Vida

A história de todos os personagens da Bíblia

Quem é Quem na Bíblia Sagrada

Editado

por

Paul

G ar d ner

QUEM E QUE NA BÍ BLI A SAGRADA

Paul Gardner (editor)

Prazer; emoção e conhecimento

ISBN 85-7367-377-X Categoria: Referência Este livro foi publicado em inglês com o título l7x‘ Complete Who’s VCho m U x B úie por Marshall Pickering O 1995 por Paul Gardner • 1999 por Editora Vida Ia impressão, 1999 2* impressão, 1999 Traduzido por Josué Ribeiro Todos os direitos reservados na língua portuguesa por Editora Vida, rua Júlio de Castilho, 280 03059-000 Sào Paulo, SP - Telefax: (Oxxl 1) 6096-6833 As citações bíblicas foram extraídas da Edição Contemporânea da traduçào de Joào Ferreira de Almeida, publicada por Editora Vida, salvo quando outra fonte for indicada. Gerência editorial: Reginaldo de Souza Preparação de textos: Mardônio Nogueira Revisão de provas: Rosa M. Ferreira Editoraçao eletrónica: Imprensa da Fé Capa: Douglas Lucas Design
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Impresso no Brasil, na Imprensa cia Fé

Dedicatória
fóra minha esposa, Sharon, e meus filhos, Jonathan. David e Hannah. Cujos nomes tanto significam para mim: Sharon (Sarona, Atos 9:35) foi um lugar que testemunhou um grande movimento de conversáo a Cristo pelo ministério de Pedro, lonathan significa “o Senhor deu". David provavelmente significa “amado do Senhor". Hannah significa ‘‘graça", a qual é tão importante em nossa família. N A S C I M : r p o d z l a t g i D

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PREFACIO

Qualquer pessoa que se aproxime da Bíblia pela primeira vez percebe que não se trata apenas de um livro teórico sobre Deus. Desde o primeiro capítulo, vemos que é uma obra que fala a respeito do Criador e sobre seu relacionamento com sua criação, espe­ cialmente com seu povo. Aprendemos sobre Deus ao vê-lo revelar-se a homens e mulheres falhos. O Senhor fala com eles. Lrabalha com eles, encoraja, disciplina, ama e castiga cada um deles. Dessa maneira, fica muito claro que Deus tem algum tipo de comunicação com cada ser humano, individualmente. Esse entendimento às vezes é de amor e comunhão, ou é um relacionamento no qual a pessoa se rebela contra Deus, mas o Senhor e Criador está sempre lá, sustentando soberanamente o mundo, durante o tempo que Ele desejar. Meu desafio e minha maior empolgação ao dirigir este projeto foi que me permitiu estudar essas pessonagens à luz da comunhão delas com Deus. Espero que todos os que lerem Quem É Quem n a BíbUa Sagrada experimentem, como eu, um conheci­ mento muito maior de Deus, ao vê-lo junto das pessoas de diferentes raças, forma­ ções, culturas e crenças. Observamos os fracos que confiam em Deus e o adoram, e são usados por Ele nas situações mais difíceis e perigosas da vida. Vemos os podero­ sos deste mundo, que não confiam no Senhor nem o adoram, despojados de seus tronos, quando Deus exerce sua soberana vontade, Vemos os pecadores serem perdo­ ados, quando se voltam com fé para um Deus amoroso que cuida do seu povo. e observamos os que são castigados, por se recusarem até mesmo a ouvir os avisos sobre o juízo de Deus. Quando olhamos para as personagens da Bíblia, descobrimos como o pecado en­ trou no mundo e afetou cada ser humano. Vemos isso até mesmo na vida dos assim chamados “heróis" da fé. Na revelação bíblica, não existem seres humanos perfeitos (a não ser Cristo). Abraão, Moisés, Davi e outros grandes líderes são vistos como homens de Deus, mas também como pecadores, que necessitam do perdão divino. Quando lemos sobre o pecado que homens e mulheres cometeram, imediatamen­ te percebemos que são pessoas idênticas a nós. Entretanto, também observamos como Deus perdoou os que se voltaram para Ele; assim, temos esperança para nós mesmos, se também confiarmos em seu perdão e salvação. Quando olhamos para a sociedade e nos surpreendemos com os horrores que nos cercam, vemos que outras pessoas viveram em tempos que foram no mínimo tão maus ou até mesmo piores (veja, por exemplo, o período dos Juizes), e nos reanimamos com o fato de que naquela época Deus era soberano e Ele permanece o mesmo hoje. Vemos a sinceridade de um ho­ mem fiel. como Davi. ao perguntar: “ Até quando, Senhor?”; “Por que os ímpios pros­ peram?" Nós nos identificamos com suas emoções; fazemos as mesmas perguntas para Deus e aprendemos do Senhor, quando vemos suas respostas para Davi e outros, através da história. Em benefício do homem, desde o mais insignificante até o principal líder mundi­ al. encontramos um Deus soberano, que se importa com a humanidade. Quando se revela às pessoas, ao longo das épocas, fica evidente que esse cuidado do Criador santo e transcendente pelo ser humano é que levará à sua provisão para a salvação.

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QUEM É QUEM NA BÍBLIA SAGRADA Enquanto o foco bíblico estreila-se, aponta inexoravelmente para o plano eterno de Deus de enviar seu único Filho Jesus para trazer salvação ao homem que Ele criou e o qual ama. A encarnação de Cristo torna-se a maior demonstração do quanto o Se­ nhor se preocupa conosco. Quando estudamos a vida dos que conheceram Jesus e colocaram sua fé nele e O seguiram, mesmo que isso conduzisse à própria morte, descobrimos o que significa ser um recipiente da graça, da misericórdia e do perdão de Deus. Vemos a alegria em seu viver, mesmo diante das perseguições, doenças ou dos desastres naturais, pois sabem o que significa pertencer ao Senhor. Quando ve­ mos a maneira como conquistaram o mundo de sua época, isso nos dá um entendi­ mento mais profundo do Deus que ama, perdoa, salva o homem do castigo e o conduz à eternidade junto consigo. E minha grande esperança que todos os que lerem este livro vejam a Bíblia como algo mais real. mais relevante e útil do que talvez considerassem antes. Espero tam­ bém que esta obra apenas aguce o apetite para o estudo mais profundo e contínuo de cada leitor sobre esse Deus que criou o homem e se revela não de uma maneira abstrata. mas na vida real, no mundo real, sobre o qual Ele permanece como absoluto soberano. PAUL D. GARDNER Cheshire, 1995

INTRODUÇÃO

Propósito
O propósito deste Iívto é o de prover uma referência exaustiva que possibilite a rápi­ da utilização sobre as personagens mencionadas nos textos bíblicos, do Antigo e do Novo Testamento. Assim, para cada uma delas há pelo menos algumas informações mínimas, bem como as referências bíblicas e uma breve descrição do seu papel pes­ soal na narrativa bíblica e sua possível relação com outros nomes. A intenção desta obra é que ela seja um livro útil ao maior número possível de pesquisadores. É livro de referências muito prático, tanto para os estudiosos da Bíblia como para os principiantes. Estudantes, membros de igrejas locais, professores, pas­ tores e alunos de seminários e institutos bíblicos, todos reconhecerão o valor de uma obra como esta. Também esperamos que seja um livro útil como referência nas biblio­ tecas públicas e particulares. Ele foi deliberadamente escrito com o propósito de evitar ao máximo os detalhes técnicos. Os leitores com certeza adquirirão um considerável entendimento do quadro com­ pleto das principais personagens bíblicas. Essa descrição de nomes também destinase a ajudar os estudiosos a entender melhor o lugar de cada servo de Deus dentro dos propósitos divinos e da história de seu povo. A visão bíblica do próprio Criador e de seu relacionamento com o ser humano muitas vezes é mais bem apreendido quando estudamos os homens e as mulheres em sua comunhão com Deus. É claro que tais objetivos em muitos casos não são alcançados, devido às informações do texto serem insuficientes. Outros artigos muito úteis loram incluídos, os quais apóiam a obra como um todo e contribuem para um melhor entendim ento do material bíblico relacionado com os nomes mencionados nas Escrituras. Embora o leitor pense imediatamente em numerosos ouLros artigos que também deveriam ser incluídos, o espaço dispo­ nível tornou isso impossível. Os que toram registrados, entretanto, mencionam pro­ pósitos especiais que muito ajudarão o leitor. Por exemplo, existem dados sobre crianças, personagens sem nome, como a mulher no poço, anjos, leofanias e mesmo sobre genealogias. Esta obra foi escrita sob o entendimento de que a história bíblica deve ser cuida­ dosamente selecionada. Os vários escritores das Escrituras Sagradas, guiados pelo Espírito Santo, mencionaram eventos e pessoas porque estavam interessados no Deus da história, que opera entre as pessoas do seu mundo e no meio da sua criação. Houve os que cuidaram dos diferentes aspectos dos acontecimentos, mas sempre se mostra­ ram preocupados em ensinar à sua própria geração e às futuras mais sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e especialmente com o povo da sua aliança. O propósi­ to deste livro, portanto, é apresentar da maneira mais clara possível — dentro das limitações de uma obra de apenas um volume — o maior número possível de infor­ mações sobre Deus e os seres humanos que viveram diante do Criador onipresente e onisciente.

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Como u u r este volume Em alguns aspectos, esta obra podo ser utilizada do uma maneira muito dirola. Simplesmente procuro o nome e leio! Sempre que dois. três ou mais personagens diferentes tenham o mesmo nome. são listados como 1 . 2. 3 etc. e talvez seja necessá­ rio olhar todos elos para encontrar, por exemplo, o Zacarias desejado. O propósito desta obra é dar. sempre que possível, um pouco mais de informações além dos simples detalhes biográficos de cada personagem. Com isso em mente, para extrair o máximo deste livro e aprender sobre o porquê de um nome ser mencionado na Bíblia e o que essa menção ensina sobre Deus e seus propósitos, provavelmente será necessário que o leitor olhe também outros nomes relacionados. Já que todos os nomes da Bíblia estão listados neste volume, a referência a outros nomes só é feita quando a informação contida no verbete é realmente necessária para se ter um qua­ dro completo do assunto. Por exemplo, o leitor talvez esteja interessado em saber mais sobre Reuel. o sogro fie Moisés. Uma olhada rápida remete-o até Jetro. Um verbete mais longo mostra como ele. um midianila. foi usado por Deus não somente para prover moradia e uma esposa para o grande legislador, mas posteriormente para conceder valiosos conse­ lhos sobre a delegação da autoridade na liderança do povo de Israel, em sua viagem através do deserto. A açáo de Jetro demonstra o cuidado de Deus por seu povo e especialmente pelos líderes escolhidos por Ele. Isso pode também levar o leitor a ler os artigos sobre Moisés e a "Aliança", pois ambos acrescentarão um considerável en­ tendimento do cuidado do Todo-poderoso por seu povo e sua atenção especial pelo genro de Jetro. O interesso de aprender mais sobre Saul levará o leitor a perguntar por que Samuel parocia tão relutante om aceitar uin monarca subindo ao trono em Israel. Os artigos sobre *'Rei”. "Reinado" e “Samuel" ajudarão o estudioso a entender melhor a atitude do próprio Deus quanto à questão dos israelitas desejarem um rei e o dilema com o qual Samuel se deparou. Colaboradores Esta obra inclui a lista dos que colaboraram em sua elaboração. Sempre que um verbete possuir mais de 100 palavras, as iniciais do nome de quem contribuiu são registradas. Ocasionalmente, quando houver mais de uma pessoa com o mesmo nome. diferentes colaboradores escreveram sobre elas. Isso é Facilmente notado pelas inici­ ais dos nomes. Pontos de interrogação Algumas referências bíblicas são seguidas por um ponto de interrogação. Isso indica simplesmente que não se tem certeza se aquele texto se refere à pessoa que oslá sendo descrita. Questões que surgem Existem certas dúvidas que obviamente surgem ilurante u preparação de um volu­ me como este; são questões difíceis e polémicas. Mas a intenção dos que colaboraram foi « melhor possível.
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H/Ao w i/ duscundantot O vocábulo traduzido como "filho" h.n vozes m u refere do lonna genérica u um descendunte do sexo masculino ou uo que entendemos como "flllio", isto é, um descendente direto de um homem ou da uma mulher. O termo “pai” também podo reforir-se ao pai direto ou a um importante ancestral. No livro Quem tf Quem. o vocábulo “filho" é usado onde há uma indicação razoável para se entender que um "filho” direto é mencionado naquele momento. Em outras circunstân­ cias. utilizamos o termo "descendente". O mesmo principio é aplicado também com relação ao vocábulo "pai". Não há dúvida de que em certas ocasiões alguém discorda­ rá da decisão tomada. Às vezes existem problemas genuínos, que causam opiniões divergentes entre os- estudiosos. Recomendamos que o leitor leia o artigo “Genealogias Bíblicas". Pessoas ou lugares? Em numerosos textos existe diferença de opinião se os nomes exibidos se referem a pessoas ou lugares. Até mesmo em alguinas genealogias parece que nomes de lugares estão misturados com os de personagens. As pessoas provavel­ mente chamavam certos locais pelos seus próprios nomes, criando assim um proble­ ma para nós. que vivemos tanto tempo depois que os eventos aconteceram (veja o exemplo de Manre). Normalmente, nesta obra. onde ocorrem tais diferenças de opi­ nião entre os estudiosos, os nomes têm sido tratados como indivíduos, embora seja óbvio que na verdade muito pouco possa ser dito a respeito de tal pessoa. Na maioria dos casos, náo gostaríamos de entrar numa discussão sobre essa questão! Nomes ou versões diferentes? Todos os nomos escritos baseiam-se 11a Versão Con­ temporânoa da Bíblia, em português. Os leitores que adotam outras traduçõos enconIraráo certa dificuldade, pois existem pequenas diferenças na maneira em que os nomes são escritos.

Os nomes e seus significados Muitas vezes supõe-se que todos os nomes bíblicos têm um significado especial. Ksse. contudo, não é o caso. A grande maioria dos nomes funciona de forma similar à maneira ein que são usados hoje na maioria dos paises ocidentais. Simplesmente identificam um indivíduo em particular. Assim, o nome Jó não significa nada mais para nós. a não ser para diferençar o personagem Jó de outro chamado Bildade: náo podemos conhecê-lo por meio de seu nome. pois este nada diz sobre seu caráter. Nesta obra. quando foi possível, traduzimos 0 significado dos nomes; mas isso funciona apenas como curiosidade e nada mais. Quando meus pais mo deram o nome de Paulo, eles não pensaram no sentido original em latim, porém imaginaram que elo se referia a alguma característica minha — assim polo menos eu espero, pois meu nome significa “pequeno”. For outro lado. meu nome tinha um significado para eles e muitos do seus amigos, pois venho de uma família cristã e eles deliberadamente escolhiam nomes da Bíblia para todos os filhos. Não há dúvida de quo alguma coisa assim podo ser vista na escolha dos nomes de muitas pessoas, principalmente uo Antigo Testamento. Os pais escolhiam nomes para os filhos quo os identificassem com uma família que desejava ser conhecida como fiel ao Senhor; por isso muitos nomos oram compostos polo sufixo "el", quo significa Deus, ou com formas abrevia­ das de leová. que aparecem de forma variada mas frequente, como Isaías, Jeremias. Zacarias, Elias (meu Deus c leová) e Josué (Jeová salva). Em algumas partes do mundo ainda é comum os pais colocarem no filho mais velho o mesmo nome do pai. Para a freqilente diversão dos europeus, em cujos países isso não se usa mais. exceto nas famílias reais, essa prática ainda é muito usada nos Ix

Kitudos Unidos, onda tomos alguns axornplo.i ramosos, r.omo Goargo Hamilton IV! 'Ilimbrim nas Escrituras, lal prática podo sor vista ocasionalmente. For exemplo, vo-

inos o dobalo sobre o nomo que soria dado a João Batista, na época do sou nascimento. A iamil ia esporava que o menino recebesse o noine do pai, Zacarias. Na verdade, Deus tinha outros planos e a criança finalmente foi chamada de João (Lc 1.13,57-66). Esse incidente levantou uma questão interessante, quando organizamos esta obra. pois na verdade existem pouquíssimos casos na Bíblia em quo descendentes recebem o nome do pai ou do avô. Alguns analisam a questão e sugerem que isso era muito mais comum entre as famílias sacerdotais, como no caso de Zacarias. Sem dúvida a função hereditária dos levitas e sacerdotes era a grande responsável por isso. Prova­ velmente havia um grande orgulho de que o filho continuasse o mesmo trabalho para o Senhor que seu pai fazia, e o senso de continuidade no sacerdócio e na vocação dos levitas era assim enfatizado por meio dos nomes. Existe, contudo, um grande número de situações na Bíblia, tal como aquela sobre João, mencionada anteriormente, em que o nome claramente significa mais do que a simples identificação de um Indivíduo. Naquela situação, o próprio Deus colocou o nome de João. que significa "leová tem sido gracioso". Dessa maneira, o nome estava relacionado com o trabalho e a mensagem que ele traria para o povo de Israel; era uma mensagem de arrependimento e de preparação para o advento do Messias. Era unia mensagem que seria resumida na declaração: "Jeová tem sido gracioso”. Além de indicar a mensagem ou a vocação da pessoa, outros nomes também resu­ mem todo o indivíduo, ou talvez alguns aspectos de seu caráter. personalidade ou estilo de vida. O fato de que os nomes podem ler esses significados ó visto mais claramente em relação ao próprio Deus. Vemos repetidamente na Bíblia referências ao “nome" de Deus. A Bíblia fala sobre adorar ou invocar “o nome de Deus" e para náo blasfemar o seu “nome” (Gn 4.26: 21:33: Lv 9.12: SI 9.10 otc. Veja o verbete Deus. para maiores detalhes). Aqui. o nome é usado para dar a idóia de tudo o que é conhe­ cido sobro Deus. O nome Jesus, que significa "Jeová salva", foi dado ao Messias pelo próprio Deus o resume plenamente tudo o que Ele veio fazer e também o que era. Ele veio para salvar, mas também era o próprio Deus (veja mais detalhes em Jesus). Existem muitos outros exemplos menos notáveis de nomes que descrevem algo do caráter da pessoa ou as circunstâncias que cercaram seu nascimento. Algumas vezos os nomes eram colocados sob a direção direta do Senhor, enquanto em outras ocasiões parece que a soberania geral de Deus trabalhava para que nomes apropria­ do» fossem dados a certos indivíduos. Por exemplo. Nabal, cujo nome significa “tolo”, agiu como um tolo. Jacó, cujo nome significa "suplantador". usurpou a posição do irmão: "Disse Esaú: Náo se chama ele com razão Jacó, visto que já duas vezes me miganou? Tomou-me o direito de prímogenitura o agora me tirou a bênção!” (Gn 27.36). Antes do morrer, logo depois do parto. Raquel chamou o filho de Benoni, que signifi­ ca “filho da minha tristeza" (Gn 35.18). Algumas pessoas receberam de Deus ou de outras pessoas nomes mais apropria­ dos ao sou carátor ou chamado. Dois exemplos são Abráo, que se tornou Abraão, o Sarai, cujo nomo mudou para Sara. Jacó (suplantador) foi chamado de Israel por Deus. o quo tom quo vor com sua luta com o Senhor em Poniel (Gn 32.28). Daniel e seus amigos ruceboram outros nomes na Babilónia, que claramente indicavam sua posição do dopondância no cativeiro. Certamente é esse fato de que os nomes podem ser mudados para indicar uma nova posição ou chamado que suscita a idéia de que uin diu Dous chamará sou povo por “outro nonie" (Is 56.5; 65.15; Ap 3.12).

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Outro ponto digno de raençflo é o poder expresso no processo do se dar nomes. Jó mencionamos que os babilónios mudaram os nomes de Daniel e seus amigos, para demonstrar dessa maneira o controle que tinham sobre eles. Faraó Neco fez o mesmo com o rei Kliuquim, a quem deu o nome de Jeoiaquim, como sinal de sua autoridade o sou controle sobre ele (2 Ks 23.34). Homens ou mulheres poderiam demonstrar esse poder. Por exemplo, a filha de Faraó deu o nome de Moisés ã criança que encontrou no rio. Adão recebeu de Deus o direito de dar nomes aos animais, o que sem dúvida indica a autoridade delegada pelo Senhor (Gn 2.19.20). Qualquer que seja o pensa­ mento sobre as irnplicaçóes dos aluais debates sobre o papel da mulher, Adão tam­ bém recebeu permissão de Deus para dar nome à primeira mulher: “Eva" (“vida". Gn 3.20). O processo do dar nomes às pessoas pode ser algo muito significativo na Bíblia, mas é importante deixarmos que o texto nos dê alguma indicação de quando este é o caso. De todos os milhares de noines relacionados nesta obra. alguns são realmente muito importantes em seu significado, ou indicam algo sobre o poder ou a autoridade que foram exercidos no processo da escolha do nome. A grande maioria, contudo, sig­ nificou muito para o pai ou a mãe. no momento da escolha, mas só serve para identifi­ car um indivíduo na Bíblia, da mesma maneira que os nomes fazem em nossa época.

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COLABORADORES

P.D.G.

O Editor Gardner, Paul D. M. Div. A.K.C., Ph.D. Pastor da Igreja Inglesa em Choshire. Inglaterra. Tilular da disciplina Novo "testamento do Oak Hill Theological College. em Londres. Conferencista de fama mundial. Seus auxiliares Blomberg, Cralg. M.A., Ph.D. Professor da disciplina Novo Tbstamento. no Denver Seminary, em Denver, Colorado, USA. Ordenado pastor pela Convençáo Batista do Sul. Bock, Darrell. Ph.D. Professor da disciplina Estudos do Novo Testa­ mento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Tfexas, USA. Orde­ nado pastor pela Igreja Associação da Trindade, em Richarding. Texas. Chapln, Shelley. B.A., \1.A. Escritor e radialista, presidente das esta­ ções do rádio KVNE e KGLY. om IVIer, Texas. USA, Candidato a Ph.D. Glodo, Michael J. M.Div., Th.M. Professor Auxiliar da disciplina Anti­ go '/testamento, no Reíormed Theological Seminary. em Orlando, Flórida. USA. Candidato a Ph.D. Ordenado pastor pela Igreja Evangélica Presbiteriana. Harris, W. Hall. Th.M., Ph.D.. professor da disciplina Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas. USA. Hess, Richard. M.Div., M.Th.. Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Hebraico, no Glasgow Bible College. em Glasgow. Escócia. Kistemaker, Slmon J. B.D.. Th.D. Professor da disciplina Novo Testamen­ to e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Jackson. Mississippi. USA. Ex-presidente (Li Sociedade Teo­ logia Evangélica. Ordenado pastor pela Igreja Cristã Reformada. Long, Philip. M.Div.. Ph.D.. professor da disciplina /\ntigo Testamento, no Govenanl Theological Seminary. em St. Louis, Missouri. USA. Or­ denado pastor pela Igreja Presbiteriana 11a América. Luter, Boyd A. Th.M.. Ph.D.. professor auxiliar no lalbnt School of Thcology, em La Mirada, Califórnia, USA. Lowery, David K. Th.M., Ph.D., professor da disciplin;, Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Texas. USA. Ordenado pastor pela Igreja Metodista da Bíblia, Texas. xll

C.B.

D.B.

S.C. M.J.G.

VV.H.H. R.H. S.J.K.

P.L.

A.H.L.

D.K.L.

A.M.

Mawhlnney, Alton. M.Div., Th.M., Ph.D.. profeuor da disciplina Novo Thstamento e diretor do Rnformed Theological Seminary. em Orlando, flórida, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na América. McReynolds, Kathy. R.A., M.A. Escritora renotnada sobre as mulheres cristãs e as mulheres da Bíblia. Candidata a Ph.D. pela Biola University. em Ia Mirada. Califórnia, IJSA. Merrill, Eugene. Ph.D., professor da disciplina Estudos do Antigo Tes­ tamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas, USA. Motyer, J. Alec. M.A., B.D.. ex-diretor do Trinity Theological College. em Bristol, Inglaterra. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro da Igreja de Cristo, Inglaterra. Munro, Robert. B.A Ordenado pela Igreja Inglesa, tornon-se ministro assistente na igreja em Hartford. Cheshire. Inglaterra. Plckles, Mark. B.A. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-sn ministro da igreja cm VVinsford, Cheshire, Inglaterra. Candidato a D.Min. pelo Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida. USA. Pratt, Rlchard. M.Div., Th.D., professor da disciplina Antigo '[testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida, USA. Orde­ nado pela Igreja Presbiteriana na América. Silva, Moisés. B.D,, Th.M., Ph.D., professor da disciplina Nom Testa­ mento e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Wcstminster Theological Seminary, em Philadetphia, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana Ortodoxa. Trltes, Allison, A. Th.M., D. Phil. Destacado professor de Estudos Bí­ blicos nas Acadia Divinity Colloge e Acadia University, em Wolfville, Nova Escócia, Canadá. Ordenado pela Federação Batista Canadense. VanGemeren, Willem. M.A., Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Ungvas Somíticas, na Trinitv Evangelical Divinity School, em Deerfield, Illinois, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na America. Vibert, Simon. M,Th. Onlenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro na igreja em Buxton. Derbyshíre, Inglaterra. Wegner, Paul D. M.Div„ Th.M., Ph.D.. diretor do Departamento Bíblico [Antigo Testamento), no Moodv Bible Iustitute, em Chiuigo, Illinois, USA. Wlnter, Bruce. Th.Scol.. M.Th.. Ph.D. Diretor do Instituto sobre os An­ tigos Cristáos no Mundo Groco-Roinano, no Tyndale Housn, em Cambridge. Inglaterra. Ordenado pela Igreja Anglicana na Austrália. xlil

K.MCR.

E.M.

J.A.M.

R.M. M.P.

K.P.

M.S.

A.A.T.

W.A.VG.

s.v.
P.D.W.

13. VV.

Terceiro filho de Benjamim (1 Cr 8. um lugar totalmente maligno e reservado para os ímpios.6). muitas delas sempre se recusarão a arrepender-se [v.10). A BD EEL (Heb. da famí­ lia dos meraritas. G 1 4. Filho de Harum. “lugar de destruição”).15).44). um sacerdote músico. 2. 3. Jó 26.11. entre os que se casaram com mulheres estrangeiras.6).1). As boas novas de Apocalipse 9. pai de Etã.). a estrela que caiu do céu}. que ajudou na puri­ ficação do Templo nos dias do rei Ezequias (2 Cr 29. do diabo [v J. onde “morte e destruição” são de certa forma personificadas.26). entretanto. Na maioria desses textos. da tribo de Judá (1 Cr 4. que viveu nos últimos dias de Davi e na época da construção do Templo sob o rei­ nado de Salomão (1 Cr 6. Nome aplicado a Deus em Ires textos do Novo Testamento (Mc 14. Era filho de Guni e encontra-se nas genealogias do tempo do rei Jotão. A B D I E L (Heb. Rm 8. outro levita da fa­ mília dos meraritas. 2. aparece numa lista especial dos “heróis" de Davi (2 Sm 23. “adorador” ou “servo”). onde se refere a um anjo que é o rei do abismo. “servo de Deus”). é utilizado como sinónimo de “morte”. A notícia triste é que. ABADOM (Heb. de Judá (1 Cr 5. mesmo ha­ vendo tanta morte e destruição ao redor das pessoas neste mundo.11. etc.29.26. porque “o Senhor os ha­ via escondido”. 28. da tribo de Judá. é claro. Os dois.6. que traz morte e tormento. Abdi é listado em Esdras 10.12). “servo de Deus”). são que Satanás não pode des­ truir os que pertencem a Deus. contudo.15.g . ficaram seguros. Ele é usa­ do como nome apenas em Apocalipse 9.17). Este vocábulo é encontrado várias vezes no Antigo Testamento. ABA (Heb. 1. “Paiw ). que recebeu ordens do rei Jeoiaquim para prender Baruque e Jeremias (Jr 36. ABDI (Heb. O equivalen­ te grego é Apoliom . O pai de Adonirão. 211 p *d .22: Pv 15. Provavelmente uma forma do nome Airã (Nm 26. Veja Deus (Púi). que viveu em Gileade e Basã. usado também ape­ nas nesse versículo. ABAGTÁ. O pai de Selemias. oficial do rei Salomão.8). pela fé (v. tal “destruição” vem. ABDA (Heb. ABÃ (Heb. este vocábulo representa mais uma personificação da morte e da destruição do que um outro nome para Satanás. 1.38). Um descendente de Elão.36. Veja Vasti. AASBAI . “irmão do que é inteligente”). A ARE L. De qualquer forma.34). Em 1 Crónicas 2. O filho de Sainua e um dos levitas que se estabeleceram em Jerusalém na época de Neemias (Ne 11. Mesmo em Apocalipse 9. O pai de Quis. O pai de Quisi. 1 . traduzido como “perdição” e “destruição” (cf. Pai de Elifelete. Um gadita.A AARÁ. “servo de”). contudo. encarregado dos trabalhos íor­ çados (1 Ré 4. Um dos sete eunucos que ser­ viam ao rei Xerxes (Et 1. 4). ele está listado como o filho de Abisur e de sua esposa Abiail.

G. um dos com­ panheiros de Daniel. irmão de Caim.17). ela se torna um exemplo para todos os cristãos. Deus interveio e Nabucodonosor viu os três andarem ile­ sos no meio do fogo. 2. para prefigurar assim que sua vida seria cur­ ta. Imediatamente o rei ordenou que fossem retirados do fogo e restituiulhes suas posições de autoridade. recusou-se a comer as iguari­ as do rei. o mais novo. Os IrAs tinham tnl con­ fiança em Dous. 3.13*15). wirvlu como um dos juízos do Isruol por oito anos (Jz 12. Hebreus 11.2).12. mas o de Caim. agricultor. Era conhecido por seu grando número do lilhos o netos e pertencia à tribo de Efraim. filho de Gibeom. a aparência deles era mais saudável do que a dos outros. foi jogado. É claro que ocorreu ali uma teofania. a quem nós servimos. Filho de Mica. ABEDE-NEGO (Heb. e A.17). en­ quanto era preparado para ser apresenta­ do na corte.36). não. Esse nome é encon­ trado 14 vezes em Daniel 1 a 3. em res­ peito ao Deus verdadeiro. porém. para mais deta­ lhes). segundo as pala­ vras de Nabucodonosor. quando Abede-Nego recusou-se a ajoelhar-se diante da está­ tua de ouro que Nabucodonosor levanta­ ra na planície de Dura. 1.B. O Senhor honrou a firme decisão deles de não comer o que. a qual. Abede-Nego. Quando esta­ vam dentro da fornalha. que rapidamente foram promovi­ dos e ocuparam posições de poder e in­ fluência. Ele se tornou pastor de ovelhas (Gn 4. A despeito de uma advertência feita por Deus sobre a neces­ sidade de que ele dominasse o ímpeto do pecado.ABDOM. O relato de 2 ReLs 22. e livrou os seus servos” (Dn 3. ‘Abel" pode ser um deri­ vado de um vocábulo hebraico que sig­ nifica “sopro” ou "vaidade".28). apresentou os melhores animais do rebanho. veja Aicão. Sadraque e Mesaque.L. era considerado alimento impu­ ro. ABEL. O rei ficou tão impressionado com o poder libertador do Deus dos hebreus que ordenou que ninguém dissesse nada contra esses homens. sob a liderança de Daniel. Filho do Illlnt.12).c. como judeus. alimentou-se apenas de legu­ mes e bebeu somente água (Dn 1.30: 9. Uma quarta pessoa estava presente. Esse foi o nome dado pelo chefe dos eunucos do rei Nabucodonosor a Azarias. o mais velho ofereceu a Deus alguns dos frutos colhidos. Caim conspirou contra seu irmão 2 . podo livrar-nos dela” (Dn 3. P.25). 4. que confiam no mesmo Deus de Abede-Nego e seus amigos. Abede-Nego e seus companheiros depositavam total confiança no Deus que os livrou e testemunharam entre os pa­ gãos da maneira mais convincente possí­ vel.23). como Daniel.D. como um dos filhos de Sasaque (1 Cr 8. para enfatizar o va­ lor e o custo deles. dessa maneira. Posteriormente. O sacrifício de Abel foi recebido favoravelmente pelo Senhor. juntaninnlo com Sadraque e Mesaque. “que enviou o seu anjo. era um dos servos enviados pelo rei Josias para consultar o Senhor por meio da profetisa Hulda (2 Cr 34. Como resultado. (Obs. filho de Micaías).14 coloca o nome dele como Acbor. e Aram. tinha aspecto “semelhante ao filho dos deuses” (Dn 3. Na épo­ ca das colheitas. s.13-28.34 faz uma alusão à fé que eles demonstraram. que disseram ao roi: “o nosso Dous. um deus da Babilónia). enquanto Caim. O rei não encontrou outros príncipes com a mesma capacidade daqueles quatro ju­ deus. Reconhecido como filho primo­ génito de Jeiel. de todas as épocas. em ambas as genealogias do rei Saul (1 Cr 8. O segundo filho de Adão e Eva. numa fornalha ordnnto. "servo de Nabu”. Veja também Azarias. Listado na genealogia de Benjamim o do rei Saul. Deus concedeu a Abede-Nego e aos outros três jovens “o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria" (Dn 1.

31).49-51). por causa da deso­ bediência de Adão e Eva.29). mas um meio eficaz de sal­ vação. o de Abel providenciou um testemunho para Deus e trouxe uma mal­ dição sobre Caim (Gn 4. sua justiça. não (cf.29). 9.7). sabemos que seu sobrinho adotou sua filha e a criou (Et 2.c. Tanto Caim como Abel ofereceram sacrifícios. A repreensão de Deus a Caim. quando Deus entregou a hu­ manidade às consequências do pecado. Os gaditas viviam em Gileade. tomou-se um protótipo dos que seriam martirizados por sua confi­ tido. como resultado direto do pecado de Caim. Lc 11. apesar da maldição de Deus. Talvez sua oferta tenha sido consumida pelo fogo e a de Caim. A maneira como Deus expressou sua acei­ tação a Abel não é clara.5-7). Jerimote.20) sugere que um altar era construído e a oferta. Nesse sen­ Abol representou a primeira fatalida­ de subsequente à maldição de Deus sobre a humanidade.4). mantida com a confiança em Deus. a fé de Abel ainda fala (Hb 11. de maneira que o povo pediu a Samuel um rei.39). Maalate (2 Cr 11. 1. 1 Cr 6. Veja Abiel. O Senhor aceitou a oferta de Abel. porque o mais moço era justo (Mt 23. Abiail é a esposa de Abisur e a mãe de Abã e Molide (1 Cr 2. essa tragédia. mas possivel­ mente isso se deu por uma manifestação do fogo divino.15. ABI-ALBOM (2 Sm 23. 1 Rs 18. juntamente com seu irmão Joel (1 Sm 8. O 3 .2.7) e oferecia o melhor do seu rebanho. Esta enfatizava o desenvolvimento rápido da transgressão. Ambos eram ímpios e tomavam decisões injustas. Na lista dos descendentes de Judá. Lv 9.35. 1. com um mínimo de graça para refrear a maldade. “meu pai é o Senhor”). por­ tanto. porque sua confiança ainda espera uma vindicação. o de Cris­ to é superior porque. A morte prematura de Abel mostrou que a vindicação final da fé é uma esperança futura. em detrimento da de Caim. Embora não saibamos como ele morreu.24 entre o testemunho do sangue de Abel e o de Jesus. “pai de força”). ainda conserva um desejo de adorálo. ABIAIL (Heb.35. queimada sobre ele.28). cf Gn 4.4). cumpriu a promessa de que o ato de comerem o fruto do conhecimento do bem e do mal traria a morte física. O fato de que a adoração envolvia sa­ crifícios indica o reconhecimento de que o verdadeiro culto a Deus devia custar algo. s. Jz 6. traz bênção e não maldi­ ção. Essa foi a primeira revelação de que o Senhor preocupava-se em que a adoração fosse uma expressão exterior de um coração devotado e obediente e não apenas um comportamento religioso. con­ tudo. Veja Merari. Abiail é consi­ derado um levita e ancestral da casa de Merari. 5. R.10-12).24. Ele nunca recebeu a bênção da aprovação de Deus por sua fé sobre a Terra (Hb 11. Em Números 3.M . embora derramado por pecadores. é estabelecido em Hebreus 12. 2. Abiail é relacionado como um dos homens de Gade (1 Cr 5. ança (Mt 23. mas o padrão herdado por Noé (Gn 8. Abiail era a esposa do filho de Davi. Abiail era o pai da rainha Ester e tio de Mordecai (Et 2.35. 4. como um ho­ mem de fé.4. ABIAS (Heb. porém não foi demonstrada pelo valor da oferta e sim pela sua fé (Hb 11. A natureza exata das ofertas não é mencionada.21. O sacrifício de Jesus não representa um martírio.38).o o matou. Basã e nas pastagens de Sarom (w 11-22). para demonstrar assim que a humanidade. focalizou sua atitude de coração (Gn 4. Era o filho mais novo de Samuel e foi escolhido pelo pai para ser o juiz de Berseba. 3. Um contraste. O assassinato de Abel.14). Hb 11. e mãe da esposa de Roboão.18). Suu ato pocumlnoso nfto ficou usoondldo do Senhor a a morto do Abol trouxe-lho o juízo divino.

c. s. Em 1 Cró­ nicas ele é chamado de Ebiasafe. li­ derados por Neemias. antes da batalha. um deles.33). quan­ do fugiam do furioso rei Saul (1 Sm 21). Abias teve 14 esposas. 23. Abias era filha de Zacarias e mãe do rei Ezequias. tinha um filho chamado Abias que ficou doente durante a infância. fizeram com Deus (Ne 9 a 10). A B IA S A F E (Heb. Devido à semelhança entre as listas apresentadas nos capítulos 10 e 12. Apesar do disfarce. Veja também A im eleque). que saíram do Egito. logo depois da morte de Hezrom (1 Cr 2.10.2.1-8). Abias era filho de Bequer. o pai de João Batista (1 Cr 24. 7.6-11 apresenta uma lista com os nomes dos descendentes dos três filhos de Benjamim. Os filhos de Arão foram separados em 24 divisões. “pai tem acrescenta­ do"). o que resultou na morte imedi­ ata do menino (1 Rs 14.7 seja o mes­ mo sacerdote mencionado em Neemias 12. 2 Sm 15. contudo. de Judá (2 Rs 18. Seus descendentes eram os guardas das por­ tas do Tabernáculo (1 Cr 9. que exerciam diferentes tarefas no serviço do Tabernáculo e do Templo. 8 . O filho de Gideoni e o líder da tribo de Benjamim por ocasião do censo dos israelitas no deserto do Sinai. Ela deu à luz um filho chamado Asur.19).1-22).4. rei de Israel. 1 Cr 1. lembrava aos judeus que era a casa de Davi que Deus prometera aben­ çoar.Para demonstrar sua posição de li­ derança em Israel durante a reconstrução do muro da cidade. No final do reinado de Davi. Filho e sucessor de Roboão. Um dos filhos de Midiã e um descenden­ te de Abraão e de sua mulher Quetura (Gn 25. 6. Ele ficou com o futuro rei e serviu como seu sumo sacerdote e conselheiro durante anos. 22 filhos e 16 filhas. Abias. ABI ATAR (Heb.4. 13). O úni­ co sobrevivente do massacre de Saul em Nobe (veja Zadoque.18-24). como pelo pedido dos israelitas (1 Sm 8. “pai de conhecimento”). Abias foi mulher de Hezrom. Abias foi lembrado apenas como o único membro honrado da família de Jeroboão (v.1). “pai é excelente”). A B ID Ã . 3. Lc 1. A guerra. Sua mãe era Micaía (2 Cr 13. Um dos filhos de Corá. a mesma que mais tarde foi servida por Zacarias. para mais detalhes.1-8). Abialar era o décimo primeiro sacerdote da linhagem de Arão e fazia parte de um grupo dos que apoiaram Davi e seus homens.6-13. o mesmo que predissera seu reinado. Abiatar levou a notícia do ocorrido ao filho de Jessé. descenden­ te de Levi (Êx 6. 1 Rs 1— 2). 5. 4. o homem de Deus reconheceu a mulher do rei e pro­ nunciou uma sentença contra a casa de Jeroboão. s. 2. Sua família era um dos clãs dos coraítas. Esse monarca então enviou sua esposa secretamente ao pro­ feta Aias. Houve guerra entre Judá e Israel no decorrer de seu rei­ nado.17. Davi sentiu-se responsável pela morte dos sacerdotes e o convidou a per­ manecer sob o seu cuidado pessoal. Ele e seu povo dependeram do Se­ nhor e por isso venceram o exército de Jeroboão e reconquistaram várias cidades para Judá (2 Cr 13.c. 1 Re 15.6-12.24-36. Jeroboão X .2). tanto pelo comportamento dos fi­ lhos. Abiatar participou da conspiração para fazer Adonias rei — um ato que quase custoulhe a vida e o fez perder a fama de leal serv idor do reino (1 Sm 22. Abias reinou em Judá durante três anos. Quando escapou do massacre. A declaração de Abias. 1 Crónicas 7. 2 Cr 29. era o responsá­ vel pela oitava divisão. prosseguiu durante todo seu reinado. liderados por Moisés e Arão.5). A B ID A (Heb. muitos estudiosos crêem que o Abias mencionado em Neemias 10. Segun­ 4 .24).ABIASAFE velho sacerdote ficou com o coragão par­ tido. Abias colocou seu selo sobre a aliança que os israelitas.

Abigail era uma mulher linda eproteger sua esposa.60. O relato de sua hospitalidade di­ tirara a mulher de Abraão. Com razão. eles estavam exclu­ ídos da batalha (Jz 6. ele disse que era sua “irmã”.16. a ríspida hostilidade de seu marido Nabal.31). Abiezer.28.27. “Deus é meu pai"). Alguns destacam a polémica literária em tomo desta história. 1 Samuel 14.1). 2. 2 Sm 2. A bondade e pre­ sença de espírito de Abigail evitaram uma inevitável explosão de vingança. um dos descendentes de Sem (Gn 10. Descendente de Benjamim. Para A B IG A IL (Heb. por ele ter insultado o novo líder de Israel.51 indica que ele era também o avô de Abner. Durante suas pere­ grinações nómades. ABI EL (Heb. nosso patriarca esta­ beleceu-se próximo de Gerar (Gn 20).32). antes que tivesse qualquer interleza encontrava-se no seu amor ao Senhor curso sexual com ela. em Judá.3. o anatotita. 27. Também chamado de Abi-Albom. plomática para com Davi contrasta com 5 . s. O tex­ to.25). porque 25.000 homens em sua divisão (2 Sm 23. Os efraimitas reclamaram que. A B IM A E L (Heb. A mor­ te de Nabal.ABIMELEQUE do a contagem. 1. quando Gideão o convidou a seg u i-lo na b atalh a co n tra os midianitas. Provavelmente esse nome era apli­ cado genericam ente aos governantes filisteus.26). Abiel era um dos trinta “heróis valentes" do rei Davi (1 Cr 11. 2 Sm 17.12). Provavel­ mente ele é o mesmo Jezer. Como representante dos benjamitas. a quem sua esposa servia (veja 1 Sm 25. “Deus é meu pai”). um dos “trin­ ta” guerreiros de Davi. Existem. ele também trouxe a oferta pacífica da tribo. Por acreditar nisso.30. 1 Cr 11. 2 Sm 23. O escritor de 1 Samuel dei­ tomou Sara como sua própria esposa. para criar uma alegoria moral e mostrar a superio­ ridade de Abigail sobre Bate-Seba. 2. 1. contudo.2). 1 Cr 3. pouco tempo depois. 2. Deus apareceu-lhe e em sua dedicação ao serviço dele (1 Sm em sonho e ameaçou-o de morte. o exército sob suas ordens era de 35. o arbatita (provavelmente era de Arabá.1). para identificála claramente. nos dias de Abraão. sob a liderança de Josué (Js 17. 1. É mencionado como o líder de um dos clãs da tribo de Manassés. 8. 3. Como um comandante no exército do rei. que insensatamente pagou as saudações polidas do futuro rei com insultos.400 pessoas1 (Nm 1.28. O primeiro governador mencio­ nado por esse nome foi o rei de Gerar. Abimeleque muito sábia. é des­ crita por Davi como castigo de Deus.22). dificuldades textuais não resolvidas. na época em que Canaã foi dividida entre as tri­ bos. 2 2 ). 1 Cr 1 .v. de Números 26. limitando-se a registrar a ação de Davi de acordo com um costume social. g . Um dos 13 filhos de Joctão (ou Joctã).2. q u a D d o o Tabernáculo foi dedicado no deserto (Nm 7. A B IM E L E Q U E (Hebr. Era um dos filhos de Gileade (1 Cr 7. da tribo de Benjam im. náo era a mesma com quem Davi se ca­ sou. Diz-se que essa Abigail era irmã de Davi (1 Cr 2.18).65).11. “o rei é meu pai”). Seu clã posteriormente teve um papel significativo. A B IE Z E R (Heb. O filho de Jessé então tomou Abigail como sua esposa.2). Ele falhou por não oferecer a Davi a costu­ meira hospitalidade e demonstrou que não tinha conhecimento do Senhor. 1.34. enquanto os abiezrilas foram con­ vocados para ajudar. Portanto. não faz nenhum comentário nesse sentido. estava de serviço com seus soldados no uono mês de cada ano e ti­ nha 24. entretanto. Abiel foi o avô do rei Saul (1 Sm 9. xa subentendido que sua verdadeira be­ mas. d . ao tomar essa viúva como esposa. “pai de ajuda”). 2. “o pai alegra-se). p.

to vívida da lição que Deus então ensi­ nou a Isaque: “Eu sou o Deus de Abraão. Deus respondeu: “Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fi­ Rebeca como sua esposa (Gn 26. em to­ violência praticada contra os setenta fi­ das as situações.23. Mas se não região. náo havia temor de Deus em Gerar. Abraão e sua caravana saíram daquela e rogará por ti. quando foi confrontado por vida serviram como uma ilustração mui­ Abimeleque a respeito daquela mentira. Abraão.24). zeste isto.33). Exatamente quando parecia Isaque. Esse nasceu de uma concubina Tem pos depois. a estabelecer seu nome e seu poder entre cidade de sua mãe. “enviou Deus um espírito rem que Ele respondera a suas orações mau entre Abimeleque e os cidadãos de (Gn 21. e conseguiu apoio (Jz os filisteus. contudo.22).17. o Tal ação da parte do Todo-poderoso le­ menor de todos. abençoar-te-ei e multiplicarei a tua des­ Abimeleque deu-lhe vários presentes e cendência por amor de Abraão. algum a reconhecerem o Deus de Abraão e ve­ tempo depois. Outro Abimeleque foi o filho de Gideão. 3. E por isso que não te interação de Abimeleque ou de Isaque permiti tocá-la. esse filho bastar­ diu que oferecesse seu filho Isaque em do de Gideão e suas tropas derrotaram a sacrifício. a ofensa. menos Jotão. foi anulado por Deus.3 4 . o filho de mulher ao seu marido.). Abraão então orou a Deus e Abimeleque foi curado (Gn 20. Outro filisteu chamado Abime­ cidade numa batalha e em seguida mar­ charam contra a localidade mais próxi­ leque é mencionado em conexão com ma. Tal ação da parte do Se­ Siquém.3 5 ).6. quer consideração pela sua família e pe­ Esse estranho episódio. tratou alguns bandidos que assassinaram onde quer que ele fosse (Gn 20. porque se tornaram um grupo de a restituíres. idêntica à que Abraão tivera. por envolver los seus d escen d en tes (Jz 8 . tu e pessoas muito grande e poderoso para tudo o que é teu" (Gn 20. para que vivas.3. pois ele é profeta. e também eu te impedi de pe­ etc. A partir viver em tal proximidade com os filisteus. Não temas. restitui a com Deus.6. 8.31).ABIMELEQUE lar é relatada sobre o encontro de Isaque Abimeleque alegou que era inocente e com esse outro rei e como ele tomou fora enganado. Tebes. quando A braão que viera de Siquém (Jz 8. Logo de­ contendeu com Abimeleque. quando o Senhor lhe pe­ belaram-se contra ele. serviu-lhe lhos de Jerubaal. para compensar vo" (Gn 26.14-18). Com o dinheiro que lhe deram. certamente morrerás. bem como a maneira similar como ente e sua esposa e escravas tomaram-se o Senhor enviou seu livramento.22. Como os cidadãos da cidade re­ em Génesis 22.7). No final. sem dú­ estéreis.Essa h istó ria não m enciona a car contra mim. Uma experiência muito simi­ 6 . os de um poço de água que seus homens israelitas novamenLe voltaram a adorar cavaram. pois. O Senhor demonstrou que es­ 9). pois eu sou contigo. como pre­ deles. 2. daquele momento Abimeleque caiu do­ Essa experiência. 70 dos filhos de Gideão. pois teu pai. uma fraude. para que a o quanto podia confiar em Deus.18). respondeu que leve medo de morrer.9. meu ser­ pagou um preço a Sara. como também o sangue como um bom treino prático. sem dúvida. quando ele também peregrinou que derrotariam Lambém essa outra cida­ em Gerar.24).22-34). recaíssem sobre Abimeleque” (Jz paração para a suprema prova de sua fé 9. con­ tava com Abraão e protegeria seu servo.1. Ele então governou so­ vou Abimeleque e seu comandante Ficol bre Israel por três anos (Jz 9. os quais procederam aleivo­ nhor também ajudou Abraão a perceber samente contra Abimeleque. os dois líderes fizeram uma ali­ Baal e recusaram-se a demonstrar qual­ ança (Gn 21. para Abimeleque então voltou para Siquém. Agora. por causa pois da morte desse renomado juiz.

11.3.6.33. ao invés disso. a levaram (2 Sm 6. servia. tra Moisés. Abirão.8. No dia em que Saul morreu na ba­ rei mais piedoso teria impedido que o tra­ talha contra os filisteus.12: critor de Juizes acrescenta que dessa ma­ 5.D.Um dos filhos de Eliabe.1. 4.3. como também sobre os siquemitas. Outro Abimeleque é mencionadoe desafiaram a autoridade do homem de na introdução do Salmo 34. Esse Abinadabe era um dos irmãos ção contra qualquer um que tentasse re­ mais velhos de Davi. be. eles encabeçaram uma rebelião con­ Gaal e lotõo. sua desobediência os levaram à morte. SI 106. o leviGideão (Jz 9. morreu. Após a morte de Davi. Esse per­ fio feito por Golias. onde sua casa ficava so­ escolhida para ser camareira de Davi. Envergonhado por ser derrotado P. O es­ A B IN O Ã O . ex­ pelo poder de Deus. "pai é nobre").G. La. por­ (a aparência exterior)”. 1 Cr 2. O pai de Baraque (Jz 4. 1. tra a própria santidade de Deus e de seu povo.7).57). O Senhor ensinou ao Senhor e guardar seus mandamentos ao profeta e a toda a nação que Ele não (Dt 11. rubenita. uma mulher. por uma mulher.17). 1.6. O segundo dos oito filhos de Jessé quando a terra se abriu "e os tragou com que se apresentaram diante do profeta as suas casas” (Nm 16. neira Deus trouxe juízo tanto sobre Abimeleque.2). no fim de sua vida (1 Rs 1.1).34 mostra tremamente assustadas diante do desa­ como essa profecia se cumpriu. olhava “para o que está diante dos olhos 2. a qual fora destmída encontrado entre as tropas de Saul.2: 1 Cr 8. por ter matado 70 dos seus A B IR Ã O (Heb. Uma linda jovem sunamita. depois o rei a manter-se aquecido na cama e o que os filisteus a devolveram para Israel. 3. "po­ do rei Acabe. também foi morto (1 Sm P. irmãos.23-35). quando escolhia que seu pai reconstruiu Jericó. Quando o rei Davi ordenou que fosse Adonias pediu permissão a Bale-Seba trazida para Jerusalém. e Arão era contra os líderes escolhidos para onde Davi foi quando fugia de Saul. de Israel. antes de Deus finalmente indimente. por sua rebelião original contra a casa de Junto com seu irmão Datã e Coré. A Arca da Ali­ ança estava guardada ern sua casa. 1 Cr 13). 1 Reis 16. portanto. esse castigo serviu como um lem­ car-lhe Davi para ser tingido rei de Israel brete para os israelitas. 31. pediu ao seu próprio es­ cudeiro que o matasse (Jz 9. Novamente Davi foi verso ato de desobediência aos manda­ o escolhido por Deus para trazer a vitó­ mentos do Senhor foi apenas uma das ria ao seu povo sobre o gigante e os líde­ maldades que ocorriam nos dias de Aca­ res filisteus (1 Sm 17. ela foi colocada 7 . 10.G. escondida numa lorre numa carroça e os filhos de Abinadabe. uma rebelião con­ P. "pai exaltado”).ABISAGUE de. Posterior­ Samuel.G. Quiriate-Jearim. Ela ajudava bre uma colina (1 Sm 7. que deviam amar (1 Sm 16. para mais detalhes.15). atirou unia pedra de moinho Uzá e Aio.D.12). Josué pronunciou uma maldi­ 16. A idéia implícita do texto é que um 2.D.13).21). A falta de fé que demonstraram e A B IN A D A B E (Heb. Abinadabe. sem contudo manter relações se­ xuais com ele (v 4). na cabeça de Abimeleque (Jz 9.3). lho.53: 2 Sm Veja Uzá e Aiô. que mais tarde foi construir a cidade.Esse outro A binadabe veio de A B IS A G U E . seu segundo fi­ balho de reconstrução fosse iniciado ali. diante de 250 outras pessoas.39. Esse desafio contra Moisés te esse era o título do rei filisteu de Gate. 9. Provavelmen­ Deus (Nm 16).50-54). pelo Senhor. filho de Hiel. nos dias alguém para sua obra.56. Veja também G ideão . Quando conquis­ rém o Senhor olha para o coração” (1 Sm tou Jericó. fortificada.

Finalmente. A B ITA L . Ele liderou um terço das tro­ pas de seu tio. Somente o próprio Se­ nhor acertaria as contas com Saul.g . Veja M aaca (1 Rs 15. não aceitou nenhum conselho para estender a mão contra o ungido de Deus. Abisai teve novamente a oportunidade de salvar a vida do rei. A B IS A L Ã O .4). p . 2. Um filho de Finéias e pai de Buqui. contudo. A B IÚ (Heb.1. 1 .12. Joabe e Abisai. seus irmãos. “meu pai é bom’’). uma das irmãs de Davi.2).4. Do alto da montanha. d . Eleazar e Itamar. Êx 24.). Abisai era totalmente leal ao rei. Embora Davi apreciasse a lealdade de seu sobrinho e precisasse dele na luta contra o próprio filho. Abisai então apanhou a lan­ ça e a vasilha de água de Saul e as levou consigo.20). Abisai recomendou que Davi apro­ veitasse e matasse Saul imediatamente.2. A B IS U R . Abner matou Asael.15-31). durante a noite.29). A B IS A I. 3.9. Ele é mencionado pela primeira vez em 1 Samuel 26. Seu tio. e Davi estava preparado para esperar até que isso acontecesse.ABI SAI para casar-se com Abisague.5. Um filho de B ela e neto de Benjamim (1 Cr 8. “Deus é pai”). era o segundo filho de Arão e sua esposa Eliseba (Êx 6. Era filho de Zeruia. Posteriormente. ABI SUA (Heb. Foi um dos guerreiros mais leais do rei e liderava o segundo gru­ po de três. Este ficou furio­ so com o pedido do irmão mais velho. então mandou matá-lo (1 Rs 2.8. Davi cha­ mou Saul e Abner. quando Absalão rebe­ lou-se contra Davi.22-25).16). Tempos depois. 1 Cr 2. Abisua é listado como descendente de Arão em 1 Crónicas 6. Um filho de Samai e marido de Abiail (1 Cr 2. Antes de Davi subir ao trono. Ele nasceu em Moabe (1 Cr 8. Adonias chegaria assim ao trono. Na época da confirmação do pacto de Deus com Israel. quando seguiram uma parte do caminho até o monte Sinai (somente Moisés teve permissão para aproximarse do Senhor. Cer­ ta vez. Ele preferia fazer as coisas à sua própria ma­ neira.16. seu comandante. Abisai lutou ao seu lado. nascido em Hebrom (2 Sm 3. ao invés de colocá-las nas mãos do Todo-poderoso.28. etc.11). que repeliram o ataque de Absalão em Gileade (2 Sm 18.4). e mostrou-lhes como poupara a vida do rei.17. já per­ to do fim da vida de Davi. quando fugia de Saul.G. ele estava entre os setenta líderes do povo que “viram o Deus de Israel”. "pai da salvação”).23). no momento em que todos doriniam. e envolveuse assim na intriga que havia em tomo da sucessão ao trono.30).15. entre os “heróis” de Davi (1 Cr 11.17). Abisai permaneceu leal ao rei.11. Em vá­ rias ocasiões Davi teve de acalmar Abisai e tentar persuadi-lo de que o Senhor se encarregaria de cuidar de seus inimigos (2 Sm 16. A mãe do quinto filho de Davi. De fato. Irm ão de Nadabe. se tal casamento fosse reali­ zado. mas nunca exibiu o mesmo compromisso com a soberania de Deus que Davi tinha.50 e é mencio­ nado em Esdras como um ancestral des­ te sacerdote. P. Sefatias.D. e irmão de Joabe (1 Sm 26. esta jovem estava presente quando Davi prometeu a Bate-Seba que seu filho Salomão seria seu sucessor (1 Rs 1. quando se apresentou como voluntário para acompanhar Davi até o acampamento de Saul.24.9-12). 19. A B IT U B E (Hebr. pe­ diu-lhe que tratasse brandamente o jovem Absalão (2 Sm 18. perseguiram-no e o mataram (2 Sm 2.5).6. Um descendente de Benjam im e filho de Saaraim e Husim (sua mãe). desta vez em um luta contra um gigante filisteu (2 Sm 21. Sempre se destacava nas batalhas e algumas das suas proezas são relatadas em 1 Crónicas 18. O tempo e 8 .10). e supôs que.

Ao vol­ tar ao seu esconderijo. Após uma grande bata­ lha. ficou furioso e passou para o lado de Davi (2 Sm 3). a fim de atender aos requisitos da santidade. como Zorobabel. Abner então conven­ ceu o povo de Israel e de Benjamim a declarar sua lealdade a Davi. Ele leve grande influência na casa de Is-Bosete (2 Sm 3.55.d . o povo não podia aproximar-se dele.3). A morte era o castigo merecido para alguém que comprometesse a santidade de Deus.27). Quando Joabe retornou.ABNER a “santidade” de Deus foram enfatizados como a essência da adoração de Israel.g . o fato de Cristo ser rei é estabelecido de várias maneiras e não mais através dessa genealogia.25). embora relutan­ temente (2 Sm 2.57). suspeilou da motivação de Abner e talvez tenha fica­ do com ciúmes. p . que passa através de vários reis e princesas. Jesus (Mt 1. O filho de Jessé sempre respeitou a lealdade de Abner à dinastia de Saul. Assim. É citado na genealogia que leva até Saul. pois recusou matar o ungido de Deus. Quando ele vol­ tou com seus homens para Gibeom. pudesse ainda alimentar de tornar-se rei de Israel. mas logo leve boas razões para náo gostar de Davi. Jaasiel. 1 Rs 2. Abner era tido em alia estima por seu primo Saul e comia à sua mesa no palácio (1 Sm 20.22-25). quando este se preparava para sair e en fren tar G olias (1 Sm 17. o filho de Abner. contudo. foi apontado como líder sobre a tribo de Benjamim. Foi ele quem cuidou do jovem Davi. a morte de Abner representou o fim de qualquer esperança que Is-Bosete. o que ele náo lhes ordenara” (Lv 10. Davi escarneceu de Abner. estava determi­ nado a vingar o sangue de seu irmão Asael.6). pronunciando uma maldição sobre sua família (2 Sm 3. “meu pai de louvor”). ao lado da cabeça do rei adormecido. por náo ter protegido adequa­ damente seu senhor (1 Sm 26. bem como sua habilidade militar.32). Foi o principal comandante do exército de Saul e posteriormente do exército que seguiu Is-Bosete.20-23). ABIÚDE (Heb. Posteriormente. Neto de Benjamim e filho de Bela (1 Cr 8. 1. con­ frontou-se com Joabe. Citado na genealogia de Jesus como filho de Zorobabel e pai de Eliaquim. sucessor do rei.50). até chegar a José e. p . Realmente. o filho de Jessé foi ao acampamento dele à noite e cravou uma lança no chão. 9 . Logo depois que Saul foi derrotado pelos filisteus.d . Joabe. Deus era “santo”. porém. o qual era tio de Said (1 Sm 14. filho de Saul. No evangelho de Mateus. Quando sua lealdade foi questio­ nada. Davi foi ungido rei. A B N E R . Joabe saiu para conversar com Abner e o feriu mortal­ mente (2 Sm 3. morto por Abner. portanto. Abner fugiu (veja A sael). fi­ nalmente. do outro lado do rio Jordão. comandante do exército de Davi. qualquer adoração ao Senhor precisava ser tuna resposta aos seus mandamentos. onde o estabele­ ceu como rei (2 Sm 2).5-16). g . algum tempo depois Abiú e seu irmão Nadabe foram mortos. Logo depois ele mesmo foi morlo (2 Sm 4) e Davi tomou-se rei de todo o Israel em Hebrom (2 Sm 5).13). Abner. Quando Saul estava perseguia o futuro rei.5. Ele ficou aborrecido com a maneira pela qual Abner fora as­ sassinado e acusou Joabe. durante o reinado de Davi. In­ felizmente. ao perceber que Davi ti­ nha muita consideração por ele (2 Sm 3. Era filho de Ner.1). levou Is-Bosete a Maanaim. 2. por ofe­ recerem “fogo estranho perante a face do Senhor.

(b3) Génesis 14.10: Os últimos eventos. (Bl) Génesis 12. A Palavra de Deus ajustada às circunstâncias humanas. O abandono da terra em tempos de aflição. A grande decisão da fé (Gn 15. O nascimento de Isaque. com seu nascimento. Retorno à terra.27-32: Os primeiros eventos. Esta é uma narrativa da transformação gradual mediante a graça divina. A promessa garantida por meio da aliança. Ancestrais e nascimento. A questão da fé e da paciência. contudo. Contendas. A fé que amadureceu lentamente Existe um padrão distinto na maneira como a história de Abraão é contada: (A1) Génesis 11. Uma noiva de Harã para Isaque.26.18: A aliança é estabelecida. Esse ponto é enfatizado na maneira como a história é narrada e também 10 . quando é sepultado em Macpela pelos dois filhos. A promessa mais uma vez renovada. Parte da terra cedida a Ló. com muitos fracassos e deslizes. e termina em Génesis 25.ABRAÃO (ABRÂO) ABRAÃO (A B R Ã O ) Abraão em Génesis A história de Abraão começa em Génesis 11. motivada pelo medo. é o que tem o registro mais longo e isso reflete a importância do “pai de todos os que crêem” (Rm 4. (b2) Génesis 13.20— 25. mas amadureceu lentamente. Ló. A terra identificada.1-20.1 a 16.1-18: Renovação do compromisso e novas falhas. Isaque e Ismael. Chegada à Terra Prometida.2 a 22. A morte de Abraão. náo foi uma transformação repentina. Abrão e Sarai (A1). Abrão e Sarai. Note como toda a história pode ser classificada (A1. (B2) Génesis 21. De todos os patriarcas. A promessa anunciada. Aventura e falhas. mas será que cumpre sua Palavra? A questão da fé e da perseve­ rança. transfonnaram-se em novas criaturas. A falha com relação a Hagar. Um novo título para o Senhor. A morte de Sara. O Senhor promete. A defesa da terra exige ação resoluta. A fé foi efetiva desde o início. a vida mediante a fé. A família de Harã.4-6) foi instantâ­ nea e irreversível.11-17). (b1) Génesis 12.16: Reclamação e mais falhas. Promessas detalhadas. entretanto. (b4) Génesis 17. A oferta de Isaque. (A2) Génesis 22. A presença de Ló. Renovação da promessa.9.19: O amadurecimento da fé. A ques­ tão da fé e da Palavra imutável de Deus. A2) pelas referências a Harã e pelo contraste entre o nascimento e a morte. foi uma batalha prolongada (b1 b4). por meio da qual pessoas com antigos nomes.17: O conflito da fé. A questão da fé e da confiança.1 a 20.1 a 20. Essa. A fidelidade do Senhor à sua aliança e a falha de Abraão. A família de Harã. Abraão e Sara (A2).

8.11) — cooperam. com a mesma atitude resoluta. 10). A história do pai da fé.1) e temores (Gn 20. não somente guardando a semente prometida. Essa última falha foi mais grave do que qualquer outra que Abraão experimentou.22 fala que a fé de Abraão foi “aperfeiçoada”. Durante todo o tempo em que peregrinou pela terra. O Senhor não só se comprometeu com ele. embora este náo estivesse incluído na promes­ sa de Génesis 17. família (Gn 13. E. quando manteve hábitos irracionais e temeu por sua segurança pessoal (Gn 20. Abraão estava disposto a abrir mão do direito sobre parte do que Deus lhe prometera (Gn 13.1-8).ABRAÃO (ABRÃO) nas citações do Novo Testamento.1-19.7). Tg 2. no momento da pressão. então. A narrativa de b 1a b4 é cheia de falhas. também 16.15 mostra que a promessa não foi “alcançada’' sem paciência e Tiago 2. Abraão mostrou que estava preparado para adaptar a Palavra de Deus (a promessa de possuir toda a terra de Canaã). a fim de sepultá-los (Gn 50. em forma de “provações” (Tg 1. Segundo» a falha revelada mediante o desejo compreensível de encontrar uma solução rápida e prática para um problema familiar (Gn 13.10). que o chamara (Gn 12.8).1-11). afinal.3. embora ele de­ monstrasse falta de fé. para dá-la a outrem. As seções intermediárias (b2 e b ’) falam do tema da lerra: pressionado pelos conflitos ocasionados pela presença de Ló. mas também usando o erro de Abrão para enriquecê-lo materialmente (Gn 12. Ainda assim. Hebreus 6.1). o Senhor continuava fiel — “porque não pode negar-se a si mesmo” (2 Tm 2. tampouco era sua para conquistá-la. as quais. a não ser no tempo de Deus e pela perseverança da fé.11-13).2).1-13. e tirou a Ló do meio da destruição” (Gn 19. é um teste constante. nem herdadas de outra maneira.1.17). Primeiro.11). Da mesma maneira que a Terra Prometida não pertencia a Abrão. quando sua própria segurança encontrava-se ameaçada (Gn 20. nem aceitou qualquer parte do espólio. quando uma coalizão de reis estabeleceu o que viam como seu direito pela mesma área de terra (Gn 14. Abraão falhou. 20. 2-4.22) sempre foi baseada na prática de dois passos para a frente e um para trás.16) e confirmá-lo como profe­ ta e intercessor (Gn 20.2-4.7? A despeito disso. Abrão primeiro agiu resolutamente para inva­ lidar a posse deles (vv 13-16).8. não fosse capaz de pro­ ver (note o termo “porque” no v.7). As promessas de Deus não podem ser barganhadas (Gn 13. no qual as pressões da vida — alimento (Gn 12. A próxima falha envolveu Hagar. em quarto lugar. Abraão não estava isento das tentações — nem mesmo de recair na mesma tentação. Muito pungente. 11 . a fim de pacificar Ló. houve o medo de que.7.4. quando enfrentadas com fé e perseverança. A estrada da maturidade da fé (Gn 22. tem uma forma dis­ tinta e devemos isto à arte literária da Bíblia. procedente da espera impaciente pelo cumprimento da promessa (Gn 15. nos tornam “maduros e completos” (Tg 1. Era costume da família patriarcal levar seus mortos de volta para casa.13) — e trabalhava na solução do problema à sua própria maneira providencia].1). definitivamente nega a idéia da santificação instantânea.29). contudo.9) — como se ele realmente tivesse competência para dar a Terra Prometida de presente a alguém! Em contraste.25). o Senlior.9). Abraão não estava muito seguro de que o Senhor provaria ser digno de confiança.1) e lhe prometera (w. anseios (Gn 15.21. 16.4). Essa história. num misto de progressos e fracassos. como mostrou sua fidelidade em manter suas promessas: Por que Ele “lembrou-se de Abraão. não contestou quando o rei de Sodoma calmamente declarou possessão sobre o que acabara de perder na batalha. o crente Abraão.5. mediante uma aliança (Gn 17. a história da morte de Sara (Gn 23) e da compra do campo de Macpela como local de sepultura fala sobre o mesmo tópico. cf. observamos com brevidade como b1 e b4 compartilham referências do engano praticado que envolveu Sara (Gn 12.

16). Primeiro. parece que o fato que mais temiam (Gn 11.18). o Êxodo e o monte Sinai.26. o qual tinha um filho chamado Abrão (Gn 11. pois trata (logo depois da narrativa da criação. mas quando Adão e Eva transgrediram. lei (Gn 9.17). na verdade o Senhor falou-lhes sobre a continuação da vida e a derrota final da serpente (Gn 3.8-17). ao registrar imediatamente outra genealogia. para traçar a história emer­ gente da família de Sem. numa tradução mais livre: “entrarão na bênção de que precisam”.4).1-8) e sinal (Gn 9. Quando Deus lez sua aliança com Abrão (Gn 15 e 17). Por causa disso. notemos o ponto onde ele aparece pela primeira vez. “abençoarão a si mesmas".9) causadas pelo pecado.17). Quando chegou o Dilúvio. ele seria restaurado da maldição (Gn 3. Em Babel. Pelo contrário. 12 .10-24). embora a idéia total da aliança tivesse de esperar até Moisés.8) já havia separado um homem e sua família para a salvação (Gn 6. sua situação é triste e irremediável. ou. em Génesis.27-30) — a quem o Senhor diria.17). A humanidade deteriorou-se. No caso de Noé. das quais nada fala. “em ti serão benditas todas as famílias da terra'' (Gn 12. como a Queda (Gn 3 a 5). a graça (Gn 6. como se os seres humanos simplesmente estivessem espalhados e abandonados à própria sorte. literalmente. Gn 11. por meio dele e sua família nasceria o des­ cendente da mulher. onde a palavra “aliança” ocorre pela primeira vez.11). era uma declaração muda e poderosa: “Esta terra é nosso lar. onde este único ho­ mem e sua família ocupam toda a cena. a promessa era de salvação do juízo que o Senhor traria sobre todo o mundo (Gn 6. A caverna. Em contraste com Génesis 12 a 50. chamado Terá. Gn 1 e 2) de eventos gerais. 9) — com a calamidade adicional do colapso universal da comunicação — que Génesis trata como se fosse de pouca relevância. ali. ela volta até antes do incidente de Babel. ao novo começo com Noé.31. antes que o pecado de Babel com todas as suas implicações fosse cometido.15. o livro de Génesis. Génesis 1 a 11 é universal. esta terra é nossa. Desta maneira. Um olhar mais atento para a genealogia.20). ela passa por cima de oito gerações (de Sem até Naor. A lei sob a qual a humanidade ocupou o Jardim do Éden incluía a advertência de que o pecado traria a morte (Gn 2. o elemento da longanimidade e da graça divina é bem explícito.14-20) e das divisões (Gn 11. podemos muito bem perguntar onde estão os sinais da graça e da esperança. não voltou suas costas para o mundo. ficou um pouco mais claro como esses elementos estão inter-relacionados. com seu precioso cadáver. a história de Babel também tem sua nola de graça e esperança. que esmagaria a cabeça da serpente (Gn 22. isso significa. contudo.32). Um plano para o mundo Antes de encerrarmos o assunto sobre Abraão.ABRAÃO (ABRÃO) mas Sara não foi conduzida para Ur ou Harã (Gn 11. sacrifício (Gn 6. as quatro características das alianças divinas apareceram juntas: promessa (Gn 6. revela alguns pontos muito importantes.3). Segundo. entretanto. o Dilúvio (Gn 6 a 9) e a Dispersão em Babel (Gn 10. conforme o Senhor prometeu". com seu foco quase exclusivo em Abrão/Abrãao e sua família. Nas narrativas da Queda e do Dilúvio. veio sobre eles (v. Foi depositada num se­ pulcro em Canaã.17). mas o Senhor estabeleceu seus planos (em Noé e Sem). até que encontra um homem praticamente desconhecido. O Pacto Abraâmico De Noé até Abraão A aliança de Deus na Bíblia é sua promessa concedida gratuitamente.

Em Génesis 15. é usada a palavra técnica para “inaugurar” uma aliança. a restauração do rei de Sodoma (w. para provocar mais uma reclamação.4.ABRAÃO (ABRÃO) A segurança da aliança No caso de Abrão. em Génesis 6. o verbo “estabelecer” significa “implementar.9-17 não está bem explicado — embora fique claro que Abrão sabia e entendia o que fazia naquele momento. o Senhor apareceu-lhe no moraento em que ele precisava de uma reafirmação e esperança. isso será feito comigo”.18. colocar em ação”. Abrão precisava de uma reafirmação presente e futura e Deus a deu — somente. 9-18). Thdo isso. Deus tomou sobre si toda a responsabilidade do compromis­ so: Ele assumiria todo o impacto da aliança quebrada.” — quer dizer. em Génesis 17. pois garantia a proteção e um grande galardão (Gn 15. entretanto. Já que Abrão ainda não se sentia totalmente seguro (v. porém. o Deus santo (Êx 3. A passagem amplia a ação da aliança de Génesis 15. para com­ pletar a aliança. por ser somente um espectador do que o Senhor faria.18. Como o Senhor é paciente! Como se sua promessa anterior não fosse suficiente. 14: a derrota dos reis (w. 22-24).16). o verbo “firmar” é. o Senhor então iniciou os procedi­ mentos da aliança (w.21.. literalmente. 12).2. quando preparou o sacrifício (Gn 15. a fim de significar que a partir daquele momento a aliança seria um relacionamento imutável entre o Senhor e Abrão. 8). pois não era ele quem fazia o juramento. Ele voltou à tarefa de consolar seu servo com mais duas promessas específicas: a de um filho e uma família (Gn 15. Teria ele imaginado que não seria possível aquela vitória representar a maneira como Deus planejava dar-lhe a terra e. A visão do Senhor como “um fogo fumegante e uma tocha de fogo” não foi explicada a Abrão.1). Lei. por isso. e disse-lhe que náo temesse. perdia a opor­ tunidade? Grandes vitórias frequentemente são seguidas pela depressão e ansiedade! Seja qual for a razão. No caso de Abrão.1 oferece uma pista. ao envolver-se com Hagar (Gn 16. 17.2). o qual pela graça encobre sua santidade.1) e treze depois da falha dele. Temos alguma luz por meio de Jeremias 34. 6). de que a vida não valia a pena ser vivida sem um filho e um herdeiro (Gn 15.5) e a da terra de Canaã para seus descendentes habitarem nela (v. foi tirado de cena por um coma espiritual (v.2-5). ao localizar o fato. 13 . o Senhor apareceu-lhe. para representar que “se eu não mantiver meu juramento. mas Génesis 15. mas depois entende­ mos que era uma demonstração prévia do Deus do Sinai. 13-16). promessa e sinal Quinze anos depois da chegada de Abrão a Canaã (Gn 12. a coluna de nuvem e fogo (Ex 13. ao reiterar a promessa dos descenden­ tes e da terra (w 13-16). onde é citado que as pessoas que desejavam firmar um juramento solene andavam entre as partes cortadas do animal sacrificado.10). O sacrifício da aliança Até onde sabemos.18. está sem explicação. Ao ler nas entrelinhas. talvez Abrão temesse um contra-ataque desferido pelos quatro reis. Não está claro por que Abrão precisava de tal palavra de Deus. deixa bem claro que o pacto abraâmico foi inaugurado por meio de um sacrifício. 21) e a recusa de participação em qualquer divisão de espólio (w. estabelecer”. “depois destas coisas. para poder se manifestar no meio do povo. o sacrifício detalhado em Génesis 15. após os eventos do cap.4: 17. contudo. Génesis 15.. em fogo e fumaça (Êx 3.2-5). “colocar.18.22). aqui.

a lei (Gn 17. mas. A promessa. doméstica (v. somente depois que entrou em Canaã. é detalha­ da e cobre quatro categorias: pessoal (Gn 17. sendo chamado. Desde que esta prática é chamada de "o sinal da aliança”. A fé torna»se ousada quando age alinhada com as promessas do Senhor. Nada tirou Abraão do seu cami­ nho — nada.3). que é credulidade e não fé. 7) e territorial (v. hei de dar a li. Deus reafirmou a palavra da promessa: “Toda esta terra.. Isto é vida de fé. Por esta razão. nem mesmo seus próprios fracassos! Por exemplo.4. 10-14).8. o sinal proclamava as promessas de Deus.ABRAÁO (ABRÁO) ao conceder maiores detalhes sobre a promessa (Gn 17. saiu. Abraão tentara resolver a crise. pois eu a darei a ti” (Gn 13. Dali em diante. 8) e é selada com o sinal da aliança da circuncisão (vv.17. Todo o ciclo de sua vida está dentro de três parâmetros: obedecer à Palavra de Deus..8. mas sim do que o Senhor garantia a Abraão. Génesis 12 destaca a grande aventura da fé (w. Em ambos os casos. retornar à Palavra de Deus e esperar a Palavra de Deus.10-20). vemos o mesmo princípio de oulra maneira: a ousadia da oração da fé. “ Abraão. depois de sua falha no Egito (Gn 12. o arco-íris nas nuvens dissipava qualquer temor de que outra tempestade interminável acontecesse. sem saber para onde ia". A fé de Abraão Um único e firme propósito Quando olhamos a história de Abraão. o Senhor finalmente disse: "darei esta terra" (Gn 12. baseado meramente na Pa­ lavra de Deus.15-17) e essa promessa incluía a parte que Abraão cedera a Ló e retomara dos reis (Gn 14. fortalecer-se-ia nos dias de impaciência ou dúvida. enquanto o patriarca aguardava a chegada do filho prometido. contudo. mas o contexto nos permite ver a ousadia da fé. Típica do período patriarcal. 1.11 refere-se à circuncisão como “o selo da justiça da fé”: não “o selo da fé”. Em Génesis 18. sua disposição firme e perseverante em arriscar tudo. requer a busca da santidade dentro da comunhão divina.4*8) e acrescentar os dois componentes remanescentes: a lei (Gn 17. como se ratificasse a resposta de Abraão. Génesis 14 não menciona a fé em conexão com a guerra contra os reis. pois aquela situação envolvia sua famdia (Gn 13. Romanos 4.7). não se limitou a voltar para a terra de Canaã: retornou especi­ ficamente para o lugar onde começara (Gn 13.23-33. Pois isso é le o que vemos em Abraão — e em toda a Bíblia. “ajustando” a palavra de Deus ao problema (Gn 14. 14 . É isso que define fé. mesmo assim.7). espirituaJ (v. que nascem a partir da verdade.4). Pela fé.. Na verdade é um salto na luz.9). fé é convicção e ação.1) não é específica. Agora é o momento de olharmos para sua confian­ ça. quando repousa no conhecimento do caráter de Deus (v.14).5). 6).9>14). pois tem como base de apoio a palavra que Deus falou. deve ser interpretada da mesma maneira que as palavras idênticas de Génesis 9.812). mas o Senhor nada teve que ver com aquilo... isso quer dizer que a circuncisão não é um sinal do que Abraão prometia a Deus. mas “o selo da justiça”. para Noé.2) e o sinal (Gn 17. nossa ênfase foi colocada no conflito da fé e nos fracassos dele. Depois que o erro foi cometido (Gn 14. exatamente como os sinais da aliança do Batismo e da Ceia do Senhor fazem hoje. a fim de confirmar o que Deus fez por Abraão e as promessas que estabelecera. ao lembrar-se de que trazia no próprio corpo a confirmação das promessas divinas — da mesma maneira que. conforme diz Hebreus 11. de regresso até onde tinha certeza que estivera na estrada da fé. em Génesis. 25).. Realmente. Não é um salto no escuro.

10-13.7). Esta epístola insiste em afirmar que. Primeiro.19 diz tudo. Esses testes náo são casuais. como nosso pai e nosso exemplo. mas que.. A verdadeira fé deliberadamente encara a incapacidade humana. com uma ênfa­ se especial.22 fala sobre o incidente como “a fé aperfeiçoada”. Aquela “fé simples” de Génesis 15. onde os crentes são chamados de filhos de Abraão (G1 3. Os descendentes biológicos de Abraão não recebem mais benefícios. não somente à que é da lei. apesar disso. Esse incidente proporcionou a Paulo uma de suas muitas “passagens de ouro*' — Romanos 4. são nossas simplesmente e somente na base da mesma fé que Abraão teve. As passagens mais importantes são Romanos 4. fez isso. Abraão sabia exatamente que aquela “adoração” envolveria a morte e a oferta do filho e. colocasse tudo a perder.. Romanos 4. "ultrapassado’'. Ele. de fato. "o Israel de Deus” é sua nova criação (Gl 6. que agira não baseado no que sonhava.9. “teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa”. para nos tornar “participantes da sua santidade”. ela foi mesmo..1-14. mas no pleno reconhecimento da própria incapacidade. ousou dizer: “nós. o qual é pai de todos nós” (Rm 4.29: 9.. o único objeto de todas as promessas de Deus (Hb 11. onde ele é chamado de pai de todos os que crêem (Rm 4.. porém.17. para que seja segundo a graça.16). resumidas e cumpridas plenamente no dom do Espírito Santo.6) e Abraão percorreu o caminho completo (Gn 22. “não se deixou levar pela incredulidade”? Ambos os textos. humanamente falando. Abrão começou a andar com Deus (Gn 15. mas elementos de uin programa educativo divino (Hb 12.18) e.12. Do ponto de vista divino...28. em Romanos 2. mas com total simpli­ cidade — escolhe descansar na promessa de Deus. nós.16). O principal ponto da questão está era Génesis 22. do ponto de vista das experiências e respostas humanas." O comentário inspirado em Hebreus 11.18-22. e Tiago 2.6..110). a lim de que a promessa seja firme a toda a descendência.6). nesse aspecto. mas também à que é da fé que Leve Abraão.21 e Hebreus 11.11 falam da mesma coisa: “estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para cumprir”.5: literalmente. nem para Paulo. deve provar sua realidade nos desafios e respostas da vida diária. em Mateus 3.16) e Gálatas 3. como. humana­ mente falando. o Novo Testamento nada tem a acrescentar ao Antigo: todas as bênçãos de Deus em Cristo Jesus. 4 família de crentes Abraão é apresentado a nós no Novo Testamento como um homem de fé. “Eu e o menino — nós subiremos até lá. O outro momento significativo da fé é destacado em Génesis 22. 15 . a confiança baseada simplesmente na Palavra de Deus. seria ainda inacreditável que ele pegasse seu filho. a promessa do nascimento de um filho foi aceita pela fé e essa foi imputada como justiça (Gn 15.1-19: o Sacrifí­ cio de Isaque. seu Israel.7. Romanos acrescenta que essa fé é a marca distintiva do povo de Deus. Será que alguém conseguiria expressar de forma tão perfeita a situação inteiramente absurda de um casal que era. nós. Foi incrível Abraão olhar para o seu próprio corpo amortecido e ainda crer na promessa de que teria um filho.. nós vamos adorar e nós voltaremos para cá”.11. nem para João Batista.ABRAÁO (ABRÂO) O filho prometido Génesis destaca dois “momentos" específicos na vida da fé de Abraão.15. ela “é pela fé.15-18). mesmo assim.

Yahweh (Gn 14. 48. e referências como Génesis 15.3. (Veja a seçáo sobre nomes. que.”. Deus não se revelou para explicar o significado de “Yahweh”. conhecidos por Abraão: Melquisedeque apresentouse a Abraão como “sacerdote do Deus Altíssimo” (El Elyom).8 mostram Abrão pessoalmente empregando este vocábulo. o Deus eterno” (Yahweh El Olam) — provavelmente ele chegou a esse título por meio da conclusão de que somente um Deus eterno poderia ser invoca­ do para superintender um tratado perpétuo.1. expulso de casa.11) teve o efeito de reforçar as fraquezas humanas. conforme vemos em Êxodo 6. em todas as circunstâncias. mas para usar outros estilos e títulos. embora o nome fosse conhecido.25). 43. a . 16 . Por exemplo. de Gerar. ao transformar o Abrão sem filhos em Abraão. Porque conhecia seu Deus — El Shadday. El Shadday (Deus Todo-poderoso) é o principal dos quatro títulos similares de Deus. o Deus de poder ilimitado para transfor­ mar — Abraão tornou-se um preeminente homem de fé. O que ele queria dizer para o escritor desse livro? O signi­ ficado de “Shadday” como vocábulo é muito incerto e há muita discussão em tomo dele. nosso patriarca plantou um bosque e invocou o nome do “Senhor. apenas El Shadday reaparece no restante de Génesis (28. negociou um tratado perpétuo de amizade com Abraão e. Assim. sem um lar? El Shadday é o Deus que opera nas fraquezas humanas e as transforma — da maneira como agiu. Sem dúvida.ABRAÃO (ABRÃO) O Deus de Abraão Quem é o Senhor? Na história de Abraão. foi nesse mesmo espírito que ele diz ter sido El Shadday quem se encontrou com ele em Betei (Gn 48. em Génesis 17. incapaz de gerar filhos. j .) El Shadday De todos esses títulos. mas o contexto no qual este termo é usado sugere como deve ser entendido.1 coloca a questão de forma concisa: "apareceu-lhe Yahweh e lhe disse: Eu sou El Shadday.11.14). Abimeleque.m . quando Jacó enviou seus filhos de volta ao Egito.. Ainda também é verdade.3. A passagem de todos esses anos (Abraão tinha agora quase 100 anos de idade e Sara já estava na menopausa.3.22). no artigo Deus. Ele é o Senhor supremo e universal. ele os encomendou a El Shadday (Gn 43. No livro de Génesis. náo tinha ainda nenhum significado específico relacionado a ele.2. Génesis 17. perambulante.14. um Senhor que tinha um conhecimento direto (e cheio de graça) do que acontecia sobre a Terra. Novamente. 35. quando o Senhor vai ao encontro de Hagar (Gn 16. ela o reconheceu como “o Deus que vê” (El Roi). e Abrão não hesitou em identificá-lo como seu pró­ prio Deus.13).16). Se traduzirmos El Elyom2 como “criador” (Contemporânea) ou como “possuidor” (ARC) “do céu e da terra”. o pai de uma multidão de nações. Gn 18. o nome divino Yahweh (traduzido na Ver­ são Contemporânea como “Senhor”) ocorre 73 vezes. 49. pelo menos 14 anos já tinham-se passado desde que Abraão recebera a promessa original de um filho (Gn 16. e essa mesma característica — a habilidade de transformar situações criadas pelas fraquezas humanas — aparece também em outras passagens. Em Génesis 21.22. para enfrentarem o imprevisível e todo-poderoso José.3) — pois o que poderia ser mais desesperador do que a situação de Jacó. em comemoração a esse evento. Tal Deus é digno de nossa confiança. Foi nesse contexto que Deus se revelou como El Shadday.

Desse momento em di­ ante. Seu comportamento foi tão mau que a frase “a casa de Acabe" tornou-se um pa­ drão para referir-se particularmente a reis perversos (2 Rs 21. Elias e Nabote.28. Os três filhos de Absalão não são mencionados depois de 2 Samuel 14.27.14.30-33).39-53. ele provavelmente era culpado de prever um final rápido para o exílio e. O relato do reinado de Acabe só é con­ cluído em 1 Rs 22. Como Hananias (Jr 28). A vida de Absalão serve para ilustrar que os resultados do pecado permanecem.18. 1.29). mesmo quando há sincero arrependimento. Seu temperamento passional aparece no assassinato de Amnom (veja Amnom). Era o ter­ ceiro dos seis filhos de Davi. Para mais detalhes. Apesar de Davi ter-se arrependido de sua transgressão e ser perdoado por Deus. Foi um dos piores reis do Norte (cf 1 Rs 16.11) e de cometer adultério com as mulheres dos 17 .28. na Babilónia (Jr 29. nunca se dissi­ pou totalmente. como assassinato e estupro dentro da própria família real. Ele se consumiu pela raiva e pelo ressentimento.25-27).21-23). culpado de “curar superficialmen­ te a ferida do povo" (Jr 6. até que Joabe diplomatica­ mente forçou Davi a perdoar seu erro. Davi relutava em reconhecer que sua autoridade estava seriamente ameaçada. ao descobrir que ele violentara sua irmã Tamar (2 Sm 13). Sua mãe cha­ mava-se Maaca e ele nasceu em Hebrom. pai e filho tiveram uma re­ conciliação parcial (cf. veja jez a b el . Este filho conspirou para destronar seu pai e foi bem-sucedido em conseguir apoio dos seguidores descontentes de Davi (2 Sm 15). fez com que per­ desse a credibilidade aos olhos deste fi­ lho. A instabilidade uo vacilante reinado de Davi foi marcada por diversos fatores. até que Joabe o persuadiu a ver a vida de seu filho sob a perspecti­ va da confusão e instabilidade que cau­ sara. a fim de subverter o reinado de Davi. De acordo com 2 Samuel 18. Seu casamento com Jezabel acentuou a ligação que a narrativa bíbli­ ca faz entre a idolatria e o comportamen­ to imoral. 2. Absalão ficou pendurado pelos ca­ belos em uma árvore e foi imediatamen­ te morto por Joabe e seus soldados (2 Sm 18. A tensão. A C A B E (Heb. Deus o puniu com um terrível período de seca que assolou a terra — um castigo direto por sua participação nas práticas idólatras. Pos­ teriormente. pelo estupro da irmã de Absalão (2 Sm 13.16). a despeito da séria ameaça que Absalão representava ao seu gover­ no.v. Joabe percebeu a hesita­ ção do rei em ordenar a morte do próprio filho. O conflito não resolvido entre pai e filho afligia o rei e. entretanto. devido às graves consequências da adoração mista. Sua culpa maior foi per­ mitir a propagação da adoração a Baal. filho de Onri e governante de Israel na mesma época em que o profeta Elias desenvolveu seu mi­ nistério.1-18). “irmão do pai”). Absalão gastou todas as suas ener­ gias. não escapou das turbulentas consequências em sua pró­ pria família. Absalão ficou exilado por três anos.22). Outro Acabe foi acusado pelo pro­ feta Jeremias de falar mentiras para o povo de Israel. 23. s. Seus crimes náo eram apenas políticos. A sua relutância em intervir e punir Amnom. em consequência do adultério de Davi (1 Sm 11 e 12) e pela ocorrência da violên­ cia. como os outros falsos pro­ fetas.ACABE A B S A L Ã O (Heb. “pai de paz”). veja também Mq 6. a quem ele dera o mesmo nome de sua irmã Tamar. O infame rei Acabe. até que surgiu a oportu­ nidade de vingar-se e ele matou Amnom (2 Sm 13. Davi lamentou profundamente a mor­ te de Absalão. Sua hábil polí­ tica internacional é interpretada negati­ vamente pelo escritor bíblico. Absalão era famoso por sua beleza e seus longos cabelos (2 Sm 14. parece que somente sua filha sobreviveu. 2 Sm 14).

da Acaia romana (v. Mummius. a ira do Senhor desviou-se de sobre o povo.20). posteriormente tomou-se um símbolo do mal. 1. Heb.g . 18 . É interessante notar em Josué 7 a ma­ neira como lodo o Israel é responsabili­ zado pela transgressão de uma só pessoa.23). mas não se pode afirmar cora toda certeza. como Davi. onde Acã foi apedrejado. Veja Estéfanas. Filho de Carmi. um dos líde fi­ res tribais em Seir. s. “criador de problemas”). ju n tam en te com E stéfan as e Fortunato. A próxima cidade a ser conquistada era Ai. d . e reinou por 16 anos em Judá. Logo a seguir. Acaz havia lançado o rei­ no do Sul no mesmo caminho pelo qual o do Norte tinha andado antes.42. Acaz conquistou essa reputação por aprovar a colocação das imagens dos ído­ los assírios no Templo de Jerusalém (2 Rs 16. no Norte (742-727 a. Mencionado em 1 Coríntios 1 6 .10. Para Acã. Tais determinações da par­ te do Senhor ensinavam muitas verdades às pessoas. 1 Crónicas 2.27. onde Esaú se estabe­ leceu (Gn 36. a tentação de apanhar alguma coisa do espólio foi tão forte que desobedeceu à ordem que o Senhor dera por meio de Josué (Js 7). mas o primeiro grupo de soldados enviado con­ tra ela voltou derrotado. o Senhor castiga os que são profanos.ACAICO com panheiros (Jr 29.v. Por meio de um sorteio. o Senhor colocou a cidade sob uma maldição ou “anátema'. 1. 15). No livro de Jeremias. ACÃ (Heb. Seu governo foi caracterizado por muitos problemas e ele mesmo recebeu esse epitáfio. O rei Acaz foi sucessor de seu pa Jotâo. quando na verdade havia desesperança. mas só Acã seria condenado. 0 vale de Acor. Certamente todo o povo sofreu com o pecado. 2 Crónicas 28.1 7 . Ele supriria todas as suas necessidades.7. que escondera parte do es­ pólio no chão. Josué orou e o Senhor lhe mostrou que “Israel" pecara. Junto com seus dois companheiros. O juízo de Deus sobre Jericó foi extremamente severo. “causador de problemas”). ACA R (Heb. “o Senhor tem possuído”). p . o Senhor mostrava que os israelitas deveriam manter-se san­ tos em seu serviço. Era descendente de Judá e Tamar. lho de Zerá.10-16). onde aparece como Jacã). Uma forma alternativa de Acã. Os 2. Terceiro filho de Eser. Apesar das reformas que foram feitas posteriormente por seu filho Ezequias. A C A IC O . Os profetas previram o dia em que Deus tomaria aquele vale um lugar de es­ perança e descanso (Is 65. porque ofereciam ao povo uma fal­ sa esperança. Sendo santo. filho de Zabdi.C. Deus levou os lí­ deres até Acã. Todos os bens locais seriam consagrados ao Senhor. “Não fez o que era reto aos olhos do Senhor seu Deus. trouxe informações de Corinto para Paulo. Ao insistir em que ninguém seria capturado para se tornar escravo e em que nenhum espólio seria tomado.23 diz que ele ofereceu sacrifícios aos deuses de Damas­ co — o que sign ifica que criou um sincretismo tão profundo com outras re­ ligiões que essas assumiram uma forma peculiar em Judá. Provavelmente era um escra­ vo da família de um certo L. os falsos profetas foram alvo de juízo. Ai foi conquistada. embaixo de sua tenda. Parecia que seria bem mais fácil. E lembrado por ter "perturbado” Israel com um grave pecado. du­ rante o final conturbado do reino de Isra­ el. Quando Josué destruiu Jericó. Muitas vezes. os quais se recusam a reconhecê-lo e adorá-lo.15). 1 Cr 1.C.). Le­ vado para fora do acampamento e apedre­ jado. essa ordem da “dedicação” de algo a Deus envolvia a to­ tal destruição. A C A Z (Forma abreviada de Jeoacaz. sobre Deus e elas mesmas. seu pai” (2 Rs 16. 2. A queda de Judá finalmente aconteceu em 587 a. Seu exemplo ficou como um lembrete para as futuras gerações dos perigos da desobe­ diência (Js 22.2).

bisneto ta não surpreendeu a ninguém. finalm ente foi consumado com a Reis 22 até o início de 2 Reis 2. Durante o reinado de Josias.v. muito mais do que o Senhor e adorassem outros deuses.36s). Ele enviou dois grupos de isso o que Israel fizera.27). rei de Israel.49. Foi seu infortúnio. Ele sucedeu seu fortalecer sua confiança: ‘‘Se não o crer­ des.9ss). o deus de Ecrom (2 Rs 1. ele caiu pela Seu filho. Para mais detalhes.39. O conflito permanente na famí­ em Israel. chamado Elnatã.50). palavras da lei de Deus que prometiam A marca de seu reinado foi a sua su­ juízo sobre Israel. os quais fo­ estava próximo (2 Rs 22. Acabe e Jezabel também Jeoacaz. vista como a causadora plicai' a relação entre Acazias e o profeta da imoralidade e da idolatria na linha­ Elias. Devido à a Babilónia como seu instrumento para influência de sua mãe. (1 Rs 22. Descendente do rei Saul. juntamente com o sa­ caria curado.12-17). reinou. Finalmente. A pro­ com a mensagem de que Deus havia de­ fetiza chamou a atenção deles para as cretado sua morte (2 Rs 1.49). deus de Ecrom. s. Sobrinho de Acazias. para consulta­ do caminho e os enviou de volta a Acazias rem Hulda sobre o texto sagrado.51). ele já começara seu rei­ Elias e Acazias é considerado uma dis­ nado diante de alguns problemas consi­ puta entre o Deus verdadeiro e as assim chamadas divindades dos filisteus. contudo. tornouir com o terceiro capitão ao encontro de 19 . perverso rei Acabe. contudo. Atalia. o profeta resolveu filho de Acbor. caso se desviassem do prema insensatez. enquanto de Jônatas (1 Cr 8. s. 2. quan­ 2. é que. com 844 a.40. para ex­ morte de Jezabel. Rezim e Tíglate-Pileser. 1. sucedeu Saul na janela de um quarto em Samaria e malista dos reis (Gn 36.v. “o li­ do mandou mensageiros consultar Baalvro da lei” foi encontrado no Templo. ele “andou nos caminhos da essa confiança já comprometida. Este Zebube.38. sua condu­ veja também Peca . "o Senhor tem susten­ Seu corpo foi levado para Jerusalém e tado").27-29). Baal-Hanã. no tempo de Jeremias. o Rs 1.4). ram mortos pelo fogo que caiu do céu (2 Mais tarde. que seria suficiente para 2. Acazias foi morto pelos homens de Jeú. pela tragédia. Uma como Baal-Zebube. O pai de um dos reis de Edom. filha do trazer o juízo divino. * Seu reinado de dois anos foi marcado A C B O R (Heb.. chucou-se gravemente (2 Rs 1. também era conhecido como Jeoacaz. 9. Ele continuou com a infame políti­ gem de Acabe (1 Re 18: 2 Re 9.).C. predito por Elias em 1 Reis to. certamente não ficareis firmes'1 (Is pai Jeorão como rei de Judá. mas o rei de Judá tes dos israelitas conquistarem a região. enterrado nas sepulturas dos reis (2 Rs 9. tais deráveis (havia um certo tipo de coali­ zão entre a Síria e Israel contra Judá).. por menos de um ano (por volta de 7. 1 Cr 1.9b). con­ tudo. Elias os interceptou no meio cerdote Hilquias e outros. Veja ca religiosa de seus pais.2. an­ aliança com Jeosafá. A C A Z IAS (Heb. A verdade.41s). não concordou (1 Rs 22. de Israel. promessa. Embora seu reinado seja cur­ lia de Acabe.C. visitava seu tio Jorão (também chamado Jeorão). Acazias tentou fazer uma 1. foi feita por meio do proleta Isaías. para saber se fi­ rei enviou Acbor. O texto bí­ blico deixa claro que o confronto entre livro nos dão uma visão do estado do go­ verno de Acaz. que estava doente. a queda casa de Acabe. “rato"). e fez o que era mau aos de Judá tornou-se inevitável e Deus usou olhos do Senhor. o relato está registrado a partir de 1 21. Acazias reinou de 850 a 849 a.ACBOR O profeta Isaías estava em atividáde Acazias e repetiu a profecia de que ele nessa époea e os capítulos 7 a 10 de seu morreria sob o juízo de Deus.2).” (2 Rs 8.35s. por isso o juízo soldados para prender Elias.3).

Lameque.22: 36.d . 9. A C S A . A D A ÍA S (Heb. Otniel to­ mou a cidade e desposou Acsa. 4.g . lembrando-lhes a “ale­ gria do Senhor” (v.24) — um lembrete do pecado que já dominava completamente o mundo.12. Para mais detalhes. mas Baseinate também é re­ ferida como filha de Elom.45). 6.24).5). heteu.7. Filha de Calebe. Descendente de Bani. 2. Um dos cabeças do clá levita dos porteiros do Templo: viveu em Jerusalém depois do caLiveiro babilónico (1 Cr 9. 1. p . ACUBE. Nome de um sacerdote registrado em Neemias 11.8). Neemias animou a todos. Não sabemos com certeza se Esaú casou com duas irmãs.16. encontra-se em Esdras 10. O casamento de Esaú com mulheres cananitas introduziu a cultura e os deuses pagãos na família israelita. 3. Pai de Maaséias. Filho de Simei e um dos líderes da tribo de Benjamim (1 Cr 8.7: 11.8). A D A (Heb.1). p . um descendente do rei Davi (1 Cr 3. p .17. comandante de uma unidade de 100 homens (2 Cr 23. tomada entre as mulheres de Canaã.1). cujos descendentes retornaram do exílio babilónico com Zorobabel e Neemias (Ed 2. 1. Calebe dera a ela terras 110 Neguebe.39 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. Ne 7.45). Foi enviado ao Egito. veja EUsafate. 1. Tais uniões mistas levariam os israelitas a se afastarem do Senhor. mãe de Jabal e Jubal. Descendente de Bani. o casamento de Esaú foi “uma amargura de espírito" (Gn 26. da mes­ ma família. d . para capturar o profeta Urias e trazê-lo de volta (Jr 26. 2. para que as pessoas possam responder em fé e obediência (Ne 8.4. “agradável ao Senhor”).35). Para Isaque e Rebeca. “beleza”). em Génesis 26. O trabalho deles era idên­ tico ao dos sacerdotes e ministros atra­ vés dos séculos: tornar claro 0 significa­ do da revelação de Deus na Palavra. encontra-se em Esdras 10.25). 5.p . pai de sua mãe Jedida (2 Re 22. 8 . Provavelmente esse é o mesmo Acube que também é relacionado entre os levitas que ajudaram a instruir 0 povo na Lei de Deus. algum tempo depois ela rogou que lhe desse uma propriedade que tivesse mananciais de água. Seus descendentes exerceram a mesma função (Ed 2. O avô do rei Josias.12). O resultado do mi­ nistério sacerdotal foi que todo o povo chorou. Uma das esposas de Esaú.g . Ada.23.29 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. o músico (1 Cr 6. Ancestral de Maaséias.). Ela ouviu seu esposo vangloriar-se de ter assassinado os que o prejudicaram (Gn 4. 12. o qual prometeu que quem capturasse Quiriate-Sefer casarse-ia com ela [Js 15. 3. líder da pro­ víncia que se estabeleceu em Jerusalém (Ne 11.19. 7. um d o s s a c e r d o te s T e la c io n a d o s em 1 Crónicas 9. que se estabeleceu em Jerusalém.42.34. Asafe. Provavelmente era a mesma pessoa mencionada no v.10 etc.19). Ela deu à luz a Elifaz (Gn 36. Era filha de Elom. m .12. Filho de Jeroão. 5.19- 20 . 10). um dos descendentes de Adaías. o heteu. pastores nómades e dos músicos (Gn 4. Ne 8. uma das m ulheres de A DALI A. que res­ mortos pelos judeus na fortaleza de Susã pectivamente foram os progenitores dos (Et 9.12). 2.g . Filho de Elioenai e faz parte da li­ nhagem real de Judá após o exílio: portan­ to.21). Ele atendeu seu pedido (Js 15. depois que Esdras a leu publicamente.d . Filho de Etá e pai de Zerá. foi par­ ceiro de Hemã.41). 21). Jz 1. Esse Acube era um “servidor do Templo”. Um dos dez filhos de Hamã. pois reconheceu a desobediên­ cia e a necessidade do perdão. a qual também incluía a guarda dos depósitos do Templo próxim os aos portões. por isso.ACSA se uni dos oficiais da corle.

Além disso. Adão precisava de que Deus criasse a mulher para ele.20). No entanto.”. Ele tinha em si o sopro do Senhor (Gn 2. Em Génesis 2. e carne da minha carne” (Gn 2. Esse termo é usado na Bíblia para referir-se à primeira pessoa criada (Gn 5.23). existe algum debate sobre se este vocábulo seria traduzido como o nome próprio “ Adão” ou sim­ plesmente como “humanidade". tomou-se o primeiro ser humano a habitar a recém-criada Terra. Em certos textos. O homem distingue-se claramente de todo o resto. Génesis 3 descreve o pecado de Adão. Assim.8). Nosso primeiro pai não era como os animais. antes estavam felizes em caminhar com o Senhor e obedecer aos seus mandamentos: agora se escondem de Deus.26. O desejo de se vestirem foi um reflexo de tentar se esconder da presença de Deus.27.25). e significa “solo”. enquanto a Terra existisse.1. Ambos foram feitos sem pecado e viviam na inocência.19. nos capílulos iniciais de Génesis. acrescentando uma nota de rodapé na qual se explica que o vocábulo pode também sugerir “homem". ele mostrou claramente que apreciara sua companheira e suas palavras em Génesis 2. Os primeiros capítulos de Génesis descrevem a criação. os dois primeiros capítulos servem também para reforçar a completa dependência que o homem tinha de seu Cri­ ador.26). ama-se a si mesmo”.28-30).15). mas aqui fica claro que esse poderio era secundário. O domínio sobre o resto da criação que llie fora confiado no princípio seria lambém exercido por seus descendentes. e buscaram meios de se cobrir (Gn 3. A maneira como a Bíblia descreve Adão nesses primeiros capílulos ajuda o leitor a entender a comunhão eutre Deus e sua obra-prima. a quem sabiam que desobedeceram. Nus.23 podem muito bem ter suscitado a idéia que o apóstolo Paulo usou em Eiesios 5. pois necessitava de alguém para servir-lhe de companhia (Gn 1. ficaram envergonhados. A primeira ocorrência deste termo encontra-se em Génesis 1.28. A Versão Contemporânea registra ali: “façamos o homem”. feito por Deus. mostradas nos dois primeiros capítulos. A pureza da criação foi imediatamente corrom­ pida.17). O Senhor conver­ sava com Adão (Gn 1.. recebeu domínio sobre toda a criatura terrena (Gn 1. Não se observa Adão ler suas próprias reações ao que Deus fazia por ele. são repentinamente destruídas.ADÁO ADÃO Adão no Antigo Testamento Alguns estudiosos sugerem que o vocábulo a d ã o vem do hebraico.1) e.7) e foi colocado no Jardim do Éden (Gn 2. ofereceu-o a Adão. A comunhão com Deus e a sujeição ao Cria­ dor. Feito “à iinagem de Deus”. 1 Cr 1.30) no Jardim do Éden (Gn 2. quando deu nome a todos os animais (Gn 2.29. mas não se pode ter certeza disso. quando disse: “quem ama a sua mulher. para obedecer aos mandamentos de Deus. Ele começou a exercer seu domínio sobre a criação (Gn 1. Adão trabalharia e cuidaria desse paraíso e Deus fez-lhe a mulher. Ele descreveu sua esposa como “osso dos meus ossos.26). Adão. A única conversa entre o Senhor e Adão registrada na Bíblia é aquela em que ele tenta jogar a culpa sobre a mulher por tudo o que acontecera..20 algumas traduções trazem “mas para Adão náo se achava adjutora. Eva foi tentada pela “serpente” (Satanás) e comeu o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. 21 .8-17). quando Ele passeia pelo Jardim (Gn 3.29. regularmente.7). Além dessa comunhão íntima. para ajudá-lo a cumprir as tarefas para as quais fora criado. no que concorda a maioria dos comentaristas. para significar "humanida­ de" ou “homem”. principal­ mente o de não comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2. sem nenhum constrangimento (Gn 2. de repente seus olhos foram “aber­ tos”.

Deus criou Adão e Eva para permanecerem juntos e este deveria ser o padrão para o matrimónio e a vida familiar. constrangido. Foi também nos escritos de Paulo que uma clara descrição foi formulada sobre o lugar teológico que Adão ocupa nos assuntos relacionados cora o homem. Agora. 16. Ele contemplou. que retorna até Abraão.24) e ao ver a manifestação física do que agora era sua realidade espiritual — a morte. No entanto. As duas áreas em que ele era tão claramente distinto dos animais foram afetadas pelo castigo. Ele possuía a imagem de Deus. possuía o sopro do Criador dentro dele. naquele pecado. É importante notar que. As mulheres exercem fun­ ções diferentes das dos homens. é notável e provavelmen­ te indica o cuidado deste escritor em mostrar a relação de Cristo com toda a humani­ dade e não somente com o povo judeu. quando ele fez a comparação com o casamento. Adão preparou o palco para a humanidade e apresentou a cena em que as verda­ deiras origens da humanidade. contudo. após o castigo e a exclusão do Jardim do Éden.31. na época do Novo Testamento. como parte do seu domínio sobre a criação. Jesus mencionou Génesis 1.13. conforme a narrativa bíblica prossegue. porque foi o pai da nação israelita.27 e 2.ADÃO A punição de Deus para o pecado de Adão é declarada em termos bem claros. era um ser pecaminoso e. A cria­ ção é mencionada frequentemente e a condição da humanidade como seres criados foi lembrada pelos que eram fiéis e adoravam a Deus Iveja SI 8. Há outra referência direta a Adão em Judas 14.3-5). que con­ tinuaria até a morte — quando então retornaria ao pó. Paulo usa os mesmos textos de forma similar em Efésios 5. contudo. 1 Co íj. Ali. Adão também experimentou o castigo da separação de Deus. Em Roma- 22 . A partir daquele instan­ te.1). Esta seria sua tarefa. palavras e obras. O Antigo Testamento não faz muitas outras referências nominais a Adão.8). Caim.38. para apoiar seu argumento sobre o lugar da esposa na família e na igreja.4. iCo 11. Adão encabeça a genealogia que leva até Jesus. Ele náo regrediu a um estado no qual não seria melhor que os animais. ao indicar que na própria convivência conjugal havia uma alusão à comunhão entre Cristo e sua Igreja (cf. matar Abel. a durabilidade. O trabalho que Adão recebeu para lazer. fica claro que cada aspecto da vida do homem foi permeada pelo pecado e pelo desejo de negar a Deus. Abraão recebeu mais atenção na história judaica. é também o espetáculo no qual o que recebeu tanto domínio do Criador tentou negar sua dependência do Senhor. Em Lucas 3. de onde fora formado (Gn 3. A diferença entre essa relação e a de Mateus (Ml 1. o apóstolo acrescenta mais um significa­ do ao relacionamento entre homem e mulher.19). o homem colocou a si mesmo no lugar de Deus. Por intermédio de Adão. Adão fixou seu olhar num tipo de vida que ignoraria ou mesmo negaria ao Todopoderoso. cf. como única. quando falou do casamento como uma insti­ tuição indissolúvel. contudo. seu segundo filho (Gn 4. ao ser expulso do Jardim do Éden (Gn 3. Naquela negação.17). nosso primeiro pai teria dificuldades em cultivar o solo e exercer o domínio sobre os animais. porque Adão "foi formado primeiro" e Eva foi enga­ nada primeiro (1 Tm 2. o pecado entrou no mundo e trouxe o castigo e a maldição do Criador sobre toda a criação. e a intimidade desse relacionamento com Jesus foram mostra­ dos por Paulo. mas mediante um esforço cansativo e doloroso.17-19). Adão novamente assumiu a posição proeminente nas discussões sobre como Deus trata com a humanidade. O amor. para a glória de Deus. seu primogénito. em pensamentos. agora seria doloroso (Gn 3. Paulo também apelou para o relacionamento de Adão com Eva.9). Por meio daquela transgressão.8. em toda a criação de Deus é claramente revelada. Adão continuou o mesmo.23.

os que estão “em Adão". 15-17). O primeiro era o Adão de Génesis. enquanto Cristo traz a salvação desse juízo. O argumeuto de Paulo baseava-se em seu entendimento de que Adão era realmen­ te um personagem histórico. o qual é reafirmado diariamente na vida de cada indivíduo (Rni 5.15. na verdade. O vocábulo "todos" de 1 Coríntios 15.22 tem sido exaustivamente discutido pelos comentaristas. nosso primeiro pai é visto como o que foi desobediente e Lrouxe o pecado. 18). começa o contraste com: “mas náo é assim o dom gratuito como a ofensa".45-47. ao referir-se tanto a Adão como a Cristo (a palavra “um/uma" é repelida dez vezes nos w . conforme Paulo fala em 1 Coríntios 15. Ele. Adão (Rm 5. Dessa maneira. o apóstolo apresenta sua visão da comunhão entre Adão e Cristo. Adão. também a ressurreição dos mortos veio por um homem". como seu líder. 14). E nesse sentido que Jesus é realmente “ Adão" — o último Adão (1 Co 15.45). 23 . mas o interesse do apóstolo era. Os crentes aprendem sobre a graça de Deus em Cristo. 21) — Adão. Ele trouxe o pecado ao mundo. da morte para vida. O apóstolo queria que as pessoas vissem sua ênfase em duas coisas nesta passagem. juízo. como fillios de Adão. sofreu e morreu como acon­ teceu com Adão e sucede com toda a humanidade.14). Lodos os que estão "em Cristo". contudo.2) ou alcançar o castigo. 22 diz: “Pois assim como Lodos morrem em Adão. Ele se refere a dois grupos diferentes de “todos": o prim eiro. receber a graça da salvação de Deus median­ te a fé em Jesus (Rm 5. pela fé. Cristo teve sucesso onde Adão fracassou e Ele só poderia fazer isso como um verdadeiro homem. Des­ sa maneira. Primeiro. Adão foi superado por Jesus. receberão sua natureza — "a imagem do celestial" (1 Co 15. no v. por meio da fé em Cristo. espírito vivificante”. demonstrar o quanto Adão e Cristo são diferentes. Cristo obedeceu a Deus quando Adão náo o fez. A passagem.ADÀO nos 5. os quais têm fé nele e são representados por Ele. Cristo estava preparado para receber a maldição do juízo de Deus e morrer. Lrouxe o pecado a toda a humanidade. “é a figura daquele que havia de vir" (v. Esse contraste entre Adão e Cristo foi desenvolvido em linhas similares em 1 Coríntios 15. Paulo provavelmente viu nisso uma “figura". Paulo mostrou que a humanidade tem diante de si duas alternativas: ser represen­ tada por Adão ou Cristo. quando observam que ela se torna "muito mais" superabundante para as pessoas depois que muitas transgressãos são cometi­ das. portanto. e o “último Adão. o segundo. assim também todos serão vivificados em Cris­ to". para trazer vida aos que crêem. Segundo. 15-19). o juízo e a morte para Iodas as pessoas (v. Então. queria que Iodos entendessem plenamente o significado de sua expressão “muito mais". morte. e o segundo “é do céu”. é espiri­ tual. quando comparada com o castigo que seguiu apenas um pecado (w. 47). Cristo trouxe justiça — Adão.49) e isso redundará em vida eterna e ressurreição. Cristo trouxe vida eterna (v. “um homem’' (v. seres humanos naturais que morrem devido ao juízo de Deus sobre o pecado de nosso primeiro pai e sobre suas transgressões diárias. Paulo fala sobre isso de forma mais vívida em 1 Coríntios 15. da ira de Deus.12). (que) foi feito alma vivente".12): “porque todos pecaram". “sendo da terra’'. para tornar-se “as primícias" dos que ressuscitariam. ou o segun­ do homem (v. na discussão de Paulo sobre a morte e a ressurreição. começou primeiro com o próprio Jesus que se tornou “homem".21: “Pois assim como a morte veio por um homem. onde faz um contraste entre o “primeiro homem. O “homem do céu" viveu. O contraste que o apóstolo fez foi éntre a pessoa natural e a que. O v. ele fala repetidamente em “um homem".

Pai de Safate. 1 Rs 1 e 2).22). Líder de uma família de sacerdo­ tes de Harim.6 menciona que Ebede. Um filho de Bela (1 Cr 8. Um dos nove levitas que ensina­ ram a Lei ao povo. Filho de Siza. quando ele pediu para casar-se cora Abisague. A D N A (Heb. A D O N IA S (Heb. 2. Adonias. levou-o a planejar um golpe político. A D M A TA .16.g . um dos descen­ dentes de Adim. na época em que houve um grande desejo pelo livro da Lei (2 Cr 17. o nú­ mero dado em Neemias 7. 1. consultor do rei Xerxes (Et 1.12). era dirigida pelo Espírito de Deus: “Dia a dia vinham a Davi para o ajudar. 1. rubenita. que se esgotou. 1. Para mais detalhes veja Memucã. “justiça de Deus”). seu irmão mais velho.30 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras.29). regis­ trado em Neemias 10.15.4. Guerreiro da tribo de Manassés que desertou do exército de Saul e uniu-se a Davi em Ziclague (1 Cr 12. 1 Cr 1. também ameaçou trazer problemas ao reinado do pai (2 Sm 3. Esdras 8.20). juntamente com 50 ou­ tros homens subiram da Babilónia duran­ te o reinado de Artaxerxes. “adornado”). Esdras 2. Sua amargura. 2.28. responsável pelos tesouros reais no reinado de Davi (1 Cr 27. e não ele. Ao fazer isso. Homem sábio e especialista em leis. Ele ofereceu a si mesmo como sacrifício pelo pecado. “deleite”). o quarto filho de Davi. Para mais detalhes. A D I. respon­ sável pelos “gados dos vales” (1 Cr 27.1-3). A D A R .36. como o exército de Deus” (1 Cr 12. Um líder da tribo de Simeão.13. ADI NA (Heb. veja Abisague e Natã. Pertencente à tribo de Judá. oficial no reinado de Davi. a camareira de Davi: isso resullou em sua execução (1 Rs 2. seria o su­ cessor de Davi. Um dos sacerdotes que.42).8).15 diz que 454 dos seus descendentes retornaram do exílio na Babilónia. se estabe­ leceram em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. “voluptuoso”). Essa passagem deixa claro que a deserção gra­ dual dos soldados de várias tribos. até que se fez um grande exército. durante o terceiro ano do reinado de Jeosafá. ADI EL (Heb. 3. ao abandonar Saul para unir-se a Davi. Seguidor das pegadas de Absalão. Ele viveu nos dias de Joiaquim. Era filho de Ja­ zera e pai de Masai. 3.ADAR Era sua morte. mencionado em Neemias 12.14). men­ cionado em 1 Crónicas 4. A D B E E L .29). era um dos oficiais mais graduados no exército do rei Jeosafá (2 Cr 17. Adim é des­ crito como um dos líderes que colocaram o selo sobre o juramento do povo. que está debaixo do juízo de Deus por causa do pecado. Jesus identificou-se com Adão e toda a humanidade. O pai de Azmavete. Salomão demonstrou-lhe tolerância. p . Relacionado na genealogia de Jesus em Lucas 3. 24 .14).20 é 655. Adina era um líder entre seu povo e um dos “heróis” de Davi (1 Cr 11. Descendente de Paate-Moabe. 4.o . que falhou mediante a hábil intervenção de Nalã. é re­ lacionado em Esdras 10.25). um ato que foi aceito por Deus quando Ele levantou o segundo Adão dentre os mortos e dessa maneira reverteu em Cristo a maldição do juízo colo­ cado sobre Adão. “ornamento de Deus"). 2.19-25). “o Senhor é meu Se­ nhor”). A D L A I (Heb. devido à suspei­ ta de que Salomão. A D IM (Heb.19. O terceiro filho de Ismael e um líder tribal (Gn 25.

foi comunicado sobre a pos­ do trabalhava para Salomão. como as nações vizinhas (1 Sm 8. a qual conquis­ taram.18 o número dos descendentes que regressaram é dado A D R A M E L E Q U E . depois da morte de Josué. Trouxeram consigo práticas reinado de Davi e no decorrer do gover­ tenebrosas. na época deveria ser visto como retribuição feita em que os israeUtas entraram em Canaã. tinham firmado um (Jz 1. construção das instalações reais.13 registra que 666 amoritas para alacar os gibeonitas (Js 10. para substituir os israeUtas que foram exi­ los trabalhos forçados. que incluíam sacrifícios de no de Salomão (1 Rs 4.G. A D O N IR Ã O (Heb. "meu Senhor capturaram Adoni-Bezeque. Seu Iraba2. Assim.14. Seu medo dos feito a mesma crueldade com muitas ou­ tras pessoas. mas tavam entre os primeiros que continua­ foi apedrejado e morreu (1 Rs 12. s. “senhor de Quando Roboão subiu ao trono e adoBezeque”). pelo Senhor sobre um homem que tinha liderados por Josué. durante as reformas teceria. tratado de paz com Josué. A de sua obra miraculosa em favor de Isra­ Bíblia mostra que um castigo tão cruel el para a derrota dos amoritas. cananeu da região de Bezeque. 1 . P. mataram 10. os Senaqueribe e orou ao Senhor por livra­ quais ele enviava em grupos de 10. era um rei separaram -se de Judá e Benjam im . Os ho­ Adonirão foi enviado como embaixador.000 sível queda de Jerusalém pelas mãos de homens recrutados sob suas ordens. Em Neemias 7.v.24 é chamado de Adorão).13 diz que um número enfrentar os amoritas. AdoniZedeque era rei de Jerusalém. embora fosse exatade obedecer à Palavra de Deus.16).B E Z E Q U E (Heb.d. mais tarde.4-7). “o Senhor é exalta­ Esse povo estava entre os transportados do”). mens das tribos de Judá e de Simeáo es­ para fazer cumprir as ordens do rei. p.18). uma cidade forte tigo de Deus e que merecia tal suplício e bem guarnecida. os quais pediram ajuda a Josué.D. desde o final do lados (v.000 mento. tinha 30. Filho de Abda. em 2 Sm crianças. durante o reinado de P. com Esdras. "meu Senhor tem se levantado”). 2 Cr ram a lula contra os cananeus e ferezeus. Quan­ rei de Judá. Mencionado apenas no pri­ tou o mesmo sistema.G.000 homens e A D O N I -Z E D E Q U E (Heb. queimadas no fogo.18. Cortaramé justiça”). para Exílio e Esdras 8. Naquele pri­ meiro ataque. sob a in­ mente isso que Samuel alertara que acon­ fluência de Neemias. Artaxerxes.D. 5. adorados pelos sefarvitas (2 Rs 17.6-15).1-5). Isaías profetizou que o rei assírio ao Líbano para trazer tábuas de cedro e 25 . ele for­ mou uma colig ação com cin co reis A D O N IC Ã O (Heb. dos seus descendentes retornaram do que marchou rapidamente de Gilgal. 10.31).6. Tal sistema de trabalho forçado era ram e selaram a promessa que o povo fez odiado pelo povo. Ele reconheceu que era cas­ hebreus aumentou quando ouviu que os habitantes de Gibeom. quando Israel desobedeceu a de Esdras (Ne 10. E lembrado porque sua con­ lhe os polegares das mãos e dos pés e o vocação para a balalha serviu como de­ monstração do grande poder de Deus e levaram para Jerusalém. Um dos homens que testemunha­pinho.G. era responsável pe­ para Samaria por ordem do rei da Assíria. Um dos deuses como 667. Um dos filh o s do rei assírio ilio era forçar os israelitas a ajudar na Senaqueribe e irmão de Sarezer. Ezequias.ADRAMELEQUE 3. esse rei morreu ali. Deus e insistiu em ter um rei. as tribos do Norte meiro capítulo de Juizes.16-19). 20. O Senhor deu uma de seus descendentes vollou da Babilónia grande vitória a Israel (Js 10. Esdras 2. 24). A D O N I .

Era um profeta do Novo Testa­ mento. Evi­ dentemente. Samuel mostrou que. Senaqueribe foi morto pelos próprios filhos. Agague. d . p. pouparam Agague e alguns dos melho­ res espólios de guerra. A profecia levou os discípulos de Antioquia a tirarem imediatamente uma coleta. que no final foi arrecadada em muitas igrejas. “pelo Espírito". casado com Merabe. Deus ordenara ao rei de Israel que des­ truísse completamente aquele povo na batalha. Fontes extrabíbiicas demonstram que numerosas crises de fome ocorreram em vários luga­ res durante o primeiro século do Cristia­ nismo. Essa oferta. de Números 26. Era tataravô do rei Saul (1 Sm 9. falou que uma grande fome espalhar-se-ia por todo o Im­ pério Romano (At 11.15). provavelmente era a esposa deste. A profecia de Balaão em Números 24. é claro.28). Is 37.2). Por meio de Samuel. embora profunda. Deus matou muitos assírios. enquanto adorava seu deus Nisroque (2 Rs 19. por sua desobediên­ cia. Saul e seus soldados.1).19). ao mentir e dizer que só poupara Agague e os espó­ lios para sacrificá-los a Deus. se fosse à Cidade Santa. foi levada a Jerusalém por Paulo e Bamabé. Talvez seja o mesmo Airã. com a pri­ são do apóstolo em Jerusalém e sua pos­ terior deportação para Roma.30). na qual anunciou-se o fim do reinado de Saul. Ele aumentou seu pecado. lembrado por duas profecias. Um descendente de Benjamim e pai de Becorate. contudo. a caminho de Jerusalém (At 21. os quais diziam que ele não deveria ir. Posteriormente. numa ação que mostrava a justi­ ça de Deus sobre um assassino de ino­ centes (1 Sm 15. filha de Saul. monarca dos amalequitas.27ss). o Senhor pronunciou um juízo sobre o rei de Israel. era a anfitriã da igreja que se reunia na casa de Filemom. como um irmão em Cristo. A segunda profecia foi dirigida a Pau­ lo. Apesar dos apelos dos outros irmãos.8) fora prometida a Davi (1 Sm 18.d . A G A G U E .22-26). Na primeira. Desde que o apóstolo a saúda ime­ diatamente depois do próprio Filemom.G. AER (Heb.7 diz respeito a uma pessoa com esse nome.8).ADRIEL não capturaria a Cidade Santa e voltaria para sua terra pelo mesmo r a m i n h o .g .35).8-33). A F IA . Uma mulher saudada pelo após­ tolo Paulo em Filemom 2 e descrita como "irmã”. a obediência é mais importante do que o sacrifício. A F IA . 1. A D R IE L . Merabe (erroneamen­ te chamada de Mical em algumas tradu­ ções de 2 Sm 21. Paulo pe­ diu a ela também que recebesse o escra­ vo Onésimo de volta.g . para ajudar os cristãos que viviam na Judéia (At 11. p . Para cumprir sua promessa. quando se encontrava em Cesaréia.37. Em 1 Crónicas 7. O profeta então matou Agague. Adrameleque e Sarezer. foi derrotado por Saul (1 Sm 15. A desobediência era uma re­ jeição direta das Escrituras Sagradas (1 Sm 15.D. ÁGABO. “outro"). Pau­ lo insistiu que estava disposto a ir para onde o Senhor o enviasse. Agabo veio da Judéia e profetizou que o apósto­ lo seria preso. Numa tris­ te declaração.33). A tradição diz que foi apedrejada até a morte durante a perseguição levan­ tada por Nero contra os cristãos. Entre seus descendentes es­ tavam os husitas. a fim de ser julgado por César (At 21.12 ele é listado como um líder da tribo de Benjamim.10). para o Senhor. como vin­ gança pela morte de vários gibeonitas (2 Sm 21. onde seria assassinado (2 Rs 19).38. 26 . e livrou assim Ezequias e seu povo (2 Rs 19. A profecia.38). quando Saul rompeu o tratado que Josué fizera com eles (Js 9. Filho de Barzilai. Esse vocábulo provavelmen­ te se refere a algum tipo de título. 2. cinco de seus filhos foram mortos (2 Sm 21. mostrou ser verdadeira.29. P.

Um dos filhos de Zibeom. A primeira parte de suas pro­ fecias é de condenação sobre os que retornaram da Babilónia e buscavam seus próprios interesses. é listado nas genealogias do tempo do rei Jolão. todo o ministério de Ageu. Ele ouviu a defesa de Paulo durante sua pri­ são em Cesaréia. registrado no livro que leva o seu nome. contudo. Ele incentivou seus ou­ vintes a náo alentar para sua sabedoria humana. Filho de Abdiel. Ageu. No entanto.7. uma das concubinas de Saul (2 Sm 3. AG EU (Heb. era sacerdote em Silo. qua­ tro anos mais tarde (Ed 6. na pessoa de Zorobabel. A IÃO. em 2 Samuel 23. Mencionado como um dos filhos de Semer. 1. Pai de Rispa. 21. AIÃ (Heb. com efeito. A ÍA S (Heb.1). Pratica­ mente nada se sabe sobre este profeta. as quais demonstram que.35). aconteceu em me­ nos de quatro meses. 1.19).11. servo de Deus (w. estabelece especificamente a data de suas várias mensagens. 27 . festival”). Esdras proporciona algumas informa­ ções adicionais.3 2 . o hararita. AIÁ (Heb. A G R IP A . Líder da tribo de Manassés e filho de Semida (1 Cr 7. ficou alento ao testemu­ nho do apóstolo e até mesmo arriscou dizer: "Pensas que em tão pouco tempo podes persuadir-me a fazer-me cristão?” (At 26. Ageu visualizou aquele que atrairia a riqueza e a adora­ ção das nações (Ag 2.14. 20-23). 2. Filho de Jaqué. O filho de Sarar (ou “Sacar”: 1 Cr 11.33). encorajou os trabalha­ dores a antecipar um dia no futuro. Alguns sugerem que seu nome era outra designação para o próprio Salomão. foi o escritor de vários provérbios. antes de começar a se preocupar com o Templo (Ag 1. O atual jamais seria comparado com aquele.15). mas isso é improvável. edomila descendente de Seir (Gn 36. Assim. “meu irmão é o Senhor”). como também permaneceram envol­ vidos no projeto até sua finalização.C.10). Veja Herodes. Ageu não faz menção a essa fase posterior da re­ construção. que seria mais glorioso do que a dedicação do presente Templo.) e o 24B dia do 9® mês (Kisleu) do mesmo ano (18 de Dezembro de 520). as quais se encontram entre o 1* dia do 6* mês (Elul) do segundo ano do reinado de Dario sobre a Pérsia (29 de agosto de 520 a. A G U R .13 a 2 6 . homem poderoso na batalha (2 Sm 23.AÍAS A G É . O pai de Samá. “festa. 2. filho de Agripa I. de Judá (1 Cr 5.34). quando jônatas conquis­ tou uma importante e notável vitória so­ bre os filisteus (1 Sm 14. viu uma figura messiânica que governaria sobre os reinos. chamado de “mensageiro do Se­ nhor” (v.40).6-9) e. 1. Sempre acompanhava o rei Saul para Uie dar ori­ entação e era um dos responsáveis pela Arca da Aliança. "ave de rapina”).28). os anciãos pre­ sentes na dedicação lembraram-se da gló­ ria do Templo anterior. um homem valente e chefe de príncipes na tribo de Aser (1 Cr 7. Al (Heb. Bisneto do sacerdote Eh e filho de Aitube. um dos trinta “heróis” de Davi.13). depois do exílio babi­ lónico. cham ava-se Herodes Agripa 11. endereçados a Itiel e a Ucal (Pv 30. mas estivessem voltados para a “Palavra do Senhor (que) é perfeita” (Pv 30. A profecia de Ageu. encorajar a reconstrução do Tem­ plo em Jerusalém.24. 1 Cr 1. como o Rei.15). Ageu e Zacarias não so­ mente estabeleceram o impulso necessá­ rio para a reconstrução do Templo (Ed 5. exceto sua colocação cronológica e a na­ tureza de seu ministério e sua mensagem. "um irmão”).5).4).3.1). Um gadita que vivia em Gileade e Basã. e .18). “meu irmão“). ou seja. Mencionado como rei Agripa em atos 25.m .

significa que era um escriba (1 Rs 4. mencionado como secretário na corte de Salomão.3. o qual cuidou dele.Um dos líderes em Neemias 10. Pai de Baasa. Esse Josafá clara­ mente foi um dos líderes mais confiáveis de seu tempo (2 Sm 8. 1.2931). s. 7. portanto.15). Sobre Jeroboão. 1 Rs 4. Zadoque foi o sumo sacer­ dote durante quase todo o tempo do rei­ 28 .16. Jeremias também recebeu ins­ trução de Deus para profetizar que viria juízo sobre Judá. Filho de Eúde. veja Jeroboão. 5. d . que viveu duran­ te o reinado de Davi.AICÀO 2. sobre as tribos de Judá e Benjamim. 1 Cr 18.10). Dez tribos revoltaram-se contra Roboão e fi­ zeram Jeroboão rei no Norte (1 Rs 11. 4. da tribo de Benjamim (1 Cr 8. o povo queria matar Jeremias. rasgando simbolicamente seu próprio manto.36). Habilidoso arqueiro ambidestro da tribo de Benjamim. A razão teológica para a divisão do reino foi o sincretismo e a apostasia de Salomão (1 Rs 11.9).1217). Profeta de Silo que se opôs à idola­ tria de Salomão e falou sobre a divisão do reino.3). “irmão de ajuda”). da tribo de Judá. linguisticamente. 2 Cr 9. 12. 8. Hulda destacou as palavras da lei de Deus que prometiam castigo sobre Israel.g . depois da queda de Jerusalém em 587 a. (Jr 40. Essa passagem dá a entender que Aias e seu irmão foram exi­ lados para Manaate. o que. 6 . que também colocou seu selo sobre o pacto que o povo fez de obedecer à lei do Senhor. ao confirmar que o menino morreria e Deus desarraigaria Israel da terra. ele levou as ofertas de sua tribo no décimo dia da celebração. mencionado apenas em 1 Crónicas 2. à frente dos danitas. O neto de Davi ficou como rei no Sul. Um dos “heróis” de Davi. que primeiro lutou por Saul e que depois transferiu-se para o exército de Davi em Ziclague (1 Cr 12.24). d. 20. A IM A Á S .27. "porque fi­ zeram os seus bosques. Filho de Amisadai.7). Seu filho Gedalias foi nomeado governa­ dor de Judá por Nabucodonosor. Na dedicação do Tabernáculo. Jeremias então ficou com Gedalias.15. provocando o Senhor à ira” (1 Re 14.12. "Lançarei fora os descendentes da casa de Jeroboão. mas Aicão salvou o profeta da morte (Jr 26. O monar­ ca enviou Aicão.25. Ao ouvirem as más no­ tícias. Filho de Jerameel. Quando os israelitas finalmente partiram do Sinai.7-13. listado como pelonita (1 Cr 11. p.15). que estavam na re­ taguarda de todos (Nm 10. como se lança fora o ester­ co. p . Tempos depois. "meu irmão tem se levan­ tado”). A IL U D E . mas também fiéis ao Senhor.22. a despeilo das palavras duras de juízo contra Judá que proclamavam. apoiavam os profetas. o “Livro da Lei” foi encontrado no Templo. 21. Aias reiterou sua profecia de con­ denação contra a casa de Jeroboão.3). caso se desviassem do Senhor e adorassem ou­ tros deuses. juntamente com o sa­ cerdote Hilquias e outros. Aicão e seu filho eram leais aos reis de Israel.24. 1 . 2. para consultar uma profetisa a respeito do livro.26. até que de todo se acabe” (1 Rs 14. A IE S E R (Heb. 10. Bua mais detalhes.12). 2 Rs 9. g . durante o remado de Jeoiaquim. Filho de Sisa. Al C Ã O (Heb. Jeroboão enviou sua esposa disfarçada a esse profeta. foi seu representante na época do censo (Nm 1.7). rei de Israel (1 Rs 15. para descobrir se o filho deles ficaria bom de uma doença que con­ traíra.25).33.29. Judá fizera essas coisas e por isso o juízo estava próximo (2 Rs 22. Aiser esta­ va novamente no comando de seu povo. portanto.v. 3. Paidejosafá. Nos dias do rei Josias. As doze partes desta rou­ pa simbolizavam a ruptura do reino. Líder da tribo de Dã no tempo de Moisés. C.15).

2. para suprir a casa real por um mês durante o ano (1 Rs 4. A IM Ã (Heb. Calebe liderou o ataque contra essa cidade e derrotou os três gigantes na ba­ talha. foi toma­ A IM E L E Q U E (Heb. Em 1 Crónicas 18. seu filho.2. 27. Uma mulher de Jezreel. 21 e 22. foi nomeado um des­ ses governadores. e a recompensa por tal ato foi notável (Nm 13. Ainadabe era o governador da região de Maanaim (1 Rs 4. no serviço do rei Davi (1 Sm 26.20). Veja Zadoque e Abiatar. responsáveis pela guarda dos portões do Templo. A IN A D A B E .8). que matasse todos os sacerdotes.c. portanto neto do sacerdote Aimeleque. era um dos sacer­veiro e Ainoã deu à luz o primeiro filho dotes de Nobe e amigo de Davi. Salomão nomeou doze governado­ res de província. Ela esteve com o fi­ P. 2. 30.1). na região de Naftali (1 Rs 4. Um dos porteiros da tribo de Levi. e a versão correta seria “ Abiatar. crianças. da cativa. É particularmen­ te interessante notar como o Senhor aben­ çoou Calebe nessa conquista. Al M O T E . após o cativeiro na Babilónia (1 Cr 9. filho de Aimeleque (1 Sm 22. Aimaás. o edomita. Um dos três notórios descenden­ tes de Enaque. esposa de Saul (1 Sm 14.14. 2. Filho de Ido. ele e sua família herdaram aquela parte de Canaã (Nm 13. Jz 1.16 e 2 Samuel 8. Apenas ele e Josué voltaram a Moisés. s. ”meu irmão é um presente”). Como resultado. Cada um deles tinha a responsabilidade de providenci­ ar alimentos em sua região. Descendente de Elcana. 14.AINOÃ nado de Davi.50). Quando Absalão morreu.15 a 19. mencionado anteriormente.G. quando Saul deu Mical para outro homem. Pai de Ainoà.24). responsáveis pelo su­ primento das necessidades do rei e da corte real. filho de Aimeleque”.30.10). do fugiam de Saul: o rei ficou tão furioso que ordenou a Doegue. A IN O Ã (Heb. Js 15. confiantes suficientemente no Senhor para crer que tais gigantes seri­ am derrotados.5. depois do retorno a Jerusalém.25). Filho de Aitube. juntamente com Abigail.3. 1. Aimeleque aparece como o filho de Abiatar. além de lodos os homens. lho de Jessé em sua jornada na Filístia. outros acreditam que os no­ mes foram erroneamente trocados. 1. juntou-se a ele para servir ao rei.6). So­ mente um escapou — Abiatar. s. (Heb. Amnom (1 Sm 25. Ele aju­ de Davi.7). através de Coale (1 Cr 6. filha de Salomão.43. 3.17). Filha de Aimaás.7-15). casado com Basemate. Naquele dia foram mortos 85 deles. mulheres. encarregaram-se de vigiar Absalão e descobrir seus planos (na época em que Davi fugiu de Jerusalém). Vemos que Calebe demons­ trou uma grande fé. Aim eleque é referido como “o heteu".c. mais coerente com os even­ tos de 1 Samuel caps. onde. Enquanto alguns estudiosos interpretam que essas referências significam exatamenle isso. que viviam em Hebrom no tempo da conquista de Canaã por Josué. Era um dos doze governadores distritais do rei Salomão. Ambas sobreviveram ao cati­ 1. bebês e até mesmo os animais (1 Sm 21 a 22). esposa de Saul (1 Sm 14. 2.17. “irmão nobre”). filho de Abiatar. dou o filho de Jessé e seus homens quan­ 2 Sm 2. Davi sentiu-se culpado pela tragédia e o tomou como seu sacerdole e confidente pessoal. da tri­ bo de Levi.D. “meu irmão é bom"). com quem Davi se casou. Juntamente com Jônatas. 29 . depois de espi­ arem a terra. 3. “irmão de um rei”).50). Aimaás. 1 Cr 3. Aimaás pediu au­ torização para levar pessoalmente a notí­ cia a Davi. No final. 3.14). ele entregou apenas as mensagens sobre a vitória na batalha e dei­ xou que outro mensageiro levasse a notí­ cia da morte do filho do rei (2 Sm 16.22. 2.

demons­ trou que traía Davi (2 Sm 15).1 .6.37. líder da tribo de Naftali.22). P. onde também são m encionados.39. ele teve razões pessoais para o seu tolo comportamento concernente ao rei. Aiô caminhava na frente do carro.AIÔ AIÔ. para mostrar seu desprezo à autori­ dade real (2 Sm 16. provavelmente Aer refira-se à mes­ ma pessoa.12. fez jus ao significado de seu nome. 3. Um dos dois filhos de Abinadade. entretanto. Ele incen­ tivou Absalão em seu atentado armado contra o rei e também o aconselhou a deitar-se cora as concubinas do próprio pai. Descendente de Benjamim. “irmão exaltado"). artífice e artesão que trabalhou na con stru ção do Tabernáculo e na confecção de seus uten­ sílios (Êx 31. quando o rei Davi resolveu levá-la de Baalim para Jerusa­ lém (2 Sm 0.78). Danita. atuou como mordomo do pa­ lácio (1 Rs 4 . seu nomo aparece como Aará.33s).21.6 . 30 . Em 1 Crónicas 7.6 ). Nm 4. O tercei­ ro dos cinco filhos de Benjamim relacio­ nados em Números 26. Para mais de­ talhes. no décimo segundo dia da celebração (Nm 7. sob o reinad o de Salomão. A I T O F E L (Heb.21. Encontra-se na genealogia do rei Saul. Encontra-se na genealogia que vai de Benjamim até Saul. para Jerusalém (2 Sm 15. nasceu num ambiente de ins­ tabilidade entre os seguidores do rei e sua traição seria simplesmente resulta­ do do sentimento geral de deslealdade sentido por muitos. ele novamen­ te aparece à frente de seu povo (Nm 10. Foi conselheiro tanto do pai como do filho (2 Sm 16. “irmão de Ra”). Depois. A IS A R .14). portanto. Embora as atitudes de Aitofel indi­ quem a instabilidade geral em que se en­ contrava o reino de Davi naqueles dias. Um dos filhos de Berias e líder da tribo de Benjamim.38. A IS A M A Q U E (Heb. “Deus o feriu ali por esta irreverência. o representante de seu povo no censo (Nm 1. Quando o Tabernáculo foi dedicado. o que provavelmente foram estritamente proi­ bidos de fazer (2 Sm 6. 1 Cr 13.3.27). contudo. no declinante reino de Davi. veja Uzá. Este conse­ guiu confundir Absalão e desacreditar Aitofel. A Bíblia não menciona o que aconteceu com Aiô.7).34. que dirigiam a carroça onde a Arca da Aliança era conduzida. “irm áo de conversa tola”).12). um dos filhos do benjamita Jeiel e de sua esposa Maaca. Em 1 Crónicas 8. etc.1. Procedente de Giló (2 Sm 15.14. pai de Aoliabe. Davi frustrou “os sábios conselhos” de Aitofel. A I R A (Heb. s. 1. “meu irmão ajuda”). Aira levou a oferta de sua tribo.21. cuja angústia atingiu seu clímax quando se enforcou (2 Sm 1 7 . Veja também Husai. e morreu ali junto à arca de Deus" (2 Sm 6.v.D. Uzá.15 ).23). Quando os bois que o puxavam tropeçaram. A IS A A R . Um dos importantes oficiais de Salomão. Ele.23. ao enviar Husai.10).15).6. 2. Quando Israel finalmente partiu do Sinai.15. Al RÃ (Heb. Exis­ tem algumas evidências de que BateSeba teria sido sua neta e a cooperação dele na queda de Davi seria motivada por vingança pela morte cruel de Urias.31 e 9. é provável que o mesmo acon­ teça cora o Eí relacionado em Génesis 46. perto de Hebrom.). Como resultado.35). Aiô vivia em Aijalom (1 Cr 8. o arquita. 1 Cr 27. 7. onde outros filhos de Benjamim são também mencionados. fi­ lho de Bilã (1 Cr 7. Filho de Enã.7). Mencionado em 1 Crónicas 8. mediante sua participação na revolta de Absalão contra Davi. seu irmão. no tempo de Moisés. Tornou-se cabeça dos airamitas.G. Essa lista ajud a a enfatizar a grandeza e a estabilidade do rein o de Isra e l. estendeu a mão para segurar a arca.

A L E X A N D R E . Lc 6. Provavelmente sobrevivia por bo de Aser. Zadoque foi um dos prin­ cipais sacerdotes durante o reinado de Davi e Salomão.52.12. ajudou Davi enquanto ele fugia de Saul. Talvez seu filho seja cita­ Tiago]. O rei mandou matá-lo. já bem próximo do final de seu minis­ róis de Davi” (1 Cr 11. Seu filho Aimeleque. Era avô de Zadoque. lembra como esteve sozinho em sua defesa no julgamento. pai de Zabade. 3. tério.31.15.D. era o pai de Zadoque. Ser "entregue”. 2.Talvez esse Alexandre fosse um dos dois citados acima. O Senhor ordenou a Moisés meio do fabrico de suvenires e estátuas que escolhesse homens de todas as tri­ bos para ajudar na divisão da terra de para os vários templos. Isso.17. 1 . 31 . Da tribo de Judá.20).36). Veja Himeneu (2 Tm 2. Se assim era. 3. Mc 3. filho de Amarias e descen d ente de Arão. em cujo caso a P. (1 Cr 9.21).34). 18.33). Nelo de Eli. A IT U B E (Heb. entretanto. ou Jaeráque podia deixar a justiça nas mãos de Deus (2 Tm 4. 2. Ele às tamento: vezes é chamado “Tiago Menor” ou “o 1 . O apóstolo.8. e Aiúde foi o representante de seu pregação de Paulo foi interpretada por ele povo (Nm 34. além de lodo o povo da cidade (1 Sm 22. 1. 5. dado citado apenas uma vez em Marcos 2. líder da tri­ outros metais) e inimigo do Evangelho (2 Tm 4.7.16. Filho de Amarias.11. de acordo com Neemias 9. talvez a ex­ clusão da igreja. At 1. Pai de Tiago. juntam ente com Himeneu. 4. evangelho de Marcos.14).12. Latoeiro (trabalhava com latão ou A IÚ D E .41).18). Membro da família do sumo sacer­ dote. Filho de Jeoada (1 Cr 8.11). 1 Cr 6. d. esse Aitube tam­ bém era pai de um certo Zadoque.8). de Cirene (Mc mais jovem”. disciplina claramente não funcionou.13).20). Talvez seu objetivo fosse dissociar os judeus de Efeso dos ensinos de Paulo. um dos oficiais na corte de Davi (2 Sm 8. Alguém que. um dos sa­ cerdotes de Nobe. Filho de Simão.G. vesse se convertido ao cristianismo. Ed 7. a Canaã. “irmão é bom”). envol­ ve algum tipo de disciplina. Simão foi obrigado a carregar a mais conhecido.14. Um nome comum.9.27). Ele blasfemara e rejeitara a fé cris­ tã.3). Neto de Benjamim e fi­ de Alexandre fora especialmenle preju­ dicial a ele.14). Tanto Himeneu como Alexandre são considerados cristãos e sua exclusão da igreja — se essa foi a for­ ma de disciplina — tinha como objetivo restaurá-los ao bom comportamento.2). ama das fi­ ria que em algum ponto de sua vida ti­ lhas de Sesã (1 Cr 2.42). que estava presente na audiência de Pedro e João (At 4. 1 . g . Alai. Pau­ 2. filho de Finéias (1 Sm 14. exigi­ A L A I. discípulo de Jesus fMt a quatro ou cinco homens no Novo Tes­ 10. como uma ameaça aos seus negócios.ALFEU 2.11. da tribo de Benjamim. o irmão de João (veja cruz de Jesus. Esse Aitube. E provável que seja irmão de do por ser conhecido dos que leriam o Mateus.17.18. que só aparece bem mais tarde na genealogia dos levitas (1 Cr 6.3. ser a mesma pessoa. mas os gregos não qui­ seram ouvi-lo. Judeu envolvido nas acusações contra Paulo (At 19. 2. ftii do apóstolo Levi (Mateus). foi "entregue a Satanás” (1 Tm 1. para diferenciá-lo do oulro 15. Pertencia à tribo de Judé e era descendente do rei Said. sabia lho de Bequer (1 Cr 7. Filho de Gera. Ne 11. nesse sentido. um dos "he­ lo. Filho de Selomi. 2. Veja Anás. com mais 84 sacerdotes. 1 .11. contudo. p .6). ou ainda todos eles podem mencionado em 1 Crónicas 8. A L F E U . 1 .7. A “forte” oposição ALE M E T E .

e uma ou ambas as partes submetiamse à maldição de ter a mesma sorte. Embora as formas das alianças fossem diferen­ tes em cada nação. de se fazer aliança. As da graça são convenientemente divididas em duas épocas: a da An­ tiga e a da Nova Aliança. Aliança no antigo Oriente Próximo A etimologia da palavra hebraica para aliança. Várias alternativas foram sugeridas. por exemplo. O vocábulo "aliança” é aplicado ao acordo entre iguais (alianças egtreji&ís indiví­ duos. a evi­ dência é fraca. a mãe de Tiago. no Antigo Oriente Próximo) e (vi) uma relação de bênçãos e maldições. tfrít. Todas as alianças de Deus na Bíblia são graciosas por natureza. por meio das quais o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo. mas até o momento nenhuma delas recebeu a aceitação geral. geográfico e histórico de cada um. pela observação das estipulações impostas por ambas as partes. sob a sanção de sua santa Lei. é indiscutível o fato de que o conceito da aliança era bem arraiga­ do na prática legal no Oriente Próximo. o qual era esquartejado. A L IA N Ç A Quando estudamos os personagens bíblicos. deve levar em conta o tratamento de Deus para com o seu povo como a nação do pacto.25). Todas elas foram reunidas debaixo de um mesmo guarda-chuva na "nova aliança” confirmada na mor­ te sacrificial do Senhor Jesus Cristo. O vocábulo "alian­ ça” é uma designação especial do relacionamento que Deus graciosamente estabele­ ceu e por meio do qual mantém uma estreita comunhão com seres humanos frágeis e pecaminosos. Os heteus tinham uma forma bem desenvolvida. p . g . A formalização da aceitação dos termos da aliança frequentemente era acompanhada pelo ritual da morte de um animal. Assegurava às partes envolvidas coinprdfnisso e proteção mútuos. contudo. é incerta. (v) lista de testemunhas (muitas vezes eram deuses. é bem conhecida. como. A excelência da NA pode ser melhor apreciada quando estudada à luz da AA. (iv) preservação (detalhes sobre onde o documento seria guardado e quando seria lido). Foi uma boa aliança. quanto à sua posição teológica. caso infringisse os termos da aliança. mas também sua situação espiritual. 32 . Se Clopas e Alfeu podem ser assim identifi­ cados como a mesma pessoa ainda é algo muito controvertido. marido de Maria. A prática. Certamente. o pacto entre Jônatas e Davi) e entre tmfrei/s^phor feudal e seus súditos (aliança feudal). que incluía seis partes: (i) preâmbulo (introdução das partes): (ii) prólogo histórico (pano de fundo das relações no passado). que serviu como preparação para a Nova Aliança (NA).d . geração após geração. O relacionamento dentro da aliança envolvia privilé­ gios e responsabilidades. (iii) estipulações. é importante entender não só o contexto social.ALIANÇA O nome Alfeu talvez venha de urna raiz aramaica siniilar a Clopas (]o 19. Qual­ quer discussão sobre eles. O AT fala sobre várias alianças. A Antiga Aliança A Antiga Aliança (AA) é a administração soberana da promessa e da bênção.

Deus prometeu estar com ele. de acordo com ela. A base da AA é a aliança com Abraão. a despeito da destruição causada pelo dilúvio. contextualiza o relacionamento com outra geração (cerimonia da renovação) e sofre transformações (Antiga em Nova Aliança. o Senhor confirmou sua aliança com Noé. 8. A novidade era que Deus comprometeu-se com uma família. enquanto torna­ va os seres humanos responsáveis pela preservação de suas próprias vidas (w.17). A certeza de sua proteção é ainda mais ampla pela promessa de sua bênção. Tanto a promessa como a bênção foram incorporadas na Aliança Abraãmica (Gn caps. Ela se torna explícita na narrativa do Dilúvio. A Aliança com a Criação O pano de fundo da AA é encontrado em duas alianças prévias: a aliança com a Criação e a aliança com Abraão. quando os participantes compartilhavam da identificação histórica com um legado e um convi­ 33 . a bênção era sua promes­ sa de assegurar prosperidade. '‘Mas contigo estabelecerei a minha aliança” (Gn 6. desejava que o povo de Israel também reafir­ masse seu pacto. Essa metáfora é rica e variegada na Bíblia. “o Deus de Abraão. Embora a terminologia da aliança não seja usada formalmente em Génesis 1 e 2. O pacto foi feito inicialmente entre Abraão e o Senhor numa cerimó­ nia solene de sacrifício (Gn 15).ALIANÇA Aliança como uma metáfora O conceito bíblico de aliança deve ser avaliado contra o pano de fundo do Antigo Oriente. cf. As promessas e bênçãos foram reafirmadas e elaboradas numa confirmação do pacto.3).14. 15 e 17). para ser seu protetor. estar com seus descendentes. Como a proposta era a palavra de Deus para livrar seu povo. e garantiu assim que a responsabilidade pelo cumprimento das condições da aliança era do Todo-poderoso.8) náo era algo novo na história da redenção. pouco antes do nascimento de Isaque (Gn 17). Afinal. R e n o v a ç ã o . nacional/familiar em aliança universal). Deus tomou uma prática legal comum e usou-a para definir a comunhão entre Ele e seu povo.8-17). Os 2. de acordo com a qual prometeu preservar a vida sobre a Terra (Gn 9. protegêlos na terra de Canaã e torná-los uma fonte de bênçãos para as nações (Gn 12. aumentar sua família. A Aliança Abraãmica P r o m e s s a e b ê n ç ã o .6). A proteção de Deus vai além de nossa imaginação. a aliança é uma ilustração ou uma metáfora da comunhão do Senhor com os seres humanos. 4-6). porque era fiel à sua palavra de estar com os descendentes de Abraão. de Isaque e de Jacó” (Êx 3. pois a aliança define o relacionamento entre as partes. Dessa maneira. O Grande Rei prometeu proteger e livrar seus súditos (Gn 15.18. Quando o Senhor renova­ va sua aliança com cada nova geração. Essa promessa de estar entre os seres humanos como o Emanuel (Deus conosco.15). felicidade e segurança. fortalece a lealdade ao Senhor (bênçãos e maldições).18: Is 54.2. a idéia é implícita. Na primeira. Israel veio a conhecê-lo como o Deus que ultrapassava as gerações. na qual o senhor prometeu a Noé que confirmaria a aliança. A renovação era importante na história da redenção. Is 7.1. delineia os termos (privilégios e obrigações). o Senhor prometera proteger Caim (Gn 4. Depois do Dilúvio. Deus andou entre as partes dos animais sacrificados. O Senhor confirmou as promessas e a aliança com Isaque e Jacó.9). o Senhor assumiu um compromisso com toda a existência e incluiu os seres humanos.

pode ser testada. como uma expressão de submissão e lealdade. (1) E uma confiança em Deus e na sua liberdade de livrar quando e da maneira que Ele escolher. O teste mais severo de sua lea ld a d e aconteceu quando Deus pediu seu filho Isaque em sacrifício (Gn 22). A Aliança Abraãmica também é o pano de fundo. A fé viva. e da tua descendência depois de ti” (Gn 17. Como um resumo da vontade do Senhor. 26. e para confirmar a palavra que o Senhor teu Deus jurou a teus pais.19). (2) Fé viva também inclui a dimensão ativa de lea ld a d e . Repeti­ damente o Senhor comprovou a fé de Abraão por meio da fome. Essa mensagem envolve três aspectos. Abraão.3). Abraão tinha tal fé: “Creu Abraão no Senhor. O Senhor abriu os privilégios da aliança para todos os descenden­ tes de Abraão. de outras maneiras. e sê perfeito” (Gn 17. o ho­ mem piedoso coloca sua esperança na promessa de Deus de que Ele habitará entre 34 . mas pela impiedade destas nações o Senhor teu Deus as expulsa de diante de ti. e isso lhe foi imputado para justiça” (Gn 15. ele se submeteu à sua soberania. para a AA. Terceiro. paia ser o teu Deus.4).7. o foco central na Aliança Abraãmica é a promessa da presença de Deus: "Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações. implícita na herança do pacto estava também a promessa de que lodos os reinos e nações seriam participantes com os descendentes de Abraão: "Quanto a mim. Ainda assim. E le iç ã o . Diante da realidade das adversidades da vida. para que guardem o caminho do Senhor. Assim como o Senhor feudal pensa com quem fará uma aliança. embora sem saber como o Se­ nhor faria para cumprir sua palavra. mantêm a fé viva como requisito da fidelidade ao pacto.6). Deus lhe fizera promessas e. Primeiro.5).ALIANÇA te para participar. a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado” (Gn 18. por meio da demonstração do amor a Deus e pela obediência à sua vontade. como aliança perpétua. Além do mais. nem pela relidão do teu coração que entras a possuir a sua terra. Essa dimensão abriu uma cláusula de proteção para todos os gentios que bus­ cassem abrigo no Deus de Abraão durante a AA e serviu como preparação para a perspectiva cósmica da NA. cf.19). (2) É a base para a ética exigida pelo Senhor como um comportamento adequado em sua presen­ ça (Gn 17. Essa posição privilegiada não foi concedida a ele por mérito: "Pois eu o escolhi” (Gn 18. para que pratiquem a justiça e o juízo. A p r e s e n ç a d e D eu s. e guardou o meu mandado. Segundo. ou seja. os requisitos para se entrar no reino de Deus. pois a escoLha deles não foi devido à sua justiça: "Não é por causa da tua justiça. devido à sua vida piedosa: "Porque Abraão obedeceu à minha voz. ela inclui duas dimen­ sões. (3) É a base para a escatologia. F é viva. os meus preceitos. O Senhor esperava que Abraão fosse um ho­ mem íntegro (Gn 17. Deus escolheu livremente a Abraão. que modelaria e ensinaria seus filhos na piedade: “Pois eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele. a posição de Israel também foi adquirida pela graça. da esterilidade de Sara e da rivalidade. Depois da morte dele.1).1). Isaque e Jacó” (Dt 9.5). Confiança total é a essência do que Deus requer do homem: "Anda na minha presença. (1) É a base para o cumprimento das promessas e o recebimento da sua bênção. é esta a minha aliança contigo: Serás pai de muitas nações” (Gn 17. o Senhor o elo­ giou. Essa dimensão é mais desenvolvida no ensino bíblico sobre o reino de Deus. os meus estatutos e as minhas leis” (Gn 26.1). Essa idéia desenvolve-se melhor na legislação da AA e também no ensi­ no sobre o custo do rliscipulado. a idéia de eleição é prevalecente.

quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado cm santidade. operando maravilhas?” (Êx 15.45. o custo do discipulado e a importância da ética à luz da promessa da vinda de Jesus em glória. Essa dimensão é mais desenvolvida: no Tabernáculo/Templo. terrível em louvores. O evento do Êxodo foi o contexto concreto no qual Deus demonstrou sua fidelidade à Aliança Abraãmica. pois prepara o leitor do Novo Tbstamento para enten­ der conceitos tais como reino de Deus. Deve ficar bem claro que existem muitas conexões entre a AA e a NA. em meio a muitos sinais e maravilhas.5.ALIANÇA seu povo. eles resistiram ao senhorio de Deus — antes. na NA. o símbolo dessa habitação era o Tabernáculo.4).11). a relação implicava tam­ bém em que Deus apresentasse os requisitos para que os israelitas vivessem em sua presença e soubessem quanto às pimições (sanções) pela desobediência. Essas duas dimensões — graça e punição — criaram uma tensão que encontrou uma solução somente na Nova Aliança. A reputação do Senhor está em jogo nas experiências do seu povo. Somente Ele é Deus: “Ó Senhor. A lei de Deus O povo recebeu um sublime chamado. Sua presença é a garanlia da proteção contra as dificuldades e a segurança de sua bênção. vós me sereis reino sacerdotal e nação santa" (Êx 19. a reve­ lação no monte Sinai marcou a constituição de Israel como o povo de Deus. Essa revelação é singularmente importante.6).46). Seus requerimentos adquirem um aspec­ to sinistro à luz da rebelião de Israel. a passagem pelo meio do mar Vermelho confirmou o poder de Yahweh para sobrepor-se aos poderes milita­ res e políticos desle mundo. A “lei” foi o símbolo desse relacionamento. A fidelidade de Deus A base para a AA é a imutável promessa da fidelidade de Deus. 35 . bem como às estruturas religiosas do Egito. pela qual o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo. Para servir ao Senhor. Ele tirou seu povo do Egito. Durante os 40 anos no deserto. Revela o amor do Todo-poderoso por seu povo: "Vistes o que fiz aos egípcios. durante e depois do Sinai. Para essa finalidade. Por um lado. pois Ele se comprometera a ser o Senhor de seu povo e habitar no meio dele (Êx 29. para ser "um reino sacerdotal e nação santa” (Êx 19. a revelação do Sinai iniciou uma nova relação entre os israelitas e Deus. Assim como o Êxodo marca sua fidelidade à promessa patriarcal. Segundo. O Êxodo foi o momento histórico que marcou o fato de Deus separar um povo para si. Esse momento dramático tornou-se ainda mais significativo por dois acontecimentos subsequentes. Primeiro. e vos trouxe a mim” (Êx 19. sob a liderança de Moisés. Depois de muitos anos de escravidão. contudo. A Aliança A definição da AA combina esses dois pontos de tensão: a AA é a administração soberana de promessa e bênção. na AA: no advento de Jesus Cristo e do Espírito Santo. A AA é preparatória da NA.6). como vos levei sobre asas de águias. sob a aprovação de sua santa Lei. Por outro lado. a revelação do Sinai marca o propósito de Deus de estabelecer seu reino entre seu povo: "Embora toda a terra seja minha. e na esperança da gloriosa vinda do Senhor. ao lidar bondosamente com os descendentes dos patriarcas. o relacionamento era pela graça. era necessário que Israel soubesse como agradá-lo.

fidelidade e misericórdia. Terceiro. senão que pratiques a justiça. juízo e justiça na terra. sou santo” (Lv 19. Como o Santo de Israel. O relacionamento íntimo entre Deus e os israelitas seria a base da éUca: ‘'Sede santos porque eu. e o vosso azeite.14. 28. ó homem. o povo é consagrado a o Senhor. A existência deles prefigura a promessa do Senhor de fazer uma nova criação. A lei reflete o caráter de Deus. Estão intimamente ligadas na herança de Israel. Ele se compromete a ser um Senhor gracioso. porque destas coisas me agrado. Ele ensinou ao povo qual era sua definição de amor.8. ou seja. A obediência à Lei é um importante aspecto da AA. sua ênfase também é na fé viva como o requisito essen­ cial e em andar na presença do Senhor como o motivo principal para a vida. Toda a nação foi dedicada ao Senhor. Como qualquer pacto iniciado por Deus. Deus falou algo similar: ‘Tile te declarou. o povo não saberia o que o Senhor requer dos seres humanos. as primeiras e as últimas. devido ao fato de serem descendentes de Abraão. Deus escolheu os hebreus para ser seu povo. encontramos uma importante expressão do cuidado de Deus por seu povo e sua cria­ ção. Por exemplo. E o que é que o Senhor pede de ti. Por meio das regulamentações detalhadas. e andes humildemente com o teu Deus?” (Mq 6. o que é bom. e comereis e vos fartareis" (Dt 11. prometendo e mantendo sua promessa. como aconteceu com Abraão (Gn 17. Assim. Essa maneira de olhar para os mandamentos do Senhor Lem levado à tradicional divisão: lei moral. No livro de Miquéias. separados de qualquer coisa que o Senhor tenha criado. É um meio de ensinar aos israelitas como devem andai diante do Senhor e ser um povo íntegro. foram separados para Ele.l Pe 1. No coração do sistema legal está o que é também o cerne do relacionamento na aliança. o relacionamento é do tipo rei/vassalo. De acordo com essa definição a AA tem quatro aspectos.15.16). prom essas e bên çãos fazem parte da aliança. 36 . Os 6.9). como o falar a verdade (lei moral) diante de um tribunal (lei civil).ALIANÇA A a lia n ç a é b o a .6). Darei erva nos vossos campos ao vosso gado. Primeiro. Segundo. apesar de a maioria do povo não ter fé nele. inicia e determi­ na com quem e como Ele se relaciona. um indivíduo náo deveria contratar o trabalho de outro israelita (lei civil). Estão em duas categorias. O Decálogo (leis morais) apresenta o que o Senhor espera dos mem­ bros da comunidade da aliança com relação a Si mesmo (adoração e cerimonial) e com relação uns aos outros (Êx 20. Na experiência concreta da vida dos israelitas em Canaã.15. isto é. "terra que mana leite e mel” (Dt 11. Os recursos de Canaã são expressões concretas da bondade de Deus: "Então darei a chuva da vossa terra a seu tempo.24).2. O ensino de Jesus sobre o amor a Deus e ao próximo é uma interpretação do que já fora ensinado no Antigo Testamento.3-6). cerimonial e civil. justiça. O Senhor escolhe. diz o Senhor” (Jr 9. Outros mandamentos ampliam o Decálogo. que faço misericórdia. cf. Deus considerava Israel como uma nação e tratou os israeUtas favoravelmente.1). ames a misericórdia.2-17). No Uvro de Jeremias. para que recolhais o vosso trigo. Embora a dife­ renciação seja bem definida.13. A Aliança Mosaica não é diferente nesse as­ pecto. Eles são santos em sua natureza. no sábado (lei cerimonial). a aliança o um relacionam ento soberano e gracioso. o vosso vinho. na qual o seu povo encontrará descanso e segurança. leis que especificam a vida de adoração a Deus (leis ceri­ moniais e relacionadas com o culto) e leis que regulam especificamente o relaciona­ mento com o próximo (leis civis). Muitas leis civis têm impUcações morais distintas. Deus disse: "Eu sou o Senhor. cf. a Lei tem um lugar proeminente. Isso foi mais bem enlendido pelos profetas. Se não fosse pela Lei. o Senhor vosso Deus. cf 7. Quarto. acontecem interseções.

tanto individual como corporativo. um vez por ano. Tinham transformado 37 . privando-o da alegria da salvação. Uma perspectiva profética Os profetas falaram de um novo com eço. dessa maneira. lançar os sobreviventes em desgraça e forçá-los a fazer perguntas. o s reis e o povo em geral transgridem os manda­ mentos de Deus. quando então celebravam. Muitos israelitas sentiam-se aceitos por Deus por meio de seu compromisso religioso com o Templo. o Espírito geralmente não estava presente com poder e glória como atua agora nos cristãos. Esqueciam facilmente o que o Senhor realmen­ te desejava: obediência. Terceiro.6-8). a Lei revela o pecado e torna o pecador culpado (Rm 5. veja também Hb 8 e 9). os chamados recebam a promessa da herança eterna” (Hb 9. bênção e maldição.1568) ameaçava constantemente o povo de Deus. quando os sacerdotes. como também a santidade de Deus.15. A A lian ça é te m p o r á r ia . as punições estão ligadas a qualquer infração da Lei. por meio de seus muitos detalhes. nos libertou desse aspecto negativo da AA.13). conforme prescrito na Lei de Moisés. Lm). porque a quebra de uma parte torna-se a transgressão de Lodo o relacionamento da aliança (Tg 2. na AA. mesmo quando os santos experimentavam uma transformação pela obra do Espírito Santo em suas vidas. Para assegurar que nenhuma transgressão não confessada na comuni­ dade jamais quebrasse a comunhão do povo com Deus. Desse ponto em diante. A Lei revelou a pecaminosidade e a rebelião do homem. Portanto. as quais retratavam a expressão de gratidão a Deus por sua bonda­ de. para santificar a “santa morada de Deus”.12. deveria ser incluído no tratado. no dia da Expiação. a obediência à Lei não pode prover propiciação pelo pecado. antes do Pentecostes. de uma vez por todas: “Por isso ele é o mediador de uma nova aliança. A Lei como sistema é aterradora. os indivíduos deveriam confessar suas transgressões diante de Deus e sacrificar um animal. Israel deveria viver com a tensão entre obediência e desobe­ diência. A AA era deficiente em quatro pontos. como comu­ nidade. como “propiciação" pelos pecados. o privilégio de fazerem parte da aliança. A presença do Senhor no meio do povo era incompatível com o pecado. quando previram o final da antiga dispensação. a Lei é um guia que guarda alguém de cometer transgressão. e lealdade mais do que religiosidade (Mq 6. Segundo. A maldição (Dt 28. caracterizada pela rebelião. Além disso. ela era um professor. As leis das ofertas e dos sacrifícios (Lv 7) demonstram a gravidade de qualquer infração aos mandamentos. tais como: “O Senhor nos abandonou para sempre?” (Is 64.11-16). Primeiro. As muitas estipulações concernentes às ofertas e aos sacrifícios servem como um lembrete do pecado individual e corporativo e a cons­ tante deficiência do ser humano diante do Senhor. intervindo a morte para remissão dos pecados que havia sob a primeira aliança. para que. como o povo de Deus devia viver. pois ensinava. idolatria e orgulho humano. os sacrifícios e as orações (Is 1. a fim de não incorrer na ira divina. A obra do Espírito Santo desde o advento de Cristo explica uma mudança radical. os indivíduos faziam ofertas em ação de graças. o sacerdote entrava no Santíssimo Lugar. A transgres­ são quebra a comunhão com Deus. libertação e rejeição. O AT não esconde os pecados dos santos. Quarto. eram feitas também ofertas comunitárias.ALIANÇA O Senhor lambém disse ao seu povo que o pecado. Os israelitas entenderam muito pouco que o juízo de Deus estava prestes a dizimá-los. O Senhor Jesus carregou a maldição da Lei por nós (G1 3. em vez de sacrifícios.10). de forma que.13) e. A morte de Jesus Cristo satisfez essa deficiência.

2. o conhecimento de Deus e perdão (Jr 31.110). fome. comparados com o Bom Pastor. Os exílios assírio e babilónico representaram uma rup­ tura no relacionamento da aliança. Pela manhã dirás: Ah! quem me dera ver a noite! E à tarde dirás: Ah! quem me dera ver a manhã! por causa do medo que tomará conta do teu coração. e não acreditarás na tua própria vida.65-67). guerras. O evangelho de Moisés encontrou eco nos profetas.31. Mas os profetas previram a restauração da terra e o surgimento de um novo povo que retornaria do exílio. pois ali o Senhor te dará tremor de coração. cf.10): e o deleite do Senhor em seu povo (v. na qual há provisão para uma mudança de coração. 26.26) e garantir segurança e transformação espiritual do povo (v. mas cora grande compaixão te recolherei” (Is 54. A NA é primeiramente e acima de tudo uma renovação da AA. a restauração é uma aliança melhor. e tornará a ajuntar-te dentre todas as nações entre as quais te espalhou" (Dt 30. diz o Senhor. Esse era essencialmente o evangelho de Moisés. perda da produtividade.33. Os outros dois são obra de Deus: circuncisão do coração (requisito para arrependimento e obediência) e pra­ zer do Senhor em seu povo.8-12). enfermidades.64-68).8-12 — a mais longa citação de um texto do AT 38 . Isaías falou sobre o exílio e a restauração motivada pela mudança da ira para misericórdia: “Por breve momento te deixei.10). O meu tabernáculo estará com eles. Os sacerdotes não podiam mais servir de intermediários. que se compadece de ti” (Is 54. e os outei­ ros tremam. nem a planta do teu pé descansará. eu serei o seu Deus. A experi­ ência da deportação deveria fazê-los ficar de joelhos.3). Moisés tinha encorajado o povo a voltar para Deus em sua angústia: "E te converteres ao Senhor teu Deus. A base para a proclamação da esperança também repousa na AA.ALIANÇA o Santo de Israel em um simples fetiche. a fim de reverter a maldição em bênção [Ez 37. e desmaio de alma. uma motiva­ ção interna. O Bom Pastor faria uma aliança de paz. nem será removida a aliança da minha paz. Por isso. de todo o teu coração e de toda a tua alma. circuncisão do coração (v.15-68. A tua vida estará suspensa como por ura fio diante de ti. desfalecimento de olhos.7). para um povo obstinado. 28). contudo o meu constante amor não se desviará de ti. obediência de todo o coração (w. Como Moisés predissera a deportação como juízo divino (Dt 28.34). A menção dessa passagem era Hebreus 8.2.9).1-5). as maldições descritas na aliança os alcançaram: adversidades. Somente Jeremias usou a frase “nova aliança" (Jr 31. e se compadecerá de ti. 30. mediante a habitação de Deus no meio dele: “Porei o meu santuário no meio deles para sempre. assim também eles falaram sobre um novo começo após o exílio. quando o Templo e o reinado dos descendentes de Davi deixaram de existir.3). Hb 8. tu e teus filhos. e pelo que verás com os teus olhos” (Dl 28. Ele delineou os passos para a reconciliação: arrependimento (w. Os reis não podiam mais protegê-los. uma democratização. 8. Ao invés disso. esterilidade. quando a angústia se abatesse sobre os sobreviventes: "Nem ainda no meio dessas nações acharás repouso. desastres naturais. os profetas pintaram um quadro sobre o futuro exílio e falavam sobre as ruínas do Templo. Dois desses passos são expressões da responsabilidade humana: arrependimento e obediência. Ezequiel representou o passado e o futuro era termos de pastores ímpios (Ez 34. dos palácios e de Jerusa­ lém. A restauração do exílio foi o início de uma renovação da aliança: “Embora as montanhas se desviem.27).6). e deres ouvidos à sua voz conforme tudo o que te ordeno hoje. O relacionamento da aliança pode ser assim restaurado. morte e finalmente o exílio para as 12 tribos (Dt 28. e viverás sobressaltado de noite e de dia. Os primeiros levaram as ovelhas à destruição. Apesar disso. então o Senhor teu Deus te fará voltar do teu cativeiro. e eles serão o meu povo" (w.

por meio de sua vida. O primeiro é o sinal que sela a graça de Deus e confirma a nova vida em Cristo. sem que tudo seja cumprido. será chamado o menor 110 reino dos céus’’ (Mt 5. 39 . ressurreição.17-19). Contra­ riamente à perspectiva de muitos. Haveria outra aliança. Em verdade vos digo que aLé que o céu e a terra passem. Sua vida e ensino testificam tanto sobre 0 seu zelo pela santidade do Senhor como sobre sua compaixão pelos pecadores.11). Os “sinais e selos” da NA são o batismo e a ceia do Senhor. O testemunho apostólico Os apóstolos continuaram 0 testemunho de Cristo. A Nova Aliança O ensino de Jesus sobre a Nova Aliança O Senhor Jesus nasceu sob a AA e cumpriu perfeitamente a Lei de Moisés. A fideli­ dade de Deus para com Israel na época da restauração foi uma preparação para sua obra de graça e redenção em seu Filho Unigénito. mas especialmente com o advento de Jesus Cristo. A morte de Cristo é a mais elevada demonstração de sua lealdade para com o Pai. O segundo é o sinal que sela a graça de Deus e confirma os benefícios do Senhor Jesus nesta vida e para sempre. Qualquer que violar um destes mais pequenos mandamentos. O sacrifício de sua vida pela Igreja encerrou a época dos sacrifícios. É 0 legítimo descendente de Davi que está sentado uo seu trono. Pelo contrário. A Igreja como a nova comunidade do Senhor participa da nova aliança da graça. e assim ensinar aos homens. que sela os salvos para o dia da redenção. ascensão e glorificação. A Igreja é o corpo dos salvos pelos quais Cristo morreu. em união com seu Filho. Eles participam da NA. A Igreja lembraria sua morte como uma confirmação da nova comunhão que o Pai estabeleceu com lodos os que crêem no Filho. Cristo é o fiel sacerdote que. mas também marca a transição da Antiga para a Nova Aliança. Pregaram que Jesus é o Messias de Deus. nem um jota ou um til se omitirá da lei. morte. a qual pode ser definida como “uma administração da graça e da p ro m e ssan a qual o Pai consagra um povo — gentios 011 judeus — para si. Dessa maneira Ele confirma a nova posição deles pela presença regeneradora e santificadora do Espírito Santo. da compaixão e da justiça.20). na qual o povo de Deus conheceria e serviria ao Senhor de todo o coração. mas para cumpri-los.30). tem a posição privilegiada de reconciliar os pecadores com Deus. Maleus registra o compromisso de Jesus para com a Lei. Jesus era perfeito em sua obediência ao Pai e renunciou à própria vida para poder levar os seres humanos à presença de Deus. à destra do Pai (At 2. Jesus comparou a Si mesmo com o pastor que se dispõe a dar a vida pelas ovelhas (Jo 10. sobre a qual [esus falou pouco tempo antes de morrer: "Este é 0 cálice da Nova Aliança no meu sangue derra­ mado por vós” (Lc 22. do sacerdócio e das cerimónias. do Templo. Ele náo aboliu a Lei de Deus ou argumentou contra ela com os fariseus.ALIANÇA — é um importante comentário sobre Jeremias 3 1 . nestas palavras: “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim para destruí-los.0 autor conecta a NA não somente com o retorno do exílio. Moisés e os profetas estavam em sintonia na estimativa que fizeram quanto à AA. colocou de lado as tradições humanas e interpre­ tou a Lei da maneira que o Senhor tencionava que seu povo aprendesse sobre a práti­ ca do amor.

9. devido à sua identificação com Adão (Rm 5)..6. Os judeus sáo “israelitas". Em vez de interromper a continuidade entre a AA e a NA pela definição da AA como uma perda da adoção.23). a AA era uma administração da graça. 3. Paulo também escreveu: “ A ninguém devais coisa alguma.5). as alianças.1: 32. seu primogénito (Êx 4. o crente é uma nova criatura. Isaías apelou para a fidelidade do Senhor para com a aliança com base no relacionamento Pai-filho (Is 63. A a d o ç ã o d e filh o s . onde fala simplesmen­ te "a glória”. a Lei ainda é um instrumento da graça que leva à justiça: “De sorte que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus. A adoção pertence aos judeus! Vários argumentos sustentam essa cone­ xão.8).34.34. Em Romanos 1 a 8 ele desenvolve uma extensa argumentação sobre a universalidade do pecado. Algumas traduções interpretam o texto original grego.18: Is 1. Ml 2. 59.2: 6. Amém" (Rm 9.4.. Dt 14.25). 66.9: Os 1. Era o dom de Deus para os que o buscassem e lhe agradassem (Rm 2. O vocábulo “israelita" aqui significa “eleito de Deus. é filho de Deus por adoção e compartilha da nova herança por meio do Espírito Santo (Rm 8). conforme Paulo pondera sobre seus muitos benefícios: “Pertencem-lhes a adoção de filhos. Em Cristo. Yahweh revelou sua glória no Sinai (Êx 19. Para o apóstolo Paulo a esperança da glória é Jesus Cristo e a base da esperança repousa na ressurreição de Cristo (Rm 5. a glória. O Tabernáculo/Templo era o foco da revelação da glória do Senhor ((Êx 29. São os herdeiros das promessas e das alianças. como a “glória do Senhor”. Primeiro.22.16: 64. o apóstolo interpreta a condição privilegiada dos israelitas à luz da ficção legal romana. segundo a carne.19 a 60. Israel recebera essas bênçãos de maneira especial.10:11. a condenação de Deus e o estado dos homens sem Cristo.19). A glória perdida foi readquirida em Israel. 40. bênção e luz (Is 35.ALIANÇA Paulo O apóstolo Paulo ensinou que a comunhão na NA está baseada na AA e é uma conti­ nuação dela. w . Toda a humanidade está condenada à morte eterna.10). o culto e as promessas.15-17. Clara­ mente. porque Yahweh estendera sua glória a eles.3. Em que sentido eles eram também filhos de Deus por adoção? Enquanto o AT é reticente na descrição da comunhão de Deus com o povo de sua aliança. é escravo da justiça (Rm 6. o qual é sobre todos.5).4). Em sua presença está a possibilidade da alegria na vida.” (Rm 7. ele demonstra essa experiência dentro da idéia de adoção! A g lória.10). Israel também compartilha da esperança desta glória.4). A complementação do apóstolo à metáfora da adoção é ex­ tremamente importante. e deles descende Cristo segundo a car­ ne. no relacionamento da aliança (SI 8. A esperança dada pelos profetas incluía a promessa de uma época de glória. Deus bendito eternamente. A glória fora perdida por causa do pecado (Rm 3.42-46). A frase é usada para referir-se à revelação da glória de Deus para Israel (Éx 24. alegria.19).8: Jr 31. que são meus compatriotas. São israelitas" (w.10).7. Em certo sentido. entretanto.18. o povo da aliança do Deus Único”. Essa “glória” era o presente de Deus para Israel. Paulo. Deus chamou Israel para ser seu filho. em termos de adoção.6.15-17.35). pois quem ama ao próximo cumpriu a lei” (Rm 13. 40.11: 64.35). como judeu. a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros. 40 .2. Deles são os patriarcas. 45. a lei. Segundo.1. uma designação pela qual eles pró­ prios referem-se uns aos outros. 43. identificou-se com seu povo mais intimamente: “Meus irmãos. 24.2. vitalidade.8: cf. Apesar disso. Isaías falou da glória do povo de Deus em lermos de plenitude de salvação.

como filhos de Deus por adoção. Para o apóstolo Paulo. porque as promessas do Senhor a Israel ainda são válidas.20). o ministério. enquanto afirmava que as mesmas eram confirmadas em Jesus Cristo. pois aguardam o pleno cumprimento na vinda do Senhor. A confirmação exigiu a encarnação. Isso explica por que Paulo destaca Abraão como “herdeiro do mundo" (Rm 4. deser­ to. O Verbo tinha de se tornar um servo com o propósito de estender os privilégios e promessas da aliança aos gentios (Rm 15. O entendimento de Paulo sobre as promes­ sas veio por meio de seu conhecimento das Escrituras e pela revelação de Cristo. A Lei é um dom de Deus e uma parle da comunhão especial da adoção. Ele se alegrou nas promessas aos seus ancestrais (Rm 15.8). O apóstolo olha positivamente para elas. 1 Co 11. G1 3. Ele é a garantia do presente e a alegria escatológica das promessas. A encarnação.25. A história da redenção (patriarcas. A Lei. a plenitude da revelação. das ofertas e dos sacrifícios. reino. O vocábulo grego nom othesia pode ser traduzido na forma ativa (“a doação da lei”) ou na forma passiva (“o recebimento da lei”). o pe­ nhor do que está para vir (1 Co 1. Pode.1.13) e pai de todos os filhos de Deus (Rm 4. das alianças e das promessas. O culto. adoração") é uma designação técnica para a adoração de Deus no Templo.4) apresenta as vantagens de Israel como o povo da aliança de maneira ambígua. Egito. 4. tanto o dom como o recebimento da Lei eram expressões da condição do eleito e do favor que Israel tinha diante do Senhor. Em outras palavras. amados por causa dos patriarcas'' (Rm 11. GI 4. na Nova Aliança. por nascimento. contudo. 41 . a morte. Paulo encorajou os cristãos de Roma a apresentar um “culto espiritu­ al".ALIANÇA As alianças. ter o sentido mais amplo de adoração “espiritual”. O vocábulo grego latreia ("culto. são inimigos por causa de vós: mas quanto à eleição.14. Isso também mostra que o apóstolo não restringiu as bênçãos de Deus aos judeus. E o presente escatológico de Deus. exílio e restauração) é a história das raízes de Israel.14. 2 Co 3.6. O apóstolo provavelmente tinha em mente todos os pactos do AT. Aqui este termo não tem uma conotação negativa. mas seu argumento em Romanos dá base para a inferência de que os judeus possuíam uma comunhão natural com a AA. Essas duas dimensões afetaram grandemente o entendimento de Paulo sobre as promessas. a ressurreição e a glorificação de Jesus Cristo representaram a demonstração do Pai sobre sua fidelidade às promessas (2 Co 1. o Espírito Santo é o depósito. como no argumento de Paulo aos gálatas. Desde que tais bênçãos são históricas e escatológicas.28). escravidão. A expressão “as alianças” (Rm 9. “ Assim que.16. Algumas delas ainda são escatológicas. Aqui Paulo faz alusão à privi­ legiada história de Israel. Elas estão na principal posição da aliança e da condição privilegiada de Israel. Os patriarcas e os ancestrais humanos de Cristo. seu cumprimento estende-se a lodos os filhos de Deus (judeus e gentios) e a toda a criação do Senhor. O termo “patriarcas” inclui os patriarcas propriamente ditos e lodos os israelitas fiéis. conquista. contudo. o serviço de Deus com o coração e a mente. mas também receberam os oráculos que prometiam a dispensação de uma nova aliança (cf.23. isto é.28).24). que inclui os rituais da purificação.22). Em Romanos 12. Não deve ser vista de forma negativa. quando conclui. quanto ao evangelho. Enquanto aguardamos.8). As promessas.

GJ 3 e 4).31-39).4).11). em sua maioria. segundo a carne. O Cristo (Messias) “descende deles segundo a carne”.6)? A administração anterior (AA) era boa.6). contudo. contudo. O Messias é Deus e homem. embora os privilégios tenham sido dados a Israel. perdoou. Claramente. Isso quer dizer que. mas em meio à ameaça de morte (Hb 12. alianças e na glória que pertencem aos filhos de Deus.2). desprezam o próprio Deus! Ainda assim. de 9 a 11. Portanto.22-24). mas questiona sobre como relacionar o desejo do Senhor com seus planos para Israel.9-13). eles perten­ cem apenas aos que recebem Cristo como o Messias. Espírito e carne. recebem o Espírito de adoção e são enxertados nas promessas. Deus falou por intermé­ dio de Moisés e os profetas (Hb 1. Na NA. instaurou o verdadeiro descanso (Hb 4. Esta é uma séria restrição.1-13. o Evangelho mudou.10) e Jacó (Rm 9.1. o apóstolo náo separa os privilégios do antigo e do novo. Jesus é homem e Deus. Na AA.3. no qual eles não entraram (Hb 4. as alianças e a Lei têm um significado ainda maior. como o sustentáculo da esperança para os judeus. o evangelho da justiça e a continuidade do plano divino. O apóstolo debateu-se com a aparente descontinuidade.2-4). têm rejeitado a Jesus como Messias. 8.18-21). O apóstolo coloca-se na lacuna entre o Senhor e Israel. porque Jésus é o Sumo Sacerdote por cuja propiciação muitos serão justificados (Hb 4. que vão a Cristo pela fé. estabelece a reflexão de Paulo sobre a questão da fidelidade de Deus. ofereceu ao povo o descanso do sábado. Como pode ser isto? Teria Deus abandonado o seu povo? A carta aos Romanos. mas o discernimento espiritual é muito mais. na qual Paulo enfatizou a distinção entre a posição natural dos israelitas. a única maneira de estabelecer sua linhagem com Israel. A unidade dos privilégios dos judeus e cristãos repousa na vinda de Jesus. perdoou-o por meio das figuras e dos símbolos da instituição do Tabernáculo/Templo.ALIANÇA Abraão é o pai dos gentios (Rm 4. Além disso. Os judeus. Ele estendeu os benefícios também aos gentios. Concluindo. israelita e eterno. 9.1. o Pai revelou sua glória em Cristo (Hb 1.10. Paulo rejeita que tenha havido tal mudança. A revelação do que era “me* 42 . 3. Ele olha para a fidelidade de Deus. a glória. a base da esperança para o povo da Nova Aliança de Deus (Rm 8. da mesma maneira que Isaque (Rm 9.17.18) e estabele­ ceu um acesso mais amplo até Ele (Hb 12. pelo qual as promessas.12. Existe uma continuidade inerente entre a AA e a NA. Como deveríamos olhar para a NA: em termos de contraste ou como um aperfeiçoamento (Hb 8. Teria Deus abandonado Israel e por isso alterado seus propósitos? Se foi assim.11. o Filho de Deus e a semente de Davi (Rm 1. do sacerdócio e dos sacrifícios de animais (Hb 9. Claramente.11 a 10.1-10) e permitiu que Israel chegasse a Ele. Os gentios. mas antecipou uma aliança melhor (NA).38.16. a NA é muito superior à AA. Ele defende a grandeza e a pro­ fundidade do amor de Deus em Jesus Cristo (Rm 8. e a natureza espiritual dos privilégios e dos que compartilham de tais bênçãos com Israel. os israelitas que rejeitam ao Messias. A descendência lísica é impor­ tante. Portanto.39). isso não deve ser interpretado de modo a sugerir que a posição de Israel seja inferior.14 a 5. em termos de AA versus NA. a diferença está no advento de Jesus Cristo. Carta aos Hebreus O autor da carta aos Hebreus compara os caminhos de Deus no passado com os do Senhor em Jesus Cristo. o argumento de Paulo aqui é a favor da continuidade.

era líder de um clã dos edomiias (Gn 36. o ministério e a mensagem de Jesus Cristo? O AT é imperfeito no sentido de que náo é a revelação final de Deus. era líder tribal e descendente de Aser. o AT deve levar em conta o que o Senhor revelou no NT. Primeiro. Enquanto aponla o presente ministério de Jesus para o povo. ALVÁ. 1 Cr 1.23.5. a revelação superior.6) e o Sumo Sacerdote Mediador (Hb 4. A L M O D Á (Heb. A M A L E Q U E . onde é chamado de Aliã).1-5). Filho de Jedaías e pai deSifi (1 Cr 4. Ci­ tado tanto em Génesis 10. Descendente de Esaú. Moisés era um servo fiel do Senhor. para a revelação de Cristo. Isto explica por que ele fala sobre o descanso no qual devemos fazer lodo esforço para entrar (Hb 4.37).2.12. 16. A M AL. os profetas). 5. era líder do seu clã. para o futuro glorioso do qual somente Jesus tem a chave. os profetas e os sacerdotes ainda são servos fiéis de Deus. a manifesta­ ção plena de seu amor. mas passam para um lugar secundário em relação a Cristo. Mudanças sem dúvida aconteceram.3). o sacrifício único. Filho de Helém (1 Cr 7. com sua concubina Timna. no presente. A revelação de Deus em Jesus Crislo abriu uma nova dispensação: a da adminis­ tração da Nova Aliança. O oposto é igualmente verdadeiro: o NT só pode ser interpretado à luz do AT.51). e eternamente” (Hb 13. Em outras palavras. ALVÃ.36).24). 1 Cr 1. Descendente de Esaú.26 como em 1 Crónicas 1.40. pregadores e mestres da Palavra de Deus encorajam os cristãos a olhar para a frente. a fim de descortinar o plano único de Deus e a natureza multiforme de sua fidelidade: "Jesus Cristo é o mesmo ontem. wAev. entretanto. os apóstolos. A LOM (Heb. Como porta-voz de uma nova dispensação da administração de Deus. para a plena realiza­ ção.35). a mensagem da carta aos Hebreus é escatológico. hoje. Filho de Elifaz. O autor defende o envolvimento de Deus no passado (Moisés. para o advento de Jesus Cristo (Hb 3. 11. Jesus Cristo é o foco. líder de um clã dos edomitas (Gn 36. como descendente de Sem. ‘‘Deus é um amigo”). Seu pai era Joctão. Moisés. ao interpretar a variedade das ações de Deus na AA e na NA. Isto mostra por que fala de uma maior salvação (Hb 9. no presente (Jesus Cristo como Mediador) e no futuro (salvação). “carvalho”).20. Um cristão que se aproxima do AT não pode interpretá-lo apropriadamente sem a luz do NT. De que outra maneira apreciaríamos as realizações. É escatológico. aprender com o passado e aguardar a plenitude da salvação. Ele é o resplendor da glória de Deus (Hb 1. não olha apenas para a revelação do Senhor em Cristo. 8. 12. Em outras palavras. As instituições associadas a Moisés — Tabernáculo/Templo. Assim.8). ele olhou adiante.11). o sistema sacer­ dotal e o das ofertas e sacrifícios — foram expressões temporárias da revelação do amor e da glória de Deus e da reconciliação. o Sumo Sacerdote exaltado e o mediador da NA.15.40. 1 Cr 1. o Filho (Hb 3. neto de Esaú (Gn 36. a revelação total de sua glória e o instrumento de reconcilia­ ção do povo consigo.1. durante a AA.26). mas era também o mensa­ geiro de um futuro ainda maior (Hb 3. Citado entre os descendentes de Simeão. era filho de Sobal.AMALEQUE lhor” não necessariamente invalidou completamente o que era bom.G. Longe disto! Ele examinou o envolvimento de Deus no passado. Esse acontecimento refere-se ao futuro. ele encoraja os cristãos a perseve­ rar. Agora que Ele já veio.28). Moisés encorajou as gerações futuras a buscar o Messias.5. O autor da carta aos Hebreus. era edomita e o pri- 43 .

embora pareça que parte desse povo permaneceu ali (cf. Os am alequ itas tornaram -se o epítome do perigo que envolve o mundo.33. Jz 3. Filho de Azarias e avô de Zadoque. 3. 2. "presidindo em todos os negócios do Sen h or” e Zebadias.13.42s). As palavras memoráveis de Êxodo 17. que passou grande par­ te de sua história em duros combates com eles. Nm 24. 24.v. o crente não tem o direito de julgar a Pala­ vra de Deus nem supor que qualquer ado­ ração ao Senhor será aceita simplesmen­ te por estar baseada em retórica religiosa (1 Sm 15. Uma das tarefas iniciais dos israelitas. quando uma vez após outra o povo de Israel era derrotado di­ ante do poder superior e das táticas agres­ sivas dos amalequitas: < fEscreve isto para memória num livro. 1.22 s). deveriam "esforçar-se” (2 Cr 19. É possível que alguém se desqualifique para receber as bênçãos do Senhor. s. Ed 7. descendente de Coate. 1 Cr 18. e repete-o a Josué. para o povo de Deus. pelo contrário.7. Dt 25. e as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mt 16. apesar de eloquen­ temente justificada. quando os limites da aliança e da co­ munhão são flagrantemente desrespei­ tados (Nm 14.52. para lutar con­ tra o povo de Deus (Êx 17.18). é apenas para engrandecer a vitória que Israel obteve sobre eles (2 Sm 8. Davi foi bem-sucedido na elim inação dos am alequitas e em 1 Samuel 30 eles recebem bem pouca aten­ ção (1 Cr 4. Originalmente. A razão para as derrotas que os isra­ elitas sofriam nas mãos dos amalequitas é explicada como consequência da de­ sobediência de Israel (Nm 14). em 1 Crónicas 6. pois guardou o melhor do gado e das ovelhas para sacrificar ao Senhor e poupou a vida do rei Agague: contudo. Jeosafá nomeou-o para ser o sumo sacerdote. ocuparam a região do Neguebe e Sinai. O conforto. 5.20.12.11). como prometeu.8-13. que deveriam guiar o povo e a nação de volta aos caminhos do Senhor. para administrar "todos os ne­ gócios do rei”. ao entrar na terra de Canaã. mas tempos depois uniram-se aos miclianitas. Ao comissionar esses dois importantes líderes. viveu nos dias do rei Jeosafá. porque riscarei totalmente a memória de Amaleque de debaixo dos céus”. etc.23). mas. quando disse que o Senhor estaria com eles. Esse Amarias estava entre os que tinham a responsabilidade de ajudar Coré.14 mais tarde pareciam vazias. muitos levitas foram in­ dicados para trabalhos específicos no Templo.15). Números 14.. Filho de Meraiote e pai de Aitube. A M A L E Q U I T A S . desagradou a Deus. Eram os inimigos per­ pétuos de Israel. É provável que o mesmo Amarias seja citado no item 2.19. 6.12s.33ss. por­ tanto.19. é que o Senhor tam­ bém edificará sua Igreja.).AMALEQUITAS ineiro entre o povo que ficou conhecido como amalequita. 6. era a de expulsar os amalequitas (Êx 17. Serve como um lembrete de que as promes­ sas de Deus não estão lá para instilar com placência. Jz 3. Sumo sacerdote.11). "Deus diz").3.11. 4.14. Jz 12. A falha em destruir os inimigos do Senhor. na distribuição das ofertas do povo 44 .3). Em seu desejo de ver a res­ tauração da adoração ao verdadeiro Deus (Yahweh) na nação. Levita. o propósito delas é o de motivar a ação.16 é uma advertência solene: “O Senhor não pôde introduzir este povo na terra que lhes tinha jurado.). Quando os amalequitas são citados novamente. ele é citado como um dos descendentes de Levi.10-12). contudo. era o segundo filho de Hebrom e participou das atividades dos coatitas no Templo (1 Cr 23. A M A R IA S (Heb.” O início da queda de Saul veio quando ele se recusou a aniquilar os amalequitas (1 Sm 15). Jeosafá os encorajou. era também levita e foi ancestral de Esdras (1 Cr 6. Durante o reavivamento no reina­ do de Ezequias..

32.35. Esdras e o povo arrependeram-se e fizeram um paclo de servir ao Senhor (Ed 10. lide­ rando 200 mil homens. que deveria fazer pai. em Jerusalém.18).6.6).3).17. Um dos homens que foi encontrarse com Davi em Ziclague. foi cas 9. Atacou os edomitas e Capturou misericórdia (1 Cr 2.33). chamado de volta pelo rei. quando já estava Amazias executou os assassinos^de seu no seu leito de morte. AM AS Al. Um dos sacerdotes citados entre os que voltaram do exílio babilónico com Zorobabel (Ne 12. Pro­ exército de Absalão. “segun­ do as suas turmas” (2 Cr 31. A M A S I A S .24). 9. 3. senão o de reconquistar o que era reto aos olhos do Senhcfr ain­ seu posto de comandante do exército (2 da que não como seu pai Dav-i” '^2 Rs Sm 20.17).21. por causa da desobediência deles (2 Cr 28. Seus descenden­ tes estabeleceram-se em Jerusalém.g . porém. visto que era rival de Joabe (2 Sm 19. 2. sem Reis 12. Peca derrotou Acaz. Pai de Maate e levita. rei de Judá. Esse Amarias foi um dos que servi­ ram como testemunha do pacto de obe­ diência à Lei de Deus.G. 10. quando Davi trou­ xe a Arca da Aliança para Jerusalém (1 Cr 15. casaramse com mulheres estrangeiras. Da tribo de Judá. 1 Rs 2. poupou a vida dos fyhos com Joabe segundo sua sabedoria. irmá do rei (2 Sm 17. Sobrinho de Davi. Pai de Zacarias e descendente de Perez. s . Líder efraimita na época em quePetra. quando foi ba­ nido da presença de Saul.42 como um dos que se divorciaram de esposa estran­ geira.3 e 2 Crónicas 25.25. Joabe matou Amasa. na época de Neemias (Ne 10. Amasai tornouse chefe do grupo dos “trinta’' guerreiros do rei (1 Cr 12. P.1. Relacionado como músico levita que tocava trombeta. 6 Esse Amarias eslava entre os des­ cendentes de Binui (Ed 10. rei de Judá (2 Cr 17.4). Ancestral do profeta Sofonias (Sf 1. Amasias era fiel ao Senhor e inspirava grande confiança ao povo.1: “Fez nenhum motivo. Nos pri­ meiros anos do reinado desse monarca. Esse ato de traição levou o 14. Filho de Joás e o nono rei de Judá. Companheiro de Adaías e fi­ AM AS A.15). de­ pois do cativeiro babilónico (Ne 11. a capital (Am 1. reconciliação. foi comandante do exército de Jeosafá.13).4-13). filho de Zicri.25. Após a morte do primo. .D. Na época em que o povo de IsraeJ retomou do cati­ veiro babilónico. 8 .1). Secanias confessou a Esdras que muitos homens.2) Ama­ rias é citado em Esdras 10. rei a dizer a Salomão.5.13). 2 Cr 29.3)* Do ponto de vista p ositiv o. o povo ainda sacrificava e queima- 45 .12).38). an­ cestral de Samuel (1 Cr 6.12.8-13). em que Davi se preparava para regressar Seu reinado de 29 anos é resumidr^em 2 a Jerusalém. num ato de A M A Z IA S (Heb. até mesmo os descendenles dos sacerdotes. A M A S S A I . Ele. Amasa não seguiu inteiramente seu ancestral Davir “Tão-somente os altos se não tira­ protestou contra o fato de os soldados israelitas terem trazido prisioneiros ju­ ram.11). 1. 7. contudo. Tornou-se um dos porteiros do Templo. sem deles em obediência à Lei de Deus (2 Rs 14.2). Foi um dos sa­ Jeter e Abigail. durante a rebelião vavelmente é o mesmo Masai de ! Cróni­ contra Davi. 1 cerdotes que se estabeleceram em Jeru­ Cr 2.16). E digno de nota que se apresentou como voluntário. deus e lembrou-lhes que Deus já eslava irado. “o Senhor é poderoso”). filho de lho de Azarei (Ne 1 1. 2. 1. da tribo de Judá. 14. Ele serviu como comandante no salém após o cativeiro babilónico.AMAZIAS entre as cidades dos sacerdotes. Durante o momento crítico 1.

saqueou Jerusalém e levou vários reféns para Samaria. perseguiram-no até Laquis e o mataram (2 Rs 14.33).48.10-17).C. Jn 1. Essa atitude foi condenada pelo profeta (2 Cr 25.. além de Amazias e seu povo serem capturados. 2. P. da tribo de Levi (1 Cr 6.v.5. representou Dã. descendente de Merari. 10. um dos príncipes que se estabeleceram em Gedor (1 Cr 4. Jeoás também saqueou o Templo e levou lodos os utensílios de ouro e de prata (2 Cr 25.3. A MI .1).25. opôs-se ao profeta Amos e tentou silenciá-lo.g .18.23).G.26). cujos descendentes voltaram do cativeiro babilónico com Neemias (Ed 2.).31. Aieser era o líder dos danitas no Sinai (Nm 1. M aquir acolheu simeonitas entre os vários clãs e famílias.20. 17. d .5. Amazias tornouse escravo. “Deus é meu parente”).19. desde que Deus executara seu juízo sobre Uzá (1 Sm 6. na administração do rei Davi (1 Cr 26. natural de Gate-Hefer (2 Rs 14. a fim de conduzir a Arca para Jerusalém (1 Cr 15. onde é chamada de Bate-Sua).17. Pai de Corá. A M I S A D A I . Posteriormente.34. Pai de Elisama e filho de Moisés do deserto de Parã.27).AMJ va incenso nos altos*' (2 Rs 14.25. 2 Cr 25. A M I E L (Heb. 4 ‘meu parente é no­ bre").4.45).22. Sa/nua. 3. 2. o filho aleijado de Jônatas 46 . Levita. Ancestral de Sam uel e filho de Coate.D. para espiar a Ladã.14. esse Amiel era respon­ sável pelo serviço nos portões do Tabernáculo. Mefibosele.22). Ele e mais 112 parentes foram escolhi­ dos junto com outros levitas para a tarefa de se consagrarem. viveu em 800 a.32.12.28). des­ cendente de Coré. Foi escolhi­ bo de Efraim. Membro da tribo de Simeão. Foi sepultado em Jerusalém.14). 2. 7. 2.19. Pai de Samuel. Um dos “servos de Salomão”. 4. s. 4. Ela fora deixada na casa de Obede-Edom por três meses. Essa tolerância pecaminosa para com a reli­ gião pagã mais tarde le-vou-o a ofender ainda mais a Deus. Elisama era um dos líderes da tri­ terra de Canaã (Nm 13. da tribo de Dã. esposa de Arão (Êx 6.4). na época do censo dos do um príncipe de cada tribo e Amiel. fa­ zia parte do grupo de músicos nomeados por Davi (1 Cr 6. Assim.15): “Por que buscaste deuses que a seu povo não livraram das tuas mãos?” No final. usando a autoridade do rei (A n 7. Também era pai de Naassom e an­ cestral de Boaz e do rei Davi (Nm 1. 7.20-24). Lc 3. veio de Lo-Debar. mais detalhes sobre a missão deles. Líder dos levitas.39). o qual. Sacerdote de Jeroboão LI. lambém é citado no Novo Testamento como ancestral de Jesus Cristo (Mt 1. etc. 10. Pai de Maquir. quando aceitou os deuses edomitas em Jerusalém (2 Cr 25.7. 1 Cr 7. os próprios oficiais de Amazias conspiraram contra ele.55. p. Rt 4. Para 2. no tempo do rei Davi. Pai de Eliseba. Pai de Bate-Seba. quando Deus o entregou nas mãos de Jeoás.10. esposa de Davi (1 Cr 3. rei de Israel. AM ITA I. Sexto filho de Obede-Edom.20). Samuel foi escolhido por Moisés para organizar a divisão territo rial dos região de G ileade. filho de Gemali. veja 2. 1» Um dos doze espias enviados por A M I Ú D E . veja Uzá]. 1. 3. A M IN A D A B E (Heb.12. A queda de Amazias é atribuída ao desafio presunçoso e insensato que lan­ çou ao rei Jeoás. 1 .27. ao executar o juízo de Deus. 2. israelitas no deserto do Sinai (Nm 1. Pai do profeta Jonas. esse Aminadabe era filho de Uziel.4. (neto de Saul). da tribo da Simeão.57).1-11). na época em que Davi su­ biu ao trono (2 Sm 9.53.12).5). Pai de Aieser. 3.

d. a fim de obedecer Amizabade chefiava uma divisão do exér­ às ordens de Acabe. 1 . um dos que retornouEm seu lugar. Um dos cativos que retornaram do A M N O M (Heb. adorado pelos sacerdotes de Amom. depois da se humilhou perante o Senhor. ao co personagem com esse nome no Anti­ mandar que seus homens matassem go Testamento. de negócios em Judá.37. ele a vio­ 12. uma pe­ mináveis para o amor zeloso de Deus. Era descendente de Judá 2.2.20. reinou por dois anos. 2 Cr 33. foi o primeiro (Ne 7. Deus egípcio. Filho de Manassés (2 Rs mília ou linhagem. 1 . seu pai. Quando tornou-se adulto. Israel. Eber. se humilhara’' (2 Cr 4. Um dos sa­ cerdotes que retornaram do caliveiro doente e pediu a Tamar que cuidasse dele e Lhe servisse comida no quarto. com 24 anos de idade (2 Cr 33. cuja mãe cham ava-se exílio babilónico no tempo de Neemias Ainoã. fugiu e passou a viver desola dam ente na companhia de seu irmão (2 Sm 13 ). Amom era odiado pelo povo. Governador de Samaria que colo­ de Davi e líder dos '‘trinta" guerreiros. condenação e juízó contra o reino do Norte. num momento de desespero que 34.v. sua conversão Pedael foi escolhido por Moisés para or­ foi muito demorada.59. dado’*). rei de Gesur. para 33.21) e décimo quinto formações numa quantidade acima do rei de Judá. Quando babilónico com Zorobabel e Jesua (Ne ela entrou naquele aposento. cou Micaías na prisão. p. s.24).57 . como conquista de Canaã (Nm 34. foi o cabe­ ça de uma família sacerdotal nos dias de lentou e depois expulsou-a de casa. como go para pronunciar udia mensagem de filho de Simeão. 2 Cr 18.25). um dos heróis 3. (1 Cr 9. natural de Jezreel. Amnom.20). se seguiu à derrota nas mãos dos assírios 3. mas proporciona in­ 21. 3. onde Absalão fugiu depois de malar seu que já suportara o suficiente da tirania irmão Amnom (2 Sm 13. Pai de Utai. Ele nada cita sobre sua fa­ A M O M .4). chamado como lei­ 2. "o parente lem ção (Jr 46. 29). Dois A M O S (Heb. cronoló­ adoração de Moloque e a continuação dos gico e cultural em particular.d. 4.28). so­ bre o qual Jeremias prommciou a destrui­ A M I Z A B A D E (Heb.Pai de TaJrnai. como rei. “carga ou carregador"). 5. Um de seus filhos. Pai de Pedael. da tribo de Naftali. 1 Cr 3. Citado em 1 Crónicas 4.AMOS depois da conqu ista de Canaã (Nm demais.22.g. Ed 2.19.25). onde seu de seu pai. mensagem do profeta concernente à mor­ te dele (1 Rs 22. Prosse­ comum sobre sua época de modo geral e guiu com as práticas idólatras do pai — a sobre seu coníexto geográfico.18.23).1). ‘‘profundo”). O rei não gostara da cito que servia no terceiro mês do ano. seu para morar em Jerusalém após o cativei­ filho. apaixonou-se por Tamar. Manassés.g. vos. Descendente de um dos servos de filho de Davi nascido em Hebrom (2 Sm Salomão. o povo colocou Josias.onde é chamado de Ami).20). Evidenlemenle.20. “fiel"). Filho de Benaia. ro babilónico. de segunda classe. era fazendeiro e homem Amnom (v. irmã de Absalão e sua meia-irmã. O quena vila 10 quilóm etros ao sul de próprio Manassés arrependeu-se tarde 47 . p. rituais da fertilidade que eram tão abo­ Amós era natural de Tecoa. da tribo de Judá. Amnom fingiu estar A M O Q U E (Heb. foi assassinado por seus ser­ nome é traduzido como Amiur). Tamar Joiaquim (Ne 12. para ter alguma in­ ganizar a divisão territorial da tribo en­ fluência sobre o filho Amom.26. que "não tre os vários clãs e famílias.7). Úni­ anos mais tarde Absalão vingou-se. (2 Cr 33).

Amós 7.12).C. e do rei Jeroboão.C.29-33).14). um vocábulo comum para “(gado) rebanho”. “dois anos antes do terremoto” (Am 1. tão grande que ain­ da foi lembrada 240 anos mais tarde pelo profela Zacarias (Zc 14. Amós queria que Amazias entendesse que ele náo fazia parte de tal escola.15. Amós replicou que “não era nem profeta. seria a data precisa do ministério de Amós con­ tra os sanLuários ilícitos de Jeroboão (Am 7. da mensa­ gem em si. não com o gado.) eram ho­ mens que frequentavam um curso espe­ cífico para o ministério. Fica claro que o ministério de Amós foi breve — talvez apenas uma missão.15 conecta o trabalho do profeta com o rebanho. um dos principais lugares de adoração estabelecidos por Jeroboão I. Assim. logo depois da divisão do reino em 931 a.7. era a de paslor de ovelhas. sob as acusações calu­ niosas de que Amós visava apenas a gan­ ho financeiro (Am 7. Portanto. de Israel (793-753 a C. Atingido por essa interpretação equi­ vocada de seus motivos. o rebanho de Deus. parece que Amós era especialista no cultivo de figos. mas apenas um leigo enviado por Deus. de onde era também a mulher sá­ bia que Joabe procurou para aconselhar Davi a respeilo de Absalão (2 Sm 14. resul­ tou numa profecia de que o altar de Betei seria finalmente destruído e seus sacer­ dotes.14. que claramente não era pastor. bem como um comerciante de ovelhas bem-sucedido.).4). a fim de competir com o único autorizado pelo Senhor (isto é. Essa idéia tem apoio em Amós 7.5).1-3). para realizar uma missão entre os israelitas. O termo hebraico aqui para a frase inteira é boles. 762 a. É mais provável que Amós fosse um mercador de ovelhas ou algo seme­ lhante. e o próprio Amós ajudou a pre­ parar o caminho para que o culto de Betei fosse denunciado (Am 3. ocorreu por volta de 760 a.120). Amós desfaz qualquer conexão entre ele e os profetas “profissi­ onais” ou vocacionados. Foi sua firme mensagem que ocasionou sua ex­ pulsão de Betei. errante e pecaminoso.10-13).5. segundo suas próprias palavras. 5. O único local citado em suas mensa­ gens é Betei. mas a palavra usada aqui (noqed) sugere algo mais do que simplesmente alguém qne cuida de rebanhos.16). mortos (1 Rs 13.3. e separou-o de seus interesses seculares. por Jeroboão II e seu sa­ cerdote Amazias. Aqueles que são cha­ mados e comissionados pelo Senhor não precisam de credenciais formais nem 48 .14. a fim de torná-lo comes­ tível.AMÓS Belém. 300 anos mais tarde (2 Rs 23.14). por alguns dias — devido à sua declara­ ção de abertura. rei dos moabitas. Em adição ao conteúdo profundamente importante. provavelmente se refere a cortar e amassar o fruto. na base dos textos da Septuaginta e do grego clás­ sico. Esse ato ímpio de criar locais ilegítimos para adoração. onde ele se refere a si mesmo como um boqer. Os “filhos dos profetas” (veja 2 Rs 2. há também a lição da pró­ pria vida de Amós.C. Sua ocupação. em Jerusalém). mas não necessariamente um pastor O profeta também descreve a si mes­ mo como “cultivador de sicômoros” (Am 7. nem filho de profeta” (Am 7. etc. embora a consideras­ se digna de toda honra. e é assim que a sua ocupação deve ser entendida. (1 Rs 12. Essa catástrofe. De qualquer maneira.C. A importância disso está no fato de que Deus chamou um homem ocupado e próspero. de acordo com a qual sua comissão veio nos dias do rei Uzias. mais especificamen­ te. uma palavra que. Apesar de boqer sem dúvida re­ lacionar-se de alguma maneira ao termo b aq a r . outro termo raro para “pastor”. é usada para descrever Mesa.1). que escolhe e usa a quem quer. A outra ocorrência da mesma palavra no Antigo Testamento (2 Rs 3. Isso aconte­ ceu como parte das reformas realizadas pelo rei Josias. Com essa alegação.5).). mas um homem de negócios que Yahweh tinha chamado. de Judá (790-739 a. era um homem envolvido com ovelhas.

Depois que Samuel Elcana e toda sua família subiam anu­ desmamou (antigamente. pois abria mão do privilé­ gio de criá-lo e alimentá-lo. Ele se lo e seu cuidado para com muitos indiví­ tornaria um nazireu.ANA Numa daquelas ocasiões em Silo. orou. O Se­ láo apresentou Samuel ao sumo sacerdo­ nhor fechara o ventre de Ana e a rival es­ te Eli (1 Sm 1. é o personagem principal dos tamente. o ouvia sequer uma palavra. O reconhecimento pessoal de Pau­ voto interpretava a renúncia dela de cri­ ar o filho junto consigo em casa. No tempo determinado. etc. Ana. Ele então a leitor é intimamente apresentado à sua acusou de estar embriagada e a repre­ mãe.m . em diferentes congregações. na à luz a Samuel (seu nome significa “pe­ região montanhosa de Efraim (1 Sm 1. Enrecia continuamente (1 Sm 1. ceria a Deus. promisso com o Senhor do Universo.15-17). nessa pere­ novilho de três anos.9-11). Os lábios dela se moviam. 1 Sm 1. um efa de farinha e grinação anual. O famoso profeta/juiz de Israel.20). a piedosa Ana. pedindo ao Senhor que lhe desse um filho. fala conosco de forma vee­ Ao receber o encorajamento da parte mente. que lhe dera vários filhos.). a observava aten­ Samuel. e .1). Permanece até hoje como um de Eli e o conforto do Senhor. ela derramou seu coração dianle de Deus. Em meio às mui­ A M O Z . de 1 Samuel. Antes. entre­ Tabernáculo. embora seja mencio­ maldição numa bênção e a despediu em nada apenas nos dois primeiros capílulos paz (1 Sm 1. Viviam em Ramataim-Zofim. 49 . Paulo descreveu esse ho­ Deus todos os dias da existência dele (1 mem como “meu amado no Senhor”.12-14). dido ao Senhor”. Ele amava Ana pro­ completarem dois ou três anos de idade). carnecia dela. ela nos ficou mais deprimida. Penina a provocava e abor­ um odre de vinho para o sacrifício. a fim de adorar a Deus e israelilas amamentavam os filhos até oferecer sacrifícios.24-27). seu marido e ensina o que significa o verdadeiro com­ Penina levantaram cedo no dia seguinte. Finalmente chegou o tempo de Ana era estéril (1 Sm 1.1-7). Isso. totalmente devota­ duos.19. Náo era uma dedicação simples. que testemu­ de tais hábitos (1 Sm 1. em Silo. levando-a até às lágrimas. de seu nascimento (1 Sm 1. nome era comum em Roma. Seu Sm 1. onde vivia. Ela. primeiros capítulos de 1 Samuel. pois.8.1. um Ramá. é algo do ao serviço do Senhor. sentado na 1. não a consolava.20). Era uma pro­ que deve ser notado na maioria de suas messa incrível feita por Ana. Ana entrou no Tabernáculo. Prometeu dedicá-lo a A M P L Í A T O . Levou consigo um tanto. ANA (Heb. tas lágrimas. enquanto ela orava e chorava. sacerdote no mesmo instante mudou sua A vida de Ana. te ele represenlava a resposta da oração. fundamente e lhe dava uma porção do­ ela fez os preparativos para levá-lo ao brada das ofertas do Senhor. porém. mas não se porém. Eli. porta do Tabernáculo.2). e imediatamente endeu. cumprir sua palavra. para serem bem-sucedidos em cumprir seus propósitos. filho de deu ao pedido de Ana: ela concebeu e deu Levi). apresenlando-lhe a imoralidade atraído pela história dela. Ela o ofere­ cartas. o sumo sacerdote. qualificações. Ana po­ nha seu voto e sacrifício e seus sofrimen­ rém se defendeu apropriadamente e o tos e provações. Deus aten­ zufita (descendente de Coale. chamada Penina. as mulheres almente a Silo. Ana não exemplo de devoção e sacrifício. Com a alma pro­ fundamente angustiada. Pai do profeta Isaías (Is 1. "graça”). Realmen­ Ele tinha outra esposa. adoraram ao Senhor e voltaram para Ana era a amada esposa de Elcana. Esle foi saudado pelo apóstolo em Romanos 16.

5) demonstram o fato de que Ana estava contente com seu tri­ unfo pessoal. Na ver­ dade. feliz e realizada. em Lucas 2. Ex 15. o núme­ ro '‘sete'* nem sempre deve ser interpre­ tado literalmente e muitas vezes pode simbolizar "realização ou ideal”. messiânico (1 Sm 2. Ana buscou humildemente a Deus e esperou pelo livramento dele.c.21). Dt 32. entretanto. m .36-38 registra que Ana estava no Templo durante a apresen­ tação do menino Jesus: o Messias espera­ do há tanto tempo. 2.10).2. pois revela o ver­ dadeiro coração e o caráter dessa nobre mulher. que tinha muitos filhos.2: mas é provável que se refira a dife­ rentes pessoas. na mesma passagem. c .4.24). Profetisa. Pai de Oolíbama.9.19). Finalmente.1-43. filha de Fanuel. á mulher estéril e a que tem mui­ tos filhos (1 Sm 2. Também conhecida como a Can­ çã o d e Ana. Ana era uma mulher extraordinária.ANÁ O menino Samuel viveria sob a super­ visão de Eli e ministraria no Tabernáculo todos os dias da vida dele (1 Sm 1. fz 5).5a fala da mu­ lher estéril que se torna mãe de sete fi­ lhos. onde é mencionado como pai de Disom. 1. seria destruída juntamente com todos os ini­ migos de Deus (w.18.1-11 merece nossa atenção.29 refere-se a Aná como chefe dos horeus. Era membro da tribo cananita dos heveus. Génesis 36. Portanto. uma das es­ posas de Esaú (Gn 36.r . Depois de apenas sete anos de casamento.1-18. ANÁ. O Senhor foi gracioso com Ana e posteriormente ela deu a Elcana mais três filhos e duas lilhas (1 Sm 2.14. nas Escrituras. Aná também é citado como quem encon­ trou fontes termais no deserto. ficou viúva e devotou-se ex­ clusivamente ao serviço do Senhor no Templo. noite e dia. Ana provavelmente pensava em si mesma quando fez tal declaração. Penina. enquanto apascentava os jumentos do pai. como louvor e ações de graças. da tribo de Aser. inclusive temas de combates. por outro lado. A cada ano sua mãe fazia orna pequena tú­ nica e a levava para ele quando ia com o marido a Silo oferecer sacrifícios (1 Sm 2. ocorreu um evento que ador­ nou sua vida. 1 Samuel 2. A oração de Ana em 1 Samuel 2. sua inimiga pessoal. Por tudo isso. fé e compromisso com Deus. em sua integridade. Manteve seu voto a um gran­ de custo pessoal e tornou-se um modelo para todas as gerações. seria despojada de sua vitalidade e des­ prezada (2 Sm 2. mudou suas lágrimas em alegria e a colocou em seu lar como a mãe de muitos filhos.5b). Ela agradeceu a Deus publicamente e proclamou as boas novas a respeito do Redentor. O relato sobre Ana e Simeão. que a resgatou de seus problemas. a Canção de Débora. 2. Talvez deva-se ler “horeu”. revela a existência de pessoas que eram realmen­ te fiéis à aliança de Deus e confiavam no cumprimento de suas promessas a res­ peito da vinda do Salvador. em essência. Ela. Veja também 1 Crónicas 1. ao invés de “heveu’'.41. 3.40. tal­ vez seja inspirada em parte na canção de Ana. A oração de Ana é verdadeiramente um sacrifício de gratidão a Deus. Lucas 2.10). Seu hino de vitória e triunfo certa­ mente aplica-se à nação de Israel e é. os fartos e os neces­ sitados.20). Os contrastes feitos entre os guerrei­ ros fortes e os fracos. pro­ vavelm ente tem uma natureza mais íntima. a Canção de Maria. Zibeão (Gn 36. era orgulhosa e arrogante. livramento do inimigo e o cuidado providencial do Senhor por seu povo Israel (veja a Canção de Moisés. Quando tinha 84 anos de idade. Confira também 1 Crôni- 50 . s. em Génesis 36. essa oração conlém os mes­ mos elementos encontrados em outras orações/canções do AT.28). Há também uma forte ênfase à so­ berania de Deus e ao seu poder eterno. entre­ tanto. o Senhor por fim a abençoou com mais cinco filhos. A oração da mãe de Samuel. O Senhor deu-lhe vitória e a li­ vrou de Penina.

1.24). os cristãos “tinham tudo em comum. pelo contrário. Então apresentou uma quantidade a Pedro. Ao ouvir isso. segundo a necessidade de cada um” (At 2. bus­ cavam uma existência que refletisse o amor de Deus e a graça que é vista em Jesus Cristo. Com o pleno co­ nhecimento da esposa. contudo. fazer o que é certo na vida individual. Um dos deuses adora­ dos pelos sefarvitas (2 Rs 17.44. Um dos líderes que selaram o pacto feito pelo povo de ado­ rar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. era. “nuvem"). Esteve no púlpito junto com Esdras. O resul­ tado desse triste episódio na Igreja pri­ mitiva foi um maior entendimento e te­ mor do poder e da santidade de Deus. decla­ rou sobre Saulo: “Este é para mim um 51 . Pedro e a Igreja primi­ tiva não criaram uma nova lei pela qual as pessoas ganhariam mérito diante de Deus e dos cristãos. Trouxeram consigo práticas abomináveis que incluíam o sacrifício de crianças no fogo. “o Senhor tem respondi­ do"). Ananias e Safira decidiram vender uma propriedade (AL 5. ele resolveu guar­ dar parte do dinheiro para seu uso pes­ soal. o qual. dirigido pelo Espírito Santo. Ananias eslava lemeroso. Outro Ananias que se tornou cris­ tão nos primeiros estágios da propagação do Evangelho de Cristo vivia em Damas­ co (Al 9. Vendiam suas propriedades e bens. O pecado de Safira foi pronuncia­ do por Pedro: “Por que é que entre vós concordastes para tentar o Espírito do Senhor?” (At 5. 2.3). A N A N I . líder que testemunhou o pacto do povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10.4).1). por meio do serviço. ele caiu morto. Veja Safira.31). De fato.23). Mais tarde. Pedro enfatizou o ponto de que o que pertencia a eles era deles (At 5. a fim de repovoar a região depois que os israelitas foram exilados (2 Rs 17. ANÃ (Heb. exige uma grande responsa­ bilidade em ser honesto e transparente diante do Senhor e de seu povo. foi um dos pri­ meiros convertidos na igreja em Jerusa­ lém (At 5). Naquele tempo. A N A N I A S (Heb.26). O problema era a ten­ tativa deliberada e voluntária de mentir ao Espírito Santo e ao povo de Deus (At 5. Avô de Azarias. quando este leu o Livro da Lei (Ne 8.22). pois a reputação de Pau­ lo de perseguir violentamenle os cristãos havia espalhado o medo entre os crentes de Damasco. e repartiam com todos. Cristo lhe falou que fosse até a casa onde Saulo estava hospedado e impusesse as mãos sobre ele.38. Possivelmente o mesmo persona­ gem anterior. AN AÍ AS (Heb. 1. 2. A N A M E L E Q U E .45). 3. Logo após o relato da con­ versão de Saulo (Paulo) e a cegueira que resultou de ter visto a glória do Senhor na estrada para Damasco. ajudou a recons­ truir o muro de Jerusalém.4). para que recuperasse a visão.ANANIAS cas 1. Um dos privilégios do cristão é estar livre do legalismo. E im­ portante notar que a questão aqui não era que uma lei obrigava alguém a com­ partilhar tudo. continuou com a mentira e também morreu. percebeu o que acontecera e acu­ sou Ananias de mentir para Deus. Com tal liberdade.9). Segundo essa prática. Filho de Eiioenai e integrante da linhagem real de Judá depois do exí­ lio babilónico. quando sua esposa chegou.24). lemos que Ananias teve uma visão. em frente à sua casa (Ne 3. um descen­ dente de Davi (1 Cr 3. “o Senhor tem sido gra­ cioso"). onde é citado como filho de Seir e irmão de Zibeào. Esse povo estava entre os que foram transpor­ tados pelo rei assírio para Samaria. Marido de Safira.10-19). O Senhor. portanto.

Homem de grande estatu­ Este cargo tornara-se mais político do que ra.).14-16). Por causa de seu ofício.D. e permaneceu por um tempo em Damasco. descendentes de Anaque.28. Arba (Js 14. de maneira que nenhum foi dei­ mostram de maneira tão dramática como xado no território de Israel. o menciona como ção nos ajuda a entender sua participa­ sumo sacerdote em Jerusalém mais ou ção na prisão do apóstolo.C. era também o líder do Sinédrio. É mencionado quatro vezes como d.2. liberado por Cláudio. etc. Ananias.ANAQUE vaso escolhido. e assim também lhes só o nome de Saulo já o enchia de temo­ res. Paulo padeceria Quando Moisés enviou os espias a por causa da fé. na par­ pessoalmente confirmar as acusações te mais consagrada do Templo. quando há apenas algumas horas como gafanhotos. "éramos aos nossos próprios olhos mão”.33). parecíamos” (Nm 13. Foi nomeado por Herodes e exerceu seu poder de 47 a 59 ANÁS. etc. Josué fi­ sua perspectiva. Aparentemenas emoções de um cristão são mudadas te alguns sobreviveram no território por meio da Palavra de Deus e como o medo foi transformado em poder e amor filisteu. Foi ele quem menos de 6 a 15 d. junto com os cristãos.13. para vez por ano no Santo dos Santos. Josefo. Existem Finalm ente. centralizava tanto o poder reli­ no passado distante dos israelitas. foi finalmente vindicada. O no tempo em que o apóstolo Paulo foi Senhor cumpriu suas promessas a Israel. no poder e na provisão de Deus. Gate e Asdode.15). Outro Ananias foi sumo sacerdote piarem a terra e terem visto os anaquins (Nm 14. Ananias impôs as mãos sobre Paulo. A con­ sua missão mundial. morava em Hebrom. ficou famoso por sua força e habilida­ 52 . para “sumo sacerdote” (Lc 3. Jesus também disse que. eles. Foi imedia­ reputação dos descendentes de Enaque tamente batizado. Foi 4. A formidável que teve a visão restaurada. mente ele podia oferecer o sacrifício no P.10. mantendo um condo peregrinavam pelo Neguebe (Nm tato estreito com o governador romano.G. Dia da Expiação. ao retornar. informaram com É um testemunho do caráter e da fé grande medo que tinham visto os gigan­ de Ananias a maneira como se dispôs a ir tes. O sumo sacerdote ordenou que Paulo fosse esbofeteado era o líder entre os sacerdotes. onde so­ contra Paulo diante de Félix (At 24. talvez pelo próprio tornou-se um provérbio entre os israelitas (Dt 1.C. após es­ Veja Paulo. fun­ perante os gentios. em Gaza.C. Jo 18. no tempo determinado. mas essa informa­ o historiador judeu.). Era um orgulhoso e P. cruel líder saduceu. Com sua destruição.6-9). o pró­ primeiros a causar preocupação para os prio apóstolo contou aqueles eventos da israelitas. Seu único durante seu julgamento (At 23.G. Canaã. eles disse­ ao encontro de Paulo e chamá-lo de “ir­ ram. quan­ gioso como o político. sua necessidade de fiança que Josué e Calebe demonstraram ser perdoado e batizado (At 22. 2.2) e pos­ papel na adoração era o de entrar uma teriorm ente desceu a Cesaréia.D.6) e é sempre associado a Caifás. Em 52 d. os reis e os filhos de dada por seu ancestral. Josué os expulsou de Hebrom.1). Os des­ cendentes de Enaque realmente foram os na vida de Ananias. At responder a acusações de crueldade. foi enviado a Roma.15). Arba — por isso o antigo nome de Hebrom era QuiriateIsrael” (At 9.21-23).28.22. Dessa A N A Q U E . e podemos ver que nalmente conquistou Canaã e estabele­ Ananias foi o primeiro a falar-lhe sobre ceu a paz para Israel (Js 11.24. Debir e da região montanhosa poucas passagens nas Escrituras que de Judá. Uma figura conhecida apenas maneira. 13. para levar o meu nome de na batalha. preso em Jerusalém. Mais tarde. 4.

53 .18 ou At 1. que os considerava con­ ceituados entre os apóstolos.1316). como Riu lo. como "meus parentes e companheiros de prisão". A NA TE .3 registra que estes quatro discípulos pescadores estavam presentes no “Discurso de Jesus”. Na época. A N E R . André informou a Jesus.7). 1 . Nada mais é conhe­ cido sobre ele com algum fundamento histórico. Abrão mostrou-lhes sua gratidão (Gn 14.2 e Lucas 6.19). para sugerir que pelo menos parte do tempo os dois irmãos formavam uma dupla no ministério de Cristo (cf.22.ANIÀO religioso. foi rapidamente ofusca­ do por seu irmão Simão Pedro. A N A T O T E . nem dados sufici­ entes nas páginas das Escrituras para se deduzir qualquer princípio teológico sig­ nificativo baseado em seu caráter ou sua personalidade. Em Neemias 10. de tempo integral. Anás era um poderoso líder. Pedro.19 o líder do povo com esse nome tal­ vez seja a mesma pessoa. Os algozes primeiro procuraram Anás. Um dos netos de Benjamim. c . a fim de resgatar Ló do cativeiro (Gn 14. com Zorobabel e Neemias.24). Junta­ mente com os outros três discípulos cha­ mados em João 1. um pouco constrangido.6). Mc 1. André. ele também foi um dos intermediários os quais disseram a Jesus que certos gregos desejavam falar com Ele. que só havia cinco pães e dois peixes disponí­ veis para a multidão de cinco mil homens. filho de Bequer (1 Cr 7.13). cuja Influência continuou mesmo depois que a função foi assumida por outros. ele assinou o pacto do povo para obedecer à Lei de Deus e adorar so­ mente a Ele. e ele então o encaminhou a Caifás. Converteramse antes de Paulo. P. 2. ou talvez ape­ nas judeus. no monte das Oli­ veiras". Provavelmen­ te eram parentes de sangue. Seu genro Caifás e seu neto Matias também exerceram este cargo.23 e Neemias 7. A N D R Ô N I C O . Em João 6. A N D R É .31. Um dos três irmãos amorreus (veja também Monre e Escol] que se aliaram a Abrão quando perseguiu Quedorlaomer.16).24). Em João 12. como os que eram enviados a pregar o Evangelho.6).18. Esle vocábulo deriva do termo grego que significa • ‘hombridade'’. De acordo com Esdras 2. Tiago e João eram lodos pescadores (Mt 4. um dos juizes de Israel (Jz 3. André recebeu sua co­ missão form alm ente como discípulo itinerante. 5. Esle ainda estava envolvido no Sinédrio.8). não existe um padrão consistente no com­ portamento de André. André faz par com seu irmão Pedro na lista dos doze discípulos em Mateus 10. (Para mais detalhes sobre o incidente. veja AnrafeL ) AN IÃO. Marcos 13. após o cativeiro babilónico. Natural de Belsaida. Mc 6. Assim. Paulo refere-se a ele e a Júnia (Rm 16. da Galiléia. o primeiro dos doze apóstolos a ser cha­ mado por Jesus.14 (mas não em Mc 3.2). Sob a liderança de Neemias. Vários aios apócrifos são atribuídos a ele.7).40-44). Mais tarde. O quarto filho de Semi da.b . no início do ministério de Jesus na Galiléia. André. 128 membros de sua famí­ lia são registrados na leva que retomou a Jerusalém. Anás e Caifás são mencionados juntos quando a Palavra do Senhor veio a João Batista (Lc 3.27. embora sem nenhuma evidência histórica.G. O nome refere-se a uma deusa da guerra. da tri­ bo de Manassés (1 Cr 7. Provavel­ mente essa é a utilização mais generali­ zada do termo "apóstolo”. x\ndré previamente fora seguidor de João Batis­ ta e estava presente quando esle apontou Jesus como o Cordeiro de Deus. A despeito das alegações contrárias.13. que ele próprio levou ao Senhor (Jo 1. quando Jesus foi preso (Jo 1 8.8. Não se sabe onde estiveram juntos na prisão. quan­ do Pedro e João foram questionados a respeito da fé (At 4.D. Pai de Sangar.

a fim de guiai e instruir seu povo. um anjo instruiu Manoá (jz 13. a Josá.712).13).01. 0 Templo do Jerusalém foi edificado naquele local (2 Sm 24 10-25.7) e o instruiu a desaíiar 0 rei de Samaria e seus mensageiros (2 R* 1 3. a fim do mostrar 0 poder do Deiu* tios assírios (2 Rs 19.11-221 No tempo dos luízes. e ás m ulheres no relato de Mateus sobre a ressurreição de Crislo (Mt 28. um anjo trouxe-lhe destruição na forma de uma peste ijuh matou 70 (»D0 pessoas (2 Sm 2-1. No Novo Testamento. o anjo n distinto •le Deus (como em Lí 1. Pnslerlormenle.131.29 refira-se também ã atividade do Kspírito Santo. 0 anjo apareceu a Hagar no deserlo p disse-lhe r|iie vol­ tasse para sua senhora Sarai (Sara).ANfO no SENHOR.13-211.0 anjo lambém é uma figura proeminente no livro de Zacarias (Zc 1.J3.1 II. mas os inimigos do povo de Deus sempre estarão sujeitos ao juízo angelical |S1 35. quando ahriu as portas das prisões (At 5. 12. Quando o rei oron.2. por ide tor obedecido ao pedido de Deus (Gn 22 11. a fim de realizar os propósi­ tos divinos. Zc 1..5.15J. 1 Cr 21. lauto em bênçãos como Bm maldições.19. a fim de instrui-lo a respeita do m enino. embora Aios 8. Êx 3. Concluímos então que o anjo do Se­ nhor ê bastante alivo no Antigo e no Novo Testamento. i um Moisés na sarça ardente e uo livramenlu do Figilo (Gn 31. Em certas ocasiões uo Antigo Testamento. 1-14). (Ml 1.26) e feriu o rei Herodes Agripa 1 com o juízo de Deus (Al 12. Em ou­ tras ocasiões.7). A* vezos. Nesta ocasião.12. Nos Salmos. 2.I1.2-7) Em Aios dos Apóstolos. O “ anjo rio Se­ nhor” (as vezes chamado “u anjo do Deus”) é mencionado mnis rio 00 vezes nn Bíblia e é ii porta-voz pessoal de rieiis e seu repre­ sentante diante da humanidade. Quando Davi ilesagradou a Deus. O AN JO DO S E N H O R .6). 0. orientou Filipe para onde deveria ir (At «. Mais tarde.23).19. ao lazer a contagem do povo. 1oram-lhe dadas ins­ truções divinas concernentes a Ismael. O anjo do Senhor aparece varias ve­ zes na história de Balaão (Nm 22 22-35J e é citado na canção de Débora e no cha­ mado de Gideão íjz 5 23.35: Ta 37.5. “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que 0 temem.12.36).T- 54 . 1 Cr 2 i. o anjo pralicamenle ê identificado com o próprio Deus.11.7).12. ajv. Dous comunica sua vontade por meio dn um ser angelical. o anjo do Se­ nhor é cilado em várias ocasiões. Um anjo an iq u ilo u 0 e x é rcito de Senaqueribe.1). Jz 2. O evangelho de Lucas registra a apa­ rição de um anjo dn Senhor a Zacarias. Em outras passagens o anjo é diferenciado dn Senhor (2 Sm 24. O. o anjo ordenou que sê construísse um altar na eira de Ara una lOrná).20.< 1. o anjo interveio lambém no monte Moriá. responsável pela realização rle ura juizo de Deus.15-22. Um anjo incentivou o desanimado Elias (1 Rs 19. 3 1. os anjos tra/em tanto bênçãos coroo juízo.26. como 110 encontro de Jacó em Betei. 0 jebuseu. onde Ú chamado do Gabriel). a liru de anunciar o nascimento de João IL . através de sonhos.15-18J. Na época de Abraão. pro­ meteu também quo Deus múltiplaaria grandemente seus descendeuIes <Gn 16. e ns bvra” |SI 34. o anjo é visto como mensa­ geiro divino. para impedir u morte de Isaque e confirmar a bênção de Abraão.10-10.10.

1-20. 2 Sm 24. para que o ajudasse a alcançar seu propósito (Gn 24. 91. o Senhor falou com Jacó e tornou a promeler-lhe que seria o seu Deus. conslituia-se em uni agenle de Deus. 114 no Antigo a 178 no Novo Testamento. seres celestiais que sâo citados frequentemente em conexão com a entronização simbólica de Deus no Tabernáculo e no Templo (Êx 25. ajuda ou encorajamento. Infelizmente. Normalmente. a íim de encontrai' uma esposa para Isaque entro seus parcntns. o ardor da sua ira. cujo topo chegava ao céu. I Rs 6. Gabriel (Dn 8.21: Lc. 37. a aniquilação da cidade foi evitada: “Então o Senhor deu ordem ao anjo.15: "E Deus mandou um anjo para destruir a Jerusalém”. Exemplo: dois anjos foram a Sodoma alertar LÓ e sua família sobre a iminente destruição da cidade.8. e nos tirou do Egito" (Nm 20.26) e Miguel (Do 10.13-16). para o fiel cumprimento da vontade de Deus Exem­ plo: o servo de Abraão foi enviado á Mesopotámia. no Antigo Testamento. mas não inclui as relacionadas aos dois anjos chamados pelo nome na Bíblia.16. Uma ilustração contundente de um anjo no exercício do juízo divino é encontrada em 1 Crónicas 21. no qual viu uma escada "posta na terra. e os anjos de Deus subiam e desciam por ela" (Gn 28.19. Os anjos trazem direçáo.7-14: Ez 10. cf.12-15).1. ele ouviu a nosso voz. enviou um anjo. como punição do Senhor por sua depravação (Gn 19.12}. Ao registar as dificuldades enfrentadas durante o cativeiro egípcio. um anjo atuou na direçáo de uma pessoa.17).Antigo Testamento. ou seja. Nesse caso.49). Por outro lado. quais mensageiros de males. depois. 1. para designar anjo. significa simplesmente "mensageiro". Jd 9.7-9. o patriarca lacó.12). o legislador comentou.40). como nas pragas que caíram sobre o Egito. 9.6.18-20.7.13. depois que Abraão lhe disse que o Senhor enviaria seu anjo" adiante dele. teve um sonho em Betei. 12. furor. a lembrança da ajuda divina no passado nao foi suficiente e a passagem pelo território edomita foi negada (Nm 20. 2 Cr 3. que tornou a meter a sua espada na bainha" (1 Cr 21. Hb 9. "Atirou para o meio deles. felizmente. Assim. A justiça de Deus foi temperada com a misericórdia divina. Houve ocasiões era que os anjos tiveram um papel preponderante no propósito divino (Gn 19.1. para encorajar o povo de Deus. depois que saiu de Berseba. Esse numero registra mais de 60 referências ao “anjo do Senhor”. Às vezes os anjos apareciam. "Mas quando clamamos ao Senhor. Uma das referências mais interessantes aos anjos foi quando Moisés enviou men­ sageiros ao rei de Edoin.27).7). houve ocasiões quando a tei­ mosa oposição ao Senhor foi confrontada com a implacável fúria divina. Por meio dessa experiência. Em outras ocasiões.ANJOS ANJOS Existem aproximadamente 292 referências a "anjos” nas Escrituras. para cumprir al­ gum propósito divino relacionado com a humanidade.23-25: 8. cuidaria dele e.11. o traria à Terra Prometida (Gn 26. Essa proteção divina é vista pelo salmista como extensiva a todos os que genuina­ mente colocam a conf iança no Deus vivo: ”0 anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem. Existem também mais de 60 referências aos querubins. 55 .18-201 Os anjos como executores do juízo de Deus.5).10).16. Ap 12.7.12.21. Os anjos no Antigo Testamento A palavra usada no . e os b'vra" (SI 34. indignação e angústia" (SI 78.

10..34. falou sobre "sete santos anjos que apresentam as orações dos santos e entram na presença da glória do Santo".2 . todos os sb u s exércitos celestiais.1.13). que executais a sua vonta­ de” (SI 103. todos os seus exércitos celestiais” (v. Aios.7). Esse papel do mensageiro do Senhor de com unicar a revelação divina ao profeta traz luz sobre o Apocalipse.36J.).C. os quais são líderes e desempenham funções especificas no plano divino ( l Enoque 40. No entanto. O livro apócrifo "Os Segredos de Enoque”.6 ). ls 37.13. uma grande ênfase ê colocada sobre a santida­ de do Seuhor e a importância do louvor por parte dos anjos que o servem.4. Os anjos são mencionados muitas vezes nos Evangelhos. Nesse texto. Os anjos no período intertestamentárlo Os anjos foram particularmente proeminentes na literaUua judaica no período entre os dois testamentos (2 Esdras 6. este ensino sobre os anjos é restrito e saturado do e le m e n to e s p e c u la tiv o .4 1 . 2). anjos seus.19: 2. palavras boas. onde um papel sim ilar è dado a um anjo interlocutor (Ap 1 .35. onde um anjo interlot. os serafins — maturas celestiais que são citadas somente na visão de Isaías — ofereciam louvor e adoração.9.2-4) ou um “anjo1 '. desenvolveram-se elaboradas angelologias. 1 . quo obedeceis à sua voz.ANJOS Um dos casos mais dramáticos do retaliação divina ocorreu na derrota de Senaqueribe. em 701 a.9 . Semelhantemente. os chefes e os oficiais no arraial do roi da Assíria" (2 Cr 32. palavras eonsoladoras" (Zc 1.5: 5. Quando Deus criou a Terra. por sua inefá­ vel santidade: "Santo. A njos In terlo c u to res. a palavra grega ongelos significa “mensageiro" Iusada com refe­ rência a João Batista.5. Um dos mais bonitos papéis desempenhados pelos anjos no Antigo Testamento ó o louvor. em 2 Esdras 5. todos os anjos (conforme trazem algumas versões) rejubilaram (Jó 38. m enciona quatro deles pelo nome. Ed 2. eram conhecidos pelo nome (Uriel. G. o qual to rn o u -se tão d o m in a n te uo p erío d o ínterLeslamentário.20. magníficos em poder. cf.3.4.6).5: 1 Macabeus 7 .21s. Os a n jo s e o lou vor a D eus. cif.44-48. segundo os livros apócrifos. Assim lemos.31-55!. louvai-o.21).4) e. O salmista exortou: “Bendizei ao Senhor.10). A mesma ação que produziu juízo contra os inimigos de Deus trouxe livramento ao seu povo. em Tobias 5. O anjo entõo transmitiu ao profeta a mensagem dada por Deus (Zc 1. Hebreus e Apocalipse e ocasionalmente nos outros livros. Tobias. que apresenta um forte interesse pelos anjos. Santo é o Senhor dos Exércitos: toda a lerra está cheia da sua glória" (Is 6.ulor é citado varias vezes (Zc J . Santo. Bendizei ao Senhor. o Senhor enviou tun anjo que deslruiu a todos os homens valentes. cm rusposto à oração do rei Ezequias: “F. O próprio nome desses seres ("aqueles que queimam”) indica sua pureza como servos de Dous. 22 . Mc 1.18. 56 . ministros seus. quando o anjo do Senhor levantou a questão sobre até quando a misericórdia divina seria negada a Jerusalém: "Respondeu o Se­ nhor ao anjo que falava comigo.3: 4.20 e Rafael. todos os seus anjos. Da mesma maneira. Os anjos no Novo Testamento No Novo Testamento. Tobias 6. 2 Macabeus 11. 2 Rs 19. por exemplo. Alguns anjos.14-17. 5.2-4). o Salmo 148 couvoca os anjos a louvar ao Senhor junto com todos os seres criados: "Louvai-o. a partir daí. Eles aparecem com frequência no livro de Zacarias.. que cumpris as suas ordens.5. vós.

26). com relação ã nossa situação final na presença de Deus e dos anjos: “Digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus. 1. .24. é dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas.12 foi citado polo diabo. Lucas destacou também a participação de Gabriel na escolha do nome de Jesus (2. onde haverá pranlo e ranger de dentes" fMt 13. para tentar Jesus e fazê-lo colocar a fidelidade de Deus á prova (Ml 4. o anjo do Senhor teve nm papel preponderante no anuncio dos nascimen­ tos tanto do João Bal ista como de Jesus. rom seus anjos.5). O testemunho do Cristo ora importantn. Mateus destacou o papel dos anjos no dia do Senhor. cf. o anjo Gubrinl fez o anúncio para Zacarias e Maria (Lc 1.9-12).26).AN] OS Os anjos e os nascimentos de João e de Jesus . “morreu lambem o rico e foi 57 . Os anjos são aitados várias vezes em conexão com a vida cristã.. mas no tempo e na maneira de Deus (cf.10).13)." (Lc 2. e enláo recompen­ sará a rada um segundo as suas obras".19. O elemento cio louvor certamente mareou presença no NT. Duranle a tentação. os anjos são vistos como agenles de Deus. Os anjos e o tema do testemunho.c 2. Da mesma maneira. Em Lucus. 2. Os anjos e a tentação de Jesus. dele se envergonhará o Filho do homem.umprida. Segundo.13). Ap 3. Lo 4 9-!2).11-20) e aos pastores (L.39). Lr 22. por outro lado. pois era vislo contra o pano de fundo da eternidade: “Qualquer quo de mim e das minhas palavras se envergo­ nhar. e eles colherão do seu reino tudo o quo cnusB pecado e todos os que cometem iniquidade" (Mt 13. No finai dos lempos.43). por exemplo. Os anjos são mencionados na intri­ gante passagem sobre o homem rico e Lázaro. e os lançarão na fornalha de fogo. Vários outros aspecto? do história do nascimento de Jesus são (lignr)S de nola. e chegaram os anjos o o serviram” (Mt 4 J 11. de uma à outra extremidade dos céus" (Ml 24.12). Primeiro. O lesteniuulio cristão tem um significado solene.20-38). os quais terão um papel significativo no processo judidal: "Póis o Filho do homem víró na glória d»* seu Pai. Em adição. Os anjos e o dia do Senhor.31). ao aparecer a Jose ÍMl 1. lambém no Ml’ os anjos participam do louvor e da adoração ao Senhor.. louvando a Deus. no final do seu registra sobre este assunto. Semelhantemente. o Salmo 91. Na Parábola do loio. Mt 10. Lucas desiatou lambém a alegria trazida pelo arrependimento sincero: "Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Dous por nm pecador que se arrepende” (Lc 15.8.33. Em Mateus 16. paz nu lerra entre os homens.49. com grande clamor de Irombela os quais ajunlarão os seus escolhidos desde os quatro ventos. os anjos participam no julgamento final: "Vi­ rão os anjos e separarão os maus dentre os juslos. Mandará o Filho do homem os «eus anjos.21.32.11. Jesus disse aos discípulos: “ A ceifa é o Rm do mundo. da mesma maneira que faziam 110 A l O louvor a Deus era uma de suas atividndes primárias ÍAp 5. onde “morreu o mendigo e foi levado pelos anjos para o seio do Abraão". Os anjos em cenas de morte e ressurreição. e os ceifeiros são os anjos. Mas quem me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus” (Lr 12. Mateus de* larou: “Enláo o diabo o deixou. quando vier na sua glória o na do Pai e dos santos anjos’' (Lc 9. A promessa divina du Salmo 01 foi assim i.27. Cristo recusou*se a a c e l t a T a sugestão demoníaca o é interessante que Marcos deslacou 0 ministério dos anjos em sou r«lato ria tentação (Mt: 1. u Zacarias (Lc 1.14) Assim. na Ihróbohi dn Rude.5-7.13. o nascimento de Jesus é anunciado por uma “mul­ tidão dos OxfircilOS celestiais. Deus "enviará os sous anjos.20.9: cf.50).11.

12).10. com uma mensagem de conforto e a certeza do livramento í A t 2 7 . Mttría MadaJena encontrou "dois anjos vestidos de branco" e depois o próprio Cristo ressurreoto (lo 20.19). ” o anjo do Senhor” encorajou Paido no meio de uma tempestade uo mar.51). Deus guiava seu povo o usava seus anjos.11). O destino eterno dos dois foi muito diferente e mostrou uni forte contraste com o contexto de suas vidas na Torrai Anjos apareceram no túmulo vazio.2. "o anjo do Senhor" trouxe juízo contra um inimigo do povo de Deus (o rei Horodes) como no AT: “No mesmo instante o anjo do Senhor feriu-o. A partir desta passagem. u idéia é que Cristo. porque náo dou glória a Deus. Os anjos nas cartas de Pauto. Embo­ ra os anjos tenham desempenhado um papel importante no tocante a colocação da lei divina em atividade (Gl 3. fica claro que alguns dos anjos pecaram e uniram-se ao maligno e conseqúentemente também receberão o castigo eterno (cl. logo depois da ressurreição de Jesus Cristo (Mt 28.11-18.5. "O anjo do Senhor” abriu os portas das prisões para os apóstolos em várias ocasiões (Al 5 . cf. Em seu evangelho. Ele também registrou as instruções do anjo para as mulheres fMl 28. 2 3 . cf.3). Is 14. De acordo com o evangelho de João. 91. Lc 20.12-19. malditos.10. ao escrever aos gaiatas. e. Lucas fez muitas referências aos anjos em Aios. para o fogo eterno.5-7. Paulo mencionou os anjos caldos. Ez 28. há o sombrio repúdio dos que estarão ao lado esquerdo do Rei. 1 9 . Esse comentário afirma ser necessário estarmos em constante vigilância. 8 ) . 1 2 . pois "me recebestes 58 . Lc 24. cf. comido de bichos. cf. 7 . embora os saduceus radoualislas negassem a existência deles (Al 2 3 . certamente não deveriam ser adorados Cl 2 18). Os anjos em outras referências nos evangelhos.14).2. João registrou o comentário de Jesus para Nntanael: "Vereis o céu aberto e os anjos de Dous subindo e descendo sobre o Filho do homem" (Jo 1. Também admitiu que "o próprio Satanás se transforma em anjo de luz" (2 Co 11.23: Io 20.12. 2 Pe 2.1 f).10-17). For o u t r o lado. e lembrou aos crentes pecaminosos de Corinto que “os santos'’ julgariam os anjos (1 Co 6.12-17. Essa passagem lembra o sonho que Tacó teve em Betei (Gn 28. At 1. Os anjos no livro de Atos. cf. Paulo diz que "ainda que nós mesmas ou um anjo do céu vos anuncie oubo evangelho além do que jã vos anunciamos. será o elo de ligação entre o céu o a terro.30.5-7. Mateus escreveu que um 'anjo do Senhor" rolou a pndra que fechava o túmulo. embora reconhecesse que a luta do cristão era contra “principados e potestades" (Ef 6.22).38. Estava convencido de que nem os anjos e nem quaJquer outro poder criado separariam os verdadeiros cristãos do amor de Deus em Cristo (Rm 8.ANJOS sepultado" (Lc 16. 14.8] Ele reconhecia com gratidão u bondade iniciai dos gálatas.3). para resistirmos a tais ataques enganadores. que protegem o povo do Deus (Mt 18. como o Filho de Dous. Jo l2 . Mais tarde.11).4-7). Mateus chamou a atenção para o papel dos anjos guardiões. Mc 16. SI 34. Finalmente. na passagem sobre ns bodes e as ovelhas: “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Aportai-vos de mim.30). 2 4 ) . Paulo tinha menos a dizer sobre anjos do que se poderia esperar.3 l.4: Jd 6). preparado para o diabo e seus anjos" (Mt 25.36).7.11.2. 2 3 ) . At 12. onde os anjos faziam algo similar. expirou" (Al 1 2 . Incluiu também o ensino de Jesus sobre o casamento no estado futuro: “Na ressurreição nem casam nem sáo dados em casamento: serão como os anjos de Deus no céu" (Mt 22. Lc 24.41).39). e citou sua impressionante aparência e a reaçáo aterro­ rizada dos guardas [Mt 28. 2. seja anátema" |CI 1. Aqui. Na verdade.

"quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder.53). tanto de juízo como de salvação São agentes e mensageiros do Senhor. são servos sobrenaturais do Deus. Mt 26. Os anjos no ttvro de Apocalipse. Sumário A Bíhlia tem muilo a dizer sobre os anjos. os anjos verdadeiros adoram a Deus e reimem-ae no louvoraCrisfo ao redor do trono divino (Ap 5.9): qitarla. em contraste com Satanás e < x s outros anjos caídos.11. se rebelaram contra o Senhor 0 aliaram-se a Satanás.iviLhoso que desperta a curiosidade dos anjos (1 Pe 1. Em Apocalipse. Ao escrever aos lessalonicenses.17. mas também diante "dos anjos eleifos" í lTm 5. existem também muitas citações aos anjos como seres sobrenaturais.1. E o dragão e os seus anjos halalfiavam” (Ap 12. 14. uma séria adverlém ia é feita ao jovem líder cristão.12.7. 20.14). Por outro lado. São introduzidos numa passagem que adverte os discípulos a atentar para a grande salvação oferecida em Cristo (Hb 2. Duas passagens eui 1 Timóteo devem ser observadas. serium punidos.. sugando. significou que anjos. A limilação do espaço nos restringe a quatro observações: prim em í. o pupnl do anjo interlocutor. Paulo declarou solonemonfe q u e os oponentes do cristianismo. Na segunda. os anjos são men­ cionados num antigo hino muito bonito 11 Tm 3. ds quais perseguiam os crentes. ft.2). Nesta batalha. as cartas são endereçadas "ao anjo" das seté igrejas (Ap 2. paru que os destinatários não recaíssem no Judaísmo (Hb 12. Em 2 Pedro 2. Estes serão tulgados junto com o diabo. Jd (J). um forto contruste é foilo entre os anjos bons e ds maus. ouvia dos para servir a fuvm dos que hão <le herdar a salvação” (Hb 1 14). entretanto. 16. onfre outras coisas. o diabo "foi precipitado na ferra. não só na presença de Deus e de Cristo.22. Os anjos em 1 Pedro. são descritos como executores do juízo de Deus sobre a Terra (Ap 9. 19.7).»i)’ . por todo o livro (Ap 5. O plano divino da salvação o tão mur. numa época de crise iminente. 59 . Em cada um dos casos. 10.2.a .21 J.ANJOS como a um anjo de Deus" (Cl 4.2). é observada umu divisão entre os anjos bons e os maus.8). como em outros lugares na Bíblia. mas são considerados inferiores a Cristo (Hb 1. a .1. que participam dos seus propósitos. Os anjos parlicipam da adoração a Deus p cumprem a > »u a vontade na Terra.12). o lado divino saiu vitorioso. ‘\lguns. Eles foram criados o não devem ser adorados ou louvados. cf.1).1.11. A ascensão de Cristo ao Céu.1. "E houve guerra no céu: Miguel o os seus anjos batalhavam contra o dragão.12). os anjos aqui. a referência é leita aos pastores das igrejas.5-14). Ds anjos são citados muitas vezes na carta aos 1Iebreus (Hh 2.3-#. lambém é encontrado em Apocalipse (Ap 1..1 f> : 12.14).2. observado em Zacarias.18: 3. trabalhando ern favor dos seus filhos e protegendo-os.3-12).22). Pulo contrário. e os seus anjos foram lançados com ele” (Ap 12.7. Deus ainda estava no controlo de sua criação.11. Anjos inumeráveis lazem parte da Jerusalém celestial e isso é mencionado como um incentivo a mais.22-24. Referencias sombrias à condenação dos anjos caídos em 2 Pedro e Judas são feitos nos passagens que apontam solenemente os erros dos falsos mestres e sua absoluta destruição (2 Pe 2.4.2.11. em chama de logo. terceiro. São cuidadosarneute definidos no primeiro capitulo como "espíritos ministradores.0-10. 7.8.t. 2 Pedro e Judas. 13. Os anjos no livro de Hebreus.1.7-9.1 B). os quais oram os mensageiros de Deus para o seu povo.15. autoridades e potestades foram colocados em submissão a Ele (1 Pe 3. Na primeira. 22." (2 Ts 1.

Quando ouviu o quo ocontocera.20). ser­ viu como músico no Templo (l Cr 6.581: 1 Cr 6 . 1. Um dos descendentes de Saul. ANZI (Heb. Arão e M oisés (Êx 6. veio da mesma região que fora o lar de Abrão.5). sen descendente. no lempo de Neemias lEd 10. os rfis dessas cidades mbalaram-so e lulanun contra os invasores (veja B om . Qu^durluuuivr e Jhíul\.34).4). A pós Seeanias con­ fessar a Esdras que muitos bomons de Judá tinham-se casado com mulheres de outras nações. P. Sua esposa Joquebede deu-lhe três filh o s: M iriâ. ANRÀO. Levaram cativo.34-17). da tribo de Dã (Êx 60 . O relata de Génesis 14 é de particular interesse. Da tribo de Levi. Descendente de Bani. que in d u ia as cidades de Sodoma e Gomorra. Novamente. da qual Aurafel fazia parte. Essa genealogia tem um significado es­ pecial porque vai do filho caçula de Jacó até Saul (1 Cr 8. Os quatro reis capturaram uma grande extensão dn terra. bem como sua separarão final e completa fia antiga existência. AOÁ. B irsa.8). A N T O T IA S . A tradição diz que Antipas Foi assado vivo num grande recipiente de bronzo. ANTIPAS.ANRAFEL A N R A F E L . Fica claro que o líder da coníedera­ ção invasora ura o rei Quedoiiaomei (Gn 14.18: 23 12.3 . Um de seus descendentes."a tenda do meu pai"). A vitória dele sobre esses monarcas é de grande signifi­ cado. 18: Nm 26.46). sob o plano soberano de Deus. Num ataque sntil e inteli­ gente. pois é vista em Génesis 14 como a vitória do Senlior e indicava o estabele­ cimento de Abrão em Canuá. ANUBE.. S in a b e e Senwbtír). Uni dos quatro reis da Mesoporãmia que invadiram a Palestina d o tem po de Abraão (veja também Áríoque. Isso fez «om que Abrão entrasse tnn cena. destaca lambém o crescimento rápido da influência do Abr|a]ão.59: 1 Gr 24. pais dirstâca como a região do vale do riu lordãu era cobiçada. Etã. o sobrinho de Abrão (Ló) que morava em Sodoma.19). filho de Bani. contudo. rias quais tomaram todo o es­ pólio. 1 . era filho de Coz (1 Cr 4.7. Descrito como "testemunha tiel" de Deus em Apocalipse 2.2 . Ao falar à igreja em Pergamo. No 13'ano. "minha torça' ). Líder de clã enIre os coatilas |Nm 3. A aliauça daqueles reis. Eles tinham conquistado várias cidades do vale do Jordão e áreas ao re­ dor do mar Morto e governavam a lona bá doze arms.13. Anrão estava entre os que se casaram com as mulheres es­ trangeiras. Possivelmente seja o Aias de 1 Crónicas 6. Um dos quatro filhos de Coalíi e neto de Levi (Êx 6.C. a influência de Abrão na "Terra Prometida” cresceu caria vez mais. perseguiu Quedorloomcr e alcançou-o bem ao norte. foi um dos sacerdotes que se estabeleceram em Jerusalém depois do exibo babilónico (Ne 11 . juntamente com o resto dos cidadãos. Descendente de Judá. p. 1. Era filho de Sasaque I I Cr B. Abrão derrotou a confederação daqueles reis e reiornou com Ló e sua família |Gn 14.g. 2. 2. mesmo após o martí­ rio de Antipas Essa cidade é descrita como o lugar “onde Satanás habita' Era um centro de adoração ao imperador. Esdras e os judeus se arrependnram e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10. Neto de Benjamim e filho de Bela.2).d. a poutO de justificar Luua aliança «t atrair reis de terras Ião dis­ tantes. 12 ). Desse punto um diante. Adaias.20: Nm 26. o Se­ nhor recomendou b o s cristãos que náo renunciassem tt fé.13). Filho de Aisamaquo.24I.D. AOLIABE (Heb. o merarila. loram derrotados e fugiram. na província da Asia.4. Veja HerO<J<t$ 2 .

{5. PriseUa e Áquila eram o elo entre as duas igrejas (Al 18. como ourivesaria. inclusive sua morte. Obvia­ mente. de maneira que toda obra no Tabernáculo foi realizada para a glória do Senhor (Éx . Era um ensi­ no disponível apenas para a elite. sofrido persegui­ ções. “Poderoso" era um termo retórico para lógica e persuasão.24). Inicial­ mente.2). Nasceu e foi educado n. ressurreiçãoe volta ã Terra para reinar. até o Egito e Asia Menor. Sua chegada a Éleso abriu as portas para os judeus. Provavelmente.24-28. APOLO. Ele aprendeu a arte da habilidade nos debates em sua Bduoação secular e usava Isso de manei­ ra excelente. Lucas diz que Apoio era “poderoso" no uso das Escritu­ ras. Escreveram unia carta de recomendação para os cris­ tãos i oríntios. era líder na tribo dp Juda. e combiuava seu conhecimento exauslivo do AT com sua educação secular ua arte da retórica (compare Apoio com outros pregadores. a cidade de Alexandria. qun era ao mesmo tempo receptiva e an­ tagónica ao cristianismo Ele íora "inslrufdo no caminho do Senhor" (d. marcenaria e mesmo confecção de tecidos. os quais. na grandemente valorizada educação grega. O fato de que pertencia ao mais elevada quadro social daquela famosa cidade õ indicado nos termos selecioaodos por Lucas em sua bieve mas altamente inturmativa descri­ ção em Atos 18. na província da Acaia. presumivelmente pelos discípulos de João Batista. Um dos filhos de Naddbe: Apaim foi pai de Isi (3 Cr 2. i ledíndo que o recebessem. Talvez ele tenha. Pelos padrões do primeiro século. os dois preencheram as lacunas do conhecimento dele. O cuidado pastoral de Pau­ lo p a sua consideração por indivíduos sãn frequente mente destacados em suas cortas. em termos de educação formal. e figurou entre o limitado número de judeus que possuí­ am cidadania alexandrina. lesus era o Messias prometido (At 18.6). como o apóstolo. devido aos seus elevados custos. usavam a própria residência Gomo "igreja local" e convidaram Apoio para visitá-los. A PELES. nenhuma informação adi­ cional é dada. dois grandes ministros da igreja primitiva e implementadores do minis­ tério cristão.31J. A mensagum do Batista linha so espalhado além das fronteiras da Judéia. a igre­ ja em Èfeso o bui orajou a ir. cuja capital era Corinto.i “segunda Atenas”. Apoio for­ taleceu grandemente u comunidade erislá de Corinto e colaborou na discus&ão com os judeus que haviam trazido uma APAIM (Heb. "faces").13). Era um Importante obreiro da igreja primitiva.3 e citado). Apoio queria exercer seu ministério do outro lado do mar Egeu.34 a 36. linha excelentes qualidades cm diferentes tipos de trabalho manual. provavelmente ele precisava entender as implicações teoló­ gicas dos eventos firiais rui vidú dn |esus. contudo.30. onde Ls 40. Como homem ins­ truído". recebeu formação de "nível uni­ versitário'* em retórica. que fora teclado e "apro­ vado rm Cristo" (Rm 16. Mc 1.APQLO 31. Deus Liie ileu lam­ bém a habilidade de ensinar a outros lais técnicas. Foi indicado pelo Senhor para au­ xiliar Bezalel no artesanato e nos dese­ nhos dos artigos do Tabernáculo. cuju pre­ gação resumia-se em preparar o caminho para lesus. eram d escrito s nomo “sem leiras e índijutos1 ’ Al 4. Apoio pregava na sinagoga de Éleso. Embo­ ra este ensinasse sobre lesus "diligente­ mente". apologista e debatedor. Paulo enviou saudações a esse cristão romano. “demonstrando'1 (outro ter­ mo retórico 1 pelo Antigo Tfcslamenlo que 61 . onde foi ouvido por Priscila e Áqiiíía. Sua vinda fortulecnu clarameute o testemunho oristão na i idnde. nu Egito. Como qualquer discípulo de João que não lomou parte do grupo apostólico.2. isto á.2). é aprecontadu como um lormidável judeu cris­ tão. Nessa época.10).

13.12 indica que Apoio recusou o convite para retornar a Corinto. Paulo pediu a Tito que providenciasse tudo do que precisassem para a jornada.15). duvido à sua edu­ cação. Apoio — tutu educação u qualificava para trabalhar confio advo­ gado — eslava envolvido com Zenas.1). trabalhando como orador e advo­ gado: entretanto. seculares. ua l ula pela reputação de suas escolas e por mai­ or influência nas assembleias políticas (l Co 3. cf 1. que nenhum dos dois reagiu ao jogo de poder dos coríntios. h .14). em termos. con tribu iu graudemerite para o testemunho cristão o a dofesa da fé. quando as coríntios o convidaram para trabalhar ali. quando respon­ deu às carias dos coríntios Ele apenas se recusou a envolver-se nos métodos secu­ lares do pensamento dos crentes daque­ la igreja.2») Apoio permaneceu algum tempo em Corinto e engajou-se uuina obra promis­ sora. necessitava de sustento 11 Co 0.11). cooperando conjuntamuute pura o crescim ento da igreja. embora este tivesse exercido um ministério eficiente □a cidade por L8 meses IAt 18. 62 . quando loi acusado de que não pos­ suía nem a presença carismaLica de Apoio.10). ele refutou as acu­ sações dos judeus e provou pelo crivo das Escrituras Sagradas que a afirmação dos cristãos de Jesus ser o Messias era verda­ deira (Al 18. pois sua apreseutação carecia das qualidades considera­ das aceitáveis piara uma audiência bemeducuda e so fisticad a com o a dos coríntios (2 Co 10. Em 1 Coríntios 4. O tex­ to de 1 Coríntios 16. usando as Escri­ turai parn “cuidar do assunto" (At 18. I a 4: seria niencionadu como cabeça. em detrimento de Paulo. escolheu usar seus fa­ lemos e privilégios em favor do reino de Deus e. pois sua presença física era fraca. nem o estilo eloquente. isto é. quando começaram a sur­ gir divisões apos o retorno dele a Éfeso. Ciúmes 0 rivali­ dades entre professores era exatumente o que mestres e discípulos seculares fazi­ am. ao fazer isso.5. Nos dias que se seguiram. lím Tito 3.12) indica que o apóstolo respon­ dia a uma questão que iora aprese atada na carta q u e recebeu dos coríntios (1 Co 7. com seu espirito competi ti vo. a opinião d» alguns sobre o ministério de Paulo foi expressa em linguagem retóri­ co. Tánto Paulo como Apoio eram de tal estatura espiritual. ao chamar tal atitude de “imatura" e "mundana". Os coríntios demons­ travam muita preocupação sobre quem eram Paulo e Apoio.3.w. A P O LIO M . desLacando que um plantava e outro re­ gava. pois julgou que não seria "boa ocasião". Paul o não demonstrou qualquer ressentimenti ■ contra Apoio. por esse motivo.AP0 L7 0 M acusaçãu criminal i ontra Paulo diante do governador Gálio.1. Os que se converteram por meio des­ se ministério. lalvoz nao intencionalmente. Ele poderia assegurar para sí mes­ mo uma vida npulenia.6. porque apena* Deus podo criar uma congregarão e faztíla crescer 11 Co 3. Esse julgamento havia colocado os cristãos debaixo de um guar­ da-chuva judaico e parece que Apoia cumpriu a ordem do governador. Paulo.61. Dado o amor que tinham pela oratõria secular. O uso dos lermos "acerca do irmão Apoio” 11 Co 10. viam a si mesmos como pertencente» a Apoio. Isso Indica que Apoio ainda estava engajado no ministé­ rio cristão em tempo integral e. o apóstolo condena a competição entre o lobbv dele e 0 de Apoio. o Lobbv de Apoio foi capaz de convencer a igreja de que seus interesses seriam mais bem atend id os se ele retornasse. ao contrário. Veja . I I ). Seu nome seria usado comparativamente nos tris­ tes problemas em 1 Coríntios caps.\hadom . embora considerasse que em outra opor­ tunidade aceitaria. mas continuaram empe­ nhados em prol do Liem da igreja. as finanças necessárias. Num debate público. "doulor da lei“ (talvez melhor entendido como "assistente legal") em Creta. revela as funções distintas de cada um.

o Senhor lembra aos discípulos qual (t a Comissão deles: 'Assim como o Pai me enviou.. 63 . após a ressurreição de Cristo. Essa serie uma tareia cheia de desafios e que exigiria muito dehís: mas o Senhor prometeu estar com eles e ajudá-los.16-19. hem como os doze (Lc 9. Tomé era ih amado Didimo.40-49.16.28: Jo 20. Primeiro. alguns manuscritos trazem "setenta e dois*’ nos w.32). Jo 6 . Lt. a Transfigura­ ção (Mc 0 2.15). Lr.28) e a agonia no Getsômani [Mc L4. 2 4 ) . 6 7 . 2 2 . 1 . Lucas 6.APÓSTOLOS APÓSTOLOS O vocábulo “apóstolo" ído grego apostolou quo significa "mensageiro” ou M euviarlo"’ Jó o nome dado u alguém enviado pára uma missão por outrem. Os nomes dos apóstolos «ãu relacionai los quatro vezes.14. Lr. 12.15. Eles o conhe­ ciam e amavam e queriam ser seus seguidores. Eles entáo seriam capazes de sair pelo mundo. 0 .511.2-4.1-6). 1 . 9.17) Terceiro.1-20.21). “filhos dn trovão”. 5 . 1 1 1 : 2 0 .1 6 1 e indicados depois de uma noite de oração.1. No NT esse termoé usado para identificar os primeiros lideres do movimento que se íormou em torno de Jesus de Nazaré. provavel­ mente Judas íscariotes era o único judeu (nãogalileu) e Simão chamado “o 29loto” ou **0 cananeu”. Lc 24.40.57-62) e desse grande grupn Ele selecionou os setenta (Lr.26. Com o tempo. Ele enviaria o Espírito Santo. 9. 15. Foram escolliidos "para que estivessem com ele. 7 . e os mandasse a pregar" e a fim de participarem do ministério de Jesus (Mc 3.17). L c b 1 3 .26. A escolha destes ullimos tinha um propósito duplo. 3 . 1. a fim de compartilhar o Evangelho com outros. 1 5 : !•> 1 5 . Quinto. André.24). 9 . dois discípulos.24-28). eu vos envio" (Jo 20. b oi Mateus 10. que significa. As vezes. 3 5 . mesmo após seu retorno ao Pai (Jo 14 1»).25. 2 0 . onde Mallas foi numeado como substituto de judafc Iscariotes (Al 1. Mc 16. 1 4 .37: Lc 8. a fim de. Pedro. A relação única dos doze com Jesus Havia mui las pessoas que desejavam seguir a Jesus (Mt 8 18-22. como na ocasião em que os discípulos perguntaram a lesus sobre quan­ do o Templo seria destruído (Mc 13. qualro dos apóstolos eram pescadores — Pedro. este termo lornnu-se mais amplo e abrangeu também outros cristãos que cumpriram tarefas de destaque na área de evangelização e missões. At I 3). No livro de )oão. embora frequentemente falhassem muito (Mt 8. Tiago e João. possivelmente era um revolucionário político Eles formavam um grupo heterogéneo e somente u lealdade comum a Jesus os mantinha juntos. Desses.8: 22. André era tam­ bém incluído. A escolha dos Doze Os primeiros apóstolos loram escolhidos diretamente por Jesus (Mc 3 . como a ressurreição da filha de lairo (Mc 5. Os quatro evangelistas mencionam que havia doze lideres (Ml 1 0 . 8. Quarto.40-45: Mc 4. fo­ ram t hamados Boanerges. cf. ”0 gémeo" lio I I. Mal eus ou Levi possivelmeute tinha bom nível do instrução um cobrador de impostos e considerado colaboracionista tios autoridades romanas que dominavam a Palestina naquela ppoca. 2 .14-I6 e Atos I 13. Tiago o João formavam um circulo de amizade mais próximo e estavam presentes com Cristo em várias ocasiões memoráveis. em busca da díreijão divina (Lc 6.12). 1 7 : Mc 4 .10: 20.4) Segundo. 7 0 . 7 1 .27J.26: 14 31: 16. 10. 1 0 : 0 . ensiná-los e capadto-los para o testemunho cristão (Jo 14.12-261 Um estudo dessas listas e dos nomes apostólicos no evangelho de (oão revela talos interessantes. Essa comissão é citada repelidas vezes (Mt 28.16-20. provavelmente reforindose ao ‘‘temperamento esquentado” deles |M c: 3. Marcos 3. Tiago e João.

35-42). Em outra ocasião.l>8. esteve presente com Pedro na (jena do tumulo vazio e na pesca milagrosa no mar deTlberíades Ilo 21. PaTa os doze. e le seguimosl O que. Mc 1. haverá paia nós'. 18-20. A dedicação dos doze Alguns dos apóstolos de Jesus eram provenientes de uma associação prévia com João Batista (Jo 1.20. há miulo prometido.1. Tomé disse estoicamenle aos demais discípulos: "Vamos nós lambém para morrer com ele" (Jo 11. Haviam participado de um movimento nacional da volta para Deus. At U 6 -1 0 ). 64 . ftissou a ser visto como traidor de sangue inocente" e confessou seu pecado antes de se matar [Mt 27. a fim de crer nas boas novas de salvação (Mc 1. e eles imediatamente.7-14).30). Lr 3. Assim. Jo I*. Ml 3. o seguiram" (Mc 1.27-29.2J.28).3-10. Pedro é sempre mencionado nm primeiro lugar e Judas Iscariotes em ultima.28: Lc 18. O próprio Jesus reconhecera a lealdade deles em meio a tempos difíceis e prometeu-lhes grandes bênçãos em seu reino.1-3. Posteriormente. O dis­ cípulo uniuilo lambém ystava presente durante a crucificação» quando foi-lhe dada a responsabilidade de cuidar da mãe de Cristo (. Aparente menta. Evidentemente Pedro era o lider do grupo e claramente serviu como porta-voz deles em várias situações (Ml 1f> . "Nós deixamos ludo. Jesus também insistiu para que o povo se a r r e p e n d e s s e .16).1618. A tradição crista geralmente assume quu st. Em todas as listas com os nomes dos apóstolos. Por isso prepararam-se a fim de receber a Jesus como o Libertador de Israel. Lc 9.5. O chamado para o disclpulado implicava exigências radicais e en­ volveu um compromisso total Numa ocasião Pedro lembrou a Jesus os sacrifícios que ele e os outros discípulos fizeram. 13-16. Lc 18-20. Era totalmente natural que tal questão fosse levanlada quando o custo do compromisso parecia tão elevado.ti9j.23-25). Mc 0. o escritor deste livro notou que esse discípulo estava próximo a lesus e loi quem Un. então.29. cf. pelo seu grau de amizade com Jesus.30.7.Jo 10.15: cf. embora haja discussão quanlo a isso.28-30) As alegrias da vida no reino de Deus seriam mnis do que compensadoras por todos os sofrimentos e provações q u e passassem por sua causa |M l 19. sobre a ideutidade do traidor (Jo 13. Estavam conscientes da uuponòneia do arrependimento e tinham dado os primeiros passos para reafirmar o relacionamento com o Senhor fMl 3.18-20).25-27). citado apenas uo evangelho do loõo e nunca identifi­ cado pelo nome. Mi 10. perguntou.28.APÓSTOLOS Devido ao grau de aproximação com Jesus. era uma ligura bem conhecida uos círculos de amiza­ de de João e gozava da total confiança de Jesus Dois outros discípulos devern seT mencionados. "deixando as redes.27. a fim de exercer um ministério itinerante com Jesus.20). Pedro e André íoram convocados por Cristo para se tornarem pesca­ dores de homens. o chamado ao d i s c i p u l a d o envolveria o abandono da cena da vida familiar. cujo ato de traição contra Jesus resultou em ser colocado sempre como ídtimo nome uas listas. balava do próprio aulor do quarto evangelho. No outro exliemo da escala eslá a trágica figura de Tudas. Mt 3. cf. Ml 4.''" (Mt 19.5). onde se sentariam em tronos e julgari­ am as doze tribos de Israel (Lc 22. voltasse as costas para Os pecados do passado e abrisse seus corações. De qualquer maneira. algum reconhecimento favorável deve ser dado ao "discípulo amado1 *. durante a última Ceia. por porte do povo da aliança (cf. Mc 10.

10.16). certamente Ele dirigiu a maior parte de sua instrução para os que estavam mais próximos.25. o título de "Mestre" foi usado com referência u Cristo mais frequentemente do que qualquer outro Ululo nos evangelhos (Mt 8. 3. De lato.2-2.15.10-20. da necessidade de sua morte. mas. Foram escolhidos pelo Pai e pelo Filho como os 65 .l 18.19. M c 8. 4. morte e ressurreição não eTum fábulas. o a inscrição informava isso a todos "em aramaico. Lucas.32-39). 13. o propósito do testemimho ocular dos apóstolos foi enfatizado.10: 5. e Pedro as relacionou resumi­ damente em seu discurso em Atos 1. A fé cristã foi ussim apresentada de maneira tal que hourou o princípio das múltiplas testemunhas.15. o testemunho apostólico realçava u importância da cruz e da ressurreição.1. os após­ tolos corajo.1-13. 1 Tm 5. para os quais confiou o futuro de sua Igreja.6.30-32. 10. os quais os após­ tolos podiam confirmar como testemunhas oculares. 12.31: 9.2.21. M . O testemunho deles.40. em particular.12-22. dopois que Riu deixasse a Terra. Assim. Dt 17.21. da certeza de suu ressurreição e de sen retorno final em poder e grande glória (Ml 16.samente testemunharam sobre a veraddade da ressurreição de Cristo.62: Lc 9.36.26. ora Jerusalém.3 8 :1214. para ser apóstolo.30).38. a qual exigia qtie toda verdade fosse esta bei ed da p e l o testemunho de duas ou três testemu­ nhas — um princípio que é ensinado repeUdameute na Bíblia (Nm 35.32: Lc 7. explicava tudo clara­ mente aos discípulos (Mt 13. que era lambam o Senhor (Jo 13. destacou a importánda dos apóstolos como "testemunhas oculares".31).25-32. especialmente dos doze. 13.34.1-4) Segundo. 17. 20. Hb 10.17-26.APOSTOLOS O treinamento dos doze O Senhor sabia quo suu missão seriu depositada nus mãos dos que a terminariam. Primeiro. Assim. associado ao ensino das Escrituras (At 2.9-15].19.10. Lc 8. bem como "ministros da palavra” (Lr 1. Foram excelenlemenle ensinados por Tesus. Esse mesmo testemunho foi for­ temente firmado nas palavras iniciais de 1 João 11. a maior ênfase possível era colocada nos fun­ damentos históricas dn vida e obra do Jesus.11. Ele ge­ ralmente ensinava por melo de parábolas.:<2. c > Mestre dos mestres.34: 14. ensinamentos. e isso é repetidamente desJaGSldo na pregação deles lAt 2. mas fatos solidamente comprovados. Mc 4 . desde seu batismo até a ressurreição.30. servia para confirmar a mensagem cristã. 2 Go 23. A qualificação dos doze Havia qualificações bem definidas para o apostolado. Jo 5.2). A autoridade dos apóstolos O falo de que os apóstolos foram as testemunhas oculares de Jesus deu à mensagem deles uma autoridade exclusiva. na introdução do seu evan­ gelho. 19.20).28). dedicou grande parle de seu lempo e atenção ao treinamento dos discípulos.25-3QJ. Jeaus falou-llieí. Mc -4. Enquanto a execução foi atestada por muitas pessoas.16.a respeito da natureza de sua vida e seu trabalho. Seus milagres. Esse critério estava em harmonia com u bem conhecida lei judaica da evidência. que Jesus de Nazaré fora morto por meio de crucificação.13).24.39-42.33.24. Os apóstolos declaravam solenemente que podiam testemunhar com certeza que Jesus estava vivo (At 3. cf. Jo 3.31. Era dn conhecimento público no primeiro «óculo. era preciso que a pessoa tivesse teslemunliado todo o ministério publico de Jesus. 10. Intim o grego" (|o 19. Por essa razão. 13. Vários aspectos estáó relacionados nessa declaração. Em público.

12. quando o imperador Cláudio ondenou a expulsão de todos os judeus da região. paia incluir Paulo e Bamafré.AQ01LA oomunicadores ilu mensagem urisLâ |Lc 0.t . mas 66 .. Cl 1 17). 2 0 . tanto em Jerusalém como em Ioda a ludéia c Samaria. 1 5 . 15. 1 5 .7) e os 'apostolas da igreja” (2 Co 8. 1 5 : 2 6 .2: Gl 1. Foram as testemunhas oculares e os ministros da Palavra. quando suas credenciais loram questionadas (1 Co 9. 1 4 ) .8). 2 Co 1.1 9 : 2 2 . “águia”j.1 B ) .1).20] ESI es foram seguidos por oulros. Assim. pois R f u J o .a . Sumário Em resumo. Náo se sabe quando se converleu ao crislianismo.1: 15.” (Ef 2.9. e até os confins da terra" (Al 1. 1 0 . e o Crislo ressurreclo disse a eles: “Mas recebereis poder.7]. Aquila começou a trabalhar em Corinto. Lucas ampliou seu uso do termo “apóstolo". fPara mais detalhes.13.41). mas também reconhecia os "apóstolos" num sentido mais amplo. como eram da mesma profissão. ÁqOilae sua esposa JYiscila foram juntos (Al 18. Paulo separou-se do casal em Éfeso. assim como os doze. Paulo finha convicções muilo lortes quanto ao seu apostolado (1 Co 1.2). irmão de Jesus (Cl 1. ao descer sobre vós o Espírilo Sanlo. por causa dos constantes tumultos que causavam.13. ÁQÚILA (Gr.7. trabalharam e per­ maneceram juntos Quando chegou o tempo do apóstolo viajar para a Síria. veja os verbetes dos nomes individuais. Em várias ocasiões. 2 2 . Embora houvesse “falsasapóstolos” na Igreja primitiva 12 Co 11. foi comissionado divinamente (Al 9 .18. Um judeu crisláo. Em 49 d.10. Além tio mais.10]. Al 1.19). Ap 2. O papel do apóstolo Paulo A mais excelente figura uo eumprimeuto da missão apostólica foi a do apóstolo Pa ti­ lo. ele e sun esposa Priscila deixaram Roma e fo­ ram para Corinto (At 18. 3 . mas provavelmente isso acou* teceu em stia lerra natal. Paulo encontrouse com ele naquela cidade. O apóstolo Paulo foi um excepcional líder na larela de levar o Evangelho ao mundo daquela época.2$). que participaram juntamente com eles no labor evangelistico o missionário. os apóstolos tiveram a responsabilidade primária da proclamação do Evangelho e do cumprimeutu da Grandu Comissão. Fabricante de lendas. Ele viu o Senhoi ressuscitado o foi chamado para a obra pelo próprio Cristo.1. 1 . Silas e Timóteo (1 Ts 2.. no Pouto (ura an­ tigo distrito da Ásia Menor. insistiu om afirmar que era apóstolo. Os apóstolos claramente tinham nm lugar especial na missão de Deus. a Igreja certamente foi edificada 1sobre o fundamento dos apóstolos. Esle era instruído nas Escrituras.1. como Estêvão e Filipe.I a .2).ifl. onde eles encontraram Apoio. Jo 13. 9 .18.1 8 ) . instigados por um lal "Cresto" (umu possível referência a Cristo).2). 1 4 . 1. Aos olhos de Lucas.6.1. foram divinamente apontados como “ministros do Palavra" (Lc 1. o papel de Paulo foi desem­ penhado pur indicação divina. cuja conversão e narrada três vezes no livro de Aios (At 9 . Foram (orça­ dos a abandonar sua casa na capital roma­ na.C. Pa ido afirmou o papel dos doze (1 Co 15. Andrâuieo 0 Júnia (Rm 16. e sereis minhas testemunhas.19.15 a 2. quo incluía Tiago. próximo ao mar Negro) ou em Roma. dois dos principais missionários entre os gentios (At 1 4 4 .191. foi mu evento de grande significado na liisiória do cristianismo.2: 10. Cl 1.

1.16). ARÁ.2: 29. Muitos em |uda estavam Ligados a Tobias por ju­ ramento e por isso o informavam de lo­ dos os m ovim entos de Neemias l. Davi. durante o reinado de Saiomâo. nunca fez algo que ameaçasse seu povo.se com Áquis. Aquirn aparece como pai de Eliúde e fdho de Sadoque (Ml 1. AR ADE. ARAM. dois escravos de Simei Iuginim e rBlugmram--. os quais viviam em Edoni (Cn ‘J6 . em dian- AQUIM.1 í))A ultima vez em que são meuduuudos é em 2 Tlinóteo 4. D a v i tomou-se rei. tais como Uz Géter e Mas. Seu pai era Maoque (1 Sm 27. era sogro de Tobias. P osteriorm ente. ARÃ.1-11).3. no deserio.18.42).26). Davi es* cundou-se na cavem a de AdiiJão. para estabelecer-se.ARA conhecia apenas o butismo 11e Juão. AQUIS (Heb "o rei dá ).30. Filho de Sem iCin 10. Um dos filhos de Ula e descendenle de Aser: figurava entre os homens valentes’' de sua iriho (1 Cr 7. Na primeira vez (1 Sm 21.1-12).39 reíere-se à mes­ ma pessoa anos mais larde. 1 . m . Enquanto Davi receb ia ajuda de Aquis. Ao escapar de Saul e ser considerado maluco por Áquis. Disâ foi o lider ilo i lã dos boreus. foram identificados como fundadores das tribos oramaicas que ori­ ginalmente bahilaram em Canaã. loram identificados com os sírins. ARA IHeb. pois estnva com medo do rei filisteu. o iilbo do lessê fugiu para Áquis com 600 homens c suas respectivas Famílias O rei filisteu deu-lho a cidade de Zidague. ele fingiu ser louco. uias os outros reis não permitiram. Maaca.se em sua casa (1 Co 16.22. listadú entre os fundadores das nações Seus descendentes. Um dos filhos da Berias. Poste­ riormente.g . Esdras 2. 3.Ne 6. Inanirj considerava Aquila « Priscila amigos leais e colaboradores em Cristo O casal arriscou a própria vida por ele e fúl do grande valia para as igrejas entre os gen­ tios (Rm tfi. Secanias. o inimigo de Neemias. da tribo de Aser Í. 67 .17). Eles viveram na Mesopotàmia eno Nordeste de Israel.19). Era um dos Ires filhos de Jeter. pois temi­ am que o filho de jessé se voltasse contra pies (I Siu 28. Eles também linharn uma igreja Teu Liindo-.40).15. quando na verdade atacava as cidades da F ilístia. Esse ataque combinado de vários reis filisteus culminou com a morte de Saul e. quando os filisteus subiram para lutar oorilra Israel Aquis convidou Davi para ir junto. O relacionamento do Israel com os arameus. p . par duas vezes buscou refúgio junto a Áquis em Cale.10.1 Cr 7. enquanto Tugia do rei Saul. d . Davi dava a entendei’ a Aquis que tazia incursões e guerrilhas om Israel. do décimo século a. Rei de Gale. Na segunda passagem.2 8 :1 Cr 1. apa­ rece na genealogia quo vai de Benjamim ate Saul (1 Cr 8.23. 1 .4|. ou. se 1 Reis 2. na época de Davi.C. 1 Cr 1.10 diz que o número dos que retornaram foi de 652). Ele tinha convicção de que seria o Senhor quem o colocaria finalmente nó trone de Israel e jamais chegaria ao po­ der pur meio da ãjuda dos inimigos de Deus.38). “jumento selvagem"!.r. Na genealogia que estabelece a linhagem real de lesus. Aquila e Priscila o convidaram para visitados e "lhe.c.2). Fiel a sua determina­ ção de não matar 0 ungido do Senhor (Saul|.5 registra que 775 dos des­ cendentes de .10-15).Ara rotoroarnm do exílio com Noamins (Ne 7. G filho de Ará. declararam com mais pre­ cisão o caminho de Deus" (At 18. Na se­ gunda ocasião II Sm 27. no tempo estabelecido pelo Se­ nhor.141. Davi então retomou ao seu acampamento. Um dos filhos de Dlsã e irmão de Uz. 2. ondo ftiulo exorta Timóleo a mandar-lhes saudações.

quando ficou no 68 . ele se en­ contrava entre o bebé que exigia lotai atenção e ainda por cima atraía a admi­ ração dos vizinhos e unia irmã autoconfiante e incisiva. Ele < j esceu.Ml 27. entretanto. 1 . portanto. As guenv llias continuaram durante □ reinado dn Salomão. 1 4 . 2 Um filho de Quemuel. O íalo de que o idioma arainaico *íra menos complicado do que o acad ian o ou h eb raico ajudou na popularização de sua cultura. 2 4 : 2 4 . 0 aramaico era a lín­ gua vemacula em Israel nos tempos do NT.2 ) —participando lambém dos mo­ mentos de oraçáo (Nm 1 6 . mas seu posterior de­ senvolvimento lou a falia delel sugere que sim. 1 Cr 3. Logo apos a divisão do Keino. 2 . A principal divindade dos arameus era Baal.1). Arão agiu in­ dependentemente de Moisés e ean ambas as vezes acouteceram desastres despro­ porcionais. Listado como membro da Iribo de . o clamor por sentir-se abandonado ua cruz (que sig n ifica: “Deus meu. A grand o importância dos arame us não foi devido às batalhas que travaram contra Israel. 1 . Eli. 2 2 : etc. de personalidade forte. 1 6 .Arão nasceu durante a opressão de Israel no Egilo.2 U i . A R Ã O . História de Arão . S.1. numa lamília de três filhos.4-8). mas evi­ dentemente antes do edil o genocida de Êxodo 1. quando reivindicaram a liberdade dos israelitas diante do Faraó. 7. Deus meu.Aser (1 Cr 7. Primeúo. Eleazar e Itamor Seria interessan­ te especular se a açãD presunçosa de Nadabe e Abiú (Lv 10-1) não loi provocada por acharem que o pai tinha uma atitude subserviente demais para com Moisés e desejavam conquistar uma maior liberdade de ação e pensamento na família sacerdotal — e o silêncio de Arão (Lv 10-3) seria uma tristeza muda.Nadabe.V. de Gesur. Mais tarde. quando o "Senhor dava vitória a Davi por onde quer que ia" (2 Sm tf. 9 ) Apenas uma vez o nome de Arão recebe a prioridade de irmão mais velho (Nm 3.34). os aram eus tornaramse uma ameaça cresceute. Arão era o lipico "irm ão do meio".471 Davi casou-se com a lilba do rei Talmai. ao posso que Miriã jã ora uma jovem cheia de si l Êx 2.5) e compartilhou com ele as reclamações do povo Icí Èx 1 6 . casou com Eliseba a teve qualro filhos (Êx 6.6b|. Abiú.2 3 .46).41) e “Eli.22. B. 9 : etc. . Arão é um auxiliar de Moisés. por que me de­ samparaste?" .2). foi seu avô ÍCu 22. irmão de Abraão.Lv 10.*> evangelhos. Desde cedo. Em duas ocasiões.) e de alguns privilégios no Sinai (Éx 1 9 . 3. foi marcado por constantes conflitos.21). espre­ mido como sanduíche entre sua irmã Miriã. 7 . Naor. Ele foi en­ viado para prover uma voz para as pala­ vras de Moisés lÈx 4 .20. lemá sabactànl. l . levanta-te" ■ Mc 5. Saul luIou contra os reis de Zobá (veja 3 Sm 14. 1 8 .6). mas â influência na lingua­ gem e na cultura.ARÃO to. como: "Talila cumi” (qtití significa: ' menina. Èx 7 . quando o roi Elida assumiu o controle sobre Damasco na última parle do governo do filho de Davi.7) — não é de admirai que tenha crescido com a graça da sub­ missão e com o lado inverso desso virtu­ de: indecisão e fraquezo crónica. Há registros de alguns textos em aramaico n o. 2 9 . eu te or­ deno. d seu irmão Moisés. Subordinou-se a Moisés em todo o período das pragas (cf. Tinha trés anos de idade quando Moisés nasceu. o íilho de Jessé lutaria contra o rei Hadadezer. TJm dos filhos de Semer. principalmen­ te durante o reinado de Joú. a quul deu-lhe som lilho Absalão em Hebrom — um rclacíonamnuto doméstico cheio de problemas (2 Sm 3. uma fraca aquiescência ou uma impotência quê o fazia agilar-se interiormente? Durante toda a narrativa do Êxodo. D i . Seria ele a “ovelha negra" da família? Não temos muitos de­ talhes sobro isso. Deus talou diretamente com ele apenas duas vezes (Èx 4 .). 2 7 . competente e firme como uma torre [Éx 6. Seus pro­ vérbios e textos mágicos eram muito abundantes.3.

O sacerdócio.) e.0) que a iniciativa de tudo foi de Miriã — (e a descrição de Zípora como "mulher etíope” indica al­ gumas “alfinetadas1 ’ entre os duas cu­ nhadas como um fatorque deve ser con­ siderado!) — e Arão. mas muito mais no sentido de que ura pagamento * cobre" o débito. a uma experiência de acei­ tação diante de Deus (Lv 1.31.10 resume o sacerdócio rio Anlígo Testamento como um trabalho moral e di dá tico. 7 .19). não simplesmente no seutido de esconder algo das vistas (Mq 7. Em lodos os sacrifíci­ os. No livro do Hebreus. fala gentilmente de Arão.11-17).1H. inadequado e excessivamente sub­ misso — com todas as vantagem dessa qualidade e lambém todas os seus pon­ tos negativos.8.14).4. facilmente mani­ pulado.14-16.13). quando tomou parte numa insensala rebelião familiar contra Moisés (Nm 12. como um todo. O sacerdócio de Arão. mediante os sacrifícios determinados. contudo.12. . 1. para o espargir onde era mais necessário.161 è ungido f(SI 133. de acordo com 0 livro de Levilico. 3.4-7. Tal era a dignidade e a utilidade para a qual Deus levantou esse homem fraco.cf. era uma oportunidade de eusino e o povo precisava entender publica­ mente o que o sacerdote tiavla feito na privacidade.25. Podese ver claramente (v. transgres­ sões e iniqiiidades cometidos durante o ano anterior O sumo sacerdote — o que­ rido ê frágil ArãOÍ — era 0 principal ofi­ ciante. santo (Sl 106. etc. Esta era a função deles o ninguém mais a usaria intrometer-se nessa tarefa. Com isso.221. Nos Salm os eLe e <bamado de pastor (SI 77. seu sacer­ dócio prefigurava o Sumo Sacerdote per­ feito |Hb 2. Portanto. 5.Segun­ do. o minis­ tério dos sacerdotes arârnicos ora essen­ cial. a imposição das mãos do ofertanle sabre a cabeça do animal era um impor­ tante requisito (Lv 1. Elu atingia sen ápice — e seu exercício mais dramático — no dia da Expiação anual. atraiu a ira do Deus e só foi salvo pela intercessão do irmão (Dt 9.1-13)? A rão m orreu uo m onte Hor (Nm 20. o significado desso ritual é esclarecido nomo a designação de um substilulo e a imposição dos pecados do ofertante so­ bre o mesmo. foi per­ suadido a ficar indignado e assumir uma firme posição uo lugar errado! Não é notório que na final ele novamente dei­ xou-se arraslar pela explosão de Ira de outra pessoa e perdeu O direito de en­ trar em Canaã (Nm 20.1 ss). etc.20).15. ocasião em que a misericórdia di­ vina limpava todos os pecados.13. etc.4.2.6).5 ). con­ tudo. O método dessa “cobertura" era 0 “alo de carregar os pecados" ou a transfe­ rência do pecado e suas penalidades do culpado e o cumprimento da penalidade (morte) merecida sobre o inocente. por meio da expiação (Lv 1 4 : etc ) e do per­ dão (Lv 4.20).91 e instruía 0 povo a partir dessa verdade revelado (Ml 2. Nesses sacrifícios. a qual foi quebrada ÍLv 16. cancela-o.2). pela vontade do Deus.3. onde ele e Miriã alegavam que mereciam mais reconhecim ento como instrumentos dn divina revelação.1 1). A Bíblia. a cerimónia do “bode emissário” foi ordenada por Deus 69 . pressionado polo povo (Êx 112.26).17. como frequentemente acontece com pessoas basicamente fracas. o primeiro a carregar o sangue que representava a morte do animal-substituto ao Santíssimo Lugar.2 . escolhido (SI 105.ARÁO comando durante a viagern de Moisés ao m onle Sin ai (Èx 24.10:4.). Era educativo no senti­ da de que 0 sacerdote era o repositório da revelação divina IDI 31. 4. na presença do Senhor e sobre o propiciatório e as tábuas que continham a Lei de Deus. Som dúvida. o principul foco da vida sacerdotal era Utlar com as enfermidades morais do povo e trazê-lo. Nm 25.). vaci­ lante.1 -4.22-29) e foi homenageado com um luto que durou trinta dias. sacerdote tsi 99. Levílico 10. tomou a iniciativa de lazer um bezerro d" ouro 0 promover sua adoração (Èx 3 2 . A idéiu básica da "expiação" ê aquela de "cobrir".

Foi para o Egilo com Jacõ e os de­ mais israelitas.8. É provável que Paulo se referisse a Aretas ÍV.ARAÚNA (Lv 16. Arauna nâo Uunginava. Aqitele quo “pelo Es­ pirito eterno” ofereceria "a sí mesmo imacu lado a Deus" e tanto seria como fa­ ria “um unico sacrifício pelos pecados”» *!para sempre” (Mb 0. ARBA.DiG. Um dos filhos de Sem. naquela época era urna província romana. era filho de Bela e neto de Benjamim (Nm 26. filhos de Beniamim. Talvez losse reconhecido como um rei local pelos ro • manos.24). Gileade é mencionado.15. onde ele prefigurava Aquele qup seria atingido pela transgressão do seu povo o levaria sobro si n p e c a d o de muitos (Is 53. Dessa maneiru. insistiu em pagai. sogro de Herodes Antipas.aboça do animal.M. AR DOM. I Cr 27. O jehmfeu de quem Davi com­ prou uma eira. dera a superintendência daquela área u Aretas como parte de urna política de autoridade delegada nas máos dos reis vdW. 15. que um dlfl o Templo seria construído «xalamente naquele lugar 12 Cr 3. Pai do d â dos arditas. 21. ARELI. Arotos era o nome dado a vários reis nabatens. Davi por* guntou ao Senhor como tal peste seria controlada o recehtm ordem para cons­ truir uni aliar na eira de Ara tina.171 . AR ETAS. Ao in­ vés de vender.A. pelo após­ tolo Paulu. assim. Destacava-se por sua eslatura. 1» ) . 10-131. II. na qual. vassalos. J. Ou­ tros sugerem que Caligula.32.16: Nm 26. do qual nasceu o clã dos arelitas (Gn 40. Da­ masco. assim õ possível 70 . Ele é listado nas genealogias de Numero» 1. que anterior­ mente rhamava-se Quiriate-Arba.36. A Bíblia diz que viveu mais 403 anos depois que gerou a Selá e que leve outros tllhos e filhas (Gu L0. ARFAX ADE. ARAÚNA.24: 1 I . por ter colaborado com pIps.17-24 p tarubém figura coma filho de Som na gonealogio que vai de Adão a Cristn em Lucas 3. O texto de 2 Reis 15. na genealogia de luda fl Cr 2 . Como punição por esse pe­ cado. onde esse nome aparece.20. p o lexto nos dnt que "go­ vernava sob o rei Aretus”. listados em Génesis 46. Um dos de/. contudo.40). várias. di­ ante de iodo o povo.111» A R D E .14. confessava todos os pecados (v 21) e "colocava" lados olos solipn n c.21. contudo. p.teorias são apresentadas para explicar essa refe­ rem.iu a Aretas como “rei”. em ho­ menagem a ele.23.13. Sua re­ sidência era em Hebrom. 1 H-2 ” > . Esse erd o momento de gloria de Arâo. 2. Arão impunha as mãos (v 21). O governador de Damasco li­ nha a cidade bem guarnecida para pren­ der o apóstolo.221. Deus enviou uma praga. do segundo século a. abertamente. 1 Cr 21). Filho de Calebe e de sua espo­ sa Azuba. Fui 0 primeiro nascimento registrado depois do DiJúvio. pois não queria ofere­ cer aJgo que não lhe tivesse r listado nada Í2 Sm 24 . eru seu desejo de servir ao rei e ao Senhor. o uovo impe­ rador.25. Davi.polo ter­ reno e comprar ele mesmo os animais para o sacrifício. é um tanto incerto.12).22. ARQOBE. o bode oru dosigDado paru "levar sobre si lodos os pecados”. Km desobediência a lei (cf. o rei ordenou um cen­ so em Israel. Antepassado de Anaque. Tempos mais tarde Calfihn recebeu ucidude de Hpbrom como recom­ pensa por sua coe Honra de que Delis aju­ daria seu povo a destruir os anaquins lis 14. 1 . em 2 Coríntios 11. eseus descendentes loram descri­ tos como gigantes pelos israelitas que es­ piaram Canaã. Ê citado aponas uma vez na Bíblia. o jebuseu quis doar o lo­ cal para o rei e estava disposto até mes­ mo a ceder os bois pura o holocausto.12). 10. Um dos filhos de Gade.C em di­ ante.

Um dos lideres convocados por Esdras para jun­ tar-se a ele no retomo da Babilónia para Jerusalém. 2. A R IE L (ITeb. Daniel veio a Nabucodonosor. Birsn. Ibi um dos mais constantes e fiéis "cooperadores* de Paulo (Fm 24| em suas viagens missionárias.24. Veja Avgòhtí.chama nossa atenção pala primeira vez em Atos 19.4.jda voz mais. Comandante da guarda real da Babilónia. O relato de Génesis 14 é particularmente interessan­ te porque destaca como . indica o estabelecimento de Abraão em CaTiaá e a sua separação final e completa da vida anterior. pediu um prazo para descobrir o seu .1. chefe em Casifia.leza de Susã pelos judeus. onde. A m u íe l e Q utidorkiomer: Gn 14. é Mgnifícotiva.25j.29. quando Arioque o infor­ mou. 16). ARI DAI. as cidades de Sodoma e Gomorra. na Babilónia (vv. Quando ouviu o que acontecera. morlos pelos judeus na lorlaleza de Susã (Et h. < i ponto de atrair uma c o n f e d e r a ç ã o de reis de terras lon­ gínquas. Fica cloro que a confederação invaso­ ra era liderada por QuedorJaomer (Gn 14.5). Sinnbti n Semefofír). entretanto. sob a direçõo o a soberania de Deus. Elr.g . foi poupado da morte. p . na época da rainha Ester (Et 9. Esses reis já tinham conquistado várias cidadãs do vale do rio lordâo e da região ao redor do mar Morto e domina­ ram a terra por doze anos. assun. as quais foram totalmente saqueadas. inclusivo Ló.8). "leão de Deus"). JNativo de Tessalónica. O jovem hebreu ainda não sa­ bia que o reâ queria a interpretação do souhu. ussim. o Senhor usou o inciden­ te para colocar seu servo numa posição de destaque. porque mostra a vitória de IJeus. (Cr "excelente governa­ dor"). 1 . ex­ plicou o sonho e. Uma vez mais.114 15). Nu 13* ano os reis locais se rebelaram o declararam guerra contra os invasores (veja Bera. Isso fez com que nosso patriarca entrasse em cena. AR IOQUE. Os quatro reis assumiram o controle de uma grande extensão de terra. a influência do Abraão na “terra prome­ tida” cresceu c. loi agarrado pelos efésios. a fim de contratar alendentes para o Templo [Ed 8. ARIDATA. O povo foi levado cativo. A viloria do nosso patriarca sobre os quaLro mo­ narcas. narrada em Génesis 14. que incluía ARI S A I. 71 . por serem inca­ pazes de i n t e r p r e t a r seu sonho (Dn 2.significado (v. Abraão derrotou a confederação dos rois e voltou com Ló e lodos os cativos (Gn 14.14-17). Rei de Elasar e luu dos quatro monarcas da Mesopotámia que in­ vadiram a Palestina no lempo de Abraão (veja lambém 77fio/. foram derrotados e fugiram. perseguiu Quedorlaomer e alcançou-o bem ao norte.aias de IsràeJL Peca mnlou Pttcaíaô e Loraou-se rei em seu lugar. Recebeu ordeai de Nabucodonosor para execular todos os sabins do reino. Um dos filhos de Ilamã morIõs tia fortaleza de Susã pelos judeus (El 9. junto com Gaio.16). Dopais de nrar a Deus.25. A R IÉ . De lato.9). Esse nome aparece em 2 Reis 15.9). Num ataque rápido e inteligente. sobrinho de Abraão. Um dos dei? filhos de Mamã. ARISTARCO. na época de Daniel.i região do vale do Jordão "ra cobiçada. ÍJm dos dez filhos de Harnâ mortos nu forto.ARISTARCO que 'Argobe e Arié" Também se refiram a lugares. então prova­ velmente participaram «la conspiração ilo Pena contra d perverso rei Per.d . Desse ponto em diante. e destaca também o rápido au­ mento da influência <Je Abria)ão na re­ gião. Os reis invasores vieram da mesma região que fora o lar de Abraão.91. Se eram homens. Foi enviado a Ido.

ele n Gaio loram apanhados. que reinou nu Galiléia e Peréia (Mt 14. junto com seu irmão e outros paren­ tes. estabeleceu-se em Nazaré. loi morto. uma das várias esposas desse rei. nas mãos dos gibeoriitas.1U. A R Q U E L A U . Homens como Aristarco. A R N Ã .H . Como vingança pelo ocorrido.o. concubina do rei Saul. citados em Génesis 46.Hl vemos Paulo referir-se a ele como "Arisl.22.. Era o filho de H«rodes. Finalmente a multidfio se acalmou e eles foram soltos. ha viu per­ seguições. p. lodo o ministério cristão deve ser considerado como servi ço oo Senhor. no coso do tumulto em Efeso. AR QUIPO. talvez te­ nhacompartilhado das mesmas persegui­ ções que o apóstolo sofreu (Fm 2).17).22). que tanto chama como pre­ para seu povo para essa obra (cf 2 Tm 4*5} E f 2 .16 entre os que foram com lacó para o Egito. qiifí eslá preso comigo.d. apenas Aristarco é mencionado como companheiro de Paulo. Ê provável que soja o nulo de U erodes. p levado ap teatro du cidade.. p. na linhagem do rei Davi (1 Cr 3.uct). que rein o u em Traconiles e Ituróía (Lc 3. quando levava suas doações aos pobres nm Jerusalém.171 tem levado alguns estudiosos a sugerir que talvez trab alh asse em Laodicéia. o Grande. Galiléia. o reino íoi dividido entre três de seus filhos: U erodes F ilip e li. Isso não quer dizer que estivesse falhando.1 7). Sua associação com a igreja em Colossos (Cl 4.1): e Arquelau. do tipo que o apóstolo tão frequentemente fazia. Um dos d e s c e n d e n te s de Zorobabel. mas os textos náo indicam isso claramente. Quando José voltava do Egito para Israel. o G rande. em Aios 27. Talvez o próprio Aristarco também fosse prisioneiro» Em Colossènses 4. L): Uerodes Antipas. "excelen te co n se­ lheiro"). com Maria e o menino Jesus (Ml 2. em 4 a. que viveu em Roma no primeiro século e chamava-se Aristóbulo. Seus descendentes fi­ caram conhecidos como aro ditas (Nm 26. Devido â sua gran­ de crueldade enquanto governador.8).C. A realidade dB tirania da Arquelau fica fortemente implícita nos textos bíblicos. sua roãe chamava-se Mallace. em Mateus 2. como “companheiro de lutas”.C. Um dos dois filhos de Rispa. onde novamente houve ame­ aça de perseguição. Cidadão romano citado por Paido em Romanos 16.21 J. Em lodos os lufares onde õ citndo. Foi entregue por Davi. O fato de que ele mesmo náo é saudado por Paulo significa que somente ou UOS membros de sua família ou talvez apenas seus escravo* lossem cristãos. que de­ monstraram lal fé cristã em tempos difí­ ceis. ouviu que Arquelau reinava na |udéia no lugar dn seu pai Herodes. os quais Saul massacrara. A RO D L Um dos filhos de Gade. devem tornar-se exemplos para to­ dos os cristãos em todas as gerações. Pãulo o exortou a completar sua "obra" ou ministério que recebera de Cristo (Cl 4. Samaria e Idurnéia. era um encorajamento.1 0 ). E bem provável que fosse parente de PUemom. no ano 6 d. A R IS T Ó B U L O iGr. trabalhou junto com ele na causa do Evangelho. de 4 a. t e Irar ca da |udéia. É citado apenas uma vez na Bíblia. pelo contrário.g. 72 . Quan­ do Uerodes morreu. Em Aios 20." Pode-se ver claramente que suu fé e seu compromisso eram muito fortes.C. Provavelmente ele re­ presentava a igreja um Tessalónica nessa viagem. quando us lutas são abundantes.2. conduzido a Roma. em vez de Paulo.L. Amigo de Paulo. elo foi depnsto após dez anns uo podei.4 Aristarco apa­ rece em companhia de Paulo na viagem ã Mucedônia.21. ARMONI.d. junto com os demais (2 Sm 21. com medo.C a 6 d. onde Ioda sua farnília é saudada.ARJSTÓBULO os quais opunham-se violentamente ao Evangelho. A. Mais larde. Nessa ocasião o apóstolo já eslava preso.

no 2(1'ano dt.10). a virgem caça­ dora. Homero a chamou de "a se­ nhora da vida selvagem". onde era largamente reconhecida como a deusa da fertilidade. 1. Neemiias retornou uo 32* ano de seu reinado (Ne 2. 6. No período do NT. foram enten­ didas claramente pelo povo da cidade. A RS A. Ele concordou o uomeou-o governador tia [udéia. nu tempo em que Eiá reinou em Israel. 8 . tUi. A R TAX ER X ES I (Longánimo).1 Durante seu reinado. P.G.23. Ziuri. seu principal centro de adoração ora Efeso. Textos como estes nos dão claras evidências do cuidado pasto­ ral e da supervisão ■uidadosu que Paulo iazia nas ig rejas.1:5. o desafio dos efésios não foi apenas quanlo as suas convicções re­ ligiosas. Eles consegui­ ram causai um tumulto e arrastaram Gaio e Aristarco para o teatro. O escrilor de l Reis enfatua especialmente seu trabalho de remoção dos ídolos da terra e a expulsão dos prostitutos cultuais.27 que.12. como Davi. seu pai" ( I Rs 15. Paulo informou que om bre~ ve enviaria Artomos (e Tlquico) a Tito na ilha ilo Creta. Roi da Pérsia do 464 a 424 ulC’ . Não há dúvida de que se traiava de um pa­ gão converlido. Quando Paulo e seus compa­ nheiros Gaio e Aristurco começaram a pregar a Cristo. 7. Ê interessante notar em Atos 19. pois "a majestade" de Ãrtemis seria destruída. O enorm e tem plo em sua honra.11. 73 . Era mordomo do polácáo em 'luza.C. ÁRTEMAS.1. presumivelmenle ele os (reinou para tais responsabilidade» entre as igrejas pri­ mitivas. sucedeu seu pai Abjas uo trono de Judá n minou em Jerusalém do U11 a 870 a. onde tentaram intimidar os missionários com o slogan. Tudo isso está registrado em Esdras 4.8-11. mas também ao seu sistema eco­ nómico.p.G. quando os ourives tentaram desacreditar a mensagem de Paulo e dos outros. Como A lternas e Tiquicr) estavam na companhia do após­ tolo. Vivia em Tirza.7.6). Ordenou tam­ bém que este sacerdote levasse consigo todos os artigos da adoração do Templo e deu-lhe puderas poro nomoar magistradas a ju izes para toda a região além do Euírates. ReunJ escreveulhe para informar que os judeus estavam reconstruindo o muroe dessa maneira uno pagariam mais os impostos Ele então de­ cidiu que se ordenasse u «uspensâo da obra.8.D. e Zinri entrou p o matou (1 Rs ÍF^. Deusa grega das florestas e dos monles. relacionadas com todas as áreas da vida a da cultura. primeiro apoiaram para o proble­ ma da perda dos lucros e depois para a queslão religiosa. ASA. com altos lucro* (Al 19. aparentemente para substituir esle na liderança da igreja du­ rante o tempo em que ele estivesse com o apóstolo em Nioópoiis (Tt 3. conspirou contra Elá.7. Bisneto de Salomão.24|. O rei ficou bêbado enquanto eslava na casa de Arsa. Mais tardo.. Ourives e vários outros artesãos manulaluravam imagens e suveuires para vender aos visitam es. construído nessa cidade. sou governo. "Fez Asa 0 que era roto aos olhos do Senhor. representava uma das grandes maravilhas do mundo naquela época e atraia peregrinos o turis­ tas de todas as partas do império romano.14. M.IOJ. “Embora elo não IbelIiu tirado os allos. “Grunde é a Diana dos elésios! " As im plicações da meusagem do Evangelho. o 1oração de Asa foi reto para com o Se­ nhor lodos os seus dias" (1 Rs 13. porém.21. O nome pro­ vavelmente era uma contração de outro que significa "presente de Árlemis". A R TEM IS . Tra­ dições posteriores sugerem que Artomos tornou-se bispa de Listra. foi moia compla­ cente com Esdras o dou-lhe uma cario que autorizava o retorno de todos os que qui­ sessem ir para Jerusalém.12).ASA.14:13. essa lição tem sido íreqú eu temente igno­ raria pelo aluai cristianismo.141.11. Neemias pediulhe permissão para reconstruir Jerusalém. Sua equivalente romana era Diana. um dos oficiais do Dxórcilo. 3 Cr 3.

34: 1 Cr 2. Um dos três filhos de Zemia. Quando encon­ trou-se com Asa. e sua história fica como um alerta de que o compromisso com Deus deve ser total e completo.ASAEL Durante seu reinado. Mencionado em 1 Crónicas 0 1 6 . em Malens 1. Até oude sabemos. Quando elo finalmente morreu. quo continuou seu trabalho de lê na destruição de mais idolos. devido á sua feita de fé. onde a fidelidade desto roi para com Deus é enfatizada.iu que aJguân entrasse naquele território.i doença que Asa experimentou e as guerras que enfrentou foram designadas por Deus para levá-lo no arrependimen­ to e de volta a fidelidade que demons­ trou fáo bem o por tanto tempo nm seu reinado. seu filho leosafá tornou-se rei |1 Rs 15. 2. subiuIhe à cabeça. seu irmão. como as gazelas selvagens" e figura entre os "trinla heróis de Ouvi” (2 Sm 2.4 1 . Asa é m encionado na genealogia de Jesus.24. Asa não se arrependeu. O cronista ontão nos mos­ tra o quanto foi errado ele estabelecer um pacto com o rei da Síria. de Israel. e tc. procedefite do uorfe. Se o buscardes. A nação era abençoada e a paz loi estabelecida.). ao verem a bênção de Deus sobre a nação. o rei Baasa. entretanto. que Deus podia protegê-lo de Baasa sem tais alianças (2 Cr IR). reconhe­ cendo quo podia confiar em Deus para obtor ajuda e que o Senhor ora o Todopodoroso (2 Cr 14. se o deixardes.7. Em 1 Reis Ifi os governos de vários reis de Israel são datados em relação ao de Asa. ele mesmo 74 .if>. sitiou Ioda a região o não pemiil. quando vos e s t a i s com ele. o etíope. na região de Efraim (2 Cr 15. e de toda a sua alma*’ (2 Cr 15. declarou guerra contra Judá. entretanto. era o comandante. DmiS ujudou-o a derrotar Zerá. 2 2 . apesar da enfermidade. a despeito do exér­ cito inimigo. no quaJ “entraram em aliança de buscarem o Senhor.8) Tal era a luz de Deus na nação durante o reinado de Asa que pessoas do reino do Norte foram atraídas para o Sul e vieram a Judá. o acharois. não só em ludá como lambém nas partes de Elraím que estavam sob sou controle. O Livro dn Crónicas traz maiores de­ talhes sobre o remado de Asa (2 Cr 14 e 15).a o .12). Joabe.11). Deus de seus pais. Asael é descrito como “li­ geiro de pês. de torlo o seu coração. Todos eles foram poderosos guerreiros 00 exército de Davi.12J. O monarca SU’io concordou e atacou Baasa. depois da experiência com os etíopes. Asa Udôrou lodo o povo num ato dn renovação do paclu. p .18:23. Vemos claTomente nessa passagem que . era pai de Derequias. porém. Asa juntou os tesouros remaiiescenles no Templo o en­ viou como presente ao roi da Síria. Como comandante do exército real. de Judá. Elo t lamou ao Senhor. houve grande progresso no rei­ no. para que o ajudasse contra Israel. O sucesso de Asa. Deveria ter aprendido.2) Azarias prosseguiu. prometendo recom­ pensas o bênçãos de Deus. A prova de que o Senhor honra os que Confiam n«le não poderia ser mais clara. Por um breve tempo os povos que viviam ao redor tiveram uma pequena amostra da "luz" qup uma Judá fiel a Deus demonstrava para as nações vizinhas. Apesar de M a ter vencido o rei de Israel. destru­ indo muitas cidades. um doe levitas cita­ dos enlre os que retomaram piara JerusHlém. ASA EL. se o rei per­ manecesse fiel. o prolela Azarias assim transmitiu sua Utensagem: “O Senhor está convosco.8. depois do oativeiro babilónico. para que o ajudasse na batalha. 1. não se voltou para Deus (2 Cr 10. mos. 11. ser muito mais numeroso.26). ele vos deixorá” (2 Cr 15. ele e seu povo estariam em constunte guer­ ra O próprio rei adoeceu. Assim. Essa mensagem foi de grande valia ]>ara Asa. o pro­ feta Kanani foi enviado pelo Senhor para lhe dizer qno. com idade bom avançada. de todo coração e alma e om Iodas as cir­ cunstâncias.

000 soldados 12 Sm 2X27. Sua influência musical estendeu-so muito alem do serviço do Templo. P.12). ASAREEL. viveu nos dias do rei Jeosaíá.15). quando foi necessá­ rio construir armazéns especiais. filho de Berequias e nomeado como principal cantor quan­ ASAÍAS. 3. que loi sepultado no túmulo de seu pai em Belevn (2 Sm 2. Pai de um cerio lônatas. até que este parou para lutar. era unidos filhos de Jealelel (1 Cr 4.11). Membro da tribo de Levi e descen­ dente de Merari.18-32).7. 1. 1 Cr 11.16). Era levila. Pai de Joã.v. lutaram contra os benjaniitas em Gibeão.7). junta­ mente com outros levitas.15). Abner. Um dos levitas que supervisiona­ vam os dizunos h as ofertas trazidos pelo povo. Levita.8). 4.4 1: Ne 7. s. 3. 2. Da Iribo de juda. esle monarca servia ao Senhor e enviou vários mestres e levita» para en­ sinar sobre o Livro da Lei ao povo judeu.5. Quando as tropus de Dftvj. 75 . onde per­ maneceu por todos os tempos. do a Arca J'oi levada para Jerusalém e em várias outras ocasiões. Posteriormente. Juntamente com HemàeEtâ.36).8J. seu íil-bo Zebadias o substituiu nessa fundão (1 Cr 27.30) 2. em busca de uma palavra de sabedoria concernente a Judá. Na época do retorno do exí­ lio babilónico. Ele liderou os louvores.18.12|. 2 Cr 35.3.37. Poi procurado por Neemias. no arrependim ento polo casam ento com mulheres estrangeiras (Ed 10. sob a liderança de Conanias (2 Cr 31. que se estabeleceram em Jerusalém apôs o cativeiro babilónico 11 Cr U. Abner não queria parar e enfrenta-lo. composla por ele ou para ele fSl 50: 73 a 83) Esses salmos fi­ guravam entre os cânticos durante o aviva mento nos tempos do rei Ezequias 12 Cr 29:30).13).12. Ele e outros homens de confiança procuraram a pro­ fetiza Ifulda.17. para indicar que provavelmente são par­ le de uma cantata. Tempos dopais. AsaeL foi um desses professores (2 Cr 17.37. Servo do rei Josias. até o livro de cânticos dos judeus. todas as contribuições eram Irazidas ao Templo. fu­ giu da batalha e foi perseguido por Asael. Joabe matou Abner. quo tinha autorização para requerer a madeira para o escoramento dos portões de Jerusalém e reconstruir os m u ros da santa cidade {Ne 2. Is 36. depois que o Livro da Lei foi encontrado (2 Rs 22.).2 Cr 5. quando havia feslas nacionais (1 Cr 15. Asael. 4. em seu zelo por Davi. foi nomeado pelo rei Duvi como respon­ sável pelos cânticos na casa do Senhor 11 CrG. os cantores do Templo eram referidos apenas como “filhos de Asafe” (Ed 2 . Filho primogftnilo dos silonitas. de Judá. Esse Asael foi ura dos escolhidos paia organi­ zai' o armazenamento rias doações.17: etc. Um dos cabeças de família da tribo de Simeão (1 Cr 4. Seu nome é encontrado no titulo de doze salinos. quando o Tem­ plo foi consagrado pelo rei Salomão (. G uardião das florestas do rei Artaxerxes.44. o uue desagradou muito a Davi [2 Sm 3. um dos poucos lideres em [udá que se recusaram a se unir a Esdras e ao restunto do povo. Mos primeiros anos d < » seu rei­ nado. o perseguiu.22). 3. líder da Iribo de Benjamim e do exército de Is-Bosete.ASAKEEL ficava de prontidão com sons homens no quarto mês de cada ano: linha em sua divisão 24. para vingar-se da morte de sou irmão. 1. cromsla duranle o rei­ nado de Ezequias. -Asalas ajudou Davi nu lareia de levar a Arca para Jerusalém Í1 Cr 6. lideradas poi foabe.5).30: 15 6.G. pois sabia quo o venceria. 16. Como resultado do extraordinário avivamonto que aconteceu na época do r o i Ezequias.L9.28: 27..D.c. contudo. 2.14: 2 Cr 34. I 1.27.20). ASAFE.31-40). rei de Judá Í2 Rs 18. s. Abner maiou Asael.

11: 10. Foi dada a |osé como esposa. Lia. originados de Ires fi­ lhos. ela se desvanece: partes de mias lerras foram concedidas a Hirão. Aser não assumiu realmente o controle tolal du terra que recebeu (Jz 1. ele e ou­ tros estavam entre os quo profetizavam e lideravam d ministério da músita. nascido em Padá-Arã.ionado em 1 Crónicas 25. como as outras tribos. Nm 26.21. o longo prazo.500 homens para o exército (Nm 1. Sob a direçáo de seu pai e as ordens do rei Davi (1 Cr 25. Aser recebeu 22 cidades e vilas na área costeira ao norle do monle Carmelo. Uni dos filhos de Asafe (1 Cr 25. Ao perceber que cessara de dar á luz. Filho de Jacó e Zilpn. teve dois filhos — Manassés e Efraim (Gn 41.24-31.21 .11-14).20). Todos esses evenlos eram parte tios propósitos soberanos de Dous. a localização de algum* lugares mencionados é vigorosamente de­ batida (js 17. por Salomão.34. Naque­ le tempo o Uder ora Pugiel (Nm 1. 7:231 A tribo é men­ cionada novamente como possuidora de 40.17): entretanto.17). que significa “alegre" ou “abençoado". Oitavo filho do patriarca e o segundo com es L a concubina — serva de Lia.C. pelo relato no livro de Juizes que. Depois dis­ so. citados em Génesis 46. juutamenle cora Dã e Naflali (Nm 10. Os fdhos nascidos do tal união eram considerados como pertoncenles a Lia (Co 30. ASER. Jz 5. José foi chamado de Zafeuute-Pmiéia e recebeu Asenate como esposa. Um dos dez filhos de líenjamim. Foi ela quem deu o noine de Aser ao menino.21.ASARELA ASAR ELA. por ter-Lhe inter­ pretado os sonhos. na ado­ ração Provavelmente é 0 Jftsarela menr. para seu povo Israel. ASARIAS. Aser tor­ nou-se cabeça de uma das tribos de Israel. P.14. 10.44. Isso quer dizer que muitos habitaram em regiões que ainda eram povoadas por grande nú­ mero de canamlas.32). Provavelmente per­ le ncia a uma lamília de posição conside­ rável no Egilo. “pertence ao doas N eif). Um dos filhos do rei Jeosafá.26). como lambem.31.U. entretanto. em troca de madeira e outros materiais usados na construção do palá­ cio e do Templo (1 Rs 9. da fLlha e de dois netos. são men­ cionados seis clãs. Antes dti frime mundi­ al.17) Em Números 26. ASBEL. os aseritos colaboraram com Gideão em sua batalha contra os oiidíanilas IJz 6.25-27).21 Em algumas traduções aparecB como Azarias: dessa maneira. Quando os israelitas partiram do monte Sinai. A posição de liderança que ele assumiu no Egito pos­ teriormente ajudou os israelitas a sobre­ viver durante a escassez mundial. essa Iribo posicionava* se na retaguarda do acampamento. Quando Josué dividiu Canaã eulre as tribos.36). Ele próprio teve quatro filhos e uma filha (Gn 46.26). seu lio e sogro. liá dois irmãos uom o mesmo dottih nesse lexlo.1). que se estendia para o oeste alé as praias do mar da Galiléia. pois foi parte do tributo que Faraó pagou a José. irmão de Jeorão (2 Cr 21. É impossível definir exatamenle as fronteiras pelas evidên­ cias nos textos. saoerdote egíprio do deus Om. tanto na vida de José. Como um dos filhos de Jacó.13.41). Na parlida. por Forno. Ao ser nomeado go­ vernador do Egito. Na época do nascimento dele. rei de Tiro. A S E N A T E (Egip. de acordo o costume.45. Filha de Polifera. Talvez essa seja a ra­ zão por que Aser náo ajudou na luta con­ tra Sísera e foi repreendido por Débora (Jz 5. lacó ainda trabalhava para L^bão. Fica claro.38: l Cr 8. deu sua criada a Jacó.000 homens de guerra na coroação de Davi em Hebrom Í1 Cr 12.13. era lotaimonle deles.1). a tribo iie Aser representava um grupo do 41.10. Foi o progeni­ tor dos asbelitas fCn 46. Embora se conheça muilo pouco so­ bre o compromisso dos aserilas com a 78 .35. A planície do Acre.50:46.

77 . e vioram u Jerusalém ” para adorar (2 Cr 3 0 . A chama ardente caiu em resposta ãs orações de Elios. intima­ mente ligada a Baal Os dois íoram invo­ cados juntos uo confronto ontre Elias e os falsos profetas. mais do quo qualquer outro culto. fica clara a indicação de que essa tribo afastara-si' muito de Deus. contudo. Descendente de Simeão e um dos que receberam herança desmembrada da tribo de judá. 16. como os profetas chamavam. p.3. Deus adorado pelo povo de flama te |2 Rs 17. pois mostra o perverso rei Manassés estabelecendo uma coluna de Asorã dentro do próprio Tem­ plo. 24. ti».5: 12. O povo dfl Lsranl desviava-se frequen­ temente do Senhor para adorar os deu­ ses cananeus.exc* ASERÁ. saudados por Paulo em Komanos tu. onde lemos a respeito de Ana. e nao ás dos falsos profetas (t Rs 18. o Senhor prometeu destruir lerusalém e permitir que os inimigos de Judá conquistassem a terra.38-40. A S IM A . Cada grupo tinha seus próprios deuses (vv. quando os israelitas obe­ deceram à ordem do Senhor. o qual queimou o sacrifício ao Senhor. na época de Ezequias alguns deles atenderam ao cha­ mado dr> rei para unia volla á verdadeira adoração ao Senhor. Nos lextos ugaiILitos ela era a deusa do mar.35. O primeiro de um grupo de cristãos de Roma.30). Talvez. Os barnalitas fazi­ am parte do grupo misto levado pelos assírio s para repovoar a região de Samnrin.ASÍNCRITO adoração a Deus após a dedicação do Tabernáculo d o deserto. ASÍNCR ITO. a influência do longo prazo do cul­ to de Aserá tornou-se um símbolo da as­ similação israelita de outras culturas e religiões. A atenção pessoal e o cuidado pastoral pelos indivíduos. Ao que pa­ rece. era punido com grandes juízos de Deus A extensão com que tal adoração a Baal e Aserá penetrou A SIEL. Seu envolvimento com a religião do povo das terras nas quais viviam íoi quase total.13 ("os seus altares derrubareis.3. o os seus postes-ídòlos cortareis”! e repetidas multas vezes em Deuteronômio |cL 7.13. Essa deusa é mendonada em vários documentos exlrabíblicos. taL* peças foram derrubadas e a madeira usada t. O ponto centrai do problema com a adoração de Aserá o Baal ora quo Israel recusavu-se a encarar uom seriedade a necessidade de ser uma nação ‘santa’ e dedicada somente ao Senhor e ao seu ser­ viço. 14. Referências às “colunas de Aserá" in­ dicam alguns destacáveis objetos do rnudeira usados no culto a densa.29). ímj.g. O fato de que um remanescente dos aserilas permaneceu liei ao Senhor no transcorrer da historia de Israel é indi­ cado no NT. a profetisa que reCQiitaeu ser lesus o verdadeiro Mes­ sias (Lc 2.21. □a vida e na a duração dos israelitas pode ser vista em muitos textos das Escritu­ ras: mas a passagem de 2 Reis 2) . no monte Carmelo.11). As advertências feitas ern Êxodo 34.25)J. essas coluna* ermn levantadas ao Lido rins altares e. pois a maioria riu e zom­ bou do alguns quo "se humilharam. Tal "adultério". ex­ pressos nas saudações de Paulo. Como resultado dessa grande blasfé­ mia. etc.36). Js 10. o homem de Deus cla­ mou e caiu togo do céu. Nome de uma deusa cananila mas esse lermo nem sempre se distingue dos instrumentos usados em sua adora­ ção. da Iribo de Aser.omu lenha para queimar seus próprios sacrifí­ cios (ÊX 34. Jz 6. A facilidade de assimilai as cultu­ ras ao redor e suas várias manifestações religiosas sem pre foi e será a questão quo rnais preocupa os homens b mulheres de Deus.9). Pai de Seraias o líder do clã (1 Cr 4. Dt 7 5. é algo digno de atenção. e as suas colunas quebrareis. Naquele desafio.J foram ignoradas.7 me­ rece uma nota particular.

Inicialmente.35.31. Ambos eram ancestrais de Samuel. estavam Daniel n Irês amigos dele |Dn 1. a par­ tir de 669 a. confçrrme é mencionado em Esdras 4 J 0 .Um dos descendentes de Cnate e líder de um dos clãs dos contitas lÉx 6. Deus. Filho de Ehiasaie e bisneto do per sonugem anterior [n* t| (1 Cr 6.6). Tal arranjo permitiu que o servo tivesse os direitos de filho e os passasse aos seus próprios filhos. Chele dos oficiais da eorle d»'Nabucodonosor. Sua raae era a concubina síria de Manassés (Nm 26. ele atacou Susã.2.51 A Bí­ blia diz que tinha duas esposas: fiel a e Naará. 9) revela a soberania do Dous naquela situação. Um dos dez filhos de Hamá. 2.24. ASPENAZ. pois Assur é considerado o funda­ dor daquela uação. Existe in­ certeza com relação ao ILnal de seu rei­ nado. Antes dessa daia. A história dos reis assírios diz quo o& fundadores da nat. A SVA TE.ASNA ASNÁ. servo de Sesã. abençoou seus quatro sorvos e os colocou em importantes posições no roi no.50). Alai foi pai de Nalã e e m encionado na genealogia de lerameel. Provavelmente morreu por volta de 627 a. e.C.22). quan­ do esto se encontrava em Zidague. O reino de Asquenaz esta entre os que foram convocados pelo proleta para tomar vingança contra a BubUónia. ASSURBANIPAL. para o serviço do rni.23. Esse Lambem era o nome do povo assuio e de sua divinda­ de. mortos pelos judeus na fortaleza de Susã (Et 9. rei de Judá.22 e E/. Descendente e herdeiro da tri­ bo de M an assés. imperador caldeu. 1. em Jeremias 51. pois queria manler-sp santo ao Senhor. Provavelmente esse é 0 pais mencio­ nado em Números 24.6) Asquenaz encarregou-se de darlhes outros nomes babilónicos. Tinha dois irmãos (Gn 10. era descendente de Calebe e Hezrom (1 Cr 2. A S S IR .33) ATAI. A S S U R . O texto de Daniel (y. dessa maneira. Rm da Assíria.36). capital do Elão.. Filho de fará. onde cada ura deles © des­ crito de maneira vívida como bravo guer­ 78 . deu prosseguimen­ to à linhagem de Sesã 11 Cr 2. portanto. AS SUE RO.7). desceu dente direto de Noé. 2. Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul o uniram-se a Davi. e deportou o povo para Somaria.22.27. ao fazer com que Aspenaz escolhesse o horni m que o Seuiior desejava qu<. enlretanlo.37). Recebeu ordens de pro­ curar por israelitas inteligente». fs 17. I Cr 7.17). Daniel resistiu a ofer­ ta de Aspenaz «le alimentar-se bem. Neto de |afé e filho de Gómer. muitos artigos do tesouro do Templo ioram capturados. Era o sexto da lista.3. A SRIEL.C.3. A S Q U E N A Z . 1. 1 Cr 6. a quem esle dera a lilka em casamento. Um fios filhos de Sem |Gn 10. Veja Xnrxns ASPATA. jjoís não podia perar filhos homens. liderusse seu povo no exílio.23.24: 4. Seus descendentes estavam en­ tre os se rv id o re s do T em plo que retornaram do ex ílio b ab iló n ico tom Neemias (Ed 2.C. Provavelmente íni o progenitor do povo que mais tarde foi identificado como os cilas.equiel 27. I Cr 1. ASU R .ão eram nómades vindos do Sul e do Oes­ te. Pai de Tecoo. Entre os que recrutou.14). t Cr 1. da u-ibo de Aser ( L Çr 7. Por volta de 049 a. Líder do clã dos asrielitas. 110 tampo ora que Jeoiaquim. ele lutou contra o Egito e a Síria. Um dos filhos de lallote.

1_ Um dos chefes de família intermédio de Moisés. “o Senhor ajuda"). 2 Cr 34. Na verdade.131. ■< impanheiro de Adaías h um Ele tora salvo pelo pensamento rápido de rios sacerdotes que se estabeleceram em Jeoseba.v.4). 3. Nome quo aparece apenas leceram em Jerusalém depois do exílio em Lucas 2. Da tribo de Issaoar.2(1). que ficou surpreso e com d»1 .2. No sélimo ano. Veja também Jeoseba A Z Ã . Hm dos líderes de província que se estabe­ A UG USTO.. de Amassai. "o Senhor tem ouvido'*). 2 Cr rar IGn 26. Um fios que retomaram do exílio AZANIAS [Heb.c. Pai de SuJõ e escrivão do rei clamado rei diante do povo. o rei filisteu de Gerar Os com leorâo. Filho de dn loiada. Imbilônito. 842 a.3).10).7). encoutraium-se le e do Sul. por ordem losins (2 Ks 22. cia dos zorntita* (1 Cl 4. ATAI AS (Heb.21. filha de Absalão. porem. um dos lideres e-scolhidos por Deus por ATALIAS.8). Posteriormente. 79 . 2 Cr 22. Era descendente de Bebai (Ed 10. os membros da própria lamilJa. sa 12 Rs 11.28). depois a Jerusalém (Ed 8. Sua mãe chamava-se real.4-20. de 1 Crõseis. pois acabara de ser expulso de Ge* próprios netos. Ura dos judeus culpados de ler ora filho do rei Roboão e sua esposa casado com mulheres estrangeiras tio Maaca.6|. Foi rainha em ]uda por volta com Isaque. depois do cativeiro babilónico Acazias. Mencionado ein 1 Crônlca*s 1 1 20. JoAs |2 Rh 11 1. 16). Promoveram o jovem Joas a rei.AZANIAS reiro. Foram comandantes que deram ATARA. AUMAI. apareDtemenle apanhada de surpre­ Naará.12. Ao casar-se AUSATE. Atalia destruiu Ioda a Família real. que d escondeu no Templo por (Ne 11. Rs 11. 2. f'n Senhor é grande”) 1.2). Seu filho lesaias provavel­ Pai de lesua. um dos levitas que solaram o pacto quo o povo fez de adorar ao «Se­ mente acompanhou Esdras ao rio Aava e nhor e obedecer à sua Lei (Ne 10."o Senhor tem segurado”). era pai de Paltiei. para alegria de toda a nação ( I Mesulão. loás loi iirad<i de seu esconderijo e pro­ AZALIAS. s. Éprovàvel que. filha do rei Jeorão e irmã de Jerusalém. tempo de Esdras. Amigo e conselheiro pessoal de Abimeleque. o com. Seu crime hediondo.C. 2 Cr 23).261. Líder da tribo de Judá e filho insatisfeitos e acabou morto uo palácio do Asur ( I Cr 4. acabou com a breve aliança entre |uda e Israel. genealogia do rei Saul ( L O 8.9J. Da Iribo de Judá. Avó pelosacierdoie Jeoiada e pelos guardas do Templo.20). juntamente com Ficol. e loiad a. lazera.3. trucidando de paz entre os dois (Cu 26. e neta dn Onri (2 Rs 8-18. o objelivo de Abimeleque era firmar um acordo 22. A revolta foi liilerada AZAI (Heb. A segunda esposa de Jerameel e grande apoio a Davi em suas batalhas (1 mãe de Ouã (1 Cr 2. por seis imos. ela selou uma aliança entre os reinos divididos do Nordois. t‘. seja a mesma pessoa. nleas 9. Atalia então loi tirada do templo e morta.261. foi deposta pelos súditos AUZÃO. anos |2 Rs 11.28-31).ATLAI.10-20). Filha de Acabe.11). Ele e seu irmão Lande formavam □ ATALIA (Heb.v. rei de Judá.mdaote do exército (Cn 26. era filho de Usâas [Ne 11. Cr 12. exreto um rle seus medo.2. s.1 Veja C ósai babilónico. Descendente de |udá e Filho de Jaale. para repartir Canaã da tribo de Duujamim mencionados na entre as várias tribos e Clãs (Nm 34.i>. rei de Israel.

121.2). 7 . oro oficial da Iribo de Dã. Efraimita. 6 . "Deus tem ajudado”). possivelmente o pro­ feta que confrontou Davi em 2 Samuol 12 ou o irmão de Salomão (filho de BatoSeba: I Cr 3. que.5). 11. Filho rle Aimaás e pai de Joauã.5.9 7 e 8 | . Ele ex­ plicou ao rei por que as o fertas e os ilízimois do povo estavam amontoados por todo o Templo.361. 80 8 Avó do Azarias anterior (u. 12. filho de Joana (2 Cr 2 8. Bisneto de |udá (neto de seu filho Zerá). 5. 16. Seu filho Amassai foi um dos sacerdoles que se estabeleceram em Jorusalém. Levita. 9 .3). apa­ rece na mesma lista 1 1 Cr 6.5). ura des­ cendente de Biuui |Ed 10. 4. Em "filho do Nata". (Im dos componentes da passeata quo cantavam e tocavam instrum entos musicais na dedicação do muro de Jeru­ salém |Ne 12. Descendente de Judá (através de seu filho Perez). 13. Sacerdote no tempo do rei Llzias Quando este monarca tentou realizar as tarufus específicas dos sacerdotes e quei­ mar incenso d o Templo.22). 2.9. Uni dos músicos escolhidos por sorteio para Irabalhar no Templo (1 Cr 25. 2. Era irmao de leorão. aparece na Usla dos levitas em t Cróni­ cas 6. 2 .41). Levita. quando esle fora bnnido por Saul (1 Cr 12 . Rei de Judú (2 Rs 14 a 15! 1 Cr 3. 15. Um dos primeiros sacerdotes le­ vitas a se restabelecer em Jerusalém de­ pois do exílio babilónico (1 Cr 9 . Sim plesm ente porque . 1 4 .12). 1.1) o falou ao rei que o Senhor o abençoaria. Para m aio res d o talh o s. Pui de Joel.1).14. Pui de Amarias (Ed 7. Também conhecido como Jnzanins (Jr 42.AZAREL AZAREL (Heb. Us sacerdotes ra­ pidam ente o conduziram para fora dn Templo (v. Sum o sacerdote no reinado de Ezequias.® 7).121. Era chofe dos intendentes distritais (1 Rs 4.2).13. ancestral de Samuel ( I Cr 6.8.38.6 ). 1 1 | Era sacerdote no lempo de Salomão. um dos eoatilas en­ volvidos na limpeza do Templo durante o uvivamento que houve na época do rei Ezequias |2 Cr 29. veja B ereqn ias (n' 5). após o exílio babilónico (Ne 11. AZAREEL 1. durante o reinado de Davi (1 Cr 27.31. Levita e pai de Seraías (1 C r 6. A^a obedeceu e íoi grande­ mente abençoado |2 Cr 15). Uzias foi castigo do por Deus e contraiu a lepra (v. 191. "o Senhor ajuda-*). Filho de Jeroão. Um dos fudeus culpados de ter ca­ sado cora mulheres eslrangeiras. profetizou duran­ te o reinado de Asa. 3.1). 10. Veja Uzias. da família de Zadoque. 18.18). 4). Sou outro nome era Uzias (2 Cr 26). se ele seguis­ se a Dous.3B). para colocar o menino Joás no Lrono de Judá e derrubai a perverso rai­ nha Aialia (2 Cr 23. filho do sacerdote Zadoque e um dos oficiais do rei Salomão (] Rs 4. 10 . 17m dos comandantes que se uniT a m por meio de aliança com o sacerdote Juoiuda. Ed 7. de Judá.11. Filho de feroão. Um dos hnmuns que vie­ ram a Davi em ZiclagUe. “O Espirito de Deus" veio sobre ele (2 Cr 15. Filho de Obede.39 3. é cilado apenas na arvore genealógica da família em 1 Crónicas 2. 17. citado somente em 1 Reis 4. citada apenas na árvore genealógico da fam ília em I C rónicas 2. Um dos lideres do rem anescente Judeu que se levantaram contra a profeta lerem ias (Jr 43. 4. o sucessor no trona (2 Cr 21. ao 50 estabelecer. 1. mandou matar todos os seus irmãos (v.13). Um dos filhos do rei Jeosafá. Um dos principais Oficiais do rei Salomão.2).1 1 J. Aparece na mesmo lista com os Azarias anteriores (n . Azarias o repre­ endeu. .10. 20). A ZAR IAS (Heb.16-18). acreditando or­ gulhosamente que podia fazer o quo de­ sejasse (2 Cr 26.

l Cr 11.b . Um dos descendentes do roi Davi. “Gade é forte).222 de seus descendentes retornaram rio exílio babilónico coui Neemias: em Neemias 7. "minha ajuda tem-se levantado" J.13). quando Davi levou a Arca da aliança para (erusalrtm 11 Cr 15. Barumita.c.17 o númoro é 2. AZAZIAS lHeb.11. Esse Oséias era chefe da tribo de Efraini.20). 1. 3.44). e filho de Eleasá. Na genealogia que mostra a li­ nhagem real de Jesus. 3. Esdras 2. Pertencente à tribo do Judá.31. cilado como um dos "trinta" lideres militares de Davi (2 Sm 23. 0. era chefe do distrito de Bnte-Zur o ajudou na recons­ trução do muro de lerusalém |Ne 3.12). 2. Pai de Oséias (1 Cr 27. dois guerrei­ ros que se uniram a Davi em Ziclague (1 Cr 12.42 seu pai é chamado de Jaerá). AZBU Q UE.15).lã o descendente de Rubem (1 Cr 5. AZAZ. retornou do exílio babilónico com Esdras (Ed 8.14).° 2 acima. Aziza divorciou-se (Ed 10. Sob a direçáo de Esdras. Teve seis filhos e era líder ontre os beujamilus (1 Cr «.2111. 1. Um dos membros da família dos meraritas. Era descenden­ te de Saul. Pro­ vavelmente é o mesmo Jaaziel cilado no v. “aquele que é forto"). através de JÓnalas.44).38. ele aparece comu pai de Sadoque o filho de Elloquim (Ml 1. Azazias estava entre os levitas escolhidos paru organizar o es­ toque das ofertas. filbo de Jeoada. em L Crónicas 3. comandante do exército de Israel 81 . Esta­ va entre os descendentes de Zatu culpa­ dos por terem casado com mulheres estrangeirai). é citado como um dos três filhos de Nearias. Foi morto por Zicri.8). 2. os parteiros. Azazias tocou harpa adiante da Arca.3).36: em 9. 3. A Z M A V E T E . assiiu . a. figuia na genealogia de Saul (3 Cr 8. Mordomo do palácio duranle o rei­ nado de Acaz.n.101.2 I). 1 . Benjamita. AZIZA (Ileb. o qual.322. feito polo povo do adorai ao Seabor e obedecerá sua Lei (Ne 10.38.ilado como lidrr de um «'. Pai de Jeziel e Pelele. Um dos descen­ dentes de Azgade. sob a liderança de Conanias e Simoi (2 Cr 31. Pai de Neemias (nao o que foi governador). Filho de Adiei.37. quando eru trans­ portada para ferusulém pelo rei Davi 11 Cr 15.271. o rei ordenou que fossom construídas armazéns especialmente para esse Rm (2 Cr 31. 18. 9. foi responsável pelos tesouras reais durante parte do reinado do Davi (1 Cr 27.l. Possivelmente é o mes­ ma Azmavete registrado no n. Foram lautas as doaçóes envia­ das ao Templo que foi preciso construir armazéns especiais. logo depois do retorno do exílio babilónico. e p. AZEL. Um dos levitas que tocaram Itocador de alaúde) na adoração dos israelitas. Piai de Bela e filho de Soma. rei de Judá.25). 2. É r. Azgade foi um dos bderos quo selaram o pacto A Z I E L . nos dias do rei Davi. 1. AZOR . "0 S e n h o ré loarte'*).12 registra que 1..33). Um dos descendentes do rei Saul. Joanâ. o primeiro de seis filhos de Azei (1 Cr 8. 2.AZRICÁO eram ara tamanha quantidade que us sa­ cerdotes não tinham onde guardá-los. Uiu dos supervisores dos dízimos e das oíertas trazidos na época do rei Ezequias. A ZR IC Á O |Heb. 4.23 Essa lisla proporciona uma linliagem real para a Iribo de |uda depois do exílio babilónico. AZGADE (Heb. filho de Catã. Benjamita.43.9-13).

Durante o reinado de Davi. Esposa de Calebe o mãe de Jeser. entretanto. AZUBA. 3. n õ n c r jin c á d e c o m a r e f e r ê n c i a b í b l i c a c o r r f if i p o n d o r jt e u e m c o m o r e l d l o b íl. AZUR. os quais lalaram falsamente que haveria paz para Israel e. 1 . Citado em Ezequiel 11 1 como o pai de Jaazanias.2131. Levita do dã dos merarilas. 2 Cr 20. Ne 11. AZRIEL (Heb. 3.24).191.15).pulsou os prostitutos cultuais de ludã e acabou com muito do passado pagão (1 Semaías. Ru de Seroias que. juntamente com Salem ias.42. que lalou durante o reinado de Zedequias.43.14. 1 . ê um dos lideres do povo que selaram a aliança com Neemias.7|. 2 0 0 p e s s o a s . filhô de Remídias (2 era roto aos olhos. pois ex­ Cr 28. um dos líderes dos israelitas.dn Seulior".o i N o t a t i o T r a d u t o r ] .18. estabeleceu-se em Junísalâm após Rs 22. p r o v a v o l m e n t e d n f o r m a l í q u i v o c a d a íN o lfl d o T r a d u to r ). Ele e seu povo. e. recebeu ordens do rei jooiaquim paru prender Baruque e o ))ro­ leta Jeremias |Jr 36. cuju neto.17. Calebe ca*ou-se mm Efrate í 1 Cr 2. Era gibeonita (Jr 28. Pai de Jerimote. As versõos e m p o r t u g u ê s t r a d u z e m e s s e s l e * i o s a p e n a s c o m o " c o l u r u i s ’’ n u " p o s t e s . "Dftus é miiilia ajuda").10). 2.1). Mae do rei Jeosafá. Pai do lalso profeta Hananias. * N u u r i g i D o l f o i r a l o c a d o o n ú m e r o 3 2 . e n L r e t i u ilo . Seu filho "fez o que que lutava por Peca. Jerimole era oficial ria tribo de Naílâil I I Cr 27. por meio tJo rei assírio (vv. de |udá. e esposa do rei Asa. enfren­ taram Ezequiel. por isso. o csdlio babiiôiiíco (1 Cr 9. de Judá. o q u a l. por isso. 2. Esse pacto consistia na renova­ ção do compromisso do povo dn servir ao Senhor Deus de Israel (Ne 9). “loram infiéis ao Deus de seus pais" e por isso o Sonllor execu­ tou juízo contra a iribo deles.26). 1.»L k . Quando morreu.46). 4.31). Sobabe e Ardom. Cabeça de c lã e valente soldado da Iribo de Manassés I I Cr 5. N o u r it ç in o l o n n lu r c o l o c o u a q u i " E l O l i U i i " ( D e u s E t e r n o ) . 25. Era li lha do Sili (1 Rs 2.i d o l o s " (N u la d o T r a d u lo r j 82 . enfrentou Jeremias. Em Neemias 10.AZRIEL 22.

A despeito de toda a frenética atrvidade deles (w. os outros não dão resposta alguma. em I Reis 18 . 27-20). nem alern. Pb In contrá­ rio. a questão era descobrir: "Qual é o único Deus vivo?”. Ao Invés de fazer prosélitos. viviam uinn ambiento Dode o tomor de outros deuses havia obstruído a confiança dn povo nas palavras dos profetas. cuidava das colheitas c rias terras: porém se estivesse zangado. O indisculível silêncio do falso deus de­ 83 . leais a Acabe. Elias. 29b) por parte deste deus. era a ironia de que Baal eslava morto. Era mui! o remido na cultuação cananita. (3J A conclusão. A ironia dosla passagem. em l Ruis 18. a inten­ ção do profeta era zombar da insensalez de se adorar um “falso deus”. nem resposta. muitos dos quais inclusive mataram. porque 0 único sacrifício acei­ tável ao Senhor foi » fidelidade de um único profeta. em vez de argumentai. Israel estava en­ volvido etn um sincretísmo religioso com as nações circunvizinhas. como deveriam. o qual.27*29. (2) A segunda ironia é sobre o pró­ prio sacrifício. a o comparar a verdade com a falsidade. Os cananeus acre­ ditavam qur: ele. pode ser vista em trés áreas: 11) Talvez a mais poderosa soja a ironia relacionada com a Incapacidade de BaaJ de enviar i huva. a qual o escritor supôs que seria evidente para sua audi­ ência.0 confronto entre o profeta do Senhor e os de Baal sobre o monle Carmelo foi o ponto culminante da crescente tensão entre us nomes Indicados por Jezabel e. Esse fenómeno podia ser visla nos perío­ dos da seca e da chuva.1. Deus com Baal. quando estava satisFeito. a despeito do que diziam os seguidores de Baal. apesar do fracasso n a c i o ­ nal na adoração do Deus verdadeiro. pois não existem. Soxnenle Ele respon­ de com fogo.ão alguma" [v. Desde o Inicio do reinado de Salomão. Baal mortos (l Rs 18. A dificuldade do povo de Israel náo era a de encontrar o Deus principal mnu panteão de muitos dmises. mas o leitor é levado a formular essa inescapável conclusão. Em úliiroa análise.B BAAL (Hob. D sacrifício deles loi em vão.41-45. foi Deus quem mandou a chuva — algo que acreditavase ser uma prerrogativa de Baal. Começando com o desafio de 1 Ruis 17. Em I Reis 10. A reli­ gião cananita racionalizou os silêni ios periódicos dos seos deuses com a idéia mitológica de que BaaJ ocasionalmente morria. o san­ gue do sacrifício pareceria ser o dos pró­ prios proMas dp. o 11uaJ compro­ vou quo o Senhor podia Tetor a chuva. porque representava o deus da tempestade. O ponto é novamentedestiicadoquan­ do. o deus que tinha o con­ trole das forças da natureza p a s s a v a por ciclos regulares de morte e ressurreição. "não houve voz. “mostro"). para posteriormente ressuscitar. no auge de sua aiividade profé­ tica — enquanto o reino de Israel ennontrava-sp num triste declínio sob o Toinado de Acabo — confrontou a adoração de Baal feita pnlo rei e pelo povo. A vindicação do prolela é que somente Deus esta realmente vivo. e concluindo com a cena onde a Chuva veio somente por uiejo das insiruções de Deus. Essa realidade não está explícita '-m I Reis 18. portanto. a Bíblia demonstra clara* meule que o S^nhoT é todo-poderoso s o ­ bro a natureza. Esse deus semita orídeutai sempre provou st:r uma dmc»ça para a adoração genuína do povo de Israel. não envia­ va as chuvas.que tais entidades na verda­ de não existiam.40).

se assim desejas­ se. 6* Uru dos que retomaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. foi um dos gover­ nadores distritais do rei Salomão. com sua referência ã "aliança". preferiu L r ao encontro de Gedalias. 1 Cr 11. Veja HeJedo. veja Recabe. M . depois da morte du Gideão. BAAL-HANÃ (Hebr. Os cananeus ado­ ravam m uitos baalins. divorciou-se dela e de sua primuira espo­ sa Husim. possivelmente seja uin caso da religião cananila que absorveu algumas idéias da religião israelila. Esposa de Saaraim. íilho de Saul.14). os amouilas. para permanecer em judá. y. Cerlamenle.BAAL-BERÍTE veria levar à conclusão de qun ua verda­ de eslava permanentejnonte mortol s. 7. Um dos reis de Edoui anterior à conquista ria terra pelos israelitas.H . Megido e toda a iegiáo entre Bele-Seá e Ahel-Meolá (1 Rs 4. Provavelmente. houve relativa prosperidade para os pobres que não (oram levados cativos. Netofalila. BA AR A.30).s cananila adorado em Sitjuéin (veja Baa!) Também chamado El-B«rite Uz 9. entretanto. BA ALIS . 2. nomeado governador pelo rei da Babilónia.29. para obter inlormações sobre sua doença terminal. Sob sua liderança. Foi quem instigou o assassi­ nato de Gedalias (Jr 40. Em 2 Reis 1. BA A L -Z E B U B E . um dos superintenden­ tes durante o reinado do Davi. Jeremias após ser liberto por Nebuzaradão.2. o povo du aliança. BAASA. resol­ veram tirai’ vantagem da situação para matá-lo Qr 41). foi uuLro governa­ dor disirital do rei Salomão. 4. em Mispa. Ju n tG com Recabe. No m ínim o é possível que esle. 5. 2 Gederila. (Hebr.Jz 8. FlLhfj de Ailude. Os dois cortaram a cabe­ ça do antigo lider e a levaram a Davi.30. BA AL-B ER ITE (Hebr. Usurpou o poder do reino do Norte das mãos de Nadabe.27). o qual o rei Acazias tentou con­ sultar.-16).C.8). citado entre os "trinta heróis* de Davi (2 Sm 23.v. Era res­ ponsável pelas plantações de olivais e sicõmoras nas campinas ( l Cr 27.4. Pai de Zadoque. depois de sua morte. ienba sido criado para aju­ dar jia assimilação e an união com os Israelitas.u lugar. O filho de Jessé. Foi su­ cessor d« Saul (descendente de Esaúj com o rei e era filh o de A cbor |Gn 36. Filho de Husai. na especlativa de sua aprovação. Filho de Rimoxn e capitão do exér­ cito de Is-Boseto. 1. "senhor das moscas").50). liderados por Baalis. mais tardo. Rei de Israel por volta de 909 a 886 a. 84 . filho de . pai de Helede. entretanto. 2 . o qual trabalhou na reconstrução do muro de Jerusalém depois do exílio babilónico (Ne 3. Ne 7. Baara não gorou filhos (1 Cr 8. os liebreus.10). “Baal é gracioso").49. 1. provavelmente foram atraídos para uma divindade já exislente e que se preocupava com alianças. é o nome do deus de Ecrom. “filho da opressão”).28).4(5). Citado apenas eui Juizes 8 o 9.38.L2J. Por outro lado.5-12). Rei dos amonitas. "deus da alian­ ça”) Duu. LT m dos lideres que sela­ ram o pacto leito pelo povo de adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei |Ne 10. durante a primeira parte do cativeiro de ludd na Babilónia.4J.7). 1 Cr 1. Para mais detalhes. benjamita que vivia em Moabe. BAANÁ (Hebr. Hadar reinou em st. ordenou o seus homens que os matassem e pendurassem seus corpos junto ao açude em Hebrom (2 Sm 4. 3. é o mesmo Baaua do n® 3 anterior. o qual. Veja Baal. responsável pela região de Aser b Alole II Rs 4.33. 1. Seu dis­ trito cobria Taanaque. loi à casa do rei e o matou en­ quanto dormia. o povo não perdeu leinpo em envolverse com a adoração de*sa divindade I.

Jaú v Tdmi. Ne 7. Permanece como uma adver­ tência quanlo aos perigos do se permitir quo ura forasteiro (Balaáo era de Pelor.17).25).L3I.r. Baasa era filho de Aias. BALAÁO. De acordo com Números 22. que lalava com o povo por meio dos oráculos: entre­ tanto. 1 .u.BALAÁO Jeroboão l. Logo perderam todas essas terras e. Ha uma Ironia no Fato de que a jum enta reconheceu o sor angelical.49J. cu jo nome foi usado por Deus pnra lembrar as futuras gerações dos reis de Israel sobre os perigos da idolatria e o castigo subsequente 11 Rs 21.12. enquanto Bolaoo nada percebeu. l-. 2 Rs 9. LIm dos porteiros que guardavam os armazéns. A intervenção do legislador nm favoi do povo impedira a aniquilação da nação sob o julzo do Senhor (Nm 22. B A E S E IA S . dele. para ludá.25. A maldade de seu reinado tornou-se quase um provérbio sobre o pecado. Baasa logo per­ cebeu que lutava contra a coalizão em duas frentes. Baasa. de Moabe. os hebreus logo foram seduzidos p elas praticas dos moabitae (veju Números 25). região do Knfrates) se infiltre e perversa­ mente crie tumulto na comunidade de Deus. como acontecera com o governo de Jeroboão antes.9). Umdos levitas companheiros de Matanias que retornaram do exílio babilónioco com Neemias (Ne 11. Foi o terceiro rei da parte norle do reino dividido.8). con­ tudo. nos dias do rei Joiaquim (Ne 12. 2 Cr 16). mandando um anjo blo­ quear seu caminho. Asa firmou um tratado com orei da Síria (1 Rs 15. Deus enviou juízo contra o reinado de Nadahe. 16. por causa de sua maldade e idolatria. A história desse falso profeta is mais bem lembrada pelas palavras do animal. 3 . men­ cionado na lista dos músirou de Davi que serviam uo Tabernáculo nos dias anteri­ ores à construção do Tfemplo ( L Cr 6.. quando imitou todos os descenden­ tes de Jeroboão. Seus descendentes esta­ vam entre os servidoras do Templo que retornaram do exiLio babilónico coui Neemias e Zorobabel (Ed 2. após 26 anos o regime de Baasa foi derrubado poi um golpe de Estado encabeçado por Zinrt Esse final fura previsto pelo protela Jeú que o alertara sobre o iminente juizo de Deus. os israeUtas ainda ti­ nham o controle sobre os territórios a les­ te do rio Jordão. BACBUQUE. ombooni sou filho Ela tenha reinado por p ou co tempo. Esse falso profeta tipificou a situa­ ção de instabilidade de Israel uo tempo de Moisés. como tombem a intervenção de Deus. e outros para a Siria. 2 . Deus interveio. Balaão foi autorizado a prosseguir »ua jornada. 85 . pois simplesmente seguiu o mesmo caminho do pai (3 Rs 15. foi nm desastre para Israel. Balaáo experimentava uma comuni­ cação privilegiada com Deus.33. Ancestral de Asafe. da mesma maneira quo os israelitas. e matou Nadabe enquanto estR lutava contra os filisteus. os cães lamberiam o sangue dos parenLeii que morressem na cidade II Rs 1IU-7.53J. Balaão foi convocada pelo rei Balaque.31. quo resultaria na destruição total de suo casa. Juntam ente com M atanias. depois de atacar Judá.16*22. uma ao Dorte c outra uo sul. BACBUQU IAS.9J veja também Nadnbp. Após testemunhar uma grande vitó­ ria pelas mãos de Deus. e foi forçado u abrir mão de alguns terri­ tórios em Eiraim. era responsável pelos cânticos em açáo de graças no Templo (Ne 12. como Nadabe e |eroboão. Provavelm ente é o meNmo Bacbuquias an terio r (n 9 >). que mostrou maior sabedoria do que seu douo o era capaz de proferir oráculos mais sá­ bios! Finalmente. O governo de Baasa. uma área remanescente dos dias do roi Salomão.22.40). Estabeleceu seu reino primeiramente em Tirza (1 Rs 15. era idólatra e perverso. Quan­ do se tornou rei.26). da Iribo de Issacar.

alcançar seus objeiivot» pessoais. porque este uo final serã ele acendeu a ira do Deus. que serviu como cionam Coido uma cobertura pura os de­ músico no Tabernáculo. Pai de Murodaque-BaJadõ.a.22). Uma apnrônt ia de piedade encobre ção sobre si mesmo! (Is 2*1. T s 13. s. porque lal vaidade decoração será expos­ 2. o ialso ensino deve ser evitado.15.4B). 2 Pedro 2. Nm 31. Por essa r a z ã o .c>m sua relu­ tância em fazei' '‘somente o que Eu te dis­ exposto. Acliou nuou a intervir pma guiai sou povo na que seria possível contratar Balaão para vitória sobre seus inimigos. assim. Is 39-1). o episódio de Balaão assim. mas enga­ nham (cf. nador Balaque náo estava interessado nas palavras de Balaão (Nm 24. que As gerações futuras são desafiadas a lem­ podem ser compradas (Nm 22. porque fun­ 1. o qual tem vida curta. israelitas para os pecados sexuais em Pear. s. a maneira como Balaão foi induzido no adultério espiri­ se r” |Nm 2’2 . uios e da medo.8. Para o ceu em Jeru salém depois do exílio apóstolo João. durante o reina­ sejos malignos.. Dessa maneira. o pior pecado não é de fato o 86 . loi o rei o seu* hom ens jun to com os reis moabita que convocou Balaão para amal­ midianilas (Nm 3'11. o juizo em descobrir um meio de acomodar os mais rigoroso esta reservado para as que interesses do que em prestar atenção aos conscientemente induzem outro* ao erro. para consternação do rei mosbila.U. Anceslral de Hlã. ao invés de amaldiçoar (Nm 23. Sedu zido pela tual por Ba Iaque è muito pior (veja mais bajulação (Nm 22-17) o mais interessado detalhes em Bolaqi Ml.111 .12. Filho de Z. esse falso pro­ da Babilónia na época em que Ezequias feta aconselhou os midianilas a atrair os ora rei de Judá 12 Rs 20.14). Ancestral de 1lt«i. que se estabele­ ta no dia do julgamento lld 111. Assim.ípor.25).17). e lam­ brar do exemplo de Bajaqua o dessa ma­ bém um arrependim enlo su p erficial neira eviúu o Juízo de Deus ÍMq fi. Judas 11 e Apocalipse ar o povo. a fim de (Ap 2. derrota-los (Nm 22) A despeito da lornuu-se intiis um exemplo da toial suinsensatez de Baluão. mento como uma toraia de religiosida­ Tentar amaldiçoar o povo a quem Senhor de. C ) cristão deve ser grato do de Davi (1 Cr8.15.1 Os]. Deus o usou vúj ias beranda dfi Deus que opera para o bem de vezes para confrontar BaJaque e aheuçoseu povo. Da (v. ]z 11. mas com perigosos r|ue causa sobre a congregação desejo do usar os dons de Deus. movido polo tura de verdadeiros e falsos orá<.18. convicções frágeis e superficiais. A despeito da mis­ diçoar o povo de Ixruel. 2. Pelo contrário. devido i i sedurão e aos efeitos um homem de talento profético.9. roi do com Números 31. que se apoia em seu conheci­ subestimam o poder do Deus de Israel. Dous conti­ dos israelitas sobre outros povos.11'* mostra Balaão como mesma forma. Pérgamo. 34).v. 2 Pedro 2. foi morto por Moisés B A L A Q U E .BALADÀ da auto-eugano. ao escrever á igreja em babilónico (1 Cr 9-4 J. E. De acor­ BALAOÃ. o apóstolo alertou para o perigo das pala­ BANI (Heb. lançar uma maldição sobre os hebreus e.fi). ao tomar conhecimento da vitória lealdade misla do profeta.14 advertem o povo do Deus quanto do Os escritores bíblicos viram Balaque perigo de aceitarem em seu meio um pa­ COmo um exemplo de extrema unprudéugão com uma maneira de falar suave e cia e umu ilustração de como os pagãos eloquente. oracuios que sairiam de sua própria boca.2 0 s ). e desvru-se para sua própria destrui­ abençoou só poderia resultar em maldi­ ção. r. Como aconteceu coxn Balaão as conse­ Balaão entrou para a tradição rabínica quências do pecado finalmente os apa­ uomo um diplomata eficiente. "construção") vras “arrogantes de vaidade”.

que liderou os levi los nos reparos do muro de Jerusalém (Ne 3.BARIÁ 3. IJ. que loi superintenden­ te dos levitas em Jerusalém.1 III. . Moisés e ao seu povo e não per­ mitia que fossem totalmente absorvidos ou destruídos pelos puvos vizinhos. Samuel olhou para trás. manlinha-se fiel ao seu pacto e ás promessas que fizera a Abraão. rei cananeu (Jz 4). íoi morto por uma mulher. que levantou Débora e Baraque. seu argumento loi que Jó era culpado de alguma coisa. 6 ) . para receber tais adversidades do Deus (Jó 3 2 . 2 . M ie.17. A piini ípio. BARIÁ. BAR COS. BA R A Q UIAS1. Levou com ele voluntários de ZebuJom e Naltali. mas disse que a gloria pela vitoria na balailia seria de uma mu­ lher. De acordo com Esdras.4. paro a obra <lo Senhor por meio de Baraque o ou­ tros juizes. Seus descendentes estavam entre os servid ores do Tomplo que retornaram du exílio bobilónico com Neemias (Ed 2 .es e muitas vezes atuavam apenas numa pequrua área de Israel. Pro­ vavelmente é o mesmo B. Sò Ma < t bata­ lha se açjuela profetisa acompanhasse a tro­ pa. Ela concordou. Veja Beuw 8 Um dos levilas que instruíram o povo na Lei. Ancestral de . UL Pai de IJsri. depois do exllio babilónico (Ne 11. 5 e 6. buzita da fa­ mília de Ráo. com implicações lauto na vida social como religiosa da nação. Quando a opressão tornava-se muilo grande. Veja Berequias. A vitória.11.7). quando Sisera. íoi iiixi dos primeiros a retomar do exílio babilónico uo tempo de Zorobabel. iuijeí.14).icbuquias dfi NeeiriAas 11.301. 7. Eles obe­ deceram a Esdras n se divorciaram.o patriarca e esla­ va preocupado porque este lentava justi('iciir-se diante de Deus. lael (Tz 4-211 luizes f) registra o que é Irequen temente chama­ do de “o cântico de Débora". foi entoado poT Baraquo e Dõbora. israelitas na batalha. Em Hebreus 11 <2. gçneral do exército do rei Jabim. Alguns de seus descendentes loraiu culpados de se casar com mulhe­ res estrangeiras (Ed 10. Pâi dc* Eliu. 4 . poi terem rejeitada a Ele em muitas oca­ siões.22).sua Lei |Ne 10. cie não ficou muito satisMta com a ordem que recebera de Débora e linha dú­ vidas se realmente venceria. até a vitória. Descendem* de Secariias e fi­ lho de Sernaias (t Cr 3.Ki. Baraquo ficou conhenldo como o co­ mandante que íoi ã guerra em resposta ao chamado de Débora* para lutar contra Jabim. 5 3 : Ne 7. fí Lideraram os judeus na confissão dos pecados (Ne 9.22J. na verdade. que voltou □ Jerusalém m m Esdras durante o reinadn do Artax«rxg$ |Ed 8. Levita citado em i Cró­ nicas 9. Filho de Ahiuoão. que com andava os BARAQUEL. v í v p u durante o pe­ ríodo dos Juizes. isso realmeuti: aconteceu.15 como descendente de Asafe. entretanto. BARAQUE. mas que. marcada cómo um lempo em que Israel esteve re­ gu larm ente dom inado pelos povos cananeus. BAQUEBACAR.Sçlumito. C42 cie seus d escen d en tes retornaram do e x ílio babilónico com Neemias (Ed 2.5] 9 e 1 0 . contudo. Deus.34). Era mais jovem do nm. Pai de Reum. Dois dos levitas que melaram o pacto feito pelo povo de adorar ao Se­ nhor e obedecer á . O Senhor permitia essas situações como punição.17J. loi claramente atribuída ao Senhor. Baraque é citado corno exemplo de um homem de fé.29. Eliú fui o ultimo dos três amigos que tentaram argumentar com Jó. Foi uma época de anar­ quia na bistório dos isrnebt/is. o Senhor levantava um líder no m eio do povo. Esses comandantes então fornavam-se iujy. natural de Quedes de Naitaii. sob a direçáo de Esdras (Ne 8. em 1Samuel 12. Foi um dos 87 . um gratidão pelo grande sucesso obtido (v.551.

B A R -J E S U S [Heb. diante ria oposição o do lutnresse da multidão (At 13.1-7. na ilha de Chipre (Al I3. No meio de uma crise de fome.12). ele chamou Elimas de '“ filho do dia­ bo. O apolido que OS apóstolos deram a um levita natural de Chipre que se tornou bder na igreja primitiva. uo chegar ú Antioquia da Síria* prestaram o rnlutório sohre a missão realizada (Ai 14. 30-35). Barnabé é meut ionado 29 vezes cm At os e i riuno nas cartas de Paulo. im&. mas Lucas intp. du­ rante o governo do imperador Cláudio a igreja em Antioquia onviou ajuda para os irmãos na Judéia. para sugerir algo do sou ca­ ráter fAt 4. 12).il ura liderança para cada igreja (Al 14. Dai em diante. 10) e pro­ nunciou o juízo de Dous contra ele. Evidentemente Barnabé Linha a figura mais imponente.21-28). Consclent. Quando a mensagem divina e procla­ mada. Nessa situação. loi eh* quem o apresentou aos apóstolos nm Jerusalém lAl 0. que o en­ viou paia investigar as alividades cristãs nm Antioquia |At t l. Infelizmente. A ênfase uo Espirito Santo e o juízo particular pronunciado por Paulo propor­ cionam uma diferenciação inilílo clara entre a verdade e a falsidade. Seu nome judeu era losé. parece que Paulo assumiu a lide­ rança. e os dois trabalharam juntos em Antioquia e ensiuaram muitas pessoas (Al 11.13). que "procura­ va muito ouvir a palavra de Deus'* (v. onde é cilado como um tuiuavilhoso exemplo de generosidade (At 4. Bar. Tal ação. encontrado por Paulo e Barnábé na cidade de Paios. porque este era o que lalava” IAl 14. Paulo agiu rapidamente: "Cheio dn Espirito San • lo". Paulo r Bamahó apresentaram a pro­ posta sobre ú plena admissão dos gentios na igreja (At 15. pnlre o que pertence ao engano do diabo e o que e de Deus». inimigo de Ioda a justiça" (v.13). Seu nome grego era Elimas (v. M filho dl» Jfcsús"). culm inou com a conversão do procônsul Sérgio Piado | v. as quais foram comissionados e enviados na pri­ me L ra viagem missionária (At 13. di r“Mercúrio. Eles navegaram adi­ ante e chegaram a PeJge.Jesusopôs-se ao Evangelho e delibe­ radamente tentou afastar Sérgio Paulo da !’é. que Lucas descreve como "homem prudente". pregando e ensinando (w. Quando Saulo de 'Ihrso se con­ verteu.1-3). Nomo judaico de um mágico e falso pro­ feta.26). na Paníília |alu­ ai TUrquia I: um dos componentes da equi­ pe. A primeira aparição de Barnabé foi em Jerusalém.10-211 . 8).23).36]. frequentemente porecu haver um trabalho determinado contra o Evange­ lho.22).271. ondw ambos ficaram por algum tempo.BAR-JESUS mtnubros da linhagem real de Davi. enlreianlo. na lorma de uma cegueira temporária. Ele ficou em­ polgado com o desenvolvimento espiri­ tual e encorajou os crentes a permanecer fiéis (At 31. A decisão do conclave foi bem aceita em Antioquia.12) Na viagem dc volta.6|.25. 7). indicaram ho­ mens aptos a prover li. pois Lucas lo escritor do livro de Aios) refere-se a "Paulo e os que estavam com ele" |Af 13. combinada com o ensino aposlóliu. Icouio e Derbe. A dupla missionária seguiu adiante e pregou em Antioquia tia Pisidia.12) e receberam apoio do concilio de Jerusalém (vv 22-29).42-51.1-5. onde o procônsul Sérgio Paulo (Teu no Evan­ gelho (At 13.i.es da direção do Espírito.30). rela­ cionada apôs o exílio babilónico. Al 13. 14. pois em Listra foi chamado de "Júpiter" e Paulo. Recrutou Saulo (lambém conhecido como Paulo. Listra. os dois companheiros tiveram um sério desentendimento a res­ 88 .7. Os dous dn Barnábé loram reconhe­ cidos pela igreja de Jerusalém. eles pregaram por toda a ilha de Chipre. Sérgio PauJo. João Marcos.23). Ele eslava a serviço do procônsul roma­ no. BARNABÉ.9).rpretou seu nome apostólico como “filho da consolação'*. separou-se deles o vol­ tou paia Jerusalém (At 13.32-371 . cuja larela foi confiada a Barnabé e a Paulo (At 11. lizeram o mesmo itinerário e.

ao concordar que deve­ riam ir para os "gentios.1 í). Pilatos nada achou de errado em Jesus o buscou uma justificativa para libertá-lo. prisioneiro junto com Paulo.7-15: Lc 23. Tiago. tanto eui casa como nos lugares distantes. Jesus não era a grande figura messiânica que esperavam. át) conduzi-lo consigo a Chipre IAi 15.r. ao seguir a orientação dos "sacerdotes e dos principais da sinago­ ga'*. Como qu alquer outro ser hum ano. porque se relaciona a foão Marcos.6). Pedro cedeu às pressões dos de­ fensores da circuncisão e “até Bumabò se tleixou levar pela sua dissimulação". pudessem supérar as dificuldades. solto polo govemarlor romano Pôncio Pilatos no lugar de Cristo. onde aparece com PhuIo e Tito numa consulta com os líde­ res da igreja em Jerusalém Durante essa reunião privativa.9).BARRADAS peito de João Marcos Paulo recusou-se a levá-la na segundo viagem missionária enquanto Barnabé deu-lhe uma segunda chance.40). mesmo como um gesto de boa von­ tade por parte de Pilatos | Ml 27 16-26. O significado foi bem apresentado por Pedro em seu sermão em Atos 3. Uma multidão foi rapidamenle reunida pelos lideres religiosos. Via poteucial nas pessous e desejava recrutá-las. e os irmãos do Senhor. o filho da consolação não é mais meneiooado do mia to rio Atos. ao dar unia alternativa para u multidão.A. contu­ do. Sua atitude 89 . Lamentavelmenle. o Cefns? Ou só eu e Barnabé Dão tomos o direito de deixar de traba­ lhar?" (1 Co 9. “ P r i ­ s i o n e i r o notório” o assassino. Cefas (Pedrol o João estenderam a destra da comunhão o Barnabé o Paulo.9. A referência final a Barnabé é tocan­ te.18.14). vemos a rejei­ ção final do Messias de Deus. Existem trêsreferêncius n Barnabé nm Gálalas (G1 2. Paulo discute os di­ reitos de um apóstolo e levanta uma sé­ rie de questões retóricas destinadas a es­ tabelecer o princípio do que “os quo anunaiam o ovuDgolho. e eboio do Espírito San lo n de fé” fAl 11. conforme aconteceu com Paulo. ge­ nerosa e calorosa. Mas.13). O que se poderia dizer sobre o caráler de Barnabé? Era uma pessoa boa. para tristeza de Pilatos. Mc 15.36-391. recebeio" (Cl 4/10). e eles á circunci­ são (aos judeus!" (G1 2. Assim.14). seu sobrinho. a fim de exigir uma sentença de morte para lesus. O ministério paciente de Barnabé com João Marcos foi bnm-sucedido (2 Tm 4. quo buscava a direçáo do Espírito Santo pura lomur as decisões Encoraja­ va seu companheiros de trabalho no mi­ nistério cristão e era um amigo sempre disposto a dar uma segunda chance a quem precisasse. o qual mandou saudações com Aristarco. como lambem os demais apóstolos. mas geralmente "ora homem de bem.19: Jo 18. »íle pergunta in­ cisivamente: "Não lemos nós o direito de levar conosco uma esposa crente. “o Santo e o Justo". Uma grande ênfase é dada por todos os escritores dos evangelhos ao fato de que Barrabás foi solto e Jesus crucifica­ do. que vivam do evange­ lho" f l Co 9. Era um homem de ora­ ção.5. Coríntios. mesmo que só com o lempo. onde chama Barrabás de “homicida". Barrubás foi li dor do uma rebelião omboru o propósito da mesma não fique claro nos evangelhos. que Paula confrontou o repreendeu |Gl 2. Se esse lósse o caso. que ofertou abundan­ temente seu tempo e seus talenios para a causa de Cristo. A. Pelo fato de o povo fazej tal escolha e ser domina­ do pelos lideres religiosos. Em I. uno seria provável olerecê-lo paia ser solto. Talvez fosse um zelole” e o levante representasse uma fenlativa de se alcançar a liberdade do jugo romano.24). “filho do pai"). B A R R A B A S fHeb.1. a multidão exigiu que libeitasse Barrabás. O problema quo tiveram foi resolvido e o apóstolo escreve aos colossenses: “Se ele IJoâo Marcos) for ler convosco.13. A partir desse momento. Barnabé podia ceder às pressões.

n. Era um re­ conhecimento de que Crista pertencia a linhagem reaj ile Davi. era um meudigo cego. Seu secretário deve­ ria u e ler a mensagem diante do povo.20-34). tivesse misericór­ dia dele.12. Cris­ to o c ilto u (Mc 10. então sabemos que Jesus o tinha como “um verdadeiro israelita. os quais ordenaram que o servo de 90 . BARSABÁS CHeb. para que Je­ sus. 10. o patronimk^». Filho de Necias. em sua ro ta para Jerusalém. veia essa proposta de uma grande bênção. Filho de Timeu. desde o ângulo até a porta da casa de Eliasibe. ele faz par com Filipe.22). Em Maíeus. Veja / rA sV * B a rsa h á s fAt 1.. 3.47J. na esperança de que as profecias o le ­ vassem ao arrependimento. o sumo sacer­ dote (Ne 3. Jesus o encontrou nu es­ trada que levava u Jericó. é possível que Nalanael seja o prim eira nome desse d iscíp u lo e BARUQUE (Heb. so­ bre quando Jesus chegava perto "de Jerirõ" (Lc 18.3(>). a fim de que se conservassem por um longo tempo. É possivel que seja o Baruque anterior (ne L).44-51) Portanto. con tudo.0). "filho rio sábado").U . Diinrentemenlc daqueles líderes. O significado desse ato ora uma mensagem de esperança. 1.13. Baruque foi ti leu a m ensagem da câm ara de Gemadas. quando rejeitam a fé no Evan­ gelho do "Cristo crucificado" e preferem seguir a “sabedoria deste mundo" (t Co Bartolomeu. Ao obedecer às instruções do Senhor.40-521. mais tarde.. Filho de Zabai. Um relato mui1:0 semelhante e registrado em Lucas.3. Em liitíiua análise. Quando Micaias ouviu o que Baruque lia. 2.23) e Ju d as Barsabás (At 15. J°ão des­ creve como este encontrou um amigo chamado Natannel.13).e apóstolos" de Jesus (Ml 10. Lc 6. naquele mesmo dia (Mc I2.J5. Jeremias. Um evangelho apócrifo posterior é erroneamente atribuído a ele Nada mais é conhecido com algum grau de veraci­ dade sobre Bartolameu c.18-21). "filh o de Tolmai"). o quaJ também tor­ nou-se um seguidor de Jesus (Jo J . At 1. B A R T O L O M E U (Aram. Mc 3. o referido profeta comprou um terreno de seu parente Hananeel Eie assinou e selou a escritura de compra e deu-a a Baruque. para sua última Páscoa.15-43) Mateus registra a qura de dois cegos Da salda de Jericó (Mt 20. Era uma atitude de fé nas promessas e na fi­ delidade de Deus de que o povo retomaria do exílio babilónico. P. é muito significativo.Q . Sua fé foi recompensada e ele ficou são imedia­ tamente. impossibilitado de ir ale o Templo.14. era secretário de fere nuas (Jr 32.a. É interes­ sante notar que essa expressão loi o tema de urna discussão entre Jesus e os judeus religiosos. Se esse tuciociuio estiver correto. Aparece em cada uma das quabo listas dos "do/. Pai de Maaséias.2U). esse mendigo Linha confiança em que o illho de Davi podia curá-lo. ajudou a reparar os muros de Jerusalém. contou aos oficiais do Tem­ plo. 1. mas era quase certo também que tosse nm reoonlieumento de que lesus era o Messias. ditou a Daruque todas as pa­ lavras do Senhor que recebera desde o reinada de losias. o "lillio de Davi". na entrada da porta nova do Templo. No meio da execu­ ção do juízo divina.5).BARSABÁS de pd5í e sofrimento não era algo que atraia as multidões. "abençoado"). 4. com ins­ truções para que este colocasse a cópia selada e a cópia aberta dentro de um vaso de barro. a escolha dos judeus o seus lí­ deres foi a mesma quo homens e mulhe­ res de todas a* épocas e r/iças ainda fa­ zem hoje. Um dos que selaram o pacto feilo pelo povo de adorar ao Senhor e obede­ cer às suas leis (Ne 10. um dos que se es­ tabeleceram em Jerusalém depois do exí­ lio btibUônico (Ne 11.10).í O apelo do cego. em quem não há nada falso" iJo 1. BAR Tl M EU. p.c..

Ele p o profeta foram levados por Joana. ao dar instru­ anteriormente. que viajou até depois da morte de Absalão. Jeremias enião advertiu Baruque a não Jniscar grandes coisas pnra si mesmo (Jr 45. por ler o primeiro rei do Jsruol quebrado o paclo que Josué firmara com os gibeonilas (2 Sm 21. a Palavra de Deus permaneceu IJr 36). Quan­ do leram a rneusagem. o heteu (Gn 26. Jeremias pegou O Uiro rnlo. Barzilai estava ontre deveriam viver separados dos cananons. lemhrou o filho da ne­ identificada como Maalale (Gn 28. que se casara ccxni Merabe.31-39).c. os que trouxeram comas e outros supri­ Além do mais. Nebaiote o filho de Ismael (Gn 36. foram excluídos do sacerdócio.27) Era um ' homem muito disposição do se associar aos povos ao seu velha". disseram que Baruque o leremia» se escondessem e Foram relatar ludo ao rei. 0 roi quoria Padá-Ará. 35 regi. con­ tra a vontade. Davi d abençoou o seguiu para Jeru­ 2. ele deve­ ria ser grato por escapar corn vida. Isso aconteceu mui­ tos séculos depois. Viveu depois do retorno do todlio babilónico. Em seu leito de morle.BASEM ÁTE Jeremias lhes entregasse u texto. redor Esse seu procedimento conlrasla qu.34) E»aú casou-se com pia e com oulra heléia. próximo de sua famí­ também Toram chefes (Gn 36. 1'iiha de Saul. r. com oitenta anus (2 Sm 19. 0 v. “uma descenden­ te de Barzilai". Cl ancião de Bassmute ReUel. por isso.3). e. Fillia do Elom. 1.7).i quo esses casamentos foram utuu fonte do amargu­ BARZILAI (Heb. em sua casa.1). o gileadita lo* i acima) é adotou o nome da família. sem dúvida porque tais uniões representavam quo permaneceram fiéis a Davi. mas o Senhor desejava que ele entendesse que.32). em vez de “filha”. Saul havia matado muitos deles.|a poderia ser mais hnm ções a Salomão. em busca de honrar a grande fidelidade de Barzilai e uma espnsa. Orei.61-03.rndo acompanhou Davi até o Jordão. e a melhor tradução seria. A despeito das ten­ tativas para dêètruf-la. Tempos mais tarde.6.1-5). eiu vez dn cosar-se com as sugeriu que seguisse Com ide de volta a mulheres ctmanóias (Gn 28. pois desejava morrer em nou-se um tlde-r em Edom e seus netos paz. Era casado com a “filha" de Barzilai.6-9). Os inim igos de Deus acusaram Baruque de incitar Jeremias contra elos [>ara entregados nas mãos dos caldeus. 0 meolalita era pai de Adriel [2 Sm 2 1.n.T|. 1 . Ele procedia de uma fa­ mília de sacerdotes q u e não conseguiram traçar a linhagem de seus ancestrais e.3-7). considerados como “imundos1 '. num ata de desobediência ao SeDhor (Jr 43. m . irmã de salém (2 Sm 19. 91 . BASEM ATE.str. O monarca rocusou-se a ouvir as palavras do texto sagrado e o queimou.6-fl) O filho Jerusalém. N* 7. ande cuidaria dele. grandemente com Jacó. cinco dos ííihos dela morreram num ato de vingança.iun foram bondosos com tar-se da esposa do mesmo nome citada ole. M homom de ferro”). quando uma transgressão ao manda mento de era perseguido por Absalão Quando o rei Deus de que os descendentes de Abraão chegou a Manaaim. Outra esposa de Esaú. dentro do t ontexto da des­ truição de Jerusalém e do exílio. posteriormente tor­ recusou a oferta. até que o Drim e o Tumim fossmn consultados (Ed 2. “OgiJeaditáde Rogelím” loi um dosra e Irisleza pura Isuque e Rabeca. A também lembrou-se fielmente dos seus despuito das sugestões de que pode tra­ amigos o dos i.ti).17). na Mesopotamia. 3. Baruque lamontuVa sua tristeza e suas dores. significavam outra atitu­ mentos esseuciais para elo e seus solda­ de de Esaú de rnjeitur ao Senhor ú a sua dos (2 Sm 17. escreveu nele Iodas as pala­ vras que loram queimadas e deu-o no­ vamente a Baruque.p 2 . lia. cessidade de ser generoso com os descen­ Aqui novanipule o texto é cloro em mosdentes de Barzilai (1 Rs 2. por sua vez. para o Egito.

Seus descendentes estavam Davi.. Bate-Soba é mais conhecida. 3. 12 ). apesar disso. ao com um dos doze oíiciais distritais — prometer-lhe que estabeleceria seu trono Aimaós. BEDADE. do assassinato. por seu relacionamento adúltero com BAZLUTE. de Naflali I I Rs 4. mens eram bonjàmitas que desertaram do voltasse para casa. para sempre e de sua linhagem viria o Mes­ sias.3). ela ajudou a assegurar Deus. Davi coníortou-a. era pai de Zeror mente e dessa vez deu á luz Salomão fv.15) ainda pequeno. Urias rec usou-se a ir para casa e 7*10) de seus descendentes voltaram do ter qualquer relação sexual com a esposa.54).5). ele era humano. que não Liveram direito a nenhu­ B EB A I. que fora es­ minoso e merecedor do castigo divino posa de Urias. voltou o de volta para a frente de batalha com a a Jerusalém com Esdras. Como seu plano fracassou. mostra também aorcamm a morte do rei. Orei passeava pnlo enlre os servidores do Tem plo que terraço do palácio e viu essa linda mulher retornaram do exílio babilónico com banhar-se a uma certa distando. quando os dois se envolveram sexualmente e ela acabou BE ALI AS. mas o bebé morreu e obedecer às suas leis (Ne 10. Alguns de seus descendentes fo­ ra. seu esposo. Um dos guerreiros que se uni­ grávida. Esses ho­ campanhas militares em defesa do reino. 1 . o heteu.c.C. Depois N eem ias e Zorobabel (Ed 2 . Tornou-se depois esposa de namento com Bale-Seba reflete essa ver­ Davi e mãe de Salomão. Nos eventos que dade claramente: contudo. jar que tosse trazida até ele. Depois da morte da crian­ ça. 11). exílio babilónico com Neemias. «Ja engravidou nova­ BECORATE. lira filhu de ELiã mais do que qualquer homem O relacio­ (2 Sm 11. PJ). contudo. p. Nem que a vontade dele de ter Salomão como adultério nem assassinato estão acima da sucessor fosse cumprida misericórdia do Senhor. para que a gravides fos­ exército de Israel.RATE-SEBA ram de fora do relato bíblico Davi foi o Irar que Esaú não deveria casar-se com maior de todos os rei de Israel. quando fora ba­ Davi conseguiu que o marido de Batenido de Israel. qualquer que soja o pecado. O profeta Natã foi a Davi e pronunciou 4. se atribuída a ele. Bat«-Seba e o prote­ Saul (1 Sm 9. conseguiu arran7. dessa manei­ 3. Foi com ele que o Se­ nhor fez uma aliança especial (2 Sm 7 ). O adultério. que estava ausente por participar das do reinado de Saul ( I Cr 12. pudesse morrer. lheres estrangeiros (Ed 10. durante o último período Seba. Leal aos seus companhniros.u. não fica­ 92 . o qual era o pai do rei Témpos mais Larde. la Natô trabalharam juntos para impedir que Adonias usurpasse o tmno (1 Rs 1. Ao lenlar ficar Livre dc» problema. Ne de descobrir quem era.11-53). enviada ao comandante do de Artaxerxes. Um ilos líderes que selaram o pac­ o juízo de Deus (2 Sm 12) Bate-Seha lorto firmado pelo povo de adorar ao Senhor nou-su esposa do rei. ram a Davi em Ziclague. Linda mulher. Seu descendente.11) ou 628 (Ne ma lolga. levou o rei aos pecados da mentira. peca­ B A TE-SEBA . seja os quais reinaram om Edom antes que qual for a posição que ocupem. escolhido mulheres cananitus.28 J. 623 (Ed 2. Numa bela larde. Zacarias. durante o reina­ ordem secreta. Davi rmindou2. o a que o arrependimento leva ao perdão de sucessão ao trono. que se casara pelo próprio Deus. para colocá-lo em um lugar onde homens (Ed R. Filha de Salomão. Os ptícados dos servos do Senhor. Rei edomita o pai de Haríade.5 2 . Benjamita. e bisavó de Quis. e trouxe consigo 28 joabe.1). finalmente. do ram culpados de tei-se casado com mu­ engano e.15).

40. já é amplamente aceito que Bebazar era filho e co-regente dele. Filho de Bani. seu povo foi responsável polo derrota dos hagarenos. Pai do profeta Oséias (Os 1. Deus babilónico também identifi­ cado como Merodaqué lír 50. argumeula Paulo. O úliimo rei do Império Babilónico citado na Bíblia.16: 1 Cr 3. BEL. pai de Judite. l Cr 1.15. pob caria um adola um yonhor diferente — o cristão serve d Cristo enquanto o incrédulo. 1 . B E E R A . mas envolver-se e tontar ter harmo­ nia juntos seria difícil. mj-. era íilho fie Zofá (1 Cr 7.3. É claro que não há concórdia alguma! Portanto.BELSAZAR houvesse um rei em Israel (Gd :t6. O apelo que o apóstolo fez. esse nomo roferese a Sal anás e ó usado com esse sentido no NT por Paulo.33. depois que lomou ainda mais mulheres" (1 Cr 14. Isso não quer dizfir quo foicrbtãos e incrédulos náo devam tei ami­ zade. "porque o seu gado se tinha BE LI AL. levado cativo pelo rei Tiglate-Pdeser.43). pro­ vavelmente devido ao prefixo associado a Baal e à idolatria cananita (2 Sm 5. que se tornou líder do clã dos belaítas iGn 46.32. B E E R I. Como porta-voz d / ? Deus.3 1. Este nome aparece somente em Daniel 5. U m dos filhos que nasceraiu a Davi era fertisalóm. ao traçar esses contrastes. estava entre os qin. 3 . entretanto. B ED IA S .D JT-.30). AparentemRule Nafiouido nunca coni. 1 . veja tam­ bém Is 46. Nesse texto o apóstolo insisle enfaticamente que os cristãos devem ser cuida­ dosos sobre com quem se associam e se mis luram e as implicações do envolvi­ mento com os que não são crisláos. Nos escritos judaicos do perío­ do iniertestamentário. Até recentemente ainda havia cetidsmo quanlo a historicidade do Daniel 5. Tomaram posse das terras a lesto de Gileade e estenderam-se até o rio Eulrates.0). Filho dn Beor e rei de Edom Reinou na cidade de Dinabá» antes que houvesse reis em Israel. mas de­ pois pergunta: “Que concOrdia ha entre Cristo e Belial?" Iv. da Assíria 11 Cr 5. BELSAZAR (Bab.8).37).14.7) Seu nome (oi mudado paia Iíliada. a Bolial. rubenita.35 . Durante o reinado de Saul. devido ao seu orgulho e comportamento blasfemo 93 . o últhno rei é Nabonido.35). 1 Cr 8. Descendentn da Manassés e fi­ lho de Uião (1 Ct 7. o p rofeta o confrontou.21). Ele contrasta luz e trevas no v.forani tu)pados de ler-se casado nmi mulheres estrangeiras (Ed 10. capital do imprèrio.1 e Jr 51 44). 2. ‘‘Bei proteja o rei").2.341 2.8-10). era um cha­ mado à santidade. t Cr 1. em 2 Coríntios 0.edeu uma autoridade total sobre o império a Bebazar. n qual foi uma das esposas de Esau (Cu 26.36. Primeiro filho do Bonjamim. na Babilónia.30. onde é descrita a morte dele |v. 15). BELÀ. Da Iribo de Aser. Um dos lideres dos rubonítas.46 ). embora tenha-se retirado para um palácio remoto p deixado seu filho d o governo. P. Seu filho jobabo o sucedeu (Gn 36. que não e mencionado na Bíblia.1). 2. uao existe harmonia entre cren­ tes r incrédulos. multiplicado nn torra de Cileade" | 1 Cr 5.17). Nos documentos remanescentes. 1 . Este leruio tam­ bém d visto no prefixo do nome quo foi dado a Daniel na Babilónia — Boltessazar. pois uãa havia nenliuma prova extra-bíblica que c o m p r o v a s s e a existência de um rei da Babilónia chamado Belsazar. Ileteu. BED Ã . Pilho de Azaz. Essa invasão é descrita em 2 Reis 15 29. Daniel 5 diz multo pouco sobre o carater de Belsazar.1-3). Vários dn seus filhos lambém fo­ ram chefes (Nm 26. BEELIAD A. Vivou em Aroer.

mas o ódio contra Ele era líder da tribo de Simeão.18. uáo foi um dos "três volan­ tes de Davi”: Josebe-Bassebete. ou em que Ele fala­ 4. Filho de Jeiel e pai de Zacarias. Foi escolhido pur. era um dos músicos duran­ va sobre perseguição.11). veja Damal. lornou-se coman­ dante sobre os quereteus e peleluus. foi próprio Satanas revela o quão profundo descendente de Asafe (2 Cr 20. e todos os teus caminhos. "o Sen h or tem mesmo estrangeiras.341 Sua lealdade era tal que não participou da rebelião de Adonias no fim da vida de Davi e foi um dos indicados B ELTES S AZA R . Liderava uma tropa de das moscas” e provavelmente relaciona24. era um dos músicos duran­ 1U.16). 94 .14). Veja Bm -ilur. saçõns que o identificavam com Satanás 7.000 homem. Nos dias de Cristo. foi (Lc 11-14-23). destacado pura to­ A maneira t. e seu destina foi selado quando Daniol interpretou o que a mão ostrrevofô na parede. Filho do sacerdote Joiada. No tempo do retorno do exílio Abinadabe").20). E1p também acompanhou o daqueles dias estovain dispostos a atri­ Arca (1 Cr 15.24: Mi 3. te o reinado de Davi.j Este vocábulo. filha babilónico.46). Esdras e o povo se construído") 1. Estava eutre o s descendentes de Parós. tornado um sinónimo de Satanás (Mt 3.BELTESSAZAR do. inclusive doscenNafate-Dor (1 Rs 4. ou Satanás.23J. dentes dos sacerdotes de judá. te o reinado de Davi.24. e lhe disse: "Mas a Deus. era o antagonismo deles para com o Mes­ 6.30. casaramse com mulheres d »> outras tribos e oté B E N A I A (H eb.A B I N A D A B E (Heb.23-35.18-20: Jesus era acusado de Ele próprio ser 16. 1 Cr 27. somente foi usado em passagens onde foi levada para Jerusalém | i Cr 15. buir os obras e as palavras de Jesus ao 5. durante lodo seu reina­ (Dn 5. naBabilôniâ iDu l .31: 27.32-38).13). Levita. Levita. Davi 0 considerava “valente u do grandes fei­ tos” « •contado com maior honra do que qualqunr outro dos "trinta” grandes guer­ reiros (2 Sm B. 12.2. Eleazar e Sarná. Náo ha registro do arrependimento do Belsazar. É Templo durante o avivamento no reina­ claro qan Cristo defenden-se dessas acudo de Ezequias (2 Cr 31.g. O 'novo” nome dado para proclamar Salomão como rei (1 Rs u Daniel. que ficavam de pronti­ se a um deus canantsu lei 2 Rs 1. Casou-se coin Tafaie.7 1.ouio os judeus religiosos car trombeta. e era governador de que muitos liomeus. em cUja máo está a tua vida.25. 18: 20. este termo bav ia-se 1 Cr 11. Ele também íoi responsá­ detalhes. "filh o de 8. Levita. serviu arrepandoram o fizeram um pacto de ser­ vir ao Senhor (Ed 10. BELZEBU. vel pela m orte dos traidores Joabe. Benaia é cilado fielmente a Davi.23: 23. 24-431 .22. Era da tribo de judá e veio de Cabzeel (2 Sm 23. em todo o Novo Testamen­ tocar lira e acompanhou a Arca quando to. foi um dos “trinta he­ pressão hebraica que significava "senhor róis" de Davi. B E N . dão no 11 “mês de cada ano (2 Sm 23.8.5.22. p j j . Durante o reinado de Ezequias.2J. cuja família tão ia tenso que afinal culminou com sua multiplicou abundantemente (1 Cr 4. a p Ip não glorifÍGaste”. Secanias confessou a Esdras ilo rei Salom ão.3. Adonias e Simei | 1 Rs 2. 26. 16. Contudo.191.6).36. Este nome veio do uma ex­ 2. Lc 11 15. cujo trabalho consistia em sias! Estavam felizes por identificar o Fisupervisionar as contribuições para o Lho de Deus com Satantis em pessoa. Piratonita.5) Bekebu. Para mais 1.14). O oulrora glorioso Império Babilónico s e m alvo do juizo divino e o próprio rei presidiria sua des­ truição.20-23. crucificação.

A segunda profecia advortiu Acabe. É importante nolor quo essas fi­ guerra 11 Rs 20. Certameute. 10. a cida­ Houve três profecias importantes de de Sodoma era famosa. elas ficaram preocupa­ rei sírio quis enviar seus oficiais para vas­ das coru a continuação do nome da íarniculharem a casa real I 1 Rs 20. reis de Israel. LÊ20). as crianças. por ser demasia­ lavam sob o seu controle. B E N -D E Q U E R (Hob. sitiou Samariamais ou munos em 850 a. BEN*AMI (Heb. um dos 25 liomeustonha trazido um aJUvio temporário nas identificados por Ezequiel como irupios hostilidades entre Israel e Judá. e de Baasa e Oari. cial é feita a sessenla grandes cidades no Na terceira.43). Era filho de Ló guerra. embebedaram o pai a . de Geber”). mas chegou no limite quando o filhas escaparam. 9.000 homem* e efetuoti um ata­ Abraão. “filhe. Descendente de Dam. as quais espelo proíela do Senhor. isso enfrentou os israelitas ua planície (1 Gnveraadur de Romote-Gileade e área* Rs 20 25).G. a Governador de M a c a z . Veja Ben-Hur.ie se casaram com mu­ Senhor”. 12. Embora lheres estrangeiras (Ed 10. deconcernentes a Acabe e sua relação com pdis que escapou da destruição.c.C.D.1 1 31.nubas Hadade ficou furioso com o que percebeu tiveram relações sexuais com ele. na época do rei Salouião 11 Rs talhas contra Ben-Hadade (1 Rs 20. sexuais. coucordou com com a sua própria filha mais nova (Gu as primeiras exigências de Ben-Hadade 1U. com quem o: Senhor fizera alian­ que de surpresa.pelos quais. também mencionado coíno um dos Iídores de família culpados de ler-se rasado mm mulheres estransiras (Ed 10.BEN-HADADE BEN-HADADE (Heb. Den-Hadade U. 1 Rs 15. 10-12J Acabe repelin com lhas. não hou Ben-Hadade: duas positivas e uma nega­ ve novo começo para Ló. séria ameaça para |udá (cí.13-22). s. 2. Também ouro que ficara nos tesouros da casa do citado entre ws tji. Novamente Israol venceu nmu circunvizinhas. em Basã.18). llcando ser uma insolente restslêuda e declarou grávidas. não apenas finan­ ceiramente ('Asa tomou toda a prata e o U L Descendente de Neho. de Judá. Uma vitória decisiva foi ça (Gn 19. assim. alcançada. 1. Saalbun e áreas fím do quo se preparasse para outras ba­ ao redor. em Esdras LO. Rei do Damasco.35) 95 . "lilho defiidade). durante o remado de graude batalha o Dous demonshou sua Salomão (1 Rs 4. 11 Rs 15. "filho de Deker' ). ao que parece. Acabe foi repreendido distrito de Argobe. O 4.25 como um dos quo se di­ vorciaram das esposas estrangeiras. sucesso o violento ataque o obteve uma continuaram a praticar os graves pecados grande vitória sobre os sírios. Uma menção espesoberania sobro toda a Terra.Acabe causa do parentesco que tinham com reuniu 7. Este também foi cui pado de casamento rrrbla (Ed 10. rei de Ará alegou que os deuses de Israel eram divindades das montanhas e por B E N -G E B E R (Ileb." filha do meu pareste"). mas Ben-Hadade conseguiu fugir a cavalo ( L Rs 20. Asa pediu a Bcm-Hadade quo o aju­ dasse a se defendei contra Baasa O pre­ go dessa ajuda foi alto. o num Sodoma.17ssj. rei de Ará (Siria). Ele e as filhas tiva Na primeira. por volla de 890 a. Veja Ben-Hur. P. O rei Acabe estava relutante em entrar na Progenitor dos amonitas. Pai de Peladas. que relutaram em sair de Sodoma. Por esse motivo. contemporâneo do rei Asa.38].9).221. da qual som m ie Ló e suas duas e praia). 2 Rs 12. Citado entre iis descendentes do PaateMoabe.13). Logo depois da destruição de lentregar as mulheres.29).30). mas também polo sacrifício da Uberdade política.C. . o profela encorajou o furam salvos pur Deus unicamente por rei a tomar a iniciativa na batalha. posteri­ ormente a própria Siria lornou-se uma p que agiam coutra Deus (Ez 11.9) Benlia.

24.d. correr do imo.13. É neste contexto que lemos sobre a nomeação dos Jerobono I. a derrota ram isso. D r u s permitiu que Is­ Reis 4 a ênfase é colocada na crescente rael caísse em suas mãos. da Iribo de Juda ( t BENINU (Heb. "nosso filho”) Um dus Cr 4. eles consegui­ Ue acordo com Amós 1.5-15). O Senhor lhe Gileade.24. Ben. Josaíá. 2 Ks 13. "talho da graça”). Um exemplo de a. 1 Cí 2. O primeiro da lisla de doze nome de Benoni. A morte dp Ben-Hadade é regisconcedeu o que pedira e acrescentou "ri­ Irada em 2 Reis 0. Ben96 . Ainadabe.otn Bon-Hadade (1 Sim ei e Geber. rIp solicitou sa­ sírios. os dois roi* luta­ Logo após sua coroação. Em I opressora do pai. Acabe. cujo tralialho era as­ Senhor como instrumeuto pai*a execuiar segurar n grande provisão de suprimen­ sua punição sobre Israel (2 Rs 13. Filho de Hasael (790 a 77U Deus foram evidentes nos primeiros anos do reinado do Salomão. Décimo segundo filho (1 Rs 4. em el.21.3. porque estabeleceram impostos de Ben-Hadade aconteceu devido ao Juízo sobre os moradores do distrito. A . o qual com efeito BEN-HA IL (Heb. Afilho da torça"). que pa­ de Deus sobre as nações ao redor de Isra­ gavam com suprimentos. Sua mãe. Inicialmente.7).25).10.10). a qual era enor­ trole sobre as cidades que capturara 12 me |w. Por isso. Ben-Hadade foi usado pelo doze governadores. 3. .8). Salomão foi autorizado por Deus a pedir qualquer ram juntos contra o inimigo comum. BEN-HANÃ llíeb. foi morto pelns de riquezas e vida longa. morreu logo após seu nascimento. Ele tos necessários para a manutenção da recobrou as cidades capturados paios c a s a real . "filho deHeaede").C. Veja Ben-Hur. 1. BenEmbora Jaeó tivesse doze filhos. que significa ''filho da govnma dores distritais nomeados pelo rei minha tristeza” (Gn 35.24. os coisa que desejasse (1 Rs 3.Minaas. contado. Em vez assírios. Hm alcançava lodos os limites prometidos dos oficiais de Jeosafá que foram enviudos paia ensinar o puvo sobre o Senhor e pelo Senhor a Moisés. grandeza da bênção de Deus sobre o rei Salom ão. Durante o reinado dp Joás. durante o reinado de Salomão BENJAM IM . de acordo com a de suprir o rei durante um mês. uo de­ profecia de Elisou. somen­ Hesede. p. Governador de Aribote.o.3). Rs 20. estabelecer alianças r.13).Hadade I Reis 4. Tanto antes como depois Rs . Ben-Hadade 111 chegou ao poder no quezas e honra" Os capítulos seguintes de 1 Reis mostram como esses dons rlp tompo em que a influência síria estava em declínio. Beu-Abinadabo. Raquel. S. Km dos filhos de Simeão. há uma lista da provisão diária foi derrotado três vezes e perdeu o con­ requerida por Salomão. impressão ge­ ral que se tem a partir de 1 Reis 4 é a sua Lei. 22. de Jacó.BEN-HAÍL damente tolerante com os siri os n por Gober.41 . Os ou­ Benjamim (“filho da minha mão direita"). porque Jeoacaz continuou d o s cominhos malignos de riqueza e poder do filha de Davi.34). Baaná.4. levilas que selar am 0 pacto feito pelo povo paia adorar ao Senhor e obedecer á sua BEN -H E8ED E (Helv. dessa listagem. Mais Uirde. Com eleito. continuou a política sua sabadoria é dado em 1 Reis 3. ao l eni ar reconquistar Ramotebedoria e discernimeuto. deu-lhe o B EN -H U R . o Salomão para fiscalizar seu reino (1 Rs qual Israel mais tardo mudou para 4.23). nas cidades de ludá |2 Cr 17. a e x tP D s á o do reino dn Salomão n enfatizada. Baaná. Socó e toda a ler­ ia de Heler. Sen distrito era em Efraim.20). Lei (Ne 10. cada um deles era encarregado saqueadores moabitas.V.: cf. 8-7-9. tros mencionados são: Ben-Dequer.

BENJAMIM te dois deles uram de Raquel — Jose e Benjamim. Após José ser vendido e levado nomo escravo para o Egito. Durante o reinado de Saul.1-31. sempre have­ ria um remanescente. mas sim a misericórdia de Deus ií sua fidelidade em guardar as promes­ sas da aliança (Gn 12. embora sem se identificar. veja Rm 111Não foi.27). Eram adeptos do manuseio das armas com a mão esquerda* o que. repartido. A tribo de Benjamim linha reputação de bravura e rnuita habilidade militar.C. (veja Esdras 1 e 2). como o da tribo de Benjamim. Para nós. resultou no livramento de Israel das mãos dos moabitas |Jz3. e à tarde repartirá o despojo" (Gn 4U.As tribos de Benjamim e Judá manti­ veram grande influência entre o povo de Israel depois do retorno da Babilónia.22J. Em sua velhice. deviam sua continui­ dade ò obra dn graça de um Deus salva­ dor (veja Fp 3. sua herança que o salvou. ao ordenar que seus servos escon­ dessem presenles nas bagagens dos U* mãos. ajudou a fortalecer a afeição especial que havia entro os dois irmãos. A atitude peculiar fie José. 1 Sm tí. Gibea ficou conhecida pelo sen alto índice rio hom ossexualism o (Jz li) 22). quo mar­ caria os benjnmitas como uma tribo im­ petuosa. Urna bênção mista. Do acordo com Jeremias 33. mas. entretanto. a tição é que mesmo um grande passado.12-26. Benjamim leve dez filhos |veja Gn 4 6 .3s). Na se­ gunda viagem rlelgs ao Egito.12. Essa mudança provou ser significativa para a fut ura realização dos planos redentores de Deus para seu povo |Gn 4ô. deixou-os turbados « temerosos. isso também ora uma bênção mista. em cumprimento da profecia de Jacó. á prin­ cipio sem permitir que soubessem quem ora ÍGn 45. até que finalmente elo se deu a conhecer e trouxe toda a família para o Egilu. a náo ser para entender a maneira pela qual o Senhor conservou um remanescente e enxertou outros ra­ mos (os cristãos gentios. Como a bisloria da triba. Paulo explicou que Deus o resgatara do seu próprio povo e dos gentios.15ss. numa épo­ ca de grande tome em Canaã (Cn 42. e profetizou que no tuturo voltariam para Canaã. por parle de Israel.4]. ás vezes. e as constantes batalhas sobre lerusalém marcaram sua historia. lambém impiedosa. losé —pro­ movido a governador por Farao — os aju­ dou. Jaco hesitou rui enviá-lo junto com os outros em busca de ajuda egípcia. como Jerusalém. om 537 a. Apesar da rejeição quase total ao Senhor.l).5) e. hoje. Em sua deiesa diante do rei Agripa. A linhagem de Paulo náo tinha nenhum valor para ele.14. lss). entretanto. somado ao fato de que a mãe morrera enquanto ainda rrain bom pequenos. pela manha devora­ rá a presa. principalrnenle para com o irmão Benjamim.2 11 .jamilas (veja arbantií) Jacó pronunciou: “Benjamim é lobo que despedaça. Moisés predisse que Dous abençoaria Benjamim e "descansaria em seus braços" (Dt 33 12). O apóstolo Paulo era benjamita e usa­ va a si me-snio como exemplo da teologia do “re m a n e sce n te" (veja Romanos 11. Eh' fez de tudo para mostrar generosidade. Benjamim experi­ mentou o lavor especial do pai. Taco (Israel) abençoou todos os seus filhos. Isso. mas porqu* foram escolhi­ dos pela graça (Rm J 1. no caso de Eudf • . progenitor dos ben.2-7). A Ben­ jamim. para depois enviá-lo de 97 . não garante um excelente fu­ turo. os benjamita» tiveram sua maior preeminência e a maior parte da tribo permaneceu leal ao roi (veja I Cr 12. Os benjamitas estabeleceram-se na taixa oriental de terra abaixo das colinas da ludéia— entro Efraim e Judá: induía cidades importantes. não por causa da justiça deles. exceto pola misericórdia de Deus. A presa seria devorada e o es* pólio. Benjamim e Judá tiveram destaque particular como recipi­ entes das "promessas da graça” de res­ tauração e retorno feitas peio Senhor. Giheá e Mizpa. corno no caso do próprio Paulo.4s).

Veia Benjamim. Pai deBelá. Esdras exortou os judeus que fizeram isso a se apresentar pubtkamenie diante de toda ii cidade.20). nas mãos Benjamim (Gn 46. te e finalmenle o derrotou. egoísmo e arrogância.34. ao narquia fosso estabelecida em Israel (Gn ' Deus Altíssimo".10de Edom. até que finalmente se rebelaram. 1 . Foi um parto pertenciam por direito. A derrota deles implicou no cativeiro dos sodomitas. . os bens recuperados na batalha já lhe mento de Raquel dar á luz.35). o qual mais larde |açó chamou de de Sodoma propôs que Abraão ficasse Benjamim (Gn 35. Ló. 2. para demonstrai’arrependimen­ to pelo pecado. Israel mudava-se do Boto] para que o povo voltasse para casa.21-24).6J Seus do mesmo Deus que esse rei se recusava descendentes sáo citados em 1 Cróni­ a reconhecer (Ez 16. O rei filho.v. lide­ rados por Quedorlaumer IpaTa mais de­ talhes. Reinava sobre Sodoma (Gn I4.9. eles p suas respec­ tivas cidades loram subjugados por 13 anos. foi o primeiro rei portamento de Melquisedequp (Gn 14. A rebelião foi punida por quatro reis. Ele perseguiu e alcan­ BENO.27). Abraão en­ za") Foi o nome que Raquel deu a seu controu com Bera. s.23: 12.1&). para nino e ter-lhe dado o nome de Benoni. porém Bera conseguiu fu­ gir e saJvar sua viila (Gn 14. Bera testemu­ nhara os mesmos eventos. "filho de Zoete"). e luuvou ao Senhor por 36. filho de Bilâ (1 Cr 7.2J.15ss|.17. o próprio Deus que conservaria um testemunho para si no meio de urn mundo lloslil. Depois de derrotados por uma confederação de reis da Mesopolâmia. o quo obrigou nosso patriarca a entrar no conflito. 1 . P. Filho de faazias e neto de Merari. 3 . pondeu com louvor a Deus — e sim com Mq 6. 1 Cr 1. Esse podfi < ?or o mesmo Benjamim citado em Neemias 3. Sempre citado em conexão com seu<onceder u vitória a Abrão. que não digas: Eu enriqueci a Abrão". BE N -Z O E TE (Hob. recuperou todo o despojo que forn levado da cidade BENONI (Hob. o vidente (Nm 22. que se tornariam a marca registrada de Sodoma e culmina­ B E Q U E R . o Dpus Altíssimo" (Gn t4 . Abraão atribuiu sua vitória “ao Senhor. 2. Nessa derrota. no vaie de Savé. mas não res­ filho Balaáo. quando Abraão vivia nas proximidades “dos carvalhais de Munre”. íoi cap­ turado. ele). Seg u n d e ri l ho de riam em sua destruição fiimJ.32.10).21: 1 Cr 7. Utn dos cinco reis residentes no vale do lordáo. da tribo deludá (1 Cr 4. "filho da alinha triste­ e trouxe de volta Ló Na volta. cor um claro contraste entre a atitude do rei de Sodoma para com Abraao e o com­ B E O R .49).5: 24. BERA. Este deu glória a quem merecia. mas Abraão de­ muito difícil e u máe morreu pouco lem­ volveu tudo a Bera e disse: "Náo lomarei po depois de ver que o bebé era um me­ coisa alguma de tudo 0 que e le u . Na verda­ Efraim (Belém).8. çou Quedorlaomer em sua rola para o nor­ da tribo de Levi f l Cr 24. cas 7. Membro da Iribo de Benjamim que se arrependeu de tor-so ■asado com uma mulher estrangeira (EM 10.BENO vollti para abrir os olh os deles (Al 2 6 .n. Efraim ita p líd er do c lã dos bequeritos (Nm 26. Como a iribo de Benjamim. 2.10).20. que ajudou na recouslrução do Templo..c.43). 98 .Des­ A intenção do autot era a de eslabelecendente defei. sobrinho de Abraão. IMomc dado ao bisneto de Benja­ mim. o apóstolo reconheceu que em a ativida­ do redentora «lo Senhor. veja Anraft‘1). o qual reinou antes que u mo­ 201.15. quando chegou o mo­ de. Em sua vida nó­ com todo o espólio e permitisse apenas made.32).

Dois Uliios de Efraim.35. Um dos filhos de Aser. Filbo de Efraim (1 Cr 7. Eles eram ambldestros.BER1AS BERACA (Heb “bénçáo“)l Um dos gunrreiros da tribo de Buujamim que deserta­ ram rio exército do Suul e se uniram u Davi. BER EN IC E. seu palácio loi queimado na guerra que se seguiu. Filbo de Mesezabel. cooperou na construção dos muros d »? Jerusalém sob a direçáo de Neemias (Ne 3.M . BER ED E.12).1 i. bem curau de todos os chetes militares e dos principais da cidade (At 25.3 11.30. é citado apenas na genealogia de 1 Cró­ nicas 3.16).23). foi um dos líderes que persuadi­ ram os soldados israelitas a libertar os prisioneiros que fizeram na guerra con­ tra Judá.3 J ). Depois que se retiraram. da Iribo de Efraim. Filho de Zofã. ua genealogia que vai de Benjamim a Saul I i Cr 8. Descendente dn Benjami m. H .er julgado por esle governante romano e apeJado para o im­ perador. em Núme­ ros 26. 6 .30. leinos que loi a Cesaréin com aeu irmão “a saudar Festo".39. 4. mas judeus de nascimeoto. em Zichigiu: (1 Cr 12. 5. Descendente de Efraim n fi­ lho de Sulelá (1 Cr 7.n. segundo o historiador fosefu. foi um dos chefes ila tribo de Aser (1 Cr 7. Seus lifhós foram Héher e Mulquiel Poi g pro­ genitor do clã dos beriilas (Gn 46. Filha de Herodes Agripa T e irmã de Ilerodes Agripa U. 15. BER EQ UIAS / B A R AQ UIA S. BE RI.4. ao tempo do rei Peca (2 Cr 28. tanto pcrr Festo t omo por Paulo.13). Agripa podíu para ouvir Paulo. 3. Nm 20. p.18). É também chamado de Bequor.23).45: 1 Cr 7. Consoquontemnule. d ” . 3.3).14: N«: 12. Era um dos lideres das famílias que viviam em Ajjalom e rece- 99 . lenlaram roubar o gado dos filisteus de Cate e foram mortos por eles. hábeis uo manuseio do arco e da funda com ambas as mãos. R?ii d« Taule.20. Em sua explanação sobre a fé em Cristo. concordaram que Paulo nada íinhfi feito que merecesse Sua prisão ou execução (At 25. Eram tidos em alta consideração. Filho de Asa. "o Senhor tom criado")Citado como iilhn dn Simei. em 06 d. foi cham a d o de Berias p o r q u e as coisas não iam bem em sua f n m f l i n e o nome tem som semelhante ao ria pidavra 'infortúnio'’. ao ten­ tar impedir o massacre de judeus pelo procurador romano Céssio Floro.C.30). O apóstolo ftililn tingia acabada de t. Seus soldados quase a mataram e. Berenice arriscou a própria vida. Berenice e Agripa eram aristocratas romanos.17. era um levita citado entre os que retomaram para )udã depois do exíliu babilónico (1 Cr 9. no hebraico. Levita.36).16). 1 . cujo Liiba Asafe loi nomea­ do pelo rei Davi para um importante ser­ viço no Tabernáculo 11 Cr 6. Com o passar do tempo. Seu nome só è citado na livro de Zacarias. um dos que se opuseram ao projeto de reconstrução r i a cidade santa (Ne 647. Ezer p Elade. Filho de Mesiiemole. ele é chamado de filho de Ido.Em Aios 25. o qual foi trazido à sua presença e de Berenice. o companheirismo muito pró­ ximo entre os dois irmãos suscitou hoalos sobre um relacionamento incestuoso. (1 Cr 7. 2. Sua neta casou-se com Joana.21|. BERAÍAS (Heb.20). BERIAS. Esse interessante caso judicial lornou-se assunto de discussão entre Festo e seus convidados. FiLho di: Trio e pal do profeta Zacarias (Zc 1.1). o apóstolo fez um apelo paro que Agripa se tomasse cristão.17).c. Quando os ancestrais deste pro­ feta são njeudouiidos em outros textos. pois seu nomo é complemente ignorada (Ed 6. filho de Eiptial (1 Cr 8. 2. 1 .21). Uni dos Cinco filhos de Zorobabel. filho de Tobias.44.

nhos e o Lraballio artístico necessários nas escalas para o serviço de adora­ para < i Tenda da Congregação (Taber­ ção.10. do espiritual e a importância do trabuliio são dessa forma enfatizados. Porte do dom BETUEL. depois do retomo do do Acabe e Jezabel (w.2 9 ). Da tribo de Jud. Èxodo 3 1. Descendente de Aser. p. tais corno trabalho com metais pre­ BESAI. a futura esposa de a glória do Senhor (Ex 35.5.2: 1 Cr 2.49. Sem dúvida. 37:1.oni BID CA R. Rii de Mesulão. BEZA I. Em especialmente 3lt.lti.2 3 . 2 4 . marcenaria • • mesmo tapeçaria. Benjamita.20 e 28. e de 2.eu'.201. pois foi o pai na Ifendu da Congregação fosse leito para de Labáo e Rebeca. o qual dele. 38:22. eram considerados como nma só náculo). Na ver­ dade. que B IC R I. 2 Cí Gânesis 25. ‘sob a proteção de Jieram o crédito por lurem afugentado os Deus").18). Pertencia descreve como o próprio .lõ tios gersonitas. Personagem par­ ensinar outros de forma que o trabalho ticularmente significativo. para que realizasse o tra­ balho totalmente para a glória do Senhor B ES O D ÉIA S (Heb. conhecimento”. posa adequada para o filho Isaque. no rara nos tempos do AT. em busca de uma es­ tempo de Esdras (Ed 10. no servo ale Padá-Arã.6). O significa­ Neemias (Ne 3. 100 .i. ele possuía extrafamília. Da pessoa de Aobabn. Seba bderou uma rebelião contra o rei Davi [v. 1 .. por isso. pois geralmente muro de Jerusalém. veja Isaque (Gn 2 2 . de habilidade. foi pai de Sebn (2 Sm Deixs cumpriu suas promessas feitas a 201 e provavelmente o líder do clã conhe­ Abraão. por isso.5]. 4. ca­ com cananeus. irmân de Rebeca.11). mi de Israel. é 324). mas loi pela descen­ dência de Betuel. sobrinho de Abraão. Um dos líderes que selaram o pac­quando este conspirou contra Jorão. 323 dos seus descendentes retornaram do exílio babilónico r. 1). Ne 7. Capitão do exércilo do rei JeÚ Neemias (Ed 2 17: em Nr 7. |eu fora ungido rei de Israel por to feito pelo povo de adorar ao Senhor e Eliseu e recebera ardons do destruir a casa obedecer à sua Lei. Descendente de Paate-Moabe. 6-JOJ. 2. o texto chama u 1.l.Senhor o esco­ ao c. Um dus filhos de Sim ei da tri.31.indicado pelo Senhor para iraballiaj na construção do Taberuaculo.3 bo de Levi Í1 Cí 23.30). da Betuel era de Padá-Arã. 1.BESAI B E Z A L E L (Heb.1 5 .2 2 . Labão. "no conselho secre­ e soubesse Rxat&mente o que se requeria to do Senhor” I. ordinario (alento natural em diferentes áreas.2. Filha do Naor e Milca: portan­ que Deus lhe dou foi a habilidade para to. Num con­ exílio babilónico (Ne 10. era filho de moradores de Cate. Deus lambém deu a Bezalel um aju­ atenção especialmente para o fato de que dante espucial. Eia importante tribo de Dã que os filhos de Abraão não se casassem 2.37) mente com Isaque. por rumo de Reboca.30— 39. Tal plenitude do Espírito Sanlo era ajudou a reparar "a Porta da Velha". tre os servos do Templo que retornaram mas o Senhor o encheu “do Espírito de do exílio babilónico com Neemias (Ed Deus. Foi listados no v.2.52). Seus descendentes estavam en­ ciosos. Niím ele nem seu lheu especialmente para lazer os dese­ irmãtj feús Liveram filhos e. na administração de se limilava a profetas e reis. fez o mai­ BEZER.14|. de inlebgéncia. ele enviou seu sara-se com unja mulher estrangeira. cido como os b e rita s (v. filho de or empenha ein vê-la casada satisfatoria­ Zofn (1 Cr 7. Seus filhos estáo Uri e neto de Hur (Êx 31.23 o uúmero e chefe de suas carruagens (2 Rs 9.25).

Umo jovem sorva. Bila foi 0 mãe de Dá e Nftftuli. era um dos trés “amigos” de Jó (Jó 2. um dos lideres tribais em Spit.BILDADE fronto com Jorão. Alinhado com o ensino bíblico. Em seu segundo discurso. o roi Iiiij nos registros «lo reino sobre a denuncia dos dois conspiradores feita por Mordecai e pela manhã ordenou que Hamá lhe prestasse uma série de botui. B iL D A D E . BIGTÃ. 2 . descobriria que sofreram devido aos seus pecados e às Uansgressóes de suas famíli­ as.20-22). dada a Raquel por sou pai 110 dia do casamento dela |Gn 29 2 9 ). Retornou do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. Alguns de seus descendentes subi­ ram para Jerusalém rom Esdras. então as aflições que pade­ cia seriam apenas lemporánas.27. embora depois Deus te­ BI LÃ.7). onde Esaú se es­ tabeleceu (Gn 36.1. sugeriu que Jó deveria olhar para as gerações pas­ sadas e aprender com elas.21)4 A razão para a inclu­ são deles no relato do livro de Ester íoi devido ò descoberta do plano secreto e à denúncia feila pelo judeu Mordecai Hamã linha 1'eilo lodos os arranjos para que esle fosse enforcado por não so inelinar dianto dele. Veja Vasti.16). 1. s.19 o número e 2. Posteriorm ente torn ou -se concubina de Jacó (Gn 30. 1. B ILA. Finalmente. 7.13). I Cr 1. Ne. Um dos sele eunucos que servi­ am ao rei Assuero (Xerxes) (Et 1. essa talvez fosse a causa do sofrimento de Jó e ele estaria totalmente errado por negar sua culpa diante de Deus (Jó 6. 3. Numa noite de insónia. 1 Cr 7. BIGTÀ. Filho de Jedioal. olerecerara-lh« várias for­ mas de consellm. Portanto. Bidcar recebeu ordem de jogar o cadáver no cam­ po do Nabole. nha ouvido suas orações e lhe lenha con­ cedido dois filhos orn Canaã (José e Benjamim).0 5 6 de seus d escen d en tes retomaram do exílio com Neemias [Ed 2. inicialmente. se Jõ lo^so re­ almente justo. pois Deus agiria rapidamente e traria novamente a alegria (Jó 8. BI Idade foi o segundo a daT seu conse­ lho. Bddade acreditavB que. eles procuraram o patriarca para 'coudoer-se dele. veja Mordfícoi e Ester. por parte do rei.10).*nagens. Para mais detalhes. 46. Jeú aceit0U-0 e malouo com uma flecha. duranto o roinado do Artoxorxes (Ed 8. 2 . como juízo pelos pe­ cados fie idolatria e feitiçaria que foram introduzidos um Israel por Jezabel.11). o filho mais velho de Jacó o Lia (Gn 35.067).3). tempos mais tardo ajudou na sal­ vação dos judeus dos perversos desígni­ os de Hamá. Um ilos lideres que selaram o paclo feito pelo povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10.25. en­ quanto os pecadores recebiam sofrimen­ to.25. Cada um de seus sete filhos listados um 1 Crónicas 7. Sft fizesse isso. O ensino que Bildade acredi­ tava que o patriarca deveria aceitar era que o justo era abençoado universalmente. B I G V A I .42). Bildade demonstrou estar uborreddo e desapon­ tado com as alegações fie inocência de Jó 10 1 . sob a provaçao divina. Ela lambem teve um relacionamento incestuoso com Rúbon. que se lornaram progenitores de duas imporlanles tribos em Israel (Gn 35. neto de Benjamim.14. tornaramse incapazes do folar por longo tempo.v. 2. e consolá-lo". pois Ra­ quel era estéril.10 loi cabeça de uma família. Primeiro filho de Eser. Enfalizou a justiça de Deus (Jó 6.14). 4 . portanto. em Ne 7.3-7]. “Su íta”.2.22). Esse reconhecimento.8-13). Quando vi­ ram os terríveis problemas que [ó enfren­ tava. Um dos dois porteiros que guar­ davam o portão do palácio do rei Assuero Ele e seu companheiro Teres “se indignaram e conspiraram para assassinar o rui Assuoro" (El 2 .

15).2).18. Descendente de ftiate-Moobe. 5. monaícas foram subjugados por 13 anos. Era o governante de Gomone (Gn 14. 5-21J.33). quando Abraão vivia per­ quo ministraria (1 Cr 24. ura roto. Filho de Malquiel e des­ Iribo de Benjamim « pai de Rafa.9. Bildade reciLou um hino de louvor ao Deus Criador e faz uma compararão com o pecado dn humanidade (jò 25. es­ tava entre os judeu» culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras [Ed 10. Birsa con­ sua Lei (Ne 10. o líder dessa família era Satnua (Ne 12. de clã. o qual foi escolhido B IR S A . Descendente do rei $aul. era «la BIRZAVITE. "conslruir'). depois de vencê-lo em batalha.k BILGA. 9.U.8). A derro ia envol­ povo de adorar ao Senhor e obedecer ò veu o cativeiro dos sodomitas. ma pessoa menr iouudu om Bilgo 2. para que o palriarca oferecesse sacrifícios pelos três.8). L Pai de Noadias* o qual foi um dos que pesaram a prata e o ouro trazidos de V K>lla da Babilónia com Esdras (Ed 8. Sacerdote que viveu duran­ te o reinado de Davi. 4. Filha de Henadade (lambém chama­ do de Ba vai). Era fi­ cendente de Aser (l Cr 7. Rolornou do exílio com Neemias bem foi conduzido cativo: por isso. tio Abraão resolveu liberta-lo. Todo o I ív t o d e Jó revela claramente como a tão repetida explicarão religiosa da causa e do eleito Ipecado/jutzo.7). Ele perse­ guiu e alcanvou Quedorlaomer bem uo BI MAL. bo de Aaej (1 Cr 7.8).18). Um dos levitas que retornaram do exíiiu com Zorobabel |Ne 12. era governador da metade do distrito de Queda. BINEÁ.1-8). m. Um dos filhos d'1 Jallote. Nos dias de reis procedentes da Mesopolámia. Provavelmento 6 a mes­ seguiu fugir e salvar a vida (Gn 14. seu (Ed 2 .31).G. por isso. Ló lam­ BILSÃ. enfalizou o castigo <ie Deus sobre os ímpios e advertiu o pa' Iriarca quanlo ao perigo de ijuestionar as agueis do Seulvor (vv. lho de Moza (1 Cr 8. Uni dos liderados por Quedotlaomer Ipara mais sacerdotes que selaram o pado leito pelo detalhes veja Aura fel]. 1.38). 048 descendentes de um certo Binui retomaram do exilio com Neemias (Ne 7. esses Joiaquhn. cuja . Foi um dos ho­ lrouxe seu sobrinho de volta e recuperou mens valentes e rhef». 3. a fim de serem perdoados: “O meu servo Jó orará por vos. "jovialidade”1 . todos os. e não vos I ratarei conforma u vossa lonouru. Deus vindicou Jó o ordenou aus stíus amigos que fossam a ele. 102 . em Neemias 12. 2.37. Depois do exílio babilónico com Zorobabel e de serem derrotados por unia coalizão: de )e:>ua. como o meu servo Jó" (Jó 42. (Heb. até que finalmente se rebelaram. da tri­ norle e. Um dos cinco reisresidenles no por -sorteio para ser o 15* na ordem em vale do Jordão.DILGA (In 18.2).33).24J. Foi também um dos levilas que selaram o pac­ to do povo em Neemias 10. A rebe­ lião foi sufocada pelos quatro monarcas.-13). e aceitarei a sua oração. . quando as pessoas são confrontadas pelo Todo-po­ deroso. Ancestral de alguns dos que foram culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras (Ed 10.5. BINUI (Heb.soberania é tcitul No final.2 : Ne 7. mais curto.14). Na conquista de Gomona. justiçâ/bêurv â u D ) é simplista demais. seus bens e provisões foram levados. 6 .1. Vós não falastes de mim o qui. f. No terceiro e último discurso. 2 Um dos sacerdotes que retomaram to dos carv alh ais do M a n re ”. todo o espólio. BILGAI. Ajudou na recons­ trução dos muros de Jerusalém depois do exílio.301. trahalhuudo na snçõo que ia da casa de Azarias até a esquina (Ni: 3.10).

Ao o u v ít o discurso de Herodes. BITIA (Heb.ni u Belém. da tribo de ludá. inclusive apoio financeiro. A aXpresáâo traduzida nomo "homem poderoso” em Rute 2.7). mas existe especulação de que foi devido ao temperamento explosivo dos dois. Não está cla­ ro por que Jesus lhes deu esse nome. por isso seu nome aparece nesta genealogia l i Cr 4. escreveu unia car­ ia ao rei Artaxerxes. BOû Filho de Rúben. veja Mjtrrdatf!. quando os chamou para serem seus discípulos. Filha de um dos laraós.BOAZ BISLÃO. que viveu em Belém de Judá no período dos luizes (Kt 1 . Ali. lanlo em significado c o m o em propósito no livro de Rute. Mateus e Lucas. Casou-se com Merede. os membros da mesma família linham várias responsabilidades uns com os ou­ tros. Um claro contraste é enlão estabelecido. o povo de Tiro e Sidom. O rei loi imediata­ mente ferido por um anjo do Sonhor e morreu. solicitou uma audiência de re co n ciliação . 6 . BLAS TO. 1 1 . entre Herodes. Embora tenha relação com 103 . Marcos traduziu a pal. parente do marido falecido de Noemi. e a Palavra de Deus.1).ido por lesus a Tiago \ i João. a aiençãoe tirada de Rute e Boaz e colocada uo propósito rriais amplo de Dous na história |Rt 4. ].78).ivrn i. os visitantes o ovacionaram como se ele to 9se um deu?. que c hegara.3). BOANERGES. ê mencionado mtmente em conexão com a "pedra de Boa” (Js 1 S. um importante marco da fronleira entre ludá e Benjamim. É provável que se tenha convertid o ã religião israelita. que morreu. BIZTA. Veja Tiago n foõo. que "crescia e se multiplicava” (At 12-24). e interessados em conseguir seu íavor.10) Veja Vo s Ij . "lilha do Senhor’ ). Um dbs sele eunucos que servi­ am o rei Assuero (Xorxes) (El 1. 18. 1 é multiforme. E descrito em algumas tradu­ ções como "camamiio de confiança do rei [Herodes Agripa IJ ‘ ÍAl 12. era uma maneira zombeteira de expressar depen­ dência da providência divina). filhos de Zebedeu.17). [untocom Mitredâte. BOAZ (Heb. Boaz ê apresentado em Rute 2. "porqui: não deu gloria o Deus” (Al 12. Quando Herodes viajou paia Cesarêia. “a força está nele"). Ele não é citado nas genealogias fie R ú b e n . Boaz loi um proprietário do terras temente a Deus. viuvas e sem nenhum recurso financeiro. quo provavelmente falou com o rei nm favor deles. com quem tiv«ra um de­ sentendimento. quando buscava um campo onde recolher algu­ mas espigas (RI 2.1 como "homem poderoso e rico”.17-22). Nome d. Furioso com eles.201. a ÍLm de laser acusar ÇÕes contra o povo de Judá (Ed 4. Na Lei dè Moisés.2. Sua entrada no cam­ po deu a Boaz a oportunidade inicial de tornar-se seu benfeitor e abriu o caminho para que se casasse com ela no sistema de leyiralo |Rt 3 e 4). EJe era o dono das terras nos quais Rnle foi “respigar" (no liehraico. O primeiro capítulo de Rute termina com Noemi o sua nora moabita. Nome encontrado no livro de Rute e nas genealogias em 1 Crónicas. Tabeel e outros companheiros. Ca­ sou-se com Rute e tomou-se ancestral do rei Davi e de Jesus Cristo. em al­ guns casos.om o signifi­ cado de "filhos do trovão*’. A redenção da terra e as vari­ ações nos relucionamtmlos familiares pre­ param o lkíitur para a mudança de pers­ pectiva nos versículos linais do livro. Herodes mandara suspender Iodas as ex­ portações de allm enloe outros produtos essenc iais para as duas cidades A audi­ ência foi conseguida por meio de Blasto. O cenário p estabelecido para o even­ to na uarraLiva do livro pela descrição dos laços familiares entre Boaz e Noemi e o caráter exemplar dele. Para mais detalhes.

ar que ele ler ia lanto uma mãe como uma esposa genlia. embora possa ler algo a ver com o pró­ prio significado dos nomes: Jaquim sig­ nifica “Deus estabelecerá" Boaz. o levita ou o samarilano. para uma audiência composta por judeus. Ranhe.1. Embora haja pro­ babilidade de que uma ou mais gerações lallem na árvore genealógica nesse ponto. em ambas as cenas ele responde com graça e generosidade muito além da letra da Lei. mos as palavras no original hebraico indicam que Boaz (2.21. 11 -17|.11) formavam um parperfoito.1-12 foi necessário que Boaz demonstrasse Ioda sua sabedoria e sou discernim ento.44). como o samarilano procedeu. a . A parábola ensina duas verdades. A parábola do Bom Samaritano é exclusiva do evange­ lho de Lucas f 10 25-37 1. Para apreciar sua profundidade. é importante considerar que. 0 seiíundo dos seis filhos deAzeJ (1 Cr 8. Obede. devemos ser o "próximo" que se preocupa com Os ou­ tros. 1 1 . BOCRU. náo pôde nem mesmo mencionar o samarilano (v. Da tribo de Benjamim.32.eléncia moral o espiritualetal­ vez até mesmo à sua coragem reconheci­ da « honra. como lam­ bém de sua móe. A versão da linhagem de Crislo em MaLeus 1. b . G nascimento de Obedo é também um elo crucial na qualificação de Davi como rei de Israel e de Jesus coiuo o Mes­ sias. BOM SA M AR ITA NO . Em vez de perguntarmos: "E quem é o meu 104 .1) o Rute (3. M u narrativa do livro de Rute.3-10).17). Da mesma maneira. Em Provérbios 31. A razão exala por que elas recoberam esses nomes não é clara. quando levou o parente anónimo a renun­ ciar ao direito de ser o remidor de Noemi e Rute (Rt 4. O casamento «le Boaz e Rute. 2 Cr 3. o sacerdote. 1 2 : 3. a prostituía de lericó (Js 2). tanto do ponlo de vísia moral nomo nspirilual.18*22.10 o equivalento a essa frase é usado para falar da excelência da esposa perfeita Um termo similar lambém íoi usado com referência aos "valentes de Davi". Em Rute 4. conhecidos como guerrRiros valorosos (2 Sm 23. para aproveitar a oportunidade de consumar o desejado casamento de levirato com Rute. em Rute 4. Devido ao seu papel central nessa linhagem e provavelmente lambém por causa de seu caráter exemplar.2). Era descendente de Saul. A da direita chaiuava-se Jaquim. Essa observação é fortalecida pela inleracão de Boaz e Rute. mas faz os coisas de tal maneira que impressiona Boaz com seu carater (R) 2 . Primeiro.11). O fato de que tal “mesliço" pudesse demoustrar compaixão era tuna surpresa nu parábo­ la Quando o doutor dn lei respondeu a pergunta de Jesus sobre qual dos três.8-39). foi motivo de muita alegria em Ioda a cidade de Belém (Rt 4 . isso pode signifii. construiria no Templo de Salomão por Hiráa (1 Rs 7. paia que a genealogia tenha um formato simétrico (Ml 1. 2 O nome da coluna do lado esquer­ do.1 1 . fora o próximo do homem atacado pelos la­ drões. um lipo de “mestiço" rociai.37). Boaz é citado Da sequência da árvore genealógica da família de Davi em I Cróni­ cas 2 .17).11). Em ambas as tonas ela tomã a inicia­ tiva.10. Salmom. Boaz é honrado com a sétim a p osição na genealogia reaJ do Davi. As diferentes traduções fios termos obscu­ recem um pouco a idéia. . Elo o tez. nos capítulos 2 p 3 . 1 2 e rm genealogia messiânica em Lucas 3..5 inclui não somente o nome de Rute e dn que é colocado na posi­ ção de pai de Boaz.BOCRU a proeminência de Boaz em Belém (veja lambém Rl 4. um samarilano era um réprobo da fé. i . provavelmente se rofere ã sua (sxr. pois tinha um mistura do sangue judeu com gentio e ropreseutava uma defecção do Judaísmo (veja Somari/cmos). bem como o nascimento do filho deles. "a for­ ça está nele". é passível que a mãe de Boaz seja Raabe. nomo “uma mullier virtuosa” (3. a ex­ pressão também faz um paralelo l»em pró­ ximo cnm u descrição da própria Rute.38:9.

25). o videule do rei (1 Cr 25.2 1 ). pai ríoprofela Ezequiel. p u is e S S ft i n f o r m a ç ã o n á o l e m b a s p n o l e x l o b í b l i c a ( M V e m i n g l ê s ) ( N o t a t i o T r a d u l o r ) . J e s u s s a la d a v e l h a e a p r o x í m a v a . era um dos líderes da tribo de Dá e íoi um dos que. Era irmão de Beluel.4. sobrinho de Abraão. um dos le­ vitas que so estabeleceram nm Joru$a)ém depois do exílio (Ne I 1. Era Filho de llemã. BUNA (Heb. Pai de Uzi e ílLho de Abisua. Filho de Jogii.u. q u e t r a z íté d u a s v a r i a ç õ a s d o n o m e (N o la d o T ra d u u > r| . C o n f o r m e o s e x p o s i t o r e s b i b l i n o s . h a v i a d u a s c i d a d e s c ò m o n o m e d e J è T iC ó : a v e l h a e a n o v o .s e d a n o v a e e l e s õ r e g i s t r o u u c u r a d o Cego q u n d a m o n : jii M a t e u s r e f e r i u . pai de Kebeca (Gn 2 2 .15). 2. portan­ to.4. uosso próximo às vezes suigo de lugares surpreendentes O doutor dn loi jamais esperava que um samarilano seria um exemplo. 1 . BUZ. 1 . Às vezes um tiorn próximo pode ter raízes surpreendentes n. como de fato foL Jesus ensinou que não devemos discriminar uma pes­ soa simplesmente por causa de sua raça. conforme instruções do Senhor a Moisés.4)'. 2 Um dos lideres que selaram o pac­ to Feito pelo povo de adorar ao Senhor e obedec e r á sua Lei (Np 10.22). pai de Jado (1 Cr 5. 3.51. 'inteligência”). du­ rante o reinado de Davi. BUQUI. BU Q UI A S . . 2.BUZ1 próximo?”. Esdras foi um de seus descendentes (Ed 7.v is a ? ). Levita que fioou em pé.13). na esca­ da. Jesus disse que simplesmen­ te devemos ”ser o próximo”. 1. 105 . Filho de Milca e Naor. Segundn. N a c o n £ $ p ç â r > d e L u r a s . B u n u o m e n c i o n a d o n o l l v m o r i g i n a l c o m o lilh c j d e R ã o e N e t o d e J e r a m e e l : p o i v á v e ) e r r o . Um dos "filhos de Asafe” listado entre os que íoram separados para o ministério profético e da música. BUNI.s e à s a íd a d a c i d a d e v e l h a e à c u i a d o s d o i s c e g o s q u e p e d i a m e s m o l a | N o l a d o R e . enquanto a Lei era lida. Ancestral de Semaías. Um homem da Iribo de Gade. Filho de JeraiiiRfil e irmão de Rão3 fl Cr 2.5. Vivia na Babilónia (Ez. deveriam repartir a terra (Nm 34 17. em Neemias 9.14).3). 1 . Era da tribo de ludá.15). Sacerdote. • 1 E s s e v e r b e t e f o i i n c l u í d o d e v i d t i h V n r a ã n C o n t e m p o r â n e â . BUZI. é re­ gistrado na lisla dos descendemos de Levi em 1 Crónicas 6.

mas como sumo sacerdote n a q u e l e ano. Cailás e os lideres planejavam como matar íesus.Ô. de gratidão ao Senhor: “ Alcancei do Senhor um homem” (Gn 4. 0 .571. torturaram è crucificaram o Fillio de Deus. provavelmente manteve uma influência considerável. Também uniu-se a Neemias d o parlo que Foi selado pelo povo de adorai ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 9 .2.3. Embora lenha dito isso m otivado sim p lesm en te pela auto preservação.fi.c CADMIEL. e da sua g o T d u ra " íw. O antagonismo de Caifás para com a fé crislã e sua perseguição aos crentes corilinuou bem depois da morte do Jesus (Al 4 .G . onde as testemu­ nhas não eram coerentes.40: 3 9. mas também pára reunir •?m um só corpo os Filhos de Deus que andavam dispersos" ÍJo 1 1 . foi o próprio Caifás quem presidiu u Sinédrio. losus respondeu: “Eu sou”.3. quando Cristo foi levado para s o r julgado [Ml 26.2 . Qulro levila que viveu na mesma época.) e é nov&menle enfatizado nesse ex­ traordinário episódio.1). é um farte temn uo evangelho de João |Jo 2. esse era precisamente o curso da ação fjue Deus linha em men­ te para Jesus.6 I). Ele foi "la­ vrador da torra”. Sou sogro Anás. Eslava entre os que Lideraram o povo na adoraçao e nos cânticos depois da leilura do Lm o dn Lei ó no prolonga­ do período du confissão dos pecados. aprendemos que Caifás sobre­ viveu nu Função de sumo sacerdote (car­ go políticol por quase dezoito anos. 5 1 . O primeiro levou alguns frutos da torro e o segundo ofereceu um “dos primogénitos das suas ovelhas. Joâo identificou c luramfinto esse comentário como uma profecia: 'Ele náo disse isto de si mesmo. as au­ toridades judaicas se reuniram para re­ solver o que lazer com Jesus Diante da possibilidade do poder delas sohre o povo ser ameaçado por Cristo. A soberania do Seniior.14). ao levar Jesus até a cruz para morrer como o Cordeiro do Deus peio pecado do mundo. mas para Caim e para a 106 . na qual Anás era considerado o poder por Irás do "trono" Apòs a ressurreição de Lázaro. 2 1 . No 7 43). Nesse ponto eles condenaram. 1 3 . enquanto o gen­ ro esteve no cargo. etc. e qur não pereça Ioda a nação".3). pastor de ovelhas tvv. Primeiro filho de Adão e Eva. Caim e Abel. sentiram que os romanos viriam contra eles e sua religião Ilo 11. o Filho do Deus Bendito'” (Mc L-I. a qual da a idéia dè que ambos ocupavam u posição de sumo sacerdote. apresentaram suas ofertas ao Senhor. Essa relação prova­ velmente reflete o aspocto político da si­ tuação. historiai Iot judeu. pro­ fetizou que lesus morreria. o supremo líder religioso antes dele.). Daquele momento em diante.1 2 .4. CAIM. Veja Anós. Depois de algum tempo. 1 . Assim. P . Caifás argumentou: "Vós não percebeis que convem quo um só homem morra pelo povo. 2 . Naquele julgamento.4M-53: 18. tí. “ Atentou o Senhor para Abel e paru sua oferta. Seu nome é relacionado com a exclamação do Eva. p.qu CAIFÁS.29: etc. Lsso explica a estra­ nha referência em Lucas :t. íoi o sumo sa­ cerdote quem finalmente fez a pergun­ ta direi a: “És lu o Cristo. ambos.4). l’ Joi melo de Josefo. E não somenle j>ela nação.5: 1 0 . diferentemente de seu irmão. 32. 5 2 ) .24). Levita cujos descerideules estavam en lre os judeus que retornaram do exílio cia Babdôni» para Jerusalém com Zorobabel rEd 2.D .

em Lucas 3. Jd 1 1 1 p. Caim foi então condenado peto Senhor u ser "fugitivo e errante pela terra" fv.d.omparando-o com o desses homens: por isso. 1. CÀINÃ. depois que foi rejeitado poi Deus. CALCOL. O texto náo indica por que Deus fez essa dlstingân entre as duas ofertas. Titulo dudo ao povo que vi­ via ua área conhecida como o reino da Babilónia. Génesis 4 examina a atitude de Caim. Alguns suge­ rem que talvez. Suas açóes subsequentes confirmam essa impressão. Provavelmente é h mesma pessoa referida no item 1 . 2 5 . 1 7 2 2 1 . é tilado na genealogia q u e Ugu Josus u Adão. Em t Crónicas 2 . referido como a dos pântanos. Efe se irara contra o Senhor e seu irmão. Originalmente era o nome dc um distrito. 1. Os descenden­ tes de Sete permaneceram fiéis a Deus. Quan­ do Deus perguntou-lhe o que acontecera com Abel.37). Lider da 1'amíLia sacerdotal de Salai. Pai de Saia e filho de Aiiaxadu.36. rios seus ciúmes e da sua falia de fé 1Mb 11 4. Filho .CALDEU sua oferta náo atentou" (w 4. Listado também na genealogia apresentada por Lucas que vai de Jesus a Adão (Gn 5. ‘‘rápido ‘1. a fim de que pudessem chegar diante de Deus: contudo. ao mencio­ nar que “o pecado jaz ã porta . é melhor olhar­ mos o que o próprio lexloenfatiza. para que não fosse moiio.29'1. Caim íoi enlao para a terra de Node. Fillio de Enos. Lc 3.6 . sobre ele deves dominar" (v. i..c. Sou nome não se encontra uu lista de Génesis 10. encontramos Calcol uo texto de 1 Reis -1. enquanln os de Caim foram transgres­ sores (veja Lnmpqun. Caim pediu ao irmáo que o acompa­ nhasse ao campo. CALAI (Heb.de Mão L era famoso por sua sabedoria. A terra original. mesmo naquela época tão remola. estava entre os levi­ tas que retornaram com Zorobabel do exílio na Babilónia (No 12. Per­ tencia ao antigo grupo de lideres de todo 0 povo e viveu 910 anos.20). O escritor demonstra a grandeza du conhecimento de Salomão.12) Pãrn protegê-lo.5). Este nasceu a Adão e Eva depois da mor­ te de Abol b foi p a i a eles o substituto do irmão morto (Gn 4 . Deus colocou nele nm sinal. eln s e tomou o ancestral dos povos nómades. que agora separa o Irá do Iraque. enquanto vagasse pelo mun­ do. 2 6 ) . a fim de confrontá-lo sobre sua reação o destacou que sua oferta seria acoita. que ofuscou até mes­ mo os que eram reconhecidos naqueles dias pelo conhecimeuto2. talvez pelos descenden­ tes de Abel. O Seidior faiou com oJe.7) é que aquele que nos sonda sabia quis o coração de Caim era pecaminoso. Deus deu a Salomão uma sabedo­ ria extraordinária. se ele “procedesse bem".9-J4: 1 Cr 1 . dos que tocavam instrumentos musicais e dos que trabalhavam com bronze e ferro (Cu 4 . A ntigos textos 107 . As gerações futuras foram desafiadas a lembrar Caim e aprender do seu peca­ do. ele replicou com a famosa de­ claração : “Não set.12. Ficou irado e deprimido (v. Sott: e A/oé). Acaso sou eu guardador do meu irmão?” (Gn 491. Esse enten­ dimento sobre o problema de Caim !em apoio euu Hebreus 1 14 onde o escritor faz uma distinção entre ele e Abel no senrido ila fé que o segundo demonstrou. 2.2 . onde o matou. Caim e sua esposa tiveram um filho e o chamaram de Enoque. A impli­ cação cio comentário de Deus. a leste do Éden. O rontraste entre esse r e l a t o de Caim (Gn 4 1 e o de Setr» (Gn 5) é significativo. é citado como um dos filihos do Zeni e descendente rle jiidá. o Senhor revelara a Adão o Eva que um sacrifício com sangue seria ne­ cessário.5). 1 lo 3. nos dias moder­ nos é frequentemente associada com os “Árabes dos Pântanos" — o território ao norle dn Golfo Pérsico. Em resposta ao seu pedido (v. CALDEU.31. tomou-se pai de Maaláleel aos 70 anos de idade.

Somente Calebe e Josué vive­ ram o tempo suficiente para entrai ria ter­ ra e ambos tiveram p a r t i c i p a ç ã o signifi­ cativa nas batalhas de conquista de C anaã. A tradi­ ção da grande cultura deles sobrevive (cf. desposou Efrale. É importante notar quo Calebe.c. foi o urtesão que trabalhou na conslrução do Tabernáculo 11 Cr 2.26-29: 13. Calebe ofereceu sua filha Acsa em casamenlo ao homem que conquis­ tasse Quiriate-Sefer (Debir: Jz 1 . Depois que ela morreu. Outro C a le b e 1 foi irmão de fera meei e filho de Hezrom. a quenezeu (Nm 32. com quem gerou Hur.CALEBE cuneiformes babilónios chamam os ha­ b itan tes dessas “torras do m ar" de kaldtts. Ele liderou pessoalmente as forças que derrotaram os gigantes e tempos maJs tarde recebeu aquola área como herança (Js 14. E^equiel e Esdras. oudo o rei tle Moabe ofereceu o próprio filho. 1. em lace de adversários tão assus­ tadores — essa foi a essência da verda­ deira fé que Calebe demonstrou e com a qual todos nós podemos aprender.36: etc. Êx 31.27. que viviam próximos ii Hebrom. CALEBE.23). 1 11 para ele. Tão-somenle não sejais rebel­ des contra o Senhor. neto de Hur. Se o Senhor se agra­ dai de nós.14). 15. por cuusa disso. Como casligo sobre o povo pela falta de fé. A perseverança "em seguir ao Senhor” de Calebe iJs 14. Moisés o escolbeu para represent.7-9). como o Todo-poderoso que jamais falha em suas promessas. Seus filhos são citados em 1 Crónicas 4.) tornou se um exemplo para as futuras gerações. de entrar eui Canaã. mas o Se­ nhor está uonosco. o quul dissera anos antes que o Senhor destruiria os anaquins.6-15. Em Daniel. mas agir baseado nisso. Dez dos espias voltaram desaponlados e convencidos de que jamais conseguiriam vencer uma batalha contra aqueles po­ vos.20.u. O pai de Ahraão fera de "Ur dos caldeus’* (Gn t l 26-31.42. deram um relatório al­ ternativo a Moisés e então apelaram para o povo. Primeiro. m uito tem po depois (Nm 14.9 . vollaram-se contra Moisés. Sacrifícios humanos faziam parte de sou culto (2 Rs 3. era filho de [efoné.12.ir esta tribo uo grupo dos doze homens enviados a espiar Canaõ (Nm 13. somente Calebe e Josué tiveram íé suficiente em Deus parn sabei que Eie os capacitaria a conquistar Caruiã.1 8 . Ioda aquela geração foi impedida C A M O S . então nos lará e n lra T nessa lerra. De tempos em tempos o povo de Israel er3 advertido para não se apro­ ximar dos deuses estrangeiros. da tribo de Juriá. Não os temais" (Nm 14.13. A ter­ ra que viram era mtrilo fértil. ao nuvir o relató­ rio. 2. en­ tretanto. Seu sobrinho Otniel cumpriu a tare­ fa e casou-se com Acsa (Js 15.31 a 14. foi o líder do ata­ que na região de Hebrom. Ed 5. O deus adorado pelos moabitas.7: ele. Dn 1 -1. Calebe. e Camos 108 .22. gastaram o resto da vida "vagando” pelo deserto (Nm 14.41. e no-la dará. 19. Acreditar é uma coisa. trouxeram grandes cachos de uva e relataram sobre a riqueza e a prosperidade da região. A lotai confiança deles na sobe­ rania do Senhor foi proclamada em voz alta diante dp todos. Ê uma terra que mana leite e mel. descobriram que a área era tam­ bém ocupada por povos temíveis — principahnente os descendentes do gigante Enaque.501 Bozalel. argumentaram que melhor seria se tivessem ficado no Egito (Nm 13. porque como pão os devora­ remos. Essa fé consistia uiun descanso calmo e prático em Deus.30).6). a palavra lorua-se sinónimo de babilónios.24. nesse discurso: 'A terra pelo meio da qual passamos a espi­ ar é terra muito boo.16-18).23).13. numa tentativa de vencer a batalha contra os israelitas). A proteção deles se fni.1 h P. Ez 12. Seus outros filhos fo­ ram Mossa o MaTessa (1 Cr 2 . De todos os espias.14: Dl 1. 23. 15. Era da tribo de ludá e casou-se com Azuba.).15. è não tomais o povo dessa terra.12). Os israólitus.

Posteriormente. por sua reação ao erro de Noé.29-33). e n co n tro u -se com F ilip e . Filho de Cão e neto de Noé (Cn 9. Quando envelliec ou. que começou láo bem.27. Após a prático fie um tipo de pecado sexual particularmente irisie e pernicioso. pois visavam estabelecer boas re­ lações com as nai.3ss|. O exemplo mais chocante é encontra­ do no reinado de Salomão. ocasionalmente os israelitas envolviam-se na odorarão des­ sa divindade. seu coração já não era mais devotado exclusivamente ao Senhor. amoneus. A terra que mais tarde foi chamada de "Canaõ" era ocupada por tribos romo a dos amoneus.ões vizinhas. o. O discípulo do Cristo falou do Jes\is ao etíope. separados de tal prática. que provavelmente é um. ainda assim. i'.25-27J.CÃO era visto com») uni dos mais abomináveis (2 Rs 23. cuja história segue paralela com a sua até 0 termino do Dilúvio. somos informados espouificamenle que “esses altos’’ dedicados a Camos foram destruídos (2 Rs 23. quando tentavam conviver pacificamente entre as nações. CÃO. usa­ va a situação como um espelho. muitos deles provavel­ mente efetuados com objelivos diplomá­ tico». foi desta linhagem que vieram Abraão e. que envolveu 0 pai Rmbria- 109 . o filho deste o faria sober da mesma for­ ma que ele padecia. !(>. Noé lançou a maldição sobre sen neto Cunuã. Mizraim lEgilo) e Canaã (Gn 10.29) o.22|. mas o problema permanece Ião grave para o cristianismo moderno quanto era para os israelitas.i derivação do seu nome. chegou até a construir um ahar pma Camos auma colina a leste de Jeru­ salém ( I Rs 11. en­ quanto os descendentes de Canaõ toma­ ram-se os tribos que causaram muitos problemas a Israel e freqUentemenlfi eram derrotadas em batallia: heteus. I. Cão.131. trouxe a maldição sobre sua própria família (Gn 9.C. No transcorrer do tempo. Maldições são proferidas conlra o povo de Moabe e seu deus (Nm 21. entretanto. Somente uo reinado de Josias. o profeta Teremias advertiu o povo de Moabe sobreo iuizo iminente que viríu sobre eles e seu deus (Jr 48. assim como ele [Noé] fora humilhado por Cão. jebuseus. levaram suas esposas a laxe-lo desviar-se da aduraçâo a Deus e a cultutu os deuses delas. Candace lalvez seja Amaniterer. que go­ vernou entre 2 ã e 41 d. O perigo do sincTetisruo religioso e da idolatria era ura problema constante para os israelitas.13.oou Canaã.46).18. É t itada em Atos 0.u. Dtíerenlemenle de seu irmão lafõ. gado e seu filho Cão. quan­ do houve uma renovação da aliança com o Senhor. Noé amoldir. quando um de seus al­ tos funcionários ao retornar para casa depois de participar da adoração em Je­ ru salém . foi o que aconteceu: Os descendentes de Cão. TaJ pecado levou o Senhor a trazer puniçáo sobre a nação e posteriormente provocou a divisão do reino 11 Rs 11.7. seu neto. CANAÃ. Seus vários casamenlos. Os deuses podem ser diferentes. etc. dessa maneira.22.7.20-25J.(>). Em ve/ de omnidiçor ar o próprio Cão. Veja Eunuco Etíope. com a demonstração do saia fi­ delidade ao Seuhor. os israelitas. que se converteu o foi imediatamente balizado. aben­ çoou Sem (Gn 9. (Gn 10. con­ forme a história narrada no Iívto de Josué.15-18).a. De acordo com o de­ senrolar da narrativa bíblica. as descendentes do Canaã tomaram-se es<ravas dos lilhos de Sem. Por Iodas as Escrituras existem apelos aos homens e mulheres que têm lé no Senhor para serem “santos". Titulo oficial das rainhas ou das rainhas-mães da Etiópia. onde esse deus é cha­ mado de Quemós). A ofensa dele foi um comportamento indig­ no de um filho.m. finalmente. Mais tarde. CANDACE.0) foram condenados por práticas sexuais abomi­ náveis (Lv tfl. em contraste. que tornou pública a des­ graça do pai (v.13).n.

foram lanhados na prisão e colocados sob os cuidados do car­ cereiro. r. A singela o genuína alegria de tnrumse cristão 6 enfatizada nessa passagem. ao que parece. São considerados um clã.2 3 : }r 40. CEFAS lAram Tocha" | Nome dado por Jesus a Simão. por isso. e seras salvo. através dos séculos. possuíam uma area de terra prúxima do mar |SÍ 2 . O carcereiro t. 18: 20.18: 1 Ct 2. quan­ do Pãulo gritou: "Não te laças nenhum mal.Malta até Roma Bm uma embarcação alexandrina que tra­ zia na proa a figura desses dois deuses. etc.CARCAS C ARCAS. veia também 2 Sm 15. sob a li­ derança de Gedalias Ur 40. um dos chefes dt? família que retornaram tia Babilónia para Jerusalém com o profeta Esdras (Ed 8. Provavelmente osse seja outro nome para os quefel. veja M eaw cã.7. CAR SENA . a qual permanece como um testemunho.2 8 ). Os dois missionários en­ tão pregaram o Evangelho ao carcereiro e a u s seus liimiliares. juntamente com sua família. exatamente como os heteus. peq^untou a Paulo e Silas o que faria para se salvar. Conhecidos como ' liiôsLuros” (filhos de Zens).34).1).6. mas.|. Um dos sele eunucos queserviam ao rei Assuero iXerxesI (El I. Em Aios 28. O carcereiro acordou b ciente de que seria responsabilizado pela iuga dos prisumet­ ros.(r\ 1 Sm 30.15.12). Os dois foram presos durante o primeira vi­ sita deles a Fi tipos. do poder do Evange­ lho de Crislo para transformar inteirameute uma pessoa. Ele 110 . 4.3).8).LTrn dos filhos de Rúben que foram fiara o Egilo junto com Jacó (Gn 46.9).14. 1.-il). Nm 20. Homem sábio e especialis­ ta em dssuntós legais. que desobedeceu a Deus e apossou-se de parle do espólio da batalha em Jericó.4. ftii cle lounã e Jôtialas. os quais. CARCEREIRO FILIPENSE. enquanto cardavam hi­ nos a Deus e oravam. CARMI. L4|.42J. per­ m anecer em Judá 12 Rs 2 5 .serem se­ veramente açoitado». Eles responderam: "Cré no Senhor Jrcsus Cristo. "E na sim crença em Deus alegrou-se com tíula a sua casa” lv. etc.14.23..uidou das feridas de amboí> e 110 meio da noite loi batizado. loi o pai de Acã. "pequeno"). figuravam regularmente nas insíg­ nias dos navios. CAREÁ. 2. lemos que Paulo viajou da ilha de. Jirau das mais extraordinárias conversões nar­ radas no livro de Aios ocorreu Da vida de um homem responsável pela guarda de Riuio o Silas na prisão (Al 15. de uuordo com a mitologia. também Jr 41 a 43). Durante a noi­ te. CASTOR E PÓLUX. consultado peio rei Assuerõ (Et 1 . quando es la coloca sua fé nole.23). Da tribo de Judá. que recebeu ordens de guardalos “coin segurança" (v. filho de João IJo 1. i\ru7. Foi o líder do d ã dos carmilas |Éx 8.JOI Veju Vasti . mas não podemos ler certeza sobre u origem deles (2 Rs 11. sim. que lodos aqui estamos" (v.13. eram os padroeiros dos navegadores. Depois de . estava a ponto de se suicidar. Nome dos tropas de merce­ nários no exércilo de Jeoiada. CATÃ fHeb. Pai de )oanã. 1 Cr 5. Os quais eram comandantes do exércilo. CARITAS.8. Subilamente um violento terremoto fez com que as cor­ rentes de lodos os presos se soltassem e Iodas as portas du prisão se abrissem.19). O. O carcereiro entrou trémulo na cela ao contemplar lodos os prisioneiros pre­ sentes. embura a derivação do nome seja totalmente obs­ cura. lii-40). tu e a tua casa'* (v.11. O Senhor o puniu com a morte (Js 7.1.ilas. ttmJo n SUus eram nuvidon pelos oulros prisioneiros. esses deu­ ses gémeos. Para mais detalhes. loanã igno­ rou a profecia de Jeremias que dizia que não deviam ir para o Egito.

Nome de uma dinastia de lide­ res romanos.5). Quando os enviados de Cornélio Chegaram até onde o apóstolo eslava hospedado em Jope. Nocap.2). por isso. O apóstolo Paulo ocasinnalm enle refere-se a ele i orno Coftis.25. deificado depois «la morte.26. 9. observou como Eh*. AsStm. o Senhor lhe revelou por meio de uma visão que precisava falar com o apóstolo. 2. Muitos deles são mencionados nos Evangelhos e em Alõs. Simultaneamente. Foi esse mesmo centurião que informou a Pilatos que Jesus estava morto. Esse homem confiou em que Cristo podia dar ordens para curar. om voz de Pedro 11 Co l 1 2 . Um centurião destaca-se proemi* nentomente na narrativa da crucificação de Jesus. exento a circunci­ são. morreu. Em todo o rap. Lucas enfatiza que o homem era digno da aju­ da dc Cristo. Certa vez. o qual ficara pa­ ralítico. 4. Ve|a Pedro. provideuciou para que fossem battzndos nas águas. Em 22. 1. chamado Júlio.47).1-10 men­ cionam um centurião que pndiu a Jesus que curassp sou serve». Aios 10 conta a história de sua conversão e o cap. 3.391. c.5). 0 que poderia significar que yuardava toda a lei de Moisés.22.4.1. Paulo ficou sob a guarda de um centurião em Cesaréia. Matiíus enfatizou que gentios com lal fé substituiriam os israelitas incré­ dulos no Reino (Ml U. No meio do sermão. o centurião o seus companheiros falaram em outras línguas. Maleus 8. o título "Filho de Deus" naturalmente releria-se a um ho­ mem justo. Cornélio era “piedoso e temenle a Deus". um centurião do Regimento Im­ perial (Corte Augusta = ■ 27. O César mais famoso foi Caio 111 . dois centurióes evitaram que um plano para assassinar o apóstolo numa emboscada fosse levado a cabo. Mc 15. ao informar que era <idadão romano. Deus concedeu a Pedro uma visão.5-13 e Lucas 7. Em Aios vários centurióes são ci­ tados tios relatos sobre as prisões e os julgamentos de Paulo. Respousável pela crucificação de Crislo. ua tumultuada via«em marilima ate Roma (veja Júlio). À missão cristã entre os gentios linha definitivamente começado. Talvez o mais famoso o importante centurião na Bíblia seja Cornélio. 21. pois amava a nação judai­ ca e ajudara a construir a sinagoga em Cafarnaum (Lc 7. 11. Em Aios 24. o quaJ tinha uma mensa­ gem para ele.1-18 menciona Pedro diante dos ju­ deus cristãos em Jerusalém. Eram comandantes mi­ litares romanos que tinham so b suas o t dens divisões de 100 soldados. cujo signi­ ficado era que nenhum alimento deveria era considerado "imundo". Pedro pregou o Evangelho para Cornélio.CÉSAR é geralmente citado como Pedro (Potros é h tradução grega para Ceitis). e exclamou: "Verdadeiramente este eru Fi­ lho de Deus" (Mt 27. pois os hábitos alimentares dos gentios represen­ tavam a rp.1). ficou encarregado do apóstolo e de outros prisioneiros. como os romanos duram proteção legai ao cristianismo naqueles primeiros anos. eles ajudaram a salvar n apõslolo da turba em le-TUSaiem. Todas essas ações servem «o interesso de Lucas era mostrar CÉSAR. para lahudesse assunto.Em 2 3 . H apóstolo reconheceu o fato como um sinal de que tinham crido e do derramamenlo do Espírito Santo.1 7 -2 3 . Sua fé ocasionou um mdagre de curo. fixa lamente quando falava sobre o arrependimento. 27. as­ sim como ele comandava seus soldados. evitaram que Paulo tosse açoitado.iuoi barreira para a comunhão com os judeus. 11. CEN TU RI ÓE S .23. 3. Para um pagão. Esse evento desompnniuni um grande papel oa transformação do cristianismo do uma seila exclusivamen­ te judaica para uma religião multirracial.54. esle "somou dois mais dois": alimentos puros para pessoas puras (Al lo > 2 ).32. ou "'Na verdade esle homem era justo" (Lc 23.b . que se iniciou com a famí­ lia juliana. como também um louvor por parte djs lesus.

Não liã dúvida de que.CEVA Júlio César (102-44 a.12.38. dizen­ do-lhe que não tivesse medo (At 27. porque era um governante magnânimo. Deus é absolutamente soberano e os demónios só operam quando recebem sua permissão. “tonto judeus t omo gregos. s filhos tentaram expeln um demónio. o Grande.. pai de sete filhos que viajavam pela região de Éfeso. ou pelo menos o prenderem. num eslágio relati­ vamente recente da vida da Igreja. CIRO.. Ciro fl. etc. ou seja. ou mesmo parenles de César. Nesse mo­ mento o homem possesso de demónio sal­ tou sobre os filhos de Ceva. como testemunho do compromisso que assu­ miram com o Senhor. Ed 1. 1 e Tíbério César em 3 .17). o Grande.. Provavelmen­ te era Tíbério quem os discípulos dos fariseus tinham em mente quando per­ guntaram u Jesils se « th certo pagar im­ postos a César (Mt 22. depois do vencer os babilónios. A resposta de Cristo foi dollíioradaniente distorcida por seus oponentes.). 17. Mão está claro como Ciro soube o que estava escrito a seu respeito uas Escritu­ 112 . P. espancou-os e deixou-os quase mortos. Isso é visto espe­ cialmente no relato bíblico. para cumprir sua pala­ vra.). Mencionado somente em A los 19. Paulo apelou pura César e íoi levado a Roma. Ciro era muito considerado pelos povos que dominou. é que Paulo levou o Evangelho ao coração do Império b ao próprio imperador (2 Tm 4 . o que em si já seria suficiente pai a deixar qualquer pessoa temerosa. não sa­ bemos.11-14). H. pois desafiar César era opor-se ao Império Ro mano (Jo 19. Muitas pessoas que se converte­ ram levaram seus livros de artes mágicas para serem queimados em público. rei da Pérsia em 559 a 530 a. continuou por quase 200 anos ate que Ale­ xandre. subjugou-os. Mc 12. que depois o acusaram de sedição contra o Irnpério Romano (Lc 23. sob a vontade soberana de Deus.1 -3). e o nome do Senhor lesus era eagrandecido” (v. mas vós quem soisT’ (v.G - CEVA. O que entendemos.C. César Augusto é citado um Lacas 2 .321. Quando perseguido pelos judeus e julgado diante do seus tribunais. ora uma política determinada para forçar os romanos a maládo.11. e bein sei quem é Paulo. É digno de nota que. imi.2). contudo. no quid o Se­ nhor tocou o coração dele de loi maneira que determinou a reconstrução do Templo de Jerusalém e a volta de todos os ju­ deus que estivessem dispersos pelo impé­ rio e desejassem retornar a Cidade Santa.17.23. o após­ t o l o ja sabia de cristãos que faziam parte "dn casa de César" (Fp 4. depois de permanecerem 70 anos no exílio.lfi. O Império Persa fundado por ele.130 a.C. Ceva era utn sumo saeerdole ju­ deu. O poder do Seuhur Jesus ex­ cede qualquer fonte do autoridade alter­ nativa |Rm 8. Como resultado desse episódio. contudo.C.. Ele prova­ velmente pertenceu a umu família sacer­ dotal. dita por meio do profeta leremias (Jr 15.24J.21. na lentativu de expelir demónios era nome de Jesus.12. o minado ilu­ minado de Ciro foi usada para levar os Israelitas de volta à sua temi natal. caiu te­ mor sobre todos os que habitavam em Éleso.14. o invadiu e subjugou em . Se oram es­ cravos ou pessoas de posição mais eleva­ da. No evento narrado em Aios 19. Otávio íoi spu herdeiro adotado (não teve filhos legíti­ mos). IJin anjo do Senhor.21: 28. a fira de ser julgado lAl 2 5 . s e u .8.22. A sugestão. O César na época do julgamento do apóstolo provavelmente era Nero. para ajudar nas atividades locais (2 Cr 36.39).22). De UGúrdo com Esdras.l7 ).DíG v o qual voltou-se paia eles e disse: "Co­ nheço a Jesus. falou com Paulo. Esse incidente demonstra uma verdade que é ensinada em toda a Bíblia.15).15). por parte dos lideres religiosos. asse processo foi iniciado pelo Senhor no coração de Ciro. embora não haja nenhum registro de que ele próprio tenha sido sumo sa­ cerdote. de que lesus se opunha a César. 1 .

para a proteçáo o restabelecimento do seu povo. seria esposa de Cláudio Pudenle.26). ao or­ denar que lossem dados donativos a quem retornasse p que fossem desenvolvidos os tesouros do Templo retirados quando Je­ rusalém foi saqueada (Ed 1-7. L317.2 1 : 0.C. O ápósrtolo escroveu esta c. comandante do destacamento de Jerusa­ lém na época da prisão de Paulo (At 23. Provavelmente Cláudia oro a espo­ CLÁUDIO. O casal ti­ nha chegado recentemente de Roma. en­ quanto Paulo a Linha por direilo de nas­ cimento.1).14).CLÁUDIO ras. pois mandou colocar uma estátua dele no Templo de Jerusalém Cláudio..8).nte parecia não saber nada sobre a disputa entre Paulo e os judeus (At 21. ao citar que o fato ocormu durante o reinado de Cláudio. Quarto imperador roma­ no |41 a 54 d. como lambém envia suas sauda­ ções. oqual erigiu um monumento em memória do filho. Cláudio Lísias. Ainda mais notável é o falo de que Ciro encorajou o trabalho. Esta pessoa le­ ria trazido à atenção do imperador as pro­ fecias a seu respp. pronunciadas pelo menos 150 anos an­ tes. em retribuição aos seus favores. Em Atos 18. em 49 d. parece que o grande número deles em Roma causara problemas e.mdi). que o nomeara cônsul Caligula ofendeu profundamente os judeus. Foi sucessor do Caligula. Aquela mensagtfm era notável noconIr. O . Embora ele fosse lavorável aos judeus em qualquer oulro lugaT.). desenvol­ veu uma política mais aberta paia com as diferentes religiões dos povos do im­ pério. Lucas eslabeleceu o i iimprimenlo histórico da profecia de Agabo sobre um lempo de severa fome no mun­ do romano. 6.Senhor inclusive diz sobre Ciro. até o momento em que este falou sobre sua com issão de pregar o Evangelho aos gentios e a m ultidão enfurecida pediu sua morte. ' È meu pastor. 113 .28 ) Era Isaía* 4õ. em Corinto.l3|. o qual Ele usaria para reconstruir a cidade de Jerusalém e o Templo Iv.3.28. foi nomeado govuruador de uma grande área. no fin<d da segunda cartu rJL o apóstolo a esse discípulo (2 Tm 4.21). Herodes Agripa. pois olhava para a frenle. 2. o fim do exílio babilónico.ilo uo livro do Isaias. Na conver­ sa que se seguiu. C L Á UD IA . por «xemplo. tribuno romano. Os detalhes sobre o decreto de Ciro. Tai vez faiasse grego e inicial rui *.arta da prisão em Roma e menciona Pudente. Cilada entre os amigos de Paulo. permitiu que o apóstolo se dirigis­ se à multidão.O.2 Iomos sobre o encontro de Pa ui o com Priscila e Aquila. Muilos sugerem que eln provavel­ mente ouviu a mensagem por meia do Daniel ou do alguém coma èle: urua pes­ soa que ocupava urna elevada posiçáo 110 império e portanto linha acesso ao rei (veja Dn 1 . por­ que ‘'Cláudio tinha mandado quo todos os judeus saíssem de Roma”.l Deus o chama de seu "ungido". 1. por ser identificada como Cláudia Q u in tilh a.5: 5. Lino e “lodos os irmáos". ou foram expulsos ou proibidos de se reunir.7: 4.28:10. Há pouca indicação de que Ciro real­ mente tenha-se tornado um seguidor de Yahwih.C. sua che­ gada ao poder naquele momento particu­ lar da História foi sujeita a autoridade de Deus e lal política loi concnbida dentro dos propósitos do Senhor. sa de Pudente É altamente debatido se ela. não muito louge do Roma. Depois da prisão do apóstolo.G. contudo.3. Cláudio revelou ler comprada sua cidadania romana.É provável que sua política ilu­ minada na administração de um império tão vasto significasse que tinha respeito pelas diferentes Convicções religiosas dos povos sob seu domínio: contudo. P. que enviam saudações a Timóteo.34-38): con­ tudo. Cláudio é citado duas vezes no NT. Em Atos 11. o retomo dos israelitas a Jmisalém e o começo da reconstrução do Templo são recontados nm Esdras (Ed 3. e cumprira tudo o que me apraz” (Js 44.

tanto dentro como fora do cris­ tianismo. em Cesarêia. Ela provavelmente era crislã e enviou um de seus escravos ou empregados para falar com Paulo. vir e morrer por seu povo e. o Messiiis.25). porém provavelmente pensavam mais era termos da libertação do domínio romano. Segundo lilho de Levi e nelo de Jacó (Gn 46. Qunndo laJou para os jurlmis fiéis. Tinham-uo considerado "profeta.U . Posteriormente o apósto­ lo Paulo disse que nada sabia “senão a |esus Cristo. repleto de teologia bíblica.10. p. ci­ tado somente em Filipeoses 4. Nada é co­ nhecido sobre a própria Cloé. foi isso que Cléopas aprendeu naquele dia. A necessidade de Crislo. ú Filho de Deus cilou a Lei (Génesis u Deulero- CLOÉ (Heb. Marido rleMaria. Sem duvida tinham pouco mais do que uma vága idéia do que exalamente isso significaria. Durante os anos de peregrina- 114 . foi um dos dois discípulos com os quais Jesus falou depois de sua ressur­ reição. Nm . Um dos equí­ vocos modernos rnuis comum quanto u fé crislã. Es­ ses discípulos pareciam muito desapon­ tados. Aqueles discípu­ los etetivãmente ouviram um dos majo­ re:.57. ale­ gavam que seguiam diferentes lideres da igreja. Pare<e que estavam preocupa­ dos com a posição social: portanto. ao desuw er como ludo o uue m acontecera nos dias anteriores era o cumpri­ mento necessário delas. Cloé informou que bavia contenda entre os coríntios. redimi-lo dos seus pecados. para assim formar ''panelinhas’’ e até mesmo causar divisões. A crucificação é a base da redenção e do perdão. Essa figura do Messias morrendo por seu pervo não era a que os judeus espera­ vam. Sem dúvida. Era um dos cooperadoras de Paulo b.3. CLEME NTE. i*«. assim. por intermédio de seus qua­ tro lilhos. Èx 6. "grama verde'*). poderoso era obras e palavras diante de Deus e de todo o povo" (v. Inicialmente os dois ficaram surpresos por aquele homem nada saber sobre os recenies aconreeimenlos em Jerusalem. Em Lucas 24 19-2 1 revelaram seu enlendimento limitado sobre Cristo. Es­ peravam que |eauí. é sobre a importância do An li­ go Testamento para informar aos cristãos sobre Jesus e seu sacrifício na cruz. quando os. ajudara d c >estabelecimento dn igre­ ja eni FIlípos. e esto crucificado" (1 Ço 2.sermões i|ue alguém poderia desejar.26-30) era sincera e indicava sou desejo de ver n justiça feita de maneira apropriada. que foi uma das mulheres que estivaram presentes na crucificação de Cristo.2527). peloque Cláudio resolveu mandâ-lo sob guarda paro ser julgado pelo governador Ftèlix. Fornou-so progenitor de vários clãs. mas não espera­ vam que morresse daquela maneira. Jesus mudou deliberadamente a* expectativas deles e mostrou que seu pa­ pel messiânico eslava rle acordo com as Escrituras» embora talvez não eslivesse de conformidade com o enlendimento teológico corrente.2).'1. Jesus enJtno mostrou-lhes as Escritu­ ras. encontrou uo caminlio de Emaús. Citado somenie em Lucas 24. A carta que escreveu ao represen­ tante romano (Al 23. CLOPAS. onde lesus fora crucificado.g.17' 26. tia de |esus (Jo Í'J.o. tor­ nou-se a pedra fundamental do crislianisruo clássico. jio que pa­ rece. Um cristão de Filipos. CLEOPAS. 16). para mostrar que realmente era necessário que o Cristo (o Messias) sofresse e morresse (Lc 24. CO ATE. Membros ria família dessa mulher levaram imurniuções a Pdulo sobre a situação da igreja em Corinto |I Co j 1 1 1 .Cnòmio) e os profetas. fosse o Redentor do Israel.19).16. 1 Cr 6 .CLEMENTE alguns judiãisplanejaram muté-lo. 1 . Cer­ tamente bavia muitas mulheres ricas uo Império Romano que tinham seus negó­ cios e seus próprios empregados.

as ofertas. Também nno estavam contentes com a poder concentrado s o b r e Moisés o objetaram contra a maneira pela qual totalmente se assenhoreou deles".5. E interessante notara profusão e a abundância das alertas que furam trazidas ao Templo em ambos os aviva mentos.G.211. realizou um trabalho bem semelhanie na epoca do rei Josias. Nm 3. São mencio­ nados novamente no serviço do Ttemplo □os dius dos reis Salomão e Ezequias (2 Cr 29.12: 34.18. um dos des­ cendentes de Judá que se estabeleceram em Inrusalém. 12-20). assim. Foi condenado por Jeremias. os presentes e os dízimos eram Lra/. juntamente com as pastagens ao redor (Js 23. oca­ sião em que armazéns especiais foram construídos e uma equipe de homens foi indicada para organizar as doações.2 ). autoridade esta ou­ torgada por Deus. uelo de Levi (Êx 6. Junto com Datã e Abirão. depois do exílio (Ne 11. 1. Ancestral de Maaséias. Provavehneule rèa mesma pessoa mencio­ nada no ilem 1 . 115 . pertencente1 * a tribo de Rubem e mais 250 uulros líderes da comunidade rlè Israel.27-32. Levita que supervisou as ofertas levadas ao Templo durante o rei­ nado do Ezequias.18.15). os coatitas eram "respon­ sáveis pelo cuidado do santuário" e fica­ vam aiarnpados ao sul du Hibrírnáculo. dez cidades loram dadas aos coatitas. Os W itas argumentaram que lodo o povo de Deus era santo. durante a celebração da grande Páscoa (2 Cr 35. 12-141.5). Nalannel e uulros lideres.7). Coiianias era o líder desse grupo 12 Cr 31.13).24: 1 Cr 6.20-26). Pai do Acalm. junta­ m ente com seus irm ãos Sem aías.2. Como resul­ tado do extraordinário aviva men 10 duran­ te seu governo. da musa e de vários outros artigos utilizados na ministração no san­ tuário ÍÈx 6. Coré (também chamado de Corá) liderou uma insurreição contra Moisés e Arão |Nm 1 6 .21). □ qual repa­ rou a Porta da Fonte durante o reconstru­ ção ilos mUros de Jerusalém. depois de tê-los tirado de uma terra U que mana leite e mui” (o Egito) para loválos àquele deserto (vv. Não gostavam de que somente Arão e seus filhos fossem autoriza­ dos a queimai incenso uo Taberuaculo. 1 .3.121.22.12). CONAN1AS. Seus líderes eram responsáveis pelo cui­ dado da Arca. I Im dos des< nndente-s d'5 Coate.22). O principal motivo da revolta deles contra os líderes escolhidos pelo Senhotr baseava-se na inveja do poder que os dois tinham sobre o povo.12. Descen­ dentes posteriores de. é mencionado como o pai do Pedtuas (Ne 11. íez parte de uma rebelião contra Moisés |Nm 1 GJ. Nos dia:> de Josué. de Judá. 26.idos ao lemplo.U.7). 2. 15. 2 . COLAÍAS. Viveu uo tempo do roi Zedequias (Jr 29. 1. LÍDER DE UM CLÃ O Coré mais conhecido na Bíblia era o filho de Jizar.Coate serviram ao Senhor no trabalho do Thbcraáculo du­ rante os dias de Davi quando os vários descendentes de Levi foram divididos de acordo com as famílias principais para servirem no Santuário e mais tarde no Templo (1 Cr 23. 23.58. LÍDER DE UM CLÀ çAo no deserlo. Seu irmão Simei o ajudou nesta tarefa. Dn Iribo de Benjamim. o lalso profeta que ronstanl emente tentava promover uma mensagem popular de boas novas para o povo Judeu. Lpvila (sem dúvida uni descenden­ te du pessoa citada nu item 1 ) que.38.9). 1. COL-HOZE. chamado Coré. após o re­ tomo do exílio |Ne 3. I Cr 6. 2. CORÉ.CORÉ. a separação de Arão o sua família para esta tarefa particular não parecia justa íw. PJ3. o qual se lornou líder de um clã em sua tribo (Ex U.Pai de Salurn.

19). Disse que. foi a intercessão e a alerta do um sacrifício expiatório. mas não simplesmente qualquer sacrifício. se a terra se abrisse e engo­ lisse os rebeldes. simplesmente demonstra a falta do fé nos caminhos determinados pelo Senlior e sua rebeldia contra Ele.41-50). então ele realmente nao era o escolhido de Deus. o bronze daqueles ohjetos íoi utilizado para cobrir o altar e serviu para lembrar a todos que somente Arão e seus filhos podiam quoimar incen­ so diante do Senhor |Nm 16.CORK. A» tareias dos des­ cendentes dp Coré envolviam a função de "porteiros” no Tabernáculo e posterior­ mente no Templo (1 Cr 9. Como resultado desta rebelião e da preocupação manifestada com relação às obrigações dos levitas. algo totalmente estranha acontecesse. consumiu os 250 líoraens com seus incensários e ioda a congregação fugiu da local. onde a “glória do Senhor apareceu a Ioda a con­ gregado” (v. Foram realizados holocaustos e interces­ sões da maneira prescrita por Deus.20-24). LÍDER DE UM CLÁ Moisés dispôs-se a consultar a Deus sobre esta questão. as várias lunçóes sacerdotais foram detalhadas e distribuí­ das com maior clareza. Intercederam em favoi do povo e o sumo sacerdote ofereceu sacrifício de expi­ ação por eles. a Bíblia deixa claro que nem todos os seus descendentes foram sepultado» vivos naquete dia (Nm 2(5. porém. Por intermédio de Moisés.19).10. Moisés chamou os familiares daqueles bomen. Douk disse a Moisés e Arão que se colocassem de lado. Outra vez. dosta voz culpando-os pela morte dos rebeldes Novamente M n glória do Senhor" apareceu e Deus enviou uma praga uo meio deles. pois Ele iria destruir todo o acampamento. i s t o é. como castigo péla constante rèbeliâo. a mão misericordiosa dn Deus foi estendida. Datá e Abirão (vv. . Se. 26. intercederam e impediram o juízo do Senlior sobre torlo o povo. Mais tarde. então os israelitas enten­ deriam que os tais haviam*se rebolado contra o Senhor. A rebelião de Coré tornou-se notória e permaneceu como um alerta. demonstrou sua obediência o fé no Senlior e experimentou sua infinita misericórdia uo trato com o pecado de rebelião. Coré e seus companheiros colòcarum-se diante da Tabemácúlo. Quando. seus familiares e todos os seus pertences. já uo dia seguin­ te ú povo voltou a murmurar contra Moisés e Arão. feilas por Arão. mas os demais levitas receberam áreas específicas de responsabilidade (Nm 17 o 18). Dat/i e Ahirão esta* vam totahneute rebelados o recusaram-se a comparecer. entretanto. a lirn de poupar do juízo milhares de pessoas que men'a iam a m o r t e devido à rebelião. Seus descendentes também se tornaram exce­ lentes cantores e músicos sacros fl Cr 6.4-7).31-40). que salvou o povo. A terra se abriu e todos os rebeldes e seus familiares loram engolidos vivos. se aquelas famí­ lias vivessem ainda muitos anos. Os dois irmãos. o povo aproximou-se dele mediante o sacriliCio. algueni julga que pode chegar a Deus à sua pró­ pria maneira. 85. porque Arão e Moisés assumiram suas posi­ ções. 116 .11).-m a s leis n seus juízos. Caiu fogo do céu.700 pessoas morressem (w. Portanto. entretanto.19. sobre o perigo da oposição ou rebelião contra os ungidos de Deus. 44 a 49.s para fora de suas tendas e enfatizou para o povo quo aquela demonstração não era idéia dele.. A despeito disto. porém. Apesar de t udo o quo aconteceu. disse que levassem seus incensários e os acendessem. mas uão antes que 14. para as futu­ ras gerações dos israelitas.37. Devido à bondade da Senhor. veja as introduções dos salmos 42. Quando o povo assim procedeu. ao convocar todos os levitas na manliã seguinte. A tragédia da rebelião de Coré indica claramente a santidade e a misericórdia de Deus. para que o Senhor mostrasse quem era sou escolhido (Nm 16. Deu» deu ordeoi aos israelitas para que se afastassem das ti-ndas de Coré. 87 e 00). O lugar de Arão foi estabelecido. Mais tarde. 84.

imi. I Podia 3. como Dernas. é listado como uni dos filhos de Hola o poi de Anube e Zobeba (1 Cr 4. que foi sacerdote nus dias do rei Davi (1 Cr 9. O apóstolo. exatomente "enquanto eles chtjrav&rn diante da tenda du congregação' iNm 25. um dos líderes da tribo de Shneáo.26) 4. p . pois trouxe Cosbi consigo para o ui limpa­ mento israelita. Encontrara-se com o apóstolo. COSÃ. registrada uo evange­ lho de Lucas (Lc 3. enquanto ele esteve preso em Roma.61. Veja Coré. C O R N ÉL IO .15. Alguns. 6 . se quisessem permanecer fiéis a aliança e ao relacionamento com Deus. Os uoraílas eram “porteiros" no Tabernáculo it depois ao Templo. Líder ed omita. COZ. É interessante nolar que.28). delerminado a vingar o Senhor e evitar ainda maior juízo. 1 .14. l ilho de Saiu. a menos que Moisés matasse todas os que se envolveram em tais alividades. tornou-se um líder entre o povo edomilâ:. Da Lribo de Judá. Midíanlla. prefigura u obra dp Cristo rm rruz. "calvo"). F ilh o de Esaú e sua esposa Oolibuma.18.Cr 31. com as quais cometeram imoralidades sexuais.18). Finéias. os bomens envolvenunse com mulheres estrangeiros. neto de Alão. Centurião do Regimento Italiano. Um dos descendentes de Coré. foi dei­ xado completamente sozinho para en1'rentar seu primeiro julgamento. Nasceu em Canaã (Gn 3(5.1S).18 diz: “Pois Cristo padeceu unia única vez pelos pecados. portanto. era vita). paru levar-nos a Deus". O Senhor irou-se e prometeu castigá-los. durante o avivamento ocor­ rido no reinado de Eaequias (2 .D. Provavelmente participaram do ritual da rerfcllldade com elas.9. Zinri. Era Filho de Elniadã e pai do Adi.g. P.CRESCENTE Ta] sacerdócio. d . 3. Líder nu tribo de Judá e lilho de Hebrom (1 Cr 2. Paulo diz sim plosm ente que C rescente foi para a Galada |2 Tní 4. No triste uap 4. rias Escrituras. onde matau os dois (Nm 25). poi uma razãoou outra. 1 Cr 1. o qual morreu.5. 2. do exercito romano Foi o pri­ meiro gpotjo a se converter. ú justo pelos injustos.35J. Paulo descre­ ve como.8). C O S B I .at.14). de 2 Timóteo. filho de Imnn. C R E S C E N T E (L. embora sem pecado. conforme está registrado em Atos 1 0 . imediatamente pegou uma lança e seguiu Zinri o Cosbi até a temia deles. após o povo se voltar verdadeiramente paia a adoração. A preservação de tal santidade. Era a responsável pnlo roçobimonta das ofer­ tas voluntárias do povo de Deus e a sua distribuição. En­ quanto o povo de Israel estava acampado perlo de Sitim. agravou ainda mais o mal. já no final de seu ministério. entre- 117 . veja Centunúo.101. Outro porteiro. coutribui alegremente paru a obra do Se­ nhor (veja também 2 Cr 34.anonita |o filho do Elifnz (Gn 35. era neto fie Esaú e sua esposa Ada (mulher r. lam­ bém pertencente ao clã dos conotas.43). Esta t itadonagenealogia que vai de Adão até Jesus. “Baal de Peor". Para mais detalhes. líder de um c/õ.G. "crescendo”| . Isso significa que várias gerações foram omitidas ( l Cr 2 0 . Era amigo de Paulo. no lugar do pecador. foram seduzidos a afastarse da fé pelo materialismo. Coré é descrito como a pai de Sulum.g . 5.1 ). A de lesa du santidade dos israelitas e sua separação dos outros povos para o serviço exclusivo do Senhor era a própria essência do chamado deles como nução.1 11 . CORÉ (Heb. pois Números 25.2 diz que eles foram convidados para ofe­ recer sacrifícios ao deus delas. q® 4. filha de um chefe tribal chamado Zur (Nm 25.

20.8). I Pedro indica que nin­ guém deveria envergonhar-se de sofrer como cristão. mas. o apóstolo falava a Tito sobre seu tra­ balho entre as igrejas Dm Creta e alertava contra os enganadores. ê usado numerosas ve­ zes no NT O vocábulo combinado ‘l e ­ iais Cristo” ocorre upenus cinco vezes nos evungellios. 26 28) e uma 1 118 . derivado rio verbo que significa "ungir '. o apóstolo foi expulso |jnr oles. creu no Senlior. ainda «ra capaz du Insliíioar.24. Pano de fundo. CRISTÃO. Esle vorábulo no hebraico descre­ via dilerenles pessuus que foram ungidas (uormnlmonte com azeito) pura suas Ui- CRISPO. como um meio de refe­ rir-se uus crentes. Atos 11. ê raro no Novo Testamento.i „ I^drfj (4. juntamente com os genllos. O nome “Cristo". Nu contex­ to. precisava dar louvores a Deus. o Cristo. unia grande ilha na cosia ria Grécia. quando Paulo começou sua mis­ são ua cidade (Al ltí|. Esle vocábulo. que esle nome nunca signifi­ que mais do que tsso é perder a maior parte da mensagem do NT sobre o Filho de Deus. O nome Cristo tem seu pano do fundo no AT. reverteu esse uso original e transformou o termo num em­ blema de honra.14. Um gran­ de número de judeus vivia ali. C R I S T O iVeja o artigo principal em /esua e Senhor]. fira evidente que «ste vocábulo era inici­ almente um termo pejorativo. lorna-se u designação principal usada para o Filho de Deus 1127 vezes).C . porém. Aparece duas vezes em Atos 111. “Crispo. Por essa razão havia m uitos uretenses em Jerusalém para a festn dn Pentecostes. coloca­ do sobre eles pelos muradores da cidade que não faziam parte do grupo. Ele aplicou esse ditado a tais íalsos mestres: enirelanlo. bestas ruins. O apostolo posteriormente re­ feriu-se a essa primeira conversão em 1 Coríntios 1. ventres preguiçosos". Horodus Agripa conhecia este termo. quando se refere a lesus. o termo “Cris­ to” indica que se tomou pouco mais do que um sobrenome para Jesus Supor. pelo contrário. Ele tazia re­ ferência a Epimenides. nu imiio de sua tristoza: ‘'Mas o Senlior me assistiu o me íortftlêceU" W-17). en­ tretanto. quando os apóstolos rece­ beram o Espírito Santo e começaram a pregar. C R E T E N S E S . Aios 2 . Al 4. no qual Deus fez com que as palavras dos apóstolos fossem ouvidas e entendidas por todos os pre­ sentes. no restante do NT. 1 1 registra que cretenses e arabes ouviram “as m aravilhas de Deus” proclamadas «m sua própria lín­ gua. Viviam em Creia. muitos de­ les coutinuaium n ouvir. com toda a sua casa” (At 18.CRETENSES lanlo. Aparen­ temente o nome era um apelido. loi ustulo para traduzir o lermo hebraico "m ashiach". p d . independentemente do dialeto nativo de cada um Em Tito 1. um reflexo da rejeição do mundo a Je­ sus.urno fura a in­ tenção de Epimeuides. A Igte|a. 11 tti dos lideres da sinagoga tím Corinto. Claromente fies tfíSttfmun liaram um grande milagre. Assim. c. O vocábulo grego [Cristos]. que significa “o un­ gido”.16). No entanto. Paulo disse deles: "Os cretenses sán sempre mentirosos. de acordo com Atos 2(5.C.20: lica claro que esle vocá­ bulo se espalhou e chegou às mais altas aunadas sociais. tJ-R. na verdade. Em algu­ mas passagens bíblicas. nâí» íez a mesma aplicação generalizada sobre lodos os cretenses.12. desde 150 a. um crelense que tinba escrito isso em (>00 a. Depois de ' discu­ tir” regularmente com os judeus aos sá­ bados sobre a fé em Cristo. por ser digno de re­ ceber esse nome (cf. jã que ser chamado des­ sa maneira identificava alguém com Je­ sus.<11 . principal da sinago­ ga.26 menciona que os membros da nova comunidade de cren­ tes em lesus loram chamados de ctislãos pela primeira vez em Antioquia. que os de fora usavam paru aborrecer os crentes.

P o r exemplo. identificaram-no como o “Fi­ lho de D avi" (Mt 1 2 . As expectativas Judaicas. centralizado na promessa que Deus fizera a Davi e seu cumpri men lo na pessoa de lesus (At 4. com o cres­ cimento do nniiouídismo.29. foi considerado o ungido do Senhor" (nmshincb. F<ii o con­ ceito da uoçáo dos reis.13: 24. Paraari que.]. como o "Messias".CRISTO refas. etc.41. quainlo ouviram seu ensino e viram suas ohms.25-27). imediataniealr! apõs a confissão de Pedro nm Marcos 6. em muilos contextos a expressão "o ungidi ■do Deus'' logo tornun-sn um sinónimo para O S reis |I Sm 16.1-4.37. o Cristo.11.16). assim. Is 4 5 . Outros profetas são chamados de "os tuigidos” (1 Cr 16.42). é quase incon­ cebível que ele não pensasse espet. Jesus. 2 0 .17. porém. quo deu u base principal para o uso He “Cristo" no NT. Embora o AT raramente se refira ao rei vindouro.50: Dn 9.35.10: 26. muitos |udeus alme|avam por um rei vitorioso.9. O próprio Cristo dirigiu seus pensamentos uossa direçáo (Mt 22. Cristo. 2. SI 2.42. enOelanlo. veja lambém 2 T m 2. Todos. frequentemente usou o lermo "Fi­ lho do hom em "ao reterlr-se a si mesmo — uma expressão que não linha lais pre­ tensões polílicas e que Ele podia preen­ cher com a mensagem de um Messias quo sofreria e morreria.11. Saul e Devi Foram "ungidos" como a escolha de Deus para o reinado (1 Sm lli.3 0 . O coro celestial Cantou sobre isso para os pas­ tores (Lc 2 . provavelmente esporavam um moníuca que fosse sábio e demonstrasse a sabedo­ ria du Espírito de Deus sobre si.26.26).12. Mesmo durante a vida do Filhu de Deus.29. por outro lado. Ml 12.9. 16.23: 2 Cr 0. tinham em comum a idéia de que o Messias faria um reino político. os sacerdotes foram ungidos: o profotu Efiaou ío i “ungido” para seu trabalho (1 Rs 19. o apóstolo chamou a si mesmo de “servo de Cristo Jesus" e en­ tão estabeleceu o ponio de que lesus era descendenle de Davi (v.25. Jo 7. reuniu o elemen­ to do pano dn fundo do AT. Jesus não queria que seu papel e sua obra fossem confundidos com as idéias dos judeus nacionalistas sobre um Mes­ sias que viria como um rei guniroiro.22). da linhagem de Davi. dianlo da perseguição.6. o Filho de Davi.ificamenie nesse pano de fundo em algu­ mas ocasiões quando s p referiu a “Cristo" ou "Cristo Jesus".2: 2 7 . Mesmo Ciro. logo os seguidores de Jesus começaram u “ so­ mar dois mais dois".2 3 . Talvez essa seja a razão por quo pareceu tão re­ lutante em usar Efe mesmo 0 nome “Cristcf (embora nunca tenha negado o titu­ lo). lesus. Reconheceram Cristo comú alguém nascido na linha­ gem de Davi eque era realmente rei dos judeus" (Ml 1.2: 18. mas o enlendimento que o pró­ prio |esus lin ha sobre sua m issão messiânica não se harmonizava com as ideias da época.J. que viria e derrotaria os dominadores romanos. esse elo entre Davi. 11ma das mais importantes declarações no NT sobre a ideiilidado de Jesus ó a de que Ele é o filbo esperado de Davi o herdeiro de seu trono: o Cristo |\lessías|. A oração dos (. As expecta­ tivas messiânicas nos dias de Cristo eram diversas. 1 1 1 . Os reis magos pprguntaram onde o "rei dos judeus" nasceria e Herodes então perguntou aos sacordntos onde havia do n ascer n "C risto" (Mt 2 2. 1 J.41. desde o s tem­ pos dns macabeus.4). como Salomão Outros insistiam na idéia de que ele introduziria os "úilimos dias". Mç 15. etc. interpretou o conceilD de Messias á sua própria maneira muito esperiaJ. da estatura de Davi. o rei da Pérsia.42. em R o m o u o í i 1. Nus escritos de Paulo. Jesus e o nome Cristo foi bem estabelecido. de alguma maneira.1(3.Quando as pessoas virara Os mi­ lagres que Jesus operava a ouviram suas mensagens.1 1).rislãos. E interessante notar que.6). entretauto. Por isso. na qual disse a 119 .3. Em Êxodo 26.l. Outros.

quando clamaram por ajuda. Pai do profeta Solo ui as u filho de Gedalias |Sf 1 . CUSI. contra o qual prevaleceu” |)z 3. os cristãos sabem que seu significado original e vital para o pleno entendimento da pessoa do Filho de Deus. “Veio sobre ele o Espírito do Senhor. Çuxe ê tanto uma pessoa como uma nuçáo (cf. mas. Deus levantou Otniel para livrá-los. Assim. rei da Mesopotâmia. p. até que se arrependi­ am e se voltavam para o Senhor. escritas uesse cântico. Seu filho Ninrode foi um poderoso guerreiro IGn 100-9.. o qual loi usa­ do por D e u s para truzer juízo subre os israelitas. é o “ungido" de Deus.44. ficou claro que seu sofrimento era pnrle in tegran te do seu papel messiânico O único e verdadeiro Mes­ s i a s sofreu e morreu por seu povo. Rei du Mesopotnmia durante o tempo dos Juizes. cujo nome aparece na introdução do Salmo 7.. e como essa missão foi confir­ mada em sua morte. o qual viveu no lempo de Jeremias fji 36. e o que conheceria o Espírito e u sabedo­ ria do Senhor om seu domínio e governo Como o próprio Jesus ensinava sobre essa sua missão. Um dos quatro li lhos de Cão. 17.10). fttíjg. vivendo de acordo com ela. fesus relutou em falar sobre si mes­ mo como o Messias ato que completasse a abra messiânico.. Quando isso acontecia. 1 Ct 1 . Pai de Etã nm levita do tila dos merari lus. como o filho de Jessé..c. Embora o nome "Cristo” oos poucos comer. Procurador (administrador) dn Herodes.4<>: At : U 8 . Eles adoravam os deuses daquelas nações e casavam com suas mulheres. Ix Z4. CUSÃ-RISAYAIM. permitiu que sofressem sob esta Opres­ são. CUZA. Ele mesmo Leve pelo menos seis tilhos. 15.8-10). A fé cristã. devido ã idolutria Muitas vezes há o sentido de que n Senhor os entregou ao que eles re­ almente desejavam. depois que Ele ressuscituu dentre os mortos. Ele é o rei há muito tempo esperado* que governará sobre o trono de Davi para sempre. CU XE 1.«ido serupre um dos mais importantes princípios da iV < <rístã: que Jesu* cumpriu a s p r o m e s s a s do Se­ nhor no An ligo Testamento. 2. Seu antagonis­ mo pura com Davi motivou as reflexões dfJtsle sobre o Senhor. portanto. devido á sua idolatria e íalla de l‘é ||'z 3. Otniel então tnrnou-se juiz em Israel e a terra ficou em paz por 40 anos. acima de ludo. 1 ). o juízo de Deus sobre seu povo sempre era cons­ trutivo em seu objelívo final. As pessoas reconhe­ ceram-no gradualmente como o Messias. Por oito anos o Senhor 120 . 2.45. Deus permitia que fossem dominados por tais p o v o s . 1. pudéssemos ser salvos (Is 53: Mc 10.101 . para que.8 . É provável que seja outro nome para Quisi II Cr 6. Benjamita. saiu a peleja e o Se­ nhor entregou nas suus uxãos a CusãRisataim. como Rei e Senlior. eles experimen­ tavam a opressão e a falia de justiça das sociedades pagãs. tosse rejeitado pelas anciãos.1) Ele vivúu Da parle Sul de Canaã (Etiópia|.3). à medida que testemunhavam suas paiavras e obras. Bisavô de Jeudi. Dessa maneira. Et 1.CU SALAS Jesus: "1U és o Cristo". Jesus "então co­ meçou a ensinar-lhes que importava que o Filho do homem sofresse muitas coi­ sas. por meio da fé nele.3 I). Em vários registros da Bíblia a opres­ são sobre Israr-I por outro povo ó enten­ dida como julgamento de Deus.n. Esse tem . os quais loram listados como progenito­ res de diferentes tribos e povos.14). tosse morto e que depois de três dias res­ surgisse" (Mg 8. Esse juiz era sobrinho de Calebe. Cilado na narrativa de Lucas CUSAÍAS. pelos principais sacerdotes e pelos escribas. em bus­ ca de livramento.asse a ter menos sentido do que o vocábulo lesus. ressurreição o as­ censão.171.

por ser marido de íoaua. uma das mullieres que ajudavam no sustento df» fesus e seus doze disdpulos. sua meução no toxto foi pura enfatizar que o grupo ora com­ posto por mulheres do famílias ricas. 1 E m l C t õ t i í ò i i s 2 . Certamente é uma ficção comum em nossOS dias ai.CUZA 8. “as quais o serviam coru ossous bons”.9 è c h a m a d o d e Q u a l u b a i . Provavelmen­ te ela possuía certa independência finan­ ceira. qu* « u m a v a r i a ç á o d o m a s m a ií o m e : ( N o t a d o T r a d u to r ).dilar que apenas os pobres eram atraídos pelo ministério de Jesus.3. Nbs ven-õo» em português a palavra !jpdstvui^a é traduzida com o ‘‘paatugtins" tNnta du Troditter) . ou seu marido ora uru simpatizan­ te de Cristo: contudo.re.

e o Senhor demonstrou isso para os povos vizinhos. D Â M A R I S . depois que os filLsLeus cap­ turaram Sansão. Uma das poucas pessoas convertidas por meio da pregação de Pau­ lo em Atenas (Al 17.t2 ).23. Várias vezes o Senhor aparece na Bí­ blia como o unico Deus verdadeiro e so­ berano. E mencio­ nado pela primeira voz d o Bíblia em fuízus 16.17). DALFOM. O mesmo aconteceu no dia seguinte. S. pois acreditavam que este o ti­ nha entregue em suas mãos. Hovla outro lemplo de Dagom em Bole-Seã. mas não antes que o Senhor o usasse para desLrub milhares de filisteus (vv. Em I Samuel 5. O que ela finalmente descobriu foi que a força de Sansão dependia do comprimen­ to de seu cabelo. Linda mulher que vivia no vaie de Soreque.0. Sansão. em Asdode Na manhã seguiale os filisteus encontraram a imagem do dous caída diante da "arca do Senhor" (l Sm 5.4: 32.6-22). cortaram-lhe as sete longas Iranças. o rei Davi. Daliia fez com que ele lhe reve­ lasse o segredo de sua força descomunal e levou-o ao conhecimento dos filisteus.5. agqra cego. os atacou e derrotou repetidamente. trouxeram a prisioneiro.10. durante lodo o tempo em que a arca permaneceu em poder deles. Eles logo experimentaram o julzo dn Deus.G. como a que ocorreu com a estátua de Dagom. serva de Raquel (Gn 30.4).7). Evidências da ado­ ração desse deus pagão são encontradas em numerosos textos autigos. IMl. "juiz ou “julgamento”). foi seduzido por ela ej ambos casaram-se.2-121.D DAGOM (Heb. de derrubar as duas colunas: todo o templo ruiu . Ela foi colocada no teínplo de Dogom. vemos a narrati­ va da captura da Arca da Aliança pelos filisteus. 10). 1 Cr LU . onde a cabeça do rei Saul toi colocada. Após usar seu po­ der de sedução e importuná-lo insisten­ temente. O mais velho dos dois filhos que Jacó teve com TCila. Sansão pediu para ser colocado entre as duas colunas que sustentavam Ioda a construção. A essa altura. após sua derrota na batalha contra os íilisleus (1 Sm 31. alado com correntos de bronze Nn meio da lesta. DÃ (Heb. 122 .sobre ele e os lilisteus. "grão"). Durante as celebrações diante desse deus. 26-3U) (Veja também Sansão e juizes). em várias batalhas. com a ajuda de Deus. estes o agarraram. Náo hó outros deuses (Dl fi. tanto pelas derrotas que sofriam nas batalhas como em açõcs simbólicas muito vívidas. inimigos do povo de Israel (Jz 16. mortos pelos judeus em Susã fEt 9. furaram-lhe os olhos e o prenderam com correutes de bronze.34) U fato do seu nome ser um dos poucos citados indica que era uma dos "mulheres gregas de alia posição" |v. de forma que muitos morreram. DALILA. levaram-no ao lemplo de Dagom. A ormaililba fie Daliia causou a morle de Sansão. Um dos dez filhos de Hamã. para apoiar-se nelas. Era uma das di­ vindades dos filisteus. apôs demonstrar grande falia de caráter antoriomoiite. no território dos filisteus. Quando ele adorme­ ceu. Deus enviou grandes pragas contra eles.6 í De acor­ do com o relato sobre seu nascimento.V. e isso facilitou sua prisão | | z 16. quando o seu ungido.2-1 2 . ao cair por terra diante da Arca do Senlior. grande parle de sua força havia retornado e ele foi capaz.

reforçaram a exatidáo his­ tórica do livro.25». “meu juiz é Deus") Três cassez de informações sobre o próprio pessoas no Antigo Testamento são cliaDaniel.. e citado ape­da visão do rei Nahucodouosor. ll.5-fl).1.JML os episódios ci tados em Daniel 7 são bem anteriores aos <itados rios capítulos 5 e f> . ao profe­ rir sua bênção sobre os isiaelitas.C. Além disso. em muitos setores da teologia. na distribuição das terras entro as tribos. a tendência de menosprezar a possibilidade da previsão profética sobrenatural contribuiu imensamente para uma notável hesitação sobre a confiabilida de do retraio bíblico de Daniel.22).17). (Hob. no final dos tem­ pos (Ap 7. e (3J um líder juDaniel é visto. impérios babilónico e modo-persa. mus € \ Iribo que recebeu seu nome é mencionada com frequencia. bem O único evento registrado em que como proleta do Deu*. entretanto. sabe-se apenas quo foi em alguma nascevi durante os sele anos e meio em époi a antes do final do reinado de que seu pai reinou em Hebrom 1 1 Clr 3. Parece que também era chamado de Quileabe. O texto dosonvolve-se em tópicos. nascido em Hebrom. partindo do Livro que leva sen nome. o Medo. O fato mais uotável. Talvez por esse motivo não seja mencionada no li­ vro de Apocalipse. no NT. não ordenados cronologicamente em seus movimentos mais amplos. Era o segundo fi­ evenios deste registro de forma mais pre­ lho de Davi. é sua interpretação da secun­ Esdras. derrotaram e expulsaram a população He Laís r s r fi­ xaram ali (próximos da moderna cidade de TelJ Dã). durante o período agitado dou quo retornou da Babilónia com de 50 anos. que se tornuu um datados em Daniei 5 a 10 (por volta de oficiai do alto escalão nos gavoraos das 553-530 a. 1. Na último parte do século XIX houve considerável ceticismo com respeito aos aspectos históricos da vida de Daniel. Jacó disse: "Dã julgara o seu povo" Fa­ lou também que “Dã será serpente junto ao caminho" (Gu 49. Quando os dam tas não conseguiram ocupar u turra que receberam nu partilha de Canaã. o exilado e profeta. quando tinha de 2 0 a 25 anos (an­ madns de Daniel. em 2 Samuel 3. também. é a es­ DANIEL. Sua mão ora Ahigyil tí ele cisa. uo AT: e eiu Mateus 24 15.C. ao referir-se a Dã como um “leãozinho: saltará de Basã" (Dt 33. f/on&nm). é cita­ do apenas no Livro de Daniel (tanto nas parles em hebraico como nm aramaico). filho de Davi. "por isso lhe chamou Dã ' O nome expressou assim tuna situação particular na vida dn Raquel emais tarde também serviu de tes­ temunho do favor (te Deus quunlo o sua esterilidade. Novas evidências históricas.l). hã uma consideração re* novada na viabilidade das profecias bíblicas diante dos íalos.1Raquel comemorou o evento declarando.).16. Daniel. Moisés. é um grande desafio.3. via' jaram bem para n norte. no cap. não foi muito generoso. entretanto. juntamente com Betol. 2. paia que o povo não subis­ se d Jerusalém (1 Rs 12. até os incidentes (2 ) o it i exilado de luda. Não é possível estabelecer a data dos nas em J Crónicas 3. onde estabeleceram um cul­ to idólatra (Jz 18). bem como o estudo mais aprofundado. 123 . Dã náo é mHis cilado individualmen­ te. 4. Daniel. v. por exemplo. A reconstrução da sequência dos fa­ tos tu» vida de Daniel. Ao abençoar os filhos no lei lo de mor­ te. a maioria das vezes de forma negativa. pois este é o nome dado ao Se­ gundo filho do Davi e Abigail. principalmente quanto à própria existên­ cia de personagens como Belssazar e Dario.DANIEL 4). “Julgou-mo Deitó” (Heb. Hã tam­ bém u possibilidade de que seja o mesmo nome mencionado no livro de Ezequiel. l i J Um filho de rei Davi: tes de fiOO a. Dã. foi mais tarde escolhida pelo rei Jeroboão como sede de seu novo centro de adoração.

Se ele passou os anos de sua infância na presença da cor­ te real em Jerusalém. indo o que se sabe de um período de quase meio século da vida de Daniel é a infor­ mação reduzida proporcionada par esse ca pí fulo.. 12. ê muito provável que lenha nascido tí crescido em Jerusalem Alem disso. Isso colocaria a data de seu nascimento por volta de fi25 a 620 a. pela metade do reinado de Josias.C. No final da profecia. O último avento datado no livm de Daniel ò a revelação dada ao profeta "uo terceiro ano de Ciro. e passou assim 70 anos (ou mais) de sua vida longe de sua terra natal.4 como as letras o a língua dos caldeus O v. a não ser que estava entre os (Dn 1 .4) Como o império Babilónico caiu diante da aliança medo-persa.13). recebeu o nome babilónico (assim como acoiUec-eu com seus companheiros) de Bellessazar (v. o último rei piedoso que governou judá (040 a 609 a C : 2 Cr 34 b 35). Não é possível determinar mais ne­ nhum dado específico sobro os antoce* dentes familiares de Daniel.7) disse a Daniel: “vai-te até que chegue o fim" (isto é. pode ter sido de grande valia nas posições que ocupou mais lanle no go­ verno da Babilónia e da Pérsia.3).5). No final dos três ár­ duos anos dp treinamento (o primeiro e o último poderiam ser frações. Capacitados por Deus (Dn 1. parece que Daniel morreu na Pérsia.7). Assim. é quase certo que Daniel viveu bem mais de H0 anos. que signjfica algo como "Bei (um deus babilónico) protege sua vida". em 562 a. considera­ dos como um ano completo na contagem tio lempo daquela cultural havia um exa­ me oral feilo por Nabucodonosor. ãs margens do rio Tigre (Dn 10. conludo. Sua ex­ periência anterior em tais círculos..C.171. até sua morte. O nome náo é simplesmente a forma babilónica para Daniel e incorpora especificam ente o nome de uma divindade pagã..3-6). no qual a sabedoria e o enlendimento eram me* 124 . o que era compreensível. Desde que este livro enfoca a invasão inicial de Je­ rusalém por Nabucodonosor (Dn 1 . em lugar do Deus dos judeus (o sufixo “El"). pelo qual passavam as que enLravam paru o serviço do rei Nahncodonosor (Dn 1. Náo se sabe com clareza qual a plena natureza do processo educacional no qual Daniel ío i colocado ao chegar à Babilónio. por isso. O locaJ e a data tanto do nascimento como da morle de Daniel não sáo <ilados expUcitamrmtfi nas Escrituras.C. provavelmente tivesse entre 15 e 20 anos de idade. quando foi colocado na ca­ tegoria de "jovom" que serio educado (Dn 14). As matérias estudadas sáo citadas em Daniel 1. como lambém a "todos os magos e encantadores que bavia em lodo o reino'* (v. 1 ). em 539 a. isso significaria que o último evento cronoló­ gico no Iív to de Daniel aconteceu em 537 e 536 a. embora conheçamos bem seu rigor e sua amplitude Ele e seus companheiros foram treinados entre os melhores e mais brilhantes jovens do império (Du 1. Por não ler acompanhado a primeira leva do exi­ lados judeus que retornaram "no primei­ ro ano de Ciro" (Ed 1 .2 ] ocasião em que esle jovem foi levado para a Babilónia (Dn L. 1 . 2 0 ). seu sentimento com relação à trágica queda de Judá e o exílio na Babilónia seria ainda maior.C. rei da Pérsia" (Dn 1 0 . amplia o quadro e Inclui "cultura e s a b e d o ria a fim de abranger também "todas as visões" e “todos os sonhos*’. Quando Daniel iniciou o estudo de três anos. parece que o novo nome fazia parte de uma orientação sistemático para que os estu­ dantes abraçassem completamente lodos os aspectos da nova sociedade da qual la* ziam parie. 1 ). Assim. um ser celestial (12.6 ) da "linhagem real e dos nobres" (Dn 1. 17. pro­ vavelmente ale passou dos 00.DANIEL Nabucodonosor.4). prova­ ram ser muito superioras não somente aos nulros estudantes (1.19). entretanto. Isso poderia indicai que o profeta ainda viveria por mais al­ gum lempo. se a invasão aconteceu w ru 605 a.C. entretan­ to.

a referência ao segundo ana dn reinad o de Nabucodonosor (Dn 2.por sele anos.1 1 ). os jovens judeus puseram-se diante de Deus e oraram juntos durante toda a uoite (w.32. Mesmo quo o período tenha sido de poucas semanas ou meses e embora o império estivesse em paz. e o cáp. e é chamado de “chafo dos magos" |Dn 4. É extremamenle difícil determinar quando esse incidente aconteceu na vidn de Daniel Por um lado.49). às mais altas posições do governo da BabUõnia |v. 4 começa com Nabucodonosor apa­ rentemente uo auge de seu poder. como um mês ou um ano. 28-32).49) Isso não explicaria melhor. usoda para demonstrar a habilidade especial do profeta para en­ tender as visões e os sonhos (Dn 1. seria de se es­ perar que o vácuo causado pela ausência de uma figura láo inteligente o imponen- 125 . õ bem provável que tenha desempenha­ do um papel fundamental na manutencão da estabilidade do governo enquanto Nabucodonosor esteve afastado do sua função. Se assim for. embora resulte na c o n c l u s ã o de que Daniel foi nomeado para um alio corgo por Nabucodonosor. Daniel 2 funcionaria como um tipo de retrospectiva. informou-os sobre o incidonte e a ordem de execução (vv.33). chefe da guarda real. Desde que Daniel tora nomeado conselheiro-cheÍR da corte real (Dn 2. 23.2 0 ). Arioque. a forma com o o Império Babilónico loi governado durante n perío­ do em que o Tei permaneceu mentalmente incapacitado é ainda mais obscura! A expressão “sele tempos" pode simples­ mente referir-se a um período indefinido ou significar a um ciclo do calendário.20). 5. A explicação do profeta sobre o sonho e o sen significa­ do não somente salvou a vida dos sábi­ os c o m o também levou o Tei Nabucodonosor a louvar ao Dous do Daniel |Dn 2. em lugar de glori­ ficar o Deus verdadeiro (Dn 4.17).48.20 (consideran­ do-os dez vezes mais doutos do que to­ dos os magos e encantadores) e a descri­ ção do proleta como meramenle "um den­ tre os filhos dos cativos de Judá” (Dn 2 . adivinhação e provavelmente asiroiogia como parte do estudo da venerada literatura babilónica Depois de um furioso decreto feito por Nabucodonosor. O significado dos “sete tempos" não eslá claro. em vez dp um houornvel sábio que já se encontrava a serviço do rei |Dn 1.49).2 : 1 ).47) i! a elevá-lo.9-27).12). 48.1) colocaria o fatoden­ tro do período iniciai dos três anos de treinamento. Nabucodonosor só é capaz de controlar seu orgulho por um ano ívv. Se o entendi­ mento íjoumm do que "um lempo" era uma estação anual de colheila estiver correto. Sua aulo-exaJtação imediatamente resultou no castigo que fora predito: receberia a mente de um animal e viveria como um irracional por "sele lempos" íDn 4 1 6 . na qual eles também estavam incluídos (v.19.9).17-23) b "nnlão foi revelado o mistério a Daniel numa visão do noite" (v. antes mesmo de completar seu período fie treinamento (Dn 2. então o rei ficou impossibilitado de governai. citados no v. Os eventos quo se seguem inferem que o ca­ pítulo também registra a elevada influ­ encia de Daniel no governo. entretanto. Esse enlendimento é levemente preferí­ vel . 13). Daniel e seus com­ panheiros entraram em cena. a conclusão um tanto exage­ rada do rei em Daniel 1. Essas declarações indicarn fortemente que o programa iiiclula instrução em magia. 19). 14-16J. Depois que o proleta interpreia uma visão que adverte severamente o rei sobre as consequências de sua auto-oxaltnção. devido ao fracasso dos conse­ lheiros em d e la lh a T e interpretar o so­ nho do rei | vv 1 . juntamente com seus companheiros. que ordenava a exe­ cução de “todos os sábios da BabUõnia" (Dn 2.DANIEL (lirlos e comparados com “lodns as ma­ gas e eurantadores" quo já «atavam a ser­ viço do roi (Dn 1 . Daniel 3 é o único capitulo do livro em que o profeta não ê mencionado.

Deus o protegeu durante toda a noi­ te.2 0 J. Daniel foi imediatamente pre­ so e jogado tia cova dos leões [Dn 0.30.34. para lira-lo do caminha a qualquer custo ÍDn 0.2). par uni período de trinta dias. e o culpado.C. quondo permitiu que os judeus dispersos pelo império vol­ tassem para Jerusalém e reconstruíssem 1 26 .27).24l e Dario tez um decreto adicional.. Os próximos evenlos registrados da vida du Daniel acontecem no inicio do roinâdo de Belsazar. Babilónia' [Dn 7 .1017).4.281. 1 1. dirigida a Belsazar (Dn 5 22-29): logo de­ pois da vitória medo-persa sohre a Babilónia. "No primem. que ocorreu na ocasião da derrota finai da Babilónia pelos medos e pnrsas (Dri 5. Os conspiradores foram então atirados às feras famintas (v. supremo im­ perador persa (Ed 11).13-101.27) na conclusão de suu segunda visão.20). Durante a décuda entre a morte de Nabucodonosor (562 a.37). "no terceiro ano do remado do rei Belsa/. Não somente o profeta foi exaltado contra sua vontade para ocupar a terceira posição mais ele­ vada no império. em 5-39 a. outros oficiais do gover­ no medo-persíi conspiraram contra ele. a fim de orde­ nar que o povo tremesse e teuiesse "pe­ rante o Dous de Daniel" ív.C.5). 8 descreve u segunda visão de Daniel.12). o idfimo monarca (553 a 539 a. como Daniel.ar" (Dn 0 .C ) e o começo do reinado de Belsazar (553 a.DANIEL Le como Nabucodonosor fosse rapidunien te notada. toda oraçáoque náo fosse dirigida ao rei seria considera­ da Uegal. nn bem conhecido episódio da escrita na parede [Dn 51.29. ele menciona seu retorno nos negócios do rei (Du 0. O cap. 1 1. Assim desde (|iie náo exisU í nenuma IndicaçSo de uma lula interua pela poder nu declínio durante sua au­ sência. O tempo parece coincidir com a proclamação feita por Ciro. As duas visões des­ creviam circunstâncias difíceis para o povo de Deus no futuro. foi vindicado diante do roi Dario e res­ taurado ò sua posição de autoridade (w 18-23. Cer­ tamente.: entretanto.1J. rei de. o medo. em certo sentido. Devido à conduta ética e ao compromisso religioso do profeta. ano de Belsazar. punido com a mor­ te na cova dos leões (Dn G. Daniel tez uma maravilhosa oração de arrependi­ mento corporativo |Dn 9.0-9). pelo oovo imperador. I do período babilónico. que ocorreu cerca de dois anos mais tarde.36. 1 1. por isso. seus companheiros arquitetaram um plano para persuadir o rei a decretar que. além de indicar a proteção providenciei de Deus na transi­ ção do poder.3-20). tunham trata du dos assuntos eotidianos do império até que o rei recuperasse a sanidade e vol­ tasse ao Irono rDn 4. É algo fantástico. Durante esse mesmo periodo (o pri­ meiro ano de Dario: Dn 9. 0. Por cousa de sua disposição de orar três vezes ao dia. ou nem mesmo sabia sobre sua fama como intérprete de sonhos e de homem sábio durante o reinado de Nabuco­ donosor (Dij 5 . não é de estranhar que o profeta tenha finado es­ pontado e com o semblante mudado de­ pois da primeira (Dn 7.281 e “enfraqueci­ do e enfermo alguns dias" depois da se­ gunda visão (Du a. o profeta leve um sonho.C. 0 . é provável que oficiais altamente respeitáveis. Para evitar que Daniel fosse nomeado para o mais importante cargo administra­ tiva por Daria.31. que se tornou sua primeira v i s ã o registrada no I í v t o . que Daniel e o Senhor no­ vamente. 0 rei Belsazar deu a entender quo não co­ nhecia DouíbI pessoalmente (Dn 5..1-31. Daniel foi larnhérrt nomeado coma um dos três administradores sobie o reino. pelo povo judeu. mesmo após ter repre­ endido o rei por seu orgulho e interpre­ tado a ameaçadora escrita na parede.f Daniel aparentemente perdeu um pouco de sua influência no governa ria Babilónia. no meio dos leões Na manha seguin­ te.C. data­ da por vollii de 551 a. Foi um papel no qual o profeta ra­ pidamente se destacou (Dn 6. tenham recebido grande reco­ nhecimento (Dn 5. mesmo soh rist o da pró­ pria vida. L)ario.

33). relacio­ na dn com Daniel cap.3). Ao recuperar-se do trauma cátisadi i pela invasão de seu lar em ludá. bem e O m o por seu exemplo de piedade. a vida de oração e a sabe­ doria rjue podem ser vistas de forma con­ sistente na existência do Daniel. a coragem.20) como na lembran­ ça tios escritores bíblicos (Hb 1 1. parece altamente pro­ vável tjue esle período seja um paralelo com o lempo acumulado duranie o qual os judeus falharam em observar a loi do “descanso do sábado' ordenada por Deus (2 Cr .14. 26.14. de que talou o profe­ ta Daniel’' fMl 24. cí.24).15.24) decretadas por Deus paia o futuro de Israel (Dn 9. havi:ria lernpo soificionte para Daniel ter demons­ trado s u a justiço 114.33. Embora alguns atribuam tais refe­ rências a alguém de renome.'4fci.2G. Uns dois anos mais tarde (Dn 10.2-4). apesar de ele ter passado a maior parte da vida distante geograficamente fie Judá. referente à utilização da ten‘a.C. mas a falta de outro evento semelhante no AT. dessa vez por três semanas (Dn 10.20). Daniel cresceu de forma notável. 3. (Dn 1 e 2 . Daniel.1). Essa alegação é justificada. Fora de seu livro. Seu nomp não ê cilado.). bem como o fato da meução estar próxima à referência a "apa­ gar a força do fogo" (Hb 1 1. 1 ].14. Como resultado da oração fervorosa. (14. 28.21). orou e je­ juou.C.341. A visão que se seguiu é o último eveulo registrado uo livro de Daniel. Embora nõo haja uni r onsonso cnm relação ao significado o ao cumprimen­ to dessa profecia. Poucas pessoas na Bíbba exibiram a fé. 8 . onde nada mais é registrado na* Escrituras so­ bre o período linul da vida do profeta. tanto paro interpretar como para ter as visões mais detalhadas ria profet ia bíblica. diuante a reconstrução »le Jerusalém e do Templo. 1 ) e 58<> a.14. esp 2 . do jejum e do lamento de Daniol pelos pecados de seu povo |Dn 9. é mais provável que se re­ portem ao Daniel contem porâneo de Ezequiel. Se as ocorrências cm Ezeqyinl podem ser datadas «m 592 a-C.. Daniel finha influência por seu acesso aos corredores do poder.15).20). Sftu legado mais profun­ do esta na esfera espiritual. No meio do discurso do monte das Oliveiras (Mt 24 e 25). (28. Cl.C. Desde que essas manifestações ultrapassaram o pe­ ríodo do exílio babilónico (geralmente datado de 605 a 539 a. lesus laz uma referência à “abomi­ nação da desolação.21). (az com que a identificação sefa quase certa. seu estilo de vida como humilde cunselhei- 127 .DANIEL 0 Tfcxnplo (Ed 1. alé ocupar po­ sições nos mais allos escalões da autori­ dade imperial e ter mfluôncia tanto uo Império Babilónico como no Medo-Persa. Esse incidente talvez esteja rela­ cionado com os eventos em Jerusalém. A maneira como Cristo fala aqui parece auienbcar a exatidãn histórica dos eventos e das visões registrados uo Livro do DanieL Tlm tributo adicional à fé dflmonstrarJL o por Daniel na cova dos leões está re­ gistrado em Hebreus 1 1. Tanto em sous dias (Ez 14.4. onde u reconstrução do Témplo foi Inter­ rompida pelo medo e desânim o (Ed 4.2. A única menção do nome de Daniel no NT é era Mateus 24.20) e sabedoria concernente aos mistérios 128. Seu re­ conhecimento como o principal conse­ lheiro na Babilónia e seu sólido compro­ misso com Deus já sn teriam estai lelecido solidamente por volta dafiflO a. durante uma carreira que durou mais de G O anos Ainda assim.14.20. Daniel novamente lamentou. mais do que qualquer ou li o personagem bíbli­ co demonstrou ser a figuru inlormediaria entre o período do pré e o do pós-exílio.'4.3. Oaniel foi o veículo da revelação divina. Urna avaliação geral das contribuições de Daniel deve incluir o uso dn su perlativps.2427).1). o nome de Daniel aparece Irês vezes em Ezequiel (14. que prova­ velmente vivnu no tnmpo de Noé ou de JÓ (11. o velho profeta recebeu uma re­ velação assombrosamente detalhada das "setenta semanas” (Dn 11.1). J).

Conhecido exilio.1 oomo o imperador que permitiu aos judeus reconstruir o Templo. A snbedovel que fosse um governador descenden­ riu do Salomão loi enfatizada por meio da te dos medos.2).19.12. cujos descendentes estavam entre os judeus ser coniumbilo com o rei Dario citado em Daniel 9 . 16 1. 12S . era filho de Maol. "Gobrv. etc.) as ordens de Ciro. O significado do nome ainda n incerto. cria outro problema: por que então Elanã seria relacionado ua lista dos heróis de Davi? Outra sugestão é feita a partir de 1 Crónicas 2U. o qual menciona que foi Elanã quem matou o gigante.1. A conexão com a palavra acadiana dúwidúni (chefe. é mais prová­ nhecimento.28). DAVI Dados Gerais Davi é o nome do maior rei de Israel e o anoeslral humano do Senhor Jesus.6 (chama­ do de Dara) t omo filho de Zerá e descen­ fcta do Deus verdadeiro õ profundainantti reverenciado e digno de ser seguido dente de Judá. ma pessoa citada no ílem cmterior (n* 1 ). embora duvidosa. Não deve DARCOM. 1. corno Dario I ou “o Grande”. "Servo de Salomao". o herói que matou Golias (2 Sm 21. comandanle) é atraente. 1. que seu nome e EJauã (Heb. o Medo. É sempre mencio­ a Salomão uma sabedoria extraordinaria nado junto com o irmão (veja) Abirão (Nm (v. Filho de Eliabe.).'is“)> Í!>so. encontramos Darda no texto de l ReLs 4.15: 2. Deus deu DATA.56: Ne 7. Embora essa solução possa resolver a apurento discrepância entre 1 Samuel 17.s quo assinaram o documento o Império Pnrsa de 522 a 486 a. 7. Dario.6J.1 e outras referências (veja n* ]). Na verdade ele governava sol.C. Aparece em Esdras 4 a 6 : Ageu 1.3.. a identificação do Elanã é incerta. “Deus é gracioso”). Era descendeule de Ilamar. minou sobre Foi um do. Desde que não se tem certeza se foi em 2 Samuel 21. Sofonias 1. cujo texto relata que Davi matou Golias. Embora alguns teólogos o identifiDA RDA. Ri*i da Pérsia. Por (Gr. 2. Provávelmiinte tira a mes­ como exemplo.31.58).19 011 em 1 Crónicas 20. Alguns sugerem que Davi seja um cognome rea! o .10 e de compromisso solene com Deus (Ne 1U. Em respost a ao seu pedido. de 1 Samuel 16 a 2 Reis 1 e em 1 Crónicas 2 a 29.25. que iden­ tifica Elanã como o herói que matou Lami. Famoso por seu grande co­ quem nomo o próprio Ciro. citado como companheiro de re­ gresso a Judá uu leva de Estiras [Ed tí. imperador sobre Babilónia nos dias do Daniel.DARCOM ro governamental. Listado em 1 Crónicas 2. conhecido como Gubaru comparação com a de outros homens. 3. Daniel. Líder levi la da época dn pósDARI O. e 2 Samuel 21.i dos que eram reconhecidos em sua época como sábios. que retomaram do exílio com Neemias |Ed 2. irmão de Golias. para dar o significado tie “amado". É mais provável que esteja associada com a raiz hebraica d m l (amor).24.2 yj. o hindadoi do Império Persa (Du U.7. Sua história. que ultrapassava . administrador e j»rr> ~ 2 .5 quo houve uma corrupção textual. suas realizações o seus problemas roceberam um tratamento extensivo.19).1.

o qual o nomeou seu escudeiro (v. O prolela procurava um candida­ to que se qualificasse por sua estatura física. como coletânea. ele não eulendeu por que o Senhor o enviara a ungir um rei naquela casa. quando os filisteus atacaram Israel 11 Sm 171. que o elevaram da posição de pastor fie ovelhas a músico no palácio do rei. 18). Jónatas. Um deles disse. ele teve certeza que aquele jovem atendia aos padrões de Deus. a pre­ sença do Senhor em sua vida.11. O homem olha para o que está dianto dos olhos. Afinai. 1 Gr 2. conlorme afinnou para Saul: "O Senhor que me livrou du> garras do leão. Na corte.DAVI Antecedentes Davi era o m. me livrará da mão deste filisteu” (J Sm 17. desafiava SauJ e lodo o Israel várias vezes por dia. Saul sofria de melancolia. Primeiro. 2 1 ). E o Senhor 6 com ele” (v. eloquência. Deus operava claramente em Iodas as circunstâncias da vida de Davi. Davi recebeu duas confirmações de sua eleição: Samuel o ungiu numa cerimó­ nia familiar o o Espírito do Senhor veio sobre ele de maneira poderosa (v. aprendeu a cuidar dos animais. usurpando o trono da familia de Saul. O gigante filisteu. Jessé em descendenle da tribo da luda e bisneto dR Bonz a Rute. 16). receberam o til llío de "A história da exaltação de Davi". Quando SauJ sofria dc depressão e crises du melancolia.37) Davi era também um bom músico. chamado Golias. Davi foi convidado para servir ao rei Saul como musico. Depois que os sele mais velhos loram apresentados a Samuel.12). devido h sua bela aparência: “Vedes 0 homem quo o Senhor escolheu? Não há entre (> povo nenhum semelhante a ele” (1 Sm 10.24). Como pastor. suu bravura. de lutar contra animais selvageris até suas vitórias sobre os filisteus e de herói nacional a refugiado político. mas. e de boa aparência. porém o Senhor olha para o coração” (1 Sm 16. Na juventude. sisudo em palavras. o belemita. O propósito dessas narrativas é defender Davi da* acusações de ter agido de maneira subversiva. bem como a protegê-lo» dos predadores. Segundo. Esse texto relaciona várias características de Davi: seu tulonto musical. seus servos.31-38). homem de g u e r r a . 129 . pois "o Senhor não vê como vê o homem. anteriormente tinha dito ao povo que Saul preenchia os requisitos. Davi eleito por Deus para ser rei Davi era notável.ús novo dos oito filhos de jessé. Deus agiu rapidamente. boa aparência. e das garras do urso.7).2-6. acima de tudo. que. Essa experiência o pnsinou a dspondor do Senlior. chamado Davi. tanto poi seu amor a Deus como por sua aparência física (I Sm 18. Abner e Is-Bosete. Jessé disse a Samuel que seu Cilho mais uovo. a moahita (Rt 4 18-22: cf. Davi cuidava dos rebanhos da família. Davi com Saul Qs caps. Depois que loi trazido diunte do profeta. “Vi um filho dft Jessé.26). Davi agradou ao rei. porque O Espirito do Senhor o abandonara (1 Sm 16. e é forte r valente. 13).'I2J. 15 a 31 de 1 Samuel são uma antologia solta de histórias. mas nenhum deles foi aprovado por Deus. um efratRU de Belém (1 Shj 17. ainda cuidava dos rebanhos. conhecendo a reputação desse jovem mandaram tíhamâ-lo II Sm 1 (J. sendo responsável pelas rnorles de Saul. que sabe locar bem.1-15: Ml 1. Os mancebos passaram uni por vez diante do profeta.14). o Senhor incumbiu Samuel da tarefa de ungir um dos filhos de Tessé. Depois que Saul foi rejeitado por seus atos de desobediência I I Sm 15. Lc 3.

4). nu esperança de que perdesse a vida.Sm 17. 10 ) e até mesmo na própria casa do genro (v. quando muitas coisas boas surgem. D a v i triunfou sobro o filisteu. 130 . 3). Jo na tas amava de verdade o íilho de Jessé (1 Sm 19. rei filisteu de Gale. mediante a matança de 100 filisteus. "A alma de Jonatas ligou-se com u de Davi. deu-lhe suas roupas o armadura (v. como um tipo de dote. Qualquer um que tentasse colaborar com Davi era morto por Saul. Este filho de Saul chegou ao ponlo de fazer nmu "alian­ ça'’ com Davi (v. Davi. Tbfcoiro. Saul desafiou-o a demonstrar sua bravura e seu valor novamente. c o m o aconteceu com os sacerdotes de Nobe 1 1 Sm 21 a 22).19).28|. o íillio de Jessé buscou refúgio juuto a Aquis. Merabe. 20). 9). Os membros da família do rei o amavam.16). tí). Davi loi avisado com antece­ dência do profundo ódio cie Saul contra ele. casamento c. P a ra onde quer que ele fosse. Merabe íoi dada a outro homem I ' Sm 18.7) Esse contrasta suscitou o ciúme do rei (v. nem com sua crescente popularidade. Trouxe sua família para a segurança de Monbe r retornou. Nesse meio lempo. O Senhor eslava com ele. Davi e Jònalas fovam obrigados a se separar. O filho do rei sabia que Davi corria risco de vida. Saul contra Davi Saul fez tudo para livrar-se de Davi. O rei fez algumas tentativas para eliminar Davi no palácio (v. bem com o de seus planos de mata-lo. O ciúme de Saul deixou-0 cego. a fortuna tornou-se em sina.50). Exigiu que o jovem enfrentasse os filisteus em batulba. as mulheres louva­ vam !>eu nome ó faziam comparações positivas entre o jovem e o rei. Assim começaram as alilud. ao matá-lo com uma funda e uma pedra () Sm 17.om a filha do rei Saul e a isenção de pagar injpos­ tos — Davi apresentou-se tomo voluntário paru enfrentar Golias naquela batalha.2 ). procurou imediutamoule agradar ao rei. por meio de suu amizade com o filho do rei. o rei ficava sabendo e o perseguia. Saul traxia Davi sob suspeita" Iv. mas gradualmente percebeu que seu pai real­ mente estava determinado a matá-lo. i I). Temeroso de que a boa voulade dc anfitrião mudas­ se a quaJquer momento. em ■asamonto a Davi ( I Sm 18. Como sempre acontece. porque sabia qun o Senhor eslava com eie e via o am o r da filha por Davi como trarão contra seu remado 1 1 Sm l0. Quarto. seu arnor peio povo e pelo alta recompensa — riqueza. ainda relutante em aceitar casar-se com um membro da lamílla real. Mov ido por seu zelo pelo Senlior. Foi extremamente desleal. O narrador de I Samuel escreveu: “Daquele dia em diante. 7). o (ônntas o amou como à sua própria alma” lv. De maneira vil. “Saul feriu o* seus milhares. Davi íoi convidado para morar no palíuifc» real (l Sm 10 . Gomo expressão dn seu profundo amor a respeito pelo filbo de Jessé. Ali. porém Davi os seus dez milhares" (1 Sm 18. liderou um bando de furos-da­ tei. Mical lambém amava Davi (v. Intercedeu em favor dele e o convidou para voJlar ao palácio |v.1) e não se preocupava com suas proezas militares.DAVI por um espaço do 40 dias (I . Aconteceu cie Davi levar suprimentos para seus irmãos que estavam no acampamento <if: guerra e teve oporlunidade de ouvir o desafio do gigante. Estava aborrecido por ser obrigado a dar Mical como esposa paru Davi. Os dois fizoram umo aliança para toda a vida e se separaram (1 Sm 20.es de hostilidade explícita contra Davi. u fim de enfrentar os perigos de sua vida de exilado. Por toda a nação. pois voltou atrás em sua promessa de dar a filha mais velha. compreendia lambém que Deus tinlia um planoespef ial para a vida do amigo. loi para Adulão í 1 Sm 2 2 ). 1 ). A lama de Davi cresceu rapidamente.17).42). Expulso da corte. Ele sabia que seus dias como monarca estavam coutados e tinha de proteger o Lrono pura sua família.16.

Joabe. 0 norle e o sul. rebanhos e do gado que ajudavam a proteger. o c o m a n d a n te militar. e Q profeta Gado também se uniram u Davi. as quais loram irtlerrorupidas quando joabe assas­ sinou Ahner. como faz. A Iribo de Judá permaneceu leal a Davi e separou-se da união. ao invés de matá-lo. tinha recebido lal proteção de Davi e seus homens. levada cativa pelos amalequitas. ibrão.42). Po/ duas vezes Davi teve oportunidade do vingar-se de Saul. Davi chorou pelo rei e por súu amigo 12 Sm l. Abiatar. ao tornar Hebrom a capital do novo reino (2 Sm 2. A ciciado nunca pertencera aos israelitas e localizava-se num ponto estratégico. lazia com que as pessoas Ficassem orn débito para com ele. ao fazer de lerusalém sua capilal administrativa. poupou sua vida. desejo­ so de ler uma localização melhore reconhecedoi do problema estratégico gerado p e la proximidade d o s cananeus. que o levou consigo como parte dn suas tropas numa balalha em Gilboa. a fim de cons- 131 . ela se tornou esposa de Davi (1 Sm 25. No eutanlo. estavam dispos­ tos a compartilhar cora eles alguma coisa. porém.10). como o legitimo repre­ sentante do trofio (2 Sm 2. em Queiia (1 Sm 23). esposa de Mabal. Aquis tinha tamanhij confiança na lealdade de Davi. primeiro teve Hebrom como seu cenlro. muitos deles guer­ reiros habilidosos. rei de Tiro.4J. junlo com outros cidadãos importantes. Davi perseguiu os invasores e colocou um fím em suas hostilidades. Enquanto os filisteus esmagavam os israelitas no norle. em um cruzamento entre o leste e o oeste. pui* atias muitas façanhas. O enfruquet imeulo do Norte encorajou a morte de Is-Bosete e as tribos voltaram ã união sob o reino de Davi [2 Sm 5. seu comandante militar. agora unificado.4). Nern lodos os criadores.9). rei de Cato. Davi lularia contra seu proprio povo (lStn 29). mas. mas as reações loram bem dilorentes em todo país. de onde ajudava Saul a reduzir as forças dos filisteus (1 Sm 27). O filho de Jessé ficou lurioso. um rico íazendeiro. Davi determinou a conquista de Jerusalém. nm vingança pela morte de seu irmáo. As noticias sobre a morte do Saul comffâm rápido. Recebeu a cidade de Ziclague para morar com seus homens. Mas. o apoio a Davi crescia cada vez mais. Nubui. reuniram-se a ide. O crescimento do podnrio de Davi náo passou despercebido. mas era avarento demais para recompensá-los pelo trabalho (1 Sm 25).3. Bandidos. Davi consolidou seu reino. Sua existência tornou^sô tão opressiva que foi obrigado a buscar refúgio com Arpeis.Es Ir:.DAVI Enquanto isso. foi no seu encontro com vários presentes. Era uma ( idade neutra.8. Não demorou muito paro que n povo descobrisse a incompetência de Is-Rosete Abner. procurou Davi e abriu negociações com ele. liderou uma campanha bem-suce<bda contra aquela localidade b a conquistou para o rei.iy -27). pois não linha qualquer ligação especial nem com as tribos do Norte uem eum as do Sul (2 Sm 5. Reduziu a ameaça dos filisteus. contra os israelita* (1 Sm 28). por exemplo.1-3). Ao invés de comemorar este acontecimento. As tribos do Norte reconheceram Is-Bosete. Depois da morte do marido. filho do rei. ruas Abigail. um sacerdote que escapou tlf» massacre em Nolie. ele retornou a Ziclague e descobriu que a cidade fora saqueada e incendiado e u população. Ele e seu homeus também tomoram-so defensores dos moradores de ludá que eram constantemente ameaçados por saqueadores estrangeiros e viviam da parte que reesbiám das colheitas.9. Os filisteus rrão deveriam ficar apreensivos pelo conflito de interesses. Davi é exaltado ao reino Saul e Jonalas foram mortos na batalha em Gilboa (2 Sm 1. euviou seus carpinteiros e pedreiros. Esse reino.

Encorajado pelas promessas de Deus e feliz polo consolidação do destaque de Israel entre as nações. Davi buscou a aprovação do Senlior para providondiar um centro definitivo ao culto e à adoração em Israel. e trazer as bênçãos do Senhor sobre lodos os fiéis. o fortalecimento da posição do fillio de lesse ameaçou a paz relativa de que Israel gozava. pois concedeu a ele uma "casa'* (dinastia) e permitiu que seu filho construísse uma “casa" permanente para o Senhor A promessa de uma dinastia foi incorporada a uma aliança dó conces­ são. ao colocar sobre ele o privilégio de ser um “filho" de Deus. pelo equivocado zelo do Saul. Jônatas e dos sele que foram mortos e os enterrou na sepultura de Quis (2 Sm 21. Os filisteus náo perturbaram o pais duranle os dois primeiros anos do reinado de Davi Com o crescimento d» sou poder. Esse ato firmou o relacionamento entre os dois rois. Jerusalém como centro do reino de Oavf A paz estabelecida em Israel encorajou Davi a persuadir as tribos a reconhecer Jeru­ salém como centro religioso. Providen­ cio u -lh e um lugar e garontiu-Ubue um sustento vitalício |2 Sm 9J. Essas promessas cumprem a aliança que Deus fez com Davi. moabifas. O Salmo 2 celebra a condição do filho como o que e x p e rim é D tn uma posição privilegiada e recebe autoridade para estabele­ cer o reino de Deus (veja SI 72h submeter as nações. Poi-lhe revelado que a escassez de alimento era resultado do juízo de Deus. edomitas e amonilas |2 Sm 12. Deus graciosamente removeu a maldição e renovou a terra com chuva abundante. (Veja o verbete Aliança. o rei fpi generoso no trato com Mefihosete.20. segundo a qual o Sonhar tingiu Dctvi e sua casa p a ta estabelecer seu reino r sfetivam ente fmzer u tt i reinado d e paz. a símbolo central du relacionamento e dn aliança dn povo cam Dous (2 Sm 6 ). quando necessário pela torça. Por incrível que pareça. I Após encontrar descanso oro Jerusalém. sem incluir Mofibosote. Provavelmente esse período íoi marcado por uma severa crise fie fome (2 Sm 21. feita pela graça. / \ proposta concedia a Davi um lugar perpetuo no reinu rle Deus. povo que buscara e recebera proteção dc Israel.DAVI trair um puláiio para ele (2 Sm 5 . Depositou a maior parte dos tributos « espólios uo fundo para a construção do Tfcmplo (2 Sm 8 .1 *> . fillio de fônalas. deci­ diram acabar com sua grande popularidade O rei resistiu n cada aboque com sucesso e finalmente definiu a fronteira do reino na planície costeira |2 Sm 5. na época de Josué (Js 9. 1 2 ).2).14). satisfez a exigência de justiça feita pelos gibeonitas.29-31). 132 . ao levar para lá a Arca da Aliança. Cobrou impostos dos arameus e das nações que decidiu não subjugar (2 Sm 8 :1 0 ). Davi levou os ossos de Saul. por meio da cons­ trução de um Templo (2 Sm 7). ao tentar aniquilares gibeonitas (2 Srn 21. Subjugou os filisteus. 18-26). Embora fosse severo era sua justiça para com as nações. Jesus o os apóstolos afirmaram que essas promessas encontram seu loco e recebem sua confirmação em Cristo (o 'Messias' ). 1 1 . expulsou as lorças invasoras e foi agressivo no estabelecimento du paz em Israel.11).1-1. Davi seguiu adiante. A dificuldade era Ião grande que Davi pediu uma explicação ao Senhor.19-251. A morte de sete descendentes de Saul. gloria e bên ção. Ele é o ‘'tingido" que recebeu autoridade e poder (Ml 28. O fa c to David ico é uma adm i­ nistração sohnrunu. entretanto. Al 2) do alto sobre Ioda a criação* inclusive a Igreja (Cl 1 ). Fortaleceu Jerusalém. desenvolveu tima administração de governo t entrollzadu. Deus modificou a oferta de Davi. mn todas as parles du Terra.

Davi almejava revê-lo e foi encorajado por Joabe. Perseguiu a Seba até Abei-Bote-Mauca e siliou a cidade. a história de Davi é uma mistura dn tragédia o providência divina. com 0 crédito de ter acabado com a rebelião (2 Sm 20. O rei voltou para Jerusalém com o apoio do* habitantes do Sul do pais. Absalão foi coroado rei ern Hebrom e rapidamente partiu em direção a Jerusalein (2 Sm 15). sob a liderança de Seba. desejou ardentemente Bale-Suba. Amnom violentou a própria irmã. a fim de perturbar a ordem. A Iribo de Judá alegou que o rei lhes pertencia 0 ofendeu os habitantes do Norte com a sua insolente arrogância (2 Sm 19. ao comprometer-se a atirar a cabeça de Seba por cima do muro. com quero leve relaçOes sexuais. Tamar. e agora estava sob as ordens de Abisai. O bobe que nasceu tia união com Bale-Seba ficou doente e morreu. O rei confessou seu pecado e recebeu perdão (2 Sm 12. tentou encobrir seu pecado. irmão da jovem. orientada por Joabe. Davi saiu da capital com um grupo de seguidores e deixou vários conselheiros de confiança para trás [Ahialar.) Quando Amasa. fora ao rei pedindo proteção para o filho quo assas­ sinara o irmão. Como este demorou muito a relnrnur. Cousequeutemente. Consequentemenle. mas sofreu as consequências de sua perfí­ dia pelo resto da vida. A dis­ sidência rapidamente cresceu e culminou em outra guerra civil. A vitoria foi clara. em detri­ mento de seu velho pal. condenando a concupiscência e a cobiça íle Davi e seu comportamento vil (2 Sm 1 2 ). mas Davi sofreu mais com a perda d© Absalão do que sentiu alegria pela vitória. filho de Bicri ria tribo de Benjamim. a fim de infor­ mar todos os movimentos dele |2 Sm 17). o qual morreu pendurado em uma árvore pelos rabelos. ordenou que Urias 0 marido dela. couquislou a simpatia do povo e pensou numa maneira de reconquistar o favor do pai (2 Sm 14).13. pois elas também linharu apoi­ ado o rei e dado a extensão de seu território nas mãos dele. mas não ao palácio real. Joabe retornou a Jerusalém como geueral. Joabe lrouxe Absalão de volta. ao forçá-lo a seguiu um conselho que lhe fora dado por uma mulher de Tecoa. os quais anteriormente haviam seguido Absalão. Elevado pela graça de Deus a urna posição do imensa poder. . (Joabe perdera o favor do rei « o cargo. a fim de sufocar a rebelião. Davi experimentou instabilidade e morte em sua família.DAVI A queda de Davi A partir deste ponto. Uusai dava conselhos equivocados 0 Absalão e enviuva mensageiros a Davi.231. que se aliara a Seba. Sl :< 2 . por isso. AbsaJSo tivera lempo para elaborar planos. Depois de dois anos.10 saber que estava grávida. por ter matado Absalão. 133 . rf. o qual 0 enganou. o filho do rei voltou ao palácio. Durante quatro anos. A guerra trouxe resultados desastrosos para as torças do filho do rei. Uma mulher sábia sal­ vou a cidade. Davi experimentou uma guerra civil dentro do país. Ele se tornou uni personagem trágico. e joabe se encontraram. uste o matou e reassumiu 0 comando das 110pas.4U-43). o rei comissionou Abisai para perseguir Seba. Davi enviou Amasa para recrutar guerrei­ ros de judá. Zadoque e HusaiJ. e causou a desgraça dela (2 Sm 13): foi assassinado poi Absalão. Este fugiu paia salvar a vida e permaneceu exilado por dois anos. preparora-se cuidadosamente para o momento em que o povo o apoiaria. Esta. fosse morto no campo de batalha e casou-se com ela legalmente (2 Sm II I. a união entre as tribos ficou enfraquecida ao extremo. Como resultado. O profeta Natà proferiu ura testemunho profético. As tribos do Norle seniiram-se traídas pela falta de respeito demonstrada pelos moradores do Sul. õ'l). precisavam ser ouvidas.

Havlai estendido seu reino por todas as áreai da terra que fora promrtida a Abraão (Gn i5 H$. Meu Deus é a minha rocha. Davi ordenou que Salomão fosse ungido rei. 134 . Embora tenha pecado tragicamente contra Deus e o próximo.5. At 2. o rebelde (t Rs 2. era um bouiotu humilde. e (orça da minha salvação. 1 6 ) e trará loclas as nações ao conhecimento de sud soberania 1 1 Co 15.í*. em quem me relugio: o meu escudo.! administração oficionle. após ouvir que seu filho Adonias fizera unia tentativa de usurpar o Irono (1 Rs 1:1 a 2. pelo qual ora rapaz de gpvornor esse vasto impériu Um excelente exército ora mantido constantemente de prontidão. Davi linha realizado uõbjetrvode sulidííicar Israel contra os rUisleus.3). tanto judeus como gentios. ao lesto. Preveniu o seu sucessor sobre várias pessoas que poderiam comprometer a estabilidade de sou reinado: joube.c. mas com o perverso te m o slra s sagaz. ao norle. por esse motivo. sobre a Terra (1 Co 15. Conclusão Davi erd bumano. meu refúgio e meu Salvador — dos homens violentos me salvaste" (2 Sm 22. que expressava arrependimento paT sua presunção. A gennulogia do Jesus recua até o filho do Jessé (Mt 1. O próprio rei foi o responsável pela morte de muitos inocentes. os edomitas.2BJ e. comprou um campo e ofereceu um sacrifício a Deus. Livras o povo humilde.27. a oiro do Araúna. os tnoabilas e amonitas. Por isso. mas lambém comprometeu-se a proteger lodo o seu povo por meio do ungido.. ao sudoeste. desde o princípio até o fim de seus dias.27. nu futura se tomaria o lugar onde Salomão construiria o Templo (2 Sm 24. o comandante.9). É o cabeça da Igreja (Cl 1 . o Situei.19). □ obediência o a bondade de Deus. cujo reino se estende até os confins da Terra.1) Ele é o governante sobre o Irono de Davi. Os cânticos compostos poi ele também trazem a correlação entre a humildade. Incumbiu-o de permanecer fiel o Deus. Por causa riu seu sucesso. para assegurar a paz e a estal>ilidadi* dentro do reino.25. a minha lorlaieza e o meii libertador. Os escritores do NT t e s t e m u n h a m sobro a conexão entre Davi e Cristo. e v.281. mus teus olhos são contra os altivos. Ele é o meu alto retiro. que enviou uma praga contra o reino.1-25 ]. Davi confiou em si mesmo e decidiu fazei um censo Isso desagradou ao Senhor.DAVI Os últimos dias de Davi Nu Iftrmino d<i sua vida.2. Os salmos atribuídos a ule faiam desta verdade. Desenvolvou l l i j j .351. cumpre as promessas em beneficio de todo o povo do Senlior.Ele esta­ belecerá o reino de Deus. cf.6. e os aram eus. O Senhor nfio apenas mostrou seu poder para Davi e seus contemporâneos. Essa ê a essência da Aliança Davi dica. ao sudeste. purque no Senhor estava o fonte du poder e a perpetuidade da dinastia.12). Conforme Davi escreveu: “Com o pura to mostra* puro. Tal afirmação sobre sua confiança em Deus é lambém encontrada nu linal de 2 Samuel' "O Senhor é a minha rocha. A sua lorça estava no Senlior. tuas permaneceu fiei ao Senhor durante toda sua vida. Esse locai. que descenderia do referido rei. e tu os abates ' 12 Sm 22. wj\.

náo puderam provar que suas famílias fa­ ziam parte dos descendentes de Israel (Ed 2. D ELA IA S .5. Pediu ao ml que não queimasse o texto sagrado. veja Micaias. juntamente com seus reis e deuses. Aterjdou á convocação feita por A doniZndnque. Ele se recu­ sou a entrar numa guerra. 1 . 2 . mas de uma mulher. (Vejo Ju izes . 1 2 . esposa de Héber. pereçam todos 05 teus inimigos! Porem os que |e amam sejam como o sol quando se levan­ ta na sua farça'. 7. Sínein e /tm /l imuj. (fz 5 31). Um dos companheiros de via­ gem de Panlo e amigo de Lucas (Cl 4. DÉBORA (Heb. Bem mais tarde. a quúl morreu h "foi sepultada ao pé de Betei.12). Para mais detalhes. É a única mulher que se deslacra naqueles dias» Trabalhou como juiza e “atendia debaixo da palmeira de Débora. Génesis 35.60: em Neemias 7. que de­ monstrou um considerável medo de SLsera. debaixo do carvalho que se chamou Ak)m-Bacute“. Seus descendentes. 1.p. 6 Senlior. 5.1.8 menciona uma Débo­ ra i ] u b foi “ama de Robeca’’. l Cr 1. 2. profetisa e esposa de Lapidote. Nesse cântico. 1 Cr 1 . Um dos oficiais do rei Jeoiaquim. Saeenlole escolhidu poi meio de sor­ teio para ser o 23* na ordem do ministério. 5|. no matar lodOR os reis (Js 10. DEM AS. a menos que Débora fosso junto. Che­ gou ao poder durante um tempo em que os israelitas novamente ignoravam a Lei de Deus e viviam sob o domínio opressor do rei cananeu |abhn e seu geriRral Sísora (Jz 4.14: Fm 2-4). O verso final do louvor reco­ nhece a justiça de Deus diante da impie­ dade e seu grande amor. juntamente com OS do Tobias e Nocorla. em Canaá. Débora. A dedicação de Débora e sua convic­ ção de que o Senhor os levaria à vitória e restauraria a honra de seu nome em Tsrael excedia multo a de Baraque.2). incluído na lista dos descendentes de Jeoonins o cativo (1 Cr 3. ao tratar com os que o amam: “ Assim. para jurttarse à coalizão de reis e lutar contra os. que inalou Sisera quando esle fugia. Poi o progenitor dos assurins (Gn 25. Débora chamou Baraque. tomou-se líder de Israel nos dias dns Juizes.17.11. 135 . ua região montanhosa de Efraim. da iribo de MdftalL e O informou sobre o desejo de Deus de que atacasse e derrotasse Sisera. o ps filhoa de Is­ rael subiam a ela a juízo" (Jz -1. mas destacou quo a honru da vitória não seria dele. Roi do Eglom.t>2 o numeru é 642j. Realmente. após ser derrotado ua butalha poi Débora e Baraque (Jz *1. Em seu pápol do prnfoUso. 3. Desceudente de Cão. através do Cu w e Raama: irm ão de Sabá (Gn LO . no final. “iiir I de abe Lha”). dumnte o reinado de Davi 11 Cr 24. Quan­ do (riljfião foi atacada. ela invocou ao Senhor edeu a Elo a glória devida. 4. rei d» Jerusalém.i Deus foi regis­ trado e ficou conhecido como *'A Canção de Débora " II r. entre Kamá e Betei.18). DEDÃ.50). noto de Abraão e sua concubina Que fr ira. Pai de Semaías. a quem Neemias vjsitou iluranto o tempo de grande opo­ sição à obra de reconstrução do muro de Jerusalém (Ne 6 . m. 1 .9 ). a vitoria foi atribuída a Jael. gibeonllas. Mm dos filhos de Elioenai.4.1-3.5). aa^ quais Micaias transmitiu as palavras do ralo de Jeremias (li 36. Filho de lorsã.25 1.10). 2. Ela veio da Mesopotâmia e viveu na casa de Isaque alé a morte (Gn 24. os quais fizeram um iralado do paz com Josué p o s hehreus.24)'. ela enfatiza a soberania do Todo-poderoso sobre as nações.17-22).DEMAS D EB IR . perfaziam um to­ tal de 652 pessuús e estavam entre os ju­ deus que retomaram fio exilío: contudo. entretanto. Em toda a situação. ns israelitas fo­ ram em seu socorro e desfizeram a coa­ lizão. Ela concordou.32).316. 1 2 ). mas o rei não IJie deu ouvidos (Jr 36. Seu cunto em ação de graças .

companheiros de Rindo. lider da tribo de Gade no tempo de Moisés. Finalmente o escriváó da cidade conseguiu acalmar a multidão e enfatizou que. "D eus sabe"). I p .47. em algumas Iraduçóes seu nome é mencionado como Reuel. ao qu. devido ao seu compromisso cristão (3 Jo 12). na cida­ de.24. Devido à letra “D" no hebraico ser às vezes contundida com a "R". as Escrituras Sagradas. "p e rte n ce n te a De me ter”). 27. na épo­ ca da dedicação do Tabernáculo (Nm 1. Pai de Eliasale. a Bíblia pode ser definida como "a autorevelação de Deus ao seu povo'\ É importante lembrar q u e as Escrituras mos num q u e 0 conhecimento que podemos ter de Deus é limitado e finito. A pre­ gação de Paulo exigia um compromisso coru Cristo que sempre requeria mudan­ ças dramáticas. O triste comentário do 2 Timó­ teo 4. e.14. se Paido havia desrespeitado a lei.38). da mesma maneira que o é para muitos que vivem na atualídade: ‘Torque Demas me abandonou. Espirito Santo. Seu filho foi tamoso. quando as pessoas eram desafiadas a servir a um novo Mestre.341. Discipulo mencionado por João. acima de tudo.14. mas que atraia turistas e pere­ grinos de Iodas as partes do mundo ro­ mano. onde tiveram de ouvir a arenga da multidão por um bom lempo.s u s . 7. eram queimados publica­ mente quando as pessoas tomavam-se cristãs.DEMÉTRJO quando eslava preso em Roma. adorada não somente pelo povo da cidade. que ime­ diatamente reconheceram a ameaça aos negócios e oo seu meio de vida.2f>). 3L Um ourives que vivia em Êfeso Iveia lambém Artaniis]. amando o presente sécu­ lo. Quando Paulo pregou sobre o cristia­ nismo ("o Caminho'’. puro e u m Espirito vivo epessoal. O após­ tolo pregava que "não são deuses os que se lazem com as mãos" |v.n . e o povo começou a entregar-se a Cris­ to. o apóstolo escreveu a Timóteo que Demas o aban­ donara. como já vimos. o comércio e os negócios loram também afotodos. e foi fiara Tessalòuica". D E M É T R I O (Gr.a D E U EL (Heb. Estava entre os numerosos artífice» quê tinham um ne­ gocie lucrativo. A afrouta do Evangelho contra a divindade de Diana parece que só íoi acrescentada de­ pois. DEUS Introdução (O leitor deve consultar tamhám os seguintes verbetes: Cristo. Stmhon) O Deus da Bíblia revela-se em sua criação e. como um segundo pensamento (vv. por meio de sua Palavra. P . que valiam uma fortuna.10 deixa cloro quo o materialismo era uma leniação aos crislãr>k primitivos. frequentemente a Bíblia usa antropomorfismos (palavras e idétas extraídas da experiência das ativi- 136 . Eles então organizaram uma passeata.23). 2. Demetrio liderou os artífices. naquele primeiro es­ tágio do Evangelho em Éfeso | Pau lo este­ ve na cidade durante três anos). enquanto o Senhor é infinito. pois exploravam a preseucu em Êfeso de uma das grandes ma­ ravilhas do mundo — o templo da deusa Diana. At 19. seu im ­ pacto foi rapidameute sentido em todas as areas da vida do povo. na quaJ Gaio e Silas. Livros (rolos de papiros) sobre artêS mágicas. foram agarradas e arrastados ao t e a t r o da i idade. etc.il ninguém jamais viu. as acusações deveriam ser feitas diante dos tribunais.). 2. É particularmente inte­ ressante notar que. Esses uuri ves faziam imagens e ni­ chos da deusa (Al 19. De (ato.

etc. Eu somente. Homens e mulheres exislem na Terra graças ao poder criador e susientador de Deus. “Agora eonheço em parte. estão de alguma maneira relacio­ nadas com. a idolatria é considerada um grande pecado (cí. diz “uo sru coração: Não há Deus" (SI 14. e restituo a vida. As acções seguintes proporcionam apenas ura resumo do que a Bíblia revela sobre Deus. na exlensâo das fronteiras (contra o poder de outros assim chamados deuses) e em sua justiça h juízo sobre todo* 03 que se desviavam dele. Em kaias. tu és Deus”. é o come da ló bíblica. durante toda a história. A existência do único Deus A Bíblia subentende a existência de Deus.41. e não ha outro Deus além de mim Eu causo u morte. ou rejeitavam seus caminhos ou seu povo. Não há discussão alguma sobre i. o não há quem possa livrar das minhas mãos”. eutão conhecerei como também sou conbeaido” (1 Co 13 1 2 ). discutidos de diversas m. o 137 . eu tiro. lodus as pessoas. Por essa razão. De acordo com os Escrituras.2 diz: "Antes que os montes nascessem. de eternidade a eternidade. Os escritores dos Salmos e os profetas também proclamaram que somente o Se­ nhor é Deus e que Ele pré-existe e aulo-subsiste. 53. Esperava-se que o povo de Israel testemunhasse para as nações ao redoj que existia apenas um único Senhoi e que não havia nenhum outro deus. Uma vida inteira dft estudo. Sempre é dada uma ênfase especial ao lato de que somente o Senhor ú Deus e não existe nenhum outro. seja mima atitude de rebelião e incredulidade.1. O Senlior nosso Deus é o único Senhor". As nações ao redor precisavam aprender com Israel que os seus deuses eram falsos e que na verdade adoravam demonios f 1 Co 10 . e seu Redentor. Rei de Israel.33 diz: "Vede agora que Eu sou. para o julgamentu no final dos tempos. aprende-se muito sobre Deus quando age no transcurso da historia. Muito sabemos sobre u Senhor por meio dos nomes aplicados a Ele. nuina rejeição direta da revelação do único Deus verdadeiro. e leva juízo sobre os que pecam ou vivem em rebelião contra Ele. a Bíblia ensina que um dia todos estarão face a face com o Seuhor. Alguém já disse que “conhecer n Deus”.na Bíblia o quando sua criação õ axaminoda o discutida.4 declara: "Ouve. a pessoa maligna e corrupta. seja de fè e sub­ missão. emoções.eronômio 6. de modo que Ele será mais bem conhecido por meiu da íorma como se relaciona com as pessoas. loraos: "Assim diz o Senhor. aprendemos de Dous quundo estudamos sobre Jesus. por intermédio de Cristo. ó Israel. ou que formassem a torra e o mundo.2 0 ). Envolver-se com ela é viver e acreditar ua mentira. embora o uso de descrições e termos normalmente aplicados aos seres humanos para referir-se ao Senhor etorno e infinita sempre deixe algo a desejar. especialmente pelo retomo de Jesus. ainda deixaria o crente ansioso por mais. A natureza de Deus e sem atributo» são. Somente o "tolo". lé e compromisso com o Senlior. no tnmpo de paz. Deul. J vo. o Senhor. Esse recurso pode ser realmeiile muito útil. em prol do sus­ tento e da defesa de seu povo. O Salmo 90. 1 Co 8. Deuleronomio 32.sso em atias páginas. Acima dó tudo. e eu saro.DELIS dacles humanâs. o "Emanuel” (Deus conoseol. Por exemplo. pois trata-se de um livro onde o Senhor revela a si mesmo. pois concordamos com a declararão do apóstolo Paulo.) numa tentativa de nos ajudar a entender melhor Deus. Isso seria visto especialmente no poder de Deus para proporcionar a ele* d s meíos para vencerem as batalhas contra inimigos mais fortes.moiras nas Escrituras Sagradas. portanto. até o limite de que somos capazes por meio do sua Palavra. A existência de Deus é froquontemente aíirmada oos contextos quo advertem contra a idolatria.ju O tolo i*q sábio).

e eternamente".14| Paulo argumentou em sua pregação para os atenienses: "Pois nele vivemos. Ele é o Criador.81. o Todopoderoso" (Ap 1. Cí que existe traz outras coisas a existência. o primogénito de toda a criaçào" (Cl 115). a vida veio ã existência e surgiu a criação. e sem ele nada do que foi feito se fez. com o que conhecemos neste mundo hoje. Rm 4. n não há outro: fora de mim uão há Deus. o principio e o fim. diz o Sonhor. . O Deus criador A auto-existència de Deus. como a sua divindade. Não há ensino. tanto n seu eterno poder. que era e que há de vir.28). neles se manifesta porque Deus Lhes manifestou. Como em João l. também são sinalizadas na criação. Génesis 1 e 2 descrevem a Palavra de Deus que traz tudo o que conhecemos n existência.DEUS Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro. Eu te fortalecerei. por exemplo. e colheita em sua própria estacão enchendo de mantimento e de alegria os vossos corações” (Al 14 17).17: Hb 1 1.21). ou que o mal sempre permaneceu como uma alternativa ao lado de Deus. aquele que é.19. a qual Ele fez do “exnihllit" |a partir do nada. desde a i riução do mundo. 'Ih m b é m revelam que Deus náo iniciou simplesmente o processo e o concluiu.fNo princípio era o Verbo. ele mesmo ó o Deus vivo. A Bililia mostra que o ser que auto-existe é Deus e so­ mente Ele é o Senhor Parque Deus existe. o o Verbo eslava r. veja Gn 1 . se algo existe. O ato de Deus na criaçáo é descrito em mullos lugares da Bíblia. e a vida era a luz dos homens" (Jo 1. 17: 2 Pe 3. otc. sua preexistência e sua autO-exiStÊncia. o existimos" (Al 17. hoje.21.8). pois “não deixou de dar testemunho de si mesmo. No Senlior ha vida o luz.om Deus. Tanto Deus. Todas as coisas foram Imitas por moio dele. é no Novo Testamento que aprende­ mos sobre Jesus e começamos a entender mais sobre u próprio Deus. o eu sou o último. ou ainda náo o concluiu. Pois os atributos invisíveis de Deus. 0 Rei elerno.3). como Jesus são considerados eternos em sua existência: “Eu sou o Alfa e o Ômega. de modo que eles são inescusáveis".8: l l 15. Ele mostrou misericórdia.8 lambém laia de lesus: Jesus Cristo é o mesmo ontem. A Bíblia não admite □ idéia do nuda existindo lado a lado com o Senhor através da eternidade. O racioualismo podo argumentar que. veja também 45. Eu sou o Senhor. mencionado anteriormente. a Uru de que reconhecessem a existência do único Deus verdadeiro. Hebreus t3. Colossenses 1 17 desi. o Poi. e as nações não podem suportar a sua indignação" Qr i0. O Todo-poderoso sempre existiu e sempre existirá. ha o pressuposto de que mesmo oc que são maus e rejeitam a Deus [iodem snr considerados em débito. bem como sua eternidade. e claramente se vêem pelas coisas que foram criadas. dando-vos chuvas dos céus. e nos movemos. Do seu furor treme a terra. O apóstolo fez um apelo aos habitantes de Listra. se entendem. De maneira notável.).10)i No Novo Tfeslainenlo. Em Romanos 1. e o Verbo u a Deus. Nele eslava a vida. revtt a preexistência de Cristo como “a imagem do Deus invisível. ainda que uão me conheças" |Is 45. Esses capíl ulos demonstram claramente que o Senlior iá existia antes da criação e Foi por m e io rle sua palavra e seu poder q u e o tmmdo veio á existência. Ele estava no primtipio com Dous. novamente a auto-existència eterna de Deus é subentendi­ da. deve ler o poder da auto-exislènria dentro de si. de que a matéria sempre existiu. Ele Lulerforiu ativa- 138 . Jeremias disse: "Mas o Senhor Drus é n verdadeiro Deus. Somente Ele tem a vidn em si mesmo e habita na luz e nu gloria eternamente. "visto que o que de Deus se pude conhecer. e fora de mini não há Deus” (ls 44.5.

pela criação o pelo sou contínuo sustento de todas as coisas cria­ das. O Senlior se agrada dos que a temem. etc. de maneira quo o visível não loi feito do que se vê" (Hb 11. sustentador e que exista por si..33-30 oferece a resposta adequada do crcnle na presença do Deus criador. Louvor o adoração sán devidos a Deus. a Palavra de Deus. é dessa maneira que Ele é consisientemento revelado.3) e pode ser chamada de "Pai” pelos que vivem por ele (v. Ele eslá presen­ te em iodas os lugares. Jeremias alirtua: "Pois ele lo Senhorl é o criador de Iodas as coisas.3). â qual necessita do poder sustontadnr do Senhor. Eleslos 1.6. O Deus pessoal O Criador do Universo e de Iodas a» coisas.10. e tudo se fez: mandou. pois.25.10). realizar sua justiça.DEUS mente. Hb 1. a obra e as palavras do Senlior Deus" são mencionadas repetidamente. várias vezes. Irazer ã existência e destruir.10. por ser bom. Pela palavra do Senhor foram feitos os céus. o escritor da carta aos Hebreus lembra os t rentes que 'pela fé entendemos qui. . os mamíferos. A revelação de Deus em Jesus nova- 139 . os pássaros a a humanidade. R claro. e dos que esperam no seu constante amor” (vejo também SI 94. essa obra aliva de Deus du­ rante todo o período da criação poda ser notada nas duas írafies' E disse Deus: Haja. Filho e Espirílo Santo (veja mais sobre a Trindade neste próprio verbete) e em seu deseja de que seu povo lenha um relacionamento real com o “Deus vivo" Sua “perso­ nalidade”. A palavra “pessoal” náo 6 aplicada a Elu em nenhum outro lugar da Bíblia e é difícil nossas montes finitas assimilarem o que essa expressão “pessoal" significa. Tema Ioda n tf nu ao Senhor. 2 Po 3. a água. O Salmo 33. e a Jesus. Iodas as suas obras são fiéis. 1 B.13.). 1 Co 8 . “Porque dele e por ele e para ele são todas as coisas. Deus. como um ser pessoal. a lua. Deus revela a si mesmo coiuo um ser pessoal uo relacionamento entre Pai.. Mo NT.. e Israel é a tribo da sua herança: Senlior dos Exércitos ê o seu uome" (Jr 1 0 . para criar a luz.2.11 dá alguns sentimentos de Deus. a ele eternamente Amém'' (v. elu deixaria de existir (Ap 4.5. Poli ele lalou. os peixes. se o Senhor uáo u sustentasse.6 .6 ). proporcio­ na a evidência da soberania e do puder do Deus sobro Iodas as coisas. “ama" seu povo e “lula" com ele. a vegetação. Ainda assim. Em Génesis 1.36J. de acordo com sua vontade e seus propósitos. 104. 51. Deus é um ser aulo-ejdslente e autoconsciente Qualidades que indicam um ser pessoal podem ser atribuídas a Deus. Cl 1.1-3. revela-se a si inesmn como um "Deus pessoal'. e logo tudo apareceu”. Ne 9. uos quais ele "ama". d Senhor nunca é descrito nas Escrituras da maneira que as pessoas o apresentam hoje.. nem se compraz na agilidade do homem. Em Génesis 2. que suslém o mundo e todas as pesso­ as. os mundos foram criados pela palavra de Deus. Glória. como uma energia ou uma força sempre presente.9. O Senhor dirige os seus e cuida dnlns. amor e misericórdia.0-1 1 mostra como a vontade eo s propósitos de Deus são espe< ialmen te colocados a disposição dos que Ele “escolheu". veja lambém Jó 26. Porque é pessoal.4-9 personaliza a ‘palavra de Deus" como a que criou e "é rela « verdadeira. vontade e propósitos. o sol. Jo 1. ao reforir-se ao Senhor. etc. a fim do sustentar e vigiar sua criação. entretanto. A dcixologia de Romanos 11. Quando colo* camos esses lutares na forma riegaUva. "Não se deleita na força do cavalo.17.).16. O Salmo 147." p “E viu Deus que isso ora bom". O Senhor è aquele que çonhoce sou povo ( 1 Co 8. é Espírito e» portanto. náo esta limitada da mesma maneira que a humana. Ele é apreseutado como possuidor de liberdade.24.7: SI 102. Desde que a criação deriva sua vidu e existência do proprio Deus. o Pai. Essa obru da criação. seu povo pode experimentar um relaciona­ mento genuíno e pessoal com Ele.

L5-31: 15. ao discutir o assunto com seus irmãos amedron­ tados. num momento em que o povo de Deus precisava sei preservado da fome terrível.10). Tal entendimento da providência do Se­ nhor Jn. Os escritores da Bíbliu demonstram com convicção que Deus governa sobre toda a criação. n que tala e tudo acontece. O poder de Deus é táu grrmde que em "todas as coisas " Ele trabalha para atingir seus fins. As Escrituras declaram que Deus tem o controle total sobre tudo. Busca os que farão jw le de seu povo. mediante 0 cuidado e a proteção. verão e inverno. por meio do "sua p a la v r a " . do Israel. Ele é o Senhor iveja Senhor) que con­ trola o mundo e exige obediência. Lntenlastes o mal contra mim.2 2 ). de acordo com seu desejo.28). mas é providenciada pelo Senlior. em garantir que sua vontade seja realizada. os governos. sobre us pessoas. Deus suspendeu a chuva e o orvalho. A Bíblia preocupa-se muito em mostrai. não é de admirar que um dos temas anais frequentas na Bíblia refira-se à soberana providência dn Senhor. os conceitos do destino e do a co so são banidos. assim.10: etc. José disse: "Vós. dia e noite” |Cn B.9.va à conclusão inevitável do que mesmo o que começou por meio do mal. o Senhor mantêm tal controle sobre a criação que pode suspender a colheita dos que vivem no pecado ou se rebelam contra Ele (Is 5. ume boa colheita não acontece por acaso. não foi o acaso que fin a lm e n te o levou a governador egípcio. mas a providência particular e amorosa do Senhor por seu povo fez com que suprisse as necessidades do pTofeta Elias de maneira miraculosa ( l Rs 17 e 18). justiça e bondade. como castigo sobre o monarca e o jiovo (1 Rs 17 l). Essa fé e confiança no cuidado providencial do Senlior não eram conceitos novos nos dias de Paulo. que mesmo o mal pode ser revertido e usado pelo Senhor. bem como sua providência. frio e calor. como na maneira pela quul o Pai mostrou «eu amor pelo mundo quando deu M o seu Filho unigénito. pois estabelece reinos sobre a Terra e destrói-oS.fi mostra como Ele é ura Deus “pessoal”. Ele é ehamado de Roi. que pode sor vista no seu relacionamento c o i t i seu povo (vejo 2 Cr 169). daqueles que são ijhamados segundo o sen propósito'* (Rm 0. Deus ê visto como o rei do Universo. Quando losé foi capturado por seus irmãos e vendido como escravo para o Egilo. O Deus providencial | á que Deus é eterao. na verdade. Sua soberafíiâ é tão grande. A fome loi extremamente severa. auto-existente e o Criador do Universo.DEUS tnenl. porém Deus o 140 . ou seja. para realizar seus bons propósitos. TVido foi parle da vontade do Sonhor Posteriormente. pode ser revertido poi Deus. Aqui vemos tambem sua verdade e seu poder.a providência de Deus. en­ quanto Ele trabalha incessantemente para completar e realizar sua vontade. mas também que esse desejo preocupa-se especialmenln com seu povo. Paulo laia sohre isso quando diz: “Sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus. que julga e as pessoas morrem. É neste cuidado providencial por seu mundo e seu povo que mais frequentemente descobri­ mos na Bíblia os grandes atributos divinos de sabedoria. Nos dias do rei Acabe. não deixará de haver semenleira e ceifa. paru que todu aquele que nele crê náo pereçu. ele. ou emanado de nossos próprios desejos pecaminosos. que mostra seu amor e traz salvação.). mas lenha a vida eterna1 ' |[o 3. E Deus quem promete: "Enquanto ú teria durar. Aqui vemos que não somente o cuidado soberano do -Senhor sempre é feito segundo a sua vonlade e seu propósito.16: 14. Por outro lado. A guisa de exemplo. tanto uo relacionamento de Crista e do ftii (como o Ftlhjo faz a vontade do Pni e fala as suas palavras).

12-14.4: 2 Ts 1. E metlian. na humanidade de modo gerai e especialmenle em relações aos redimidos.4-6. Em lermos práticos. entretanto. para lazer como se vê neste dia: para conservar muita gente com vida" (Gn 50. 129. 45. porém: O caminho do Senhor não n justo Ouvi agora. Q 1. A providência do Senhor tarnbém é vista na maneira como chama as pessoas para si.3.7.6). Por vezes. quando parecia que Iíle não os ajudavu. 29): "Dizeis. mesmo sobre n mundo dos espíritos.20. Isso faz parte de sua natureza e lem que ver com sua verdade. 37.1. ó justo Deus. A reflexão sobre a soberania do Senlior sobre tudo. é porque eles haviam-se entregado à increduli­ dade e ao pecado. de acordo com sua Palavra (Riu 5. mas estabeleça-se o justo.6. seu poder total de realizar o que sua vontade determina. quando Satanás dêsejava atacá-lo e destrui-lo. a qual e repetidamente definida como "jiM a" (Sl 119. Ezequiel 16.39). “Responde-me quando clamo. DeuteronómiO 32. também é uma prova do poder soberano do Senhor. ó casa do Israel: Não é o meu caminho justo? Não são os vossos caminhos injustos?". Esse desejo de Deus loi realizado "segundo as Escrituras". sua providência na natureza. 24. Km 7 . Isso se reflete em sua Lei.1. por exemplo.9. sondas as menIes e os corações" (SI 7. 1 Co 15. 13-16. íntegra e boa. É itma alegria para homens e mulhe­ res pecadores saberem que podem voltar-se para um Deus justo eieceber misericórdia. 1 1). Veja. íora determinado pela vontade dc Deus. formado pelos que foram perdoados por Deus) frequentemente apela para sua fusltça.25 (também v. A resposta de Deus era que. Isso. O U estava do lado de ou tTas riaçôes. o reconhecimento da justiça de Deus nas Escrituras permite que as pessoas couíiem em que sua vontade é justo e boa e podem confiar nele para tomar a decisão ou a ação mais justa Elo ó justo corno Juiz do mundo e também ua demonstração de sua misericórdia Mais do que isso. 1 Pe 5. o salmista orou. Sl 103).24). inclusive Satanás (Jó 1 e 2). etc. Deus pode ser visto como justo em tudo o que faz. Pois tu.sua justiça que Deus mostra misericórdia ao s r u povo (Sl 116.DEUS toruou em bem. 1 2 ). Ioda a Trindade está envolvida nesta obra de atrair e cuidar do povo de Deus (Jo 17. e Ele reverteu aquele alo terrível para proporcionar expiação o todo aquele que se voltar para 0 Senhor (Al 2. Pbr exemplo.11. Eí 1. E motivo de temor paru os que se rebelam que o justo Juiz julgará e condenará. Deus até mesmo controlou as uçoos do rei do Pérsia em favor de seu povo (Is 44.1-7|.4 resume 141 .13-16. para uniu resposta ao seu dilema: "Ttaha fim a malícia dos irnpios. sua vontade eterna é inteiramente justa.15). Certamente o Senhor frequentemente é visto agindo de maneira providenciai e com poder soberano. ó Deus tia minha rebdão.). por moio da morto expiatória fie lesus Cristo. O Deus justo A Bíblia mostra-uos um Senlior “justo". 2 Co 5. o povo de Deus tentou questionar o Senhor. apelou para a lustiça de Deus. Na angústia dá-me alivio: tem misericórdia de mim e ouve a minha oração" (Sl 4 1 . para pedir miseri­ córdia ao Senlior. se u Senhor lhes parecia injusto.23.12. justiça e bondade.3*14.28. Portanto. Em nenhum outro contexto o cuidado providenciai <í p Deus pode ser visto com tanta clareza como na provisão da salvação para o seu povo. nos leva nova­ mente a louvíêlo e beudizê-lo ÍS1139. A ação mais perversa de Satanás e o mais terrível de todos Os pecados cometidos pelos seres humanos levaram è crucificação do Filho de Deus. porém. O povo de Deus ("o povo justo".li. As ações do Senhor sáo sempre justas. m e s m o quando resultam e m juízo sobre sou próprio povo. 145. O cuidado providenciai do Dous por |o. quando parecia que as pessoas más prevaleciam Achou estranho que os perversos prostrassem quando o "justo" pai leda lanlo sofrimento.

um quem não há mudança uam sombra de Variação". mais rio que isso. e o trouxe sobro nós. At 22 14). o mais maravilhoso do Senhor da Bfblia. etc.t formam algo chamado "deus". Em ouiras palavras. é a lincha. O Deus amoroso E justo que haja uma seçâo separaria sobre esto atribulo. Assim. sonõo um. Ele é justo e roto”.60). "Por isso. porque Deus é amor. A bondado do Deus. Deus o amor.17 díz: "Toda boa dádiva e todn dom perfeito é do alio. Várias vezes as Escrituras dizem que o Senhor "ama" ou mostra "amor" à sua criação. Quem está um anuir está em Deus. por causa do pecado e da rebelião deles contra Dous» Furdó Sisaquo teve permis­ são para atacar ludá e chegar alé Jerusalém. ) loáo 4. cuja obra é perfeita. que eslá ansioso por essa revelação. uai rei que reinara v prosperará.5. 3. O texto náo só mos Ira que o Senhor é a lonte daquilo que é bom.17. \1. a bondade é Ião parte dele n de seu ser quo o salmista disse: "Pois o tou nume é bom" (Sl 52. Sl 1 19. Náo existe um lado "sombrio" uo Senhor. It> diz: “ Aquele que não ama não conhece a Deus. que prqmele perdão e misericórdia. ele. elo ó bom. será suo justiça quo uma vez mais será notada e levará seu povo. náo obedecemos à sua voz" (Dn 9. quando Deus vindicara seu nome diante de todo o mundo.14: veja lambém Ed 0.12. e náo há nele injustiça. como ensina que Deus é sempre bom. descendo do Pai rias luzes. o rei Roboáo o os líderes de Israel finalmente foram obrigados a admitir que. Na morte de Jesus. 20-26.7]. Na época du exílio babilónico. esto vocábulo “nniuo" relere-se a lodo o ca ralei' do próprio Deus). e Dous nele". porém. ainda que tradicionalmente o amoi de Deus soja visto comu um aspecto de sua ‘ bondade". quando peçam. nenhuma base para a visão orieulal de que o bera e o mal existem lado a lado.8.75. diz o Senhor.19). deve olhar para o Senhor. vé a justiça divina em seus aios de misericórdia e aoçvno [»ara a>m eles o em seu juizo sobre os inimigos. lfi. assim. Os profetas olhavam adiante para ver a revelação da justiça de Deus no futuro reino do Messias: ‘Vem dias.) An falar sobro os últimos dias o o retorno de Cristo. e cremos no amor que Deus lem por nos. nosso Deus. a louvã-Io |Ap 15. veja Lc 1. em que levanlarei a Davi um Renovo justo. especialmenle. É parte da natureza de Deus. Paulo falou sobre u obra de Cristo em termos da rovelaçáo da justiça do Deus.sáo justiça. contudo.15].4. tão froquonlemento chamada de seu “amor". os líderes tornaram-se particularmente conscientes deste aspecto da jus­ tiça do Deus. que é Deus" (Lc 18. Deus os poupou da destruição somente quando se humilharam e reconheceram: "O Senhor é justo" lv. Desta maneira. 6 ). pois ele é "bom" e é "amor". 3 Cr 19. 54 6 . ou na 142 . o Snnbor vigiou sobre o mal. pode-se vnr o iuizo do Senhor sobre o pecado e a manifestação de seu amor e misericórdia sobre os que são p e rd o a d o s. nm todas as obras que faz.9. E nós conhecemos. e praticará o juízo e a justiça na terra" (jr 23.6. 2. nem sua aliança de amor para com o seu povo.5. e /unro. se alguém deseja saber o que significa bondade e amor. porque justo 6 o Sonhor. É evidente que no universo é algo generalizado. Daus não comprometeu nem sua jusliça que exige a morte pelo pecado.5: Is 9. Em i Cmnica» 12. reconhecem que a justiça do Senhor permite que Ele traga disciplimi sobre eles. Deus é a verdade.13. e todos os seus caminhos .. o Senhor permane­ ce justo e integro ua salvaçao [Km 1. O Senho) faz o que é bom |2 Sm 10. Josus disse: "Ninguém há bom.. Deus é a fonte dn bondade. Enquanlo o povo de Deus ora. é vista de muitas maneiras neste mundo. Daniel expressou dessa maneira.7.DEUS £ i justiça do Senhor desta maneira: "Eli.paia o seu povo. inclusive o& ímpios.3. Tiago 1.

João 3. de lal forma que todos possam conhecè-ló e responder-lhe em a m o r (Rm 5. ao falar por meio dn profeta Oséias. mas também representa o falo de que “todas as coisas" cooperam para o bem do povo drt Deus. orou por eles.5: Ml 5.19: Nm 14. 9). para os levar à salvarão.191 O próprio Dous.1 t. “nu nõo tornarei mais -a compadecer-me da casa de Israel. que adorava a Deus sem ler passado polo ritual da purificação. O Deus salvador O a m o r de Deus é visto proeminenlemenle em sua salvação por meio de Jesus í"Jesus" significa “o Senhor salva": veja lesus]. ruas lenha a vida ulema”.im js manutenção ria próprio v j r j n . sendo nós ainda pecadores" (Rm 5.25). Ê digno de nota como os vocábulos “bom' o "amor" aparecem juntos de maneira Ião frequente. em que Cristo morreu por uós.1). Os israelitas repetidamente louvavuru «o Senhor poi seu amor eterno. quando aplicados o Deus.4: 1 lo 3. Nada poderá separa-los do amor de Dous e do Cristo (Rm 0.13. pois "Dous prova o sou amor para couosco. adverte. perdoe a lodo aquele que dispós o coração para b u s c a r q Senhor. A Bíblia ensina que toda a humanidade 6 pecadora e necessita de redenção. pois "excede lodo o entendimento'* ÍEI 1. O AT retere-se ao Senhor 143 .4-6 : 1 Jo 3. que é bom. extraor dinário o não merecido. 35. "Ezequias. A naUuexa doamor divino.fDetis salvador". O Senhor é corretumonte descrito como .Dous.16). Os que buscam a Deus experimentam soa bondade o amor. pelo seu muito aiuor com que nos amou. dado a pessoas quo nõo são merecedoras.5). O seu povo o louva acima de tudo polo amor demonstrado em sua misericórdia e perdão do* pecados." (2 Gr 30.51.45.19). eles o louvam pela maneira como os escolheu e os predestinou para sumrn Olhos de adoção por lesus Cristo. Sou amor íiol por sou puva às vnzfíS é chamado de “aliança de amor" ou “amor fiel". seguudo o beneplácito do sua vontade (Ef 1 .25).3: Ed 3. expresse o sentimento desse dom de Deus: "Porque Deus amou o mundo de tul mannirn quo dou oseuJFlLbo unigénito.1. O problema é como uma mente humana pode assimilar a profundidade desse amor. porém.10. para que lodo aquele que nele crê não pereça. Eles também experimentara o amor divino em seu cuidado providencial. 2 0 : ír 33 1 1 ). quandó pediu perdão po)o povo de Israel.19|. é mais evidente em seu ainor e fidelidade paru com sou povo.15. 2 Cr 5. eslando nós ainda mortos eu» nossos delitos. O povo de Deus sobe que não merece este sacrifício. nos vivificou juntamente com Cris­ to (pela graça sois salvos)" (Eí 2 4. pois Deus prometeu amar smi povo para sempre. que só é efelivadu pela ação salvadora de Deus. Isso pode significar que o amor será em lorma de disciplina (Ap 3. Sl 118. Ao meditar sobre sua graça a lavor de lodos. dizendo. “Mas. a respeito da continua rebelião do povo. lesus loi oferecido peio Pai como sacrifício pelo pecado de todo o quo crê. a quem Ele protege. 39: veja a secão anterior “O D'*us providencia)"). demonstrado através de toda a história de Israel f 1 Cr 16. Essa grande obra de salvação ó (eita "segundo o seu beneplácito que propusera nm Cristo" (v..6). Fbi para a bondade do Senhor que o rei Ezequias apelou. que é riquíssimo em misericórdia. 7. do justiça. Sua bondade. mas tudo lhe tirarei" (Os 1.34. O dom é ainda mais esctraordinário. du ordem ua criação. cuida e livra do juízo. ToJvez o mais famoso versículo da HíbLia.O Senhor.. frequentemente é expressa por meio do vocábulo "graça". para si mesmo.20. do tempo de semear e de colher (Sl 33. ou mesmona provisão da luz du Sol o íLi chuva. dos quo são chamados segundo 0 seu propósito.0: Tl 3. A salvação do Dem pura seu povo é sua mais prolundae lantastíca demonstração dc bondado o amor. entretanto. pois encontram sua salvarão (Lm 3. O amor de Deus lambém e visto por seu povo ua maneira como Ele dá o seu Espírito Sariio. Al 17.

20J. 59.34-36. Louvavam o seu nome pelo seu perdão e sabiam que podiam submeter-se á justiça de Deus e que Ele os salvaria (Dt 21.1 1 ). Dous redimiu seu povo do Egito porque o amava: “Mas porque o Senlior vos amava. Jesus foi o cumprimento de (ais promessas. para o dia em que um Salvador e Redentor viria para o povo de Deus: “O Redenlor virá a Sião e aos que se desviarem da iransgres são em Taco. Ele era ú Deus Salvador que veio a Terra para salvar e redimir. 30-32. lanto nas batalhas como no perdão dos p e L a d o s. e tu me consolaste. eu tão o procuravam. ole lhes enviará um salvador o um defender.21: 4 3 .43. quando o povo o louvaria: “Graças te dou.26. com o advento do roi da linhagem de Davi. O pró­ prio Dous mostrou a sua obra salvadora.5.1-3. essa atitude. I Cí 16.5: 15. veja também 1 Cr 10. Certamente Deus é a minha salvação. O Senhor Deus é a minha força e o meu cântico. da mão de Faraó.151.47. por causa dos opressores. "Redenlor' e "Salvador". o Senhor vos lirou mm mão forte. o único que pode salvar "E não há outra Dous sonão eu. 1 1 . 144 . e para guardar o juramento que fizera a vossos pais.8). O êxodo do Egito tornou-se o grande evento na hislória de Israel. Toda a 'história da salvação”. ele se tornou a m i n h a salvação. Dous justo o Salvador uno hii além do mim" (Is 45. Os 13. voltavam..10). veja Jr23. Lc 1. As vozes. o povo de Israel voltava-se para outras nações em busca de proteção e salvação. As profecias concernentes à salvação do povo de Dous.20).). diz o Senhor” (Is 59. e vos resgatou da casa da servidão. 45. todos conhece­ ram a atividade salvadora e libertadora de Deus.34. que mostra os acontecimentos no deserto para os que "es­ queceram seu Deus": "Pondo*os ele á morte.2 1 . ao Levá-los do Egito para Canaá.46. Á promessa que Deus faz ao s e u povo é que “quando domarem ao Senlior. Ambos necessitam de perdão. Lembravam-se de que Deus era a sua rocha. 18. os israelitas neces­ sitavam também de perdão dos pecados: nisto também o Senhor provou ser o Salva­ dor e Redenlor do seu povo.DEUS como "Libertador". Ainda que te iraste contra mim. de Zacarias e do Maria. atividade salvadoni e redentora imediatamente dominou as palavras dos anjos. Uma lição necessária à compreensão de Iodas as pessoas e que somente Deus é Todo-poderoso. Vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação” |ls 12. Quando seu nascimento foi anunciado. sáo anexada* às promessas dt) perdão de pecados e salvação do juízo de Deus.5. e de madrugada buscavam a Deus. proporcionou também uma adverlôni ia. e esperava fidelidade b serviço do sou povo nídimido (Dt 13. etc. portanto. Sl 31. a tua ua se retirou. Dt 0.15: 24. A Libertaçfto do Egilo. para o dia do advento do Messias. que ofereceu às gerações futuras uru memorial e uma ilustração da salvação e redenção operadas polo Senhor.35. confiarei e náo t e m e r e i .Os homens e mulheres fiéis. Isaías olhava adiante. Aquele acontecimento histórico proporcionou ás gerações luturas uma evidência de que Deus tem o poder para salvar e libertar: essa verdade toruou-se a base em que podiam apelar para o Senhor salvá-los o livrá-los novamente em outras situações odvorsus (Èx 6 6 .4). mencionados no AT.211.22. 68-75. que os Livrará” (Is 19.91. ao passo que o Senlior ensinava que somente Ele tira o Salvador (Dt 32.1-12).15-24. rei do Egito” (Dt 7.26.6: Zc 0. ls 54. chega ao seu grande clímax uom o advento daquele que seria chamado cie "lesus. Is 17. soberano o justo. tanto «la nação como dos Indivíduos. porõm. õ Senhor. 34. 2 .18. Assim como precisavam de uma redenção física e libertação.3. Sl 111610). invari­ avelmente falhava. corno alguns a têm chamado.8. Os profetas olhavam paro o futuro. de que o Deus Altissimo era o seu Redentor* ISl 78. se não querem receber juízo. porque ele salvara o sen povo dos pecados deles" (Ml 1 . entretanto. 44.

O Deus Pai Conforme já vimos. Deuteronòmio 32. dos cristãos. Os 11. jã não sõo seus filhos. Judas 25 expressa o louvor a Deus nomo Salvador por meio de lesus Cristo: ‘Ao único Deus. O fato de Dous apresentar-se como Pai de Israel significa quo tem o direito de esperar em resposta uma sincera comunhão com o filho.9). Assim. é também "Pai". meu primogénito. presente (com a operação progressiva do Espírito Santo na vida do crente.. De fato. antes do todos os séculos. e em ninguém inms. ua maior parte ilo tempo. por caminho reto em que náo tropeçarão.15) e futuro (no ilid do julgamento. mas eles estão revoltados contra mim".9 10 : At 4. S eg an ­ do.5.1: 8. portanto. devidamente entendido. nesse sentido. A medilaçao sobre quem é o Senhor sempre tom Invado ã doxologia. glória.9. desde sua anuamação. agora e paia lodo o sempre. Chamar Dous de "Ptii" sem dúvida é correto do ponto de Vista bíblico e. lemos sobre o Pai como 0 Deus “que te ge­ rou" (Dl 32. Deus e born e é amar. num sentido genérico. Tknto este profeta como jeremias. ao lazer dele o seu povo peculiar e ao udotã-lo amorosamente como pai. e os engrandeci.9). que le adquiriu.6 dá alguma indicuçâo desse relacionamento: "Corromperam-se conta ele. a paternidade dc Deus sobre Israel é mencionada ou subentendida. para um lempo em que o Senlior será o Iki de um filho que corresponde. Amém".O Senhor toma (cria) Israel. e isso é d sua mancha.29: Hb 12. Portanto.10). E assim que recompensas ao Senhor. até sua glorificação.6. 19.6 ). receberá a proteção do Se­ nlior.salvar" © “salva­ ção" níferem-se a toda a obra salvadora dn Cristo.24. é Pai. pois isso pode parecer uma postura "machista". Israel é o seu “filho primogénito" e. Lamentavelmente.2! "Criei filhos. é totalmente eirado descreve-lo como masculino ou feminino. como Pai de Iodas as pessoas.DEUS O Deas salvador é revelado plenamente em lesus. por Jesus Cristo nosso Senhor. nosso Salvador. É o Pai da criação de Israel — o povo da sua aliança p . povo louco e ignorante? Náo é elo teu Pai. entretanto. se obedecer.23. é Importante notar novamente que Deus é Espuito. Deus diz em Isaías 1. que le fez e te estabele­ ceu?" É o relacionamento pactuai com seu povo que está especialmente em destaque aqui. Deus e ocasionalmente referido. os vocábulos “. encontrou um povo rebelde. De íato. quando os crentes foram “justi­ ficados?^ Rm 5.1). o Senhor tem o direito de ser obedecido. geração perversa e depravada é. Sua obra salvadora é considerada como ttín aconte­ cimento realizado em ires tempos: passado (na cruz. assim. porque sou uni 145 . Deixa ir o meu filho" (Éx 4. FTwieu'0 . 18). Ele é a fonte de Iodas as coisas e. há salvação (Lc 3.8: 2 Tm 1. ele é o Pai de seu único Filho lesus Cristo Numa época em que muitas vezes se pergunta se o Senhor realmente deveria sei chamado de "Pai". domínio e poder. Por exemplo. 1 Co 1. na esperança de receber de volta amor e obediência IM1 1 . El 2. Acima de tudo. majestade. 1 0 : At 17.28. Como Pai. tom muito a dizer para corrigir os muitos abusos que são presenciados atualmenle. pois elos são geradas por Ele (Ml 2 . Deus exige do Faraó: “Israel é meu filho. quando os crentes serão salvos da justa ira de Deus e serão glorificados: Rm 5.22. se porventura desprezar seu Pai (v. cometidos pelos pais humanos.18) — o que dificilmente seria considerada como uma ação masculina! A paternidade humana deriva de Deus e não vice-versa. Dous então mostrará a Israel seu cuidado e seu amor: "Guiálos-ei aos ribeiros do águas.10). Deus udverle Israel de que será rejeitado. no processo de santificação.12: Hb 2. N'ele. olham paia o iuturo. morle e ressurreição.18: 2 Co 2.

“Eli. meu Deus.51. mo invocará.6^0). mais larde foram aplicadas a Jesus Cristo IAl 13. que fôssemos chamados filhos de Deus.rPfncluiiiami o decreto do Senhor. o veremos" (1 Jo 3. 0 Senhor. Parte da pleni­ tude da salvação. que esta ao lado do Pai. e m sou batismo: “Então ouviu-se esta voz dos céus: Tu és o meu Fillio amado em quem me comprazo" (Mc 1 1 II. 0 NT Inditta uma comunhão permanente entre o Deus l^i. mas essa não é a único origem.17J. tu és o nosso Pai. De ialo. tu és o nosso oleiro.João 17 Jesus dirige-se o Deus como "Pai” o olha para o futuro.DEUS pai pura Israel. Esta filiação esta relacionada uo seu nascimento virginal (Lr 1. o Salmo 2. é quem o revelou” Em . NOs somos o barro.27) Posteriormente essas paisagens sobre o filho assumiram um significado messiânico. para que também r.1U. quando receberá novamente “a glória que me deste. se é certo que com ele padecemos. aplicada aos crentes pelo Espírito Santo. O meu amor lho manlerei para sempre. Deus é "Fiai" unicamente de Jesus. serviu apenas para confirmar publicamente o que já era verdade. porque assim nomo é. O Senhnr é n Pai de todo o que lom fé em Cristo.om ele sejamos glorificados" (Km 8. Isso lambém aponta o c a m i n h o pura a filiação a Deus para lodos os cristãos Deus corno Pai de todos os cristãos é o complemenlo de sua paternidade a ser mencionada aqui. agora somos filhos de Deus.1 2). nos le pedimos.0). é o Pai que está em mim quem faz as obras" (v.16). porém.26-28)i Deus lambém é o Pai do rei de Israel. é a condição de ''ado­ ção" de filhos (Rm 8.35). E somos mesmo seus fillhos! O mundo não nos conhece porque dão o conheceu.18: "Ninguém nunca viu a Deus mas o Deus unigénito. Cris­ to muSLrou o Pai ao mundo: "Não crés tu cjue eu estou no Pai. de uma maneira especial. ele responderá. 63. O salmista destaca Rsse lema. num perpetuamente te lembres da iniquidade.0). É possível para lodo o que cré em Cristo conhecer o Pai (Gl 3.. Novamente. 6 ) .26.9. 146 . veja lambém 45. O Pai onuncin claramente a condição de Jesus.7 diz: . náo as digo por mim mesmo. Paulo diz que os filhos adotadns soo “co-herdeiros de Cristo. e ainda ano se manifestou o que havemos de ser. O acesso a Deus como "Pai" só é possível por meio (le Cristo: "Ninguém vem ao Pai. Esse relacionamento eterno é indicado em João 1. e Efraim ó o rnou primogénito" (Jr 31. porque me amasle anles da cria­ ção do mundo" (vv. o qual é descrito c o m o “o Filho unigénito de Deus" (veja fesm ). como "pai". Antes. lodos nós somos o leu povo" (Is 64. disse Jesus (Jo 1 4 .0). Por exemplo. pois Jesus lhes revela (Jo 14. e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo. Amados. ó Senhor. e o Deus Fillio.25: I Jo 4. Senão por mim". eu hoj© te gerei” (veja também Sl 80. Ele mo disse: Tu és meu Filho. Mas sabemos que. a única resposta apropriada por parle do crislão. é o louvor: ‘Vede quão grande amor nos concedeu o Pai. Tu és meu poi.33: Hb 1. diante da idéia de ser feito lilho de Deus.26). quando "le se manifestar sere­ mos semelhantes a ele. e a minha aliança lhe será firme" ÍSI 80. Isso.J1. El 1. Assim como Jesus. como “filho". 24. Como Pai e Deus da Aliança. "Mas agora. liizoodo. De fato. É importante notar que em ambos os textos a "filiação'' também está intimamente ligada â he­ rança. é herdeiro da glnria de Dous. mediante a qual podem utilizar o nome mais pessoal de "Aba" fPapail. Olha. quando as pessoas olhavam para o futuro. pois ele represenla o poVòi A aliança que o Senhor fez com o rei Davi estabeleceu que Deus seria o ‘ Pai” dos descendentes dele: "Eu serei seu Pai r ele será meu filho”.14-17. a rocha da minha salvação.Ul). Um lilho humilde admitirá que o Pai tem direitos. quando seu filho chamar.23. o Filho.. somos lodos obra das luas mãos Náo le enfurnas lanlo.8. ao dirigir-se a Deus (Rm 8. Gl 4. para o advento do rei ungido da linhagem de Davi.5).

20). suu proibição esteja incluída no mandamenlD). mencionados do mandamento anterior |amais deve sei invocado como uni poder mágico ou ser reforido muna adoração que não é centraliza­ da exclusivamente nele. 3.118. claramente tem "m mente mais do que as ocasionais expressões irreverentes [embo­ ra. o "Nome" de Deus está presente no anjo enviado para li durar o povo de Israel. não que eles alegassem ser Deus. Cristo lambém è (compare ]oel 2. A lei afirma que o próprio Senhor Dão dtsve ser considerado com desdém. Romanos I0. Em adição a essa maneira abrangente de relerir-se ã plenitude de Deus. paia Lembrar os textos do AT que se referiam a tudo o que Deus ê.). é claro.2). o próprio Deus. Tg 5.13J. Salomão falava em consiruir um Tfemplo “mo nome do Senhor" (1 Rs 8. mas isso significava que falavam e operavam com sua total autoridade e poder por Irás deles. faziam isso mediante a invocação do "Nome do Senhor dos Exércitos” (2 Sm (5.2(3 cllz: "Foi nesse tempo que os homens começaram a invocar o nome do Senhor’. 0 nome é um meio de descrever u plenitude. Não pode ser tratado da mesma ma­ neira que os ídolos pagãos. balismo e a receber perdão A fó precisa ser “no nome de Jesus" (Al 2.32: S í 3. u mesmo aconlece com Jesus.17. Fazer alguma coisa no “nome do Senhor" é realizar algo no lugar dn próprio Deus ou lazer com todo o endosso de sua presença e pm obediência à sua ordem.seu nome em vão" ifex 20.32 com Atos 2.10: 9. Dessa maneira. a Uanscendênda e a presença do próprio Deus. pois o Senhor não terá por inocente o que tomar o . Assim. vários nomes específicos sáo airilmídos ao Senhor na Bíblia e nos ujudum a enlendê-lo me­ 147 . geralmente é num contexto de exortação para se adorar ao Sonhor totalmente.11: Sl 17.21. É uma frase que sintetiza o que nunca pode ser lotolmente resumido — ou seja. por meio da qual o Senlior de alguma maneira era experimentado ou visto na presença do anjo (veja Teofanias). O texto indica que elas começaram n adorar ao Seidior por tudo o que Ele é. Se o nome ê de Deus v Jesus é chamado pelo ‘‘nome’’. então tudo o que perlenc. não quer dizer simplesmente que as pessoas aprenderam a usar o nome "Senhor". Assim como a autoridade e o poder dp Deus são vistos em seu “nome". que está presente etn todas as áreas de seu domínio (2 Rs 5. Quando a Bíblia fala em "invocar" o nome do Deus. uma inferência ao “Nomo" do Senhor leva consigo uma indicação da pró­ pria natureza de Deus. Em Éxodo 23. Também e correto concluir que tal ser trata-so de Uma "teolania". Quando os israelitas desejavam afirmar a presença de Deus com a Arca ria Aliança.9). amoroso e fiel.21).14). Em uunhem nutro lugar ii. os sacerdotes e tevilas mimsUavam "no nome do Senhor’ e os profetas falavam uno nome do Senhor". O Nome Quando Génesis 4.R a Deus está em Jesus e tudo o que Deus é. Até o mesmo o rei Davi lutou “om nome do Senhor’ (Dl 18. 1 Sm 17.7. 22: 21.20. Quando a Lei diz: "Não tomarás o nome do Sonhor teu Deus em vão. Jl 2. etc.7).45. Dessa maneira. É “no nome de Jesus" que as pessoas são desafiadas ao arrependimento. É "un nome de Jesus” que os apóstolos curavam e a Igreja orava (At 3.DEUS Os nomes de Deus Enquanto dos modernas culturas ocidentais o nome realmente só é usado paia distin­ guir uma pessoa do outra. 1 Ks 18.su pode ser visto mais claramente do que ua expressão "nomo do Senhor” quo ooQtre aproximadamente 100 vezes nas Esirrituras. È interessante notar que no NT o "nome" pertence a Jesus.5. em toda a vida e vê-lo como o Deus soberaDn o transcendente que é: pessoal.24.6. os registrados na Bíblia são utilizados para representar totaJmenle a pessoa ou indicar aspectos de seu carãler ou de seu objeiivo na vida (veja seção Os nom es e seus significados na Inixodução).

a fim de afirmar o enriquecer o que já foi mencionado anteriormente. 2 Sm 22 3. 18. Moisés imaginou pessoas que lhe perguntariam pelo nome do Deus que lhe apareceu. A d o n a i (Senhor).4.:t). assim idéias e atributos do AT que pertenciam a Yahwfíh foram trazidos e uplicudos a Jesus. veja também Sl 90. Um nume Comum usado para a Sonhar e geralmente traduzido corno “Dous” (Elohim o o forma plural). Foi sob esle nome que 0 povo da aliança adorou a Deus. Outros nomes.16. Outros textos falam sobre Deus comr» “o .33. no artigo sobre Abruão). muitos outros termos aplicados u Dous são adjetivos.7): e “El O lan f (Deus Eterno. veja Senhor. geralmente é usado juntu com o nomo \fthweli. geralmente traduzse como "Sonhor Deus" (2 Sm 7. Disse muis: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós" (Èx 3 1 4 : veja v. o nome éaplicado ao unira Deus — "El E lohe h r o t r . No NT. u confiabilidade e a graça salvadora do Deus du aliança são ocasionalmente descritas por melo do epíteto “Rocha” (Dt 32. os cristnos entenderam que o Sonhor da aliança ora lesus Cristo o.DEUS lhor. 15).). Ex 8. mas com Moisés há mais revelações du fidelidade de Yahweh à aliança e de sua comunhão intima com seu povo. . Paru mais detalhes. etc. Rocha A fidelidade. Yahwnh. eles enfatizam aspe«:tos da natureza e do caráter de Deus.outros deuses. Isso apresenta algumas dificulda­ des na tradução. em sou ser (Nm 23. “Deus da glória” (Sl 29. a fim do estabelecer um elo no AT entre a sua santidade e a necessidade do que o seu povo seja 148 . [Deus. Isaque e Jacó escolheu revelar-se a Moisés (Êx 8 .5) e.). portanto.8: Dn 7.15. Na Bíblia. o título "YahwelT trazia uma declaração da existónciu contínua dn Senlior e sua presença permanente com seu povo.8: etc. Este termo era utilizado em outras culturas e religiões para des­ crever uma grande divindade. mas também e usada na lhblia pura o único Deus. “El Belel" (Dous do Betol. Yahweh (o Senhor).7: Ht 1. este tormo é aplica­ do a seres lmmanos em posição de autoridade. O vocábulo Yahweh. Ele é totalmente distinto das pessoas criadas. significa algo como “Ele é" ou talvez "Ele truz ú existência”. Embora algumas vozes sejam tomados como nomes.3.12.3 ). El. Com o significado de “Senhor” ou “Mostro”. em nossas versões da Bíblia em Português. os seguidores fiéis do Senhor já o conheciam por esto nomo autns da revelação tia sarça ardente. voju a seção "O Deus de Abraão". O nome em si é derivado do verbo hebraico “ser". o que sempre seria íiel ãs suas promessas em favor do sou povo. quando voltasse puru sou povo.19).il lei a frase “O senhor senhor ’! Assim.3) A forma plural às vozes refere-se a .A raiz deste vocábulo provavelmente significa "poder". “o Dous do Abraão. 47: Sl 62. Nus Escrituras. O vocábulo El” lambém aparece em formas como "El Shaddui” (Dous Todo-pode­ roso”.Sanio" ou “o Santo de Israel". Som dúvida. Quando rolaciouado a Deus. “El Elyom" (Deus Altíssimo: Dl 32. Para uma discussão mais detalhada do grande significado deste nome.28: Is 28. Sào usados para descrever d Senhor. | . luizes 6. tem sido corra tumente chamado de ”o nome da aliança de Deus”. 0 Senlior lhe respondeu: “EU SOU O QUE SOU. Náo é fnr. Gn 21. 56. Elohim. Isaque e Jocó”: o "Deus dos hebreus” (Èx 3. A lorma plural indica a plenitude do Senhor. Diferentemente de lodos os “nomes".38). Elo é o "Deus do céu e da terra” (Gn 24.1. entretan­ to. Gn 17. Gu 35. porém. embora o lermo esteja uu plural. é claro. Como o nomo revelado de Deus. o “Deus dos douses". “Deus dn ver dado” (Sl 31. 22. etc.2). Foi por este titulo que o Dous de Abraão. que geralmente é traduzido como “Se­ nhor”.24 diz que “o Senhor é paz”. Foi Ele quem se apresentou a Moisés e ao povo de Jsrael através das gerações como o Dou* dn aliança. o Deus de Israel) (Gn 3:t-20).18. atribuir louvor ao sou nome o diferencia-lo dos deuses pagãos.

era uma blasfémia. por meio de sua Palavra o peln snu Espírito IGn 1..0. Embora o lermo “trindade’7 não seja mencionado nas Escrituras. A Trindade () cristianismo tradiciouiiimente argumontn quo muitas evidências bíblicas revelam Dous em tiês pessoas distinta* Para alguns. concede vida e envolve-se com a própria criação (principalmen* te Pv 8 . algo que os escribas acreditavam que somente Dous era capaz cie fazer." (Gn 1 . Alguns sugerem que "o anjo tia Senhor1 ' lambém deve ser identificado com Deus « ainda assim é distinto dele (Êx 3. Is B. leila de lorma explícita com o uso de verbos e pronomes nas pessoas do plural: por exemplo. otJ negavam que houvesse distinções entre as três pessoas. Em Génesis 1 . o tenno YHWH aparece r. entra uniras Jeová.61 Algo semeliiaute ocurre em Provérbios 8 .7.si mesmo com o lermo plural “elohiin” em certas passagens. Cristo per­ doou os pecados do paralilico. em hebraico.1014. por exemplo. Em­ bora algumas pessoas neguem seu significado. Deve. leová deriva de uma leitura equivocada de Yahweh. É suficiente dizer que. tal definição rio Senhor tem causado sérios problemas. é interessante untar que o Senhor refe­ re-se a . portanto. é Deus quem cria.içâo bíblica da "plenitude" de Deus. eles alegavam que Jesus blasfemava. 1 2 -2 1 ). Esle termo é pouco d lado nas modernas versões da Bíblia.O puno de lundu do problema com o nome "leová" é explica­ do no verbete Senhur. contudo. na oração da “Sliam a " (Dt 6. os cristãos apontam indicações que pressagiam um ensino mais detalhado no NT. como. Mas indicações lambém estão preseules na compreensão da própria criação.. o Espírito Saulo ê identificado como Agente de Deus. Sl 2 : etc. fesus então demouslrou sua autori­ 149 .10. o problema dos líderes religiosos daquela época loi justamente que algu­ mas das coisas que Gris lo lazia e dizia só seriam feitas e ditas por Deus. ao lenlar passar por Deus Por exemplo. ou colocam-se vogais o assim lè-so ihhi\-Bh (o que alguns colaboradores deste volume tèm feito). Outros grupos estão total­ mente tora do ensino bíblico o entram efetivunionte no mundo lio trileis-mo. Pv 9. "o Senhnr ú minha Bandeira”. Existe lambem uma personalização fia “Palavra de Deus" que criou os céus (Sl 33. governará em completa aoburani» e será eterno — atributos divinos |Is 9. 3. Muitas passagens conduzem para a pluralidade relar ionada com o que e o “unico Dous".interpretação mais completa no NT (veja também Teofanias] No NT.8 | . ls 12. "Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem. Em Isaías 03.2 0 . Esse tipo de evidência espera por sua . os cristãos sem pré creram que somente ele pode lazer justiça à revel. Ele será chamado de Deus Poderoso.J. em nossas versões. o “Sonhor Todo-podeitiSú”.1-3). onde a sabedoria do Serdiur é personalizada como o próprio Deus que opera uo mundo.6).22: 11. Realmente. aspectos da doutrina da Trindade surgem primeiro quando os discípulos e seguidores de Jesus reconhecem as obras e as palavras de Deus nas a ti ludeS de Jesus. é Iradu/ido como Senmok. portanto. uma noção ueguda explicitamente na BíbUu. Muitos textos sugerem urna identificação do Messias quo virá com o próprio Deus. uo AT.2-0: veja lambém /In/o do Senhor). ijh maioria das vezes.DEI IS saulo (jó 6. ser mencionado aqui OOroO um nome quo ainda sobreviva em algumas traduções.4). As vezes essa roferòniia no plural parece ainda mais notável.7. Começando com o AT.10. A h istó ria da Igreja é permeada peio surgimento de seitas que náo reconheciam Jesus Cristo como Deus ou que se recusavam a aceitar a visão Irinitai ia do Senlior: outras náo viam um dos componentes da Trindade como totalmente Deus. Dous também é conhoaido coma o “Rei" (veja Rol).

verdadeiro e íntegro Deus é nivelado como o Pai.. O mencionado em Mateus 2B.17. ondo a confissão da fé em Crislo é provada como coníissão de íé em Deus.. fora das quais não devemos andor. Hb 1. revela a si mesmo em sua Palavra como um Deus pessoal.14-19). neslo contexto. Isso exige que sejamos fiéis à revelação bíblica quo em um sentida Deus é um e num sentido diferente elu é Lrós” (R. do partir pura um lugar desconhecido dns líderes religiosos (v. Jesus aceitou a confissão de Poeiro de que Ele era o Crislo IMr. etc. Majestoso. 12. veja João 12. Veja.10| e alegou ler "todo" poder e autoridade antes de íazor uma das principais declarações Unnitàrias da Bíblia: “Ide. João fl ê especialmente esclarecedor sobre essa questão e Ira?. ao curar o homem completamente (Ml 9. Existem lrês pessoas. I’or exemplo. ele. a idéiu do Dous trino é no mínimo ímpLícila nos textos do NT. Sproul). Ele mandaria o Espirito Santo (Jo 14. tudo iisso ocasionou uma acusação de blusfêmia e a leutaliva de apedrejamento — u puuição par» aqUela transgressão fv.30. Atos 2.34-36.. O Pai não é maioi do que o Filho e ambos são distintos do Espírito Sanlo. As Escrituras revelam uma figuia de Dom em Lrês pessoas e a Isso nós chamamos de “Trindade”. amoroso e soberano. 14). R.1-14 fala de Cristo como preexistente. 24 2 M . bati/ando-os em nomo do l^ai e do Filho e do Espirito Santo" (Mt Em todo o NT. 1 Coríntios 1. Em muitas passagens bíblicas. Romanos 10. Jesus releriu-se aG Espírito Santo como "outro Consolador”. “Cristo. são apresentados como seres divi­ nos." Iveja também Gl 2.31. O balismo de Jesus envolveu O Filho. embora exisla um ensino claro tanto no AT como no NT de que Deus é único..15-23). mas provavelmente a leitura deveria ser essa. quando apresentado em conjunto.apli­ cam a Jesus o nome de Yahweh do AT (Senhor). que é Deu» sobre todos.. no AT.10. a Pai e 0 Espírito Santo (Ml 3. implica cun modo de exislèoria longe do que nossa mento humana posso entender. do Filho e do Espírito Santo na viria do cronte (El 3. o Espírito Santo e Jesus. fu 15. o Filho e oEspuito Santo.19 é em nome das três pessoas da Trindade. Vários lexlos merecem um exame cuidadoso. É o Deus presente com seu povo (Emanuel. etc ).2 «fi|. É poi esta razão qup todas as analogias humanas invariavelnumle fracas­ sam quando se trata de explicar o que significa a Trindade.10).). Assim como o Pai enviou Crislo. no NT. O Espírito Santo lambém é visto como Deus (veja Al 5 . Romanos 9. Is 6. intimamente combinado com o uso da expressão “Eu Sou" e sua declaração de ler existido anlesde Abraão (w. Mc 3.9-1 1 (cf.29. Transcendente. 59). Joao 1. sn náo explicita.9. por exemplo. Onipotonte o Onisoienle. Também é descrito como o Criador de lodo o Universo e rias pessoas e. Is 45. etc. 23).].3. 1-1. Tal ensino. Voja também a obra do Pai. e a Jesus.23). um Deus justei.4. Pelo contrário* estabelece as fronteiras. 2 Co 3.3K-41 (cf.9-13. 58. Deus oonosool e aluanle 150 ... Os cristãos estão convencidos do que negar essa doutrina é renunciar à clara evi­ dência bibLica sobre o próprio Deus l.5 geralmente e destaca­ do por alguns teólogos. pois trazem o enteuiliruenlo do AT sobre Yahweh ou aplicam declarações concernentes a Yahwtth. Sáo também interessantes os passagens da NT oudo os osairitores apostólicos.□EUS dade divina. uma série <Je declarações feitas por Jesus.29. Sua alegação de pertencer a Deus e ser e n v i a d o por EIr ( v v . Conclusão O Deus da Bíblia é revelado como Eterno. poi uma referência que aponta para o AT e menciona Yahwfíh.13* 17). mas apenas um Senhor.9. ambos. C.20. seja louvado.T m escritor resumiu o ensino bíblico dessa maneira: “ A doutrina da Trindade náo explica plenamente o misterioso caráter do Deus.li. Filipenses 2.

Vela Satanôs.12. ao único Deus.s isso não esta bem fundamentado. àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar. Jesus. Amém”. Rua apoiai a alter­ nativa de que Romanos 16. Os compromissos do diácono eram confinados a unia esfora bem específica. oia. Bca mais claro que todo o suu povo é exortado repetida­ mente a cantai louvores ao Deus Todo-poderoso quo.-10. Quanto mais a Bíblia é lida. agora e para lodo o sempre.10.D.. Muitas pessoas tentam ligar o origem do função de diurono a Atos 6 . o íim de sustentar. Essa sua característica tentadora e enga­ nadora parece ser especialmente descaila na palavra "diabo” (Mt 4 . que diz que ele deva primei­ ro ser provado e depois nomeado diácono. da mesma maneira que recomen­ da outros obreiros em ouiras referências (1 Co 4.1. Esta dádiva é experimentada por meio de sua Palavra la Bíblia) e da presença do Espirito Santo no coração e na vida daqueles que crêem nele. está presente. gloria. Embora seja um Deus santo. Al 13. pelo contrario. embora seja transcendente. P. o Filho de Deus. wm contraste com o responsabilidade lolal por toda a comunidade. por Jesus Cristo nosso Senhor. Vocábulo usado regularmente no NT para designar Satanás (Ap 12. Lc 4. devi» conservar o mistério da tá com a consciência pura Deve sei man­ do de uma único mulher ser capaz dc governar seus filhos b sua casa. náo dado a multo vinho nem interessado por ganhos desonestos.2. P. que menciono Febe como diaconisa. como os bispos possuí­ am.1 refere-se ao cargo há o fato dn que Paulo faz o tipo de recomendarão oficial para que a igreja a receba. O texto parece referir-se a uma circunslância especial e não à instituição de uni car­ go específico. pois os diáconos faziam parte do grupo de lí­ deres a quem a carta é endereçada. revela □ si mesmo como um Deus de amor que solva e redime todo aquele quo o busca.3: Jo 13. sem nenhuma esperança de redenção. antes de lodos os séculos. "Ora. curao cartas religi­ ões orientais ensinam. A habilidade que denlonslravam no governo da própria lamíha seria vista como um teste de sua 151 . O texto em Filipenses mostra que a função formal existia. sincero.rca totalmente em seu pecado. A posição social ou a necessidade de preencher uma vaga não deveriam ser razões suJlcienles para que alguém fosse escolhido. Romanos 16.8-14. veia para ser o Salvador e Redentor da humanidade.nle i?m sua vinda aqui na Terra. nosso Salvador. especialmente para descrever qui*-m tentou Jesus no deserto. e 1 Timóteo 3. 1 . D IABO . Esle termo aparece com maior frequên­ cia d o s evangelhos.iret e que tinham um popel minisleriol som os o^ponsabilidades lo­ tais do ministério pastoral ou da lideran­ ça sobre a igrpja. Existe outro texto potencial. O diácono deve ser digno de respeito. O que (azem os diáconos? O texto não es< larece. e apresentar-vos jubilosos e imaculados diante da sua glória. O requisito mais importante pode encontrar-se em l Tímóleo 3. Diakuiioa]. Isso quer dizer que apenas dois textos m encionam a função: Filipenses 1. p os líderes aparecem calados separadamente dos santos. O lexto de l Timóteo 3 simplesmente menciona qualificações de i aráler que um ancião precisa evidenciar. O problema é que o termo usa­ do ah é o mesmo tanto para a função como para reler ir-se aos servos dp modo geral (gr. D IÁCO N O . etc. separado e distinto ria criação p rias criaturas. não permite que n mundo se pp. domí­ nio e poder. Sua graça salvodora é vis lo darom«. teso mostra que um processo de reconhe­ cimento o do "dfisenvol vimento de lideran­ ça" deveria ser levado em conta. cuidar e salvar.1 que merarnenti: o cito.DIÁCONO em ioda a criação.14-21) . embora de modo algum seja absorvido por da.).9).i. majestade.

e mataram a lodos os homons" (v. porveniura. 1 1 ). do alguém como um ministro da igre­ ja. "dois bolos”). Quando os filhos de Jacó retornaram dos campos e souberam o que acontecera. 7. É bem provável que tivessom a responsabilidade por um ministério es­ pecialmente dirigido às viuvas e às mu­ lheres solteiras. Filha de Lia e jacó (Gn 30. Seu pecado era gostar “dé exer­ cer u primazia’'. habilidades “administrativas” para liderar outras pessoas. 2 < i DICLA (Heb. 15). onde João O recrimina por não rece­ ber sua caria nem gostar de acolher os ir­ mãos ua fé. prín­ cipe da terra. pelo que foi a p e d r e j a d o fora do acampamento (v. O fato de seu nome ser menri^ ouado isoladamente provavelmente signi­ fica que era um dos horneus ‘‘de alta posi­ ção” (v. DIBL AIM (Heb. Veja tamiiém Dnmnris. Fingiram concordar coro o pedido dé Siquém.DlBLATM qualificação para um m inistério mais amplo: por isso. Era m e m b r o do Areópago. não se referir iis esposas das diáconos).111. Hamor e Siquém demonstram os proble­ mas posteriores que os israelitas teriam com os ca nau eus que não loram deslruidos quando foi conquistada a ter­ ra sob a liderança do Josué. 2 1 . e o amaldiçoou”.10. 12). “gémeo”). ter relações sexuais rom ele. DINÁ líieb.24*.21. D IÓ T R E F E S . Mais tarde. “Três dias mais tarde. 21 ). Simeão e Levi. ionados com Diná. o tjue o levou a proferir "palavras maliciosas" contra o apóstolo e seus representantes. vingança (w. de forma efeiiva. l Cr 1. pois era um lider autocrático. o diácono simplesmente é alguém que se constllui em um servo efelivo e é reconhecido pela igreja para agir desta maneira. i<qual estuvii disposto a fazer qual­ quer coisa para casar-se com Diná (v.34). Os filhos de lacó então exigiram q u e os moradores da cidade do sexo masculino se submetessem ao ritual da circuncisão. no sentido geicd do lermo.1 -4). Parer e que exercia in­ fluência perniciosa sobre os membros da igreja. Io­ dos concordaram (w 18.c .! I digere a presença dp diaconisas (se. onde o apóstolo pregou. Em resumo. Mendouado em :i |oáo 9. Um dos que se converteram por meio da pregação de Piaido em Alenas (Al 17. Nome sempre assot iado i om Tomé no NT 00 11. Ela saiu do sua casa para visitar oulras mulheres da região.24). Foi vista por Siquém. d . dois filhos de Jacó. O Cilho dela "blasfemou o nome do Senhor. -justa 1 | . Os eventos rolar. Descendente de Sem e filho dé loctá (Gn 10. Pai do Gòroer. Não existem evi­ dências que comyirovem a tradição que diz ser Dionisto o primeiro bispo do Atonas d que foi martirizado durante o reinado de Doniicitmo. quando estes são men­ cionados. por porte da comunida­ de. "palmeira”). ficaram fuiiosos e planejaram uma. que funcionava c o m o a Suprema Corte de Ate­ nas e f i c a v a na Colina de Ares fMarie). j m j . h. Sua f i i l i a Selomite casou-se com um egípcio (Lv 24. DIBRI Um homem da tribo de Dã.27. DIONÍSIO. 1 B: 20. entraram inesperadamente na ci­ dade.2 ) (veja lbmé\.4 . supõe-se que possuíam alguma. Ele a agarrou e forçou-a a 152 . A ideia de que o Lexfo rofere-se a diaconisas é apoiada ua atisftncia da discussão similar sobre a "es* posa do bispo*. Um diácono servifl como alguém que reconhecida­ mente contribuía para o óresclmentir» da igreja local. tomaram cada um a sua espada. pediu ao pai que adquirisse aquela jovem para ser sua esposa (Gn 34. o qual expulsava as pessoas quo não coucarda- DIDIM O (Gr. lilho de Tlamoi. a esposa infiel de Oséias (Os 13). algo quo foi reconhecido até o terceiro áÓDuio.13). 1 Timotno 3. irmãos de Diná. A função é o reconhe­ cimento formal. 4b. quando o s homens estavam doridos. 25).

4) Também era chamado de Dúdô (2 Sm 23. 2 6 .38-42). cul­ pando-se pela morle de todos os sacer­ dotes |w. os quais eram guerreiros exlnunamenip leais (2 Sm 23.42). “Disá '1 (Gn 3 6 . 1 .38.9). Isso se tomou uru problema para Paulo em alguns lugares.Um dos Eilhos do Seir e lí­ der dos horeus (Gn 36 21). 20-23].36-39).24) foaefo nos dá algumas informa­ ções suplementares solire essa m ulber Era 153 . 1 Cr 1.19). lemeroso'). de ludá ( 2 Cr 2 0 .DRUSILA vara com ele e demonstravam disposição para ra^her pessoa» como João. Esse massacre é lem­ brado na dedicação do Salmo 52O incidente mostra como Saul eslava afastado da adoração ao Senlior.c. Elanã. determinado a mata-lo. Aoítâ. Após morrer. por terem colaborado com Davi. O próprio Dodai era lambém comandan­ te do exército desse rei e ficava de pronlidão com seus homens d o segundo mês de cada ano (1 Cr 11. Quando Davi sou­ be o que acontecera. Eleazar. Aimeleque deu ao filbo do fessé os pões sagrados. bderados por Aimeleque."bode da montanha’"). íoi a terceira esposa do governador Félix. cí. Os guardas recusaram-se a levantar a es­ pada contra os ungidos do Senhor Saul então ordenou que Doegue os matasse Naquele dia. Seria imprová­ vel que ura apóstolo ausente fosse tão influente quanto um brler local. e ordenou que fossem morío. por cousa da aliança quo fizera com o rei Acazias.281 deveria ser lido como ‘Dlsom" (filho de Anã.9). 2 5 . esse edomita raalou 85 sa­ cerdotes e massacrou os habitantes de Nobe 11 Sm 22.s. O edomita disse-lhe que vira n filho de fpss*> em. Para pessoas como Diólreíes. mais interessa­ das ntf promoção pessoal.18. mas es­ perava-se quo todos os obreiros das igre­ jas seguissem o on^mo apostólico.cDisom”. DOEG UE (Heb. Sua irmã era Oolíbama [esposa de Esaú). DISÃ |Heb. pai de um dos ”três heróis” de Davi. I C t 1 . 4 1 ) . de birnel. "Disà*‘ (Gn . enconlrou-se com Saul. D O D Ó . Foi in­ capaz de ouvir o conselho do sumo sa­ cerdote e chegou ao ponto de matai. Eslava presente em Nobe quando Davi chegou com strus homens. DO DAVA. que aguardava pacientemente o momento em que o Senhor o levaria ao trono. um dos pastores do rei Saul.24.n. O rei reuniu todos os sacerdotes do Nobe. 27. p.26). D ISO M .d x j . Edomita. Veja lambém Ibbila. Natural de Belém foi o pai de ura dos 'trinla“ de Davi. O problema do prim eiro provuvelmoDte seria a quesiõo dn autoridade apos­ tólica. que vivia na regiáo montanhosa de Efraim (jz 30. 2 8 ) deveria ser lido como . 1 Ci 1. diante de Doegue. O contraste é vivido entre esse perverso rei e o jovem Davi. ressuscitou deulro os mortos. foi o pai de Puá e avô do juiz Tola. Da tribo de Issacar.1). d« quem diz que “todos dão testemunho" (3 Jo 32). t Cr 11. ficou desolado. Seus filhos também estão listad os (Ga 3 6 . Nobe 11 Sm 22.12. ludia.os representantes de Deus. o qual perseguia Davi. Líder do clã dos horeus e filho de Seir iGrt 36 2 1 . por meio da oração do apóstolo Pedro fAl 0. DODAI (Heb. O apóstolo João faz um contraste de­ liberado entre Diótreíes e Demétrio. Provavelmente es­ lava presente com o marido quando Pau­ lo falou com ele sobre a fé em Cristo IAl 24. D R U SILA . que talou contra o rei Jeosafá. que. procurando comida. isso parecia uma ameaça para sua posição» algo que devia ser evitado. DORCAS. 2.1(5. "seu urnado”). p . "ansioso. 1 . mais larde. Fillio de Aná e neto de Seir.Uma crente fiel quo morava em Jope. Veio de Maressa e era pai do profeta Eliezer. 3 7 ) . 2 .

Jtthoiachin no v.C. Embora o lugar não esteja claramenDi identificado.Dl JM Â a filhn mais riovu do Horodes Agripa 1. teve uni filho' com ele.14) Era Lider tribal. em 70 d. versão otd inglês Iraz l> uonu. ’ A . Nelo de Abraão. Não hã nenhuma indi­ cação de que nla tenha seguido a fé cristã. uma localida­ de chamada Delr ed-Domoh. Nasceu em 3íi (LC. ulgunS sugerem que ficava próximo a Hebrom. o qual morreu na erupção do vulcão Vesúvia. 17 (Nota do Fradutnr) 154 . Bere-nico ura nrrui de suas irmãs. era d sétimo fi­ lho de Ismael e o progenitor do |:iovo quo viveu em Duma (Gn 25. ( hamado Agripa. FálLx loi seu segundo marido. DUMÁ.

Efraimita. Um dos líd eres da tribo da Benjamim e filhu de Elpaal II Cr 8 . Ebede-Meleque levava adiante a causa do Senhor. L. Um dos filhos de Midiá e descen­ dente de Abraão e sua esposa Quelura (Cn 25. Esse nome e também 155 . “servo"). entrou na genealogia quo vai de Jesus eJo«é até Adão (Gn 10.20) s.15). muitos levitas fo­ ram designados para larefas especificas no Templo.18. Este mudouse paia Slqtíém. Pai de Pelegue e de lortã. O juízo do Senhor sobre a cidade e sobre ludá estava determinado e não seria evitado por meio da lula armada. Diumili' o avivamento no reina­ do de Ezequias. Eles joga­ ram uma corda o içaram jeremias por mnio dela (Jr 38. chamado Sobal (Gn 36. íoi dos que receberam a tarefa de ajudar Coré na dis­ tribuição das ofertas dn povo pelas cida­ des dos sacerdotes. alegando que ele desencorajava os soldados. Veja Abiasafe. quando 0 povo voltou-se novamente para Deus. quando os bnhilônios finalmen­ te saqueassem a c id a d e (|r 39. por isso.35). É B E R (Heb. Era descendapte de Adim b voltuu cnm 50 homens (Ed 8 6 ). estabelecido na região de Gileade e Basã [1 Cr 5. Filho de Musi.4: 1 Ct 1. 1. EBIASAFE. Sacerdote que serviu ao Senhor. os oficiais pediram permissão ao rei para prender Jeremias.30). “segundo as *uas tur­ mas” (2 Cr 20. ancestral de Abraão. Oulra pessoa da tribo de Benjamim.c. EDER.12).g. 5. 1 .23: 1 Gr 1. 2. Serviu na adoração no Tlibemáculo durante o reinado de Davi.7-13).33). ao 1'azê-los d e s is lir da lu la. onde instigou unta rebe­ lião conlrfi Abimeleque (\z 9:28-35).E EBAL.23: 24. E B E D E M E LEQUE. 1. com o mesmo nome (1 Cr 8 . ÉDEN. Isso torna claro que confiava em Deus.í. Éden. 3. era filho do líder de um dã dos ed omita*. pai de Gaal.13. sabedor de quo Jeremias fora ati­ rado em ama cistBmu sem água. o profeta prometeu-lhe que não morreria. Um dos filhos de Berias e lí­ der de um clã. pj. o qual aparece na genealogia que parte de Beujamim a Saul (1 Cr 8. anles que morresse. E bed e-M elequ e. Depois que Jeremias profetizou que os israelitas deviam dei­ xar Jerusalém e ir para o exílio babi­ lónico. 2. o etiope.40). onde seu nomo é Héber). Um dos oficiais da corte de Zedequias. A queda du Jerusalém era iminente. Líder de um dos clãs dos gaiiitas.16-18). Descendente de Esaú. após o exilio babdõjiico (Ne 12. 31 15).19. inter­ cedeu em favor dele junto a Zedequias.12. A profecia d e jeremias deixou claro quo SRria uma ati­ tude do desobediência rio povo recusarse a aceitar o exílio.2 2 ). era des­ cendente de Sem. 4.21-25: 11. 2 . Portanto. Um dos líderes das íamilias que retornaram do exílio babilónico com Esdras. O rei então ordenou que Ebede-Mefeque pegasse 30 homens e tirasse a profeta da eislerna. era levita 6 líder de um clã. depois que a Arca estabelnceu-se em Je­ rusalém (1 Cr 23. se quisessem permanecer vivos. EFÁ (Heb “trevas").1419: 1 Cr 1. "através1 '). filho de [oá.25: Lc 3. Ao ajudar Jeremias. EBEOE (Heb.

Posteriormente. Na bênção de Deutoronómio. assegurou a elu os direitos du primogenitura (vv. isso resultou na subdivisão de José em duas linhagens que compuseram as doze tri­ bos de Israel (Gn 49. 2 2 ).6. ao qual foi dada uma certa autonomia. a fim du que fossem abençoados (Gn 48).19. Jose levou seus filhos Manassés o Efraim diante do patriarca. 2 . Essas bênçãos proféticas s r cumpriram t a n t n uo t a m a n h o como no poderia da tribo de Efraim e também em sua localização pri­ vilegiada na região montanhosa.17). depois da con­ quista de Canaã (Js 16. depoLs que a maioria do povo judeu foi para o nxilio bahUônjoo (v. com EFAl. cidade localizada em Efraim. O Tabernáculo foi erguido no centro religioso de Siio. 3.EFAl mencionado em Isaias 80.46). quando apre­ sentou seus filhos a Jacó. Gerou a Harã. Mais tarde. 0 patriarca inverteu os braços. num golpe de Estudo. "frulfíero”! Embora seja o progenitor de uma das tribos de IsraeL ele. Sua lideranga lornou-se evidente no arranjo do acampamento de Israel na marcha do Egito paia a Terra Pro­ metida: elu lideruva as trés tribos que fi1avam no lado oeste (Nm 2. rf. EFRAIM (Heb. Terceiro filho do Ezra. I Cr 1. um grupo de isruelitas uníu-se a Gedalias. 3. fica claro que Jacó o tinha em mente quando abençoou seu fillio amado: "José é um ramo Irulifero’’ fv. em Efraim.50-52). os dromedários de Midiã r Efá". a idéia da frutificação é novamente destacada. fosué ero dessa tribo [Nm 13.81 e sob seu co­ mando ela recebeu e ocupou uma das maiores porções da terra.20).13). embora não exis­ ta nenhuma forma da palavTa. L.30). estava uo distrito administrativo dessa tribo. em Ire os que foram infiéis ao Senhor e ado­ raram ídolos pagãos f I Cr 5. que. mas seu neto. Um dOs filhos de Midiã. Jeroboão colocou um de seus santuários idólatras na cidade de Betei (1 Rs 12. não era lilho de Jacó. O filho mais novo loi chamado Efraim. da Iribo de fudá (1 Cr 4. mas. Embora Efraim nõo seja mencionado especificamente na bênção de Génesis 49. onde a Arca da Aliança loi colocada no lempo de Josué (Js 18. Manassés. Uma das concubinas de Calebe. cujos filhos estavam eutre os oficiais do exército que apoia­ ram Gedalias. ‘‘Fruiiiero’’ é um jogo de palavras com o próprio nome de Efraim. nomeado governador de judá pelo rei Nabudonosor (jr 40. 7). entretanto. por­ tanto. O netofatita. para a bênção. Posteriormente. dessa maneira. ele e lodos os que o apoiavam foram as­ sassinados por Ismael> filho de Netuiuas. Dt 33.1317). recebeu esse nome porque.29). porque Deus o linha lei lo prosperar ua lerra do Egito. 1.4. “o frutífero”. O próprio Josué foi sepuliado no coração desse territorio ijs 24.8). colocou a mão direita na cabeça de Efraim e. no cen­ tro de Canaã. 2 . 1 2 ). Nu narrativa do nas< imento dos filhos do José (Gn 41.18-24). porém. Líder de uiri clá e soldado valente ■ la tribo de Manassés. conforme o pai disse. exceto o próprio nome Efraim (Dt 33. Estava.37).33). onde d pro­ le la olha para um lempo em que glória e riqueza virão para Israel até mesmo de Sahá: “Multidão He camelos cobrirá a tua terra. descendente de Abraão e sua es­ posa Quetura (Gn 25.47). e estabeleceu sua capital em Siquém. 156 . naquela época.22-26. Moza e Gazez 11 Cr 2. EFER. Um dos seis filhos de Iodai e lider da Iribo de ludá |1 Cr 2. Pai de Obede e fillio do Zabade Era descendente de Judá (1 Cr 2. o mais velho.5-10). o Senlior fizera com que esquecesse todos os seus problemas. EFLAL. Depois da divisão do reino. Par inn período de tempo.24).17). José esperava que o mais velho recebes­ se a bênção de filho primogénito (Gn 48. Lrõxiii ú e inesperadamente. 2 2 . 14.

liderou um dos clãs dos edomitas (Cu 30.3. u . Uma das esposas.6-141 Dovi- EGLOM.12). a fazer o que era mau aos olhos do Se­ nhor' (Jz 3.15). no tempo de Otniel.6). p .12 1 4 1.g .17j | r 7. Efrom estabeleceu um preço justo para a venda de sou campo. no meio de nós” (Cn 23. A posse daquela área para fazer nm túmulo deu-lhe o direito per­ manente na terra que o Senhor promete­ ra |Gn 231. onde foi morto por Zinri ( t Rs 16.g . I No livro de Juizes.m . EFROM. quundn adoravam os deuses dos canuTieus e das nações vizinhas. era efraimila li Rs 11. to­ das as vezes que o Senhor levarila um novo lídor e juiz para ajudá-los. heteu.30: 50-13). Esse período da história de 157 . a opressão por par­ le das nações estrangeiras é viista como castigo de Deus por Israel ter adorado outros deuses e so envolvido com a ido­ latria.. de acordo com o costumo egípcio. nascido um Hebrom 12 Sm 3. Veja Airâ fNm 2fi. O quarto rei dtí Israel. até o lempo de sua queda e deportarão pelos assírios em 722 a.29.2. o qual contiuba um local adequado para sepultamento — a caverna de Macpela. Israel loi frequeulemenle mar( ado pelu anarquia generalizada (veja Juízos) Os israelitas. no . 1 Cr 1. ara pai de Simei.dois anos. Foi d mãe de UUr. Is 7. o qual foi um dos doze gover­ nadores distritais do rei Salomão 11 Rs 4. Porem.18). bem no centro da região que mais tarde seria a nação de Israel. mas a patriarca ainda ora um nómada.5..2i>|> e a partir dessu.17:5. Sucedeu seu pai Baasa no trono e governou em Tirza poi. como indicação de que ele também aguar­ dava o lempo em que aquela terra perlenceria legitimamente aos dascondentes de Abraão (Co 49. Depois de um período de relativa paz. EFRATE. Muitos anos depois o corpo de Jacó.9.í.52).urmpenderse. a fim de que fossem subjugados pelos povos cujos deusps adoravam. ELÁ. o Senhoi levantava um lider que os libertava e tornava-se nm juiz na terra. seguido pur uma comitiva liderada por José.z 3. Seu marido.C. Abraão procurou comprar dos heleus um local para lazer o túmulo dela e de sua fam ília. Uui rios filhos do Calebe: portanto. 2. [cí. 3. de Calebe. levava os israelilas ao arrependjmento: a maravilhosa graça e o perdão de Deus brilham através desse Livro. Descendente de Esaú. Tempos mais tarde Abraão lambém loi sepultado lã. enirelanto. j \i. Lsso se tomou tão iorl ri que Israel geralmente era chamado de Efraim.ELÁ lorme íoi definido poi Salomão (v. Ele se aliou com os amalequitas o amonitas e domi­ nou Israel por IB anos^ ao apossar-se de Jericó e da região ao seu redor (J. o Tei no do Norte. por seus filhos Isaque e Ismael |Gn 25.3). re­ cebiam juízo de Deus sobre eles. Uma das esposas do rei Davi. 1 Çr 3. e . os israelitas “tornaram. foi trazido do Egito e sepultado na rnesma caverna. Eles consideravam Abraão "príncipe de Deus. O juízo divino. :ta .. Finalmente a opressão fez com que o povo de Israel clamasse e o Senhor novumeule levantou um lidar.9). EÍ.0. EGLÁ. iVeja também Eúdfí. Ele matou Eglom e Iornou-se juiz em Is­ rael (vv. embalsamado.5. na verdade. Fillio do Zoar. neto de Jofoné (1 O 4. chamailo Etide. IB-30J.41. lilho de Hezrom.5). Os 4.19). Rei do Moabe durante o lempo dos Juizes. 1.3fl|. Da Iribo de Bonjamim. 25)* O próprio Jeroboão.8. o que ora expressamente proibido na Lei de Moisés. era descender) te da tribo de Judá I I Cí 2. Quando Sara moneu em Hebrotn. época o centro da vida política e religio­ sa da roino do Norte foi Eíraim. e.. 4.15. Ela teve um filho chamado Itreão. assine Deus pormitiu que Eglom invadisse Israel.

20: Ne 7. Talvez a melhor solução sugerida seja realmente que houvi. Outro hder de uma das família*: que 1. portanto. Filho de Jair.3 1. 4 . um erro de transcrição do texto em 2 Samuel. Era fiLho de Uzi 11 Lr 0. os quais Deus preparou. Líder de uma das famílias que (Veja também fizer e Bnrins. Nu 7 3 4 1 . numerosas batalhas são listadas O constante problema que linha com os filisteus e outros exércitos man­ teve Davi e seu comandante Joabe uni­ dos por muitas anos. 10. 2. Alguns estudiosos sugerem que Elanã simples­ mente era outro nome de Davi. r. seria o suficiente para os futuros roís e o povo.42]. 5. o gitou ( l Cr 20.18. Filho de Dodó |ou Dodai). Foi morto enquanto bebia na casa de Arsa.5).1 í di? que Elá cometeu as mesmas transgressões do seu poi o conduziu o pov\> "aos ídolos vãos”: por esta razão. Também é suge­ rido que a frase “o irmão de" foi omitida uo I r . O casti­ go relativamente liuútado. Outros interpretam que os rnlatos são de dois incidentes diferentes e. a fim de que os israelitas fossem vitoriosos.19.3).2.26J. foi ou­ tro desses grandes guerreiros r está listado entre o grupo dos "bomons valen­ tes". He malou Lami. deve ter existido mais de um filisteu com esse nome. por cometer o mesmo lipo de pecado (1 Rs 18. Zinri então tornou-se rei. 8. ELÃO. juntamente com Davi uas tarefas do Tabernáculo fl Cr seu irmão Ezer.254 parentes (Ed 2 .7. 18. porteiro coraila. administrado por Dous nesse estágio da história de Is­ rael.19). O quinto filho de Meselemias. 17. da cidade de Belém.) retornaram com Zorobabel do exílio babilónico |. 158 . "graça de Deus"J. Jeú. 6 . retornaram com Zorobabel do axílio Vol­ foi um ilos maiores guerreiros de Davi tou com 1.21). era neto de Noé. 3. Pai dn Oséias.8).2. Ura dos primeiros que retornaram da Babilónia para se estabelecer em Jerusalém. conhecidos oomu os "trinta heróis dn Davi". por­ tanto. 2. depois do Éjcilio. especialmente porque havia profetas que repetidamente explicavamllies os propósitos das açóes do Senhor. Dessa maneira.12). Fi­ nalmente.24.El.1. ua divisão feita pulo rei Descendente de Efraim. que levou Israel à idolatria. O próprio assassinato revela o estilo de vidu com o qual Elii estava acostumado. Em ambos os textos. wm .20. Tkmbétn era de Belém |2 Sm 23. mas lambém foi raptdamrafe castigado por Deus.2 e 1 Crónicas 1. o próprio Golias. ELANÃ (Heb.17 listam Blão como filho do Sem.n I o de 2 Samuel.30. I Cr 11. "Deus lem lestíficado’ ).7.D i. Cilho de Banani. Génesis 1 0 .9). O lexin dp 1 Reis 16. e não seu irmão. va roubar 0 gado dos galitas (1 Cr 7. o último rei de Israel (2 Rs 15. segundo o qual ele malou do uo pecado de seu pai. a rebelião contra o Senhor cuiminaria com o juízo visto na destruição do reino do Norle pelos assírios. proíetizou que Baasa e sua fam ília seriam aniquilados. O lei tor é aconselhado a consul­ tar um bom comentário bíblico. A idolalria dentro da casa mal era um dos p rin cip ais láto res que levnvom os israelitas no níesmo potado. o por isso Dous sempm castigava Severamen le. n rei de Israel reuniu ao seu redor muitos guerreiros particularmente aptos.ADF.24).1. Um dos descendentes de Saul ( I Cr 8. 1 . se ele rnalou Golias. irmão de Golias» muro construído ao redor de Jerusalém.Ed 2. o ELADE (Heb. Zinri íora autoriza­ do pelo Senhor a malar ioda sua lamdia. 5. Em uma das muilas batalhas contra os 6 Quando Neemias dedicou o novo filisteus. foi morto quando tenta­ 20. da tribo de Benjamim. 2 Samuel 2 1 o L Crónicas 20. Há tuna discrepância estava presente como sacerdote du Se­ entre o relato de 1 Crónicas 20 e o de 2 nlior (Ne 12. Samuel 21. um de seus mordomOs.

Foi 2 . a qual senlia-se despre­ um dos culpados de ter-se ca. Mencionado apenas ora Tuizes 8 e oso e permitiu que ela o dedicasse ao ser­ 9. Um dos soldados que desertaram atraído para uma divindade já exlslenle do exército de Saul para juntar-se a Davi e que se preocupava com as alianças.20). Era da Iribo de Beuiamim (1 na adoração dessa divindade (Jz 8. apontado polo rei Davi para servir no Tabernáculo e posteriormente ELCANA (Heb. após a morte de Gideão. Elcana foi graci­ Berile. 7 . nome são listados entre os descendeuies de Coate ( l Cr 6. Ele razia parte de um grupo Certamente. Levita ancestral de um grupo de á "aliança". na época de Neemias (Ne in m). era fosse estéril. a quem Jeremias con­i i m o r e cuidado por Ano é descrito em 1 Samuol 1. 9.23.ra n pai de Asa (1 Cr 9.c. mo possível que esse. da região montanho­ 159 7.2. 0 segundo no comando. A responsabilidade de du Rrnnntrt ím-Zofim. Era "porteiro da Arca (1 Ci 1. dos filhos de Corã. s. descendente de Coato e um 15. então essa pessoa provavelmente < 5a mes­ ELDA. Dois outros homens com o mesmo líderes tribais (Gn 25.sado com zada e era ridicularizada por Penina. Ana ficou grávida e nasceu (veja UaaJ | . 35. onde Eli era sacerdote (1 Sm 1. hii de Samuel 1 1 Cr 6. cujós fílhos tornaram-se lodos 3. no reina­ 6-24). Depois de orar ao Senlior e obter dele n Um deus cananeu adorado pm Siquém resposta. Ama­ va profundamente a Ana. Veio res (Nm 1 1. É no míni­ rnais cinco filhos. E L -B E R IT E |Heb.Estava entre os líderes que assina­ ram o paclu no qual o povo comprome­ teu-se a adorar e obedecer somente ao Senhor. Anualmente levava sua família para adorar e fazer sacrifícios em Silo.G. lem. Obviamente preocupa va-se muito com ela.3. Foi lidei de dã (Êx 8 . Servo fiel ao Senlior. embora esta ELA SA . . é possível que fosse ídolo de nma seita viço do Senhor.1-4). com sua referenda 5 . 2. e era filho de Je T o ã o . Um ter­ ELD A O E.23). Era também cbamadodn BaalSamuel (i Sm 1. Descendente de PdMir. "deus da aliança"). Se uma geração foi omitida ou Efraim (2 Cí 28.7).4.20). 2 .6 ). Fillio de Midiâ e ueto de Abraão ma do itom n9 1 . onde d e u conforta com as fiou uma Carta eudereçada aos andãos palavras: "Por que choras? Por que náo sobreviventes entro os exilados (Jr 20. fora criado especialmente judeus que regressaram do exílio para ajudar os israelitas na assimilação babilónico e Se estabeleceram em (erusada religião dos vizinhos. um Zidague. Filho de Sàfã. F. do de Maaséias. 1 1. P.27).3). e Quetura. no Templo.22).20.25. Levita. 1 .16). filho do rei Acaz. no santuário em Silo canunita que absorvera algumas idóias da (1 Sm 1. Os cananeus adoravam e Elcana f o i recompensada por Deus com vários deuses chamados Baal.46). o povo da aliança seria mais facilmente 6 . Mencionado duas vezes jun­ ceiro (v. ora uiu dos 70 anciãos ne 4.4. Seu mui heras estrangeiras (Ed 10.27.19.34). comes? Por que esta triste o leu coração? Náo le sou eu melhor do que dez filhos?". tinha duas esposas: Penina e Ana.8.D. um guerreiro da tribo de cas 0. ‘Deus tem protegido"I. colocada fora de ordem na genealogia. Dessa maneira. nomeados para aiudar Moisés como lide­ 4. Neto de Corá listado em 1 Cróni­ morto por Zicri. n de guerreiros ainbidestros no liso do arco povo não perdeu tempo em volver-se e da funda.33).3(i|. 27) talvez seja o mesmo do item to com Medàde. Levita.26. 1 Cr 1. A fidelidade de Ana religião israelita.33: Cr 1 2 .ELDADE sa de Efraim.

tinham demonstra­ do a habilidade dada por Deus paru a li­ derança. 1. poiso desejo que demonstravam de voltar un Egita revela­ va um profundo problema espiritual de­ les — a falta de capacidade de viver pela fé e confiar rio Senhor para caria necessi­ dade. “Deus fez"). mas náo lia indicação das palavras deles nas Escrituras. Eleazar tomou-se líder dos levitas e fieou responsável por lodo o Tabernáculo (Nm 3. ruiu. esta Listado na genealogia de Jerameel e era da tribo de Judá 11 Cr 2.0). Foi um dos líderes do censo ordenado por . o legislador reconheceu que era obra do Senhor e res­ pondeu: ' Tens ciúmes por mim? Oxalá que lodo o povo do Senhor fosse profeta. Filho de Rala. Foi pai de Azei e está listado na genealogia tios descendentes do rei Saul (1 Cr 8. 1. Esses príncipes eram lideres em seus pró­ prios clãs: porianio. ofereceu sacrifícios para a adoração congregarional e intercedeu pelo povo. Nm 3. Eldade e Medade. que fizeram uma oferta ilegítima ao Se­ nhor e por isso foram mortos (Lv 10.4. Teve um papel pro­ eminente nos relatos da peregrinação do povo de Israel pelo deserto. Assim. filho de Taaie (! Cr 7. Existem vários documentos judaicos que indicam algo do que Eldade e Medade fa­ laram. Um dos filhos de Arão e sua esposa Eliseba (Èx 6-23. Possivelmente. “Deus lem adornado"!.I6J.3. Quando o s 7ii encontraram-se com Moisés na ontrada da Thhamãculo. Quando seu pai Arão morreu so­ bre o monte Hor. quaudú eflte petava ou se n^belava. Filho de Holez. não se reuniram çmn os 70 uo Taber­ náculo mas ficaram no anaiaJ.2. como sai erdote. Durante todos os anos no deserto. Ele e seu irmão Itamar deveriam ser santos diante de Deus. 160 ELEADÁ (Heb. alguns deles envolvem a lide rança da Igreja As Epístolas Pastorais indicam que a pluralidade de lideres era a norma na maioria das igrejas primiti vas.2). as quais eram o símbolo de sua nova função: sumo sacerdote fNm 20. Toruou-so lí­ der de um clã dos lo vi tas e casou-se com uma das filhas dePutiel. Novamente os israelitas murmu­ raram pela ícilla de (. Deve­ ria ser privilégio deles comer partes da carne dos sacrifícios que ofereciam pelo povo (Lv 10.20). por alguma ra­ zão. o Espírito também repou­ sou sobre eles e também profetizaram. Ele foi consagra­ do sacerdote do Senhor junto com seus trés irmãos (Êx 20. n Seuhor capa­ cho u outros homens poiu ajudarem "a le­ var o fardo do pova:\ a iim de que MoiSés aã o o conduzisse sozinho (Nm I 1. 2. Nm 3.1.ame e pelas cliiuruldades da vida d o deserto. da Iribo de Benjamim.2529.ELEADÁ conduzir o povo dc Israel era claramente rniiioi do que o legislador podia suportar sozinho.37: 9 43).201. separados espe­ cialmente para seu serviço e paru lazer as ofertas e sacrifícios ao Senhor.40). Tais líderes Hram exalamente o que os israelitas necessitavam.30. Eleazar pprrnaneceu fiel ao Se­ nlior.4). ELEAZAR (Heb.1). era pai de Finéias (Éx 6. Diferente­ mente de seus dois irmãos Nadabe e Abíú. Em numerosos textos das Escrituras pen ehe-se que Deus nunca intentou que a liderança espiritual ficasse nas mãos de qualquer pessoa. TJI 10. "Deus lem ajudado''|. o "Espirito repousou sobre eles" ê "pro­ fetizaram" |Nm 11. 1 Cr 6.25. Estavam com saudade do Egito. De qual­ quer maneira. ele exercia também o papel de conselheiro ou juiz porque.251. ELEASÁ (Heb. Em i Coríntios existe uma ênfase sobre o fnto de quo o Espirito Santo dã a todos os cristãos vários dons ospei iais.17(. Moisés deu-lhe as ves­ tes dele.32: 4.12-20). Descendente de Efraim. lo s u é nãa ficou sa­ tisfeito rom isso o pediu a Moisés que os mandasse parar: no enlanlo.50). que o Senhor lhes desse o sou Espírito!" (Nm 11. Unha acesso ao Senhor e podia consultar o Urim (Nm 27J.

1). marido de Maria. Combinava a tarefa de sumo sacerdote com a de juiz.51).ri. Quando morreu.18-23. primos delas (1 Cr 23. Eleazar permaneceu em seu posto e lulou bravamente alé “Lb'? cansar a mão o ficar pegada à espoda" Quando o Se­ nhor deu a vitória aos israelitas.33). o aoita. dé unia vez pur Io­ das. ELI (Heb. Eslava presente no Tabernáculo quando Ana veio e orou por um filho (1 Sm 1. Fillio de Dodô. apenas filhas. foi o mediador entre Deus e o povo e entre a nação e o Senhor.25 como um dos que se divor­ ciaram das esposas estrangeiras. mencionado na genealogia de Mateus. Ajudou a pesai os tesouros do Tomplo quando che­ garam (Ed 8. . Numa época muito Importante e extrpmamente difícil paia Israel. a revela­ ção de Deus demonstrou quo o sai erdócio de Eleazar oro apeuas ura prenúncio do sumo sacerdócio do Crislo. 161 . da tribo de Levi. Levita que fazia parte do coral que cantou no festa ile dedicação do muro de Jerusaléitt. 3. e deu-lheconselhos(Nru 27. 5. Nu lempo determinado.c. inclusive descendentes dos sacerdotes de Judá. os mu­ ros foram reconstruídos. Seeanias confessou a Esdras que muitos homens. 8 .3 0. espei iulmnnli nu ba­ talha de Pas-Damim.9. numa colina próxima de Qufriale-Jearim (1 Sm 7. Ele é listado em Esdras 10. no final do período dos luizes. Ajudou-O na divisão da leira de Canaã entro as tribos (Nm 34. Morreu sem ter filhos.26). demonstrada contra os filisteus.2 2 :24. Desceu dente de Arão e de Ilamar. desco­ briram que lodos os filisteus ao redor dele estavam mortos (2 Sm 23. ÍOfnouse sumo sacerdote no centfo de adoração em Silo.1. Quando alguns israelitas começai am á bater em retira­ da.17. Levita que retornou da Babilónia para Jerusalém com Esclras. 7. foi sepultado em Giheá.1. Filho de Mali. foi consagra­ do para guardar n Arca da Aliança. foi um dos “lrês heróis cie Davi".33). As gerações posteriores da família de Eleazar tiveram um importante pa­ pel na adoração do povo. "o Senhor ó levantado alto"). Final­ mente. seu sacerdócio apontou para o necessidade de alguém quo estivesse enlre o Deus sanlo o a humanidade e a necessidade do sa­ crifício para entrar na presença do Se­ nhor. Elnazar S flg u iu rigorosamente as leis da separação que Dous exigia dos sacer­ dotes e da nação. em meio a mui­ tos louvares a Deus (Ne 12.Assim. loram destruídas pelos babilónios. que mais tarde casaram-se com “os filhos de Quis". quando iam para a guerra (Nm 31. 19. bem como a cida­ de. Na êpoc a do retomo da Babilónia. Js 14.3-17). ti­ nham-se casado com mulheres de outras tribos e de outros povos. uma das incumbências foi enlregue á família de Eleazar ( t Cr 24. (Ml 1. o qual enlróu para a história devido ao zelo que demonstra­ va pelo Senhor (Nm 25).Hi).2). o qual veio paru ser o Mediador. 4. quan­ do foi trazida paru a casa de seu pai. ó digno de nota que esse fiel homem de Deus dovia se orgulhar de seu filho Finéias. pois “havia ele julgado o Israel quarenta anos” ( t Sm 4.4|. lambém lomou parlo do caso riàs filhas dit Zfilofeade e na nomeação de Josué. nas montanhas de Efraim (Js 24.ELI Moisés nas planícies de Moabe (Nm 26). Ariceslral de Jesus. Filho de Abinadabe. .42). entre a humanidade e o Todo-pode­ roso e para oferecer o grande sacrifício que jamais precisaria ser repetido. Outra de s u a s responsabilidade» envol­ via a representação rins israelitas diante do Senhor.15). 12 ).21. r. Js I7. quando levaram o povo de ludn para o exílio. Sob a direçáo dp Neemias. Todos se arre­ penderam e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10.18). Era bisa­ vô de José. Era notável por sua habilidade como guerreiro. 2.6s). 1 Cr 11 . Quando o rei Davi dividiu as tareias entre os levilas. A muralha. 6 Descendente de Parós.

3.9: Dl i 1. mas sua fraqueza de caráter e a to­ lerância que Linha paru com o pecado ao sou rodcir eram atitudes diretamenleapos­ tas ao que o Senhor requeria <los líderes do povo (Cf Lv 22. 4. 2. o qual.8.111 Todos os anos.2f». “É o Senhor: faça o que bem parecer aos seus olhos" (1 Sm 3. Daquele momento em diante.7. a pala­ vra do Senhor contra a casa de Eli mimpriu-so literalmente ( I Rs 2. Hofni e Finéias. quando 0 casal voltava para vi­ sitar o filho.13. Derrotaram os israeUtas o mata­ ram Hoíni v Finêias. 3 . um dos homens escolhidos para ajudar Moisés e /\ráo a fazer o recenseamento do povo no Sinai (Nm 1. Trouxeram uma oferta e deixaram o menino para s«rvir ao Senhor no santuário. O profeta seguiu a direçáo do Senhor e foi para Belém. quando ouviu a verdadeira causa de suas orações. p j í . IJm-dos "trinta” do.12.11-20). Quando viu Eliabe. o sumo sacerdócio foi ocupado pelos d escen d entes de Eleazar. O velho sucerdatn soube o que aconlecia e tolerou as transgressões deles (para mais deta­ lhes.6).24-29. ELIABA (Heb. Quando o velho sa­ cerdote recebeu a noticia da captura tia Arca e tia morte dos dois fiLhos. Filho de Helom e líder da tribo de Zebulom. Pai de Datã e Abirão. As palavras de condenação contra Eli cum priram -se em pouco tempo.20). sua fé era evidente. pois o rapaz era alto.27-36. e não a morto dos filhos. o qual ela dedicara ao serviço do Senlior 1 . 1 7 ) . perdeu o contro­ le da família e suas advertências caiam em ouvidos surdos (1 Sm 2.271. Filho mais vellio de Jessé *■ irmão de Davi (1 Sm 16. Prova­ velmente a glavidade dos pecados deles só íoi descoberta quando Eli já estava com idade bastante avançada. abusaram seria­ mente da posição que ocupavam. a Palavra do Senhor veio ao jovem Samuel. 26.1. Era da tribo de Levi 11 Cr 6. "crescia em estatura e ern graça diante do Senhor e dos homens" (1 Sm 2.22-24).33). Era um saalhonita (2 Sm 23. l Cr 11. Eli os abençoava e orava para quo Ana tivesse outros filhos no lugar de Samuel. Ele conhecia e amava ao Se­ nhor. de boa aparência e o primogénito de )essé. estava preparado para dizer. da tribo de Kúbuu. Eli era um homem fraco. Seus filhos lideraram uma rebe­ lião contra Moisés e Arão (Nm 16.32. Quando ouviu a profecia d»* Samuel. por isso.ELIAJ3A Etnbara a princípio pensasse que a rnuliior estivesse e m b r i a g a d a . pai de jeroão e filho de Naate. Os filisteus atacaram e capturaram a Arca rio Aliança.13). 1. A despeito da confiança e da fé que Eli Linha uo Sonhor.1-3). 10. Como resultado. Mesmo durante a última parto de sua vida.s "heróis de Davi”. Samuel lamentava a desobediência de Saul quando Deus laJou com e le e o en­ viou para ungir o novu rei d e Israel. veja Córò.18) E quando o mensageiro chegou da batalha.10). O Senhor untão disse as palavras que são repetidas atra­ vés dos séculos: “O homem olha para o 162 .12-1Oh A vida de Eli loi trágica em muitos aspectos.27). Essa profecia reforçou uma palavra anterior do Snnbor contra Eli e sua família ( I Sm 2.0: 17. que saía para o batalha e liderava o povo de Israel nas guerras. I 'b i ao próprio E l i quo Ana e seu marido Elcana retomaram depois que o pequeno Samuel desmamou. veja JlofrU e Finéias). Quando Salomão removeu Abialar do sacerdócio. ELIABE. que o fez cair par a trás (1 Sm 4. ole não foi hem-su<edido na formação de sua família: seus filhos. junto num o velho sacerdote (l Sm t. pensou que encontrara o ungido de Deus.k . foi mais fi notícia da caplura da Arca. 7.1 Sm 2. ele u confortou e a despediu com uma bênção (v.20). caiu da cadeira onde eslava sentado e morreu. 2.9: 2. Para mais detalhes. I Cr 2. Ancestral de Samuel." Deus esconde”). em contraste com os filhos de Eli.

a segu­ proeminente na curte do rei Ezequias. Filho do rei Josias. no próprio acampamento Bate-Seba tornou-se esposa dele Í2 Sm deles (vv. Também eslava pronto para ajudar seu povo. A filha de pela mão e a trespassará!*’ (v. Fi­ pouquíssimos reis de Israel ou de Judá lho de Hilquias. Posteriormente. 1 . depois que se 19.18. fitariam desencorajados. depois que seu poi mor­ delegação que saiu para lidai com o co­ reu na batalha contra os ngipeios.5).(2 Rs 18. foi uo’*a chave da casa de Davi”. sa vez dirigidas diretameiile às pessoas que eslúvam na muralha. poréni o $<?um mensagem para o rei Ezequias em uhor olha para o coração" (1 Sm 16. no tiram. Apelou espe­ ELI ADA. de Judá. 21). que reinou sobre 35). Em rança e a fonte da paz estavam na total Isaías 22. i o q j grande tristeza e medo.20: 16.ELIAQUIM que está diante dos olhos.9).4). u/iioa noite. pediu aos asairios que falassem em 6 Um dos levitas que toi aram harpa aramaico.282. VBja também Isaias 36. Davi fez com que oração de Ezequias por livramento \2 Rs a marido dela fosse morto. fez com que mil homens. algo que jà deveria ler feito muito antes. 37 2). 23. sim.3.17) se aiuda e direçáo. os assírios proleriraiu . 1 Cr 3. paia lodos os dependência do Senlior. quando a Arco da Aliança foi levada para Isso apenas provocou ainda mais o co­ Jerusalém. Esse tendessem a meu. 3. S. Pai de Bate-Seba. Ezequia>. a quem os assírios agora referiam-se Ele e os outros seus irmãos apenas assis­ como esse "bordão de cana quebrada.lague.. 35ss. Pai do Kezom.37: de submissão.C. ocupado com os soldados que estavam sobre os muros da cidade. efeitos. hebraico (2 Rs 18. que gritou iruiLs ameaças. respondeu à posa de Urias. era prunairo-ministro. Sebna. Eliaquim.16. Veja feoitiquim.19-251. enquanto Davi matou o filisteu no qual.3. o heteu. do dc paz e. Estava com ciú­ enfatizava com sarcasmo a posição prega­ mes du Irmão muis novo. 2 Cr 36. e Ioda a Síria e foi adversário de Salomão os oubos oficiais voltaram à presença de ( lE s 1 1. As­ exército de Saul Í1 Cr 12. entrar-lhe-á nome e para honra do Senhor. Esse mandante do exército assírio que sitiara Faraó mudou seu nome. tinha inveja da ria na qual o rei Ezequias se encontrava n a q u e l e momento. Filho de Davi. que sempre ELIÃ (I-Ieb. durante o reinado de Jeosafá o rei se voltasse para o Senhor e buscas­ 12 Cr 17.. des­ Cr 15.-sagem proferida em grupo de soldados bavia desertado do hebraico. pois. que nasceu cialmente para que não dessem ouvidos em Jerusalém (2 Sm 5.'I* 11.18. 1.B.201to.2. es­ quando clamava por Ele. Eliabe. Abiail.34J. duranle o reinado de Davi I i mandante.0 teu eíro nn comando dos gaditas.14-19) e interveio direlameute. entretanto.7). chamado de Amiel. seu secretário. 22. ocupava uma posição tiveram o privilégio de eutender. Não conseguiram chegar a um acor(2 Rs 23-34. A paJuvra decla­ rava que o Senhor estava do lado deles e Encontramos Eliabe novamente ua his­ tória de Davi e Golias. 14. se alguém se encostar. Segurava 2.C. se en­ uo exército de Davi. "povo fie Deus’*). Deus.7). assim. "Deus levanta"). como um sinal lerusalém em 701 a. Fez parte da mísiido por Neto. às promessas de Ezequias (2 Rs 18. a linguagem faiada ua corte. uo envolveu sexualmente com ela e desco­ malar 185 mU soldados assírios numa briu que ficara grávida. casou-se com um dos fi­ Eliaqulm ficou profundamente pre­ lhos de Davi (2 Cr 11 18) 5 . Ezequias aprendeu uma lição que ELIAQUIM (Hei).26.22-24 vemos que. Comandauíe valente e líder de 200 Esse desfecho.. Tinha confiado no Egi­ bondade do coração dele (1 Sm 17. em Zú.25). foi chamado de Jeoiaquim 19-2). 163 .

segui-o. Todos então participaram Ua laplura dos sacerdotes pagãos. entretanto.13. raftete seu cmâtei. Elias trouxo o povo para o seu lado. a qual registra vários reis e príncipes. g . uin homem totalmente dedicado ao Senhor. recebeu em retorno um suprimento inesgotável. levou a uma confissão de fé no proleta como "homem de Deus" e a uma súplica por misericórdia por parte da capitão da terceira companhia ijue foi enviado (2 Rs 1. todos esses sáo quadros dos quais todas as pessoas se lembram. eles precisam decidir se ficarão a lavor ou contra Deus. El ias desafiou o povo: “ Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus. até José e finalmente Jesus IMl I 13). cair do céu.24). Quando entregou a Elias seu último punhado de farinha e óleo. O PROFETA Elias. é listado como o filho d#' Abuide e pai de Azar. As atitudes demonstradas pela viúva de Sarepla |1 Rs 17. A princípio. Assim. Seja diunte do fiJho da viúva. a mensagem e o proprio liomem.ELIAS. ELIAS. Isso é muito ciam no evento do monto Carmelu (i Rs 18. uo qual Elias fez cair fogo do ceu para incinerar duas companhias de soldados enviadas para prendê-lo (2 Rs 1.Cilado na genealogia que vai de Je­ sus uté Adão. Os milagres representam "sinais”.30). D e u s pôde usá-lo p o d n ro sa m e n to . Sua biografia é uma das mais coloridas e excitantes da Bíblia. Somente quando o fogo caiu do céu. como Zorobabel.-35J. quando solicitou ajuda para consertar o altar e iogar água sobre a lenha (1 Re 18.9-12). mas se Baal. O PROFETA 3. foi que lodos responderam com a confissão de fé: "O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” II Rs 18. os israelitas nada responderam. contudo. os quais desafiam os que os testemunham para um momento dot isivo.21). Na genealogia de lesus. como pai de Jouã e fillio de Meleé (Lc 3. Um milagre semelhante. Quando ouviram o desafio do profeta aos sacerdotes de Baal. que significa “meu Deus é teovâ”. deram seu consentimento (1 Rs 18.41) Foi um dos locadores cie tromlmla durante o culto de dedicação dos muros da ddade.16-4fí). 5. 4. Líder dn uma famiiia sacerdotal no lempo de Neemias (Ne 12. está a maneira harmo­ niosa em que o Senhor as utiliza para ensinar sobre a fé.30.7-24) também revelam que ela confiava plenamente na mensagem do profeta. Por Irás dessas maravilhas. entre 1 Reis 1 7 e 2 Reis 2. Por­ tanto. d. Os milagres de Elias Os milagres que cercaram Eli as co m p õ em d mais vívido dos três aspectos de su ó vida. que a manteve viva durante todo o lempo da seca. que ressuscitou dentre os mortos. Na evange­ lho de Mateus a linhagem real do Cristo é estabelecida de várias maneiras. e que a palavra do Senhor na lua boca é verdade" (1 Rs 17 24) 164 . Quando o profeta restaurou a vida de seu filho. o sinal miraculoso desafiou o povo a responder com fé. Esses capílulos Alastram lrês aspectos essenciais para se entender o papel desle profela e seu minis­ tério! os milagres. 011 ao ser arrebatado para Deus.39). a acusação feita por ela: "Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniquidade o matareb a meu filbo?” (1 Rs 17. ou cio fogo que fe/. p . Sun história é contada no meio d os relatas dos reis de Israel e Judá. Devido a e ss e compromisso. inclusivo par meio dessa genealogia.181 transformou-se numa confissão de confiança ua missão e no ministério do profeta. 'Agora sei que Lu és homem de Deus. segui-o" fl Rs 18.14).

como no caso de Jezabel. dirigido por Deus 1 1 Rs 18. o qual seria punido com sua morte 12 Rs 1. a palavra do profela era dirigida especificamente aos reis fe rainha também. mas tu r a casa de teu pai Deixastes os mandamentos do Senhor.1-17). Enquanto o rei corria em sua carruagem em direçáo a Jezreel para comemorar a vinda da chuva. rogou ao seu mestre: “Peço-te que haja porção dobrada do teu espirito sobre mim" Í2 Rs 2. com respeito à seca (1 Rs 17.17. o profeta o ultrapassou 11 Rs 18.401. tudo o que esse rei fez íoi enviar patrulhas para teutm capturar o profela 11 Rs 18.1-14). Enquanto os prodígios inspiravam unia resposta dos israelitas desobedientes e mornos de todas as camadas sociais. teve uma recepção diferente.12-20). Embora fosse um património dado a famiiia 165 . Elias escolheu o lempo e o locai para os dois se encontrarem.0).a de arrependimento de um li dor. O PROFETA Os últimos milagres dc* Elias ocorreram ua companhia rio seu sucessor espiritual. No finai. Sua mensagem.12). constituía grave pecado. carros de Israel. o deus de Ecrom. O profeta fez o caminho inverso pelo qual o« filhos de Israel entraram ua Tena Prometida: da região montanhosa de Belel e Al para a i>.gião de Jericó b finalmente para o Jordão. Cobiçou a plantação de uvas de um súdito. em Jezreel (1 Rs 21). meu pai.101. O milagre no monte Carmulo provou a superioridade de Jeová sobre as falsas divindades. Suas iilividades postoriores demonsUariam a fé no Senhor de Elias que Eliseu agora possuía (2 Rs 2. A mensagem de Elias Os uúJagres de Elias serviram pura chamar muitas pessoas em Israel de volta a Dous. no momento de sua partida desta vida. e seguistes os baalins’. que era da cidade de Tiro (1 Rs 21. de Judá [2 Cr 21.14). subiu ao Céu num redemoinho. o rei continuou envolvido com a cultura cana ui ta ao sou redor.15-1<)). l . Assim como aquelas águas se dividiram paia o povo ocupar a banda ocidenlal de Canaã.45. Elias advertiu Acazias de que sua consulta a Baai-Zebube.1).12J. o levariam a uma morte horrível. e seu cavaleiros?" (2 Rs 2. mais semelhantes ãi» de Acabe do que as dos seus predecessores em Juda.2 . O relacionamento de Elias com Acabe ilustra a mais significativa mensagem do profela e a 1'aJl. Eliseu (2 Rs 2.d dn poder divino para Acabe. Seu sucessor então confessou o poder do Deus de Israel: “Meu pai. Em sua primeira explicação a Acabe sobre as razoes da seca. O ministério do Elias comoçou poi meio de um aviso a Acabe. contudo. de Israel e Judá.10) náo demoveu Acabe de sua falsa adoração. Acazias morreu sem demonstrar sinais de aiTependimenlo.( I Rs 18. como aucmteceu com Moisés antes dele. Do outro lado do Jirrdão. Deus usou Elias para dar essa demonstração individu. A mensagem do profeta não causou nenhuma mudança no comportamonto de Acabe Influenciado por sud esposa Jezabel. A única menção de Elias em Crónicas ocorre quando enviou uma mensagem ao rei leorão. Nenhum outro rei de Israel recebeu tantas advertências e também nenhum outro governante caiu tão profundamente no pecado. Quando Eliseu contemplou aquele grandi mUagre. a poderosa demonstração da fé de Elias ao reler e depois liberar as chuvas (Tg 5.ELIAS. foi con­ cedida a Elias uma bênção especial. A noticia de que esse monarca morreu de uma enfermidade extremamente dolorosa nas entranhas e de que seu falecimento não foi lamentado pelos súditos confirmou as palavras de Elias e também demonstrou d falta de arrependimento do rei de Juda.25). Ainda assim. O profeta adver­ tiu orei de que suas práticas pagãs e assassinas. Embora fosso dirigida a todo o povo. o mesmo aconteceu a fim de que Elias passasse para o lado oriental tio rio. o profeta deixou claro que era devido aos erros do pròpríi i rei: “Eu náo tenho perturbado a Israel.1. Apesar de tudo. concernente à doença que tinha no pé.

Ela garantiu que o rui lona o que desnjava. Elias. a leste do Jordão 11 Rs 17. Na bofo ioi falsamente acusailo e condenado ã morte. Provavel­ mente i?ro tido por muitas pessoas como um fanática procedente de uma região sub­ desenvolvida. O primeiro exami­ na o relacionamnnto único e u t r e Elius e Deus e entre o proleta e os que foram chama»Ioíí para ouvir suas mensagens. isso pouco significava paia Acabe e muito menos paia Jezabel. A resposta qtin davam. além de amaldiçoados por Deus. No caso de Elins. Lemos que rasgou suas roupas. Finalmente. Essr* exemplo muitas vezes serve de testemunho contra pessoas que se consideram superiores àv outras. o homem A questão da apostasia nacional introduz o terceiro aspecto da vida du profeta.30-37).10. Esse aspecto é dividido em duas partes: a sua solidão e o arquétipo do papel profético que ele desempenhou. Pre­ teriam a sofisticada religião urbana dos cananeus. seu ministério o colocou em coutato r. Ainda assim. A solidão do proleta engloba todas as áreas de sua vida e ministério. o castigo viria. Humilhou-se diante de Deus e o Senhor respondeu que retardaria a condenação até o reinado de seu filho I í Rs 2i . vestiu-se de saoo e jejuou. As advertências sobre o. contudo. Todas as mensagens de Elias se cumpriram. juízo de Deus eram designadas para produzir arrependimento nos ouvintes p nas gerações posteriores.17). O arquétipo profético começa com seu sucessor.M4-. assim aconlnceu. sua esposa. Jezabel também faleceria e ns cães lamberiam o sangue de seus cadáveres. conforme u proleta predissera. G l iseu. que lembrariam as palavras do profota quando m i o s mensagens se cumprissem (2 Rs 9. Deus enviou uma mensagem de condenação transmitida por Elias. sem se importar com a aliança eulre o Senhor e seu povo. é de tais lugares desprezíveis que Deus frequentemente escolhe seus profetas e aien&ageiros. pois veio de Gileade. quo Integravam deuses do grandes e ricos centros comerciais. i^ontrastava com a recusa e com o coração endurecido da maioria dos lideres que ouviram as mensagens de Elias. O rei em breve morreria.27291. ua capital e nas cidades principais do reino do Norte. Jezabol também teve o mesmo destino (2 Rs 9. O monte Carmelo provavelmente era um santuario na fronteira entre a Fenícia e Israel. toda a dinastia de.om os que não tinham nenhuma consideração por . Acube loi exterminada por )eú (2 Rs 10).ELIAS. era mais do que um pronunciamento rle condenação.'. O chamado de Elias para confrontar assa impiedade foi O exemplo de um ministro soLitario. Assim. De todos os reis para o s quais Elias profe­ riu palavras de advertência. Era um julgamento terrível. Exatamente como Deus dissera II Rs 19. seria considerado um provinciano. mas morreriam sein sei' la­ mentados. as quais não estavam preparadas para ouvir seus argumentos. Mesmo assim. O verdadeiro propósito delas.30. implicava a Introdução de uma divindade paga entre os israelitas como o deus principal.ua maneira "simples" de ouJtnur apenas a Yahweh.1). pois significava que não descansariam coin seus ancestrais. Seus mila­ gres proporcionaram ujudo visual que desafiava as pessoas. mas o Senhor não pode encontrar entre elas ninguém com lé suficiente para agir como mensageiro da Palavra de Deus. pre­ servado no texto bíblico: 0 homem Elias. Assim. For tudo isso. como Tiro.17|. 10. somente Acabe respondeu positivamente. seja de Gileade seja da Galiléia. O rei foi mona e os Cães lamberam seu sangue [1 Rs 22. entre­ tanto. O PROFETA de Nabote pelo próprio Deus. numa época de apostasia nacional. Começa com sua origem. e termina no Novo Testamento. O seu ministério proféti­ co levaria o povo ao arrependimeutu. Acabe apossou-se da vinba.-t8). que pennanet eu 166 .

Seus milagres e sua mensagem foram levados adiante por Eliseu. Rm 11-2. é o seu papel como um arquétipo profético. Jh notamos o simbolismo de Elias como sucessor de Moisés o qual teve um en­ contro com Deus em Horebe e deixou esta vida de urna maneira especial. mas desempe­ nhado juntamente com outros profetas fiéis. ele desempenhou um papel especial. Aparecem os servos de Deus anónimos que trabalham em t Reis 20. respectivamente (1 Rs 19 15-1. Esse cuidado bei lidar rom a solidão do pro­ feta é evidente pelos personagens piedosos que surgem nos capítulos que seguem a cena do monte Horebe 11 Rs 19).3): "Tenho sido muito zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos. seu ministério enfatizaria a palavra. temendo as represálias de Jezabel. e mataram os teus pmfdlas ã espada. seu trabalho não seria solitário. Elias lam­ bém representa Josué o o povo de Israel. em lugar da ação. o qual pediu porção do­ brada dfi poder que Elias possuía e começou seu ministério repetindo o Ultimo mila­ gre de seu mestre: a divisão das águas do rio Jordão (2 Rs 2. O ministério de Elias é um exemplo do que um indivíduo que obedece < i Palavra de Déus pode reali­ zar. mas também confirma a imagem de uma figura solitária separada do meio de um povo pecaminoso. onde Elios traba­ lhou sozinho.10. Embora já existissem profetas em Israel antes dele. que atravessaram o rio fordao a pé enxuto. tal disparidade sorvin parâ mostrar de maneira ainda mais vívida o poder da fé em operação. Di/erentemente de 1 Reis 17 e 18. Duas vezes o Senhor perguntou a Elias por que tinha ido ali e duas vezes ele respondeu com as mesmas palavras de ressentimento |I Rs 10. filbo de Inlá ( I Rs 22.19-211. Ainda quo tivesse notícia de outros profetas de Yahweh (1 Rs 18. Muito mais importante. não 6 surpresa quando o profeta. Thdo começou com a indicação dn EJiseu. A solidão de Elias atinge seu clímax nessa cima. estavam todos escondidos e não lhe deram nenhum apoio. e agora estão tentando matar-me também”. Em 2 Reis 1. O PROFETA firme contra o poder dfc centenas de oponentes apoiados pelo Estado 11 Rs 18. mas.1-24). em consonância com as profecias* cie Micaias. Os filhos de Israel deixaram < i Itiâ aliança. A experiência. O Senlior. Ato aquele momento estava acos­ tumado a expressara presença dp D r u s por meio da utilização de magníficos milagres de “efeitos especiais’'. Além ffisso. evoca a imagem de Moisés em comunhão cuni Deus ÍÉx 2 4 . Portanto. o proleta reaparece com uma mensagem para Acazias.71 . mas oa aparente Iraqueza de palavras proferidas com brundiua í I Rs 19. Também é um exemplo de como a fé pública de uma pessoa torna-se o elemento catalisador e leva outros a ter a ousadia de também demonstrar publicamente a con­ fiança em Deus. O primeiro sinal foi o chamado de Eli seu (1 Rs 19. de agora em diante suas atividades sáo intercalado») com outros even­ tos e profetas.1 rt). Seu sustento miraculoso ali. que lambem 167 .14: cf.1-28). entretanto. Só eu fiquei. 181. fazia-se acom­ panhar por Eliseu e encontrou grupos do profetas em Betei e Jertoô. nm 2 Rois 2. J 1-13). Elias reaparece uo relaio sobre a plantação de Nabote (1 Rs 21. a fim de salvara própria vida (1 Rs 19.1-8). que levou o ministério adiante após o arrebatamento de Elias e imluiu a unção do Hazael e Jeú como reis da Siria e de Israel.14). por quarenta dias. Na verda­ de. Esteve escondido por dois anos. mostrou ao profeta que a presença divina não se apóia em tais demonstrações de poder.19J. poderia apenas aumentar o sentimento de soli­ dão que Elias sentia. Dali em diante. a qual pronunciou quando estava sozinho. A palavra de juízo de Elias para o reino do Norte foi assimilada pelos profetas Oséias e Amós.ELIAS. fugiu para Horebe. A efidôucáa de Dous não loi comprometida polii desigualdade dos dois lados. derrubaram os teus altares.1-29). entretanto. porém. que confirmaram especificamente o que Elias já profetiza­ ra sobre a morte de Acabe. sem neubuina nub-a companhia a não ser a de uma viúva e seu filbo (1 Rs 17.

E U A S A F E . . prometeu o retorno de "Elias". Crislo. levou sua oferta pacífica quando o Tabernáculo íoi dedicado. E ora lambém o alvo sobre o qual Elias conversou com lesus. 17.5.14: 2. na figura de João Batista.2 1 : 1 2 . no novo ramo da cidade de Jerusalém. Descendente de llarim. Os gersonilas. 3.14. por figuras como Isaías e Jeromius Até mesmo o último profela do AT. Descendente de Eião. Quando Neemias regressou da visita que fizera oo rei Arlaxerxes.11*13). minis ira dn por Esdras.35.25). casaram-se com eslrangeiras (Ed 10. nunca reivindicaria essa identificação. No NT essa profecia é lembrada e incorporada em parle com a vinda de )oão Batista (Lr 1.27). Malaquias.ELIAS eserevijnimsuas mensagens para Israel. Era filho de joiiiquim. Lc 9. Era o propósito do seu retorno simbólico. Poste­ riormente.i com lesus e o animaria a prosseguir no caminho de solidão e auto-sacrifíeio que o levaria à cruz |Lc 9. juntamoute com Moisés. um dos que.15. dirigiu a reconstrução da Poria rias Ovelhas.12).17). Um séeulo depois do ministério de Elins.14: Mc 6.2 0 .7. 1. fica claro o quanto era equivocado o escárnio dos que na crucificação sugeriram que Ele chamava por Elias e que o profela poderia livrá-lo fMl 27. Um dos filhos de Jeroão o lídor de clã Eru benjamita e viviu em Jerusalém | 1 Cr 8.47-49: Mc 15. 2 Sum o sacerd ote na época de Neemias. Eliasibe era responsável pelos depósitos do Templo e cedera uma das câm aras para Tobias.10-13: Mu 9. chamou o povo ao arrependimento. mas Jesrus alegou que ele era o "Elias" que havia de vir (Ml 11. aí) invés de desposar mulheres da própria tribo. Juntou-se aos quo se divorciaram de tais mulheres. Essa mensagem também íoi proferiria para o reino do Sul. 4. elos profèriiain a mesma palavra de juízo pulos pecados ilo pava o dos governantes. Elins conversari. uo deserto (Nm 7. uo entanto. jun­ to às margens dn rio Jordão foão recusaria a identificação (Jn 1.3l|.) r.0).19). 10. lambém um solitário. ELIAS 1.H. como alguém enviado aos que viviam fora de Israel (Lc 4. eram responsáveis pelo cuidado da lenda « das cor finas do Tabernáculo.1 0 .28-30). Descendente de Gérson è filbo de Liiel (Nm 3. Assim.361. as quais fo­ ram descritas neste capítulo de Números.6). O povo sob seu comando eia de 45. E L IA SIB E (Heb. Também é mencionado como um dos que se rasaram com mulheres eslrangeiras (Ed 10.8. na Transfigura­ ção.21. embora ligasse seu ministério ao desse profeta. "Deus reslaura"l. E x is to uma indicação da InQuènciu que estran­ geiros como Tobias linham em Israel. Como representante tribal. da Iribo de Levi. que ofereceria uma esperança paia o arrependi men lo anles do juízo (Mi 4.21). Veja Elias.42. Filho de Deuol o líder da tribo do Godé duran te o censo iJos ismelilas no deserlo do Sinai. depois que ouviram o ensino da lei.26]. algumas pessoas confundiriam lesus com Elias (Ml 10. e mesmo os sumos sacerdotes estavam as­ sociados a ele. O próprio Elias reaparece ua Transfiguração.24). 168 .2 3 .2 2 . Mc 9-2-10: Lc 0. expulsou-o daquele lugar sagrado (Ne 3 . Este. como representante de lodos os profolas que esperaram o advento do Messias (Mt 17 2-9. (Veja Profetas e Proferia. o profeta.2B: Ed 10. Cada grupo familiar da tribo 'los levitas tinha respotisahllidndes especificai. 2.650 pessoas (I\ T m 1. Í3 4.14). O sacrifício redentor de Cristo era o propósito pelo quaJ Elias realizara seu ministério enquanto esteve na Torra.20). 2.1 . I Um dos sacerd otes que serviam uo Tabernáculo durante o reinado de Davi.24-26). Era responsável pelo 13*turno de serviço ( I Cr 24.47.5.

lambém listado na genealogia que vai de Benjamim ao rei Saul (1 Cr 8. Era o sétimo na lista dos soldados descritos de forma vivida como os guerreiros exlremamente valentes. Neto de Asafe.11). Mencionado em l Crónicas 6.9. Seria seu provável cos do Templo. Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul e uniram-se a Davi.271. 2.c. E L IC A . Ele fazia parte do grupo selelo. depois da conquista de Canaã (Nm :*4.25).24.461 . os quais saiam á bnlalhn e lide­ ravam o povo na guerra 11 Cr 11. 1 . Sua ta­ refa era organizar a distribuição <lo terri­ tório destinado á sua tribo entre os vários clãs e lamílias. As tareias durante o culto p u adoração eram distribuídas ontre as famílias dos levitas. coatfta. foi um dos muitos filhos que vie­ ram como um presente especial para Hnmã. as quais se revezavam em perío­ dos.1ÍL1ÉZER 3. Esdras 10. Maavita. Damascnuo. sou pui. Descendente de Bani. “Deus vem").131P-n-c. 22). 169 . Descendente de Hebrom e líder de uma lamília levita. loi esco­ lhido pelo Senhor e nomeado por Moisés para Liderara tribo de Benjamim.20). Quando o exército de Davi cresceu. uin dos supervisores dos dízimos e ofertas trazidos pelo povo. náo simplesmente para estai ao lado do vencedor. 6 . 4. ern um dos “trinta heróis” de Davi. por sorteio. sob o comando de Conauias e Simei (2 Cr 31.2LI na genealogia que vai de rou deuses pagãos (1 Cr -5. Benjamim até o rei Saul.25).4. 8 . Foram comandantes que propor­ cionaram um grande apoio ao filho de Jessé nas batalhas (1 Cr 12. tornou-se "como o exército de Deus” (v. 5. os quais iam pura a butalilue lideravam o povo de Israel na guerra.22. para organizar o armazenamento das doações.34. é cilnrlo em J Cró­ Manassés. Filho de Simei.47). . que loi infiel ao Senhor e-ado­ nicas 8. 4. ura bisavô do Samuel Seus des­ E L IÉ Z E R . 3. Outro dos "heróis de Davi" (1 Cr 11.24 como membro da linhagem real de Judá. Seu pai era "vidente” do r»*i Davi. 7.25: não é mencionado na lista de 1 Crónicas 11J. E L I A TA (Heb.27).olhos são de der de clã e soldado valenle tia tribo de Deus"). Levita. Filho de Sasaque.2l). a mosma passagem sugere que tais homens transferiram a lealdade ao rei.“meus. Filho de Siu rei. 6 Filho do Elioenai. depois do exílio. loi oulrn que ?r casou com mulher estrangeira l Ed L0. trouxeram tantos presentes e ofertas ao Templo.24 lista-o comn uni dos cantores israelitas que se casaram corri rnuliieres estrangeiras e viviam com elas em Juda. após o retorno do esdlio babdóuieo. Era uni dos levitas separa­ dos para profeiizar e tocar diante do Senhoi. Mais liu-de. Descendente dn Zatu. foi uomeado por Davi para ajudar a levar a Arca do Senhor para Jerusalém | 1 Cr 15. Rra servo de cendentes loram listados entre os músi­ Abr(a)ão (Gn 15. foi um doS que se cagaram com mulheres estrangei­ ras |Ed 10. 6 listado em 1 Crónica* 3. Um dos "Lriuta heróis" de Davi. que toi necessário constru ir armazéns r s peei ais para guardálos.36). ljstad o na genealogia que vai de Benjamim uo rai Saul (1 Cr 8. 5. Era harodila (2 Sm 23. 1 Li ELIEN A I (Heb. E L IO A O E .2). s.11). a fim de que Deus fosse glorificado. E L IE L (Hnb ’fmeu Deus éD eus”!. mas porque o "Espirito” ope­ rara entre eles. O Inrno de Eliata era o vigésimo ( l Cr 25. Fillio de Quislom. 9. quan­ do este estava em Ziclague. Como resultado do extraordinário avivamento que ocorreu durante o reinado de Ezequias.

24J.17). 18. Fizeram um pacto de servir ao Senhor (E<110. A con­ vicção tle Abraão nesta promessa lhe foi imputada para justiça (v.34.pro­ curai ajuda contra as inimigos nos que não confiavam 110 mesmo Deus. lambém se divorciou da esposa estrangeira |Ed 10. de Israel.seo patriarca rião tivesse filhos. exor­ tou | ó a aceitar as perdas como castigo de Deus por seus pecados (Jó 5. 4. 8. junto com seus parentes. 1.1.C. 10.8) 3.201.1 42.37). eslava entre os sacerdotes que se uniram a Esdras e ao povo no arrependimento» depois do regresso da Babilónia para Jerusalém.36). porquo o Senhor não aprovou tal aliança cwrn um rei perverso (2 Cr 20. 1 1 . Ajudou o referi­ do sacerdote u encontrar levitas qualifi­ cados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8 10). 2. e me livrou da espada de Faraó" (Êx 18. Deus reafirmou a promessa de que ele teria seu próprio filho com sua esposa Sara e que Eliâzer uâo seria seu herdeiro (vv. 2-5).35. Ê um Irisle com entário sobre Jeosafá. porque esle fizera aliança com o rei Acazias. teve muitos filhos f 1 Cr 2 3 . 6). Primeiro. o qual. Depois. 7. nçusou-o do subestimar 11 Senhor (Jó 15 . ELIFAZ (Heb. para "condoer-se dele. “Deus é vitorioso"). apresen­ tou-lhe vários pecados e concluiu com 170 . os bravos guerreiros que lideravam 0 povo de Israel nas guerras. Recebeu esse nome de Moisés. Ada (Gn 3 6 -4 . sucumbiu à tentação de.21e divorciaram-se de suas esposas estrangeiras (w.11. ficaram incapazes de falar por lougo tempo. Descendente de Jesua. Levita que também se divorciou da esposa estrangeira (Ed 10 23).11). 22. era oficial da Iribo de Ruben duranle o reinado de Davi (i Cr 27.‘ J ). o qual.20). Um rios filhos de Moisés e sual es­ posa Zíporu: irmão de Gérson. e consolá-lo" (Jó 2. Finbora fos­ se o mais sábio. Filho de Dodavu. depois do exílio. Fi­ lho de Ur (1 Gr 11. Ancestral de Jesus. Era filho de forim o pai de Josué (Lc 3. FLnalmenle. 2. por meio de seus discur­ sos Elilkz demonstrou ser um "ínstrulor" dogmático. Fi­ lho primogénito de Esaú e sua esposa hetéia.15. O primeiro e o mais velho dos três amigos de [ó. Um tle seus descendentes foi Selomite. Inicialmente. Os dois construíram juntos navios em Eziom-Geber. 15. Quando viram os terríveis problemas que Jó enfnuilava debaixo da provação de Deus.19). Neto de Benjamim e lilho de Hequer | 1 Cr 7. 4. Líder entre o povo e humem sábio. Filho de Zicri.7. de Judá.25. Sacerdote cuja tarefa era tocar uma trombeta diante da Arca do Deus. Era um dos "trinta heróis" de Davi. que disse: "O Deus da meu pai foi minha ajuda. o qual. quan­ do esta ora conduzida pura Jerusalém pelo rei Davi (1 Cr 15. 32).1 0 . depois de ler seguido fi­ elmente ao Senhor durante lodo seu rei­ nado lv.1 1 e o advertiu de que "pagaria caro u Deus" por seus pecados. ofereceram-lhe vários conselhos (Jó 2. 9.1 5 : I Cr 1. Descendente de Harim. eles loram até o patriarca.1 1 . Pode ser o mesmo Eliíelete mencionado em 2 Samuel 23. que se junlou a Esdras no regresso a Jeru­ salém.311. natural de Maressa. por sua voz. O filho de Eliezer chamou-se Renhias. profeli/ou contra o rei Jeosafá.35). PiD. De­ pois. Essas em barcações posteriorm enl'-' foram destruídos. 6. “Deus tinha julgado"). Abraão éstava preocupado porque o Se­ nhor não lhe dera um descendente. listado ua genealogia que vai do Cristo até Adão. Muitos homens de Judá se casaram tom mulheres de OUtras Iribos e alá de outros povos.10). 5.41. era o res­ ponsável pelos lesouros do rei Davi (1 Cr 20.1.ELIFAL herdeiro. ELIFAL (Heb. coniorme havia prometído.17). pois proclamou uma vi­ são moralista da salvação.

4].7). e a< pi­ tarei a sua oração.7-9). 3 . parente de Elimeloque. Vós não falastes de mim o que era reto. nascido em Jerusalém (2 Sm 5.g.No final. 8 . 2. nm favor do Noemi e Rute (Rt 1.. Belém. veja Bar-fasua] ELI ME LE QU E (Hob "Deus é rei”). Alt. (Para mais detalhes.t . o fim do quo fossem perdoa­ dos: “O mou servo Jó orará por vos. lí­ der de uma família sacerdotal. p. um dos porteiros do Tabernáculo (1 Cr 26. filho de Beqnor (1 Cr 7. Uma delas.13). era de músico. Um dos descendentes de Adonicão que regressou da Babilónia com Estiras. 4 . Essa lista proporciona uma linhagem real pura o reinu de Judá depois çfo exílio babilónico.ELIOREFE um apolò. o qual resgatou sua proprie­ dade. Descendente da rei Davi. cuja soberaniu é total.24.3. ora um dos secretários do rei (1 Rs 4-3). Era lilho de Sisa e divi­ dia esse Irabalho com seu irmão Alas. Um lídor do clã da tribo de Simeão. íi. o culto a Deus foi organizado adequadamente pelo roi Davi Efifttleu loi um dos membros du família dos meraritas.16. Útn dos filhos de Davi. Foi um (los tocadores dc trombeta durante o culto de dedicação dos muros de (erusalém.41. entre­ tanto. e p.8. Na providência do Senhor. como o mou sorvo JÓ" (Jó 42. Mencionado ein Neemias 12. 4. listado como um dos Irés fillios de Nearias. 1 Cr 3. Deus vindicou Jó e ordenou aos amigos que o procurassem. linha dois filhos: Malom e Quiliora. B oaz e Noemi. mencionado em I Crónicas 4. casou-se com Boaz. veja fíuto. voltou da Babdónio com Esdras. no tempo de Esdras (Ed 10. 14.3. q Todo o livro de ló revela de forma muito clara como a tão repetida expli­ cação religiosa dn lei de causa e «feito (pecado = juízo: justiça = bênção) é simplista demais quíuido as pessoas es­ tão diante do Todo-poderoso. para que intercedesse por ales. e não vos tratarei »:ooforme a vossa Ioui tira. 171 . 1 . utê que a fome na terra lez com que mudassem para M oabe. durante o reinado de Artaxerxes (Ed 8. mediante sacrifícios. 3 . Da tribo de Judá. Neto de Benjamim. 5 . 1. Depois que a Arca da Ali­ ança foi levada paru Jerusalém.9). Um dos doscendenles de Hasum.8) 6 .3b. EL IFELETE. decidiu acom panhar a sogra de volta para Belém e adorar a o Senhor. acompanhado de duzontos homens. cbamadu Rute.Filho de Meselemias.23. du­ rante o reinado do Arluxerxes (Ed 8. Seus filhos se casa­ ram com m oabiias. mas logo depois lambém morreram o deixaram Noemi sozinha com as duos noras. marido de Noemi.22)» 7 . PvU. 4. Filho de Eseque. esta moabila tornou-se bisavó do rei DaviPara mais detalhes. também listado entre os que se casaram com mu­ lheres estrangeiras (Ed líl. para que st* submetesse a Deus.27). Um dos descendentes de PaateMoabe. fim de ser "restaurado" í]ó 2 2 | . um dos que se casaram<mu mulheres estrangeiras. 5. o qual servia como porteiro. D escendente de Zatu.a ELIOREFE.3.2.33).9).3). Descendente de Pasur.u. P osterior mente.39. 2.8.6.34). pois tocava harpa e lira juntamente com seus irmãos ( l Cr 15. em 1 Crónicas 3.18.1. 2. ELIFELEU.i . listado entre os que se casaram com mulheres estrangeiras (Ed 10. Viviam em ELIOENAI. junto com ela. Elimeloque morreu. seu Irabalho específico. um dos descendentes do Benjamim» registrado na genealogia de 1 Crónicas 6. Listado como um dos prín­ cipes de Salomão. sem nenhum apoio masculino Da família. Um dos “trinta heróis" de Davi (2 Sm 23.d.21)1 E L I M A S . Um encantador (Al 13.

Fillio d* DavL Depois que ele con­ quistou Jerusalém e mu dou-se de Hebrom para lá.G. que claramente era influenciado por Joiada. 4„ Filho de lecamias e líder ria Iriho de fudá: era descendente de Jerameel 11 Cr 2. Pai de Netanias e avô de Ismael. esse monarca serviu ao Senhor e enviou vários m esbes e levi­ tas para ensinar o povo sobre o Livro da Lei.4. íoi d progeni tor ria nação que leva o sen nome (Gn 110.20. de Judá.17).22). loi secretário na corte. foi guardado na sala de Elisama.C. Elisama foi um desses mestres (2 Cr 17. ancestral de Josué. 6 Sacerdote viveu d o s dias do rei Jeosafá. levou as ofertas pacificas quando 0 Tabernáculo loi dedi­ cado ao Senhor (Nm 7. Nos dias do rei Juoiaquim.12.41 J. a perseguição religiosa (“derrubaram os teus altares.8).29). portan­ to. o reino do Israel foi assolado pela apostasia religiosa. 2. "meu Deus é meu jura­ mento’). mãe de Acazias. 172 .14) ê um bom resumo ria situação: a apostasia nacional ["os filhos de Israel deixaram a tua aliança”). o assassino de Gedalias (2 Rs 25. Elisama também li­ derou sua tribo quando oh israelitas par­ tiram do Sinai e prosseguiram a caminha­ da rumo à Terra Prometida (Nm 10. ELISAFATE (Hob. avô de Josué 11 Cr 7.25. Como re­ presentante de seu povo. antes de ser lido diante do rei por Jeudi (Jr 36.11 e ajudou esse sacer­ dote a coroar loás.16.48. tomou multas mulheres como esposas e concubiiias.“Dpus júlga"). rei de Judá. i*. Jr 41 1).27).500 pessoa* (Nm 1.23). reformou o Templo e restaurou o culto ao Senhor Mais tarde.8.. Elisama foi um de seus muitos rebentos (2 Sm 5. Nos primeiros anos de seu reinado. ELISEU No meio do século uono a. “meu Deus ouve”).n.1. morto recentemen­ te. O rolo onde esta­ vam escritas as profecias de Jeremias.18).ELI SÁ ELI SÃ. A casa real. Filha de Aminadabe e irmã de Naassnm. Casou-se com Arão e deu à luz Nadabe. Joás loi coroadô rei Atalia foi morta por Elisafale e pelos outros líderes. Liderava um grupo de 40. 1 Cr 1. 5„ Elralmita. As “ilhas de Elisá” são mencionadas em Ezequiel 27. 3. o agora estão tentando ruatar-me lambém"). 7. e não hesitava em desarraigai a verdade por meio dn força.29— 2 Rs 10. loiada es* qondera o ineniuo de Atalia. e mataram os teus profetas íi espada”) e u determinação de destruir o culto de Yfibweh (“só eu fiquei.26. representada pelo rei Acube e sua esposa sidônia Jezabel 11 Rs 16. . Comandava uma unidade de 100 homens (2 Cr 23. Eleazar e 1tamar (Ex 6. A enorme contribuição feita pelos eira imitas foi eutregue no sétimo dia.im púrpura azul. J Cr . É possível que o povo dessa localidade se identifique cora os gregos ou com os liaibitantes do sul da Itália.21).10. 2. Os d o is primeiros foram mortos por Deus e o terceiro sucedeu o pai no cargo de sumo sacerdote iNra 20. rei de Judá. quando o velho sacerdote morreu. O príncipe. A queixa de Elias 11 Rs 19.28. L Filho de Amiúde e líder da tribo de Efraim durante o cuuso dou israelitas no deserto do Sinai.5:5). o qual Baruque levou para o monarca. promovia a religião de CunnÍL cultuandu a Baal. Depois de seto anos. loás se desviou de Deus e lumem tavetmente voltou-se para a adoração dos posles-ídolos lAsera). ELISEBA (Heb. Era pai de Num.7). 14. Unidos comandantes com os quais |oiada foz um pacto.10. Abiú. de Judá. ELISAMA (Heb. Filho fie lava e nelo de (afé.7).7 damo o lugar ande Os moradores doTiro ol ilinh. Seu pai foi Amiúde.

gentil e ameno sempre foi a característica de Eliseu. juntamente com os 7. mais do que nas manifestações especiais ou espetaculares que proclamam sua presença. 10. Em sua imaturidade.25. 12.iojil)unis.19: 2 Rs 2. mas exigia uma resposta pessoal. Grupos dn tais eventos. Sua autoridade. Ao pedir uma “porção dobra­ da" do espírito de Elias.13-15). A capa peculiar rio profela 11 Rs 19. A Bíblia é bem frugal naquilo que chamamos "milagres". assim como Elias. ernbora Eliseu s o u b e s s e rjue seria toline e perda do tempo não reprimiu aquilo quo. entretanto.ELISEU Nesta situação. Ao operar de foram inquestionável. era o produto dn uma preocupação a m o r o s a [v. Elias e Eliseu. Concernente à apostasia nacional. Seguir Elias toruora-se «ua prioridade de longo prazo. estão l l g a d a . Eliseu já tinha c o n h e c i m e n t o de Deus e estatura pessoal sufici­ ente para recusar as ordens de Elias (2 Rs 2.2-tV). Na época de 2 Reis 2. Esse espírito amável. Três nomes figuram no comissionamento de Eliseu 11 Rs L9. mas o senso do chamai lo era muito forte.17). não desejava ser "duas vezes ma is” do que Elias! Esta quantidade era o que recebia 0 M io primogénito na partilha dos bens (Dl 21.4] 0 envolveu.211não foi "um fogo de palha". originaram a linhagem de grandes profetas que vieram dopais deles. o Senhor Jesus e os apóstolos. 2 Rs 2.18. de volta á Terra Prometida. sua pronta decisão de acompanhar 0 profeta (1 Rs 19. em sua maior parte a Bíblia concentra-se na providência ordinária do Deus. 171: quando voltaram. Elias e Eliseu (Heb.32. O manto de Elias As duas primeiras histórias relacionados com Elisou ( i Rs 19. não era baseada uo autoritarismo. para tornar-se "servo" do homem mais velho (1 Rs 19. Isso nos ajuda a ver Eliseu. afinal.15. 18). "meu Deus salva") encabeçaram “a revolta pro­ fética" a. Par esta razão. Dessa maneira o substituto de Elias entrou em cena com um papel muito significativo: era o inicio de uma sucessão profética cujo ministério separaria e sustentaria o remanescente fiel do povo de Deus. 13.000 remanescentes garan­ tidos polo Senhor. A vingan­ ça contra a casa real — pela destruição dos uJ tares O pela morte dos profetas do Se­ nhor— seria operada poi moio do Jeú (2 Rs 0 a 111). nem sua lideran­ ça simplesmente baseada ua tomada de decisões.32.17.21 J. quer coubessem disso quor Dão.s pelas referências à capo do seu antecossor ( | Rs 19. e ele abandonou a posição social e os privilégios. como um dos notáveis homens de Deus.19: 2 Rs 1. 173 . com a porção dobrada de Elias reconhendamenle sobre si |2 Rs 2. Numa palavra. o instrumento do juizo de Deus (Dl 28. Samuel.350 seria Uazael (2 Rs «. pois Eliseu pertencia a uiua famiiia rica e amorosa. o Senhor assim sela 0 sinaliza a natureza especial a única «los tempos e de seus participantes. sobre a qual Elias tinha-se lamentado. o ministério dos dois loi muiroado por notáveis obrus solíri. A escolha de Eliseu íoi uma expres­ são da soberania do Senhor (1 Rs 19. seu chamado e sua exaltação como profeta do Sonhor dopais do asconsâo do Elias. quando 0 práfota — acostumado à vida solitária — desejava encontrar-se com o Senhor sozinho. o grupo de proib­ ias queria procurar por Elias e.J8). a ministério profético não termi­ naria com Elias: Eliseu iria sucodê-lo. A história união se concentra no pedido de Eliseu (2 Rs 2. e o desejo de Eliseu era ser reconhecido e equipado como o sucessor escolhido por Elias. Deus honrou sou desejo: a capa derrubada pelo profeta que partia caiu sol iro 11que surgia e Eliseu atravessou novamente o rio lordão. sempre marcum novos comoços — Moisés. eutretanto. 13-15J. separando-o para a lunção profética.9) e como foi atendido (vv.15). não Inmsformou aquilo num assunto mais grave lv.15-21. na qual tinha liberdade para fazer o que desejasse (1 Rs 19 19-21).10-13.16).1-17). Eles não âstão espalhadas por todos os lugares das Escrituras: realmente.3-24). Envolvia sacrifício.8: Zc 13.

c podemos ver o brilho dela tio decorrei de seu ministério. prevaleceu lambém contra os que viviam no lugar amaldiçoado: literal­ mente. seria estratégico que os sacerdotes de Betei rece­ bessem o primeiro golpe. Simbolicamente.28-33) estava no centro da religião liorélica de Israel lr até lá exigiu grande determinação por parle de Eliseu. A “tigela nova" (2 Rs 2. se ele desejava exercer um ministério sem restrições. Eliseu atravessara o Jordão no mesmo loral que Josue o fizera e. mos. Não é interessante que justamente d os dias do rei Acabe urn homnm chamado Hiel achasse que podia ignorar a maldição. existe um grande Deus que fica ao lado dos seus servos quando estão acuados: o Senhor ouviu a zombaria.20) indicava que algo eslava paia acontecer. que não fora ainda testado. agora que Elias havia saído de cena r um novo homnm. “rapazinhos estúpidos’' 12 Rs 2. e a espada de Eliseu foi utilizada de lorma sim ilar— exaltar u pobre e o uecessilado pura uma vida melhor. 241 O significado da zom­ baria (e sua gravidadel não é bem claro. Pode ser que ele usasse os longos cabelos de um uazireu (Nm 0.Lular ou fugir de qualquer num ei­ ra significaria perder o dia.26).25 mostra a completa Uberdade que Eliseu leve para viajar por toda a terra em sen ministério. que para Ele pareceu muito grave. isso não poderia ser visto. propusera um novo começo nm Canaã.19: 2 Cr 13. entretanto. “as águas são más.23-25). de foruia que.5). e a ferra é estéril” (2 Rs 2. a situaçáo era de confronta o o futuro de seu ministério dependia do seu desfecliO. foi colocada sob urna maldição por Josué (Js 0.5) r o s garotos na verdade zombasseui de sua consagração. O certo é que a cabeça de Eliseu deveria estar coberla. Esta arma. entretanto.ELISEU A espada de Eliseu \ associação de Eliseu com HLazael n uom Jen obviamente colocou uma espada de juízo e. Botei (1 Rs 12. mas.19r22) o uma proferida (2 Rs 2. esse alo reverteu a maldição e trouxe a cidade e seus moradores para as novas bênçãos do pacto. A vitória foi de Deus e 2 Reis 2.34) que precisava pagar um horrível preço? A maldi­ ção. 174 . nos dois lados de seu ministério^espada.. mas na palavra do Senhor proferiila por Eliseu (2 Rs 2. porém. resta Ufand o e condenando. Semelhantemente.22). às vezes lem outra utilidade: e com 0 loque dela que um monarca transforma uru de seus súditos num nobre. As primeiras duas historias sobre Eliseu mostram esses usos contrastantes dn espada: uma maldição removida (2 Rs 2 . quando Eliseu ihogou.19) — um manancial de agua suspeito que espalhava infecção mortal. Ambas registram ci. embora o poder náo estivesse no ritual ou na magica.niu ele era reconhecido publicamente como profela do Senhor. apenas para descobrir ( I Rs 16. o "sal" (embora as Escrituras não expliquem a razão) era o símbolo da aliança elerna do Senhor (Lv 2 13: Nm 18. seria essencial que desde o principio estabelecesse domínio onde fosse necessário. estava do comando. arranja­ ram-lhe um "comité de r e c e p ç ã o ” r l e "rapazinhos" — náo crianças pequenas. de acordo com o contexto. Assim.23.Chegara o tempo do indicar o lavor de Deus em prol ria bênção. como e le . De qualquer maneira. Jericó íoi o primeiro obstáculo de Israel ua possessão de Canaà e. se ele fosse realmente calvo.m sua mão. como tal.

ao subju­ gar seu orgulho diante da revelação divina e submeter suas necessidade? ã provisão divina. alimentar o laminto (4. severo em suas deníindas (3 . As pessoas colocadas entre parênteses indicam o alcance do interesse d* Eliseu. corrompeu a doutrina tia graça imerecida expressa ua recusa do profeta de 175 .42*44 (osprofetas e os outros): Tirado o veneno da cnmida (w. 14. A peça central dn toda u apresentação — conforme destacado acima. ao cobiçar privilégios [2 Rs 5. Is) e usar o poder dado pelo Senhor. restaurar uma criança I4.Muitíplii agão dos pões íw 42-44).1-6.11»). A de Israel. 271.18) A irn de Deus contra Israel (v. 13 14-19. A derrota da Síria predita. A* 2 Reis 0. entretanto.8*23.27).2 I (os monarcas): os reis do Israel destruídos. 32*37). Agua da vida. Predito a derrota de Moabe (v.20 (os profetas e outros): A pnrda recuperada (6. perdida. cuidava de seus subordinados (C1) e idenlifiCHva-se com seus desejos (C*).17). era que sabia ser condescendente com as pessoas comuns com anuir e poder (B\ I. 13). D 2 Reis 5. diomr diante do sofrimento (8. proot upar-sô com uma ferramenta per­ dida Í6 ls). 6-101! Uma mais maiores qualidades do ministério tle Eliseu. doador de vida. Eliseu.18). Na verdade.20) e contradizer a ciente de Deus conforme revelada na atitude de Eliseu (vv. Bi 2 Reis 8.1-27 (Naaiuã e Geazi): a remoçâoda impureza contraída fw. sobre quem a "porção dobrada” de Elias veio tão abundantemente. para promover ú bem-esiar do povo de Deus (G. Quando Nuamà obedeceu à ordem de Deus em Ioda a sua simplicidade.11-20 (os mo uarcas J: Os reis de Israel denunciados (v. 7-14 |o povo e os reis|: A terra dâ surtamita reslaurada.20.38s). C2 2 Reis 6. Ele podia intervir e influenciar o curso da história. lôf20).23-25).24—7.22): por um lado.23. Eliseu representava wna nustura balanceada da "bondade e severidade de Deus" (Rm 11. a hbtfV ria de Naamã o Geazi — é um perfeito resumo da vidu deste grande homem. O rilho da sunamíta ressuscitado fw.14s).EU SEU Bondade e severidade O padrão das histórias res! antes de Eliseu mostra a dimensão d'e seu ministério em graça e poder: A‘ 2 Ruis 3. Quando Geazi. C‘ 2 Reis 4. poisseu ministério levou-o diante dos soberanos. Multiplicação dos pões (6. íoi abençoado |2 Rs 5.1-7.t3s: 2.1-7.1. 38-4 I I. 7.8-37J e a lurra 18.2) e na destruição dos inimigos de sou povò p3.1-10).38-41. ao sustentar os indignos (2 Rs 3. B J 2 Reis 4. suprir as necessidades do pobre ((4.8s)i por outro lado. contudo. 8-37).1-10 a diferença eutre o que Eliseu mandou o jovem dijwr ív. resoluto na promoção dos justos juízos de Deus (9. 6.1-13.1-7). 1) e o qxio elo insensatamente acrescentou para satisfazer sua suposição pessoal de que po&stiih o dam profético (w. 8-37 lo povo): A viuva pobre íw 1-7) e a senhora rica (w. lambém ungiu alguns reis — embora devamos notar cuidado­ samente em 2 Reis 9.1'8).

G . J.30. Números 3. ELIÚ ÍHob. e P. 1 Cr 3. contraiu a contaminação do mundo com o qual imha-se identificado Iv. os utensílios do santuário com que ministrara. em 1 Crónicas (■>. 2 Crónicas 11. nm 1 Crónicas 6. Era o chBfe dos coatitas. e ra líder da tribo deZebulom.1).0. com reputação de capacidade e força no ser­ viço do Senhor. |ó foi apanhado no meio de um desafio celestial.C. trazendo vida aos obedientes e morte aos desobedientes. ura um dos amigos do Jó que o aconselharam sobre sua doença e as perdas que sofrera. que inclu­ íam um grande número de clãs familia­ res. enquanto buscavam explicai a Jó o q u i i estava errado. “a arca.15. “ele é m eu Dous"). ELISUA (Heb. duranie o tempo da peregrinação no de­ serto. Fillio de Baraquel. "Deus e salvação").c. Fi­ lho de Davi. Era coraíla. dissi íTiulou (v. “mou Deus tom protegi­ do”). que é a Pàlavra de Deus (ET 0. em 1 Samuel 16. podem referir-se à mesma jiessoa. Elisua era um de seus muitos rebentos (2 Sm 5. tomou muitas mulheres como esposas e concubinas.5). P. Depois que o rei conquis­ tou Jerusalém o mudou-se de Hebiom para lá.24).14. 25). Eliú não com­ preendia como o patriarca tinha a capa­ cidade de afirmar sua inocência perante Deus. a espada do Espírito. Am e s ­ trai de Samuel (1 Sm 1. Um dos Irmãos de Davi. primeiro ouviu os nutros. 20). não via o que Deus podia ver.7). mostra que os homens nomeados paia essa tarefa foram escolhidos pelo próprio Deus.17).13.13. 2.A . 1. Descendente rle Obede-Edom.25.31 revela que esse grupo era responsável pela m aioria do trabalho dentro do Tabernáculo.15). o candelabro. Eliabe.22). Em Números 34. Ao permanecer fiel ao Seuhor duranie ioda sua prova­ ção. da Lribo de Levi (1 Cr 20. 14. 18. Ele eslava furioso com os outros Lrês amigos. Eliú nra um oficial na tribo do Judá f't Cr 27 18). O v. diante das tragédias que sofrera.28: 1 Crónicas 2. entretanto. ELIZAFÃ (Heb. pela incapa­ cidade que demonstraram em refutar os argumentos do patriarca e persuadi-lo. E lie l. 4.2 a 37. Porque era mais jovem.D . Como os oulros.D.W .18 é a mes­ ma pessoa. Na* mãos dp Eliseu. os aliares.34: e Eliabe. ele demonstrou em sua própria vida o poder do Deus para guardar seu povo. Era Pilho do Uziel. tanlo enobrecia como destruía. 25) e viu o ministério da graça de Deus como um meio de obter lucro pessoaJ | v. Seu pai é listado como Aquim e seu lilho como Eleazar. “Deus é meu louvor"! Um dos ancestrais de Jesus mencionado Da genealogia de Mateus (Mt 1. o buzita. Apa­ rece quatro gerações antes de Josá. ou seja. foi apontado por Moisés para ocupar o territorio que seria destinado ao seu povo. 2.ELISUA receber recompensas. 176 . não importa o que Satanás atire contra eles (Jó 32. « o r e p o s ­ teiro com lodo o seu serviço” Veja tam bém t Crónica/» 15. ELIÚ DE (Heb. da lamília do Rão. ou o que já sabia no fundo do seu coração: algo muito mais sério acon­ tecia. 21. Um dos líderes da Iribo de Manassés que desertou para unir-se a Davi em Zíclague (1 Cr 12. 5. a mesa. nesse mesmo texto. s. l Filho de Paruaque.6: 17. mudou a vordade díi Sonhor uuma mou tira (w.20) 3. 27 J.8 e 2 Crónicas 29. Um dos lideres entre os levitas.27. Como os primeiros capítulos do Uvro revelam. Sugeriu como Jó podia demonstrar arre­ pendimento diante do Senhor.

12. 35). 1. em Ziclagun (1 Cr 12. teve um irm ão cham ado A bilud e (1 Cr 8. Ele se uniu a Esdras no regresso da Babdõnia paia Jerusalém. "meu Deusé uraíí rocha"). levou sua ofer­ ta pacífica quando o Tabernáculo foi de rticado ao Senhor (Nm 7. 2. Um dos lilhos de Davi. Seus dois filhos são listados entro o» "heróis de Davi". um dos líderes en­ viados ao Egito pelo rei Jeoiaquim em perseguição a [Mas (Jr 20. mas porque o "Espirito" operou no meio de­ les (v.c. Como re­ presentante dasrubenJtas.25). C) contexto rnvela que tomar muitas esposas provavelmente era o que se esperava de um rei cujo reino "se ti­ nha exaltado muito” (v. E LZ A B A D E . 36. 1 . onde u rei mandou mata-lo.40).35). tomarias por ele das tribos que se encon­ travam na região onde se estabeleceram. na época da censo dos israehlas no de­ serto do Sinai.500 pessoas (Nm 1.14. como guerreiros de renome. 3. Basumato o Ada ÍGn 26. -A gran­ de contribuição íeila por sua tribo foi entregue ao Tabernáculo no qoarto dia. Filho de Acbor. ua mesma passagem.46 a 28. Um dos judeus que lideravam o povo. Liderava um grupo de 46. Ajudou o refe­ rido sacerdote a encontrar levitas qualificados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8. Des­ cendeu te de Benjamim e líder tribal. Pái de Jeribai e de Tosavias | 1 Cr 11.10). Um arqueiro da tribo de Benjamim. Filho de Sedeur e líder da tribo de Rúben. mãe do rei Joaquim (2 Rs 24. mas depois juntou-se ao grupo do filho de fessé. um pro­ feta fiel ao Senhor. Era pai de Cosã e filho de Er.11. Listado nu 1f>* geração depois de Davi.16). após a morto de Ibsã (Jz 12. listado na genealogia que leva ao rei Saul Sua mãe chamava-se Husim. como fez seu irmãó Jacó (Gn 27. “Deus tom agido"). Ele lambem Liderou seu povo quando os israelitas deixaram o deserto do Sinai (Nm 10. Nm 26.12. Foi um dos “trinta heróis" de Davi. arnbidestro e extremamente hábil Primeiro lutou no exército do rei Saul. 3.2).ELZABADE ELIZUR (Heb. 0 nono na lista dos famosos guerreiros da tribo de Gtide que abandonaram o exército de Saul e se 2. mas Elnatã o apaniiou e o trouxe de volta para (erusalém. rlepois que o rei "to­ mou ainda mais mulheres em Jerusalém.11.8). 2). nas­ cido em Jerusalém. 3.26).5. Pai deNeuslu. a Bíblia dá a idéia de que tais homens uão trnnsferiram a lealdade apeuas p a ra estar do lado vencedor. 1. ELPAAL (Heb.U m dos ancestrais de Jesus (Lc. Ele advertira o povo sobre o iminente (uizo de Deus o a des­ truição de lerusalem pelos caldeus. Um dos filhos de Zebulorn e bder do clâ dos elouitas (Gn 46. Esse comandante estava entre os oficiais que ouviram a lelpira feita por Baruque das profecias de Jeremias e aconselhou os dois a se esconderem Depois lenlou evitar que o mi queimasse o rolo IJr 36. ELOM (Heb.1«). Heteu. ELUZAI (Heb.30. 2. Da tribo de Zobulom. Seus pais desejavam que Esaú se irisasse com uma pareate. ELMA DÁ. Elas. ELNATÀ (Heb.5). foi um dos [uizes e liderou Israel por dez anos.n. ELNAÃO (Heb. f.5). (Veja JuiZCJS).18) ELPELETE. "foram para lsaque e Rebeca uma amar­ gura de espirito" (v.21*23). 23). “Deus é minha torça").8). 177 . Provavelmente é a mesma pessoa do item u«2.12).28). 'Deus é deleite"). i! gerou ainda mais filhos e Cilhas’’ (1 Cr 14. "terebinto").3.34. pai das esposas de Esaú. Mais tarde. Foi obrigado a fugir poro salvar a vida. "Deus tem dado").

Logo depois do nascimento do menino. Maer-Salal-Has-Baz ("rápido-despoju-presa-segiira'"!. judá soria entregue nas mãos da Assíria.3 registra que o profela leve um filho. e Peca. o rei Rezim. a iim de forçá-los a unir-se a eles numa aliança contra o lmpèrio Àssirio (Is 7..ELZAFÃ uniram a Davi. 7 a 8 aconteceram durante um período de profunda crise. do com as instruções de Deus. quando ele eslava em EL2AFÃ (Hob. o dará à luz um lilho. Esses homens são descritos de lho deUziel. como um tipo ou prefiguração de Cristo: Priniehr). no reinado do Acaz. no tempo do cido um sacrifício que não estava de acor­ rei Davi (3 Cr 26. Vários futurei» indicam que essa profecia faiava de alguém que vivia nos dias de Isaias. rei tle Judá (732 a 715 a. Desde os primei­ ros séculos do cristianismo. Nomes similares aparecem pelo menos em duas ocasiões em antigos escritos judaicos éxtrabihbcos. O Senhor enviou Isaías para dizer a Acaz quo Rezim e Peca não consistiam uma ameaça séria (Is 7. é listado entre ao lado do Tabernáculo.10-12). Para entendermos melimr o significado deste título para Jesus. o profeta disse ao rei Acaz que snus vizinhos do uorto deixariam do ameaçá-lo antes que Emanuel soubesse "rejeitar o mal e escolher o bem" (ls 7 15. o profeta assegurava a Acaz n proteção por meio do Messias Dessa maneira. Foram conunulanMoisés pediu a ele e a seu irmão Misael les que proporcionaram um grande que carregassem os cadáveres dos primos apoio ao filho de Jessé.14 como uma referência direta e ex­ clusiva a Cristo. o será o seu nome Emanuel".15). não dã a devida atenção g um contexto mais amplo da profecia. O nomtí significa "El (Dous) está conosto" e indica que a pessoa demonstrava a presença especial de Deus com seu povo. numa atitude hipócrita.lá : 8. precisamos pri­ meiro olhar para o contexto histórico original da profecia de Ualas. Fi­ Ziclague.1.C. os judeus têm questionado essa interpretação dos cristãos. por sua vez. Alegam que Isaías referia-se ou ao seu próprio filho ou a Ezequias.4).). nas batalhas jl Nadabe e Abiú. Os cristãos.13. su­ cessor do rei Acaz. de Israel.141. e preferiu a proteção da Assíria (Is 7.C. Em 735/4 a. da tribo do Levi maneira vívida ca mu guerreiros extre­ Foi líder dos coatitas (Ex 6. os dois morreram 2 Filho de Seiuaíaa. Em resposta.14: “A . Estias descrições orientam a profecia inteira paru o tempo de Acaz e uno para Os dias de Jesus.10). entretan­ to. lio de Arão.3-íi). que seria Emanuel (ls 7. .10: Mt 1. vir­ gem conceberá. onfretantó. De acordo com esle ponto de vista.23). 700 anos mais tarde. Essa abordagem tradicional.23 declara que o nascimento virginal de Jesus cumpriu a profecia dc Isai as 7. atacaram os judeus. Sagúndo. por torem ofere­ os porteiros do Tabernáculo. recusou o sinal. Os eventos registrados nos caps. para serem enl«rrados Cr 12. continuam firmes na identificação do Cristo Como o Emanuel da referida profecia. É comum os cristãos interpretarem Isaías 7.12). "protegido por Deus"). Jesus é o cumprimento da profecia é d termo Emanuel refere-so exclusivamente a ele. Riralelamenle com a descrição do Emanuel (Is 7. EMANUEL Mencionado quatro vozes na Bíblia ÍLs 7 . Deus oloreceu ao roi do ludá um sinal do seu cuidado (1$ 7. Isaías 8. poi causa da infidelidade do rei (Ls 7 17-25). da Siria.Se* nhor mesmo escolheria um sinal.22: Lv 10. Isaías 178 .7). foro do acampamento. mas Acaz.16). Os cristãos adiam que Emanuel refere-se ao próprio nomo de Cristo. mamente valorosos.2).8. Mateus 1. Isaías anunciou que o .

lS m 3 .14. quan­ do o rei consultou uma feiticeira na cida­ de de En-Dor. 31. ! Cr 22. o Senhor.2 . 2. Esso associação próxima entre os dois no­ mes também pode indicar quo se tratava du mesma pessoa.23 explica que lesus era a expressão definitiva da presença de Deus no meio de seu povo. MateuS 1. sem duvida poT orientação rle Samuel. porque Ele era a plena domonstração ria pre­ sença do Senhor do meio de seu povo.28:2 Sm 7. após o julgamento final. EN -D OR. porque era virgem no momento nm que a prediçíío foi feita. Como o Messias.14. porém. Jesus enviou o Espirito Santo para estar com seu povo (Jo 14.5). Jesus cumpriu Isaias 7. Cristo o s t o r á uo meio de seu povo para sempre. olhar para o Sonhor tornara-se apenas uma última tentativa de sobrevi­ vência. Cristo está nó tnnio da Igreja.5. Cristo tomou-se o Deus eucamado. expulsara todos os mé­ diuns e adivinhos de Israel f 1 Sm 28.f.20). Saul dispôs-se a quebrar a Lei.9>22.8. para saber sobre o luluro dele.7: 17. Num mundo cercado por inimigos. Os filisteus tinham armado acampa­ mento em Suném e Saul levou suas tro­ pas o Gllboa. A presença de Deus conosco ô um conceito fundamental t?m todo o Antigo Testamenirj.3 :4 6 .ÍÍJ. 2 Cr l .7. A presença de Deus no moio de seu povo também é um conceito vital no Novo Testamento. EJb próprio. os israelitas fiéis nutriam a presttnça de Deus. 3 9 .1 -41). 179 .18. “Vendo Saul o arraial dos filisteus. para ele. a quom posteriormente Moisés nomeou chofe dos naítalitas (Nm 1. TJur dos líderes da tíiho do Naflali.131. nos dias de Isaias como umu figura do Cristo.l :Z c 10. 2. Ele era a única esperança segura que eles tiniram «lo bênção e proleção.4. KJ. de acordo com a Lei de Deus IDI 18. Finalmente.15. Isaias faiou sobre Emanuel nos dois oráculos que se seguiram ao nasci­ mento de Maer-Salal-Hos-Baz (ls 8. Deus estova presente com os indivíduos e com toda a na^ão (Gn 21. Essas descrições tornam possível que o Emanuel fosse Maer-Salal-lIasBaz. Se for assim.29.37.l!'l: 10. o rei consultou ao Senhor por meio dos profeta» e do Uriiri e Tiimim o esperou que Deus lhe falasse por sonhos. Cristo era tudo o que o filho de Isaias representava. que viveu enire nós ffo 1.8) o um dia voltarão com Ele (1 3. a grande esperança do Novo Testamento é que.9.5).78: ele.14). Paulo também explicou que os que dormem no Senhor estão com fesus |2 Co 5. não lhe respondeu íw 5. para a batalha. numa leutaíiva de sobre­ vivem ia.EN-DOR anunciou o despojo da Siria e Israel “untes que o menino saiba dizer meu pai ou minha mãe" (Is 8. por sentir-se cada vez mais ameaçado por Davi e pelos filisteus. O Senhor o mencionado como o que habita 0 0 meio de seu povo polo monos 89 vezes. A princípio.18. Depois de sua ascensão. 2 I<s 18.15.4). ENÃ.16: Al 1 8: 2. 1 Samuel 28 relala um mcidenlena vida do Seul.3. 7hrceiiv. temou « estreme­ ceu muilo o sau coração" (1 Sm 28. Só é mencionado om conexão com seu filho /Vira. Isoías tomou-se pai dessa criança fdepois que sua primeira esposa morreu) com uma segunda esposa cujo nome não é tunnciouado o que cumpriuo requi­ sito ila profecia.10).20: 28. 6. Por meio da terceira pessoa da Trindade.]. famuis o Senhor se identificara lào intimamente com o povo da sua aliança. num novo Céu e numa nova Torra (Ap 2 1 3). r.D l20. (a feiticeira dej. 7.11. Dosile que já estava sob juízo. 18. Deste pouto do vista.27 fz 1. Said eslava tão afastado do Dous que. e muito mais. Em seu ministério torreuo. Depois da morte do velho juiz. a fim de protegé-la e abençoá-la (Ml 28.6J.4 .16. o Emanuel original nasceu.3). 11). Js 1 .

que cita a profecia de depois que este foi banido por Deus. foi ura 26. dn linhagem de Sete. a fim de que o seu juizu pudesse Ser pronunci­ ado de uma maneira que Saul. para uáo ver a morto”. que levou ao pronuncia­ mento de sua morte. sem prostrado em um cama havia oito anos. fillio Enoque era um dos cinco uetos de Abroáu de Adão e Eva que ocupou a lugar de e tle Quetura (Gn 25. porque Deus para si o tomou” (tia 5. comu há indicação de que ludas considerasse esse texto “inspirado”. ou parle de seu Lomoque. A consulta foi o grande ato final da desobe­ diência de Saul. Primeiro filho de Caim.r„ 180 . elo loz que cometeram.21. a Riblia simplesmente diz. outro Enoque. pot meio da fe nele. Outra re fe T ê u c ia a Enoque é encon­ ENOQUE. 1 . toda a sequência do evento foi per­ mitida pela providência do Dous. e dest aca que só e possível "agra­ dar a Deus”. denado a vagai' pela Terra. A passagem tam­ bém indica que a próprio feiticeira fícuu atónita quando um possível demónio dis­ farçado du Samuel lhe apareceu I I Sm 28. p .5). Em outras palavras. A maio­ 5. ou simplesmente removido Enéias vivia em Lida e era paralítico.g .Nm de Jarode e pai de Matusalém. homem notável nessa linhagem piedosa Deus não Ihe respondeu: asáfcn.5: 1 Cr 5. a despeito de iodo o seu pecado e desobediência. "a já náo era. Mi íncionado apenas em Atos Não há dúvidas de que Enoque to) 0. Caim colocou o q o u ic uma citação ayjrovadora. Como membro da linhagem dos des­ cendentes de Adão que permaneceram fiéis ao Senhor. Este vocábulo significa "louvar".37.13J. em Lucas 3. de Caim. O filha mais velho dp RúLen e lí­ ria dos seus descendentes permaneceu der da família que ficou conhecida como fiel ao Senhor e o adorava. um ensina que a es­ critor demonstra ser esseut ial para o en­ tendimento adequado do cristianismo.14.25). Seu pai foi d primei­ ro homicida. EN ÉIA S. para julgar lodos os maus. 3. da Terra para a presença de Deus. De falo. O escritor da carta aos Hebreus. Como resultado. 18.n. Sem du­ vida.ENÉIAS (Gn 5. por sun fé.d. con­ um livro da período interteslamentário. Viveu um total de 3fi5 anos e “andou com Deus".3]. iíihn o clã dos enoquitas (Gu 46.18 19. Como isso aconteceu ou por que midade e lesus o curou O milagre fui ele nm particular foi escolhido para ter instantâneo. O escritor vai mais adiante. Assim Enoque foi oousideradn “justo" perante o Senlior. AbeJ. Um dos lideres do elá dos midianilas. '‘trasladado".9: Èx 6. 2. p. levou uma vida jus­ ta. Escrituras.23. Saul con­ firmou Mia desobediência e falia de con­ fiança nu Senlior. muitas pes­ esse grande privilégio náo e revelado nas soas na cidade converteram-se m o Senlior. experimentar o sofrimento ou □ dar da D apóstolo Pedro repreendeu-lhe a enfer­ morte. morto por Caim (Gn 4. ficaram famosos pelos pecados conteúdo confiável. No entanto. 1 Cr 1. a serviço do Senhor. ao co­ mentar sobre a fè tle alguns dos grandes heróis do passado.22: i Cr 1. seus descendentes. e procurou a feilíceira. a Bíblia descreve em Génesis 5 4.I2. Enoque. Portanto. Enoque tanibóm aparece comu ancestral de Jesus. coma um livro deste filho ua primeira cidade que lunqur continha um conceito com o qual ele dóu fGn 4. Em nenhum lugar a passagem indica que taJ utilização du Sfírviço de uma fei­ ticeira seria aceitável sub certas condi­ ções.4.3). a verdade é o contrário. Parece que nunca tivera uma experiência como aquela antes.17. Não neto de Adão o Eva. par­ que "alcançou testemunho de que agrariara a Deus'’ (Hb 1 1. pudesse entender. Num vivido contraste com o lilho concordava: o Senhor retornaria com seus anjos. diz que Enoque “foi trasladado.24).33).33-35. era atribuído ao Enoque de Génesis 5. Em vez dn regis­ tro do sua morte.24). trada ern ludas 14.

mas é bera evidente que Raido tínha por ele uma elevada consi­ deração e es tinia. por meio dn apóslolo. Também levou informações a Paulo so­ bro os colossenses. A intenção aqui ó es­ tabelecer um contraste direto entre os i lescondentes fie Sete e sua obediência ao Seuhor e a linhagem de Caim. Aprendemos. suprindo para com ele o ministério pessoal dos outros irmãos filipenses que não poderiam ir pessoal­ mente ate onde Paulo estava preso (2. Sabia o quanto em importante pura os novos con­ vertidos terera um crescimento contínuo na Té.r> ).121. talvez por providenciar sus­ tento material para elos. principalmente diante da perspec­ tiva de enfrentarem o iaJso pnsino e até mesmo fiersp-guiçOes. Talvez por essa razão o apóstolo o le­ nha chamado de “escravo de Cristo le­ sas" (Versão Contemporânea. Era conhecido pela in­ tercessão que fazia pelos que aceitaram a Cristo por meio do seu ministério. também destacava-Se como un» homem de oraçãó. Seu ministério provavelmente foi ca­ racterizado pelo compromisso lotai com Cristo e o Evangelho. Era conhecido pelo seu compromisso com Cristo o sua perseverança na prega­ ção du Evangelho.3tll EPAFRAS. Ele tinha "grande zelo” por es­ sas igrejas.26). 2.11. pnr Paulo. que o deixou quase á morte. e assegurou aos filipenses que o irmão enviado por eles 181 . Em seu tempo. para os quais d após­ tolo destinou uma carta.1H. quando melhorou o suficiente para po­ der viajar.30).25). ‘servo”). pelo “amor no Espírito” u pelas evidênaaa da graça de Deus que operava entre elos. Cl 1 7. de uma maneira frequentemente associada ao próprio Pau­ lo. Paulo o despediu. Enos também e citado uti genealogia qun vai de Imsus até Adão (Lc 3. “nosso amado (Sonse-Evo". A enfermidade de Epalrodito. em oulras igre­ jas. nán só em Colossos.:éta |C 1 4.25-30 e 4.EPAFRODITO ENOS. Paulo o chamu do “companheiro nos combates". com quem trabalhou p Ibi companheiro do prisão em Roma (Fm 23.6-11. Foi enviado pela igreja daquela cidade (“vosso enviado” F1 2. a Bíblia diz que “os ho­ mens começaram a invocar o do mo do Senhor" (Cu -1. Iísses irmãos eram conhecidos por sua “fé e amor”. seus ohjetivos e seu ser­ viço na família de Deus. Epafrar. para levar um donativo em apoio ao ministério do Paulo. m encionado som ente em Filipenses 2. Além de suu fidelidade na pregação.25). vi­ veu 905 aiios (Go 4. 1 Cr 1. Elo compartilhava a heran­ ça do apóstolo. Paulo relere-se a elecomo'cooperador" |v.27J. porque o serviço do Evangelho em que ambos es­ tavam envolvidos era uma luta de vida ou morle e Epairodilo eslava disposto a chegar “até bem próximo da inorie" pela obra de Cristo |v.30). Assim. E P A F R O D IT O . em Colossettses l. com as mais alias rpcomendaçôes. O irmãos ficaram tão an gustiados com suo doença que o próprio Epalrodito licou preocupado. um termo reserv ado para si mesmo e para Timóteo (urna vez). Cristão da cidade de Filipos. e o apóstolo considerou sua recuperação como uma intervenção misericordiosa de Deus (Fl 2. Sua oração era paia que os colossenses pudessem consorvarse “firmes. e de "servo de Cris­ to |esus". ou simplesmente poi orar i? ensinar. a qual foi mencionada previamente em Génesis 4. mas também Hm Hierápolis e Laodfi. 2fiJ. Foi chamado de "meu aunpanheiro de prisão em Cristo Jesus”. Nelo ile Adão e filho de Sete.13). 4. perfeitos e plnnamente segu­ ros em toda u vontade dr: Deus'' (Cl 4. que esses irmãos converteram-se ao Cristia­ nismo por meio da pregação dp Epafras. causou grande pre­ ocupação para Paulo e os filipenses.26: 5. ao enfatizai o serviço que lez Epalrodito ficar grave­ mente enfermo (v. Eli: citai total as­ sistência ao apóstolo.121. ao cbomá-lo de “mnu irmão" (2. Não sp sabe ao corto se Epafrodíto era um dos líderes da igreja em Filipos ou simplesmente um discípulo comprome­ tido com Cristo.

ta (as reco­ mendações o saudações de Paulo geral­ mente estão no final das caitas). Provavelmente ocu­ pava um lugar muito espec iai no coração EPI CUREUS. |As palavras "próximo da morte" em Filipenses 2. Para ex­ perimentar o prazer. a relação entre o auto-sacrifício des­ se discípulo e o de Crislo é nerta.C. Não se devo confun­ dir Epafrodito com Epalras. Epafrodito é o equivalente grego do nome latino "Venuslus''.l. geradora de unidade.181. exis­ tem dois estados de sentimento: o prazer e a dor: dois tipos de questão: a concer­ nente às coisas p a relativa ãs palavras.B . a primeira evi­ dencia da graça de Deus na vida do povo que habitava ali A área referida prova­ velmente era Efeso. O epicurismo era um equiva­ lente antigo inuito próximo do agnostteismo secular moderno. quo existia nos dias da Igreja Primitiva PauJo encontrou com alguns deles em Atenas lAl 17. Assina. e ambos indicam uma associação fam iliar com o culto de Afrodite (Vênus) Além do ser a dousa do amor e da beleza. pois ninguém sabe o que este lhe reserva. os preconcei­ tos e os sentimentos humanos eram o padrão da verdade.EPENETO superara todas as expectativas no cum­ primento de seu dever cristão. EPÊNETO. Livro 10. Na literatura grega exlrábíbliea ela é usada para descrever as apostas nos iogos. Epafrodito era a pro­ va vivu de que tal humildade. que não é encontrada em outro t. os epicureus não querem dizer necessariamente o sensual. Possivelmente o apostolo utilizou tal expressão para afir­ mar poderosamente que Epafrodito fcom o nome pagão intacto| arriscou tudo — uno por Afrodite. Uma vida de verdadei ro prazer seria uma existência de prudên­ cia. Um dos netos de Jerameel [1 Cr 2. Ambos aram muito com uns no primeiro século.19-30 é diiicil de entender à primeira vLs. Mauln usa a palavra “arriscar”1.8.12. do apõsiolo. pois era o prime iro conver­ tido "da Ásia" e. era possível na igreja de FUipos. era também a protetora dos jogadores. Por prazer. buscando a base de cada es­ colha o determinando correi umente o que deve ser evitado. assim. A ausência da dor devo sor d e s e j a d a e o prazer precisa s e r busca­ do.271. 182 . o qual era nativo de Colossos |Cl 4. b Io é saudado como "meu amado" (Rm 16-5). A colo­ cação desta recomendação de Epafrodito (r TimoleoJ em Filipenses 2. o maior bem é a prudência. A morte não deve sor considerada. à s v o z e s é necessá­ rio proviu B dor. O nome Epafras ê uma cont ração de Epafrodito.30. A. mas os consideravam muitos distantes para s r preocupar com o homem. O fim de toda ação e libertai da dor e do medo. o qual define a vida com hase nas experiências. os epicureus afir­ mavam quR as sensações.30 são as mesmas usadas para descrever o auto-sacrifício de lesus em Filipeuses 2. Seus adeptos eram indiferentes aos deuses: acreditavam neles. n . De talo.oxtn do Novo Testam ento. fundada por Epituro ( M l a 270 a. EQUER. sáo ilustrações muito bem colocadas so­ bre o lipo de sacrifício humilde e a dispo­ sição de negar u si mesmo quo Gristo pro­ duziu r<m seu povo. Fm [-uipenses 2. No limd da epistola de Pau­ lo aos Romanos.13: Fm 23). Seguidores de uma esco­ la filosófica grega.) Correta ou não a conexão do uome Epafrodito com o risco das apostas nos jogos. Ao contrário dos estóicos. honra e justiça. que invocavam seu nome quando faziam suas apostas e ar­ riscavam suas fortunas. O objetjvo da vida é alcançar e experimen­ tar o fobeidado. mas antes o que lira a dor do corpo e os pro­ blemas da alma. Segundo eles.M. mas peia obra de Cris­ to. Esse resumo das filo­ sofias dos epicureus reflete a descrição feita por Diógenes Laertius om A Vida dos Filósofos EinintiritoS. Nenhum plano deve ser lei­ to com relação ao futuro.

Primeiro filho de Judá cara sua es­ posa cananita (filha de Sua) e nelo de lacó (Gn 38. 3. na colónia romana de Corinto IJRm lfi. a fim de que seu povo buscasse o bem-estar da cidade (jr 29. 1. que regislTu os pecados de Judá e de sua família. Seu pai arranjou-lhe uma esposa chama­ da Taraar. mas parece que a maioria dos membros da íaniiiia havia rejeitado o Senhor e se envolvido na cultura e reli­ gião dos cananeus. a fim de ajudar uo importante ministério que se desenvol­ via ali. ele lalvez hjsse uma pes­ soa bem conhecida. LIm dos natos do Efroim o filho de Su to la. Era o líder dos clãs que trabalhavam i. foi para Éfeso.um linho e vivium om Bete-Asbéia. Era u "tesoureiro da eidade". Como Apoio. Afídile era o equivalente em latim da palavra grego oikononw s. Nra 26.LDto. Por ser um ci- 183 . administrador". Sabemos que um grande pavimento. Como o cargo era eletívo. com o propósito de engajar-se uo ministério (At 19. por ler feito "boas obfas‘‘< Havia uma bem conhecida convenção. que media 19 x 19 melros. onde sem dúvida exerceu um importante papel na igreja.7).2(JJ. era considerado um benfeitor cívi­ co. As campanhas eleitorais exigiam que os candidatos vencedores cumprissem irae- d ia tamerrte suas promessas. Sabemos que as leis não faziam restrições quanto às con­ vicções religiosas de quem ocupasse tais funções. inclusive presidir os lití­ gios fmanceírus.12-15] podiam ser eleitas livremeuie em Corinto.) pessoal e intluôncfa para ompar um cargo publico honorário. "aquele que vigia"). pois tinha a total con­ fiança dos principais ( idudãus de Corinto. que vai de José a Adão. a coleta da receila n a intermodiaçáo legal uos ussunlos comerciais.19. eis aqui uns cristõo. foi colocado sobre grandes lajes de calcário acrocorintiu. um cida­ dão proeminente da cidade. neto de Judá (1 Cr 4. Listado na genealogia de Jesus em Lucas. sobre o qual Paulo fez meuçãQ (Kru 13. 7J. pe)o que o Seuhnr o matou' | v.olònia romana e no tempo de Flauta sem­ pre se usavam lermos latinos para design nar os cargos públicos. Era filho de Josué e pai de Elrnadã ÍL< 3.22).6). ERÁ. que usava suo riquez. ERASTO. 1 Cr 2. As tarefas do “tesoureiro da cidade" eram a manutenção das propriedades corno ruas p prédios públicos.12. por­ tanto ate mesmo cristãos (que Gálio igua­ lou cora os judeus etn seu discurso em Atos 18. Paia ser aleito. Cênesis 38 é um ca­ pítulo triste. Tornou-se lider do clã dos eram tas.3-4). A Bíblia nada diz sobre Er. u quem os governantes provavelmen­ te elogiaram.21). (Corinto era uma r. 2 . As palavras gravados em bronze dizem claramente: ‘'Erasto colocou esse pavimento à sua própria cusla. Assim. 0 apóstolo o enviou á Macedôuia junlo com Timóteo.. Isso es­ tava de acordo com a ordem dada por Deus.\). ou "te­ soureiro.28). que linha uma longa história no mundo romano. em troca do “aedile““. e Paulo recomenda as buniuitorias feilas pelos cristãos que linham os rei ursos paia ocupar cargos e realizar tais tarefas elvicas (Rm 13.12. onde o apóstolo escreveu sua caria aos romanos. próximo ao teatro. Numa cidade rica como Corinlo. Como Qiilros eooperadores de Paulo. provavelmeule ele precisava de grandes recursos financeiros para estabe­ lecer as garantias necessárias a esse car­ go cívico honorário. Erasto lambém preci­ sava ser um cidadão romano. 48. exccto que "ora mau aos olhos do Sonhoi. Maio­ res detalhes são dados sobre o pecado de seu irmão Onã.3-7.23). A últi­ ma voz quo ouvimos sobre esse importan­ te cristão foi quando «le eslava em Corinlo (2 Tm 4. Erasto tam bém estava ati vãm ente engajado no ministério» cristão.ERASTO ER (Heb. LTm dos ministros de Deus". isso signifii ova quo judeus. por* t. de se reconhecer publicamente tais boas obras. Erasto. Filho de Sela e pai de Lera: portan­ to.

estava sempre disposto a viajar por mar ou terra. entretanto. seus descendentes e d om itas mostraram ser muito mais intratáveis. onde aparece como Heri). mas s u d natureza de pessoa "acomodada" não permiliu que sustentasse muito lempo a anim osidade. Não íoi permitido que ajudassem na obra de reconstrução do Templo. O mundo de Deus não é dividi­ do.281.d .37.41). en­ quanto adorava sou deus Nixroqne (2 Rs 19. ERI. pagou-lhe tribu­ tos.21. nada levava a série Quornlo seus pais reprovaruin as esposas que escolhera [Gu 26. ele exercito seu cuidado providenci­ al tanto na uivei cívico como espiritual. quando |acó retornou lemeroso de Padã. “Asur (um deusl tem dado tim irm ão"}. apesar de ulugarom quo adora­ vam o Deus israelita desde que i begaram ao país. Usava sons rocursos num cargo público. A ssim . para participar de campa­ nhas evaugelisticus h do fortalecimento das igrejas.C. o irmão o recebeu como se nada tivesse acontonido [Gn 32. por­ tanto. Esaú. Para ele. filha de Ismael |Gn 28. Adrameleque e Saiezer.16. Como um servo dedica­ do. que ele próprio criara. Infoli/m ente. Ob 9 a 14). 5-19). B. (Ass. Suas atitudes ru­ des e a maneira como lugia das dificul­ dades da vida foram a causa de sua trági­ ca queda. ESAR-HADOM. pois achavam que ele leria mais condições de abençoá-los. rei de Judá. As pessoas que foram c o l o r c a r i a s por ele em Judá e na região i irounvizinha ainda estavam lá nos dias de Esdras [Ed 4. assisa como o faio de que Manassés. A prática da deportação e a re- ESAÚ. Filho de Senaqueribe. A passagem dá algumas Indicações do grande número de pessoas que acompanharam o patriarca ao Egilo. Era o quo hoje chamaríamos du uma pessoa "acomodada" Adorava a li­ berdade da vida ao ar livre (Gn 25.34.38) A dedkaçõo de EsarHadom y seus deuses é registrada em vá­ rias inscrições. sua casa provavelmen­ te fosse grande a suficiente para permitir ipje os cristãos locais se reunissem uela. É listado como o quinto filho do Ga de e entre os que desceram com jacó pura o Egito (Gn 46.34). de maneua que o mais novo recebeu a bênção no lugar do primeiro (vv. moçáo de todo um povo de uma região para outra muitas vezes resultava em que tais pessoas odotavam a adoração do deus local.27) e não levava nada a serio.7.g . Esaú teve uma explosão de genuína tristeza e fúria (Gn27. ao aprôveitar o falo de que não podia mais enxergar.11. Am 1. era a hora de passar a bênção du família para seu filho primogénito. Parte do tributo dos reis vassalos rorno Manassés era para que aprendessem a obedecer ao rei da Assíria e reconhoeessem Asur como sou novo deus.ERI dadão proeminente. Seu pai foi morto por seus dois ou­ tros falhos.W. Erasto era uni cristão de muitus pos­ ses e também cidadão romano.1) e. na fundação dos igrejas. A terrível idolatria que essa prática causou é des­ crita de lorma vivida em 2 Reis 21 p . e o tninislerio espiritual do Evangelho.1-4). ls 37.3-7. no papel tanto de ministro como de servidor público. foi rei da Assíria Í6K1 a 669 a. Na narrativa bíblica eb» é lembrado por sua política de deportai o?? povos que couquisfava.i.Arã. os 184 . E ura seu uuso não bavla bar rcira entre u basca do bem-estar material da cidade.6-9). A disputa entre os dois Jicou mais inflama­ da quando o patriarca percebeu que esta­ va às portas dn morte (Gn 27.16). Eri tornou-se o líder do elá dos erilas (Nm 26. 33. 27. entre­ tanto Re beca e Jacó a enganaram. saiu e casou-se com outra mulher. t? a pequena pedra que os dois irmãos aliraram no lago da historia fez círculos cada vez maiores (Sl 137. Era o filho primogénito dos gémeos de Isaque e Reboca (Gn 25-25) e tomou-sn o favorito do pai fw.

ESDRAS problemas da vida podiam sei resolvidos facilmente! De fato, só foi capa/, «le ficar zangado com a fraude de |aoó porque não levou a sério a transação qu* fizeram ariteriorniRulfi, na quaJ vendeu seu direito de primogonitura Ao voltar d* uma ca­ çada, cansado e faminto. Esaú encontrou o irmão ocupado na cozinha. O arotrtô era tentador demais e, mima atitude típica dele. viu tudo de uma maneira exagera­ da: qual snria a utilidade do direito de primogeoitura se morresse do lumeV Essa decisão frívola. entretanto, léve conseqíiêiíciiis irreversíveis. O que Esaú con­ siderava: como "ler um pooto de vista complacente", a Bíblia chama de ‘'devas­ so” r "proiano” (Hb t2 .16) — n atitude do viver couio se não existisse vida eterna nem valores absolutos. Para ele. não hou­ ve oportunidade para arrependimento (Hb 12.17). I.VM, lriar< 8 posteriormente demonstrou-lhes sua gratidão (v. 241 Para mais detalhes sobre o incidente, veja Aumfel.

ES BAAL. Um dos filhos de Saul e ir­ m ã o de Jôuatas ( I Cr 6.33; 0.39) Também chamado de Is-Bosoto. Depois da morte do rei, Abner tomoú-o e tentou lazfido sucessor do pui A tentativa de se criar um reino alternativo para competir com Davi teve vida curta; logo Is-Bosete foi morto, o que entristeceu o filho de )est>é (1 Sm 2 e-I. Veja Is-Bosete), ESBÀ. Um líder entre os horeus. Era fi­ lho de Disã e nelo de Aná |Gn 36.26; 1 Cr 1.41). ES BOM. 1. Um dos sete filhos dè Gade. listados eni Génesis 46.16. entre os que foram com Jacó para o Egilo. Em Núme­ ros 26.113 é chamado de Ozni e é o funda­ dor do d ã dos ozuilas 2. Nelo de Benjamim e filho de Beló 11 Cr 7.7). ESCOL. Um dos três irmãos amorreus (veja lambém M anw e Antir) que se alia­ ram a Abraão, quando perseguiu Quedorlaomer. a fim de resgatai o snlirinho Ló do cativeiro (Gn 14.13*16). O pa-

ESDRAS. Este võailiulo deriva de um lurrno hebraico que significa "ajuda' Provavelmetilé è uma forma abreviada de Esdraías, “ Yahweh ajuda". Os pais davam este nome aos filhas do sexo masculino, como um louvor a o Senhor por sua ajuda om tampos de guerra. Existem Irâs pesso­ as com esse nome no Antigo Ttestamento: 1. Veja Ezm. 2. Logo após o término do exílio b abilón ico, ura sacerd ote cham ado Esdras retornou para a Terra Prometida junto com Zoróbabel (Ne 12,3.13). Ele é lambem chamado Azarias em Neemias 10.2. Era um zadoquita, sob a liderança de losué. 0 sacerdote naquele tempo. 3. O mais importaute personagem com esto nome sem dúvida era o escriba que liderou as grandes retírrmas no meio do povo de Israel após o exílio, uma ge­ ração ou duas depois de Zorobabel. O ministério de Esdras. Os livros de Esdras e Neemias falam muito sobro esse bem couheoidí) personagem EIb era des­ cendente de ArãOr o primeiro sumo sa­ cerdote de Israel (Ed 7.2-7). Esdras per­ tencia â fam ília de Seraías. a quem Nabucodonosor matou era Ribla (2 Rs 25. ltt-23), O iillio de vSc-Taias, jeiizadaque, foi O sumo saierd ote exilailo p i i r a a BaliUônia 11 Cr 6 .1 4 .1!í). Embora esle não seja mencionado na genêalogia de Esdras (Ed 7.2-7Í. datava-se de um membro des­ sa Unhagem ou com uma relação muito próxima a ela. Esdras ocupou unia posição di* lide­ rança no exílio. provavelmente devido à sua linhagem sacerdotal Sua íunção exa­ la é desconhecida, mas participava dos negócios do governo, em tal posição que Artaxerxes, o imperador persa, deu-lhe sua recomendação pessoal (Ed 7.11,12). Esdras foi descrito como "escriba' (também traduzido como "mestre" e m al­ gumas Versões da Bíblia). O rei Arlaxerxes

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ESDRAS o designou "o escriba” (Ed 7,6,11J, talv«z para indicar que sua funçãu seria algo como conselheiro pBal. A tradição judoica atribuiu osso título a Esdra;*. devido uos seus conhecimentos especializados na Torá, a Lei de Moisés, Dp fato. ele leve um papel proeminente na edição e com­ p o s i ç ã o das maiores porções do Antigo Testamnnto. Esdras liderou uma caravana de exi­ lados da Babilónia para Israel, após o decreto de Arlaxerxes |Ed 7.1-12). Rece­ beu automação do imperador para arre­ cadar donativos rios judeus quo viviam na capital dn Império, para o culto no Templo em [erusalém (w. 12-28J. Essa jor­ nada aconteceu no "sétimo ano do ret Arlaxerxes" (v. 7). Infelizmente, o texto bíblico não tleixa claro se esse retomo foi no sétimo ano rle Artaxerxes I (458 a.C.) ou Arlaxerxes II (397 a.C.). Qualquer que seja n coso. Esdra* vollou a Jerusalém pelo mern > s uma geração depois que Zorobabel estabelecera os primeiros judeus que volLuam e liderara a reconstrução do Tem­ plo em 51.5 a.C.. Quando Esdras chegou u Jerusalém, firou horrorizado, oo sabei que muitos sacerdoLes. levitas e líderes civis tinhamse casado com mulheres pagãs (Ed 0). Essas uniões mis las haviam corrompido a moral e n vida religiosa da nação. Em seu desgosto, Esdras chorou humilde­ mente diante do Senhor e conduziu Ioda a comunidade aò arrependimento fEd 9 a I0|. Muitos judeus divorciaram-se dn suas esposas estrangeiras e foram reinte­ grados no serviço do Senhor. Na Festa dos Tabernáculos, Esdras leu a Lei de Moisés (Ne 7.7 \a B I 2) Os líderes do povo eslaboleoerum uma aliança lJS'e 9.3H a 10.3.9] e prometeram renovar o compromisso de manter a pureza conjugal, observar o sá­ bado e parlii ipar dos cultos no Templo. As cúx unstàni ias da morte de Esdras uno são conhecidas, O registro bíbl íco ter­ mina pouco anles do final de seus dias O seu retraio, tanto nas Escrituras como nas tradições, indica que serviu fielmen­ te junto i om Neemias como Líder do povo dn Dnus durante toda sua vida. A mensagem de Esdras. Ela pode ser resumida em dois tópicos: a despedida das mulheres estrangeiras e a renovação da plena lealdade à Lei de Moisés Sua inslstónda na guarda do sábado, na pureza mornl e no serviço do Templo não é de surpreender. Essas questões íerram defen­ didas duranie ioda a história de Israel O registro bíblico honra Esdras como um modolo de líder cm tempos de refor­ ma. Sua mensagem não é questionada por nenhum dos escritores bíblicos. Pelo contrário, os livros de Esdras e Neemias destacam varias defesas para suas atitu­ des, Ele tinha o apoio do imperador persa, das pessoas justas dc lerusalérn e do Senhor. F. fmpcnrtanle notar que a exigência de Esdras quanto ao divórcio náo era moti­ vada por questões raciais. Os exemplos de Zipora (Êx 2.21,22), Raabe (Js G 25) e Rute (Rt 1,4) deixam evidente que a união mis tu com estrangeiros não era terminan­ temente proibida no Antigo Testamento. A questão em pauta era o casamento interreligioso, e não inter-racial. A mesma pToibiçáo aparece também nn Novo Tes­ tamento (2 Co 6.14 a 7.1). Por que, então, Esdras iusisliu paia que os casamentos mistos fossem dissol­ vidos? Sua situação era desesperadora. Essas uniões mistas enfraqueceram toda a comunidade. As mulheres pagãs tinham deixado Israel, que lutava paru se manter tirme após o exílio, u beira da apostasia total. Todo o programa dp restauração corria o risco de fracassar completamen­ te. Em resposta a essa situação crítica, Esdras sabiamente insistiu para que os homens de Judá se ihvon.iassem de suas esposos estrangeiras. A mensagem de Esdras sobre o divór­ cio não violou o principio bíblico du san­ tidade do casamento. Suas instruções estão em harmonia com a sabedoria de Knilo, que instruiu os crentes dó Novo Testamento quanto u orar pelos Lncredu-

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ESPÍRITO SANTO los, na esperança da conversão deles (1 Cu 7 17-241. Pelo contrário. Esdras enfren­ tou a extrema situação da comunidade restaurada com uma decisão delicada, porém necessária Nesto sentido. Esdras perm anece como um modelo par a os crentes em to­ das as épocas. Seu zelo pelo reino do Dous linha prioridade sobre todos os outros assuntos. k.K

E S E Q U E . Mencionado em 1 Crónicas 8.39 na genealogia de Saul. da tribo de
Benjamim. Seus filhos são listados como LJlão. leús e Elifelela

ESER. 1. DosCendente de Esaú, filho de Seir d chefe dos horeus (Gn 3R.21. 27, 30: I Cr 1.38. 42). 2. Filho de Elraijn, foi morto junto com seu irmão quando tentavam roubar o gado dos gatitas (1 Cr 7 21). (Veja Elude e Hr rias). 3. Descendente de liur. pai de Husà, da tribo de Judá 11 Cr 4.4).

4. O chole ile um grupo de guerreiros i lu tribo dn Cade que desertaram d < » exér­ cito do rei Saul e uniram-se a Davi, em Zidague (1 Gr 12.9). Esses honiRns foram descritos como «xtremomente valentes: "seus rostos oram como rostos de leões, 6 oram ligeiros conto corças sobre os mon­ tes" (1 Cr 12.8). 5. Maioral da cidade de Mispa. filho de lesua, ajudou a reparar os muros do TerusaJém sob a ilireçáo de Noemiai* liSJe 3.19; 12.42, onde seu nome é grafado Ezer). Eto da Iribo de Levi: provavel­ mente é o mesmo levita que mais larde fez parte do coral que cantou na reinauguraçào de lerusalém. Os muros e a cidade foram destnudos poios caldeus, quando levaram os israelitas para o cativeiro.
PJJ.G.

ESLI. M encionado na genealogia de Lucas, que vai de José o Adão (JLc 3.25). Era pai de Na um o filho dfl Nagal. ESPÍRITO. V e j a Espirito Santo.

ESPÍRITO SANTO
Em ambas as línguas. tanlo ao grego como no hebraico, os vocábulos usados para o Espírito Santo enfatizam sua santidade. No AT. o adjetivn san to antes do subs­ tantivo espírito aparece raramente (Si 5 1.11 ; ls 63-10,11). Em contraste, o NT apre­ senta essa com binação na m aioria dos livros, coroo um nome que ocorre frequentemente, cspecialmeute no livro de Aios. Isso não significa que a ênfase ao Espirito é menor no Antigo do que uo Novo Testamento. As expressões mais frequentes no AT são o Espirito d e Deus ou o Espirito do S en hor, as quais ocorrem numerosas vezes. As palavras gregas e hebraicas para “espírito" revelam um significado duplo: espi­ rito e vento. Por exemplo, “o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” (Cn 12). mas “Deus fez passar um vonfo sobre a terra, e as ãguas abaixaram" (Gn 8.J) Jesus disse a Nicodomos: “O que é nascido dó Espirito, è espírito... o vento sopra onde quer (Jo 3.6,8). Outro significado do termo '‘espírito", nas duas línguas, é sopro, respira» çâo. tanto divina como humana (Io 4.9; 12.10; 2 Ts 2.8) Por todas as Escrituras a e x p r e s s ã o “espírito" e escrita com letra maiúscula, para referir-se ao Espirito de Deus. ou com lulra minúscula, para imiicar o espírito huma­ no. Devido ao fato de que os manuscritos anligos não usavam letras maiúsculas, os tradutores o editores às vezes têm muita dlfic uldade para determinar se o escritor

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ESPÍRITO SANTO tom mu ínepU* íj espírito de Deus ou o humano (veja por exemplo variações «le Uaduem Atos 1U.21J.

çõd,

O Espírito no Antigo Testamento Na criação
A primeira vez que a palavra "espírito'1 aparece aa Bíblia é do relato da criação, em Génesis. O Espirito • ie Deus. o qual pairava sobre as aguas, é o poder criativo que traz ordem ao caos (Cu 1.2), O sal ruis ia faz eco a esse conceito, quando diz: ‘Pela palavra do Sonhar farum faltos as céus, o toda o exercito doles pelo sopro da sua boro” (SI 33,BJ. Por meio do sopro de Deus. Adfio lomou-.se uinn .ilirwi vivente (Cu 2.7). )ó afirma que 0 Espirito do Senhor o criou e que recebeu vida por maio do sopro do Todo-poderoso [R > 27.3; 32.8; 33.4. 34.14.15). Quando Deus retira seu sopro dos seres humanos e dos animais, eles morrem e retomam ao pó (SI W4.29; E<: 3. 12.71, No vale dos ossos secos, o sopro de Deus entrou lios esqueletos e eles retornaram à vida (Ez 37 1-14)

Como uma Pessoa
A ênfase sobre o monoteísmo, dada pelos escritores do Antigo Testamento, prevalece sobre a doutrina da Trindade. No entanto, os escritores (azem uma distinção entre Deus o o Espuito do Senhor, sem jamais considerar o Espirito como uma mera ema­ nação de Deus Tome, por exemplo, as referências em Gônesis 1.1,2. Deus criou o céu e íi terra, mas o Espírito fio Sonhai pairava sobre nS águas. Deus disse que seu Espírita não contenderia para sempre com o homem (Gn 6.3). Isso significa que os escritures víhiu duas pessoas divinas distintas; ides entendiam que g Espírito era Deus. o qual exercia funções que os escritores bíblicos expressaram em lermos humanos Isso fica bem claro eui algumas passagem. Os levitas oraram: “Deste o teu bom Espirito para os ensinar (os israelitas)" (Ne 0.20). Davi perguntou: ‘Tara onde me irei do teu Espírito7 Para onde higirei dia lua face?" (SI 139-7) v. Isaias escreveu que o povo entristeceu o seu Espírito Santo e Deus (o Pai) tomou-sti inimigo deles (is 63.UM 2: veja também 48.101.

Na profecia
A rimnilfístoção da Espírito é evidente na vida dos profetas, os quais transmitiam ao povo o que o Senhor lhes lidava. Tomavani-.se porla-vozes de Dous, quando o Espírito descia sobre eles. O profeta Isauis declarou que o Espirito do Senhor Soberano estava sobre ele (ls 6 1 .lj. o que foi cumprido plenamente em Jesus (Lc 4.181 Ezequiel reve­ lou que o Espirito o levantou e o levou a lugares e pessoas, numa visão que o mesmo Espírito de Deus Lhe dera |Ez 11). Embora algumas pessoas não tivessem o título de profotu, mesmn assim proferi­ ram mensagens por meio da Espírito Santo O rei Davi pronunciou seu último testemunho poético antes de morrer, quando disse: “O Espírita do Senhor fala por mim, e a sua palavra está na minha boca" (2 Sm 23.2). Quando José interpretou os sonhos de Faraó, este exclamou que o Espírito de Deus eslava sobre o filho de Jacó [Gn 41.38,39). Depois que Samuel ungiu a Saul rei de Israel, o Espirito do Senhor desceu poderosa­ mente sobre» ele e profetizou. Deus o transformou numa pessoa diferente, de maneira

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ESPÍRITO SANTO que os israelitas jiergunlaram: "Está lambém Saul enhe os profetas?" |3 Sm 311.5-3'}). Essa pergunta íoi repetida quando o Espirito do Senhor desceu auvamontí» sobre Saul enquanto perseguia'Davi sem trégua. O rei tirou suo túnica eprafotfeou í 1 Sm IM.23.2-H. No acampamento de Israel, duranln d Exodd, Deus retirou parte do Espírito que estava sobro Moisés o □ colocou sobre 70 anciãos eles então profetizaram, bem como Eldade e Medude. Quando ouviu sobre isso. o grand* legislador disse qu»- seu desejo ora que o Senhor colocasse o seu Espirito sobre lodo o povo, para que lodos profeti­ zassem |Nm 11.25-29) O proleta Miquéias opôs-se aos falsos profetas nm seus dias. Disse que eslava repleto do Espirito do Senhor, de sua justiça e força. para convencer Israel de seus pecados (Mq 3.8). Moisés é o protótipo do Messlus, pois loi Lonsiderado um profela e revelou o Espírito do Senhor. Ele predisse o advento de CrislD, quando falou ao povo que Deus levantaria um profela como ele próprio, do meio deles (Dl 18.15,38). Além disso, ele repetidamente introduziu a revelação do Senhor com as palavras "disse o Senlior a Moisés" (Nm 8.1.5.23). O Espirito lornava o controle dos profetas o. por meio deles, revelava a palavra de Deus (Ez 2.2: 13.3.8,13,20- Mq 3.8). Os profetas maiores «, por implicação, também os menores, foram inspirados pelo Espirito do Senhor Dous Todopoderoso [Zc 7.12).

Com poder
O Espírilo frequentemente incitava uma pessoa e u enchia do poder, Como aconteceu com .Sansão Uz 13.25). O Espírito do Senhor capacitou Gideão a convocar Israel con­ tra os opressores estrangeiros e venciVlos com 300 homens (veja especialmente Jz 6.34). Elias foi cheio do Espírito de Deus. o qual apareniemenle o transportava parn vários lugares (3 Rs 18.12: 2 Rs 2.16). Quando Samuel ungiu o fillio.de lessé para ser n*i de Israel, “o Espírito do Senhor se apoderou de Davi". Ao mesmo tempo, abandonou Sutil: Deus concedeu ao rei um espírito maligno para atormeutá-Io 13 Sm 16.13.341. O Espírito abençoou Davi com dons musicais e poéticos, capai il0U'0 a ser um guerreiro destemido e deu-lhe uina esplêndida capacidade de liderança. O dom do Espírito não se limitava a lideres e reis em Israel, Na construção do Tabernáculo. Deus separou Hezalel, Aoliabe r outros para realizarem o Irabalho. O Espirito do Senhor encheu Bezalel “dp habilidade, de inteligência, e de conbecimenlo, em lodo 0 artifício'1 (Êx 31.2-4; 35.31). Nos tempos do AT. entretanto, o Espírito não repousava sobre todos d s israelitas e os que recebiam seu dom especial o manti­ nham apenas lemporariomento.

Escatologla
A recepção universal do Espírilo Sanlo foi anunciuda profeticamente séculos antes do derramamento do Espírito uo dia de Pentecostes Iveja Al 2 .17*211 . Deus falou por meio do profeta Joel: “E 'lopois derramarei o meu Espírilo sobre toda a carne, e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos velhos leráo sonhos, os vossos jovens terão visões. Alé sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei -o mou Espírito" (Jl 2.28.29), Joel. porém, não estava sozinha na prndição do fuluro derramamento do Espírilo sobre o povo de Deus. Isaías também íez uma ilustração do Senhor derramando correntes de água sobre terras secas e seu Espu ilo sobre os des­ cendentes de la c ò (ls 4 4 .3 ) . Pot meio de Ezequiel, Deus disse aos judeus do exílio que

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ESPÍRITO SANTO o Senhor os tomaria de todas as nações e os reconduziria á sua própria terra. Coloca­ ria seu Espirito sobre, eles e os motivaria a obedecei à sua Lei (Ez 31x24-28; 39.29). Dous revelou quo o Messias, quando viesse, seria cheio do Espírito (ls 11,2), o qual também seria derramado sobre o povo «la aliança (Is 12.15: 59.21: Ez 37.14). E esse Espírito permaneceria com os filhos de Deus (Ag 2.5).

O período inteitestamentário
M uito pouco sr sabe, con cern en te ao Espirito, no decorrer do período intertestamentário. No máximo, ouvimos ecos do AT. os quais reforçam n que já loi meuf ionudo. Os livros apõcrifos e pseudepígralos. a assim chamada literatura deuterocanónica, os documentos de Quntrã, e os escritos de Filo e Joseío, nada apre­ sentam de novo. Enfatizam a relação do Espirito com o Messias (l Euoque 02.2; Sir 48.24) e o pedido prios dons do Espirito (2 Esdras 14.22). Os escritos revelam a esperançB pela vinda de inu autêntico profeta II Macabeus. 11.41), porque os verdadeiros não existiam mais (1 Mar.abous, 9.27).

O Espírito no Novo Testamento
As referências ao Espirita Santo são abundantes uo Novo Testamento, especialmente nos escritos de Lucas e Paulo. O ensino do NT sobre o Espirito Santo cumpre as profecias do AT quo predisseram soo advento. As alusões ao Espírito Santo no NT cobrem todo o e s p e c t r o , desde sua Sombra que encobriu Maria na concepção de Jesus (Ml I-J8- 20: Le 1.35). até o chamado do Espírito pelo retomo de Cristo (Ap 22.17), O NT enlatiza o derramamento do Espirito, seus dous, sua obra. inspiração, comunhão e habitação nos corações dos cristãos. A doutrina da Trindade fica evidente no relato do batísmo de Jesus: O Pai revola o Filho, de quem se agrada, o o Espírito Santo desce sobre elo nu forma de uma pomba (Mt 3.16,17; Mc 1 10. Lr. 3.2-2). A fórmula betisma) Irinilária. mostrada na conclusão do evangelho «le Mateus, enlatiza essa mesma doutrina lMl 28.19). No literatura epistolar, os apóstolos ensinaram frequentemente d principio Lrinilariano, tanto no inicio curau na conclusão de suas cartas (veja 2 Co 13.13: Ef 1.2-11; 1 Pe J , 1-3)

Mateus , Marcos e Lucas
Além dos relatos do nascimento, batismo o. tentação da Jesus, ha poucas alusões ao Espirito nos evangelhos de Mateus e Marcos, Comparativamente, o de Lucas está reple­ to de passagens que falam sótore o Espírito, Mateus e Lucas relatam ambos a concepção de Jesus como obra do Espírito Santo |'M t 1.18, 20; Lc 1,35), João Batista thssn ao povo que ele balizaria com agua, mas Jesus os balizaria com o Espírito Santo (Ml 3.11, Mc 1.8; Li 3.161. Antes de Cristo iniciar seu ministério, o Espírito o levou uo deserto para s e i tentado pelo diabo |Mt 4.1: Mc 112; Lc 4 . 1). No evangelho de Mateus, o Espirito do Pai falou por meio dos discípulos (Mt 10.20); em dois relatos de Marcos e Lucas, o Espirito Santo fala por intermédio povo de Deus IMc 13.11: Lt 12.12). D p acordo com os irês evangelhos sinópticos, o pecado contra o Espirita Santo jamais será perdoado, uem nesta vida nem ua vindoura (Ml 12.31.32; Mc 3.29; Li 12.10). Quando J e s u s Inter­ rogou os fariseus a respeito do Cristo, mencionou o Espirito Santo n perguntou "Como. pois. Davi, pelo Espirito, lhe chama Senhor?" [Ml 22.43: Mc '12.361. Quer dizer, o Espi­ rito Santo inspirou Davi a compor 0 Salmo 110 e relerir-se a Jesus.

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ESPÍRITO SANTO ('i evangelho de Luras lem muilas referências a o Espirito Sanio. Já nos primeiros dois capilidas, os leilores descobrem que o Espírilo ont obriu Maria com sua sombra (Lc 1-35) e encheu Joao Batista, Isabel. Zacarias e Simeão (1.15.17.41.67: 2.25-27). Depois de sor tontado poi Satanás. Jesus retornou ã Galiléia e recebeu o poder da Espirito Santo, que repousou sabre Ele (Lc 4.14.101. Lm:asmenciona que Cristo expe­ rimentou profunda alegria no Espírito Santo (Lc 10.21) e disse aos seus discípulas que o Pai dá o seu Espirito aos que lhe pedem (11.13). Lucas termina sou relata com a palavra qup dirigiu aos discípulos: disse-lhe que permanecessem hoi Jerusalém até (|iie fossem revestidas do poder do D bus, uu seja, com n Espírito Santo (Lc 24.491-

4fos
Ilmu nova dispensação começa no NT com o derramamento «lo Espírito Santa ora Ftentecostes. As palavras que lesus disse sobre o Espírito, o qual babitaria no meia rJe lado o seu povo, foram cumpridas u;i vida das apóstolos e continuam a agir na vida de todos d s crentes liajo. O Filha de Dous predisse que. dentro de poucos dias após a sua ascensão, o batisma do Espírilo Santa faria com que o$ apóstolos fossem testemu­ nhas dele em Jerusalém. Judéia. Samaria e aié os confins da Terra [Al 1.5,8). Essa profecia cumpriu-se no dia de Pentecostes, em Jerusalém, para o pova judeu (At 2 4, 33 38): posteriormente, em Samaria para os samaritunos (8.15-18), e mais tarde em Cesaréia para o centurião romano Cornélio e sua nasa (10.44-47: J 1.15.16: 15.8'|. O ultimo grupo dp pessoas a receber o darramo mento do Espirita loram os seguidores rle João Batista que víviom em Éleso (At 19.1-7J As palavras "cheio do" ocorrem repetidamente em Atos. Por exemplo, diante do Sinédrio, Pedro íoi cheio dó Espirito Santo (Al 4.8). Quando ele e João foram soltos r voltaram para o m eio dos irmãos, o Espírito encheu todos eles (Al 4.31), Semelhantemente., os sete diáconos eram cheias da Espírita Saulo (At 6.31. entre os quais estava Estevão (O.t . 10. 7.55). Paulo também toí cheio do Espírilo Sanlo fAl 0,17; I 3.H), e o mesmo aconteceu uom seu companheiro Barnabé 111.24). Os creutes do .Antioquia da Pisfdla receberam a mesma bênção (At 13.52). Na Igreja primitiva. 0 Espírilo Sanlo testificou por meio da Pnlavra de Deus reve­ lada (At I 16: 4.25). Falou com Filipe (Al 8.20), Pedro (10.19; 11.12). com os lideres da Igreja em Antioquia f 13.2) e com Ptuda (21 4,11). Além do mais. o Espírilo Sanlo confirmou o testemunha dos apóstolos diante dó Sinédrio (Al 5.32) e não permitiu q u e mentissem, tentassem ou resistissem a Ele (5.3, 9; 7 .511 . Simão, o mágico, uão pòde comprar o Espírilo Santo | At 8.19). Pelo contrário, o Espírilo fortaleceu a Igreja (Al 9.31) e aprovou a decisão do Concilio de Jerusalém (15.28). O Espírito enviou a Paulo e Barnabé (Al 1,1.4), mas não permitiu que o apóstolo dos gentios e seus compa­ nheiros fossem a Ásia e entrassem na Mísio (16.6,7). Compeliu Paulo a ir para Jerusa­ lém. mas o alertou de quo muitos perigos o aguardavam IAl 20.22.231 ; o profeta Agabo predisse pelo Espírito Santo que o apóstolo seria preso (21.11; veja também 11.28).

As epístolas paullnas
Através de suas muilas cartas, ftrnlu apresenta uma teologia do Espírilo Santo muito mais desenvolvida do que u de qualquer outro escritor do Novo Ttestamepio. Ensina sobre o relacionamento do Espírito Santo com o Pai e com o Senhor Jesus Crislo. Instrui d s cristãos sohre a obra. os dons. 0 poder e a prespnya do Espirito Santo. Em cortas capílulos das epístolas o apóstolo desenvolve sua teologia do Espírito Sauto 191

ESPÍRITO SANTO

(Rm 8. I Co 2: 12: 2 Co 3: GJ 5). Essas seleções. entretanto, devem ser esludadas dentro do contexto das cartas paulinas. 1. O Espírito de Dr-as. Paulo mencionou o Espirito de Deus primeirarnenio em ^uas epístolas ãs igrejas de Corinlo e Êleso, Destacou que o Espirito do Sonhar revela sua sabedoria aos crentes, faz com quo sejam sensíveis às verdades espirituais e lhes dá a habilidade do ter discernimento espiritual (i Co 2.10-14J. Informou aos seus destina* lários que o Espírito Santo habitava neles, porque eram lemplo de Deus [Rrn 6.9, 11. L Co 3.16: 6.191; Juntos. lormavam uma bahiiação onde o Espirito do Senhor vivia (Et 2.22) e, como autênticos cristãos, adoravam a Deus pelo Espirito (Fp 3.3). Foi o pró­ prio Deus qupm deu o Espu-itu ao seu povo (1 Ts 4.8). Em outra passagom. Paulo disse aos i oríntio* quo eram uma carta de Cristo, escri­ ta não com tinta, mas com i» Espírito do Deus vivo. Essa missiva era a tábua do cora­ ção dos homens (2 Co 3.3) Peio poder rio Espírito que habitava nele, o apóstolo 1 ‘oi capaz de aconselhar as pessoas sobre prohlemas conjugais e falar com a confiança que o Espuilo lhe <java | 1 Co 7.40). Nenhuma pessoa ern quem o Espírito de Deus habita pode amaldiçoara Cristo. O crenti? confessa que Jesus é n Senhor, por meio do Espírito Santo 1l Co L2.3). 2 O Espirito v Jesus. Muitas vezes Paulo não loi claro, ao distinguir entre o Espiri­ to do Senhor Deus e o Espírito do Senhor Jesus Cristo. As palavras "o Espirito do Senhor" podem referir-se tanto ao Pai como ao Filho: Paulo descreveu o Espirito como "o Espuilo de Deus”, "Espirito do Senhor", “Espirito de Cristo”. '‘Espírito de Jesus”, ou simplesmente “o Espírito". O contexto muitas vezes dá ao leitor um entendimento dessas passagens. Para ilustrar, em Rorrumoí» 8.9. o apóstolo disse: ''Vós. porém, não estais na uirne. mas no Espirito, se é que o Espirito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espirito de Cristo, esse tal não ê dele". Paulo declarou que o Espi­ rita de Deus iluiu por meio de Cristo para d povo de Deus e o mesmo Espírito imana­ va tanto de Deus como de Cristo. ,Ambos, o Pai e u Filho, fnzem com que o Espírito Santo habite uo coração o ua vidu dos crentes. De maneira similar. Pauln escreveu aos Coríntias: "Ora. o Senhor é o Espírito, e onde está o Espírito do Senhor at há liberdade" (2 Co 3.1 7). O contexto desse versículo mostra que Moisés colocou um véu sobre o rosto, para evitar que o povo visse a glória de Deus se desvanecer da sua face Iveja Êx 34*33-35). Paulo explicou que ele e os demais crentes refletiam a gloria do Senhor, pois eram Iransformados na imagem de Cristo (2 Co 3 tM J. Assim, transmitiu a informação de que falava sobre Jesus e que Cristo operava por moio do Espírito 3 A ubro do Espírito. Paulo declarou que o Espírito de Deus, que ressuscitou lesus dos mortos, vivia nos crentes e assegurava-lhes que lambem ressuscitariam (Rrn 8.10.1 11, O Espírito Santo opera uo coração dos cristãos, quando se arrependem das obras pecaminosas: /o mo filhos de Deus, são guiados pelo Espírito. O próprio Espíri­ to afirma o fato de que Deus tom adotado os crentes como seus filhos (Rm 8.13-113). A obra do Espirito é evidente nos crentes que são chamados as primícias da colheita vindoura (Rm 8 .2 3 1 - Em adição. Paulo disse ao povo de Deus que o Espírito intercede por eles e os ajuda em suas orações. Eles mesmos não sabem como orar adequadamen­ te: poi isso. 0 Espirito intercede pelos santos segundo a v o n t a d e d o D«us (Rm 8 . 2 6 , 2 7 ) O Espírito Santo e o instrumento por meio do qual os cristãos são abençoados com a justiça, paz e alegriu (Rm 14.17, Gl 5.5; 1 Ts 1.6). Ele é a Iotite de amor. esperan­ ça e poder (Rm 15,13,16.19). Ele os santifica, por meio do novo nascimento e da rege­ neração (Rm 15.16: Tl 3.5). tem comunhão com eles (2 Co 13.13; Fp 2.1), fortalecelhes a íé (Eí 3.16.17) e os sela em Crislo (El 1.13).

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ESPÍRITO SANTO 4. O s donsúspirítuais. Paulo frequenlemenle enumerava e explicava os doas que o Espírito Santo concede aos crentes. Em sua carta aos Romanos, especificou os dous de profecia, serviço. ensinu, exortação, contribuição, administração e misericórdia (Riu 12.6-8). Essa Lista não é exaustiva, porque, ao escrever aos coríntios. Paulo va­ riou e acrescentou Registrou nove dons: sabedoria, conhecimento, té. uui<<. operarão de milagres, profecia, discernimento de espíritos, línguas e inlerprelação de línguas (I Go 12.8-101. os quais podem ser relacionados em três categorias: 1 Pedagógicossaljedoria e conhecimento; 2. Sobrenaturais: le, mi lugres- e cmn; 3, Coanm iruth™ . profecia, discernimento fie espíritos, línguas • ? suo interpretação Esse catálogo tem uma variação uos iíltimus versículos de t Coríntios 12. Ali Paulo euumefM os dons apontados por Dous: apóstolos, proletas e mestres. Depois destes lrês. ele menciona os de operar milagres, curar os enfermos, servir, administrar, íaiar em línguas e interpreta-las (vv.28*301- Em outra epístola, Paulo menciona os dons que são indica­ dos par Cristo: apóstolos, protelas, evangelistas, pastores e mestres (Ef 4.11). Km vez de mencionar os dous do Espírito, na epístola aos Gaiatas Paulo cita as nove virtudes como o fruto do Espirito: amor, gozo. paz. longanimidade, benignida­ de. bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio ÍGI 5.22.23). A diferença entre os dous i! o fruto é que um é adquirido por meio de doação e o outro como resultado. Quer dizer, o Espír ito Santo atribui um dom especifico a um crente, mus u obra do Espírito dentro do cristão produz um resultado na forma de virtudes espirituais 5. O Espirito e a Lei. Em algumas do *uas cartas (Rm. 2 Co e Cl|. Paulo falou que o Espírito liberta da escravidão da Lei Mó contexto, ele dirigia sua mensagem aos ju­ deus convertidos, eutre outros, que eram mais influenciados pelos judalzant.es, Sua mensagem básica era a liberdade da lei do pecado e morie por rneio da obra do Espírito Santo (Rm 8.2. 5-8; 2 Co 3.0, 17; Gl 3.2-5; 5.3-5). Isso não quer dizer que, ao abolir o legalismo» Paulo promovia urna forma de antinomia. Peio contrário, ensinou que a lei do Espirito de vida é a liberdade (Rm 8.21. que o amor é o cumprimento da lei (Rm 13.8-10; Gl 5.141 o que o crente é guiado pelo Espirito que nele habita (Gl 5.1». 25). 6. O Espírito e o batísrtio. Em I Coríntios 1 2 .1 3 , Prtulo d e c la r o u que "todos nos fomos batizados em umso Espirito, formando inu só corpo, quer judeus, qunr gTcgos. quer servos, quer livres; e a todos nos íoi dado beber de um só Espírito” O apóstolo enfatizou a palavra todos, paru indicar que pessoas de todas as áreas, raça ou condi­ ção social estão incluídas. Enfatizo a universalidade do corpo de Cristo, isto é, a Igreja. Em ambos os textos e contextos, indicou que falava de maneira figurada sobre o batismo e beber de um só Espirito, sem dar nenhuma indicação de pensar nus ordenanças do liatismo e da ce/n do Senhor. Aqui, Pa ui o não faz uma alusão ao balismo uas águas e à comunhão, O desenvolvimento de 1 Coríntios 12.13 sugere que ser batizado significa que o indivíduo se toma um membro vivo da Igreja, após a c o n v e r s ã o . Quando acontece a regeneração espiritual, a pessoa passa a pertencer ao Corpo de Cristo, isto e, a Igreja. Náo é a observância externã do bfitismo uas aguas, mas a transformação iulema, por rneio do Espírito SanlO, que leva o crente a comunhão com Jesus. Além disso, o verbo grego Uo lempo aorislo, traduzido como “foi dado beber”, indica uma ocorrftncia úni­ ca. Se esse verbo estivesse relacionado com a Ceio do Senhor, como alguns sugerem, seria algo contrário à instrução de Paulo para manler a observância dela conslanteniento, até a volta de Cristo ( I Co 11.25.26).

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ESPÍRITO SANTO

0 Evangelho de João e 1 João
1. O Evangelho de João. Em muitos capítulos do seu evangelho. João referiu-se ao Espirito Sanlu e rugistrou as palavras de Jesus concernentes a Ele. Mencionou o balisiihj de Jesus, sobna quem o Espírito pousou na lorma de uma pomba. Notou que João Batisto, quo balizava com água, revelou que Jesus balizaria t;om o Espírito Santo (Jo 1.32.331. Deus deu 0 Espirito a Jesus sem medida (Jo 3.34). lesus rlisse a Nicodemos que era necessário nascer de novo antes de se fazer parle do reino de Deus. Cristo afirmou: "Aquele que não nascer da água e <lo Espirito, não pode entrar no reino do Deus. O que é nascitlo da carne, é carne, mas o que ê nascido do Espírito, ó espírito” (lo 3.5.61. João usou a palavra grega prwumn com dois sentidos diferentes: vento e Espírito. O mistério da movimentação do vento é similar a ser nascido de novo do Espírito (Jo 3.8). O Espirito õ a fonte de viria (Jo 6.63) e ela é comparada às fonles de agua viva quo. espiritualmente falando, fluem do interior do creme (7,38.39). O discurso do despedida de Jesus, proferido no cenáculo, enfatizou o advento do Espírito Santo Ensinou que Ele seria dado pelo Pai e permaneceria para fièmpro com a crenle. Seria outro Consolador, uma Pessoa que personificaria a verdade (Jo 14.16.17). O Consolador sairia do Pai, seria enviado pelo Filho i: testificaria sobre Jesus (Jo 15.2f>). O Consolador também convem «ria o mundo do pecado, da juslica e do juízo (Jo 16.71 11 . O Espirito guiaria o crente em toda a verdade, proporcionaria a revelação lulura e glorificaria n Jesus Cristo (Jo 16.13-15). Por último. em antecipação ao Pentecostes, Jesus soprou o Espírito Santo sobre os discípulos, para auxiliá-los nu tarefa que rece­ beram dele (Jo 20.22). 2. J Jtíâú. «A s referências ao Espirito Sauto nesta epístola náo diferem muilo da­ quelas do evangelho de João. O Espírito ciado aos crentes cria nos mesmos uma cons­ ciência de que o Pai vive neles, por moio do Filho (1 Jo 3.24: 4.13). Gomo os cristãos são capazes de roconheoer o Espirito cie Deus? Eles o conhecem pelo reconhecimento de quo (esus Cristo veio de Deus em lorrua humana; eles ouvem a Deus ( l [o 12. 6). O Espírito ria verdade testifica que Jesus é o Filho de Deus ( t Jo 5.6-8]

O restante do Novo Testamento
I. Hebreus. O escritor da carta aos Hebreus ensinou sobre a doutrina da Trindade espec;ialmente com respeito à revelação de Deus. Embora Davi tenha composto o Salmo 95 e Jeremia* tenha registrado uma profecia sobre a nova aliança (Jr 31.31-34.), suas palavras (oram proferidas pelo Espirito San lo, dirigidas aos leitores da carta aos Hebreus (Hb 3.7; 10.15). No tempo determinado, o Espirito revelou que o perdão dos pecados por meio do sangue de animais terminaria (Hb 9.8. 141, Além disso, o escri­ tor da carta falou sobre os pecados cometidos contra 0 Espirito Santo (6.4-6: 10.29) Declarou, porem, que o povo da Deus é recipiente dos dons que o Espírito Santo distribui ontre eles (2.4). 2. As curta* fie Pvdro r ludtm. 1 Pedro tem cinco leforênrias ao Espirito Santo (1 Pe J.2.1 1.12: 3.18: 4.14). Juntamente com o Pai o o Filho, o Espírito é o que santifica os eleitos de Deus 11.2). O Espírito predisse os sofrimentos de Cristo e a glória subsequente II.111.0 Espirito guiou e nontinua a dirigir os que pregam o Evangelho da salvação (112). Enquanto em outras partes do NT é ensinada que Deus. o Pai, ressuscitou Jesus dos mortos, Pedro, em sua primeira carta, declara que Cristo foi vivificada pelo Espi­ rito (1 Pe 3.18. cf. Rm 8.1 1). Na verdade, toda Trindade esteve envolvida na ressurrei-

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ESTAQUÍS çân. Assim cimio u Espírito eslava com Cristo, assim Uinibóm o Espírito da glória repousa sobre Iodas as pessoas quo sofrem poT cousa de |esus Í1 Pe 4 .14|. 2 Pedro lem apenas uma referêncio uo Espirito (L21). Pedro escreveu que as pessoas que compuseram as Escriluras foram dirigidas pelo Espírilo Santo. Rara es­ crever o AT e o NT, o Espirito usou seres humanos, com seus talentos e percepções, suo* rnruCtetisLíeas e seu treinameulo. Ao fazer isso, o Espirito os guardou rio pecado e do erro. Judas revelou que as pessoas que estavam determinadas d dividir a igreja e eram levadas pelos seus desejos carnais careciam do poder do Espírilo Santo dentro delas íjd 19). Os verdadeiros crentes, contudo, fortalecem a fé, quando oram constaniRmcnte no Espírito Santo (v. 20). 3 A poralipsè. O último livro do NT lem numerosas passagens que lalum sobre o Espirito Sanlo. Na ilha de Palmos, João estava d o Espírito, tanto oo dia do Senlior como ik> momento em que olhou utracês de uma porta aberta no céu (Ap 1.111; 4.2). Posteriormente, íoi conduzido pelo Espírito uo deserto, para uma grande e alta mon­ tanha (17.3; 21.10). O Espirito dirigiu-se às sete igrejas na Ásia Menor e todo o que lem ouvidos é exortado a escutar (Ap 2.7,11,17,29: 3.6,13.221- O Espúito Santo acres­ centou à bem-aventurança: “Bem-aventurados os mortos i|ue desde agora morrem no Senhor" as palavras : “Sim, descansarão dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanharão' (Ap 14.131, Por último, junto com a Igreja de Jesus, o Espírito Sanlo dirige-se a Crislo e diz: “Vem" (22 17),

Conclusão
O Espírilo Sanlo desceu sobre Tesus Crislo na forma corpórea de uma pomba (Lc 3.221 6 como labaredas de Togo sobre as pessoas reunidas no dia de Pentecostes, em Jerusa­ lém (At 2.31, É 0 sopro de Deus tanto Da criação como na recriação (Sl 33.6; Io 3.8|. O Espirito Sanlo trabalhou na formarão das Escrituras e agora se empenha em sua aplicação. Ele literalmente levantou os escritores do Antigo e rio Novo Testamento ^ os guiou enquanto escreviam cada palavra «las Escrituras (2 Pe 1.20,21). Ele fala com as pessoas por meio tias Escrituras IAt 28.25; Hb 3.7; ít.8; 10.15). A Palavra de Deus é a espada do Espirito IEl 6.17). Para os ©islãos, o Espirito á o Consolador que coloca sen selo sobre eles, como si uai de propriedado (2 Co 2.21). Ao mesmo lempo. os <rentes lêm a cerleza de qun o Espirito é a primeira provo das bênçãos ainda maiores e melhores esperadas por eles (2 Co 1.22). Ele é como o orvalho que desce invisível sobre a Turra, embora B X ib ã resultados visíveis. Deus abençoa seu povo por rneio do Espírito Santo e concedellies a bênção Irinilária tia graça de Crislo, do amor dn Duus e da comunhão do Espi­ rito Santo (2 Co 13.13). s .j.k .

ES POS A DE POTIFAR, A. Para mai­ ores detalhes, veja Palitar. Esta mulher, cujo nome não é mencionado, truiou se­ duzir José, o qual ocupava uma posição de confiança na casa do seu senhor. O jovem recusou-se < j deitar-se com ela e a cometer tal pecado contra Deus; a mu­

lher então o aiTmou falsamente de tenlai aproveitar-se dela à força. O marido, ao ouvir essas acusações leilas pela esposa, mandou |osé para a prisão (Gn ;i9.0>-20).

ESTÁQUIS (Gr, “carro de grãos"). Cha­ mado de “meu amedo" por Paulo, para

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ESTEFANAS significar que se tratava tle um amigo muito querido. Vivia em Roma e fui saudado pelo apóstolo cm Romanos 16.9. O reconhei imento pessoal de Paulo e o cui^ dado que tinha com os irmãos de dife­ rentes igrejas é algo que deve ser notado ria maioria de suas cartas. ESTEFANAS (G r.eoraa"). Cristão bom conhecido nu Lgreju em Corinlo; ele e sua casa luram os primeiros convertidos na província da Acai a (1 Co lfi.151 e eram conhecidos pela devoção com que servi­ am outros cristãos na igreja. Paulo exor­ tou os CDrínlios a tor estima ò família rle Esfcíânas, que trabalhava Ião diligente­ mente no serviço Cristão. Sabemos .que Esléfanas ír> i balizado por rriuJo. Ao que parece, algumas pessoas na igreja uni Corinto dividiam-so om grupos Bm torno dos figuras proeminentes. Talvez algumas dessas divisões fossem causadas pelo orgulho que sentiam peio líder que as balizara. Riulo afirmou que havia balizado apenas três pessoas. entre as quais EstefanâS. O apóstolo argumentou que u unidade cristã estai centralizada no Evan­ gelho do Crislo crucificado e não em quem balizara alguém II Co l . J 6.17.23). Esléíanas é m encionado em l Cofintios Ui .l 7 . l H junto com Fortunatoe Acaico. Tais homens eram "dignos de reconhet imento" pelo serviço prestado ao Senhor, principalmente por lerem levadu noticias da igreja em Corinto a Paulo, quando este sé encontrava em Éleso. Tal­ vez os trés tenham sido os portadores da carta dos cristãos coríntios oo apóstolo e. no regresso, os condutores da epistola que conhecemos corno 1 Corintios. O serviço liei deles era "um refrigério para o espiri­ to'* de Paulo. Esse e um aspecto regular em suas carias: reconhecer os cristãos que tinham um ministério de encorajamento.
1 U 1 .0 .

2. Maacatila; também da tribo de Judã e filho de Hodias (1 Ct 4.19). E S T E R Também conhecida como Hadassa. era uma jovem judia, da Iribo de Benjamim, cujos pais morreram na época do exílio babilónico Foi criada por urn primo, chamado M orde cai (Et 2.5-7). Es­ tavam entre os judeus que habitavam na fortaleza de Susâ. sob o rei nado de Assuero fXerxes), A vida de Ester mudou quando a rainha recusou-se a mostrai sua beleza durante urn banquete oferecido pelo rei. Devido u essa atitude de rebelião, Vusti foi banida da casa real e inii. iou-.se a procura por uma jovem bonita e virgem, que ocu­ passe seu lugar. Depois de doze meses de tratamento de beleza e treinamento, Ester foi eleita pelo rei corno a mais linda jo­ vem entre Iodas os que foram apresenta­ das: escolhida como a nova rainha, não divulgou, contudo, sua origem judaica. Ester floresceu em sua nova posição, assim como seu p rim o Mordecai. Sua fé, entretanto, foi Tealmente provada quando o primo aproximou-se dela e IransmiliuIhe a sentença de m o rle ile seu povo. Ele descobrira um complô organizado por Hamã. um alto oficial do rei. para aniqui­ lar os judeus e sabia que somente Ester era capaz de ajudar a salvar o povo de Deus. Hamã persuadira Assuero u assinar uma ordem que decretava o massacre dos judeus. Ester seria obrigada a tomar uma decisão. Arriscaria sua própria vida, se procurasse o rei se.m ser convidada, ou prrrinaneceria nm silêncio e comprometeria a vida de todos as judeus. Mediante a ex­ pressão: "Se eu perecer, pereci’ . tomou a decisão de talar com o rei. Com todos os judeus de Susâ unidas em oração e lejum, Ester buscou a ajuda do marido contra Hamã. No final, o inimigo dos judeus foi onforcodo por ordem do rei e, embora o decreto original não pudesse ser revoga­ do, Assueru deu unia permissão especial aos judeus para se defenderem coutra o immente massacre. Assim eles fizeram foram sal vos (Et T a 9).

ESTE MO A. 1. Seu pai era fsba e seus avós eram Merede e Bi tia, fil ha do. Fíiraó (1 Cr 4.17). Era da Iribo de Juda,

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ESTÊVÃO O cuidado fie Deus, alé mesmo no exílio e sob mu governo pagão, c visto darameme na maneira como usou Ester e Mordecai para preservar seu povo. Os dois primos prestaram sous serviços uo rei Assuaro o a Deus tom fidelidade e honra, é conquistaram assim o respeito de todos (veja Mordecai, Vctstí e H<miã)
S.c.

ESTÊVÃO (Gr. "riqueza" ou “coroa"). É um ilos personagens mais proeminentes do Novo Testamento. O seu discurso é o mais longo do livro de Atos [Al 7.2-531 . Sua vida e trabalho são destacados nm Atos (> *? 7, embora sua perseguição e morte sejam mencionadas mais tardn em Atos Ll.lt); 22.20.. Estêvão chegou a proeminência nos primeiros dias da Igreja cristã, quando a comunidade se desenvolvia e experimen­ tava os problemas e as dificuldades c o n s ­ tantes, Uma das tensões surgidas foi em c o r u s o q u ê m ia ria acusação de que as viú­ vas de origem grega eram esquecidas na distribuição diária de alimentos (Al 6. 1). Como resposta a essa critica, os doze apostolos reuniram toda a congregação, apresentaram abertamente o problema e propuseram uma solu ção razoável' "Escolhei, irmãos, dentre vós, sete ho­ mens de boa reputação, cheios do Espiri­ to Sanio e lie sabedoria, ao.s quais constiluamos sobre esle importante negócio. Mas nós perseveraremos ua oração e no ministério du polâvra" |Al 6.3.4|. Essa proposta recebeu a acei tação geral de toda a comunidade e foram escolhidos sele ho­ mens de reputação Irrepreensível para lidar com a situação. Dois dos principais nmmbros destn grupo foram Eslèvão e Filipe. Quando o problema foi contornado, a Igreja em Jerusalém experimentou um cresi iniento extraordinário: “De sorte que crescia a palavra de Deus, e em Jurusnléin se mulliplicava rapidamente o nu­ mero rios discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia ã lé" (Al 6.7).

Conforme Lucas esclarece, Estêvão estava profundamente envolvido eui todo esse crescimento, especialmente: na ex­ pansão da Igreja de lerttsalém para Antioquia IAI 0.1 a 12.25). Lucas dedica urna < .onsiderávei atenção ao lestemunho de Estêvão (6,8 a 7 isij), descrevendo em detalhes sua prisão (0.8-15), sua brilhan­ te "defesa" f7 1-53) e seu martírio (7.5460). Eslêvão náo somente era um homem prático, hábil em lidar com a administra­ ção da Igreja e a obra social, mas também interessado na pregação do Evangelho aos outros. Sua mousagem era acompanhada rle maravilhosas demonstrações do poder de Deus. que lhe davam condições de operar “prodígios e grandes sinais entre o povo" (At H0). Isso dava 5 sua palavra urna notável credibilidade, mns também suscitava a oposição dos judeus conser' vadores, preocupados com o d o v o movi­ mento criâtãa. e invejosos por causa da evidente popularidade de Estêvão e do seu carisma. A despoito da oposição, seus inimigos não "podiam resistir ã sabedo­ ria e ao espirito com que ele lalava" (Al 6.10). Determinados a atacar e enfraque­ cer seu trabalho, instigaram uma campa­ nha sub-repfícia, ao fazer graves acusa­ ções contra Estêvão o alegar quo blaslemava "contra Moisés e conlru Deus" (At 6.11). Ao mobili/.Hr as multidões contra ele e usaras alegações de ialsas testemu­ nhas. asseguraram que íosse preso, a fim de anular seu radiante testemunho de Cristo p transformá-lo em algo sinistro e hostil à Lei mosaica 16.14). O lato Inegá­ vel, entreianlo, é que Eslêvão manteve sua compostura dian le do Si nedrio, e seus Inimigos reconheceram sua santidade: “...fixando os olhos nele, viram o seu ros­ to como o mato de um anjo" (At 6.15). O discurso de Eslêvão diante do Sinédrio é uma memorável rei^pitulação da história judaica e uma defesa ousada da lè cristã diante de seus acusadores. Foi questionado pelo sumo sacerdote se as acusações feitas r.outra ele eram verda*

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Tanto um como o outro foram vitimas de inveja e rejeição nas mãos do povo (At 7. e mudar os cosi umes que Moisés nos deu" (At 6. cf.54 a tí.51-531.13/141. Gn 17.35): de futo.30-34) e no Livramento do Egito (7. cif. contudo.7.9. 22. eles o aiacaram. Gn 1. ir>. a história rle José foi contada para lembrar a providência de Deus ao povo e preparai o cenário para a narrativa do poderoso livramento do Êxodo. jul­ garia seus opressores e levá-los-ia em se­ gurança ã Terra Prometida. Gn 12 1-31 Abraão. Estèváo m orreu ua presença do Saulo de 198 .23-20).7).8: etc.51-531.14: Èx 3. pela resposla furiosa do povo.18. e o circuncidou ao oitavo dia.3. 35.14: 3.6). a mal tratarão par quatrocen­ tos anos” (At 7. Gn 37. 15.3538). foi umn magnífica confissão dp sua fé em Cristo contra 0 pano de lundo do tratamento dispensado por Deus ao povo da Aliança através da história. Era nesle contexto do aliança que 0 rilual da circuncisão precisava ser en­ tendido (At 7. cí.8. A parle final (la revisáu hislórica lida com o contraste entre o Tabernáculo e o Templo (Al 7. sob a liderança de Moisés. lb-4|. em seu <omifisionamenlD (7.39-431.31 a 21 1.13.5: 15. Gn 21. cf. era um cha­ mado ao arrependimento e a fé. e Jacó aos doze pa­ triarcas" (At 7.2-81 O Todo-poderoso falara uom o patriarca e Lhe dera direção para ir à lerra da promessa lAt 7. em conse­ quência da perseguição resultante |0.4.14).4450).d Gu 12. Mos­ tra ufa trisie quadro de constan tes escorregões por parle do povo du Deus o aponta a rejeição deles ao Messias pro­ metido.44-50).1.4).15.1. Eslêvão tez um relato da história sagrada desde Abraão e lalou dn maneiro como Deus lidou com o grande antepassado do povo da aliança (7. onde eles o adorariam (At 7.t: 17. Essa revisão histórica é seguida pela repreensão por manterem a mesma alitudo com relação ao advento de Crislo (7. Isaque gerou a Jacó. Dous usou Moisés como ‘prín­ cipe fc Juiz'’ de seu povo IAl 7.2. Dou>dis­ se a Abraão: "A lua descendência será pe­ regrina em lerra alheia. A des­ peito disso. assim.11: Èx 2.210) a segunda a Moisés (Al 7. O discursa lem três parles principais: a primeira refere-se aos patriarcas (At 7.). apesar da idolatria de Israel desde a época do cativeiro (7. Realmeule. apesar rle naquela época ainda náo lei1um filho (At 7 . o qual lamentavelmente caiu em ouvidos sur­ dos. em sou tempo uo destírlo (7. A resposta de Estêvão nõo representava uma tentativa de se livrai da perseguição nu do sofrimeulo: pelo contrário. I\)i«* o ouvimos dizer que esse Jesus de Nazaré há de destruir esle luxar.58).5 .2-531. la) e pela disper­ são da Igreja de Jerusalém.1). Tinham afirmo do ruido­ samente: “Este homem não cessa do pro­ ferir blasfémias contru este sanlo lugar e a loi. Gn 15. Numa explosão de fúria.17-22J. a providência divina foi vista em seu nas­ cimento I7. o Senhor.54. cf. no tempo determinado 'Abraão gerou a Isaque. e.12). 27. Eslêvão claramente se opôs □ uma visão estática da vida de Israel. em favor dc urna visao dinâmica do povo de Deus durante a peregrina­ ção. 13. O sermão realmente nos oferece uma “teo­ logia bíblica” — um exame do Antigo Tes­ tamento a luz do advento de Cristo. Semelhantemente. Acusou sua audiência de traidores e assassinos do “Juslo" (Jesus Crislo). como o trágico clímax de uma longa história de apostas ia e desobediên­ cia (7. Dous fizera promessas maravilho­ sas o Abraão. ao apedreiá-lo 17.17-41): e a terceira ao Tabernáculo e ao Templo (7. cl. cf. A repreensão no final foi umo tentaiiva de fa/er com quo os judeus enca­ rassem sua dureza de coração e a rebe­ lião que m antinham contra o Espírito Sanlo (7. em obediência ò voz divina. e a sujeitarão à escravidão.7. onde permaneceu alé a morle de seu pai (Al 7. Depois i le pedir que prestassem aten­ ção ao que tinha a dizer (Al 7.8.ESTÊVÃO (leiras ou falsas. arrastaram -no para fora da cidade e o apedrejaram alé a morte (7. saiu de th’ e estabelecei i-se em Harã.10-141.13.

não sujeito a julgamentos baseados no calor das circunstâncias. O amor era expresso em amizades profundas. a pratica e a racional. Esta entrega recebeu uma ênfase cristocênlrica em Atos. em seu poderoso testemunho de Cristo (6. isto é.37|. que está em pé à direita de Deus” (Al 7. 22. Conforme sua doutri­ na. Dois outros elementos também são no­ tados.5 1-5. um obreiro eíetivo e um nobre mártir. como verdadeiro discípulo. Paulo tomou-se cristão (9.56). sofreu e morreu por Cris­ lo. ó homem precisa ser prudente. Eram dominados por uma preocupação com a razão e a» ques­ tões relacionadas com o estado do mun­ do. o intelecto e o que é ge­ rado por ela própria. Estevão.341.3. pulo fiel..3: cf. Lr 23 46. cora­ joso e Lemperanle. mas o homem sábio vive sem emo­ ções. O movimento foi funda­ do por Zenãu (340 a 265 a. tomo 7.8s ct Mt 10 32s). nu entanto. a alma tem oito elementos: os cinco sentidos.59.60. Em seu primeiro livro.. Seus proponentes eram panlefelas. Os estóicos honravam os deuses.18. reivindicou ousadamente essa promessa e pediu a lesus. 8. o “protomártir”. o qual "também. a fala. 199 . consentia na morte dele” (7. Pri­ meiro. ugiu como seu Senhor.2-23).1). quando. Lut. Esse pflpel do Espírito é evi­ dente em sua indicação (Al P.upação deles com a ética tambéin linha muito que ver sobre as paixões humanas e seus im­ pulsos.gregas da época de Paulo. oferecium-lhas ora­ ções i: pediam boas dádivas a eles.10). os quais falavam da unidade da hiunanidade b o «eu parentesco com o elemento divino. A prnoi.1-19. olhou para o Senhor par/i a vindicação finul. em suas obras podeiosas e s mais miraculosos (6.h . recebe o meu espírito" (At 7. a qual é particularmente surpreendente: “Senhor Jesus. 0 outro é o lato de que a vida de Estêvão es­ lava claramente sob o tolal controle «lo Espirilo Sanlo. A felicidade consistiu na virtude e numa disposição de harmonia.60: cf. o que a razão nos leva a fa­ zer.8) e em seu discurso corajoso diante do Sinédrio (7. que o reconhecesse no céu. Falou a verdade em sou julgamento IAI 7. Vários aspectos são notados aqui. na presença de Deus.as registrara as pa lavras de lesus: ‘‘Digo-vos que todo aquele que me confessar diarite dos homens tam­ bém o Filho do homem o confessará liiante dos anjos do Deus” (Lc 12.2-53) cia hoje.141 . ele i'xid-±iaou "Olliail Eu veja os léus uhertns.i coragem de Estêvão ora u razão inerente na matéria. A vida tinha três dimensões: a contemplativa.401 t? entregou seu espirito (Al 7. Uma das muitas escolas fi­ losóficas . justo. A morte de Estêvão provavel­ mente loi um dos “aguilhões" que o leva­ ram a Cristo (26. a última era a mais importante. 26.l por volta de 300 a. A emoção eiru vista como o resultado rio julgammtos anteri­ ores. Jo 18. o ética e a lógica.59). no presente século. O bomem sá­ bio de maneira alguma é vão. 0 Filho do homem. L<. Essa filosofia e rosa para com os inimigos — tudo isso detalhada no livro de Diógenes Laércio A faz dele um modelo digno de um discí­ vida dos filósofos eminentes. Os estóicos dividiam sua filosofia em Lrès partes: a consideração dos objetns físicos.C. são martirizados mais cristão*1 do que em qualquer nutra época da era cristã- ES TÓ ICO S. Posteriormente. Seu pedido foi concedida f.. Assim. O obietivo da vida era viver em harmonia com a natureza e fazer boas açóes. Sua história leni grandif relevân­ d . de ma­ neira que o mundo era ordenado pela ra­ diante dos oponentes o sua atitude amo­ zão e pela providência. Estêvão viveu. SI 315). entre as três.ESTÓICOS Tai's<).C. no momento da morte. clamou em voz alta (Lc 23. 23. Tam­ bém buscavam a excelência. cf. e o Filho do homem.9. Deus O heroísmo e . Estêvão diante de seu martírio. Um ó o testemunho de Estêvão. O apóstolo oncontrou-se rom essa tradição em Atos 17. per­ doou seus agressores IAI 7.1-21.5).

unia anliga cidade pqrtuãria da Fenícia.21). pai de Ada ias e ancestral de Asafe.irihos.301. O texto não deixa claro alé qué ponto a adoração a Deus loi restabelecida em Israel. devido ao seu ca­ samento com Jezabel. Um cristão que esteve com Paulo duranie sua EÚDE. Era filho de Quisi. A pnz foi restaurada e durou f)0 unos (Jz 3 16-30). da tribo de Levi. membro do clã dos merari las II Cr 6. Por meio tia comparação com a sabedoria de Eiã p de outros ho­ mens da época. ‘ Elide. Kei deSidom. Deus permitiu que Eglom. ao ficarem so/. era fumoso por sua sabedoria. os israelitas tornaram-se idó­ latras novamente. 5. Levi la que serviu no Tãljfímánilo. da tribo de Juda 11 Cr 4. Esse rei de Israel tornou-se idólatra. ho­ mem canhoto'. o conh ecim ento du Salomão foi considerado ainda maior do quo o de todos nles juntosf I Rs 4. serviu no ministério do Tabernáculo uo reinado de Davi ( I Cr 6. O libertador que o Se­ nhor então Lhes deu íoi Eúde.á. Escapou rapidamente e liderou 0 povo na batalha. Linha um propósito reslaurador.l Cr 4.31). Filho de Zima.Õ-H). Acrescentou suas p r ó p r ia s saudações no final da carta a Timóteo 12 Tm 4. E mimei onado numa passagem que engrandece o extra­ ordinário conhecimento dado poi Deus ao rei Salomão.il. anles lo­ dos me desampararam" [v.|[z 3. já próximo do final da vida do apóstolo.41). benjamita. vivia era Ror. segunda prisão em Roam. Elide fex uma espada de dois gumes. ETBAAL |Meb. quo o levou dirotamenUs à adoração do Baal. o Se­ nhor deu-lhes paz duranie lodo o tempo de vida de Eúde. Elbaal ti mencionado em conexão mm Arai io. É algo digno de □oia que ÈubuJo provavelmente íoi um dos poucos irmãos que ainda estavam com Paulo naquele momento. Provavelmente Irata-se do Olho de Cusaias. Nesia ocasião. onde esses eventos são registrados. a qual escondeu jumoà roxa direita. 16). Conhecido corno Etã. um dos Lideres musicais do rei Davi | 1 Cr 6.11.ESTOM ESTOM. Como acontece com frequência uo Livro de luizes.42). Seu filho chamava-se Azarias (1 Cr 2. pois no mesmo capítulo o apóstolo declara melancolicamenb: que "ninguém me assisUu na ruinha primeira defesa.ia (1 Cr 4. filho de Gera. 1. por suu graça. Assim que 200 . filha de Elbaal. "comBaal").ds do que lodos os que fo­ ram antes dele" 11 Rs 10. rei dos moabitas. I Irn dos líderes tia Iribo de Judá. Seu pai fui Meir. Filho de Hela.17-19). o qual fez "o que era mau uos olhos i lo Senhor. ETNÃ. 1. ocasião em que conquistou uma grande vitoria. m.. Os papéis se inverteram o Israel subjugou Monbe.12). ETÃ. sacou a espada e o malou. ETNI. invadisse Israel. 4. e acres< eula que “o Senhor me assistiu e m e forta­ leceu” (v. junta­ mente uom sun lum. Depois da morte de Otniel. (Veja lambém fiiiz&i)'. As vezes pas­ savam-se muitos anos até que isso acoutecesse. 3. o pecado do povo ptovocava o juízo de Deus: esse castigo. Uni dos descendentes de Judá e pai de Jezreel f. o quo le­ vava os israelitas a se arrepender e bus­ car novamente ao Senhor.44). quando transgre­ diram. O Salmo B9 6 creditado a ele. um dos indicados por Duvi para cantaru tocar os dmholus rio bronze tpjonriu a Arca da Aiiançu íoi levada para Jeru­ salém ( I Cr 15. Nações estrangeiras eram autoriza­ das a invadir e oprimir o povo. 17). Levou u tributo do povo ao rei tsglom e pediu para oncontrar-se a sós coin ole.7). o ezrajia. ÊUBULO (Gr. Passaram-se 18 anos. "de bom conselho'"). sob as roupas. Levita.3)* 2 . Neto de Judá e Tamar e um dos cin­ co filhos de Zerá.151. Na verdade. atõ quo os isranlilas finalmente cla­ maram ao Sonhor. entretanto.

o foi Mia formação -interior que o preparou Ião bem para o ministério de evangelista. pois Timóteo apareniemenle saliia a respeito da perse­ guição que o apostolo sofreu quando esleve In (2 Tm :t. uem poderia oferecer sacrifícios.Tr q salvação por meio da fé em Cristo. o protela Isaias deixara a pnrla aberta para os eunucos e estrangeiros que desejassem EUNICE.t). onde Irafegava o eunuco. "de Candace.g. porém seu marido ora grego (vM Lfi. 2.1 e Levílico 21. porém. e falou-lhe so­ bre as boas uovas sobre lesus (At 8. embero a conver­ são de Coroého seja consideraria conto o principal inicio da pregação aos genlios 1r\ t '10i: a conversão do eunuco. e não o viu mais o eunuco. 0 discípulo de lesus então explicou-lhe o lexto. Era o superintendente de todo o tesouro real uo remado 201 . Cunlortne Lucas relata sobre o rápido crescimento do Evangelho em Jerusalém. iuj.35). t lmanjo apareceu a Filipe e disse-lhe que se dirigisse ao sul. At ifí. De fato. LO . A passagem era o capítulo 53. mas seu nome. como euimco. ruinha dos etíopes" (Al 8. depois de adorar em jerusalém. a Iiíz dos sofrimen­ tos e da morte de Cristo. Judia. É p rovável que Lóide e. mas jubiloso. devia-se à ori­ gem do esposo. por­ que é uma pvidênda adicional da disse­ minação do Evangelho. Dirigido pelo Espirito Santo.l t. o texto não deixa claro se era um gentio "temente a Deus" ou se linha as­ cendência judaica. Essa e uma das maiores recompensu$ para os pais cristãos: ver um filho c r e s ­ cer no conhecimento e tumor do Senhor r* começar a servir a Deus por si mesmo.27).8-201.las Escrituras era considerável. ou na com­ panhia de alguém que não compartilha do mesmo compromisso com Cristo e o Palavra do Deus. pediu a Filipe que o balizasse. ajjesar do ter ido a lerusalém para adorar.o de Benjamim.26*40 registra uma série de eventos miraculosos que levaram à sua conversão. paro a estrada do deserto. Entâo perguntou-lhe se entimdia algo so­ bre o que meditava. Samaria. Atos 8. para o qual Deus o cha­ mou por intermédio de l^iuio. sua influência so­ bre Timóteo ao levá-lo a conhecer e amar o Deus i. que signiíica "temente a Deus”.1410). é uma prova de quea Palavra de Deus é para Iodos os tipos de pessoas. mesmo sem o apoio do marido. até o território dos geniios (At 1. EUNUCO ETÍO PE. Depois rlisso. O etíope creu om Cristo o. esse acontecimento é de gran­ de significado para a Igreja. Em parte. Era líder dfe dâ e está listado etn 1 Crónicas 7. Embora saibase pouco sobre Eunice.20 deixam claro que. "o Espirito do Senhor arrebalou a Filipe. Tal fidelidade o Deus e a bênção decorrente disso devem ser um grande encorajamenlo para muitos ho­ mens e mulheres que se encontram numa situação semelhante hoje. que assumira o desafio de ensinar e Irei* uar o filho nas Escrituras. É im portante lem brar que Deuleronômlo 23. Como oficial da rorte da rninhnmôe. provavelmente leria sido castrado I veja Candace).Fl1NUC0 ETÍOPE ele morreu. De qualquer maneira. ao criar os fi­ lhos sozinhos. sem o cônjuge.3). da rebelião o do castigo. Eunice IwqI»ani­ se convertidodurante a primeira visita de Paulo a Listra (Al 14. esse etíope ja­ mais seria admitido na assembleia de Is­ rael.8].30). que voltava para seu pais numa carruagem. quando passa­ ram por um poço. continuou 0 seu caminho" (At 8. Um dos sete filhos de Rilã n bisnel. Judéia. o falo dti seu filho não ler sido lít<uncidado na infância (Al 16. provavelmente loi dado pula própria mãe. começou novamente o eido do pecado.l) Som dúvida. índepnndentemunle de *rua origum ou condição. e ela loi elogiada pelo apóstolo (2 Tm 3. Filipe subiu ao carro e uotou que o etíope lia o profeta Isaias. Mãe de Timóteo e filliu ou UOra do Lóide (2 Tm 1.5). Foi a alegria experimenlada por Eunice. Foi sen conhecimento da Bíblia que o ajudou a eotondi.

portanto. leito numa sala lotada 0 abafada. Sl 08.18). é unia figura central na história da redenção do homem. É um vocábulo usado até mesmo com relação a Deus em outros textos ÍGn 49. A ausência da mulher na criação. pois sabia que deixaria aquela re­ gião no dia seguinte (At 20. ressuscitou. prome­ tendo-lhes acéséo ao Senhor e ao seu ffeihplo. Talvez começasse na noite do sãbado. Uma profeda em Sólonias 3. “ruiu do terceiro andar. A “boa nova” do Evange­ lho <*ra que Jesus sofreu. mesmo quando se nmmiam especificamente para 0 partir do pão (Al 20. por meio da muitipUcação dessa imagem (Gu 1. desde que Eva loi a progenitora do seu género Suu função com relação a Adão.22. por volta da meia noite. Gn 1. p.c. Esse cará ter duplo da natureza derivativa de Eva — imagem de Deus tirada do homem — propordoua a base para que todas as mulheres possam entender a si mes­ mas. “afortunado").281. não tem ern sl mesmo a idéia de subordinação. Como "mulher" (is/tu.10 lambém olhava adiante. Em vez de ser uma serva. tanto duranie o seu tempo de vida como alem dele.25). na verdade. lovonj que pegou no souo durante um discurso partimlarmeutn longo.26* 20. a primeira mulher.as escadas e levantou o rapaz. A intenção de Deus na criação da mulher era que complementasse Adão. causou a declaração de Deus de que algo 202 .c. Ela e primeiro mencionada como parto da noção corporativa de "homem" lodmn.0). Eva era falta a imagem de Deus. Paulo vollou ao cenáculo. co-rodpiente do mandato cultural para encher a lerra e dominá-la.. vavelmente eslava sentado numa janela. p. Esse “partir do pão" era uma parte integrante de toda. o qual. 8). O calor na sala foi ocasionado pelo grande número de pessoas e também pela quantidade de lamparinas usadas paia iluminar o local da reunião (v. Eutii o pro­ EVA Eva. onde partiu 0 pão e continuou seu discurso alé 0 amanhecer. O termo traduzido como “adjutora". r foi levantado morto”.o. Seu significado pode ser visto nos Vários desígnios qup lhe loram destinados o as circimstôndas que os cercaram. entretanto. 7). o que significa que havia algo de incompleto no primeiro homem sem ela. a reunião. Nesse senlidò. "foi levado comu ovftllla para o matadouro" e deu sua vida por toda u qualquer pessoa que se voltas­ se para Ele em fé e confiança. a identidade da mulher derivou direlamnute de Deus. compartilharia com ele uma reciprocidade baseada lanto nas similaridades como nus desigualdades. sua identidade era deriva­ tiva do primeiro homem. Nesse sentido. pois.Êt m co seguir ao Senlior n sua AlMnça.s profecias do AT e in­ dicou que não haveria membros de se­ gunda dasse na assembleia dos que cres­ sem em Cristo. pois se rea­ lizava "no primeiro dia da semana'* (v.2). pargo rha ern que os adoradores de Deus seriam reunidos até mesmo ‘‘dalém dos rios ria Etiópia" (o aJto Nilo. A passagem indica o papel central que a pregação da Palavra de Deus tinha nos cultos dn igreja primitiva.23. a loote dp toda a dignidade humana que nos diferencia de todo o restante rio reino animal. 5. Isso significa que também compartilhava a imagem de Deus. ÉUTICO |Gr.. O após­ tolo desceu apressadumenti.n.'! I ( Essa estranha con­ versão cumpriu h. é a base do entendimento sobre o género masculino. por meio dn um milagre.1 Eva foi criada a partir de Adão e formada com o propósito de ser "uma adjutora” que lhe correspondesse (Gn 2.cf. ftudo pregara um "extenso dis1nrso". Gn 2.7J. Essa reunião sem dúvida era a mais importante do mês.

Uvel á mutação.JBJ. seria estabelec ida por meio do domínio do homem sobre ela. A leituru de Gènesi> 3 sem ler ta>se contexto em mente produziria unja visão distorcida da mulhttr.23J.16). O verbo hebraico usado aqui. A pre­ sença satânica no Éden. entretanto. podemos ver a bênção de Deus. Parece que sua vonlade se tomaria desproporcional ou distorcida. embora oposto: percebeu que era totalmen­ te feita à Imagem de Deus e elo não linha u que somente ela podia proporcionar Nesse aspecto. Ao ceder à tentação de Salanas. a origem do desejo que se vè aqui. Ele não só loi colocada como cabeça sobre toda a criação. O Senhor colocou sobre ela a maldição relacionaria com a gravidez e o parto. estabelece uma ilimonsão de seu traráter 11a BibUa. Como consequência de seu pecado. porem. Quando foi apresentada ao homem. O te trato da mulher aqui. Havia uma forte implica­ ção de hierarquia no relacionamento entre o homem e a mulher e Satanás provavel­ mente escolheu tentar a mulher a fim de subverter essa estrutura. Assim. como susce. não è limitada apenas a esfera biológica. a fim de exaltá-la e t hamá-la de "mulher" l/sho. A autonomia bumiina 11a esfera complementai da verdade e da moral iniciou-se a partir dali. este cantou o primeiro hino encontrado nas Escrituras. Eva teria seu desejo natural substituído pele. seria em seus métodos subversivos. É digno de nola. x-\dão viu nela um espelho idêutico.15). que Adão é visto como praticante de unia falta primária no alo da desobediência. pois a habilidade da mulher conceber foi preservada. Isso não quer dizer que não havia hierarquia conjugal antes desse momento. os quais eram talhados para sua identidade e função (Gu 3.es do pet-ado. A decisão de Satanás de tentar Eva não parece. Se. 0 que é o caso do próximo capítulo (Gn 3. Essa maldição. Alguns comentariMas encontram aqui a base para a liderança masculina o a submissão femini­ na. contudo. A preservação de Eva como fonte de vida. 0 Espírito e a imagem de Deus ÍGn 3. Eva compartilhou tolalmenle com Adão a vergonha dessa rebelião e sentiu com ele a quebra do que antes lora a cobertura suficiente deles — a glória. 3 0 atribuir esse arranjo exclusivamente à qunda Não é . personificada na serpente. Eva continuaria a ser uma geradora de vida. mas também era sua tarofa específica "guardar" 0 Jardim (Gn 2. a mulher tomou sobre si o papel de determinai o bern e o mal. refletir algo que seja inerente a nature­ za feminina. de maneira alguma. Num esforço para justificar. Se houve qualquer base raciuuul por parte da serpente. de “ficar de guarda”. e ele te dominará" (Gn 3. Eva conseguiu a participação de Adão aa rebelião. Cerlamente as dores do parto serviriam paro lembrar u mulher e seus descendentes do sexo feminino sobro a rebe­ lião daquele rlla Também a lembraria do perigo que seria associado ao nascimento dos filhos. pois com certeza Eva desejava seu marido anl. Adão deveria guardar o |ardim Sanio de Deus da presença do m. Gn 2.EVA não estava bom iGn 2. pode conotar uma proposta mili­ tar. uáo é totalmente merecida. mas. A cnracteirização louvável que Eva recebeu de seu marido proporcionou o pano de fundo necessário para sua tentação pela s e r p e n t e . Na maldição sobre a serpente Deu> incluiu a promessa da redenção 203 . nesse ponto. além do sentido de conservar. sim. loi uma indicação direta do fra­ casso do bourem nesse aspecto Esse entendimento corrige a noção equivocada de que Eva Ria mais irara moralmente e de que ela própria era uma tentadora. a despeito da interpretação tradicional. mas essa imagem deve ser vista dentro do contexto de sua caracterização total. «ntretanto.16 b).7).usarmos rumo pano de fundo os soldados do templo 00 Antigo Oriente Médio.» de seu marido: “O teu desejo será para o teu-marido. a des­ peito da morte ser o castigo paru a robubâo dela e do homem.il ou de intrusos impuros. Na maldição. a identidade de Adão derivava de Eva.24). que ela seria modificada de alguma maneira.

204 . quando a redenção será completa.24 Este é o primeiro lugar ua Bíblia onde a analogia 6 feila entre Crislo e a Igreja e o casamento. Vislo desta maneira. Adão. entretanto. então a tentação de Eva pode ser vis la dessa maneira Isso estaria de acordo com uma a&alogia usada com muita frequência no AT. deu instruções particulares paia cada upnern de pessoas. comparada com a falsa sabedoria dos que pregavam um evangelho diferente da­ quele que o apòslolo anunciou. criado primeiro. e (4) o apóstolo falava com baso no entendimnnlo cultural comum daquela época. Assim como o propósito dc Jesus é santificar a Igreja. Ana e Isabel seguem o padrão de Eva. porque era a mãe de lodos os viventes” ÍGn 3 20). a qual descreve a idolatria como uma infidelidade conjugal para com Deus Icf. Sara. O apóstolo ©COrtou a mulher a manter urna postura submissa diante do marido.23. O lilho que nasce desse modelo é visio como o resultado direto da intervenção divina em favor da mãe. Paulo cilou a maneira coma olh foi engonudb pela serpente. (3) ele refletia um chauvinismo comum entro os mbinos.23. Em 2 Coríntios 11. 3. Fica eviden­ te que Adão entendeu a esperança abençoada da esposa. Como veremos posteriormente no NT. como n semenle d a mulher. embora não mencione os nomes de Eva ou Adão. Ij. Há uma analogia no casameoto de Cristo e a Igreja (2 Co 11. que significa "viver". com rela­ ção a Eva. em duas bases — a orrlom da criação e a da tentação.3. como uma advertência do que um falso mestre poderia fazer na igreja em Corinto. |21 as pala\Tas de Paulo foram dirigidas a um problema particular em Éfeso.22. Eva. se tornado como uma exlensão dessa. Eva é o protótipo da mulher que busca sua libertação por meio da geração de filhos.15). enganada primeiro. t ita Génesis 2. Eva não é mais mencionada explicitamente no AT. É a mãe rias dores do parto.2). conquistaria. lunta mais luz sobre o episódio da tentação no Eden. R)i a "profissão de fé" pessoal de E\ a. quandu a chamou ''Eva. Não se sabe ao certo se estão ligados ntimologícamente. embora ela própria não tenha experimenlado a esterilidade. O NT faz duas referências explícitas a Evo. pela resposta que deu à promessa de Deus. mos no mínimo Adão fazia um jogo dp palavras. e essa hierarquia deve permane­ cer no mínimo ale a consumação deste mundo. Esta pas­ sagem geralmente è ah amada de "o primeiro evangelho". Nos conse­ lhos que Paulo dá a seu fillio na le sobre o cuidado com a igreja em Èfeso. para gerar a vida. O ponln da analogia é a aslúcia da serpen­ te. a qual expres* sou uma atitude fundamental de alguém cuja esperança estava ua semente prometida.s pertinente. Ez 16 . So o interesse da igreja em Corinto por um falso evangelho é análoga à infidelidade conjugal. A última caracterização direta de Eva ocorre em sua declaração no nascimento de Caim: 'Alcancei do Senhor um homem'' (Gn 4. Aquela sobre quem o Senhor demonstra seu lavor ex­ perimentará a alegria de Eva (ls 54. Rebeca. ou mesmo coin todos eles: (1. Essa declaração reflete a relação entre o nome e a palavra hebraica haycdi.11 Essas palavras revelam a consciência que linha de Deus.1 vivemos num época em que a redenção já resolveu o problema da queda. onaJogia. O v. Alguns comentaristas declaram que o quo Paulo disse não é mni. Outros destacam quo a ordem da criação é a b a s e para o entendimento de Paulo d o s papóis no relacionamiíoto conjugal — e não a queda. e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gn 3. A outra referência explfcila a Eva uo NT é encontrada em 1 Timóteo 2. esle le lerirá a cabeça. Oséias). o dever do marido para com a esposa é separá-la como objelo exclusivo de seu amor. Efésios 5. porque untei ipau a derrota final de Satanás.13. elu serve como um porsonagem-modolo em episódios subsequentes.EVA humana: ‘E porei Inimizade entre ti p a mulher p entre a lua descendência e o sou descendeu le. Raquel. de acordo com pelo meuos um dos seguintes princípios. a quoJ Cristo.

é o recipiente da revelação divina de que conceberia um filho. uma das duas ou am bas eram hom ens. E V I L M E R O D A Q U E (Heb.31 de Pau­ lo O conflito enlre Evódia e Síntique ameaçava a unidade da igreja. o qual o sustentou com ali­ mentos de sua mesa P deu-lhe uma ge­ nerosa ajuda financeira. contudo. na ascensão de Evil-Merodaque. Em resumo. para a entendimento de Eva. ou uma das duas iia realidade era Lídia (Al 10. a rnáe de Jesus. Maria. o descendente dela está associado com a batalha cósmica entre as forças de Deus e as de Satanás. dando ã luz filhos". o rei de Judá que estava proso (2 Rs 24. suas vi­ das seriam poupadas e no final seriam restaurados e voltariam a terra natal. entretanto. 8. E V Ò D I A . Apesar du Eva não ser mencionada diretainente como a mãe da semente que des­ truiria a serpente. uáo passam de hipóteses especulativas. é visto m* v. A soberania de Deus sobre todo o juizo do exílio p a restauração final do povo. M. No contexto do livro de Jeremias.I. LI m dos cinco reis de Midiã. EZBAI. Menciono do om 2 Reis 25. 0 apelo de Paulo é concluído com a esperança de que a mulher "salvar-se-á.Marduquo.11-iGJ.G.21). entretanto. 205 . bem como de alguns aspectos da obra redentora de Cristo. Joaquim. Mo. é o terna dominante desso período. Pai do Naari n qual foi um dos "heróis" de Davi |I Cr 11. quo voltaria para Judá. Alguns dentre o povo deseja­ vam fugir para o Egito.EZBA1 O aspecto mais relevante desta passagem de 1 Timóteo 2. ola podo proporcionar o pano de fundo para o entendimento de outros personagens bíblicos. o capítulo final (Jr 53) aponta paru o cum­ primento da proiei iu de quo os exilados não deveriam temer o rei da Babilónia |Jr 42. o qual seria o foco central da redenção e lutaria contra as forças do mal (Lc 1. No 37® ano do exílio dos israelitas na Babilónia. a menção de Eva e muito limitada na Bíblia. ou diaconisas. Embora obviamente. provavelmeute ela é o modelo em outros contextos do NT. foi solto do cárcere.15).114. Além da menção exp lícita. mas o Senhor nada llies garantiu alem da morle *»e fossom paia lã.3 8 ) .rodaque . o ma das ‘‘companheiras de jugo" (Fp 4 2.27 e Jerem ias 5 2 . Tais teori­ as. 15. deus babilónio). os quais Moisés derrotou eiu batalha (Nm 31.3 J. Evil-Merodaque foi ape­ nas um dos reis usados pelo Senhor.n.2. Exis­ tem muitas teorias sobre elas. Sobre esse aspecto.33SS'. OutiD possível alusão a Eva uo NT é a mulher que dá ã luz em Apocalipse 12 /M i. p. Aparoutem enle. é urna refle­ xão sobro a grande promessa dado a Evo — quo e l a era a ' mãe de Iodos os viventes'. i omn parte do vingança pelos midianilas terem seduzido os israelitas a se afastarem do Senhor (Nm 25). “homem de Merodaque”. Cl■istã filipen se. eram símbolos dos judeus cristãos o gentios. a fim de realizar seus propósitoiS para com seu povo. Um rei da Babilónia do século VI a. a atenção cuidadosa dos meios de caracterização revela muito sobre a fonte o n natureza de suo identidade. Na Babilónia. notemos o fato do que Lucas traçou a genealogia dn lesus até Adão (Lc 3 .C. | s 13.37). e o após­ tolo as exortou a se reconciliarem. 2.essa não soja uma garantia ou tomátira dn qu« a reprodução biológica resultará om salvação espiritual. EVI. tornuu-se m eigo do rei babilónico.c.35]. 14).

A música foi reincorporada ao culto. O s sacerdotes e le v ita s passaram a s e r v ir d e acordo com as prescrições bíblicas. com a idade de 25 anos. Buscou ao Senhor A calamidade não aconteceu Com anos mais lorde.C . Era fillio ile Acaz e de Abl.19. inclusive a imagem de Neuslã. Esta estátua tornara-se objfilã de culto e mostra quão facilmente substituímos a verdadeira adoração pela falsa. Como parte desse programa.12). Tiveram um lempo Ião maravilhoso em adoração e louvar ao Senhor. tornou-se rei absoluto. purque Exéquias confiava no Senhor (2 Rs 10. A reforma leve como «bjetivo principal centralizar a adoração ao Sonhor nova­ mente em Jerusalém. a fim de solicitar ao povo que adorasse ao Senhor. Embora acreditem qu« Deus se agrada com este tipo de culto.) e os israelitas quo sobreviveram coe­ xistiam com outros povos.EZEQUIAS. nem depois. Uma graude multidão reuniu-so em Jerusalém para celebrar □ portentosa festi­ vidade. contemporâneo de Lsaias. Nm 21. estavam familiarizados com a história do livramento de Deus e da fidelidade de Ezequias. A idolatria foi removida da área do Santuário. 2 Crónicas (29. náo houve outro como ele. Esle monarca começou suas reformas imediatamente após ser coroado rei (2 Cr 29. Ezequias alé mesmo incentivou os habitantes do reino do Norle a participar da adoração em Jerusalém. a serpente de bronze c|ue Moisés erigira no deserto. 0 REI EZEQUIAS. De acordo com o autor dos livros. Ezequiâ» enviou mensageiros qut percorreram Ioda a região de Judá e Israel.12). Alguns dos remanescentes no reino do Norte escar­ neceram dos mensageiros. 206 .dos Reis.4. segundo o costume introduzido nos tempos do rei Davi. A resposta deste rei a tal mBUsagem Foi humilhor-se. Samaria fora destruída pelos assírios [722 a .6-9).31) apresente um relato mais detalhado de suas reformas.C. paia <)ue o povo náo morresse atacado pelas cobras abrasadoras (2 Rs 18 4. Nessa época. que resolveram estender a lesta por mais uma semana! Nada similar a esse acoutecimemo acontecera desde os dias do rei Salomão (2 Cr 30.16. Miquéias. mas outros se humilharam e loram participar 'da Páscoa.5). e. A maioria do povo de |uda atendeu (2 C r 30. profetizara que Jerusalem seria destruída (Mq 3. O REI Ezequias reinou em ludá por 29 anos (715 a 687 a. os anoíãos.1 a 33. A purificação e a Páscoa Embora o registro em 2 Reis (18. nem anles. que ocorro logo depois da P á s c o a . durou sete dias e foi acompanhada com "grande alegria' . e s quais S a h n a n e s e r mandou instalar na região.C. Is 33 a 30).22) seja estranham cmte brevo.3). Uma grande porção da narrativa do cronista sola-e Ezequias é concernente à restauração da adoração ao Se­ nhor e a celebração da Páscoa. A Festa dos P õ e s Asmos. os adoradores podem muito bem incorrer em sua condenação. o jovem rei ordenou que o Templo fosse reaberto e purificado. A reputação de Ezequias Ezequias eru um rei piedoso. Ezequias reinou conjua lamente com seu pai de 729 a 715 a. como loilos as relatos bíblicos demonstram (2 Rs 18 a 20: 2 Cr 20 a 33. eles náo mais possuíam seu centro político.). Um testemunho da fidelidade dele lambem é dado em Jeremias 26 18. no lempo de jeremias.20).

. foi dirigida contra vários governantes situados nas margens ocidentais do mar Mediterrâneo. em 701 a. o qual foi umu verdadrYlra obra de engenharia. linha grande confi­ ança uo poder do Senhor para Llvrá-lo: "Com ele (SenaqueribeI está o braço de carne. Por outro lado. era melhor que eles se reudessem de bom grado ao rei assírio. tentou pacificá-los com o pagamento do tributo. 0 REI O povo eslava muito contente.C!.C.'«. Encerrou sua oração implorando que o Senhor us livrasse de Soiaqueiibe e.EZEQUIAS. quando se aproxima­ ram. ergueu torres e fabricou um grande númoro de armas v . para manter u Templo Rm pleno funcionamento.14SS). que fizera uma incursão em 714 e 710 a. para subjugã-la. Em sua oração. e para guerrear as nossas guerras" (2 Cr 32. reconheceu quo somente o Todo-podemso é Deus sobre os reinos da Ter­ ra. mostrasse que em o único Deus verdadeiro. ao falar diretamente com nles um judaico e dizer-lhes que ninguém seria capaz de salvá-los das mãos dfi Senaqueribe. escudos. Ezequias enviou-lhe uma carta.j. da Assíria. A campanha de Senaqueribe A situação politica de Judií permanecia tensa. o que seria upmximadamente dez loneladas de praia e uma de uuru. Com sua morte om batalha (703 n. sem incorrer na ira de Sargno n. O túnel assegurou a capacidade de Jerusalém para resistir ao Inimigo por um tempo maior. Era o momento para muitos vassalos.. Acaz fizera uma aliança com os assírios b por essii razão Ezequias era considerado vassalo deles. pera nos a judar. Portanto. reto e verdadeiro. Ele conseguiu desenvolver suas reformas internas. Dois grupos de trabalhadores começaram a cavar nas extremidades Opostas por baixo da terra até que se encoutraram. inclusive Ezequias. Um dos resultados fui a destruição dn Iodos ns locais ilegítimos usados paru adoração em ludá e Israel. declararem a Independência. Seu primeiro dia de mandato já trouxe revoltados que foram sentidos por toda a terra. A terceira campanha do mi Senaqueribe. Ezequias era um rei piedoso t* um bom político.4). 207 . dessa formu. (J rei assirio. para exigíi a rendição da cidade. mesmo que a cidade fosse sitiada. Também construiu um grandp túnel. Pa­ gou o tributo exigido de 300 talentos de prata e 30 de ouro. que conectava o rlheiro de Cíoin ao poço de Siloé |2 Cr 32.7. mas conoaco o Senhor nosso Dfttis. Nos preparativos para enfrentar n exército assírio. Por um lado.C. pois haveria água disponível. Enquanto o rei assírio sitiava Laquis. Ha qual reconhecia seu erro e declarava estar disposlo a submeter-se a quaisquer lermos que ele estabelecesse. entretanto. i]evi(jo ao tempo maravilhoso que teve durante a festa. não manteve sua puJovra E d víou Rabsaqué com uma carta e um grande exército a Jerusalém. Viu d necessidade de restaurar o verdadeiro culto ao Senhor v não perdeu lempO para iniciar o projei o. Ezequias foi ao Templo orar v colocou a carta diante do Senhor (2 Rs 19. voJtou-ae para Judá. Senaqueribe leve que li­ dar com as insurreições da Babilónia alé o Egito e finalmente.01. Ezequias reconstruiu os muros da cidade. Essa enipolgação espalhou-se por outras áreas de suas vidas. Esse co­ mandante assíria tontou desmoralizar os oficiais e os cidadãos judeus. mas não agiu agressivamente contra Jerusalém. O cronista fecha esla seçáo enfatizando que Exéquias fez o que era eerto. Outro residindo foram as olortas generosas dadas pelo povo. Provavelmente arrependeu-se por sua rebelião anterior contra eles. conhecia a crueldade dos assírios. Senaqueribe o sucedeu no Irono.

o anjo do Senlior saiu e matou 185. em Ninive. 2 Reis 19-25-20 coloca o rei assírio em seu devido lugar. O Todo-poderoso atendeu ao seu pedido e deu-lhe lu u ís quinze anos do vida. as cordas dos arcos o as corroias dos escudos. 10. deixando para trás 185 mil compatriotas mortos. Levou-os a uma lurnê e mosIrou-lhes todos os seus tesouros. Não era perfeito. O Senhor operou uma obra maravilhosa o loz com qui: as nações ao redor refletissem sobre aquele acontecimento extraordinário.EZEQl TAS. O rei orou para quo o Senhor o curasse. d rei a*sírio orgulhara-se porque Asquelom curvara-se sob o seu jugo. a iuga é atribuída a uma praga (Ant.12. ele não íoi grato. a salvação de Jerusalém resultou de um reconhecimento ern grande escala do quo só o Senhor era Deus Muitas pessoas levaram ofertas ao Templo (2 Cr 32. Deus usou os enviados caldeus como urn meio para testar o que Ezequias linha no coração (2 Cr . tsaias declarou que Senaqueribe jamais tomaria Jerusalém e teriu umu morte cru­ el. Diz quo pequenos ratos comeram as aljavas. mas era um homem com um espirito quebrantado. Depois que se recuperou. Naquela mesma noite.25. o rei uão foi aprovado no teste. Corno sua visão era limitada! Não percebeu que servia a uni propósito divino. Ao que parece. 701 a. 1411! Senaqueribe foi morto pelos seus filhos Adrameleque e Sarezur. Aparentemente. com a idade de 39 anos. Essa passagem declara que u arrogância do Senaqueribe chegara aos ouvidos do Senhor e. pronto para atacar. Ezequias também loi exallado depois dessp incidente. Espalhou sua desLriuçáo por toda a região e tornou-se arrogante. mas seu coração se exaltou. Conclusão O quadro gemi da vida de Ezequias é o de um rei dedicado. por assa razão. alé mesmo alguns dos filhos do próprio Ezequias. Ezequias e os moradores de Jerusalém humilharam-se e e\ ilaram dessa maneira a ira de Deus naquela geração (2 Cr 32. C) REI Deus enviou sua resposta por meio do profeta ESfiías.2-51 Heródoto registra uma narrativa surpreendente sobre o evento. O Senhor declarou que sua ira viria sobre o roi e todo o povo judeu. após seu tempo de vida ser ampliado. Um piSta do fracasso de Ezequias é encontrada em 2 Crónicas 12. pois sempre se humilhava dianle do Senhor. Por isso. Elo conhecia a Deus e o adorava apropri- 208 . O proleta declarou que todos aque­ les tesouros seriam levados para n Babilónia. mas ê interessante saber sobre as lendas relacionadas com aquola retirada.23). Por causa disso. que serviu ao Senlior com lodo u coração.. e de repente vèlos em retirada. p. A Bibtia não registra o que acoutweu exatamenle. A doença de Ezequias e a delegação da Babilónia No mesmo ano. O crouista regbrtra que. Deus colocaria anzóis em seu nariz e Ireio ern sua boca. No relato de Joseío. Ezequias foi acometido por uma doença morlal. Certamente ern um milagre ter o exército assírio ao redor da cidado.35). quando se encontrava no templo de seu deus Nisroque. i r o n i c a m e n t e . pois as palavras de Isaías registram uma forte ropreonsão.C. no pensar que contitrufa um Império pelo seu próprio poder. e deixaram'os assírios praticamente desarmados (Livro 1. ele recebeu a visita do urrui delegação da Babilónia.000 soldados assírios.311 .2f3). depois do que o rei levantou acampamento e voltou para casa (2 Rs 19. A arrogância (los assu ios estava ua presunção deles do que o Senhor desejava a rendiijãO de Juda e na alegarão de quo todos os deuses érnm impotentes dianle deles.

Os des­ cendentes de Ater.1. por isso. EZEQUIEL O nome Ezequíel significa "El (Deusl é forte" (Ez 3 J 4 J. Ezequiel era sacerdote.EZEQUIEL údiimetrln. De acordo com Ezequiel 2'J. 29. entretanto (Ez 25 a 32J. Foi urn dos 10.1. para informar uo leilor que já era adulio. conhecia profundamente o Templo de Jerusalém e sexis cultos.25: 34. Este profeta viveu durante um dos períodos mais difíceis na história judaica — o exílio babilónico — o isso pode indicar a razão de Seu nome. 30.1 refere-se provavelmente à sua idade. ou ainda “que El fortaleça".1) os quais maruam os pontos de mudança em seu ministério e proporcionam o pano de fundo necessário para cada mensagem.1. Í2 Rs 24. 32. na genealogia de Jesus Cristo (Ml 1. através de Ezequias. A menção de trinta . 8 1.9). O local exato de sua moradia. o 27® ano do exílio de Joaquim na Babilónia. . similares aos dirigidos a outras nações. tem sido calorosamente debatido. dos evenlos em lerusalém seja causada por ser divinamente transportado ao local num êxiase. era pai du Amarias e um ancestral do profeta Sofonitis.40]. 20 1: 24.1 ff e N em ias 7. 2. 14. para explicai as descrições detalhadas dos eventos em lernsalém. J 7. em Esdras 2.10. embora soja duvidoso que lenha servido alguma vez ah.25). e que o precisão de suas descrições?. o rei.000 judeus levados cativos de Jerusalém durante a campanha de Nabnoodonosor em 597 a. Os oráculos para as nações. 3. 17. Veja Ezvquias. pois M o seguem a estrutura cronológi­ ca desenvolvida no r e s t a n t e do texto. 33. (bl os oráculos contra as nações estrangeiros (25 a 32): e (c| oráculos finais | mensagens de esperança o restau- 209 . provavelmente Íorrnam uma unidade ã parte. principalmente devido à precisão da descrição do Templo em sua visão (Ez lia 11). Existem vários paralelos na viria de Ezequias que lenibram Cristo: a purificação do Templo. volluram do exílio nu Babilónia tom Zombobel. 40. podia começar seu ministério. o que profetizou no lempo do rei de Josias. 10. O livro de Ezequiel pode ser dividido em três seções: (aj 08 oráculos do juízo contra Jtidá |Kz J n 24).15). -portão lo.21. mas posteriormente o povo criou esti­ me pelo profeta e sua mensagem tornou-se respeitada (Ez 8 .1.20. O próprio Ezequias é Listado corno um dos lideres dos judeus que retornaram para )uda e assinaram o pac­ to feito pelo povo de adorar ao Senhor o obedecer as suas leis.1.J .2. ou “El fortalece” (Ez 30. 20. 17.2 1.C. ele pnjfetizou até quase 570 a. A última menção no roi Ezequias é encontro do. A princípio suas mensagens não eram bem recebidas (Ez 3. pois seus oráculos para os judeus foram feitos por meio da comunicação indireta.1.17.C. Talvez a melhor alternativa seja localizar seu ministério ua Babilónia.11. EZ EQ U IA S. Citado em conexão com Aler. a preocupação com os que viviam Tora de ludá. A próposta é que tinha residencias múltiplas. 1 . da maneira muilo apropriado. Foi uni precursOr fiel do Senlmr lesus. Mencionado um .1: 20. sua atitude para com os que eroru impuros o sua experiência de doença/marte/nova vida. ou seja. O livro parece ser composto por uma série de oráculos coro dalas determinadas (Ez 1..mos em Ezequiel 1 .10-17) e muito provavelmente profetizou aos exilados que moravam em Tel-Abibe.Sufooias 1. próximo ao rio Que bar lEz 3. entretanto. 3.11. de Judá. bem corno no exílio.

coroo uma mensagem de esperança para Israel.4-17): raspou o cabelo e queimou um terço dele: cortou um terço oom uniu espada e espalhou um terço ao vento (5. Ezequiel então fula da atitude dos inimigos de Israel quanto à destruição de Jerusa­ lém (Ez 25 a 321: "Visto que bateste com as mãos. que Nabucodonosor. Outra parte serviu para vindicar Yahwfíb como o soberano governador sotaré as nações [Ez 25. contudo. haveria ''viria*': mas para os outros.12. a vitória de um povo sobre outro era atribuída ã superioridade dos deuses do pais vencedor. Essas duas mensagens motivam Ezequiel a exacuiar seu difícil trabalho. rei da Babilónia. o poder de Yahwoh.16-27).5: ‘ Eeles.1-4).16-21). 3. As outras nações em breve descobririam. Essa seção termina com o anúncio d c?.17). Em breve. quando Jerusalém foi destruída petos caldeus. Ez 24. devem ser vistas juntas. pois pronunciam a condenação das nações es­ trangeiras e a possibilidade da restauração dos judeus. adorar nos lugares altos (6. e le alegraste de coração em toda a tua malícia conira a terra de Israel” (25. Essa estrutura p r o v a v e l m e n t e está organizada de acordo com a ordem da sequência dos eventos históricos: primei­ ro. Exemplos: Fez um modelo de Jerusalém sob sitio 14. e o resultado final seria óbvia: a destruição. uão seriam abando­ nados. para que estivessem cientes dos propósitos dc? Deus. quando lassem punidas por sua arrogância em atacar Israel. O ministério de Ezequiel foi crucial para os exilados. piua auuxir iar o juízo (nm 586 a. segundo. uma voz igualmente poderosa a proclamava na Babilónia. O livro começa com uma ciam descrição do chamado e da comissão dc? Ezequiel (Ez 1 a 3). e pateaste com os pês. 210 . ou perr a terem aprovado. Para os que dessem ouvidos às suas palavras e cressem em sua mensagem.C.Ez 25 a 481. pois são c a s a rebelde. (2) a glória do Senhor que deixa o Item. as quais pro­ porcionam a necessária coesão: (1) o atalaia |E/.1 7) Tanto os israelitas como os outros povos precisavam entender que 0 julgamento lançado sobre IsraeJ era devidó ò sua própria impiedade.EZEQUTEL ração] 133 cí 48). A longa liislória de rebelião da nação israebta c omeçou logo depois do Êxodo (Ez 16:20:23) ecoflimuou ale os dias de Ezequiel. As cluas tillimas seções.37s). com atitudes como a de não guardai' o sábado 120.7. pela puriieipoçáo que tiveram na destruição de Jerusalém. o juízo seria corto.. Exis­ tem repetições temáticas em cada uma das seções principais do livro. mesmo no meio de severo juízo.25-27). Teólogos moder­ nos chegam a questionar a sanidade do profeta. sitiara Jerusalém em 588 a.11. para transmitir a esperança e a restauração I. Incluindo uma fantástica figuro da glória e da transcendência de Deus 11. Geou deitada sobn' seu lado esquerdo durante 390 dias e virou-se sobre o lado direito por mais 40 dias (4. por causa dos extremos a que chegava para ilustrar suas mensagens. Deus ainda falava com o povo: embora fossem castigados. Nos dias de Ezequiel. Conforme Ezuquiel 2. aos exilados. quer ouçam quer deixem de ouvir. porque os alertou sobre o i u í z o inuDeato. lião de saber que p is leve no meio deles um profeta” Era incansável em condenar os judeus por sua infidelidade para com Deus.42tí | .13: 20.13). O ministério de Ezequiel indicava que.pio |8 a 111. Parte desse juízo sobre as nações era uma demonstração da justiça de Deus. A tarefa do profeta era demonstrar-Lhes a importância da obediência a Deus e as consequências do pecado. Até mesmo a morte de sua esposa tomou um signific ado profético (24. e não pór causa da falta do poder de Deus. (3) o retorno (43). bem como urna severa advertência ao atalaia que uão avisa n povo sobre o periga (3.fi). em primeira mão.C. Enquanto o proleta Jeremias proclamava a mensagem do Senhor em Jerusa­ lém. mesmo quandú aparentemente nao lhe concedem a devida atenção.24].281 e profanar o santuário (23. todas as nações que acreditavam ser seus deuses superiores seriam derrotadas e eotào enten­ deriam que não foi devido à impotência de Yalmãh que destruíram Israel.

É uma maneira do explicar o futuro em termos tangíveis. Iodos os elementos do Antigo Testamento.EZEQUIEL A última seção (Ez 33 u 48) começa com dois oráculos que enfatizam a necessida­ de da responsabilidade individual. oráculos contra as nações (Jr 46 a 51. A seguir. e a figura da Nova Jerusalém no livro de Apocalipse é baseada oa padrão de Ezequiel. as festas. ao permanecer na cidade convictos de que eram o remanescente ÍW.23 s|. A visão dlspensacional: Essa passagem. em Ezequiel 33 a 37. O Senhor é descrito como uquele que concederá a vida. que usam simbolismo. no mínimo. pois eles çlarameQto folharam em manter a aliança. cargo de que lanlo abusaram os líderes de Israel. quando retornassem a Israel A visão simbólica do cristianismo: Esses capítulos já foram simbolicamente cumpridos na Igreja cristã. Lauto os lideres orgulhosos de lerusalem. com base em elementos já familiares aos ouvintes. pelo contrário. A v is ã o p r o fé t ic a .7: Yahweh sera o seu Deus a eles sorão o sen povo (Ez 37. A visão apocalíptica: A pasS&gem é interpretada contra o pano do fundo do ouboh acontecimentos apocalípticos. apresentamos as quatro interpretações propostas.2í>sj. Seguisse então a mensagem devastadora dos tugiUvos de Jeru­ salém de que a cidade havia caído (Ez 33. bem como Iodas as promessas pera Is­ rael. Essa restauração só pode ocorrer depois quo o Senhor conceder aos judeus um novo coração. A restauração não é baseada om alguma obrigação ou compromisso para com os judeus. uma naçáo unificada (37. a fim de que eles tenham disposição de guardar seus mandamentos. O livro de Ezequiel é parte do cânon hebraico chamado de "Profetas Maiores" (junto com Isaias e feremias). restabelecera suas lronleiras e irará ds judeus de voJla do exílio. pois Yahweh destruirá todos os seus inimigos e ficará daro para todos que ele é o Senhor (um título usado mais de 400 vezes em Ezequiel) Os oito capítulos finais são de difícil interpretação: mas. Ele purificará ísrael. Esses capítulos coutem o esboço do Templo que os exilados construiriam. Um lorte contraste é Leito. entre a infidelidade de Israel e a destrui­ ção causada por ela e a fidelidade de Yaluveh e a restauração que ele estabelecerá. a destruição de Jerusalém 211 . Corresponde mais u Jeremias em termos cronológicos e no tipo de mensagem. será cumprida literalmente no futuro. mais do que as outras três. simetria numérica e vi­ são futurista. Essa interpretação leva em conta o contexto e o tipo de literatura. Essa restauração incluirá um pastor da Linha­ gem fie Davi (34. vários tomas aparecem em ambos os livros: por exemplo. a qual Deus realizará de bom grado. os sacrifícios. é estabelecida unii amonte no fidelidade de Yahweh. que Liderará o povo: um novo coração para os judous. eutâo Deus restabele­ cerá urn relacionamento apropriado. 0 Templo ilustra a proeminência da adoração e a presnDço de Yalnwh nessa nova época. o qual será transformado. para apresentar sua mensagem. o sacerdócio e o ctiJlono Templo serão reativados. para quo lhe obedeçam |3t>.21).17-22) e uma nova aliança de paz f37. restaurará seu povo e assumirá o papel de pastor. em outra dispensaçâo. como os que se iludiram. Israel é pintada sob a liderança do descendente do Davi como uma naçáo purificada. Ezequiel 38 e 311 são cen* trais. no qual Yahweh será o supremo Seuhor e govurnará das montanhas sagradas de Israel. De acordo com essa visão. Vistos nesta ótica. que finalmente c u m p r e a esperança expressa em Éxodo 6.23-2Q). Ezequiel anuncia a esperança e a restauração da nação. Os ímpios receberam sua punição. indicam a soberania de Deus sobro Israel o apresentam uma figura clara da santidade que Yahweh traz a nação oleita. Desse ponto em diante. Ez 25 a 32). quando cada pessoa será julgada de acordo com suas próprias atitudes.27). Na verdade.26-28).

2. em Ez 9 a t 1. i d e J e r u s a l é m i r a d u z l u o v. o u " a a o l a z e r t a s o d a p r ó p r i a v i d a ” A p e t i ô s a B lh í i. Du Iribo de fudá r pai de vários fiihos. Nem mesmo a desobediência «lo povo escolhido comprometerá seus pl. Era assim que deveria -ser — o Senhor Todopoderoso declarou.18) E Z R I (Heb. a nova aliança [Jr 31.17. os quais ninguém pode impedir que se cumprawv A r e s p o n s a b ilid a d e individual: Essa verdade é enfatizada nos oráculos do ata­ laia fEz 3. deixa muito claro para o povo que a restauração será operada por EJe r não dependerá dos esforços fracassados deles. Tanto a mensagem sobre o “atalaia” como a das "uvas verdes" confirmaram que o atalaia (Ezequiel) e os israelitas seriam responsabilizados por suas ações. embora a punição que experimeulavara fosse determi­ nada por Ele. e em Ez 43 a 46. para evitar o ajusle de contas. era um dos superintendentes do mi Davi.2-9. A grande incerteza que os judeus experimentavam era se teriam qual­ quer comunhão com Yaliwnh. nao importa o que aconteça. desde que não fossem eles. 1 9 s u g e r e uma das duas alternativas: ou o povo deseja­ va passar a culpa adiante." fN n ia d o T r a d u to r) 212 . 52 . Filhe) de Quelube. 26. 1 A s v e r s õ e s e m p ia r u ig u f is e m g e r a l u p L u m m p o r " r l i s p o r <t p t ò p i l a v i d a " .31-33: Ez 36. etc.inos. para seus descendentes. Sempre é mais fácil culpar ou trem p e l o s nossos erros.-\ importância fundamental dn mensagem do Ezequiel encontra-se no lato de que os exilados na UabUõnia nõo esta­ vam abandonados por Deus. duranie a rusiauração de Israel).EZRA (|r 39. os quais EJe Iara que déern írutos uo final. . e Israel uão era exceçáo Mas Deus proclama que jamais aceitaria a acusação conlra as gerações anteriores. Foi somente devido à paciência do Sonhor que as gerações anteriores náo forum castigadas imurilatamente. A N o v a V e r s ã o In le n ia iS ó n a J e i f i I n g l ê s t r a d u ? o v ■?: “ E s t e s fn r m ii o s Q lh n s r le E t a m : f e a r e e l . que se casou com uma princesa egípcia (1 (jr 4. antes da destruição de Jerusalém.26). Ez 24. "minha ajuda '|. ngora que tinham quebrado a aliança. ou estava com o coração tâo endurecido. ctuiludn. é repetida várias vezes por todo o I í v t o (em Ez 3.. seus planos prevalecerão. EZRA.vv. Ez 8 a 1 i). 33. A resposta ilos israelitas em Ezequiel 1 8 . (Veja Pwfrius e Proferia ) pu. 10 p o r “ a r r is c a u r ln a p r ó p r i a v i d a " fN o ld d o T r a d u to r )..23. Existem vários temas importantes no livro do Ezequiel: A s o b e r a n ia d e D eu s: O Senhor está no conferoie da historia. Essa idéia conforme expressa em Ezequiel I com a visão de Deus que govoraa toda o criação. inclusive Merede. responsável pelos trabalhadores nas lavouras e nas fazendas do rei (1 Cr 7.25-321: o Templo não é uma garantia tle proteção (Jr 7. 33) e na r e f u t a ç ã o do provérbio rias "uvas verdes" (Ez 1 R | . O Filho d o h o m em : Essa frase ò utilizada por Ezequiel aproximadamente 00 ve zes e enfatiza a fato du que ele é merameuLe um mensageiro do Soberano do Univer­ so. Teriam perdido a posição especial de povo escolhido de Deus? Yahweh loma a iniciativa e confirma que ainda muntém um relacionamento com eles e que os libertará. indoliuidamente. Cada uma delas linha pecado suficientemente para merecera punição. que planejou lodos os eventos que acontecerão. para confirmar sen ministério'. que nao se importava com quom receberia a punição.21).

15.F FA N U EL (Heb. eram bem respeitados pelos judeus comuns. com o é encoutrada freqlienfemenle na Bíblia. par causa fia esposa Saro (Gn 12. Ela era urna viúva idosa lio 1 ao Senhor e leve a oportunidade de vei o m enino Je­ sus ser apresentado no Templo.J. Existem evidearias con­ cretas d o fontes egípcias d e que u palavra "faraó” podia . começaram a tramar a morte dele (3.17: elc. THulocomumenle utilizado na BiMia para os reis do Egilo. que significa "casa grande". Alegaram que jejuavam e os discípulos de Cristo não faziam isso 12.f»|.lí). De maneira alguma eram todos hipócritas como os cristãos geral­ mente supõem erroneamenle. a profelisa da Iribo de Aser (Lc 2. Diferentemente dos saduceus. Pai de Ana.241. acusararn Tesus fie não respeitar o sábado 12. questionaram por que Ele não seguia as tradições do rilual da purificação (7. p comente um grupo dos sete linha hmiu de agir sem escrúpulo.ser usada simplesmente como um titulo. relacionadas de acnrdo com a motivação para o comportamento. FARISEUS Uma das Lrès seitas judaicas descritas por faseio. No evangelho do Marcos.33 cnmo o rei do Egito que malou o rei losiasl.10). eles observavam Roma como um governo Ilegíti­ mo e opressor que impediu Israel de receber as bênçãos divinamente ordenadas de paz e liberdade na Terra. por meirj da listu dos reis dn Egilo.29.16J. Originalmente reformadores piedosos.36). Outro muilo proeminen­ te foi o que reinou na época <lo nascimen­ to dp Moisés r lornou a vida dos israelitas insuportável Nem sempre é pussível iden­ tificar com certnza inn faraó rid particu­ lar. Os ensinos deles foram comparados a uma força 213 . "a Lace de Deus").D. Provavelmente nao mais do que 5 a 10% dp todos os judeus pertenciam a esse grupo. A tradição talmúdica descrevia sete categorias de fariseus. O primeiro faraó citado foi n encontrado por Abraáo quando foi ao Egito e temeu pela própria segurança. o qual era uma mistura de partido político e facção religiosa. É provável que o ncnne signifique “separatistas” e Fosse aplicado a um movimento que cresceu no tempo dos Macabeus. menos piedosos.G. FARAÓ. apesar dn ãs vezes os fariseus os criticarem por não serem suficientemente escrupulosos em guardar a Lei. principalmente porque não existem detailies suficientes nas Escrituras ou porque os eventos registrados na Bíblia foram tão insignificantes para os egípcios que não foram registrados em seus anais P. Vários faraós são mencionados nas Escriluras e muito raramente são identificados (Neco é iden­ tificado em 2 Reis 23.3$) P exigiram um sinal sobrenatural que autenticasse seu ministério (tí. composto de líderes religiosos e esfiidantes da Lei quo tentavam criar uma “cercíi" em forno da Tora — um bem elaborado sistema de legislação and e de interpretações que capacitaria os judeus fiéis a obedecer e aplicar os mandamentos de Deus em Iodas as áreas da vida. alguns fariseus perguntaram o Jesus por que Ele comia com Lobradores de impostos v pecadores (Mc 2. historiador judeu do século 1 (as outras duas são os saduceus e os essêníos).1.

quando n Filho de Deus entrou triun falmente em Jerusalém (12. mas foi Jesus quem usou a ocasião para criticar sua hospitalidade (7. mas reforça a animosidade. apesar do inicialmente não entender a afirmação de Cristo sobre o novo naschnenlo (w.13). Lucas foi o unico evangelista que incluiu numerosos textos que retratam os fariseus. pois retrata os fariseus como extremamente hos­ tis a lesus.11. Algumas de suas reierêuuias aos fariseus são lambem negativas.1014]» Por outro lado. Os fariseus que estavam presentes questionaram o ministério e o hatismo de João Batista (Mt 3. ps fariseus perguntaram sobro o advento do reino de Díium e cria­ ram uma oportunidade para que Jesus declarasse que o reino ia estava entre eles.20). Investigaram a cura de um cego. Lucas 11. 13-411.3).51J e ajudou José de Arimatéià a sepultar Cristo (19.391. doutor da lei.30).35).1*24 descre­ vem duas festas semelhantes nas quais os fariseus agiram em lavor de Crislo. 0 qual os criticou por algum aspecto comportamental. Eles o acusaram de que só expulsava os espíritos imun­ dos pelo poder He Belzebu.191 e fizeram parle do grupo que foi ao lardimGetsêmam [tara prendê-lo (18. Ele enviaram os guardas do Templo numa tentativa fracassada de prendê-lo Ilo 7.34. Um deles.42). Lucas difere riu Mateus e Marcos em várias passagens. Como uo evangelho do Lucas.21. Forma­ ram um concílio no qual decidiram prender Crista e Umlar matá-lo em segredo (11.36-50). tempos depois levantou-se em defesa de Jesus Í7.2) & os impostos (12. 12. questionou Jesus sobre qual era o maior mandamento (22. Canirapuserarn-se a afirmação'de lesus de ter poder paia perdoar pecados (Lc 5. Por outro lado. Mateus repele Iodas essas referências. em sua própria pessoa e ministério. de forma mais positiva. rejeitando as declarações dele sobre Jesus o revelando no processo a sua própria cegueira espiritual hl. Alegaram que o testemunho de Cristo não linha validade. Um importante membro da supre mu corte judaica.15).34. Gamafid. pois falava a seu próprio lavor (8. muitas vezes nu contexto da comunhão com Jesus.2). Simão convidou Cristo para jantar em suu cusa.52). saiu em deiesa 214 . O medo em relação aos fariseus unpediu alguns judeus que cre­ ram em lesus de confessar isso publicamente (12.45). quando o aclamaram rei { 19. o livro de Atos uJtHruu referências positivas e nega­ tivas.FARISEUS maligna e Insidiosa (0.241 e identificaram-se com os lavradores ímpios da parábola (21.7). prepararam uma armadilha paru Jusus quando pediram sua opinião sobre o divórcio (10.33 advertiram lesus contra a fúria do rei Herodes e pareceram genuinamente preocupados com seu bem-estar. em seu mais longo discurso de acusação nos evangelhos (Mt 23). mur­ muraram por causa da associação do Cristo com o» im p am tentes (15.24J o o registro de que Jesus balizava mais pessoas do que João 14.4557).39). e ules solicitaram a Pilatos que lhes desse» autorização para colocar guardas no Itimulo de Jesus (27. que. Cristo os acusou de toda sorte de hipocrisia. rejeitaram o ensino de Jesus sobre a mordomia porque “oram avarentos" (16 14 1 e disseram a Cris­ to que repreendesse seus seguidores. Em Lucas 17 20.13). corno a discussão sobre a identidade do Batista (1. fosus declarou que a justiço de seus discípulos precisava exceder a dos fariseus (5. A parábola de Jesus sobre o fariseu e o publlcano chocou a audiência. II. pois acrescenta vários outros eventos e mantem sua posição de antagonismo para cora os líderes judaicos. Há também outros textos mais brandos que envolvem os fariseus. 3-4).50. porque o popular lider judeu não foi justificado e sim o notório empregado do governo imperialista romano (10.32-4(v). pelo monas um dos mais proeminentes deles apareceu sob uma perspectiva mais positiva — Nicodemos (3. Em Lucas 13. lamentaram o falo de "todo o mundo'’ ir após lesus.37-53 n J 4. João assemelha-se mais a Mateus. príncipe dos demónios 19.21): "rejeitaram o conselho de Deus" (7.

Cri ou-se um tumulto. Paulo apulou paro sua cidadania ro­ mana. o que n protegeu de ser açoitado e também deu-lhe direito a uma proleçâo adicionai. ao uleg. quando íoi levado paia ser jul­ gado pelo Sinédrio (At 23J. o comandante romano.B. c.1 : eram obrigados a obedecer a Lei mosaica (At 15. 1 Tm t. Ele ouviu. corno cristão. Félix fora nomeado pelo imperudor Cláudio e mab tarde foi cha­ mado a Roma por Nitro. Filipenses 3. o apóstolo referiu-se ao seu passado como membro da sei la dos fariseus.5).l.. que linha um m in istério na igroja em Cancróia.tr que ora juigado porque a-ia na ressurreição. para ser julgado diante dn Félix. durante o qual o apóstolu íoi capturado pela multi­ dão. mas a única referência passível uo Novo Testamento para tal posição é em 1 Timóteo 3.Chama nossa atenção Aios 23. alinhou-se com os fariseus contra o s saduceus. por causa ria ié cristã que o após­ tolo defendia. muitas de suas convicções fundamentais mudaram. cha­ mado Cláudio Lis ias (Ai 23.26).22). Sabemos com certeza quo existia uma ordam do diaconisas no século 1 1 d.. O sumo sacerdote e mait* alguns ju­ deus levaram suas acusações contra Paulo diante de Félix. Novamente em Atos 20 5. De qualquer maneira.7). O apóstolo pede aos irmãos dp Rorua que. quando voltava deFieso para Je­ rusalém.5 registra esse mesmo testemunho. que ameaçava matá-lo tAl 21. Esta provação de Paulo começou em Aios 21.20J. o qual permitiu que ele lizesse sua própria defesa. PauJa causpu uma divisão e n t r e seus mu m br os. é certo que Paulo linha alta con­ sideração pelo trabalho de Fnbe para o Se­ nhor.11. levou-o preso sob c ustódia. mas nos dois contextos Pau In tam­ bém deixou claro que. Cl 1.FÉLIX dos apostolos.27. pois íoi diante dele. n.a. que eslava pronto a levar os ‘'inoírcuneisos'' para dentro do Templo IAt 21. mas erroneamente pensavam que os novos convertidos entre os gentio. Febo seja auxiliada de to­ das as maneiras possíveis. nlguns judeus planejaram matar o apóstolo.7. cidade portuária a alguns qui­ lómetros a leste de Corinto. Uma cristã br. juntuineu- 215 . O comandanle romano então decidiu enviá-lo para Cesareia. O povo ouviu em silêncio até que ele mencionou sua missão de pregar o Evan­ gelho aos gentios (At 22. A íim de protegê-lo. Atos 22 então uarru como o apóstolo loi auto­ rizado pelo comandante romano a dirigir-se h multidão e faiar sobre a fé cristã.23 a 24. 12) ou uma designagão mais umpla para descrever alguém que estava envolvido efetívamente no trabalho da igreja local |EÍ 3. que Paulo pnhenloti seu primeiro julgamento. quando fosse lavado novamente diante do Supremo Tribunal. em Cesareia. FÉLIX (Lat. Evidentemen­ te eJa tinha nm trabalho específico a de­ sempenhar ali e a igreja deveria dar-lhe Ioda a ajuda néctíssária. ' feliz"). Depois desau audiência. Isso fazia parle da ucusagão conlru elo. quo o acusa­ ram dn suscitai antagonismo contra o ju­ daísmo.C. Alguns fariseus tornaram-se cristãos.C. O julga­ mento durou vários dias A Bíblia diz que Félix “era bem iidormado acerca do Ca­ minho’’ (At 24. Logo foi acossado por alguns judeus procedentes da Asia.m conhecida.22). FE BE. Paulo a cha­ ma de "irmã" e "serva"> e usa o mesmo ler mo do qual deriva a palavra 'diaconisa” (Rm Nao está d aro so ê uma alusão a uma função específica (Fp t.31). O destacamento romano ua cidade interferiu e os soldados protegeram Paulo. O “governador Félix" ora o procurador romano dajudéia de 52 a 58 d. Em sua audiência diante do Sinédrio. quando se defendia diante do rei Agripa.8.

chegou â cidade e teve um encontro corri Festo. "discorrendo ele sobre a justiça.24|. Festo convidou os líderes para o acom­ panharem a Cesaróia. (At 24. At 21. O apóstolo loi convocado para laJai dlanle do rei. o Grande. subiu do Cesaróia a ferusoiém" (At 25 1) Ali ele ouviu dos Lideres judeus as acusações contra Paulo. O rei sensibilizou-se e disse a Paulo: ‘Tensos que om tõo pouco tompo podes persuadir-mo a fazer-mo cristão?" (At 26.2-12).27). mencionado tanto por Joselo como por Tácito.G .D . Manteve Pau­ lo em algum I ipo de prisão domiciliar por dois ano».26). o qual leulou restaurar um pouco da ordem legai e administrativa na região. Pardo ainda estava preso quando Félix foi substituído por Pórdo Festo (At 24.24).26. Féllx ficou "apavorado”.25). Retardou ao máximo 0 julgamento. A intenção delps era fa­ zer uma emboscada e matar o prisionei­ ro. ma** o apoio paru César precisava ser obe­ decido: assim. como ele. embora aparentemente os con­ dições de vida da apóstolo fossem bem favoráveis.11: 27. que tudo isso era parte do plano cie Deus [cf. Agripa e Festo desejaram libertá-lo. Pau­ lo então apelou para César.28). depois da fraquíssima administra­ ção de Félix. Foi. Alguns dias depois. ao dizer que o apóstolo estava “louco” IAt 26. Durante esse tempo. Pau­ lo replicou. onde apresentari­ am suas acusações contra o apóstolo. demonstrando claramente sor bons amigos. a fim de não ser levado a ferusaiém. Por ele ser cidadão romano. O apóstolo então respondeu ser o seu desejo que todos os que es lavam presentes se tornassem cristãos. talvez devido ã idéia dfj fuizo vindouro. enquan1.27). Paulo então apro­ veitou a oporlunidade para proclamar o Evangelho aos dois descendentes de Herodes. o primeiro estagio nos procedimentos le­ gais que no iiinaJ permitiriam quo teste­ munhasse de Cristo na própria cidude ile Roma Fica muito daro. P. enlreianto. os quais ficaram parados por mais de dois anos sob d governo de Félix. Festo demonstrou seus princípi­ os religiosos romanos.FESTO le com sua esposa judia Drusila. que o considerava um nobre líder. quando. u donuaio próprio o juízo vindoura" (24.27). Festo rapidamente tomou as redens da liderança e "três dias depois de entrar ua província. o após­ tolo tí Féllx tiveram conversas regulares [Al 24. ê meur inundo apenas poi. qup daramonte eram simpatizantes do judaísmo.C. para ser julgado. Esse menosprezo polu loi talvez fosse uma característica de Félix. FESTO. Paulo. Festo atendeu a tal apoio o o manteve ern Cesaróia até o seu envio a Roma. Esso tempo de prisão iob o govorno de Féllx aparentem ente trouxe pou­ quíssimo benefício na continuação do ministério de Paulo. o prisioneiro. acom­ panhado de sua irmã Berenice. foi colocado num navio e conduzido a Roma 216 . nestes capítulos. os quais pedi­ am que fosse reconduzido a Jerusalém para ser julgado. na esperança de receber algum suborno para liberar Pau­ lo (24.0 o apóstolo falava sobre a le em Cristo. que o consideravam um governador abominá­ vel e extremamente cruel. Fora r i u Novo Testamento. No Novo Testamento. que esperava receber algum tipo de suborno antes de pronunciar a inocência do apóstolo das acusações que os judeus faziam contra eln. ao apelar para o conheci­ mento de Agripa sobre os recentes acon­ tecimentos que envolviam os judeus e o entendimento dele sobre os profetas. Agripa ÍJ. O procurador romano da Judéia que sucedeu Félix em 58 d. onde seria morto (At 25. Quando Paulo chegou ao ponto da descrição da morte e ressurreição de Cristo.Josefo. Festo aparece como o governador romano que se encarregou dos procedimentos legais contra Paulo. discutiram juntos sobre o caso de Rnilo. pois também eram judeus.

5U9). 6). pxj.FILEM OM [Al 2 6 .Asia que viviam em Roma.2 4 ) . tais romo Éfeso. Os que se afastaram seriam Iodos os pro­ venientes da . F IL E M O M . Quando lã e$tava. nos dias de Abraão. Colossos etaodicéia. o problema estava pre­ sente também nn Igreja primitiva: eles es­ tavam expostos às perseguições ou sim­ plesmente eram "ridicularizados” por serem cristãos.i. Isso talvez indique uma certa timidez de sua parle. entrt: eles Figelo e Hermógenes" (2 Tm l . Por meio de uma cúldadoSn compa­ ração com a caria de Paulo aos colossensos. Um dos cooperadores de Paulo. de quem disse: "Por­ que muitas vezes ele me recreou.22. 16). 17) e tinha em mente o fato de os cristãos não lerem Bcado ao seu lado no julgamen­ to. ondo sú tnrnon um homnm poderoso e uma ameaça para os filisteus. Depois de várias disputas por causa dos poços de água. í ). P. “furtivo'*!.t . ao falar sobre |p s u p em seus contalos diários cora os pagãos (v. Comandante <to exército do rei Abimeleque. Abimeleque e Ficol novamente se encontraram com ele. que todos os quo estão ua Ásia me abandona­ ram. Nessa epislola. Al 2 1 :3 i : 2 7 .261.9J Esto era um escravo que pertencia a Fiiemom. supõe-se que um proprietário 217 . Uma igre­ ja domiciliar reunia-sp em sua casa. Uma dás ora­ ções de Paulo por ele era para que sem­ pre fosse otivo na proclamação do Evan gelho de Cristo às outras pessoas. pois linha reanimado o cora­ ção dos cristãos (w. Onésimo — o motivo da caria do apóstolo a Filemom — é mencionado como "um de vós” (Cl 4. Provavelmente referia-se ao tempo de sua segunda prisão em Ronui (v. mas que havia fugido. 3 2 ) . Evidentemente o apóstolo não desejava dizer que todos os crislãos de to­ das as igrejas da província da Ásia. amigo querido e cristão fiel.7). Da mesma maneira que os cris­ tãos enfrentam dificuldades para pojrmanecer firmes em Crislo em muitas socie­ dades modernas. O plano d e D p u s eru que o apóstolo te s le m u n iin s s p d e le ua c a p ita l d o Império Romano (c í.15). Não sií sahií ao cerlo se foi o mes­ mo llder filisteu que antes fizera uma ali­ ança ccun Abraão.g . Permaneceu lá por algum tempo. Tempos mais tarde. Paulo estabeleceu um contraste entre esse tipo de comportamento. 32). e não se envergonhou das minhas algemas" (v. Pro­ vavelmente converteu-se por meio do mi­ nistério do apóstolo (F11. a fim do firmar um acordo de paz (Gn 26. O arma de Flletnom "pelos santos" (outros irmãos e irmãs cristãos) era bem conhecido. Isaque retomou n Berseba. p . 5. Mencionado jun­ to com I lermógeues na segunda corto de Paulo a Timóteo: “Bem sabes isto. 0 al­ guns membros do grupo ou de sua resi­ dência também foram mencionados no inícin da caria que o apóstolo lhe escre­ veu. a fim de encorajar Timóteo d ser forte "na graça que há em Cristo lesus” 12 Tm 2 . o Unham abandonado. dois homens diferentea Inlve/ estejam envolvidos nos dois eventos. quando este foz um tratado com Abraão om Borsoba (Gn 21.B. É possível que tanto Ahimeleque como Ficol Fossem títulos filisteus para sOufi lideres: desto manoira. é possível afirmar-se que a casa de Fiiemom era parte da igreja ern Colossos. um lídor lilistnu. em busca de ajuda e alimentos. FICOL.g . sem dúvida molivado pelo medo que alguns cristãos tinham das autoridades romanas. O apóstolo moncionou esses exem­ plos. Q ualquer que seja a situ ação (veja Ontsimo). FIGELO (Gr. Acom­ panhou seu simhor. quando o patriarca já havia faleci­ do e houve lome na lerra.G. os quais pediram que se retiras­ se. e a aiitude de Onesiíoro. Isaque foi fio encontro de Abimeleque em Gerar. possivel ­ mente com uma elevada soma de dinhei­ ro: ou eiilão lora enviado para ajudar Rmlo e não voltou no prazo determinado. (ais como Hermógenes e Figelo de quem Fciulo esperava uma atitude melhor.

entretanto. como irmáo amado" (Fm 161 O cristianismo claramente fa­ zia com que a relação entre senhores e escravos losse reexaminada. Provavelmente enquanto eslava la teve a oportunidade de conhecer Paulo.rv. mais do escravo. reanim ondo-lhe o coração em Cristo (vv. Iàis informações.17. Esta epístola diz pou­ co sobre o assunto e pressupõe que era correto Onésimo voltar ao seu senhor e reassumir sua posição como escravo.c. Infelizmen­ te a Bíblia não registra qual foi a reaçào de Filemom a esse desafio à sua manei­ ra de pensar. uma mãe escondeu h salvou seu lilho e. 16). ainda que o mais provável seja que o apóstolo se encontrasse detido em Roma.o. Tais heresias são comuns atra­ vés da historia da Igreja. Sua heresia se espalhava como uma "gangre­ na” e era uma distorção das Escrituras. e cer­ tamente assumiram esta postura após o tratamento de Paulo para mm Onésimo. Alguns sugerem que a redigiu quando esteve preso era Cesaréia (veja AL 25). r. ouU‘os defendem um cativeiro em Eíeso. associa­ do a Himeneu e provavelmente também a Alexandre (2 Tm 2. 1 Tm 120].18J. de­ sejosos de seguir o exemplo de Paulo. talvez es­ tivesse lambém preso e por um tompo tenha compartilhado a mesma cola com o apóstolo. ''amado"). com o intuito de se aprender sobre as possíveis atitudes do« cristãos com re­ lação à escravidão. T i.d. O apóstolo o enviou de volta a Filemom "não já como escravo. após três meses. Disse que Onésimo era um ‘ ir­ mão’’ realmente valioso e confiou nele com o cooperador numa m issão em Colossos.20).1-IOJ. eutretanto. A carta de Paulo a Filemom £ a mais curta das que a apóstolo escreveu. dentro de um cesto feito de juncos. e os cristãos. Paulo lambem referese ao cuidado de Filemom para com ds sanlos e conclui a carta com o pedido de que lhe losse preparada uma pousa­ da (vv. oolocou-o ua correnteza do rio Nilo. FILH A DE FA R A Ó . A carta do apóstolo começa com um co­ mentário sobre como Filemom rcanimara o coração dos santos o conclui coju o pedido de que ele oiande Onésimo de volta. p. É provável que Onésimo tenha lenlado escapai e manter-se escondido no moio da mídlidôo de uma grande cidade como Roma. a sucessão de eventos finalmen­ te levou os cristãos a acreditai que a es­ cravidão era uma prática errada. Rnpetidamenle o apóstolo enfatizou o valor que Onésimo tinlia para ele. dn quem ouviu sobre o Evangelho. Talve? Fiieto e seus companhei­ ros acreditassem que a ressurreição fos­ se apenas a desc rição de uma experiên­ cia espiritual.22). Seu ensino «le que a ressurreição já havia ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2. Discute-se muito se Paulo estava ou não na prisão quando escreveu esta car­ ta. A mulber mais conhecida na BíbUa como "a filha de Faraó" é mencionada no relato sobre o nascimento e a infância de Moisés (Ex 2. A. É urna nola pessoal na qual solicita que o companheiro aceite de volta seu anligo escravo como "irmão" (v. O apóstolo disse quo era 'pai' daquele «s»:ravo. O rapaz se tornara seu fillio ua fé enquanto Pau­ lo estava preso por causa do Evangelho. 1. 218 . 7. de onde teria escrito a epístola.FILETO do escravos e possuidor de tuna casa gran­ de o suficiente para reunir uma igreja pro­ vavelmente fosse muito rico e de eleva­ da posição soeial.16-191. antes. Herege. e não necessariamente o ressurgimento literal do corpo— um en­ sino fundamental da té cristã (veja l Co 15. Estabeleceu-se um decreto real que ordenava que todos os bebês do sexo masculino que nascessem entre as mu* lheres israelitas lassem mortos. FILETO (Gr. frequentemente enfrentam essas questões com uma forte ênfase sobre a ressurrei­ ção fio corpo. são apenas hipóteses A carta de Filemom é minto estuda­ da.

18).24: 11. mas ua manu­ tenção dos descendeutes piodosos de umu geração para a outra.2 Cr 8 111. O passar do lempo não enfra­ quece a obra do Senhor em abençoar sou povo. Iodos eles 219 . vigia* va. Infanticídio e aborto. No antigo Israel. não eram aprovados pela Bí­ blia. Devido â sua lorroação. pura quem cons­ truiu um palácio espei iol. os filhos eram vistos como altamente desejáveis. FILHOS NA BÍBLIA Os lilhos frequentemente são citados na Bíblia e constituem um elemento importante no quadro bíblico da família lernente a Deus e do p o v o do Senhor como uma unidade maior. Deus continua a nos chamar ao arre­ pendimento e ao serviço amoroso h promete que seu Espírito e sua Ffclavra não se apartarão das gerações futuras. A bênção de Deus não era vista apenas no nascimento dos filhos. A filha de Faraó banhava-se do rio. a irinâ mais velha do bebê. e disse: Das águas o ti­ rei" Iv.17).8: 9. mos. Veja tíitia. embora fossem praticados por outros povos. fflha do um Faraó que se tornou esposa de Mefedtí ( I Cr 4. pela escolha de Moisés para liderar os israe­ litas o ser a própria voz do Todo-poderoso diante de Faraó. os filhos gorai num te eram vistos como bênção do Senhor (Gn 152*5: SI 127. a fim de qtie ula oão vivesse do palácio de Davi. ua verdade. Em geral.3-15:128. Quando o ruenino cresceu.. A bênção du Senhor não é limitada pnlas mudanças dos eventos no correr da história. A perspectiva dos escritores bíblicos. ouviu o choro do bebé e mandou rotfrã-lo do ceslo. Em Israel. entretanto. assim como na maioria das sociedades. escondida no meio da vegetação. Sua promessa e s ­ tendo-se para os filhos dos filhos 1S1 103.24.Ç. " p o r que santos são os lugares rios quais en­ trou a arca do Senhor" |1 Rs 7. do antigo Israel.FILHOS NA BÍBLIA Miriã. encher a terra e sujeitá-la (Gn l . O primogénito ura oferecido a Deus de maneira especial. Muitas pessoas viam o nascimento e o crescimento dos filhos como uma garantia da formação de uma equipe de trabalho p de protoção contra os que estavam fora da unidade familiar. Veja também Atos 7. 2 O rei Salomão se casou com uina certa “filha de Faraó”. não é idêntica à tia sociedade ocidental contemporânea.U.21). A bênção divina 6 umn maneira pela ijual o governo de Deus eslende-se através da história. principalmente em se tratando do sexo masculino.4-0).281.2. que ainda nem nasceram (Is 59.31 Represem lavam o cumprimento da promessa de Dous sobre a aliança i om seu povo e ao mesmo leínpo 0 cumprimento da responsabilidade humana de frutificar o multiplicar-se. 3. A providência de Deus é claramente vista no retrospecto desses eventos. Percebeu então quo se tratava do uma criançn israolita Miriã aproximou-se e ofereceu-se para encontrar uma mulher quo pudesse cuidar do bebê e amarnentãlo. b!<í conhecia as formalidades da coxe­ ie e linha urn acesso ao roi que provavel­ mente era negado à maioria dos escravos hebreus. os filhos participavam do culto desde a mais tenra idade. 10).1. foi recebido pela filha de Faraó e tornouse oficialmente seu filho. posteriormente foi a causa tle sua ruína.21 e Hebreus 11. p. O casamento de Salomão com esla e outras mulheres estrangeira?. . Tais uniões eram proibidas pela Lei de Deus o iis esposas pagãs gradualmente "perverteram o coração para seguir a ou­ tros deuses" Í1 Rs 13. “Tila lhe pôs o nome de Moisés. A proposta foi aceita e ela procurou n própria mãe.

3J. Enquanto Deus abençoava seu povo. "Mou pai de louvor": Aimeleque. como sinal de que oram compo­ nentes da aliança. de uma discipli­ na desprovida de amor. ia alõm do ensino e do exemplo. somente as crianças o louvavam e diziam: "Hosana ao Filho de Davi”. um rei” | 1 Sm 21. Os meninos eram cir­ cuncidados do oitavo dia de vida (Gn 17.11 |Veja Lambém Gn 29. coutudo. Devium ousinar-hes sabre os ntos poderosos de Dous. Ninguém deve esquecer. lá que os meninos iudeus eram circuncidados. e não as impeçais. mas a vara da disciplina a afugentará dele" iPv 22. Frequentemente.15. muitos onten- 220 .21). As crianças também oram disciplinadas Não existia o otimismo tolo que via as crianças como inocentes por ualureza. São memhros do povo de Dous. os filhos são vistos como pessoas.11).23) A Bíblia apresenta um quadro muilo realista dos filhas. Abias (1 Sm 8. o o s genitores são cbamados paia ministrar o$$e ensino. espera-se que os genitores dêem boas dádivas aos filhos (Ml 7. "meu irmão (Deus).20). Ninguém poderia deixar essa verdade ruais clara do que Jesus em Marcos 10. Em tudo isso. alegrando-se ua graça dp Senhor. Ef 0.32. entretanto. Cl 3. não pre< isam do uma "mão de ferio". Os filhos.211. A educação dos filhos. "A estulLícia está ligada ao coração do menino. E amplamente reconhecido que Cristo usava as crianças para fazer a aplicação teológica de que seus discípulos devem receber o Reino de Deus e vivnr uns com os outros em bonda­ de e humildado.22-24).15).35: et< ]. As que descansam nos braços do Crislo são mem­ bros (não apenas potenciais! da Reina do Deus. O ensino aos filhos uão ora mera monle didatico. SemelhanLomexite. esse ritual simbolizava sua entrada na comunidade de Israel. "Desviam-se os ímpios desde a madre. logu após sua enfiaria triunfal em Jerusalém. oles observavam a participação nos rituais do Templo.14: “Deixai vir a mini a» criancinhas. pois das lais é o mino de Deus".15]. Os filhos nem sempre obedecem ã lei de Deus.FILHOS NA BÍBLIA oram dedirados ao Sonhor. quo Jesus realmente recebeu vis crianças. Desde pequenos. Eles não podem. O AT narra historias do filhos egoístas que não tiveram respeito poios pais (2 Rs 2. em Mateus 21. nem os irritem (Gl 3. e os filhos dos judeus prosélitos eram balizados. os filhos recebiam nomes quo destaca­ vam o i Lududu do Senhor pela família au pelo seu cliofe. quando Jesus eslava uo Templo. uão bavia distinção entre o secular e o sagrado no Lreinamenm dos filhos.70-79). Os pais eram respuusáveis pola educação dos filhos. A promessa ria bônção de Deus uão ara feita ua va^sio.2) significa "O Sonhar mou pai”.4. o povo de Deus. Pelo contrário. 'Porque a imaginação do coração (lo homem é má desde a sua meilinice” |Gn 8.6). proferindo mentiras" (Sl 58-3). audarn errados desde que nascem. 2 Tm 3. ao in­ clui-los ua adoração a Dous (1 Sru 1. Lumprir automatica­ mente Iodas essas obrigações.1-3. oontudo. Prei isarn do disciplina.12).4). Alguns deles eram dedicados poios pais aa serviço parLindar de Deus (1 Sm 1.9-10). Porque Dous é o Criador de Iodas as coisas e seus estatutos para o seu povo envolviam (odas as áreas da vida. "Honra a Um pai o a tua mãe” ÍÊn 20 12. são presentes do Senhor que devem s o í cuidados e dodit ados ao sou serviço. A Bíblia diz olarameute aos pais que não provoquem a ira dos filhos (Ef 0.16. ou seja. Eles precisam de disciplina. a história da fidelidade do Senhor u sua aliamva cresceu e a questão da oducaçáo dos filhos assumiu novas dimensões (ls 4. mio como propriedade. Exigências muito elevadas sáo colocadas sobre eles. Os pais l orlai eci am-nos.21-24. Lc 1. Abiúde (I O 8. Educação no temor do Senhor envolvia lodos os aspectos da vida. contudo.11. por moia dos q u a is foram tirados do Egito e chamados para receber sua Palavra no monte Sinai (Dl 4. Vinha acompanhada de mandamentos para oriar os tilhas nos caminhos dn Sonhor |Pv 22.

10). textos como Marcos 10. declara-se "pai dos órfãos” (Sl 68. Infelizmente. i0. “descendentes de Abraão" (jo 0. O livro de Provérbios faz um uso extensivo da figura na expressão “Filho meu" | veja os primeiros versículos dos caps. com Deus o não Abraão como pai. Paulo (Fl 10).7). Em 1 João 2.211e viver em comunhão com os nossos irmãos.r e “fillmihos" são usados pelos mestres e escritores. mas lesus ft o Pilho de Deus e os que crèem nele também são filhos do Senhor (jo 112). descendência da falsidade” (Is 57.6).15). coufossamo» nossa fraqueza b humilde dependência do Pai paro todas as necessidades e descansamos cuntiadamenle em sua provisão amo­ rosa e sua proteção (Ml fí. em sua graça.33). amor e cuidado (Ef 5. Deus. Para enfatizar ainda mais que as crianças são membros ao Reino de Deus. o escri­ tor de Edesi. Por esse motivo. Os habitantes do Jerusalém são referidos como seus "filhos'1 IMI 23. os que professam a religião pura são descritos como os que visitam "os órfãos e as viúvas nas suas aflições” (Tg L.astes (Ec 12.10).26.44-40. Os filhos refletem o Pai.23. G1 3. Os cristãos são “irmãos" em Cristo. Elas não controlam o próprio destino.27J.10) e "filhos de Israel” (Dl 1.33.121 o lesus (Mc 2. "filhos” têm um significado similar nas expressões intercamhiáveis: “filhos de Abraão" fio 8.37. 221 . 7.3| e “filhos do diabo” (1 Jo 3. a. F1UAÇAO Filiação é uma idéia com muitas faceias na Bíblia Inclui os filhos vinr ulados literal­ mente à família e os usos metafóricos tais como o que so refere aos habitantes de Jerusalém como seus "filhos”.1 o lermo aleluoso "meus fillúnhos” é usado comesse mesmo sentido. Cl 3.3). 15. Sem um pai paru cuidar delas e protegê-las.. Cl 4. Apenas um pequeno passo separa esse uso e a descrição da comunidade como uma família. exeeto por meio do pai. Não aponas o Senhor mas também o seu povo cuidum das crianças que não têm quem as proteja ou sustente na sociedade.14 introduzem a nuança de que as crianças são fracas e dependen­ tes. Estão entre os grupos da saciedade sobre os quais outros podem facilmente tirai' vantagem.40-50: 5. “filhos do ha" fEÍ 2. sõa descritas junto com as mães como “viúvas « órfãos" Ils 1. A injustiça era uma ameaça diária para um órfão. utilizam todos expressões similares.25).32: 7.32. SI 94.m. Os termus “crinnça" e “filho” são também usados metaforicamente na Biblia. Da mesma maneira.FILHOS NA BÍBLIA dem que as crianças estavam incluídas nos batismos famillaras (significando que eram membros ds comunidade da nova aliança) da igreja primitiva (At lti.5).Por isso.1 J: 10.29. A igreja ó o lar (ou a casa) de Deus | 1 Tm 3. às vozes. ficam indefesas o ii mercê dus outros. Como "filhos dn Deus”. Nesse sentido. Mais importante são as referências nas quais Deus é considerado nosso Pai e um indivíduo ou um grupo são chamados seus filhos [as variações de termos relacionados com a expressão "filhos de Deus" estão baseadas mais em estilística do que em variações teológicas).37.41.5). No NT esse uso é muifo mais desen­ volvido do que no AT. A metáfora “filhos" é usada com uma conotação negativa em expressões como “filhos da transgressão. a fim de demonstrarmos os traços da família. quando se dirigem aos estudantes e leitores. Os lermos “filho meu.1ss).2. em humildade. alguns tradutores desviam a atenção da referência aos “filhos" nesses versículos. Na sociedade patri­ arcal do antigo mundo mediterrâneo não havia garantia de cuidado e provisão para a* crianças.39. 2 a 7). Ser filho de Deus impfiea fazei a sua vontade (Mt 12. Não somente o Senhor é o Pai. 1 Co 1.

28. Hebreus 2 .17.201 porque Ele r o criador.6 e Ml 2.10. A confiança de Israel de que Deus viria e supriria suas necessidades era expressa pelos profetas em linguagem familiar (Is 03. pelo contrário. o identifica como o Filho de Deus único e preexistente (Gl 4.10. entretanto. veja também Mt 11.4).14: 1 Cr 17. é o elemento central da provisão de Deus para as bênçãos familiares escatológicas de seu povo. Filiação em Cristo Jesus.41: lo 1.10) fazem isso por mein de metáfora. sáo também chamados de "filhos de Deus”. assim. porém. o povo de Deus olhava para adiante. No período enlre os dois testamentos essa idéia levou ao uso tia base "filho de Deus como um Ululo messiânico (4 Q Florilégio I I 1-13: 4 Q ps Dn A 1. Deus redimiu fsrael e. de Gn 6. o HILio messiânico de Deus.7: Sl Ô9. e sim . Em outras ocasiões. também «ra conside­ rado f i l h o de Deus (2 Sm 7.26) adotivo de Deus (Sl 2. o Messias. e Israel rião nos reconhece: tu. em virtude da redenção.KM » mostra como Cristo trouxe “muitos filhos á gloria". os irmãos de Jesus. os seus sofrimentos e a sua morte foram os meios pelos quais o Filho libertou os quo estavam “sujeitos a escravidão" (2. 0 Setdior.1)'. i ).5. 3*1. é o Pai da nação israelita. O advento de Cristo.1. Às vezes.Outras pessoas tomam-se filhas de Deus quando crèern em Jesos Cristo. Devido ao falo de Deus sei o criador e lats seres estarem sob sua autoridade. nõo é o caso. Similarmente. A adoção delas na família do Deus é pot moio ile Jesus Cristo (Ef 3. Esse tiso. Como Mes­ 22 2 .11.12).4: Ml 22. à formação de Israel cam n filho de Dous. Hb 2. a bênção familiar du povo de Deus está especifi­ camente rela» ionada com Jesus.». Filiação escatològíca A expressão "Filho dn Deus" como título messiânico não é surpreso no Bíhliu.7). nosso Reden­ tor desde a antiguidade e o teu nome”. é muito raio. Cla­ ramente (2. ainda que Abraão náo nos conhece.15) e trouxe os filhos de Deus.16).5-13) Mais especifi­ camente. a lráse é usada apenas como um lilulo messiânico (Lc 4. Portanto. frequentemente é chamada de Filho de Deus. loi por meio de seus sofrimentos que o Filho de Deus lrouxe outros mem­ bros para a família de Deus. Ale mesmo os textos que usam a linguagem da criação ou geração (como Dl 32.101. os seres humanos sáo chamados dp "geração de Deus" (Al 17. porque Ele é o Filho messiânico de Deus.27. Filiação redentora O lema dt«ninante que está no cerne da revelarão bíblica é que Deus é Pai. escolhido e retirado do Egito. quando seriam chamados “filhos de Deus".14.16:64. o proíela clama: "Mas tu és o nosso Pai. [r 3.FILHOS NA BÍBLIA Numa expressão típica dos povos da Mediterrâneo. Rm 0.7-2.49). mas não se reterem nem á geração biológica da humanidade p o r Dous (como uus religiões pagãs) ueru á criação.41-46 — veja Jesus). Em Isaías 63.14-19.13) Ele era s e r v o e filho (Sl 89.11). de Deus” [Jó 1. Hebreus 1 e 2 deseuvolve o lema da supremacia de Jesus como Fdho. a Bíblia ocasionalmente refe­ re-se aos seres angelicais como “fLLbot. és o nosso Pai.16. à glória (2. mas também náo é o único uso escatológico do tema filiação. fiara o dia da bênção. no Novo Testamento.20. o Filho de Dous (]o 1. Os 1.6. No meio da opressão. Polo fato de que o rei do Israel representava a nação.6: 2. no Èxado (Os 11.

223 . e liberta aqueles que estão presos em grilhões: mas os rebeldes habitam om terra seca". Uma terceira característica co­ mum da adoção e da regeneração é que a mudança que ocorre é divina. “propósito” (v. 4 5 . os que desejam ver o Reino de Deus.5).71. 2 7 ) .3ti).5: Eí 1. é uma metáfora biológica. 4 4 . 9. Como alguém podo aproximar-se de Deus? Por meio de Jesus.7). 5. de Deus (Ts 43. ambos os termos deixam claro que a mudan­ ça envolvida é radical em toda a orientação da vida.23. “conselho" | v. e se sen Pai celestial também o perdoar (Ml 6 .7. ó lomado do contex­ to social e legal do mundo greco-romano.9: 4. 9 .4). Portanto.91.fi: 2 Co 6. O vocábulo “regeneração”. Este segundo é expresso numa variedadB de palavras: “vontade" [Ef 1. A velha existência termina e começa uma nova vida.4.3. Tesus disse aos judeus: "Vós pertenceis tio vosso pai. A afirmação bem conhe­ cida “não há macho. O chamado amoroso do Pai Nem todos são filhos de Deus.9. 5.1J ). O termo “ado­ ção".11) e eleitos |v. "beneplácito" (w.1.6 é seguido pela clara advertência uo v. Em )oào 0 44. Da mesma maneira. que aparece primariamente nos escritos de João. a expressão “filhos dft Deus" não deve ser eniendida <omo se referindo apenas aogéuero masculino. adoção e regeneração estão ligadas à obra do Espírito San­ to (JO 3.1ti). pnis e uma expressão genérica. A despeito das variações distintivas. nem féméar é a explicação de Paulo para a declaração “Todos vós sois li lhos de Deus” IGI 3.6). Adoção e regeneração Duas metáforas são utilizadas nos textos bíblicos para descrevei* como a escolha amo­ rosa do Pai se realiza e a pessoa que ainda não é filha de Deus une-se a Cristo e Iransíorma-se num membro da família de Deus: adoçao p regeneração. Desde que nem Iodos são lilhos de Deus. 6 5 ) . Rm 15. "predestinados Iw. Sua misericórdia o seu amor são a raiz da Jihação de seu povo (]r 3 1 . na linguagem bíblica. mas tambúm os Cilhai.31 A ênfase dó apóstolo Paulo sobre esse assunto é encontrada om Efésios t. O Pai é gracioso e per doador. pois seu Pai "é misericordioso” (Lc (5.4: Gl 4. A Solução para a triste situação rio que não e filho de Deus começa corn a graça do Pai. as duas metáforas enfatizam qun a mu­ dança não é apenas radical —•é também imediato. o lindo quadro do cuidado paternal de Deus no Salmo 68. 20: I P e 1. realiza as esperanças dos profetas Esta realização inclui D ã o somente o s filhos du Dem. Dois dos maiores temas dessa doxologia são a adoção de lilhos do Deus e a vontade e o propó­ sito de Deus. o diabo" Semelhantemente.26-2«l.5. que não aparece no Antigo Testamento e apenas cinco vezos no Novo Testamen­ to (sempre nos escritos de Paulo. 1 6 .18). O efeito cumulativo é a ênfase no fato de que a adoção na família de Deus é conslruidd nada mais nada menos que sobre o fundamento da própria pessoa do Rii (o significado básico da palavra "adoção" enfatiza a escolha do Rii qun adotal. t3 dp quo nem todos são filhos de Deus: “Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus no seu santo lugar Deu* foz que 0 solitário viva om família.FILHOS NA BÍBLIA sias. As pessoas tomam-se filhas dtí Deus. 5. 1IJ.5: Gl 4. "por Deus" í d 4. u menos que o Pai o r e v e l o (Mt 1 6 . 1 4 ) . Especiliiemente. 11).3-14. e a boa uotida (lo Evangelho e q u e o Pai sempre toma a iniciativa fJo 6 . Ninguém pode reconhecer Jesus como o Filho.5. precisam "nascer de novo" (lo 3. Nem o novo nascimento nem a adoção na família d" Dous constituem um processo. São nascidas de Deus (1 Jo 3. 3 7 .

6.30).5-13. herdeiros de Deus b co-herdeLros lem virtude da filiação! de Cristo. maneira característica. 19-34 trata com várias perspectivas da relação dos filhos de Deus com os "cuidados" déste mundo: dinheiro.1-5 e principalmente Hebreus 12.18-30). Confiança no cuidado do Pai. Os filhos de Deus aprendem a lição do Sal­ mo 103.9..24. e o Sonhor enviou o Espirito de seu Filho aos seus «orações (Gl 4. O relacionamento Intimo do próprio Jesus com Deus expressa­ va-se na maneira característica como se dirigia a Deus em oração como “Pai” (Lc 10. 'para nosso proveito” (Hb 12.. por isso. O fillio de Deus descansa na onisciência (Mt 10. (a) Oração a o Pai.9). interesse e afeição com o amoroso Pai celestial. dados pelo Rii qun molda e edifica os filhos os quais ama. mas entrega-se a Deus Esse tipo fie fé. se é certo que com ele padece­ mos.FIU IOS NA BÍBLIA Os resultados da filiação Um rios aspectos mais impreasionantcs do uso bíblico ila uoção de filiação é a gama de resultados associadas com ela Isso é compreensível.2-5.42.26-20) do Pai. 1.25).35] e ua misericórdia (Jo 10. Islo eslã enfatizado em Provérbios 3. Jesus ensina os outros filhos de Deus a orar: "Pai nosso" (Ml 6. na onipolência (Mc 14. abnegado e perseverante ao Pai celestial (2 Co 1.era léxica ou sinteticamente única).48 — Nota.9) Eles foram adolados na família de Deus IGI 4. O corolário da confiança o a perseverança O filho de Deus é chamado para traba­ lhar duro e jamais desistir (Hb 12. mas uma das mais significativas esta relacionada r. por meio do Espírito Sanlo.30).34. A confiança do filho em sou Pai para provisão. "Somos.29. enlreiauio. Em ambas as inslândas o clímax é “vosso Pai celestial" (Ml 0. Nn "Oração do Senhor".29. O filho de Deus descansa na promessa de um Pai que conhece e se preocupa com suas necessidades e tem o poder para suprilas (veja também | r 31.6). reconhece sua fraqueza o confia no Senhor.13.5). Sl 68.17). lambém podem orar a Deus. frequentemente. não deve ser confundido com autoconfiança arroganie. Essa inlimidnde o vista de imulas maneiras na Bíblia. Rm 8. De fato. IJm dos resultados da filiação é a disciplina do Pai.21. 2. e chamá-lo de "Pai" (Gl 4.3-11.5)O talo dn qun os filhos de Deus chegam a essa condição "um Crislo" significa que sua vida presente envolve sofrimento no caminho da glória. 22. O Pai celestial se compadece de seus filhos e lembra-se que “são pó”. O lilho de Deus pensa a mesma coisa.10). O filho de Deus e uma criai ura chamada para um relacionamento íntimo e pessoal de abertura. represem Iam dons para nossa disciplina e fortalecimento.29-31. Tal padecimento leva os filhos de Deus á glória. Rm 8. mas não única Estudos teoló­ gicos recentes deixam de lado a antiga alegação de que a referência de |esus a Deus como "Par.28) dos que são chamados para "serem conformes à imagem de seu Filho" (Rm 0. Estas três virtudes paternas são essenciais para a segurança do filho. alimentos o vestimenta Os w 25-34 focalizam o problema da preocupação com as necessidades bôsicas de [I I sustento e |2) proteção. Ml 5.1 1. Deuleronômio 8. o Filho primogénito (Rm 8. Intimidade.32). para o “bem" (Rm 8. 224 . A confiança no Senlior resulta ora serviço alegre.14. Este sofrimento atual acontece sob o controle amoroso do Pai. pois a filiação alinge o centro da existência humana e estende-se a todas as áreas da rida.orn a oração.8.15).12. Dl 1. proteção e disciplina significa que ele não se preocupo. em conformidade com a imagem de Cristo. 23. Mateus B. os sofrimentos da vida estão longe rir: ser sinais du ahandono de Deus.26. para que lambém com ele sejamos glorificados" l Km 8.

16: 64. Hebreus 9. "Assim que já náo és mais escravo. 'Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas. um relacionamento simples ou desprovido de desafios. Jesus declara a oniseiência do Pai e diz quo o filho de Deus.12-15. o filho de Deus ê chamado para se purificar. A família de Deus tem um estilo de vida diferente-(Dt *2 . 5 .FILHOS NA BÍBLIA Esse lipn de relacionamento intimo com n ftu rrtilestial em oração representava (para Jesus.11-17. O medo da rulpa foi tirado. R u a os escritores bíblicos. para enfatizar a Uberdade dos filhos de Deus. 3.55).2. perfeitos. pelo qual clama­ mos. “Sede. O Chamado para a pre­ sente santidade está também enquadrado na linguagem da fa mi lia de Deus. mas filho" (Gl 4. não busca o louvor è u honra em outros.B. Ml l. como perfeito c o vosso Pai que está nos réus" (Ml 5. Semelhantemente.48) A intimidade com o Deus da Bíblia proporci­ ona segurança e exige santidade.) a antítese das fórmulas. Aba.38: Lc 0. lambem Rm 8. O filho de Deus é Liberto do medo da marte (Rm 8. imitadores de Deus.211. Pai!“ ÍRm 0. Não fareis incisão alguma no vossa corpo.7. o modelo bíblico de filiação era radicalmente adverso das religiões helenistas ao redoi. A intimidade bíblica com o Pai celestial é uma comunhão segura e couíortadora. nem rapareis o cabelo em honra de algum morto”.7). entretanto. 37. a união com Cristo e a condição de filho são desenvolvidas em conexão com a santificação. que liberta os lilhos da escravidão e os torna filhos de Deus (Jo 0.rituais impessoais da magia pagã [Ml 0. mas também exigências.31-37).15 deixa claro que a razão por que o filho de Deus lem certeza de sua herança eterna como filho de Deus ú a libertação do pecado. o Novo Testamento desenvolve as responsabilidades óticos dos cristãos no contexto da família de Deus. "Sede vos. "Pois náo recebestes o espirito de escravidão para outra vez estardes em temor.15).26).15). lemos: "Vós sois lilhos do Senhor vóstió Deus. Hb 2. como filhos amados” (Ef 5*1). li qual estó segurri no Pai. a Condição da liberdade de filhos não é a idéia ocidental moderna do autonomia.20 a 3. A antiga viria era de cativeiro. A obra de Jesus (e do Pai). para que sejais irrepreensíveis e sinceros. nas quais o termo filiação era um lugar comum.47.35: Mc 8. om 1 loõo 2.6 . A filiação biblica traz não apenas bênçãos.8. a uova e de libertação. Adoção produz confiança — e não medo. mas nunca eslava associado a qualquer ética moral da mesma maneira que a Bíblia faz. pois. pois. Oração náo é unia arma de coaçao sobre os poderes do Universo. Ib) Santidade familiar.1-0). filhos de Deus" (Fp 2.1. O Pai ó o santo juiz que noluturo decidirá o destino elemo du humanidade fMt 18. É uma liberdade encontrada somente num relacio­ 225 . Desta maneira. A liberdade dos filhos. mas recebestes o espirito de adoção. da mesma formão cristão tornou-se livre para a condição do filho Essa libertação é descrita particularmonte como a libertação do medo. 4.11-17). A lamiiia de Deus Sur filho de Deus é tomar-se membro da Casa de Deus ( I Tm 3. Oração é chegar á presença pessoal de Deus. Não é. A comlição de filho é contrastada com a do escravo. Os israelitas tornaram-se filhos de Deus: por essa razão não podiam adotar os costumes religiosos de seus vizinhos pagãos. As Escrituras enfatizam repetidamente que ser mem­ bro da íamilta implica assumir responsabilidade» familiares.9). A liberdade dos lilhos é a libertação dn pecado e da morte e a Uberdade da vida da lamiiia de Deus. A cura para a oração hipócrita [k a hipocrisia em geral) é o lorlulecimento du intimidade com o Pai celestial. ts 63. c lambém a que determina o novo rumo em suas vidas (w. O filho de Deus Lambém é liberto do umu vida sem direçãt). A oração do íilbo de Deus também é a an li teso da oração hipócrita dos religiosos que buscam seus próprios interesses (Mt 6. Lm Hebreus 2. Em Deutoronõmio 14.14-15). Assim como Israel loi solto do cativeiro para a filiação nacional.

7$). numa época em que a ma cidade de Pedro e André. o totrarca.11). o qual Ibi muito dedicado a tamento. testemunho torna-se evidente quando Fi Nas listas dos evangelhos sinó ticos ele iipe teslemunhnu não somente sobre um sempre aparece eni quinto lugar. Posteriortolo. na Gahléia (Jo 1-44). Seu entusiasmo fica evidente Obra de Deus na Igreja primitiva (Al 6. Primnim.39). 19 vszes em Tessalonicenses).19: Lc 20. sempre mencionados juntos. para viver separado.5). "Trmáo'’ é uma palavra quo expressa profunda afeição pessoal e denola amizade. imediatamente testemu­ o rio Jordão desaguava no mar da Galiléia. situada a nordeste do ponto onde (veja adiante). É no evan­ F IL IP E .(Gl 3.M .11. aproximaduCrisio.27).26| a. Marcos 3-18 e Lucas 6. pidamente creu sor lesus o cumprimento e o diácono. nos evangelhos e om Atos.191.9.23. é desenvolvido extensivamen­ cidade o a chamou de “JúHàs'\ em home­ te no evangelho de João (veja especialmen nagem à filha do imperador romano. nesse amor frater­ no.39-421 . às vezes chamado de "o dn que Moisés escrevera no Antigo Tes­ evangelista". Sabe-se mnie André. Terceiro. o testemunho do Antigo Tostamonnomu de Filip e em hom enagem ao lo sobre Jesus õ uiom ionado (5.9). culturais e sociais devem dar lugar à humildade. o apóstolo. maioria dos "seus náo o receberam” (Jo Betsaida. Ap v. ler uma amostra do que é o banquete eterno (Jr 3. é claro. Esse lema do testemunho sobre ção exata. assim corno Pedro na lista dos doze apóstolos. ou seio. amar os irmãos (1 Pe 2. 1. intolerância e egoísmo. Quatro diferentes pessoas são gelho de João que ele recebe maior aten­ conhecidas por esse nomo no Novo Tes­ ção. Era da mes­ tusiasticamente. que significa uma casa unida.FILIPE namento com os outros membros da famiiia de Deus.26. Era uma 1. ma* Sobre o que porque us dois irmãos Tiago e João eram 226 .17) e. o do Es­ De acordo com o evangelho de João. Rm 8. foram incorporados à Igreja dn Deu.31-46). Mencionadopela maneira como apresentou Natanael ao Fillio de Deus (1. corno o du samaritona (4. pírito Santo (15. Filipe. Os “filhos de Deus pela íé” são os que são 'batizados um Crislo'. todos os cristãos do Novo Testameato reterem-se uns aos outron como "irmãos". 36.14 aparece aqui. assim. ap amur o ao interesse mútuo [El 2. quando lalou sobre Ele a Exisle certa discussão sobre sua localiza­ Natanael. um mandamento dirigido a todos inRute 30 anos antes reconstruíra essa os cristãos. embora existam indica­ localidade principalmente dedicada à ções de que elo era tímido ■ : fraco na fé pesca.34. o dos após­ provavelmente Filipe foi o quarto após­ tolos (15. Fica claro em sua resposta imediata tamento. João Batista jei havia dado associação que a localidade tinha com o testemunho sobre Jesus (1. assim governante.18. I Pe 5. E importante fazer uma distin­ à ordem de Cristo ‘‘segue-me1 ' quo elo ra­ ção entre Filipe. 0 povo dn Deus foi tirado do melo do paganismo. um dos doze apóstolos.s. Filipe.43). As barreiras raciais. 19.46). A te Jo 5. lalvez homem surpreendente.27) e. Filipe. ondtí dão existe lugar para o orgulho. bem como telrarca lalvez explique o nome do após­ André e seu irmão Pedro ( i 41). o conteúdo desse tolo a ser escolhido por Jesus (Jo 1. Em Mateus Três pontos são dignas dn mearão 10. é mu bom exemplo daquelas pes­ lo pouco sobre ele além do que está es­ soas que “receberam" a lesus rápida e en­ crito no evangelho de Joáo. nhou de lesus. amor e comunhão ua obra de Crislo ( I Cu 8.3. os pais com certeza colocaram o mente. Corri exceção tle Judas. Segundo. Paulo o faz 133 vezes.

1. ao lempo em que outras ovelhas seriam uciesceutadiis ao rebanho do Senhor. náo perceberam que.a de compreensão foi vis tu tam­ bém nos demais discípulos. lesus já teria morrido. Talvez Filipe pensasse em Gris lo cama "o profeta" |Dl 1U 19. sele homens foram indicados e escolhi­ dos entre os que eram "cheios do Espírito Santo e de sabedoria”. Não sabemos se Cristo desejava testai parliadarmente a fé do Filipe ou so ele era a pessoa mais indicada para responder a tal pergunta.16).FtUPE estava escrito na Lei ile Moisés a respeilo da Jesus. por conhecer aquela região dó grande "mar da Galiléia'' (0.4 25. ao conlemplar lesus. Es­ ses homens certamente sáo significativos nesse ponló do evangelho. Talvez o tenham prociuado porque linha nome grego. ficou patente em Filipe fio 14. Muitas pessoas convertiam-se ao Evangelho. t:m várias ocasiões. A última men­ ção ao seu nome é em Aios 1 13. Essa seria a tarefa do Espirito Saulo logo mais — abrir totalmente seu entendimento 11. Filipe não teve té e tampouco o entendimento para imaginar qualquer solução que não custasse uma fortuna p u i dinheiro para alimentar aquelu multidão. Viram -D O em ação u ouviram seus ensinos.000 pessoas 16. um versículo uo qual João 1. viam o próprio Pai. pois indica­ ram que havia outrfis pessoas Interessa­ das em Jesus e apontaram para adiante. t»o perguntar-lhe onde comprariam pão para alimentar 5.21 . Os apóstolos ora­ ram e impuseram as mãos sobre eles e os nomearam para o serviço social da híreja. para sua própria morte e ressurreição. Náo está claro se Filipe promoveu ou não o encon­ tro dos gregos com Jesus. foi apro­ priado que em João 12. Ao relator incidentes como esse nos sous leitores. Essa fali. Isso. Filipe é mencionado novamente em João 6.6).5. as que não pertenciam ao povo de Israel 11U. Ames que isso acontecesse. Este fato reflete também o reconhecimento pela Igreja de que os que são chamados para o ministério da palavra de Deus" l. A unidade do Pai e do Filho estava lirmnmento estabe­ lecida na resposta fiada por Cristo à per­ gunta de Filipe. quando pediu a lesus que lhe "mostrasse o Pai”.5.2) e negligenciavam o ministério da Palavra de Deus. As vezes também chamado de diácono. Em João 12. Mesmo assim. Portanto. talvez estivessem próximos de Hatsai da). Este Incidente é uma interessante inilicaçào de quão cedo na vida da Igreja houve uns reconhecimento de que Deus dá diferentes ‘ministérios” e “dons" a di­ versas pessoas.v. Filipe e os outros esliverara com Jesus por mujln tempo. portanto.81. O v. Os crísláos de origem grega reclamaram que suas viúvas eram despre­ zadas ua distribuição diária de alimen­ tos. João demonslrava a profundidade dos ensinos de lesus e destacava sua importância. precisavam de ajuda. 2) lamais devem ter outras preocupações. lesus voltou-se piira ele paira teslálo. Jesus. embora jã tivesse seus próprios planos«l«i operar um milagre. o evangelista. e mencioniidn pela primeira vez em Atos (i. Portanto. 15. A resposta era que Fili­ pe o seus companheiros ainda náo tinham seus olhos espirituais abertos adequadatncnle para entender essas coisas.22 alguns gregos apro­ ximaram-se de Filipe b solicitaram uma audiência com Jesus. 2. Os apóstolos observaram que perdi­ am tnuilo tempo na solução desse tipo de problema (At 6. Os apóstolos perceberam que o trabalho do administração da Igreja em lerusolém era muito pesado. um ponto que Inão estava determinado a estaboloccr etn todo seu evangelho. 7 indica o su­ cesso dessa divisão de tarefas: “De sorte 227 .20).2 J faz alusão). lançou o desafio. enfrelanto. segundo ele. Ele cria que íis Escrituras se cumpriam.23 a resposta de Cristo apontasse paia adiante. Filipe. “seria suficien­ te’’. entre os discípulos reunidos no Cenáculo. Aresposia d < ? Cristo t^ve um tom pro­ fundamente triste. Enfolicamente Cristo lhe perguntou como fazia lal pergunla depois de tanto tempo em sua presença.

foram chamados de Filipe. era filho de Herodes. A pressuposição geral é que esle só pode ser Herodes Filipe. Em Marcos rt. Quando começaram as primeiras per­ seguições contra os cristãos em Jerusa­ lém |na épacu i-m que Estêvão foi rnartitizíido}.27.. operou milagres e desenvolveu um ministério que mais parecia o de um apôstolo do que dn um coopnrador ou (listrador.17 (veja Ml t 4 . Enquanto esteve em Samaria. Posteriormente.121.. foi decapitado (Ml 1 4 . Atos 8 concede-nos uma idéia do tipo de trabalho 110 qual Filipe esteve envol­ vido em Samaria.8 registra o mandamento do Jesus potra os discípulos. Provavel­ mente foi por meio deste homem que mais tarde 0 Evangelho se espalhou por toda a Etiópia. Joselo contudo uão menciona o segundo nome de seu filho. o Grande. 3 . Certamente é possível que o primeiro marido de Herodias fosse Herodes Filipe.2Ú-24J. identificou a primeiro marido de Herodias como Herodes. 3 * 1 2 ] . G fato de que Filipe era realmente um homem "cheio do Espírito Santo" e visto na ma­ neira como o Espirito o levou a falar com o eunuco. 3. Lc 3 . onde rapidamente tornou-se um imporlante missionário. e em |erusalérri se multiplicava rapidamente o nú­ mero dos discípulos. o qual. Joselo. 0 tim dei que fossom teste­ munhas em Jerusalém. l U i a m o r t e de João Batista é lembrada quando as pessoas sugeriram que lalvez lesus losse loâo. o que jus­ tificaria sua designação por Marcos como 'Filipe”. Filipe. Fili]>e enfrentou um problema com um magico chamado Simão. sob a direçáo do Espirito Santo. lilho de Herodes. Ao men­ cionai esse incidente. pois mais (arde ele é durainenle repreendido por Pedro (ÍJ. era o nome de família.8). Muitas pessoas se converteram por meio de sua mensagem e fnram bntizadas (8. entretanto. o qual revivera. Seu trabalho naquela localida­ de loi especialmente importante para a mensagem do livro tle Atos. Ele lhe expós as Escrituras do . Herodes. te tra rca da Ituróia e Traconites. e Cleópalra de Jeru­ salém. mas Joselo declara que incluía 228 . conhecido com o Filip e H erodes. Por meio de Fili­ pe. Fdipe também teve oportunidade de pregar para um eunuco etíope. /udéia. onde vivia e era conhecido comu "evangelista” (At 21. esse testemunho chegou a Samaria. Esse governante. As referencias a esse governante. 4. o Gran­ de. o Grande. Atos 1.Antigo Tes­ tamento à luz do ad\entn de Crislo: 0 eunuco creu e íoi batizado. Filipe. Paulo e Lucas o visitaram em Cesareia. 1 descreve seu governo sobre a IIureia e Traconites. o filho de Herodes. Marcos referiu-se ao casamento de Herodes com Herodias. lilho de Horodes. cuja es* posa posteriorm ente foi tomadn por Herodes. quando viu os milagres operados por ele. o Grande. creu e balizouse. e Cleópalra. Isso significa que dois filhos de Herodes. é claro. Prodamou o Evange­ lho. A referência o Filipe coma "o evangelista" em Atos 21. 0 Grande. Lucas 3 . É impossivel determinar onde eram os limites de seu território. pois tnl coisa seria possível. Samaria e até os confins da Terra. que viajava em sua carruagem. pois aquele cidadão era um importante oficial do governo e esta­ va a caminho de sua casa (8.FILIPE quo crest ia a palavra de Deus. ernuo resultado. des­ de que houvesse duas mães envolvidas. Não se sabe ao certo se sua conversão foi genuína. o tetrarca (veja abaixo|. proporciona 0 pano de lundo histórico para a repreensão de loâo Ba­ tista a Herodes: 0 Batista o repreendeu por causa de «eu casamento ilegal. e M&riâne.8 indica claramente que bem mais torde em sua vida ainda era amplamente re­ conhecido por seu zelo missionário. a quaJ fora esposa do seu iruião Filipe.28). os apóstolos Pedro e Joâo foram alé lá e confirmaram que u Evangelho era aceito de bom grado pelos gentios e samaritanos. Perlo do final do Livro de Alas. Lucas mos­ tra como a Grande Comissão loi cumpri­ da. Filipe dirigiu-se para Sumaria.

8: 13 a 10). no Anligo Testamento. 8). ou posteriormente. F IL IS TE U S . A evidência mais notável o o contato que Abraão e Isaque tiveram com os filisleus antes de 2000 a. Se aceitamos a dala tradicional para o Êxodo. O S . A mesma identifica­ ção é feita em antigos textos acadianos que descrevem pessoas de Creta como k ap taru . um evento passado sobre o qual Moisés teve noticia (Dt 2.1.17).C.G. são sufi­ cientes para permitir a possibilidade de hebraica.C. uma con­ clusão que suscita varias dificiddades à luz das referências a eles no Antigo Tes­ tamento.32. D'-uieronôinio sugere que os Callorins estabeleceram-se na costa do mar Mediterrâneo. pois tanto o Antigo Testamento como os documentos exttuhíblieos estabelecem sua origem nas d lias e regiões COsleiras próximas Ha Grécia e Creta. As abundantes referên­ cias aos caftorins (kuptam ou algo assim) em textos anteriores a 2000 a. O próprio Anligo Teslamento testifica sobre isso. Gaulanites e Bataiiéia. incluindo uma rojjçião considerável a leste do rto e norte de Decápolis. 25. a região qun fazia uma fronteira acidenladacom Israel e luda. Esta. 34. Á palavra gre­ ga Pulaistinei deu origem ao nome mo­ derno Palestinu. Arnós acresconla a intormação de que o Seidior Irouxera os filisleus para a Pales­ tina de C a fto r.C. OS Auraniles. esta área estendia-se da oeste du porte norte di] rio Jordão.omo Creta. durante os reinados do Kamsós UI e seus sucessores imediatos. O termo "povos do mar" descreve ade­ quadam ente os filisteu s e seus alia­ dos.I que ficaram suficientemente nume­ rosos para causar algum lípo de proble­ ma para Israel (! Sm 4 a 0. j\n. Filipe go­ vernou nessa região do ano 4 d.FILISTEUS. entretamo.I como nm elemento dos netandus "povos do mar” que tentaram sem sucesso inva­ dir o Egito.C.23). A Ugaçáo fica completa com a obser­ vação dn Jeremius de que os filisteus eram 0 remanescente da ilha de Caftor (|r 47.7). não elimina a possi­ bilidade da existência de filisteus anteri­ or a essa data.23). ou seja 1440 a. através do mar Medifprrânoo e da Libia.7. utésua morte em 33 d. Génesis 10.C. Isso. e quase todos os especialistas identificam Oaftar c. Os filisteus são mencionados proeminentemente nos documentos do Novo Reino Egipoio (1200 a I 100 a. é claro. Esse Dorae vem do hebraico Filistia e Filisteu. PiListu ou Pilista. A maioria dos historiadores data a chegada dos filisteus ao leste do Medi­ terrâneo em lorao de 1200 a. nesta narrativa os filisteus procederam a ocu­ pação de Canaã pelos "povos do mar” em mais de dois séculos Talvez os filisleus tenham chegado a Canaã em grande número em 1200 a. até Canaã. um nome bem próxim o da pron ún cia onde subjugaram a população notiva dos aveus (Dt 2. O lago Hulé e a cidade conhe­ cida como Cesareia de Filipe lambem es­ tavam dentro desse território.C. Aparecem novamente no relato do Êxodo.C Durante esse período loi responsável pela reconstrução de Cesaréia de Filipe (anleriormenle conhe­ cida como Peneiom) e a cidade pesquei­ ra de Betsaida. quando Deus levou os israeUtaspara lon­ ge da rota costeira. é a própria área constantemente associada com as cidades dos filisleus no Antigo Testamenlo. porque rira “o caminho da torre rios filisleus'' (Ex 13.. exatamonte de acordo com as passagens de Génesis e Êxodo e com a referência em DeuterouômJo da substi­ tuição dos aveus pelos caflorins.C.4). em Gaza e arredores. no extremo nurte do mar da GulUjéia. Nos textos acadíanos a região é referida como Rilastu. em épocas muito anteriores.14 faz um elo enfre os filisteus e os callorins. (Gn 21. Esses tex­ tos chamam os filisteus de Ptílesel. )z 10. |ão certo como conduzira os filhos fie Israel do Egito a Canaã (Am 9. Era considerado pela popu­ lação como o melhor e mais justo de Io­ dos os Herodes. Portan­ to.. pois foi so­ mente nos dias de Samuel o Sansão I I 120 a. 229 .C.

no Egito. Qualquer que seja . 3. até q u e Samuel (1 Sm 7. O re­ conhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava pelas pessoas em diferentes congregações é algo digno de nota em suas epístolas. não enfatiza as realizações culturais dos filisteus: polo cou bário. to negativo que tinham s o b r e Israel. mostram claramente que os filisteus tinham assimilado o culto nati­ vo e original dos cuxibiuius Teologicamente.8-13). 1. Sua tradução na Septuaginta como “tirano” npõia a origem dos filisteus do mar Egeu.10-211.20) deixa claro que nao pertenciam ao povo da aliança: portanto. as quais exerciam uma certa auto­ nomia (orei Aquis tratou iudependentemente com Davi. O Antigo Testamento.).4. o s filisteus tipificam us Influências perigosas e mortais às quais Israel precisava resistir como povo escolhido (lo Senhor.s territórios pertencentes a Israel. Esse deus (cf. 17. se um israelita quisesse afiar ou consertar um equipamento feito de ferro. Filho de Eleazar e neto de Aião.15). Ex­ tremamente belicosos. Nereu. Escavações arqueológicas recentes revelam que os filisteus introduziram e experimentaram um elevado nivel de cultura e tecnologia. diante de uma emergência uadoual.251.C. Na época do retor­ no dos judeus do exilio na Babilónia. A .3.18. outros sítios arqueológicos em Canaã incluem impressiouanlos amostras de potes de barro. junto com Júíia. referência Ireqiiente a eles como “incircuucisos" (Jz 15. 2 Sm 1. 31. É provável que. contudo.22-25] deram um paradeiro em suas incursões. sua irmã e Olimpas |Rm 16.FILÓLOGO suâ existên cia na região costeira de Canaâ. Suas práticas religio­ sas. ambos semíticos. Na época do rei Saul (1050 a 1010 a. pois conquistaram repetidamente o.C.12-14) e Davi (2 Sm 5.6. 501. os filisteus esta­ vam sobdamentci estabelecidos nn cosia mais bátxíi do Metlilerrâueo.4.M. uma Inovação bem avançaria em relação ar» seu uso em Israel. seus ar­ mamentos e artelaios de tumulos.3. mas que.18. conceutrudos em cinco cidades: Ga/a. eram ainda mais nocivas: Unham como figura principal uma divin­ dade meio peixe e meio homem.1-5). 1 Srn 27. localiza o impac­ FINEI AS.5. chama­ da Dagom (1 Sm 5. Desenhos bem con­ servados encontrados em Mmlmnl.5 230 . mostram suas roupas. FILÓLOGO (Gi. H nbu. entretanto. É costume geral referir-se à sua estrutura política como uma pentâpolis ("cinco <idades").. tais como Baal-Zebube (2 Rs 1. A pBntápolis demonstrava «er uma coalizão dn cidades com direitos iguais. Uagan e Man canoneui o a existência de outras. selos e sofistica fios dese­ nhos de arquitetura Cm dos maiores pro­ gressos dos filisteus loi a utilização do ferro.8. mas por um Oficial denominado em hebraico de seren. tra­ balhavam em conjunto d submetiam-se às decisões da maioria (n dispensa de D a v i da batalha contra Saul: I Sm 29). 1 7. AsGalom. etc. Seu lillio chamava-se Abisua 1 1 Cr 6.5-7). o próprio Esdras e nutTos levitas traçaram suu linhagem familiar alé Finéias (Ed 7. adagas. eram eslrilumeule evitados como um mal que podia conta­ minar.2) e Astarote/Astarte l J Sm 31. Ir. foi um dos maiores homens de todo fsrael.23. “amante do aprendiza­ do"!.26. provaram sor ini­ migos implacáveis dos israelitas alé o início da monarquia. i Sm 14. Asdotle. procurava um filisteu.Cristão que vivia em Roma e foi sou^ dado por Paulo em sua carta. Ga te e Ecrom. o qual tinha o monopólio das habilidades necessárias paia tal função (1 Sm 13.27. por volta do século XII a. Sua mãe foi 1uma das filhas rle Putiel" lÊx 6. cada urna govnrnada não por um roi.).sua origem exala e seu estaibelecimento cronológico. por encabeçar a lista. Filólogo fosse o líder de uma igreja domiciliar o Júlia fosse sua esposa. nos tempos anteriores ao Èxodo. 16. palavra que talvez signifique "se­ nhor” (js 13.

quando os israelitas esta­ vam acampados em Sitim. Sacerdote em Siló. A ira do Senhor diante de lal comportamento ocasionou uni juizo ime­ diato. chamada Cosbi. Finéias e os representantes das tribos (w. p se prostrava diante deles" — Baal-Peor fvv. Lria como um memorial para Io­ dos os israelitas que se estabelecessem no lado orienlal do rio Jordão. para serem utilizados como sinalização. para indicar claramen­ te que os apanhara em pleno ato de imo­ ralidade e adultério |w. para ja­ mais se esquecerem de que faziam parte de Israel e adoravam o mesmo Dous. quando saiu com os soldados israelitas para a balalha con­ tra O S midianilas numa vingança pelo in­ cidente em Baal-Peor. 2f3j.6. filho de Saiu. Ele. Seu irmão chamava-se Hoíni. e a sua semente depois dele. no meu zelo. porque foi zeloso pela honra de seu Deus. o o povo com ia. Finéias é mencionado novamente no relato de Números 31. da tribo de Simeão. especialm ente seus lideres. era um dos fi­ lhos rio sumo sacerdote Eli II Sm 1. trouxe uma mulher midianila. mas 24.3. não cousumi os filhos de Isra­ el. do maneira que quando as oufras tribos souberam o que us tTés fizeram. Finéias soguiu-os o matou-os com apenas um golpe de sua lança.l-3). Eles se tornaram totalmente corruptos e tira­ vam vantagem da posição privilegiada que ocupavam. Com exceção de uni curto período no sacerdócio de Eli. Para mais detalhes. os descendentes de Finéias continuaram seu ministério sacerdotal e lambem ocupa­ ram o sumo sacerdócio. Finéias liderou uma de­ legação enviada ao encontro das tribos de Rúben. filho de Arão. extttamenle quando isso ocorria. por isso.»). “o povo se en­ tregou á prostituição coru as Iilhas de Moabe. NttmemS 25 registra que. Portanto.21 I Crónicas 9. 3 . com a intenção dn t»:r relações sexuais com ela.14) foram enviados para falar com os lide­ res. \ adoração e sacrifícios só eram permiti­ dos no Tabernáculo. San. Finalmente morreram sob o juízo de Deus. Eslns convidaram o povo aos sa­ crifícios doa seus deuses.28). Deus falou a respeito de Finéias: "Finéias. -A praga euviada por Deus sobre o acampamento foi interrompida por essa ação rápida. lal dedicação ao Senhor e às suas leis tomou-se um modelo de como todos os israelitas. o 231 . Finéias e toda a delegação rotornarurn louvando a Deus |w. Em Josué 22.30. Zinri. 30-34). um dos sacerdotes que retornaram do exílio na Babilónia. "Não conheciam ao Senhor' (1 Sm 212).20 indica que uma de suas principais tarefas era a de ser "porleiro" no Tabernáculo.000 israelitas jií tinham morrido. As três tribos explicaram que o aliaT seria usado apenas como um leslemuuho de que a adoração $0 seria feita no Tabernáculo e uunca seria utilizado para o oferecimento de holocaustos (v. O zelo de Finéias é mendouado no Salmo 106. lerá a aliança do sacerdócio perpé­ tuo. quan­ do transmitiu a palavra de Deus ao povo concernente ã vingança pelo pecado dos benjamitas l|z 20. temeram que novo julga­ mento de Deus caísse sobre eles.FENÉIAS H. a qual levou para sua tenda diante de toda a congregação. dfzô: Dou-lhe a minha ali­ ança de paz. e fez propiciação pelos lilhos de Israel" (w. O próprio Finéias anos mais tarde serviu diante da Arca du Aliança em Untei onde novamente seu zelo pelo Senhor foi demonstrado. Levou consigo al­ guns utensílios do santuário e trombetas. Pai de Eleazar. 2 . 7. veja H o fn i. Suu fumu foi estabelecida principal­ mente par sou "zelo” em defender o Se­ nhor Deus em face du idolatria. 13. deveriam viver. o sacerdote» desviou a minha ira de so­ bre os filhas de Israel.3). 11-13). as quais ti­ nham erigido um aliai perto do rio Jordão. Todos os lideres que se ituvolve­ ram na imoralidade e idolatria foram mortos. pois foi tomado de zelo por mim no meio deles. antes que todo o Israel se envolvesse em guerra. 14. filho de Eleazar. Gade e Manassés.

3 3 J. "queimando'1 ). juntamen­ te com Estéfanas r Acaico. pelas pessoas om diferentes congregações é algo tligno de nota om suas uartas. Clemente mentiouou um bomorn coai este nome em sua epístola aos Coríntios.14). o n d e l o r a m e n c o n t r a d o s o s d o c u m e n t o s .iuas saudados púr Paulo em su.D a n i e l (N o ta d o It e v is o r ) 232 .s e u C a v B r a u n * 1 d o Q u m r a u . Segun­ do nomt. P.de uma lista de cristãos iora. abençoado). 4 Q r e f e r n . O reconhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava FORTUNATO iLat. mas provavelmente não se trata da mesma pessoa.FLEGONTE q u a l a ju d o u a p e s a r e r e g is t r a r t o d o o o u r o 6 p ru tu q u e le v a r a m d c v o lt a c o m e le s p a r a o T f e i i t p l o e m J e r u s a l é m (Ed 8 .i «pistola (Rm 16. N'o íinal rio século.DiG. É men­ cionado em I Coríntios 16.17. é? p s D n è a a b r e v i a t u r a d e p s e u d o . Veja Estéfanas ' Es< r it o s d a li t e r a t u r a j u d a k a d c » p e r í o d o i i i t p r l o s t a m * m l í i r i o . FLEGONTE (Gr.

os quais procederam aleivosamente contra Abím«leqiie. Filho da Naor. para predizei o nascimento de JoãoBatisla. Veja também Atijos. nascido de Zilpa. "enviou Deus um espi­ rita mau ontre Abimeloquo e os cidadãos de Siqu ém .2. veja /lbunfíleque.16:9. Sétimo filho de Jacó. É um dos dois anjos mencionados pelo nome na Bíblia |veja também Miguel).19. GADE (Heb "afortunado'’)* 1. G A B R I E L (Heb. e depois apa­ receu em Nazaré.2 1 . Enquanto o pro­ feta orava e confessava seu pecado. u tribo d<’ Gade contava com 233 . Gabriel aproximou-se e deu-lhe "enten­ dimento'' sobre o tampo enlre a ordem para reconstruir o Templo e o advento do "Ungido".n .G GAAL (Hebr. Seus descendentes estavam en^ tre os que serviam no Templo. Invadiu a cidade e expulsou Gaal e sua família |vv. mudou-se para Siquém depois qun o filho de Gidéão. Zebiú e Jútão. 1 9. 24. M homom de Deus'' ou "força de Deus"). Gabriel upresentouse a Zacarias no Templo.13). facó pro­ fetizou que Gade seria atacada por guer­ rilheiros.. a serva <Ie Léia.t . no evangelho de Lucas. Gabriel aporouou e providonciou a intur prettttíâo: "Aquele carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia.26). os quais regressaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. 26-29) Abimalnquo foi informado da rebelião por meio dt: Zebnl. “repugnante”)." (Dn 8.15. 35. Quando Canaã finalmente foi conquista­ da (Nm 32J.21). No período intertestamentário. Na épora da saída dos hebreus do Egilo. seus descendentes recebe­ ram como herança uma região ao leste do lordão. 1 Q1I 6. mas contra-atacaria (Gn 49. li­ dos como permanentes diante de Deus.26). GABAI. 23. Segundo o relato da natividade. Na visão ap ocalíp tica de Daniel. ZacariaseMaria (Dn 0. No dia seguinte. Nome de um mensageiro celestial enviado por Deus a Daniel.261.-47. governador de Siquém. numa nção que foi vista como juízo de Deus sobre seus moradores por lerom sido coniventes com a morte ilos lilhos deGideão (w. Gaal aproveitouse do clima fie revolta e encorajou s^us moradores o se armarem contra o filho do Gidtíâo (vv. o sua coDCubina Roumii íGn 22-241 GA AR. Como castigo pela ma­ neira como este matou Iodos os outros filhos tle Gideão. a fim de anunciar o nascimento de Jesus a Maria (Lc 1. Durante um festival num dos tem­ plos pagãos da cidade. Tobias 12. a .20. I-c t .8).16).11. 57! Para mais detalhes. Em sua bênção para cada um dos filhos. irmão do Abraão. Ne 7. GAÃ.‘ (|z 9. Tornou-se líder de uma das doze tri­ bos de Israel. Abimeleque.. para servi-Jo e apresentar as “orações dos santos" (Jubileus 2. o Messias (Dn 9. Mas a bode peluda é o rei fia Grécia. que levou o seu nome. Seguidor de Saiu.c . 30-411 . p . a .231.19). que se eslabeleceu em lerusalém depois do exílio babilónico (Ne 11.49). Filho de Elxirie. conside­ rado como desr endente da primeira es­ posa de Israel (Gn 30. Portanto. Estava entre as quo descoram ao Egito com seu pai e muitos irmãos (Gn 46.2027). a lileratvua judaica descrevia Gabriel como um dos arcanjos au "anjos da presença". ele atacou e destruiu Siquém. iniciou seu reinado ali.

3") três dia*. de pragu sobre a liirro (2 Sm 24. 2. "Vidente1 ou profeta que viveu du­ rante o reinado de Davi. O escritor das crónicas dá uma ênfase especial ao humilde arrependimento do rei p sua obediência imediata à palavra do Senlior. Na terceira vez.ac. veja Sam ua.25).GAD1 46. 1. anos mais tarde. onde se realizou uma m anifestação anticristã. GAETÃ. A fé do Caio e o snu compro- 234 . “minha fortuna").41. om tex­ tos que olham adiante oara os últimús dias e o cumprimento dos propósitos di­ vinos para o reino ilo Senhor. por causa do censo que Davi mandara fazer.de sous inimigos durante três meses. o videnti' do rei. p. Muito tempo depois a multi­ dão finalmente se acalmou e os dois fo­ ram soltos. lrouxe a palavra de Deus pura '?ste monarca nm quatro ocasiões especiais. Em Atos 19.3. 16 .1 H 4 ).14-17). Assim que o censo foi realizado. Reiuou por dez anos (2 Rs 15. o r«i queria saber o númRro de seus soldados e. quando Davi íá eslava bem eslabelectdo como rei.19: I Cr 21. filho tle Sodi.291 . 1. o Senhor a interrompeu na eira de Araúna. Embora seu pecado fosse perdoado. Em quarto lugar. pediu perdão ao Senlior (2 Sm 24. filho de Susi. Foi es­ colhido um representante de cada tribo e Gadiel. Na segunda ocasião. Pai de Menoém. Uma praga veio so­ bre □ terra e espaJ liou-se por Jerusalém mas. foi indicado pela de Zebulom. Líder edomita. proferida por intermedio do profeta Gade (ef. o jebuseu | v.5. 2') fugir. ao ignorar o conselho de Joabe. Aparenlemente este profeta lam­ bém escreveu um livro sobre a viria de Davi (1 Cr 29. A Bíblia diz que Ezequias seguiu as mesmas orientações. foi Ltm dos "companheiros de viagem" do após­ tolo Paulo.1l. foi agarrado pelos mora­ dores rle Éfeso — os quais oram na maio­ ria violentamente antagónicos ao Evan­ gelho — é levado a o lealro da cidade. Os ga ditas são novamente citados em Ezequiel 48 e Apocalipse 7. veja Somuo. com sua contrição peculiar. Com profunda Iristeza.25). A primeira quando ele era perseguido pelo rei Saul.18. que matou Salum em Samaria e loriiou-se rei de Israel em seu lugar. para espiá-la (Nm 13.3-23). ele ainda teria de enfrentar as consequên­ cias. foi indicado pela de Manassés. Gade o incentivou a abandonar . Um dos doze enviados por Moisés do deserto de Parâ à lerra de Canaã. para espiá-la (Nm 13.I0J.29.ei. o do proleta Nata' (2 Cr 29. Pára mais deiallips sobre a missão deles. 1 Cr 1.11) Foi escolhido nm representante de cada tribo e Gadi. GADI (Heb. Gade ajudou o rei a dividir os levitas n o s sacerdotes em gru­ pos e a determinar as diferentes tarefas na realização dos cultos. Gade Ube deu três alternativas.36). Para mais detalhes sobre a missáo deles.10).19). Davi reconheceu que tinha pecado e. "couforme a ordem de Davi e de Gade. Gade 0 procurou para pronun­ ciar o juízo de Deus sobre ele.050 homens em idade milhar [Nm 1.sau e Ada [mulher carianita) e lilho de Elilaz (Gn 3ft. o que Davi lez ime­ diatamente f 2 Sm 24. 14). Natural da Macedônia. Con­ trariando a I. o comandante do exér­ cito ordenou que suas tropas fossem con­ tadas (2 Sm 24. Gade apresentou-se a Davi no rba em que a praga cessou. antes de chegar ao Irono. Um dos doze enviados por Moisés rio deserto do Pa rã à terra de Canaã. 10).5). GAIO. Or­ denou ao rei que construísse um aliar ao Senhor sobre a eira. G AD IE L. I Cr 21.seus acampamenlos nas caver­ nas de Aduião e a regressar para Judá (1 Sm 22. juntamente com Aristarco. “porque muitas sáo as suas misericórdias” (v. l"| três anos de fome na terra. 2 . neta de F. Davi disse a Gade que preferia deixar a questão nas mãos dos Senhor.

de onde escreveu a carta aos irmãos de Roma.Aristarco loram presos 110 lugar d» Paulo (vtíyàAlexaildre). abavés dos sécu­ los. sim­ plesmente por ler sido bati/^do por ele. 2. pregando na sinagoga para os judeus locais. 6 citado na sau­ dação do Romunos 16. 5). aolretanio.131. Obviamente?. Derbn é subs­ tituída por Dobem?. Um dos levitas que se resta­ beleceram em Jerusalém após o exílio babilónico | 1 Cr 9. quando levou O dinheiro que havia coletado para os pobres daquela cidade. GAL AL. E quase cerlo que se tralava do mesmo per­ sonagem que Paulo balizou. Natural do Corinto.14). Provavelmente converleu-se por meio do ministério do apósto­ lo. elo e . Nascido em Córdoba. portan­ to. pois destacou-se como alguém que anda na verdade. 2 . 235 .G. na Espanha. pois ». onde participou de om eomplo para ma­ lar o imperador Nero. G Á L I O . em sua se­ gunda viagem missionária (At 18. Alguns judeus. após inic.3).6). 4). Gaio. Quan­ do. urn liomem temente a Deus. entrou na casa ao lacto e começou a pregar mais especilrcamenlp aos gentios. e governava Corinto na época da primei­ ra visita de Paulo ã cidade. o líder du sinagoga. Paulo liospedou-se em sua casa. Obadias. na residência de Tilo Justo. Em 3 João 1. Tornou-se procônsul da Ac aia em 52 d. Homens como este. (. Seu descendente. foi um dos levitas que se restabeleceram nm Je­ rusalém após o exílio babilónico |i Cr tt.ste 0 classifica como um de seus filhos (v.D. nas épocas eui que n perseguição se ma­ nifestava. Os judous le v a r a m Paulo diante do Gálio b acusaram-nu de pregar coisas contrárias à lei (judaical (At 18. uma cidade da Macedónia.. tinham crido em Cristo e.l6L 3. Natural de Derhe. Paulo começara seu trabalho na ci­ dade. 1. o antagonismo dos judeus crescia cada vez mais.4 como ura dos que saíram antes rle Paulo de Filipos e foram esperá-lo em Tróade (v.Seu descendente. CaiG era um anciáo da igreja para a quai o apóstolo escreveu e um amigo muito querido. até qxie culminou nurn "ataque unido". porém. Foi recomendado por sua hospitalidade para com os outros e ainda é incentivado nesta prática por João. como Crispo.GÁLIO mLsso com Cristo eram muito fories. Provavelmente loi um dos escolhidos polas igrejas locola para acom­ panhai o apóstolo até Jerusalém. Abda.23. A tradi­ ção diz quo esse Gaio posteriormente tor­ nou-se bispo de Tessalónica.iai a pregação do Evangelho em Corinlo (1 Co 1. enquanto viveu nes­ ta cidade. pois o apóstolo preocu­ pava-se mais em pregar do que em bali­ zar Paulo não desejava que alguém se sentisse como se lhe "pertencesse”. João demons­ tra clarumenie quo o tinha em alta con­ sideração (w 2.17).Se um texto grego variante for adolado. tal batismo foi um talo muito raro. isso é bem possível. isso significaria quo este Gaio talvez seja o mesmo pursonagom do item n" 1 Desde que Ar is larl o é mencionado nos clols textos.151. era irmão do filósofo Sêneca. . ã medida que mais * mais pessoas toma­ vam-se cristãs. e de toda a igreja1 ' sugere que uma das congregações prova­ velmente se reunia nn cosa de Gaio. No tumuito om Eleso. foi mn dos levitas que se restabeleceram em Jerusa­ lém após o exílio babdónico (Ne 11. tor­ naram-se exemplos para todos os cristãos. que exibiam tamanha Le <_rislã em tempos de perseguição. P. 4. O único desejo do apóstolo era que o nomo du Cristo fosso glorificado.12-17).C. é mencionado em Atos 26. Morreu tempos mais tardo em Roma. Gaio permanece como um exemplo para a igreja. tal hipótese não é muito confíóveL) 3. como era seu costume. elos se tornaram demasiadaruonle "ofensivos'’ à mensagem (Al 18. o apóstolo os deixou.era um nome popular. 0 talo do apóstolo di­ zer "meu hospedeiro.

não permi­ tia 110 entanto a extensão dessa ordem aos cidadãos de Roma. veja tambem Gl 1 . G AZ EZ (Heb. “vale da visão"!. õ chamado de “Gamaliof a Ancião”. a proclamar as boas novas de que Jesus é o Cristo fA( 5.54. Seguiram então alegremente seu (rami­ nho. Os ítritas eram um clã que vivia em QuLrinte-fearim (1 Cr 2. por isso Gálio náo quis intervir.53). depois de sua prisão. não s o envolveu no que considerou uma questão internu en­ tre os judeus. Moza e Gazez eram filhos de Calebe e sua concubina Efã. Da tribo do Levi. 2 Citado em Atos 5. e a espancaram diante do tribunal (Ai 8. Aodebater o Evangel ho de Crista com a multidão em Jerusalém.34-391Tal dist urso estava totalmente em harmo­ nia com a posição que os grupos farísçrus mais liberais adotar iam. Foi bem-sucedi­ do em seu apelo: os apóstolos foram tra­ zidos do volta.d. G AM ALI EL (Hob.48: Ne 7.4-6). pois estava satisfeito om per­ mitiu que ns cortes judaicas tratassem de lais assunlos: não interveio nem mesmo q u a n d o os judeus agarraram seu própria líder. Quando Pedro e outros apóstolos fo­ ram presos e levados paru o julgamento (liante do Sinédrio. Fp 3. GEAZI (Heb.g . 0 incidenlr: lança nnm luz interessante sobre como o cristianis­ mo era considerado entre os governantes gentios naqueles dias. para fazer dis­ tinção de Gamnliel EL seu neto. Sóstenes.40). Servo de Eliseu. aos pés de Gamaliel (Al 22. Provavel­ mente era neto do rabino HHlel. quando o Tabernácido foS dedicado ao Senhor no deserto (Nm 7. os quais Toram guerreiros valoro­ sos que lutaram ao lado dele (2 Sm 23. “Deus é minha recom­ pensa”). pois l ! nova seita de­ sapareceria rapidamente.GAMALH1 Gálio. A enorme conlribuição dedicada por sua tribo foi levada no oitavo dia. uo deserto do Sinai. GAZÃO. Foi este mesmo Ga ma liei que teve participarão aliva na educação de Saulo. entretanto. 236 . concernente a assunlos da religião deles. que seria melhor libertá-los GAMUL.23).14-17). em termos pragmáticos.d . Harã. Harã também teve um fillio chamado Gazez (1 Cr 2.171. GAREBE» 1 1ri ta.35.-presentonte de seu puvo.38.200 pessoas1 (Nm 1. 0 fariseu que lomou-se Paulo.20). Era visto como uma facção do judaísmo. o apósiolo. p . losqtiiador de ovelha”). 2. funda­ dor de uma das ram ificações do lãrisaísmo.3. p. Gam aliei lavantau-se. um dos “trinta" herâis de Davi. 59J. ora o líder da 22a divisão de sacerdotes designados pelo rei Davi para o serviço no Tabernáculo f I Cr 24. Seus descendentes estavam entro os serviçais do Templo que Tegressaram do exílio blibitónieo com Neomtas [Ed 2.4fi).4n-42|. 1 Cr 11. do que persegui-los. pediu que os apóstolos fossem retirados ria saia e então argumentou.511. 14. é mencionado em três incidentes . açoitados e libertados. Seus lide­ rados somavam 32. Paulo opelou para suas credenciais como um dos que eram znlosos pela Lei de Deus. 3L Filbo de Pedazur e líder da ti Ibo de M anassés na época do cen so dos israelitas.c. Embora a lei romana pro­ tegesse o direito dos povos de professa­ rem a própria religião deles. Nn Literatura rabíniea. e '‘instruído coniorme a ver­ dade da lei”.34. Nenhuma perseguição [iode desviai1 os seguidores do Cristo de sen maior alvo: ver homens o mulheres libertos para lesus. Mais tarde.34. El* também liderou a tribo du Manassés quando os israelitas final­ mente saíram do Sinai e prosseguiram à viagem (Nm 10. a menos que realmenle fosse algo de Deus (Al 5.10. Gomaliol também foi eurarregado de levar a oferta pacífica. era um fariseu altamente educado e mu mestre respei­ tado. Como n.

Um rios filhos de JedulUm. por intermédio de Goazi. qué insistim em hospedá-los e alimentá-los. e de Qgue. Era intendente na região do G ileade "a terra de Síorn. Geazi correu atrás dele. quando Eliseu lhe perguntou onde Linha ido. cheia de desgosto.18*37). músicos e componentes do coral. jnnto com Àsafe n l íomã. A ambição de Geazi íoi casl igada imediatamente. Naamã e seu povo saberiam Tapitlamente da história: 0 profeta seria acusa­ do rle cobiça e eles ebegariám a conclu­ são de que o lãvoi do Senhor às vezes é Com prado. "o Senhor é grande"). que ministrava no Tabernáculo (1 Gr 25. para recuperar suas propriedades. pois haveria sete anos de fome na região. E l a foi com a família p a i a a terra dos filisleus. Ge dali a> era o líder do segundo grupo de levitas. mentiu no­ vamente. Geazi mentiu para Naamã. onde conheceu uma mulher rica. com a inten­ ção de tirar algum proveito da siiuaçãn. estavam sob a super­ visão direita do rei. Geazi provavelmente percebííu isso.1-0. 237 . Apesar do seu desejo excessivo de proteger seu senhor. pois disse-llhe que o homem de Deus precisava de algum dinheiro para ajudar dois jovens protelai». O segundo incidente envolveu a cura de Naamã. rei dos amoireus. Geazi tcmtou afastá-la.3. O castigo de Geazi foi que a lepra. pois continuou o servir a Eliseu.27). mas também no modo como o Se­ nhor cuidou dn sunamila. âl. mais tarde. quan­ do Naamã lhe deu a sacola com pTutu e os duas peças do roupas. GEBER. o comandante do exército sírio. A criança não se recuperou e por isso Eliseu loi até l a p e s s o a l m e n t e . entretanto. O servo do profeta relatora o acontecimento fiel­ mente e mostrou ao rei o menino que fora restaurado á vida: Jeorão deu ordens para que a mulher recebesse de volla todos os seus bons. a qual satra de Naamã recaiu sobre ele (2 Rs 5. Ao que parece. depois que Naamã par­ tiu.GEDALLA. 1. por causa do impado uegativo que causaria uo niinistério de Eliseu e ao nome do Senhor entre os estrongeiros. O tex­ to chama a atenção para o fato de que era o único governador daquela imensa re­ gião. Filho de Uri. JedulUm.c . Geazi apren­ dera a lição. a rica mulher procurou feorâo. O profeta recusou o pre­ sente. o que realmente aconteceu no ano seguinte. Eliseu então prometeu que ela te­ ria um lifllrfi. listado entre os levitas que loram separados para 0 ministério da profecia e da música du­ rante o reinado de Davi. En­ viou seu servo (Geazi) à casa dela com a instrução dft colocar o cajado na rosto do menino. mas Eliseu de­ monstrou amor e compaixão por ela. A terceira menção do nome de Geazi encontra-se ern 2 Reis 8. Na chegada.d. descobriu quo aquela senhora não tinhu filho. 0 profeta quis componsãla pela generosidade e hospitalidade de­ monstradas. Q u a n d o voltaram. onde Deus operou o milagre e o menino res­ suscitou. descol iriu que Geazi contava ao rei sobre as proe­ zas dn Eliseu e ouviu justamente o episó­ dio da ressurri ição do filho dela. pois não compreendeu a atitude de seu senhor Eliseu. h . O proleta disse a Geazi que seu espirito estivera com ele. rei de Basã". (3 primeiro é relacionado com a visita do profeta Elisou à cidade di Suném. Eliseu dis­ sera à mulher sunamila que deixasse o pais. Veia lambém Bcn-Hur GEDALIAS (Heb. não somen­ te ua maneira como ele descobriu sou pe­ cado. A soberania de Deus nos eventos da vida de Eliseu e na das pessoas com quem convivera é vista repetidamente.S narrados om 2 Reis 4 a 8.10). Geazi era um seivo obediente e bem disposto. procurou o profeta e lauÇOu-se aos seus pés (2 Rs 4. a mãe. era um dos doze governadores distritais do rei Salomão ( I Rs 4. Algum tempo depois o menino Eicon doente e morreu. Este general ofereceu uma recom­ pensa a Eliseu. mesmo quan­ do Eliseu estava ausente.

o Egito.18. Jr 4CI. Descendente rle Jesua. se aceitassem as ordens dos va entre os homens que ouviram os pro­ nunciamentos de Jeremias. filho de ceram em Jerusal&B depois do exílio Notanias..4. Liedalias demonstrou ser um bom 4. encontrasse um 11 Cr 8. loi incapaz da acreditar que alguém pu­ MIC. conlra a vontade de Jeremias Ur 238 . Essa.i7|. liimbém reuniu os quo es­ que tais pronunciamentos eram um alo tavam dispersos ti os encorajou a se esta­ belecer e voltar a cuidar da terra e das de traição e por isso fez de tudo paia que lavouras (2 Rs 25. que náo seria de gran­ de proveito na Caldeia (Jr 39.7).19. 3.GEDOLÍM 2. GedaliuS achou dominadores. 40. O rei ila Babilónia dei­ exílio babilónico. de Ismael tor sangue real (2 Rs 25. Como. ma* foi impedido por Gedalias.14: 40. Avô do profeta Sofonias (Sf 1. desse matá-lo.13-41. Da tribo de Benjamim. Em virtude babdònico (Nu H. loi a mensa­ GE DO LI M.14). Baalis.2) fie se di­ juntaxam-so a ele em sua base em Mispa. 42 e 43J. eles e nada mais se sabe sobre o que lhes depois da destruição de Jerusalém em 587 aconteceu. ora um dos Ui leres governador. E bstado na genealogia c úmpllce preparado em alguém que fora que vai rle Benjamim ao rei Saul desprezado pelos caldeus.5. fugiram para para espia-la. Socó e Zanoa. b descendente de Hm ( 1 Cr 4.31: 9.J8. era provável que o rei rlasamonilíis. estava entre Ordenou ao seu com andante Nebuos sacerdotes que se uniram a Esdras e zoradão que cuidasse de Jeremias quan­ ao povo uo arrependimento. depois do do Jerusalém fosse tomada e. Quando os oficiais do exército que conseguiram fugir ouviram mo de outras nações. enquan­ um lugar.22). ret dos am onitas. Os homens enviados por Moisés a Canaã aliados de Gedalias. esse nome talvez se refira a junto u)m vários outros oficiais.8-12J o profela fosse morlo (|r . o pro­ regresso da Babilónia paru Jerusalém. 18). foi nomeado gover­ 40. Somente depois rio retorno do a C.1. Pai do espião Amiel. quando os israelitas esta­ vam no deserto de Harã [Nm 13. Fizeram então um que Gedalias fora nomeado governador. lém. 4). para assassina-lo. Seguindo as repetidas decla­ em Jerusalém nos últimos dias antes da rações de Jeremias de que seriam aben­ cidade ser destruiria pelos caldeus. o qual enco­ caldeus.1H. e não uma pessoa.12). O profeta foi com nador de luda pelo rei Nabucodonosor. vorciarem ilas esposas estrangeiras (Ed alguns quilómetros a noroeste de Jerusa­ 10. Gedalias era um homem generoso e 5. Esta­ çoados. reprosoofinitivamente o final da permanência de tanto da tribo de Dã Ele foi um dos doze qualquer Lídnr judeu na terra de Judá. Filho de Plasur. temendo as represá­ lias por parte dos raldeus. pacto r. Da tribo de Judá.18. Filho <le Aicão.25). Joanâ pediu 2. feta íoi entregue aos cuidados fie Gedalias Muitos homens de Judá haviam-se rasa­ do com mulheres de outras tribos e mes­ Ijr . com seus nm doE filhos de Jeiel e sua esposa Maaca sonhos de expansão. 1. assim. porém. superinlengem que o oficial do exército Joanâ.om o Spnhor |Ed 10. Gedalias incentivou o povo a rajou os moradores da cidade a aceitarem acoitar o bom relacionamento com os a invasão da Babilónia. no versículo 18 é listado junto com o qual mais tarde foi morto por Ismael. é GEDOR. porém. to faziam uma refeição.6). O resultado desse assassinato foi de­ GEMALI.1). bre e sem profissão. lhe transmitiu. ern filho de Pnninil para ir e matar o filho de Nelonias antes do ataque. mandara Ism ael. Deus novamente levan­ xara pura Irás somente o povo mu is po­ tou um líder do próprio povo para govBrnar Judá. l ilho dente sobre 128 homens que se estabele­ de Careá. ft\i de Zabdiel. (2 Re 25.19).

depois que boa par­ te do povo fora para a Babilónia. e atirou tudo uo fogo. na realidade. p. irmão de 239 . para mostrar a origem dos monbitas e amonitas (Gn 19. Era um dos oficiais du corte de Judá. As palavras traduzidas como “fi­ lho” e “pai” podem muitas vezes significar ‘•descendente” « "ancestral”.3fi|: (vi) de Nflor.3). o secretário. escondessem . (lii) de Noé |Gn IU. pnls o repovoíimenlu da Terra começou por meio dos três filhos de Noé): (iv) de Som. quando comparada com os paralelos mesopotâmicos. Sua sala ficava num lugar privilegiado.perplexas em nossos dias. para que todo n povo ouvisse.. Daquela posição. "o Senhor tem cum­ prido”). A longevidade dos patriarcas antediluvianos deixa muitas pessoas. corlou-o.37. Agiu como emissário dn roi Zpdequias.3-22).3 7*221: fii) de Adão. ê até modesta.n. Os ancestrais eram normalmente traçados a partir dos membros do sexo mas­ culina na arvore genealógica da lamiiia.nnos enlre um período histórico e outro. O filho de Gemarias. (iv) mostrar os padrões da atividade de Deus na história humana: e (v) distinguir os verdadeiros judeus doS gentios. GENEALOGIAS BÍBLICAS As Escrituras apresentam repetidamente as lislas dos ancestrais e descendentes de vários personagens judeu* Essas genealogias servem para propósitos variados: (i) mosimr a sueossào hereditária de certa Lribo. esteve em Jerusalém com Jeremias. diante de Nabucodonosor. mas que ouvisse a mensagem. Filbo de Hllquias. É comum que nomes de pessoas relativamnnm som importância sejam deixados fora de tais listas. (iii) preencher as lQi. Gemarias era um dos pou­ cos oficiais que estavam dispostos a ouvir o que Deus tinlm a dizni r obedecer às re­ comendações do prnfeta fJr 36 19-26) 2. por meio de Sete. folha por folha. Filho de Safa. Durante a leilura. no palácio real (Jr 36. An invés disso. os oficiais sugeriram que Jerem ias e Baruque se. ouviu as palavras do Senhor contidas uo rolo e foi contar aos oficiais da corte.GENEALOGIAS BÍBLICAS GEMARIAS (Heb. to­ mou o rolo de JeudL que lia o lexto. Quando leremias escrevi-u uma carta profética p:ira os anciãos e os sacerdotes que estavam na Babilónia. Gmiarias esteva presente r disse no roi quR não o queiinassn.11). “no atrío superior. a inclusão dn nomes do mulheres geralmente servia para algum propósito especial. servindo assim para legitimar reivindi­ cações de herança ou de uma função em particular: (ii) demnnstrar a bênção ou o juízo de Deus sobre uma família em particular. Ml caías. leoiaquim deu ordens para que leremias e Baruque Fossem presos. respectiva­ mente. podia dirigisse a Iodas as pessoas que en­ travam no "Ra»pio. Sabe­ dores de que tais palavras de julgamento provenientes do Senhor náo seriam aceiLas pelo rei. para traçar u herança patriarcal através do filho mais piedoso de Adio (Gn 5. frequentemente chamado de Tabela das Nações. escolheu LI asa e Gemarias para a levarem aos exiladas | | r 29. para qun as gnnnalogius sejam organizadas sistematicamente. Baruque decidiu ler naquela sala as profecias sobre o juízo do Deus que | em mi as Lbn dera. mas. a diminuição da expectativa do vida através do tempo provavelmente indica os efeitos crescentes da qpeda As principais listas genealogias do Antigo Testamento i n d u R m os descendentes li) de Caim e o desenvolvimento tecnológico associado a muitos deles iGa 4. u fim de destacar Abraão e preparar o caminho para n fnmilia particuJar que Deus chamaria para receber sua aliança e suus hnnçãos ÍGn 1 1 10-32): (vj de Ló. esle reagiu cuma fora previsto. à entrada da Porta Nova da casa do Senhor" (Jr 36-10).r. Quando finalmente as profecias foram lidus diante de Jooiuquim. 1.

562). as­ sim.5-16). para enfatizara pureza racial através dos lempos pos-exilicos e demonstrar a graça e a soberania da eleição do Dous (1 Cr 1 a 9). era proibido qualquer envolvimento com a religião dos gentios e. os que se casaram com mulheres estran­ geiras (Ed 10 18-43). por rneio <le Quetura. paia eufatizar o alcance unj versai da missão do Messias.1.23). |viii| de ísmael. para mostrar a origem dos outros povos do Oriente Médio. os que assinaram 0 pacto de dedicação ao Senhor Deus de Israel fNe 10. “povo'* ou “nação’’.sig­ nifica simplesmente ‘ pagão". o pui udotivo rle Cristo. Todas eram gentias e cada uma delas foi mencionada provavelmente devido à suspei­ ta de terem gerado filhos ilegítimos A mesma suspeita cerc. (ix) d e Jacõ.16-22). No AT. As discrepância» entre os nomes das duas listas geralmente são atribindas à suposição de que Mateus preserva a linha­ gem legal de Jesus e Lucas. Nm 26. muitas vezes incluíam referências aos ancestrais de certas pessoas. Ambas as geneulogias implicam a concepção virginal de Jesus (Ml 1.23-37 começa com lesus e retrocede até Adão e finalmente alé Deus.1-17 traça sua linhagem a partir de Abraão. Lislas semelhantes. alem dos israelitas (Gu 25. h tini de chamar particular atenção para a fundação dàs doze tribos de Israel.7-63).241: (viil de Abraão.10-16.GENTIOS Abraão.20. a esposa posterior.12-14: 34 . Raabe. por exem­ plo. como. as quais.16: Lc 3.24). é mui­ tas vezes traduzido como "gentio’' e . esposa de Abraão (Gn 22. os que ajudaram na reconstrução dos muros de Jerusalém (Me 3J. lideres tribais (1 Cr 27.5-24). os heróis de Davi (2 Sm 23. embora náo se tratando essencialmente de genealogias. os quais por meio das genealogias validaram seu direito de oficiar o culto de adoração. ou amigáveis (como na história de Rutet. sua linbagBm biológica. losias (2 Cr 34. ns registros militares dos israelitas no deserto fNrn 1. por cansa da idolatria (Is 17. Quatro mulhe­ res figuram de forma significativa na lista: Tamar. torna-so um termo que designa “os de fora". israelitas repatriados no tempo de Neemias e Esdras (No 7.au Maria. 240 . a fim de apresentar Cristo como lilho de D a v i e restaurador das e s p e ­ ranças que foram destruídas no tempo da deportação para a Babilónia. para enlalizar a esterilidade de Sara. mas que veio paro salvar lambém os pãrias. Matous enfatiza que Cristo tinha todas us creden­ ciais judaicas apropriadas paru s o r o Messias e Rei. entre Adáo e Saul. quando isso ocorria. C.14-19). o íilho de Abraão coin Hagor. Is 4. G E N T I O S . ou então que Matous traça a descendência a partir de José. através do cada uma das quatro mulhe­ res. pela mesma razão e para ilustrar como diferentes nações se origi­ naram dn Abraão (Gn 25. Para Israel. acarretava cnstigo e repreensão. Ezequias (2 Cr 29 12-141. em três grupos de 14 gerações. Esto uonroito aparece frequenlomenle ná Blhlia.12. Duas genealogias significativas aparecem no Novo Testamento. No AT. oficiais administrativos (I Cr 27.12-18).1-27J e os que passaram a residirem Jerusalém INe 11. Os profetas faziam pa­ ralelos com esse quadro As vezes. Também é a rnaneira de reierirse a todos os que uão sáo israelitas e.25-31). a mãe de lesus. as relações com os genti­ os às vezes eram hostis Ide acordo com os residentes em Canaã Èx 34. Rute e a esposa de Urias. Mateus 1.-41. Lucas 3. o quinto nome do mulher na lista.8-27: cf.B.M 4 I. (xi) vários levitai.13) o Zorobabel (Ne 12.1-24). ambas relaciona­ das com Jesus. junto com os descendentes de cada um dos seus doze filhos (Gn 46. durante u período do reinado de Davi (1 Cr 15. predi­ ziam julzu severo sobre as nações. enquanto Lucas o laz através de Maria.8-39). |x) uma lista detalhada de pessoas.

17). 1.27) e igualmente são herdeiros du provisão de Deus para a salvação (Ef 3.13. como um lermo de coutrasle. Frequente­ mente é usado como um lermo de confruste étnico o cultural. Esse centurião e apresentado como a pessoa escolhida pura revelai a verdade de quo o Senhor agora alcança pessoas de todas as nações e que as bar­ reiras étnicas loram derrubadas. 1-4). Hadade. esle vocábulo rafere-se aos não israelitas. porém.5. 22. Genubale foi o filho deste casamento.lfl. Al 10. Assim.1. o edomila. Em muitos casos.15). tâ. Dessa maneira.6).b . A irmã de Tofnes. um texto quo Mateus 4. O lermo pode ler também a força de designar alguém que não faz parte da Igreja (Ml 18. At 4. 3. onde conquistou a simpatia do Faraó.5). 2.7-12).7. é usado de maneira positiva. a ma­ neira como a Igreja trata da incorporação dos judou> e geulios na nova comunida­ de que Cristo Linha formado (Al 15. Filho de Hadade. Se os gentios fa­ zem. ou soja. a inclusão dos povos torna-se o meio pelo qual Deus fará com que Israel fique com ciúmes e seju trazido dn volta à bênção (Rm 11. destruiu quase todos os homens de Edom.10 e 20). Joabe. quando esle vocábulo é usado dessa maneira. um dos libertadores e juizes le­ vantados por Deus. «ia mesma maneira que no A.28. 1 Tm 2. é chamado para gov. Este nome loraou-se o lílulo de um clã dos benjamitas (Gn 40. a promessa que o Senhor fez a Abraão. como o Messias. i 5.4<>48. para mostrar a abrangénçia do Evangelho. 28. Assim. os gentios ilus­ tram a reconciliação que Jesus traz a cri­ ação. foi dada a 1Iadade em casamento. é como exemplo negativo ou uma observa­ ção de que tuJ comportamento não é co­ mum nem recomendável. 6. também da tribo de Benjamim. Lc 18.32. Além disso. Pai de Eúde. Às vezes relere-se a uma região que não iaz parle de Israel (Ml 4. 18. Na verdade. da tribo de Benjamim (Jz 3. mas iguais em Cristo (Ef 2 11-22).35. 6 cumprida (Rm 4. não são mais estrangeiros.17).T. As vezes» também os gentios se unlrnm aos judeus em oposição ã Igreja IAl 14.301 . do mes­ mo clã qup. Deus levou sua mensagem até os confins da Terra lAt 13. Comélio é uma figura que ilustra o relacionamento dos gentios com Deus (Al 10 e 11).15 cito com reforêut ia ao mir nistérki du Jesus.21). Muilas vezes. O quarto dos dez IlLbos de Benjamim.laramonte inclui Iodas as nações |Ml 28. os gentios têm acesso á presença de lesus enlre eles (Cl 1.eruar as nações e ministrar a elas (I<m 15. Como tais. o conceito lambém tem uma ampla utilização.29). Km 1. rei dos moabitas. 4. foi criado como membro da casa real do Egi­ lo (1 Rs 11. libertou Isruel da opressão de Eglom. o ter­ mo traduzido coma “gentio" pode tam­ bém ser ( empreendido uomo “nação" Em gerai. 20.23. ainda muito jovem. No NT. 11. Paulo íoi um apósto­ lo chamado especilicameule para induir os gentios em seu ministério (At 13.11. GERA. conseguiu fugir para o Egito.11-32).45j. comandante do exército de Davi. 32. de que ele seria pai de muitas nações. a família do rei Saul. GJ l. Pai de Simei.6.GERA enquanto anunciavam lambém a esperan­ ça de que um dia as nações partíeipariam da adoração ao Senhor (Is z. que i. IB). Cristo. G E N U B A T E . por meio de Jesus. Assim.47). As vezes descreve os que aiudaram na exe­ cução de fesus ou opuseram-se ao seu ministério (Ml 20. Assim.2527). Até mesmo predisseram a lulura honra da Galiléia dos gentios (ls 9. algo. a quebra dos obstáculos culturais e a ação a qual Lucas «oustantemeule se refere em Atos. Simei 241 .1). 13. Lt 1 2 .12). ij.7.21. Assim Deus n lanlo o Senhor dos judeus como dos gentios ( R ed 3. da região de Baurim. Ao Irazer a salvação aos gentios. é nmn maneira de dizer que o mundo realiza aquiJo lambém JMt 5-47.19. esposa rio monarca egípcio.

22.17.30) Um dos descendentes de Gérson toi Sebuel. Um dos netos de Calebe e sua Joel era O líder do coutingente de sa­ concubina Maaca: era da tribo de ludá e cerdotes e levitas que laziam parle do1 clã seu pai chamava-se Seva (1 Cr 2. p Sambalate envriaram uma mensagem a Nm 3. esle tencionava reconstruir os muros de 3. no texto de 1 Cró­ meia iribo de Manassés. r>tc. porém.57: I Gr 6. 1 Rs 2.24) 2 .6 ruem ii im a divisão da lerra de Caiirtã fella por negou a acusação (Ne 2. Como levilas.5).12). era chefe dos dente de Judá e Calebe (1 Cr 2. quando seus membros eslino sou em lerra estranha" IÊx 2. embora mais tarde tenha-se ar­ var a Arca da Abanca para Jerusalém. 17: Nm rem Iramando uma revolta. depois do exibo babilónico. o sa­ cerdote.21. aos 8.16. 6). lssacar. GIBEÁ. i Cr 6. Os melhores das Iribos de Aser.16. Um dos filhos de Bala e nêto de divididos em grupos que correspondiam. "herói"). utensílios usados no seu serviço" (Nm 4. limão de Eliezer. Posteriormente.17).2). quando c» rei organizou 19. 1M. Naquela ocasião. Gesém eram Coate e Merari (Gn 46. desListados em Génesis 10. o qual. 7.). mencionado em I Crónicas em suas divisões p rin cip ais. do exílio babilónico Era descendente rle zombou de Neemias quando ouviu que Finéiui (Etl 8.3. regressaram pura jeriisalnm com Esdras. tesouros do rei Davi (1 Cr 23.17. quando esle tugia de com mais 130 homens.47). Junto com Sambolate e Tbbías. os nicas 1.5. . Benjamim. Asaie foi um dos gersonitas mais famo­ sos. filho de Num. nagem mencionado uo v.3. seus irmãos Jerusalém. Haviu 2. Gesém acusou os judeus de esta­ (libmilas) e Simei (Hímeflas) IÊ\ fi. dades uo Tabernáculo (a lenda da con­ gregação). Um dos lideres das famílias que GESÉM. Um dos fillios de Iodai e descen­ os descendentes de EUe/.11.15. “exilado"). 26. Josué 2 1. Seu filbo chamava-se plo. remisourança de seus próprios filhos: Libni se a ir. danitns (Jã 18. 95 d e seus des­ que ajudavam a carregar os muitos tipos cen d en tes regressaram do exílio de cortin as que p erten ciam ao babilónico para |uda com Neemias e Tabernáculo e t uidavam ‘‘de iodos os Zorobabel (Ed 2. dos gersonítas. ele ajudou a le­ Absalão. e por Eleazar. Para mais detalhes. Um dos filhos de Levi. os gersonitas. quo incluiu a Lide­ eles. os levitas foram 4. mas Neemias 3. não fazem distinção entre os gersonilas lambém tinham respousabiiifilhos do próprio Sem e os de Arã.36).coaLilase meraritas 11 Cr 23. O culto no Tabernáculo. A família continuou 1» Um rios filhos de Moisés cum sua no serviço do Templo por muitos anos e esposa Zfporã. veja Sumhalnte.GERSON amaldiçoou Davi. assim como GESÃ. n qual havia caído num estado de Jõuntas e tamon-so sacerdote idólatra dos lotai decadência (2 Cr 29.20). pois era o responsável pela parte GÉRSON (Heb. Quando o U^abaiho foi concluído. pedindo para encontrar-se com do <lã dos gersonltaU.16.24-28). 6-1. Ará era filho de Sem. prometido por Moisés.49]. no tempo de Davi. tecebeu é mencionada alé mesmo bem mais laresle nome de seu pai.630 homens entro os GIBAR fHeb. Um dos quabo filhos de Arã. 2. Naflali e da manuscritos hebraicos. veram envolvidas ua purificação do Tem­ 1 Cr 23. musical (1 Cr 16.19.4. 26. junto 242 .1. O homiiim de Deus. Êx 6. Josué. nos d ias do aviva men lo lio reinado de Ezequias.8).17. Foi o lundador Neemias. que disse: "Peregri­ de. receberam 18 cidades 1. Provavelmente é o mesmo perso­ gersonilas. rependido dessa atitude (2 Sto 10 5.ei.23 e 1 Crónicas cendunles de Levi. conforme fora GÉTER.6).

V’ (Jz 8. etc. Uni dos parentes de Zacarias. da obscura família de Abiezer. Os Israelitas tinham-se desviada do Senhor e adoravam a Baal. 243 . durante a n o i t o . o qual tomou parte nas festividades da dedicação dos muros de Je r u s a lé m Lide­ radas por Neemias (No 12. e depois coustrun outro em sou lugai. o qual foi dedi­ cado ao Senhor. c o m 300 guorrenoa que t o c a v a m trombe­ tas o carregavam tochas acesas na outra mão. Era filho de Hemá. Posteriormen­ te. como um exemplo do Inramcnlu divino som a ajuda do homem |cf.24). Deus permitiu que fossem atacados pelos bandos de saqueadores midianitas por sele anos. um bando de saqueadores quo vinharn do desorto oriental (Jz fi. Gideão tornou-se juiz em Israel e li­ vrou o povo da opressão dos midianítas. por esse mo­ tivo. líder dos benjamitas es­ colhidos para ajudar no recenseamento de Israel. 1 . Era o filho mais novo de |oás.w. o Senhor sobrr^ vós ilominnr. O povo clamou r u i deses­ pero ao Senhor. embora Gideão obedecesse a Lei. 2.17). Essa vitória posteriormente adquiriu uma con­ dição proverbial.23) Aceitou. ko.l a 8. quuudu disse: ‘‘Não doininarRi sobre vós. por ter cometido tal afronta contra o deus deles.56: Ne 7. sob a Uderança de Moisés. Aparentemente.65. 7. Gideão estabeleceu unia vitória dedsiva sobre os midianitas. no i|unl o abominável nome do Baai foi substituído pela palavra “vwgonha:’. nem tampouco meu filho dominará sobre vós. Veja Abidn. Em resposta à vitória conquistada por Gideão.I». ls 9-4). Ne 7. 10. Também chamado de JerubaaJ (Jz 6.36). G I D E Ã O (Heb "batedor. que decidiram matá-lo.GELALAI GIDALTI. Dt 17. Gidoão obedeceu e suu atitude enfureceu os homens da cidade. tomou o ouro ofereci­ do o agiu como monarca (cf.cujo nome significa “que Baal con­ tenda" OU "que Baai lute". alguns brin­ cos de ouro como espólio da batalha. o vidente do rei U Gr 25. 29).49) 2. conforme indica o nome Jerubaal ou "Baal comenda".581.60. Urn dos descendentes de Asaíe. Gideão fez uma estola sa­ cerdotal (o propósito é incerto — prova­ velmente fiara exercer funções sacerdo­ tais ou uma imagem de YahwehI n a co­ locou em sua própria cicíade.32.4. cujos descen­ dentes retomaram do exílio babilónico com Nnemias |Ed 2. o qual Deus usou po­ derosamente dm/ido a sua fé.21). GIDEONI. o raciocí­ nio rapido de |oãs salvou a vida de seu filho. Seus descendentes estavam en tre os se rv iça is do Tfemplo que retornaram do exílio babilónico rom Meemias (Ed 2. . GILAL Al. Os inimigos fitaram Ião desorienlados que começaram a matar uns aos outros e então lugiram aterrorizados. pedindo ajuda. contudo. a qual ele recu­ sou.22. esse evento teve um profundo impacto na vida de Gideão. Assim. Encontrase com outros grandes heróis da fé em Hebreus 11. Um dos líderes da tribo de Benjamim e pai de Alúdã (Nm 111. listado entre oti que foram separados piira o ministério du profecia e da musica du­ rante o reinado de Davi. ao re­ cusar ser feito rei. os Israelitas lhe ofere­ ceram a oportunidade de iniciar uma monarquia beredilána.47. e Iuru be sele 12 Sm 11. lenhador”). A estola tempos mais tarde tornou-se uma fonte de idolatria para Gideão e sua casa (Jz 0. o Dous levantou Gideão cotno libertador Ele loi chamado enquanto malhava o trigo paru escondê*los dos fuidianilas. e vivia um Cifra.27). GIDEL. Com o ouro.35). Perma­ neceu como chefe de sua tribo durante vários eventos importantes.Sua primei­ ra comissão loi derrubar o poste-idolo de seu pai p o altar de Baal. Gideão é descrito como um homem tím id o r bimiilde. dii tribo dn Manassés. du­ rante a peregrinação ua d e s e rto .32. Servo de Salomão.

Quando. "banco de roc. em razão de sua famiiia viver em Gileade. como juízo total o devastador so­ bre o povo liderado por Gogue. A mensagem de Deus. O lato de elo lambém soí descrito como giloadilfl (ou soja. Enláo saberão que eu sou o Senhor" (Ez 38. Haverá uma última tentativa desesjjerada de destruir Israel. Embora Ezequiel provavelmente tivesse um líder em par­ ticular em mente. uma das qUais apoiou Tihni e o outra seguiu Onri. enquanlo Tibni foi morto (1 Rs 16. a sua mãn ora uma proStituta" (| / . Novamente é possível que.bas") 1 Neto dt? Manassés e filho de. grandes pedras de saraiva. depois do retorno do exílio babilónico INe 11. Essas tropas saquearão e pilharão cada nação em . Seu nome Foi dado a uma região a leste do rio Jurdáo.21).30. Israol di­ vidiu-se em duas facções. Surgirão grandes aba­ los sísmicos. Reinará na terra de Magogue « será líder das tropas do extremo norle (Ez 38. o significado está não lanlõ na pessoa. Pai de Jefté. 11 JJ. que lez uma bre­ ve tentativa para tornar-se rei de Israol. e me darei a conhecer aos ollios de­ limitas nações.29) 244 . Pai de Tibni. Este liderava a faoçáo mais forte e por isso tornou-se rei. 1 . que apa­ rece hf>m uo rnfiio de uma genealogia. mas no falo de que nos últimos dias o Dous soberano destruirá todos os inimigos do suu povo. GIN ETO M. G ISPA . Ru dfi Jaroa e filho de Micael.21. diz o Senhor Deus" (Ez 39.GILEADE GILEADE (Heb.6. 1. um dos juízos de Lirael: "O seu pai ura Giileade. contra o qual Ezoquiol profetizou (Ez 38 e 39). 2 . logo depois da nuirte de Zinri. Mesulão era o líder dessa famiiia sacerdotal nos dias do rei Joiaquiin (Ne 12. 2. eulretanto. porém. é: "lá não esconderei deles a minha face. com Cuga. nu região de Gileade. Gogue é identificado poi alguns te­ ólogos como Giges. sobre as suas tropas o . tor­ nou-se o lídoj do clã dos gileadilus (Nm 26. Nos úl­ timos dias todo o poder e a glória do Senhor serão vistos tanto por Israel (que será trazido de volta do exílio por Dous) como por todas as noções ao redor. 27.sobre os muitos povos que estiverem com ele. segundo a profecia. Gogue estiver d ponto de atacar Israel. fogo e enxofre farei cair sobre ele.4j.14-16). pois eu derramarei o meu Espírito sobre a casa do Israel. a fim de que rião recebesse nenhuma herança do pai. toTna essa possibilidade mais improvável (i Cr 5. 16). Um dos sacerdotes que se­ laram o ponto feito pelo povo tle adorar ao Senhor e obedecer às suas Leis fNe 10. o próprio Deus intervirá. uma divindade babilónica. ''Contenderei com ele por meio da peste e do sangue: chuva inundante.21-23). sugere que real­ mente trala-se de um nomo próprio. 14 ss). O contexto. roi da Lídia.4.6). Descendente de Joel e filho de Semaias. GINATE. 3.29. possa se considerar outro patronímico. e com varias outras figurus.22. por meio do profe­ ta Ezequiel para aquela geração vindou­ ra.teu caminha. LTm dos sacerdotes que retornaram do exílio com Zorobabel. entretanto. A distribuição dessa lerra é registrada em losué 17. da tribo do Rúbeu (1 Cr 5. 2. GOGUE. vivia ao região de Gileado) tem levado algun> teólogos a questionar se Gileade era realmente um nome ou simplesmente um patronímico. Os filhos de Giloadi! c:om sua esposa legitima mais tarde expulsaram Jeilé de casa. Elo e Zia eram os líderes dos ser­ viçais do Templo que viviam nas colinas de Ofel. era um gudíta quo vivia em Basá.22).23).1.1: 1 Cr 2. Príncipe e chefe de Meseque Tubal. irmãos lutarão contra ir­ mãos. mas fracassará. as quais o profeta previu que atacarão Israel durante a Grande Tribu­ lação (vv. O contexto do nome. o co­ mandante militar.Maquir. Assim ou mo engrandecerei e me santilicarei.

au entanto. O mais impressionante. irmãos dele.5-71.4= > | . ele ia “no nome do Senhor estavarn posicionados freule a frente no dos exércitos. Depois dessa vitória Saul e seus soldados estavam Iodos ame­ a reputação de Davi loi estabelecida. Naquela vem franzino enfrentar o gigante Golias batalha. Sua altura ê re­ dras lisas em um córrego e saiu para en­ gistrada como de “seis oôvados e um pal­ frentar Golias com sua funda r as pedras mo” (cerca de três metros. a pedra em uma funda. mas in­ lutou e que «le matou com apenas uma sistiu nm que Davi vestisse a armadura. 0 textn descre­ aças contra 0 filho de lessé. Provável mente guerreiro filisteu sentiu-se ofendido por era contralado pelos filisteus.7-10 descre­ te dr) rei. Na verdade.c. sentante dos filisteus. O a inedída dr: um côvado).GO LIAS 3. Davi tirou aquela reinado de Saul 11 Sm 17). os Deus — os israelitas lambém pois Davi filisleus se submeteriam aos hebreus. ganhasse. dos pelos israelitas. ati­ Davi chegou ao campo de batalha en­ rada com força e extrema pontaria por viado por seu pai para levar comida aos Davi. quanto Golias vinha contra ele com es­ Os exércitos de Israel e dos filisteus pada e lança.26). pois lora Deus GOLIAS. Desafios des­ com lança. contra quem Davi Saul finalmente concordou. que atingiu o gigante bem na lesta.25.D. en­ ra e a força do gigante 11 Sm 17. no tra a reino de Cristo. Gogue e Magogue represen­ ragem. apresentou-se como voluntário destruir o povo de Deus no término do pára aceitar o desafio. Todos os dias Golias saiu do rael" (1 Sm 17. argumento do filho de fessé era que u Senhor estaria com ele. Apocalipse 20. nem se tornariam vassalos deles. logo depois o rei Saul começou a vè-lo Davi ficou horrorizado por conhecer um como uma ameaça ( I Sm 18). de Gale'1 .. ia até o vale e gritava a garia Golias om suas mãos. A resposta ve o peso de si ia armadura em detalha? e do Davi foi de grande significado o ser­ diz que sua longa “era como o eixo de um viu como um sinal do tipo de rei que ole tear". alistados uo exército de Is­ O filho do [essé então cortou a cabeça do rael. f. para enfatizar ainda mais u eslaluum dia se tornaria. na Última parle do qual era muito grande. bastante usado nas batalhas naque­ 17-17). “incircuriciso filisteu" que desafiava “os "Gògue e Magogue" tomaram-se nomes exércitos do Deus vivo" 11 Sm 17. porém. Golias foi morto com uma pedra. Levaram-no dian­ reino milenar. mos não só os fim de desafiar os israelilus. todos os que foram maus e luta­ um verdadeiro absurdo Davi mencionou ram contra 09 eleitos também serão fatos om sua vida quo mostraram sua co­ destruídos.40). Se alguém filisteus aprenderiam sobro o poder de conseguisse vencê-lo em combate. como pastor das ovelhas de seu tam aquelas tropas que se colocam con­ pai. Se continuou: "Saberá toda esta congregação Golias. pois do Senhor é a guerra. os israelitas que o Senhor salva. Um gigtmte guerreiro. e drontados diante do desafio de Golias. Era chamado indumentária de queira. 245 . sim bólicos para todos os quo tentarão Assim. les dias. Ouviu o desafio e perguntou o que Golias com a próprie espada do gigante significava aquilo e quem tomaria uma Os filisteus foram perseguidos e derrota­ providência ou laria algo. Argumentou que. que achou a idéia daquele jo­ ve a derrota Final de Salanâs.. de acordo rom n:m seu allbrje de pastor ( I Sm 17. repre­ que o ajudara antes. não com espada. e laJvez terem mandado um garoto para enfrentáfosse d escen d en te dos refains ou lo e começou a lançar impropérios e ame­ enaquins (veia Annqup). O Senhor é que entre­ meio das tropas. pegou cinco pe­ de “guerreiro. 0 se tipo representavam um método co­ ole vos entregará nas nossas mãos" (1 Sm mum. o Deus dos exércitos de Is­ vaie de Elã. Depois da profecia de Ezequiel.

d qual represen­ tava os filisteus: entre Davi o SauJ com seus exércitos: e entre Davi e o Senhor Deus.3. 2.1-3). Oséias a deixou. nem eu serei vos­ so Dous''. Embora ele • j lenha tirado do prostíbulo.C. em busca de outros deuses: uma ação Irequeutemenle mencionada como um alo dn adultério. uma prostituta. para ser "alguém" o ser amado por Ele. rapidamen­ te elu voltou em busca de vários aman­ tes.3. Ainda assim. t))Oséias. 3. Deus o chamou e ordenou que se casasse COra Gômer. a reação do rei toma-se evidente. qup operou por meio daquele que era jovem e fraco.G.D.37) Mais tarde. deveria mostrai em seu próprio casamenio o relacionamento que era Ião típico Rulre o Senhor e o seu povo.9. O filbo de Jessé U uLi­ bem encontrou-se em desacorda com a alilude geral dos isruelil. O primeiro filho de Jafá e neto de Noé (Gn 10*2. A confiança de Davi no Senhor indi­ cava a profundidade de sua fé e o relacio­ namento qu*? tinha com Deus. os filisteus representavam uma nação em rebelião contra Deus. LoKuama (porque Deus não mostraria mais amor por Israel: v.6). A * história de Oséias é profundamen­ te triste: ele tinha uma esposa a quem amava o que mesmo assim envolvio-se continuamente com outros homens. Era uma proferia viva da profunda 'tristeza" experimentada por Deus com lauta fre­ quência. aos quais foram dados nomes -simbólicos: fezreel Iporque em bxeve Deus puniria a casa de feú: Os 1. É men­ cionado novamente em Ezequiel 30. Posteriormente. que não de­ monstravam a mesma confiança. 12). I Cr 1. De fato. 1. como parte do castigo deles. íoi a raiva e o ciúme de Saul para com o su­ cesso do filho de fesse que causaram a vinda de “um nspíritu maligno da pnrte de Deus” sobre elu (1 Sm 18-10). Esposa de Oséias e filha de Diblaim. fica cla­ ro que o autor quis mostrar o desenvolvi­ mento rle três relacionamentos dileroute. e o Senhor seja contigo" ( l Sm 17. 6) o Lo-Amí (“porque vós náo sois mou povo.GÔ. mas não com fcle próprio 11 Sm ta.2. com convicção Para Davi. que deixara do ser "nin­ guém". Esse profeta viveu no século VIII a. quando seu povo tira atraido por outros deuses. Qualquer um que se levantasse çonua o Senhor seria jul­ gado por ele.4). ao dizer a Davi: "Vai-le. onquanto a bênção de Deus sobre ele tomava-se cada vez mais abundante. Deus tinha Chamado Israel. Muitas vezes o Sonhor trouxera seu povo de volta para si embora tenha havido épocas em que alãslou-se totalmente dos israelitas. v. mas de­ pois recebeu ordem deDpus para comprala pein preço q u e uririmiLmoute uru pugo por um escravo (Os 1. P. mediante o chamado divíuo. Finalmente. G olias. Veja Gogue. Ali. ao lado de quem o Sonhor estará lutando. O filho de lessé tiulia muila confi­ ança no Todo-poderoso e sabia que podia aceitar o desafio du filisteu “incbcunciso". loi derrotado peio Todo-poderoso. e Davi antecipou bem o re­ sultado.s: entro Davi e Golias. quando considerou a morte do GoLLas oomo sinal de que Deus eslava com Davi. GÓMER.6. O Senlior o abençoou e daquele momento em di­ ante o filbo de (essé (ornou-se o centro da n a r r a t i v a bíblica. tornou-se escrava de um ile seus homens.5.is. o profeta diz que "Gômer e iodas as suas tropas" se unirán a Gogue num ata­ q u e contra Israel. o gigante fortíssima. quan­ do esle precisou dela | 1 Sm 21. onde foi escondida pelo sacer­ dote Aimeleque e devolvida a Davi. Parece que Saul concordou quase com relutân­ cia.MER Na narrativa desse episódio. o povo rebelara-se re­ petidamente. por sua fé. Mesmo assim. mas 246 . o ainnr [juclu.il do Senlior por seu povo perma­ nece e a ufeto de Oséias por Gômer cnnlintia como uma vívida Ilustração de que Deus não deixam de amar o seu povo. a es­ pada do GoUas foi levada para a cidade do Nobe. mas serão destruídos pelo povo de Deus. Gómer leve filhos.10).

GÚEL. a falsa acusação leita contra Pau­ lo de ter profanado o Templo com a pre­ sença de gentios deixa isso bem claro (At 21. Nm 26. Timóteo. de acordo com o lermo gregoh elh n ]. No finaJ o Senhor iria redimi-los c. quando os Israelitas estavam no deserto de Pará (Nm 13. Na ultima parte do livro de Atos.14.20. 16. 10.) Em outros contextos menciona os que fazi­ am parle da cultura heleníst íca — quer dizer. Um dos gaditas que viviam em Basã.25: At 16. o termo muitas vezos significa 0 alcance da grdça de Deus. 20-21) A inclusão deles na fé era algo polémico par/i os judeus. No AT.48. que in­ chou também os que estavam fora de Is­ rael Frequentemente nota-se que é nos mesmos lermos que tanto judeus como gregos necessitam «le Cristo e ambos en­ tram e compartilham do Evangelho (Rm 1. Provável men In rofbre-se ao povo da Grécia.24.termo.7: Li LOU.b .281. Cl 3 1 1 ) Dessa maneira. Um dos doze homens enviados por Moisés a Canná paia espiar a torra.32: 12.1. Tito.24. a i o s u d i n f o r m a r ã o n ã o e n c o n t m fu u d u u io i il o N n u x | iíx Ii> s d t f r e l e r é n d a (Noia d o IY a < Itu o r | .1. Filho de Abdiel.. I O í t u I itt c o l o c o ii a ® e o m o s o n d a 4 1 5 . GUNI. é num conIraste com os judeus e refere-se ã abrangênr. que inclui todas as etnias.3.15).&r. 19 10. p. era um bder de d á (1 Cr 5.5 0 0 . 247 .ia racial do Evangelho. 18.13). 9.om o altíssimo preço do sangue de seu único Filho. Gl 3. de acordo com o termo grego htiUfnixtes}. O uso predominante do termo no Novo Testamento. judeus cuja formação cultura] era primariamente grega e não semítica |A t 6.21). 7.10. referese aos que aáo eram judeus (At 17. 12. 1 Cr 7. t Co 1. Al 14. Para mais detalhes sobre a missão deles. As vezes o ter um simplesmente des­ c r a v e tiniu pessoa do origem grega (Mc. Ess. Cl 2. dependendo do i. GREGO / GREGOS.28.GUNI ficurã fiel ns suas promessas. veja Sam ua.9. embora pos­ sa referir-se a grupos levemenle diferen­ tes. que morreu por seu povo e pagou o prego pelos pecados de Iodos (Is 49. re fe re se aos gregos ‘ tumentes a Deus" que se associavam ao judaísmo Uo 12. íoi escolhido como representante da tribo de Gade. 2. on texto onde se en­ contra.9. Em outTas passagens.6: um algumas traduções. 10. tornou-se Líder do clã dos gunilus (Gn 46. 1. aparece em Ezequiel 27.29. d..13.4. que queriam excluir os gentios de qual­ quer participação igualitária em relação a Deus. 24. 2. entretanto.4. aparece poiyjo e ainda de­ pende da maneira como foi Lraduzido (na Versão Contemporânea flncontrp-se b u i Jool 3.11) Filho de Maqui. 3. 17. na Bí­ blia.12. Um dos filhos dn Nnflali e neto de Jacô.191.1. é primariamente racial. com quem os israelitas negociavam.

t'. como o ímpio li.24).1 1).101. veja rece numa lorma que sugúra algo que | á eslá a caminho.C.6). existpm indicações de que ele provavohnente rs tivesse envolvido nm algum ministério no Templo e losse levita Alem das alu­ sões iios instrumentos musicais e aos direiores de música íHc 3. uma resolução teológica destacada por Rn ilo (Rm 117. Eles náo puderam comprovar sua genealogia e por isso foram proibidos de Habacuque viveu e desenvolveu seu mi­ exercer as atividades sacerdotais.63). voco dislo aconteceu em 626 a.. du tribo de ludá A vinda iminente da Babilónia contra Judá levanto uma rias maiores questões li*OÍógicas do livro.e. do tipo que pode ser comparado aos Sal­ oios 4. H A B A C U Q U E [Heb.1.6. onde a tempo verbal apa­ mais detalhes sobre essa passagem. rio Caldeu Habacuque testemunhou to­ dos esses eventos com seus prõprios ollios. Muito pouco uu nada se sabe explicitamente so­ bre Habacuque.7de serviço foi decidido por meio de sor­ ) 1). ”abraço“). embora sp possa inferir alguns dados..3. Esle m esm o problema ocupa grande parte dos debates no livro de Jó. Avô de fauzanias e mem­ ximo. a seu lempo. O que se sabe com certeza é que7. Para ■aldeais (Hc 1.20J i! também emprega o termo Babilónia com Neemias lEcl 2. ele e seu filho Nabucodonosor já tinham HACMONI. como Inmbém um poota talentoso.01: Ne íitúigico Seãah (Hc 3. Seus descendentes estavam entre — o livro fala sobre Yahweh estai1uo Tem­ ds sa< erdotes que retomaram do exílio na plo (Ht: 2. sobre a Babilónia. Pai de Jeiel (1 Cr 27.aqui e ngora encontra a compensação perfeita no tempo da recon­ ciliação Una! de Deus.32). Citado pit) 1 Crónicas 4. ele uão só era pix> feta.3).B e 7 (cf. Além disso. 1. ou seja. inauguração fio reiriado de Nabopolassar 10.M. 248 . foi um dos filhas dn Miiaiá. n qual constitui o coração e a base da salvação O que parece injusto à luz da . o Senhor declara ao profeta que "o juslo pela sua fé viverá" fhlc 2. uni eliminado completamente os assírios da dos administradores de Davi.19) — ambos ele­ HABAÍAS (Heb “o Seuhor tem escon­ mentos centrais na adoração do Templo dido"). O turno babilónio já estava consolidado (Hr. Yahweh diz que está suscitando os bro da famiiia rios mcabUas (Jr 35. os caldeus) pode prosperar e o justo fi. Judá) sofrer. 1 .41. vindicará sua justiça.. se Deus é Justo [Hc 1. n qual. Veja Neemuàs. A possível data do seu ministério está teio e ele ficou responsável pelo sei imo outre 620 a 632 a.e. O primeiro sinal inequí­ Juazaruas. C. Um dos sacerdotes indica­ aparentem ente depois que o poderio dos para ministrar no Templo. Enquanto isso.13).9.. Na verdade séu livro compõe-se de uma serie du oráculos (11l 1.1). Cl 3 .C. Z) e uma oração (Iic 3J. ã luz de todas essas turno | 1 Cr 24. Pai de Neemias (No 1. que “assis­ História e estabelecido o podtórOso Impé­ tia aos filhos do rei'1. cora a HAC ALI A S . Kc 3. HACOZ. Primeiro. nistério nos primórdios do surgimento da Babilónia no poder central do Oriente Pró­ HABAZINIAS.H H A A S TA R ). evidências. descendente do Asur.19). A tesposta para esta questão encontra-se no caráter do Deus. Por volta de 605 a.

prova­ velmente se estabeleceu em Edom n con­ tinuou □ lutar contra Salomão até o linal de seu minado | 1 Rs 11. o que efetivamente fez. lambém trabalhou num trecho du muralha que ia da entrada até a extre­ midade dn casa dn Elinsibe (No 3. Q u a n ­ do. 1 Cr 1 30). o oxéri ito israelita os atacou e derrotou também muitas dos cidades deles (2 Sm 8.13.n. na região de Moabe.asou-so com < i próprio runlmda doEiraó. foi tentado a estabelecer lagos com outras famílias reais. sem dúvida por razões políti­ cas. Hadade. 4 . Quando os si rios foram em socorro de Hadade/. 3. mas não localizaram os registros da lamiiia. to rn o u -se muitu influente no mundo. H A D A D E Z E R . Filho de Reobe. A primeira halalha é mencionada numa longa lista de vitórias conquistadas pelo fiibo de Jessé. Vivia na cidade de Avile e de­ pois de sua morle seu sucessor rio trono foi SuinJã. Dt 7.3-10). npóíi a construção do Tomplo (I Rs 9. nada mais se sabe sobre Hadade. dopois do oxilio babilónico (Ed 2. Os seus casamentos com mulheres eslrangfttias causaram a ira de Deus.4-6).47).er.61.50. 3. Ficou famoso por sua vitória sobre os midianítas.14-25).46. HADADE. Claramente rriou uma ruptura na aliança que fizera com o Seulior. Sua cidade chamava-se Pau e sua esposa era Meei abei. Rei de Edom.53). HACUFA. 2.21) Tal­ vez fosse a mesma pessoa do item ns 2.3).14). Quando outros reis 249 .31).6 3 ). foi governante de Zoba r contemporâneo do rei Davi. Gradualmente.HADADEZER 2. depois do exílio babilónico fNe 3. Davi o atacuu e quase destruiu seu exército. um dos reinos arameus (da Sirial.36: I Cr 1. N p 7 .39 — onde e cham ado de Uadar: 1 Cr 1. Seu neto M ©remoto reparou uma seção domiiro de Jerusalém perlo da Por­ ia do Peixe. Em várias ocasiões lutou contra Davi. o a do foi bem re­ cebido e c. íoi criado na corLe real egípcia. Apare u temente seu domínio es­ tendia-se desde a região próximo ao rio Eufrates até Amom. d sempro manteve uma guerrilha contru Is­ rael. por meio de ca­ samentos. poróm. Seus descendentes es lavam enlre os serv içais do Templo que retornaram com Neemias para Jerusalém. h fim de recuperar o controle sobre uma região ao longo do rio Euhates. por esse motivo. Hadadezer viujara para o Norte.12. mas também permitiu a introdução de divindades es­ trangeiras na cidade santa (veja Js 23. que ua época era spenas um jovem. Quando Hadade soube que Davi eslava morto. os edomitas fo­ ram destruídos pelo exército de ísrael. Assim Salomno não só quebrou n lei de Deus. rainha do Egilo. 1 . "da pstirpé real de Edom". tugju para o Egito. Genubale.15. sucedeu Raal-flanâ.51: Ne 7. no inicio de sou reinado. no início de sen reinado. r. filha de Matrede (Gn 36. Como o isscritor de 1 Reis estava in­ teressado som ente em mostrar como Salomão eslava sendo punido poi Deus.6-91. foram excluídos do sacordócio (Ed 2. retomou para lutar contra Salomão. Reinou na época anterior 5 monarquia em Israfil (Gu 36.51). irmã dê Taínes. ao casar-se com mulheres estrangeiras. Davi dedicou ao Senhor todo o ouro e prata que capturou. portanto. Seus descendentes voltaram do exílio com Neemias.35. Edomila. foi levantado pelo Senhor como adversá­ rio do rei Salomão 11 Rs 11.3-14: 1 Cr 18. sendo. Fiibo de Bodnde. Cada esposa levou para lerusalém seus próprios deuses. Filho de Ismael e neto de Abraão e Hagar: «ra o líder do seu clã (Gn 25. suas esposas "lhe perverteram o coração para seguii a ou­ tros deuses” (1 Rs 11. Na época do rei Davi.4). Seu filho.c. tomou-se mi de Edom depois da morto de Husão (Gn 36. que ex­ perimentou grande prosperidade p tinha extraordinária sabedoria enquanto mantpve uma alitudt* de tutal confiança no Senhor.

Seus descendentes estavam entro os serv içais tio Tem plo que retornaram (lo exílio babilónico com Zorobabel e Neemias )Ne 7.m. de que o reino do Norte 21 10).18). necessidades (Gn 21. 250 . rei Peca que retornavam para o Norte.4.15*19. mas as torças combi­ nadas deles loram denotadas de la] ma­ neira quo os reis qun eram vassalos de Hadadezer foram até Davi para lazer um tratado de paz Gòm ele (1 Cr 19. HADASSA.de Deus.211 2. essa proposta íoi desastrosa. alimentou um espirito amargu­ rado e extremamente ciumento (Gn 16. mãe de Adonias (2 Sm 3.10). dêscrita como urna jovem "esbelta e for­ mosa1 '. Quan. Ele len! nu uovamenle lazer aliança rom os sirios contra Davi.16. e lam­ pois de vencerem uma batalha contra fudá bém para Sara que. Hagar recebeu uma HADORÃO. era u mesmo Hagaba de Neeaiias 7.45. A _s consequên­ cionado na Dlblia. Numa atitude de prolnnda fé e gratidão ao Se­ HAGIAS (Heli. De acordo com as normas le­ gais da época. de­ cí.20). 3 bênçãos do Senhor (v.17). \ la Iribo de Levi) I Cr 0. poi ser estéril. supre nossas trazidos junto ami a tropa íw 9-16). porém.14-16). Saia. rei de Hamate. pro­ pôs ao marido Abraão que tomasse uma segunda esposa.19) e garante nosso fuluro |Gu 21. Uma das espo­ res que as vitórias de Davi eram parle das sas do Davi. por meio cimento.19). HAGABÁ. uuma atitude do graça maravi­ lhosa (Gn 16.13) i.5s. do Davi derrotou Hadadezer.3. HAGABE. uma juiLia árfâ. Essa passagem narra várias balall)&£ e lembra aos leiloHAGITE (Heb. Descendente de Sem. 21. do proleta Odade. Toú enviou Hadorão "a Davi. Amasa é men­ sas fio Deus (Gn 15. para o saudar. ficaram atemorizados e também paguram tributo a Davi. o pura o HAGI. ‘‘festivo").15). do HADLAI.27: l Cr 1. 17. o qual amava o filbo. Fiibo de Tou. listados om Esdras (Ed 2.1.48. Sous dosçendan Hadorão levou consigo muitos presenies tes íoraiu chamados rle bagitas (Nm 26.c. de melais preciosos 11 Cf 18. pois contraria­ da tribo do Efraim durante n reinado de va a ffc obediente e paciento nas promes­ I Vjiia.7). por meio da qual ola |Sara| pudesse “constituir uma tamilia" (Gn 16.1 1ss. quistado.2). listados em Génesis -16. para Abraão (Gn 2 1 . p. Píii de Amasa. HAGABA. ganhem. fibênção especial: urna revelação pessoal Lbo de foctã (Gn 10. Era 0 nomo hubraico (quo significa 'inurta''1) de Ester (El 2. ouve nossa soldados deveriam libertar os prisioneiros miséria (Gn 16. eslava en­ íe lic ita r por haver pelejad o contra Hadadezer o por tê-lo destru íd o".12).4 j. Davi dedicou u Deus todos os Era deSCendenle da íamília de Merari.48).46) HAGAR. Um dos fUbos de Gade. litigai e M ordecai.a. criada pelo primo Mordecai.11: 21.HADASSA ouviram que Hadadezer fora derrotado. vai aú eucontro era <ulpado de pecar diante de Deus e os iio quebrantado de coração. Emborn fosso legalmente per­ mitido. presentes que. 1.30). em Israel (2 Cr 28. Veja Fster.n. a partir desse aconte­ (o reino «lo Sul) Esses homens transmiti­ ram uma raensaiam do Senhor. O Sonhor. Outro relato ria derrota de Hadadezer encontra-se em 2 Samuel 10. tre < »s que desceram com jacó paia o Egito. porque íoi um dos lide­ cias foram trágicas — para Hagar (Gn res que sairam ao encontro das Impas do 16. “a lesta do Senhor"! Fi­ nhor pelas muilas vitórias que tinha con­ lho de Siméias. um dos Lideres ponto rle visia espiritual.6. Seus descendentes esla\am enire os judeus que retomaram cio evilio babilónico com Neemias e Zorobabel. Mencionado '-m Esdras 2. 13).

Ela. rinha um alio cargo político do remado de Assuero (Xerxes). listado entre os 'heróis" de Davi (I Cr 11. Avó de IgaJ.51.í.19. quando ouviram lalar sobre o ocorrido. "quando os homens estavam doridos" (Gn 34 25).18). doddiu ajudui o povo de Deus. 2. Deus usou Ester e seu primo Mordocai para impedir tais planos HAMOLEQUETE.13. qo lem­ po da rainha Ester. Ester denuni . Siquém violentou Duj. Seu filho Sai um governou sobre metade de um distrito de Jerusalém nos dias rle Neemias b reparou uma seção do muro da cidade (Ne 3.32. Apa­ rece pela primeha vez em Génesis 33. 1.ompló dele noutra seu povo e pediu ao roi que poupasse os jarleus do extermínio Furioso.HAMOR Rs i . Eles sobreviveram e agradeceram por aquele dia e pela vitória sobre Hamã numa lesta chamada Purim. filha de |acó. quando nosso patriarca comprou de seus filhos um pedaço do terra para lazer um túmulo O campo é mencionado posteri­ ormente em Josué 24.361. Fiibo de Hamedata. e depois pediu ao pai dule que negocias­ s e s e u c . sua prima. Eles foram operados V trés dias depois. O rei então alencleu ao pedido de Esler e assinou um de­ creto paralelo. A condição foi aceita. Talvez seja a mesma pessoa do item n® I. Quando Mordocai recusou-se o ajOelhor-se. Irmã de Gileade e !iIha de Maquir. A rainha convidou o rei Assuero e Hamã para um banquete. l Ct 3. A esposa de Hamã charoava*se Zeres e seus lilhos mais tarde foram todos mortos pelos ju­ deus. uiri dos “trinta he­ róis" de Davi (2 Sm 23. em siu. seu perverso filho (Gn 341.10. acusados de não obede­ cerem ás leis du império medn-persa. a s a m e o t n com ela. O rei voltou e pen­ sou que ele desejasse molestar sua espo­ sa: ordenou então que Hamã fosse morto imediatamente. Seu lillio lentou aniquilar todos os )udeus durante o reinado de Assuero. pelo qual os judeus rece­ biam autorização para se defenderem (El 9). quando os os­ sos de |osê íoram trazidos do Egilo e en­ terrados alí (veja Al 7. Abiezer e Maalã.36* ) 'flunbém era pai de Mihar.5. Mesmo as­ sim.12].il de respeilo a Hamã. Persuadiu o rei a assinar um decrelo que ordenasse a lota! destrui­ ção dos judeus. o qual este supôs que seria em sua honra. 2). enquanto Hamã tançava-se aos pés de Ester e im­ plorava misericórdia. ua Pérsia (Iit i a 7). Mordecai soube do eomplô e pediu aju­ da ii rainha Ester. Assuero levanlou-se da mesa e foi para o jardim. HALOÉS (Heb “sussurrador"). 1 1. Pertencia á tribo de Manassés (1 Cr 7. HAMOR. atacaram a cidade e ma­ taram todos os habitantes da sexo rnas- 251 . HAGRI. Ela teve Irés filhos: fsDode.1. que nasceu enquanto a corte de Davi eslava em Hebrom. Não somente o estupro era uni algo muito sério. Era heveu e governa­ va a área em que lajcó habitava (v. Posteriormente. dois filhos de facó.21.). ra para Monlecal (Et 7). os irníâos concordaram com a pro­ posta de que todos os homens de Siquèin fossem circuncidai los. Defensor de Siquém. nunca confessara ser da descendéni ia judaica e sabia que tal comunicação lalvez significasse sua morte. LIm dos líderes do povo que se uniu a Neemias quando íoi feita um pacto d»1 adorar ao Senhor u obedecer às suas leis (Ne 10.iou o r. etc. SLmeno n Lèvi. numa forca que prepara­ HAMEDATA (ftjrsa: “dado pela lua"). HAMÃ. s. Pai de Hamã lEl 3. o quarto filhu dn rni. d o en­ tanto. este ficou ex­ tremamente irado e tramou a morte dele e a de seu povo.38). Pelo contrário.24). Adonias tentou usurpar o trono. Era "agagita" (El 8. Os irmãos da jovem ficaram furiosos. cwrio também o casam eato misto com um cananeu dificilm ente serio aceito! De fato.ç. 2.

2 . 4 .R HAMUEL. de Judá. Filha de Jeremias. Um dos nelos de luda. Os filhos de Hanã tinham uma saiu no Templo. de Libna |2 T<s 23. po­ rém. registrado na genealogia de Saul [1 Cr 8. HANANEEL. 1 Cr 2 . M. Filho ds MLsmu.49). Um dos levi las responsáveis por instruir o povo no Livro da Lei (Ne 8.« mãe fie Jeoacaz.12. 1 .46.5 J. H91nr. Quando Jeremias orou sobre a procuríednde dn situação em que st. encontravam. Zedequias objetou fortemente contra urna mensagem tã a pessimista. no fu­ turo. é mencionado como “homem de Deus". liras e i imbaios 252 . seu filh a e os moradores do Siquém demonstram os problemas com tinuos que os israelitas tiveram com os cananeus. Filho de Hemâ. HAMUL. Era lambém a mãe do rei Zcdequias. rei de judá. o qual proferiu a Palavra do Senlior contra o rei Baasa.341 2. A transação da compra do terreno. mas lambem era seu desejo. através de seu quarto filho Perez (Gu 46. onde n proleta iRremius convidou O S memliros d.C. Ne 7. Tornou-se o líder do olõ dos bamulitas (Nm 2(í.i família dos recabitas para beberem um pouco tle vinho )lr 35. anos 12 Rs 24. 6 Um dos levitas que se uniram a Neemias no parto de adoração no Senhor e obediência às suas loís (No llt.lO) 7.2 2 1 . 1 .31). aos quais não destruíram tolalmenle quando en iraram em Canaã. 9. os quais Neemias co­ locou como responsáveis pelos depósi­ tos (Ne 1. mencioundos om jtitees 9. Seus descendentes estavam entre os serviçais do Templo que retornaram para Jerusalém com Neemias dopais do exílio babilónico (Ed 2. conduzido ao exiLio.261. Enquanto JorusaJém era sitia­ da pelos caldeus.1. Os eventos narrados concernentes a IiaiiH»'. Zadoque e Perl aias. L 8 . Pai de Jeu. que go­ vernou por onze.23). Jr 52. diss.2 1 ).ia Egito com Jacó.26). Deus falou com ele e lhe mostrou que era sua vontade castigar o povo por causa do pe­ cado. lornou-se esposa do rei losias. pagou ao primo um preço adequado pela te rra p fecharam um acordo formal (w .7J.4).11 . reunir os judeus na terra. o protela falou que a cidade seria conquistada por Nabucodonosor e 0 povo. . o qual desempe nhava o ministério profético cora o acom­ panhamento de harpas.431. de Israel ( I Rs 16. 7): falou lambem com Jeosafíí. 3. lor* nou-se uma Uustração da confiança de Jeremias na palavra do Senhor e no iuluro sinalizado pela promessa do próprio Dous (w. 26). Um dos filhos de Azol. Os "homens de Humor". eram os que vtvlam em Siquéra e naquela Ocasião foram toiaimenie derrotados por AbimeJeque. Um dos líderes que selaram o pac­ to feito pelo puvo (Ne 10 .n a Jeremias q u n comprasse um campo que pertencia a Hanoneel em Analote. 15. Um dos assistentes de Selomias.3. EJe é lis tudo entro ot> que descoram . 5. na regiáo de Benjamim ÍJr 321 O protela obedeceu. Gutro líder que lambém selou 0 paclo (Ne 10.HAMUEL cuJino.28.2) feu lambém re­ gistrou os acontecimentos uo reinado de Jeosafá |2 Cr 20. dessa maneira. Fillio rle Sasaque. Filho de ligdahas. HAMUTAL. que rei­ nou apenas bês meses em Jerusalém. 10. e advertiu-o sobre a ira de Deus (2 Cr 19.OÍÍ. O Senhor. H o 12). registrado na genealogia de Saul [ 1 Cr 8 38). Fillio iie Mdaca e um dos heróis de Davi Í 1 Cr 11. 37-44) rjD. da tribo de Simeão (1 Cr 4. Veia Recube M . HANÁ. HANANI. I^rimo de Jeremias e filho de Salum.tr e Siquém também íorum assassinados (v. 8 .13). onde no­ vamente comprariam u veuderium cam­ pos e viveriam em paz.

a rei manilou preudê-ln (2 Cr 16.17).7). 13. Neemias o nomeou governador da cidade. 4.t. 6 Pai de um oficial |udeu chamado Z ed eq u ias.õ.ia parte do ministé­ rio profético com acompanhamento mu­ sical. Seus descendentes estavam entre os que se casaram com mulheres esirangeiras (Ed 10. ajudou na reconstrução dos muros e era responsável pela parte acjma da Porta dos Cavalos (Ne 3. Era filho de Azur.34. d q tempo d e Neemias (Ne 3.28.2).d. durante o reinado de Davi. Jerem ias mostrou o mal que Hananias (-ausava por fazer o povo acre­ ditar numa mentira e predisse a morte dele no decorrer de um ano (Jr 28. 9. de Gibeoni.12.idade de Jerusalém. ao desobedecer ao rei Nabucodonosor e sobreviver a fornalha de fogo (Dn 3) é homenageada no NT. 14.10. 6 Urn doa membros do grupo de Zacarias. 7. Falso proíela é mencionado oito vezes em Jeremias 28. 21.O Senhor detarminou que Moisés escolhesse um represen­ tante rle cada tribo para ajudarem na di­ visão da 11:rra de Canaã e Haniel íoi o es­ colhido para rep resen tar a iribo de Manassés (Nm 34. qun tocou instrumuntos duran­ te a dedicação dos muros de Jerusalém (Ne 12. enquanto os muros eram recons­ truídos (Ne 7.. O 18® lumo loi designado a HftnanL seus filhos e outros parentes f l Cr 25. idade de |erusalém. Mencionado em Neemias. no têmpo de Esdras.15-1 7).7. veja Hamã. FILbo de Uomã. procurou-o na Babilónia o deu-lhe detalhes sobre os que retomaram .2 ura “maioral” du i. 5. 1.s caldeus «eria rápido. .3131. era Hebreus 11.Possivelmeuto a mesma pessoa do item u® 10. mencionado em I Crónicas 25. A. “bomem fiel e temente a Uens. depois do exílio.'12. Em resposta. 2 . Veja Sadixique. M en cio n ad o upenas n m Jeremias 36. Filho de Éfode.IIAN7EL. HANANIAS (Heb. na genealogia do rei Saul. . Líder de uma família sacerdoia) no lempo de Neemias |Ne 12. 253 . Para mais detalhes.11 5. mais do que muitos". mencionado apeuus em 2 Crónicos 26.8) 11. Um vidente que falou com Asa e o repreendeu. ua ép oca do p rofeta Jerem ias. 2. Embora sou nome não seja citado axpliáílameuto.19.13 8 Um dos companheiros de Daniel (Du 1.2). Descendente de Benjamim.da guarda em Jeru­ salém na época do profeta Jeremias.30). 12.4). Um dos culpados dn ter-se casado cioiu muUiores estrangeiras. Irmão de Neemias. 1. 3.A v ô rio capitãO. 10. Tal mensagem foi muito bem aceito. & (> é mencionado em 1 Crónicas 3. Lader dos judeus e um dos que selaram o pacto d o tempo d n Neemias (Ne 10. juntamente com seu irmão I lanani.43 J. Hananias profetizou que n domínio do. Na presença do honiRin de Deus e de vários sacerdotes. men­ cionado apenas em 1 Crónicas 8. HANIEL (Heb.B. 4. Sete meses depois ole morreu. mas era lalsa. Mencionado apenas em Esdras 10.20). Neemias o colocou ila liderança da i.4.23).25). Possivelmente era descendeutn do personagem registrado no item n® 3. por não confiai no Senhor.23). por ser muito popular. Um fabricante rle perfume q u e ajudou na reconstrução dus muros de Jnrusalérn.■ Judá (Ne 1.24.23 Fa/. "o Senhor mostra gra­ ça ao favor"). Um dos príncipes do rei (oficial da corte) U/ias.28. “graça de Deus"). sua atitude de fé. e p. 3. (t Cr 25. Men­ cionado apenas em Jerem ias 37. Filho de Zorobabel.6. . líder dos ju­ deus depois do exílio babilónico. Fúi um dos locadores de trombeta durante o culto de dedicação dos murou de Jerusa­ lém.

0). Na passagem paralela em 2 Crõuicas 3-4. e esta era a ordem na qual ele mi­ nistrava ao entrar uo saul uario (1 Cr 24. HAREFE. Um dos sacerdotes escolhi­ dos pura oficiar no santuário.a seleção imparcial entre os descendenles de Eleazar e Ilamar. em Je­ rusalém. H A R Ã . H A N U M . Harãs. O referido texlo fora encontrado recentemente e sua mensagem pa­ recia cantor advertências sobre n iminen­ te juízo de Deus sobre ]udá. hem como metade das roupas. quando eu Irasse uo santuário (1 Cr 2 4 . Pilho dn Terá. 1. Hanum ordenuu que ossudítos do rei de Israel fossam pre­ sos. entre os des­ cendentes de Eleazar e IIamar.22 ó chamado de liíisrás. Foi feita nm. Ment ionado conexão com a profetisa fluida. Pai de Uziel. Depois alugou rarruagens e soldados [»or nuJ taJeutos de prata. e ds des­ pediu (2 «Sm 10.4(5).19). HARBONA. ludá. HARIM. Huniul loi um grande guerreiro b líder de sua família (1 Cr 7. 2. "o guarda das roupas". Suas fi­ lhas loram Mil ca e Iscá.lilj 7. Abrão e Ló poaleriormonte e^ltibeluceram-se numa cidade diumuda Harã.0). marido de Hulda (2 Rs 22. Os descendentes de Harim.39). mencionado como fundador desta cida­ de. por meio de sorteio. "Pai de BetoGader'\ ou seja. Listada entre os que receberam tarefas específicas do rei Davi. Era filho de Ur. assinou o | tacto leito pelo povo. 0 ourives que reparou parte dos muros de Jerusalém. Veja Vasti. depois du exílio na Babilónia (Ne 3 iq. Consertou o Porlão do Vale. Maor mais lard<’ cusou-se com Milcic Terá. Líder de uma famiiia que retornou com seus descendenies para lerusalém. era o pai de Ticvá e avô de Salum. Viveu e morreu em Ur dos caldeus (Gn 11.13). Um dos lídores da tribo d». bem como 457 metros de muro (Ne 3.24.TJa.2-6]. 3. 1. Um dos filhos de Sirnei. da tribo de Aser. era fillio de Calebe e de sua concubina Efâ. levita da famiiia dns gersrmilas e um dos Lideres do r lã do Lidã ( l Cr 23. “de acordo com as últimas instruções de Davi".0). t Ima seleçârj imparcial fui leita. por meio de sorleio. O Senhor entretanto. deu a vitoria ao seu povo iw. depois do exílio na Babilónia. mas a cidade ficou conhecida e tornou-se figura proeminente na narrati­ va bíblica p<usU'rior < • sobrevive ate hoje como umo pequena vila árdbe. Um dos sacerdotes escolhi­ dos para oficiar no santuário. irmão do Abraão e Naór: era o pai de L6. um dns descendentes de Calebe e líder da tribo de ludá (1 Cr 2. rei dos amouitas parri quem Davi enwuu urna mensagem de consolo. e esta seria a ordem ua qual ministraria. 2. Um dos selé eunucos que serviam o rei Assuero (Xerxes) (El l. reparou ou­ tra seção dó muro iNe 3. Veja Hustóh.30). em número de 320. HAPISEZ. depois do retorno do exílio babilónio! 3. cnmpromelendo-se a obedecer ao Senhor e adorai somente a Deus (Ne 7. tivessem inelade da Ifarba cortada. Filho de Naés.51). É o pai de Gazez ( i Gr 2. Sexto fillio de Zalafe. 1. paia protegor-se do Davi e de Joabe. 10. 13-15: I Cr 'l 9. HARAÍAS. consultada sobre a mensagem lida no livro da Lei. Não ficti claro se loi Terá quem Lhe deu esse nome. Sob a direçãG de Neemias. noieinado de fosias. 2. HARAS. estavam entro os que não pertenciam às lamllias sacerdotais que 254 . “de acordo com as ultimas instruções de Davi".20-31).HANUM 2. U terceiro lumo saiu para Harim. O KJ® lumosam para Hapisez. H A R I F E .14). Filho de l.15).1*4).

era superin­ tendente dos levitas em lerusalem. HARSA.30). para obedecer à lei de Deus |Ne 3. 10. 3.19. a mán do rei Amora.32: 30. Hesobius e sons parentes.017 pessoas. no regresso a Judá (Ed 8. Seu descendente.8).19).39.42 e Esdras 2.D. 4. Seus descendentes estavam un­ irá os serviçais do T e m p lo que voltaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2. depois do exílio na Babilónia (Ne 3. louvar e dar graças a Deus.35). Fillio de Zofá e Líder da Iribo dt* Aser (I Cr 7.700 hebronilas. 3. HARUMAFE. HA RN EFE R. 9 . Foi um dos levitas que selaram o parto feito pelo povo. Cm dos f i l h o s de Jodutumquo pro­ le ti/a va. Ne 7. Era filho de Quomuol ( I Cr 27. junta­ m e n t e cora Neemias.3. irei Manassés). Alguns deles uniram-se a Neenuasno pacto para servir a o Senhor (Ed 1 0 . HAROÉ (Heb.14. P.21). que retornaram da Babilónia. e serviu os ídolos que ele Linha servido. 1 0 . N p 7 . 3 5 . Descendente de LJzi.9). 2 . ProvávelrriftnlR ura tum daque*les mencionados no item 1 ou 2 acima.15).21.31). 2. Um das descendentes de Semaias que viveu em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. ficaram encarregados do Irabalho do Senhor e dos negócios do rei a oesle do rio lordão (1 Cr 2f>. que seriam levadas ao Templo em JanisaJóm. "filho de flarim‘\ é men­ cionado em Neemias 3.5:1. Oficial du Iribo de Le-vi. Descenden­ te de SohaJ. depois 255 . 24: Ne 12. “o Senhor tem consi­ derado''). No 11. Foi um dos que repararam os muros de Jerusalém quan­ do o povo de Judá retornou do exílio na Buhiiómu. ao usai a harpa. 5. 4. 2 7 ) o concordaram firo se divorciar de suas esposas estrangeiras (Ed 2.11. "Andou em todo o caminho cm que andara seu pai HASABIAS |Helj. Ne 10. Ela se compunha de 1. HARUZ. serviu como músico no Templo sob o reinado de Davi Era um levita do dã dos merariLas 11 Cr 6. 8 . HA RUM .5). é mencionada outra lamiiia de descenden­ tes de um certo Harirn. e os adorou". Seus descendentes estavam en­ tre os serviçais dn Templo que n'tomaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2. Ajudou a reparar os muros de Jeru­ salém e governou sobre a rnelade do dis­ trito dn Queila. 1. Em Neemias 7. Um dos judeus que retornaram do exilio na Babilónia com Esdras. Líder dos levitas que providencia­ ram cinco mil cordeiros e cabritos e qui­ nhentos novilhos para serem sacrificados durante a grande celebração da Páscoa que acontocou no avivamonto durante o reinado de Josias (2 O 35.52: Ne 7. 6.19).53). Um dos lideres da tribo de Judá. “o vídenle"). 1.52J. Seu filho ledaías reparou a parte do muro de Jerusaiem que ficava em fronte à sua casa.451.10). de acordo com o sorteio para determinar o ministério uo Tabernaculo. O decimo primeiro. o qual "fez-o que nra mau aos olhos do Senhor".17. ficou encarregado das ofertas de ouro e prata.1 7).C. era filho de Hela e pai de Aarrl (1 Cr 4. ua época do rei Davi.11). Provavelmen­ te toda a lamiiia manteve um comporta­ mento perverso diante do Senhor o em consequência tal transgressão levou-a ao casligo de morlo |2 Rn 21. di' Judá. da tribo de Judá 11 Cr 2.54). Malquias. Pai de Mesulemete. Os homens também divorcia­ ram-se d u L t» esposas estrangeiras e coli> caram o selo no pactô (Ed 10.HÁSABI AS retomaram do exílio na Babilónia. 7. HARUR. Etn. ua época do rei Davi (1 Cr 25.

3).5).33.4. Mencionado em conexão com na Babilónia. 1 . lei iTSÍe 9. retornaram do exílio ua Babilónia com Neemias (Ed 2. depois do exílio na Babilónia (Ne II 9Ppovo depois que assinaram uin pado dó adorar apenas ao Senhor e obedecer à sua HASSUBE (Hei). Seu filho Seruaias. traba­ 2. Ajudou a reparar a parte do muro que ficava defronte de sua casa. da tribo de Levi. Pai dú HaLus. 256 . cujos 12. marido de Hulda (2 Cr HASUM.7|. em Esdras somente ao Senhor e obedecer á sua lei 10. 4 . m. Um dos lideres que assinaram o Neemias 8. Hasrás. Seus descendentes estavam contra do recentemente e sua mensagem en tre os serv içais do Templo que parecia conler advertências sobre o juhso retornaram do exílio na Babilónia com iminente de Deus sobre Judá. depois do exílio na Babilónia 11 Cr 9. Alguns deles são listados que selaram o pacio feito por Esdras de­ entre os que foram anisados de se casar pois do exílio. Era uui rios filhos de seção do muro rle Jerusalém e a Torre dos Zorobabel. Fornos. Templo. no lempo do rei loiaquim [Ne HAS SEN UÁ . Possivelmente seja o mesmo do descendentes se restabeleceram em Jeru­ item 8. Um benjamita.í*.HASABNÉ1AS HASSENAÁ. “considerar"|.14.20. o Neemias (Eri 2.22). Chamado de H A S U B Á (Heb.14. Seus descendentes. ó chamado d t-. em nu­ 34. nos dias de Neemias iNe 3.1l). nm feruHASÉM. ficou ao lario de Esdras en­ pacto feito pelo povo depois du exílio de quanto o livro da Lei era lido para oí> ho­ adorar somente ao Senhor e obedecei1 a mens e mulheres de lorusaJém é Judá. sagem lida no livro da Lei. gizonita (1 Cr 11 34)1 Mencio-nado na lisla de 1 Crónicas 3. salém. Em Neemias 7. quo meuNu 11. Seu filho Juda era superintendente lhou no reparo dos muros de Jerusalém do Segundo Distrito da cidade de [erusadepois do exílio (Ne 3.10). Harás. "co n sid e ração "). oonsullada sobre a men­ Zorobabel.22 o HASSABNÁ. 1 . Era um dos filh o s de a profetisa Hulda. M u passagem paralela om 2 Reis mero de 223. Filho de Pnale-Moabe.15).24J. depois 10 . depoi# do retorno do exílio ua Babilónia. em Jerusalém.43. (No 10. . HASBADANA. do retom o do exílio na Babilónia (Ne 11. Veja Hnrtis. era pai de Tocate e avô de Sal um. oiona a linhagem real depois do exílio 2.19). 2. Um dos lideres do povo uúmern e 328. Mencionado apenas em 3. 1. depois do exílio na Babilónia (Ne :t. 22 ). sua lei fNe L0. HASABNÉIAS. Seus filhos reconstruíram a Porta do Peixe.20. durante o reiuadn de Joslus. reparou uma na Babilónia.23) no meio dos grandes guerreiros listados entre os “heróis” de Davi. No 7 AH). 1. Concordaram em adorar tom mulheres estrangeiras. que cita a linhagem real depois do exílio H ASRÃS. Cita­ pois do exiliu no Babilónia fi Cr 9. I Tm dos levi las que se dirigiram aolém.rDeus é amor"). O referido texto íora onHASUFA. do na iisla em l Crónicas 3. Líder dos levi las e músicos uo do exílio (Ne 3.25). estavam enlre os judeus que 22.23). junto com Saiu. restabeleceu-so em Jerusalém de­ HASADIAS (Heb. '‘Os filhos de Hasém” estavam saiém. M al*. ‘guarda das vestimentas”.

3. HATIL. quando viu seu pai adativo vestido com “puno de saco" í«inaJ de profunda Iristeza). para saber se fic. Nb 7.s e Lfdenss do dãs na A r á b i a . HATITA.50). claman­ do dianle do portão do palácio real Ester então enviou Ha lá para descobrir o que acontecia com seu primo. ten­ tou exterminar todos os judeus uo Impé­ rio Persa. o rei (la Sirla. Era um dos lideres de família que retornaram com Estiras para Judá.uia hom de certa eflíennidade. Logo depois quo Hazoei chegou ao poder.91 Quando Hamã.6. Deus usou a rainha e Mordeeai para impedir lais planos. ao contemplar o sofrimento dn seu povo Israel nas mãos de HázaeL e disse que o senhor dele morreria.54: Ne 7.9. Um dos filhos di: Olniel e neto de Qutmaz. descendente de Secanias. Jorão. para se tomar rei da Síria. HAVILÁ.57. e Aca zias. Ne 7. p. porém.a H ATATE. sob a ordem especifica rio Senboi II Rs 19 151.561 . Jorão.2). Um dos líderes que selaram n pacto feilo pelo povo depois do exílio (Ne 10. depois do retorno do exílio na Babilónia (Ne 10. IJm tios sacerdotes que retornaram do exilio na Babilónia com Zorobabel e Jesua (Ne 12. {durante a lpitura rio livrn da Lei (Ed 6 4 ). Mordeeai enviou-lhe a seguinte mensagem: “Quem sabp se náo foi para tal tempo como este que chegaste ao rei­ no?" (Et 4.22). achou que nada poderia fa zer.6-15 J.14). Um dos levilasque ficaram ao lailo de Esdras no púlpito. ajudou a re­ parar o muro de Jerusalém (Ne 3.21. Era neto de Gáo. Ben-Hadade. Seus descen­ dentes estavam entre os servidores do Templo qun retornaram do exilio na Babilôniti com Noemias (Ed 2. listado na li­ nhagem real de Jeoiaquim (1 Cr 3. HATIFA (Heb. o quaJ ora extre­ mamente perverso e idólatra. 2. Ungido para ser rei da Síria. 3. filho de Joctá (Gn 10.10). quando EsteT era rai­ nha.13). Possivelmente seja o mesmo ritado no item 3.us descendentesestavam en­ lre os porteiros do Temploque retornaram do exilio na Babilónia com Neemias (Ed 2.29. possui o controle de todos os assuntos dos homens e das mu­ lheres. HATUS. Os semitas torna­ r a m . Um dos sacerdotes que selaram o pacto feito pelo povo dp adorar somente ao Senhor.7 e 1 CrônicâS 1. o "agagiLa". Um dos servos de Salomão cujos descendentes estavam enlre os judeus que retornaram do exílio ua Babilónia corri Neemias (Ed 2. pois uão LinJba permissão para ir à presença do rei.42. Um dos filhos de Semaias. durante o reinado de Artaxerves (Ed 8. filho de Acabe. fizeram unia aliança e saí­ ram paia fazer guerra contra ele. pudese subentender a idéia de que o Senhor em sua soberania.C.4) 4.45). 1. Quando ouviu as noticias sobre a Iminente aniquilação dos Judeus. de 643 a 796 a. HATÁ. da Iribo de ludá (1 Cr 4. O profeta então cho­ rou. ioi ferido ua batalha (2 Rs 8. 1 Cr 1. Filho de Hasabnéias. Aquele ofici­ al enlão retornou ao seu paise matou BenHadade (2 Rs 6. "um cativo"). a menos que ele a convi­ dasse. enviou-o ao encontro do profeta Ebseu. Hazanl era um oficial do exército sírio. Agiu como intermediário entre suo senhora p n primn e pai adotivò dela (Et 4-5. Certa vez. Sr. 2.n. Descendente de Sem. Ele e |efi foram escolhidos por Deu? como instrumentos de juízo contra Israel e a casa do Acabe. L8J.HAZAEL 2. mencionado em Génesis 10. que se dirigia a Damasco. Por todo o livro dn Ester que náo menciona a n n m u i í h D o u s . Segundo filho de Cuxe. 1.23).25- 257 .ompl6 para matar seu povo. rei de ludá. Tlm dos eunucos da corte do rei Assuero (Xerxes). Ela soube do r. HAZAEL.

25). HEBREU (S). Veta Iam* liem Betuel. Listada euLre os des­ cendentes de Judá. Rs 9.6). O Senlior então enviou mais castigo contra sou povo.18J. I4ÉBER.c.HAZAIAS 20. p .Ir Deus contra a idolatria de Aca­ be.r . tira levita da família dos gersonitas. e re­ conquistou grande parte do território israelita (2 Rs 13. Posteriormente.24. filho de Elpaal. de Israel.IS). que se lurnou rei de Israel [2.21. Por vários anos D e u s peimitiu que Hazael oprimisse seu povo. foi um dns que se esta­ beleceram em Jerusalém. íe i de Israel. Quando o referido rei sírio dirigiu-se ao sul de Israel. HAZELELPONI. Isaque e Jacó” (2 Rs 13. s. HAZARMAVE (Heb. 2 Cr 22.18) 4. seu pai. Filho de Berins. Listado tanto om Génesis 10. Hazael. “tribunal da mor­ te"!. esto vocábulo aparece pela primeira vez em Génesis M 13. Jorlão foi morto por Teú. Nm 26. procedentes de longe.26 nomo 258 .22. era Filha de Etã o irmã de fezreel. dariam a entender que eram peregrinos. Quando começaram a orar. Seu pai chamava-se loclâ. Um dos filhos de Simei. era responsável pe­ las muilas atrocidades que cometera con­ tra o povo de Deus. porianlo.5)). 2.31. por amor da sua aliança com Abraão. O proleta Amós também laluu contra a família de Hazanl. Veja }nei. Filho de Naor e Milca. 1. listado como membro da Iribo de Aser: estava entre os que desceram com lacó para o Egito.J7.17]. Provavelmente é uma derivação de outro lermo que quer dizer "atravessar por t ima" ou passar alem" Isso sig n ificaria que mais tarde os isra e lita s.45. depois do exiUo na Babilónia (Ne Lt. aa permitir que Hazael cap­ turasse grandes extensões de. por­ que em sua vontade levar Israel uú arre­ pendimento h à verdadeira adoração. 17. Gn 10. Seu descendente.32}. como castigo í.(Gn 46. Ben-Hadade. No AT.ij. terra dos israelitas (2 Rs 10. Listado ontre os quo receberam tareias específi­ cas do rei Davi MAZO. 3. onde Abrão é chamado de "o hebreu1 ' Certamente essa identificação o separava dos moradores da região. no entanto. Embora o Senhor tenha permitido que o rei sírio vencesse muilas butalh&s. i*m 1 Crónicas 1.5).3-51. rio entanto. o mulher que ma­ tou o comandante Sísera (Jz 4 11.22 1. sobrinho de Abraão (Ga 22. Isma e Idljias (1 Cr 4. Marido de Joel.32).3) HAZI EL.23). "o Seuhor leve misericórdia deles. Fundou o clã dos beberilas . voltou-se para o Senhor e Deus ouviu sua oração Í2 Rs 1.17. por lodo o mal que cometera ao atacar Israel. Maaséias. listado na genealogia do rei Saul I I Cr 8.5. O roi Joás então enviou os te­ souros do Templo Como tributo. íoi um dos lideres da Lribo de Judá e n pai de Socó |talvez isso signifi­ que que fundou uma colónia ali| (t Cr 4. devido à infidelidade religiosa e ao pecado. Filho de Meredf com sua esposa israelita.14.1.3.241. mas o sentido exalo da palavra permanece in­ certo Alguns. acham que deriva do nomo próprio Éber (bisneto (Ir Sem..24). con­ quistou grande parle do território de Efruiin e voltou-se para atacar o roino de ludá o a cidade de Jerusalém (2 Rs I2.20 comu um descenden­ te de Sem. e disse que seus palácios seriam destruídos (Am 1>4J. e se compadeceu deles. HAZAÍAS. Hazael morreu e Jeoái». de ma­ neira que llazael desistiu de atacar a sanla cidade. lu­ tou contra seu lilho. 5. até que EinalrneDte o rei Jeoacaz. da Lribo de Judá. ao serem cham ados rle “hebreus". 1 Cr 7. 1. o tornou paia eles. Benjamita. hdei de um dos clãs de Lada (1 Cr 23. lilho de Jeoacaz.

gem usada pelos escritores do AT. Hegai foi enc.16). 19. o mequeratita (1 Cr 11.9. Os israelitas às vezes se releri­ 3.4. o lermo é utilizado com um sen­ tra que seu clã recebeu sua porção da lei­ tido neutro. 43. No NT. 1 . 17. 20. Em Atos (>.2. responsável pelo harém real (Et 2. I I.3). Potifar.14). Josué 17. n.6: H EFER . claro que até esso ponta ela nãu havia NeS. 27. Um dos eunucos de Assuero.15-19). outras referências relacionadas ao idio­ O escritor do livro de Ester deixa bom ma (Jo 5. Era pai de Zelofeade entretanto.17.' no Sentido pejorativo. 2.28. paru Hegai nem tampouco para 0 rei.6). Chefe da Iribo de Manassés.18: Is 3G.13). cuja Influência cultu­ vou para a fortaleza de Susã. com o um sinónim o do ra rle Canaâ. a li­ HEB ROM.13. Paulo usava frequentemente estava Ester Logo tomou-se a preterida esse vocábulo para referir-se a si mesmo de Hegai (v.9). Filho de Maressa o noto de Calebe israelitas. 14: Jn 1. Por exem plo: a esposa dp (1 Cr 2.arregado de encontrar pois o Novo Testameuto prefere o vocá­ uma mulher q u o a substituiria como rai­ bulo judeu/judeus para referir-se a esse nha.3 regis­ mente. loi considerada a mais linda.42). Ele reuniu "moças virgens e formo­ grupo. de fudá (2 Rs 1 1. rei loi um dos fatores decisivos que a tor­ na Palestina (At 21. 13. onde rece­ ral dominante ainda linha camcleríslicas beriam tratamentos de beleza e seriam semitii h . va-se Naará. an referir-se u José. a lim de opor-se à cullura preparadas para serem apresentadas-ao lielenista. d. De tralamentos de beleza especiais. p .32.40: 22 2: 26. Os egipc ios con­ sideravam os hebrnus uma raça separa­ 2 Um dos lideres da tribo de Judá. para referir-se aos judeus ou a um Quando Vasn desobedeceu a ordem do subgrupo dentro do judaísmo é bem raro. nem próprio hebraico.1). não é o uso comum. filho de Asur (1 Cr 4. . outra maneira de referir-se ò varia i. ao ser apresenlada ao rei. 259 .33. seu primo e pai adotivo. (Dt 15 12. no final. Sua mãe chama­ da. O conselho de referir-se ao aramaico como um "dialeto Hegai sobre o que elu vestiria e o que le­ hebreu". A pró­ Mãe do rei Manassés.32. israolita(s) (Éx 1. O idioma "um homem poderoso” na batalha. 15). Jr 34. descendente de Gileade: tornou-se lider do clã dos heferitas. aramaico. Hefer. Ele lhe deu alimentação e como integrante de lsmnl (2 Ca 1 L22).19: 14.11-13). a língua em vistn é o revolado sua procedência judaica.8). 5. geral­ (Nm 26. Ap 9 1 1 .ta última lista. Ha naram rainha | v. 2 Cr 32.n. 18. sagens nas Escrituras (2 Rs 18.19).HEGAI 23. para designai os 2.36) am à própria raça usando o termo hebreus foi um dos guerreiros vulenles de Davi.s .32): os filisteus tambóni se expressarem assim (1 Sm 4. usou esse ter­ mo (Gn 39. Esse sentido pejorativo. enquanto seguiu fielmente a Lei (El 3. o uso desse teraiu étnico HEGAI. dos israelitas também ora conhecido c:amo ‘'hebraico" e foi a principal lingua­ HEFZIBÁ |Heh. o apóutoli i foi um membro exemplar que. pria língua é mencionada em várias pas­ Veja também Isaias 62.5).3: eic. que tinha seu próprio Deus lÈx 3. o lermo refere-se aos sas" de toda as partes do Império e as le­ membros da Igieja. 9). Foi um dos líderes de clã enlre O vocábulo hebreus às vezes é usaílo os coatitas (Nm 3. 16.2. Entre aquelas jovens.J. Mordeeai. Um dos quatro filhos de nha advertido para tomar cuidado quanCoate o neto da Levi II Cr 6.14. meu prazer está nela”).2. Provavelmente ainda falavam o soberano (Et 2. e Assuero a Esse lermo também é empregado para constituiu sua esposa. 1 .onsign quando fosse a presença do principal linguagem do primeiro século. cí. rei.1.11).18. de modo fato.

Descenden­ te de José e herdeiro da tribo de Manassés. Davi ordenou que os levitas nomeassem cantores para can­ 260 . “poder”). era músico. HELA. Sua divisão era composta por 24. HEMÃ |Heb”fiel").30. cuja tra­ dução é “o filho do Sufonias como um favor’. depois do exílio na Babilónia (Ne 12.33). . 2 . v. 1 Cr 11. 1. opaltfta.g . Quando a Arca da Aliança íoi le­ vada para Jerusalém.0011 homens | 1 Cr 27.26. ao lugar preparado especialmenle para ela. Cilho do Joel e noto do proleta Samuel 11 Cr 6. Filho rle Sofonlas provavelmente é o mesmo Josias | Z < 6. cl. primeiro no Tabernáculo o de­ pois.35). HELEZ. um dos que fiz eram contribuições de melais precio­ sos.10). “o Senhor õ minha poTção"). outro famoso lider dos musicistas no ultimo período do reinado de Davi.HELA to a essa questão. era da tribo de Jlíraim e um dos "trinta" guerreiros valentes de Davi. Zoar. Veja E liabe. é o jiai de José.Era o llder da clã dos helequitas iNni 26. Mencionado na geneaJogia do evangelho de Lucas. Era Um dos "trinta heróis" tle Davi. Mencionado apenas em Zacarias 6. como um dos judmis que retomaram da Babilónia o que contribuí­ ram com prata e ouro pura que fossem feilas coroas para o sumo sacerdote losué. HELEQUE (Heb. Efuâ e Coz. no período p ós-exrlico. 1. a fim dn que ela conquistasse o favor de Hegai. os quais foram lideres na lribo de ludá [1 Cr 4. cí. “força. HE L I . 10).5. d. p .71. Pertencente ao clã dos jr-rameelilas. descendente de Aser e um dos lideres de sua tribo (1 Cr 7. HEM (Hob “ 'graça. duranie os dias de loiaquim. Esler encontrava-se no lugar e no raonienlo certo.9.23). o lorte”.27: 27. era um descendente de Otniel quo comandava a 12* divisão do exército de Davi e eslava de prontidão no 12° mês. da tribo de ludá. Da tribo de Levi o da elá dos coatitas. HE L D A I. os quais saiam uom ele para as lia talhas e lideravam o povo de Israel na guerra HELÉM (Heb. Helez. marido de Maria (Ix 3. 1 Cr 11. 2. 14. no governo do Sidomáo. au seja. Com o trabalho deste seu parente nos bastidores o o Senhor Deus uo contraio ria situaçoo. v.2). 29:10. paia evitar a destruição do povo judeu. A Versão Soptuaginta sugerô quo "Helém" ó um nome descritivo de ''Heldai''. HELOM (Heb. após sun construção o inauguração 11 Cr 6. Seus. fi.15). 10). Talvez a pala­ vra ‘hem" seja um suhslanlivo.16). no Templo.30). que vai de [©sus a Adão. Líder da fam ília sacerdotal de Meraiofe. filho de Azarias o pai de Eleasá fl Cr 2. Era par­ ceiro de Asafe. 1 . no v.30: Js 17. Paí de Eliabe e líder da tribo de Zebulom.24. atTuvés do Gileade. 2. favor"). no tempo de Moises(Nm 1. Provavelmente narne refem le a Heldai (Zt. filhos (oram Zerete.10.14. w fHeldai). Foi um das que lo varam práta o ouro da Babilôniu os quais furam usados para fazer as Coroas paia o sumo sacerdote fosue. netofatíta (2 Sm 23.Netofatita. Coroo co­ mandante do exército. ou pelonita. Filho de Baimá. os quais foram usados na confecção de coroas paia o sumo sacerdote Josué.r). 1.32).7: 7.000 homens sob seu comando (2 Sm 23. onde é chamado de Hfelede). ou algo assim. Na Versão Siríaca. estava rle pronti­ dão com seus homens no sétimo mês de cada ano e linha 24.151. "porção”). Irmão deSemer. H ELE B E . Uroa das duas esposas de Asur. Veja Estpr. HELCAI (Hebr. 14 lê-se Heldái no lugar de “Helém*’ 2 .29.

que surgiu do meio do culto e da adoração. onde e chamado de Mamão). 1 no Trçmplo. Hemã b seus compa­ ram o trabalho nos muros de Jerusalém e nheiros lideraram o grande louvor e ações na casa de Deus. O terceiro D o m o de um niosamente e locavam os instrumentos grupo de cristãos de Roma. controu o livro da Lei e reiniciou o culta filho de Disã e neto de Ana [Gn 36.9). Wic. depois do exilio na de graças ao Senlior í2 Cr 5. Famoso por sua sabedoria. os quais lhe foram dados dução do Salmo 88. Comparada com a de Hemã e o “ministério da p r o fe c ia ” o ficou conbe• ido como “vidente".HERMES tarem com alegria |J Cr 15. no período do avivamento Seu filho Bibui era superintendente que aconteceu no reinado dn Ezequias. Um dos lideres enlre os horeus. Crónicas 9. Eslava sob as ordens do outros homens.14). novamente foram os descendentes de Mamã e de AsaIV■os pri­ H ER E S . Quando a Arca HENADADE. 261 . reco­ O cuidado pessoal e a preocupação pas­ nhecido através das gerações pelos que toral que o apóstolo linha pelos seguido­ estavam ao rodar doles. após a moidações. e seu trabalho era ‘‘exal­ tai a Deus" (1 Cr 25. Mencionado em 1 Crónicas 2. versidadB e idolatria.4 l.6. O quinto nome de inn grupo cação do Santuário. e novamente uo governo de om sua carta aos Romanos (Rm 16. O Josias talvez seja uma boa indicação de Liúdado pessoal n a preocupação pasto­ que permaneceram fiéis ao Senhor.15). Ele lambem íoi separado peio rei para Salomão. e algo digno de atenção. quando ela foi levada ao Templo recém-construido.C.15 coma descendente de Asa In. 10. Era um dom de família Paulo om sua carta aos Romanos (16. no tempo de Zorobabel. é men­ cionado numa passagem que exalta a ex­ um dos que tocavam os cimbalos |w. quando o rei Jos ias en­ HENDÃ.26. Alguns dizem que é em cumprimento das promessas que o o mesmo do item n® 2. é algo digno do atenção. Também é particularmente sonagem náo deve sor confundido com o interessante notar que. numa época em escritor da livra apócrifa conhecido como que a música alegre novamente laz parte O Pastor r/e Hermus.31). saudados por Puulo Ezequias. Mui lo Babilónia (Ed 3. na nova dedi­ HERMA5. depois de um penado do perCr t. 2. ceudentos tiveram participação direta nesse ininistério. levi­ finalmente íoi lavada {«ua a Templo. a Jerusalém. Senhor lhe llzera. mes­ ral que o apóstolo linha pelos seguidores mo d u r a n te os terríveis tempos de idola­ de Grislri. 1. a do filho de Davi ul­ dirotas do Davi Foi almuçoado com 14 fitrapassava a Iodas (1 Rs 4. Esse per­ l e d e Salomão. Hemã Foi 3. filho de Zerá e nelo de Judá e Tamar.16J.9).24.4-6). Seus filhos e netos.14).13). Um levila mencionado em 1 meiros a liderar a música no Templo.14. O fato daquela lamiiia ser tao proe­ Foi um dos primeiros a retornar do exílio minente por ocasião da chagada da Arca na Babilónia. é interessante vor quo os descendentes dele da metade do distrito de Queila e foi um dos que assinaram o pacto feito pelo povo oLndii estavam entre os primeiros levitas (Ne 3. Hemã o som descristão em cerca de 150 d.sabedoria dada por Deus a 191. saudados por diante do Senhor. lempo depois.12.18 — onde é chamado de Bavai: que se envolveram na purificação e 3. no reinado do rei de cristãos de Roma. nu tas. 17traordinária . Mais larde ainda. estavam entre os que supervisiona­ reinado de Salomão.1. Provavelmeufe é o ezraita mencionado na intro­ lhfis e 3 tilhas. que se refletiam em suas sau­ tria que Judá experimentou. e um chamado especial de Deus. que se refletiam em suas saudações. pois cantavam harmo­ HE RM ES . era res de Cristo. reconsagraçâo do Templo (2 Cr 29.

junto com Figelo. O lato de Paulo apoiar para a revela­ em Atos. que lez o céu. considerado um men­ prezaram. . a terra. e a coridula tle Ouesíloro.C.' Nós também riu-se a esses exemplos. pedido os sacrifícios.c. imj. Atónito com tal blas­ qual. Colossos e Laodicéia. Quatro gerações diferentes sição de Crislo © ver essas pessoas expe­ de pessoas. Zeus (túpilerl. ii possibihrlado de seu trono ser usurpado. segundo o apostolo. colheitas e alimeutos. . a fim de oferecer-lhes romanas. como do seu das taxas sobre os judeus. Pensaram que o apóstolo Paulo estabeleceu um contraste entre dos gentios era um mensageiro dos deuesse lipo de comportamento. A seguir.HERMÚGENES 2 Divindade grega. •nascido de família e alguns de seus colaboradores. executou muitos membros da própria H E R M O G E N E S (Cr.1|. os quais abandonaram o apóstolo muito bem em seu padrão de comporta­ (2 Tm 1 15). Paranóico quanto mente começava coro aquilo t:om que suo audiência livosse afinidade. rbae Figelo. minhas algemas" (2 Tm 1 161. cerem firmes e fortes om Crislo nas soc imostrou como o Senlior que anunciava edades moderuas. ao proporcionar-lhes os cristãos enfrentavam perseguições ou chuvas.n. Embora simplesmente eram “envergonhados'. ao viviam em Roma.J-2Ú1 encaixa-se Ásia. quando alguns cristãos não Essa relação eulre Zeus e Hermes expli­ o apoiaram duranie seu julgamento Enca por que. a fim de encora­ somos homens como vós. p. o problema lambém não deixou de dar testemunho de sua estava presente na Igreja primiliva. com certe­ se* p por isso o sacerdote de Júpiter veio za resultante do medo das au loridades do seu templo. Provavelmente ele se referia sageiro divino o n rio as da oratória. e vos anunciamos que há em Cristo Jesus" (2 Tm 2. 17). fatia de enlendimento» Paulo di­ me recreou e não se envergonhou das rigiu-se â multidão. a exigência do método de folar e pregai. se essus palavras teuharu pelo monos im­ (alassem sobre Cristo. dizendo: "Senhores. maravilhados com um provenientes da provinda da Ásia que grande milagre operado por Paulo. “muitas vezes fémia v . foi les de dai os delalhes sobre o Evangelho o primeiro grande rei-uoSsalo do Isniel de Cristo. Cilado. Paulo refe­ porque (azeis essas coisas. os morado­ Ire os que não o assistiram estavam os ras de Listra. Paulo não queria dizer que iodos os cristãos das igrejas na Ásia. que frequente­ trubalho lorçado e a construção de grandes edifícios públicos. o Grande. tais mento. a Bíblia não diz s» ele leve ( bance de prosseguir na expo­ HERO DES . Reinou de 37 de sua convicção de que a revelaçáo ge­ a 4 a. 0 sacrifícios (v 13). mediante a imposição de pesa­ ral podia ser vista por todos.12. 15). oiide bondade e graça.H erodes. tais como Hermógenes cremm qun so tratava de um dous. Hermes”). sujeitos às jai Timóteo a “fortalecer-se na graça que mesmas paixões." (v. todas com o lifulo da dinas­ tia Herodes. ção geral de Deus u toda* as pessoas. é um excelente exemplo lanlo depois do domínio romano. Roma (v. 262 . Da mes­ vos con v ertais dessas vaidides ao Dous ma maneira que os cristãos euírentam vivo.g. na A história sobre sua inquietação. da lduméia.m 1. o mar e toda sorte de dificuldades para permane­ tudo o que neles há. entre e sua subsequente ordem do "massacre todos os que estavam na província da dos inocentes" (Ml 2. de quem Paulo esperava uma mamm-no de Hermes ti a Bfunubó. de atitude melhor. aparecem nos Evangelhos e rimentar a salvação. quando soube a respeito do nascimento de Jesus. que sp supunhacomo Éleso.. o des­ sor filho do Zeus. segunda carta de PauJo a Timóteo. Os ao período de sua segunda prisão em romanos chamavam-no rle Mercúrio. em Aios 14.

Agripa //. quando este exercia seu ministério. o filho de Zobedeu. A princípio. Temos uma idéia da dííerenle visão religiosa dos lariseus e sadu­ ceus em Atos 23. pois os lariseus eram contrários à ocupação romana bem como opunham-se fortemente 3 dinastia herodiana e a qualquer grupo que se alinh. 12.1719. na verdade.17) e Anlipav. pois 6 o im iro evangelista que situa sua narrativa den­ tro dos eventos da historia do imj>ério.1.HERODIANOS 2 . o Grande. vas de apanhar lesus em alguma armadi­ lha. registradas em Maleus 22.Anlipav govefilou de 4 a 39 d. laruou-soseguidora de Cristo (Lc 8. Filho ile Agripa L foi o governante que ouviu a defesa de Paulo quando esto eucoutrava-se preso em Cesaréla. o Granido. a esposa de um dos oficiais de Antipns. relacionado com dois episódios diferentes de confronto com Jesus.15). a incoerência de sua mensagem e sua falta de habilidade para liderar um movimento popular As perguntas feitas a Cristo em Jerusalém.1. Ao apoiar a família de Herodes. embora provavel­ mente as convicções de ambos tossem bem semelhantes. o qun lhes permitiria uma corta autonomia. logo depois foi forido mor­ talmente por nm anjo do Senlior e mor­ reu comido pelos vermes lw\ 19b-23). embo­ ra nenhum deles apreciasse realmente o pagamento dos impostos a Roma Embo­ ra leu lassem muito pegar Cristo numa armadilha. A n tipn s. embora. Nenhum deles apro­ varia alguém que ensinasse sobre o Reino de Deus n arregimentasse pessoas om tor­ ne do sua mensagem Os dois grupos Lentavam desacredi­ tar |e. relacionado com os fariseus o suas tentati­ 263 .13ss.C. Foi o Movernante da Galiléia ale 44 d. Foi ele quem mandou executar Tiago.6.0ss (cf. são pessoas de certa posição e influencia na comunida­ de. chamado AristObulo: pOrlanto.Jesus era João que vol­ tara ã vido (Ml 14. 4 . seus domínios furam divididos tíDtrit séus três filhos: Arquelau (ML 2.13). por meio do perguntas (Mt 22. Ml 12.C.C. Mc 6. loapa. O nome do grupo indica qun seus se­ guidores talvez tenham apoiado a dinas­ tia herodiana. Um grupo de líctefesjudeus muito influente.6. sempre eram superados.79).6-10). Mc. r. Como telrarca da Galiléia (Ix 3. Lucas mostra corto Interesso pela fam ília herod iana. para tramai' contra 0 Filho de Deus [Ml: 3. por nij&iò de perguntas capcio­ sas. nelo de Herodes.22).sus. Ele mandou de­ capitar )oã0 Batisla lMt 14. mencionado em três lugares nos evangelhos. |esns repreendeu Horodes "ã reve­ lia". centrali­ zavam-se na questão da legalidade de pagar impostos a César Jesus respondeu "conhecendo a hipocrisia deles" Ambos os grupos adiaram excelente acusar Grislo de rebelião contra os romanos. Agripa 1 Filho de outro irmão de AúUpus. At 13.16 e Marcos 12. a fim de demonstrar sua educação precária. (At 25 13 a 26.1.1-32). pur diferenles razoes. Horodes .31-33) e íoi levado à presença dele quando Pilatos tentou sem sucesso evi­ tar a exigência dos lideres judeus pela crucificação de Cristo (Lc 23. Mateus tam­ bém registra o segundo dos dois episódios.1») e pro­ vavelmente essas mesmas diferenças oram vistas entTo os fariseus e os herodianos. Marcos cila duas ocasiões em que eles se uniram aos lariseus.19. No HE RO DIA NOS . entretanto.3-12: Mc 6. Lurliretamente estariam a favoT do domínio romano.2. portanto. Lc 3. Lc 9. Ambos os grupos. Rutre 57 e 5fJ d. 3.3). om Atos 12. 0. e determinou a prisão do Pedro. ao chamá-lo de “aquela raposa" (Lc 13.esse om lermos religiosos com os domina­ dores pagãos. 14-16. es­ tariam profundamente desgostosos com a mensagem de fesus. Não é possível relacionar esse grupo com os saduceus.16). Filipe [Mc 6.20) e posteriormente teve duvidas sobre se. Depois Ha m orte rle Horodes.. o Herodes que aparece durante a idade adulta de lesus. pode parecer estranho que uma comunidade como esta pudesse unir-se aos lariseus para lazer oposição a fesus.

depois que este se separou de fizera uma aliança com Baasu. Avô do Ben-Hadade.caria aos cristãos de Roma. o Espírito de sabedo­ ria e de inteligência.11 ele diz: “Saudai a ílerodiáo. Paulo demonstrou seu cuidado pastora! pelas pessoas. 5).D. cf. divorciara-se. rei de Judá Ben-Hndado Antipas. As transgressões neste caso eraiu que Herodes casora-so com sua sobrinha e. Casara-se com Herodes Filipe. este acontecim ento lt. argumentavam contra o Messi­ as há muito esperado. o Espírilo de conse­ lho . para passar o resto de seus dias uo exílio. HEROOIÃO. Certo dia.I-íERODLÃO verdade. A razão de Herodias ficar tão furiosa com João é por­ que ele havia aponlado o pecado dela também. Tal pacto assus­ tou Asa. o Espírito de conheci­ mento e de temor do Senhor" (ls 11. a cendentes de Eleazar e r l e Itarnar.1 0 . rei sírio ficar com seu m eio-irm ão Herodes no tempo de Asa. de acordo com o contexto. Quando. quando sua ambição loi longe demais: A>íripa I foi feito telrarca pelo imperador romano e ela foi banida.Asa tomou toda a pra­ Deus iniciou suas pregações sobre o ar­ ta e o ouro do Templo e os tesouros do rependimento e a iminência dn advento palácio e ofereceu como presente d Bende Cristo. desde que outros nomes ju d a ic o s são m encio­ nados au lis la O nume Horodião podo Indicar que esse homnm fora um escravo da casa de Heiodesi HERODIAS. dançou paia Herodes e seus convidados.1 2 . para tanto.s profetizou: “Repousará sobre ele o Espírito do Senhor. a lim rle se prepararem para no do Norte [Israel] (1 Rs 15. à sua esco­ lha.9.17-29J. Salomé. Famosa nas Escrituras por seu desejo de ver a (norte de João Batista. as pessoas precisam dar uma resposta A natureza da resposta. Algumas pessoas responderam sírio então atacou Israel e Asa tomou al­ com entusiasmo e perguntavam n J o ã o o gumas cidades que ficaram no sul do rei­ que fariam. Um dos sacerdotes e s c o l h i ­ proíeta apontava para pecados específi­ dos p. A natureza exigente do Evangelho é claramente demonstrada nesses inciden­ tes. A primeira alternativa é a mais pro­ vável. Mc 6. filha de um rei nabateu O conflito entre João R a l i s t a e He-rael (o reino do Norle). Tal pregação provocou duas Hadade. Herodes soube que o HEZIR.G. de acordo com o texto grego. se o apóstolo releriase a nm parente de sangue ou um compa­ nheiro judeu entre os muilos gentios cris­ tãos.1 4 ). Não está claro. mas separou-se dele para HEZIOM. meu parente". Lucas especialmente mostra que.t8). a filha de Herodias. também o v. numa L ifi­ la de saudações individuais.UC». Uma Herodias. por ler passado de um irmão paia o outro. essa mulher era a esposa de Herodes Antipas e liLha de Berenice e Arístõbulo P. pois traria um inimigo formidá­ rudias começou quando o homem de vel a sua fronteira. O Juízo finalmente veio sobre Herodias.3-12.J 9. "de acordo cos. aquele sobre quem Isuía. inclusive o seu relacionamento com com as últimas insliuçôes de Davi“. Herodes cedeu e João foi decapi­ tado (Ml 14. No tixaaJ de sua . agradou tanto ao rei que esle lhe ofere­ ceu uma grande recom pensa. determi­ nará a salvação ou o castigo eterno. porém. di­ ante da mensagem da Palavra de Deus. O rei reações. em troca de uma aliança.ira oficiar n o santuário. Herodias disse à l ilha que exigisse a cabeça de |oão Batista Com certa relu­ tância.e de fòrUtlâza. seja de fé e obedi­ ência soja de refeição e rebelião. por de lançar João no cárcere” ILc 3.20).c 3 . T'. 1.2). (Ml 14. Lucas diz quo ‘'acrescentou a seloção imparcial foi feita entre os des­ todas as outras (maldades) ainda esta. Em Roma­ nos 10. em particular quando confrontadas por Cris­ to. rei de Is­ uiuu princesa. 264 .

2 1 . que se casou com 4 .1). no tempo do rei Acabe.34 mostra como 8 . uô Senhor é a minha p o rção ").31 HIDAI.18. Ru de Abdom.20).8). Os quais saítun com ele pata as batalhas e lideravam o povo de Israel na guerra. porlanlu. I Reis 16. .35 (onde é chamado de Hezrai) o 1 Çwmicas 1 1.11).c.18.3). que fora destxuida pelo poder de (Ne 12. Seus filhos Abirão e Segube 35. 36. O tex­ HEZRO. Por 26.4 registra IliJquias como essa maldição se cumpriu. cendentes foi Boaz. encontrou o livro da Lei (2 Sm 23.15). é mencionada em 2 Samuel 23. 265 . 1. Participou 'ias reformas ele para as batalhas e lideravam o povo religiosas o da avivamento que aconte­ de Israel ua guerra. Deus (Js 6. 26. Sacerdote que estava entre os futrução. em 6. para do r. 4. Pãi do profeta leremias e sacerdote Rute. O 17* lurno saiu para Hesstr e es la era a ordem oa qual miriistrava quanilo entrava no santuário (1 Cr 24.37. lambem era 2.18.24.13. 2 Cr 14 9-22. Liderou a delegação enviada HIEL. Terceiro filho de Rúben e qun foram encarregadas da música. HILEL. Esse perverso um dos judeus qoe ticaram ao lado de alo de desobediência à ordem do Senhor Esdras durunie a Untura publica íla Lei.9.G. Segundo filho de Hosa. um dos meusaCristo (Ml 1.7).26). 1 Cr do palácio duranle o reinado de Ezequias 2.45). Ancastrd dos HEZROM .3. Lc 3. maldade» feitas nos dias de Acabe. depois do exílio na Babilónia Jericó. da trilxj de Levi.! de Eiraim (Jz 12. designados pelo rei Davi 0 clã dos hezronitas (Gn 46. Nm 2 6 . Neto de Judá r filho de Ferez.19) e do Senlior lesus 5 . guerreiros valorosos que saiam com tregou ao rei. a administrador de Asur (Gn 4 6 . 11 Rs 16.1 2 .14. O incidente proporciona evidências da juizo de Deus sobre os que se rebelam contra sua Palavra. geiros enviados pelo rei Zedequias a Nahucodonosor. de Israel (2 Rs 22. L íd er da fam ília dos meraritas. morreram em decorrência dessa recons­ 7.32.20.25. Um homem de Betei. ceram depois ria lei lura dos preceitos divinos.21. Conhecido como "o carmelita'*. menckmepelo rei losías à profetisa fluida.D.13-15). 2 Um dos lideres dos judeus que as­ sinaram a aliança de Esdras (Ne 10. Tarubém chamado de Huroi. Nm 25. Urn dos "Irinta heróis” de duranle as reformas no Templo v o en­ Davi. to sugere que um rei mais piedoso ja­ mais permitiria que tal obra fosse feita. Pai de Gemarias.9.341.5. foi apenas mais um. Um de Seus des­ (2 Rs 18. Era filho de Salum Jericó. tornou-se pai 3 . Abdam fui sepulta­ da em Piratom. Pai de Ebnquim.3. é um ancestral direlo do em An a lote (Jr I I ) .30). HILQUIAS (Heb.4-14. Josue pronunciou uma maldição deus que retornaram para Jerusalém com sobre qualquer um que reedificasse Zorobabel.omo o retonsfrulor da cidade de “inquirir ao Senhor'*. meio de sua esposa Abia. Is 22.6: 1 Cr 5. (1 Cr 6.33). i i o meio de tantas Pode ser o mesmo tio item nB 7 S.10. Era urn dos “trinta heróis” de Davi. Neemias 8. Êx 6.22). era da famtlia dos m eraritas e serviu uo um dos líderes de sua tribo e lornou-se Tabernáculo uo reinado de Davi 11 Cr cabeça do seu próprio clã hezronita. <7. rei Davi (Rt 4. era rio ribeiro rle Gaás" do de Josias. que liderou Isra­ el durante oito anos no tempo dos Juizes. Depois de sua morte. Da liderda família que l icou conhecida como coxa do Senhor. Sumo sacerdote duranle o reina­ 1 Crónicas 11. 1 Cr 6. 2. rei da Babilónia (Jr 29. P. ua região montanhas. 1 .HILQUIAS meio de sorte to.

47).18. trabalharam juntas e trouxe­ ram tesouros para Salomão de vários lugares di/erentes (1 Rs 9. Foi enviado a Salomão pelo rei de Tiro. pois Iíirão enviou marinheiros experientes para comandar os navios de Salomão no mar Vermelho. d.118: I Cr 14.nc. O ensino deles de que a ressurreição já li­ nha ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2. pai e filho. Um dos filhos de Elpaal.13. HIR Ã O • A B I . no tempo do rei Salomão.13. 13-47).20 e 2 Timóteo 2.16-19). Um tratado foi firmado entre Salomão e Hirão e um grande comércio íoi estabelecido. lilha de um bomem chamado Suan. p. que dera grandes quantidades de cedro e ouro para Salomão.12). Adulamita. 9. 2. item ne 2. mas seu pai era de Tiro e também fora um grande artesão (v. As re­ lações. quando o Templo estava em construção. com esse propósito.22. “Não se averiguou o peso do bron­ ze" (1 Ks 7. não licou satisfeito 1 1 Rs 9. pois o filho de Davi ordenou que ulr* especifica­ mente fosse Contratado para trabalhai. Salomão deu a Hirão vinl.. lambém ê chamado de Hirão-Abi (v. d entendimento e de dèncio para fazer toda sorte de obras de bronze" 11 Rs 7. depois que o lilho de Davi escreveu-lhe uma carta. Tais he­ resias são couslanles ria história: os cris­ tãos devem seguir o exemplo fle Paulo v confrontar essa questão r.11. 266 . “lorte"). juntamente com as de Hirão.11-14: 2 Cr 8. entretanto. No relato sobre seu trabalho em 2 Clônicas 4 11 -18.-sobre a realidade da ressur­ reição do corpo. com o compromisso de Israel enviar trigo e óleo de ohva para Tiro (2 Sm 5 11: 1 Rs E i.10). H IRA . 16). Judá conheceu luna mulher do Canaã. Sua descendência israelita provavelmen­ te foi o que lhe permitiu trabalhar uo Tem­ plo. p. do lemplo. mas também a tecnologia espooiallzada e os artesãos necessários para as obras de carpintaria e de construção com pedras.17).14). era cheio de sabedoria. veja Hhõo. Seu reinado prosseguiu durante o governo de Salomão. 1. amigo de juda (Gn 38. listado na genealogia do iribo de Benjamim que vai até Saul 11 Cr 8. Líder herético. superaram a esse de­ sastre diplomático. 14-1.g .aractorizada pela distorção rias Escrituras.16). 4.12).'lflJ Talvez acreditassem que tal fato era simplesmente a descrição de uma experiência espiritual e não o ressurgi­ mento rio corpo — ensino fundamentai da ié cristã (veja l Co 15. a qual lhe deu vários filhos. Art esãi i.17. Essas embarcações. relacio­ nado com Alexandre e com Fileto (veja Alexandre}.nos pilares e outros artefatos de bronze do Templo.. Hirão não somente exportava o famoso cedro do Líbano. posteriormente. Sua reputação como artesão provavel­ mente se espalhou entre o povo. Rira mais detulbes. A importância de Hirão uo trabalho do lem plo também é perce­ bida no espaço dedicado a ele pelo escri­ tor do livro (vv. oou Lratudo para brabiilbar na construção do Tbtnph •de Jerusa­ lém.27: 10. Enquanto estava mi companhia de Hira. 1 .HIMENEU HIMENEU. provavelmente corno sinal de respeito. o procuraram para providen­ ciar o suprimento de madeira para a cons­ trução do paládo e. Vivia em Tiro. "Hirão. A mãe desse Hirão era uma viúva da tribo de Naflaii. Rei de Tiro na época em que Davi iniciou a construção de seu palácio em Jerusalém.1: 2 Cr 2. pedindo o envio de matéria-prima (2 Cr 2.e cidades 113 região norte da Galiléia: mas ele.ora imia forte Insistência . Ambos. Assim que 0 Palácio é o Templo fo­ ram conslruidos. HIRÃO. 2 Cr 8. HIZQUI (Heb. Provavelmente é a mesma pessoa mendonada em 1 Timóteo L. O tamanho extraordinário e o brilho dos pilares e dos outros itens que fez dão uma indicação tanto das propor­ ções do Templo como de sua riqueza e beleza. A heresia pregada por dos espalhava-se camo "cuncer" e era i.2).

Outro líder que também assinou o pacto leilo pelo povo (Ne Ui. Um dos levitas que.40. 7. lua nova”). e cada uni deles tornou-se líder de seu próprio clã (1 Cr 8.1517). 2. 4 . depois que se divorciou de suas outras mulheres Husim e Baara.13). não fica totalmente claro se era sogro ou cunhado de Moisés |Nm 10. 22). Apesar. "majestade”).s apresentam a grafia de Ezequias).24). Mencionado em I Crónicas 7. Ne 7. e lideraram os judeus na ora­ ção.até que a gordura fosse queimada. '‘esplendor do Senhor"). assinaram o pacto leilo pelo povo de adorar somente ao Senhor (Ne 10. 1 . Uma das es­ posas do benjamita Saorim. 3. Líder de sua família.9). 18).de tudo. 2 .37 como descendente de Aser e filho de Zoiá. Certamente lambém e possíve). o sogro do Moisés é chamado de Jetro. 9. Nos dois textos onde sou nomn aparece. Moiaés o cunveuceu u unir-se a eles. é que ele era bem fa­ miliarizado com as áreas do deserto por Dnde Moisés e os israelitas viajariam. Entre seus d escen d en tes está CadmieL que ajudou na reconstrução do Templo depois do exílio na Babilónia (Ed 3. 5 . Um dos filhos de Elioenai. Pode ser o mesmo do iiom u® 4. H O B A B E . o Senhor entretanto. Tiravam da como quo as pessoas levavam para sacrificar e. alentou para a oração de Ana o nasceu o profeta Samuel. HODES (Heb.29.35. HODIAS lHeb. Os dois sacerdotes também eram culpados de manter relações sexuais Uegitimas com as mulheres que serviam na porta (lo Tabernáculo (v. Enquanto viviam em Moabe.7). irmão de Finéias. 3. essas valen­ tes não Forarn fiéis ao Senhor (1 Cr 5. como ordenava a Lei |Lv 3. Essa lisla proporciona a linhagem real rio reino de Judá depois do exílio. Descendentes de sua linhagem es­ tavam enlre os levitas quo retornaram do e x ílio com Neomias (Ed 2. e os israelitas iniciaram a marcha rumo à Terra Prome­ tida. quando Esdras a leu publicamente. listado como om dos t r ê s (ilhas de N e a r i o S (J Cr 3 . HOFNI.5). Um dos levitas que instruíram o povo sobre a Lei. era um dos fi­ lhos de Eli o sa cardo to de Israel em Silo fl Sm 13). Era da competência de Eli assumir a responsabilidade de disciplinai' seus £i- 267 . o cativo 11 Cr 3. Os filhos desse sumo sacer­ dote tornaram-se totalmente corruptos e liravam vanlagem da posição que ocupa­ vam. não men­ cionado pelo nome. "força dn Senhor”). Hades deu-lhe sete filhos. Dessa maneira. No meio de Ioda essa sujeira e maldade. que os textos se refiram a dois homens diferentes. embora um pouco improvável. na linhagem real dos descen­ dentes ile leoiiiquim. depois do exi­ lio na Babilónia.43). A razão para se mencionar Hobabe. Outro lcvitn que também assinou o pacto (Ne 1 0 . entre » >grupo de bravos gu erreiros da tribo de Manassés. 4 .12). insistiam em tirar sua parte anlés do sacrifício. HODE (Heb.algumas vnrsóe. Não tinham consideração polo So­ nhar (1 Sm 2. Des­ cendente do rei Davi. depois que deixassem o Sinai Embora a princípio estivesse relutante.10). Iz 4. "des­ prezavam a oferta do Senhor" (1 Sm 2. H O D A V IA S . ao invés de esporar.9). 1.29. enquanto na segunda é vislo como o progenitor dos queneus (embora em íuízes 3 .2 1).29-34).HOFNI HIZQUIÁ (Heb. seja chamado do queneu) Em outr as passagens. Seu noto Saiu estava entre os pri­ meiros jurleu> da tribo de Benjamim a se restabelecer em Israel depois do exibo na Babilónia ( L Cr 9.1 0 o sogro. Na primeira passagem páreos sor nm midiiinila.3 11. 2 3 . em Números 10. quando todos confessaram seus pe­ cados (No 8 7.

Ezequiel também profetizou a queda des­ se Faraó (Ez 29. 27-36J. A promessa de Deus. a responsabilidade colocada sobre os que são chamados para servir ao Senhor é formidável.11-18).30). É mencionado apenas urna vez na Bíblia (fr 44. 25).7-9: 1 Tm 31 Portanto. o sacerdócio se afastara para lon­ ge du obediência ao Senhor é a maneira como o cap. durante uma revolta contra ole no Egito.saber que Deus é misericordioso e os perdoará. quo era fraco e indeciso. feita nessa ocasião. 3 começa com as palavras: “Naqueles dias a palavra do Senlior era muito rara: as visões não eram frequen­ tes".11 O episódio com Eli e seus filhos. Nabucodonosor invadiu esse país em 568 a. p. uru dia levantaria ”um sacerdote liei'’. se obede­ cessem à sua palavra e ficassem na lerra. as quais casaram-se com os primos por parte rio pai delas. con­ tudo. se eles se arrependerem rle seus pecados. o qual faria o que era reto diante dele e andaria sempre diante do ungidi) rio Senhor | v. a dospeito da advertência anterior. pjjjc.1-12. o juízo viria sobre a família de Eli Tal (alo acon­ teceu 11 Sm 4) quando. mas Lambém precisam ler um estilo de vida que refliia o chama­ do divino.1: 36.11) r o sumo sacerdote. Por duas vezes Deus advertiu EU que mandaria juízo s o hre sua família. 35}. Urna indicação de como. que apon­ tava o pecado dos Filhos (l Sm 2. na batalha Contra os filisteus em Afeque. de­ vem . pois não e. ao ouvir a noti­ cia do que aconteceru. Detis então declarou que uão es-lavam seguros. Há muito (empo Jeremias profetizara que os judeus deviam permanecer em sua torra e viver sol) o domínio dos caldeus.ra iusto que seu nome íosse apagado da memória do povo. não è surpresa que Tiago faça a seguinte advenência: "Meus irmãos. 18).23-251. Mesmo no NT. pois os egípcios também seriam subjugados.d.1-16. ensinar etc cOmo foi ordeuado pelo Senhor. A mensagem desta vez foi que. Náo so­ mente devem desempenhar suas tarefas do trabalhar.C. Tratava-se do juízo de Deus sobre eles: mas. como resxiltado. cujo nome náo é mencionado (vv. Elas procurar am Moisés aa entrada do Tabernáculo para obter solução sobre esse problema e pediram -lhe a permissão para que tomassem posse da propriedade que seria do pai. pois normalmente as terras eram herdadas pelos filhos homens.HOFRA lhos e ass'?gurar o oTdem apropriada e a obodiôncia da Loi oca Silo. devem ter uma vida exemplai (Ml 2. não sejais muitos de vós mestres. Por toda a Bíblia. 110). lamentavel­ mente. contudo. Js 17. com quem Deus falou numa uOite (vv. lembrava aos israelitas que a aliança do Senlior corn elos permaneceria lirmo e apontava indiretamente para n tempo da vinda de Cristo. 13) e. HOFRA.33: 27. Hofni e Finéias loram mortos (1 Sm 4.C. sabeurlo que receberíamos um juízo mais severo" (Tg 3.3).c. ocasião om que levaram Jeremias com eles. membros da Lribo de Manassés (Nm 26. etc. os que lideram 0 pov o de Deus. o Seohoi prometeu também que. Quando. porém. Ismael malou Gedalias. Eles simplesmente “oão deram ouvidos à voz de seu pai" (v. sobreviveriam. não houve arrependimento lv. Apesar da mensagem ser de juízo. Elas enfrentaram uma situação embaraçosa com respeito à he­ rança. por isso. A primeira oportunida­ de íoi por meio de "um homem de Deus". H O G L A .). Joanae outros bderes de Judá fugiram pura o Egito. Faraó que governou o Egito en­ tre 589 a 570 a. No final. mas oão Linha autoridade sufi dente paia colocar um paradeiro nas atitudes deles. como pastores e bispos. uma nova lei foi 268 . caiu de onde esLava seulndo e também faleceu fv. a Arca foi captu­ rada. mais do que Iodas as pessoas. lembra aos líderes que eles. Uma das cin co filh as de Zelofeade. Moisés consultou ao Senhor sobre a questão e. polo bem de Israel seu povo. A segunda advertência veio a Eli por meio do menino Samuel (1 Sm 3. Holra foi morto. Parece.

1. apôs o exdio. Posteriormente. sul do Canaã. Era descendente du rei Davi e filho de Jeconias (em algu­ m a s traduções é chamado de |eoiaquim|. 2. Gn 36. 1 . Nelo de Àser e líder daque­ la tribo. Q u a n d o Josué os encontrou escondidos. 1 .2).32].3. o rei Davi nomeou Hosa como “porteiro".328. Respondeu â convocação de AdouiZedeque. Quando Gibeom foi atacada. para que se cumpris­ se o requisito fia Lei. O grupo. para guardar a entrada da tenda na qual ela seria colocada (1 Cr 16. IJm dos descendentes de Esaú. e oulro. porém. HOMÃ. Um dos filhos de Asale. Um dos descendentes de Esaú. um tios doze homens enviados por Moisés paia espiar a terra de Canaã (Nm 13. mandou lira-los da caverna e os matou (Js 10. Seu pai loi Lola (1 Cr 1. as filhas de Zeloíeade re­ ceberam a parte delas (Js 17. ou então per­ deriam o direito ã herança (Nm 3(51. Era filho de Héber (1 Ci 7. pai de Safate. Rei de Gezor. HOSA. Da Iribo de Si meão. Era bder eulre seu povo. Era um levita do clã d o s meraritas. o boreu. P. H OS AÍ AS. Foi acompanhado pela metade doa líderes de Judá (Ne 12. Quando a Arca da «Aliança foi le­ vada a Jerusalém. ele e sua família (orna­ ram-se porteiros aa Porta Ocidental e ua POrta Salequete.39. pela linhagem rle Seir. Listado entre os descendentes da linha­ gem real. o rei cativo 11 Cr S. Horão subiu para saivála. 1 Cr 1.32). onde é chamado de Hemã] HORI. veja Jezanhis.5). Seu filho (ezarias. 1. Rei amorreu. Dessa maneira. Então a regra que foi estabelecida definia a lei da he­ rança. Aroerita. de Ilebrom. filhos dos ir­ mãos do pai delas. não reagiu favo­ ravelmente ao conselho do pruíeta (Jr 43. HOTIR.s lideres procura­ ram lerem ias. 2. oficial do exér­ cito de Israel. a terra não pertenceria mais a Manassés para sempre. mas ele próprio (oi derrotado por Isra­ el [|s 10. HOTÃO. 2. na área do Templo ( I Cr 26. Para mais detalhes. fiai de Sarna o Jeiel. MOS AMA (Heb. Liderou uni dos maiores corais ao longo dos muros de Jerusalém. Seu pai foi Lotã (Gn 3 b . para que não escapassem.10). ”o Senhor (em ouvido”). Quando os israelitas sitiaram a i.33).HOTIR promulgada. a llm de pedir orientação se deveriam ou não abandonar a terra (Jr 42. Israel loi em seu socorro e derrotou a coalizão. se aquelas mulhores se casassem tom homens de ou­ tras tribos. ua liderança dos valentes soldados nos campos de ba­ talha II Cr 11.11. através de Seu-. a qudi permitia que as fi­ lhas herdassem as ferras do pai delas. 22. 12. que estavam entre os guerreiros poderosos de Davi e lutaram at> seu lado. ua épo­ ca em que a (erra foi conquistada por Josué.idade de Laquis. Quando os israelitas final monte en­ traram em Canaã e a terra foi dividida entre as tribos. a qual determinava que as mu­ lheres deveriam casar com membros da mesma tribo de seu pai. quo tinham feito um tratado de paz com os israelitas.38).4).10. cf.39). quando foram dedicados por Neemias. alguns lideres da tribo de Manassés apelaram a Mui sés sobre d caso e alegaram qun.16) HORÃO. mandou que os soldados rolassem gran­ des pedras para a entrada do túnel e co­ locou guardas.1). duranle 26 9 .44). para formar urna confederação de reinos para guerre­ ar contra os gibeonitas. rei de Jerusalém. Os reis fugiram paia uma caverna em Maquedá. lis la ilo entre os que foram separados para o mi­ nistério da profecia e da música. as filhas de Zeloíeade casaram-se com primos. 2. Posleriormenle. n horeu.18J.22. Quando retornou da batalha.líG.

Filho de Ezer. e 12J a paz durante a vida de Josias.14J.g .13) HURAI (Também conhecido como Hidai.10. O 13® hirnosaiu para Htipá e era nesta ordem que ele ministrava.2. 4.21. JL Neto de Benjamim e fiilio de Beta.20. esposa de S. o vidente du rei (1 Cr 25.14-20: 2 Cr 34. Ajudou a sustentar as meios de Moisés. HUPÀ (Heb. 50.32). 17. os amale