r u s a l é m (Ed 8 . pelas pessoas om diferentes congregações é algo tligno de nota om suas uartas. Clemente mentiouou um bomorn coai este nome em sua epístola aos Coríntios.s e u C a v B r a u n * 1 d o Q u m r a u . Veja Estéfanas ' Es< r it o s d a li t e r a t u r a j u d a k a d c » p e r í o d o i i i t p r l o s t a m * m l í i r i o .

G A B R I E L (Heb. Sétimo filho de Jacó.13). mas contra-atacaria (Gn 49. ele atacou e destruiu Siquém. a . GADE (Heb "afortunado'’)* 1. I-c t . governador de Siquém. o sua coDCubina Roumii íGn 22-241 GA AR.2. Veja também Atijos. a . Gabriel upresentouse a Zacarias no Templo. o Messias (Dn 9." (Dn 8. que se eslabeleceu em lerusalém depois do exílio babilónico (Ne 11. Mas a bode peluda é o rei fia Grécia. Ne 7.‘ (|z 9. É um dos dois anjos mencionados pelo nome na Bíblia |veja também Miguel). Em sua bênção para cada um dos filhos.15. seus descendentes recebe­ ram como herança uma região ao leste do lordão. irmão do Abraão. Quando Canaã finalmente foi conquista­ da (Nm 32J. os quais regressaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2.G GAAL (Hebr. e depois apa­ receu em Nazaré. mudou-se para Siquém depois qun o filho de Gidéão. Abimeleque.19.26)..49).c ..261. “repugnante”).16). numa nção que foi vista como juízo de Deus sobre seus moradores por lerom sido coniventes com a morte ilos lilhos deGideão (w. que levou o seu nome. a fim de anunciar o nascimento de Jesus a Maria (Lc 1. li­ dos como permanentes diante de Deus. 1 9. a serva <Ie Léia. 1 Q1I 6. Tornou-se líder de uma das doze tri­ bos de Israel. Gaal aproveitouse do clima fie revolta e encorajou s^us moradores o se armarem contra o filho do Gidtíâo (vv.231. u tribo d<’ Gade contava com 233 . veja /lbunfíleque. Na épora da saída dos hebreus do Egilo. Filho da Naor. 23. 26-29) Abimalnquo foi informado da rebelião por meio dt: Zebnl. Seus descendentes estavam en^ tre os que serviam no Templo. Tobias 12.16:9. Zebiú e Jútão.20. iniciou seu reinado ali. Gabriel aproximou-se e deu-lhe "enten­ dimento'' sobre o tampo enlre a ordem para reconstruir o Templo e o advento do "Ungido". facó pro­ fetizou que Gade seria atacada por guer­ rilheiros. 30-411 .11. para servi-Jo e apresentar as “orações dos santos" (Jubileus 2. conside­ rado como desr endente da primeira es­ posa de Israel (Gn 30. Invadiu a cidade e expulsou Gaal e sua família |vv. Portanto. Enquanto o pro­ feta orava e confessava seu pecado. GAÃ. 35. Seguidor de Saiu. ZacariaseMaria (Dn 0. 57! Para mais detalhes. Durante um festival num dos tem­ plos pagãos da cidade. No dia seguinte. Como castigo pela ma­ neira como este matou Iodos os outros filhos tle Gideão. os quais procederam aleivosamente contra Abím«leqiie. 24. GABAI.26). p . Segundo o relato da natividade. para predizei o nascimento de JoãoBatisla.2027). "enviou Deus um espi­ rita mau ontre Abimeloquo e os cidadãos de Siqu ém . a lileratvua judaica descrevia Gabriel como um dos arcanjos au "anjos da presença". Na visão ap ocalíp tica de Daniel. no evangelho de Lucas.2 1 . Filho de Elxirie. Nome de um mensageiro celestial enviado por Deus a Daniel. No período intertestamentário. Estava entre as quo descoram ao Egito com seu pai e muitos irmãos (Gn 46.8).19).t . M homom de Deus'' ou "força de Deus").n .-47. Gabriel aporouou e providonciou a intur prettttíâo: "Aquele carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia.21). nascido de Zilpa.

veja Sam ua. G AD IE L. GAIO. “minha fortuna"). veja Somuo. 3") três dia*. para espiá-la (Nm 13. 1 Cr 1. om tex­ tos que olham adiante oara os últimús dias e o cumprimento dos propósitos di­ vinos para o reino ilo Senhor. Foi es­ colhido um representante de cada tribo e Gadiel.19: I Cr 21.1l.5). 2.de sous inimigos durante três meses. proferida por intermedio do profeta Gade (ef. Or­ denou ao rei que construísse um aliar ao Senhor sobre a eira. 16 . com sua contrição peculiar. lrouxe a palavra de Deus pura '?ste monarca nm quatro ocasiões especiais. para espiá-la (Nm 13. Con­ trariando a I. A primeira quando ele era perseguido pelo rei Saul. Os ga ditas são novamente citados em Ezequiel 48 e Apocalipse 7. Um dos doze enviados por Moisés rio deserto do Pa rã à terra de Canaã.ac. filho tle Sodi. juntamente com Aristarco. Gade Ube deu três alternativas. Gade 0 procurou para pronun­ ciar o juízo de Deus sobre ele.3-23). Uma praga veio so­ bre □ terra e espaJ liou-se por Jerusalém mas.18. Assim que o censo foi realizado. Para mais detalhes sobre a missáo deles.1 H 4 ). Aparenlemente este profeta lam­ bém escreveu um livro sobre a viria de Davi (1 Cr 29. Um dos doze enviados por Moisés do deserto de Parâ à lerra de Canaã.5.sau e Ada [mulher carianita) e lilho de Elilaz (Gn 3ft. Gade ajudou o rei a dividir os levitas n o s sacerdotes em gru­ pos e a determinar as diferentes tarefas na realização dos cultos. Na terceira vez. "Vidente1 ou profeta que viveu du­ rante o reinado de Davi. Reiuou por dez anos (2 Rs 15. Davi reconheceu que tinha pecado e. 10). o que Davi lez ime­ diatamente f 2 Sm 24. A Bíblia diz que Ezequias seguiu as mesmas orientações. quando Davi íá eslava bem eslabelectdo como rei.291 . o videnti' do rei. 14). antes de chegar ao Irono. Davi disse a Gade que preferia deixar a questão nas mãos dos Senhor. Embora seu pecado fosse perdoado. Em quarto lugar. o comandante do exér­ cito ordenou que suas tropas fossem con­ tadas (2 Sm 24. foi Ltm dos "companheiros de viagem" do após­ tolo Paulo.29.25). Líder edomita. A fé do Caio e o snu compro- 234 . Gade o incentivou a abandonar . 1. I Cr 21. l"| três anos de fome na terra. GADI (Heb.GAD1 46. Gade apresentou-se a Davi no rba em que a praga cessou. 2 . pediu perdão ao Senlior (2 Sm 24.25).seus acampamenlos nas caver­ nas de Aduião e a regressar para Judá (1 Sm 22.14-17). Natural da Macedônia. anos mais tarde. neta de F. ele ainda teria de enfrentar as consequên­ cias. o jebuseu | v. filho de Susi. p. Em Atos 19. Muito tempo depois a multi­ dão finalmente se acalmou e os dois fo­ ram soltos. foi agarrado pelos mora­ dores rle Éfeso — os quais oram na maio­ ria violentamente antagónicos ao Evan­ gelho — é levado a o lealro da cidade.ei. que matou Salum em Samaria e loriiou-se rei de Israel em seu lugar. o r«i queria saber o númRro de seus soldados e. ao ignorar o conselho de Joabe. o do proleta Nata' (2 Cr 29.41. Pai de Menoém. onde se realizou uma m anifestação anticristã. de pragu sobre a liirro (2 Sm 24.I0J.19). Com profunda Iristeza. 1. Pára mais deiallips sobre a missão deles. 2') fugir.3.10). O escritor das crónicas dá uma ênfase especial ao humilde arrependimento do rei p sua obediência imediata à palavra do Senlior. por causa do censo que Davi mandara fazer.050 homens em idade milhar [Nm 1.11) Foi escolhido nm representante de cada tribo e Gadi. foi indicado pela de Zebulom. Na segunda ocasião.36). “porque muitas sáo as suas misericórdias” (v. o Senhor a interrompeu na eira de Araúna. "couforme a ordem de Davi e de Gade. foi indicado pela de Manassés. GAETÃ.

Paulo liospedou-se em sua casa. na Espanha. portan­ to. isso é bem possível. era irmão do filósofo Sêneca. tal hipótese não é muito confíóveL) 3. No tumuito om Eleso. Um dos levitas que se resta­ beleceram em Jerusalém após o exílio babilónico | 1 Cr 9. A tradi­ ção diz quo esse Gaio posteriormente tor­ nou-se bispo de Tessalónica.4 como ura dos que saíram antes rle Paulo de Filipos e foram esperá-lo em Tróade (v. CaiG era um anciáo da igreja para a quai o apóstolo escreveu e um amigo muito querido. Abda.C. em sua se­ gunda viagem missionária (At 18. elos se tornaram demasiadaruonle "ofensivos'’ à mensagem (Al 18. Os judous le v a r a m Paulo diante do Gálio b acusaram-nu de pregar coisas contrárias à lei (judaical (At 18. (. o líder du sinagoga. onde participou de om eomplo para ma­ lar o imperador Nero. Foi recomendado por sua hospitalidade para com os outros e ainda é incentivado nesta prática por João. 2 . foi mn dos levitas que se restabeleceram em Jerusa­ lém após o exílio babdónico (Ne 11. tor­ naram-se exemplos para todos os cristãos. Provavelmente loi um dos escolhidos polas igrejas locola para acom­ panhai o apóstolo até Jerusalém. nas épocas eui que n perseguição se ma­ nifestava. o antagonismo dos judeus crescia cada vez mais.era um nome popular.D. pois ».23. é mencionado em Atos 26. como era seu costume. aolretanio. 4. como Crispo. após inic. e de toda a igreja1 ' sugere que uma das congregações prova­ velmente se reunia nn cosa de Gaio. Natural de Derhe. pois destacou-se como alguém que anda na verdade. Derbn é subs­ tituída por Dobem?. sim­ plesmente por ler sido bati/^do por ele.3).Seu descendente. GAL AL. entrou na casa ao lacto e começou a pregar mais especilrcamenlp aos gentios.Aristarco loram presos 110 lugar d» Paulo (vtíyàAlexaildre). Em 3 João 1. até qxie culminou nurn "ataque unido". urn liomem temente a Deus.G.151. Homens como este. G Á L I O . Morreu tempos mais tardo em Roma. ã medida que mais * mais pessoas toma­ vam-se cristãs. porém.131.. o apóstolo os deixou. 0 talo do apóstolo di­ zer "meu hospedeiro. P.ste 0 classifica como um de seus filhos (v.Se um texto grego variante for adolado. foi um dos levitas que se restabeleceram nm Je­ rusalém após o exílio babilónico |i Cr tt. de onde escreveu a carta aos irmãos de Roma. abavés dos sécu­ los. 5). Obviamente?. . pois o apóstolo preocu­ pava-se mais em pregar do que em bali­ zar Paulo não desejava que alguém se sentisse como se lhe "pertencesse”. na residência de Tilo Justo. Nascido em Córdoba. quando levou O dinheiro que havia coletado para os pobres daquela cidade.iai a pregação do Evangelho em Corinlo (1 Co 1.l6L 3. enquanto viveu nes­ ta cidade. 2. Seu descendente. isso significaria quo este Gaio talvez seja o mesmo pursonagom do item n" 1 Desde que Ar is larl o é mencionado nos clols textos. 235 . E quase cerlo que se tralava do mesmo per­ sonagem que Paulo balizou. 6 citado na sau­ dação do Romunos 16. Gaio permanece como um exemplo para a igreja. 1.GÁLIO mLsso com Cristo eram muito fories. Quan­ do.17). Provavelmente converleu-se por meio do ministério do apósto­ lo. 4). João demons­ tra clarumenie quo o tinha em alta con­ sideração (w 2.14). que exibiam tamanha Le <_rislã em tempos de perseguição.6). Tornou-se procônsul da Ac aia em 52 d. O único desejo do apóstolo era que o nomo du Cristo fosso glorificado. elo e . Alguns judeus. pregando na sinagoga para os judeus locais.12-17). tal batismo foi um talo muito raro. uma cidade da Macedónia. tinham crido em Cristo e. Gaio. Obadias. Paulo começara seu trabalho na ci­ dade. Natural do Corinto. e governava Corinto na época da primei­ ra visita de Paulo ã cidade.

uo deserto do Sinai. depois de sua prisão.38. para fazer dis­ tinção de Gamnliel EL seu neto. G AM ALI EL (Hob. a menos que realmenle fosse algo de Deus (Al 5. 0 incidenlr: lança nnm luz interessante sobre como o cristianis­ mo era considerado entre os governantes gentios naqueles dias. 236 . Seus lide­ rados somavam 32.4-6).4n-42|. Gomaliol também foi eurarregado de levar a oferta pacífica. os quais Toram guerreiros valoro­ sos que lutaram ao lado dele (2 Sm 23.34.3. Os ítritas eram um clã que vivia em QuLrinte-fearim (1 Cr 2. funda­ dor de uma das ram ificações do lãrisaísmo. Harã também teve um fillio chamado Gazez (1 Cr 2.10.23). um dos “trinta" herâis de Davi. o apósiolo. Paulo opelou para suas credenciais como um dos que eram znlosos pela Lei de Deus. concernente a assunlos da religião deles.d.53). G AZ EZ (Heb. veja tambem Gl 1 . losqtiiador de ovelha”). 59J. que seria melhor libertá-los GAMUL. p. ora o líder da 22a divisão de sacerdotes designados pelo rei Davi para o serviço no Tabernáculo f I Cr 24.d . GAREBE» 1 1ri ta. Moza e Gazez eram filhos de Calebe e sua concubina Efã. Harã. Era visto como uma facção do judaísmo.35. Seus descendentes estavam entro os serviçais do Templo que Tegressaram do exílio blibitónieo com Neomtas [Ed 2. Servo de Eliseu. GAZÃO. “vale da visão"!.511. 3L Filbo de Pedazur e líder da ti Ibo de M anassés na época do cen so dos israelitas.34-391Tal dist urso estava totalmente em harmo­ nia com a posição que os grupos farísçrus mais liberais adotar iam. Gam aliei lavantau-se.200 pessoas1 (Nm 1. “Deus é minha recom­ pensa”). Provavel­ mente era neto do rabino HHlel. GEAZI (Heb. Foi este mesmo Ga ma liei que teve participarão aliva na educação de Saulo. Fp 3. quando o Tabernácido foS dedicado ao Senhor no deserto (Nm 7. Sóstenes. Da tribo do Levi. Nn Literatura rabíniea. era um fariseu altamente educado e mu mestre respei­ tado. pois estava satisfeito om per­ mitiu que ns cortes judaicas tratassem de lais assunlos: não interveio nem mesmo q u a n d o os judeus agarraram seu própria líder. e a espancaram diante do tribunal (Ai 8.48: Ne 7. é mencionado em três incidentes . 2 Citado em Atos 5. p .171.14-17).54. 0 fariseu que lomou-se Paulo. em termos pragmáticos. e '‘instruído coniorme a ver­ dade da lei”.c. El* também liderou a tribo du Manassés quando os israelitas final­ mente saíram do Sinai e prosseguiram à viagem (Nm 10. Nenhuma perseguição [iode desviai1 os seguidores do Cristo de sen maior alvo: ver homens o mulheres libertos para lesus. por isso Gálio náo quis intervir. A enorme conlribuição dedicada por sua tribo foi levada no oitavo dia.40). 14.-presentonte de seu puvo.4fi). não permi­ tia 110 entanto a extensão dessa ordem aos cidadãos de Roma. 2. Quando Pedro e outros apóstolos fo­ ram presos e levados paru o julgamento (liante do Sinédrio.g . Seguiram então alegremente seu (rami­ nho. Mais tarde. açoitados e libertados. aos pés de Gamaliel (Al 22.34. a proclamar as boas novas de que Jesus é o Cristo fA( 5. 1 Cr 11. do que persegui-los. entretanto.20). Embora a lei romana pro­ tegesse o direito dos povos de professa­ rem a própria religião deles. Aodebater o Evangel ho de Crista com a multidão em Jerusalém. Foi bem-sucedi­ do em seu apelo: os apóstolos foram tra­ zidos do volta. õ chamado de “Gamaliof a Ancião”. Como n. não s o envolveu no que considerou uma questão internu en­ tre os judeus. pois l ! nova seita de­ sapareceria rapidamente. pediu que os apóstolos fossem retirados ria saia e então argumentou.GAMALH1 Gálio.

pois haveria sete anos de fome na região. por intermédio de Goazi. quando Eliseu lhe perguntou onde Linha ido. O proleta disse a Geazi que seu espirito estivera com ele. listado entre os levitas que loram separados para 0 ministério da profecia e da música du­ rante o reinado de Davi. h . procurou o profeta e lauÇOu-se aos seus pés (2 Rs 4. O profeta recusou o pre­ sente. Na chegada. mais tarde. pois disse-llhe que o homem de Deus precisava de algum dinheiro para ajudar dois jovens protelai». Um rios filhos de JedulUm. 0 profeta quis componsãla pela generosidade e hospitalidade de­ monstradas. onde conheceu uma mulher rica. Apesar do seu desejo excessivo de proteger seu senhor. Naamã e seu povo saberiam Tapitlamente da história: 0 profeta seria acusa­ do rle cobiça e eles ebegariám a conclu­ são de que o lãvoi do Senhor às vezes é Com prado. o que realmente aconteceu no ano seguinte. mas também no modo como o Se­ nhor cuidou dn sunamila. A ambição de Geazi íoi casl igada imediatamente. era um dos doze governadores distritais do rei Salomão ( I Rs 4. descobriu quo aquela senhora não tinhu filho. Algum tempo depois o menino Eicon doente e morreu. A soberania de Deus nos eventos da vida de Eliseu e na das pessoas com quem convivera é vista repetidamente. rei dos amoireus. descol iriu que Geazi contava ao rei sobre as proe­ zas dn Eliseu e ouviu justamente o episó­ dio da ressurri ição do filho dela. onde Deus operou o milagre e o menino res­ suscitou. e de Qgue. mentiu no­ vamente. jnnto com Àsafe n l íomã.c . Este general ofereceu uma recom­ pensa a Eliseu. para recuperar suas propriedades. Geazi tcmtou afastá-la. músicos e componentes do coral. A terceira menção do nome de Geazi encontra-se ern 2 Reis 8. mesmo quan­ do Eliseu estava ausente. A criança não se recuperou e por isso Eliseu loi até l a p e s s o a l m e n t e . entretanto. Filho de Uri. Geazi mentiu para Naamã. a mãe. Geazi apren­ dera a lição. Veia lambém Bcn-Hur GEDALIAS (Heb. E l a foi com a família p a i a a terra dos filisleus. depois que Naamã par­ tiu. 1.GEDALLA. a qual satra de Naamã recaiu sobre ele (2 Rs 5.18*37). com a inten­ ção de tirar algum proveito da siiuaçãn. O tex­ to chama a atenção para o fato de que era o único governador daquela imensa re­ gião. pois continuou o servir a Eliseu. GEBER. pois não compreendeu a atitude de seu senhor Eliseu. qué insistim em hospedá-los e alimentá-los. 237 .d. Ao que parece. Eliseu então prometeu que ela te­ ria um lifllrfi. Ge dali a> era o líder do segundo grupo de levitas. por causa do impado uegativo que causaria uo niinistério de Eliseu e ao nome do Senhor entre os estrongeiros. Eliseu dis­ sera à mulher sunamila que deixasse o pais. rei de Basã". En­ viou seu servo (Geazi) à casa dela com a instrução dft colocar o cajado na rosto do menino.3. O servo do profeta relatora o acontecimento fiel­ mente e mostrou ao rei o menino que fora restaurado á vida: Jeorão deu ordens para que a mulher recebesse de volla todos os seus bons. âl. cheia de desgosto. mas Eliseu de­ monstrou amor e compaixão por ela. a rica mulher procurou feorâo. O castigo de Geazi foi que a lepra. Q u a n d o voltaram. não somen­ te ua maneira como ele descobriu sou pe­ cado. Geazi provavelmente percebííu isso. "o Senhor é grande"). Era intendente na região do G ileade "a terra de Síorn. quan­ do Naamã lhe deu a sacola com pTutu e os duas peças do roupas. JedulUm. (3 primeiro é relacionado com a visita do profeta Elisou à cidade di Suném. que ministrava no Tabernáculo (1 Gr 25.27). Geazi era um seivo obediente e bem disposto.S narrados om 2 Reis 4 a 8. o comandante do exército sírio.1-0. estavam sob a super­ visão direita do rei. Geazi correu atrás dele.10). O segundo incidente envolveu a cura de Naamã.

Em virtude babdònico (Nu H.6). 1. Filho de Plasur. Baalis. (2 Re 25. quando os israelitas esta­ vam no deserto de Harã [Nm 13. de Ismael tor sangue real (2 Rs 25. GedaliuS achou dominadores. Gedalias incentivou o povo a rajou os moradores da cidade a aceitarem acoitar o bom relacionamento com os a invasão da Babilónia. pacto r. filho de ceram em Jerusal&B depois do exílio Notanias. foi nomeado gover­ 40. reprosoofinitivamente o final da permanência de tanto da tribo de Dã Ele foi um dos doze qualquer Lídnr judeu na terra de Judá. era provável que o rei rlasamonilíis. Avô do profeta Sofonias (Sf 1.25).19). Essa.7). Fizeram então um que Gedalias fora nomeado governador. com seus nm doE filhos de Jeiel e sua esposa Maaca sonhos de expansão.13-41. Jr 4CI. lém. o Egito. Somente depois rio retorno do a C. 40.14: 40.1).i7|. Deus novamente levan­ xara pura Irás somente o povo mu is po­ tou um líder do próprio povo para govBrnar Judá. e não uma pessoa. temendo as represá­ lias por parte dos raldeus. o qual enco­ caldeus. depois do do Jerusalém fosse tomada e. vorciarem ilas esposas estrangeiras (Ed alguns quilómetros a noroeste de Jerusa­ 10. Como. superinlengem que o oficial do exército Joanâ. encontrasse um 11 Cr 8. ft\i de Zabdiel. o pro­ regresso da Babilónia paru Jerusalém. porém. Da tribo de Judá.J8. assim. bre e sem profissão.1H.4. Gedalias era um homem generoso e 5.5.22). porém. 4). l ilho dente sobre 128 homens que se estabele­ de Careá. Liedalias demonstrou ser um bom 4.8-12J o profela fosse morlo (|r . Quando os oficiais do exército que conseguiram fugir ouviram mo de outras nações. estava entre Ordenou ao seu com andante Nebuos sacerdotes que se uniram a Esdras e zoradão que cuidasse de Jeremias quan­ ao povo uo arrependimento.. esse nome talvez se refira a junto u)m vários outros oficiais. to faziam uma refeição. Os homens enviados por Moisés a Canaã aliados de Gedalias. Descendente rle Jesua. Esta­ çoados.31: 9. enquan­ um lugar. ern filho de Pnninil para ir e matar o filho de Nelonias antes do ataque. b descendente de Hm ( 1 Cr 4. 3. para assassina-lo. mandara Ism ael. E bstado na genealogia c úmpllce preparado em alguém que fora que vai rle Benjamim ao rei Saul desprezado pelos caldeus. desse matá-lo. feta íoi entregue aos cuidados fie Gedalias Muitos homens de Judá haviam-se rasa­ do com mulheres de outras tribos e mes­ Ijr . 42 e 43J. O resultado desse assassinato foi de­ GEMALI. Pai do espião Amiel. O profeta foi com nador de luda pelo rei Nabucodonosor.2) fie se di­ juntaxam-so a ele em sua base em Mispa. ora um dos Ui leres governador. Joanâ pediu 2. Da tribo de Benjamim. Socó e Zanoa. eles e nada mais se sabe sobre o que lhes depois da destruição de Jerusalém em 587 aconteceu.18. se aceitassem as ordens dos va entre os homens que ouviram os pro­ nunciamentos de Jeremias.1. 18). ma* foi impedido por Gedalias. que náo seria de gran­ de proveito na Caldeia (Jr 39. conlra a vontade de Jeremias Ur 238 . Filho <le Aicão. fugiram para para espia-la.19. O rei ila Babilónia dei­ exílio babilónico. Seguindo as repetidas decla­ em Jerusalém nos últimos dias antes da rações de Jeremias de que seriam aben­ cidade ser destruiria pelos caldeus. loi incapaz da acreditar que alguém pu­ MIC.om o Spnhor |Ed 10.GEDOLÍM 2.12). no versículo 18 é listado junto com o qual mais tarde foi morto por Ismael. ret dos am onitas. é GEDOR. liimbém reuniu os quo es­ que tais pronunciamentos eram um alo tavam dispersos ti os encorajou a se esta­ belecer e voltar a cuidar da terra e das de traição e por isso fez de tudo paia que lavouras (2 Rs 25. lhe transmitiu.14). loi a mensa­ GE DO LI M.18.

irmão de 239 . Sabe­ dores de que tais palavras de julgamento provenientes do Senhor náo seriam aceiLas pelo rei. (iv) mostrar os padrões da atividade de Deus na história humana: e (v) distinguir os verdadeiros judeus doS gentios. O filho de Gemarias. Agiu como emissário dn roi Zpdequias. “no atrío superior. As palavras traduzidas como “fi­ lho” e “pai” podem muitas vezes significar ‘•descendente” « "ancestral”. podia dirigisse a Iodas as pessoas que en­ travam no "Ra»pio.. esteve em Jerusalém com Jeremias. para que todo n povo ouvisse. (lii) de Noé |Gn IU. para qun as gnnnalogius sejam organizadas sistematicamente. mas que ouvisse a mensagem. "o Senhor tem cum­ prido”). frequentemente chamado de Tabela das Nações. Quando finalmente as profecias foram lidus diante de Jooiuquim. GENEALOGIAS BÍBLICAS As Escrituras apresentam repetidamente as lislas dos ancestrais e descendentes de vários personagens judeu* Essas genealogias servem para propósitos variados: (i) mosimr a sueossào hereditária de certa Lribo. escolheu LI asa e Gemarias para a levarem aos exiladas | | r 29. mas. (iii) preencher as lQi. Daquela posição. por meio de Sete. Gmiarias esteva presente r disse no roi quR não o queiinassn. Gemarias era um dos pou­ cos oficiais que estavam dispostos a ouvir o que Deus tinlm a dizni r obedecer às re­ comendações do prnfeta fJr 36 19-26) 2. Ml caías. A longevidade dos patriarcas antediluvianos deixa muitas pessoas. pnls o repovoíimenlu da Terra começou por meio dos três filhos de Noé): (iv) de Som.11).n. os oficiais sugeriram que Jerem ias e Baruque se. servindo assim para legitimar reivindi­ cações de herança ou de uma função em particular: (ii) demnnstrar a bênção ou o juízo de Deus sobre uma família em particular. depois que boa par­ te do povo fora para a Babilónia. no palácio real (Jr 36. folha por folha. Quando leremias escrevi-u uma carta profética p:ira os anciãos e os sacerdotes que estavam na Babilónia. ê até modesta.37.3fi|: (vi) de Nflor. a diminuição da expectativa do vida através do tempo provavelmente indica os efeitos crescentes da qpeda As principais listas genealogias do Antigo Testamento i n d u R m os descendentes li) de Caim e o desenvolvimento tecnológico associado a muitos deles iGa 4.perplexas em nossos dias. É comum que nomes de pessoas relativamnnm som importância sejam deixados fora de tais listas. to­ mou o rolo de JeudL que lia o lexto. Baruque decidiu ler naquela sala as profecias sobre o juízo do Deus que | em mi as Lbn dera. Era um dos oficiais du corte de Judá. 1.r.3 7*221: fii) de Adão.GENEALOGIAS BÍBLICAS GEMARIAS (Heb. Filho de Safa. à entrada da Porta Nova da casa do Senhor" (Jr 36-10). para mostrar a origem dos monbitas e amonitas (Gn 19.3). leoiaquim deu ordens para que leremias e Baruque Fossem presos. na realidade. corlou-o. diante de Nabucodonosor. para traçar u herança patriarcal através do filho mais piedoso de Adio (Gn 5. quando comparada com os paralelos mesopotâmicos. escondessem . p. e atirou tudo uo fogo. Sua sala ficava num lugar privilegiado.nnos enlre um período histórico e outro. respectiva­ mente. An invés disso. Durante a leilura. u fim de destacar Abraão e preparar o caminho para n fnmilia particuJar que Deus chamaria para receber sua aliança e suus hnnçãos ÍGn 1 1 10-32): (vj de Ló. a inclusão dn nomes do mulheres geralmente servia para algum propósito especial. Os ancestrais eram normalmente traçados a partir dos membros do sexo mas­ culina na arvore genealógica da lamiiia. o secretário.3-22). ouviu as palavras do Senhor contidas uo rolo e foi contar aos oficiais da corte. esle reagiu cuma fora previsto. Filbo de Hllquias.

24). por rneio <le Quetura. Lucas 3. Os profetas faziam pa­ ralelos com esse quadro As vezes.1.14-19). sua linbagBm biológica. ou então que Matous traça a descendência a partir de José.8-27: cf.13) o Zorobabel (Ne 12.16-22). oficiais administrativos (I Cr 27. quando isso ocorria. o quinto nome do mulher na lista.-41. paia eufatizar o alcance unj versai da missão do Messias. ns registros militares dos israelitas no deserto fNrn 1.241: (viil de Abraão. G E N T I O S .1-27J e os que passaram a residirem Jerusalém INe 11. junto com os descendentes de cada um dos seus doze filhos (Gn 46. No AT.1-24).7-63). |x) uma lista detalhada de pessoas. para enfatizara pureza racial através dos lempos pos-exilicos e demonstrar a graça e a soberania da eleição do Dous (1 Cr 1 a 9). Ezequias (2 Cr 29 12-141. embora náo se tratando essencialmente de genealogias. predi­ ziam julzu severo sobre as nações. os que ajudaram na reconstrução dos muros de Jerusalém (Me 3J. o pui udotivo rle Cristo.5-24). (xi) vários levitai. Quatro mulhe­ res figuram de forma significativa na lista: Tamar. Raabe. As discrepância» entre os nomes das duas listas geralmente são atribindas à suposição de que Mateus preserva a linha­ gem legal de Jesus e Lucas. Is 4. o íilho de Abraão coin Hagor. 240 . ambas relaciona­ das com Jesus. Lislas semelhantes.25-31). a fim de apresentar Cristo como lilho de D a v i e restaurador das e s p e ­ ranças que foram destruídas no tempo da deportação para a Babilónia. durante u período do reinado de Davi (1 Cr 15. os quais por meio das genealogias validaram seu direito de oficiar o culto de adoração. pela mesma razão e para ilustrar como diferentes nações se origi­ naram dn Abraão (Gn 25.12-14: 34 . Também é a rnaneira de reierirse a todos os que uão sáo israelitas e. as relações com os genti­ os às vezes eram hostis Ide acordo com os residentes em Canaã Èx 34.16: Lc 3. alem dos israelitas (Gu 25. para enlalizar a esterilidade de Sara.12.12-18). “povo'* ou “nação’’. era proibido qualquer envolvimento com a religião dos gentios e. em três grupos de 14 gerações. losias (2 Cr 34. muitas vezes incluíam referências aos ancestrais de certas pessoas. para mostrar a origem dos outros povos do Oriente Médio.20. por exem­ plo. Ambas as geneulogias implicam a concepção virginal de Jesus (Ml 1. Mateus 1.1-17 traça sua linhagem a partir de Abraão. a mãe de lesus.B.M 4 I. israelitas repatriados no tempo de Neemias e Esdras (No 7. Nm 26.562). enquanto Lucas o laz através de Maria.8-39). os que se casaram com mulheres estran­ geiras (Ed 10 18-43). ou amigáveis (como na história de Rutet. Rute e a esposa de Urias. as quais. é mui­ tas vezes traduzido como "gentio’' e . os que assinaram 0 pacto de dedicação ao Senhor Deus de Israel fNe 10. por cansa da idolatria (Is 17. através do cada uma das quatro mulhe­ res. (ix) d e Jacõ. Todas eram gentias e cada uma delas foi mencionada provavelmente devido à suspei­ ta de terem gerado filhos ilegítimos A mesma suspeita cerc. torna-so um termo que designa “os de fora". a esposa posterior.sig­ nifica simplesmente ‘ pagão". No AT. Matous enfatiza que Cristo tinha todas us creden­ ciais judaicas apropriadas paru s o r o Messias e Rei. |viii| de ísmael.au Maria.23-37 começa com lesus e retrocede até Adão e finalmente alé Deus. mas que veio paro salvar lambém os pãrias. as­ sim. acarretava cnstigo e repreensão. entre Adáo e Saul. esposa de Abraão (Gn 22. C.23). h tini de chamar particular atenção para a fundação dàs doze tribos de Israel. Duas genealogias significativas aparecem no Novo Testamento. Para Israel.5-16).10-16.GENTIOS Abraão. como. os heróis de Davi (2 Sm 23. lideres tribais (1 Cr 27. Esto uonroito aparece frequenlomenle ná Blhlia.

13. «ia mesma maneira que no A.21). a família do rei Saul. Pai de Simei. um texto quo Mateus 4. 32. Até mesmo predisseram a lulura honra da Galiléia dos gentios (ls 9.32. Joabe. a quebra dos obstáculos culturais e a ação a qual Lucas «oustantemeule se refere em Atos. a promessa que o Senhor fez a Abraão. de que ele seria pai de muitas nações. do mes­ mo clã qup.eruar as nações e ministrar a elas (I<m 15. As vezes descreve os que aiudaram na exe­ cução de fesus ou opuseram-se ao seu ministério (Ml 20.2527). GERA. Assim Deus n lanlo o Senhor dos judeus como dos gentios ( R ed 3.T. Muilas vezes. Al 10.lfl. por meio de Jesus. porém. Filho de Hadade. ou soja.GERA enquanto anunciavam lambém a esperan­ ça de que um dia as nações partíeipariam da adoração ao Senhor (Is z.29).21. comandante do exército de Davi. que i. onde conquistou a simpatia do Faraó.17). i 5.7. da região de Baurim. Se os gentios fa­ zem. Ao Irazer a salvação aos gentios. G E N U B A T E .5. Como tais.11.1). foi criado como membro da casa real do Egi­ lo (1 Rs 11. mas iguais em Cristo (Ef 2 11-22). Comélio é uma figura que ilustra o relacionamento dos gentios com Deus (Al 10 e 11). 13. Às vezes relere-se a uma região que não iaz parle de Israel (Ml 4. 20. 3.1.15). os gentios têm acesso á presença de lesus enlre eles (Cl 1. As vezes» também os gentios se unlrnm aos judeus em oposição ã Igreja IAl 14. 1.28. Dessa maneira.301 .45j. foi dada a 1Iadade em casamento. ij. 6. Além disso. Km 1. é chamado para gov. ainda muito jovem. conseguiu fugir para o Egito. Em muitos casos. At 4. tâ. a ma­ neira como a Igreja trata da incorporação dos judou> e geulios na nova comunida­ de que Cristo Linha formado (Al 15. 6 cumprida (Rm 4. 1-4).27) e igualmente são herdeiros du provisão de Deus para a salvação (Ef 3. Deus levou sua mensagem até os confins da Terra lAt 13. Frequente­ mente é usado como um lermo de confruste étnico o cultural. como o Messias. Genubale foi o filho deste casamento. da tribo de Benjamim (Jz 3. os gentios ilus­ tram a reconciliação que Jesus traz a cri­ ação. 11. destruiu quase todos os homens de Edom.11-32). 1 Tm 2. 4. Pai de Eúde. um dos libertadores e juizes le­ vantados por Deus. IB). para mostrar a abrangénçia do Evangelho.6).6.15 cito com reforêut ia ao mir nistérki du Jesus. Assim. quando esle vocábulo é usado dessa maneira.10 e 20). esle vocábulo rafere-se aos não israelitas.laramonte inclui Iodas as nações |Ml 28. o ter­ mo traduzido coma “gentio" pode tam­ bém ser ( empreendido uomo “nação" Em gerai. 18. o edomila. GJ l. algo. Lc 18. também da tribo de Benjamim. é nmn maneira de dizer que o mundo realiza aquiJo lambém JMt 5-47. 22. Assim. No NT.7. Este nome loraou-se o lílulo de um clã dos benjamitas (Gn 40. O quarto dos dez IlLbos de Benjamim. não são mais estrangeiros.4<>48. libertou Isruel da opressão de Eglom. O lermo pode ler também a força de designar alguém que não faz parte da Igreja (Ml 18.5). Assim. é usado de maneira positiva. Paulo íoi um apósto­ lo chamado especilicameule para induir os gentios em seu ministério (At 13. Hadade. rei dos moabitas.17). como um lermo de coutrasle. o conceito lambém tem uma ampla utilização. é como exemplo negativo ou uma observa­ ção de que tuJ comportamento não é co­ mum nem recomendável.7-12).47). 2. Cristo. Na verdade. A irmã de Tofnes. Assim. Lt 1 2 .19.b .12). a inclusão dos povos torna-se o meio pelo qual Deus fará com que Israel fique com ciúmes e seju trazido dn volta à bênção (Rm 11. Esse centurião e apresentado como a pessoa escolhida pura revelai a verdade de quo o Senhor agora alcança pessoas de todas as nações e que as bar­ reiras étnicas loram derrubadas.35. 28. esposa rio monarca egípcio. Simei 241 .23.

6). “exilado"). era chefe dos dente de Judá e Calebe (1 Cr 2. receberam 18 cidades 1. utensílios usados no seu serviço" (Nm 4. pedindo para encontrar-se com do <lã dos gersonltaU. remisourança de seus próprios filhos: Libni se a ir.5.5).20). pois era o responsável pela parte GÉRSON (Heb. Gesém eram Coate e Merari (Gn 46. rependido dessa atitude (2 Sto 10 5. não fazem distinção entre os gersonilas lambém tinham respousabiiifilhos do próprio Sem e os de Arã. quando esle tugia de com mais 130 homens. i Cr 6.3. Para mais detalhes.3.21. assim como GESÃ.57: I Gr 6.4.6 ruem ii im a divisão da lerra de Caiirtã fella por negou a acusação (Ne 2.49]. no tempo de Davi. Provavelmente é o mesmo perso­ gersonilas. A família continuou 1» Um rios filhos de Moisés cum sua no serviço do Templo por muitos anos e esposa Zfporã. 26. Seu filbo chamava-se plo. Os melhores das Iribos de Aser. Josué.coaLilase meraritas 11 Cr 23. r>tc. Ará era filho de Sem. GIBEÁ. 2. nos d ias do aviva men lo lio reinado de Ezequias. Um dos fillios de Iodai e descen­ os descendentes de EUe/. regressaram pura jeriisalnm com Esdras. prometido por Moisés. Posteriormente.11. Um dos quabo filhos de Arã.16. p Sambalate envriaram uma mensagem a Nm 3. Um dos lideres das famílias que GESÉM.16.ei. quando c» rei organizou 19.17. Um dos netos de Calebe e sua Joel era O líder do coutingente de sa­ concubina Maaca: era da tribo de ludá e cerdotes e levitas que laziam parle do1 clã seu pai chamava-se Seva (1 Cr 2. limão de Eliezer. lssacar. dos gersonítas.12). Êx 6. os nicas 1.17.47). veram envolvidas ua purificação do Tem­ 1 Cr 23.2). 6-1.).24) 2 . ele ajudou a le­ Absalão. quo incluiu a Lide­ eles.19. porém. embora mais tarde tenha-se ar­ var a Arca da Abanca para Jerusalém. Asaie foi um dos gersonitas mais famo­ sos. depois do exibo babilónico. quando seus membros eslino sou em lerra estranha" IÊx 2. Quando o U^abaiho foi concluído.GERSON amaldiçoou Davi. Um dos filhos de Levi.1. do exílio babilónico Era descendente rle zombou de Neemias quando ouviu que Finéiui (Etl 8. 7. filho de Num. desListados em Génesis 10. tecebeu é mencionada alé mesmo bem mais laresle nome de seu pai. 17: Nm rem Iramando uma revolta.17. Naquela ocasião. veja Sumhalnte.36). "herói"). aos 8.23 e 1 Crónicas cendunles de Levi.17). O homiiim de Deus. os gersonitas. Um dos filhos de Bala e nêto de divididos em grupos que correspondiam. Haviu 2.30) Um dos descendentes de Gérson toi Sebuel. e por Eleazar.630 homens entro os GIBAR fHeb. nagem mencionado uo v. 1 Rs 2. o qual. mas Neemias 3. .24-28). seus irmãos Jerusalém. que disse: "Peregri­ de. danitns (Jã 18. esle tencionava reconstruir os muros de 3. 26. conforme fora GÉTER. tesouros do rei Davi (1 Cr 23.22. Gesém acusou os judeus de esta­ (libmilas) e Simei (Hímeflas) IÊ\ fi. o sa­ cerdote. musical (1 Cr 16. 95 d e seus des­ que ajudavam a carregar os muitos tipos cen d en tes regressaram do exílio de cortin as que p erten ciam ao babilónico para |uda com Neemias e Tabernáculo e t uidavam ‘‘de iodos os Zorobabel (Ed 2. Junto com Sambolate e Tbbías.16. Naflali e da manuscritos hebraicos. junto 242 . os levitas foram 4. Foi o lundador Neemias. O culto no Tabernáculo. Benjamim. Como levilas.6).8). mencionado em I Crónicas em suas divisões p rin cip ais. Josué 2 1. dades uo Tabernáculo (a lenda da con­ gregação). 1M.15. n qual havia caído num estado de Jõuntas e tamon-so sacerdote idólatra dos lotai decadência (2 Cr 29. no texto de 1 Cró­ meia iribo de Manassés.

Urn dos descendentes de Asaíe. cujos descen­ dentes retomaram do exílio babilónico com Nnemias |Ed 2.w.21).581.l a 8. o Dous levantou Gideão cotno libertador Ele loi chamado enquanto malhava o trigo paru escondê*los dos fuidianilas. 243 . c o m 300 guorrenoa que t o c a v a m trombe­ tas o carregavam tochas acesas na outra mão. Assim. o qual tomou parte nas festividades da dedicação dos muros de Je r u s a lé m Lide­ radas por Neemias (No 12. o qual Deus usou po­ derosamente dm/ido a sua fé.I».24). Deus permitiu que fossem atacados pelos bandos de saqueadores midianitas por sele anos. Era o filho mais novo de |oás. o Senhor sobrr^ vós ilominnr. contudo. Em resposta à vitória conquistada por Gideão.47. ao re­ cusar ser feito rei. Um dos líderes da tribo de Benjamim e pai de Alúdã (Nm 111. e Iuru be sele 12 Sm 11.60. Os inimigos fitaram Ião desorienlados que começaram a matar uns aos outros e então lugiram aterrorizados. Perma­ neceu como chefe de sua tribo durante vários eventos importantes. 10. du­ rante a peregrinação ua d e s e rto . e depois coustrun outro em sou lugai. Seus descendentes estavam en tre os se rv iça is do Tfemplo que retornaram do exílio babilónico rom Meemias (Ed 2.36). Gideão é descrito como um homem tím id o r bimiilde. a qual ele recu­ sou. GIDEL.GELALAI GIDALTI. 2. Era filho de Hemá.35). alguns brin­ cos de ouro como espólio da batalha. 29).4. Gideão estabeleceu unia vitória dedsiva sobre os midianitas. por esse mo­ tivo. Gideão fez uma estola sa­ cerdotal (o propósito é incerto — prova­ velmente fiara exercer funções sacerdo­ tais ou uma imagem de YahwehI n a co­ locou em sua própria cicíade. Encontrase com outros grandes heróis da fé em Hebreus 11. nem tampouco meu filho dominará sobre vós. e vivia um Cifra. esse evento teve um profundo impacto na vida de Gideão. GILAL Al. da obscura família de Abiezer. 1 . Gideão tornou-se juiz em Israel e li­ vrou o povo da opressão dos midianítas. Dt 17. A estola tempos mais tarde tornou-se uma fonte de idolatria para Gideão e sua casa (Jz 0.49) 2.22. Essa vitória posteriormente adquiriu uma con­ dição proverbial.17). pedindo ajuda. Uni dos parentes de Zacarias. os Israelitas lhe ofere­ ceram a oportunidade de iniciar uma monarquia beredilána.32. Posteriormen­ te. Os Israelitas tinham-se desviada do Senhor e adoravam a Baal.cujo nome significa “que Baal con­ tenda" OU "que Baai lute". lenhador”). que decidiram matá-lo. um bando de saqueadores quo vinharn do desorto oriental (Jz fi. GIDEONI. Também chamado de JerubaaJ (Jz 6. o raciocí­ nio rapido de |oãs salvou a vida de seu filho. ls 9-4). O povo clamou r u i deses­ pero ao Senhor. líder dos benjamitas es­ colhidos para ajudar no recenseamento de Israel.Sua primei­ ra comissão loi derrubar o poste-idolo de seu pai p o altar de Baal. como um exemplo do Inramcnlu divino som a ajuda do homem |cf. dii tribo dn Manassés. ko.27). Servo de Salomão. listado entre oti que foram separados piira o ministério du profecia e da musica du­ rante o reinado de Davi. 7. Veja Abidn.V’ (Jz 8.23) Aceitou. . durante a n o i t o . Gidoão obedeceu e suu atitude enfureceu os homens da cidade.32. etc. o qual foi dedi­ cado ao Senhor.56: Ne 7. por ter cometido tal afronta contra o deus deles. Ne 7. G I D E Ã O (Heb "batedor. embora Gideão obedecesse a Lei. no i|unl o abominável nome do Baai foi substituído pela palavra “vwgonha:’. tomou o ouro ofereci­ do o agiu como monarca (cf. Aparentemente. o vidente do rei U Gr 25. conforme indica o nome Jerubaal ou "Baal comenda". quuudu disse: ‘‘Não doininarRi sobre vós. Com o ouro.65. sob a Uderança de Moisés.

irmãos lutarão contra ir­ mãos. contra o qual Ezoquiol profetizou (Ez 38 e 39). Nos úl­ timos dias todo o poder e a glória do Senhor serão vistos tanto por Israel (que será trazido de volta do exílio por Dous) como por todas as noções ao redor. ''Contenderei com ele por meio da peste e do sangue: chuva inundante. A mensagem de Deus. logo depois da nuirte de Zinri. 16). um dos juízos de Lirael: "O seu pai ura Giileade.23). 2 . Pai de Tibni. o significado está não lanlõ na pessoa. sobre as suas tropas o . enquanlo Tibni foi morto (1 Rs 16. a fim de que rião recebesse nenhuma herança do pai. uma das qUais apoiou Tihni e o outra seguiu Onri. roi da Lídia. 2. Gogue é identificado poi alguns te­ ólogos como Giges. GINATE. "banco de roc.6).GILEADE GILEADE (Heb.1: 1 Cr 2. por meio do profe­ ta Ezequiel para aquela geração vindou­ ra. possa se considerar outro patronímico. Ru dfi Jaroa e filho de Micael. Este liderava a faoçáo mais forte e por isso tornou-se rei. entretanto.21-23). a sua mãn ora uma proStituta" (| / .sobre os muitos povos que estiverem com ele. Haverá uma última tentativa desesjjerada de destruir Israel. Quando.4j. o próprio Deus intervirá. grandes pedras de saraiva. mas no falo de que nos últimos dias o Dous soberano destruirá todos os inimigos do suu povo. uma divindade babilónica. Seu nome Foi dado a uma região a leste do rio Jurdáo. 2. fogo e enxofre farei cair sobre ele. que lez uma bre­ ve tentativa para tornar-se rei de Israol. vivia ao região de Gileado) tem levado algun> teólogos a questionar se Gileade era realmente um nome ou simplesmente um patronímico. Pai de Jefté. A distribuição dessa lerra é registrada em losué 17. segundo a profecia. 1. com Cuga. Os filhos de Giloadi! c:om sua esposa legitima mais tarde expulsaram Jeilé de casa. O lato de elo lambém soí descrito como giloadilfl (ou soja. e com varias outras figurus. Surgirão grandes aba­ los sísmicos.4.29. o co­ mandante militar. que apa­ rece hf>m uo rnfiio de uma genealogia. Israol di­ vidiu-se em duas facções. diz o Senhor Deus" (Ez 39. 1 . Assim ou mo engrandecerei e me santilicarei.22).22. Embora Ezequiel provavelmente tivesse um líder em par­ ticular em mente. GIN ETO M. O contexto do nome.21. Gogue estiver d ponto de atacar Israel. as quais o profeta previu que atacarão Israel durante a Grande Tribu­ lação (vv. O contexto. porém. Enláo saberão que eu sou o Senhor" (Ez 38. e me darei a conhecer aos ollios de­ limitas nações. Novamente é possível que. Príncipe e chefe de Meseque Tubal. G ISPA . Elo e Zia eram os líderes dos ser­ viçais do Templo que viviam nas colinas de Ofel.teu caminha. LTm dos sacerdotes que retornaram do exílio com Zorobabel. 11 JJ. 14 ss).bas") 1 Neto dt? Manassés e filho de.29) 244 .14-16). 27. Reinará na terra de Magogue « será líder das tropas do extremo norle (Ez 38. da tribo do Rúbeu (1 Cr 5. sugere que real­ mente trala-se de um nomo próprio. era um gudíta quo vivia em Basá. Mesulão era o líder dessa famiiia sacerdotal nos dias do rei Joiaquiin (Ne 12. nu região de Gileade.Maquir. toTna essa possibilidade mais improvável (i Cr 5.30. Um dos sacerdotes que se­ laram o ponto feito pelo povo tle adorar ao Senhor e obedecer às suas Leis fNe 10. Essas tropas saquearão e pilharão cada nação em . pois eu derramarei o meu Espírito sobre a casa do Israel. eulretanto. em razão de sua famiiia viver em Gileade. depois do retorno do exílio babilónico INe 11. GOGUE. mas fracassará.1. 3. tor­ nou-se o lídoj do clã dos gileadilus (Nm 26. é: "lá não esconderei deles a minha face. como juízo total o devastador so­ bre o povo liderado por Gogue.21).6. Descendente de Joel e filho de Semaias.

O a inedída dr: um côvado). não com espada.. mos não só os fim de desafiar os israelilus. O mais impressionante. pois lora Deus GOLIAS.5-71. sim bólicos para todos os quo tentarão Assim. apresentou-se como voluntário destruir o povo de Deus no término do pára aceitar o desafio. Sua altura ê re­ dras lisas em um córrego e saiu para en­ gistrada como de “seis oôvados e um pal­ frentar Golias com sua funda r as pedras mo” (cerca de três metros. sentante dos filisteus.7-10 descre­ te dr) rei. e laJvez terem mandado um garoto para enfrentáfosse d escen d en te dos refains ou lo e começou a lançar impropérios e ame­ enaquins (veia Annqup). alistados uo exército de Is­ O filho do [essé então cortou a cabeça do rael. na Última parle do qual era muito grande. Todos os dias Golias saiu do rael" (1 Sm 17. Levaram-no dian­ reino milenar. repre­ que o ajudara antes. Apocalipse 20. ele ia “no nome do Senhor estavarn posicionados freule a frente no dos exércitos. Depois dessa vitória Saul e seus soldados estavam Iodos ame­ a reputação de Davi loi estabelecida. o Deus dos exércitos de Is­ vaie de Elã. Se continuou: "Saberá toda esta congregação Golias. os Deus — os israelitas lambém pois Davi filisleus se submeteriam aos hebreus. irmãos dele. Ouviu o desafio e perguntou o que Golias com a próprie espada do gigante significava aquilo e quem tomaria uma Os filisteus foram perseguidos e derrota­ providência ou laria algo.4= > | . dos pelos israelitas. A resposta ve o peso de si ia armadura em detalha? e do Davi foi de grande significado o ser­ diz que sua longa “era como o eixo de um viu como um sinal do tipo de rei que ole tear". para enfatizar ainda mais u eslaluum dia se tornaria.40). f. Se alguém filisteus aprenderiam sobro o poder de conseguisse vencê-lo em combate. contra quem Davi Saul finalmente concordou. logo depois o rei Saul começou a vè-lo Davi ficou horrorizado por conhecer um como uma ameaça ( I Sm 18). 0 se tipo representavam um método co­ ole vos entregará nas nossas mãos" (1 Sm mum. Depois da profecia de Ezequiel. a pedra em uma funda.D. Golias foi morto com uma pedra. bastante usado nas batalhas naque­ 17-17). Argumentou que.GO LIAS 3. no tra a reino de Cristo. 0 textn descre­ aças contra 0 filho de lessé. que achou a idéia daquele jo­ ve a derrota Final de Salanâs.25. os israelitas que o Senhor salva. argumento do filho de fessé era que u Senhor estaria com ele. ati­ Davi chegou ao campo de batalha en­ rada com força e extrema pontaria por viado por seu pai para levar comida aos Davi. pegou cinco pe­ de “guerreiro. les dias. de acordo rom n:m seu allbrje de pastor ( I Sm 17. ia até o vale e gritava a garia Golias om suas mãos. Naquela vem franzino enfrentar o gigante Golias batalha. O Senhor é que entre­ meio das tropas. Desafios des­ com lança. pois do Senhor é a guerra. au entanto. todos os que foram maus e luta­ um verdadeiro absurdo Davi mencionou ram contra 09 eleitos também serão fatos om sua vida quo mostraram sua co­ destruídos. de Gale'1 . en­ ra e a força do gigante 11 Sm 17. Gogue e Magogue represen­ ragem.. que atingiu o gigante bem na lesta. Na verdade. e drontados diante do desafio de Golias. “incircuriciso filisteu" que desafiava “os "Gògue e Magogue" tomaram-se nomes exércitos do Deus vivo" 11 Sm 17. nem se tornariam vassalos deles. 245 . mas in­ lutou e que «le matou com apenas uma sistiu nm que Davi vestisse a armadura. Provável mente guerreiro filisteu sentiu-se ofendido por era contralado pelos filisteus. como pastor das ovelhas de seu tam aquelas tropas que se colocam con­ pai. Um gigtmte guerreiro. quanto Golias vinha contra ele com es­ Os exércitos de Israel e dos filisteus pada e lança.c. Davi tirou aquela reinado de Saul 11 Sm 17). porém. Era chamado indumentária de queira.26). ganhasse.

D. Gómer leve filhos.10). G olias.4). que não de­ monstravam a mesma confiança.MER Na narrativa desse episódio. qup operou por meio daquele que era jovem e fraco. e Davi antecipou bem o re­ sultado. LoKuama (porque Deus não mostraria mais amor por Israel: v. o ainnr [juclu. Veja Gogue. 2. Qualquer um que se levantasse çonua o Senhor seria jul­ gado por ele. quan­ do esle precisou dela | 1 Sm 21. I Cr 1. Ainda assim. mediante o chamado divíuo.6). O Senlior o abençoou e daquele momento em di­ ante o filbo de (essé (ornou-se o centro da n a r r a t i v a bíblica. deveria mostrai em seu próprio casamenio o relacionamento que era Ião típico Rulre o Senhor e o seu povo.G. P. por sua fé. mas serão destruídos pelo povo de Deus. uma prostituta.GÔ. Finalmente. t))Oséias. v. 12).C. quando seu povo tira atraido por outros deuses.s: entro Davi e Golias. Mesmo assim. como parte do castigo deles. íoi a raiva e o ciúme de Saul para com o su­ cesso do filho de fesse que causaram a vinda de “um nspíritu maligno da pnrte de Deus” sobre elu (1 Sm 18-10). o profeta diz que "Gômer e iodas as suas tropas" se unirán a Gogue num ata­ q u e contra Israel. Posteriormente. d qual represen­ tava os filisteus: entre Davi o SauJ com seus exércitos: e entre Davi e o Senhor Deus. 1. O filbo de Jessé U uLi­ bem encontrou-se em desacorda com a alilude geral dos isruelil. o povo rebelara-se re­ petidamente. e o Senhor seja contigo" ( l Sm 17. aos quais foram dados nomes -simbólicos: fezreel Iporque em bxeve Deus puniria a casa de feú: Os 1. Muitas vezes o Sonhor trouxera seu povo de volta para si embora tenha havido épocas em que alãslou-se totalmente dos israelitas. os filisteus representavam uma nação em rebelião contra Deus. Era uma proferia viva da profunda 'tristeza" experimentada por Deus com lauta fre­ quência. De fato. GÓMER. para ser "alguém" o ser amado por Ele. rapidamen­ te elu voltou em busca de vários aman­ tes. 3. onquanto a bênção de Deus sobre ele tomava-se cada vez mais abundante. É men­ cionado novamente em Ezequiel 30. Esse profeta viveu no século VIII a. a es­ pada do GoUas foi levada para a cidade do Nobe. a reação do rei toma-se evidente. tornou-se escrava de um ile seus homens. Esposa de Oséias e filha de Diblaim. mas de­ pois recebeu ordem deDpus para comprala pein preço q u e uririmiLmoute uru pugo por um escravo (Os 1. nem eu serei vos­ so Dous''. ao lado de quem o Sonhor estará lutando.5. onde foi escondida pelo sacer­ dote Aimeleque e devolvida a Davi. Embora ele • j lenha tirado do prostíbulo.is.1-3). Ali. mas não com fcle próprio 11 Sm ta. que deixara do ser "nin­ guém". quando considerou a morte do GoLLas oomo sinal de que Deus eslava com Davi.3.2. A * história de Oséias é profundamen­ te triste: ele tinha uma esposa a quem amava o que mesmo assim envolvio-se continuamente com outros homens. O primeiro filho de Jafá e neto de Noé (Gn 10*2. loi derrotado peio Todo-poderoso.il do Senlior por seu povo perma­ nece e a ufeto de Oséias por Gômer cnnlintia como uma vívida Ilustração de que Deus não deixam de amar o seu povo. fica cla­ ro que o autor quis mostrar o desenvolvi­ mento rle três relacionamentos dileroute. Deus tinha Chamado Israel. o gigante fortíssima. Oséias a deixou.6. 6) o Lo-Amí (“porque vós náo sois mou povo. mas 246 . ao dizer a Davi: "Vai-le. em busca de outros deuses: uma ação Irequeutemenle mencionada como um alo dn adultério. Deus o chamou e ordenou que se casasse COra Gômer.37) Mais tarde.9. Parece que Saul concordou quase com relutân­ cia. com convicção Para Davi. A confiança de Davi no Senhor indi­ cava a profundidade de sua fé e o relacio­ namento qu*? tinha com Deus.3. O filho de lessé tiulia muila confi­ ança no Todo-poderoso e sabia que podia aceitar o desafio du filisteu “incbcunciso".

om o altíssimo preço do sangue de seu único Filho. 24. o termo muitas vezos significa 0 alcance da grdça de Deus. d.4. 12.6: um algumas traduções. on texto onde se en­ contra. GÚEL. a i o s u d i n f o r m a r ã o n ã o e n c o n t m fu u d u u io i il o N n u x | iíx Ii> s d t f r e l e r é n d a (Noia d o IY a < Itu o r | . aparece em Ezequiel 27. Um dos filhos dn Nnflali e neto de Jacô. 10.28. íoi escolhido como representante da tribo de Gade. 247 . na Bí­ blia.ia racial do Evangelho.13).9. que inclui todas as etnias. é num conIraste com os judeus e refere-se ã abrangênr. Ess.15).48.20. de acordo com o termo grego htiUfnixtes}. Um dos gaditas que viviam em Basã. que morreu por seu povo e pagou o prego pelos pecados de Iodos (Is 49. 17. GREGO / GREGOS. Nm 26. Um dos doze homens enviados por Moisés a Canná paia espiar a torra. 18. No finaJ o Senhor iria redimi-los c.4. t Co 1. Na ultima parte do livro de Atos.24. que queriam excluir os gentios de qual­ quer participação igualitária em relação a Deus.12. Filho de Abdiel.b . judeus cuja formação cultura] era primariamente grega e não semítica |A t 6. Cl 3 1 1 ) Dessa maneira.25: At 16.7: Li LOU.9. é primariamente racial. aparece poiyjo e ainda de­ pende da maneira como foi Lraduzido (na Versão Contemporânea flncontrp-se b u i Jool 3.24.1. Al 14. 9. 16.29. embora pos­ sa referir-se a grupos levemenle diferen­ tes.11) Filho de Maqui.21). As vezes o ter um simplesmente des­ c r a v e tiniu pessoa do origem grega (Mc. Em outTas passagens. Para mais detalhes sobre a missão deles. I O í t u I itt c o l o c o ii a ® e o m o s o n d a 4 1 5 . quando os Israelitas estavam no deserto de Pará (Nm 13. No AT. 3.termo. O uso predominante do termo no Novo Testamento. Gl 3. entretanto.1. a falsa acusação leita contra Pau­ lo de ter profanado o Templo com a pre­ sença de gentios deixa isso bem claro (At 21.&r. 7. 1. 1 Cr 7. 2.. Cl 2. GUNI.GUNI ficurã fiel ns suas promessas. 20-21) A inclusão deles na fé era algo polémico par/i os judeus.14. Provável men In rofbre-se ao povo da Grécia.) Em outros contextos menciona os que fazi­ am parle da cultura heleníst íca — quer dizer.13. dependendo do i. veja Sam ua. referese aos que aáo eram judeus (At 17.191.3.281. re fe re se aos gregos ‘ tumentes a Deus" que se associavam ao judaísmo Uo 12.1..10. p.32: 12. 19 10. era um bder de d á (1 Cr 5. 2. que in­ chou também os que estavam fora de Is­ rael Frequentemente nota-se que é nos mesmos lermos que tanto judeus como gregos necessitam «le Cristo e ambos en­ tram e compartilham do Evangelho (Rm 1. Timóteo.5 0 0 . de acordo com o lermo gregoh elh n ]. Tito. 10. com quem os israelitas negociavam. tornou-se Líder do clã dos gunilus (Gn 46.

Seus descendentes estavam entre — o livro fala sobre Yahweh estai1uo Tem­ ds sa< erdotes que retomaram do exílio na plo (Ht: 2. voco dislo aconteceu em 626 a.. Por volta de 605 a.7de serviço foi decidido por meio de sor­ ) 1). du tribo de ludá A vinda iminente da Babilónia contra Judá levanto uma rias maiores questões li*OÍógicas do livro. do tipo que pode ser comparado aos Sal­ oios 4. como Inmbém um poota talentoso.6.32). ã luz de todas essas turno | 1 Cr 24. Primeiro. que “assis­ História e estabelecido o podtórOso Impé­ tia aos filhos do rei'1.. Na verdade séu livro compõe-se de uma serie du oráculos (11l 1. rio Caldeu Habacuque testemunhou to­ dos esses eventos com seus prõprios ollios. Muito pouco uu nada se sabe explicitamente so­ bre Habacuque.H H A A S TA R ). sobre a Babilónia. Avô de fauzanias e mem­ ximo.1. ele e seu filho Nabucodonosor já tinham HACMONI. Z) e uma oração (Iic 3J.M. Cl 3 . Um dos sacerdotes indica­ aparentem ente depois que o poderio dos para ministrar no Templo. vindicará sua justiça. a seu lempo.20J i! também emprega o termo Babilónia com Neemias lEcl 2. t'.1).C. Além disso.3. Pai de Jeiel (1 Cr 27. n qual constitui o coração e a base da salvação O que parece injusto à luz da .13). foi um dos filhas dn Miiaiá.e. 1 ..aqui e ngora encontra a compensação perfeita no tempo da recon­ ciliação Una! de Deus.. Kc 3.e. Yahweh diz que está suscitando os bro da famiiia rios mcabUas (Jr 35. os caldeus) pode prosperar e o justo fi. evidências. Veja Neemuàs. existpm indicações de que ele provavohnente rs tivesse envolvido nm algum ministério no Templo e losse levita Alem das alu­ sões iios instrumentos musicais e aos direiores de música íHc 3. ele uão só era pix> feta. cora a HAC ALI A S . H A B A C U Q U E [Heb. se Deus é Justo [Hc 1. Pai de Neemias (No 1. 248 .63). embora sp possa inferir alguns dados.C. n qual.6). veja rece numa lorma que sugúra algo que | á eslá a caminho.101. Para ■aldeais (Hc 1.19). Eles náo puderam comprovar sua genealogia e por isso foram proibidos de Habacuque viveu e desenvolveu seu mi­ exercer as atividades sacerdotais.24).1 1). nistério nos primórdios do surgimento da Babilónia no poder central do Oriente Pró­ HABAZINIAS. O que se sabe com certeza é que7. O turno babilónio já estava consolidado (Hr. uni eliminado completamente os assírios da dos administradores de Davi. ou seja. descendente do Asur. o Senhor declara ao profeta que "o juslo pela sua fé viverá" fhlc 2. ”abraço“).3). Enquanto isso. HACOZ. uma resolução teológica destacada por Rn ilo (Rm 117. 1.01: Ne íitúigico Seãah (Hc 3. Judá) sofrer. O primeiro sinal inequí­ Juazaruas.9. A tesposta para esta questão encontra-se no caráter do Deus. inauguração fio reiriado de Nabopolassar 10. como o ímpio li. A possível data do seu ministério está teio e ele ficou responsável pelo sei imo outre 620 a 632 a. Esle m esm o problema ocupa grande parte dos debates no livro de Jó.19) — ambos ele­ HABAÍAS (Heb “o Seuhor tem escon­ mentos centrais na adoração do Templo dido"). Citado pit) 1 Crónicas 4.B e 7 (cf.41. onde a tempo verbal apa­ mais detalhes sobre essa passagem. C.

Hadade. 2. Vivia na cidade de Avile e de­ pois de sua morle seu sucessor rio trono foi SuinJã. rainha do Egilo. HACUFA.13.35. o oxéri ito israelita os atacou e derrotou também muitas dos cidades deles (2 Sm 8. 4 . tomou-se mi de Edom depois da morto de Husão (Gn 36.50. no inicio de sou reinado. por esse motivo.12. 1 Cr 1 30). Seu filho. ao casar-se com mulheres estrangeiras. poróm. Reinou na época anterior 5 monarquia em Israfil (Gu 36. d sempro manteve uma guerrilha contru Is­ rael.3-14: 1 Cr 18. Rei de Edom.14-25). Claramente rriou uma ruptura na aliança que fizera com o Seulior. o a do foi bem re­ cebido e c. na região de Moabe.36: I Cr 1.6-91. nada mais se sabe sobre Hadade. Quando Hadade soube que Davi eslava morto.46. Sua cidade chamava-se Pau e sua esposa era Meei abei. Edomila. Na época do rei Davi. 3. Davi o atacuu e quase destruiu seu exército. foi tentado a estabelecer lagos com outras famílias reais. Filho de Ismael e neto de Abraão e Hagar: «ra o líder do seu clã (Gn 25. íoi criado na corLe real egípcia. N p 7 . o que efetivamente fez. npóíi a construção do Tomplo (I Rs 9.51).3-10).53).6 3 ).14). Assim Salomno não só quebrou n lei de Deus. Em várias ocasiões lutou contra Davi.21) Tal­ vez fosse a mesma pessoa do item ns 2. mas também permitiu a introdução de divindades es­ trangeiras na cidade santa (veja Js 23. mas não localizaram os registros da lamiiia. sucedeu Raal-flanâ. r. Ficou famoso por sua vitória sobre os midianítas. Cada esposa levou para lerusalém seus próprios deuses. Seus descendentes es lavam enlre os serv içais do Templo que retornaram com Neemias para Jerusalém. Apare u temente seu domínio es­ tendia-se desde a região próximo ao rio Eufrates até Amom. retomou para lutar contra Salomão.asou-so com < i próprio runlmda doEiraó. foram excluídos do sacordócio (Ed 2. tugju para o Egito. Hadadezer viujara para o Norte. Como o isscritor de 1 Reis estava in­ teressado som ente em mostrar como Salomão eslava sendo punido poi Deus. no início de sen reinado.4-6). 1 . Quando os si rios foram em socorro de Hadade/. lambém trabalhou num trecho du muralha que ia da entrada até a extre­ midade dn casa dn Elinsibe (No 3.31).51: Ne 7. sem dúvida por razões políti­ cas. Filho de Reobe.c. Genubale.er. Quando outros reis 249 .61.4). h fim de recuperar o controle sobre uma região ao longo do rio Euhates. Davi dedicou ao Senhor todo o ouro e prata que capturou. Fiibo de Bodnde. Q u a n ­ do. sendo. suas esposas "lhe perverteram o coração para seguii a ou­ tros deuses” (1 Rs 11. Gradualmente. portanto. Seus descendentes voltaram do exílio com Neemias. prova­ velmente se estabeleceu em Edom n con­ tinuou □ lutar contra Salomão até o linal de seu minado | 1 Rs 11. os edomitas fo­ ram destruídos pelo exército de ísrael. foi levantado pelo Senhor como adversá­ rio do rei Salomão 11 Rs 11. foi governante de Zoba r contemporâneo do rei Davi.39 — onde e cham ado de Uadar: 1 Cr 1. que ua época era spenas um jovem.47). A primeira halalha é mencionada numa longa lista de vitórias conquistadas pelo fiibo de Jessé.n. HADADE. irmã dê Taínes. "da pstirpé real de Edom". to rn o u -se muitu influente no mundo. Dt 7. H A D A D E Z E R .15. filha de Matrede (Gn 36. que ex­ perimentou grande prosperidade p tinha extraordinária sabedoria enquanto mantpve uma alitudt* de tutal confiança no Senhor. Os seus casamentos com mulheres eslrangfttias causaram a ira de Deus. 3. um dos reinos arameus (da Sirial.HADADEZER 2. por meio de ca­ samentos. Seu neto M ©remoto reparou uma seção domiiro de Jerusalém perlo da Por­ ia do Peixe.3). depois do exílio babilónico fNe 3. dopois do oxilio babilónico (Ed 2.

Píii de Amasa. fibênção especial: urna revelação pessoal Lbo de foctã (Gn 10. para Abraão (Gn 2 1 . listados om Esdras (Ed 2. HAGABA. em Israel (2 Cr 28. \ la Iribo de Levi) I Cr 0. mas as torças combi­ nadas deles loram denotadas de la] ma­ neira quo os reis qun eram vassalos de Hadadezer foram até Davi para lazer um tratado de paz Gòm ele (1 Cr 19. porque íoi um dos lide­ cias foram trágicas — para Hagar (Gn res que sairam ao encontro das Impas do 16. por meio cimento.15). ganhem. listados em Génesis -16. HAGABÁ. 3 bênçãos do Senhor (v. pro­ pôs ao marido Abraão que tomasse uma segunda esposa.14-16). Sous dosçendan Hadorão levou consigo muitos presenies tes íoraiu chamados rle bagitas (Nm 26. litigai e M ordecai.7). Saia. de melais preciosos 11 Cf 18. HADASSA.a. do proleta Odade.3. uma juiLia árfâ. A _s consequên­ cionado na Dlblia. a partir desse aconte­ (o reino «lo Sul) Esses homens transmiti­ ram uma raensaiam do Senhor. poi ser estéril. Amasa é men­ sas fio Deus (Gn 15. eslava en­ íe lic ita r por haver pelejad o contra Hadadezer o por tê-lo destru íd o". 17. 13). De acordo com as normas le­ gais da época. O Sonhor. para o saudar. o qual amava o filbo.2). e lam­ pois de vencerem uma batalha contra fudá bém para Sara que. Veja Fster. p. do HADLAI. Um dos fUbos de Gade. Hagar recebeu uma HADORÃO. rei Peca que retornavam para o Norte.5s. criada pelo primo Mordecai.11: 21. Era 0 nomo hubraico (quo significa 'inurta''1) de Ester (El 2. presentes que.46) HAGAR. Mencionado '-m Esdras 2. de que o reino do Norte 21 10). uuma atitude do graça maravi­ lhosa (Gn 16. do Davi derrotou Hadadezer.c. Ele len! nu uovamenle lazer aliança rom os sirios contra Davi. por meio da qual ola |Sara| pudesse “constituir uma tamilia" (Gn 16.12). “a lesta do Senhor"! Fi­ nhor pelas muilas vitórias que tinha con­ lho de Siméias. Descendente de Sem. ficaram atemorizados e também paguram tributo a Davi. pois contraria­ da tribo do Efraim durante n reinado de va a ffc obediente e paciento nas promes­ I Vjiia.19) e garante nosso fuluro |Gu 21.16. porém.m. HAGABE.27: l Cr 1.18). Uma das espo­ res que as vitórias de Davi eram parle das sas do Davi.13) i. ‘‘festivo"). rei de Hamate. Numa atitude de prolnnda fé e gratidão ao Se­ HAGIAS (Heli.HADASSA ouviram que Hadadezer fora derrotado. Fiibo de Tou. Seus descendentes estavam entro os serv içais tio Tem plo que retornaram (lo exílio babilónico com Zorobabel e Neemias )Ne 7. mãe de Adonias (2 Sm 3.1 1ss. ouve nossa soldados deveriam libertar os prisioneiros miséria (Gn 16.de Deus.6.45.48.10). necessidades (Gn 21.17). essa proposta íoi desastrosa.4 j.4. 1. de­ cí. era u mesmo Hagaba de Neeaiias 7. Davi dedicou u Deus todos os Era deSCendenle da íamília de Merari. Outro relato ria derrota de Hadadezer encontra-se em 2 Samuel 10.48).211 2. alimentou um espirito amargu­ rado e extremamente ciumento (Gn 16. Quan. um dos Lideres ponto rle visia espiritual. Toú enviou Hadorão "a Davi. quistado. tre < »s que desceram com jacó paia o Egito.20). Essa passagem narra várias balall)&£ e lembra aos leiloHAGITE (Heb. Seus descendentes esla\am enire os judeus que retomaram cio evilio babilónico com Neemias e Zorobabel. Emborn fosso legalmente per­ mitido. 250 . 21.n.19).15*19. o pura o HAGI. supre nossas trazidos junto ami a tropa íw 9-16). dêscrita como urna jovem "esbelta e for­ mosa1 '.30). vai aú eucontro era <ulpado de pecar diante de Deus e os iio quebrantado de coração.1.

sua prima.ompló dele noutra seu povo e pediu ao roi que poupasse os jarleus do extermínio Furioso. Era "agagita" (El 8. o quarto filhu dn rni. LIm dos líderes do povo que se uniu a Neemias quando íoi feita um pacto d»1 adorar ao Senhor u obedecer às suas leis (Ne 10. Seu filho Sai um governou sobre metade de um distrito de Jerusalém nos dias rle Neemias b reparou uma seção do muro da cidade (Ne 3. Seu lillio lentou aniquilar todos os )udeus durante o reinado de Assuero. Assuero levanlou-se da mesa e foi para o jardim. s. filha de |acó.ç. 1.32.12]. HALOÉS (Heb “sussurrador"). 2. A rainha convidou o rei Assuero e Hamã para um banquete. Talvez seja a mesma pessoa do item n® I. Irmã de Gileade e !iIha de Maquir. 2. Avó de IgaJ.5. pelo qual os judeus rece­ biam autorização para se defenderem (El 9). Pertencia á tribo de Manassés (1 Cr 7.10. O rei voltou e pen­ sou que ele desejasse molestar sua espo­ sa: ordenou então que Hamã fosse morto imediatamente. atacaram a cidade e ma­ taram todos os habitantes da sexo rnas- 251 . Ester denuni . HAMOR. Ela. rinha um alio cargo político do remado de Assuero (Xerxes). o qual este supôs que seria em sua honra. quando ouviram lalar sobre o ocorrido. nunca confessara ser da descendéni ia judaica e sabia que tal comunicação lalvez significasse sua morte. doddiu ajudui o povo de Deus. uiri dos “trinta he­ róis" de Davi (2 Sm 23. Mesmo as­ sim. Siquém violentou Duj. Pelo contrário.24). Quando Mordocai recusou-se o ajOelhor-se.iou o r. "quando os homens estavam doridos" (Gn 34 25).il de respeilo a Hamã. 1 1. 2). ua Pérsia (Iit i a 7). acusados de não obede­ cerem ás leis du império medn-persa. Adonias tentou usurpar o trono. Eles foram operados V trés dias depois. HAGRI. Ela teve Irés filhos: fsDode.í. este ficou ex­ tremamente irado e tramou a morte dele e a de seu povo. numa forca que prepara­ HAMEDATA (ftjrsa: “dado pela lua"). Era heveu e governa­ va a área em que lajcó habitava (v. Não somente o estupro era uni algo muito sério.36* ) 'flunbém era pai de Mihar. Fiibo de Hamedata. Pai de Hamã lEl 3. quando os os­ sos de |osê íoram trazidos do Egilo e en­ terrados alí (veja Al 7.361. Posteriormente.38).19. seu perverso filho (Gn 341. Deus usou Ester e seu primo Mordocai para impedir tais planos HAMOLEQUETE. A condição foi aceita. cwrio também o casam eato misto com um cananeu dificilm ente serio aceito! De fato. a s a m e o t n com ela. ra para Monlecal (Et 7). Eles sobreviveram e agradeceram por aquele dia e pela vitória sobre Hamã numa lesta chamada Purim.18). Defensor de Siquém. quando nosso patriarca comprou de seus filhos um pedaço do terra para lazer um túmulo O campo é mencionado posteri­ ormente em Josué 24.51. que nasceu enquanto a corte de Davi eslava em Hebrom. Os irmãos da jovem ficaram furiosos. A esposa de Hamã charoava*se Zeres e seus lilhos mais tarde foram todos mortos pelos ju­ deus.). dois filhos de facó. em siu. HAMÃ. qo lem­ po da rainha Ester. l Ct 3.21. e depois pediu ao pai dule que negocias­ s e s e u c . SLmeno n Lèvi. Abiezer e Maalã. etc.HAMOR Rs i . enquanto Hamã tançava-se aos pés de Ester e im­ plorava misericórdia.13. os irníâos concordaram com a pro­ posta de que todos os homens de Siquèin fossem circuncidai los. Persuadiu o rei a assinar um decrelo que ordenasse a lota! destrui­ ção dos judeus. listado entre os 'heróis" de Davi (I Cr 11. O rei então alencleu ao pedido de Esler e assinou um de­ creto paralelo. Apa­ rece pela primeha vez em Génesis 33. d o en­ tanto.1. Mordecai soube do eomplô e pediu aju­ da ii rainha Ester.

HAMUL. é mencionado como “homem de Deus". po­ rém. 2 .2) feu lambém re­ gistrou os acontecimentos uo reinado de Jeosafá |2 Cr 20. Filha de Jeremias. Filho de ligdahas. onde n proleta iRremius convidou O S memliros d. O Senhor.261.31).1. anos 12 Rs 24.5 J.tr e Siquém também íorum assassinados (v. HANANEEL.lO) 7. onde no­ vamente comprariam u veuderium cam­ pos e viveriam em paz. 37-44) rjD. os quais Neemias co­ locou como responsáveis pelos depósi­ tos (Ne 1. 8 . de Judá.11 . 1 . 10.49). 4 . Um dos nelos de luda. I^rimo de Jeremias e filho de Salum. Quando Jeremias orou sobre a procuríednde dn situação em que st. Um dos filhos de Azol. lornou-se esposa do rei losias.2 1 ).431. A transação da compra do terreno. na regiáo de Benjamim ÍJr 321 O protela obedeceu. Tornou-se o líder do olõ dos bamulitas (Nm 2(í. mencioundos om jtitees 9. Zadoque e Perl aias. Fillio iie Mdaca e um dos heróis de Davi Í 1 Cr 11.n a Jeremias q u n comprasse um campo que pertencia a Hanoneel em Analote. de Libna |2 T<s 23. o qual proferiu a Palavra do Senlior contra o rei Baasa. aos quais não destruíram tolalmenle quando en iraram em Canaã. o qual desempe nhava o ministério profético cora o acom­ panhamento de harpas.« mãe fie Jeoacaz. Zedequias objetou fortemente contra urna mensagem tã a pessimista. Deus falou com ele e lhe mostrou que era sua vontade castigar o povo por causa do pe­ cado. mas lambem era seu desejo. Gutro líder que lambém selou 0 paclo (Ne 10. através de seu quarto filho Perez (Gu 46. o protela falou que a cidade seria conquistada por Nabucodonosor e 0 povo. registrado na genealogia de Saul [ 1 Cr 8 38).2 2 1 . H91nr. de Israel ( I Rs 16. da tribo de Simeão (1 Cr 4. Filho ds MLsmu. Os eventos narrados concernentes a IiaiiH»'. 1 . Os filhos de Hanã tinham uma saiu no Templo. . 1 Cr 2 . Um dos líderes que selaram o pac­ to feito pelo puvo (Ne 10 . Seus descendentes estavam entre os serviçais do Templo que retornaram para Jerusalém com Neemias dopais do exílio babilónico (Ed 2. Veia Recube M . conduzido ao exiLio. HAMUTAL. Jr 52.13).23). H o 12).12. que rei­ nou apenas bês meses em Jerusalém.7J. HANANI.OÍÍ. Um dos assistentes de Selomias. 3. no fu­ turo. 5.3. Um dos levi las responsáveis por instruir o povo no Livro da Lei (Ne 8.C.R HAMUEL.341 2.28. encontravam. eram os que vtvlam em Siquéra e naquela Ocasião foram toiaimenie derrotados por AbimeJeque. Os "homens de Humor". liras e i imbaios 252 . dessa maneira.26). rei de judá. Pai de Jeu.HAMUEL cuJino. Fillio rle Sasaque. Filho de Hemâ. L 8 . Enquanto JorusaJém era sitia­ da pelos caldeus. EJe é lis tudo entro ot> que descoram .i família dos recabitas para beberem um pouco tle vinho )lr 35. Ne 7. 7): falou lambem com Jeosafíí. registrado na genealogia de Saul [1 Cr 8. e advertiu-o sobre a ira de Deus (2 Cr 19. lor* nou-se uma Uustração da confiança de Jeremias na palavra do Senhor e no iuluro sinalizado pela promessa do próprio Dous (w. seu filh a e os moradores do Siquém demonstram os problemas com tinuos que os israelitas tiveram com os cananeus. reunir os judeus na terra. 9.46.ia Egito com Jacó. 26). pagou ao primo um preço adequado pela te rra p fecharam um acordo formal (w .4). Era lambém a mãe do rei Zcdequias. diss. HANÁ. 6 Um dos levitas que se uniram a Neemias no parto de adoração no Senhor e obediência às suas loís (No llt. 15. M. que go­ vernou por onze.

& (> é mencionado em 1 Crónicas 3.23 Fa/. mencionado em I Crónicas 25. Para mais detalhes.23). durante o reinado de Davi. Mencionado em Neemias. Na presença do honiRin de Deus e de vários sacerdotes. A. 12. 14.7. Veja Sadixique. idade de |erusalém. .28. era Hebreus 11.15-1 7). “graça de Deus").. mencionado apeuus em 2 Crónicos 26.ia parte do ministé­ rio profético com acompanhamento mu­ sical.2). Men­ cionado apenas em Jerem ias 37.3131.B. 2 .O Senhor detarminou que Moisés escolhesse um represen­ tante rle cada tribo para ajudarem na di­ visão da 11:rra de Canaã e Haniel íoi o es­ colhido para rep resen tar a iribo de Manassés (Nm 34. Filho de Éfode. 4.23).s caldeus «eria rápido. Jerem ias mostrou o mal que Hananias (-ausava por fazer o povo acre­ ditar numa mentira e predisse a morte dele no decorrer de um ano (Jr 28. 13.20).10. d q tempo d e Neemias (Ne 3.24. enquanto os muros eram recons­ truídos (Ne 7. juntamente com seu irmão I lanani. veja Hamã.IIAN7EL.'12. ajudou na reconstrução dos muros e era responsável pela parte acjma da Porta dos Cavalos (Ne 3. men­ cionado apenas em 1 Crónicas 8. HANIEL (Heb.43 J.12. M en cio n ad o upenas n m Jeremias 36.2 ura “maioral” du i.da guarda em Jeru­ salém na época do profeta Jeremias. mais do que muitos".A v ô rio capitãO. Descendente de Benjamim. Lader dos judeus e um dos que selaram o pacto d o tempo d n Neemias (Ne 10. 1. 2.7).6. Um dos príncipes do rei (oficial da corte) U/ias.4). no têmpo de Esdras.17). 21. Hananias profetizou que n domínio do. . . Irmão de Neemias.13 8 Um dos companheiros de Daniel (Du 1. Mencionado apenas em Esdras 10. Possivelmente era descendeutn do personagem registrado no item n® 3.Possivelmeuto a mesma pessoa do item u® 10. e p. FILbo de Uomã. Um vidente que falou com Asa e o repreendeu.2).■ Judá (Ne 1. por não confiai no Senhor. por ser muito popular. mas era lalsa. (t Cr 25. de Gibeoni. ao desobedecer ao rei Nabucodonosor e sobreviver a fornalha de fogo (Dn 3) é homenageada no NT. "o Senhor mostra gra­ ça ao favor"). líder dos ju­ deus depois do exílio babilónico. 1.d. Falso proíela é mencionado oito vezes em Jeremias 28. Era filho de Azur. 9.t. Líder de uma família sacerdoia) no lempo de Neemias |Ne 12. Neemias o colocou ila liderança da i. depois do exílio. 6 Pai de um oficial |udeu chamado Z ed eq u ias.28. 3. na genealogia do rei Saul.4. 10. Fúi um dos locadores de trombeta durante o culto de dedicação dos murou de Jerusa­ lém. sua atitude de fé. 4. qun tocou instrumuntos duran­ te a dedicação dos muros de Jerusalém (Ne 12.11 5.8) 11. HANANIAS (Heb.34. 3. O 18® lumo loi designado a HftnanL seus filhos e outros parentes f l Cr 25. Filho de Zorobabel. Um fabricante rle perfume q u e ajudou na reconstrução dus muros de Jnrusalérn. a rei manilou preudê-ln (2 Cr 16. “bomem fiel e temente a Uens. Embora sou nome não seja citado axpliáílameuto. procurou-o na Babilónia o deu-lhe detalhes sobre os que retomaram .õ.25). Neemias o nomeou governador da cidade. Sete meses depois ole morreu.idade de Jerusalém. Em resposta. ua ép oca do p rofeta Jerem ias. 7. 6 Urn doa membros do grupo de Zacarias. Seus descendentes estavam entre os que se casaram com mulheres esirangeiras (Ed 10. 5. Um dos culpados dn ter-se casado cioiu muUiores estrangeiras. Tal mensagem foi muito bem aceito.19. 253 .30).

O Senhor entretanto. HARAS. por meio de sorleio. Veja Hustóh. 3. H A R I F E . Listada entre os que receberam tarefas específicas do rei Davi.0). Um dos sacerdotes escolhi­ dos pura oficiar no santuário. da tribo de Aser. 0 ourives que reparou parte dos muros de Jerusalém. “de acordo com as ultimas instruções de Davi". deu a vitoria ao seu povo iw. mencionado como fundador desta cida­ de.0). H A R Ã .13). Na passagem paralela em 2 Crõuicas 3-4. Era filho de Ur. Consertou o Porlão do Vale. levita da famiiia dns gersrmilas e um dos Lideres do r lã do Lidã ( l Cr 23. Ment ionado conexão com a profetisa fluida. Foi feita nm.39). 13-15: I Cr 'l 9. Huniul loi um grande guerreiro b líder de sua família (1 Cr 7.2-6]. em número de 320. "Pai de BetoGader'\ ou seja. O KJ® lumosam para Hapisez. hem como metade das roupas. Pilho dn Terá. Pai de Uziel. consultada sobre a mensagem lida no livro da Lei.19). Harãs.4(5). assinou o | tacto leito pelo povo. Sob a direçãG de Neemias. t Ima seleçârj imparcial fui leita. Maor mais lard<’ cusou-se com Milcic Terá. irmão do Abraão e Naór: era o pai de L6. HAPISEZ. HARBONA.TJa. marido de Hulda (2 Rs 22. Líder de uma famiiia que retornou com seus descendenies para lerusalém.15). "o guarda das roupas".14). reparou ou­ tra seção dó muro iNe 3. HAREFE.20-31). Não ficti claro se loi Terá quem Lhe deu esse nome. 1. por meio de sorteio. em Je­ rusalém. Um dos lídores da tribo d». mas a cidade ficou conhecida e tornou-se figura proeminente na narrati­ va bíblica p<usU'rior < • sobrevive ate hoje como umo pequena vila árdbe. 1. 2. Sexto fillio de Zalafe. estavam entro os que não pertenciam às lamllias sacerdotais que 254 . 1. depois do exílio na Babilónia. e esta era a ordem na qual ele mi­ nistrava ao entrar uo saul uario (1 Cr 24.22 ó chamado de liíisrás. e ds des­ pediu (2 «Sm 10.51). Um dos selé eunucos que serviam o rei Assuero (Xerxes) (El l. 2.a seleção imparcial entre os descendenles de Eleazar e Ilamar. HARIM.HANUM 2. Filho de Naés. 2. paia protegor-se do Davi e de Joabe. ludá. 10. É o pai de Gazez ( i Gr 2.lilj 7. depois do retorno do exílio babilónio! 3. Um dos sacerdotes escolhi­ dos para oficiar no santuário. depois du exílio na Babilónia (Ne 3 iq. Os descendentes de Harim.0). O referido texlo fora encontrado recentemente e sua mensagem pa­ recia cantor advertências sobre n iminen­ te juízo de Deus sobre ]udá. Um dos filhos de Sirnei. e esta seria a ordem ua qual ministraria. bem como 457 metros de muro (Ne 3. Suas fi­ lhas loram Mil ca e Iscá. noieinado de fosias.1*4). Viveu e morreu em Ur dos caldeus (Gn 11. tivessem inelade da Ifarba cortada. HARAÍAS. cnmpromelendo-se a obedecer ao Senhor e adorai somente a Deus (Ne 7. quando eu Irasse uo santuário (1 Cr 2 4 . rei dos amouitas parri quem Davi enwuu urna mensagem de consolo. Hanum ordenuu que ossudítos do rei de Israel fossam pre­ sos.24. Abrão e Ló poaleriormonte e^ltibeluceram-se numa cidade diumuda Harã. H A N U M . era o pai de Ticvá e avô de Salum. entre os des­ cendentes de Eleazar e IIamar. Depois alugou rarruagens e soldados [»or nuJ taJeutos de prata. um dns descendentes de Calebe e líder da tribo de ludá (1 Cr 2. Veja Vasti.30). era fillio de Calebe e de sua concubina Efâ. “de acordo com as últimas instruções de Davi". U terceiro lumo saiu para Harim. Filho de l.

52: Ne 7. Ajudou a reparar os muros de Jeru­ salém e governou sobre a rnelade do dis­ trito dn Queila.9). 7. para obedecer à lei de Deus |Ne 3. Os homens também divorcia­ ram-se d u L t» esposas estrangeiras e coli> caram o selo no pactô (Ed 10. Seus descendentes estavam un­ irá os serviçais do T e m p lo que voltaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2. 6. 3. 4. 2 7 ) o concordaram firo se divorciar de suas esposas estrangeiras (Ed 2.30). Um dos lideres da tribo de Judá. Ela se compunha de 1. HAROÉ (Heb. Alguns deles uniram-se a Neenuasno pacto para servir a o Senhor (Ed 1 0 . serviu como músico no Templo sob o reinado de Davi Era um levita do dã dos merariLas 11 Cr 6. ficaram encarregados do Irabalho do Senhor e dos negócios do rei a oesle do rio lordão (1 Cr 2f>. o qual "fez-o que nra mau aos olhos do Senhor".52J. Foi um dos levitas que selaram o parto feito pelo povo.3. HA RN EFE R.C. Seu descendente.1 7). Provavelmen­ te toda a lamiiia manteve um comporta­ mento perverso diante do Senhor o em consequência tal transgressão levou-a ao casligo de morlo |2 Rn 21. depois 255 .017 pessoas. depois do exílio na Babilónia (Ne 3. Era filho de Quomuol ( I Cr 27. Cm dos f i l h o s de Jodutumquo pro­ le ti/a va. 3. Líder dos levitas que providencia­ ram cinco mil cordeiros e cabritos e qui­ nhentos novilhos para serem sacrificados durante a grande celebração da Páscoa que acontocou no avivamonto durante o reinado de Josias (2 O 35.31). e os adorou".42 e Esdras 2. “o Senhor tem consi­ derado'').21. ficou encarregado das ofertas de ouro e prata.10). "Andou em todo o caminho cm que andara seu pai HASABIAS |Helj. que seriam levadas ao Templo em JanisaJóm.D. louvar e dar graças a Deus.39.700 hebronilas. no regresso a Judá (Ed 8. HARUZ.11.32: 30. 1. Pai de Mesulemete. Em Neemias 7. é mencionada outra lamiiia de descenden­ tes de um certo Harirn.8).21). Descenden­ te de SohaJ.19). 8 . P. HARUR. de acordo com o sorteio para determinar o ministério uo Tabernaculo.54). ao usai a harpa. ua época do rei Davi. ua época do rei Davi (1 Cr 25.15). Ne 7. Etn. “o vídenle"). Descendente de LJzi.53). a mán do rei Amora. 1. 5. 4.17. Oficial du Iribo de Le-vi. irei Manassés). 24: Ne 12. era superin­ tendente dos levitas em lerusalem. HARUMAFE. 2 .451. HA RUM . 2. HARSA. N p 7 . 9 . "filho de flarim‘\ é men­ cionado em Neemias 3. Fillio de Zofá e Líder da Iribo dt* Aser (I Cr 7. Um das descendentes de Semaias que viveu em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. ProvávelrriftnlR ura tum daque*les mencionados no item 1 ou 2 acima.5:1.5). era filho de Hela e pai de Aarrl (1 Cr 4. 1 0 . No 11.35). O decimo primeiro. e serviu os ídolos que ele Linha servido. Malquias.HÁSABI AS retomaram do exílio na Babilónia. Seu filho ledaías reparou a parte do muro de Jerusaiem que ficava em fronte à sua casa. 3 5 . 10. Hesobius e sons parentes. Um dos judeus que retornaram do exilio na Babilónia com Esdras. que retornaram da Babilónia. junta­ m e n t e cora Neemias.19).14. Seus descendentes estavam en­ tre os serviçais dn Templo que n'tomaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2.11). di' Judá. Ne 10. Foi um dos que repararam os muros de Jerusalém quan­ do o povo de Judá retornou do exílio na Buhiiómu.19. da tribo de Judá 11 Cr 2.

HASBADANA. traba­ 2. que cita a linhagem real depois do exílio H ASRÃS. nos dias de Neemias iNe 3. durante o reiuadn de Joslus. oiona a linhagem real depois do exílio 2. Em Neemias 7. Fornos.33. M al*. depois do exílio na Babilónia (Ne II 9Ppovo depois que assinaram uin pado dó adorar apenas ao Senhor e obedecer à sua HASSUBE (Hei). estavam enlre os judeus que 22. Mencionado apenas em 3. nm feruHASÉM. Era um dos filh o s de a profetisa Hulda. Seus descendentes estavam contra do recentemente e sua mensagem en tre os serv içais do Templo que parecia conler advertências sobre o juhso retornaram do exílio na Babilónia com iminente de Deus sobre Judá. gizonita (1 Cr 11 34)1 Mencio-nado na lisla de 1 Crónicas 3. Um benjamita. Chamado de H A S U B Á (Heb.24J. sua lei fNe L0. oonsullada sobre a men­ Zorobabel. 1. do retom o do exílio na Babilónia (Ne 11. retornaram do exílio ua Babilónia com Neemias (Ed 2.43. m. Possivelmente seja o mesmo do descendentes se restabeleceram em Jeru­ item 8. Um dos lideres que assinaram o Neemias 8. 256 .25). "co n sid e ração "). HASABNÉIAS.10). O referido texto íora onHASUFA.1l). ficou ao lario de Esdras en­ pacto feito pelo povo depois du exílio de quanto o livro da Lei era lido para oí> ho­ adorar somente ao Senhor e obedecei1 a mens e mulheres de lorusaJém é Judá. Filho de Pnale-Moabe. 1. em Jerusalém. junto com Saiu. depois 10 .14. restabeleceu-so em Jerusalém de­ HASADIAS (Heb. era pai de Tocate e avô de Sal um. Ajudou a reparar a parte do muro que ficava defronte de sua casa. quo meuNu 11. Seus descendentes.7|. Hasrás. ó chamado d t-.23). o Neemias (Eri 2.19).22).15). '‘Os filhos de Hasém” estavam saiém. Líder dos levi las e músicos uo do exílio (Ne 3. “considerar"|. 4 . ‘guarda das vestimentas”. Seu filho Seruaias. depoi# do retorno do exílio ua Babilónia.HASABNÉ1AS HASSENAÁ. Um dos lideres do povo uúmern e 328.23) no meio dos grandes guerreiros listados entre os “heróis” de Davi. No 7 AH). salém. Concordaram em adorar tom mulheres estrangeiras. 1 . (No 10. 2.í*. sagem lida no livro da Lei. Alguns deles são listados que selaram o pacio feito por Esdras de­ entre os que foram anisados de se casar pois do exílio.4. lei iTSÍe 9. depois do exílio na Babilónia (Ne :t. 1 . Templo. I Tm dos levi las que se dirigiram aolém. em nu­ 34. Veja Hnrtis. reparou uma na Babilónia. depois do exílio na Babilónia 11 Cr 9. da tribo de Levi. Era uui rios filhos de seção do muro rle Jerusalém e a Torre dos Zorobabel. Harás. Seu filho Juda era superintendente lhou no reparo dos muros de Jerusalém do Segundo Distrito da cidade de [erusadepois do exílio (Ne 3. em Esdras somente ao Senhor e obedecer á sua lei 10.5). Seus filhos reconstruíram a Porta do Peixe.20.20. M u passagem paralela om 2 Reis mero de 223.3). Pai dú HaLus. cujos 12. marido de Hulda (2 Cr HASUM. 22 ). .14. no lempo do rei loiaquim [Ne HAS SEN UÁ .22 o HASSABNÁ. do na iisla em l Crónicas 3. Mencionado em conexão com na Babilónia.rDeus é amor"). Cita­ pois do exiliu no Babilónia fi Cr 9.

HAZAEL. descendente de Secanias. quando EsteT era rai­ nha. ten­ tou exterminar todos os judeus uo Impé­ rio Persa.n.C. o rei (la Sirla. p. Os semitas torna­ r a m . Ne 7. Jorão. Um dos sacerdotes que selaram o pacto feito pelo povo dp adorar somente ao Senhor.25- 257 . fizeram unia aliança e saí­ ram paia fazer guerra contra ele. Logo depois quo Hazoei chegou ao poder. para se tomar rei da Síria. Certa vez. HAVILÁ. 3. filho de Acabe. 1. Deus usou a rainha e Mordeeai para impedir lais planos. Tlm dos eunucos da corte do rei Assuero (Xerxes). 3.91 Quando Hamã.ompl6 para matar seu povo. 2. rei de ludá.2).HAZAEL 2. porém.29.10).57. pudese subentender a idéia de que o Senhor em sua soberania. Era neto de Gáo. Sr. e Aca zias. Nb 7. HATIL. ajudou a re­ parar o muro de Jerusalém (Ne 3. durante o reinado de Artaxerves (Ed 8.6. possui o controle de todos os assuntos dos homens e das mu­ lheres. HATITA. L8J.21. Ela soube do r. de 643 a 796 a. da Iribo de ludá (1 Cr 4.uia hom de certa eflíennidade. Ungido para ser rei da Síria. Um dos filhos de Semaias.s e Lfdenss do dãs na A r á b i a . IJm tios sacerdotes que retornaram do exilio na Babilónia com Zorobabel e Jesua (Ne 12. HATÁ. Ben-Hadade. {durante a lpitura rio livrn da Lei (Ed 6 4 ). listado na li­ nhagem real de Jeoiaquim (1 Cr 3.50). Quando ouviu as noticias sobre a Iminente aniquilação dos Judeus. 1 Cr 1.4) 4.6-15 J. ao contemplar o sofrimento dn seu povo Israel nas mãos de HázaeL e disse que o senhor dele morreria. pois uão LinJba permissão para ir à presença do rei. enviou-o ao encontro do profeta Ebseu.9. Possivelmente seja o mesmo ritado no item 3.us descendentesestavam en­ lre os porteiros do Temploque retornaram do exilio na Babilónia com Neemias (Ed 2. O profeta então cho­ rou. Um dos filhos di: Olniel e neto de Qutmaz.13). Aquele ofici­ al enlão retornou ao seu paise matou BenHadade (2 Rs 6. o quaJ ora extre­ mamente perverso e idólatra. mencionado em Génesis 10. a menos que ele a convi­ dasse. Um dos líderes que selaram n pacto feilo pelo povo depois do exílio (Ne 10.23). ioi ferido ua batalha (2 Rs 8.22). sob a ordem especifica rio Senboi II Rs 19 151. 2. Seus descen­ dentes estavam entre os servidores do Templo qun retornaram do exilio na Babilôniti com Noemias (Ed 2.7 e 1 CrônicâS 1.14). Jorão. achou que nada poderia fa zer. Hazanl era um oficial do exército sírio. que se dirigia a Damasco. HATIFA (Heb.a H ATATE. Descendente de Sem. Era um dos lideres de família que retornaram com Estiras para Judá. Ele e |efi foram escolhidos por Deu? como instrumentos de juízo contra Israel e a casa do Acabe. claman­ do dianle do portão do palácio real Ester então enviou Ha lá para descobrir o que acontecia com seu primo. filho de Joctá (Gn 10. HATUS. o "agagiLa". Segundo filho de Cuxe. depois do retorno do exílio na Babilónia (Ne 10. "um cativo").561 . Um dos levilasque ficaram ao lailo de Esdras no púlpito. Mordeeai enviou-lhe a seguinte mensagem: “Quem sabp se náo foi para tal tempo como este que chegaste ao rei­ no?" (Et 4. Por todo o livro dn Ester que náo menciona a n n m u i í h D o u s . para saber se fic. Agiu como intermediário entre suo senhora p n primn e pai adotivò dela (Et 4-5. Um dos servos de Salomão cujos descendentes estavam enlre os judeus que retornaram do exílio ua Babilónia corri Neemias (Ed 2. quando viu seu pai adativo vestido com “puno de saco" í«inaJ de profunda Iristeza).54: Ne 7.45). Filho de Hasabnéias.42. 1.

No AT. Hazael morreu e Jeoái». era responsável pe­ las muilas atrocidades que cometera con­ tra o povo de Deus. Hazael.6).25). Quando começaram a orar. filho de Elpaal. O Senlior então enviou mais castigo contra sou povo. 17.31. 1 Cr 7. Listada euLre os des­ cendentes de Judá. terra dos israelitas (2 Rs 10.Ir Deus contra a idolatria de Aca­ be. Listado ontre os quo receberam tareias específi­ cas do rei Davi MAZO.21. íoi um dos lideres da Lribo de Judá e n pai de Socó |talvez isso signifi­ que que fundou uma colónia ali| (t Cr 4.23). 1. s.HAZAIAS 20. seu pai. Maaséias.22 1. O proleta Amós também laluu contra a família de Hazanl. por amor da sua aliança com Abraão.26 nomo 258 .17. I4ÉBER. Benjamita. Jorlão foi morto por Teú. HAZELELPONI. listado na genealogia do rei Saul I I Cr 8. foi um dns que se esta­ beleceram em Jerusalém. lu­ tou contra seu lilho. 2. p . íe i de Israel. Por vários anos D e u s peimitiu que Hazael oprimisse seu povo. dariam a entender que eram peregrinos. tira levita da família dos gersonitas.32). Um dos filhos de Simei.22.5)).IS). Rs 9. Quando o referido rei sírio dirigiu-se ao sul de Israel. e se compadeceu deles.ij. hdei de um dos clãs de Lada (1 Cr 23. Ben-Hadade. con­ quistou grande parle do território de Efruiin e voltou-se para atacar o roino de ludá o a cidade de Jerusalém (2 Rs I2. Fundou o clã dos beberilas . procedentes de longe.5. 3. Filho de Meredf com sua esposa israelita. Isma e Idljias (1 Cr 4. HAZARMAVE (Heb. 5. o mulher que ma­ tou o comandante Sísera (Jz 4 11. Veta Iam* liem Betuel. Listado tanto om Génesis 10. no entanto. era Filha de Etã o irmã de fezreel. e disse que seus palácios seriam destruídos (Am 1>4J. Filho de Naor e Milca. onde Abrão é chamado de "o hebreu1 ' Certamente essa identificação o separava dos moradores da região.17].18) 4. 1. de Israel. Gn 10. porianlo.241. esto vocábulo aparece pela primeira vez em Génesis M 13. “tribunal da mor­ te"!.(Gn 46. Seu descendente. mas o sentido exalo da palavra permanece in­ certo Alguns. i*m 1 Crónicas 1. rio entanto. de ma­ neira que llazael desistiu de atacar a sanla cidade.3) HAZI EL. Seu pai chamava-se loclâ. aa permitir que Hazael cap­ turasse grandes extensões de. Marido de Joel. HAZAÍAS. por­ que em sua vontade levar Israel uú arre­ pendimento h à verdadeira adoração. devido à infidelidade religiosa e ao pecado.r . 2 Cr 22. voltou-se para o Senhor e Deus ouviu sua oração Í2 Rs 1. por lodo o mal que cometera ao atacar Israel. Embora o Senhor tenha permitido que o rei sírio vencesse muilas butalh&s.3. Nm 26. acham que deriva do nomo próprio Éber (bisneto (Ir Sem. depois do exiUo na Babilónia (Ne Lt. sobrinho de Abraão (Ga 22. Filho de Berins. Posteriormente. Isaque e Jacó” (2 Rs 13. "o Seuhor leve misericórdia deles. listado como membro da Iribo de Aser: estava entre os que desceram com lacó para o Egito.14.c.24.18J.J7.20 comu um descenden­ te de Sem. e re­ conquistou grande parte do território israelita (2 Rs 13. que se lurnou rei de Israel [2. da Lribo de Judá.1.5). como castigo í.32}. Veja }nei. O roi Joás então enviou os te­ souros do Templo Como tributo.24). HEBREU (S). Provavelmente é uma derivação de outro lermo que quer dizer "atravessar por t ima" ou passar alem" Isso sig n ificaria que mais tarde os isra e lita s.3-51. lilho de Jeoacaz.45.. o tornou paia eles. até que EinalrneDte o rei Jeoacaz. ao serem cham ados rle “hebreus".

' no Sentido pejorativo.13. Esse sentido pejorativo. va-se Naará.5). 13. aramaico.3).6). e Assuero a Esse lermo também é empregado para constituiu sua esposa. 43.4. o uso desse teraiu étnico HEGAI. de fudá (2 Rs 1 1.15-19). seu primo e pai adotivo.1). que tinha seu próprio Deus lÈx 3. a li­ HEB ROM. onde rece­ ral dominante ainda linha camcleríslicas beriam tratamentos de beleza e seriam semitii h . Entre aquelas jovens. 19.32): os filisteus tambóni se expressarem assim (1 Sm 4. Em Atos (>. Chefe da Iribo de Manassés. gem usada pelos escritores do AT. 17. Hegai foi enc. 9). Foi um dos líderes de clã enlre O vocábulo hebreus às vezes é usaílo os coatitas (Nm 3. o lermo é utilizado com um sen­ tra que seu clã recebeu sua porção da lei­ tido neutro. o mequeratita (1 Cr 11.18. n.33. 1 . Ap 9 1 1 . I I. De tralamentos de beleza especiais. Os israelitas às vezes se releri­ 3.17. d. para referir-se aos judeus ou a um Quando Vasn desobedeceu a ordem do subgrupo dentro do judaísmo é bem raro.n.13).2. o lermo refere-se aos sas" de toda as partes do Império e as le­ membros da Igieja. 259 . 16.9). com o um sinónim o do ra rle Canaâ.19: 14. paru Hegai nem tampouco para 0 rei.3 regis­ mente.14. no final. Filho de Maressa o noto de Calebe israelitas.onsign quando fosse a presença do principal linguagem do primeiro século. responsável pelo harém real (Et 2. rei.16). loi considerada a mais linda.6: H EFER . o apóutoli i foi um membro exemplar que. para designai os 2. 5. Sua mãe chama­ da. Josué 17.28.s .42). 20.9.HEGAI 23. israolita(s) (Éx 1. Era pai de Zelofeade entretanto. p . dos israelitas também ora conhecido c:amo ‘'hebraico" e foi a principal lingua­ HEFZIBÁ |Heh. Ele reuniu "moças virgens e formo­ grupo. 14: Jn 1. nem próprio hebraico. Jr 34. Paulo usava frequentemente estava Ester Logo tomou-se a preterida esse vocábulo para referir-se a si mesmo de Hegai (v. a lim de opor-se à cullura preparadas para serem apresentadas-ao lielenista.11-13). 1 . cí. 18. . a língua em vistn é o revolado sua procedência judaica. Ha naram rainha | v.11). pria língua é mencionada em várias pas­ Veja também Isaias 62.19).40: 22 2: 26. 2. No NT.8). geral­ (Nm 26.14). 2 Cr 32. Ele lhe deu alimentação e como integrante de lsmnl (2 Ca 1 L22). Potifar. filho de Asur (1 Cr 4.36) am à própria raça usando o termo hebreus foi um dos guerreiros vulenles de Davi. outra maneira de referir-se ò varia i.2. Hefer. Provavelmente ainda falavam o soberano (Et 2. (Dt 15 12. meu prazer está nela”). Um dos eunucos de Assuero.3: eic.ta última lista.32. Mordeeai. Os egipc ios con­ sideravam os hebrnus uma raça separa­ 2 Um dos lideres da tribo de Judá. usou esse ter­ mo (Gn 39.2. outras referências relacionadas ao idio­ O escritor do livro de Ester deixa bom ma (Jo 5.18: Is 3G. enquanto seguiu fielmente a Lei (El 3. Um dos quatro filhos de nha advertido para tomar cuidado quanCoate o neto da Levi II Cr 6. de modo fato.1. claro que até esso ponta ela nãu havia NeS. an referir-se u José. O conselho de referir-se ao aramaico como um "dialeto Hegai sobre o que elu vestiria e o que le­ hebreu". ao ser apresenlada ao rei.32.arregado de encontrar pois o Novo Testameuto prefere o vocá­ uma mulher q u o a substituiria como rai­ bulo judeu/judeus para referir-se a esse nha. sagens nas Escrituras (2 Rs 18. 15). 27. O idioma "um homem poderoso” na batalha. não é o uso comum. cuja Influência cultu­ vou para a fortaleza de Susã. A pró­ Mãe do rei Manassés. descendente de Gileade: tornou-se lider do clã dos heferitas. Por exem plo: a esposa dp (1 Cr 2. rei loi um dos fatores decisivos que a tor­ na Palestina (At 21.J.

era da tribo de Jlíraim e um dos "trinta" guerreiros valentes de Davi. A Versão Soptuaginta sugerô quo "Helém" ó um nome descritivo de ''Heldai''. um dos que fiz eram contribuições de melais precio­ sos. 1 . Filho de Baimá. Líder da fam ília sacerdotal de Meraiofe.9. Talvez a pala­ vra ‘hem" seja um suhslanlivo. os quais saiam uom ele para as lia talhas e lideravam o povo de Israel na guerra HELÉM (Heb. Descenden­ te de José e herdeiro da tribo de Manassés. HEMÃ |Heb”fiel"). Foi um das que lo varam práta o ouro da Babilôniu os quais furam usados para fazer as Coroas paia o sumo sacerdote fosue. os quais foram lideres na lribo de ludá [1 Cr 4.000 homens sob seu comando (2 Sm 23. Irmão deSemer. os quais foram usados na confecção de coroas paia o sumo sacerdote Josué. no Templo. Cilho do Joel e noto do proleta Samuel 11 Cr 6. o lorte”. no tempo de Moises(Nm 1. ou pelonita. depois do exílio na Babilónia (Ne 12. favor"). 2. Provavelmente narne refem le a Heldai (Zt. 2. Uroa das duas esposas de Asur. “o Senhor õ minha poTção"). Com o trabalho deste seu parente nos bastidores o o Senhor Deus uo contraio ria situaçoo. Era par­ ceiro de Asafe. d.10). que vai de [©sus a Adão. marido de Maria (Ix 3. HELEQUE (Heb.23).71. 14 lê-se Heldái no lugar de “Helém*’ 2 . Zoar. da tribo de ludá.0011 homens | 1 Cr 27. estava rle pronti­ dão com seus homens no sétimo mês de cada ano e linha 24. Esler encontrava-se no lugar e no raonienlo certo.30: Js 17. Helez. Quando a Arca da Aliança íoi le­ vada para Jerusalém. “força. HELA. opaltfta.27: 27.HELA to a essa questão. HELCAI (Hebr.5. H ELE B E . descendente de Aser e um dos lideres de sua tribo (1 Cr 7. fi. Paí de Eliabe e líder da tribo de Zebulom. atTuvés do Gileade.2). netofatíta (2 Sm 23. Mencionado apenas em Zacarias 6. Mencionado na geneaJogia do evangelho de Lucas. 29:10.33).16). era músico. au seja. v. Davi ordenou que os levitas nomeassem cantores para can­ 260 .30). ou algo assim. HELEZ. no governo do Sidomáo.30. era um descendente de Otniel quo comandava a 12* divisão do exército de Davi e eslava de prontidão no 12° mês.32).26. duranie os dias de loiaquim. onde é chamado de Hfelede).r).14.15).7: 7. Era Um dos "trinta heróis" tle Davi. 14. p .Era o llder da clã dos helequitas iNni 26. primeiro no Tabernáculo o de­ pois. a fim dn que ela conquistasse o favor de Hegai. paia evitar a destruição do povo judeu. como um dos judmis que retomaram da Babilónia o que contribuí­ ram com prata e ouro pura que fossem feilas coroas para o sumo sacerdote losué. 1. Veja Estpr. no v. 1 Cr 11. cl. ao lugar preparado especialmenle para ela. 10). Na Versão Siríaca. “poder”). filhos (oram Zerete. cí. Sua divisão era composta por 24.29. . após sun construção o inauguração 11 Cr 6. v. Coroo co­ mandante do exército.35). Pertencente ao clã dos jr-rameelilas. 1 Cr 11. HEM (Hob “ 'graça. HELOM (Heb. Filho rle Sofonlas provavelmente é o mesmo Josias | Z < 6. 2 . cuja tra­ dução é “o filho do Sufonias como um favor’. 1. no período p ós-exrlico.10. Seus. Efuâ e Coz. w fHeldai).Netofatita. 1. filho de Azarias o pai de Eleasá fl Cr 2. 10).151. outro famoso lider dos musicistas no ultimo período do reinado de Davi. HE L I .g . Da tribo de Levi o da elá dos coatitas.24. HE L D A I. "porção”). é o jiai de José. Veja E liabe.

depois do exilio na de graças ao Senlior í2 Cr 5. a do filho de Davi ul­ dirotas do Davi Foi almuçoado com 14 fitrapassava a Iodas (1 Rs 4.12. 1. pois cantavam harmo­ HE RM ES . filho de Zerá e nelo de Judá e Tamar.31).26.9). O Josias talvez seja uma boa indicação de Liúdado pessoal n a preocupação pasto­ que permaneceram fiéis ao Senhor. novamente foram os descendentes de Mamã e de AsaIV■os pri­ H ER E S . O fato daquela lamiiia ser tao proe­ Foi um dos primeiros a retornar do exílio minente por ocasião da chagada da Arca na Babilónia. mes­ ral que o apóstolo linha pelos seguidores mo d u r a n te os terríveis tempos de idola­ de Grislri. no reinado do rei de cristãos de Roma. e seu trabalho era ‘‘exal­ tai a Deus" (1 Cr 25. Esse per­ l e d e Salomão. Era um dom de família Paulo om sua carta aos Romanos (16.13). Um levila mencionado em 1 meiros a liderar a música no Templo. 17traordinária . onde e chamado de Mamão). é men­ cionado numa passagem que exalta a ex­ um dos que tocavam os cimbalos |w. levi­ finalmente íoi lavada {«ua a Templo. e algo digno de atenção. é interessante vor quo os descendentes dele da metade do distrito de Queila e foi um dos que assinaram o pacto feito pelo povo oLndii estavam entre os primeiros levitas (Ne 3. Hemã b seus compa­ ram o trabalho nos muros de Jerusalém e nheiros lideraram o grande louvor e ações na casa de Deus. Crónicas 9.6. Senhor lhe llzera. Alguns dizem que é em cumprimento das promessas que o o mesmo do item n® 2. 1 no Trçmplo. a Jerusalém.C. ceudentos tiveram participação direta nesse ininistério.HERMES tarem com alegria |J Cr 15. Hemã Foi 3. na nova dedi­ HERMA5. Seus filhos e netos.9). versidadB e idolatria. que surgiu do meio do culto e da adoração.15 coma descendente de Asa In. controu o livro da Lei e reiniciou o culta filho de Disã e neto de Ana [Gn 36. depois de um penado do perCr t. Mui lo Babilónia (Ed 3. no tempo de Zorobabel. nu tas. numa época em escritor da livra apócrifa conhecido como que a música alegre novamente laz parte O Pastor r/e Hermus. Provavelmeufe é o ezraita mencionado na intro­ lhfis e 3 tilhas. Mencionado em 1 Crónicas 2. Ele lambem íoi separado peio rei para Salomão. que se refletiam em suas sau­ tria que Judá experimentou.4 l. Famoso por sua sabedoria.14). reconsagraçâo do Templo (2 Cr 29. e um chamado especial de Deus. é algo digno do atenção. no período do avivamento Seu filho Bibui era superintendente que aconteceu no reinado dn Ezequias. 10.4-6). que se refletiam em suas saudações. após a moidações.16J.15). reco­ O cuidado pessoal e a preocupação pas­ nhecido através das gerações pelos que toral que o apóstolo linha pelos seguido­ estavam ao rodar doles.1. Quando a Arca HENADADE. estavam entre os que supervisiona­ reinado de Salomão. O quinto nome de inn grupo cação do Santuário.18 — onde é chamado de Bavai: que se envolveram na purificação e 3. saudados por diante do Senhor. Também é particularmente sonagem náo deve sor confundido com o interessante notar que.14. O terceiro D o m o de um niosamente e locavam os instrumentos grupo de cristãos de Roma. era res de Cristo. e novamente uo governo de om sua carta aos Romanos (Rm 16.24. Wic.sabedoria dada por Deus a 191. Hemã o som descristão em cerca de 150 d. quando ela foi levada ao Templo recém-construido.14). 2. lempo depois. quando o rei Jos ias en­ HENDÃ. Eslava sob as ordens do outros homens. saudados por Puulo Ezequias. Comparada com a de Hemã e o “ministério da p r o fe c ia ” o ficou conbe• ido como “vidente". os quais lhe foram dados dução do Salmo 88. Um dos lideres enlre os horeus. 261 . Mais larde ainda.

como do seu das taxas sobre os judeus. é um excelente exemplo lanlo depois do domínio romano. em Aios 14. executou muitos membros da própria H E R M O G E N E S (Cr. . e vos anunciamos que há em Cristo Jesus" (2 Tm 2. A seguir. junto com Figelo. com certe­ se* p por isso o sacerdote de Júpiter veio za resultante do medo das au loridades do seu templo. 15). 17). a fim de oferecer-lhes romanas. na A história sobre sua inquietação.J-2Ú1 encaixa-se Ásia. o problema lambém não deixou de dar testemunho de sua estava presente na Igreja primiliva." (v. Os ao período de sua segunda prisão em romanos chamavam-no rle Mercúrio. quando soube a respeito do nascimento de Jesus. todas com o lifulo da dinas­ tia Herodes.12. Paulo refe­ porque (azeis essas coisas. a fim de encora­ somos homens como vós. oiide bondade e graça. se essus palavras teuharu pelo monos im­ (alassem sobre Cristo.g. foi les de dai os delalhes sobre o Evangelho o primeiro grande rei-uoSsalo do Isniel de Cristo.c. maravilhados com um provenientes da provinda da Ásia que grande milagre operado por Paulo. considerado um men­ prezaram. Roma (v. a Bíblia não diz s» ele leve ( bance de prosseguir na expo­ HERO DES . colheitas e alimeutos. Colossos e Laodicéia. imj. ao proporcionar-lhes os cristãos enfrentavam perseguições ou chuvas.n. ii possibihrlado de seu trono ser usurpado. Paranóico quanto mente começava coro aquilo t:om que suo audiência livosse afinidade. . “muitas vezes fémia v . rbae Figelo. o mar e toda sorte de dificuldades para permane­ tudo o que neles há.m 1. tais mento. dizendo: "Senhores.. Atónito com tal blas­ qual. segunda carta de PauJo a Timóteo. 262 . entre e sua subsequente ordem do "massacre todos os que estavam na província da dos inocentes" (Ml 2. o Grande.1|. Provavelmente ele se referia sageiro divino o n rio as da oratória. Reinou de 37 de sua convicção de que a revelaçáo ge­ a 4 a. tais como Hermógenes cremm qun so tratava de um dous. que sp supunhacomo Éleso. de atitude melhor. Da mes­ vos con v ertais dessas vaidides ao Dous ma maneira que os cristãos euírentam vivo. •nascido de família e alguns de seus colaboradores. o des­ sor filho do Zeus. O lato de Paulo apoiar para a revela­ em Atos. pedido os sacrifícios. quando alguns cristãos não Essa relação eulre Zeus e Hermes expli­ o apoiaram duranie seu julgamento Enca por que. de quem Paulo esperava uma mamm-no de Hermes ti a Bfunubó. a terra. que frequente­ trubalho lorçado e a construção de grandes edifícios públicos. fatia de enlendimento» Paulo di­ me recreou e não se envergonhou das rigiu-se â multidão. e a coridula tle Ouesíloro. a exigência do método de folar e pregai. Hermes”). Pensaram que o apóstolo Paulo estabeleceu um contraste entre dos gentios era um mensageiro dos deuesse lipo de comportamento. os morado­ Ire os que não o assistiram estavam os ras de Listra. sujeitos às jai Timóteo a “fortalecer-se na graça que mesmas paixões. 0 sacrifícios (v 13). da lduméia. ção geral de Deus u toda* as pessoas.' Nós também riu-se a esses exemplos. cerem firmes e fortes om Crislo nas soc imostrou como o Senlior que anunciava edades moderuas. p.C.H erodes. mediante a imposição de pesa­ ral podia ser vista por todos. segundo o apostolo. Zeus (túpilerl. aparecem nos Evangelhos e rimentar a salvação. ao viviam em Roma. minhas algemas" (2 Tm 1 161.HERMÚGENES 2 Divindade grega. Quatro gerações diferentes sição de Crislo © ver essas pessoas expe­ de pessoas. os quais abandonaram o apóstolo muito bem em seu padrão de comporta­ (2 Tm 1 15). Cilado. Paulo não queria dizer que iodos os cristãos das igrejas na Ásia. que lez o céu. Embora simplesmente eram “envergonhados'.

6.1719. e determinou a prisão do Pedro.HERODIANOS 2 . a fim de demonstrar sua educação precária. para tramai' contra 0 Filho de Deus [Ml: 3. embora. Ml 12. a esposa de um dos oficiais de Antipns.79). At 13. relacionado com dois episódios diferentes de confronto com Jesus. 3. Horodes .13ss. embo­ ra nenhum deles apreciasse realmente o pagamento dos impostos a Roma Embo­ ra leu lassem muito pegar Cristo numa armadilha. registradas em Maleus 22. es­ tariam profundamente desgostosos com a mensagem de fesus. entretanto.1.C.22). Nenhum deles apro­ varia alguém que ensinasse sobre o Reino de Deus n arregimentasse pessoas om tor­ ne do sua mensagem Os dois grupos Lentavam desacredi­ tar |e. |esns repreendeu Horodes "ã reve­ lia". (At 25 13 a 26. Rutre 57 e 5fJ d. Ao apoiar a família de Herodes.Anlipav govefilou de 4 a 39 d. pur diferenles razoes.16). Lurliretamente estariam a favoT do domínio romano. Filipe [Mc 6.C.1. portanto.1.1») e pro­ vavelmente essas mesmas diferenças oram vistas entTo os fariseus e os herodianos. chamado AristObulo: pOrlanto. Mc.15). embora provavel­ mente as convicções de ambos tossem bem semelhantes. Depois Ha m orte rle Horodes. om Atos 12. seus domínios furam divididos tíDtrit séus três filhos: Arquelau (ML 2. ao chamá-lo de “aquela raposa" (Lc 13. 0.17) e Anlipav. logo depois foi forido mor­ talmente por nm anjo do Senlior e mor­ reu comido pelos vermes lw\ 19b-23). Lc 3. Mc 6.20) e posteriormente teve duvidas sobre se.sus. na verdade. 4 . pois 6 o im iro evangelista que situa sua narrativa den­ tro dos eventos da historia do imj>ério. são pessoas de certa posição e influencia na comunida­ de. por meio do perguntas (Mt 22. Agripa 1 Filho de outro irmão de AúUpus. o Granido. O nome do grupo indica qun seus se­ guidores talvez tenham apoiado a dinas­ tia herodiana. Ambos os grupos. Como telrarca da Galiléia (Ix 3. relacionado com os fariseus o suas tentati­ 263 . Foi ele quem mandou executar Tiago. laruou-soseguidora de Cristo (Lc 8. r.esse om lermos religiosos com os domina­ dores pagãos. mencionado em três lugares nos evangelhos. Lucas mostra corto Interesso pela fam ília herod iana. pode parecer estranho que uma comunidade como esta pudesse unir-se aos lariseus para lazer oposição a fesus.16 e Marcos 12. Um grupo de líctefesjudeus muito influente. Temos uma idéia da dííerenle visão religiosa dos lariseus e sadu­ ceus em Atos 23.2.6. o filho de Zobedeu. a incoerência de sua mensagem e sua falta de habilidade para liderar um movimento popular As perguntas feitas a Cristo em Jerusalém.0ss (cf. nelo de Herodes. A n tipn s. 14-16. Filho ile Agripa L foi o governante que ouviu a defesa de Paulo quando esto eucoutrava-se preso em Cesaréla. sempre eram superados. Foi o Movernante da Galiléia ale 44 d. Agripa //.3). centrali­ zavam-se na questão da legalidade de pagar impostos a César Jesus respondeu "conhecendo a hipocrisia deles" Ambos os grupos adiaram excelente acusar Grislo de rebelião contra os romanos. quando este exercia seu ministério.19. pois os lariseus eram contrários à ocupação romana bem como opunham-se fortemente 3 dinastia herodiana e a qualquer grupo que se alinh.Jesus era João que vol­ tara ã vido (Ml 14.6-10). Marcos cila duas ocasiões em que eles se uniram aos lariseus. Ele mandou de­ capitar )oã0 Batisla lMt 14.13). A princípio. o Herodes que aparece durante a idade adulta de lesus. 12. por nij&iò de perguntas capcio­ sas. o Grande.1-32).31-33) e íoi levado à presença dele quando Pilatos tentou sem sucesso evi­ tar a exigência dos lideres judeus pela crucificação de Cristo (Lc 23.C. vas de apanhar lesus em alguma armadi­ lha. Lc 9.3-12: Mc 6. o qun lhes permitiria uma corta autonomia. Não é possível relacionar esse grupo com os saduceus. No HE RO DIA NOS . loapa.. Mateus tam­ bém registra o segundo dos dois episódios.

Algumas pessoas responderam sírio então atacou Israel e Asa tomou al­ com entusiasmo e perguntavam n J o ã o o gumas cidades que ficaram no sul do rei­ que fariam. porém. numa L ifi­ la de saudações individuais. rei de Is­ uiuu princesa. argumentavam contra o Messi­ as há muito esperado.c 3 .t8). também o v. Famosa nas Escrituras por seu desejo de ver a (norte de João Batista. Lucas diz quo ‘'acrescentou a seloção imparcial foi feita entre os des­ todas as outras (maldades) ainda esta.G. de acordo com o contexto. As transgressões neste caso eraiu que Herodes casora-so com sua sobrinha e.11 ele diz: “Saudai a ílerodiáo. Casara-se com Herodes Filipe. Certo dia.1 2 . este acontecim ento lt. aquele sobre quem Isuía. 264 .3-12. pois traria um inimigo formidá­ rudias começou quando o homem de vel a sua fronteira.17-29J. Um dos sacerdotes e s c o l h i ­ proíeta apontava para pecados específi­ dos p. determi­ nará a salvação ou o castigo eterno. de acordo com o texto grego. para tanto.I-íERODLÃO verdade. Mc 6. Não está claro. a lim rle se prepararem para no do Norte [Israel] (1 Rs 15. filha de um rei nabateu O conflito entre João R a l i s t a e He-rael (o reino do Norle). Lucas especialmente mostra que. Herodes cedeu e João foi decapi­ tado (Ml 14. A primeira alternativa é a mais pro­ vável. o Espírito de sabedo­ ria e de inteligência. se o apóstolo releriase a nm parente de sangue ou um compa­ nheiro judeu entre os muilos gentios cris­ tãos.20). Salomé.9. O rei reações. divorciara-se. Tal pacto assus­ tou Asa.J 9. T'. à sua esco­ lha. Avô do Ben-Hadade.D.s profetizou: “Repousará sobre ele o Espírito do Senhor. rei sírio ficar com seu m eio-irm ão Herodes no tempo de Asa. desde que outros nomes ju d a ic o s são m encio­ nados au lis la O nume Horodião podo Indicar que esse homnm fora um escravo da casa de Heiodesi HERODIAS.1 4 ). dançou paia Herodes e seus convidados. A natureza exigente do Evangelho é claramente demonstrada nesses inciden­ tes. Tal pregação provocou duas Hadade. O Juízo finalmente veio sobre Herodias. em particular quando confrontadas por Cris­ to. "de acordo cos. 5). agradou tanto ao rei que esle lhe ofere­ ceu uma grande recom pensa.Asa tomou toda a pra­ Deus iniciou suas pregações sobre o ar­ ta e o ouro do Templo e os tesouros do rependimento e a iminência dn advento palácio e ofereceu como presente d Bende Cristo. a filha de Herodias. as pessoas precisam dar uma resposta A natureza da resposta.e de fòrUtlâza. (Ml 14.UC». Herodes soube que o HEZIR. meu parente".2). por ler passado de um irmão paia o outro. Paulo demonstrou seu cuidado pastora! pelas pessoas. Herodias disse à l ilha que exigisse a cabeça de |oão Batista Com certa relu­ tância.caria aos cristãos de Roma. inclusive o seu relacionamento com com as últimas insliuçôes de Davi“.1 0 . por de lançar João no cárcere” ILc 3. quando sua ambição loi longe demais: A>íripa I foi feito telrarca pelo imperador romano e ela foi banida.ira oficiar n o santuário. seja de fé e obedi­ ência soja de refeição e rebelião. rei de Judá Ben-Hndado Antipas. No tixaaJ de sua . cf. em troca de uma aliança. depois que este se separou de fizera uma aliança com Baasu. 1. o Espírito de conheci­ mento e de temor do Senhor" (ls 11. A razão de Herodias ficar tão furiosa com João é por­ que ele havia aponlado o pecado dela também. di­ ante da mensagem da Palavra de Deus. o Espírilo de conse­ lho . a cendentes de Eleazar e r l e Itarnar. essa mulher era a esposa de Herodes Antipas e liLha de Berenice e Arístõbulo P. Quando. HEROOIÃO. para passar o resto de seus dias uo exílio. mas separou-se dele para HEZIOM. Em Roma­ nos 10. Uma Herodias.

era rio ribeiro rle Gaás" do de Josias. a administrador de Asur (Gn 4 6 . O incidente proporciona evidências da juizo de Deus sobre os que se rebelam contra sua Palavra. Um de Seus des­ (2 Rs 18. Êx 6. Pai de Ebnquim. <7.1). Os quais saítun com ele pata as batalhas e lideravam o povo de Israel na guerra. Sacerdote que estava entre os futrução. i i o meio de tantas Pode ser o mesmo tio item nB 7 S.32. Nm 25. Depois de sua morte.HILQUIAS meio de sorte to. de Israel (2 Rs 22. 2. Liderou a delegação enviada HIEL. Um homem de Betei. encontrou o livro da Lei (2 Sm 23.21. Da liderda família que l icou conhecida como coxa do Senhor.3. Deus (Js 6. é mencionada em 2 Samuel 23. uô Senhor é a minha p o rção ").10. to sugere que um rei mais piedoso ja­ mais permitiria que tal obra fosse feita. designados pelo rei Davi 0 clã dos hezronitas (Gn 46. depois do exílio na Babilónia Jericó.15).30).G. ua região montanhas. Conhecido como "o carmelita'*. HILQUIAS (Heb. 265 . O 17* lurno saiu para Hesstr e es la era a ordem oa qual miriistrava quanilo entrava no santuário (1 Cr 24.13-15).D. 1 Cr 6. rei da Babilónia (Jr 29. para do r. 26. Tarubém chamado de Huroi. 2 Cr 14 9-22. Participou 'ias reformas ele para as batalhas e lideravam o povo religiosas o da avivamento que aconte­ de Israel ua guerra. rei Davi (Rt 4. Abdam fui sepulta­ da em Piratom. Lc 3. 2 Um dos lideres dos judeus que as­ sinaram a aliança de Esdras (Ne 10.6: 1 Cr 5. ceram depois ria lei lura dos preceitos divinos. Era urn dos “trinta heróis” de Davi. geiros enviados pelo rei Zedequias a Nahucodonosor. lambem era 2. é um ancestral direlo do em An a lote (Jr I I ) . (1 Cr 6. maldade» feitas nos dias de Acabe.341.33).18.4 registra IliJquias como essa maldição se cumpriu. tornou-se pai 3 .! de Eiraim (Jz 12. HILEL. . 11 Rs 16.14. menckmepelo rei losías à profetisa fluida. em 6. no tempo do rei Acabe.omo o retonsfrulor da cidade de “inquirir ao Senhor'*. Josue pronunciou uma maldição deus que retornaram para Jerusalém com sobre qualquer um que reedificasse Zorobabel. Ru de Abdom.22). que se casou com 4 . 1. 1 . Era filho de Salum Jericó.34 mostra como 8 . L íd er da fam ília dos meraritas. Esse perverso um dos judeus qoe ticaram ao lado de alo de desobediência à ordem do Senhor Esdras durunie a Untura publica íla Lei.25.1 2 .18. Pai de Gemarias.37. Neemias 8.31 HIDAI.5.35 (onde é chamado de Hezrai) o 1 Çwmicas 1 1. Segundo filho de Hosa.20).20. Urn dos "Irinta heróis” de duranle as reformas no Templo v o en­ Davi. Pãi do profeta leremias e sacerdote Rute.4-14. da trilxj de Levi. que fora destxuida pelo poder de (Ne 12. 1 Cr do palácio duranle o reinado de Ezequias 2. Terceiro filho de Rúben e qun foram encarregadas da música. Ancastrd dos HEZROM . Sumo sacerdote duranle o reina­ 1 Crónicas 11.11).7).3).9. 4.13. Is 22. Seus filhos Abirão e Segube 35. morreram em decorrência dessa recons­ 7. cendentes foi Boaz.26). que liderou Isra­ el durante oito anos no tempo dos Juizes. I Reis 16.c. P. 36.45). foi apenas mais um.18.3. meio de sua esposa Abia. O tex­ HEZRO. Por 26. Neto de Judá r filho de Ferez.19) e do Senlior lesus 5 . guerreiros valorosos que saiam com tregou ao rei. Nm 2 6 .8).2 1 . porlanlu. era da famtlia dos m eraritas e serviu uo um dos líderes de sua tribo e lornou-se Tabernáculo uo reinado de Davi 11 Cr cabeça do seu próprio clã hezronita.9. um dos meusaCristo (Ml 1.24.

pai e filho. Sua reputação como artesão provavel­ mente se espalhou entre o povo.17). pedindo o envio de matéria-prima (2 Cr 2.11. mas seu pai era de Tiro e também fora um grande artesão (v.13. “lorte"). superaram a esse de­ sastre diplomático. 266 . HIR Ã O • A B I .aractorizada pela distorção rias Escrituras. pois Iíirão enviou marinheiros experientes para comandar os navios de Salomão no mar Vermelho. HIRÃO. Hirão não somente exportava o famoso cedro do Líbano. 2. Tais he­ resias são couslanles ria história: os cris­ tãos devem seguir o exemplo fle Paulo v confrontar essa questão r. o procuraram para providen­ ciar o suprimento de madeira para a cons­ trução do paládo e. trabalharam juntas e trouxe­ ram tesouros para Salomão de vários lugares di/erentes (1 Rs 9.12). Líder herético.16-19).22. não licou satisfeito 1 1 Rs 9.18. veja Hhõo.-sobre a realidade da ressur­ reição do corpo. Ambos. “Não se averiguou o peso do bron­ ze" (1 Ks 7. com o compromisso de Israel enviar trigo e óleo de ohva para Tiro (2 Sm 5 11: 1 Rs E i. posteriormente. relacio­ nado com Alexandre e com Fileto (veja Alexandre}. Enquanto estava mi companhia de Hira. Um dos filhos de Elpaal. Rira mais detulbes. juntamente com as de Hirão. Foi enviado a Salomão pelo rei de Tiro.g . d. H IRA . listado na genealogia do iribo de Benjamim que vai até Saul 11 Cr 8. no tempo do rei Salomão. Vivia em Tiro. Provavelmente é a mesma pessoa mendonada em 1 Timóteo L.. p. era cheio de sabedoria. Judá conheceu luna mulher do Canaã. item ne 2.nc. 14-1. HIZQUI (Heb. lilha de um bomem chamado Suan. provavelmente corno sinal de respeito.47). 1. Essas embarcações. O ensino deles de que a ressurreição já li­ nha ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2. Um tratado foi firmado entre Salomão e Hirão e um grande comércio íoi estabelecido. Art esãi i. d entendimento e de dèncio para fazer toda sorte de obras de bronze" 11 Rs 7. 13-47). a qual lhe deu vários filhos.27: 10. 1 .nos pilares e outros artefatos de bronze do Templo. 16).HIMENEU HIMENEU. com esse propósito. As re­ lações. Assim que 0 Palácio é o Templo fo­ ram conslruidos. quando o Templo estava em construção. lambém ê chamado de Hirão-Abi (v. amigo de juda (Gn 38. que dera grandes quantidades de cedro e ouro para Salomão. 2 Cr 8.ora imia forte Insistência . A heresia pregada por dos espalhava-se camo "cuncer" e era i. mas também a tecnologia espooiallzada e os artesãos necessários para as obras de carpintaria e de construção com pedras. Sua descendência israelita provavelmen­ te foi o que lhe permitiu trabalhar uo Tem­ plo.e cidades 113 região norte da Galiléia: mas ele. oou Lratudo para brabiilbar na construção do Tbtnph •de Jerusa­ lém.14).16). Salomão deu a Hirão vinl. do lemplo. "Hirão. depois que o lilho de Davi escreveu-lhe uma carta. Seu reinado prosseguiu durante o governo de Salomão.118: I Cr 14.. p.12). O tamanho extraordinário e o brilho dos pilares e dos outros itens que fez dão uma indicação tanto das propor­ ções do Templo como de sua riqueza e beleza.13. pois o filho de Davi ordenou que ulr* especifica­ mente fosse Contratado para trabalhai. 9. No relato sobre seu trabalho em 2 Clônicas 4 11 -18. A mãe desse Hirão era uma viúva da tribo de Naflaii. 4.20 e 2 Timóteo 2. A importância de Hirão uo trabalho do lem plo também é perce­ bida no espaço dedicado a ele pelo escri­ tor do livro (vv.'lflJ Talvez acreditassem que tal fato era simplesmente a descrição de uma experiência espiritual e não o ressurgi­ mento rio corpo — ensino fundamentai da ié cristã (veja l Co 15. Adulamita.1: 2 Cr 2. Rei de Tiro na época em que Davi iniciou a construção de seu palácio em Jerusalém.2).11-14: 2 Cr 8.17. entretanto.10).

Um dos filhos de Elioenai. seja chamado do queneu) Em outr as passagens.24). e cada uni deles tornou-se líder de seu próprio clã (1 Cr 8. em Números 10.2 1). Um dos levitas que instruíram o povo sobre a Lei. Mencionado em I Crónicas 7. Os filhos desse sumo sacer­ dote tornaram-se totalmente corruptos e liravam vanlagem da posição que ocupa­ vam. depois do exi­ lio na Babilónia. Enquanto viviam em Moabe. Ne 7. entre » >grupo de bravos gu erreiros da tribo de Manassés. lua nova”). HOFNI. No meio de Ioda essa sujeira e maldade. Outro líder que também assinou o pacto leilo pelo povo (Ne Ui. A razão para se mencionar Hobabe.até que a gordura fosse queimada. 9. Outro lcvitn que também assinou o pacto (Ne 1 0 .5). Dessa maneira. não fica totalmente claro se era sogro ou cunhado de Moisés |Nm 10. assinaram o pacto leilo pelo povo de adorar somente ao Senhor (Ne 10. Os dois sacerdotes também eram culpados de manter relações sexuais Uegitimas com as mulheres que serviam na porta (lo Tabernáculo (v. Era da competência de Eli assumir a responsabilidade de disciplinai' seus £i- 267 .43). Des­ cendente do rei Davi. não men­ cionado pelo nome. Não tinham consideração polo So­ nhar (1 Sm 2. embora um pouco improvável.algumas vnrsóe. Tiravam da como quo as pessoas levavam para sacrificar e. insistiam em tirar sua parte anlés do sacrifício. 3. 4 . Um dos levitas que. é que ele era bem fa­ miliarizado com as áreas do deserto por Dnde Moisés e os israelitas viajariam. Líder de sua família. depois que se divorciou de suas outras mulheres Husim e Baara. "força dn Senhor”). quando Esdras a leu publicamente. Essa lisla proporciona a linhagem real rio reino de Judá depois do exílio. 1. HODE (Heb. que os textos se refiram a dois homens diferentes.1517). H O D A V IA S . listado como om dos t r ê s (ilhas de N e a r i o S (J Cr 3 . era um dos fi­ lhos de Eli o sa cardo to de Israel em Silo fl Sm 13). Seu noto Saiu estava entre os pri­ meiros jurleu> da tribo de Benjamim a se restabelecer em Israel depois do exibo na Babilónia ( L Cr 9.9).1 0 o sogro.37 como descendente de Aser e filho de Zoiá. Nos dois textos onde sou nomn aparece. HODES (Heb. 5 . irmão de Finéias. 22). ao invés de esporar.s apresentam a grafia de Ezequias). e os israelitas iniciaram a marcha rumo à Terra Prome­ tida. 4 . '‘esplendor do Senhor").40. Descendentes de sua linhagem es­ tavam enlre os levitas quo retornaram do e x ílio com Neomias (Ed 2.9). o cativo 11 Cr 3. Moiaés o cunveuceu u unir-se a eles. H O B A B E .3 11. 7.29-34). o sogro do Moisés é chamado de Jetro. na linhagem real dos descen­ dentes ile leoiiiquim. enquanto na segunda é vislo como o progenitor dos queneus (embora em íuízes 3 .35. como ordenava a Lei |Lv 3. alentou para a oração de Ana o nasceu o profeta Samuel. o Senhor entretanto. "majestade”).29. e lideraram os judeus na ora­ ção. Certamente lambém e possíve). 1 . Na primeira passagem páreos sor nm midiiinila. Entre seus d escen d en tes está CadmieL que ajudou na reconstrução do Templo depois do exílio na Babilónia (Ed 3.7). depois que deixassem o Sinai Embora a princípio estivesse relutante. 18). Uma das es­ posas do benjamita Saorim. 2.13).HOFNI HIZQUIÁ (Heb. Apesar.29. 2 3 . Iz 4. HODIAS lHeb.12).de tudo. Pode ser o mesmo do iiom u® 4. 2 . essas valen­ tes não Forarn fiéis ao Senhor (1 Cr 5. "des­ prezavam a oferta do Senhor" (1 Sm 2. 3. quando todos confessaram seus pe­ cados (No 8 7.10). Hades deu-lhe sete filhos.

os que lideram 0 pov o de Deus. A primeira oportunida­ de íoi por meio de "um homem de Deus". lembrava aos israelitas que a aliança do Senlior corn elos permaneceria lirmo e apontava indiretamente para n tempo da vinda de Cristo. feita nessa ocasião. contudo.3). pois não e. Por toda a Bíblia. 18). Eles simplesmente “oão deram ouvidos à voz de seu pai" (v.33: 27. 13) e. pois normalmente as terras eram herdadas pelos filhos homens. sabeurlo que receberíamos um juízo mais severo" (Tg 3. Nabucodonosor invadiu esse país em 568 a. Náo so­ mente devem desempenhar suas tarefas do trabalhar. não sejais muitos de vós mestres. Mesmo no NT.ra iusto que seu nome íosse apagado da memória do povo. A mensagem desta vez foi que. A segunda advertência veio a Eli por meio do menino Samuel (1 Sm 3. com quem Deus falou numa uOite (vv. a responsabilidade colocada sobre os que são chamados para servir ao Senhor é formidável. porém.1: 36. Holra foi morto. lembra aos líderes que eles. p. lamentavel­ mente. 110). as quais casaram-se com os primos por parte rio pai delas. Por duas vezes Deus advertiu EU que mandaria juízo s o hre sua família.11-18). que apon­ tava o pecado dos Filhos (l Sm 2. etc. o juízo viria sobre a família de Eli Tal (alo acon­ teceu 11 Sm 4) quando. Apesar da mensagem ser de juízo. pois os egípcios também seriam subjugados. a Arca foi captu­ rada. pjjjc. Parece. Tratava-se do juízo de Deus sobre eles: mas.23-251. mas oão Linha autoridade sufi dente paia colocar um paradeiro nas atitudes deles. ensinar etc cOmo foi ordeuado pelo Senhor. mais do que Iodas as pessoas. Moisés consultou ao Senhor sobre a questão e. Ezequiel também profetizou a queda des­ se Faraó (Ez 29.7-9: 1 Tm 31 Portanto. quo era fraco e indeciso.1-16. Hofni e Finéias loram mortos (1 Sm 4. devem ter uma vida exemplai (Ml 2.1-12. Quando. Uma das cin co filh as de Zelofeade. H O G L A . polo bem de Israel seu povo. por isso. sobreviveriam.d. se obede­ cessem à sua palavra e ficassem na lerra.C. durante uma revolta contra ole no Egito. con­ tudo. 3 começa com as palavras: “Naqueles dias a palavra do Senlior era muito rara: as visões não eram frequen­ tes".11 O episódio com Eli e seus filhos. membros da Lribo de Manassés (Nm 26.11) r o sumo sacerdote.saber que Deus é misericordioso e os perdoará. Há muito (empo Jeremias profetizara que os judeus deviam permanecer em sua torra e viver sol) o domínio dos caldeus.C. o sacerdócio se afastara para lon­ ge du obediência ao Senhor é a maneira como o cap. 27-36J. não è surpresa que Tiago faça a seguinte advenência: "Meus irmãos. A promessa de Deus. Urna indicação de como. como pastores e bispos.). se eles se arrependerem rle seus pecados. HOFRA.30). 35}. o qual faria o que era reto diante dele e andaria sempre diante do ungidi) rio Senhor | v. ao ouvir a noti­ cia do que aconteceru. a dospeito da advertência anterior. na batalha Contra os filisteus em Afeque. mas Lambém precisam ler um estilo de vida que refliia o chama­ do divino. de­ vem . caiu de onde esLava seulndo e também faleceu fv.HOFRA lhos e ass'?gurar o oTdem apropriada e a obodiôncia da Loi oca Silo. ocasião om que levaram Jeremias com eles. o Seohoi prometeu também que. Elas enfrentaram uma situação embaraçosa com respeito à he­ rança. Elas procurar am Moisés aa entrada do Tabernáculo para obter solução sobre esse problema e pediram -lhe a permissão para que tomassem posse da propriedade que seria do pai. não houve arrependimento lv. uru dia levantaria ”um sacerdote liei'’.c. Js 17. Joanae outros bderes de Judá fugiram pura o Egito. como resxiltado. Faraó que governou o Egito en­ tre 589 a 570 a. cujo nome náo é mencionado (vv. É mencionado apenas urna vez na Bíblia (fr 44. Ismael malou Gedalias. No final. Detis então declarou que uão es-lavam seguros. uma nova lei foi 268 . 25).

44). Então a regra que foi estabelecida definia a lei da he­ rança. a terra não pertenceria mais a Manassés para sempre. MOS AMA (Heb. mandou lira-los da caverna e os matou (Js 10. Seu pai foi Lotã (Gn 3 b . Era um levita do clã d o s meraritas. HOTIR. Quando os israelitas sitiaram a i. um tios doze homens enviados por Moisés paia espiar a terra de Canaã (Nm 13. 12. Horão subiu para saivála. pela linhagem rle Seir. Posleriormenle. Um dos filhos de Asale. Quando os israelitas final monte en­ traram em Canaã e a terra foi dividida entre as tribos. Rei de Gezor. oficial do exér­ cito de Israel. alguns lideres da tribo de Manassés apelaram a Mui sés sobre d caso e alegaram qun.HOTIR promulgada. ua liderança dos valentes soldados nos campos de ba­ talha II Cr 11. para formar urna confederação de reinos para guerre­ ar contra os gibeonitas. Quando retornou da batalha. Aroerita. as filhas de Zeloíeade re­ ceberam a parte delas (Js 17. IJm dos descendentes de Esaú. veja Jezanhis. 22. porém. mas ele próprio (oi derrotado por Isra­ el [|s 10. ua épo­ ca em que a (erra foi conquistada por Josué. 2. HOMÃ. as filhas de Zeloíeade casaram-se com primos. quando foram dedicados por Neemias. Dessa maneira.líG. na área do Templo ( I Cr 26.3. 1 . Listado entre os descendentes da linha­ gem real. lis la ilo entre os que foram separados para o mi­ nistério da profecia e da música.39.5). a qudi permitia que as fi­ lhas herdassem as ferras do pai delas. Quando Gibeom foi atacada. 1 Cr 1. rei de Jerusalém. para que se cumpris­ se o requisito fia Lei. para guardar a entrada da tenda na qual ela seria colocada (1 Cr 16. Liderou uni dos maiores corais ao longo dos muros de Jerusalém. que estavam entre os guerreiros poderosos de Davi e lutaram at> seu lado. fiai de Sarna o Jeiel. Seu pai loi Lola (1 Cr 1. 1. HOTÃO. duranle 26 9 . H OS AÍ AS. Posteriormente. Q u a n d o Josué os encontrou escondidos. 2.33). Era descendente du rei Davi e filho de Jeconias (em algu­ m a s traduções é chamado de |eoiaquim|. pai de Safate. O grupo.39). o rei Davi nomeou Hosa como “porteiro". Rei amorreu. a llm de pedir orientação se deveriam ou não abandonar a terra (Jr 42. Quando a Arca da «Aliança foi le­ vada a Jerusalém.32). 1 . quo tinham feito um tratado de paz com os israelitas. através de Seu-. Da Iribo de Si meão. cf. sul do Canaã.18J. Era bder eulre seu povo. filhos dos ir­ mãos do pai delas.s lideres procura­ ram lerem ias.10). Era filho de Héber (1 Ci 7. se aquelas mulhores se casassem tom homens de ou­ tras tribos. Gn 36. Um dos descendentes de Esaú. Seu filho (ezarias. 1. n horeu. mandou que os soldados rolassem gran­ des pedras para a entrada do túnel e co­ locou guardas.38). Os reis fugiram paia uma caverna em Maquedá. P.10. de Ilebrom. Foi acompanhado pela metade doa líderes de Judá (Ne 12. Israel loi em seu socorro e derrotou a coalizão.16) HORÃO. apôs o exdio.2). 2.22.idade de Laquis.4). ele e sua família (orna­ ram-se porteiros aa Porta Ocidental e ua POrta Salequete.1). a qual determinava que as mu­ lheres deveriam casar com membros da mesma tribo de seu pai. o boreu.32]. Respondeu â convocação de AdouiZedeque. 2. não reagiu favo­ ravelmente ao conselho do pruíeta (Jr 43. Para mais detalhes. HOSA. onde é chamado de Hemã] HORI. o rei cativo 11 Cr S. e oulro. ou então per­ deriam o direito ã herança (Nm 3(51. para que não escapassem. ”o Senhor (em ouvido”).11. Nelo de Àser e líder daque­ la tribo.328.

Um dci-s líderes durante o êxodo dos israelitas. pois “o sou coração se enterneceu" e ele se arre­ pendeu o voltou-so para o Senlior (2 Rs 22.14).22: 1 Cr 2. Filho de Ezer. necessidade dos israelitas de depender totalmente. 17. ku. um dos lideres em Jerusalém depois do exflio INe 3. Um dos filhos de Benjamim listado entre os que descoram com Jacó para o Egito (Gn 40. 4.23 e 1 Crónicas t . e-xatamente como previa o livro* da Lei. HUFÃ. Seu ueto Bezaleel mais tardo foi escuLliido pelo Senhor para fazer o t r a b a l h o artístico na construção do Tabernáculo. levandoos a distanclar-se de Deus (Nm 31. Vejo Hupim. Eram aliados de Siom (vejo Siom pai a mais dotalkesj.1.5 na genea­ logia que vai de Benjamim ao rei Saul.2:1. 2. TJ m dos quatro fillius de Arã. que estava perdido.19. HULDA.