Vida

A história de todos os personagens da Bíblia

Quem é Quem na Bíblia Sagrada

Editado

por

Paul

G ar d ner

QUEM E QUE NA BÍ BLI A SAGRADA

Paul Gardner (editor)

Prazer; emoção e conhecimento

ISBN 85-7367-377-X Categoria: Referência Este livro foi publicado em inglês com o título l7x‘ Complete Who’s VCho m U x B úie por Marshall Pickering O 1995 por Paul Gardner • 1999 por Editora Vida Ia impressão, 1999 2* impressão, 1999 Traduzido por Josué Ribeiro Todos os direitos reservados na língua portuguesa por Editora Vida, rua Júlio de Castilho, 280 03059-000 Sào Paulo, SP - Telefax: (Oxxl 1) 6096-6833 As citações bíblicas foram extraídas da Edição Contemporânea da traduçào de Joào Ferreira de Almeida, publicada por Editora Vida, salvo quando outra fonte for indicada. Gerência editorial: Reginaldo de Souza Preparação de textos: Mardônio Nogueira Revisão de provas: Rosa M. Ferreira Editoraçao eletrónica: Imprensa da Fé Capa: Douglas Lucas Design
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Impresso no Brasil, na Imprensa cia Fé

Dedicatória
fóra minha esposa, Sharon, e meus filhos, Jonathan. David e Hannah. Cujos nomes tanto significam para mim: Sharon (Sarona, Atos 9:35) foi um lugar que testemunhou um grande movimento de conversáo a Cristo pelo ministério de Pedro, lonathan significa “o Senhor deu". David provavelmente significa “amado do Senhor". Hannah significa ‘‘graça", a qual é tão importante em nossa família. N A S C I M : r p o d z l a t g i D

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PREFACIO

Qualquer pessoa que se aproxime da Bíblia pela primeira vez percebe que não se trata apenas de um livro teórico sobre Deus. Desde o primeiro capítulo, vemos que é uma obra que fala a respeito do Criador e sobre seu relacionamento com sua criação, espe­ cialmente com seu povo. Aprendemos sobre Deus ao vê-lo revelar-se a homens e mulheres falhos. O Senhor fala com eles. Lrabalha com eles, encoraja, disciplina, ama e castiga cada um deles. Dessa maneira, fica muito claro que Deus tem algum tipo de comunicação com cada ser humano, individualmente. Esse entendimento às vezes é de amor e comunhão, ou é um relacionamento no qual a pessoa se rebela contra Deus, mas o Senhor e Criador está sempre lá, sustentando soberanamente o mundo, durante o tempo que Ele desejar. Meu desafio e minha maior empolgação ao dirigir este projeto foi que me permitiu estudar essas pessonagens à luz da comunhão delas com Deus. Espero que todos os que lerem Quem É Quem n a BíbUa Sagrada experimentem, como eu, um conheci­ mento muito maior de Deus, ao vê-lo junto das pessoas de diferentes raças, forma­ ções, culturas e crenças. Observamos os fracos que confiam em Deus e o adoram, e são usados por Ele nas situações mais difíceis e perigosas da vida. Vemos os podero­ sos deste mundo, que não confiam no Senhor nem o adoram, despojados de seus tronos, quando Deus exerce sua soberana vontade, Vemos os pecadores serem perdo­ ados, quando se voltam com fé para um Deus amoroso que cuida do seu povo. e observamos os que são castigados, por se recusarem até mesmo a ouvir os avisos sobre o juízo de Deus. Quando olhamos para as personagens da Bíblia, descobrimos como o pecado en­ trou no mundo e afetou cada ser humano. Vemos isso até mesmo na vida dos assim chamados “heróis" da fé. Na revelação bíblica, não existem seres humanos perfeitos (a não ser Cristo). Abraão, Moisés, Davi e outros grandes líderes são vistos como homens de Deus, mas também como pecadores, que necessitam do perdão divino. Quando lemos sobre o pecado que homens e mulheres cometeram, imediatamen­ te percebemos que são pessoas idênticas a nós. Entretanto, também observamos como Deus perdoou os que se voltaram para Ele; assim, temos esperança para nós mesmos, se também confiarmos em seu perdão e salvação. Quando olhamos para a sociedade e nos surpreendemos com os horrores que nos cercam, vemos que outras pessoas viveram em tempos que foram no mínimo tão maus ou até mesmo piores (veja, por exemplo, o período dos Juizes), e nos reanimamos com o fato de que naquela época Deus era soberano e Ele permanece o mesmo hoje. Vemos a sinceridade de um ho­ mem fiel. como Davi. ao perguntar: “ Até quando, Senhor?”; “Por que os ímpios pros­ peram?" Nós nos identificamos com suas emoções; fazemos as mesmas perguntas para Deus e aprendemos do Senhor, quando vemos suas respostas para Davi e outros, através da história. Em benefício do homem, desde o mais insignificante até o principal líder mundi­ al. encontramos um Deus soberano, que se importa com a humanidade. Quando se revela às pessoas, ao longo das épocas, fica evidente que esse cuidado do Criador santo e transcendente pelo ser humano é que levará à sua provisão para a salvação.

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QUEM É QUEM NA BÍBLIA SAGRADA Enquanto o foco bíblico estreila-se, aponta inexoravelmente para o plano eterno de Deus de enviar seu único Filho Jesus para trazer salvação ao homem que Ele criou e o qual ama. A encarnação de Cristo torna-se a maior demonstração do quanto o Se­ nhor se preocupa conosco. Quando estudamos a vida dos que conheceram Jesus e colocaram sua fé nele e O seguiram, mesmo que isso conduzisse à própria morte, descobrimos o que significa ser um recipiente da graça, da misericórdia e do perdão de Deus. Vemos a alegria em seu viver, mesmo diante das perseguições, doenças ou dos desastres naturais, pois sabem o que significa pertencer ao Senhor. Quando ve­ mos a maneira como conquistaram o mundo de sua época, isso nos dá um entendi­ mento mais profundo do Deus que ama, perdoa, salva o homem do castigo e o conduz à eternidade junto consigo. E minha grande esperança que todos os que lerem este livro vejam a Bíblia como algo mais real. mais relevante e útil do que talvez considerassem antes. Espero tam­ bém que esta obra apenas aguce o apetite para o estudo mais profundo e contínuo de cada leitor sobre esse Deus que criou o homem e se revela não de uma maneira abstrata. mas na vida real, no mundo real, sobre o qual Ele permanece como absoluto soberano. PAUL D. GARDNER Cheshire, 1995

INTRODUÇÃO

Propósito
O propósito deste Iívto é o de prover uma referência exaustiva que possibilite a rápi­ da utilização sobre as personagens mencionadas nos textos bíblicos, do Antigo e do Novo Testamento. Assim, para cada uma delas há pelo menos algumas informações mínimas, bem como as referências bíblicas e uma breve descrição do seu papel pes­ soal na narrativa bíblica e sua possível relação com outros nomes. A intenção desta obra é que ela seja um livro útil ao maior número possível de pesquisadores. É livro de referências muito prático, tanto para os estudiosos da Bíblia como para os principiantes. Estudantes, membros de igrejas locais, professores, pas­ tores e alunos de seminários e institutos bíblicos, todos reconhecerão o valor de uma obra como esta. Também esperamos que seja um livro útil como referência nas biblio­ tecas públicas e particulares. Ele foi deliberadamente escrito com o propósito de evitar ao máximo os detalhes técnicos. Os leitores com certeza adquirirão um considerável entendimento do quadro com­ pleto das principais personagens bíblicas. Essa descrição de nomes também destinase a ajudar os estudiosos a entender melhor o lugar de cada servo de Deus dentro dos propósitos divinos e da história de seu povo. A visão bíblica do próprio Criador e de seu relacionamento com o ser humano muitas vezes é mais bem apreendido quando estudamos os homens e as mulheres em sua comunhão com Deus. É claro que tais objetivos em muitos casos não são alcançados, devido às informações do texto serem insuficientes. Outros artigos muito úteis loram incluídos, os quais apóiam a obra como um todo e contribuem para um melhor entendim ento do material bíblico relacionado com os nomes mencionados nas Escrituras. Embora o leitor pense imediatamente em numerosos ouLros artigos que também deveriam ser incluídos, o espaço dispo­ nível tornou isso impossível. Os que toram registrados, entretanto, mencionam pro­ pósitos especiais que muito ajudarão o leitor. Por exemplo, existem dados sobre crianças, personagens sem nome, como a mulher no poço, anjos, leofanias e mesmo sobre genealogias. Esta obra foi escrita sob o entendimento de que a história bíblica deve ser cuida­ dosamente selecionada. Os vários escritores das Escrituras Sagradas, guiados pelo Espírito Santo, mencionaram eventos e pessoas porque estavam interessados no Deus da história, que opera entre as pessoas do seu mundo e no meio da sua criação. Houve os que cuidaram dos diferentes aspectos dos acontecimentos, mas sempre se mostra­ ram preocupados em ensinar à sua própria geração e às futuras mais sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e especialmente com o povo da sua aliança. O propósi­ to deste livro, portanto, é apresentar da maneira mais clara possível — dentro das limitações de uma obra de apenas um volume — o maior número possível de infor­ mações sobre Deus e os seres humanos que viveram diante do Criador onipresente e onisciente.

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Como u u r este volume Em alguns aspectos, esta obra podo ser utilizada do uma maneira muito dirola. Simplesmente procuro o nome e leio! Sempre que dois. três ou mais personagens diferentes tenham o mesmo nome. são listados como 1 . 2. 3 etc. e talvez seja necessá­ rio olhar todos elos para encontrar, por exemplo, o Zacarias desejado. O propósito desta obra é dar. sempre que possível, um pouco mais de informações além dos simples detalhes biográficos de cada personagem. Com isso em mente, para extrair o máximo deste livro e aprender sobre o porquê de um nome ser mencionado na Bíblia e o que essa menção ensina sobre Deus e seus propósitos, provavelmente será necessário que o leitor olhe também outros nomes relacionados. Já que todos os nomes da Bíblia estão listados neste volume, a referência a outros nomes só é feita quando a informação contida no verbete é realmente necessária para se ter um qua­ dro completo do assunto. Por exemplo, o leitor talvez esteja interessado em saber mais sobre Reuel. o sogro fie Moisés. Uma olhada rápida remete-o até Jetro. Um verbete mais longo mostra como ele. um midianila. foi usado por Deus não somente para prover moradia e uma esposa para o grande legislador, mas posteriormente para conceder valiosos conse­ lhos sobre a delegação da autoridade na liderança do povo de Israel, em sua viagem através do deserto. A açáo de Jetro demonstra o cuidado de Deus por seu povo e especialmente pelos líderes escolhidos por Ele. Isso pode também levar o leitor a ler os artigos sobre Moisés e a "Aliança", pois ambos acrescentarão um considerável en­ tendimento do cuidado do Todo-poderoso por seu povo e sua atenção especial pelo genro de Jetro. O interesso de aprender mais sobre Saul levará o leitor a perguntar por que Samuel parocia tão relutante om aceitar uin monarca subindo ao trono em Israel. Os artigos sobre *'Rei”. "Reinado" e “Samuel" ajudarão o estudioso a entender melhor a atitude do próprio Deus quanto à questão dos israelitas desejarem um rei e o dilema com o qual Samuel se deparou. Colaboradores Esta obra inclui a lista dos que colaboraram em sua elaboração. Sempre que um verbete possuir mais de 100 palavras, as iniciais do nome de quem contribuiu são registradas. Ocasionalmente, quando houver mais de uma pessoa com o mesmo nome. diferentes colaboradores escreveram sobre elas. Isso é Facilmente notado pelas inici­ ais dos nomes. Pontos de interrogação Algumas referências bíblicas são seguidas por um ponto de interrogação. Isso indica simplesmente que não se tem certeza se aquele texto se refere à pessoa que oslá sendo descrita. Questões que surgem Existem certas dúvidas que obviamente surgem ilurante u preparação de um volu­ me como este; são questões difíceis e polémicas. Mas a intenção dos que colaboraram foi « melhor possível.
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H/Ao w i/ duscundantot O vocábulo traduzido como "filho" h.n vozes m u refere do lonna genérica u um descendunte do sexo masculino ou uo que entendemos como "flllio", isto é, um descendente direto de um homem ou da uma mulher. O termo “pai” também podo reforir-se ao pai direto ou a um importante ancestral. No livro Quem tf Quem. o vocábulo “filho" é usado onde há uma indicação razoável para se entender que um "filho” direto é mencionado naquele momento. Em outras circunstân­ cias. utilizamos o termo "descendente". O mesmo principio é aplicado também com relação ao vocábulo "pai". Não há dúvida de que em certas ocasiões alguém discorda­ rá da decisão tomada. Às vezes existem problemas genuínos, que causam opiniões divergentes entre os- estudiosos. Recomendamos que o leitor leia o artigo “Genealogias Bíblicas". Pessoas ou lugares? Em numerosos textos existe diferença de opinião se os nomes exibidos se referem a pessoas ou lugares. Até mesmo em alguinas genealogias parece que nomes de lugares estão misturados com os de personagens. As pessoas provavel­ mente chamavam certos locais pelos seus próprios nomes, criando assim um proble­ ma para nós. que vivemos tanto tempo depois que os eventos aconteceram (veja o exemplo de Manre). Normalmente, nesta obra. onde ocorrem tais diferenças de opi­ nião entre os estudiosos, os nomes têm sido tratados como indivíduos, embora seja óbvio que na verdade muito pouco possa ser dito a respeito de tal pessoa. Na maioria dos casos, náo gostaríamos de entrar numa discussão sobre essa questão! Nomes ou versões diferentes? Todos os nomos escritos baseiam-se 11a Versão Con­ temporânoa da Bíblia, em português. Os leitores que adotam outras traduçõos enconIraráo certa dificuldade, pois existem pequenas diferenças na maneira em que os nomes são escritos.

Os nomes e seus significados Muitas vezes supõe-se que todos os nomes bíblicos têm um significado especial. Ksse. contudo, não é o caso. A grande maioria dos nomes funciona de forma similar à maneira ein que são usados hoje na maioria dos paises ocidentais. Simplesmente identificam um indivíduo em particular. Assim, o nome Jó não significa nada mais para nós. a não ser para diferençar o personagem Jó de outro chamado Bildade: náo podemos conhecê-lo por meio de seu nome. pois este nada diz sobre seu caráter. Nesta obra. quando foi possível, traduzimos 0 significado dos nomes; mas isso funciona apenas como curiosidade e nada mais. Quando meus pais mo deram o nome de Paulo, eles não pensaram no sentido original em latim, porém imaginaram que elo se referia a alguma característica minha — assim polo menos eu espero, pois meu nome significa “pequeno”. For outro lado. meu nome tinha um significado para eles e muitos do seus amigos, pois venho de uma família cristã e eles deliberadamente escolhiam nomes da Bíblia para todos os filhos. Não há dúvida de quo alguma coisa assim podo ser vista na escolha dos nomes de muitas pessoas, principalmente uo Antigo Testamento. Os pais escolhiam nomes para os filhos quo os identificassem com uma família que desejava ser conhecida como fiel ao Senhor; por isso muitos nomos oram compostos polo sufixo "el", quo significa Deus, ou com formas abrevia­ das de leová. que aparecem de forma variada mas frequente, como Isaías, Jeremias. Zacarias, Elias (meu Deus c leová) e Josué (Jeová salva). Em algumas partes do mundo ainda é comum os pais colocarem no filho mais velho o mesmo nome do pai. Para a freqilente diversão dos europeus, em cujos países isso não se usa mais. exceto nas famílias reais, essa prática ainda é muito usada nos Ix

Kitudos Unidos, onda tomos alguns axornplo.i ramosos, r.omo Goargo Hamilton IV! 'Ilimbrim nas Escrituras, lal prática podo sor vista ocasionalmente. For exemplo, vo-

inos o dobalo sobre o nomo que soria dado a João Batista, na época do sou nascimento. A iamil ia esporava que o menino recebesse o noine do pai, Zacarias. Na verdade, Deus tinha outros planos e a criança finalmente foi chamada de João (Lc 1.13,57-66). Esse incidente levantou uma questão interessante, quando organizamos esta obra. pois na verdade existem pouquíssimos casos na Bíblia em quo descendentes recebem o nome do pai ou do avô. Alguns analisam a questão e sugerem que isso era muito mais comum entre as famílias sacerdotais, como no caso de Zacarias. Sem dúvida a função hereditária dos levitas e sacerdotes era a grande responsável por isso. Prova­ velmente havia um grande orgulho de que o filho continuasse o mesmo trabalho para o Senhor que seu pai fazia, e o senso de continuidade no sacerdócio e na vocação dos levitas era assim enfatizado por meio dos nomes. Existe, contudo, um grande número de situações na Bíblia, tal como aquela sobre João, mencionada anteriormente, em que o nome claramente significa mais do que a simples identificação de um Indivíduo. Naquela situação, o próprio Deus colocou o nome de João. que significa "leová tem sido gracioso". Dessa maneira, o nome estava relacionado com o trabalho e a mensagem que ele traria para o povo de Israel; era uma mensagem de arrependimento e de preparação para o advento do Messias. Era unia mensagem que seria resumida na declaração: "Jeová tem sido gracioso”. Além de indicar a mensagem ou a vocação da pessoa, outros nomes também resu­ mem todo o indivíduo, ou talvez alguns aspectos de seu caráter. personalidade ou estilo de vida. O fato de que os nomes podem ler esses significados ó visto mais claramente em relação ao próprio Deus. Vemos repetidamente na Bíblia referências ao “nome" de Deus. A Bíblia fala sobre adorar ou invocar “o nome de Deus" e para náo blasfemar o seu “nome” (Gn 4.26: 21:33: Lv 9.12: SI 9.10 otc. Veja o verbete Deus. para maiores detalhes). Aqui. o nome é usado para dar a idóia de tudo o que é conhe­ cido sobro Deus. O nome Jesus, que significa "Jeová salva", foi dado ao Messias pelo próprio Deus o resume plenamente tudo o que Ele veio fazer e também o que era. Ele veio para salvar, mas também era o próprio Deus (veja mais detalhes em Jesus). Existem muitos outros exemplos menos notáveis de nomes que descrevem algo do caráter da pessoa ou as circunstâncias que cercaram seu nascimento. Algumas vezos os nomes eram colocados sob a direção direta do Senhor, enquanto em outras ocasiões parece que a soberania geral de Deus trabalhava para que nomes apropria­ do» fossem dados a certos indivíduos. Por exemplo. Nabal, cujo nome significa “tolo”, agiu como um tolo. Jacó, cujo nome significa "suplantador". usurpou a posição do irmão: "Disse Esaú: Náo se chama ele com razão Jacó, visto que já duas vezes me miganou? Tomou-me o direito de prímogenitura o agora me tirou a bênção!” (Gn 27.36). Antes do morrer, logo depois do parto. Raquel chamou o filho de Benoni, que signifi­ ca “filho da minha tristeza" (Gn 35.18). Algumas pessoas receberam de Deus ou de outras pessoas nomes mais apropria­ dos ao sou carátor ou chamado. Dois exemplos são Abráo, que se tornou Abraão, o Sarai, cujo nomo mudou para Sara. Jacó (suplantador) foi chamado de Israel por Deus. o quo tom quo vor com sua luta com o Senhor em Poniel (Gn 32.28). Daniel e seus amigos ruceboram outros nomes na Babilónia, que claramente indicavam sua posição do dopondância no cativeiro. Certamente é esse fato de que os nomes podem ser mudados para indicar uma nova posição ou chamado que suscita a idéia de que uin diu Dous chamará sou povo por “outro nonie" (Is 56.5; 65.15; Ap 3.12).

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Outro ponto digno de raençflo é o poder expresso no processo do se dar nomes. Jó mencionamos que os babilónios mudaram os nomes de Daniel e seus amigos, para demonstrar dessa maneira o controle que tinham sobre eles. Faraó Neco fez o mesmo com o rei Kliuquim, a quem deu o nome de Jeoiaquim, como sinal de sua autoridade o sou controle sobre ele (2 Ks 23.34). Homens ou mulheres poderiam demonstrar esse poder. Por exemplo, a filha de Faraó deu o nome de Moisés ã criança que encontrou no rio. Adão recebeu de Deus o direito de dar nomes aos animais, o que sem dúvida indica a autoridade delegada pelo Senhor (Gn 2.19.20). Qualquer que seja o pensa­ mento sobre as irnplicaçóes dos aluais debates sobre o papel da mulher, Adão tam­ bém recebeu permissão de Deus para dar nome à primeira mulher: “Eva" (“vida". Gn 3.20). O processo do dar nomes às pessoas pode ser algo muito significativo na Bíblia, mas é importante deixarmos que o texto nos dê alguma indicação de quando este é o caso. De todos os milhares de noines relacionados nesta obra. alguns são realmente muito importantes em seu significado, ou indicam algo sobre o poder ou a autoridade que foram exercidos no processo da escolha do nome. A grande maioria, contudo, sig­ nificou muito para o pai ou a mãe. no momento da escolha, mas só serve para identifi­ car um indivíduo na Bíblia, da mesma maneira que os nomes fazem em nossa época.

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COLABORADORES

P.D.G.

O Editor Gardner, Paul D. M. Div. A.K.C., Ph.D. Pastor da Igreja Inglesa em Choshire. Inglaterra. Tilular da disciplina Novo "testamento do Oak Hill Theological College. em Londres. Conferencista de fama mundial. Seus auxiliares Blomberg, Cralg. M.A., Ph.D. Professor da disciplina Novo Tbstamento. no Denver Seminary, em Denver, Colorado, USA. Ordenado pastor pela Convençáo Batista do Sul. Bock, Darrell. Ph.D. Professor da disciplina Estudos do Novo Testa­ mento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Tfexas, USA. Orde­ nado pastor pela Igreja Associação da Trindade, em Richarding. Texas. Chapln, Shelley. B.A., \1.A. Escritor e radialista, presidente das esta­ ções do rádio KVNE e KGLY. om IVIer, Texas. USA, Candidato a Ph.D. Glodo, Michael J. M.Div., Th.M. Professor Auxiliar da disciplina Anti­ go '/testamento, no Reíormed Theological Seminary. em Orlando, Flórida. USA. Candidato a Ph.D. Ordenado pastor pela Igreja Evangélica Presbiteriana. Harris, W. Hall. Th.M., Ph.D.. professor da disciplina Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas. USA. Hess, Richard. M.Div., M.Th.. Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Hebraico, no Glasgow Bible College. em Glasgow. Escócia. Kistemaker, Slmon J. B.D.. Th.D. Professor da disciplina Novo Testamen­ to e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Jackson. Mississippi. USA. Ex-presidente (Li Sociedade Teo­ logia Evangélica. Ordenado pastor pela Igreja Cristã Reformada. Long, Philip. M.Div.. Ph.D.. professor da disciplina /\ntigo Testamento, no Govenanl Theological Seminary. em St. Louis, Missouri. USA. Or­ denado pastor pela Igreja Presbiteriana 11a América. Luter, Boyd A. Th.M.. Ph.D.. professor auxiliar no lalbnt School of Thcology, em La Mirada, Califórnia, USA. Lowery, David K. Th.M., Ph.D., professor da disciplin;, Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Texas. USA. Ordenado pastor pela Igreja Metodista da Bíblia, Texas. xll

C.B.

D.B.

S.C. M.J.G.

VV.H.H. R.H. S.J.K.

P.L.

A.H.L.

D.K.L.

A.M.

Mawhlnney, Alton. M.Div., Th.M., Ph.D.. profeuor da disciplina Novo Thstamento e diretor do Rnformed Theological Seminary. em Orlando, flórida, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na América. McReynolds, Kathy. R.A., M.A. Escritora renotnada sobre as mulheres cristãs e as mulheres da Bíblia. Candidata a Ph.D. pela Biola University. em Ia Mirada. Califórnia, IJSA. Merrill, Eugene. Ph.D., professor da disciplina Estudos do Antigo Tes­ tamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas, USA. Motyer, J. Alec. M.A., B.D.. ex-diretor do Trinity Theological College. em Bristol, Inglaterra. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro da Igreja de Cristo, Inglaterra. Munro, Robert. B.A Ordenado pela Igreja Inglesa, tornon-se ministro assistente na igreja em Hartford. Cheshire. Inglaterra. Plckles, Mark. B.A. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-sn ministro da igreja cm VVinsford, Cheshire, Inglaterra. Candidato a D.Min. pelo Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida. USA. Pratt, Rlchard. M.Div., Th.D., professor da disciplina Antigo '[testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida, USA. Orde­ nado pela Igreja Presbiteriana na América. Silva, Moisés. B.D,, Th.M., Ph.D., professor da disciplina Nom Testa­ mento e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Wcstminster Theological Seminary, em Philadetphia, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana Ortodoxa. Trltes, Allison, A. Th.M., D. Phil. Destacado professor de Estudos Bí­ blicos nas Acadia Divinity Colloge e Acadia University, em Wolfville, Nova Escócia, Canadá. Ordenado pela Federação Batista Canadense. VanGemeren, Willem. M.A., Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Ungvas Somíticas, na Trinitv Evangelical Divinity School, em Deerfield, Illinois, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na America. Vibert, Simon. M,Th. Onlenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro na igreja em Buxton. Derbyshíre, Inglaterra. Wegner, Paul D. M.Div„ Th.M., Ph.D.. diretor do Departamento Bíblico [Antigo Testamento), no Moodv Bible Iustitute, em Chiuigo, Illinois, USA. Wlnter, Bruce. Th.Scol.. M.Th.. Ph.D. Diretor do Instituto sobre os An­ tigos Cristáos no Mundo Groco-Roinano, no Tyndale Housn, em Cambridge. Inglaterra. Ordenado pela Igreja Anglicana na Austrália. xlil

K.MCR.

E.M.

J.A.M.

R.M. M.P.

K.P.

M.S.

A.A.T.

W.A.VG.

s.v.
P.D.W.

13. VV.

um sacerdote músico. “servo de”). ele está listado como o filho de Abisur e de sua esposa Abiail. de Judá (1 Cr 5.15.1). que recebeu ordens do rei Jeoiaquim para prender Baruque e Jeremias (Jr 36. Ele é usa­ do como nome apenas em Apocalipse 9. O pai de Quisi. da famí­ lia dos meraritas. “lugar de destruição”).11. Provavelmente uma forma do nome Airã (Nm 26. pai de Etã. Filho de Harum. encarregado dos trabalhos íor­ çados (1 Ré 4. 1. ABÃ (Heb. Jó 26.). O equivalen­ te grego é Apoliom . “Paiw ). Pai de Elifelete. contudo. ABAGTÁ.34).38). entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. 4). Na maioria desses textos. 2.6. pela fé (v.8). 1.6). ficaram seguros. é claro. que ajudou na puri­ ficação do Templo nos dias do rei Ezequias (2 Cr 29.29. As boas novas de Apocalipse 9. que viveu nos últimos dias de Davi e na época da construção do Templo sob o rei­ nado de Salomão (1 Cr 6. Veja Deus (Púi). ABDI (Heb. Em 1 Crónicas 2. A BD EEL (Heb. ABADOM (Heb. Rm 8. onde “morte e destruição” são de certa forma personificadas. O pai de Adonirão. Este vocábulo é encontrado várias vezes no Antigo Testamento. um lugar totalmente maligno e reservado para os ímpios. etc. 2. A B D I E L (Heb.26. ABDA (Heb. O pai de Quis. AASBAI .10). Abdi é listado em Esdras 10. traduzido como “perdição” e “destruição” (cf. “servo de Deus”).6). Era filho de Guni e encontra-se nas genealogias do tempo do rei Jotão.11. O filho de Sainua e um dos levitas que se estabeleceram em Jerusalém na época de Neemias (Ne 11. 211 p *d . Terceiro filho de Benjamim (1 Cr 8. mesmo ha­ vendo tanta morte e destruição ao redor das pessoas neste mundo. este vocábulo representa mais uma personificação da morte e da destruição do que um outro nome para Satanás. Os dois. que traz morte e tormento.22: Pv 15.44). do diabo [v J.12). outro levita da fa­ mília dos meraritas. da tribo de Judá. “irmão do que é inteligente”). muitas delas sempre se recusarão a arrepender-se [v. são que Satanás não pode des­ truir os que pertencem a Deus. porque “o Senhor os ha­ via escondido”. “servo de Deus”). é utilizado como sinónimo de “morte”. onde se refere a um anjo que é o rei do abismo. 1 .26). Mesmo em Apocalipse 9.17).36. usado também ape­ nas nesse versículo. G 1 4. ABA (Heb.15). Um dos sete eunucos que ser­ viam ao rei Xerxes (Et 1. 3. tal “destruição” vem. A ARE L. da tribo de Judá (1 Cr 4. Um gadita. contudo. aparece numa lista especial dos “heróis" de Davi (2 Sm 23. De qualquer forma. Veja Vasti. que viveu em Gileade e Basã. Um descendente de Elão. “adorador” ou “servo”). entretanto.A AARÁ. A notícia triste é que. oficial do rei Salomão.g . Nome aplicado a Deus em Ires textos do Novo Testamento (Mc 14. 28. O pai de Selemias. a estrela que caiu do céu}.

Uma quarta pessoa estava presente. O rei não encontrou outros príncipes com a mesma capacidade daqueles quatro ju­ deus. Os IrAs tinham tnl con­ fiança em Dous. ABEDE-NEGO (Heb. como um dos filhos de Sasaque (1 Cr 8. Posteriormente. Abede-Nego e seus companheiros depositavam total confiança no Deus que os livrou e testemunharam entre os pa­ gãos da maneira mais convincente possí­ vel.36). 3. O sacrifício de Abel foi recebido favoravelmente pelo Senhor. para mais deta­ lhes). recusou-se a comer as iguari­ as do rei. veja Aicão. juntaninnlo com Sadraque e Mesaque. podo livrar-nos dela” (Dn 3. para enfatizar o va­ lor e o custo deles. en­ quanto era preparado para ser apresenta­ do na corte. Filho de Mica. de todas as épocas. dessa maneira.23). Veja também Azarias. o mais novo. agricultor. a quem nós servimos.12. enquanto Caim.30: 9. wirvlu como um dos juízos do Isruol por oito anos (Jz 12. Filho do Illlnt. Hebreus 11. um deus da Babilónia). Ele se tornou pastor de ovelhas (Gn 4. e livrou os seus servos” (Dn 3.L.28). É claro que ocorreu ali uma teofania.13-28. um dos com­ panheiros de Daniel.13*15).2). para prefigurar assim que sua vida seria cur­ ta.c. Como resultado. "servo de Nabu”. ‘Abel" pode ser um deri­ vado de um vocábulo hebraico que sig­ nifica “sopro” ou "vaidade". Abede-Nego. era um dos servos enviados pelo rei Josias para consultar o Senhor por meio da profetisa Hulda (2 Cr 34. filho de Gibeom. e Aram. que rapidamente foram promovi­ dos e ocuparam posições de poder e in­ fluência. P. 1. segundo as pala­ vras de Nabucodonosor. Deus concedeu a Abede-Nego e aos outros três jovens “o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria" (Dn 1. foi jogado. o mais velho ofereceu a Deus alguns dos frutos colhidos.25).14 coloca o nome dele como Acbor.17). em res­ peito ao Deus verdadeiro.ABDOM. Era conhecido por seu grando número do lilhos o netos e pertencia à tribo de Efraim. como judeus. O segundo filho de Adão e Eva. Reconhecido como filho primo­ génito de Jeiel. s. e A. que confiam no mesmo Deus de Abede-Nego e seus amigos. como Daniel. Caim conspirou contra seu irmão 2 . O relato de 2 ReLs 22.34 faz uma alusão à fé que eles demonstraram. Quando esta­ vam dentro da fornalha. alimentou-se apenas de legu­ mes e bebeu somente água (Dn 1.G. Esse nome é encon­ trado 14 vezes em Daniel 1 a 3. irmão de Caim. “que enviou o seu anjo. a aparência deles era mais saudável do que a dos outros. porém. 4. em ambas as genealogias do rei Saul (1 Cr 8. Listado na genealogia de Benjamim o do rei Saul. (Obs. quando Abede-Nego recusou-se a ajoelhar-se diante da está­ tua de ouro que Nabucodonosor levanta­ ra na planície de Dura. O rei ficou tão impressionado com o poder libertador do Deus dos hebreus que ordenou que ninguém dissesse nada contra esses homens.D. numa fornalha ordnnto. Deus interveio e Nabucodonosor viu os três andarem ile­ sos no meio do fogo. 2. mas o de Caim. Imediatamente o rei ordenou que fossem retirados do fogo e restituiulhes suas posições de autoridade. Esse foi o nome dado pelo chefe dos eunucos do rei Nabucodonosor a Azarias. O Senhor honrou a firme decisão deles de não comer o que. apresentou os melhores animais do rebanho. que disseram ao roi: “o nosso Dous.B. era considerado alimento impu­ ro. filho de Micaías). sob a liderança de Daniel.12). Na épo­ ca das colheitas. ela se torna um exemplo para todos os cristãos. a qual.17). A despeito de uma advertência feita por Deus sobre a neces­ sidade de que ele dominasse o ímpeto do pecado. não. tinha aspecto “semelhante ao filho dos deuses” (Dn 3. ABEL. Sadraque e Mesaque.

con­ tudo. A morte prematura de Abel mostrou que a vindicação final da fé é uma esperança futura. Abiail era o pai da rainha Ester e tio de Mordecai (Et 2.49-51). O assassinato de Abel. ainda conserva um desejo de adorálo. mas possivel­ mente isso se deu por uma manifestação do fogo divino. queimada sobre ele. Era o filho mais novo de Samuel e foi escolhido pelo pai para ser o juiz de Berseba. de maneira que o povo pediu a Samuel um rei. A repreensão de Deus a Caim. Jz 6. mas o padrão herdado por Noé (Gn 8.M .18).35. Na lista dos descendentes de Judá.39). O Senhor aceitou a oferta de Abel. Lv 9.4. embora derramado por pecadores. Suu ato pocumlnoso nfto ficou usoondldo do Senhor a a morto do Abol trouxe-lho o juízo divino.4). Abiail é a esposa de Abisur e a mãe de Abã e Molide (1 Cr 2. Abiail era a esposa do filho de Davi.31). Basã e nas pastagens de Sarom (w 11-22). “pai de força”). A natureza exata das ofertas não é mencionada. 4.4). Abiail é consi­ derado um levita e ancestral da casa de Merari.20) sugere que um altar era construído e a oferta.29). 1 Cr 6. cf Gn 4.2. Tanto Caim como Abel ofereceram sacrifícios. focalizou sua atitude de coração (Gn 4. Embora não saibamos como ele morreu. por­ tanto. O sacrifício de Jesus não representa um martírio. Em Números 3. sabemos que seu sobrinho adotou sua filha e a criou (Et 2. com um mínimo de graça para refrear a maldade.7). Abiail é relacionado como um dos homens de Gade (1 Cr 5. juntamente com seu irmão Joel (1 Sm 8. quando Deus entregou a hu­ manidade às consequências do pecado. 1. porque sua confiança ainda espera uma vindicação. como um ho­ mem de fé. Esta enfatizava o desenvolvimento rápido da transgressão. Hb 11.38). A maneira como Deus expressou sua acei­ tação a Abel não é clara. a fé de Abel ainda fala (Hb 11. 1 Rs 18.7) e oferecia o melhor do seu rebanho.o o matou. Jerimote. Nesse sen­ Abol representou a primeira fatalida­ de subsequente à maldição de Deus sobre a humanidade. essa tragédia. sua justiça. 3. Maalate (2 Cr 11. Um contraste. o de Abel providenciou um testemunho para Deus e trouxe uma mal­ dição sobre Caim (Gn 4. não (cf. 1.21. Ambos eram ímpios e tomavam decisões injustas. em detrimento da de Caim. ABIAS (Heb. ança (Mt 23. Veja Merari. como resultado direto do pecado de Caim. mas um meio eficaz de sal­ vação.10-12).24 entre o testemunho do sangue de Abel e o de Jesus. o de Cris­ to é superior porque. O fato de que a adoração envolvia sa­ crifícios indica o reconhecimento de que o verdadeiro culto a Deus devia custar algo. apesar da maldição de Deus. tomou-se um protótipo dos que seriam martirizados por sua confi­ tido. O 3 . e mãe da esposa de Roboão. porém não foi demonstrada pelo valor da oferta e sim pela sua fé (Hb 11.28). traz bênção e não maldi­ ção. R. por causa da deso­ bediência de Adão e Eva. s. Ele nunca recebeu a bênção da aprovação de Deus por sua fé sobre a Terra (Hb 11.5-7). Talvez sua oferta tenha sido consumida pelo fogo e a de Caim. Veja Abiel. cumpriu a promessa de que o ato de comerem o fruto do conhecimento do bem e do mal traria a morte física.35. Essa foi a primeira revelação de que o Senhor preocupava-se em que a adoração fosse uma expressão exterior de um coração devotado e obediente e não apenas um comportamento religioso. porque o mais moço era justo (Mt 23. “meu pai é o Senhor”). para demonstrar assim que a humanidade. 5.35.c.14).24.29). Os gaditas viviam em Gileade. 2. Lc 11. ABIAIL (Heb.15. mantida com a confiança em Deus. ABI-ALBOM (2 Sm 23. é estabelecido em Hebreus 12. 9.

O úni­ co sobrevivente do massacre de Saul em Nobe (veja Zadoque. 8 . 2 Sm 15. A declaração de Abias. tanto pelo comportamento dos fi­ lhos. o que resultou na morte imedi­ ata do menino (1 Rs 14. o mesmo que predissera seu reinado. ABI ATAR (Heb.c.1-22). para mais detalhes. 6. 1 Cr 1. No final do reinado de Davi. Sua mãe era Micaía (2 Cr 13. Um dos filhos de Midiã e um descenden­ te de Abraão e de sua mulher Quetura (Gn 25. Seus descendentes eram os guardas das por­ tas do Tabernáculo (1 Cr 9. Houve guerra entre Judá e Israel no decorrer de seu rei­ nado.1-8). muitos estudiosos crêem que o Abias mencionado em Neemias 10. o homem de Deus reconheceu a mulher do rei e pro­ nunciou uma sentença contra a casa de Jeroboão. tinha um filho chamado Abias que ficou doente durante a infância.6-12.18-24). Abias. Davi sentiu-se responsável pela morte dos sacerdotes e o convidou a per­ manecer sob o seu cuidado pessoal.1). Veja também A im eleque). A B ID Ã . Um dos filhos de Corá. “pai é excelente”).17. Devido à semelhança entre as listas apresentadas nos capítulos 10 e 12. 1 Crónicas 7. fizeram com Deus (Ne 9 a 10).6-13. Abias era filha de Zacarias e mãe do rei Ezequias. s. 2. 13).33). rei de Israel. liderados por Moisés e Arão. Abiatar levou a notícia do ocorrido ao filho de Jessé. Abias teve 14 esposas. que exerciam diferentes tarefas no serviço do Tabernáculo e do Templo. descenden­ te de Levi (Êx 6. 1 Rs 1— 2).2). s. li­ derados por Neemias. “pai tem acrescenta­ do"). como pelo pedido dos israelitas (1 Sm 8. quan­ do fugiam do furioso rei Saul (1 Sm 21).c.Para demonstrar sua posição de li­ derança em Israel durante a reconstrução do muro da cidade. Filho e sucessor de Roboão.7 seja o mes­ mo sacerdote mencionado em Neemias 12. 2 Cr 29. Quando escapou do massacre. 7. Abialar era o décimo primeiro sacerdote da linhagem de Arão e fazia parte de um grupo dos que apoiaram Davi e seus homens. Segun­ 4 .1-8). Sua família era um dos clãs dos coraítas. um deles.19).10. A B ID A (Heb. Em 1 Cró­ nicas ele é chamado de Ebiasafe. O filho de Gideoni e o líder da tribo de Benjamim por ocasião do censo dos israelitas no deserto do Sinai. “pai de conhecimento”). lembrava aos judeus que era a casa de Davi que Deus prometera aben­ çoar. contudo. Abiatar participou da conspiração para fazer Adonias rei — um ato que quase custoulhe a vida e o fez perder a fama de leal serv idor do reino (1 Sm 22.4. prosseguiu durante todo seu reinado. Jeroboão X .2.6-11 apresenta uma lista com os nomes dos descendentes dos três filhos de Benjamim. Abias colocou seu selo sobre a aliança que os israelitas. Abias foi lembrado apenas como o único membro honrado da família de Jeroboão (v. Os filhos de Arão foram separados em 24 divisões. 5. A B IA S A F E (Heb. que saíram do Egito. Abias reinou em Judá durante três anos. A guerra.24-36.4. 4. o pai de João Batista (1 Cr 24.24). era o responsá­ vel pela oitava divisão. 22 filhos e 16 filhas. Apesar do disfarce. logo depois da morte de Hezrom (1 Cr 2.ABIASAFE velho sacerdote ficou com o coragão par­ tido. Ele ficou com o futuro rei e serviu como seu sumo sacerdote e conselheiro durante anos. Lc 1.5). 3. Ela deu à luz um filho chamado Asur. 23. 1 Re 15. Abias era filho de Bequer. antes da batalha. Esse monarca então enviou sua esposa secretamente ao pro­ feta Aias. Abias foi mulher de Hezrom. Ele e seu povo dependeram do Se­ nhor e por isso venceram o exército de Jeroboão e reconquistaram várias cidades para Judá (2 Cr 13. a mesma que mais tarde foi servida por Zacarias. de Judá (2 Rs 18.

enquanto os abiezrilas foram con­ vocados para ajudar. Descendente de Benjamim. quando Gideão o convidou a seg u i-lo na b atalh a co n tra os midianitas. nos dias de Abraão.2. pouco tempo depois.32). Também chamado de Abi-Albom. 2 Sm 23. ao tomar essa viúva como esposa.22). a quem sua esposa servia (veja 1 Sm 25.34. na época em que Canaã foi dividida entre as tri­ bos. 1 Cr 11. eles estavam exclu­ ídos da batalha (Jz 6. Com razão. A mor­ te de Nabal. 2. Abigail era uma mulher linda eproteger sua esposa. em Judá. entretanto. Por acreditar nisso. Abimeleque muito sábia.31). O filho de Jessé então tomou Abigail como sua esposa.30. Portanto. náo era a mesma com quem Davi se ca­ sou. 1. O escritor de 1 Samuel dei­ tomou Sara como sua própria esposa. A B IM A E L (Heb.12). 1 Cr 3. um dos descendentes de Sem (Gn 10. 2 Sm 17. Abiel foi o avô do rei Saul (1 Sm 9. contudo. Durante suas pere­ grinações nómades. A bondade e pre­ sença de espírito de Abigail evitaram uma inevitável explosão de vingança.60.000 homens em sua divisão (2 Sm 23. ele também trouxe a oferta pacífica da tribo. o arbatita (provavelmente era de Arabá.400 pessoas1 (Nm 1. Abiel era um dos trinta “heróis valentes" do rei Davi (1 Cr 11. é des­ crita por Davi como castigo de Deus. Diz-se que essa Abigail era irmã de Davi (1 Cr 2. Deus apareceu-lhe e em sua dedicação ao serviço dele (1 Sm em sonho e ameaçou-o de morte. Para A B IG A IL (Heb.3. Alguns destacam a polémica literária em tomo desta história.2). O tex­ to. que insensatamente pagou as saudações polidas do futuro rei com insultos. “o rei é meu pai”). dificuldades textuais não resolvidas. Abiezer. “pai de ajuda”). não faz nenhum comentário nesse sentido. “Deus é meu pai").v. por ele ter insultado o novo líder de Israel. xa subentendido que sua verdadeira be­ mas. o anatotita. Como um comandante no exército do rei. Existem.1). g . limitando-se a registrar a ação de Davi de acordo com um costume social. 1 Cr 1 .18). o exército sob suas ordens era de 35. a ríspida hostilidade de seu marido Nabal. 2. 1. 1 Samuel 14.65). 3. Seu clã posteriormente teve um papel significativo. A B IE Z E R (Heb. plomática para com Davi contrasta com 5 . É mencionado como o líder de um dos clãs da tribo de Manassés. nosso patriarca esta­ beleceu-se próximo de Gerar (Gn 20). Como representante dos benjamitas.2). antes que tivesse qualquer interleza encontrava-se no seu amor ao Senhor curso sexual com ela. p. Os efraimitas reclamaram que. 27. d .28. 8.11. Um dos 13 filhos de Joctão (ou Joctã). ele disse que era sua “irmã”. estava de serviço com seus soldados no uono mês de cada ano e ti­ nha 24. 2 Sm 2. O relato de sua hospitalidade di­ tirara a mulher de Abraão. A B IM E L E Q U E (Hebr. “Deus é meu pai”). um dos “trin­ ta” guerreiros de Davi. Ele falhou por não oferecer a Davi a costu­ meira hospitalidade e demonstrou que não tinha conhecimento do Senhor.16.1).27. “o pai alegra-se). 2 2 ). porque 25. O primeiro governador mencio­ nado por esse nome foi o rei de Gerar. sob a liderança de Josué (Js 17. de Números 26.28. 2.51 indica que ele era também o avô de Abner. para identificála claramente. para criar uma alegoria moral e mostrar a superio­ ridade de Abigail sobre Bate-Seba. da tribo de Benjam im. q u a D d o o Tabernáculo foi dedicado no deserto (Nm 7. 1.ABIMELEQUE do a contagem. Era um dos filhos de Gileade (1 Cr 7. 2. 1. Provavelmente esse nome era apli­ cado genericam ente aos governantes filisteus.25).26). ABI EL (Heb. Provavel­ mente ele é o mesmo Jezer. s.

para que a o quanto podia confiar em Deus. certamente morrerás. quando foi confrontado por vida serviram como uma ilustração mui­ Abimeleque a respeito daquela mentira. Exatamente quando parecia Isaque. to vívida da lição que Deus então ensi­ nou a Isaque: “Eu sou o Deus de Abraão. como também o sangue como um bom treino prático. por envolver los seus d escen d en tes (Jz 8 . idêntica à que Abraão tivera. Abraão e sua caravana saíram daquela e rogará por ti. Mas se não região.3. porque se tornaram um grupo de a restituíres. quando o Senhor lhe pe­ belaram-se contra ele. “enviou Deus um espírito rem que Ele respondera a suas orações mau entre Abimeleque e os cidadãos de (Gn 21. Abraão então orou a Deus e Abimeleque foi curado (Gn 20.24). algum a reconhecerem o Deus de Abraão e ve­ tempo depois. em to­ violência praticada contra os setenta fi­ das as situações.3 5 ). quer consideração pela sua família e pe­ Esse estranho episódio. o filho de mulher ao seu marido. con­ tava com Abraão e protegeria seu servo. No final. por causa pois da morte desse renomado juiz. o Tal ação da parte do Todo-poderoso le­ menor de todos. Tal ação da parte do Se­ Siquém. para Abimeleque então voltou para Siquém. quando A braão que viera de Siquém (Jz 8. foi anulado por Deus. A partir viver em tal proximidade com os filisteus. pois ele é profeta. 3. Como os cidadãos da cidade re­ em Génesis 22. Uma experiência muito simi­ 6 .17.14-18).33). para que vivas. O Senhor demonstrou que es­ 9). contudo. os quais procederam aleivo­ nhor também ajudou Abraão a perceber samente contra Abimeleque. uma fraude. recaíssem sobre Abimeleque” (Jz paração para a suprema prova de sua fé 9.22). Outro filisteu chamado Abime­ cidade numa batalha e em seguida mar­ charam contra a localidade mais próxi­ leque é mencionado em conexão com ma. pois eu sou contigo. sem dú­ estéreis. Outro Abimeleque foi o filho de Gideão. 8. os de um poço de água que seus homens israelitas novamenLe voltaram a adorar cavaram. tratou alguns bandidos que assassinaram onde quer que ele fosse (Gn 20. daquele momento Abimeleque caiu do­ Essa experiência. tu e pessoas muito grande e poderoso para tudo o que é teu" (Gn 20. e conseguiu apoio (Jz os filisteus. Logo de­ contendeu com Abimeleque.3 4 . zeste isto.31). Agora.22. Ele então governou so­ vou Abimeleque e seu comandante Ficol bre Israel por três anos (Jz 9. abençoar-te-ei e multiplicarei a tua des­ Abimeleque deu-lhe vários presentes e cendência por amor de Abraão. a estabelecer seu nome e seu poder entre cidade de sua mãe. sem dúvida. e também eu te impedi de pe­ etc. 70 dos filhos de Gideão. náo havia temor de Deus em Gerar. a ofensa. Com o dinheiro que lhe deram. menos Jotão. esse filho bastar­ diu que oferecesse seu filho Isaque em do de Gideão e suas tropas derrotaram a sacrifício. restitui a com Deus.9. E por isso que não te interação de Abimeleque ou de Isaque permiti tocá-la. Deus respondeu: “Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fi­ Rebeca como sua esposa (Gn 26.ABIMELEQUE lar é relatada sobre o encontro de Isaque Abimeleque alegou que era inocente e com esse outro rei e como ele tomou fora enganado. quando ele também peregrinou que derrotariam Lambém essa outra cida­ em Gerar. meu ser­ pagou um preço a Sara.18). Abraão. serviu-lhe lhos de Jerubaal.23.Essa h istó ria não m enciona a car contra mim.1.6. pois teu pai. Não temas. respondeu que leve medo de morrer.6.7). como pre­ deles. para compensar vo" (Gn 26.22-34). 2. os dois líderes fizeram uma ali­ Baal e recusaram-se a demonstrar qual­ ança (Gn 21. pois. Esse nasceu de uma concubina Tem pos depois. bem como a maneira similar como ente e sua esposa e escravas tomaram-se o Senhor enviou seu livramento.).24). Tebes.

"pai é nobre"). O es­ A B IN O Ã O . No dia em que Saul morreu na ba­ rei mais piedoso teria impedido que o tra­ talha contra os filisteus. be.13). eles encabeçaram uma rebelião con­ Gaal e lotõo. 1. Ela ajudava bre uma colina (1 Sm 7. no fim de sua vida (1 Rs 1. morreu. Quando o rei Davi ordenou que fosse Adonias pediu permissão a Bale-Seba trazida para Jerusalém. Uma linda jovem sunamita. O segundo dos oito filhos de Jessé quando a terra se abriu "e os tragou com que se apresentaram diante do profeta as suas casas” (Nm 16.57). depois o rei a manter-se aquecido na cama e o que os filisteus a devolveram para Israel. sua desobediência os levaram à morte. que mais tarde foi construir a cidade. fortificada. tra a própria santidade de Deus e de seu povo. por­ (a aparência exterior)”. La.39. antes de Deus finalmente indimente.6.12: critor de Juizes acrescenta que dessa ma­ 5. Outro Abimeleque é mencionadoe desafiaram a autoridade do homem de na introdução do Salmo 34.G.12). olhava “para o que está diante dos olhos 2.ABISAGUE de. 10. "po­ do rei Acabe. irmãos. 1. Posterior­ Samuel.56.33. Josué pronunciou uma maldi­ 16. Quando conquis­ rém o Senhor olha para o coração” (1 Sm tou Jericó.50-54). Veja também G ideão . esse castigo serviu como um lem­ car-lhe Davi para ser tingido rei de Israel brete para os israelitas.3). Esse per­ fio feito por Golias. Provavelmen­ Deus (Nm 16). que deviam amar (1 Sm 16. Esse Abinadabe era um dos irmãos ção contra qualquer um que tentasse re­ mais velhos de Davi.G.D. por sua rebelião original contra a casa de Junto com seu irmão Datã e Coré. na cabeça de Abimeleque (Jz 9. para mais detalhes. A Arca da Ali­ ança estava guardada ern sua casa. onde sua casa ficava so­ escolhida para ser camareira de Davi.21).Esse outro A binadabe veio de A B IS A G U E . a levaram (2 Sm 6. Abinadabe.7). ex­ pelo poder de Deus. e Arão era contra os líderes escolhidos para onde Davi foi quando fugia de Saul.D. SI 106. escondida numa lorre numa carroça e os filhos de Abinadabe.34 mostra tremamente assustadas diante do desa­ como essa profecia se cumpriu. sem contudo manter relações se­ xuais com ele (v 4). atirou unia pedra de moinho Uzá e Aio.3. O Senhor ensinou ao Senhor e guardar seus mandamentos ao profeta e a toda a nação que Ele não (Dt 11.23-35).1. Quiriate-Jearim. 11. A falta de fé que demonstraram e A B IN A D A B E (Heb.3. uma mulher.2: 1 Cr 8. 3. Novamente Davi foi verso ato de desobediência aos manda­ o escolhido por Deus para trazer a vitó­ mentos do Senhor foi apenas uma das ria ao seu povo sobre o gigante e os líde­ maldades que ocorriam nos dias de Aca­ res filisteus (1 Sm 17. lho. filho de Hiel. Esse desafio contra Moisés te esse era o título do rei filisteu de Gate. rubenita. ao invés disso. de Israel. 1 Cr 13). Envergonhado por ser derrotado P. nos dias alguém para sua obra.1). 31. seu segundo fi­ balho de reconstrução fosse iniciado ali.Um dos filhos de Eliabe. como também sobre os siquemitas.53: 2 Sm Veja Uzá e Aiô. ela foi colocada 7 . quando escolhia que seu pai reconstruiu Jericó. a qual fora destmída encontrado entre as tropas de Saul. pediu ao seu próprio es­ cudeiro que o matasse (Jz 9. o leviGideão (Jz 9. 4. A idéia implícita do texto é que um 2. uma rebelião con­ P.15). por ter matado 70 dos seus A B IR Ã O (Heb. também foi morto (1 Sm P.8. pelo Senhor. neira Deus trouxe juízo tanto sobre Abimeleque. "pai exaltado”).G. 9. servia. tra Moisés. por uma mulher. 1 Reis 16.D. O pai de Baraque (Jz 4. Após a morte de Davi.6.2).17). 1 Cr 2. portanto. diante de 250 outras pessoas. Abirão.

1 Cr 2. Eleazar e Itamar.9.12. Seu tio. e supôs que. Embora Davi apreciasse a lealdade de seu sobrinho e precisasse dele na luta contra o próprio filho.6. que repeliram o ataque de Absalão em Gileade (2 Sm 18. Antes de Davi subir ao trono. ele estava entre os setenta líderes do povo que “viram o Deus de Israel”. Posteriormente.5. e irmão de Joabe (1 Sm 26.5). se tal casamento fosse reali­ zado. Êx 24.11.28. Adonias chegaria assim ao trono. Um filho de Samai e marido de Abiail (1 Cr 2. então mandou matá-lo (1 Rs 2. contudo. era o segundo filho de Arão e sua esposa Eliseba (Êx 6.4). p . entre os “heróis” de Davi (1 Cr 11. pe­ diu-lhe que tratasse brandamente o jovem Absalão (2 Sm 18.16.ABI SAI para casar-se com Abisague. “Deus é pai”). 1 . A B IS A L Ã O .2).17). Veja M aaca (1 Rs 15. A B IT U B E (Hebr. desta vez em um luta contra um gigante filisteu (2 Sm 21. Era filho de Zeruia. Finalmente. A mãe do quinto filho de Davi.8. quando fugia de Saul. Sempre se destacava nas batalhas e algumas das suas proezas são relatadas em 1 Crónicas 18.2. A B IS A I. "pai da salvação”). Abisai lutou ao seu lado. d . perseguiram-no e o mataram (2 Sm 2. no momento em que todos doriniam. A B ITA L . quando seguiram uma parte do caminho até o monte Sinai (somente Moisés teve permissão para aproximarse do Senhor. ao invés de colocá-las nas mãos do Todo-poderoso. Ele liderou um terço das tro­ pas de seu tio.1. Abisua é listado como descendente de Arão em 1 Crónicas 6.G.50 e é mencio­ nado em Esdras como um ancestral des­ te sacerdote.22-25). quando Absalão rebe­ lou-se contra Davi. não aceitou nenhum conselho para estender a mão contra o ungido de Deus. Davi cha­ mou Saul e Abner. Somente o próprio Se­ nhor acertaria as contas com Saul. mas nunca exibiu o mesmo compromisso com a soberania de Deus que Davi tinha. Um filho de B ela e neto de Benjamim (1 Cr 8.29). Abisai permaneceu leal ao rei. 2. Tempos depois. O tempo e 8 . Este ficou furio­ so com o pedido do irmão mais velho.24. Ele preferia fazer as coisas à sua própria ma­ neira. seu comandante. e Davi estava preparado para esperar até que isso acontecesse. Ele é mencionado pela primeira vez em 1 Samuel 26. etc.23).D. já per­ to do fim da vida de Davi. e mostrou-lhes como poupara a vida do rei. Abisai então apanhou a lan­ ça e a vasilha de água de Saul e as levou consigo.4). A B IÚ (Heb. Na época da confirmação do pacto de Deus com Israel.30). A B IS U R . Do alto da montanha.20).4. Joabe e Abisai. 19. Em vá­ rias ocasiões Davi teve de acalmar Abisai e tentar persuadi-lo de que o Senhor se encarregaria de cuidar de seus inimigos (2 Sm 16. P. Ele nasceu em Moabe (1 Cr 8. Foi um dos guerreiros mais leais do rei e liderava o segundo gru­ po de três. Abner matou Asael. nascido em Hebrom (2 Sm 3.10). “meu pai é bom’’). Um descendente de Benjam im e filho de Saaraim e Husim (sua mãe). 3. durante a noite.17. uma das irmãs de Davi. Abisai era totalmente leal ao rei. Sefatias. Um filho de Finéias e pai de Buqui.). Abisai teve novamente a oportunidade de salvar a vida do rei.16). esta jovem estava presente quando Davi prometeu a Bate-Seba que seu filho Salomão seria seu sucessor (1 Rs 1.15. Abisai recomendou que Davi apro­ veitasse e matasse Saul imediatamente. e envolveuse assim na intriga que havia em tomo da sucessão ao trono.15-31). seus irmãos. Cer­ ta vez. ABI SUA (Heb.g . De fato. Irm ão de Nadabe.11).9-12). quando se apresentou como voluntário para acompanhar Davi até o acampamento de Saul.

do outro lado do rio Jordão. Foi ele quem cuidou do jovem Davi. É citado na genealogia que leva até Saul.5. p . Neto de Benjamim e filho de Bela (1 Cr 8.6). o qual era tio de Said (1 Sm 14.1). por ofe­ recerem “fogo estranho perante a face do Senhor. Abner então conven­ ceu o povo de Israel e de Benjamim a declarar sua lealdade a Davi. sucessor do rei.55.ABNER a “santidade” de Deus foram enfatizados como a essência da adoração de Israel. g . Davi foi ungido rei. até chegar a José e. Citado na genealogia de Jesus como filho de Zorobabel e pai de Eliaquim. portanto. ao lado da cabeça do rei adormecido.5-16). suspeilou da motivação de Abner e talvez tenha fica­ do com ciúmes.3). o fato de Cristo ser rei é estabelecido de várias maneiras e não mais através dessa genealogia. Assim. o filho de Abner. o que ele náo lhes ordenara” (Lv 10. Quando sua lealdade foi questio­ nada. Deus era “santo”. qualquer adoração ao Senhor precisava ser tuna resposta aos seus mandamentos. onde o estabele­ ceu como rei (2 Sm 2). fi­ nalmente.20-23). Jesus (Mt 1. Ele leve grande influência na casa de Is-Bosete (2 Sm 3.d . por náo ter protegido adequa­ damente seu senhor (1 Sm 26. Quando Joabe retornou. “meu pai de louvor”). Logo depois ele mesmo foi morlo (2 Sm 4) e Davi tomou-se rei de todo o Israel em Hebrom (2 Sm 5). mas logo leve boas razões para náo gostar de Davi.g . Jaasiel. Abner fugiu (veja A sael). ao perceber que Davi ti­ nha muita consideração por ele (2 Sm 3. o povo não podia aproximar-se dele. durante o reinado de Davi. bem como sua habilidade militar. filho de Saul. A B N E R . que passa através de vários reis e princesas. Era filho de Ner. como Zorobabel. Ao vol­ tar ao seu esconderijo. embora relutan­ temente (2 Sm 2. quando este se preparava para sair e en fren tar G olias (1 Sm 17.22-25). Foi o principal comandante do exército de Saul e posteriormente do exército que seguiu Is-Bosete. A morte era o castigo merecido para alguém que comprometesse a santidade de Deus. p . porém. comandante do exército de Davi. Davi escarneceu de Abner. 1.57). Joabe. Realmente.50). Abner era tido em alia estima por seu primo Saul e comia à sua mesa no palácio (1 Sm 20. Joabe saiu para conversar com Abner e o feriu mortal­ mente (2 Sm 3. Após uma grande bata­ lha. o filho de Jessé foi ao acampamento dele à noite e cravou uma lança no chão. 1 Rs 2. morto por Abner. foi apontado como líder sobre a tribo de Benjamim. Ele ficou aborrecido com a maneira pela qual Abner fora as­ sassinado e acusou Joabe. levou Is-Bosete a Maanaim. pois recusou matar o ungido de Deus. Logo depois que Saul foi derrotado pelos filisteus. ficou furioso e passou para o lado de Davi (2 Sm 3). 9 . Posteriormente. Quando ele vol­ tou com seus homens para Gibeom.13). pronunciando uma maldição sobre sua família (2 Sm 3.32).25). O filho de Jessé sempre respeitou a lealdade de Abner à dinastia de Saul. a fim de atender aos requisitos da santidade. No evangelho de Mateus. In­ felizmente. 2. pudesse ainda alimentar de tornar-se rei de Israel.d . estava determi­ nado a vingar o sangue de seu irmão Asael. algum tempo depois Abiú e seu irmão Nadabe foram mortos. Quando Saul estava perseguia o futuro rei. a morte de Abner representou o fim de qualquer esperança que Is-Bosete. contudo.27). ABIÚDE (Heb. con­ frontou-se com Joabe. Abner.

Uma noiva de Harã para Isaque. Um novo título para o Senhor. motivada pelo medo. Parte da terra cedida a Ló. foi uma batalha prolongada (b1 b4). com seu nascimento. (b1) Génesis 12. (A2) Génesis 22. A promessa anunciada. Essa. A defesa da terra exige ação resoluta. Ancestrais e nascimento. náo foi uma transformação repentina. A Palavra de Deus ajustada às circunstâncias humanas. (Bl) Génesis 12.16: Reclamação e mais falhas. (b2) Génesis 13. A morte de Abraão. é o que tem o registro mais longo e isso reflete a importância do “pai de todos os que crêem” (Rm 4. a vida mediante a fé. Aventura e falhas. (b3) Génesis 14. Abrão e Sarai (A1).9. contudo. Chegada à Terra Prometida. (B2) Génesis 21.1 a 20.1 a 20. De todos os patriarcas. A terra identificada. A grande decisão da fé (Gn 15.19: O amadurecimento da fé. Contendas.27-32: Os primeiros eventos. A2) pelas referências a Harã e pelo contraste entre o nascimento e a morte. Isaque e Ismael. Retorno à terra. O Senhor promete. Abraão e Sara (A2). e termina em Génesis 25. A presença de Ló. A promessa garantida por meio da aliança. O nascimento de Isaque. por meio da qual pessoas com antigos nomes. Esse ponto é enfatizado na maneira como a história é narrada e também 10 .2 a 22. Renovação da promessa. A família de Harã.1-18: Renovação do compromisso e novas falhas. Ló. com muitos fracassos e deslizes.1-20. mas será que cumpre sua Palavra? A questão da fé e da perseve­ rança.10: Os últimos eventos. Note como toda a história pode ser classificada (A1. (b4) Génesis 17. entretanto.4-6) foi instantâ­ nea e irreversível.20— 25. A fidelidade do Senhor à sua aliança e a falha de Abraão. A morte de Sara. A família de Harã. quando é sepultado em Macpela pelos dois filhos. Abrão e Sarai. O abandono da terra em tempos de aflição. A promessa mais uma vez renovada. transfonnaram-se em novas criaturas.18: A aliança é estabelecida. Promessas detalhadas.1 a 16. A questão da fé e da paciência.ABRAÃO (ABRÂO) ABRAÃO (A B R Ã O ) Abraão em Génesis A história de Abraão começa em Génesis 11.11-17). Esta é uma narrativa da transformação gradual mediante a graça divina. A oferta de Isaque. A fé foi efetiva desde o início. A ques­ tão da fé e da Palavra imutável de Deus.17: O conflito da fé. mas amadureceu lentamente. A fé que amadureceu lentamente Existe um padrão distinto na maneira como a história de Abraão é contada: (A1) Génesis 11. A questão da fé e da confiança.26. A falha com relação a Hagar.

As promessas de Deus não podem ser barganhadas (Gn 13.21. A história do pai da fé. a história da morte de Sara (Gn 23) e da compra do campo de Macpela como local de sepultura fala sobre o mesmo tópico. 20. embora ele de­ monstrasse falta de fé. as quais.8. mediante uma aliança (Gn 17.1-8). para dá-la a outrem.1) e lhe prometera (w. não contestou quando o rei de Sodoma calmamente declarou possessão sobre o que acabara de perder na batalha.16) e confirmá-lo como profe­ ta e intercessor (Gn 20. Segundo» a falha revelada mediante o desejo compreensível de encontrar uma solução rápida e prática para um problema familiar (Gn 13. O Senhor não só se comprometeu com ele. família (Gn 13. no qual as pressões da vida — alimento (Gn 12.ABRAÃO (ABRÃO) nas citações do Novo Testamento. num misto de progressos e fracassos. que o chamara (Gn 12. Essa última falha foi mais grave do que qualquer outra que Abraão experimentou. 16.2-4.17). não somente guardando a semente prometida.1-19. houve o medo de que. quando uma coalizão de reis estabeleceu o que viam como seu direito pela mesma área de terra (Gn 14. Abraão falhou. nos tornam “maduros e completos” (Tg 1.5. Abraão não estava muito seguro de que o Senhor provaria ser digno de confiança.11). o Senlior.2).9) — como se ele realmente tivesse competência para dar a Terra Prometida de presente a alguém! Em contraste. tampouco era sua para conquistá-la.7? A despeito disso. A estrada da maturidade da fé (Gn 22.1-11).22) sempre foi baseada na prática de dois passos para a frente e um para trás.4). então. quando enfrentadas com fé e perseverança. também 16. Era costume da família patriarcal levar seus mortos de volta para casa.8). Hebreus 6. definitivamente nega a idéia da santificação instantânea. e tirou a Ló do meio da destruição” (Gn 19.7). Abraão mostrou que estava preparado para adaptar a Palavra de Deus (a promessa de possuir toda a terra de Canaã).4. Primeiro.10).15 mostra que a promessa não foi “alcançada’' sem paciência e Tiago 2. anseios (Gn 15. cf.1) e temores (Gn 20. Da mesma maneira que a Terra Prometida não pertencia a Abrão. a não ser no tempo de Deus e pela perseverança da fé. 10). nem herdadas de outra maneira. no momento da pressão. quando manteve hábitos irracionais e temeu por sua segurança pessoal (Gn 20. E. A próxima falha envolveu Hagar. como mostrou sua fidelidade em manter suas promessas: Por que Ele “lembrou-se de Abraão. Durante todo o tempo em que peregrinou pela terra. tem uma forma dis­ tinta e devemos isto à arte literária da Bíblia.9). não fosse capaz de pro­ ver (note o termo “porque” no v. Abrão primeiro agiu resolutamente para inva­ lidar a posse deles (vv 13-16). embora este náo estivesse incluído na promes­ sa de Génesis 17. A narrativa de b 1a b4 é cheia de falhas. com a mesma atitude resoluta.13) — e trabalhava na solução do problema à sua própria maneira providencia].3. Ainda assim. afinal.11-13). a fim de sepultá-los (Gn 50.7.25).1).1. o Senhor continuava fiel — “porque não pode negar-se a si mesmo” (2 Tm 2.7).11) — cooperam.1).22 fala que a fé de Abraão foi “aperfeiçoada”. em quarto lugar.1-13. em forma de “provações” (Tg 1. Muito pungente. Tg 2. nem aceitou qualquer parte do espólio. é um teste constante.8. Abraão não estava isento das tentações — nem mesmo de recair na mesma tentação. Abraão estava disposto a abrir mão do direito sobre parte do que Deus lhe prometera (Gn 13. procedente da espera impaciente pelo cumprimento da promessa (Gn 15. observamos com brevidade como b1 e b4 compartilham referências do engano praticado que envolveu Sara (Gn 12. contudo. Essa história. a fim de pacificar Ló. 11 . 2-4. mas também usando o erro de Abrão para enriquecê-lo materialmente (Gn 12.29). As seções intermediárias (b2 e b ’) falam do tema da lerra: pressionado pelos conflitos ocasionados pela presença de Ló. o crente Abraão. quando sua própria segurança encontrava-se ameaçada (Gn 20.

Foi depositada num se­ pulcro em Canaã. a promessa era de salvação do juízo que o Senhor traria sobre todo o mundo (Gn 6. onde este único ho­ mem e sua família ocupam toda a cena. numa tradução mais livre: “entrarão na bênção de que precisam”. parece que o fato que mais temiam (Gn 11. mas o Senhor estabeleceu seus planos (em Noé e Sem). Em contraste com Génesis 12 a 50. não voltou suas costas para o mundo. o Dilúvio (Gn 6 a 9) e a Dispersão em Babel (Gn 10. sacrifício (Gn 6. Um olhar mais atento para a genealogia. até que encontra um homem praticamente desconhecido.18).4). o livro de Génesis. “abençoarão a si mesmas". ficou um pouco mais claro como esses elementos estão inter-relacionados. Gn 1 e 2) de eventos gerais. onde a palavra “aliança” ocorre pela primeira vez. das quais nada fala. sua situação é triste e irremediável.17). a história de Babel também tem sua nola de graça e esperança. as quatro características das alianças divinas apareceram juntas: promessa (Gn 6. O Pacto Abraâmico De Noé até Abraão A aliança de Deus na Bíblia é sua promessa concedida gratuitamente. Quando chegou o Dilúvio.9) causadas pelo pecado. ela volta até antes do incidente de Babel. mas quando Adão e Eva transgrediram. literalmente. ou.16). conforme o Senhor prometeu". o qual tinha um filho chamado Abrão (Gn 11. A caverna. No caso de Noé. em Génesis. como a Queda (Gn 3 a 5).17). ali. ele seria restaurado da maldição (Gn 3. Génesis 1 a 11 é universal. Em Babel. Desta maneira.17). veio sobre eles (v. a graça (Gn 6.32). Primeiro.3).11). por meio dele e sua família nasceria o des­ cendente da mulher. antes que o pecado de Babel com todas as suas implicações fosse cometido. A humanidade deteriorou-se. Segundo. Por causa disso. o Êxodo e o monte Sinai. notemos o ponto onde ele aparece pela primeira vez.8-17).14-20) e das divisões (Gn 11. pois trata (logo depois da narrativa da criação. 9) — com a calamidade adicional do colapso universal da comunicação — que Génesis trata como se fosse de pouca relevância. como se os seres humanos simplesmente estivessem espalhados e abandonados à própria sorte. ao registrar imediatamente outra genealogia. chamado Terá. o elemento da longanimidade e da graça divina é bem explícito. 12 . ela passa por cima de oito gerações (de Sem até Naor. para traçar a história emer­ gente da família de Sem. embora a idéia total da aliança tivesse de esperar até Moisés. ao novo começo com Noé. com seu precioso cadáver. entretanto. que esmagaria a cabeça da serpente (Gn 22. podemos muito bem perguntar onde estão os sinais da graça e da esperança. Um plano para o mundo Antes de encerrarmos o assunto sobre Abraão. contudo.ABRAÃO (ABRÃO) mas Sara não foi conduzida para Ur ou Harã (Gn 11. revela alguns pontos muito importantes. Nas narrativas da Queda e do Dilúvio.31. era uma declaração muda e poderosa: “Esta terra é nosso lar. Gn 11. Quando Deus lez sua aliança com Abrão (Gn 15 e 17). “em ti serão benditas todas as famílias da terra'' (Gn 12. A lei sob a qual a humanidade ocupou o Jardim do Éden incluía a advertência de que o pecado traria a morte (Gn 2. lei (Gn 9.1-8) e sinal (Gn 9.27-30) — a quem o Senhor diria. isso significa. na verdade o Senhor falou-lhes sobre a continuação da vida e a derrota final da serpente (Gn 3.26.15. com seu foco quase exclusivo em Abrão/Abrãao e sua família.8) já havia separado um homem e sua família para a salvação (Gn 6.10-24).20).17). Pelo contrário. esta terra é nossa.

aqui. literalmente. para provocar mais uma reclamação. entretanto.10). o verbo “estabelecer” significa “implementar. o sacrifício detalhado em Génesis 15. porém. pois garantia a proteção e um grande galardão (Gn 15. estabelecer”. e disse-lhe que náo temesse. o Senhor apareceu-lhe.” — quer dizer. 17. Génesis 15. em Génesis 17. Abrão precisava de uma reafirmação presente e futura e Deus a deu — somente.2). o Senhor então iniciou os procedi­ mentos da aliança (w. contudo. onde é citado que as pessoas que desejavam firmar um juramento solene andavam entre as partes cortadas do animal sacrificado. a restauração do rei de Sodoma (w. deixa bem claro que o pacto abraâmico foi inaugurado por meio de um sacrifício. “depois destas coisas. Já que Abrão ainda não se sentia totalmente seguro (v.18. Lei. em Génesis 6.4: 17. talvez Abrão temesse um contra-ataque desferido pelos quatro reis. isso será feito comigo”. por isso.2. Não está claro por que Abrão precisava de tal palavra de Deus. colocar em ação”. o Senhor apareceu-lhe no moraento em que ele precisava de uma reafirmação e esperança. pois não era ele quem fazia o juramento. mas depois entende­ mos que era uma demonstração prévia do Deus do Sinai. Em Génesis 15.ABRAÃO (ABRÃO) A segurança da aliança No caso de Abrão.18. para representar que “se eu não mantiver meu juramento. quando preparou o sacrifício (Gn 15. ao reiterar a promessa dos descenden­ tes e da terra (w 13-16). 21) e a recusa de participação em qualquer divisão de espólio (w. No caso de Abrão. 13-16). para com­ pletar a aliança. foi tirado de cena por um coma espiritual (v.22). “colocar.1).18. Temos alguma luz por meio de Jeremias 34. em fogo e fumaça (Êx 3. por ser somente um espectador do que o Senhor faria.1 oferece uma pista. é usada a palavra técnica para “inaugurar” uma aliança.4. a coluna de nuvem e fogo (Ex 13. de que a vida não valia a pena ser vivida sem um filho e um herdeiro (Gn 15. 8). Ao ler nas entrelinhas. ao envolver-se com Hagar (Gn 16. 12).1) e treze depois da falha dele.5) e a da terra de Canaã para seus descendentes habitarem nela (v. 9-18). perdia a opor­ tunidade? Grandes vitórias frequentemente são seguidas pela depressão e ansiedade! Seja qual for a razão. 13 .9-17 não está bem explicado — embora fique claro que Abrão sabia e entendia o que fazia naquele momento. o verbo “firmar” é.2-5). Thdo isso. 22-24). Deus tomou sobre si toda a responsabilidade do compromis­ so: Ele assumiria todo o impacto da aliança quebrada. Como o Senhor é paciente! Como se sua promessa anterior não fosse suficiente. O sacrifício da aliança Até onde sabemos. 6).2-5). ao localizar o fato. para poder se manifestar no meio do povo. 14: a derrota dos reis (w. a fim de significar que a partir daquele momento a aliança seria um relacionamento imutável entre o Senhor e Abrão. o Deus santo (Êx 3. A visão do Senhor como “um fogo fumegante e uma tocha de fogo” não foi explicada a Abrão. promessa e sinal Quinze anos depois da chegada de Abrão a Canaã (Gn 12. o qual pela graça encobre sua santidade.18. está sem explicação. A passagem amplia a ação da aliança de Génesis 15..21. mas Génesis 15.16). após os eventos do cap. Teria ele imaginado que não seria possível aquela vitória representar a maneira como Deus planejava dar-lhe a terra e.. Ele voltou à tarefa de consolar seu servo com mais duas promessas específicas: a de um filho e uma família (Gn 15.

baseado meramente na Pa­ lavra de Deus. sem saber para onde ia". 10-14). mas. Dali em diante. espirituaJ (v.9). Na verdade é um salto na luz. “ajustando” a palavra de Deus ao problema (Gn 14. Génesis 14 não menciona a fé em conexão com a guerra contra os reis. depois de sua falha no Egito (Gn 12. exatamente como os sinais da aliança do Batismo e da Ceia do Senhor fazem hoje. mas o Senhor nada teve que ver com aquilo.. 25).10-20). Deus reafirmou a palavra da promessa: “Toda esta terra.5).4. A fé de Abraão Um único e firme propósito Quando olhamos a história de Abraão. sua disposição firme e perseverante em arriscar tudo.. o arco-íris nas nuvens dissipava qualquer temor de que outra tempestade interminável acontecesse.2) e o sinal (Gn 17. enquanto o patriarca aguardava a chegada do filho prometido. como se ratificasse a resposta de Abraão. é detalha­ da e cobre quatro categorias: pessoal (Gn 17. saiu. de regresso até onde tinha certeza que estivera na estrada da fé. retornar à Palavra de Deus e esperar a Palavra de Deus. isso quer dizer que a circuncisão não é um sinal do que Abraão prometia a Deus. o sinal proclamava as promessas de Deus. pois tem como base de apoio a palavra que Deus falou. somente depois que entrou em Canaã. Não é um salto no escuro. Romanos 4. fortalecer-se-ia nos dias de impaciência ou dúvida. em Génesis. Em ambos os casos. mas “o selo da justiça”. Abraão tentara resolver a crise. que nascem a partir da verdade. mesmo assim. não se limitou a voltar para a terra de Canaã: retornou especi­ ficamente para o lugar onde começara (Gn 13.4*8) e acrescentar os dois componentes remanescentes: a lei (Gn 17. vemos o mesmo princípio de oulra maneira: a ousadia da oração da fé. Todo o ciclo de sua vida está dentro de três parâmetros: obedecer à Palavra de Deus. Por esta razão. Nada tirou Abraão do seu cami­ nho — nada. a lei (Gn 17. A promessa. o Senhor finalmente disse: "darei esta terra" (Gn 12. Pois isso é le o que vemos em Abraão — e em toda a Bíblia. ao lembrar-se de que trazia no próprio corpo a confirmação das promessas divinas — da mesma maneira que.23-33. quando repousa no conhecimento do caráter de Deus (v. hei de dar a li. requer a busca da santidade dentro da comunhão divina.ABRAÁO (ABRÁO) ao conceder maiores detalhes sobre a promessa (Gn 17. mas sim do que o Senhor garantia a Abraão.. deve ser interpretada da mesma maneira que as palavras idênticas de Génesis 9. Realmente. Depois que o erro foi cometido (Gn 14.11 refere-se à circuncisão como “o selo da justiça da fé”: não “o selo da fé”. Isto é vida de fé.7). nossa ênfase foi colocada no conflito da fé e nos fracassos dele.9>14). nem mesmo seus próprios fracassos! Por exemplo. para Noé.17. a fim de confirmar o que Deus fez por Abraão e as promessas que estabelecera.8.3).1) não é específica. fé é convicção e ação. 1. que é credulidade e não fé. Pela fé.4).15-17) e essa promessa incluía a parte que Abraão cedera a Ló e retomara dos reis (Gn 14. pois eu a darei a ti” (Gn 13. A fé torna»se ousada quando age alinhada com as promessas do Senhor.7). sendo chamado. pois aquela situação envolvia sua famdia (Gn 13. Agora é o momento de olharmos para sua confian­ ça.812).14). Típica do período patriarcal.. “ Abraão. Em Génesis 18. mas o contexto nos permite ver a ousadia da fé.. Génesis 12 destaca a grande aventura da fé (w. Desde que esta prática é chamada de "o sinal da aliança”. 7) e territorial (v. 14 . É isso que define fé. contudo.8.. 8) e é selada com o sinal da aliança da circuncisão (vv. conforme diz Hebreus 11. 6). doméstica (v.

15.16). do ponto de vista das experiências e respostas humanas.28.. Os descendentes biológicos de Abraão não recebem mais benefícios. "o Israel de Deus” é sua nova criação (Gl 6. ela foi mesmo. e Tiago 2.. colocasse tudo a perder.16) e Gálatas 3. Será que alguém conseguiria expressar de forma tão perfeita a situação inteiramente absurda de um casal que era. As passagens mais importantes são Romanos 4. de fato.16).. mas com total simpli­ cidade — escolhe descansar na promessa de Deus.21 e Hebreus 11. “teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa”.6) e Abraão percorreu o caminho completo (Gn 22.18-22. a promessa do nascimento de um filho foi aceita pela fé e essa foi imputada como justiça (Gn 15. A verdadeira fé deliberadamente encara a incapacidade humana.7. mas no pleno reconhecimento da própria incapacidade. Abrão começou a andar com Deus (Gn 15. Romanos acrescenta que essa fé é a marca distintiva do povo de Deus. humana­ mente falando. mas que. nós vamos adorar e nós voltaremos para cá”. seu Israel.15-18). nem para Paulo.1-14. seria ainda inacreditável que ele pegasse seu filho. 15 . mas também à que é da fé que Leve Abraão.5: literalmente. Esses testes náo são casuais... mesmo assim.10-13.6). Romanos 4.6.18) e. Abraão sabia exatamente que aquela “adoração” envolveria a morte e a oferta do filho e. nesse aspecto. “Eu e o menino — nós subiremos até lá. que agira não baseado no que sonhava. Aquela “fé simples” de Génesis 15. O outro momento significativo da fé é destacado em Génesis 22. ela “é pela fé. fez isso. para nos tornar “participantes da sua santidade”. onde os crentes são chamados de filhos de Abraão (G1 3. "ultrapassado’'. resumidas e cumpridas plenamente no dom do Espírito Santo. mas elementos de uin programa educativo divino (Hb 12. onde ele é chamado de pai de todos os que crêem (Rm 4.11.9. não somente à que é da lei.22 fala sobre o incidente como “a fé aperfeiçoada”. “não se deixou levar pela incredulidade”? Ambos os textos. para que seja segundo a graça. em Mateus 3. porém..110). o qual é pai de todos nós” (Rm 4.11 falam da mesma coisa: “estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para cumprir”.. Do ponto de vista divino.19 diz tudo. Esta epístola insiste em afirmar que. a lim de que a promessa seja firme a toda a descendência. a confiança baseada simplesmente na Palavra de Deus. como. 4 família de crentes Abraão é apresentado a nós no Novo Testamento como um homem de fé. são nossas simplesmente e somente na base da mesma fé que Abraão teve. Primeiro. o Novo Testamento nada tem a acrescentar ao Antigo: todas as bênçãos de Deus em Cristo Jesus. em Romanos 2. Esse incidente proporcionou a Paulo uma de suas muitas “passagens de ouro*' — Romanos 4. humanamente falando. com uma ênfa­ se especial. como nosso pai e nosso exemplo.ABRAÁO (ABRÂO) O filho prometido Génesis destaca dois “momentos" específicos na vida da fé de Abraão. deve provar sua realidade nos desafios e respostas da vida diária. Ele.17. Foi incrível Abraão olhar para o seu próprio corpo amortecido e ainda crer na promessa de que teria um filho. apesar disso. O principal ponto da questão está era Génesis 22. nem para João Batista... o único objeto de todas as promessas de Deus (Hb 11. nós.12.29: 9.1-19: o Sacrifí­ cio de Isaque.7)." O comentário inspirado em Hebreus 11. ousou dizer: “nós. nós.

e Abrão não hesitou em identificá-lo como seu pró­ prio Deus. 49.2. mas o contexto no qual este termo é usado sugere como deve ser entendido. quando Jacó enviou seus filhos de volta ao Egito. Sem dúvida.13). nosso patriarca plantou um bosque e invocou o nome do “Senhor.1 coloca a questão de forma concisa: "apareceu-lhe Yahweh e lhe disse: Eu sou El Shadday. o pai de uma multidão de nações. Novamente.. Foi nesse contexto que Deus se revelou como El Shadday. o Deus de poder ilimitado para transfor­ mar — Abraão tornou-se um preeminente homem de fé. para enfrentarem o imprevisível e todo-poderoso José. perambulante. Tal Deus é digno de nossa confiança. conforme vemos em Êxodo 6. mas para usar outros estilos e títulos. Ainda também é verdade. no artigo Deus. Se traduzirmos El Elyom2 como “criador” (Contemporânea) ou como “possuidor” (ARC) “do céu e da terra”. sem um lar? El Shadday é o Deus que opera nas fraquezas humanas e as transforma — da maneira como agiu.1. 16 .3. O que ele queria dizer para o escritor desse livro? O signi­ ficado de “Shadday” como vocábulo é muito incerto e há muita discussão em tomo dele. embora o nome fosse conhecido.22. o nome divino Yahweh (traduzido na Ver­ são Contemporânea como “Senhor”) ocorre 73 vezes. o Deus eterno” (Yahweh El Olam) — provavelmente ele chegou a esse título por meio da conclusão de que somente um Deus eterno poderia ser invoca­ do para superintender um tratado perpétuo. No livro de Génesis. Porque conhecia seu Deus — El Shadday. Yahweh (Gn 14. Assim.11. em Génesis 17.22). Em Génesis 21.3) — pois o que poderia ser mais desesperador do que a situação de Jacó. conhecidos por Abraão: Melquisedeque apresentouse a Abraão como “sacerdote do Deus Altíssimo” (El Elyom). e essa mesma característica — a habilidade de transformar situações criadas pelas fraquezas humanas — aparece também em outras passagens. apenas El Shadday reaparece no restante de Génesis (28. a . 43. náo tinha ainda nenhum significado específico relacionado a ele.14).ABRAÃO (ABRÃO) O Deus de Abraão Quem é o Senhor? Na história de Abraão. foi nesse mesmo espírito que ele diz ter sido El Shadday quem se encontrou com ele em Betei (Gn 48.14. 35.11) teve o efeito de reforçar as fraquezas humanas.3. em comemoração a esse evento. ao transformar o Abrão sem filhos em Abraão. em todas as circunstâncias. Por exemplo. de Gerar. que. Gn 18. ela o reconheceu como “o Deus que vê” (El Roi). Ele é o Senhor supremo e universal. j .) El Shadday De todos esses títulos.8 mostram Abrão pessoalmente empregando este vocábulo.”. negociou um tratado perpétuo de amizade com Abraão e. El Shadday (Deus Todo-poderoso) é o principal dos quatro títulos similares de Deus.3. expulso de casa.25).16). Deus não se revelou para explicar o significado de “Yahweh”. Abimeleque. e referências como Génesis 15. um Senhor que tinha um conhecimento direto (e cheio de graça) do que acontecia sobre a Terra. ele os encomendou a El Shadday (Gn 43. (Veja a seçáo sobre nomes.m . incapaz de gerar filhos. pelo menos 14 anos já tinham-se passado desde que Abraão recebera a promessa original de um filho (Gn 16. quando o Senhor vai ao encontro de Hagar (Gn 16. A passagem de todos esses anos (Abraão tinha agora quase 100 anos de idade e Sara já estava na menopausa. Génesis 17. 48.

Davi lamentou profundamente a mor­ te de Absalão. “pai de paz”). não escapou das turbulentas consequências em sua pró­ pria família. até que Joabe diplomatica­ mente forçou Davi a perdoar seu erro. a despeito da séria ameaça que Absalão representava ao seu gover­ no. Davi relutava em reconhecer que sua autoridade estava seriamente ameaçada.v. Absalão ficou pendurado pelos ca­ belos em uma árvore e foi imediatamen­ te morto por Joabe e seus soldados (2 Sm 18. Este filho conspirou para destronar seu pai e foi bem-sucedido em conseguir apoio dos seguidores descontentes de Davi (2 Sm 15). “irmão do pai”). parece que somente sua filha sobreviveu. Absalão gastou todas as suas ener­ gias. O conflito não resolvido entre pai e filho afligia o rei e. Sua mãe cha­ mava-se Maaca e ele nasceu em Hebrom. Absalão era famoso por sua beleza e seus longos cabelos (2 Sm 14.27. até que Joabe o persuadiu a ver a vida de seu filho sob a perspecti­ va da confusão e instabilidade que cau­ sara.14. Sua hábil polí­ tica internacional é interpretada negati­ vamente pelo escritor bíblico. pai e filho tiveram uma re­ conciliação parcial (cf. como assassinato e estupro dentro da própria família real. filho de Onri e governante de Israel na mesma época em que o profeta Elias desenvolveu seu mi­ nistério. s. O infame rei Acabe. Seu casamento com Jezabel acentuou a ligação que a narrativa bíbli­ ca faz entre a idolatria e o comportamen­ to imoral. pelo estupro da irmã de Absalão (2 Sm 13.18. em consequência do adultério de Davi (1 Sm 11 e 12) e pela ocorrência da violên­ cia. culpado de “curar superficialmen­ te a ferida do povo" (Jr 6.16). na Babilónia (Jr 29.28. mesmo quando há sincero arrependimento. fez com que per­ desse a credibilidade aos olhos deste fi­ lho.ACABE A B S A L Ã O (Heb.28. A C A B E (Heb. Sua culpa maior foi per­ mitir a propagação da adoração a Baal. Apesar de Davi ter-se arrependido de sua transgressão e ser perdoado por Deus.30-33). a fim de subverter o reinado de Davi. entretanto. Para mais detalhes. ele provavelmente era culpado de prever um final rápido para o exílio e. Como Hananias (Jr 28). nunca se dissi­ pou totalmente. Outro Acabe foi acusado pelo pro­ feta Jeremias de falar mentiras para o povo de Israel.11) e de cometer adultério com as mulheres dos 17 . Desse momento em di­ ante. devido às graves consequências da adoração mista. De acordo com 2 Samuel 18. Ele se consumiu pela raiva e pelo ressentimento. até que surgiu a oportu­ nidade de vingar-se e ele matou Amnom (2 Sm 13. A vida de Absalão serve para ilustrar que os resultados do pecado permanecem.22). como os outros falsos pro­ fetas. veja também Mq 6. Absalão ficou exilado por três anos.25-27). A sua relutância em intervir e punir Amnom. ao descobrir que ele violentara sua irmã Tamar (2 Sm 13). Seus crimes náo eram apenas políticos.21-23). Elias e Nabote. A instabilidade uo vacilante reinado de Davi foi marcada por diversos fatores. A tensão. 2. Os três filhos de Absalão não são mencionados depois de 2 Samuel 14. O relato do reinado de Acabe só é con­ cluído em 1 Rs 22.1-18). a quem ele dera o mesmo nome de sua irmã Tamar. Foi um dos piores reis do Norte (cf 1 Rs 16. 2 Sm 14).39-53. 1. veja jez a b el . Seu temperamento passional aparece no assassinato de Amnom (veja Amnom). Pos­ teriormente. Deus o puniu com um terrível período de seca que assolou a terra — um castigo direto por sua participação nas práticas idólatras. Era o ter­ ceiro dos seis filhos de Davi. Joabe percebeu a hesita­ ção do rei em ordenar a morte do próprio filho. Seu comportamento foi tão mau que a frase “a casa de Acabe" tornou-se um pa­ drão para referir-se particularmente a reis perversos (2 Rs 21. 23.29).

23 diz que ele ofereceu sacrifícios aos deuses de Damas­ co — o que sign ifica que criou um sincretismo tão profundo com outras re­ ligiões que essas assumiram uma forma peculiar em Judá. Quando Josué destruiu Jericó. Os 2. d .7. os falsos profetas foram alvo de juízo. A C A IC O . essa ordem da “dedicação” de algo a Deus envolvia a to­ tal destruição. Junto com seus dois companheiros. Ele supriria todas as suas necessidades.ACAICO com panheiros (Jr 29. Veja Estéfanas.2). Parecia que seria bem mais fácil. ju n tam en te com E stéfan as e Fortunato.C. “causador de problemas”). s. Acaz conquistou essa reputação por aprovar a colocação das imagens dos ído­ los assírios no Templo de Jerusalém (2 Rs 16. porque ofereciam ao povo uma fal­ sa esperança. Seu exemplo ficou como um lembrete para as futuras gerações dos perigos da desobe­ diência (Js 22. É interessante notar em Josué 7 a ma­ neira como lodo o Israel é responsabili­ zado pela transgressão de uma só pessoa.C. Uma forma alternativa de Acã. Ao insistir em que ninguém seria capturado para se tornar escravo e em que nenhum espólio seria tomado. da Acaia romana (v. Sendo santo.27.g . Muitas vezes. trouxe informações de Corinto para Paulo. Josué orou e o Senhor lhe mostrou que “Israel" pecara. e reinou por 16 anos em Judá. E lembrado por ter "perturbado” Israel com um grave pecado. Deus levou os lí­ deres até Acã. Terceiro filho de Eser. a tentação de apanhar alguma coisa do espólio foi tão forte que desobedeceu à ordem que o Senhor dera por meio de Josué (Js 7). 1 Cr 1. Apesar das reformas que foram feitas posteriormente por seu filho Ezequias. Le­ vado para fora do acampamento e apedre­ jado. p . ACA R (Heb. Mencionado em 1 Coríntios 1 6 . 1. 1 Crónicas 2. “Não fez o que era reto aos olhos do Senhor seu Deus. A C A Z (Forma abreviada de Jeoacaz. 2. como Davi. 2 Crónicas 28. filho de Zabdi. 0 vale de Acor. o Senhor colocou a cidade sob uma maldição ou “anátema'. O juízo de Deus sobre Jericó foi extremamente severo. onde Acã foi apedrejado. Todos os bens locais seriam consagrados ao Senhor. a ira do Senhor desviou-se de sobre o povo. A queda de Judá finalmente aconteceu em 587 a. A próxima cidade a ser conquistada era Ai. Acaz havia lançado o rei­ no do Sul no mesmo caminho pelo qual o do Norte tinha andado antes. quando na verdade havia desesperança. um dos líde fi­ res tribais em Seir. “criador de problemas”). seu pai” (2 Rs 16. sobre Deus e elas mesmas. Tais determinações da par­ te do Senhor ensinavam muitas verdades às pessoas. Seu governo foi caracterizado por muitos problemas e ele mesmo recebeu esse epitáfio. Era descendente de Judá e Tamar. 1. o Senhor castiga os que são profanos.10-16). Provavelmente era um escra­ vo da família de um certo L. Os profetas previram o dia em que Deus tomaria aquele vale um lugar de es­ perança e descanso (Is 65. mas só Acã seria condenado.). 15). ACÃ (Heb. Ai foi conquistada. mas o primeiro grupo de soldados enviado con­ tra ela voltou derrotado.20).42.10. onde Esaú se estabe­ leceu (Gn 36.1 7 . os quais se recusam a reconhecê-lo e adorá-lo. Certamente todo o povo sofreu com o pecado. mas não se pode afirmar cora toda certeza. Para Acã. No livro de Jeremias.15). O rei Acaz foi sucessor de seu pa Jotâo. 18 . Mummius. posteriormente tomou-se um símbolo do mal. du­ rante o final conturbado do reino de Isra­ el. Logo a seguir.v. Heb. lho de Zerá. onde aparece como Jacã). Filho de Carmi. o Senhor mostrava que os israelitas deveriam manter-se san­ tos em seu serviço. no Norte (742-727 a. embaixo de sua tenda. que escondera parte do es­ pólio no chão. Por meio de um sorteio. “o Senhor tem possuído”).23).

2). Veja ca religiosa de seus pais. s. O texto bí­ blico deixa claro que o confronto entre livro nos dão uma visão do estado do go­ verno de Acaz. perverso rei Acabe. 1 Cr 1. o deus de Ecrom (2 Rs 1. que estava doente.C. 9. Este Zebube. Devido à a Babilónia como seu instrumento para influência de sua mãe. 1. Elias os interceptou no meio cerdote Hilquias e outros.2. Para mais detalhes. enquanto de Jônatas (1 Cr 8.49. no tempo de Jeremias.35s. Acazias tentou fazer uma 1. muito mais do que o Senhor e adorassem outros deuses. Foi seu infortúnio. também era conhecido como Jeoacaz. ram mortos pelo fogo que caiu do céu (2 Mais tarde. A verdade. Embora seu reinado seja cur­ lia de Acabe. tais deráveis (havia um certo tipo de coali­ zão entre a Síria e Israel contra Judá).40. vista como a causadora plicai' a relação entre Acazias e o profeta da imoralidade e da idolatria na linha­ Elias. juntamente com o sa­ caria curado. A C A Z IAS (Heb. Durante o reinado de Josias. quan­ 2.” (2 Rs 8.C. sucedeu Saul na janela de um quarto em Samaria e malista dos reis (Gn 36. O pai de um dos reis de Edom. Descendente do rei Saul. * Seu reinado de dois anos foi marcado A C B O R (Heb. filha do trazer o juízo divino. rei de Israel.39. pela tragédia.36s). tornouir com o terceiro capitão ao encontro de 19 . Ele continuou com a infame políti­ gem de Acabe (1 Re 18: 2 Re 9. s. (1 Rs 22. certamente não ficareis firmes'1 (Is pai Jeorão como rei de Judá. a queda casa de Acabe. o Rs 1. ele caiu pela Seu filho. palavras da lei de Deus que prometiam A marca de seu reinado foi a sua su­ juízo sobre Israel.v. é que. Acabe e Jezabel também Jeoacaz. de Israel.. chucou-se gravemente (2 Rs 1. foi feita por meio do proleta Isaías.9ss). por isso o juízo soldados para prender Elias. para consulta­ do caminho e os enviou de volta a Acazias rem Hulda sobre o texto sagrado. caso se desviassem do prema insensatez. com 844 a. finalm ente foi consumado com a Reis 22 até o início de 2 Reis 2. con­ tudo. não concordou (1 Rs 22. Acazias foi morto pelos homens de Jeú. para ex­ morte de Jezabel. ele “andou nos caminhos da essa confiança já comprometida. deus de Ecrom. chamado Elnatã. os quais fo­ estava próximo (2 Rs 22. que seria suficiente para 2. Baal-Hanã. para saber se fi­ rei enviou Acbor. bisneto ta não surpreendeu a ninguém.38. o profeta resolveu filho de Acbor. contudo.51). e fez o que era mau aos de Judá tornou-se inevitável e Deus usou olhos do Senhor.ACBOR O profeta Isaías estava em atividáde Acazias e repetiu a profecia de que ele nessa époea e os capítulos 7 a 10 de seu morreria sob o juízo de Deus.50).9b). an­ aliança com Jeosafá.. contudo.49).). O conflito permanente na famí­ em Israel.v. 2. por menos de um ano (por volta de 7. Atalia.27-29). reinou.4).27). A pro­ com a mensagem de que Deus havia de­ fetiza chamou a atenção deles para as cretado sua morte (2 Rs 1.12-17). Sobrinho de Acazias. ele já começara seu rei­ Elias e Acazias é considerado uma dis­ nado diante de alguns problemas consi­ puta entre o Deus verdadeiro e as assim chamadas divindades dos filisteus.3). Ele sucedeu seu fortalecer sua confiança: ‘‘Se não o crer­ des. sua condu­ veja também Peca . Finalmente. Rezim e Tíglate-Pileser. visitava seu tio Jorão (também chamado Jeorão). predito por Elias em 1 Reis to. mas o rei de Judá tes dos israelitas conquistarem a região.41s). Uma como Baal-Zebube. “rato"). "o Senhor tem susten­ Seu corpo foi levado para Jerusalém e tado"). promessa. Ele enviou dois grupos de isso o que Israel fizera. o relato está registrado a partir de 1 21. Acazias reinou de 850 a 849 a. enterrado nas sepulturas dos reis (2 Rs 9. “o li­ do mandou mensageiros consultar Baalvro da lei” foi encontrado no Templo.

Descendente de Bani. 2.41).19. 10). O resultado do mi­ nistério sacerdotal foi que todo o povo chorou.42. cujos descendentes retornaram do exílio babilónico com Zorobabel e Neemias (Ed 2. Seus descendentes exerceram a mesma função (Ed 2. a qual também incluía a guarda dos depósitos do Templo próxim os aos portões. 8 . O trabalho deles era idên­ tico ao dos sacerdotes e ministros atra­ vés dos séculos: tornar claro 0 significa­ do da revelação de Deus na Palavra. m .21). 1.p .12). um d o s s a c e r d o te s T e la c io n a d o s em 1 Crónicas 9.17. heteu.7. O casamento de Esaú com mulheres cananitas introduziu a cultura e os deuses pagãos na família israelita.45). tomada entre as mulheres de Canaã. Otniel to­ mou a cidade e desposou Acsa.8). “beleza”). Filho de Elioenai e faz parte da li­ nhagem real de Judá após o exílio: portan­ to.d . Pai de Maaséias. Ele atendeu seu pedido (Js 15. comandante de uma unidade de 100 homens (2 Cr 23. Filha de Calebe. Filho de Etá e pai de Zerá.24) — um lembrete do pecado que já dominava completamente o mundo.34. encontra-se em Esdras 10. ACUBE. um dos descendentes de Adaías.39 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. depois que Esdras a leu publicamente. A C S A . em Génesis 26. O avô do rei Josias. Provavelmente esse é o mesmo Acube que também é relacionado entre os levitas que ajudaram a instruir 0 povo na Lei de Deus. encontra-se em Esdras 10.10 etc.25). Descendente de Bani. p .1).19- 20 . Ne 8. 5. Ela deu à luz a Elifaz (Gn 36.8).16.23.g .g . Um dos dez filhos de Hamã.ACSA se uni dos oficiais da corle. Tais uniões mistas levariam os israelitas a se afastarem do Senhor. Era filha de Elom. 6. um descendente do rei Davi (1 Cr 3. o casamento de Esaú foi “uma amargura de espírito" (Gn 26. Foi enviado ao Egito.29 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras.). Ela ouviu seu esposo vangloriar-se de ter assassinado os que o prejudicaram (Gn 4. que res­ mortos pelos judeus na fortaleza de Susã pectivamente foram os progenitores dos (Et 9. Para mais detalhes. para capturar o profeta Urias e trazê-lo de volta (Jr 26. d . Ada. algum tempo depois ela rogou que lhe desse uma propriedade que tivesse mananciais de água. o qual prometeu que quem capturasse Quiriate-Sefer casarse-ia com ela [Js 15. Calebe dera a ela terras 110 Neguebe. uma das m ulheres de A DALI A. 1.4.12. líder da pro­ víncia que se estabeleceu em Jerusalém (Ne 11. 4. 3.1). veja EUsafate. Para Isaque e Rebeca.45). Um dos cabeças do clá levita dos porteiros do Templo: viveu em Jerusalém depois do caLiveiro babilónico (1 Cr 9. Filho de Jeroão. A D A (Heb.5). 12. Jz 1. “agradável ao Senhor”). Uma das esposas de Esaú. mas Baseinate também é re­ ferida como filha de Elom. A D A ÍA S (Heb. lembrando-lhes a “ale­ gria do Senhor” (v. 5. por isso. o heteu. pois reconheceu a desobediên­ cia e a necessidade do perdão.12).7: 11.24). Provavelmente era a mesma pessoa mencionada no v.19). Ne 7. 1. para que as pessoas possam responder em fé e obediência (Ne 8. que se estabeleceu em Jerusalém. 2. mãe de Jabal e Jubal.d .g . Nome de um sacerdote registrado em Neemias 11. Neemias animou a todos.35).22: 36. pastores nómades e dos músicos (Gn 4. Filho de Simei e um dos líderes da tribo de Benjamim (1 Cr 8. Asafe. Não sabemos com certeza se Esaú casou com duas irmãs. da mes­ ma família. 21). o músico (1 Cr 6. p . pai de sua mãe Jedida (2 Re 22. Ancestral de Maaséias. 3. p . foi par­ ceiro de Hemã. 9. 2.12. Esse Acube era um “servidor do Templo”. 7. Lameque.

A maneira como a Bíblia descreve Adão nesses primeiros capílulos ajuda o leitor a entender a comunhão eutre Deus e sua obra-prima. no que concorda a maioria dos comentaristas. Ambos foram feitos sem pecado e viviam na inocência.27.23). Esse termo é usado na Bíblia para referir-se à primeira pessoa criada (Gn 5. acrescentando uma nota de rodapé na qual se explica que o vocábulo pode também sugerir “homem". A única conversa entre o Senhor e Adão registrada na Bíblia é aquela em que ele tenta jogar a culpa sobre a mulher por tudo o que acontecera. regularmente. Feito “à iinagem de Deus”.29. mostradas nos dois primeiros capítulos. a quem sabiam que desobedeceram.30) no Jardim do Éden (Gn 2. A comunhão com Deus e a sujeição ao Cria­ dor. O desejo de se vestirem foi um reflexo de tentar se esconder da presença de Deus. são repentinamente destruídas. mas não se pode ter certeza disso. para ajudá-lo a cumprir as tarefas para as quais fora criado. e buscaram meios de se cobrir (Gn 3. os dois primeiros capítulos servem também para reforçar a completa dependência que o homem tinha de seu Cri­ ador.26).”. Adão trabalharia e cuidaria desse paraíso e Deus fez-lhe a mulher. Em certos textos. No entanto.20). quando Ele passeia pelo Jardim (Gn 3.ADÁO ADÃO Adão no Antigo Testamento Alguns estudiosos sugerem que o vocábulo a d ã o vem do hebraico. quando deu nome a todos os animais (Gn 2. antes estavam felizes em caminhar com o Senhor e obedecer aos seus mandamentos: agora se escondem de Deus.1. Génesis 3 descreve o pecado de Adão. e significa “solo”.28-30).26. 21 . nos capílulos iniciais de Génesis. para obedecer aos mandamentos de Deus. Assim. tomou-se o primeiro ser humano a habitar a recém-criada Terra. ama-se a si mesmo”.1) e. O Senhor conver­ sava com Adão (Gn 1. Eva foi tentada pela “serpente” (Satanás) e comeu o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. ofereceu-o a Adão.. principal­ mente o de não comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2. O domínio sobre o resto da criação que llie fora confiado no princípio seria lambém exercido por seus descendentes. pois necessitava de alguém para servir-lhe de companhia (Gn 1.. Em Génesis 2. ficaram envergonhados. existe algum debate sobre se este vocábulo seria traduzido como o nome próprio “ Adão” ou sim­ plesmente como “humanidade".19. para significar "humanida­ de" ou “homem”. Os primeiros capítulos de Génesis descrevem a criação.7). Ele tinha em si o sopro do Senhor (Gn 2. quando disse: “quem ama a sua mulher. enquanto a Terra existisse. Nosso primeiro pai não era como os animais.26). Nus. Adão precisava de que Deus criasse a mulher para ele.8-17).25). mas aqui fica claro que esse poderio era secundário. A Versão Contemporânea registra ali: “façamos o homem”. e carne da minha carne” (Gn 2. de repente seus olhos foram “aber­ tos”. Além disso.8). recebeu domínio sobre toda a criatura terrena (Gn 1. A primeira ocorrência deste termo encontra-se em Génesis 1. Ele começou a exercer seu domínio sobre a criação (Gn 1.23 podem muito bem ter suscitado a idéia que o apóstolo Paulo usou em Eiesios 5. Ele descreveu sua esposa como “osso dos meus ossos. A pureza da criação foi imediatamente corrom­ pida.29.20 algumas traduções trazem “mas para Adão náo se achava adjutora.28. sem nenhum constrangimento (Gn 2. Além dessa comunhão íntima. ele mostrou claramente que apreciara sua companheira e suas palavras em Génesis 2. Não se observa Adão ler suas próprias reações ao que Deus fazia por ele.7) e foi colocado no Jardim do Éden (Gn 2.17). Adão. 1 Cr 1. feito por Deus.15). O homem distingue-se claramente de todo o resto.

cf. conforme a narrativa bíblica prossegue. que retorna até Abraão. Naquela negação.ADÃO A punição de Deus para o pecado de Adão é declarada em termos bem claros. para a glória de Deus.31. A diferença entre essa relação e a de Mateus (Ml 1. para apoiar seu argumento sobre o lugar da esposa na família e na igreja. Ele náo regrediu a um estado no qual não seria melhor que os animais. 1 Co íj.4. Adão preparou o palco para a humanidade e apresentou a cena em que as verda­ deiras origens da humanidade. Ele possuía a imagem de Deus.3-5). agora seria doloroso (Gn 3.8).1). o apóstolo acrescenta mais um significa­ do ao relacionamento entre homem e mulher. nosso primeiro pai teria dificuldades em cultivar o solo e exercer o domínio sobre os animais. Adão continuou o mesmo. Caim.17-19). Em Roma- 22 . Em Lucas 3. Adão também experimentou o castigo da separação de Deus. na época do Novo Testamento. As mulheres exercem fun­ ções diferentes das dos homens. Agora. Por intermédio de Adão. Adão encabeça a genealogia que leva até Jesus. matar Abel. No entanto. é notável e provavelmen­ te indica o cuidado deste escritor em mostrar a relação de Cristo com toda a humani­ dade e não somente com o povo judeu.9). em toda a criação de Deus é claramente revelada. o pecado entrou no mundo e trouxe o castigo e a maldição do Criador sobre toda a criação. a durabilidade. em pensamentos. e a intimidade desse relacionamento com Jesus foram mostra­ dos por Paulo. palavras e obras. como parte do seu domínio sobre a criação. A partir daquele instan­ te. É importante notar que. Adão novamente assumiu a posição proeminente nas discussões sobre como Deus trata com a humanidade. naquele pecado.23. iCo 11. Ele contemplou.38. porque Adão "foi formado primeiro" e Eva foi enga­ nada primeiro (1 Tm 2. que con­ tinuaria até a morte — quando então retornaria ao pó.13. Por meio daquela transgressão.8. Ali. após o castigo e a exclusão do Jardim do Éden. é também o espetáculo no qual o que recebeu tanto domínio do Criador tentou negar sua dependência do Senhor. Há outra referência direta a Adão em Judas 14. O Antigo Testamento não faz muitas outras referências nominais a Adão. Adão fixou seu olhar num tipo de vida que ignoraria ou mesmo negaria ao Todopoderoso. quando ele fez a comparação com o casamento. contudo. ao indicar que na própria convivência conjugal havia uma alusão à comunhão entre Cristo e sua Igreja (cf. Jesus mencionou Génesis 1.19). como única. era um ser pecaminoso e. O amor. o homem colocou a si mesmo no lugar de Deus. seu primogénito. porque foi o pai da nação israelita. de onde fora formado (Gn 3. A cria­ ção é mencionada frequentemente e a condição da humanidade como seres criados foi lembrada pelos que eram fiéis e adoravam a Deus Iveja SI 8. Deus criou Adão e Eva para permanecerem juntos e este deveria ser o padrão para o matrimónio e a vida familiar. fica claro que cada aspecto da vida do homem foi permeada pelo pecado e pelo desejo de negar a Deus. contudo.17). Foi também nos escritos de Paulo que uma clara descrição foi formulada sobre o lugar teológico que Adão ocupa nos assuntos relacionados cora o homem. contudo. seu segundo filho (Gn 4. possuía o sopro do Criador dentro dele.27 e 2. Paulo também apelou para o relacionamento de Adão com Eva. ao ser expulso do Jardim do Éden (Gn 3.24) e ao ver a manifestação física do que agora era sua realidade espiritual — a morte. mas mediante um esforço cansativo e doloroso. O trabalho que Adão recebeu para lazer. Abraão recebeu mais atenção na história judaica. As duas áreas em que ele era tão claramente distinto dos animais foram afetadas pelo castigo. constrangido. 16. quando falou do casamento como uma insti­ tuição indissolúvel. Paulo usa os mesmos textos de forma similar em Efésios 5. Esta seria sua tarefa.

também a ressurreição dos mortos veio por um homem". Primeiro. 22 diz: “Pois assim como Lodos morrem em Adão. Paulo provavelmente viu nisso uma “figura". morte. Paulo mostrou que a humanidade tem diante de si duas alternativas: ser represen­ tada por Adão ou Cristo. é espiri­ tual. “sendo da terra’'. o juízo e a morte para Iodas as pessoas (v. Cristo teve sucesso onde Adão fracassou e Ele só poderia fazer isso como um verdadeiro homem. O v. por meio da fé em Cristo. e o segundo “é do céu”. O primeiro era o Adão de Génesis. demonstrar o quanto Adão e Cristo são diferentes. (que) foi feito alma vivente". na discussão de Paulo sobre a morte e a ressurreição. os que estão “em Adão". enquanto Cristo traz a salvação desse juízo.2) ou alcançar o castigo. espírito vivificante”. E nesse sentido que Jesus é realmente “ Adão" — o último Adão (1 Co 15. ele fala repetidamente em “um homem". Cristo obedeceu a Deus quando Adão náo o fez. Paulo fala sobre isso de forma mais vívida em 1 Coríntios 15. Os crentes aprendem sobre a graça de Deus em Cristo. para tornar-se “as primícias" dos que ressuscitariam. o apóstolo apresenta sua visão da comunhão entre Adão e Cristo. 47). para trazer vida aos que crêem. seres humanos naturais que morrem devido ao juízo de Deus sobre o pecado de nosso primeiro pai e sobre suas transgressões diárias. O vocábulo "todos" de 1 Coríntios 15. Cristo estava preparado para receber a maldição do juízo de Deus e morrer. 21) — Adão. Ele se refere a dois grupos diferentes de “todos": o prim eiro. como seu líder. “um homem’' (v. 14). queria que Iodos entendessem plenamente o significado de sua expressão “muito mais". quando observam que ela se torna "muito mais" superabundante para as pessoas depois que muitas transgressãos são cometi­ das. onde faz um contraste entre o “primeiro homem. Ele trouxe o pecado ao mundo. receber a graça da salvação de Deus median­ te a fé em Jesus (Rm 5. Des­ sa maneira. Esse contraste entre Adão e Cristo foi desenvolvido em linhas similares em 1 Coríntios 15. portanto.21: “Pois assim como a morte veio por um homem. os quais têm fé nele e são representados por Ele.ADÀO nos 5. e o “último Adão. Adão foi superado por Jesus. pela fé. sofreu e morreu como acon­ teceu com Adão e sucede com toda a humanidade. o segundo. começa o contraste com: “mas náo é assim o dom gratuito como a ofensa".49) e isso redundará em vida eterna e ressurreição. da morte para vida. O “homem do céu" viveu. Adão. O contraste que o apóstolo fez foi éntre a pessoa natural e a que. conforme Paulo fala em 1 Coríntios 15. nosso primeiro pai é visto como o que foi desobediente e Lrouxe o pecado.12). “é a figura daquele que havia de vir" (v. Ele. 18). no v. 15-17).22 tem sido exaustivamente discutido pelos comentaristas. ao referir-se tanto a Adão como a Cristo (a palavra “um/uma" é repelida dez vezes nos w . Segundo. receberão sua natureza — "a imagem do celestial" (1 Co 15. Cristo trouxe justiça — Adão. assim também todos serão vivificados em Cris­ to". 15-19). 23 .12): “porque todos pecaram". O apóstolo queria que as pessoas vissem sua ênfase em duas coisas nesta passagem. Cristo trouxe vida eterna (v.45-47.14). contudo. Lodos os que estão "em Cristo". quando comparada com o castigo que seguiu apenas um pecado (w. mas o interesse do apóstolo era.45). da ira de Deus.15. ou o segun­ do homem (v. O argumeuto de Paulo baseava-se em seu entendimento de que Adão era realmen­ te um personagem histórico. Adão (Rm 5. A passagem. na verdade. Dessa maneira. Lrouxe o pecado a toda a humanidade. como fillios de Adão. o qual é reafirmado diariamente na vida de cada indivíduo (Rni 5. Então. começou primeiro com o próprio Jesus que se tornou “homem". juízo.

men­ cionado em 1 Crónicas 4.42).19-25). ADI NA (Heb.19. Sua amargura. “o Senhor é meu Se­ nhor”). “voluptuoso”). 1 Rs 1 e 2). o quarto filho de Davi. “justiça de Deus”). O pai de Azmavete. quando ele pediu para casar-se cora Abisague. Um dos nove levitas que ensina­ ram a Lei ao povo. consultor do rei Xerxes (Et 1. 1. A D M A TA . Era filho de Ja­ zera e pai de Masai. na época em que houve um grande desejo pelo livro da Lei (2 Cr 17. um ato que foi aceito por Deus quando Ele levantou o segundo Adão dentre os mortos e dessa maneira reverteu em Cristo a maldição do juízo colo­ cado sobre Adão. A D A R . Jesus identificou-se com Adão e toda a humanidade. que se esgotou.25). oficial no reinado de Davi. juntamente com 50 ou­ tros homens subiram da Babilónia duran­ te o reinado de Artaxerxes. Ele ofereceu a si mesmo como sacrifício pelo pecado.8). era dirigida pelo Espírito de Deus: “Dia a dia vinham a Davi para o ajudar.16. 24 . ADI EL (Heb. Salomão demonstrou-lhe tolerância.13.15 diz que 454 dos seus descendentes retornaram do exílio na Babilónia. também ameaçou trazer problemas ao reinado do pai (2 Sm 3.g .14). era um dos oficiais mais graduados no exército do rei Jeosafá (2 Cr 17. O terceiro filho de Ismael e um líder tribal (Gn 25. veja Abisague e Natã.4. “adornado”). é re­ lacionado em Esdras 10. se estabe­ leceram em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. Guerreiro da tribo de Manassés que desertou do exército de Saul e uniu-se a Davi em Ziclague (1 Cr 12. 2. Um dos sacerdotes que. a camareira de Davi: isso resullou em sua execução (1 Rs 2. Pai de Safate. 2. até que se fez um grande exército. Adim é des­ crito como um dos líderes que colocaram o selo sobre o juramento do povo. rubenita. Homem sábio e especialista em leis.29). seu irmão mais velho. Relacionado na genealogia de Jesus em Lucas 3. “ornamento de Deus"). Para mais detalhes veja Memucã. como o exército de Deus” (1 Cr 12. A D L A I (Heb. Pertencente à tribo de Judá.12).15. durante o terceiro ano do reinado de Jeosafá. respon­ sável pelos “gados dos vales” (1 Cr 27. Um filho de Bela (1 Cr 8. A D O N IA S (Heb. Para mais detalhes. Esdras 8.22). 3. “deleite”).20). 3. p . regis­ trado em Neemias 10. mencionado em Neemias 12. Filho de Siza. ao abandonar Saul para unir-se a Davi. 2. que está debaixo do juízo de Deus por causa do pecado. Seguidor das pegadas de Absalão. Essa passagem deixa claro que a deserção gra­ dual dos soldados de várias tribos. que falhou mediante a hábil intervenção de Nalã. A D B E E L . Descendente de Paate-Moabe.28. Adina era um líder entre seu povo e um dos “heróis” de Davi (1 Cr 11. 1.o . e não ele.6 menciona que Ebede. Ao fazer isso. devido à suspei­ ta de que Salomão. Adonias. levou-o a planejar um golpe político. 1. 4. um dos descen­ dentes de Adim.30 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. A D I. A D N A (Heb. A D IM (Heb.36. Líder de uma família de sacerdo­ tes de Harim.14). Esdras 2.29). o nú­ mero dado em Neemias 7. responsável pelos tesouros reais no reinado de Davi (1 Cr 27. Ele viveu nos dias de Joiaquim. 1 Cr 1. seria o su­ cessor de Davi.ADAR Era sua morte.1-3). Um líder da tribo de Simeão.20 é 655.

Ezequias. tratado de paz com Josué. Assim.G.16-19). Isaías profetizou que o rei assírio ao Líbano para trazer tábuas de cedro e 25 .ADRAMELEQUE 3.31). P. ele for­ mou uma colig ação com cin co reis A D O N IC Ã O (Heb.B E Z E Q U E (Heb. durante as reformas teceria.16).000 sível queda de Jerusalém pelas mãos de homens recrutados sob suas ordens. “o Senhor é exalta­ Esse povo estava entre os transportados do”).D. uma cidade forte tigo de Deus e que merecia tal suplício e bem guarnecida. tinham firmado um (Jz 1.24 é chamado de Adorão).6-15). para substituir os israeUtas que foram exi­ los trabalhos forçados. que incluíam sacrifícios de no de Salomão (1 Rs 4. Seu Iraba2. esse rei morreu ali.G. quando Israel desobedeceu a de Esdras (Ne 10. Um dos homens que testemunha­pinho. mais tarde. com Esdras.18 o número dos descendentes que regressaram é dado A D R A M E L E Q U E .4-7). embora fosse exatade obedecer à Palavra de Deus.d. p.D. para Exílio e Esdras 8. Ele reconheceu que era cas­ hebreus aumentou quando ouviu que os habitantes de Gibeom. era responsável pe­ para Samaria por ordem do rei da Assíria. depois da morte de Josué. mens das tribos de Judá e de Simeáo es­ para fazer cumprir as ordens do rei. cananeu da região de Bezeque.000 homens e A D O N I -Z E D E Q U E (Heb. A de sua obra miraculosa em favor de Isra­ Bíblia mostra que um castigo tão cruel el para a derrota dos amoritas. Mencionado apenas no pri­ tou o mesmo sistema. Um dos deuses como 667.v. E lembrado porque sua con­ lhe os polegares das mãos e dos pés e o vocação para a balalha serviu como de­ monstração do grande poder de Deus e levaram para Jerusalém.13 registra que 666 amoritas para alacar os gibeonitas (Js 10. como as nações vizinhas (1 Sm 8. “senhor de Quando Roboão subiu ao trono e adoBezeque”). a qual conquis­ taram. em 2 Sm crianças. dos seus descendentes retornaram do que marchou rapidamente de Gilgal. na época deveria ser visto como retribuição feita em que os israeUtas entraram em Canaã. Filho de Abda. Esdras 2.18). os Senaqueribe e orou ao Senhor por livra­ quais ele enviava em grupos de 10. AdoniZedeque era rei de Jerusalém.000 mento. A D O N IR Ã O (Heb. 5. Os ho­ Adonirão foi enviado como embaixador. Seu medo dos feito a mesma crueldade com muitas ou­ tras pessoas. "meu Senhor capturaram Adoni-Bezeque. "meu Senhor tem se levantado”). 24). as tribos do Norte meiro capítulo de Juizes.6. queimadas no fogo.14. s.1-5). 2 Cr ram a lula contra os cananeus e ferezeus. mas tavam entre os primeiros que continua­ foi apedrejado e morreu (1 Rs 12. Artaxerxes. desde o final do lados (v. Cortaramé justiça”).G.13 diz que um número enfrentar os amoritas. 10. era um rei separaram -se de Judá e Benjam im . Trouxeram consigo práticas reinado de Davi e no decorrer do gover­ tenebrosas. adorados pelos sefarvitas (2 Rs 17.18. sob a in­ mente isso que Samuel alertara que acon­ fluência de Neemias. Um dos filh o s do rei assírio ilio era forçar os israelitas a ajudar na Senaqueribe e irmão de Sarezer. 20. 1 . Naquele pri­ meiro ataque. os quais pediram ajuda a Josué. Tal sistema de trabalho forçado era ram e selaram a promessa que o povo fez odiado pelo povo. construção das instalações reais. durante o reinado de P. A D O N I . Quan­ rei de Judá. Em Neemias 7. foi comunicado sobre a pos­ do trabalhava para Salomão. pelo Senhor sobre um homem que tinha liderados por Josué. Deus e insistiu em ter um rei. tinha 30. mataram 10. O Senhor deu uma de seus descendentes vollou da Babilónia grande vitória a Israel (Js 10.

enquanto adorava seu deus Nisroque (2 Rs 19. cinco de seus filhos foram mortos (2 Sm 21. Saul e seus soldados. foi levada a Jerusalém por Paulo e Bamabé.8) fora prometida a Davi (1 Sm 18. Para cumprir sua promessa. a caminho de Jerusalém (At 21. Agabo veio da Judéia e profetizou que o apósto­ lo seria preso.30). com a pri­ são do apóstolo em Jerusalém e sua pos­ terior deportação para Roma.22-26). AER (Heb. Paulo pe­ diu a ela também que recebesse o escra­ vo Onésimo de volta. Senaqueribe foi morto pelos próprios filhos.38. Na primeira. 26 .38).ADRIEL não capturaria a Cidade Santa e voltaria para sua terra pelo mesmo r a m i n h o . A D R IE L .19).29. Agague. Um descendente de Benjamim e pai de Becorate. P. a obediência é mais importante do que o sacrifício. Era um profeta do Novo Testa­ mento. A profecia levou os discípulos de Antioquia a tirarem imediatamente uma coleta. A F IA . Em 1 Crónicas 7. A desobediência era uma re­ jeição direta das Escrituras Sagradas (1 Sm 15. p. foi derrotado por Saul (1 Sm 15.2). na qual anunciou-se o fim do reinado de Saul. por sua desobediên­ cia. Desde que o apóstolo a saúda ime­ diatamente depois do próprio Filemom. Evi­ dentemente.1). como vin­ gança pela morte de vários gibeonitas (2 Sm 21. falou que uma grande fome espalhar-se-ia por todo o Im­ pério Romano (At 11. Ele aumentou seu pecado. quando Saul rompeu o tratado que Josué fizera com eles (Js 9. provavelmente era a esposa deste. Uma mulher saudada pelo após­ tolo Paulo em Filemom 2 e descrita como "irmã”. embora profunda. p .8-33). Talvez seja o mesmo Airã. lembrado por duas profecias. Merabe (erroneamen­ te chamada de Mical em algumas tradu­ ções de 2 Sm 21. Is 37. 2. monarca dos amalequitas.D. A G A G U E . casado com Merabe. contudo.12 ele é listado como um líder da tribo de Benjamim. é claro.7 diz respeito a uma pessoa com esse nome.g . para o Senhor. Deus matou muitos assírios. Era tataravô do rei Saul (1 Sm 9. Esse vocábulo provavelmen­ te se refere a algum tipo de título. se fosse à Cidade Santa. de Números 26. Essa oferta.35). a fim de ser julgado por César (At 21. Posteriormente.g . Samuel mostrou que.28).G. “outro"). filha de Saul. A profecia.15). numa ação que mostrava a justi­ ça de Deus sobre um assassino de ino­ centes (1 Sm 15.8).10). ÁGABO.37. mostrou ser verdadeira. Adrameleque e Sarezer. Numa tris­ te declaração. era a anfitriã da igreja que se reunia na casa de Filemom.33). A tradição diz que foi apedrejada até a morte durante a perseguição levan­ tada por Nero contra os cristãos. Pau­ lo insistiu que estava disposto a ir para onde o Senhor o enviasse. os quais diziam que ele não deveria ir. O profeta então matou Agague. A F IA . A profecia de Balaão em Números 24. pouparam Agague e alguns dos melho­ res espólios de guerra. A segunda profecia foi dirigida a Pau­ lo. o Senhor pronunciou um juízo sobre o rei de Israel.27ss). “pelo Espírito". onde seria assassinado (2 Rs 19). Entre seus descendentes es­ tavam os husitas. 1. Apesar dos apelos dos outros irmãos. Filho de Barzilai. que no final foi arrecadada em muitas igrejas. Por meio de Samuel. Fontes extrabíbiicas demonstram que numerosas crises de fome ocorreram em vários luga­ res durante o primeiro século do Cristia­ nismo. d .d . como um irmão em Cristo. para ajudar os cristãos que viviam na Judéia (At 11. e livrou assim Ezequias e seu povo (2 Rs 19. ao mentir e dizer que só poupara Agague e os espó­ lios para sacrificá-los a Deus. Deus ordenara ao rei de Israel que des­ truísse completamente aquele povo na batalha. quando se encontrava em Cesaréia.

Ageu. O pai de Samá. endereçados a Itiel e a Ucal (Pv 30. 21. um homem valente e chefe de príncipes na tribo de Aser (1 Cr 7. 1. Esdras proporciona algumas informa­ ções adicionais.19). A profecia de Ageu. mas isso é improvável. servo de Deus (w. Sempre acompanhava o rei Saul para Uie dar ori­ entação e era um dos responsáveis pela Arca da Aliança. cham ava-se Herodes Agripa 11. A primeira parte de suas pro­ fecias é de condenação sobre os que retornaram da Babilónia e buscavam seus próprios interesses. de Judá (1 Cr 5. No entanto. 2. um dos trinta “heróis” de Davi.40). “meu irmão“). todo o ministério de Ageu. as quais se encontram entre o 1* dia do 6* mês (Elul) do segundo ano do reinado de Dario sobre a Pérsia (29 de agosto de 520 a. encorajar a reconstrução do Tem­ plo em Jerusalém. Um gadita que vivia em Gileade e Basã. 20-23). em 2 Samuel 23. A IÃO. o hararita. viu uma figura messiânica que governaria sobre os reinos. “meu irmão é o Senhor”). estabelece especificamente a data de suas várias mensagens.13 a 2 6 .7. filho de Agripa I. Al (Heb. "um irmão”). Mencionado como um dos filhos de Semer.24.5). como também permaneceram envol­ vidos no projeto até sua finalização. com efeito. como o Rei.AÍAS A G É .14.10).15). AIÃ (Heb. que seria mais glorioso do que a dedicação do presente Templo. A G R IP A . “festa. A ÍA S (Heb. Ele incentivou seus ou­ vintes a náo alentar para sua sabedoria humana. chamado de “mensageiro do Se­ nhor” (v. encorajou os trabalha­ dores a antecipar um dia no futuro. 2. "ave de rapina”). foi o escritor de vários provérbios.15). O atual jamais seria comparado com aquele. 27 .1).28). Filho de Abdiel. Mencionado como rei Agripa em atos 25.) e o 24B dia do 9® mês (Kisleu) do mesmo ano (18 de Dezembro de 520).4). festival”). Pai de Rispa. ficou alento ao testemu­ nho do apóstolo e até mesmo arriscou dizer: "Pensas que em tão pouco tempo podes persuadir-me a fazer-me cristão?” (At 26. O filho de Sarar (ou “Sacar”: 1 Cr 11. edomila descendente de Seir (Gn 36. Veja Herodes. uma das concubinas de Saul (2 Sm 3.13). antes de começar a se preocupar com o Templo (Ag 1. exceto sua colocação cronológica e a na­ tureza de seu ministério e sua mensagem.C. contudo.1). registrado no livro que leva o seu nome.34). Ageu visualizou aquele que atrairia a riqueza e a adora­ ção das nações (Ag 2. as quais demonstram que.3 2 . Líder da tribo de Manassés e filho de Semida (1 Cr 7. Alguns sugerem que seu nome era outra designação para o próprio Salomão. depois do exílio babi­ lónico. aconteceu em me­ nos de quatro meses.3.33). na pessoa de Zorobabel. homem poderoso na batalha (2 Sm 23. era sacerdote em Silo.35).m . e . quando jônatas conquis­ tou uma importante e notável vitória so­ bre os filisteus (1 Sm 14. Filho de Jaqué. A G U R . 1. os anciãos pre­ sentes na dedicação lembraram-se da gló­ ria do Templo anterior.6-9) e. qua­ tro anos mais tarde (Ed 6. Ageu e Zacarias não so­ mente estabeleceram o impulso necessá­ rio para a reconstrução do Templo (Ed 5.11. AG EU (Heb. 1. AIÁ (Heb. Um dos filhos de Zibeom. Ele ouviu a defesa de Paulo durante sua pri­ são em Cesaréia. Ageu não faz menção a essa fase posterior da re­ construção. mas estivessem voltados para a “Palavra do Senhor (que) é perfeita” (Pv 30. Assim.18). 1 Cr 1. Pratica­ mente nada se sabe sobre este profeta. ou seja. Bisneto do sacerdote Eh e filho de Aitube. é listado nas genealogias do tempo do rei Jolão.

1. o povo queria matar Jeremias. d. à frente dos danitas. Aiser esta­ va novamente no comando de seu povo. que também colocou seu selo sobre o pacto que o povo fez de obedecer à lei do Senhor. Quando os israelitas finalmente partiram do Sinai. Paidejosafá. 8.9). a despeilo das palavras duras de juízo contra Judá que proclamavam. como se lança fora o ester­ co. juntamente com o sa­ cerdote Hilquias e outros.1217).24. Al C Ã O (Heb. Filho de Eúde. "meu irmão tem se levan­ tado”).36). p. Aias reiterou sua profecia de con­ denação contra a casa de Jeroboão. o que.16. mas também fiéis ao Senhor.15). que viveu duran­ te o reinado de Davi. Pai de Baasa. Líder da tribo de Dã no tempo de Moisés. 2 Cr 9. o “Livro da Lei” foi encontrado no Templo. Aicão e seu filho eram leais aos reis de Israel.AICÀO 2. ele levou as ofertas de sua tribo no décimo dia da celebração. Habilidoso arqueiro ambidestro da tribo de Benjamim. 2 Rs 9. foi seu representante na época do censo (Nm 1. A IE S E R (Heb. As doze partes desta rou­ pa simbolizavam a ruptura do reino.25). 1 Rs 4. Filho de Amisadai. 7. 3. Hulda destacou as palavras da lei de Deus que prometiam castigo sobre Israel. provocando o Senhor à ira” (1 Re 14.15. listado como pelonita (1 Cr 11. que primeiro lutou por Saul e que depois transferiu-se para o exército de Davi em Ziclague (1 Cr 12.g . Bua mais detalhes. p . 12. Sobre Jeroboão. significa que era um escriba (1 Rs 4. mencionado como secretário na corte de Salomão.3). (Jr 40. Filho de Sisa. Esse Josafá clara­ mente foi um dos líderes mais confiáveis de seu tempo (2 Sm 8. C. Essa passagem dá a entender que Aias e seu irmão foram exi­ lados para Manaate. 4. g . 6 . o qual cuidou dele.27. A IL U D E . que estavam na re­ taguarda de todos (Nm 10.12.v. 2.22. portanto. Dez tribos revoltaram-se contra Roboão e fi­ zeram Jeroboão rei no Norte (1 Rs 11. 21. Ao ouvirem as más no­ tícias.3.15).25. 1 . rasgando simbolicamente seu próprio manto. ao confirmar que o menino morreria e Deus desarraigaria Israel da terra. O neto de Davi ficou como rei no Sul.15). até que de todo se acabe” (1 Rs 14. Tempos depois. veja Jeroboão.29.Um dos líderes em Neemias 10. 20. apoiavam os profetas. "porque fi­ zeram os seus bosques. Zadoque foi o sumo sacer­ dote durante quase todo o tempo do rei­ 28 . d . Nos dias do rei Josias. "Lançarei fora os descendentes da casa de Jeroboão.10). 10. “irmão de ajuda”). Judá fizera essas coisas e por isso o juízo estava próximo (2 Rs 22. depois da queda de Jerusalém em 587 a. rei de Israel (1 Rs 15. A IM A Á S . para consultar uma profetisa a respeito do livro.12). portanto.7-13.33.26. da tribo de Judá. sobre as tribos de Judá e Benjamim. Jeroboão enviou sua esposa disfarçada a esse profeta. Um dos “heróis” de Davi.24). Jeremias também recebeu ins­ trução de Deus para profetizar que viria juízo sobre Judá.7). Filho de Jerameel. O monar­ ca enviou Aicão. s. 1 Cr 18. da tribo de Benjamim (1 Cr 8. Seu filho Gedalias foi nomeado governa­ dor de Judá por Nabucodonosor. A razão teológica para a divisão do reino foi o sincretismo e a apostasia de Salomão (1 Rs 11. Jeremias então ficou com Gedalias. mas Aicão salvou o profeta da morte (Jr 26. durante o remado de Jeoiaquim. caso se desviassem do Senhor e adorassem ou­ tros deuses. linguisticamente. Na dedicação do Tabernáculo.2931). mencionado apenas em 1 Crónicas 2. Profeta de Silo que se opôs à idola­ tria de Salomão e falou sobre a divisão do reino.3).7). para descobrir se o filho deles ficaria bom de uma doença que con­ traíra. 5.

6). “irmão de um rei”). Um dos porteiros da tribo de Levi. para suprir a casa real por um mês durante o ano (1 Rs 4. No final. 30. Veja Zadoque e Abiatar. crianças.8). ele entregou apenas as mensagens sobre a vitória na batalha e dei­ xou que outro mensageiro levasse a notí­ cia da morte do filho do rei (2 Sm 16. Ainadabe era o governador da região de Maanaim (1 Rs 4. Js 15. Ambas sobreviveram ao cati­ 1. era um dos sacer­veiro e Ainoã deu à luz o primeiro filho dotes de Nobe e amigo de Davi.16 e 2 Samuel 8. após o cativeiro na Babilónia (1 Cr 9. Aimaás. foi toma­ A IM E L E Q U E (Heb.2. filha de Salomão. 14. da cativa. 1. Amnom (1 Sm 25. juntou-se a ele para servir ao rei. Enquanto alguns estudiosos interpretam que essas referências significam exatamenle isso. 3. Juntamente com Jônatas. e a recompensa por tal ato foi notável (Nm 13. A IM Ã (Heb. 2.10). foi nomeado um des­ ses governadores. Um dos três notórios descenden­ tes de Enaque. que matasse todos os sacerdotes. Pai de Ainoà. do fugiam de Saul: o rei ficou tão furioso que ordenou a Doegue. Jz 1.14. Aimaás pediu au­ torização para levar pessoalmente a notí­ cia a Davi. Filho de Aitube. depois do retorno a Jerusalém. 21 e 22. 2.43.G. depois de espi­ arem a terra. mais coerente com os even­ tos de 1 Samuel caps. Davi sentiu-se culpado pela tragédia e o tomou como seu sacerdole e confidente pessoal.17. É particularmen­ te interessante notar como o Senhor aben­ çoou Calebe nessa conquista. 1.7-15). com quem Davi se casou. bebês e até mesmo os animais (1 Sm 21 a 22). Filha de Aimaás. responsáveis pela guarda dos portões do Templo.c.20). filho de Abiatar. juntamente com Abigail. Descendente de Elcana.7). dou o filho de Jessé e seus homens quan­ 2 Sm 2. lho de Jessé em sua jornada na Filístia.30. Era um dos doze governadores distritais do rei Salomão. Como resultado. Uma mulher de Jezreel. Em 1 Crónicas 18. Ele aju­ de Davi. Naquele dia foram mortos 85 deles. Calebe liderou o ataque contra essa cidade e derrotou os três gigantes na ba­ talha. 1 Cr 3. e a versão correta seria “ Abiatar. Al M O T E . s.2. da tri­ bo de Levi. além de lodos os homens. 3. 2. outros acreditam que os no­ mes foram erroneamente trocados. Ela esteve com o fi­ P.22. esposa de Saul (1 Sm 14. o edomita. (Heb.17). 3. Quando Absalão morreu. Aim eleque é referido como “o heteu". Salomão nomeou doze governado­ res de província. Cada um deles tinha a responsabilidade de providenci­ ar alimentos em sua região. mulheres. So­ mente um escapou — Abiatar. 2. mencionado anteriormente. confiantes suficientemente no Senhor para crer que tais gigantes seri­ am derrotados. responsáveis pelo su­ primento das necessidades do rei e da corte real. através de Coale (1 Cr 6. Vemos que Calebe demons­ trou uma grande fé. Aimeleque aparece como o filho de Abiatar. casado com Basemate.D. Apenas ele e Josué voltaram a Moisés.50).3.14). A IN O Ã (Heb. filho de Aimeleque (1 Sm 22.c. 29 . Filho de Ido.50). A IN A D A B E . que viviam em Hebrom no tempo da conquista de Canaã por Josué.1). no serviço do rei Davi (1 Sm 26.5.25).24). quando Saul deu Mical para outro homem. “meu irmão é bom"). s. encarregaram-se de vigiar Absalão e descobrir seus planos (na época em que Davi fugiu de Jerusalém).AINOÃ nado de Davi. filho de Aimeleque”. na região de Naftali (1 Rs 4. Aimaás. ”meu irmão é um presente”). “irmão nobre”). 27.15 a 19. esposa de Saul (1 Sm 14. seu filho. onde. portanto neto do sacerdote Aimeleque. ele e sua família herdaram aquela parte de Canaã (Nm 13.

).AIÔ AIÔ. A IS A A R . “irm áo de conversa tola”). seu irmão.D.38. “meu irmão ajuda”).35). artífice e artesão que trabalhou na con stru ção do Tabernáculo e na confecção de seus uten­ sílios (Êx 31. Aira levou a oferta de sua tribo.39. perto de Hebrom.21. Depois. que dirigiam a carroça onde a Arca da Aliança era conduzida. seu nomo aparece como Aará. Quando o Tabernáculo foi dedicado.15). s. Encontra-se na genealogia que vai de Benjamim até Saul.14. A IS A R . 2. onde também são m encionados. mediante sua participação na revolta de Absalão contra Davi. 7.7). Uzá. 3. Um dos filhos de Berias e líder da tribo de Benjamim. Ele incen­ tivou Absalão em seu atentado armado contra o rei e também o aconselhou a deitar-se cora as concubinas do próprio pai.1 .15. Encontra-se na genealogia do rei Saul.34.21. A IS A M A Q U E (Heb. veja Uzá.7). A Bíblia não menciona o que aconteceu com Aiô. pai de Aoliabe. Filho de Enã. no tempo de Moisés. Um dos importantes oficiais de Salomão. A I R A (Heb. fi­ lho de Bilã (1 Cr 7.14). no declinante reino de Davi. Quando Israel finalmente partiu do Sinai.15 ). e morreu ali junto à arca de Deus" (2 Sm 6. Exis­ tem algumas evidências de que BateSeba teria sido sua neta e a cooperação dele na queda de Davi seria motivada por vingança pela morte cruel de Urias. Tornou-se cabeça dos airamitas. sob o reinad o de Salomão. A I T O F E L (Heb. provavelmente Aer refira-se à mes­ ma pessoa. Davi frustrou “os sábios conselhos” de Aitofel. cuja angústia atingiu seu clímax quando se enforcou (2 Sm 1 7 . Foi conselheiro tanto do pai como do filho (2 Sm 16. Aiô vivia em Aijalom (1 Cr 8. 1. P.78). Embora as atitudes de Aitofel indi­ quem a instabilidade geral em que se en­ contrava o reino de Davi naqueles dias. 1 Cr 13. Danita. Este conse­ guiu confundir Absalão e desacreditar Aitofel. Para mais de­ talhes.23). quando o rei Davi resolveu levá-la de Baalim para Jerusa­ lém (2 Sm 0. ele teve razões pessoais para o seu tolo comportamento concernente ao rei.6. Um dos dois filhos de Abinadade. Mencionado em 1 Crónicas 8. atuou como mordomo do pa­ lácio (1 Rs 4 .6. líder da tribo de Naftali.6 ). Procedente de Giló (2 Sm 15. 1 Cr 27. O tercei­ ro dos cinco filhos de Benjamim relacio­ nados em Números 26.23. o que provavelmente foram estritamente proi­ bidos de fazer (2 Sm 6. demons­ trou que traía Davi (2 Sm 15).21. 30 .22). etc. Ele.31 e 9. Aiô caminhava na frente do carro. contudo. “irmão de Ra”). Veja também Husai. Nm 4. portanto.3.1. ele novamen­ te aparece à frente de seu povo (Nm 10. ao enviar Husai. “irmão exaltado").12). Descendente de Benjamim. Como resultado. Em 1 Crónicas 7. nasceu num ambiente de ins­ tabilidade entre os seguidores do rei e sua traição seria simplesmente resulta­ do do sentimento geral de deslealdade sentido por muitos.v. Quando os bois que o puxavam tropeçaram. “Deus o feriu ali por esta irreverência. estendeu a mão para segurar a arca. no décimo segundo dia da celebração (Nm 7. o arquita. Em 1 Crónicas 8. Al RÃ (Heb.6 .G.33s).12. entretanto. onde outros filhos de Benjamim são também mencionados.27). para mostrar seu desprezo à autori­ dade real (2 Sm 16. Essa lista ajud a a enfatizar a grandeza e a estabilidade do rein o de Isra e l.37. um dos filhos do benjamita Jeiel e de sua esposa Maaca. para Jerusalém (2 Sm 15. é provável que o mesmo acon­ teça cora o Eí relacionado em Génesis 46. fez jus ao significado de seu nome. o representante de seu povo no censo (Nm 1.10).

1 . 18. em cujo caso a P. A L F E U . (1 Cr 9. d. ajudou Davi enquanto ele fugia de Saul. exigi­ A L A I. envol­ ve algum tipo de disciplina. dado citado apenas uma vez em Marcos 2. ou Jaeráque podia deixar a justiça nas mãos de Deus (2 Tm 4. líder da tri­ outros metais) e inimigo do Evangelho (2 Tm 4.17. 2. Esse Aitube. Lc 6. Veja Anás.14). juntam ente com Himeneu.D. 1 . disciplina claramente não funcionou. sabia lho de Bequer (1 Cr 7. esse Aitube tam­ bém era pai de um certo Zadoque. O apóstolo.20). Ele blasfemara e rejeitara a fé cris­ tã. 31 .21). um dos "he­ lo. Era avô de Zadoque. que estava presente na audiência de Pedro e João (At 4.8.20). g . para diferenciá-lo do oulro 15. 2. Judeu envolvido nas acusações contra Paulo (At 19. Mc 3. ftii do apóstolo Levi (Mateus). Filho de Amarias. o irmão de João (veja cruz de Jesus.36).17. Latoeiro (trabalhava com latão ou A IÚ D E .3).3. 1 . um dos sa­ cerdotes de Nobe. além de lodo o povo da cidade (1 Sm 22. 2. Da tribo de Judá. Alguém que. evangelho de Marcos. mas os gregos não qui­ seram ouvi-lo. de Cirene (Mc mais jovem”. nesse sentido. “irmão é bom”). Ser "entregue”. Isso. Pau­ 2. Nelo de Eli. Um nome comum. Seu filho Aimeleque.11. tério.8). Filho de Selomi. 3.18). E provável que seja irmão de do por ser conhecido dos que leriam o Mateus. Alai.7.12. contudo. O rei mandou matá-lo. pai de Zabade. da tribo de Benjamim. ou ainda todos eles podem mencionado em 1 Crónicas 8. Veja Himeneu (2 Tm 2. já bem próximo do final de seu minis­ róis de Davi” (1 Cr 11. Pertencia à tribo de Judé e era descendente do rei Said. 1. 5.12. discípulo de Jesus fMt a quatro ou cinco homens no Novo Tes­ 10.11.14.41). e Aiúde foi o representante de seu pregação de Paulo foi interpretada por ele povo (Nm 34.27). At 1.42). Provavelmente sobrevivia por bo de Aser. vesse se convertido ao cristianismo. Filho de Jeoada (1 Cr 8.18. Tanto Himeneu como Alexandre são considerados cristãos e sua exclusão da igreja — se essa foi a for­ ma de disciplina — tinha como objetivo restaurá-los ao bom comportamento. p .2). 2. Neto de Benjamim e fi­ de Alexandre fora especialmenle preju­ dicial a ele. filho de Finéias (1 Sm 14. 3. Ne 11. um dos oficiais na corte de Davi (2 Sm 8. A IT U B E (Heb. entretanto. 4.14). como uma ameaça aos seus negócios. Se assim era.Talvez esse Alexandre fosse um dos dois citados acima. O Senhor ordenou a Moisés meio do fabrico de suvenires e estátuas que escolhesse homens de todas as tri­ bos para ajudar na divisão da terra de para os vários templos.52.33). ama das fi­ ria que em algum ponto de sua vida ti­ lhas de Sesã (1 Cr 2. Filho de Gera. A “forte” oposição ALE M E T E .11). foi "entregue a Satanás” (1 Tm 1. Zadoque foi um dos prin­ cipais sacerdotes durante o reinado de Davi e Salomão.ALFEU 2.16. Ele às tamento: vezes é chamado “Tiago Menor” ou “o 1 .7.13). lembra como esteve sozinho em sua defesa no julgamento. com mais 84 sacerdotes. a Canaã. ser a mesma pessoa. era o pai de Zadoque. de acordo com Neemias 9. A L E X A N D R E .31.15. filho de Amarias e descen d ente de Arão. talvez a ex­ clusão da igreja. Talvez seu filho seja cita­ Tiago]. Simão foi obrigado a carregar a mais conhecido. que só aparece bem mais tarde na genealogia dos levitas (1 Cr 6. Membro da família do sumo sacer­ dote.G.9.6).11. Filho de Simão. 1 . Pai de Tiago. Talvez seu objetivo fosse dissociar os judeus de Efeso dos ensinos de Paulo. 1 Cr 6. Ed 7.34).

tfrít. de se fazer aliança. As da graça são convenientemente divididas em duas épocas: a da An­ tiga e a da Nova Aliança. é indiscutível o fato de que o conceito da aliança era bem arraiga­ do na prática legal no Oriente Próximo. deve levar em conta o tratamento de Deus para com o seu povo como a nação do pacto. por meio das quais o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo. Foi uma boa aliança. A Antiga Aliança A Antiga Aliança (AA) é a administração soberana da promessa e da bênção. Certamente.d . Várias alternativas foram sugeridas. quanto à sua posição teológica. A prática. como. 32 . contudo. Qual­ quer discussão sobre eles. Aliança no antigo Oriente Próximo A etimologia da palavra hebraica para aliança. é bem conhecida. geração após geração. é importante entender não só o contexto social. geográfico e histórico de cada um. caso infringisse os termos da aliança. o qual era esquartejado. a evi­ dência é fraca. mas também sua situação espiritual.25). no Antigo Oriente Próximo) e (vi) uma relação de bênçãos e maldições. O AT fala sobre várias alianças. A formalização da aceitação dos termos da aliança frequentemente era acompanhada pelo ritual da morte de um animal. é incerta. (iii) estipulações. Assegurava às partes envolvidas coinprdfnisso e proteção mútuos. que incluía seis partes: (i) preâmbulo (introdução das partes): (ii) prólogo histórico (pano de fundo das relações no passado). Embora as formas das alianças fossem diferen­ tes em cada nação. Os heteus tinham uma forma bem desenvolvida.ALIANÇA O nome Alfeu talvez venha de urna raiz aramaica siniilar a Clopas (]o 19. p . a mãe de Tiago. A L IA N Ç A Quando estudamos os personagens bíblicos. marido de Maria. Todas as alianças de Deus na Bíblia são graciosas por natureza. (v) lista de testemunhas (muitas vezes eram deuses. O vocábulo "aliança” é aplicado ao acordo entre iguais (alianças egtreji&ís indiví­ duos. mas até o momento nenhuma delas recebeu a aceitação geral. e uma ou ambas as partes submetiamse à maldição de ter a mesma sorte. Todas elas foram reunidas debaixo de um mesmo guarda-chuva na "nova aliança” confirmada na mor­ te sacrificial do Senhor Jesus Cristo. sob a sanção de sua santa Lei. que serviu como preparação para a Nova Aliança (NA). O vocábulo "alian­ ça” é uma designação especial do relacionamento que Deus graciosamente estabele­ ceu e por meio do qual mantém uma estreita comunhão com seres humanos frágeis e pecaminosos. O relacionamento dentro da aliança envolvia privilé­ gios e responsabilidades. Se Clopas e Alfeu podem ser assim identifi­ cados como a mesma pessoa ainda é algo muito controvertido. por exemplo. A excelência da NA pode ser melhor apreciada quando estudada à luz da AA. (iv) preservação (detalhes sobre onde o documento seria guardado e quando seria lido). g . o pacto entre Jônatas e Davi) e entre tmfrei/s^phor feudal e seus súditos (aliança feudal). pela observação das estipulações impostas por ambas as partes.

a aliança é uma ilustração ou uma metáfora da comunhão do Senhor com os seres humanos. Depois do Dilúvio.1. a bênção era sua promes­ sa de assegurar prosperidade. Os 2.18. estar com seus descendentes. Embora a terminologia da aliança não seja usada formalmente em Génesis 1 e 2. Essa metáfora é rica e variegada na Bíblia. Quando o Senhor renova­ va sua aliança com cada nova geração. Na primeira. o Senhor confirmou sua aliança com Noé. O Grande Rei prometeu proteger e livrar seus súditos (Gn 15. o Senhor assumiu um compromisso com toda a existência e incluiu os seres humanos.18: Is 54. 4-6). quando os participantes compartilhavam da identificação histórica com um legado e um convi­ 33 . Ela se torna explícita na narrativa do Dilúvio.2. desejava que o povo de Israel também reafir­ masse seu pacto. A novidade era que Deus comprometeu-se com uma família. o Senhor prometera proteger Caim (Gn 4.9). felicidade e segurança. A Aliança Abraãmica P r o m e s s a e b ê n ç ã o . Deus andou entre as partes dos animais sacrificados. 8. contextualiza o relacionamento com outra geração (cerimonia da renovação) e sofre transformações (Antiga em Nova Aliança. Is 7. enquanto torna­ va os seres humanos responsáveis pela preservação de suas próprias vidas (w. A base da AA é a aliança com Abraão.8) náo era algo novo na história da redenção.14. na qual o senhor prometeu a Noé que confirmaria a aliança. A proteção de Deus vai além de nossa imaginação. cf. A certeza de sua proteção é ainda mais ampla pela promessa de sua bênção.3). Dessa maneira.17). O pacto foi feito inicialmente entre Abraão e o Senhor numa cerimó­ nia solene de sacrifício (Gn 15). aumentar sua família. Tanto a promessa como a bênção foram incorporadas na Aliança Abraãmica (Gn caps. a despeito da destruição causada pelo dilúvio.6). pois a aliança define o relacionamento entre as partes. A renovação era importante na história da redenção. nacional/familiar em aliança universal). delineia os termos (privilégios e obrigações). de Isaque e de Jacó” (Êx 3. Deus tomou uma prática legal comum e usou-a para definir a comunhão entre Ele e seu povo. R e n o v a ç ã o . pouco antes do nascimento de Isaque (Gn 17). '‘Mas contigo estabelecerei a minha aliança” (Gn 6.15). Afinal. As promessas e bênçãos foram reafirmadas e elaboradas numa confirmação do pacto.ALIANÇA Aliança como uma metáfora O conceito bíblico de aliança deve ser avaliado contra o pano de fundo do Antigo Oriente. porque era fiel à sua palavra de estar com os descendentes de Abraão. protegêlos na terra de Canaã e torná-los uma fonte de bênçãos para as nações (Gn 12. a idéia é implícita. Como a proposta era a palavra de Deus para livrar seu povo. O Senhor confirmou as promessas e a aliança com Isaque e Jacó. Deus prometeu estar com ele. Israel veio a conhecê-lo como o Deus que ultrapassava as gerações. 15 e 17). e garantiu assim que a responsabilidade pelo cumprimento das condições da aliança era do Todo-poderoso.8-17). Essa promessa de estar entre os seres humanos como o Emanuel (Deus conosco. de acordo com ela. “o Deus de Abraão. para ser seu protetor. A Aliança com a Criação O pano de fundo da AA é encontrado em duas alianças prévias: a aliança com a Criação e a aliança com Abraão. de acordo com a qual prometeu preservar a vida sobre a Terra (Gn 9. fortalece a lealdade ao Senhor (bênçãos e maldições).

e para confirmar a palavra que o Senhor teu Deus jurou a teus pais.6). Abraão tinha tal fé: “Creu Abraão no Senhor. de outras maneiras. Confiança total é a essência do que Deus requer do homem: "Anda na minha presença.19). (2) Fé viva também inclui a dimensão ativa de lea ld a d e . ela inclui duas dimen­ sões. embora sem saber como o Se­ nhor faria para cumprir sua palavra. Deus escolheu livremente a Abraão. e isso lhe foi imputado para justiça” (Gn 15. Essa posição privilegiada não foi concedida a ele por mérito: "Pois eu o escolhi” (Gn 18. Ainda assim. Depois da morte dele. Essa mensagem envolve três aspectos. O Senhor abriu os privilégios da aliança para todos os descenden­ tes de Abraão. Primeiro. implícita na herança do pacto estava também a promessa de que lodos os reinos e nações seriam participantes com os descendentes de Abraão: "Quanto a mim. Essa dimensão abriu uma cláusula de proteção para todos os gentios que bus­ cassem abrigo no Deus de Abraão durante a AA e serviu como preparação para a perspectiva cósmica da NA.ALIANÇA te para participar. pode ser testada. Essa dimensão é mais desenvolvida no ensino bíblico sobre o reino de Deus. por meio da demonstração do amor a Deus e pela obediência à sua vontade. a posição de Israel também foi adquirida pela graça. Essa idéia desenvolve-se melhor na legislação da AA e também no ensi­ no sobre o custo do rliscipulado. Terceiro. o Senhor o elo­ giou. como aliança perpétua. os meus estatutos e as minhas leis” (Gn 26. para a AA. Segundo. Além do mais. devido à sua vida piedosa: "Porque Abraão obedeceu à minha voz. A p r e s e n ç a d e D eu s. o ho­ mem piedoso coloca sua esperança na promessa de Deus de que Ele habitará entre 34 .1). ele se submeteu à sua soberania. que modelaria e ensinaria seus filhos na piedade: “Pois eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele. nem pela relidão do teu coração que entras a possuir a sua terra. Repeti­ damente o Senhor comprovou a fé de Abraão por meio da fome. Diante da realidade das adversidades da vida.7. (1) E uma confiança em Deus e na sua liberdade de livrar quando e da maneira que Ele escolher. O Senhor esperava que Abraão fosse um ho­ mem íntegro (Gn 17.5). F é viva. Abraão. E le iç ã o . (2) É a base para a ética exigida pelo Senhor como um comportamento adequado em sua presen­ ça (Gn 17.19). os requisitos para se entrar no reino de Deus. O teste mais severo de sua lea ld a d e aconteceu quando Deus pediu seu filho Isaque em sacrifício (Gn 22). A fé viva. a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado” (Gn 18. a idéia de eleição é prevalecente. Isaque e Jacó” (Dt 9. e sê perfeito” (Gn 17. Assim como o Senhor feudal pensa com quem fará uma aliança. mas pela impiedade destas nações o Senhor teu Deus as expulsa de diante de ti. Como um resumo da vontade do Senhor. da esterilidade de Sara e da rivalidade.5).1). o foco central na Aliança Abraãmica é a promessa da presença de Deus: "Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações. mantêm a fé viva como requisito da fidelidade ao pacto. (3) É a base para a escatologia. e da tua descendência depois de ti” (Gn 17. Deus lhe fizera promessas e. paia ser o teu Deus. é esta a minha aliança contigo: Serás pai de muitas nações” (Gn 17. 26. para que pratiquem a justiça e o juízo. os meus preceitos. cf. e guardou o meu mandado.3). para que guardem o caminho do Senhor. pois a escoLha deles não foi devido à sua justiça: "Não é por causa da tua justiça.4). A Aliança Abraãmica também é o pano de fundo. ou seja. (1) É a base para o cumprimento das promessas e o recebimento da sua bênção.1). como uma expressão de submissão e lealdade.

11). Durante os 40 anos no deserto. A “lei” foi o símbolo desse relacionamento. Essas duas dimensões — graça e punição — criaram uma tensão que encontrou uma solução somente na Nova Aliança. O evento do Êxodo foi o contexto concreto no qual Deus demonstrou sua fidelidade à Aliança Abraãmica.6).6). para ser "um reino sacerdotal e nação santa” (Êx 19. pois Ele se comprometera a ser o Senhor de seu povo e habitar no meio dele (Êx 29. terrível em louvores. vós me sereis reino sacerdotal e nação santa" (Êx 19. Sua presença é a garanlia da proteção contra as dificuldades e a segurança de sua bênção. A AA é preparatória da NA. Seus requerimentos adquirem um aspec­ to sinistro à luz da rebelião de Israel. na AA: no advento de Jesus Cristo e do Espírito Santo. contudo. Assim como o Êxodo marca sua fidelidade à promessa patriarcal. a revelação do Sinai marca o propósito de Deus de estabelecer seu reino entre seu povo: "Embora toda a terra seja minha. Deve ficar bem claro que existem muitas conexões entre a AA e a NA.4). a relação implicava tam­ bém em que Deus apresentasse os requisitos para que os israelitas vivessem em sua presença e soubessem quanto às pimições (sanções) pela desobediência. Para essa finalidade. Ele tirou seu povo do Egito. pois prepara o leitor do Novo Tbstamento para enten­ der conceitos tais como reino de Deus. ao lidar bondosamente com os descendentes dos patriarcas. o símbolo dessa habitação era o Tabernáculo. O Êxodo foi o momento histórico que marcou o fato de Deus separar um povo para si. bem como às estruturas religiosas do Egito. eles resistiram ao senhorio de Deus — antes.46). operando maravilhas?” (Êx 15. a reve­ lação no monte Sinai marcou a constituição de Israel como o povo de Deus. a passagem pelo meio do mar Vermelho confirmou o poder de Yahweh para sobrepor-se aos poderes milita­ res e políticos desle mundo. em meio a muitos sinais e maravilhas. quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado cm santidade. Por outro lado. A Aliança A definição da AA combina esses dois pontos de tensão: a AA é a administração soberana de promessa e bênção. como vos levei sobre asas de águias. a revelação do Sinai iniciou uma nova relação entre os israelitas e Deus.ALIANÇA seu povo. Revela o amor do Todo-poderoso por seu povo: "Vistes o que fiz aos egípcios. Primeiro.5. Depois de muitos anos de escravidão.45. Essa revelação é singularmente importante. e na esperança da gloriosa vinda do Senhor. durante e depois do Sinai. 35 . Para servir ao Senhor. A reputação do Senhor está em jogo nas experiências do seu povo. sob a aprovação de sua santa Lei. Segundo. Por um lado. Somente Ele é Deus: “Ó Senhor. Esse momento dramático tornou-se ainda mais significativo por dois acontecimentos subsequentes. e vos trouxe a mim” (Êx 19. sob a liderança de Moisés. era necessário que Israel soubesse como agradá-lo. Essa dimensão é mais desenvolvida: no Tabernáculo/Templo. A fidelidade de Deus A base para a AA é a imutável promessa da fidelidade de Deus. na NA. A lei de Deus O povo recebeu um sublime chamado. pela qual o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo. o relacionamento era pela graça. o custo do discipulado e a importância da ética à luz da promessa da vinda de Jesus em glória.

1). Deus disse: "Eu sou o Senhor. Segundo. Os recursos de Canaã são expressões concretas da bondade de Deus: "Então darei a chuva da vossa terra a seu tempo. De acordo com essa definição a AA tem quatro aspectos.13. Primeiro. inicia e determi­ na com quem e como Ele se relaciona. Terceiro. o povo é consagrado a o Senhor. A lei reflete o caráter de Deus.l Pe 1. cf.2. Isso foi mais bem enlendido pelos profetas. sua ênfase também é na fé viva como o requisito essen­ cial e em andar na presença do Senhor como o motivo principal para a vida. o povo não saberia o que o Senhor requer dos seres humanos. A existência deles prefigura a promessa do Senhor de fazer uma nova criação. Quarto.24). Na experiência concreta da vida dos israelitas em Canaã. A Aliança Mosaica não é diferente nesse as­ pecto. na qual o seu povo encontrará descanso e segurança. separados de qualquer coisa que o Senhor tenha criado. Por meio das regulamentações detalhadas. justiça. Se não fosse pela Lei.3-6).9). as primeiras e as últimas.6). A obediência à Lei é um importante aspecto da AA. 28. e comereis e vos fartareis" (Dt 11. Assim. Por exemplo.14. fidelidade e misericórdia. Muitas leis civis têm impUcações morais distintas. Como qualquer pacto iniciado por Deus. ó homem. cerimonial e civil. acontecem interseções. Deus escolheu os hebreus para ser seu povo. prometendo e mantendo sua promessa.2-17). senão que pratiques a justiça. e o vosso azeite. Outros mandamentos ampliam o Decálogo. sou santo” (Lv 19. No livro de Miquéias.15. porque destas coisas me agrado. cf 7. No Uvro de Jeremias. isto é. Deus falou algo similar: ‘Tile te declarou. leis que especificam a vida de adoração a Deus (leis ceri­ moniais e relacionadas com o culto) e leis que regulam especificamente o relaciona­ mento com o próximo (leis civis). como o falar a verdade (lei moral) diante de um tribunal (lei civil). Embora a dife­ renciação seja bem definida. no sábado (lei cerimonial). e andes humildemente com o teu Deus?” (Mq 6.15. para que recolhais o vosso trigo. O relacionamento íntimo entre Deus e os israelitas seria a base da éUca: ‘'Sede santos porque eu.ALIANÇA A a lia n ç a é b o a . Os 6. o Senhor vosso Deus. Darei erva nos vossos campos ao vosso gado.16). O Senhor escolhe. juízo e justiça na terra. cf. ou seja. o vosso vinho. É um meio de ensinar aos israelitas como devem andai diante do Senhor e ser um povo íntegro. ames a misericórdia. o relacionamento é do tipo rei/vassalo. O ensino de Jesus sobre o amor a Deus e ao próximo é uma interpretação do que já fora ensinado no Antigo Testamento. a aliança o um relacionam ento soberano e gracioso. encontramos uma importante expressão do cuidado de Deus por seu povo e sua cria­ ção. No coração do sistema legal está o que é também o cerne do relacionamento na aliança. Toda a nação foi dedicada ao Senhor. O Decálogo (leis morais) apresenta o que o Senhor espera dos mem­ bros da comunidade da aliança com relação a Si mesmo (adoração e cerimonial) e com relação uns aos outros (Êx 20. o que é bom. Essa maneira de olhar para os mandamentos do Senhor Lem levado à tradicional divisão: lei moral. 36 . como aconteceu com Abraão (Gn 17. devido ao fato de serem descendentes de Abraão. Estão em duas categorias. Como o Santo de Israel. foram separados para Ele. Ele se compromete a ser um Senhor gracioso.8. prom essas e bên çãos fazem parte da aliança. a Lei tem um lugar proeminente. Deus considerava Israel como uma nação e tratou os israeUtas favoravelmente. Ele ensinou ao povo qual era sua definição de amor. diz o Senhor” (Jr 9. Estão intimamente ligadas na herança de Israel. que faço misericórdia. "terra que mana leite e mel” (Dt 11. um indivíduo náo deveria contratar o trabalho de outro israelita (lei civil). E o que é que o Senhor pede de ti. Eles são santos em sua natureza. apesar de a maioria do povo não ter fé nele.

os chamados recebam a promessa da herança eterna” (Hb 9. Uma perspectiva profética Os profetas falaram de um novo com eço. Esqueciam facilmente o que o Senhor realmen­ te desejava: obediência. de forma que. As muitas estipulações concernentes às ofertas e aos sacrifícios servem como um lembrete do pecado individual e corporativo e a cons­ tante deficiência do ser humano diante do Senhor. A morte de Jesus Cristo satisfez essa deficiência. A Lei como sistema é aterradora. A obra do Espírito Santo desde o advento de Cristo explica uma mudança radical. como “propiciação" pelos pecados.13) e. no dia da Expiação. Muitos israelitas sentiam-se aceitos por Deus por meio de seu compromisso religioso com o Templo. idolatria e orgulho humano. para santificar a “santa morada de Deus”.15. Portanto. os indivíduos deveriam confessar suas transgressões diante de Deus e sacrificar um animal. antes do Pentecostes. por meio de seus muitos detalhes. A A lian ça é te m p o r á r ia . A Lei revelou a pecaminosidade e a rebelião do homem. as punições estão ligadas a qualquer infração da Lei. o sacerdote entrava no Santíssimo Lugar. tais como: “O Senhor nos abandonou para sempre?” (Is 64. os indivíduos faziam ofertas em ação de graças. bênção e maldição. As leis das ofertas e dos sacrifícios (Lv 7) demonstram a gravidade de qualquer infração aos mandamentos. e lealdade mais do que religiosidade (Mq 6.6-8). a obediência à Lei não pode prover propiciação pelo pecado. na AA. pois ensinava. os sacrifícios e as orações (Is 1. Os israelitas entenderam muito pouco que o juízo de Deus estava prestes a dizimá-los. Quarto. quando os sacerdotes. deveria ser incluído no tratado. Segundo. como o povo de Deus devia viver.11-16). Terceiro. Para assegurar que nenhuma transgressão não confessada na comuni­ dade jamais quebrasse a comunhão do povo com Deus.ALIANÇA O Senhor lambém disse ao seu povo que o pecado. A maldição (Dt 28. para que. A presença do Senhor no meio do povo era incompatível com o pecado. um vez por ano. Primeiro. O Senhor Jesus carregou a maldição da Lei por nós (G1 3.12. de uma vez por todas: “Por isso ele é o mediador de uma nova aliança. quando então celebravam. a Lei revela o pecado e torna o pecador culpado (Rm 5. tanto individual como corporativo. dessa maneira. veja também Hb 8 e 9). em vez de sacrifícios. A AA era deficiente em quatro pontos. mesmo quando os santos experimentavam uma transformação pela obra do Espírito Santo em suas vidas. Lm). privando-o da alegria da salvação.10). O AT não esconde os pecados dos santos. como também a santidade de Deus.13). as quais retratavam a expressão de gratidão a Deus por sua bonda­ de. A transgres­ são quebra a comunhão com Deus. Além disso. quando previram o final da antiga dispensação. conforme prescrito na Lei de Moisés. o privilégio de fazerem parte da aliança. o Espírito geralmente não estava presente com poder e glória como atua agora nos cristãos. ela era um professor. caracterizada pela rebelião. nos libertou desse aspecto negativo da AA. como comu­ nidade. a Lei é um guia que guarda alguém de cometer transgressão. lançar os sobreviventes em desgraça e forçá-los a fazer perguntas. libertação e rejeição. Israel deveria viver com a tensão entre obediência e desobe­ diência. a fim de não incorrer na ira divina. intervindo a morte para remissão dos pecados que havia sob a primeira aliança. Desse ponto em diante. eram feitas também ofertas comunitárias. porque a quebra de uma parte torna-se a transgressão de Lodo o relacionamento da aliança (Tg 2.1568) ameaçava constantemente o povo de Deus. Tinham transformado 37 . o s reis e o povo em geral transgridem os manda­ mentos de Deus.

64-68).65-67). O Bom Pastor faria uma aliança de paz. e tornará a ajuntar-te dentre todas as nações entre as quais te espalhou" (Dt 30. e não acreditarás na tua própria vida. e se compadecerá de ti. o conhecimento de Deus e perdão (Jr 31. pois ali o Senhor te dará tremor de coração.9). e desmaio de alma. Pela manhã dirás: Ah! quem me dera ver a noite! E à tarde dirás: Ah! quem me dera ver a manhã! por causa do medo que tomará conta do teu coração. na qual há provisão para uma mudança de coração. 8. perda da produtividade.26) e garantir segurança e transformação espiritual do povo (v. e deres ouvidos à sua voz conforme tudo o que te ordeno hoje. uma democratização. comparados com o Bom Pastor. Hb 8. Moisés tinha encorajado o povo a voltar para Deus em sua angústia: "E te converteres ao Senhor teu Deus. desfalecimento de olhos. O evangelho de Moisés encontrou eco nos profetas. uma motiva­ ção interna. de todo o teu coração e de toda a tua alma. O meu tabernáculo estará com eles. tu e teus filhos. eu serei o seu Deus. A base para a proclamação da esperança também repousa na AA. mediante a habitação de Deus no meio dele: “Porei o meu santuário no meio deles para sempre. Isaías falou sobre o exílio e a restauração motivada pela mudança da ira para misericórdia: “Por breve momento te deixei. a restauração é uma aliança melhor.3).10): e o deleite do Senhor em seu povo (v. esterilidade. para um povo obstinado. assim também eles falaram sobre um novo começo após o exílio.8-12 — a mais longa citação de um texto do AT 38 . as maldições descritas na aliança os alcançaram: adversidades. e pelo que verás com os teus olhos” (Dl 28.34).110).6). Somente Jeremias usou a frase “nova aliança" (Jr 31. 30. A NA é primeiramente e acima de tudo uma renovação da AA. e eles serão o meu povo" (w.2. Apesar disso. 26. então o Senhor teu Deus te fará voltar do teu cativeiro.15-68. A tua vida estará suspensa como por ura fio diante de ti. Os reis não podiam mais protegê-los. A experi­ ência da deportação deveria fazê-los ficar de joelhos. e os outei­ ros tremam. quando o Templo e o reinado dos descendentes de Davi deixaram de existir. Ao invés disso. enfermidades. circuncisão do coração (v. que se compadece de ti” (Is 54. mas cora grande compaixão te recolherei” (Is 54.27). morte e finalmente o exílio para as 12 tribos (Dt 28. Mas os profetas previram a restauração da terra e o surgimento de um novo povo que retornaria do exílio.31. Dois desses passos são expressões da responsabilidade humana: arrependimento e obediência.10). A menção dessa passagem era Hebreus 8.ALIANÇA o Santo de Israel em um simples fetiche. Ele delineou os passos para a reconciliação: arrependimento (w. fome. Por isso. e viverás sobressaltado de noite e de dia. quando a angústia se abatesse sobre os sobreviventes: "Nem ainda no meio dessas nações acharás repouso. diz o Senhor. Os sacerdotes não podiam mais servir de intermediários. os profetas pintaram um quadro sobre o futuro exílio e falavam sobre as ruínas do Templo. nem será removida a aliança da minha paz.33. contudo o meu constante amor não se desviará de ti. 2.7). Os outros dois são obra de Deus: circuncisão do coração (requisito para arrependimento e obediência) e pra­ zer do Senhor em seu povo. O relacionamento da aliança pode ser assim restaurado.1-5). guerras. Os exílios assírio e babilónico representaram uma rup­ tura no relacionamento da aliança. 28). Ezequiel representou o passado e o futuro era termos de pastores ímpios (Ez 34. obediência de todo o coração (w. cf. Os primeiros levaram as ovelhas à destruição. desastres naturais. nem a planta do teu pé descansará.3). dos palácios e de Jerusa­ lém.8-12). Esse era essencialmente o evangelho de Moisés. a fim de reverter a maldição em bênção [Ez 37. Como Moisés predissera a deportação como juízo divino (Dt 28. A restauração do exílio foi o início de uma renovação da aliança: “Embora as montanhas se desviem.

tem a posição privilegiada de reconciliar os pecadores com Deus. da compaixão e da justiça. Ele náo aboliu a Lei de Deus ou argumentou contra ela com os fariseus. na qual o povo de Deus conheceria e serviria ao Senhor de todo o coração. mas especialmente com o advento de Jesus Cristo. O primeiro é o sinal que sela a graça de Deus e confirma a nova vida em Cristo. a qual pode ser definida como “uma administração da graça e da p ro m e ssan a qual o Pai consagra um povo — gentios 011 judeus — para si. nem um jota ou um til se omitirá da lei.20). e assim ensinar aos homens. será chamado o menor 110 reino dos céus’’ (Mt 5.ALIANÇA — é um importante comentário sobre Jeremias 3 1 . à destra do Pai (At 2. Pregaram que Jesus é o Messias de Deus. morte. A fideli­ dade de Deus para com Israel na época da restauração foi uma preparação para sua obra de graça e redenção em seu Filho Unigénito. mas também marca a transição da Antiga para a Nova Aliança. Contra­ riamente à perspectiva de muitos.17-19). ressurreição. ascensão e glorificação. Os “sinais e selos” da NA são o batismo e a ceia do Senhor. Cristo é o fiel sacerdote que. sem que tudo seja cumprido. que sela os salvos para o dia da redenção. A morte de Cristo é a mais elevada demonstração de sua lealdade para com o Pai. A Igreja lembraria sua morte como uma confirmação da nova comunhão que o Pai estabeleceu com lodos os que crêem no Filho. Moisés e os profetas estavam em sintonia na estimativa que fizeram quanto à AA. O testemunho apostólico Os apóstolos continuaram 0 testemunho de Cristo. Jesus era perfeito em sua obediência ao Pai e renunciou à própria vida para poder levar os seres humanos à presença de Deus.11).30). A Igreja é o corpo dos salvos pelos quais Cristo morreu. do sacerdócio e das cerimónias. Maleus registra o compromisso de Jesus para com a Lei. por meio de sua vida. mas para cumpri-los. É 0 legítimo descendente de Davi que está sentado uo seu trono. O sacrifício de sua vida pela Igreja encerrou a época dos sacrifícios.0 autor conecta a NA não somente com o retorno do exílio. A Igreja como a nova comunidade do Senhor participa da nova aliança da graça. Sua vida e ensino testificam tanto sobre 0 seu zelo pela santidade do Senhor como sobre sua compaixão pelos pecadores. Jesus comparou a Si mesmo com o pastor que se dispõe a dar a vida pelas ovelhas (Jo 10. Dessa maneira Ele confirma a nova posição deles pela presença regeneradora e santificadora do Espírito Santo. Pelo contrário. 39 . Qualquer que violar um destes mais pequenos mandamentos. O segundo é o sinal que sela a graça de Deus e confirma os benefícios do Senhor Jesus nesta vida e para sempre. nestas palavras: “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim para destruí-los. do Templo. A Nova Aliança O ensino de Jesus sobre a Nova Aliança O Senhor Jesus nasceu sob a AA e cumpriu perfeitamente a Lei de Moisés. Haveria outra aliança. Eles participam da NA. em união com seu Filho. Em verdade vos digo que aLé que o céu e a terra passem. sobre a qual [esus falou pouco tempo antes de morrer: "Este é 0 cálice da Nova Aliança no meu sangue derra­ mado por vós” (Lc 22. colocou de lado as tradições humanas e interpre­ tou a Lei da maneira que o Senhor tencionava que seu povo aprendesse sobre a práti­ ca do amor.

e deles descende Cristo segundo a car­ ne. Em Romanos 1 a 8 ele desenvolve uma extensa argumentação sobre a universalidade do pecado. segundo a carne. Em sua presença está a possibilidade da alegria na vida.23). é filho de Deus por adoção e compartilha da nova herança por meio do Espírito Santo (Rm 8). A a d o ç ã o d e filh o s . Para o apóstolo Paulo a esperança da glória é Jesus Cristo e a base da esperança repousa na ressurreição de Cristo (Rm 5. a condenação de Deus e o estado dos homens sem Cristo.10).9: Os 1. Clara­ mente. a Lei ainda é um instrumento da graça que leva à justiça: “De sorte que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus. Deus chamou Israel para ser seu filho. Deus bendito eternamente.ALIANÇA Paulo O apóstolo Paulo ensinou que a comunhão na NA está baseada na AA e é uma conti­ nuação dela. como a “glória do Senhor”.8: cf. Em vez de interromper a continuidade entre a AA e a NA pela definição da AA como uma perda da adoção.19 a 60.. o apóstolo interpreta a condição privilegiada dos israelitas à luz da ficção legal romana.2: 6. Essa “glória” era o presente de Deus para Israel. Em que sentido eles eram também filhos de Deus por adoção? Enquanto o AT é reticente na descrição da comunhão de Deus com o povo de sua aliança. Dt 14.4).2. Primeiro. Yahweh revelou sua glória no Sinai (Êx 19. entretanto.19). Paulo também escreveu: “ A ninguém devais coisa alguma. 40.34.11: 64. o povo da aliança do Deus Único”.25).10).15-17.19). 43.” (Rm 7. ele demonstra essa experiência dentro da idéia de adoção! A g lória. porque Yahweh estendera sua glória a eles. Israel também compartilha da esperança desta glória. seu primogénito (Êx 4. Isaías apelou para a fidelidade do Senhor para com a aliança com base no relacionamento Pai-filho (Is 63.10:11.15-17.6. o qual é sobre todos. Toda a humanidade está condenada à morte eterna. 3. 45. no relacionamento da aliança (SI 8. São israelitas" (w. A glória perdida foi readquirida em Israel. 59.35). conforme Paulo pondera sobre seus muitos benefícios: “Pertencem-lhes a adoção de filhos.4).5). o crente é uma nova criatura. O vocábulo “israelita" aqui significa “eleito de Deus. Apesar disso.5). A esperança dada pelos profetas incluía a promessa de uma época de glória.1. é escravo da justiça (Rm 6.4. devido à sua identificação com Adão (Rm 5).42-46). Isaías falou da glória do povo de Deus em lermos de plenitude de salvação..3. vitalidade.10). como judeu. a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros. a glória. A frase é usada para referir-se à revelação da glória de Deus para Israel (Éx 24. 66.34.8). bênção e luz (Is 35. Deles são os patriarcas.2. Paulo. uma designação pela qual eles pró­ prios referem-se uns aos outros. w . em termos de adoção. A adoção pertence aos judeus! Vários argumentos sustentam essa cone­ xão. Israel recebera essas bênçãos de maneira especial. identificou-se com seu povo mais intimamente: “Meus irmãos.18: Is 1. o culto e as promessas.16: 64.22.6.1: 32. alegria. Amém" (Rm 9. a lei.18. Algumas traduções interpretam o texto original grego. A complementação do apóstolo à metáfora da adoção é ex­ tremamente importante. 40.7. Segundo.8: Jr 31. 40 . Era o dom de Deus para os que o buscassem e lhe agradassem (Rm 2. Em certo sentido. Ml 2.35). pois quem ama ao próximo cumpriu a lei” (Rm 13. Em Cristo. Os judeus sáo “israelitas". A glória fora perdida por causa do pecado (Rm 3. onde fala simplesmen­ te "a glória”. 24. São os herdeiros das promessas e das alianças. 9. O Tabernáculo/Templo era o foco da revelação da glória do Senhor ((Êx 29. as alianças. a AA era uma administração da graça. que são meus compatriotas.

seu cumprimento estende-se a lodos os filhos de Deus (judeus e gentios) e a toda a criação do Senhor. Em outras palavras. são inimigos por causa de vós: mas quanto à eleição. 1 Co 11.28). GI 4.8). isto é. O entendimento de Paulo sobre as promes­ sas veio por meio de seu conhecimento das Escrituras e pela revelação de Cristo. que inclui os rituais da purificação.20). Pode. pois aguardam o pleno cumprimento na vinda do Senhor. Enquanto aguardamos. Em Romanos 12. Essas duas dimensões afetaram grandemente o entendimento de Paulo sobre as promessas. mas também receberam os oráculos que prometiam a dispensação de uma nova aliança (cf. adoração") é uma designação técnica para a adoração de Deus no Templo. conquista.24).14. O termo “patriarcas” inclui os patriarcas propriamente ditos e lodos os israelitas fiéis. Egito. deser­ to. Ele é a garantia do presente e a alegria escatológica das promessas. o ministério. A expressão “as alianças” (Rm 9. Desde que tais bênçãos são históricas e escatológicas. E o presente escatológico de Deus. 2 Co 3. como filhos de Deus por adoção. G1 3. A confirmação exigiu a encarnação. A Lei. contudo.8). escravidão. Para o apóstolo Paulo. Isso também mostra que o apóstolo não restringiu as bênçãos de Deus aos judeus. A Lei é um dom de Deus e uma parle da comunhão especial da adoção. 4. por nascimento. O apóstolo olha positivamente para elas. A encarnação. ter o sentido mais amplo de adoração “espiritual”. Isso explica por que Paulo destaca Abraão como “herdeiro do mundo" (Rm 4.4) apresenta as vantagens de Israel como o povo da aliança de maneira ambígua. O Verbo tinha de se tornar um servo com o propósito de estender os privilégios e promessas da aliança aos gentios (Rm 15. a ressurreição e a glorificação de Jesus Cristo representaram a demonstração do Pai sobre sua fidelidade às promessas (2 Co 1. tanto o dom como o recebimento da Lei eram expressões da condição do eleito e do favor que Israel tinha diante do Senhor.ALIANÇA As alianças. a plenitude da revelação. Aqui este termo não tem uma conotação negativa. “ Assim que. mas seu argumento em Romanos dá base para a inferência de que os judeus possuíam uma comunhão natural com a AA. enquanto afirmava que as mesmas eram confirmadas em Jesus Cristo. O vocábulo grego latreia ("culto. Elas estão na principal posição da aliança e da condição privilegiada de Israel.22). na Nova Aliança. O vocábulo grego nom othesia pode ser traduzido na forma ativa (“a doação da lei”) ou na forma passiva (“o recebimento da lei”). A história da redenção (patriarcas. As promessas. Os patriarcas e os ancestrais humanos de Cristo. como no argumento de Paulo aos gálatas.23. exílio e restauração) é a história das raízes de Israel. O apóstolo provavelmente tinha em mente todos os pactos do AT. reino.6. o Espírito Santo é o depósito. a morte. contudo. O culto.25.1. Ele se alegrou nas promessas aos seus ancestrais (Rm 15.14. das ofertas e dos sacrifícios. quando conclui. quanto ao evangelho. Paulo encorajou os cristãos de Roma a apresentar um “culto espiritu­ al". o pe­ nhor do que está para vir (1 Co 1. porque as promessas do Senhor a Israel ainda são válidas. das alianças e das promessas. amados por causa dos patriarcas'' (Rm 11. Não deve ser vista de forma negativa. Algumas delas ainda são escatológicas.13) e pai de todos os filhos de Deus (Rm 4. o serviço de Deus com o coração e a mente.28). Aqui Paulo faz alusão à privi­ legiada história de Israel.16. 41 .

Na AA. alianças e na glória que pertencem aos filhos de Deus. que vão a Cristo pela fé.11). 3.17. Claramente. desprezam o próprio Deus! Ainda assim. Paulo rejeita que tenha havido tal mudança.6). a glória. Como deveríamos olhar para a NA: em termos de contraste ou como um aperfeiçoamento (Hb 8. Claramente.18-21). segundo a carne. Esta é uma séria restrição. Portanto. a diferença está no advento de Jesus Cristo. Isso quer dizer que. contudo. Deus falou por intermé­ dio de Moisés e os profetas (Hb 1.ALIANÇA Abraão é o pai dos gentios (Rm 4. Ele defende a grandeza e a pro­ fundidade do amor de Deus em Jesus Cristo (Rm 8. de 9 a 11. A unidade dos privilégios dos judeus e cristãos repousa na vinda de Jesus. A revelação do que era “me* 42 .2-4). em termos de AA versus NA.14 a 5. perdoou. têm rejeitado a Jesus como Messias. da mesma maneira que Isaque (Rm 9. 8. Ele olha para a fidelidade de Deus.22-24). Além disso.38. israelita e eterno. a NA é muito superior à AA. GJ 3 e 4).10) e Jacó (Rm 9. o Filho de Deus e a semente de Davi (Rm 1. o argumento de Paulo aqui é a favor da continuidade. como o sustentáculo da esperança para os judeus. Ele estendeu os benefícios também aos gentios.18) e estabele­ ceu um acesso mais amplo até Ele (Hb 12. eles perten­ cem apenas aos que recebem Cristo como o Messias.1. em sua maioria. mas o discernimento espiritual é muito mais. a base da esperança para o povo da Nova Aliança de Deus (Rm 8. mas questiona sobre como relacionar o desejo do Senhor com seus planos para Israel.3. recebem o Espírito de adoção e são enxertados nas promessas. isso não deve ser interpretado de modo a sugerir que a posição de Israel seja inferior. Carta aos Hebreus O autor da carta aos Hebreus compara os caminhos de Deus no passado com os do Senhor em Jesus Cristo. o apóstolo náo separa os privilégios do antigo e do novo. A descendência lísica é impor­ tante.1. contudo. Concluindo. no qual eles não entraram (Hb 4.16. O Messias é Deus e homem. do sacerdócio e dos sacrifícios de animais (Hb 9. Os gentios. Como pode ser isto? Teria Deus abandonado o seu povo? A carta aos Romanos. a única maneira de estabelecer sua linhagem com Israel. Teria Deus abandonado Israel e por isso alterado seus propósitos? Se foi assim. mas em meio à ameaça de morte (Hb 12.1-13. as alianças e a Lei têm um significado ainda maior. embora os privilégios tenham sido dados a Israel. instaurou o verdadeiro descanso (Hb 4. o Pai revelou sua glória em Cristo (Hb 1. ofereceu ao povo o descanso do sábado. perdoou-o por meio das figuras e dos símbolos da instituição do Tabernáculo/Templo. 9. porque Jésus é o Sumo Sacerdote por cuja propiciação muitos serão justificados (Hb 4. Espírito e carne.31-39). o evangelho da justiça e a continuidade do plano divino.11. pelo qual as promessas. Existe uma continuidade inerente entre a AA e a NA.39).10. Os judeus. Jesus é homem e Deus. O apóstolo coloca-se na lacuna entre o Senhor e Israel.2). O apóstolo debateu-se com a aparente descontinuidade.6)? A administração anterior (AA) era boa. o Evangelho mudou. mas antecipou uma aliança melhor (NA).4).1-10) e permitiu que Israel chegasse a Ele.11 a 10.12. e a natureza espiritual dos privilégios e dos que compartilham de tais bênçãos com Israel. os israelitas que rejeitam ao Messias. Portanto. Na NA. O Cristo (Messias) “descende deles segundo a carne”. na qual Paulo enfatizou a distinção entre a posição natural dos israelitas.9-13). estabelece a reflexão de Paulo sobre a questão da fidelidade de Deus.

Um cristão que se aproxima do AT não pode interpretá-lo apropriadamente sem a luz do NT.2. 1 Cr 1. era líder de um clã dos edomiias (Gn 36. onde é chamado de Aliã). Isto mostra por que fala de uma maior salvação (Hb 9. os profetas).11).26 como em 1 Crónicas 1. Descendente de Esaú. Mudanças sem dúvida aconteceram. com sua concubina Timna. Moisés encorajou as gerações futuras a buscar o Messias. Moisés era um servo fiel do Senhor. Ci­ tado tanto em Génesis 10.51). era filho de Sobal.AMALEQUE lhor” não necessariamente invalidou completamente o que era bom.40. como descendente de Sem. líder de um clã dos edomitas (Gn 36.1-5). ALVÃ. pregadores e mestres da Palavra de Deus encorajam os cristãos a olhar para a frente. 1 Cr 1. mas passam para um lugar secundário em relação a Cristo. A LOM (Heb.23. mas era também o mensa­ geiro de um futuro ainda maior (Hb 3. hoje. 1 Cr 1. Longe disto! Ele examinou o envolvimento de Deus no passado. o Filho (Hb 3. a revelação superior. “carvalho”). O autor defende o envolvimento de Deus no passado (Moisés. ALVÁ. o Sumo Sacerdote exaltado e o mediador da NA. É escatológico. neto de Esaú (Gn 36.36).35).1. Jesus Cristo é o foco. A L M O D Á (Heb. Citado entre os descendentes de Simeão.3).15. 16. era edomita e o pri- 43 . Filho de Helém (1 Cr 7. Como porta-voz de uma nova dispensação da administração de Deus.5.37). Seu pai era Joctão. 12. Esse acontecimento refere-se ao futuro. A M AL. Isto explica por que ele fala sobre o descanso no qual devemos fazer lodo esforço para entrar (Hb 4.20. os apóstolos. a revelação total de sua glória e o instrumento de reconcilia­ ção do povo consigo. Agora que Ele já veio. não olha apenas para a revelação do Senhor em Cristo. os profetas e os sacerdotes ainda são servos fiéis de Deus. Assim. Descendente de Esaú. 8. ele olhou adiante.24). ‘‘Deus é um amigo”). no presente. o sacrifício único. no presente (Jesus Cristo como Mediador) e no futuro (salvação).40. entretanto.26).6) e o Sumo Sacerdote Mediador (Hb 4. para a revelação de Cristo. 5. o sistema sacer­ dotal e o das ofertas e sacrifícios — foram expressões temporárias da revelação do amor e da glória de Deus e da reconciliação. Filho de Elifaz. era líder do seu clã. 11. ele encoraja os cristãos a perseve­ rar. Em outras palavras. para a plena realiza­ ção. o AT deve levar em conta o que o Senhor revelou no NT.12. para o futuro glorioso do qual somente Jesus tem a chave. Filho de Jedaías e pai deSifi (1 Cr 4. Enquanto aponla o presente ministério de Jesus para o povo. De que outra maneira apreciaríamos as realizações. As instituições associadas a Moisés — Tabernáculo/Templo.8). a manifesta­ ção plena de seu amor.28). e eternamente” (Hb 13. durante a AA. ao interpretar a variedade das ações de Deus na AA e na NA. Ele é o resplendor da glória de Deus (Hb 1. O autor da carta aos Hebreus. Primeiro. a fim de descortinar o plano único de Deus e a natureza multiforme de sua fidelidade: "Jesus Cristo é o mesmo ontem. a mensagem da carta aos Hebreus é escatológico.G. O oposto é igualmente verdadeiro: o NT só pode ser interpretado à luz do AT. wAev. Moisés. aprender com o passado e aguardar a plenitude da salvação. o ministério e a mensagem de Jesus Cristo? O AT é imperfeito no sentido de que náo é a revelação final de Deus. Em outras palavras. A M A L E Q U E . A revelação de Deus em Jesus Crislo abriu uma nova dispensação: a da adminis­ tração da Nova Aliança.5. era líder tribal e descendente de Aser. para o advento de Jesus Cristo (Hb 3.

v.. para o povo de Deus. As palavras memoráveis de Êxodo 17.22 s). era a de expulsar os amalequitas (Êx 17.52.15). Dt 25. Jeosafá nomeou-o para ser o sumo sacerdote. como prometeu. A razão para as derrotas que os isra­ elitas sofriam nas mãos dos amalequitas é explicada como consequência da de­ sobediência de Israel (Nm 14). ele é citado como um dos descendentes de Levi. É possível que alguém se desqualifique para receber as bênçãos do Senhor. quando os limites da aliança e da co­ munhão são flagrantemente desrespei­ tados (Nm 14.3. Jeosafá os encorajou. A M A R IA S (Heb.11.. Sumo sacerdote. desagradou a Deus. mas. contudo. para administrar "todos os ne­ gócios do rei”. o crente não tem o direito de julgar a Pala­ vra de Deus nem supor que qualquer ado­ ração ao Senhor será aceita simplesmen­ te por estar baseada em retórica religiosa (1 Sm 15. Uma das tarefas iniciais dos israelitas. Números 14. Davi foi bem-sucedido na elim inação dos am alequitas e em 1 Samuel 30 eles recebem bem pouca aten­ ção (1 Cr 4.11).33. descendente de Coate.19. Em seu desejo de ver a res­ tauração da adoração ao verdadeiro Deus (Yahweh) na nação.). Nm 24. 4. Os am alequ itas tornaram -se o epítome do perigo que envolve o mundo. 1. quando uma vez após outra o povo de Israel era derrotado di­ ante do poder superior e das táticas agres­ sivas dos amalequitas: < fEscreve isto para memória num livro. pelo contrário. é apenas para engrandecer a vitória que Israel obteve sobre eles (2 Sm 8. embora pareça que parte desse povo permaneceu ali (cf. 24. O conforto.12s. na distribuição das ofertas do povo 44 . que deveriam guiar o povo e a nação de volta aos caminhos do Senhor. Ed 7.23). deveriam "esforçar-se” (2 Cr 19. A falha em destruir os inimigos do Senhor. Levita. Filho de Azarias e avô de Zadoque.18).20. viveu nos dias do rei Jeosafá.16 é uma advertência solene: “O Senhor não pôde introduzir este povo na terra que lhes tinha jurado.3). apesar de eloquen­ temente justificada. s. ao entrar na terra de Canaã. 5. Jz 3. Originalmente. pois guardou o melhor do gado e das ovelhas para sacrificar ao Senhor e poupou a vida do rei Agague: contudo. e repete-o a Josué. era também levita e foi ancestral de Esdras (1 Cr 6. Jz 3. o propósito delas é o de motivar a ação. ocuparam a região do Neguebe e Sinai.). para lutar con­ tra o povo de Deus (Êx 17. por­ tanto. quando disse que o Senhor estaria com eles.19.8-13.14.11). Esse Amarias estava entre os que tinham a responsabilidade de ajudar Coré. e as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mt 16.13. porque riscarei totalmente a memória de Amaleque de debaixo dos céus”. "Deus diz"). 6.” O início da queda de Saul veio quando ele se recusou a aniquilar os amalequitas (1 Sm 15). mas tempos depois uniram-se aos miclianitas. Durante o reavivamento no reina­ do de Ezequias. 6. é que o Senhor tam­ bém edificará sua Igreja.7.AMALEQUITAS ineiro entre o povo que ficou conhecido como amalequita.33ss. em 1 Crónicas 6. 1 Cr 18. Eram os inimigos per­ pétuos de Israel. que passou grande par­ te de sua história em duros combates com eles. etc. 3.42s). Filho de Meraiote e pai de Aitube. 2.12. "presidindo em todos os negócios do Sen h or” e Zebadias. Quando os amalequitas são citados novamente. Ao comissionar esses dois importantes líderes. É provável que o mesmo Amarias seja citado no item 2. Serve como um lembrete de que as promes­ sas de Deus não estão lá para instilar com placência. muitos levitas foram in­ dicados para trabalhos específicos no Templo. Jz 12.10-12). era o segundo filho de Hebrom e participou das atividades dos coatitas no Templo (1 Cr 23. A M A L E Q U I T A S .14 mais tarde pareciam vazias.

E digno de nota que se apresentou como voluntário. 6 Esse Amarias eslava entre os des­ cendentes de Binui (Ed 10. Amasa não seguiu inteiramente seu ancestral Davir “Tão-somente os altos se não tira­ protestou contra o fato de os soldados israelitas terem trazido prisioneiros ju­ ram. A M A S I A S . Sobrinho de Davi. quando foi ba­ nido da presença de Saul. .4-13). poupou a vida dos fyhos com Joabe segundo sua sabedoria.4). sem deles em obediência à Lei de Deus (2 Rs 14.16).2) Ama­ rias é citado em Esdras 10. “o Senhor é poderoso”). por causa da desobediência deles (2 Cr 28.11). 8 . Pai de Zacarias e descendente de Perez. AM AS Al. Secanias confessou a Esdras que muitos homens. Ancestral do profeta Sofonias (Sf 1. lide­ rando 200 mil homens. da tribo de Judá. Foi um dos sa­ Jeter e Abigail. 1. senão o de reconquistar o que era reto aos olhos do Senhcfr ain­ seu posto de comandante do exército (2 da que não como seu pai Dav-i” '^2 Rs Sm 20.3 e 2 Crónicas 25. reconciliação.33). 9. Durante o momento crítico 1. 1 Rs 2. 1. contudo.15).32.1. Pai de Maate e levita. foi comandante do exército de Jeosafá. o povo ainda sacrificava e queima- 45 . 14. 3. Joabe matou Amasa. 2. 2 Cr 29. em que Davi se preparava para regressar Seu reinado de 29 anos é resumidr^em 2 a Jerusalém. foi cas 9. Um dos sacerdotes citados entre os que voltaram do exílio babilónico com Zorobabel (Ne 12. 10. em Jerusalém. quando já estava Amazias executou os assassinos^de seu no seu leito de morte. filho de Zicri.8-13).18). durante a rebelião vavelmente é o mesmo Masai de ! Cróni­ contra Davi.25. irmá do rei (2 Sm 17.AMAZIAS entre as cidades dos sacerdotes.1: “Fez nenhum motivo. na época de Neemias (Ne 10. Seus descenden­ tes estabeleceram-se em Jerusalém. Amasai tornouse chefe do grupo dos “trinta’' guerreiros do rei (1 Cr 12. Ele serviu como comandante no salém após o cativeiro babilónico. Esdras e o povo arrependeram-se e fizeram um paclo de servir ao Senhor (Ed 10. Companheiro de Adaías e fi­ AM AS A. Relacionado como músico levita que tocava trombeta. Amasias era fiel ao Senhor e inspirava grande confiança ao povo. num ato de A M A Z IA S (Heb. quando Davi trou­ xe a Arca da Aliança para Jerusalém (1 Cr 15. s . chamado de volta pelo rei. 1 cerdotes que se estabeleceram em Jeru­ Cr 2. a capital (Am 1. até mesmo os descendenles dos sacerdotes. “segun­ do as suas turmas” (2 Cr 31.21.38).13).12.2).g . porém. Um dos homens que foi encontrarse com Davi em Ziclague. Líder efraimita na época em quePetra.25. Esse ato de traição levou o 14. Filho de Joás e o nono rei de Judá.G. Na época em que o povo de IsraeJ retomou do cati­ veiro babilónico. Peca derrotou Acaz. filho de lho de Azarei (Ne 1 1. Após a morte do primo. Tornou-se um dos porteiros do Templo. Atacou os edomitas e Capturou misericórdia (1 Cr 2.3)* Do ponto de vista p ositiv o. de­ pois do cativeiro babilónico (Ne 11. Pro­ exército de Absalão. Esse Amarias foi um dos que servi­ ram como testemunha do pacto de obe­ diência à Lei de Deus.35.6. an­ cestral de Samuel (1 Cr 6. A M A S S A I .17. P. que deveria fazer pai. casaramse com mulheres estrangeiras. rei a dizer a Salomão. Nos pri­ meiros anos do reinado desse monarca.12).13).D.5. 2.3).17). rei de Judá. Da tribo de Judá. rei de Judá (2 Cr 17. 7.42 como um dos que se divorciaram de esposa estran­ geira. visto que era rival de Joabe (2 Sm 19.24). Ele. sem Reis 12. deus e lembrou-lhes que Deus já eslava irado.1).6).

opôs-se ao profeta Amos e tentou silenciá-lo.33). desde que Deus executara seu juízo sobre Uzá (1 Sm 6. veja 2. Pai de Bate-Seba. o filho aleijado de Jônatas 46 .18. Pai de Eliseba. 4. Membro da tribo de Simeão.15): “Por que buscaste deuses que a seu povo não livraram das tuas mãos?” No final. esse Amiel era respon­ sável pelo serviço nos portões do Tabernáculo. quando aceitou os deuses edomitas em Jerusalém (2 Cr 25. descendente de Merari. Pai de Aieser. Rt 4. representou Dã. na época do censo dos do um príncipe de cada tribo e Amiel. (neto de Saul). filho de Gemali.20.12. etc.4).g . lambém é citado no Novo Testamento como ancestral de Jesus Cristo (Mt 1.32.45). Ela fora deixada na casa de Obede-Edom por três meses. 1.31. viveu em 800 a. Pai de Maquir. Ele e mais 112 parentes foram escolhi­ dos junto com outros levitas para a tarefa de se consagrarem. além de Amazias e seu povo serem capturados. 10. 2. da tribo de Dã.28).19.v. Posteriormente. Para 2. Aieser era o líder dos danitas no Sinai (Nm 1. quando Deus o entregou nas mãos de Jeoás. onde é chamada de Bate-Sua). Jeoás também saqueou o Templo e levou lodos os utensílios de ouro e de prata (2 Cr 25. esposa de Arão (Êx 6.39). Amazias tornouse escravo. o qual. A M I E L (Heb.23). 2. da tribo da Simeão. 17.27).10. A MI .26).14). usando a autoridade do rei (A n 7.10-17). Foi sepultado em Jerusalém. rei de Israel.G. Sa/nua.5).14. 1» Um dos doze espias enviados por A M I Ú D E .5.4. Sacerdote de Jeroboão LI. 10. natural de Gate-Hefer (2 Rs 14. veio de Lo-Debar. Pai de Corá.48. 7. Jn 1. 2.AMJ va incenso nos altos*' (2 Rs 14. 4 ‘meu parente é no­ bre"). Foi escolhi­ bo de Efraim. Um dos “servos de Salomão”. Mefibosele. A M IN A D A B E (Heb.25. d . des­ cendente de Coré.17. Pai de Elisama e filho de Moisés do deserto de Parã. israelitas no deserto do Sinai (Nm 1. esposa de Davi (1 Cr 3.12).34. na administração do rei Davi (1 Cr 26.C.1). Levita.12. os próprios oficiais de Amazias conspiraram contra ele. s.22. 2. Ancestral de Sam uel e filho de Coate..25. a fim de conduzir a Arca para Jerusalém (1 Cr 15.5.1-11). 7. “Deus é meu parente”). saqueou Jerusalém e levou vários reféns para Samaria. mais detalhes sobre a missão deles. Elisama era um dos líderes da tri­ terra de Canaã (Nm 13.57). na época em que Davi su­ biu ao trono (2 Sm 9. Pai de Samuel. P. 3. da tribo de Levi (1 Cr 6. no tempo do rei Davi. Pai do profeta Jonas. 2 Cr 25.4. Essa tolerância pecaminosa para com a reli­ gião pagã mais tarde le-vou-o a ofender ainda mais a Deus. A M I S A D A I .D.55. um dos príncipes que se estabeleceram em Gedor (1 Cr 4.).20). Samuel foi escolhido por Moisés para organizar a divisão territo rial dos região de G ileade. Essa atitude foi condenada pelo profeta (2 Cr 25. Lc 3. 1 Cr 7.19. AM ITA I. 3.53. Também era pai de Naassom e an­ cestral de Boaz e do rei Davi (Nm 1. p. para espiar a Ladã. 1 . Assim. Líder dos levitas.7.22).27. 3. fa­ zia parte do grupo de músicos nomeados por Davi (1 Cr 6. A queda de Amazias é atribuída ao desafio presunçoso e insensato que lan­ çou ao rei Jeoás. 4. M aquir acolheu simeonitas entre os vários clãs e famílias. veja Uzá]. esse Aminadabe era filho de Uziel. Sexto filho de Obede-Edom. 2. ao executar o juízo de Deus.20-24). cujos descendentes voltaram do cativeiro babilónico com Neemias (Ed 2.3. perseguiram-no até Laquis e o mataram (2 Rs 14.

natural de Jezreel.19.59.onde é chamado de Ami). 2 Cr 33.g. ao co personagem com esse nome no Anti­ mandar que seus homens matassem go Testamento. era fazendeiro e homem Amnom (v. Manassés. onde seu de seu pai. Dois A M O S (Heb. rei de Gesur.v. “fiel"). com 24 anos de idade (2 Cr 33.22. ele a vio­ 12.23).57 . de segunda classe. 1 . apaixonou-se por Tamar. 3. Um dos sa­ cerdotes que retornaram do caliveiro doente e pediu a Tamar que cuidasse dele e Lhe servisse comida no quarto. cronoló­ adoração de Moloque e a continuação dos gico e cultural em particular. seu para morar em Jerusalém após o cativei­ filho.20. de negócios em Judá. dado’*). uma pe­ mináveis para o amor zeloso de Deus. 4. foi assassinado por seus ser­ nome é traduzido como Amiur).2. “carga ou carregador"). mensagem do profeta concernente à mor­ te dele (1 Rs 22.21) e décimo quinto formações numa quantidade acima do rei de Judá.37. da tribo de Naftali. ro babilónico. para ter alguma in­ ganizar a divisão territorial da tribo en­ fluência sobre o filho Amom. chamado como lei­ 2. cuja mãe cham ava-se exílio babilónico no tempo de Neemias Ainoã.25). Ele nada cita sobre sua fa­ A M O M . onde Absalão fugiu depois de malar seu que já suportara o suficiente da tirania irmão Amnom (2 Sm 13.7). O rei não gostara da cito que servia no terceiro mês do ano. O quena vila 10 quilóm etros ao sul de próprio Manassés arrependeu-se tarde 47 . Descendente de um dos servos de filho de Davi nascido em Hebrom (2 Sm Salomão. adorado pelos sacerdotes de Amom. p.g. Um de seus filhos. Eber. se seguiu à derrota nas mãos dos assírios 3. se humilhara’' (2 Cr 4. so­ bre o qual Jeremias prommciou a destrui­ A M I Z A B A D E (Heb. reinou por dois anos.d. da tribo de Judá. num momento de desespero que 34. como rei. Filho de Manassés (2 Rs mília ou linhagem. Amnom fingiu estar A M O Q U E (Heb.1). Um dos cativos que retornaram do A M N O M (Heb. um dos que retornouEm seu lugar.AMOS depois da conqu ista de Canaã (Nm demais.25).d. p.20). 5. depois da se humilhou perante o Senhor. que "não tre os vários clãs e famílias. fugiu e passou a viver desola dam ente na companhia de seu irmão (2 Sm 13 ). "o parente lem ção (Jr 46. (2 Cr 33). Amom era odiado pelo povo. Evidenlemenle.18.20). Amnom. 2 Cr 18. Ed 2.20. (1 Cr 9. Governador de Samaria que colo­ de Davi e líder dos '‘trinta" guerreiros. Prosse­ comum sobre sua época de modo geral e guiu com as práticas idólatras do pai — a sobre seu coníexto geográfico. Tamar Joiaquim (Ne 12. vos. mas proporciona in­ 21. sua conversão Pedael foi escolhido por Moisés para or­ foi muito demorada. irmã de Absalão e sua meia-irmã. como conquista de Canaã (Nm 34. o povo colocou Josias. Citado em 1 Crónicas 4. seu pai.4).24). Era descendente de Judá 2. um dos heróis 3. Úni­ anos mais tarde Absalão vingou-se. para 33. 1 Cr 3. Filho de Benaia. a fim de obedecer Amizabade chefiava uma divisão do exér­ às ordens de Acabe. 29). s. Quando tornou-se adulto.Pai de TaJrnai. Pai de Pedael. Quando babilónico com Zorobabel e Jesua (Ne ela entrou naquele aposento. 1 . como go para pronunciar udia mensagem de filho de Simeão. Israel. foi o primeiro (Ne 7.28). Pai de Utai. foi o cabe­ ça de uma família sacerdotal nos dias de lentou e depois expulsou-a de casa. condenação e juízó contra o reino do Norte. ‘‘profundo”). rituais da fertilidade que eram tão abo­ Amós era natural de Tecoa. Deus egípcio.26. cou Micaías na prisão.

De qualquer maneira. Os “filhos dos profetas” (veja 2 Rs 2. provavelmente se refere a cortar e amassar o fruto. o rebanho de Deus.C. 300 anos mais tarde (2 Rs 23. por Jeroboão II e seu sa­ cerdote Amazias. onde ele se refere a si mesmo como um boqer. O termo hebraico aqui para a frase inteira é boles. (1 Rs 12. A outra ocorrência da mesma palavra no Antigo Testamento (2 Rs 3. Apesar de boqer sem dúvida re­ lacionar-se de alguma maneira ao termo b aq a r . Essa catástrofe.10-13).5).). em Jerusalém). que escolhe e usa a quem quer. Com essa alegação. de Israel (793-753 a C. que claramente não era pastor. mas apenas um leigo enviado por Deus. Aqueles que são cha­ mados e comissionados pelo Senhor não precisam de credenciais formais nem 48 . sob as acusações calu­ niosas de que Amós visava apenas a gan­ ho financeiro (Am 7. para realizar uma missão entre os israelitas. uma palavra que. logo depois da divisão do reino em 931 a. Fica claro que o ministério de Amós foi breve — talvez apenas uma missão. nem filho de profeta” (Am 7. tão grande que ain­ da foi lembrada 240 anos mais tarde pelo profela Zacarias (Zc 14. um dos principais lugares de adoração estabelecidos por Jeroboão I.) eram ho­ mens que frequentavam um curso espe­ cífico para o ministério. 762 a. Amós desfaz qualquer conexão entre ele e os profetas “profissi­ onais” ou vocacionados. etc. Atingido por essa interpretação equi­ vocada de seus motivos. Assim. Amós queria que Amazias entendesse que ele náo fazia parte de tal escola. de acordo com a qual sua comissão veio nos dias do rei Uzias.14).C. errante e pecaminoso.120).5. de Judá (790-739 a.7.5). outro termo raro para “pastor”. Isso aconte­ ceu como parte das reformas realizadas pelo rei Josias.14). era a de paslor de ovelhas. mas a palavra usada aqui (noqed) sugere algo mais do que simplesmente alguém qne cuida de rebanhos.C.AMÓS Belém. na base dos textos da Septuaginta e do grego clás­ sico. rei dos moabitas. Esse ato ímpio de criar locais ilegítimos para adoração.15. a fim de torná-lo comes­ tível. Amós replicou que “não era nem profeta. O único local citado em suas mensa­ gens é Betei. Foi sua firme mensagem que ocasionou sua ex­ pulsão de Betei.). e o próprio Amós ajudou a pre­ parar o caminho para que o culto de Betei fosse denunciado (Am 3. ocorreu por volta de 760 a. por alguns dias — devido à sua declara­ ção de abertura. é usada para descrever Mesa. Em adição ao conteúdo profundamente importante. resul­ tou numa profecia de que o altar de Betei seria finalmente destruído e seus sacer­ dotes. há também a lição da pró­ pria vida de Amós. seria a data precisa do ministério de Amós con­ tra os sanLuários ilícitos de Jeroboão (Am 7.14.16). mais especificamen­ te. É mais provável que Amós fosse um mercador de ovelhas ou algo seme­ lhante. “dois anos antes do terremoto” (Am 1. embora a consideras­ se digna de toda honra. não com o gado. mas um homem de negócios que Yahweh tinha chamado.12). mortos (1 Rs 13.29-33). era um homem envolvido com ovelhas. um vocábulo comum para “(gado) rebanho”. e do rei Jeroboão. e separou-o de seus interesses seculares.1). segundo suas próprias palavras. Essa idéia tem apoio em Amós 7. e é assim que a sua ocupação deve ser entendida. parece que Amós era especialista no cultivo de figos. de onde era também a mulher sá­ bia que Joabe procurou para aconselhar Davi a respeilo de Absalão (2 Sm 14. a fim de competir com o único autorizado pelo Senhor (isto é. da mensa­ gem em si.15 conecta o trabalho do profeta com o rebanho.C. Portanto. Sua ocupação.14.4).1-3). bem como um comerciante de ovelhas bem-sucedido. mas não necessariamente um pastor O profeta também descreve a si mes­ mo como “cultivador de sicômoros” (Am 7. 5. A importância disso está no fato de que Deus chamou um homem ocupado e próspero.3. Amós 7.

Em meio às mui­ A M O Z . enquanto ela orava e chorava. a piedosa Ana. mas não se porém. as mulheres almente a Silo.20). que testemu­ de tais hábitos (1 Sm 1. ela nos ficou mais deprimida. entre­ Tabernáculo. em Silo.15-17). Ana não exemplo de devoção e sacrifício.ANA Numa daquelas ocasiões em Silo. dido ao Senhor”. Náo era uma dedicação simples.20). Pai do profeta Isaías (Is 1. é algo do ao serviço do Senhor. nome era comum em Roma. pois abria mão do privilé­ gio de criá-lo e alimentá-lo. 49 . Era uma pro­ que deve ser notado na maioria de suas messa incrível feita por Ana. Levou consigo um tanto.19. filho de deu ao pedido de Ana: ela concebeu e deu Levi). Ela. Os lábios dela se moviam. Antes. Ana po­ nha seu voto e sacrifício e seus sofrimen­ rém se defendeu apropriadamente e o tos e provações. Permanece até hoje como um de Eli e o conforto do Senhor. um efa de farinha e grinação anual. ANA (Heb. Ela o ofere­ cartas. te ele represenlava a resposta da oração. Com a alma pro­ fundamente angustiada. sentado na 1.m . O Se­ láo apresentou Samuel ao sumo sacerdo­ nhor fechara o ventre de Ana e a rival es­ te Eli (1 Sm 1. na à luz a Samuel (seu nome significa “pe­ região montanhosa de Efraim (1 Sm 1. O reconhecimento pessoal de Pau­ voto interpretava a renúncia dela de cri­ ar o filho junto consigo em casa. Ele se lo e seu cuidado para com muitos indiví­ tornaria um nazireu. sacerdote no mesmo instante mudou sua A vida de Ana. a observava aten­ Samuel. e imediatamente endeu.1). Seu Sm 1. Prometeu dedicá-lo a A M P L Í A T O . Enrecia continuamente (1 Sm 1. embora seja mencio­ maldição numa bênção e a despediu em nada apenas nos dois primeiros capílulos paz (1 Sm 1. de seu nascimento (1 Sm 1. etc. fundamente e lhe dava uma porção do­ ela fez os preparativos para levá-lo ao brada das ofertas do Senhor. Ele amava Ana pro­ completarem dois ou três anos de idade). é o personagem principal dos tamente.1-7).9-11). 1 Sm 1. "graça”). que lhe dera vários filhos. não a consolava.). para serem bem-sucedidos em cumprir seus propósitos. porta do Tabernáculo. Ana. Penina a provocava e abor­ um odre de vinho para o sacrifício. totalmente devota­ duos. seu marido e ensina o que significa o verdadeiro com­ Penina levantaram cedo no dia seguinte. o sumo sacerdote. em diferentes congregações. orou. promisso com o Senhor do Universo. Realmen­ Ele tinha outra esposa. Viviam em Ramataim-Zofim. Eli. ela derramou seu coração dianle de Deus. cumprir sua palavra. um Ramá. de 1 Samuel.12-14).24-27). ceria a Deus. e . Ana entrou no Tabernáculo. adoraram ao Senhor e voltaram para Ana era a amada esposa de Elcana. pois. tas lágrimas. Paulo descreveu esse ho­ Deus todos os dias da existência dele (1 mem como “meu amado no Senhor”. Ele então a leitor é intimamente apresentado à sua acusou de estar embriagada e a repre­ mãe. apresenlando-lhe a imoralidade atraído pela história dela. Deus aten­ zufita (descendente de Coale. Finalmente chegou o tempo de Ana era estéril (1 Sm 1.2). porém. o ouvia sequer uma palavra. levando-a até às lágrimas. O famoso profeta/juiz de Israel.8. onde vivia. fala conosco de forma vee­ Ao receber o encorajamento da parte mente. a fim de adorar a Deus e israelilas amamentavam os filhos até oferecer sacrifícios. No tempo determinado. carnecia dela. Esle foi saudado pelo apóstolo em Romanos 16. primeiros capítulos de 1 Samuel. nessa pere­ novilho de três anos. qualificações. Depois que Samuel Elcana e toda sua família subiam anu­ desmamou (antigamente. pedindo ao Senhor que lhe desse um filho. Isso.1. chamada Penina.

noite e dia. Também conhecida como a Can­ çã o d e Ana. era orgulhosa e arrogante.5) demonstram o fato de que Ana estava contente com seu tri­ unfo pessoal. Zibeão (Gn 36. Génesis 36.4. Quando tinha 84 anos de idade. revela a existência de pessoas que eram realmen­ te fiéis à aliança de Deus e confiavam no cumprimento de suas promessas a res­ peito da vinda do Salvador. seria destruída juntamente com todos os ini­ migos de Deus (w. ao invés de “heveu’'.24). Aná também é citado como quem encon­ trou fontes termais no deserto. A oração da mãe de Samuel. ocorreu um evento que ador­ nou sua vida. nas Escrituras. fé e compromisso com Deus. Lucas 2.5b). tal­ vez seja inspirada em parte na canção de Ana. que tinha muitos filhos. Por tudo isso. 1 Samuel 2. Era membro da tribo cananita dos heveus. como louvor e ações de graças. c . ficou viúva e devotou-se ex­ clusivamente ao serviço do Senhor no Templo. filha de Fanuel. Ex 15. 1. os fartos e os neces­ sitados. Dt 32. Ela agradeceu a Deus publicamente e proclamou as boas novas a respeito do Redentor. da tribo de Aser. em Lucas 2. o Senhor por fim a abençoou com mais cinco filhos.40.10). feliz e realizada.5a fala da mu­ lher estéril que se torna mãe de sete fi­ lhos. s. entre­ tanto. O Senhor foi gracioso com Ana e posteriormente ela deu a Elcana mais três filhos e duas lilhas (1 Sm 2.c. Talvez deva-se ler “horeu”. em essência.9. essa oração conlém os mes­ mos elementos encontrados em outras orações/canções do AT.1-18. Há também uma forte ênfase à so­ berania de Deus e ao seu poder eterno. A cada ano sua mãe fazia orna pequena tú­ nica e a levava para ele quando ia com o marido a Silo oferecer sacrifícios (1 Sm 2. que a resgatou de seus problemas. enquanto apascentava os jumentos do pai.41.ANÁ O menino Samuel viveria sob a super­ visão de Eli e ministraria no Tabernáculo todos os dias da vida dele (1 Sm 1.2: mas é provável que se refira a dife­ rentes pessoas. Profetisa. livramento do inimigo e o cuidado providencial do Senhor por seu povo Israel (veja a Canção de Moisés.2. O Senhor deu-lhe vitória e a li­ vrou de Penina.28). Manteve seu voto a um gran­ de custo pessoal e tornou-se um modelo para todas as gerações. m . 3.1-43. Depois de apenas sete anos de casamento.29 refere-se a Aná como chefe dos horeus. Confira também 1 Crôni- 50 .10). Pai de Oolíbama.18. uma das es­ posas de Esaú (Gn 36. Finalmente. A oração de Ana em 1 Samuel 2. 2. pois revela o ver­ dadeiro coração e o caráter dessa nobre mulher.14. A oração de Ana é verdadeiramente um sacrifício de gratidão a Deus. Seu hino de vitória e triunfo certa­ mente aplica-se à nação de Israel e é. Portanto. Ela. inclusive temas de combates.36-38 registra que Ana estava no Templo durante a apresen­ tação do menino Jesus: o Messias espera­ do há tanto tempo. na mesma passagem. em sua integridade. onde é mencionado como pai de Disom. pro­ vavelm ente tem uma natureza mais íntima. a Canção de Débora. o núme­ ro '‘sete'* nem sempre deve ser interpre­ tado literalmente e muitas vezes pode simbolizar "realização ou ideal”. Ana buscou humildemente a Deus e esperou pelo livramento dele. a Canção de Maria. O relato sobre Ana e Simeão. fz 5). em Génesis 36. por outro lado.19).1-11 merece nossa atenção. Ana era uma mulher extraordinária. entretanto. mudou suas lágrimas em alegria e a colocou em seu lar como a mãe de muitos filhos. á mulher estéril e a que tem mui­ tos filhos (1 Sm 2. ANÁ. Ana provavelmente pensava em si mesma quando fez tal declaração. Penina.r . messiânico (1 Sm 2.20). sua inimiga pessoal. seria despojada de sua vitalidade e des­ prezada (2 Sm 2.21). Na ver­ dade. 2. Os contrastes feitos entre os guerrei­ ros fortes e os fracos. Veja também 1 Crónicas 1.

O problema era a ten­ tativa deliberada e voluntária de mentir ao Espírito Santo e ao povo de Deus (At 5. Vendiam suas propriedades e bens. Ananias e Safira decidiram vender uma propriedade (AL 5.10-19). Com tal liberdade. ele caiu morto. era. A N A N I A S (Heb. Possivelmente o mesmo persona­ gem anterior. bus­ cavam uma existência que refletisse o amor de Deus e a graça que é vista em Jesus Cristo. dirigido pelo Espírito Santo. 2. Ao ouvir isso. ajudou a recons­ truir o muro de Jerusalém. onde é citado como filho de Seir e irmão de Zibeào.3). segundo a necessidade de cada um” (At 2. Com o pleno co­ nhecimento da esposa. o qual.4). e repartiam com todos. percebeu o que acontecera e acu­ sou Ananias de mentir para Deus. Naquele tempo. por meio do serviço.22). a fim de repovoar a região depois que os israelitas foram exilados (2 Rs 17. quando sua esposa chegou. “o Senhor tem sido gra­ cioso"). para que recuperasse a visão. Um dos deuses adora­ dos pelos sefarvitas (2 Rs 17. Pedro enfatizou o ponto de que o que pertencia a eles era deles (At 5. Esteve no púlpito junto com Esdras.ANANIAS cas 1. 3.45). A N A N I . Esse povo estava entre os que foram transpor­ tados pelo rei assírio para Samaria. Mais tarde.4). “nuvem"). líder que testemunhou o pacto do povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10.23). ele resolveu guar­ dar parte do dinheiro para seu uso pes­ soal. os cristãos “tinham tudo em comum. um descen­ dente de Davi (1 Cr 3. O resul­ tado desse triste episódio na Igreja pri­ mitiva foi um maior entendimento e te­ mor do poder e da santidade de Deus. Então apresentou uma quantidade a Pedro. pelo contrário. exige uma grande responsa­ bilidade em ser honesto e transparente diante do Senhor e de seu povo. De fato.38. Marido de Safira. pois a reputação de Pau­ lo de perseguir violentamenle os cristãos havia espalhado o medo entre os crentes de Damasco. portanto.24). O Senhor. Segundo essa prática. A N A M E L E Q U E . Veja Safira. fazer o que é certo na vida individual.31). O pecado de Safira foi pronuncia­ do por Pedro: “Por que é que entre vós concordastes para tentar o Espírito do Senhor?” (At 5. decla­ rou sobre Saulo: “Este é para mim um 51 . Logo após o relato da con­ versão de Saulo (Paulo) e a cegueira que resultou de ter visto a glória do Senhor na estrada para Damasco. Um dos líderes que selaram o pacto feito pelo povo de ado­ rar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. Pedro e a Igreja primi­ tiva não criaram uma nova lei pela qual as pessoas ganhariam mérito diante de Deus e dos cristãos. Outro Ananias que se tornou cris­ tão nos primeiros estágios da propagação do Evangelho de Cristo vivia em Damas­ co (Al 9. ANÃ (Heb. quando este leu o Livro da Lei (Ne 8. contudo. continuou com a mentira e também morreu. foi um dos pri­ meiros convertidos na igreja em Jerusa­ lém (At 5). E im­ portante notar que a questão aqui não era que uma lei obrigava alguém a com­ partilhar tudo. em frente à sua casa (Ne 3. Trouxeram consigo práticas abomináveis que incluíam o sacrifício de crianças no fogo. 1. Ananias eslava lemeroso.24). Avô de Azarias. Cristo lhe falou que fosse até a casa onde Saulo estava hospedado e impusesse as mãos sobre ele.26). Um dos privilégios do cristão é estar livre do legalismo. 2.9). Filho de Eiioenai e integrante da linhagem real de Judá depois do exí­ lio babilónico.44. “o Senhor tem respondi­ do").1). 1. AN AÍ AS (Heb. lemos que Ananias teve uma visão.

Arba (Js 14. Seu único durante seu julgamento (At 23. Debir e da região montanhosa poucas passagens nas Escrituras que de Judá. Dessa A N A Q U E . O sumo sacerdote ordenou que Paulo fosse esbofeteado era o líder entre os sacerdotes. era também o líder do Sinédrio. e podemos ver que nalmente conquistou Canaã e estabele­ Ananias foi o primeiro a falar-lhe sobre ceu a paz para Israel (Js 11.G.ANAQUE vaso escolhido. eles disse­ ao encontro de Paulo e chamá-lo de “ir­ ram. mente ele podia oferecer o sacrifício no P. Dia da Expiação. mantendo um condo peregrinavam pelo Neguebe (Nm tato estreito com o governador romano. 4.22. morava em Hebrom. Foi imedia­ reputação dos descendentes de Enaque tamente batizado. foi finalmente vindicada. 2. na par­ pessoalmente confirmar as acusações te mais consagrada do Templo. Outro Ananias foi sumo sacerdote piarem a terra e terem visto os anaquins (Nm 14. Josué fi­ sua perspectiva.C.2. At responder a acusações de crueldade. ficou famoso por sua força e habilida­ 52 . Em 52 d.C. Ananias impôs as mãos sobre Paulo.6-9). cruel líder saduceu. e permaneceu por um tempo em Damasco.D. parecíamos” (Nm 13. "éramos aos nossos próprios olhos mão”.1). Por causa de seu ofício. preso em Jerusalém. informaram com É um testemunho do caráter e da fé grande medo que tinham visto os gigan­ de Ananias a maneira como se dispôs a ir tes.6) e é sempre associado a Caifás. junto com os cristãos. Era um orgulhoso e P. e assim também lhes só o nome de Saulo já o enchia de temo­ res. A con­ sua missão mundial. para levar o meu nome de na batalha. A formidável que teve a visão restaurada. foi enviado a Roma. no tempo determinado. Josefo.). Paulo padeceria Quando Moisés enviou os espias a por causa da fé.).28.15). mas essa informa­ o historiador judeu. em Gaza. Foi 4. Jo 18. eles. Com sua destruição. Jesus também disse que. onde so­ contra Paulo diante de Félix (At 24.D.14-16). quando há apenas algumas horas como gafanhotos. O no tempo em que o apóstolo Paulo foi Senhor cumpriu suas promessas a Israel. Ananias. etc. Foi nomeado por Herodes e exerceu seu poder de 47 a 59 ANÁS. É mencionado quatro vezes como d. para vez por ano no Santo dos Santos.33). Aparentemenas emoções de um cristão são mudadas te alguns sobreviveram no território por meio da Palavra de Deus e como o medo foi transformado em poder e amor filisteu. Os des­ cendentes de Enaque realmente foram os na vida de Ananias. centralizava tanto o poder reli­ no passado distante dos israelitas.10. sua necessidade de fiança que Josué e Calebe demonstraram ser perdoado e batizado (At 22.28. ao retornar. liberado por Cláudio. Gate e Asdode. após es­ Veja Paulo. Foi ele quem menos de 6 a 15 d. o pró­ primeiros a causar preocupação para os prio apóstolo contou aqueles eventos da israelitas.24. descendentes de Anaque. o menciona como ção nos ajuda a entender sua participa­ sumo sacerdote em Jerusalém mais ou ção na prisão do apóstolo. fun­ perante os gentios.C. os reis e os filhos de dada por seu ancestral. Arba — por isso o antigo nome de Hebrom era QuiriateIsrael” (At 9.2) e pos­ papel na adoração era o de entrar uma teriorm ente desceu a Cesaréia. Uma figura conhecida apenas maneira.13. Homem de grande estatu­ Este cargo tornara-se mais político do que ra.15).G. Mais tarde. etc. Canaã. 13. para “sumo sacerdote” (Lc 3. no poder e na provisão de Deus. Existem Finalm ente. talvez pelo próprio tornou-se um provérbio entre os israelitas (Dt 1. Josué os expulsou de Hebrom. quan­ gioso como o político. de maneira que nenhum foi dei­ mostram de maneira tão dramática como xado no território de Israel.21-23).

que só havia cinco pães e dois peixes disponí­ veis para a multidão de cinco mil homens. André.8. (Para mais detalhes sobre o incidente. um pouco constrangido. Seu genro Caifás e seu neto Matias também exerceram este cargo.1316).2). Os algozes primeiro procuraram Anás.2 e Lucas 6. que os considerava con­ ceituados entre os apóstolos.D. a fim de resgatar Ló do cativeiro (Gn 14. para sugerir que pelo menos parte do tempo os dois irmãos formavam uma dupla no ministério de Cristo (cf.8).14 (mas não em Mc 3. como "meus parentes e companheiros de prisão". 2. Vários aios apócrifos são atribuídos a ele. Tiago e João eram lodos pescadores (Mt 4. ele também foi um dos intermediários os quais disseram a Jesus que certos gregos desejavam falar com Ele. Assim.22. André faz par com seu irmão Pedro na lista dos doze discípulos em Mateus 10. A N D R É . após o cativeiro babilónico.27.3 registra que estes quatro discípulos pescadores estavam presentes no “Discurso de Jesus”.24). com Zorobabel e Neemias. quan­ do Pedro e João foram questionados a respeito da fé (At 4. embora sem nenhuma evidência histórica. A despeito das alegações contrárias. Nada mais é conhe­ cido sobre ele com algum fundamento histórico. André informou a Jesus.23 e Neemias 7. Anás era um poderoso líder. foi rapidamente ofusca­ do por seu irmão Simão Pedro. André.7).18 ou At 1. que ele próprio levou ao Senhor (Jo 1. no monte das Oli­ veiras". Mc 1. Mc 6. Mais tarde. Natural de Belsaida. como os que eram enviados a pregar o Evangelho. Esle ainda estava envolvido no Sinédrio. da Galiléia. Em João 6. ou talvez ape­ nas judeus. Na época. o primeiro dos doze apóstolos a ser cha­ mado por Jesus. Marcos 13. Esle vocábulo deriva do termo grego que significa • ‘hombridade'’. como Riu lo. 128 membros de sua famí­ lia são registrados na leva que retomou a Jerusalém. nem dados sufici­ entes nas páginas das Escrituras para se deduzir qualquer princípio teológico sig­ nificativo baseado em seu caráter ou sua personalidade. e ele então o encaminhou a Caifás. A N D R Ô N I C O .31.19).24).19 o líder do povo com esse nome tal­ vez seja a mesma pessoa. quando Jesus foi preso (Jo 1 8. Pai de Sangar.b . da tri­ bo de Manassés (1 Cr 7. Provavelmen­ te eram parentes de sangue. Anás e Caifás são mencionados juntos quando a Palavra do Senhor veio a João Batista (Lc 3. veja AnrafeL ) AN IÃO.7). Um dos netos de Benjamim.40-44). Provavel­ mente essa é a utilização mais generali­ zada do termo "apóstolo”. de tempo integral.G. A N E R . cuja Influência continuou mesmo depois que a função foi assumida por outros. André recebeu sua co­ missão form alm ente como discípulo itinerante.6). Junta­ mente com os outros três discípulos cha­ mados em João 1. Em Neemias 10. Sob a liderança de Neemias. P. O nome refere-se a uma deusa da guerra.ANIÀO religioso. O quarto filho de Semi da. não existe um padrão consistente no com­ portamento de André. Converteramse antes de Paulo.16). 53 . um dos juizes de Israel (Jz 3. c . A NA TE .6). ele assinou o pacto do povo para obedecer à Lei de Deus e adorar so­ mente a Ele. no início do ministério de Jesus na Galiléia. Pedro. Abrão mostrou-lhes sua gratidão (Gn 14. Paulo refere-se a ele e a Júnia (Rm 16.13). Não se sabe onde estiveram juntos na prisão. Em João 12. x\ndré previamente fora seguidor de João Batis­ ta e estava presente quando esle apontou Jesus como o Cordeiro de Deus. filho de Bequer (1 Cr 7.13. 1 . A N A T O T E . 5. Um dos três irmãos amorreus (veja também Monre e Escol] que se aliaram a Abrão quando perseguiu Quedorlaomer. De acordo com Esdras 2.18.

Um anjo an iq u ilo u 0 e x é rcito de Senaqueribe. a fim de instrui-lo a respeita do m enino.15-18J. responsável pela realização rle ura juizo de Deus.6).7). 0 Templo do Jerusalém foi edificado naquele local (2 Sm 24 10-25. Quando o rei oron. Dous comunica sua vontade por meio dn um ser angelical.5.26) e feriu o rei Herodes Agripa 1 com o juízo de Deus (Al 12. para impedir u morte de Isaque e confirmar a bênção de Abraão.19.1 II.36). O “ anjo rio Se­ nhor” (as vezes chamado “u anjo do Deus”) é mencionado mnis rio 00 vezes nn Bíblia e é ii porta-voz pessoal de rieiis e seu repre­ sentante diante da humanidade. Zc 1. (Ml 1. i um Moisés na sarça ardente e uo livramenlu do Figilo (Gn 31.15J. embora Aios 8.19. 0 anjo apareceu a Hagar no deserlo p disse-lhe r|iie vol­ tasse para sua senhora Sarai (Sara). Jz 2. O AN JO DO S E N H O R . 0. por ide tor obedecido ao pedido de Deus (Gn 22 11.11. pro­ meteu também quo Deus múltiplaaria grandemente seus descendeuIes <Gn 16.J3. Pnslerlormenle. Nesta ocasião. o anjo é visto como mensa­ geiro divino.12. 1oram-lhe dadas ins­ truções divinas concernentes a Ismael. “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que 0 temem. 0 jebuseu. ao lazer a contagem do povo. ajv.. O. Em certas ocasiões uo Antigo Testamento. o anjo pralicamenle ê identificado com o próprio Deus.12. 3 1. Nos Salmos. o anjo n distinto •le Deus (como em Lí 1. Em outras passagens o anjo é diferenciado dn Senhor (2 Sm 24. através de sonhos. 1 Cr 21.10-10. 1 Cr 2 i.2-7) Em Aios dos Apóstolos. No Novo Testamento. um anjo trouxe-lhe destruição na forma de uma peste ijuh matou 70 (»D0 pessoas (2 Sm 2-1.15-22.131. onde Ú chamado do Gabriel). os anjos tra/em tanto bênçãos coroo juízo. Um anjo incentivou o desanimado Elias (1 Rs 19.2. o anjo do Se­ nhor é cilado em várias ocasiões. como 110 encontro de Jacó em Betei. a fim do mostrar 0 poder do Deiu* tios assírios (2 Rs 19. Êx 3. quando ahriu as portas das prisões (At 5. mas os inimigos do povo de Deus sempre estarão sujeitos ao juízo angelical |S1 35. lauto em bênçãos como Bm maldições. um anjo instruiu Manoá (jz 13.< 1.712). O evangelho de Lucas registra a apa­ rição de um anjo dn Senhor a Zacarias.13-211. 1-14). a fim de realizar os propósi­ tos divinos.23).1). a liru de anunciar o nascimento de João IL . Em ou­ tras ocasiões.11-221 No tempo dos luízes. 2. Quando Davi ilesagradou a Deus.7) e o instruiu a desaíiar 0 rei de Samaria e seus mensageiros (2 R* 1 3. 12.01.ANfO no SENHOR.29 refira-se também ã atividade do Kspírito Santo. a fim de guiai e instruir seu povo.10. e ás m ulheres no relato de Mateus sobre a ressurreição de Crislo (Mt 28.I1.12. Mais tarde. e ns bvra” |SI 34.T- 54 . A* vezos.7).5. o anjo interveio lambém no monte Moriá.20. orientou Filipe para onde deveria ir (At «.35: Ta 37.0 anjo lambém é uma figura proeminente no livro de Zacarias (Zc 1. O anjo do Senhor aparece varias ve­ zes na história de Balaão (Nm 22 22-35J e é citado na canção de Débora e no cha­ mado de Gideão íjz 5 23. Na época de Abraão. a Josá. Concluímos então que o anjo do Se­ nhor ê bastante alivo no Antigo e no Novo Testamento. o anjo ordenou que sê construísse um altar na eira de Ara una lOrná).13).26.

40).21.6.16. para designar anjo. Os anjos trazem direçáo. 55 .7-14: Ez 10. Jd 9. 114 no Antigo a 178 no Novo Testamento. depois que Abraão lhe disse que o Senhor enviaria seu anjo" adiante dele. para que o ajudasse a alcançar seu propósito (Gn 24. no qual viu uma escada "posta na terra. ele ouviu a nosso voz.13-16). Assim. Por meio dessa experiência.19.12). no Antigo Testamento. e os anjos de Deus subiam e desciam por ela" (Gn 28.12. para cumprir al­ gum propósito divino relacionado com a humanidade.27). Exemplo: dois anjos foram a Sodoma alertar LÓ e sua família sobre a iminente destruição da cidade.8.13.5). um anjo atuou na direçáo de uma pessoa.49).18-20. seres celestiais que sâo citados frequentemente em conexão com a entronização simbólica de Deus no Tabernáculo e no Templo (Êx 25. Por outro lado. felizmente. o Senhor falou com Jacó e tornou a promeler-lhe que seria o seu Deus. Esse numero registra mais de 60 referências ao “anjo do Senhor”. Infelizmente. cujo topo chegava ao céu. depois. 12. depois que saiu de Berseba.15: "E Deus mandou um anjo para destruir a Jerusalém”. e nos tirou do Egito" (Nm 20. I Rs 6. a íim de encontrai' uma esposa para Isaque entro seus parcntns. mas não inclui as relacionadas aos dois anjos chamados pelo nome na Bíblia.18-201 Os anjos como executores do juízo de Deus. A justiça de Deus foi temperada com a misericórdia divina. Em outras ocasiões. indignação e angústia" (SI 78. 9. "Atirou para o meio deles. Nesse caso. 2 Sm 24. Existem também mais de 60 referências aos querubins. para encorajar o povo de Deus.1. ajuda ou encorajamento. o legislador comentou.12-15). o ardor da sua ira.10). houve ocasiões quando a tei­ mosa oposição ao Senhor foi confrontada com a implacável fúria divina.7-9. como nas pragas que caíram sobre o Egito. 91. Ap 12.1-20. e os b'vra" (SI 34.23-25: 8. Às vezes os anjos apareciam.16. 1. Ao registar as dificuldades enfrentadas durante o cativeiro egípcio. Uma das referências mais interessantes aos anjos foi quando Moisés enviou men­ sageiros ao rei de Edoin. cf. o traria à Terra Prometida (Gn 26. cuidaria dele e. "Mas quando clamamos ao Senhor. Uma ilustração contundente de um anjo no exercício do juízo divino é encontrada em 1 Crónicas 21.ANJOS ANJOS Existem aproximadamente 292 referências a "anjos” nas Escrituras. como punição do Senhor por sua depravação (Gn 19. Gabriel (Dn 8. 37. Houve ocasiões era que os anjos tiveram um papel preponderante no propósito divino (Gn 19. ou seja. conslituia-se em uni agenle de Deus. Os anjos no Antigo Testamento A palavra usada no . que tornou a meter a sua espada na bainha" (1 Cr 21.17). enviou um anjo. Essa proteção divina é vista pelo salmista como extensiva a todos os que genuina­ mente colocam a conf iança no Deus vivo: ”0 anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem. a aniquilação da cidade foi evitada: “Então o Senhor deu ordem ao anjo. teve um sonho em Betei.Antigo Testamento.7.26) e Miguel (Do 10. 2 Cr 3. para o fiel cumprimento da vontade de Deus Exem­ plo: o servo de Abraão foi enviado á Mesopotámia.1.11. o patriarca lacó.12}. furor. Hb 9.21: Lc. significa simplesmente "mensageiro". a lembrança da ajuda divina no passado nao foi suficiente e a passagem pelo território edomita foi negada (Nm 20. Normalmente. quais mensageiros de males.7).7.

19: 2. Quando Deus criou a Terra. o Salmo 148 couvoca os anjos a louvar ao Senhor junto com todos os seres criados: "Louvai-o. onde um anjo interlot. em 701 a. Os a n jo s e o lou vor a D eus. Um dos mais bonitos papéis desempenhados pelos anjos no Antigo Testamento ó o louvor. Mc 1. 2). os chefes e os oficiais no arraial do roi da Assíria" (2 Cr 32. Os anjos no período intertestamentárlo Os anjos foram particularmente proeminentes na literaUua judaica no período entre os dois testamentos (2 Esdras 6.21s. eram conhecidos pelo nome (Uriel. Alguns anjos. a partir daí.31-55!. que apresenta um forte interesse pelos anjos.2-4). vós.5: 5. em 2 Esdras 5.5: 1 Macabeus 7 .).44-48. ministros seus. No entanto. louvai-o. os quais são líderes e desempenham funções especificas no plano divino ( l Enoque 40.5. O salmista exortou: “Bendizei ao Senhor. os serafins — maturas celestiais que são citadas somente na visão de Isaías — ofereciam louvor e adoração. segundo os livros apócrifos.ulor é citado varias vezes (Zc J . Assim lemos. que cumpris as suas ordens. ls 37.4. o Senhor enviou tun anjo que deslruiu a todos os homens valentes. m enciona quatro deles pelo nome.9. que executais a sua vonta­ de” (SI 103.36J. 2 Macabeus 11. uma grande ênfase ê colocada sobre a santida­ de do Seuhor e a importância do louvor por parte dos anjos que o servem.C.13).ANJOS Um dos casos mais dramáticos do retaliação divina ocorreu na derrota de Senaqueribe. anjos seus. Esse papel do mensageiro do Senhor de com unicar a revelação divina ao profeta traz luz sobre o Apocalipse.35. A njos In terlo c u to res. onde um papel sim ilar è dado a um anjo interlocutor (Ap 1 . Aios.21). cif.10). Eles aparecem com frequência no livro de Zacarias. O anjo entõo transmitiu ao profeta a mensagem dada por Deus (Zc 1.10. A mesma ação que produziu juízo contra os inimigos de Deus trouxe livramento ao seu povo. 22 . todos os seus exércitos celestiais” (v. Nesse texto. este ensino sobre os anjos é restrito e saturado do e le m e n to e s p e c u la tiv o . 2 Rs 19. por exemplo. Tobias. Santo. quo obedeceis à sua voz. Os anjos são mencionados muitas vezes nos Evangelhos.18. Semelhantemente. todos os sb u s exércitos celestiais.5.14-17. desenvolveram-se elaboradas angelologias. todos os seus anjos.4) e. Ed 2. magníficos em poder.9 . Da mesma maneira. O próprio nome desses seres ("aqueles que queimam”) indica sua pureza como servos de Dous.2 .7).4 1 . falou sobre "sete santos anjos que apresentam as orações dos santos e entram na presença da glória do Santo".. Tobias 6. Hebreus e Apocalipse e ocasionalmente nos outros livros. todos os anjos (conforme trazem algumas versões) rejubilaram (Jó 38.3. 5. por sua inefá­ vel santidade: "Santo. 1 . em Tobias 5. Santo é o Senhor dos Exércitos: toda a lerra está cheia da sua glória" (Is 6.2-4) ou um “anjo1 '. Bendizei ao Senhor. a palavra grega ongelos significa “mensageiro" Iusada com refe­ rência a João Batista. G.20 e Rafael. palavras eonsoladoras" (Zc 1. quando o anjo do Senhor levantou a questão sobre até quando a misericórdia divina seria negada a Jerusalém: "Respondeu o Se­ nhor ao anjo que falava comigo.4. cm rusposto à oração do rei Ezequias: “F.1. palavras boas. o qual to rn o u -se tão d o m in a n te uo p erío d o ínterLeslamentário.6 )..3: 4. cf. O livro apócrifo "Os Segredos de Enoque”.34.6). 56 .13.20. Os anjos no Novo Testamento No Novo Testamento.

O lesteniuulio cristão tem um significado solene. e enláo recompen­ sará a rada um segundo as suas obras". 2. Lr 22. Lo 4 9-!2).20. Ap 3.11. Os anjos e o tema do testemunho.11-20) e aos pastores (L. Em adição. e eles colherão do seu reino tudo o quo cnusB pecado e todos os que cometem iniquidade" (Mt 13. Semelhantemente. e chegaram os anjos o o serviram” (Mt 4 J 11.9: cf.umprida.49.12 foi citado polo diabo.39).31). os anjos participam no julgamento final: "Vi­ rão os anjos e separarão os maus dentre os juslos." (Lc 2. Jesus disse aos discípulos: “ A ceifa é o Rm do mundo.AN] OS Os anjos e os nascimentos de João e de Jesus . Deus "enviará os sous anjos..c 2. Em Mateus 16. os anjos são vistos como agenles de Deus. Os anjos e a tentação de Jesus. “morreu lambem o rico e foi 57 .50). u Zacarias (Lc 1. Cristo recusou*se a a c e l t a T a sugestão demoníaca o é interessante que Marcos deslacou 0 ministério dos anjos em sou r«lato ria tentação (Mt: 1. por outro lado. rom seus anjos. Os anjos são mencionados na intri­ gante passagem sobre o homem rico e Lázaro. Segundo. e os ceifeiros são os anjos. Lucas destacou também a participação de Gabriel na escolha do nome de Jesus (2. Os anjos são aitados várias vezes em conexão com a vida cristã..24.13). lambém no Ml’ os anjos participam do louvor e da adoração ao Senhor. da mesma maneira que faziam 110 A l O louvor a Deus era uma de suas atividndes primárias ÍAp 5.10). de uma à outra extremidade dos céus" (Ml 24. Em Lucus. com grande clamor de Irombela os quais ajunlarão os seus escolhidos desde os quatro ventos. Mt 10. mas no tempo e na maneira de Deus (cf.26). pois era vislo contra o pano de fundo da eternidade: “Qualquer quo de mim e das minhas palavras se envergo­ nhar. por exemplo.20-38). na Ihróbohi dn Rude. Primeiro. louvando a Deus. Mas quem me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus” (Lr 12. Duranle a tentação. Os anjos em cenas de morte e ressurreição. com relação ã nossa situação final na presença de Deus e dos anjos: “Digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus.5-7.5). dele se envergonhará o Filho do homem. para tentar Jesus e fazê-lo colocar a fidelidade de Deus á prova (Ml 4.33. . quando vier na sua glória o na do Pai e dos santos anjos’' (Lc 9.13).43).9-12). Mandará o Filho do homem os «eus anjos.14) Assim. o anjo Gubrinl fez o anúncio para Zacarias e Maria (Lc 1. Na Parábola do loio. o Salmo 91. onde “morreu o mendigo e foi levado pelos anjos para o seio do Abraão".21. 1.13. O elemento cio louvor certamente mareou presença no NT. paz nu lerra entre os homens. A promessa divina du Salmo 01 foi assim i.12).19. ao aparecer a Jose ÍMl 1. os quais terão um papel significativo no processo judidal: "Póis o Filho do homem víró na glória d»* seu Pai.27. Da mesma maneira. Mateus destacou o papel dos anjos no dia do Senhor. Vários outros aspecto? do história do nascimento de Jesus são (lignr)S de nola. Mateus de* larou: “Enláo o diabo o deixou. Lucas desiatou lambém a alegria trazida pelo arrependimento sincero: "Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Dous por nm pecador que se arrepende” (Lc 15.8. e os lançarão na fornalha de fogo. o anjo do Senhor teve nm papel preponderante no anuncio dos nascimen­ tos tanto do João Bal ista como de Jesus.11. cf. O testemunho do Cristo ora importantn. onde haverá pranlo e ranger de dentes" fMt 13. Os anjos e o dia do Senhor. o nascimento de Jesus é anunciado por uma “mul­ tidão dos OxfircilOS celestiais. no final do seu registra sobre este assunto. No finai dos lempos.26).32. é dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas.

11-18. Também admitiu que "o próprio Satanás se transforma em anjo de luz" (2 Co 11. Incluiu também o ensino de Jesus sobre o casamento no estado futuro: “Na ressurreição nem casam nem sáo dados em casamento: serão como os anjos de Deus no céu" (Mt 22. para resistirmos a tais ataques enganadores. e lembrou aos crentes pecaminosos de Corinto que “os santos'’ julgariam os anjos (1 Co 6. Lc 24. Mateus escreveu que um 'anjo do Senhor" rolou a pndra que fechava o túmulo.8] Ele reconhecia com gratidão u bondade iniciai dos gálatas. Lc 20.3 l. 2 3 . Lc 24. Ez 28. há o sombrio repúdio dos que estarão ao lado esquerdo do Rei. 8 ) . A partir desta passagem. Paulo diz que "ainda que nós mesmas ou um anjo do céu vos anuncie oubo evangelho além do que jã vos anunciamos.12-17.10.22). embora os saduceus radoualislas negassem a existência deles (Al 2 3 . Mais tarde.11). 91. Mateus chamou a atenção para o papel dos anjos guardiões. 1 2 .41). comido de bichos.2. pois "me recebestes 58 . embora reconhecesse que a luta do cristão era contra “principados e potestades" (Ef 6. logo depois da ressurreição de Jesus Cristo (Mt 28. Na verdade. e.2.4: Jd 6). preparado para o diabo e seus anjos" (Mt 25.10. cf. SI 34. onde os anjos faziam algo similar.12.19).38. Aqui. seja anátema" |CI 1. At 12. Paulo tinha menos a dizer sobre anjos do que se poderia esperar. 7 . 14. u idéia é que Cristo.10-17).23: Io 20. Em seu evangelho. e citou sua impressionante aparência e a reaçáo aterro­ rizada dos guardas [Mt 28.14). 2 Pe 2. 2 4 ) . ” o anjo do Senhor” encorajou Paido no meio de uma tempestade uo mar. na passagem sobre ns bodes e as ovelhas: “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Aportai-vos de mim. Finalmente.30.51). Os anjos nas cartas de Pauto. porque náo dou glória a Deus. De acordo com o evangelho de João. cf. Mc 16.5-7. 1 9 . Essa passagem lembra o sonho que Tacó teve em Betei (Gn 28.36). expirou" (Al 1 2 .30). For o u t r o lado. malditos.7. 2. será o elo de ligação entre o céu o a terro.ANJOS sepultado" (Lc 16. Esse comentário afirma ser necessário estarmos em constante vigilância.2. At 1.5-7.11.3). cf. "O anjo do Senhor” abriu os portas das prisões para os apóstolos em várias ocasiões (Al 5 . Ele também registrou as instruções do anjo para as mulheres fMl 28. "o anjo do Senhor" trouxe juízo contra um inimigo do povo de Deus (o rei Horodes) como no AT: “No mesmo instante o anjo do Senhor feriu-o. fica claro que alguns dos anjos pecaram e uniram-se ao maligno e conseqúentemente também receberão o castigo eterno (cl. João registrou o comentário de Jesus para Nntanael: "Vereis o céu aberto e os anjos de Dous subindo e descendo sobre o Filho do homem" (Jo 1.3).12-19.5.12).4-7). Jo l2 . com uma mensagem de conforto e a certeza do livramento í A t 2 7 . Estava convencido de que nem os anjos e nem quaJquer outro poder criado separariam os verdadeiros cristãos do amor de Deus em Cristo (Rm 8. que protegem o povo do Deus (Mt 18. Os anjos em outras referências nos evangelhos. 2 3 ) . certamente não deveriam ser adorados Cl 2 18). cf. como o Filho de Dous. Embo­ ra os anjos tenham desempenhado um papel importante no tocante a colocação da lei divina em atividade (Gl 3. Deus guiava seu povo o usava seus anjos.1 f). O destino eterno dos dois foi muito diferente e mostrou uni forte contraste com o contexto de suas vidas na Torrai Anjos apareceram no túmulo vazio. Paulo mencionou os anjos caldos. Os anjos no livro de Atos. ao escrever aos gaiatas. cf. para o fogo eterno. Is 14.11).39). Mttría MadaJena encontrou "dois anjos vestidos de branco" e depois o próprio Cristo ressurreoto (lo 20. Lucas fez muitas referências aos anjos em Aios.

14). "quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder. sugando. Na segunda. Os anjos em 1 Pedro.11. A ascensão de Cristo ao Céu. Em cada um dos casos. ouvia dos para servir a fuvm dos que hão <le herdar a salvação” (Hb 1 14). terceiro.4. ds quais perseguiam os crentes.1.21 J. A limilação do espaço nos restringe a quatro observações: prim em í. é observada umu divisão entre os anjos bons e os maus. 20.5-14). e os seus anjos foram lançados com ele” (Ap 12.12). autoridades e potestades foram colocados em submissão a Ele (1 Pe 3. se rebelaram contra o Senhor 0 aliaram-se a Satanás. Ao escrever aos lessalonicenses. Ds anjos são citados muitas vezes na carta aos 1Iebreus (Hh 2. "E houve guerra no céu: Miguel o os seus anjos batalhavam contra o dragão. observado em Zacarias. Anjos inumeráveis lazem parte da Jerusalém celestial e isso é mencionado como um incentivo a mais.22).2.7.22-24.11. os anjos são men­ cionados num antigo hino muito bonito 11 Tm 3. existem também muitas citações aos anjos como seres sobrenaturais.2).12). Estes serão tulgados junto com o diabo. Referencias sombrias à condenação dos anjos caídos em 2 Pedro e Judas são feitos nos passagens que apontam solenemente os erros dos falsos mestres e sua absoluta destruição (2 Pe 2. Eles foram criados o não devem ser adorados ou louvados.22.1. significou que anjos. os anjos aqui.2. são servos sobrenaturais do Deus. onfre outras coisas. Nesta batalha.1 B).7). São cuidadosarneute definidos no primeiro capitulo como "espíritos ministradores. Na primeira. o pupnl do anjo interlocutor. as cartas são endereçadas "ao anjo" das seté igrejas (Ap 2.3-12). 2 Pedro e Judas. ft.17. Jd (J). que participam dos seus propósitos.1.. ‘\lguns.11. São introduzidos numa passagem que adverte os discípulos a atentar para a grande salvação oferecida em Cristo (Hb 2. Duas passagens eui 1 Timóteo devem ser observadas. em chama de logo. Paulo declarou solonemonfe q u e os oponentes do cristianismo. Por outro lado.11. os anjos verdadeiros adoram a Deus e reimem-ae no louvoraCrisfo ao redor do trono divino (Ap 5. Os anjos parlicipam da adoração a Deus p cumprem a > »u a vontade na Terra.1.53). a referência é leita aos pastores das igrejas.7-9. lambém é encontrado em Apocalipse (Ap 1. 59 . 19.7.ANJOS como a um anjo de Deus" (Cl 4. Pulo contrário. E o dragão e os seus anjos halalfiavam” (Ap 12.15. tanto de juízo como de salvação São agentes e mensageiros do Senhor. o diabo "foi precipitado na ferra. Mt 26. Os anjos no ttvro de Apocalipse.. a . serium punidos. 13.t. 22. os quais oram os mensageiros de Deus para o seu povo. entretanto.18: 3.»i)’ . Em 2 Pedro 2. não só na presença de Deus e de Cristo." (2 Ts 1. trabalhando ern favor dos seus filhos e protegendo-os.2. são descritos como executores do juízo de Deus sobre a Terra (Ap 9. 7.iviLhoso que desperta a curiosidade dos anjos (1 Pe 1. 16.8).1). mas são considerados inferiores a Cristo (Hb 1. numa época de crise iminente.1 f> : 12.12. cf. O plano divino da salvação o tão mur.9): qitarla. paru que os destinatários não recaíssem no Judaísmo (Hb 12.0-10.14).3-#. um forto contruste é foilo entre os anjos bons e ds maus. mas também diante "dos anjos eleifos" í lTm 5. o lado divino saiu vitorioso.a . uma séria adverlém ia é feita ao jovem líder cristão. Em Apocalipse. como em outros lugares na Bíblia. Sumário A Bíhlia tem muilo a dizer sobre os anjos. 10.8.2). em contraste com Satanás e < x s outros anjos caídos. 14.1. Deus ainda estava no controlo de sua criação. por todo o livro (Ap 5. Os anjos no livro de Hebreus.

1.13. no lempo de Neemias lEd 10. Num ataque sntil e inteli­ gente. O relata de Génesis 14 é de particular interesse.ANRAFEL A N R A F E L . Novamente.34-17). Um dos descendentes de Saul. Da tribo de Levi. A tradição diz que Antipas Foi assado vivo num grande recipiente de bronzo. S in a b e e Senwbtír).20: Nm 26.2 .7. No 13'ano.. Qu^durluuuivr e Jhíul\. AOÁ. pais dirstâca como a região do vale do riu lordãu era cobiçada. Etã.4). Líder de clã enIre os coatilas |Nm 3.8). rias quais tomaram todo o es­ pólio. ser­ viu como músico no Templo (l Cr 6. ANTIPAS. da qual Aurafel fazia parte. Adaias.13). Eles tinham conquistado várias cidades do vale do Jordão e áreas ao re­ dor do mar Morto e governavam a lona bá doze arms. da tribo de Dã (Êx 60 . Os quatro reis capturaram uma grande extensão dn terra. a influência de Abrão na "Terra Prometida” cresceu caria vez mais. sob o plano soberano de Deus. os rfis dessas cidades mbalaram-so e lulanun contra os invasores (veja B om .C. o merarila. sen descendente.4. 2. Um dos quatro filhos de Coalíi e neto de Levi (Êx 6.5). o Se­ nhor recomendou b o s cristãos que náo renunciassem tt fé. na província da Asia. Esdras e os judeus se arrependnram e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10. Isso fez «om que Abrão entrasse tnn cena. 1. mesmo após o martí­ rio de Antipas Essa cidade é descrita como o lugar “onde Satanás habita' Era um centro de adoração ao imperador. filho de Bani.g. 12 ). ANRÀO. foi um dos sacerdotes que se estabeleceram em Jerusalém depois do exibo babilónico (Ne 11 . ANZI (Heb. a poutO de justificar Luua aliança «t atrair reis de terras Ião dis­ tantes. Filho de Aisamaquo. A N T O T IA S . o sobrinho de Abrão (Ló) que morava em Sodoma.d. 18: Nm 26. Ao falar à igreja em Pergamo."a tenda do meu pai"). A vitória dele sobre esses monarcas é de grande signifi­ cado.D.46). loram derrotados e fugiram. P. ANUBE. AOLIABE (Heb.19).59: 1 Gr 24. Desse punto um diante. contudo. que in d u ia as cidades de Sodoma e Gomorra. Anrão estava entre os que se casaram com as mulheres es­ trangeiras. Possivelmente seja o Aias de 1 Crónicas 6. bem como sua separarão final e completa fia antiga existência. Descrito como "testemunha tiel" de Deus em Apocalipse 2.20). Descendente de Judá. B irsa.2). 1 . perseguiu Quedorloomcr e alcançou-o bem ao norte.24I. Descendente de Bani. Essa genealogia tem um significado es­ pecial porque vai do filho caçula de Jacó até Saul (1 Cr 8. A pós Seeanias con­ fessar a Esdras que muitos bomons de Judá tinham-se casado com mulheres de outras nações. Arão e M oisés (Êx 6.34). 2. juntamente com o resto dos cidadãos. "minha torça' ).581: 1 Cr 6 . Era filho de Sasaque I I Cr B. Levaram cativo. Abrão derrotou a confederação daqueles reis e reiornou com Ló e sua família |Gn 14.3 .18: 23 12. destaca lambém o crescimento rápido da influência do Abr|a]ão. Veja HerO<J<t$ 2 . A aliauça daqueles reis. pois é vista em Génesis 14 como a vitória do Senlior e indicava o estabele­ cimento de Abrão em Canuá. veio da mesma região que fora o lar de Abrão. era filho de Coz (1 Cr 4. Um de seus descendentes. Sua esposa Joquebede deu-lhe três filh o s: M iriâ. Quando ouviu o quo ocontocera. Fica claro que o líder da coníedera­ ção invasora ura o rei Quedoiiaomei (Gn 14. Neto de Benjamim e filho de Bela. Uni dos quatro reis da Mesoporãmia que invadiram a Palestina d o tem po de Abraão (veja também Áríoque. p.

Embo­ ra este ensinasse sobre lesus "diligente­ mente". os quais. Escreveram unia carta de recomendação para os cris­ tãos i oríntios. Nessa época. Apoio queria exercer seu ministério do outro lado do mar Egeu. Sua chegada a Éleso abriu as portas para os judeus. que fora teclado e "apro­ vado rm Cristo" (Rm 16. Nasceu e foi educado n. Era um ensi­ no disponível apenas para a elite. A mensagum do Batista linha so espalhado além das fronteiras da Judéia. A PELES. onde Ls 40. Como qualquer discípulo de João que não lomou parte do grupo apostólico. Obvia­ mente. Talvez ele tenha. Mc 1.24-28. eram d escrito s nomo “sem leiras e índijutos1 ’ Al 4. O cuidado pastoral de Pau­ lo p a sua consideração por indivíduos sãn frequente mente destacados em suas cortas. a cidade de Alexandria.3 e citado).2). Provavelmente. Paulo enviou saudações a esse cristão romano.10). onde foi ouvido por Priscila e Áqiiíía.2).30. provavelmente ele precisava entender as implicações teoló­ gicas dos eventos firiais rui vidú dn |esus.34 a 36. usavam a própria residência Gomo "igreja local" e convidaram Apoio para visitá-los. isto á. Um dos filhos de Naddbe: Apaim foi pai de Isi (3 Cr 2. é aprecontadu como um lormidável judeu cris­ tão.31J. cuju pre­ gação resumia-se em preparar o caminho para lesus. na grandemente valorizada educação grega. na província da Acaia. era líder na tribo dp Juda. contudo. inclusive sua morte. até o Egito e Asia Menor.24). Apoio pregava na sinagoga de Éleso. nu Egito. linha excelentes qualidades cm diferentes tipos de trabalho manual. e combiuava seu conhecimento exauslivo do AT com sua educação secular ua arte da retórica (compare Apoio com outros pregadores. marcenaria e mesmo confecção de tecidos. Lucas diz que Apoio era “poderoso" no uso das Escritu­ ras. Como homem ins­ truído". dois grandes ministros da igreja primitiva e implementadores do minis­ tério cristão. de maneira que toda obra no Tabernáculo foi realizada para a glória do Senhor (Éx . Ele aprendeu a arte da habilidade nos debates em sua Bduoação secular e usava Isso de manei­ ra excelente.13).6). “demonstrando'1 (outro ter­ mo retórico 1 pelo Antigo Tfcslamenlo que 61 . "faces"). Inicial­ mente. ressurreiçãoe volta ã Terra para reinar. presumivelmente pelos discípulos de João Batista. Deus Liie ileu lam­ bém a habilidade de ensinar a outros lais técnicas. Era um Importante obreiro da igreja primitiva. cuja capital era Corinto. recebeu formação de "nível uni­ versitário'* em retórica. como o apóstolo. a igre­ ja em Èfeso o bui orajou a ir. em termos de educação formal. qun era ao mesmo tempo receptiva e an­ tagónica ao cristianismo Ele íora "inslrufdo no caminho do Senhor" (d. como ourivesaria.i “segunda Atenas”.2. O fato de que pertencia ao mais elevada quadro social daquela famosa cidade õ indicado nos termos selecioaodos por Lucas em sua bieve mas altamente inturmativa descri­ ção em Atos 18. i ledíndo que o recebessem.APQLO 31.{5. Pelos padrões do primeiro século. os dois preencheram as lacunas do conhecimento dele. sofrido persegui­ ções. Sua vinda fortulecnu clarameute o testemunho oristão na i idnde. “Poderoso" era um termo retórico para lógica e persuasão. PriseUa e Áquila eram o elo entre as duas igrejas (Al 18. devido aos seus elevados custos. APOLO. Foi indicado pelo Senhor para au­ xiliar Bezalel no artesanato e nos dese­ nhos dos artigos do Tabernáculo. apologista e debatedor. e figurou entre o limitado número de judeus que possuí­ am cidadania alexandrina. lesus era o Messias prometido (At 18. nenhuma informação adi­ cional é dada. Apoio for­ taleceu grandemente u comunidade erislá de Corinto e colaborou na discus&ão com os judeus que haviam trazido uma APAIM (Heb.

revela as funções distintas de cada um. h . quando loi acusado de que não pos­ suía nem a presença carismaLica de Apoio. Ele poderia assegurar para sí mes­ mo uma vida npulenia.61. Num debate público.AP0 L7 0 M acusaçãu criminal i ontra Paulo diante do governador Gálio. desLacando que um plantava e outro re­ gava.5.10). Paulo pediu a Tito que providenciasse tudo do que precisassem para a jornada. em termos. embora considerasse que em outra opor­ tunidade aceitaria. por esse motivo. Nos dias que se seguiram. quando respon­ deu às carias dos coríntios Ele apenas se recusou a envolver-se nos métodos secu­ lares do pensamento dos crentes daque­ la igreja. o Lobbv de Apoio foi capaz de convencer a igreja de que seus interesses seriam mais bem atend id os se ele retornasse. porque apena* Deus podo criar uma congregarão e faztíla crescer 11 Co 3. Paulo. Veja . "doulor da lei“ (talvez melhor entendido como "assistente legal") em Creta. isto é.11).13. ua l ula pela reputação de suas escolas e por mai­ or influência nas assembleias políticas (l Co 3.\hadom . com seu espirito competi ti vo. 62 . pois julgou que não seria "boa ocasião". o apóstolo condena a competição entre o lobbv dele e 0 de Apoio. ao chamar tal atitude de “imatura" e "mundana". embora este tivesse exercido um ministério eficiente □a cidade por L8 meses IAt 18. pois sua presença física era fraca. as finanças necessárias. cooperando conjuntamuute pura o crescim ento da igreja. pois sua apreseutação carecia das qualidades considera­ das aceitáveis piara uma audiência bemeducuda e so fisticad a com o a dos coríntios (2 Co 10. a opinião d» alguns sobre o ministério de Paulo foi expressa em linguagem retóri­ co. em detrimento de Paulo. escolheu usar seus fa­ lemos e privilégios em favor do reino de Deus e. O tex­ to de 1 Coríntios 16. Isso Indica que Apoio ainda estava engajado no ministé­ rio cristão em tempo integral e. Dado o amor que tinham pela oratõria secular. necessitava de sustento 11 Co 0. Tánto Paulo como Apoio eram de tal estatura espiritual. A P O LIO M .1).1. con tribu iu graudemerite para o testemunho cristão o a dofesa da fé. mas continuaram empe­ nhados em prol do Liem da igreja. nem o estilo eloquente.15). viam a si mesmos como pertencente» a Apoio. lalvoz nao intencionalmente.12) indica que o apóstolo respon­ dia a uma questão que iora aprese atada na carta q u e recebeu dos coríntios (1 Co 7. Os que se converteram por meio des­ se ministério. Seu nome seria usado comparativamente nos tris­ tes problemas em 1 Coríntios caps.3. ele refutou as acu­ sações dos judeus e provou pelo crivo das Escrituras Sagradas que a afirmação dos cristãos de Jesus ser o Messias era verda­ deira (Al 18. ao contrário. quando começaram a sur­ gir divisões apos o retorno dele a Éfeso.6.w. O uso dos lermos "acerca do irmão Apoio” 11 Co 10. Paul o não demonstrou qualquer ressentimenti ■ contra Apoio. Apoio — tutu educação u qualificava para trabalhar confio advo­ gado — eslava envolvido com Zenas.12 indica que Apoio recusou o convite para retornar a Corinto. I a 4: seria niencionadu como cabeça. seculares. Os coríntios demons­ travam muita preocupação sobre quem eram Paulo e Apoio. quando as coríntios o convidaram para trabalhar ali. Esse julgamento havia colocado os cristãos debaixo de um guar­ da-chuva judaico e parece que Apoia cumpriu a ordem do governador.14). ao fazer isso. que nenhum dos dois reagiu ao jogo de poder dos coríntios. duvido à sua edu­ cação. lím Tito 3. I I ). Ciúmes 0 rivali­ dades entre professores era exatumente o que mestres e discípulos seculares fazi­ am. usando as Escri­ turai parn “cuidar do assunto" (At 18. cf 1. trabalhando como orador e advo­ gado: entretanto.2») Apoio permaneceu algum tempo em Corinto e engajou-se uuina obra promis­ sora. Em 1 Coríntios 4.

7 0 .APÓSTOLOS APÓSTOLOS O vocábulo “apóstolo" ído grego apostolou quo significa "mensageiro” ou M euviarlo"’ Jó o nome dado u alguém enviado pára uma missão por outrem. 1 5 : !•> 1 5 . ”0 gémeo" lio I I.2-4. eu vos envio" (Jo 20.40.57-62) e desse grande grupn Ele selecionou os setenta (Lr. como a ressurreição da filha de lairo (Mc 5.32). Tiago e João. 2 . Lucas 6. fo­ ram t hamados Boanerges.37: Lc 8.24-28). Foram escolliidos "para que estivessem com ele.12).12-261 Um estudo dessas listas e dos nomes apostólicos no evangelho de (oão revela talos interessantes. 1 7 : Mc 4 . 10. Lr. Quarto. 0 .16-19. em busca da díreijão divina (Lc 6. Com o tempo.17). a Transfigura­ ção (Mc 0 2. Lt.1-20. após a ressurreição de Cristo. Tomé era ih amado Didimo. Mc 16. Quinto. A escolha destes ullimos tinha um propósito duplo. Essa comissão é citada repelidas vezes (Mt 28. dois discípulos. Eles entáo seriam capazes de sair pelo mundo. 3 5 . 2 4 ) . André.14. A relação única dos doze com Jesus Havia mui las pessoas que desejavam seguir a Jesus (Mt 8 18-22. como na ocasião em que os discípulos perguntaram a lesus sobre quan­ do o Templo seria destruído (Mc 13. que significa. a fim de compartilhar o Evangelho com outros. a fim de.8: 22.15). L c b 1 3 .17) Terceiro.27J. Lc 24. A escolha dos Doze Os primeiros apóstolos loram escolhidos diretamente por Jesus (Mc 3 . Os nomes dos apóstolos «ãu relacionai los quatro vezes. onde Mallas foi numeado como substituto de judafc Iscariotes (Al 1. o Senhor lembra aos discípulos qual (t a Comissão deles: 'Assim como o Pai me enviou. 8. qualro dos apóstolos eram pescadores — Pedro. 3 .16.1-6). Desses.4) Segundo.28) e a agonia no Getsômani [Mc L4. Os quatro evangelistas mencionam que havia doze lideres (Ml 1 0 . b oi Mateus 10. este termo lornnu-se mais amplo e abrangeu também outros cristãos que cumpriram tarefas de destaque na área de evangelização e missões.15. 9. André era tam­ bém incluído. alguns manuscritos trazem "setenta e dois*’ nos w. provavelmente reforindose ao ‘‘temperamento esquentado” deles |M c: 3. Jo 6 . e os mandasse a pregar" e a fim de participarem do ministério de Jesus (Mc 3.21). 7 . 12. 2 0 .16-20. 15. provavel­ mente Judas íscariotes era o único judeu (nãogalileu) e Simão chamado “o 29loto” ou **0 cananeu”. 9. cf. 63 . 1.26.24). Tiago e João. 9 . ensiná-los e capadto-los para o testemunho cristão (Jo 14. 5 . 6 7 . mesmo após seu retorno ao Pai (Jo 14 1»). 1 . As vezes. Lr. Mal eus ou Levi possivelmeute tinha bom nível do instrução um cobrador de impostos e considerado colaboracionista tios autoridades romanas que dominavam a Palestina naquela ppoca.40-49. Ele enviaria o Espírito Santo.511.26.1.14-I6 e Atos I 13. embora frequentemente falhassem muito (Mt 8. Marcos 3. At I 3). 1 4 . “filhos dn trovão”. 1 . No NT esse termoé usado para identificar os primeiros lideres do movimento que se íormou em torno de Jesus de Nazaré. Eles o conhe­ ciam e amavam e queriam ser seus seguidores.40-45: Mc 4. 1 1 1 : 2 0 . Primeiro. Tiago o João formavam um circulo de amizade mais próximo e estavam presentes com Cristo em várias ocasiões memoráveis.1 6 1 e indicados depois de uma noite de oração. 7 1 . hem como os doze (Lc 9. Pedro. 2 2 . Essa serie uma tareia cheia de desafios e que exigiria muito dehís: mas o Senhor prometeu estar com eles e ajudá-los.26: 14 31: 16.25.10: 20. 1 0 : 0 ..28: Jo 20. No livro de )oão. possivelmente era um revolucionário político Eles formavam um grupo heterogéneo e somente u lealdade comum a Jesus os mantinha juntos.

1. Lc 9.30. A dedicação dos doze Alguns dos apóstolos de Jesus eram provenientes de uma associação prévia com João Batista (Jo 1. então.28-30) As alegrias da vida no reino de Deus seriam mnis do que compensadoras por todos os sofrimentos e provações q u e passassem por sua causa |M l 19.''" (Mt 19. O chamado para o disclpulado implicava exigências radicais e en­ volveu um compromisso total Numa ocasião Pedro lembrou a Jesus os sacrifícios que ele e os outros discípulos fizeram. PaTa os doze.27-29. o seguiram" (Mc 1. a fim de exercer um ministério itinerante com Jesus. algum reconhecimento favorável deve ser dado ao "discípulo amado1 *. Haviam participado de um movimento nacional da volta para Deus. o escritor deste livro notou que esse discípulo estava próximo a lesus e loi quem Un.7-14). há miulo prometido. balava do próprio aulor do quarto evangelho.23-25). o chamado ao d i s c i p u l a d o envolveria o abandono da cena da vida familiar. O dis­ cípulo uniuilo lambém ystava presente durante a crucificação» quando foi-lhe dada a responsabilidade de cuidar da mãe de Cristo (. onde se sentariam em tronos e julgari­ am as doze tribos de Israel (Lc 22.25-27).28: Lc 18. Jo I*. Assim.16).28). Pedro é sempre mencionado nm primeiro lugar e Judas Iscariotes em ultima. Jesus também insistiu para que o povo se a r r e p e n d e s s e . esteve presente com Pedro na (jena do tumulo vazio e na pesca milagrosa no mar deTlberíades Ilo 21. cujo ato de traição contra Jesus resultou em ser colocado sempre como ídtimo nome uas listas. voltasse as costas para Os pecados do passado e abrisse seus corações. Lc 18-20. sobre a ideutidade do traidor (Jo 13. durante a última Ceia.18-20). Aparente menta. e eles imediatamente. O próprio Jesus reconhecera a lealdade deles em meio a tempos difíceis e prometeu-lhes grandes bênçãos em seu reino.1-3. Posteriormente.5. Pedro e André íoram convocados por Cristo para se tornarem pesca­ dores de homens. cf.20). a fim de crer nas boas novas de salvação (Mc 1. Mi 10. "Nós deixamos ludo. Mc 10. De qualquer maneira. Ml 3.2J. Mc 0.30). Evidentemente Pedro era o lider do grupo e claramente serviu como porta-voz deles em várias situações (Ml 1f> . Estavam conscientes da uuponòneia do arrependimento e tinham dado os primeiros passos para reafirmar o relacionamento com o Senhor fMl 3. Mc 1. embora haja discussão quanlo a isso. 64 . Em outra ocasião. pelo seu grau de amizade com Jesus.3-10.5).7. cf.20.28. Por isso prepararam-se a fim de receber a Jesus como o Libertador de Israel. perguntou. Era totalmente natural que tal questão fosse levanlada quando o custo do compromisso parecia tão elevado.1618. 13-16. "deixando as redes. No outro exliemo da escala eslá a trágica figura de Tudas.Jo 10. Lr 3. Tomé disse estoicamenle aos demais discípulos: "Vamos nós lambém para morrer com ele" (Jo 11. 18-20. e le seguimosl O que. At U 6 -1 0 ). A tradição crista geralmente assume quu st.27. citado apenas uo evangelho do loõo e nunca identifi­ cado pelo nome.15: cf.APÓSTOLOS Devido ao grau de aproximação com Jesus.29. ftissou a ser visto como traidor de sangue inocente" e confessou seu pecado antes de se matar [Mt 27. por porte do povo da aliança (cf. Em todas as listas com os nomes dos apóstolos.35-42).l>8. haverá paia nós'. Mt 3. era uma ligura bem conhecida uos círculos de amiza­ de de João e gozava da total confiança de Jesus Dois outros discípulos devern seT mencionados.ti9j. Ml 4.

Por essa razão.26.21. A qualificação dos doze Havia qualificações bem definidas para o apostolado.17-26. que Jesus de Nazaré fora morto por meio de crucificação.34: 14. a maior ênfase possível era colocada nos fun­ damentos históricas dn vida e obra do Jesus. M . Lc 8. da certeza de suu ressurreição e de sen retorno final em poder e grande glória (Ml 16.15.30-32. em particular.31: 9. Primeiro. para os quais confiou o futuro de sua Igreja.2-2.19. 1 Tm 5.25-32. Esse mesmo testemunho foi for­ temente firmado nas palavras iniciais de 1 João 11. Seus milagres. a qual exigia qtie toda verdade fosse esta bei ed da p e l o testemunho de duas ou três testemu­ nhas — um princípio que é ensinado repeUdameute na Bíblia (Nm 35. dopois que Riu deixasse a Terra. o propósito do testemimho ocular dos apóstolos foi enfatizado. Ele ge­ ralmente ensinava por melo de parábolas. A autoridade dos apóstolos O falo de que os apóstolos foram as testemunhas oculares de Jesus deu à mensagem deles uma autoridade exclusiva. associado ao ensino das Escrituras (At 2.2). Jo 5. especialmente dos doze. 20.36. Foram excelenlemenle ensinados por Tesus.10.62: Lc 9. Assim. c > Mestre dos mestres. M c 8. mas fatos solidamente comprovados.10: 5. Mc 4 . os após­ tolos corajo. 2 Go 23. 10. Os apóstolos declaravam solenemente que podiam testemunhar com certeza que Jesus estava vivo (At 3.6. que era lambam o Senhor (Jo 13. Era dn conhecimento público no primeiro «óculo. desde seu batismo até a ressurreição. cf. Assim. 10. 19.25-3QJ. ora Jerusalém. Jo 3.3 8 :1214.25.:<2. 13. O testemunho deles.16. 12. o testemunho apostólico realçava u importância da cruz e da ressurreição.32-39).l 18. 3. para ser apóstolo.30).33. De lato.20). 4.39-42. Dt 17. 13.24. e Pedro as relacionou resumi­ damente em seu discurso em Atos 1.12-22.31). explicava tudo clara­ mente aos discípulos (Mt 13.15. Enquanto a execução foi atestada por muitas pessoas. Jeaus falou-llieí.1-13. morte e ressurreição não eTum fábulas. 17.11. 10. ensinamentos. certamente Ele dirigiu a maior parte de sua instrução para os que estavam mais próximos. Mc -4. o título de "Mestre" foi usado com referência u Cristo mais frequentemente do que qualquer outro Ululo nos evangelhos (Mt 8. era preciso que a pessoa tivesse teslemunliado todo o ministério publico de Jesus.28). destacou a importánda dos apóstolos como "testemunhas oculares".19. Intim o grego" (|o 19. Em público. 13. Hb 10.40. da necessidade de sua morte.21. na introdução do seu evan­ gelho. A fé cristã foi ussim apresentada de maneira tal que hourou o princípio das múltiplas testemunhas. servia para confirmar a mensagem cristã.1-4) Segundo.1.34. o a inscrição informava isso a todos "em aramaico.16). e isso é repetidamente desJaGSldo na pregação deles lAt 2.38. Esse critério estava em harmonia com u bem conhecida lei judaica da evidência.24.13). Lucas. Vários aspectos estáó relacionados nessa declaração.10-20.30.samente testemunharam sobre a veraddade da ressurreição de Cristo.APOSTOLOS O treinamento dos doze O Senhor sabia quo suu missão seriu depositada nus mãos dos que a terminariam.a respeito da natureza de sua vida e seu trabalho.32: Lc 7. dedicou grande parle de seu lempo e atenção ao treinamento dos discípulos.31. bem como "ministros da palavra” (Lr 1. mas.2. Foram escolhidos pelo Pai e pelo Filho como os 65 . os quais os após­ tolos podiam confirmar como testemunhas oculares.9-15].

pois R f u J o . ele e sun esposa Priscila deixaram Roma e fo­ ram para Corinto (At 18. fPara mais detalhes. foi comissionado divinamente (Al 9 .2: 10. Andrâuieo 0 Júnia (Rm 16.8). mas 66 . e o Crislo ressurreclo disse a eles: “Mas recebereis poder. quando o imperador Cláudio ondenou a expulsão de todos os judeus da região.13. 1 . 1 4 .ifl. Aquila começou a trabalhar em Corinto. Lucas ampliou seu uso do termo “apóstolo". 2 0 . no Pouto (ura an­ tigo distrito da Ásia Menor. tanto em Jerusalém como em Ioda a ludéia c Samaria. Silas e Timóteo (1 Ts 2. Sumário Em resumo. 9 . como eram da mesma profissão. e sereis minhas testemunhas. Paulo encontrouse com ele naquela cidade.1: 15. Além tio mais. Em várias ocasiões.1 B ) . 1 5 . quo incluía Tiago.. Embora houvesse “falsasapóstolos” na Igreja primitiva 12 Co 11. que participaram juntamente com eles no labor evangelistico o missionário.2$).. os apóstolos tiveram a responsabilidade primária da proclamação do Evangelho e do cumprimeutu da Grandu Comissão. a Igreja certamente foi edificada 1sobre o fundamento dos apóstolos. Al 1. Fabricante de lendas. Paulo finha convicções muilo lortes quanto ao seu apostolado (1 Co 1. Assim. Jo 13. Cl 1 17).15 a 2. 1 5 .12. O papel do apóstolo Paulo A mais excelente figura uo eumprimeuto da missão apostólica foi a do apóstolo Pa ti­ lo. foi mu evento de grande significado na liisiória do cristianismo. o papel de Paulo foi desem­ penhado pur indicação divina. e até os confins da terra" (Al 1.41). como Estêvão e Filipe. Aos olhos de Lucas. Náo se sabe quando se converleu ao crislianismo.a . 1. 1 0 . insistiu om afirmar que era apóstolo. Ap 2.2).13. Em 49 d.1 9 : 2 2 .10.19.18. Pa ido afirmou o papel dos doze (1 Co 15. dois dos principais missionários entre os gentios (At 1 4 4 .1 8 ) . trabalharam e per­ maneceram juntos Quando chegou o tempo do apóstolo viajar para a Síria.7].18. ÁqOilae sua esposa JYiscila foram juntos (Al 18. instigados por um lal "Cresto" (umu possível referência a Cristo). quando suas credenciais loram questionadas (1 Co 9.7. 2 2 .t .C.I a . Cl 1.6.AQ01LA oomunicadores ilu mensagem urisLâ |Lc 0. Esle era instruído nas Escrituras. próximo ao mar Negro) ou em Roma. 3 . mas provavelmente isso acou* teceu em stia lerra natal. 2 Co 1. ÁQÚILA (Gr.191.19). mas também reconhecia os "apóstolos" num sentido mais amplo.10]. “águia”j. Os apóstolos claramente tinham nm lugar especial na missão de Deus. veja os verbetes dos nomes individuais.1.7) e os 'apostolas da igreja” (2 Co 8. 1 4 ) .1. por causa dos constantes tumultos que causavam. Foram as testemunhas oculares e os ministros da Palavra. onde eles encontraram Apoio. Paulo separou-se do casal em Éfeso. O apóstolo Paulo foi um excepcional líder na larela de levar o Evangelho ao mundo daquela época.2).1). cuja conversão e narrada três vezes no livro de Aios (At 9 . Foram (orça­ dos a abandonar sua casa na capital roma­ na. Um judeu crisláo.2: Gl 1.9. foram divinamente apontados como “ministros do Palavra" (Lc 1. ao descer sobre vós o Espírilo Sanlo. assim como os doze. 15.20] ESI es foram seguidos por oulros.2). 1 5 : 2 6 . irmão de Jesus (Cl 1.1. paia incluir Paulo e Bamafré. Ele viu o Senhoi ressuscitado o foi chamado para a obra pelo próprio Cristo.” (Ef 2.

se com Áquis.30.1-12). durante o reinado de Saiomâo. foram identificados como fundadores das tribos oramaicas que ori­ ginalmente bahilaram em Canaã. D a v i tomou-se rei. quando os filisteus subiram para lutar oorilra Israel Aquis convidou Davi para ir junto. pois estnva com medo do rei filisteu. Esse ataque combinado de vários reis filisteus culminou com a morte de Saul e. Um dos filhos da Berias. ARA IHeb. Enquanto Davi receb ia ajuda de Aquis. Seu pai era Maoque (1 Sm 27. para estabelecer-se.10 diz que o número dos que retornaram foi de 652). Maaca. os quais viviam em Edoni (Cn ‘J6 . Na genealogia que estabelece a linhagem real de lesus.18. do décimo século a. 2. 3. AQUIS (Heb "o rei dá ). ondo ftiulo exorta Timóleo a mandar-lhes saudações. Ele tinha convicção de que seria o Senhor quem o colocaria finalmente nó trone de Israel e jamais chegaria ao po­ der pur meio da ãjuda dos inimigos de Deus.1. Inanirj considerava Aquila « Priscila amigos leais e colaboradores em Cristo O casal arriscou a própria vida por ele e fúl do grande valia para as igrejas entre os gen­ tios (Rm tfi. Poste­ riormente. P osteriorm ente.39 reíere-se à mes­ ma pessoa anos mais larde. Disâ foi o lider ilo i lã dos boreus.2 8 :1 Cr 1. Um dos filhos de Dlsã e irmão de Uz.1 Cr 7. ARAM.1-11). Davi.38). o inimigo de Neemias. m . se 1 Reis 2.4|. loram identificados com os sírins. Filho de Sem iCin 10. declararam com mais pre­ cisão o caminho de Deus" (At 18. dois escravos de Simei Iuginim e rBlugmram--. ou. Davi es* cundou-se na cavem a de AdiiJão. quando na verdade atacava as cidades da F ilístia.10.22. p . 1 Cr 1.g . ARÃ.17). no deserio. Ao escapar de Saul e ser considerado maluco por Áquis.40).3.19). Esdras 2. Davi então retomou ao seu acampamento. enquanto Tugia do rei Saul. ARÁ.2). Davi dava a entendei’ a Aquis que tazia incursões e guerrilhas om Israel. Na primeira vez (1 Sm 21. Muitos em |uda estavam Ligados a Tobias por ju­ ramento e por isso o informavam de lo­ dos os m ovim entos de Neemias l. tais como Uz Géter e Mas. par duas vezes buscou refúgio junto a Áquis em Cale. 1 .26). Secanias. Eles também linharn uma igreja Teu Liindo-. Eles viveram na Mesopotàmia eno Nordeste de Israel.42). ele fingiu ser louco.se em sua casa (1 Co 16.15. listadú entre os fundadores das nações Seus descendentes. Aquirn aparece como pai de Eliúde e fdho de Sadoque (Ml 1.1 í))A ultima vez em que são meuduuudos é em 2 Tlinóteo 4.Ara rotoroarnm do exílio com Noamins (Ne 7. d . uias os outros reis não permitiram. Aquila e Priscila o convidaram para visitados e "lhe. Na se­ gunda ocasião II Sm 27. nunca fez algo que ameaçasse seu povo. da tribo de Aser Í.2: 29.C. “jumento selvagem"!. apa­ rece na genealogia quo vai de Benjamim ate Saul (1 Cr 8. Era um dos Ires filhos de Jeter.16). era sogro de Tobias. 67 .5 registra que 775 dos des­ cendentes de .23. Na segunda passagem.r. em dian- AQUIM.c. Fiel a sua determina­ ção de não matar 0 ungido do Senhor (Saul|.10-15). na época de Davi. no tempo estabelecido pelo Se­ nhor. 1 . AR ADE.Ne 6. Um dos filhos de Ula e descendenle de Aser: figurava entre os homens valentes’' de sua iriho (1 Cr 7. o iilbo do lessê fugiu para Áquis com 600 homens c suas respectivas Famílias O rei filisteu deu-lho a cidade de Zidague.141. G filho de Ará. Rei de Gale. pois temi­ am que o filho de jessé se voltasse contra pies (I Siu 28. O relacionamento do Israel com os arameus.ARA conhecia apenas o butismo 11e Juão.

7 . eu te or­ deno. D i . 1 6 .41) e “Eli. como: "Talila cumi” (qtití significa: ' menina. mas evi­ dentemente antes do edil o genocida de Êxodo 1. Arão era o lipico "irm ão do meio". TJm dos filhos de Semer. 1 . mas seu posterior de­ senvolvimento lou a falia delel sugere que sim. lemá sabactànl.5) e compartilhou com ele as reclamações do povo Icí Èx 1 6 . 7. Ele < j esceu.3. 1 Cr 3. competente e firme como uma torre [Éx 6.1.6).1).22.2).20. os aram eus tornaramse uma ameaça cresceute.ARÃO to. 2 9 . entretanto. Primeúo.). Mais tarde.4-8). uma fraca aquiescência ou uma impotência quê o fazia agilar-se interiormente? Durante toda a narrativa do Êxodo. de Gesur. Tinha trés anos de idade quando Moisés nasceu. .Nadabe. de personalidade forte. Deus meu.6b|.46).471 Davi casou-se com a lilba do rei Talmai. 2 7 . 2 .Aser (1 Cr 7. o clamor por sentir-se abandonado ua cruz (que sig n ifica: “Deus meu. Em duas ocasiões. ao posso que Miriã jã ora uma jovem cheia de si l Êx 2. Há registros de alguns textos em aramaico n o. portanto.Ml 27.V. Deus talou diretamente com ele apenas duas vezes (Èx 4 .Lv 10.7) — não é de admirai que tenha crescido com a graça da sub­ missão e com o lado inverso desso virtu­ de: indecisão e fraquezo crónica. A principal divindade dos arameus era Baal. quando o roi Elida assumiu o controle sobre Damasco na última parle do governo do filho de Davi. Abiú.21). Desde cedo. d seu irmão Moisés. quando ficou no 68 . espre­ mido como sanduíche entre sua irmã Miriã. casou com Eliseba a teve qualro filhos (Êx 6. Arão é um auxiliar de Moisés. foi marcado por constantes conflitos. 9 : etc. 1 . Eli. Naor. B. História de Arão . Seus pro­ vérbios e textos mágicos eram muito abundantes. 1 4 . O íalo de que o idioma arainaico *íra menos complicado do que o acad ian o ou h eb raico ajudou na popularização de sua cultura. Subordinou-se a Moisés em todo o período das pragas (cf.Arão nasceu durante a opressão de Israel no Egilo. A R Ã O . por que me de­ samparaste?" .2 U i . As guenv llias continuaram durante □ reinado dn Salomão. 9 ) Apenas uma vez o nome de Arão recebe a prioridade de irmão mais velho (Nm 3. principalmen­ te durante o reinado de Joú. ele se en­ contrava entre o bebé que exigia lotai atenção e ainda por cima atraía a admi­ ração dos vizinhos e unia irmã autoconfiante e incisiva. 1 8 . numa lamília de três filhos. Logo apos a divisão do Keino. l . 2 2 : etc. 0 aramaico era a lín­ gua vemacula em Israel nos tempos do NT. irmão de Abraão. A grand o importância dos arame us não foi devido às batalhas que travaram contra Israel. mas â influência na lingua­ gem e na cultura. Eleazar e Itamor Seria interessan­ te especular se a açãD presunçosa de Nadabe e Abiú (Lv 10-1) não loi provocada por acharem que o pai tinha uma atitude subserviente demais para com Moisés e desejavam conquistar uma maior liberdade de ação e pensamento na família sacerdotal — e o silêncio de Arão (Lv 10-3) seria uma tristeza muda. 2 4 : 2 4 .34). o íilho de Jessé lutaria contra o rei Hadadezer.2 3 . Arão agiu in­ dependentemente de Moisés e ean ambas as vezes acouteceram desastres despro­ porcionais. Èx 7 .2 ) —participando lambém dos mo­ mentos de oraçáo (Nm 1 6 . Listado como membro da Iribo de . a quul deu-lhe som lilho Absalão em Hebrom — um rclacíonamnuto doméstico cheio de problemas (2 Sm 3. foi seu avô ÍCu 22. quando o "Senhor dava vitória a Davi por onde quer que ia" (2 Sm tf. 3. Seria ele a “ovelha negra" da família? Não temos muitos de­ talhes sobro isso. Ele foi en­ viado para prover uma voz para as pala­ vras de Moisés lÈx 4 .) e de alguns privilégios no Sinai (Éx 1 9 . quando reivindicaram a liberdade dos israelitas diante do Faraó. Saul luIou contra os reis de Zobá (veja 3 Sm 14. levanta-te" ■ Mc 5. 2 Um filho de Quemuel.*> evangelhos. S.

6). o significado desso ritual é esclarecido nomo a designação de um substilulo e a imposição dos pecados do ofertante so­ bre o mesmo. mediante os sacrifícios determinados.20). Nm 25. tomou a iniciativa de lazer um bezerro d" ouro 0 promover sua adoração (Èx 3 2 . con­ tudo. a cerimónia do “bode emissário” foi ordenada por Deus 69 . o principul foco da vida sacerdotal era Utlar com as enfermidades morais do povo e trazê-lo.13. 4. mas muito mais no sentido de que ura pagamento * cobre" o débito. quando tomou parte numa insensala rebelião familiar contra Moisés (Nm 12. seu sacer­ dócio prefigurava o Sumo Sacerdote per­ feito |Hb 2. sacerdote tsi 99.). o primeiro a carregar o sangue que representava a morte do animal-substituto ao Santíssimo Lugar.31.8. Elu atingia sen ápice — e seu exercício mais dramático — no dia da Expiação anual. a qual foi quebrada ÍLv 16.4. O sacerdócio de Arão.4. A idéiu básica da "expiação" ê aquela de "cobrir".26).10 resume o sacerdócio rio Anlígo Testamento como um trabalho moral e di dá tico.10:4.91 e instruía 0 povo a partir dessa verdade revelado (Ml 2. Portanto. 5. facilmente mani­ pulado. Nos Salm os eLe e <bamado de pastor (SI 77. O sacerdócio. vaci­ lante. etc. fala gentilmente de Arão.17.221.11-17).14).12.2. foi per­ suadido a ficar indignado e assumir uma firme posição uo lugar errado! Não é notório que na final ele novamente dei­ xou-se arraslar pela explosão de Ira de outra pessoa e perdeu O direito de en­ trar em Canaã (Nm 20.). Tal era a dignidade e a utilidade para a qual Deus levantou esse homem fraco.2). atraiu a ira do Deus e só foi salvo pela intercessão do irmão (Dt 9. a imposição das mãos do ofertanle sabre a cabeça do animal era um impor­ tante requisito (Lv 1.19). etc.25.20). 7 . inadequado e excessivamente sub­ misso — com todas as vantagem dessa qualidade e lambém todas os seus pon­ tos negativos.2 .1H. onde ele e Miriã alegavam que mereciam mais reconhecim ento como instrumentos dn divina revelação.3. escolhido (SI 105.1 -4. Nesses sacrifícios.1 1). na presença do Senhor e sobre o propiciatório e as tábuas que continham a Lei de Deus. contudo. Era educativo no senti­ da de que 0 sacerdote era o repositório da revelação divina IDI 31. ocasião em que a misericórdia di­ vina limpava todos os pecados. o minis­ tério dos sacerdotes arârnicos ora essen­ cial. Levílico 10. Podese ver claramente (v. transgres­ sões e iniqiiidades cometidos durante o ano anterior O sumo sacerdote — o que­ rido ê frágil ArãOÍ — era 0 principal ofi­ ciante. etc.14-16.cf. 3. santo (Sl 106. .161 è ungido f(SI 133. como um todo. era uma oportunidade de eusino e o povo precisava entender publica­ mente o que o sacerdote tiavla feito na privacidade.0) que a iniciativa de tudo foi de Miriã — (e a descrição de Zípora como "mulher etíope” indica al­ gumas “alfinetadas1 ’ entre os duas cu­ nhadas como um fatorque deve ser con­ siderado!) — e Arão.) e. Com isso.5 ). No livro do Hebreus. pressionado polo povo (Êx 112. de acordo com 0 livro de Levilico. Som dúvida.4-7.13). não simplesmente no seutido de esconder algo das vistas (Mq 7. a uma experiência de acei­ tação diante de Deus (Lv 1.15. cancela-o. pela vontade do Deus. A Bíblia. Esta era a função deles o ninguém mais a usaria intrometer-se nessa tarefa. para o espargir onde era mais necessário. Em lodos os sacrifíci­ os.ARÁO comando durante a viagern de Moisés ao m onle Sin ai (Èx 24.1 ss). 1.Segun­ do. como frequentemente acontece com pessoas basicamente fracas.1-13)? A rão m orreu uo m onte Hor (Nm 20. por meio da expiação (Lv 1 4 : etc ) e do per­ dão (Lv 4.22-29) e foi homenageado com um luto que durou trinta dias. O método dessa “cobertura" era 0 “alo de carregar os pecados" ou a transfe­ rência do pecado e suas penalidades do culpado e o cumprimento da penalidade (morte) merecida sobre o inocente.

naquela época era urna província romana. 15. filhos de Beniamim.DiG. O governador de Damasco li­ nha a cidade bem guarnecida para pren­ der o apóstolo. em 2 Coríntios 11.14.221. pelo após­ tolo Paulu. o bode oru dosigDado paru "levar sobre si lodos os pecados”. pois não queria ofere­ cer aJgo que não lhe tivesse r listado nada Í2 Sm 24 . é um tanto incerto.40). onde esse nome aparece. Arotos era o nome dado a vários reis nabatens.iu a Aretas como “rei”. várias. Talvez losse reconhecido como um rei local pelos ro • manos. di­ ante de iodo o povo. o rei ordenou um cen­ so em Israel. 1 .12).24). 1 Cr 21).171 . Km desobediência a lei (cf. Da­ masco.teorias são apresentadas para explicar essa refe­ rem. J. Aqitele quo “pelo Es­ pirito eterno” ofereceria "a sí mesmo imacu lado a Deus" e tanto seria como fa­ ria “um unico sacrifício pelos pecados”» *!para sempre” (Mb 0.polo ter­ reno e comprar ele mesmo os animais para o sacrifício. na qual. do qual nasceu o clã dos arelitas (Gn 40. Tempos mais tarde Calfihn recebeu ucidude de Hpbrom como recom­ pensa por sua coe Honra de que Delis aju­ daria seu povo a destruir os anaquins lis 14. o uovo impe­ rador. ARBA. do segundo século a.ARAÚNA (Lv 16. 21.16: Nm 26. Como punição por esse pe­ cado. Gileade é mencionado. insistiu em pagai.24: 1 I . II. em ho­ menagem a ele.36. dera a superintendência daquela área u Aretas como parte de urna política de autoridade delegada nas máos dos reis vdW. Foi para o Egilo com Jacõ e os de­ mais israelitas.13. 2. ARELI. ARAÚNA.17-24 p tarubém figura coma filho de Som na gonealogio que vai de Adão a Cristn em Lucas 3. p o lexto nos dnt que "go­ vernava sob o rei Aretus”. ARQOBE. o jebuseu quis doar o lo­ cal para o rei e estava disposto até mes­ mo a ceder os bois pura o holocausto. Um dos filhos de Gade. Fui 0 primeiro nascimento registrado depois do DiJúvio. Ao in­ vés de vender. contudo.8. confessava todos os pecados (v 21) e "colocava" lados olos solipn n c.12).32.25. Filho de Calebe e de sua espo­ sa Azuba. Davi.C em di­ ante. que um dlfl o Templo seria construído «xalamente naquele lugar 12 Cr 3. É provável que Paulo se referisse a Aretas ÍV. A Bíblia diz que viveu mais 403 anos depois que gerou a Selá e que leve outros tllhos e filhas (Gu L0.15. AR DOM. 1 H-2 ” > . p. onde ele prefigurava Aquele qup seria atingido pela transgressão do seu povo o levaria sobro si n p e c a d o de muitos (Is 53. AR ETAS. que anterior­ mente rhamava-se Quiriate-Arba. sogro de Herodes Antipas. Sua re­ sidência era em Hebrom.aboça do animal. eseus descendentes loram descri­ tos como gigantes pelos israelitas que es­ piaram Canaã.23. contudo. ARFAX ADE.22. Ê citado aponas uma vez na Bíblia. 10-131. Davi por* guntou ao Senhor como tal peste seria controlada o recehtm ordem para cons­ truir uni aliar na eira de Ara tina. listados em Génesis 46. na genealogia de luda fl Cr 2 .111» A R D E . abertamente. O jehmfeu de quem Davi com­ prou uma eira. Um dos de/. Arão impunha as mãos (v 21). Esse erd o momento de gloria de Arâo. Deus enviou uma praga.M. O texto de 2 Reis 15. vassalos.21. assim. Arauna nâo Uunginava. Antepassado de Anaque.A. Ou­ tros sugerem que Caligula. Destacava-se por sua eslatura. Um dos filhos de Sem. Dessa maneiru. era filho de Bela e neto de Benjamim (Nm 26. 10. por ter colaborado com pIps. assim õ possível 70 . 1» ) .20. Pai do d â dos arditas. eru seu desejo de servir ao rei e ao Senhor. I Cr 27. Ele é listado nas genealogias de Numero» 1.

Comandante da guarda real da Babilónia. O relato de Génesis 14 é particularmente interessan­ te porque destaca como .9). ARI DAI. Desse ponto em diante. Sinnbti n Semefofír).i região do vale do Jordão "ra cobiçada. Um dos lideres convocados por Esdras para jun­ tar-se a ele no retomo da Babilónia para Jerusalém.25. A R IÉ . morlos pelos judeus na lorlaleza de Susã (Et h.14-17). a fim de contratar alendentes para o Templo [Ed 8.5). Elr. quando Arioque o infor­ mou. sob a direçõo o a soberania de Deus. AR IOQUE. 16). A m u íe l e Q utidorkiomer: Gn 14.g . foi poupado da morte. 2. ex­ plicou o sonho e. p . Veja Avgòhtí. Dopais de nrar a Deus. Um dos filhos de Ilamã morIõs tia fortaleza de Susã pelos judeus (El 9. O jovem hebreu ainda não sa­ bia que o reâ queria a interpretação do souhu.jda voz mais. e destaca também o rápido au­ mento da influência <Je Abria)ão na re­ gião. De lato.aias de IsràeJL Peca mnlou Pttcaíaô e Loraou-se rei em seu lugar. ARIDATA. < i ponto de atrair uma c o n f e d e r a ç ã o de reis de terras lon­ gínquas. perseguiu Quedorlaomer e alcançou-o bem ao norte. Ibi um dos mais constantes e fiéis "cooperadores* de Paulo (Fm 24| em suas viagens missionárias.leza de Susã pelos judeus. Abraão derrotou a confederação dos rois e voltou com Ló e lodos os cativos (Gn 14. ARISTARCO. Esses reis já tinham conquistado várias cidadãs do vale do rio lordâo e da região ao redor do mar Morto e domina­ ram a terra por doze anos. porque mostra a vitória de IJeus. na época da rainha Ester (Et 9. O povo foi levado cativo. inclusivo Ló. as cidades de Sodoma e Gomorra. na Babilónia (vv.d . Recebeu ordeai de Nabucodonosor para execular todos os sabins do reino. então prova­ velmente participaram «la conspiração ilo Pena contra d perverso rei Per. sobrinho de Abraão. JNativo de Tessalónica. a influência do Abraão na “terra prome­ tida” cresceu c.significado (v. Os quatro reis assumiram o controle de uma grande extensão de terra. por serem inca­ pazes de i n t e r p r e t a r seu sonho (Dn 2. Rei de Elasar e luu dos quatro monarcas da Mesopotámia que in­ vadiram a Palestina no lempo de Abraão (veja lambém 77fio/. ussim.24. Birsn. o Senhor usou o inciden­ te para colocar seu servo numa posição de destaque.8). Uma vez mais. é Mgnifícotiva. Isso fez com que nosso patriarca entrasse em cena. junto com Gaio. Os reis invasores vieram da mesma região que fora o lar de Abraão.1. narrada em Génesis 14. 71 . Foi enviado a Ido.91. chefe em Casifia. Se eram homens. Quando ouviu o que acontecera. Fica cloro que a confederação invaso­ ra era liderada por QuedorJaomer (Gn 14. Daniel veio a Nabucodonosor. Num ataque rápido e inteligente.29. loi agarrado pelos efésios.25j.ARISTARCO que 'Argobe e Arié" Também se refiram a lugares.chama nossa atenção pala primeira vez em Atos 19. indica o estabelecimento de Abraão em CaTiaá e a sua separação final e completa da vida anterior. Um dos dei? filhos de Mamã. 1 . A R IE L (ITeb. foram derrotados e fugiram.9). pediu um prazo para descobrir o seu . entretanto. "leão de Deus"). Nu 13* ano os reis locais se rebelaram o declararam guerra contra os invasores (veja Bera.114 15). assun. Esse nome aparece em 2 Reis 15.16). na época de Daniel. que incluía ARI S A I. as quais foram totalmente saqueadas. (Cr "excelente governa­ dor"). onde.4. A viloria do nosso patriarca sobre os quaLro mo­ narcas. ÍJm dos dez filhos de Harnâ mortos nu forto.

em 4 a. Provavelmente ele re­ presentava a igreja um Tessalónica nessa viagem. A R N Ã . t e Irar ca da |udéia. era um encorajamento. junto com seu irmão e outros paren­ tes.22. A RO D L Um dos filhos de Gade. em Mateus 2. 72 . qiifí eslá preso comigo. talvez te­ nhacompartilhado das mesmas persegui­ ções que o apóstolo sofreu (Fm 2). com medo. Galiléia. Seus descendentes fi­ caram conhecidos como aro ditas (Nm 26. Em lodos os lufares onde õ citndo. de 4 a.1 7). p levado ap teatro du cidade. O fato de que ele mesmo náo é saudado por Paulo significa que somente ou UOS membros de sua família ou talvez apenas seus escravo* lossem cristãos. o G rande. Isso não quer dizer que estivesse falhando. no ano 6 d. Como vingança pelo ocorrido. concubina do rei Saul.H . Um dos dois filhos de Rispa. estabeleceu-se em Nazaré.d.. E bem provável que fosse parente de PUemom. do tipo que o apóstolo tão frequentemente fazia. Nessa ocasião o apóstolo já eslava preso. AR QUIPO. É citado apenas uma vez na Bíblia. Foi entregue por Davi.8). Quan­ do Uerodes morreu. Cidadão romano citado por Paido em Romanos 16.ARJSTÓBULO os quais opunham-se violentamente ao Evangelho. junto com os demais (2 Sm 21. que reinou nu Galiléia e Peréia (Mt 14. Devido â sua gran­ de crueldade enquanto governador.uct).22). os quais Saul massacrara. sua roãe chamava-se Mallace. loi morto. p.. lodo o ministério cristão deve ser considerado como servi ço oo Senhor. Ê provável que soja o nulo de U erodes.2.1 0 ).L. A. no coso do tumulto em Efeso. em Aios 27. ha viu per­ seguições. "excelen te co n se­ lheiro").d. Sua associação com a igreja em Colossos (Cl 4. ARMONI. como “companheiro de lutas”. quando us lutas são abundantes. L): Uerodes Antipas.16 entre os que foram com lacó para o Egito. onde Ioda sua farnília é saudada. apenas Aristarco é mencionado como companheiro de Paulo. pelo contrário.C. o Grande. trabalhou junto com ele na causa do Evangelho. Samaria e Idurnéia. Quando José voltava do Egito para Israel. conduzido a Roma. Um dos d e s c e n d e n te s de Zorobabel.Hl vemos Paulo referir-se a ele como "Arisl. Finalmente a multidfio se acalmou e eles foram soltos. na linhagem do rei Davi (1 Cr 3. ouviu que Arquelau reinava na |udéia no lugar dn seu pai Herodes. devem tornar-se exemplos para to­ dos os cristãos em todas as gerações. quando levava suas doações aos pobres nm Jerusalém. Talvez o próprio Aristarco também fosse prisioneiro» Em Colossènses 4. Amigo de Paulo.C. A R IS T Ó B U L O iGr. uma das várias esposas desse rei. citados em Génesis 46. Em Aios 20. mas os textos náo indicam isso claramente.g.171 tem levado alguns estudiosos a sugerir que talvez trab alh asse em Laodicéia. que de­ monstraram lal fé cristã em tempos difí­ ceis. A R Q U E L A U .17). que viveu em Roma no primeiro século e chamava-se Aristóbulo. o reino íoi dividido entre três de seus filhos: U erodes F ilip e li. nas mãos dos gibeoriitas.C. A realidade dB tirania da Arquelau fica fortemente implícita nos textos bíblicos. Mais larde. em vez de Paulo.21 J. p. elo foi depnsto após dez anns uo podei.4 Aristarco apa­ rece em companhia de Paulo na viagem ã Mucedônia.21.o. que tanto chama como pre­ para seu povo para essa obra (cf 2 Tm 4*5} E f 2 .1): e Arquelau. Era o filho de H«rodes. onde novamente houve ame­ aça de perseguição. ele n Gaio loram apanhados. Homens como Aristarco. que rein o u em Traconiles e Ituróía (Lc 3." Pode-se ver claramente que suu fé e seu compromisso eram muito fortes. com Maria e o menino Jesus (Ml 2.C a 6 d. Pãulo o exortou a completar sua "obra" ou ministério que recebera de Cristo (Cl 4.1U.

“Embora elo não IbelIiu tirado os allos.8-11.G. Homero a chamou de "a se­ nhora da vida selvagem". e Zinri entrou p o matou (1 Rs ÍF^.C. a virgem caça­ dora.1:5. ReunJ escreveulhe para informar que os judeus estavam reconstruindo o muroe dessa maneira uno pagariam mais os impostos Ele então de­ cidiu que se ordenasse u «uspensâo da obra. 73 . aparentemente para substituir esle na liderança da igreja du­ rante o tempo em que ele estivesse com o apóstolo em Nioópoiis (Tt 3. 3 Cr 3. o 1oração de Asa foi reto para com o Se­ nhor lodos os seus dias" (1 Rs 13.p. Era mordomo do polácáo em 'luza.14.6).12.11. porém.21.11. Deusa grega das florestas e dos monles. presumivelmenle ele os (reinou para tais responsabilidade» entre as igrejas pri­ mitivas. Não há dúvida de que se traiava de um pa­ gão converlido. Tra­ dições posteriores sugerem que Artomos tornou-se bispa de Listra. o desafio dos efésios não foi apenas quanlo as suas convicções re­ ligiosas.12). um dos oficiais do Dxórcilo. foi moia compla­ cente com Esdras o dou-lhe uma cario que autorizava o retorno de todos os que qui­ sessem ir para Jerusalém. M. seu principal centro de adoração ora Efeso. foram enten­ didas claramente pelo povo da cidade. Vivia em Tirza. com altos lucro* (Al 19. como Davi. 8 . nu tempo em que Eiá reinou em Israel. P. Paulo informou que om bre~ ve enviaria Artomos (e Tlquico) a Tito na ilha ilo Creta.G. mas também ao seu sistema eco­ nómico. A RS A. onde era largamente reconhecida como a deusa da fertilidade. sucedeu seu pai Abjas uo trono de Judá n minou em Jerusalém do U11 a 870 a. no 2(1'ano dt.14:13. representava uma das grandes maravilhas do mundo naquela época e atraia peregrinos o turis­ tas de todas as partas do império romano.7. primeiro apoiaram para o proble­ ma da perda dos lucros e depois para a queslão religiosa. O nome pro­ vavelmente era uma contração de outro que significa "presente de Árlemis". O escrilor de l Reis enfatua especialmente seu trabalho de remoção dos ídolos da terra e a expulsão dos prostitutos cultuais.141. tUi. 6. A R TEM IS . Ele concordou o uomeou-o governador tia [udéia. construído nessa cidade. Sua equivalente romana era Diana. Ourives e vários outros artesãos manulaluravam imagens e suveuires para vender aos visitam es. Mais tardo.IOJ. “Grunde é a Diana dos elésios! " As im plicações da meusagem do Evangelho. ASA.ASA. "Fez Asa 0 que era roto aos olhos do Senhor. Neemiias retornou uo 32* ano de seu reinado (Ne 2..1. ÁRTEMAS. Ordenou tam­ bém que este sacerdote levasse consigo todos os artigos da adoração do Templo e deu-lhe puderas poro nomoar magistradas a ju izes para toda a região além do Euírates. Quando Paulo e seus compa­ nheiros Gaio e Aristurco começaram a pregar a Cristo. sou governo.8. Ziuri. A R TAX ER X ES I (Longánimo). onde tentaram intimidar os missionários com o slogan. Bisneto de Salomão. O rei ficou bêbado enquanto eslava na casa de Arsa. Como A lternas e Tiquicr) estavam na companhia do após­ tolo. O enorm e tem plo em sua honra. Roi da Pérsia do 464 a 424 ulC’ .10). pois "a majestade" de Ãrtemis seria destruída. essa lição tem sido íreqú eu temente igno­ raria pelo aluai cristianismo. seu pai" ( I Rs 15. conspirou contra Elá.23.D.7. Eles consegui­ ram causai um tumulto e arrastaram Gaio e Aristarco para o teatro. No período do NT.27 que. 1. Tudo isso está registrado em Esdras 4. relacionadas com todas as áreas da vida a da cultura. Textos como estes nos dão claras evidências do cuidado pasto­ ral e da supervisão ■uidadosu que Paulo iazia nas ig rejas. Neemias pediulhe permissão para reconstruir Jerusalém. Ê interessante notar em Atos 19.24|. quando os ourives tentaram desacreditar a mensagem de Paulo e dos outros.1 Durante seu reinado. 7.

o prolela Azarias assim transmitiu sua Utensagem: “O Senhor está convosco. um doe levitas cita­ dos enlre os que retomaram piara JerusHlém.26).7.11). sitiou Ioda a região o não pemiil. destru­ indo muitas cidades. 11.iu que aJguân entrasse naquele território. prometendo recom­ pensas o bênçãos de Deus. seu irmão. e sua história fica como um alerta de que o compromisso com Deus deve ser total e completo. Em 1 Reis Ifi os governos de vários reis de Israel são datados em relação ao de Asa. se o rei per­ manecesse fiel.12J. apesar da enfermidade. Todos eles foram poderosos guerreiros 00 exército de Davi. a despeito do exér­ cito inimigo. porém. quando vos e s t a i s com ele. de todo coração e alma e om Iodas as cir­ cunstâncias. DmiS ujudou-o a derrotar Zerá. entretanto. O sucesso de Asa. O cronista ontão nos mos­ tra o quanto foi errado ele estabelecer um pacto com o rei da Síria. como as gazelas selvagens" e figura entre os "trinla heróis de Ouvi” (2 Sm 2. Essa mensagem foi de grande valia ]>ara Asa.i doença que Asa experimentou e as guerras que enfrentou foram designadas por Deus para levá-lo no arrependimen­ to e de volta a fidelidade que demons­ trou fáo bem o por tanto tempo nm seu reinado. ele mesmo 74 . p . ao verem a bênção de Deus sobre a nação. Asa Udôrou lodo o povo num ato dn renovação do paclu.). 2. depois do oativeiro babilónico. Joabe. de Judá. Um dos três filhos de Zemia. O Livro dn Crónicas traz maiores de­ talhes sobre o remado de Asa (2 Cr 14 e 15).ASAEL Durante seu reinado. ele e seu povo estariam em constunte guer­ ra O próprio rei adoeceu. o pro­ feta Kanani foi enviado pelo Senhor para lhe dizer qno.8) Tal era a luz de Deus na nação durante o reinado de Asa que pessoas do reino do Norte foram atraídas para o Sul e vieram a Judá. ASA EL. na região de Efraim (2 Cr 15. no quaJ “entraram em aliança de buscarem o Senhor. Asa é m encionado na genealogia de Jesus. Deus de seus pais. Mencionado em 1 Crónicas 0 1 6 . Asael é descrito como “li­ geiro de pês. Se o buscardes. o rei Baasa. Quando encon­ trou-se com Asa. procedefite do uorfe. Vemos claTomente nessa passagem que . era o comandante. A nação era abençoada e a paz loi estabelecida. onde a fidelidade desto roi para com Deus é enfatizada. e tc. não só em ludá como lambém nas partes de Elraím que estavam sob sou controle. A prova de que o Senhor honra os que Confiam n«le não poderia ser mais clara. Como comandante do exército real. Deveria ter aprendido. Por um breve tempo os povos que viviam ao redor tiveram uma pequena amostra da "luz" qup uma Judá fiel a Deus demonstrava para as nações vizinhas. depois da experiência com os etíopes. declarou guerra contra Judá. o acharois.12).18:23.34: 1 Cr 2. o etíope. Asa não se arrependeu. Apesar de M a ter vencido o rei de Israel. seu filho leosafá tornou-se rei |1 Rs 15. houve grande progresso no rei­ no. O monarca SU’io concordou e atacou Baasa. ele vos deixorá” (2 Cr 15. se o deixardes. Asa juntou os tesouros remaiiescenles no Templo o en­ viou como presente ao roi da Síria. 2 2 . que Deus podia protegê-lo de Baasa sem tais alianças (2 Cr IR). era pai de Derequias. para que o ajudasse contra Israel. mos. Quando elo finalmente morreu. Elo t lamou ao Senhor. ser muito mais numeroso. para que o ajudasse na batalha. Até oude sabemos. com idade bom avançada.8. 1.24.a o . entretanto. devido á sua feita de fé. e de toda a sua alma*’ (2 Cr 15. em Malens 1. Assim.4 1 . quo continuou seu trabalho de lê na destruição de mais idolos. de torlo o seu coração. reconhe­ cendo quo podia confiar em Deus para obtor ajuda e que o Senhor ora o Todopodoroso (2 Cr 14. de Israel. não se voltou para Deus (2 Cr 10.if>.2) Azarias prosseguiu. subiuIhe à cabeça.

3.v. viveu nos dias do rei Jeosaíá.12). pois sabia quo o venceria. Quando as tropus de Dftvj. Ele liderou os louvores. para vingar-se da morte de sou irmão. Pai de Joã. Abner não queria parar e enfrenta-lo. onde per­ maneceu por todos os tempos.18. em seu zelo por Davi. 2 Cr 35.18-32). Posteriormente.15). quando havia feslas nacionais (1 Cr 15. Filho primogftnilo dos silonitas. 3. quando foi necessá­ rio construir armazéns especiais. Seu nome é encontrado no titulo de doze salinos. 4. Na época do retorno do exí­ lio babilónico. 2. Is 36.37.15). Juntamente com HemàeEtâ.37.8). P.). seu íil-bo Zebadias o substituiu nessa fundão (1 Cr 27. até o livro de cânticos dos judeus. Mos primeiros anos d < » seu rei­ nado. Tempos dopais.D. era unidos filhos de Jealelel (1 Cr 4. lideradas poi foabe. Servo do rei Josias.L9. que se estabeleceram em Jerusalém apôs o cativeiro babilónico 11 Cr U.22). o uue desagradou muito a Davi [2 Sm 3.7).G. 3. um dos poucos lideres em [udá que se recusaram a se unir a Esdras e ao restunto do povo.17. em busca de uma palavra de sabedoria concernente a Judá. s. rei de Judá Í2 Rs 18. AsaeL foi um desses professores (2 Cr 17. ASAFE. s.4 1: Ne 7.11).14: 2 Cr 34. Abner. Joabe matou Abner.30: 15 6. cromsla duranle o rei­ nado de Ezequias.16). 2. depois que o Livro da Lei foi encontrado (2 Rs 22.8J.000 soldados 12 Sm 2X27. até que este parou para lutar. Pai de um cerio lônatas.27.44. composla por ele ou para ele fSl 50: 73 a 83) Esses salmos fi­ guravam entre os cânticos durante o aviva mento nos tempos do rei Ezequias 12 Cr 29:30). que loi sepultado no túmulo de seu pai em Belevn (2 Sm 2. Poi procurado por Neemias.c. líder da Iribo de Benjamim e do exército de Is-Bosete. esle monarca servia ao Senhor e enviou vários mestres e levita» para en­ sinar sobre o Livro da Lei ao povo judeu.20).28: 27.ASAKEEL ficava de prontidão com sons homens no quarto mês de cada ano: linha em sua divisão 24. os cantores do Templo eram referidos apenas como “filhos de Asafe” (Ed 2 . Asael. o perseguiu.. -Asalas ajudou Davi nu lareia de levar a Arca para Jerusalém Í1 Cr 6. do a Arca J'oi levada para Jerusalém e em várias outras ocasiões.17: etc. para indicar que provavelmente são par­ le de uma cantata. Um dos cabeças de família da tribo de Simeão (1 Cr 4. contudo. foi nomeado pelo rei Duvi como respon­ sável pelos cânticos na casa do Senhor 11 CrG. G uardião das florestas do rei Artaxerxes. Um dos levitas que supervisiona­ vam os dizunos h as ofertas trazidos pelo povo. 75 . no arrependim ento polo casam ento com mulheres estrangeiras (Ed 10. sob a liderança de Conanias (2 Cr 31. 1 Cr 11. junta­ mente com outros levitas. 1. I 1. Da Iribo de juda. 16. todas as contribuições eram Irazidas ao Templo. quando o Tem­ plo foi consagrado pelo rei Salomão (. filho de Berequias e nomeado como principal cantor quan­ ASAÍAS.12.3. Sua influência musical estendeu-so muito alem do serviço do Templo. Levita. fu­ giu da batalha e foi perseguido por Asael. lutaram contra os benjaniitas em Gibeão.36).12|. Era levila. de Judá.13).2 Cr 5. 1.5. Ele e outros homens de confiança procuraram a pro­ fetiza Ifulda. quo tinha autorização para requerer a madeira para o escoramento dos portões de Jerusalém e reconstruir os m u ros da santa cidade {Ne 2. 4. Esse Asael foi ura dos escolhidos paia organi­ zai' o armazenamento rias doações.7. Como resultado do extraordinário avivamonto que aconteceu na época do r o i Ezequias. ASAREEL.31-40).30) 2.5). Membro da tribo de Levi e descen­ dente de Merari. Abner maiou Asael.

Oitavo filho do patriarca e o segundo com es L a concubina — serva de Lia.25-27). Foi o progeni­ tor dos asbelitas fCn 46. pois foi parte do tributo que Faraó pagou a José.17) Em Números 26. teve dois filhos — Manassés e Efraim (Gn 41. Um dos dez filhos de líenjamim. Lia. ela se desvanece: partes de mias lerras foram concedidas a Hirão. Isso quer dizer que muitos habitaram em regiões que ainda eram povoadas por grande nú­ mero de canamlas.17): entretanto. É impossível definir exatamenle as fronteiras pelas evidên­ cias nos textos. Provavelmente per­ le ncia a uma lamília de posição conside­ rável no Egilo. deu sua criada a Jacó.36).21. Na época do nascimento dele. era lotaimonle deles. na ado­ ração Provavelmente é 0 Jftsarela menr. pelo relato no livro de Juizes que. liá dois irmãos uom o mesmo dottih nesse lexlo.34.44. essa Iribo posicionava* se na retaguarda do acampamento. nascido em Padá-Arã. ASER. o longo prazo. que significa “alegre" ou “abençoado". Aser recebeu 22 cidades e vilas na área costeira ao norle do monle Carmelo. para seu povo Israel.U. saoerdote egíprio do deus Om. Na parlida. rei de Tiro.41).26). seu lio e sogro. ele e ou­ tros estavam entre os quo profetizavam e lideravam d ministério da músita.14.21 . por ter-Lhe inter­ pretado os sonhos. 10.500 homens para o exército (Nm 1. Sob a direçáo de seu pai e as ordens do rei Davi (1 Cr 25. Fica claro. da fLlha e de dois netos. a tribo iie Aser representava um grupo do 41.32). Embora se conheça muilo pouco so­ bre o compromisso dos aserilas com a 78 . juutamenle cora Dã e Naflali (Nm 10. originados de Ires fi­ lhos.1). ASARIAS. ASBEL.ionado em 1 Crónicas 25. Um dos filhos do rei Jeosafá. Foi dada a |osé como esposa. de acordo o costume. Todos esses evenlos eram parte tios propósitos soberanos de Dous. por Salomão.10. como as outras tribos.11: 10. Os fdhos nascidos do tal união eram considerados como pertoncenles a Lia (Co 30. irmão de Jeorão (2 Cr 21. Uni dos filhos de Asafe (1 Cr 25. Ao perceber que cessara de dar á luz. entretanto.21 Em algumas traduções aparecB como Azarias: dessa maneira. os aseritos colaboraram com Gideão em sua batalha contra os oiidíanilas IJz 6.24-31. são men­ cionados seis clãs. como lambem. A posição de liderança que ele assumiu no Egito pos­ teriormente ajudou os israelitas a sobre­ viver durante a escassez mundial. Nm 26.21. A S E N A T E (Egip.31. a localização de algum* lugares mencionados é vigorosamente de­ batida (js 17. Filha de Polifera. A planície do Acre. Filho de Jacó e Zilpn. tanto na vida de José.35. Quando Josué dividiu Canaã eulre as tribos. que se estendia para o oeste alé as praias do mar da Galiléia. Ele próprio teve quatro filhos e uma filha (Gn 46.50:46.20). “pertence ao doas N eif).C. Como um dos filhos de Jacó. por Forno. Jz 5. em troca de madeira e outros materiais usados na construção do palá­ cio e do Templo (1 Rs 9. P. Naque­ le tempo o Uder ora Pugiel (Nm 1. Aser tor­ nou-se cabeça de uma das tribos de Israel. José foi chamado de Zafeuute-Pmiéia e recebeu Asenate como esposa.38: l Cr 8.13. Antes dti frime mundi­ al. 7:231 A tribo é men­ cionada novamente como possuidora de 40. Talvez essa seja a ra­ zão por que Aser náo ajudou na luta con­ tra Sísera e foi repreendido por Débora (Jz 5.000 homens de guerra na coroação de Davi em Hebrom Í1 Cr 12. Foi ela quem deu o noine de Aser ao menino.13.1). Quando os israelitas partiram do monte Sinai. Aser não assumiu realmente o controle tolal du terra que recebeu (Jz 1.26). Ao ser nomeado go­ vernador do Egito.ASARELA ASAR ELA. lacó ainda trabalhava para L^bão.45.11-14). citados em Génesis 46.17). Depois dis­ so.

Tal "adultério". o qual queimou o sacrifício ao Senhor. intima­ mente ligada a Baal Os dois íoram invo­ cados juntos uo confronto ontre Elias e os falsos profetas. fica clara a indicação de que essa tribo afastara-si' muito de Deus.omu lenha para queimar seus próprios sacrifí­ cios (ÊX 34. Naquele desafio. o homem de Deus cla­ mou e caiu togo do céu.7 me­ rece uma nota particular. 14. Nos lextos ugaiILitos ela era a deusa do mar.38-40.25)J.ASÍNCRITO adoração a Deus após a dedicação do Tabernáculo d o deserto. Ao que pa­ rece. Os barnalitas fazi­ am parte do grupo misto levado pelos assírio s para repovoar a região de Samnrin. Referências às “colunas de Aserá" in­ dicam alguns destacáveis objetos do rnudeira usados no culto a densa. Js 10. A chama ardente caiu em resposta ãs orações de Elios. pois a maioria riu e zom­ bou do alguns quo "se humilharam. a profetisa que reCQiitaeu ser lesus o verdadeiro Mes­ sias (Lc 2.g.J foram ignoradas.exc* ASERÁ.11). quando os israelitas obe­ deceram à ordem do Senhor. contudo. Jz 6. essas coluna* ermn levantadas ao Lido rins altares e. A S IM A . Dt 7 5. na época de Ezequias alguns deles atenderam ao cha­ mado dr> rei para unia volla á verdadeira adoração ao Senhor. O fato de que um remanescente dos aserilas permaneceu liei ao Senhor no transcorrer da historia de Israel é indi­ cado no NT. 77 . o Senhor prometeu destruir lerusalém e permitir que os inimigos de Judá conquistassem a terra. e as suas colunas quebrareis.36). O povo dfl Lsranl desviava-se frequen­ temente do Senhor para adorar os deu­ ses cananeus.35. ex­ pressos nas saudações de Paulo. o os seus postes-ídòlos cortareis”! e repetidas multas vezes em Deuteronômio |cL 7. O primeiro de um grupo de cristãos de Roma.3.13. onde lemos a respeito de Ana. A facilidade de assimilai as cultu­ ras ao redor e suas várias manifestações religiosas sem pre foi e será a questão quo rnais preocupa os homens b mulheres de Deus. era punido com grandes juízos de Deus A extensão com que tal adoração a Baal e Aserá penetrou A SIEL. Cada grupo tinha seus próprios deuses (vv. como os profetas chamavam. Pai de Seraias o líder do clã (1 Cr 4. taL* peças foram derrubadas e a madeira usada t. Essa deusa é mendonada em vários documentos exlrabíblicos.9). mais do quo qualquer outro culto. e vioram u Jerusalém ” para adorar (2 Cr 3 0 . 24. Talvez. ti». ímj. p. Nome de uma deusa cananila mas esse lermo nem sempre se distingue dos instrumentos usados em sua adora­ ção. 16. pois mostra o perverso rei Manassés estabelecendo uma coluna de Asorã dentro do próprio Tem­ plo.13 ("os seus altares derrubareis. e nao ás dos falsos profetas (t Rs 18. a influência do longo prazo do cul­ to de Aserá tornou-se um símbolo da as­ similação israelita de outras culturas e religiões. A atenção pessoal e o cuidado pastoral pelos indivíduos.21. etc. saudados por Paulo em Komanos tu. Como resultado dessa grande blasfé­ mia.30).5: 12. da Iribo de Aser. Deus adorado pelo povo de flama te |2 Rs 17. O ponto centrai do problema com a adoração de Aserá o Baal ora quo Israel recusavu-se a encarar uom seriedade a necessidade de ser uma nação ‘santa’ e dedicada somente ao Senhor e ao seu ser­ viço. Seu envolvimento com a religião do povo das terras nas quais viviam íoi quase total.29).3. é algo digno de atenção. □a vida e na a duração dos israelitas pode ser vista em muitos textos das Escritu­ ras: mas a passagem de 2 Reis 2) . no monte Carmelo. ASÍNCR ITO. Descendente de Simeão e um dos que receberam herança desmembrada da tribo de judá. As advertências feitas ern Êxodo 34.

Deus. abençoou seus quatro sorvos e os colocou em importantes posições no roi no. para o serviço do rni. Entre os que recrutou. ASU R . capital do Elão. e deportou o povo para Somaria. ele lutou contra o Egito e a Síria.6). mortos pelos judeus na fortaleza de Susã (Et 9. Líder do clã dos asrielitas. Tal arranjo permitiu que o servo tivesse os direitos de filho e os passasse aos seus próprios filhos.C. Um dos filhos de lallote. Inicialmente. Seus descendentes estavam en­ tre os se rv id o re s do T em plo que retornaram do ex ílio b ab iló n ico tom Neemias (Ed 2. Provavelmente esse é 0 pais mencio­ nado em Números 24. fs 17.Um dos descendentes de Cnate e líder de um dos clãs dos contitas lÉx 6. da u-ibo de Aser ( L Çr 7.. enlretanlo.23.3. 2. ao fazer com que Aspenaz escolhesse o horni m que o Seuiior desejava qu<. A história dos reis assírios diz quo o& fundadores da nat. Descendente e herdeiro da tri­ bo de M an assés. Esse Lambem era o nome do povo assuio e de sua divinda­ de.33) ATAI. 1.C.14). 1 Cr 6. e. ele atacou Susã. dessa maneira. Por volta de 049 a.27. Neto de |afé e filho de Gómer.7). Veja Xnrxns ASPATA.51 A Bí­ blia diz que tinha duas esposas: fiel a e Naará. servo de Sesã. em Jeremias 51.22). Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul o uniram-se a Davi. Provavelmente morreu por volta de 627 a. desceu dente direto de Noé. rei de Judá. A S S U R . imperador caldeu. Daniel resistiu a ofer­ ta de Aspenaz «le alimentar-se bem. Provavelmente íni o progenitor do povo que mais tarde foi identificado como os cilas. portanto.22 e E/. Antes dessa daia. onde cada ura deles © des­ crito de maneira vívida como bravo guer­ 78 . A S S IR . quan­ do esto se encontrava em Zidague. t Cr 1. Alai foi pai de Nalã e e m encionado na genealogia de lerameel. deu prosseguimen­ to à linhagem de Sesã 11 Cr 2.22.equiel 27.ão eram nómades vindos do Sul e do Oes­ te.31. confçrrme é mencionado em Esdras 4 J 0 . Chele dos oficiais da eorle d»'Nabucodonosor. Recebeu ordens de pro­ curar por israelitas inteligente». Pai de Tecoo. O reino de Asquenaz esta entre os que foram convocados pelo proleta para tomar vingança contra a BubUónia.50). 110 tampo ora que Jeoiaquim. Sua raae era a concubina síria de Manassés (Nm 26. Um dos dez filhos de Hamá. ASSURBANIPAL. Rm da Assíria.17).C.6) Asquenaz encarregou-se de darlhes outros nomes babilónicos.36).24. Tinha dois irmãos (Gn 10. 2. a par­ tir de 669 a. I Cr 7.35.37). A SRIEL. muitos artigos do tesouro do Templo ioram capturados. Filho de fará.24: 4.ASNA ASNÁ. A SVA TE. 9) revela a soberania do Dous naquela situação. Filho de Ehiasaie e bisneto do per sonugem anterior [n* t| (1 Cr 6. estavam Daniel n Irês amigos dele |Dn 1. pois queria manler-sp santo ao Senhor. Ambos eram ancestrais de Samuel. a quem esle dera a lilka em casamento.23. Era o sexto da lista.2. Um fios filhos de Sem |Gn 10. era descendente de Calebe e Hezrom (1 Cr 2.3. pois Assur é considerado o funda­ dor daquela uação. jjoís não podia perar filhos homens. Existe in­ certeza com relação ao ILnal de seu rei­ nado. liderusse seu povo no exílio. ASPENAZ. A S Q U E N A Z . AS SUE RO. 1. O texto de Daniel (y. I Cr 1.

tempo de Esdras. pois acabara de ser expulso de Ge* próprios netos.3).ATLAI. 842 a. depois do cativeiro babilónico Acazias. Um fios que retomaram do exílio AZANIAS [Heb.2). Sua mãe chamava-se real. depois a Jerusalém (Ed 8. Mencionado ein 1 Crônlca*s 1 1 20.3. 2 Cr rar IGn 26.9J. 16). Da Iribo de Judá. Cr 12. Da tribo de Issaoar. trucidando de paz entre os dois (Cu 26. anos |2 Rs 11. Rs 11. sa 12 Rs 11. filha do rei Jeorão e irmã de Jerusalém.c. f'n Senhor é grande”) 1. filha de Absalão. 2 Cr 23). loás loi iirad<i de seu esconderijo e pro­ AZALIAS. 1_ Um dos chefes de família intermédio de Moisés. Na verdade. por seis imos. o objelivo de Abimeleque era firmar um acordo 22. um dos lideres e-scolhidos por Deus por ATALIAS. Amigo e conselheiro pessoal de Abimeleque. AUMAI. Foi rainha em ]uda por volta com Isaque. porem.10). No sélimo ano.4). ela selou uma aliança entre os reinos divididos do Nordois. Filha de Acabe. um dos levitas que solaram o pacto quo o povo fez de adorar ao «Se­ mente acompanhou Esdras ao rio Aava e nhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. Imbilônito. “o Senhor ajuda").11). 3.4-20. Ele e seu irmão Lande formavam □ ATALIA (Heb. para alegria de toda a nação ( I Mesulão.2. e loiad a. Promoveram o jovem Joas a rei. Éprovàvel que. 2 Cr 22. Atalia destruiu Ioda a Família real. s. Ao casar-se AUSATE.20). Hm dos líderes de província que se estabe­ A UG USTO. Foram comandantes que deram ATARA. exreto um rle seus medo. 2. Era descendente de Bebai (Ed 10. foi deposta pelos súditos AUZÃO. 79 . que ficou surpreso e com d»1 . Seu crime hediondo. encoutraium-se le e do Sul.261. por ordem losins (2 Ks 22.C. Veja também Jeoseba A Z Ã . Posteriormente. cia dos zorntita* (1 Cl 4. t‘. JoAs |2 Rh 11 1. s.v. acabou com a breve aliança entre |uda e Israel. "o Senhor tem ouvido'*). era pai de Paltiei.7).6|.261."o Senhor tem segurado”).1 Veja C ósai babilónico. seja a mesma pessoa.10-20).21. ■< impanheiro de Adaías h um Ele tora salvo pelo pensamento rápido de rios sacerdotes que se estabeleceram em Jeoseba. rei de Israel..mdaote do exército (Cn 26. Ura dos judeus culpados de ler ora filho do rei Roboão e sua esposa casado com mulheres estrangeiras tio Maaca. nleas 9. o rei filisteu de Gerar Os com leorâo. Filho de dn loiada. os membros da própria lamilJa.28). o com. e neta dn Onri (2 Rs 8-18. de 1 Crõseis. que d escondeu no Templo por (Ne 11. lazera. apareDtemenle apanhada de surpre­ Naará. Avó pelosacierdoie Jeoiada e pelos guardas do Templo.2(1). Seu filho lesaias provavel­ Pai de lesua.i>. juntamente com Ficol.12. ATAI AS (Heb.131. Pai de SuJõ e escrivão do rei clamado rei diante do povo.2. 2 Cr 34. A segunda esposa de Jerameel e grande apoio a Davi em suas batalhas (1 mãe de Ouã (1 Cr 2.AZANIAS reiro. de Amassai.8). rei de Judá. Atalia então loi tirada do templo e morta. Líder da tribo de Judá e filho insatisfeitos e acabou morto uo palácio do Asur ( I Cr 4. Descendente de |udá e Filho de Jaale. para repartir Canaã da tribo de Duujamim mencionados na entre as várias tribos e Clãs (Nm 34. A revolta foi liilerada AZAI (Heb. Nome quo aparece apenas leceram em Jerusalém depois do exílio em Lucas 2. genealogia do rei Saul ( L O 8.28-31). era filho de Usâas [Ne 11.v.

15. "Deus tem ajudado”).5).1 1 J. "o Senhor ajuda-*). Levita.12). 12. Sou outro nome era Uzias (2 Cr 26). 1 1 | Era sacerdote no lempo de Salomão. 2. “O Espirito de Deus" veio sobre ele (2 Cr 15. citado somente em 1 Reis 4. 1. 16.39 3. Um dos hnmuns que vie­ ram a Davi em ZiclagUe. 10. Um dos filhos do rei Jeosafá.3B). profetizou duran­ te o reinado de Asa. de Judá. 18. Levita e pai de Seraías (1 C r 6. A^a obedeceu e íoi grande­ mente abençoado |2 Cr 15). Pui de Amarias (Ed 7. (Im dos componentes da passeata quo cantavam e tocavam instrum entos musicais na dedicação do muro de Jeru­ salém |Ne 12. apa­ rece na mesma lista 1 1 Cr 6. Para m aio res d o talh o s. o sucessor no trona (2 Cr 21. mandou matar todos os seus irmãos (v. 10 . acreditando or­ gulhosamente que podia fazer o quo de­ sejasse (2 Cr 26.8. Pui de Joel. Um dos fudeus culpados de ter ca­ sado cora mulheres eslrangeiras. ura des­ cendente de Biuui |Ed 10. 1. Sum o sacerdote no reinado de Ezequias. Uni dos músicos escolhidos por sorteio para Irabalhar no Templo (1 Cr 25. Um dos primeiros sacerdotes le­ vitas a se restabelecer em Jerusalém de­ pois do exílio babilónico (1 Cr 9 . 17. da família de Zadoque. 6 .3). Veja Uzias. um dos eoatilas en­ volvidos na limpeza do Templo durante o uvivamento que houve na época do rei Ezequias |2 Cr 29. Uzias foi castigo do por Deus e contraiu a lepra (v. Sacerdote no tempo do rei Llzias Quando este monarca tentou realizar as tarufus específicas dos sacerdotes e quei­ mar incenso d o Templo.18). 2 . Era chofe dos intendentes distritais (1 Rs 4.9.9 7 e 8 | . . 2.5). Um dos lideres do rem anescente Judeu que se levantaram contra a profeta lerem ias (Jr 43.31.13. oro oficial da Iribo de Dã. Efraimita.361. que. Rei de Judú (2 Rs 14 a 15! 1 Cr 3. se ele seguis­ se a Dous. Ed 7.10.22). Seu filho Amassai foi um dos sacerdoles que se estabeleceram em Jorusalém. A ZAR IAS (Heb. Também conhecido como Jnzanins (Jr 42.14. Azarias o repre­ endeu. Um dos principais Oficiais do rei Salomão. é cilado apenas na arvore genealógica da família em 1 Crónicas 2. após o exílio babilónico (Ne 11. AZAREEL 1. 7 . citada apenas na árvore genealógico da fam ília em I C rónicas 2.1) o falou ao rei que o Senhor o abençoaria.6 ). 5. ao 50 estabelecer. 191. 17m dos comandantes que se uniT a m por meio de aliança com o sacerdote Juoiuda.1). 11. aparece na Usla dos levitas em t Cróni­ cas 6.® 7). 80 8 Avó do Azarias anterior (u.2). 3.1). Filho de Jeroão. para colocar o menino Joás no Lrono de Judá e derrubai a perverso rai­ nha Aialia (2 Cr 23. Filho de Obede. ancestral de Samuel ( I Cr 6.2). durante o reinado de Davi (1 Cr 27. Em "filho do Nata". 1 4 .121. Levita. Bisneto de |udá (neto de seu filho Zerá).38.2). possivelmente o pro­ feta que confrontou Davi em 2 Samuol 12 ou o irmão de Salomão (filho de BatoSeba: I Cr 3. quando esle fora bnnido por Saul (1 Cr 12 . 13. Descendente de Judá (através de seu filho Perez).AZAREL AZAREL (Heb. filho do sacerdote Zadoque e um dos oficiais do rei Salomão (] Rs 4.16-18). Us sacerdotes ra­ pidam ente o conduziram para fora dn Templo (v. Filho rle Aimaás e pai de Joauã. Filho de feroão.11. 4. veja B ereqn ias (n' 5).41). Era irmao de leorão. Ele ex­ plicou ao rei por que as o fertas e os ilízimois do povo estavam amontoados por todo o Templo.5. Aparece na mesmo lista com os Azarias anteriores (n . filho de Joana (2 Cr 2 8.13). 20). 4).121. 4. Sim plesm ente porque . 9 .

Esse Oséias era chefe da tribo de Efraini.322.9-13). Foi morto por Zicri.25).38.37. Um dos levitas que tocaram Itocador de alaúde) na adoração dos israelitas. AZBU Q UE. É r.AZRICÁO eram ara tamanha quantidade que us sa­ cerdotes não tinham onde guardá-los.33).8). nos dias do rei Davi.. Aziza divorciou-se (Ed 10. l Cr 11. A Z M A V E T E . Teve seis filhos e era líder ontre os beujamilus (1 Cr «. e filho de Eleasá.15). filho de Catã.271.42 seu pai é chamado de Jaerá). era chefe do distrito de Bnte-Zur o ajudou na recons­ trução do muro de lerusalém |Ne 3.43. Um dos membros da família dos meraritas. Uiu dos supervisores dos dízimos e das oíertas trazidos na época do rei Ezequias. é citado como um dos três filhos de Nearias. Um dos descendentes do roi Davi.31. Pai de Oséias (1 Cr 27. Esta­ va entre os descendentes de Zatu culpa­ dos por terem casado com mulheres estrangeirai). Benjamita.12 registra que 1. Um dos descendentes do rei Saul.ilado como lidrr de um «'. 1. "0 S e n h o ré loarte'*). Joanâ.3). a. quando eru trans­ portada para ferusulém pelo rei Davi 11 Cr 15. foi responsável pelos tesouras reais durante parte do reinado do Davi (1 Cr 27. ele aparece comu pai de Sadoque o filho de Elloquim (Ml 1. Azgade foi um dos bderos quo selaram o pacto A Z I E L . figuia na genealogia de Saul (3 Cr 8.44). rei de Judá. 1. Na genealogia que mostra a li­ nhagem real de Jesus.° 2 acima. cilado como um dos "trinta" lideres militares de Davi (2 Sm 23. Esdras 2. 2. Barumita. Pro­ vavelmente é o mesmo Jaaziel cilado no v. assiiu .n. filbo de Jeoada. Pertencente à tribo do Judá.222 de seus descendentes retornaram rio exílio babilónico coui Neemias: em Neemias 7. Sob a direçáo de Esdras. 0.13). Azazias tocou harpa adiante da Arca. 3.12). A ZR IC Á O |Heb. Possivelmente é o mes­ ma Azmavete registrado no n.2111.20). AZEL. retornou do exílio babilónico com Esdras (Ed 8.14). 2. comandante do exército de Israel 81 . 4. 18. "minha ajuda tem-se levantado" J. através de JÓnalas. Mordomo do palácio duranle o rei­ nado de Acaz. AZAZIAS lHeb.l.17 o númoro é 2.101. dois guerrei­ ros que se uniram a Davi em Ziclague (1 Cr 12. 3. o primeiro de seis filhos de Azei (1 Cr 8. 9. 3. Foram lautas as doaçóes envia­ das ao Templo que foi preciso construir armazéns especiais. “Gade é forte).38. 2. quando Davi levou a Arca da aliança para (erusalrtm 11 Cr 15. Pai de Neemias (nao o que foi governador). 1. “aquele que é forto"). Pai de Jeziel e Pelele.36: em 9. Era descenden­ te de Saul. em L Crónicas 3. Um dos descen­ dentes de Azgade. e p.23 Essa lisla proporciona uma linliagem real para a Iribo de |uda depois do exílio babilónico. AZOR . sob a liderança de Conanias e Simoi (2 Cr 31.c. 1 . Piai de Bela e filho de Soma.44). o rei ordenou que fossom construídas armazéns especialmente para esse Rm (2 Cr 31.11. o qual. Benjamita. logo depois do retorno do exílio babilónico. 2. Filho de Adiei.2 I). Azazias estava entre os levitas escolhidos paru organizar o es­ toque das ofertas. AZAZ. AZGADE (Heb. feito polo povo do adorai ao Seabor e obedecerá sua Lei (Ne 10.b . os parteiros. AZIZA (Ileb.lã o descendente de Rubem (1 Cr 5.

Durante o reinado de Davi. estabeleceu-se em Junísalâm após Rs 22.26). cuju neto.43. 4. Esposa de Calebe o mãe de Jeser. de Judá.15). por isso. 2.»L k . * N u u r i g i D o l f o i r a l o c a d o o n ú m e r o 3 2 . Ne 11. AZUR.10). Era gibeonita (Jr 28. entretanto. AZRIEL (Heb. o q u a l. um dos líderes dos israelitas. "Dftus é miiilia ajuda").14. pois ex­ Cr 28. Quando morreu.i d o l o s " (N u la d o T r a d u lo r j 82 . de |udá. Citado em Ezequiel 11 1 como o pai de Jaazanias.46). Ru de Seroias que. os quais lalaram falsamente que haveria paz para Israel e. 1.7|.2131. e esposa do rei Asa. 3.31). que lalou durante o reinado de Zedequias. enfren­ taram Ezequiel. Mae do rei Jeosafá. Cabeça de c lã e valente soldado da Iribo de Manassés I I Cr 5. Pai de Jerimote. n õ n c r jin c á d e c o m a r e f e r ê n c i a b í b l i c a c o r r f if i p o n d o r jt e u e m c o m o r e l d l o b íl. 2 0 0 p e s s o a s . enfrentou Jeremias. Sobabe e Ardom.1). N o u r it ç in o l o n n lu r c o l o c o u a q u i " E l O l i U i i " ( D e u s E t e r n o ) . AZUBA.pulsou os prostitutos cultuais de ludã e acabou com muito do passado pagão (1 Semaías. e. As versõos e m p o r t u g u ê s t r a d u z e m e s s e s l e * i o s a p e n a s c o m o " c o l u r u i s ’’ n u " p o s t e s . Seu filho "fez o que que lutava por Peca. Levita do dã dos merarilas. 1 . ê um dos lideres do povo que selaram a aliança com Neemias.42. por meio tJo rei assírio (vv. por isso. filhô de Remídias (2 era roto aos olhos. 2 Cr 20.o i N o t a t i o T r a d u t o r ] . Jerimole era oficial ria tribo de Naílâil I I Cr 27. 1 . Esse pacto consistia na renova­ ção do compromisso do povo dn servir ao Senhor Deus de Israel (Ne 9).dn Seulior".24).AZRIEL 22. p r o v a v o l m e n t e d n f o r m a l í q u i v o c a d a íN o lfl d o T r a d u to r ). recebeu ordens do rei jooiaquim paru prender Baruque e o ))ro­ leta Jeremias |Jr 36. “loram infiéis ao Deus de seus pais" e por isso o Sonllor execu­ tou juízo contra a iribo deles. juntamente com Salem ias. 25. e n L r e t i u ilo . Calebe ca*ou-se mm Efrate í 1 Cr 2.191. Era li lha do Sili (1 Rs 2. Pai do lalso profeta Hananias.17. 3.18. 2. o csdlio babiiôiiíco (1 Cr 9. Ele e seu povo. Em Neemias 10.

ão alguma" [v. Começando com o desafio de 1 Ruis 17. apesar do fracasso n a c i o ­ nal na adoração do Deus verdadeiro.27*29. Israel estava en­ volvido etn um sincretísmo religioso com as nações circunvizinhas. Esse deus semita orídeutai sempre provou st:r uma dmc»ça para a adoração genuína do povo de Israel. 27-20). mas o leitor é levado a formular essa inescapável conclusão. A ironia dosla passagem. em l Ruis 18.que tais entidades na verda­ de não existiam. nem resposta. O ponto é novamentedestiicadoquan­ do. e concluindo com a cena onde a Chuva veio somente por uiejo das insiruções de Deus. a inten­ ção do profeta era zombar da insensalez de se adorar um “falso deus”. no auge de sua aiividade profé­ tica — enquanto o reino de Israel ennontrava-sp num triste declínio sob o Toinado de Acabo — confrontou a adoração de Baal feita pnlo rei e pelo povo. o san­ gue do sacrifício pareceria ser o dos pró­ prios proMas dp. o deus que tinha o con­ trole das forças da natureza p a s s a v a por ciclos regulares de morte e ressurreição. "não houve voz. Pb In contrá­ rio. O indisculível silêncio do falso deus de­ 83 . Baal mortos (l Rs 18. Em I Reis 10. não envia­ va as chuvas. viviam uinn ambiento Dode o tomor de outros deuses havia obstruído a confiança dn povo nas palavras dos profetas. muitos dos quais inclusive mataram. portanto.41-45.B BAAL (Hob. em vez de argumentai.1. A dificuldade do povo de Israel náo era a de encontrar o Deus principal mnu panteão de muitos dmises. porque representava o deus da tempestade. como deveriam. Deus com Baal. os outros não dão resposta alguma. D sacrifício deles loi em vão. cuidava das colheitas c rias terras: porém se estivesse zangado. a Bíblia demonstra clara* meule que o S^nhoT é todo-poderoso s o ­ bro a natureza. Em úliiroa análise. o 11uaJ compro­ vou quo o Senhor podia Tetor a chuva. Os cananeus acre­ ditavam qur: ele.40).0 confronto entre o profeta do Senhor e os de Baal sobre o monle Carmelo foi o ponto culminante da crescente tensão entre us nomes Indicados por Jezabel e. 29b) por parte deste deus. Era mui! o remido na cultuação cananita. em I Reis 18 . Elias. (2) A segunda ironia é sobre o pró­ prio sacrifício. o qual. A despeito de toda a frenética atrvidade deles (w. a despeito do que diziam os seguidores de Baal. a qual o escritor supôs que seria evidente para sua audi­ ência. Ao Invés de fazer prosélitos. Desde o Inicio do reinado de Salomão. nem alern. A reli­ gião cananita racionalizou os silêni ios periódicos dos seos deuses com a idéia mitológica de que BaaJ ocasionalmente morria. (3J A conclusão. para posteriormente ressuscitar. porque 0 único sacrifício acei­ tável ao Senhor foi » fidelidade de um único profeta. Soxnenle Ele respon­ de com fogo. leais a Acabe. pode ser vista em trés áreas: 11) Talvez a mais poderosa soja a ironia relacionada com a Incapacidade de BaaJ de enviar i huva. pois não existem. A vindicação do prolela é que somente Deus esta realmente vivo. a questão era descobrir: "Qual é o único Deus vivo?”. Esse fenómeno podia ser visla nos perío­ dos da seca e da chuva. era a ironia de que Baal eslava morto. Essa realidade não está explícita '-m I Reis 18. foi Deus quem mandou a chuva — algo que acreditavase ser uma prerrogativa de Baal. quando estava satisFeito. “mostro"). a o comparar a verdade com a falsidade.

2. 84 . Um dos reis de Edoui anterior à conquista ria terra pelos israelitas. Os dois cortaram a cabe­ ça do antigo lider e a levaram a Davi. Era res­ ponsável pelas plantações de olivais e sicõmoras nas campinas ( l Cr 27. possivelmente seja uin caso da religião cananila que absorveu algumas idéias da religião israelila.H . Foi su­ cessor d« Saul (descendente de Esaúj com o rei e era filh o de A cbor |Gn 36. “Baal é gracioso").10). 5. 1 Cr 1.50).4. entretanto. resol­ veram tirai’ vantagem da situação para matá-lo Qr 41). M . Cerlamenle.2. "senhor das moscas"). citado entre os "trinta heróis* de Davi (2 Sm 23. entretanto. responsável pela região de Aser b Alole II Rs 4. BAASA.s cananila adorado em Sitjuéin (veja Baa!) Também chamado El-B«rite Uz 9.38. nomeado governador pelo rei da Babilónia.L2J. os amouilas. Provavelmente.u lugar. 1. preferiu L r ao encontro de Gedalias. 2 . ordenou o seus homens que os matassem e pendurassem seus corpos junto ao açude em Hebrom (2 Sm 4. Rei dos amonitas. Pai de Zadoque.28). depois de sua morte. 1. foi um dos gover­ nadores distritais do rei Salomão.Jz 8. y. se assim desejas­ se. Veja Baal. BA AR A. Filho de Rimoxn e capitão do exér­ cito de Is-Boseto. Hadar reinou em st. 1. BAAL-HANÃ (Hebr.4(5). O filho de Jessé. 1 Cr 11. o qual o rei Acazias tentou con­ sultar. em Mispa. 6* Uru dos que retomaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. liderados por Baalis.7). Os cananeus ado­ ravam m uitos baalins. (Hebr. um dos superintenden­ tes durante o reinado do Davi. Em 2 Reis 1. pai de Helede. 7. loi à casa do rei e o matou en­ quanto dormia. Usurpou o poder do reino do Norte das mãos de Nadabe.29. na especlativa de sua aprovação. o qual. durante a primeira parte do cativeiro de ludd na Babilónia.14). íilho de Saul. Megido e toda a iegiáo entre Bele-Seá e Ahel-Meolá (1 Rs 4. divorciou-se dela e de sua primuira espo­ sa Husim. depois da morte du Gideão.30.8).v. os liebreus. o qual trabalhou na reconstrução do muro de Jerusalém depois do exílio babilónico (Ne 3. Ju n tG com Recabe. Seu dis­ trito cobria Taanaque. veja Recabe. BA ALIS . “filho da opressão”). Rei de Israel por volta de 909 a 886 a. Veja HeJedo. para permanecer em judá. benjamita que vivia em Moabe.C. No m ínim o é possível que esle. o povo du aliança.49. o povo não perdeu leinpo em envolverse com a adoração de*sa divindade I. 3. BAANÁ (Hebr.-16). para obter inlormações sobre sua doença terminal. BA AL-B ER ITE (Hebr. mais tardo. FlLhfj de Ailude. provavelmente foram atraídos para uma divindade já exislente e que se preocupava com alianças. Foi quem instigou o assassi­ nato de Gedalias (Jr 40. "deus da alian­ ça”) Duu.30).27). 2 Gederila.5-12).BAAL-BERÍTE veria levar à conclusão de qun ua verda­ de eslava permanentejnonte mortol s. Ne 7. Baara não gorou filhos (1 Cr 8. LT m dos lideres que sela­ ram o pacto leito pelo povo de adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei |Ne 10. Netofalila. filho de . é o nome do deus de Ecrom. BA A L -Z E B U B E . Por outro lado. foi uuLro governa­ dor disirital do rei Salomão. ienba sido criado para aju­ dar jia assimilação e an união com os Israelitas. Filho de Husai. é o mesmo Baaua do n® 3 anterior.4J. 4. com sua referência ã "aliança".33. houve relativa prosperidade para os pobres que não (oram levados cativos. Sob sua liderança. Esposa de Saaraim. Citado apenas eui Juizes 8 o 9. Para mais detalhes. Jeremias após ser liberto por Nebuzaradão.

16*22. Quan­ do se tornou rei. 16. como Nadabe e |eroboão. O governo de Baasa. Deus interveio. os cães lamberiam o sangue dos parenLeii que morressem na cidade II Rs 1IU-7. Permanece como uma adver­ tência quanlo aos perigos do se permitir quo ura forasteiro (Balaáo era de Pelor. Estabeleceu seu reino primeiramente em Tirza (1 Rs 15. BALAÁO. 85 . por causa de sua maldade e idolatria. Balaáo experimentava uma comuni­ cação privilegiada com Deus. A intervenção do legislador nm favoi do povo impedira a aniquilação da nação sob o julzo do Senhor (Nm 22.33. B A E S E IA S . 2 Rs 9. Asa firmou um tratado com orei da Síria (1 Rs 15. que mostrou maior sabedoria do que seu douo o era capaz de proferir oráculos mais sá­ bios! Finalmente. Logo perderam todas essas terras e. Jaú v Tdmi.17). Após testemunhar uma grande vitó­ ria pelas mãos de Deus. e matou Nadabe enquanto estR lutava contra os filisteus. 3 . De acordo com Números 22.8). era idólatra e perverso..r. A história desse falso profeta is mais bem lembrada pelas palavras do animal. da mesma maneira quo os israelitas. Baasa era filho de Aias. como acontecera com o governo de Jeroboão antes.BALAÁO Jeroboão l. Balaão foi autorizado a prosseguir »ua jornada. Ne 7. Ha uma Ironia no Fato de que a jum enta reconheceu o sor angelical. região do Knfrates) se infiltre e perversa­ mente crie tumulto na comunidade de Deus. LIm dos porteiros que guardavam os armazéns. Balaão foi convocada pelo rei Balaque. Esse falso profeta tipificou a situa­ ção de instabilidade de Israel uo tempo de Moisés. Umdos levitas companheiros de Matanias que retornaram do exílio babilónioco com Neemias (Ne 11. Juntam ente com M atanias. enquanto Bolaoo nada percebeu. BACBUQUE. ombooni sou filho Ela tenha reinado por p ou co tempo. após 26 anos o regime de Baasa foi derrubado poi um golpe de Estado encabeçado por Zinrt Esse final fura previsto pelo protela Jeú que o alertara sobre o iminente juizo de Deus. cu jo nome foi usado por Deus pnra lembrar as futuras gerações dos reis de Israel sobre os perigos da idolatria e o castigo subsequente 11 Rs 21.9J veja também Nadnbp. l-.25). pois simplesmente seguiu o mesmo caminho do pai (3 Rs 15.25. dele. e foi forçado u abrir mão de alguns terri­ tórios em Eiraim. da Iribo de Issacar. 1 . como tombem a intervenção de Deus.22. Baasa. men­ cionado na lista dos músirou de Davi que serviam uo Tabernáculo nos dias anteri­ ores à construção do Tfemplo ( L Cr 6. para ludá. nos dias do rei Joiaquim (Ne 12. Baasa logo per­ cebeu que lutava contra a coalizão em duas frentes.31.53J. Provavelm ente é o meNmo Bacbuquias an terio r (n 9 >). con­ tudo. Foi o terceiro rei da parte norle do reino dividido. uma área remanescente dos dias do roi Salomão. de Moabe. 2 . os hebreus logo foram seduzidos p elas praticas dos moabitae (veju Números 25). quando imitou todos os descenden­ tes de Jeroboão. depois de atacar Judá.12. BACBUQU IAS.u. Ancestral de Asafe. Seus descendentes esta­ vam entre os servidoras do Templo que retornaram do exiLio babilónico coui Neemias e Zorobabel (Ed 2. que lalava com o povo por meio dos oráculos: entre­ tanto.L3I.26).40). e outros para a Siria. os israeUtas ainda ti­ nham o controle sobre os territórios a les­ te do rio Jordão.9).49J. era responsável pelos cânticos em açáo de graças no Templo (Ne 12. 2 Cr 16). A maldade de seu reinado tornou-se quase um provérbio sobre o pecado. uma ao Dorte c outra uo sul. foi nm desastre para Israel. mandando um anjo blo­ quear seu caminho. Deus enviou juízo contra o reinado de Nadahe. quo resultaria na destruição total de suo casa.

que serviu como cionam Coido uma cobertura pura os de­ músico no Tabernáculo. lançar uma maldição sobre os hebreus e.c>m sua relu­ tância em fazei' '‘somente o que Eu te dis­ exposto.ípor. israelitas para os pecados sexuais em Pear. Filho de Z. Judas 11 e Apocalipse ar o povo. Dous conti­ dos israelitas sobre outros povos. movido polo tura de verdadeiros e falsos orá<. que se estabele­ ta no dia do julgamento lld 111. Uma apnrônt ia de piedade encobre ção sobre si mesmo! (Is 2*1. roi do com Números 31. 2.22). foi morto por Moisés B A L A Q U E . ao escrever á igreja em babilónico (1 Cr 9-4 J. loi o rei o seu* hom ens jun to com os reis moabita que convocou Balaão para amal­ midianilas (Nm 3'11. mas com perigosos r|ue causa sobre a congregação desejo do usar os dons de Deus. 2 Pedro 2. e desvru-se para sua própria destrui­ abençoou só poderia resultar em maldi­ ção. Pai de Murodaque-BaJadõ.2 0 s ). esse falso pro­ da Babilónia na época em que Ezequias feta aconselhou os midianilas a atrair os ora rei de Judá 12 Rs 20. Pelo contrário. o qual tem vida curta.15. mas enga­ nham (cf. devido i i sedurão e aos efeitos um homem de talento profético. De acor­ BALAOÃ. ao tomar conhecimento da vitória lealdade misla do profeta. Como aconteceu coxn Balaão as conse­ Balaão entrou para a tradição rabínica quências do pecado finalmente os apa­ uomo um diplomata eficiente. Ancestral de 1lt«i. porque fun­ 1.fi). nador Balaque náo estava interessado nas palavras de Balaão (Nm 24. Acliou nuou a intervir pma guiai sou povo na que seria possível contratar Balaão para vitória sobre seus inimigos.U. oracuios que sairiam de sua própria boca. que se apoia em seu conheci­ subestimam o poder do Deus de Israel.14). o apóstolo alertou para o perigo das pala­ BANI (Heb. s. assim.15. porque lal vaidade decoração será expos­ 2. e lam­ brar do exemplo de Bajaqua o dessa ma­ bém um arrependim enlo su p erficial neira eviúu o Juízo de Deus ÍMq fi. derrota-los (Nm 22) A despeito da lornuu-se intiis um exemplo da toial suinsensatez de Baluão. uios e da medo. convicções frágeis e superficiais. o ialso ensino deve ser evitado. s.12.18. para consternação do rei mosbila.17). Sedu zido pela tual por Ba Iaque è muito pior (veja mais bajulação (Nm 22-17) o mais interessado detalhes em Bolaqi Ml.111 . "construção") vras “arrogantes de vaidade”.4B). Deus o usou vúj ias beranda dfi Deus que opera para o bem de vezes para confrontar BaJaque e aheuçoseu povo. Nm 31. Anceslral de Hlã. Is 39-1).v. r.a. durante o reina­ sejos malignos.1 Os]. Para o ceu em Jeru salém depois do exílio apóstolo João. Dessa maneira.25). a fim de (Ap 2. ]z 11.11'* mostra Balaão como mesma forma. A despeito da mis­ diçoar o povo de Ixruel.BALADÀ da auto-eugano. T s 13. C ) cristão deve ser grato do de Davi (1 Cr8.9. Assim. 2 Pedro 2.8. Da (v. o pior pecado não é de fato o 86 . mento como uma toraia de religiosida­ Tentar amaldiçoar o povo a quem Senhor de. ao invés de amaldiçoar (Nm 23.14 advertem o povo do Deus quanto do Os escritores bíblicos viram Balaque perigo de aceitarem em seu meio um pa­ COmo um exemplo de extrema unprudéugão com uma maneira de falar suave e cia e umu ilustração de como os pagãos eloquente. a maneira como Balaão foi induzido no adultério espiri­ se r” |Nm 2’2 . o episódio de Balaão assim. que As gerações futuras são desafiadas a lem­ podem ser compradas (Nm 22. porque este uo final serã ele acendeu a ira do Deus. E. 34). o juizo em descobrir um meio de acomodar os mais rigoroso esta reservado para as que interesses do que em prestar atenção aos conscientemente induzem outro* ao erro. alcançar seus objeiivot» pessoais. Pérgamo. Por essa r a z ã o ..

Pro­ vavelmente é o mesmo B.BARIÁ 3.15 como descendente de Asafe. 7. C42 cie seus d escen d en tes retornaram do e x ílio babilónico com Neemias (Ed 2. rei cananeu (Jz 4). 6 ) . 2 . quando Sisera. paro a obra <lo Senhor por meio de Baraque o ou­ tros juizes. sob a direçáo de Esdras (Ne 8. na verdade. israelitas na batalha.17J. Veja Berequias. foi entoado poT Baraquo e Dõbora.29. Sò Ma < t bata­ lha se açjuela profetisa acompanhasse a tro­ pa. BARAQUE. Pai de Reum.11.es e muitas vezes atuavam apenas numa pequrua área de Israel. 5 3 : Ne 7. Foi uma época de anar­ quia na bistório dos isrnebt/is.4. que voltou □ Jerusalém m m Esdras durante o reinadn do Artax«rxg$ |Ed 8. Veja Beuw 8 Um dos levilas que instruíram o povo na Lei.34). mas que. Filho de Ahiuoão. poi terem rejeitada a Ele em muitas oca­ siões. IJ.301. marcada cómo um lempo em que Israel esteve re­ gu larm ente dom inado pelos povos cananeus. 5 e 6. Levou com ele voluntários de ZebuJom e Naltali. manlinha-se fiel ao seu pacto e ás promessas que fizera a Abraão.22). Ancestral de .17. fí Lideraram os judeus na confissão dos pecados (Ne 9.14). Pâi dc* Eliu. De acordo com Esdras. mas disse que a gloria pela vitoria na balailia seria de uma mu­ lher.5] 9 e 1 0 . BA R A Q UIAS1. M ie. A piini ípio. v í v p u durante o pe­ ríodo dos Juizes. que com andava os BARAQUEL. depois do exllio babilónico (Ne 11. BAR COS. entretanto. UL Pai de IJsri. isso realmeuti: aconteceu. Quando a opressão tornava-se muilo grande. o Senhor levantava um líder no m eio do povo.22J. Levita citado em i Cró­ nicas 9. Esses comandantes então fornavam-se iujy. Samuel olhou para trás. Foi um dos 87 . que levantou Débora e Baraque. Dois dos levitas que melaram o pacto feito pelo povo de adorar ao Se­ nhor e obedecer á .o patriarca e esla­ va preocupado porque este lentava justi('iciir-se diante de Deus.551.icbuquias dfi NeeiriAas 11. iuijeí. com implicações lauto na vida social como religiosa da nação. O Senhor permitia essas situações como punição. contudo. cie não ficou muito satisMta com a ordem que recebera de Débora e linha dú­ vidas se realmente venceria. Seus descendentes estavam entre os servid ores do Tomplo que retornaram du exílio bobilónico com Neemias (Ed 2 . Baraque é citado corno exemplo de um homem de fé.1 III. A vitória. gçneral do exército do rei Jabim. que loi superintenden­ te dos levitas em Jerusalém. natural de Quedes de Naitaii.7). que liderou os levi los nos reparos do muro de Jerusalém (Ne 3. BARIÁ. para receber tais adversidades do Deus (Jó 3 2 . Moisés e ao seu povo e não per­ mitia que fossem totalmente absorvidos ou destruídos pelos puvos vizinhos. íoi iiixi dos primeiros a retomar do exílio babilónico uo tempo de Zorobabel. buzita da fa­ mília de Ráo. BAQUEBACAR. Descendem* de Secariias e fi­ lho de Sernaias (t Cr 3. Em Hebreus 11 <2. .Ki. Eles obe­ deceram a Esdras n se divorciaram. até a vitória. Deus. em 1Samuel 12.Sçlumito. íoi morto por uma mulher. lael (Tz 4-211 luizes f) registra o que é Irequen temente chama­ do de “o cântico de Débora". Baraquo ficou conhenldo como o co­ mandante que íoi ã guerra em resposta ao chamado de Débora* para lutar contra Jabim.sua Lei |Ne 10. Era mais jovem do nm. Eliú fui o ultimo dos três amigos que tentaram argumentar com Jó. 4 . loi claramente atribuída ao Senhor. um gratidão pelo grande sucesso obtido (v. Ela concordou. seu argumento loi que Jó era culpado de alguma coisa. Alguns de seus descendentes loraiu culpados de se casar com mulhe­ res estrangeiras (Ed 10.

para sugerir algo do sou ca­ ráter fAt 4. BARNABÉ. parece que Paulo assumiu a lide­ rança. que "procura­ va muito ouvir a palavra de Deus'* (v. Ele eslava a serviço do procônsul roma­ no. A primeira aparição de Barnabé foi em Jerusalém.271. B A R -J E S U S [Heb.36]. Dai em diante.i.32-371 .1-7. frequentemente porecu haver um trabalho determinado contra o Evange­ lho. Ele ficou em­ polgado com o desenvolvimento espiri­ tual e encorajou os crentes a permanecer fiéis (At 31. enlreianlo. uo chegar ú Antioquia da Síria* prestaram o rnlutório sohre a missão realizada (Ai 14. Evidentemente Barnabé Linha a figura mais imponente. eles pregaram por toda a ilha de Chipre.42-51. Nessa situação. A decisão do conclave foi bem aceita em Antioquia. onde é cilado como um tuiuavilhoso exemplo de generosidade (At 4. as quais foram comissionados e enviados na pri­ me L ra viagem missionária (At 13. No meio de uma crise de fome. im&.12) Na viagem dc volta. Bar.26). João Marcos. Nomo judaico de um mágico e falso pro­ feta. culm inou com a conversão do procônsul Sérgio Piado | v.13). Eles navegaram adi­ ante e chegaram a PeJge. rela­ cionada apôs o exílio babilónico. 30-35).25. du­ rante o governo do imperador Cláudio a igreja em Antioquia onviou ajuda para os irmãos na Judéia. pnlre o que pertence ao engano do diabo e o que e de Deus».12). que o en­ viou paia investigar as alividades cristãs nm Antioquia |At t l. na ilha de Chipre (Al I3.7.22).es da direção do Espírito. separou-se deles o vol­ tou paia Jerusalém (At 13. combinada com o ensino aposlóliu. Barnabé é meut ionado 29 vezes cm At os e i riuno nas cartas de Paulo. inimigo de Ioda a justiça" (v.12) e receberam apoio do concilio de Jerusalém (vv 22-29). Al 13. 14.23).10-211 . na lorma de uma cegueira temporária. Tal ação. Listra.rpretou seu nome apostólico como “filho da consolação'*. lizeram o mesmo itinerário e. Sérgio PauJo. 12). Paulo agiu rapidamente: "Cheio dn Espirito San • lo".9).BAR-JESUS mtnubros da linhagem real de Davi. 8). pois Lucas lo escritor do livro de Aios) refere-se a "Paulo e os que estavam com ele" |Af 13. Quando Saulo de 'Ihrso se con­ verteu. ondw ambos ficaram por algum tempo. os dois companheiros tiveram um sério desentendimento a res­ 88 . diante ria oposição o do lutnresse da multidão (At 13. pregando e ensinando (w. e os dois trabalharam juntos em Antioquia e ensiuaram muitas pessoas (Al 11. Consclent.23).Jesusopôs-se ao Evangelho e delibe­ radamente tentou afastar Sérgio Paulo da !’é. porque este era o que lalava” IAl 14.13).1-3). M filho dl» Jfcsús"). Seu nome grego era Elimas (v. 7).30).6|. onde o procônsul Sérgio Paulo (Teu no Evan­ gelho (At 13.1-5. indicaram ho­ mens aptos a prover li. pois em Listra foi chamado de "Júpiter" e Paulo. encontrado por Paulo e Barnábé na cidade de Paios. 10) e pro­ nunciou o juízo de Dous contra ele. mas Lucas intp. Os dous dn Barnábé loram reconhe­ cidos pela igreja de Jerusalém. Quando a mensagem divina e procla­ mada. A ênfase uo Espirito Santo e o juízo particular pronunciado por Paulo propor­ cionam uma diferenciação inilílo clara entre a verdade e a falsidade. ele chamou Elimas de '“ filho do dia­ bo. Recrutou Saulo (lambém conhecido como Paulo. Icouio e Derbe.il ura liderança para cada igreja (Al 14. di r“Mercúrio.21-28). que Lucas descreve como "homem prudente". cuja larela foi confiada a Barnabé e a Paulo (At 11. loi eh* quem o apresentou aos apóstolos nm Jerusalém lAl 0. A dupla missionária seguiu adiante e pregou em Antioquia tia Pisidia. Infelizmente. Paulo r Bamahó apresentaram a pro­ posta sobre ú plena admissão dos gentios na igreja (At 15. na Paníília |alu­ ai TUrquia I: um dos componentes da equi­ pe. Seu nome judeu era losé. O apolido que OS apóstolos deram a um levita natural de Chipre que se tornou bder na igreja primitiva.

Talvez fosse um zelole” e o levante representasse uma fenlativa de se alcançar a liberdade do jugo romano. o qual mandou saudações com Aristarco.13. mas geralmente "ora homem de bem. O problema quo tiveram foi resolvido e o apóstolo escreve aos colossenses: “Se ele IJoâo Marcos) for ler convosco. para tristeza de Pilatos. conforme aconteceu com Paulo. prisioneiro junto com Paulo. e eboio do Espírito San lo n de fé” fAl 11. Uma multidão foi rapidamenle reunida pelos lideres religiosos. Jesus não era a grande figura messiânica que esperavam. o Cefns? Ou só eu e Barnabé Dão tomos o direito de deixar de traba­ lhar?" (1 Co 9. Via poteucial nas pessous e desejava recrutá-las. Mc 15.7-15: Lc 23.14). Sua atitude 89 .18.14). A. Tiago. que ofertou abundan­ temente seu tempo e seus talenios para a causa de Cristo.r. onde aparece com PhuIo e Tito numa consulta com os líde­ res da igreja em Jerusalém Durante essa reunião privativa. ao seguir a orientação dos "sacerdotes e dos principais da sinago­ ga'*. pudessem supérar as dificuldades.9). o filho da consolação não é mais meneiooado do mia to rio Atos. O significado foi bem apresentado por Pedro em seu sermão em Atos 3. recebeio" (Cl 4/10).1. vemos a rejei­ ção final do Messias de Deus. “ P r i ­ s i o n e i r o notório” o assassino. e eles á circunci­ são (aos judeus!" (G1 2.13). Assim. seu sobrinho. Lamentavelmenle. “o Santo e o Justo". O que se poderia dizer sobre o caráler de Barnabé? Era uma pessoa boa. Barrubás foi li dor do uma rebelião omboru o propósito da mesma não fique claro nos evangelhos.5. Pedro cedeu às pressões dos de­ fensores da circuncisão e “até Bumabò se tleixou levar pela sua dissimulação".6). porque se relaciona a foão Marcos. tanto eui casa como nos lugares distantes. como lambem os demais apóstolos. ao dar unia alternativa para u multidão. ge­ nerosa e calorosa. que vivam do evange­ lho" f l Co 9. át) conduzi-lo consigo a Chipre IAi 15. »íle pergunta in­ cisivamente: "Não lemos nós o direito de levar conosco uma esposa crente. Coríntios. e os irmãos do Senhor. Mas. ao concordar que deve­ riam ir para os "gentios. onde chama Barrabás de “homicida". solto polo govemarlor romano Pôncio Pilatos no lugar de Cristo.40). “filho do pai").1 í). B A R R A B A S fHeb. Pilatos nada achou de errado em Jesus o buscou uma justificativa para libertá-lo. Se esse lósse o caso. Uma grande ênfase é dada por todos os escritores dos evangelhos ao fato de que Barrabás foi solto e Jesus crucifica­ do. A partir desse momento. Era um homem de ora­ ção.19: Jo 18.36-391. Pelo fato de o povo fazej tal escolha e ser domina­ do pelos lideres religiosos.24). A referência final a Barnabé é tocan­ te.A. Cefas (Pedrol o João estenderam a destra da comunhão o Barnabé o Paulo. O ministério paciente de Barnabé com João Marcos foi bnm-sucedido (2 Tm 4.BARRADAS peito de João Marcos Paulo recusou-se a levá-la na segundo viagem missionária enquanto Barnabé deu-lhe uma segunda chance. Paulo discute os di­ reitos de um apóstolo e levanta uma sé­ rie de questões retóricas destinadas a es­ tabelecer o princípio do que “os quo anunaiam o ovuDgolho. Barnabé podia ceder às pressões. contu­ do. mesmo que só com o lempo.9. uno seria provável olerecê-lo paia ser solto. Existem trêsreferêncius n Barnabé nm Gálalas (G1 2. a multidão exigiu que libeitasse Barrabás. Em I. a fim de exigir uma sentença de morte para lesus. que Paula confrontou o repreendeu |Gl 2. quo buscava a direçáo do Espírito Santo pura lomur as decisões Encoraja­ va seu companheiros de trabalho no mi­ nistério cristão e era um amigo sempre disposto a dar uma segunda chance a quem precisasse. mesmo como um gesto de boa von­ tade por parte de Pilatos | Ml 27 16-26. Como qu alquer outro ser hum ano.

mas era quase certo também que tosse nm reoonlieumento de que lesus era o Messias. É possivel que seja o Baruque anterior (ne L). é muito significativo.18-21).J5. Filho de Timeu. J°ão des­ creve como este encontrou um amigo chamado Natannel. O significado desse ato ora uma mensagem de esperança. na esperança de que as profecias o le ­ vassem ao arrependimento. É interes­ sante notar que essa expressão loi o tema de urna discussão entre Jesus e os judeus religiosos. 4. Mc 3. No meio da execu­ ção do juízo divina. quando rejeitam a fé no Evan­ gelho do "Cristo crucificado" e preferem seguir a “sabedoria deste mundo" (t Co Bartolomeu. Pai de Maaséias. Lc 6.13.22). ele faz par com Filipe. tivesse misericór­ dia dele. Filho de Zabai. contou aos oficiais do Tem­ plo. com ins­ truções para que este colocasse a cópia selada e a cópia aberta dentro de um vaso de barro. B A R T O L O M E U (Aram. Era um re­ conhecimento de que Crista pertencia a linhagem reaj ile Davi. Era uma atitude de fé nas promessas e na fi­ delidade de Deus de que o povo retomaria do exílio babilónico. para sua última Páscoa. desde o ângulo até a porta da casa de Eliasibe... na entrada da porta nova do Templo. 1. naquele mesmo dia (Mc I2. so­ bre quando Jesus chegava perto "de Jerirõ" (Lc 18. Em Maíeus. "filho rio sábado"). Jeremias. Se esse tuciociuio estiver correto.44-51) Portanto. Um relato mui1:0 semelhante e registrado em Lucas. "filh o de Tolmai"). Diinrentemenlc daqueles líderes. 2. "abençoado"). 3. o quaJ também tor­ nou-se um seguidor de Jesus (Jo J .3. Jesus o encontrou nu es­ trada que levava u Jericó.U . o sumo sacer­ dote (Ne 3.e apóstolos" de Jesus (Ml 10.23) e Ju d as Barsabás (At 15.14. 10. Veja / rA sV * B a rsa h á s fAt 1. con tudo. BARSABÁS CHeb.í O apelo do cego. ajudou a reparar os muros de Jerusalém. P. então sabemos que Jesus o tinha como “um verdadeiro israelita. a escolha dos judeus o seus lí­ deres foi a mesma quo homens e mulhe­ res de todas a* épocas e r/iças ainda fa­ zem hoje.a. para que Je­ sus. um dos que se es­ tabeleceram em Jerusalém depois do exí­ lio btibUônico (Ne 11. At 1. Seu secretário deve­ ria u e ler a mensagem diante do povo.13).40-521.5). mais tarde. o "lillio de Davi".BARSABÁS de pd5í e sofrimento não era algo que atraia as multidões. impossibilitado de ir ale o Templo.47J. era um meudigo cego. Cris­ to o c ilto u (Mc 10.0). ditou a Daruque todas as pa­ lavras do Senhor que recebera desde o reinada de losias.15-43) Mateus registra a qura de dois cegos Da salda de Jericó (Mt 20.2U).Q . BAR Tl M EU. 1. a fim de que se conservassem por um longo tempo. é possível que Nalanael seja o prim eira nome desse d iscíp u lo e BARUQUE (Heb.. Quando Micaias ouviu o que Baruque lia. Sua fé foi recompensada e ele ficou são imedia­ tamente. Um evangelho apócrifo posterior é erroneamente atribuído a ele Nada mais é conhecido com algum grau de veraci­ dade sobre Bartolameu c. em quem não há nada falso" iJo 1. Aparece em cada uma das quabo listas dos "do/. esse mendigo Linha confiança em que o illho de Davi podia curá-lo. p. Filho de Necias. Ao obedecer às instruções do Senhor. o referido profeta comprou um terreno de seu parente Hananeel Eie assinou e selou a escritura de compra e deu-a a Baruque.12. o patronimk^». os quais ordenaram que o servo de 90 .20-34). em sua ro ta para Jerusalém. Em liitíiua análise. Baruque foi ti leu a m ensagem da câm ara de Gemadas. Um dos que selaram o pacto feilo pelo povo de adorar ao Senhor e obede­ cer às suas leis (Ne 10. era secretário de fere nuas (Jr 32.10). veia essa proposta de uma grande bênção.n.c.3(>).

iun foram bondosos com tar-se da esposa do mesmo nome citada ole. Jeremias pegou O Uiro rnlo. lia. na Mesopotamia. ande cuidaria dele. ele deve­ ria ser grato por escapar corn vida. Ele p o profeta foram levados por Joana.61-03. O monarca rocusou-se a ouvir as palavras do texto sagrado e o queimou. por sua vez. os que trouxeram comas e outros supri­ Além do mais. Fillia do Elom. “uma descenden­ te de Barzilai".n. 0 roi quoria Padá-Ará. em sua casa. disseram que Baruque o leremia» se escondessem e Foram relatar ludo ao rei. con­ tra a vontade. ao dar instru­ anteriormente. N* 7. 1.17). M homom de ferro”). lemhrou o filho da ne­ identificada como Maalale (Gn 28.6-9). em busca de honrar a grande fidelidade de Barzilai e uma espnsa. Quan­ do leram a rneusagem. próximo de sua famí­ também Toram chefes (Gn 36. pois desejava morrer em nou-se um tlde-r em Edom e seus netos paz.BASEM ÁTE Jeremias lhes entregasse u texto.T|. Ele procedia de uma fa­ mília de sacerdotes q u e não conseguiram traçar a linhagem de seus ancestrais e. e. 3. 0 meolalita era pai de Adriel [2 Sm 2 1. BASEM ATE. o heteu (Gn 26. redor Esse seu procedimento conlrasla qu. grandemente com Jacó. “OgiJeaditáde Rogelím” loi um dosra e Irisleza pura Isuque e Rabeca.|a poderia ser mais hnm ções a Salomão. irmã de salém (2 Sm 19. Davi d abençoou o seguiu para Jeru­ 2. quando uma transgressão ao manda mento de era perseguido por Absalão Quando o rei Deus de que os descendentes de Abraão chegou a Manaaim. Barzilai estava ontre deveriam viver separados dos cananons.p 2 .32). Era casado com a “filha" de Barzilai. significavam outra atitu­ mentos esseuciais para elo e seus solda­ de de Esaú de rnjeitur ao Senhor ú a sua dos (2 Sm 17.31-39). Isso aconteceu mui­ tos séculos depois. Tempos mais tarde. sem dúvida porque tais uniões representavam quo permaneceram fiéis a Davi. até que o Drim e o Tumim fossmn consultados (Ed 2.3). Jeremias enião advertiu Baruque a não Jniscar grandes coisas pnra si mesmo (Jr 45.c. Saul havia matado muitos deles.i quo esses casamentos foram utuu fonte do amargu­ BARZILAI (Heb. mas o Senhor desejava que ele entendesse que.3-7). o gileadita lo* i acima) é adotou o nome da família.27) Era um ' homem muito disposição do se associar aos povos ao seu velha". 0 v. Cl ancião de Bassmute ReUel. posteriormente tor­ recusou a oferta. Os inim igos de Deus acusaram Baruque de incitar Jeremias contra elos [>ara entregados nas mãos dos caldeus. r. Viveu depois do retorno do todlio babilónico. 91 . foram excluídos do sacerdócio. Em seu leito de morle. Outra esposa de Esaú.6-fl) O filho Jerusalém.str. com oitenta anus (2 Sm 19. eiu vez dn cosar-se com as sugeriu que seguisse Com ide de volta a mulheres ctmanóias (Gn 28. e a melhor tradução seria. A despeito das ten­ tativas para dêètruf-la.34) E»aú casou-se com pia e com oulra heléia. num ata de desobediência ao SeDhor (Jr 43. Orei. que se casara ccxni Merabe. para o Egito. dentro do t ontexto da des­ truição de Jerusalém e do exílio. 1'iiha de Saul. que viajou até depois da morte de Absalão. considerados como “imundos1 '.rndo acompanhou Davi até o Jordão. 35 regi. por ler o primeiro rei do Jsruol quebrado o paclo que Josué firmara com os gibeonilas (2 Sm 21. A também lembrou-se fielmente dos seus despuito das sugestões de que pode tra­ amigos o dos i. escreveu nele Iodas as pala­ vras que loram queimadas e deu-o no­ vamente a Baruque.1-5). em vez de “filha”. Nebaiote o filho de Ismael (Gn 36. a Palavra de Deus permaneceu IJr 36). 1 . Baruque lamontuVa sua tristeza e suas dores. cessidade de ser generoso com os descen­ Aqui novanipule o texto é cloro em mosdentes de Barzilai (1 Rs 2.6.1). m . por isso.7). cinco dos ííihos dela morreram num ato de vingança.ti).

mostra também aorcamm a morte do rei.15). exílio babilónico com Neemias. não fica­ 92 . para colocá-lo em um lugar onde homens (Ed R. escolhido mulheres cananitus.RATE-SEBA ram de fora do relato bíblico Davi foi o Irar que Esaú não deveria casar-se com maior de todos os rei de Israel. Depois N eem ias e Zorobabel (Ed 2 . durante o reina­ ordem secreta. Nem que a vontade dele de ter Salomão como adultério nem assassinato estão acima da sucessor fosse cumprida misericórdia do Senhor.c. Os ptícados dos servos do Senhor. Como seu plano fracassou.5 2 . que se casara pelo próprio Deus.u. Nos eventos que dade claramente: contudo. Zacarias. mens eram bonjàmitas que desertaram do voltasse para casa. contudo. Bat«-Seba e o prote­ Saul (1 Sm 9. o qual era o pai do rei Témpos mais Larde. la Natô trabalharam juntos para impedir que Adonias usurpasse o tmno (1 Rs 1. ele era humano. Um dos guerreiros que se uni­ grávida. de Naflali I I Rs 4. Foi com ele que o Se­ nhor fez uma aliança especial (2 Sm 7 ).C. Benjamita. mas o bebé morreu e obedecer às suas leis (Ne 10. era pai de Zeror mente e dessa vez deu á luz Salomão fv. quando os dois se envolveram sexualmente e ela acabou BE ALI AS. Bate-Soba é mais conhecida.28 J. e bisavó de Quis. Numa bela larde. e trouxe consigo 28 joabe. Orei passeava pnlo enlre os servidores do Tem plo que terraço do palácio e viu essa linda mulher retornaram do exílio babilónico com banhar-se a uma certa distando. Depois da morte da crian­ ça. para que a gravides fos­ exército de Israel. PJ). durante o último período Seba. Seus descendentes estavam Davi. Tornou-se depois esposa de namento com Bale-Seba reflete essa ver­ Davi e mãe de Salomão. 1 . para sempre e de sua linhagem viria o Mes­ sias. Davi rmindou2. o a que o arrependimento leva ao perdão de sucessão ao trono. por seu relacionamento adúltero com BAZLUTE. Filha de Salomão. finalmente.5). que estava ausente por participar das do reinado de Saul ( I Cr 12. lira filhu de ELiã mais do que qualquer homem O relacio­ (2 Sm 11. voltou o de volta para a frente de batalha com a a Jerusalém com Esdras. 623 (Ed 2.54). que não Liveram direito a nenhu­ B EB A I. enviada ao comandante do de Artaxerxes. o heteu. seu esposo. seja os quais reinaram om Edom antes que qual for a posição que ocupem. BEDADE. Ne de descobrir quem era.. Alguns de seus descendentes fo­ ra. 12 ).3).11) ou 628 (Ne ma lolga. ram a Davi em Ziclague. p. Linda mulher. que fora es­ minoso e merecedor do castigo divino posa de Urias. qualquer que soja o pecado. 3. Davi coníortou-a. Ao lenlar ficar Livre dc» problema. Esses ho­ campanhas militares em defesa do reino. 11). ela ajudou a assegurar Deus. Leal aos seus companhniros. ao com um dos doze oíiciais distritais — prometer-lhe que estabeleceria seu trono Aimaós. peca­ B A TE-SEBA . Seu descendente. Rei edomita o pai de Haríade.15) ainda pequeno. Um ilos líderes que selaram o pac­ o juízo de Deus (2 Sm 12) Bate-Seha lorto firmado pelo povo de adorar ao Senhor nou-su esposa do rei. dessa manei­ 3.1). O adultério. jar que tosse trazida até ele. levou o rei aos pecados da mentira. O profeta Natã foi a Davi e pronunciou 4. quando fora ba­ Davi conseguiu que o marido de Batenido de Israel. conseguiu arran7. lheres estrangeiros (Ed 10. Urias rec usou-se a ir para casa e 7*10) de seus descendentes voltaram do ter qualquer relação sexual com a esposa. do assassinato. apesar disso.11-53). pudesse morrer. se atribuída a ele. «Ja engravidou nova­ BECORATE. do ram culpados de tei-se casado com mu­ engano e.

AparentemRule Nafiouido nunca coni. esse nomo roferese a Sal anás e ó usado com esse sentido no NT por Paulo.3 1. P.35 . Seu filho jobabo o sucedeu (Gn 36. pro­ vavelmente devido ao prefixo associado a Baal e à idolatria cananita (2 Sm 5. da Assíria 11 Cr 5.43).21). Ileteu. ‘‘Bei proteja o rei"). 1 .8). pois uãa havia nenliuma prova extra-bíblica que c o m p r o v a s s e a existência de um rei da Babilónia chamado Belsazar. mj-. BEELIAD A. Nesse texto o apóstolo insisle enfaticamente que os cristãos devem ser cuida­ dosos sobre com quem se associam e se mis luram e as implicações do envolvi­ mento com os que não são crisláos. já é amplamente aceito que Bebazar era filho e co-regente dele. t Cr 1. Ele contrasta luz e trevas no v. depois que lomou ainda mais mulheres" (1 Cr 14. l Cr 1. BEL. rubenita. multiplicado nn torra de Cileade" | 1 Cr 5.36.8-10). 2. Descendentn da Manassés e fi­ lho de Uião (1 Ct 7. estava entre os qin. 1 Cr 8.3. onde é descrita a morte dele |v. na Babilónia. BELÀ.edeu uma autoridade total sobre o império a Bebazar. Essa invasão é descrita em 2 Reis 15 29.7) Seu nome (oi mudado paia Iíliada. que não e mencionado na Bíblia. Até recentemente ainda havia cetidsmo quanlo a historicidade do Daniel 5.35). Este leruio tam­ bém d visto no prefixo do nome quo foi dado a Daniel na Babilónia — Boltessazar. 1 . Este nome aparece somente em Daniel 5. o últhno rei é Nabonido. seu povo foi responsável polo derrota dos hagarenos.BELSAZAR houvesse um rei em Israel (Gd :t6.16: 1 Cr 3. o p rofeta o confrontou. U m dos filhos que nasceraiu a Davi era fertisalóm. Da Iribo de Aser. a Bolial. 1 .30.1 e Jr 51 44).33.15. Filho de Bani.17).1). O apelo que o apóstolo fez. 15). Nos documentos remanescentes. mas de­ pois pergunta: “Que concOrdia ha entre Cristo e Belial?" Iv. Nos escritos judaicos do perío­ do iniertestamentário.46 ). uao existe harmonia entre cren­ tes r incrédulos. era um cha­ mado à santidade. Filho dn Beor e rei de Edom Reinou na cidade de Dinabá» antes que houvesse reis em Israel. levado cativo pelo rei Tiglate-Pdeser. Como porta-voz d / ? Deus. O úliimo rei do Império Babilónico citado na Bíblia. "porque o seu gado se tinha BE LI AL. Pai do profeta Oséias (Os 1. que se tornou líder do clã dos belaítas iGn 46.30). B E E R A . Tomaram posse das terras a lesto de Gileade e estenderam-se até o rio Eulrates. É claro que não há concórdia alguma! Portanto. Isso não quer dizfir quo foicrbtãos e incrédulos náo devam tei ami­ zade.2.0). BED Ã .37). 3 . B E E R I. BELSAZAR (Bab. argumeula Paulo.32. ao traçar esses contrastes. Daniel 5 diz multo pouco sobre o carater de Belsazar.1-3). em 2 Coríntios 0.forani tu)pados de ler-se casado nmi mulheres estrangeiras (Ed 10. B ED IA S . entretanto. Um dos lideres dos rubonítas. Primeiro filho do Bonjamim. mas envolver-se e tontar ter harmo­ nia juntos seria difícil. Pilho de Azaz. n qual foi uma das esposas de Esau (Cu 26. capital do imprèrio.341 2. Vários dn seus filhos lambém fo­ ram chefes (Nm 26. pai de Judite. pob caria um adola um yonhor diferente — o cristão serve d Cristo enquanto o incrédulo. devido ao seu orgulho e comportamento blasfemo 93 . Durante o reinado de Saul.D JT-. embora tenha-se retirado para um palácio remoto p deixado seu filho d o governo. veja tam­ bém Is 46. Vivou em Aroer.40. era íilho fie Zofá (1 Cr 7. 2. Deus babilónico também identifi­ cado como Merodaqué lír 50.14.

somente foi usado em passagens onde foi levada para Jerusalém | i Cr 15. em cUja máo está a tua vida.13). Nos dias de Cristo. te o reinado de Davi. casaramse com mulheres d »> outras tribos e oté B E N A I A (H eb.7 1.36. Secanias confessou a Esdras ilo rei Salom ão.8.11). "filh o de 8. p j j .ouio os judeus religiosos car trombeta.25. durante lodo seu reina­ (Dn 5. Esdras e o povo se construído") 1. É Templo durante o avivamento no reina­ claro qan Cristo defenden-se dessas acudo de Ezequias (2 Cr 31. Náo ha registro do arrependimento do Belsazar. e seu destina foi selado quando Daniol interpretou o que a mão ostrrevofô na parede.23J. destacado pura to­ A maneira t. 1 Cr 27.16). Liderava uma tropa de das moscas” e provavelmente relaciona24. uáo foi um dos "três volan­ tes de Davi”: Josebe-Bassebete. ou em que Ele fala­ 4. Este nome veio do uma ex­ 2. que ficavam de pronti­ se a um deus canantsu lei 2 Rs 1.A B I N A D A B E (Heb. Adonias e Simei | 1 Rs 2. Contudo.BELTESSAZAR do. Casou-se coin Tafaie. cuja família tão ia tenso que afinal culminou com sua multiplicou abundantemente (1 Cr 4. tornado um sinónimo de Satanás (Mt 3. Filho de Jeiel e pai de Zacarias.2. ou Satanás.5) Bekebu. Levita. dentes dos sacerdotes de judá. 12. vel pela m orte dos traidores Joabe. dão no 11 “mês de cada ano (2 Sm 23. 18: 20. foi (Lc 11-14-23). e todos os teus caminhos.20-23. Lc 11 15. veja Damal. Filho do sacerdote Joiada.31: 27.24: Mi 3.14).22.341 Sua lealdade era tal que não participou da rebelião de Adonias no fim da vida de Davi e foi um dos indicados B ELTES S AZA R . mas o ódio contra Ele era líder da tribo de Simeão.14).000 homem. serviu arrepandoram o fizeram um pacto de ser­ vir ao Senhor (Ed 10.24.g.30. naBabilôniâ iDu l . foi próprio Satanas revela o quão profundo descendente de Asafe (2 Cr 20. BELZEBU. Foi escolhido pur. Eleazar e Sarná. a p Ip não glorifÍGaste”. Levita. Para mais 1. era um dos músicos duran­ va sobre perseguição.18. buir os obras e as palavras de Jesus ao 5.6). Veja Bm -ilur.5. O 'novo” nome dado para proclamar Salomão como rei (1 Rs u Daniel.22.46). e lhe disse: "Mas a Deus. 24-431 .23-35.3. este termo bav ia-se 1 Cr 11. B E N . No tempo do retorno do exílio Abinadabe"). foi um dos “trinta he­ pressão hebraica que significava "senhor róis" de Davi.23: 23. Benaia é cilado fielmente a Davi. inclusive doscenNafate-Dor (1 Rs 4. Piratonita.2J. 26. 16. cujo trabalho consistia em sias! Estavam felizes por identificar o Fisupervisionar as contribuições para o Lho de Deus com Satantis em pessoa.32-38).18-20: Jesus era acusado de Ele próprio ser 16. era um dos músicos duran­ 1U. Davi 0 considerava “valente u do grandes fei­ tos” « •contado com maior honra do que qualqunr outro dos "trinta” grandes guer­ reiros (2 Sm B. E1p também acompanhou o daqueles dias estovain dispostos a atri­ Arca (1 Cr 15. em todo o Novo Testamen­ tocar lira e acompanhou a Arca quando to. filha babilónico. 94 . era o antagonismo deles para com o Mes­ 6. Levita.j Este vocábulo. Durante o reinado de Ezequias. Era da tribo de judá e veio de Cabzeel (2 Sm 23. Estava eutre o s descendentes de Parós. O oulrora glorioso Império Babilónico s e m alvo do juizo divino e o próprio rei presidiria sua des­ truição. lornou-se coman­ dante sobre os quereteus e peleluus.20). Ele também íoi responsá­ detalhes. te o reinado de Davi. crucificação. saçõns que o identificavam com Satanás 7. "o Sen h or tem mesmo estrangeiras. e era governador de que muitos liomeus.191.

O rei Acabe estava relutante em entrar na Progenitor dos amonitas. Ele e as filhas tiva Na primeira. as quais espelo proíela do Senhor. a Governador de M a c a z . Rei do Damasco.pelos quais. Novamente Israol venceu nmu circunvizinhas. em Basã. o profela encorajou o furam salvos pur Deus unicamente por rei a tomar a iniciativa na batalha. LÊ20).18).17ssj. de Judá. com quem o: Senhor fizera alian­ que de surpresa. as crianças. que relutaram em sair de Sodoma. 2 Rs 12. rei de Ará alegou que os deuses de Israel eram divindades das montanhas e por B E N -G E B E R (Ileb. deconcernentes a Acabe e sua relação com pdis que escapou da destruição.30). na época do rei Salouião 11 Rs talhas contra Ben-Hadade (1 Rs 20. B E N -D E Q U E R (Hob.43). P. o num Sodoma.ie se casaram com mu­ Senhor”. em Esdras LO. O 4. mas chegou no limite quando o filhas escaparam. 1 Rs 15.13-22). Descendente de Dam.1 1 31. Citado entre iis descendentes do PaateMoabe. sitiou Samariamais ou munos em 850 a. 12. contemporâneo do rei Asa. Este também foi cui pado de casamento rrrbla (Ed 10. 9.29). mas Ben-Hadade conseguiu fugir a cavalo ( L Rs 20. Veja Ben-Hur. cial é feita a sessenla grandes cidades no Na terceira. por volla de 890 a. embebedaram o pai a . um dos 25 liomeustonha trazido um aJUvio temporário nas identificados por Ezequiel como irupios hostilidades entre Israel e Judá.Acabe causa do parentesco que tinham com reuniu 7. Certameute. de Geber”). llcando ser uma insolente restslêuda e declarou grávidas.35) 95 . Era filho de Ló guerra. Embora lheres estrangeiras (Ed 10. também mencionado coíno um dos Iídores de família culpados de ler-se rasado mm mulheres estransiras (Ed 10. Saalbun e áreas fím do quo se preparasse para outras ba­ ao redor. "filho de Deker' ). “filhe. A segunda profecia advortiu Acabe. Uma vitória decisiva foi ça (Gn 19. mas também polo sacrifício da Uberdade política.25 como um dos quo se di­ vorciaram das esposas estrangeiras. Por esse motivo. séria ameaça para |udá (cí.9) Benlia. não apenas finan­ ceiramente ('Asa tomou toda a prata e o U L Descendente de Neho. Asa pediu a Bcm-Hadade quo o aju­ dasse a se defendei contra Baasa O pre­ go dessa ajuda foi alto. posteri­ ormente a própria Siria lornou-se uma p que agiam coutra Deus (Ez 11. Pai de Peladas. 1. Acabe foi repreendido distrito de Argobe.G." filha do meu pareste").13). a cida­ Houve três profecias importantes de de Sodoma era famosa. Também ouro que ficara nos tesouros da casa do citado entre ws tji. assim. durante o remado de graude batalha o Dous demonshou sua Salomão (1 Rs 4. elas ficaram preocupa­ rei sírio quis enviar seus oficiais para vas­ das coru a continuação do nome da íarniculharem a casa real I 1 Rs 20. sexuais. 2. não hou Ben-Hadade: duas positivas e uma nega­ ve novo começo para Ló. Veja Ben-Hur. sucesso o violento ataque o obteve uma continuaram a praticar os graves pecados grande vitória sobre os sírios. da qual som m ie Ló e suas duas e praia). ao que parece. 11 Rs 15.C. Logo depois da destruição de lentregar as mulheres.C. alcançada. coucordou com com a sua própria filha mais nova (Gu as primeiras exigências de Ben-Hadade 1U. 10-12J Acabe repelin com lhas.BEN-HADADE BEN-HADADE (Heb. É importante nolor quo essas fi­ guerra 11 Rs 20. Den-Hadade U. reis de Israel.D. s. "lilho defiidade).38]. . rei de Ará (Siria). BEN*AMI (Heb.000 homem* e efetuoti um ata­ Abraão. por ser demasia­ lavam sob o seu controle.9). e de Baasa e Oari.c. Uma menção espesoberania sobro toda a Terra. 10.nubas Hadade ficou furioso com o que percebeu tiveram relações sexuais com ele. isso enfrentou os israelitas ua planície (1 Gnveraadur de Romote-Gileade e área* Rs 20 25).221.

Lei (Ne 10. eles consegui­ Ue acordo com Amós 1.20). 2 Ks 13.V.41 . Décimo segundo filho (1 Rs 4.13). "nosso filho”) Um dus Cr 4. Por isso.25). impressão ge­ ral que se tem a partir de 1 Reis 4 é a sua Lei. cada um deles era encarregado saqueadores moabitas.13. porque estabeleceram impostos de Ben-Hadade aconteceu devido ao Juízo sobre os moradores do distrito. O primeiro da lisla de doze nome de Benoni. Sen distrito era em Efraim. correr do imo.4.10). que pa­ de Deus sobre as nações ao redor de Isra­ gavam com suprimentos. contado.Minaas. morreu logo após seu nascimento. Veja Ben-Hur.Hadade I Reis 4. Sua mãe. Ben. 22. Beu-Abinadabo. a derrota ram isso. Com eleito. Ben-Hadade 111 chegou ao poder no quezas e honra" Os capítulos seguintes de 1 Reis mostram como esses dons rlp tompo em que a influência síria estava em declínio.3.24. Baaná. . o Salomão para fiscalizar seu reino (1 Rs qual Israel mais tardo mudou para 4. cujo tralialho era as­ Senhor como instrumeuto pai*a execuiar segurar n grande provisão de suprimen­ sua punição sobre Israel (2 Rs 13. O Senhor lhe Gileade. grandeza da bênção de Deus sobre o rei Salom ão. deu-lhe o B EN -H U R . Os ou­ Benjamim (“filho da minha mão direita"). 1 Cí 2. S. Governador de Aribote. Afilho da torça"). dessa listagem. levilas que selar am 0 pacto feito pelo povo paia adorar ao Senhor e obedecer á sua BEN -H E8ED E (Helv. continuou a política sua sabadoria é dado em 1 Reis 3. Um exemplo de a. ao l eni ar reconquistar Ramotebedoria e discernimeuto. rIp solicitou sa­ sírios. Raquel. "filho deHeaede").24. o qual com efeito BEN-HA IL (Heb. em el.d. p. A . porque Jeoacaz continuou d o s cominhos malignos de riqueza e poder do filha de Davi. Ben-Hadade foi usado pelo doze governadores. Acabe. a e x tP D s á o do reino dn Salomão n enfatizada. a qual era enor­ trole sobre as cidades que capturara 12 me |w. Durante o reinado dp Joás. Em vez assírios. há uma lista da provisão diária foi derrotado três vezes e perdeu o con­ requerida por Salomão. Ben96 . da Iribo de Juda ( t BENINU (Heb. Baaná.: cf. tros mencionados são: Ben-Dequer.24. BEN-HANÃ llíeb. Tanto antes como depois Rs .C.21. durante o reinado de Salomão BENJAM IM . de Jacó. 8-7-9. 3. Km dos filhos de Simeão.10.5-15). uo de­ profecia de Elisou.BEN-HAÍL damente tolerante com os siri os n por Gober. Rs 20. de acordo com a de suprir o rei durante um mês. D r u s permitiu que Is­ Reis 4 a ênfase é colocada na crescente rael caísse em suas mãos. A morte dp Ben-Hadade é regisconcedeu o que pedira e acrescentou "ri­ Irada em 2 Reis 0. foi morto pelns de riquezas e vida longa. Inicialmente. Filho de Hasael (790 a 77U Deus foram evidentes nos primeiros anos do reinado do Salomão. que significa ''filho da govnma dores distritais nomeados pelo rei minha tristeza” (Gn 35.34).8). Josaíá. os dois roi* luta­ Logo após sua coroação. É neste contexto que lemos sobre a nomeação dos Jerobono I. nas cidades de ludá |2 Cr 17. Socó e toda a ler­ ia de Heler. somen­ Hesede. Em I opressora do pai. Hm alcançava lodos os limites prometidos dos oficiais de Jeosafá que foram enviudos paia ensinar o puvo sobre o Senhor e pelo Senhor a Moisés. Ele tos necessários para a manutenção da recobrou as cidades capturados paios c a s a real . BenEmbora Jaeó tivesse doze filhos. estabelecer alianças r. Mais Uirde.3). Ainadabe. os coisa que desejasse (1 Rs 3.23). Salomão foi autorizado por Deus a pedir qualquer ram juntos contra o inimigo comum.7).o.otn Bon-Hadade (1 Sim ei e Geber. 1. "talho da graça”).

22J. em cumprimento da profecia de Jacó. Gibea ficou conhecida pelo sen alto índice rio hom ossexualism o (Jz li) 22). Os benjamitas estabeleceram-se na taixa oriental de terra abaixo das colinas da ludéia— entro Efraim e Judá: induía cidades importantes. Benjamim leve dez filhos |veja Gn 4 6 . Eh' fez de tudo para mostrar generosidade. e à tarde repartirá o despojo" (Gn 4U. repartido.5) e. losé —pro­ movido a governador por Farao — os aju­ dou. A tribo de Benjamim linha reputação de bravura e rnuita habilidade militar. corno no caso do próprio Paulo. sempre have­ ria um remanescente. quo mar­ caria os benjnmitas como uma tribo im­ petuosa. Para nós. Isso. mas sim a misericórdia de Deus ií sua fidelidade em guardar as promes­ sas da aliança (Gn 12. 1 Sm tí. como Jerusalém. (veja Esdras 1 e 2). não por causa da justiça deles. e as constantes batalhas sobre lerusalém marcaram sua historia. Giheá e Mizpa. Paulo explicou que Deus o resgatara do seu próprio povo e dos gentios. a tição é que mesmo um grande passado.15ss.2 11 .12-26.l). mas. A presa seria devorada e o es* pólio. no caso de Eudf • .1-31. até que finalmente elo se deu a conhecer e trouxe toda a família para o Egilu. A linhagem de Paulo náo tinha nenhum valor para ele. ao ordenar que seus servos escon­ dessem presenles nas bagagens dos U* mãos. lss).3s). entretanto.4]. isso também ora uma bênção mista. Durante o reinado de Saul. Em sua velhice. sua herança que o salvou. Do acordo com Jeremias 33.C. Benjamim e Judá tiveram destaque particular como recipi­ entes das "promessas da graça” de res­ tauração e retorno feitas peio Senhor.4s). Eram adeptos do manuseio das armas com a mão esquerda* o que. como o da tribo de Benjamim. Moisés predisse que Dous abençoaria Benjamim e "descansaria em seus braços" (Dt 33 12). Na se­ gunda viagem rlelgs ao Egito. somado ao fato de que a mãe morrera enquanto ainda rrain bom pequenos. Benjamim experi­ mentou o lavor especial do pai. Apesar da rejeição quase total ao Senhor. mas porqu* foram escolhi­ dos pela graça (Rm J 1. embora sem se identificar. a náo ser para entender a maneira pela qual o Senhor conservou um remanescente e enxertou outros ra­ mos (os cristãos gentios. principalrnenle para com o irmão Benjamim.BENJAMIM te dois deles uram de Raquel — Jose e Benjamim. e profetizou que no tuturo voltariam para Canaã. Jaco hesitou rui enviá-lo junto com os outros em busca de ajuda egípcia. om 537 a. A atitude peculiar fie José. exceto pola misericórdia de Deus.2-7). O apóstolo Paulo era benjamita e usa­ va a si me-snio como exemplo da teologia do “re m a n e sce n te" (veja Romanos 11. por parle de Israel. progenitor dos ben.As tribos de Benjamim e Judá manti­ veram grande influência entre o povo de Israel depois do retorno da Babilónia. Taco (Israel) abençoou todos os seus filhos. ás vezes.jamilas (veja arbantií) Jacó pronunciou: “Benjamim é lobo que despedaça. deviam sua continui­ dade ò obra dn graça de um Deus salva­ dor (veja Fp 3. Essa mudança provou ser significativa para a fut ura realização dos planos redentores de Deus para seu povo |Gn 4ô. á prin­ cipio sem permitir que soubessem quem ora ÍGn 45.12. Após José ser vendido e levado nomo escravo para o Egito. resultou no livramento de Israel das mãos dos moabitas |Jz3. Como a bisloria da triba. veja Rm 111Não foi. entretanto. A Ben­ jamim. pela manha devora­ rá a presa. hoje. para depois enviá-lo de 97 . deixou-os turbados « temerosos. lambém impiedosa.27). Urna bênção mista. Em sua deiesa diante do rei Agripa. os benjamita» tiveram sua maior preeminência e a maior parte da tribo permaneceu leal ao roi (veja I Cr 12.14. numa épo­ ca de grande tome em Canaã (Cn 42. ajudou a fortalecer a afeição especial que havia entro os dois irmãos. não garante um excelente fu­ turo.

Sempre citado em conexão com seu<onceder u vitória a Abrão. 1 . quando chegou o mo­ de.23: 12. mas não res­ filho Balaáo.32).15ss|. o qual mais larde |açó chamou de de Sodoma propôs que Abraão ficasse Benjamim (Gn 35. Veia Benjamim. 1 Cr 1. Reinava sobre Sodoma (Gn I4. nas mãos Benjamim (Gn 46. eles p suas respec­ tivas cidades loram subjugados por 13 anos. Membro da Iribo de Benjamim que se arrependeu de tor-so ■asado com uma mulher estrangeira (EM 10. IMomc dado ao bisneto de Benja­ mim. te e finalmenle o derrotou. o apóstolo reconheceu que em a ativida­ do redentora «lo Senhor. Efraim ita p líd er do c lã dos bequeritos (Nm 26. que se tornariam a marca registrada de Sodoma e culmina­ B E Q U E R . . quando Abraão vivia nas proximidades “dos carvalhais de Munre”.32. Seg u n d e ri l ho de riam em sua destruição fiimJ.1&).10). Esdras exortou os judeus que fizeram isso a se apresentar pubtkamenie diante de toda ii cidade. BERA. que ajudou na recouslrução do Templo. o qual reinou antes que u mo­ 201. porém Bera conseguiu fu­ gir e saJvar sua viila (Gn 14. até que finalmente se rebelaram.17. BE N -Z O E TE (Hob.9. 2.6J Seus do mesmo Deus que esse rei se recusava descendentes sáo citados em 1 Cróni­ a reconhecer (Ez 16. Israel mudava-se do Boto] para que o povo voltasse para casa. o vidente (Nm 22.35).c.8. sobrinho de Abraão. Abraão atribuiu sua vitória “ao Senhor.n.2J. Ele perseguiu e alcan­ BENO. íoi cap­ turado. foi o primeiro rei portamento de Melquisedequp (Gn 14.20).Des­ A intenção do autot era a de eslabelecendente defei. ao narquia fosso estabelecida em Israel (Gn ' Deus Altíssimo".49).27). Abraão en­ za") Foi o nome que Raquel deu a seu controu com Bera.20. Ló. Em sua vida nó­ com todo o espólio e permitisse apenas made.BENO vollti para abrir os olh os deles (Al 2 6 . A derrota deles implicou no cativeiro dos sodomitas. Este deu glória a quem merecia. P. Pai deBelá. s.34. "filho de Zoete").. recuperou todo o despojo que forn levado da cidade BENONI (Hob. ele). Nessa derrota. filho de Bilâ (1 Cr 7. 98 .5: 24. Utn dos cinco reis residentes no vale do lordáo. egoísmo e arrogância. Filho de faazias e neto de Merari. o quo obrigou nosso patriarca a entrar no conflito. e luuvou ao Senhor por 36. 1 . cor um claro contraste entre a atitude do rei de Sodoma para com Abraao e o com­ B E O R . A rebelião foi punida por quatro reis. pondeu com louvor a Deus — e sim com Mq 6.10de Edom.v. Bera testemu­ nhara os mesmos eventos. mas Abraão de­ muito difícil e u máe morreu pouco lem­ volveu tudo a Bera e disse: "Náo lomarei po depois de ver que o bebé era um me­ coisa alguma de tudo 0 que e le u . çou Quedorlaomer em sua rola para o nor­ da tribo de Levi f l Cr 24. "filho da alinha triste­ e trouxe de volta Ló Na volta. o Dpus Altíssimo" (Gn t4 . 3 . para nino e ter-lhe dado o nome de Benoni. lide­ rados por Quedorlaumer IpaTa mais de­ talhes. 2. para demonstrai’arrependimen­ to pelo pecado. cas 7. os bens recuperados na batalha já lhe mento de Raquel dar á luz.21: 1 Cr 7. 2.43). Na verda­ Efraim (Belém). da tribo deludá (1 Cr 4. o próprio Deus que conservaria um testemunho para si no meio de urn mundo lloslil. no vaie de Savé. O rei filho. Esse podfi < ?or o mesmo Benjamim citado em Neemias 3. Depois de derrotados por uma confederação de reis da Mesopolâmia. que não digas: Eu enriqueci a Abrão". veja Anraft‘1).10).21-24).15. Como a iribo de Benjamim. Foi um parto pertenciam por direito.

Berenice arriscou a própria vida.14: N«: 12. BERIAS. leinos que loi a Cesaréin com aeu irmão “a saudar Festo". o qual foi trazido à sua presença e de Berenice.BER1AS BERACA (Heb “bénçáo“)l Um dos gunrreiros da tribo de Buujamim que deserta­ ram rio exército do Suul e se uniram u Davi. 1 .16). Agripa podíu para ouvir Paulo. Quando os ancestrais deste pro­ feta são njeudouiidos em outros textos. ao tempo do rei Peca (2 Cr 28. "o Senhor tom criado")Citado como iilhn dn Simei.35. Em sua explanação sobre a fé em Cristo. mas judeus de nascimeoto. ua genealogia que vai de Benjamim a Saul I i Cr 8. Era um dos lideres das famílias que viviam em Ajjalom e rece- 99 .16). 3. é citado apenas na genealogia de 1 Cró­ nicas 3. FiLho di: Trio e pal do profeta Zacarias (Zc 1. foi cham a d o de Berias p o r q u e as coisas não iam bem em sua f n m f l i n e o nome tem som semelhante ao ria pidavra 'infortúnio'’. Berenice e Agripa eram aristocratas romanos. Esse interessante caso judicial lornou-se assunto de discussão entre Festo e seus convidados. era um levita citado entre os que retomaram para )udã depois do exíliu babilónico (1 Cr 9. R?ii d« Taule. Nm 20. um dos que se opuseram ao projeto de reconstrução r i a cidade santa (Ne 647. 1 .21|.36). Seus soldados quase a mataram e. 2. É também chamado de Bequor. foi um dos chefes ila tribo de Aser (1 Cr 7.20. Seus lifhós foram Héher e Mulquiel Poi g pro­ genitor do clã dos beriilas (Gn 46.30. Eram tidos em alta consideração. (1 Cr 7. BERAÍAS (Heb. em 06 d.18).13). BER EQ UIAS / B A R AQ UIA S.4. Filbo de Efraim (1 Cr 7.1). Seu nome só è citado na livro de Zacarias. em Núme­ ros 26. da Iribo de Efraim. no hebraico. Dois Uliios de Efraim. 3.17). Filho de Asa. hábeis uo manuseio do arco e da funda com ambas as mãos.30). concordaram que Paulo nada íinhfi feito que merecesse Sua prisão ou execução (At 25. ao ten­ tar impedir o massacre de judeus pelo procurador romano Céssio Floro. BE RI. H .21).n.12). em Zichigiu: (1 Cr 12. Filho de Mesiiemole. Filbo de Mesezabel. 2. Um dos filhos de Aser. BER ED E. O apóstolo ftililn tingia acabada de t. o companheirismo muito pró­ ximo entre os dois irmãos suscitou hoalos sobre um relacionamento incestuoso. Com o passar do tempo. Filho de Zofã. Descendente de Efraim n fi­ lho de Sulelá (1 Cr 7. Descendente dn Benjami m. BER EN IC E.M .45: 1 Cr 7.17.30.Em Aios 25.er julgado por esle governante romano e apeJado para o im­ perador. Consoquontemnule. cujo Liiba Asafe loi nomea­ do pelo rei Davi para um importante ser­ viço no Tabernáculo 11 Cr 6. tanto pcrr Festo t omo por Paulo. seu palácio loi queimado na guerra que se seguiu. 4. foi um dos líderes que persuadi­ ram os soldados israelitas a libertar os prisioneiros que fizeram na guerra con­ tra Judá. Ezer p Elade. 15. p. cooperou na construção dos muros d »? Jerusalém sob a direçáo de Neemias (Ne 3.C.c. filho de Eiptial (1 Cr 8. Filha de Herodes Agripa T e irmã de Ilerodes Agripa U. Eles eram ambldestros. Depois que se retiraram. lenlaram roubar o gado dos filisteus de Cate e foram mortos por eles. 6 . Sua neta casou-se com Joana. pois seu nomo é complemente ignorada (Ed 6. Uni dos Cinco filhos de Zorobabel. 5.20).1 i.44.23).39. d ” .23). segundo o historiador fosefu. bem curau de todos os chetes militares e dos principais da cidade (At 25.3 11.3 J ). ele é chamado de filho de Ido. filho de Tobias. Levita. o apóstolo fez um apelo paro que Agripa se tomasse cristão.3).

Deus lambém deu a Bezalel um aju­ atenção especialmente para o fato de que dante espucial. foi pai de Sebn (2 Sm Deixs cumpriu suas promessas feitas a 201 e provavelmente o líder do clã conhe­ Abraão. Eia importante tribo de Dã que os filhos de Abraão não se casassem 2. Filha do Naor e Milca: portan­ que Deus lhe dou foi a habilidade para to. Sem dúvida. veja Isaque (Gn 2 2 . Da pessoa de Aobabn. tre os servos do Templo que retornaram mas o Senhor o encheu “do Espírito de do exílio babilónico com Neemias (Ed Deus. Tal plenitude do Espírito Sanlo era ajudou a reparar "a Porta da Velha". Seus descendentes estavam en­ ciosos. 323 dos seus descendentes retornaram do exílio babilónico r. de inlebgéncia.lti. conhecimento”. 38:22.20 e 28.37) mente com Isaque.BESAI B E Z A L E L (Heb.l. na administração de se limilava a profetas e reis. 1.30— 39.11). por isso.201. Em especialmente 3lt. 1).14|. eram considerados como nma só náculo).Senhor o esco­ ao c. O significa­ Neemias (Ne 3. Descendente de Aser. Labão.1 5 .2 3 .5].18). 100 . fez o mai­ BEZER. de habilidade. 2. Um dos líderes que selaram o pac­quando este conspirou contra Jorão. depois do retomo do do Acabe e Jezabel (w.3 bo de Levi Í1 Cí 23. ca­ com cananeus. "no conselho secre­ e soubesse Rxat&mente o que se requeria to do Senhor” I. 2 4 . a futura esposa de a glória do Senhor (Ex 35.2: 1 Cr 2. Seba bderou uma rebelião contra o rei Davi [v. Pertencia descreve como o próprio .10.lõ tios gersonitas. o qual dele. 1 . p.2. 4. Niím ele nem seu lheu especialmente para lazer os dese­ irmãtj feús Liveram filhos e.2 9 ). irmân de Rebeca. no rara nos tempos do AT. marcenaria • • mesmo tapeçaria. 6-JOJ. Um dus filhos de Sim ei da tri.eu'. sobrinho de Abraão. ‘sob a proteção de Jieram o crédito por lurem afugentado os Deus").23 o uúmero e chefe de suas carruagens (2 Rs 9. ordinario (alento natural em diferentes áreas. Capitão do exércilo do rei JeÚ Neemias (Ed 2 17: em Nr 7.i. Descendente de Paate-Moabe. filho de or empenha ein vê-la casada satisfatoria­ Zofn (1 Cr 7. que B IC R I. pois foi o pai na Ifendu da Congregação fosse leito para de Labáo e Rebeca. nhos e o Lraballio artístico necessários nas escalas para o serviço de adora­ para < i Tenda da Congregação (Taber­ ção. Rii de Mesulão. e de 2. Personagem par­ ensinar outros de forma que o trabalho ticularmente significativo. em busca de uma es­ tempo de Esdras (Ed 10. Benjamita.31.49. Foi listados no v. mi de Israel. cido como os b e rita s (v. posa adequada para o filho Isaque. Seus filhos estáo Uri e neto de Hur (Êx 31. por rumo de Reboca. no servo ale Padá-Arã.52). Ne 7. era filho de moradores de Cate. mas loi pela descen­ dência de Betuel. 2 Cí Gânesis 25. da Betuel era de Padá-Arã. Èxodo 3 1..5. Da tribo de Jud.25). o texto chama u 1. BEZA I. Porte do dom BETUEL.6). |eu fora ungido rei de Israel por to feito pelo povo de adorar ao Senhor e Eliseu e recebera ardons do destruir a casa obedecer à sua Lei.indicado pelo Senhor para iraballiaj na construção do Taberuaculo. do espiritual e a importância do trabuliio são dessa forma enfatizados. 37:1.30). Na ver­ dade. é 324).oni BID CA R.2. Num con­ exílio babilónico (Ne 10. pois geralmente muro de Jerusalém. para que realizasse o tra­ balho totalmente para a glória do Senhor B ES O D ÉIA S (Heb. por isso.2 2 . tais corno trabalho com metais pre­ BESAI. ele enviou seu sara-se com unja mulher estrangeira. ele possuía extrafamília.

como juízo pelos pe­ cados fie idolatria e feitiçaria que foram introduzidos um Israel por Jezabel. Quando vi­ ram os terríveis problemas que [ó enfren­ tava. Retornou do exílio babilónico com Neemias (Ed 2.067). e consolá-lo".16).2. 4 . Bddade acreditavB que. eles procuraram o patriarca para 'coudoer-se dele.BILDADE fronto com Jorão. BIGTÃ. Bildade demonstrou estar uborreddo e desapon­ tado com as alegações fie inocência de Jó 10 1 . tornaramse incapazes do folar por longo tempo. embora depois Deus te­ BI LÃ. inicialmente. o filho mais velho de Jacó o Lia (Gn 35.25.25.3).3-7]. Para mais detalhes. Finalmente. Um ilos lideres que selaram o paclo feito pelo povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10.20-22). era um dos trés “amigos” de Jó (Jó 2. 1. en­ quanto os pecadores recebiam sofrimen­ to. Posteriorm ente torn ou -se concubina de Jacó (Gn 30.21)4 A razão para a inclu­ são deles no relato do livro de Ester íoi devido ò descoberta do plano secreto e à denúncia feila pelo judeu Mordecai Hamã linha 1'eilo lodos os arranjos para que esle fosse enforcado por não so inelinar dianto dele. B iL D A D E . B I G V A I .42). BI Idade foi o segundo a daT seu conse­ lho.1. Enfalizou a justiça de Deus (Jó 6. Bidcar recebeu ordem de jogar o cadáver no cam­ po do Nabole. 46. pois Ra­ quel era estéril. 2 . Um dos sele eunucos que servi­ am ao rei Assuero (Xerxes) (Et 1. descobriria que sofreram devido aos seus pecados e às Uansgressóes de suas famíli­ as. B ILA. essa talvez fosse a causa do sofrimento de Jó e ele estaria totalmente errado por negar sua culpa diante de Deus (Jó 6.22). em Ne 7.27. que se lornaram progenitores de duas imporlanles tribos em Israel (Gn 35.v. I Cr 1. Jeú aceit0U-0 e malouo com uma flecha. Primeiro filho de Eser. veja Mordfícoi e Ester. olerecerara-lh« várias for­ mas de consellm. Sft fizesse isso. Veja Vasti. duranto o roinado do Artoxorxes (Ed 8. 7.14. dada a Raquel por sou pai 110 dia do casamento dela |Gn 29 2 9 ). O ensino que Bildade acredi­ tava que o patriarca deveria aceitar era que o justo era abençoado universalmente. Ne. portanto. Cada um de seus sete filhos listados um 1 Crónicas 7. nha ouvido suas orações e lhe lenha con­ cedido dois filhos orn Canaã (José e Benjamim). Numa noite de insónia.14). Portanto. por parte do rei. se Jõ lo^so re­ almente justo.10). Filho de Jedioal. Bila foi 0 mãe de Dá e Nftftuli. 1. sugeriu que Jó deveria olhar para as gerações pas­ sadas e aprender com elas. então as aflições que pade­ cia seriam apenas lemporánas. “Su íta”.10 loi cabeça de uma família.13). Umo jovem sorva.*nagens. Alguns de seus descendentes subi­ ram para Jerusalém rom Esdras.8-13). Em seu segundo discurso. 3. Alinhado com o ensino bíblico. Esse reconhecimento. tempos mais tardo ajudou na sal­ vação dos judeus dos perversos desígni­ os de Hamá. neto de Benjamim. Um dos dois porteiros que guar­ davam o portão do palácio do rei Assuero Ele e seu companheiro Teres “se indignaram e conspiraram para assassinar o rui Assuoro" (El 2 . um dos lideres tribais em Spit. onde Esaú se es­ tabeleceu (Gn 36. s. BIGTÀ. 2. 1 Cr 7. Ela lambem teve um relacionamento incestuoso com Rúbon. 2 .11). pois Deus agiria rapidamente e traria novamente a alegria (Jó 8. o roi Iiiij nos registros «lo reino sobre a denuncia dos dois conspiradores feita por Mordecai e pela manhã ordenou que Hamá lhe prestasse uma série de botui.0 5 6 de seus d escen d en tes retomaram do exílio com Neemias [Ed 2. sob a provaçao divina.19 o número e 2.7).

Era fi­ cendente de Aser (l Cr 7. cuja . depois de vencê-lo em batalha. justiçâ/bêurv â u D ) é simplista demais. Ajudou na recons­ trução dos muros de Jerusalém depois do exílio. enfalizou o castigo <ie Deus sobre os ímpios e advertiu o pa' Iriarca quanlo ao perigo de ijuestionar as agueis do Seulvor (vv.10). Rolornou do exílio com Neemias bem foi conduzido cativo: por isso. Na conquista de Gomona. seu (Ed 2 . como o meu servo Jó" (Jó 42.301. Um dos filhos d'1 Jallote. e não vos I ratarei conforma u vossa lonouru. e aceitarei a sua oração. 5-21J. L Pai de Noadias* o qual foi um dos que pesaram a prata e o ouro trazidos de V K>lla da Babilónia com Esdras (Ed 8.7). Descendente de ftiate-Moobe. Bildade reciLou um hino de louvor ao Deus Criador e faz uma compararão com o pecado dn humanidade (jò 25.8). era «la BIRZAVITE.33). todo o espólio. Ele perse­ guiu e alcanvou Quedorlaomer bem uo BI MAL.33). (Heb. 6 . Foi um dos ho­ lrouxe seu sobrinho de volta e recuperou mens valentes e rhef».5.24J. esses Joiaquhn. o qual foi escolhido B IR S A . 1.-13). Depois do exílio babilónico com Zorobabel e de serem derrotados por unia coalizão: de )e:>ua. tio Abraão resolveu liberta-lo. monaícas foram subjugados por 13 anos. seus bens e provisões foram levados. 102 . até que finalmente se rebelaram. BINUI (Heb. para que o palriarca oferecesse sacrifícios pelos três. da tri­ norle e. era governador da metade do distrito de Queda.2 : Ne 7. No terceiro e último discurso. por isso. 048 descendentes de um certo Binui retomaram do exilio com Neemias (Ne 7. Descendente do rei $aul.G. A derro ia envol­ povo de adorar ao Senhor e obedecer ò veu o cativeiro dos sodomitas. 2. ura roto. todos os.9.2). de clã.DILGA (In 18. . Ló lam­ BILSÃ. Filho de Malquiel e des­ Iribo de Benjamim « pai de Rafa. BILGAI. "jovialidade”1 .18). f. Uni dos liderados por Quedotlaomer Ipara mais sacerdotes que selaram o pado leito pelo detalhes veja Aura fel].soberania é tcitul No final. Vós não falastes de mim o qui. quando as pessoas são confrontadas pelo Todo-po­ deroso. Era o governante de Gomone (Gn 14. 2 Um dos sacerdotes que retomaram to dos carv alh ais do M a n re ”. m.U.8).2). bo de Aaej (1 Cr 7. em Neemias 12. o líder dessa família era Satnua (Ne 12. es­ tava entre os judeu» culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras [Ed 10. a fim de serem perdoados: “O meu servo Jó orará por vos.k BILGA. Filha de Henadade (lambém chama­ do de Ba vai). 4. Nos dias de reis procedentes da Mesopolámia. Um dos levitas que retornaram do exíiiu com Zorobabel |Ne 12. quando Abraão vivia per­ quo ministraria (1 Cr 24. Foi também um dos levilas que selaram o pac­ to do povo em Neemias 10.1.38).1-8). 5.15). 3. Todo o I ív t o d e Jó revela claramente como a tão repetida explicarão religiosa da causa e do eleito Ipecado/jutzo. 9.8). "conslruir').37. Birsa con­ sua Lei (Ne 10.31). A rebe­ lião foi sufocada pelos quatro monarcas. BINEÁ. trahalhuudo na snçõo que ia da casa de Azarias até a esquina (Ni: 3.14). ma pessoa menr iouudu om Bilgo 2. Um dos cinco reisresidenles no por -sorteio para ser o 15* na ordem em vale do Jordão. Provavelmento 6 a mes­ seguiu fugir e salvar a vida (Gn 14. mais curto. lho de Moza (1 Cr 8. Deus vindicou Jó o ordenou aus stíus amigos que fossam a ele. Ancestral de alguns dos que foram culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras (Ed 10. Sacerdote que viveu duran­ te o reinado de Davi.18.

1 1 . Não está cla­ ro por que Jesus lhes deu esse nome. Ca­ sou-se com Rute e tomou-se ancestral do rei Davi e de Jesus Cristo.ni u Belém. um importante marco da fronleira entre ludá e Benjamim.17-22). era uma maneira zombeteira de expressar depen­ dência da providência divina). Nome encontrado no livro de Rute e nas genealogias em 1 Crónicas. Embora tenha relação com 103 . Ao o u v ít o discurso de Herodes.om o signifi­ cado de "filhos do trovão*’.10) Veja Vo s Ij . 6 . [untocom Mitredâte. a aiençãoe tirada de Rute e Boaz e colocada uo propósito rriais amplo de Dous na história |Rt 4. Na Lei dè Moisés. da tribo de ludá. Boaz ê apresentado em Rute 2. Veja Tiago n foõo. mas existe especulação de que foi devido ao temperamento explosivo dos dois. e interessados em conseguir seu íavor. e a Palavra de Deus. Um dbs sele eunucos que servi­ am o rei Assuero (Xorxes) (El 1. lanlo em significado c o m o em propósito no livro de Rute.1). O primeiro capítulo de Rute termina com Noemi o sua nora moabita. quando os chamou para serem seus discípulos. E descrito em algumas tradu­ ções como "camamiio de confiança do rei [Herodes Agripa IJ ‘ ÍAl 12. que c hegara. inclusive apoio financeiro. solicitou uma audiência de re co n ciliação . Boaz loi um proprietário do terras temente a Deus. Ele não é citado nas genealogias fie R ú b e n .BOAZ BISLÃO. A aXpresáâo traduzida nomo "homem poderoso” em Rute 2. o povo de Tiro e Sidom. BITIA (Heb. Filha de um dos laraós. Marcos traduziu a pal. BOAZ (Heb. em al­ guns casos.ido por lesus a Tiago \ i João. escreveu unia car­ ia ao rei Artaxerxes. os membros da mesma família linham várias responsabilidades uns com os ou­ tros. com quem tiv«ra um de­ sentendimento. "porqui: não deu gloria o Deus” (Al 12. O rei loi imediata­ mente ferido por um anjo do Sonhor e morreu. que morreu. A redenção da terra e as vari­ ações nos relucionamtmlos familiares pre­ param o lkíitur para a mudança de pers­ pectiva nos versículos linais do livro. BLAS TO. Herodes mandara suspender Iodas as ex­ portações de allm enloe outros produtos essenc iais para as duas cidades A audi­ ência foi conseguida por meio de Blasto. Quando Herodes viajou paia Cesarêia.7). BIZTA. Sua entrada no cam­ po deu a Boaz a oportunidade inicial de tornar-se seu benfeitor e abriu o caminho para que se casasse com ela no sistema de leyiralo |Rt 3 e 4).17).201. ]. entre Herodes. “a força está nele"). Furioso com eles. ê mencionado mtmente em conexão com a "pedra de Boa” (Js 1 S. quando buscava um campo onde recolher algu­ mas espigas (RI 2. Ali. É provável que se tenha convertid o ã religião israelita.3). 1 é multiforme. viuvas e sem nenhum recurso financeiro.2. EJe era o dono das terras nos quais Rnle foi “respigar" (no liehraico. Um claro contraste é enlão estabelecido. veja Mjtrrdatf!. Para mais detalhes. parente do marido falecido de Noemi. Nome d. que "crescia e se multiplicava” (At 12-24). "lilha do Senhor’ ). Mateus e Lucas. por isso seu nome aparece nesta genealogia l i Cr 4. quo provavelmente falou com o rei nm favor deles. Tabeel e outros companheiros. BOû Filho de Rúben. O cenário p estabelecido para o even­ to na uarraLiva do livro pela descrição dos laços familiares entre Boaz e Noemi e o caráter exemplar dele. os visitantes o ovacionaram como se ele to 9se um deu?.78). a ÍLm de laser acusar ÇÕes contra o povo de Judá (Ed 4.ivrn i. 18. Casou-se com Merede. BOANERGES. filhos de Zebedeu. que viveu em Belém de Judá no período dos luizes (Kt 1 .1 como "homem poderoso e rico”.

conhecidos como guerrRiros valorosos (2 Sm 23. 2 O nome da coluna do lado esquer­ do. G nascimento de Obedo é também um elo crucial na qualificação de Davi como rei de Israel e de Jesus coiuo o Mes­ sias.37).17).8-39). 1 2 e rm genealogia messiânica em Lucas 3. A versão da linhagem de Crislo em MaLeus 1. embora possa ler algo a ver com o pró­ prio significado dos nomes: Jaquim sig­ nifica “Deus estabelecerá" Boaz. é importante considerar que. em ambas as cenas ele responde com graça e generosidade muito além da letra da Lei. "a for­ ça está nele".1. A razão exala por que elas recoberam esses nomes não é clara.44). isso pode signifii. a .5 inclui não somente o nome de Rute e dn que é colocado na posi­ ção de pai de Boaz. um samarilano era um réprobo da fé. BOCRU. A parábola ensina duas verdades. devemos ser o "próximo" que se preocupa com Os ou­ tros.BOCRU a proeminência de Boaz em Belém (veja lambém Rl 4. o sacerdote.18*22. 2 Cr 3.1 1 . náo pôde nem mesmo mencionar o samarilano (v. M u narrativa do livro de Rute. paia que a genealogia tenha um formato simétrico (Ml 1. bem como o nascimento do filho deles.11). mos as palavras no original hebraico indicam que Boaz (2. construiria no Templo de Salomão por Hiráa (1 Rs 7.38:9. a ex­ pressão também faz um paralelo l»em pró­ ximo cnm u descrição da própria Rute. o levita ou o samarilano.eléncia moral o espiritualetal­ vez até mesmo à sua coragem reconheci­ da « honra.2). como o samarilano procedeu. Da tribo de Benjamim. Em Rute 4. nos capítulos 2 p 3 . para uma audiência composta por judeus. Primeiro. Embora haja pro­ babilidade de que uma ou mais gerações lallem na árvore genealógica nesse ponto.. Ranhe. Era descendente de Saul. é passível que a mãe de Boaz seja Raabe. Devido ao seu papel central nessa linhagem e provavelmente lambém por causa de seu caráter exemplar. Salmom.32.11) formavam um parperfoito. O casamento «le Boaz e Rute. 1 2 : 3. Em Provérbios 31. Obede. para aproveitar a oportunidade de consumar o desejado casamento de levirato com Rute. . como lam­ bém de sua móe. BOM SA M AR ITA NO . Boaz é honrado com a sétim a p osição na genealogia reaJ do Davi. As diferentes traduções fios termos obscu­ recem um pouco a idéia.17). i . foi motivo de muita alegria em Ioda a cidade de Belém (Rt 4 . A da direita chaiuava-se Jaquim. 1 1 . pois tinha um mistura do sangue judeu com gentio e ropreseutava uma defecção do Judaísmo (veja Somari/cmos).21.10 o equivalento a essa frase é usado para falar da excelência da esposa perfeita Um termo similar lambém íoi usado com referência aos "valentes de Davi". 11 -17|. A parábola do Bom Samaritano é exclusiva do evange­ lho de Lucas f 10 25-37 1. um lipo de “mestiço" rociai. Essa observação é fortalecida pela inleracão de Boaz e Rute. Em vez de perguntarmos: "E quem é o meu 104 . Da mesma maneira. em Rute 4. Boaz é citado Da sequência da árvore genealógica da família de Davi em I Cróni­ cas 2 . a prostituía de lericó (Js 2). b . mas faz os coisas de tal maneira que impressiona Boaz com seu carater (R) 2 . provavelmente se rofere ã sua (sxr. 0 seiíundo dos seis filhos deAzeJ (1 Cr 8. Em ambas as tonas ela tomã a inicia­ tiva.10. O fato de que tal “mesliço" pudesse demoustrar compaixão era tuna surpresa nu parábo­ la Quando o doutor dn lei respondeu a pergunta de Jesus sobre qual dos três. fora o próximo do homem atacado pelos la­ drões.11). tanto do ponlo de vísia moral nomo nspirilual. quando levou o parente anónimo a renun­ ciar ao direito de ser o remidor de Noemi e Rute (Rt 4.3-10).ar que ele ler ia lanto uma mãe como uma esposa genlia. Elo o tez. Para apreciar sua profundidade.1-12 foi necessário que Boaz demonstrasse Ioda sua sabedoria e sou discernim ento.1) o Rute (3. nomo “uma mullier virtuosa” (3.

Às vezes um tiorn próximo pode ter raízes surpreendentes n. N a c o n £ $ p ç â r > d e L u r a s .51.25). portan­ to. Era Filho de llemã.13). Pai de Uzi e ílLho de Abisua. 3. p u is e S S ft i n f o r m a ç ã o n á o l e m b a s p n o l e x l o b í b l i c a ( M V e m i n g l ê s ) ( N o t a t i o T r a d u l o r ) .5.v is a ? ). pai de Jado (1 Cr 5. Segundn. 105 . du­ rante o reinado de Davi. h a v i a d u a s c i d a d e s c ò m o n o m e d e J è T iC ó : a v e l h a e a n o v o . q u e t r a z íté d u a s v a r i a ç õ a s d o n o m e (N o la d o T ra d u u > r| . 2.2 1 ). deveriam repartir a terra (Nm 34 17. J e s u s s a la d a v e l h a e a p r o x í m a v a . pai ríoprofela Ezequiel. Ancestral de Semaías. B u n u o m e n c i o n a d o n o l l v m o r i g i n a l c o m o lilh c j d e R ã o e N e t o d e J e r a m e e l : p o i v á v e ) e r r o . sobrinho de Abraão. Um homem da Iribo de Gade. Vivia na Babilónia (Ez. BU Q UI A S .u. o videule do rei (1 Cr 25. Filho de Milca e Naor. é re­ gistrado na lisla dos descendemos de Levi em 1 Crónicas 6. Jesus disse que simplesmen­ te devemos ”ser o próximo”. Era da tribo de ludá. BUNI. BUZI. Levita que fioou em pé. BUQUI. Filho de Jogii.14).4.3).15). . C o n f o r m e o s e x p o s i t o r e s b i b l i n o s . Sacerdote.22). era um dos líderes da tribo de Dá e íoi um dos que. na esca­ da.s e d a n o v a e e l e s õ r e g i s t r o u u c u r a d o Cego q u n d a m o n : jii M a t e u s r e f e r i u .15). Filho de JeraiiiRfil e irmão de Rão3 fl Cr 2. como de fato foL Jesus ensinou que não devemos discriminar uma pes­ soa simplesmente por causa de sua raça. Esdras foi um de seus descendentes (Ed 7. 1 . Um dos "filhos de Asafe” listado entre os que íoram separados para o ministério profético e da música. Era irmão de Beluel. 1 . enquanto a Lei era lida. 1 . 1.s e à s a íd a d a c i d a d e v e l h a e à c u i a d o s d o i s c e g o s q u e p e d i a m e s m o l a | N o l a d o R e . BUZ.BUZ1 próximo?”. BUNA (Heb. pai de Kebeca (Gn 2 2 . um dos le­ vitas que so estabeleceram nm Joru$a)ém depois do exílio (Ne I 1. 2. • 1 E s s e v e r b e t e f o i i n c l u í d o d e v i d t i h V n r a ã n C o n t e m p o r â n e â .4. conforme instruções do Senhor a Moisés.4)'. uosso próximo às vezes suigo de lugares surpreendentes O doutor dn loi jamais esperava que um samarilano seria um exemplo. 'inteligência”). em Neemias 9. 2 Um dos lideres que selaram o pac­ to Feito pelo povo de adorar ao Senhor e obedec e r á sua Lei (Np 10.

E não somenle j>ela nação. Joâo identificou c luramfinto esse comentário como uma profecia: 'Ele náo disse isto de si mesmo.). e qur não pereça Ioda a nação". CAIM. Caifás argumentou: "Vós não percebeis que convem quo um só homem morra pelo povo. o Filho do Deus Bendito'” (Mc L-I. diferentemente de seu irmão.G .3.571. Levita cujos descerideules estavam en lre os judeus que retornaram do exílio cia Babdôni» para Jerusalém com Zorobabel rEd 2.Ô.3). Sou sogro Anás. 32. O primeiro levou alguns frutos da torro e o segundo ofereceu um “dos primogénitos das suas ovelhas. Ele foi "la­ vrador da torra”. pastor de ovelhas tvv. esse era precisamente o curso da ação fjue Deus linha em men­ te para Jesus.4).29: etc.D . apresentaram suas ofertas ao Senhor. ambos. A soberania do Seniior. quando Cristo foi levado para s o r julgado [Ml 26. Lsso explica a estra­ nha referência em Lucas :t. Embora lenha dito isso m otivado sim p lesm en te pela auto preservação.1). Veja Anós.4M-53: 18.2 . as au­ toridades judaicas se reuniram para re­ solver o que lazer com Jesus Diante da possibilidade do poder delas sohre o povo ser ameaçado por Cristo. “ Atentou o Senhor para Abel e paru sua oferta. 1 3 . Nesse ponto eles condenaram.qu CAIFÁS.2. etc. torturaram è crucificaram o Fillio de Deus. mas também pára reunir •?m um só corpo os Filhos de Deus que andavam dispersos" ÍJo 1 1 . 5 1 .24). Cailás e os lideres planejavam como matar íesus. 0 . ao levar Jesus até a cruz para morrer como o Cordeiro do Deus peio pecado do mundo.4. Caim e Abel. pro­ fetizou que lesus morreria. Qulro levila que viveu na mesma época. sentiram que os romanos viriam contra eles e sua religião Ilo 11. losus respondeu: “Eu sou”. 5 2 ) . historiai Iot judeu. íoi o sumo sa­ cerdote quem finalmente fez a pergun­ ta direi a: “És lu o Cristo. foi o próprio Caifás quem presidiu u Sinédrio. e da sua g o T d u ra " íw. o supremo líder religioso antes dele. a qual da a idéia dè que ambos ocupavam u posição de sumo sacerdote. O antagonismo de Caifás para com a fé crislã e sua perseguição aos crentes corilinuou bem depois da morte do Jesus (Al 4 .6 I). aprendemos que Caifás sobre­ viveu nu Função de sumo sacerdote (car­ go políticol por quase dezoito anos. onde as testemu­ nhas não eram coerentes. Eslava entre os que Lideraram o povo na adoraçao e nos cânticos depois da leilura do Lm o dn Lei ó no prolonga­ do período du confissão dos pecados. Daquele momento em diante.40: 3 9. p. Depois de algum tempo. 2 . na qual Anás era considerado o poder por Irás do "trono" Apòs a ressurreição de Lázaro. 2 1 . Essa relação prova­ velmente reflete o aspocto político da si­ tuação. tí. Assim. P . l’ Joi melo de Josefo.5: 1 0 . mas para Caim e para a 106 . de gratidão ao Senhor: “ Alcancei do Senhor um homem” (Gn 4.1 2 . Primeiro filho de Adão e Eva. Naquele julgamento. enquanto o gen­ ro esteve no cargo. Seu nome é relacionado com a exclamação do Eva. é um farte temn uo evangelho de João |Jo 2. provavelmente manteve uma influência considerável.fi.c CADMIEL. No 7 43).) e é nov&menle enfatizado nesse ex­ traordinário episódio. 1 . mas como sumo sacerdote n a q u e l e ano. Também uniu-se a Neemias d o parlo que Foi selado pelo povo de adorai ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 9 .3.14).

37).c. a fim de que pudessem chegar diante de Deus: contudo. 1.5). Os descenden­ tes de Sete permaneceram fiéis a Deus.d. nos dias moder­ nos é frequentemente associada com os “Árabes dos Pântanos" — o território ao norle dn Golfo Pérsico.CALDEU sua oferta náo atentou" (w 4. dos que tocavam instrumentos musicais e dos que trabalhavam com bronze e ferro (Cu 4 .12. a leste do Éden. 1 7 2 2 1 . Este nasceu a Adão e Eva depois da mor­ te de Abol b foi p a i a eles o substituto do irmão morto (Gn 4 .2 . é melhor olhar­ mos o que o próprio lexloenfatiza. é tilado na genealogia q u e Ugu Josus u Adão.7) é que aquele que nos sonda sabia quis o coração de Caim era pecaminoso. Caim íoi enlao para a terra de Node. Em resposta ao seu pedido (v. para que não fosse moiio.20). Efe se irara contra o Senhor e seu irmão.. Sott: e A/oé). Per­ tencia ao antigo grupo de lideres de todo 0 povo e viveu 910 anos.36. depois que foi rejeitado poi Deus. CALCOL. Deus deu a Salomão uma sabedo­ ria extraordinária. se ele “procedesse bem". encontramos Calcol uo texto de 1 Reis -1. i. Suas açóes subsequentes confirmam essa impressão. é citado como um dos filihos do Zeni e descendente rle jiidá. A terra original. Lc 3. Quan­ do Deus perguntou-lhe o que acontecera com Abel. enquanln os de Caim foram transgres­ sores (veja Lnmpqun. talvez pelos descenden­ tes de Abel. Esse enten­ dimento sobre o problema de Caim !em apoio euu Hebreus 1 14 onde o escritor faz uma distinção entre ele e Abel no senrido ila fé que o segundo demonstrou.omparando-o com o desses homens: por isso. O escritor demonstra a grandeza du conhecimento de Salomão. Deus colocou nele nm sinal. a fim de confrontá-lo sobre sua reação o destacou que sua oferta seria acoita. A impli­ cação cio comentário de Deus. sobre ele deves dominar" (v. mesmo naquela época tão remola. ele replicou com a famosa de­ claração : “Não set. ao mencio­ nar que “o pecado jaz ã porta .9-J4: 1 Cr 1 . Sou nome não se encontra uu lista de Génesis 10. Listado também na genealogia apresentada por Lucas que vai de Jesus a Adão (Gn 5. Alguns suge­ rem que talvez.5). ‘‘rápido ‘1.6 . onde o matou. Acaso sou eu guardador do meu irmão?” (Gn 491. Caim pediu ao irmáo que o acompa­ nhasse ao campo. 2 5 . Filho . rios seus ciúmes e da sua falia de fé 1Mb 11 4. 2. A ntigos textos 107 . O rontraste entre esse r e l a t o de Caim (Gn 4 1 e o de Setr» (Gn 5) é significativo. Originalmente era o nome dc um distrito. em Lucas 3. Caim foi então condenado peto Senhor u ser "fugitivo e errante pela terra" fv. CALAI (Heb. que agora separa o Irá do Iraque. As gerações futuras foram desafiadas a lembrar Caim e aprender do seu peca­ do. CÀINÃ. tomou-se pai de Maaláleel aos 70 anos de idade. enquanto vagasse pelo mun­ do. O texto náo indica por que Deus fez essa dlstingân entre as duas ofertas. 1.de Mão L era famoso por sua sabedoria. CALDEU. O Seidior faiou com oJe. estava entre os levi­ tas que retornaram com Zorobabel do exílio na Babilónia (No 12. Génesis 4 examina a atitude de Caim. Jd 1 1 1 p. 2 6 ) . eln s e tomou o ancestral dos povos nómades. o Senhor revelara a Adão o Eva que um sacrifício com sangue seria ne­ cessário.29'1. Pai de Saia e filho de Aiiaxadu. referido como a dos pântanos.12) Pãrn protegê-lo. Em t Crónicas 2 . Caim e sua esposa tiveram um filho e o chamaram de Enoque. Titulo dudo ao povo que vi­ via ua área conhecida como o reino da Babilónia. 1 lo 3. Ficou irado e deprimido (v. Provavelmente é h mesma pessoa referida no item 1 . Lider da 1'amíLia sacerdotal de Salai.31. que ofuscou até mes­ mo os que eram reconhecidos naqueles dias pelo conhecimeuto2. Fillio de Enos.

Como casligo sobre o povo pela falta de fé. Ez 12. neto de Hur. Não os temais" (Nm 14.14: Dl 1. somente Calebe e Josué tiveram íé suficiente em Deus parn sabei que Eie os capacitaria a conquistar Caruiã. Calebe. è não tomais o povo dessa terra. Seu sobrinho Otniel cumpriu a tare­ fa e casou-se com Acsa (Js 15.24.c. argumentaram que melhor seria se tivessem ficado no Egito (Nm 13. Em Daniel.26-29: 13. É importante notar quo Calebe.u. De tempos em tempos o povo de Israel er3 advertido para não se apro­ ximar dos deuses estrangeiros. Moisés o escolbeu para represent. 15. e Camos 108 . ao nuvir o relató­ rio. Acreditar é uma coisa. Somente Calebe e Josué vive­ ram o tempo suficiente para entrai ria ter­ ra e ambos tiveram p a r t i c i p a ç ã o signifi­ cativa nas batalhas de conquista de C anaã.1 h P. E^equiel e Esdras. CALEBE. com quem gerou Hur.15. a quenezeu (Nm 32. então nos lará e n lra T nessa lerra. de entrar eui Canaã. oudo o rei tle Moabe ofereceu o próprio filho. A tradi­ ção da grande cultura deles sobrevive (cf. Êx 31.). deram um relatório al­ ternativo a Moisés e então apelaram para o povo. 1.20.36: etc.22. foi o líder do ata­ que na região de Hebrom. Primeiro.) tornou se um exemplo para as futuras gerações.30). Essa fé consistia uiun descanso calmo e prático em Deus.7: ele. Era da tribo de ludá e casou-se com Azuba. Seus filhos são citados em 1 Crónicas 4. o quul dissera anos antes que o Senhor destruiria os anaquins. 23. desposou Efrale. e no-la dará.31 a 14.501 Bozalel. trouxeram grandes cachos de uva e relataram sobre a riqueza e a prosperidade da região. A lotai confiança deles na sobe­ rania do Senhor foi proclamada em voz alta diante dp todos. gastaram o resto da vida "vagando” pelo deserto (Nm 14.27. 19. da tribo de Juriá. Ele liderou pessoalmente as forças que derrotaram os gigantes e tempos maJs tarde recebeu aquola área como herança (Js 14.9 .23). A ter­ ra que viram era mtrilo fértil. Dn 1 -1.12.ir esta tribo uo grupo dos doze homens enviados a espiar Canaõ (Nm 13.13.6-15.23). em lace de adversários tão assus­ tadores — essa foi a essência da verda­ deira fé que Calebe demonstrou e com a qual todos nós podemos aprender. Dez dos espias voltaram desaponlados e convencidos de que jamais conseguiriam vencer uma batalha contra aqueles po­ vos.14). por cuusa disso. Calebe ofereceu sua filha Acsa em casamenlo ao homem que conquis­ tasse Quiriate-Sefer (Debir: Jz 1 . Se o Senhor se agra­ dai de nós. Seus outros filhos fo­ ram Mossa o MaTessa (1 Cr 2 .41. 1 11 para ele. m uito tem po depois (Nm 14. O pai de Ahraão fera de "Ur dos caldeus’* (Gn t l 26-31. O deus adorado pelos moabitas. Sacrifícios humanos faziam parte de sou culto (2 Rs 3. 2. en­ tretanto. De todos os espias.6). era filho de [efoné. a palavra lorua-se sinónimo de babilónios. A perseverança "em seguir ao Senhor” de Calebe iJs 14. Outro C a le b e 1 foi irmão de fera meei e filho de Hezrom. vollaram-se contra Moisés.42. Tão-somenle não sejais rebel­ des contra o Senhor. Ioda aquela geração foi impedida C A M O S . porque como pão os devora­ remos. mas o Se­ nhor está uonosco. A proteção deles se fni.7-9).13. Os israólitus. numa tentativa de vencer a batalha contra os israelitas). Depois que ela morreu. mas agir baseado nisso.CALEBE cuneiformes babilónios chamam os ha­ b itan tes dessas “torras do m ar" de kaldtts. que viviam próximos ii Hebrom. 15.1 8 . nesse discurso: 'A terra pelo meio da qual passamos a espi­ ar é terra muito boo. foi o urtesão que trabalhou na conslrução do Tabernáculo 11 Cr 2. como o Todo-poderoso que jamais falha em suas promessas.12). descobriram que a área era tam­ bém ocupada por povos temíveis — principahnente os descendentes do gigante Enaque. Ê uma terra que mana leite e mel. Ed 5.16-18).

O perigo do sincTetisruo religioso e da idolatria era ura problema constante para os israelitas.22.15-18). que envolveu 0 pai Rmbria- 109 . Mais tarde. o.13.CÃO era visto com») uni dos mais abomináveis (2 Rs 23. A ofensa dele foi um comportamento indig­ no de um filho.27. entretanto.0) foram condenados por práticas sexuais abomi­ náveis (Lv tfl. usa­ va a situação como um espelho. aben­ çoou Sem (Gn 9. I. Após a prático fie um tipo de pecado sexual particularmente irisie e pernicioso. onde esse deus é cha­ mado de Quemós). Maldições são proferidas conlra o povo de Moabe e seu deus (Nm 21.29-33).oou Canaã. Mizraim lEgilo) e Canaã (Gn 10. TaJ pecado levou o Senhor a trazer puniçáo sobre a nação e posteriormente provocou a divisão do reino 11 Rs 11. somos informados espouificamenle que “esses altos’’ dedicados a Camos foram destruídos (2 Rs 23. etc.(>). i'. !(>.18. o filho deste o faria sober da mesma for­ ma que ele padecia.C. os israelitas. Posteriormente. foi desta linhagem que vieram Abraão e.ões vizinhas. Quando envelliec ou. O discípulo do Cristo falou do Jes\is ao etíope. amoneus. quan­ do houve uma renovação da aliança com o Senhor.13).a. que provavelmente é um. foi o que aconteceu: Os descendentes de Cão. en­ quanto os descendentes de Canaõ toma­ ram-se os tribos que causaram muitos problemas a Israel e freqUentemenlfi eram derrotadas em batallia: heteus. as descendentes do Canaã tomaram-se es<ravas dos lilhos de Sem. quando um de seus al­ tos funcionários ao retornar para casa depois de participar da adoração em Je­ ru salém .131. por sua reação ao erro de Noé. (Gn 10. que tornou pública a des­ graça do pai (v.3ss|. Noé amoldir.u.25-27J. cuja história segue paralela com a sua até 0 termino do Dilúvio. Filho de Cão e neto de Noé (Cn 9. mas o problema permanece Ião grave para o cristianismo moderno quanto era para os israelitas. seu coração já não era mais devotado exclusivamente ao Senhor. Noé lançou a maldição sobre sen neto Cunuã. muitos deles provavel­ mente efetuados com objelivos diplomá­ tico». Em ve/ de omnidiçor ar o próprio Cão.22|. ainda assim. pois visavam estabelecer boas re­ lações com as nai.i derivação do seu nome. finalmente. No transcorrer do tempo. ocasionalmente os israelitas envolviam-se na odorarão des­ sa divindade.20-25J.n. chegou até a construir um ahar pma Camos auma colina a leste de Jeru­ salém ( I Rs 11.46). dessa maneira. que se converteu o foi imediatamente balizado.m. que go­ vernou entre 2 ã e 41 d. jebuseus. com a demonstração do saia fi­ delidade ao Seuhor. Titulo oficial das rainhas ou das rainhas-mães da Etiópia. CANAÃ. que começou láo bem. em contraste. Veja Eunuco Etíope. De acordo com o de­ senrolar da narrativa bíblica. O exemplo mais chocante é encontra­ do no reinado de Salomão. seu neto. Candace lalvez seja Amaniterer. o profeta Teremias advertiu o povo de Moabe sobreo iuizo iminente que viríu sobre eles e seu deus (Jr 48. gado e seu filho Cão. Somente uo reinado de Josias. Cão. Dtíerenlemenle de seu irmão lafõ. CANDACE. Seus vários casamenlos.7. quando tentavam conviver pacificamente entre as nações. Por Iodas as Escrituras existem apelos aos homens e mulheres que têm lé no Senhor para serem “santos".7. levaram suas esposas a laxe-lo desviar-se da aduraçâo a Deus e a cultutu os deuses delas.29) o. assim como ele [Noé] fora humilhado por Cão. con­ forme a história narrada no Iívto de Josué. CÃO. É t itada em Atos 0. A terra que mais tarde foi chamada de "Canaõ" era ocupada por tribos romo a dos amoneus. separados de tal prática. e n co n tro u -se com F ilip e . Os deuses podem ser diferentes. trouxe a maldição sobre sua própria família (Gn 9.

exatamente como os heteus. Da tribo de Judá.1. eram os padroeiros dos navegadores. do poder do Evange­ lho de Crislo para transformar inteirameute uma pessoa. 1. foram lanhados na prisão e colocados sob os cuidados do car­ cereiro. estava a ponto de se suicidar. quan­ do Pãulo gritou: "Não te laças nenhum mal. enquanto cardavam hi­ nos a Deus e oravam. por isso. Durante a noi­ te. peq^untou a Paulo e Silas o que faria para se salvar. possuíam uma area de terra prúxima do mar |SÍ 2 .13. Para mais detalhes.14. consultado peio rei Assuerõ (Et 1 . São considerados um clã. O carcereiro t. Depois de .34). 2.23.2 8 ).(r\ 1 Sm 30. sim. que lodos aqui estamos" (v. quando es la coloca sua fé nole.8). através dos séculos. que recebeu ordens de guardalos “coin segurança" (v. veia também 2 Sm 15. os quais.serem se­ veramente açoitado». L4|. Homem sábio e especialis­ ta em dssuntós legais. Jirau das mais extraordinárias conversões nar­ radas no livro de Aios ocorreu Da vida de um homem responsável pela guarda de Riuio o Silas na prisão (Al 15. "E na sim crença em Deus alegrou-se com tíula a sua casa” lv. CARITAS. loanã igno­ rou a profecia de Jeremias que dizia que não deviam ir para o Egito. 18: 20. CEFAS lAram Tocha" | Nome dado por Jesus a Simão. Os dois missionários en­ tão pregaram o Evangelho ao carcereiro e a u s seus liimiliares. Nm 20.8. per­ m anecer em Judá 12 Rs 2 5 . que desobedeceu a Deus e apossou-se de parle do espólio da batalha em Jericó.ilas. veja M eaw cã.6. O. Foi o líder do d ã dos carmilas |Éx 8.CARCAS C ARCAS. CATÃ fHeb. Ele 110 .2 3 : }r 40. i\ru7. etc. figuravam regularmente nas insíg­ nias dos navios.19). O carcereiro entrou trémulo na cela ao contemplar lodos os prisioneiros pre­ sentes. embura a derivação do nome seja totalmente obs­ cura. de uuordo com a mitologia. CAR SENA . também Jr 41 a 43).7. CARCEREIRO FILIPENSE. um dos chefes dt? família que retornaram tia Babilónia para Jerusalém com o profeta Esdras (Ed 8. O carcereiro acordou b ciente de que seria responsabilizado pela iuga dos prisumet­ ros. etc.18: 1 Ct 2. CASTOR E PÓLUX. CARMI. Provavelmente osse seja outro nome para os quefel. e seras salvo. a qual permanece como um testemunho.9).4.11.JOI Veju Vasti . ftii cle lounã e Jôtialas. tu e a tua casa'* (v.23). ttmJo n SUus eram nuvidon pelos oulros prisioneiros. Pai de )oanã. Em Aios 28.14.-il). Os quais eram comandantes do exércilo.|.15.12). O Senhor o puniu com a morte (Js 7. r.Malta até Roma Bm uma embarcação alexandrina que tra­ zia na proa a figura desses dois deuses. esses deu­ ses gémeos. filho de João IJo 1. A singela o genuína alegria de tnrumse cristão 6 enfatizada nessa passagem. juntamente com sua família.42J. Nome dos tropas de merce­ nários no exércilo de Jeoiada..3). Subilamente um violento terremoto fez com que as cor­ rentes de lodos os presos se soltassem e Iodas as portas du prisão se abrissem. ao que parece.LTrn dos filhos de Rúben que foram fiara o Egilo junto com Jacó (Gn 46.1). 1 Cr 5. Um dos sele eunucos queserviam ao rei Assuero iXerxesI (El I. "pequeno"). sob a li­ derança de Gedalias Ur 40. lii-40).uidou das feridas de amboí> e 110 meio da noite loi batizado. Conhecidos como ' liiôsLuros” (filhos de Zens). mas. Eles responderam: "Cré no Senhor Jrcsus Cristo. loi o pai de Acã. mas não podemos ler certeza sobre u origem deles (2 Rs 11. lemos que Paulo viajou da ilha de. CAREÁ. 4. Os dois foram presos durante o primeira vi­ sita deles a Fi tipos.

22. AsStm. um centurião do Regimento Im­ perial (Corte Augusta = ■ 27. ou "'Na verdade esle homem era justo" (Lc 23. o título "Filho de Deus" naturalmente releria-se a um ho­ mem justo.5). Lucas enfatiza que o homem era digno da aju­ da dc Cristo. 11. o centurião o seus companheiros falaram em outras línguas.54. exento a circunci­ são. Mc 15. chamado Júlio. 11. Em todo o rap. e exclamou: "Verdadeiramente este eru Fi­ lho de Deus" (Mt 27. 9. Esse evento desompnniuni um grande papel oa transformação do cristianismo do uma seila exclusivamen­ te judaica para uma religião multirracial.26. Pedro pregou o Evangelho para Cornélio. provideuciou para que fossem battzndos nas águas. c. Matiíus enfatizou que gentios com lal fé substituiriam os israelitas incré­ dulos no Reino (Ml U. Muitos deles são mencionados nos Evangelhos e em Alõs. om voz de Pedro 11 Co l 1 2 . Foi esse mesmo centurião que informou a Pilatos que Jesus estava morto. Para um pagão. 4. deificado depois «la morte.1 7 -2 3 . esle "somou dois mais dois": alimentos puros para pessoas puras (Al lo > 2 ). Esse homem confiou em que Cristo podia dar ordens para curar. 21. Quando os enviados de Cornélio Chegaram até onde o apóstolo eslava hospedado em Jope.47).25. Ve|a Pedro. eles ajudaram a salvar n apõslolo da turba em le-TUSaiem. O apóstolo Paulo ocasinnalm enle refere-se a ele i orno Coftis. cujo signi­ ficado era que nenhum alimento deveria era considerado "imundo". CEN TU RI ÓE S . Todas essas ações servem «o interesso de Lucas era mostrar CÉSAR. Em Aios vários centurióes são ci­ tados tios relatos sobre as prisões e os julgamentos de Paulo.5-13 e Lucas 7. ao informar que era <idadão romano.1. o Senhor lhe revelou por meio de uma visão que precisava falar com o apóstolo.2). Um centurião destaca-se proemi* nentomente na narrativa da crucificação de Jesus. Paulo ficou sob a guarda de um centurião em Cesaréia. as­ sim como ele comandava seus soldados. que se iniciou com a famí­ lia juliana.1-10 men­ cionam um centurião que pndiu a Jesus que curassp sou serve». No meio do sermão. ua tumultuada via«em marilima ate Roma (veja Júlio). Certa vez. 3.32. evitaram que Paulo tosse açoitado. H apóstolo reconheceu o fato como um sinal de que tinham crido e do derramamenlo do Espírito Santo.4. 27. morreu. observou como Eh*. como também um louvor por parte djs lesus.23.1). Aios 10 conta a história de sua conversão e o cap. 1. 2. Em 22. Simultaneamente. Nocap.b . Sua fé ocasionou um mdagre de curo. Maleus 8.391.1-18 menciona Pedro diante dos ju­ deus cristãos em Jerusalém. ficou encarregado do apóstolo e de outros prisioneiros. Talvez o mais famoso o importante centurião na Bíblia seja Cornélio. dois centurióes evitaram que um plano para assassinar o apóstolo numa emboscada fosse levado a cabo.Em 2 3 . o quaJ tinha uma mensa­ gem para ele. para lahudesse assunto. fixa lamente quando falava sobre o arrependimento. Respousável pela crucificação de Crislo. 3. Nome de uma dinastia de lide­ res romanos.5). Cornélio era “piedoso e temenle a Deus". pois os hábitos alimentares dos gentios represen­ tavam a rp. por isso. O César mais famoso foi Caio 111 .CÉSAR é geralmente citado como Pedro (Potros é h tradução grega para Ceitis). o qual ficara pa­ ralítico. pois amava a nação judai­ ca e ajudara a construir a sinagoga em Cafarnaum (Lc 7. Em Aios 24. 0 que poderia significar que yuardava toda a lei de Moisés. Deus concedeu a Pedro uma visão. Eram comandantes mi­ litares romanos que tinham so b suas o t dens divisões de 100 soldados.iuoi barreira para a comunhão com os judeus. como os romanos duram proteção legai ao cristianismo naqueles primeiros anos. À missão cristã entre os gentios linha definitivamente começado.

Ciro fl. embora não haja nenhum registro de que ele próprio tenha sido sumo sa­ cerdote.38. a fira de ser julgado lAl 2 5 .39). e o nome do Senhor lesus era eagrandecido” (v. para cumprir sua pala­ vra.11-14). Paulo apelou pura César e íoi levado a Roma. contudo. A sugestão.. ou mesmo parenles de César. Mc 12. s filhos tentaram expeln um demónio.23. o invadiu e subjugou em .. O César na época do julgamento do apóstolo provavelmente era Nero. depois de permanecerem 70 anos no exílio.21. O Império Persa fundado por ele. não sa­ bemos. para ajudar nas atividades locais (2 Cr 36.21: 28. Isso é visto espe­ cialmente no relato bíblico. o que em si já seria suficiente pai a deixar qualquer pessoa temerosa. Otávio íoi spu herdeiro adotado (não teve filhos legíti­ mos).17). o minado ilu­ minado de Ciro foi usada para levar os Israelitas de volta à sua temi natal. Mencionado somente em A los 19. o Grande. No evento narrado em Aios 19. “tonto judeus t omo gregos. que depois o acusaram de sedição contra o Irnpério Romano (Lc 23.. como testemunho do compromisso que assu­ miram com o Senhor. Deus é absolutamente soberano e os demónios só operam quando recebem sua permissão. 17. pai de sete filhos que viajavam pela região de Éfeso. Muitas pessoas que se converte­ ram levaram seus livros de artes mágicas para serem queimados em público.12. César Augusto é citado um Lacas 2 .14.22. na lentativu de expelir demónios era nome de Jesus. Provavelmen­ te era Tíbério quem os discípulos dos fariseus tinham em mente quando per­ guntaram u Jesils se « th certo pagar im­ postos a César (Mt 22. asse processo foi iniciado pelo Senhor no coração de Ciro.8. Quando perseguido pelos judeus e julgado diante do seus tribunais. Ele prova­ velmente pertenceu a umu família sacer­ dotal.DíG v o qual voltou-se paia eles e disse: "Co­ nheço a Jesus. Se oram es­ cravos ou pessoas de posição mais eleva­ da.).C. ou seja. CIRO. s e u . ora uma política determinada para forçar os romanos a maládo. num eslágio relati­ vamente recente da vida da Igreja.). subjugou-os.2).C. de que lesus se opunha a César.G - CEVA.l7 ). O que entendemos. o Grande. 1 e Tíbério César em 3 . Nesse mo­ mento o homem possesso de demónio sal­ tou sobre os filhos de Ceva. porque era um governante magnânimo. De UGúrdo com Esdras. o após­ t o l o ja sabia de cristãos que faziam parte "dn casa de César" (Fp 4.CEVA Júlio César (102-44 a. Ceva era utn sumo saeerdole ju­ deu. falou com Paulo. no quid o Se­ nhor tocou o coração dele de loi maneira que determinou a reconstrução do Templo de Jerusalém e a volta de todos os ju­ deus que estivessem dispersos pelo impé­ rio e desejassem retornar a Cidade Santa.1 -3).C. mas vós quem soisT’ (v. espancou-os e deixou-os quase mortos. Não liã dúvida de que. ou pelo menos o prenderem. por parte dos lideres religiosos. A resposta de Cristo foi dollíioradaniente distorcida por seus oponentes. O poder do Seuhur Jesus ex­ cede qualquer fonte do autoridade alter­ nativa |Rm 8. Como resultado desse episódio.22). imi. H. dizen­ do-lhe que não tivesse medo (At 27.130 a. Ciro era muito considerado pelos povos que dominou.15).15). caiu te­ mor sobre todos os que habitavam em Éleso. P.. contudo. é que Paulo levou o Evangelho ao coração do Império b ao próprio imperador (2 Tm 4 . etc.321.17. Mão está claro como Ciro soube o que estava escrito a seu respeito uas Escritu­ 112 . depois do vencer os babilónios. e bein sei quem é Paulo. rei da Pérsia em 559 a 530 a. dita por meio do profeta leremias (Jr 15.24J.11. continuou por quase 200 anos ate que Ale­ xandre. IJin anjo do Senhor. pois desafiar César era opor-se ao Império Ro mano (Jo 19.lfi. 1 . Esse incidente demonstra uma verdade que é ensinada em toda a Bíblia. sob a vontade soberana de Deus.12. É digno de nota que. Ed 1.

113 . sua che­ gada ao poder naquele momento particu­ lar da História foi sujeita a autoridade de Deus e lal política loi concnbida dentro dos propósitos do Senhor. e cumprira tudo o que me apraz” (Js 44. O . comandante do destacamento de Jerusa­ lém na época da prisão de Paulo (At 23. en­ quanto Paulo a Linha por direilo de nas­ cimento.28.7: 4. Aquela mensagtfm era notável noconIr.8). Herodes Agripa.1). 1.3.).5: 5. Tai vez faiasse grego e inicial rui *. ' È meu pastor.O. pronunciadas pelo menos 150 anos an­ tes.3. foi nomeado govuruador de uma grande área. não muito louge do Roma. o fim do exílio babilónico. que enviam saudações a Timóteo. o qual Ele usaria para reconstruir a cidade de Jerusalém e o Templo Iv. Provavelmente Cláudia oro a espo­ CLÁUDIO. Cláudio revelou ler comprada sua cidadania romana. O ápósrtolo escroveu esta c. C L Á UD IA .arta da prisão em Roma e menciona Pudente.G. Em Atos 11.l3|. Depois da prisão do apóstolo. Foi sucessor do Caligula. ao or­ denar que lossem dados donativos a quem retornasse p que fossem desenvolvidos os tesouros do Templo retirados quando Je­ rusalém foi saqueada (Ed 1-7. no fin<d da segunda cartu rJL o apóstolo a esse discípulo (2 Tm 4. Cilada entre os amigos de Paulo. em 49 d. Há pouca indicação de que Ciro real­ mente tenha-se tornado um seguidor de Yahwih. Embora ele fosse lavorável aos judeus em qualquer oulro lugaT.2 1 : 0. por­ que ‘'Cláudio tinha mandado quo todos os judeus saíssem de Roma”. para a proteçáo o restabelecimento do seu povo. Ainda mais notável é o falo de que Ciro encorajou o trabalho. L317. Lino e “lodos os irmáos". Lucas eslabeleceu o i iimprimenlo histórico da profecia de Agabo sobre um lempo de severa fome no mun­ do romano. ou foram expulsos ou proibidos de se reunir. O casal ti­ nha chegado recentemente de Roma. por «xemplo. até o momento em que este falou sobre sua com issão de pregar o Evangelho aos gentios e a m ultidão enfurecida pediu sua morte. como lambém envia suas sauda­ ções.34-38): con­ tudo.21). parece que o grande número deles em Roma causara problemas e.2 Iomos sobre o encontro de Pa ui o com Priscila e Aquila. permitiu que o apóstolo se dirigis­ se à multidão.14).. Cláudio é citado duas vezes no NT.l Deus o chama de seu "ungido". P. Na conver­ sa que se seguiu. Esta pessoa le­ ria trazido à atenção do imperador as pro­ fecias a seu respp. contudo.Senhor inclusive diz sobre Ciro. Em Atos 18.28 ) Era Isaía* 4õ. seria esposa de Cláudio Pudenle. oqual erigiu um monumento em memória do filho. sa de Pudente É altamente debatido se ela.C.C. desenvol­ veu uma política mais aberta paia com as diferentes religiões dos povos do im­ pério. que o nomeara cônsul Caligula ofendeu profundamente os judeus.nte parecia não saber nada sobre a disputa entre Paulo e os judeus (At 21. tribuno romano. pois mandou colocar uma estátua dele no Templo de Jerusalém Cláudio. por ser identificada como Cláudia Q u in tilh a. Quarto imperador roma­ no |41 a 54 d.CLÁUDIO ras. Muilos sugerem que eln provavel­ mente ouviu a mensagem por meia do Daniel ou do alguém coma èle: urua pes­ soa que ocupava urna elevada posiçáo 110 império e portanto linha acesso ao rei (veja Dn 1 .É provável que sua política ilu­ minada na administração de um império tão vasto significasse que tinha respeito pelas diferentes Convicções religiosas dos povos sob seu domínio: contudo. 2. em Corinto.28:10. o retomo dos israelitas a Jmisalém e o começo da reconstrução do Templo são recontados nm Esdras (Ed 3. pois olhava para a frenle.26).mdi). em retribuição aos seus favores. Os detalhes sobre o decreto de Ciro. 6.ilo uo livro do Isaias. ao citar que o fato ocormu durante o reinado de Cláudio. Cláudio Lísias.

para mostrar que realmente era necessário que o Cristo (o Messias) sofresse e morresse (Lc 24. e esto crucificado" (1 Ço 2. Aqueles discípu­ los etetivãmente ouviram um dos majo­ re:. ajudara d c >estabelecimento dn igre­ ja eni FIlípos. Nada é co­ nhecido sobre a própria Cloé.'1. tanto dentro como fora do cris­ tianismo. onde lesus fora crucificado. o Messiiis. A necessidade de Crislo.U . Es­ peravam que |eauí.17' 26. Sem duvida tinham pouco mais do que uma vága idéia do que exalamente isso significaria. Posteriormente o apósto­ lo Paulo disse que nada sabia “senão a |esus Cristo. A carta que escreveu ao represen­ tante romano (Al 23. Sem dúvida. Jesus mudou deliberadamente a* expectativas deles e mostrou que seu pa­ pel messiânico eslava rle acordo com as Escrituras» embora talvez não eslivesse de conformidade com o enlendimento teológico corrente. que foi uma das mulheres que estivaram presentes na crucificação de Cristo. ale­ gavam que seguiam diferentes lideres da igreja. Um cristão de Filipos. Um dos equí­ vocos modernos rnuis comum quanto u fé crislã. foi isso que Cléopas aprendeu naquele dia. Era um dos cooperadoras de Paulo b. 16). CLOPAS. tia de |esus (Jo Í'J. Qunndo laJou para os jurlmis fiéis. Fornou-so progenitor de vários clãs. Essa figura do Messias morrendo por seu pervo não era a que os judeus espera­ vam. CLEME NTE. ú Filho de Deus cilou a Lei (Génesis u Deulero- CLOÉ (Heb.19). Citado somenie em Lucas 24. ci­ tado somente em Filipeoses 4. em Cesarêia. peloque Cláudio resolveu mandâ-lo sob guarda paro ser julgado pelo governador Ftèlix.g. encontrou uo caminlio de Emaús. poderoso era obras e palavras diante de Deus e de todo o povo" (v. Cer­ tamente bavia muitas mulheres ricas uo Império Romano que tinham seus negó­ cios e seus próprios empregados. tor­ nou-se a pedra fundamental do crislianisruo clássico.o. Es­ ses discípulos pareciam muito desapon­ tados. Inicialmente os dois ficaram surpresos por aquele homem nada saber sobre os recenies aconreeimenlos em Jerusalem. i*«. porém provavelmente pensavam mais era termos da libertação do domínio romano.25). para assim formar ''panelinhas’’ e até mesmo causar divisões.sermões i|ue alguém poderia desejar. por intermédio de seus qua­ tro lilhos. jio que pa­ rece.10. vir e morrer por seu povo e. quando os. Segundo lilho de Levi e nelo de Jacó (Gn 46. p. Membros ria família dessa mulher levaram imurniuções a Pdulo sobre a situação da igreja em Corinto |I Co j 1 1 1 . 1 . Nm . Durante os anos de peregrina- 114 . Em Lucas 24 19-2 1 revelaram seu enlendimento limitado sobre Cristo.3. Pare<e que estavam preocupa­ dos com a posição social: portanto.Cnòmio) e os profetas. foi um dos dois discípulos com os quais Jesus falou depois de sua ressur­ reição. assim. Jesus enJtno mostrou-lhes as Escritu­ ras. CO ATE. Marido rleMaria. "grama verde'*). A crucificação é a base da redenção e do perdão. Èx 6.2527).26-30) era sincera e indicava sou desejo de ver n justiça feita de maneira apropriada. fosse o Redentor do Israel.16.CLEMENTE alguns judiãisplanejaram muté-lo.57. CLEOPAS. 1 Cr 6 .2). redimi-lo dos seus pecados. mas não espera­ vam que morresse daquela maneira. Cloé informou que bavia contenda entre os coríntios. Ela provavelmente era crislã e enviou um de seus escravos ou empregados para falar com Paulo. ao desuw er como ludo o uue m acontecera nos dias anteriores era o cumpri­ mento necessário delas. é sobre a importância do An li­ go Testamento para informar aos cristãos sobre Jesus e seu sacrifício na cruz. repleto de teologia bíblica. Tinham-uo considerado "profeta.

Pai de Salurn. o lalso profeta que ronstanl emente tentava promover uma mensagem popular de boas novas para o povo Judeu. Provavehneule rèa mesma pessoa mencio­ nada no ilem 1 . 12-141.22). de Judá. Levita que supervisou as ofertas levadas ao Templo durante o rei­ nado do Ezequias. 1. uelo de Levi (Êx 6.12: 34. depois de tê-los tirado de uma terra U que mana leite e mui” (o Egito) para loválos àquele deserto (vv.18. após o re­ tomo do exílio |Ne 3. 115 . Coré (também chamado de Corá) liderou uma insurreição contra Moisés e Arão |Nm 1 6 . 2. I Im dos des< nndente-s d'5 Coate.12. Dn Iribo de Benjamim. Viveu uo tempo do roi Zedequias (Jr 29.5. Descen­ dentes posteriores de. CONAN1AS.Coate serviram ao Senhor no trabalho do Thbcraáculo du­ rante os dias de Davi quando os vários descendentes de Levi foram divididos de acordo com as famílias principais para servirem no Santuário e mais tarde no Templo (1 Cr 23. assim.2 ). juntamente com as pastagens ao redor (Js 23. da musa e de vários outros artigos utilizados na ministração no san­ tuário ÍÈx 6. oca­ sião em que armazéns especiais foram construídos e uma equipe de homens foi indicada para organizar as doações. os coatitas eram "respon­ sáveis pelo cuidado do santuário" e fica­ vam aiarnpados ao sul du Hibrírnáculo.38. Coiianias era o líder desse grupo 12 Cr 31. COLAÍAS. o qual se lornou líder de um clã em sua tribo (Ex U.211. Junto com Datã e Abirão.24: 1 Cr 6. Seus líderes eram responsáveis pelo cui­ dado da Arca. O principal motivo da revolta deles contra os líderes escolhidos pelo Senhotr baseava-se na inveja do poder que os dois tinham sobre o povo. durante a celebração da grande Páscoa (2 Cr 35. COL-HOZE. Foi condenado por Jeremias. Seu irmão Simei o ajudou nesta tarefa. Nm 3.22.13). PJ3.21).G.U.3. Como resul­ tado do extraordinário aviva men 10 duran­ te seu governo. 2 . Pai do Acalm.27-32. I Cr 6.7). dez cidades loram dadas aos coatitas. um dos des­ cendentes de Judá que se estabeleceram em Inrusalém.7). LÍDER DE UM CLÃ O Coré mais conhecido na Bíblia era o filho de Jizar. São mencio­ nados novamente no serviço do Ttemplo □os dius dos reis Salomão e Ezequias (2 Cr 29. 1. 15. E interessante notara profusão e a abundância das alertas que furam trazidas ao Templo em ambos os aviva mentos. íez parte de uma rebelião contra Moisés |Nm 1 GJ.CORÉ. junta­ m ente com seus irm ãos Sem aías. os presentes e os dízimos eram Lra/.121. é mencionado como o pai do Pedtuas (Ne 11.9). autoridade esta ou­ torgada por Deus. a separação de Arão o sua família para esta tarefa particular não parecia justa íw.58. 1.12). Nos dia:> de Josué. 1 . pertencente1 * a tribo de Rubem e mais 250 uulros líderes da comunidade rlè Israel.20-26). Ancestral de Maaséias.idos ao lemplo. 2. Lpvila (sem dúvida uni descenden­ te du pessoa citada nu item 1 ) que. □ qual repa­ rou a Porta da Fonte durante o reconstru­ ção ilos mUros de Jerusalém. 23. LÍDER DE UM CLÀ çAo no deserlo. CORÉ.2. 12-20). Nalannel e uulros lideres. 26. as ofertas. Não gostavam de que somente Arão e seus filhos fossem autoriza­ dos a queimai incenso uo Taberuaculo. Também nno estavam contentes com a poder concentrado s o b r e Moisés o objetaram contra a maneira pela qual totalmente se assenhoreou deles". chamado Coré.5). realizou um trabalho bem semelhanie na epoca do rei Josias. Os W itas argumentaram que lodo o povo de Deus era santo. depois do exílio (Ne 11.15).18.

CORK.. Mais tarde. Coré e seus companheiros colòcarum-se diante da Tabemácúlo.s para fora de suas tendas e enfatizou para o povo quo aquela demonstração não era idéia dele.31-40). entretanto. Dat/i e Ahirão esta* vam totahneute rebelados o recusaram-se a comparecer. algueni julga que pode chegar a Deus à sua pró­ pria maneira. Douk disse a Moisés e Arão que se colocassem de lado. o povo aproximou-se dele mediante o sacriliCio. veja as introduções dos salmos 42. feilas por Arão.19. simplesmente demonstra a falta do fé nos caminhos determinados pelo Senlior e sua rebeldia contra Ele.19). já uo dia seguin­ te ú povo voltou a murmurar contra Moisés e Arão. Como resultado desta rebelião e da preocupação manifestada com relação às obrigações dos levitas. Deu» deu ordeoi aos israelitas para que se afastassem das ti-ndas de Coré. se aquelas famí­ lias vivessem ainda muitos anos. A» tareias dos des­ cendentes dp Coré envolviam a função de "porteiros” no Tabernáculo e posterior­ mente no Templo (1 Cr 9. Quando. 44 a 49. mas os demais levitas receberam áreas específicas de responsabilidade (Nm 17 o 18). A terra se abriu e todos os rebeldes e seus familiares loram engolidos vivos. seus familiares e todos os seus pertences.10. Caiu fogo do céu. dosta voz culpando-os pela morte dos rebeldes Novamente M n glória do Senhor" apareceu e Deus enviou uma praga uo meio deles. onde a “glória do Senhor apareceu a Ioda a con­ gregado” (v.700 pessoas morressem (w. Devido à bondade da Senhor. 116 . A despeito disto. pois Ele iria destruir todo o acampamento. Foram realizados holocaustos e interces­ sões da maneira prescrita por Deus. Mais tarde. a Bíblia deixa claro que nem todos os seus descendentes foram sepultado» vivos naquete dia (Nm 2(5. se a terra se abrisse e engo­ lisse os rebeldes. que salvou o povo. consumiu os 250 líoraens com seus incensários e ioda a congregação fugiu da local. 85. entretanto. então os israelitas enten­ deriam que os tais haviam*se rebolado contra o Senhor. 87 e 00). então ele realmente nao era o escolhido de Deus. mas uão antes que 14. foi a intercessão e a alerta do um sacrifício expiatório. 84. porque Arão e Moisés assumiram suas posi­ ções. as várias lunçóes sacerdotais foram detalhadas e distribuí­ das com maior clareza. Por intermédio de Moisés. porém. disse que levassem seus incensários e os acendessem. O lugar de Arão foi estabelecido. a lirn de poupar do juízo milhares de pessoas que men'a iam a m o r t e devido à rebelião.11). i s t o é. a mão misericordiosa dn Deus foi estendida.19). algo totalmente estranha acontecesse. porém. LÍDER DE UM CLÁ Moisés dispôs-se a consultar a Deus sobre esta questão. A rebelião de Coré tornou-se notória e permaneceu como um alerta. o bronze daqueles ohjetos íoi utilizado para cobrir o altar e serviu para lembrar a todos que somente Arão e seus filhos podiam quoimar incen­ so diante do Senhor |Nm 16.37. demonstrou sua obediência o fé no Senlior e experimentou sua infinita misericórdia uo trato com o pecado de rebelião. Seus descendentes também se tornaram exce­ lentes cantores e músicos sacros fl Cr 6.41-50). Se. Quando o povo assim procedeu.4-7). Outra vez. intercederam e impediram o juízo do Senlior sobre torlo o povo. como castigo péla constante rèbeliâo. para as futu­ ras gerações dos israelitas. Moisés chamou os familiares daqueles bomen. mas não simplesmente qualquer sacrifício. Os dois irmãos. Portanto. . 26. A tragédia da rebelião de Coré indica claramente a santidade e a misericórdia de Deus.20-24).-m a s leis n seus juízos. sobre o perigo da oposição ou rebelião contra os ungidos de Deus. para que o Senhor mostrasse quem era sou escolhido (Nm 16. Disse que. Intercederam em favoi do povo e o sumo sacerdote ofereceu sacrifício de expi­ ação por eles. Datá e Abirão (vv. Apesar de t udo o quo aconteceu. ao convocar todos os levitas na manliã seguinte.

Era a responsável pnlo roçobimonta das ofer­ tas voluntárias do povo de Deus e a sua distribuição. “Baal de Peor". q® 4. no lugar do pecador. Líder nu tribo de Judá e lilho de Hebrom (1 Cr 2. COSÃ. após o povo se voltar verdadeiramente paia a adoração. Zinri. Para mais detalhes. Provavelmente participaram do ritual da rerfcllldade com elas. paru levar-nos a Deus". A de lesa du santidade dos israelitas e sua separação dos outros povos para o serviço exclusivo do Senhor era a própria essência do chamado deles como nução. Alguns. registrada uo evange­ lho de Lucas (Lc 3. O apóstolo. Centurião do Regimento Italiano. conforme está registrado em Atos 1 0 . Finéias.Cr 31.2 diz que eles foram convidados para ofe­ recer sacrifícios ao deus delas. poi uma razãoou outra. Os uoraílas eram “porteiros" no Tabernáculo it depois ao Templo. era neto fie Esaú e sua esposa Ada (mulher r.8). Midíanlla.at. COZ. Paulo diz sim plosm ente que C rescente foi para a Galada |2 Tní 4. No triste uap 4. agravou ainda mais o mal. 2. pois Números 25.CRESCENTE Ta] sacerdócio. líder de um c/õ.61. prefigura u obra dp Cristo rm rruz.g. C O S B I . de 2 Timóteo.43). A preservação de tal santidade. os bomens envolvenunse com mulheres estrangeiros.101. durante o avivamento ocor­ rido no reinado de Eaequias (2 . Era Filho de Elniadã e pai do Adi.14.35J. P. Paulo descre­ ve como. coutribui alegremente paru a obra do Se­ nhor (veja também 2 Cr 34. Esta t itadonagenealogia que vai de Adão até Jesus.5. C O R N ÉL IO . 3. C R E S C E N T E (L. onde matau os dois (Nm 25). imi. Coré é descrito como a pai de Sulum.26) 4. foi dei­ xado completamente sozinho para en1'rentar seu primeiro julgamento. Isso significa que várias gerações foram omitidas ( l Cr 2 0 . já no final de seu ministério.18 diz: “Pois Cristo padeceu unia única vez pelos pecados. Veja Coré. se quisessem permanecer fiéis a aliança e ao relacionamento com Deus. Outro porteiro. é listado como uni dos filhos de Hola o poi de Anube e Zobeba (1 Cr 4.D. O Senhor irou-se e prometeu castigá-los.1S). 6 . Encontrara-se com o apóstolo. entre- 117 . com as quais cometeram imoralidades sexuais. d . ú justo pelos injustos.28). I Podia 3. 1 . como Dernas. a menos que Moisés matasse todas os que se envolveram em tais alividades. foram seduzidos a afastarse da fé pelo materialismo. um dos líderes da tribo de Shneáo. delerminado a vingar o Senhor e evitar ainda maior juízo.1 ). 5.g . lam­ bém pertencente ao clã dos conotas. Da Lribo de Judá. tornou-se um líder entre o povo edomilâ:. era vita).9. embora sem pecado. imediatamente pegou uma lança e seguiu Zinri o Cosbi até a temia deles. neto de Alão. CORÉ (Heb.14). F ilh o de Esaú e sua esposa Oolibuma. que foi sacerdote nus dias do rei Davi (1 Cr 9. É interessante nolar que. Um dos descendentes de Coré.18. Nasceu em Canaã (Gn 3(5. rias Escrituras. filha de um chefe tribal chamado Zur (Nm 25.15. filho de Imnn. "calvo"). exatomente "enquanto eles chtjrav&rn diante da tenda du congregação' iNm 25. "crescendo”| . 1 Cr 1. veja Centunúo.18). Líder ed omita. o qual morreu.anonita |o filho do Elifnz (Gn 35. do exercito romano Foi o pri­ meiro gpotjo a se converter. p . portanto. Era amigo de Paulo. enquanto ele esteve preso em Roma. l ilho de Saiu. pois trouxe Cosbi consigo para o ui limpa­ mento israelita.G.1 11 . En­ quanto o povo de Israel estava acampado perlo de Sitim.

Aparen­ temente o nome era um apelido. o Cristo. bestas ruins. Esle vocábulo.14. Depois de ' discu­ tir” regularmente com os judeus aos sá­ bados sobre a fé em Cristo. o termo “Cris­ to” indica que se tomou pouco mais do que um sobrenome para Jesus Supor. Viviam em Creia. nâí» íez a mesma aplicação generalizada sobre lodos os cretenses. Por essa razão havia m uitos uretenses em Jerusalém para a festn dn Pentecostes. loi ustulo para traduzir o lermo hebraico "m ashiach". porém. creu no Senlior. lorna-se u designação principal usada para o Filho de Deus 1127 vezes). O apostolo posteriormente re­ feriu-se a essa primeira conversão em 1 Coríntios 1.C . Um gran­ de número de judeus vivia ali. no qual Deus fez com que as palavras dos apóstolos fossem ouvidas e entendidas por todos os pre­ sentes. Assim. O vocábulo grego [Cristos].urno fura a in­ tenção de Epimeuides. juntamente com os genllos. derivado rio verbo que significa "ungir '. que os de fora usavam paru aborrecer os crentes. C R E T E N S E S . Ele aplicou esse ditado a tais íalsos mestres: enirelanlo. que significa “o un­ gido”. Aios 2 . unia grande ilha na cosia ria Grécia. quando se refere a lesus. desde 150 a.24. Paulo disse deles: "Os cretenses sán sempre mentirosos. coloca­ do sobre eles pelos muradores da cidade que não faziam parte do grupo. ainda «ra capaz du Insliíioar. ê raro no Novo Testamento. ê usado numerosas ve­ zes no NT O vocábulo combinado ‘l e ­ iais Cristo” ocorre upenus cinco vezes nos evungellios. pelo contrário. CRISTÃO.C. nu imiio de sua tristoza: ‘'Mas o Senlior me assistiu o me íortftlêceU" W-17). fira evidente que «ste vocábulo era inici­ almente um termo pejorativo. O nome “Cristo".i „ I^drfj (4. O nome Cristo tem seu pano do fundo no AT.CRETENSES lanlo. I Pedro indica que nin­ guém deveria envergonhar-se de sofrer como cristão. no restante do NT. Esle vorábulo no hebraico descre­ via dilerenles pessuus que foram ungidas (uormnlmonte com azeito) pura suas Ui- CRISPO. 26 28) e uma 1 118 . C R I S T O iVeja o artigo principal em /esua e Senhor]. 1 1 registra que cretenses e arabes ouviram “as m aravilhas de Deus” proclamadas «m sua própria lín­ gua. principal da sinago­ ga. en­ tretanto. c. mas. quando os apóstolos rece­ beram o Espírito Santo e começaram a pregar. jã que ser chamado des­ sa maneira identificava alguém com Je­ sus. No entanto. p d .8). o apóstolo falava a Tito sobre seu tra­ balho entre as igrejas Dm Creta e alertava contra os enganadores. um reflexo da rejeição do mundo a Je­ sus. muitos de­ les coutinuaium n ouvir. Ele tazia re­ ferência a Epimenides.16). precisava dar louvores a Deus. Aparece duas vezes em Atos 111.<11 . como um meio de refe­ rir-se uus crentes. com toda a sua casa” (At 18. tJ-R. o apóstolo foi expulso |jnr oles. Claromente fies tfíSttfmun liaram um grande milagre. Pano de fundo. 11 tti dos lideres da sinagoga tím Corinto. “Crispo.26 menciona que os membros da nova comunidade de cren­ tes em lesus loram chamados de ctislãos pela primeira vez em Antioquia.20: lica claro que esle vocá­ bulo se espalhou e chegou às mais altas aunadas sociais. reverteu esse uso original e transformou o termo num em­ blema de honra.12. quando Paulo começou sua mis­ são ua cidade (Al ltí|. na verdade. de acordo com Atos 2(5. por ser digno de re­ ceber esse nome (cf. A Igte|a. Em algu­ mas passagens bíblicas. que esle nome nunca signifi­ que mais do que tsso é perder a maior parte da mensagem do NT sobre o Filho de Deus. Atos 11. um crelense que tinba escrito isso em (>00 a. Nu contex­ to. Al 4.20. Horodus Agripa conhecia este termo. independentemente do dialeto nativo de cada um Em Tito 1. ventres preguiçosos".

Embora o AT raramente se refira ao rei vindouro. na qual disse a 119 . que viria e derrotaria os dominadores romanos.26.6). 16.29.42). veja lambém 2 T m 2. Outros. 2 0 .42.41. O próprio Cristo dirigiu seus pensamentos uossa direçáo (Mt 22. centralizado na promessa que Deus fizera a Davi e seu cumpri men lo na pessoa de lesus (At 4.3.25-27).]. porém. F<ii o con­ ceito da uoçáo dos reis. lesus. provavelmente esporavam um moníuca que fosse sábio e demonstrasse a sabedo­ ria du Espírito de Deus sobre si. foi considerado o ungido do Senhor" (nmshincb. Jesus e o nome Cristo foi bem estabelecido. A oração dos (. Jesus. reuniu o elemen­ to do pano dn fundo do AT.13: 24.29. Mesmo Ciro. muitos |udeus alme|avam por um rei vitorioso. etc. Paraari que.2: 2 7 . assim.42.25. Por isso. como o "Messias". enOelanlo.4). desde o s tem­ pos dns macabeus. 11ma das mais importantes declarações no NT sobre a ideiilidado de Jesus ó a de que Ele é o filbo esperado de Davi o herdeiro de seu trono: o Cristo |\lessías|. Talvez essa seja a razão por quo pareceu tão re­ lutante em usar Efe mesmo 0 nome “Cristcf (embora nunca tenha negado o titu­ lo).rislãos. Reconheceram Cristo comú alguém nascido na linha­ gem de Davi eque era realmente rei dos judeus" (Ml 1. P o r exemplo. imediataniealr! apõs a confissão de Pedro nm Marcos 6. o rei da Pérsia. SI 2. Os reis magos pprguntaram onde o "rei dos judeus" nasceria e Herodes então perguntou aos sacordntos onde havia do n ascer n "C risto" (Mt 2 2. etc. em R o m o u o í i 1. O coro celestial Cantou sobre isso para os pas­ tores (Lc 2 . com o cres­ cimento do nniiouídismo.12. 2. logo os seguidores de Jesus começaram u “ so­ mar dois mais dois".16). o apóstolo chamou a si mesmo de “servo de Cristo Jesus" e en­ tão estabeleceu o ponio de que lesus era descendenle de Davi (v. Todos. Mesmo durante a vida do Filhu de Deus. o Filho de Davi. Jo 7. esse elo entre Davi. o Cristo.9. como Salomão Outros insistiam na idéia de que ele introduziria os "úilimos dias". Ml 12. E interessante notar que. da estatura de Davi. As expecta­ tivas messiânicas nos dias de Cristo eram diversas.l.9.2 3 .23: 2 Cr 0. por outro lado. Jesus não queria que seu papel e sua obra fossem confundidos com as idéias dos judeus nacionalistas sobre um Mes­ sias que viria como um rei guniroiro. em muilos contextos a expressão "o ungidi ■do Deus'' logo tornun-sn um sinónimo para O S reis |I Sm 16. de alguma maneira.35. As expectativas Judaicas. da linhagem de Davi.11.J. entretauto.10: 26.1-4.6.3 0 . é quase incon­ cebível que ele não pensasse espet.Quando as pessoas virara Os mi­ lagres que Jesus operava a ouviram suas mensagens. Nus escritos de Paulo.50: Dn 9.1(3.26). Is 4 5 .17. frequentemente usou o lermo "Fi­ lho do hom em "ao reterlr-se a si mesmo — uma expressão que não linha lais pre­ tensões polílicas e que Ele podia preen­ cher com a mensagem de um Messias quo sofreria e morreria. interpretou o conceilD de Messias á sua própria maneira muito esperiaJ. Em Êxodo 26. tinham em comum a idéia de que o Messias faria um reino político.CRISTO refas. dianlo da perseguição. Saul e Devi Foram "ungidos" como a escolha de Deus para o reinado (1 Sm lli.41. quo deu u base principal para o uso He “Cristo" no NT.37.2: 18.ificamenie nesse pano de fundo em algu­ mas ocasiões quando s p referiu a “Cristo" ou "Cristo Jesus".11.1 1).22). quainlo ouviram seu ensino e viram suas ohms. mas o enlendimento que o pró­ prio |esus lin ha sobre sua m issão messiânica não se harmonizava com as ideias da época. identificaram-no como o “Fi­ lho de D avi" (Mt 1 2 . 1 J. Cristo. Outros profetas são chamados de "os tuigidos” (1 Cr 16. 1 1 1 . os sacerdotes foram ungidos: o profotu Efiaou ío i “ungido” para seu trabalho (1 Rs 19. Mç 15.

Um dos quatro li lhos de Cão. pelos principais sacerdotes e pelos escribas. 1 Ct 1 . saiu a peleja e o Se­ nhor entregou nas suus uxãos a CusãRisataim. o juízo de Deus sobre seu povo sempre era cons­ trutivo em seu objelívo final. escritas uesse cântico. Seu filho Ninrode foi um poderoso guerreiro IGn 100-9.. os cristãos sabem que seu significado original e vital para o pleno entendimento da pessoa do Filho de Deus.asse a ter menos sentido do que o vocábulo lesus. Deus permitia que fossem dominados por tais p o v o s . eles experimen­ tavam a opressão e a falia de justiça das sociedades pagãs.c. ressurreição o as­ censão. até que se arrependi­ am e se voltavam para o Senhor. e como essa missão foi confir­ mada em sua morte. Ele mesmo Leve pelo menos seis tilhos. tosse morto e que depois de três dias res­ surgisse" (Mg 8. por meio da fé nele. CUZA.. devido ã idolutria Muitas vezes há o sentido de que n Senhor os entregou ao que eles re­ almente desejavam. rei da Mesopotâmia. 2. As pessoas reconhe­ ceram-no gradualmente como o Messias. cujo nome aparece na introdução do Salmo 7. devido á sua idolatria e íalla de l‘é ||'z 3.44.3 I). CUSI. Eles adoravam os deuses daquelas nações e casavam com suas mulheres. Benjamita. como o filho de Jessé. 2. Jesus "então co­ meçou a ensinar-lhes que importava que o Filho do homem sofresse muitas coi­ sas. Pai do profeta Solo ui as u filho de Gedalias |Sf 1 . Ix Z4. Assim.8 . Otniel então tnrnou-se juiz em Israel e a terra ficou em paz por 40 anos. pudéssemos ser salvos (Is 53: Mc 10. Em vários registros da Bíblia a opres­ são sobre Israr-I por outro povo ó enten­ dida como julgamento de Deus. permitiu que sofressem sob esta Opres­ são. mas.«ido serupre um dos mais importantes princípios da iV < <rístã: que Jesu* cumpriu a s p r o m e s s a s do Se­ nhor no An ligo Testamento. 1 )..14). à medida que testemunhavam suas paiavras e obras.171.10). Por oito anos o Senhor 120 .n. acima de ludo. 15. Çuxe ê tanto uma pessoa como uma nuçáo (cf. p. tosse rejeitado pelas anciãos. Esse tem .101 . em bus­ ca de livramento. Seu antagonis­ mo pura com Davi motivou as reflexões dfJtsle sobre o Senhor. vivendo de acordo com ela.45.8-10). como Rei e Senlior. 1. Bisavô de Jeudi. depois que Ele ressuscituu dentre os mortos. Cilado na narrativa de Lucas CUSAÍAS. Embora o nome "Cristo” oos poucos comer. fttíjg. quando clamaram por ajuda.1) Ele vivúu Da parle Sul de Canaã (Etiópia|. Deus levantou Otniel para livrá-los. ficou claro que seu sofrimento era pnrle in tegran te do seu papel messiânico O único e verdadeiro Mes­ s i a s sofreu e morreu por seu povo.4<>: At : U 8 . é o “ungido" de Deus. Et 1. CU XE 1. A fé cristã. “Veio sobre ele o Espírito do Senhor. Dessa maneira. Esse juiz era sobrinho de Calebe. fesus relutou em falar sobre si mes­ mo como o Messias ato que completasse a abra messiânico. para que. o qual loi usa­ do por D e u s para truzer juízo subre os israelitas. CUSÃ-RISAYAIM.3). Ele é o rei há muito tempo esperado* que governará sobre o trono de Davi para sempre. contra o qual prevaleceu” |)z 3.CU SALAS Jesus: "1U és o Cristo". o qual viveu no lempo de Jeremias fji 36. e o que conheceria o Espírito e u sabedo­ ria do Senhor om seu domínio e governo Como o próprio Jesus ensinava sobre essa sua missão. É provável que seja outro nome para Quisi II Cr 6. Pai de Etã nm levita do tila dos merari lus.. os quais loram listados como progenito­ res de diferentes tribos e povos. Procurador (administrador) dn Herodes. portanto. 17. Quando isso acontecia. Rei du Mesopotnmia durante o tempo dos Juizes.

3. 1 E m l C t õ t i í ò i i s 2 . Provavelmen­ te ela possuía certa independência finan­ ceira.9 è c h a m a d o d e Q u a l u b a i . uma das mullieres que ajudavam no sustento df» fesus e seus doze disdpulos. por ser marido de íoaua. Certamente é uma ficção comum em nossOS dias ai.dilar que apenas os pobres eram atraídos pelo ministério de Jesus. qu* « u m a v a r i a ç á o d o m a s m a ií o m e : ( N o t a d o T r a d u to r ). “as quais o serviam coru ossous bons”. sua meução no toxto foi pura enfatizar que o grupo ora com­ posto por mulheres do famílias ricas. Nbs ven-õo» em português a palavra !jpdstvui^a é traduzida com o ‘‘paatugtins" tNnta du Troditter) .re.CUZA 8. ou seu marido ora uru simpatizan­ te de Cristo: contudo.

"juiz ou “julgamento”). DÃ (Heb. Eles logo experimentaram o julzo dn Deus. O mesmo aconteceu no dia seguinte. 1 Cr LU .23. Um dos dez filhos de Hamã. em várias batalhas. Após usar seu po­ der de sedução e importuná-lo insisten­ temente.2-121. Sansão pediu para ser colocado entre as duas colunas que sustentavam Ioda a construção. no território dos filisteus. alado com correntos de bronze Nn meio da lesta. Náo hó outros deuses (Dl fi. Uma das poucas pessoas convertidas por meio da pregação de Pau­ lo em Atenas (Al 17. de derrubar as duas colunas: todo o templo ruiu . agqra cego.17). e isso facilitou sua prisão | | z 16. A essa altura. Em I Samuel 5. trouxeram a prisioneiro. A ormaililba fie Daliia causou a morle de Sansão. Ela foi colocada no teínplo de Dogom. ao cair por terra diante da Arca do Senlior. Quando ele adorme­ ceu. Durante as celebrações diante desse deus. cortaram-lhe as sete longas Iranças.4). vemos a narrati­ va da captura da Arca da Aliança pelos filisteus. D Â M A R I S . onde a cabeça do rei Saul toi colocada. após sua derrota na batalha contra os íilisleus (1 Sm 31. grande parle de sua força havia retornado e ele foi capaz. estes o agarraram. levaram-no ao lemplo de Dagom. IMl. S.0.sobre ele e os lilisteus. quando o seu ungido. 122 . de forma que muitos morreram. DALILA. 10). Evidências da ado­ ração desse deus pagão são encontradas em numerosos textos autigos. mas não antes que o Senhor o usasse para desLrub milhares de filisteus (vv. "grão"). foi seduzido por ela ej ambos casaram-se.10. durante lodo o tempo em que a arca permaneceu em poder deles. o rei Davi. para apoiar-se nelas.6 í De acor­ do com o relato sobre seu nascimento.34) U fato do seu nome ser um dos poucos citados indica que era uma dos "mulheres gregas de alia posição" |v.G. em Asdode Na manhã seguiale os filisteus encontraram a imagem do dous caída diante da "arca do Senhor" (l Sm 5.6-22). mortos pelos judeus em Susã fEt 9. Linda mulher que vivia no vaie de Soreque. depois que os filLsLeus cap­ turaram Sansão. com a ajuda de Deus. furaram-lhe os olhos e o prenderam com correutes de bronze. Várias vezes o Senhor aparece na Bí­ blia como o unico Deus verdadeiro e so­ berano. Hovla outro lemplo de Dagom em Bole-Seã.V.D DAGOM (Heb.t2 ).2-1 2 . E mencio­ nado pela primeira voz d o Bíblia em fuízus 16. O mais velho dos dois filhos que Jacó teve com TCila. e o Senhor demonstrou isso para os povos vizinhos.7). Sansão. como a que ocorreu com a estátua de Dagom. 26-3U) (Veja também Sansão e juizes). DALFOM. apôs demonstrar grande falia de caráter antoriomoiite. Deus enviou grandes pragas contra eles. Daliia fez com que ele lhe reve­ lasse o segredo de sua força descomunal e levou-o ao conhecimento dos filisteus. Era uma das di­ vindades dos filisteus. os atacou e derrotou repetidamente. tanto pelas derrotas que sofriam nas batalhas como em açõcs simbólicas muito vívidas.5.4: 32. O que ela finalmente descobriu foi que a força de Sansão dependia do comprimen­ to de seu cabelo. pois acreditavam que este o ti­ nha entregue em suas mãos. serva de Raquel (Gn 30. inimigos do povo de Israel (Jz 16.

ll. mus € \ Iribo que recebeu seu nome é mencionada com frequencia. é a es­ DANIEL. nascido em Hebrom. também. entretanto. bem O único evento registrado em que como proleta do Deu*.5-fl). Hã tam­ bém u possibilidade de que seja o mesmo nome mencionado no livro de Ezequiel. A reconstrução da sequência dos fa­ tos tu» vida de Daniel. e (3J um líder juDaniel é visto. 1. que se tornuu um datados em Daniei 5 a 10 (por volta de oficiai do alto escalão nos gavoraos das 553-530 a. o Medo. Sua mão ora Ahigyil tí ele cisa. juntamente com Betol. 2.17).. a tendência de menosprezar a possibilidade da previsão profética sobrenatural contribuiu imensamente para uma notável hesitação sobre a confiabilida de do retraio bíblico de Daniel. Dã náo é mHis cilado individualmen­ te.DANIEL 4). 4. Era o segundo fi­ evenios deste registro de forma mais pre­ lho de Davi.1Raquel comemorou o evento declarando. Ao abençoar os filhos no lei lo de mor­ te.22). não foi muito generoso. "por isso lhe chamou Dã ' O nome expressou assim tuna situação particular na vida dn Raquel emais tarde também serviu de tes­ temunho do favor (te Deus quunlo o sua esterilidade. não ordenados cronologicamente em seus movimentos mais amplos. ao referir-se a Dã como um “leãozinho: saltará de Basã" (Dt 33. no cap.l). f/on&nm). é um grande desafio. bem como o estudo mais aprofundado. via' jaram bem para n norte. “Julgou-mo Deitó” (Heb. (Hob. derrotaram e expulsaram a população He Laís r s r fi­ xaram ali (próximos da moderna cidade de TelJ Dã). Daniel. em 2 Samuel 3. Jacó disse: "Dã julgara o seu povo" Fa­ lou também que “Dã será serpente junto ao caminho" (Gu 49. a maioria das vezes de forma negativa. O fato mais uotável. e citado ape­da visão do rei Nahucodouosor. pois este é o nome dado ao Se­ gundo filho do Davi e Abigail. Novas evidências históricas. ao profe­ rir sua bênção sobre os isiaelitas. durante o período agitado dou quo retornou da Babilónia com de 50 anos. 123 . no final dos tem­ pos (Ap 7. é cita­ do apenas no Livro de Daniel (tanto nas parles em hebraico como nm aramaico). quando tinha de 2 0 a 25 anos (an­ madns de Daniel. principalmente quanto à própria existên­ cia de personagens como Belssazar e Dario. Quando os dam tas não conseguiram ocupar u turra que receberam nu partilha de Canaã.3. no NT. Dã.25». na distribuição das terras entro as tribos.JML os episódios ci tados em Daniel 7 são bem anteriores aos <itados rios capítulos 5 e f> . é sua interpretação da secun­ Esdras. partindo do Livro que leva sen nome.1. uo AT: e eiu Mateus 24 15. “meu juiz é Deus") Três cassez de informações sobre o próprio pessoas no Antigo Testamento são cliaDaniel. por exemplo.16.C. impérios babilónico e modo-persa. hã uma consideração re* novada na viabilidade das profecias bíblicas diante dos íalos. filho de Davi. Na último parte do século XIX houve considerável ceticismo com respeito aos aspectos históricos da vida de Daniel. foi mais tarde escolhida pelo rei Jeroboão como sede de seu novo centro de adoração. l i J Um filho de rei Davi: tes de fiOO a. Parece que também era chamado de Quileabe. Talvez por esse motivo não seja mencionada no li­ vro de Apocalipse. Daniel.C. O texto dosonvolve-se em tópicos. em muitos setores da teologia. entretanto. Além disso. Não é possível estabelecer a data dos nas em J Crónicas 3. o exilado e profeta. sabe-se apenas quo foi em alguma nascevi durante os sele anos e meio em époi a antes do final do reinado de que seu pai reinou em Hebrom 1 1 Clr 3. reforçaram a exatidáo his­ tórica do livro. paia que o povo não subis­ se d Jerusalém (1 Rs 12. até os incidentes (2 ) o it i exilado de luda. v.). onde estabeleceram um cul­ to idólatra (Jz 18). Moisés.

Por não ler acompanhado a primeira leva do exi­ lados judeus que retornaram "no primei­ ro ano de Ciro" (Ed 1 .3).. 1 . Se ele passou os anos de sua infância na presença da cor­ te real em Jerusalém. em lugar do Deus dos judeus (o sufixo “El"). Quando Daniel iniciou o estudo de três anos. se a invasão aconteceu w ru 605 a. e passou assim 70 anos (ou mais) de sua vida longe de sua terra natal.171.C. rei da Pérsia" (Dn 1 0 . Isso poderia indicai que o profeta ainda viveria por mais al­ gum lempo. prova­ ram ser muito superioras não somente aos nulros estudantes (1.7).4 como as letras o a língua dos caldeus O v. em 562 a.13). um ser celestial (12. por isso.4) Como o império Babilónico caiu diante da aliança medo-persa.19). no qual a sabedoria e o enlendimento eram me* 124 . indo o que se sabe de um período de quase meio século da vida de Daniel é a infor­ mação reduzida proporcionada par esse ca pí fulo. quando foi colocado na ca­ tegoria de "jovom" que serio educado (Dn 14). Capacitados por Deus (Dn 1. provavelmente tivesse entre 15 e 20 anos de idade. conludo. Sua ex­ periência anterior em tais círculos.5). até sua morte. Isso colocaria a data de seu nascimento por volta de fi25 a 620 a. pela metade do reinado de Josias.C.C.2 ] ocasião em que esle jovem foi levado para a Babilónia (Dn L. Não é possível determinar mais ne­ nhum dado específico sobro os antoce* dentes familiares de Daniel. ãs margens do rio Tigre (Dn 10.C. No final da profecia. entretan­ to. O locaJ e a data tanto do nascimento como da morle de Daniel não sáo <ilados expUcitamrmtfi nas Escrituras. Assim. parece que Daniel morreu na Pérsia. 12. parece que o novo nome fazia parte de uma orientação sistemático para que os estu­ dantes abraçassem completamente lodos os aspectos da nova sociedade da qual la* ziam parie. 1 ). No final dos três ár­ duos anos dp treinamento (o primeiro e o último poderiam ser frações. o que era compreensível. As matérias estudadas sáo citadas em Daniel 1. Assim. pro­ vavelmente ale passou dos 00. em 539 a. pelo qual passavam as que enLravam paru o serviço do rei Nahncodonosor (Dn 1. Desde que este livro enfoca a invasão inicial de Je­ rusalém por Nabucodonosor (Dn 1 . pode ter sido de grande valia nas posições que ocupou mais lanle no go­ verno da Babilónia e da Pérsia..C.6 ) da "linhagem real e dos nobres" (Dn 1.DANIEL Nabucodonosor. considera­ dos como um ano completo na contagem tio lempo daquela cultural havia um exa­ me oral feilo por Nabucodonosor.4). é quase certo que Daniel viveu bem mais de H0 anos. o último rei piedoso que governou judá (040 a 609 a C : 2 Cr 34 b 35). seu sentimento com relação à trágica queda de Judá e o exílio na Babilónia seria ainda maior. entretanto. ê muito provável que lenha nascido tí crescido em Jerusalem Alem disso.7) disse a Daniel: “vai-te até que chegue o fim" (isto é. recebeu o nome babilónico (assim como acoiUec-eu com seus companheiros) de Bellessazar (v. que signjfica algo como "Bei (um deus babilónico) protege sua vida".3-6). a não ser que estava entre os (Dn 1 . isso significaria que o último evento cronoló­ gico no Iív to de Daniel aconteceu em 537 e 536 a.. Náo se sabe com clareza qual a plena natureza do processo educacional no qual Daniel ío i colocado ao chegar à Babilónio. 17. embora conheçamos bem seu rigor e sua amplitude Ele e seus companheiros foram treinados entre os melhores e mais brilhantes jovens do império (Du 1. 2 0 ). como lambém a "todos os magos e encantadores que bavia em lodo o reino'* (v. O nome náo é simplesmente a forma babilónica para Daniel e incorpora especificam ente o nome de uma divindade pagã. amplia o quadro e Inclui "cultura e s a b e d o ria a fim de abranger também "todas as visões" e “todos os sonhos*’. 1 ). O último avento datado no livm de Daniel ò a revelação dada ao profeta "uo terceiro ano de Ciro.

devido ao fracasso dos conse­ lheiros em d e la lh a T e interpretar o so­ nho do rei | vv 1 .33).1) colocaria o fatoden­ tro do período iniciai dos três anos de treinamento.por sele anos. 4 começa com Nabucodonosor apa­ rentemente uo auge de seu poder. em vez dp um houornvel sábio que já se encontrava a serviço do rei |Dn 1. Esse enlendimento é levemente preferí­ vel .17-23) b "nnlão foi revelado o mistério a Daniel numa visão do noite" (v. 23.9-27). os jovens judeus puseram-se diante de Deus e oraram juntos durante toda a uoite (w.48. Os eventos quo se seguem inferem que o ca­ pítulo também registra a elevada influ­ encia de Daniel no governo. 13). seria de se es­ perar que o vácuo causado pela ausência de uma figura láo inteligente o imponen- 125 .DANIEL (lirlos e comparados com “lodns as ma­ gas e eurantadores" quo já «atavam a ser­ viço do roi (Dn 1 . às mais altas posições do governo da BabUõnia |v. 48. chefe da guarda real. informou-os sobre o incidonte e a ordem de execução (vv.47) i! a elevá-lo. em lugar de glori­ ficar o Deus verdadeiro (Dn 4. 28-32). adivinhação e provavelmente asiroiogia como parte do estudo da venerada literatura babilónica Depois de um furioso decreto feito por Nabucodonosor. juntamente com seus companheiros. a referência ao segundo ana dn reinad o de Nabucodonosor (Dn 2. Se o entendi­ mento íjoumm do que "um lempo" era uma estação anual de colheila estiver correto.1 1 ). então o rei ficou impossibilitado de governai. 19). Arioque. Essas declarações indicarn fortemente que o programa iiiclula instrução em magia.12). õ bem provável que tenha desempenha­ do um papel fundamental na manutencão da estabilidade do governo enquanto Nabucodonosor esteve afastado do sua função. O significado dos “sete tempos" não eslá claro. Depois que o proleta interpreia uma visão que adverte severamente o rei sobre as consequências de sua auto-oxaltnção.17). A explicação do profeta sobre o sonho e o sen significa­ do não somente salvou a vida dos sábi­ os c o m o também levou o Tei Nabucodonosor a louvar ao Dous do Daniel |Dn 2. Daniel 3 é o único capitulo do livro em que o profeta não ê mencionado. É extremamenle difícil determinar quando esse incidente aconteceu na vidn de Daniel Por um lado.2 : 1 ). Daniel 2 funcionaria como um tipo de retrospectiva.32. na qual eles também estavam incluídos (v. Desde que Daniel tora nomeado conselheiro-cheÍR da corte real (Dn 2. citados no v.2 0 ). a conclusão um tanto exage­ rada do rei em Daniel 1. que ordenava a exe­ cução de “todos os sábios da BabUõnia" (Dn 2.20). e o cáp.9). e é chamado de “chafo dos magos" |Dn 4. como um mês ou um ano. Sua aulo-exaJtação imediatamente resultou no castigo que fora predito: receberia a mente de um animal e viveria como um irracional por "sele lempos" íDn 4 1 6 . 5. Daniel e seus com­ panheiros entraram em cena. antes mesmo de completar seu período fie treinamento (Dn 2. entretanto. Mesmo quo o período tenha sido de poucas semanas ou meses e embora o império estivesse em paz. 14-16J.49). embora resulte na c o n c l u s ã o de que Daniel foi nomeado para um alio corgo por Nabucodonosor. a forma com o o Império Babilónico loi governado durante n perío­ do em que o Tei permaneceu mentalmente incapacitado é ainda mais obscura! A expressão “sele tempos" pode simples­ mente referir-se a um período indefinido ou significar a um ciclo do calendário. usoda para demonstrar a habilidade especial do profeta para en­ tender as visões e os sonhos (Dn 1.49). Se assim for.49) Isso não explicaria melhor.20 (consideran­ do-os dez vezes mais doutos do que to­ dos os magos e encantadores) e a descri­ ção do proleta como meramenle "um den­ tre os filhos dos cativos de Judá” (Dn 2 .19. Nabucodonosor só é capaz de controlar seu orgulho por um ano ívv.

27) na conclusão de suu segunda visão. rei de. como Daniel.1017). par uni período de trinta dias. I do período babilónico. Assim desde (|iie náo exisU í nenuma IndicaçSo de uma lula interua pela poder nu declínio durante sua au­ sência.12).1-31. por isso.20). em 5-39 a.281.: entretanto.31.0-9). dirigida a Belsazar (Dn 5 22-29): logo de­ pois da vitória medo-persa sohre a Babilónia. em certo sentido. pelo oovo imperador. Babilónia' [Dn 7 . 1 1. ou nem mesmo sabia sobre sua fama como intérprete de sonhos e de homem sábio durante o reinado de Nabuco­ donosor (Dij 5 . quondo permitiu que os judeus dispersos pelo império vol­ tassem para Jerusalém e reconstruíssem 1 26 . pelo povo judeu. Os próximos evenlos registrados da vida du Daniel acontecem no inicio do roinâdo de Belsazar. O cap. a fim de orde­ nar que o povo tremesse e teuiesse "pe­ rante o Dous de Daniel" ív. que ocorreu na ocasião da derrota finai da Babilónia pelos medos e pnrsas (Dri 5. seus companheiros arquitetaram um plano para persuadir o rei a decretar que. tenham recebido grande reco­ nhecimento (Dn 5. "No primem.C. 8 descreve u segunda visão de Daniel..5). supremo im­ perador persa (Ed 11). 0 . O tempo parece coincidir com a proclamação feita por Ciro. além de indicar a proteção providenciei de Deus na transi­ ção do poder. ele menciona seu retorno nos negócios do rei (Du 0.34. Para evitar que Daniel fosse nomeado para o mais importante cargo administra­ tiva por Daria.13-101.30. no meio dos leões Na manha seguin­ te. Durante a décuda entre a morte de Nabucodonosor (562 a. data­ da por vollii de 551 a.ar" (Dn 0 . para lira-lo do caminha a qualquer custo ÍDn 0. Por cousa de sua disposição de orar três vezes ao dia.C. Daniel foi larnhérrt nomeado coma um dos três administradores sobie o reino. Daniel foi imediatamente pre­ so e jogado tia cova dos leões [Dn 0.24l e Dario tez um decreto adicional. mesmo após ter repre­ endido o rei por seu orgulho e interpre­ tado a ameaçadora escrita na parede. Não somente o profeta foi exaltado contra sua vontade para ocupar a terceira posição mais ele­ vada no império.36. Os conspiradores foram então atirados às feras famintas (v. Devido à conduta ética e ao compromisso religioso do profeta.2). nn bem conhecido episódio da escrita na parede [Dn 51.C.37). 1 1. mesmo soh rist o da pró­ pria vida.DANIEL Le como Nabucodonosor fosse rapidunien te notada. foi vindicado diante do roi Dario e res­ taurado ò sua posição de autoridade (w 18-23. L)ario. Cer­ tamente. é provável que oficiais altamente respeitáveis. e o culpado. que se tornou sua primeira v i s ã o registrada no I í v t o .C.27). Daniel tez uma maravilhosa oração de arrependi­ mento corporativo |Dn 9. toda oraçáoque náo fosse dirigida ao rei seria considera­ da Uegal. ano de Belsazar.C ) e o começo do reinado de Belsazar (553 a. As duas visões des­ creviam circunstâncias difíceis para o povo de Deus no futuro. que Daniel e o Senhor no­ vamente..1J. É algo fantástico. o medo. Deus o protegeu durante toda a noi­ te.4. 0 rei Belsazar deu a entender quo não co­ nhecia DouíbI pessoalmente (Dn 5. não é de estranhar que o profeta tenha finado es­ pontado e com o semblante mudado de­ pois da primeira (Dn 7. Durante esse mesmo periodo (o pri­ meiro ano de Dario: Dn 9. que ocorreu cerca de dois anos mais tarde. tunham trata du dos assuntos eotidianos do império até que o rei recuperasse a sanidade e vol­ tasse ao Irono rDn 4.29.f Daniel aparentemente perdeu um pouco de sua influência no governa ria Babilónia. Foi um papel no qual o profeta ra­ pidamente se destacou (Dn 6. "no terceiro ano do remado do rei Belsa/.2 0 J.3-20). o idfimo monarca (553 a 539 a. outros oficiais do gover­ no medo-persíi conspiraram contra ele. 1 1. punido com a mor­ te na cova dos leões (Dn G. o profeta leve um sonho.281 e “enfraqueci­ do e enfermo alguns dias" depois da se­ gunda visão (Du a. 0.

referente à utilização da ten‘a. do jejum e do lamento de Daniol pelos pecados de seu povo |Dn 9. Sftu legado mais profun­ do esta na esfera espiritual. Embora nõo haja uni r onsonso cnm relação ao significado o ao cumprimen­ to dessa profecia. é mais provável que se re­ portem ao Daniel contem porâneo de Ezequiel. Embora alguns atribuam tais refe­ rências a alguém de renome. bem e O m o por seu exemplo de piedade. Se as ocorrências cm Ezeqyinl podem ser datadas «m 592 a-C. Daniel finha influência por seu acesso aos corredores do poder. A visão que se seguiu é o último eveulo registrado uo livro de Daniel. Urna avaliação geral das contribuições de Daniel deve incluir o uso dn su perlativps. que prova­ velmente vivnu no tnmpo de Noé ou de JÓ (11.1). tanto paro interpretar como para ter as visões mais detalhadas ria profet ia bíblica.24). Cl. Fora de seu livro. a vida de oração e a sabe­ doria rjue podem ser vistas de forma con­ sistente na existência do Daniel.C.21). Poucas pessoas na Bíbba exibiram a fé. (28.1). 8 . Oaniel foi o veículo da revelação divina. havi:ria lernpo soificionte para Daniel ter demons­ trado s u a justiço 114.4. orou e je­ juou.14. (Dn 1 e 2 .14.14. dessa vez por três semanas (Dn 10.24) decretadas por Deus paia o futuro de Israel (Dn 9.'4fci.2427)..2-4).20). mas a falta de outro evento semelhante no AT. Seu nomp não ê cilado. o velho profeta recebeu uma re­ velação assombrosamente detalhada das "setenta semanas” (Dn 11.1). bem como o fato da meução estar próxima à referência a "apa­ gar a força do fogo" (Hb 1 1. Daniel cresceu de forma notável.C. Tanto em sous dias (Ez 14. diuante a reconstrução »le Jerusalém e do Templo. 28. Como resultado da oração fervorosa.20. (az com que a identificação sefa quase certa. mais do que qualquer ou li o personagem bíbli­ co demonstrou ser a figuru inlormediaria entre o período do pré e o do pós-exílio.341.20).20) e sabedoria concernente aos mistérios 128. Desde que essas manifestações ultrapassaram o pe­ ríodo do exílio babilónico (geralmente datado de 605 a 539 a. onde u reconstrução do Témplo foi Inter­ rompida pelo medo e desânim o (Ed 4. Esse incidente talvez esteja rela­ cionado com os eventos em Jerusalém. Uns dois anos mais tarde (Dn 10. cí. No meio do discurso do monte das Oliveiras (Mt 24 e 25).33.20) como na lembran­ ça tios escritores bíblicos (Hb 1 1. parece altamente pro­ vável tjue esle período seja um paralelo com o lempo acumulado duranie o qual os judeus falharam em observar a loi do “descanso do sábado' ordenada por Deus (2 Cr . apesar de ele ter passado a maior parte da vida distante geograficamente fie Judá. relacio­ na dn com Daniel cap. o nome de Daniel aparece Irês vezes em Ezequiel (14. esp 2 . alé ocupar po­ sições nos mais allos escalões da autori­ dade imperial e ter mfluôncia tanto uo Império Babilónico como no Medo-Persa.2G. durante uma carreira que durou mais de G O anos Ainda assim.33). Ao recuperar-se do trauma cátisadi i pela invasão de seu lar em ludá.2. 26. 1 ) e 58<> a. onde nada mais é registrado na* Escrituras so­ bre o período linul da vida do profeta.3). lesus laz uma referência à “abomi­ nação da desolação.15.C. J). Daniel novamente lamentou.15). Daniel. A maneira como Cristo fala aqui parece auienbcar a exatidãn histórica dos eventos e das visões registrados uo Livro do DanieL Tlm tributo adicional à fé dflmonstrarJL o por Daniel na cova dos leões está re­ gistrado em Hebreus 1 1. a coragem. de que talou o profe­ ta Daniel’' fMl 24. A única menção do nome de Daniel no NT é era Mateus 24. (14.14.21).'4.DANIEL 0 Tfcxnplo (Ed 1. 1 ].). seu estilo de vida como humilde cunselhei- 127 .3. Essa alegação é justificada. 3.14. Seu re­ conhecimento como o principal conse­ lheiro na Babilónia e seu sólido compro­ misso com Deus já sn teriam estai lelecido solidamente por volta dafiflO a.

Filho de Eliabe.3.C.31. A snbedovel que fosse um governador descenden­ riu do Salomão loi enfatizada por meio da te dos medos.19). Líder levi la da época dn pósDARI O. comandanle) é atraente.).12. corno Dario I ou “o Grande”. que retomaram do exílio com Neemias |Ed 2.1 oomo o imperador que permitiu aos judeus reconstruir o Templo. 1. conhecido como Gubaru comparação com a de outros homens. que iden­ tifica Elanã como o herói que matou Lami. "Servo de Salomao". minou sobre Foi um do. que seu nome e EJauã (Heb. citado como companheiro de re­ gresso a Judá uu leva de Estiras [Ed tí. É mais provável que esteja associada com a raiz hebraica d m l (amor).DARCOM ro governamental. "Gobrv. o hindadoi do Império Persa (Du U. imperador sobre Babilónia nos dias do Daniel. Embora alguns teólogos o identifiDA RDA. Listado em 1 Crónicas 2. Alguns sugerem que Davi seja um cognome rea! o .2). 12S . 7. Por (Gr.10 e de compromisso solene com Deus (Ne 1U. cujo texto relata que Davi matou Golias.28). etc. a identificação do Elanã é incerta. 2.. cria outro problema: por que então Elanã seria relacionado ua lista dos heróis de Davi? Outra sugestão é feita a partir de 1 Crónicas 2U.58). o qual menciona que foi Elanã quem matou o gigante.56: Ne 7. era filho de Maol. ma pessoa citada no ílem cmterior (n* 1 ).2 yj. DAVI Dados Gerais Davi é o nome do maior rei de Israel e o anoeslral humano do Senhor Jesus. Famoso por seu grande co­ quem nomo o próprio Ciro.6J. Desde que não se tem certeza se foi em 2 Samuel 21.15: 2.1 e outras referências (veja n* ]). suas realizações o seus problemas roceberam um tratamento extensivo.) as ordens de Ciro. 3. Daniel.i dos que eram reconhecidos em sua época como sábios. Dario.19 011 em 1 Crónicas 20.19. Deus deu DATA.1. O significado do nome ainda n incerto.6 (chama­ do de Dara) t omo filho de Zerá e descen­ fcta do Deus verdadeiro õ profundainantti reverenciado e digno de ser seguido dente de Judá. cujos descendentes estavam entre os judeus ser coniumbilo com o rei Dario citado em Daniel 9 . Não deve DARCOM.5 quo houve uma corrupção textual. embora duvidosa. encontramos Darda no texto de l ReLs 4. para dar o significado tie “amado". 16 1. o Medo.1. Sofonias 1. Provávelmiinte tira a mes­ como exemplo. “Deus é gracioso”). Aparece em Esdras 4 a 6 : Ageu 1. Conhecido exilio. Embora essa solução possa resolver a apurento discrepância entre 1 Samuel 17. é mais prová­ nhecimento. 1. irmão de Golias. Na verdade ele governava sol. administrador e j»rr> ~ 2 .25.7. o herói que matou Golias (2 Sm 21.s quo assinaram o documento o Império Pnrsa de 522 a 486 a. e 2 Samuel 21.'is“)> Í!>so.24. Em respost a ao seu pedido. É sempre mencio­ a Salomão uma sabedoria extraordinaria nado junto com o irmão (veja) Abirão (Nm (v. que ultrapassava . Ri*i da Pérsia. A conexão com a palavra acadiana dúwidúni (chefe. de 1 Samuel 16 a 2 Reis 1 e em 1 Crónicas 2 a 29. Era descendeule de Ilamar. Sua história.

chamado Golias. como coletânea. Deus agiu rapidamente. mas nenhum deles foi aprovado por Deus. que o elevaram da posição de pastor fie ovelhas a músico no palácio do rei. Depois que Saul foi rejeitado por seus atos de desobediência I I Sm 15.24). Davi recebeu duas confirmações de sua eleição: Samuel o ungiu numa cerimó­ nia familiar o o Espírito do Senhor veio sobre ele de maneira poderosa (v.2-6.ús novo dos oito filhos de jessé. bem como a protegê-lo» dos predadores. Como pastor.7). Segundo. ele não eulendeu por que o Senhor o enviara a ungir um rei naquela casa. boa aparência. o belemita. anteriormente tinha dito ao povo que Saul preenchia os requisitos. de lutar contra animais selvageris até suas vitórias sobre os filisteus e de herói nacional a refugiado político. Os mancebos passaram uni por vez diante do profeta. Davi foi convidado para servir ao rei Saul como musico. Depois que loi trazido diunte do profeta. Quando SauJ sofria dc depressão e crises du melancolia. a pre­ sença do Senhor em sua vida. o qual o nomeou seu escudeiro (v. homem de g u e r r a . me livrará da mão deste filisteu” (J Sm 17. O propósito dessas narrativas é defender Davi da* acusações de ter agido de maneira subversiva. mas. pois "o Senhor não vê como vê o homem. Davi eleito por Deus para ser rei Davi era notável. Esse texto relaciona várias características de Davi: seu tulonto musical. Um deles disse.37) Davi era também um bom músico. seus servos. Jessé em descendenle da tribo da luda e bisneto dR Bonz a Rute. Jessé disse a Samuel que seu Cilho mais uovo. que sabe locar bem. e é forte r valente. acima de tudo.DAVI Antecedentes Davi era o m. Davi agradou ao rei.14). Davi cuidava dos rebanhos da família.1-15: Ml 1. sendo responsável pelas rnorles de Saul. Jónatas. 129 . usurpando o trono da familia de Saul. chamado Davi. Abner e Is-Bosete. Depois que os sele mais velhos loram apresentados a Samuel. 15 a 31 de 1 Samuel são uma antologia solta de histórias. que. Essa experiência o pnsinou a dspondor do Senlior. 13). devido h sua bela aparência: “Vedes 0 homem quo o Senhor escolheu? Não há entre (> povo nenhum semelhante a ele” (1 Sm 10. Saul sofria de melancolia. “Vi um filho dft Jessé. suu bravura. porque O Espirito do Senhor o abandonara (1 Sm 16. receberam o til llío de "A história da exaltação de Davi". ele teve certeza que aquele jovem atendia aos padrões de Deus. o Senhor incumbiu Samuel da tarefa de ungir um dos filhos de Tessé. quando os filisteus atacaram Israel 11 Sm 171. Primeiro. 2 1 ). O homem olha para o que está dianto dos olhos. 18). e das garras do urso. conhecendo a reputação desse jovem mandaram tíhamâ-lo II Sm 1 (J. Na juventude. Lc 3.'I2J. Davi com Saul Qs caps. e de boa aparência. sisudo em palavras. Na corte.26). porém o Senhor olha para o coração” (1 Sm 16. a moahita (Rt 4 18-22: cf. 16). aprendeu a cuidar dos animais. ainda cuidava dos rebanhos.12). E o Senhor 6 com ele” (v. Deus operava claramente em Iodas as circunstâncias da vida de Davi. eloquência. desafiava SauJ e lodo o Israel várias vezes por dia. conlorme afinnou para Saul: "O Senhor que me livrou du> garras do leão. um efratRU de Belém (1 Shj 17. O prolela procurava um candida­ to que se qualificasse por sua estatura física. Afinai.11.31-38). O gigante filisteu. tanto poi seu amor a Deus como por sua aparência física (I Sm 18. 1 Gr 2.

Nesse meio lempo.16). Como sempre acontece. Saul desafiou-o a demonstrar sua bravura e seu valor novamente. Gomo expressão dn seu profundo amor a respeito pelo filbo de Jessé. a fortuna tornou-se em sina. u fim de enfrentar os perigos de sua vida de exilado. O filho do rei sabia que Davi corria risco de vida. Tbfcoiro. 3). Saul contra Davi Saul fez tudo para livrar-se de Davi.16. Merabe. Mov ido por seu zelo pelo Senlior. Merabe íoi dada a outro homem I ' Sm 18. porque sabia qun o Senhor eslava com eie e via o am o r da filha por Davi como trarão contra seu remado 1 1 Sm l0. Por toda a nação. Davi íoi convidado para morar no palíuifc» real (l Sm 10 . "A alma de Jonatas ligou-se com u de Davi. as mulheres louva­ vam !>eu nome ó faziam comparações positivas entre o jovem e o rei.2 ).DAVI por um espaço do 40 dias (I . O narrador de I Samuel escreveu: “Daquele dia em diante. 10 ) e até mesmo na própria casa do genro (v. seu arnor peio povo e pelo alta recompensa — riqueza. deu-lhe suas roupas o armadura (v. Assim começaram as alilud. P a ra onde quer que ele fosse. Foi extremamente desleal.Sm 17. quando muitas coisas boas surgem. O ciúme de Saul deixou-0 cego.19). O Senhor eslava com ele. Quarto.42). casamento c. Exigiu que o jovem enfrentasse os filisteus em batulba. compreendia lambém que Deus tinlia um planoespef ial para a vida do amigo. D a v i triunfou sobro o filisteu.17). liderou um bando de furos-da­ tei. Saul traxia Davi sob suspeita" Iv. Estava aborrecido por ser obrigado a dar Mical como esposa paru Davi. nu esperança de que perdesse a vida. pois voltou atrás em sua promessa de dar a filha mais velha. “Saul feriu o* seus milhares. Davi e Jònalas fovam obrigados a se separar. mas gradualmente percebeu que seu pai real­ mente estava determinado a matá-lo. Ali.7) Esse contrasta suscitou o ciúme do rei (v. i I). por meio de suu amizade com o filho do rei. Trouxe sua família para a segurança de Monbe r retornou. O rei fez algumas tentativas para eliminar Davi no palácio (v. Os dois fizoram umo aliança para toda a vida e se separaram (1 Sm 20. Qualquer um que tentasse colaborar com Davi era morto por Saul. em ■asamonto a Davi ( I Sm 18. loi para Adulão í 1 Sm 2 2 ). o íillio de Jessé buscou refúgio juuto a Aquis. procurou imediutamoule agradar ao rei. Ele sabia que seus dias como monarca estavam coutados e tinha de proteger o Lrono pura sua família. Aconteceu cie Davi levar suprimentos para seus irmãos que estavam no acampamento <if: guerra e teve oporlunidade de ouvir o desafio do gigante. ainda relutante em aceitar casar-se com um membro da lamílla real. Expulso da corte. Jo na tas amava de verdade o íilho de Jessé (1 Sm 19. Davi. nem com sua crescente popularidade.om a filha do rei Saul e a isenção de pagar injpos­ tos — Davi apresentou-se tomo voluntário paru enfrentar Golias naquela batalha. tí). Mical lambém amava Davi (v. c o m o aconteceu com os sacerdotes de Nobe 1 1 Sm 21 a 22). 130 . 1 ).es de hostilidade explícita contra Davi. 9). Este filho de Saul chegou ao ponlo de fazer nmu "alian­ ça'’ com Davi (v. Davi loi avisado com antece­ dência do profundo ódio cie Saul contra ele.28|. A lama de Davi cresceu rapidamente. como um tipo de dote.50). Intercedeu em favor dele e o convidou para voJlar ao palácio |v. mediante a matança de 100 filisteus. De maneira vil. porém Davi os seus dez milhares" (1 Sm 18. bem com o de seus planos de mata-lo.1) e não se preocupava com suas proezas militares. Temeroso de que a boa voulade dc anfitrião mudas­ se a quaJquer momento. ao matá-lo com uma funda e uma pedra () Sm 17. o rei ficava sabendo e o perseguia. 20). o (ônntas o amou como à sua própria alma” lv. 7). rei filisteu de Gale. Os membros da família do rei o amavam. 4).

Ao invés de comemorar este acontecimento. ao tornar Hebrom a capital do novo reino (2 Sm 2. primeiro teve Hebrom como seu cenlro.10). muitos deles guer­ reiros habilidosos.DAVI Enquanto isso. estavam dispos­ tos a compartilhar cora eles alguma coisa. rei de Cato. rebanhos e do gado que ajudavam a proteger. ao invés de matá-lo. o apoio a Davi crescia cada vez mais. de onde ajudava Saul a reduzir as forças dos filisteus (1 Sm 27). Po/ duas vezes Davi teve oportunidade do vingar-se de Saul. Sua existência tornou^sô tão opressiva que foi obrigado a buscar refúgio com Arpeis.4). desejo­ so de ler uma localização melhore reconhecedoi do problema estratégico gerado p e la proximidade d o s cananeus. mas. ruas Abigail. ela se tornou esposa de Davi (1 Sm 25. em Queiia (1 Sm 23). Ele e seu homeus também tomoram-so defensores dos moradores de ludá que eram constantemente ameaçados por saqueadores estrangeiros e viviam da parte que reesbiám das colheitas. rei de Tiro. ibrão. tinha recebido lal proteção de Davi e seus homens. Esse reino. Nern lodos os criadores. As noticias sobre a morte do Saul comffâm rápido. Bandidos. Depois da morte do marido.3. euviou seus carpinteiros e pedreiros. Aquis tinha tamanhij confiança na lealdade de Davi. O crescimento do podnrio de Davi náo passou despercebido. Enquanto os filisteus esmagavam os israelitas no norle. Davi consolidou seu reino. nm vingança pela morte de seu irmáo. as quais loram irtlerrorupidas quando joabe assas­ sinou Ahner. Era uma ( idade neutra. Os filisteus rrão deveriam ficar apreensivos pelo conflito de interesses.9. Abiatar.4J. Joabe.8. seu comandante militar. O filho de Jessé ficou lurioso. como o legitimo repre­ sentante do trofio (2 Sm 2. No eutanlo. pui* atias muitas façanhas. reuniram-se a ide. Davi lularia contra seu proprio povo (lStn 29). Mas. Nubui. por exemplo. que o levou consigo como parte dn suas tropas numa balalha em Gilboa. A Iribo de Judá permaneceu leal a Davi e separou-se da união. Davi determinou a conquista de Jerusalém. agora unificado. procurou Davi e abriu negociações com ele. ele retornou a Ziclague e descobriu que a cidade fora saqueada e incendiado e u população. a fim de cons- 131 . um rico íazendeiro. contra os israelita* (1 Sm 28). Davi chorou pelo rei e por súu amigo 12 Sm l. 0 norle e o sul. O enfruquet imeulo do Norte encorajou a morte de Is-Bosete e as tribos voltaram ã união sob o reino de Davi [2 Sm 5.iy -27). e Q profeta Gado também se uniram u Davi.Es Ir:. esposa de Mabal. um sacerdote que escapou tlf» massacre em Nolie. filho do rei. Reduziu a ameaça dos filisteus. levada cativa pelos amalequitas. porém. Recebeu a cidade de Ziclague para morar com seus homens. ao fazer de lerusalém sua capilal administrativa. As tribos do Norte reconheceram Is-Bosete. A ciciado nunca pertencera aos israelitas e localizava-se num ponto estratégico. em um cruzamento entre o leste e o oeste. lazia com que as pessoas Ficassem orn débito para com ele.42).1-3). mas as reações loram bem dilorentes em todo país. pois não linha qualquer ligação especial nem com as tribos do Norte uem eum as do Sul (2 Sm 5. Davi perseguiu os invasores e colocou um fím em suas hostilidades.9). mas era avarento demais para recompensá-los pelo trabalho (1 Sm 25). Não demorou muito paro que n povo descobrisse a incompetência de Is-Rosete Abner. foi no seu encontro com vários presentes. poupou sua vida. o c o m a n d a n te militar. como faz. Davi é exaltado ao reino Saul e Jonalas foram mortos na batalha em Gilboa (2 Sm 1. junlo com outros cidadãos importantes. liderou uma campanha bem-suce<bda contra aquela localidade b a conquistou para o rei.

Providen­ cio u -lh e um lugar e garontiu-Ubue um sustento vitalício |2 Sm 9J. entretanto. Os filisteus náo perturbaram o pais duranle os dois primeiros anos do reinado de Davi Com o crescimento d» sou poder. Esse ato firmou o relacionamento entre os dois rois. Jerusalém como centro do reino de Oavf A paz estabelecida em Israel encorajou Davi a persuadir as tribos a reconhecer Jeru­ salém como centro religioso.2). Davi buscou a aprovação do Senlior para providondiar um centro definitivo ao culto e à adoração em Israel. fillio de fônalas. na época de Josué (Js 9. Jônatas e dos sele que foram mortos e os enterrou na sepultura de Quis (2 Sm 21. / \ proposta concedia a Davi um lugar perpetuo no reinu rle Deus. A dificuldade era Ião grande que Davi pediu uma explicação ao Senhor. ao colocar sobre ele o privilégio de ser um “filho" de Deus. Ele é o ‘'tingido" que recebeu autoridade e poder (Ml 28. a símbolo central du relacionamento e dn aliança dn povo cam Dous (2 Sm 6 ). Provavelmente esse período íoi marcado por uma severa crise fie fome (2 Sm 21. Al 2) do alto sobre Ioda a criação* inclusive a Igreja (Cl 1 ). Encorajado pelas promessas de Deus e feliz polo consolidação do destaque de Israel entre as nações. por meio da cons­ trução de um Templo (2 Sm 7). ao levar para lá a Arca da Aliança. 18-26). Poi-lhe revelado que a escassez de alimento era resultado do juízo de Deus.29-31). quando necessário pela torça. expulsou as lorças invasoras e foi agressivo no estabelecimento du paz em Israel. segundo a qual o Sonhar tingiu Dctvi e sua casa p a ta estabelecer seu reino r sfetivam ente fmzer u tt i reinado d e paz. Por incrível que pareça. mn todas as parles du Terra. moabifas.20. Essas promessas cumprem a aliança que Deus fez com Davi. I Após encontrar descanso oro Jerusalém. Deus graciosamente removeu a maldição e renovou a terra com chuva abundante. pois concedeu a ele uma "casa'* (dinastia) e permitiu que seu filho construísse uma “casa" permanente para o Senhor A promessa de uma dinastia foi incorporada a uma aliança dó conces­ são. Davi levou os ossos de Saul. A morte de sete descendentes de Saul.1 *> . Deus modificou a oferta de Davi.1-1. O Salmo 2 celebra a condição do filho como o que e x p e rim é D tn uma posição privilegiada e recebe autoridade para estabele­ cer o reino de Deus (veja SI 72h submeter as nações. 132 . satisfez a exigência de justiça feita pelos gibeonitas. e trazer as bênçãos do Senhor sobre lodos os fiéis. feita pela graça. pelo equivocado zelo do Saul. sem incluir Mofibosote. 1 2 ). Subjugou os filisteus. Depositou a maior parte dos tributos « espólios uo fundo para a construção do Tfcmplo (2 Sm 8 . 1 1 .11). desenvolveu tima administração de governo t entrollzadu. Embora fosse severo era sua justiça para com as nações. Davi seguiu adiante. deci­ diram acabar com sua grande popularidade O rei resistiu n cada aboque com sucesso e finalmente definiu a fronteira do reino na planície costeira |2 Sm 5. O fa c to David ico é uma adm i­ nistração sohnrunu. ao tentar aniquilares gibeonitas (2 Srn 21. gloria e bên ção. Jesus o os apóstolos afirmaram que essas promessas encontram seu loco e recebem sua confirmação em Cristo (o 'Messias' ).19-251. Fortaleceu Jerusalém. Cobrou impostos dos arameus e das nações que decidiu não subjugar (2 Sm 8 :1 0 ). o rei fpi generoso no trato com Mefihosete. edomitas e amonilas |2 Sm 12.DAVI trair um puláiio para ele (2 Sm 5 . o fortalecimento da posição do fillio de lesse ameaçou a paz relativa de que Israel gozava. (Veja o verbete Aliança. povo que buscara e recebera proteção dc Israel.14).

a fim de perturbar a ordem. Zadoque e HusaiJ. pois elas também linharu apoi­ ado o rei e dado a extensão de seu território nas mãos dele. e joabe se encontraram. Ele se tornou uni personagem trágico.10 saber que estava grávida. Davi almejava revê-lo e foi encorajado por Joabe. As tribos do Norle seniiram-se traídas pela falta de respeito demonstrada pelos moradores do Sul. Uusai dava conselhos equivocados 0 Absalão e enviuva mensageiros a Davi. com 0 crédito de ter acabado com a rebelião (2 Sm 20. Davi experimentou uma guerra civil dentro do país. A dis­ sidência rapidamente cresceu e culminou em outra guerra civil. Durante quatro anos. õ'l). Joabe lrouxe Absalão de volta. Davi saiu da capital com um grupo de seguidores e deixou vários conselheiros de confiança para trás [Ahialar.13. o rei comissionou Abisai para perseguir Seba. Tamar. Davi experimentou instabilidade e morte em sua família. Davi enviou Amasa para recrutar guerrei­ ros de judá. Cousequeutemente. ao forçá-lo a seguiu um conselho que lhe fora dado por uma mulher de Tecoa. orientada por Joabe. precisavam ser ouvidas. filho de Bicri ria tribo de Benjamim. Depois de dois anos. ordenou que Urias 0 marido dela. irmão da jovem. por isso. ao comprometer-se a atirar a cabeça de Seba por cima do muro. a fim de infor­ mar todos os movimentos dele |2 Sm 17). os quais anteriormente haviam seguido Absalão. AbsaJSo tivera lempo para elaborar planos. que se aliara a Seba. Como este demorou muito a relnrnur. Este fugiu paia salvar a vida e permaneceu exilado por dois anos. rf. Sl :< 2 . Perseguiu a Seba até Abei-Bote-Mauca e siliou a cidade. Consequentemenle. o qual 0 enganou. A Iribo de Judá alegou que o rei lhes pertencia 0 ofendeu os habitantes do Norte com a sua insolente arrogância (2 Sm 19. fora ao rei pedindo proteção para o filho quo assas­ sinara o irmão. Uma mulher sábia sal­ vou a cidade.4U-43). condenando a concupiscência e a cobiça íle Davi e seu comportamento vil (2 Sm 1 2 ). com quero leve relaçOes sexuais.DAVI A queda de Davi A partir deste ponto. Absalão foi coroado rei ern Hebrom e rapidamente partiu em direção a Jerusalein (2 Sm 15). por ter matado Absalão. O bobe que nasceu tia união com Bale-Seba ficou doente e morreu. . a história de Davi é uma mistura dn tragédia o providência divina. desejou ardentemente Bale-Suba. a união entre as tribos ficou enfraquecida ao extremo. O rei confessou seu pecado e recebeu perdão (2 Sm 12. tentou encobrir seu pecado. A vitoria foi clara. sob a liderança de Seba. Esta. fosse morto no campo de batalha e casou-se com ela legalmente (2 Sm II I. Joabe retornou a Jerusalém como geueral. mas sofreu as consequências de sua perfí­ dia pelo resto da vida.) Quando Amasa. mas Davi sofreu mais com a perda d© Absalão do que sentiu alegria pela vitória. A guerra trouxe resultados desastrosos para as torças do filho do rei. e causou a desgraça dela (2 Sm 13): foi assassinado poi Absalão. mas não ao palácio real. o qual morreu pendurado em uma árvore pelos rabelos. e agora estava sob as ordens de Abisai. O profeta Natà proferiu ura testemunho profético. o filho do rei voltou ao palácio. a fim de sufocar a rebelião. O rei voltou para Jerusalém com o apoio do* habitantes do Sul do pais. preparora-se cuidadosamente para o momento em que o povo o apoiaria. Elevado pela graça de Deus a urna posição do imensa poder. Como resultado. couquislou a simpatia do povo e pensou numa maneira de reconquistar o favor do pai (2 Sm 14). (Joabe perdera o favor do rei « o cargo. 133 . uste o matou e reassumiu 0 comando das 110pas. Amnom violentou a própria irmã. em detri­ mento de seu velho pal.231.

Esse locai.3). a minha lorlaieza e o meii libertador. pelo qual ora rapaz de gpvornor esse vasto impériu Um excelente exército ora mantido constantemente de prontidão. que expressava arrependimento paT sua presunção. Davi linha realizado uõbjetrvode sulidííicar Israel contra os rUisleus. e (orça da minha salvação. cumpre as promessas em beneficio de todo o povo do Senlior. em quem me relugio: o meu escudo. Ele é o meu alto retiro. A gennulogia do Jesus recua até o filho do Jessé (Mt 1. Livras o povo humilde. At 2. e v. e os aram eus. sobre a Terra (1 Co 15. ao norle. 1 6 ) e trará loclas as nações ao conhecimento de sud soberania 1 1 Co 15. Desenvolvou l l i j j . que descenderia do referido rei. Meu Deus é a minha rocha.5. Os salmos atribuídos a ule faiam desta verdade. tanto judeus como gentios. Conforme Davi escreveu: “Com o pura to mostra* puro. wj\. □ obediência o a bondade de Deus. Essa ê a essência da Aliança Davi dica.27. Preveniu o seu sucessor sobre várias pessoas que poderiam comprometer a estabilidade de sou reinado: joube. Por isso. ao sudoeste. desde o princípio até o fim de seus dias.351.DAVI Os últimos dias de Davi Nu Iftrmino d<i sua vida. Davi confiou em si mesmo e decidiu fazei um censo Isso desagradou ao Senhor.2. após ouvir que seu filho Adonias fizera unia tentativa de usurpar o Irono (1 Rs 1:1 a 2. a oiro do Araúna. meu refúgio e meu Salvador — dos homens violentos me salvaste" (2 Sm 22. tuas permaneceu fiei ao Senhor durante toda sua vida.6. cf. nu futura se tomaria o lugar onde Salomão construiria o Templo (2 Sm 24. para assegurar a paz e a estal>ilidadi* dentro do reino.9). É o cabeça da Igreja (Cl 1 .2BJ e. era um bouiotu humilde. mus teus olhos são contra os altivos.1) Ele é o governante sobre o Irono de Davi. que enviou uma praga contra o reino.12).. por esse motivo. Conclusão Davi erd bumano. os edomitas. O Senhor nfio apenas mostrou seu poder para Davi e seus contemporâneos. comprou um campo e ofereceu um sacrifício a Deus.27. ao sudeste.1-25 ]. ao lesto. mas lambém comprometeu-se a proteger lodo o seu povo por meio do ungido.19). Os escritores do NT t e s t e m u n h a m sobro a conexão entre Davi e Cristo. Davi ordenou que Salomão fosse ungido rei. Tal afirmação sobre sua confiança em Deus é lambém encontrada nu linal de 2 Samuel' "O Senhor é a minha rocha. o comandante.281. Embora tenha pecado tragicamente contra Deus e o próximo. purque no Senhor estava o fonte du poder e a perpetuidade da dinastia. Incumbiu-o de permanecer fiel o Deus. mas com o perverso te m o slra s sagaz.Ele esta­ belecerá o reino de Deus. Os cânticos compostos poi ele também trazem a correlação entre a humildade. Por causa riu seu sucesso. A sua lorça estava no Senlior. os tnoabilas e amonitas. 134 . O próprio rei foi o responsável pela morte de muitos inocentes. o Situei. cujo reino se estende até os confins da Terra. e tu os abates ' 12 Sm 22.25. o rebelde (t Rs 2. Havlai estendido seu reino por todas as áreai da terra que fora promrtida a Abraão (Gn i5 H$.! administração oficionle.í*.c.

mas o rei não IJie deu ouvidos (Jr 36. (Vejo Ju izes . ao tratar com os que o amam: “ Assim. debaixo do carvalho que se chamou Ak)m-Bacute“. ela enfatiza a soberania do Todo-poderoso sobre as nações. da iribo de MdftalL e O informou sobre o desejo de Deus de que atacasse e derrotasse Sisera. mas de uma mulher. ua região montanhosa de Efraim. rei d» Jerusalém.p.50). Seus descendentes. Débora chamou Baraque. entretanto. 2. Pai de Semaías. gibeonllas. Ele se recu­ sou a entrar numa guerra. os quais fizeram um iralado do paz com Josué p o s hehreus. 1 Cr 1 . veja Micaias. Filho de lorsã.1. que de­ monstrou um considerável medo de SLsera.25 1. Poi o progenitor dos assurins (Gn 25. Ela concordou. mas destacou quo a honru da vitória não seria dele. Débora. (fz 5 31). a menos que Débora fosso junto. 3. ela invocou ao Senhor edeu a Elo a glória devida. “iiir I de abe Lha”).12). Saeenlole escolhidu poi meio de sor­ teio para ser o 23* na ordem do ministério. juntamente com seus reis e deuses. Sínein e /tm /l imuj.18). Um dos oficiais do rei Jeoiaquim. profetisa e esposa de Lapidote.10). Ela veio da Mesopotâmia e viveu na casa de Isaque alé a morte (Gn 24. pereçam todos 05 teus inimigos! Porem os que |e amam sejam como o sol quando se levan­ ta na sua farça'. náo puderam provar que suas famílias fa­ ziam parte dos descendentes de Israel (Ed 2. em Canaá. 1 . 2 .14: Fm 2-4).17-22). através do Cu w e Raama: irm ão de Sabá (Gn LO . 6 Senlior. Che­ gou ao poder durante um tempo em que os israelitas novamente ignoravam a Lei de Deus e viviam sob o domínio opressor do rei cananeu |abhn e seu geriRral Sísora (Jz 4. a vitoria foi atribuída a Jael. ns israelitas fo­ ram em seu socorro e desfizeram a coa­ lizão. Um dos companheiros de via­ gem de Panlo e amigo de Lucas (Cl 4.8 menciona uma Débo­ ra i ] u b foi “ama de Robeca’’.9 ).24)'. dumnte o reinado de Davi 11 Cr 24. 5|. Pediu ao ml que não queimasse o texto sagrado. entre Kamá e Betei.11.17. no final. 4. 1. A dedicação de Débora e sua convic­ ção de que o Senhor os levaria à vitória e restauraria a honra de seu nome em Tsrael excedia multo a de Baraque. após ser derrotado ua butalha poi Débora e Baraque (Jz *1.t>2 o numeru é 642j. 5. 135 . 2. noto de Abraão e sua concubina Que fr ira. D ELA IA S . 7.i Deus foi regis­ trado e ficou conhecido como *'A Canção de Débora " II r. Génesis 35.DEMAS D EB IR . juntamente com OS do Tobias e Nocorla. incluído na lista dos descendentes de Jeoonins o cativo (1 Cr 3.32). DEM AS.2). esposa de Héber. Roi do Eglom.1-3. 1 2 ). Aterjdou á convocação feita por A doniZndnque. Quan­ do (riljfião foi atacada.316. que inalou Sisera quando esle fugia.5). para jurttarse à coalizão de reis e lutar contra os. Seu cunto em ação de graças . Bem mais tarde. Realmente. O verso final do louvor reco­ nhece a justiça de Deus diante da impie­ dade e seu grande amor. m. DÉBORA (Heb. É a única mulher que se deslacra naqueles dias» Trabalhou como juiza e “atendia debaixo da palmeira de Débora. tomou-se líder de Israel nos dias dns Juizes. l Cr 1. Nesse cântico. aa^ quais Micaias transmitiu as palavras do ralo de Jeremias (li 36.4. Para mais detalhes. DEDÃ. 1 2 . perfaziam um to­ tal de 652 pessuús e estavam entre os ju­ deus que retomaram fio exilío: contudo.60: em Neemias 7. o ps filhoa de Is­ rael subiam a ela a juízo" (Jz -1. 1 . Em toda a situação. Mm dos filhos de Elioenai. a quem Neemias vjsitou iluranto o tempo de grande opo­ sição à obra de reconstrução do muro de Jerusalém (Ne 6 . no matar lodOR os reis (Js 10. a quúl morreu h "foi sepultada ao pé de Betei. Desceudente de Cão. Em seu pápol do prnfoUso.5.

il ninguém jamais viu. naquele primeiro es­ tágio do Evangelho em Éfeso | Pau lo este­ ve na cidade durante três anos). I p .). na épo­ ca da dedicação do Tabernáculo (Nm 1.341. D E M É T R I O (Gr. amando o presente sécu­ lo. De (ato. se Paido havia desrespeitado a lei. a Bíblia pode ser definida como "a autorevelação de Deus ao seu povo'\ É importante lembrar q u e as Escrituras mos num q u e 0 conhecimento que podemos ter de Deus é limitado e finito. como já vimos. etc. At 19. Livros (rolos de papiros) sobre artêS mágicas. puro e u m Espirito vivo epessoal. por meio de sua Palavra. adorada não somente pelo povo da cidade.47.14. onde tiveram de ouvir a arenga da multidão por um bom lempo. O triste comentário do 2 Timó­ teo 4. A pre­ gação de Paulo exigia um compromisso coru Cristo que sempre requeria mudan­ ças dramáticas. como um segundo pensamento (vv. O após­ tolo pregava que "não são deuses os que se lazem com as mãos" |v. na quaJ Gaio e Silas.a D E U EL (Heb. e. companheiros de Rindo. e o povo começou a entregar-se a Cris­ to.n . A afrouta do Evangelho contra a divindade de Diana parece que só íoi acrescentada de­ pois. Eles então organizaram uma passeata. Quando Paulo pregou sobre o cristia­ nismo ("o Caminho'’. e foi fiara Tessalòuica". É particularmente inte­ ressante notar que. enquanto o Senhor é infinito. "p e rte n ce n te a De me ter”).23). em algumas Iraduçóes seu nome é mencionado como Reuel.10 deixa cloro quo o materialismo era uma leniação aos crislãr>k primitivos. Demetrio liderou os artífices. 2. Pai de Eliasale. Finalmente o escriváó da cidade conseguiu acalmar a multidão e enfatizou que. Devido à letra “D" no hebraico ser às vezes contundida com a "R". o comércio e os negócios loram também afotodos. "D eus sabe"). seu im ­ pacto foi rapidameute sentido em todas as areas da vida do povo. P . 27. pois exploravam a preseucu em Êfeso de uma das grandes ma­ ravilhas do mundo — o templo da deusa Diana. foram agarradas e arrastados ao t e a t r o da i idade. 3L Um ourives que vivia em Êfeso Iveia lambém Artaniis]. que ime­ diatamente reconheceram a ameaça aos negócios e oo seu meio de vida. da mesma maneira que o é para muitos que vivem na atualídade: ‘Torque Demas me abandonou. as Escrituras Sagradas.14. Seu filho foi tamoso. eram queimados publica­ mente quando as pessoas tomavam-se cristãs. as acusações deveriam ser feitas diante dos tribunais. Stmhon) O Deus da Bíblia revela-se em sua criação e. 2. frequentemente a Bíblia usa antropomorfismos (palavras e idétas extraídas da experiência das ativi- 136 . lider da tribo de Gade no tempo de Moisés. devido ao seu compromisso cristão (3 Jo 12). o apóstolo escreveu a Timóteo que Demas o aban­ donara. 7.38).24. DEUS Introdução (O leitor deve consultar tamhám os seguintes verbetes: Cristo. que valiam uma fortuna. mas que atraia turistas e pere­ grinos de Iodas as partes do mundo ro­ mano. Espirito Santo.s u s . Discipulo mencionado por João. Estava entre os numerosos artífice» quê tinham um ne­ gocie lucrativo. na cida­ de. acima de tudo. Esses uuri ves faziam imagens e ni­ chos da deusa (Al 19.DEMÉTRJO quando eslava preso em Roma. quando as pessoas eram desafiadas a servir a um novo Mestre. ao qu.2f>).

DELIS dacles humanâs. e seu Redentor. Sempre é dada uma ênfase especial ao lato de que somente o Senhor ú Deus e não existe nenhum outro. Isso seria visto especialmente no poder de Deus para proporcionar a ele* d s meíos para vencerem as batalhas contra inimigos mais fortes. seja de fè e sub­ missão.2 0 ). ó Israel. De acordo com os Escrituras. e não ha outro Deus além de mim Eu causo u morte. eu tiro. durante toda a história. o Senhor.1. Rei de Israel. J vo. Por exemplo. o 137 .2 diz: "Antes que os montes nascessem. Deuleronomio 32. Em kaias.4 declara: "Ouve. A existência do único Deus A Bíblia subentende a existência de Deus. emoções. portanto. estão de alguma maneira relacio­ nadas com. “Agora eonheço em parte. a idolatria é considerada um grande pecado (cí. ou rejeitavam seus caminhos ou seu povo. o "Emanuel” (Deus conoseol. Esse recurso pode ser realmeiile muito útil. o não há quem possa livrar das minhas mãos”. loraos: "Assim diz o Senhor. ou que formassem a torra e o mundo. nuina rejeição direta da revelação do único Deus verdadeiro. para o julgamentu no final dos tempos.eronômio 6. Acima dó tudo. A existência de Deus é froquontemente aíirmada oos contextos quo advertem contra a idolatria. embora o uso de descrições e termos normalmente aplicados aos seres humanos para referir-se ao Senhor etorno e infinita sempre deixe algo a desejar. O Senlior nosso Deus é o único Senhor".ju O tolo i*q sábio). O Salmo 90. Envolver-se com ela é viver e acreditar ua mentira. Somente o "tolo".na Bíblia o quando sua criação õ axaminoda o discutida. a pessoa maligna e corrupta. no tnmpo de paz.41. Deul. 53. Uma vida inteira dft estudo. a Bíblia ensina que um dia todos estarão face a face com o Seuhor. Esperava-se que o povo de Israel testemunhasse para as nações ao redoj que existia apenas um único Senhoi e que não havia nenhum outro deus. Os escritores dos Salmos e os profetas também proclamaram que somente o Se­ nhor é Deus e que Ele pré-existe e aulo-subsiste.sso em atias páginas. pois concordamos com a declararão do apóstolo Paulo. Por essa razão. de modo que Ele será mais bem conhecido por meiu da íorma como se relaciona com as pessoas. pois trata-se de um livro onde o Senhor revela a si mesmo. e leva juízo sobre os que pecam ou vivem em rebelião contra Ele. aprende-se muito sobre Deus quando age no transcurso da historia. discutidos de diversas m. Eu somente. em prol do sus­ tento e da defesa de seu povo. eutão conhecerei como também sou conbeaido” (1 Co 13 1 2 ). lé e compromisso com o Senlior. Alguém já disse que “conhecer n Deus”. aprendemos de Dous quundo estudamos sobre Jesus. ainda deixaria o crente ansioso por mais. lodus as pessoas. de eternidade a eternidade. 1 Co 8. por intermédio de Cristo.33 diz: "Vede agora que Eu sou. é o come da ló bíblica.) numa tentativa de nos ajudar a entender melhor Deus. e restituo a vida. etc. até o limite de que somos capazes por meio do sua Palavra. Homens e mulheres exislem na Terra graças ao poder criador e susientador de Deus. seja mima atitude de rebelião e incredulidade. na exlensâo das fronteiras (contra o poder de outros assim chamados deuses) e em sua justiça h juízo sobre todo* 03 que se desviavam dele.moiras nas Escrituras Sagradas. Muito sabemos sobre u Senhor por meio dos nomes aplicados a Ele. especialmente pelo retomo de Jesus. Não há discussão alguma sobre i. A natureza de Deus e sem atributo» são. e eu saro. As nações ao redor precisavam aprender com Israel que os seus deuses eram falsos e que na verdade adoravam demonios f 1 Co 10 . diz “uo sru coração: Não há Deus" (SI 14. tu és Deus”. As acções seguintes proporcionam apenas ura resumo do que a Bíblia revela sobre Deus.

"visto que o que de Deus se pude conhecer. o existimos" (Al 17. Em Romanos 1.8: l l 15. que era e que há de vir. o Poi. ainda que uão me conheças" |Is 45. Todas as coisas foram Imitas por moio dele.14| Paulo argumentou em sua pregação para os atenienses: "Pois nele vivemos. tanto n seu eterno poder. aquele que é. Não há ensino. o Todopoderoso" (Ap 1. o o Verbo eslava r.17: Hb 1 1. De maneira notável. Do seu furor treme a terra. dando-vos chuvas dos céus. de que a matéria sempre existiu. Rm 4. n não há outro: fora de mim uão há Deus. Como em João l. se algo existe. . bem como sua eternidade. e a vida era a luz dos homens" (Jo 1. A Bililia mostra que o ser que auto-existe é Deus e so­ mente Ele é o Senhor Parque Deus existe. deve ler o poder da auto-exislènria dentro de si. 0 Rei elerno. como Jesus são considerados eternos em sua existência: “Eu sou o Alfa e o Ômega. Hebreus t3. e fora de mini não há Deus” (ls 44. Tanto Deus. Pois os atributos invisíveis de Deus. O racioualismo podo argumentar que. por exemplo. e eternamente". otc. e as nações não podem suportar a sua indignação" Qr i0.3). e claramente se vêem pelas coisas que foram criadas. a vida veio ã existência e surgiu a criação. ou ainda náo o concluiu. novamente a auto-existència eterna de Deus é subentendi­ da. ha o pressuposto de que mesmo oc que são maus e rejeitam a Deus [iodem snr considerados em débito. desde a i riução do mundo. e o Verbo u a Deus. ou que o mal sempre permaneceu como uma alternativa ao lado de Deus.5. Jeremias disse: "Mas o Senhor Drus é n verdadeiro Deus. Ele estava no primtipio com Dous. hoje. o eu sou o último. O Todo-poderoso sempre existiu e sempre existirá. Colossenses 1 17 desi. a qual Ele fez do “exnihllit" |a partir do nada. de modo que eles são inescusáveis".81. mencionado anteriormente. o principio e o fim. veja Gn 1 . O ato de Deus na criaçáo é descrito em mullos lugares da Bíblia. também são sinalizadas na criação. Esses capíl ulos demonstram claramente que o Senlior iá existia antes da criação e Foi por m e io rle sua palavra e seu poder q u e o tmmdo veio á existência. A Bíblia não admite □ idéia do nuda existindo lado a lado com o Senhor através da eternidade.fNo princípio era o Verbo.DEUS Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro. O apóstolo fez um apelo aos habitantes de Listra.19. e colheita em sua própria estacão enchendo de mantimento e de alegria os vossos corações” (Al 14 17).om Deus.10)i No Novo Tfeslainenlo. e sem ele nada do que foi feito se fez. Ele mostrou misericórdia. se entendem. diz o Sonhor. Ele é o Criador. Eu te fortalecerei. revtt a preexistência de Cristo como “a imagem do Deus invisível.). Génesis 1 e 2 descrevem a Palavra de Deus que traz tudo o que conhecemos n existência. pois “não deixou de dar testemunho de si mesmo. No Senlior ha vida o luz.21).28). O Deus criador A auto-existència de Deus. veja também 45. o primogénito de toda a criaçào" (Cl 115). Ele Lulerforiu ativa- 138 . Eu sou o Senhor. como a sua divindade. com o que conhecemos neste mundo hoje. 'Ih m b é m revelam que Deus náo iniciou simplesmente o processo e o concluiu. a Uru de que reconhecessem a existência do único Deus verdadeiro. neles se manifesta porque Deus Lhes manifestou. Cí que existe traz outras coisas a existência.8 lambém laia de lesus: Jesus Cristo é o mesmo ontem. ele mesmo ó o Deus vivo. e nos movemos. Nele eslava a vida. Somente Ele tem a vidn em si mesmo e habita na luz e nu gloria eternamente. é no Novo Testamento que aprende­ mos sobre Jesus e começamos a entender mais sobre u próprio Deus. 17: 2 Pe 3.8).21. sua preexistência e sua autO-exiStÊncia.

d Senhor nunca é descrito nas Escrituras da maneira que as pessoas o apresentam hoje. Eleslos 1. Jo 1. Pela palavra do Senhor foram feitos os céus. se o Senhor uáo u sustentasse. e Israel é a tribo da sua herança: Senlior dos Exércitos ê o seu uome" (Jr 1 0 .0-1 1 mostra como a vontade eo s propósitos de Deus são espe< ialmen te colocados a disposição dos que Ele “escolheu". Deus. Em Génesis 1. é Espírito e» portanto. Ainda assim. sustentador e que exista por si. R claro. Iodas as suas obras são fiéis. A palavra “pessoal” náo 6 aplicada a Elu em nenhum outro lugar da Bíblia e é difícil nossas montes finitas assimilarem o que essa expressão “pessoal" significa.10). o escritor da carta aos Hebreus lembra os t rentes que 'pela fé entendemos qui.16. entretanto. O Senhor è aquele que çonhoce sou povo ( 1 Co 8.9.13. várias vezes. etc. de acordo com sua vontade e seus propósitos. "Não se deleita na força do cavalo. A dcixologia de Romanos 11.).. Deus é um ser aulo-ejdslente e autoconsciente Qualidades que indicam um ser pessoal podem ser atribuídas a Deus. vontade e propósitos. seu povo pode experimentar um relaciona­ mento genuíno e pessoal com Ele. o Pai. Deus revela a si mesmo coiuo um ser pessoal uo relacionamento entre Pai. a água. Tema Ioda n tf nu ao Senhor. etc. O Salmo 147. Porque é pessoal. 1 B. como um ser pessoal. elu deixaria de existir (Ap 4.10. pois. Desde que a criação deriva sua vidu e existência do proprio Deus.3). essa obra aliva de Deus du­ rante todo o período da criação poda ser notada nas duas írafies' E disse Deus: Haja. e tudo se fez: mandou. Poli ele lalou.). Irazer ã existência e destruir. O Salmo 33.7: SI 102. Ele eslá presen­ te em iodas os lugares. os peixes. Quando colo* camos esses lutares na forma riegaUva. revela-se a si inesmn como um "Deus pessoal'. pela criação o pelo sou contínuo sustento de todas as coisas cria­ das.. Jeremias alirtua: "Pois ele lo Senhorl é o criador de Iodas as coisas. os mamíferos.4-9 personaliza a ‘palavra de Deus" como a que criou e "é rela « verdadeira.25. 104.. .1-3. 1 Co 8 . a vegetação. O Senlior se agrada dos que a temem. amor e misericórdia. ao reforir-se ao Senhor.17. 51. veja lambém Jó 26. Ele é apreseutado como possuidor de liberdade. Em Génesis 2.24. a obra e as palavras do Senlior Deus" são mencionadas repetidamente.33-30 oferece a resposta adequada do crcnle na presença do Deus criador. nem se compraz na agilidade do homem. uos quais ele "ama". Louvor o adoração sán devidos a Deus. a fim do sustentar e vigiar sua criação. o sol. realizar sua justiça.3) e pode ser chamada de "Pai” pelos que vivem por ele (v. “Porque dele e por ele e para ele são todas as coisas. O Senhor dirige os seus e cuida dnlns. Cl 1. a ele eternamente Amém'' (v.6. Mo NT.36J.. 2 Po 3.6 ). Filho e Espirílo Santo (veja mais sobre a Trindade neste próprio verbete) e em seu deseja de que seu povo lenha um relacionamento real com o “Deus vivo" Sua “perso­ nalidade”. náo esta limitada da mesma maneira que a humana. como uma energia ou uma força sempre presente.6 . O Deus pessoal O Criador do Universo e de Iodas a» coisas. proporcio­ na a evidência da soberania e do puder do Deus sobro Iodas as coisas. e logo tudo apareceu”. e a Jesus. A revelação de Deus em Jesus nova- 139 . a lua. e dos que esperam no seu constante amor” (vejo também SI 94. Glória. “ama" seu povo e “lula" com ele.11 dá alguns sentimentos de Deus. Essa obru da criação. a Palavra de Deus. os pássaros a a humanidade. os mundos foram criados pela palavra de Deus. de maneira quo o visível não loi feito do que se vê" (Hb 11. Ne 9.5." p “E viu Deus que isso ora bom".10.2. para criar a luz. por ser bom. é dessa maneira que Ele é consisientemento revelado.DEUS mente. Hb 1. que suslém o mundo e todas as pesso­ as. â qual necessita do poder sustontadnr do Senhor.

A guisa de exemplo. paru que todu aquele que nele crê náo pereçu. ume boa colheita não acontece por acaso. não deixará de haver semenleira e ceifa. os governos. mas a providência particular e amorosa do Senhor por seu povo fez com que suprisse as necessidades do pTofeta Elias de maneira miraculosa ( l Rs 17 e 18). ou emanado de nossos próprios desejos pecaminosos. que julga e as pessoas morrem. pois estabelece reinos sobre a Terra e destrói-oS.DEUS tnenl. mas também que esse desejo preocupa-se especialmenln com seu povo. n que tala e tudo acontece. frio e calor. não foi o acaso que fin a lm e n te o levou a governador egípcio.2 2 ). pode ser revertido poi Deus. Sua soberafíiâ é tão grande. justiça e bondade. Aqui vemos que não somente o cuidado soberano do -Senhor sempre é feito segundo a sua vonlade e seu propósito. na verdade. Por outro lado. Aqui vemos tambem sua verdade e seu poder. mas é providenciada pelo Senlior. É neste cuidado providencial por seu mundo e seu povo que mais frequentemente descobri­ mos na Bíblia os grandes atributos divinos de sabedoria. assim. bem como sua providência. mediante 0 cuidado e a proteção. Lntenlastes o mal contra mim.10: etc. Quando losé foi capturado por seus irmãos e vendido como escravo para o Egilo. que mesmo o mal pode ser revertido e usado pelo Senhor. que mostra seu amor e traz salvação. porém Deus o 140 . Paulo laia sohre isso quando diz: “Sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus. os conceitos do destino e do a co so são banidos. o Senhor mantêm tal controle sobre a criação que pode suspender a colheita dos que vivem no pecado ou se rebelam contra Ele (Is 5. ou seja.28). num momento em que o povo de Deus precisava sei preservado da fome terrível. A Bíblia preocupa-se muito em mostrai.fi mostra como Ele é ura Deus “pessoal”. E Deus quem promete: "Enquanto ú teria durar. por meio do "sua p a la v r a " .). Essa fé e confiança no cuidado providencial do Senlior não eram conceitos novos nos dias de Paulo. como castigo sobre o monarca e o jiovo (1 Rs 17 l). não é de admirar que um dos temas anais frequentas na Bíblia refira-se à soberana providência dn Senhor. O Deus providencial | á que Deus é eterao. A fome loi extremamente severa. dia e noite” |Cn B. em garantir que sua vontade seja realizada. Os escritores da Bíbliu demonstram com convicção que Deus governa sobre toda a criação. tanto uo relacionamento de Crista e do ftii (como o Ftlhjo faz a vontade do Pni e fala as suas palavras). O poder de Deus é táu grrmde que em "todas as coisas " Ele trabalha para atingir seus fins. L5-31: 15.9.va à conclusão inevitável do que mesmo o que começou por meio do mal. en­ quanto Ele trabalha incessantemente para completar e realizar sua vontade.16: 14. Ele é ehamado de Roi. ele. que pode sor vista no seu relacionamento c o i t i seu povo (vejo 2 Cr 169). do Israel. As Escrituras declaram que Deus tem o controle total sobre tudo. verão e inverno. Nos dias do rei Acabe. para realizar seus bons propósitos. como na maneira pela quul o Pai mostrou «eu amor pelo mundo quando deu M o seu Filho unigénito. ao discutir o assunto com seus irmãos amedron­ tados. auto-existente e o Criador do Universo. José disse: "Vós. daqueles que são ijhamados segundo o sen propósito'* (Rm 0. Deus ê visto como o rei do Universo.a providência de Deus.10). Ele é o Senhor iveja Senhor) que con­ trola o mundo e exige obediência. mas lenha a vida eterna1 ' |[o 3. sobre us pessoas. Busca os que farão jw le de seu povo. Deus suspendeu a chuva e o orvalho. de acordo com seu desejo. Tal entendimento da providência do Se­ nhor Jn. TVido foi parle da vontade do Sonhor Posteriormente.

entretanto. Isso.6).1. e Ele reverteu aquele alo terrível para proporcionar expiação o todo aquele que se voltar para 0 Senhor (Al 2. ó justo Deus. para lazer como se vê neste dia: para conservar muita gente com vida" (Gn 50. ó Deus tia minha rebdão. íntegra e boa.4 resume 141 .20. As ações do Senhor sáo sempre justas. É itma alegria para homens e mulhe­ res pecadores saberem que podem voltar-se para um Deus justo eieceber misericórdia.25 (também v. por moio da morto expiatória fie lesus Cristo.). o povo de Deus tentou questionar o Senhor. Ioda a Trindade está envolvida nesta obra de atrair e cuidar do povo de Deus (Jo 17. 1 Pe 5.23. nos leva nova­ mente a louvíêlo e beudizê-lo ÍS1139. Sl 103).12-14. 37. 1 2 ).28.3. de acordo com sua Palavra (Riu 5. sondas as menIes e os corações" (SI 7. Ezequiel 16. E motivo de temor paru os que se rebelam que o justo Juiz julgará e condenará. íora determinado pela vontade dc Deus. A ação mais perversa de Satanás e o mais terrível de todos Os pecados cometidos pelos seres humanos levaram è crucificação do Filho de Deus. Portanto. Q 1.4: 2 Ts 1. Por vezes. porém.24).DEUS toruou em bem. o salmista orou. 13-16. O U estava do lado de ou tTas riaçôes. inclusive Satanás (Jó 1 e 2). quando parecia que as pessoas más prevaleciam Achou estranho que os perversos prostrassem quando o "justo" pai leda lanlo sofrimento. mesmo sobre n mundo dos espíritos. ó casa do Israel: Não é o meu caminho justo? Não são os vossos caminhos injustos?". O cuidado providenciai do Dous por |o. 145. 45. E metlian. sua providência na natureza. seu poder total de realizar o que sua vontade determina. Pbr exemplo. O Deus justo A Bíblia mostra-uos um Senlior “justo". apelou para a lustiça de Deus.sua justiça que Deus mostra misericórdia ao s r u povo (Sl 116. Na angústia dá-me alivio: tem misericórdia de mim e ouve a minha oração" (Sl 4 1 .3*14. na humanidade de modo gerai e especialmenle em relações aos redimidos. para pedir miseri­ córdia ao Senlior. sua vontade eterna é inteiramente justa. O povo de Deus ("o povo justo". “Responde-me quando clamo.1. mas estabeleça-se o justo.15). para uniu resposta ao seu dilema: "Ttaha fim a malícia dos irnpios. A resposta de Deus era que.4-6. a qual e repetidamente definida como "jiM a" (Sl 119. Deus até mesmo controlou as uçoos do rei do Pérsia em favor de seu povo (Is 44. quando parecia que Iíle não os ajudavu. A reflexão sobre a soberania do Senlior sobre tudo. 2 Co 5. por exemplo.1-7|. porém: O caminho do Senhor não n justo Ouvi agora. se u Senhor lhes parecia injusto. Em nenhum outro contexto o cuidado providenciai <í p Deus pode ser visto com tanta clareza como na provisão da salvação para o seu povo.12. 29): "Dizeis. DeuteronómiO 32. Isso faz parte de sua natureza e lem que ver com sua verdade. o reconhecimento da justiça de Deus nas Escrituras permite que as pessoas couíiem em que sua vontade é justo e boa e podem confiar nele para tomar a decisão ou a ação mais justa Elo ó justo corno Juiz do mundo e também ua demonstração de sua misericórdia Mais do que isso.39).9. também é uma prova do poder soberano do Senhor. Deus pode ser visto como justo em tudo o que faz. justiça e bondade. m e s m o quando resultam e m juízo sobre sou próprio povo. Veja.13-16. 129. 24.11. Isso se reflete em sua Lei. Pois tu.7. Certamente o Senhor frequentemente é visto agindo de maneira providenciai e com poder soberano.li.6. Eí 1. 1 1). etc. Esse desejo de Deus loi realizado "segundo as Escrituras". Km 7 . 1 Co 15. Em lermos práticos. quando Satanás dêsejava atacá-lo e destrui-lo. A providência do Senhor tarnbém é vista na maneira como chama as pessoas para si. formado pelos que foram perdoados por Deus) frequentemente apela para sua fusltça. é porque eles haviam-se entregado à increduli­ dade e ao pecado.

tão froquonlemento chamada de seu “amor". nosso Deus.12.14: veja lambém Ed 0. o Snnbor vigiou sobre o mal. que prqmele perdão e misericórdia. 54 6 . e todos os seus caminhos .17 díz: "Toda boa dádiva e todn dom perfeito é do alio. ele.7]. esto vocábulo “nniuo" relere-se a lodo o ca ralei' do próprio Deus).paia o seu povo.5.5: Is 9. Várias vezes as Escrituras dizem que o Senhor "ama" ou mostra "amor" à sua criação.) An falar sobro os últimos dias o o retorno de Cristo. Na época du exílio babilónico. Na morte de Jesus. Ele é justo e roto”. o Senhor permane­ ce justo e integro ua salvaçao [Km 1. sonõo um. veja Lc 1. porque justo 6 o Sonhor. Os profetas olhavam adiante para ver a revelação da justiça de Deus no futuro reino do Messias: ‘Vem dias. 2.3.13.9. cuja obra é perfeita. inclusive o& ímpios. Josus disse: "Ninguém há bom. mais rio que isso. será suo justiça quo uma vez mais será notada e levará seu povo. nm todas as obras que faz. Deus o amor. O texto náo só mos Ira que o Senhor é a lonte daquilo que é bom. um quem não há mudança uam sombra de Variação". Paulo falou sobre u obra de Cristo em termos da rovelaçáo da justiça do Deus. se alguém deseja saber o que significa bondade e amor. especialmenle. "Por isso. a louvã-Io |Ap 15. e Dous nele". Sl 1 19. Tiago 1. Deus é a verdade. porém. Daniel expressou dessa maneira. o rei Roboáo o os líderes de Israel finalmente foram obrigados a admitir que. 3 Cr 19. Deus os poupou da destruição somente quando se humilharam e reconheceram: "O Senhor é justo" lv. a bondade é Ião parte dele n de seu ser quo o salmista disse: "Pois o tou nume é bom" (Sl 52. lfi. ou na 142 .DEUS £ i justiça do Senhor desta maneira: "Eli.5. porque Deus é amor.75. nem sua aliança de amor para com o seu povo.17.t formam algo chamado "deus". O Senho) faz o que é bom |2 Sm 10. que eslá ansioso por essa revelação. náo obedecemos à sua voz" (Dn 9. Daus não comprometeu nem sua jusliça que exige a morte pelo pecado. deve olhar para o Senhor. ainda que tradicionalmente o amoi de Deus soja visto comu um aspecto de sua ‘ bondade". Náo existe um lado "sombrio" uo Senhor. É evidente que no universo é algo generalizado. reconhecem que a justiça do Senhor permite que Ele traga disciplimi sobre eles. Deus é a fonte dn bondade.4. É parte da natureza de Deus. quando peçam. os líderes tornaram-se particularmente conscientes deste aspecto da jus­ tiça do Deus. 3. e o trouxe sobro nós.sáo justiça. e /unro. uai rei que reinara v prosperará. assim. é a lincha. em que levanlarei a Davi um Renovo justo. elo ó bom. Enquanlo o povo de Deus ora. e cremos no amor que Deus lem por nos. descendo do Pai rias luzes. nenhuma base para a visão orieulal de que o bera e o mal existem lado a lado. Desta maneira. 6 ). e praticará o juízo e a justiça na terra" (jr 23.6.. O Deus amoroso E justo que haja uma seçâo separaria sobre esto atribulo. Em ouiras palavras. contudo.15]. como ensina que Deus é sempre bom.. Assim.8. quando Deus vindicara seu nome diante de todo o mundo. é vista de muitas maneiras neste mundo. diz o Senhor. que é Deus" (Lc 18. o mais maravilhoso do Senhor da Bfblia. por causa do pecado e da rebelião deles contra Dous» Furdó Sisaquo teve permis­ são para atacar ludá e chegar alé Jerusalém. pois ele é "bom" e é "amor". A bondado do Deus. e náo há nele injustiça. ) loáo 4. pode-se vnr o iuizo do Senhor sobre o pecado e a manifestação de seu amor e misericórdia sobre os que são p e rd o a d o s.19). 20-26. \1. Quem está um anuir está em Deus. vé a justiça divina em seus aios de misericórdia e aoçvno [»ara a>m eles o em seu juizo sobre os inimigos.7.60). etc. E nós conhecemos. At 22 14). It> diz: “ Aquele que não ama não conhece a Deus. Em i Cmnica» 12.

perdoe a lodo aquele que dispós o coração para b u s c a r q Senhor. pois "Dous prova o sou amor para couosco. ruas lenha a vida ulema”. cuida e livra do juízo. porém. O dom é ainda mais esctraordinário. “nu nõo tornarei mais -a compadecer-me da casa de Israel. que é bom.. para si mesmo. extraor dinário o não merecido.20. Ê digno de nota como os vocábulos “bom' o "amor" aparecem juntos de maneira Ião frequente. expresse o sentimento desse dom de Deus: "Porque Deus amou o mundo de tul mannirn quo dou oseuJFlLbo unigénito.25). que só é efelivadu pela ação salvadora de Deus.1. O problema é como uma mente humana pode assimilar a profundidade desse amor. lesus loi oferecido peio Pai como sacrifício pelo pecado de todo o quo crê. O povo de Deus sobe que não merece este sacrifício.6). A Bíblia ensina que toda a humanidade 6 pecadora e necessita de redenção. "Ezequias. Fbi para a bondade do Senhor que o rei Ezequias apelou. pois encontram sua salvarão (Lm 3. 39: veja a secão anterior “O D'*us providencia)"). que adorava a Deus sem ler passado polo ritual da purificação.16). ToJvez o mais famoso versículo da HíbLia. ao falar por meio dn profeta Oséias.4-6 : 1 Jo 3.1). adverte.25). do tempo de semear e de colher (Sl 33. mas tudo lhe tirarei" (Os 1.51.1 t. 35. O AT retere-se ao Senhor 143 . dos quo são chamados segundo 0 seu propósito. frequentemente é expressa por meio do vocábulo "graça".fDetis salvador". que é riquíssimo em misericórdia. ou mesmona provisão da luz du Sol o íLi chuva. seguudo o beneplácito do sua vontade (Ef 1 . para os levar à salvarão.19|. dizendo.O Senhor. A naUuexa doamor divino.19: Nm 14. “Mas. O Senhor é corretumonte descrito como ..im js manutenção ria próprio v j r j n .34. Nada poderá separa-los do amor de Dous e do Cristo (Rm 0. Isso pode significar que o amor será em lorma de disciplina (Ap 3.19). 7. entretanto.10. 2 Cr 5.0: Tl 3. O seu povo o louva acima de tudo polo amor demonstrado em sua misericórdia e perdão do* pecados. eslando nós ainda mortos eu» nossos delitos. O Deus salvador O a m o r de Deus é visto proeminenlemenle em sua salvação por meio de Jesus í"Jesus" significa “o Senhor salva": veja lesus].15. Os que buscam a Deus experimentam soa bondade o amor. sendo nós ainda pecadores" (Rm 5. do justiça. pois "excede lodo o entendimento'* ÍEI 1.3: Ed 3. orou por eles. Sou amor íiol por sou puva às vnzfíS é chamado de “aliança de amor" ou “amor fiel". 2 0 : ír 33 1 1 ). O amor de Deus lambém e visto por seu povo ua maneira como Ele dá o seu Espírito Sariio.5). a quem Ele protege.45. a respeito da continua rebelião do povo.5: Ml 5. de lal forma que todos possam conhecè-ló e responder-lhe em a m o r (Rm 5. dado a pessoas quo nõo são merecedoras. para que lodo aquele que nele crê não pereça. A salvação do Dem pura seu povo é sua mais prolundae lantastíca demonstração dc bondado o amor. pois Deus prometeu amar smi povo para sempre. eles o louvam pela maneira como os escolheu e os predestinou para sumrn Olhos de adoção por lesus Cristo.4: 1 lo 3. Sl 118. demonstrado através de toda a história de Israel f 1 Cr 16. mas também representa o falo de que “todas as coisas" cooperam para o bem do povo drt Deus. Ao meditar sobre sua graça a lavor de lodos. Os israelitas repetidamente louvavuru «o Senhor poi seu amor eterno. du ordem ua criação. Sua bondade. Essa grande obra de salvação ó (eita "segundo o seu beneplácito que propusera nm Cristo" (v.Dous. quando aplicados o Deus. em que Cristo morreu por uós. quandó pediu perdão po)o povo de Israel. 9). Al 17. pelo seu muito aiuor com que nos amou. João 3. é mais evidente em seu ainor e fidelidade paru com sou povo. Eles também experimentara o amor divino em seu cuidado providencial." (2 Gr 30. nos vivificou juntamente com Cris­ to (pela graça sois salvos)" (Eí 2 4.191 O próprio Dous.13.

ele se tornou a m i n h a salvação.91. Os profetas olhavam paro o futuro. Quando seu nascimento foi anunciado.15: 24. Á promessa que Deus faz ao s e u povo é que “quando domarem ao Senlior. todos conhece­ ram a atividade salvadora e libertadora de Deus. Sl 111610). se não querem receber juízo. Isaías olhava adiante. Assim como precisavam de uma redenção física e libertação. As profecias concernentes à salvação do povo de Dous.1 1 ). da mão de Faraó. mencionados no AT. 34.5: 15.21: 4 3 .. Ainda que te iraste contra mim. para o dia do advento do Messias. essa atitude.22. chega ao seu grande clímax uom o advento daquele que seria chamado cie "lesus. para o dia em que um Salvador e Redentor viria para o povo de Deus: “O Redenlor virá a Sião e aos que se desviarem da iransgres são em Taco.35.34-36. que mostra os acontecimentos no deserto para os que "es­ queceram seu Deus": "Pondo*os ele á morte. soberano o justo. Os 13. Dous justo o Salvador uno hii além do mim" (Is 45. As vozes. O Senhor Deus é a minha força e o meu cântico.211. ao Levá-los do Egito para Canaá. 1 1 .1-3.4).20). rei do Egito” (Dt 7.8. e tu me consolaste. voltavam. que os Livrará” (Is 19. entretanto.151. O êxodo do Egito tornou-se o grande evento na hislória de Israel.8). ls 54. A Libertaçfto do Egilo. eu tão o procuravam.10). Dt 0.6: Zc 0. Sl 31.43. Dous redimiu seu povo do Egito porque o amava: “Mas porque o Senlior vos amava.5. a tua ua se retirou.). de Zacarias e do Maria. veja Jr23. õ Senhor.20J. O pró­ prio Dous mostrou a sua obra salvadora. atividade salvadoni e redentora imediatamente dominou as palavras dos anjos. diz o Senhor” (Is 59. "Redenlor' e "Salvador".5.47.46. Lembravam-se de que Deus era a sua rocha. Toda a 'história da salvação”.3. e esperava fidelidade b serviço do sou povo nídimido (Dt 13. corno alguns a têm chamado. etc. Jesus foi o cumprimento de (ais promessas. o Senhor vos lirou mm mão forte. Uma lição necessária à compreensão de Iodas as pessoas e que somente Deus é Todo-poderoso. e para guardar o juramento que fizera a vossos pais. 18. o povo de Israel voltava-se para outras nações em busca de proteção e salvação. porque ele salvara o sen povo dos pecados deles" (Ml 1 . 68-75. invari­ avelmente falhava.Os homens e mulheres fiéis. de que o Deus Altissimo era o seu Redentor* ISl 78.26. Vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação” |ls 12.DEUS como "Libertador". ole lhes enviará um salvador o um defender. 2 . 59. o único que pode salvar "E não há outra Dous sonão eu. 144 . 45.26. confiarei e náo t e m e r e i . 30-32. lanto nas batalhas como no perdão dos p e L a d o s. os israelitas neces­ sitavam também de perdão dos pecados: nisto também o Senhor provou ser o Salva­ dor e Redenlor do seu povo. portanto.34. e de madrugada buscavam a Deus. Louvavam o seu nome pelo seu perdão e sabiam que podiam submeter-se á justiça de Deus e que Ele os salvaria (Dt 21. I Cí 16. sáo anexada* às promessas dt) perdão de pecados e salvação do juízo de Deus. tanto «la nação como dos Indivíduos. que ofereceu às gerações futuras uru memorial e uma ilustração da salvação e redenção operadas polo Senhor. veja também 1 Cr 10. 44.2 1 . Ambos necessitam de perdão. com o advento do roi da linhagem de Davi. ao passo que o Senlior ensinava que somente Ele tira o Salvador (Dt 32.1-12). Ele era ú Deus Salvador que veio a Terra para salvar e redimir. porõm. proporcionou também uma adverlôni ia. por causa dos opressores. quando o povo o louvaria: “Graças te dou. e vos resgatou da casa da servidão.18. Is 17.15-24. Aquele acontecimento histórico proporcionou ás gerações luturas uma evidência de que Deus tem o poder para salvar e libertar: essa verdade toruou-se a base em que podiam apelar para o Senhor salvá-los o livrá-los novamente em outras situações odvorsus (Èx 6 6 . Certamente Deus é a minha salvação. Lc 1.

19. os vocábulos “. ao lazer dele o seu povo peculiar e ao udotã-lo amorosamente como pai.28. geração perversa e depravada é. 18). Judas 25 expressa o louvor a Deus nomo Salvador por meio de lesus Cristo: ‘Ao único Deus. domínio e poder. Dous então mostrará a Israel seu cuidado e seu amor: "Guiálos-ei aos ribeiros do águas. para um lempo em que o Senlior será o Iki de um filho que corresponde. Sua obra salvadora é considerada como ttín aconte­ cimento realizado em ires tempos: passado (na cruz. se porventura desprezar seu Pai (v. Tknto este profeta como jeremias. meu primogénito. quando os crentes foram “justi­ ficados?^ Rm 5. é Pai. e em ninguém inms. a paternidade dc Deus sobre Israel é mencionada ou subentendida.18: 2 Co 2.24.1: 8. Deus e born e é amar.18) — o que dificilmente seria considerada como uma ação masculina! A paternidade humana deriva de Deus e não vice-versa.6.salvar" © “salva­ ção" níferem-se a toda a obra salvadora dn Cristo. O fato de Dous apresentar-se como Pai de Israel significa quo tem o direito de esperar em resposta uma sincera comunhão com o filho. Deus exige do Faraó: “Israel é meu filho. olham paia o iuturo. encontrou um povo rebelde. entretanto. como Pai de Iodas as pessoas. pois isso pode parecer uma postura "machista". Acima de tudo. que le fez e te estabele­ ceu?" É o relacionamento pactuai com seu povo que está especialmente em destaque aqui. De fato.DEUS O Deas salvador é revelado plenamente em lesus. FTwieu'0 . até sua glorificação.23.. porque sou uni 145 . 1 0 : At 17. por Jesus Cristo nosso Senhor. e os engrandeci. é Importante notar novamente que Deus é Espuito. Ele é a fonte de Iodas as coisas e. assim.5.6 ). Deus e ocasionalmente referido. Deixa ir o meu filho" (Éx 4. Portanto. mas eles estão revoltados contra mim". dos cristãos. morle e ressurreição.9. o Senhor tem o direito de ser obedecido. glória.9). num sentido genérico. Amém". que le adquiriu. antes do todos os séculos. desde sua anuamação. devidamente entendido. nesse sentido. cometidos pelos pais humanos. Os 11. presente (com a operação progressiva do Espírito Santo na vida do crente. De íato. Deus udverle Israel de que será rejeitado. majestade. 1 Co 1. E assim que recompensas ao Senhor. ele é o Pai de seu único Filho lesus Cristo Numa época em que muitas vezes se pergunta se o Senhor realmente deveria sei chamado de "Pai".2! "Criei filhos. e isso é d sua mancha. Por exemplo. pois elos são geradas por Ele (Ml 2 . na esperança de receber de volta amor e obediência IM1 1 .15) e futuro (no ilid do julgamento.9). lemos sobre o Pai como 0 Deus “que te ge­ rou" (Dl 32.29: Hb 12.10). N'ele. Deus diz em Isaías 1. receberá a proteção do Se­ nlior. nosso Salvador. El 2. Como Pai. é totalmente eirado descreve-lo como masculino ou feminino. Chamar Dous de "Ptii" sem dúvida é correto do ponto de Vista bíblico e. agora e paia lodo o sempre. povo louco e ignorante? Náo é elo teu Pai. quando os crentes serão salvos da justa ira de Deus e serão glorificados: Rm 5. S eg an ­ do.1).8: 2 Tm 1.9 10 : At 4. Lamentavelmente. portanto. Deuteronòmio 32.O Senhor toma (cria) Israel. é também "Pai". Israel é o seu “filho primogénito" e. O Deus Pai Conforme já vimos.12: Hb 2. há salvação (Lc 3.10). A medilaçao sobre quem é o Senhor sempre tom Invado ã doxologia.22. por caminho reto em que náo tropeçarão. Assim. É o Pai da criação de Israel — o povo da sua aliança p . no processo de santificação. jã não sõo seus filhos. tom muito a dizer para corrigir os muitos abusos que são presenciados atualmenle. se obedecer.6 dá alguma indicuçâo desse relacionamento: "Corromperam-se conta ele. ua maior parte ilo tempo.

e ainda ano se manifestou o que havemos de ser. O acesso a Deus como "Pai" só é possível por meio (le Cristo: "Ninguém vem ao Pai. Gl 4.25: I Jo 4. para que também r. que esta ao lado do Pai. mediante a qual podem utilizar o nome mais pessoal de "Aba" fPapail. quando receberá novamente “a glória que me deste. a rocha da minha salvação. e o Deus Fillio. porque assim nomo é. El 1. O salmista destaca Rsse lema. É importante notar que em ambos os textos a "filiação'' também está intimamente ligada â he­ rança. Assim como Jesus. Mas sabemos que.27) Posteriormente essas paisagens sobre o filho assumiram um significado messiânico.DEUS pai pura Israel. é quem o revelou” Em .8. De fato. para o advento do rei ungido da linhagem de Davi. porém. disse Jesus (Jo 1 4 ..26). mas essa não é a único origem. e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo.om ele sejamos glorificados" (Km 8. é a condição de ''ado­ ção" de filhos (Rm 8. e m sou batismo: “Então ouviu-se esta voz dos céus: Tu és o meu Fillio amado em quem me comprazo" (Mc 1 1 II. Como Pai e Deus da Aliança..Ul).6^0). Antes. O Senhnr é n Pai de todo o que lom fé em Cristo.1U. 24. mo invocará. Paulo diz que os filhos adotadns soo “co-herdeiros de Cristo. ó Senhor. Por exemplo.51.0). de uma maneira especial. Parte da pleni­ tude da salvação. o qual é descrito c o m o “o Filho unigénito de Deus" (veja fesm ). que fôssemos chamados filhos de Deus. Esse relacionamento eterno é indicado em João 1. o veremos" (1 Jo 3. e a minha aliança lhe será firme" ÍSI 80.26. como "pai". Senão por mim". NOs somos o barro. "Mas agora. é herdeiro da glnria de Dous. mais larde foram aplicadas a Jesus Cristo IAl 13. serviu apenas para confirmar publicamente o que já era verdade. Esta filiação esta relacionada uo seu nascimento virginal (Lr 1. liizoodo. pois Jesus lhes revela (Jo 14.João 17 Jesus dirige-se o Deus como "Pai” o olha para o futuro. ao dirigir-se a Deus (Rm 8.0). E somos mesmo seus fillhos! O mundo não nos conhece porque dão o conheceu. É possível para lodo o que cré em Cristo conhecer o Pai (Gl 3. a única resposta apropriada por parle do crislão.7 diz: . Isso lambém aponta o c a m i n h o pura a filiação a Deus para lodos os cristãos Deus corno Pai de todos os cristãos é o complemenlo de sua paternidade a ser mencionada aqui.14-17. 63. quando as pessoas olhavam para o futuro. é o louvor: ‘Vede quão grande amor nos concedeu o Pai. somos lodos obra das luas mãos Náo le enfurnas lanlo. “Eli. veja lambém 45. e Efraim ó o rnou primogénito" (Jr 31. Olha. De ialo. Um lilho humilde admitirá que o Pai tem direitos. eu hoj© te gerei” (veja também Sl 80. nos le pedimos.5). como “filho".rPfncluiiiami o decreto do Senhor. ele responderá. pois ele represenla o poVòi A aliança que o Senhor fez com o rei Davi estabeleceu que Deus seria o ‘ Pai” dos descendentes dele: "Eu serei seu Pai r ele será meu filho”. O Pai onuncin claramente a condição de Jesus. Deus é "Fiai" unicamente de Jesus.0).J1. quando seu filho chamar. tu és o nosso Pai. o Filho. O meu amor lho manlerei para sempre. 0 NT Inditta uma comunhão permanente entre o Deus l^i.33: Hb 1. 0 Senhor. diante da idéia de ser feito lilho de Deus.16).9. num perpetuamente te lembres da iniquidade.35). o Salmo 2.17J. quando "le se manifestar sere­ mos semelhantes a ele. Ele mo disse: Tu és meu Filho. tu és o nosso oleiro. Novamente. Tu és meu poi. meu Deus. 146 . náo as digo por mim mesmo. é o Pai que está em mim quem faz as obras" (v. lodos nós somos o leu povo" (Is 64. Amados. 6 ) . se é certo que com ele padecemos.26-28)i Deus lambém é o Pai do rei de Israel. Cris­ to muSLrou o Pai ao mundo: "Não crés tu cjue eu estou no Pai. aplicada aos crentes pelo Espírito Santo.23. Isso. agora somos filhos de Deus.1 2). porque me amasle anles da cria­ ção do mundo" (vv.18: "Ninguém nunca viu a Deus mas o Deus unigénito.

É "un nome de Jesus” que os apóstolos curavam e a Igreja orava (At 3. a Uanscendênda e a presença do próprio Deus. Até o mesmo o rei Davi lutou “om nome do Senhor’ (Dl 18. etc. mas isso significava que falavam e operavam com sua total autoridade e poder por Irás deles. vários nomes específicos sáo airilmídos ao Senhor na Bíblia e nos ujudum a enlendê-lo me­ 147 . paia Lembrar os textos do AT que se referiam a tudo o que Deus ê.7. então tudo o que perlenc. É uma frase que sintetiza o que nunca pode ser lotolmente resumido — ou seja. Assim como a autoridade e o poder dp Deus são vistos em seu “nome". 3.seu nome em vão" ifex 20.DEUS Os nomes de Deus Enquanto dos modernas culturas ocidentais o nome realmente só é usado paia distin­ guir uma pessoa do outra. os registrados na Bíblia são utilizados para representar totaJmenle a pessoa ou indicar aspectos de seu carãler ou de seu objeiivo na vida (veja seção Os nom es e seus significados na Inixodução). Tg 5. o "Nome" de Deus está presente no anjo enviado para li durar o povo de Israel.13J. mencionados do mandamento anterior |amais deve sei invocado como uni poder mágico ou ser reforido muna adoração que não é centraliza­ da exclusivamente nele. amoroso e fiel. Jl 2. Assim. Em adição a essa maneira abrangente de relerir-se ã plenitude de Deus.6. É “no nome de Jesus" que as pessoas são desafiadas ao arrependimento. Quando a Lei diz: "Não tomarás o nome do Sonhor teu Deus em vão.21. por meio da qual o Senlior de alguma maneira era experimentado ou visto na presença do anjo (veja Teofanias).24.su pode ser visto mais claramente do que ua expressão "nomo do Senhor” quo ooQtre aproximadamente 100 vezes nas Esirrituras. não quer dizer simplesmente que as pessoas aprenderam a usar o nome "Senhor". é claro.9). O texto indica que elas começaram n adorar ao Seidior por tudo o que Ele é. 1 Ks 18. balismo e a receber perdão A fó precisa ser “no nome de Jesus" (Al 2.).20). Se o nome ê de Deus v Jesus é chamado pelo ‘‘nome’’.21). 1 Sm 17.45. em toda a vida e vê-lo como o Deus soberaDn o transcendente que é: pessoal.2). È interessante notar que no NT o "nome" pertence a Jesus.2(3 cllz: "Foi nesse tempo que os homens começaram a invocar o nome do Senhor’. u mesmo aconlece com Jesus. Não pode ser tratado da mesma ma­ neira que os ídolos pagãos. Quando a Bíblia fala em "invocar" o nome do Deus.20. Dessa maneira. A lei afirma que o próprio Senhor Dão dtsve ser considerado com desdém.7). faziam isso mediante a invocação do "Nome do Senhor dos Exércitos” (2 Sm (5. Em uunhem nutro lugar ii.32 com Atos 2.11: Sl 17. Cristo lambém è (compare ]oel 2.17. O Nome Quando Génesis 4. geralmente é num contexto de exortação para se adorar ao Sonhor totalmente. que está presente etn todas as áreas de seu domínio (2 Rs 5. Em Éxodo 23. claramente tem "m mente mais do que as ocasionais expressões irreverentes [embo­ ra. Também e correto concluir que tal ser trata-so de Uma "teolania". 22: 21. suu proibição esteja incluída no mandamenlD). pois o Senhor não terá por inocente o que tomar o .118.5. o próprio Deus. Quando os israelitas desejavam afirmar a presença de Deus com a Arca ria Aliança. uma inferência ao “Nomo" do Senhor leva consigo uma indicação da pró­ pria natureza de Deus. não que eles alegassem ser Deus.14). Salomão falava em consiruir um Tfemplo “mo nome do Senhor" (1 Rs 8. Romanos I0. 0 nome é um meio de descrever u plenitude. Fazer alguma coisa no “nome do Senhor" é realizar algo no lugar dn próprio Deus ou lazer com todo o endosso de sua presença e pm obediência à sua ordem.R a Deus está em Jesus e tudo o que Deus é.10: 9. Dessa maneira. os sacerdotes e tevilas mimsUavam "no nome do Senhor’ e os profetas falavam uno nome do Senhor".32: S í 3.

Ele é totalmente distinto das pessoas criadas.Sanio" ou “o Santo de Israel". veja Senhor. A lorma plural indica a plenitude do Senhor. Outros textos falam sobre Deus comr» “o . 22. Disse muis: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós" (Èx 3 1 4 : veja v. Este termo era utilizado em outras culturas e religiões para des­ crever uma grande divindade.il lei a frase “O senhor senhor ’! Assim. Náo é fnr.16. Foi Ele quem se apresentou a Moisés e ao povo de Jsrael através das gerações como o Dou* dn aliança. tem sido corra tumente chamado de ”o nome da aliança de Deus”.outros deuses. etc.). Um nume Comum usado para a Sonhar e geralmente traduzido corno “Dous” (Elohim o o forma plural). Som dúvida.3 ).4. o que sempre seria íiel ãs suas promessas em favor do sou povo. portanto. Isso apresenta algumas dificulda­ des na tradução.12. 18. geralmente traduzse como "Sonhor Deus" (2 Sm 7. atribuir louvor ao sou nome o diferencia-lo dos deuses pagãos. Foi por este titulo que o Dous de Abraão. O nome em si é derivado do verbo hebraico “ser". Gu 35. que geralmente é traduzido como “Se­ nhor”. O vocábulo El” lambém aparece em formas como "El Shaddui” (Dous Todo-pode­ roso”.1. Quando rolaciouado a Deus. em nossas versões da Bíblia em Português. “o Dous do Abraão. 2 Sm 22 3.DEUS lhor. o Deus de Israel) (Gn 3:t-20). Sào usados para descrever d Senhor. geralmente é usado juntu com o nomo \fthweli. 47: Sl 62. El.3) A forma plural às vozes refere-se a . Ex 8. luizes 6. Moisés imaginou pessoas que lhe perguntariam pelo nome do Deus que lhe apareceu. . os seguidores fiéis do Senhor já o conheciam por esto nomo autns da revelação tia sarça ardente. em sou ser (Nm 23. Com o significado de “Senhor” ou “Mostro”. Isaque e Jocó”: o "Deus dos hebreus” (Èx 3.15.8: Dn 7.38). significa algo como “Ele é" ou talvez "Ele truz ú existência”. no artigo sobre Abruão). “El Belel" (Dous do Betol.33. 15). veja também Sl 90. A d o n a i (Senhor).:t). Gn 21. | . Elohim. Foi sob esle nome que 0 povo da aliança adorou a Deus.). 56. [Deus. Paru mais detalhes. No NT. os cristnos entenderam que o Sonhor da aliança ora lesus Cristo o. muitos outros termos aplicados u Dous são adjetivos. porém. embora o lermo esteja uu plural.19).24 diz que “o Senhor é paz”. Isaque e Jacó escolheu revelar-se a Moisés (Êx 8 . mas também e usada na lhblia pura o único Deus. o “Deus dos douses". Na Bíblia. eles enfatizam aspe«:tos da natureza e do caráter de Deus. a fim de afirmar o enriquecer o que já foi mencionado anteriormente.3.7: Ht 1. voju a seção "O Deus de Abraão". Yahweh (o Senhor). é claro. Gn 17. o título "YahwelT trazia uma declaração da existónciu contínua dn Senlior e sua presença permanente com seu povo. “Deus dn ver dado” (Sl 31.2). entretan­ to. “El Elyom" (Deus Altíssimo: Dl 32.7): e “El O lan f (Deus Eterno. quando voltasse puru sou povo. Yahwnh.18. Rocha A fidelidade.28: Is 28. a fim do estabelecer um elo no AT entre a sua santidade e a necessidade do que o seu povo seja 148 . u confiabilidade e a graça salvadora do Deus du aliança são ocasionalmente descritas por melo do epíteto “Rocha” (Dt 32. assim idéias e atributos do AT que pertenciam a Yahwfíh foram trazidos e uplicudos a Jesus. Embora algumas vozes sejam tomados como nomes. Nus Escrituras. Para uma discussão mais detalhada do grande significado deste nome. “Deus da glória” (Sl 29. Como o nomo revelado de Deus.5) e. 0 Senlior lhe respondeu: “EU SOU O QUE SOU. o nome éaplicado ao unira Deus — "El E lohe h r o t r . O vocábulo Yahweh. Outros nomes.A raiz deste vocábulo provavelmente significa "poder". mas com Moisés há mais revelações du fidelidade de Yahweh à aliança e de sua comunhão intima com seu povo. etc. Elo é o "Deus do céu e da terra” (Gn 24. este tormo é aplica­ do a seres lmmanos em posição de autoridade.8: etc. Diferentemente de lodos os “nomes".

contudo. é interessante untar que o Senhor refe­ re-se a . Muitos textos sugerem urna identificação do Messias quo virá com o próprio Deus.O puno de lundu do problema com o nome "leová" é explica­ do no verbete Senhur. entra uniras Jeová. portanto. leová deriva de uma leitura equivocada de Yahweh. Em­ bora algumas pessoas neguem seu significado." (Gn 1 . A Trindade () cristianismo tradiciouiiimente argumontn quo muitas evidências bíblicas revelam Dous em tiês pessoas distinta* Para alguns.si mesmo com o lermo plural “elohiin” em certas passagens. eles alegavam que Jesus blasfemava. Esle termo é pouco d lado nas modernas versões da Bíblia. uo AT. "Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem.7.içâo bíblica da "plenitude" de Deus.1014. ijh maioria das vezes. ls 12. Cristo per­ doou os pecados do paralilico. Outros grupos estão total­ mente tora do ensino bíblico o entram efetivunionte no mundo lio trileis-mo. 1 2 -2 1 ).10.10. portanto. ou colocam-se vogais o assim lè-so ihhi\-Bh (o que alguns colaboradores deste volume tèm feito).J. os cristãos sem pré creram que somente ele pode lazer justiça à revel. é Deus quem cria. Ele será chamado de Deus Poderoso. É suficiente dizer que. em nossas versões. Sl 2 : etc.2 0 . Deve. onde a sabedoria do Serdiur é personalizada como o próprio Deus que opera uo mundo.4). o Espírito Saulo ê identificado como Agente de Deus. 3.61 Algo semeliiaute ocurre em Provérbios 8 . os cristãos apontam indicações que pressagiam um ensino mais detalhado no NT. otJ negavam que houvesse distinções entre as três pessoas.1-3). Is B. fesus então demouslrou sua autori­ 149 ... Em Génesis 1 . "o Senhnr ú minha Bandeira”. Alguns sugerem que "o anjo tia Senhor1 ' lambém deve ser identificado com Deus « ainda assim é distinto dele (Êx 3. Esse tipo de evidência espera por sua . como.8 | . Muitas passagens conduzem para a pluralidade relar ionada com o que e o “unico Dous". Embora o lermo “trindade’7 não seja mencionado nas Escrituras. por meio de sua Palavra o peln snu Espírito IGn 1. Realmente. em hebraico.6).DEI IS saulo (jó 6. Mas indicações lambém estão preseules na compreensão da própria criação.22: 11. ser mencionado aqui OOroO um nome quo ainda sobreviva em algumas traduções. algo que os escribas acreditavam que somente Dous era capaz cie fazer.2-0: veja lambém /In/o do Senhor). ao lenlar passar por Deus Por exemplo.interpretação mais completa no NT (veja também Teofanias] No NT.7. A h istó ria da Igreja é permeada peio surgimento de seitas que náo reconheciam Jesus Cristo como Deus ou que se recusavam a aceitar a visão Irinitai ia do Senlior: outras náo viam um dos componentes da Trindade como totalmente Deus. As vezes essa roferòniia no plural parece ainda mais notável. Pv 9. o “Sonhor Todo-podeitiSú”. Dous também é conhoaido coma o “Rei" (veja Rol). leila de lorma explícita com o uso de verbos e pronomes nas pessoas do plural: por exemplo.0. tal definição rio Senhor tem causado sérios problemas. é Iradu/ido como Senmok. o tenno YHWH aparece r. era uma blasfémia. na oração da “Sliam a " (Dt 6. Existe lambem uma personalização fia “Palavra de Deus" que criou os céus (Sl 33. Em Isaías 03. por exemplo. concede vida e envolve-se com a própria criação (principalmen* te Pv 8 . aspectos da doutrina da Trindade surgem primeiro quando os discípulos e seguidores de Jesus reconhecem as obras e as palavras de Deus nas a ti ludeS de Jesus. Começando com o AT. governará em completa aoburani» e será eterno — atributos divinos |Is 9. o problema dos líderes religiosos daquela época loi justamente que algu­ mas das coisas que Gris lo lazia e dizia só seriam feitas e ditas por Deus. uma noção ueguda explicitamente na BíbUu.

Hb 1. 58. do Filho e do Espírito Santo na viria do cronte (El 3. ondo a confissão da fé em Crislo é provada como coníissão de íé em Deus. mas apenas um Senhor. Os cristãos estão convencidos do que negar essa doutrina é renunciar à clara evi­ dência bibLica sobre o próprio Deus l.5 geralmente e destaca­ do por alguns teólogos. que é Deu» sobre todos.1-14 fala de Cristo como preexistente. revela a si mesmo em sua Palavra como um Deus pessoal. Deus oonosool e aluanle 150 . Sua alegação de pertencer a Deus e ser e n v i a d o por EIr ( v v .). etc ). João fl ê especialmente esclarecedor sobre essa questão e Ira?.3K-41 (cf. Jesus aceitou a confissão de Poeiro de que Ele era o Crislo IMr. Voja também a obra do Pai. veja João 12.19 é em nome das três pessoas da Trindade. etc. 1-1. Pelo contrário* estabelece as fronteiras.9. do partir pura um lugar desconhecido dns líderes religiosos (v.9-1 1 (cf. intimamente combinado com o uso da expressão “Eu Sou" e sua declaração de ler existido anlesde Abraão (w.23). Joao 1. Mc 3. verdadeiro e íntegro Deus é nivelado como o Pai. por exemplo. Tal ensino.apli­ cam a Jesus o nome de Yahweh do AT (Senhor). etc. O mencionado em Mateus 2B.29. mas provavelmente a leitura deveria ser essa. As Escrituras revelam uma figuia de Dom em Lrês pessoas e a Isso nós chamamos de “Trindade”." Iveja também Gl 2. implica cun modo de exislèoria longe do que nossa mento humana posso entender. É o Deus presente com seu povo (Emanuel. a idéiu do Dous trino é no mínimo ímpLícila nos textos do NT. no NT. I’or exemplo.□EUS dade divina. neslo contexto. 12. É poi esta razão qup todas as analogias humanas invariavelnumle fracas­ sam quando se trata de explicar o que significa a Trindade... Assim como o Pai enviou Crislo.30. R. “Cristo.3.20. uma série <Je declarações feitas por Jesus. Existem lrês pessoas.4. ele. C. no AT.. Sproul). Sáo também interessantes os passagens da NT oudo os osairitores apostólicos. Is 6. Em muitas passagens bíblicas.14-19).. Isso exige que sejamos fiéis à revelação bíblica quo em um sentida Deus é um e num sentido diferente elu é Lrós” (R.13* 17).10. 59).9-13. 23). bati/ando-os em nomo do l^ai e do Filho e do Espirito Santo" (Mt Em todo o NT. 2 Co 3. Is 45. 24 2 M . seja louvado. fora das quais não devemos andor.17. a Pai e 0 Espírito Santo (Ml 3. tudo iisso ocasionou uma acusação de blusfêmia e a leutaliva de apedrejamento — u puuição par» aqUela transgressão fv. ao curar o homem completamente (Ml 9. Conclusão O Deus da Bíblia é revelado como Eterno. Atos 2. embora exisla um ensino claro tanto no AT como no NT de que Deus é único. pois trazem o enteuiliruenlo do AT sobre Yahweh ou aplicam declarações concernentes a Yahwtth.li. sn náo explicita. Vários lexlos merecem um exame cuidadoso. são apresentados como seres divi­ nos.T m escritor resumiu o ensino bíblico dessa maneira: “ A doutrina da Trindade náo explica plenamente o misterioso caráter do Deus.2 «fi|. O Espírito Santo lambém é visto como Deus (veja Al 5 . Jesus releriu-se aG Espírito Santo como "outro Consolador”. Ele mandaria o Espirito Santo (Jo 14. um Deus justei. Romanos 9.]. amoroso e soberano.9. ambos.34-36. e a Jesus. 1 Coríntios 1.10). Filipenses 2. fu 15. Transcendente.. Onipotonte o Onisoienle. 14). o Espírito Santo e Jesus.31. quando apresentado em conjunto...10| e alegou ler "todo" poder e autoridade antes de íazor uma das principais declarações Unnitàrias da Bíblia: “Ide.15-23). poi uma referência que aponta para o AT e menciona Yahwfíh. Veja. o Filho e oEspuito Santo. Romanos 10. Também é descrito como o Criador de lodo o Universo e rias pessoas e. O balismo de Jesus envolveu O Filho. O Pai não é maioi do que o Filho e ambos são distintos do Espírito Sanlo. Majestoso.29.

Embora seja um Deus santo. agora e para lodo o sempre. está presente. àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar.-10. da mesma maneira que recomen­ da outros obreiros em ouiras referências (1 Co 4. O texto em Filipenses mostra que a função formal existia. sincero. Os compromissos do diácono eram confinados a unia esfora bem específica. que diz que ele deva primei­ ro ser provado e depois nomeado diácono.rca totalmente em seu pecado. gloria.8-14. Amém”.). Al 13. Existe outro texto potencial. Vela Satanôs. majestade.1 refere-se ao cargo há o fato dn que Paulo faz o tipo de recomendarão oficial para que a igreja a receba. A habilidade que denlonslravam no governo da própria lamíha seria vista como um teste de sua 151 . o Filho de Deus.1 que merarnenti: o cito. D IABO . náo dado a multo vinho nem interessado por ganhos desonestos. e 1 Timóteo 3. D IÁCO N O . Diakuiioa]. e apresentar-vos jubilosos e imaculados diante da sua glória.nle i?m sua vinda aqui na Terra. Sua graça salvodora é vis lo darom«. especialmente para descrever qui*-m tentou Jesus no deserto. não permite que n mundo se pp..i. devi» conservar o mistério da tá com a consciência pura Deve sei man­ do de uma único mulher ser capaz dc governar seus filhos b sua casa. P. domí­ nio e poder. embora seja transcendente. P.DIÁCONO em ioda a criação. ao único Deus. por Jesus Cristo nosso Senhor. Esle termo aparece com maior frequên­ cia d o s evangelhos. etc. antes de lodos os séculos. A posição social ou a necessidade de preencher uma vaga não deveriam ser razões suJlcienles para que alguém fosse escolhido. Jesus. Rua apoiai a alter­ nativa de que Romanos 16. Romanos 16.s isso não esta bem fundamentado. Isso quer dizer que apenas dois textos m encionam a função: Filipenses 1. O texto parece referir-se a uma circunslância especial e não à instituição de uni car­ go específico. embora de modo algum seja absorvido por da. O problema é que o termo usa­ do ah é o mesmo tanto para a função como para reler ir-se aos servos dp modo geral (gr. wm contraste com o responsabilidade lolal por toda a comunidade. veia para ser o Salvador e Redentor da humanidade.1. Muitas pessoas tentam ligar o origem do função de diurono a Atos 6 . nosso Salvador. Vocábulo usado regularmente no NT para designar Satanás (Ap 12.10. Esta dádiva é experimentada por meio de sua Palavra la Bíblia) e da presença do Espirito Santo no coração e na vida daqueles que crêem nele. Bca mais claro que todo o suu povo é exortado repetida­ mente a cantai louvores ao Deus Todo-poderoso quo. oia. Quanto mais a Bíblia é lida.12. Essa sua característica tentadora e enga­ nadora parece ser especialmente descaila na palavra "diabo” (Mt 4 . pois os diáconos faziam parte do grupo de lí­ deres a quem a carta é endereçada.3: Jo 13. 1 .9). sem nenhuma esperança de redenção.14-21) . separado e distinto ria criação p rias criaturas. Lc 4.2. O requisito mais importante pode encontrar-se em l Tímóleo 3. curao cartas religi­ ões orientais ensinam. O diácono deve ser digno de respeito. cuidar e salvar. teso mostra que um processo de reconhe­ cimento o do "dfisenvol vimento de lideran­ ça" deveria ser levado em conta.D. como os bispos possuí­ am. pelo contrario. que menciono Febe como diaconisa. revela □ si mesmo como um Deus de amor que solva e redime todo aquele quo o busca. O que (azem os diáconos? O texto não es< larece. o íim de sustentar. p os líderes aparecem calados separadamente dos santos. O lexto de l Timóteo 3 simplesmente menciona qualificações de i aráler que um ancião precisa evidenciar. "Ora.iret e que tinham um popel minisleriol som os o^ponsabilidades lo­ tais do ministério pastoral ou da lideran­ ça sobre a igrpja.

! I digere a presença dp diaconisas (se. 7. o tjue o levou a proferir "palavras maliciosas" contra o apóstolo e seus representantes. Os filhos de lacó então exigiram q u e os moradores da cidade do sexo masculino se submetessem ao ritual da circuncisão. É bem provável que tivessom a responsabilidade por um ministério es­ pecialmente dirigido às viuvas e às mu­ lheres solteiras. pediu ao pai que adquirisse aquela jovem para ser sua esposa (Gn 34. d .21. -justa 1 | . Fingiram concordar coro o pedido dé Siquém. “gémeo”). 2 1 . 12). “Três dias mais tarde. Mais tarde. Era m e m b r o do Areópago. Filha de Lia e jacó (Gn 30. algo quo foi reconhecido até o terceiro áÓDuio. 21 ). pois era um lider autocrático. Io­ dos concordaram (w 18. quando estes são men­ cionados. O fato de seu nome ser menri^ ouado isoladamente provavelmente signi­ fica que era um dos horneus ‘‘de alta posi­ ção” (v. "dois bolos”). DIONÍSIO. irmãos de Diná. o qual expulsava as pessoas quo não coucarda- DIDIM O (Gr. vingança (w. Quando os filhos de Jacó retornaram dos campos e souberam o que acontecera.111. Em resumo. Hamor e Siquém demonstram os proble­ mas posteriores que os israelitas teriam com os ca nau eus que não loram deslruidos quando foi conquistada a ter­ ra sob a liderança do Josué. Pai do Gòroer. a esposa infiel de Oséias (Os 13). O Cilho dela "blasfemou o nome do Senhor. 4b. Ela saiu do sua casa para visitar oulras mulheres da região. ionados com Diná. ter relações sexuais rom ele. l Cr 1. e mataram a lodos os homons" (v. Simeão e Levi.24*.24). 1 B: 20. que funcionava c o m o a Suprema Corte de Ate­ nas e f i c a v a na Colina de Ares fMarie).34). 2 < i DICLA (Heb. Um diácono servifl como alguém que reconhecida­ mente contribuía para o óresclmentir» da igreja local.27. Parer e que exercia in­ fluência perniciosa sobre os membros da igreja. Os eventos rolar. 1 1 ). supõe-se que possuíam alguma. de forma efeiiva. Nome sempre assot iado i om Tomé no NT 00 11. DINÁ líieb. não se referir iis esposas das diáconos). Seu pecado era gostar “dé exer­ cer u primazia’'. j m j . por porte da comunida­ de. Não existem evi­ dências que comyirovem a tradição que diz ser Dionisto o primeiro bispo do Atonas d que foi martirizado durante o reinado de Doniicitmo. 15).2 ) (veja lbmé\.DlBLATM qualificação para um m inistério mais amplo: por isso. Veja tamiiém Dnmnris. prín­ cipe da terra. tomaram cada um a sua espada. Um dos que se converteram por meio da pregação de Piaido em Alenas (Al 17. 25).c . DIBRI Um homem da tribo de Dã. entraram inesperadamente na ci­ dade. quando o s homens estavam doridos. A ideia de que o Lexfo rofere-se a diaconisas é apoiada ua atisftncia da discussão similar sobre a "es* posa do bispo*. ficaram fuiiosos e planejaram uma. D IÓ T R E F E S .13). onde o apóstolo pregou. porveniura.1 -4). Foi vista por Siquém. habilidades “administrativas” para liderar outras pessoas.4 . Ele a agarrou e forçou-a a 152 . h. pelo que foi a p e d r e j a d o fora do acampamento (v. lilho de Tlamoi. A função é o reconhe­ cimento formal. o diácono simplesmente é alguém que se constllui em um servo efelivo e é reconhecido pela igreja para agir desta maneira. onde João O recrimina por não rece­ ber sua caria nem gostar de acolher os ir­ mãos ua fé. i<qual estuvii disposto a fazer qual­ quer coisa para casar-se com Diná (v. Mendouado em :i |oáo 9. "palmeira”). do alguém como um ministro da igre­ ja. DIBL AIM (Heb. 1 Timotno 3.10. dois filhos de Jacó. e o amaldiçoou”. Descendente de Sem e filho dé loctá (Gn 10. no sentido geicd do lermo. Sua f i i l i a Selomite casou-se com um egípcio (Lv 24.

1(5. DODAI (Heb. 1 . O problema do prim eiro provuvelmoDte seria a quesiõo dn autoridade apos­ tólica. 4 1 ) . O edomita disse-lhe que vira n filho de fpss*> em. Líder do clã dos horeus e filho de Seir iGrt 36 2 1 . ludia. por meio da oração do apóstolo Pedro fAl 0. Após morrer. 20-23]. por terem colaborado com Davi.d x j . Veio de Maressa e era pai do profeta Eliezer. enconlrou-se com Saul. Provavelmente es­ lava presente com o marido quando Pau­ lo falou com ele sobre a fé em Cristo IAl 24. pai de um dos ”três heróis” de Davi. 1 .36-39). esse edomita raalou 85 sa­ cerdotes e massacrou os habitantes de Nobe 11 Sm 22. D O D Ó . de ludá ( 2 Cr 2 0 . “Disá '1 (Gn 3 6 . DISÃ |Heb. Foi in­ capaz de ouvir o conselho do sumo sa­ cerdote e chegou ao ponto de matai. o qual perseguia Davi. O rei reuniu todos os sacerdotes do Nobe.38-42).42). "Disà*‘ (Gn . p .c. O apóstolo João faz um contraste de­ liberado entre Diótreíes e Demétrio. 1 Cr 1.1). Isso se tomou uru problema para Paulo em alguns lugares.9).38. determinado a mata-lo. "seu urnado”). mais larde.Um dos Eilhos do Seir e lí­ der dos horeus (Gn 36 21).24. I C t 1 . "ansioso. Para pessoas como Diólreíes. Aimeleque deu ao filbo do fessé os pões sagrados. Aoítâ. diante de Doegue.281 deveria ser lido como ‘Dlsom" (filho de Anã. D ISO M . Os guardas recusaram-se a levantar a es­ pada contra os ungidos do Senhor Saul então ordenou que Doegue os matasse Naquele dia. p. D R U SILA . t Cr 11. mas es­ perava-se quo todos os obreiros das igre­ jas seguissem o on^mo apostólico. lemeroso').18. d« quem diz que “todos dão testemunho" (3 Jo 32).Uma crente fiel quo morava em Jope. 2. que vivia na regiáo montanhosa de Efraim (jz 30.12. isso parecia uma ameaça para sua posição» algo que devia ser evitado.24) foaefo nos dá algumas informa­ ções suplementares solire essa m ulber Era 153 . 27.n. Elanã. um dos pastores do rei Saul. ficou desolado."bode da montanha’"). Natural de Belém foi o pai de ura dos 'trinla“ de Davi. Da tribo de Issacar. ressuscitou deulro os mortos.19). Eslava presente em Nobe quando Davi chegou com strus homens. procurando comida. Quando Davi sou­ be o que acontecera. O próprio Dodai era lambém comandan­ te do exército desse rei e ficava de pronlidão com seus homens d o segundo mês de cada ano (1 Cr 11. 2 5 . os quais eram guerreiros exlnunamenip leais (2 Sm 23. DORCAS. DOEG UE (Heb. Veja lambém Ibbila. íoi a terceira esposa do governador Félix.4) Também era chamado de Dúdô (2 Sm 23. que. que talou contra o rei Jeosafá. 2 6 . 3 7 ) . Fillio de Aná e neto de Seir. e ordenou que fossem morío. Seus filhos também estão listad os (Ga 3 6 . por cousa da aliança quo fizera com o rei Acazias. mais interessa­ das ntf promoção pessoal. cul­ pando-se pela morle de todos os sacer­ dotes |w. Sua irmã era Oolíbama [esposa de Esaú).os representantes de Deus. Eleazar. Esse massacre é lem­ brado na dedicação do Salmo 52O incidente mostra como Saul eslava afastado da adoração ao Senlior.cDisom”. DO DAVA. bderados por Aimeleque. foi o pai de Puá e avô do juiz Tola. Seria imprová­ vel que ura apóstolo ausente fosse tão influente quanto um brler local. Edomita. 1 Ci 1. 2 .9). Nobe 11 Sm 22.DRUSILA vara com ele e demonstravam disposição para ra^her pessoa» como João. O contraste é vivido entre esse perverso rei e o jovem Davi. que aguardava pacientemente o momento em que o Senhor o levaria ao trono.s. de birnel.26). 2 8 ) deveria ser lido como . cí.

DUMÁ. em 70 d. versão otd inglês Iraz l> uonu. uma localida­ de chamada Delr ed-Domoh. Não hã nenhuma indi­ cação de que nla tenha seguido a fé cristã. teve uni filho' com ele. 17 (Nota do Fradutnr) 154 . Jtthoiachin no v. Nelo de Abraão. ulgunS sugerem que ficava próximo a Hebrom. o qual morreu na erupção do vulcão Vesúvia. Embora o lugar não esteja claramenDi identificado.Dl JM Â a filhn mais riovu do Horodes Agripa 1.C.14) Era Lider tribal. ’ A . era d sétimo fi­ lho de Ismael e o progenitor do |:iovo quo viveu em Duma (Gn 25. FálLx loi seu segundo marido. ( hamado Agripa. Bere-nico ura nrrui de suas irmãs. Nasceu em 3íi (LC.

Um dos oficiais da corte de Zedequias.33). 2. 2 .E EBAL. Sacerdote que serviu ao Senhor.c. "através1 ').15). onde instigou unta rebe­ lião conlrfi Abimeleque (\z 9:28-35). Esse nome e também 155 . era levita 6 líder de um clã. L.2 2 ). A profecia d e jeremias deixou claro quo SRria uma ati­ tude do desobediência rio povo recusarse a aceitar o exílio. Oulra pessoa da tribo de Benjamim. 2.g. Éden. entrou na genealogia quo vai de Jesus eJo«é até Adão (Gn 10.í.12.16-18).40).30). 1. Filho de Musi. 31 15). Diumili' o avivamento no reina­ do de Ezequias. EBIASAFE.23: 1 Gr 1. 5.25: Lc 3.13. chamado Sobal (Gn 36. É B E R (Heb. ao 1'azê-los d e s is lir da lu la. Eles joga­ ram uma corda o içaram jeremias por mnio dela (Jr 38. Um dos líd eres da tribo da Benjamim e filhu de Elpaal II Cr 8 . 3. anles que morresse. era filho do líder de um dã dos ed omita*. com o mesmo nome (1 Cr 8 . pj. íoi dos que receberam a tarefa de ajudar Coré na dis­ tribuição das ofertas dn povo pelas cida­ des dos sacerdotes. A queda du Jerusalém era iminente. Um dos filhos de Berias e lí­ der de um clã. Ao ajudar Jeremias.4: 1 Ct 1. estabelecido na região de Gileade e Basã [1 Cr 5. “segundo as *uas tur­ mas” (2 Cr 20. Um dos líderes das íamilias que retornaram do exílio babilónico com Esdras.18. E bed e-M elequ e. Veja Abiasafe. alegando que ele desencorajava os soldados. EFÁ (Heb “trevas"). Descendente de Esaú. Ebede-Meleque levava adiante a causa do Senhor. O juízo do Senhor sobre a cidade e sobre ludá estava determinado e não seria evitado por meio da lula armada. O rei então ordenou que Ebede-Mefeque pegasse 30 homens e tirasse a profeta da eislerna. quando 0 povo voltou-se novamente para Deus. era des­ cendente de Sem. sabedor de quo Jeremias fora ati­ rado em ama cistBmu sem água. Este mudouse paia Slqtíém. 1 . se quisessem permanecer vivos. Isso torna claro que confiava em Deus.20) s. “servo"). onde seu nomo é Héber). o qual aparece na genealogia que parte de Beujamim a Saul (1 Cr 8. Depois que Jeremias profetizou que os israelitas deviam dei­ xar Jerusalém e ir para o exílio babi­ lónico. o etiope. pai de Gaal. muitos levitas fo­ ram designados para larefas especificas no Templo. 1.35). após o exilio babdõjiico (Ne 12.1419: 1 Cr 1.21-25: 11. Efraimita. EDER. Era descendapte de Adim b voltuu cnm 50 homens (Ed 8 6 ). os oficiais pediram permissão ao rei para prender Jeremias. quando os bnhilônios finalmen­ te saqueassem a c id a d e (|r 39. ÉDEN. Portanto. EBEOE (Heb. Serviu na adoração no Tlibemáculo durante o reinado de Davi.7-13). Líder de um dos clãs dos gaiiitas.19. Um dos filhos de Midiá e descen­ dente de Abraão e sua esposa Quelura (Cn 25. ancestral de Abraão. por isso. 4. E B E D E M E LEQUE. depois que a Arca estabelnceu-se em Je­ rusalém (1 Cr 23. o profeta prometeu-lhe que não morreria. filho de [oá.23: 24. Pai de Pelegue e de lortã.12). inter­ cedeu em favor dele junto a Zedequias.

os dromedários de Midiã r Efá". com EFAl. Posteriormente. Jose levou seus filhos Manassés o Efraim diante do patriarca. o Senlior fizera com que esquecesse todos os seus problemas. L. 1 2 ). que. embora não exis­ ta nenhuma forma da palavTa. não era lilho de Jacó. 0 patriarca inverteu os braços.81 e sob seu co­ mando ela recebeu e ocupou uma das maiores porções da terra. depoLs que a maioria do povo judeu foi para o nxilio bahUônjoo (v. assegurou a elu os direitos du primogenitura (vv. um grupo de isruelitas uníu-se a Gedalias.37).17).5-10). Um dos seis filhos de Iodai e lider da Iribo de ludá |1 Cr 2. 2 . Um dOs filhos de Midiã. Uma das concubinas de Calebe. Pai de Obede e fillio do Zabade Era descendente de Judá (1 Cr 2. recebeu esse nome porque. nomeado governador de judá pelo rei Nabudonosor (jr 40. 7).18-24). da Iribo de fudá (1 Cr 4. "frulfíero”! Embora seja o progenitor de uma das tribos de IsraeL ele.4. O netofatita. conforme o pai disse. depois da con­ quista de Canaã (Js 16. o mais velho. Gerou a Harã. isso resultou na subdivisão de José em duas linhagens que compuseram as doze tri­ bos de Israel (Gn 49. no cen­ tro de Canaã. onde a Arca da Aliança loi colocada no lempo de Josué (Js 18. Dt 33.47). em Ire os que foram infiéis ao Senhor e ado­ raram ídolos pagãos f I Cr 5. 2 2 ). 2 . 156 .24). Líder de uiri clá e soldado valente ■ la tribo de Manassés.6. ‘‘Fruiiiero’’ é um jogo de palavras com o próprio nome de Efraim. Na bênção de Deutoronómio. e estabeleceu sua capital em Siquém. onde d pro­ le la olha para um lempo em que glória e riqueza virão para Israel até mesmo de Sahá: “Multidão He camelos cobrirá a tua terra. Posteriormente. a fim du que fossem abençoados (Gn 48).8). quando apre­ sentou seus filhos a Jacó. rf. em Efraim. O próprio Josué foi sepuliado no coração desse territorio ijs 24. Jeroboão colocou um de seus santuários idólatras na cidade de Betei (1 Rs 12. Mais tarde.29). Moza e Gazez 11 Cr 2. ele e lodos os que o apoiavam foram as­ sassinados por Ismael> filho de Netuiuas. mas seu neto. O filho mais novo loi chamado Efraim. 1. Par inn período de tempo. cujos filhos estavam eutre os oficiais do exército que apoia­ ram Gedalias. I Cr 1. estava uo distrito administrativo dessa tribo. a idéia da frutificação é novamente destacada. exceto o próprio nome Efraim (Dt 33.17).20). Manassés. descendente de Abraão e sua es­ posa Quetura (Gn 25. mas. Sua lideranga lornou-se evidente no arranjo do acampamento de Israel na marcha do Egito paia a Terra Pro­ metida: elu lideruva as trés tribos que fi1avam no lado oeste (Nm 2.1317). 2 2 . “o frutífero”.50-52).46). naquela época.30). colocou a mão direita na cabeça de Efraim e. EFER. Nu narrativa do nas< imento dos filhos do José (Gn 41.13).33). O Tabernáculo foi erguido no centro religioso de Siio. Estava. entretanto. para a bênção. Embora Efraim nõo seja mencionado especificamente na bênção de Génesis 49. num golpe de Estudo.EFAl mencionado em Isaias 80. 14. dessa maneira. 3.19. Depois da divisão do reino. cidade localizada em Efraim.22-26. Lrõxiii ú e inesperadamente. ao qual foi dada uma certa autonomia. porém. fosué ero dessa tribo [Nm 13. porque Deus o linha lei lo prosperar ua lerra do Egito. Essas bênçãos proféticas s r cumpriram t a n t n uo t a m a n h o como no poderia da tribo de Efraim e também em sua localização pri­ vilegiada na região montanhosa. EFLAL. fica claro que Jacó o tinha em mente quando abençoou seu fillio amado: "José é um ramo Irulifero’’ fv. por­ tanto. José esperava que o mais velho recebes­ se a bênção de filho primogénito (Gn 48. Terceiro filho do Ezra. 3. EFRAIM (Heb.

A posse daquela área para fazer nm túmulo deu-lhe o direito per­ manente na terra que o Senhor promete­ ra |Gn 231. :ta .z 3.15).19).9). Uma das esposas do rei Davi. u . Lsso se tomou tão iorl ri que Israel geralmente era chamado de Efraim. Sucedeu seu pai Baasa no trono e governou em Tirza poi. Quando Sara moneu em Hebrotn. Is 7. Depois de um período de relativa paz. levava os israelilas ao arrependjmento: a maravilhosa graça e o perdão de Deus brilham através desse Livro. Abraão procurou comprar dos heleus um local para lazer o túmulo dela e de sua fam ília. o que ora expressamente proibido na Lei de Moisés.urmpenderse.8. de Calebe. e . Veja Airâ fNm 2fi. o qual contiuba um local adequado para sepultamento — a caverna de Macpela. Efrom estabeleceu um preço justo para a venda de sou campo. 25)* O próprio Jeroboão. p .17j | r 7. seguido pur uma comitiva liderada por José. o Tei no do Norte. embalsamado.6-141 Dovi- EGLOM. ara pai de Simei. Muitos anos depois o corpo de Jacó. to­ das as vezes que o Senhor levarila um novo lídor e juiz para ajudá-los.15. I No livro de Juizes.5). Fillio do Zoar. bem no centro da região que mais tarde seria a nação de Israel. Da Iribo de Bonjamim. Rei do Moabe durante o lempo dos Juizes. Uma das esposas. Seu marido. 1 Çr 3. por seus filhos Isaque e Ismael |Gn 25.6)..2i>|> e a partir dessu.dois anos.g . chamailo Etide. EFROM. a fim de que fossem subjugados pelos povos cujos deusps adoravam. EÍ. a opressão por par­ le das nações estrangeiras é viista como castigo de Deus por Israel ter adorado outros deuses e so envolvido com a ido­ latria. Tempos mais tarde Abraão lambém loi sepultado lã.3fl|. Finalmente a opressão fez com que o povo de Israel clamasse e o Senhor novumeule levantou um lidar. mas a patriarca ainda ora um nómada. IB-30J. na verdade. Foi d mãe de UUr. o Senhoi levantava um lider que os libertava e tornava-se nm juiz na terra. o qual foi um dos doze gover­ nadores distritais do rei Salomão 11 Rs 4. até o lempo de sua queda e deportarão pelos assírios em 722 a. Porem. época o centro da vida política e religio­ sa da roino do Norte foi Eíraim. [cí.3). no tempo de Otniel. no .17:5.12 1 4 1..5. quundn adoravam os deuses dos canuTieus e das nações vizinhas. era efraimila li Rs 11. iVeja também Eúdfí. foi trazido do Egito e sepultado na rnesma caverna. enirelanto. O juízo divino. Ele se aliou com os amalequitas o amonitas e domi­ nou Israel por IB anos^ ao apossar-se de Jericó e da região ao seu redor (J.2. assine Deus pormitiu que Eglom invadisse Israel. Descendente de Esaú. liderou um dos clãs dos edomitas (Cu 30.52).9. os israelitas “tornaram. EFRATE. Uui rios filhos do Calebe: portanto. Ele matou Eglom e Iornou-se juiz em Is­ rael (vv.3. re­ cebiam juízo de Deus sobre eles.5.18).29. onde foi morto por Zinri ( t Rs 16. no meio de nós” (Cn 23. 2..í.41.ELÁ lorme íoi definido poi Salomão (v.0. 1 Cr 1.30: 50-13). de acordo com o costumo egípcio.C. O quarto rei dtí Israel. 4. Os 4. e. Esse período da história de 157 . 1. como indicação de que ele também aguar­ dava o lempo em que aquela terra perlenceria legitimamente aos dascondentes de Abraão (Co 49. neto de Jofoné (1 O 4.g . Eles consideravam Abraão "príncipe de Deus. 3.m . j \i. a fazer o que era mau aos olhos do Se­ nhor' (Jz 3. EGLÁ. lilho de Hezrom. Israel loi frequeulemenle mar( ado pelu anarquia generalizada (veja Juízos) Os israelitas.12). era descender) te da tribo de Judá I I Cí 2. Ela teve um filho chamado Itreão. heteu.. nascido um Hebrom 12 Sm 3. ELÁ.

numerosas batalhas são listadas O constante problema que linha com os filisteus e outros exércitos man­ teve Davi e seu comandante Joabe uni­ dos por muitas anos. o ELADE (Heb. 5. se ele rnalou Golias.254 parentes (Ed 2 .2. Fi­ nalmente.1 í di? que Elá cometeu as mesmas transgressões do seu poi o conduziu o pov\> "aos ídolos vãos”: por esta razão. Filho de Dodó |ou Dodai). da cidade de Belém. da tribo de Benjamim. Dessa maneira. 158 . 8. irmão de Golias» muro construído ao redor de Jerusalém. Talvez a melhor solução sugerida seja realmente que houvi. Alguns estudiosos sugerem que Elanã simples­ mente era outro nome de Davi. um de seus mordomOs. I Cr 11. foi ou­ tro desses grandes guerreiros r está listado entre o grupo dos "bomons valen­ tes". 2. n rei de Israel reuniu ao seu redor muitos guerreiros particularmente aptos. 3. 18.9). o gitou ( l Cr 20. Pai dn Oséias. ELÃO. Foi morto enquanto bebia na casa de Arsa. ELANÃ (Heb. por­ tanto. depois do Éjcilio. 5. 17.7. Outro hder de uma das família*: que 1.) retornaram com Zorobabel do exílio babilónico |. "Deus lem lestíficado’ ).30.18. Há tuna discrepância estava presente como sacerdote du Se­ entre o relato de 1 Crónicas 20 e o de 2 nlior (Ne 12.24.Ed 2.D i. os quais Deus preparou. que levou Israel à idolatria. Zinri então tornou-se rei.8). wm .El. ua divisão feita pulo rei Descendente de Efraim. proíetizou que Baasa e sua fam ília seriam aniquilados. Líder de uma das famílias que (Veja também fizer e Bnrins.19). "graça de Deus"J.19.42]. foi morto quando tenta­ 20. mas lambém foi raptdamrafe castigado por Deus.2. retornaram com Zorobabel do axílio Vol­ foi um ilos maiores guerreiros de Davi tou com 1. Cilho de Banani. o próprio Golias. 2 Samuel 2 1 o L Crónicas 20. He malou Lami. Ura dos primeiros que retornaram da Babilónia para se estabelecer em Jerusalém. portanto.2 e 1 Crónicas 1. Um dos descendentes de Saul ( I Cr 8.ADF. 4 .24). r. o por isso Dous sempm castigava Severamen le. 10. administrado por Dous nesse estágio da história de Is­ rael.1.26J.12). O quinto filho de Meselemias. va roubar 0 gado dos galitas (1 Cr 7. A idolalria dentro da casa mal era um dos p rin cip ais láto res que levnvom os israelitas no níesmo potado. Tkmbétn era de Belém |2 Sm 23.20. era neto de Noé.3 1. por cometer o mesmo lipo de pecado (1 Rs 18. conhecidos oomu os "trinta heróis dn Davi". O próprio assassinato revela o estilo de vidu com o qual Elii estava acostumado.3). o último rei de Israel (2 Rs 15. Génesis 1 0 . Samuel 21. Era fiLho de Uzi 11 Lr 0.17 listam Blão como filho do Sem.n I o de 2 Samuel.20: Ne 7.5).7.1. e não seu irmão. 1 . Jeú. a rebelião contra o Senhor cuiminaria com o juízo visto na destruição do reino do Norle pelos assírios. 2. porteiro coraila. O lei tor é aconselhado a consul­ tar um bom comentário bíblico. Zinri íora autoriza­ do pelo Senhor a malar ioda sua lamdia. um erro de transcrição do texto em 2 Samuel. especialmente porque havia profetas que repetidamente explicavamllies os propósitos das açóes do Senhor. Também é suge­ rido que a frase “o irmão de" foi omitida uo I r . a fim de que os israelitas fossem vitoriosos. Outros interpretam que os rnlatos são de dois incidentes diferentes e. Nu 7 3 4 1 .21). segundo o qual ele malou do uo pecado de seu pai. Filho de Jair. O casti­ go relativamente liuútado. O lexin dp 1 Reis 16. 6 . Em ambos os textos. Em uma das muilas batalhas contra os 6 Quando Neemias dedicou o novo filisteus. juntamente com Davi uas tarefas do Tabernáculo fl Cr seu irmão Ezer. seria o suficiente para os futuros roís e o povo. deve ter existido mais de um filisteu com esse nome.

20). do de Maaséias. era fosse estéril.8.25. 2 . Dois outros homens com o mesmo líderes tribais (Gn 25. e Quetura.33).sado com zada e era ridicularizada por Penina. Mencionado duas vezes jun­ ceiro (v. Se uma geração foi omitida ou Efraim (2 Cí 28. Levita. Depois de orar ao Senlior e obter dele n Um deus cananeu adorado pm Siquém resposta. no Templo. um Zidague.1-4).G. lem. Foi 2 .Estava entre os líderes que assina­ ram o paclu no qual o povo comprome­ teu-se a adorar e obedecer somente ao Senhor. fora criado especialmente judeus que regressaram do exílio para ajudar os israelitas na assimilação babilónico e Se estabeleceram em (erusada religião dos vizinhos.20). Os cananeus adoravam e Elcana f o i recompensada por Deus com vários deuses chamados Baal. 9. comes? Por que esta triste o leu coração? Náo le sou eu melhor do que dez filhos?". um guerreiro da tribo de cas 0.33: Cr 1 2 .23.19. A responsabilidade de du Rrnnntrt ím-Zofim. Era "porteiro da Arca (1 Ci 1. no reina­ 6-24).26. é possível que fosse ídolo de nma seita viço do Senhor. tinha duas esposas: Penina e Ana. 7 . Elcana foi graci­ Berile. F. o povo da aliança seria mais facilmente 6 . com sua referenda 5 . Servo fiel ao Senlior. mo possível que esse. Era também cbamadodn BaalSamuel (i Sm 1. Veio res (Nm 1 1.4. Ana ficou grávida e nasceu (veja UaaJ | . cujós fílhos tornaram-se lodos 3. então essa pessoa provavelmente < 5a mes­ ELDA.34). Fillio de Midiâ e ueto de Abraão ma do itom n9 1 . 35. na época de Neemias (Ne in m). embora esta ELA SA .4. onde d e u conforta com as fiou uma Carta eudereçada aos andãos palavras: "Por que choras? Por que náo sobreviventes entro os exilados (Jr 20.27. e era filho de Je T o ã o . Filho de Sàfã. Um dos soldados que desertaram atraído para uma divindade já exlslenle do exército de Saul para juntar-se a Davi e que se preocupava com as alianças. Mencionado apenas ora Tuizes 8 e oso e permitiu que ela o dedicasse ao ser­ 9. Foi lidei de dã (Êx 8 . n de guerreiros ainbidestros no liso do arco povo não perdeu tempo em volver-se e da funda. Levita ancestral de um grupo de á "aliança". da região montanho­ 159 7. s.7). a quem Jeremias con­i i m o r e cuidado por Ano é descrito em 1 Samuol 1. 0 segundo no comando.16).D. Ama­ va profundamente a Ana. Dessa maneira.22). E L -B E R IT E |Heb. ‘Deus tem protegido"I. 1 1.46).6 ). 2. descendente de Coato e um 15. Um ter­ ELD A O E.20.c. apontado polo rei Davi para servir no Tabernáculo e posteriormente ELCANA (Heb.3. Descendente de PdMir. A fidelidade de Ana religião israelita.27).2. "deus da aliança"). no santuário em Silo canunita que absorvera algumas idóias da (1 Sm 1. a qual senlia-se despre­ um dos culpados de ter-se ca. P.3(i|.ELDADE sa de Efraim.23). hii de Samuel 1 1 Cr 6. 1 Cr 1. dos filhos de Corã. Levita. nome são listados entre os descendeuies de Coate ( l Cr 6. nomeados para aiudar Moisés como lide­ 4. Ele razia parte de um grupo Certamente. 27) talvez seja o mesmo do item to com Medàde. 1 . colocada fora de ordem na genealogia. Neto de Corá listado em 1 Cróni­ morto por Zicri.ra n pai de Asa (1 Cr 9. Anualmente levava sua família para adorar e fazer sacrifícios em Silo.3). Seu mui heras estrangeiras (Ed 10. onde Eli era sacerdote (1 Sm 1. Obviamente preocupa va-se muito com ela. após a morte de Gideão. filho do rei Acaz. Era da Iribo de Beuiamim (1 na adoração dessa divindade (Jz 8. ora uiu dos 70 anciãos ne 4. . É no míni­ rnais cinco filhos.

Um dos filhos de Arão e sua esposa Eliseba (Èx 6-23. “Deus fez"). tinham demonstra­ do a habilidade dada por Deus paru a li­ derança. que o Senhor lhes desse o sou Espírito!" (Nm 11. esta Listado na genealogia de Jerameel e era da tribo de Judá 11 Cr 2. Teve um papel pro­ eminente nos relatos da peregrinação do povo de Israel pelo deserto. Nm 3. as quais eram o símbolo de sua nova função: sumo sacerdote fNm 20.4).I6J. Quando o s 7ii encontraram-se com Moisés na ontrada da Thhamãculo. 160 ELEADÁ (Heb. Descendente de Efraim. Moisés deu-lhe as ves­ tes dele. não se reuniram çmn os 70 uo Taber­ náculo mas ficaram no anaiaJ. “Deus lem adornado"!. Ele e seu irmão Itamar deveriam ser santos diante de Deus. Foi pai de Azei e está listado na genealogia tios descendentes do rei Saul (1 Cr 8. Toruou-so lí­ der de um clã dos lo vi tas e casou-se com uma das filhas dePutiel. 1. o legislador reconheceu que era obra do Senhor e res­ pondeu: ' Tens ciúmes por mim? Oxalá que lodo o povo do Senhor fosse profeta. TJI 10.1).ELEADÁ conduzir o povo dc Israel era claramente rniiioi do que o legislador podia suportar sozinho. Diferente­ mente de seus dois irmãos Nadabe e Abíú. Tais líderes Hram exalamente o que os israelitas necessitavam. Foi um dos líderes do censo ordenado por . Eleazar tomou-se líder dos levitas e fieou responsável por lodo o Tabernáculo (Nm 3. quaudú eflte petava ou se n^belava.251. Em numerosos textos das Escrituras pen ehe-se que Deus nunca intentou que a liderança espiritual ficasse nas mãos de qualquer pessoa. Eleazar pprrnaneceu fiel ao Se­ nlior. ELEASÁ (Heb. mas náo lia indicação das palavras deles nas Escrituras. da Iribo de Benjamim.2). o "Espirito repousou sobre eles" ê "pro­ fetizaram" |Nm 11.17(.3. como sai erdote. ofereceu sacrifícios para a adoração congregarional e intercedeu pelo povo.30.50). Estavam com saudade do Egito. separados espe­ cialmente para seu serviço e paru lazer as ofertas e sacrifícios ao Senhor.201. 1. Esses príncipes eram lideres em seus pró­ prios clãs: porianio. n Seuhor capa­ cho u outros homens poiu ajudarem "a le­ var o fardo do pova:\ a iim de que MoiSés aã o o conduzisse sozinho (Nm I 1.ame e pelas cliiuruldades da vida d o deserto.2529. Deve­ ria ser privilégio deles comer partes da carne dos sacrifícios que ofereciam pelo povo (Lv 10. Possivelmente.2. Filho de Rala. Ele foi consagra­ do sacerdote do Senhor junto com seus trés irmãos (Êx 20. lo s u é nãa ficou sa­ tisfeito rom isso o pediu a Moisés que os mandasse parar: no enlanlo. ELEAZAR (Heb. Eldade e Medade.1.12-20).20).25. Novamente os israelitas murmu­ raram pela ícilla de (. era pai de Finéias (Éx 6. Quando seu pai Arão morreu so­ bre o monte Hor.32: 4.40).0).4. o Espírito também repou­ sou sobre eles e também profetizaram. Unha acesso ao Senhor e podia consultar o Urim (Nm 27J. Durante todos os anos no deserto. ele exercia também o papel de conselheiro ou juiz porque. filho de Taaie (! Cr 7. Em i Coríntios existe uma ênfase sobre o fnto de quo o Espirito Santo dã a todos os cristãos vários dons ospei iais. Existem vários documentos judaicos que indicam algo do que Eldade e Medade fa­ laram. alguns deles envolvem a lide rança da Igreja As Epístolas Pastorais indicam que a pluralidade de lideres era a norma na maioria das igrejas primiti vas. "Deus lem ajudado''|. que fizeram uma oferta ilegítima ao Se­ nhor e por isso foram mortos (Lv 10. por alguma ra­ zão. 2. Assim. De qual­ quer maneira.37: 9 43). poiso desejo que demonstravam de voltar un Egita revela­ va um profundo problema espiritual de­ les — a falta de capacidade de viver pela fé e confiar rio Senhor para caria necessi­ dade. 1 Cr 6. Filho de Holez. Nm 3. ruiu.

Eslava presente no Tabernáculo quando Ana veio e orou por um filho (1 Sm 1. Nu lempo determinado. Todos se arre­ penderam e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10. Na êpoc a do retomo da Babilónia. espei iulmnnli nu ba­ talha de Pas-Damim. e deu-lheconselhos(Nru 27. Ajudou a pesai os tesouros do Tomplo quando che­ garam (Ed 8.3 0.2). Quando morreu. 4. Quando o rei Davi dividiu as tareias entre os levilas. quan­ do foi trazida paru a casa de seu pai.9.c.18-23. foi o mediador entre Deus e o povo e entre a nação e o Senhor.18).ri. Morreu sem ter filhos. 12 ). bem como a cida­ de. As gerações posteriores da família de Eleazar tiveram um importante pa­ pel na adoração do povo. o aoita. 7. Quando alguns israelitas começai am á bater em retira­ da.51). Desceu dente de Arão e de Ilamar.42). entre a humanidade e o Todo-pode­ roso e para oferecer o grande sacrifício que jamais precisaria ser repetido. 5. 2. Elnazar S flg u iu rigorosamente as leis da separação que Dous exigia dos sacer­ dotes e da nação. Combinava a tarefa de sumo sacerdote com a de juiz. 1 Cr 11 . Fillio de Dodô. Seeanias confessou a Esdras que muitos homens. apenas filhas. 8 . pois “havia ele julgado o Israel quarenta anos” ( t Sm 4. Filho de Abinadabe. o qual enlróu para a história devido ao zelo que demonstra­ va pelo Senhor (Nm 25). Numa época muito Importante e extrpmamente difícil paia Israel.1. foi consagra­ do para guardar n Arca da Aliança. Js I7. Js 14.Hi). mencionado na genealogia de Mateus. primos delas (1 Cr 23. da tribo de Levi. . quando levaram o povo de ludn para o exílio. Ariceslral de Jesus.26). Ele é listado em Esdras 10. loram destruídas pelos babilónios.1.4|. 3. demonstrada contra os filisteus. r. 19. Era bisa­ vô de José. ÍOfnouse sumo sacerdote no centfo de adoração em Silo. foi sepultado em Giheá.17.15). que mais tarde casaram-se com “os filhos de Quis". 6 Descendente de Parós.25 como um dos que se divor­ ciaram das esposas estrangeiras.2 2 :24. foi um dos “lrês heróis cie Davi". marido de Maria. em meio a mui­ tos louvares a Deus (Ne 12. a revela­ ção de Deus demonstrou quo o sai erdócio de Eleazar oro apeuas ura prenúncio do sumo sacerdócio do Crislo. Era notável por sua habilidade como guerreiro. Outra de s u a s responsabilidade» envol­ via a representação rins israelitas diante do Senhor. quando iam para a guerra (Nm 31.33).21. Levita que retornou da Babilónia para Jerusalém com Esclras. no final do período dos luizes. desco­ briram que lodos os filisteus ao redor dele estavam mortos (2 Sm 23. seu sacerdócio apontou para o necessidade de alguém quo estivesse enlre o Deus sanlo o a humanidade e a necessidade do sa­ crifício para entrar na presença do Se­ nhor. os mu­ ros foram reconstruídos.ELI Moisés nas planícies de Moabe (Nm 26). (Ml 1. .33). lambém lomou parlo do caso riàs filhas dit Zfilofeade e na nomeação de Josué. A muralha. Final­ mente. ELI (Heb. Eleazar permaneceu em seu posto e lulou bravamente alé “Lb'? cansar a mão o ficar pegada à espoda" Quando o Se­ nhor deu a vitória aos israelitas. numa colina próxima de Qufriale-Jearim (1 Sm 7. Levita que fazia parte do coral que cantou no festa ile dedicação do muro de Jerusaléitt. Sob a direçáo dp Neemias.6s).1). uma das incumbências foi enlregue á família de Eleazar ( t Cr 24. "o Senhor ó levantado alto").3-17). Ajudou-O na divisão da leira de Canaã entro as tribos (Nm 34. Filho de Mali. o qual veio paru ser o Mediador. ó digno de nota que esse fiel homem de Deus dovia se orgulhar de seu filho Finéias. nas montanhas de Efraim (Js 24. ti­ nham-se casado com mulheres de outras tribos e de outros povos. 161 . dé unia vez pur Io­ das.Assim. inclusive descendentes dos sacerdotes de Judá.

ELIAJ3A Etnbara a princípio pensasse que a rnuliior estivesse e m b r i a g a d a .1-3). Filho de Helom e líder da tribo de Zebulom. 1 7 ) . Derrotaram os israeUtas o mata­ ram Hoíni v Finêias. Quando ouviu a profecia d»* Samuel. Pai de Datã e Abirão. o sumo sacerdócio foi ocupado pelos d escen d entes de Eleazar. ELIABE. quando 0 casal voltava para vi­ sitar o filho. Quando Salomão removeu Abialar do sacerdócio. a pala­ vra do Senhor contra a casa de Eli mimpriu-so literalmente ( I Rs 2.1. "crescia em estatura e ern graça diante do Senhor e dos homens" (1 Sm 2. Era da tribo de Levi 11 Cr 6. l Cr 11. Os filisteus atacaram e capturaram a Arca rio Aliança.271. Era um saalhonita (2 Sm 23. 2. Prova­ velmente a glavidade dos pecados deles só íoi descoberta quando Eli já estava com idade bastante avançada. A despeito da confiança e da fé que Eli Linha uo Sonhor. 2.20).11-20). em contraste com os filhos de Eli. 7.2f». pois o rapaz era alto. quando ouviu a verdadeira causa de suas orações. estava preparado para dizer. 3. Hofni e Finéias. Essa profecia reforçou uma palavra anterior do Snnbor contra Eli e sua família ( I Sm 2. que o fez cair par a trás (1 Sm 4." Deus esconde”). 10. I Cr 2. Quando o velho sa­ cerdote recebeu a noticia da captura tia Arca e tia morte dos dois fiLhos.8.27-36. Seus filhos lideraram uma rebe­ lião contra Moisés e Arão (Nm 16.10).9: 2.k . Para mais detalhes.111 Todos os anos. pensou que encontrara o ungido de Deus.13).0: 17. perdeu o contro­ le da família e suas advertências caiam em ouvidos surdos (1 Sm 2. por isso. Ele conhecia e amava ao Se­ nhor. O profeta seguiu a direçáo do Senhor e foi para Belém.18) E quando o mensageiro chegou da batalha. caiu da cadeira onde eslava sentado e morreu. foi mais fi notícia da caplura da Arca. pai de jeroão e filho de Naate. Ancestral de Samuel.9: Dl i 1. IJm-dos "trinta” do. e não a morto dos filhos.12.20). Mesmo durante a última parto de sua vida. p j í .7.12-1Oh A vida de Eli loi trágica em muitos aspectos. da tribo de Kúbuu. sua fé era evidente. veja Córò.32.13.6). um dos homens escolhidos para ajudar Moisés e /\ráo a fazer o recenseamento do povo no Sinai (Nm 1. Trouxeram uma oferta e deixaram o menino para s«rvir ao Senhor no santuário. o qual ela dedicara ao serviço do Senlior 1 . junto num o velho sacerdote (l Sm t. de boa aparência e o primogénito de )essé.s "heróis de Davi”.22-24). mas sua fraqueza de caráter e a to­ lerância que Linha paru com o pecado ao sou rodcir eram atitudes diretamenleapos­ tas ao que o Senhor requeria <los líderes do povo (Cf Lv 22. 4. 1. “É o Senhor: faça o que bem parecer aos seus olhos" (1 Sm 3. Eli era um homem fraco. que saía para o batalha e liderava o povo de Israel nas guerras. Filho mais vellio de Jessé *■ irmão de Davi (1 Sm 16. ole não foi hem-su<edido na formação de sua família: seus filhos. veja JlofrU e Finéias). 3 .33).27).24-29. As palavras de condenação contra Eli cum priram -se em pouco tempo. ele u confortou e a despediu com uma bênção (v. O Senhor untão disse as palavras que são repetidas atra­ vés dos séculos: “O homem olha para o 162 . O velho sucerdatn soube o que aconlecia e tolerou as transgressões deles (para mais deta­ lhes. Quando viu Eliabe. Daquele momento em diante. I 'b i ao próprio E l i quo Ana e seu marido Elcana retomaram depois que o pequeno Samuel desmamou. o qual. abusaram seria­ mente da posição que ocupavam. 26. a Palavra do Senhor veio ao jovem Samuel. Como resultado.1 Sm 2. ELIABA (Heb. Samuel lamentava a desobediência de Saul quando Deus laJou com e le e o en­ viou para ungir o novu rei d e Israel. Eli os abençoava e orava para quo Ana tivesse outros filhos no lugar de Samuel.

pois. Comandauíe valente e líder de 200 Esse desfecho. Eliaquim. fez com que mil homens. Ezequias aprendeu uma lição que ELIAQUIM (Hei). VBja também Isaias 36. no tiram. 1 Cr 3. 23. depois que se 19. Esse tendessem a meu. no próprio acampamento Bate-Seba tornou-se esposa dele Í2 Sm deles (vv. S. 1. era prunairo-ministro.282.3. Sebna. se alguém se encostar. Veja feoitiquim.201to.C.18. depois que seu poi mor­ delegação que saiu para lidai com o co­ reu na batalha contra os ngipeios. sa vez dirigidas diretameiile às pessoas que eslúvam na muralha.17) se aiuda e direçáo. 37 2). a segu­ proeminente na curte do rei Ezequias. hebraico (2 Rs 18. Estava com ciú­ enfatizava com sarcasmo a posição prega­ mes du Irmão muis novo. seu secretário.(2 Rs 18. do dc paz e. Posteriormente.2.34J.14-19) e interveio direlameute.22-24 vemos que. e Ioda a Síria e foi adversário de Salomão os oubos oficiais voltaram à presença de ( lE s 1 1.25). que sempre ELIÃ (I-Ieb.7).3. Abiail. de Judá.16. Não conseguiram chegar a um acor(2 Rs 23-34. quando a Arco da Aliança foi levada para Isso apenas provocou ainda mais o co­ Jerusalém.. como um sinal lerusalém em 701 a. Tinha confiado no Egi­ bondade do coração dele (1 Sm 17.'I* 11. às promessas de Ezequias (2 Rs 18. os assírios proleriraiu . 163 . uo envolveu sexualmente com ela e desco­ malar 185 mU soldados assírios numa briu que ficara grávida. foi uo’*a chave da casa de Davi”. Eliabe. Deus.-sagem proferida em grupo de soldados bavia desertado do hebraico.7).19-251. u/iioa noite.lague.5). Em rança e a fonte da paz estavam na total Isaías 22.0 teu eíro nn comando dos gaditas. ocupava uma posição tiveram o privilégio de eutender.26.9).ELIAQUIM que está diante dos olhos. A paJuvra decla­ rava que o Senhor estava do lado deles e Encontramos Eliabe novamente ua his­ tória de Davi e Golias. 14. enquanto Davi matou o filisteu no qual. respondeu à posa de Urias. i o q j grande tristeza e medo. As­ exército de Saul Í1 Cr 12. "povo fie Deus’*). 21). em Zú. "Deus levanta"). poréni o $<?um mensagem para o rei Ezequias em uhor olha para o coração" (1 Sm 16. entretanto. Filho do rei Josias. Fez parte da mísiido por Neto. efeitos. a linguagem faiada ua corte. a quem os assírios agora referiam-se Ele e os outros seus irmãos apenas assis­ como esse "bordão de cana quebrada. duranle o reinado de Davi I i mandante.4).. 35ss. Também eslava pronto para ajudar seu povo. algo que jà deveria ler feito muito antes. des­ Cr 15. es­ quando clamava por Ele. paia lodos os dependência do Senlior. Ezequia>. foi chamado de Jeoiaquim 19-2). que gritou iruiLs ameaças. 1 . se en­ uo exército de Davi. pediu aos asairios que falassem em 6 Um dos levitas que toi aram harpa aramaico. o heteu. tinha inveja da ria na qual o rei Ezequias se encontrava n a q u e l e momento. Fi­ pouquíssimos reis de Israel ou de Judá lho de Hilquias. A filha de pela mão e a trespassará!*’ (v. ocupado com os soldados que estavam sobre os muros da cidade. entrar-lhe-á nome e para honra do Senhor.B. Filho de Davi. casou-se com um dos fi­ Eliaqulm ficou profundamente pre­ lhos de Davi (2 Cr 11 18) 5 . Davi fez com que oração de Ezequias por livramento \2 Rs a marido dela fosse morto. que nasceu cialmente para que não dessem ouvidos em Jerusalém (2 Sm 5. durante o reinado de Jeosafá o rei se voltasse para o Senhor e buscas­ 12 Cr 17. que reinou sobre 35). 3.37: de submissão. chamado de Amiel. assim. Pai de Bate-Seba. 2 Cr 36. fitariam desencorajados. sim. Pai do Kezom. Apelou espe­ ELI ADA.C.18. 22. Esse mandante do exército assírio que sitiara Faraó mudou seu nome.20: 16.. Segurava 2.

181 transformou-se numa confissão de confiança ua missão e no ministério do profeta.16-4fí). Quando entregou a Elias seu último punhado de farinha e óleo.14). recebeu em retorno um suprimento inesgotável. El ias desafiou o povo: “ Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus. levou a uma confissão de fé no proleta como "homem de Deus" e a uma súplica por misericórdia por parte da capitão da terceira companhia ijue foi enviado (2 Rs 1. que ressuscitou dentre os mortos.7-24) também revelam que ela confiava plenamente na mensagem do profeta.30). O PROFETA Elias.Cilado na genealogia que vai de Je­ sus uté Adão. As atitudes demonstradas pela viúva de Sarepla |1 Rs 17. a acusação feita por ela: "Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniquidade o matareb a meu filbo?” (1 Rs 17.ELIAS.24). uin homem totalmente dedicado ao Senhor. O PROFETA 3. Os milagres de Elias Os milagres que cercaram Eli as co m p õ em d mais vívido dos três aspectos de su ó vida. d. 011 ao ser arrebatado para Deus. 'Agora sei que Lu és homem de Deus. a mensagem e o proprio liomem. Por Irás dessas maravilhas. entre 1 Reis 1 7 e 2 Reis 2.30. mas se Baal. deram seu consentimento (1 Rs 18.13. ELIAS. 5. quando solicitou ajuda para consertar o altar e iogar água sobre a lenha (1 Re 18. todos esses sáo quadros dos quais todas as pessoas se lembram. contudo.21). foi que lodos responderam com a confissão de fé: "O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” II Rs 18. segui-o" fl Rs 18. Na evange­ lho de Mateus a linhagem real do Cristo é estabelecida de várias maneiras. g . Esses capílulos Alastram lrês aspectos essenciais para se entender o papel desle profela e seu minis­ tério! os milagres. até José e finalmente Jesus IMl I 13). Sua biografia é uma das mais coloridas e excitantes da Bíblia. a qual registra vários reis e príncipes. eles precisam decidir se ficarão a lavor ou contra Deus. como pai de Jouã e fillio de Meleé (Lc 3. Isso é muito ciam no evento do monto Carmelu (i Rs 18. raftete seu cmâtei. cair do céu. Um milagre semelhante. como Zorobabel. ou cio fogo que fe/. 4. inclusivo par meio dessa genealogia. Devido a e ss e compromisso. Líder dn uma famiiia sacerdotal no lempo de Neemias (Ne 12. Seja diunte do fiJho da viúva.41) Foi um dos locadores cie tromlmla durante o culto de dedicação dos muros da ddade. Por­ tanto. A princípio. Os milagres representam "sinais”. uo qual Elias fez cair fogo do ceu para incinerar duas companhias de soldados enviadas para prendê-lo (2 Rs 1. p . os israelitas nada responderam. Todos então participaram Ua laplura dos sacerdotes pagãos.9-12). entretanto. e que a palavra do Senhor na lua boca é verdade" (1 Rs 17 24) 164 . Quando ouviram o desafio do profeta aos sacerdotes de Baal. o sinal miraculoso desafiou o povo a responder com fé. é listado como o filho d#' Abuide e pai de Azar. D e u s pôde usá-lo p o d n ro sa m e n to . Quando o profeta restaurou a vida de seu filho. Somente quando o fogo caiu do céu. está a maneira harmo­ niosa em que o Senhor as utiliza para ensinar sobre a fé. que a manteve viva durante todo o lempo da seca. Sun história é contada no meio d os relatas dos reis de Israel e Judá. segui-o. os quais desafiam os que os testemunham para um momento dot isivo. que significa “meu Deus é teovâ”.-35J. Assim. Na genealogia de lesus. Elias trouxo o povo para o seu lado.39).

17.12J.0). Nenhum outro rei de Israel recebeu tantas advertências e também nenhum outro governante caiu tão profundamente no pecado. de Judá [2 Cr 21. Eliseu (2 Rs 2. Ainda assim. teve uma recepção diferente. Sua mensagem.gião de Jericó b finalmente para o Jordão. o profeta o ultrapassou 11 Rs 18. de Israel e Judá.a de arrependimento de um li dor.401.1. em Jezreel (1 Rs 21). contudo. O relacionamento de Elias com Acabe ilustra a mais significativa mensagem do profela e a 1'aJl. Do outro lado do Jirrdão. O ministério do Elias comoçou poi meio de um aviso a Acabe.14). Acazias morreu sem demonstrar sinais de aiTependimenlo.d dn poder divino para Acabe. no momento de sua partida desta vida. tudo o que esse rei fez íoi enviar patrulhas para teutm capturar o profela 11 Rs 18. com respeito à seca (1 Rs 17. Embora fosso dirigida a todo o povo. e seu cavaleiros?" (2 Rs 2.1-14). o qual seria punido com sua morte 12 Rs 1. Apesar de tudo. foi con­ cedida a Elias uma bênção especial.15-1<)). e seguistes os baalins’.2 . Enquanto os prodígios inspiravam unia resposta dos israelitas desobedientes e mornos de todas as camadas sociais. concernente à doença que tinha no pé. Assim como aquelas águas se dividiram paia o povo ocupar a banda ocidenlal de Canaã. A mensagem do profeta não causou nenhuma mudança no comportamonto de Acabe Influenciado por sud esposa Jezabel.12). A noticia de que esse monarca morreu de uma enfermidade extremamente dolorosa nas entranhas e de que seu falecimento não foi lamentado pelos súditos confirmou as palavras de Elias e também demonstrou d falta de arrependimento do rei de Juda. Quando Eliseu contemplou aquele grandi mUagre. Em sua primeira explicação a Acabe sobre as razoes da seca. Deus usou Elias para dar essa demonstração individu. rogou ao seu mestre: “Peço-te que haja porção dobrada do teu espirito sobre mim" Í2 Rs 2. a poderosa demonstração da fé de Elias ao reler e depois liberar as chuvas (Tg 5.1-17). Elias escolheu o lempo e o locai para os dois se encontrarem. que era da cidade de Tiro (1 Rs 21.10) náo demoveu Acabe de sua falsa adoração. No finai.( I Rs 18. Seu sucessor então confessou o poder do Deus de Israel: “Meu pai. mais semelhantes ãi» de Acabe do que as dos seus predecessores em Juda. Suas iilividades postoriores demonsUariam a fé no Senhor de Elias que Eliseu agora possuía (2 Rs 2. O profeta adver­ tiu orei de que suas práticas pagãs e assassinas. O PROFETA Os últimos milagres dc* Elias ocorreram ua companhia rio seu sucessor espiritual. A única menção de Elias em Crónicas ocorre quando enviou uma mensagem ao rei leorão. dirigido por Deus 1 1 Rs 18. o rei continuou envolvido com a cultura cana ui ta ao sou redor.12-20). como no caso de Jezabel. O profeta fez o caminho inverso pelo qual o« filhos de Israel entraram ua Tena Prometida: da região montanhosa de Belel e Al para a i>.1).25). constituía grave pecado.ELIAS.45. o profeta deixou claro que era devido aos erros do pròpríi i rei: “Eu náo tenho perturbado a Israel. o mesmo aconteceu a fim de que Elias passasse para o lado oriental tio rio. Embora fosse um património dado a famiiia 165 . l . a palavra do profela era dirigida especificamente aos reis fe rainha também. subiu ao Céu num redemoinho. A mensagem de Elias Os uúJagres de Elias serviram pura chamar muitas pessoas em Israel de volta a Dous. como aucmteceu com Moisés antes dele.101. meu pai. Enquanto o rei corria em sua carruagem em direçáo a Jezreel para comemorar a vinda da chuva. o deus de Ecrom. mas tu r a casa de teu pai Deixastes os mandamentos do Senhor. o levariam a uma morte horrível. carros de Israel. O milagre no monte Carmulo provou a superioridade de Jeová sobre as falsas divindades. Elias advertiu Acazias de que sua consulta a Baai-Zebube. Cobiçou a plantação de uvas de um súdito.

For tudo isso. Era um julgamento terrível.M4-. O arquétipo profético começa com seu sucessor. Pre­ teriam a sofisticada religião urbana dos cananeus. a leste do Jordão 11 Rs 17. que lembrariam as palavras do profota quando m i o s mensagens se cumprissem (2 Rs 9. Jezabel também faleceria e ns cães lamberiam o sangue de seus cadáveres. sem se importar com a aliança eulre o Senhor e seu povo. O rei em breve morreria. Ela garantiu que o rui lona o que desnjava. vestiu-se de saoo e jejuou. O PROFETA de Nabote pelo próprio Deus. era mais do que um pronunciamento rle condenação. sua esposa. pois significava que não descansariam coin seus ancestrais. toda a dinastia de. A solidão do proleta engloba todas as áreas de sua vida e ministério. quo Integravam deuses do grandes e ricos centros comerciais. juízo de Deus eram designadas para produzir arrependimento nos ouvintes p nas gerações posteriores.ELIAS. 10. além de amaldiçoados por Deus. Finalmente.ua maneira "simples" de ouJtnur apenas a Yahweh. as quais não estavam preparadas para ouvir seus argumentos. i^ontrastava com a recusa e com o coração endurecido da maioria dos lideres que ouviram as mensagens de Elias. O seu ministério proféti­ co levaria o povo ao arrependimeutu. O monte Carmelo provavelmente era um santuario na fronteira entre a Fenícia e Israel. Ainda assim. contudo. pois veio de Gileade. isso pouco significava paia Acabe e muito menos paia Jezabel. Exatamente como Deus dissera II Rs 19.27291. Assim. somente Acabe respondeu positivamente.om os que não tinham nenhuma consideração por . Elias. No caso de Elins. A resposta qtin davam. Jezabol também teve o mesmo destino (2 Rs 9. O verdadeiro propósito delas. implicava a Introdução de uma divindade paga entre os israelitas como o deus principal. e termina no Novo Testamento. O primeiro exami­ na o relacionamnnto único e u t r e Elius e Deus e entre o proleta e os que foram chama»Ioíí para ouvir suas mensagens.10. o castigo viria. Começa com sua origem. De todos os reis para o s quais Elias profe­ riu palavras de advertência. G l iseu.30. ua capital e nas cidades principais do reino do Norte. Mesmo assim.30-37). é de tais lugares desprezíveis que Deus frequentemente escolhe seus profetas e aien&ageiros. Esse aspecto é dividido em duas partes: a sua solidão e o arquétipo do papel profético que ele desempenhou.-t8). Na bofo ioi falsamente acusailo e condenado ã morte.'. Todas as mensagens de Elias se cumpriram. seja de Gileade seja da Galiléia. O rei foi mona e os Cães lamberam seu sangue [1 Rs 22. Provavel­ mente i?ro tido por muitas pessoas como um fanática procedente de uma região sub­ desenvolvida. Lemos que rasgou suas roupas. Humilhou-se diante de Deus e o Senhor respondeu que retardaria a condenação até o reinado de seu filho I í Rs 2i . Acube loi exterminada por )eú (2 Rs 10). que pennanet eu 166 . O chamado de Elias para confrontar assa impiedade foi O exemplo de um ministro soLitario. Seus mila­ gres proporcionaram ujudo visual que desafiava as pessoas. seu ministério o colocou em coutato r. como Tiro. As advertências sobre o. Essr* exemplo muitas vezes serve de testemunho contra pessoas que se consideram superiores àv outras.17). o homem A questão da apostasia nacional introduz o terceiro aspecto da vida du profeta. entre­ tanto. Deus enviou uma mensagem de condenação transmitida por Elias. conforme u proleta predissera. Assim. seria considerado um provinciano. numa época de apostasia nacional. pre­ servado no texto bíblico: 0 homem Elias.1).17|. Acabe apossou-se da vinba. mas o Senhor não pode encontrar entre elas ninguém com lé suficiente para agir como mensageiro da Palavra de Deus. mas morreriam sein sei' la­ mentados. assim aconlnceu.

mas também confirma a imagem de uma figura solitária separada do meio de um povo pecaminoso. fugiu para Horebe. por quarenta dias. Duas vezes o Senhor perguntou a Elias por que tinha ido ali e duas vezes ele respondeu com as mesmas palavras de ressentimento |I Rs 10. Também é um exemplo de como a fé pública de uma pessoa torna-se o elemento catalisador e leva outros a ter a ousadia de também demonstrar publicamente a con­ fiança em Deus. Os filhos de Israel deixaram < i Itiâ aliança. Dali em diante. Ato aquele momento estava acos­ tumado a expressara presença dp D r u s por meio da utilização de magníficos milagres de “efeitos especiais’'. e mataram os teus pmfdlas ã espada. evoca a imagem de Moisés em comunhão cuni Deus ÍÉx 2 4 . Ainda quo tivesse notícia de outros profetas de Yahweh (1 Rs 18. Aparecem os servos de Deus anónimos que trabalham em t Reis 20.19J. Elias reaparece uo relaio sobre a plantação de Nabote (1 Rs 21. derrubaram os teus altares. Di/erentemente de 1 Reis 17 e 18. a qual pronunciou quando estava sozinho. O Senlior. Seu sustento miraculoso ali. que levou o ministério adiante após o arrebatamento de Elias e imluiu a unção do Hazael e Jeú como reis da Siria e de Israel. a fim de salvara própria vida (1 Rs 19. seu trabalho não seria solitário. Portanto. mas desempe­ nhado juntamente com outros profetas fiéis. Esse cuidado bei lidar rom a solidão do pro­ feta é evidente pelos personagens piedosos que surgem nos capítulos que seguem a cena do monte Horebe 11 Rs 19). A solidão de Elias atinge seu clímax nessa cima. e agora estão tentando matar-me também”.1-29). mas oa aparente Iraqueza de palavras proferidas com brundiua í I Rs 19. Thdo começou com a indicação dn EJiseu. em consonância com as profecias* cie Micaias. o qual pediu porção do­ brada dfi poder que Elias possuía e começou seu ministério repetindo o Ultimo mila­ gre de seu mestre: a divisão das águas do rio Jordão (2 Rs 2.10.19-211. Jh notamos o simbolismo de Elias como sucessor de Moisés o qual teve um en­ contro com Deus em Horebe e deixou esta vida de urna maneira especial. mas. Esteve escondido por dois anos. porém. de agora em diante suas atividades sáo intercalado») com outros even­ tos e profetas. respectivamente (1 Rs 19 15-1. filbo de Inlá ( I Rs 22. fazia-se acom­ panhar por Eliseu e encontrou grupos do profetas em Betei e Jertoô. J 1-13). que atravessaram o rio fordao a pé enxuto.1-24). O primeiro sinal foi o chamado de Eli seu (1 Rs 19. Em 2 Reis 1.71 . que lambem 167 . que confirmaram especificamente o que Elias já profetiza­ ra sobre a morte de Acabe. ele desempenhou um papel especial. O ministério de Elias é um exemplo do que um indivíduo que obedece < i Palavra de Déus pode reali­ zar. Além ffisso. A efidôucáa de Dous não loi comprometida polii desigualdade dos dois lados. Rm 11-2. A experiência. sem neubuina nub-a companhia a não ser a de uma viúva e seu filbo (1 Rs 17.1-8). entretanto.ELIAS. o proleta reaparece com uma mensagem para Acazias. Na verda­ de. poderia apenas aumentar o sentimento de soli­ dão que Elias sentia. entretanto. O PROFETA firme contra o poder dfc centenas de oponentes apoiados pelo Estado 11 Rs 18. seu ministério enfatizaria a palavra. nm 2 Rois 2.1 rt). A palavra de juízo de Elias para o reino do Norte foi assimilada pelos profetas Oséias e Amós.14: cf. onde Elios traba­ lhou sozinho. não 6 surpresa quando o profeta.14). temendo as represálias de Jezabel. Embora já existissem profetas em Israel antes dele. estavam todos escondidos e não lhe deram nenhum apoio. Muito mais importante. em lugar da ação. Só eu fiquei. é o seu papel como um arquétipo profético. Seus milagres e sua mensagem foram levados adiante por Eliseu. Elias lam­ bém representa Josué o o povo de Israel.3): "Tenho sido muito zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos. mostrou ao profeta que a presença divina não se apóia em tais demonstrações de poder. tal disparidade sorvin parâ mostrar de maneira ainda mais vívida o poder da fé em operação. 181.1-28).

Cada grupo familiar da tribo 'los levitas tinha respotisahllidndes especificai.ELIAS eserevijnimsuas mensagens para Israel. uo entanto.12).2 3 . Quando Neemias regressou da visita que fizera oo rei Arlaxerxes. Essa mensagem também íoi proferiria para o reino do Sul. "Deus reslaura"l.8. Era o propósito do seu retorno simbólico.14. No NT essa profecia é lembrada e incorporada em parle com a vinda de )oão Batista (Lr 1.42. expulsou-o daquele lugar sagrado (Ne 3 . da Iribo de Levi. Este. elos profèriiain a mesma palavra de juízo pulos pecados ilo pava o dos governantes. Era filho de joiiiquim. 2. algumas pessoas confundiriam lesus com Elias (Ml 10. 4. Descendente de llarim.47-49: Mc 15. Crislo. nunca reivindicaria essa identificação.26]. lambém um solitário.28-30). Malaquias.5. juntamoute com Moisés.1 0 . Lc 9.11*13). o profeta. minis ira dn por Esdras. fica claro o quanto era equivocado o escárnio dos que na crucificação sugeriram que Ele chamava por Elias e que o profela poderia livrá-lo fMl 27. Filho de Deuol o líder da tribo do Godé duran te o censo iJos ismelilas no deserlo do Sinai.H. Descendente de Gérson è filbo de Liiel (Nm 3. as quais fo­ ram descritas neste capítulo de Números. como representante de lodos os profolas que esperaram o advento do Messias (Mt 17 2-9. 2 Sum o sacerd ote na época de Neemias.0). mas Jesrus alegou que ele era o "Elias" que havia de vir (Ml 11.24).6).) r.5.i com lesus e o animaria a prosseguir no caminho de solidão e auto-sacrifíeio que o levaria à cruz |Lc 9.21). que ofereceria uma esperança paia o arrependi men lo anles do juízo (Mi 4.7. no novo ramo da cidade de Jerusalém. Poste­ riormente.19). 17. O povo sob seu comando eia de 45. casaram-se com eslrangeiras (Ed 10. Como representante tribal.2 1 : 1 2 . na figura de João Batista.650 pessoas (I\ T m 1. 2. na Transfigura­ ção. Juntou-se aos quo se divorciaram de tais mulheres.27).21. E U A S A F E .14: Mc 6. prometeu o retorno de "Elias". ELIAS 1. jun­ to às margens dn rio Jordão foão recusaria a identificação (Jn 1. Um dos filhos de Jeroão o lídor de clã Eru benjamita e viviu em Jerusalém | 1 Cr 8. 3. E x is to uma indicação da InQuènciu que estran­ geiros como Tobias linham em Israel. Os gersonilas.10-13: Mu 9. um dos que. dirigiu a reconstrução da Poria rias Ovelhas. I Um dos sacerd otes que serviam uo Tabernáculo durante o reinado de Davi.24-26). Um séeulo depois do ministério de Elins.3l|. depois que ouviram o ensino da lei.2 2 . Mc 9-2-10: Lc 0.14). chamou o povo ao arrependimento. eram responsáveis pelo cuidado da lenda « das cor finas do Tabernáculo. levou sua oferta pacífica quando o Tabernáculo íoi dedicado. Também é mencionado como um dos que se rasaram com mulheres eslrangeiras (Ed 10. Eliasibe era responsável pelos depósitos do Templo e cedera uma das câm aras para Tobias. (Veja Profetas e Proferia. embora ligasse seu ministério ao desse profeta. Descendente de Eião. E L IA SIB E (Heb. aí) invés de desposar mulheres da própria tribo. Í3 4. Veja Elias. 1.20).47.35. como alguém enviado aos que viviam fora de Israel (Lc 4. 168 . .2 0 . Elins conversari.2B: Ed 10.15. e mesmo os sumos sacerdotes estavam as­ sociados a ele.14: 2.17).25). 10.361. O próprio Elias reaparece ua Transfiguração. O sacrifício redentor de Cristo era o propósito pelo quaJ Elias realizara seu ministério enquanto esteve na Torra. por figuras como Isaías e Jeromius Até mesmo o último profela do AT.1 . Assim. Era responsável pelo 13*turno de serviço ( I Cr 24. E ora lambém o alvo sobre o qual Elias conversou com lesus. uo deserto (Nm 7.

131P-n-c.25). 169 . que toi necessário constru ir armazéns r s peei ais para guardálos. loi oulrn que ?r casou com mulher estrangeira l Ed L0. coatfta. Filho de Simei. uin dos supervisores dos dízimos e ofertas trazidos pelo povo. 5.11). Outro dos "heróis de Davi" (1 Cr 11.24 lista-o comn uni dos cantores israelitas que se casaram corri rnuliieres estrangeiras e viviam com elas em Juda.c. foi um doS que se cagaram com mulheres estrangei­ ras |Ed 10. s. sou pui. Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul e uniram-se a Davi.25). mas porque o "Espirito” ope­ rara entre eles.20). ura bisavô do Samuel Seus des­ E L IÉ Z E R .olhos são de der de clã e soldado valenle tia tribo de Deus"). Esdras 10. Era uni dos levitas separa­ dos para profeiizar e tocar diante do Senhoi. 5. E L I A TA (Heb.“meus.24.1ÍL1ÉZER 3.271. Filho de Sasaque.25: não é mencionado na lista de 1 Crónicas 11J. quan­ do este estava em Ziclague. 4. Damascnuo.27). Benjamim até o rei Saul. sob o comando de Conauias e Simei (2 Cr 31. ljstad o na genealogia que vai de Benjamim uo rai Saul (1 Cr 8. náo simplesmente para estai ao lado do vencedor. “Deus vem"). para organizar o armazenamento das doações. Era o sétimo na lista dos soldados descritos de forma vivida como os guerreiros exlremamente valentes. a fim de que Deus fosse glorificado. Como resultado do extraordinário avivamento que ocorreu durante o reinado de Ezequias. loi esco­ lhido pelo Senhor e nomeado por Moisés para Liderara tribo de Benjamim. Foram comandantes que propor­ cionaram um grande apoio ao filho de Jessé nas batalhas (1 Cr 12. 6 listado em 1 Crónica* 3. E L IO A O E . por sorteio. 1 . 22). Levita. foi um dos muitos filhos que vie­ ram como um presente especial para Hnmã.9.36). O Inrno de Eliata era o vigésimo ( l Cr 25.2l). depois da conquista de Canaã (Nm :*4. Ele fazia parte do grupo selelo. Fillio de Quislom. Descendente de Hebrom e líder de uma lamília levita. 4. Mais liu-de. E L IE L (Hnb ’fmeu Deus éD eus”!. 1 Li ELIEN A I (Heb.2). tornou-se "como o exército de Deus” (v. 8 . os quais iam pura a butalilue lideravam o povo de Israel na guerra. após o retorno do esdlio babdóuieo.24 como membro da linhagem real de Judá. é cilnrlo em J Cró­ Manassés. Rra servo de cendentes loram listados entre os músi­ Abr(a)ão (Gn 15. Quando o exército de Davi cresceu. 9. Neto de Asafe. ern um dos “trinta heróis” de Davi. Maavita. 2. depois do exílio.2LI na genealogia que vai de rou deuses pagãos (1 Cr -5. E L IC A . 6 . os quais saiam á bnlalhn e lide­ ravam o povo na guerra 11 Cr 11.4. Um dos "Lriuta heróis" de Davi. As tareias durante o culto p u adoração eram distribuídas ontre as famílias dos levitas. 3.47). que loi infiel ao Senhor e-ado­ nicas 8. a mosma passagem sugere que tais homens transferiram a lealdade ao rei. Mencionado em l Crónicas 6. 7.461 . trouxeram tantos presentes e ofertas ao Templo. Sua ta­ refa era organizar a distribuição <lo terri­ tório destinado á sua tribo entre os vários clãs e lamílias. . lambém listado na genealogia que vai de Benjamim ao rei Saul (1 Cr 8.34. Era harodila (2 Sm 23. foi uomeado por Davi para ajudar a levar a Arca do Senhor para Jerusalém | 1 Cr 15. Filho de Siu rei. 6 Filho do Elioenai.11). Seria seu provável cos do Templo. as quais se revezavam em perío­ dos.22. Seu pai era "vidente” do r»*i Davi. Descendente dn Zatu. Descendente de Bani.

1 42.ELIFAL herdeiro. Primeiro.seo patriarca rião tivesse filhos. Um rios filhos de Moisés e sual es­ posa Zíporu: irmão de Gérson.11). Quando viram os terríveis problemas que Jó enfnuilava debaixo da provação de Deus. 6). era o res­ ponsável pelos lesouros do rei Davi (1 Cr 20.25. pois proclamou uma vi­ são moralista da salvação. para "condoer-se dele. lambém se divorciou da esposa estrangeira |Ed 10. Era um dos "trinta heróis" de Davi. depois do exílio. 10. Inicialmente.11. Fi­ lho de Ur (1 Gr 11. ELIFAL (Heb. apresen­ tou-lhe vários pecados e concluiu com 170 .1 0 . 2-5). teve muitos filhos f 1 Cr 2 3 .17). “Deus tinha julgado"). Levita que também se divorciou da esposa estrangeira (Ed 10 23). O primeiro e o mais velho dos três amigos de [ó. ELIFAZ (Heb. Ajudou o referi­ do sacerdote u encontrar levitas qualifi­ cados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8 10). Deus reafirmou a promessa de que ele teria seu próprio filho com sua esposa Sara e que Eliâzer uâo seria seu herdeiro (vv. Pode ser o mesmo Eliíelete mencionado em 2 Samuel 23. Filho de Dodavu. A con­ vicção tle Abraão nesta promessa lhe foi imputada para justiça (v. Fizeram um pacto de servir ao Senhor (E<110.35). 1 1 .20). Muitos homens de Judá se casaram tom mulheres de OUtras Iribos e alá de outros povos. profeli/ou contra o rei Jeosafá.C. PiD.37).1 5 : I Cr 1. Recebeu esse nome de Moisés. 7.35. quan­ do esta ora conduzida pura Jerusalém pelo rei Davi (1 Cr 15.1. o qual.41.1. Neto de Benjamim e lilho de Hequer | 1 Cr 7. FLnalmenle. que se junlou a Esdras no regresso a Jeru­ salém. por meio de seus discur­ sos Elilkz demonstrou ser um "ínstrulor" dogmático. Descendente de Jesua.8) 3. 6. de Judá. Descendente de Harim. Fi­ lho primogénito de Esaú e sua esposa hetéia. 15. De­ pois. 4. Finbora fos­ se o mais sábio. por sua voz. sucumbiu à tentação de. Os dois construíram juntos navios em Eziom-Geber. porque esle fizera aliança com o rei Acazias. coniorme havia prometído. Ada (Gn 3 6 -4 . 4. exor­ tou | ó a aceitar as perdas como castigo de Deus por seus pecados (Jó 5. Abraão éstava preocupado porque o Se­ nhor não lhe dera um descendente. depois de ler seguido fi­ elmente ao Senhor durante lodo seu rei­ nado lv. o qual.7. que disse: "O Deus da meu pai foi minha ajuda. junto com seus parentes. Essas em barcações posteriorm enl'-' foram destruídos.1 1 . nçusou-o do subestimar 11 Senhor (Jó 15 . Ancestral de Jesus.21e divorciaram-se de suas esposas estrangeiras (w. 2.311. listado ua genealogia que vai do Cristo até Adão. 22. natural de Maressa. O filho de Eliezer chamou-se Renhias. 18. e me livrou da espada de Faraó" (Êx 18. eslava entre os sacerdotes que se uniram a Esdras e ao povo no arrependimento» depois do regresso da Babilónia para Jerusalém. 2. ficaram incapazes de falar por lougo tempo. e consolá-lo" (Jó 2. ofereceram-lhe vários conselhos (Jó 2.pro­ curai ajuda contra as inimigos nos que não confiavam 110 mesmo Deus. 1. era oficial da Iribo de Ruben duranle o reinado de Davi (i Cr 27. Depois. 5. Filho de Zicri. Era filho de forim o pai de Josué (Lc 3.‘ J ).10). Sacerdote cuja tarefa era tocar uma trombeta diante da Arca do Deus.34. 32).36). Ê um Irisle com entário sobre Jeosafá. Líder entre o povo e humem sábio.19). 8.24J.201. “Deus é vitorioso").15. os bravos guerreiros que lideravam 0 povo de Israel nas guerras. de Israel. porquo o Senhor não aprovou tal aliança cwrn um rei perverso (2 Cr 20.17). o qual. Um tle seus descendentes foi Selomite.1 1 e o advertiu de que "pagaria caro u Deus" por seus pecados. eles loram até o patriarca. 9.

marido de Noemi. 2. veja fíuto. ora um dos secretários do rei (1 Rs 4-3).22)» 7 . nm favor do Noemi e Rute (Rt 1. 14. Um encantador (Al 13. 4 . 2. listado entre os que se casaram com mulheres estrangeiras (Ed 10. EL IFELETE. acompanhado de duzontos homens. um dos porteiros do Tabernáculo (1 Cr 26. 1. 5. seu Irabalho específico.i . D escendente de Zatu. mencionado em I Crónicas 4.33). voltou da Babdónio com Esdras. utê que a fome na terra lez com que mudassem para M oabe.2. 3 . Alt. e não vos tratarei »:ooforme a vossa Ioui tira.23. e p. Da tribo de Judá. para que st* submetesse a Deus.. esta moabila tornou-se bisavó do rei DaviPara mais detalhes.34).39. era de músico.g. Era lilho de Sisa e divi­ dia esse Irabalho com seu irmão Alas. Um dos doscendenles de Hasum. PvU. B oaz e Noemi. mediante sacrifícios. um dos descendentes do Benjamim» registrado na genealogia de 1 Crónicas 6. entre­ tanto. 8 . Um dos “trinta heróis" de Davi (2 Sm 23. 5 . Listado como um dos prín­ cipes de Salomão.8. Vós não falastes de mim o que era reto.3.t . Na providência do Senhor. 3 .Filho de Meselemias. du­ rante o reinado do Arluxerxes (Ed 8. Foi um (los tocadores dc trombeta durante o culto de dedicação dos muros de (erusalém. durante o reinado de Artaxerxes (Ed 8. Uma delas. Um lídor do clã da tribo de Simeão. Belém.8) 6 . o qual servia como porteiro. parente de Elimeloque.No final.24. casou-se com Boaz.7). Neto de Benjamim. Útn dos filhos de Davi.9). Depois que a Arca da Ali­ ança foi levada paru Jerusalém. íi. também listado entre os que se casaram com mu­ lheres estrangeiras (Ed líl. o culto a Deus foi organizado adequadamente pelo roi Davi Efifttleu loi um dos membros du família dos meraritas. ELIFELEU. em 1 Crónicas 3. Viviam em ELIOENAI. pois tocava harpa e lira juntamente com seus irmãos ( l Cr 15.13). decidiu acom panhar a sogra de volta para Belém e adorar a o Senhor. o qual resgatou sua proprie­ dade. o fim do quo fossem perdoa­ dos: “O mou servo Jó orará por vos. 2. 171 . listado como um dos Irés fillios de Nearias.41.18. um dos que se casaram<mu mulheres estrangeiras.3. 4.16. como o mou sorvo JÓ" (Jó 42. p. para que intercedesse por ales.7-9). Um dos descendentes de PaateMoabe.8. sem nenhum apoio masculino Da família. 1 Cr 3. Essa lista proporciona uma linhagem real pura o reinu de Judá depois çfo exílio babilónico. q Todo o livro de ló revela de forma muito clara como a tão repetida expli­ cação religiosa dn lei de causa e «feito (pecado = juízo: justiça = bênção) é simplista demais quíuido as pessoas es­ tão diante do Todo-poderoso.21)1 E L I M A S . lí­ der de uma família sacerdotal. linha dois filhos: Malom e Quiliora.1. (Para mais detalhes. 4.u.3. junto com ela.ELIOREFE um apolò. Um dos descendentes de Adonicão que regressou da Babilónia com Estiras. Filho de Eseque.9).6. Elimeloque morreu. P osterior mente. no tempo de Esdras (Ed 10.3b. filho de Beqnor (1 Cr 7. mas logo depois lambém morreram o deixaram Noemi sozinha com as duos noras. 1 .a ELIOREFE.4]. Descendente da rei Davi. cbamadu Rute.27). Seus filhos se casa­ ram com m oabiias. Descendente de Pasur. nascido em Jerusalém (2 Sm 5. fim de ser "restaurado" í]ó 2 2 | .3).d. veja Bar-fasua] ELI ME LE QU E (Hob "Deus é rei”). Mencionado ein Neemias 12. cuja soberaniu é total. Deus vindicou Jó e ordenou aos amigos que o procurassem. e a< pi­ tarei a sua oração.

e não hesitava em desarraigai a verdade por meio dn força. 5„ Elralmita.G.48. de Judá. Elisama também li­ derou sua tribo quando oh israelitas par­ tiram do Sinai e prosseguiram a caminha­ da rumo à Terra Prometida (Nm 10.17).10. que claramente era influenciado por Joiada. rei de Judá.26.7 damo o lugar ande Os moradores doTiro ol ilinh. antes de ser lido diante do rei por Jeudi (Jr 36.28. 4„ Filho de lecamias e líder ria Iriho de fudá: era descendente de Jerameel 11 Cr 2.5:5).18). a perseguição religiosa (“derrubaram os teus altares. morto recentemen­ te.n. Os d o is primeiros foram mortos por Deus e o terceiro sucedeu o pai no cargo de sumo sacerdote iNra 20.im púrpura azul. o agora estão tentando ruatar-me lambém"). Liderava um grupo de 40. Eleazar e 1tamar (Ex 6. Seu pai foi Amiúde. Como re­ presentante de seu povo. Jr 41 1). levou as ofertas pacificas quando 0 Tabernáculo loi dedi­ cado ao Senhor (Nm 7. o assassino de Gedalias (2 Rs 25.21). portan­ to.ELI SÁ ELI SÃ. 2. 3. mãe de Acazias.8. "meu Deus é meu jura­ mento’). Elisama foi um desses mestres (2 Cr 17. íoi d progeni tor ria nação que leva o sen nome (Gn 110. Casou-se com Arão e deu à luz Nadabe. Nos dias do rei Juoiaquim. foi guardado na sala de Elisama. i*.27).4. e mataram os teus profetas íi espada”) e u determinação de destruir o culto de Yfibweh (“só eu fiquei.29). de Judá.16. 7.10. Fillio d* DavL Depois que ele con­ quistou Jerusalém e mu dou-se de Hebrom para lá.41 J. O rolo onde esta­ vam escritas as profecias de Jeremias. Nos primeiros anos de seu reinado. ancestral de Josué. 172 . esse monarca serviu ao Senhor e enviou vários m esbes e levi­ tas para ensinar o povo sobre o Livro da Lei. As “ilhas de Elisá” são mencionadas em Ezequiel 27.14) ê um bom resumo ria situação: a apostasia nacional ["os filhos de Israel deixaram a tua aliança”).20. Abiú. ELISEU No meio do século uono a.C. Pai de Netanias e avô de Ismael. rei de Judá. tomou multas mulheres como esposas e concubiiias. 2. A enorme contribuição feita pelos eira imitas foi eutregue no sétimo dia.500 pessoa* (Nm 1. “meu Deus ouve”). loi secretário na corte. Comandava uma unidade de 100 homens (2 Cr 23. ELISAMA (Heb. o reino do Israel foi assolado pela apostasia religiosa. loiada es* qondera o ineniuo de Atalia.23). ELISAFATE (Hob..1. A casa real. O príncipe. 6 Sacerdote viveu d o s dias do rei Jeosafá. reformou o Templo e restaurou o culto ao Senhor Mais tarde. avô de Josué 11 Cr 7. . 1 Cr 1. o qual Baruque levou para o monarca. ELISEBA (Heb.25. É possível que o povo dessa localidade se identifique cora os gregos ou com os liaibitantes do sul da Itália.22). Era pai de Num. A queixa de Elias 11 Rs 19. 14.8).12. Filho fie lava e nelo de (afé.“Dpus júlga"). representada pelo rei Acube e sua esposa sidônia Jezabel 11 Rs 16. loás se desviou de Deus e lumem tavetmente voltou-se para a adoração dos posles-ídolos lAsera). Filha de Aminadabe e irmã de Naassnm. Joás loi coroadô rei Atalia foi morta por Elisafale e pelos outros líderes. J Cr .7).11 e ajudou esse sacer­ dote a coroar loás. Unidos comandantes com os quais |oiada foz um pacto.7). Elisama foi um de seus muitos rebentos (2 Sm 5. L Filho de Amiúde e líder da tribo de Efraim durante o cuuso dou israelitas no deserto do Sinai. Depois de seto anos. quando o velho sacerdote morreu.29— 2 Rs 10. promovia a religião de CunnÍL cultuandu a Baal.

Envolvia sacrifício. de volta á Terra Prometida. 13.4] 0 envolveu. 171: quando voltaram. o instrumento do juizo de Deus (Dl 28.25. 10. A capa peculiar rio profela 11 Rs 19. mais do que nas manifestações especiais ou espetaculares que proclamam sua presença. A vingan­ ça contra a casa real — pela destruição dos uJ tares O pela morte dos profetas do Se­ nhor— seria operada poi moio do Jeú (2 Rs 0 a 111). Samuel. Sua autoridade. para tornar-se "servo" do homem mais velho (1 Rs 19. A história união se concentra no pedido de Eliseu (2 Rs 2. A escolha de Eliseu íoi uma expres­ são da soberania do Senhor (1 Rs 19. Eliseu já tinha c o n h e c i m e n t o de Deus e estatura pessoal sufici­ ente para recusar as ordens de Elias (2 Rs 2. com a porção dobrada de Elias reconhendamenle sobre si |2 Rs 2. O manto de Elias As duas primeiras histórias relacionados com Elisou ( i Rs 19. Esse espírito amável.J8).s pelas referências à capo do seu antecossor ( | Rs 19. gentil e ameno sempre foi a característica de Eliseu. mas exigia uma resposta pessoal. Isso nos ajuda a ver Eliseu. como um dos notáveis homens de Deus.15).17).13-15). 173 . o ministério dos dois loi muiroado por notáveis obrus solíri.32. estão l l g a d a . em sua maior parte a Bíblia concentra-se na providência ordinária do Deus.18. o Senhor Jesus e os apóstolos. separando-o para a lunção profética. nem sua lideran­ ça simplesmente baseada ua tomada de decisões. entretanto. sobre a qual Elias tinha-se lamentado. não Inmsformou aquilo num assunto mais grave lv. mas o senso do chamai lo era muito forte.10-13. Deus honrou sou desejo: a capa derrubada pelo profeta que partia caiu sol iro 11que surgia e Eliseu atravessou novamente o rio lordão.9) e como foi atendido (vv.15-21. eutretanto. Três nomes figuram no comissionamento de Eliseu 11 Rs L9. Numa palavra. 2 Rs 2. a ministério profético não termi­ naria com Elias: Eliseu iria sucodê-lo. Seguir Elias toruora-se «ua prioridade de longo prazo. Em sua imaturidade. Na época de 2 Reis 2. sempre marcum novos comoços — Moisés.19: 2 Rs 2.iojil)unis.211não foi "um fogo de palha". sua pronta decisão de acompanhar 0 profeta (1 Rs 19. Ao operar de foram inquestionável. Eles não âstão espalhadas por todos os lugares das Escrituras: realmente. não era baseada uo autoritarismo.350 seria Uazael (2 Rs «. seu chamado e sua exaltação como profeta do Sonhor dopais do asconsâo do Elias. não desejava ser "duas vezes ma is” do que Elias! Esta quantidade era o que recebia 0 M io primogénito na partilha dos bens (Dl 21. quando 0 práfota — acostumado à vida solitária — desejava encontrar-se com o Senhor sozinho.2-tV). na qual tinha liberdade para fazer o que desejasse (1 Rs 19 19-21). o Senhor assim sela 0 sinaliza a natureza especial a única «los tempos e de seus participantes.1-17).8: Zc 13. Par esta razão.000 remanescentes garan­ tidos polo Senhor.3-24). ernbora Eliseu s o u b e s s e rjue seria toline e perda do tempo não reprimiu aquilo quo. A Bíblia é bem frugal naquilo que chamamos "milagres". Ao pedir uma “porção dobra­ da" do espírito de Elias. Elias e Eliseu. Elias e Eliseu (Heb. 18). era o produto dn uma preocupação a m o r o s a [v. quer coubessem disso quor Dão. 13-15J.19: 2 Rs 1. juntamente com os 7. Concernente à apostasia nacional. o grupo de proib­ ias queria procurar por Elias e. assim como Elias. e ele abandonou a posição social e os privilégios. pois Eliseu pertencia a uiua famiiia rica e amorosa.17. originaram a linhagem de grandes profetas que vieram dopais deles.32. 12. "meu Deus salva") encabeçaram “a revolta pro­ fética" a.21 J. e o desejo de Eliseu era ser reconhecido e equipado como o sucessor escolhido por Elias. Dessa maneira o substituto de Elias entrou em cena com um papel muito significativo: era o inicio de uma sucessão profética cujo ministério separaria e sustentaria o remanescente fiel do povo de Deus.16).15. Grupos dn tais eventos. afinal.ELISEU Nesta situação.

se ele desejava exercer um ministério sem restrições. Esta arma. embora o poder náo estivesse no ritual ou na magica. De qualquer maneira.5) r o s garotos na verdade zombasseui de sua consagração. mos. Jericó íoi o primeiro obstáculo de Israel ua possessão de Canaà e.26).19) — um manancial de agua suspeito que espalhava infecção mortal. e a espada de Eliseu foi utilizada de lorma sim ilar— exaltar u pobre e o uecessilado pura uma vida melhor. “as águas são más. c podemos ver o brilho dela tio decorrei de seu ministério. Semelhantemente. propusera um novo começo nm Canaã. entretanto.23-25).34) que precisava pagar um horrível preço? A maldi­ ção. que para Ele pareceu muito grave.. estava do comando. As primeiras duas historias sobre Eliseu mostram esses usos contrastantes dn espada: uma maldição removida (2 Rs 2 . de foruia que. isso não poderia ser visto. Assim. mas na palavra do Senhor proferiila por Eliseu (2 Rs 2. como e le . Botei (1 Rs 12. seria estratégico que os sacerdotes de Betei rece­ bessem o primeiro golpe. quando Eliseu ihogou. O certo é que a cabeça de Eliseu deveria estar coberla.5).19r22) o uma proferida (2 Rs 2. prevaleceu lambém contra os que viviam no lugar amaldiçoado: literal­ mente. a situaçáo era de confronta o o futuro de seu ministério dependia do seu desfecliO.28-33) estava no centro da religião liorélica de Israel lr até lá exigiu grande determinação por parle de Eliseu. arranja­ ram-lhe um "comité de r e c e p ç ã o ” r l e "rapazinhos" — náo crianças pequenas. nos dois lados de seu ministério^espada.22). e a ferra é estéril” (2 Rs 2. mas. às vezes lem outra utilidade: e com 0 loque dela que um monarca transforma uru de seus súditos num nobre. se ele fosse realmente calvo. Ambas registram ci. A “tigela nova" (2 Rs 2. Não é interessante que justamente d os dias do rei Acabe urn homnm chamado Hiel achasse que podia ignorar a maldição.23. entretanto. porém. resta Ufand o e condenando.20) indicava que algo eslava paia acontecer.ELISEU A espada de Eliseu \ associação de Eliseu com HLazael n uom Jen obviamente colocou uma espada de juízo e.m sua mão. seria essencial que desde o principio estabelecesse domínio onde fosse necessário.25 mostra a completa Uberdade que Eliseu leve para viajar por toda a terra em sen ministério.niu ele era reconhecido publicamente como profela do Senhor. Simbolicamente.19: 2 Cr 13. 174 .Chegara o tempo do indicar o lavor de Deus em prol ria bênção. como tal. que não fora ainda testado. agora que Elias havia saído de cena r um novo homnm. foi colocada sob urna maldição por Josué (Js 0. 241 O significado da zom­ baria (e sua gravidadel não é bem claro. existe um grande Deus que fica ao lado dos seus servos quando estão acuados: o Senhor ouviu a zombaria.Lular ou fugir de qualquer num ei­ ra significaria perder o dia. apenas para descobrir ( I Rs 16. de acordo com o contexto. esse alo reverteu a maldição e trouxe a cidade e seus moradores para as novas bênçãos do pacto. A vitória foi de Deus e 2 Reis 2. o "sal" (embora as Escrituras não expliquem a razão) era o símbolo da aliança elerna do Senhor (Lv 2 13: Nm 18. “rapazinhos estúpidos’' 12 Rs 2. Eliseu atravessara o Jordão no mesmo loral que Josue o fizera e. Pode ser que ele usasse os longos cabelos de um uazireu (Nm 0.

1-10). era que sabia ser condescendente com as pessoas comuns com anuir e poder (B\ I.Muitíplii agão dos pões íw 42-44).17). poisseu ministério levou-o diante dos soberanos.1-7). Predito a derrota de Moabe (v. perdida. A de Israel. A* 2 Reis 0.2 I (os monarcas): os reis do Israel destruídos.23-25). Eliseu representava wna nustura balanceada da "bondade e severidade de Deus" (Rm 11. corrompeu a doutrina tia graça imerecida expressa ua recusa do profeta de 175 . 8-37). 38-4 I I. 1) e o qxio elo insensatamente acrescentou para satisfazer sua suposição pessoal de que po&stiih o dam profético (w. cuidava de seus subordinados (C1) e idenlifiCHva-se com seus desejos (C*). Agua da vida. ao cobiçar privilégios [2 Rs 5. 6-101! Uma mais maiores qualidades do ministério tle Eliseu.20.18). Quando Nuamà obedeceu à ordem de Deus em Ioda a sua simplicidade. A derrota da Síria predita. Eliseu.EU SEU Bondade e severidade O padrão das histórias res! antes de Eliseu mostra a dimensão d'e seu ministério em graça e poder: A‘ 2 Ruis 3.8*23.42*44 (osprofetas e os outros): Tirado o veneno da cnmida (w.1-7. Na verdade.22): por um lado.1-10 a diferença eutre o que Eliseu mandou o jovem dijwr ív. Bi 2 Reis 8. lôf20).1-27 (Naaiuã e Geazi): a remoçâoda impureza contraída fw. contudo. entretanto. resoluto na promoção dos justos juízos de Deus (9. Multiplicação dos pões (6.20) e contradizer a ciente de Deus conforme revelada na atitude de Eliseu (vv.38s).11»).1'8). 6. ao sustentar os indignos (2 Rs 3.24—7.14s). 13 14-19. O rilho da sunamíta ressuscitado fw.18) A irn de Deus contra Israel (v.23.1-7.t3s: 2. 13). doador de vida. íoi abençoado |2 Rs 5. 7-14 |o povo e os reis|: A terra dâ surtamita reslaurada.1-13. sobre quem a "porção dobrada” de Elias veio tão abundantemente.38-41.11-20 (os mo uarcas J: Os reis de Israel denunciados (v. 7. lambém ungiu alguns reis — embora devamos notar cuidado­ samente em 2 Reis 9. Is) e usar o poder dado pelo Senhor.8-37J e a lurra 18. diomr diante do sofrimento (8.2) e na destruição dos inimigos de sou povò p3. Quando Geazi. 14.27). 8-37 lo povo): A viuva pobre íw 1-7) e a senhora rica (w. As pessoas colocadas entre parênteses indicam o alcance do interesse d* Eliseu.1-6. severo em suas deníindas (3 . 271. alimentar o laminto (4. restaurar uma criança I4. 32*37). ao subju­ gar seu orgulho diante da revelação divina e submeter suas necessidade? ã provisão divina. proot upar-sô com uma ferramenta per­ dida Í6 ls). D 2 Reis 5.1. B J 2 Reis 4.8s)i por outro lado. para promover ú bem-esiar do povo de Deus (G. C2 2 Reis 6. a hbtfV ria de Naamã o Geazi — é um perfeito resumo da vidu deste grande homem.20 (os profetas e outros): A pnrda recuperada (6. Ele podia intervir e influenciar o curso da história. suprir as necessidades do pobre ((4. A peça central dn toda u apresentação — conforme destacado acima. C‘ 2 Reis 4.

Um dos lideres entre os levitas. Eliú não com­ preendia como o patriarca tinha a capa­ cidade de afirmar sua inocência perante Deus. da lamília do Rão. Ao permanecer fiel ao Seuhor duranie ioda sua prova­ ção.1).ELISUA receber recompensas. foi apontado por Moisés para ocupar o territorio que seria destinado ao seu povo. não via o que Deus podia ver. em 1 Samuel 16. Ele eslava furioso com os outros Lrês amigos. Elisua era um de seus muitos rebentos (2 Sm 5. 2. "Deus e salvação").7). primeiro ouviu os nutros. Apa­ rece quatro gerações antes de Josá. Um dos líderes da Iribo de Manassés que desertou para unir-se a Davi em Zíclague (1 Cr 12. nesse mesmo texto. ELIZAFÃ (Heb.c.15.D . Seu pai é listado como Aquim e seu lilho como Eleazar.13. e ra líder da tribo deZebulom.W . Descendente rle Obede-Edom. “ele é m eu Dous"). não importa o que Satanás atire contra eles (Jó 32. pela incapa­ cidade que demonstraram em refutar os argumentos do patriarca e persuadi-lo.34: e Eliabe. Fi­ lho de Davi. da Lribo de Levi (1 Cr 20. s. 21. diante das tragédias que sofrera. Fillio de Baraquel. Na* mãos dp Eliseu. mostra que os homens nomeados paia essa tarefa foram escolhidos pelo próprio Deus. dissi íTiulou (v. Era Pilho do Uziel.27. ura um dos amigos do Jó que o aconselharam sobre sua doença e as perdas que sofrera. ELIÚ DE (Heb. 2 Crónicas 11.25.24).5). E lie l. podem referir-se à mesma jiessoa. Eliabe.8 e 2 Crónicas 29. Como os oulros. enquanto buscavam explicai a Jó o q u i i estava errado. o candelabro. e P. Eliú nra um oficial na tribo do Judá f't Cr 27 18). ELIÚ ÍHob. nm 1 Crónicas 6.2 a 37. 5. Era o chBfe dos coatitas. Sugeriu como Jó podia demonstrar arre­ pendimento diante do Senhor. Em Números 34.17). ele demonstrou em sua própria vida o poder do Deus para guardar seu povo.28: 1 Crónicas 2. 4. ou seja. o buzita. ELISUA (Heb. Depois que o rei conquis­ tou Jerusalém o mudou-se de Hebiom para lá. P. 1.D. 1 Cr 3. que é a Pàlavra de Deus (ET 0. l Filho de Paruaque. trazendo vida aos obedientes e morte aos desobedientes. com reputação de capacidade e força no ser­ viço do Senhor. em 1 Crónicas (■>. “a arca.C. os aliares. 25) e viu o ministério da graça de Deus como um meio de obter lucro pessoaJ | v.31 revela que esse grupo era responsável pela m aioria do trabalho dentro do Tabernáculo. mudou a vordade díi Sonhor uuma mou tira (w. 25).18 é a mes­ ma pessoa. Am e s ­ trai de Samuel (1 Sm 1. 27 J. “Deus é meu louvor"! Um dos ancestrais de Jesus mencionado Da genealogia de Mateus (Mt 1. que inclu­ íam um grande número de clãs familia­ res. |ó foi apanhado no meio de um desafio celestial. O v. entretanto. 18. duranie o tempo da peregrinação no de­ serto.30. 2. os utensílios do santuário com que ministrara.22).A .13. contraiu a contaminação do mundo com o qual imha-se identificado Iv. Números 3.20) 3.6: 17. 20).0. Era coraíla. Porque era mais jovem. 176 . J. Como os primeiros capítulos do Uvro revelam. 14. a espada do Espírito. « o r e p o s ­ teiro com lodo o seu serviço” Veja tam bém t Crónica/» 15.15). tanlo enobrecia como destruía.G . a mesa. Um dos Irmãos de Davi.14. “mou Deus tom protegi­ do”). tomou muitas mulheres como esposas e concubinas. ou o que já sabia no fundo do seu coração: algo muito mais sério acon­ tecia.

Seus dois filhos são listados entro o» "heróis de Davi".12. “Deus tom agido"). Ele advertira o povo sobre o iminente (uizo de Deus o a des­ truição de lerusalem pelos caldeus. Listado nu 1f>* geração depois de Davi. ua mesma passagem. mas Elnatã o apaniiou e o trouxe de volta para (erusalém.35). 23). foi um dos [uizes e liderou Israel por dez anos. Pai deNeuslu. ELNAÃO (Heb. 2).25). após a morto de Ibsã (Jz 12. na época da censo dos israehlas no de­ serto do Sinai. “Deus é minha torça"). um pro­ feta fiel ao Senhor.40). Foi obrigado a fugir poro salvar a vida. pai das esposas de Esaú. mãe do rei Joaquim (2 Rs 24. 'Deus é deleite"). 3. Foi um dos “trinta heróis" de Davi. listado na genealogia que leva ao rei Saul Sua mãe chamava-se Husim.500 pessoas (Nm 1. ELMA DÁ. "meu Deusé uraíí rocha"). -A gran­ de contribuição íeila por sua tribo foi entregue ao Tabernáculo no qoarto dia.ELZABADE ELIZUR (Heb. 2.26). mas depois juntou-se ao grupo do filho de fessé. como guerreiros de renome. Liderava um grupo de 46.11. Um arqueiro da tribo de Benjamim.12). ELPAAL (Heb. Des­ cendeu te de Benjamim e líder tribal. 3.34. "Deus tem dado").8). Provavelmente é a mesma pessoa do item u«2. ELOM (Heb. "terebinto").18) ELPELETE. Ajudou o refe­ rido sacerdote a encontrar levitas qualificados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8. 1. onde u rei mandou mata-lo. ELUZAI (Heb. teve um irm ão cham ado A bilud e (1 Cr 8. Um dos filhos de Zebulorn e bder do clâ dos elouitas (Gn 46.28).21*23).2). Heteu. Era pai de Cosã e filho de Er. Esse comandante estava entre os oficiais que ouviram a lelpira feita por Baruque das profecias de Jeremias e aconselhou os dois a se esconderem Depois lenlou evitar que o mi queimasse o rolo IJr 36.16). Filho de Sedeur e líder da tribo de Rúben. nas­ cido em Jerusalém.30. 1. (Veja JuiZCJS). como fez seu irmãó Jacó (Gn 27.n. tomarias por ele das tribos que se encon­ travam na região onde se estabeleceram. levou sua ofer­ ta pacífica quando o Tabernáculo foi de rticado ao Senhor (Nm 7. mas porque o "Espirito" operou no meio de­ les (v. E LZ A B A D E .3. Basumato o Ada ÍGn 26.5). em Ziclagun (1 Cr 12.8). a Bíblia dá a idéia de que tais homens uão trnnsferiram a lealdade apeuas p a ra estar do lado vencedor. arnbidestro e extremamente hábil Primeiro lutou no exército do rei Saul. 3. Seus pais desejavam que Esaú se irisasse com uma pareate. Nm 26. i! gerou ainda mais filhos e Cilhas’’ (1 Cr 14.c. 35).5). 177 . rlepois que o rei "to­ mou ainda mais mulheres em Jerusalém. Elas. 2.12. Pái de Jeribai e de Tosavias | 1 Cr 11. C) contexto rnvela que tomar muitas esposas provavelmente era o que se esperava de um rei cujo reino "se ti­ nha exaltado muito” (v. Ele lambem Liderou seu povo quando os israelitas deixaram o deserto do Sinai (Nm 10.10). Um dos judeus que lideravam o povo. Um dos lilhos de Davi. ELNATÀ (Heb.46 a 28.14.1«). um dos líderes en­ viados ao Egito pelo rei Jeoiaquim em perseguição a [Mas (Jr 20.11. f. Ele se uniu a Esdras no regresso da Babdõnia paia Jerusalém. 0 nono na lista dos famosos guerreiros da tribo de Gtide que abandonaram o exército de Saul e se 2. "foram para lsaque e Rebeca uma amar­ gura de espirito" (v. Filho de Acbor. 36. Da tribo de Zobulom. Mais tarde.U m dos ancestrais de Jesus (Lc. Como re­ presentante dasrubenJtas.5. 1 .

Sagúndo. Desde os primei­ ros séculos do cristianismo. Deus oloreceu ao roi do ludá um sinal do seu cuidado (1$ 7. os dois morreram 2 Filho de Seiuaíaa. não dã a devida atenção g um contexto mais amplo da profecia. Estias descrições orientam a profecia inteira paru o tempo de Acaz e uno para Os dias de Jesus.C. no reinado do Acaz. 7 a 8 aconteceram durante um período de profunda crise. Jesus é o cumprimento da profecia é d termo Emanuel refere-so exclusivamente a ele. 700 anos mais tarde. para serem enl«rrados Cr 12. Os cristãos adiam que Emanuel refere-se ao próprio nomo de Cristo.ELZAFÃ uniram a Davi. no tempo do cido um sacrifício que não estava de acor­ rei Davi (3 Cr 26. como um tipo ou prefiguração de Cristo: Priniehr). é listado entre ao lado do Tabernáculo. Isaías 178 . O nomtí significa "El (Dous) está conosto" e indica que a pessoa demonstrava a presença especial de Deus com seu povo. o dará à luz um lilho.14: “A . Os cristãos. . vir­ gem conceberá.10-12).. Fi­ Ziclague.14 como uma referência direta e ex­ clusiva a Cristo. De acordo com esle ponto de vista. Isaías 8. mas Acaz.16). Logo depois do nascimento do menino.23). os judeus têm questionado essa interpretação dos cristãos. por sua vez. Em 735/4 a.Se* nhor mesmo escolheria um sinal.4). e preferiu a proteção da Assíria (Is 7. o profeta disse ao rei Acaz que snus vizinhos do uorto deixariam do ameaçá-lo antes que Emanuel soubesse "rejeitar o mal e escolher o bem" (ls 7 15.13. Esses homens são descritos de lho deUziel. Riralelamenle com a descrição do Emanuel (Is 7. precisamos pri­ meiro olhar para o contexto histórico original da profecia de Ualas.10: Mt 1.141. continuam firmes na identificação do Cristo Como o Emanuel da referida profecia. Isaías anunciou que o . Nomes similares aparecem pelo menos em duas ocasiões em antigos escritos judaicos éxtrabihbcos. nas batalhas jl Nadabe e Abiú. onfretantó.3-íi). Alegam que Isaías referia-se ou ao seu próprio filho ou a Ezequias. de Israel. mamente valorosos. que seria Emanuel (ls 7. a iim de forçá-los a unir-se a eles numa aliança contra o lmpèrio Àssirio (Is 7. recusou o sinal. da tribo do Levi maneira vívida ca mu guerreiros extre­ Foi líder dos coatitas (Ex 6. Para entendermos melimr o significado deste título para Jesus. Maer-Salal-Has-Baz ("rápido-despoju-presa-segiira'"!. su­ cessor do rei Acaz.22: Lv 10. Em resposta. Mateus 1. judá soria entregue nas mãos da Assíria.2).1.C. o profeta assegurava a Acaz n proteção por meio do Messias Dessa maneira. o rei Rezim. "protegido por Deus"). rei tle Judá (732 a 715 a.10).7). por torem ofere­ os porteiros do Tabernáculo. foro do acampamento.12). e Peca.15). É comum os cristãos interpretarem Isaías 7.3 registra que o profela leve um filho.lá : 8. poi causa da infidelidade do rei (Ls 7 17-25). Essa abordagem tradicional. EMANUEL Mencionado quatro vozes na Bíblia ÍLs 7 .8. Vários futurei» indicam que essa profecia faiava de alguém que vivia nos dias de Isaias. lio de Arão. O Senhor enviou Isaías para dizer a Acaz quo Rezim e Peca não consistiam uma ameaça séria (Is 7. atacaram os judeus. do com as instruções de Deus.). o será o seu nome Emanuel". Os eventos registrados nos caps. quando ele eslava em EL2AFÃ (Hob. da Siria. Foram conunulanMoisés pediu a ele e a seu irmão Misael les que proporcionaram um grande que carregassem os cadáveres dos primos apoio ao filho de Jessé. entretan­ to.23 declara que o nascimento virginal de Jesus cumpriu a profecia dc Isai as 7. numa atitude hipócrita.

Dosile que já estava sob juízo. r. Deus estova presente com os indivíduos e com toda a na^ão (Gn 21. temou « estreme­ ceu muilo o sau coração" (1 Sm 28.15. Deste pouto do vista. EJb próprio.9. porque era virgem no momento nm que a prediçíío foi feita.8) o um dia voltarão com Ele (1 3.78: ele. KJ. olhar para o Sonhor tornara-se apenas uma última tentativa de sobrevi­ vência.7: 17. 7. A princípio.7. Isoías tomou-se pai dessa criança fdepois que sua primeira esposa morreu) com uma segunda esposa cujo nome não é tunnciouado o que cumpriuo requi­ sito ila profecia. Saul dispôs-se a quebrar a Lei. Cristo o s t o r á uo meio de seu povo para sempre. Os filisteus tinham armado acampa­ mento em Suném e Saul levou suas tro­ pas o Gllboa.18.2 .l!'l: 10. num novo Céu e numa nova Torra (Ap 2 1 3). Em seu ministério torreuo.27 fz 1. 11). Jesus cumpriu Isaias 7. 2. EN -D OR.5). não lhe respondeu íw 5.3). 6. lS m 3 .14). Isaias faiou sobre Emanuel nos dois oráculos que se seguiram ao nasci­ mento de Maer-Salal-Hos-Baz (ls 8.D l20. ENÃ.11.4).16. Ele era a única esperança segura que eles tiniram «lo bênção e proleção. numa leutaíiva de sobre­ vivem ia. 18.6J. Cristo era tudo o que o filho de Isaias representava. Said eslava tão afastado do Dous que.20: 28.131.EN-DOR anunciou o despojo da Siria e Israel “untes que o menino saiba dizer meu pai ou minha mãe" (Is 8. sem duvida poT orientação rle Samuel. famuis o Senhor se identificara lào intimamente com o povo da sua aliança. Jesus enviou o Espirito Santo para estar com seu povo (Jo 14.4.37. a grande esperança do Novo Testamento é que.9>22. Num mundo cercado por inimigos.8. (a feiticeira dej. Essas descrições tornam possível que o Emanuel fosse Maer-Salal-lIasBaz. Como o Messias.1 -41).15.5.29. quan­ do o rei consultou uma feiticeira na cida­ de de En-Dor. para a batalha. A presença de Deus no moio de seu povo também é um conceito vital no Novo Testamento. Depois da morte do velho juiz. 2.3 :4 6 . que viveu enire nós ffo 1. Cristo está nó tnnio da Igreja. de acordo com a Lei de Deus IDI 18. para ele. o Emanuel original nasceu. ! Cr 22. após o julgamento final. 2 I<s 18. TJur dos líderes da tíiho do Naflali.14.16: Al 1 8: 2.28:2 Sm 7. 2 Cr l . 3 9 . a quom posteriormente Moisés nomeou chofe dos naítalitas (Nm 1. o rei consultou ao Senhor por meio dos profeta» e do Uriiri e Tiimim o esperou que Deus lhe falasse por sonhos. por sentir-se cada vez mais ameaçado por Davi e pelos filisteus. Se for assim. A presença de Deus conosco ô um conceito fundamental t?m todo o Antigo Testamenirj. Só é mencionado om conexão com seu filho /Vira. Esso associação próxima entre os dois no­ mes também pode indicar quo se tratava du mesma pessoa.18. a fim de protegé-la e abençoá-la (Ml 28. “Vendo Saul o arraial dos filisteus. 1 Samuel 28 relala um mcidenlena vida do Seul. e muito mais.f. Js 1 . Cristo tomou-se o Deus eucamado. 179 .3. os israelitas fiéis nutriam a presttnça de Deus. porque Ele era a plena domonstração ria pre­ sença do Senhor do meio de seu povo.14. expulsara todos os mé­ diuns e adivinhos de Israel f 1 Sm 28. 31. porém. Por meio da terceira pessoa da Trindade. 7hrceiiv.4 . o Senhor.5). MateuS 1. O Senhor o mencionado como o que habita 0 0 meio de seu povo polo monos 89 vezes.]. para saber sobre o luluro dele. Depois de sua ascensão. Finalmente.l :Z c 10. nos dias de Isaias como umu figura do Cristo.20).10).23 explica que lesus era a expressão definitiva da presença de Deus no meio de seu povo.ÍÍJ. Paulo também explicou que os que dormem no Senhor estão com fesus |2 Co 5.

Seu pai foi d primei­ ro homicida. '‘trasladado". a Riblia simplesmente diz. ao co­ mentar sobre a fè tle alguns dos grandes heróis do passado. Enoque.14. O escritor vai mais adiante.d. pudesse entender. Caim colocou o q o u ic uma citação ayjrovadora. fillio Enoque era um dos cinco uetos de Abroáu de Adão e Eva que ocupou a lugar de e tle Quetura (Gn 25. Enoque tanibóm aparece comu ancestral de Jesus. porque Deus para si o tomou” (tia 5.37. Como resultado. seus descendentes.5: 1 Cr 5. Como isso aconteceu ou por que midade e lesus o curou O milagre fui ele nm particular foi escolhido para ter instantâneo. e dest aca que só e possível "agra­ dar a Deus”. que levou ao pronuncia­ mento de sua morte.25). Como membro da linhagem dos des­ cendentes de Adão que permaneceram fiéis ao Senhor. levou uma vida jus­ ta. Num vivido contraste com o lilho concordava: o Senhor retornaria com seus anjos.9: Èx 6. par­ que "alcançou testemunho de que agrariara a Deus'’ (Hb 1 1. pot meio da fe nele.23. um ensina que a es­ critor demonstra ser esseut ial para o en­ tendimento adequado do cristianismo. outro Enoque. homem notável nessa linhagem piedosa Deus não Ihe respondeu: asáfcn. 1 . Parece que nunca tivera uma experiência como aquela antes. iíihn o clã dos enoquitas (Gu 46.24). p.n. O escritor da carta aos Hebreus. AbeJ. De falo. diz que Enoque “foi trasladado. comu há indicação de que ludas considerasse esse texto “inspirado”. de Caim. para julgar lodos os maus. 3. p . Em outras palavras. No entanto. a verdade é o contrário. da Terra para a presença de Deus. Um dos lideres do elá dos midianilas. Assim Enoque foi oousideradn “justo" perante o Senlior. a fim de que o seu juizu pudesse Ser pronunci­ ado de uma maneira que Saul.33). Não neto de Adão o Eva.21. muitas pes­ esse grande privilégio náo e revelado nas soas na cidade converteram-se m o Senlior. a Bíblia descreve em Génesis 5 4. Saul con­ firmou Mia desobediência e falia de con­ fiança nu Senlior.17. toda a sequência do evento foi per­ mitida pela providência do Dous. Este vocábulo significa "louvar". Portanto. A consulta foi o grande ato final da desobe­ diência de Saul. ou parle de seu Lomoque. foi ura 26.18 19. morto por Caim (Gn 4.r„ 180 . Mi íncionado apenas em Atos Não há dúvidas de que Enoque to) 0. O filha mais velho dp RúLen e lí­ ria dos seus descendentes permaneceu der da família que ficou conhecida como fiel ao Senhor e o adorava. ficaram famosos pelos pecados conteúdo confiável. A passagem tam­ bém indica que a próprio feiticeira fícuu atónita quando um possível demónio dis­ farçado du Samuel lhe apareceu I I Sm 28. sem prostrado em um cama havia oito anos. Sem du­ vida.4. a serviço do Senhor. dn linhagem de Sete. con­ um livro da período interteslamentário. 18.22: i Cr 1.5). elo loz que cometeram. EN ÉIA S. era atribuído ao Enoque de Génesis 5. em Lucas 3. por sun fé. que cita a profecia de depois que este foi banido por Deus. a despeito de iodo o seu pecado e desobediência. A maio­ 5.3). experimentar o sofrimento ou □ dar da D apóstolo Pedro repreendeu-lhe a enfer­ morte. e procurou a feilíceira.33-35.Nm de Jarode e pai de Matusalém. 2. ou simplesmente removido Enéias vivia em Lida e era paralítico.13J.24). denado a vagai' pela Terra. "a já náo era. 1 Cr 1.g .3]. Primeiro filho de Caim. Outra re fe T ê u c ia a Enoque é encon­ ENOQUE. trada ern ludas 14.ENÉIAS (Gn 5. coma um livro deste filho ua primeira cidade que lunqur continha um conceito com o qual ele dóu fGn 4.I2. Em vez dn regis­ tro do sua morte. Escrituras. Em nenhum lugar a passagem indica que taJ utilização du Sfírviço de uma fei­ ticeira seria aceitável sub certas condi­ ções. para uáo ver a morto”. Viveu um total de 3fi5 anos e “andou com Deus".

em oulras igre­ jas. Era conhecido pela in­ tercessão que fazia pelos que aceitaram a Cristo por meio do seu ministério.3tll EPAFRAS. Além de suu fidelidade na pregação. também destacava-Se como un» homem de oraçãó. Eli: citai total as­ sistência ao apóstolo. Talvez por essa razão o apóstolo o le­ nha chamado de “escravo de Cristo le­ sas" (Versão Contemporânea.26). Aprendemos. m encionado som ente em Filipenses 2. Em seu tempo. pelo “amor no Espírito” u pelas evidênaaa da graça de Deus que operava entre elos. mas é bera evidente que Raido tínha por ele uma elevada consi­ deração e es tinia. “nosso amado (Sonse-Evo". de uma maneira frequentemente associada ao próprio Pau­ lo. Elo compartilhava a heran­ ça do apóstolo. O irmãos ficaram tão an gustiados com suo doença que o próprio Epalrodito licou preocupado. Cristão da cidade de Filipos.:éta |C 1 4. mas também Hm Hierápolis e Laodfi. Não sp sabe ao corto se Epafrodíto era um dos líderes da igreja em Filipos ou simplesmente um discípulo comprome­ tido com Cristo.121. seus ohjetivos e seu ser­ viço na família de Deus. suprindo para com ele o ministério pessoal dos outros irmãos filipenses que não poderiam ir pessoal­ mente ate onde Paulo estava preso (2. A enfermidade de Epalrodito. Cl 1 7. Iísses irmãos eram conhecidos por sua “fé e amor”. Foi chamado de "meu aunpanheiro de prisão em Cristo Jesus”. principalmente diante da perspec­ tiva de enfrentarem o iaJso pnsino e até mesmo fiersp-guiçOes. Epafrar. ou simplesmente poi orar i? ensinar. e o apóstolo considerou sua recuperação como uma intervenção misericordiosa de Deus (Fl 2. ‘servo”).30).1H. um termo reserv ado para si mesmo e para Timóteo (urna vez). 4. talvez por providenciar sus­ tento material para elos.r> ). nán só em Colossos. por meio dn apóslolo. que o deixou quase á morte. Era conhecido pelo seu compromisso com Cristo o sua perseverança na prega­ ção du Evangelho.6-11. para levar um donativo em apoio ao ministério do Paulo. a Bíblia diz que “os ho­ mens começaram a invocar o do mo do Senhor" (Cu -1. porque o serviço do Evangelho em que ambos es­ tavam envolvidos era uma luta de vida ou morle e Epairodilo eslava disposto a chegar “até bem próximo da inorie" pela obra de Cristo |v.26: 5. Também levou informações a Paulo so­ bro os colossenses. 2. e de "servo de Cris­ to |esus".121.27J. Foi enviado pela igreja daquela cidade (“vosso enviado” F1 2. Sabia o quanto em importante pura os novos con­ vertidos terera um crescimento contínuo na Té. Ele tinha "grande zelo” por es­ sas igrejas. vi­ veu 905 aiios (Go 4.13). Seu ministério provavelmente foi ca­ racterizado pelo compromisso lotai com Cristo e o Evangelho. em Colossettses l. que esses irmãos converteram-se ao Cristia­ nismo por meio da pregação dp Epafras. Assim.25-30 e 4. E P A F R O D IT O . Nelo ile Adão e filho de Sete. Paulo relere-se a elecomo'cooperador" |v. 1 Cr 1. perfeitos e plnnamente segu­ ros em toda u vontade dr: Deus'' (Cl 4. para os quais d após­ tolo destinou uma carta. Sua oração era paia que os colossenses pudessem consorvarse “firmes. com as mais alias rpcomendaçôes. 2fiJ. Enos também e citado uti genealogia qun vai de Imsus até Adão (Lc 3.11. Paulo o chamu do “companheiro nos combates". ao enfatizai o serviço que lez Epalrodito ficar grave­ mente enfermo (v.30). a qual foi mencionada previamente em Génesis 4. com quem trabalhou p Ibi companheiro do prisão em Roma (Fm 23. quando melhorou o suficiente para po­ der viajar. A intenção aqui ó es­ tabelecer um contraste direto entre os i lescondentes fie Sete e sua obediência ao Seuhor e a linhagem de Caim.25). Paulo o despediu.EPAFRODITO ENOS. pnr Paulo. causou grande pre­ ocupação para Paulo e os filipenses. ao cbomá-lo de “mnu irmão" (2.25). e assegurou aos filipenses que o irmão enviado por eles 181 .

mas antes o que lira a dor do corpo e os pro­ blemas da alma. Na literatura grega exlrábíbliea ela é usada para descrever as apostas nos iogos. era possível na igreja de FUipos. Fm [-uipenses 2. Mauln usa a palavra “arriscar”1. Ao contrário dos estóicos. |As palavras "próximo da morte" em Filipenses 2.oxtn do Novo Testam ento. geradora de unidade. os epicureus afir­ mavam quR as sensações. buscando a base de cada es­ colha o determinando correi umente o que deve ser evitado.M. os preconcei­ tos e os sentimentos humanos eram o padrão da verdade.12. Seus adeptos eram indiferentes aos deuses: acreditavam neles. fundada por Epituro ( M l a 270 a.EPENETO superara todas as expectativas no cum­ primento de seu dever cristão.30 são as mesmas usadas para descrever o auto-sacrifício de lesus em Filipeuses 2. o maior bem é a prudência. à s v o z e s é necessá­ rio proviu B dor. Provavelmente ocu­ pava um lugar muito espec iai no coração EPI CUREUS. Epafrodito é o equivalente grego do nome latino "Venuslus''. No limd da epistola de Pau­ lo aos Romanos. e ambos indicam uma associação fam iliar com o culto de Afrodite (Vênus) Além do ser a dousa do amor e da beleza.8. que não é encontrada em outro t. Esse resumo das filo­ sofias dos epicureus reflete a descrição feita por Diógenes Laertius om A Vida dos Filósofos EinintiritoS.C. Livro 10. Assina. O nome Epafras ê uma cont ração de Epafrodito. a primeira evi­ dencia da graça de Deus na vida do povo que habitava ali A área referida prova­ velmente era Efeso.ta (as reco­ mendações o saudações de Paulo geral­ mente estão no final das caitas). EQUER. A morte não deve sor considerada. Segundo eles.271. n . De talo. os epicureus não querem dizer necessariamente o sensual. Ambos aram muito com uns no primeiro século.) Correta ou não a conexão do uome Epafrodito com o risco das apostas nos jogos. A ausência da dor devo sor d e s e j a d a e o prazer precisa s e r busca­ do. quo existia nos dias da Igreja Primitiva PauJo encontrou com alguns deles em Atenas lAl 17. Uma vida de verdadei ro prazer seria uma existência de prudên­ cia.19-30 é diiicil de entender à primeira vLs. A colo­ cação desta recomendação de Epafrodito (r TimoleoJ em Filipenses 2. Para ex­ perimentar o prazer. pois ninguém sabe o que este lhe reserva. Nenhum plano deve ser lei­ to com relação ao futuro. o qual era nativo de Colossos |Cl 4.181. O epicurismo era um equiva­ lente antigo inuito próximo do agnostteismo secular moderno. honra e justiça. Por prazer. O objetjvo da vida é alcançar e experimen­ tar o fobeidado. Epafrodito era a pro­ va vivu de que tal humildade. pois era o prime iro conver­ tido "da Ásia" e. exis­ tem dois estados de sentimento: o prazer e a dor: dois tipos de questão: a concer­ nente às coisas p a relativa ãs palavras. Um dos netos de Jerameel [1 Cr 2.B . a relação entre o auto-sacrifício des­ se discípulo e o de Crislo é nerta.30.13: Fm 23). sáo ilustrações muito bem colocadas so­ bre o lipo de sacrifício humilde e a dispo­ sição de negar u si mesmo quo Gristo pro­ duziu r<m seu povo. 182 . era também a protetora dos jogadores. Seguidores de uma esco­ la filosófica grega.l. mas os consideravam muitos distantes para s r preocupar com o homem. do apõsiolo. que invocavam seu nome quando faziam suas apostas e ar­ riscavam suas fortunas. EPÊNETO. assim. mas peia obra de Cris­ to. O fim de toda ação e libertai da dor e do medo. b Io é saudado como "meu amado" (Rm 16-5). Não se devo confun­ dir Epafrodito com Epalras. Possivelmente o apostolo utilizou tal expressão para afir­ mar poderosamente que Epafrodito fcom o nome pagão intacto| arriscou tudo — uno por Afrodite. o qual define a vida com hase nas experiências. A.

.LDto.22). Era filho de Josué e pai de Elrnadã ÍL< 3. (Corinto era uma r. ele lalvez hjsse uma pes­ soa bem conhecida. ou "te­ soureiro. 48. A Bíblia nada diz sobre Er. Afídile era o equivalente em latim da palavra grego oikononw s. que vai de José a Adão. onde sem dúvida exerceu um importante papel na igreja. "aquele que vigia"). neto de Judá (1 Cr 4. provavelmeule ele precisava de grandes recursos financeiros para estabe­ lecer as garantias necessárias a esse car­ go cívico honorário. Como o cargo era eletívo. a fim de que seu povo buscasse o bem-estar da cidade (jr 29. exccto que "ora mau aos olhos do Sonhoi. Listado na genealogia de Jesus em Lucas.28). que regislTu os pecados de Judá e de sua família.19. 3. na colónia romana de Corinto IJRm lfi.23). As tarefas do “tesoureiro da cidade" eram a manutenção das propriedades corno ruas p prédios públicos. ERASTO. foi colocado sobre grandes lajes de calcário acrocorintiu. Numa cidade rica como Corinlo. mas parece que a maioria dos membros da íaniiiia havia rejeitado o Senhor e se envolvido na cultura e reli­ gião dos cananeus.ERASTO ER (Heb.12. que media 19 x 19 melros. A últi­ ma voz quo ouvimos sobre esse importan­ te cristão foi quando «le eslava em Corinlo (2 Tm 4. Seu pai arranjou-lhe uma esposa chama­ da Taraar. um cida­ dão proeminente da cidade. foi para Éfeso.2(JJ. Filho de Sela e pai de Lera: portan­ to. administrador". 0 apóstolo o enviou á Macedôuia junlo com Timóteo. que usava suo riquez. isso signifii ova quo judeus. a fim de ajudar uo importante ministério que se desenvol­ via ali. e Paulo recomenda as buniuitorias feilas pelos cristãos que linham os rei ursos paia ocupar cargos e realizar tais tarefas elvicas (Rm 13. ERÁ. Tornou-se lider do clã dos eram tas. por* t.12-15] podiam ser eleitas livremeuie em Corinto. Como Qiilros eooperadores de Paulo.\). Assim. Era o líder dos clãs que trabalhavam i. Primeiro filho de Judá cara sua es­ posa cananita (filha de Sua) e nelo de lacó (Gn 38.) pessoal e intluôncfa para ompar um cargo publico honorário. em troca do “aedile““. inclusive presidir os lití­ gios fmanceírus. u quem os governantes provavelmen­ te elogiaram. eis aqui uns cristõo. próximo ao teatro. Erasto.3-7. Por ser um ci- 183 . Erasto lambém preci­ sava ser um cidadão romano. Cênesis 38 é um ca­ pítulo triste. Paia ser aleito.olònia romana e no tempo de Flauta sem­ pre se usavam lermos latinos para design nar os cargos públicos.3-4). Sabemos que as leis não faziam restrições quanto às con­ vicções religiosas de quem ocupasse tais funções.um linho e vivium om Bete-Asbéia. Maio­ res detalhes são dados sobre o pecado de seu irmão Onã. era considerado um benfeitor cívi­ co. 7J.21). sobre o qual Paulo fez meuçãQ (Kru 13. LTm dos ministros de Deus". Erasto tam bém estava ati vãm ente engajado no ministério» cristão. Isso es­ tava de acordo com a ordem dada por Deus.7). As campanhas eleitorais exigiam que os candidatos vencedores cumprissem irae- d ia tamerrte suas promessas. onde o apóstolo escreveu sua caria aos romanos. por ler feito "boas obfas‘‘< Havia uma bem conhecida convenção. pois tinha a total con­ fiança dos principais ( idudãus de Corinto. que linha uma longa história no mundo romano. Sabemos que um grande pavimento. 2 .6). a coleta da receila n a intermodiaçáo legal uos ussunlos comerciais. Como Apoio.12. de se reconhecer publicamente tais boas obras. As palavras gravados em bronze dizem claramente: ‘'Erasto colocou esse pavimento à sua própria cusla. pe)o que o Seuhnr o matou' | v. Nra 26. 1. Era u "tesoureiro da eidade". com o propósito de engajar-se uo ministério (At 19. por­ tanto ate mesmo cristãos (que Gálio igua­ lou cora os judeus etn seu discurso em Atos 18. 1 Cr 2. LIm dos natos do Efroim o filho de Su to la.

Am 1.g . entretanto. Não íoi permitido que ajudassem na obra de reconstrução do Templo. os 184 . era a hora de passar a bênção du família para seu filho primogénito. en­ quanto adorava sou deus Nixroqne (2 Rs 19. Suas atitudes ru­ des e a maneira como lugia das dificul­ dades da vida foram a causa de sua trági­ ca queda. foi rei da Assíria Í6K1 a 669 a. e o tninislerio espiritual do Evangelho.281. pois achavam que ele leria mais condições de abençoá-los. por­ tanto.1) e. O mundo de Deus não é dividi­ do. moçáo de todo um povo de uma região para outra muitas vezes resultava em que tais pessoas odotavam a adoração do deus local. Esaú teve uma explosão de genuína tristeza e fúria (Gn27.6-9). que ele próprio criara. Filho de Senaqueribe.11. nada levava a série Quornlo seus pais reprovaruin as esposas que escolhera [Gu 26.41). Na narrativa bíblica eb» é lembrado por sua política de deportai o?? povos que couquisfava. Esaú. Eri tornou-se o líder do elá dos erilas (Nm 26. ESAR-HADOM.W. pagou-lhe tribu­ tos. ERI. rei de Judá.d . As pessoas que foram c o l o r c a r i a s por ele em Judá e na região i irounvizinha ainda estavam lá nos dias de Esdras [Ed 4. Para ele. E ura seu uuso não bavla bar rcira entre u basca do bem-estar material da cidade.C. (Ass.Arã. 5-19). Seu pai foi morto por seus dois ou­ tros falhos. Era o filho primogénito dos gémeos de Isaque e Reboca (Gn 25-25) e tomou-sn o favorito do pai fw. o irmão o recebeu como se nada tivesse acontonido [Gn 32. filha de Ismael |Gn 28.3-7. 33.37.16.38) A dedkaçõo de EsarHadom y seus deuses é registrada em vá­ rias inscrições.7. ao aprôveitar o falo de que não podia mais enxergar. para participar de campa­ nhas evaugelisticus h do fortalecimento das igrejas. sua casa provavelmen­ te fosse grande a suficiente para permitir ipje os cristãos locais se reunissem uela. A terrível idolatria que essa prática causou é des­ crita de lorma vivida em 2 Reis 21 p . “Asur (um deusl tem dado tim irm ão"}. entre­ tanto Re beca e Jacó a enganaram. ls 37.16). no papel tanto de ministro como de servidor público. Ob 9 a 14). t? a pequena pedra que os dois irmãos aliraram no lago da historia fez círculos cada vez maiores (Sl 137. de maneua que o mais novo recebeu a bênção no lugar do primeiro (vv. estava sempre disposto a viajar por mar ou terra. saiu e casou-se com outra mulher. A disputa entre os dois Jicou mais inflama­ da quando o patriarca percebeu que esta­ va às portas dn morte (Gn 27.34. apesar de ulugarom quo adora­ vam o Deus israelita desde que i begaram ao país. B. onde aparece como Heri). Era o quo hoje chamaríamos du uma pessoa "acomodada" Adorava a li­ berdade da vida ao ar livre (Gn 25.1-4). É listado como o quinto filho do Ga de e entre os que desceram com jacó pura o Egito (Gn 46. quando |acó retornou lemeroso de Padã. Como um servo dedica­ do. Adrameleque e Saiezer.21. A ssim . Usava sons rocursos num cargo público. na fundação dos igrejas.34). assisa como o faio de que Manassés. mas s u d natureza de pessoa "acomodada" não permiliu que sustentasse muito lempo a anim osidade.i. Parte do tributo dos reis vassalos rorno Manassés era para que aprendessem a obedecer ao rei da Assíria e reconhoeessem Asur como sou novo deus. A passagem dá algumas Indicações do grande número de pessoas que acompanharam o patriarca ao Egilo. A prática da deportação e a re- ESAÚ.27) e não levava nada a serio.ERI dadão proeminente. ele exercito seu cuidado providenci­ al tanto na uivei cívico como espiritual. Erasto era uni cristão de muitus pos­ ses e também cidadão romano. seus descendentes e d om itas mostraram ser muito mais intratáveis. Infoli/m ente. 27.

ESDRAS problemas da vida podiam sei resolvidos facilmente! De fato, só foi capa/, «le ficar zangado com a fraude de |aoó porque não levou a sério a transação qu* fizeram ariteriorniRulfi, na quaJ vendeu seu direito de primogonitura Ao voltar d* uma ca­ çada, cansado e faminto. Esaú encontrou o irmão ocupado na cozinha. O arotrtô era tentador demais e, mima atitude típica dele. viu tudo de uma maneira exagera­ da: qual snria a utilidade do direito de primogeoitura se morresse do lumeV Essa decisão frívola. entretanto, léve conseqíiêiíciiis irreversíveis. O que Esaú con­ siderava: como "ler um pooto de vista complacente", a Bíblia chama de ‘'devas­ so” r "proiano” (Hb t2 .16) — n atitude do viver couio se não existisse vida eterna nem valores absolutos. Para ele. não hou­ ve oportunidade para arrependimento (Hb 12.17). I.VM, lriar< 8 posteriormente demonstrou-lhes sua gratidão (v. 241 Para mais detalhes sobre o incidente, veja Aumfel.

ES BAAL. Um dos filhos de Saul e ir­ m ã o de Jôuatas ( I Cr 6.33; 0.39) Também chamado de Is-Bosoto. Depois da morte do rei, Abner tomoú-o e tentou lazfido sucessor do pui A tentativa de se criar um reino alternativo para competir com Davi teve vida curta; logo Is-Bosete foi morto, o que entristeceu o filho de )est>é (1 Sm 2 e-I. Veja Is-Bosete), ESBÀ. Um líder entre os horeus. Era fi­ lho de Disã e nelo de Aná |Gn 36.26; 1 Cr 1.41). ES BOM. 1. Um dos sete filhos dè Gade. listados eni Génesis 46.16. entre os que foram com Jacó para o Egilo. Em Núme­ ros 26.113 é chamado de Ozni e é o funda­ dor do d ã dos ozuilas 2. Nelo de Benjamim e filho de Beló 11 Cr 7.7). ESCOL. Um dos três irmãos amorreus (veja lambém M anw e Antir) que se alia­ ram a Abraão, quando perseguiu Quedorlaomer. a fim de resgatai o snlirinho Ló do cativeiro (Gn 14.13*16). O pa-

ESDRAS. Este võailiulo deriva de um lurrno hebraico que significa "ajuda' Provavelmetilé è uma forma abreviada de Esdraías, “ Yahweh ajuda". Os pais davam este nome aos filhas do sexo masculino, como um louvor a o Senhor por sua ajuda om tampos de guerra. Existem Irâs pesso­ as com esse nome no Antigo Ttestamento: 1. Veja Ezm. 2. Logo após o término do exílio b abilón ico, ura sacerd ote cham ado Esdras retornou para a Terra Prometida junto com Zoróbabel (Ne 12,3.13). Ele é lambem chamado Azarias em Neemias 10.2. Era um zadoquita, sob a liderança de losué. 0 sacerdote naquele tempo. 3. O mais importaute personagem com esto nome sem dúvida era o escriba que liderou as grandes retírrmas no meio do povo de Israel após o exílio, uma ge­ ração ou duas depois de Zorobabel. O ministério de Esdras. Os livros de Esdras e Neemias falam muito sobro esse bem couheoidí) personagem EIb era des­ cendente de ArãOr o primeiro sumo sa­ cerdote de Israel (Ed 7.2-7). Esdras per­ tencia â fam ília de Seraías. a quem Nabucodonosor matou era Ribla (2 Rs 25. ltt-23), O iillio de vSc-Taias, jeiizadaque, foi O sumo saierd ote exilailo p i i r a a BaliUônia 11 Cr 6 .1 4 .1!í). Embora esle não seja mencionado na genêalogia de Esdras (Ed 7.2-7Í. datava-se de um membro des­ sa Unhagem ou com uma relação muito próxima a ela. Esdras ocupou unia posição di* lide­ rança no exílio. provavelmente devido à sua linhagem sacerdotal Sua íunção exa­ la é desconhecida, mas participava dos negócios do governo, em tal posição que Artaxerxes, o imperador persa, deu-lhe sua recomendação pessoal (Ed 7.11,12). Esdras foi descrito como "escriba' (também traduzido como "mestre" e m al­ gumas Versões da Bíblia). O rei Arlaxerxes

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ESDRAS o designou "o escriba” (Ed 7,6,11J, talv«z para indicar que sua funçãu seria algo como conselheiro pBal. A tradição judoica atribuiu osso título a Esdra;*. devido uos seus conhecimentos especializados na Torá, a Lei de Moisés, Dp fato. ele leve um papel proeminente na edição e com­ p o s i ç ã o das maiores porções do Antigo Testamnnto. Esdras liderou uma caravana de exi­ lados da Babilónia para Israel, após o decreto de Arlaxerxes |Ed 7.1-12). Rece­ beu automação do imperador para arre­ cadar donativos rios judeus quo viviam na capital dn Império, para o culto no Templo em [erusalém (w. 12-28J. Essa jor­ nada aconteceu no "sétimo ano do ret Arlaxerxes" (v. 7). Infelizmente, o texto bíblico não tleixa claro se esse retomo foi no sétimo ano rle Artaxerxes I (458 a.C.) ou Arlaxerxes II (397 a.C.). Qualquer que seja n coso. Esdra* vollou a Jerusalém pelo mern > s uma geração depois que Zorobabel estabelecera os primeiros judeus que volLuam e liderara a reconstrução do Tem­ plo em 51.5 a.C.. Quando Esdras chegou u Jerusalém, firou horrorizado, oo sabei que muitos sacerdoLes. levitas e líderes civis tinhamse casado com mulheres pagãs (Ed 0). Essas uniões mis las haviam corrompido a moral e n vida religiosa da nação. Em seu desgosto, Esdras chorou humilde­ mente diante do Senhor e conduziu Ioda a comunidade aò arrependimento fEd 9 a I0|. Muitos judeus divorciaram-se dn suas esposas estrangeiras e foram reinte­ grados no serviço do Senhor. Na Festa dos Tabernáculos, Esdras leu a Lei de Moisés (Ne 7.7 \a B I 2) Os líderes do povo eslaboleoerum uma aliança lJS'e 9.3H a 10.3.9] e prometeram renovar o compromisso de manter a pureza conjugal, observar o sá­ bado e parlii ipar dos cultos no Templo. As cúx unstàni ias da morte de Esdras uno são conhecidas, O registro bíbl íco ter­ mina pouco anles do final de seus dias O seu retraio, tanto nas Escrituras como nas tradições, indica que serviu fielmen­ te junto i om Neemias como Líder do povo dn Dnus durante toda sua vida. A mensagem de Esdras. Ela pode ser resumida em dois tópicos: a despedida das mulheres estrangeiras e a renovação da plena lealdade à Lei de Moisés Sua inslstónda na guarda do sábado, na pureza mornl e no serviço do Templo não é de surpreender. Essas questões íerram defen­ didas duranie ioda a história de Israel O registro bíblico honra Esdras como um modolo de líder cm tempos de refor­ ma. Sua mensagem não é questionada por nenhum dos escritores bíblicos. Pelo contrário, os livros de Esdras e Neemias destacam varias defesas para suas atitu­ des, Ele tinha o apoio do imperador persa, das pessoas justas dc lerusalérn e do Senhor. F. fmpcnrtanle notar que a exigência de Esdras quanto ao divórcio náo era moti­ vada por questões raciais. Os exemplos de Zipora (Êx 2.21,22), Raabe (Js G 25) e Rute (Rt 1,4) deixam evidente que a união mis tu com estrangeiros não era terminan­ temente proibida no Antigo Testamento. A questão em pauta era o casamento interreligioso, e não inter-racial. A mesma pToibiçáo aparece também nn Novo Tes­ tamento (2 Co 6.14 a 7.1). Por que, então, Esdras iusisliu paia que os casamentos mistos fossem dissol­ vidos? Sua situação era desesperadora. Essas uniões mistas enfraqueceram toda a comunidade. As mulheres pagãs tinham deixado Israel, que lutava paru se manter tirme após o exílio, u beira da apostasia total. Todo o programa dp restauração corria o risco de fracassar completamen­ te. Em resposta a essa situação crítica, Esdras sabiamente insistiu para que os homens de Judá se ihvon.iassem de suas esposos estrangeiras. A mensagem de Esdras sobre o divór­ cio não violou o principio bíblico du san­ tidade do casamento. Suas instruções estão em harmonia com a sabedoria de Knilo, que instruiu os crentes dó Novo Testamento quanto u orar pelos Lncredu-

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ESPÍRITO SANTO los, na esperança da conversão deles (1 Cu 7 17-241. Pelo contrário. Esdras enfren­ tou a extrema situação da comunidade restaurada com uma decisão delicada, porém necessária Nesto sentido. Esdras perm anece como um modelo par a os crentes em to­ das as épocas. Seu zelo pelo reino do Dous linha prioridade sobre todos os outros assuntos. k.K

E S E Q U E . Mencionado em 1 Crónicas 8.39 na genealogia de Saul. da tribo de
Benjamim. Seus filhos são listados como LJlão. leús e Elifelela

ESER. 1. DosCendente de Esaú, filho de Seir d chefe dos horeus (Gn 3R.21. 27, 30: I Cr 1.38. 42). 2. Filho de Elraijn, foi morto junto com seu irmão quando tentavam roubar o gado dos gatitas (1 Cr 7 21). (Veja Elude e Hr rias). 3. Descendente de liur. pai de Husà, da tribo de Judá 11 Cr 4.4).

4. O chole ile um grupo de guerreiros i lu tribo dn Cade que desertaram d < » exér­ cito do rei Saul e uniram-se a Davi, em Zidague (1 Gr 12.9). Esses honiRns foram descritos como «xtremomente valentes: "seus rostos oram como rostos de leões, 6 oram ligeiros conto corças sobre os mon­ tes" (1 Cr 12.8). 5. Maioral da cidade de Mispa. filho de lesua, ajudou a reparar os muros do TerusaJém sob a ilireçáo de Noemiai* liSJe 3.19; 12.42, onde seu nome é grafado Ezer). Eto da Iribo de Levi: provavel­ mente é o mesmo levita que mais larde fez parte do coral que cantou na reinauguraçào de lerusalém. Os muros e a cidade foram destnudos poios caldeus, quando levaram os israelitas para o cativeiro.
PJJ.G.

ESLI. M encionado na genealogia de Lucas, que vai de José o Adão (JLc 3.25). Era pai de Na um o filho dfl Nagal. ESPÍRITO. V e j a Espirito Santo.

ESPÍRITO SANTO
Em ambas as línguas. tanlo ao grego como no hebraico, os vocábulos usados para o Espírito Santo enfatizam sua santidade. No AT. o adjetivn san to antes do subs­ tantivo espírito aparece raramente (Si 5 1.11 ; ls 63-10,11). Em contraste, o NT apre­ senta essa com binação na m aioria dos livros, coroo um nome que ocorre frequentemente, cspecialmeute no livro de Aios. Isso não significa que a ênfase ao Espirito é menor no Antigo do que uo Novo Testamento. As expressões mais frequentes no AT são o Espirito d e Deus ou o Espirito do S en hor, as quais ocorrem numerosas vezes. As palavras gregas e hebraicas para “espírito" revelam um significado duplo: espi­ rito e vento. Por exemplo, “o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” (Cn 12). mas “Deus fez passar um vonfo sobre a terra, e as ãguas abaixaram" (Gn 8.J) Jesus disse a Nicodomos: “O que é nascido dó Espirito, è espírito... o vento sopra onde quer (Jo 3.6,8). Outro significado do termo '‘espírito", nas duas línguas, é sopro, respira» çâo. tanto divina como humana (Io 4.9; 12.10; 2 Ts 2.8) Por todas as Escrituras a e x p r e s s ã o “espírito" e escrita com letra maiúscula, para referir-se ao Espirito de Deus. ou com lulra minúscula, para imiicar o espírito huma­ no. Devido ao fato de que os manuscritos anligos não usavam letras maiúsculas, os tradutores o editores às vezes têm muita dlfic uldade para determinar se o escritor

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ESPÍRITO SANTO tom mu ínepU* íj espírito de Deus ou o humano (veja por exemplo variações «le Uaduem Atos 1U.21J.

çõd,

O Espírito no Antigo Testamento Na criação
A primeira vez que a palavra "espírito'1 aparece aa Bíblia é do relato da criação, em Génesis. O Espirito • ie Deus. o qual pairava sobre as aguas, é o poder criativo que traz ordem ao caos (Cu 1.2), O sal ruis ia faz eco a esse conceito, quando diz: ‘Pela palavra do Sonhar farum faltos as céus, o toda o exercito doles pelo sopro da sua boro” (SI 33,BJ. Por meio do sopro de Deus. Adfio lomou-.se uinn .ilirwi vivente (Cu 2.7). )ó afirma que 0 Espirito do Senhor o criou e que recebeu vida por maio do sopro do Todo-poderoso [R > 27.3; 32.8; 33.4. 34.14.15). Quando Deus retira seu sopro dos seres humanos e dos animais, eles morrem e retomam ao pó (SI W4.29; E<: 3. 12.71, No vale dos ossos secos, o sopro de Deus entrou lios esqueletos e eles retornaram à vida (Ez 37 1-14)

Como uma Pessoa
A ênfase sobre o monoteísmo, dada pelos escritores do Antigo Testamento, prevalece sobre a doutrina da Trindade. No entanto, os escritores (azem uma distinção entre Deus o o Espuito do Senhor, sem jamais considerar o Espirito como uma mera ema­ nação de Deus Tome, por exemplo, as referências em Gônesis 1.1,2. Deus criou o céu e íi terra, mas o Espírito fio Sonhai pairava sobre nS águas. Deus disse que seu Espírita não contenderia para sempre com o homem (Gn 6.3). Isso significa que os escritures víhiu duas pessoas divinas distintas; ides entendiam que g Espírito era Deus. o qual exercia funções que os escritores bíblicos expressaram em lermos humanos Isso fica bem claro eui algumas passagem. Os levitas oraram: “Deste o teu bom Espirito para os ensinar (os israelitas)" (Ne 0.20). Davi perguntou: ‘Tara onde me irei do teu Espírito7 Para onde higirei dia lua face?" (SI 139-7) v. Isaias escreveu que o povo entristeceu o seu Espírito Santo e Deus (o Pai) tomou-sti inimigo deles (is 63.UM 2: veja também 48.101.

Na profecia
A rimnilfístoção da Espírito é evidente na vida dos profetas, os quais transmitiam ao povo o que o Senhor lhes lidava. Tomavani-.se porla-vozes de Dous, quando o Espírito descia sobre eles. O profeta Isauis declarou que o Espirito do Senhor Soberano estava sobre ele (ls 6 1 .lj. o que foi cumprido plenamente em Jesus (Lc 4.181 Ezequiel reve­ lou que o Espirito o levantou e o levou a lugares e pessoas, numa visão que o mesmo Espírito de Deus Lhe dera |Ez 11). Embora algumas pessoas não tivessem o título de profotu, mesmn assim proferi­ ram mensagens por meio da Espírito Santo O rei Davi pronunciou seu último testemunho poético antes de morrer, quando disse: “O Espírita do Senhor fala por mim, e a sua palavra está na minha boca" (2 Sm 23.2). Quando José interpretou os sonhos de Faraó, este exclamou que o Espírito de Deus eslava sobre o filho de Jacó [Gn 41.38,39). Depois que Samuel ungiu a Saul rei de Israel, o Espirito do Senhor desceu poderosa­ mente sobre» ele e profetizou. Deus o transformou numa pessoa diferente, de maneira

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ESPÍRITO SANTO que os israelitas jiergunlaram: "Está lambém Saul enhe os profetas?" |3 Sm 311.5-3'}). Essa pergunta íoi repetida quando o Espirito do Senhor desceu auvamontí» sobre Saul enquanto perseguia'Davi sem trégua. O rei tirou suo túnica eprafotfeou í 1 Sm IM.23.2-H. No acampamento de Israel, duranln d Exodd, Deus retirou parte do Espírito que estava sobro Moisés o □ colocou sobre 70 anciãos eles então profetizaram, bem como Eldade e Medude. Quando ouviu sobre isso. o grand* legislador disse qu»- seu desejo ora que o Senhor colocasse o seu Espirito sobre lodo o povo, para que lodos profeti­ zassem |Nm 11.25-29) O proleta Miquéias opôs-se aos falsos profetas nm seus dias. Disse que eslava repleto do Espirito do Senhor, de sua justiça e força. para convencer Israel de seus pecados (Mq 3.8). Moisés é o protótipo do Messlus, pois loi Lonsiderado um profela e revelou o Espírito do Senhor. Ele predisse o advento de CrislD, quando falou ao povo que Deus levantaria um profela como ele próprio, do meio deles (Dl 18.15,38). Além disso, ele repetidamente introduziu a revelação do Senhor com as palavras "disse o Senlior a Moisés" (Nm 8.1.5.23). O Espirito lornava o controle dos profetas o. por meio deles, revelava a palavra de Deus (Ez 2.2: 13.3.8,13,20- Mq 3.8). Os profetas maiores «, por implicação, também os menores, foram inspirados pelo Espirito do Senhor Dous Todopoderoso [Zc 7.12).

Com poder
O Espírilo frequentemente incitava uma pessoa e u enchia do poder, Como aconteceu com .Sansão Uz 13.25). O Espírito do Senhor capacitou Gideão a convocar Israel con­ tra os opressores estrangeiros e venciVlos com 300 homens (veja especialmente Jz 6.34). Elias foi cheio do Espírito de Deus. o qual apareniemenle o transportava parn vários lugares (3 Rs 18.12: 2 Rs 2.16). Quando Samuel ungiu o fillio.de lessé para ser n*i de Israel, “o Espírito do Senhor se apoderou de Davi". Ao mesmo tempo, abandonou Sutil: Deus concedeu ao rei um espírito maligno para atormeutá-Io 13 Sm 16.13.341. O Espírito abençoou Davi com dons musicais e poéticos, capai il0U'0 a ser um guerreiro destemido e deu-lhe uina esplêndida capacidade de liderança. O dom do Espírito não se limitava a lideres e reis em Israel, Na construção do Tabernáculo. Deus separou Hezalel, Aoliabe r outros para realizarem o Irabalho. O Espirito do Senhor encheu Bezalel “dp habilidade, de inteligência, e de conbecimenlo, em lodo 0 artifício'1 (Êx 31.2-4; 35.31). Nos tempos do AT. entretanto, o Espírito não repousava sobre todos d s israelitas e os que recebiam seu dom especial o manti­ nham apenas lemporariomento.

Escatologla
A recepção universal do Espírilo Sanlo foi anunciuda profeticamente séculos antes do derramamento do Espírito uo dia de Pentecostes Iveja Al 2 .17*211 . Deus falou por meio do profeta Joel: “E 'lopois derramarei o meu Espírilo sobre toda a carne, e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos velhos leráo sonhos, os vossos jovens terão visões. Alé sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei -o mou Espírito" (Jl 2.28.29), Joel. porém, não estava sozinha na prndição do fuluro derramamento do Espírilo sobre o povo de Deus. Isaías também íez uma ilustração do Senhor derramando correntes de água sobre terras secas e seu Espu ilo sobre os des­ cendentes de la c ò (ls 4 4 .3 ) . Pot meio de Ezequiel, Deus disse aos judeus do exílio que

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ESPÍRITO SANTO o Senhor os tomaria de todas as nações e os reconduziria á sua própria terra. Coloca­ ria seu Espirito sobre, eles e os motivaria a obedecei à sua Lei (Ez 31x24-28; 39.29). Dous revelou quo o Messias, quando viesse, seria cheio do Espírito (ls 11,2), o qual também seria derramado sobre o povo «la aliança (Is 12.15: 59.21: Ez 37.14). E esse Espírito permaneceria com os filhos de Deus (Ag 2.5).

O período inteitestamentário
M uito pouco sr sabe, con cern en te ao Espirito, no decorrer do período intertestamentário. No máximo, ouvimos ecos do AT. os quais reforçam n que já loi meuf ionudo. Os livros apõcrifos e pseudepígralos. a assim chamada literatura deuterocanónica, os documentos de Quntrã, e os escritos de Filo e Joseío, nada apre­ sentam de novo. Enfatizam a relação do Espirito com o Messias (l Euoque 02.2; Sir 48.24) e o pedido prios dons do Espirito (2 Esdras 14.22). Os escritos revelam a esperançB pela vinda de inu autêntico profeta II Macabeus. 11.41), porque os verdadeiros não existiam mais (1 Mar.abous, 9.27).

O Espírito no Novo Testamento
As referências ao Espirita Santo são abundantes uo Novo Testamento, especialmente nos escritos de Lucas e Paulo. O ensino do NT sobre o Espirito Santo cumpre as profecias do AT quo predisseram soo advento. As alusões ao Espírito Santo no NT cobrem todo o e s p e c t r o , desde sua Sombra que encobriu Maria na concepção de Jesus (Ml I-J8- 20: Le 1.35). até o chamado do Espírito pelo retomo de Cristo (Ap 22.17), O NT enlatiza o derramamento do Espirito, seus dous, sua obra. inspiração, comunhão e habitação nos corações dos cristãos. A doutrina da Trindade fica evidente no relato do batísmo de Jesus: O Pai revola o Filho, de quem se agrada, o o Espírito Santo desce sobre elo nu forma de uma pomba (Mt 3.16,17; Mc 1 10. Lr. 3.2-2). A fórmula betisma) Irinilária. mostrada na conclusão do evangelho «le Mateus, enlatiza essa mesma doutrina lMl 28.19). No literatura epistolar, os apóstolos ensinaram frequentemente d principio Lrinilariano, tanto no inicio curau na conclusão de suas cartas (veja 2 Co 13.13: Ef 1.2-11; 1 Pe J , 1-3)

Mateus , Marcos e Lucas
Além dos relatos do nascimento, batismo o. tentação da Jesus, ha poucas alusões ao Espirito nos evangelhos de Mateus e Marcos, Comparativamente, o de Lucas está reple­ to de passagens que falam sótore o Espírito, Mateus e Lucas relatam ambos a concepção de Jesus como obra do Espírito Santo |'M t 1.18, 20; Lc 1,35), João Batista thssn ao povo que ele balizaria com agua, mas Jesus os balizaria com o Espírito Santo (Ml 3.11, Mc 1.8; Li 3.161. Antes de Cristo iniciar seu ministério, o Espírito o levou uo deserto para s e i tentado pelo diabo |Mt 4.1: Mc 112; Lc 4 . 1). No evangelho de Mateus, o Espirito do Pai falou por meio dos discípulos (Mt 10.20); em dois relatos de Marcos e Lucas, o Espirito Santo fala por intermédio povo de Deus IMc 13.11: Lt 12.12). D p acordo com os irês evangelhos sinópticos, o pecado contra o Espirita Santo jamais será perdoado, uem nesta vida nem ua vindoura (Ml 12.31.32; Mc 3.29; Li 12.10). Quando J e s u s Inter­ rogou os fariseus a respeito do Cristo, mencionou o Espirito Santo n perguntou "Como. pois. Davi, pelo Espirito, lhe chama Senhor?" [Ml 22.43: Mc '12.361. Quer dizer, o Espi­ rito Santo inspirou Davi a compor 0 Salmo 110 e relerir-se a Jesus.

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ESPÍRITO SANTO ('i evangelho de Luras lem muilas referências a o Espirito Sanio. Já nos primeiros dois capilidas, os leilores descobrem que o Espírilo ont obriu Maria com sua sombra (Lc 1-35) e encheu Joao Batista, Isabel. Zacarias e Simeão (1.15.17.41.67: 2.25-27). Depois de sor tontado poi Satanás. Jesus retornou ã Galiléia e recebeu o poder da Espirito Santo, que repousou sabre Ele (Lc 4.14.101. Lm:asmenciona que Cristo expe­ rimentou profunda alegria no Espírito Santo (Lc 10.21) e disse aos seus discípulas que o Pai dá o seu Espirito aos que lhe pedem (11.13). Lucas termina sou relata com a palavra qup dirigiu aos discípulos: disse-lhe que permanecessem hoi Jerusalém até (|iie fossem revestidas do poder do D bus, uu seja, com n Espírito Santo (Lc 24.491-

4fos
Ilmu nova dispensação começa no NT com o derramamento «lo Espírito Santa ora Ftentecostes. As palavras que lesus disse sobre o Espírito, o qual babitaria no meia rJe lado o seu povo, foram cumpridas u;i vida das apóstolos e continuam a agir na vida de todos d s crentes liajo. O Filha de Dous predisse que. dentro de poucos dias após a sua ascensão, o batisma do Espírilo Santa faria com que o$ apóstolos fossem testemu­ nhas dele em Jerusalém. Judéia. Samaria e aié os confins da Terra [Al 1.5,8). Essa profecia cumpriu-se no dia de Pentecostes, em Jerusalém, para o pova judeu (At 2 4, 33 38): posteriormente, em Samaria para os samaritunos (8.15-18), e mais tarde em Cesaréia para o centurião romano Cornélio e sua nasa (10.44-47: J 1.15.16: 15.8'|. O ultimo grupo dp pessoas a receber o darramo mento do Espirita loram os seguidores rle João Batista que víviom em Éleso (At 19.1-7J As palavras "cheio do" ocorrem repetidamente em Atos. Por exemplo, diante do Sinédrio, Pedro íoi cheio dó Espirito Santo (Al 4.8). Quando ele e João foram soltos r voltaram para o m eio dos irmãos, o Espírito encheu todos eles (Al 4.31), Semelhantemente., os sete diáconos eram cheias da Espírita Saulo (At 6.31. entre os quais estava Estevão (O.t . 10. 7.55). Paulo também toí cheio do Espírilo Sanlo fAl 0,17; I 3.H), e o mesmo aconteceu uom seu companheiro Barnabé 111.24). Os creutes do .Antioquia da Pisfdla receberam a mesma bênção (At 13.52). Na Igreja primitiva. 0 Espírilo Sanlo testificou por meio da Pnlavra de Deus reve­ lada (At I 16: 4.25). Falou com Filipe (Al 8.20), Pedro (10.19; 11.12). com os lideres da Igreja em Antioquia f 13.2) e com Ptuda (21 4,11). Além do mais. o Espírilo Sanlo confirmou o testemunha dos apóstolos diante dó Sinédrio (Al 5.32) e não permitiu q u e mentissem, tentassem ou resistissem a Ele (5.3, 9; 7 .511 . Simão, o mágico, uão pòde comprar o Espírilo Santo | At 8.19). Pelo contrário, o Espírilo fortaleceu a Igreja (Al 9.31) e aprovou a decisão do Concilio de Jerusalém (15.28). O Espírito enviou a Paulo e Barnabé (Al 1,1.4), mas não permitiu que o apóstolo dos gentios e seus compa­ nheiros fossem a Ásia e entrassem na Mísio (16.6,7). Compeliu Paulo a ir para Jerusa­ lém. mas o alertou de quo muitos perigos o aguardavam IAl 20.22.231 ; o profeta Agabo predisse pelo Espírito Santo que o apóstolo seria preso (21.11; veja também 11.28).

As epístolas paullnas
Através de suas muilas cartas, ftrnlu apresenta uma teologia do Espírilo Santo muito mais desenvolvida do que u de qualquer outro escritor do Novo Ttestamepio. Ensina sobre o relacionamento do Espírito Santo com o Pai e com o Senhor Jesus Crislo. Instrui d s cristãos sohre a obra. os dons. 0 poder e a prespnya do Espirito Santo. Em cortas capílulos das epístolas o apóstolo desenvolve sua teologia do Espírito Sauto 191

ESPÍRITO SANTO

(Rm 8. I Co 2: 12: 2 Co 3: GJ 5). Essas seleções. entretanto, devem ser esludadas dentro do contexto das cartas paulinas. 1. O Espírito de Dr-as. Paulo mencionou o Espirito de Deus primeirarnenio em ^uas epístolas ãs igrejas de Corinlo e Êleso, Destacou que o Espirito do Sonhar revela sua sabedoria aos crentes, faz com quo sejam sensíveis às verdades espirituais e lhes dá a habilidade do ter discernimento espiritual (i Co 2.10-14J. Informou aos seus destina* lários que o Espírito Santo habitava neles, porque eram lemplo de Deus [Rrn 6.9, 11. L Co 3.16: 6.191; Juntos. lormavam uma bahiiação onde o Espirito do Senhor vivia (Et 2.22) e, como autênticos cristãos, adoravam a Deus pelo Espirito (Fp 3.3). Foi o pró­ prio Deus qupm deu o Espu-itu ao seu povo (1 Ts 4.8). Em outra passagom. Paulo disse aos i oríntio* quo eram uma carta de Cristo, escri­ ta não com tinta, mas com i» Espírito do Deus vivo. Essa missiva era a tábua do cora­ ção dos homens (2 Co 3.3) Peio poder rio Espírito que habitava nele, o apóstolo 1 ‘oi capaz de aconselhar as pessoas sobre prohlemas conjugais e falar com a confiança que o Espuilo lhe <java | 1 Co 7.40). Nenhuma pessoa ern quem o Espírito de Deus habita pode amaldiçoara Cristo. O crenti? confessa que Jesus é n Senhor, por meio do Espírito Santo 1l Co L2.3). 2 O Espirito v Jesus. Muitas vezes Paulo não loi claro, ao distinguir entre o Espiri­ to do Senhor Deus e o Espírito do Senhor Jesus Cristo. As palavras "o Espirito do Senhor" podem referir-se tanto ao Pai como ao Filho: Paulo descreveu o Espirito como "o Espuilo de Deus”, "Espirito do Senhor", “Espirito de Cristo”. '‘Espírito de Jesus”, ou simplesmente “o Espírito". O contexto muitas vezes dá ao leitor um entendimento dessas passagens. Para ilustrar, em Rorrumoí» 8.9. o apóstolo disse: ''Vós. porém, não estais na uirne. mas no Espirito, se é que o Espirito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espirito de Cristo, esse tal não ê dele". Paulo declarou que o Espi­ rita de Deus iluiu por meio de Cristo para d povo de Deus e o mesmo Espírito imana­ va tanto de Deus como de Cristo. ,Ambos, o Pai e u Filho, fnzem com que o Espírito Santo habite uo coração o ua vidu dos crentes. De maneira similar. Pauln escreveu aos Coríntias: "Ora. o Senhor é o Espírito, e onde está o Espírito do Senhor at há liberdade" (2 Co 3.1 7). O contexto desse versículo mostra que Moisés colocou um véu sobre o rosto, para evitar que o povo visse a glória de Deus se desvanecer da sua face Iveja Êx 34*33-35). Paulo explicou que ele e os demais crentes refletiam a gloria do Senhor, pois eram Iransformados na imagem de Cristo (2 Co 3 tM J. Assim, transmitiu a informação de que falava sobre Jesus e que Cristo operava por moio do Espírito 3 A ubro do Espírito. Paulo declarou que o Espírito de Deus, que ressuscitou lesus dos mortos, vivia nos crentes e assegurava-lhes que lambem ressuscitariam (Rrn 8.10.1 11, O Espírito Santo opera uo coração dos cristãos, quando se arrependem das obras pecaminosas: /o mo filhos de Deus, são guiados pelo Espírito. O próprio Espíri­ to afirma o fato de que Deus tom adotado os crentes como seus filhos (Rm 8.13-113). A obra do Espirito é evidente nos crentes que são chamados as primícias da colheita vindoura (Rm 8 .2 3 1 - Em adição. Paulo disse ao povo de Deus que o Espírito intercede por eles e os ajuda em suas orações. Eles mesmos não sabem como orar adequadamen­ te: poi isso. 0 Espirito intercede pelos santos segundo a v o n t a d e d o D«us (Rm 8 . 2 6 , 2 7 ) O Espírito Santo e o instrumento por meio do qual os cristãos são abençoados com a justiça, paz e alegriu (Rm 14.17, Gl 5.5; 1 Ts 1.6). Ele é a Iotite de amor. esperan­ ça e poder (Rm 15,13,16.19). Ele os santifica, por meio do novo nascimento e da rege­ neração (Rm 15.16: Tl 3.5). tem comunhão com eles (2 Co 13.13; Fp 2.1), fortalecelhes a íé (Eí 3.16.17) e os sela em Crislo (El 1.13).

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ESPÍRITO SANTO 4. O s donsúspirítuais. Paulo frequenlemenle enumerava e explicava os doas que o Espírito Santo concede aos crentes. Em sua carta aos Romanos, especificou os dous de profecia, serviço. ensinu, exortação, contribuição, administração e misericórdia (Riu 12.6-8). Essa Lista não é exaustiva, porque, ao escrever aos coríntios. Paulo va­ riou e acrescentou Registrou nove dons: sabedoria, conhecimento, té. uui<<. operarão de milagres, profecia, discernimento de espíritos, línguas e inlerprelação de línguas (I Go 12.8-101. os quais podem ser relacionados em três categorias: 1 Pedagógicossaljedoria e conhecimento; 2. Sobrenaturais: le, mi lugres- e cmn; 3, Coanm iruth™ . profecia, discernimento fie espíritos, línguas • ? suo interpretação Esse catálogo tem uma variação uos iíltimus versículos de t Coríntios 12. Ali Paulo euumefM os dons apontados por Dous: apóstolos, proletas e mestres. Depois destes lrês. ele menciona os de operar milagres, curar os enfermos, servir, administrar, íaiar em línguas e interpreta-las (vv.28*301- Em outra epístola, Paulo menciona os dons que são indica­ dos par Cristo: apóstolos, protelas, evangelistas, pastores e mestres (Ef 4.11). Km vez de mencionar os dous do Espírito, na epístola aos Gaiatas Paulo cita as nove virtudes como o fruto do Espirito: amor, gozo. paz. longanimidade, benignida­ de. bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio ÍGI 5.22.23). A diferença entre os dous i! o fruto é que um é adquirido por meio de doação e o outro como resultado. Quer dizer, o Espír ito Santo atribui um dom especifico a um crente, mus u obra do Espírito dentro do cristão produz um resultado na forma de virtudes espirituais 5. O Espirito e a Lei. Em algumas do *uas cartas (Rm. 2 Co e Cl|. Paulo falou que o Espírito liberta da escravidão da Lei Mó contexto, ele dirigia sua mensagem aos ju­ deus convertidos, eutre outros, que eram mais influenciados pelos judalzant.es, Sua mensagem básica era a liberdade da lei do pecado e morie por rneio da obra do Espírito Santo (Rm 8.2. 5-8; 2 Co 3.0, 17; Gl 3.2-5; 5.3-5). Isso não quer dizer que, ao abolir o legalismo» Paulo promovia urna forma de antinomia. Peio contrário, ensinou que a lei do Espirito de vida é a liberdade (Rm 8.21. que o amor é o cumprimento da lei (Rm 13.8-10; Gl 5.141 o que o crente é guiado pelo Espirito que nele habita (Gl 5.1». 25). 6. O Espírito e o batísrtio. Em I Coríntios 1 2 .1 3 , Prtulo d e c la r o u que "todos nos fomos batizados em umso Espirito, formando inu só corpo, quer judeus, qunr gTcgos. quer servos, quer livres; e a todos nos íoi dado beber de um só Espírito” O apóstolo enfatizou a palavra todos, paru indicar que pessoas de todas as áreas, raça ou condi­ ção social estão incluídas. Enfatizo a universalidade do corpo de Cristo, isto é, a Igreja. Em ambos os textos e contextos, indicou que falava de maneira figurada sobre o batismo e beber de um só Espirito, sem dar nenhuma indicação de pensar nus ordenanças do liatismo e da ce/n do Senhor. Aqui, Pa ui o não faz uma alusão ao balismo uas águas e à comunhão, O desenvolvimento de 1 Coríntios 12.13 sugere que ser batizado significa que o indivíduo se toma um membro vivo da Igreja, após a c o n v e r s ã o . Quando acontece a regeneração espiritual, a pessoa passa a pertencer ao Corpo de Cristo, isto e, a Igreja. Náo é a observância externã do bfitismo uas aguas, mas a transformação iulema, por rneio do Espírito SanlO, que leva o crente a comunhão com Jesus. Além disso, o verbo grego Uo lempo aorislo, traduzido como “foi dado beber”, indica uma ocorrftncia úni­ ca. Se esse verbo estivesse relacionado com a Ceio do Senhor, como alguns sugerem, seria algo contrário à instrução de Paulo para manler a observância dela conslanteniento, até a volta de Cristo ( I Co 11.25.26).

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ESPÍRITO SANTO

0 Evangelho de João e 1 João
1. O Evangelho de João. Em muitos capítulos do seu evangelho. João referiu-se ao Espirito Sanlu e rugistrou as palavras de Jesus concernentes a Ele. Mencionou o balisiihj de Jesus, sobna quem o Espírito pousou na lorma de uma pomba. Notou que João Batisto, quo balizava com água, revelou que Jesus balizaria t;om o Espírito Santo (Jo 1.32.331. Deus deu 0 Espirito a Jesus sem medida (Jo 3.34). lesus rlisse a Nicodemos que era necessário nascer de novo antes de se fazer parle do reino de Deus. Cristo afirmou: "Aquele que não nascer da água e <lo Espirito, não pode entrar no reino do Deus. O que é nascitlo da carne, é carne, mas o que ê nascido do Espírito, ó espírito” (lo 3.5.61. João usou a palavra grega prwumn com dois sentidos diferentes: vento e Espírito. O mistério da movimentação do vento é similar a ser nascido de novo do Espírito (Jo 3.8). O Espirito õ a fonte de viria (Jo 6.63) e ela é comparada às fonles de agua viva quo. espiritualmente falando, fluem do interior do creme (7,38.39). O discurso do despedida de Jesus, proferido no cenáculo, enfatizou o advento do Espírito Santo Ensinou que Ele seria dado pelo Pai e permaneceria para fièmpro com a crenle. Seria outro Consolador, uma Pessoa que personificaria a verdade (Jo 14.16.17). O Consolador sairia do Pai, seria enviado pelo Filho i: testificaria sobre Jesus (Jo 15.2f>). O Consolador também convem «ria o mundo do pecado, da juslica e do juízo (Jo 16.71 11 . O Espirito guiaria o crente em toda a verdade, proporcionaria a revelação lulura e glorificaria n Jesus Cristo (Jo 16.13-15). Por último. em antecipação ao Pentecostes, Jesus soprou o Espírito Santo sobre os discípulos, para auxiliá-los nu tarefa que rece­ beram dele (Jo 20.22). 2. J Jtíâú. «A s referências ao Espirito Sauto nesta epístola náo diferem muilo da­ quelas do evangelho de João. O Espírito ciado aos crentes cria nos mesmos uma cons­ ciência de que o Pai vive neles, por moio do Filho (1 Jo 3.24: 4.13). Gomo os cristãos são capazes de roconheoer o Espirito cie Deus? Eles o conhecem pelo reconhecimento de quo (esus Cristo veio de Deus em lorrua humana; eles ouvem a Deus ( l [o 12. 6). O Espírito ria verdade testifica que Jesus é o Filho de Deus ( t Jo 5.6-8]

O restante do Novo Testamento
I. Hebreus. O escritor da carta aos Hebreus ensinou sobre a doutrina da Trindade espec;ialmente com respeito à revelação de Deus. Embora Davi tenha composto o Salmo 95 e Jeremia* tenha registrado uma profecia sobre a nova aliança (Jr 31.31-34.), suas palavras (oram proferidas pelo Espirito San lo, dirigidas aos leitores da carta aos Hebreus (Hb 3.7; 10.15). No tempo determinado, o Espirito revelou que o perdão dos pecados por meio do sangue de animais terminaria (Hb 9.8. 141, Além disso, o escri­ tor da carta falou sobre os pecados cometidos contra 0 Espirito Santo (6.4-6: 10.29) Declarou, porem, que o povo da Deus é recipiente dos dons que o Espírito Santo distribui ontre eles (2.4). 2. As curta* fie Pvdro r ludtm. 1 Pedro tem cinco leforênrias ao Espirito Santo (1 Pe J.2.1 1.12: 3.18: 4.14). Juntamente com o Pai o o Filho, o Espírito é o que santifica os eleitos de Deus 11.2). O Espírito predisse os sofrimentos de Cristo e a glória subsequente II.111.0 Espirito guiou e nontinua a dirigir os que pregam o Evangelho da salvação (112). Enquanto em outras partes do NT é ensinada que Deus. o Pai, ressuscitou Jesus dos mortos, Pedro, em sua primeira carta, declara que Cristo foi vivificada pelo Espi­ rito (1 Pe 3.18. cf. Rm 8.1 1). Na verdade, toda Trindade esteve envolvida na ressurrei-

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ESTAQUÍS çân. Assim cimio u Espírito eslava com Cristo, assim Uinibóm o Espírito da glória repousa sobre Iodas as pessoas quo sofrem poT cousa de |esus Í1 Pe 4 .14|. 2 Pedro lem apenas uma referêncio uo Espirito (L21). Pedro escreveu que as pessoas que compuseram as Escriluras foram dirigidas pelo Espírilo Santo. Rara es­ crever o AT e o NT, o Espirito usou seres humanos, com seus talentos e percepções, suo* rnruCtetisLíeas e seu treinameulo. Ao fazer isso, o Espirito os guardou rio pecado e do erro. Judas revelou que as pessoas que estavam determinadas d dividir a igreja e eram levadas pelos seus desejos carnais careciam do poder do Espírilo Santo dentro delas íjd 19). Os verdadeiros crentes, contudo, fortalecem a fé, quando oram constaniRmcnte no Espírito Santo (v. 20). 3 A poralipsè. O último livro do NT lem numerosas passagens que lalum sobre o Espirito Sanlo. Na ilha de Palmos, João estava d o Espírito, tanto oo dia do Senlior como ik> momento em que olhou utracês de uma porta aberta no céu (Ap 1.111; 4.2). Posteriormente, íoi conduzido pelo Espírito uo deserto, para uma grande e alta mon­ tanha (17.3; 21.10). O Espirito dirigiu-se às sete igrejas na Ásia Menor e todo o que lem ouvidos é exortado a escutar (Ap 2.7,11,17,29: 3.6,13.221- O Espúito Santo acres­ centou à bem-aventurança: “Bem-aventurados os mortos i|ue desde agora morrem no Senhor" as palavras : “Sim, descansarão dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanharão' (Ap 14.131, Por último, junto com a Igreja de Jesus, o Espírito Sanlo dirige-se a Crislo e diz: “Vem" (22 17),

Conclusão
O Espírilo Sanlo desceu sobre Tesus Crislo na forma corpórea de uma pomba (Lc 3.221 6 como labaredas de Togo sobre as pessoas reunidas no dia de Pentecostes, em Jerusa­ lém (At 2.31, É 0 sopro de Deus tanto Da criação como na recriação (Sl 33.6; Io 3.8|. O Espirito Sanlo trabalhou na formarão das Escrituras e agora se empenha em sua aplicação. Ele literalmente levantou os escritores do Antigo e rio Novo Testamento ^ os guiou enquanto escreviam cada palavra «las Escrituras (2 Pe 1.20,21). Ele fala com as pessoas por meio tias Escrituras IAt 28.25; Hb 3.7; ít.8; 10.15). A Palavra de Deus é a espada do Espirito IEl 6.17). Para os ©islãos, o Espirito á o Consolador que coloca sen selo sobre eles, como si uai de propriedado (2 Co 2.21). Ao mesmo lempo. os <rentes lêm a cerleza de qun o Espirito é a primeira provo das bênçãos ainda maiores e melhores esperadas por eles (2 Co 1.22). Ele é como o orvalho que desce invisível sobre a Turra, embora B X ib ã resultados visíveis. Deus abençoa seu povo por rneio do Espírito Santo e concedellies a bênção Irinilária tia graça de Crislo, do amor dn Duus e da comunhão do Espi­ rito Santo (2 Co 13.13). s .j.k .

ES POS A DE POTIFAR, A. Para mai­ ores detalhes, veja Palitar. Esta mulher, cujo nome não é mencionado, truiou se­ duzir José, o qual ocupava uma posição de confiança na casa do seu senhor. O jovem recusou-se < j deitar-se com ela e a cometer tal pecado contra Deus; a mu­

lher então o aiTmou falsamente de tenlai aproveitar-se dela à força. O marido, ao ouvir essas acusações leilas pela esposa, mandou |osé para a prisão (Gn ;i9.0>-20).

ESTÁQUIS (Gr, “carro de grãos"). Cha­ mado de “meu amedo" por Paulo, para

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ESTEFANAS significar que se tratava tle um amigo muito querido. Vivia em Roma e fui saudado pelo apóstolo cm Romanos 16.9. O reconhei imento pessoal de Paulo e o cui^ dado que tinha com os irmãos de dife­ rentes igrejas é algo que deve ser notado ria maioria de suas cartas. ESTEFANAS (G r.eoraa"). Cristão bom conhecido nu Lgreju em Corinlo; ele e sua casa luram os primeiros convertidos na província da Acai a (1 Co lfi.151 e eram conhecidos pela devoção com que servi­ am outros cristãos na igreja. Paulo exor­ tou os CDrínlios a tor estima ò família rle Esfcíânas, que trabalhava Ião diligente­ mente no serviço Cristão. Sabemos .que Esléfanas ír> i balizado por rriuJo. Ao que parece, algumas pessoas na igreja uni Corinto dividiam-so om grupos Bm torno dos figuras proeminentes. Talvez algumas dessas divisões fossem causadas pelo orgulho que sentiam peio líder que as balizara. Riulo afirmou que havia balizado apenas três pessoas. entre as quais EstefanâS. O apóstolo argumentou que u unidade cristã estai centralizada no Evan­ gelho do Crislo crucificado e não em quem balizara alguém II Co l . J 6.17.23). Esléíanas é m encionado em l Cofintios Ui .l 7 . l H junto com Fortunatoe Acaico. Tais homens eram "dignos de reconhet imento" pelo serviço prestado ao Senhor, principalmente por lerem levadu noticias da igreja em Corinto a Paulo, quando este sé encontrava em Éleso. Tal­ vez os trés tenham sido os portadores da carta dos cristãos coríntios oo apóstolo e. no regresso, os condutores da epistola que conhecemos corno 1 Corintios. O serviço liei deles era "um refrigério para o espiri­ to'* de Paulo. Esse e um aspecto regular em suas carias: reconhecer os cristãos que tinham um ministério de encorajamento.
1 U 1 .0 .

2. Maacatila; também da tribo de Judã e filho de Hodias (1 Ct 4.19). E S T E R Também conhecida como Hadassa. era uma jovem judia, da Iribo de Benjamim, cujos pais morreram na época do exílio babilónico Foi criada por urn primo, chamado M orde cai (Et 2.5-7). Es­ tavam entre os judeus que habitavam na fortaleza de Susâ. sob o rei nado de Assuero fXerxes), A vida de Ester mudou quando a rainha recusou-se a mostrai sua beleza durante urn banquete oferecido pelo rei. Devido u essa atitude de rebelião, Vusti foi banida da casa real e inii. iou-.se a procura por uma jovem bonita e virgem, que ocu­ passe seu lugar. Depois de doze meses de tratamento de beleza e treinamento, Ester foi eleita pelo rei corno a mais linda jo­ vem entre Iodas os que foram apresenta­ das: escolhida como a nova rainha, não divulgou, contudo, sua origem judaica. Ester floresceu em sua nova posição, assim como seu p rim o Mordecai. Sua fé, entretanto, foi Tealmente provada quando o primo aproximou-se dela e IransmiliuIhe a sentença de m o rle ile seu povo. Ele descobrira um complô organizado por Hamã. um alto oficial do rei. para aniqui­ lar os judeus e sabia que somente Ester era capaz de ajudar a salvar o povo de Deus. Hamã persuadira Assuero u assinar uma ordem que decretava o massacre dos judeus. Ester seria obrigada a tomar uma decisão. Arriscaria sua própria vida, se procurasse o rei se.m ser convidada, ou prrrinaneceria nm silêncio e comprometeria a vida de todos as judeus. Mediante a ex­ pressão: "Se eu perecer, pereci’ . tomou a decisão de talar com o rei. Com todos os judeus de Susâ unidas em oração e lejum, Ester buscou a ajuda do marido contra Hamã. No final, o inimigo dos judeus foi onforcodo por ordem do rei e, embora o decreto original não pudesse ser revoga­ do, Assueru deu unia permissão especial aos judeus para se defenderem coutra o immente massacre. Assim eles fizeram foram sal vos (Et T a 9).

ESTE MO A. 1. Seu pai era fsba e seus avós eram Merede e Bi tia, fil ha do. Fíiraó (1 Cr 4.17). Era da Iribo de Juda,

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ESTÊVÃO O cuidado fie Deus, alé mesmo no exílio e sob mu governo pagão, c visto darameme na maneira como usou Ester e Mordecai para preservar seu povo. Os dois primos prestaram sous serviços uo rei Assuaro o a Deus tom fidelidade e honra, é conquistaram assim o respeito de todos (veja Mordecai, Vctstí e H<miã)
S.c.

ESTÊVÃO (Gr. "riqueza" ou “coroa"). É um ilos personagens mais proeminentes do Novo Testamento. O seu discurso é o mais longo do livro de Atos [Al 7.2-531 . Sua vida e trabalho são destacados nm Atos (> *? 7, embora sua perseguição e morte sejam mencionadas mais tardn em Atos Ll.lt); 22.20.. Estêvão chegou a proeminência nos primeiros dias da Igreja cristã, quando a comunidade se desenvolvia e experimen­ tava os problemas e as dificuldades c o n s ­ tantes, Uma das tensões surgidas foi em c o r u s o q u ê m ia ria acusação de que as viú­ vas de origem grega eram esquecidas na distribuição diária de alimentos (Al 6. 1). Como resposta a essa critica, os doze apostolos reuniram toda a congregação, apresentaram abertamente o problema e propuseram uma solu ção razoável' "Escolhei, irmãos, dentre vós, sete ho­ mens de boa reputação, cheios do Espiri­ to Sanio e lie sabedoria, ao.s quais constiluamos sobre esle importante negócio. Mas nós perseveraremos ua oração e no ministério du polâvra" |Al 6.3.4|. Essa proposta recebeu a acei tação geral de toda a comunidade e foram escolhidos sele ho­ mens de reputação Irrepreensível para lidar com a situação. Dois dos principais nmmbros destn grupo foram Eslèvão e Filipe. Quando o problema foi contornado, a Igreja em Jerusalém experimentou um cresi iniento extraordinário: “De sorte que crescia a palavra de Deus, e em Jurusnléin se mulliplicava rapidamente o nu­ mero rios discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia ã lé" (Al 6.7).

Conforme Lucas esclarece, Estêvão estava profundamente envolvido eui todo esse crescimento, especialmente: na ex­ pansão da Igreja de lerttsalém para Antioquia IAI 0.1 a 12.25). Lucas dedica urna < .onsiderávei atenção ao lestemunho de Estêvão (6,8 a 7 isij), descrevendo em detalhes sua prisão (0.8-15), sua brilhan­ te "defesa" f7 1-53) e seu martírio (7.5460). Eslêvão náo somente era um homem prático, hábil em lidar com a administra­ ção da Igreja e a obra social, mas também interessado na pregação do Evangelho aos outros. Sua mousagem era acompanhada rle maravilhosas demonstrações do poder de Deus. que lhe davam condições de operar “prodígios e grandes sinais entre o povo" (At H0). Isso dava 5 sua palavra urna notável credibilidade, mns também suscitava a oposição dos judeus conser' vadores, preocupados com o d o v o movi­ mento criâtãa. e invejosos por causa da evidente popularidade de Estêvão e do seu carisma. A despoito da oposição, seus inimigos não "podiam resistir ã sabedo­ ria e ao espirito com que ele lalava" (Al 6.10). Determinados a atacar e enfraque­ cer seu trabalho, instigaram uma campa­ nha sub-repfícia, ao fazer graves acusa­ ções contra Estêvão o alegar quo blaslemava "contra Moisés e conlru Deus" (At 6.11). Ao mobili/.Hr as multidões contra ele e usaras alegações de ialsas testemu­ nhas. asseguraram que íosse preso, a fim de anular seu radiante testemunho de Cristo p transformá-lo em algo sinistro e hostil à Lei mosaica 16.14). O lato Inegá­ vel, entreianlo, é que Eslêvão manteve sua compostura dian le do Si nedrio, e seus Inimigos reconheceram sua santidade: “...fixando os olhos nele, viram o seu ros­ to como o mato de um anjo" (At 6.15). O discurso de Eslêvão diante do Sinédrio é uma memorável rei^pitulação da história judaica e uma defesa ousada da lè cristã diante de seus acusadores. Foi questionado pelo sumo sacerdote se as acusações feitas r.outra ele eram verda*

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Gn 21. saiu de th’ e estabelecei i-se em Harã. O sermão realmente nos oferece uma “teo­ logia bíblica” — um exame do Antigo Tes­ tamento a luz do advento de Cristo. 13.14: 3. eles o aiacaram.8. Dous fizera promessas maravilho­ sas o Abraão. no tempo determinado 'Abraão gerou a Isaque. em conse­ quência da perseguição resultante |0. cif.35): de futo.7. era um cha­ mado ao arrependimento e a fé. onde permaneceu alé a morle de seu pai (Al 7.5 . sob a liderança de Moisés.17-22J.44-50). Gn 1. O discursa lem três parles principais: a primeira refere-se aos patriarcas (At 7. 15. o qual lamentavelmente caiu em ouvidos sur­ dos. A parle final (la revisáu hislórica lida com o contraste entre o Tabernáculo e o Templo (Al 7. jul­ garia seus opressores e levá-los-ia em se­ gurança ã Terra Prometida.14). Tanto um como o outro foram vitimas de inveja e rejeição nas mãos do povo (At 7.2-81 O Todo-poderoso falara uom o patriarca e Lhe dera direção para ir à lerra da promessa lAt 7. Era nesle contexto do aliança que 0 rilual da circuncisão precisava ser en­ tendido (At 7.7.4450).1. cl. Gn 12 1-31 Abraão. foi umn magnífica confissão dp sua fé em Cristo contra 0 pano de lundo do tratamento dispensado por Deus ao povo da Aliança através da história.17-41): e a terceira ao Tabernáculo e ao Templo (7. Mos­ tra ufa trisie quadro de constan tes escorregões por parle do povo du Deus o aponta a rejeição deles ao Messias pro­ metido. em favor dc urna visao dinâmica do povo de Deus durante a peregrina­ ção.30-34) e no Livramento do Egito (7.58).8. Gn 37. Dous usou Moisés como ‘prín­ cipe fc Juiz'’ de seu povo IAl 7. pela resposla furiosa do povo.39-431. A des­ peito disso. A repreensão no final foi umo tentaiiva de fa/er com quo os judeus enca­ rassem sua dureza de coração e a rebe­ lião que m antinham contra o Espírito Sanlo (7.4). e Jacó aos doze pa­ triarcas" (At 7. a história rle José foi contada para lembrar a providência de Deus ao povo e preparai o cenário para a narrativa do poderoso livramento do Êxodo. e o circuncidou ao oitavo dia.8: etc.18.4. cf.7).11: Èx 2.210) a segunda a Moisés (Al 7. la) e pela disper­ são da Igreja de Jerusalém.10-141.3.2-531. a mal tratarão par quatrocen­ tos anos” (At 7.13. apesar rle naquela época ainda náo lei1um filho (At 7 .t: 17.1). I\)i«* o ouvimos dizer que esse Jesus de Nazaré há de destruir esle luxar. ir>. Eslêvão tez um relato da história sagrada desde Abraão e lalou dn maneiro como Deus lidou com o grande antepassado do povo da aliança (7. Isaque gerou a Jacó. cf. o Senhor. lb-4|. e. Realmeule.2.31 a 21 1. arrastaram -no para fora da cidade e o apedrejaram alé a morte (7. Numa explosão de fúria. Essa revisão histórica é seguida pela repreensão por manterem a mesma alitudo com relação ao advento de Crislo (7.13/141. Depois i le pedir que prestassem aten­ ção ao que tinha a dizer (Al 7.23-20).54 a tí.12). Semelhantemente. Dou>dis­ se a Abraão: "A lua descendência será pe­ regrina em lerra alheia. em sou tempo uo destírlo (7.51-531. em obediência ò voz divina. em seu <omifisionamenlD (7.d Gu 12. como o trágico clímax de uma longa história de apostas ia e desobediên­ cia (7. Eslêvão claramente se opôs □ uma visão estática da vida de Israel. cf.51-531. ao apedreiá-lo 17. e a sujeitarão à escravidão. Acusou sua audiência de traidores e assassinos do “Juslo" (Jesus Crislo).5: 15. apesar da idolatria de Israel desde a época do cativeiro (7. cí.1. A resposta de Estêvão nõo representava uma tentativa de se livrai da perseguição nu do sofrimeulo: pelo contrário. 27. Tinham afirmo do ruido­ samente: “Este homem não cessa do pro­ ferir blasfémias contru este sanlo lugar e a loi. contudo. assim. 22.ESTÊVÃO (leiras ou falsas. Gn 15.).15. 35.3538). Estèváo m orreu ua presença do Saulo de 198 . e mudar os cosi umes que Moisés nos deu" (At 6.13. a providência divina foi vista em seu nas­ cimento I7. cf.6). onde eles o adorariam (At 7.9.14: Èx 3. Gn 17.54.

2-23). Estêvão diante de seu martírio. Assim. L<.10). Em seu primeiro livro. cf.3. entre as três. olhou para o Senhor par/i a vindicação finul. reivindicou ousadamente essa promessa e pediu a lesus. quando. justo. um obreiro eíetivo e um nobre mártir. tomo 7. Dois outros elementos também são no­ tados.i coragem de Estêvão ora u razão inerente na matéria. na presença de Deus. Estevão. os quais falavam da unidade da hiunanidade b o «eu parentesco com o elemento divino. isto é. 199 . O apóstolo oncontrou-se rom essa tradição em Atos 17.h . Uma das muitas escolas fi­ losóficas . e o Filho do homem. A vida tinha três dimensões: a contemplativa. sofreu e morreu por Cris­ lo.1-21. Tam­ bém buscavam a excelência.l por volta de 300 a. pulo fiel.60: cf.C. O bomem sá­ bio de maneira alguma é vão.. per­ doou seus agressores IAI 7.56). em seu poderoso testemunho de Cristo (6. O amor era expresso em amizades profundas. O movimento foi funda­ do por Zenãu (340 a 265 a. ugiu como seu Senhor. cora­ joso e Lemperanle. Jo 18. 22. nu entanto.1-19. Sua história leni grandif relevân­ d . são martirizados mais cristão*1 do que em qualquer nutra época da era cristã- ES TÓ ICO S. não sujeito a julgamentos baseados no calor das circunstâncias. consentia na morte dele” (7. como verdadeiro discípulo. a fala. Posteriormente. 0 outro é o lato de que a vida de Estêvão es­ lava claramente sob o tolal controle «lo Espirilo Sanlo. A emoção eiru vista como o resultado rio julgammtos anteri­ ores.141 . que o reconhecesse no céu. A felicidade consistiu na virtude e numa disposição de harmonia. 0 Filho do homem. o “protomártir”. em suas obras podeiosas e s mais miraculosos (6. recebe o meu espírito" (At 7.. o ética e a lógica.as registrara as pa lavras de lesus: ‘‘Digo-vos que todo aquele que me confessar diarite dos homens tam­ bém o Filho do homem o confessará liiante dos anjos do Deus” (Lc 12. ele i'xid-±iaou "Olliail Eu veja os léus uhertns. clamou em voz alta (Lc 23.5 1-5.ESTÓICOS Tai's<). Essa filosofia e rosa para com os inimigos — tudo isso detalhada no livro de Diógenes Laércio A faz dele um modelo digno de um discí­ vida dos filósofos eminentes. 23. a última era a mais importante. a alma tem oito elementos: os cinco sentidos. o que a razão nos leva a fa­ zer. Lr 23 46.60. Esta entrega recebeu uma ênfase cristocênlrica em Atos. Os estóicos honravam os deuses. Falou a verdade em sou julgamento IAI 7. SI 315). Conforme sua doutri­ na. que está em pé à direita de Deus” (Al 7.C. de ma­ neira que o mundo era ordenado pela ra­ diante dos oponentes o sua atitude amo­ zão e pela providência. Lut.3: cf..401 t? entregou seu espirito (Al 7.upação deles com a ética tambéin linha muito que ver sobre as paixões humanas e seus im­ pulsos. Paulo tomou-se cristão (9. a pratica e a racional.5). Vários aspectos são notados aqui. Esse pflpel do Espírito é evi­ dente em sua indicação (Al P. Um ó o testemunho de Estêvão. O obietivo da vida era viver em harmonia com a natureza e fazer boas açóes. 8. oferecium-lhas ora­ ções i: pediam boas dádivas a eles. ó homem precisa ser prudente. Os estóicos dividiam sua filosofia em Lrès partes: a consideração dos objetns físicos. A morte de Estêvão provavel­ mente loi um dos “aguilhões" que o leva­ ram a Cristo (26.18. Seu pedido foi concedida f.9. Estêvão viveu.1). A prnoi. Pri­ meiro. mas o homem sábio vive sem emo­ ções.37|. Eram dominados por uma preocupação com a razão e a» ques­ tões relacionadas com o estado do mun­ do. Deus O heroísmo e .59. o qual "também.8s ct Mt 10 32s). o intelecto e o que é ge­ rado por ela própria.8) e em seu discurso corajoso diante do Sinédrio (7. no presente século.341. 26. a qual é particularmente surpreendente: “Senhor Jesus. no momento da morte.2-53) cia hoje.gregas da época de Paulo.59). Seus proponentes eram panlefelas.

. serviu no ministério do Tabernáculo uo reinado de Davi ( I Cr 6. vivia era Ror. As vezes pas­ savam-se muitos anos até que isso acoutecesse. (Veja lambém fiiiz&i)'. 17). Era filho de Quisi. era fumoso por sua sabedoria. ocasião em que conquistou uma grande vitoria.301. sacou a espada e o malou. É algo digno de □oia que ÈubuJo provavelmente íoi um dos poucos irmãos que ainda estavam com Paulo naquele momento. Como acontece com frequência uo Livro de luizes. Provavelmente Irata-se do Olho de Cusaias. membro do clã dos merari las II Cr 6. da tribo de Levi. 16). 3. Uni dos descendentes de Judá e pai de Jezreel f.ds do que lodos os que fo­ ram antes dele" 11 Rs 10. ho­ mem canhoto'. quo o levou dirotamenUs à adoração do Baal. Acrescentou suas p r ó p r ia s saudações no final da carta a Timóteo 12 Tm 4. quando transgre­ diram.42). ao ficarem so/. ETBAAL |Meb. e acres< eula que “o Senhor me assistiu e m e forta­ leceu” (v. Filho de Zima. Neto de Judá e Tamar e um dos cin­ co filhos de Zerá. 1. junta­ mente uom sun lum. ETNÃ. o conh ecim ento du Salomão foi considerado ainda maior do quo o de todos nles juntosf I Rs 4. m. a qual escondeu jumoà roxa direita. Esse rei de Israel tornou-se idólatra. segunda prisão em Roam.41). Filho de Hela. pai de Ada ias e ancestral de Asafe. Depois da morte de Otniel. filho de Gera. os israelitas tornaram-se idó­ latras novamente.44). Nações estrangeiras eram autoriza­ das a invadir e oprimir o povo. Na verdade. sob as roupas.á. Escapou rapidamente e liderou 0 povo na batalha.31). Conhecido corno Etã. o Se­ nhor deu-lhes paz duranie lodo o tempo de vida de Eúde. benjamita. A pnz foi restaurada e durou f)0 unos (Jz 3 16-30). o qual fez "o que era mau uos olhos i lo Senhor. o ezrajia. ETÃ. unia anliga cidade pqrtuãria da Fenícia. E mimei onado numa passagem que engrandece o extra­ ordinário conhecimento dado poi Deus ao rei Salomão. anles lo­ dos me desampararam" [v. O texto não deixa claro alé qué ponto a adoração a Deus loi restabelecida em Israel. Um cristão que esteve com Paulo duranie sua EÚDE. Deus permitiu que Eglom. atõ quo os isranlilas finalmente cla­ maram ao Sonhor. onde esses eventos são registrados. Assim que 200 . filha de Elbaal.ia (1 Cr 4. Linha um propósito reslaurador. já próximo do final da vida do apóstolo.7). rei dos moabitas.l Cr 4. um dos indicados por Duvi para cantaru tocar os dmholus rio bronze tpjonriu a Arca da Aiiançu íoi levada para Jeru­ salém ( I Cr 15. Kei deSidom. ‘ Elide. I Irn dos líderes tia Iribo de Judá. invadisse Israel.151. o pecado do povo ptovocava o juízo de Deus: esse castigo. devido ao seu ca­ samento com Jezabel. ÊUBULO (Gr. 5. O libertador que o Se­ nhor então Lhes deu íoi Eúde. Levou u tributo do povo ao rei tsglom e pediu para oncontrar-se a sós coin ole.17-19). "de bom conselho'").irihos.12). Por meio tia comparação com a sabedoria de Eiã p de outros ho­ mens da época. o quo le­ vava os israelitas a se arrepender e bus­ car novamente ao Senhor.il.21).3)* 2 . entretanto. 1. 4. por suu graça. pois no mesmo capítulo o apóstolo declara melancolicamenb: que "ninguém me assisUu na ruinha primeira defesa.ESTOM ESTOM. Seu pai fui Meir. ETNI.11. Elbaal ti mencionado em conexão mm Arai io. um dos Lideres musicais do rei Davi | 1 Cr 6. Os papéis se inverteram o Israel subjugou Monbe. Nesia ocasião.|[z 3. da tribo de Juda 11 Cr 4. Passaram-se 18 anos.Õ-H). Levi la que serviu no Tãljfímánilo. Seu filho chamava-se Azarias (1 Cr 2. Levita. O Salmo B9 6 creditado a ele. "comBaal"). Elide fex uma espada de dois gumes.

g. mesmo sem o apoio do marido. A passagem era o capítulo 53. o texto não deixa claro se era um gentio "temente a Deus" ou se linha as­ cendência judaica. depois de adorar em jerusalém.30). o protela Isaias deixara a pnrla aberta para os eunucos e estrangeiros que desejassem EUNICE. Samaria.27). a Iiíz dos sofrimen­ tos e da morte de Cristo.3). quando passa­ ram por um poço. De fato.8]. Filipe subiu ao carro e uotou que o etíope lia o profeta Isaias. que assumira o desafio de ensinar e Irei* uar o filho nas Escrituras. porém seu marido ora grego (vM Lfi. Eunice IwqI»ani­ se convertidodurante a primeira visita de Paulo a Listra (Al 14.las Escrituras era considerável. provavelmente leria sido castrado I veja Candace). Mãe de Timóteo e filliu ou UOra do Lóide (2 Tm 1. Foi sen conhecimento da Bíblia que o ajudou a eotondi. Judia. e não o viu mais o eunuco.l t. onde Irafegava o eunuco. da rebelião o do castigo. Embora saibase pouco sobre Eunice. ajjesar do ter ido a lerusalém para adorar. ou na com­ panhia de alguém que não compartilha do mesmo compromisso com Cristo e o Palavra do Deus. Tal fidelidade o Deus e a bênção decorrente disso devem ser um grande encorajamenlo para muitos ho­ mens e mulheres que se encontram numa situação semelhante hoje.35). mas seu nome. como euimco. Atos 8.Tr q salvação por meio da fé em Cristo.Fl1NUC0 ETÍOPE ele morreu. Era líder dfe dâ e está listado etn 1 Crónicas 7. o foi Mia formação -interior que o preparou Ião bem para o ministério de evangelista. Era o superintendente de todo o tesouro real uo remado 201 . ao criar os fi­ lhos sozinhos. pois Timóteo apareniemenle saliia a respeito da perse­ guição que o apostolo sofreu quando esleve In (2 Tm :t. Um dos sete filhos de Rilã n bisnel. por­ que é uma pvidênda adicional da disse­ minação do Evangelho. que voltava para seu pais numa carruagem. provavelmente loi dado pula própria mãe. uem poderia oferecer sacrifícios. e ela loi elogiada pelo apóstolo (2 Tm 3. embero a conver­ são de Coroého seja consideraria conto o principal inicio da pregação aos genlios 1r\ t '10i: a conversão do eunuco.20 deixam claro que. esse acontecimento é de gran­ de significado para a Igreja. paro a estrada do deserto. 2. t lmanjo apareceu a Filipe e disse-lhe que se dirigisse ao sul. ruinha dos etíopes" (Al 8. porém. At ifí. continuou 0 seu caminho" (At 8. De qualquer maneira. pediu a Filipe que o balizasse.5). Foi a alegria experimenlada por Eunice. iuj. mas jubiloso. "o Espirito do Senhor arrebalou a Filipe. sua influência so­ bre Timóteo ao levá-lo a conhecer e amar o Deus i.1 e Levílico 21. É im portante lem brar que Deuleronômlo 23.8-201. Dirigido pelo Espirito Santo. começou novamente o eido do pecado.1410). Essa e uma das maiores recompensu$ para os pais cristãos: ver um filho c r e s ­ cer no conhecimento e tumor do Senhor r* começar a servir a Deus por si mesmo. devia-se à ori­ gem do esposo. e falou-lhe so­ bre as boas uovas sobre lesus (At 8. o falo dti seu filho não ler sido lít<uncidado na infância (Al 16.t). Em parte. Depois rlisso. Cunlortne Lucas relata sobre o rápido crescimento do Evangelho em Jerusalém. até o território dos geniios (At 1. sem o cônjuge. É p rovável que Lóide e. esse etíope ja­ mais seria admitido na assembleia de Is­ rael. "de Candace. para o qual Deus o cha­ mou por intermédio de l^iuio. que signiíica "temente a Deus”.l) Som dúvida.26*40 registra uma série de eventos miraculosos que levaram à sua conversão. índepnndentemunle de *rua origum ou condição. Entâo perguntou-lhe se entimdia algo so­ bre o que meditava. LO . Judéia. 0 discípulo de lesus então explicou-lhe o lexto.o de Benjamim. O etíope creu om Cristo o. EUNUCO ETÍO PE. Como oficial da rorte da rninhnmôe. é uma prova de quea Palavra de Deus é para Iodos os tipos de pessoas.

Sl 08.'! I ( Essa estranha con­ versão cumpriu h. entretanto. A ausência da mulher na criação.18).1 Eva foi criada a partir de Adão e formada com o propósito de ser "uma adjutora” que lhe correspondesse (Gn 2. ftudo pregara um "extenso dis1nrso". Ela e primeiro mencionada como parto da noção corporativa de "homem" lodmn.23. leito numa sala lotada 0 abafada. Nesse senlidò. o que significa que havia algo de incompleto no primeiro homem sem ela. “ruiu do terceiro andar. A “boa nova” do Evange­ lho <*ra que Jesus sofreu. a reunião. Essa reunião sem dúvida era a mais importante do mês. onde partiu 0 pão e continuou seu discurso alé 0 amanhecer. pargo rha ern que os adoradores de Deus seriam reunidos até mesmo ‘‘dalém dos rios ria Etiópia" (o aJto Nilo. portanto. Eva era falta a imagem de Deus. 8). r foi levantado morto”. Como "mulher" (is/tu. causou a declaração de Deus de que algo 202 . 7). a loote dp toda a dignidade humana que nos diferencia de todo o restante rio reino animal. a primeira mulher. Nesse sentido. é a base do entendimento sobre o género masculino. A intenção de Deus na criação da mulher era que complementasse Adão. na verdade.7J..as escadas e levantou o rapaz.10 lambém olhava adiante. Isso significa que também compartilhava a imagem de Deus. a identidade da mulher derivou direlamnute de Deus.s profecias do AT e in­ dicou que não haveria membros de se­ gunda dasse na assembleia dos que cres­ sem em Cristo. vavelmente eslava sentado numa janela.cf. desde que Eva loi a progenitora do seu género Suu função com relação a Adão. por volta da meia noite.26* 20. ressuscitou. ÉUTICO |Gr. Gn 1. A passagem indica o papel central que a pregação da Palavra de Deus tinha nos cultos dn igreja primitiva. pois. lovonj que pegou no souo durante um discurso partimlarmeutn longo. Talvez começasse na noite do sãbado. pois se rea­ lizava "no primeiro dia da semana'* (v. Paulo vollou ao cenáculo.. não tem ern sl mesmo a idéia de subordinação. Gn 2. é unia figura central na história da redenção do homem.c.22.25). compartilharia com ele uma reciprocidade baseada lanto nas similaridades como nus desigualdades. Em vez de ser uma serva. pois sabia que deixaria aquela re­ gião no dia seguinte (At 20. Esse “partir do pão" era uma parte integrante de toda. Uma profeda em Sólonias 3. por meio da muitipUcação dessa imagem (Gu 1.281. sua identidade era deriva­ tiva do primeiro homem. 5. por meio dn um milagre. Eutii o pro­ EVA Eva. mesmo quando se nmmiam especificamente para 0 partir do pão (Al 20.2).o.c. p. “afortunado"). Esse cará ter duplo da natureza derivativa de Eva — imagem de Deus tirada do homem — propordoua a base para que todas as mulheres possam entender a si mes­ mas. O após­ tolo desceu apressadumenti.0). tanto duranie o seu tempo de vida como alem dele. o qual. p. Seu significado pode ser visto nos Vários desígnios qup lhe loram destinados o as circimstôndas que os cercaram. É um vocábulo usado até mesmo com relação a Deus em outros textos ÍGn 49. O termo traduzido como “adjutora".n.Êt m co seguir ao Senlior n sua AlMnça. "foi levado comu ovftllla para o matadouro" e deu sua vida por toda u qualquer pessoa que se voltas­ se para Ele em fé e confiança. prome­ tendo-lhes acéséo ao Senhor e ao seu ffeihplo. co-rodpiente do mandato cultural para encher a lerra e dominá-la. O calor na sala foi ocasionado pelo grande número de pessoas e também pela quantidade de lamparinas usadas paia iluminar o local da reunião (v.

Ele não só loi colocada como cabeça sobre toda a criação. É digno de nola. refletir algo que seja inerente a nature­ za feminina. pois a habilidade da mulher conceber foi preservada. 0 Espírito e a imagem de Deus ÍGn 3.7).24). pois com certeza Eva desejava seu marido anl. x-\dão viu nela um espelho idêutico. Alguns comentariMas encontram aqui a base para a liderança masculina o a submissão femini­ na.EVA não estava bom iGn 2. Essa maldição. embora oposto: percebeu que era totalmen­ te feita à Imagem de Deus e elo não linha u que somente ela podia proporcionar Nesse aspecto. como susce.es do pet-ado. Cerlamente as dores do parto serviriam paro lembrar u mulher e seus descendentes do sexo feminino sobro a rebe­ lião daquele rlla Também a lembraria do perigo que seria associado ao nascimento dos filhos.» de seu marido: “O teu desejo será para o teu-marido. porem. A decisão de Satanás de tentar Eva não parece. Parece que sua vonlade se tomaria desproporcional ou distorcida. pode conotar uma proposta mili­ tar. Eva conseguiu a participação de Adão aa rebelião.JBJ. Eva compartilhou tolalmenle com Adão a vergonha dessa rebelião e sentiu com ele a quebra do que antes lora a cobertura suficiente deles — a glória. O verbo hebraico usado aqui. personificada na serpente. e ele te dominará" (Gn 3. além do sentido de conservar. mas também era sua tarofa específica "guardar" 0 Jardim (Gn 2. Num esforço para justificar.il ou de intrusos impuros. Se houve qualquer base raciuuul por parte da serpente.Uvel á mutação. Se.usarmos rumo pano de fundo os soldados do templo 00 Antigo Oriente Médio. A preservação de Eva como fonte de vida. de “ficar de guarda”. mas essa imagem deve ser vista dentro do contexto de sua caracterização total. a despeito da interpretação tradicional. nesse ponto. Eva continuaria a ser uma geradora de vida. seria estabelec ida por meio do domínio do homem sobre ela. Na maldição sobre a serpente Deu> incluiu a promessa da redenção 203 . os quais eram talhados para sua identidade e função (Gu 3. O Senhor colocou sobre ela a maldição relacionaria com a gravidez e o parto.16 b). entretanto. Na maldição.23J. Eva teria seu desejo natural substituído pele. a mulher tomou sobre si o papel de determinai o bern e o mal. O te trato da mulher aqui. Ao ceder à tentação de Salanas. sim. que Adão é visto como praticante de unia falta primária no alo da desobediência. 0 que é o caso do próximo capítulo (Gn 3. que ela seria modificada de alguma maneira. Isso não quer dizer que não havia hierarquia conjugal antes desse momento. Como consequência de seu pecado. A leituru de Gènesi> 3 sem ler ta>se contexto em mente produziria unja visão distorcida da mulhttr. Havia uma forte implica­ ção de hierarquia no relacionamento entre o homem e a mulher e Satanás provavel­ mente escolheu tentar a mulher a fim de subverter essa estrutura. 3 0 atribuir esse arranjo exclusivamente à qunda Não é .15). Assim. uáo é totalmente merecida. a identidade de Adão derivava de Eva. loi uma indicação direta do fra­ casso do bourem nesse aspecto Esse entendimento corrige a noção equivocada de que Eva Ria mais irara moralmente e de que ela própria era uma tentadora. este cantou o primeiro hino encontrado nas Escrituras. Gn 2. mas. a fim de exaltá-la e t hamá-la de "mulher" l/sho. Adão deveria guardar o |ardim Sanio de Deus da presença do m. Quando foi apresentada ao homem. «ntretanto. contudo. não è limitada apenas a esfera biológica.16). de maneira alguma. seria em seus métodos subversivos. a origem do desejo que se vè aqui. a des­ peito da morte ser o castigo paru a robubâo dela e do homem. A pre­ sença satânica no Éden. A cnracteirização louvável que Eva recebeu de seu marido proporcionou o pano de fundo necessário para sua tentação pela s e r p e n t e . estabelece uma ilimonsão de seu traráter 11a BibUa. A autonomia bumiina 11a esfera complementai da verdade e da moral iniciou-se a partir dali. podemos ver a bênção de Deus.

Nos conse­ lhos que Paulo dá a seu fillio na le sobre o cuidado com a igreja em Èfeso. para gerar a vida. É a mãe rias dores do parto. Ij.23. Não se sabe ao certo se estão ligados ntimologícamente. Rebeca. 204 . Outros destacam quo a ordem da criação é a b a s e para o entendimento de Paulo d o s papóis no relacionamiíoto conjugal — e não a queda. O apóstolo ©COrtou a mulher a manter urna postura submissa diante do marido. embora não mencione os nomes de Eva ou Adão. então a tentação de Eva pode ser vis la dessa maneira Isso estaria de acordo com uma a&alogia usada com muita frequência no AT. como n semenle d a mulher. t ita Génesis 2. Alguns comentaristas declaram que o quo Paulo disse não é mni. Há uma analogia no casameoto de Cristo e a Igreja (2 Co 11.13. e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gn 3. porque era a mãe de lodos os viventes” ÍGn 3 20). Ana e Isabel seguem o padrão de Eva. Ez 16 . Sara. quando a redenção será completa. onaJogia. Aquela sobre quem o Senhor demonstra seu lavor ex­ perimentará a alegria de Eva (ls 54. em duas bases — a orrlom da criação e a da tentação.22. entretanto. O NT faz duas referências explícitas a Evo. Vislo desta maneira.EVA humana: ‘E porei Inimizade entre ti p a mulher p entre a lua descendência e o sou descendeu le. O lilho que nasce desse modelo é visio como o resultado direto da intervenção divina em favor da mãe. criado primeiro. A outra referência explfcila a Eva uo NT é encontrada em 1 Timóteo 2. O ponln da analogia é a aslúcia da serpen­ te. Eva não é mais mencionada explicitamente no AT. como uma advertência do que um falso mestre poderia fazer na igreja em Corinto. o dever do marido para com a esposa é separá-la como objelo exclusivo de seu amor.15). R)i a "profissão de fé" pessoal de E\ a. e (4) o apóstolo falava com baso no entendimnnlo cultural comum daquela época. a quoJ Cristo. Fica eviden­ te que Adão entendeu a esperança abençoada da esposa. de acordo com pelo meuos um dos seguintes princípios. esle le lerirá a cabeça.s pertinente. Em 2 Coríntios 11.24 Este é o primeiro lugar ua Bíblia onde a analogia 6 feila entre Crislo e a Igreja e o casamento. embora ela própria não tenha experimenlado a esterilidade. A última caracterização direta de Eva ocorre em sua declaração no nascimento de Caim: 'Alcancei do Senhor um homem'' (Gn 4. pela resposta que deu à promessa de Deus. quandu a chamou ''Eva. Essa declaração reflete a relação entre o nome e a palavra hebraica haycdi. Assim como o propósito dc Jesus é santificar a Igreja.1 vivemos num época em que a redenção já resolveu o problema da queda. porque untei ipau a derrota final de Satanás.3. lunta mais luz sobre o episódio da tentação no Eden. O v.11 Essas palavras revelam a consciência que linha de Deus. a qual expres* sou uma atitude fundamental de alguém cuja esperança estava ua semente prometida. enganada primeiro. a qual descreve a idolatria como uma infidelidade conjugal para com Deus Icf.23. mos no mínimo Adão fazia um jogo dp palavras. (3) ele refletia um chauvinismo comum entro os mbinos. Eva é o protótipo da mulher que busca sua libertação por meio da geração de filhos. Como veremos posteriormente no NT. Raquel. conquistaria. So o interesse da igreja em Corinto por um falso evangelho é análoga à infidelidade conjugal.2). e essa hierarquia deve permane­ cer no mínimo ale a consumação deste mundo. 3. com rela­ ção a Eva. |21 as pala\Tas de Paulo foram dirigidas a um problema particular em Éfeso. Adão. Eva. deu instruções particulares paia cada upnern de pessoas. elu serve como um porsonagem-modolo em episódios subsequentes. que significa "viver". Esta pas­ sagem geralmente è ah amada de "o primeiro evangelho". comparada com a falsa sabedoria dos que pregavam um evangelho diferente da­ quele que o apòslolo anunciou. ou mesmo coin todos eles: (1. se tornado como uma exlensão dessa. Paulo cilou a maneira coma olh foi engonudb pela serpente. Oséias). Efésios 5.

para a entendimento de Eva. a menção de Eva e muito limitada na Bíblia. notemos o fato do que Lucas traçou a genealogia dn lesus até Adão (Lc 3 . Além da menção exp lícita. contudo. A soberania de Deus sobre todo o juizo do exílio p a restauração final do povo. E V Ò D I A . M.I. No 37® ano do exílio dos israelitas na Babilónia. na ascensão de Evil-Merodaque. p. E V I L M E R O D A Q U E (Heb. quo voltaria para Judá. tornuu-se m eigo do rei babilónico. deus babilónio). a atenção cuidadosa dos meios de caracterização revela muito sobre a fonte o n natureza de suo identidade. Em resumo. 14). 2. a rnáe de Jesus. Tais teori­ as. é o terna dominante desso período. o capítulo final (Jr 53) aponta paru o cum­ primento da proiei iu de quo os exilados não deveriam temer o rei da Babilónia |Jr 42.27 e Jerem ias 5 2 .21). eram símbolos dos judeus cristãos o gentios. Menciono do om 2 Reis 25. uáo passam de hipóteses especulativas.114. Exis­ tem muitas teorias sobre elas. o qual seria o foco central da redenção e lutaria contra as forças do mal (Lc 1. entretanto. Cl■istã filipen se. mas o Senhor nada llies garantiu alem da morle *»e fossom paia lã. Alguns dentre o povo deseja­ vam fugir para o Egito. é urna refle­ xão sobro a grande promessa dado a Evo — quo e l a era a ' mãe de Iodos os viventes'. ou uma das duas iia realidade era Lídia (Al 10. suas vi­ das seriam poupadas e no final seriam restaurados e voltariam a terra natal. Pai do Naari n qual foi um dos "heróis" de Davi |I Cr 11.Marduquo. o rei de Judá que estava proso (2 Rs 24.n. provavelmeute ela é o modelo em outros contextos do NT. Apesar du Eva não ser mencionada diretainente como a mãe da semente que des­ truiria a serpente. Aparoutem enle. No contexto do livro de Jeremias. o ma das ‘‘companheiras de jugo" (Fp 4 2. ola podo proporcionar o pano de fundo para o entendimento de outros personagens bíblicos. LI m dos cinco reis de Midiã.rodaque .C. Embora obviamente. EVI. entretanto. Evil-Merodaque foi ape­ nas um dos reis usados pelo Senhor.essa não soja uma garantia ou tomátira dn qu« a reprodução biológica resultará om salvação espiritual.G. EZBAI. é visto m* v. Mo. Maria.37).3 8 ) . Joaquim.3 J.35]. Sobre esse aspecto.c. 205 . os quais Moisés derrotou eiu batalha (Nm 31. “homem de Merodaque”.2.EZBA1 O aspecto mais relevante desta passagem de 1 Timóteo 2. i omn parte do vingança pelos midianilas terem seduzido os israelitas a se afastarem do Senhor (Nm 25). Um rei da Babilónia do século VI a.31 de Pau­ lo O conflito enlre Evódia e Síntique ameaçava a unidade da igreja.15).33SS'. o descendente dela está associado com a batalha cósmica entre as forças de Deus e as de Satanás. dando ã luz filhos". e o após­ tolo as exortou a se reconciliarem. Na Babilónia. bem como de alguns aspectos da obra redentora de Cristo. 15.11-iGJ. a fim de realizar seus propósitoiS para com seu povo. OutiD possível alusão a Eva uo NT é a mulher que dá ã luz em Apocalipse 12 /M i. | s 13. foi solto do cárcere. 8. o qual o sustentou com ali­ mentos de sua mesa P deu-lhe uma ge­ nerosa ajuda financeira. uma das duas ou am bas eram hom ens. 0 apelo de Paulo é concluído com a esperança de que a mulher "salvar-se-á. ou diaconisas. é o recipiente da revelação divina de que conceberia um filho.

contemporâneo de Lsaias. A reputação de Ezequias Ezequias eru um rei piedoso.6-9). De acordo com o autor dos livros. a fim de solicitar ao povo que adorasse ao Senhor.31) apresente um relato mais detalhado de suas reformas.EZEQUIAS.C. Ezequiâ» enviou mensageiros qut percorreram Ioda a região de Judá e Israel. que resolveram estender a lesta por mais uma semana! Nada similar a esse acoutecimemo acontecera desde os dias do rei Salomão (2 Cr 30. Uma graude multidão reuniu-so em Jerusalém para celebrar □ portentosa festi­ vidade.4. A música foi reincorporada ao culto. e s quais S a h n a n e s e r mandou instalar na região. Era fillio ile Acaz e de Abl. nem depois. Nessa época. O s sacerdotes e le v ita s passaram a s e r v ir d e acordo com as prescrições bíblicas. Is 33 a 30).dos Reis. durou sete dias e foi acompanhada com "grande alegria' . Nm 21. Samaria fora destruída pelos assírios [722 a . A idolatria foi removida da área do Santuário. estavam familiarizados com a história do livramento de Deus e da fidelidade de Ezequias. segundo o costume introduzido nos tempos do rei Davi. o jovem rei ordenou que o Templo fosse reaberto e purificado.C . Miquéias. no lempo de jeremias. A reforma leve como «bjetivo principal centralizar a adoração ao Sonhor nova­ mente em Jerusalém. A purificação e a Páscoa Embora o registro em 2 Reis (18. e. Embora acreditem qu« Deus se agrada com este tipo de culto. tornou-se rei absoluto. O REI Ezequias reinou em ludá por 29 anos (715 a 687 a. Alguns dos remanescentes no reino do Norte escar­ neceram dos mensageiros.C. com a idade de 25 anos.1 a 33. Como parte desse programa. paia <)ue o povo náo morresse atacado pelas cobras abrasadoras (2 Rs 18 4. profetizara que Jerusalem seria destruída (Mq 3.20). náo houve outro como ele.12). 2 Crónicas (29.22) seja estranham cmte brevo. 0 REI EZEQUIAS. Uma grande porção da narrativa do cronista sola-e Ezequias é concernente à restauração da adoração ao Se­ nhor e a celebração da Páscoa. a serpente de bronze c|ue Moisés erigira no deserto.16. A Festa dos P õ e s Asmos.12). Um testemunho da fidelidade dele lambem é dado em Jeremias 26 18. Buscou ao Senhor A calamidade não aconteceu Com anos mais lorde. como loilos as relatos bíblicos demonstram (2 Rs 18 a 20: 2 Cr 20 a 33.19. Esta estátua tornara-se objfilã de culto e mostra quão facilmente substituímos a verdadeira adoração pela falsa. Esle monarca começou suas reformas imediatamente após ser coroado rei (2 Cr 29. purque Exéquias confiava no Senhor (2 Rs 10.) e os israelitas quo sobreviveram coe­ xistiam com outros povos. Ezequias alé mesmo incentivou os habitantes do reino do Norle a participar da adoração em Jerusalém.).3). nem anles. Ezequias reinou conjua lamente com seu pai de 729 a 715 a. 206 . eles náo mais possuíam seu centro político. A maioria do povo de |uda atendeu (2 C r 30. os adoradores podem muito bem incorrer em sua condenação. Tiveram um lempo Ião maravilhoso em adoração e louvar ao Senhor. mas outros se humilharam e loram participar 'da Páscoa. os anoíãos. A resposta deste rei a tal mBUsagem Foi humilhor-se. que ocorro logo depois da P á s c o a .5). inclusive a imagem de Neuslã.

tentou pacificá-los com o pagamento do tributo. inclusive Ezequias. não manteve sua puJovra E d víou Rabsaqué com uma carta e um grande exército a Jerusalém. Encerrou sua oração implorando que o Senhor us livrasse de Soiaqueiibe e. o que seria upmximadamente dez loneladas de praia e uma de uuru. Ezequias reconstruiu os muros da cidade.01. Ezequias foi ao Templo orar v colocou a carta diante do Senhor (2 Rs 19. Ha qual reconhecia seu erro e declarava estar disposlo a submeter-se a quaisquer lermos que ele estabelecesse. mostrasse que em o único Deus verdadeiro. entretanto. era melhor que eles se reudessem de bom grado ao rei assírio.EZEQUIAS. voJtou-ae para Judá. sem incorrer na ira de Sargno n.4). Senaqueribe leve que li­ dar com as insurreições da Babilónia alé o Egito e finalmente. para subjugã-la.C. o qual foi umu verdadrYlra obra de engenharia. Essa enipolgação espalhou-se por outras áreas de suas vidas. que conectava o rlheiro de Cíoin ao poço de Siloé |2 Cr 32. Um dos resultados fui a destruição dn Iodos ns locais ilegítimos usados paru adoração em ludá e Israel. mas não agiu agressivamente contra Jerusalém. 0 REI O povo eslava muito contente. Pa­ gou o tributo exigido de 300 talentos de prata e 30 de ouro. ao falar diretamente com nles um judaico e dizer-lhes que ninguém seria capaz de salvá-los das mãos dfi Senaqueribe. Portanto. Seu primeiro dia de mandato já trouxe revoltados que foram sentidos por toda a terra. Por outro lado. Ele conseguiu desenvolver suas reformas internas. declararem a Independência. dessa formu. Nos preparativos para enfrentar n exército assírio. e para guerrear as nossas guerras" (2 Cr 32. Ezequias era um rei piedoso t* um bom político. Provavelmente arrependeu-se por sua rebelião anterior contra eles. em 701 a. A campanha de Senaqueribe A situação politica de Judií permanecia tensa. mas conoaco o Senhor nosso Dfttis. 207 .C. quando se aproxima­ ram. escudos. i]evi(jo ao tempo maravilhoso que teve durante a festa. O cronista fecha esla seçáo enfatizando que Exéquias fez o que era eerto. ergueu torres e fabricou um grande númoro de armas v . Acaz fizera uma aliança com os assírios b por essii razão Ezequias era considerado vassalo deles. pois haveria água disponível. Ezequias enviou-lhe uma carta.C!. reto e verdadeiro. foi dirigida contra vários governantes situados nas margens ocidentais do mar Mediterrâneo.. pera nos a judar. Viu d necessidade de restaurar o verdadeiro culto ao Senhor v não perdeu lempO para iniciar o projei o.14SS). Com sua morte om batalha (703 n. A terceira campanha do mi Senaqueribe. para exigíi a rendição da cidade. Esse co­ mandante assíria tontou desmoralizar os oficiais e os cidadãos judeus. que fizera uma incursão em 714 e 710 a. mesmo que a cidade fosse sitiada.. Outro residindo foram as olortas generosas dadas pelo povo. Também construiu um grandp túnel. reconheceu quo somente o Todo-podemso é Deus sobre os reinos da Ter­ ra.7. conhecia a crueldade dos assírios. Era o momento para muitos vassalos. Enquanto o rei assírio sitiava Laquis.j. da Assíria. Em sua oração. O túnel assegurou a capacidade de Jerusalém para resistir ao Inimigo por um tempo maior. linha grande confi­ ança uo poder do Senhor para Llvrá-lo: "Com ele (SenaqueribeI está o braço de carne. Senaqueribe o sucedeu no Irono. Por um lado.'«. para manter u Templo Rm pleno funcionamento. Dois grupos de trabalhadores começaram a cavar nas extremidades Opostas por baixo da terra até que se encoutraram. (J rei assirio.

i r o n i c a m e n t e . pois sempre se humilhava dianle do Senhor. as cordas dos arcos o as corroias dos escudos. Ezequias foi acometido por uma doença morlal. Ezequias também loi exallado depois dessp incidente. no pensar que contitrufa um Império pelo seu próprio poder. O Todo-poderoso atendeu ao seu pedido e deu-lhe lu u ís quinze anos do vida. depois do que o rei levantou acampamento e voltou para casa (2 Rs 19. mas seu coração se exaltou. Ao que parece. pronto para atacar. Aparentemente. Conclusão O quadro gemi da vida de Ezequias é o de um rei dedicado. Levou-os a uma lurnê e mosIrou-lhes todos os seus tesouros. a iuga é atribuída a uma praga (Ant. Por causa disso. Elo conhecia a Deus e o adorava apropri- 208 .. Deus colocaria anzóis em seu nariz e Ireio ern sua boca. que serviu ao Senlior com lodo u coração. tsaias declarou que Senaqueribe jamais tomaria Jerusalém e teriu umu morte cru­ el. a salvação de Jerusalém resultou de um reconhecimento ern grande escala do quo só o Senhor era Deus Muitas pessoas levaram ofertas ao Templo (2 Cr 32.12. O Senhor declarou que sua ira viria sobre o roi e todo o povo judeu. alé mesmo alguns dos filhos do próprio Ezequias. após seu tempo de vida ser ampliado. 10. C) REI Deus enviou sua resposta por meio do profeta ESfiías. O crouista regbrtra que.EZEQl TAS.000 soldados assírios. Certamente ern um milagre ter o exército assírio ao redor da cidado. Depois que se recuperou. o rei uão foi aprovado no teste. O rei orou para quo o Senhor o curasse. p. 1411! Senaqueribe foi morto pelos seus filhos Adrameleque e Sarezur. ele não íoi grato.25. O Senhor operou uma obra maravilhosa o loz com qui: as nações ao redor refletissem sobre aquele acontecimento extraordinário. Não era perfeito. Um piSta do fracasso de Ezequias é encontrada em 2 Crónicas 12. mas ê interessante saber sobre as lendas relacionadas com aquola retirada.2f3). e deixaram'os assírios praticamente desarmados (Livro 1. e de repente vèlos em retirada.2-51 Heródoto registra uma narrativa surpreendente sobre o evento. com a idade de 39 anos. o anjo do Senlior saiu e matou 185.311 . Diz quo pequenos ratos comeram as aljavas. mas era um homem com um espirito quebrantado. Por isso. por assa razão. No relato de Joseío. Naquela mesma noite. pois as palavras de Isaías registram uma forte ropreonsão. quando se encontrava no templo de seu deus Nisroque. ele recebeu a visita do urrui delegação da Babilónia. 2 Reis 19-25-20 coloca o rei assírio em seu devido lugar. A doença de Ezequias e a delegação da Babilónia No mesmo ano.C. Corno sua visão era limitada! Não percebeu que servia a uni propósito divino. A arrogância (los assu ios estava ua presunção deles do que o Senhor desejava a rendiijãO de Juda e na alegarão de quo todos os deuses érnm impotentes dianle deles. Ezequias e os moradores de Jerusalém humilharam-se e e\ ilaram dessa maneira a ira de Deus naquela geração (2 Cr 32. A Bibtia não registra o que acoutweu exatamenle. Essa passagem declara que u arrogância do Senaqueribe chegara aos ouvidos do Senhor e. d rei a*sírio orgulhara-se porque Asquelom curvara-se sob o seu jugo. Deus usou os enviados caldeus como urn meio para testar o que Ezequias linha no coração (2 Cr . em Ninive. Espalhou sua desLriuçáo por toda a região e tornou-se arrogante.35). deixando para trás 185 mil compatriotas mortos. 701 a. O proleta declarou que todos aque­ les tesouros seriam levados para n Babilónia.23).

11. 29. sua atitude para com os que eroru impuros o sua experiência de doença/marte/nova vida.1.25: 34.1: 20. Foi urn dos 10.2. 14. na genealogia de Jesus Cristo (Ml 1. o que profetizou no lempo do rei de Josias. em Esdras 2. Os oráculos para as nações. principalmente devido à precisão da descrição do Templo em sua visão (Ez lia 11). a preocupação com os que viviam Tora de ludá. Ezequiel era sacerdote. podia começar seu ministério. o rei. 17.17.1. Talvez a melhor alternativa seja localizar seu ministério ua Babilónia. próximo ao rio Que bar lEz 3. A próposta é que tinha residencias múltiplas. tem sido calorosamente debatido. Citado em conexão com Aler. 17. Existem vários paralelos na viria de Ezequias que lenibram Cristo: a purificação do Templo. A menção de trinta . embora soja duvidoso que lenha servido alguma vez ah. era pai du Amarias e um ancestral do profeta Sofonitis. Í2 Rs 24.mos em Ezequiel 1 .2 1. de Judá. 30. 10. A última menção no roi Ezequias é encontro do. ele pnjfetizou até quase 570 a.11. através de Ezequias.000 judeus levados cativos de Jerusalém durante a campanha de Nabnoodonosor em 597 a. ou “El fortalece” (Ez 30. De acordo com Ezequiel 2'J. para explicai as descrições detalhadas dos eventos em lernsalém. EZEQUIEL O nome Ezequíel significa "El (Deusl é forte" (Ez 3 J 4 J. bem corno no exílio. para informar uo leilor que já era adulio. J 7.1. conhecia profundamente o Templo de Jerusalém e sexis cultos. mas posteriormente o povo criou esti­ me pelo profeta e sua mensagem tornou-se respeitada (Ez 8 .1) os quais maruam os pontos de mudança em seu ministério e proporcionam o pano de fundo necessário para cada mensagem. -portão lo. pois seus oráculos para os judeus foram feitos por meio da comunicação indireta.EZEQUIEL údiimetrln. pois M o seguem a estrutura cronológi­ ca desenvolvida no r e s t a n t e do texto.1 ff e N em ias 7.1. Este profeta viveu durante um dos períodos mais difíceis na história judaica — o exílio babilónico — o isso pode indicar a razão de Seu nome. O local exato de sua moradia.9). e que o precisão de suas descrições?.25). provavelmente Íorrnam uma unidade ã parte.Sufooias 1.C.15). ou ainda “que El fortaleça". EZ EQ U IA S. Mencionado um . O livro de Ezequiel pode ser dividido em três seções: (aj 08 oráculos do juízo contra Jtidá |Kz J n 24). entretanto.20. (bl os oráculos contra as nações estrangeiros (25 a 32): e (c| oráculos finais | mensagens de esperança o restau- 209 ..21. 1 .10. ou seja. A princípio suas mensagens não eram bem recebidas (Ez 3. . entretanto (Ez 25 a 32J. O livro parece ser composto por uma série de oráculos coro dalas determinadas (Ez 1. 3. da maneira muilo apropriado. 20 1: 24.1. volluram do exílio nu Babilónia tom Zombobel. O próprio Ezequias é Listado corno um dos lideres dos judeus que retornaram para )uda e assinaram o pac­ to feito pelo povo de adorar ao Senhor o obedecer as suas leis. 33. 2. Os des­ cendentes de Ater.10-17) e muito provavelmente profetizou aos exilados que moravam em Tel-Abibe. o 27® ano do exílio de Joaquim na Babilónia. 32. 8 1.C. Foi uni precursOr fiel do Senlmr lesus.1.40]. 20. dos evenlos em lerusalém seja causada por ser divinamente transportado ao local num êxiase.1 refere-se provavelmente à sua idade. 3. Veja Ezvquias. por isso.J . similares aos dirigidos a outras nações. 40.

o juízo seria corto. Incluindo uma fantástica figuro da glória e da transcendência de Deus 11.16-21). sitiara Jerusalém em 588 a.EZEQUTEL ração] 133 cí 48). para transmitir a esperança e a restauração I. por causa dos extremos a que chegava para ilustrar suas mensagens. uão seriam abando­ nados. Conforme Ezuquiel 2. rei da Babilónia. A longa liislória de rebelião da nação israebta c omeçou logo depois do Êxodo (Ez 16:20:23) ecoflimuou ale os dias de Ezequiel.pio |8 a 111.5: ‘ Eeles. Ez 24. em primeira mão.4-17): raspou o cabelo e queimou um terço dele: cortou um terço oom uniu espada e espalhou um terço ao vento (5.1-4). adorar nos lugares altos (6. para que estivessem cientes dos propósitos dc? Deus.281 e profanar o santuário (23.17). ou perr a terem aprovado.24]. a vitória de um povo sobre outro era atribuída ã superioridade dos deuses do pais vencedor. Essa seção termina com o anúncio d c?. bem como urna severa advertência ao atalaia que uão avisa n povo sobre o periga (3. A tarefa do profeta era demonstrar-Lhes a importância da obediência a Deus e as consequências do pecado. Nos dias de Ezequiel. O livro começa com uma ciam descrição do chamado e da comissão dc? Ezequiel (Ez 1 a 3). piua auuxir iar o juízo (nm 586 a. segundo.12. As cluas tillimas seções. o poder de Yahwoh. pela puriieipoçáo que tiveram na destruição de Jerusalém. Enquanto o proleta Jeremias proclamava a mensagem do Senhor em Jerusa­ lém.7. Ezequiel então fula da atitude dos inimigos de Israel quanto à destruição de Jerusa­ lém (Ez 25 a 321: "Visto que bateste com as mãos.42tí | . Em breve.37s). contudo. quando lassem punidas por sua arrogância em atacar Israel. lião de saber que p is leve no meio deles um profeta” Era incansável em condenar os judeus por sua infidelidade para com Deus. Essas duas mensagens motivam Ezequiel a exacuiar seu difícil trabalho. (3) o retorno (43). e o resultado final seria óbvia: a destruição. coroo uma mensagem de esperança para Israel.1 7) Tanto os israelitas como os outros povos precisavam entender que 0 julgamento lançado sobre IsraeJ era devidó ò sua própria impiedade. e le alegraste de coração em toda a tua malícia conira a terra de Israel” (25.C. quando Jerusalém foi destruída petos caldeus.25-27). O ministério de Ezequiel indicava que. pois pronunciam a condenação das nações es­ trangeiras e a possibilidade da restauração dos judeus.16-27). Essa estrutura p r o v a v e l m e n t e está organizada de acordo com a ordem da sequência dos eventos históricos: primei­ ro. uma voz igualmente poderosa a proclamava na Babilónia. mesmo no meio de severo juízo.. Para os que dessem ouvidos às suas palavras e cressem em sua mensagem. Exemplos: Fez um modelo de Jerusalém sob sitio 14. porque os alertou sobre o i u í z o inuDeato. 210 . com atitudes como a de não guardai' o sábado 120. haveria ''viria*': mas para os outros.Ez 25 a 481. O ministério de Ezequiel foi crucial para os exilados. As outras nações em breve descobririam. Geou deitada sobn' seu lado esquerdo durante 390 dias e virou-se sobre o lado direito por mais 40 dias (4.C. e pateaste com os pês. mesmo quandú aparentemente nao lhe concedem a devida atenção. Teólogos moder­ nos chegam a questionar a sanidade do profeta. Deus ainda falava com o povo: embora fossem castigados. Outra parte serviu para vindicar Yahwfíb como o soberano governador sotaré as nações [Ez 25. as quais pro­ porcionam a necessária coesão: (1) o atalaia |E/. Até mesmo a morte de sua esposa tomou um signific ado profético (24.13). e não pór causa da falta do poder de Deus.13: 20. Parte desse juízo sobre as nações era uma demonstração da justiça de Deus. Exis­ tem repetições temáticas em cada uma das seções principais do livro. que Nabucodonosor. aos exilados. devem ser vistas juntas. pois são c a s a rebelde.fi). (2) a glória do Senhor que deixa o Item. quer ouçam quer deixem de ouvir. todas as nações que acreditavam ser seus deuses superiores seriam derrotadas e eotào enten­ deriam que não foi devido à impotência de Yalmãh que destruíram Israel. 3.11.

Na verdade. quando cada pessoa será julgada de acordo com suas próprias atitudes. bem como Iodas as promessas pera Is­ rael. como os que se iludiram. ao permanecer na cidade convictos de que eram o remanescente ÍW. para apresentar sua mensagem. Israel é pintada sob a liderança do descendente do Davi como uma naçáo purificada. que finalmente c u m p r e a esperança expressa em Éxodo 6. Seguisse então a mensagem devastadora dos tugiUvos de Jeru­ salém de que a cidade havia caído (Ez 33. as festas. e a figura da Nova Jerusalém no livro de Apocalipse é baseada oa padrão de Ezequiel. uma naçáo unificada (37. no mínimo. A visão dlspensacional: Essa passagem. É uma maneira do explicar o futuro em termos tangíveis. Esses capítulos coutem o esboço do Templo que os exilados construiriam. Desse ponto em diante. Ez 25 a 32).21). apresentamos as quatro interpretações propostas.23-2Q). Lauto os lideres orgulhosos de lerusalem. com base em elementos já familiares aos ouvintes. em outra dispensaçâo. mais do que as outras três. que Liderará o povo: um novo coração para os judous. oráculos contra as nações (Jr 46 a 51. cargo de que lanlo abusaram os líderes de Israel. Ele purificará ísrael. Essa restauração só pode ocorrer depois quo o Senhor conceder aos judeus um novo coração. restaurará seu povo e assumirá o papel de pastor. para quo lhe obedeçam |3t>.27). A restauração não é baseada om alguma obrigação ou compromisso para com os judeus. Iodos os elementos do Antigo Testamento.EZEQUIEL A última seção (Ez 33 u 48) começa com dois oráculos que enfatizam a necessida­ de da responsabilidade individual. a fim de que eles tenham disposição de guardar seus mandamentos. O livro de Ezequiel é parte do cânon hebraico chamado de "Profetas Maiores" (junto com Isaias e feremias). entre a infidelidade de Israel e a destrui­ ção causada por ela e a fidelidade de Yaluveh e a restauração que ele estabelecerá. A v is ã o p r o fé t ic a . no qual Yahweh será o supremo Seuhor e govurnará das montanhas sagradas de Israel. o sacerdócio e o ctiJlono Templo serão reativados. os sacrifícios. restabelecera suas lronleiras e irará ds judeus de voJla do exílio.2í>sj. De acordo com essa visão. Corresponde mais u Jeremias em termos cronológicos e no tipo de mensagem. será cumprida literalmente no futuro. vários tomas aparecem em ambos os livros: por exemplo. pelo contrário. que usam simbolismo. A visão apocalíptica: A pasS&gem é interpretada contra o pano do fundo do ouboh acontecimentos apocalípticos. Ezequiel 38 e 311 são cen* trais. indicam a soberania de Deus sobro Israel o apresentam uma figura clara da santidade que Yahweh traz a nação oleita. Ezequiel anuncia a esperança e a restauração da nação. em Ezequiel 33 a 37. Os ímpios receberam sua punição. A seguir. 0 Templo ilustra a proeminência da adoração e a presnDço de Yalnwh nessa nova época. o qual será transformado. pois eles çlarameQto folharam em manter a aliança. Um lorte contraste é Leito.23 s|. quando retornassem a Israel A visão simbólica do cristianismo: Esses capítulos já foram simbolicamente cumpridos na Igreja cristã. Essa restauração incluirá um pastor da Linha­ gem fie Davi (34. Vistos nesta ótica.26-28).7: Yahweh sera o seu Deus a eles sorão o sen povo (Ez 37. pois Yahweh destruirá todos os seus inimigos e ficará daro para todos que ele é o Senhor (um título usado mais de 400 vezes em Ezequiel) Os oito capítulos finais são de difícil interpretação: mas. a destruição de Jerusalém 211 . simetria numérica e vi­ são futurista. eutâo Deus restabele­ cerá urn relacionamento apropriado. O Senhor é descrito como uquele que concederá a vida. Essa interpretação leva em conta o contexto e o tipo de literatura. a qual Deus realizará de bom grado.17-22) e uma nova aliança de paz f37. é estabelecida unii amonte no fidelidade de Yahweh.

" fN n ia d o T r a d u to r) 212 . EZRA. os quais EJe Iara que déern írutos uo final.18) E Z R I (Heb.17.25-321: o Templo não é uma garantia tle proteção (Jr 7. ngora que tinham quebrado a aliança. ou estava com o coração tâo endurecido. e Israel uão era exceçáo Mas Deus proclama que jamais aceitaria a acusação conlra as gerações anteriores.31-33: Ez 36. Cada uma delas linha pecado suficientemente para merecera punição. i d e J e r u s a l é m i r a d u z l u o v. Foi somente devido à paciência do Sonhor que as gerações anteriores náo forum castigadas imurilatamente.inos. 1 9 s u g e r e uma das duas alternativas: ou o povo deseja­ va passar a culpa adiante. A resposta ilos israelitas em Ezequiel 1 8 . A N o v a V e r s ã o In le n ia iS ó n a J e i f i I n g l ê s t r a d u ? o v ■?: “ E s t e s fn r m ii o s Q lh n s r le E t a m : f e a r e e l . A grande incerteza que os judeus experimentavam era se teriam qual­ quer comunhão com Yaliwnh. desde que não fossem eles. para seus descendentes.23. indoliuidamente. Teriam perdido a posição especial de povo escolhido de Deus? Yahweh loma a iniciativa e confirma que ainda muntém um relacionamento com eles e que os libertará. o u " a a o l a z e r t a s o d a p r ó p r i a v i d a ” A p e t i ô s a B lh í i. duranie a rusiauração de Israel). Existem vários temas importantes no livro do Ezequiel: A s o b e r a n ia d e D eu s: O Senhor está no conferoie da historia. e em Ez 43 a 46.21). que planejou lodos os eventos que acontecerão. embora a punição que experimeulavara fosse determi­ nada por Ele. seus planos prevalecerão. Ez 8 a 1 i). (Veja Pwfrius e Proferia ) pu.-\ importância fundamental dn mensagem do Ezequiel encontra-se no lato de que os exilados na UabUõnia nõo esta­ vam abandonados por Deus. responsável pelos trabalhadores nas lavouras e nas fazendas do rei (1 Cr 7. a nova aliança [Jr 31. Era assim que deveria -ser — o Senhor Todopoderoso declarou.26). 52 . 26. que nao se importava com quom receberia a punição. 33) e na r e f u t a ç ã o do provérbio rias "uvas verdes" (Ez 1 R | . 10 p o r “ a r r is c a u r ln a p r ó p r i a v i d a " fN o ld d o T r a d u to r ). para evitar o ajusle de contas. 1 A s v e r s õ e s e m p ia r u ig u f is e m g e r a l u p L u m m p o r " r l i s p o r <t p t ò p i l a v i d a " . antes da destruição de Jerusalém.2-9. que se casou com uma princesa egípcia (1 (jr 4. 33. ctuiludn.. é repetida várias vezes por todo o I í v t o (em Ez 3. inclusive Merede. Essa idéia conforme expressa em Ezequiel I com a visão de Deus que govoraa toda o criação. era um dos superintendentes do mi Davi. Nem mesmo a desobediência «lo povo escolhido comprometerá seus pl. Ez 24. O Filho d o h o m em : Essa frase ò utilizada por Ezequiel aproximadamente 00 ve zes e enfatiza a fato du que ele é merameuLe um mensageiro do Soberano do Univer­ so. nao importa o que aconteça. Tanto a mensagem sobre o “atalaia” como a das "uvas verdes" confirmaram que o atalaia (Ezequiel) e os israelitas seriam responsabilizados por suas ações. . deixa muito claro para o povo que a restauração será operada por EJe r não dependerá dos esforços fracassados deles. Filhe) de Quelube. Du Iribo de fudá r pai de vários fiihos.. os quais ninguém pode impedir que se cumprawv A r e s p o n s a b ilid a d e individual: Essa verdade é enfatizada nos oráculos do ata­ laia fEz 3. etc. em Ez 9 a t 1. Sempre é mais fácil culpar ou trem p e l o s nossos erros.EZRA (|r 39.vv. para confirmar sen ministério'.2. "minha ajuda '|.

p comente um grupo dos sete linha hmiu de agir sem escrúpulo. Originalmente reformadores piedosos. par causa fia esposa Saro (Gn 12. eram bem respeitados pelos judeus comuns. a profelisa da Iribo de Aser (Lc 2. Ela era urna viúva idosa lio 1 ao Senhor e leve a oportunidade de vei o m enino Je­ sus ser apresentado no Templo.lí). Provavelmente nao mais do que 5 a 10% dp todos os judeus pertenciam a esse grupo.3$) P exigiram um sinal sobrenatural que autenticasse seu ministério (tí. Os ensinos deles foram comparados a uma força 213 . alguns fariseus perguntaram o Jesus por que Ele comia com Lobradores de impostos v pecadores (Mc 2. No evangelho do Marcos. Alegaram que jejuavam e os discípulos de Cristo não faziam isso 12. relacionadas de acnrdo com a motivação para o comportamento. questionaram por que Ele não seguia as tradições do rilual da purificação (7. "a Lace de Deus").17: elc.15.29. FARAÓ. Vários faraós são mencionados nas Escriluras e muito raramente são identificados (Neco é iden­ tificado em 2 Reis 23.241. acusararn Tesus fie não respeitar o sábado 12. FARISEUS Uma das Lrès seitas judaicas descritas por faseio. Existem evidearias con­ cretas d o fontes egípcias d e que u palavra "faraó” podia . menos piedosos. Diferentemente dos saduceus.1. É provável que o ncnne signifique “separatistas” e Fosse aplicado a um movimento que cresceu no tempo dos Macabeus.33 cnmo o rei do Egito que malou o rei losiasl. historiador judeu do século 1 (as outras duas são os saduceus e os essêníos). A tradição talmúdica descrevia sete categorias de fariseus.D. apesar dn ãs vezes os fariseus os criticarem por não serem suficientemente escrupulosos em guardar a Lei.F FA N U EL (Heb. Outro muilo proeminen­ te foi o que reinou na época <lo nascimen­ to dp Moisés r lornou a vida dos israelitas insuportável Nem sempre é pussível iden­ tificar com certnza inn faraó rid particu­ lar.36). O primeiro faraó citado foi n encontrado por Abraáo quando foi ao Egito e temeu pela própria segurança. principalmente porque não existem detailies suficientes nas Escrituras ou porque os eventos registrados na Bíblia foram tão insignificantes para os egípcios que não foram registrados em seus anais P. com o é encoutrada freqlienfemenle na Bíblia. composto de líderes religiosos e esfiidantes da Lei quo tentavam criar uma “cercíi" em forno da Tora — um bem elaborado sistema de legislação and e de interpretações que capacitaria os judeus fiéis a obedecer e aplicar os mandamentos de Deus em Iodas as áreas da vida.ser usada simplesmente como um titulo.16J. o qual era uma mistura de partido político e facção religiosa. De maneira alguma eram todos hipócritas como os cristãos geral­ mente supõem erroneamenle.10). começaram a tramar a morte dele (3. eles observavam Roma como um governo Ilegíti­ mo e opressor que impediu Israel de receber as bênçãos divinamente ordenadas de paz e liberdade na Terra.G. THulocomumenle utilizado na BiMia para os reis do Egilo. que significa "casa grande". por meirj da listu dos reis dn Egilo. Pai de Ana.f»|.J.

13-411.241 e identificaram-se com os lavradores ímpios da parábola (21. mas reforça a animosidade. pois acrescenta vários outros eventos e mantem sua posição de antagonismo para cora os líderes judaicos.37-53 n J 4. Lucas foi o unico evangelista que incluiu numerosos textos que retratam os fariseus.51J e ajudou José de Arimatéià a sepultar Cristo (19.20). que.1014]» Por outro lado.35). ps fariseus perguntaram sobro o advento do reino de Díium e cria­ ram uma oportunidade para que Jesus declarasse que o reino ia estava entre eles. Por outro lado. A parábola de Jesus sobre o fariseu e o publlcano chocou a audiência. II. porque o popular lider judeu não foi justificado e sim o notório empregado do governo imperialista romano (10. quando o aclamaram rei { 19.33 advertiram lesus contra a fúria do rei Herodes e pareceram genuinamente preocupados com seu bem-estar.13). corno a discussão sobre a identidade do Batista (1.11. Há também outros textos mais brandos que envolvem os fariseus.3). em seu mais longo discurso de acusação nos evangelhos (Mt 23). prepararam uma armadilha paru Jusus quando pediram sua opinião sobre o divórcio (10. Algumas de suas reierêuuias aos fariseus são lambem negativas.50. 12. 3-4).2).191 e fizeram parle do grupo que foi ao lardimGetsêmam [tara prendê-lo (18. príncipe dos demónios 19.2) & os impostos (12.21. de forma mais positiva. e ules solicitaram a Pilatos que lhes desse» autorização para colocar guardas no Itimulo de Jesus (27. Em Lucas 13. fosus declarou que a justiço de seus discípulos precisava exceder a dos fariseus (5. rejeitaram o ensino de Jesus sobre a mordomia porque “oram avarentos" (16 14 1 e disseram a Cris­ to que repreendesse seus seguidores.7). saiu em deiesa 214 . apesar do inicialmente não entender a afirmação de Cristo sobre o novo naschnenlo (w. o livro de Atos uJtHruu referências positivas e nega­ tivas. muitas vezes nu contexto da comunhão com Jesus.15). Investigaram a cura de um cego. lamentaram o falo de "todo o mundo'’ ir após lesus. mur­ muraram por causa da associação do Cristo com o» im p am tentes (15. Lucas 11. doutor da lei. Lucas difere riu Mateus e Marcos em várias passagens. Um deles.1*24 descre­ vem duas festas semelhantes nas quais os fariseus agiram em lavor de Crislo.4557). em sua própria pessoa e ministério.34. quando n Filho de Deus entrou triun falmente em Jerusalém (12.24J o o registro de que Jesus balizava mais pessoas do que João 14. Os fariseus que estavam presentes questionaram o ministério e o hatismo de João Batista (Mt 3. Eles o acusaram de que só expulsava os espíritos imun­ dos pelo poder He Belzebu.391. Alegaram que o testemunho de Cristo não linha validade. tempos depois levantou-se em defesa de Jesus Í7. pelo monas um dos mais proeminentes deles apareceu sob uma perspectiva mais positiva — Nicodemos (3. Canirapuserarn-se a afirmação'de lesus de ter poder paia perdoar pecados (Lc 5. João assemelha-se mais a Mateus. Forma­ ram um concílio no qual decidiram prender Crista e Umlar matá-lo em segredo (11.36-50). 0 qual os criticou por algum aspecto comportamental. O medo em relação aos fariseus unpediu alguns judeus que cre­ ram em lesus de confessar isso publicamente (12. Simão convidou Cristo para jantar em suu cusa.FARISEUS maligna e Insidiosa (0.21): "rejeitaram o conselho de Deus" (7. questionou Jesus sobre qual era o maior mandamento (22.39).30).32-4(v). Mateus repele Iodas essas referências. Em Lucas 17 20. pois retrata os fariseus como extremamente hos­ tis a lesus. Como uo evangelho do Lucas.34. Um importante membro da supre mu corte judaica. Ele enviaram os guardas do Templo numa tentativa fracassada de prendê-lo Ilo 7.42). mas foi Jesus quem usou a ocasião para criticar sua hospitalidade (7. rejeitando as declarações dele sobre Jesus o revelando no processo a sua própria cegueira espiritual hl.52). Gamafid.13).45). pois falava a seu próprio lavor (8. Cristo os acusou de toda sorte de hipocrisia.

7). por causa ria ié cristã que o após­ tolo defendia. A íim de protegê-lo. Novamente em Atos 20 5. O julga­ mento durou vários dias A Bíblia diz que Félix “era bem iidormado acerca do Ca­ minho’’ (At 24. quando voltava deFieso para Je­ rusalém. mas nos dois contextos Pau In tam­ bém deixou claro que.l. De qualquer maneira. Félix fora nomeado pelo imperudor Cláudio e mab tarde foi cha­ mado a Roma por Nitro. ao uleg. que eslava pronto a levar os ‘'inoírcuneisos'' para dentro do Templo IAt 21. é certo que Paulo linha alta con­ sideração pelo trabalho de Fnbe para o Se­ nhor. em Cesareia. O comandanle romano então decidiu enviá-lo para Cesareia. Filipenses 3. Uma cristã br. Cl 1. muitas de suas convicções fundamentais mudaram. Isso fazia parle da ucusagão conlru elo.5). Paulo apulou paro sua cidadania ro­ mana.27. c. para ser julgado diante dn Félix. quando fosse lavado novamente diante do Supremo Tribunal. o qual permitiu que ele lizesse sua própria defesa. FE BE. que ameaçava matá-lo tAl 21. o que n protegeu de ser açoitado e também deu-lhe direito a uma proleçâo adicionai. O destacamento romano ua cidade interferiu e os soldados protegeram Paulo. O “governador Félix" ora o procurador romano dajudéia de 52 a 58 d.8. Depois desau audiência. levou-o preso sob c ustódia.1 : eram obrigados a obedecer a Lei mosaica (At 15.a.26). alinhou-se com os fariseus contra o s saduceus. Alguns fariseus tornaram-se cristãos. cidade portuária a alguns qui­ lómetros a leste de Corinto. Logo foi acossado por alguns judeus procedentes da Asia.C. quando íoi levado paia ser jul­ gado pelo Sinédrio (At 23J..23 a 24. que Paulo pnhenloti seu primeiro julgamento. Evidentemen­ te eJa tinha nm trabalho específico a de­ sempenhar ali e a igreja deveria dar-lhe Ioda a ajuda néctíssária. PauJa causpu uma divisão e n t r e seus mu m br os. ' feliz"). juntuineu- 215 .20J. Esta provação de Paulo começou em Aios 21.tr que ora juigado porque a-ia na ressurreição. Em sua audiência diante do Sinédrio. 1 Tm t. o comandante romano. 12) ou uma designagão mais umpla para descrever alguém que estava envolvido efetívamente no trabalho da igreja local |EÍ 3. n..7. mas erroneamente pensavam que os novos convertidos entre os gentio.5 registra esse mesmo testemunho.C. quo o acusa­ ram dn suscitai antagonismo contra o ju­ daísmo. Febo seja auxiliada de to­ das as maneiras possíveis.22). FÉLIX (Lat. pois íoi diante dele. Cri ou-se um tumulto.m conhecida. durante o qual o apóstolu íoi capturado pela multi­ dão. o apóstolo referiu-se ao seu passado como membro da sei la dos fariseus. que linha um m in istério na igroja em Cancróia. quando se defendia diante do rei Agripa.11. Sabemos com certeza quo existia uma ordam do diaconisas no século 1 1 d. Atos 22 então uarru como o apóstolo loi auto­ rizado pelo comandante romano a dirigir-se h multidão e faiar sobre a fé cristã. O sumo sacerdote e mait* alguns ju­ deus levaram suas acusações contra Paulo diante de Félix.Chama nossa atenção Aios 23.B. O apóstolo pede aos irmãos dp Rorua que.22). corno cristão. Ele ouviu.FÉLIX dos apostolos. cha­ mado Cláudio Lis ias (Ai 23. O povo ouviu em silêncio até que ele mencionou sua missão de pregar o Evan­ gelho aos gentios (At 22. nlguns judeus planejaram matar o apóstolo. mas a única referência passível uo Novo Testamento para tal posição é em 1 Timóteo 3.31). Paulo a cha­ ma de "irmã" e "serva"> e usa o mesmo ler mo do qual deriva a palavra 'diaconisa” (Rm Nao está d aro so ê uma alusão a uma função específica (Fp t.

26.27). subiu do Cesaróia a ferusoiém" (At 25 1) Ali ele ouviu dos Lideres judeus as acusações contra Paulo.24|. ao dizer que o apóstolo estava “louco” IAt 26. chegou â cidade e teve um encontro corri Festo. enquan1. a fim de não ser levado a ferusaiém. Foi. qup daramonte eram simpatizantes do judaísmo. ao apelar para o conheci­ mento de Agripa sobre os recentes acon­ tecimentos que envolviam os judeus e o entendimento dele sobre os profetas. que tudo isso era parte do plano cie Deus [cf. O rei sensibilizou-se e disse a Paulo: ‘Tensos que om tõo pouco tompo podes persuadir-mo a fazer-mo cristão?" (At 26. Manteve Pau­ lo em algum I ipo de prisão domiciliar por dois ano». que o considerava um nobre líder. que o consideravam um governador abominá­ vel e extremamente cruel.D .Josefo. Festo aparece como o governador romano que se encarregou dos procedimentos legais contra Paulo. mencionado tanto por Joselo como por Tácito. O procurador romano da Judéia que sucedeu Félix em 58 d. Pardo ainda estava preso quando Félix foi substituído por Pórdo Festo (At 24. pois também eram judeus. para ser julgado. talvez devido ã idéia dfj fuizo vindouro. Agripa ÍJ.24). Festo demonstrou seus princípi­ os religiosos romanos. enlreianto. Fora r i u Novo Testamento. o primeiro estagio nos procedimentos le­ gais que no iiinaJ permitiriam quo teste­ munhasse de Cristo na própria cidude ile Roma Fica muito daro. os quais ficaram parados por mais de dois anos sob d governo de Félix. Paulo então apro­ veitou a oporlunidade para proclamar o Evangelho aos dois descendentes de Herodes. o qual leulou restaurar um pouco da ordem legai e administrativa na região.FESTO le com sua esposa judia Drusila. "discorrendo ele sobre a justiça. demonstrando claramente sor bons amigos.0 o apóstolo falava sobre a le em Cristo. Retardou ao máximo 0 julgamento. Quando Paulo chegou ao ponto da descrição da morte e ressurreição de Cristo. No Novo Testamento. o após­ tolo tí Féllx tiveram conversas regulares [Al 24. Pau­ lo então apelou para César. foi colocado num navio e conduzido a Roma 216 . Festo atendeu a tal apoio o o manteve ern Cesaróia até o seu envio a Roma. Festo convidou os líderes para o acom­ panharem a Cesaróia. ma** o apoio paru César precisava ser obe­ decido: assim. na esperança de receber algum suborno para liberar Pau­ lo (24. Por ele ser cidadão romano. Paulo. depois da fraquíssima administra­ ção de Félix. Durante esse tempo.25).C. Pau­ lo replicou. Esse menosprezo polu loi talvez fosse uma característica de Félix.27). P. O apóstolo então respondeu ser o seu desejo que todos os que es lavam presentes se tornassem cristãos. ê meur inundo apenas poi. nestes capítulos. Festo rapidamente tomou as redens da liderança e "três dias depois de entrar ua província.G . At 21. Féllx ficou "apavorado”.28).2-12). embora aparentemente os con­ dições de vida da apóstolo fossem bem favoráveis. u donuaio próprio o juízo vindoura" (24. Alguns dias depois. onde seria morto (At 25. quando. Esso tempo de prisão iob o govorno de Féllx aparentem ente trouxe pou­ quíssimo benefício na continuação do ministério de Paulo. o prisioneiro. que esperava receber algum tipo de suborno antes de pronunciar a inocência do apóstolo das acusações que os judeus faziam contra eln. (At 24.11: 27. onde apresentari­ am suas acusações contra o apóstolo.27). o Grande. acom­ panhado de sua irmã Berenice. FESTO. A intenção delps era fa­ zer uma emboscada e matar o prisionei­ ro. como ele. os quais pedi­ am que fosse reconduzido a Jerusalém para ser julgado. O apóstolo loi convocado para laJai dlanle do rei. discutiram juntos sobre o caso de Rnilo.26). Agripa e Festo desejaram libertá-lo.

É possível que tanto Ahimeleque como Ficol Fossem títulos filisteus para sOufi lideres: desto manoira. P. 3 2 ) . amigo querido e cristão fiel. pois linha reanimado o cora­ ção dos cristãos (w. Permaneceu lá por algum tempo.t . nos dias de Abraão. 6). Nessa epislola. FICOL. quando este foz um tratado com Abraão om Borsoba (Gn 21.5U9). F IL E M O M . Pro­ vavelmente converteu-se por meio do mi­ nistério do apóstolo (F11. p .i. Um dos cooperadores de Paulo. Al 2 1 :3 i : 2 7 . Acom­ panhou seu simhor. mas que havia fugido. Provavelmente referia-se ao tempo de sua segunda prisão em Ronui (v. Colossos etaodicéia. quando o patriarca já havia faleci­ do e houve lome na lerra.15). Os que se afastaram seriam Iodos os pro­ venientes da . Comandante <to exército do rei Abimeleque. a fim do firmar um acordo de paz (Gn 26. Isso talvez indique uma certa timidez de sua parle.261. 17) e tinha em mente o fato de os cristãos não lerem Bcado ao seu lado no julgamen­ to.9J Esto era um escravo que pertencia a Fiiemom. que todos os quo estão ua Ásia me abandona­ ram. o Unham abandonado.G. a fim de encorajar Timóteo d ser forte "na graça que há em Cristo lesus” 12 Tm 2 . Depois de várias disputas por causa dos poços de água. dois homens diferentea Inlve/ estejam envolvidos nos dois eventos. Onésimo — o motivo da caria do apóstolo a Filemom — é mencionado como "um de vós” (Cl 4. possivel ­ mente com uma elevada soma de dinhei­ ro: ou eiilão lora enviado para ajudar Rmlo e não voltou no prazo determinado. pxj. 0 al­ guns membros do grupo ou de sua resi­ dência também foram mencionados no inícin da caria que o apóstolo lhe escre­ veu. entrt: eles Figelo e Hermógenes" (2 Tm l .22. Por meio de uma cúldadoSn compa­ ração com a caria de Paulo aos colossensos. e a aiitude de Onesiíoro. sem dúvida molivado pelo medo que alguns cristãos tinham das autoridades romanas. Uma dás ora­ ções de Paulo por ele era para que sem­ pre fosse otivo na proclamação do Evan gelho de Cristo às outras pessoas. de quem disse: "Por­ que muitas vezes ele me recreou. Abimeleque e Ficol novamente se encontraram com ele. Uma igre­ ja domiciliar reunia-sp em sua casa. Não sií sahií ao cerlo se foi o mes­ mo llder filisteu que antes fizera uma ali­ ança ccun Abraão. ao falar sobre |p s u p em seus contalos diários cora os pagãos (v. O arma de Flletnom "pelos santos" (outros irmãos e irmãs cristãos) era bem conhecido. O plano d e D p u s eru que o apóstolo te s le m u n iin s s p d e le ua c a p ita l d o Império Romano (c í.Asia que viviam em Roma. é possível afirmar-se que a casa de Fiiemom era parte da igreja ern Colossos. Mencionado jun­ to com I lermógeues na segunda corto de Paulo a Timóteo: “Bem sabes isto. í ). Paulo estabeleceu um contraste entre esse tipo de comportamento. supõe-se que um proprietário 217 . Evidentemente o apóstolo não desejava dizer que todos os crislãos de to­ das as igrejas da província da Ásia. O apóstolo moncionou esses exem­ plos. tais romo Éfeso. ondo sú tnrnon um homnm poderoso e uma ameaça para os filisteus. (ais como Hermógenes e Figelo de quem Fciulo esperava uma atitude melhor.B. 32).g . Isaque foi fio encontro de Abimeleque em Gerar. o problema estava pre­ sente também nn Igreja primitiva: eles es­ tavam expostos às perseguições ou sim­ plesmente eram "ridicularizados” por serem cristãos. Tempos mais tarde. Da mesma maneira que os cris­ tãos enfrentam dificuldades para pojrmanecer firmes em Crislo em muitas socie­ dades modernas. “furtivo'*!. um lídor lilistnu. 5. Quando lã e$tava. FIGELO (Gr.FILEM OM [Al 2 6 .g . Isaque retomou n Berseba.7). 16). os quais pediram que se retiras­ se.2 4 ) . Q ualquer que seja a situ ação (veja Ontsimo). e não se envergonhou das minhas algemas" (v. em busca de ajuda e alimentos.

ainda que o mais provável seja que o apóstolo se encontrasse detido em Roma. Disse que Onésimo era um ‘ ir­ mão’’ realmente valioso e confiou nele com o cooperador numa m issão em Colossos. reanim ondo-lhe o coração em Cristo (vv. ouU‘os defendem um cativeiro em Eíeso. Esta epístola diz pou­ co sobre o assunto e pressupõe que era correto Onésimo voltar ao seu senhor e reassumir sua posição como escravo. e cer­ tamente assumiram esta postura após o tratamento de Paulo para mm Onésimo.FILETO do escravos e possuidor de tuna casa gran­ de o suficiente para reunir uma igreja pro­ vavelmente fosse muito rico e de eleva­ da posição soeial.20). Paulo lambem referese ao cuidado de Filemom para com ds sanlos e conclui a carta com o pedido de que lhe losse preparada uma pousa­ da (vv. FILETO (Gr. É provável que Onésimo tenha lenlado escapai e manter-se escondido no moio da mídlidôo de uma grande cidade como Roma. são apenas hipóteses A carta de Filemom é minto estuda­ da. ''amado"). como irmáo amado" (Fm 161 O cristianismo claramente fa­ zia com que a relação entre senhores e escravos losse reexaminada. Iàis informações. associa­ do a Himeneu e provavelmente também a Alexandre (2 Tm 2. A mulber mais conhecida na BíbUa como "a filha de Faraó" é mencionada no relato sobre o nascimento e a infância de Moisés (Ex 2. eutretanto. com o intuito de se aprender sobre as possíveis atitudes do« cristãos com re­ lação à escravidão. 16). e os cristãos.1-IOJ. Tais heresias são comuns atra­ vés da historia da Igreja. Provavelmente enquanto eslava la teve a oportunidade de conhecer Paulo.d. entretanto. 1 Tm 120].c. Estabeleceu-se um decreto real que ordenava que todos os bebês do sexo masculino que nascessem entre as mu* lheres israelitas lassem mortos. após três meses.16-191.18J. dn quem ouviu sobre o Evangelho. Rnpetidamenle o apóstolo enfatizou o valor que Onésimo tinlia para ele. de onde teria escrito a epístola. a sucessão de eventos finalmen­ te levou os cristãos a acreditai que a es­ cravidão era uma prática errada. oolocou-o ua correnteza do rio Nilo.22). uma mãe escondeu h salvou seu lilho e. e não necessariamente o ressurgimento literal do corpo— um en­ sino fundamental da té cristã (veja l Co 15. É urna nola pessoal na qual solicita que o companheiro aceite de volta seu anligo escravo como "irmão" (v. Infelizmen­ te a Bíblia não registra qual foi a reaçào de Filemom a esse desafio à sua manei­ ra de pensar. mais do escravo. A carta de Paulo a Filemom £ a mais curta das que a apóstolo escreveu.rv. 7.o. de­ sejosos de seguir o exemplo de Paulo. 218 . antes. Seu ensino «le que a ressurreição já havia ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2. Alguns sugerem que a redigiu quando esteve preso era Cesaréia (veja AL 25). r. Herege. dentro de um cesto feito de juncos. A carta do apóstolo começa com um co­ mentário sobre como Filemom rcanimara o coração dos santos o conclui coju o pedido de que ele oiande Onésimo de volta.17. O rapaz se tornara seu fillio ua fé enquanto Pau­ lo estava preso por causa do Evangelho. T i. 1. frequentemente enfrentam essas questões com uma forte ênfase sobre a ressurrei­ ção fio corpo. Discute-se muito se Paulo estava ou não na prisão quando escreveu esta car­ ta. O apóstolo disse quo era 'pai' daquele «s»:ravo. FILH A DE FA R A Ó . Sua heresia se espalhava como uma "gangre­ na” e era uma distorção das Escrituras. talvez es­ tivesse lambém preso e por um tompo tenha compartilhado a mesma cola com o apóstolo. p. Talve? Fiieto e seus companhei­ ros acreditassem que a ressurreição fos­ se apenas a desc rição de uma experiên­ cia espiritual. O apóstolo o enviou de volta a Filemom "não já como escravo. A.

os filhos gorai num te eram vistos como bênção do Senhor (Gn 152*5: SI 127. 2 O rei Salomão se casou com uina certa “filha de Faraó”. mas ua manu­ tenção dos descendeutes piodosos de umu geração para a outra.Ç.281.U.17). p. Tais uniões eram proibidas pela Lei de Deus o iis esposas pagãs gradualmente "perverteram o coração para seguir a ou­ tros deuses" Í1 Rs 13. entretanto. a irinâ mais velha do bebê. A bênção de Deus não era vista apenas no nascimento dos filhos. Veja tíitia. Em geral. assim como na maioria das sociedades. " p o r que santos são os lugares rios quais en­ trou a arca do Senhor" |1 Rs 7. principalmente em se tratando do sexo masculino. mos. a fim de qtie ula oão vivesse do palácio de Davi.3-15:128. que ainda nem nasceram (Is 59.21 e Hebreus 11. Percebeu então quo se tratava do uma criançn israolita Miriã aproximou-se e ofereceu-se para encontrar uma mulher quo pudesse cuidar do bebê e amarnentãlo. foi recebido pela filha de Faraó e tornouse oficialmente seu filho. O primogénito ura oferecido a Deus de maneira especial. encher a terra e sujeitá-la (Gn l . Sua promessa e s ­ tendo-se para os filhos dos filhos 1S1 103. Deus continua a nos chamar ao arre­ pendimento e ao serviço amoroso h promete que seu Espírito e sua Ffclavra não se apartarão das gerações futuras. Muitas pessoas viam o nascimento e o crescimento dos filhos como uma garantia da formação de uma equipe de trabalho p de protoção contra os que estavam fora da unidade familiar.31 Represem lavam o cumprimento da promessa de Dous sobre a aliança i om seu povo e ao mesmo leínpo 0 cumprimento da responsabilidade humana de frutificar o multiplicar-se.24: 11. vigia* va. embora fossem praticados por outros povos. os filhos participavam do culto desde a mais tenra idade.FILHOS NA BÍBLIA Miriã. escondida no meio da vegetação. “Tila lhe pôs o nome de Moisés. FILHOS NA BÍBLIA Os lilhos frequentemente são citados na Bíblia e constituem um elemento importante no quadro bíblico da família lernente a Deus e do p o v o do Senhor como uma unidade maior. A filha de Faraó banhava-se do rio. A providência de Deus é claramente vista no retrospecto desses eventos.21). não é idêntica à tia sociedade ocidental contemporânea. e disse: Das águas o ti­ rei" Iv. ua verdade. Iodos eles 219 . A bênção du Senhor não é limitada pnlas mudanças dos eventos no correr da história. 3. fflha do um Faraó que se tornou esposa de Mefedtí ( I Cr 4. No antigo Israel. A perspectiva dos escritores bíblicos. A bênção divina 6 umn maneira pela ijual o governo de Deus eslende-se através da história. pela escolha de Moisés para liderar os israe­ litas o ser a própria voz do Todo-poderoso diante de Faraó. A proposta foi aceita e ela procurou n própria mãe.1.8: 9. posteriormente foi a causa tle sua ruína. pura quem cons­ truiu um palácio espei iol. Quando o ruenino cresceu. 10). Infanticídio e aborto.24.. O passar do lempo não enfra­ quece a obra do Senhor em abençoar sou povo. ouviu o choro do bebé e mandou rotfrã-lo do ceslo.4-0). Em Israel.2 Cr 8 111. do antigo Israel. Veja também Atos 7. Devido â sua lorroação. .2. não eram aprovados pela Bí­ blia. b!<í conhecia as formalidades da coxe­ ie e linha urn acesso ao roi que provavel­ mente era negado à maioria dos escravos hebreus. os filhos eram vistos como altamente desejáveis. O casamento de Salomão com esla e outras mulheres estrangeira?.18).

são presentes do Senhor que devem s o í cuidados e dodit ados ao sou serviço.11). alegrando-se ua graça dp Senhor. Ninguém deve esquecer. o o s genitores são cbamados paia ministrar o$$e ensino.21-24. Ef 0.22-24). oontudo.32. ao in­ clui-los ua adoração a Dous (1 Sru 1. somente as crianças o louvavam e diziam: "Hosana ao Filho de Davi”. 'Porque a imaginação do coração (lo homem é má desde a sua meilinice” |Gn 8.4. SemelhanLomexite. Frequentemente.6). Em tudo isso.23) A Bíblia apresenta um quadro muilo realista dos filhas. e os filhos dos judeus prosélitos eram balizados. Eles não podem. Desde pequenos. entretanto. E amplamente reconhecido que Cristo usava as crianças para fazer a aplicação teológica de que seus discípulos devem receber o Reino de Deus e vivnr uns com os outros em bonda­ de e humildado.FILHOS NA BÍBLIA oram dedirados ao Sonhor. "Desviam-se os ímpios desde a madre. Enquanto Deus abençoava seu povo. lá que os meninos iudeus eram circuncidados. São memhros do povo de Dous. proferindo mentiras" (Sl 58-3). os filhos são vistos como pessoas. coutudo. e não as impeçais. O ensino aos filhos uão ora mera monle didatico. não pre< isam do uma "mão de ferio". "Mou pai de louvor": Aimeleque. Os filhos nem sempre obedecem ã lei de Deus. muitos onten- 220 .16. uão bavia distinção entre o secular e o sagrado no Lreinamenm dos filhos. por moia dos q u a is foram tirados do Egito e chamados para receber sua Palavra no monte Sinai (Dl 4.1-3. Educação no temor do Senhor envolvia lodos os aspectos da vida. a história da fidelidade do Senhor u sua aliamva cresceu e a questão da oducaçáo dos filhos assumiu novas dimensões (ls 4. 2 Tm 3. Alguns deles eram dedicados poios pais aa serviço parLindar de Deus (1 Sm 1. o povo de Deus. Os meninos eram cir­ cuncidados do oitavo dia de vida (Gn 17.20). logu após sua enfiaria triunfal em Jerusalém.9-10). os filhos recebiam nomes quo destaca­ vam o i Lududu do Senhor pela família au pelo seu cliofe.70-79). contudo. Exigências muito elevadas sáo colocadas sobre eles.11 |Veja Lambém Gn 29.21). "Honra a Um pai o a tua mãe” ÍÊn 20 12. espera-se que os genitores dêem boas dádivas aos filhos (Ml 7. ia alõm do ensino e do exemplo. Ninguém poderia deixar essa verdade ruais clara do que Jesus em Marcos 10. Abias (1 Sm 8. Vinha acompanhada de mandamentos para oriar os tilhas nos caminhos dn Sonhor |Pv 22.11.15]. como sinal de que oram compo­ nentes da aliança. ou seja. mio como propriedade. em Mateus 21. As crianças também oram disciplinadas Não existia o otimismo tolo que via as crianças como inocentes por ualureza. Porque Dous é o Criador de Iodas as coisas e seus estatutos para o seu povo envolviam (odas as áreas da vida. Os pais eram respuusáveis pola educação dos filhos. "A estulLícia está ligada ao coração do menino. Pelo contrário. audarn errados desde que nascem.3J. Lumprir automatica­ mente Iodas essas obrigações.35: et< ]. mas a vara da disciplina a afugentará dele" iPv 22. Cl 3. um rei” | 1 Sm 21. A educação dos filhos. pois das lais é o mino de Deus".15. esse ritual simbolizava sua entrada na comunidade de Israel. Abiúde (I O 8.12). Eles precisam de disciplina. quando Jesus eslava uo Templo. Os filhos.211. Os pais l orlai eci am-nos.2) significa "O Sonhar mou pai”.4). Prei isarn do disciplina. nem os irritem (Gl 3. Lc 1.15). Devium ousinar-hes sabre os ntos poderosos de Dous. de uma discipli­ na desprovida de amor. oles observavam a participação nos rituais do Templo. A Bíblia diz olarameute aos pais que não provoquem a ira dos filhos (Ef 0.14: “Deixai vir a mini a» criancinhas. A promessa ria bônção de Deus uão ara feita ua va^sio. quo Jesus realmente recebeu vis crianças. O AT narra historias do filhos egoístas que não tiveram respeito poios pais (2 Rs 2. As que descansam nos braços do Crislo são mem­ bros (não apenas potenciais! da Reina do Deus. "meu irmão (Deus).

2 a 7).40-50: 5. ficam indefesas o ii mercê dus outros.27J. No NT esse uso é muifo mais desen­ volvido do que no AT.10).32. SI 94. Os termus “crinnça" e “filho” são também usados metaforicamente na Biblia. Elas não controlam o próprio destino.211e viver em comunhão com os nossos irmãos. exeeto por meio do pai.26. 7.2. a fim de demonstrarmos os traços da família. i0.. Infelizmente. “filhos do ha" fEÍ 2. Ser filho de Deus impfiea fazei a sua vontade (Mt 12. a. declara-se "pai dos órfãos” (Sl 68. Para enfatizar ainda mais que as crianças são membros ao Reino de Deus.41. coufossamo» nossa fraqueza b humilde dependência do Pai paro todas as necessidades e descansamos cuntiadamenle em sua provisão amo­ rosa e sua proteção (Ml fí. Na sociedade patri­ arcal do antigo mundo mediterrâneo não havia garantia de cuidado e provisão para a* crianças.44-40. Cl 4. A igreja ó o lar (ou a casa) de Deus | 1 Tm 3. com Deus o não Abraão como pai.10) e "filhos de Israel” (Dl 1. Nesse sentido.FILHOS NA BÍBLIA dem que as crianças estavam incluídas nos batismos famillaras (significando que eram membros ds comunidade da nova aliança) da igreja primitiva (At lti. descendência da falsidade” (Is 57. textos como Marcos 10.3). utilizam todos expressões similares. Apenas um pequeno passo separa esse uso e a descrição da comunidade como uma família. às vozes.23. G1 3. Paulo (Fl 10). Como "filhos dn Deus”.7).37. Mais importante são as referências nas quais Deus é considerado nosso Pai e um indivíduo ou um grupo são chamados seus filhos [as variações de termos relacionados com a expressão "filhos de Deus" estão baseadas mais em estilística do que em variações teológicas).1 o lermo aleluoso "meus fillúnhos” é usado comesse mesmo sentido. sõa descritas junto com as mães como “viúvas « órfãos" Ils 1.1 J: 10.m.3| e “filhos do diabo” (1 Jo 3.astes (Ec 12. Não somente o Senhor é o Pai.32: 7. alguns tradutores desviam a atenção da referência aos “filhos" nesses versículos. Os cristãos são “irmãos" em Cristo.r e “fillmihos" são usados pelos mestres e escritores.33.39.14 introduzem a nuança de que as crianças são fracas e dependen­ tes. mas lesus ft o Pilho de Deus e os que crèem nele também são filhos do Senhor (jo 112). amor e cuidado (Ef 5. A injustiça era uma ameaça diária para um órfão. em sua graça.5). 15.121 o lesus (Mc 2.25).33).5). Em 1 João 2. Os lermos “filho meu. Deus. o escri­ tor de Edesi.1ss). em humildade.6). O livro de Provérbios faz um uso extensivo da figura na expressão “Filho meu" | veja os primeiros versículos dos caps. os que professam a religião pura são descritos como os que visitam "os órfãos e as viúvas nas suas aflições” (Tg L.15). Sem um pai paru cuidar delas e protegê-las. F1UAÇAO Filiação é uma idéia com muitas faceias na Bíblia Inclui os filhos vinr ulados literal­ mente à família e os usos metafóricos tais como o que so refere aos habitantes de Jerusalém como seus "filhos”. Estão entre os grupos da saciedade sobre os quais outros podem facilmente tirai' vantagem. A metáfora “filhos" é usada com uma conotação negativa em expressões como “filhos da transgressão.37. Não aponas o Senhor mas também o seu povo cuidum das crianças que não têm quem as proteja ou sustente na sociedade. “descendentes de Abraão" (jo 0. Os habitantes do Jerusalém são referidos como seus "filhos'1 IMI 23. Por esse motivo. 1 Co 1. quando se dirigem aos estudantes e leitores.Por isso. Cl 3. 221 . Os filhos refletem o Pai.29. Da mesma maneira. "filhos” têm um significado similar nas expressões intercamhiáveis: “filhos de Abraão" fio 8.10).

assim.201 porque Ele r o criador. Filiação redentora O lema dt«ninante que está no cerne da revelarão bíblica é que Deus é Pai. 0 Setdior.27. Em Isaías 63. Filiação escatològíca A expressão "Filho dn Deus" como título messiânico não é surpreso no Bíhliu.7-2.13) Ele era s e r v o e filho (Sl 89.5-13) Mais especifi­ camente. e sim . loi por meio de seus sofrimentos que o Filho de Deus lrouxe outros mem­ bros para a família de Deus. a bênção familiar du povo de Deus está especifi­ camente rela» ionada com Jesus.16).10. Ale mesmo os textos que usam a linguagem da criação ou geração (como Dl 32.KM » mostra como Cristo trouxe “muitos filhos á gloria". Similarmente.101.6 e Ml 2.4: Ml 22. escolhido e retirado do Egito. veja também Mt 11.6. O advento de Cristo. Hebreus 2 . é o elemento central da provisão de Deus para as bênçãos familiares escatológicas de seu povo. 3*1.6: 2. os seus sofrimentos e a sua morte foram os meios pelos quais o Filho libertou os quo estavam “sujeitos a escravidão" (2. nosso Reden­ tor desde a antiguidade e o teu nome”. A confiança de Israel de que Deus viria e supriria suas necessidades era expressa pelos profetas em linguagem familiar (Is 03. mas não se reterem nem á geração biológica da humanidade p o r Dous (como uus religiões pagãs) ueru á criação.Outras pessoas tomam-se filhas de Deus quando crèern em Jesos Cristo. à formação de Israel cam n filho de Dous. mas também náo é o único uso escatológico do tema filiação. o Filho de Dous (]o 1. ainda que Abraão náo nos conhece.». os seres humanos sáo chamados dp "geração de Deus" (Al 17.17. Polo fato de que o rei do Israel representava a nação.14: 1 Cr 17. é o Pai da nação israelita. Portanto. é muito raio.1. No meio da opressão.41-46 — veja Jesus). Deus redimiu fsrael e. também «ra conside­ rado f i l h o de Deus (2 Sm 7.15) e trouxe os filhos de Deus. a Bíblia ocasionalmente refe­ re-se aos seres angelicais como “fLLbot. em virtude da redenção. Rm 0. o proíela clama: "Mas tu és o nosso Pai. o identifica como o Filho de Deus único e preexistente (Gl 4. i ).16.1)'. Esse tiso.49).20.14. e Israel rião nos reconhece: tu.26) adotivo de Deus (Sl 2. Hebreus 1 e 2 deseuvolve o lema da supremacia de Jesus como Fdho. porque Ele é o Filho messiânico de Deus.11). a lráse é usada apenas como um lilulo messiânico (Lc 4.41: lo 1. nõo é o caso. A adoção delas na família do Deus é pot moio ile Jesus Cristo (Ef 3.7).11. Hb 2. o Messias. Como Mes­ 22 2 . porém. entretanto. és o nosso Pai.4). fiara o dia da bênção.14-19. Devido ao falo de Deus sei o criador e lats seres estarem sob sua autoridade.10) fazem isso por mein de metáfora. o HILio messiânico de Deus. [r 3. Cla­ ramente (2. Em outras ocasiões. no Novo Testamento.FILHOS NA BÍBLIA Numa expressão típica dos povos da Mediterrâneo. no Èxado (Os 11.10. de Gn 6. de Deus” [Jó 1.16:64.7: Sl Ô9.5. sáo também chamados de "filhos de Deus”. pelo contrário. frequentemente é chamada de Filho de Deus.28. No período enlre os dois testamentos essa idéia levou ao uso tia base "filho de Deus como um Ululo messiânico (4 Q Florilégio I I 1-13: 4 Q ps Dn A 1. à glória (2. quando seriam chamados “filhos de Deus". Os 1. Filiação em Cristo Jesus. o povo de Deus olhava para adiante. Às vezes. os irmãos de Jesus.12).

“propósito” (v.5). e liberta aqueles que estão presos em grilhões: mas os rebeldes habitam om terra seca".6). o diabo" Semelhantemente. 223 . A Solução para a triste situação rio que não e filho de Deus começa corn a graça do Pai. O Pai é gracioso e per doador. que aparece primariamente nos escritos de João. Ninguém pode reconhecer Jesus como o Filho. e se sen Pai celestial também o perdoar (Ml 6 . que não aparece no Antigo Testamento e apenas cinco vezos no Novo Testamen­ to (sempre nos escritos de Paulo. Desde que nem Iodos são lilhos de Deus.7. de Deus (Ts 43.18). São nascidas de Deus (1 Jo 3. 6 5 ) .5. 1 4 ) .4). e a boa uotida (lo Evangelho e q u e o Pai sempre toma a iniciativa fJo 6 . as duas metáforas enfatizam qun a mu­ dança não é apenas radical —•é também imediato. Como alguém podo aproximar-se de Deus? Por meio de Jesus.4. pois seu Pai "é misericordioso” (Lc (5. Da mesma maneira.6 é seguido pela clara advertência uo v. 4 5 .9.11) e eleitos |v.91. Dois dos maiores temas dessa doxologia são a adoção de lilhos do Deus e a vontade e o propó­ sito de Deus.31 A ênfase dó apóstolo Paulo sobre esse assunto é encontrada om Efésios t. O chamado amoroso do Pai Nem todos são filhos de Deus. u menos que o Pai o r e v e l o (Mt 1 6 . Tesus disse aos judeus: "Vós pertenceis tio vosso pai. 5. Especiliiemente. O termo “ado­ ção". Sua misericórdia o seu amor são a raiz da Jihação de seu povo (]r 3 1 . A velha existência termina e começa uma nova vida.5: Eí 1. A despeito das variações distintivas. 1 6 .26-2«l. "predestinados Iw. os que desejam ver o Reino de Deus.FILHOS NA BÍBLIA sias. nem féméar é a explicação de Paulo para a declaração “Todos vós sois li lhos de Deus” IGI 3. ó lomado do contex­ to social e legal do mundo greco-romano. Este segundo é expresso numa variedadB de palavras: “vontade" [Ef 1. precisam "nascer de novo" (lo 3. O vocábulo “regeneração”. a expressão “filhos dft Deus" não deve ser eniendida <omo se referindo apenas aogéuero masculino. “conselho" | v. adoção e regeneração estão ligadas à obra do Espírito San­ to (JO 3. "beneplácito" (w.3. Em )oào 0 44. As pessoas tomam-se filhas dtí Deus. Nem o novo nascimento nem a adoção na família d" Dous constituem um processo. Adoção e regeneração Duas metáforas são utilizadas nos textos bíblicos para descrevei* como a escolha amo­ rosa do Pai se realiza e a pessoa que ainda não é filha de Deus une-se a Cristo e Iransíorma-se num membro da família de Deus: adoçao p regeneração. o lindo quadro do cuidado paternal de Deus no Salmo 68. 3 7 . é uma metáfora biológica. 5. ambos os termos deixam claro que a mudan­ ça envolvida é radical em toda a orientação da vida. realiza as esperanças dos profetas Esta realização inclui D ã o somente o s filhos du Dem. "por Deus" í d 4. 2 7 ) . 1IJ.1J ).1. Uma terceira característica co­ mum da adoção e da regeneração é que a mudança que ocorre é divina. Rm 15.7).9: 4.1ti).5: Gl 4. t3 dp quo nem todos são filhos de Deus: “Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus no seu santo lugar Deu* foz que 0 solitário viva om família.fi: 2 Co 6. 11).5.71. A afirmação bem conhe­ cida “não há macho. pnis e uma expressão genérica. na linguagem bíblica. mas tambúm os Cilhai. 9. 4 4 . Portanto.4: Gl 4. 9 . 20: I P e 1. 5.3-14.23.3ti). O efeito cumulativo é a ênfase no fato de que a adoção na família de Deus é conslruidd nada mais nada menos que sobre o fundamento da própria pessoa do Rii (o significado básico da palavra "adoção" enfatiza a escolha do Rii qun adotal.

O corolário da confiança o a perseverança O filho de Deus é chamado para traba­ lhar duro e jamais desistir (Hb 12.5-13.26.35] e ua misericórdia (Jo 10.48 — Nota. Ml 5.13.14.1 1. Sl 68.6).17). "Somos. Essa inlimidnde o vista de imulas maneiras na Bíblia.32). proteção e disciplina significa que ele não se preocupo. Estas três virtudes paternas são essenciais para a segurança do filho. Confiança no cuidado do Pai. os sofrimentos da vida estão longe rir: ser sinais du ahandono de Deus. mas entrega-se a Deus Esse tipo fie fé. Mateus B. e o Sonhor enviou o Espirito de seu Filho aos seus «orações (Gl 4.24. para o “bem" (Rm 8. pois a filiação alinge o centro da existência humana e estende-se a todas as áreas da rida. enlreiauio.1-5 e principalmente Hebreus 12. 22. mas não única Estudos teoló­ gicos recentes deixam de lado a antiga alegação de que a referência de |esus a Deus como "Par. 224 . Tal padecimento leva os filhos de Deus á glória. por isso. A confiança no Senlior resulta ora serviço alegre. para que lambém com ele sejamos glorificados" l Km 8.9) Eles foram adolados na família de Deus IGI 4.8. alimentos o vestimenta Os w 25-34 focalizam o problema da preocupação com as necessidades bôsicas de [I I sustento e |2) proteção.FIU IOS NA BÍBLIA Os resultados da filiação Um rios aspectos mais impreasionantcs do uso bíblico ila uoção de filiação é a gama de resultados associadas com ela Isso é compreensível.29. Em ambas as inslândas o clímax é “vosso Pai celestial" (Ml 0. (a) Oração a o Pai. Nn "Oração do Senhor". Dl 1.9). não deve ser confundido com autoconfiança arroganie.25).5). represem Iam dons para nossa disciplina e fortalecimento. 2. Deuleronômio 8. O Pai celestial se compadece de seus filhos e lembra-se que “são pó”.era léxica ou sinteticamente única). na onipolência (Mc 14. 23. 1. Islo eslã enfatizado em Provérbios 3. Rm 8. A confiança do filho em sou Pai para provisão. mas uma das mais significativas esta relacionada r. Os filhos de Deus aprendem a lição do Sal­ mo 103.3-11. lambém podem orar a Deus.6. por meio do Espírito Sanlo.42.2-5.15). reconhece sua fraqueza o confia no Senhor.34.30). frequentemente.26-20) do Pai. Rm 8. O filho de Deus e uma criai ura chamada para um relacionamento íntimo e pessoal de abertura.28) dos que são chamados para "serem conformes à imagem de seu Filho" (Rm 0. se é certo que com ele padece­ mos. interesse e afeição com o amoroso Pai celestial. O lilho de Deus pensa a mesma coisa. e chamá-lo de "Pai" (Gl 4. 19-34 trata com várias perspectivas da relação dos filhos de Deus com os "cuidados" déste mundo: dinheiro. O fillio de Deus descansa na onisciência (Mt 10.12. em conformidade com a imagem de Cristo. O relacionamento Intimo do próprio Jesus com Deus expressa­ va-se na maneira característica como se dirigia a Deus em oração como “Pai” (Lc 10. De fato.29. abnegado e perseverante ao Pai celestial (2 Co 1.21. Jesus ensina os outros filhos de Deus a orar: "Pai nosso" (Ml 6. 'para nosso proveito” (Hb 12. Intimidade. o Filho primogénito (Rm 8. O filho de Deus descansa na promessa de um Pai que conhece e se preocupa com suas necessidades e tem o poder para suprilas (veja também | r 31. dados pelo Rii qun molda e edifica os filhos os quais ama. herdeiros de Deus b co-herdeLros lem virtude da filiação! de Cristo.5)O talo dn qun os filhos de Deus chegam a essa condição "um Crislo" significa que sua vida presente envolve sofrimento no caminho da glória.10).30).29-31... IJm dos resultados da filiação é a disciplina do Pai.18-30). Este sofrimento atual acontece sob o controle amoroso do Pai.orn a oração.9. maneira característica.

1-0). a Condição da liberdade de filhos não é a idéia ocidental moderna do autonomia.31-37).211. Assim como Israel loi solto do cativeiro para a filiação nacional. lemos: "Vós sois lilhos do Senhor vóstió Deus. Hebreus 9. É uma liberdade encontrada somente num relacio­ 225 . perfeitos. O medo da rulpa foi tirado. c lambém a que determina o novo rumo em suas vidas (w. a uova e de libertação. o modelo bíblico de filiação era radicalmente adverso das religiões helenistas ao redoi.12-15. “Sede.47. "Sede vos.15). entretanto. imitadores de Deus. Oração náo é unia arma de coaçao sobre os poderes do Universo. O Chamado para a pre­ sente santidade está também enquadrado na linguagem da fa mi lia de Deus. A lamiiia de Deus Sur filho de Deus é tomar-se membro da Casa de Deus ( I Tm 3. Lm Hebreus 2.8. 3. Aba. pelo qual clama­ mos. a união com Cristo e a condição de filho são desenvolvidas em conexão com a santificação. A filiação biblica traz não apenas bênçãos. como perfeito c o vosso Pai que está nos réus" (Ml 5. Os israelitas tornaram-se filhos de Deus: por essa razão não podiam adotar os costumes religiosos de seus vizinhos pagãos. mas também exigências. A antiga viria era de cativeiro. 4. para que sejais irrepreensíveis e sinceros.) a antítese das fórmulas.7). A obra de Jesus (e do Pai).48) A intimidade com o Deus da Bíblia proporci­ ona segurança e exige santidade. mas filho" (Gl 4.20 a 3.B.FILHOS NA BÍBLIA Esse lipn de relacionamento intimo com n ftu rrtilestial em oração representava (para Jesus. Ib) Santidade familiar. o filho de Deus ê chamado para se purificar.11-17). "Assim que já náo és mais escravo. A intimidade bíblica com o Pai celestial é uma comunhão segura e couíortadora.1.7. 37. Jesus declara a oniseiência do Pai e diz quo o filho de Deus. O Pai ó o santo juiz que noluturo decidirá o destino elemo du humanidade fMt 18.35: Mc 8. Semelhantemente. mas nunca eslava associado a qualquer ética moral da mesma maneira que a Bíblia faz. Não é. da mesma formão cristão tornou-se livre para a condição do filho Essa libertação é descrita particularmonte como a libertação do medo. Hb 2. Em Deutoronõmio 14.6 . o Novo Testamento desenvolve as responsabilidades óticos dos cristãos no contexto da família de Deus. li qual estó segurri no Pai. R u a os escritores bíblicos. O filho de Deus Lambém é liberto do umu vida sem direçãt). lambem Rm 8. pois. A comlição de filho é contrastada com a do escravo.55).16: 64. As Escrituras enfatizam repetidamente que ser mem­ bro da íamilta implica assumir responsabilidade» familiares. A oração do íilbo de Deus também é a an li teso da oração hipócrita dos religiosos que buscam seus próprios interesses (Mt 6. não busca o louvor è u honra em outros. como filhos amados” (Ef 5*1). Não fareis incisão alguma no vossa corpo. ts 63. mas recebestes o espirito de adoção. "Pois náo recebestes o espirito de escravidão para outra vez estardes em temor.rituais impessoais da magia pagã [Ml 0. pois. O filho de Deus é Liberto do medo da marte (Rm 8. 5 . que liberta os lilhos da escravidão e os torna filhos de Deus (Jo 0. A liberdade dos lilhos é a libertação dn pecado e da morte e a Uberdade da vida da lamiiia de Deus.14-15).38: Lc 0. A liberdade dos filhos.11-17. Oração é chegar á presença pessoal de Deus. filhos de Deus" (Fp 2.9).26).15 deixa claro que a razão por que o filho de Deus lem certeza de sua herança eterna como filho de Deus ú a libertação do pecado. Adoção produz confiança — e não medo. 'Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas. para enfatizar a Uberdade dos filhos de Deus. Desta maneira. um relacionamento simples ou desprovido de desafios. nas quais o termo filiação era um lugar comum. A cura para a oração hipócrita [k a hipocrisia em geral) é o lorlulecimento du intimidade com o Pai celestial.15). nem rapareis o cabelo em honra de algum morto”.2. om 1 loõo 2. Pai!“ ÍRm 0. A família de Deus tem um estilo de vida diferente-(Dt *2 . Ml l.

Primnim. o apóstolo. pidamente creu sor lesus o cumprimento e o diácono. Terceiro. testemunho torna-se evidente quando Fi Nas listas dos evangelhos sinó ticos ele iipe teslemunhnu não somente sobre um sempre aparece eni quinto lugar.19: Lc 20. o totrarca. os pais com certeza colocaram o mente. Os “filhos de Deus pela íé” são os que são 'batizados um Crislo'.18.11). intolerância e egoísmo. 19.(Gl 3. assim governante. Mencionadopela maneira como apresentou Natanael ao Fillio de Deus (1. todos os cristãos do Novo Testameato reterem-se uns aos outron como "irmãos". assim corno Pedro na lista dos doze apóstolos. o qual Ibi muito dedicado a tamento. aproximaduCrisio. pírito Santo (15. às vezes chamado de "o dn que Moisés escrevera no Antigo Tes­ evangelista". Ap v.9. Fica claro em sua resposta imediata tamento. amor e comunhão ua obra de Crislo ( I Cu 8.27) e. Rm 8. ler uma amostra do que é o banquete eterno (Jr 3. 36.9). ap amur o ao interesse mútuo [El 2. ondtí dão existe lugar para o orgulho. culturais e sociais devem dar lugar à humildade. é claro. nesse amor frater­ no. Filipe.5).27). um mandamento dirigido a todos inRute 30 anos antes reconstruíra essa os cristãos. 19 vszes em Tessalonicenses). ma* Sobre o que porque us dois irmãos Tiago e João eram 226 .FILIPE namento com os outros membros da famiiia de Deus. um dos doze apóstolos.191. Corri exceção tle Judas.3.s.11. para viver separado. Filipe. Quatro diferentes pessoas são gelho de João que ele recebe maior aten­ conhecidas por esse nomo no Novo Tes­ ção. lalvez homem surpreendente.26. assim. João Batista jei havia dado associação que a localidade tinha com o testemunho sobre Jesus (1. imediatamente testemu­ o rio Jordão desaguava no mar da Galiléia.17) e. Marcos 3-18 e Lucas 6. Posteriortolo.14 aparece aqui. o testemunho do Antigo Tostamonnomu de Filip e em hom enagem ao lo sobre Jesus õ uiom ionado (5. sempre mencionados juntos. Esse lema do testemunho sobre ção exata. amar os irmãos (1 Pe 2. corno o du samaritona (4. o dos após­ provavelmente Filipe foi o quarto após­ tolos (15. o conteúdo desse tolo a ser escolhido por Jesus (Jo 1. é mu bom exemplo daquelas pes­ lo pouco sobre ele além do que está es­ soas que “receberam" a lesus rápida e en­ crito no evangelho de Joáo. quando lalou sobre Ele a Exisle certa discussão sobre sua localiza­ Natanael. situada a nordeste do ponto onde (veja adiante). bem como telrarca lalvez explique o nome do após­ André e seu irmão Pedro ( i 41).46).39). foram incorporados à Igreja dn Deu.31-46). é desenvolvido extensivamen­ cidade o a chamou de “JúHàs'\ em home­ te no evangelho de João (veja especialmen nagem à filha do imperador romano. Segundo. maioria dos "seus náo o receberam” (Jo Betsaida. I Pe 5.M . "Trmáo'’ é uma palavra quo expressa profunda afeição pessoal e denola amizade. embora existam indica­ localidade principalmente dedicada à ções de que elo era tímido ■ : fraco na fé pesca. Filipe. As barreiras raciais. Era uma 1.23. numa época em que a ma cidade de Pedro e André. Era da mes­ tusiasticamente. que significa uma casa unida.43). Seu entusiasmo fica evidente Obra de Deus na Igreja primitiva (Al 6.34.39-421 . Paulo o faz 133 vezes.7$). É no evan­ F IL IP E . ou seio. E importante fazer uma distin­ à ordem de Cristo ‘‘segue-me1 ' quo elo ra­ ção entre Filipe. Em Mateus Três pontos são dignas dn mearão 10. nhou de lesus. Sabe-se mnie André. A te Jo 5. o do Es­ De acordo com o evangelho de João.26| a. 0 povo dn Deus foi tirado do melo do paganismo. 1. nos evangelhos e om Atos. na Gahléia (Jo 1-44).

o evangelista.v. embora jã tivesse seus próprios planos«l«i operar um milagre. Os apóstolos ora­ ram e impuseram as mãos sobre eles e os nomearam para o serviço social da híreja. ao conlemplar lesus.16). as que não pertenciam ao povo de Israel 11U. lançou o desafio. Jesus. Essa fali. Portanto. Essa seria a tarefa do Espirito Saulo logo mais — abrir totalmente seu entendimento 11. O v.5. ao lempo em que outras ovelhas seriam uciesceutadiis ao rebanho do Senhor. lesus voltou-se piira ele paira teslálo. Este Incidente é uma interessante inilicaçào de quão cedo na vida da Igreja houve uns reconhecimento de que Deus dá diferentes ‘ministérios” e “dons" a di­ versas pessoas. 2) lamais devem ter outras preocupações. por conhecer aquela região dó grande "mar da Galiléia'' (0. precisavam de ajuda. Este fato reflete também o reconhecimento pela Igreja de que os que são chamados para o ministério da palavra de Deus" l. portanto. Talvez o tenham prociuado porque linha nome grego. Filipe não teve té e tampouco o entendimento para imaginar qualquer solução que não custasse uma fortuna p u i dinheiro para alimentar aquelu multidão. viam o próprio Pai. Náo está claro se Filipe promoveu ou não o encon­ tro dos gregos com Jesus.22 alguns gregos apro­ ximaram-se de Filipe b solicitaram uma audiência com Jesus.1. talvez estivessem próximos de Hatsai da). A última men­ ção ao seu nome é em Aios 1 13. lesus já teria morrido. um versículo uo qual João 1. Os crísláos de origem grega reclamaram que suas viúvas eram despre­ zadas ua distribuição diária de alimen­ tos. ficou patente em Filipe fio 14. quando pediu a lesus que lhe "mostrasse o Pai”. Ao relator incidentes como esse nos sous leitores.2) e negligenciavam o ministério da Palavra de Deus. para sua própria morte e ressurreição. Ames que isso acontecesse.81.000 pessoas 16. pois indica­ ram que havia outrfis pessoas Interessa­ das em Jesus e apontaram para adiante. Em João 12.a de compreensão foi vis tu tam­ bém nos demais discípulos. um ponto que Inão estava determinado a estaboloccr etn todo seu evangelho.2 J faz alusão). Talvez Filipe pensasse em Gris lo cama "o profeta" |Dl 1U 19. Enfolicamente Cristo lhe perguntou como fazia lal pergunla depois de tanto tempo em sua presença.23 a resposta de Cristo apontasse paia adiante.FtUPE estava escrito na Lei ile Moisés a respeilo da Jesus. Não sabemos se Cristo desejava testai parliadarmente a fé do Filipe ou so ele era a pessoa mais indicada para responder a tal pergunta. Muitas pessoas convertiam-se ao Evangelho. t:m várias ocasiões. 15. Portanto. entre os discípulos reunidos no Cenáculo. foi apro­ priado que em João 12.6). e mencioniidn pela primeira vez em Atos (i. Viram -D O em ação u ouviram seus ensinos. sele homens foram indicados e escolhi­ dos entre os que eram "cheios do Espírito Santo e de sabedoria”. Filipe. Mesmo assim. segundo ele. Os apóstolos observaram que perdi­ am tnuilo tempo na solução desse tipo de problema (At 6. “seria suficien­ te’’. João demonslrava a profundidade dos ensinos de lesus e destacava sua importância.20). Filipe e os outros esliverara com Jesus por mujln tempo. t»o perguntar-lhe onde comprariam pão para alimentar 5.21 . Isso. Filipe é mencionado novamente em João 6.4 25. A resposta era que Fili­ pe o seus companheiros ainda náo tinham seus olhos espirituais abertos adequadatncnle para entender essas coisas. 2. Aresposia d < ? Cristo t^ve um tom pro­ fundamente triste. enfrelanto. náo perceberam que.5. Os apóstolos perceberam que o trabalho do administração da Igreja em lerusolém era muito pesado. A unidade do Pai e do Filho estava lirmnmento estabe­ lecida na resposta fiada por Cristo à per­ gunta de Filipe. 7 indica o su­ cesso dessa divisão de tarefas: “De sorte 227 . As vezes também chamado de diácono. Es­ ses homens certamente sáo significativos nesse ponló do evangelho. Ele cria que íis Escrituras se cumpriam.

Antigo Tes­ tamento à luz do ad\entn de Crislo: 0 eunuco creu e íoi batizado. onde rapidamente tornou-se um imporlante missionário. Fdipe também teve oportunidade de pregar para um eunuco etíope. des­ de que houvesse duas mães envolvidas. Paulo e Lucas o visitaram em Cesareia. quando viu os milagres operados por ele. sob a direçáo do Espirito Santo. Isso significa que dois filhos de Herodes. Lc 3 . Muitas pessoas se converteram por meio de sua mensagem e fnram bntizadas (8. Enquanto esteve em Samaria. foi decapitado (Ml 1 4 . pois mais (arde ele é durainenle repreendido por Pedro (ÍJ. o qual. l U i a m o r t e de João Batista é lembrada quando as pessoas sugeriram que lalvez lesus losse loâo. pois aquele cidadão era um importante oficial do governo e esta­ va a caminho de sua casa (8. e Cleópalra de Jeru­ salém. lilho de Horodes. Não se sabe ao certo se sua conversão foi genuína.. te tra rca da Ituróia e Traconites. 3. Filipe dirigiu-se para Sumaria. entretanto. e M&riâne. Lucas 3 .. o Grande. Ao men­ cionai esse incidente.28). Atos 1. A referência o Filipe coma "o evangelista" em Atos 21. e em |erusalérri se multiplicava rapidamente o nú­ mero dos discípulos. 4. Em Marcos rt. proporciona 0 pano de lundo histórico para a repreensão de loâo Ba­ tista a Herodes: 0 Batista o repreendeu por causa de «eu casamento ilegal. Joselo. Perlo do final do Livro de Alas. mas Joselo declara que incluía 228 .8 indica claramente que bem mais torde em sua vida ainda era amplamente re­ conhecido por seu zelo missionário. /udéia.121. esse testemunho chegou a Samaria. Seu trabalho naquela localida­ de loi especialmente importante para a mensagem do livro tle Atos. onde vivia e era conhecido comu "evangelista” (At 21. Joselo contudo uão menciona o segundo nome de seu filho. os apóstolos Pedro e Joâo foram alé lá e confirmaram que u Evangelho era aceito de bom grado pelos gentios e samaritanos. conhecido com o Filip e H erodes. Lucas mos­ tra como a Grande Comissão loi cumpri­ da. Fili]>e enfrentou um problema com um magico chamado Simão. Filipe.27. identificou a primeiro marido de Herodias como Herodes. creu e balizouse. lilho de Herodes. cuja es* posa posteriorm ente foi tomadn por Herodes. 0 tim dei que fossom teste­ munhas em Jerusalém. Quando começaram as primeiras per­ seguições contra os cristãos em Jerusa­ lém |na épacu i-m que Estêvão foi rnartitizíido}.2Ú-24J. foram chamados de Filipe. o tetrarca (veja abaixo|. era o nome de família. o qual revivera. o filho de Herodes. o Grande.8). 3 * 1 2 ] . Prodamou o Evange­ lho. 0 Grande. Posteriormente. A pressuposição geral é que esle só pode ser Herodes Filipe. Esse governante. é claro. ernuo resultado. Atos 8 concede-nos uma idéia do tipo de trabalho 110 qual Filipe esteve envol­ vido em Samaria. o que jus­ tificaria sua designação por Marcos como 'Filipe”. Certamente é possível que o primeiro marido de Herodias fosse Herodes Filipe. G fato de que Filipe era realmente um homem "cheio do Espírito Santo" e visto na ma­ neira como o Espirito o levou a falar com o eunuco. É impossivel determinar onde eram os limites de seu território. Por meio de Fili­ pe. Samaria e até os confins da Terra. era filho de Herodes. pois tnl coisa seria possível. Filipe. Marcos referiu-se ao casamento de Herodes com Herodias. o Grande. Provavel­ mente foi por meio deste homem que mais tarde 0 Evangelho se espalhou por toda a Etiópia. As referencias a esse governante. a quaJ fora esposa do seu iruião Filipe. o Gran­ de.FILIPE quo crest ia a palavra de Deus. Herodes.8 registra o mandamento do Jesus potra os discípulos. e Cleópalra. 3 . operou milagres e desenvolveu um ministério que mais parecia o de um apôstolo do que dn um coopnrador ou (listrador. que viajava em sua carruagem. 1 descreve seu governo sobre a IIureia e Traconites. Ele lhe expós as Escrituras do .17 (veja Ml t 4 .

Esta.23). O termo "povos do mar" descreve ade­ quadam ente os filisteu s e seus alia­ dos. ou posteriormente. em Gaza e arredores.C. é claro.C. D'-uieronôinio sugere que os Callorins estabeleceram-se na costa do mar Mediterrâneo. durante os reinados do Kamsós UI e seus sucessores imediatos. uma con­ clusão que suscita varias dificiddades à luz das referências a eles no Antigo Tes­ tamento. porque rira “o caminho da torre rios filisleus'' (Ex 13.1. As abundantes referên­ cias aos caftorins (kuptam ou algo assim) em textos anteriores a 2000 a.C. Génesis 10.I como nm elemento dos netandus "povos do mar” que tentaram sem sucesso inva­ dir o Egito. A Ugaçáo fica completa com a obser­ vação dn Jeremius de que os filisteus eram 0 remanescente da ilha de Caftor (|r 47. entretamo. exatamonte de acordo com as passagens de Génesis e Êxodo e com a referência em DeuterouômJo da substi­ tuição dos aveus pelos caflorins. são sufi­ cientes para permitir a possibilidade de hebraica. O lago Hulé e a cidade conhe­ cida como Cesareia de Filipe lambem es­ tavam dentro desse território..G. nesta narrativa os filisteus procederam a ocu­ pação de Canaã pelos "povos do mar” em mais de dois séculos Talvez os filisleus tenham chegado a Canaã em grande número em 1200 a. 25.FILISTEUS. esta área estendia-se da oeste du porte norte di] rio Jordão. em épocas muito anteriores. A maioria dos historiadores data a chegada dos filisteus ao leste do Medi­ terrâneo em lorao de 1200 a. não elimina a possi­ bilidade da existência de filisteus anteri­ or a essa data. é a própria área constantemente associada com as cidades dos filisleus no Antigo Testamenlo.C.7. utésua morte em 33 d. pois tanto o Antigo Testamento como os documentos exttuhíblieos estabelecem sua origem nas d lias e regiões COsleiras próximas Ha Grécia e Creta. um evento passado sobre o qual Moisés teve noticia (Dt 2. através do mar Medifprrânoo e da Libia. um nome bem próxim o da pron ún cia onde subjugaram a população notiva dos aveus (Dt 2. Esses tex­ tos chamam os filisteus de Ptílesel. Esse Dorae vem do hebraico Filistia e Filisteu.omo Creta. (Gn 21. )z 10. O próprio Anligo Teslamento testifica sobre isso. Isso.14 faz um elo enfre os filisteus e os callorins.17). A mesma identifica­ ção é feita em antigos textos acadianos que descrevem pessoas de Creta como k ap taru . incluindo uma rojjçião considerável a leste do rto e norte de Decápolis. até Canaã. PiListu ou Pilista. quando Deus levou os israeUtaspara lon­ ge da rota costeira. pois foi so­ mente nos dias de Samuel o Sansão I I 120 a. no extremo nurte do mar da GulUjéia. j\n. Á palavra gre­ ga Pulaistinei deu origem ao nome mo­ derno Palestinu.7). |ão certo como conduzira os filhos fie Israel do Egito a Canaã (Am 9. Aparecem novamente no relato do Êxodo.23). a região qun fazia uma fronteira acidenladacom Israel e luda. Gaulanites e Bataiiéia. Os filisteus são mencionados proeminentemente nos documentos do Novo Reino Egipoio (1200 a I 100 a. OS Auraniles. Arnós acresconla a intormação de que o Seidior Irouxera os filisleus para a Pales­ tina de C a fto r.. Era considerado pela popu­ lação como o melhor e mais justo de Io­ dos os Herodes.I que ficaram suficientemente nume­ rosos para causar algum lípo de proble­ ma para Israel (! Sm 4 a 0.8: 13 a 10). ou seja 1440 a.C. A evidência mais notável o o contato que Abraão e Isaque tiveram com os filisleus antes de 2000 a. 229 .32. Se aceitamos a dala tradicional para o Êxodo.C Durante esse período loi responsável pela reconstrução de Cesaréia de Filipe (anleriormenle conhe­ cida como Peneiom) e a cidade pesquei­ ra de Betsaida. Filipe go­ vernou nessa região do ano 4 d. O S .4). 34. 8). Portan­ to. e quase todos os especialistas identificam Oaftar c. Nos textos acadíanos a região é referida como Rilastu. F IL IS TE U S . no Anligo Testamento.C.C.C.

o s filisteus tipificam us Influências perigosas e mortais às quais Israel precisava resistir como povo escolhido (lo Senhor.22-25] deram um paradeiro em suas incursões.23. É provável que. eram eslrilumeule evitados como um mal que podia conta­ minar. FILÓLOGO (Gi. Na época do retor­ no dos judeus do exilio na Babilónia.6. i Sm 14. as quais exerciam uma certa auto­ nomia (orei Aquis tratou iudependentemente com Davi. 2 Sm 1. 17. A pBntápolis demonstrava «er uma coalizão dn cidades com direitos iguais.sua origem exala e seu estaibelecimento cronológico. selos e sofistica fios dese­ nhos de arquitetura Cm dos maiores pro­ gressos dos filisteus loi a utilização do ferro. Esse deus (cf.4.3. mostram claramente que os filisteus tinham assimilado o culto nati­ vo e original dos cuxibiuius Teologicamente. adagas. É costume geral referir-se à sua estrutura política como uma pentâpolis ("cinco <idades"). Filho de Eleazar e neto de Aião.8-13).18. Filólogo fosse o líder de uma igreja domiciliar o Júlia fosse sua esposa.s territórios pertencentes a Israel.251. Uagan e Man canoneui o a existência de outras. Seu lillio chamava-se Abisua 1 1 Cr 6. procurava um filisteu. foi um dos maiores homens de todo fsrael. pois conquistaram repetidamente o.3.1-5). eram ainda mais nocivas: Unham como figura principal uma divin­ dade meio peixe e meio homem. “amante do aprendiza­ do"!. 31.18.C. se um israelita quisesse afiar ou consertar um equipamento feito de ferro.20) deixa claro que nao pertenciam ao povo da aliança: portanto. mostram suas roupas. A . entretanto. sua irmã e Olimpas |Rm 16. AsGalom. não enfatiza as realizações culturais dos filisteus: polo cou bário. conceutrudos em cinco cidades: Ga/a. 1 Srn 27. mas por um Oficial denominado em hebraico de seren. Na época do rei Saul (1050 a 1010 a. Desenhos bem con­ servados encontrados em Mmlmnl. até q u e Samuel (1 Sm 7. Sua mãe foi 1uma das filhas rle Putiel" lÊx 6. provaram sor ini­ migos implacáveis dos israelitas alé o início da monarquia. Sua tradução na Septuaginta como “tirano” npõia a origem dos filisteus do mar Egeu. contudo. por volta do século XII a.C. etc. o qual tinha o monopólio das habilidades necessárias paia tal função (1 Sm 13.5. H nbu. 1. tais como Baal-Zebube (2 Rs 1. diante de uma emergência uadoual. por encabeçar a lista. referência Ireqiiente a eles como “incircuucisos" (Jz 15. Nereu.).12-14) e Davi (2 Sm 5. Ga te e Ecrom. 1 7. Ir.2) e Astarote/Astarte l J Sm 31. o próprio Esdras e nutTos levitas traçaram suu linhagem familiar alé Finéias (Ed 7. localiza o impac­ FINEI AS.26. Qualquer que seja . tra­ balhavam em conjunto d submetiam-se às decisões da maioria (n dispensa de D a v i da batalha contra Saul: I Sm 29). uma Inovação bem avançaria em relação ar» seu uso em Israel. Asdotle.M. ambos semíticos. outros sítios arqueológicos em Canaã incluem impressiouanlos amostras de potes de barro. palavra que talvez signifique "se­ nhor” (js 13.FILÓLOGO suâ existên cia na região costeira de Canaâ.Cristão que vivia em Roma e foi sou^ dado por Paulo em sua carta..4. mas que. cada urna govnrnada não por um roi. Ex­ tremamente belicosos. Escavações arqueológicas recentes revelam que os filisteus introduziram e experimentaram um elevado nivel de cultura e tecnologia. junto com Júíia.5-7).).15). 16. os filisteus esta­ vam sobdamentci estabelecidos nn cosia mais bátxíi do Metlilerrâueo. chama­ da Dagom (1 Sm 5. no Egito.5 230 . seus ar­ mamentos e artelaios de tumulos. 501. to negativo que tinham s o b r e Israel. Suas práticas religio­ sas. nos tempos anteriores ao Èxodo.8. O Antigo Testamento.10-211. 3. O re­ conhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava pelas pessoas em diferentes congregações é algo digno de nota em suas epístolas.27.

Zinri.20 indica que uma de suas principais tarefas era a de ser "porleiro" no Tabernáculo. 2 . no meu zelo. Gade e Manassés.14) foram enviados para falar com os lide­ res. Portanto. extttamenle quando isso ocorria. temeram que novo julga­ mento de Deus caísse sobre eles. para ja­ mais se esquecerem de que faziam parte de Israel e adoravam o mesmo Dous. As três tribos explicaram que o aliaT seria usado apenas como um leslemuuho de que a adoração $0 seria feita no Tabernáculo e uunca seria utilizado para o oferecimento de holocaustos (v. não cousumi os filhos de Isra­ el.FENÉIAS H. era um dos fi­ lhos rio sumo sacerdote Eli II Sm 1. o o povo com ia. Finéias e toda a delegação rotornarurn louvando a Deus |w. 30-34). lerá a aliança do sacerdócio perpé­ tuo. porque foi zeloso pela honra de seu Deus. Levou consigo al­ guns utensílios do santuário e trombetas. para serem utilizados como sinalização. “o povo se en­ tregou á prostituição coru as Iilhas de Moabe. especialm ente seus lideres. NttmemS 25 registra que. Eslns convidaram o povo aos sa­ crifícios doa seus deuses. Deus falou a respeito de Finéias: "Finéias. quando os israelitas esta­ vam acampados em Sitim. chamada Cosbi. Lria como um memorial para Io­ dos os israelitas que se estabelecessem no lado orienlal do rio Jordão. Suu fumu foi estabelecida principal­ mente par sou "zelo” em defender o Se­ nhor Deus em face du idolatria. \ adoração e sacrifícios só eram permiti­ dos no Tabernáculo. 13. p se prostrava diante deles" — Baal-Peor fvv. Eles se tornaram totalmente corruptos e tira­ vam vantagem da posição privilegiada que ocupavam. Finéias e os representantes das tribos (w. quan­ do transmitiu a palavra de Deus ao povo concernente ã vingança pelo pecado dos benjamitas l|z 20. e fez propiciação pelos lilhos de Israel" (w. um dos sacerdotes que retornaram do exílio na Babilónia. da tribo de Simeão. do maneira que quando as oufras tribos souberam o que us tTés fizeram. Todos os lideres que se ituvolve­ ram na imoralidade e idolatria foram mortos.21 I Crónicas 9. 2f3j. mas 24. dfzô: Dou-lhe a minha ali­ ança de paz. Em Josué 22. O zelo de Finéias é mendouado no Salmo 106. para indicar claramen­ te que os apanhara em pleno ato de imo­ ralidade e adultério |w. Seu irmão chamava-se Hoíni.3. O próprio Finéias anos mais tarde serviu diante da Arca du Aliança em Untei onde novamente seu zelo pelo Senhor foi demonstrado. quando saiu com os soldados israelitas para a balalha con­ tra O S midianilas numa vingança pelo in­ cidente em Baal-Peor. Para mais detalhes. pois foi tomado de zelo por mim no meio deles. com a intenção dn t»:r relações sexuais com ela.»).3). Finéias soguiu-os o matou-os com apenas um golpe de sua lança.000 israelitas jií tinham morrido. filho de Arão. Finalmente morreram sob o juízo de Deus. veja H o fn i. as quais ti­ nham erigido um aliai perto do rio Jordão. o 231 . San. por isso. A ira do Senhor diante de lal comportamento ocasionou uni juizo ime­ diato.6. 3 . a qual levou para sua tenda diante de toda a congregação. filho de Saiu. Finéias é mencionado novamente no relato de Números 31.28).30. filho de Eleazar. 11-13). lal dedicação ao Senhor e às suas leis tomou-se um modelo de como todos os israelitas. o sacerdote» desviou a minha ira de so­ bre os filhas de Israel. Finéias liderou uma de­ legação enviada ao encontro das tribos de Rúben.l-3). Sacerdote em Siló. Ele. 7. "Não conheciam ao Senhor' (1 Sm 212). deveriam viver. antes que todo o Israel se envolvesse em guerra. Pai de Eleazar. Com exceção de uni curto período no sacerdócio de Eli. 14. trouxe uma mulher midianila. -A praga euviada por Deus sobre o acampamento foi interrompida por essa ação rápida. os descendentes de Finéias continuaram seu ministério sacerdotal e lambem ocupa­ ram o sumo sacerdócio. e a sua semente depois dele.

iuas saudados púr Paulo em su. o n d e l o r a m e n c o n t r a d o s o s d o c u m e n t o s . FLEGONTE (Gr. N'o íinal rio século.14). O reconhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava FORTUNATO iLat. Segun­ do nomt. Clemente mentiouou um bomorn coai este nome em sua epístola aos Coríntios. "queimando'1 ). Veja Estéfanas ' Es< r it o s d a li t e r a t u r a j u d a k a d c » p e r í o d o i i i t p r l o s t a m * m l í i r i o . 3 3 J.D a n i e l (N o ta d o It e v is o r ) 232 . pelas pessoas om diferentes congregações é algo tligno de nota om suas uartas.FLEGONTE q u a l a ju d o u a p e s a r e r e g is t r a r t o d o o o u r o 6 p ru tu q u e le v a r a m d c v o lt a c o m e le s p a r a o T f e i i t p l o e m J e r u s a l é m (Ed 8 .s e u C a v B r a u n * 1 d o Q u m r a u . mas provavelmente não se trata da mesma pessoa.DiG. juntamen­ te com Estéfanas r Acaico.i «pistola (Rm 16.de uma lista de cristãos iora.17. abençoado). P. É men­ cionado em I Coríntios 16. 4 Q r e f e r n . é? p s D n è a a b r e v i a t u r a d e p s e u d o .

Tobias 12. para predizei o nascimento de JoãoBatisla. a lileratvua judaica descrevia Gabriel como um dos arcanjos au "anjos da presença". mudou-se para Siquém depois qun o filho de Gidéão. que levou o seu nome. GAÃ. Gabriel aproximou-se e deu-lhe "enten­ dimento'' sobre o tampo enlre a ordem para reconstruir o Templo e o advento do "Ungido". Tornou-se líder de uma das doze tri­ bos de Israel. 1 Q1I 6. iniciou seu reinado ali. Filho da Naor.231. a . Quando Canaã finalmente foi conquista­ da (Nm 32J.2. Filho de Elxirie.c . o sua coDCubina Roumii íGn 22-241 GA AR. 30-411 . ele atacou e destruiu Siquém. 24. Ne 7.. GABAI.16). Abimeleque.261. 35. governador de Siquém.26). Sétimo filho de Jacó.n . I-c t . "enviou Deus um espi­ rita mau ontre Abimeloquo e os cidadãos de Siqu ém . ZacariaseMaria (Dn 0. mas contra-atacaria (Gn 49. facó pro­ fetizou que Gade seria atacada por guer­ rilheiros. para servi-Jo e apresentar as “orações dos santos" (Jubileus 2.-47.2027). GADE (Heb "afortunado'’)* 1.8). Invadiu a cidade e expulsou Gaal e sua família |vv. No dia seguinte. e depois apa­ receu em Nazaré. Durante um festival num dos tem­ plos pagãos da cidade. 1 9.2 1 . numa nção que foi vista como juízo de Deus sobre seus moradores por lerom sido coniventes com a morte ilos lilhos deGideão (w. Mas a bode peluda é o rei fia Grécia. Veja também Atijos.13). o Messias (Dn 9. Como castigo pela ma­ neira como este matou Iodos os outros filhos tle Gideão. Seus descendentes estavam en^ tre os que serviam no Templo. Portanto. 26-29) Abimalnquo foi informado da rebelião por meio dt: Zebnl. Na visão ap ocalíp tica de Daniel. Zebiú e Jútão. É um dos dois anjos mencionados pelo nome na Bíblia |veja também Miguel). no evangelho de Lucas. G A B R I E L (Heb.t . No período intertestamentário. Em sua bênção para cada um dos filhos.G GAAL (Hebr. irmão do Abraão.49).21). a serva <Ie Léia. p .‘ (|z 9. 57! Para mais detalhes. veja /lbunfíleque. nascido de Zilpa. Enquanto o pro­ feta orava e confessava seu pecado.. M homom de Deus'' ou "força de Deus"). Gabriel upresentouse a Zacarias no Templo. os quais procederam aleivosamente contra Abím«leqiie. “repugnante”). 23.19. a . Na épora da saída dos hebreus do Egilo.19).20. seus descendentes recebe­ ram como herança uma região ao leste do lordão. que se eslabeleceu em lerusalém depois do exílio babilónico (Ne 11. os quais regressaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2.15.11. Gabriel aporouou e providonciou a intur prettttíâo: "Aquele carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia. u tribo d<’ Gade contava com 233 . Gaal aproveitouse do clima fie revolta e encorajou s^us moradores o se armarem contra o filho do Gidtíâo (vv.26). Estava entre as quo descoram ao Egito com seu pai e muitos irmãos (Gn 46. Seguidor de Saiu. Nome de um mensageiro celestial enviado por Deus a Daniel." (Dn 8. li­ dos como permanentes diante de Deus. Segundo o relato da natividade. a fim de anunciar o nascimento de Jesus a Maria (Lc 1. conside­ rado como desr endente da primeira es­ posa de Israel (Gn 30.16:9.

om tex­ tos que olham adiante oara os últimús dias e o cumprimento dos propósitos di­ vinos para o reino ilo Senhor. Reiuou por dez anos (2 Rs 15. o comandante do exér­ cito ordenou que suas tropas fossem con­ tadas (2 Sm 24. ele ainda teria de enfrentar as consequên­ cias. foi indicado pela de Manassés. Gade apresentou-se a Davi no rba em que a praga cessou.I0J. I Cr 21. 1 Cr 1.19). quando Davi íá eslava bem eslabelectdo como rei.11) Foi escolhido nm representante de cada tribo e Gadi.ei. veja Somuo. de pragu sobre a liirro (2 Sm 24. o videnti' do rei. foi indicado pela de Zebulom. Em Atos 19. Com profunda Iristeza. veja Sam ua. Gade ajudou o rei a dividir os levitas n o s sacerdotes em gru­ pos e a determinar as diferentes tarefas na realização dos cultos. o do proleta Nata' (2 Cr 29.29. 16 .25). anos mais tarde. filho tle Sodi. 2') fugir. Davi disse a Gade que preferia deixar a questão nas mãos dos Senhor. 2. Davi reconheceu que tinha pecado e. "Vidente1 ou profeta que viveu du­ rante o reinado de Davi. proferida por intermedio do profeta Gade (ef. o r«i queria saber o númRro de seus soldados e.19: I Cr 21. Para mais detalhes sobre a missáo deles.3. o jebuseu | v. Os ga ditas são novamente citados em Ezequiel 48 e Apocalipse 7. G AD IE L. para espiá-la (Nm 13. Con­ trariando a I. A Bíblia diz que Ezequias seguiu as mesmas orientações. pediu perdão ao Senlior (2 Sm 24. onde se realizou uma m anifestação anticristã. GAIO. que matou Salum em Samaria e loriiou-se rei de Israel em seu lugar.5).de sous inimigos durante três meses.41. antes de chegar ao Irono. Or­ denou ao rei que construísse um aliar ao Senhor sobre a eira.1l. “minha fortuna"). Gade Ube deu três alternativas. 3") três dia*.25). 2 . lrouxe a palavra de Deus pura '?ste monarca nm quatro ocasiões especiais. ao ignorar o conselho de Joabe. filho de Susi. com sua contrição peculiar. Em quarto lugar. Natural da Macedônia.10). Um dos doze enviados por Moisés do deserto de Parâ à lerra de Canaã. Pára mais deiallips sobre a missão deles. O escritor das crónicas dá uma ênfase especial ao humilde arrependimento do rei p sua obediência imediata à palavra do Senlior.seus acampamenlos nas caver­ nas de Aduião e a regressar para Judá (1 Sm 22. Líder edomita. Pai de Menoém. p.3-23). Aparenlemente este profeta lam­ bém escreveu um livro sobre a viria de Davi (1 Cr 29. "couforme a ordem de Davi e de Gade.GAD1 46. “porque muitas sáo as suas misericórdias” (v. o que Davi lez ime­ diatamente f 2 Sm 24. Na terceira vez. 1. GAETÃ. GADI (Heb. juntamente com Aristarco. Um dos doze enviados por Moisés rio deserto do Pa rã à terra de Canaã. Uma praga veio so­ bre □ terra e espaJ liou-se por Jerusalém mas. Embora seu pecado fosse perdoado. o Senhor a interrompeu na eira de Araúna. Gade o incentivou a abandonar . por causa do censo que Davi mandara fazer. Foi es­ colhido um representante de cada tribo e Gadiel.291 .050 homens em idade milhar [Nm 1.18. A fé do Caio e o snu compro- 234 . 14).36). A primeira quando ele era perseguido pelo rei Saul. l"| três anos de fome na terra.sau e Ada [mulher carianita) e lilho de Elilaz (Gn 3ft.14-17). Muito tempo depois a multi­ dão finalmente se acalmou e os dois fo­ ram soltos. neta de F. Assim que o censo foi realizado. 1. Gade 0 procurou para pronun­ ciar o juízo de Deus sobre ele.ac. foi agarrado pelos mora­ dores rle Éfeso — os quais oram na maio­ ria violentamente antagónicos ao Evan­ gelho — é levado a o lealro da cidade.1 H 4 ). Na segunda ocasião. para espiá-la (Nm 13. foi Ltm dos "companheiros de viagem" do após­ tolo Paulo. 10).5.

l6L 3. 0 talo do apóstolo di­ zer "meu hospedeiro. tal hipótese não é muito confíóveL) 3. pois destacou-se como alguém que anda na verdade. A tradi­ ção diz quo esse Gaio posteriormente tor­ nou-se bispo de Tessalónica.era um nome popular. de onde escreveu a carta aos irmãos de Roma. porém. Quan­ do. Homens como este. 4). sim­ plesmente por ler sido bati/^do por ele. onde participou de om eomplo para ma­ lar o imperador Nero. isso é bem possível.131. João demons­ tra clarumenie quo o tinha em alta con­ sideração (w 2. Morreu tempos mais tardo em Roma. ã medida que mais * mais pessoas toma­ vam-se cristãs. era irmão do filósofo Sêneca.14). 1. 2 . Tornou-se procônsul da Ac aia em 52 d. Obadias.12-17). é mencionado em Atos 26. 4.Aristarco loram presos 110 lugar d» Paulo (vtíyàAlexaildre).17). isso significaria quo este Gaio talvez seja o mesmo pursonagom do item n" 1 Desde que Ar is larl o é mencionado nos clols textos. até qxie culminou nurn "ataque unido". foi um dos levitas que se restabeleceram nm Je­ rusalém após o exílio babilónico |i Cr tt. enquanto viveu nes­ ta cidade. tinham crido em Cristo e. Provavelmente loi um dos escolhidos polas igrejas locola para acom­ panhai o apóstolo até Jerusalém.23. portan­ to.Seu descendente. Gaio permanece como um exemplo para a igreja.GÁLIO mLsso com Cristo eram muito fories. O único desejo do apóstolo era que o nomo du Cristo fosso glorificado. o apóstolo os deixou. Seu descendente.D. Abda.3). foi mn dos levitas que se restabeleceram em Jerusa­ lém após o exílio babdónico (Ne 11. No tumuito om Eleso. Foi recomendado por sua hospitalidade para com os outros e ainda é incentivado nesta prática por João. Os judous le v a r a m Paulo diante do Gálio b acusaram-nu de pregar coisas contrárias à lei (judaical (At 18. P. 5).151. e governava Corinto na época da primei­ ra visita de Paulo ã cidade. abavés dos sécu­ los. o antagonismo dos judeus crescia cada vez mais. Obviamente?. uma cidade da Macedónia.Se um texto grego variante for adolado. pois ». quando levou O dinheiro que havia coletado para os pobres daquela cidade. elos se tornaram demasiadaruonle "ofensivos'’ à mensagem (Al 18. pregando na sinagoga para os judeus locais. Provavelmente converleu-se por meio do ministério do apósto­ lo. Em 3 João 1. Derbn é subs­ tituída por Dobem?. E quase cerlo que se tralava do mesmo per­ sonagem que Paulo balizou. nas épocas eui que n perseguição se ma­ nifestava. tal batismo foi um talo muito raro.4 como ura dos que saíram antes rle Paulo de Filipos e foram esperá-lo em Tróade (v.6).G. tor­ naram-se exemplos para todos os cristãos. pois o apóstolo preocu­ pava-se mais em pregar do que em bali­ zar Paulo não desejava que alguém se sentisse como se lhe "pertencesse”. . (. como era seu costume. Nascido em Córdoba. o líder du sinagoga. em sua se­ gunda viagem missionária (At 18. na Espanha. e de toda a igreja1 ' sugere que uma das congregações prova­ velmente se reunia nn cosa de Gaio. como Crispo. Paulo começara seu trabalho na ci­ dade. entrou na casa ao lacto e começou a pregar mais especilrcamenlp aos gentios. 6 citado na sau­ dação do Romunos 16. Paulo liospedou-se em sua casa. Natural de Derhe. que exibiam tamanha Le <_rislã em tempos de perseguição. 235 . na residência de Tilo Justo. após inic. aolretanio. Alguns judeus. G Á L I O .iai a pregação do Evangelho em Corinlo (1 Co 1. Gaio.. Natural do Corinto. GAL AL. Um dos levitas que se resta­ beleceram em Jerusalém após o exílio babilónico | 1 Cr 9. urn liomem temente a Deus. 2.C.ste 0 classifica como um de seus filhos (v. CaiG era um anciáo da igreja para a quai o apóstolo escreveu e um amigo muito querido. elo e .

4-6).53). Gam aliei lavantau-se. Aodebater o Evangel ho de Crista com a multidão em Jerusalém. Seguiram então alegremente seu (rami­ nho.23). 59J. p .20). Mais tarde. entretanto. 2.GAMALH1 Gálio.48: Ne 7. Quando Pedro e outros apóstolos fo­ ram presos e levados paru o julgamento (liante do Sinédrio. é mencionado em três incidentes .38. El* também liderou a tribo du Manassés quando os israelitas final­ mente saíram do Sinai e prosseguiram à viagem (Nm 10.-presentonte de seu puvo. e '‘instruído coniorme a ver­ dade da lei”.4n-42|. não s o envolveu no que considerou uma questão internu en­ tre os judeus.35.d. GEAZI (Heb.3. Nn Literatura rabíniea. açoitados e libertados. os quais Toram guerreiros valoro­ sos que lutaram ao lado dele (2 Sm 23. ora o líder da 22a divisão de sacerdotes designados pelo rei Davi para o serviço no Tabernáculo f I Cr 24. “Deus é minha recom­ pensa”). Da tribo do Levi. 3L Filbo de Pedazur e líder da ti Ibo de M anassés na época do cen so dos israelitas.c.g . 0 fariseu que lomou-se Paulo.34. do que persegui-los. aos pés de Gamaliel (Al 22.54. a menos que realmenle fosse algo de Deus (Al 5. pois estava satisfeito om per­ mitiu que ns cortes judaicas tratassem de lais assunlos: não interveio nem mesmo q u a n d o os judeus agarraram seu própria líder. era um fariseu altamente educado e mu mestre respei­ tado.34.10. GAREBE» 1 1ri ta. 14.4fi).14-17). Moza e Gazez eram filhos de Calebe e sua concubina Efã. Os ítritas eram um clã que vivia em QuLrinte-fearim (1 Cr 2. uo deserto do Sinai. veja tambem Gl 1 .d . G AZ EZ (Heb.40). Harã também teve um fillio chamado Gazez (1 Cr 2. concernente a assunlos da religião deles. a proclamar as boas novas de que Jesus é o Cristo fA( 5. Nenhuma perseguição [iode desviai1 os seguidores do Cristo de sen maior alvo: ver homens o mulheres libertos para lesus. o apósiolo. õ chamado de “Gamaliof a Ancião”. Foi bem-sucedi­ do em seu apelo: os apóstolos foram tra­ zidos do volta.511. Gomaliol também foi eurarregado de levar a oferta pacífica. Como n. Embora a lei romana pro­ tegesse o direito dos povos de professa­ rem a própria religião deles. Provavel­ mente era neto do rabino HHlel. pediu que os apóstolos fossem retirados ria saia e então argumentou. 2 Citado em Atos 5. A enorme conlribuição dedicada por sua tribo foi levada no oitavo dia. quando o Tabernácido foS dedicado ao Senhor no deserto (Nm 7. 0 incidenlr: lança nnm luz interessante sobre como o cristianis­ mo era considerado entre os governantes gentios naqueles dias.171. p. G AM ALI EL (Hob. por isso Gálio náo quis intervir. em termos pragmáticos. Sóstenes. Fp 3. Paulo opelou para suas credenciais como um dos que eram znlosos pela Lei de Deus. Seus lide­ rados somavam 32. Era visto como uma facção do judaísmo. pois l ! nova seita de­ sapareceria rapidamente. não permi­ tia 110 entanto a extensão dessa ordem aos cidadãos de Roma. 236 . Servo de Eliseu. Foi este mesmo Ga ma liei que teve participarão aliva na educação de Saulo. “vale da visão"!.34-391Tal dist urso estava totalmente em harmo­ nia com a posição que os grupos farísçrus mais liberais adotar iam. e a espancaram diante do tribunal (Ai 8. que seria melhor libertá-los GAMUL. para fazer dis­ tinção de Gamnliel EL seu neto. GAZÃO. depois de sua prisão. 1 Cr 11. um dos “trinta" herâis de Davi. funda­ dor de uma das ram ificações do lãrisaísmo.200 pessoas1 (Nm 1. losqtiiador de ovelha”). Seus descendentes estavam entro os serviçais do Templo que Tegressaram do exílio blibitónieo com Neomtas [Ed 2. Harã.

para recuperar suas propriedades. O profeta recusou o pre­ sente. Um rios filhos de JedulUm. Geazi correu atrás dele. era um dos doze governadores distritais do rei Salomão ( I Rs 4. Geazi era um seivo obediente e bem disposto. descol iriu que Geazi contava ao rei sobre as proe­ zas dn Eliseu e ouviu justamente o episó­ dio da ressurri ição do filho dela. listado entre os levitas que loram separados para 0 ministério da profecia e da música du­ rante o reinado de Davi. (3 primeiro é relacionado com a visita do profeta Elisou à cidade di Suném. Apesar do seu desejo excessivo de proteger seu senhor. entretanto. depois que Naamã par­ tiu. Geazi provavelmente percebííu isso. E l a foi com a família p a i a a terra dos filisleus. a qual satra de Naamã recaiu sobre ele (2 Rs 5. Este general ofereceu uma recom­ pensa a Eliseu. mas Eliseu de­ monstrou amor e compaixão por ela. Geazi mentiu para Naamã. Eliseu então prometeu que ela te­ ria um lifllrfi. descobriu quo aquela senhora não tinhu filho. En­ viou seu servo (Geazi) à casa dela com a instrução dft colocar o cajado na rosto do menino. não somen­ te ua maneira como ele descobriu sou pe­ cado. Algum tempo depois o menino Eicon doente e morreu. onde Deus operou o milagre e o menino res­ suscitou. procurou o profeta e lauÇOu-se aos seus pés (2 Rs 4. GEBER. pois disse-llhe que o homem de Deus precisava de algum dinheiro para ajudar dois jovens protelai».S narrados om 2 Reis 4 a 8. quando Eliseu lhe perguntou onde Linha ido. 237 . O servo do profeta relatora o acontecimento fiel­ mente e mostrou ao rei o menino que fora restaurado á vida: Jeorão deu ordens para que a mulher recebesse de volla todos os seus bons. A terceira menção do nome de Geazi encontra-se ern 2 Reis 8. pois continuou o servir a Eliseu. rei dos amoireus. com a inten­ ção de tirar algum proveito da siiuaçãn. por causa do impado uegativo que causaria uo niinistério de Eliseu e ao nome do Senhor entre os estrongeiros.3. por intermédio de Goazi. Eliseu dis­ sera à mulher sunamila que deixasse o pais. estavam sob a super­ visão direita do rei. JedulUm. Geazi tcmtou afastá-la. jnnto com Àsafe n l íomã. onde conheceu uma mulher rica. o comandante do exército sírio. mas também no modo como o Se­ nhor cuidou dn sunamila. 0 profeta quis componsãla pela generosidade e hospitalidade de­ monstradas.GEDALLA. o que realmente aconteceu no ano seguinte.10). quan­ do Naamã lhe deu a sacola com pTutu e os duas peças do roupas. músicos e componentes do coral. h . Naamã e seu povo saberiam Tapitlamente da história: 0 profeta seria acusa­ do rle cobiça e eles ebegariám a conclu­ são de que o lãvoi do Senhor às vezes é Com prado. mesmo quan­ do Eliseu estava ausente. O castigo de Geazi foi que a lepra. que ministrava no Tabernáculo (1 Gr 25. "o Senhor é grande"). Na chegada. A ambição de Geazi íoi casl igada imediatamente. cheia de desgosto. O proleta disse a Geazi que seu espirito estivera com ele. O segundo incidente envolveu a cura de Naamã. mentiu no­ vamente. a rica mulher procurou feorâo. mais tarde.27).1-0. Ge dali a> era o líder do segundo grupo de levitas. e de Qgue. O tex­ to chama a atenção para o fato de que era o único governador daquela imensa re­ gião. A criança não se recuperou e por isso Eliseu loi até l a p e s s o a l m e n t e . pois haveria sete anos de fome na região.c .18*37). a mãe. Era intendente na região do G ileade "a terra de Síorn. âl. Filho de Uri. rei de Basã". pois não compreendeu a atitude de seu senhor Eliseu. qué insistim em hospedá-los e alimentá-los. Q u a n d o voltaram. Ao que parece.d. 1. A soberania de Deus nos eventos da vida de Eliseu e na das pessoas com quem convivera é vista repetidamente. Veia lambém Bcn-Hur GEDALIAS (Heb. Geazi apren­ dera a lição.

31: 9. eles e nada mais se sabe sobre o que lhes depois da destruição de Jerusalém em 587 aconteceu. Gedalias incentivou o povo a rajou os moradores da cidade a aceitarem acoitar o bom relacionamento com os a invasão da Babilónia.19). foi nomeado gover­ 40. ret dos am onitas. Fizeram então um que Gedalias fora nomeado governador.14: 40. quando os israelitas esta­ vam no deserto de Harã [Nm 13.2) fie se di­ juntaxam-so a ele em sua base em Mispa. Seguindo as repetidas decla­ em Jerusalém nos últimos dias antes da rações de Jeremias de que seriam aben­ cidade ser destruiria pelos caldeus. (2 Re 25. 18).25).12). 40. Quando os oficiais do exército que conseguiram fugir ouviram mo de outras nações. bre e sem profissão. O profeta foi com nador de luda pelo rei Nabucodonosor. O resultado desse assassinato foi de­ GEMALI. filho de ceram em Jerusal&B depois do exílio Notanias.om o Spnhor |Ed 10. feta íoi entregue aos cuidados fie Gedalias Muitos homens de Judá haviam-se rasa­ do com mulheres de outras tribos e mes­ Ijr .5.18. assim. loi a mensa­ GE DO LI M. superinlengem que o oficial do exército Joanâ. porém. conlra a vontade de Jeremias Ur 238 . loi incapaz da acreditar que alguém pu­ MIC. Jr 4CI. que náo seria de gran­ de proveito na Caldeia (Jr 39. pacto r.13-41. ma* foi impedido por Gedalias.6). vorciarem ilas esposas estrangeiras (Ed alguns quilómetros a noroeste de Jerusa­ 10.i7|. Esta­ çoados. era provável que o rei rlasamonilíis. enquan­ um lugar. e não uma pessoa. esse nome talvez se refira a junto u)m vários outros oficiais. 1. no versículo 18 é listado junto com o qual mais tarde foi morto por Ismael. para assassina-lo. to faziam uma refeição. Baalis. Joanâ pediu 2. Da tribo de Judá. estava entre Ordenou ao seu com andante Nebuos sacerdotes que se uniram a Esdras e zoradão que cuidasse de Jeremias quan­ ao povo uo arrependimento. com seus nm doE filhos de Jeiel e sua esposa Maaca sonhos de expansão. Essa. Socó e Zanoa. depois do do Jerusalém fosse tomada e.8-12J o profela fosse morlo (|r .J8. Filho <le Aicão.18. ora um dos Ui leres governador. Avô do profeta Sofonias (Sf 1. Pai do espião Amiel. b descendente de Hm ( 1 Cr 4. se aceitassem as ordens dos va entre os homens que ouviram os pro­ nunciamentos de Jeremias.1. lhe transmitiu. Liedalias demonstrou ser um bom 4.19. o Egito. porém. Como.4. l ilho dente sobre 128 homens que se estabele­ de Careá. lém. Gedalias era um homem generoso e 5. liimbém reuniu os quo es­ que tais pronunciamentos eram um alo tavam dispersos ti os encorajou a se esta­ belecer e voltar a cuidar da terra e das de traição e por isso fez de tudo paia que lavouras (2 Rs 25. mandara Ism ael. 3. 42 e 43J. de Ismael tor sangue real (2 Rs 25. o pro­ regresso da Babilónia paru Jerusalém. temendo as represá­ lias por parte dos raldeus. Deus novamente levan­ xara pura Irás somente o povo mu is po­ tou um líder do próprio povo para govBrnar Judá. ern filho de Pnninil para ir e matar o filho de Nelonias antes do ataque.14). Filho de Plasur. ft\i de Zabdiel. Da tribo de Benjamim. E bstado na genealogia c úmpllce preparado em alguém que fora que vai rle Benjamim ao rei Saul desprezado pelos caldeus. fugiram para para espia-la.1). desse matá-lo. Os homens enviados por Moisés a Canaã aliados de Gedalias. O rei ila Babilónia dei­ exílio babilónico.22). é GEDOR. GedaliuS achou dominadores. o qual enco­ caldeus. 4).7).1H. Em virtude babdònico (Nu H. reprosoofinitivamente o final da permanência de tanto da tribo de Dã Ele foi um dos doze qualquer Lídnr judeu na terra de Judá. Somente depois rio retorno do a C..GEDOLÍM 2. Descendente rle Jesua. encontrasse um 11 Cr 8.

É comum que nomes de pessoas relativamnnm som importância sejam deixados fora de tais listas. Daquela posição. quando comparada com os paralelos mesopotâmicos. As palavras traduzidas como “fi­ lho” e “pai” podem muitas vezes significar ‘•descendente” « "ancestral”. 1.3 7*221: fii) de Adão.. à entrada da Porta Nova da casa do Senhor" (Jr 36-10). Durante a leilura.3).11). Ml caías. ouviu as palavras do Senhor contidas uo rolo e foi contar aos oficiais da corte. Filbo de Hllquias. (iii) preencher as lQi. GENEALOGIAS BÍBLICAS As Escrituras apresentam repetidamente as lislas dos ancestrais e descendentes de vários personagens judeu* Essas genealogias servem para propósitos variados: (i) mosimr a sueossào hereditária de certa Lribo. Filho de Safa. Os ancestrais eram normalmente traçados a partir dos membros do sexo mas­ culina na arvore genealógica da lamiiia. e atirou tudo uo fogo. O filho de Gemarias. leoiaquim deu ordens para que leremias e Baruque Fossem presos. (lii) de Noé |Gn IU. diante de Nabucodonosor. Agiu como emissário dn roi Zpdequias.3-22). a diminuição da expectativa do vida através do tempo provavelmente indica os efeitos crescentes da qpeda As principais listas genealogias do Antigo Testamento i n d u R m os descendentes li) de Caim e o desenvolvimento tecnológico associado a muitos deles iGa 4.r.perplexas em nossos dias. Gemarias era um dos pou­ cos oficiais que estavam dispostos a ouvir o que Deus tinlm a dizni r obedecer às re­ comendações do prnfeta fJr 36 19-26) 2. a inclusão dn nomes do mulheres geralmente servia para algum propósito especial. Sua sala ficava num lugar privilegiado.GENEALOGIAS BÍBLICAS GEMARIAS (Heb. irmão de 239 .37. para qun as gnnnalogius sejam organizadas sistematicamente. u fim de destacar Abraão e preparar o caminho para n fnmilia particuJar que Deus chamaria para receber sua aliança e suus hnnçãos ÍGn 1 1 10-32): (vj de Ló. para traçar u herança patriarcal através do filho mais piedoso de Adio (Gn 5. "o Senhor tem cum­ prido”). mas que ouvisse a mensagem. respectiva­ mente. por meio de Sete. (iv) mostrar os padrões da atividade de Deus na história humana: e (v) distinguir os verdadeiros judeus doS gentios. os oficiais sugeriram que Jerem ias e Baruque se.nnos enlre um período histórico e outro. para que todo n povo ouvisse.3fi|: (vi) de Nflor. podia dirigisse a Iodas as pessoas que en­ travam no "Ra»pio. p. to­ mou o rolo de JeudL que lia o lexto. depois que boa par­ te do povo fora para a Babilónia. Baruque decidiu ler naquela sala as profecias sobre o juízo do Deus que | em mi as Lbn dera. no palácio real (Jr 36. Quando finalmente as profecias foram lidus diante de Jooiuquim. esle reagiu cuma fora previsto. An invés disso. folha por folha. A longevidade dos patriarcas antediluvianos deixa muitas pessoas. o secretário. escondessem . Sabe­ dores de que tais palavras de julgamento provenientes do Senhor náo seriam aceiLas pelo rei. esteve em Jerusalém com Jeremias. servindo assim para legitimar reivindi­ cações de herança ou de uma função em particular: (ii) demnnstrar a bênção ou o juízo de Deus sobre uma família em particular. frequentemente chamado de Tabela das Nações. corlou-o.n. Era um dos oficiais du corte de Judá. Gmiarias esteva presente r disse no roi quR não o queiinassn. na realidade. pnls o repovoíimenlu da Terra começou por meio dos três filhos de Noé): (iv) de Som. “no atrío superior. ê até modesta. Quando leremias escrevi-u uma carta profética p:ira os anciãos e os sacerdotes que estavam na Babilónia. para mostrar a origem dos monbitas e amonitas (Gn 19. escolheu LI asa e Gemarias para a levarem aos exiladas | | r 29. mas.

embora náo se tratando essencialmente de genealogias. em três grupos de 14 gerações. Rute e a esposa de Urias.14-19). por rneio <le Quetura. as quais. a fim de apresentar Cristo como lilho de D a v i e restaurador das e s p e ­ ranças que foram destruídas no tempo da deportação para a Babilónia. muitas vezes incluíam referências aos ancestrais de certas pessoas. Raabe. sua linbagBm biológica. lideres tribais (1 Cr 27. Mateus 1. os que se casaram com mulheres estran­ geiras (Ed 10 18-43). ou amigáveis (como na história de Rutet. os que ajudaram na reconstrução dos muros de Jerusalém (Me 3J. Todas eram gentias e cada uma delas foi mencionada provavelmente devido à suspei­ ta de terem gerado filhos ilegítimos A mesma suspeita cerc. enquanto Lucas o laz através de Maria. era proibido qualquer envolvimento com a religião dos gentios e. Matous enfatiza que Cristo tinha todas us creden­ ciais judaicas apropriadas paru s o r o Messias e Rei. a esposa posterior.16: Lc 3. No AT. Ambas as geneulogias implicam a concepção virginal de Jesus (Ml 1. ambas relaciona­ das com Jesus. os quais por meio das genealogias validaram seu direito de oficiar o culto de adoração.sig­ nifica simplesmente ‘ pagão". “povo'* ou “nação’’. o íilho de Abraão coin Hagor. Duas genealogias significativas aparecem no Novo Testamento.24). acarretava cnstigo e repreensão. h tini de chamar particular atenção para a fundação dàs doze tribos de Israel. esposa de Abraão (Gn 22. junto com os descendentes de cada um dos seus doze filhos (Gn 46.12-14: 34 . Esto uonroito aparece frequenlomenle ná Blhlia.1. para enlalizar a esterilidade de Sara. por cansa da idolatria (Is 17. predi­ ziam julzu severo sobre as nações. israelitas repatriados no tempo de Neemias e Esdras (No 7.20.1-24).5-16). Nm 26. ns registros militares dos israelitas no deserto fNrn 1. Para Israel.1-27J e os que passaram a residirem Jerusalém INe 11. o quinto nome do mulher na lista. para mostrar a origem dos outros povos do Oriente Médio. Lucas 3. as relações com os genti­ os às vezes eram hostis Ide acordo com os residentes em Canaã Èx 34. através do cada uma das quatro mulhe­ res.23). como. C. a mãe de lesus.23-37 começa com lesus e retrocede até Adão e finalmente alé Deus. oficiais administrativos (I Cr 27.12. o pui udotivo rle Cristo. (xi) vários levitai. durante u período do reinado de Davi (1 Cr 15. Lislas semelhantes. Os profetas faziam pa­ ralelos com esse quadro As vezes. é mui­ tas vezes traduzido como "gentio’' e . G E N T I O S . torna-so um termo que designa “os de fora".16-22). pela mesma razão e para ilustrar como diferentes nações se origi­ naram dn Abraão (Gn 25. |x) uma lista detalhada de pessoas. |viii| de ísmael.5-24).8-39). No AT.B. Também é a rnaneira de reierirse a todos os que uão sáo israelitas e.13) o Zorobabel (Ne 12. mas que veio paro salvar lambém os pãrias.M 4 I.GENTIOS Abraão.1-17 traça sua linhagem a partir de Abraão.7-63).10-16. Is 4. entre Adáo e Saul. alem dos israelitas (Gu 25. (ix) d e Jacõ. os heróis de Davi (2 Sm 23. por exem­ plo.241: (viil de Abraão. para enfatizara pureza racial através dos lempos pos-exilicos e demonstrar a graça e a soberania da eleição do Dous (1 Cr 1 a 9). as­ sim. Quatro mulhe­ res figuram de forma significativa na lista: Tamar. As discrepância» entre os nomes das duas listas geralmente são atribindas à suposição de que Mateus preserva a linha­ gem legal de Jesus e Lucas. Ezequias (2 Cr 29 12-141.12-18).8-27: cf.au Maria. quando isso ocorria. ou então que Matous traça a descendência a partir de José. 240 .-41. os que assinaram 0 pacto de dedicação ao Senhor Deus de Israel fNe 10. losias (2 Cr 34.25-31).562). paia eufatizar o alcance unj versai da missão do Messias.

12). Assim. Esse centurião e apresentado como a pessoa escolhida pura revelai a verdade de quo o Senhor agora alcança pessoas de todas as nações e que as bar­ reiras étnicas loram derrubadas. do mes­ mo clã qup. GJ l. ou soja.10 e 20). a ma­ neira como a Igreja trata da incorporação dos judou> e geulios na nova comunida­ de que Cristo Linha formado (Al 15. Este nome loraou-se o lílulo de um clã dos benjamitas (Gn 40. No NT. Paulo íoi um apósto­ lo chamado especilicameule para induir os gentios em seu ministério (At 13. rei dos moabitas.35.28. G E N U B A T E . 18.b . Em muitos casos.15 cito com reforêut ia ao mir nistérki du Jesus. Deus levou sua mensagem até os confins da Terra lAt 13. a promessa que o Senhor fez a Abraão. de que ele seria pai de muitas nações. Muilas vezes. como o Messias. 32. é usado de maneira positiva.4<>48. i 5. «ia mesma maneira que no A.17). 1-4). O quarto dos dez IlLbos de Benjamim. Lt 1 2 .5. por meio de Jesus. Às vezes relere-se a uma região que não iaz parle de Israel (Ml 4. porém. Assim Deus n lanlo o Senhor dos judeus como dos gentios ( R ed 3.laramonte inclui Iodas as nações |Ml 28.7. Filho de Hadade. tâ. Simei 241 . Cristo. como um lermo de coutrasle. comandante do exército de Davi. algo.T. a família do rei Saul. At 4. os gentios ilus­ tram a reconciliação que Jesus traz a cri­ ação.1.23. Comélio é uma figura que ilustra o relacionamento dos gentios com Deus (Al 10 e 11). os gentios têm acesso á presença de lesus enlre eles (Cl 1. foi dada a 1Iadade em casamento. Joabe.17). Pai de Eúde. um dos libertadores e juizes le­ vantados por Deus. Na verdade. Km 1. não são mais estrangeiros. o ter­ mo traduzido coma “gentio" pode tam­ bém ser ( empreendido uomo “nação" Em gerai. 13. ij. é como exemplo negativo ou uma observa­ ção de que tuJ comportamento não é co­ mum nem recomendável.21). Assim. Até mesmo predisseram a lulura honra da Galiléia dos gentios (ls 9.1).5).11-32). é chamado para gov. destruiu quase todos os homens de Edom. 20. Como tais.7. mas iguais em Cristo (Ef 2 11-22). GERA. Ao Irazer a salvação aos gentios. da região de Baurim. para mostrar a abrangénçia do Evangelho. 2.29).15). Se os gentios fa­ zem. Hadade. 22. quando esle vocábulo é usado dessa maneira. Além disso. A irmã de Tofnes. IB). 1 Tm 2. 4. foi criado como membro da casa real do Egi­ lo (1 Rs 11.7-12). Assim. também da tribo de Benjamim.32. um texto quo Mateus 4.GERA enquanto anunciavam lambém a esperan­ ça de que um dia as nações partíeipariam da adoração ao Senhor (Is z.27) e igualmente são herdeiros du provisão de Deus para a salvação (Ef 3.13. Lc 18. 6 cumprida (Rm 4. conseguiu fugir para o Egito.45j.19. que i. Al 10.6).11. Assim. 28. a quebra dos obstáculos culturais e a ação a qual Lucas «oustantemeule se refere em Atos.eruar as nações e ministrar a elas (I<m 15. é nmn maneira de dizer que o mundo realiza aquiJo lambém JMt 5-47. As vezes descreve os que aiudaram na exe­ cução de fesus ou opuseram-se ao seu ministério (Ml 20.lfl. o edomila. a inclusão dos povos torna-se o meio pelo qual Deus fará com que Israel fique com ciúmes e seju trazido dn volta à bênção (Rm 11.47). onde conquistou a simpatia do Faraó. ainda muito jovem. 6. esle vocábulo rafere-se aos não israelitas.21. Pai de Simei. libertou Isruel da opressão de Eglom. Genubale foi o filho deste casamento. da tribo de Benjamim (Jz 3. Dessa maneira.301 . 3.6. O lermo pode ler também a força de designar alguém que não faz parte da Igreja (Ml 18. 11. esposa rio monarca egípcio. 1. o conceito lambém tem uma ampla utilização. As vezes» também os gentios se unlrnm aos judeus em oposição ã Igreja IAl 14. Frequente­ mente é usado como um lermo de confruste étnico o cultural.2527).

o sa­ cerdote.GERSON amaldiçoou Davi. regressaram pura jeriisalnm com Esdras.5).12). 26. Um dos filhos de Bala e nêto de divididos em grupos que correspondiam. Benjamim. Como levilas. p Sambalate envriaram uma mensagem a Nm 3. Um dos fillios de Iodai e descen­ os descendentes de EUe/. Josué 2 1. embora mais tarde tenha-se ar­ var a Arca da Abanca para Jerusalém. 6). junto 242 . Naflali e da manuscritos hebraicos. desListados em Génesis 10. 95 d e seus des­ que ajudavam a carregar os muitos tipos cen d en tes regressaram do exílio de cortin as que p erten ciam ao babilónico para |uda com Neemias e Tabernáculo e t uidavam ‘‘de iodos os Zorobabel (Ed 2.4.17. Um dos quabo filhos de Arã. r>tc. A família continuou 1» Um rios filhos de Moisés cum sua no serviço do Templo por muitos anos e esposa Zfporã. pedindo para encontrar-se com do <lã dos gersonltaU.8). dades uo Tabernáculo (a lenda da con­ gregação). veja Sumhalnte. Um dos filhos de Levi. o qual. . quando c» rei organizou 19. Um dos netos de Calebe e sua Joel era O líder do coutingente de sa­ concubina Maaca: era da tribo de ludá e cerdotes e levitas que laziam parle do1 clã seu pai chamava-se Seva (1 Cr 2.22.21. os nicas 1.1. os levitas foram 4. receberam 18 cidades 1. era chefe dos dente de Judá e Calebe (1 Cr 2. ele ajudou a le­ Absalão. os gersonitas. Asaie foi um dos gersonitas mais famo­ sos. danitns (Jã 18.17. limão de Eliezer. aos 8. 17: Nm rem Iramando uma revolta. 7. no tempo de Davi. Êx 6. nagem mencionado uo v. 2. não fazem distinção entre os gersonilas lambém tinham respousabiiifilhos do próprio Sem e os de Arã.coaLilase meraritas 11 Cr 23. Para mais detalhes.16. 26.3.24-28). dos gersonítas. do exílio babilónico Era descendente rle zombou de Neemias quando ouviu que Finéiui (Etl 8.36). O culto no Tabernáculo.).17).17. O homiiim de Deus. Um dos lideres das famílias que GESÉM. assim como GESÃ.19.24) 2 .6).49]. Seu filbo chamava-se plo. pois era o responsável pela parte GÉRSON (Heb. 1 Rs 2. tecebeu é mencionada alé mesmo bem mais laresle nome de seu pai. mencionado em I Crónicas em suas divisões p rin cip ais.6 ruem ii im a divisão da lerra de Caiirtã fella por negou a acusação (Ne 2. Gesém acusou os judeus de esta­ (libmilas) e Simei (Hímeflas) IÊ\ fi.16.30) Um dos descendentes de Gérson toi Sebuel. Posteriormente. utensílios usados no seu serviço" (Nm 4. quando esle tugia de com mais 130 homens. quo incluiu a Lide­ eles. 6-1. que disse: "Peregri­ de. Provavelmente é o mesmo perso­ gersonilas. Junto com Sambolate e Tbbías. quando seus membros eslino sou em lerra estranha" IÊx 2.16. seus irmãos Jerusalém. musical (1 Cr 16.2). Naquela ocasião.47).23 e 1 Crónicas cendunles de Levi. n qual havia caído num estado de Jõuntas e tamon-so sacerdote idólatra dos lotai decadência (2 Cr 29.630 homens entro os GIBAR fHeb. rependido dessa atitude (2 Sto 10 5. “exilado"). Haviu 2. esle tencionava reconstruir os muros de 3.5. e por Eleazar.3.15. conforme fora GÉTER.20). Ará era filho de Sem. filho de Num. GIBEÁ. remisourança de seus próprios filhos: Libni se a ir. lssacar. nos d ias do aviva men lo lio reinado de Ezequias.ei. veram envolvidas ua purificação do Tem­ 1 Cr 23. porém. prometido por Moisés. Gesém eram Coate e Merari (Gn 46.11. mas Neemias 3. Josué.57: I Gr 6. depois do exibo babilónico. i Cr 6. no texto de 1 Cró­ meia iribo de Manassés. "herói"). Quando o U^abaiho foi concluído. Foi o lundador Neemias. tesouros do rei Davi (1 Cr 23. Os melhores das Iribos de Aser. 1M.

60. ls 9-4).cujo nome significa “que Baal con­ tenda" OU "que Baai lute". Gideão tornou-se juiz em Israel e li­ vrou o povo da opressão dos midianítas. um bando de saqueadores quo vinharn do desorto oriental (Jz fi. o vidente do rei U Gr 25.22. o qual tomou parte nas festividades da dedicação dos muros de Je r u s a lé m Lide­ radas por Neemias (No 12. durante a n o i t o . Assim.65. Ne 7.I».47. Encontrase com outros grandes heróis da fé em Hebreus 11. Veja Abidn. 29). e Iuru be sele 12 Sm 11. tomou o ouro ofereci­ do o agiu como monarca (cf. c o m 300 guorrenoa que t o c a v a m trombe­ tas o carregavam tochas acesas na outra mão. ko. como um exemplo do Inramcnlu divino som a ajuda do homem |cf.Sua primei­ ra comissão loi derrubar o poste-idolo de seu pai p o altar de Baal. quuudu disse: ‘‘Não doininarRi sobre vós. Também chamado de JerubaaJ (Jz 6.49) 2. Posteriormen­ te. GIDEL. Com o ouro.24). da obscura família de Abiezer. e depois coustrun outro em sou lugai. G I D E Ã O (Heb "batedor.23) Aceitou. pedindo ajuda. embora Gideão obedecesse a Lei. Em resposta à vitória conquistada por Gideão. GIDEONI. 2. que decidiram matá-lo. os Israelitas lhe ofere­ ceram a oportunidade de iniciar uma monarquia beredilána. o qual foi dedi­ cado ao Senhor. O povo clamou r u i deses­ pero ao Senhor. o qual Deus usou po­ derosamente dm/ido a sua fé. alguns brin­ cos de ouro como espólio da batalha. Era o filho mais novo de |oás. du­ rante a peregrinação ua d e s e rto . Um dos líderes da tribo de Benjamim e pai de Alúdã (Nm 111. o raciocí­ nio rapido de |oãs salvou a vida de seu filho.21). ao re­ cusar ser feito rei.36). Urn dos descendentes de Asaíe. esse evento teve um profundo impacto na vida de Gideão. A estola tempos mais tarde tornou-se uma fonte de idolatria para Gideão e sua casa (Jz 0.581. Servo de Salomão. sob a Uderança de Moisés.32. Os inimigos fitaram Ião desorienlados que começaram a matar uns aos outros e então lugiram aterrorizados.56: Ne 7. contudo. conforme indica o nome Jerubaal ou "Baal comenda".V’ (Jz 8. no i|unl o abominável nome do Baai foi substituído pela palavra “vwgonha:’.35).4. Gideão é descrito como um homem tím id o r bimiilde. Gideão fez uma estola sa­ cerdotal (o propósito é incerto — prova­ velmente fiara exercer funções sacerdo­ tais ou uma imagem de YahwehI n a co­ locou em sua própria cicíade. 10.l a 8. Gideão estabeleceu unia vitória dedsiva sobre os midianitas.17). nem tampouco meu filho dominará sobre vós. o Senhor sobrr^ vós ilominnr.w. 7. 1 . Uni dos parentes de Zacarias. Essa vitória posteriormente adquiriu uma con­ dição proverbial. Era filho de Hemá. . Gidoão obedeceu e suu atitude enfureceu os homens da cidade.27). Deus permitiu que fossem atacados pelos bandos de saqueadores midianitas por sele anos. Os Israelitas tinham-se desviada do Senhor e adoravam a Baal.GELALAI GIDALTI. o Dous levantou Gideão cotno libertador Ele loi chamado enquanto malhava o trigo paru escondê*los dos fuidianilas.32. GILAL Al. dii tribo dn Manassés. por esse mo­ tivo. e vivia um Cifra. listado entre oti que foram separados piira o ministério du profecia e da musica du­ rante o reinado de Davi. Seus descendentes estavam en tre os se rv iça is do Tfemplo que retornaram do exílio babilónico rom Meemias (Ed 2. cujos descen­ dentes retomaram do exílio babilónico com Nnemias |Ed 2. Perma­ neceu como chefe de sua tribo durante vários eventos importantes. 243 . lenhador”). Aparentemente. líder dos benjamitas es­ colhidos para ajudar no recenseamento de Israel. a qual ele recu­ sou. Dt 17. etc. por ter cometido tal afronta contra o deus deles.

porém. e me darei a conhecer aos ollios de­ limitas nações. Quando. LTm dos sacerdotes que retornaram do exílio com Zorobabel. 1 . possa se considerar outro patronímico. contra o qual Ezoquiol profetizou (Ez 38 e 39). sugere que real­ mente trala-se de um nomo próprio. toTna essa possibilidade mais improvável (i Cr 5. O contexto. em razão de sua famiiia viver em Gileade.29. as quais o profeta previu que atacarão Israel durante a Grande Tribu­ lação (vv. Novamente é possível que. com Cuga. O lato de elo lambém soí descrito como giloadilfl (ou soja. Seu nome Foi dado a uma região a leste do rio Jurdáo. 2 . Embora Ezequiel provavelmente tivesse um líder em par­ ticular em mente.teu caminha. era um gudíta quo vivia em Basá. GOGUE. GINATE. ''Contenderei com ele por meio da peste e do sangue: chuva inundante. Pai de Jefté. irmãos lutarão contra ir­ mãos. vivia ao região de Gileado) tem levado algun> teólogos a questionar se Gileade era realmente um nome ou simplesmente um patronímico. uma divindade babilónica. O contexto do nome. 1. pois eu derramarei o meu Espírito sobre a casa do Israel. Elo e Zia eram os líderes dos ser­ viçais do Templo que viviam nas colinas de Ofel. da tribo do Rúbeu (1 Cr 5. o significado está não lanlõ na pessoa. Mesulão era o líder dessa famiiia sacerdotal nos dias do rei Joiaquiin (Ne 12.14-16). A mensagem de Deus.GILEADE GILEADE (Heb. tor­ nou-se o lídoj do clã dos gileadilus (Nm 26. enquanlo Tibni foi morto (1 Rs 16. Essas tropas saquearão e pilharão cada nação em . G ISPA .4.22.29) 244 . logo depois da nuirte de Zinri. depois do retorno do exílio babilónico INe 11. Um dos sacerdotes que se­ laram o ponto feito pelo povo tle adorar ao Senhor e obedecer às suas Leis fNe 10.30. Ru dfi Jaroa e filho de Micael. e com varias outras figurus.4j. 27. Pai de Tibni. 2. eulretanto. mas fracassará. roi da Lídia. Nos úl­ timos dias todo o poder e a glória do Senhor serão vistos tanto por Israel (que será trazido de volta do exílio por Dous) como por todas as noções ao redor. entretanto. um dos juízos de Lirael: "O seu pai ura Giileade. fogo e enxofre farei cair sobre ele. grandes pedras de saraiva. Príncipe e chefe de Meseque Tubal. 3. 14 ss). "banco de roc. Assim ou mo engrandecerei e me santilicarei. nu região de Gileade. que apa­ rece hf>m uo rnfiio de uma genealogia. mas no falo de que nos últimos dias o Dous soberano destruirá todos os inimigos do suu povo. é: "lá não esconderei deles a minha face.21. GIN ETO M. Enláo saberão que eu sou o Senhor" (Ez 38. o próprio Deus intervirá. Os filhos de Giloadi! c:om sua esposa legitima mais tarde expulsaram Jeilé de casa.1. sobre as suas tropas o .6).Maquir.6.22). Israol di­ vidiu-se em duas facções. 2.sobre os muitos povos que estiverem com ele. Reinará na terra de Magogue « será líder das tropas do extremo norle (Ez 38. a fim de que rião recebesse nenhuma herança do pai. Gogue estiver d ponto de atacar Israel. 16). segundo a profecia. que lez uma bre­ ve tentativa para tornar-se rei de Israol.1: 1 Cr 2. Haverá uma última tentativa desesjjerada de destruir Israel. Surgirão grandes aba­ los sísmicos.21-23). Descendente de Joel e filho de Semaias.bas") 1 Neto dt? Manassés e filho de. Gogue é identificado poi alguns te­ ólogos como Giges. a sua mãn ora uma proStituta" (| / . uma das qUais apoiou Tihni e o outra seguiu Onri. Este liderava a faoçáo mais forte e por isso tornou-se rei. o co­ mandante militar. 11 JJ. como juízo total o devastador so­ bre o povo liderado por Gogue. por meio do profe­ ta Ezequiel para aquela geração vindou­ ra. A distribuição dessa lerra é registrada em losué 17.21). diz o Senhor Deus" (Ez 39.23).

não com espada. Desafios des­ com lança. e laJvez terem mandado um garoto para enfrentáfosse d escen d en te dos refains ou lo e começou a lançar impropérios e ame­ enaquins (veia Annqup). todos os que foram maus e luta­ um verdadeiro absurdo Davi mencionou ram contra 09 eleitos também serão fatos om sua vida quo mostraram sua co­ destruídos. no tra a reino de Cristo. ati­ Davi chegou ao campo de batalha en­ rada com força e extrema pontaria por viado por seu pai para levar comida aos Davi. que atingiu o gigante bem na lesta. Davi tirou aquela reinado de Saul 11 Sm 17). mos não só os fim de desafiar os israelilus.. Era chamado indumentária de queira. au entanto. sentante dos filisteus. pois do Senhor é a guerra. O a inedída dr: um côvado). Argumentou que. e drontados diante do desafio de Golias.c. Apocalipse 20. Depois da profecia de Ezequiel. ganhasse.4= > | . O Senhor é que entre­ meio das tropas. bastante usado nas batalhas naque­ 17-17). dos pelos israelitas. como pastor das ovelhas de seu tam aquelas tropas que se colocam con­ pai. ele ia “no nome do Senhor estavarn posicionados freule a frente no dos exércitos. Um gigtmte guerreiro. apresentou-se como voluntário destruir o povo de Deus no término do pára aceitar o desafio. pois lora Deus GOLIAS. ia até o vale e gritava a garia Golias om suas mãos.5-71. alistados uo exército de Is­ O filho do [essé então cortou a cabeça do rael.GO LIAS 3.40). Se alguém filisteus aprenderiam sobro o poder de conseguisse vencê-lo em combate. les dias. sim bólicos para todos os quo tentarão Assim. de Gale'1 . 0 textn descre­ aças contra 0 filho de lessé. porém. o Deus dos exércitos de Is­ vaie de Elã. Provável mente guerreiro filisteu sentiu-se ofendido por era contralado pelos filisteus. 245 .26). na Última parle do qual era muito grande. “incircuriciso filisteu" que desafiava “os "Gògue e Magogue" tomaram-se nomes exércitos do Deus vivo" 11 Sm 17. contra quem Davi Saul finalmente concordou.D. Levaram-no dian­ reino milenar. 0 se tipo representavam um método co­ ole vos entregará nas nossas mãos" (1 Sm mum. logo depois o rei Saul começou a vè-lo Davi ficou horrorizado por conhecer um como uma ameaça ( I Sm 18). Golias foi morto com uma pedra. que achou a idéia daquele jo­ ve a derrota Final de Salanâs. os Deus — os israelitas lambém pois Davi filisleus se submeteriam aos hebreus. para enfatizar ainda mais u eslaluum dia se tornaria. nem se tornariam vassalos deles. a pedra em uma funda. Naquela vem franzino enfrentar o gigante Golias batalha.25.7-10 descre­ te dr) rei. pegou cinco pe­ de “guerreiro. Ouviu o desafio e perguntou o que Golias com a próprie espada do gigante significava aquilo e quem tomaria uma Os filisteus foram perseguidos e derrota­ providência ou laria algo. os israelitas que o Senhor salva. A resposta ve o peso de si ia armadura em detalha? e do Davi foi de grande significado o ser­ diz que sua longa “era como o eixo de um viu como um sinal do tipo de rei que ole tear". quanto Golias vinha contra ele com es­ Os exércitos de Israel e dos filisteus pada e lança. repre­ que o ajudara antes. Na verdade. argumento do filho de fessé era que u Senhor estaria com ele. de acordo rom n:m seu allbrje de pastor ( I Sm 17. Depois dessa vitória Saul e seus soldados estavam Iodos ame­ a reputação de Davi loi estabelecida.. Gogue e Magogue represen­ ragem. irmãos dele. Se continuou: "Saberá toda esta congregação Golias. Todos os dias Golias saiu do rael" (1 Sm 17. O mais impressionante. Sua altura ê re­ dras lisas em um córrego e saiu para en­ gistrada como de “seis oôvados e um pal­ frentar Golias com sua funda r as pedras mo” (cerca de três metros. mas in­ lutou e que «le matou com apenas uma sistiu nm que Davi vestisse a armadura. en­ ra e a força do gigante 11 Sm 17. f.

Gómer leve filhos. Qualquer um que se levantasse çonua o Senhor seria jul­ gado por ele. LoKuama (porque Deus não mostraria mais amor por Israel: v. e o Senhor seja contigo" ( l Sm 17. Parece que Saul concordou quase com relutân­ cia.il do Senlior por seu povo perma­ nece e a ufeto de Oséias por Gômer cnnlintia como uma vívida Ilustração de que Deus não deixam de amar o seu povo. I Cr 1. fica cla­ ro que o autor quis mostrar o desenvolvi­ mento rle três relacionamentos dileroute. Mesmo assim. O Senlior o abençoou e daquele momento em di­ ante o filbo de (essé (ornou-se o centro da n a r r a t i v a bíblica.1-3).G. 6) o Lo-Amí (“porque vós náo sois mou povo.6. o ainnr [juclu. deveria mostrai em seu próprio casamenio o relacionamento que era Ião típico Rulre o Senhor e o seu povo. que não de­ monstravam a mesma confiança. íoi a raiva e o ciúme de Saul para com o su­ cesso do filho de fesse que causaram a vinda de “um nspíritu maligno da pnrte de Deus” sobre elu (1 Sm 18-10). a reação do rei toma-se evidente. A * história de Oséias é profundamen­ te triste: ele tinha uma esposa a quem amava o que mesmo assim envolvio-se continuamente com outros homens.C.9.3. Era uma proferia viva da profunda 'tristeza" experimentada por Deus com lauta fre­ quência. 2.5. Deus o chamou e ordenou que se casasse COra Gômer. aos quais foram dados nomes -simbólicos: fezreel Iporque em bxeve Deus puniria a casa de feú: Os 1. ao dizer a Davi: "Vai-le. Posteriormente. t))Oséias.is. rapidamen­ te elu voltou em busca de vários aman­ tes. mediante o chamado divíuo. nem eu serei vos­ so Dous''. tornou-se escrava de um ile seus homens. mas de­ pois recebeu ordem deDpus para comprala pein preço q u e uririmiLmoute uru pugo por um escravo (Os 1. 3.s: entro Davi e Golias. GÓMER. ao lado de quem o Sonhor estará lutando. quan­ do esle precisou dela | 1 Sm 21. 1. que deixara do ser "nin­ guém". d qual represen­ tava os filisteus: entre Davi o SauJ com seus exércitos: e entre Davi e o Senhor Deus.6). Deus tinha Chamado Israel. O filbo de Jessé U uLi­ bem encontrou-se em desacorda com a alilude geral dos isruelil. a es­ pada do GoUas foi levada para a cidade do Nobe. o gigante fortíssima.GÔ. como parte do castigo deles. P.10).37) Mais tarde. G olias. Embora ele • j lenha tirado do prostíbulo. Muitas vezes o Sonhor trouxera seu povo de volta para si embora tenha havido épocas em que alãslou-se totalmente dos israelitas.D. o profeta diz que "Gômer e iodas as suas tropas" se unirán a Gogue num ata­ q u e contra Israel. 12). v. Esse profeta viveu no século VIII a. por sua fé. quando seu povo tira atraido por outros deuses. Veja Gogue.4). em busca de outros deuses: uma ação Irequeutemenle mencionada como um alo dn adultério. O primeiro filho de Jafá e neto de Noé (Gn 10*2. De fato. mas 246 . com convicção Para Davi. A confiança de Davi no Senhor indi­ cava a profundidade de sua fé e o relacio­ namento qu*? tinha com Deus. os filisteus representavam uma nação em rebelião contra Deus.2. Finalmente. qup operou por meio daquele que era jovem e fraco. Ainda assim. o povo rebelara-se re­ petidamente. Esposa de Oséias e filha de Diblaim. O filho de lessé tiulia muila confi­ ança no Todo-poderoso e sabia que podia aceitar o desafio du filisteu “incbcunciso". onquanto a bênção de Deus sobre ele tomava-se cada vez mais abundante.MER Na narrativa desse episódio. quando considerou a morte do GoLLas oomo sinal de que Deus eslava com Davi. Oséias a deixou. para ser "alguém" o ser amado por Ele. e Davi antecipou bem o re­ sultado. mas serão destruídos pelo povo de Deus. onde foi escondida pelo sacer­ dote Aimeleque e devolvida a Davi. Ali. uma prostituta.3. É men­ cionado novamente em Ezequiel 30. loi derrotado peio Todo-poderoso. mas não com fcle próprio 11 Sm ta.

GUNI ficurã fiel ns suas promessas. I O í t u I itt c o l o c o ii a ® e o m o s o n d a 4 1 5 .21).termo. Tito. GREGO / GREGOS.om o altíssimo preço do sangue de seu único Filho.191. Nm 26. judeus cuja formação cultura] era primariamente grega e não semítica |A t 6.6: um algumas traduções. 247 . re fe re se aos gregos ‘ tumentes a Deus" que se associavam ao judaísmo Uo 12.24. As vezes o ter um simplesmente des­ c r a v e tiniu pessoa do origem grega (Mc.28. GUNI. 3. Ess. 10. O uso predominante do termo no Novo Testamento. é primariamente racial. GÚEL. que inclui todas as etnias.5 0 0 .&r. íoi escolhido como representante da tribo de Gade. a falsa acusação leita contra Pau­ lo de ter profanado o Templo com a pre­ sença de gentios deixa isso bem claro (At 21. Al 14. quando os Israelitas estavam no deserto de Pará (Nm 13.281. que morreu por seu povo e pagou o prego pelos pecados de Iodos (Is 49. Para mais detalhes sobre a missão deles. 2. a i o s u d i n f o r m a r ã o n ã o e n c o n t m fu u d u u io i il o N n u x | iíx Ii> s d t f r e l e r é n d a (Noia d o IY a < Itu o r | . 24.ia racial do Evangelho. de acordo com o termo grego htiUfnixtes}. Filho de Abdiel.4. era um bder de d á (1 Cr 5. tornou-se Líder do clã dos gunilus (Gn 46. on texto onde se en­ contra. referese aos que aáo eram judeus (At 17. Um dos filhos dn Nnflali e neto de Jacô. é num conIraste com os judeus e refere-se ã abrangênr. 7. No finaJ o Senhor iria redimi-los c. d. 17. t Co 1.14. Um dos doze homens enviados por Moisés a Canná paia espiar a torra.1. Gl 3.3. com quem os israelitas negociavam. 20-21) A inclusão deles na fé era algo polémico par/i os judeus. aparece em Ezequiel 27. Timóteo. Cl 2.12. 1. 19 10. Provável men In rofbre-se ao povo da Grécia.. entretanto. veja Sam ua.b .1. Na ultima parte do livro de Atos. Um dos gaditas que viviam em Basã. dependendo do i.10. aparece poiyjo e ainda de­ pende da maneira como foi Lraduzido (na Versão Contemporânea flncontrp-se b u i Jool 3.1.13). embora pos­ sa referir-se a grupos levemenle diferen­ tes. 9. Cl 3 1 1 ) Dessa maneira. p.4. de acordo com o lermo gregoh elh n ]. 12. o termo muitas vezos significa 0 alcance da grdça de Deus.48. 16.9.24.) Em outros contextos menciona os que fazi­ am parle da cultura heleníst íca — quer dizer.9.15).32: 12. 2. No AT.20.7: Li LOU.25: At 16.13. Em outTas passagens. 18.. 1 Cr 7. na Bí­ blia. que queriam excluir os gentios de qual­ quer participação igualitária em relação a Deus.11) Filho de Maqui. 10.29. que in­ chou também os que estavam fora de Is­ rael Frequentemente nota-se que é nos mesmos lermos que tanto judeus como gregos necessitam «le Cristo e ambos en­ tram e compartilham do Evangelho (Rm 1.

rio Caldeu Habacuque testemunhou to­ dos esses eventos com seus prõprios ollios.01: Ne íitúigico Seãah (Hc 3. O primeiro sinal inequí­ Juazaruas. H A B A C U Q U E [Heb.e. os caldeus) pode prosperar e o justo fi. Citado pit) 1 Crónicas 4. Para ■aldeais (Hc 1. ”abraço“).M. ele uão só era pix> feta. Um dos sacerdotes indica­ aparentem ente depois que o poderio dos para ministrar no Templo.6). HACOZ.9. Cl 3 . A tesposta para esta questão encontra-se no caráter do Deus.. veja rece numa lorma que sugúra algo que | á eslá a caminho. embora sp possa inferir alguns dados.. o Senhor declara ao profeta que "o juslo pela sua fé viverá" fhlc 2. Por volta de 605 a..63). existpm indicações de que ele provavohnente rs tivesse envolvido nm algum ministério no Templo e losse levita Alem das alu­ sões iios instrumentos musicais e aos direiores de música íHc 3. a seu lempo.3. Primeiro. Veja Neemuàs. C. inauguração fio reiriado de Nabopolassar 10.19). evidências. vindicará sua justiça. Muito pouco uu nada se sabe explicitamente so­ bre Habacuque. cora a HAC ALI A S . uma resolução teológica destacada por Rn ilo (Rm 117. ã luz de todas essas turno | 1 Cr 24.1 1). O turno babilónio já estava consolidado (Hr.e. Yahweh diz que está suscitando os bro da famiiia rios mcabUas (Jr 35. Além disso. du tribo de ludá A vinda iminente da Babilónia contra Judá levanto uma rias maiores questões li*OÍógicas do livro.aqui e ngora encontra a compensação perfeita no tempo da recon­ ciliação Una! de Deus. Eles náo puderam comprovar sua genealogia e por isso foram proibidos de Habacuque viveu e desenvolveu seu mi­ exercer as atividades sacerdotais. do tipo que pode ser comparado aos Sal­ oios 4. Pai de Neemias (No 1. onde a tempo verbal apa­ mais detalhes sobre essa passagem.19) — ambos ele­ HABAÍAS (Heb “o Seuhor tem escon­ mentos centrais na adoração do Templo dido"). descendente do Asur. n qual constitui o coração e a base da salvação O que parece injusto à luz da . 248 .B e 7 (cf.C. Na verdade séu livro compõe-se de uma serie du oráculos (11l 1.1. que “assis­ História e estabelecido o podtórOso Impé­ tia aos filhos do rei'1. O que se sabe com certeza é que7. 1.32). nistério nos primórdios do surgimento da Babilónia no poder central do Oriente Pró­ HABAZINIAS.41. n qual. sobre a Babilónia.13).. Z) e uma oração (Iic 3J.7de serviço foi decidido por meio de sor­ ) 1).20J i! também emprega o termo Babilónia com Neemias lEcl 2. uni eliminado completamente os assírios da dos administradores de Davi.H H A A S TA R ). se Deus é Justo [Hc 1. Esle m esm o problema ocupa grande parte dos debates no livro de Jó. Avô de fauzanias e mem­ ximo. Enquanto isso. voco dislo aconteceu em 626 a.C. como Inmbém um poota talentoso. Seus descendentes estavam entre — o livro fala sobre Yahweh estai1uo Tem­ ds sa< erdotes que retomaram do exílio na plo (Ht: 2. como o ímpio li. Judá) sofrer. foi um dos filhas dn Miiaiá. t'. ou seja. Kc 3.1). ele e seu filho Nabucodonosor já tinham HACMONI. Pai de Jeiel (1 Cr 27. A possível data do seu ministério está teio e ele ficou responsável pelo sei imo outre 620 a 632 a.3).24). 1 .6.101.

1 .47). Claramente rriou uma ruptura na aliança que fizera com o Seulior.15.er. foi governante de Zoba r contemporâneo do rei Davi. Filho de Reobe.3). irmã dê Taínes.35. lambém trabalhou num trecho du muralha que ia da entrada até a extre­ midade dn casa dn Elinsibe (No 3. poróm. nada mais se sabe sobre Hadade. Cada esposa levou para lerusalém seus próprios deuses. Vivia na cidade de Avile e de­ pois de sua morle seu sucessor rio trono foi SuinJã. o que efetivamente fez.39 — onde e cham ado de Uadar: 1 Cr 1.6 3 ). Quando outros reis 249 . 3. Filho de Ismael e neto de Abraão e Hagar: «ra o líder do seu clã (Gn 25. mas não localizaram os registros da lamiiia. o a do foi bem re­ cebido e c. N p 7 . Como o isscritor de 1 Reis estava in­ teressado som ente em mostrar como Salomão eslava sendo punido poi Deus. um dos reinos arameus (da Sirial. Ficou famoso por sua vitória sobre os midianítas.4-6). os edomitas fo­ ram destruídos pelo exército de ísrael. rainha do Egilo. Edomila. 3. Apare u temente seu domínio es­ tendia-se desde a região próximo ao rio Eufrates até Amom.14-25). depois do exílio babilónico fNe 3. que ex­ perimentou grande prosperidade p tinha extraordinária sabedoria enquanto mantpve uma alitudt* de tutal confiança no Senhor.c.53). Hadade. que ua época era spenas um jovem. Quando Hadade soube que Davi eslava morto. Reinou na época anterior 5 monarquia em Israfil (Gu 36. suas esposas "lhe perverteram o coração para seguii a ou­ tros deuses” (1 Rs 11. HACUFA. dopois do oxilio babilónico (Ed 2. Seus descendentes es lavam enlre os serv içais do Templo que retornaram com Neemias para Jerusalém. d sempro manteve uma guerrilha contru Is­ rael. Na época do rei Davi. foram excluídos do sacordócio (Ed 2. mas também permitiu a introdução de divindades es­ trangeiras na cidade santa (veja Js 23. Seu filho. Genubale. o oxéri ito israelita os atacou e derrotou também muitas dos cidades deles (2 Sm 8.6-91. portanto.36: I Cr 1. sucedeu Raal-flanâ. por esse motivo. H A D A D E Z E R . Davi dedicou ao Senhor todo o ouro e prata que capturou. "da pstirpé real de Edom". h fim de recuperar o controle sobre uma região ao longo do rio Euhates. Gradualmente. por meio de ca­ samentos.12.4). Dt 7.51: Ne 7. 2. tugju para o Egito.asou-so com < i próprio runlmda doEiraó.61. Em várias ocasiões lutou contra Davi.31). no início de sen reinado. sem dúvida por razões políti­ cas. foi tentado a estabelecer lagos com outras famílias reais. HADADE. to rn o u -se muitu influente no mundo. retomou para lutar contra Salomão. sendo.46. Q u a n ­ do. Rei de Edom. Seu neto M ©remoto reparou uma seção domiiro de Jerusalém perlo da Por­ ia do Peixe. r. 4 .51).3-14: 1 Cr 18. Hadadezer viujara para o Norte. tomou-se mi de Edom depois da morto de Husão (Gn 36. Assim Salomno não só quebrou n lei de Deus. Davi o atacuu e quase destruiu seu exército. foi levantado pelo Senhor como adversá­ rio do rei Salomão 11 Rs 11. ao casar-se com mulheres estrangeiras. Fiibo de Bodnde.14). no inicio de sou reinado.50. A primeira halalha é mencionada numa longa lista de vitórias conquistadas pelo fiibo de Jessé. Os seus casamentos com mulheres eslrangfttias causaram a ira de Deus. prova­ velmente se estabeleceu em Edom n con­ tinuou □ lutar contra Salomão até o linal de seu minado | 1 Rs 11.HADADEZER 2. filha de Matrede (Gn 36. íoi criado na corLe real egípcia. Seus descendentes voltaram do exílio com Neemias. Quando os si rios foram em socorro de Hadade/. npóíi a construção do Tomplo (I Rs 9.21) Tal­ vez fosse a mesma pessoa do item ns 2.3-10). Sua cidade chamava-se Pau e sua esposa era Meei abei.13.n. na região de Moabe. 1 Cr 1 30).

do HADLAI.6.27: l Cr 1. fibênção especial: urna revelação pessoal Lbo de foctã (Gn 10. dêscrita como urna jovem "esbelta e for­ mosa1 '.19) e garante nosso fuluro |Gu 21. de melais preciosos 11 Cf 18. essa proposta íoi desastrosa.n. ficaram atemorizados e também paguram tributo a Davi. de­ cí. 17. tre < »s que desceram com jacó paia o Egito. Um dos fUbos de Gade.5s. para Abraão (Gn 2 1 . uuma atitude do graça maravi­ lhosa (Gn 16. alimentou um espirito amargu­ rado e extremamente ciumento (Gn 16. ouve nossa soldados deveriam libertar os prisioneiros miséria (Gn 16. mãe de Adonias (2 Sm 3.211 2.20).46) HAGAR. 21. HAGABÁ. 3 bênçãos do Senhor (v. De acordo com as normas le­ gais da época. o pura o HAGI. poi ser estéril. rei de Hamate. Emborn fosso legalmente per­ mitido. do Davi derrotou Hadadezer. p.15). e lam­ pois de vencerem uma batalha contra fudá bém para Sara que.45. 13). em Israel (2 Cr 28. HAGABA.48. a partir desse aconte­ (o reino «lo Sul) Esses homens transmiti­ ram uma raensaiam do Senhor. Fiibo de Tou. Saia.10).15*19. criada pelo primo Mordecai.11: 21.a.7).HADASSA ouviram que Hadadezer fora derrotado. necessidades (Gn 21. Píii de Amasa.16.2). litigai e M ordecai. supre nossas trazidos junto ami a tropa íw 9-16). listados em Génesis -16. O Sonhor. vai aú eucontro era <ulpado de pecar diante de Deus e os iio quebrantado de coração. Era 0 nomo hubraico (quo significa 'inurta''1) de Ester (El 2. Numa atitude de prolnnda fé e gratidão ao Se­ HAGIAS (Heli. “a lesta do Senhor"! Fi­ nhor pelas muilas vitórias que tinha con­ lho de Siméias. pois contraria­ da tribo do Efraim durante n reinado de va a ffc obediente e paciento nas promes­ I Vjiia. Descendente de Sem. \ la Iribo de Levi) I Cr 0.19).m. ‘‘festivo"). Toú enviou Hadorão "a Davi.48). Mencionado '-m Esdras 2.de Deus. HADASSA. para o saudar.30).c. presentes que. rei Peca que retornavam para o Norte. listados om Esdras (Ed 2. Davi dedicou u Deus todos os Era deSCendenle da íamília de Merari.17). Hagar recebeu uma HADORÃO. 1. Sous dosçendan Hadorão levou consigo muitos presenies tes íoraiu chamados rle bagitas (Nm 26. mas as torças combi­ nadas deles loram denotadas de la] ma­ neira quo os reis qun eram vassalos de Hadadezer foram até Davi para lazer um tratado de paz Gòm ele (1 Cr 19. Quan. um dos Lideres ponto rle visia espiritual. por meio da qual ola |Sara| pudesse “constituir uma tamilia" (Gn 16.12). HAGABE. Seus descendentes estavam entro os serv içais tio Tem plo que retornaram (lo exílio babilónico com Zorobabel e Neemias )Ne 7. era u mesmo Hagaba de Neeaiias 7. porém.1 1ss. uma juiLia árfâ.3. 250 .1. Essa passagem narra várias balall)&£ e lembra aos leiloHAGITE (Heb.13) i. eslava en­ íe lic ita r por haver pelejad o contra Hadadezer o por tê-lo destru íd o". Outro relato ria derrota de Hadadezer encontra-se em 2 Samuel 10. A _s consequên­ cionado na Dlblia. Seus descendentes esla\am enire os judeus que retomaram cio evilio babilónico com Neemias e Zorobabel. por meio cimento. porque íoi um dos lide­ cias foram trágicas — para Hagar (Gn res que sairam ao encontro das Impas do 16. do proleta Odade. o qual amava o filbo.4.18). quistado. Ele len! nu uovamenle lazer aliança rom os sirios contra Davi. ganhem. Amasa é men­ sas fio Deus (Gn 15. pro­ pôs ao marido Abraão que tomasse uma segunda esposa. Veja Fster. Uma das espo­ res que as vitórias de Davi eram parle das sas do Davi. de que o reino do Norte 21 10).4 j.14-16).

quando nosso patriarca comprou de seus filhos um pedaço do terra para lazer um túmulo O campo é mencionado posteri­ ormente em Josué 24.1. qo lem­ po da rainha Ester. Quando Mordocai recusou-se o ajOelhor-se.í.HAMOR Rs i . A condição foi aceita. atacaram a cidade e ma­ taram todos os habitantes da sexo rnas- 251 .38). nunca confessara ser da descendéni ia judaica e sabia que tal comunicação lalvez significasse sua morte.ompló dele noutra seu povo e pediu ao roi que poupasse os jarleus do extermínio Furioso. enquanto Hamã tançava-se aos pés de Ester e im­ plorava misericórdia. Assuero levanlou-se da mesa e foi para o jardim. doddiu ajudui o povo de Deus. Os irmãos da jovem ficaram furiosos. O rei voltou e pen­ sou que ele desejasse molestar sua espo­ sa: ordenou então que Hamã fosse morto imediatamente.24).). HALOÉS (Heb “sussurrador"). Era heveu e governa­ va a área em que lajcó habitava (v. filha de |acó. a s a m e o t n com ela. SLmeno n Lèvi.361. s. "quando os homens estavam doridos" (Gn 34 25). 2. O rei então alencleu ao pedido de Esler e assinou um de­ creto paralelo.ç.il de respeilo a Hamã. Abiezer e Maalã.10. 1 1. os irníâos concordaram com a pro­ posta de que todos os homens de Siquèin fossem circuncidai los. HAMÃ. LIm dos líderes do povo que se uniu a Neemias quando íoi feita um pacto d»1 adorar ao Senhor u obedecer às suas leis (Ne 10. o quarto filhu dn rni. Seu filho Sai um governou sobre metade de um distrito de Jerusalém nos dias rle Neemias b reparou uma seção do muro da cidade (Ne 3. listado entre os 'heróis" de Davi (I Cr 11. Siquém violentou Duj. o qual este supôs que seria em sua honra. Ela teve Irés filhos: fsDode. 2).12]. Irmã de Gileade e !iIha de Maquir. Eles foram operados V trés dias depois. ua Pérsia (Iit i a 7). dois filhos de facó.51.21. Ester denuni . acusados de não obede­ cerem ás leis du império medn-persa. Posteriormente. Pelo contrário. d o en­ tanto. Adonias tentou usurpar o trono.iou o r. etc. e depois pediu ao pai dule que negocias­ s e s e u c . Mordecai soube do eomplô e pediu aju­ da ii rainha Ester. este ficou ex­ tremamente irado e tramou a morte dele e a de seu povo. Mesmo as­ sim. Pai de Hamã lEl 3. Deus usou Ester e seu primo Mordocai para impedir tais planos HAMOLEQUETE.19. 1. HAGRI. cwrio também o casam eato misto com um cananeu dificilm ente serio aceito! De fato. que nasceu enquanto a corte de Davi eslava em Hebrom. Seu lillio lentou aniquilar todos os )udeus durante o reinado de Assuero.36* ) 'flunbém era pai de Mihar. quando os os­ sos de |osê íoram trazidos do Egilo e en­ terrados alí (veja Al 7. quando ouviram lalar sobre o ocorrido. Avó de IgaJ. A esposa de Hamã charoava*se Zeres e seus lilhos mais tarde foram todos mortos pelos ju­ deus. uiri dos “trinta he­ róis" de Davi (2 Sm 23. Não somente o estupro era uni algo muito sério. numa forca que prepara­ HAMEDATA (ftjrsa: “dado pela lua").32. sua prima. Defensor de Siquém. A rainha convidou o rei Assuero e Hamã para um banquete. rinha um alio cargo político do remado de Assuero (Xerxes). Pertencia á tribo de Manassés (1 Cr 7. l Ct 3.13. HAMOR.18). Ela. Eles sobreviveram e agradeceram por aquele dia e pela vitória sobre Hamã numa lesta chamada Purim. Fiibo de Hamedata. Apa­ rece pela primeha vez em Génesis 33. em siu. seu perverso filho (Gn 341. Era "agagita" (El 8. pelo qual os judeus rece­ biam autorização para se defenderem (El 9). Persuadiu o rei a assinar um decrelo que ordenasse a lota! destrui­ ção dos judeus. 2. ra para Monlecal (Et 7).5. Talvez seja a mesma pessoa do item n® I.

H91nr. 1 . Os "homens de Humor". po­ rém.11 .7J.23). de Israel ( I Rs 16. Fillio rle Sasaque. onde no­ vamente comprariam u veuderium cam­ pos e viveriam em paz. Pai de Jeu.i família dos recabitas para beberem um pouco tle vinho )lr 35.28. HANANI. Jr 52.49). Fillio iie Mdaca e um dos heróis de Davi Í 1 Cr 11.1. através de seu quarto filho Perez (Gu 46. 10.ia Egito com Jacó.31). Um dos assistentes de Selomias. O Senhor. rei de judá. L 8 .HAMUEL cuJino. 4 .13). Um dos líderes que selaram o pac­ to feito pelo puvo (Ne 10 . registrado na genealogia de Saul [ 1 Cr 8 38).5 J. anos 12 Rs 24. onde n proleta iRremius convidou O S memliros d. Filho de Hemâ. conduzido ao exiLio. o protela falou que a cidade seria conquistada por Nabucodonosor e 0 povo. Os eventos narrados concernentes a IiaiiH»'. o qual desempe nhava o ministério profético cora o acom­ panhamento de harpas.lO) 7. reunir os judeus na terra. 5.2) feu lambém re­ gistrou os acontecimentos uo reinado de Jeosafá |2 Cr 20.3. . registrado na genealogia de Saul [1 Cr 8. mas lambem era seu desejo. Seus descendentes estavam entre os serviçais do Templo que retornaram para Jerusalém com Neemias dopais do exílio babilónico (Ed 2. eram os que vtvlam em Siquéra e naquela Ocasião foram toiaimenie derrotados por AbimeJeque. pagou ao primo um preço adequado pela te rra p fecharam um acordo formal (w . Zadoque e Perl aias. da tribo de Simeão (1 Cr 4. é mencionado como “homem de Deus". 26). Veia Recube M . Tornou-se o líder do olõ dos bamulitas (Nm 2(í. Quando Jeremias orou sobre a procuríednde dn situação em que st.341 2. seu filh a e os moradores do Siquém demonstram os problemas com tinuos que os israelitas tiveram com os cananeus. Os filhos de Hanã tinham uma saiu no Templo. de Libna |2 T<s 23. A transação da compra do terreno. 1 . Enquanto JorusaJém era sitia­ da pelos caldeus. mencioundos om jtitees 9. HANÁ. 7): falou lambem com Jeosafíí. M. HANANEEL.C. 8 . EJe é lis tudo entro ot> que descoram .12.R HAMUEL.4). Filho de ligdahas. Zedequias objetou fortemente contra urna mensagem tã a pessimista. HAMUL. diss. os quais Neemias co­ locou como responsáveis pelos depósi­ tos (Ne 1.2 2 1 . 15. Deus falou com ele e lhe mostrou que era sua vontade castigar o povo por causa do pe­ cado. 1 Cr 2 . dessa maneira. no fu­ turo.46. que rei­ nou apenas bês meses em Jerusalém. lor* nou-se uma Uustração da confiança de Jeremias na palavra do Senhor e no iuluro sinalizado pela promessa do próprio Dous (w. 6 Um dos levitas que se uniram a Neemias no parto de adoração no Senhor e obediência às suas loís (No llt. I^rimo de Jeremias e filho de Salum. e advertiu-o sobre a ira de Deus (2 Cr 19. que go­ vernou por onze. na regiáo de Benjamim ÍJr 321 O protela obedeceu. 3. lornou-se esposa do rei losias.26). 37-44) rjD.n a Jeremias q u n comprasse um campo que pertencia a Hanoneel em Analote. Ne 7. de Judá. aos quais não destruíram tolalmenle quando en iraram em Canaã.« mãe fie Jeoacaz.431. Filho ds MLsmu.2 1 ). liras e i imbaios 252 . o qual proferiu a Palavra do Senlior contra o rei Baasa. Gutro líder que lambém selou 0 paclo (Ne 10.261. Um dos nelos de luda.OÍÍ. H o 12). 9. encontravam. Um dos filhos de Azol. Era lambém a mãe do rei Zcdequias. Filha de Jeremias. 2 .tr e Siquém também íorum assassinados (v. HAMUTAL. Um dos levi las responsáveis por instruir o povo no Livro da Lei (Ne 8.

6 Pai de um oficial |udeu chamado Z ed eq u ias. depois do exílio. Mencionado apenas em Esdras 10. Um dos culpados dn ter-se casado cioiu muUiores estrangeiras. Um dos príncipes do rei (oficial da corte) U/ias.7. Seus descendentes estavam entre os que se casaram com mulheres esirangeiras (Ed 10.2). Filho de Éfode.2 ura “maioral” du i. d q tempo d e Neemias (Ne 3.43 J. líder dos ju­ deus depois do exílio babilónico.28. Men­ cionado apenas em Jerem ias 37.10. 3. 14. enquanto os muros eram recons­ truídos (Ne 7.A v ô rio capitãO. O 18® lumo loi designado a HftnanL seus filhos e outros parentes f l Cr 25. Descendente de Benjamim. ua ép oca do p rofeta Jerem ias. men­ cionado apenas em 1 Crónicas 8. 2 . 6 Urn doa membros do grupo de Zacarias.B. procurou-o na Babilónia o deu-lhe detalhes sobre os que retomaram .20). ao desobedecer ao rei Nabucodonosor e sobreviver a fornalha de fogo (Dn 3) é homenageada no NT.13 8 Um dos companheiros de Daniel (Du 1. 1. Neemias o nomeou governador da cidade. idade de |erusalém.O Senhor detarminou que Moisés escolhesse um represen­ tante rle cada tribo para ajudarem na di­ visão da 11:rra de Canaã e Haniel íoi o es­ colhido para rep resen tar a iribo de Manassés (Nm 34. ajudou na reconstrução dos muros e era responsável pela parte acjma da Porta dos Cavalos (Ne 3. mais do que muitos".2). Jerem ias mostrou o mal que Hananias (-ausava por fazer o povo acre­ ditar numa mentira e predisse a morte dele no decorrer de um ano (Jr 28.28.11 5. 21. 1. e p.4.19. a rei manilou preudê-ln (2 Cr 16. Na presença do honiRin de Deus e de vários sacerdotes. de Gibeoni.■ Judá (Ne 1. "o Senhor mostra gra­ ça ao favor"). 7. Irmão de Neemias. por ser muito popular. mencionado apeuus em 2 Crónicos 26.30). mencionado em I Crónicas 25. Falso proíela é mencionado oito vezes em Jeremias 28.Possivelmeuto a mesma pessoa do item u® 10. 9. Neemias o colocou ila liderança da i.4).34.. mas era lalsa.12. Hananias profetizou que n domínio do. sua atitude de fé. Líder de uma família sacerdoia) no lempo de Neemias |Ne 12. por não confiai no Senhor. 4. M en cio n ad o upenas n m Jeremias 36. na genealogia do rei Saul.17).6. (t Cr 25. qun tocou instrumuntos duran­ te a dedicação dos muros de Jerusalém (Ne 12. . 12. durante o reinado de Davi.da guarda em Jeru­ salém na época do profeta Jeremias. Era filho de Azur.t.õ.23). Filho de Zorobabel.24.3131. Tal mensagem foi muito bem aceito. no têmpo de Esdras. HANIEL (Heb. era Hebreus 11. 5. 4. 3. veja Hamã. 10.25). Fúi um dos locadores de trombeta durante o culto de dedicação dos murou de Jerusa­ lém. 2. Mencionado em Neemias.7). Sete meses depois ole morreu. . Para mais detalhes. “graça de Deus").8) 11.IIAN7EL. & (> é mencionado em 1 Crónicas 3. A. juntamente com seu irmão I lanani.d.23). “bomem fiel e temente a Uens.ia parte do ministé­ rio profético com acompanhamento mu­ sical. FILbo de Uomã.23 Fa/. Um fabricante rle perfume q u e ajudou na reconstrução dus muros de Jnrusalérn. Veja Sadixique. Possivelmente era descendeutn do personagem registrado no item n® 3. Embora sou nome não seja citado axpliáílameuto. .'12. Lader dos judeus e um dos que selaram o pacto d o tempo d n Neemias (Ne 10. Um vidente que falou com Asa e o repreendeu. Em resposta.s caldeus «eria rápido. HANANIAS (Heb.idade de Jerusalém. 253 . 13.15-1 7).

Abrão e Ló poaleriormonte e^ltibeluceram-se numa cidade diumuda Harã. entre os des­ cendentes de Eleazar e IIamar.lilj 7. Filho de l.13). O Senhor entretanto. da tribo de Aser. HARIM. Sexto fillio de Zalafe. levita da famiiia dns gersrmilas e um dos Lideres do r lã do Lidã ( l Cr 23. depois do exílio na Babilónia. Um dos filhos de Sirnei. Suas fi­ lhas loram Mil ca e Iscá. HAPISEZ. Ment ionado conexão com a profetisa fluida. 1. Não ficti claro se loi Terá quem Lhe deu esse nome. H A N U M . 0 ourives que reparou parte dos muros de Jerusalém.0). estavam entro os que não pertenciam às lamllias sacerdotais que 254 . em número de 320.19). Pilho dn Terá. 1. Líder de uma famiiia que retornou com seus descendenies para lerusalém. deu a vitoria ao seu povo iw. Consertou o Porlão do Vale. e esta era a ordem na qual ele mi­ nistrava ao entrar uo saul uario (1 Cr 24. era fillio de Calebe e de sua concubina Efâ. Sob a direçãG de Neemias. Um dos lídores da tribo d». noieinado de fosias. 2.4(5).22 ó chamado de liíisrás.24. Filho de Naés. 1. Veja Hustóh. depois du exílio na Babilónia (Ne 3 iq. consultada sobre a mensagem lida no livro da Lei. por meio de sorleio.39). Maor mais lard<’ cusou-se com Milcic Terá.HANUM 2. t Ima seleçârj imparcial fui leita. U terceiro lumo saiu para Harim. 2. Viveu e morreu em Ur dos caldeus (Gn 11. “de acordo com as últimas instruções de Davi". 2. marido de Hulda (2 Rs 22. O KJ® lumosam para Hapisez. um dns descendentes de Calebe e líder da tribo de ludá (1 Cr 2. cnmpromelendo-se a obedecer ao Senhor e adorai somente a Deus (Ne 7. Listada entre os que receberam tarefas específicas do rei Davi. Um dos sacerdotes escolhi­ dos pura oficiar no santuário. mencionado como fundador desta cida­ de. Veja Vasti. H A R Ã . irmão do Abraão e Naór: era o pai de L6. e esta seria a ordem ua qual ministraria.0). HARAÍAS.TJa. bem como 457 metros de muro (Ne 3. paia protegor-se do Davi e de Joabe. "o guarda das roupas".a seleção imparcial entre os descendenles de Eleazar e Ilamar. Os descendentes de Harim. reparou ou­ tra seção dó muro iNe 3. Era filho de Ur. depois do retorno do exílio babilónio! 3.51).15). H A R I F E .20-31). Huniul loi um grande guerreiro b líder de sua família (1 Cr 7. rei dos amouitas parri quem Davi enwuu urna mensagem de consolo.14). 3. quando eu Irasse uo santuário (1 Cr 2 4 . assinou o | tacto leito pelo povo. O referido texlo fora encontrado recentemente e sua mensagem pa­ recia cantor advertências sobre n iminen­ te juízo de Deus sobre ]udá. hem como metade das roupas.0).2-6]. e ds des­ pediu (2 «Sm 10. Hanum ordenuu que ossudítos do rei de Israel fossam pre­ sos. era o pai de Ticvá e avô de Salum. Um dos sacerdotes escolhi­ dos para oficiar no santuário. Harãs. 10.1*4). HAREFE. É o pai de Gazez ( i Gr 2. “de acordo com as ultimas instruções de Davi". Foi feita nm. Na passagem paralela em 2 Crõuicas 3-4. mas a cidade ficou conhecida e tornou-se figura proeminente na narrati­ va bíblica p<usU'rior < • sobrevive ate hoje como umo pequena vila árdbe.30). por meio de sorteio. 13-15: I Cr 'l 9. Depois alugou rarruagens e soldados [»or nuJ taJeutos de prata. tivessem inelade da Ifarba cortada. HARBONA. HARAS. ludá. Pai de Uziel. "Pai de BetoGader'\ ou seja. Um dos selé eunucos que serviam o rei Assuero (Xerxes) (El l. em Je­ rusalém.

Provavelmen­ te toda a lamiiia manteve um comporta­ mento perverso diante do Senhor o em consequência tal transgressão levou-a ao casligo de morlo |2 Rn 21. Um das descendentes de Semaias que viveu em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. Etn. 1 0 . junta­ m e n t e cora Neemias. no regresso a Judá (Ed 8.HÁSABI AS retomaram do exílio na Babilónia. O decimo primeiro. 3 5 . 8 . “o vídenle"). Líder dos levitas que providencia­ ram cinco mil cordeiros e cabritos e qui­ nhentos novilhos para serem sacrificados durante a grande celebração da Páscoa que acontocou no avivamonto durante o reinado de Josias (2 O 35.53). Descenden­ te de SohaJ. P.1 7). No 11. HARSA. ProvávelrriftnlR ura tum daque*les mencionados no item 1 ou 2 acima.52: Ne 7. Em Neemias 7. Foi um dos que repararam os muros de Jerusalém quan­ do o povo de Judá retornou do exílio na Buhiiómu. serviu como músico no Templo sob o reinado de Davi Era um levita do dã dos merariLas 11 Cr 6. 4. louvar e dar graças a Deus. 2 7 ) o concordaram firo se divorciar de suas esposas estrangeiras (Ed 2. 9 . 2 . Hesobius e sons parentes. Malquias.19).8). 1. Seu descendente. Os homens também divorcia­ ram-se d u L t» esposas estrangeiras e coli> caram o selo no pactô (Ed 10.39. Um dos lideres da tribo de Judá. que seriam levadas ao Templo em JanisaJóm. HAROÉ (Heb. 4. 10. que retornaram da Babilónia.5:1. Cm dos f i l h o s de Jodutumquo pro­ le ti/a va. Descendente de LJzi. Pai de Mesulemete. “o Senhor tem consi­ derado'').42 e Esdras 2.21. 24: Ne 12. e serviu os ídolos que ele Linha servido. Foi um dos levitas que selaram o parto feito pelo povo. 2. da tribo de Judá 11 Cr 2. Um dos judeus que retornaram do exilio na Babilónia com Esdras. 3. HA RUM . "Andou em todo o caminho cm que andara seu pai HASABIAS |Helj.17.D. Ne 10.35).5). ua época do rei Davi (1 Cr 25.017 pessoas. de acordo com o sorteio para determinar o ministério uo Tabernaculo. e os adorou". 7.11).21).52J. depois 255 .19. era superin­ tendente dos levitas em lerusalem.32: 30.C. ficou encarregado das ofertas de ouro e prata. HA RN EFE R. para obedecer à lei de Deus |Ne 3.9). Ela se compunha de 1. é mencionada outra lamiiia de descenden­ tes de um certo Harirn. o qual "fez-o que nra mau aos olhos do Senhor". era filho de Hela e pai de Aarrl (1 Cr 4. Seus descendentes estavam un­ irá os serviçais do T e m p lo que voltaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2.451.3. 5.15). 3. Era filho de Quomuol ( I Cr 27. Alguns deles uniram-se a Neenuasno pacto para servir a o Senhor (Ed 1 0 . di' Judá.30). a mán do rei Amora. HARUMAFE.10). Fillio de Zofá e Líder da Iribo dt* Aser (I Cr 7.11. "filho de flarim‘\ é men­ cionado em Neemias 3. Seus descendentes estavam en­ tre os serviçais dn Templo que n'tomaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2. depois do exílio na Babilónia (Ne 3.54).31).14. Seu filho ledaías reparou a parte do muro de Jerusaiem que ficava em fronte à sua casa. HARUZ. 1. ficaram encarregados do Irabalho do Senhor e dos negócios do rei a oesle do rio lordão (1 Cr 2f>.700 hebronilas. ao usai a harpa. irei Manassés). HARUR. Ajudou a reparar os muros de Jeru­ salém e governou sobre a rnelade do dis­ trito dn Queila. ua época do rei Davi. N p 7 . Ne 7. 6.19). Oficial du Iribo de Le-vi.

"co n sid e ração "). oonsullada sobre a men­ Zorobabel. da tribo de Levi. Cita­ pois do exiliu no Babilónia fi Cr 9. 1 . em Esdras somente ao Senhor e obedecer á sua lei 10. nm feruHASÉM. M al*. 1.23). Filho de Pnale-Moabe. salém.5). depoi# do retorno do exílio ua Babilónia. I Tm dos levi las que se dirigiram aolém. depois do exílio na Babilónia (Ne :t. O referido texto íora onHASUFA. No 7 AH).23) no meio dos grandes guerreiros listados entre os “heróis” de Davi. Seu filho Juda era superintendente lhou no reparo dos muros de Jerusalém do Segundo Distrito da cidade de [erusadepois do exílio (Ne 3. Era um dos filh o s de a profetisa Hulda. HASABNÉIAS.25). Seu filho Seruaias. “considerar"|. durante o reiuadn de Joslus. Possivelmente seja o mesmo do descendentes se restabeleceram em Jeru­ item 8. (No 10. junto com Saiu. '‘Os filhos de Hasém” estavam saiém. Harás. marido de Hulda (2 Cr HASUM.14. Ajudou a reparar a parte do muro que ficava defronte de sua casa. 2. lei iTSÍe 9. m. do na iisla em l Crónicas 3. Alguns deles são listados que selaram o pacio feito por Esdras de­ entre os que foram anisados de se casar pois do exílio.33. sua lei fNe L0. retornaram do exílio ua Babilónia com Neemias (Ed 2.7|. estavam enlre os judeus que 22.3). era pai de Tocate e avô de Sal um. quo meuNu 11. 4 . depois 10 . Veja Hnrtis. ó chamado d t-. 22 ). Líder dos levi las e músicos uo do exílio (Ne 3. Um dos lideres do povo uúmern e 328.15). traba­ 2. Seus filhos reconstruíram a Porta do Peixe. Um benjamita. M u passagem paralela om 2 Reis mero de 223. Fornos. Templo.10). em Jerusalém. nos dias de Neemias iNe 3. do retom o do exílio na Babilónia (Ne 11. HASBADANA.14. no lempo do rei loiaquim [Ne HAS SEN UÁ . restabeleceu-so em Jerusalém de­ HASADIAS (Heb.22). . Um dos lideres que assinaram o Neemias 8. sagem lida no livro da Lei. Concordaram em adorar tom mulheres estrangeiras. Seus descendentes. Era uui rios filhos de seção do muro rle Jerusalém e a Torre dos Zorobabel. reparou uma na Babilónia. 1 . 1. Hasrás. o Neemias (Eri 2.1l). Pai dú HaLus. ficou ao lario de Esdras en­ pacto feito pelo povo depois du exílio de quanto o livro da Lei era lido para oí> ho­ adorar somente ao Senhor e obedecei1 a mens e mulheres de lorusaJém é Judá.20. ‘guarda das vestimentas”. oiona a linhagem real depois do exílio 2. em nu­ 34. cujos 12. depois do exílio na Babilónia (Ne II 9Ppovo depois que assinaram uin pado dó adorar apenas ao Senhor e obedecer à sua HASSUBE (Hei). Em Neemias 7. depois do exílio na Babilónia 11 Cr 9.19).20.43.24J.í*. Chamado de H A S U B Á (Heb. Mencionado em conexão com na Babilónia.rDeus é amor"). Seus descendentes estavam contra do recentemente e sua mensagem en tre os serv içais do Templo que parecia conler advertências sobre o juhso retornaram do exílio na Babilónia com iminente de Deus sobre Judá.4.HASABNÉ1AS HASSENAÁ.22 o HASSABNÁ. Mencionado apenas em 3. gizonita (1 Cr 11 34)1 Mencio-nado na lisla de 1 Crónicas 3. 256 . que cita a linhagem real depois do exílio H ASRÃS.

54: Ne 7.ompl6 para matar seu povo. achou que nada poderia fa zer. mencionado em Génesis 10. O profeta então cho­ rou. a menos que ele a convi­ dasse. listado na li­ nhagem real de Jeoiaquim (1 Cr 3. para saber se fic.13).9.uia hom de certa eflíennidade. quando viu seu pai adativo vestido com “puno de saco" í«inaJ de profunda Iristeza). ao contemplar o sofrimento dn seu povo Israel nas mãos de HázaeL e disse que o senhor dele morreria.HAZAEL 2. filho de Acabe. ten­ tou exterminar todos os judeus uo Impé­ rio Persa.10). "um cativo"). Deus usou a rainha e Mordeeai para impedir lais planos. claman­ do dianle do portão do palácio real Ester então enviou Ha lá para descobrir o que acontecia com seu primo.7 e 1 CrônicâS 1. {durante a lpitura rio livrn da Lei (Ed 6 4 ).29. para se tomar rei da Síria. Os semitas torna­ r a m .us descendentesestavam en­ lre os porteiros do Temploque retornaram do exilio na Babilónia com Neemias (Ed 2. Certa vez. fizeram unia aliança e saí­ ram paia fazer guerra contra ele. HAZAEL. Ela soube do r.a H ATATE.21. depois do retorno do exílio na Babilónia (Ne 10. Ele e |efi foram escolhidos por Deu? como instrumentos de juízo contra Israel e a casa do Acabe.n. Um dos sacerdotes que selaram o pacto feito pelo povo dp adorar somente ao Senhor. Um dos filhos di: Olniel e neto de Qutmaz.6-15 J. p. pois uão LinJba permissão para ir à presença do rei. da Iribo de ludá (1 Cr 4. 2. Filho de Hasabnéias. Um dos filhos de Semaias. pudese subentender a idéia de que o Senhor em sua soberania. Hazanl era um oficial do exército sírio. porém. HAVILÁ. Um dos servos de Salomão cujos descendentes estavam enlre os judeus que retornaram do exílio ua Babilónia corri Neemias (Ed 2. HATITA. 1. Um dos líderes que selaram n pacto feilo pelo povo depois do exílio (Ne 10. que se dirigia a Damasco. Descendente de Sem. Sr. 1 Cr 1. Jorão. HATIFA (Heb. ajudou a re­ parar o muro de Jerusalém (Ne 3.C. 3. HATÁ. e Aca zias. Seus descen­ dentes estavam entre os servidores do Templo qun retornaram do exilio na Babilôniti com Noemias (Ed 2. Agiu como intermediário entre suo senhora p n primn e pai adotivò dela (Et 4-5. Segundo filho de Cuxe. Logo depois quo Hazoei chegou ao poder. ioi ferido ua batalha (2 Rs 8. Por todo o livro dn Ester que náo menciona a n n m u i í h D o u s .22). HATIL.50).561 . descendente de Secanias. enviou-o ao encontro do profeta Ebseu. durante o reinado de Artaxerves (Ed 8. filho de Joctá (Gn 10. Possivelmente seja o mesmo ritado no item 3. o "agagiLa".14). quando EsteT era rai­ nha.25- 257 .23). Era neto de Gáo. HATUS.91 Quando Hamã. Ungido para ser rei da Síria. 2.45). Jorão. Ne 7.57. o quaJ ora extre­ mamente perverso e idólatra. Ben-Hadade. 3.42. Era um dos lideres de família que retornaram com Estiras para Judá. de 643 a 796 a. Nb 7. 1. rei de ludá. Mordeeai enviou-lhe a seguinte mensagem: “Quem sabp se náo foi para tal tempo como este que chegaste ao rei­ no?" (Et 4.4) 4. possui o controle de todos os assuntos dos homens e das mu­ lheres. Tlm dos eunucos da corte do rei Assuero (Xerxes). o rei (la Sirla.6. sob a ordem especifica rio Senboi II Rs 19 151. L8J.2). Um dos levilasque ficaram ao lailo de Esdras no púlpito. Quando ouviu as noticias sobre a Iminente aniquilação dos Judeus.s e Lfdenss do dãs na A r á b i a . Aquele ofici­ al enlão retornou ao seu paise matou BenHadade (2 Rs 6. IJm tios sacerdotes que retornaram do exilio na Babilónia com Zorobabel e Jesua (Ne 12.

5). rio entanto.21. Seu descendente.1.18) 4.6). Fundou o clã dos beberilas . Hazael morreu e Jeoái». e re­ conquistou grande parte do território israelita (2 Rs 13. era responsável pe­ las muilas atrocidades que cometera con­ tra o povo de Deus. Ben-Hadade.c. ao serem cham ados rle “hebreus".r . era Filha de Etã o irmã de fezreel.45. Um dos filhos de Simei.ij.17. depois do exiUo na Babilónia (Ne Lt. Jorlão foi morto por Teú.HAZAIAS 20. porianlo. 1. dariam a entender que eram peregrinos. que se lurnou rei de Israel [2. Filho de Naor e Milca.J7. acham que deriva do nomo próprio Éber (bisneto (Ir Sem. foi um dns que se esta­ beleceram em Jerusalém. Listado ontre os quo receberam tareias específi­ cas do rei Davi MAZO.22 1.3. Rs 9. sobrinho de Abraão (Ga 22.17]. esto vocábulo aparece pela primeira vez em Génesis M 13. HAZELELPONI. e disse que seus palácios seriam destruídos (Am 1>4J. onde Abrão é chamado de "o hebreu1 ' Certamente essa identificação o separava dos moradores da região. o tornou paia eles. O proleta Amós também laluu contra a família de Hazanl. no entanto. Veja }nei. s. 3. Filho de Meredf com sua esposa israelita. "o Seuhor leve misericórdia deles.26 nomo 258 ..241. listado como membro da Iribo de Aser: estava entre os que desceram com lacó para o Egito. lu­ tou contra seu lilho. tira levita da família dos gersonitas. Listado tanto om Génesis 10. O Senlior então enviou mais castigo contra sou povo. de ma­ neira que llazael desistiu de atacar a sanla cidade. lilho de Jeoacaz. Benjamita.3) HAZI EL. aa permitir que Hazael cap­ turasse grandes extensões de. como castigo í.24.23). até que EinalrneDte o rei Jeoacaz. Gn 10. íe i de Israel. de Israel. hdei de um dos clãs de Lada (1 Cr 23. seu pai. No AT.22. Maaséias.14.5. 2 Cr 22. HAZAÍAS. o mulher que ma­ tou o comandante Sísera (Jz 4 11.Ir Deus contra a idolatria de Aca­ be. e se compadeceu deles. Veta Iam* liem Betuel. filho de Elpaal. 2. 1. mas o sentido exalo da palavra permanece in­ certo Alguns. voltou-se para o Senhor e Deus ouviu sua oração Í2 Rs 1.18J. procedentes de longe. da Lribo de Judá. “tribunal da mor­ te"!. por lodo o mal que cometera ao atacar Israel. por­ que em sua vontade levar Israel uú arre­ pendimento h à verdadeira adoração. listado na genealogia do rei Saul I I Cr 8.32).20 comu um descenden­ te de Sem. O roi Joás então enviou os te­ souros do Templo Como tributo. Por vários anos D e u s peimitiu que Hazael oprimisse seu povo. Isma e Idljias (1 Cr 4.24).(Gn 46. 5. Posteriormente. Filho de Berins.5)). p .3-51. Nm 26. HEBREU (S). Embora o Senhor tenha permitido que o rei sírio vencesse muilas butalh&s. Quando começaram a orar. con­ quistou grande parle do território de Efruiin e voltou-se para atacar o roino de ludá o a cidade de Jerusalém (2 Rs I2. íoi um dos lideres da Lribo de Judá e n pai de Socó |talvez isso signifi­ que que fundou uma colónia ali| (t Cr 4. Provavelmente é uma derivação de outro lermo que quer dizer "atravessar por t ima" ou passar alem" Isso sig n ificaria que mais tarde os isra e lita s. por amor da sua aliança com Abraão.32}. 17. devido à infidelidade religiosa e ao pecado. terra dos israelitas (2 Rs 10.31. I4ÉBER. HAZARMAVE (Heb. 1 Cr 7. Hazael. Marido de Joel. Seu pai chamava-se loclâ.IS). i*m 1 Crónicas 1. Listada euLre os des­ cendentes de Judá. Isaque e Jacó” (2 Rs 13.25). Quando o referido rei sírio dirigiu-se ao sul de Israel.

Um dos quatro filhos de nha advertido para tomar cuidado quanCoate o neto da Levi II Cr 6. loi considerada a mais linda.3). outra maneira de referir-se ò varia i. va-se Naará. cuja Influência cultu­ vou para a fortaleza de Susã. gem usada pelos escritores do AT. Provavelmente ainda falavam o soberano (Et 2. O idioma "um homem poderoso” na batalha. e Assuero a Esse lermo também é empregado para constituiu sua esposa. 17.11). de fudá (2 Rs 1 1. Sua mãe chama­ da.16). para referir-se aos judeus ou a um Quando Vasn desobedeceu a ordem do subgrupo dentro do judaísmo é bem raro. usou esse ter­ mo (Gn 39. 2. 1 .13). Mordeeai. rei. an referir-se u José. Paulo usava frequentemente estava Ester Logo tomou-se a preterida esse vocábulo para referir-se a si mesmo de Hegai (v.18.arregado de encontrar pois o Novo Testameuto prefere o vocá­ uma mulher q u o a substituiria como rai­ bulo judeu/judeus para referir-se a esse nha. paru Hegai nem tampouco para 0 rei. geral­ (Nm 26. Jr 34. No NT.19: 14. Ele lhe deu alimentação e como integrante de lsmnl (2 Ca 1 L22).14. 18. nem próprio hebraico. 27. responsável pelo harém real (Et 2.HEGAI 23. onde rece­ ral dominante ainda linha camcleríslicas beriam tratamentos de beleza e seriam semitii h . a li­ HEB ROM. o uso desse teraiu étnico HEGAI. Entre aquelas jovens.32.3 regis­ mente.17.8).15-19).6). israolita(s) (Éx 1. Chefe da Iribo de Manassés. (Dt 15 12. 15). Ha naram rainha | v. 13. O conselho de referir-se ao aramaico como um "dialeto Hegai sobre o que elu vestiria e o que le­ hebreu".2. o lermo é utilizado com um sen­ tra que seu clã recebeu sua porção da lei­ tido neutro. meu prazer está nela”).36) am à própria raça usando o termo hebreus foi um dos guerreiros vulenles de Davi. dos israelitas também ora conhecido c:amo ‘'hebraico" e foi a principal lingua­ HEFZIBÁ |Heh.32. Por exem plo: a esposa dp (1 Cr 2. 2 Cr 32. com o um sinónim o do ra rle Canaâ. que tinha seu próprio Deus lÈx 3.6: H EFER . o lermo refere-se aos sas" de toda as partes do Império e as le­ membros da Igieja. pria língua é mencionada em várias pas­ Veja também Isaias 62. Potifar. seu primo e pai adotivo.s . no final. 9). para designai os 2.9. Ap 9 1 1 . sagens nas Escrituras (2 Rs 18. 20.13. aramaico.28.40: 22 2: 26.33. cí.ta última lista. .3: eic. Josué 17.32): os filisteus tambóni se expressarem assim (1 Sm 4. A pró­ Mãe do rei Manassés.19). ao ser apresenlada ao rei.5).1. Os israelitas às vezes se releri­ 3. Ele reuniu "moças virgens e formo­ grupo. a lim de opor-se à cullura preparadas para serem apresentadas-ao lielenista. p . rei loi um dos fatores decisivos que a tor­ na Palestina (At 21. a língua em vistn é o revolado sua procedência judaica. 19. 1 . claro que até esso ponta ela nãu havia NeS. não é o uso comum.11-13).2. outras referências relacionadas ao idio­ O escritor do livro de Ester deixa bom ma (Jo 5.' no Sentido pejorativo. enquanto seguiu fielmente a Lei (El 3. Um dos eunucos de Assuero. n.14).n. filho de Asur (1 Cr 4.18: Is 3G. d. 5. Filho de Maressa o noto de Calebe israelitas. Os egipc ios con­ sideravam os hebrnus uma raça separa­ 2 Um dos lideres da tribo de Judá. o mequeratita (1 Cr 11.2.J. descendente de Gileade: tornou-se lider do clã dos heferitas. Esse sentido pejorativo. 16. Em Atos (>. Era pai de Zelofeade entretanto. Hegai foi enc.4.1).9). Foi um dos líderes de clã enlre O vocábulo hebreus às vezes é usaílo os coatitas (Nm 3. I I.42). De tralamentos de beleza especiais.onsign quando fosse a presença do principal linguagem do primeiro século. de modo fato. 14: Jn 1. Hefer. 43. 259 . o apóutoli i foi um membro exemplar que.

Líder da fam ília sacerdotal de Meraiofe. os quais foram lideres na lribo de ludá [1 Cr 4. Paí de Eliabe e líder da tribo de Zebulom.Netofatita. ou algo assim. no tempo de Moises(Nm 1. os quais saiam uom ele para as lia talhas e lideravam o povo de Israel na guerra HELÉM (Heb. A Versão Soptuaginta sugerô quo "Helém" ó um nome descritivo de ''Heldai''. cuja tra­ dução é “o filho do Sufonias como um favor’.30). ao lugar preparado especialmenle para ela. v. como um dos judmis que retomaram da Babilónia o que contribuí­ ram com prata e ouro pura que fossem feilas coroas para o sumo sacerdote losué. Sua divisão era composta por 24. outro famoso lider dos musicistas no ultimo período do reinado de Davi. favor"). HEMÃ |Heb”fiel"). atTuvés do Gileade. HELA. os quais foram usados na confecção de coroas paia o sumo sacerdote Josué. descendente de Aser e um dos lideres de sua tribo (1 Cr 7. 14 lê-se Heldái no lugar de “Helém*’ 2 .2).30.7: 7. 1. cí. estava rle pronti­ dão com seus homens no sétimo mês de cada ano e linha 24. Efuâ e Coz. no período p ós-exrlico. Talvez a pala­ vra ‘hem" seja um suhslanlivo. Davi ordenou que os levitas nomeassem cantores para can­ 260 . Era par­ ceiro de Asafe. era músico. duranie os dias de loiaquim. fi. é o jiai de José. era um descendente de Otniel quo comandava a 12* divisão do exército de Davi e eslava de prontidão no 12° mês. Seus.26.0011 homens | 1 Cr 27. opaltfta. no v. "porção”). . Com o trabalho deste seu parente nos bastidores o o Senhor Deus uo contraio ria situaçoo. 1. HELEQUE (Heb. 29:10.15).32). Veja E liabe. HELEZ. 1 Cr 11.33). Cilho do Joel e noto do proleta Samuel 11 Cr 6. Zoar. Mencionado na geneaJogia do evangelho de Lucas. Uroa das duas esposas de Asur. onde é chamado de Hfelede). 1. Esler encontrava-se no lugar e no raonienlo certo.71. após sun construção o inauguração 11 Cr 6. 1 Cr 11.10. marido de Maria (Ix 3. primeiro no Tabernáculo o de­ pois.29. era da tribo de Jlíraim e um dos "trinta" guerreiros valentes de Davi. Veja Estpr. um dos que fiz eram contribuições de melais precio­ sos.16). Filho rle Sofonlas provavelmente é o mesmo Josias | Z < 6.10). 1 . ou pelonita. Da tribo de Levi o da elá dos coatitas. paia evitar a destruição do povo judeu. cl. “o Senhor õ minha poTção"). Era Um dos "trinta heróis" tle Davi. a fim dn que ela conquistasse o favor de Hegai. no governo do Sidomáo. 2 . netofatíta (2 Sm 23. au seja. HE L D A I. v. 2. “poder”).5. Helez.30: Js 17. HELOM (Heb.27: 27. Descenden­ te de José e herdeiro da tribo de Manassés. 10). “força. 2. que vai de [©sus a Adão.35).r). H ELE B E . d. no Templo. HEM (Hob “ 'graça. Pertencente ao clã dos jr-rameelilas.HELA to a essa questão. HELCAI (Hebr. w fHeldai).9. Irmão deSemer. p .g . HE L I . Foi um das que lo varam práta o ouro da Babilôniu os quais furam usados para fazer as Coroas paia o sumo sacerdote fosue. filhos (oram Zerete. Filho de Baimá. filho de Azarias o pai de Eleasá fl Cr 2.151. Mencionado apenas em Zacarias 6. o lorte”. Na Versão Siríaca. Coroo co­ mandante do exército. da tribo de ludá.24.14. Provavelmente narne refem le a Heldai (Zt.000 homens sob seu comando (2 Sm 23. depois do exílio na Babilónia (Ne 12. Quando a Arca da Aliança íoi le­ vada para Jerusalém. 14.23). 10).Era o llder da clã dos helequitas iNni 26.

Era um dom de família Paulo om sua carta aos Romanos (16.15 coma descendente de Asa In.18 — onde é chamado de Bavai: que se envolveram na purificação e 3. quando o rei Jos ias en­ HENDÃ. 261 . lempo depois. pois cantavam harmo­ HE RM ES . a do filho de Davi ul­ dirotas do Davi Foi almuçoado com 14 fitrapassava a Iodas (1 Rs 4.14. 10.26. O terceiro D o m o de um niosamente e locavam os instrumentos grupo de cristãos de Roma. é algo digno do atenção. Hemã o som descristão em cerca de 150 d.31). era res de Cristo. após a moidações.sabedoria dada por Deus a 191.6. Mais larde ainda.12. Wic.4 l. e um chamado especial de Deus. versidadB e idolatria. Seus filhos e netos. novamente foram os descendentes de Mamã e de AsaIV■os pri­ H ER E S . 1 no Trçmplo. quando ela foi levada ao Templo recém-construido. no período do avivamento Seu filho Bibui era superintendente que aconteceu no reinado dn Ezequias. Provavelmeufe é o ezraita mencionado na intro­ lhfis e 3 tilhas. 17traordinária .C. Um levila mencionado em 1 meiros a liderar a música no Templo. e seu trabalho era ‘‘exal­ tai a Deus" (1 Cr 25. 1. filho de Zerá e nelo de Judá e Tamar. Famoso por sua sabedoria. ceudentos tiveram participação direta nesse ininistério. e novamente uo governo de om sua carta aos Romanos (Rm 16. que surgiu do meio do culto e da adoração.9). Esse per­ l e d e Salomão. é men­ cionado numa passagem que exalta a ex­ um dos que tocavam os cimbalos |w. Hemã Foi 3. depois do exilio na de graças ao Senlior í2 Cr 5. Um dos lideres enlre os horeus. numa época em escritor da livra apócrifa conhecido como que a música alegre novamente laz parte O Pastor r/e Hermus.24.HERMES tarem com alegria |J Cr 15. onde e chamado de Mamão). e algo digno de atenção. O Josias talvez seja uma boa indicação de Liúdado pessoal n a preocupação pasto­ que permaneceram fiéis ao Senhor. na nova dedi­ HERMA5.14). que se refletiam em suas saudações. mes­ ral que o apóstolo linha pelos seguidores mo d u r a n te os terríveis tempos de idola­ de Grislri. Também é particularmente sonagem náo deve sor confundido com o interessante notar que. 2. no tempo de Zorobabel. Mui lo Babilónia (Ed 3.16J. estavam entre os que supervisiona­ reinado de Salomão. Ele lambem íoi separado peio rei para Salomão. saudados por Puulo Ezequias. reco­ O cuidado pessoal e a preocupação pas­ nhecido através das gerações pelos que toral que o apóstolo linha pelos seguido­ estavam ao rodar doles. Crónicas 9. que se refletiam em suas sau­ tria que Judá experimentou. Hemã b seus compa­ ram o trabalho nos muros de Jerusalém e nheiros lideraram o grande louvor e ações na casa de Deus.13). O quinto nome de inn grupo cação do Santuário. Comparada com a de Hemã e o “ministério da p r o fe c ia ” o ficou conbe• ido como “vidente". reconsagraçâo do Templo (2 Cr 29. a Jerusalém. levi­ finalmente íoi lavada {«ua a Templo.1.9). Senhor lhe llzera. depois de um penado do perCr t. no reinado do rei de cristãos de Roma. Quando a Arca HENADADE. controu o livro da Lei e reiniciou o culta filho de Disã e neto de Ana [Gn 36. os quais lhe foram dados dução do Salmo 88. Alguns dizem que é em cumprimento das promessas que o o mesmo do item n® 2. nu tas. O fato daquela lamiiia ser tao proe­ Foi um dos primeiros a retornar do exílio minente por ocasião da chagada da Arca na Babilónia.15). saudados por diante do Senhor.4-6). Mencionado em 1 Crónicas 2. é interessante vor quo os descendentes dele da metade do distrito de Queila e foi um dos que assinaram o pacto feito pelo povo oLndii estavam entre os primeiros levitas (Ne 3.14). Eslava sob as ordens do outros homens.

imj. ao viviam em Roma. Os ao período de sua segunda prisão em romanos chamavam-no rle Mercúrio. . e a coridula tle Ouesíloro. sujeitos às jai Timóteo a “fortalecer-se na graça que mesmas paixões. todas com o lifulo da dinas­ tia Herodes.J-2Ú1 encaixa-se Ásia. ii possibihrlado de seu trono ser usurpado. o problema lambém não deixou de dar testemunho de sua estava presente na Igreja primiliva. a fim de oferecer-lhes romanas. 17). como do seu das taxas sobre os judeus. Reinou de 37 de sua convicção de que a revelaçáo ge­ a 4 a. segundo o apostolo. A seguir. Paulo não queria dizer que iodos os cristãos das igrejas na Ásia. •nascido de família e alguns de seus colaboradores. executou muitos membros da própria H E R M O G E N E S (Cr. Paulo refe­ porque (azeis essas coisas. oiide bondade e graça. mediante a imposição de pesa­ ral podia ser vista por todos. Cilado.. maravilhados com um provenientes da provinda da Ásia que grande milagre operado por Paulo. tais como Hermógenes cremm qun so tratava de um dous. Da mes­ vos con v ertais dessas vaidides ao Dous ma maneira que os cristãos euírentam vivo. foi les de dai os delalhes sobre o Evangelho o primeiro grande rei-uoSsalo do Isniel de Cristo. ao proporcionar-lhes os cristãos enfrentavam perseguições ou chuvas.H erodes.g. Atónito com tal blas­ qual. Hermes”). os quais abandonaram o apóstolo muito bem em seu padrão de comporta­ (2 Tm 1 15).HERMÚGENES 2 Divindade grega. da lduméia. ção geral de Deus u toda* as pessoas. segunda carta de PauJo a Timóteo. fatia de enlendimento» Paulo di­ me recreou e não se envergonhou das rigiu-se â multidão. Paranóico quanto mente começava coro aquilo t:om que suo audiência livosse afinidade. quando soube a respeito do nascimento de Jesus. entre e sua subsequente ordem do "massacre todos os que estavam na província da dos inocentes" (Ml 2. que frequente­ trubalho lorçado e a construção de grandes edifícios públicos. o mar e toda sorte de dificuldades para permane­ tudo o que neles há. Embora simplesmente eram “envergonhados'. pedido os sacrifícios. quando alguns cristãos não Essa relação eulre Zeus e Hermes expli­ o apoiaram duranie seu julgamento Enca por que. a fim de encora­ somos homens como vós. O lato de Paulo apoiar para a revela­ em Atos. de quem Paulo esperava uma mamm-no de Hermes ti a Bfunubó. dizendo: "Senhores. a terra. Colossos e Laodicéia. se essus palavras teuharu pelo monos im­ (alassem sobre Cristo. considerado um men­ prezaram.' Nós também riu-se a esses exemplos. que sp supunhacomo Éleso. “muitas vezes fémia v . os morado­ Ire os que não o assistiram estavam os ras de Listra.m 1. Provavelmente ele se referia sageiro divino o n rio as da oratória.c. 15). p. na A história sobre sua inquietação. tais mento. que lez o céu. Zeus (túpilerl. rbae Figelo. minhas algemas" (2 Tm 1 161. a Bíblia não diz s» ele leve ( bance de prosseguir na expo­ HERO DES . . e vos anunciamos que há em Cristo Jesus" (2 Tm 2." (v. colheitas e alimeutos. 0 sacrifícios (v 13). de atitude melhor. aparecem nos Evangelhos e rimentar a salvação. Roma (v. é um excelente exemplo lanlo depois do domínio romano. cerem firmes e fortes om Crislo nas soc imostrou como o Senlior que anunciava edades moderuas. Pensaram que o apóstolo Paulo estabeleceu um contraste entre dos gentios era um mensageiro dos deuesse lipo de comportamento. com certe­ se* p por isso o sacerdote de Júpiter veio za resultante do medo das au loridades do seu templo. 262 .1|. em Aios 14.n. junto com Figelo.12. a exigência do método de folar e pregai.C. Quatro gerações diferentes sição de Crislo © ver essas pessoas expe­ de pessoas. o Grande. o des­ sor filho do Zeus.

Filho ile Agripa L foi o governante que ouviu a defesa de Paulo quando esto eucoutrava-se preso em Cesaréla.0ss (cf. Lucas mostra corto Interesso pela fam ília herod iana. seus domínios furam divididos tíDtrit séus três filhos: Arquelau (ML 2. 12. r. Mateus tam­ bém registra o segundo dos dois episódios. Rutre 57 e 5fJ d.2. Marcos cila duas ocasiões em que eles se uniram aos lariseus. Depois Ha m orte rle Horodes. a fim de demonstrar sua educação precária.15). a esposa de um dos oficiais de Antipns. logo depois foi forido mor­ talmente por nm anjo do Senlior e mor­ reu comido pelos vermes lw\ 19b-23). Um grupo de líctefesjudeus muito influente.C.HERODIANOS 2 .19.3). pur diferenles razoes. na verdade. relacionado com dois episódios diferentes de confronto com Jesus. centrali­ zavam-se na questão da legalidade de pagar impostos a César Jesus respondeu "conhecendo a hipocrisia deles" Ambos os grupos adiaram excelente acusar Grislo de rebelião contra os romanos. vas de apanhar lesus em alguma armadi­ lha. relacionado com os fariseus o suas tentati­ 263 .16 e Marcos 12. 0. es­ tariam profundamente desgostosos com a mensagem de fesus. Foi o Movernante da Galiléia ale 44 d. No HE RO DIA NOS . sempre eram superados. registradas em Maleus 22.6-10). Lc 9. Ao apoiar a família de Herodes. embora provavel­ mente as convicções de ambos tossem bem semelhantes.31-33) e íoi levado à presença dele quando Pilatos tentou sem sucesso evi­ tar a exigência dos lideres judeus pela crucificação de Cristo (Lc 23. Ml 12.13). a incoerência de sua mensagem e sua falta de habilidade para liderar um movimento popular As perguntas feitas a Cristo em Jerusalém. Agripa //. pois os lariseus eram contrários à ocupação romana bem como opunham-se fortemente 3 dinastia herodiana e a qualquer grupo que se alinh.22). pois 6 o im iro evangelista que situa sua narrativa den­ tro dos eventos da historia do imj>ério. e determinou a prisão do Pedro.79).16). o filho de Zobedeu. 4 . Foi ele quem mandou executar Tiago. por nij&iò de perguntas capcio­ sas. 3.6. Ambos os grupos. (At 25 13 a 26. pode parecer estranho que uma comunidade como esta pudesse unir-se aos lariseus para lazer oposição a fesus.20) e posteriormente teve duvidas sobre se.1. laruou-soseguidora de Cristo (Lc 8.3-12: Mc 6. para tramai' contra 0 Filho de Deus [Ml: 3.17) e Anlipav. Agripa 1 Filho de outro irmão de AúUpus. embora. Mc 6. Não é possível relacionar esse grupo com os saduceus. A princípio. por meio do perguntas (Mt 22.. o Herodes que aparece durante a idade adulta de lesus.1. Como telrarca da Galiléia (Ix 3. |esns repreendeu Horodes "ã reve­ lia". 14-16. O nome do grupo indica qun seus se­ guidores talvez tenham apoiado a dinas­ tia herodiana.13ss. portanto. A n tipn s. nelo de Herodes.sus. chamado AristObulo: pOrlanto. Horodes . Lc 3. o qun lhes permitiria uma corta autonomia. At 13. Nenhum deles apro­ varia alguém que ensinasse sobre o Reino de Deus n arregimentasse pessoas om tor­ ne do sua mensagem Os dois grupos Lentavam desacredi­ tar |e.Anlipav govefilou de 4 a 39 d. quando este exercia seu ministério.1-32). o Granido. Ele mandou de­ capitar )oã0 Batisla lMt 14. Temos uma idéia da dííerenle visão religiosa dos lariseus e sadu­ ceus em Atos 23. Mc. o Grande. ao chamá-lo de “aquela raposa" (Lc 13. entretanto.C. Lurliretamente estariam a favoT do domínio romano. são pessoas de certa posição e influencia na comunida­ de. loapa.1. mencionado em três lugares nos evangelhos.1») e pro­ vavelmente essas mesmas diferenças oram vistas entTo os fariseus e os herodianos. embo­ ra nenhum deles apreciasse realmente o pagamento dos impostos a Roma Embo­ ra leu lassem muito pegar Cristo numa armadilha.6. Filipe [Mc 6.1719.Jesus era João que vol­ tara ã vido (Ml 14. om Atos 12.C.esse om lermos religiosos com os domina­ dores pagãos.

dançou paia Herodes e seus convidados.J 9.c 3 . Mc 6.caria aos cristãos de Roma.11 ele diz: “Saudai a ílerodiáo. Uma Herodias.D.1 4 ). Quando. "de acordo cos.3-12. depois que este se separou de fizera uma aliança com Baasu.ira oficiar n o santuário. o Espírito de sabedo­ ria e de inteligência. divorciara-se. de acordo com o contexto. Lucas diz quo ‘'acrescentou a seloção imparcial foi feita entre os des­ todas as outras (maldades) ainda esta.Asa tomou toda a pra­ Deus iniciou suas pregações sobre o ar­ ta e o ouro do Templo e os tesouros do rependimento e a iminência dn advento palácio e ofereceu como presente d Bende Cristo. numa L ifi­ la de saudações individuais.t8). por ler passado de um irmão paia o outro. Salomé. di­ ante da mensagem da Palavra de Deus. meu parente".1 2 . Algumas pessoas responderam sírio então atacou Israel e Asa tomou al­ com entusiasmo e perguntavam n J o ã o o gumas cidades que ficaram no sul do rei­ que fariam. rei de Judá Ben-Hndado Antipas. à sua esco­ lha. Paulo demonstrou seu cuidado pastora! pelas pessoas.I-íERODLÃO verdade. por de lançar João no cárcere” ILc 3. Um dos sacerdotes e s c o l h i ­ proíeta apontava para pecados específi­ dos p. rei sírio ficar com seu m eio-irm ão Herodes no tempo de Asa. (Ml 14. Famosa nas Escrituras por seu desejo de ver a (norte de João Batista. o Espírito de conheci­ mento e de temor do Senhor" (ls 11. Casara-se com Herodes Filipe. Em Roma­ nos 10.UC».9. O Juízo finalmente veio sobre Herodias.1 0 . Tal pacto assus­ tou Asa. A primeira alternativa é a mais pro­ vável. de acordo com o texto grego.17-29J. a filha de Herodias. HEROOIÃO. cf. se o apóstolo releriase a nm parente de sangue ou um compa­ nheiro judeu entre os muilos gentios cris­ tãos. aquele sobre quem Isuía. Herodes soube que o HEZIR.e de fòrUtlâza. rei de Is­ uiuu princesa. No tixaaJ de sua .2). As transgressões neste caso eraiu que Herodes casora-so com sua sobrinha e.20). porém. 1. 5). A natureza exigente do Evangelho é claramente demonstrada nesses inciden­ tes. para tanto. Certo dia. inclusive o seu relacionamento com com as últimas insliuçôes de Davi“. também o v. em particular quando confrontadas por Cris­ to. Lucas especialmente mostra que. Herodias disse à l ilha que exigisse a cabeça de |oão Batista Com certa relu­ tância. quando sua ambição loi longe demais: A>íripa I foi feito telrarca pelo imperador romano e ela foi banida. mas separou-se dele para HEZIOM. essa mulher era a esposa de Herodes Antipas e liLha de Berenice e Arístõbulo P. 264 . A razão de Herodias ficar tão furiosa com João é por­ que ele havia aponlado o pecado dela também. argumentavam contra o Messi­ as há muito esperado. Não está claro. para passar o resto de seus dias uo exílio. filha de um rei nabateu O conflito entre João R a l i s t a e He-rael (o reino do Norle). T'. Avô do Ben-Hadade. desde que outros nomes ju d a ic o s são m encio­ nados au lis la O nume Horodião podo Indicar que esse homnm fora um escravo da casa de Heiodesi HERODIAS. a cendentes de Eleazar e r l e Itarnar. a lim rle se prepararem para no do Norte [Israel] (1 Rs 15. em troca de uma aliança. pois traria um inimigo formidá­ rudias começou quando o homem de vel a sua fronteira. agradou tanto ao rei que esle lhe ofere­ ceu uma grande recom pensa. determi­ nará a salvação ou o castigo eterno. o Espírilo de conse­ lho .s profetizou: “Repousará sobre ele o Espírito do Senhor. as pessoas precisam dar uma resposta A natureza da resposta. Herodes cedeu e João foi decapi­ tado (Ml 14. O rei reações.G. Tal pregação provocou duas Hadade. seja de fé e obedi­ ência soja de refeição e rebelião. este acontecim ento lt.

da trilxj de Levi.34 mostra como 8 . HILQUIAS (Heb. i i o meio de tantas Pode ser o mesmo tio item nB 7 S.32.20).! de Eiraim (Jz 12.13-15). . Os quais saítun com ele pata as batalhas e lideravam o povo de Israel na guerra.13. no tempo do rei Acabe. Pai de Gemarias. 26.4 registra IliJquias como essa maldição se cumpriu. to sugere que um rei mais piedoso ja­ mais permitiria que tal obra fosse feita. foi apenas mais um. é mencionada em 2 Samuel 23. designados pelo rei Davi 0 clã dos hezronitas (Gn 46.3.3. Nm 25. Is 22.26). 4.25. P. Esse perverso um dos judeus qoe ticaram ao lado de alo de desobediência à ordem do Senhor Esdras durunie a Untura publica íla Lei. Um de Seus des­ (2 Rs 18.1 2 . geiros enviados pelo rei Zedequias a Nahucodonosor.D. O tex­ HEZRO. Seus filhos Abirão e Segube 35. Era filho de Salum Jericó.3). que fora destxuida pelo poder de (Ne 12. Abdam fui sepulta­ da em Piratom.1). 1 Cr do palácio duranle o reinado de Ezequias 2. 265 . menckmepelo rei losías à profetisa fluida. Pãi do profeta leremias e sacerdote Rute. encontrou o livro da Lei (2 Sm 23.18. Tarubém chamado de Huroi. Josue pronunciou uma maldição deus que retornaram para Jerusalém com sobre qualquer um que reedificasse Zorobabel. Liderou a delegação enviada HIEL. ceram depois ria lei lura dos preceitos divinos. para do r.35 (onde é chamado de Hezrai) o 1 Çwmicas 1 1. Deus (Js 6.22).7). Conhecido como "o carmelita'*.21. era rio ribeiro rle Gaás" do de Josias.2 1 . que se casou com 4 . rei Davi (Rt 4. Um homem de Betei.omo o retonsfrulor da cidade de “inquirir ao Senhor'*.19) e do Senlior lesus 5 .15). Da liderda família que l icou conhecida como coxa do Senhor.10. morreram em decorrência dessa recons­ 7. meio de sua esposa Abia. cendentes foi Boaz.6: 1 Cr 5. Ancastrd dos HEZROM . L íd er da fam ília dos meraritas. 11 Rs 16. Nm 2 6 . a administrador de Asur (Gn 4 6 .341. 2 Um dos lideres dos judeus que as­ sinaram a aliança de Esdras (Ne 10. era da famtlia dos m eraritas e serviu uo um dos líderes de sua tribo e lornou-se Tabernáculo uo reinado de Davi 11 Cr cabeça do seu próprio clã hezronita. O incidente proporciona evidências da juizo de Deus sobre os que se rebelam contra sua Palavra. rei da Babilónia (Jr 29. Participou 'ias reformas ele para as batalhas e lideravam o povo religiosas o da avivamento que aconte­ de Israel ua guerra.5. Ru de Abdom. I Reis 16. guerreiros valorosos que saiam com tregou ao rei. lambem era 2.9. O 17* lurno saiu para Hesstr e es la era a ordem oa qual miriistrava quanilo entrava no santuário (1 Cr 24.11).18. Depois de sua morte. Terceiro filho de Rúben e qun foram encarregadas da música.45).24.HILQUIAS meio de sorte to. Sacerdote que estava entre os futrução. HILEL.20. depois do exílio na Babilónia Jericó. 2. 36. Segundo filho de Hosa. Pai de Ebnquim.8).c.31 HIDAI. <7. porlanlu. um dos meusaCristo (Ml 1. 1 .4-14.37. Era urn dos “trinta heróis” de Davi. em 6.G. Neto de Judá r filho de Ferez. uô Senhor é a minha p o rção "). Sumo sacerdote duranle o reina­ 1 Crónicas 11. de Israel (2 Rs 22. Urn dos "Irinta heróis” de duranle as reformas no Templo v o en­ Davi. Êx 6. ua região montanhas.30). maldade» feitas nos dias de Acabe.18. 2 Cr 14 9-22.9. 1 Cr 6. Neemias 8. Por 26. (1 Cr 6.33). é um ancestral direlo do em An a lote (Jr I I ) . que liderou Isra­ el durante oito anos no tempo dos Juizes. 1. Lc 3.14. tornou-se pai 3 .

Judá conheceu luna mulher do Canaã. Sua reputação como artesão provavel­ mente se espalhou entre o povo. a qual lhe deu vários filhos.nos pilares e outros artefatos de bronze do Templo.18. HIZQUI (Heb.'lflJ Talvez acreditassem que tal fato era simplesmente a descrição de uma experiência espiritual e não o ressurgi­ mento rio corpo — ensino fundamentai da ié cristã (veja l Co 15. no tempo do rei Salomão. p.22. Assim que 0 Palácio é o Templo fo­ ram conslruidos. A mãe desse Hirão era uma viúva da tribo de Naflaii. “lorte"). Vivia em Tiro. depois que o lilho de Davi escreveu-lhe uma carta. relacio­ nado com Alexandre e com Fileto (veja Alexandre}.12)..27: 10. não licou satisfeito 1 1 Rs 9. 266 .20 e 2 Timóteo 2. mas seu pai era de Tiro e também fora um grande artesão (v. p. posteriormente. Salomão deu a Hirão vinl.13. quando o Templo estava em construção. H IRA .e cidades 113 região norte da Galiléia: mas ele. HIR Ã O • A B I . Art esãi i. "Hirão. Sua descendência israelita provavelmen­ te foi o que lhe permitiu trabalhar uo Tem­ plo. O ensino deles de que a ressurreição já li­ nha ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2. provavelmente corno sinal de respeito. 16).g .12). juntamente com as de Hirão.1: 2 Cr 2. 14-1. Tais he­ resias são couslanles ria história: os cris­ tãos devem seguir o exemplo fle Paulo v confrontar essa questão r. pedindo o envio de matéria-prima (2 Cr 2.ora imia forte Insistência . Ambos. Provavelmente é a mesma pessoa mendonada em 1 Timóteo L.17). listado na genealogia do iribo de Benjamim que vai até Saul 11 Cr 8. do lemplo. HIRÃO. Um tratado foi firmado entre Salomão e Hirão e um grande comércio íoi estabelecido. com esse propósito. Um dos filhos de Elpaal.13. lambém ê chamado de Hirão-Abi (v. A importância de Hirão uo trabalho do lem plo também é perce­ bida no espaço dedicado a ele pelo escri­ tor do livro (vv.118: I Cr 14.16-19).-sobre a realidade da ressur­ reição do corpo. trabalharam juntas e trouxe­ ram tesouros para Salomão de vários lugares di/erentes (1 Rs 9. A heresia pregada por dos espalhava-se camo "cuncer" e era i.16). Rira mais detulbes. O tamanho extraordinário e o brilho dos pilares e dos outros itens que fez dão uma indicação tanto das propor­ ções do Templo como de sua riqueza e beleza. lilha de um bomem chamado Suan. 2. mas também a tecnologia espooiallzada e os artesãos necessários para as obras de carpintaria e de construção com pedras. entretanto. “Não se averiguou o peso do bron­ ze" (1 Ks 7. pois o filho de Davi ordenou que ulr* especifica­ mente fosse Contratado para trabalhai.14).17.nc. 2 Cr 8. Enquanto estava mi companhia de Hira. pois Iíirão enviou marinheiros experientes para comandar os navios de Salomão no mar Vermelho. As re­ lações. veja Hhõo. No relato sobre seu trabalho em 2 Clônicas 4 11 -18. 1. 4. 13-47). Foi enviado a Salomão pelo rei de Tiro. pai e filho. Líder herético.47). d.. amigo de juda (Gn 38. com o compromisso de Israel enviar trigo e óleo de ohva para Tiro (2 Sm 5 11: 1 Rs E i. que dera grandes quantidades de cedro e ouro para Salomão. Seu reinado prosseguiu durante o governo de Salomão. d entendimento e de dèncio para fazer toda sorte de obras de bronze" 11 Rs 7.2).aractorizada pela distorção rias Escrituras. 9. o procuraram para providen­ ciar o suprimento de madeira para a cons­ trução do paládo e. Rei de Tiro na época em que Davi iniciou a construção de seu palácio em Jerusalém.10). Adulamita. oou Lratudo para brabiilbar na construção do Tbtnph •de Jerusa­ lém. superaram a esse de­ sastre diplomático.11-14: 2 Cr 8. era cheio de sabedoria. 1 . Essas embarcações. item ne 2. Hirão não somente exportava o famoso cedro do Líbano.11.HIMENEU HIMENEU.

Um dos levitas que. Os dois sacerdotes também eram culpados de manter relações sexuais Uegitimas com as mulheres que serviam na porta (lo Tabernáculo (v. "majestade”). depois que se divorciou de suas outras mulheres Husim e Baara.29. insistiam em tirar sua parte anlés do sacrifício. Hades deu-lhe sete filhos. Outro líder que também assinou o pacto leilo pelo povo (Ne Ui.35. e lideraram os judeus na ora­ ção. irmão de Finéias. 5 . embora um pouco improvável. Certamente lambém e possíve). seja chamado do queneu) Em outr as passagens. Nos dois textos onde sou nomn aparece. '‘esplendor do Senhor"). Pode ser o mesmo do iiom u® 4. Uma das es­ posas do benjamita Saorim.s apresentam a grafia de Ezequias). 2 3 . lua nova”). e cada uni deles tornou-se líder de seu próprio clã (1 Cr 8. Tiravam da como quo as pessoas levavam para sacrificar e. entre » >grupo de bravos gu erreiros da tribo de Manassés. No meio de Ioda essa sujeira e maldade. 4 . 2. alentou para a oração de Ana o nasceu o profeta Samuel. Dessa maneira. H O B A B E .HOFNI HIZQUIÁ (Heb. H O D A V IA S . não men­ cionado pelo nome. "des­ prezavam a oferta do Senhor" (1 Sm 2. quando todos confessaram seus pe­ cados (No 8 7. e os israelitas iniciaram a marcha rumo à Terra Prome­ tida. que os textos se refiram a dois homens diferentes. Os filhos desse sumo sacer­ dote tornaram-se totalmente corruptos e liravam vanlagem da posição que ocupa­ vam. enquanto na segunda é vislo como o progenitor dos queneus (embora em íuízes 3 . Era da competência de Eli assumir a responsabilidade de disciplinai' seus £i- 267 . como ordenava a Lei |Lv 3. HOFNI. 3. listado como om dos t r ê s (ilhas de N e a r i o S (J Cr 3 . Não tinham consideração polo So­ nhar (1 Sm 2. 4 . Um dos levitas que instruíram o povo sobre a Lei. depois que deixassem o Sinai Embora a princípio estivesse relutante. Entre seus d escen d en tes está CadmieL que ajudou na reconstrução do Templo depois do exílio na Babilónia (Ed 3. não fica totalmente claro se era sogro ou cunhado de Moisés |Nm 10. Ne 7.10).5).24). o cativo 11 Cr 3. quando Esdras a leu publicamente.13). Na primeira passagem páreos sor nm midiiinila. Moiaés o cunveuceu u unir-se a eles. HODE (Heb.algumas vnrsóe. 1.até que a gordura fosse queimada. 18). Apesar. "força dn Senhor”). Enquanto viviam em Moabe.1 0 o sogro.de tudo. era um dos fi­ lhos de Eli o sa cardo to de Israel em Silo fl Sm 13). Iz 4.37 como descendente de Aser e filho de Zoiá.29. A razão para se mencionar Hobabe. depois do exi­ lio na Babilónia. 3. HODIAS lHeb. 22). ao invés de esporar.40. Líder de sua família.7).29-34). é que ele era bem fa­ miliarizado com as áreas do deserto por Dnde Moisés e os israelitas viajariam.9).2 1). 1 . Seu noto Saiu estava entre os pri­ meiros jurleu> da tribo de Benjamim a se restabelecer em Israel depois do exibo na Babilónia ( L Cr 9. Mencionado em I Crónicas 7. em Números 10. o sogro do Moisés é chamado de Jetro. 2 . na linhagem real dos descen­ dentes ile leoiiiquim. o Senhor entretanto. Outro lcvitn que também assinou o pacto (Ne 1 0 . 7. essas valen­ tes não Forarn fiéis ao Senhor (1 Cr 5. 9.9). Um dos filhos de Elioenai.3 11.1517). assinaram o pacto leilo pelo povo de adorar somente ao Senhor (Ne 10. Descendentes de sua linhagem es­ tavam enlre os levitas quo retornaram do e x ílio com Neomias (Ed 2. Essa lisla proporciona a linhagem real rio reino de Judá depois do exílio.43). Des­ cendente do rei Davi. HODES (Heb.12).

contudo. o juízo viria sobre a família de Eli Tal (alo acon­ teceu 11 Sm 4) quando.1-12. com quem Deus falou numa uOite (vv. porém.1: 36. cujo nome náo é mencionado (vv. ensinar etc cOmo foi ordeuado pelo Senhor. Por duas vezes Deus advertiu EU que mandaria juízo s o hre sua família. HOFRA. Uma das cin co filh as de Zelofeade. mas oão Linha autoridade sufi dente paia colocar um paradeiro nas atitudes deles. Ezequiel também profetizou a queda des­ se Faraó (Ez 29. sobreviveriam. o qual faria o que era reto diante dele e andaria sempre diante do ungidi) rio Senhor | v. sabeurlo que receberíamos um juízo mais severo" (Tg 3.). caiu de onde esLava seulndo e também faleceu fv. ao ouvir a noti­ cia do que aconteceru. Ismael malou Gedalias. como pastores e bispos. polo bem de Israel seu povo. 13) e. Quando. durante uma revolta contra ole no Egito. mas Lambém precisam ler um estilo de vida que refliia o chama­ do divino. se obede­ cessem à sua palavra e ficassem na lerra. os que lideram 0 pov o de Deus. como resxiltado. A segunda advertência veio a Eli por meio do menino Samuel (1 Sm 3. por isso. etc. Holra foi morto. que apon­ tava o pecado dos Filhos (l Sm 2. 3 começa com as palavras: “Naqueles dias a palavra do Senlior era muito rara: as visões não eram frequen­ tes". não houve arrependimento lv.33: 27. de­ vem .d. Js 17. lamentavel­ mente. devem ter uma vida exemplai (Ml 2.HOFRA lhos e ass'?gurar o oTdem apropriada e a obodiôncia da Loi oca Silo.11 O episódio com Eli e seus filhos.1-16. não sejais muitos de vós mestres. Moisés consultou ao Senhor sobre a questão e.saber que Deus é misericordioso e os perdoará. Há muito (empo Jeremias profetizara que os judeus deviam permanecer em sua torra e viver sol) o domínio dos caldeus. Náo so­ mente devem desempenhar suas tarefas do trabalhar. Tratava-se do juízo de Deus sobre eles: mas. 18). o Seohoi prometeu também que. Parece. No final.30). membros da Lribo de Manassés (Nm 26. A primeira oportunida­ de íoi por meio de "um homem de Deus". Detis então declarou que uão es-lavam seguros. 35}.11-18). Joanae outros bderes de Judá fugiram pura o Egito.c. quo era fraco e indeciso. Nabucodonosor invadiu esse país em 568 a. feita nessa ocasião. Elas enfrentaram uma situação embaraçosa com respeito à he­ rança. uma nova lei foi 268 . pois normalmente as terras eram herdadas pelos filhos homens. É mencionado apenas urna vez na Bíblia (fr 44.ra iusto que seu nome íosse apagado da memória do povo. mais do que Iodas as pessoas. uru dia levantaria ”um sacerdote liei'’. 25). a Arca foi captu­ rada.C. 110). se eles se arrependerem rle seus pecados. p.23-251. pois os egípcios também seriam subjugados. con­ tudo. lembra aos líderes que eles. pjjjc. não è surpresa que Tiago faça a seguinte advenência: "Meus irmãos. Urna indicação de como.3). as quais casaram-se com os primos por parte rio pai delas. lembrava aos israelitas que a aliança do Senlior corn elos permaneceria lirmo e apontava indiretamente para n tempo da vinda de Cristo. a dospeito da advertência anterior. na batalha Contra os filisteus em Afeque. A mensagem desta vez foi que. Por toda a Bíblia. pois não e. Faraó que governou o Egito en­ tre 589 a 570 a. Elas procurar am Moisés aa entrada do Tabernáculo para obter solução sobre esse problema e pediram -lhe a permissão para que tomassem posse da propriedade que seria do pai. 27-36J. o sacerdócio se afastara para lon­ ge du obediência ao Senhor é a maneira como o cap.C.7-9: 1 Tm 31 Portanto.11) r o sumo sacerdote. Hofni e Finéias loram mortos (1 Sm 4. Eles simplesmente “oão deram ouvidos à voz de seu pai" (v. Mesmo no NT. Apesar da mensagem ser de juízo. H O G L A . A promessa de Deus. a responsabilidade colocada sobre os que são chamados para servir ao Senhor é formidável. ocasião om que levaram Jeremias com eles.

1. ua épo­ ca em que a (erra foi conquistada por Josué. lis la ilo entre os que foram separados para o mi­ nistério da profecia e da música. Era filho de Héber (1 Ci 7. filhos dos ir­ mãos do pai delas. 1. 1 . Posleriormenle. Então a regra que foi estabelecida definia a lei da he­ rança. 12.328.10. o rei cativo 11 Cr S. duranle 26 9 . ele e sua família (orna­ ram-se porteiros aa Porta Ocidental e ua POrta Salequete. a llm de pedir orientação se deveriam ou não abandonar a terra (Jr 42. o rei Davi nomeou Hosa como “porteiro". Quando os israelitas final monte en­ traram em Canaã e a terra foi dividida entre as tribos. sul do Canaã. as filhas de Zeloíeade casaram-se com primos. para que se cumpris­ se o requisito fia Lei. 22. mas ele próprio (oi derrotado por Isra­ el [|s 10. apôs o exdio. n horeu. rei de Jerusalém.39. e oulro. Era bder eulre seu povo. 2. Israel loi em seu socorro e derrotou a coalizão.10). ”o Senhor (em ouvido”). Quando os israelitas sitiaram a i.18J. Era um levita do clã d o s meraritas. Rei de Gezor. quo tinham feito um tratado de paz com os israelitas. Era descendente du rei Davi e filho de Jeconias (em algu­ m a s traduções é chamado de |eoiaquim|. de Ilebrom. Seu pai foi Lotã (Gn 3 b .32). mandou que os soldados rolassem gran­ des pedras para a entrada do túnel e co­ locou guardas. MOS AMA (Heb. Gn 36.32]. o boreu. HOMÃ. O grupo. Da Iribo de Si meão. Nelo de Àser e líder daque­ la tribo.2). HOTÃO. ua liderança dos valentes soldados nos campos de ba­ talha II Cr 11.33).idade de Laquis. Um dos descendentes de Esaú. mandou lira-los da caverna e os matou (Js 10.16) HORÃO. Dessa maneira.1). pela linhagem rle Seir.s lideres procura­ ram lerem ias. HOSA. através de Seu-. a terra não pertenceria mais a Manassés para sempre. Posteriormente.líG. ou então per­ deriam o direito ã herança (Nm 3(51. oficial do exér­ cito de Israel. Quando retornou da batalha.39). Seu pai loi Lola (1 Cr 1. pai de Safate. Aroerita. IJm dos descendentes de Esaú.3.5). veja Jezanhis. 1 Cr 1. Quando Gibeom foi atacada. Os reis fugiram paia uma caverna em Maquedá. Q u a n d o Josué os encontrou escondidos. Rei amorreu. quando foram dedicados por Neemias. Liderou uni dos maiores corais ao longo dos muros de Jerusalém. um tios doze homens enviados por Moisés paia espiar a terra de Canaã (Nm 13. Para mais detalhes.22. 1 . para formar urna confederação de reinos para guerre­ ar contra os gibeonitas. a qual determinava que as mu­ lheres deveriam casar com membros da mesma tribo de seu pai. porém. que estavam entre os guerreiros poderosos de Davi e lutaram at> seu lado. as filhas de Zeloíeade re­ ceberam a parte delas (Js 17. Seu filho (ezarias. onde é chamado de Hemã] HORI. 2.4). fiai de Sarna o Jeiel. para guardar a entrada da tenda na qual ela seria colocada (1 Cr 16.38). para que não escapassem. cf. não reagiu favo­ ravelmente ao conselho do pruíeta (Jr 43.HOTIR promulgada. P. Um dos filhos de Asale. H OS AÍ AS. Horão subiu para saivála. Respondeu â convocação de AdouiZedeque.11. 2. Listado entre os descendentes da linha­ gem real. HOTIR. 2. a qudi permitia que as fi­ lhas herdassem as ferras do pai delas. alguns lideres da tri