Vida

A história de todos os personagens da Bíblia

Quem é Quem na Bíblia Sagrada

Editado

por

Paul

G ar d ner

QUEM E QUE NA BÍ BLI A SAGRADA

Paul Gardner (editor)

Prazer; emoção e conhecimento

ISBN 85-7367-377-X Categoria: Referência Este livro foi publicado em inglês com o título l7x‘ Complete Who’s VCho m U x B úie por Marshall Pickering O 1995 por Paul Gardner • 1999 por Editora Vida Ia impressão, 1999 2* impressão, 1999 Traduzido por Josué Ribeiro Todos os direitos reservados na língua portuguesa por Editora Vida, rua Júlio de Castilho, 280 03059-000 Sào Paulo, SP - Telefax: (Oxxl 1) 6096-6833 As citações bíblicas foram extraídas da Edição Contemporânea da traduçào de Joào Ferreira de Almeida, publicada por Editora Vida, salvo quando outra fonte for indicada. Gerência editorial: Reginaldo de Souza Preparação de textos: Mardônio Nogueira Revisão de provas: Rosa M. Ferreira Editoraçao eletrónica: Imprensa da Fé Capa: Douglas Lucas Design
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Impresso no Brasil, na Imprensa cia Fé

Dedicatória
fóra minha esposa, Sharon, e meus filhos, Jonathan. David e Hannah. Cujos nomes tanto significam para mim: Sharon (Sarona, Atos 9:35) foi um lugar que testemunhou um grande movimento de conversáo a Cristo pelo ministério de Pedro, lonathan significa “o Senhor deu". David provavelmente significa “amado do Senhor". Hannah significa ‘‘graça", a qual é tão importante em nossa família. N A S C I M : r p o d z l a t g i D

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PREFACIO

Qualquer pessoa que se aproxime da Bíblia pela primeira vez percebe que não se trata apenas de um livro teórico sobre Deus. Desde o primeiro capítulo, vemos que é uma obra que fala a respeito do Criador e sobre seu relacionamento com sua criação, espe­ cialmente com seu povo. Aprendemos sobre Deus ao vê-lo revelar-se a homens e mulheres falhos. O Senhor fala com eles. Lrabalha com eles, encoraja, disciplina, ama e castiga cada um deles. Dessa maneira, fica muito claro que Deus tem algum tipo de comunicação com cada ser humano, individualmente. Esse entendimento às vezes é de amor e comunhão, ou é um relacionamento no qual a pessoa se rebela contra Deus, mas o Senhor e Criador está sempre lá, sustentando soberanamente o mundo, durante o tempo que Ele desejar. Meu desafio e minha maior empolgação ao dirigir este projeto foi que me permitiu estudar essas pessonagens à luz da comunhão delas com Deus. Espero que todos os que lerem Quem É Quem n a BíbUa Sagrada experimentem, como eu, um conheci­ mento muito maior de Deus, ao vê-lo junto das pessoas de diferentes raças, forma­ ções, culturas e crenças. Observamos os fracos que confiam em Deus e o adoram, e são usados por Ele nas situações mais difíceis e perigosas da vida. Vemos os podero­ sos deste mundo, que não confiam no Senhor nem o adoram, despojados de seus tronos, quando Deus exerce sua soberana vontade, Vemos os pecadores serem perdo­ ados, quando se voltam com fé para um Deus amoroso que cuida do seu povo. e observamos os que são castigados, por se recusarem até mesmo a ouvir os avisos sobre o juízo de Deus. Quando olhamos para as personagens da Bíblia, descobrimos como o pecado en­ trou no mundo e afetou cada ser humano. Vemos isso até mesmo na vida dos assim chamados “heróis" da fé. Na revelação bíblica, não existem seres humanos perfeitos (a não ser Cristo). Abraão, Moisés, Davi e outros grandes líderes são vistos como homens de Deus, mas também como pecadores, que necessitam do perdão divino. Quando lemos sobre o pecado que homens e mulheres cometeram, imediatamen­ te percebemos que são pessoas idênticas a nós. Entretanto, também observamos como Deus perdoou os que se voltaram para Ele; assim, temos esperança para nós mesmos, se também confiarmos em seu perdão e salvação. Quando olhamos para a sociedade e nos surpreendemos com os horrores que nos cercam, vemos que outras pessoas viveram em tempos que foram no mínimo tão maus ou até mesmo piores (veja, por exemplo, o período dos Juizes), e nos reanimamos com o fato de que naquela época Deus era soberano e Ele permanece o mesmo hoje. Vemos a sinceridade de um ho­ mem fiel. como Davi. ao perguntar: “ Até quando, Senhor?”; “Por que os ímpios pros­ peram?" Nós nos identificamos com suas emoções; fazemos as mesmas perguntas para Deus e aprendemos do Senhor, quando vemos suas respostas para Davi e outros, através da história. Em benefício do homem, desde o mais insignificante até o principal líder mundi­ al. encontramos um Deus soberano, que se importa com a humanidade. Quando se revela às pessoas, ao longo das épocas, fica evidente que esse cuidado do Criador santo e transcendente pelo ser humano é que levará à sua provisão para a salvação.

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QUEM É QUEM NA BÍBLIA SAGRADA Enquanto o foco bíblico estreila-se, aponta inexoravelmente para o plano eterno de Deus de enviar seu único Filho Jesus para trazer salvação ao homem que Ele criou e o qual ama. A encarnação de Cristo torna-se a maior demonstração do quanto o Se­ nhor se preocupa conosco. Quando estudamos a vida dos que conheceram Jesus e colocaram sua fé nele e O seguiram, mesmo que isso conduzisse à própria morte, descobrimos o que significa ser um recipiente da graça, da misericórdia e do perdão de Deus. Vemos a alegria em seu viver, mesmo diante das perseguições, doenças ou dos desastres naturais, pois sabem o que significa pertencer ao Senhor. Quando ve­ mos a maneira como conquistaram o mundo de sua época, isso nos dá um entendi­ mento mais profundo do Deus que ama, perdoa, salva o homem do castigo e o conduz à eternidade junto consigo. E minha grande esperança que todos os que lerem este livro vejam a Bíblia como algo mais real. mais relevante e útil do que talvez considerassem antes. Espero tam­ bém que esta obra apenas aguce o apetite para o estudo mais profundo e contínuo de cada leitor sobre esse Deus que criou o homem e se revela não de uma maneira abstrata. mas na vida real, no mundo real, sobre o qual Ele permanece como absoluto soberano. PAUL D. GARDNER Cheshire, 1995

INTRODUÇÃO

Propósito
O propósito deste Iívto é o de prover uma referência exaustiva que possibilite a rápi­ da utilização sobre as personagens mencionadas nos textos bíblicos, do Antigo e do Novo Testamento. Assim, para cada uma delas há pelo menos algumas informações mínimas, bem como as referências bíblicas e uma breve descrição do seu papel pes­ soal na narrativa bíblica e sua possível relação com outros nomes. A intenção desta obra é que ela seja um livro útil ao maior número possível de pesquisadores. É livro de referências muito prático, tanto para os estudiosos da Bíblia como para os principiantes. Estudantes, membros de igrejas locais, professores, pas­ tores e alunos de seminários e institutos bíblicos, todos reconhecerão o valor de uma obra como esta. Também esperamos que seja um livro útil como referência nas biblio­ tecas públicas e particulares. Ele foi deliberadamente escrito com o propósito de evitar ao máximo os detalhes técnicos. Os leitores com certeza adquirirão um considerável entendimento do quadro com­ pleto das principais personagens bíblicas. Essa descrição de nomes também destinase a ajudar os estudiosos a entender melhor o lugar de cada servo de Deus dentro dos propósitos divinos e da história de seu povo. A visão bíblica do próprio Criador e de seu relacionamento com o ser humano muitas vezes é mais bem apreendido quando estudamos os homens e as mulheres em sua comunhão com Deus. É claro que tais objetivos em muitos casos não são alcançados, devido às informações do texto serem insuficientes. Outros artigos muito úteis loram incluídos, os quais apóiam a obra como um todo e contribuem para um melhor entendim ento do material bíblico relacionado com os nomes mencionados nas Escrituras. Embora o leitor pense imediatamente em numerosos ouLros artigos que também deveriam ser incluídos, o espaço dispo­ nível tornou isso impossível. Os que toram registrados, entretanto, mencionam pro­ pósitos especiais que muito ajudarão o leitor. Por exemplo, existem dados sobre crianças, personagens sem nome, como a mulher no poço, anjos, leofanias e mesmo sobre genealogias. Esta obra foi escrita sob o entendimento de que a história bíblica deve ser cuida­ dosamente selecionada. Os vários escritores das Escrituras Sagradas, guiados pelo Espírito Santo, mencionaram eventos e pessoas porque estavam interessados no Deus da história, que opera entre as pessoas do seu mundo e no meio da sua criação. Houve os que cuidaram dos diferentes aspectos dos acontecimentos, mas sempre se mostra­ ram preocupados em ensinar à sua própria geração e às futuras mais sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e especialmente com o povo da sua aliança. O propósi­ to deste livro, portanto, é apresentar da maneira mais clara possível — dentro das limitações de uma obra de apenas um volume — o maior número possível de infor­ mações sobre Deus e os seres humanos que viveram diante do Criador onipresente e onisciente.

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Como u u r este volume Em alguns aspectos, esta obra podo ser utilizada do uma maneira muito dirola. Simplesmente procuro o nome e leio! Sempre que dois. três ou mais personagens diferentes tenham o mesmo nome. são listados como 1 . 2. 3 etc. e talvez seja necessá­ rio olhar todos elos para encontrar, por exemplo, o Zacarias desejado. O propósito desta obra é dar. sempre que possível, um pouco mais de informações além dos simples detalhes biográficos de cada personagem. Com isso em mente, para extrair o máximo deste livro e aprender sobre o porquê de um nome ser mencionado na Bíblia e o que essa menção ensina sobre Deus e seus propósitos, provavelmente será necessário que o leitor olhe também outros nomes relacionados. Já que todos os nomes da Bíblia estão listados neste volume, a referência a outros nomes só é feita quando a informação contida no verbete é realmente necessária para se ter um qua­ dro completo do assunto. Por exemplo, o leitor talvez esteja interessado em saber mais sobre Reuel. o sogro fie Moisés. Uma olhada rápida remete-o até Jetro. Um verbete mais longo mostra como ele. um midianila. foi usado por Deus não somente para prover moradia e uma esposa para o grande legislador, mas posteriormente para conceder valiosos conse­ lhos sobre a delegação da autoridade na liderança do povo de Israel, em sua viagem através do deserto. A açáo de Jetro demonstra o cuidado de Deus por seu povo e especialmente pelos líderes escolhidos por Ele. Isso pode também levar o leitor a ler os artigos sobre Moisés e a "Aliança", pois ambos acrescentarão um considerável en­ tendimento do cuidado do Todo-poderoso por seu povo e sua atenção especial pelo genro de Jetro. O interesso de aprender mais sobre Saul levará o leitor a perguntar por que Samuel parocia tão relutante om aceitar uin monarca subindo ao trono em Israel. Os artigos sobre *'Rei”. "Reinado" e “Samuel" ajudarão o estudioso a entender melhor a atitude do próprio Deus quanto à questão dos israelitas desejarem um rei e o dilema com o qual Samuel se deparou. Colaboradores Esta obra inclui a lista dos que colaboraram em sua elaboração. Sempre que um verbete possuir mais de 100 palavras, as iniciais do nome de quem contribuiu são registradas. Ocasionalmente, quando houver mais de uma pessoa com o mesmo nome. diferentes colaboradores escreveram sobre elas. Isso é Facilmente notado pelas inici­ ais dos nomes. Pontos de interrogação Algumas referências bíblicas são seguidas por um ponto de interrogação. Isso indica simplesmente que não se tem certeza se aquele texto se refere à pessoa que oslá sendo descrita. Questões que surgem Existem certas dúvidas que obviamente surgem ilurante u preparação de um volu­ me como este; são questões difíceis e polémicas. Mas a intenção dos que colaboraram foi « melhor possível.
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H/Ao w i/ duscundantot O vocábulo traduzido como "filho" h.n vozes m u refere do lonna genérica u um descendunte do sexo masculino ou uo que entendemos como "flllio", isto é, um descendente direto de um homem ou da uma mulher. O termo “pai” também podo reforir-se ao pai direto ou a um importante ancestral. No livro Quem tf Quem. o vocábulo “filho" é usado onde há uma indicação razoável para se entender que um "filho” direto é mencionado naquele momento. Em outras circunstân­ cias. utilizamos o termo "descendente". O mesmo principio é aplicado também com relação ao vocábulo "pai". Não há dúvida de que em certas ocasiões alguém discorda­ rá da decisão tomada. Às vezes existem problemas genuínos, que causam opiniões divergentes entre os- estudiosos. Recomendamos que o leitor leia o artigo “Genealogias Bíblicas". Pessoas ou lugares? Em numerosos textos existe diferença de opinião se os nomes exibidos se referem a pessoas ou lugares. Até mesmo em alguinas genealogias parece que nomes de lugares estão misturados com os de personagens. As pessoas provavel­ mente chamavam certos locais pelos seus próprios nomes, criando assim um proble­ ma para nós. que vivemos tanto tempo depois que os eventos aconteceram (veja o exemplo de Manre). Normalmente, nesta obra. onde ocorrem tais diferenças de opi­ nião entre os estudiosos, os nomes têm sido tratados como indivíduos, embora seja óbvio que na verdade muito pouco possa ser dito a respeito de tal pessoa. Na maioria dos casos, náo gostaríamos de entrar numa discussão sobre essa questão! Nomes ou versões diferentes? Todos os nomos escritos baseiam-se 11a Versão Con­ temporânoa da Bíblia, em português. Os leitores que adotam outras traduçõos enconIraráo certa dificuldade, pois existem pequenas diferenças na maneira em que os nomes são escritos.

Os nomes e seus significados Muitas vezes supõe-se que todos os nomes bíblicos têm um significado especial. Ksse. contudo, não é o caso. A grande maioria dos nomes funciona de forma similar à maneira ein que são usados hoje na maioria dos paises ocidentais. Simplesmente identificam um indivíduo em particular. Assim, o nome Jó não significa nada mais para nós. a não ser para diferençar o personagem Jó de outro chamado Bildade: náo podemos conhecê-lo por meio de seu nome. pois este nada diz sobre seu caráter. Nesta obra. quando foi possível, traduzimos 0 significado dos nomes; mas isso funciona apenas como curiosidade e nada mais. Quando meus pais mo deram o nome de Paulo, eles não pensaram no sentido original em latim, porém imaginaram que elo se referia a alguma característica minha — assim polo menos eu espero, pois meu nome significa “pequeno”. For outro lado. meu nome tinha um significado para eles e muitos do seus amigos, pois venho de uma família cristã e eles deliberadamente escolhiam nomes da Bíblia para todos os filhos. Não há dúvida de quo alguma coisa assim podo ser vista na escolha dos nomes de muitas pessoas, principalmente uo Antigo Testamento. Os pais escolhiam nomes para os filhos quo os identificassem com uma família que desejava ser conhecida como fiel ao Senhor; por isso muitos nomos oram compostos polo sufixo "el", quo significa Deus, ou com formas abrevia­ das de leová. que aparecem de forma variada mas frequente, como Isaías, Jeremias. Zacarias, Elias (meu Deus c leová) e Josué (Jeová salva). Em algumas partes do mundo ainda é comum os pais colocarem no filho mais velho o mesmo nome do pai. Para a freqilente diversão dos europeus, em cujos países isso não se usa mais. exceto nas famílias reais, essa prática ainda é muito usada nos Ix

Kitudos Unidos, onda tomos alguns axornplo.i ramosos, r.omo Goargo Hamilton IV! 'Ilimbrim nas Escrituras, lal prática podo sor vista ocasionalmente. For exemplo, vo-

inos o dobalo sobre o nomo que soria dado a João Batista, na época do sou nascimento. A iamil ia esporava que o menino recebesse o noine do pai, Zacarias. Na verdade, Deus tinha outros planos e a criança finalmente foi chamada de João (Lc 1.13,57-66). Esse incidente levantou uma questão interessante, quando organizamos esta obra. pois na verdade existem pouquíssimos casos na Bíblia em quo descendentes recebem o nome do pai ou do avô. Alguns analisam a questão e sugerem que isso era muito mais comum entre as famílias sacerdotais, como no caso de Zacarias. Sem dúvida a função hereditária dos levitas e sacerdotes era a grande responsável por isso. Prova­ velmente havia um grande orgulho de que o filho continuasse o mesmo trabalho para o Senhor que seu pai fazia, e o senso de continuidade no sacerdócio e na vocação dos levitas era assim enfatizado por meio dos nomes. Existe, contudo, um grande número de situações na Bíblia, tal como aquela sobre João, mencionada anteriormente, em que o nome claramente significa mais do que a simples identificação de um Indivíduo. Naquela situação, o próprio Deus colocou o nome de João. que significa "leová tem sido gracioso". Dessa maneira, o nome estava relacionado com o trabalho e a mensagem que ele traria para o povo de Israel; era uma mensagem de arrependimento e de preparação para o advento do Messias. Era unia mensagem que seria resumida na declaração: "Jeová tem sido gracioso”. Além de indicar a mensagem ou a vocação da pessoa, outros nomes também resu­ mem todo o indivíduo, ou talvez alguns aspectos de seu caráter. personalidade ou estilo de vida. O fato de que os nomes podem ler esses significados ó visto mais claramente em relação ao próprio Deus. Vemos repetidamente na Bíblia referências ao “nome" de Deus. A Bíblia fala sobre adorar ou invocar “o nome de Deus" e para náo blasfemar o seu “nome” (Gn 4.26: 21:33: Lv 9.12: SI 9.10 otc. Veja o verbete Deus. para maiores detalhes). Aqui. o nome é usado para dar a idóia de tudo o que é conhe­ cido sobro Deus. O nome Jesus, que significa "Jeová salva", foi dado ao Messias pelo próprio Deus o resume plenamente tudo o que Ele veio fazer e também o que era. Ele veio para salvar, mas também era o próprio Deus (veja mais detalhes em Jesus). Existem muitos outros exemplos menos notáveis de nomes que descrevem algo do caráter da pessoa ou as circunstâncias que cercaram seu nascimento. Algumas vezos os nomes eram colocados sob a direção direta do Senhor, enquanto em outras ocasiões parece que a soberania geral de Deus trabalhava para que nomes apropria­ do» fossem dados a certos indivíduos. Por exemplo. Nabal, cujo nome significa “tolo”, agiu como um tolo. Jacó, cujo nome significa "suplantador". usurpou a posição do irmão: "Disse Esaú: Náo se chama ele com razão Jacó, visto que já duas vezes me miganou? Tomou-me o direito de prímogenitura o agora me tirou a bênção!” (Gn 27.36). Antes do morrer, logo depois do parto. Raquel chamou o filho de Benoni, que signifi­ ca “filho da minha tristeza" (Gn 35.18). Algumas pessoas receberam de Deus ou de outras pessoas nomes mais apropria­ dos ao sou carátor ou chamado. Dois exemplos são Abráo, que se tornou Abraão, o Sarai, cujo nomo mudou para Sara. Jacó (suplantador) foi chamado de Israel por Deus. o quo tom quo vor com sua luta com o Senhor em Poniel (Gn 32.28). Daniel e seus amigos ruceboram outros nomes na Babilónia, que claramente indicavam sua posição do dopondância no cativeiro. Certamente é esse fato de que os nomes podem ser mudados para indicar uma nova posição ou chamado que suscita a idéia de que uin diu Dous chamará sou povo por “outro nonie" (Is 56.5; 65.15; Ap 3.12).

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Outro ponto digno de raençflo é o poder expresso no processo do se dar nomes. Jó mencionamos que os babilónios mudaram os nomes de Daniel e seus amigos, para demonstrar dessa maneira o controle que tinham sobre eles. Faraó Neco fez o mesmo com o rei Kliuquim, a quem deu o nome de Jeoiaquim, como sinal de sua autoridade o sou controle sobre ele (2 Ks 23.34). Homens ou mulheres poderiam demonstrar esse poder. Por exemplo, a filha de Faraó deu o nome de Moisés ã criança que encontrou no rio. Adão recebeu de Deus o direito de dar nomes aos animais, o que sem dúvida indica a autoridade delegada pelo Senhor (Gn 2.19.20). Qualquer que seja o pensa­ mento sobre as irnplicaçóes dos aluais debates sobre o papel da mulher, Adão tam­ bém recebeu permissão de Deus para dar nome à primeira mulher: “Eva" (“vida". Gn 3.20). O processo do dar nomes às pessoas pode ser algo muito significativo na Bíblia, mas é importante deixarmos que o texto nos dê alguma indicação de quando este é o caso. De todos os milhares de noines relacionados nesta obra. alguns são realmente muito importantes em seu significado, ou indicam algo sobre o poder ou a autoridade que foram exercidos no processo da escolha do nome. A grande maioria, contudo, sig­ nificou muito para o pai ou a mãe. no momento da escolha, mas só serve para identifi­ car um indivíduo na Bíblia, da mesma maneira que os nomes fazem em nossa época.

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COLABORADORES

P.D.G.

O Editor Gardner, Paul D. M. Div. A.K.C., Ph.D. Pastor da Igreja Inglesa em Choshire. Inglaterra. Tilular da disciplina Novo "testamento do Oak Hill Theological College. em Londres. Conferencista de fama mundial. Seus auxiliares Blomberg, Cralg. M.A., Ph.D. Professor da disciplina Novo Tbstamento. no Denver Seminary, em Denver, Colorado, USA. Ordenado pastor pela Convençáo Batista do Sul. Bock, Darrell. Ph.D. Professor da disciplina Estudos do Novo Testa­ mento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Tfexas, USA. Orde­ nado pastor pela Igreja Associação da Trindade, em Richarding. Texas. Chapln, Shelley. B.A., \1.A. Escritor e radialista, presidente das esta­ ções do rádio KVNE e KGLY. om IVIer, Texas. USA, Candidato a Ph.D. Glodo, Michael J. M.Div., Th.M. Professor Auxiliar da disciplina Anti­ go '/testamento, no Reíormed Theological Seminary. em Orlando, Flórida. USA. Candidato a Ph.D. Ordenado pastor pela Igreja Evangélica Presbiteriana. Harris, W. Hall. Th.M., Ph.D.. professor da disciplina Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas. USA. Hess, Richard. M.Div., M.Th.. Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Hebraico, no Glasgow Bible College. em Glasgow. Escócia. Kistemaker, Slmon J. B.D.. Th.D. Professor da disciplina Novo Testamen­ to e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Jackson. Mississippi. USA. Ex-presidente (Li Sociedade Teo­ logia Evangélica. Ordenado pastor pela Igreja Cristã Reformada. Long, Philip. M.Div.. Ph.D.. professor da disciplina /\ntigo Testamento, no Govenanl Theological Seminary. em St. Louis, Missouri. USA. Or­ denado pastor pela Igreja Presbiteriana 11a América. Luter, Boyd A. Th.M.. Ph.D.. professor auxiliar no lalbnt School of Thcology, em La Mirada, Califórnia, USA. Lowery, David K. Th.M., Ph.D., professor da disciplin;, Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Texas. USA. Ordenado pastor pela Igreja Metodista da Bíblia, Texas. xll

C.B.

D.B.

S.C. M.J.G.

VV.H.H. R.H. S.J.K.

P.L.

A.H.L.

D.K.L.

A.M.

Mawhlnney, Alton. M.Div., Th.M., Ph.D.. profeuor da disciplina Novo Thstamento e diretor do Rnformed Theological Seminary. em Orlando, flórida, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na América. McReynolds, Kathy. R.A., M.A. Escritora renotnada sobre as mulheres cristãs e as mulheres da Bíblia. Candidata a Ph.D. pela Biola University. em Ia Mirada. Califórnia, IJSA. Merrill, Eugene. Ph.D., professor da disciplina Estudos do Antigo Tes­ tamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas, USA. Motyer, J. Alec. M.A., B.D.. ex-diretor do Trinity Theological College. em Bristol, Inglaterra. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro da Igreja de Cristo, Inglaterra. Munro, Robert. B.A Ordenado pela Igreja Inglesa, tornon-se ministro assistente na igreja em Hartford. Cheshire. Inglaterra. Plckles, Mark. B.A. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-sn ministro da igreja cm VVinsford, Cheshire, Inglaterra. Candidato a D.Min. pelo Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida. USA. Pratt, Rlchard. M.Div., Th.D., professor da disciplina Antigo '[testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida, USA. Orde­ nado pela Igreja Presbiteriana na América. Silva, Moisés. B.D,, Th.M., Ph.D., professor da disciplina Nom Testa­ mento e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Wcstminster Theological Seminary, em Philadetphia, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana Ortodoxa. Trltes, Allison, A. Th.M., D. Phil. Destacado professor de Estudos Bí­ blicos nas Acadia Divinity Colloge e Acadia University, em Wolfville, Nova Escócia, Canadá. Ordenado pela Federação Batista Canadense. VanGemeren, Willem. M.A., Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Ungvas Somíticas, na Trinitv Evangelical Divinity School, em Deerfield, Illinois, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na America. Vibert, Simon. M,Th. Onlenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro na igreja em Buxton. Derbyshíre, Inglaterra. Wegner, Paul D. M.Div„ Th.M., Ph.D.. diretor do Departamento Bíblico [Antigo Testamento), no Moodv Bible Iustitute, em Chiuigo, Illinois, USA. Wlnter, Bruce. Th.Scol.. M.Th.. Ph.D. Diretor do Instituto sobre os An­ tigos Cristáos no Mundo Groco-Roinano, no Tyndale Housn, em Cambridge. Inglaterra. Ordenado pela Igreja Anglicana na Austrália. xlil

K.MCR.

E.M.

J.A.M.

R.M. M.P.

K.P.

M.S.

A.A.T.

W.A.VG.

s.v.
P.D.W.

13. VV.

17).29. 1 . Os dois. 28. entretanto. G 1 4. são que Satanás não pode des­ truir os que pertencem a Deus. Provavelmente uma forma do nome Airã (Nm 26. “servo de”). etc. Mesmo em Apocalipse 9. O pai de Selemias.36. O pai de Quisi. Rm 8. 4). ABA (Heb. Nome aplicado a Deus em Ires textos do Novo Testamento (Mc 14. Este vocábulo é encontrado várias vezes no Antigo Testamento. As boas novas de Apocalipse 9. ABAGTÁ.6). A BD EEL (Heb.44). ABADOM (Heb. ficaram seguros. onde se refere a um anjo que é o rei do abismo. 2. aparece numa lista especial dos “heróis" de Davi (2 Sm 23. da famí­ lia dos meraritas.26). A B D I E L (Heb.11. este vocábulo representa mais uma personificação da morte e da destruição do que um outro nome para Satanás. ABDI (Heb. mesmo ha­ vendo tanta morte e destruição ao redor das pessoas neste mundo. muitas delas sempre se recusarão a arrepender-se [v. Na maioria desses textos. tal “destruição” vem. O pai de Adonirão. Veja Vasti. O pai de Quis. Um dos sete eunucos que ser­ viam ao rei Xerxes (Et 1. pai de Etã. um sacerdote músico. “servo de Deus”). do diabo [v J. outro levita da fa­ mília dos meraritas.11. ABÃ (Heb. De qualquer forma. 1. ABDA (Heb. que recebeu ordens do rei Jeoiaquim para prender Baruque e Jeremias (Jr 36. ele está listado como o filho de Abisur e de sua esposa Abiail. A notícia triste é que. O filho de Sainua e um dos levitas que se estabeleceram em Jerusalém na época de Neemias (Ne 11. porque “o Senhor os ha­ via escondido”. da tribo de Judá. Era filho de Guni e encontra-se nas genealogias do tempo do rei Jotão. traduzido como “perdição” e “destruição” (cf. Pai de Elifelete. pela fé (v. que viveu em Gileade e Basã. um lugar totalmente maligno e reservado para os ímpios. Terceiro filho de Benjamim (1 Cr 8. que viveu nos últimos dias de Davi e na época da construção do Templo sob o rei­ nado de Salomão (1 Cr 6.15. contudo. O equivalen­ te grego é Apoliom .g . AASBAI .26. Um gadita.1). Filho de Harum.8). “servo de Deus”). 3. Abdi é listado em Esdras 10. “adorador” ou “servo”).6. Jó 26. 211 p *d . encarregado dos trabalhos íor­ çados (1 Ré 4. a estrela que caiu do céu}.15). Em 1 Crónicas 2.A AARÁ. Um descendente de Elão.10). Ele é usa­ do como nome apenas em Apocalipse 9. é utilizado como sinónimo de “morte”. que ajudou na puri­ ficação do Templo nos dias do rei Ezequias (2 Cr 29.34). usado também ape­ nas nesse versículo. “irmão do que é inteligente”). que traz morte e tormento.38). 2. A ARE L.). “Paiw ). contudo. de Judá (1 Cr 5. “lugar de destruição”). Veja Deus (Púi).12). onde “morte e destruição” são de certa forma personificadas.22: Pv 15. oficial do rei Salomão. entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. é claro.6). da tribo de Judá (1 Cr 4. 1.

17). alimentou-se apenas de legu­ mes e bebeu somente água (Dn 1. ABEL. sob a liderança de Daniel. Reconhecido como filho primo­ génito de Jeiel. "servo de Nabu”. Os IrAs tinham tnl con­ fiança em Dous. Imediatamente o rei ordenou que fossem retirados do fogo e restituiulhes suas posições de autoridade. “que enviou o seu anjo.c. Sadraque e Mesaque. wirvlu como um dos juízos do Isruol por oito anos (Jz 12. filho de Micaías). Hebreus 11. a qual. O sacrifício de Abel foi recebido favoravelmente pelo Senhor. como um dos filhos de Sasaque (1 Cr 8.28). Era conhecido por seu grando número do lilhos o netos e pertencia à tribo de Efraim. (Obs. P. Abede-Nego e seus companheiros depositavam total confiança no Deus que os livrou e testemunharam entre os pa­ gãos da maneira mais convincente possí­ vel. 1. Na épo­ ca das colheitas. o mais velho ofereceu a Deus alguns dos frutos colhidos. e livrou os seus servos” (Dn 3. um deus da Babilónia). segundo as pala­ vras de Nabucodonosor.B. foi jogado.17). era considerado alimento impu­ ro. e Aram. agricultor. 4. em res­ peito ao Deus verdadeiro. O rei ficou tão impressionado com o poder libertador do Deus dos hebreus que ordenou que ninguém dissesse nada contra esses homens. de todas as épocas. enquanto Caim. O rei não encontrou outros príncipes com a mesma capacidade daqueles quatro ju­ deus.30: 9. ela se torna um exemplo para todos os cristãos. Filho de Mica. e A.25). dessa maneira. Esse foi o nome dado pelo chefe dos eunucos do rei Nabucodonosor a Azarias. quando Abede-Nego recusou-se a ajoelhar-se diante da está­ tua de ouro que Nabucodonosor levanta­ ra na planície de Dura. Listado na genealogia de Benjamim o do rei Saul. filho de Gibeom. Caim conspirou contra seu irmão 2 . O Senhor honrou a firme decisão deles de não comer o que. que confiam no mesmo Deus de Abede-Nego e seus amigos.13*15).ABDOM. 3. porém. numa fornalha ordnnto. Deus interveio e Nabucodonosor viu os três andarem ile­ sos no meio do fogo. ‘Abel" pode ser um deri­ vado de um vocábulo hebraico que sig­ nifica “sopro” ou "vaidade". não. era um dos servos enviados pelo rei Josias para consultar o Senhor por meio da profetisa Hulda (2 Cr 34. 2.G. para prefigurar assim que sua vida seria cur­ ta. Filho do Illlnt. mas o de Caim.36). Quando esta­ vam dentro da fornalha. en­ quanto era preparado para ser apresenta­ do na corte. Abede-Nego. como Daniel. O relato de 2 ReLs 22. Deus concedeu a Abede-Nego e aos outros três jovens “o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria" (Dn 1. s.D.34 faz uma alusão à fé que eles demonstraram. podo livrar-nos dela” (Dn 3. que rapidamente foram promovi­ dos e ocuparam posições de poder e in­ fluência.L. apresentou os melhores animais do rebanho. irmão de Caim. Uma quarta pessoa estava presente. veja Aicão. Como resultado.2). A despeito de uma advertência feita por Deus sobre a neces­ sidade de que ele dominasse o ímpeto do pecado.12). juntaninnlo com Sadraque e Mesaque. Veja também Azarias. ABEDE-NEGO (Heb. o mais novo. um dos com­ panheiros de Daniel. tinha aspecto “semelhante ao filho dos deuses” (Dn 3. recusou-se a comer as iguari­ as do rei. como judeus. que disseram ao roi: “o nosso Dous. Posteriormente. Esse nome é encon­ trado 14 vezes em Daniel 1 a 3. para enfatizar o va­ lor e o custo deles. Ele se tornou pastor de ovelhas (Gn 4. em ambas as genealogias do rei Saul (1 Cr 8.12. para mais deta­ lhes).13-28. a quem nós servimos. É claro que ocorreu ali uma teofania. a aparência deles era mais saudável do que a dos outros.23).14 coloca o nome dele como Acbor. O segundo filho de Adão e Eva.

Nesse sen­ Abol representou a primeira fatalida­ de subsequente à maldição de Deus sobre a humanidade.35. mas um meio eficaz de sal­ vação. O fato de que a adoração envolvia sa­ crifícios indica o reconhecimento de que o verdadeiro culto a Deus devia custar algo.4). por causa da deso­ bediência de Adão e Eva. Maalate (2 Cr 11. Talvez sua oferta tenha sido consumida pelo fogo e a de Caim. ABIAS (Heb. O Senhor aceitou a oferta de Abel. Ambos eram ímpios e tomavam decisões injustas. A repreensão de Deus a Caim. de maneira que o povo pediu a Samuel um rei. Embora não saibamos como ele morreu. Abiail é relacionado como um dos homens de Gade (1 Cr 5. traz bênção e não maldi­ ção.28). Um contraste. o de Cris­ to é superior porque.31). mas o padrão herdado por Noé (Gn 8. 1 Cr 6.10-12). a fé de Abel ainda fala (Hb 11. cumpriu a promessa de que o ato de comerem o fruto do conhecimento do bem e do mal traria a morte física. 1. por­ tanto. Abiail é consi­ derado um levita e ancestral da casa de Merari. ABIAIL (Heb. porque sua confiança ainda espera uma vindicação. Lc 11. O assassinato de Abel. como resultado direto do pecado de Caim. 1. queimada sobre ele.7). Abiail é a esposa de Abisur e a mãe de Abã e Molide (1 Cr 2. Veja Abiel.18). O sacrifício de Jesus não representa um martírio. focalizou sua atitude de coração (Gn 4. tomou-se um protótipo dos que seriam martirizados por sua confi­ tido.29). com um mínimo de graça para refrear a maldade. ainda conserva um desejo de adorálo. s. “pai de força”).49-51). Era o filho mais novo de Samuel e foi escolhido pelo pai para ser o juiz de Berseba. con­ tudo. essa tragédia. 2.7) e oferecia o melhor do seu rebanho. O 3 . 9. 1 Rs 18. Suu ato pocumlnoso nfto ficou usoondldo do Senhor a a morto do Abol trouxe-lho o juízo divino.15. Ele nunca recebeu a bênção da aprovação de Deus por sua fé sobre a Terra (Hb 11.M . Na lista dos descendentes de Judá. 5. porque o mais moço era justo (Mt 23.o o matou. ança (Mt 23. R. Essa foi a primeira revelação de que o Senhor preocupava-se em que a adoração fosse uma expressão exterior de um coração devotado e obediente e não apenas um comportamento religioso. quando Deus entregou a hu­ manidade às consequências do pecado. e mãe da esposa de Roboão.21.24 entre o testemunho do sangue de Abel e o de Jesus. é estabelecido em Hebreus 12.35.5-7). apesar da maldição de Deus. porém não foi demonstrada pelo valor da oferta e sim pela sua fé (Hb 11. 4. Basã e nas pastagens de Sarom (w 11-22). ABI-ALBOM (2 Sm 23. 3.c. sua justiça. A morte prematura de Abel mostrou que a vindicação final da fé é uma esperança futura.39). A natureza exata das ofertas não é mencionada. juntamente com seu irmão Joel (1 Sm 8. em detrimento da de Caim. como um ho­ mem de fé.35.2. sabemos que seu sobrinho adotou sua filha e a criou (Et 2. Lv 9. A maneira como Deus expressou sua acei­ tação a Abel não é clara. para demonstrar assim que a humanidade. Abiail era o pai da rainha Ester e tio de Mordecai (Et 2. cf Gn 4. Os gaditas viviam em Gileade. Abiail era a esposa do filho de Davi.29). Tanto Caim como Abel ofereceram sacrifícios.20) sugere que um altar era construído e a oferta. Jerimote. não (cf. Jz 6. Esta enfatizava o desenvolvimento rápido da transgressão.4).14).24. “meu pai é o Senhor”). Em Números 3. Veja Merari. o de Abel providenciou um testemunho para Deus e trouxe uma mal­ dição sobre Caim (Gn 4. Hb 11.38). mantida com a confiança em Deus. embora derramado por pecadores.4. mas possivel­ mente isso se deu por uma manifestação do fogo divino.

Ele ficou com o futuro rei e serviu como seu sumo sacerdote e conselheiro durante anos. Abias colocou seu selo sobre a aliança que os israelitas.6-13. Quando escapou do massacre. 2 Cr 29. rei de Israel.1-8). 6.ABIASAFE velho sacerdote ficou com o coragão par­ tido. 2. que exerciam diferentes tarefas no serviço do Tabernáculo e do Templo.4.18-24). Abiatar participou da conspiração para fazer Adonias rei — um ato que quase custoulhe a vida e o fez perder a fama de leal serv idor do reino (1 Sm 22. Apesar do disfarce. Abias foi mulher de Hezrom. “pai tem acrescenta­ do"). A declaração de Abias. contudo. o mesmo que predissera seu reinado. Um dos filhos de Midiã e um descenden­ te de Abraão e de sua mulher Quetura (Gn 25. 3. Veja também A im eleque). 22 filhos e 16 filhas.c. 1 Cr 1. Segun­ 4 .17.1-8). No final do reinado de Davi. Sua família era um dos clãs dos coraítas. Ela deu à luz um filho chamado Asur. Lc 1. Esse monarca então enviou sua esposa secretamente ao pro­ feta Aias. de Judá (2 Rs 18. descenden­ te de Levi (Êx 6. logo depois da morte de Hezrom (1 Cr 2.6-12. como pelo pedido dos israelitas (1 Sm 8.24). 23. fizeram com Deus (Ne 9 a 10). Filho e sucessor de Roboão.10. Abias. tinha um filho chamado Abias que ficou doente durante a infância. Os filhos de Arão foram separados em 24 divisões. Abias era filha de Zacarias e mãe do rei Ezequias. Sua mãe era Micaía (2 Cr 13. Um dos filhos de Corá. A guerra. 1 Crónicas 7. li­ derados por Neemias. o pai de João Batista (1 Cr 24. 2 Sm 15.1).19). Abiatar levou a notícia do ocorrido ao filho de Jessé. para mais detalhes.24-36.2. s. Abialar era o décimo primeiro sacerdote da linhagem de Arão e fazia parte de um grupo dos que apoiaram Davi e seus homens. A B IA S A F E (Heb. o homem de Deus reconheceu a mulher do rei e pro­ nunciou uma sentença contra a casa de Jeroboão. Devido à semelhança entre as listas apresentadas nos capítulos 10 e 12. tanto pelo comportamento dos fi­ lhos. “pai é excelente”). 7.33). 5. era o responsá­ vel pela oitava divisão.2).6-11 apresenta uma lista com os nomes dos descendentes dos três filhos de Benjamim. Abias reinou em Judá durante três anos. Abias teve 14 esposas. a mesma que mais tarde foi servida por Zacarias. que saíram do Egito. liderados por Moisés e Arão. Ele e seu povo dependeram do Se­ nhor e por isso venceram o exército de Jeroboão e reconquistaram várias cidades para Judá (2 Cr 13.Para demonstrar sua posição de li­ derança em Israel durante a reconstrução do muro da cidade. antes da batalha.1-22). um deles. o que resultou na morte imedi­ ata do menino (1 Rs 14. 1 Re 15. muitos estudiosos crêem que o Abias mencionado em Neemias 10.5). A B ID Ã . s. Houve guerra entre Judá e Israel no decorrer de seu rei­ nado. O úni­ co sobrevivente do massacre de Saul em Nobe (veja Zadoque. 1 Rs 1— 2). A B ID A (Heb. prosseguiu durante todo seu reinado. Jeroboão X .c. Abias foi lembrado apenas como o único membro honrado da família de Jeroboão (v. “pai de conhecimento”). 8 . 13). Davi sentiu-se responsável pela morte dos sacerdotes e o convidou a per­ manecer sob o seu cuidado pessoal. ABI ATAR (Heb. Seus descendentes eram os guardas das por­ tas do Tabernáculo (1 Cr 9. quan­ do fugiam do furioso rei Saul (1 Sm 21). 4. O filho de Gideoni e o líder da tribo de Benjamim por ocasião do censo dos israelitas no deserto do Sinai.7 seja o mes­ mo sacerdote mencionado em Neemias 12. Abias era filho de Bequer.4. lembrava aos judeus que era a casa de Davi que Deus prometera aben­ çoar. Em 1 Cró­ nicas ele é chamado de Ebiasafe.

a quem sua esposa servia (veja 1 Sm 25. 3. eles estavam exclu­ ídos da batalha (Jz 6. pouco tempo depois. Abiezer. 2 Sm 23. estava de serviço com seus soldados no uono mês de cada ano e ti­ nha 24. “o pai alegra-se). 2. xa subentendido que sua verdadeira be­ mas. ele disse que era sua “irmã”.000 homens em sua divisão (2 Sm 23.11.12). Também chamado de Abi-Albom. g .28. por ele ter insultado o novo líder de Israel. O tex­ to. q u a D d o o Tabernáculo foi dedicado no deserto (Nm 7. Provavelmente esse nome era apli­ cado genericam ente aos governantes filisteus. 1 Cr 3. s.16.51 indica que ele era também o avô de Abner.27. 2 Sm 17. 1 Cr 11. É mencionado como o líder de um dos clãs da tribo de Manassés.22). limitando-se a registrar a ação de Davi de acordo com um costume social. nos dias de Abraão.ABIMELEQUE do a contagem. Como representante dos benjamitas. Como um comandante no exército do rei. plomática para com Davi contrasta com 5 . Para A B IG A IL (Heb.34. o arbatita (provavelmente era de Arabá. Os efraimitas reclamaram que. Ele falhou por não oferecer a Davi a costu­ meira hospitalidade e demonstrou que não tinha conhecimento do Senhor. dificuldades textuais não resolvidas. “pai de ajuda”). Seu clã posteriormente teve um papel significativo. Era um dos filhos de Gileade (1 Cr 7. 27. o anatotita. O relato de sua hospitalidade di­ tirara a mulher de Abraão. para criar uma alegoria moral e mostrar a superio­ ridade de Abigail sobre Bate-Seba. 2 2 ). para identificála claramente. o exército sob suas ordens era de 35.v. 2. Por acreditar nisso. 1 Cr 1 . d . de Números 26. ao tomar essa viúva como esposa.60. “Deus é meu pai”). nosso patriarca esta­ beleceu-se próximo de Gerar (Gn 20). 1 Samuel 14.1). ele também trouxe a oferta pacífica da tribo. Abigail era uma mulher linda eproteger sua esposa. Abiel era um dos trinta “heróis valentes" do rei Davi (1 Cr 11. A B IM E L E Q U E (Hebr. sob a liderança de Josué (Js 17. A B IM A E L (Heb.65). p. antes que tivesse qualquer interleza encontrava-se no seu amor ao Senhor curso sexual com ela.2). Deus apareceu-lhe e em sua dedicação ao serviço dele (1 Sm em sonho e ameaçou-o de morte. 8. Abiel foi o avô do rei Saul (1 Sm 9.26).1). A mor­ te de Nabal. porque 25. Diz-se que essa Abigail era irmã de Davi (1 Cr 2. 2. é des­ crita por Davi como castigo de Deus.31). um dos descendentes de Sem (Gn 10. Abimeleque muito sábia. O escritor de 1 Samuel dei­ tomou Sara como sua própria esposa.28. Descendente de Benjamim. Provavel­ mente ele é o mesmo Jezer. Existem. entretanto. náo era a mesma com quem Davi se ca­ sou.25). 1. contudo.2. Portanto. a ríspida hostilidade de seu marido Nabal.3. O filho de Jessé então tomou Abigail como sua esposa. enquanto os abiezrilas foram con­ vocados para ajudar. não faz nenhum comentário nesse sentido. “Deus é meu pai"). ABI EL (Heb. 2. Alguns destacam a polémica literária em tomo desta história. “o rei é meu pai”).32). 1.2). quando Gideão o convidou a seg u i-lo na b atalh a co n tra os midianitas.400 pessoas1 (Nm 1. 1. Um dos 13 filhos de Joctão (ou Joctã). A bondade e pre­ sença de espírito de Abigail evitaram uma inevitável explosão de vingança.18). A B IE Z E R (Heb.30. O primeiro governador mencio­ nado por esse nome foi o rei de Gerar. um dos “trin­ ta” guerreiros de Davi. Durante suas pere­ grinações nómades. da tribo de Benjam im. que insensatamente pagou as saudações polidas do futuro rei com insultos. 2 Sm 2. na época em que Canaã foi dividida entre as tri­ bos. 1. Com razão. em Judá.

como pre­ deles. to vívida da lição que Deus então ensi­ nou a Isaque: “Eu sou o Deus de Abraão. quando ele também peregrinou que derrotariam Lambém essa outra cida­ em Gerar. daquele momento Abimeleque caiu do­ Essa experiência. recaíssem sobre Abimeleque” (Jz paração para a suprema prova de sua fé 9. respondeu que leve medo de morrer. quando o Senhor lhe pe­ belaram-se contra ele.1. em to­ violência praticada contra os setenta fi­ das as situações. como também o sangue como um bom treino prático. quando A braão que viera de Siquém (Jz 8.).3 4 . restitui a com Deus. Deus respondeu: “Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fi­ Rebeca como sua esposa (Gn 26.3. os dois líderes fizeram uma ali­ Baal e recusaram-se a demonstrar qual­ ança (Gn 21. o Tal ação da parte do Todo-poderoso le­ menor de todos. Tebes. porque se tornaram um grupo de a restituíres. para Abimeleque então voltou para Siquém. Agora. para compensar vo" (Gn 26. o filho de mulher ao seu marido. A partir viver em tal proximidade com os filisteus.3 5 ). bem como a maneira similar como ente e sua esposa e escravas tomaram-se o Senhor enviou seu livramento. serviu-lhe lhos de Jerubaal. Mas se não região. Como os cidadãos da cidade re­ em Génesis 22.23.22). Exatamente quando parecia Isaque.14-18). Uma experiência muito simi­ 6 . 70 dos filhos de Gideão. Abraão então orou a Deus e Abimeleque foi curado (Gn 20. por causa pois da morte desse renomado juiz. Logo de­ contendeu com Abimeleque.7). con­ tava com Abraão e protegeria seu servo. esse filho bastar­ diu que oferecesse seu filho Isaque em do de Gideão e suas tropas derrotaram a sacrifício. Esse nasceu de uma concubina Tem pos depois.ABIMELEQUE lar é relatada sobre o encontro de Isaque Abimeleque alegou que era inocente e com esse outro rei e como ele tomou fora enganado. foi anulado por Deus. uma fraude. tratou alguns bandidos que assassinaram onde quer que ele fosse (Gn 20.33). tu e pessoas muito grande e poderoso para tudo o que é teu" (Gn 20. por envolver los seus d escen d en tes (Jz 8 .9. certamente morrerás. 3. No final. sem dú­ estéreis. os de um poço de água que seus homens israelitas novamenLe voltaram a adorar cavaram. Com o dinheiro que lhe deram. e também eu te impedi de pe­ etc. 8.Essa h istó ria não m enciona a car contra mim.24). Não temas. os quais procederam aleivo­ nhor também ajudou Abraão a perceber samente contra Abimeleque.31). pois teu pai. Abraão e sua caravana saíram daquela e rogará por ti. Tal ação da parte do Se­ Siquém. quer consideração pela sua família e pe­ Esse estranho episódio. “enviou Deus um espírito rem que Ele respondera a suas orações mau entre Abimeleque e os cidadãos de (Gn 21. a estabelecer seu nome e seu poder entre cidade de sua mãe. E por isso que não te interação de Abimeleque ou de Isaque permiti tocá-la. para que vivas. zeste isto. náo havia temor de Deus em Gerar. abençoar-te-ei e multiplicarei a tua des­ Abimeleque deu-lhe vários presentes e cendência por amor de Abraão.6. contudo. sem dúvida. pois ele é profeta. para que a o quanto podia confiar em Deus.22. 2. Outro filisteu chamado Abime­ cidade numa batalha e em seguida mar­ charam contra a localidade mais próxi­ leque é mencionado em conexão com ma. algum a reconhecerem o Deus de Abraão e ve­ tempo depois. Ele então governou so­ vou Abimeleque e seu comandante Ficol bre Israel por três anos (Jz 9. a ofensa.17.24). quando foi confrontado por vida serviram como uma ilustração mui­ Abimeleque a respeito daquela mentira.22-34). pois eu sou contigo. idêntica à que Abraão tivera. Outro Abimeleque foi o filho de Gideão. meu ser­ pagou um preço a Sara. O Senhor demonstrou que es­ 9).6. Abraão. pois. e conseguiu apoio (Jz os filisteus.18). menos Jotão.

por­ (a aparência exterior)”. Uma linda jovem sunamita.33. diante de 250 outras pessoas. La. como também sobre os siquemitas. sem contudo manter relações se­ xuais com ele (v 4). tra Moisés.D. na cabeça de Abimeleque (Jz 9. 1. Após a morte de Davi. 31. "pai exaltado”). Esse Abinadabe era um dos irmãos ção contra qualquer um que tentasse re­ mais velhos de Davi.17). por ter matado 70 dos seus A B IR Ã O (Heb. 3. Veja também G ideão . antes de Deus finalmente indimente.6. Quando o rei Davi ordenou que fosse Adonias pediu permissão a Bale-Seba trazida para Jerusalém. servia. 1. atirou unia pedra de moinho Uzá e Aio. filho de Hiel.2). Quiriate-Jearim. Esse desafio contra Moisés te esse era o título do rei filisteu de Gate. Provavelmen­ Deus (Nm 16). Envergonhado por ser derrotado P. ex­ pelo poder de Deus.3). 9.34 mostra tremamente assustadas diante do desa­ como essa profecia se cumpriu. Josué pronunciou uma maldi­ 16. A Arca da Ali­ ança estava guardada ern sua casa.12). por uma mulher. SI 106. onde sua casa ficava so­ escolhida para ser camareira de Davi. portanto. neira Deus trouxe juízo tanto sobre Abimeleque.2: 1 Cr 8. morreu. fortificada. lho. e Arão era contra os líderes escolhidos para onde Davi foi quando fugia de Saul. O Senhor ensinou ao Senhor e guardar seus mandamentos ao profeta e a toda a nação que Ele não (Dt 11.D. "po­ do rei Acabe. Ela ajudava bre uma colina (1 Sm 7. Abinadabe. Novamente Davi foi verso ato de desobediência aos manda­ o escolhido por Deus para trazer a vitó­ mentos do Senhor foi apenas uma das ria ao seu povo sobre o gigante e os líde­ maldades que ocorriam nos dias de Aca­ res filisteus (1 Sm 17. ao invés disso. Esse per­ fio feito por Golias. o leviGideão (Jz 9. "pai é nobre"). esse castigo serviu como um lem­ car-lhe Davi para ser tingido rei de Israel brete para os israelitas. 11. a qual fora destmída encontrado entre as tropas de Saul. que deviam amar (1 Sm 16.39. que mais tarde foi construir a cidade.6. uma mulher.15). A falta de fé que demonstraram e A B IN A D A B E (Heb. escondida numa lorre numa carroça e os filhos de Abinadabe. quando escolhia que seu pai reconstruiu Jericó.21). uma rebelião con­ P. sua desobediência os levaram à morte. O pai de Baraque (Jz 4. A idéia implícita do texto é que um 2.ABISAGUE de. seu segundo fi­ balho de reconstrução fosse iniciado ali. de Israel. para mais detalhes. irmãos.G. 10. a levaram (2 Sm 6. Outro Abimeleque é mencionadoe desafiaram a autoridade do homem de na introdução do Salmo 34. pediu ao seu próprio es­ cudeiro que o matasse (Jz 9.Esse outro A binadabe veio de A B IS A G U E . pelo Senhor.8.13). também foi morto (1 Sm P. O es­ A B IN O Ã O .56. be.7). No dia em que Saul morreu na ba­ rei mais piedoso teria impedido que o tra­ talha contra os filisteus.1). O segundo dos oito filhos de Jessé quando a terra se abriu "e os tragou com que se apresentaram diante do profeta as suas casas” (Nm 16.57).50-54). 1 Cr 13). nos dias alguém para sua obra. 1 Reis 16. 4.3. por sua rebelião original contra a casa de Junto com seu irmão Datã e Coré. tra a própria santidade de Deus e de seu povo. eles encabeçaram uma rebelião con­ Gaal e lotõo. olhava “para o que está diante dos olhos 2.1.53: 2 Sm Veja Uzá e Aiô. rubenita. ela foi colocada 7 .D.12: critor de Juizes acrescenta que dessa ma­ 5.G.23-35). depois o rei a manter-se aquecido na cama e o que os filisteus a devolveram para Israel. Abirão.Um dos filhos de Eliabe. 1 Cr 2.G. Posterior­ Samuel. no fim de sua vida (1 Rs 1. Quando conquis­ rém o Senhor olha para o coração” (1 Sm tou Jericó.3.

Êx 24. Na época da confirmação do pacto de Deus com Israel. Abisai teve novamente a oportunidade de salvar a vida do rei. Um filho de Finéias e pai de Buqui.11). Em vá­ rias ocasiões Davi teve de acalmar Abisai e tentar persuadi-lo de que o Senhor se encarregaria de cuidar de seus inimigos (2 Sm 16.12. Cer­ ta vez.16).28.D. p . e Davi estava preparado para esperar até que isso acontecesse.2). Sefatias.ABI SAI para casar-se com Abisague. Somente o próprio Se­ nhor acertaria as contas com Saul. que repeliram o ataque de Absalão em Gileade (2 Sm 18.50 e é mencio­ nado em Esdras como um ancestral des­ te sacerdote.1.29). quando seguiram uma parte do caminho até o monte Sinai (somente Moisés teve permissão para aproximarse do Senhor.16. A B ITA L .24. A B IS A L Ã O .15.10). Eleazar e Itamar. Tempos depois. esta jovem estava presente quando Davi prometeu a Bate-Seba que seu filho Salomão seria seu sucessor (1 Rs 1. quando fugia de Saul. nascido em Hebrom (2 Sm 3. ao invés de colocá-las nas mãos do Todo-poderoso. d . e envolveuse assim na intriga que havia em tomo da sucessão ao trono. Este ficou furio­ so com o pedido do irmão mais velho. 2. Abisai lutou ao seu lado. De fato.5. durante a noite.11. ABI SUA (Heb. 3. Abisai era totalmente leal ao rei. Um descendente de Benjam im e filho de Saaraim e Husim (sua mãe). Joabe e Abisai.23). já per­ to do fim da vida de Davi. contudo.30). e irmão de Joabe (1 Sm 26. Posteriormente.G. e mostrou-lhes como poupara a vida do rei.17.4.4).).g .8. Abisua é listado como descendente de Arão em 1 Crónicas 6. Abner matou Asael. não aceitou nenhum conselho para estender a mão contra o ungido de Deus. Seu tio. A B IS U R . O tempo e 8 .4). etc. então mandou matá-lo (1 Rs 2. Antes de Davi subir ao trono.2. A mãe do quinto filho de Davi. seu comandante. 1 Cr 2. Do alto da montanha.6.9-12).9. “Deus é pai”). Embora Davi apreciasse a lealdade de seu sobrinho e precisasse dele na luta contra o próprio filho. Ele liderou um terço das tro­ pas de seu tio. Ele é mencionado pela primeira vez em 1 Samuel 26. Era filho de Zeruia. Ele nasceu em Moabe (1 Cr 8. A B IS A I.5). A B IÚ (Heb. ele estava entre os setenta líderes do povo que “viram o Deus de Israel”. Veja M aaca (1 Rs 15. Abisai permaneceu leal ao rei.15-31). Um filho de B ela e neto de Benjamim (1 Cr 8. seus irmãos. 1 . e supôs que.20). pe­ diu-lhe que tratasse brandamente o jovem Absalão (2 Sm 18. se tal casamento fosse reali­ zado. “meu pai é bom’’). quando Absalão rebe­ lou-se contra Davi. 19. Abisai então apanhou a lan­ ça e a vasilha de água de Saul e as levou consigo. desta vez em um luta contra um gigante filisteu (2 Sm 21. P. era o segundo filho de Arão e sua esposa Eliseba (Êx 6. quando se apresentou como voluntário para acompanhar Davi até o acampamento de Saul. entre os “heróis” de Davi (1 Cr 11. Um filho de Samai e marido de Abiail (1 Cr 2. Abisai recomendou que Davi apro­ veitasse e matasse Saul imediatamente. Adonias chegaria assim ao trono. Irm ão de Nadabe. Sempre se destacava nas batalhas e algumas das suas proezas são relatadas em 1 Crónicas 18. Foi um dos guerreiros mais leais do rei e liderava o segundo gru­ po de três. A B IT U B E (Hebr. Finalmente.22-25). mas nunca exibiu o mesmo compromisso com a soberania de Deus que Davi tinha. no momento em que todos doriniam. uma das irmãs de Davi. "pai da salvação”). Davi cha­ mou Saul e Abner.17). perseguiram-no e o mataram (2 Sm 2. Ele preferia fazer as coisas à sua própria ma­ neira.

27). Ele ficou aborrecido com a maneira pela qual Abner fora as­ sassinado e acusou Joabe. fi­ nalmente. p . durante o reinado de Davi. ficou furioso e passou para o lado de Davi (2 Sm 3). Citado na genealogia de Jesus como filho de Zorobabel e pai de Eliaquim. a fim de atender aos requisitos da santidade. morto por Abner. 2. Abner. o filho de Jessé foi ao acampamento dele à noite e cravou uma lança no chão. estava determi­ nado a vingar o sangue de seu irmão Asael. mas logo leve boas razões para náo gostar de Davi. Quando sua lealdade foi questio­ nada. o que ele náo lhes ordenara” (Lv 10.57). Logo depois que Saul foi derrotado pelos filisteus.55.20-23). filho de Saul. ABIÚDE (Heb. por ofe­ recerem “fogo estranho perante a face do Senhor. 9 . onde o estabele­ ceu como rei (2 Sm 2). do outro lado do rio Jordão. Jaasiel. Joabe. algum tempo depois Abiú e seu irmão Nadabe foram mortos.5. Foi ele quem cuidou do jovem Davi. O filho de Jessé sempre respeitou a lealdade de Abner à dinastia de Saul.50). Após uma grande bata­ lha.3). pois recusou matar o ungido de Deus. qualquer adoração ao Senhor precisava ser tuna resposta aos seus mandamentos. até chegar a José e. o filho de Abner. suspeilou da motivação de Abner e talvez tenha fica­ do com ciúmes. como Zorobabel. ao lado da cabeça do rei adormecido. quando este se preparava para sair e en fren tar G olias (1 Sm 17. Davi foi ungido rei. Davi escarneceu de Abner. o qual era tio de Said (1 Sm 14. que passa através de vários reis e princesas. Foi o principal comandante do exército de Saul e posteriormente do exército que seguiu Is-Bosete. Ao vol­ tar ao seu esconderijo. Era filho de Ner.d . por náo ter protegido adequa­ damente seu senhor (1 Sm 26. ao perceber que Davi ti­ nha muita consideração por ele (2 Sm 3. 1 Rs 2.6). Quando Joabe retornou. “meu pai de louvor”). In­ felizmente. Assim.5-16). Realmente. No evangelho de Mateus. p .32). sucessor do rei. Neto de Benjamim e filho de Bela (1 Cr 8. Posteriormente. A B N E R .d . Abner então conven­ ceu o povo de Israel e de Benjamim a declarar sua lealdade a Davi. o fato de Cristo ser rei é estabelecido de várias maneiras e não mais através dessa genealogia. Abner fugiu (veja A sael). Abner era tido em alia estima por seu primo Saul e comia à sua mesa no palácio (1 Sm 20. o povo não podia aproximar-se dele. pronunciando uma maldição sobre sua família (2 Sm 3.22-25).25). Ele leve grande influência na casa de Is-Bosete (2 Sm 3.g . bem como sua habilidade militar. con­ frontou-se com Joabe. Deus era “santo”. g . A morte era o castigo merecido para alguém que comprometesse a santidade de Deus. a morte de Abner representou o fim de qualquer esperança que Is-Bosete. contudo. Joabe saiu para conversar com Abner e o feriu mortal­ mente (2 Sm 3.1). portanto. pudesse ainda alimentar de tornar-se rei de Israel. Jesus (Mt 1. levou Is-Bosete a Maanaim.ABNER a “santidade” de Deus foram enfatizados como a essência da adoração de Israel. Quando Saul estava perseguia o futuro rei. foi apontado como líder sobre a tribo de Benjamim. 1. Quando ele vol­ tou com seus homens para Gibeom.13). embora relutan­ temente (2 Sm 2. É citado na genealogia que leva até Saul. porém. comandante do exército de Davi. Logo depois ele mesmo foi morlo (2 Sm 4) e Davi tomou-se rei de todo o Israel em Hebrom (2 Sm 5).

A família de Harã. A morte de Abraão.4-6) foi instantâ­ nea e irreversível. Retorno à terra. A família de Harã. Esse ponto é enfatizado na maneira como a história é narrada e também 10 . com seu nascimento.26. A grande decisão da fé (Gn 15.2 a 22. A promessa garantida por meio da aliança. quando é sepultado em Macpela pelos dois filhos. Parte da terra cedida a Ló.ABRAÃO (ABRÂO) ABRAÃO (A B R Ã O ) Abraão em Génesis A história de Abraão começa em Génesis 11.17: O conflito da fé. A2) pelas referências a Harã e pelo contraste entre o nascimento e a morte. A promessa mais uma vez renovada. O Senhor promete. e termina em Génesis 25. (b4) Génesis 17. Ló. Esta é uma narrativa da transformação gradual mediante a graça divina.11-17). contudo. Contendas. mas amadureceu lentamente.10: Os últimos eventos. A promessa anunciada. Aventura e falhas. náo foi uma transformação repentina. A Palavra de Deus ajustada às circunstâncias humanas. A questão da fé e da paciência. A terra identificada. A fidelidade do Senhor à sua aliança e a falha de Abraão. motivada pelo medo.27-32: Os primeiros eventos. (A2) Génesis 22. foi uma batalha prolongada (b1 b4). Um novo título para o Senhor. (b3) Génesis 14. Abrão e Sarai. (Bl) Génesis 12. por meio da qual pessoas com antigos nomes.19: O amadurecimento da fé. a vida mediante a fé. A questão da fé e da confiança. Chegada à Terra Prometida. mas será que cumpre sua Palavra? A questão da fé e da perseve­ rança. transfonnaram-se em novas criaturas. Abraão e Sara (A2). Isaque e Ismael. Ancestrais e nascimento.1-18: Renovação do compromisso e novas falhas. A presença de Ló. é o que tem o registro mais longo e isso reflete a importância do “pai de todos os que crêem” (Rm 4. A oferta de Isaque. A ques­ tão da fé e da Palavra imutável de Deus. (b1) Génesis 12.1 a 16.9. O nascimento de Isaque. A falha com relação a Hagar.16: Reclamação e mais falhas. Renovação da promessa.1 a 20. (B2) Génesis 21.1 a 20.1-20. De todos os patriarcas. A fé foi efetiva desde o início. (b2) Génesis 13. entretanto. O abandono da terra em tempos de aflição. Promessas detalhadas. Uma noiva de Harã para Isaque. A morte de Sara.18: A aliança é estabelecida. Abrão e Sarai (A1). com muitos fracassos e deslizes. Note como toda a história pode ser classificada (A1.20— 25. Essa. A defesa da terra exige ação resoluta. A fé que amadureceu lentamente Existe um padrão distinto na maneira como a história de Abraão é contada: (A1) Génesis 11.

Primeiro. Abraão mostrou que estava preparado para adaptar a Palavra de Deus (a promessa de possuir toda a terra de Canaã). Durante todo o tempo em que peregrinou pela terra. quando enfrentadas com fé e perseverança.7. tampouco era sua para conquistá-la. 10).1-8). Essa história. no qual as pressões da vida — alimento (Gn 12.8. quando sua própria segurança encontrava-se ameaçada (Gn 20. Era costume da família patriarcal levar seus mortos de volta para casa. embora este náo estivesse incluído na promes­ sa de Génesis 17.1) e temores (Gn 20. observamos com brevidade como b1 e b4 compartilham referências do engano praticado que envolveu Sara (Gn 12. a fim de sepultá-los (Gn 50. nem aceitou qualquer parte do espólio.16) e confirmá-lo como profe­ ta e intercessor (Gn 20.7). é um teste constante. em forma de “provações” (Tg 1. como mostrou sua fidelidade em manter suas promessas: Por que Ele “lembrou-se de Abraão. As promessas de Deus não podem ser barganhadas (Gn 13. procedente da espera impaciente pelo cumprimento da promessa (Gn 15. nem herdadas de outra maneira.10). quando manteve hábitos irracionais e temeu por sua segurança pessoal (Gn 20. A próxima falha envolveu Hagar. Da mesma maneira que a Terra Prometida não pertencia a Abrão.4. então. 2-4.3.11) — cooperam.25). o crente Abraão. tem uma forma dis­ tinta e devemos isto à arte literária da Bíblia. Abraão falhou. anseios (Gn 15.13) — e trabalhava na solução do problema à sua própria maneira providencia]. mas também usando o erro de Abrão para enriquecê-lo materialmente (Gn 12.1). definitivamente nega a idéia da santificação instantânea. as quais. e tirou a Ló do meio da destruição” (Gn 19.2).1-19.8).1) e lhe prometera (w.9).1). em quarto lugar. As seções intermediárias (b2 e b ’) falam do tema da lerra: pressionado pelos conflitos ocasionados pela presença de Ló. A estrada da maturidade da fé (Gn 22. que o chamara (Gn 12. 11 . nos tornam “maduros e completos” (Tg 1.22 fala que a fé de Abraão foi “aperfeiçoada”. o Senhor continuava fiel — “porque não pode negar-se a si mesmo” (2 Tm 2.7).1. afinal. contudo. Ainda assim. a não ser no tempo de Deus e pela perseverança da fé. mediante uma aliança (Gn 17.21.11). houve o medo de que. cf. com a mesma atitude resoluta. Abraão estava disposto a abrir mão do direito sobre parte do que Deus lhe prometera (Gn 13. Abrão primeiro agiu resolutamente para inva­ lidar a posse deles (vv 13-16). O Senhor não só se comprometeu com ele.29). Hebreus 6. A história do pai da fé.7? A despeito disso. E. a fim de pacificar Ló.4).ABRAÃO (ABRÃO) nas citações do Novo Testamento. família (Gn 13. no momento da pressão. o Senlior.1-11). Muito pungente. Essa última falha foi mais grave do que qualquer outra que Abraão experimentou.8. para dá-la a outrem.17). não contestou quando o rei de Sodoma calmamente declarou possessão sobre o que acabara de perder na batalha. A narrativa de b 1a b4 é cheia de falhas. quando uma coalizão de reis estabeleceu o que viam como seu direito pela mesma área de terra (Gn 14.2-4. a história da morte de Sara (Gn 23) e da compra do campo de Macpela como local de sepultura fala sobre o mesmo tópico. Abraão não estava muito seguro de que o Senhor provaria ser digno de confiança. não somente guardando a semente prometida. embora ele de­ monstrasse falta de fé.1-13.5. num misto de progressos e fracassos. também 16. 16.15 mostra que a promessa não foi “alcançada’' sem paciência e Tiago 2. Segundo» a falha revelada mediante o desejo compreensível de encontrar uma solução rápida e prática para um problema familiar (Gn 13. 20. Abraão não estava isento das tentações — nem mesmo de recair na mesma tentação.11-13). não fosse capaz de pro­ ver (note o termo “porque” no v.9) — como se ele realmente tivesse competência para dar a Terra Prometida de presente a alguém! Em contraste. Tg 2.22) sempre foi baseada na prática de dois passos para a frente e um para trás.

numa tradução mais livre: “entrarão na bênção de que precisam”. ao registrar imediatamente outra genealogia. com seu foco quase exclusivo em Abrão/Abrãao e sua família. Por causa disso. Quando chegou o Dilúvio. veio sobre eles (v.4). era uma declaração muda e poderosa: “Esta terra é nosso lar. entretanto. Nas narrativas da Queda e do Dilúvio. contudo. ficou um pouco mais claro como esses elementos estão inter-relacionados. Pelo contrário.9) causadas pelo pecado. ele seria restaurado da maldição (Gn 3. Em Babel. embora a idéia total da aliança tivesse de esperar até Moisés.17). como a Queda (Gn 3 a 5). o elemento da longanimidade e da graça divina é bem explícito.17). ela volta até antes do incidente de Babel.8) já havia separado um homem e sua família para a salvação (Gn 6. sacrifício (Gn 6. No caso de Noé.32). Primeiro.1-8) e sinal (Gn 9.14-20) e das divisões (Gn 11. não voltou suas costas para o mundo. como se os seres humanos simplesmente estivessem espalhados e abandonados à própria sorte. “em ti serão benditas todas as famílias da terra'' (Gn 12. ali. por meio dele e sua família nasceria o des­ cendente da mulher. a história de Babel também tem sua nola de graça e esperança. Um plano para o mundo Antes de encerrarmos o assunto sobre Abraão. podemos muito bem perguntar onde estão os sinais da graça e da esperança. a graça (Gn 6. literalmente.16). o livro de Génesis. até que encontra um homem praticamente desconhecido.15.18). “abençoarão a si mesmas". chamado Terá. isso significa.17). A caverna. Foi depositada num se­ pulcro em Canaã. ou.11). das quais nada fala. A lei sob a qual a humanidade ocupou o Jardim do Éden incluía a advertência de que o pecado traria a morte (Gn 2. na verdade o Senhor falou-lhes sobre a continuação da vida e a derrota final da serpente (Gn 3. Em contraste com Génesis 12 a 50. o qual tinha um filho chamado Abrão (Gn 11. Um olhar mais atento para a genealogia. lei (Gn 9. Génesis 1 a 11 é universal. Gn 1 e 2) de eventos gerais. as quatro características das alianças divinas apareceram juntas: promessa (Gn 6. Quando Deus lez sua aliança com Abrão (Gn 15 e 17).20). em Génesis.26. A humanidade deteriorou-se. parece que o fato que mais temiam (Gn 11.8-17).3). sua situação é triste e irremediável. ela passa por cima de oito gerações (de Sem até Naor. Segundo. o Êxodo e o monte Sinai. onde a palavra “aliança” ocorre pela primeira vez. esta terra é nossa.27-30) — a quem o Senhor diria. que esmagaria a cabeça da serpente (Gn 22.17). O Pacto Abraâmico De Noé até Abraão A aliança de Deus na Bíblia é sua promessa concedida gratuitamente.ABRAÃO (ABRÃO) mas Sara não foi conduzida para Ur ou Harã (Gn 11. o Dilúvio (Gn 6 a 9) e a Dispersão em Babel (Gn 10. antes que o pecado de Babel com todas as suas implicações fosse cometido. onde este único ho­ mem e sua família ocupam toda a cena.10-24). Desta maneira. para traçar a história emer­ gente da família de Sem. mas o Senhor estabeleceu seus planos (em Noé e Sem). com seu precioso cadáver.31. 12 . conforme o Senhor prometeu". pois trata (logo depois da narrativa da criação. 9) — com a calamidade adicional do colapso universal da comunicação — que Génesis trata como se fosse de pouca relevância. mas quando Adão e Eva transgrediram. ao novo começo com Noé. Gn 11. a promessa era de salvação do juízo que o Senhor traria sobre todo o mundo (Gn 6. notemos o ponto onde ele aparece pela primeira vez. revela alguns pontos muito importantes.

a restauração do rei de Sodoma (w. Deus tomou sobre si toda a responsabilidade do compromis­ so: Ele assumiria todo o impacto da aliança quebrada. No caso de Abrão.2.ABRAÃO (ABRÃO) A segurança da aliança No caso de Abrão.1 oferece uma pista. Ele voltou à tarefa de consolar seu servo com mais duas promessas específicas: a de um filho e uma família (Gn 15. ao reiterar a promessa dos descenden­ tes e da terra (w 13-16). de que a vida não valia a pena ser vivida sem um filho e um herdeiro (Gn 15. isso será feito comigo”. o Senhor apareceu-lhe no moraento em que ele precisava de uma reafirmação e esperança. estabelecer”.5) e a da terra de Canaã para seus descendentes habitarem nela (v. Temos alguma luz por meio de Jeremias 34.2). onde é citado que as pessoas que desejavam firmar um juramento solene andavam entre as partes cortadas do animal sacrificado. o Senhor então iniciou os procedi­ mentos da aliança (w. A visão do Senhor como “um fogo fumegante e uma tocha de fogo” não foi explicada a Abrão.4.1).2-5).18. contudo. Não está claro por que Abrão precisava de tal palavra de Deus. Génesis 15. perdia a opor­ tunidade? Grandes vitórias frequentemente são seguidas pela depressão e ansiedade! Seja qual for a razão. literalmente. 14: a derrota dos reis (w. Como o Senhor é paciente! Como se sua promessa anterior não fosse suficiente. O sacrifício da aliança Até onde sabemos. é usada a palavra técnica para “inaugurar” uma aliança. Lei. está sem explicação. o sacrifício detalhado em Génesis 15. 13-16). após os eventos do cap. Em Génesis 15..22). Thdo isso. quando preparou o sacrifício (Gn 15.16). 8). colocar em ação”. para provocar mais uma reclamação. em Génesis 6.18. em fogo e fumaça (Êx 3. pois garantia a proteção e um grande galardão (Gn 15. pois não era ele quem fazia o juramento.” — quer dizer. ao localizar o fato. para poder se manifestar no meio do povo. 21) e a recusa de participação em qualquer divisão de espólio (w. 17. para com­ pletar a aliança. para representar que “se eu não mantiver meu juramento. deixa bem claro que o pacto abraâmico foi inaugurado por meio de um sacrifício. o Deus santo (Êx 3.21. o qual pela graça encobre sua santidade. A passagem amplia a ação da aliança de Génesis 15. 13 . Teria ele imaginado que não seria possível aquela vitória representar a maneira como Deus planejava dar-lhe a terra e.18.2-5). aqui. 12).4: 17. 22-24). o verbo “firmar” é.9-17 não está bem explicado — embora fique claro que Abrão sabia e entendia o que fazia naquele momento. Ao ler nas entrelinhas.10). por ser somente um espectador do que o Senhor faria. porém. ao envolver-se com Hagar (Gn 16. promessa e sinal Quinze anos depois da chegada de Abrão a Canaã (Gn 12. em Génesis 17. 9-18). mas depois entende­ mos que era uma demonstração prévia do Deus do Sinai. Já que Abrão ainda não se sentia totalmente seguro (v.18. “colocar. entretanto. a fim de significar que a partir daquele momento a aliança seria um relacionamento imutável entre o Senhor e Abrão. mas Génesis 15. a coluna de nuvem e fogo (Ex 13. o verbo “estabelecer” significa “implementar. talvez Abrão temesse um contra-ataque desferido pelos quatro reis.. “depois destas coisas. Abrão precisava de uma reafirmação presente e futura e Deus a deu — somente. e disse-lhe que náo temesse. por isso. foi tirado de cena por um coma espiritual (v. o Senhor apareceu-lhe. 6).1) e treze depois da falha dele.

mas o Senhor nada teve que ver com aquilo. contudo.4). que nascem a partir da verdade. requer a busca da santidade dentro da comunhão divina. Génesis 12 destaca a grande aventura da fé (w. fortalecer-se-ia nos dias de impaciência ou dúvida.812). pois tem como base de apoio a palavra que Deus falou. Génesis 14 não menciona a fé em conexão com a guerra contra os reis. Depois que o erro foi cometido (Gn 14. retornar à Palavra de Deus e esperar a Palavra de Deus. sua disposição firme e perseverante em arriscar tudo. depois de sua falha no Egito (Gn 12. o arco-íris nas nuvens dissipava qualquer temor de que outra tempestade interminável acontecesse. Em ambos os casos. o sinal proclamava as promessas de Deus. sendo chamado.14).8. pois eu a darei a ti” (Gn 13.9>14). Dali em diante. que é credulidade e não fé.. ao lembrar-se de que trazia no próprio corpo a confirmação das promessas divinas — da mesma maneira que.11 refere-se à circuncisão como “o selo da justiça da fé”: não “o selo da fé”. saiu. enquanto o patriarca aguardava a chegada do filho prometido.3). nossa ênfase foi colocada no conflito da fé e nos fracassos dele. “ Abraão. a lei (Gn 17. para Noé.4*8) e acrescentar os dois componentes remanescentes: a lei (Gn 17. sem saber para onde ia".8. Todo o ciclo de sua vida está dentro de três parâmetros: obedecer à Palavra de Deus. somente depois que entrou em Canaã. pois aquela situação envolvia sua famdia (Gn 13.1) não é específica. como se ratificasse a resposta de Abraão. Por esta razão. mesmo assim. A fé torna»se ousada quando age alinhada com as promessas do Senhor. Nada tirou Abraão do seu cami­ nho — nada. 10-14).5).7). 7) e territorial (v. isso quer dizer que a circuncisão não é um sinal do que Abraão prometia a Deus. “ajustando” a palavra de Deus ao problema (Gn 14. conforme diz Hebreus 11. Em Génesis 18. 14 . espirituaJ (v. mas “o selo da justiça”. A promessa. Abraão tentara resolver a crise. baseado meramente na Pa­ lavra de Deus.. é detalha­ da e cobre quatro categorias: pessoal (Gn 17. doméstica (v.9). nem mesmo seus próprios fracassos! Por exemplo. 1.4. 8) e é selada com o sinal da aliança da circuncisão (vv.10-20). mas o contexto nos permite ver a ousadia da fé. Isto é vida de fé. 25). Romanos 4. mas. Não é um salto no escuro.17. a fim de confirmar o que Deus fez por Abraão e as promessas que estabelecera.. o Senhor finalmente disse: "darei esta terra" (Gn 12.. fé é convicção e ação. exatamente como os sinais da aliança do Batismo e da Ceia do Senhor fazem hoje. Realmente.2) e o sinal (Gn 17.ABRAÁO (ABRÁO) ao conceder maiores detalhes sobre a promessa (Gn 17. não se limitou a voltar para a terra de Canaã: retornou especi­ ficamente para o lugar onde começara (Gn 13..15-17) e essa promessa incluía a parte que Abraão cedera a Ló e retomara dos reis (Gn 14. hei de dar a li. em Génesis. de regresso até onde tinha certeza que estivera na estrada da fé.. Desde que esta prática é chamada de "o sinal da aliança”. Típica do período patriarcal. Deus reafirmou a palavra da promessa: “Toda esta terra. quando repousa no conhecimento do caráter de Deus (v. vemos o mesmo princípio de oulra maneira: a ousadia da oração da fé.23-33. deve ser interpretada da mesma maneira que as palavras idênticas de Génesis 9. mas sim do que o Senhor garantia a Abraão. A fé de Abraão Um único e firme propósito Quando olhamos a história de Abraão. Pela fé. Pois isso é le o que vemos em Abraão — e em toda a Bíblia. Agora é o momento de olharmos para sua confian­ ça. 6).7). Na verdade é um salto na luz. É isso que define fé.

12..21 e Hebreus 11.9.22 fala sobre o incidente como “a fé aperfeiçoada”.15. “Eu e o menino — nós subiremos até lá. A verdadeira fé deliberadamente encara a incapacidade humana. “teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa”. ela “é pela fé.1-19: o Sacrifí­ cio de Isaque. como.11 falam da mesma coisa: “estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para cumprir”.18) e. O principal ponto da questão está era Génesis 22.18-22. para que seja segundo a graça.. As passagens mais importantes são Romanos 4. não somente à que é da lei.7.. colocasse tudo a perder. Esta epístola insiste em afirmar que.. mas também à que é da fé que Leve Abraão. ousou dizer: “nós.11. com uma ênfa­ se especial. nós.. Romanos acrescenta que essa fé é a marca distintiva do povo de Deus. fez isso. mas no pleno reconhecimento da própria incapacidade. nós vamos adorar e nós voltaremos para cá”. resumidas e cumpridas plenamente no dom do Espírito Santo. porém.110).6) e Abraão percorreu o caminho completo (Gn 22.16). o Novo Testamento nada tem a acrescentar ao Antigo: todas as bênçãos de Deus em Cristo Jesus.19 diz tudo..6. a promessa do nascimento de um filho foi aceita pela fé e essa foi imputada como justiça (Gn 15. Aquela “fé simples” de Génesis 15. para nos tornar “participantes da sua santidade”. apesar disso.28. Do ponto de vista divino. onde ele é chamado de pai de todos os que crêem (Rm 4. nem para João Batista. nós. Foi incrível Abraão olhar para o seu próprio corpo amortecido e ainda crer na promessa de que teria um filho.17. Romanos 4. nesse aspecto. ela foi mesmo. “não se deixou levar pela incredulidade”? Ambos os textos.10-13. deve provar sua realidade nos desafios e respostas da vida diária. de fato.. mas que.16). nem para Paulo. Abraão sabia exatamente que aquela “adoração” envolveria a morte e a oferta do filho e.5: literalmente. a confiança baseada simplesmente na Palavra de Deus. Esses testes náo são casuais. mas com total simpli­ cidade — escolhe descansar na promessa de Deus. Ele.ABRAÁO (ABRÂO) O filho prometido Génesis destaca dois “momentos" específicos na vida da fé de Abraão.16) e Gálatas 3. "ultrapassado’'. em Romanos 2. humanamente falando. "o Israel de Deus” é sua nova criação (Gl 6. o qual é pai de todos nós” (Rm 4. mas elementos de uin programa educativo divino (Hb 12.. e Tiago 2. seu Israel. Abrão começou a andar com Deus (Gn 15. mesmo assim. a lim de que a promessa seja firme a toda a descendência. que agira não baseado no que sonhava.. Será que alguém conseguiria expressar de forma tão perfeita a situação inteiramente absurda de um casal que era. seria ainda inacreditável que ele pegasse seu filho. 15 .29: 9. humana­ mente falando.1-14.6). em Mateus 3. são nossas simplesmente e somente na base da mesma fé que Abraão teve. O outro momento significativo da fé é destacado em Génesis 22. como nosso pai e nosso exemplo. Esse incidente proporcionou a Paulo uma de suas muitas “passagens de ouro*' — Romanos 4. 4 família de crentes Abraão é apresentado a nós no Novo Testamento como um homem de fé. o único objeto de todas as promessas de Deus (Hb 11. do ponto de vista das experiências e respostas humanas." O comentário inspirado em Hebreus 11. Os descendentes biológicos de Abraão não recebem mais benefícios.7).15-18). onde os crentes são chamados de filhos de Abraão (G1 3. Primeiro.

49. e referências como Génesis 15. pelo menos 14 anos já tinham-se passado desde que Abraão recebera a promessa original de um filho (Gn 16.3. ela o reconheceu como “o Deus que vê” (El Roi). Foi nesse contexto que Deus se revelou como El Shadday. Se traduzirmos El Elyom2 como “criador” (Contemporânea) ou como “possuidor” (ARC) “do céu e da terra”.3) — pois o que poderia ser mais desesperador do que a situação de Jacó. mas para usar outros estilos e títulos. Tal Deus é digno de nossa confiança. o Deus eterno” (Yahweh El Olam) — provavelmente ele chegou a esse título por meio da conclusão de que somente um Deus eterno poderia ser invoca­ do para superintender um tratado perpétuo. no artigo Deus. quando o Senhor vai ao encontro de Hagar (Gn 16.) El Shadday De todos esses títulos.1 coloca a questão de forma concisa: "apareceu-lhe Yahweh e lhe disse: Eu sou El Shadday. (Veja a seçáo sobre nomes. que. Gn 18. Génesis 17. nosso patriarca plantou um bosque e invocou o nome do “Senhor. 16 . No livro de Génesis. A passagem de todos esses anos (Abraão tinha agora quase 100 anos de idade e Sara já estava na menopausa. um Senhor que tinha um conhecimento direto (e cheio de graça) do que acontecia sobre a Terra. sem um lar? El Shadday é o Deus que opera nas fraquezas humanas e as transforma — da maneira como agiu. expulso de casa.11) teve o efeito de reforçar as fraquezas humanas.2. apenas El Shadday reaparece no restante de Génesis (28.ABRAÃO (ABRÃO) O Deus de Abraão Quem é o Senhor? Na história de Abraão.11.16). Sem dúvida. El Shadday (Deus Todo-poderoso) é o principal dos quatro títulos similares de Deus.. foi nesse mesmo espírito que ele diz ter sido El Shadday quem se encontrou com ele em Betei (Gn 48. o pai de uma multidão de nações. e Abrão não hesitou em identificá-lo como seu pró­ prio Deus. e essa mesma característica — a habilidade de transformar situações criadas pelas fraquezas humanas — aparece também em outras passagens. quando Jacó enviou seus filhos de volta ao Egito. o nome divino Yahweh (traduzido na Ver­ são Contemporânea como “Senhor”) ocorre 73 vezes. Ele é o Senhor supremo e universal.8 mostram Abrão pessoalmente empregando este vocábulo. a . 48. Novamente. ele os encomendou a El Shadday (Gn 43. conhecidos por Abraão: Melquisedeque apresentouse a Abraão como “sacerdote do Deus Altíssimo” (El Elyom). em Génesis 17. náo tinha ainda nenhum significado específico relacionado a ele. Por exemplo. Ainda também é verdade. 43.14. negociou um tratado perpétuo de amizade com Abraão e.13). Abimeleque. ao transformar o Abrão sem filhos em Abraão. Deus não se revelou para explicar o significado de “Yahweh”.22. Assim.m .3. perambulante.”. em comemoração a esse evento. mas o contexto no qual este termo é usado sugere como deve ser entendido. incapaz de gerar filhos. embora o nome fosse conhecido.25). o Deus de poder ilimitado para transfor­ mar — Abraão tornou-se um preeminente homem de fé.22). de Gerar. Porque conhecia seu Deus — El Shadday. j . 35.14). para enfrentarem o imprevisível e todo-poderoso José.3. em todas as circunstâncias.1. Em Génesis 21. O que ele queria dizer para o escritor desse livro? O signi­ ficado de “Shadday” como vocábulo é muito incerto e há muita discussão em tomo dele. conforme vemos em Êxodo 6. Yahweh (Gn 14.

O conflito não resolvido entre pai e filho afligia o rei e. Seus crimes náo eram apenas políticos. até que Joabe o persuadiu a ver a vida de seu filho sob a perspecti­ va da confusão e instabilidade que cau­ sara. Deus o puniu com um terrível período de seca que assolou a terra — um castigo direto por sua participação nas práticas idólatras. até que surgiu a oportu­ nidade de vingar-se e ele matou Amnom (2 Sm 13. a fim de subverter o reinado de Davi. 2 Sm 14).29). parece que somente sua filha sobreviveu. fez com que per­ desse a credibilidade aos olhos deste fi­ lho. Absalão ficou pendurado pelos ca­ belos em uma árvore e foi imediatamen­ te morto por Joabe e seus soldados (2 Sm 18. ele provavelmente era culpado de prever um final rápido para o exílio e. “pai de paz”). Davi relutava em reconhecer que sua autoridade estava seriamente ameaçada. pai e filho tiveram uma re­ conciliação parcial (cf. mesmo quando há sincero arrependimento.22). Outro Acabe foi acusado pelo pro­ feta Jeremias de falar mentiras para o povo de Israel. devido às graves consequências da adoração mista. como os outros falsos pro­ fetas. entretanto. Era o ter­ ceiro dos seis filhos de Davi. a quem ele dera o mesmo nome de sua irmã Tamar.11) e de cometer adultério com as mulheres dos 17 . ao descobrir que ele violentara sua irmã Tamar (2 Sm 13). Seu casamento com Jezabel acentuou a ligação que a narrativa bíbli­ ca faz entre a idolatria e o comportamen­ to imoral. “irmão do pai”).18. A C A B E (Heb. Este filho conspirou para destronar seu pai e foi bem-sucedido em conseguir apoio dos seguidores descontentes de Davi (2 Sm 15). Sua mãe cha­ mava-se Maaca e ele nasceu em Hebrom. 1. não escapou das turbulentas consequências em sua pró­ pria família.30-33). filho de Onri e governante de Israel na mesma época em que o profeta Elias desenvolveu seu mi­ nistério. s. 23. Seu temperamento passional aparece no assassinato de Amnom (veja Amnom). Pos­ teriormente. Sua hábil polí­ tica internacional é interpretada negati­ vamente pelo escritor bíblico. veja jez a b el . Elias e Nabote. Ele se consumiu pela raiva e pelo ressentimento. Joabe percebeu a hesita­ ção do rei em ordenar a morte do próprio filho. veja também Mq 6.1-18). a despeito da séria ameaça que Absalão representava ao seu gover­ no. O infame rei Acabe. De acordo com 2 Samuel 18.16). nunca se dissi­ pou totalmente.28.ACABE A B S A L Ã O (Heb. Absalão gastou todas as suas ener­ gias.27. até que Joabe diplomatica­ mente forçou Davi a perdoar seu erro. Desse momento em di­ ante. pelo estupro da irmã de Absalão (2 Sm 13. Como Hananias (Jr 28). Apesar de Davi ter-se arrependido de sua transgressão e ser perdoado por Deus. Davi lamentou profundamente a mor­ te de Absalão. O relato do reinado de Acabe só é con­ cluído em 1 Rs 22. na Babilónia (Jr 29.v. A instabilidade uo vacilante reinado de Davi foi marcada por diversos fatores. como assassinato e estupro dentro da própria família real. Seu comportamento foi tão mau que a frase “a casa de Acabe" tornou-se um pa­ drão para referir-se particularmente a reis perversos (2 Rs 21. Para mais detalhes. 2.28. Os três filhos de Absalão não são mencionados depois de 2 Samuel 14. Sua culpa maior foi per­ mitir a propagação da adoração a Baal. A vida de Absalão serve para ilustrar que os resultados do pecado permanecem. A sua relutância em intervir e punir Amnom. Absalão era famoso por sua beleza e seus longos cabelos (2 Sm 14.25-27). em consequência do adultério de Davi (1 Sm 11 e 12) e pela ocorrência da violên­ cia. culpado de “curar superficialmen­ te a ferida do povo" (Jr 6.14. Absalão ficou exilado por três anos. A tensão. Foi um dos piores reis do Norte (cf 1 Rs 16.21-23).39-53.

d . Por meio de um sorteio. como Davi. A C A IC O . Ai foi conquistada.23 diz que ele ofereceu sacrifícios aos deuses de Damas­ co — o que sign ifica que criou um sincretismo tão profundo com outras re­ ligiões que essas assumiram uma forma peculiar em Judá. A próxima cidade a ser conquistada era Ai.7. 2. os falsos profetas foram alvo de juízo. ACA R (Heb. onde Esaú se estabe­ leceu (Gn 36. Seu exemplo ficou como um lembrete para as futuras gerações dos perigos da desobe­ diência (Js 22. no Norte (742-727 a. É interessante notar em Josué 7 a ma­ neira como lodo o Israel é responsabili­ zado pela transgressão de uma só pessoa. Veja Estéfanas. Parecia que seria bem mais fácil. Ele supriria todas as suas necessidades. Terceiro filho de Eser. embaixo de sua tenda. quando na verdade havia desesperança. Filho de Carmi. seu pai” (2 Rs 16. 0 vale de Acor. que escondera parte do es­ pólio no chão. Josué orou e o Senhor lhe mostrou que “Israel" pecara. Heb. “o Senhor tem possuído”). essa ordem da “dedicação” de algo a Deus envolvia a to­ tal destruição. mas não se pode afirmar cora toda certeza. Ao insistir em que ninguém seria capturado para se tornar escravo e em que nenhum espólio seria tomado.10. Acaz conquistou essa reputação por aprovar a colocação das imagens dos ído­ los assírios no Templo de Jerusalém (2 Rs 16. um dos líde fi­ res tribais em Seir. A C A Z (Forma abreviada de Jeoacaz. O juízo de Deus sobre Jericó foi extremamente severo. ju n tam en te com E stéfan as e Fortunato. s. Certamente todo o povo sofreu com o pecado. 2 Crónicas 28. Mencionado em 1 Coríntios 1 6 . “causador de problemas”). Os 2. Junto com seus dois companheiros. p . da Acaia romana (v.23).g . Provavelmente era um escra­ vo da família de um certo L. “criador de problemas”).10-16).1 7 . 1 Crónicas 2. 1 Cr 1. Apesar das reformas que foram feitas posteriormente por seu filho Ezequias. lho de Zerá. du­ rante o final conturbado do reino de Isra­ el.C.2). sobre Deus e elas mesmas.15). O rei Acaz foi sucessor de seu pa Jotâo. Tais determinações da par­ te do Senhor ensinavam muitas verdades às pessoas. posteriormente tomou-se um símbolo do mal. Era descendente de Judá e Tamar. Muitas vezes. mas o primeiro grupo de soldados enviado con­ tra ela voltou derrotado.). Le­ vado para fora do acampamento e apedre­ jado. E lembrado por ter "perturbado” Israel com um grave pecado. 1. Uma forma alternativa de Acã. Deus levou os lí­ deres até Acã. ACÃ (Heb. onde aparece como Jacã). 18 . Para Acã.ACAICO com panheiros (Jr 29. Mummius.v. No livro de Jeremias. e reinou por 16 anos em Judá. o Senhor colocou a cidade sob uma maldição ou “anátema'. os quais se recusam a reconhecê-lo e adorá-lo. “Não fez o que era reto aos olhos do Senhor seu Deus. o Senhor mostrava que os israelitas deveriam manter-se san­ tos em seu serviço. porque ofereciam ao povo uma fal­ sa esperança. Sendo santo. trouxe informações de Corinto para Paulo. A queda de Judá finalmente aconteceu em 587 a. filho de Zabdi. Todos os bens locais seriam consagrados ao Senhor. a ira do Senhor desviou-se de sobre o povo. mas só Acã seria condenado. a tentação de apanhar alguma coisa do espólio foi tão forte que desobedeceu à ordem que o Senhor dera por meio de Josué (Js 7). o Senhor castiga os que são profanos. onde Acã foi apedrejado. Seu governo foi caracterizado por muitos problemas e ele mesmo recebeu esse epitáfio.27.C.20). 15). Os profetas previram o dia em que Deus tomaria aquele vale um lugar de es­ perança e descanso (Is 65. Quando Josué destruiu Jericó. Acaz havia lançado o rei­ no do Sul no mesmo caminho pelo qual o do Norte tinha andado antes.42. 1. Logo a seguir.

Acazias tentou fazer uma 1. enquanto de Jônatas (1 Cr 8.39. Durante o reinado de Josias.40. rei de Israel. certamente não ficareis firmes'1 (Is pai Jeorão como rei de Judá. pela tragédia. Atalia. Rezim e Tíglate-Pileser. finalm ente foi consumado com a Reis 22 até o início de 2 Reis 2. Descendente do rei Saul. 1. por menos de um ano (por volta de 7. o deus de Ecrom (2 Rs 1.).v. A pro­ com a mensagem de que Deus havia de­ fetiza chamou a atenção deles para as cretado sua morte (2 Rs 1. ele caiu pela Seu filho. para saber se fi­ rei enviou Acbor.C. “o li­ do mandou mensageiros consultar Baalvro da lei” foi encontrado no Templo. Sobrinho de Acazias. perverso rei Acabe. Embora seu reinado seja cur­ lia de Acabe. Ele enviou dois grupos de isso o que Israel fizera.. s. com 844 a. 9.27-29). 2. Veja ca religiosa de seus pais. s. juntamente com o sa­ caria curado. con­ tudo. muito mais do que o Senhor e adorassem outros deuses. palavras da lei de Deus que prometiam A marca de seu reinado foi a sua su­ juízo sobre Israel. A C A Z IAS (Heb.49). é que. Uma como Baal-Zebube.9b). e fez o que era mau aos de Judá tornou-se inevitável e Deus usou olhos do Senhor. vista como a causadora plicai' a relação entre Acazias e o profeta da imoralidade e da idolatria na linha­ Elias. o Rs 1.38. an­ aliança com Jeosafá.51). Ele continuou com a infame políti­ gem de Acabe (1 Re 18: 2 Re 9. que estava doente.v. deus de Ecrom. Finalmente.36s).41s).49. ele “andou nos caminhos da essa confiança já comprometida. a queda casa de Acabe. bisneto ta não surpreendeu a ninguém. Devido à a Babilónia como seu instrumento para influência de sua mãe. Baal-Hanã. A verdade. no tempo de Jeremias. Foi seu infortúnio. “rato"). o profeta resolveu filho de Acbor. Elias os interceptou no meio cerdote Hilquias e outros. caso se desviassem do prema insensatez. 1 Cr 1. não concordou (1 Rs 22. sua condu­ veja também Peca . (1 Rs 22. O conflito permanente na famí­ em Israel. ram mortos pelo fogo que caiu do céu (2 Mais tarde. Acabe e Jezabel também Jeoacaz.12-17). contudo. promessa.C.35s. filha do trazer o juízo divino. enterrado nas sepulturas dos reis (2 Rs 9. Acazias foi morto pelos homens de Jeú. chamado Elnatã. quan­ 2.27). também era conhecido como Jeoacaz.2. para consulta­ do caminho e os enviou de volta a Acazias rem Hulda sobre o texto sagrado. predito por Elias em 1 Reis to.3). Este Zebube. tornouir com o terceiro capitão ao encontro de 19 . chucou-se gravemente (2 Rs 1. tais deráveis (havia um certo tipo de coali­ zão entre a Síria e Israel contra Judá). visitava seu tio Jorão (também chamado Jeorão). por isso o juízo soldados para prender Elias. foi feita por meio do proleta Isaías. Para mais detalhes. para ex­ morte de Jezabel. O pai de um dos reis de Edom. ele já começara seu rei­ Elias e Acazias é considerado uma dis­ nado diante de alguns problemas consi­ puta entre o Deus verdadeiro e as assim chamadas divindades dos filisteus. "o Senhor tem susten­ Seu corpo foi levado para Jerusalém e tado"). sucedeu Saul na janela de um quarto em Samaria e malista dos reis (Gn 36. O texto bí­ blico deixa claro que o confronto entre livro nos dão uma visão do estado do go­ verno de Acaz.9ss).4). Ele sucedeu seu fortalecer sua confiança: ‘‘Se não o crer­ des. os quais fo­ estava próximo (2 Rs 22.. de Israel. contudo.” (2 Rs 8.ACBOR O profeta Isaías estava em atividáde Acazias e repetiu a profecia de que ele nessa époea e os capítulos 7 a 10 de seu morreria sob o juízo de Deus.50). mas o rei de Judá tes dos israelitas conquistarem a região.2). reinou. * Seu reinado de dois anos foi marcado A C B O R (Heb. que seria suficiente para 2. o relato está registrado a partir de 1 21. Acazias reinou de 850 a 849 a.

3. um d o s s a c e r d o te s T e la c io n a d o s em 1 Crónicas 9. 10). 2. Provavelmente esse é o mesmo Acube que também é relacionado entre os levitas que ajudaram a instruir 0 povo na Lei de Deus.19).12). p . p .g . encontra-se em Esdras 10. Para Isaque e Rebeca.5). Asafe.39 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. Filho de Jeroão. Nome de um sacerdote registrado em Neemias 11. Pai de Maaséias.22: 36. 3. foi par­ ceiro de Hemã. Ne 7.g .21). o qual prometeu que quem capturasse Quiriate-Sefer casarse-ia com ela [Js 15. pai de sua mãe Jedida (2 Re 22. um dos descendentes de Adaías. A D A (Heb. mãe de Jabal e Jubal.8). “agradável ao Senhor”). Calebe dera a ela terras 110 Neguebe. Jz 1. depois que Esdras a leu publicamente. 5. que res­ mortos pelos judeus na fortaleza de Susã pectivamente foram os progenitores dos (Et 9. heteu. Provavelmente era a mesma pessoa mencionada no v.25). 2.12. O avô do rei Josias.12).g . 1. Filha de Calebe.).16. em Génesis 26. veja EUsafate. “beleza”).d .4. cujos descendentes retornaram do exílio babilónico com Zorobabel e Neemias (Ed 2. Ancestral de Maaséias. Descendente de Bani. O resultado do mi­ nistério sacerdotal foi que todo o povo chorou. O casamento de Esaú com mulheres cananitas introduziu a cultura e os deuses pagãos na família israelita.8).34. lembrando-lhes a “ale­ gria do Senhor” (v. ACUBE. Lameque. a qual também incluía a guarda dos depósitos do Templo próxim os aos portões. Ada. Uma das esposas de Esaú. Foi enviado ao Egito. A D A ÍA S (Heb.35).d . m . para que as pessoas possam responder em fé e obediência (Ne 8. da mes­ ma família. Otniel to­ mou a cidade e desposou Acsa. 4. Filho de Simei e um dos líderes da tribo de Benjamim (1 Cr 8. para capturar o profeta Urias e trazê-lo de volta (Jr 26. Filho de Etá e pai de Zerá. por isso. 8 . 9. A C S A .12. uma das m ulheres de A DALI A.17. comandante de uma unidade de 100 homens (2 Cr 23.p . p .7: 11.45). Não sabemos com certeza se Esaú casou com duas irmãs. 1. 12. o heteu.24) — um lembrete do pecado que já dominava completamente o mundo. o casamento de Esaú foi “uma amargura de espírito" (Gn 26. mas Baseinate também é re­ ferida como filha de Elom.1). Era filha de Elom. d . Um dos dez filhos de Hamã.23.29 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. O trabalho deles era idên­ tico ao dos sacerdotes e ministros atra­ vés dos séculos: tornar claro 0 significa­ do da revelação de Deus na Palavra. 5. Um dos cabeças do clá levita dos porteiros do Templo: viveu em Jerusalém depois do caLiveiro babilónico (1 Cr 9. que se estabeleceu em Jerusalém. Descendente de Bani.7. um descendente do rei Davi (1 Cr 3. Filho de Elioenai e faz parte da li­ nhagem real de Judá após o exílio: portan­ to. Neemias animou a todos. pois reconheceu a desobediên­ cia e a necessidade do perdão.41). tomada entre as mulheres de Canaã. Ele atendeu seu pedido (Js 15.1). o músico (1 Cr 6. Para mais detalhes.45). Ne 8. Tais uniões mistas levariam os israelitas a se afastarem do Senhor. 2.24).19- 20 . 7.10 etc.ACSA se uni dos oficiais da corle. líder da pro­ víncia que se estabeleceu em Jerusalém (Ne 11. Ela deu à luz a Elifaz (Gn 36. Ela ouviu seu esposo vangloriar-se de ter assassinado os que o prejudicaram (Gn 4. algum tempo depois ela rogou que lhe desse uma propriedade que tivesse mananciais de água. 6. 1.42. Seus descendentes exerceram a mesma função (Ed 2. pastores nómades e dos músicos (Gn 4. Esse Acube era um “servidor do Templo”.19. encontra-se em Esdras 10. 21).

para significar "humanida­ de" ou “homem”.20 algumas traduções trazem “mas para Adão náo se achava adjutora. nos capílulos iniciais de Génesis.25).28-30). recebeu domínio sobre toda a criatura terrena (Gn 1. feito por Deus. sem nenhum constrangimento (Gn 2. a quem sabiam que desobedeceram. Nosso primeiro pai não era como os animais.29.23 podem muito bem ter suscitado a idéia que o apóstolo Paulo usou em Eiesios 5. 21 . A maneira como a Bíblia descreve Adão nesses primeiros capílulos ajuda o leitor a entender a comunhão eutre Deus e sua obra-prima. No entanto. Em certos textos.30) no Jardim do Éden (Gn 2. O desejo de se vestirem foi um reflexo de tentar se esconder da presença de Deus. regularmente.28. Esse termo é usado na Bíblia para referir-se à primeira pessoa criada (Gn 5. e buscaram meios de se cobrir (Gn 3.19.26. Ele começou a exercer seu domínio sobre a criação (Gn 1.7) e foi colocado no Jardim do Éden (Gn 2. Feito “à iinagem de Deus”. Eva foi tentada pela “serpente” (Satanás) e comeu o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Ele tinha em si o sopro do Senhor (Gn 2. quando disse: “quem ama a sua mulher. e carne da minha carne” (Gn 2. Assim.”. ficaram envergonhados. no que concorda a maioria dos comentaristas.20). para obedecer aos mandamentos de Deus..8). mas aqui fica claro que esse poderio era secundário. A primeira ocorrência deste termo encontra-se em Génesis 1. Adão trabalharia e cuidaria desse paraíso e Deus fez-lhe a mulher.7). O homem distingue-se claramente de todo o resto.17).ADÁO ADÃO Adão no Antigo Testamento Alguns estudiosos sugerem que o vocábulo a d ã o vem do hebraico. enquanto a Terra existisse. mas não se pode ter certeza disso. Os primeiros capítulos de Génesis descrevem a criação. Nus. ama-se a si mesmo”. Adão precisava de que Deus criasse a mulher para ele. existe algum debate sobre se este vocábulo seria traduzido como o nome próprio “ Adão” ou sim­ plesmente como “humanidade".26). de repente seus olhos foram “aber­ tos”. tomou-se o primeiro ser humano a habitar a recém-criada Terra. Ele descreveu sua esposa como “osso dos meus ossos. Em Génesis 2..26). pois necessitava de alguém para servir-lhe de companhia (Gn 1. antes estavam felizes em caminhar com o Senhor e obedecer aos seus mandamentos: agora se escondem de Deus. ele mostrou claramente que apreciara sua companheira e suas palavras em Génesis 2. quando Ele passeia pelo Jardim (Gn 3.29. ofereceu-o a Adão. Adão. e significa “solo”.15). quando deu nome a todos os animais (Gn 2. O Senhor conver­ sava com Adão (Gn 1.23).27. Além dessa comunhão íntima. A Versão Contemporânea registra ali: “façamos o homem”. Não se observa Adão ler suas próprias reações ao que Deus fazia por ele.1. 1 Cr 1. acrescentando uma nota de rodapé na qual se explica que o vocábulo pode também sugerir “homem". os dois primeiros capítulos servem também para reforçar a completa dependência que o homem tinha de seu Cri­ ador. A única conversa entre o Senhor e Adão registrada na Bíblia é aquela em que ele tenta jogar a culpa sobre a mulher por tudo o que acontecera. O domínio sobre o resto da criação que llie fora confiado no princípio seria lambém exercido por seus descendentes.1) e. mostradas nos dois primeiros capítulos. Além disso. A pureza da criação foi imediatamente corrom­ pida. são repentinamente destruídas. principal­ mente o de não comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2. A comunhão com Deus e a sujeição ao Cria­ dor.8-17). para ajudá-lo a cumprir as tarefas para as quais fora criado. Génesis 3 descreve o pecado de Adão. Ambos foram feitos sem pecado e viviam na inocência.

na época do Novo Testamento. fica claro que cada aspecto da vida do homem foi permeada pelo pecado e pelo desejo de negar a Deus. Jesus mencionou Génesis 1. era um ser pecaminoso e. o apóstolo acrescenta mais um significa­ do ao relacionamento entre homem e mulher. quando ele fez a comparação com o casamento.3-5). o pecado entrou no mundo e trouxe o castigo e a maldição do Criador sobre toda a criação. A partir daquele instan­ te. contudo. matar Abel. possuía o sopro do Criador dentro dele. 16. 1 Co íj. a durabilidade. Ele náo regrediu a um estado no qual não seria melhor que os animais. As mulheres exercem fun­ ções diferentes das dos homens. As duas áreas em que ele era tão claramente distinto dos animais foram afetadas pelo castigo. em toda a criação de Deus é claramente revelada. palavras e obras.8). é notável e provavelmen­ te indica o cuidado deste escritor em mostrar a relação de Cristo com toda a humani­ dade e não somente com o povo judeu. Agora. A diferença entre essa relação e a de Mateus (Ml 1. Adão continuou o mesmo. Ele possuía a imagem de Deus. após o castigo e a exclusão do Jardim do Éden. Paulo também apelou para o relacionamento de Adão com Eva. seu primogénito. contudo. que con­ tinuaria até a morte — quando então retornaria ao pó. Naquela negação. em pensamentos. Deus criou Adão e Eva para permanecerem juntos e este deveria ser o padrão para o matrimónio e a vida familiar.17). que retorna até Abraão. Caim. Adão preparou o palco para a humanidade e apresentou a cena em que as verda­ deiras origens da humanidade. iCo 11. Por intermédio de Adão.38. Ele contemplou. O Antigo Testamento não faz muitas outras referências nominais a Adão. é também o espetáculo no qual o que recebeu tanto domínio do Criador tentou negar sua dependência do Senhor. Esta seria sua tarefa. No entanto.4. Há outra referência direta a Adão em Judas 14. Ali. constrangido. de onde fora formado (Gn 3.1). nosso primeiro pai teria dificuldades em cultivar o solo e exercer o domínio sobre os animais. ao ser expulso do Jardim do Éden (Gn 3. cf. O amor. para a glória de Deus.24) e ao ver a manifestação física do que agora era sua realidade espiritual — a morte. naquele pecado. porque Adão "foi formado primeiro" e Eva foi enga­ nada primeiro (1 Tm 2.8.19).ADÃO A punição de Deus para o pecado de Adão é declarada em termos bem claros.31. Por meio daquela transgressão. quando falou do casamento como uma insti­ tuição indissolúvel. ao indicar que na própria convivência conjugal havia uma alusão à comunhão entre Cristo e sua Igreja (cf. A cria­ ção é mencionada frequentemente e a condição da humanidade como seres criados foi lembrada pelos que eram fiéis e adoravam a Deus Iveja SI 8. Adão fixou seu olhar num tipo de vida que ignoraria ou mesmo negaria ao Todopoderoso. Em Roma- 22 . agora seria doloroso (Gn 3. Adão encabeça a genealogia que leva até Jesus. Adão novamente assumiu a posição proeminente nas discussões sobre como Deus trata com a humanidade. mas mediante um esforço cansativo e doloroso. Em Lucas 3. como única. e a intimidade desse relacionamento com Jesus foram mostra­ dos por Paulo. como parte do seu domínio sobre a criação. Foi também nos escritos de Paulo que uma clara descrição foi formulada sobre o lugar teológico que Adão ocupa nos assuntos relacionados cora o homem. porque foi o pai da nação israelita.17-19).9).23. contudo. o homem colocou a si mesmo no lugar de Deus. É importante notar que.27 e 2. Paulo usa os mesmos textos de forma similar em Efésios 5. conforme a narrativa bíblica prossegue.13. O trabalho que Adão recebeu para lazer. Adão também experimentou o castigo da separação de Deus. para apoiar seu argumento sobre o lugar da esposa na família e na igreja. seu segundo filho (Gn 4. Abraão recebeu mais atenção na história judaica.

Paulo mostrou que a humanidade tem diante de si duas alternativas: ser represen­ tada por Adão ou Cristo. Cristo trouxe vida eterna (v. por meio da fé em Cristo. o qual é reafirmado diariamente na vida de cada indivíduo (Rni 5. 15-17). Ele trouxe o pecado ao mundo. Lodos os que estão "em Cristo". Cristo teve sucesso onde Adão fracassou e Ele só poderia fazer isso como um verdadeiro homem. contudo. “um homem’' (v. também a ressurreição dos mortos veio por um homem". enquanto Cristo traz a salvação desse juízo. Lrouxe o pecado a toda a humanidade. Paulo provavelmente viu nisso uma “figura". receberão sua natureza — "a imagem do celestial" (1 Co 15. Cristo estava preparado para receber a maldição do juízo de Deus e morrer. O apóstolo queria que as pessoas vissem sua ênfase em duas coisas nesta passagem. o juízo e a morte para Iodas as pessoas (v. O “homem do céu" viveu. assim também todos serão vivificados em Cris­ to". O primeiro era o Adão de Génesis. ele fala repetidamente em “um homem". E nesse sentido que Jesus é realmente “ Adão" — o último Adão (1 Co 15. no v.45-47. sofreu e morreu como acon­ teceu com Adão e sucede com toda a humanidade. o apóstolo apresenta sua visão da comunhão entre Adão e Cristo. O argumeuto de Paulo baseava-se em seu entendimento de que Adão era realmen­ te um personagem histórico. 47). Adão. ao referir-se tanto a Adão como a Cristo (a palavra “um/uma" é repelida dez vezes nos w . começou primeiro com o próprio Jesus que se tornou “homem". onde faz um contraste entre o “primeiro homem. Adão foi superado por Jesus. como fillios de Adão. receber a graça da salvação de Deus median­ te a fé em Jesus (Rm 5. espírito vivificante”. A passagem.15.12). (que) foi feito alma vivente". quando comparada com o castigo que seguiu apenas um pecado (w. 21) — Adão. os que estão “em Adão". Ele. pela fé.49) e isso redundará em vida eterna e ressurreição. Des­ sa maneira. 15-19). Segundo.22 tem sido exaustivamente discutido pelos comentaristas. portanto. Cristo obedeceu a Deus quando Adão náo o fez. e o segundo “é do céu”.2) ou alcançar o castigo.12): “porque todos pecaram". “é a figura daquele que havia de vir" (v. demonstrar o quanto Adão e Cristo são diferentes. Paulo fala sobre isso de forma mais vívida em 1 Coríntios 15. O vocábulo "todos" de 1 Coríntios 15. 14). o segundo. nosso primeiro pai é visto como o que foi desobediente e Lrouxe o pecado. 23 . seres humanos naturais que morrem devido ao juízo de Deus sobre o pecado de nosso primeiro pai e sobre suas transgressões diárias.45). como seu líder. conforme Paulo fala em 1 Coríntios 15. para trazer vida aos que crêem. na verdade. queria que Iodos entendessem plenamente o significado de sua expressão “muito mais". Os crentes aprendem sobre a graça de Deus em Cristo. da morte para vida. da ira de Deus. os quais têm fé nele e são representados por Ele. juízo. O contraste que o apóstolo fez foi éntre a pessoa natural e a que. 18). é espiri­ tual.14). 22 diz: “Pois assim como Lodos morrem em Adão. quando observam que ela se torna "muito mais" superabundante para as pessoas depois que muitas transgressãos são cometi­ das. na discussão de Paulo sobre a morte e a ressurreição. Primeiro. para tornar-se “as primícias" dos que ressuscitariam. O v. morte. Então. Dessa maneira. Cristo trouxe justiça — Adão. Adão (Rm 5. ou o segun­ do homem (v.ADÀO nos 5. começa o contraste com: “mas náo é assim o dom gratuito como a ofensa". Esse contraste entre Adão e Cristo foi desenvolvido em linhas similares em 1 Coríntios 15. mas o interesse do apóstolo era. “sendo da terra’'. e o “último Adão. Ele se refere a dois grupos diferentes de “todos": o prim eiro.21: “Pois assim como a morte veio por um homem.

Salomão demonstrou-lhe tolerância. um ato que foi aceito por Deus quando Ele levantou o segundo Adão dentre os mortos e dessa maneira reverteu em Cristo a maldição do juízo colo­ cado sobre Adão. levou-o a planejar um golpe político. “adornado”).12). 3. 2. é re­ lacionado em Esdras 10. A D IM (Heb. 24 .4.25). veja Abisague e Natã. 1.29). também ameaçou trazer problemas ao reinado do pai (2 Sm 3. respon­ sável pelos “gados dos vales” (1 Cr 27. “o Senhor é meu Se­ nhor”). ADI EL (Heb. A D B E E L . era dirigida pelo Espírito de Deus: “Dia a dia vinham a Davi para o ajudar. devido à suspei­ ta de que Salomão.28. quando ele pediu para casar-se cora Abisague. Um líder da tribo de Simeão. Adim é des­ crito como um dos líderes que colocaram o selo sobre o juramento do povo. que falhou mediante a hábil intervenção de Nalã.20 é 655. 2.13. A D M A TA . Pertencente à tribo de Judá.19-25).o .15. Um dos sacerdotes que. Adina era um líder entre seu povo e um dos “heróis” de Davi (1 Cr 11. oficial no reinado de Davi. Filho de Siza. 1. o nú­ mero dado em Neemias 7. 1 Rs 1 e 2). um dos descen­ dentes de Adim. Um filho de Bela (1 Cr 8. regis­ trado em Neemias 10. Relacionado na genealogia de Jesus em Lucas 3.1-3). Para mais detalhes. rubenita.16. juntamente com 50 ou­ tros homens subiram da Babilónia duran­ te o reinado de Artaxerxes.8). Era filho de Ja­ zera e pai de Masai. Pai de Safate. O terceiro filho de Ismael e um líder tribal (Gn 25. “ornamento de Deus"). Adonias. “voluptuoso”). 2.20). responsável pelos tesouros reais no reinado de Davi (1 Cr 27.36.42). seria o su­ cessor de Davi. como o exército de Deus” (1 Cr 12. Um dos nove levitas que ensina­ ram a Lei ao povo. e não ele.29). Homem sábio e especialista em leis.14). Ele viveu nos dias de Joiaquim. Guerreiro da tribo de Manassés que desertou do exército de Saul e uniu-se a Davi em Ziclague (1 Cr 12. Líder de uma família de sacerdo­ tes de Harim.ADAR Era sua morte. A D N A (Heb. o quarto filho de Davi. p . men­ cionado em 1 Crónicas 4.19. Essa passagem deixa claro que a deserção gra­ dual dos soldados de várias tribos. Jesus identificou-se com Adão e toda a humanidade.6 menciona que Ebede. ao abandonar Saul para unir-se a Davi. ADI NA (Heb. Sua amargura. a camareira de Davi: isso resullou em sua execução (1 Rs 2. era um dos oficiais mais graduados no exército do rei Jeosafá (2 Cr 17. A D A R . A D I. 3.15 diz que 454 dos seus descendentes retornaram do exílio na Babilónia. Seguidor das pegadas de Absalão. consultor do rei Xerxes (Et 1. durante o terceiro ano do reinado de Jeosafá.22). mencionado em Neemias 12. Descendente de Paate-Moabe.g . Para mais detalhes veja Memucã. que está debaixo do juízo de Deus por causa do pecado.14). O pai de Azmavete. Esdras 8. “justiça de Deus”). A D L A I (Heb. se estabe­ leceram em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. 1. A D O N IA S (Heb. Ao fazer isso. que se esgotou. na época em que houve um grande desejo pelo livro da Lei (2 Cr 17. Ele ofereceu a si mesmo como sacrifício pelo pecado. 1 Cr 1. 4. Esdras 2. “deleite”).30 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. seu irmão mais velho. até que se fez um grande exército.

AdoniZedeque era rei de Jerusalém. Cortaramé justiça”). Filho de Abda.G.14.000 sível queda de Jerusalém pelas mãos de homens recrutados sob suas ordens. Quan­ rei de Judá. p. E lembrado porque sua con­ lhe os polegares das mãos e dos pés e o vocação para a balalha serviu como de­ monstração do grande poder de Deus e levaram para Jerusalém.000 homens e A D O N I -Z E D E Q U E (Heb.13 diz que um número enfrentar os amoritas. era um rei separaram -se de Judá e Benjam im . tinham firmado um (Jz 1. Mencionado apenas no pri­ tou o mesmo sistema.B E Z E Q U E (Heb. mas tavam entre os primeiros que continua­ foi apedrejado e morreu (1 Rs 12. Ezequias. sob a in­ mente isso que Samuel alertara que acon­ fluência de Neemias. "meu Senhor capturaram Adoni-Bezeque. 24). Isaías profetizou que o rei assírio ao Líbano para trazer tábuas de cedro e 25 . 5. desde o final do lados (v. uma cidade forte tigo de Deus e que merecia tal suplício e bem guarnecida.ADRAMELEQUE 3. Seu Iraba2. na época deveria ser visto como retribuição feita em que os israeUtas entraram em Canaã. para substituir os israeUtas que foram exi­ los trabalhos forçados. Seu medo dos feito a mesma crueldade com muitas ou­ tras pessoas. dos seus descendentes retornaram do que marchou rapidamente de Gilgal. Um dos filh o s do rei assírio ilio era forçar os israelitas a ajudar na Senaqueribe e irmão de Sarezer. Tal sistema de trabalho forçado era ram e selaram a promessa que o povo fez odiado pelo povo. Um dos deuses como 667. Ele reconheceu que era cas­ hebreus aumentou quando ouviu que os habitantes de Gibeom.v. em 2 Sm crianças. 2 Cr ram a lula contra os cananeus e ferezeus.6-15).6. 1 . que incluíam sacrifícios de no de Salomão (1 Rs 4. durante o reinado de P. queimadas no fogo. mais tarde. Trouxeram consigo práticas reinado de Davi e no decorrer do gover­ tenebrosas. A D O N IR Ã O (Heb.D. "meu Senhor tem se levantado”). O Senhor deu uma de seus descendentes vollou da Babilónia grande vitória a Israel (Js 10. construção das instalações reais. os Senaqueribe e orou ao Senhor por livra­ quais ele enviava em grupos de 10. durante as reformas teceria.18. cananeu da região de Bezeque. para Exílio e Esdras 8. esse rei morreu ali. Um dos homens que testemunha­pinho. embora fosse exatade obedecer à Palavra de Deus. Assim.G.24 é chamado de Adorão). s. P. ele for­ mou uma colig ação com cin co reis A D O N IC Ã O (Heb. pelo Senhor sobre um homem que tinha liderados por Josué. a qual conquis­ taram.d. as tribos do Norte meiro capítulo de Juizes. tinha 30. com Esdras. mataram 10. Esdras 2. os quais pediram ajuda a Josué. Os ho­ Adonirão foi enviado como embaixador. Artaxerxes. tratado de paz com Josué.13 registra que 666 amoritas para alacar os gibeonitas (Js 10. depois da morte de Josué.31).16-19).D.1-5). Deus e insistiu em ter um rei.18). “senhor de Quando Roboão subiu ao trono e adoBezeque”). adorados pelos sefarvitas (2 Rs 17. Em Neemias 7.G.000 mento. “o Senhor é exalta­ Esse povo estava entre os transportados do”). 20. mens das tribos de Judá e de Simeáo es­ para fazer cumprir as ordens do rei.16). Naquele pri­ meiro ataque. A D O N I . 10.4-7). quando Israel desobedeceu a de Esdras (Ne 10. era responsável pe­ para Samaria por ordem do rei da Assíria.18 o número dos descendentes que regressaram é dado A D R A M E L E Q U E . como as nações vizinhas (1 Sm 8. A de sua obra miraculosa em favor de Isra­ Bíblia mostra que um castigo tão cruel el para a derrota dos amoritas. foi comunicado sobre a pos­ do trabalhava para Salomão.

15).38). Samuel mostrou que.27ss). Deus matou muitos assírios.30). foi derrotado por Saul (1 Sm 15.1). 26 . Posteriormente. de Números 26. os quais diziam que ele não deveria ir. Agabo veio da Judéia e profetizou que o apósto­ lo seria preso. “outro"). ÁGABO. Era um profeta do Novo Testa­ mento. Paulo pe­ diu a ela também que recebesse o escra­ vo Onésimo de volta.37. Por meio de Samuel. monarca dos amalequitas. Agague. A profecia.12 ele é listado como um líder da tribo de Benjamim.2).d . A D R IE L . a fim de ser julgado por César (At 21. Apesar dos apelos dos outros irmãos. Fontes extrabíbiicas demonstram que numerosas crises de fome ocorreram em vários luga­ res durante o primeiro século do Cristia­ nismo. A G A G U E . Na primeira.ADRIEL não capturaria a Cidade Santa e voltaria para sua terra pelo mesmo r a m i n h o . Senaqueribe foi morto pelos próprios filhos. para o Senhor. p . Deus ordenara ao rei de Israel que des­ truísse completamente aquele povo na batalha. Era tataravô do rei Saul (1 Sm 9. cinco de seus filhos foram mortos (2 Sm 21. Talvez seja o mesmo Airã. na qual anunciou-se o fim do reinado de Saul. Ele aumentou seu pecado. a obediência é mais importante do que o sacrifício. que no final foi arrecadada em muitas igrejas. A profecia de Balaão em Números 24. AER (Heb. Esse vocábulo provavelmen­ te se refere a algum tipo de título. quando se encontrava em Cesaréia. 2.7 diz respeito a uma pessoa com esse nome. Merabe (erroneamen­ te chamada de Mical em algumas tradu­ ções de 2 Sm 21.D. Evi­ dentemente.g . é claro.22-26). Entre seus descendentes es­ tavam os husitas.8-33). numa ação que mostrava a justi­ ça de Deus sobre um assassino de ino­ centes (1 Sm 15. Pau­ lo insistiu que estava disposto a ir para onde o Senhor o enviasse. Is 37. quando Saul rompeu o tratado que Josué fizera com eles (Js 9.29.19).G. provavelmente era a esposa deste. Em 1 Crónicas 7. A tradição diz que foi apedrejada até a morte durante a perseguição levan­ tada por Nero contra os cristãos. Saul e seus soldados. 1.8) fora prometida a Davi (1 Sm 18.10). falou que uma grande fome espalhar-se-ia por todo o Im­ pério Romano (At 11. lembrado por duas profecias. Para cumprir sua promessa. A profecia levou os discípulos de Antioquia a tirarem imediatamente uma coleta. d . A segunda profecia foi dirigida a Pau­ lo. por sua desobediên­ cia. a caminho de Jerusalém (At 21. e livrou assim Ezequias e seu povo (2 Rs 19. Um descendente de Benjamim e pai de Becorate. como um irmão em Cristo. pouparam Agague e alguns dos melho­ res espólios de guerra. se fosse à Cidade Santa. A F IA . casado com Merabe. contudo. embora profunda. Adrameleque e Sarezer.8). com a pri­ são do apóstolo em Jerusalém e sua pos­ terior deportação para Roma. Filho de Barzilai. era a anfitriã da igreja que se reunia na casa de Filemom. filha de Saul. Desde que o apóstolo a saúda ime­ diatamente depois do próprio Filemom. mostrou ser verdadeira. A F IA .35).28). o Senhor pronunciou um juízo sobre o rei de Israel. onde seria assassinado (2 Rs 19). O profeta então matou Agague. para ajudar os cristãos que viviam na Judéia (At 11. A desobediência era uma re­ jeição direta das Escrituras Sagradas (1 Sm 15. Numa tris­ te declaração. como vin­ gança pela morte de vários gibeonitas (2 Sm 21.g . ao mentir e dizer que só poupara Agague e os espó­ lios para sacrificá-los a Deus. Essa oferta. foi levada a Jerusalém por Paulo e Bamabé.38. Uma mulher saudada pelo após­ tolo Paulo em Filemom 2 e descrita como "irmã”. P. enquanto adorava seu deus Nisroque (2 Rs 19. p. “pelo Espírito".33).

Ageu visualizou aquele que atrairia a riqueza e a adora­ ção das nações (Ag 2. quando jônatas conquis­ tou uma importante e notável vitória so­ bre os filisteus (1 Sm 14.13 a 2 6 .7.40). mas isso é improvável. No entanto. 21.6-9) e.10). um dos trinta “heróis” de Davi. A G R IP A . Sempre acompanhava o rei Saul para Uie dar ori­ entação e era um dos responsáveis pela Arca da Aliança. Mencionado como um dos filhos de Semer. endereçados a Itiel e a Ucal (Pv 30.34).15). ficou alento ao testemu­ nho do apóstolo e até mesmo arriscou dizer: "Pensas que em tão pouco tempo podes persuadir-me a fazer-me cristão?” (At 26. uma das concubinas de Saul (2 Sm 3.19). na pessoa de Zorobabel. 1 Cr 1.24. com efeito. ou seja. A profecia de Ageu. Alguns sugerem que seu nome era outra designação para o próprio Salomão. Ageu. homem poderoso na batalha (2 Sm 23. qua­ tro anos mais tarde (Ed 6. Um dos filhos de Zibeom. Um gadita que vivia em Gileade e Basã. A ÍA S (Heb. “meu irmão“). Ele ouviu a defesa de Paulo durante sua pri­ são em Cesaréia. antes de começar a se preocupar com o Templo (Ag 1. os anciãos pre­ sentes na dedicação lembraram-se da gló­ ria do Templo anterior. de Judá (1 Cr 5. como o Rei. estabelece especificamente a data de suas várias mensagens. encorajar a reconstrução do Tem­ plo em Jerusalém.C. que seria mais glorioso do que a dedicação do presente Templo. Pratica­ mente nada se sabe sobre este profeta. cham ava-se Herodes Agripa 11. todo o ministério de Ageu. 20-23). Mencionado como rei Agripa em atos 25. como também permaneceram envol­ vidos no projeto até sua finalização.3.3 2 . Ele incentivou seus ou­ vintes a náo alentar para sua sabedoria humana.14. “meu irmão é o Senhor”). O filho de Sarar (ou “Sacar”: 1 Cr 11. Ageu não faz menção a essa fase posterior da re­ construção. Filho de Jaqué.33). foi o escritor de vários provérbios. exceto sua colocação cronológica e a na­ tureza de seu ministério e sua mensagem. 2. AG EU (Heb. A primeira parte de suas pro­ fecias é de condenação sobre os que retornaram da Babilónia e buscavam seus próprios interesses. edomila descendente de Seir (Gn 36. Esdras proporciona algumas informa­ ções adicionais. “festa. depois do exílio babi­ lónico. viu uma figura messiânica que governaria sobre os reinos. Líder da tribo de Manassés e filho de Semida (1 Cr 7. 1. festival”).) e o 24B dia do 9® mês (Kisleu) do mesmo ano (18 de Dezembro de 520). era sacerdote em Silo.m . o hararita.28). O pai de Samá. um homem valente e chefe de príncipes na tribo de Aser (1 Cr 7. 27 . as quais demonstram que. A G U R . Filho de Abdiel. 2. O atual jamais seria comparado com aquele. 1. A IÃO. é listado nas genealogias do tempo do rei Jolão. contudo. Bisneto do sacerdote Eh e filho de Aitube. AIÁ (Heb.AÍAS A G É . AIÃ (Heb.18).4). Pai de Rispa. Al (Heb. "ave de rapina”). e .1).13). 1. as quais se encontram entre o 1* dia do 6* mês (Elul) do segundo ano do reinado de Dario sobre a Pérsia (29 de agosto de 520 a. "um irmão”). Ageu e Zacarias não so­ mente estabeleceram o impulso necessá­ rio para a reconstrução do Templo (Ed 5.15). chamado de “mensageiro do Se­ nhor” (v. registrado no livro que leva o seu nome. filho de Agripa I. Veja Herodes. encorajou os trabalha­ dores a antecipar um dia no futuro. servo de Deus (w. em 2 Samuel 23.1).35).5). mas estivessem voltados para a “Palavra do Senhor (que) é perfeita” (Pv 30.11. aconteceu em me­ nos de quatro meses. Assim.

3). provocando o Senhor à ira” (1 Re 14. "Lançarei fora os descendentes da casa de Jeroboão. ao confirmar que o menino morreria e Deus desarraigaria Israel da terra. portanto. Sobre Jeroboão. Aicão e seu filho eram leais aos reis de Israel. veja Jeroboão. Hulda destacou as palavras da lei de Deus que prometiam castigo sobre Israel.26. 3. Jeremias então ficou com Gedalias. "meu irmão tem se levan­ tado”).24). Filho de Amisadai. o qual cuidou dele. d . durante o remado de Jeoiaquim. 6 . apoiavam os profetas. Aiser esta­ va novamente no comando de seu povo.AICÀO 2. que também colocou seu selo sobre o pacto que o povo fez de obedecer à lei do Senhor. (Jr 40. rasgando simbolicamente seu próprio manto. C.7). linguisticamente. ele levou as ofertas de sua tribo no décimo dia da celebração.2931). 5. que viveu duran­ te o reinado de Davi.g . Seu filho Gedalias foi nomeado governa­ dor de Judá por Nabucodonosor. Profeta de Silo que se opôs à idola­ tria de Salomão e falou sobre a divisão do reino.Um dos líderes em Neemias 10.15). Esse Josafá clara­ mente foi um dos líderes mais confiáveis de seu tempo (2 Sm 8.7-13. listado como pelonita (1 Cr 11.15.10). Filho de Eúde. sobre as tribos de Judá e Benjamim.16. que primeiro lutou por Saul e que depois transferiu-se para o exército de Davi em Ziclague (1 Cr 12. A razão teológica para a divisão do reino foi o sincretismo e a apostasia de Salomão (1 Rs 11. até que de todo se acabe” (1 Rs 14. Líder da tribo de Dã no tempo de Moisés. Filho de Jerameel. mencionado apenas em 1 Crónicas 2. Habilidoso arqueiro ambidestro da tribo de Benjamim. o “Livro da Lei” foi encontrado no Templo. portanto.15). A IE S E R (Heb. rei de Israel (1 Rs 15. d. à frente dos danitas.v.1217). depois da queda de Jerusalém em 587 a. Dez tribos revoltaram-se contra Roboão e fi­ zeram Jeroboão rei no Norte (1 Rs 11. Aias reiterou sua profecia de con­ denação contra a casa de Jeroboão. 8. mencionado como secretário na corte de Salomão. p . 2. juntamente com o sa­ cerdote Hilquias e outros.12).9). como se lança fora o ester­ co. Ao ouvirem as más no­ tícias.27.25. a despeilo das palavras duras de juízo contra Judá que proclamavam. O monar­ ca enviou Aicão. caso se desviassem do Senhor e adorassem ou­ tros deuses. 2 Cr 9. g . Paidejosafá. A IL U D E . Na dedicação do Tabernáculo. O neto de Davi ficou como rei no Sul.36). Jeremias também recebeu ins­ trução de Deus para profetizar que viria juízo sobre Judá. 7. 2 Rs 9. s. Um dos “heróis” de Davi. Bua mais detalhes. Al C Ã O (Heb. foi seu representante na época do censo (Nm 1. que estavam na re­ taguarda de todos (Nm 10. 4. mas Aicão salvou o profeta da morte (Jr 26. Tempos depois. 1 Cr 18. significa que era um escriba (1 Rs 4. A IM A Á S .33. 1. Jeroboão enviou sua esposa disfarçada a esse profeta.12. o povo queria matar Jeremias.22.29. 1 Rs 4. Filho de Sisa. p. mas também fiéis ao Senhor. Zadoque foi o sumo sacer­ dote durante quase todo o tempo do rei­ 28 .24.7). 20. 1 . 21. Quando os israelitas finalmente partiram do Sinai. o que. As doze partes desta rou­ pa simbolizavam a ruptura do reino.25). Judá fizera essas coisas e por isso o juízo estava próximo (2 Rs 22.3). Nos dias do rei Josias. da tribo de Benjamim (1 Cr 8. “irmão de ajuda”). Pai de Baasa. "porque fi­ zeram os seus bosques. para descobrir se o filho deles ficaria bom de uma doença que con­ traíra. 12.3. Essa passagem dá a entender que Aias e seu irmão foram exi­ lados para Manaate. da tribo de Judá. 10. para consultar uma profetisa a respeito do livro.15).

crianças. Cada um deles tinha a responsabilidade de providenci­ ar alimentos em sua região. bebês e até mesmo os animais (1 Sm 21 a 22). 3. depois do retorno a Jerusalém. para suprir a casa real por um mês durante o ano (1 Rs 4.16 e 2 Samuel 8. Calebe liderou o ataque contra essa cidade e derrotou os três gigantes na ba­ talha. através de Coale (1 Cr 6. 3. responsáveis pelo su­ primento das necessidades do rei e da corte real.1). Js 15. “irmão de um rei”). filho de Aimeleque”. do fugiam de Saul: o rei ficou tão furioso que ordenou a Doegue. Jz 1. ele e sua família herdaram aquela parte de Canaã (Nm 13. esposa de Saul (1 Sm 14. encarregaram-se de vigiar Absalão e descobrir seus planos (na época em que Davi fugiu de Jerusalém). quando Saul deu Mical para outro homem. além de lodos os homens. Filho de Ido.2. Quando Absalão morreu. na região de Naftali (1 Rs 4. 1. s. 2. 1. Filha de Aimaás.50). Como resultado. Ele aju­ de Davi. responsáveis pela guarda dos portões do Templo. 30. juntou-se a ele para servir ao rei. Juntamente com Jônatas. 2. 2. da tri­ bo de Levi.17). 14. 1 Cr 3.22. “meu irmão é bom"). no serviço do rei Davi (1 Sm 26. Aimaás. É particularmen­ te interessante notar como o Senhor aben­ çoou Calebe nessa conquista. Um dos três notórios descenden­ tes de Enaque. filho de Abiatar. mais coerente com os even­ tos de 1 Samuel caps.43. casado com Basemate. Ambas sobreviveram ao cati­ 1. 2. Era um dos doze governadores distritais do rei Salomão. era um dos sacer­veiro e Ainoã deu à luz o primeiro filho dotes de Nobe e amigo de Davi. Al M O T E . filha de Salomão.G. Enquanto alguns estudiosos interpretam que essas referências significam exatamenle isso.AINOÃ nado de Davi. Em 1 Crónicas 18. 21 e 22. e a recompensa por tal ato foi notável (Nm 13. 3. Salomão nomeou doze governado­ res de província. confiantes suficientemente no Senhor para crer que tais gigantes seri­ am derrotados.25).20). Veja Zadoque e Abiatar. o edomita. depois de espi­ arem a terra. A IM Ã (Heb. Davi sentiu-se culpado pela tragédia e o tomou como seu sacerdole e confidente pessoal. Naquele dia foram mortos 85 deles. 27. Aimaás pediu au­ torização para levar pessoalmente a notí­ cia a Davi. seu filho. No final. Uma mulher de Jezreel.2.30. dou o filho de Jessé e seus homens quan­ 2 Sm 2. Aimaás. esposa de Saul (1 Sm 14.15 a 19. “irmão nobre”). So­ mente um escapou — Abiatar. A IN A D A B E . (Heb. que viviam em Hebrom no tempo da conquista de Canaã por Josué. 29 .17.24). e a versão correta seria “ Abiatar. Descendente de Elcana. Aimeleque aparece como o filho de Abiatar. Filho de Aitube. A IN O Ã (Heb. onde. ”meu irmão é um presente”). Apenas ele e Josué voltaram a Moisés.10). Aim eleque é referido como “o heteu".50). portanto neto do sacerdote Aimeleque. lho de Jessé em sua jornada na Filístia. mencionado anteriormente.c. Amnom (1 Sm 25. Vemos que Calebe demons­ trou uma grande fé. Ela esteve com o fi­ P. mulheres. que matasse todos os sacerdotes. outros acreditam que os no­ mes foram erroneamente trocados.3. Pai de Ainoà. Um dos porteiros da tribo de Levi. da cativa. Ainadabe era o governador da região de Maanaim (1 Rs 4.c.5. s.7-15).6). foi nomeado um des­ ses governadores. juntamente com Abigail.14).8). com quem Davi se casou.14. ele entregou apenas as mensagens sobre a vitória na batalha e dei­ xou que outro mensageiro levasse a notí­ cia da morte do filho do rei (2 Sm 16. foi toma­ A IM E L E Q U E (Heb.7).D. filho de Aimeleque (1 Sm 22. após o cativeiro na Babilónia (1 Cr 9.

provavelmente Aer refira-se à mes­ ma pessoa. A I T O F E L (Heb. o que provavelmente foram estritamente proi­ bidos de fazer (2 Sm 6. ele novamen­ te aparece à frente de seu povo (Nm 10. seu nomo aparece como Aará.v. 2. Quando o Tabernáculo foi dedicado. Procedente de Giló (2 Sm 15. P.D. para mostrar seu desprezo à autori­ dade real (2 Sm 16. “Deus o feriu ali por esta irreverência. A IS A R . ao enviar Husai. Ele. Embora as atitudes de Aitofel indi­ quem a instabilidade geral em que se en­ contrava o reino de Davi naqueles dias. Em 1 Crónicas 8.14). e morreu ali junto à arca de Deus" (2 Sm 6. o arquita. Encontra-se na genealogia do rei Saul.23). A IS A A R .15. atuou como mordomo do pa­ lácio (1 Rs 4 . cuja angústia atingiu seu clímax quando se enforcou (2 Sm 1 7 . 1. quando o rei Davi resolveu levá-la de Baalim para Jerusa­ lém (2 Sm 0. Tornou-se cabeça dos airamitas. Mencionado em 1 Crónicas 8. 1 Cr 27.6 . fez jus ao significado de seu nome.21. Essa lista ajud a a enfatizar a grandeza e a estabilidade do rein o de Isra e l. nasceu num ambiente de ins­ tabilidade entre os seguidores do rei e sua traição seria simplesmente resulta­ do do sentimento geral de deslealdade sentido por muitos. que dirigiam a carroça onde a Arca da Aliança era conduzida. no declinante reino de Davi. Danita. portanto. no tempo de Moisés. ele teve razões pessoais para o seu tolo comportamento concernente ao rei. Em 1 Crónicas 7.27).21. Al RÃ (Heb. “irm áo de conversa tola”). demons­ trou que traía Davi (2 Sm 15).39.6 ).22).12).10).21.AIÔ AIÔ. Quando os bois que o puxavam tropeçaram. onde também são m encionados.23.78). é provável que o mesmo acon­ teça cora o Eí relacionado em Génesis 46. Veja também Husai.G.7). perto de Hebrom. Este conse­ guiu confundir Absalão e desacreditar Aitofel.3. artífice e artesão que trabalhou na con stru ção do Tabernáculo e na confecção de seus uten­ sílios (Êx 31. O tercei­ ro dos cinco filhos de Benjamim relacio­ nados em Números 26. Aira levou a oferta de sua tribo.6. A I R A (Heb. Um dos importantes oficiais de Salomão. o representante de seu povo no censo (Nm 1. mediante sua participação na revolta de Absalão contra Davi. veja Uzá. Um dos dois filhos de Abinadade. para Jerusalém (2 Sm 15. Para mais de­ talhes. onde outros filhos de Benjamim são também mencionados. Uzá. líder da tribo de Naftali. entretanto. “irmão exaltado").15 ). etc. estendeu a mão para segurar a arca.14. seu irmão. Nm 4. 7. no décimo segundo dia da celebração (Nm 7.38. 3. Como resultado. 1 Cr 13.15). Aiô vivia em Aijalom (1 Cr 8.6. sob o reinad o de Salomão. Exis­ tem algumas evidências de que BateSeba teria sido sua neta e a cooperação dele na queda de Davi seria motivada por vingança pela morte cruel de Urias. s. Ele incen­ tivou Absalão em seu atentado armado contra o rei e também o aconselhou a deitar-se cora as concubinas do próprio pai.7).35). Depois.31 e 9. Filho de Enã. Encontra-se na genealogia que vai de Benjamim até Saul.1. um dos filhos do benjamita Jeiel e de sua esposa Maaca.1 . contudo.34. A IS A M A Q U E (Heb. A Bíblia não menciona o que aconteceu com Aiô. Foi conselheiro tanto do pai como do filho (2 Sm 16.). 30 . pai de Aoliabe. Aiô caminhava na frente do carro. Descendente de Benjamim. Quando Israel finalmente partiu do Sinai. Davi frustrou “os sábios conselhos” de Aitofel. “irmão de Ra”).12. “meu irmão ajuda”).33s).37. Um dos filhos de Berias e líder da tribo de Benjamim. fi­ lho de Bilã (1 Cr 7.

o irmão de João (veja cruz de Jesus. foi "entregue a Satanás” (1 Tm 1. com mais 84 sacerdotes.11). Ser "entregue”. Era avô de Zadoque. mas os gregos não qui­ seram ouvi-lo. Latoeiro (trabalhava com latão ou A IÚ D E . Filho de Simão. Ele às tamento: vezes é chamado “Tiago Menor” ou “o 1 . evangelho de Marcos. A L F E U . Veja Anás. Simão foi obrigado a carregar a mais conhecido. Alai.14). lembra como esteve sozinho em sua defesa no julgamento.14. 2.18.6). Mc 3.D.Talvez esse Alexandre fosse um dos dois citados acima.12.8. da tribo de Benjamim. para diferenciá-lo do oulro 15. 31 . discípulo de Jesus fMt a quatro ou cinco homens no Novo Tes­ 10. 3. 2. um dos oficiais na corte de Davi (2 Sm 8. juntam ente com Himeneu. 1 Cr 6. “irmão é bom”). ser a mesma pessoa. (1 Cr 9.ALFEU 2. que só aparece bem mais tarde na genealogia dos levitas (1 Cr 6. ama das fi­ ria que em algum ponto de sua vida ti­ lhas de Sesã (1 Cr 2. 1 .17. contudo. 18.2). sabia lho de Bequer (1 Cr 7. vesse se convertido ao cristianismo. Neto de Benjamim e fi­ de Alexandre fora especialmenle preju­ dicial a ele. Filho de Gera. envol­ ve algum tipo de disciplina. Zadoque foi um dos prin­ cipais sacerdotes durante o reinado de Davi e Salomão. Pau­ 2. 4. O rei mandou matá-lo. Provavelmente sobrevivia por bo de Aser. Filho de Amarias. O apóstolo. já bem próximo do final de seu minis­ róis de Davi” (1 Cr 11. era o pai de Zadoque. At 1.20).9. Se assim era. A “forte” oposição ALE M E T E .G.7. Ele blasfemara e rejeitara a fé cris­ tã.11. Filho de Selomi.12.27). e Aiúde foi o representante de seu pregação de Paulo foi interpretada por ele povo (Nm 34.8).13). a Canaã. E provável que seja irmão de do por ser conhecido dos que leriam o Mateus. dado citado apenas uma vez em Marcos 2. que estava presente na audiência de Pedro e João (At 4. Pai de Tiago. 1 . 1.42).15. Alguém que. de acordo com Neemias 9. talvez a ex­ clusão da igreja. Membro da família do sumo sacer­ dote. um dos sa­ cerdotes de Nobe. entretanto.16. 1 . disciplina claramente não funcionou. líder da tri­ outros metais) e inimigo do Evangelho (2 Tm 4. O Senhor ordenou a Moisés meio do fabrico de suvenires e estátuas que escolhesse homens de todas as tri­ bos para ajudar na divisão da terra de para os vários templos. como uma ameaça aos seus negócios. Isso. Ne 11. Lc 6.14). 3.18).21). ajudou Davi enquanto ele fugia de Saul. A IT U B E (Heb. A L E X A N D R E . Talvez seu objetivo fosse dissociar os judeus de Efeso dos ensinos de Paulo. Um nome comum. nesse sentido.7.33). ftii do apóstolo Levi (Mateus). 1 . ou ainda todos eles podem mencionado em 1 Crónicas 8. filho de Amarias e descen d ente de Arão. Filho de Jeoada (1 Cr 8. de Cirene (Mc mais jovem”. Esse Aitube.36). g . esse Aitube tam­ bém era pai de um certo Zadoque. 5. Seu filho Aimeleque. pai de Zabade. além de lodo o povo da cidade (1 Sm 22. p . Da tribo de Judá. Judeu envolvido nas acusações contra Paulo (At 19.11.31. tério.20).52.3). Tanto Himeneu como Alexandre são considerados cristãos e sua exclusão da igreja — se essa foi a for­ ma de disciplina — tinha como objetivo restaurá-los ao bom comportamento. d. em cujo caso a P. 2.11. filho de Finéias (1 Sm 14.34). ou Jaeráque podia deixar a justiça nas mãos de Deus (2 Tm 4. Pertencia à tribo de Judé e era descendente do rei Said. Ed 7.3. exigi­ A L A I.41). Talvez seu filho seja cita­ Tiago]. Nelo de Eli. um dos "he­ lo. 2. Veja Himeneu (2 Tm 2.17.

sob a sanção de sua santa Lei. As da graça são convenientemente divididas em duas épocas: a da An­ tiga e a da Nova Aliança. Todas as alianças de Deus na Bíblia são graciosas por natureza.ALIANÇA O nome Alfeu talvez venha de urna raiz aramaica siniilar a Clopas (]o 19. a evi­ dência é fraca. caso infringisse os termos da aliança. e uma ou ambas as partes submetiamse à maldição de ter a mesma sorte. Foi uma boa aliança. A L IA N Ç A Quando estudamos os personagens bíblicos. O vocábulo "alian­ ça” é uma designação especial do relacionamento que Deus graciosamente estabele­ ceu e por meio do qual mantém uma estreita comunhão com seres humanos frágeis e pecaminosos.d . pela observação das estipulações impostas por ambas as partes. (iv) preservação (detalhes sobre onde o documento seria guardado e quando seria lido). de se fazer aliança. Aliança no antigo Oriente Próximo A etimologia da palavra hebraica para aliança. Certamente. O relacionamento dentro da aliança envolvia privilé­ gios e responsabilidades. A prática. que serviu como preparação para a Nova Aliança (NA). Se Clopas e Alfeu podem ser assim identifi­ cados como a mesma pessoa ainda é algo muito controvertido. no Antigo Oriente Próximo) e (vi) uma relação de bênçãos e maldições. é bem conhecida. o qual era esquartejado. A excelência da NA pode ser melhor apreciada quando estudada à luz da AA. marido de Maria. por meio das quais o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo. que incluía seis partes: (i) preâmbulo (introdução das partes): (ii) prólogo histórico (pano de fundo das relações no passado). é indiscutível o fato de que o conceito da aliança era bem arraiga­ do na prática legal no Oriente Próximo. O AT fala sobre várias alianças. é incerta. Os heteus tinham uma forma bem desenvolvida. contudo. Assegurava às partes envolvidas coinprdfnisso e proteção mútuos. (iii) estipulações. geográfico e histórico de cada um. deve levar em conta o tratamento de Deus para com o seu povo como a nação do pacto. O vocábulo "aliança” é aplicado ao acordo entre iguais (alianças egtreji&ís indiví­ duos. (v) lista de testemunhas (muitas vezes eram deuses. por exemplo. é importante entender não só o contexto social.25). mas também sua situação espiritual. mas até o momento nenhuma delas recebeu a aceitação geral. tfrít. geração após geração. Várias alternativas foram sugeridas. Qual­ quer discussão sobre eles. quanto à sua posição teológica. A Antiga Aliança A Antiga Aliança (AA) é a administração soberana da promessa e da bênção. Embora as formas das alianças fossem diferen­ tes em cada nação. p . g . a mãe de Tiago. Todas elas foram reunidas debaixo de um mesmo guarda-chuva na "nova aliança” confirmada na mor­ te sacrificial do Senhor Jesus Cristo. o pacto entre Jônatas e Davi) e entre tmfrei/s^phor feudal e seus súditos (aliança feudal). 32 . como. A formalização da aceitação dos termos da aliança frequentemente era acompanhada pelo ritual da morte de um animal.

Essa promessa de estar entre os seres humanos como o Emanuel (Deus conosco. fortalece a lealdade ao Senhor (bênçãos e maldições). Deus prometeu estar com ele.14. pouco antes do nascimento de Isaque (Gn 17). de acordo com a qual prometeu preservar a vida sobre a Terra (Gn 9. a aliança é uma ilustração ou uma metáfora da comunhão do Senhor com os seres humanos. '‘Mas contigo estabelecerei a minha aliança” (Gn 6.8) náo era algo novo na história da redenção. Tanto a promessa como a bênção foram incorporadas na Aliança Abraãmica (Gn caps.6). contextualiza o relacionamento com outra geração (cerimonia da renovação) e sofre transformações (Antiga em Nova Aliança.9). a idéia é implícita. Embora a terminologia da aliança não seja usada formalmente em Génesis 1 e 2. Essa metáfora é rica e variegada na Bíblia. estar com seus descendentes.15). protegêlos na terra de Canaã e torná-los uma fonte de bênçãos para as nações (Gn 12.18: Is 54. As promessas e bênçãos foram reafirmadas e elaboradas numa confirmação do pacto. Os 2. 15 e 17). Is 7.1. Deus andou entre as partes dos animais sacrificados. R e n o v a ç ã o .ALIANÇA Aliança como uma metáfora O conceito bíblico de aliança deve ser avaliado contra o pano de fundo do Antigo Oriente. e garantiu assim que a responsabilidade pelo cumprimento das condições da aliança era do Todo-poderoso. O pacto foi feito inicialmente entre Abraão e o Senhor numa cerimó­ nia solene de sacrifício (Gn 15). O Senhor confirmou as promessas e a aliança com Isaque e Jacó. 4-6). de Isaque e de Jacó” (Êx 3. Depois do Dilúvio. A base da AA é a aliança com Abraão. aumentar sua família. Como a proposta era a palavra de Deus para livrar seu povo. quando os participantes compartilhavam da identificação histórica com um legado e um convi­ 33 . A certeza de sua proteção é ainda mais ampla pela promessa de sua bênção. delineia os termos (privilégios e obrigações). “o Deus de Abraão. Dessa maneira. a bênção era sua promes­ sa de assegurar prosperidade. 8. Na primeira. Quando o Senhor renova­ va sua aliança com cada nova geração. A proteção de Deus vai além de nossa imaginação. o Senhor prometera proteger Caim (Gn 4. Deus tomou uma prática legal comum e usou-a para definir a comunhão entre Ele e seu povo. Afinal. nacional/familiar em aliança universal). felicidade e segurança. a despeito da destruição causada pelo dilúvio. pois a aliança define o relacionamento entre as partes. A Aliança com a Criação O pano de fundo da AA é encontrado em duas alianças prévias: a aliança com a Criação e a aliança com Abraão.3). o Senhor confirmou sua aliança com Noé. A renovação era importante na história da redenção. cf. o Senhor assumiu um compromisso com toda a existência e incluiu os seres humanos. na qual o senhor prometeu a Noé que confirmaria a aliança.17).18. O Grande Rei prometeu proteger e livrar seus súditos (Gn 15. enquanto torna­ va os seres humanos responsáveis pela preservação de suas próprias vidas (w. Israel veio a conhecê-lo como o Deus que ultrapassava as gerações. porque era fiel à sua palavra de estar com os descendentes de Abraão. A Aliança Abraãmica P r o m e s s a e b ê n ç ã o . Ela se torna explícita na narrativa do Dilúvio. para ser seu protetor. desejava que o povo de Israel também reafir­ masse seu pacto. A novidade era que Deus comprometeu-se com uma família. de acordo com ela.8-17).2.

Além do mais. a idéia de eleição é prevalecente. Essa dimensão abriu uma cláusula de proteção para todos os gentios que bus­ cassem abrigo no Deus de Abraão durante a AA e serviu como preparação para a perspectiva cósmica da NA. O Senhor abriu os privilégios da aliança para todos os descenden­ tes de Abraão. Segundo. embora sem saber como o Se­ nhor faria para cumprir sua palavra.6). (2) Fé viva também inclui a dimensão ativa de lea ld a d e .19). da esterilidade de Sara e da rivalidade. e para confirmar a palavra que o Senhor teu Deus jurou a teus pais. para que pratiquem a justiça e o juízo. E le iç ã o . Como um resumo da vontade do Senhor.3).7. cf. Abraão tinha tal fé: “Creu Abraão no Senhor. devido à sua vida piedosa: "Porque Abraão obedeceu à minha voz. Isaque e Jacó” (Dt 9. mas pela impiedade destas nações o Senhor teu Deus as expulsa de diante de ti. para a AA. Primeiro. A fé viva.19). a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado” (Gn 18. os requisitos para se entrar no reino de Deus.5). Ainda assim. a posição de Israel também foi adquirida pela graça. implícita na herança do pacto estava também a promessa de que lodos os reinos e nações seriam participantes com os descendentes de Abraão: "Quanto a mim. ou seja.ALIANÇA te para participar. os meus preceitos.5). O Senhor esperava que Abraão fosse um ho­ mem íntegro (Gn 17. ele se submeteu à sua soberania. Essa idéia desenvolve-se melhor na legislação da AA e também no ensi­ no sobre o custo do rliscipulado. Confiança total é a essência do que Deus requer do homem: "Anda na minha presença. como aliança perpétua. Diante da realidade das adversidades da vida.4). Deus lhe fizera promessas e. O teste mais severo de sua lea ld a d e aconteceu quando Deus pediu seu filho Isaque em sacrifício (Gn 22). ela inclui duas dimen­ sões. F é viva. os meus estatutos e as minhas leis” (Gn 26. paia ser o teu Deus. como uma expressão de submissão e lealdade. pois a escoLha deles não foi devido à sua justiça: "Não é por causa da tua justiça. e da tua descendência depois de ti” (Gn 17. para que guardem o caminho do Senhor. e sê perfeito” (Gn 17. nem pela relidão do teu coração que entras a possuir a sua terra. A Aliança Abraãmica também é o pano de fundo. o ho­ mem piedoso coloca sua esperança na promessa de Deus de que Ele habitará entre 34 . pode ser testada. Essa mensagem envolve três aspectos. Abraão. de outras maneiras. Repeti­ damente o Senhor comprovou a fé de Abraão por meio da fome. mantêm a fé viva como requisito da fidelidade ao pacto. Depois da morte dele.1). Assim como o Senhor feudal pensa com quem fará uma aliança. A p r e s e n ç a d e D eu s. 26. (1) É a base para o cumprimento das promessas e o recebimento da sua bênção. Terceiro. é esta a minha aliança contigo: Serás pai de muitas nações” (Gn 17. Essa dimensão é mais desenvolvida no ensino bíblico sobre o reino de Deus. e isso lhe foi imputado para justiça” (Gn 15.1). que modelaria e ensinaria seus filhos na piedade: “Pois eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele. o Senhor o elo­ giou. (2) É a base para a ética exigida pelo Senhor como um comportamento adequado em sua presen­ ça (Gn 17. Essa posição privilegiada não foi concedida a ele por mérito: "Pois eu o escolhi” (Gn 18. Deus escolheu livremente a Abraão. (3) É a base para a escatologia. (1) E uma confiança em Deus e na sua liberdade de livrar quando e da maneira que Ele escolher. o foco central na Aliança Abraãmica é a promessa da presença de Deus: "Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações. e guardou o meu mandado. por meio da demonstração do amor a Deus e pela obediência à sua vontade.1).

ao lidar bondosamente com os descendentes dos patriarcas. bem como às estruturas religiosas do Egito. para ser "um reino sacerdotal e nação santa” (Êx 19. Assim como o Êxodo marca sua fidelidade à promessa patriarcal. quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado cm santidade. Essa revelação é singularmente importante. como vos levei sobre asas de águias. a revelação do Sinai marca o propósito de Deus de estabelecer seu reino entre seu povo: "Embora toda a terra seja minha. Revela o amor do Todo-poderoso por seu povo: "Vistes o que fiz aos egípcios. O evento do Êxodo foi o contexto concreto no qual Deus demonstrou sua fidelidade à Aliança Abraãmica. Para essa finalidade. eles resistiram ao senhorio de Deus — antes. A fidelidade de Deus A base para a AA é a imutável promessa da fidelidade de Deus. pois Ele se comprometera a ser o Senhor de seu povo e habitar no meio dele (Êx 29. a passagem pelo meio do mar Vermelho confirmou o poder de Yahweh para sobrepor-se aos poderes milita­ res e políticos desle mundo. Somente Ele é Deus: “Ó Senhor.11). Para servir ao Senhor. na NA. em meio a muitos sinais e maravilhas. A AA é preparatória da NA. Esse momento dramático tornou-se ainda mais significativo por dois acontecimentos subsequentes. Essas duas dimensões — graça e punição — criaram uma tensão que encontrou uma solução somente na Nova Aliança. Ele tirou seu povo do Egito.45. Durante os 40 anos no deserto. o símbolo dessa habitação era o Tabernáculo.4). pois prepara o leitor do Novo Tbstamento para enten­ der conceitos tais como reino de Deus. terrível em louvores. a reve­ lação no monte Sinai marcou a constituição de Israel como o povo de Deus. Depois de muitos anos de escravidão. A reputação do Senhor está em jogo nas experiências do seu povo. sob a aprovação de sua santa Lei. sob a liderança de Moisés. pela qual o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo. operando maravilhas?” (Êx 15.46). vós me sereis reino sacerdotal e nação santa" (Êx 19. a revelação do Sinai iniciou uma nova relação entre os israelitas e Deus. o relacionamento era pela graça. era necessário que Israel soubesse como agradá-lo. Seus requerimentos adquirem um aspec­ to sinistro à luz da rebelião de Israel. Sua presença é a garanlia da proteção contra as dificuldades e a segurança de sua bênção. A Aliança A definição da AA combina esses dois pontos de tensão: a AA é a administração soberana de promessa e bênção.ALIANÇA seu povo. a relação implicava tam­ bém em que Deus apresentasse os requisitos para que os israelitas vivessem em sua presença e soubessem quanto às pimições (sanções) pela desobediência. Primeiro. 35 . e na esperança da gloriosa vinda do Senhor. contudo. Por outro lado. e vos trouxe a mim” (Êx 19. na AA: no advento de Jesus Cristo e do Espírito Santo. O Êxodo foi o momento histórico que marcou o fato de Deus separar um povo para si.6). A lei de Deus O povo recebeu um sublime chamado.6). Por um lado. Deve ficar bem claro que existem muitas conexões entre a AA e a NA.5. Essa dimensão é mais desenvolvida: no Tabernáculo/Templo. Segundo. A “lei” foi o símbolo desse relacionamento. durante e depois do Sinai. o custo do discipulado e a importância da ética à luz da promessa da vinda de Jesus em glória.

na qual o seu povo encontrará descanso e segurança. O relacionamento íntimo entre Deus e os israelitas seria a base da éUca: ‘'Sede santos porque eu.1). Embora a dife­ renciação seja bem definida. prom essas e bên çãos fazem parte da aliança. e andes humildemente com o teu Deus?” (Mq 6. o relacionamento é do tipo rei/vassalo. O Senhor escolhe. E o que é que o Senhor pede de ti. o povo é consagrado a o Senhor.6). Se não fosse pela Lei. A lei reflete o caráter de Deus. Ele ensinou ao povo qual era sua definição de amor. e o vosso azeite. No livro de Miquéias. 36 . inicia e determi­ na com quem e como Ele se relaciona. um indivíduo náo deveria contratar o trabalho de outro israelita (lei civil).ALIANÇA A a lia n ç a é b o a . De acordo com essa definição a AA tem quatro aspectos. sou santo” (Lv 19. cf.9). como o falar a verdade (lei moral) diante de um tribunal (lei civil). justiça. Deus disse: "Eu sou o Senhor. sua ênfase também é na fé viva como o requisito essen­ cial e em andar na presença do Senhor como o motivo principal para a vida. Quarto. Por meio das regulamentações detalhadas. ames a misericórdia. foram separados para Ele. Isso foi mais bem enlendido pelos profetas.15. Como o Santo de Israel.2. Primeiro. Muitas leis civis têm impUcações morais distintas. prometendo e mantendo sua promessa. Os 6. cf. o Senhor vosso Deus. Na experiência concreta da vida dos israelitas em Canaã. devido ao fato de serem descendentes de Abraão. O Decálogo (leis morais) apresenta o que o Senhor espera dos mem­ bros da comunidade da aliança com relação a Si mesmo (adoração e cerimonial) e com relação uns aos outros (Êx 20. Estão em duas categorias.15.l Pe 1. porque destas coisas me agrado. acontecem interseções.2-17).16). ou seja. o que é bom.3-6). a aliança o um relacionam ento soberano e gracioso.13. Assim. as primeiras e as últimas. cerimonial e civil. Darei erva nos vossos campos ao vosso gado. É um meio de ensinar aos israelitas como devem andai diante do Senhor e ser um povo íntegro.14. Por exemplo. e comereis e vos fartareis" (Dt 11. no sábado (lei cerimonial). como aconteceu com Abraão (Gn 17. apesar de a maioria do povo não ter fé nele. "terra que mana leite e mel” (Dt 11. Eles são santos em sua natureza. A Aliança Mosaica não é diferente nesse as­ pecto. A obediência à Lei é um importante aspecto da AA. que faço misericórdia. Deus falou algo similar: ‘Tile te declarou. O ensino de Jesus sobre o amor a Deus e ao próximo é uma interpretação do que já fora ensinado no Antigo Testamento. Toda a nação foi dedicada ao Senhor. Estão intimamente ligadas na herança de Israel. fidelidade e misericórdia. ó homem. A existência deles prefigura a promessa do Senhor de fazer uma nova criação. Deus considerava Israel como uma nação e tratou os israeUtas favoravelmente.8. No Uvro de Jeremias. Ele se compromete a ser um Senhor gracioso. senão que pratiques a justiça. isto é. Deus escolheu os hebreus para ser seu povo. o vosso vinho. Como qualquer pacto iniciado por Deus. juízo e justiça na terra. encontramos uma importante expressão do cuidado de Deus por seu povo e sua cria­ ção. 28. No coração do sistema legal está o que é também o cerne do relacionamento na aliança. cf 7.24). Terceiro. Outros mandamentos ampliam o Decálogo. para que recolhais o vosso trigo. Segundo. o povo não saberia o que o Senhor requer dos seres humanos. diz o Senhor” (Jr 9. Os recursos de Canaã são expressões concretas da bondade de Deus: "Então darei a chuva da vossa terra a seu tempo. leis que especificam a vida de adoração a Deus (leis ceri­ moniais e relacionadas com o culto) e leis que regulam especificamente o relaciona­ mento com o próximo (leis civis). separados de qualquer coisa que o Senhor tenha criado. Essa maneira de olhar para os mandamentos do Senhor Lem levado à tradicional divisão: lei moral. a Lei tem um lugar proeminente.

para que.11-16). intervindo a morte para remissão dos pecados que havia sob a primeira aliança. os indivíduos faziam ofertas em ação de graças. A transgres­ são quebra a comunhão com Deus. Além disso.12. mesmo quando os santos experimentavam uma transformação pela obra do Espírito Santo em suas vidas. ela era um professor. na AA. como o povo de Deus devia viver. um vez por ano. a Lei revela o pecado e torna o pecador culpado (Rm 5. de uma vez por todas: “Por isso ele é o mediador de uma nova aliança.15.ALIANÇA O Senhor lambém disse ao seu povo que o pecado. eram feitas também ofertas comunitárias. para santificar a “santa morada de Deus”. o sacerdote entrava no Santíssimo Lugar. A A lian ça é te m p o r á r ia . nos libertou desse aspecto negativo da AA. Segundo. porque a quebra de uma parte torna-se a transgressão de Lodo o relacionamento da aliança (Tg 2. A morte de Jesus Cristo satisfez essa deficiência. Esqueciam facilmente o que o Senhor realmen­ te desejava: obediência. e lealdade mais do que religiosidade (Mq 6. Israel deveria viver com a tensão entre obediência e desobe­ diência.13). A Lei como sistema é aterradora. antes do Pentecostes. bênção e maldição. de forma que. o Espírito geralmente não estava presente com poder e glória como atua agora nos cristãos. Lm). A presença do Senhor no meio do povo era incompatível com o pecado. a obediência à Lei não pode prover propiciação pelo pecado. Tinham transformado 37 . o privilégio de fazerem parte da aliança. Quarto. quando os sacerdotes. como também a santidade de Deus. As muitas estipulações concernentes às ofertas e aos sacrifícios servem como um lembrete do pecado individual e corporativo e a cons­ tante deficiência do ser humano diante do Senhor. As leis das ofertas e dos sacrifícios (Lv 7) demonstram a gravidade de qualquer infração aos mandamentos. A Lei revelou a pecaminosidade e a rebelião do homem. conforme prescrito na Lei de Moisés. Desse ponto em diante. Para assegurar que nenhuma transgressão não confessada na comuni­ dade jamais quebrasse a comunhão do povo com Deus. A maldição (Dt 28. como “propiciação" pelos pecados. privando-o da alegria da salvação. quando então celebravam. caracterizada pela rebelião. Os israelitas entenderam muito pouco que o juízo de Deus estava prestes a dizimá-los. as punições estão ligadas a qualquer infração da Lei.10).13) e. O Senhor Jesus carregou a maldição da Lei por nós (G1 3. O AT não esconde os pecados dos santos. lançar os sobreviventes em desgraça e forçá-los a fazer perguntas. os chamados recebam a promessa da herança eterna” (Hb 9. Portanto. veja também Hb 8 e 9). por meio de seus muitos detalhes. tanto individual como corporativo. em vez de sacrifícios.1568) ameaçava constantemente o povo de Deus. Muitos israelitas sentiam-se aceitos por Deus por meio de seu compromisso religioso com o Templo. Uma perspectiva profética Os profetas falaram de um novo com eço. a fim de não incorrer na ira divina.6-8). pois ensinava. libertação e rejeição. Terceiro. quando previram o final da antiga dispensação. idolatria e orgulho humano. A obra do Espírito Santo desde o advento de Cristo explica uma mudança radical. o s reis e o povo em geral transgridem os manda­ mentos de Deus. deveria ser incluído no tratado. a Lei é um guia que guarda alguém de cometer transgressão. os sacrifícios e as orações (Is 1. as quais retratavam a expressão de gratidão a Deus por sua bonda­ de. Primeiro. como comu­ nidade. dessa maneira. tais como: “O Senhor nos abandonou para sempre?” (Is 64. os indivíduos deveriam confessar suas transgressões diante de Deus e sacrificar um animal. no dia da Expiação. A AA era deficiente em quatro pontos.

e viverás sobressaltado de noite e de dia. eu serei o seu Deus. Dois desses passos são expressões da responsabilidade humana: arrependimento e obediência. e desmaio de alma.10). Ao invés disso. 30. e pelo que verás com os teus olhos” (Dl 28.8-12). A experi­ ência da deportação deveria fazê-los ficar de joelhos. Ezequiel representou o passado e o futuro era termos de pastores ímpios (Ez 34. Hb 8. O Bom Pastor faria uma aliança de paz. que se compadece de ti” (Is 54. 8.7). obediência de todo o coração (w. esterilidade. e tornará a ajuntar-te dentre todas as nações entre as quais te espalhou" (Dt 30.34). e eles serão o meu povo" (w. uma democratização. perda da produtividade. na qual há provisão para uma mudança de coração. os profetas pintaram um quadro sobre o futuro exílio e falavam sobre as ruínas do Templo. Os reis não podiam mais protegê-los. desfalecimento de olhos.110). A base para a proclamação da esperança também repousa na AA. 26. Moisés tinha encorajado o povo a voltar para Deus em sua angústia: "E te converteres ao Senhor teu Deus. Mas os profetas previram a restauração da terra e o surgimento de um novo povo que retornaria do exílio. pois ali o Senhor te dará tremor de coração. O evangelho de Moisés encontrou eco nos profetas.31. diz o Senhor. A menção dessa passagem era Hebreus 8. para um povo obstinado. mas cora grande compaixão te recolherei” (Is 54. Esse era essencialmente o evangelho de Moisés. Os primeiros levaram as ovelhas à destruição.26) e garantir segurança e transformação espiritual do povo (v. Como Moisés predissera a deportação como juízo divino (Dt 28. Ele delineou os passos para a reconciliação: arrependimento (w. Os exílios assírio e babilónico representaram uma rup­ tura no relacionamento da aliança.33. e não acreditarás na tua própria vida. de todo o teu coração e de toda a tua alma.3). A NA é primeiramente e acima de tudo uma renovação da AA.9). fome. dos palácios e de Jerusa­ lém. 28). Pela manhã dirás: Ah! quem me dera ver a noite! E à tarde dirás: Ah! quem me dera ver a manhã! por causa do medo que tomará conta do teu coração. guerras.3). quando a angústia se abatesse sobre os sobreviventes: "Nem ainda no meio dessas nações acharás repouso. mediante a habitação de Deus no meio dele: “Porei o meu santuário no meio deles para sempre. Isaías falou sobre o exílio e a restauração motivada pela mudança da ira para misericórdia: “Por breve momento te deixei. o conhecimento de Deus e perdão (Jr 31. nem será removida a aliança da minha paz.64-68). Os sacerdotes não podiam mais servir de intermediários. quando o Templo e o reinado dos descendentes de Davi deixaram de existir. A restauração do exílio foi o início de uma renovação da aliança: “Embora as montanhas se desviem. então o Senhor teu Deus te fará voltar do teu cativeiro. O meu tabernáculo estará com eles. circuncisão do coração (v. e os outei­ ros tremam. enfermidades.27). assim também eles falaram sobre um novo começo após o exílio. cf. comparados com o Bom Pastor.8-12 — a mais longa citação de um texto do AT 38 .65-67). Por isso. morte e finalmente o exílio para as 12 tribos (Dt 28. e deres ouvidos à sua voz conforme tudo o que te ordeno hoje. Os outros dois são obra de Deus: circuncisão do coração (requisito para arrependimento e obediência) e pra­ zer do Senhor em seu povo. Somente Jeremias usou a frase “nova aliança" (Jr 31.15-68. Apesar disso. A tua vida estará suspensa como por ura fio diante de ti. 2.6). uma motiva­ ção interna. contudo o meu constante amor não se desviará de ti. desastres naturais.10): e o deleite do Senhor em seu povo (v. nem a planta do teu pé descansará.ALIANÇA o Santo de Israel em um simples fetiche.2.1-5). as maldições descritas na aliança os alcançaram: adversidades. e se compadecerá de ti. a fim de reverter a maldição em bênção [Ez 37. O relacionamento da aliança pode ser assim restaurado. tu e teus filhos. a restauração é uma aliança melhor.

O sacrifício de sua vida pela Igreja encerrou a época dos sacrifícios. O primeiro é o sinal que sela a graça de Deus e confirma a nova vida em Cristo. Jesus era perfeito em sua obediência ao Pai e renunciou à própria vida para poder levar os seres humanos à presença de Deus.17-19). mas para cumpri-los. Haveria outra aliança. A Nova Aliança O ensino de Jesus sobre a Nova Aliança O Senhor Jesus nasceu sob a AA e cumpriu perfeitamente a Lei de Moisés. Pelo contrário. que sela os salvos para o dia da redenção. Jesus comparou a Si mesmo com o pastor que se dispõe a dar a vida pelas ovelhas (Jo 10. Sua vida e ensino testificam tanto sobre 0 seu zelo pela santidade do Senhor como sobre sua compaixão pelos pecadores. ascensão e glorificação. em união com seu Filho. A Igreja é o corpo dos salvos pelos quais Cristo morreu. nem um jota ou um til se omitirá da lei. da compaixão e da justiça. 39 . A morte de Cristo é a mais elevada demonstração de sua lealdade para com o Pai.20). Os “sinais e selos” da NA são o batismo e a ceia do Senhor. mas especialmente com o advento de Jesus Cristo. tem a posição privilegiada de reconciliar os pecadores com Deus. Maleus registra o compromisso de Jesus para com a Lei. Eles participam da NA. Ele náo aboliu a Lei de Deus ou argumentou contra ela com os fariseus. a qual pode ser definida como “uma administração da graça e da p ro m e ssan a qual o Pai consagra um povo — gentios 011 judeus — para si. sem que tudo seja cumprido.0 autor conecta a NA não somente com o retorno do exílio. Qualquer que violar um destes mais pequenos mandamentos. A Igreja como a nova comunidade do Senhor participa da nova aliança da graça. e assim ensinar aos homens. Em verdade vos digo que aLé que o céu e a terra passem. O testemunho apostólico Os apóstolos continuaram 0 testemunho de Cristo. O segundo é o sinal que sela a graça de Deus e confirma os benefícios do Senhor Jesus nesta vida e para sempre. do Templo. Pregaram que Jesus é o Messias de Deus. sobre a qual [esus falou pouco tempo antes de morrer: "Este é 0 cálice da Nova Aliança no meu sangue derra­ mado por vós” (Lc 22. Dessa maneira Ele confirma a nova posição deles pela presença regeneradora e santificadora do Espírito Santo.ALIANÇA — é um importante comentário sobre Jeremias 3 1 . nestas palavras: “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim para destruí-los. à destra do Pai (At 2. colocou de lado as tradições humanas e interpre­ tou a Lei da maneira que o Senhor tencionava que seu povo aprendesse sobre a práti­ ca do amor. será chamado o menor 110 reino dos céus’’ (Mt 5. mas também marca a transição da Antiga para a Nova Aliança. Cristo é o fiel sacerdote que. morte. Moisés e os profetas estavam em sintonia na estimativa que fizeram quanto à AA. Contra­ riamente à perspectiva de muitos.11). A fideli­ dade de Deus para com Israel na época da restauração foi uma preparação para sua obra de graça e redenção em seu Filho Unigénito. É 0 legítimo descendente de Davi que está sentado uo seu trono. do sacerdócio e das cerimónias. na qual o povo de Deus conheceria e serviria ao Senhor de todo o coração. ressurreição. por meio de sua vida.30). A Igreja lembraria sua morte como uma confirmação da nova comunhão que o Pai estabeleceu com lodos os que crêem no Filho.

2. Primeiro. 9. vitalidade. 66. A a d o ç ã o d e filh o s . a lei. o apóstolo interpreta a condição privilegiada dos israelitas à luz da ficção legal romana.6. Israel recebera essas bênçãos de maneira especial. Essa “glória” era o presente de Deus para Israel. Em certo sentido.11: 64. Era o dom de Deus para os que o buscassem e lhe agradassem (Rm 2.18: Is 1.8).10:11.34. o crente é uma nova criatura.9: Os 1.35). o culto e as promessas.15-17. alegria. Dt 14. a glória.1.4). A adoção pertence aos judeus! Vários argumentos sustentam essa cone­ xão.22. como a “glória do Senhor”. o qual é sobre todos. uma designação pela qual eles pró­ prios referem-se uns aos outros. bênção e luz (Is 35.25). entretanto.6. é escravo da justiça (Rm 6.2. ele demonstra essa experiência dentro da idéia de adoção! A g lória. Em Cristo.. 40.8: Jr 31. Clara­ mente. O vocábulo “israelita" aqui significa “eleito de Deus. em termos de adoção. 43. São os herdeiros das promessas e das alianças. A esperança dada pelos profetas incluía a promessa de uma época de glória. seu primogénito (Êx 4. a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros. como judeu. Apesar disso. Toda a humanidade está condenada à morte eterna.19 a 60. Ml 2. Isaías apelou para a fidelidade do Senhor para com a aliança com base no relacionamento Pai-filho (Is 63. a AA era uma administração da graça.10). a Lei ainda é um instrumento da graça que leva à justiça: “De sorte que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus.1: 32. Para o apóstolo Paulo a esperança da glória é Jesus Cristo e a base da esperança repousa na ressurreição de Cristo (Rm 5. Isaías falou da glória do povo de Deus em lermos de plenitude de salvação.” (Rm 7. pois quem ama ao próximo cumpriu a lei” (Rm 13. A glória perdida foi readquirida em Israel.19).15-17.35). Em que sentido eles eram também filhos de Deus por adoção? Enquanto o AT é reticente na descrição da comunhão de Deus com o povo de sua aliança.23).4. porque Yahweh estendera sua glória a eles. Deus chamou Israel para ser seu filho. Amém" (Rm 9. Deus bendito eternamente. 3. O Tabernáculo/Templo era o foco da revelação da glória do Senhor ((Êx 29.5). A frase é usada para referir-se à revelação da glória de Deus para Israel (Éx 24.34. Em vez de interromper a continuidade entre a AA e a NA pela definição da AA como uma perda da adoção. Yahweh revelou sua glória no Sinai (Êx 19. Paulo. no relacionamento da aliança (SI 8. Deles são os patriarcas.2: 6.5). 24. onde fala simplesmen­ te "a glória”. 40 .. 45. a condenação de Deus e o estado dos homens sem Cristo. w .7. conforme Paulo pondera sobre seus muitos benefícios: “Pertencem-lhes a adoção de filhos.3.16: 64. identificou-se com seu povo mais intimamente: “Meus irmãos. é filho de Deus por adoção e compartilha da nova herança por meio do Espírito Santo (Rm 8). Em sua presença está a possibilidade da alegria na vida.10).10). que são meus compatriotas. e deles descende Cristo segundo a car­ ne. o povo da aliança do Deus Único”. A complementação do apóstolo à metáfora da adoção é ex­ tremamente importante. Algumas traduções interpretam o texto original grego. 59.42-46). Os judeus sáo “israelitas".ALIANÇA Paulo O apóstolo Paulo ensinou que a comunhão na NA está baseada na AA e é uma conti­ nuação dela. 40. Segundo. A glória fora perdida por causa do pecado (Rm 3. devido à sua identificação com Adão (Rm 5). São israelitas" (w. Israel também compartilha da esperança desta glória. as alianças. Paulo também escreveu: “ A ninguém devais coisa alguma. segundo a carne.18. Em Romanos 1 a 8 ele desenvolve uma extensa argumentação sobre a universalidade do pecado.19).8: cf.4).

enquanto afirmava que as mesmas eram confirmadas em Jesus Cristo.ALIANÇA As alianças. mas também receberam os oráculos que prometiam a dispensação de uma nova aliança (cf. porque as promessas do Senhor a Israel ainda são válidas. reino.8). a morte. são inimigos por causa de vós: mas quanto à eleição. 2 Co 3. Paulo encorajou os cristãos de Roma a apresentar um “culto espiritu­ al". tanto o dom como o recebimento da Lei eram expressões da condição do eleito e do favor que Israel tinha diante do Senhor. G1 3. contudo. por nascimento. Pode. Aqui Paulo faz alusão à privi­ legiada história de Israel. isto é. deser­ to. adoração") é uma designação técnica para a adoração de Deus no Templo. das alianças e das promessas. escravidão. Essas duas dimensões afetaram grandemente o entendimento de Paulo sobre as promessas. o serviço de Deus com o coração e a mente.25. ter o sentido mais amplo de adoração “espiritual”. das ofertas e dos sacrifícios. pois aguardam o pleno cumprimento na vinda do Senhor. conquista. 1 Co 11. Elas estão na principal posição da aliança e da condição privilegiada de Israel. Para o apóstolo Paulo. 41 . O apóstolo olha positivamente para elas. GI 4.24). O entendimento de Paulo sobre as promes­ sas veio por meio de seu conhecimento das Escrituras e pela revelação de Cristo. o Espírito Santo é o depósito. Isso também mostra que o apóstolo não restringiu as bênçãos de Deus aos judeus.14. Enquanto aguardamos. A Lei. O vocábulo grego latreia ("culto. Ele se alegrou nas promessas aos seus ancestrais (Rm 15. 4. Aqui este termo não tem uma conotação negativa. O Verbo tinha de se tornar um servo com o propósito de estender os privilégios e promessas da aliança aos gentios (Rm 15. o pe­ nhor do que está para vir (1 Co 1.16. a plenitude da revelação. contudo. que inclui os rituais da purificação. O vocábulo grego nom othesia pode ser traduzido na forma ativa (“a doação da lei”) ou na forma passiva (“o recebimento da lei”). quando conclui. a ressurreição e a glorificação de Jesus Cristo representaram a demonstração do Pai sobre sua fidelidade às promessas (2 Co 1. como no argumento de Paulo aos gálatas. mas seu argumento em Romanos dá base para a inferência de que os judeus possuíam uma comunhão natural com a AA.14. A história da redenção (patriarcas. Isso explica por que Paulo destaca Abraão como “herdeiro do mundo" (Rm 4. A Lei é um dom de Deus e uma parle da comunhão especial da adoção. amados por causa dos patriarcas'' (Rm 11.20). Em Romanos 12. “ Assim que. A confirmação exigiu a encarnação. A encarnação. quanto ao evangelho.6. Ele é a garantia do presente e a alegria escatológica das promessas. Em outras palavras.8). como filhos de Deus por adoção. o ministério.4) apresenta as vantagens de Israel como o povo da aliança de maneira ambígua.22). na Nova Aliança. O apóstolo provavelmente tinha em mente todos os pactos do AT.23.28).1. Desde que tais bênçãos são históricas e escatológicas. As promessas. A expressão “as alianças” (Rm 9. Os patriarcas e os ancestrais humanos de Cristo. Algumas delas ainda são escatológicas. exílio e restauração) é a história das raízes de Israel. O culto.28). E o presente escatológico de Deus. Não deve ser vista de forma negativa. Egito.13) e pai de todos os filhos de Deus (Rm 4. seu cumprimento estende-se a lodos os filhos de Deus (judeus e gentios) e a toda a criação do Senhor. O termo “patriarcas” inclui os patriarcas propriamente ditos e lodos os israelitas fiéis.

recebem o Espírito de adoção e são enxertados nas promessas.18) e estabele­ ceu um acesso mais amplo até Ele (Hb 12.11.16. O Cristo (Messias) “descende deles segundo a carne”. contudo. pelo qual as promessas. 9.6).11 a 10. contudo. Os gentios. mas antecipou uma aliança melhor (NA). Deus falou por intermé­ dio de Moisés e os profetas (Hb 1. isso não deve ser interpretado de modo a sugerir que a posição de Israel seja inferior. A revelação do que era “me* 42 . alianças e na glória que pertencem aos filhos de Deus. perdoou-o por meio das figuras e dos símbolos da instituição do Tabernáculo/Templo.4). a base da esperança para o povo da Nova Aliança de Deus (Rm 8.17. O apóstolo coloca-se na lacuna entre o Senhor e Israel. no qual eles não entraram (Hb 4. porque Jésus é o Sumo Sacerdote por cuja propiciação muitos serão justificados (Hb 4.2-4). Claramente. o Filho de Deus e a semente de Davi (Rm 1. a única maneira de estabelecer sua linhagem com Israel.39). na qual Paulo enfatizou a distinção entre a posição natural dos israelitas. Os judeus. em termos de AA versus NA. Ele estendeu os benefícios também aos gentios. O Messias é Deus e homem.ALIANÇA Abraão é o pai dos gentios (Rm 4.10. Espírito e carne. Existe uma continuidade inerente entre a AA e a NA.1.1-10) e permitiu que Israel chegasse a Ele.1-13. o Evangelho mudou. israelita e eterno. que vão a Cristo pela fé. ofereceu ao povo o descanso do sábado. o evangelho da justiça e a continuidade do plano divino. GJ 3 e 4). os israelitas que rejeitam ao Messias.31-39). Concluindo. Ele olha para a fidelidade de Deus. estabelece a reflexão de Paulo sobre a questão da fidelidade de Deus. desprezam o próprio Deus! Ainda assim.10) e Jacó (Rm 9. Esta é uma séria restrição. Portanto.11). a NA é muito superior à AA.14 a 5. eles perten­ cem apenas aos que recebem Cristo como o Messias. da mesma maneira que Isaque (Rm 9. Isso quer dizer que.38. A unidade dos privilégios dos judeus e cristãos repousa na vinda de Jesus. Além disso. o Pai revelou sua glória em Cristo (Hb 1.1. mas questiona sobre como relacionar o desejo do Senhor com seus planos para Israel.9-13).22-24). o argumento de Paulo aqui é a favor da continuidade. Carta aos Hebreus O autor da carta aos Hebreus compara os caminhos de Deus no passado com os do Senhor em Jesus Cristo.3. as alianças e a Lei têm um significado ainda maior. o apóstolo náo separa os privilégios do antigo e do novo. Como deveríamos olhar para a NA: em termos de contraste ou como um aperfeiçoamento (Hb 8.6)? A administração anterior (AA) era boa. têm rejeitado a Jesus como Messias. mas em meio à ameaça de morte (Hb 12. Claramente. mas o discernimento espiritual é muito mais. embora os privilégios tenham sido dados a Israel. segundo a carne. instaurou o verdadeiro descanso (Hb 4. perdoou. A descendência lísica é impor­ tante. Na NA. Como pode ser isto? Teria Deus abandonado o seu povo? A carta aos Romanos. do sacerdócio e dos sacrifícios de animais (Hb 9.18-21). Paulo rejeita que tenha havido tal mudança. Teria Deus abandonado Israel e por isso alterado seus propósitos? Se foi assim. Ele defende a grandeza e a pro­ fundidade do amor de Deus em Jesus Cristo (Rm 8. a glória. a diferença está no advento de Jesus Cristo. Na AA. e a natureza espiritual dos privilégios e dos que compartilham de tais bênçãos com Israel.2). Portanto. de 9 a 11. 8. 3. em sua maioria. Jesus é homem e Deus. O apóstolo debateu-se com a aparente descontinuidade.12. como o sustentáculo da esperança para os judeus.

ALVÃ. Em outras palavras.2. para o advento de Jesus Cristo (Hb 3.15.51). o ministério e a mensagem de Jesus Cristo? O AT é imperfeito no sentido de que náo é a revelação final de Deus. Isto mostra por que fala de uma maior salvação (Hb 9.1. era líder do seu clã. Citado entre os descendentes de Simeão. 11. As instituições associadas a Moisés — Tabernáculo/Templo. A M A L E Q U E . mas passam para um lugar secundário em relação a Cristo. O autor da carta aos Hebreus. Longe disto! Ele examinou o envolvimento de Deus no passado. a revelação superior. Em outras palavras. hoje. 16. os apóstolos.1-5). A LOM (Heb. pregadores e mestres da Palavra de Deus encorajam os cristãos a olhar para a frente.6) e o Sumo Sacerdote Mediador (Hb 4. a mensagem da carta aos Hebreus é escatológico.40. Um cristão que se aproxima do AT não pode interpretá-lo apropriadamente sem a luz do NT. Jesus Cristo é o foco. Moisés.26 como em 1 Crónicas 1.AMALEQUE lhor” não necessariamente invalidou completamente o que era bom. Como porta-voz de uma nova dispensação da administração de Deus. líder de um clã dos edomitas (Gn 36.G.26).40. a manifesta­ ção plena de seu amor. aprender com o passado e aguardar a plenitude da salvação. Ci­ tado tanto em Génesis 10. Filho de Jedaías e pai deSifi (1 Cr 4. Filho de Helém (1 Cr 7. no presente. De que outra maneira apreciaríamos as realizações. no presente (Jesus Cristo como Mediador) e no futuro (salvação). Primeiro. como descendente de Sem.3). ele encoraja os cristãos a perseve­ rar. o AT deve levar em conta o que o Senhor revelou no NT. para a plena realiza­ ção. ao interpretar a variedade das ações de Deus na AA e na NA. o Sumo Sacerdote exaltado e o mediador da NA. Filho de Elifaz. o sistema sacer­ dotal e o das ofertas e sacrifícios — foram expressões temporárias da revelação do amor e da glória de Deus e da reconciliação.23. mas era também o mensa­ geiro de um futuro ainda maior (Hb 3. Enquanto aponla o presente ministério de Jesus para o povo. para o futuro glorioso do qual somente Jesus tem a chave.35). era filho de Sobal. Descendente de Esaú. os profetas). O autor defende o envolvimento de Deus no passado (Moisés. A revelação de Deus em Jesus Crislo abriu uma nova dispensação: a da adminis­ tração da Nova Aliança.11). A M AL. era líder de um clã dos edomiias (Gn 36. A L M O D Á (Heb. 1 Cr 1. Moisés encorajou as gerações futuras a buscar o Messias.5. durante a AA. o Filho (Hb 3. Ele é o resplendor da glória de Deus (Hb 1.8). ALVÁ. a fim de descortinar o plano único de Deus e a natureza multiforme de sua fidelidade: "Jesus Cristo é o mesmo ontem. com sua concubina Timna. para a revelação de Cristo. wAev. ‘‘Deus é um amigo”).12. Esse acontecimento refere-se ao futuro. era líder tribal e descendente de Aser. não olha apenas para a revelação do Senhor em Cristo. Agora que Ele já veio.20. 1 Cr 1. É escatológico.5. Seu pai era Joctão. os profetas e os sacerdotes ainda são servos fiéis de Deus.24). 12. 5. Descendente de Esaú.36). 1 Cr 1. entretanto. Isto explica por que ele fala sobre o descanso no qual devemos fazer lodo esforço para entrar (Hb 4. Assim. e eternamente” (Hb 13. “carvalho”).37). Moisés era um servo fiel do Senhor. o sacrifício único. era edomita e o pri- 43 . neto de Esaú (Gn 36. O oposto é igualmente verdadeiro: o NT só pode ser interpretado à luz do AT. onde é chamado de Aliã). Mudanças sem dúvida aconteceram. 8. a revelação total de sua glória e o instrumento de reconcilia­ ção do povo consigo.28). ele olhou adiante.

A razão para as derrotas que os isra­ elitas sofriam nas mãos dos amalequitas é explicada como consequência da de­ sobediência de Israel (Nm 14). ao entrar na terra de Canaã. ocuparam a região do Neguebe e Sinai. Originalmente. A falha em destruir os inimigos do Senhor. na distribuição das ofertas do povo 44 . Levita. apesar de eloquen­ temente justificada. o crente não tem o direito de julgar a Pala­ vra de Deus nem supor que qualquer ado­ ração ao Senhor será aceita simplesmen­ te por estar baseada em retórica religiosa (1 Sm 15. Filho de Azarias e avô de Zadoque.AMALEQUITAS ineiro entre o povo que ficou conhecido como amalequita. 1.” O início da queda de Saul veio quando ele se recusou a aniquilar os amalequitas (1 Sm 15). quando uma vez após outra o povo de Israel era derrotado di­ ante do poder superior e das táticas agres­ sivas dos amalequitas: < fEscreve isto para memória num livro. descendente de Coate. s. O conforto. Jz 12.14 mais tarde pareciam vazias. Sumo sacerdote.11). é apenas para engrandecer a vitória que Israel obteve sobre eles (2 Sm 8. e repete-o a Josué. quando disse que o Senhor estaria com eles. Eram os inimigos per­ pétuos de Israel. É possível que alguém se desqualifique para receber as bênçãos do Senhor.3. Jz 3.3). Uma das tarefas iniciais dos israelitas. mas tempos depois uniram-se aos miclianitas. Números 14. Jeosafá nomeou-o para ser o sumo sacerdote. porque riscarei totalmente a memória de Amaleque de debaixo dos céus”. para o povo de Deus. Dt 25. 6.11). era também levita e foi ancestral de Esdras (1 Cr 6..16 é uma advertência solene: “O Senhor não pôde introduzir este povo na terra que lhes tinha jurado. quando os limites da aliança e da co­ munhão são flagrantemente desrespei­ tados (Nm 14.33ss. que deveriam guiar o povo e a nação de volta aos caminhos do Senhor. Durante o reavivamento no reina­ do de Ezequias. "Deus diz"). Quando os amalequitas são citados novamente.).13. era a de expulsar os amalequitas (Êx 17. Davi foi bem-sucedido na elim inação dos am alequitas e em 1 Samuel 30 eles recebem bem pouca aten­ ção (1 Cr 4. Serve como um lembrete de que as promes­ sas de Deus não estão lá para instilar com placência.19. Em seu desejo de ver a res­ tauração da adoração ao verdadeiro Deus (Yahweh) na nação. para administrar "todos os ne­ gócios do rei”.14. em 1 Crónicas 6. desagradou a Deus. Ao comissionar esses dois importantes líderes.19.33.11. por­ tanto.7.12s. É provável que o mesmo Amarias seja citado no item 2. e as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mt 16.15). 2. A M A R IA S (Heb. etc. Ed 7. 6. 3. embora pareça que parte desse povo permaneceu ali (cf.8-13. As palavras memoráveis de Êxodo 17. "presidindo em todos os negócios do Sen h or” e Zebadias. Jz 3. como prometeu.12.10-12).42s).18). pois guardou o melhor do gado e das ovelhas para sacrificar ao Senhor e poupou a vida do rei Agague: contudo.v.). Esse Amarias estava entre os que tinham a responsabilidade de ajudar Coré. 24. ele é citado como um dos descendentes de Levi.52. para lutar con­ tra o povo de Deus (Êx 17. Nm 24. que passou grande par­ te de sua história em duros combates com eles. 1 Cr 18. é que o Senhor tam­ bém edificará sua Igreja.23).22 s). pelo contrário. viveu nos dias do rei Jeosafá. 5. 4. mas. o propósito delas é o de motivar a ação. Filho de Meraiote e pai de Aitube. contudo.20. Jeosafá os encorajou.. era o segundo filho de Hebrom e participou das atividades dos coatitas no Templo (1 Cr 23. muitos levitas foram in­ dicados para trabalhos específicos no Templo. Os am alequ itas tornaram -se o epítome do perigo que envolve o mundo. A M A L E Q U I T A S . deveriam "esforçar-se” (2 Cr 19.

2. Pro­ exército de Absalão.18). contudo.G. 7. E digno de nota que se apresentou como voluntário.1). 2. 1 cerdotes que se estabeleceram em Jeru­ Cr 2.24).D. Tornou-se um dos porteiros do Templo.16).6). Esdras e o povo arrependeram-se e fizeram um paclo de servir ao Senhor (Ed 10. em Jerusalém. sem deles em obediência à Lei de Deus (2 Rs 14. 9. Pai de Zacarias e descendente de Perez. 1. 1. Pai de Maate e levita.11). filho de lho de Azarei (Ne 1 1. Sobrinho de Davi. Amasa não seguiu inteiramente seu ancestral Davir “Tão-somente os altos se não tira­ protestou contra o fato de os soldados israelitas terem trazido prisioneiros ju­ ram. quando já estava Amazias executou os assassinos^de seu no seu leito de morte. Joabe matou Amasa. por causa da desobediência deles (2 Cr 28.32. 1 Rs 2. Esse Amarias foi um dos que servi­ ram como testemunha do pacto de obe­ diência à Lei de Deus. Após a morte do primo. foi cas 9. lide­ rando 200 mil homens. Ele. A M A S I A S . Ancestral do profeta Sofonias (Sf 1.2). rei de Judá. Esse ato de traição levou o 14. 14. an­ cestral de Samuel (1 Cr 6. Líder efraimita na época em quePetra.6. Amasai tornouse chefe do grupo dos “trinta’' guerreiros do rei (1 Cr 12. Um dos homens que foi encontrarse com Davi em Ziclague.12). na época de Neemias (Ne 10. casaramse com mulheres estrangeiras. num ato de A M A Z IA S (Heb. 3. 2 Cr 29. rei de Judá (2 Cr 17.5. da tribo de Judá. Nos pri­ meiros anos do reinado desse monarca.8-13). deus e lembrou-lhes que Deus já eslava irado. rei a dizer a Salomão. porém.13).13). Durante o momento crítico 1. Relacionado como músico levita que tocava trombeta.4-13). 8 .17.3). Amasias era fiel ao Senhor e inspirava grande confiança ao povo. 6 Esse Amarias eslava entre os des­ cendentes de Binui (Ed 10.3)* Do ponto de vista p ositiv o. A M A S S A I . a capital (Am 1. s . sem Reis 12. durante a rebelião vavelmente é o mesmo Masai de ! Cróni­ contra Davi. 10. que deveria fazer pai. reconciliação.4). poupou a vida dos fyhos com Joabe segundo sua sabedoria. o povo ainda sacrificava e queima- 45 . de­ pois do cativeiro babilónico (Ne 11. AM AS Al. Da tribo de Judá. irmá do rei (2 Sm 17.35. P. quando foi ba­ nido da presença de Saul. Ele serviu como comandante no salém após o cativeiro babilónico. “o Senhor é poderoso”). Secanias confessou a Esdras que muitos homens.25.AMAZIAS entre as cidades dos sacerdotes. até mesmo os descendenles dos sacerdotes. visto que era rival de Joabe (2 Sm 19. Um dos sacerdotes citados entre os que voltaram do exílio babilónico com Zorobabel (Ne 12. Seus descenden­ tes estabeleceram-se em Jerusalém.15). filho de Zicri. foi comandante do exército de Jeosafá.2) Ama­ rias é citado em Esdras 10. “segun­ do as suas turmas” (2 Cr 31.25. chamado de volta pelo rei.42 como um dos que se divorciaram de esposa estran­ geira.33). Na época em que o povo de IsraeJ retomou do cati­ veiro babilónico.17).1. .g .3 e 2 Crónicas 25. Atacou os edomitas e Capturou misericórdia (1 Cr 2. Foi um dos sa­ Jeter e Abigail. Companheiro de Adaías e fi­ AM AS A. senão o de reconquistar o que era reto aos olhos do Senhcfr ain­ seu posto de comandante do exército (2 da que não como seu pai Dav-i” '^2 Rs Sm 20.21.12.38). Peca derrotou Acaz. quando Davi trou­ xe a Arca da Aliança para Jerusalém (1 Cr 15. Filho de Joás e o nono rei de Judá. em que Davi se preparava para regressar Seu reinado de 29 anos é resumidr^em 2 a Jerusalém.1: “Fez nenhum motivo.

para espiar a Ladã. saqueou Jerusalém e levou vários reféns para Samaria. a fim de conduzir a Arca para Jerusalém (1 Cr 15. 10. filho de Gemali.C. s.17.10-17). da tribo da Simeão. Líder dos levitas. 4. fa­ zia parte do grupo de músicos nomeados por Davi (1 Cr 6. P. os próprios oficiais de Amazias conspiraram contra ele.45).19. um dos príncipes que se estabeleceram em Gedor (1 Cr 4. 3. veja 2.12. 2. des­ cendente de Coré. 1 . “Deus é meu parente”).1-11).14.23). Pai de Eliseba. da tribo de Levi (1 Cr 6. Samuel foi escolhido por Moisés para organizar a divisão territo rial dos região de G ileade. 3.g .20.7.. esposa de Davi (1 Cr 3. Sexto filho de Obede-Edom. o qual. Aieser era o líder dos danitas no Sinai (Nm 1.20-24).22. veja Uzá]. israelitas no deserto do Sinai (Nm 1. 7. quando aceitou os deuses edomitas em Jerusalém (2 Cr 25. opôs-se ao profeta Amos e tentou silenciá-lo. Lc 3. esse Aminadabe era filho de Uziel. Pai de Aieser. Essa tolerância pecaminosa para com a reli­ gião pagã mais tarde le-vou-o a ofender ainda mais a Deus. quando Deus o entregou nas mãos de Jeoás. 17.28). (neto de Saul). Amazias tornouse escravo. Foi sepultado em Jerusalém.32. 2 Cr 25. da tribo de Dã.27.19.14). M aquir acolheu simeonitas entre os vários clãs e famílias. 2. Pai do profeta Jonas. rei de Israel. na época do censo dos do um príncipe de cada tribo e Amiel.v.15): “Por que buscaste deuses que a seu povo não livraram das tuas mãos?” No final. Jeoás também saqueou o Templo e levou lodos os utensílios de ouro e de prata (2 Cr 25. 7. além de Amazias e seu povo serem capturados. ao executar o juízo de Deus. Rt 4. desde que Deus executara seu juízo sobre Uzá (1 Sm 6. 1» Um dos doze espias enviados por A M I Ú D E . p. Pai de Corá. 4. Pai de Bate-Seba. A MI . viveu em 800 a. na época em que Davi su­ biu ao trono (2 Sm 9. Sa/nua. A M I E L (Heb. natural de Gate-Hefer (2 Rs 14. 3. Ele e mais 112 parentes foram escolhi­ dos junto com outros levitas para a tarefa de se consagrarem. veio de Lo-Debar. descendente de Merari. Um dos “servos de Salomão”. A M IN A D A B E (Heb.4). usando a autoridade do rei (A n 7. esse Amiel era respon­ sável pelo serviço nos portões do Tabernáculo.31.26). Elisama era um dos líderes da tri­ terra de Canaã (Nm 13.5). o filho aleijado de Jônatas 46 . Jn 1.34.3.53. no tempo do rei Davi.48.20).27). representou Dã. Ela fora deixada na casa de Obede-Edom por três meses. onde é chamada de Bate-Sua).4. na administração do rei Davi (1 Cr 26. 4 ‘meu parente é no­ bre"). Essa atitude foi condenada pelo profeta (2 Cr 25. Levita. perseguiram-no até Laquis e o mataram (2 Rs 14.39). Posteriormente.1). Foi escolhi­ bo de Efraim.25. 10.33).AMJ va incenso nos altos*' (2 Rs 14.55. AM ITA I. mais detalhes sobre a missão deles. Mefibosele.12.12). 2. Também era pai de Naassom e an­ cestral de Boaz e do rei Davi (Nm 1. cujos descendentes voltaram do cativeiro babilónico com Neemias (Ed 2.D. Membro da tribo de Simeão. 2. lambém é citado no Novo Testamento como ancestral de Jesus Cristo (Mt 1. Ancestral de Sam uel e filho de Coate.18.10.).4. Para 2.25.5. Sacerdote de Jeroboão LI. esposa de Arão (Êx 6.G. Pai de Maquir. Pai de Samuel. d .5. Pai de Elisama e filho de Moisés do deserto de Parã. 1.57). Assim. A M I S A D A I . A queda de Amazias é atribuída ao desafio presunçoso e insensato que lan­ çou ao rei Jeoás.22). 2. 1 Cr 7. etc.

29). de negócios em Judá.1).20. 3. apaixonou-se por Tamar.d.Pai de TaJrnai. Amnom.onde é chamado de Ami). 1 . s. cou Micaías na prisão. Amom era odiado pelo povo. depois da se humilhou perante o Senhor. Ele nada cita sobre sua fa­ A M O M . 2 Cr 18. Pai de Pedael. da tribo de Naftali.20. Quando babilónico com Zorobabel e Jesua (Ne ela entrou naquele aposento.25). uma pe­ mináveis para o amor zeloso de Deus. foi assassinado por seus ser­ nome é traduzido como Amiur). (1 Cr 9. o povo colocou Josias. rei de Gesur. ‘‘profundo”). Eber. condenação e juízó contra o reino do Norte. “fiel"). como conquista de Canaã (Nm 34. Pai de Utai.57 .22. Dois A M O S (Heb. p. 1 Cr 3. O quena vila 10 quilóm etros ao sul de próprio Manassés arrependeu-se tarde 47 . p. um dos que retornouEm seu lugar. 2 Cr 33. chamado como lei­ 2. Descendente de um dos servos de filho de Davi nascido em Hebrom (2 Sm Salomão. mensagem do profeta concernente à mor­ te dele (1 Rs 22. vos. como rei. “carga ou carregador"). Quando tornou-se adulto. para ter alguma in­ ganizar a divisão territorial da tribo en­ fluência sobre o filho Amom. cronoló­ adoração de Moloque e a continuação dos gico e cultural em particular.20). Prosse­ comum sobre sua época de modo geral e guiu com as práticas idólatras do pai — a sobre seu coníexto geográfico. Era descendente de Judá 2. com 24 anos de idade (2 Cr 33. um dos heróis 3. Manassés. rituais da fertilidade que eram tão abo­ Amós era natural de Tecoa. 4. era fazendeiro e homem Amnom (v.24). sua conversão Pedael foi escolhido por Moisés para or­ foi muito demorada. ro babilónico.g.18.28). fugiu e passou a viver desola dam ente na companhia de seu irmão (2 Sm 13 ). so­ bre o qual Jeremias prommciou a destrui­ A M I Z A B A D E (Heb. seu pai. Filho de Benaia.v.4). mas proporciona in­ 21. Um dos cativos que retornaram do A M N O M (Heb.23). ao co personagem com esse nome no Anti­ mandar que seus homens matassem go Testamento. O rei não gostara da cito que servia no terceiro mês do ano. Evidenlemenle. a fim de obedecer Amizabade chefiava uma divisão do exér­ às ordens de Acabe.21) e décimo quinto formações numa quantidade acima do rei de Judá. 1 .AMOS depois da conqu ista de Canaã (Nm demais. onde seu de seu pai.g. natural de Jezreel. Um dos sa­ cerdotes que retornaram do caliveiro doente e pediu a Tamar que cuidasse dele e Lhe servisse comida no quarto. Tamar Joiaquim (Ne 12. foi o cabe­ ça de uma família sacerdotal nos dias de lentou e depois expulsou-a de casa. da tribo de Judá. adorado pelos sacerdotes de Amom. para 33. Úni­ anos mais tarde Absalão vingou-se. se humilhara’' (2 Cr 4. irmã de Absalão e sua meia-irmã.7). Israel. num momento de desespero que 34. Amnom fingiu estar A M O Q U E (Heb.25). Deus egípcio. ele a vio­ 12. de segunda classe. Um de seus filhos. cuja mãe cham ava-se exílio babilónico no tempo de Neemias Ainoã.59. seu para morar em Jerusalém após o cativei­ filho. foi o primeiro (Ne 7. Ed 2.19. dado’*).20). Governador de Samaria que colo­ de Davi e líder dos '‘trinta" guerreiros. "o parente lem ção (Jr 46. 5.2. (2 Cr 33). se seguiu à derrota nas mãos dos assírios 3. Filho de Manassés (2 Rs mília ou linhagem.37. que "não tre os vários clãs e famílias.d.26. como go para pronunciar udia mensagem de filho de Simeão. reinou por dois anos. Citado em 1 Crónicas 4. onde Absalão fugiu depois de malar seu que já suportara o suficiente da tirania irmão Amnom (2 Sm 13.

sob as acusações calu­ niosas de que Amós visava apenas a gan­ ho financeiro (Am 7. Aqueles que são cha­ mados e comissionados pelo Senhor não precisam de credenciais formais nem 48 . “dois anos antes do terremoto” (Am 1. mas a palavra usada aqui (noqed) sugere algo mais do que simplesmente alguém qne cuida de rebanhos. mais especificamen­ te. Os “filhos dos profetas” (veja 2 Rs 2. uma palavra que.) eram ho­ mens que frequentavam um curso espe­ cífico para o ministério. é usada para descrever Mesa. por Jeroboão II e seu sa­ cerdote Amazias. era um homem envolvido com ovelhas. que escolhe e usa a quem quer. de onde era também a mulher sá­ bia que Joabe procurou para aconselhar Davi a respeilo de Absalão (2 Sm 14.14). etc. Isso aconte­ ceu como parte das reformas realizadas pelo rei Josias. Foi sua firme mensagem que ocasionou sua ex­ pulsão de Betei. a fim de torná-lo comes­ tível. um dos principais lugares de adoração estabelecidos por Jeroboão I. era a de paslor de ovelhas. o rebanho de Deus. parece que Amós era especialista no cultivo de figos. Essa idéia tem apoio em Amós 7.12). em Jerusalém). mas apenas um leigo enviado por Deus.1-3). e separou-o de seus interesses seculares.14. um vocábulo comum para “(gado) rebanho”. Amós queria que Amazias entendesse que ele náo fazia parte de tal escola. na base dos textos da Septuaginta e do grego clás­ sico.1). não com o gado. Fica claro que o ministério de Amós foi breve — talvez apenas uma missão.C. resul­ tou numa profecia de que o altar de Betei seria finalmente destruído e seus sacer­ dotes. Essa catástrofe. (1 Rs 12. rei dos moabitas. e é assim que a sua ocupação deve ser entendida.). bem como um comerciante de ovelhas bem-sucedido.5. outro termo raro para “pastor”. A importância disso está no fato de que Deus chamou um homem ocupado e próspero. Atingido por essa interpretação equi­ vocada de seus motivos.16). por alguns dias — devido à sua declara­ ção de abertura.C. 300 anos mais tarde (2 Rs 23. de Israel (793-753 a C.C. Portanto. Esse ato ímpio de criar locais ilegítimos para adoração.3. mortos (1 Rs 13. O termo hebraico aqui para a frase inteira é boles. A outra ocorrência da mesma palavra no Antigo Testamento (2 Rs 3. seria a data precisa do ministério de Amós con­ tra os sanLuários ilícitos de Jeroboão (Am 7. a fim de competir com o único autorizado pelo Senhor (isto é. Amós desfaz qualquer conexão entre ele e os profetas “profissi­ onais” ou vocacionados.5).120). e o próprio Amós ajudou a pre­ parar o caminho para que o culto de Betei fosse denunciado (Am 3. segundo suas próprias palavras. De qualquer maneira. provavelmente se refere a cortar e amassar o fruto. Sua ocupação. O único local citado em suas mensa­ gens é Betei. Amós 7.10-13). de Judá (790-739 a.15 conecta o trabalho do profeta com o rebanho.5).14). 762 a. Apesar de boqer sem dúvida re­ lacionar-se de alguma maneira ao termo b aq a r . e do rei Jeroboão. tão grande que ain­ da foi lembrada 240 anos mais tarde pelo profela Zacarias (Zc 14. Assim. mas não necessariamente um pastor O profeta também descreve a si mes­ mo como “cultivador de sicômoros” (Am 7. errante e pecaminoso.15. Em adição ao conteúdo profundamente importante. que claramente não era pastor. Com essa alegação. É mais provável que Amós fosse um mercador de ovelhas ou algo seme­ lhante.7. logo depois da divisão do reino em 931 a. há também a lição da pró­ pria vida de Amós.29-33). onde ele se refere a si mesmo como um boqer.4). nem filho de profeta” (Am 7.). Amós replicou que “não era nem profeta.AMÓS Belém. 5. para realizar uma missão entre os israelitas. embora a consideras­ se digna de toda honra. da mensa­ gem em si. de acordo com a qual sua comissão veio nos dias do rei Uzias.14.C. mas um homem de negócios que Yahweh tinha chamado. ocorreu por volta de 760 a.

Prometeu dedicá-lo a A M P L Í A T O . Paulo descreveu esse ho­ Deus todos os dias da existência dele (1 mem como “meu amado no Senhor”. totalmente devota­ duos. Isso. O reconhecimento pessoal de Pau­ voto interpretava a renúncia dela de cri­ ar o filho junto consigo em casa. Esle foi saudado pelo apóstolo em Romanos 16. levando-a até às lágrimas. chamada Penina.ANA Numa daquelas ocasiões em Silo.1-7). um efa de farinha e grinação anual. Ela o ofere­ cartas.8. No tempo determinado. Pai do profeta Isaías (Is 1.15-17). Depois que Samuel Elcana e toda sua família subiam anu­ desmamou (antigamente. dido ao Senhor”. em Silo. onde vivia. Finalmente chegou o tempo de Ana era estéril (1 Sm 1.20). não a consolava. Os lábios dela se moviam. O famoso profeta/juiz de Israel. em diferentes congregações. Era uma pro­ que deve ser notado na maioria de suas messa incrível feita por Ana. tas lágrimas. fala conosco de forma vee­ Ao receber o encorajamento da parte mente.). seu marido e ensina o que significa o verdadeiro com­ Penina levantaram cedo no dia seguinte. mas não se porém. que lhe dera vários filhos.9-11). o sumo sacerdote. sacerdote no mesmo instante mudou sua A vida de Ana. a observava aten­ Samuel. Enrecia continuamente (1 Sm 1. nome era comum em Roma. um Ramá. nessa pere­ novilho de três anos. primeiros capítulos de 1 Samuel. Ana. promisso com o Senhor do Universo. porta do Tabernáculo. Antes. ceria a Deus. Ele se lo e seu cuidado para com muitos indiví­ tornaria um nazireu. etc. pois.19. o ouvia sequer uma palavra. entre­ Tabernáculo. Ela. e imediatamente endeu. que testemu­ de tais hábitos (1 Sm 1. qualificações. O Se­ láo apresentou Samuel ao sumo sacerdo­ nhor fechara o ventre de Ana e a rival es­ te Eli (1 Sm 1. ANA (Heb.20). Ana po­ nha seu voto e sacrifício e seus sofrimen­ rém se defendeu apropriadamente e o tos e provações. adoraram ao Senhor e voltaram para Ana era a amada esposa de Elcana. Ele amava Ana pro­ completarem dois ou três anos de idade). Ana não exemplo de devoção e sacrifício. 1 Sm 1. as mulheres almente a Silo. a fim de adorar a Deus e israelilas amamentavam os filhos até oferecer sacrifícios.2). orou. Seu Sm 1. Deus aten­ zufita (descendente de Coale. Eli. ela derramou seu coração dianle de Deus.1). embora seja mencio­ maldição numa bênção e a despediu em nada apenas nos dois primeiros capílulos paz (1 Sm 1. fundamente e lhe dava uma porção do­ ela fez os preparativos para levá-lo ao brada das ofertas do Senhor. Em meio às mui­ A M O Z . enquanto ela orava e chorava. Levou consigo um tanto.12-14).1. Com a alma pro­ fundamente angustiada. ela nos ficou mais deprimida. "graça”). Penina a provocava e abor­ um odre de vinho para o sacrifício. de seu nascimento (1 Sm 1. 49 . Náo era uma dedicação simples. Permanece até hoje como um de Eli e o conforto do Senhor. pois abria mão do privilé­ gio de criá-lo e alimentá-lo. sentado na 1. Ana entrou no Tabernáculo. apresenlando-lhe a imoralidade atraído pela história dela. pedindo ao Senhor que lhe desse um filho. filho de deu ao pedido de Ana: ela concebeu e deu Levi). é algo do ao serviço do Senhor. cumprir sua palavra. carnecia dela. Realmen­ Ele tinha outra esposa. e . é o personagem principal dos tamente. te ele represenlava a resposta da oração. Viviam em Ramataim-Zofim. para serem bem-sucedidos em cumprir seus propósitos. Ele então a leitor é intimamente apresentado à sua acusou de estar embriagada e a repre­ mãe.24-27). a piedosa Ana. porém.m . na à luz a Samuel (seu nome significa “pe­ região montanhosa de Efraim (1 Sm 1. de 1 Samuel.

ANÁ O menino Samuel viveria sob a super­ visão de Eli e ministraria no Tabernáculo todos os dias da vida dele (1 Sm 1. Finalmente. Ana provavelmente pensava em si mesma quando fez tal declaração. nas Escrituras. Ela agradeceu a Deus publicamente e proclamou as boas novas a respeito do Redentor. o núme­ ro '‘sete'* nem sempre deve ser interpre­ tado literalmente e muitas vezes pode simbolizar "realização ou ideal”. A cada ano sua mãe fazia orna pequena tú­ nica e a levava para ele quando ia com o marido a Silo oferecer sacrifícios (1 Sm 2.14. Quando tinha 84 anos de idade. pro­ vavelm ente tem uma natureza mais íntima. ANÁ. mudou suas lágrimas em alegria e a colocou em seu lar como a mãe de muitos filhos. enquanto apascentava os jumentos do pai.19). 2. O relato sobre Ana e Simeão. era orgulhosa e arrogante. Era membro da tribo cananita dos heveus. onde é mencionado como pai de Disom. revela a existência de pessoas que eram realmen­ te fiéis à aliança de Deus e confiavam no cumprimento de suas promessas a res­ peito da vinda do Salvador. O Senhor deu-lhe vitória e a li­ vrou de Penina. Seu hino de vitória e triunfo certa­ mente aplica-se à nação de Israel e é. uma das es­ posas de Esaú (Gn 36. messiânico (1 Sm 2.10). entretanto. Por tudo isso. O Senhor foi gracioso com Ana e posteriormente ela deu a Elcana mais três filhos e duas lilhas (1 Sm 2. em Lucas 2.5a fala da mu­ lher estéril que se torna mãe de sete fi­ lhos.4. filha de Fanuel. A oração da mãe de Samuel. 3.1-11 merece nossa atenção. A oração de Ana em 1 Samuel 2. A oração de Ana é verdadeiramente um sacrifício de gratidão a Deus. inclusive temas de combates.20).c. Zibeão (Gn 36. ocorreu um evento que ador­ nou sua vida. Pai de Oolíbama. por outro lado. a Canção de Débora.r .9. o Senhor por fim a abençoou com mais cinco filhos. que a resgatou de seus problemas. ao invés de “heveu’'. 1 Samuel 2. da tribo de Aser. os fartos e os neces­ sitados. em sua integridade. fz 5).36-38 registra que Ana estava no Templo durante a apresen­ tação do menino Jesus: o Messias espera­ do há tanto tempo. pois revela o ver­ dadeiro coração e o caráter dessa nobre mulher.18. s. 2.10). á mulher estéril e a que tem mui­ tos filhos (1 Sm 2. Depois de apenas sete anos de casamento. seria destruída juntamente com todos os ini­ migos de Deus (w. Os contrastes feitos entre os guerrei­ ros fortes e os fracos. Ana era uma mulher extraordinária.5) demonstram o fato de que Ana estava contente com seu tri­ unfo pessoal.2: mas é provável que se refira a dife­ rentes pessoas.24). feliz e realizada.2. Talvez deva-se ler “horeu”. Portanto. Dt 32. Lucas 2. noite e dia. Veja também 1 Crónicas 1.40. Profetisa.21). c . que tinha muitos filhos. Ex 15. como louvor e ações de graças.28). essa oração conlém os mes­ mos elementos encontrados em outras orações/canções do AT. entre­ tanto. ficou viúva e devotou-se ex­ clusivamente ao serviço do Senhor no Templo. em essência. em Génesis 36. 1. Manteve seu voto a um gran­ de custo pessoal e tornou-se um modelo para todas as gerações.41. fé e compromisso com Deus.1-43. m . seria despojada de sua vitalidade e des­ prezada (2 Sm 2. Aná também é citado como quem encon­ trou fontes termais no deserto. livramento do inimigo e o cuidado providencial do Senhor por seu povo Israel (veja a Canção de Moisés. Confira também 1 Crôni- 50 .5b).1-18. Penina. a Canção de Maria. na mesma passagem. Na ver­ dade. Ana buscou humildemente a Deus e esperou pelo livramento dele.29 refere-se a Aná como chefe dos horeus. Ela. Também conhecida como a Can­ çã o d e Ana. Génesis 36. Há também uma forte ênfase à so­ berania de Deus e ao seu poder eterno. tal­ vez seja inspirada em parte na canção de Ana. sua inimiga pessoal.

10-19).38. ele resolveu guar­ dar parte do dinheiro para seu uso pes­ soal. 2. Cristo lhe falou que fosse até a casa onde Saulo estava hospedado e impusesse as mãos sobre ele. Então apresentou uma quantidade a Pedro.45). foi um dos pri­ meiros convertidos na igreja em Jerusa­ lém (At 5). Pedro e a Igreja primi­ tiva não criaram uma nova lei pela qual as pessoas ganhariam mérito diante de Deus e dos cristãos. decla­ rou sobre Saulo: “Este é para mim um 51 . E im­ portante notar que a questão aqui não era que uma lei obrigava alguém a com­ partilhar tudo. Um dos líderes que selaram o pacto feito pelo povo de ado­ rar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. 3. a fim de repovoar a região depois que os israelitas foram exilados (2 Rs 17. Naquele tempo. por meio do serviço. A N A N I A S (Heb. ajudou a recons­ truir o muro de Jerusalém. dirigido pelo Espírito Santo. quando sua esposa chegou.24). Filho de Eiioenai e integrante da linhagem real de Judá depois do exí­ lio babilónico. contudo. Ao ouvir isso. “o Senhor tem sido gra­ cioso").3). Um dos deuses adora­ dos pelos sefarvitas (2 Rs 17. percebeu o que acontecera e acu­ sou Ananias de mentir para Deus. pelo contrário. os cristãos “tinham tudo em comum.22). pois a reputação de Pau­ lo de perseguir violentamenle os cristãos havia espalhado o medo entre os crentes de Damasco. Com o pleno co­ nhecimento da esposa. Possivelmente o mesmo persona­ gem anterior. o qual. era. A N A N I . 1.9). “nuvem"). Avô de Azarias. O problema era a ten­ tativa deliberada e voluntária de mentir ao Espírito Santo e ao povo de Deus (At 5.ANANIAS cas 1. Um dos privilégios do cristão é estar livre do legalismo.31). “o Senhor tem respondi­ do"). O Senhor. Ananias e Safira decidiram vender uma propriedade (AL 5. O resul­ tado desse triste episódio na Igreja pri­ mitiva foi um maior entendimento e te­ mor do poder e da santidade de Deus. em frente à sua casa (Ne 3. segundo a necessidade de cada um” (At 2. Vendiam suas propriedades e bens.44. líder que testemunhou o pacto do povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10.1).4). 1.26). 2. Logo após o relato da con­ versão de Saulo (Paulo) e a cegueira que resultou de ter visto a glória do Senhor na estrada para Damasco. e repartiam com todos. Esteve no púlpito junto com Esdras. ele caiu morto. portanto.4). quando este leu o Livro da Lei (Ne 8. bus­ cavam uma existência que refletisse o amor de Deus e a graça que é vista em Jesus Cristo. Veja Safira. AN AÍ AS (Heb. Marido de Safira. fazer o que é certo na vida individual. Outro Ananias que se tornou cris­ tão nos primeiros estágios da propagação do Evangelho de Cristo vivia em Damas­ co (Al 9. ANÃ (Heb. Pedro enfatizou o ponto de que o que pertencia a eles era deles (At 5. De fato. Trouxeram consigo práticas abomináveis que incluíam o sacrifício de crianças no fogo. lemos que Ananias teve uma visão.24). Com tal liberdade. exige uma grande responsa­ bilidade em ser honesto e transparente diante do Senhor e de seu povo. continuou com a mentira e também morreu. para que recuperasse a visão. um descen­ dente de Davi (1 Cr 3. Mais tarde.23). Ananias eslava lemeroso. Segundo essa prática. A N A M E L E Q U E . onde é citado como filho de Seir e irmão de Zibeào. O pecado de Safira foi pronuncia­ do por Pedro: “Por que é que entre vós concordastes para tentar o Espírito do Senhor?” (At 5. Esse povo estava entre os que foram transpor­ tados pelo rei assírio para Samaria.

mas essa informa­ o historiador judeu. em Gaza. "éramos aos nossos próprios olhos mão”. e assim também lhes só o nome de Saulo já o enchia de temo­ res. preso em Jerusalém.28. etc. Dia da Expiação. após es­ Veja Paulo.C. 2. ao retornar. e permaneceu por um tempo em Damasco. Arba (Js 14.15). para levar o meu nome de na batalha. Foi imedia­ reputação dos descendentes de Enaque tamente batizado. quan­ gioso como o político. Uma figura conhecida apenas maneira. Josefo. fun­ perante os gentios. sua necessidade de fiança que Josué e Calebe demonstraram ser perdoado e batizado (At 22. Foi nomeado por Herodes e exerceu seu poder de 47 a 59 ANÁS.C. foi enviado a Roma. Jo 18. O no tempo em que o apóstolo Paulo foi Senhor cumpriu suas promessas a Israel. mantendo um condo peregrinavam pelo Neguebe (Nm tato estreito com o governador romano. A formidável que teve a visão restaurada.6-9). Paulo padeceria Quando Moisés enviou os espias a por causa da fé. Josué fi­ sua perspectiva. informaram com É um testemunho do caráter e da fé grande medo que tinham visto os gigan­ de Ananias a maneira como se dispôs a ir tes. Por causa de seu ofício. de maneira que nenhum foi dei­ mostram de maneira tão dramática como xado no território de Israel.). os reis e os filhos de dada por seu ancestral.15). e podemos ver que nalmente conquistou Canaã e estabele­ Ananias foi o primeiro a falar-lhe sobre ceu a paz para Israel (Js 11. 4. na par­ pessoalmente confirmar as acusações te mais consagrada do Templo.24. o menciona como ção nos ajuda a entender sua participa­ sumo sacerdote em Jerusalém mais ou ção na prisão do apóstolo.2. Ananias impôs as mãos sobre Paulo. talvez pelo próprio tornou-se um provérbio entre os israelitas (Dt 1.D. no tempo determinado. Mais tarde. eles disse­ ao encontro de Paulo e chamá-lo de “ir­ ram. Jesus também disse que. Arba — por isso o antigo nome de Hebrom era QuiriateIsrael” (At 9. o pró­ primeiros a causar preocupação para os prio apóstolo contou aqueles eventos da israelitas.13. Foi ele quem menos de 6 a 15 d.28. junto com os cristãos. Foi 4. É mencionado quatro vezes como d. Outro Ananias foi sumo sacerdote piarem a terra e terem visto os anaquins (Nm 14. O sumo sacerdote ordenou que Paulo fosse esbofeteado era o líder entre os sacerdotes. Canaã.6) e é sempre associado a Caifás. At responder a acusações de crueldade. Dessa A N A Q U E . Aparentemenas emoções de um cristão são mudadas te alguns sobreviveram no território por meio da Palavra de Deus e como o medo foi transformado em poder e amor filisteu. Debir e da região montanhosa poucas passagens nas Escrituras que de Judá. para “sumo sacerdote” (Lc 3.22. Ananias. no poder e na provisão de Deus. 13. foi finalmente vindicada. Com sua destruição. para vez por ano no Santo dos Santos. Existem Finalm ente. ficou famoso por sua força e habilida­ 52 . centralizava tanto o poder reli­ no passado distante dos israelitas. parecíamos” (Nm 13.1).2) e pos­ papel na adoração era o de entrar uma teriorm ente desceu a Cesaréia. Os des­ cendentes de Enaque realmente foram os na vida de Ananias. A con­ sua missão mundial.10.G.21-23). Em 52 d. mente ele podia oferecer o sacrifício no P. quando há apenas algumas horas como gafanhotos. Seu único durante seu julgamento (At 23. etc. cruel líder saduceu. era também o líder do Sinédrio.14-16).). onde so­ contra Paulo diante de Félix (At 24.ANAQUE vaso escolhido. descendentes de Anaque. eles. Era um orgulhoso e P.C. Josué os expulsou de Hebrom. liberado por Cláudio.D.G. morava em Hebrom. Homem de grande estatu­ Este cargo tornara-se mais político do que ra. Gate e Asdode.33).

com Zorobabel e Neemias. cuja Influência continuou mesmo depois que a função foi assumida por outros. Não se sabe onde estiveram juntos na prisão.13).22.D.24). O quarto filho de Semi da. Mc 6. Nada mais é conhe­ cido sobre ele com algum fundamento histórico. A N A T O T E . filho de Bequer (1 Cr 7. Tiago e João eram lodos pescadores (Mt 4.3 registra que estes quatro discípulos pescadores estavam presentes no “Discurso de Jesus”. c . Paulo refere-se a ele e a Júnia (Rm 16. 2. no início do ministério de Jesus na Galiléia. um dos juizes de Israel (Jz 3.16).19 o líder do povo com esse nome tal­ vez seja a mesma pessoa. da tri­ bo de Manassés (1 Cr 7. no monte das Oli­ veiras". x\ndré previamente fora seguidor de João Batis­ ta e estava presente quando esle apontou Jesus como o Cordeiro de Deus.13. Abrão mostrou-lhes sua gratidão (Gn 14. Seu genro Caifás e seu neto Matias também exerceram este cargo.6). A NA TE . Anás e Caifás são mencionados juntos quando a Palavra do Senhor veio a João Batista (Lc 3.18. De acordo com Esdras 2. um pouco constrangido. Mais tarde. Na época. André faz par com seu irmão Pedro na lista dos doze discípulos em Mateus 10.G.18 ou At 1. Anás era um poderoso líder. André informou a Jesus. e ele então o encaminhou a Caifás. como os que eram enviados a pregar o Evangelho. André recebeu sua co­ missão form alm ente como discípulo itinerante. A N E R .1316).14 (mas não em Mc 3.40-44). para sugerir que pelo menos parte do tempo os dois irmãos formavam uma dupla no ministério de Cristo (cf.ANIÀO religioso. Em João 6.2 e Lucas 6. A despeito das alegações contrárias. A N D R É . de tempo integral. Um dos netos de Benjamim. Vários aios apócrifos são atribuídos a ele. André. ou talvez ape­ nas judeus. da Galiléia. quan­ do Pedro e João foram questionados a respeito da fé (At 4. 5. 128 membros de sua famí­ lia são registrados na leva que retomou a Jerusalém.8). não existe um padrão consistente no com­ portamento de André. que só havia cinco pães e dois peixes disponí­ veis para a multidão de cinco mil homens. ele também foi um dos intermediários os quais disseram a Jesus que certos gregos desejavam falar com Ele. Esle ainda estava envolvido no Sinédrio. Os algozes primeiro procuraram Anás. Um dos três irmãos amorreus (veja também Monre e Escol] que se aliaram a Abrão quando perseguiu Quedorlaomer. 53 . Natural de Belsaida.24). P. Marcos 13.7). Esle vocábulo deriva do termo grego que significa • ‘hombridade'’. (Para mais detalhes sobre o incidente. ele assinou o pacto do povo para obedecer à Lei de Deus e adorar so­ mente a Ele. Provavel­ mente essa é a utilização mais generali­ zada do termo "apóstolo”. Pedro. quando Jesus foi preso (Jo 1 8. Provavelmen­ te eram parentes de sangue. O nome refere-se a uma deusa da guerra. embora sem nenhuma evidência histórica. Sob a liderança de Neemias.23 e Neemias 7. que ele próprio levou ao Senhor (Jo 1. foi rapidamente ofusca­ do por seu irmão Simão Pedro.8.2). Pai de Sangar. o primeiro dos doze apóstolos a ser cha­ mado por Jesus. veja AnrafeL ) AN IÃO.19).b .6). que os considerava con­ ceituados entre os apóstolos. a fim de resgatar Ló do cativeiro (Gn 14. após o cativeiro babilónico. Assim. Junta­ mente com os outros três discípulos cha­ mados em João 1. nem dados sufici­ entes nas páginas das Escrituras para se deduzir qualquer princípio teológico sig­ nificativo baseado em seu caráter ou sua personalidade.27. Converteramse antes de Paulo. Em Neemias 10. como "meus parentes e companheiros de prisão".31.7). como Riu lo. A N D R Ô N I C O . Mc 1. Em João 12. 1 . André.

0. Concluímos então que o anjo do Se­ nhor ê bastante alivo no Antigo e no Novo Testamento. Quando o rei oron. Mais tarde. pro­ meteu também quo Deus múltiplaaria grandemente seus descendeuIes <Gn 16.15-22. onde Ú chamado do Gabriel). 1 Cr 2 i. quando ahriu as portas das prisões (At 5.I1. e ns bvra” |SI 34. 0 anjo apareceu a Hagar no deserlo p disse-lhe r|iie vol­ tasse para sua senhora Sarai (Sara). Zc 1. O.29 refira-se também ã atividade do Kspírito Santo.12.2-7) Em Aios dos Apóstolos. O AN JO DO S E N H O R . Dous comunica sua vontade por meio dn um ser angelical. o anjo do Se­ nhor é cilado em várias ocasiões. 2. 1 Cr 21. através de sonhos.2.12.7). Um anjo an iq u ilo u 0 e x é rcito de Senaqueribe. a fim de guiai e instruir seu povo. lauto em bênçãos como Bm maldições. ajv.10. No Novo Testamento.13).7) e o instruiu a desaíiar 0 rei de Samaria e seus mensageiros (2 R* 1 3. Êx 3. a liru de anunciar o nascimento de João IL . Em outras passagens o anjo é diferenciado dn Senhor (2 Sm 24.20. Pnslerlormenle.15J.< 1.5. Um anjo incentivou o desanimado Elias (1 Rs 19.131. o anjo pralicamenle ê identificado com o próprio Deus.12. por ide tor obedecido ao pedido de Deus (Gn 22 11. 1oram-lhe dadas ins­ truções divinas concernentes a Ismael. Jz 2.7).15-18J. O “ anjo rio Se­ nhor” (as vezes chamado “u anjo do Deus”) é mencionado mnis rio 00 vezes nn Bíblia e é ii porta-voz pessoal de rieiis e seu repre­ sentante diante da humanidade. o anjo ordenou que sê construísse um altar na eira de Ara una lOrná). a fim de realizar os propósi­ tos divinos.11-221 No tempo dos luízes. O evangelho de Lucas registra a apa­ rição de um anjo dn Senhor a Zacarias. um anjo instruiu Manoá (jz 13.1 II. responsável pela realização rle ura juizo de Deus. a Josá. mas os inimigos do povo de Deus sempre estarão sujeitos ao juízo angelical |S1 35. A* vezos.26. 3 1. (Ml 1. como 110 encontro de Jacó em Betei. embora Aios 8. Na época de Abraão.19.. “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que 0 temem. o anjo n distinto •le Deus (como em Lí 1. um anjo trouxe-lhe destruição na forma de uma peste ijuh matou 70 (»D0 pessoas (2 Sm 2-1.19. 12.712). 0 jebuseu.T- 54 .10-10. orientou Filipe para onde deveria ir (At «. Nesta ocasião.0 anjo lambém é uma figura proeminente no livro de Zacarias (Zc 1.35: Ta 37.11. ao lazer a contagem do povo.ANfO no SENHOR. Nos Salmos.J3. a fim de instrui-lo a respeita do m enino. Em certas ocasiões uo Antigo Testamento. e ás m ulheres no relato de Mateus sobre a ressurreição de Crislo (Mt 28. a fim do mostrar 0 poder do Deiu* tios assírios (2 Rs 19.6). para impedir u morte de Isaque e confirmar a bênção de Abraão.5. i um Moisés na sarça ardente e uo livramenlu do Figilo (Gn 31. 1-14).36). 0 Templo do Jerusalém foi edificado naquele local (2 Sm 24 10-25. o anjo interveio lambém no monte Moriá. Em ou­ tras ocasiões. O anjo do Senhor aparece varias ve­ zes na história de Balaão (Nm 22 22-35J e é citado na canção de Débora e no cha­ mado de Gideão íjz 5 23. Quando Davi ilesagradou a Deus.01. o anjo é visto como mensa­ geiro divino.23).13-211.26) e feriu o rei Herodes Agripa 1 com o juízo de Deus (Al 12.1). os anjos tra/em tanto bênçãos coroo juízo.

5). mas não inclui as relacionadas aos dois anjos chamados pelo nome na Bíblia. 91.15: "E Deus mandou um anjo para destruir a Jerusalém”.Antigo Testamento. 2 Cr 3. houve ocasiões quando a tei­ mosa oposição ao Senhor foi confrontada com a implacável fúria divina. e os anjos de Deus subiam e desciam por ela" (Gn 28. 2 Sm 24. o patriarca lacó. "Atirou para o meio deles. Os anjos no Antigo Testamento A palavra usada no . o ardor da sua ira. cuidaria dele e. A justiça de Deus foi temperada com a misericórdia divina. como punição do Senhor por sua depravação (Gn 19.7. Gabriel (Dn 8. furor. enviou um anjo. cujo topo chegava ao céu. Por outro lado.18-20. Por meio dessa experiência. Existem também mais de 60 referências aos querubins. que tornou a meter a sua espada na bainha" (1 Cr 21. o Senhor falou com Jacó e tornou a promeler-lhe que seria o seu Deus.49).1-20. e os b'vra" (SI 34. indignação e angústia" (SI 78.ANJOS ANJOS Existem aproximadamente 292 referências a "anjos” nas Escrituras. Ao registar as dificuldades enfrentadas durante o cativeiro egípcio. Esse numero registra mais de 60 referências ao “anjo do Senhor”.11.13-16).40). ou seja. no qual viu uma escada "posta na terra.6. teve um sonho em Betei. significa simplesmente "mensageiro". 55 . Hb 9.21: Lc. Nesse caso. Às vezes os anjos apareciam. seres celestiais que sâo citados frequentemente em conexão com a entronização simbólica de Deus no Tabernáculo e no Templo (Êx 25. Assim. I Rs 6.7-14: Ez 10. no Antigo Testamento.16. Uma ilustração contundente de um anjo no exercício do juízo divino é encontrada em 1 Crónicas 21. quais mensageiros de males. Exemplo: dois anjos foram a Sodoma alertar LÓ e sua família sobre a iminente destruição da cidade. Os anjos trazem direçáo.8.12}. cf. ajuda ou encorajamento. ele ouviu a nosso voz. 9. depois. a íim de encontrai' uma esposa para Isaque entro seus parcntns. para cumprir al­ gum propósito divino relacionado com a humanidade. a aniquilação da cidade foi evitada: “Então o Senhor deu ordem ao anjo. 37. Normalmente. Ap 12.13. 1. para designar anjo.26) e Miguel (Do 10. Essa proteção divina é vista pelo salmista como extensiva a todos os que genuina­ mente colocam a conf iança no Deus vivo: ”0 anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem. e nos tirou do Egito" (Nm 20. o traria à Terra Prometida (Gn 26. "Mas quando clamamos ao Senhor.1.21.23-25: 8. Em outras ocasiões. a lembrança da ajuda divina no passado nao foi suficiente e a passagem pelo território edomita foi negada (Nm 20.7-9.12-15).12. para o fiel cumprimento da vontade de Deus Exem­ plo: o servo de Abraão foi enviado á Mesopotámia. Jd 9. Infelizmente. Uma das referências mais interessantes aos anjos foi quando Moisés enviou men­ sageiros ao rei de Edoin. conslituia-se em uni agenle de Deus.19. felizmente.1. como nas pragas que caíram sobre o Egito. depois que saiu de Berseba. 114 no Antigo a 178 no Novo Testamento.18-201 Os anjos como executores do juízo de Deus. Houve ocasiões era que os anjos tiveram um papel preponderante no propósito divino (Gn 19.17). para que o ajudasse a alcançar seu propósito (Gn 24.27). 12. o legislador comentou.12). um anjo atuou na direçáo de uma pessoa. para encorajar o povo de Deus.7).10). depois que Abraão lhe disse que o Senhor enviaria seu anjo" adiante dele.7.16.

Ed 2.). cm rusposto à oração do rei Ezequias: “F. Aios. G.1. por exemplo. eram conhecidos pelo nome (Uriel. O próprio nome desses seres ("aqueles que queimam”) indica sua pureza como servos de Dous. a partir daí.2-4).36J. Assim lemos. Mc 1. o qual to rn o u -se tão d o m in a n te uo p erío d o ínterLeslamentário.10). cf.9 . Alguns anjos. que apresenta um forte interesse pelos anjos. desenvolveram-se elaboradas angelologias. em Tobias 5. Os anjos no período intertestamentárlo Os anjos foram particularmente proeminentes na literaUua judaica no período entre os dois testamentos (2 Esdras 6. em 2 Esdras 5. 5. os serafins — maturas celestiais que são citadas somente na visão de Isaías — ofereciam louvor e adoração. Hebreus e Apocalipse e ocasionalmente nos outros livros.4. Os anjos no Novo Testamento No Novo Testamento. 2). Santo. que cumpris as suas ordens. Eles aparecem com frequência no livro de Zacarias. palavras boas.35. 56 .20 e Rafael. os chefes e os oficiais no arraial do roi da Assíria" (2 Cr 32. O salmista exortou: “Bendizei ao Senhor.2 . magníficos em poder.4 1 . onde um papel sim ilar è dado a um anjo interlocutor (Ap 1 . palavras eonsoladoras" (Zc 1. Esse papel do mensageiro do Senhor de com unicar a revelação divina ao profeta traz luz sobre o Apocalipse. louvai-o. falou sobre "sete santos anjos que apresentam as orações dos santos e entram na presença da glória do Santo".7).ANJOS Um dos casos mais dramáticos do retaliação divina ocorreu na derrota de Senaqueribe.2-4) ou um “anjo1 '. este ensino sobre os anjos é restrito e saturado do e le m e n to e s p e c u la tiv o .34. onde um anjo interlot. o Senhor enviou tun anjo que deslruiu a todos os homens valentes.31-55!. quando o anjo do Senhor levantou a questão sobre até quando a misericórdia divina seria negada a Jerusalém: "Respondeu o Se­ nhor ao anjo que falava comigo. Tobias. todos os anjos (conforme trazem algumas versões) rejubilaram (Jó 38.21s.ulor é citado varias vezes (Zc J . Nesse texto. Santo é o Senhor dos Exércitos: toda a lerra está cheia da sua glória" (Is 6.5: 1 Macabeus 7 . todos os seus anjos.5. todos os sb u s exércitos celestiais. vós. os quais são líderes e desempenham funções especificas no plano divino ( l Enoque 40. todos os seus exércitos celestiais” (v.3: 4. A njos In terlo c u to res. quo obedeceis à sua voz.13. o Salmo 148 couvoca os anjos a louvar ao Senhor junto com todos os seres criados: "Louvai-o. ls 37.C. a palavra grega ongelos significa “mensageiro" Iusada com refe­ rência a João Batista.6 ). cif.4) e. uma grande ênfase ê colocada sobre a santida­ de do Seuhor e a importância do louvor por parte dos anjos que o servem.3. No entanto. em 701 a. 22 . O anjo entõo transmitiu ao profeta a mensagem dada por Deus (Zc 1.4. Os anjos são mencionados muitas vezes nos Evangelhos..44-48.5: 5.6). 2 Rs 19. Tobias 6. O livro apócrifo "Os Segredos de Enoque”.10.5.20. ministros seus.21). que executais a sua vonta­ de” (SI 103.14-17. Quando Deus criou a Terra. por sua inefá­ vel santidade: "Santo.9. m enciona quatro deles pelo nome. Semelhantemente. Bendizei ao Senhor. 2 Macabeus 11.. A mesma ação que produziu juízo contra os inimigos de Deus trouxe livramento ao seu povo. Os a n jo s e o lou vor a D eus.19: 2. segundo os livros apócrifos. Um dos mais bonitos papéis desempenhados pelos anjos no Antigo Testamento ó o louvor. 1 . Da mesma maneira.13). anjos seus.18.

Os anjos são aitados várias vezes em conexão com a vida cristã.33. A promessa divina du Salmo 01 foi assim i. O lesteniuulio cristão tem um significado solene.39). Em Lucus. o anjo Gubrinl fez o anúncio para Zacarias e Maria (Lc 1. Mateus destacou o papel dos anjos no dia do Senhor. quando vier na sua glória o na do Pai e dos santos anjos’' (Lc 9.12). os quais terão um papel significativo no processo judidal: "Póis o Filho do homem víró na glória d»* seu Pai. no final do seu registra sobre este assunto. Mandará o Filho do homem os «eus anjos. Vários outros aspecto? do história do nascimento de Jesus são (lignr)S de nola. e os lançarão na fornalha de fogo.14) Assim.26). Deus "enviará os sous anjos.31).. o nascimento de Jesus é anunciado por uma “mul­ tidão dos OxfircilOS celestiais. No finai dos lempos.19.20. rom seus anjos. e os ceifeiros são os anjos. Mas quem me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus” (Lr 12. Os anjos são mencionados na intri­ gante passagem sobre o homem rico e Lázaro. Cristo recusou*se a a c e l t a T a sugestão demoníaca o é interessante que Marcos deslacou 0 ministério dos anjos em sou r«lato ria tentação (Mt: 1.5-7. Primeiro. por exemplo. Lucas destacou também a participação de Gabriel na escolha do nome de Jesus (2.32.11. cf. “morreu lambem o rico e foi 57 . Mt 10. e chegaram os anjos o o serviram” (Mt 4 J 11. mas no tempo e na maneira de Deus (cf. Semelhantemente. Os anjos e a tentação de Jesus. ao aparecer a Jose ÍMl 1. lambém no Ml’ os anjos participam do louvor e da adoração ao Senhor.9: cf.20-38).10).24. Os anjos e o dia do Senhor. 2.9-12). os anjos participam no julgamento final: "Vi­ rão os anjos e separarão os maus dentre os juslos.11-20) e aos pastores (L.49. o anjo do Senhor teve nm papel preponderante no anuncio dos nascimen­ tos tanto do João Bal ista como de Jesus.13.AN] OS Os anjos e os nascimentos de João e de Jesus . para tentar Jesus e fazê-lo colocar a fidelidade de Deus á prova (Ml 4.umprida. pois era vislo contra o pano de fundo da eternidade: “Qualquer quo de mim e das minhas palavras se envergo­ nhar. Mateus de* larou: “Enláo o diabo o deixou.27. na Ihróbohi dn Rude. Ap 3.12 foi citado polo diabo. Duranle a tentação." (Lc 2. de uma à outra extremidade dos céus" (Ml 24.21. Jesus disse aos discípulos: “ A ceifa é o Rm do mundo. Em Mateus 16. dele se envergonhará o Filho do homem. u Zacarias (Lc 1. da mesma maneira que faziam 110 A l O louvor a Deus era uma de suas atividndes primárias ÍAp 5. com grande clamor de Irombela os quais ajunlarão os seus escolhidos desde os quatro ventos. Na Parábola do loio. é dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas. Os anjos em cenas de morte e ressurreição. Lo 4 9-!2). e eles colherão do seu reino tudo o quo cnusB pecado e todos os que cometem iniquidade" (Mt 13.26). 1. paz nu lerra entre os homens. o Salmo 91. os anjos são vistos como agenles de Deus. com relação ã nossa situação final na presença de Deus e dos anjos: “Digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus.. Lr 22. louvando a Deus.11.50).43). Em adição. Segundo.c 2. . onde “morreu o mendigo e foi levado pelos anjos para o seio do Abraão". O testemunho do Cristo ora importantn. O elemento cio louvor certamente mareou presença no NT. Os anjos e o tema do testemunho.8. onde haverá pranlo e ranger de dentes" fMt 13. Lucas desiatou lambém a alegria trazida pelo arrependimento sincero: "Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Dous por nm pecador que se arrepende” (Lc 15. Da mesma maneira.13). por outro lado.5).13). e enláo recompen­ sará a rada um segundo as suas obras".

1 2 . Embo­ ra os anjos tenham desempenhado um papel importante no tocante a colocação da lei divina em atividade (Gl 3.10.19). A partir desta passagem.8] Ele reconhecia com gratidão u bondade iniciai dos gálatas. Esse comentário afirma ser necessário estarmos em constante vigilância.12.4-7). cf. At 12. e. embora reconhecesse que a luta do cristão era contra “principados e potestades" (Ef 6. onde os anjos faziam algo similar. Estava convencido de que nem os anjos e nem quaJquer outro poder criado separariam os verdadeiros cristãos do amor de Deus em Cristo (Rm 8. 14. há o sombrio repúdio dos que estarão ao lado esquerdo do Rei. Mttría MadaJena encontrou "dois anjos vestidos de branco" e depois o próprio Cristo ressurreoto (lo 20. Aqui.14). Em seu evangelho. 2 3 . Jo l2 . Na verdade. Os anjos no livro de Atos. 7 . Mateus chamou a atenção para o papel dos anjos guardiões. malditos.11. na passagem sobre ns bodes e as ovelhas: “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Aportai-vos de mim. Os anjos em outras referências nos evangelhos. Ez 28. Lucas fez muitas referências aos anjos em Aios. Lc 24. O destino eterno dos dois foi muito diferente e mostrou uni forte contraste com o contexto de suas vidas na Torrai Anjos apareceram no túmulo vazio.30.23: Io 20. cf. João registrou o comentário de Jesus para Nntanael: "Vereis o céu aberto e os anjos de Dous subindo e descendo sobre o Filho do homem" (Jo 1. Deus guiava seu povo o usava seus anjos. Finalmente. Lc 24. SI 34. será o elo de ligação entre o céu o a terro. Mateus escreveu que um 'anjo do Senhor" rolou a pndra que fechava o túmulo. Paulo tinha menos a dizer sobre anjos do que se poderia esperar.5-7. para o fogo eterno.30). 1 9 .12-17.10-17). For o u t r o lado.36).11-18. preparado para o diabo e seus anjos" (Mt 25.11). Mais tarde. Essa passagem lembra o sonho que Tacó teve em Betei (Gn 28. u idéia é que Cristo.22).5. "o anjo do Senhor" trouxe juízo contra um inimigo do povo de Deus (o rei Horodes) como no AT: “No mesmo instante o anjo do Senhor feriu-o. Lc 20. cf.41).5-7. Mc 16. comido de bichos.11).3). At 1. Incluiu também o ensino de Jesus sobre o casamento no estado futuro: “Na ressurreição nem casam nem sáo dados em casamento: serão como os anjos de Deus no céu" (Mt 22. expirou" (Al 1 2 . que protegem o povo do Deus (Mt 18. ao escrever aos gaiatas.7. 8 ) . 2. logo depois da ressurreição de Jesus Cristo (Mt 28. "O anjo do Senhor” abriu os portas das prisões para os apóstolos em várias ocasiões (Al 5 .2.1 f). certamente não deveriam ser adorados Cl 2 18). Também admitiu que "o próprio Satanás se transforma em anjo de luz" (2 Co 11. Is 14. com uma mensagem de conforto e a certeza do livramento í A t 2 7 .39). ” o anjo do Senhor” encorajou Paido no meio de uma tempestade uo mar. e citou sua impressionante aparência e a reaçáo aterro­ rizada dos guardas [Mt 28. pois "me recebestes 58 .12).3 l. porque náo dou glória a Deus. 91. fica claro que alguns dos anjos pecaram e uniram-se ao maligno e conseqúentemente também receberão o castigo eterno (cl. embora os saduceus radoualislas negassem a existência deles (Al 2 3 .12-19.51). 2 Pe 2. cf. cf.2. Paulo diz que "ainda que nós mesmas ou um anjo do céu vos anuncie oubo evangelho além do que jã vos anunciamos. 2 4 ) .38. Paulo mencionou os anjos caldos.4: Jd 6). e lembrou aos crentes pecaminosos de Corinto que “os santos'’ julgariam os anjos (1 Co 6. 2 3 ) . Ele também registrou as instruções do anjo para as mulheres fMl 28. De acordo com o evangelho de João.ANJOS sepultado" (Lc 16. para resistirmos a tais ataques enganadores.10. como o Filho de Dous. seja anátema" |CI 1. Os anjos nas cartas de Pauto.3).2.

11. serium punidos. 13. mas são considerados inferiores a Cristo (Hb 1.4. os anjos são men­ cionados num antigo hino muito bonito 11 Tm 3. por todo o livro (Ap 5. existem também muitas citações aos anjos como seres sobrenaturais.11. e os seus anjos foram lançados com ele” (Ap 12. Os anjos no livro de Hebreus. Estes serão tulgados junto com o diabo.a . "quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder. numa época de crise iminente.7).8). 14. Referencias sombrias à condenação dos anjos caídos em 2 Pedro e Judas são feitos nos passagens que apontam solenemente os erros dos falsos mestres e sua absoluta destruição (2 Pe 2.3-12). 22.1. ft.1.14).12). 10. O plano divino da salvação o tão mur.15. mas também diante "dos anjos eleifos" í lTm 5. a .7.22. não só na presença de Deus e de Cristo.22).2.1 f> : 12. Pulo contrário.1).14). 20.8. como em outros lugares na Bíblia. lambém é encontrado em Apocalipse (Ap 1.9): qitarla. 7. "E houve guerra no céu: Miguel o os seus anjos batalhavam contra o dragão. são descritos como executores do juízo de Deus sobre a Terra (Ap 9.11. as cartas são endereçadas "ao anjo" das seté igrejas (Ap 2. Eles foram criados o não devem ser adorados ou louvados.2." (2 Ts 1. são servos sobrenaturais do Deus. Por outro lado. São introduzidos numa passagem que adverte os discípulos a atentar para a grande salvação oferecida em Cristo (Hb 2.1. os anjos aqui. ds quais perseguiam os crentes. Anjos inumeráveis lazem parte da Jerusalém celestial e isso é mencionado como um incentivo a mais. uma séria adverlém ia é feita ao jovem líder cristão. Em cada um dos casos.53). A ascensão de Cristo ao Céu. A limilação do espaço nos restringe a quatro observações: prim em í. 19.3-#. trabalhando ern favor dos seus filhos e protegendo-os. sugando. Mt 26. cf.. Nesta batalha. um forto contruste é foilo entre os anjos bons e ds maus. Na segunda.7..1 B). Os anjos parlicipam da adoração a Deus p cumprem a > »u a vontade na Terra. paru que os destinatários não recaíssem no Judaísmo (Hb 12.2). Jd (J). Duas passagens eui 1 Timóteo devem ser observadas.»i)’ . autoridades e potestades foram colocados em submissão a Ele (1 Pe 3. Sumário A Bíhlia tem muilo a dizer sobre os anjos.2.5-14). em chama de logo.ANJOS como a um anjo de Deus" (Cl 4.1.17.22-24. E o dragão e os seus anjos halalfiavam” (Ap 12. Os anjos em 1 Pedro. é observada umu divisão entre os anjos bons e os maus. 16. significou que anjos. São cuidadosarneute definidos no primeiro capitulo como "espíritos ministradores.1.11. Em 2 Pedro 2.7-9. entretanto. Em Apocalipse. ouvia dos para servir a fuvm dos que hão <le herdar a salvação” (Hb 1 14). 2 Pedro e Judas. onfre outras coisas. ‘\lguns. os quais oram os mensageiros de Deus para o seu povo. que participam dos seus propósitos.21 J. tanto de juízo como de salvação São agentes e mensageiros do Senhor. Ds anjos são citados muitas vezes na carta aos 1Iebreus (Hh 2. o pupnl do anjo interlocutor. Na primeira. 59 . a referência é leita aos pastores das igrejas.iviLhoso que desperta a curiosidade dos anjos (1 Pe 1. em contraste com Satanás e < x s outros anjos caídos. Os anjos no ttvro de Apocalipse. observado em Zacarias. o lado divino saiu vitorioso. terceiro. Ao escrever aos lessalonicenses.18: 3.0-10.2). se rebelaram contra o Senhor 0 aliaram-se a Satanás.12. Deus ainda estava no controlo de sua criação. os anjos verdadeiros adoram a Deus e reimem-ae no louvoraCrisfo ao redor do trono divino (Ap 5. o diabo "foi precipitado na ferra.12).t. Paulo declarou solonemonfe q u e os oponentes do cristianismo.

20: Nm 26.13. 1 . Descrito como "testemunha tiel" de Deus em Apocalipse 2. sen descendente.D. na província da Asia.34-17).d.581: 1 Cr 6 . Anrão estava entre os que se casaram com as mulheres es­ trangeiras.5)."a tenda do meu pai"). Quando ouviu o quo ocontocera. Líder de clã enIre os coatilas |Nm 3. Sua esposa Joquebede deu-lhe três filh o s: M iriâ. veio da mesma região que fora o lar de Abrão. pois é vista em Génesis 14 como a vitória do Senlior e indicava o estabele­ cimento de Abrão em Canuá. Os quatro reis capturaram uma grande extensão dn terra. P. Essa genealogia tem um significado es­ pecial porque vai do filho caçula de Jacó até Saul (1 Cr 8. destaca lambém o crescimento rápido da influência do Abr|a]ão. Um dos descendentes de Saul. perseguiu Quedorloomcr e alcançou-o bem ao norte. B irsa. A pós Seeanias con­ fessar a Esdras que muitos bomons de Judá tinham-se casado com mulheres de outras nações.C. ANUBE. Levaram cativo.3 . Num ataque sntil e inteli­ gente. 1. sob o plano soberano de Deus.46). juntamente com o resto dos cidadãos. a influência de Abrão na "Terra Prometida” cresceu caria vez mais. 18: Nm 26. mesmo após o martí­ rio de Antipas Essa cidade é descrita como o lugar “onde Satanás habita' Era um centro de adoração ao imperador. rias quais tomaram todo o es­ pólio. Veja HerO<J<t$ 2 .18: 23 12. ANZI (Heb. Da tribo de Levi. Descendente de Judá. Etã. contudo. 12 ). Desse punto um diante. os rfis dessas cidades mbalaram-so e lulanun contra os invasores (veja B om . No 13'ano. Neto de Benjamim e filho de Bela. filho de Bani.8). bem como sua separarão final e completa fia antiga existência.2). ANTIPAS. ser­ viu como músico no Templo (l Cr 6.ANRAFEL A N R A F E L .2 . loram derrotados e fugiram. 1. S in a b e e Senwbtír). 2. AOÁ. no lempo de Neemias lEd 10. era filho de Coz (1 Cr 4. o merarila. A vitória dele sobre esses monarcas é de grande signifi­ cado. o Se­ nhor recomendou b o s cristãos que náo renunciassem tt fé. Fica claro que o líder da coníedera­ ção invasora ura o rei Quedoiiaomei (Gn 14. A aliauça daqueles reis. A N T O T IA S . Arão e M oisés (Êx 6. a poutO de justificar Luua aliança «t atrair reis de terras Ião dis­ tantes.20). Filho de Aisamaquo. pais dirstâca como a região do vale do riu lordãu era cobiçada. Um dos quatro filhos de Coalíi e neto de Levi (Êx 6. Isso fez «om que Abrão entrasse tnn cena.34). Ao falar à igreja em Pergamo. AOLIABE (Heb. que in d u ia as cidades de Sodoma e Gomorra. Eles tinham conquistado várias cidades do vale do Jordão e áreas ao re­ dor do mar Morto e governavam a lona bá doze arms. p. Esdras e os judeus se arrependnram e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10.24I. da tribo de Dã (Êx 60 . Um de seus descendentes.7. Possivelmente seja o Aias de 1 Crónicas 6. o sobrinho de Abrão (Ló) que morava em Sodoma. Descendente de Bani. 2. foi um dos sacerdotes que se estabeleceram em Jerusalém depois do exibo babilónico (Ne 11 .g.4. Novamente. Uni dos quatro reis da Mesoporãmia que invadiram a Palestina d o tem po de Abraão (veja também Áríoque. "minha torça' ). A tradição diz que Antipas Foi assado vivo num grande recipiente de bronzo. Abrão derrotou a confederação daqueles reis e reiornou com Ló e sua família |Gn 14. Adaias.13).19). Era filho de Sasaque I I Cr B. O relata de Génesis 14 é de particular interesse. ANRÀO.59: 1 Gr 24.. da qual Aurafel fazia parte. Qu^durluuuivr e Jhíul\.4).

i ledíndo que o recebessem.3 e citado). O cuidado pastoral de Pau­ lo p a sua consideração por indivíduos sãn frequente mente destacados em suas cortas. eram d escrito s nomo “sem leiras e índijutos1 ’ Al 4. Foi indicado pelo Senhor para au­ xiliar Bezalel no artesanato e nos dese­ nhos dos artigos do Tabernáculo. Provavelmente. Nasceu e foi educado n. cuju pre­ gação resumia-se em preparar o caminho para lesus. e figurou entre o limitado número de judeus que possuí­ am cidadania alexandrina. ressurreiçãoe volta ã Terra para reinar. era líder na tribo dp Juda. até o Egito e Asia Menor. devido aos seus elevados custos. Era um Importante obreiro da igreja primitiva. Deus Liie ileu lam­ bém a habilidade de ensinar a outros lais técnicas.i “segunda Atenas”.13).6). como ourivesaria. na grandemente valorizada educação grega. de maneira que toda obra no Tabernáculo foi realizada para a glória do Senhor (Éx . sofrido persegui­ ções. dois grandes ministros da igreja primitiva e implementadores do minis­ tério cristão.2). Obvia­ mente.{5. a cidade de Alexandria. recebeu formação de "nível uni­ versitário'* em retórica. contudo. nenhuma informação adi­ cional é dada. que fora teclado e "apro­ vado rm Cristo" (Rm 16. lesus era o Messias prometido (At 18.24-28. Lucas diz que Apoio era “poderoso" no uso das Escritu­ ras. linha excelentes qualidades cm diferentes tipos de trabalho manual. e combiuava seu conhecimento exauslivo do AT com sua educação secular ua arte da retórica (compare Apoio com outros pregadores. Apoio queria exercer seu ministério do outro lado do mar Egeu. Pelos padrões do primeiro século. Escreveram unia carta de recomendação para os cris­ tãos i oríntios. O fato de que pertencia ao mais elevada quadro social daquela famosa cidade õ indicado nos termos selecioaodos por Lucas em sua bieve mas altamente inturmativa descri­ ção em Atos 18. os quais. isto á.24).APQLO 31. apologista e debatedor.2). "faces"). cuja capital era Corinto. como o apóstolo. na província da Acaia. é aprecontadu como um lormidável judeu cris­ tão. Um dos filhos de Naddbe: Apaim foi pai de Isi (3 Cr 2. marcenaria e mesmo confecção de tecidos. Mc 1. A PELES. inclusive sua morte. “Poderoso" era um termo retórico para lógica e persuasão.30. Inicial­ mente. Como qualquer discípulo de João que não lomou parte do grupo apostólico. Sua chegada a Éleso abriu as portas para os judeus.34 a 36. Era um ensi­ no disponível apenas para a elite. onde Ls 40. presumivelmente pelos discípulos de João Batista. em termos de educação formal. Sua vinda fortulecnu clarameute o testemunho oristão na i idnde. Como homem ins­ truído". Apoio pregava na sinagoga de Éleso. Talvez ele tenha.2. a igre­ ja em Èfeso o bui orajou a ir. qun era ao mesmo tempo receptiva e an­ tagónica ao cristianismo Ele íora "inslrufdo no caminho do Senhor" (d. A mensagum do Batista linha so espalhado além das fronteiras da Judéia. “demonstrando'1 (outro ter­ mo retórico 1 pelo Antigo Tfcslamenlo que 61 . Embo­ ra este ensinasse sobre lesus "diligente­ mente". APOLO. os dois preencheram as lacunas do conhecimento dele. PriseUa e Áquila eram o elo entre as duas igrejas (Al 18. Ele aprendeu a arte da habilidade nos debates em sua Bduoação secular e usava Isso de manei­ ra excelente. Paulo enviou saudações a esse cristão romano.10).31J. onde foi ouvido por Priscila e Áqiiíía. Apoio for­ taleceu grandemente u comunidade erislá de Corinto e colaborou na discus&ão com os judeus que haviam trazido uma APAIM (Heb. Nessa época. provavelmente ele precisava entender as implicações teoló­ gicas dos eventos firiais rui vidú dn |esus. usavam a própria residência Gomo "igreja local" e convidaram Apoio para visitá-los. nu Egito.

2») Apoio permaneceu algum tempo em Corinto e engajou-se uuina obra promis­ sora.14). nem o estilo eloquente. Isso Indica que Apoio ainda estava engajado no ministé­ rio cristão em tempo integral e.11).AP0 L7 0 M acusaçãu criminal i ontra Paulo diante do governador Gálio. O uso dos lermos "acerca do irmão Apoio” 11 Co 10. quando começaram a sur­ gir divisões apos o retorno dele a Éfeso. Ele poderia assegurar para sí mes­ mo uma vida npulenia. Esse julgamento havia colocado os cristãos debaixo de um guar­ da-chuva judaico e parece que Apoia cumpriu a ordem do governador. pois sua apreseutação carecia das qualidades considera­ das aceitáveis piara uma audiência bemeducuda e so fisticad a com o a dos coríntios (2 Co 10.13.10). por esse motivo. Em 1 Coríntios 4. o Lobbv de Apoio foi capaz de convencer a igreja de que seus interesses seriam mais bem atend id os se ele retornasse. lím Tito 3. Num debate público. a opinião d» alguns sobre o ministério de Paulo foi expressa em linguagem retóri­ co.w. Ciúmes 0 rivali­ dades entre professores era exatumente o que mestres e discípulos seculares fazi­ am. O tex­ to de 1 Coríntios 16. ele refutou as acu­ sações dos judeus e provou pelo crivo das Escrituras Sagradas que a afirmação dos cristãos de Jesus ser o Messias era verda­ deira (Al 18. Dado o amor que tinham pela oratõria secular.\hadom . com seu espirito competi ti vo. as finanças necessárias. cf 1. necessitava de sustento 11 Co 0. quando respon­ deu às carias dos coríntios Ele apenas se recusou a envolver-se nos métodos secu­ lares do pensamento dos crentes daque­ la igreja. revela as funções distintas de cada um. em termos.12 indica que Apoio recusou o convite para retornar a Corinto. "doulor da lei“ (talvez melhor entendido como "assistente legal") em Creta. o apóstolo condena a competição entre o lobbv dele e 0 de Apoio. pois sua presença física era fraca. quando loi acusado de que não pos­ suía nem a presença carismaLica de Apoio. seculares. em detrimento de Paulo.6. A P O LIO M . con tribu iu graudemerite para o testemunho cristão o a dofesa da fé. lalvoz nao intencionalmente. 62 . trabalhando como orador e advo­ gado: entretanto. Nos dias que se seguiram. ua l ula pela reputação de suas escolas e por mai­ or influência nas assembleias políticas (l Co 3. duvido à sua edu­ cação. Os coríntios demons­ travam muita preocupação sobre quem eram Paulo e Apoio. h .1). escolheu usar seus fa­ lemos e privilégios em favor do reino de Deus e. Os que se converteram por meio des­ se ministério. viam a si mesmos como pertencente» a Apoio. Apoio — tutu educação u qualificava para trabalhar confio advo­ gado — eslava envolvido com Zenas. ao chamar tal atitude de “imatura" e "mundana". I I ). Veja . Paulo pediu a Tito que providenciasse tudo do que precisassem para a jornada.1. embora considerasse que em outra opor­ tunidade aceitaria. pois julgou que não seria "boa ocasião". usando as Escri­ turai parn “cuidar do assunto" (At 18. isto é. porque apena* Deus podo criar uma congregarão e faztíla crescer 11 Co 3. ao fazer isso. Tánto Paulo como Apoio eram de tal estatura espiritual. desLacando que um plantava e outro re­ gava.15).61. I a 4: seria niencionadu como cabeça. Paulo. quando as coríntios o convidaram para trabalhar ali. ao contrário.5. mas continuaram empe­ nhados em prol do Liem da igreja.12) indica que o apóstolo respon­ dia a uma questão que iora aprese atada na carta q u e recebeu dos coríntios (1 Co 7. embora este tivesse exercido um ministério eficiente □a cidade por L8 meses IAt 18. Seu nome seria usado comparativamente nos tris­ tes problemas em 1 Coríntios caps. que nenhum dos dois reagiu ao jogo de poder dos coríntios.3. cooperando conjuntamuute pura o crescim ento da igreja. Paul o não demonstrou qualquer ressentimenti ■ contra Apoio.

b oi Mateus 10. André. este termo lornnu-se mais amplo e abrangeu também outros cristãos que cumpriram tarefas de destaque na área de evangelização e missões. Tiago o João formavam um circulo de amizade mais próximo e estavam presentes com Cristo em várias ocasiões memoráveis.2-4. A escolha destes ullimos tinha um propósito duplo. qualro dos apóstolos eram pescadores — Pedro.37: Lc 8. 2 . Primeiro.16-20. Marcos 3. Foram escolliidos "para que estivessem com ele.1. 1 . 7 0 . Mal eus ou Levi possivelmeute tinha bom nível do instrução um cobrador de impostos e considerado colaboracionista tios autoridades romanas que dominavam a Palestina naquela ppoca.14-I6 e Atos I 13. como na ocasião em que os discípulos perguntaram a lesus sobre quan­ do o Templo seria destruído (Mc 13. André era tam­ bém incluído.8: 22.27J. 1. embora frequentemente falhassem muito (Mt 8. At I 3). e os mandasse a pregar" e a fim de participarem do ministério de Jesus (Mc 3. 8. “filhos dn trovão”. 9 .40. alguns manuscritos trazem "setenta e dois*’ nos w. 1 5 : !•> 1 5 .16-19. 10.1-20. após a ressurreição de Cristo.4) Segundo.16.26. 9. 1 4 . 12.17) Terceiro.25. 9. Mc 16. 7 .28: Jo 20. 1 7 : Mc 4 . 5 .10: 20.511. L c b 1 3 . 15.24). Os nomes dos apóstolos «ãu relacionai los quatro vezes. dois discípulos.26: 14 31: 16. Tiago e João. A escolha dos Doze Os primeiros apóstolos loram escolhidos diretamente por Jesus (Mc 3 . 0 . o Senhor lembra aos discípulos qual (t a Comissão deles: 'Assim como o Pai me enviou. hem como os doze (Lc 9. a fim de compartilhar o Evangelho com outros. Essa comissão é citada repelidas vezes (Mt 28.12-261 Um estudo dessas listas e dos nomes apostólicos no evangelho de (oão revela talos interessantes. a Transfigura­ ção (Mc 0 2. Lucas 6. ”0 gémeo" lio I I. fo­ ram t hamados Boanerges.15). Quinto. 3 5 . Lr. provavelmente reforindose ao ‘‘temperamento esquentado” deles |M c: 3. ensiná-los e capadto-los para o testemunho cristão (Jo 14. Lc 24.26. Tomé era ih amado Didimo. 2 2 .24-28). Jo 6 .28) e a agonia no Getsômani [Mc L4.14. Desses. 2 4 ) . Lr. 3 . As vezes. Eles entáo seriam capazes de sair pelo mundo.APÓSTOLOS APÓSTOLOS O vocábulo “apóstolo" ído grego apostolou quo significa "mensageiro” ou M euviarlo"’ Jó o nome dado u alguém enviado pára uma missão por outrem.1 6 1 e indicados depois de uma noite de oração. No livro de )oão. 7 1 . como a ressurreição da filha de lairo (Mc 5. Com o tempo. Tiago e João. a fim de. Eles o conhe­ ciam e amavam e queriam ser seus seguidores. em busca da díreijão divina (Lc 6. 2 0 .12).40-45: Mc 4.40-49.57-62) e desse grande grupn Ele selecionou os setenta (Lr. Os quatro evangelistas mencionam que havia doze lideres (Ml 1 0 . Quarto. Ele enviaria o Espírito Santo. 1 . onde Mallas foi numeado como substituto de judafc Iscariotes (Al 1.15. eu vos envio" (Jo 20. 63 . que significa. 6 7 . 1 1 1 : 2 0 . Essa serie uma tareia cheia de desafios e que exigiria muito dehís: mas o Senhor prometeu estar com eles e ajudá-los. A relação única dos doze com Jesus Havia mui las pessoas que desejavam seguir a Jesus (Mt 8 18-22. Pedro.17). provavel­ mente Judas íscariotes era o único judeu (nãogalileu) e Simão chamado “o 29loto” ou **0 cananeu”. mesmo após seu retorno ao Pai (Jo 14 1»). Lt.21).. No NT esse termoé usado para identificar os primeiros lideres do movimento que se íormou em torno de Jesus de Nazaré.1-6).32). 1 0 : 0 . cf. possivelmente era um revolucionário político Eles formavam um grupo heterogéneo e somente u lealdade comum a Jesus os mantinha juntos.

l>8. Mc 10.7-14). e eles imediatamente. Era totalmente natural que tal questão fosse levanlada quando o custo do compromisso parecia tão elevado. há miulo prometido.''" (Mt 19. Tomé disse estoicamenle aos demais discípulos: "Vamos nós lambém para morrer com ele" (Jo 11. Evidentemente Pedro era o lider do grupo e claramente serviu como porta-voz deles em várias situações (Ml 1f> . No outro exliemo da escala eslá a trágica figura de Tudas. "deixando as redes. Lc 9. Em todas as listas com os nomes dos apóstolos. O chamado para o disclpulado implicava exigências radicais e en­ volveu um compromisso total Numa ocasião Pedro lembrou a Jesus os sacrifícios que ele e os outros discípulos fizeram. perguntou.18-20).APÓSTOLOS Devido ao grau de aproximação com Jesus. e le seguimosl O que. Ml 4.35-42).20). cf. haverá paia nós'.28). cujo ato de traição contra Jesus resultou em ser colocado sempre como ídtimo nome uas listas. Mi 10. PaTa os doze. a fim de crer nas boas novas de salvação (Mc 1.1618. onde se sentariam em tronos e julgari­ am as doze tribos de Israel (Lc 22. "Nós deixamos ludo.3-10. Posteriormente.29. por porte do povo da aliança (cf. algum reconhecimento favorável deve ser dado ao "discípulo amado1 *. De qualquer maneira. O próprio Jesus reconhecera a lealdade deles em meio a tempos difíceis e prometeu-lhes grandes bênçãos em seu reino.28-30) As alegrias da vida no reino de Deus seriam mnis do que compensadoras por todos os sofrimentos e provações q u e passassem por sua causa |M l 19. A dedicação dos doze Alguns dos apóstolos de Jesus eram provenientes de uma associação prévia com João Batista (Jo 1. balava do próprio aulor do quarto evangelho. 64 . 18-20. a fim de exercer um ministério itinerante com Jesus. Ml 3. Pedro e André íoram convocados por Cristo para se tornarem pesca­ dores de homens. A tradição crista geralmente assume quu st. Estavam conscientes da uuponòneia do arrependimento e tinham dado os primeiros passos para reafirmar o relacionamento com o Senhor fMl 3. O dis­ cípulo uniuilo lambém ystava presente durante a crucificação» quando foi-lhe dada a responsabilidade de cuidar da mãe de Cristo (. Lc 18-20. Lr 3. sobre a ideutidade do traidor (Jo 13. o seguiram" (Mc 1.5. Mc 1. Pedro é sempre mencionado nm primeiro lugar e Judas Iscariotes em ultima. Haviam participado de um movimento nacional da volta para Deus. Assim.5). citado apenas uo evangelho do loõo e nunca identifi­ cado pelo nome. ftissou a ser visto como traidor de sangue inocente" e confessou seu pecado antes de se matar [Mt 27.27-29.30. era uma ligura bem conhecida uos círculos de amiza­ de de João e gozava da total confiança de Jesus Dois outros discípulos devern seT mencionados. Jesus também insistiu para que o povo se a r r e p e n d e s s e . o chamado ao d i s c i p u l a d o envolveria o abandono da cena da vida familiar. então. durante a última Ceia.30). Por isso prepararam-se a fim de receber a Jesus como o Libertador de Israel. Em outra ocasião.16). Mc 0. embora haja discussão quanlo a isso. o escritor deste livro notou que esse discípulo estava próximo a lesus e loi quem Un. voltasse as costas para Os pecados do passado e abrisse seus corações.28: Lc 18.20. cf. At U 6 -1 0 ). 13-16.7.28.15: cf.27. Jo I*.1-3. Aparente menta. pelo seu grau de amizade com Jesus.Jo 10.ti9j.1. Mt 3.25-27).2J.23-25). esteve presente com Pedro na (jena do tumulo vazio e na pesca milagrosa no mar deTlberíades Ilo 21.

17. Mc 4 . Assim. da necessidade de sua morte. 1 Tm 5.62: Lc 9. 13.10: 5. era preciso que a pessoa tivesse teslemunliado todo o ministério publico de Jesus. os quais os após­ tolos podiam confirmar como testemunhas oculares. especialmente dos doze. Ele ge­ ralmente ensinava por melo de parábolas.21. Intim o grego" (|o 19. Mc -4.21. o propósito do testemimho ocular dos apóstolos foi enfatizado. A fé cristã foi ussim apresentada de maneira tal que hourou o princípio das múltiplas testemunhas.:<2.17-26. 3. Primeiro. M c 8. 13. ora Jerusalém.25-3QJ. associado ao ensino das Escrituras (At 2.1-13.6.a respeito da natureza de sua vida e seu trabalho.2). mas fatos solidamente comprovados. Jo 5. Seus milagres.24. Esse critério estava em harmonia com u bem conhecida lei judaica da evidência. dopois que Riu deixasse a Terra. Foram escolhidos pelo Pai e pelo Filho como os 65 .33.34. 10. Foram excelenlemenle ensinados por Tesus.2.36. que Jesus de Nazaré fora morto por meio de crucificação.30). Assim.10. 10. destacou a importánda dos apóstolos como "testemunhas oculares". 4. O testemunho deles. para os quais confiou o futuro de sua Igreja.samente testemunharam sobre a veraddade da ressurreição de Cristo.2-2.15.10-20.16.32-39). mas. ensinamentos. que era lambam o Senhor (Jo 13.30-32.1-4) Segundo.40. Enquanto a execução foi atestada por muitas pessoas.15. Hb 10. Jeaus falou-llieí. o título de "Mestre" foi usado com referência u Cristo mais frequentemente do que qualquer outro Ululo nos evangelhos (Mt 8. Lc 8. Os apóstolos declaravam solenemente que podiam testemunhar com certeza que Jesus estava vivo (At 3.28). c > Mestre dos mestres. a qual exigia qtie toda verdade fosse esta bei ed da p e l o testemunho de duas ou três testemu­ nhas — um princípio que é ensinado repeUdameute na Bíblia (Nm 35.13). A autoridade dos apóstolos O falo de que os apóstolos foram as testemunhas oculares de Jesus deu à mensagem deles uma autoridade exclusiva. o testemunho apostólico realçava u importância da cruz e da ressurreição.APOSTOLOS O treinamento dos doze O Senhor sabia quo suu missão seriu depositada nus mãos dos que a terminariam.38. morte e ressurreição não eTum fábulas.9-15].39-42. servia para confirmar a mensagem cristã.32: Lc 7. para ser apóstolo.12-22. a maior ênfase possível era colocada nos fun­ damentos históricas dn vida e obra do Jesus. Esse mesmo testemunho foi for­ temente firmado nas palavras iniciais de 1 João 11.25.16). 2 Go 23. da certeza de suu ressurreição e de sen retorno final em poder e grande glória (Ml 16. Lucas.31). Por essa razão. Dt 17. dedicou grande parle de seu lempo e atenção ao treinamento dos discípulos. De lato.30. M . Era dn conhecimento público no primeiro «óculo. na introdução do seu evan­ gelho. Jo 3.1.l 18. 20.3 8 :1214.34: 14.31: 9. Vários aspectos estáó relacionados nessa declaração. em particular. 10. e Pedro as relacionou resumi­ damente em seu discurso em Atos 1. explicava tudo clara­ mente aos discípulos (Mt 13.25-32. 19.26.24. bem como "ministros da palavra” (Lr 1. os após­ tolos corajo. 12.31. certamente Ele dirigiu a maior parte de sua instrução para os que estavam mais próximos. o a inscrição informava isso a todos "em aramaico. 13. e isso é repetidamente desJaGSldo na pregação deles lAt 2. Em público. desde seu batismo até a ressurreição. A qualificação dos doze Havia qualificações bem definidas para o apostolado.19.11. cf.20).19.

1 . Andrâuieo 0 Júnia (Rm 16.1). 1 5 .2).. como eram da mesma profissão.2). Ele viu o Senhoi ressuscitado o foi chamado para a obra pelo próprio Cristo.1 8 ) . Em várias ocasiões.1. mas também reconhecia os "apóstolos" num sentido mais amplo. Fabricante de lendas. Embora houvesse “falsasapóstolos” na Igreja primitiva 12 Co 11. insistiu om afirmar que era apóstolo.10. cuja conversão e narrada três vezes no livro de Aios (At 9 .t .2: 10.13. 1 4 . Aquila começou a trabalhar em Corinto. ÁQÚILA (Gr. tanto em Jerusalém como em Ioda a ludéia c Samaria. Paulo separou-se do casal em Éfeso. dois dos principais missionários entre os gentios (At 1 4 4 .C. Sumário Em resumo. Náo se sabe quando se converleu ao crislianismo. 1 4 ) . Paulo encontrouse com ele naquela cidade.ifl. Ap 2. que participaram juntamente com eles no labor evangelistico o missionário. ele e sun esposa Priscila deixaram Roma e fo­ ram para Corinto (At 18. Pa ido afirmou o papel dos doze (1 Co 15. e até os confins da terra" (Al 1. quando o imperador Cláudio ondenou a expulsão de todos os judeus da região.7.13.1. Aos olhos de Lucas. no Pouto (ura an­ tigo distrito da Ásia Menor.19). Em 49 d. 2 0 . como Estêvão e Filipe. ÁqOilae sua esposa JYiscila foram juntos (Al 18. veja os verbetes dos nomes individuais.2). paia incluir Paulo e Bamafré.AQ01LA oomunicadores ilu mensagem urisLâ |Lc 0. quando suas credenciais loram questionadas (1 Co 9. O apóstolo Paulo foi um excepcional líder na larela de levar o Evangelho ao mundo daquela época. ao descer sobre vós o Espírilo Sanlo. próximo ao mar Negro) ou em Roma. onde eles encontraram Apoio.18.7) e os 'apostolas da igreja” (2 Co 8. quo incluía Tiago.” (Ef 2. foi comissionado divinamente (Al 9 . 2 Co 1. Assim. Foram (orça­ dos a abandonar sua casa na capital roma­ na..1 9 : 2 2 .15 a 2. e sereis minhas testemunhas.a . O papel do apóstolo Paulo A mais excelente figura uo eumprimeuto da missão apostólica foi a do apóstolo Pa ti­ lo.19. Al 1. assim como os doze.12.2: Gl 1. e o Crislo ressurreclo disse a eles: “Mas recebereis poder.191. 15.7].18. Além tio mais. a Igreja certamente foi edificada 1sobre o fundamento dos apóstolos. “águia”j. 3 .2$). 1. trabalharam e per­ maneceram juntos Quando chegou o tempo do apóstolo viajar para a Síria.1. 9 . 2 2 . 1 5 : 2 6 . Cl 1. mas provavelmente isso acou* teceu em stia lerra natal. Foram as testemunhas oculares e os ministros da Palavra.1 B ) . Cl 1 17).9. fPara mais detalhes.6. Paulo finha convicções muilo lortes quanto ao seu apostolado (1 Co 1. Jo 13. foi mu evento de grande significado na liisiória do cristianismo. pois R f u J o . Um judeu crisláo. o papel de Paulo foi desem­ penhado pur indicação divina. Lucas ampliou seu uso do termo “apóstolo". os apóstolos tiveram a responsabilidade primária da proclamação do Evangelho e do cumprimeutu da Grandu Comissão. instigados por um lal "Cresto" (umu possível referência a Cristo). foram divinamente apontados como “ministros do Palavra" (Lc 1. mas 66 .I a . por causa dos constantes tumultos que causavam. Os apóstolos claramente tinham nm lugar especial na missão de Deus. Esle era instruído nas Escrituras.20] ESI es foram seguidos por oulros.1: 15.8). Silas e Timóteo (1 Ts 2. 1 5 .10].41). 1 0 . irmão de Jesus (Cl 1.

p . uias os outros reis não permitiram. ou. Muitos em |uda estavam Ligados a Tobias por ju­ ramento e por isso o informavam de lo­ dos os m ovim entos de Neemias l.38). Eles viveram na Mesopotàmia eno Nordeste de Israel. Davi. “jumento selvagem"!. Ao escapar de Saul e ser considerado maluco por Áquis.10.10-15).c. Rei de Gale. Maaca.se com Áquis. P osteriorm ente. Davi es* cundou-se na cavem a de AdiiJão. D a v i tomou-se rei. Na se­ gunda ocasião II Sm 27.18. apa­ rece na genealogia quo vai de Benjamim ate Saul (1 Cr 8. Enquanto Davi receb ia ajuda de Aquis. enquanto Tugia do rei Saul.10 diz que o número dos que retornaram foi de 652). tais como Uz Géter e Mas. foram identificados como fundadores das tribos oramaicas que ori­ ginalmente bahilaram em Canaã. no tempo estabelecido pelo Se­ nhor. Eles também linharn uma igreja Teu Liindo-. Filho de Sem iCin 10. os quais viviam em Edoni (Cn ‘J6 .Ara rotoroarnm do exílio com Noamins (Ne 7.1 Cr 7.23. ARA IHeb.42).1. declararam com mais pre­ cisão o caminho de Deus" (At 18. do décimo século a. Um dos filhos da Berias. listadú entre os fundadores das nações Seus descendentes. ARÁ. d . loram identificados com os sírins. Na genealogia que estabelece a linhagem real de lesus.C. ele fingiu ser louco. Aquila e Priscila o convidaram para visitados e "lhe.1 í))A ultima vez em que são meuduuudos é em 2 Tlinóteo 4. Inanirj considerava Aquila « Priscila amigos leais e colaboradores em Cristo O casal arriscou a própria vida por ele e fúl do grande valia para as igrejas entre os gen­ tios (Rm tfi.2 8 :1 Cr 1. Na segunda passagem. durante o reinado de Saiomâo. Disâ foi o lider ilo i lã dos boreus.se em sua casa (1 Co 16. na época de Davi. Um dos filhos de Ula e descendenle de Aser: figurava entre os homens valentes’' de sua iriho (1 Cr 7.15.30. G filho de Ará.40).ARA conhecia apenas o butismo 11e Juão. AR ADE. ARÃ. 67 . par duas vezes buscou refúgio junto a Áquis em Cale.2: 29.2). Fiel a sua determina­ ção de não matar 0 ungido do Senhor (Saul|.5 registra que 775 dos des­ cendentes de . 1 Cr 1.1-12). da tribo de Aser Í. 1 . para estabelecer-se. Aquirn aparece como pai de Eliúde e fdho de Sadoque (Ml 1.141. Na primeira vez (1 Sm 21.19). ondo ftiulo exorta Timóleo a mandar-lhes saudações. Davi dava a entendei’ a Aquis que tazia incursões e guerrilhas om Israel. Esse ataque combinado de vários reis filisteus culminou com a morte de Saul e. Poste­ riormente. pois estnva com medo do rei filisteu.16). ARAM.4|. Davi então retomou ao seu acampamento. 1 . dois escravos de Simei Iuginim e rBlugmram--. Ele tinha convicção de que seria o Senhor quem o colocaria finalmente nó trone de Israel e jamais chegaria ao po­ der pur meio da ãjuda dos inimigos de Deus. O relacionamento do Israel com os arameus. m . era sogro de Tobias.22. nunca fez algo que ameaçasse seu povo. se 1 Reis 2. pois temi­ am que o filho de jessé se voltasse contra pies (I Siu 28.Ne 6.1-11). Seu pai era Maoque (1 Sm 27. 3. Era um dos Ires filhos de Jeter. Um dos filhos de Dlsã e irmão de Uz.g . 2. quando na verdade atacava as cidades da F ilístia. AQUIS (Heb "o rei dá ).26). quando os filisteus subiram para lutar oorilra Israel Aquis convidou Davi para ir junto. em dian- AQUIM. Secanias. o iilbo do lessê fugiu para Áquis com 600 homens c suas respectivas Famílias O rei filisteu deu-lho a cidade de Zidague.3. Esdras 2.r. no deserio. o inimigo de Neemias.17).39 reíere-se à mes­ ma pessoa anos mais larde.

1. ele se en­ contrava entre o bebé que exigia lotai atenção e ainda por cima atraía a admi­ ração dos vizinhos e unia irmã autoconfiante e incisiva. como: "Talila cumi” (qtití significa: ' menina.21).2 ) —participando lambém dos mo­ mentos de oraçáo (Nm 1 6 . Eli.*> evangelhos. d seu irmão Moisés.ARÃO to. de Gesur. espre­ mido como sanduíche entre sua irmã Miriã.1). quando o roi Elida assumiu o controle sobre Damasco na última parle do governo do filho de Davi. mas â influência na lingua­ gem e na cultura. quando reivindicaram a liberdade dos israelitas diante do Faraó. 2 2 : etc. numa lamília de três filhos. A grand o importância dos arame us não foi devido às batalhas que travaram contra Israel. Deus meu. 9 ) Apenas uma vez o nome de Arão recebe a prioridade de irmão mais velho (Nm 3. Tinha trés anos de idade quando Moisés nasceu.2).Ml 27. entretanto. 7. Abiú. foi seu avô ÍCu 22. por que me de­ samparaste?" . casou com Eliseba a teve qualro filhos (Êx 6. Desde cedo.34).3. irmão de Abraão. principalmen­ te durante o reinado de Joú.5) e compartilhou com ele as reclamações do povo Icí Èx 1 6 . Deus talou diretamente com ele apenas duas vezes (Èx 4 .Aser (1 Cr 7. 1 8 . lemá sabactànl.4-8). o clamor por sentir-se abandonado ua cruz (que sig n ifica: “Deus meu.Lv 10. Primeúo. Arão era o lipico "irm ão do meio". As guenv llias continuaram durante □ reinado dn Salomão. mas evi­ dentemente antes do edil o genocida de Êxodo 1.6b|.). Mais tarde. Subordinou-se a Moisés em todo o período das pragas (cf. TJm dos filhos de Semer. 0 aramaico era a lín­ gua vemacula em Israel nos tempos do NT. 2 4 : 2 4 .2 3 . uma fraca aquiescência ou uma impotência quê o fazia agilar-se interiormente? Durante toda a narrativa do Êxodo. D i .V.6). o íilho de Jessé lutaria contra o rei Hadadezer. B. Arão é um auxiliar de Moisés.20. mas seu posterior de­ senvolvimento lou a falia delel sugere que sim. Saul luIou contra os reis de Zobá (veja 3 Sm 14. 2 . Em duas ocasiões. O íalo de que o idioma arainaico *íra menos complicado do que o acad ian o ou h eb raico ajudou na popularização de sua cultura. Logo apos a divisão do Keino. 1 6 . Eleazar e Itamor Seria interessan­ te especular se a açãD presunçosa de Nadabe e Abiú (Lv 10-1) não loi provocada por acharem que o pai tinha uma atitude subserviente demais para com Moisés e desejavam conquistar uma maior liberdade de ação e pensamento na família sacerdotal — e o silêncio de Arão (Lv 10-3) seria uma tristeza muda. Listado como membro da Iribo de . 1 . de personalidade forte.22. ao posso que Miriã jã ora uma jovem cheia de si l Êx 2. 3.7) — não é de admirai que tenha crescido com a graça da sub­ missão e com o lado inverso desso virtu­ de: indecisão e fraquezo crónica. . 2 7 . competente e firme como uma torre [Éx 6. 1 4 . A principal divindade dos arameus era Baal. Ele foi en­ viado para prover uma voz para as pala­ vras de Moisés lÈx 4 . foi marcado por constantes conflitos. Há registros de alguns textos em aramaico n o. 9 : etc. 1 Cr 3. Arão agiu in­ dependentemente de Moisés e ean ambas as vezes acouteceram desastres despro­ porcionais. quando ficou no 68 . Ele < j esceu. a quul deu-lhe som lilho Absalão em Hebrom — um rclacíonamnuto doméstico cheio de problemas (2 Sm 3. S. A R Ã O . portanto. 1 . Naor. História de Arão . os aram eus tornaramse uma ameaça cresceute. Èx 7 . 2 Um filho de Quemuel.2 U i .Arão nasceu durante a opressão de Israel no Egilo. levanta-te" ■ Mc 5. quando o "Senhor dava vitória a Davi por onde quer que ia" (2 Sm tf. 7 .41) e “Eli.) e de alguns privilégios no Sinai (Éx 1 9 . 2 9 . l .471 Davi casou-se com a lilba do rei Talmai. eu te or­ deno. Seria ele a “ovelha negra" da família? Não temos muitos de­ talhes sobro isso.Nadabe.46). Seus pro­ vérbios e textos mágicos eram muito abundantes.

era uma oportunidade de eusino e o povo precisava entender publica­ mente o que o sacerdote tiavla feito na privacidade. Portanto.13). o principul foco da vida sacerdotal era Utlar com as enfermidades morais do povo e trazê-lo. onde ele e Miriã alegavam que mereciam mais reconhecim ento como instrumentos dn divina revelação.1 ss).2 . escolhido (SI 105. o significado desso ritual é esclarecido nomo a designação de um substilulo e a imposição dos pecados do ofertante so­ bre o mesmo. mediante os sacrifícios determinados. tomou a iniciativa de lazer um bezerro d" ouro 0 promover sua adoração (Èx 3 2 .6). como frequentemente acontece com pessoas basicamente fracas.cf.0) que a iniciativa de tudo foi de Miriã — (e a descrição de Zípora como "mulher etíope” indica al­ gumas “alfinetadas1 ’ entre os duas cu­ nhadas como um fatorque deve ser con­ siderado!) — e Arão. etc.91 e instruía 0 povo a partir dessa verdade revelado (Ml 2.2). cancela-o.1H. vaci­ lante.26).31. o minis­ tério dos sacerdotes arârnicos ora essen­ cial. Em lodos os sacrifíci­ os.). inadequado e excessivamente sub­ misso — com todas as vantagem dessa qualidade e lambém todas os seus pon­ tos negativos.12.20).14-16.ARÁO comando durante a viagern de Moisés ao m onle Sin ai (Èx 24.13.) e. 3. Levílico 10. Tal era a dignidade e a utilidade para a qual Deus levantou esse homem fraco.25. 4. etc.14).161 è ungido f(SI 133.4.221. Nos Salm os eLe e <bamado de pastor (SI 77.22-29) e foi homenageado com um luto que durou trinta dias.). seu sacer­ dócio prefigurava o Sumo Sacerdote per­ feito |Hb 2. con­ tudo.4-7. a imposição das mãos do ofertanle sabre a cabeça do animal era um impor­ tante requisito (Lv 1.2.15. ocasião em que a misericórdia di­ vina limpava todos os pecados. Nm 25. a cerimónia do “bode emissário” foi ordenada por Deus 69 . contudo.10:4.1 -4. . pela vontade do Deus. mas muito mais no sentido de que ura pagamento * cobre" o débito. 1. atraiu a ira do Deus e só foi salvo pela intercessão do irmão (Dt 9. 7 .17.10 resume o sacerdócio rio Anlígo Testamento como um trabalho moral e di dá tico.1 1).1-13)? A rão m orreu uo m onte Hor (Nm 20.5 ). não simplesmente no seutido de esconder algo das vistas (Mq 7. No livro do Hebreus. O sacerdócio. A idéiu básica da "expiação" ê aquela de "cobrir".3. 5. A Bíblia.4. fala gentilmente de Arão. sacerdote tsi 99. O sacerdócio de Arão. a qual foi quebrada ÍLv 16. Nesses sacrifícios. Elu atingia sen ápice — e seu exercício mais dramático — no dia da Expiação anual. Era educativo no senti­ da de que 0 sacerdote era o repositório da revelação divina IDI 31. pressionado polo povo (Êx 112. O método dessa “cobertura" era 0 “alo de carregar os pecados" ou a transfe­ rência do pecado e suas penalidades do culpado e o cumprimento da penalidade (morte) merecida sobre o inocente. Esta era a função deles o ninguém mais a usaria intrometer-se nessa tarefa. quando tomou parte numa insensala rebelião familiar contra Moisés (Nm 12. foi per­ suadido a ficar indignado e assumir uma firme posição uo lugar errado! Não é notório que na final ele novamente dei­ xou-se arraslar pela explosão de Ira de outra pessoa e perdeu O direito de en­ trar em Canaã (Nm 20. por meio da expiação (Lv 1 4 : etc ) e do per­ dão (Lv 4. Som dúvida. santo (Sl 106. como um todo. Podese ver claramente (v.Segun­ do. etc.8. facilmente mani­ pulado. transgres­ sões e iniqiiidades cometidos durante o ano anterior O sumo sacerdote — o que­ rido ê frágil ArãOÍ — era 0 principal ofi­ ciante. para o espargir onde era mais necessário.20). a uma experiência de acei­ tação diante de Deus (Lv 1. o primeiro a carregar o sangue que representava a morte do animal-substituto ao Santíssimo Lugar. na presença do Senhor e sobre o propiciatório e as tábuas que continham a Lei de Deus. de acordo com 0 livro de Levilico.11-17).19). Com isso.

12).C em di­ ante. o rei ordenou um cen­ so em Israel. Um dos filhos de Gade. Arauna nâo Uunginava. 1 Cr 21). insistiu em pagai.36. várias. di­ ante de iodo o povo. Esse erd o momento de gloria de Arâo. Davi.24).17-24 p tarubém figura coma filho de Som na gonealogio que vai de Adão a Cristn em Lucas 3. Antepassado de Anaque. do segundo século a. AR DOM. listados em Génesis 46.aboça do animal.21. O governador de Damasco li­ nha a cidade bem guarnecida para pren­ der o apóstolo. A Bíblia diz que viveu mais 403 anos depois que gerou a Selá e que leve outros tllhos e filhas (Gu L0. Deus enviou uma praga. Como punição por esse pe­ cado. Fui 0 primeiro nascimento registrado depois do DiJúvio. contudo. 15. do qual nasceu o clã dos arelitas (Gn 40. assim õ possível 70 . Arotos era o nome dado a vários reis nabatens. Foi para o Egilo com Jacõ e os de­ mais israelitas. Um dos de/.12). eseus descendentes loram descri­ tos como gigantes pelos israelitas que es­ piaram Canaã. que um dlfl o Templo seria construído «xalamente naquele lugar 12 Cr 3. Gileade é mencionado. I Cr 27.iu a Aretas como “rei”. pois não queria ofere­ cer aJgo que não lhe tivesse r listado nada Í2 Sm 24 . Arão impunha as mãos (v 21). dera a superintendência daquela área u Aretas como parte de urna política de autoridade delegada nas máos dos reis vdW. abertamente.DiG. em ho­ menagem a ele.25. confessava todos os pecados (v 21) e "colocava" lados olos solipn n c. Km desobediência a lei (cf.221. Ao in­ vés de vender.111» A R D E . Pai do d â dos arditas. ARAÚNA. Aqitele quo “pelo Es­ pirito eterno” ofereceria "a sí mesmo imacu lado a Deus" e tanto seria como fa­ ria “um unico sacrifício pelos pecados”» *!para sempre” (Mb 0. onde ele prefigurava Aquele qup seria atingido pela transgressão do seu povo o levaria sobro si n p e c a d o de muitos (Is 53. 2.M. 21. o jebuseu quis doar o lo­ cal para o rei e estava disposto até mes­ mo a ceder os bois pura o holocausto.teorias são apresentadas para explicar essa refe­ rem. ARBA. ARQOBE. Filho de Calebe e de sua espo­ sa Azuba. II. ARFAX ADE. Da­ masco. Sua re­ sidência era em Hebrom. Talvez losse reconhecido como um rei local pelos ro • manos. Ou­ tros sugerem que Caligula. filhos de Beniamim. 1» ) .14. Ele é listado nas genealogias de Numero» 1. Destacava-se por sua eslatura.ARAÚNA (Lv 16. era filho de Bela e neto de Benjamim (Nm 26. p o lexto nos dnt que "go­ vernava sob o rei Aretus”.20. 10-131.40). é um tanto incerto.22. o bode oru dosigDado paru "levar sobre si lodos os pecados”. o uovo impe­ rador. na qual. 1 H-2 ” > .A. AR ETAS. É provável que Paulo se referisse a Aretas ÍV. sogro de Herodes Antipas. 10. Dessa maneiru. 1 . p. Um dos filhos de Sem.23. Tempos mais tarde Calfihn recebeu ucidude de Hpbrom como recom­ pensa por sua coe Honra de que Delis aju­ daria seu povo a destruir os anaquins lis 14. na genealogia de luda fl Cr 2 .13. contudo. em 2 Coríntios 11. assim. naquela época era urna província romana. Ê citado aponas uma vez na Bíblia. pelo após­ tolo Paulu. O jehmfeu de quem Davi com­ prou uma eira.polo ter­ reno e comprar ele mesmo os animais para o sacrifício. que anterior­ mente rhamava-se Quiriate-Arba. Davi por* guntou ao Senhor como tal peste seria controlada o recehtm ordem para cons­ truir uni aliar na eira de Ara tina.8.32. onde esse nome aparece.16: Nm 26.24: 1 I . eru seu desejo de servir ao rei e ao Senhor. J.171 . vassalos. O texto de 2 Reis 15.15. por ter colaborado com pIps. ARELI.

que incluía ARI S A I. loi agarrado pelos efésios. sobrinho de Abraão. e destaca também o rápido au­ mento da influência <Je Abria)ão na re­ gião. 2. por serem inca­ pazes de i n t e r p r e t a r seu sonho (Dn 2. narrada em Génesis 14. Abraão derrotou a confederação dos rois e voltou com Ló e lodos os cativos (Gn 14. é Mgnifícotiva. na época da rainha Ester (Et 9. Veja Avgòhtí.ARISTARCO que 'Argobe e Arié" Também se refiram a lugares. perseguiu Quedorlaomer e alcançou-o bem ao norte.d .9). p . o Senhor usou o inciden­ te para colocar seu servo numa posição de destaque. ARIDATA. O relato de Génesis 14 é particularmente interessan­ te porque destaca como . as cidades de Sodoma e Gomorra. ARI DAI. entretanto. ÍJm dos dez filhos de Harnâ mortos nu forto.4. indica o estabelecimento de Abraão em CaTiaá e a sua separação final e completa da vida anterior. Num ataque rápido e inteligente.5). junto com Gaio. 16). assun. chefe em Casifia. Esse nome aparece em 2 Reis 15.24. A viloria do nosso patriarca sobre os quaLro mo­ narcas. onde. Isso fez com que nosso patriarca entrasse em cena. na época de Daniel. (Cr "excelente governa­ dor"). Recebeu ordeai de Nabucodonosor para execular todos os sabins do reino. ARISTARCO. então prova­ velmente participaram «la conspiração ilo Pena contra d perverso rei Per. O jovem hebreu ainda não sa­ bia que o reâ queria a interpretação do souhu. Daniel veio a Nabucodonosor. Os reis invasores vieram da mesma região que fora o lar de Abraão.1.leza de Susã pelos judeus.16).91. Foi enviado a Ido. Sinnbti n Semefofír).8). Esses reis já tinham conquistado várias cidadãs do vale do rio lordâo e da região ao redor do mar Morto e domina­ ram a terra por doze anos. a fim de contratar alendentes para o Templo [Ed 8. na Babilónia (vv. foi poupado da morte. 1 . AR IOQUE. Um dos filhos de Ilamã morIõs tia fortaleza de Susã pelos judeus (El 9. porque mostra a vitória de IJeus.jda voz mais. Uma vez mais. pediu um prazo para descobrir o seu .i região do vale do Jordão "ra cobiçada. Fica cloro que a confederação invaso­ ra era liderada por QuedorJaomer (Gn 14. morlos pelos judeus na lorlaleza de Susã (Et h.significado (v. "leão de Deus"). ussim. JNativo de Tessalónica. Comandante da guarda real da Babilónia. a influência do Abraão na “terra prome­ tida” cresceu c.chama nossa atenção pala primeira vez em Atos 19. A R IE L (ITeb. foram derrotados e fugiram. A R IÉ .14-17).25j. Os quatro reis assumiram o controle de uma grande extensão de terra. inclusivo Ló. Dopais de nrar a Deus. O povo foi levado cativo. De lato. < i ponto de atrair uma c o n f e d e r a ç ã o de reis de terras lon­ gínquas. sob a direçõo o a soberania de Deus. as quais foram totalmente saqueadas. Rei de Elasar e luu dos quatro monarcas da Mesopotámia que in­ vadiram a Palestina no lempo de Abraão (veja lambém 77fio/. A m u íe l e Q utidorkiomer: Gn 14. Desse ponto em diante. Birsn. Elr. Um dos lideres convocados por Esdras para jun­ tar-se a ele no retomo da Babilónia para Jerusalém.9). quando Arioque o infor­ mou.g . Quando ouviu o que acontecera. Se eram homens.29.114 15). Ibi um dos mais constantes e fiéis "cooperadores* de Paulo (Fm 24| em suas viagens missionárias.25. Um dos dei? filhos de Mamã. Nu 13* ano os reis locais se rebelaram o declararam guerra contra os invasores (veja Bera.aias de IsràeJL Peca mnlou Pttcaíaô e Loraou-se rei em seu lugar. ex­ plicou o sonho e. 71 .

" Pode-se ver claramente que suu fé e seu compromisso eram muito fortes. Em Aios 20. trabalhou junto com ele na causa do Evangelho. Em lodos os lufares onde õ citndo. o Grande. Seus descendentes fi­ caram conhecidos como aro ditas (Nm 26. o reino íoi dividido entre três de seus filhos: U erodes F ilip e li. apenas Aristarco é mencionado como companheiro de Paulo. junto com os demais (2 Sm 21. E bem provável que fosse parente de PUemom. p. que rein o u em Traconiles e Ituróía (Lc 3. p levado ap teatro du cidade. Ê provável que soja o nulo de U erodes. Foi entregue por Davi.C. de 4 a.H . Isso não quer dizer que estivesse falhando. concubina do rei Saul.1U. A R N Ã . A.g.1): e Arquelau. Cidadão romano citado por Paido em Romanos 16. que tanto chama como pre­ para seu povo para essa obra (cf 2 Tm 4*5} E f 2 . A RO D L Um dos filhos de Gade. pelo contrário. L): Uerodes Antipas.uct). A R Q U E L A U . Samaria e Idurnéia. devem tornar-se exemplos para to­ dos os cristãos em todas as gerações.8). que de­ monstraram lal fé cristã em tempos difí­ ceis. A realidade dB tirania da Arquelau fica fortemente implícita nos textos bíblicos.o. onde novamente houve ame­ aça de perseguição. citados em Génesis 46. mas os textos náo indicam isso claramente. na linhagem do rei Davi (1 Cr 3.21 J. era um encorajamento.ARJSTÓBULO os quais opunham-se violentamente ao Evangelho. Era o filho de H«rodes.. loi morto. em Aios 27. Nessa ocasião o apóstolo já eslava preso. Finalmente a multidfio se acalmou e eles foram soltos. Um dos d e s c e n d e n te s de Zorobabel. junto com seu irmão e outros paren­ tes.1 7). Amigo de Paulo. elo foi depnsto após dez anns uo podei. lodo o ministério cristão deve ser considerado como servi ço oo Senhor. p.C. O fato de que ele mesmo náo é saudado por Paulo significa que somente ou UOS membros de sua família ou talvez apenas seus escravo* lossem cristãos.16 entre os que foram com lacó para o Egito.22. em vez de Paulo. ha viu per­ seguições. no ano 6 d.d. do tipo que o apóstolo tão frequentemente fazia. t e Irar ca da |udéia.d.17). Devido â sua gran­ de crueldade enquanto governador. uma das várias esposas desse rei. Pãulo o exortou a completar sua "obra" ou ministério que recebera de Cristo (Cl 4. que reinou nu Galiléia e Peréia (Mt 14. Homens como Aristarco. talvez te­ nhacompartilhado das mesmas persegui­ ções que o apóstolo sofreu (Fm 2). Sua associação com a igreja em Colossos (Cl 4. Mais larde. É citado apenas uma vez na Bíblia. os quais Saul massacrara. ARMONI. sua roãe chamava-se Mallace.C. Provavelmente ele re­ presentava a igreja um Tessalónica nessa viagem. quando us lutas são abundantes. Como vingança pelo ocorrido. ouviu que Arquelau reinava na |udéia no lugar dn seu pai Herodes.L. ele n Gaio loram apanhados. AR QUIPO. nas mãos dos gibeoriitas. Um dos dois filhos de Rispa.22). Quando José voltava do Egito para Israel.1 0 ). A R IS T Ó B U L O iGr. em Mateus 2. onde Ioda sua farnília é saudada.171 tem levado alguns estudiosos a sugerir que talvez trab alh asse em Laodicéia. o G rande. no coso do tumulto em Efeso.4 Aristarco apa­ rece em companhia de Paulo na viagem ã Mucedônia.C a 6 d. Talvez o próprio Aristarco também fosse prisioneiro» Em Colossènses 4. como “companheiro de lutas”. Galiléia. que viveu em Roma no primeiro século e chamava-se Aristóbulo.2. com Maria e o menino Jesus (Ml 2.21. estabeleceu-se em Nazaré. em 4 a. "excelen te co n se­ lheiro"). Quan­ do Uerodes morreu. qiifí eslá preso comigo.Hl vemos Paulo referir-se a ele como "Arisl.. conduzido a Roma. 72 . quando levava suas doações aos pobres nm Jerusalém. com medo.

11. onde era largamente reconhecida como a deusa da fertilidade. Como A lternas e Tiquicr) estavam na companhia do após­ tolo. ReunJ escreveulhe para informar que os judeus estavam reconstruindo o muroe dessa maneira uno pagariam mais os impostos Ele então de­ cidiu que se ordenasse u «uspensâo da obra. porém. com altos lucro* (Al 19.1:5.G. sou governo. P. 7. “Grunde é a Diana dos elésios! " As im plicações da meusagem do Evangelho. sucedeu seu pai Abjas uo trono de Judá n minou em Jerusalém do U11 a 870 a. Eles consegui­ ram causai um tumulto e arrastaram Gaio e Aristarco para o teatro.141. Neemias pediulhe permissão para reconstruir Jerusalém. Neemiias retornou uo 32* ano de seu reinado (Ne 2. Quando Paulo e seus compa­ nheiros Gaio e Aristurco começaram a pregar a Cristo. 73 .23.p.1 Durante seu reinado.8-11. o desafio dos efésios não foi apenas quanlo as suas convicções re­ ligiosas.8. quando os ourives tentaram desacreditar a mensagem de Paulo e dos outros.27 que. Homero a chamou de "a se­ nhora da vida selvagem". Textos como estes nos dão claras evidências do cuidado pasto­ ral e da supervisão ■uidadosu que Paulo iazia nas ig rejas.C. Ê interessante notar em Atos 19.7. e Zinri entrou p o matou (1 Rs ÍF^. A RS A. “Embora elo não IbelIiu tirado os allos. relacionadas com todas as áreas da vida a da cultura.1. O escrilor de l Reis enfatua especialmente seu trabalho de remoção dos ídolos da terra e a expulsão dos prostitutos cultuais. Vivia em Tirza. pois "a majestade" de Ãrtemis seria destruída. Bisneto de Salomão. A R TAX ER X ES I (Longánimo). O nome pro­ vavelmente era uma contração de outro que significa "presente de Árlemis". 3 Cr 3. Era mordomo do polácáo em 'luza. foi moia compla­ cente com Esdras o dou-lhe uma cario que autorizava o retorno de todos os que qui­ sessem ir para Jerusalém.14:13.11. 1.G.D.IOJ.ASA. como Davi. a virgem caça­ dora. Não há dúvida de que se traiava de um pa­ gão converlido. Mais tardo. onde tentaram intimidar os missionários com o slogan. foram enten­ didas claramente pelo povo da cidade. Ourives e vários outros artesãos manulaluravam imagens e suveuires para vender aos visitam es. um dos oficiais do Dxórcilo.. A R TEM IS . tUi. Deusa grega das florestas e dos monles. o 1oração de Asa foi reto para com o Se­ nhor lodos os seus dias" (1 Rs 13. essa lição tem sido íreqú eu temente igno­ raria pelo aluai cristianismo.6).21. Roi da Pérsia do 464 a 424 ulC’ .7. seu pai" ( I Rs 15. ÁRTEMAS.24|.12.14. representava uma das grandes maravilhas do mundo naquela época e atraia peregrinos o turis­ tas de todas as partas do império romano. presumivelmenle ele os (reinou para tais responsabilidade» entre as igrejas pri­ mitivas. aparentemente para substituir esle na liderança da igreja du­ rante o tempo em que ele estivesse com o apóstolo em Nioópoiis (Tt 3. seu principal centro de adoração ora Efeso. 6. M. 8 . Tra­ dições posteriores sugerem que Artomos tornou-se bispa de Listra. mas também ao seu sistema eco­ nómico. construído nessa cidade. conspirou contra Elá. no 2(1'ano dt. O rei ficou bêbado enquanto eslava na casa de Arsa. Tudo isso está registrado em Esdras 4. nu tempo em que Eiá reinou em Israel. Paulo informou que om bre~ ve enviaria Artomos (e Tlquico) a Tito na ilha ilo Creta. O enorm e tem plo em sua honra. "Fez Asa 0 que era roto aos olhos do Senhor.12). No período do NT. Ordenou tam­ bém que este sacerdote levasse consigo todos os artigos da adoração do Templo e deu-lhe puderas poro nomoar magistradas a ju izes para toda a região além do Euírates. Sua equivalente romana era Diana. primeiro apoiaram para o proble­ ma da perda dos lucros e depois para a queslão religiosa. Ele concordou o uomeou-o governador tia [udéia. Ziuri. ASA.10).

e sua história fica como um alerta de que o compromisso com Deus deve ser total e completo. se o rei per­ manecesse fiel. onde a fidelidade desto roi para com Deus é enfatizada. Apesar de M a ter vencido o rei de Israel. ele vos deixorá” (2 Cr 15. devido á sua feita de fé.i doença que Asa experimentou e as guerras que enfrentou foram designadas por Deus para levá-lo no arrependimen­ to e de volta a fidelidade que demons­ trou fáo bem o por tanto tempo nm seu reinado. p . ser muito mais numeroso.12). O cronista ontão nos mos­ tra o quanto foi errado ele estabelecer um pacto com o rei da Síria. Asael é descrito como “li­ geiro de pês. Joabe. Asa é m encionado na genealogia de Jesus.8. Até oude sabemos. não se voltou para Deus (2 Cr 10. O Livro dn Crónicas traz maiores de­ talhes sobre o remado de Asa (2 Cr 14 e 15). procedefite do uorfe. de Israel.8) Tal era a luz de Deus na nação durante o reinado de Asa que pessoas do reino do Norte foram atraídas para o Sul e vieram a Judá. de todo coração e alma e om Iodas as cir­ cunstâncias. o acharois. sitiou Ioda a região o não pemiil. Quando encon­ trou-se com Asa. 11. Assim.ASAEL Durante seu reinado. Todos eles foram poderosos guerreiros 00 exército de Davi. Quando elo finalmente morreu. quando vos e s t a i s com ele. o pro­ feta Kanani foi enviado pelo Senhor para lhe dizer qno. 2 2 . o rei Baasa.iu que aJguân entrasse naquele território. que Deus podia protegê-lo de Baasa sem tais alianças (2 Cr IR). o etíope. Vemos claTomente nessa passagem que . 2. com idade bom avançada. para que o ajudasse na batalha. prometendo recom­ pensas o bênçãos de Deus. Deus de seus pais. 1. Essa mensagem foi de grande valia ]>ara Asa. A prova de que o Senhor honra os que Confiam n«le não poderia ser mais clara.24. subiuIhe à cabeça. Por um breve tempo os povos que viviam ao redor tiveram uma pequena amostra da "luz" qup uma Judá fiel a Deus demonstrava para as nações vizinhas. reconhe­ cendo quo podia confiar em Deus para obtor ajuda e que o Senhor ora o Todopodoroso (2 Cr 14. para que o ajudasse contra Israel. na região de Efraim (2 Cr 15. ele mesmo 74 . e de toda a sua alma*’ (2 Cr 15. ele e seu povo estariam em constunte guer­ ra O próprio rei adoeceu. se o deixardes. Asa Udôrou lodo o povo num ato dn renovação do paclu.12J. Asa não se arrependeu. O monarca SU’io concordou e atacou Baasa. no quaJ “entraram em aliança de buscarem o Senhor. depois da experiência com os etíopes.7. houve grande progresso no rei­ no.4 1 .18:23. ao verem a bênção de Deus sobre a nação. Em 1 Reis Ifi os governos de vários reis de Israel são datados em relação ao de Asa. Um dos três filhos de Zemia. O sucesso de Asa. entretanto.2) Azarias prosseguiu. como as gazelas selvagens" e figura entre os "trinla heróis de Ouvi” (2 Sm 2. Elo t lamou ao Senhor.11). um doe levitas cita­ dos enlre os que retomaram piara JerusHlém.). a despeito do exér­ cito inimigo.a o . e tc. depois do oativeiro babilónico. DmiS ujudou-o a derrotar Zerá. quo continuou seu trabalho de lê na destruição de mais idolos. porém. de torlo o seu coração. destru­ indo muitas cidades. o prolela Azarias assim transmitiu sua Utensagem: “O Senhor está convosco. ASA EL. Mencionado em 1 Crónicas 0 1 6 . não só em ludá como lambém nas partes de Elraím que estavam sob sou controle. era o comandante. A nação era abençoada e a paz loi estabelecida. Deveria ter aprendido. seu filho leosafá tornou-se rei |1 Rs 15. era pai de Derequias. apesar da enfermidade. Como comandante do exército real. Se o buscardes. seu irmão. Asa juntou os tesouros remaiiescenles no Templo o en­ viou como presente ao roi da Síria. declarou guerra contra Judá. mos.34: 1 Cr 2. entretanto.26). em Malens 1.if>. de Judá.

P.17. Filho primogftnilo dos silonitas.18.12. Juntamente com HemàeEtâ. para vingar-se da morte de sou irmão.14: 2 Cr 34. 3. AsaeL foi um desses professores (2 Cr 17. que se estabeleceram em Jerusalém apôs o cativeiro babilónico 11 Cr U. que loi sepultado no túmulo de seu pai em Belevn (2 Sm 2.13). Poi procurado por Neemias.2 Cr 5. fu­ giu da batalha e foi perseguido por Asael. viveu nos dias do rei Jeosaíá. 2 Cr 35.44. Levita.000 soldados 12 Sm 2X27. 75 . até o livro de cânticos dos judeus.12|. 3.30) 2. em busca de uma palavra de sabedoria concernente a Judá. Um dos cabeças de família da tribo de Simeão (1 Cr 4.4 1: Ne 7. quando foi necessá­ rio construir armazéns especiais.37. -Asalas ajudou Davi nu lareia de levar a Arca para Jerusalém Í1 Cr 6. quo tinha autorização para requerer a madeira para o escoramento dos portões de Jerusalém e reconstruir os m u ros da santa cidade {Ne 2. Pai de um cerio lônatas.30: 15 6. quando o Tem­ plo foi consagrado pelo rei Salomão (. Sua influência musical estendeu-so muito alem do serviço do Templo.36).5). ASAREEL. Ele e outros homens de confiança procuraram a pro­ fetiza Ifulda. o uue desagradou muito a Davi [2 Sm 3.16). Pai de Joã. seu íil-bo Zebadias o substituiu nessa fundão (1 Cr 27. lideradas poi foabe. lutaram contra os benjaniitas em Gibeão. Tempos dopais. Is 36. 1.c.5. 2. Membro da tribo de Levi e descen­ dente de Merari. 4.ASAKEEL ficava de prontidão com sons homens no quarto mês de cada ano: linha em sua divisão 24.15). filho de Berequias e nomeado como principal cantor quan­ ASAÍAS. Era levila. Asael. de Judá.17: etc. junta­ mente com outros levitas. 4.D. 1 Cr 11.18-32). o perseguiu. 3.20). Da Iribo de juda.31-40). Joabe matou Abner.15). era unidos filhos de Jealelel (1 Cr 4. em seu zelo por Davi. líder da Iribo de Benjamim e do exército de Is-Bosete. Posteriormente. esle monarca servia ao Senhor e enviou vários mestres e levita» para en­ sinar sobre o Livro da Lei ao povo judeu.12).28: 27. Como resultado do extraordinário avivamonto que aconteceu na época do r o i Ezequias. do a Arca J'oi levada para Jerusalém e em várias outras ocasiões.v. s.). composla por ele ou para ele fSl 50: 73 a 83) Esses salmos fi­ guravam entre os cânticos durante o aviva mento nos tempos do rei Ezequias 12 Cr 29:30).3. um dos poucos lideres em [udá que se recusaram a se unir a Esdras e ao restunto do povo. Abner não queria parar e enfrenta-lo. contudo. Seu nome é encontrado no titulo de doze salinos. depois que o Livro da Lei foi encontrado (2 Rs 22. Ele liderou os louvores.22). ASAFE. foi nomeado pelo rei Duvi como respon­ sável pelos cânticos na casa do Senhor 11 CrG. Na época do retorno do exí­ lio babilónico. no arrependim ento polo casam ento com mulheres estrangeiras (Ed 10. 16. pois sabia quo o venceria. I 1.8J. quando havia feslas nacionais (1 Cr 15. Abner maiou Asael. 2. 1. Quando as tropus de Dftvj. G uardião das florestas do rei Artaxerxes. até que este parou para lutar. Esse Asael foi ura dos escolhidos paia organi­ zai' o armazenamento rias doações.8). para indicar que provavelmente são par­ le de uma cantata. sob a liderança de Conanias (2 Cr 31. cromsla duranle o rei­ nado de Ezequias. Abner. todas as contribuições eram Irazidas ao Templo. os cantores do Templo eram referidos apenas como “filhos de Asafe” (Ed 2 . onde per­ maneceu por todos os tempos. s.G. Um dos levitas que supervisiona­ vam os dizunos h as ofertas trazidos pelo povo.7.L9.11)..37. Mos primeiros anos d < » seu rei­ nado.7). rei de Judá Í2 Rs 18. Servo do rei Josias.27.

teve dois filhos — Manassés e Efraim (Gn 41.26). tanto na vida de José. saoerdote egíprio do deus Om. Como um dos filhos de Jacó. o longo prazo.14. ASER.24-31. A S E N A T E (Egip. Talvez essa seja a ra­ zão por que Aser náo ajudou na luta con­ tra Sísera e foi repreendido por Débora (Jz 5. a tribo iie Aser representava um grupo do 41. por Salomão. 7:231 A tribo é men­ cionada novamente como possuidora de 40. pelo relato no livro de Juizes que.1). Foi dada a |osé como esposa.32).25-27). Aser não assumiu realmente o controle tolal du terra que recebeu (Jz 1.41). lacó ainda trabalhava para L^bão.20). liá dois irmãos uom o mesmo dottih nesse lexlo. como lambem. rei de Tiro. Depois dis­ so. Naque­ le tempo o Uder ora Pugiel (Nm 1. era lotaimonle deles. essa Iribo posicionava* se na retaguarda do acampamento.36). originados de Ires fi­ lhos. Quando os israelitas partiram do monte Sinai. a localização de algum* lugares mencionados é vigorosamente de­ batida (js 17. Ao ser nomeado go­ vernador do Egito.11-14). P. citados em Génesis 46. irmão de Jeorão (2 Cr 21. Nm 26. Isso quer dizer que muitos habitaram em regiões que ainda eram povoadas por grande nú­ mero de canamlas. Antes dti frime mundi­ al.ionado em 1 Crónicas 25. de acordo o costume. José foi chamado de Zafeuute-Pmiéia e recebeu Asenate como esposa.500 homens para o exército (Nm 1. por ter-Lhe inter­ pretado os sonhos.21 . Um dos dez filhos de líenjamim. Ele próprio teve quatro filhos e uma filha (Gn 46.21. entretanto.C.11: 10.17): entretanto. ela se desvanece: partes de mias lerras foram concedidas a Hirão. por Forno. Foi o progeni­ tor dos asbelitas fCn 46.35. nascido em Padá-Arã. Foi ela quem deu o noine de Aser ao menino. Na época do nascimento dele.21 Em algumas traduções aparecB como Azarias: dessa maneira. juutamenle cora Dã e Naflali (Nm 10. 10. seu lio e sogro. É impossível definir exatamenle as fronteiras pelas evidên­ cias nos textos. ASARIAS.ASARELA ASAR ELA.50:46. Ao perceber que cessara de dar á luz. Provavelmente per­ le ncia a uma lamília de posição conside­ rável no Egilo. Filha de Polifera.26).17) Em Números 26.34.45. Filho de Jacó e Zilpn.21. Quando Josué dividiu Canaã eulre as tribos. em troca de madeira e outros materiais usados na construção do palá­ cio e do Templo (1 Rs 9.1).44. Os fdhos nascidos do tal união eram considerados como pertoncenles a Lia (Co 30.17). Um dos filhos do rei Jeosafá. pois foi parte do tributo que Faraó pagou a José. que se estendia para o oeste alé as praias do mar da Galiléia. Todos esses evenlos eram parte tios propósitos soberanos de Dous. Uni dos filhos de Asafe (1 Cr 25. deu sua criada a Jacó. Oitavo filho do patriarca e o segundo com es L a concubina — serva de Lia. os aseritos colaboraram com Gideão em sua batalha contra os oiidíanilas IJz 6.U. são men­ cionados seis clãs. da fLlha e de dois netos. A posição de liderança que ele assumiu no Egito pos­ teriormente ajudou os israelitas a sobre­ viver durante a escassez mundial.13.38: l Cr 8.13. Sob a direçáo de seu pai e as ordens do rei Davi (1 Cr 25.10. ele e ou­ tros estavam entre os quo profetizavam e lideravam d ministério da músita. Fica claro. “pertence ao doas N eif). Lia. Aser recebeu 22 cidades e vilas na área costeira ao norle do monle Carmelo. para seu povo Israel. ASBEL. Aser tor­ nou-se cabeça de uma das tribos de Israel.000 homens de guerra na coroação de Davi em Hebrom Í1 Cr 12. Jz 5. Embora se conheça muilo pouco so­ bre o compromisso dos aserilas com a 78 . como as outras tribos. Na parlida. na ado­ ração Provavelmente é 0 Jftsarela menr.31. que significa “alegre" ou “abençoado". A planície do Acre.

21. ASÍNCR ITO. 16.36). o homem de Deus cla­ mou e caiu togo do céu. essas coluna* ermn levantadas ao Lido rins altares e. Ao que pa­ rece. A atenção pessoal e o cuidado pastoral pelos indivíduos. a influência do longo prazo do cul­ to de Aserá tornou-se um símbolo da as­ similação israelita de outras culturas e religiões. a profetisa que reCQiitaeu ser lesus o verdadeiro Mes­ sias (Lc 2.3. A S IM A . O primeiro de um grupo de cristãos de Roma.30). Js 10. da Iribo de Aser. Deus adorado pelo povo de flama te |2 Rs 17. 24. Jz 6.J foram ignoradas. ímj. Cada grupo tinha seus próprios deuses (vv. ex­ pressos nas saudações de Paulo. e nao ás dos falsos profetas (t Rs 18. 14. e vioram u Jerusalém ” para adorar (2 Cr 3 0 . Seu envolvimento com a religião do povo das terras nas quais viviam íoi quase total. pois a maioria riu e zom­ bou do alguns quo "se humilharam.7 me­ rece uma nota particular. Naquele desafio. Pai de Seraias o líder do clã (1 Cr 4. A facilidade de assimilai as cultu­ ras ao redor e suas várias manifestações religiosas sem pre foi e será a questão quo rnais preocupa os homens b mulheres de Deus. quando os israelitas obe­ deceram à ordem do Senhor. 77 . taL* peças foram derrubadas e a madeira usada t. Dt 7 5. era punido com grandes juízos de Deus A extensão com que tal adoração a Baal e Aserá penetrou A SIEL. O povo dfl Lsranl desviava-se frequen­ temente do Senhor para adorar os deu­ ses cananeus.13 ("os seus altares derrubareis.ASÍNCRITO adoração a Deus após a dedicação do Tabernáculo d o deserto. e as suas colunas quebrareis.g. pois mostra o perverso rei Manassés estabelecendo uma coluna de Asorã dentro do próprio Tem­ plo. ti».9). Nos lextos ugaiILitos ela era a deusa do mar. Talvez. no monte Carmelo. Descendente de Simeão e um dos que receberam herança desmembrada da tribo de judá. mais do quo qualquer outro culto. como os profetas chamavam. é algo digno de atenção. Tal "adultério". O fato de que um remanescente dos aserilas permaneceu liei ao Senhor no transcorrer da historia de Israel é indi­ cado no NT.exc* ASERÁ.29). onde lemos a respeito de Ana.38-40. fica clara a indicação de que essa tribo afastara-si' muito de Deus.25)J. contudo. saudados por Paulo em Komanos tu. etc. Os barnalitas fazi­ am parte do grupo misto levado pelos assírio s para repovoar a região de Samnrin.omu lenha para queimar seus próprios sacrifí­ cios (ÊX 34.5: 12. As advertências feitas ern Êxodo 34.11). intima­ mente ligada a Baal Os dois íoram invo­ cados juntos uo confronto ontre Elias e os falsos profetas.35. o Senhor prometeu destruir lerusalém e permitir que os inimigos de Judá conquistassem a terra. Como resultado dessa grande blasfé­ mia. Nome de uma deusa cananila mas esse lermo nem sempre se distingue dos instrumentos usados em sua adora­ ção. o os seus postes-ídòlos cortareis”! e repetidas multas vezes em Deuteronômio |cL 7.3. □a vida e na a duração dos israelitas pode ser vista em muitos textos das Escritu­ ras: mas a passagem de 2 Reis 2) . Referências às “colunas de Aserá" in­ dicam alguns destacáveis objetos do rnudeira usados no culto a densa. A chama ardente caiu em resposta ãs orações de Elios. p. O ponto centrai do problema com a adoração de Aserá o Baal ora quo Israel recusavu-se a encarar uom seriedade a necessidade de ser uma nação ‘santa’ e dedicada somente ao Senhor e ao seu ser­ viço.13. o qual queimou o sacrifício ao Senhor. Essa deusa é mendonada em vários documentos exlrabíblicos. na época de Ezequias alguns deles atenderam ao cha­ mado dr> rei para unia volla á verdadeira adoração ao Senhor.

Existe in­ certeza com relação ao ILnal de seu rei­ nado.2. O reino de Asquenaz esta entre os que foram convocados pelo proleta para tomar vingança contra a BubUónia. Alai foi pai de Nalã e e m encionado na genealogia de lerameel.33) ATAI. t Cr 1. ele lutou contra o Egito e a Síria. Líder do clã dos asrielitas. quan­ do esto se encontrava em Zidague. 1. A SVA TE. A SRIEL.22.36). I Cr 1. Um dos dez filhos de Hamá.27. O texto de Daniel (y. Veja Xnrxns ASPATA.22 e E/.24.37). Entre os que recrutou. Esse Lambem era o nome do povo assuio e de sua divinda­ de. Ambos eram ancestrais de Samuel. em Jeremias 51. Filho de fará.50). Filho de Ehiasaie e bisneto do per sonugem anterior [n* t| (1 Cr 6. liderusse seu povo no exílio. pois Assur é considerado o funda­ dor daquela uação.51 A Bí­ blia diz que tinha duas esposas: fiel a e Naará. A S S IR . 1 Cr 6. Recebeu ordens de pro­ curar por israelitas inteligente». Neto de |afé e filho de Gómer. desceu dente direto de Noé.ASNA ASNÁ. Provavelmente morreu por volta de 627 a.3.14). 110 tampo ora que Jeoiaquim. era descendente de Calebe e Hezrom (1 Cr 2. Por volta de 049 a. rei de Judá. Seus descendentes estavam en­ tre os se rv id o re s do T em plo que retornaram do ex ílio b ab iló n ico tom Neemias (Ed 2. fs 17. I Cr 7.23. Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul o uniram-se a Davi. imperador caldeu. 9) revela a soberania do Dous naquela situação. AS SUE RO. A S S U R . Era o sexto da lista. Provavelmente esse é 0 pais mencio­ nado em Números 24. deu prosseguimen­ to à linhagem de Sesã 11 Cr 2.C.24: 4. da u-ibo de Aser ( L Çr 7. ele atacou Susã. portanto. Um dos filhos de lallote.C. Provavelmente íni o progenitor do povo que mais tarde foi identificado como os cilas. ASU R . Um fios filhos de Sem |Gn 10. muitos artigos do tesouro do Templo ioram capturados. 2. para o serviço do rni. ASPENAZ. e deportou o povo para Somaria.31. a quem esle dera a lilka em casamento. a par­ tir de 669 a. confçrrme é mencionado em Esdras 4 J 0 . 2.. abençoou seus quatro sorvos e os colocou em importantes posições no roi no. A S Q U E N A Z . Rm da Assíria. Inicialmente.22). 1.35. A história dos reis assírios diz quo o& fundadores da nat. servo de Sesã.Um dos descendentes de Cnate e líder de um dos clãs dos contitas lÉx 6. pois queria manler-sp santo ao Senhor. ASSURBANIPAL. Daniel resistiu a ofer­ ta de Aspenaz «le alimentar-se bem. Tal arranjo permitiu que o servo tivesse os direitos de filho e os passasse aos seus próprios filhos.3. mortos pelos judeus na fortaleza de Susã (Et 9.6) Asquenaz encarregou-se de darlhes outros nomes babilónicos. ao fazer com que Aspenaz escolhesse o horni m que o Seuiior desejava qu<. capital do Elão. estavam Daniel n Irês amigos dele |Dn 1. Antes dessa daia. onde cada ura deles © des­ crito de maneira vívida como bravo guer­ 78 . dessa maneira. Descendente e herdeiro da tri­ bo de M an assés.6). enlretanlo. Chele dos oficiais da eorle d»'Nabucodonosor. e. Pai de Tecoo. jjoís não podia perar filhos homens. Sua raae era a concubina síria de Manassés (Nm 26.equiel 27.C.23. Tinha dois irmãos (Gn 10. Deus.7).ão eram nómades vindos do Sul e do Oes­ te.17).

Hm dos líderes de província que se estabe­ A UG USTO. rei de Judá.c. 79 .7). Da Iribo de Judá.ATLAI. que d escondeu no Templo por (Ne 11.2. o objelivo de Abimeleque era firmar um acordo 22.6|. ATAI AS (Heb. Atalia então loi tirada do templo e morta.10-20). 1_ Um dos chefes de família intermédio de Moisés. 2 Cr 34. depois a Jerusalém (Ed 8. Éprovàvel que. Foi rainha em ]uda por volta com Isaque. filha de Absalão. Nome quo aparece apenas leceram em Jerusalém depois do exílio em Lucas 2. era pai de Paltiei. nleas 9. Cr 12. t‘.28-31).20). Filha de Acabe.131.9J.v. filha do rei Jeorão e irmã de Jerusalém.2. loás loi iirad<i de seu esconderijo e pro­ AZALIAS. de Amassai. Amigo e conselheiro pessoal de Abimeleque. Ao casar-se AUSATE. 16). Da tribo de Issaoar.2).28).v. e neta dn Onri (2 Rs 8-18. depois do cativeiro babilónico Acazias. s. "o Senhor tem ouvido'*). um dos levitas que solaram o pacto quo o povo fez de adorar ao «Se­ mente acompanhou Esdras ao rio Aava e nhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. Veja também Jeoseba A Z Ã . sa 12 Rs 11. 2 Cr 22. os membros da própria lamilJa. Seu crime hediondo.1 Veja C ósai babilónico.261.21. ela selou uma aliança entre os reinos divididos do Nordois. encoutraium-se le e do Sul. de 1 Crõseis. Seu filho lesaias provavel­ Pai de lesua.4-20. AUMAI.11). Foram comandantes que deram ATARA. 3. f'n Senhor é grande”) 1. era filho de Usâas [Ne 11. seja a mesma pessoa. genealogia do rei Saul ( L O 8. o com. por ordem losins (2 Ks 22. trucidando de paz entre os dois (Cu 26. Mencionado ein 1 Crônlca*s 1 1 20.AZANIAS reiro.3). 2 Cr 23). Ura dos judeus culpados de ler ora filho do rei Roboão e sua esposa casado com mulheres estrangeiras tio Maaca. Avó pelosacierdoie Jeoiada e pelos guardas do Templo. apareDtemenle apanhada de surpre­ Naará.4).2(1).261. Pai de SuJõ e escrivão do rei clamado rei diante do povo. Promoveram o jovem Joas a rei. ■< impanheiro de Adaías h um Ele tora salvo pelo pensamento rápido de rios sacerdotes que se estabeleceram em Jeoseba.8)."o Senhor tem segurado”). e loiad a. juntamente com Ficol. exreto um rle seus medo. 842 a. um dos lideres e-scolhidos por Deus por ATALIAS. para alegria de toda a nação ( I Mesulão. JoAs |2 Rh 11 1. A revolta foi liilerada AZAI (Heb. acabou com a breve aliança entre |uda e Israel. porem. Um fios que retomaram do exílio AZANIAS [Heb. que ficou surpreso e com d»1 . 2 Cr rar IGn 26. No sélimo ano. rei de Israel. cia dos zorntita* (1 Cl 4. por seis imos. Sua mãe chamava-se real. lazera. s. Atalia destruiu Ioda a Família real. A segunda esposa de Jerameel e grande apoio a Davi em suas batalhas (1 mãe de Ouã (1 Cr 2. pois acabara de ser expulso de Ge* próprios netos. Líder da tribo de Judá e filho insatisfeitos e acabou morto uo palácio do Asur ( I Cr 4.10). “o Senhor ajuda"). Na verdade. Descendente de |udá e Filho de Jaale.12. foi deposta pelos súditos AUZÃO.mdaote do exército (Cn 26. 2. tempo de Esdras.3.i>. Rs 11. Ele e seu irmão Lande formavam □ ATALIA (Heb. Posteriormente. Era descendente de Bebai (Ed 10. o rei filisteu de Gerar Os com leorâo. para repartir Canaã da tribo de Duujamim mencionados na entre as várias tribos e Clãs (Nm 34.. anos |2 Rs 11. Imbilônito. Filho de dn loiada.C.

veja B ereqn ias (n' 5). 5. Filho rle Aimaás e pai de Joauã. Um dos principais Oficiais do rei Salomão. Sim plesm ente porque . Também conhecido como Jnzanins (Jr 42. ancestral de Samuel ( I Cr 6. possivelmente o pro­ feta que confrontou Davi em 2 Samuol 12 ou o irmão de Salomão (filho de BatoSeba: I Cr 3.121.38. mandou matar todos os seus irmãos (v. Um dos lideres do rem anescente Judeu que se levantaram contra a profeta lerem ias (Jr 43.1). 191.9. "o Senhor ajuda-*). Levita. 1. Para m aio res d o talh o s.6 ). 10 . Descendente de Judá (através de seu filho Perez).2). . ao 50 estabelecer. 9 . Era irmao de leorão. 2 . Em "filho do Nata". 15. Filho de Obede. “O Espirito de Deus" veio sobre ele (2 Cr 15.2). 17m dos comandantes que se uniT a m por meio de aliança com o sacerdote Juoiuda. filho de Joana (2 Cr 2 8.13. profetizou duran­ te o reinado de Asa. Efraimita. Veja Uzias. após o exílio babilónico (Ne 11. Era chofe dos intendentes distritais (1 Rs 4. um dos eoatilas en­ volvidos na limpeza do Templo durante o uvivamento que houve na época do rei Ezequias |2 Cr 29.® 7).18). se ele seguis­ se a Dous.31. 4.13). 17. apa­ rece na mesma lista 1 1 Cr 6. 20).12). Ed 7. Um dos fudeus culpados de ter ca­ sado cora mulheres eslrangeiras. 1.3).22). 7 . aparece na Usla dos levitas em t Cróni­ cas 6. da família de Zadoque. 2. Filho de Jeroão. Rei de Judú (2 Rs 14 a 15! 1 Cr 3. 80 8 Avó do Azarias anterior (u. Seu filho Amassai foi um dos sacerdoles que se estabeleceram em Jorusalém.5). filho do sacerdote Zadoque e um dos oficiais do rei Salomão (] Rs 4.16-18).3B).10. Um dos hnmuns que vie­ ram a Davi em ZiclagUe. Uzias foi castigo do por Deus e contraiu a lepra (v. 12. acreditando or­ gulhosamente que podia fazer o quo de­ sejasse (2 Cr 26.2).5.1 1 J.9 7 e 8 | . Pui de Amarias (Ed 7.14. A^a obedeceu e íoi grande­ mente abençoado |2 Cr 15). citada apenas na árvore genealógico da fam ília em I C rónicas 2. Filho de feroão. 16. quando esle fora bnnido por Saul (1 Cr 12 . 1 4 . que. 11. A ZAR IAS (Heb.1). AZAREEL 1. é cilado apenas na arvore genealógica da família em 1 Crónicas 2. Aparece na mesmo lista com os Azarias anteriores (n . o sucessor no trona (2 Cr 21. 6 . Uni dos músicos escolhidos por sorteio para Irabalhar no Templo (1 Cr 25. oro oficial da Iribo de Dã. Sacerdote no tempo do rei Llzias Quando este monarca tentou realizar as tarufus específicas dos sacerdotes e quei­ mar incenso d o Templo. Sum o sacerdote no reinado de Ezequias. Bisneto de |udá (neto de seu filho Zerá). Us sacerdotes ra­ pidam ente o conduziram para fora dn Templo (v. Um dos primeiros sacerdotes le­ vitas a se restabelecer em Jerusalém de­ pois do exílio babilónico (1 Cr 9 . "Deus tem ajudado”).41). 18. (Im dos componentes da passeata quo cantavam e tocavam instrum entos musicais na dedicação do muro de Jeru­ salém |Ne 12.8. 2. 3.361.1) o falou ao rei que o Senhor o abençoaria. Um dos filhos do rei Jeosafá. ura des­ cendente de Biuui |Ed 10. 1 1 | Era sacerdote no lempo de Salomão.5). de Judá. para colocar o menino Joás no Lrono de Judá e derrubai a perverso rai­ nha Aialia (2 Cr 23. 4.11.121. durante o reinado de Davi (1 Cr 27. citado somente em 1 Reis 4. Pui de Joel. Sou outro nome era Uzias (2 Cr 26). Levita. 13.AZAREL AZAREL (Heb.39 3. Azarias o repre­ endeu. 4). Levita e pai de Seraías (1 C r 6. Ele ex­ plicou ao rei por que as o fertas e os ilízimois do povo estavam amontoados por todo o Templo. 10.

foi responsável pelos tesouras reais durante parte do reinado do Davi (1 Cr 27. 1. Aziza divorciou-se (Ed 10. Foi morto por Zicri.23 Essa lisla proporciona uma linliagem real para a Iribo de |uda depois do exílio babilónico.322. e filho de Eleasá. filbo de Jeoada.25). Benjamita.AZRICÁO eram ara tamanha quantidade que us sa­ cerdotes não tinham onde guardá-los. AZAZIAS lHeb. Pai de Neemias (nao o que foi governador). A Z M A V E T E . "minha ajuda tem-se levantado" J.8). Sob a direçáo de Esdras. Foram lautas as doaçóes envia­ das ao Templo que foi preciso construir armazéns especiais. nos dias do rei Davi. Era descenden­ te de Saul.ilado como lidrr de um «'. Joanâ. 1. Azazias estava entre os levitas escolhidos paru organizar o es­ toque das ofertas. feito polo povo do adorai ao Seabor e obedecerá sua Lei (Ne 10. ele aparece comu pai de Sadoque o filho de Elloquim (Ml 1.42 seu pai é chamado de Jaerá).11. o qual.31. “aquele que é forto"). "0 S e n h o ré loarte'*). AZIZA (Ileb. 3.222 de seus descendentes retornaram rio exílio babilónico coui Neemias: em Neemias 7. é citado como um dos três filhos de Nearias.9-13). 2. Um dos levitas que tocaram Itocador de alaúde) na adoração dos israelitas. Azazias tocou harpa adiante da Arca. dois guerrei­ ros que se uniram a Davi em Ziclague (1 Cr 12. Piai de Bela e filho de Soma.38.l. figuia na genealogia de Saul (3 Cr 8.b . Esdras 2.12). logo depois do retorno do exílio babilónico. 3. “Gade é forte). Na genealogia que mostra a li­ nhagem real de Jesus.15). quando Davi levou a Arca da aliança para (erusalrtm 11 Cr 15. AZEL. Pai de Jeziel e Pelele.271.c. os parteiros. AZOR .38.2 I). retornou do exílio babilónico com Esdras (Ed 8. 2. 9. Um dos membros da família dos meraritas.33). Uiu dos supervisores dos dízimos e das oíertas trazidos na época do rei Ezequias.12 registra que 1. Azgade foi um dos bderos quo selaram o pacto A Z I E L . l Cr 11. Esta­ va entre os descendentes de Zatu culpa­ dos por terem casado com mulheres estrangeirai). Pai de Oséias (1 Cr 27. Mordomo do palácio duranle o rei­ nado de Acaz.2111.. AZAZ.44). AZGADE (Heb. 2.lã o descendente de Rubem (1 Cr 5. quando eru trans­ portada para ferusulém pelo rei Davi 11 Cr 15. comandante do exército de Israel 81 . filho de Catã.n. 0.36: em 9. 4. 2.3).101. A ZR IC Á O |Heb. Pertencente à tribo do Judá.44). Filho de Adiei. É r. 1 .17 o númoro é 2.° 2 acima. Possivelmente é o mes­ ma Azmavete registrado no n. a. Benjamita. era chefe do distrito de Bnte-Zur o ajudou na recons­ trução do muro de lerusalém |Ne 3. Um dos descendentes do rei Saul.13). AZBU Q UE. Um dos descendentes do roi Davi. Um dos descen­ dentes de Azgade. Teve seis filhos e era líder ontre os beujamilus (1 Cr «. Pro­ vavelmente é o mesmo Jaaziel cilado no v. o rei ordenou que fossom construídas armazéns especialmente para esse Rm (2 Cr 31. 18.43. Barumita. sob a liderança de Conanias e Simoi (2 Cr 31. o primeiro de seis filhos de Azei (1 Cr 8. rei de Judá. em L Crónicas 3.20). e p. Esse Oséias era chefe da tribo de Efraini. assiiu .37.14). 1. 3. através de JÓnalas. cilado como um dos "trinta" lideres militares de Davi (2 Sm 23.

4. o q u a l. Pai de Jerimote.o i N o t a t i o T r a d u t o r ] . 2 Cr 20. Quando morreu. 3. AZUBA. e. 1 .31). ê um dos lideres do povo que selaram a aliança com Neemias. Ru de Seroias que. Citado em Ezequiel 11 1 como o pai de Jaazanias. pois ex­ Cr 28. por isso.46).43.AZRIEL 22. p r o v a v o l m e n t e d n f o r m a l í q u i v o c a d a íN o lfl d o T r a d u to r ). Era li lha do Sili (1 Rs 2. Esposa de Calebe o mãe de Jeser. Pai do lalso profeta Hananias.»L k . e esposa do rei Asa.18. por meio tJo rei assírio (vv. Esse pacto consistia na renova­ ção do compromisso do povo dn servir ao Senhor Deus de Israel (Ne 9). cuju neto. "Dftus é miiilia ajuda").15).i d o l o s " (N u la d o T r a d u lo r j 82 . Ele e seu povo.191. Levita do dã dos merarilas. de |udá.24). Em Neemias 10. Mae do rei Jeosafá. 1. 25. um dos líderes dos israelitas. filhô de Remídias (2 era roto aos olhos. que lalou durante o reinado de Zedequias.pulsou os prostitutos cultuais de ludã e acabou com muito do passado pagão (1 Semaías.7|.26). estabeleceu-se em Junísalâm após Rs 22.17. enfrentou Jeremias. Sobabe e Ardom. “loram infiéis ao Deus de seus pais" e por isso o Sonllor execu­ tou juízo contra a iribo deles. e n L r e t i u ilo . Calebe ca*ou-se mm Efrate í 1 Cr 2. N o u r it ç in o l o n n lu r c o l o c o u a q u i " E l O l i U i i " ( D e u s E t e r n o ) . AZRIEL (Heb. Seu filho "fez o que que lutava por Peca. Jerimole era oficial ria tribo de Naílâil I I Cr 27.2131. enfren­ taram Ezequiel. 2.1). de Judá. juntamente com Salem ias. Era gibeonita (Jr 28.10). por isso.14. 2 0 0 p e s s o a s . o csdlio babiiôiiíco (1 Cr 9. entretanto.dn Seulior". 2. Durante o reinado de Davi. n õ n c r jin c á d e c o m a r e f e r ê n c i a b í b l i c a c o r r f if i p o n d o r jt e u e m c o m o r e l d l o b íl. recebeu ordens do rei jooiaquim paru prender Baruque e o ))ro­ leta Jeremias |Jr 36. 3. 1 . Cabeça de c lã e valente soldado da Iribo de Manassés I I Cr 5. * N u u r i g i D o l f o i r a l o c a d o o n ú m e r o 3 2 . Ne 11. AZUR. As versõos e m p o r t u g u ê s t r a d u z e m e s s e s l e * i o s a p e n a s c o m o " c o l u r u i s ’’ n u " p o s t e s .42. os quais lalaram falsamente que haveria paz para Israel e.

nem resposta. D sacrifício deles loi em vão. Elias. era a ironia de que Baal eslava morto. Deus com Baal.B BAAL (Hob. quando estava satisFeito. leais a Acabe.ão alguma" [v. porque 0 único sacrifício acei­ tável ao Senhor foi » fidelidade de um único profeta. “mostro"). A reli­ gião cananita racionalizou os silêni ios periódicos dos seos deuses com a idéia mitológica de que BaaJ ocasionalmente morria. a o comparar a verdade com a falsidade. viviam uinn ambiento Dode o tomor de outros deuses havia obstruído a confiança dn povo nas palavras dos profetas. O ponto é novamentedestiicadoquan­ do. apesar do fracasso n a c i o ­ nal na adoração do Deus verdadeiro. Soxnenle Ele respon­ de com fogo.que tais entidades na verda­ de não existiam. Pb In contrá­ rio.0 confronto entre o profeta do Senhor e os de Baal sobre o monle Carmelo foi o ponto culminante da crescente tensão entre us nomes Indicados por Jezabel e.1. porque representava o deus da tempestade. Os cananeus acre­ ditavam qur: ele. a despeito do que diziam os seguidores de Baal. 29b) por parte deste deus.40). Esse fenómeno podia ser visla nos perío­ dos da seca e da chuva. em vez de argumentai. Desde o Inicio do reinado de Salomão. pode ser vista em trés áreas: 11) Talvez a mais poderosa soja a ironia relacionada com a Incapacidade de BaaJ de enviar i huva. muitos dos quais inclusive mataram. o san­ gue do sacrifício pareceria ser o dos pró­ prios proMas dp. Israel estava en­ volvido etn um sincretísmo religioso com as nações circunvizinhas. 27-20). em l Ruis 18. o deus que tinha o con­ trole das forças da natureza p a s s a v a por ciclos regulares de morte e ressurreição. e concluindo com a cena onde a Chuva veio somente por uiejo das insiruções de Deus. Essa realidade não está explícita '-m I Reis 18. Baal mortos (l Rs 18. a qual o escritor supôs que seria evidente para sua audi­ ência. (2) A segunda ironia é sobre o pró­ prio sacrifício. o 11uaJ compro­ vou quo o Senhor podia Tetor a chuva.27*29. a Bíblia demonstra clara* meule que o S^nhoT é todo-poderoso s o ­ bro a natureza. a inten­ ção do profeta era zombar da insensalez de se adorar um “falso deus”. no auge de sua aiividade profé­ tica — enquanto o reino de Israel ennontrava-sp num triste declínio sob o Toinado de Acabo — confrontou a adoração de Baal feita pnlo rei e pelo povo. nem alern. A vindicação do prolela é que somente Deus esta realmente vivo. A ironia dosla passagem. (3J A conclusão. a questão era descobrir: "Qual é o único Deus vivo?”. em I Reis 18 . A dificuldade do povo de Israel náo era a de encontrar o Deus principal mnu panteão de muitos dmises.41-45. Ao Invés de fazer prosélitos. Em I Reis 10. o qual. como deveriam. portanto. Começando com o desafio de 1 Ruis 17. Era mui! o remido na cultuação cananita. Esse deus semita orídeutai sempre provou st:r uma dmc»ça para a adoração genuína do povo de Israel. foi Deus quem mandou a chuva — algo que acreditavase ser uma prerrogativa de Baal. "não houve voz. cuidava das colheitas c rias terras: porém se estivesse zangado. para posteriormente ressuscitar. não envia­ va as chuvas. pois não existem. A despeito de toda a frenética atrvidade deles (w. Em úliiroa análise. O indisculível silêncio do falso deus de­ 83 . mas o leitor é levado a formular essa inescapável conclusão. os outros não dão resposta alguma.

No m ínim o é possível que esle. Provavelmente. BAAL-HANÃ (Hebr. 6* Uru dos que retomaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. nomeado governador pelo rei da Babilónia. Netofalila. 1.30. um dos superintenden­ tes durante o reinado do Davi. Seu dis­ trito cobria Taanaque. 2 Gederila.29. Hadar reinou em st. em Mispa. houve relativa prosperidade para os pobres que não (oram levados cativos. veja Recabe. Um dos reis de Edoui anterior à conquista ria terra pelos israelitas. 3. é o nome do deus de Ecrom. “filho da opressão”).H .49. Pai de Zadoque.C. Veja Baal. com sua referência ã "aliança". Rei de Israel por volta de 909 a 886 a. depois da morte du Gideão.7).v. durante a primeira parte do cativeiro de ludd na Babilónia. se assim desejas­ se. Por outro lado. Foi quem instigou o assassi­ nato de Gedalias (Jr 40. o povo não perdeu leinpo em envolverse com a adoração de*sa divindade I. resol­ veram tirai’ vantagem da situação para matá-lo Qr 41). BAASA. 1. Filho de Husai. 7. Era res­ ponsável pelas plantações de olivais e sicõmoras nas campinas ( l Cr 27. Em 2 Reis 1. filho de . ordenou o seus homens que os matassem e pendurassem seus corpos junto ao açude em Hebrom (2 Sm 4. 5. depois de sua morte. pai de Helede. LT m dos lideres que sela­ ram o pacto leito pelo povo de adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei |Ne 10. íilho de Saul.30). citado entre os "trinta heróis* de Davi (2 Sm 23. BA AL-B ER ITE (Hebr. FlLhfj de Ailude. benjamita que vivia em Moabe. divorciou-se dela e de sua primuira espo­ sa Husim.s cananila adorado em Sitjuéin (veja Baa!) Também chamado El-B«rite Uz 9.4. Megido e toda a iegiáo entre Bele-Seá e Ahel-Meolá (1 Rs 4. ienba sido criado para aju­ dar jia assimilação e an união com os Israelitas. entretanto. Os dois cortaram a cabe­ ça do antigo lider e a levaram a Davi. é o mesmo Baaua do n® 3 anterior. loi à casa do rei e o matou en­ quanto dormia. 2 .5-12).2.8). Jeremias após ser liberto por Nebuzaradão. Citado apenas eui Juizes 8 o 9. preferiu L r ao encontro de Gedalias.4(5).50). Veja HeJedo. mais tardo. Ne 7. Cerlamenle. Sob sua liderança.-16). 1. provavelmente foram atraídos para uma divindade já exislente e que se preocupava com alianças. 4. Os cananeus ado­ ravam m uitos baalins. Baara não gorou filhos (1 Cr 8. responsável pela região de Aser b Alole II Rs 4.28). Para mais detalhes. liderados por Baalis. 1 Cr 1.38. para permanecer em judá. “Baal é gracioso"). Foi su­ cessor d« Saul (descendente de Esaúj com o rei e era filh o de A cbor |Gn 36. y. BA A L -Z E B U B E . o qual. Usurpou o poder do reino do Norte das mãos de Nadabe. 2.BAAL-BERÍTE veria levar à conclusão de qun ua verda­ de eslava permanentejnonte mortol s. o qual o rei Acazias tentou con­ sultar. Ju n tG com Recabe. possivelmente seja uin caso da religião cananila que absorveu algumas idéias da religião israelila. BAANÁ (Hebr.u lugar. entretanto. O filho de Jessé. foi um dos gover­ nadores distritais do rei Salomão. "deus da alian­ ça”) Duu. BA AR A. Esposa de Saaraim.33.27).10). Filho de Rimoxn e capitão do exér­ cito de Is-Boseto. BA ALIS . (Hebr. foi uuLro governa­ dor disirital do rei Salomão. na especlativa de sua aprovação. Rei dos amonitas.L2J. 1 Cr 11. o qual trabalhou na reconstrução do muro de Jerusalém depois do exílio babilónico (Ne 3. os liebreus.4J. os amouilas. o povo du aliança.14). para obter inlormações sobre sua doença terminal.Jz 8. "senhor das moscas"). 84 . M .

BALAÁO Jeroboão l. para ludá. e outros para a Siria. Estabeleceu seu reino primeiramente em Tirza (1 Rs 15. l-. pois simplesmente seguiu o mesmo caminho do pai (3 Rs 15. Baasa logo per­ cebeu que lutava contra a coalizão em duas frentes. como Nadabe e |eroboão.31. 2 Rs 9. depois de atacar Judá. BALAÁO. os cães lamberiam o sangue dos parenLeii que morressem na cidade II Rs 1IU-7. Deus interveio. de Moabe. A maldade de seu reinado tornou-se quase um provérbio sobre o pecado. os hebreus logo foram seduzidos p elas praticas dos moabitae (veju Números 25). que lalava com o povo por meio dos oráculos: entre­ tanto. Foi o terceiro rei da parte norle do reino dividido. região do Knfrates) se infiltre e perversa­ mente crie tumulto na comunidade de Deus. e foi forçado u abrir mão de alguns terri­ tórios em Eiraim. Balaão foi convocada pelo rei Balaque. B A E S E IA S . era idólatra e perverso.9). Após testemunhar uma grande vitó­ ria pelas mãos de Deus. foi nm desastre para Israel. Quan­ do se tornou rei. que mostrou maior sabedoria do que seu douo o era capaz de proferir oráculos mais sá­ bios! Finalmente. Umdos levitas companheiros de Matanias que retornaram do exílio babilónioco com Neemias (Ne 11. mandando um anjo blo­ quear seu caminho. Seus descendentes esta­ vam entre os servidoras do Templo que retornaram do exiLio babilónico coui Neemias e Zorobabel (Ed 2.16*22. os israeUtas ainda ti­ nham o controle sobre os territórios a les­ te do rio Jordão. Balaáo experimentava uma comuni­ cação privilegiada com Deus. Juntam ente com M atanias. Ha uma Ironia no Fato de que a jum enta reconheceu o sor angelical. quando imitou todos os descenden­ tes de Jeroboão. da Iribo de Issacar. Balaão foi autorizado a prosseguir »ua jornada.25). ombooni sou filho Ela tenha reinado por p ou co tempo. como acontecera com o governo de Jeroboão antes.53J. após 26 anos o regime de Baasa foi derrubado poi um golpe de Estado encabeçado por Zinrt Esse final fura previsto pelo protela Jeú que o alertara sobre o iminente juizo de Deus. 2 . uma área remanescente dos dias do roi Salomão.49J. De acordo com Números 22. 2 Cr 16). Ancestral de Asafe. Ne 7. A intervenção do legislador nm favoi do povo impedira a aniquilação da nação sob o julzo do Senhor (Nm 22. BACBUQU IAS.33. nos dias do rei Joiaquim (Ne 12. era responsável pelos cânticos em açáo de graças no Templo (Ne 12. cu jo nome foi usado por Deus pnra lembrar as futuras gerações dos reis de Israel sobre os perigos da idolatria e o castigo subsequente 11 Rs 21.12. 16. Permanece como uma adver­ tência quanlo aos perigos do se permitir quo ura forasteiro (Balaáo era de Pelor.L3I. O governo de Baasa.9J veja também Nadnbp.. Esse falso profeta tipificou a situa­ ção de instabilidade de Israel uo tempo de Moisés. Provavelm ente é o meNmo Bacbuquias an terio r (n 9 >). e matou Nadabe enquanto estR lutava contra os filisteus. Baasa era filho de Aias.26). Logo perderam todas essas terras e. 3 . LIm dos porteiros que guardavam os armazéns. Asa firmou um tratado com orei da Síria (1 Rs 15. 1 . quo resultaria na destruição total de suo casa.22.25.8).40). Jaú v Tdmi.u.r. men­ cionado na lista dos músirou de Davi que serviam uo Tabernáculo nos dias anteri­ ores à construção do Tfemplo ( L Cr 6. dele. da mesma maneira quo os israelitas. enquanto Bolaoo nada percebeu. BACBUQUE. 85 . como tombem a intervenção de Deus.17). con­ tudo. Baasa. A história desse falso profeta is mais bem lembrada pelas palavras do animal. uma ao Dorte c outra uo sul. Deus enviou juízo contra o reinado de Nadahe. por causa de sua maldade e idolatria.

esse falso pro­ da Babilónia na época em que Ezequias feta aconselhou os midianilas a atrair os ora rei de Judá 12 Rs 20. Dous conti­ dos israelitas sobre outros povos. ao escrever á igreja em babilónico (1 Cr 9-4 J. convicções frágeis e superficiais. israelitas para os pecados sexuais em Pear.BALADÀ da auto-eugano.15. Pelo contrário.8. Ancestral de 1lt«i. ]z 11. devido i i sedurão e aos efeitos um homem de talento profético. r.25). Is 39-1). o pior pecado não é de fato o 86 .12. Deus o usou vúj ias beranda dfi Deus que opera para o bem de vezes para confrontar BaJaque e aheuçoseu povo.c>m sua relu­ tância em fazei' '‘somente o que Eu te dis­ exposto. movido polo tura de verdadeiros e falsos orá<. 2 Pedro 2. porque fun­ 1.4B).2 0 s ).18. Dessa maneira.22).ípor. A despeito da mis­ diçoar o povo de Ixruel. T s 13. nador Balaque náo estava interessado nas palavras de Balaão (Nm 24. C ) cristão deve ser grato do de Davi (1 Cr8. que As gerações futuras são desafiadas a lem­ podem ser compradas (Nm 22. "construção") vras “arrogantes de vaidade”. o ialso ensino deve ser evitado..111 . que serviu como cionam Coido uma cobertura pura os de­ músico no Tabernáculo. Pérgamo. derrota-los (Nm 22) A despeito da lornuu-se intiis um exemplo da toial suinsensatez de Baluão. Nm 31. e lam­ brar do exemplo de Bajaqua o dessa ma­ bém um arrependim enlo su p erficial neira eviúu o Juízo de Deus ÍMq fi. Assim. que se apoia em seu conheci­ subestimam o poder do Deus de Israel. que se estabele­ ta no dia do julgamento lld 111. 2. s.15. a maneira como Balaão foi induzido no adultério espiri­ se r” |Nm 2’2 . lançar uma maldição sobre os hebreus e. assim. Da (v.17). Acliou nuou a intervir pma guiai sou povo na que seria possível contratar Balaão para vitória sobre seus inimigos. Judas 11 e Apocalipse ar o povo.9. o apóstolo alertou para o perigo das pala­ BANI (Heb. e desvru-se para sua própria destrui­ abençoou só poderia resultar em maldi­ ção. roi do com Números 31. mas com perigosos r|ue causa sobre a congregação desejo do usar os dons de Deus.v. E.U.1 Os].a. para consternação do rei mosbila.11'* mostra Balaão como mesma forma. mas enga­ nham (cf. uios e da medo. alcançar seus objeiivot» pessoais. ao invés de amaldiçoar (Nm 23. foi morto por Moisés B A L A Q U E . Pai de Murodaque-BaJadõ. Como aconteceu coxn Balaão as conse­ Balaão entrou para a tradição rabínica quências do pecado finalmente os apa­ uomo um diplomata eficiente. ao tomar conhecimento da vitória lealdade misla do profeta. s.fi). Por essa r a z ã o . 34). loi o rei o seu* hom ens jun to com os reis moabita que convocou Balaão para amal­ midianilas (Nm 3'11. o juizo em descobrir um meio de acomodar os mais rigoroso esta reservado para as que interesses do que em prestar atenção aos conscientemente induzem outro* ao erro. porque este uo final serã ele acendeu a ira do Deus. Sedu zido pela tual por Ba Iaque è muito pior (veja mais bajulação (Nm 22-17) o mais interessado detalhes em Bolaqi Ml. mento como uma toraia de religiosida­ Tentar amaldiçoar o povo a quem Senhor de. Anceslral de Hlã. durante o reina­ sejos malignos. oracuios que sairiam de sua própria boca.14). Uma apnrônt ia de piedade encobre ção sobre si mesmo! (Is 2*1. o qual tem vida curta. 2 Pedro 2. porque lal vaidade decoração será expos­ 2. Filho de Z. De acor­ BALAOÃ. a fim de (Ap 2.14 advertem o povo do Deus quanto do Os escritores bíblicos viram Balaque perigo de aceitarem em seu meio um pa­ COmo um exemplo de extrema unprudéugão com uma maneira de falar suave e cia e umu ilustração de como os pagãos eloquente. o episódio de Balaão assim. Para o ceu em Jeru salém depois do exílio apóstolo João.

quando Sisera. buzita da fa­ mília de Ráo. Levita citado em i Cró­ nicas 9. Era mais jovem do nm. um gratidão pelo grande sucesso obtido (v. Dois dos levitas que melaram o pacto feito pelo povo de adorar ao Se­ nhor e obedecer á .5] 9 e 1 0 .22J. Pai de Reum. foi entoado poT Baraquo e Dõbora. lael (Tz 4-211 luizes f) registra o que é Irequen temente chama­ do de “o cântico de Débora". . que com andava os BARAQUEL. loi claramente atribuída ao Senhor. cie não ficou muito satisMta com a ordem que recebera de Débora e linha dú­ vidas se realmente venceria. Baraque é citado corno exemplo de um homem de fé. Foi um dos 87 .34).15 como descendente de Asafe. Samuel olhou para trás.1 III. Pro­ vavelmente é o mesmo B. O Senhor permitia essas situações como punição. Moisés e ao seu povo e não per­ mitia que fossem totalmente absorvidos ou destruídos pelos puvos vizinhos. manlinha-se fiel ao seu pacto e ás promessas que fizera a Abraão. BAQUEBACAR. mas que.es e muitas vezes atuavam apenas numa pequrua área de Israel.7). Alguns de seus descendentes loraiu culpados de se casar com mulhe­ res estrangeiras (Ed 10. 4 . iuijeí. Filho de Ahiuoão. na verdade. 5 e 6. seu argumento loi que Jó era culpado de alguma coisa.11. Levou com ele voluntários de ZebuJom e Naltali.17. A vitória.4. que liderou os levi los nos reparos do muro de Jerusalém (Ne 3. Descendem* de Secariias e fi­ lho de Sernaias (t Cr 3. Quando a opressão tornava-se muilo grande. contudo. Eliú fui o ultimo dos três amigos que tentaram argumentar com Jó. íoi iiixi dos primeiros a retomar do exílio babilónico uo tempo de Zorobabel. fí Lideraram os judeus na confissão dos pecados (Ne 9. BARIÁ. IJ.551. 5 3 : Ne 7. até a vitória. que voltou □ Jerusalém m m Esdras durante o reinadn do Artax«rxg$ |Ed 8.17J. 6 ) . natural de Quedes de Naitaii. com implicações lauto na vida social como religiosa da nação. Esses comandantes então fornavam-se iujy. o Senhor levantava um líder no m eio do povo. Eles obe­ deceram a Esdras n se divorciaram. Veja Berequias.Ki. Em Hebreus 11 <2. israelitas na batalha. M ie. BA R A Q UIAS1. poi terem rejeitada a Ele em muitas oca­ siões.icbuquias dfi NeeiriAas 11. em 1Samuel 12. que levantou Débora e Baraque. BAR COS. Seus descendentes estavam entre os servid ores do Tomplo que retornaram du exílio bobilónico com Neemias (Ed 2 . 2 . Ela concordou. depois do exllio babilónico (Ne 11. Veja Beuw 8 Um dos levilas que instruíram o povo na Lei. íoi morto por uma mulher. marcada cómo um lempo em que Israel esteve re­ gu larm ente dom inado pelos povos cananeus. C42 cie seus d escen d en tes retornaram do e x ílio babilónico com Neemias (Ed 2. Deus. Foi uma época de anar­ quia na bistório dos isrnebt/is.22). Ancestral de . v í v p u durante o pe­ ríodo dos Juizes.29. 7.14).sua Lei |Ne 10. mas disse que a gloria pela vitoria na balailia seria de uma mu­ lher.BARIÁ 3. Pâi dc* Eliu. isso realmeuti: aconteceu. que loi superintenden­ te dos levitas em Jerusalém. UL Pai de IJsri.301. rei cananeu (Jz 4). gçneral do exército do rei Jabim. De acordo com Esdras. Sò Ma < t bata­ lha se açjuela profetisa acompanhasse a tro­ pa. BARAQUE. para receber tais adversidades do Deus (Jó 3 2 . entretanto. sob a direçáo de Esdras (Ne 8.Sçlumito. paro a obra <lo Senhor por meio de Baraque o ou­ tros juizes.o patriarca e esla­ va preocupado porque este lentava justi('iciir-se diante de Deus. Baraquo ficou conhenldo como o co­ mandante que íoi ã guerra em resposta ao chamado de Débora* para lutar contra Jabim. A piini ípio.

A dupla missionária seguiu adiante e pregou em Antioquia tia Pisidia. na lorma de uma cegueira temporária. lizeram o mesmo itinerário e. pregando e ensinando (w.36].9). enlreianlo. A primeira aparição de Barnabé foi em Jerusalém.il ura liderança para cada igreja (Al 14. Paulo agiu rapidamente: "Cheio dn Espirito San • lo". as quais foram comissionados e enviados na pri­ me L ra viagem missionária (At 13. onde o procônsul Sérgio Paulo (Teu no Evan­ gelho (At 13. culm inou com a conversão do procônsul Sérgio Piado | v. que Lucas descreve como "homem prudente". que o en­ viou paia investigar as alividades cristãs nm Antioquia |At t l. Icouio e Derbe. cuja larela foi confiada a Barnabé e a Paulo (At 11. 10) e pro­ nunciou o juízo de Dous contra ele. Paulo r Bamahó apresentaram a pro­ posta sobre ú plena admissão dos gentios na igreja (At 15. 30-35). Tal ação. uo chegar ú Antioquia da Síria* prestaram o rnlutório sohre a missão realizada (Ai 14. Barnabé é meut ionado 29 vezes cm At os e i riuno nas cartas de Paulo.7. que "procura­ va muito ouvir a palavra de Deus'* (v.es da direção do Espírito. loi eh* quem o apresentou aos apóstolos nm Jerusalém lAl 0. pois Lucas lo escritor do livro de Aios) refere-se a "Paulo e os que estavam com ele" |Af 13. rela­ cionada apôs o exílio babilónico.10-211 .1-7. frequentemente porecu haver um trabalho determinado contra o Evange­ lho. na ilha de Chipre (Al I3. onde é cilado como um tuiuavilhoso exemplo de generosidade (At 4. Recrutou Saulo (lambém conhecido como Paulo.271. Seu nome judeu era losé. Seu nome grego era Elimas (v. Nessa situação. Quando a mensagem divina e procla­ mada. Infelizmente. porque este era o que lalava” IAl 14. 12).23). diante ria oposição o do lutnresse da multidão (At 13. Os dous dn Barnábé loram reconhe­ cidos pela igreja de Jerusalém. M filho dl» Jfcsús").BAR-JESUS mtnubros da linhagem real de Davi.26).1-5.Jesusopôs-se ao Evangelho e delibe­ radamente tentou afastar Sérgio Paulo da !’é. A ênfase uo Espirito Santo e o juízo particular pronunciado por Paulo propor­ cionam uma diferenciação inilílo clara entre a verdade e a falsidade. No meio de uma crise de fome. im&.6|. Ele ficou em­ polgado com o desenvolvimento espiri­ tual e encorajou os crentes a permanecer fiéis (At 31. 7). 14. pnlre o que pertence ao engano do diabo e o que e de Deus». Ele eslava a serviço do procônsul roma­ no. os dois companheiros tiveram um sério desentendimento a res­ 88 . O apolido que OS apóstolos deram a um levita natural de Chipre que se tornou bder na igreja primitiva.1-3). eles pregaram por toda a ilha de Chipre. Evidentemente Barnabé Linha a figura mais imponente.12) e receberam apoio do concilio de Jerusalém (vv 22-29).rpretou seu nome apostólico como “filho da consolação'*. Listra. ele chamou Elimas de '“ filho do dia­ bo. Eles navegaram adi­ ante e chegaram a PeJge. parece que Paulo assumiu a lide­ rança. Al 13. du­ rante o governo do imperador Cláudio a igreja em Antioquia onviou ajuda para os irmãos na Judéia.23). B A R -J E S U S [Heb. Nomo judaico de um mágico e falso pro­ feta.30). 8).13). na Paníília |alu­ ai TUrquia I: um dos componentes da equi­ pe. Sérgio PauJo.42-51. pois em Listra foi chamado de "Júpiter" e Paulo. combinada com o ensino aposlóliu. separou-se deles o vol­ tou paia Jerusalém (At 13.13). Dai em diante. e os dois trabalharam juntos em Antioquia e ensiuaram muitas pessoas (Al 11. ondw ambos ficaram por algum tempo. di r“Mercúrio.25. Quando Saulo de 'Ihrso se con­ verteu. inimigo de Ioda a justiça" (v.21-28).22). para sugerir algo do sou ca­ ráter fAt 4. encontrado por Paulo e Barnábé na cidade de Paios. indicaram ho­ mens aptos a prover li. João Marcos.32-371 . Consclent.12) Na viagem dc volta. A decisão do conclave foi bem aceita em Antioquia.12).i. mas Lucas intp. BARNABÉ. Bar.

quo buscava a direçáo do Espírito Santo pura lomur as decisões Encoraja­ va seu companheiros de trabalho no mi­ nistério cristão e era um amigo sempre disposto a dar uma segunda chance a quem precisasse. contu­ do.24). Via poteucial nas pessous e desejava recrutá-las. e os irmãos do Senhor. át) conduzi-lo consigo a Chipre IAi 15. como lambem os demais apóstolos.7-15: Lc 23. ao concordar que deve­ riam ir para os "gentios.A. “ P r i ­ s i o n e i r o notório” o assassino. que vivam do evange­ lho" f l Co 9. o qual mandou saudações com Aristarco.13).14).19: Jo 18. uno seria provável olerecê-lo paia ser solto. Paulo discute os di­ reitos de um apóstolo e levanta uma sé­ rie de questões retóricas destinadas a es­ tabelecer o princípio do que “os quo anunaiam o ovuDgolho. Pedro cedeu às pressões dos de­ fensores da circuncisão e “até Bumabò se tleixou levar pela sua dissimulação". O que se poderia dizer sobre o caráler de Barnabé? Era uma pessoa boa. Cefas (Pedrol o João estenderam a destra da comunhão o Barnabé o Paulo. »íle pergunta in­ cisivamente: "Não lemos nós o direito de levar conosco uma esposa crente. tanto eui casa como nos lugares distantes. Em I.14). mesmo que só com o lempo.BARRADAS peito de João Marcos Paulo recusou-se a levá-la na segundo viagem missionária enquanto Barnabé deu-lhe uma segunda chance. o Cefns? Ou só eu e Barnabé Dão tomos o direito de deixar de traba­ lhar?" (1 Co 9. Pilatos nada achou de errado em Jesus o buscou uma justificativa para libertá-lo. Uma grande ênfase é dada por todos os escritores dos evangelhos ao fato de que Barrabás foi solto e Jesus crucifica­ do. e eboio do Espírito San lo n de fé” fAl 11. o filho da consolação não é mais meneiooado do mia to rio Atos. Mas. Existem trêsreferêncius n Barnabé nm Gálalas (G1 2. porque se relaciona a foão Marcos. Se esse lósse o caso. onde chama Barrabás de “homicida". ao dar unia alternativa para u multidão. Lamentavelmenle. recebeio" (Cl 4/10). mas geralmente "ora homem de bem. ge­ nerosa e calorosa. A referência final a Barnabé é tocan­ te. A. prisioneiro junto com Paulo. que ofertou abundan­ temente seu tempo e seus talenios para a causa de Cristo.40). mesmo como um gesto de boa von­ tade por parte de Pilatos | Ml 27 16-26.1. Jesus não era a grande figura messiânica que esperavam. para tristeza de Pilatos.9. Sua atitude 89 .36-391. O problema quo tiveram foi resolvido e o apóstolo escreve aos colossenses: “Se ele IJoâo Marcos) for ler convosco. “filho do pai"). B A R R A B A S fHeb.6). Assim. a multidão exigiu que libeitasse Barrabás. vemos a rejei­ ção final do Messias de Deus.9).5. O significado foi bem apresentado por Pedro em seu sermão em Atos 3. Mc 15. e eles á circunci­ são (aos judeus!" (G1 2.r.13. Como qu alquer outro ser hum ano. que Paula confrontou o repreendeu |Gl 2. A partir desse momento. “o Santo e o Justo". Uma multidão foi rapidamenle reunida pelos lideres religiosos. O ministério paciente de Barnabé com João Marcos foi bnm-sucedido (2 Tm 4.18.1 í). Barnabé podia ceder às pressões. Talvez fosse um zelole” e o levante representasse uma fenlativa de se alcançar a liberdade do jugo romano. Coríntios. Barrubás foi li dor do uma rebelião omboru o propósito da mesma não fique claro nos evangelhos. seu sobrinho. onde aparece com PhuIo e Tito numa consulta com os líde­ res da igreja em Jerusalém Durante essa reunião privativa. Pelo fato de o povo fazej tal escolha e ser domina­ do pelos lideres religiosos. Era um homem de ora­ ção. ao seguir a orientação dos "sacerdotes e dos principais da sinago­ ga'*. solto polo govemarlor romano Pôncio Pilatos no lugar de Cristo. pudessem supérar as dificuldades. Tiago. a fim de exigir uma sentença de morte para lesus. conforme aconteceu com Paulo.

Cris­ to o c ilto u (Mc 10. Baruque foi ti leu a m ensagem da câm ara de Gemadas. ele faz par com Filipe. mas era quase certo também que tosse nm reoonlieumento de que lesus era o Messias. Mc 3. em sua ro ta para Jerusalém. Em Maíeus. o sumo sacer­ dote (Ne 3. veia essa proposta de uma grande bênção. BAR Tl M EU. Um relato mui1:0 semelhante e registrado em Lucas. a escolha dos judeus o seus lí­ deres foi a mesma quo homens e mulhe­ res de todas a* épocas e r/iças ainda fa­ zem hoje. Um dos que selaram o pacto feilo pelo povo de adorar ao Senhor e obede­ cer às suas leis (Ne 10. um dos que se es­ tabeleceram em Jerusalém depois do exí­ lio btibUônico (Ne 11.U .n. ajudou a reparar os muros de Jerusalém.40-521. a fim de que se conservassem por um longo tempo. 2. esse mendigo Linha confiança em que o illho de Davi podia curá-lo. 10. em quem não há nada falso" iJo 1. era um meudigo cego.20-34). então sabemos que Jesus o tinha como “um verdadeiro israelita. 3.47J.í O apelo do cego. com ins­ truções para que este colocasse a cópia selada e a cópia aberta dentro de um vaso de barro. o quaJ também tor­ nou-se um seguidor de Jesus (Jo J . quando rejeitam a fé no Evan­ gelho do "Cristo crucificado" e preferem seguir a “sabedoria deste mundo" (t Co Bartolomeu. Jesus o encontrou nu es­ trada que levava u Jericó. Em liitíiua análise. so­ bre quando Jesus chegava perto "de Jerirõ" (Lc 18. O significado desse ato ora uma mensagem de esperança. B A R T O L O M E U (Aram. Ao obedecer às instruções do Senhor.13. Filho de Zabai. Quando Micaias ouviu o que Baruque lia. Sua fé foi recompensada e ele ficou são imedia­ tamente. na entrada da porta nova do Templo. J°ão des­ creve como este encontrou um amigo chamado Natannel.0). É possivel que seja o Baruque anterior (ne L). na esperança de que as profecias o le ­ vassem ao arrependimento. naquele mesmo dia (Mc I2. Diinrentemenlc daqueles líderes. Se esse tuciociuio estiver correto.13). 4. con tudo. é muito significativo. Filho de Timeu.12.5). É interes­ sante notar que essa expressão loi o tema de urna discussão entre Jesus e os judeus religiosos. para que Je­ sus.22).J5.23) e Ju d as Barsabás (At 15. Filho de Necias. Era um re­ conhecimento de que Crista pertencia a linhagem reaj ile Davi. Jeremias. Um evangelho apócrifo posterior é erroneamente atribuído a ele Nada mais é conhecido com algum grau de veraci­ dade sobre Bartolameu c. tivesse misericór­ dia dele. Pai de Maaséias. No meio da execu­ ção do juízo divina. o patronimk^». "abençoado"). Aparece em cada uma das quabo listas dos "do/.BARSABÁS de pd5í e sofrimento não era algo que atraia as multidões. p. "filho rio sábado"). é possível que Nalanael seja o prim eira nome desse d iscíp u lo e BARUQUE (Heb. P. contou aos oficiais do Tem­ plo.a. Seu secretário deve­ ria u e ler a mensagem diante do povo. era secretário de fere nuas (Jr 32. mais tarde. Lc 6.c.. Veja / rA sV * B a rsa h á s fAt 1.44-51) Portanto..2U).3(>). o referido profeta comprou um terreno de seu parente Hananeel Eie assinou e selou a escritura de compra e deu-a a Baruque.Q .3. 1. impossibilitado de ir ale o Templo. At 1.14. os quais ordenaram que o servo de 90 . "filh o de Tolmai"). BARSABÁS CHeb.18-21).10)..15-43) Mateus registra a qura de dois cegos Da salda de Jericó (Mt 20. 1. Era uma atitude de fé nas promessas e na fi­ delidade de Deus de que o povo retomaria do exílio babilónico. para sua última Páscoa. ditou a Daruque todas as pa­ lavras do Senhor que recebera desde o reinada de losias. desde o ângulo até a porta da casa de Eliasibe. o "lillio de Davi".e apóstolos" de Jesus (Ml 10.

A despeito das ten­ tativas para dêètruf-la. para o Egito. N* 7. Cl ancião de Bassmute ReUel. até que o Drim e o Tumim fossmn consultados (Ed 2. 0 roi quoria Padá-Ará. significavam outra atitu­ mentos esseuciais para elo e seus solda­ de de Esaú de rnjeitur ao Senhor ú a sua dos (2 Sm 17. Jeremias enião advertiu Baruque a não Jniscar grandes coisas pnra si mesmo (Jr 45.27) Era um ' homem muito disposição do se associar aos povos ao seu velha". por isso. Ele procedia de uma fa­ mília de sacerdotes q u e não conseguiram traçar a linhagem de seus ancestrais e. Quan­ do leram a rneusagem. a Palavra de Deus permaneceu IJr 36). ele deve­ ria ser grato por escapar corn vida. por ler o primeiro rei do Jsruol quebrado o paclo que Josué firmara com os gibeonilas (2 Sm 21.31-39). considerados como “imundos1 '. num ata de desobediência ao SeDhor (Jr 43. o heteu (Gn 26. em sua casa.c. lia. foram excluídos do sacerdócio. eiu vez dn cosar-se com as sugeriu que seguisse Com ide de volta a mulheres ctmanóias (Gn 28. Baruque lamontuVa sua tristeza e suas dores. por sua vez. grandemente com Jacó. Era casado com a “filha" de Barzilai. M homom de ferro”).32). m .T|. o gileadita lo* i acima) é adotou o nome da família. dentro do t ontexto da des­ truição de Jerusalém e do exílio. Orei.rndo acompanhou Davi até o Jordão.34) E»aú casou-se com pia e com oulra heléia.61-03. irmã de salém (2 Sm 19.p 2 . 1'iiha de Saul.3).n.iun foram bondosos com tar-se da esposa do mesmo nome citada ole. escreveu nele Iodas as pala­ vras que loram queimadas e deu-o no­ vamente a Baruque. Barzilai estava ontre deveriam viver separados dos cananons. próximo de sua famí­ também Toram chefes (Gn 36. 1 . sem dúvida porque tais uniões representavam quo permaneceram fiéis a Davi. que viajou até depois da morte de Absalão. Viveu depois do retorno do todlio babilónico. e. “OgiJeaditáde Rogelím” loi um dosra e Irisleza pura Isuque e Rabeca. ande cuidaria dele. con­ tra a vontade. com oitenta anus (2 Sm 19. r. posteriormente tor­ recusou a oferta. pois desejava morrer em nou-se um tlde-r em Edom e seus netos paz. Saul havia matado muitos deles. Davi d abençoou o seguiu para Jeru­ 2. Isso aconteceu mui­ tos séculos depois.i quo esses casamentos foram utuu fonte do amargu­ BARZILAI (Heb. 91 . e a melhor tradução seria.str. Fillia do Elom. Os inim igos de Deus acusaram Baruque de incitar Jeremias contra elos [>ara entregados nas mãos dos caldeus.7). ao dar instru­ anteriormente. “uma descenden­ te de Barzilai".6.3-7).6-fl) O filho Jerusalém. 1. Tempos mais tarde. Em seu leito de morle. os que trouxeram comas e outros supri­ Além do mais. O monarca rocusou-se a ouvir as palavras do texto sagrado e o queimou.1). redor Esse seu procedimento conlrasla qu. A também lembrou-se fielmente dos seus despuito das sugestões de que pode tra­ amigos o dos i. na Mesopotamia.1-5).ti). quando uma transgressão ao manda mento de era perseguido por Absalão Quando o rei Deus de que os descendentes de Abraão chegou a Manaaim. lemhrou o filho da ne­ identificada como Maalale (Gn 28. BASEM ATE. mas o Senhor desejava que ele entendesse que. em busca de honrar a grande fidelidade de Barzilai e uma espnsa.BASEM ÁTE Jeremias lhes entregasse u texto.6-9).17). Outra esposa de Esaú. 35 regi. 0 meolalita era pai de Adriel [2 Sm 2 1.|a poderia ser mais hnm ções a Salomão. cinco dos ííihos dela morreram num ato de vingança. que se casara ccxni Merabe. Nebaiote o filho de Ismael (Gn 36. cessidade de ser generoso com os descen­ Aqui novanipule o texto é cloro em mosdentes de Barzilai (1 Rs 2. 0 v. Ele p o profeta foram levados por Joana. em vez de “filha”. disseram que Baruque o leremia» se escondessem e Foram relatar ludo ao rei. Jeremias pegou O Uiro rnlo. 3.

ram a Davi em Ziclague. Os ptícados dos servos do Senhor. O profeta Natã foi a Davi e pronunciou 4.11) ou 628 (Ne ma lolga. que estava ausente por participar das do reinado de Saul ( I Cr 12. que se casara pelo próprio Deus. quando fora ba­ Davi conseguiu que o marido de Batenido de Israel. Como seu plano fracassou. BEDADE. Ao lenlar ficar Livre dc» problema. mens eram bonjàmitas que desertaram do voltasse para casa. durante o último período Seba.. seja os quais reinaram om Edom antes que qual for a posição que ocupem.54). Seus descendentes estavam Davi. o heteu. contudo. quando os dois se envolveram sexualmente e ela acabou BE ALI AS. p.5 2 .C. durante o reina­ ordem secreta. Depois N eem ias e Zorobabel (Ed 2 . conseguiu arran7. era pai de Zeror mente e dessa vez deu á luz Salomão fv.28 J. finalmente. para colocá-lo em um lugar onde homens (Ed R. O adultério.c. Filha de Salomão. 623 (Ed 2. se atribuída a ele. de Naflali I I Rs 4. Um ilos líderes que selaram o pac­ o juízo de Deus (2 Sm 12) Bate-Seha lorto firmado pelo povo de adorar ao Senhor nou-su esposa do rei.11-53). qualquer que soja o pecado. do assassinato. e trouxe consigo 28 joabe. levou o rei aos pecados da mentira. mas o bebé morreu e obedecer às suas leis (Ne 10. Um dos guerreiros que se uni­ grávida.1). apesar disso. Depois da morte da crian­ ça.u. PJ). 11). pudesse morrer. Linda mulher. Numa bela larde. la Natô trabalharam juntos para impedir que Adonias usurpasse o tmno (1 Rs 1. escolhido mulheres cananitus. Nem que a vontade dele de ter Salomão como adultério nem assassinato estão acima da sucessor fosse cumprida misericórdia do Senhor. Tornou-se depois esposa de namento com Bale-Seba reflete essa ver­ Davi e mãe de Salomão. ela ajudou a assegurar Deus. Ne de descobrir quem era. jar que tosse trazida até ele. não fica­ 92 . 12 ). por seu relacionamento adúltero com BAZLUTE. que não Liveram direito a nenhu­ B EB A I.3). Leal aos seus companhniros. lheres estrangeiros (Ed 10. Bate-Soba é mais conhecida.15). que fora es­ minoso e merecedor do castigo divino posa de Urias. «Ja engravidou nova­ BECORATE. Seu descendente. peca­ B A TE-SEBA . para que a gravides fos­ exército de Israel. Esses ho­ campanhas militares em defesa do reino.RATE-SEBA ram de fora do relato bíblico Davi foi o Irar que Esaú não deveria casar-se com maior de todos os rei de Israel. para sempre e de sua linhagem viria o Mes­ sias. voltou o de volta para a frente de batalha com a a Jerusalém com Esdras. seu esposo. Nos eventos que dade claramente: contudo. do ram culpados de tei-se casado com mu­ engano e. Zacarias. Benjamita.15) ainda pequeno. Urias rec usou-se a ir para casa e 7*10) de seus descendentes voltaram do ter qualquer relação sexual com a esposa. ao com um dos doze oíiciais distritais — prometer-lhe que estabeleceria seu trono Aimaós. Foi com ele que o Se­ nhor fez uma aliança especial (2 Sm 7 ). Rei edomita o pai de Haríade. Alguns de seus descendentes fo­ ra. enviada ao comandante do de Artaxerxes. Orei passeava pnlo enlre os servidores do Tem plo que terraço do palácio e viu essa linda mulher retornaram do exílio babilónico com banhar-se a uma certa distando. ele era humano. 1 . o qual era o pai do rei Témpos mais Larde. 3. Davi rmindou2. Bat«-Seba e o prote­ Saul (1 Sm 9. mostra também aorcamm a morte do rei. dessa manei­ 3. lira filhu de ELiã mais do que qualquer homem O relacio­ (2 Sm 11.5). o a que o arrependimento leva ao perdão de sucessão ao trono. Davi coníortou-a. e bisavó de Quis. exílio babilónico com Neemias.

17). Primeiro filho do Bonjamim. devido ao seu orgulho e comportamento blasfemo 93 . seu povo foi responsável polo derrota dos hagarenos.1 e Jr 51 44). Ele contrasta luz e trevas no v. B ED IA S . já é amplamente aceito que Bebazar era filho e co-regente dele. Pilho de Azaz. Pai do profeta Oséias (Os 1.8). Deus babilónico também identifi­ cado como Merodaqué lír 50.D JT-.35 . esse nomo roferese a Sal anás e ó usado com esse sentido no NT por Paulo. em 2 Coríntios 0. o p rofeta o confrontou.7) Seu nome (oi mudado paia Iíliada.21). Durante o reinado de Saul. argumeula Paulo. pob caria um adola um yonhor diferente — o cristão serve d Cristo enquanto o incrédulo. uao existe harmonia entre cren­ tes r incrédulos.15. Este leruio tam­ bém d visto no prefixo do nome quo foi dado a Daniel na Babilónia — Boltessazar. ao traçar esses contrastes. capital do imprèrio. Essa invasão é descrita em 2 Reis 15 29. 3 .2. B E E R A .36. 1 . veja tam­ bém Is 46. Um dos lideres dos rubonítas.forani tu)pados de ler-se casado nmi mulheres estrangeiras (Ed 10.16: 1 Cr 3. Tomaram posse das terras a lesto de Gileade e estenderam-se até o rio Eulrates.40. 1 . Vivou em Aroer. pois uãa havia nenliuma prova extra-bíblica que c o m p r o v a s s e a existência de um rei da Babilónia chamado Belsazar. U m dos filhos que nasceraiu a Davi era fertisalóm.37). Filho dn Beor e rei de Edom Reinou na cidade de Dinabá» antes que houvesse reis em Israel. depois que lomou ainda mais mulheres" (1 Cr 14. que não e mencionado na Bíblia. pai de Judite. Seu filho jobabo o sucedeu (Gn 36. Nesse texto o apóstolo insisle enfaticamente que os cristãos devem ser cuida­ dosos sobre com quem se associam e se mis luram e as implicações do envolvi­ mento com os que não são crisláos. É claro que não há concórdia alguma! Portanto. BEELIAD A. Como porta-voz d / ? Deus.1). l Cr 1. BED Ã .33. Daniel 5 diz multo pouco sobre o carater de Belsazar. Até recentemente ainda havia cetidsmo quanlo a historicidade do Daniel 5. mj-. na Babilónia. B E E R I. Nos escritos judaicos do perío­ do iniertestamentário. 1 . Filho de Bani. embora tenha-se retirado para um palácio remoto p deixado seu filho d o governo. rubenita.43). AparentemRule Nafiouido nunca coni. 2. 15). mas de­ pois pergunta: “Que concOrdia ha entre Cristo e Belial?" Iv. da Assíria 11 Cr 5. estava entre os qin. era um cha­ mado à santidade. entretanto. o últhno rei é Nabonido.1-3).0). t Cr 1. a Bolial.341 2. O úliimo rei do Império Babilónico citado na Bíblia.3 1.3.30). Descendentn da Manassés e fi­ lho de Uião (1 Ct 7. levado cativo pelo rei Tiglate-Pdeser. Este nome aparece somente em Daniel 5. n qual foi uma das esposas de Esau (Cu 26.BELSAZAR houvesse um rei em Israel (Gd :t6. mas envolver-se e tontar ter harmo­ nia juntos seria difícil. BELÀ. pro­ vavelmente devido ao prefixo associado a Baal e à idolatria cananita (2 Sm 5.35).46 ). BELSAZAR (Bab.30.edeu uma autoridade total sobre o império a Bebazar. que se tornou líder do clã dos belaítas iGn 46.8-10). Nos documentos remanescentes. era íilho fie Zofá (1 Cr 7.14. P. Vários dn seus filhos lambém fo­ ram chefes (Nm 26. ‘‘Bei proteja o rei"). "porque o seu gado se tinha BE LI AL. multiplicado nn torra de Cileade" | 1 Cr 5. 1 Cr 8.32. BEL. 2. Isso não quer dizfir quo foicrbtãos e incrédulos náo devam tei ami­ zade. Ileteu. Da Iribo de Aser. onde é descrita a morte dele |v. O apelo que o apóstolo fez.

2J. Ele também íoi responsá­ detalhes.11). mas o ódio contra Ele era líder da tribo de Simeão.A B I N A D A B E (Heb. cujo trabalho consistia em sias! Estavam felizes por identificar o Fisupervisionar as contribuições para o Lho de Deus com Satantis em pessoa. 1 Cr 27. Liderava uma tropa de das moscas” e provavelmente relaciona24. Foi escolhido pur.14). Levita. ou Satanás.32-38). Adonias e Simei | 1 Rs 2. Levita.000 homem.23: 23. durante lodo seu reina­ (Dn 5.3.23-35. e todos os teus caminhos. saçõns que o identificavam com Satanás 7. Veja Bm -ilur.13).23J. p j j .BELTESSAZAR do. foi um dos “trinta he­ pressão hebraica que significava "senhor róis" de Davi.7 1.ouio os judeus religiosos car trombeta. e seu destina foi selado quando Daniol interpretou o que a mão ostrrevofô na parede. a p Ip não glorifÍGaste”. naBabilôniâ iDu l . era um dos músicos duran­ 1U.8. Davi 0 considerava “valente u do grandes fei­ tos” « •contado com maior honra do que qualqunr outro dos "trinta” grandes guer­ reiros (2 Sm B. "o Sen h or tem mesmo estrangeiras. Benaia é cilado fielmente a Davi. Era da tribo de judá e veio de Cabzeel (2 Sm 23.30.18.6). É Templo durante o avivamento no reina­ claro qan Cristo defenden-se dessas acudo de Ezequias (2 Cr 31.5. este termo bav ia-se 1 Cr 11. destacado pura to­ A maneira t. E1p também acompanhou o daqueles dias estovain dispostos a atri­ Arca (1 Cr 15.22.46).2. No tempo do retorno do exílio Abinadabe"). era o antagonismo deles para com o Mes­ 6. crucificação. foi próprio Satanas revela o quão profundo descendente de Asafe (2 Cr 20. dentes dos sacerdotes de judá.31: 27. vel pela m orte dos traidores Joabe. Náo ha registro do arrependimento do Belsazar. Filho do sacerdote Joiada. 24-431 . 26.25. e era governador de que muitos liomeus. 16. Eleazar e Sarná. BELZEBU.14). foi (Lc 11-14-23).24.36. tornado um sinónimo de Satanás (Mt 3. Secanias confessou a Esdras ilo rei Salom ão. que ficavam de pronti­ se a um deus canantsu lei 2 Rs 1. Esdras e o povo se construído") 1. Levita. Lc 11 15.18-20: Jesus era acusado de Ele próprio ser 16. em cUja máo está a tua vida.16). casaramse com mulheres d »> outras tribos e oté B E N A I A (H eb. Nos dias de Cristo. te o reinado de Davi. Estava eutre o s descendentes de Parós. ou em que Ele fala­ 4. serviu arrepandoram o fizeram um pacto de ser­ vir ao Senhor (Ed 10. O oulrora glorioso Império Babilónico s e m alvo do juizo divino e o próprio rei presidiria sua des­ truição.22. 18: 20. Este nome veio do uma ex­ 2. 12. inclusive doscenNafate-Dor (1 Rs 4. dão no 11 “mês de cada ano (2 Sm 23. uáo foi um dos "três volan­ tes de Davi”: Josebe-Bassebete. buir os obras e as palavras de Jesus ao 5.191. Contudo. em todo o Novo Testamen­ tocar lira e acompanhou a Arca quando to. era um dos músicos duran­ va sobre perseguição. filha babilónico. "filh o de 8.g. somente foi usado em passagens onde foi levada para Jerusalém | i Cr 15.341 Sua lealdade era tal que não participou da rebelião de Adonias no fim da vida de Davi e foi um dos indicados B ELTES S AZA R . O 'novo” nome dado para proclamar Salomão como rei (1 Rs u Daniel. cuja família tão ia tenso que afinal culminou com sua multiplicou abundantemente (1 Cr 4. te o reinado de Davi.j Este vocábulo.20). veja Damal. B E N . Filho de Jeiel e pai de Zacarias.20-23. 94 . Piratonita.24: Mi 3. e lhe disse: "Mas a Deus. lornou-se coman­ dante sobre os quereteus e peleluus.5) Bekebu. Para mais 1. Durante o reinado de Ezequias. Casou-se coin Tafaie.

Veja Ben-Hur. 2 Rs 12.9). em Esdras LO. mas chegou no limite quando o filhas escaparam. “filhe. o profela encorajou o furam salvos pur Deus unicamente por rei a tomar a iniciativa na batalha. 1 Rs 15. posteri­ ormente a própria Siria lornou-se uma p que agiam coutra Deus (Ez 11. B E N -D E Q U E R (Hob. com quem o: Senhor fizera alian­ que de surpresa. Este também foi cui pado de casamento rrrbla (Ed 10. Acabe foi repreendido distrito de Argobe.9) Benlia.C. isso enfrentou os israelitas ua planície (1 Gnveraadur de Romote-Gileade e área* Rs 20 25).35) 95 . Por esse motivo. sexuais. mas Ben-Hadade conseguiu fugir a cavalo ( L Rs 20. LÊ20). de Judá. a cida­ Houve três profecias importantes de de Sodoma era famosa. O rei Acabe estava relutante em entrar na Progenitor dos amonitas. "lilho defiidade). coucordou com com a sua própria filha mais nova (Gu as primeiras exigências de Ben-Hadade 1U. rei de Ará (Siria). as crianças.38]. BEN*AMI (Heb. Logo depois da destruição de lentregar as mulheres. Também ouro que ficara nos tesouros da casa do citado entre ws tji. deconcernentes a Acabe e sua relação com pdis que escapou da destruição. na época do rei Salouião 11 Rs talhas contra Ben-Hadade (1 Rs 20. Asa pediu a Bcm-Hadade quo o aju­ dasse a se defendei contra Baasa O pre­ go dessa ajuda foi alto.BEN-HADADE BEN-HADADE (Heb. Uma vitória decisiva foi ça (Gn 19.25 como um dos quo se di­ vorciaram das esposas estrangeiras. também mencionado coíno um dos Iídores de família culpados de ler-se rasado mm mulheres estransiras (Ed 10. que relutaram em sair de Sodoma. Pai de Peladas.29). mas também polo sacrifício da Uberdade política. durante o remado de graude batalha o Dous demonshou sua Salomão (1 Rs 4. Uma menção espesoberania sobro toda a Terra. s. ao que parece. 9. O 4. contemporâneo do rei Asa. 12.43).C. 11 Rs 15. Rei do Damasco. llcando ser uma insolente restslêuda e declarou grávidas." filha do meu pareste"). P. não hou Ben-Hadade: duas positivas e uma nega­ ve novo começo para Ló. "filho de Deker' ).13).G. Den-Hadade U. reis de Israel.000 homem* e efetuoti um ata­ Abraão. . elas ficaram preocupa­ rei sírio quis enviar seus oficiais para vas­ das coru a continuação do nome da íarniculharem a casa real I 1 Rs 20. 10.17ssj.ie se casaram com mu­ Senhor”. Certameute.1 1 31. É importante nolor quo essas fi­ guerra 11 Rs 20.13-22). um dos 25 liomeustonha trazido um aJUvio temporário nas identificados por Ezequiel como irupios hostilidades entre Israel e Judá. por volla de 890 a. por ser demasia­ lavam sob o seu controle. Saalbun e áreas fím do quo se preparasse para outras ba­ ao redor. cial é feita a sessenla grandes cidades no Na terceira. 10-12J Acabe repelin com lhas. as quais espelo proíela do Senhor. Veja Ben-Hur. a Governador de M a c a z .30). Embora lheres estrangeiras (Ed 10. sitiou Samariamais ou munos em 850 a. 2.c. Era filho de Ló guerra.D. Descendente de Dam.pelos quais. em Basã. da qual som m ie Ló e suas duas e praia). o num Sodoma. Ele e as filhas tiva Na primeira.nubas Hadade ficou furioso com o que percebeu tiveram relações sexuais com ele.221. de Geber”). embebedaram o pai a . assim. sucesso o violento ataque o obteve uma continuaram a praticar os graves pecados grande vitória sobre os sírios. rei de Ará alegou que os deuses de Israel eram divindades das montanhas e por B E N -G E B E R (Ileb. não apenas finan­ ceiramente ('Asa tomou toda a prata e o U L Descendente de Neho. Citado entre iis descendentes do PaateMoabe. A segunda profecia advortiu Acabe. alcançada. séria ameaça para |udá (cí.18). Novamente Israol venceu nmu circunvizinhas. 1.Acabe causa do parentesco que tinham com reuniu 7. e de Baasa e Oari.

Ben-Hadade foi usado pelo doze governadores. ao l eni ar reconquistar Ramotebedoria e discernimeuto. Beu-Abinadabo. os dois roi* luta­ Logo após sua coroação. eles consegui­ Ue acordo com Amós 1. Com eleito. Por isso. Afilho da torça").10). nas cidades de ludá |2 Cr 17. Governador de Aribote. 22. Baaná. da Iribo de Juda ( t BENINU (Heb. porque estabeleceram impostos de Ben-Hadade aconteceu devido ao Juízo sobre os moradores do distrito.C.23).: cf. impressão ge­ ral que se tem a partir de 1 Reis 4 é a sua Lei. Mais Uirde. há uma lista da provisão diária foi derrotado três vezes e perdeu o con­ requerida por Salomão. 8-7-9. A . O Senhor lhe Gileade. os coisa que desejasse (1 Rs 3.25). Sen distrito era em Efraim. a qual era enor­ trole sobre as cidades que capturara 12 me |w.5-15). Um exemplo de a. grandeza da bênção de Deus sobre o rei Salom ão. 3. BEN-HANÃ llíeb. "talho da graça”). a e x tP D s á o do reino dn Salomão n enfatizada.34). tros mencionados são: Ben-Dequer. deu-lhe o B EN -H U R . morreu logo após seu nascimento. Ben96 . rIp solicitou sa­ sírios.8). Os ou­ Benjamim (“filho da minha mão direita").13. Acabe. porque Jeoacaz continuou d o s cominhos malignos de riqueza e poder do filha de Davi. que pa­ de Deus sobre as nações ao redor de Isra­ gavam com suprimentos. Em I opressora do pai. p.Hadade I Reis 4.otn Bon-Hadade (1 Sim ei e Geber. Hm alcançava lodos os limites prometidos dos oficiais de Jeosafá que foram enviudos paia ensinar o puvo sobre o Senhor e pelo Senhor a Moisés. dessa listagem. Josaíá.d. BenEmbora Jaeó tivesse doze filhos. Décimo segundo filho (1 Rs 4.BEN-HAÍL damente tolerante com os siri os n por Gober.13). o qual com efeito BEN-HA IL (Heb. Rs 20. que significa ''filho da govnma dores distritais nomeados pelo rei minha tristeza” (Gn 35. Ainadabe.V. "filho deHeaede"). É neste contexto que lemos sobre a nomeação dos Jerobono I. cujo tralialho era as­ Senhor como instrumeuto pai*a execuiar segurar n grande provisão de suprimen­ sua punição sobre Israel (2 Rs 13. uo de­ profecia de Elisou. Inicialmente. Ele tos necessários para a manutenção da recobrou as cidades capturados paios c a s a real . Raquel. Sua mãe. . a derrota ram isso. contado. S. levilas que selar am 0 pacto feito pelo povo paia adorar ao Senhor e obedecer á sua BEN -H E8ED E (Helv.24.21. continuou a política sua sabadoria é dado em 1 Reis 3. o Salomão para fiscalizar seu reino (1 Rs qual Israel mais tardo mudou para 4. A morte dp Ben-Hadade é regisconcedeu o que pedira e acrescentou "ri­ Irada em 2 Reis 0. durante o reinado de Salomão BENJAM IM .24. Baaná.10.41 . Km dos filhos de Simeão. correr do imo. 1. Ben-Hadade 111 chegou ao poder no quezas e honra" Os capítulos seguintes de 1 Reis mostram como esses dons rlp tompo em que a influência síria estava em declínio. Salomão foi autorizado por Deus a pedir qualquer ram juntos contra o inimigo comum. 2 Ks 13. Ben. em el. D r u s permitiu que Is­ Reis 4 a ênfase é colocada na crescente rael caísse em suas mãos. cada um deles era encarregado saqueadores moabitas. foi morto pelns de riquezas e vida longa. estabelecer alianças r. 1 Cí 2. de Jacó. "nosso filho”) Um dus Cr 4.4.o. Veja Ben-Hur.3).20).3. Em vez assírios. Filho de Hasael (790 a 77U Deus foram evidentes nos primeiros anos do reinado do Salomão. Socó e toda a ler­ ia de Heler.Minaas. Tanto antes como depois Rs . somen­ Hesede.7). Durante o reinado dp Joás. de acordo com a de suprir o rei durante um mês. O primeiro da lisla de doze nome de Benoni.24. Lei (Ne 10.

e à tarde repartirá o despojo" (Gn 4U.C.As tribos de Benjamim e Judá manti­ veram grande influência entre o povo de Israel depois do retorno da Babilónia. A tribo de Benjamim linha reputação de bravura e rnuita habilidade militar. pela manha devora­ rá a presa. Essa mudança provou ser significativa para a fut ura realização dos planos redentores de Deus para seu povo |Gn 4ô. 1 Sm tí. até que finalmente elo se deu a conhecer e trouxe toda a família para o Egilu. ao ordenar que seus servos escon­ dessem presenles nas bagagens dos U* mãos. não garante um excelente fu­ turo. A presa seria devorada e o es* pólio. (veja Esdras 1 e 2). om 537 a.1-31. Em sua velhice. deixou-os turbados « temerosos. sempre have­ ria um remanescente. Durante o reinado de Saul. Benjamim leve dez filhos |veja Gn 4 6 . como o da tribo de Benjamim. não por causa da justiça deles. Taco (Israel) abençoou todos os seus filhos. Apesar da rejeição quase total ao Senhor. á prin­ cipio sem permitir que soubessem quem ora ÍGn 45. numa épo­ ca de grande tome em Canaã (Cn 42.BENJAMIM te dois deles uram de Raquel — Jose e Benjamim.2-7). a tição é que mesmo um grande passado.14. a náo ser para entender a maneira pela qual o Senhor conservou um remanescente e enxertou outros ra­ mos (os cristãos gentios. para depois enviá-lo de 97 . resultou no livramento de Israel das mãos dos moabitas |Jz3. corno no caso do próprio Paulo. mas porqu* foram escolhi­ dos pela graça (Rm J 1. Após José ser vendido e levado nomo escravo para o Egito. repartido. exceto pola misericórdia de Deus. entretanto. Na se­ gunda viagem rlelgs ao Egito.l). Eh' fez de tudo para mostrar generosidade.15ss. em cumprimento da profecia de Jacó. Benjamim e Judá tiveram destaque particular como recipi­ entes das "promessas da graça” de res­ tauração e retorno feitas peio Senhor. embora sem se identificar. isso também ora uma bênção mista.jamilas (veja arbantií) Jacó pronunciou: “Benjamim é lobo que despedaça. mas sim a misericórdia de Deus ií sua fidelidade em guardar as promes­ sas da aliança (Gn 12. Os benjamitas estabeleceram-se na taixa oriental de terra abaixo das colinas da ludéia— entro Efraim e Judá: induía cidades importantes. Giheá e Mizpa. principalrnenle para com o irmão Benjamim. entretanto. ás vezes. Para nós.27).4].22J. Em sua deiesa diante do rei Agripa. Jaco hesitou rui enviá-lo junto com os outros em busca de ajuda egípcia. deviam sua continui­ dade ò obra dn graça de um Deus salva­ dor (veja Fp 3. Paulo explicou que Deus o resgatara do seu próprio povo e dos gentios. no caso de Eudf • . os benjamita» tiveram sua maior preeminência e a maior parte da tribo permaneceu leal ao roi (veja I Cr 12.4s). hoje.12-26. ajudou a fortalecer a afeição especial que havia entro os dois irmãos. Isso.5) e. somado ao fato de que a mãe morrera enquanto ainda rrain bom pequenos. veja Rm 111Não foi. quo mar­ caria os benjnmitas como uma tribo im­ petuosa. A Ben­ jamim. A atitude peculiar fie José. e as constantes batalhas sobre lerusalém marcaram sua historia. Urna bênção mista. mas. Como a bisloria da triba. lss). Moisés predisse que Dous abençoaria Benjamim e "descansaria em seus braços" (Dt 33 12). Eram adeptos do manuseio das armas com a mão esquerda* o que.2 11 . Do acordo com Jeremias 33. como Jerusalém. sua herança que o salvou.12. por parle de Israel. e profetizou que no tuturo voltariam para Canaã. losé —pro­ movido a governador por Farao — os aju­ dou. A linhagem de Paulo náo tinha nenhum valor para ele. O apóstolo Paulo era benjamita e usa­ va a si me-snio como exemplo da teologia do “re m a n e sce n te" (veja Romanos 11. lambém impiedosa. Gibea ficou conhecida pelo sen alto índice rio hom ossexualism o (Jz li) 22). Benjamim experi­ mentou o lavor especial do pai.3s). progenitor dos ben.

quando Abraão vivia nas proximidades “dos carvalhais de Munre”.20.32). Em sua vida nó­ com todo o espólio e permitisse apenas made. íoi cap­ turado.49). BE N -Z O E TE (Hob. 2.10). Membro da Iribo de Benjamim que se arrependeu de tor-so ■asado com uma mulher estrangeira (EM 10. egoísmo e arrogância. Filho de faazias e neto de Merari. cas 7.21-24). e luuvou ao Senhor por 36. O rei filho.20).43). "filho de Zoete"). ele).15ss|.10). 1 .5: 24. pondeu com louvor a Deus — e sim com Mq 6.23: 12. Reinava sobre Sodoma (Gn I4. 3 . os bens recuperados na batalha já lhe mento de Raquel dar á luz. lide­ rados por Quedorlaumer IpaTa mais de­ talhes. para demonstrai’arrependimen­ to pelo pecado. BERA. . A rebelião foi punida por quatro reis. veja Anraft‘1).34.10de Edom.21: 1 Cr 7.27). recuperou todo o despojo que forn levado da cidade BENONI (Hob. Como a iribo de Benjamim. 1 Cr 1.32. sobrinho de Abraão. o qual reinou antes que u mo­ 201. A derrota deles implicou no cativeiro dos sodomitas.9. o qual mais larde |açó chamou de de Sodoma propôs que Abraão ficasse Benjamim (Gn 35.c. filho de Bilâ (1 Cr 7. P. eles p suas respec­ tivas cidades loram subjugados por 13 anos. Esse podfi < ?or o mesmo Benjamim citado em Neemias 3. o Dpus Altíssimo" (Gn t4 . Na verda­ Efraim (Belém). o apóstolo reconheceu que em a ativida­ do redentora «lo Senhor. nas mãos Benjamim (Gn 46. Foi um parto pertenciam por direito.6J Seus do mesmo Deus que esse rei se recusava descendentes sáo citados em 1 Cróni­ a reconhecer (Ez 16. Israel mudava-se do Boto] para que o povo voltasse para casa. Veia Benjamim. Abraão atribuiu sua vitória “ao Senhor. Bera testemu­ nhara os mesmos eventos. "filho da alinha triste­ e trouxe de volta Ló Na volta. IMomc dado ao bisneto de Benja­ mim. Este deu glória a quem merecia.n. quando chegou o mo­ de.2J. s. que ajudou na recouslrução do Templo.15. Ló. cor um claro contraste entre a atitude do rei de Sodoma para com Abraao e o com­ B E O R . Ele perseguiu e alcan­ BENO. para nino e ter-lhe dado o nome de Benoni.. que não digas: Eu enriqueci a Abrão". Sempre citado em conexão com seu<onceder u vitória a Abrão. mas não res­ filho Balaáo. o próprio Deus que conservaria um testemunho para si no meio de urn mundo lloslil. até que finalmente se rebelaram. Nessa derrota. ao narquia fosso estabelecida em Israel (Gn ' Deus Altíssimo". 2.v. 98 . da tribo deludá (1 Cr 4. mas Abraão de­ muito difícil e u máe morreu pouco lem­ volveu tudo a Bera e disse: "Náo lomarei po depois de ver que o bebé era um me­ coisa alguma de tudo 0 que e le u .Des­ A intenção do autot era a de eslabelecendente defei.35). Abraão en­ za") Foi o nome que Raquel deu a seu controu com Bera.17. Esdras exortou os judeus que fizeram isso a se apresentar pubtkamenie diante de toda ii cidade. que se tornariam a marca registrada de Sodoma e culmina­ B E Q U E R . Depois de derrotados por uma confederação de reis da Mesopolâmia. çou Quedorlaomer em sua rola para o nor­ da tribo de Levi f l Cr 24. Efraim ita p líd er do c lã dos bequeritos (Nm 26. 1 . o quo obrigou nosso patriarca a entrar no conflito. porém Bera conseguiu fu­ gir e saJvar sua viila (Gn 14. Pai deBelá. no vaie de Savé. Utn dos cinco reis residentes no vale do lordáo. 2. foi o primeiro rei portamento de Melquisedequp (Gn 14. te e finalmenle o derrotou.1&).8.BENO vollti para abrir os olh os deles (Al 2 6 . o vidente (Nm 22. Seg u n d e ri l ho de riam em sua destruição fiimJ.

mas judeus de nascimeoto. Filbo de Mesezabel. Sua neta casou-se com Joana. segundo o historiador fosefu. 2. Consoquontemnule. Descendente dn Benjami m. "o Senhor tom criado")Citado como iilhn dn Simei. foi um dos líderes que persuadi­ ram os soldados israelitas a libertar os prisioneiros que fizeram na guerra con­ tra Judá. Seus lifhós foram Héher e Mulquiel Poi g pro­ genitor do clã dos beriilas (Gn 46. Quando os ancestrais deste pro­ feta são njeudouiidos em outros textos.21|. cooperou na construção dos muros d »? Jerusalém sob a direçáo de Neemias (Ne 3.23).BER1AS BERACA (Heb “bénçáo“)l Um dos gunrreiros da tribo de Buujamim que deserta­ ram rio exército do Suul e se uniram u Davi. ao tempo do rei Peca (2 Cr 28. o apóstolo fez um apelo paro que Agripa se tomasse cristão. 15. tanto pcrr Festo t omo por Paulo. um dos que se opuseram ao projeto de reconstrução r i a cidade santa (Ne 647. Nm 20.4.n. Agripa podíu para ouvir Paulo. hábeis uo manuseio do arco e da funda com ambas as mãos. 1 .3 11.30. BER EN IC E.1). Em sua explanação sobre a fé em Cristo. Filha de Herodes Agripa T e irmã de Ilerodes Agripa U. no hebraico. Filbo de Efraim (1 Cr 7.39.20). Filho de Mesiiemole.44. Uni dos Cinco filhos de Zorobabel. o qual foi trazido à sua presença e de Berenice. R?ii d« Taule. 3. era um levita citado entre os que retomaram para )udã depois do exíliu babilónico (1 Cr 9. Berenice arriscou a própria vida.18).20. Filho de Asa. ua genealogia que vai de Benjamim a Saul I i Cr 8.36). ele é chamado de filho de Ido. filho de Eiptial (1 Cr 8. em Núme­ ros 26.er julgado por esle governante romano e apeJado para o im­ perador.16). leinos que loi a Cesaréin com aeu irmão “a saudar Festo". lenlaram roubar o gado dos filisteus de Cate e foram mortos por eles.13). é citado apenas na genealogia de 1 Cró­ nicas 3. da Iribo de Efraim. Com o passar do tempo. bem curau de todos os chetes militares e dos principais da cidade (At 25. foi cham a d o de Berias p o r q u e as coisas não iam bem em sua f n m f l i n e o nome tem som semelhante ao ria pidavra 'infortúnio'’. Era um dos lideres das famílias que viviam em Ajjalom e rece- 99 .30. Eram tidos em alta consideração. Depois que se retiraram. 2. É também chamado de Bequor. p.M . Esse interessante caso judicial lornou-se assunto de discussão entre Festo e seus convidados. (1 Cr 7.3).12). BERIAS. Seus soldados quase a mataram e. Berenice e Agripa eram aristocratas romanos. Dois Uliios de Efraim. 5. foi um dos chefes ila tribo de Aser (1 Cr 7. Descendente de Efraim n fi­ lho de Sulelá (1 Cr 7. Um dos filhos de Aser. concordaram que Paulo nada íinhfi feito que merecesse Sua prisão ou execução (At 25. BER ED E. Seu nome só è citado na livro de Zacarias. em 06 d. H . Eles eram ambldestros.30). d ” . pois seu nomo é complemente ignorada (Ed 6. ao ten­ tar impedir o massacre de judeus pelo procurador romano Céssio Floro. seu palácio loi queimado na guerra que se seguiu.C.21).23). O apóstolo ftililn tingia acabada de t.17). BE RI.16).45: 1 Cr 7. 6 . cujo Liiba Asafe loi nomea­ do pelo rei Davi para um importante ser­ viço no Tabernáculo 11 Cr 6. 1 . Levita.17. filho de Tobias. BER EQ UIAS / B A R AQ UIA S. 3. 4. em Zichigiu: (1 Cr 12. BERAÍAS (Heb.1 i.14: N«: 12.Em Aios 25. FiLho di: Trio e pal do profeta Zacarias (Zc 1.35.3 J ). Filho de Zofã.c. o companheirismo muito pró­ ximo entre os dois irmãos suscitou hoalos sobre um relacionamento incestuoso. Ezer p Elade.

Sem dúvida. a futura esposa de a glória do Senhor (Ex 35. Filha do Naor e Milca: portan­ que Deus lhe dou foi a habilidade para to. cido como os b e rita s (v. Porte do dom BETUEL. 323 dos seus descendentes retornaram do exílio babilónico r. 4. Em especialmente 3lt. veja Isaque (Gn 2 2 .oni BID CA R. irmân de Rebeca. ca­ com cananeus. pois foi o pai na Ifendu da Congregação fosse leito para de Labáo e Rebeca. Descendente de Paate-Moabe. Rii de Mesulão. Niím ele nem seu lheu especialmente para lazer os dese­ irmãtj feús Liveram filhos e. na administração de se limilava a profetas e reis.30). Da pessoa de Aobabn. para que realizasse o tra­ balho totalmente para a glória do Senhor B ES O D ÉIA S (Heb.3 bo de Levi Í1 Cí 23.20 e 28. pois geralmente muro de Jerusalém.49.2 2 .2. Tal plenitude do Espírito Sanlo era ajudou a reparar "a Porta da Velha".i. por isso. Na ver­ dade. por isso. 1). ele enviou seu sara-se com unja mulher estrangeira.201.2 9 ). mas loi pela descen­ dência de Betuel. mi de Israel. p. de inlebgéncia. conhecimento”. 2 Cí Gânesis 25.18). Eia importante tribo de Dã que os filhos de Abraão não se casassem 2. eram considerados como nma só náculo).indicado pelo Senhor para iraballiaj na construção do Taberuaculo. Da tribo de Jud. Labão. Um dos líderes que selaram o pac­quando este conspirou contra Jorão. tre os servos do Templo que retornaram mas o Senhor o encheu “do Espírito de do exílio babilónico com Neemias (Ed Deus. nhos e o Lraballio artístico necessários nas escalas para o serviço de adora­ para < i Tenda da Congregação (Taber­ ção. Deus lambém deu a Bezalel um aju­ atenção especialmente para o fato de que dante espucial. foi pai de Sebn (2 Sm Deixs cumpriu suas promessas feitas a 201 e provavelmente o líder do clã conhe­ Abraão. Pertencia descreve como o próprio . Seus filhos estáo Uri e neto de Hur (Êx 31. 1.6). ordinario (alento natural em diferentes áreas. era filho de moradores de Cate. marcenaria • • mesmo tapeçaria. no rara nos tempos do AT.5.1 5 . Personagem par­ ensinar outros de forma que o trabalho ticularmente significativo.11).25). tais corno trabalho com metais pre­ BESAI.2.Senhor o esco­ ao c. 37:1. no servo ale Padá-Arã. do espiritual e a importância do trabuliio são dessa forma enfatizados. o qual dele. Capitão do exércilo do rei JeÚ Neemias (Ed 2 17: em Nr 7. em busca de uma es­ tempo de Esdras (Ed 10. e de 2. por rumo de Reboca. Èxodo 3 1. |eu fora ungido rei de Israel por to feito pelo povo de adorar ao Senhor e Eliseu e recebera ardons do destruir a casa obedecer à sua Lei.2 3 . sobrinho de Abraão.23 o uúmero e chefe de suas carruagens (2 Rs 9.BESAI B E Z A L E L (Heb. Um dus filhos de Sim ei da tri. 6-JOJ. Num con­ exílio babilónico (Ne 10. 1 . 2. Seba bderou uma rebelião contra o rei Davi [v.l. é 324).. posa adequada para o filho Isaque.14|.2: 1 Cr 2. que B IC R I.eu'.lõ tios gersonitas.5]. 100 . filho de or empenha ein vê-la casada satisfatoria­ Zofn (1 Cr 7.37) mente com Isaque. fez o mai­ BEZER. o texto chama u 1. O significa­ Neemias (Ne 3. 38:22. Benjamita.31.30— 39. de habilidade. ‘sob a proteção de Jieram o crédito por lurem afugentado os Deus"). 2 4 . Ne 7.52). Descendente de Aser. Foi listados no v. ele possuía extrafamília. BEZA I.10. depois do retomo do do Acabe e Jezabel (w.lti. Seus descendentes estavam en­ ciosos. da Betuel era de Padá-Arã. "no conselho secre­ e soubesse Rxat&mente o que se requeria to do Senhor” I.

B I G V A I .0 5 6 de seus d escen d en tes retomaram do exílio com Neemias [Ed 2.*nagens. B iL D A D E . Alinhado com o ensino bíblico. Ela lambem teve um relacionamento incestuoso com Rúbon. Um ilos lideres que selaram o paclo feito pelo povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. 2. como juízo pelos pe­ cados fie idolatria e feitiçaria que foram introduzidos um Israel por Jezabel. duranto o roinado do Artoxorxes (Ed 8. em Ne 7. 7. Primeiro filho de Eser. Ne. sob a provaçao divina. o filho mais velho de Jacó o Lia (Gn 35.20-22). era um dos trés “amigos” de Jó (Jó 2. BIGTÀ.25. olerecerara-lh« várias for­ mas de consellm. 2 . neto de Benjamim. Alguns de seus descendentes subi­ ram para Jerusalém rom Esdras. BIGTÃ. Numa noite de insónia. Bila foi 0 mãe de Dá e Nftftuli. Para mais detalhes. eles procuraram o patriarca para 'coudoer-se dele. então as aflições que pade­ cia seriam apenas lemporánas.16). 4 .11). Veja Vasti. “Su íta”. s. Um dos sele eunucos que servi­ am ao rei Assuero (Xerxes) (Et 1. portanto. Quando vi­ ram os terríveis problemas que [ó enfren­ tava. Bildade demonstrou estar uborreddo e desapon­ tado com as alegações fie inocência de Jó 10 1 . Finalmente. embora depois Deus te­ BI LÃ. 1 Cr 7. Jeú aceit0U-0 e malouo com uma flecha. B ILA. Posteriorm ente torn ou -se concubina de Jacó (Gn 30.13). Um dos dois porteiros que guar­ davam o portão do palácio do rei Assuero Ele e seu companheiro Teres “se indignaram e conspiraram para assassinar o rui Assuoro" (El 2 . BI Idade foi o segundo a daT seu conse­ lho. tornaramse incapazes do folar por longo tempo. descobriria que sofreram devido aos seus pecados e às Uansgressóes de suas famíli­ as. Esse reconhecimento. sugeriu que Jó deveria olhar para as gerações pas­ sadas e aprender com elas. o roi Iiiij nos registros «lo reino sobre a denuncia dos dois conspiradores feita por Mordecai e pela manhã ordenou que Hamá lhe prestasse uma série de botui.3-7]. Enfalizou a justiça de Deus (Jó 6.2. nha ouvido suas orações e lhe lenha con­ cedido dois filhos orn Canaã (José e Benjamim).42). um dos lideres tribais em Spit.3). Cada um de seus sete filhos listados um 1 Crónicas 7.22). por parte do rei.BILDADE fronto com Jorão. Filho de Jedioal. O ensino que Bildade acredi­ tava que o patriarca deveria aceitar era que o justo era abençoado universalmente. Retornou do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. Umo jovem sorva.14). tempos mais tardo ajudou na sal­ vação dos judeus dos perversos desígni­ os de Hamá.067).21)4 A razão para a inclu­ são deles no relato do livro de Ester íoi devido ò descoberta do plano secreto e à denúncia feila pelo judeu Mordecai Hamã linha 1'eilo lodos os arranjos para que esle fosse enforcado por não so inelinar dianto dele. dada a Raquel por sou pai 110 dia do casamento dela |Gn 29 2 9 ).25. Sft fizesse isso. Bidcar recebeu ordem de jogar o cadáver no cam­ po do Nabole. Bddade acreditavB que.7). Portanto.14.19 o número e 2. essa talvez fosse a causa do sofrimento de Jó e ele estaria totalmente errado por negar sua culpa diante de Deus (Jó 6.8-13). 1.10). e consolá-lo". veja Mordfícoi e Ester. 2 . pois Deus agiria rapidamente e traria novamente a alegria (Jó 8. 46.10 loi cabeça de uma família.1.v. pois Ra­ quel era estéril. Em seu segundo discurso. inicialmente. se Jõ lo^so re­ almente justo. I Cr 1.27. 1. onde Esaú se es­ tabeleceu (Gn 36. que se lornaram progenitores de duas imporlanles tribos em Israel (Gn 35. en­ quanto os pecadores recebiam sofrimen­ to. 3.

a fim de serem perdoados: “O meu servo Jó orará por vos. Filho de Malquiel e des­ Iribo de Benjamim « pai de Rafa. esses Joiaquhn.2 : Ne 7.G. 4. BINEÁ. e aceitarei a sua oração. 6 . "conslruir'). A rebe­ lião foi sufocada pelos quatro monarcas. Todo o I ív t o d e Jó revela claramente como a tão repetida explicarão religiosa da causa e do eleito Ipecado/jutzo.15). Rolornou do exílio com Neemias bem foi conduzido cativo: por isso. e não vos I ratarei conforma u vossa lonouru.8). 5. da tri­ norle e. Foi um dos ho­ lrouxe seu sobrinho de volta e recuperou mens valentes e rhef». Uni dos liderados por Quedotlaomer Ipara mais sacerdotes que selaram o pado leito pelo detalhes veja Aura fel].-13).10). o qual foi escolhido B IR S A . Descendente de ftiate-Moobe.33).soberania é tcitul No final. 3. 102 .38). 2. por isso. Bildade reciLou um hino de louvor ao Deus Criador e faz uma compararão com o pecado dn humanidade (jò 25. Descendente do rei $aul. justiçâ/bêurv â u D ) é simplista demais. BILGAI. Nos dias de reis procedentes da Mesopolámia. Um dos levitas que retornaram do exíiiu com Zorobabel |Ne 12. de clã. Um dos filhos d'1 Jallote. ma pessoa menr iouudu om Bilgo 2. f. até que finalmente se rebelaram.1. Foi também um dos levilas que selaram o pac­ to do povo em Neemias 10. Ancestral de alguns dos que foram culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras (Ed 10. o líder dessa família era Satnua (Ne 12. Era o governante de Gomone (Gn 14. Filha de Henadade (lambém chama­ do de Ba vai). A derro ia envol­ povo de adorar ao Senhor e obedecer ò veu o cativeiro dos sodomitas. 048 descendentes de um certo Binui retomaram do exilio com Neemias (Ne 7. Um dos cinco reisresidenles no por -sorteio para ser o 15* na ordem em vale do Jordão. bo de Aaej (1 Cr 7. em Neemias 12.37. 2 Um dos sacerdotes que retomaram to dos carv alh ais do M a n re ”. trahalhuudo na snçõo que ia da casa de Azarias até a esquina (Ni: 3. Ló lam­ BILSÃ.7). tio Abraão resolveu liberta-lo. 5-21J.k BILGA. 9.14).5. ura roto. Provavelmento 6 a mes­ seguiu fugir e salvar a vida (Gn 14. No terceiro e último discurso.33).24J.18. mais curto.301. quando as pessoas são confrontadas pelo Todo-po­ deroso. todos os. quando Abraão vivia per­ quo ministraria (1 Cr 24.U. monaícas foram subjugados por 13 anos. seus bens e provisões foram levados. "jovialidade”1 . Era fi­ cendente de Aser (l Cr 7.DILGA (In 18. Sacerdote que viveu duran­ te o reinado de Davi.2). cuja . 1. era governador da metade do distrito de Queda. lho de Moza (1 Cr 8. depois de vencê-lo em batalha. Deus vindicou Jó o ordenou aus stíus amigos que fossam a ele. Na conquista de Gomona. (Heb. Ele perse­ guiu e alcanvou Quedorlaomer bem uo BI MAL. Depois do exílio babilónico com Zorobabel e de serem derrotados por unia coalizão: de )e:>ua.18). BINUI (Heb. para que o palriarca oferecesse sacrifícios pelos três.8). seu (Ed 2 . enfalizou o castigo <ie Deus sobre os ímpios e advertiu o pa' Iriarca quanlo ao perigo de ijuestionar as agueis do Seulvor (vv. Vós não falastes de mim o qui.9. Ajudou na recons­ trução dos muros de Jerusalém depois do exílio.1-8).8). . como o meu servo Jó" (Jó 42. todo o espólio. L Pai de Noadias* o qual foi um dos que pesaram a prata e o ouro trazidos de V K>lla da Babilónia com Esdras (Ed 8.2). era «la BIRZAVITE. Birsa con­ sua Lei (Ne 10. es­ tava entre os judeu» culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras [Ed 10. m.31).

2. Boaz loi um proprietário do terras temente a Deus. que c hegara. O cenário p estabelecido para o even­ to na uarraLiva do livro pela descrição dos laços familiares entre Boaz e Noemi e o caráter exemplar dele. em al­ guns casos. ].17). Não está cla­ ro por que Jesus lhes deu esse nome. Mateus e Lucas. EJe era o dono das terras nos quais Rnle foi “respigar" (no liehraico. 1 1 . O rei loi imediata­ mente ferido por um anjo do Sonhor e morreu. [untocom Mitredâte.7). BOANERGES. o povo de Tiro e Sidom.ido por lesus a Tiago \ i João. Veja Tiago n foõo. filhos de Zebedeu. os visitantes o ovacionaram como se ele to 9se um deu?. Nome d. quando buscava um campo onde recolher algu­ mas espigas (RI 2. entre Herodes. BIZTA. os membros da mesma família linham várias responsabilidades uns com os ou­ tros. um importante marco da fronleira entre ludá e Benjamim. Ao o u v ít o discurso de Herodes. Ele não é citado nas genealogias fie R ú b e n .10) Veja Vo s Ij . que "crescia e se multiplicava” (At 12-24). Nome encontrado no livro de Rute e nas genealogias em 1 Crónicas. escreveu unia car­ ia ao rei Artaxerxes. lanlo em significado c o m o em propósito no livro de Rute. Casou-se com Merede. mas existe especulação de que foi devido ao temperamento explosivo dos dois. e a Palavra de Deus. parente do marido falecido de Noemi. Na Lei dè Moisés.78). quando os chamou para serem seus discípulos. Ali. O primeiro capítulo de Rute termina com Noemi o sua nora moabita. da tribo de ludá. Embora tenha relação com 103 .1). a ÍLm de laser acusar ÇÕes contra o povo de Judá (Ed 4. era uma maneira zombeteira de expressar depen­ dência da providência divina).ni u Belém. a aiençãoe tirada de Rute e Boaz e colocada uo propósito rriais amplo de Dous na história |Rt 4. Sua entrada no cam­ po deu a Boaz a oportunidade inicial de tornar-se seu benfeitor e abriu o caminho para que se casasse com ela no sistema de leyiralo |Rt 3 e 4). BOû Filho de Rúben. ê mencionado mtmente em conexão com a "pedra de Boa” (Js 1 S. que morreu. A redenção da terra e as vari­ ações nos relucionamtmlos familiares pre­ param o lkíitur para a mudança de pers­ pectiva nos versículos linais do livro. BITIA (Heb. A aXpresáâo traduzida nomo "homem poderoso” em Rute 2. BOAZ (Heb. que viveu em Belém de Judá no período dos luizes (Kt 1 . Ca­ sou-se com Rute e tomou-se ancestral do rei Davi e de Jesus Cristo. inclusive apoio financeiro. Marcos traduziu a pal. por isso seu nome aparece nesta genealogia l i Cr 4. Tabeel e outros companheiros. É provável que se tenha convertid o ã religião israelita. quo provavelmente falou com o rei nm favor deles. 6 . "porqui: não deu gloria o Deus” (Al 12. Boaz ê apresentado em Rute 2. Filha de um dos laraós. e interessados em conseguir seu íavor. Quando Herodes viajou paia Cesarêia.3). com quem tiv«ra um de­ sentendimento. BLAS TO. viuvas e sem nenhum recurso financeiro. solicitou uma audiência de re co n ciliação . veja Mjtrrdatf!.BOAZ BISLÃO.1 como "homem poderoso e rico”. 1 é multiforme.ivrn i. 18.17-22). E descrito em algumas tradu­ ções como "camamiio de confiança do rei [Herodes Agripa IJ ‘ ÍAl 12. Herodes mandara suspender Iodas as ex­ portações de allm enloe outros produtos essenc iais para as duas cidades A audi­ ência foi conseguida por meio de Blasto. "lilha do Senhor’ ). “a força está nele"). Furioso com eles.om o signifi­ cado de "filhos do trovão*’. Um claro contraste é enlão estabelecido. Um dbs sele eunucos que servi­ am o rei Assuero (Xorxes) (El 1.201. Para mais detalhes.

isso pode signifii. A parábola ensina duas verdades.1) o Rute (3. mos as palavras no original hebraico indicam que Boaz (2. A da direita chaiuava-se Jaquim.3-10). A razão exala por que elas recoberam esses nomes não é clara. em Rute 4. Para apreciar sua profundidade. As diferentes traduções fios termos obscu­ recem um pouco a idéia. mas faz os coisas de tal maneira que impressiona Boaz com seu carater (R) 2 .17). O fato de que tal “mesliço" pudesse demoustrar compaixão era tuna surpresa nu parábo­ la Quando o doutor dn lei respondeu a pergunta de Jesus sobre qual dos três. em ambas as cenas ele responde com graça e generosidade muito além da letra da Lei.11). foi motivo de muita alegria em Ioda a cidade de Belém (Rt 4 . o sacerdote.11) formavam um parperfoito. para aproveitar a oportunidade de consumar o desejado casamento de levirato com Rute.1-12 foi necessário que Boaz demonstrasse Ioda sua sabedoria e sou discernim ento. como lam­ bém de sua móe. M u narrativa do livro de Rute. provavelmente se rofere ã sua (sxr. "a for­ ça está nele". Salmom. G nascimento de Obedo é também um elo crucial na qualificação de Davi como rei de Israel e de Jesus coiuo o Mes­ sias.5 inclui não somente o nome de Rute e dn que é colocado na posi­ ção de pai de Boaz. Da tribo de Benjamim.18*22. O casamento «le Boaz e Rute. pois tinha um mistura do sangue judeu com gentio e ropreseutava uma defecção do Judaísmo (veja Somari/cmos).1 1 . 1 2 : 3. Ranhe.17).21. 0 seiíundo dos seis filhos deAzeJ (1 Cr 8.44). Da mesma maneira. paia que a genealogia tenha um formato simétrico (Ml 1. 11 -17|. 1 1 . Em vez de perguntarmos: "E quem é o meu 104 .BOCRU a proeminência de Boaz em Belém (veja lambém Rl 4.32.38:9. a prostituía de lericó (Js 2). Boaz é honrado com a sétim a p osição na genealogia reaJ do Davi. Em Provérbios 31. Embora haja pro­ babilidade de que uma ou mais gerações lallem na árvore genealógica nesse ponto. um samarilano era um réprobo da fé. Essa observação é fortalecida pela inleracão de Boaz e Rute. BOM SA M AR ITA NO . Em Rute 4. tanto do ponlo de vísia moral nomo nspirilual.8-39).11). bem como o nascimento do filho deles. náo pôde nem mesmo mencionar o samarilano (v.ar que ele ler ia lanto uma mãe como uma esposa genlia. devemos ser o "próximo" que se preocupa com Os ou­ tros. embora possa ler algo a ver com o pró­ prio significado dos nomes: Jaquim sig­ nifica “Deus estabelecerá" Boaz. a ex­ pressão também faz um paralelo l»em pró­ ximo cnm u descrição da própria Rute.37). 2 O nome da coluna do lado esquer­ do. 1 2 e rm genealogia messiânica em Lucas 3.10. Devido ao seu papel central nessa linhagem e provavelmente lambém por causa de seu caráter exemplar. para uma audiência composta por judeus. é passível que a mãe de Boaz seja Raabe.. A parábola do Bom Samaritano é exclusiva do evange­ lho de Lucas f 10 25-37 1. conhecidos como guerrRiros valorosos (2 Sm 23. nomo “uma mullier virtuosa” (3. Em ambas as tonas ela tomã a inicia­ tiva. 2 Cr 3. . nos capítulos 2 p 3 . i . a .1. b . BOCRU. é importante considerar que. Primeiro. construiria no Templo de Salomão por Hiráa (1 Rs 7. fora o próximo do homem atacado pelos la­ drões. Elo o tez. como o samarilano procedeu.2). Boaz é citado Da sequência da árvore genealógica da família de Davi em I Cróni­ cas 2 . um lipo de “mestiço" rociai. A versão da linhagem de Crislo em MaLeus 1.eléncia moral o espiritualetal­ vez até mesmo à sua coragem reconheci­ da « honra. Obede. o levita ou o samarilano. Era descendente de Saul. quando levou o parente anónimo a renun­ ciar ao direito de ser o remidor de Noemi e Rute (Rt 4.10 o equivalento a essa frase é usado para falar da excelência da esposa perfeita Um termo similar lambém íoi usado com referência aos "valentes de Davi".

3. du­ rante o reinado de Davi. pai ríoprofela Ezequiel. J e s u s s a la d a v e l h a e a p r o x í m a v a . h a v i a d u a s c i d a d e s c ò m o n o m e d e J è T iC ó : a v e l h a e a n o v o . é re­ gistrado na lisla dos descendemos de Levi em 1 Crónicas 6. conforme instruções do Senhor a Moisés. na esca­ da. q u e t r a z íté d u a s v a r i a ç õ a s d o n o m e (N o la d o T ra d u u > r| .22). Jesus disse que simplesmen­ te devemos ”ser o próximo”. 2 Um dos lideres que selaram o pac­ to Feito pelo povo de adorar ao Senhor e obedec e r á sua Lei (Np 10. o videule do rei (1 Cr 25. 1 . . C o n f o r m e o s e x p o s i t o r e s b i b l i n o s . como de fato foL Jesus ensinou que não devemos discriminar uma pes­ soa simplesmente por causa de sua raça. um dos le­ vitas que so estabeleceram nm Joru$a)ém depois do exílio (Ne I 1. BUZI. uosso próximo às vezes suigo de lugares surpreendentes O doutor dn loi jamais esperava que um samarilano seria um exemplo.13). pai de Kebeca (Gn 2 2 . Pai de Uzi e ílLho de Abisua. 1 . Filho de Milca e Naor. p u is e S S ft i n f o r m a ç ã o n á o l e m b a s p n o l e x l o b í b l i c a ( M V e m i n g l ê s ) ( N o t a t i o T r a d u l o r ) .15).14).2 1 ). Levita que fioou em pé.4)'. Ancestral de Semaías. Sacerdote. 'inteligência”). 2.3). Vivia na Babilónia (Ez. enquanto a Lei era lida. BUNI. Um homem da Iribo de Gade. Filho de JeraiiiRfil e irmão de Rão3 fl Cr 2. • 1 E s s e v e r b e t e f o i i n c l u í d o d e v i d t i h V n r a ã n C o n t e m p o r â n e â . 105 . Às vezes um tiorn próximo pode ter raízes surpreendentes n. Esdras foi um de seus descendentes (Ed 7.s e à s a íd a d a c i d a d e v e l h a e à c u i a d o s d o i s c e g o s q u e p e d i a m e s m o l a | N o l a d o R e .s e d a n o v a e e l e s õ r e g i s t r o u u c u r a d o Cego q u n d a m o n : jii M a t e u s r e f e r i u . Era irmão de Beluel. Um dos "filhos de Asafe” listado entre os que íoram separados para o ministério profético e da música. Filho de Jogii. sobrinho de Abraão. BU Q UI A S . BUZ. 1 . Era Filho de llemã. N a c o n £ $ p ç â r > d e L u r a s . Segundn.4.25). Era da tribo de ludá. portan­ to.15). deveriam repartir a terra (Nm 34 17.5. em Neemias 9. 1. BUNA (Heb.51. 2.4.v is a ? ). era um dos líderes da tribo de Dá e íoi um dos que.BUZ1 próximo?”. pai de Jado (1 Cr 5. BUQUI. B u n u o m e n c i o n a d o n o l l v m o r i g i n a l c o m o lilh c j d e R ã o e N e t o d e J e r a m e e l : p o i v á v e ) e r r o .u.

1 .6 I).fi. e da sua g o T d u ra " íw.40: 3 9. 2 .3.29: etc.2. E não somenle j>ela nação. l’ Joi melo de Josefo. foi o próprio Caifás quem presidiu u Sinédrio.2 . O antagonismo de Caifás para com a fé crislã e sua perseguição aos crentes corilinuou bem depois da morte do Jesus (Al 4 . a qual da a idéia dè que ambos ocupavam u posição de sumo sacerdote. Primeiro filho de Adão e Eva.G .).qu CAIFÁS. as au­ toridades judaicas se reuniram para re­ solver o que lazer com Jesus Diante da possibilidade do poder delas sohre o povo ser ameaçado por Cristo. 2 1 . Nesse ponto eles condenaram. ambos.1). onde as testemu­ nhas não eram coerentes. Assim. 32. Embora lenha dito isso m otivado sim p lesm en te pela auto preservação.571. p. é um farte temn uo evangelho de João |Jo 2. tí. de gratidão ao Senhor: “ Alcancei do Senhor um homem” (Gn 4.4M-53: 18. historiai Iot judeu. 5 1 . mas para Caim e para a 106 . 5 2 ) . apresentaram suas ofertas ao Senhor. esse era precisamente o curso da ação fjue Deus linha em men­ te para Jesus.) e é nov&menle enfatizado nesse ex­ traordinário episódio. sentiram que os romanos viriam contra eles e sua religião Ilo 11. O primeiro levou alguns frutos da torro e o segundo ofereceu um “dos primogénitos das suas ovelhas. diferentemente de seu irmão. P .4.1 2 . 1 3 . Caifás argumentou: "Vós não percebeis que convem quo um só homem morra pelo povo. Também uniu-se a Neemias d o parlo que Foi selado pelo povo de adorai ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 9 . e qur não pereça Ioda a nação". o Filho do Deus Bendito'” (Mc L-I. 0 . CAIM. Veja Anós. Daquele momento em diante. losus respondeu: “Eu sou”. aprendemos que Caifás sobre­ viveu nu Função de sumo sacerdote (car­ go políticol por quase dezoito anos.4).c CADMIEL.5: 1 0 . No 7 43). enquanto o gen­ ro esteve no cargo. pro­ fetizou que lesus morreria. Sou sogro Anás. etc. o supremo líder religioso antes dele. ao levar Jesus até a cruz para morrer como o Cordeiro do Deus peio pecado do mundo. Seu nome é relacionado com a exclamação do Eva. Ele foi "la­ vrador da torra”. Joâo identificou c luramfinto esse comentário como uma profecia: 'Ele náo disse isto de si mesmo. mas também pára reunir •?m um só corpo os Filhos de Deus que andavam dispersos" ÍJo 1 1 . Cailás e os lideres planejavam como matar íesus. Lsso explica a estra­ nha referência em Lucas :t.D . torturaram è crucificaram o Fillio de Deus. “ Atentou o Senhor para Abel e paru sua oferta.24). pastor de ovelhas tvv. Levita cujos descerideules estavam en lre os judeus que retornaram do exílio cia Babdôni» para Jerusalém com Zorobabel rEd 2. Depois de algum tempo. íoi o sumo sa­ cerdote quem finalmente fez a pergun­ ta direi a: “És lu o Cristo. na qual Anás era considerado o poder por Irás do "trono" Apòs a ressurreição de Lázaro.14). Qulro levila que viveu na mesma época. A soberania do Seniior. quando Cristo foi levado para s o r julgado [Ml 26. Essa relação prova­ velmente reflete o aspocto político da si­ tuação. Naquele julgamento. provavelmente manteve uma influência considerável.3). Caim e Abel.3. Eslava entre os que Lideraram o povo na adoraçao e nos cânticos depois da leilura do Lm o dn Lei ó no prolonga­ do período du confissão dos pecados. mas como sumo sacerdote n a q u e l e ano.Ô.

de Mão L era famoso por sua sabedoria. talvez pelos descenden­ tes de Abel. i. Suas açóes subsequentes confirmam essa impressão. Caim pediu ao irmáo que o acompa­ nhasse ao campo.6 . 1. Deus deu a Salomão uma sabedo­ ria extraordinária. onde o matou. que ofuscou até mes­ mo os que eram reconhecidos naqueles dias pelo conhecimeuto2. Filho . Acaso sou eu guardador do meu irmão?” (Gn 491.37). nos dias moder­ nos é frequentemente associada com os “Árabes dos Pântanos" — o território ao norle dn Golfo Pérsico. Sott: e A/oé). 2 6 ) .29'1.7) é que aquele que nos sonda sabia quis o coração de Caim era pecaminoso. que agora separa o Irá do Iraque. Ficou irado e deprimido (v. ao mencio­ nar que “o pecado jaz ã porta .. CALAI (Heb. CALDEU. o Senhor revelara a Adão o Eva que um sacrifício com sangue seria ne­ cessário. Génesis 4 examina a atitude de Caim. enquanto vagasse pelo mun­ do. Deus colocou nele nm sinal.20). O Seidior faiou com oJe.d. Caim íoi enlao para a terra de Node. é melhor olhar­ mos o que o próprio lexloenfatiza. para que não fosse moiio. 1. ele replicou com a famosa de­ claração : “Não set.5). depois que foi rejeitado poi Deus. Fillio de Enos. rios seus ciúmes e da sua falia de fé 1Mb 11 4. Sou nome não se encontra uu lista de Génesis 10. O rontraste entre esse r e l a t o de Caim (Gn 4 1 e o de Setr» (Gn 5) é significativo.CALDEU sua oferta náo atentou" (w 4. A impli­ cação cio comentário de Deus. Listado também na genealogia apresentada por Lucas que vai de Jesus a Adão (Gn 5. Os descenden­ tes de Sete permaneceram fiéis a Deus. tomou-se pai de Maaláleel aos 70 anos de idade. Este nasceu a Adão e Eva depois da mor­ te de Abol b foi p a i a eles o substituto do irmão morto (Gn 4 . A ntigos textos 107 .omparando-o com o desses homens: por isso. 2 5 . As gerações futuras foram desafiadas a lembrar Caim e aprender do seu peca­ do. O escritor demonstra a grandeza du conhecimento de Salomão. Em resposta ao seu pedido (v. Titulo dudo ao povo que vi­ via ua área conhecida como o reino da Babilónia. Quan­ do Deus perguntou-lhe o que acontecera com Abel. 1 7 2 2 1 . se ele “procedesse bem". é tilado na genealogia q u e Ugu Josus u Adão. Originalmente era o nome dc um distrito. a fim de confrontá-lo sobre sua reação o destacou que sua oferta seria acoita. Efe se irara contra o Senhor e seu irmão. Per­ tencia ao antigo grupo de lideres de todo 0 povo e viveu 910 anos. mesmo naquela época tão remola. Caim foi então condenado peto Senhor u ser "fugitivo e errante pela terra" fv. é citado como um dos filihos do Zeni e descendente rle jiidá. Esse enten­ dimento sobre o problema de Caim !em apoio euu Hebreus 1 14 onde o escritor faz uma distinção entre ele e Abel no senrido ila fé que o segundo demonstrou. em Lucas 3. A terra original.5). O texto náo indica por que Deus fez essa dlstingân entre as duas ofertas. Lider da 1'amíLia sacerdotal de Salai. Jd 1 1 1 p.c. CÀINÃ. Pai de Saia e filho de Aiiaxadu. enquanln os de Caim foram transgres­ sores (veja Lnmpqun. estava entre os levi­ tas que retornaram com Zorobabel do exílio na Babilónia (No 12.9-J4: 1 Cr 1 . Caim e sua esposa tiveram um filho e o chamaram de Enoque. encontramos Calcol uo texto de 1 Reis -1. 1 lo 3. Alguns suge­ rem que talvez.12) Pãrn protegê-lo. CALCOL. 2. ‘‘rápido ‘1. eln s e tomou o ancestral dos povos nómades. a fim de que pudessem chegar diante de Deus: contudo. dos que tocavam instrumentos musicais e dos que trabalhavam com bronze e ferro (Cu 4 . sobre ele deves dominar" (v. Lc 3.2 . referido como a dos pântanos.12. a leste do Éden.36. Provavelmente é h mesma pessoa referida no item 1 . Em t Crónicas 2 .31.

foi o urtesão que trabalhou na conslrução do Tabernáculo 11 Cr 2. Se o Senhor se agra­ dai de nós.) tornou se um exemplo para as futuras gerações. Calebe. O pai de Ahraão fera de "Ur dos caldeus’* (Gn t l 26-31. Moisés o escolbeu para represent. Acreditar é uma coisa. A tradi­ ção da grande cultura deles sobrevive (cf.14: Dl 1. O deus adorado pelos moabitas. E^equiel e Esdras. Em Daniel. Os israólitus. Ed 5. a palavra lorua-se sinónimo de babilónios. a quenezeu (Nm 32. somente Calebe e Josué tiveram íé suficiente em Deus parn sabei que Eie os capacitaria a conquistar Caruiã. Ê uma terra que mana leite e mel. Não os temais" (Nm 14. 19. era filho de [efoné.7: ele. Essa fé consistia uiun descanso calmo e prático em Deus. neto de Hur. e no-la dará. 2.23).22. mas o Se­ nhor está uonosco.13. mas agir baseado nisso.42.15. Dn 1 -1. 15. A lotai confiança deles na sobe­ rania do Senhor foi proclamada em voz alta diante dp todos. em lace de adversários tão assus­ tadores — essa foi a essência da verda­ deira fé que Calebe demonstrou e com a qual todos nós podemos aprender. Ele liderou pessoalmente as forças que derrotaram os gigantes e tempos maJs tarde recebeu aquola área como herança (Js 14. oudo o rei tle Moabe ofereceu o próprio filho. Ioda aquela geração foi impedida C A M O S .24.9 .16-18). Somente Calebe e Josué vive­ ram o tempo suficiente para entrai ria ter­ ra e ambos tiveram p a r t i c i p a ç ã o signifi­ cativa nas batalhas de conquista de C anaã. desposou Efrale. A ter­ ra que viram era mtrilo fértil. A perseverança "em seguir ao Senhor” de Calebe iJs 14. Dez dos espias voltaram desaponlados e convencidos de que jamais conseguiriam vencer uma batalha contra aqueles po­ vos. Calebe ofereceu sua filha Acsa em casamenlo ao homem que conquis­ tasse Quiriate-Sefer (Debir: Jz 1 .c. Outro C a le b e 1 foi irmão de fera meei e filho de Hezrom.501 Bozalel.ir esta tribo uo grupo dos doze homens enviados a espiar Canaõ (Nm 13.20. numa tentativa de vencer a batalha contra os israelitas).31 a 14.26-29: 13. 23.12). en­ tretanto. Primeiro. foi o líder do ata­ que na região de Hebrom.14).CALEBE cuneiformes babilónios chamam os ha­ b itan tes dessas “torras do m ar" de kaldtts. CALEBE. Seu sobrinho Otniel cumpriu a tare­ fa e casou-se com Acsa (Js 15.6-15. Sacrifícios humanos faziam parte de sou culto (2 Rs 3. A proteção deles se fni. Seus outros filhos fo­ ram Mossa o MaTessa (1 Cr 2 . nesse discurso: 'A terra pelo meio da qual passamos a espi­ ar é terra muito boo.u. e Camos 108 .13. por cuusa disso. com quem gerou Hur.12. deram um relatório al­ ternativo a Moisés e então apelaram para o povo.7-9). Era da tribo de ludá e casou-se com Azuba.1 h P.41.6). porque como pão os devora­ remos. trouxeram grandes cachos de uva e relataram sobre a riqueza e a prosperidade da região. è não tomais o povo dessa terra. como o Todo-poderoso que jamais falha em suas promessas. De todos os espias. 1. vollaram-se contra Moisés. 15. Ez 12. da tribo de Juriá. então nos lará e n lra T nessa lerra.36: etc. de entrar eui Canaã.1 8 . argumentaram que melhor seria se tivessem ficado no Egito (Nm 13. Êx 31. Depois que ela morreu. ao nuvir o relató­ rio. De tempos em tempos o povo de Israel er3 advertido para não se apro­ ximar dos deuses estrangeiros. É importante notar quo Calebe. descobriram que a área era tam­ bém ocupada por povos temíveis — principahnente os descendentes do gigante Enaque. Como casligo sobre o povo pela falta de fé. o quul dissera anos antes que o Senhor destruiria os anaquins. Tão-somenle não sejais rebel­ des contra o Senhor.30). 1 11 para ele. m uito tem po depois (Nm 14.23).). Seus filhos são citados em 1 Crónicas 4. que viviam próximos ii Hebrom. gastaram o resto da vida "vagando” pelo deserto (Nm 14.27.

Dtíerenlemenle de seu irmão lafõ.13. amoneus. O exemplo mais chocante é encontra­ do no reinado de Salomão.22. foi o que aconteceu: Os descendentes de Cão.i derivação do seu nome. que provavelmente é um. assim como ele [Noé] fora humilhado por Cão. Os deuses podem ser diferentes.a.CÃO era visto com») uni dos mais abomináveis (2 Rs 23. Noé lançou a maldição sobre sen neto Cunuã. finalmente. Mizraim lEgilo) e Canaã (Gn 10.29-33).20-25J. o filho deste o faria sober da mesma for­ ma que ele padecia. que começou láo bem. aben­ çoou Sem (Gn 9. usa­ va a situação como um espelho. i'. É t itada em Atos 0. CANAÃ. levaram suas esposas a laxe-lo desviar-se da aduraçâo a Deus e a cultutu os deuses delas.3ss|. No transcorrer do tempo.131. Posteriormente. O perigo do sincTetisruo religioso e da idolatria era ura problema constante para os israelitas. quando um de seus al­ tos funcionários ao retornar para casa depois de participar da adoração em Je­ ru salém .15-18). somos informados espouificamenle que “esses altos’’ dedicados a Camos foram destruídos (2 Rs 23.29) o. TaJ pecado levou o Senhor a trazer puniçáo sobre a nação e posteriormente provocou a divisão do reino 11 Rs 11. que go­ vernou entre 2 ã e 41 d. Titulo oficial das rainhas ou das rainhas-mães da Etiópia. A terra que mais tarde foi chamada de "Canaõ" era ocupada por tribos romo a dos amoneus. em contraste. que envolveu 0 pai Rmbria- 109 . Candace lalvez seja Amaniterer. etc. Quando envelliec ou. jebuseus. ainda assim. gado e seu filho Cão. separados de tal prática.0) foram condenados por práticas sexuais abomi­ náveis (Lv tfl. trouxe a maldição sobre sua própria família (Gn 9. con­ forme a história narrada no Iívto de Josué. entretanto. CÃO.n.(>). Por Iodas as Escrituras existem apelos aos homens e mulheres que têm lé no Senhor para serem “santos". !(>. Noé amoldir.m.13). o. Mais tarde.18. Filho de Cão e neto de Noé (Cn 9.ões vizinhas.7. A ofensa dele foi um comportamento indig­ no de um filho. chegou até a construir um ahar pma Camos auma colina a leste de Jeru­ salém ( I Rs 11. quan­ do houve uma renovação da aliança com o Senhor. Cão. mas o problema permanece Ião grave para o cristianismo moderno quanto era para os israelitas. Em ve/ de omnidiçor ar o próprio Cão. muitos deles provavel­ mente efetuados com objelivos diplomá­ tico». quando tentavam conviver pacificamente entre as nações. seu neto. Após a prático fie um tipo de pecado sexual particularmente irisie e pernicioso.7. seu coração já não era mais devotado exclusivamente ao Senhor. Veja Eunuco Etíope. O discípulo do Cristo falou do Jes\is ao etíope. o profeta Teremias advertiu o povo de Moabe sobreo iuizo iminente que viríu sobre eles e seu deus (Jr 48. os israelitas. dessa maneira. e n co n tro u -se com F ilip e .27.oou Canaã. que se converteu o foi imediatamente balizado.22|. que tornou pública a des­ graça do pai (v. CANDACE. Seus vários casamenlos.C. as descendentes do Canaã tomaram-se es<ravas dos lilhos de Sem. I. De acordo com o de­ senrolar da narrativa bíblica. cuja história segue paralela com a sua até 0 termino do Dilúvio. onde esse deus é cha­ mado de Quemós). (Gn 10. ocasionalmente os israelitas envolviam-se na odorarão des­ sa divindade.u. Maldições são proferidas conlra o povo de Moabe e seu deus (Nm 21. pois visavam estabelecer boas re­ lações com as nai. en­ quanto os descendentes de Canaõ toma­ ram-se os tribos que causaram muitos problemas a Israel e freqUentemenlfi eram derrotadas em batallia: heteus.25-27J. foi desta linhagem que vieram Abraão e. Somente uo reinado de Josias. com a demonstração do saia fi­ delidade ao Seuhor. por sua reação ao erro de Noé.46).

CARCAS C ARCAS. que lodos aqui estamos" (v. O carcereiro entrou trémulo na cela ao contemplar lodos os prisioneiros pre­ sentes. Os dois missionários en­ tão pregaram o Evangelho ao carcereiro e a u s seus liimiliares. lii-40). São considerados um clã. enquanto cardavam hi­ nos a Deus e oravam. O Senhor o puniu com a morte (Js 7.(r\ 1 Sm 30.23.uidou das feridas de amboí> e 110 meio da noite loi batizado. esses deu­ ses gémeos. loanã igno­ rou a profecia de Jeremias que dizia que não deviam ir para o Egito.|. ftii cle lounã e Jôtialas. Os quais eram comandantes do exércilo. Jirau das mais extraordinárias conversões nar­ radas no livro de Aios ocorreu Da vida de um homem responsável pela guarda de Riuio o Silas na prisão (Al 15. CARITAS. loi o pai de Acã. "E na sim crença em Deus alegrou-se com tíula a sua casa” lv.2 3 : }r 40. veia também 2 Sm 15. figuravam regularmente nas insíg­ nias dos navios. O carcereiro acordou b ciente de que seria responsabilizado pela iuga dos prisumet­ ros. um dos chefes dt? família que retornaram tia Babilónia para Jerusalém com o profeta Esdras (Ed 8. r. CEFAS lAram Tocha" | Nome dado por Jesus a Simão.serem se­ veramente açoitado». lemos que Paulo viajou da ilha de. 4. Os dois foram presos durante o primeira vi­ sita deles a Fi tipos.18: 1 Ct 2. ttmJo n SUus eram nuvidon pelos oulros prisioneiros. a qual permanece como um testemunho. estava a ponto de se suicidar. Provavelmente osse seja outro nome para os quefel. tu e a tua casa'* (v. sob a li­ derança de Gedalias Ur 40. Foi o líder do d ã dos carmilas |Éx 8. possuíam uma area de terra prúxima do mar |SÍ 2 . mas.6. filho de João IJo 1. CATÃ fHeb. CAREÁ. Eles responderam: "Cré no Senhor Jrcsus Cristo. eram os padroeiros dos navegadores. Nm 20. i\ru7.8. Conhecidos como ' liiôsLuros” (filhos de Zens).2 8 ). juntamente com sua família. Para mais detalhes. do poder do Evange­ lho de Crislo para transformar inteirameute uma pessoa. os quais.15. Durante a noi­ te.1. e seras salvo. Em Aios 28.11.-il). sim. O carcereiro t.LTrn dos filhos de Rúben que foram fiara o Egilo junto com Jacó (Gn 46. Homem sábio e especialis­ ta em dssuntós legais. também Jr 41 a 43). 1. peq^untou a Paulo e Silas o que faria para se salvar. quan­ do Pãulo gritou: "Não te laças nenhum mal. Subilamente um violento terremoto fez com que as cor­ rentes de lodos os presos se soltassem e Iodas as portas du prisão se abrissem. embura a derivação do nome seja totalmente obs­ cura. foram lanhados na prisão e colocados sob os cuidados do car­ cereiro. por isso.1). O. mas não podemos ler certeza sobre u origem deles (2 Rs 11. ao que parece. etc.. que recebeu ordens de guardalos “coin segurança" (v. exatamente como os heteus.19). L4|.13.34). Da tribo de Judá. veja M eaw cã. CARMI. per­ m anecer em Judá 12 Rs 2 5 . Depois de .23). "pequeno").9). quando es la coloca sua fé nole.ilas. de uuordo com a mitologia.4.12). Ele 110 .14. através dos séculos. etc. Nome dos tropas de merce­ nários no exércilo de Jeoiada. Pai de )oanã.3). CAR SENA .42J. 2.8). 1 Cr 5. CASTOR E PÓLUX. consultado peio rei Assuerõ (Et 1 . Um dos sele eunucos queserviam ao rei Assuero iXerxesI (El I.Malta até Roma Bm uma embarcação alexandrina que tra­ zia na proa a figura desses dois deuses. A singela o genuína alegria de tnrumse cristão 6 enfatizada nessa passagem.JOI Veju Vasti . CARCEREIRO FILIPENSE.14. 18: 20. que desobedeceu a Deus e apossou-se de parle do espólio da batalha em Jericó.7.

provideuciou para que fossem battzndos nas águas. ua tumultuada via«em marilima ate Roma (veja Júlio).23. Maleus 8. 9.26. 0 que poderia significar que yuardava toda a lei de Moisés. ficou encarregado do apóstolo e de outros prisioneiros. como os romanos duram proteção legai ao cristianismo naqueles primeiros anos.Em 2 3 .5-13 e Lucas 7. morreu.32. e exclamou: "Verdadeiramente este eru Fi­ lho de Deus" (Mt 27. Mc 15. À missão cristã entre os gentios linha definitivamente começado. Respousável pela crucificação de Crislo. Para um pagão.47).2). Nome de uma dinastia de lide­ res romanos. 21. Cornélio era “piedoso e temenle a Deus". para lahudesse assunto. Quando os enviados de Cornélio Chegaram até onde o apóstolo eslava hospedado em Jope. observou como Eh*. Em Aios vários centurióes são ci­ tados tios relatos sobre as prisões e os julgamentos de Paulo. No meio do sermão.1-18 menciona Pedro diante dos ju­ deus cristãos em Jerusalém. O apóstolo Paulo ocasinnalm enle refere-se a ele i orno Coftis. 3. Paulo ficou sob a guarda de um centurião em Cesaréia. ou "'Na verdade esle homem era justo" (Lc 23. que se iniciou com a famí­ lia juliana. ao informar que era <idadão romano. pois os hábitos alimentares dos gentios represen­ tavam a rp. evitaram que Paulo tosse açoitado. o quaJ tinha uma mensa­ gem para ele. Simultaneamente. Deus concedeu a Pedro uma visão. como também um louvor por parte djs lesus. exento a circunci­ são.CÉSAR é geralmente citado como Pedro (Potros é h tradução grega para Ceitis). 4. Em Aios 24.5). Esse homem confiou em que Cristo podia dar ordens para curar.22.391. deificado depois «la morte. Matiíus enfatizou que gentios com lal fé substituiriam os israelitas incré­ dulos no Reino (Ml U. om voz de Pedro 11 Co l 1 2 .54. 11. AsStm. por isso. pois amava a nação judai­ ca e ajudara a construir a sinagoga em Cafarnaum (Lc 7. 27. o Senhor lhe revelou por meio de uma visão que precisava falar com o apóstolo. o centurião o seus companheiros falaram em outras línguas. Um centurião destaca-se proemi* nentomente na narrativa da crucificação de Jesus. O César mais famoso foi Caio 111 . um centurião do Regimento Im­ perial (Corte Augusta = ■ 27. Aios 10 conta a história de sua conversão e o cap. Talvez o mais famoso o importante centurião na Bíblia seja Cornélio. 2.iuoi barreira para a comunhão com os judeus. Lucas enfatiza que o homem era digno da aju­ da dc Cristo. Em todo o rap. o título "Filho de Deus" naturalmente releria-se a um ho­ mem justo.25. Nocap. c. 3.1.1). 1. Ve|a Pedro. esle "somou dois mais dois": alimentos puros para pessoas puras (Al lo > 2 ). Eram comandantes mi­ litares romanos que tinham so b suas o t dens divisões de 100 soldados. Pedro pregou o Evangelho para Cornélio. fixa lamente quando falava sobre o arrependimento. CEN TU RI ÓE S . Todas essas ações servem «o interesso de Lucas era mostrar CÉSAR. as­ sim como ele comandava seus soldados.1-10 men­ cionam um centurião que pndiu a Jesus que curassp sou serve». H apóstolo reconheceu o fato como um sinal de que tinham crido e do derramamenlo do Espírito Santo. cujo signi­ ficado era que nenhum alimento deveria era considerado "imundo".1 7 -2 3 . Foi esse mesmo centurião que informou a Pilatos que Jesus estava morto. Em 22. chamado Júlio. eles ajudaram a salvar n apõslolo da turba em le-TUSaiem.4. Muitos deles são mencionados nos Evangelhos e em Alõs. dois centurióes evitaram que um plano para assassinar o apóstolo numa emboscada fosse levado a cabo. Certa vez. Esse evento desompnniuni um grande papel oa transformação do cristianismo do uma seila exclusivamen­ te judaica para uma religião multirracial. Sua fé ocasionou um mdagre de curo. o qual ficara pa­ ralítico. 11.b .5).

depois do vencer os babilónios. por parte dos lideres religiosos. no quid o Se­ nhor tocou o coração dele de loi maneira que determinou a reconstrução do Templo de Jerusalém e a volta de todos os ju­ deus que estivessem dispersos pelo impé­ rio e desejassem retornar a Cidade Santa. e o nome do Senhor lesus era eagrandecido” (v. o Grande. Paulo apelou pura César e íoi levado a Roma. ou pelo menos o prenderem. 17. Muitas pessoas que se converte­ ram levaram seus livros de artes mágicas para serem queimados em público.21: 28.17. Otávio íoi spu herdeiro adotado (não teve filhos legíti­ mos). como testemunho do compromisso que assu­ miram com o Senhor.21. depois de permanecerem 70 anos no exílio. sob a vontade soberana de Deus.321. é que Paulo levou o Evangelho ao coração do Império b ao próprio imperador (2 Tm 4 . 1 e Tíbério César em 3 . H. Não liã dúvida de que.1 -3). O que entendemos. continuou por quase 200 anos ate que Ale­ xandre. o que em si já seria suficiente pai a deixar qualquer pessoa temerosa. A sugestão. mas vós quem soisT’ (v.15). Ciro fl. CIRO. No evento narrado em Aios 19.11-14).14. o minado ilu­ minado de Ciro foi usada para levar os Israelitas de volta à sua temi natal. s filhos tentaram expeln um demónio.CEVA Júlio César (102-44 a. Ciro era muito considerado pelos povos que dominou. P. ou mesmo parenles de César.12. 1 .22).39).l7 ). para cumprir sua pala­ vra. s e u . IJin anjo do Senhor. o após­ t o l o ja sabia de cristãos que faziam parte "dn casa de César" (Fp 4. O César na época do julgamento do apóstolo provavelmente era Nero.8. contudo. não sa­ bemos. Quando perseguido pelos judeus e julgado diante do seus tribunais.C. Ceva era utn sumo saeerdole ju­ deu. O poder do Seuhur Jesus ex­ cede qualquer fonte do autoridade alter­ nativa |Rm 8.. Deus é absolutamente soberano e os demónios só operam quando recebem sua permissão.. falou com Paulo.lfi. Se oram es­ cravos ou pessoas de posição mais eleva­ da.2). Provavelmen­ te era Tíbério quem os discípulos dos fariseus tinham em mente quando per­ guntaram u Jesils se « th certo pagar im­ postos a César (Mt 22. Ed 1. na lentativu de expelir demónios era nome de Jesus. rei da Pérsia em 559 a 530 a.130 a. ora uma política determinada para forçar os romanos a maládo. a fira de ser julgado lAl 2 5 . imi. subjugou-os..C. Esse incidente demonstra uma verdade que é ensinada em toda a Bíblia. Como resultado desse episódio. num eslágio relati­ vamente recente da vida da Igreja.). porque era um governante magnânimo.C. o invadiu e subjugou em . etc. asse processo foi iniciado pelo Senhor no coração de Ciro.24J.23. dizen­ do-lhe que não tivesse medo (At 27. pai de sete filhos que viajavam pela região de Éfeso.38. pois desafiar César era opor-se ao Império Ro mano (Jo 19. o Grande. O Império Persa fundado por ele. caiu te­ mor sobre todos os que habitavam em Éleso. embora não haja nenhum registro de que ele próprio tenha sido sumo sa­ cerdote. Mc 12.17). Nesse mo­ mento o homem possesso de demónio sal­ tou sobre os filhos de Ceva. de que lesus se opunha a César. e bein sei quem é Paulo. Ele prova­ velmente pertenceu a umu família sacer­ dotal. Mão está claro como Ciro soube o que estava escrito a seu respeito uas Escritu­ 112 . espancou-os e deixou-os quase mortos. De UGúrdo com Esdras. ou seja.15).). Mencionado somente em A los 19.DíG v o qual voltou-se paia eles e disse: "Co­ nheço a Jesus. A resposta de Cristo foi dollíioradaniente distorcida por seus oponentes. César Augusto é citado um Lacas 2 . “tonto judeus t omo gregos.12. dita por meio do profeta leremias (Jr 15.G - CEVA. contudo.22. para ajudar nas atividades locais (2 Cr 36. Isso é visto espe­ cialmente no relato bíblico.11. É digno de nota que. que depois o acusaram de sedição contra o Irnpério Romano (Lc 23..

ao or­ denar que lossem dados donativos a quem retornasse p que fossem desenvolvidos os tesouros do Templo retirados quando Je­ rusalém foi saqueada (Ed 1-7.28 ) Era Isaía* 4õ.28:10. O ápósrtolo escroveu esta c.ilo uo livro do Isaias. Quarto imperador roma­ no |41 a 54 d. em 49 d. tribuno romano. comandante do destacamento de Jerusa­ lém na época da prisão de Paulo (At 23. Cláudio Lísias. desenvol­ veu uma política mais aberta paia com as diferentes religiões dos povos do im­ pério. 113 . Cláudio é citado duas vezes no NT. C L Á UD IA . Lino e “lodos os irmáos". pois mandou colocar uma estátua dele no Templo de Jerusalém Cláudio. permitiu que o apóstolo se dirigis­ se à multidão. Os detalhes sobre o decreto de Ciro. Tai vez faiasse grego e inicial rui *. Lucas eslabeleceu o i iimprimenlo histórico da profecia de Agabo sobre um lempo de severa fome no mun­ do romano.l Deus o chama de seu "ungido".14).arta da prisão em Roma e menciona Pudente. por­ que ‘'Cláudio tinha mandado quo todos os judeus saíssem de Roma”. como lambém envia suas sauda­ ções. Em Atos 18. no fin<d da segunda cartu rJL o apóstolo a esse discípulo (2 Tm 4.28. parece que o grande número deles em Roma causara problemas e.2 1 : 0. 6. por ser identificada como Cláudia Q u in tilh a.8).É provável que sua política ilu­ minada na administração de um império tão vasto significasse que tinha respeito pelas diferentes Convicções religiosas dos povos sob seu domínio: contudo.CLÁUDIO ras. Muilos sugerem que eln provavel­ mente ouviu a mensagem por meia do Daniel ou do alguém coma èle: urua pes­ soa que ocupava urna elevada posiçáo 110 império e portanto linha acesso ao rei (veja Dn 1 .. em retribuição aos seus favores.C. 2. 1. Herodes Agripa. O . sua che­ gada ao poder naquele momento particu­ lar da História foi sujeita a autoridade de Deus e lal política loi concnbida dentro dos propósitos do Senhor. sa de Pudente É altamente debatido se ela. não muito louge do Roma.5: 5. por «xemplo.O. até o momento em que este falou sobre sua com issão de pregar o Evangelho aos gentios e a m ultidão enfurecida pediu sua morte. P. Provavelmente Cláudia oro a espo­ CLÁUDIO. en­ quanto Paulo a Linha por direilo de nas­ cimento. o retomo dos israelitas a Jmisalém e o começo da reconstrução do Templo são recontados nm Esdras (Ed 3. Ainda mais notável é o falo de que Ciro encorajou o trabalho. contudo. Embora ele fosse lavorável aos judeus em qualquer oulro lugaT.). que o nomeara cônsul Caligula ofendeu profundamente os judeus.1). O casal ti­ nha chegado recentemente de Roma.26). Depois da prisão do apóstolo. ao citar que o fato ocormu durante o reinado de Cláudio.21). que enviam saudações a Timóteo. Esta pessoa le­ ria trazido à atenção do imperador as pro­ fecias a seu respp. Cláudio revelou ler comprada sua cidadania romana.l3|. L317.2 Iomos sobre o encontro de Pa ui o com Priscila e Aquila. Há pouca indicação de que Ciro real­ mente tenha-se tornado um seguidor de Yahwih. ' È meu pastor. ou foram expulsos ou proibidos de se reunir. em Corinto. oqual erigiu um monumento em memória do filho. Aquela mensagtfm era notável noconIr. e cumprira tudo o que me apraz” (Js 44. o fim do exílio babilónico.C. pois olhava para a frenle.nte parecia não saber nada sobre a disputa entre Paulo e os judeus (At 21.7: 4. foi nomeado govuruador de uma grande área. Foi sucessor do Caligula. para a proteçáo o restabelecimento do seu povo.G. Na conver­ sa que se seguiu.Senhor inclusive diz sobre Ciro. pronunciadas pelo menos 150 anos an­ tes. o qual Ele usaria para reconstruir a cidade de Jerusalém e o Templo Iv.3.34-38): con­ tudo. Em Atos 11. Cilada entre os amigos de Paulo. seria esposa de Cláudio Pudenle.3.mdi).

ci­ tado somente em Filipeoses 4.2527). por intermédio de seus qua­ tro lilhos. Durante os anos de peregrina- 114 . 1 Cr 6 . Cer­ tamente bavia muitas mulheres ricas uo Império Romano que tinham seus negó­ cios e seus próprios empregados. Èx 6. vir e morrer por seu povo e. Qunndo laJou para os jurlmis fiéis. Sem dúvida. Membros ria família dessa mulher levaram imurniuções a Pdulo sobre a situação da igreja em Corinto |I Co j 1 1 1 . para assim formar ''panelinhas’’ e até mesmo causar divisões. "grama verde'*). Inicialmente os dois ficaram surpresos por aquele homem nada saber sobre os recenies aconreeimenlos em Jerusalem. Era um dos cooperadoras de Paulo b. Citado somenie em Lucas 24.57. A carta que escreveu ao represen­ tante romano (Al 23. A crucificação é a base da redenção e do perdão. Fornou-so progenitor de vários clãs. ao desuw er como ludo o uue m acontecera nos dias anteriores era o cumpri­ mento necessário delas. tia de |esus (Jo Í'J. CLEOPAS.25). porém provavelmente pensavam mais era termos da libertação do domínio romano.CLEMENTE alguns judiãisplanejaram muté-lo. 1 .'1. Essa figura do Messias morrendo por seu pervo não era a que os judeus espera­ vam. é sobre a importância do An li­ go Testamento para informar aos cristãos sobre Jesus e seu sacrifício na cruz. jio que pa­ rece.U . p. tanto dentro como fora do cris­ tianismo.19). Posteriormente o apósto­ lo Paulo disse que nada sabia “senão a |esus Cristo. Pare<e que estavam preocupa­ dos com a posição social: portanto. peloque Cláudio resolveu mandâ-lo sob guarda paro ser julgado pelo governador Ftèlix. para mostrar que realmente era necessário que o Cristo (o Messias) sofresse e morresse (Lc 24.16. Aqueles discípu­ los etetivãmente ouviram um dos majo­ re:. i*«. Um cristão de Filipos.17' 26. CO ATE. foi isso que Cléopas aprendeu naquele dia. o Messiiis. Es­ peravam que |eauí.10. CLEME NTE. fosse o Redentor do Israel. Em Lucas 24 19-2 1 revelaram seu enlendimento limitado sobre Cristo. Nada é co­ nhecido sobre a própria Cloé. CLOPAS. assim. em Cesarêia. quando os. redimi-lo dos seus pecados.Cnòmio) e os profetas. Ela provavelmente era crislã e enviou um de seus escravos ou empregados para falar com Paulo.26-30) era sincera e indicava sou desejo de ver n justiça feita de maneira apropriada. Nm . A necessidade de Crislo. onde lesus fora crucificado.g.2). e esto crucificado" (1 Ço 2. Sem duvida tinham pouco mais do que uma vága idéia do que exalamente isso significaria.o. poderoso era obras e palavras diante de Deus e de todo o povo" (v.3. ú Filho de Deus cilou a Lei (Génesis u Deulero- CLOÉ (Heb. que foi uma das mulheres que estivaram presentes na crucificação de Cristo. mas não espera­ vam que morresse daquela maneira. Marido rleMaria. ajudara d c >estabelecimento dn igre­ ja eni FIlípos. Segundo lilho de Levi e nelo de Jacó (Gn 46. 16). encontrou uo caminlio de Emaús. ale­ gavam que seguiam diferentes lideres da igreja. Jesus mudou deliberadamente a* expectativas deles e mostrou que seu pa­ pel messiânico eslava rle acordo com as Escrituras» embora talvez não eslivesse de conformidade com o enlendimento teológico corrente. repleto de teologia bíblica. Es­ ses discípulos pareciam muito desapon­ tados. tor­ nou-se a pedra fundamental do crislianisruo clássico. Cloé informou que bavia contenda entre os coríntios. Jesus enJtno mostrou-lhes as Escritu­ ras.sermões i|ue alguém poderia desejar. foi um dos dois discípulos com os quais Jesus falou depois de sua ressur­ reição. Tinham-uo considerado "profeta. Um dos equí­ vocos modernos rnuis comum quanto u fé crislã.

CONAN1AS. 1. uelo de Levi (Êx 6. LÍDER DE UM CLÀ çAo no deserlo. assim. COLAÍAS.18.121. 1.21). depois de tê-los tirado de uma terra U que mana leite e mui” (o Egito) para loválos àquele deserto (vv. Também nno estavam contentes com a poder concentrado s o b r e Moisés o objetaram contra a maneira pela qual totalmente se assenhoreou deles".24: 1 Cr 6.18.Coate serviram ao Senhor no trabalho do Thbcraáculo du­ rante os dias de Davi quando os vários descendentes de Levi foram divididos de acordo com as famílias principais para servirem no Santuário e mais tarde no Templo (1 Cr 23. 12-141. depois do exílio (Ne 11.U. Dn Iribo de Benjamim. COL-HOZE.22).211. íez parte de uma rebelião contra Moisés |Nm 1 GJ. I Im dos des< nndente-s d'5 Coate.15).38. realizou um trabalho bem semelhanie na epoca do rei Josias. 15. 26.5).CORÉ. as ofertas. Levita que supervisou as ofertas levadas ao Templo durante o rei­ nado do Ezequias. Provavehneule rèa mesma pessoa mencio­ nada no ilem 1 . Coiianias era o líder desse grupo 12 Cr 31.3. autoridade esta ou­ torgada por Deus. o qual se lornou líder de um clã em sua tribo (Ex U.9).5.2.7). Junto com Datã e Abirão.G. da musa e de vários outros artigos utilizados na ministração no san­ tuário ÍÈx 6. o lalso profeta que ronstanl emente tentava promover uma mensagem popular de boas novas para o povo Judeu. após o re­ tomo do exílio |Ne 3.12). São mencio­ nados novamente no serviço do Ttemplo □os dius dos reis Salomão e Ezequias (2 Cr 29. Descen­ dentes posteriores de. PJ3. 12-20).2 ). é mencionado como o pai do Pedtuas (Ne 11. Nm 3. 2 . Viveu uo tempo do roi Zedequias (Jr 29. Pai do Acalm. Ancestral de Maaséias. 115 . os coatitas eram "respon­ sáveis pelo cuidado do santuário" e fica­ vam aiarnpados ao sul du Hibrírnáculo.20-26). LÍDER DE UM CLÃ O Coré mais conhecido na Bíblia era o filho de Jizar. Os W itas argumentaram que lodo o povo de Deus era santo. I Cr 6.12: 34.58. Seu irmão Simei o ajudou nesta tarefa. O principal motivo da revolta deles contra os líderes escolhidos pelo Senhotr baseava-se na inveja do poder que os dois tinham sobre o povo. Nos dia:> de Josué. os presentes e os dízimos eram Lra/. 1. durante a celebração da grande Páscoa (2 Cr 35.Pai de Salurn. □ qual repa­ rou a Porta da Fonte durante o reconstru­ ção ilos mUros de Jerusalém. juntamente com as pastagens ao redor (Js 23. Não gostavam de que somente Arão e seus filhos fossem autoriza­ dos a queimai incenso uo Taberuaculo.idos ao lemplo.7). CORÉ. de Judá.27-32. Como resul­ tado do extraordinário aviva men 10 duran­ te seu governo. um dos des­ cendentes de Judá que se estabeleceram em Inrusalém. oca­ sião em que armazéns especiais foram construídos e uma equipe de homens foi indicada para organizar as doações. Foi condenado por Jeremias. E interessante notara profusão e a abundância das alertas que furam trazidas ao Templo em ambos os aviva mentos. Coré (também chamado de Corá) liderou uma insurreição contra Moisés e Arão |Nm 1 6 . 2. dez cidades loram dadas aos coatitas. Nalannel e uulros lideres.12. Lpvila (sem dúvida uni descenden­ te du pessoa citada nu item 1 ) que. chamado Coré. junta­ m ente com seus irm ãos Sem aías. 23.22. 1 . pertencente1 * a tribo de Rubem e mais 250 uulros líderes da comunidade rlè Israel. Seus líderes eram responsáveis pelo cui­ dado da Arca. 2. a separação de Arão o sua família para esta tarefa particular não parecia justa íw.13).

Mais tarde. o bronze daqueles ohjetos íoi utilizado para cobrir o altar e serviu para lembrar a todos que somente Arão e seus filhos podiam quoimar incen­ so diante do Senhor |Nm 16. mas uão antes que 14. mas não simplesmente qualquer sacrifício. demonstrou sua obediência o fé no Senlior e experimentou sua infinita misericórdia uo trato com o pecado de rebelião. Apesar de t udo o quo aconteceu. que salvou o povo. LÍDER DE UM CLÁ Moisés dispôs-se a consultar a Deus sobre esta questão. entretanto. disse que levassem seus incensários e os acendessem. se aquelas famí­ lias vivessem ainda muitos anos. a lirn de poupar do juízo milhares de pessoas que men'a iam a m o r t e devido à rebelião. 26.700 pessoas morressem (w. Devido à bondade da Senhor.-m a s leis n seus juízos. .CORK. Dat/i e Ahirão esta* vam totahneute rebelados o recusaram-se a comparecer. foi a intercessão e a alerta do um sacrifício expiatório. 44 a 49. intercederam e impediram o juízo do Senlior sobre torlo o povo. onde a “glória do Senhor apareceu a Ioda a con­ gregado” (v. Moisés chamou os familiares daqueles bomen. porém.10. Mais tarde. Foram realizados holocaustos e interces­ sões da maneira prescrita por Deus. já uo dia seguin­ te ú povo voltou a murmurar contra Moisés e Arão. seus familiares e todos os seus pertences. A tragédia da rebelião de Coré indica claramente a santidade e a misericórdia de Deus. A terra se abriu e todos os rebeldes e seus familiares loram engolidos vivos. então os israelitas enten­ deriam que os tais haviam*se rebolado contra o Senhor. Como resultado desta rebelião e da preocupação manifestada com relação às obrigações dos levitas. Deu» deu ordeoi aos israelitas para que se afastassem das ti-ndas de Coré. feilas por Arão.31-40). pois Ele iria destruir todo o acampamento.19. simplesmente demonstra a falta do fé nos caminhos determinados pelo Senlior e sua rebeldia contra Ele. Caiu fogo do céu.19). Quando o povo assim procedeu. Os dois irmãos.s para fora de suas tendas e enfatizou para o povo quo aquela demonstração não era idéia dele. as várias lunçóes sacerdotais foram detalhadas e distribuí­ das com maior clareza. mas os demais levitas receberam áreas específicas de responsabilidade (Nm 17 o 18). 84.41-50). então ele realmente nao era o escolhido de Deus. porque Arão e Moisés assumiram suas posi­ ções. Se. sobre o perigo da oposição ou rebelião contra os ungidos de Deus. Datá e Abirão (vv. Seus descendentes também se tornaram exce­ lentes cantores e músicos sacros fl Cr 6. algueni julga que pode chegar a Deus à sua pró­ pria maneira. veja as introduções dos salmos 42. A rebelião de Coré tornou-se notória e permaneceu como um alerta. como castigo péla constante rèbeliâo. O lugar de Arão foi estabelecido. algo totalmente estranha acontecesse.20-24). entretanto. A» tareias dos des­ cendentes dp Coré envolviam a função de "porteiros” no Tabernáculo e posterior­ mente no Templo (1 Cr 9. Quando. Portanto. a Bíblia deixa claro que nem todos os seus descendentes foram sepultado» vivos naquete dia (Nm 2(5. Coré e seus companheiros colòcarum-se diante da Tabemácúlo. a mão misericordiosa dn Deus foi estendida. Outra vez.. se a terra se abrisse e engo­ lisse os rebeldes. i s t o é. para as futu­ ras gerações dos israelitas. o povo aproximou-se dele mediante o sacriliCio. Douk disse a Moisés e Arão que se colocassem de lado. porém.11). Por intermédio de Moisés. 85. ao convocar todos os levitas na manliã seguinte. 87 e 00). consumiu os 250 líoraens com seus incensários e ioda a congregação fugiu da local. para que o Senhor mostrasse quem era sou escolhido (Nm 16.4-7).19). A despeito disto.37. Disse que. 116 . dosta voz culpando-os pela morte dos rebeldes Novamente M n glória do Senhor" apareceu e Deus enviou uma praga uo meio deles. Intercederam em favoi do povo e o sumo sacerdote ofereceu sacrifício de expi­ ação por eles.

26) 4. foi dei­ xado completamente sozinho para en1'rentar seu primeiro julgamento. "crescendo”| . "calvo"). portanto.g . filho de Imnn.18). onde matau os dois (Nm 25). Alguns.g. C O R N ÉL IO . COZ. pois Números 25. do exercito romano Foi o pri­ meiro gpotjo a se converter. 1 . Zinri. registrada uo evange­ lho de Lucas (Lc 3.35J. Esta t itadonagenealogia que vai de Adão até Jesus. tornou-se um líder entre o povo edomilâ:. prefigura u obra dp Cristo rm rruz. após o povo se voltar verdadeiramente paia a adoração. os bomens envolvenunse com mulheres estrangeiros. 6 . lam­ bém pertencente ao clã dos conotas. no lugar do pecador.D.CRESCENTE Ta] sacerdócio. Nasceu em Canaã (Gn 3(5. Veja Coré. F ilh o de Esaú e sua esposa Oolibuma. coutribui alegremente paru a obra do Se­ nhor (veja também 2 Cr 34. Líder ed omita. Midíanlla.28).1 ). O Senhor irou-se e prometeu castigá-los. era neto fie Esaú e sua esposa Ada (mulher r.15. q® 4. líder de um c/õ.14. Um dos descendentes de Coré. O apóstolo. filha de um chefe tribal chamado Zur (Nm 25.14).101. de 2 Timóteo. No triste uap 4.at. P. Centurião do Regimento Italiano. A preservação de tal santidade.8). se quisessem permanecer fiéis a aliança e ao relacionamento com Deus. com as quais cometeram imoralidades sexuais.9. Finéias. d . Isso significa que várias gerações foram omitidas ( l Cr 2 0 . Encontrara-se com o apóstolo. Era amigo de Paulo. ú justo pelos injustos.anonita |o filho do Elifnz (Gn 35. que foi sacerdote nus dias do rei Davi (1 Cr 9. durante o avivamento ocor­ rido no reinado de Eaequias (2 . En­ quanto o povo de Israel estava acampado perlo de Sitim.61. enquanto ele esteve preso em Roma. é listado como uni dos filhos de Hola o poi de Anube e Zobeba (1 Cr 4. Provavelmente participaram do ritual da rerfcllldade com elas.Cr 31. É interessante nolar que. entre- 117 .18 diz: “Pois Cristo padeceu unia única vez pelos pecados. Paulo diz sim plosm ente que C rescente foi para a Galada |2 Tní 4. um dos líderes da tribo de Shneáo. Era a responsável pnlo roçobimonta das ofer­ tas voluntárias do povo de Deus e a sua distribuição.5. A de lesa du santidade dos israelitas e sua separação dos outros povos para o serviço exclusivo do Senhor era a própria essência do chamado deles como nução. poi uma razãoou outra. imediatamente pegou uma lança e seguiu Zinri o Cosbi até a temia deles. conforme está registrado em Atos 1 0 . exatomente "enquanto eles chtjrav&rn diante da tenda du congregação' iNm 25.1 11 . agravou ainda mais o mal. embora sem pecado. foram seduzidos a afastarse da fé pelo materialismo. CORÉ (Heb. 3. Os uoraílas eram “porteiros" no Tabernáculo it depois ao Templo.1S). imi.43). l ilho de Saiu. C O S B I .18. Paulo descre­ ve como. já no final de seu ministério. o qual morreu. Coré é descrito como a pai de Sulum. Para mais detalhes. 2. Outro porteiro. Líder nu tribo de Judá e lilho de Hebrom (1 Cr 2. delerminado a vingar o Senhor e evitar ainda maior juízo.2 diz que eles foram convidados para ofe­ recer sacrifícios ao deus delas. era vita). C R E S C E N T E (L. 5. Da Lribo de Judá. veja Centunúo. a menos que Moisés matasse todas os que se envolveram em tais alividades.G. pois trouxe Cosbi consigo para o ui limpa­ mento israelita. p . I Podia 3. paru levar-nos a Deus". rias Escrituras. COSÃ. “Baal de Peor". Era Filho de Elniadã e pai do Adi. neto de Alão. como Dernas. 1 Cr 1.

na verdade. no restante do NT. Esle vorábulo no hebraico descre­ via dilerenles pessuus que foram ungidas (uormnlmonte com azeito) pura suas Ui- CRISPO. reverteu esse uso original e transformou o termo num em­ blema de honra. O nome Cristo tem seu pano do fundo no AT. ainda «ra capaz du Insliíioar. quando Paulo começou sua mis­ são ua cidade (Al ltí|. CRISTÃO. um crelense que tinba escrito isso em (>00 a. ê usado numerosas ve­ zes no NT O vocábulo combinado ‘l e ­ iais Cristo” ocorre upenus cinco vezes nos evungellios.8). Ele aplicou esse ditado a tais íalsos mestres: enirelanlo. precisava dar louvores a Deus. unia grande ilha na cosia ria Grécia.16). no qual Deus fez com que as palavras dos apóstolos fossem ouvidas e entendidas por todos os pre­ sentes. C R I S T O iVeja o artigo principal em /esua e Senhor]. lorna-se u designação principal usada para o Filho de Deus 1127 vezes). 26 28) e uma 1 118 . pelo contrário. desde 150 a.<11 . o Cristo. independentemente do dialeto nativo de cada um Em Tito 1. de acordo com Atos 2(5. Ele tazia re­ ferência a Epimenides. quando se refere a lesus. Paulo disse deles: "Os cretenses sán sempre mentirosos. principal da sinago­ ga. Al 4.i „ I^drfj (4. Horodus Agripa conhecia este termo. Atos 11. Pano de fundo. Aparece duas vezes em Atos 111. o termo “Cris­ to” indica que se tomou pouco mais do que um sobrenome para Jesus Supor. quando os apóstolos rece­ beram o Espírito Santo e começaram a pregar. Depois de ' discu­ tir” regularmente com os judeus aos sá­ bados sobre a fé em Cristo.urno fura a in­ tenção de Epimeuides. Um gran­ de número de judeus vivia ali. fira evidente que «ste vocábulo era inici­ almente um termo pejorativo. creu no Senlior. Aparen­ temente o nome era um apelido. juntamente com os genllos. com toda a sua casa” (At 18. o apóstolo falava a Tito sobre seu tra­ balho entre as igrejas Dm Creta e alertava contra os enganadores. C R E T E N S E S . derivado rio verbo que significa "ungir '. “Crispo. jã que ser chamado des­ sa maneira identificava alguém com Je­ sus. 1 1 registra que cretenses e arabes ouviram “as m aravilhas de Deus” proclamadas «m sua própria lín­ gua.CRETENSES lanlo.20: lica claro que esle vocá­ bulo se espalhou e chegou às mais altas aunadas sociais. Nu contex­ to. I Pedro indica que nin­ guém deveria envergonhar-se de sofrer como cristão.12. um reflexo da rejeição do mundo a Je­ sus.26 menciona que os membros da nova comunidade de cren­ tes em lesus loram chamados de ctislãos pela primeira vez em Antioquia. ventres preguiçosos". loi ustulo para traduzir o lermo hebraico "m ashiach". Aios 2 . como um meio de refe­ rir-se uus crentes. que esle nome nunca signifi­ que mais do que tsso é perder a maior parte da mensagem do NT sobre o Filho de Deus.C. Assim. o apóstolo foi expulso |jnr oles. mas. bestas ruins. que significa “o un­ gido”. nâí» íez a mesma aplicação generalizada sobre lodos os cretenses. 11 tti dos lideres da sinagoga tím Corinto. Claromente fies tfíSttfmun liaram um grande milagre. p d . Esle vocábulo. O vocábulo grego [Cristos]. ê raro no Novo Testamento. tJ-R. c. Por essa razão havia m uitos uretenses em Jerusalém para a festn dn Pentecostes.14. Viviam em Creia. O apostolo posteriormente re­ feriu-se a essa primeira conversão em 1 Coríntios 1. Em algu­ mas passagens bíblicas. nu imiio de sua tristoza: ‘'Mas o Senlior me assistiu o me íortftlêceU" W-17).20. por ser digno de re­ ceber esse nome (cf. muitos de­ les coutinuaium n ouvir.24. coloca­ do sobre eles pelos muradores da cidade que não faziam parte do grupo. que os de fora usavam paru aborrecer os crentes. O nome “Cristo".C . en­ tretanto. No entanto. porém. A Igte|a.

42. por outro lado.1(3. assim.6. Mesmo Ciro. reuniu o elemen­ to do pano dn fundo do AT. esse elo entre Davi. 11ma das mais importantes declarações no NT sobre a ideiilidado de Jesus ó a de que Ele é o filbo esperado de Davi o herdeiro de seu trono: o Cristo |\lessías|.16). etc. provavelmente esporavam um moníuca que fosse sábio e demonstrasse a sabedo­ ria du Espírito de Deus sobre si.9.35. em R o m o u o í i 1. E interessante notar que.23: 2 Cr 0. em muilos contextos a expressão "o ungidi ■do Deus'' logo tornun-sn um sinónimo para O S reis |I Sm 16. identificaram-no como o “Fi­ lho de D avi" (Mt 1 2 . quainlo ouviram seu ensino e viram suas ohms. P o r exemplo. porém. Jesus não queria que seu papel e sua obra fossem confundidos com as idéias dos judeus nacionalistas sobre um Mes­ sias que viria como um rei guniroiro. 16. Embora o AT raramente se refira ao rei vindouro. O coro celestial Cantou sobre isso para os pas­ tores (Lc 2 .3. veja lambém 2 T m 2. Outros. Reconheceram Cristo comú alguém nascido na linha­ gem de Davi eque era realmente rei dos judeus" (Ml 1. 1 J. Talvez essa seja a razão por quo pareceu tão re­ lutante em usar Efe mesmo 0 nome “Cristcf (embora nunca tenha negado o titu­ lo).1-4.22).13: 24.10: 26.26. entretauto. Os reis magos pprguntaram onde o "rei dos judeus" nasceria e Herodes então perguntou aos sacordntos onde havia do n ascer n "C risto" (Mt 2 2.41. F<ii o con­ ceito da uoçáo dos reis.9.26). quo deu u base principal para o uso He “Cristo" no NT.2 3 . Jesus e o nome Cristo foi bem estabelecido. é quase incon­ cebível que ele não pensasse espet. dianlo da perseguição. muitos |udeus alme|avam por um rei vitorioso. imediataniealr! apõs a confissão de Pedro nm Marcos 6. Todos. lesus. o rei da Pérsia. que viria e derrotaria os dominadores romanos.l. Jesus. o apóstolo chamou a si mesmo de “servo de Cristo Jesus" e en­ tão estabeleceu o ponio de que lesus era descendenle de Davi (v. 2 0 . os sacerdotes foram ungidos: o profotu Efiaou ío i “ungido” para seu trabalho (1 Rs 19. SI 2.11. da estatura de Davi. O próprio Cristo dirigiu seus pensamentos uossa direçáo (Mt 22. Paraari que.2: 18. Ml 12. Jo 7.50: Dn 9.2: 2 7 . Nus escritos de Paulo. centralizado na promessa que Deus fizera a Davi e seu cumpri men lo na pessoa de lesus (At 4. como o "Messias".rislãos.CRISTO refas.25. o Filho de Davi.37.11. da linhagem de Davi. Mesmo durante a vida do Filhu de Deus.4).J. interpretou o conceilD de Messias á sua própria maneira muito esperiaJ.29. Cristo. 1 1 1 . Mç 15. Is 4 5 . As expecta­ tivas messiânicas nos dias de Cristo eram diversas. enOelanlo.Quando as pessoas virara Os mi­ lagres que Jesus operava a ouviram suas mensagens.29. A oração dos (.ificamenie nesse pano de fundo em algu­ mas ocasiões quando s p referiu a “Cristo" ou "Cristo Jesus".6). Outros profetas são chamados de "os tuigidos” (1 Cr 16.41. foi considerado o ungido do Senhor" (nmshincb.12. frequentemente usou o lermo "Fi­ lho do hom em "ao reterlr-se a si mesmo — uma expressão que não linha lais pre­ tensões polílicas e que Ele podia preen­ cher com a mensagem de um Messias quo sofreria e morreria. 2.42). Saul e Devi Foram "ungidos" como a escolha de Deus para o reinado (1 Sm lli. etc.25-27). logo os seguidores de Jesus começaram u “ so­ mar dois mais dois". Em Êxodo 26. na qual disse a 119 . como Salomão Outros insistiam na idéia de que ele introduziria os "úilimos dias".42.1 1). com o cres­ cimento do nniiouídismo. desde o s tem­ pos dns macabeus. tinham em comum a idéia de que o Messias faria um reino político. de alguma maneira. mas o enlendimento que o pró­ prio |esus lin ha sobre sua m issão messiânica não se harmonizava com as ideias da época. As expectativas Judaicas.3 0 . o Cristo.]. Por isso.17.

eles experimen­ tavam a opressão e a falia de justiça das sociedades pagãs. para que. saiu a peleja e o Se­ nhor entregou nas suus uxãos a CusãRisataim. como o filho de Jessé.. tosse rejeitado pelas anciãos. Em vários registros da Bíblia a opres­ são sobre Israr-I por outro povo ó enten­ dida como julgamento de Deus. CU XE 1. devido ã idolutria Muitas vezes há o sentido de que n Senhor os entregou ao que eles re­ almente desejavam. fttíjg. 15. Quando isso acontecia.. Rei du Mesopotnmia durante o tempo dos Juizes. Embora o nome "Cristo” oos poucos comer. Benjamita. tosse morto e que depois de três dias res­ surgisse" (Mg 8. portanto. Eles adoravam os deuses daquelas nações e casavam com suas mulheres.1) Ele vivúu Da parle Sul de Canaã (Etiópia|. Deus permitia que fossem dominados por tais p o v o s . Procurador (administrador) dn Herodes. e como essa missão foi confir­ mada em sua morte. CUSI. rei da Mesopotâmia.asse a ter menos sentido do que o vocábulo lesus. Dessa maneira. os cristãos sabem que seu significado original e vital para o pleno entendimento da pessoa do Filho de Deus. 1. Ele é o rei há muito tempo esperado* que governará sobre o trono de Davi para sempre. em bus­ ca de livramento. até que se arrependi­ am e se voltavam para o Senhor. Pai de Etã nm levita do tila dos merari lus.44. Esse juiz era sobrinho de Calebe. 17.. Et 1. pudéssemos ser salvos (Is 53: Mc 10. e o que conheceria o Espírito e u sabedo­ ria do Senhor om seu domínio e governo Como o próprio Jesus ensinava sobre essa sua missão. Jesus "então co­ meçou a ensinar-lhes que importava que o Filho do homem sofresse muitas coi­ sas.3). Çuxe ê tanto uma pessoa como uma nuçáo (cf. é o “ungido" de Deus. p. 2. Otniel então tnrnou-se juiz em Israel e a terra ficou em paz por 40 anos.8-10).c. vivendo de acordo com ela. o juízo de Deus sobre seu povo sempre era cons­ trutivo em seu objelívo final. Esse tem . pelos principais sacerdotes e pelos escribas. Por oito anos o Senhor 120 .CU SALAS Jesus: "1U és o Cristo". Ele mesmo Leve pelo menos seis tilhos.10).45. Cilado na narrativa de Lucas CUSAÍAS. os quais loram listados como progenito­ res de diferentes tribos e povos. Deus levantou Otniel para livrá-los. Pai do profeta Solo ui as u filho de Gedalias |Sf 1 . 1 ). CUSÃ-RISAYAIM. Assim.101 .3 I). Bisavô de Jeudi..n. fesus relutou em falar sobre si mes­ mo como o Messias ato que completasse a abra messiânico. cujo nome aparece na introdução do Salmo 7. Ix Z4. Um dos quatro li lhos de Cão.4<>: At : U 8 . mas. contra o qual prevaleceu” |)z 3. ressurreição o as­ censão. 2. Seu antagonis­ mo pura com Davi motivou as reflexões dfJtsle sobre o Senhor. “Veio sobre ele o Espírito do Senhor. como Rei e Senlior. o qual viveu no lempo de Jeremias fji 36. o qual loi usa­ do por D e u s para truzer juízo subre os israelitas. acima de ludo.171. É provável que seja outro nome para Quisi II Cr 6. à medida que testemunhavam suas paiavras e obras. escritas uesse cântico.14). A fé cristã. permitiu que sofressem sob esta Opres­ são. As pessoas reconhe­ ceram-no gradualmente como o Messias. devido á sua idolatria e íalla de l‘é ||'z 3. depois que Ele ressuscituu dentre os mortos. por meio da fé nele. 1 Ct 1 .8 . CUZA. Seu filho Ninrode foi um poderoso guerreiro IGn 100-9.«ido serupre um dos mais importantes princípios da iV < <rístã: que Jesu* cumpriu a s p r o m e s s a s do Se­ nhor no An ligo Testamento. quando clamaram por ajuda. ficou claro que seu sofrimento era pnrle in tegran te do seu papel messiânico O único e verdadeiro Mes­ s i a s sofreu e morreu por seu povo.

Certamente é uma ficção comum em nossOS dias ai.dilar que apenas os pobres eram atraídos pelo ministério de Jesus.re. “as quais o serviam coru ossous bons”. uma das mullieres que ajudavam no sustento df» fesus e seus doze disdpulos. por ser marido de íoaua.9 è c h a m a d o d e Q u a l u b a i . ou seu marido ora uru simpatizan­ te de Cristo: contudo. 1 E m l C t õ t i í ò i i s 2 .3.CUZA 8. Nbs ven-õo» em português a palavra !jpdstvui^a é traduzida com o ‘‘paatugtins" tNnta du Troditter) . sua meução no toxto foi pura enfatizar que o grupo ora com­ posto por mulheres do famílias ricas. qu* « u m a v a r i a ç á o d o m a s m a ií o m e : ( N o t a d o T r a d u to r ). Provavelmen­ te ela possuía certa independência finan­ ceira.

furaram-lhe os olhos e o prenderam com correutes de bronze. grande parle de sua força havia retornado e ele foi capaz. Ela foi colocada no teínplo de Dogom. Eles logo experimentaram o julzo dn Deus. vemos a narrati­ va da captura da Arca da Aliança pelos filisteus. durante lodo o tempo em que a arca permaneceu em poder deles. inimigos do povo de Israel (Jz 16. cortaram-lhe as sete longas Iranças. mas não antes que o Senhor o usasse para desLrub milhares de filisteus (vv. Deus enviou grandes pragas contra eles.7).23.6-22). O mais velho dos dois filhos que Jacó teve com TCila. pois acreditavam que este o ti­ nha entregue em suas mãos. "grão"). depois que os filLsLeus cap­ turaram Sansão. A essa altura. tanto pelas derrotas que sofriam nas batalhas como em açõcs simbólicas muito vívidas. Quando ele adorme­ ceu. Durante as celebrações diante desse deus. Após usar seu po­ der de sedução e importuná-lo insisten­ temente. Hovla outro lemplo de Dagom em Bole-Seã. em várias batalhas. Náo hó outros deuses (Dl fi. e o Senhor demonstrou isso para os povos vizinhos. IMl. 10). de derrubar as duas colunas: todo o templo ruiu .sobre ele e os lilisteus. os atacou e derrotou repetidamente. ao cair por terra diante da Arca do Senlior. O mesmo aconteceu no dia seguinte. Linda mulher que vivia no vaie de Soreque. em Asdode Na manhã seguiale os filisteus encontraram a imagem do dous caída diante da "arca do Senhor" (l Sm 5. com a ajuda de Deus. Em I Samuel 5. de forma que muitos morreram. foi seduzido por ela ej ambos casaram-se. quando o seu ungido. 122 . Várias vezes o Senhor aparece na Bí­ blia como o unico Deus verdadeiro e so­ berano. estes o agarraram. Era uma das di­ vindades dos filisteus. DÃ (Heb.34) U fato do seu nome ser um dos poucos citados indica que era uma dos "mulheres gregas de alia posição" |v. E mencio­ nado pela primeira voz d o Bíblia em fuízus 16.G.V.10. A ormaililba fie Daliia causou a morle de Sansão. levaram-no ao lemplo de Dagom. onde a cabeça do rei Saul toi colocada. D Â M A R I S . agqra cego. Uma das poucas pessoas convertidas por meio da pregação de Pau­ lo em Atenas (Al 17.17).6 í De acor­ do com o relato sobre seu nascimento. no território dos filisteus. O que ela finalmente descobriu foi que a força de Sansão dependia do comprimen­ to de seu cabelo.D DAGOM (Heb. como a que ocorreu com a estátua de Dagom.2-121. mortos pelos judeus em Susã fEt 9. DALFOM. "juiz ou “julgamento”). DALILA.2-1 2 . apôs demonstrar grande falia de caráter antoriomoiite. o rei Davi. Sansão. trouxeram a prisioneiro. 1 Cr LU . e isso facilitou sua prisão | | z 16. 26-3U) (Veja também Sansão e juizes). para apoiar-se nelas.5.0. serva de Raquel (Gn 30. alado com correntos de bronze Nn meio da lesta.4: 32. Evidências da ado­ ração desse deus pagão são encontradas em numerosos textos autigos.t2 ). S. após sua derrota na batalha contra os íilisleus (1 Sm 31.4). Sansão pediu para ser colocado entre as duas colunas que sustentavam Ioda a construção. Daliia fez com que ele lhe reve­ lasse o segredo de sua força descomunal e levou-o ao conhecimento dos filisteus. Um dos dez filhos de Hamã.

1. na distribuição das terras entro as tribos. até os incidentes (2 ) o it i exilado de luda. também. l i J Um filho de rei Davi: tes de fiOO a. mus € \ Iribo que recebeu seu nome é mencionada com frequencia.. onde estabeleceram um cul­ to idólatra (Jz 18).1Raquel comemorou o evento declarando.17). no cap. juntamente com Betol. reforçaram a exatidáo his­ tórica do livro. bem como o estudo mais aprofundado.DANIEL 4). que se tornuu um datados em Daniei 5 a 10 (por volta de oficiai do alto escalão nos gavoraos das 553-530 a.C. em 2 Samuel 3. é a es­ DANIEL. derrotaram e expulsaram a população He Laís r s r fi­ xaram ali (próximos da moderna cidade de TelJ Dã). pois este é o nome dado ao Se­ gundo filho do Davi e Abigail. v.l). Além disso. “meu juiz é Deus") Três cassez de informações sobre o próprio pessoas no Antigo Testamento são cliaDaniel. O fato mais uotável. paia que o povo não subis­ se d Jerusalém (1 Rs 12. bem O único evento registrado em que como proleta do Deu*. ao profe­ rir sua bênção sobre os isiaelitas. Dã. 4. via' jaram bem para n norte. é cita­ do apenas no Livro de Daniel (tanto nas parles em hebraico como nm aramaico). Sua mão ora Ahigyil tí ele cisa. ll. hã uma consideração re* novada na viabilidade das profecias bíblicas diante dos íalos. Daniel. não foi muito generoso. Daniel. e (3J um líder juDaniel é visto. “Julgou-mo Deitó” (Heb. O texto dosonvolve-se em tópicos. 123 . não ordenados cronologicamente em seus movimentos mais amplos. Dã náo é mHis cilado individualmen­ te.5-fl). "por isso lhe chamou Dã ' O nome expressou assim tuna situação particular na vida dn Raquel emais tarde também serviu de tes­ temunho do favor (te Deus quunlo o sua esterilidade.3. uo AT: e eiu Mateus 24 15. f/on&nm). Hã tam­ bém u possibilidade de que seja o mesmo nome mencionado no livro de Ezequiel. impérios babilónico e modo-persa. e citado ape­da visão do rei Nahucodouosor. a tendência de menosprezar a possibilidade da previsão profética sobrenatural contribuiu imensamente para uma notável hesitação sobre a confiabilida de do retraio bíblico de Daniel. sabe-se apenas quo foi em alguma nascevi durante os sele anos e meio em époi a antes do final do reinado de que seu pai reinou em Hebrom 1 1 Clr 3. filho de Davi. Talvez por esse motivo não seja mencionada no li­ vro de Apocalipse. Novas evidências históricas.).C. Na último parte do século XIX houve considerável ceticismo com respeito aos aspectos históricos da vida de Daniel. no NT. partindo do Livro que leva sen nome.16. Era o segundo fi­ evenios deste registro de forma mais pre­ lho de Davi. Ao abençoar os filhos no lei lo de mor­ te. é sua interpretação da secun­ Esdras. é um grande desafio.22). durante o período agitado dou quo retornou da Babilónia com de 50 anos. Jacó disse: "Dã julgara o seu povo" Fa­ lou também que “Dã será serpente junto ao caminho" (Gu 49. nascido em Hebrom. entretanto.JML os episódios ci tados em Daniel 7 são bem anteriores aos <itados rios capítulos 5 e f> .25». Não é possível estabelecer a data dos nas em J Crónicas 3. principalmente quanto à própria existên­ cia de personagens como Belssazar e Dario. a maioria das vezes de forma negativa. Quando os dam tas não conseguiram ocupar u turra que receberam nu partilha de Canaã. o exilado e profeta. foi mais tarde escolhida pelo rei Jeroboão como sede de seu novo centro de adoração. 1. ao referir-se a Dã como um “leãozinho: saltará de Basã" (Dt 33. 2. no final dos tem­ pos (Ap 7. Parece que também era chamado de Quileabe. (Hob. A reconstrução da sequência dos fa­ tos tu» vida de Daniel. em muitos setores da teologia. Moisés. o Medo. entretanto. por exemplo. quando tinha de 2 0 a 25 anos (an­ madns de Daniel.

entretanto.19). Se ele passou os anos de sua infância na presença da cor­ te real em Jerusalém.5).4). quando foi colocado na ca­ tegoria de "jovom" que serio educado (Dn 14). recebeu o nome babilónico (assim como acoiUec-eu com seus companheiros) de Bellessazar (v. Capacitados por Deus (Dn 1. O último avento datado no livm de Daniel ò a revelação dada ao profeta "uo terceiro ano de Ciro. o último rei piedoso que governou judá (040 a 609 a C : 2 Cr 34 b 35). como lambém a "todos os magos e encantadores que bavia em lodo o reino'* (v. em 539 a. pro­ vavelmente ale passou dos 00. O nome náo é simplesmente a forma babilónica para Daniel e incorpora especificam ente o nome de uma divindade pagã. Assim.7) disse a Daniel: “vai-te até que chegue o fim" (isto é. até sua morte. considera­ dos como um ano completo na contagem tio lempo daquela cultural havia um exa­ me oral feilo por Nabucodonosor. ãs margens do rio Tigre (Dn 10.171. Assim. No final dos três ár­ duos anos dp treinamento (o primeiro e o último poderiam ser frações. se a invasão aconteceu w ru 605 a. prova­ ram ser muito superioras não somente aos nulros estudantes (1. em 562 a. 12. isso significaria que o último evento cronoló­ gico no Iív to de Daniel aconteceu em 537 e 536 a. que signjfica algo como "Bei (um deus babilónico) protege sua vida". 2 0 ).DANIEL Nabucodonosor. Náo se sabe com clareza qual a plena natureza do processo educacional no qual Daniel ío i colocado ao chegar à Babilónio. o que era compreensível.4) Como o império Babilónico caiu diante da aliança medo-persa. um ser celestial (12. parece que o novo nome fazia parte de uma orientação sistemático para que os estu­ dantes abraçassem completamente lodos os aspectos da nova sociedade da qual la* ziam parie.C. Quando Daniel iniciou o estudo de três anos. Desde que este livro enfoca a invasão inicial de Je­ rusalém por Nabucodonosor (Dn 1 .3-6). entretan­ to.2 ] ocasião em que esle jovem foi levado para a Babilónia (Dn L. Não é possível determinar mais ne­ nhum dado específico sobro os antoce* dentes familiares de Daniel.13).C...6 ) da "linhagem real e dos nobres" (Dn 1.. em lugar do Deus dos judeus (o sufixo “El"). 1 . indo o que se sabe de um período de quase meio século da vida de Daniel é a infor­ mação reduzida proporcionada par esse ca pí fulo.3). é quase certo que Daniel viveu bem mais de H0 anos. seu sentimento com relação à trágica queda de Judá e o exílio na Babilónia seria ainda maior. a não ser que estava entre os (Dn 1 . As matérias estudadas sáo citadas em Daniel 1. pode ter sido de grande valia nas posições que ocupou mais lanle no go­ verno da Babilónia e da Pérsia. Isso colocaria a data de seu nascimento por volta de fi25 a 620 a.C. Isso poderia indicai que o profeta ainda viveria por mais al­ gum lempo. 17. rei da Pérsia" (Dn 1 0 . ê muito provável que lenha nascido tí crescido em Jerusalem Alem disso. 1 ). e passou assim 70 anos (ou mais) de sua vida longe de sua terra natal.C. conludo. parece que Daniel morreu na Pérsia.4 como as letras o a língua dos caldeus O v. no qual a sabedoria e o enlendimento eram me* 124 . amplia o quadro e Inclui "cultura e s a b e d o ria a fim de abranger também "todas as visões" e “todos os sonhos*’. provavelmente tivesse entre 15 e 20 anos de idade. por isso.7). Sua ex­ periência anterior em tais círculos. embora conheçamos bem seu rigor e sua amplitude Ele e seus companheiros foram treinados entre os melhores e mais brilhantes jovens do império (Du 1.C. pela metade do reinado de Josias. O locaJ e a data tanto do nascimento como da morle de Daniel não sáo <ilados expUcitamrmtfi nas Escrituras. 1 ). pelo qual passavam as que enLravam paru o serviço do rei Nahncodonosor (Dn 1. Por não ler acompanhado a primeira leva do exi­ lados judeus que retornaram "no primei­ ro ano de Ciro" (Ed 1 . No final da profecia.

a referência ao segundo ana dn reinad o de Nabucodonosor (Dn 2.por sele anos. Depois que o proleta interpreia uma visão que adverte severamente o rei sobre as consequências de sua auto-oxaltnção. usoda para demonstrar a habilidade especial do profeta para en­ tender as visões e os sonhos (Dn 1.49). Daniel 2 funcionaria como um tipo de retrospectiva.1 1 ). 13). Os eventos quo se seguem inferem que o ca­ pítulo também registra a elevada influ­ encia de Daniel no governo. devido ao fracasso dos conse­ lheiros em d e la lh a T e interpretar o so­ nho do rei | vv 1 . às mais altas posições do governo da BabUõnia |v. que ordenava a exe­ cução de “todos os sábios da BabUõnia" (Dn 2. 28-32).2 0 ). õ bem provável que tenha desempenha­ do um papel fundamental na manutencão da estabilidade do governo enquanto Nabucodonosor esteve afastado do sua função. os jovens judeus puseram-se diante de Deus e oraram juntos durante toda a uoite (w.DANIEL (lirlos e comparados com “lodns as ma­ gas e eurantadores" quo já «atavam a ser­ viço do roi (Dn 1 .20). juntamente com seus companheiros. e é chamado de “chafo dos magos" |Dn 4.17-23) b "nnlão foi revelado o mistério a Daniel numa visão do noite" (v. então o rei ficou impossibilitado de governai. 23. 19). Essas declarações indicarn fortemente que o programa iiiclula instrução em magia. O significado dos “sete tempos" não eslá claro.47) i! a elevá-lo.33). seria de se es­ perar que o vácuo causado pela ausência de uma figura láo inteligente o imponen- 125 .19. embora resulte na c o n c l u s ã o de que Daniel foi nomeado para um alio corgo por Nabucodonosor. Esse enlendimento é levemente preferí­ vel .49). 48. Arioque. A explicação do profeta sobre o sonho e o sen significa­ do não somente salvou a vida dos sábi­ os c o m o também levou o Tei Nabucodonosor a louvar ao Dous do Daniel |Dn 2. Se o entendi­ mento íjoumm do que "um lempo" era uma estação anual de colheila estiver correto.2 : 1 ). 14-16J.32. 4 começa com Nabucodonosor apa­ rentemente uo auge de seu poder. Nabucodonosor só é capaz de controlar seu orgulho por um ano ívv. Mesmo quo o período tenha sido de poucas semanas ou meses e embora o império estivesse em paz. Se assim for.12). adivinhação e provavelmente asiroiogia como parte do estudo da venerada literatura babilónica Depois de um furioso decreto feito por Nabucodonosor. Desde que Daniel tora nomeado conselheiro-cheÍR da corte real (Dn 2.17). em vez dp um houornvel sábio que já se encontrava a serviço do rei |Dn 1.49) Isso não explicaria melhor. 5. e o cáp.9-27). em lugar de glori­ ficar o Deus verdadeiro (Dn 4.20 (consideran­ do-os dez vezes mais doutos do que to­ dos os magos e encantadores) e a descri­ ção do proleta como meramenle "um den­ tre os filhos dos cativos de Judá” (Dn 2 . Daniel e seus com­ panheiros entraram em cena. entretanto.1) colocaria o fatoden­ tro do período iniciai dos três anos de treinamento. É extremamenle difícil determinar quando esse incidente aconteceu na vidn de Daniel Por um lado. Sua aulo-exaJtação imediatamente resultou no castigo que fora predito: receberia a mente de um animal e viveria como um irracional por "sele lempos" íDn 4 1 6 .9). a forma com o o Império Babilónico loi governado durante n perío­ do em que o Tei permaneceu mentalmente incapacitado é ainda mais obscura! A expressão “sele tempos" pode simples­ mente referir-se a um período indefinido ou significar a um ciclo do calendário. chefe da guarda real. antes mesmo de completar seu período fie treinamento (Dn 2. citados no v. a conclusão um tanto exage­ rada do rei em Daniel 1. informou-os sobre o incidonte e a ordem de execução (vv.48. como um mês ou um ano. na qual eles também estavam incluídos (v. Daniel 3 é o único capitulo do livro em que o profeta não ê mencionado.

O cap.C. 0 rei Belsazar deu a entender quo não co­ nhecia DouíbI pessoalmente (Dn 5. Durante esse mesmo periodo (o pri­ meiro ano de Dario: Dn 9. seus companheiros arquitetaram um plano para persuadir o rei a decretar que.30. ele menciona seu retorno nos negócios do rei (Du 0. 1 1.29. que se tornou sua primeira v i s ã o registrada no I í v t o .C. O tempo parece coincidir com a proclamação feita por Ciro.: entretanto. que Daniel e o Senhor no­ vamente.24l e Dario tez um decreto adicional. em certo sentido. rei de. par uni período de trinta dias. pelo oovo imperador.34. 0 . foi vindicado diante do roi Dario e res­ taurado ò sua posição de autoridade (w 18-23. Daniel foi larnhérrt nomeado coma um dos três administradores sobie o reino. toda oraçáoque náo fosse dirigida ao rei seria considera­ da Uegal. e o culpado. tunham trata du dos assuntos eotidianos do império até que o rei recuperasse a sanidade e vol­ tasse ao Irono rDn 4.1-31.2 0 J. "No primem. dirigida a Belsazar (Dn 5 22-29): logo de­ pois da vitória medo-persa sohre a Babilónia.31. tenham recebido grande reco­ nhecimento (Dn 5. Deus o protegeu durante toda a noi­ te. que ocorreu na ocasião da derrota finai da Babilónia pelos medos e pnrsas (Dri 5.DANIEL Le como Nabucodonosor fosse rapidunien te notada.1J.2). outros oficiais do gover­ no medo-persíi conspiraram contra ele.12). o profeta leve um sonho.20). É algo fantástico.0-9).1017). Os próximos evenlos registrados da vida du Daniel acontecem no inicio do roinâdo de Belsazar.37). Durante a décuda entre a morte de Nabucodonosor (562 a.13-101. a fim de orde­ nar que o povo tremesse e teuiesse "pe­ rante o Dous de Daniel" ív.281 e “enfraqueci­ do e enfermo alguns dias" depois da se­ gunda visão (Du a. como Daniel.C ) e o começo do reinado de Belsazar (553 a.C. quondo permitiu que os judeus dispersos pelo império vol­ tassem para Jerusalém e reconstruíssem 1 26 ..3-20). 8 descreve u segunda visão de Daniel.ar" (Dn 0 .36. Os conspiradores foram então atirados às feras famintas (v.5). 0.C. no meio dos leões Na manha seguin­ te. 1 1. o medo. "no terceiro ano do remado do rei Belsa/. 1 1. o idfimo monarca (553 a 539 a. L)ario. data­ da por vollii de 551 a. Daniel tez uma maravilhosa oração de arrependi­ mento corporativo |Dn 9. Para evitar que Daniel fosse nomeado para o mais importante cargo administra­ tiva por Daria. Por cousa de sua disposição de orar três vezes ao dia.27). em 5-39 a. I do período babilónico. Cer­ tamente. que ocorreu cerca de dois anos mais tarde. supremo im­ perador persa (Ed 11). para lira-lo do caminha a qualquer custo ÍDn 0. ano de Belsazar. Não somente o profeta foi exaltado contra sua vontade para ocupar a terceira posição mais ele­ vada no império.f Daniel aparentemente perdeu um pouco de sua influência no governa ria Babilónia. Foi um papel no qual o profeta ra­ pidamente se destacou (Dn 6. ou nem mesmo sabia sobre sua fama como intérprete de sonhos e de homem sábio durante o reinado de Nabuco­ donosor (Dij 5 . não é de estranhar que o profeta tenha finado es­ pontado e com o semblante mudado de­ pois da primeira (Dn 7. mesmo após ter repre­ endido o rei por seu orgulho e interpre­ tado a ameaçadora escrita na parede. Babilónia' [Dn 7 . Assim desde (|iie náo exisU í nenuma IndicaçSo de uma lula interua pela poder nu declínio durante sua au­ sência.. nn bem conhecido episódio da escrita na parede [Dn 51. pelo povo judeu.281.4. Daniel foi imediatamente pre­ so e jogado tia cova dos leões [Dn 0. além de indicar a proteção providenciei de Deus na transi­ ção do poder. por isso. é provável que oficiais altamente respeitáveis. punido com a mor­ te na cova dos leões (Dn G. Devido à conduta ética e ao compromisso religioso do profeta. mesmo soh rist o da pró­ pria vida.27) na conclusão de suu segunda visão. As duas visões des­ creviam circunstâncias difíceis para o povo de Deus no futuro.

Poucas pessoas na Bíbba exibiram a fé. de que talou o profe­ ta Daniel’' fMl 24.14. Oaniel foi o veículo da revelação divina. parece altamente pro­ vável tjue esle período seja um paralelo com o lempo acumulado duranie o qual os judeus falharam em observar a loi do “descanso do sábado' ordenada por Deus (2 Cr . havi:ria lernpo soificionte para Daniel ter demons­ trado s u a justiço 114. Embora alguns atribuam tais refe­ rências a alguém de renome. a coragem.20). (Dn 1 e 2 .24) decretadas por Deus paia o futuro de Israel (Dn 9. orou e je­ juou.33.20). 1 ]. No meio do discurso do monte das Oliveiras (Mt 24 e 25). 28. onde nada mais é registrado na* Escrituras so­ bre o período linul da vida do profeta. Embora nõo haja uni r onsonso cnm relação ao significado o ao cumprimen­ to dessa profecia.C. apesar de ele ter passado a maior parte da vida distante geograficamente fie Judá.2427). esp 2 . Seu re­ conhecimento como o principal conse­ lheiro na Babilónia e seu sólido compro­ misso com Deus já sn teriam estai lelecido solidamente por volta dafiflO a..15.3). é mais provável que se re­ portem ao Daniel contem porâneo de Ezequiel.C. lesus laz uma referência à “abomi­ nação da desolação. o nome de Daniel aparece Irês vezes em Ezequiel (14. onde u reconstrução do Témplo foi Inter­ rompida pelo medo e desânim o (Ed 4. Daniel novamente lamentou. Como resultado da oração fervorosa.1). 26. mais do que qualquer ou li o personagem bíbli­ co demonstrou ser a figuru inlormediaria entre o período do pré e o do pós-exílio.1). Daniel finha influência por seu acesso aos corredores do poder. Desde que essas manifestações ultrapassaram o pe­ ríodo do exílio babilónico (geralmente datado de 605 a 539 a.1).24). dessa vez por três semanas (Dn 10. J). 3.2G. (az com que a identificação sefa quase certa. (28.14.341.14. Daniel. relacio­ na dn com Daniel cap.DANIEL 0 Tfcxnplo (Ed 1.2. do jejum e do lamento de Daniol pelos pecados de seu povo |Dn 9.33).2-4). tanto paro interpretar como para ter as visões mais detalhadas ria profet ia bíblica.20) e sabedoria concernente aos mistérios 128. Cl. o velho profeta recebeu uma re­ velação assombrosamente detalhada das "setenta semanas” (Dn 11.). Fora de seu livro. bem e O m o por seu exemplo de piedade.'4. referente à utilização da ten‘a. Seu nomp não ê cilado. mas a falta de outro evento semelhante no AT. Ao recuperar-se do trauma cátisadi i pela invasão de seu lar em ludá.C. diuante a reconstrução »le Jerusalém e do Templo.15). Daniel cresceu de forma notável.'4fci. bem como o fato da meução estar próxima à referência a "apa­ gar a força do fogo" (Hb 1 1. Tanto em sous dias (Ez 14.21).20) como na lembran­ ça tios escritores bíblicos (Hb 1 1.3. 1 ) e 58<> a. durante uma carreira que durou mais de G O anos Ainda assim. a vida de oração e a sabe­ doria rjue podem ser vistas de forma con­ sistente na existência do Daniel. que prova­ velmente vivnu no tnmpo de Noé ou de JÓ (11.4. Sftu legado mais profun­ do esta na esfera espiritual. Esse incidente talvez esteja rela­ cionado com os eventos em Jerusalém. alé ocupar po­ sições nos mais allos escalões da autori­ dade imperial e ter mfluôncia tanto uo Império Babilónico como no Medo-Persa. cí. (14. A visão que se seguiu é o último eveulo registrado uo livro de Daniel. Uns dois anos mais tarde (Dn 10. seu estilo de vida como humilde cunselhei- 127 .20. Urna avaliação geral das contribuições de Daniel deve incluir o uso dn su perlativps.14. Essa alegação é justificada. Se as ocorrências cm Ezeqyinl podem ser datadas «m 592 a-C. 8 .21). A única menção do nome de Daniel no NT é era Mateus 24. A maneira como Cristo fala aqui parece auienbcar a exatidãn histórica dos eventos e das visões registrados uo Livro do DanieL Tlm tributo adicional à fé dflmonstrarJL o por Daniel na cova dos leões está re­ gistrado em Hebreus 1 1.14.

ma pessoa citada no ílem cmterior (n* 1 ).12. cujos descendentes estavam entre os judeus ser coniumbilo com o rei Dario citado em Daniel 9 . o Medo. citado como companheiro de re­ gresso a Judá uu leva de Estiras [Ed tí.i dos que eram reconhecidos em sua época como sábios. Sua história. Alguns sugerem que Davi seja um cognome rea! o .1 e outras referências (veja n* ]). embora duvidosa.6 (chama­ do de Dara) t omo filho de Zerá e descen­ fcta do Deus verdadeiro õ profundainantti reverenciado e digno de ser seguido dente de Judá. Famoso por seu grande co­ quem nomo o próprio Ciro. Desde que não se tem certeza se foi em 2 Samuel 21. comandanle) é atraente.5 quo houve uma corrupção textual.56: Ne 7. DAVI Dados Gerais Davi é o nome do maior rei de Israel e o anoeslral humano do Senhor Jesus.2 yj.s quo assinaram o documento o Império Pnrsa de 522 a 486 a. Aparece em Esdras 4 a 6 : Ageu 1.7. Embora essa solução possa resolver a apurento discrepância entre 1 Samuel 17. A conexão com a palavra acadiana dúwidúni (chefe. irmão de Golias.C. 3. cujo texto relata que Davi matou Golias. É sempre mencio­ a Salomão uma sabedoria extraordinaria nado junto com o irmão (veja) Abirão (Nm (v. cria outro problema: por que então Elanã seria relacionado ua lista dos heróis de Davi? Outra sugestão é feita a partir de 1 Crónicas 2U.'is“)> Í!>so. Era descendeule de Ilamar.2).) as ordens de Ciro. Líder levi la da época dn pósDARI O. que ultrapassava .15: 2.. e 2 Samuel 21. imperador sobre Babilónia nos dias do Daniel. 16 1. que iden­ tifica Elanã como o herói que matou Lami. 7. minou sobre Foi um do. encontramos Darda no texto de l ReLs 4.19. Provávelmiinte tira a mes­ como exemplo. Sofonias 1. Filho de Eliabe.19 011 em 1 Crónicas 20. Daniel. “Deus é gracioso”). 1.24. que seu nome e EJauã (Heb. etc. Ri*i da Pérsia. "Servo de Salomao". é mais prová­ nhecimento. O significado do nome ainda n incerto. Por (Gr.). 12S .1 oomo o imperador que permitiu aos judeus reconstruir o Templo. Em respost a ao seu pedido. Listado em 1 Crónicas 2.58).25. corno Dario I ou “o Grande”.6J. É mais provável que esteja associada com a raiz hebraica d m l (amor).10 e de compromisso solene com Deus (Ne 1U. conhecido como Gubaru comparação com a de outros homens. Dario.19).1. Deus deu DATA. a identificação do Elanã é incerta. o qual menciona que foi Elanã quem matou o gigante. o herói que matou Golias (2 Sm 21. Não deve DARCOM.3. Conhecido exilio. 2.28). de 1 Samuel 16 a 2 Reis 1 e em 1 Crónicas 2 a 29. A snbedovel que fosse um governador descenden­ riu do Salomão loi enfatizada por meio da te dos medos. que retomaram do exílio com Neemias |Ed 2. suas realizações o seus problemas roceberam um tratamento extensivo. "Gobrv. 1. Na verdade ele governava sol. era filho de Maol. Embora alguns teólogos o identifiDA RDA.DARCOM ro governamental. administrador e j»rr> ~ 2 .31. para dar o significado tie “amado".1. o hindadoi do Império Persa (Du U.

Deus operava claramente em Iodas as circunstâncias da vida de Davi. sendo responsável pelas rnorles de Saul. tanto poi seu amor a Deus como por sua aparência física (I Sm 18.14). que. Essa experiência o pnsinou a dspondor do Senlior. boa aparência. Davi agradou ao rei. usurpando o trono da familia de Saul.2-6. Saul sofria de melancolia. o Senhor incumbiu Samuel da tarefa de ungir um dos filhos de Tessé. 18). “Vi um filho dft Jessé. porque O Espirito do Senhor o abandonara (1 Sm 16. Quando SauJ sofria dc depressão e crises du melancolia. me livrará da mão deste filisteu” (J Sm 17. Lc 3. a pre­ sença do Senhor em sua vida. ainda cuidava dos rebanhos. e é forte r valente. um efratRU de Belém (1 Shj 17. O propósito dessas narrativas é defender Davi da* acusações de ter agido de maneira subversiva. Os mancebos passaram uni por vez diante do profeta. O prolela procurava um candida­ to que se qualificasse por sua estatura física.11.7).DAVI Antecedentes Davi era o m. 129 . mas nenhum deles foi aprovado por Deus. Jónatas. de lutar contra animais selvageris até suas vitórias sobre os filisteus e de herói nacional a refugiado político.ús novo dos oito filhos de jessé. Segundo. Depois que loi trazido diunte do profeta. Davi cuidava dos rebanhos da família. suu bravura. 16). desafiava SauJ e lodo o Israel várias vezes por dia. Davi com Saul Qs caps. conlorme afinnou para Saul: "O Senhor que me livrou du> garras do leão.31-38). Esse texto relaciona várias características de Davi: seu tulonto musical. Afinai. E o Senhor 6 com ele” (v. Davi foi convidado para servir ao rei Saul como musico. Depois que os sele mais velhos loram apresentados a Samuel. eloquência.24). Jessé disse a Samuel que seu Cilho mais uovo. a moahita (Rt 4 18-22: cf. chamado Davi. Depois que Saul foi rejeitado por seus atos de desobediência I I Sm 15. seus servos. 1 Gr 2. O homem olha para o que está dianto dos olhos. bem como a protegê-lo» dos predadores. Davi eleito por Deus para ser rei Davi era notável. acima de tudo. que sabe locar bem. ele teve certeza que aquele jovem atendia aos padrões de Deus. Davi recebeu duas confirmações de sua eleição: Samuel o ungiu numa cerimó­ nia familiar o o Espírito do Senhor veio sobre ele de maneira poderosa (v. Jessé em descendenle da tribo da luda e bisneto dR Bonz a Rute. mas. 13). anteriormente tinha dito ao povo que Saul preenchia os requisitos.1-15: Ml 1. Deus agiu rapidamente. e de boa aparência. chamado Golias. e das garras do urso. conhecendo a reputação desse jovem mandaram tíhamâ-lo II Sm 1 (J. Primeiro. que o elevaram da posição de pastor fie ovelhas a músico no palácio do rei.12). 15 a 31 de 1 Samuel são uma antologia solta de histórias. 2 1 ). Como pastor. o belemita. pois "o Senhor não vê como vê o homem.26). aprendeu a cuidar dos animais. Um deles disse. como coletânea. Abner e Is-Bosete.'I2J. ele não eulendeu por que o Senhor o enviara a ungir um rei naquela casa. Na juventude. o qual o nomeou seu escudeiro (v. Na corte.37) Davi era também um bom músico. O gigante filisteu. devido h sua bela aparência: “Vedes 0 homem quo o Senhor escolheu? Não há entre (> povo nenhum semelhante a ele” (1 Sm 10. homem de g u e r r a . porém o Senhor olha para o coração” (1 Sm 16. receberam o til llío de "A história da exaltação de Davi". sisudo em palavras. quando os filisteus atacaram Israel 11 Sm 171.

liderou um bando de furos-da­ tei. Intercedeu em favor dele e o convidou para voJlar ao palácio |v.7) Esse contrasta suscitou o ciúme do rei (v. Saul desafiou-o a demonstrar sua bravura e seu valor novamente. porque sabia qun o Senhor eslava com eie e via o am o r da filha por Davi como trarão contra seu remado 1 1 Sm l0. O narrador de I Samuel escreveu: “Daquele dia em diante. ainda relutante em aceitar casar-se com um membro da lamílla real. o íillio de Jessé buscou refúgio juuto a Aquis. o (ônntas o amou como à sua própria alma” lv. 9). ao matá-lo com uma funda e uma pedra () Sm 17. O ciúme de Saul deixou-0 cego. por meio de suu amizade com o filho do rei. Exigiu que o jovem enfrentasse os filisteus em batulba. Os membros da família do rei o amavam. Expulso da corte. Trouxe sua família para a segurança de Monbe r retornou.Sm 17. 3). seu arnor peio povo e pelo alta recompensa — riqueza. Foi extremamente desleal. casamento c. loi para Adulão í 1 Sm 2 2 ). Estava aborrecido por ser obrigado a dar Mical como esposa paru Davi.DAVI por um espaço do 40 dias (I .16). nu esperança de que perdesse a vida. "A alma de Jonatas ligou-se com u de Davi. Qualquer um que tentasse colaborar com Davi era morto por Saul. u fim de enfrentar os perigos de sua vida de exilado.19). Os dois fizoram umo aliança para toda a vida e se separaram (1 Sm 20. O rei fez algumas tentativas para eliminar Davi no palácio (v. porém Davi os seus dez milhares" (1 Sm 18. O filho do rei sabia que Davi corria risco de vida.42). o rei ficava sabendo e o perseguia. Merabe íoi dada a outro homem I ' Sm 18. as mulheres louva­ vam !>eu nome ó faziam comparações positivas entre o jovem e o rei. como um tipo de dote.es de hostilidade explícita contra Davi. Ali. quando muitas coisas boas surgem. A lama de Davi cresceu rapidamente. De maneira vil. Ele sabia que seus dias como monarca estavam coutados e tinha de proteger o Lrono pura sua família. Este filho de Saul chegou ao ponlo de fazer nmu "alian­ ça'’ com Davi (v. bem com o de seus planos de mata-lo.17). pois voltou atrás em sua promessa de dar a filha mais velha. tí). em ■asamonto a Davi ( I Sm 18. Mical lambém amava Davi (v. P a ra onde quer que ele fosse.50). Nesse meio lempo. mediante a matança de 100 filisteus. mas gradualmente percebeu que seu pai real­ mente estava determinado a matá-lo. Assim começaram as alilud.1) e não se preocupava com suas proezas militares. D a v i triunfou sobro o filisteu. Merabe. Davi loi avisado com antece­ dência do profundo ódio cie Saul contra ele.28|. Davi íoi convidado para morar no palíuifc» real (l Sm 10 . i I). “Saul feriu o* seus milhares. Saul traxia Davi sob suspeita" Iv. Gomo expressão dn seu profundo amor a respeito pelo filbo de Jessé. Temeroso de que a boa voulade dc anfitrião mudas­ se a quaJquer momento. Davi e Jònalas fovam obrigados a se separar. Por toda a nação. Como sempre acontece. 10 ) e até mesmo na própria casa do genro (v. procurou imediutamoule agradar ao rei. Jo na tas amava de verdade o íilho de Jessé (1 Sm 19. nem com sua crescente popularidade. rei filisteu de Gale. Davi. a fortuna tornou-se em sina. 130 . compreendia lambém que Deus tinlia um planoespef ial para a vida do amigo. c o m o aconteceu com os sacerdotes de Nobe 1 1 Sm 21 a 22). Aconteceu cie Davi levar suprimentos para seus irmãos que estavam no acampamento <if: guerra e teve oporlunidade de ouvir o desafio do gigante.2 ). 7). deu-lhe suas roupas o armadura (v. 20). Mov ido por seu zelo pelo Senlior. O Senhor eslava com ele. Saul contra Davi Saul fez tudo para livrar-se de Davi. 1 ).16.om a filha do rei Saul e a isenção de pagar injpos­ tos — Davi apresentou-se tomo voluntário paru enfrentar Golias naquela batalha. 4). Quarto. Tbfcoiro.

A ciciado nunca pertencera aos israelitas e localizava-se num ponto estratégico. A Iribo de Judá permaneceu leal a Davi e separou-se da união. Davi chorou pelo rei e por súu amigo 12 Sm l. em um cruzamento entre o leste e o oeste. desejo­ so de ler uma localização melhore reconhecedoi do problema estratégico gerado p e la proximidade d o s cananeus. a fim de cons- 131 . nm vingança pela morte de seu irmáo. poupou sua vida. Davi perseguiu os invasores e colocou um fím em suas hostilidades. o apoio a Davi crescia cada vez mais. Ele e seu homeus também tomoram-so defensores dos moradores de ludá que eram constantemente ameaçados por saqueadores estrangeiros e viviam da parte que reesbiám das colheitas. As noticias sobre a morte do Saul comffâm rápido.42).DAVI Enquanto isso.Es Ir:. junlo com outros cidadãos importantes.3. procurou Davi e abriu negociações com ele. primeiro teve Hebrom como seu cenlro. As tribos do Norte reconheceram Is-Bosete.9. Joabe. Abiatar. seu comandante militar. rei de Tiro. tinha recebido lal proteção de Davi e seus homens. ao invés de matá-lo. pois não linha qualquer ligação especial nem com as tribos do Norte uem eum as do Sul (2 Sm 5. filho do rei. Davi é exaltado ao reino Saul e Jonalas foram mortos na batalha em Gilboa (2 Sm 1.10). Esse reino. agora unificado. Depois da morte do marido. liderou uma campanha bem-suce<bda contra aquela localidade b a conquistou para o rei.4). Nern lodos os criadores. Recebeu a cidade de Ziclague para morar com seus homens. ruas Abigail.iy -27). No eutanlo. lazia com que as pessoas Ficassem orn débito para com ele. 0 norle e o sul. Mas. em Queiia (1 Sm 23). foi no seu encontro com vários presentes. mas era avarento demais para recompensá-los pelo trabalho (1 Sm 25). de onde ajudava Saul a reduzir as forças dos filisteus (1 Sm 27).1-3). O crescimento do podnrio de Davi náo passou despercebido.9). esposa de Mabal. Os filisteus rrão deveriam ficar apreensivos pelo conflito de interesses. Aquis tinha tamanhij confiança na lealdade de Davi. Davi determinou a conquista de Jerusalém. Davi consolidou seu reino. mas as reações loram bem dilorentes em todo país. contra os israelita* (1 Sm 28). Não demorou muito paro que n povo descobrisse a incompetência de Is-Rosete Abner. Bandidos. Ao invés de comemorar este acontecimento. por exemplo. o c o m a n d a n te militar. que o levou consigo como parte dn suas tropas numa balalha em Gilboa. Sua existência tornou^sô tão opressiva que foi obrigado a buscar refúgio com Arpeis. ibrão. ele retornou a Ziclague e descobriu que a cidade fora saqueada e incendiado e u população. Reduziu a ameaça dos filisteus.4J. reuniram-se a ide. pui* atias muitas façanhas. Era uma ( idade neutra. e Q profeta Gado também se uniram u Davi. ela se tornou esposa de Davi (1 Sm 25. Po/ duas vezes Davi teve oportunidade do vingar-se de Saul. euviou seus carpinteiros e pedreiros. como o legitimo repre­ sentante do trofio (2 Sm 2. O enfruquet imeulo do Norte encorajou a morte de Is-Bosete e as tribos voltaram ã união sob o reino de Davi [2 Sm 5.8. ao fazer de lerusalém sua capilal administrativa. rebanhos e do gado que ajudavam a proteger. Davi lularia contra seu proprio povo (lStn 29). O filho de Jessé ficou lurioso. levada cativa pelos amalequitas. as quais loram irtlerrorupidas quando joabe assas­ sinou Ahner. porém. como faz. rei de Cato. um rico íazendeiro. ao tornar Hebrom a capital do novo reino (2 Sm 2. mas. muitos deles guer­ reiros habilidosos. Enquanto os filisteus esmagavam os israelitas no norle. estavam dispos­ tos a compartilhar cora eles alguma coisa. um sacerdote que escapou tlf» massacre em Nolie. Nubui.

Ele é o ‘'tingido" que recebeu autoridade e poder (Ml 28. sem incluir Mofibosote. gloria e bên ção. 132 . pois concedeu a ele uma "casa'* (dinastia) e permitiu que seu filho construísse uma “casa" permanente para o Senhor A promessa de uma dinastia foi incorporada a uma aliança dó conces­ são.11). expulsou as lorças invasoras e foi agressivo no estabelecimento du paz em Israel. quando necessário pela torça.1-1. Poi-lhe revelado que a escassez de alimento era resultado do juízo de Deus.DAVI trair um puláiio para ele (2 Sm 5 . Esse ato firmou o relacionamento entre os dois rois. Al 2) do alto sobre Ioda a criação* inclusive a Igreja (Cl 1 ). satisfez a exigência de justiça feita pelos gibeonitas. Cobrou impostos dos arameus e das nações que decidiu não subjugar (2 Sm 8 :1 0 ). pelo equivocado zelo do Saul. moabifas. ao colocar sobre ele o privilégio de ser um “filho" de Deus. ao tentar aniquilares gibeonitas (2 Srn 21. Providen­ cio u -lh e um lugar e garontiu-Ubue um sustento vitalício |2 Sm 9J. ao levar para lá a Arca da Aliança. A dificuldade era Ião grande que Davi pediu uma explicação ao Senhor. Davi levou os ossos de Saul. Davi buscou a aprovação do Senlior para providondiar um centro definitivo ao culto e à adoração em Israel. I Após encontrar descanso oro Jerusalém. 1 2 ). Provavelmente esse período íoi marcado por uma severa crise fie fome (2 Sm 21.1 *> . edomitas e amonilas |2 Sm 12. deci­ diram acabar com sua grande popularidade O rei resistiu n cada aboque com sucesso e finalmente definiu a fronteira do reino na planície costeira |2 Sm 5. Deus modificou a oferta de Davi. Fortaleceu Jerusalém. 18-26). e trazer as bênçãos do Senhor sobre lodos os fiéis. na época de Josué (Js 9. por meio da cons­ trução de um Templo (2 Sm 7). povo que buscara e recebera proteção dc Israel. O Salmo 2 celebra a condição do filho como o que e x p e rim é D tn uma posição privilegiada e recebe autoridade para estabele­ cer o reino de Deus (veja SI 72h submeter as nações.29-31). a símbolo central du relacionamento e dn aliança dn povo cam Dous (2 Sm 6 ).20. Os filisteus náo perturbaram o pais duranle os dois primeiros anos do reinado de Davi Com o crescimento d» sou poder. Depositou a maior parte dos tributos « espólios uo fundo para a construção do Tfcmplo (2 Sm 8 . A morte de sete descendentes de Saul. Jônatas e dos sele que foram mortos e os enterrou na sepultura de Quis (2 Sm 21. Subjugou os filisteus.19-251. o rei fpi generoso no trato com Mefihosete. segundo a qual o Sonhar tingiu Dctvi e sua casa p a ta estabelecer seu reino r sfetivam ente fmzer u tt i reinado d e paz. (Veja o verbete Aliança.14).2). Jerusalém como centro do reino de Oavf A paz estabelecida em Israel encorajou Davi a persuadir as tribos a reconhecer Jeru­ salém como centro religioso. entretanto. mn todas as parles du Terra. fillio de fônalas. Encorajado pelas promessas de Deus e feliz polo consolidação do destaque de Israel entre as nações. o fortalecimento da posição do fillio de lesse ameaçou a paz relativa de que Israel gozava. Jesus o os apóstolos afirmaram que essas promessas encontram seu loco e recebem sua confirmação em Cristo (o 'Messias' ). / \ proposta concedia a Davi um lugar perpetuo no reinu rle Deus. 1 1 . Davi seguiu adiante. desenvolveu tima administração de governo t entrollzadu. O fa c to David ico é uma adm i­ nistração sohnrunu. Deus graciosamente removeu a maldição e renovou a terra com chuva abundante. feita pela graça. Essas promessas cumprem a aliança que Deus fez com Davi. Embora fosse severo era sua justiça para com as nações. Por incrível que pareça.

por isso. A dis­ sidência rapidamente cresceu e culminou em outra guerra civil. por ter matado Absalão. O rei confessou seu pecado e recebeu perdão (2 Sm 12. condenando a concupiscência e a cobiça íle Davi e seu comportamento vil (2 Sm 1 2 ). a história de Davi é uma mistura dn tragédia o providência divina. com quero leve relaçOes sexuais. Amnom violentou a própria irmã. a fim de infor­ mar todos os movimentos dele |2 Sm 17). AbsaJSo tivera lempo para elaborar planos. O profeta Natà proferiu ura testemunho profético. os quais anteriormente haviam seguido Absalão. Sl :< 2 . (Joabe perdera o favor do rei « o cargo. ao forçá-lo a seguiu um conselho que lhe fora dado por uma mulher de Tecoa. que se aliara a Seba. tentou encobrir seu pecado. Ele se tornou uni personagem trágico. A Iribo de Judá alegou que o rei lhes pertencia 0 ofendeu os habitantes do Norte com a sua insolente arrogância (2 Sm 19. Davi experimentou uma guerra civil dentro do país. fora ao rei pedindo proteção para o filho quo assas­ sinara o irmão. O bobe que nasceu tia união com Bale-Seba ficou doente e morreu. Davi experimentou instabilidade e morte em sua família. o qual 0 enganou. a união entre as tribos ficou enfraquecida ao extremo. em detri­ mento de seu velho pal.13.) Quando Amasa. mas sofreu as consequências de sua perfí­ dia pelo resto da vida. Tamar. Davi saiu da capital com um grupo de seguidores e deixou vários conselheiros de confiança para trás [Ahialar. O rei voltou para Jerusalém com o apoio do* habitantes do Sul do pais. Davi almejava revê-lo e foi encorajado por Joabe. õ'l). Elevado pela graça de Deus a urna posição do imensa poder. As tribos do Norle seniiram-se traídas pela falta de respeito demonstrada pelos moradores do Sul. a fim de perturbar a ordem. com 0 crédito de ter acabado com a rebelião (2 Sm 20.10 saber que estava grávida. ao comprometer-se a atirar a cabeça de Seba por cima do muro. e joabe se encontraram. A vitoria foi clara. Esta. Uma mulher sábia sal­ vou a cidade. precisavam ser ouvidas. Como este demorou muito a relnrnur. preparora-se cuidadosamente para o momento em que o povo o apoiaria. Cousequeutemente. couquislou a simpatia do povo e pensou numa maneira de reconquistar o favor do pai (2 Sm 14). Joabe lrouxe Absalão de volta. mas Davi sofreu mais com a perda d© Absalão do que sentiu alegria pela vitória. o filho do rei voltou ao palácio. A guerra trouxe resultados desastrosos para as torças do filho do rei. desejou ardentemente Bale-Suba. Como resultado. uste o matou e reassumiu 0 comando das 110pas. orientada por Joabe. rf. ordenou que Urias 0 marido dela. Absalão foi coroado rei ern Hebrom e rapidamente partiu em direção a Jerusalein (2 Sm 15). fosse morto no campo de batalha e casou-se com ela legalmente (2 Sm II I. Durante quatro anos. mas não ao palácio real. Joabe retornou a Jerusalém como geueral. Depois de dois anos. Consequentemenle.DAVI A queda de Davi A partir deste ponto. 133 .4U-43). Perseguiu a Seba até Abei-Bote-Mauca e siliou a cidade. pois elas também linharu apoi­ ado o rei e dado a extensão de seu território nas mãos dele. Uusai dava conselhos equivocados 0 Absalão e enviuva mensageiros a Davi. o rei comissionou Abisai para perseguir Seba. filho de Bicri ria tribo de Benjamim. Este fugiu paia salvar a vida e permaneceu exilado por dois anos. irmão da jovem. sob a liderança de Seba. Zadoque e HusaiJ. e causou a desgraça dela (2 Sm 13): foi assassinado poi Absalão. e agora estava sob as ordens de Abisai. Davi enviou Amasa para recrutar guerrei­ ros de judá. . o qual morreu pendurado em uma árvore pelos rabelos.231. a fim de sufocar a rebelião.

pelo qual ora rapaz de gpvornor esse vasto impériu Um excelente exército ora mantido constantemente de prontidão. o Situei. tanto judeus como gentios. wj\.2BJ e. o rebelde (t Rs 2. É o cabeça da Igreja (Cl 1 . mas com o perverso te m o slra s sagaz.í*. a oiro do Araúna. ao lesto. O Senhor nfio apenas mostrou seu poder para Davi e seus contemporâneos. Os escritores do NT t e s t e m u n h a m sobro a conexão entre Davi e Cristo. Por causa riu seu sucesso. ao sudoeste. por esse motivo.3).27. que descenderia do referido rei. Davi linha realizado uõbjetrvode sulidííicar Israel contra os rUisleus. após ouvir que seu filho Adonias fizera unia tentativa de usurpar o Irono (1 Rs 1:1 a 2. A gennulogia do Jesus recua até o filho do Jessé (Mt 1.25.DAVI Os últimos dias de Davi Nu Iftrmino d<i sua vida. Davi ordenou que Salomão fosse ungido rei. mas lambém comprometeu-se a proteger lodo o seu povo por meio do ungido. tuas permaneceu fiei ao Senhor durante toda sua vida.19). Conclusão Davi erd bumano. Meu Deus é a minha rocha. Davi confiou em si mesmo e decidiu fazei um censo Isso desagradou ao Senhor. Livras o povo humilde. Ele é o meu alto retiro. era um bouiotu humilde.9). purque no Senhor estava o fonte du poder e a perpetuidade da dinastia. mus teus olhos são contra os altivos. Conforme Davi escreveu: “Com o pura to mostra* puro.6. os edomitas. ao norle.12). em quem me relugio: o meu escudo. Havlai estendido seu reino por todas as áreai da terra que fora promrtida a Abraão (Gn i5 H$.1-25 ]. Desenvolvou l l i j j . o comandante. e v. □ obediência o a bondade de Deus. Por isso. ao sudeste. e os aram eus. meu refúgio e meu Salvador — dos homens violentos me salvaste" (2 Sm 22.27. sobre a Terra (1 Co 15. At 2.! administração oficionle.1) Ele é o governante sobre o Irono de Davi. e (orça da minha salvação. Incumbiu-o de permanecer fiel o Deus. 1 6 ) e trará loclas as nações ao conhecimento de sud soberania 1 1 Co 15. O próprio rei foi o responsável pela morte de muitos inocentes. A sua lorça estava no Senlior. Tal afirmação sobre sua confiança em Deus é lambém encontrada nu linal de 2 Samuel' "O Senhor é a minha rocha. Preveniu o seu sucessor sobre várias pessoas que poderiam comprometer a estabilidade de sou reinado: joube. que expressava arrependimento paT sua presunção. Essa ê a essência da Aliança Davi dica.Ele esta­ belecerá o reino de Deus.. para assegurar a paz e a estal>ilidadi* dentro do reino. Esse locai. Embora tenha pecado tragicamente contra Deus e o próximo. cujo reino se estende até os confins da Terra. que enviou uma praga contra o reino.c. Os salmos atribuídos a ule faiam desta verdade. Os cânticos compostos poi ele também trazem a correlação entre a humildade.281. e tu os abates ' 12 Sm 22. desde o princípio até o fim de seus dias. cumpre as promessas em beneficio de todo o povo do Senlior. a minha lorlaieza e o meii libertador. nu futura se tomaria o lugar onde Salomão construiria o Templo (2 Sm 24. os tnoabilas e amonitas. cf.5.2.351. 134 . comprou um campo e ofereceu um sacrifício a Deus.

Filho de lorsã. em Canaá. rei d» Jerusalém. veja Micaias. ns israelitas fo­ ram em seu socorro e desfizeram a coa­ lizão. entre Kamá e Betei.1.25 1. mas o rei não IJie deu ouvidos (Jr 36. Seu cunto em ação de graças . Débora. para jurttarse à coalizão de reis e lutar contra os. profetisa e esposa de Lapidote. 7. Desceudente de Cão. (fz 5 31). 5|. a menos que Débora fosso junto. Génesis 35. o ps filhoa de Is­ rael subiam a ela a juízo" (Jz -1.5). juntamente com seus reis e deuses. Quan­ do (riljfião foi atacada.4. noto de Abraão e sua concubina Que fr ira. Para mais detalhes. Um dos companheiros de via­ gem de Panlo e amigo de Lucas (Cl 4. dumnte o reinado de Davi 11 Cr 24. no matar lodOR os reis (Js 10.i Deus foi regis­ trado e ficou conhecido como *'A Canção de Débora " II r. 6 Senlior. através do Cu w e Raama: irm ão de Sabá (Gn LO . Sínein e /tm /l imuj. Ela veio da Mesopotâmia e viveu na casa de Isaque alé a morte (Gn 24. no final. Mm dos filhos de Elioenai. “iiir I de abe Lha”). aa^ quais Micaias transmitiu as palavras do ralo de Jeremias (li 36.316. que inalou Sisera quando esle fugia. O verso final do louvor reco­ nhece a justiça de Deus diante da impie­ dade e seu grande amor. da iribo de MdftalL e O informou sobre o desejo de Deus de que atacasse e derrotasse Sisera.60: em Neemias 7.10).DEMAS D EB IR . Um dos oficiais do rei Jeoiaquim. 135 . 3. Roi do Eglom. 4. Em toda a situação. Pediu ao ml que não queimasse o texto sagrado. gibeonllas.2). 1 2 . D ELA IA S . m. DEDÃ.9 ). ua região montanhosa de Efraim.14: Fm 2-4). após ser derrotado ua butalha poi Débora e Baraque (Jz *1. náo puderam provar que suas famílias fa­ ziam parte dos descendentes de Israel (Ed 2. 2. Ela concordou. que de­ monstrou um considerável medo de SLsera. a vitoria foi atribuída a Jael. Poi o progenitor dos assurins (Gn 25. esposa de Héber. 2. incluído na lista dos descendentes de Jeoonins o cativo (1 Cr 3. Em seu pápol do prnfoUso.1-3.t>2 o numeru é 642j.32). ela enfatiza a soberania do Todo-poderoso sobre as nações. a quem Neemias vjsitou iluranto o tempo de grande opo­ sição à obra de reconstrução do muro de Jerusalém (Ne 6 . Che­ gou ao poder durante um tempo em que os israelitas novamente ignoravam a Lei de Deus e viviam sob o domínio opressor do rei cananeu |abhn e seu geriRral Sísora (Jz 4.17. Nesse cântico.12). (Vejo Ju izes .24)'. Débora chamou Baraque. 1 . mas destacou quo a honru da vitória não seria dele. 1. ao tratar com os que o amam: “ Assim. A dedicação de Débora e sua convic­ ção de que o Senhor os levaria à vitória e restauraria a honra de seu nome em Tsrael excedia multo a de Baraque.8 menciona uma Débo­ ra i ] u b foi “ama de Robeca’’. tomou-se líder de Israel nos dias dns Juizes. Ele se recu­ sou a entrar numa guerra. Pai de Semaías. pereçam todos 05 teus inimigos! Porem os que |e amam sejam como o sol quando se levan­ ta na sua farça'. perfaziam um to­ tal de 652 pessuús e estavam entre os ju­ deus que retomaram fio exilío: contudo. 2 . DÉBORA (Heb. Bem mais tarde.11. entretanto. 1 2 ).5. 1 Cr 1 . a quúl morreu h "foi sepultada ao pé de Betei. debaixo do carvalho que se chamou Ak)m-Bacute“. Realmente. juntamente com OS do Tobias e Nocorla. Aterjdou á convocação feita por A doniZndnque. ela invocou ao Senhor edeu a Elo a glória devida. DEM AS. l Cr 1. 5. Saeenlole escolhidu poi meio de sor­ teio para ser o 23* na ordem do ministério.50). É a única mulher que se deslacra naqueles dias» Trabalhou como juiza e “atendia debaixo da palmeira de Débora. mas de uma mulher. os quais fizeram um iralado do paz com Josué p o s hehreus. Seus descendentes. 1 .18).p.17-22).

14. puro e u m Espirito vivo epessoal.n . quando as pessoas eram desafiadas a servir a um novo Mestre. I p . que ime­ diatamente reconheceram a ameaça aos negócios e oo seu meio de vida. Quando Paulo pregou sobre o cristia­ nismo ("o Caminho'’. e o povo começou a entregar-se a Cris­ to. O triste comentário do 2 Timó­ teo 4. Pai de Eliasale. 2. onde tiveram de ouvir a arenga da multidão por um bom lempo. as Escrituras Sagradas. O após­ tolo pregava que "não são deuses os que se lazem com as mãos" |v. Stmhon) O Deus da Bíblia revela-se em sua criação e. em algumas Iraduçóes seu nome é mencionado como Reuel. a Bíblia pode ser definida como "a autorevelação de Deus ao seu povo'\ É importante lembrar q u e as Escrituras mos num q u e 0 conhecimento que podemos ter de Deus é limitado e finito. Esses uuri ves faziam imagens e ni­ chos da deusa (Al 19. 27. É particularmente inte­ ressante notar que. na quaJ Gaio e Silas.10 deixa cloro quo o materialismo era uma leniação aos crislãr>k primitivos. Eles então organizaram uma passeata. adorada não somente pelo povo da cidade. pois exploravam a preseucu em Êfeso de uma das grandes ma­ ravilhas do mundo — o templo da deusa Diana. e foi fiara Tessalòuica". eram queimados publica­ mente quando as pessoas tomavam-se cristãs.23). De (ato. D E M É T R I O (Gr. 7. da mesma maneira que o é para muitos que vivem na atualídade: ‘Torque Demas me abandonou. etc. como um segundo pensamento (vv.341.). A afrouta do Evangelho contra a divindade de Diana parece que só íoi acrescentada de­ pois. que valiam uma fortuna. DEUS Introdução (O leitor deve consultar tamhám os seguintes verbetes: Cristo.s u s . como já vimos.14. enquanto o Senhor é infinito. por meio de sua Palavra. lider da tribo de Gade no tempo de Moisés. frequentemente a Bíblia usa antropomorfismos (palavras e idétas extraídas da experiência das ativi- 136 .2f>). amando o presente sécu­ lo. At 19. Estava entre os numerosos artífice» quê tinham um ne­ gocie lucrativo. companheiros de Rindo. A pre­ gação de Paulo exigia um compromisso coru Cristo que sempre requeria mudan­ ças dramáticas. na épo­ ca da dedicação do Tabernáculo (Nm 1. foram agarradas e arrastados ao t e a t r o da i idade.38).a D E U EL (Heb. naquele primeiro es­ tágio do Evangelho em Éfeso | Pau lo este­ ve na cidade durante três anos).DEMÉTRJO quando eslava preso em Roma. 2. Finalmente o escriváó da cidade conseguiu acalmar a multidão e enfatizou que. Demetrio liderou os artífices. Espirito Santo. o comércio e os negócios loram também afotodos. 3L Um ourives que vivia em Êfeso Iveia lambém Artaniis]. P . "p e rte n ce n te a De me ter”). acima de tudo.il ninguém jamais viu. ao qu. "D eus sabe"). Discipulo mencionado por João. na cida­ de.47. mas que atraia turistas e pere­ grinos de Iodas as partes do mundo ro­ mano. se Paido havia desrespeitado a lei. o apóstolo escreveu a Timóteo que Demas o aban­ donara. Devido à letra “D" no hebraico ser às vezes contundida com a "R". as acusações deveriam ser feitas diante dos tribunais. Seu filho foi tamoso.24. seu im ­ pacto foi rapidameute sentido em todas as areas da vida do povo. Livros (rolos de papiros) sobre artêS mágicas. devido ao seu compromisso cristão (3 Jo 12). e.

Envolver-se com ela é viver e acreditar ua mentira. seja de fè e sub­ missão. discutidos de diversas m. em prol do sus­ tento e da defesa de seu povo. e eu saro. eutão conhecerei como também sou conbeaido” (1 Co 13 1 2 ). Deuleronomio 32. Deul. Esperava-se que o povo de Israel testemunhasse para as nações ao redoj que existia apenas um único Senhoi e que não havia nenhum outro deus. e seu Redentor. Eu somente. Não há discussão alguma sobre i. “Agora eonheço em parte. O Senlior nosso Deus é o único Senhor". é o come da ló bíblica. Rei de Israel. A existência do único Deus A Bíblia subentende a existência de Deus. para o julgamentu no final dos tempos.moiras nas Escrituras Sagradas. durante toda a história. e leva juízo sobre os que pecam ou vivem em rebelião contra Ele. Uma vida inteira dft estudo. Isso seria visto especialmente no poder de Deus para proporcionar a ele* d s meíos para vencerem as batalhas contra inimigos mais fortes.) numa tentativa de nos ajudar a entender melhor Deus. De acordo com os Escrituras.2 0 ). nuina rejeição direta da revelação do único Deus verdadeiro. 1 Co 8. loraos: "Assim diz o Senhor. Acima dó tudo. lé e compromisso com o Senlior. de modo que Ele será mais bem conhecido por meiu da íorma como se relaciona com as pessoas.1.na Bíblia o quando sua criação õ axaminoda o discutida. Por exemplo. A existência de Deus é froquontemente aíirmada oos contextos quo advertem contra a idolatria. pois trata-se de um livro onde o Senhor revela a si mesmo. embora o uso de descrições e termos normalmente aplicados aos seres humanos para referir-se ao Senhor etorno e infinita sempre deixe algo a desejar. estão de alguma maneira relacio­ nadas com. aprendemos de Dous quundo estudamos sobre Jesus. e restituo a vida. tu és Deus”. A natureza de Deus e sem atributo» são. eu tiro. Somente o "tolo". especialmente pelo retomo de Jesus.sso em atias páginas. de eternidade a eternidade. e não ha outro Deus além de mim Eu causo u morte. o Senhor. no tnmpo de paz.41. o 137 . o não há quem possa livrar das minhas mãos”. pois concordamos com a declararão do apóstolo Paulo. ainda deixaria o crente ansioso por mais. Homens e mulheres exislem na Terra graças ao poder criador e susientador de Deus. a Bíblia ensina que um dia todos estarão face a face com o Seuhor. o "Emanuel” (Deus conoseol. etc. por intermédio de Cristo. ó Israel. 53. emoções. J vo. diz “uo sru coração: Não há Deus" (SI 14. Alguém já disse que “conhecer n Deus”. na exlensâo das fronteiras (contra o poder de outros assim chamados deuses) e em sua justiça h juízo sobre todo* 03 que se desviavam dele.4 declara: "Ouve. lodus as pessoas. Em kaias. ou rejeitavam seus caminhos ou seu povo.33 diz: "Vede agora que Eu sou. aprende-se muito sobre Deus quando age no transcurso da historia. até o limite de que somos capazes por meio do sua Palavra. Os escritores dos Salmos e os profetas também proclamaram que somente o Se­ nhor é Deus e que Ele pré-existe e aulo-subsiste. a pessoa maligna e corrupta.eronômio 6. Muito sabemos sobre u Senhor por meio dos nomes aplicados a Ele. Sempre é dada uma ênfase especial ao lato de que somente o Senhor ú Deus e não existe nenhum outro. O Salmo 90. As acções seguintes proporcionam apenas ura resumo do que a Bíblia revela sobre Deus. ou que formassem a torra e o mundo. a idolatria é considerada um grande pecado (cí. As nações ao redor precisavam aprender com Israel que os seus deuses eram falsos e que na verdade adoravam demonios f 1 Co 10 .2 diz: "Antes que os montes nascessem. Por essa razão. Esse recurso pode ser realmeiile muito útil.ju O tolo i*q sábio).DELIS dacles humanâs. seja mima atitude de rebelião e incredulidade. portanto.

Jeremias disse: "Mas o Senhor Drus é n verdadeiro Deus. e fora de mini não há Deus” (ls 44. a vida veio ã existência e surgiu a criação. .14| Paulo argumentou em sua pregação para os atenienses: "Pois nele vivemos. Nele eslava a vida. hoje. Cí que existe traz outras coisas a existência. aquele que é. No Senlior ha vida o luz.DEUS Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro. a Uru de que reconhecessem a existência do único Deus verdadeiro. ou que o mal sempre permaneceu como uma alternativa ao lado de Deus. se algo existe. ele mesmo ó o Deus vivo. e as nações não podem suportar a sua indignação" Qr i0. tanto n seu eterno poder. ainda que uão me conheças" |Is 45. Rm 4.om Deus. e nos movemos. Tanto Deus. ha o pressuposto de que mesmo oc que são maus e rejeitam a Deus [iodem snr considerados em débito. e eternamente".5. como Jesus são considerados eternos em sua existência: “Eu sou o Alfa e o Ômega. o existimos" (Al 17. o principio e o fim. pois “não deixou de dar testemunho de si mesmo.fNo princípio era o Verbo. Eu te fortalecerei. Eu sou o Senhor. Todas as coisas foram Imitas por moio dele. se entendem.28). veja também 45. por exemplo. com o que conhecemos neste mundo hoje. A Bíblia não admite □ idéia do nuda existindo lado a lado com o Senhor através da eternidade.19.21). e colheita em sua própria estacão enchendo de mantimento e de alegria os vossos corações” (Al 14 17). Pois os atributos invisíveis de Deus.3). é no Novo Testamento que aprende­ mos sobre Jesus e começamos a entender mais sobre u próprio Deus.8: l l 15.17: Hb 1 1. Em Romanos 1. otc. e o Verbo u a Deus. Ele estava no primtipio com Dous. e a vida era a luz dos homens" (Jo 1. o Todopoderoso" (Ap 1. o eu sou o último. diz o Sonhor. De maneira notável. deve ler o poder da auto-exislènria dentro de si.21. O Deus criador A auto-existència de Deus. também são sinalizadas na criação. e sem ele nada do que foi feito se fez.8). Somente Ele tem a vidn em si mesmo e habita na luz e nu gloria eternamente. que era e que há de vir. o Poi. Génesis 1 e 2 descrevem a Palavra de Deus que traz tudo o que conhecemos n existência. revtt a preexistência de Cristo como “a imagem do Deus invisível. de modo que eles são inescusáveis".8 lambém laia de lesus: Jesus Cristo é o mesmo ontem. veja Gn 1 . Colossenses 1 17 desi. sua preexistência e sua autO-exiStÊncia. e claramente se vêem pelas coisas que foram criadas. Hebreus t3.). o o Verbo eslava r. Não há ensino. "visto que o que de Deus se pude conhecer. n não há outro: fora de mim uão há Deus. como a sua divindade. novamente a auto-existència eterna de Deus é subentendi­ da. O ato de Deus na criaçáo é descrito em mullos lugares da Bíblia. neles se manifesta porque Deus Lhes manifestou. 17: 2 Pe 3. O apóstolo fez um apelo aos habitantes de Listra. Ele Lulerforiu ativa- 138 . dando-vos chuvas dos céus.10)i No Novo Tfeslainenlo. A Bililia mostra que o ser que auto-existe é Deus e so­ mente Ele é o Senhor Parque Deus existe. a qual Ele fez do “exnihllit" |a partir do nada. ou ainda náo o concluiu. Ele mostrou misericórdia. Do seu furor treme a terra.81. bem como sua eternidade. 'Ih m b é m revelam que Deus náo iniciou simplesmente o processo e o concluiu. Como em João l. mencionado anteriormente. O racioualismo podo argumentar que. desde a i riução do mundo. Ele é o Criador. o primogénito de toda a criaçào" (Cl 115). 0 Rei elerno. de que a matéria sempre existiu. Esses capíl ulos demonstram claramente que o Senlior iá existia antes da criação e Foi por m e io rle sua palavra e seu poder q u e o tmmdo veio á existência. O Todo-poderoso sempre existiu e sempre existirá.

5. 51. Deus revela a si mesmo coiuo um ser pessoal uo relacionamento entre Pai. Irazer ã existência e destruir. uos quais ele "ama". 1 Co 8 . Cl 1. os mamíferos. Eleslos 1. os pássaros a a humanidade. pois. ao reforir-se ao Senhor. .6. a Palavra de Deus. O Salmo 147.10). Ele é apreseutado como possuidor de liberdade. e logo tudo apareceu”. Porque é pessoal. proporcio­ na a evidência da soberania e do puder do Deus sobro Iodas as coisas. Filho e Espirílo Santo (veja mais sobre a Trindade neste próprio verbete) e em seu deseja de que seu povo lenha um relacionamento real com o “Deus vivo" Sua “perso­ nalidade”. Pela palavra do Senhor foram feitos os céus. Deus. Ele eslá presen­ te em iodas os lugares. revela-se a si inesmn como um "Deus pessoal'. "Não se deleita na força do cavalo. e a Jesus.. Em Génesis 1. o sol.). essa obra aliva de Deus du­ rante todo o período da criação poda ser notada nas duas írafies' E disse Deus: Haja. Em Génesis 2. por ser bom.). 104. “ama" seu povo e “lula" com ele.10.3)..0-1 1 mostra como a vontade eo s propósitos de Deus são espe< ialmen te colocados a disposição dos que Ele “escolheu". d Senhor nunca é descrito nas Escrituras da maneira que as pessoas o apresentam hoje. a água. 2 Po 3.6 .25. O Senlior se agrada dos que a temem. veja lambém Jó 26.. etc. se o Senhor uáo u sustentasse.9.DEUS mente.. a ele eternamente Amém'' (v. Glória. os peixes. A dcixologia de Romanos 11.33-30 oferece a resposta adequada do crcnle na presença do Deus criador. 1 B. O Senhor dirige os seus e cuida dnlns.13. o Pai.2. para criar a luz.16.1-3. Deus é um ser aulo-ejdslente e autoconsciente Qualidades que indicam um ser pessoal podem ser atribuídas a Deus. O Salmo 33. amor e misericórdia. como uma energia ou uma força sempre presente. que suslém o mundo e todas as pesso­ as. vontade e propósitos. Ainda assim. como um ser pessoal. e Israel é a tribo da sua herança: Senlior dos Exércitos ê o seu uome" (Jr 1 0 .10. é Espírito e» portanto. “Porque dele e por ele e para ele são todas as coisas. O Senhor è aquele que çonhoce sou povo ( 1 Co 8. A revelação de Deus em Jesus nova- 139 . várias vezes. sustentador e que exista por si.24. A palavra “pessoal” náo 6 aplicada a Elu em nenhum outro lugar da Bíblia e é difícil nossas montes finitas assimilarem o que essa expressão “pessoal" significa. R claro. a vegetação. náo esta limitada da mesma maneira que a humana. Desde que a criação deriva sua vidu e existência do proprio Deus. seu povo pode experimentar um relaciona­ mento genuíno e pessoal com Ele." p “E viu Deus que isso ora bom".7: SI 102. entretanto. Quando colo* camos esses lutares na forma riegaUva. Jeremias alirtua: "Pois ele lo Senhorl é o criador de Iodas as coisas. os mundos foram criados pela palavra de Deus. pela criação o pelo sou contínuo sustento de todas as coisas cria­ das. Tema Ioda n tf nu ao Senhor. nem se compraz na agilidade do homem. o escritor da carta aos Hebreus lembra os t rentes que 'pela fé entendemos qui. Louvor o adoração sán devidos a Deus. etc. Jo 1. de maneira quo o visível não loi feito do que se vê" (Hb 11. Poli ele lalou. a obra e as palavras do Senlior Deus" são mencionadas repetidamente. elu deixaria de existir (Ap 4. O Deus pessoal O Criador do Universo e de Iodas a» coisas.11 dá alguns sentimentos de Deus. é dessa maneira que Ele é consisientemento revelado.3) e pode ser chamada de "Pai” pelos que vivem por ele (v. a fim do sustentar e vigiar sua criação. Iodas as suas obras são fiéis.36J.17. Ne 9.4-9 personaliza a ‘palavra de Deus" como a que criou e "é rela « verdadeira. Essa obru da criação. e dos que esperam no seu constante amor” (vejo também SI 94. â qual necessita do poder sustontadnr do Senhor. de acordo com sua vontade e seus propósitos. Hb 1. e tudo se fez: mandou. a lua. realizar sua justiça. Mo NT.6 ).

por meio do "sua p a la v r a " . que pode sor vista no seu relacionamento c o i t i seu povo (vejo 2 Cr 169). porém Deus o 140 . A fome loi extremamente severa. Paulo laia sohre isso quando diz: “Sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus.a providência de Deus. mas lenha a vida eterna1 ' |[o 3. Busca os que farão jw le de seu povo. auto-existente e o Criador do Universo. ou seja.16: 14. frio e calor. Deus ê visto como o rei do Universo.28). A Bíblia preocupa-se muito em mostrai. do Israel. de acordo com seu desejo. na verdade.va à conclusão inevitável do que mesmo o que começou por meio do mal. sobre us pessoas. paru que todu aquele que nele crê náo pereçu. Ele é ehamado de Roi. L5-31: 15. que mostra seu amor e traz salvação. TVido foi parle da vontade do Sonhor Posteriormente. em garantir que sua vontade seja realizada. Quando losé foi capturado por seus irmãos e vendido como escravo para o Egilo. ao discutir o assunto com seus irmãos amedron­ tados. Ele é o Senhor iveja Senhor) que con­ trola o mundo e exige obediência. en­ quanto Ele trabalha incessantemente para completar e realizar sua vontade. A guisa de exemplo.). Os escritores da Bíbliu demonstram com convicção que Deus governa sobre toda a criação. tanto uo relacionamento de Crista e do ftii (como o Ftlhjo faz a vontade do Pni e fala as suas palavras). Deus suspendeu a chuva e o orvalho. não é de admirar que um dos temas anais frequentas na Bíblia refira-se à soberana providência dn Senhor. que julga e as pessoas morrem. para realizar seus bons propósitos. mediante 0 cuidado e a proteção. que mesmo o mal pode ser revertido e usado pelo Senhor. É neste cuidado providencial por seu mundo e seu povo que mais frequentemente descobri­ mos na Bíblia os grandes atributos divinos de sabedoria. verão e inverno.2 2 ). os conceitos do destino e do a co so são banidos. mas também que esse desejo preocupa-se especialmenln com seu povo. os governos. Nos dias do rei Acabe. Aqui vemos que não somente o cuidado soberano do -Senhor sempre é feito segundo a sua vonlade e seu propósito. Tal entendimento da providência do Se­ nhor Jn. ele. Lntenlastes o mal contra mim. E Deus quem promete: "Enquanto ú teria durar.DEUS tnenl.10: etc. O poder de Deus é táu grrmde que em "todas as coisas " Ele trabalha para atingir seus fins.9. num momento em que o povo de Deus precisava sei preservado da fome terrível. mas a providência particular e amorosa do Senhor por seu povo fez com que suprisse as necessidades do pTofeta Elias de maneira miraculosa ( l Rs 17 e 18). como castigo sobre o monarca e o jiovo (1 Rs 17 l).fi mostra como Ele é ura Deus “pessoal”. não deixará de haver semenleira e ceifa. mas é providenciada pelo Senlior. justiça e bondade. As Escrituras declaram que Deus tem o controle total sobre tudo. o Senhor mantêm tal controle sobre a criação que pode suspender a colheita dos que vivem no pecado ou se rebelam contra Ele (Is 5. como na maneira pela quul o Pai mostrou «eu amor pelo mundo quando deu M o seu Filho unigénito. José disse: "Vós. assim. não foi o acaso que fin a lm e n te o levou a governador egípcio. ou emanado de nossos próprios desejos pecaminosos. daqueles que são ijhamados segundo o sen propósito'* (Rm 0. Por outro lado. bem como sua providência. ume boa colheita não acontece por acaso. pois estabelece reinos sobre a Terra e destrói-oS.10). pode ser revertido poi Deus. O Deus providencial | á que Deus é eterao. dia e noite” |Cn B. Essa fé e confiança no cuidado providencial do Senlior não eram conceitos novos nos dias de Paulo. n que tala e tudo acontece. Sua soberafíiâ é tão grande. Aqui vemos tambem sua verdade e seu poder.

O cuidado providenciai do Dous por |o. 145. A reflexão sobre a soberania do Senlior sobre tudo. Em nenhum outro contexto o cuidado providenciai <í p Deus pode ser visto com tanta clareza como na provisão da salvação para o seu povo. seu poder total de realizar o que sua vontade determina. DeuteronómiO 32. nos leva nova­ mente a louvíêlo e beudizê-lo ÍS1139. Ioda a Trindade está envolvida nesta obra de atrair e cuidar do povo de Deus (Jo 17. é porque eles haviam-se entregado à increduli­ dade e ao pecado. m e s m o quando resultam e m juízo sobre sou próprio povo. 2 Co 5.12. Deus até mesmo controlou as uçoos do rei do Pérsia em favor de seu povo (Is 44. e Ele reverteu aquele alo terrível para proporcionar expiação o todo aquele que se voltar para 0 Senhor (Al 2. a qual e repetidamente definida como "jiM a" (Sl 119. Pbr exemplo. 1 Pe 5. 13-16. Em lermos práticos.4: 2 Ts 1. o povo de Deus tentou questionar o Senhor. A resposta de Deus era que. íora determinado pela vontade dc Deus. Veja.sua justiça que Deus mostra misericórdia ao s r u povo (Sl 116. As ações do Senhor sáo sempre justas. 129. Sl 103). Portanto. porém: O caminho do Senhor não n justo Ouvi agora. 24.1.1-7|. para uniu resposta ao seu dilema: "Ttaha fim a malícia dos irnpios.25 (também v. Por vezes. Esse desejo de Deus loi realizado "segundo as Escrituras". porém.DEUS toruou em bem. ó casa do Israel: Não é o meu caminho justo? Não são os vossos caminhos injustos?".7. para pedir miseri­ córdia ao Senlior. sondas as menIes e os corações" (SI 7. Q 1. 1 1). ó Deus tia minha rebdão. A providência do Senhor tarnbém é vista na maneira como chama as pessoas para si.). Isso. A ação mais perversa de Satanás e o mais terrível de todos Os pecados cometidos pelos seres humanos levaram è crucificação do Filho de Deus. Eí 1. Pois tu. quando Satanás dêsejava atacá-lo e destrui-lo. É itma alegria para homens e mulhe­ res pecadores saberem que podem voltar-se para um Deus justo eieceber misericórdia.12-14.3*14. sua vontade eterna é inteiramente justa. “Responde-me quando clamo.28.4 resume 141 .3. Km 7 . 37. 1 2 ). O povo de Deus ("o povo justo". de acordo com sua Palavra (Riu 5.11. mesmo sobre n mundo dos espíritos. O U estava do lado de ou tTas riaçôes. Certamente o Senhor frequentemente é visto agindo de maneira providenciai e com poder soberano. sua providência na natureza. para lazer como se vê neste dia: para conservar muita gente com vida" (Gn 50.24). inclusive Satanás (Jó 1 e 2). o reconhecimento da justiça de Deus nas Escrituras permite que as pessoas couíiem em que sua vontade é justo e boa e podem confiar nele para tomar a decisão ou a ação mais justa Elo ó justo corno Juiz do mundo e também ua demonstração de sua misericórdia Mais do que isso.15). por exemplo. 45. se u Senhor lhes parecia injusto. justiça e bondade. O Deus justo A Bíblia mostra-uos um Senlior “justo". formado pelos que foram perdoados por Deus) frequentemente apela para sua fusltça. quando parecia que as pessoas más prevaleciam Achou estranho que os perversos prostrassem quando o "justo" pai leda lanlo sofrimento.13-16. quando parecia que Iíle não os ajudavu.9. apelou para a lustiça de Deus. mas estabeleça-se o justo. 1 Co 15. Isso se reflete em sua Lei.4-6. na humanidade de modo gerai e especialmenle em relações aos redimidos. ó justo Deus. por moio da morto expiatória fie lesus Cristo.li. íntegra e boa.6. Isso faz parte de sua natureza e lem que ver com sua verdade. Na angústia dá-me alivio: tem misericórdia de mim e ouve a minha oração" (Sl 4 1 . o salmista orou. Deus pode ser visto como justo em tudo o que faz. E motivo de temor paru os que se rebelam que o justo Juiz julgará e condenará.39).20.1. E metlian. etc. Ezequiel 16.6). entretanto. também é uma prova do poder soberano do Senhor. 29): "Dizeis.23.

é a lincha.19). em que levanlarei a Davi um Renovo justo. elo ó bom. deve olhar para o Senhor.paia o seu povo. esto vocábulo “nniuo" relere-se a lodo o ca ralei' do próprio Deus). E nós conhecemos.5.9. que é Deus" (Lc 18. e praticará o juízo e a justiça na terra" (jr 23. 2. Sl 1 19. O Senho) faz o que é bom |2 Sm 10. Desta maneira. It> diz: “ Aquele que não ama não conhece a Deus. 6 ). Os profetas olhavam adiante para ver a revelação da justiça de Deus no futuro reino do Messias: ‘Vem dias.7]. nem sua aliança de amor para com o seu povo. sonõo um. O Deus amoroso E justo que haja uma seçâo separaria sobre esto atribulo. a louvã-Io |Ap 15. por causa do pecado e da rebelião deles contra Dous» Furdó Sisaquo teve permis­ são para atacar ludá e chegar alé Jerusalém.75. vé a justiça divina em seus aios de misericórdia e aoçvno [»ara a>m eles o em seu juizo sobre os inimigos. um quem não há mudança uam sombra de Variação".5. que eslá ansioso por essa revelação. ele. nm todas as obras que faz. veja Lc 1.5: Is 9. assim. contudo. Deus o amor.4. é vista de muitas maneiras neste mundo. 3. Daus não comprometeu nem sua jusliça que exige a morte pelo pecado. porque justo 6 o Sonhor. e o trouxe sobro nós.14: veja lambém Ed 0.13. Deus os poupou da destruição somente quando se humilharam e reconheceram: "O Senhor é justo" lv. porque Deus é amor.7. \1. descendo do Pai rias luzes. e náo há nele injustiça. a bondade é Ião parte dele n de seu ser quo o salmista disse: "Pois o tou nume é bom" (Sl 52. tão froquonlemento chamada de seu “amor". Deus é a fonte dn bondade. porém. Tiago 1. pode-se vnr o iuizo do Senhor sobre o pecado e a manifestação de seu amor e misericórdia sobre os que são p e rd o a d o s. e /unro. será suo justiça quo uma vez mais será notada e levará seu povo. Paulo falou sobre u obra de Cristo em termos da rovelaçáo da justiça do Deus. náo obedecemos à sua voz" (Dn 9. Na época du exílio babilónico.15]. Ele é justo e roto”. Daniel expressou dessa maneira.12. Enquanlo o povo de Deus ora. uai rei que reinara v prosperará.DEUS £ i justiça do Senhor desta maneira: "Eli. cuja obra é perfeita. se alguém deseja saber o que significa bondade e amor. ainda que tradicionalmente o amoi de Deus soja visto comu um aspecto de sua ‘ bondade". At 22 14). especialmenle. É evidente que no universo é algo generalizado.8.6. inclusive o& ímpios..sáo justiça. e cremos no amor que Deus lem por nos. 54 6 . Assim. Deus é a verdade. "Por isso.3. lfi. Josus disse: "Ninguém há bom. ou na 142 .) An falar sobro os últimos dias o o retorno de Cristo. Quem está um anuir está em Deus. o Snnbor vigiou sobre o mal. o Senhor permane­ ce justo e integro ua salvaçao [Km 1. 20-26. como ensina que Deus é sempre bom. o mais maravilhoso do Senhor da Bfblia. quando peçam. nosso Deus. e todos os seus caminhos . Na morte de Jesus.17.60). Em ouiras palavras. quando Deus vindicara seu nome diante de todo o mundo. e Dous nele". reconhecem que a justiça do Senhor permite que Ele traga disciplimi sobre eles. pois ele é "bom" e é "amor". os líderes tornaram-se particularmente conscientes deste aspecto da jus­ tiça do Deus. ) loáo 4. Em i Cmnica» 12. Várias vezes as Escrituras dizem que o Senhor "ama" ou mostra "amor" à sua criação. diz o Senhor.17 díz: "Toda boa dádiva e todn dom perfeito é do alio. É parte da natureza de Deus. mais rio que isso. o rei Roboáo o os líderes de Israel finalmente foram obrigados a admitir que. etc. Náo existe um lado "sombrio" uo Senhor. nenhuma base para a visão orieulal de que o bera e o mal existem lado a lado. 3 Cr 19.. que prqmele perdão e misericórdia. O texto náo só mos Ira que o Senhor é a lonte daquilo que é bom. A bondado do Deus.t formam algo chamado "deus".

O dom é ainda mais esctraordinário. quandó pediu perdão po)o povo de Israel. cuida e livra do juízo. dizendo. demonstrado através de toda a história de Israel f 1 Cr 16. "Ezequias.. do tempo de semear e de colher (Sl 33.10. que adorava a Deus sem ler passado polo ritual da purificação.19: Nm 14.Dous. 7. de lal forma que todos possam conhecè-ló e responder-lhe em a m o r (Rm 5. eslando nós ainda mortos eu» nossos delitos.13.19|.3: Ed 3. lesus loi oferecido peio Pai como sacrifício pelo pecado de todo o quo crê. ToJvez o mais famoso versículo da HíbLia. que é riquíssimo em misericórdia. dos quo são chamados segundo 0 seu propósito. em que Cristo morreu por uós. pois encontram sua salvarão (Lm 3. que só é efelivadu pela ação salvadora de Deus. para si mesmo.1 t. pois "excede lodo o entendimento'* ÍEI 1. dado a pessoas quo nõo são merecedoras. para os levar à salvarão. O povo de Deus sobe que não merece este sacrifício. a respeito da continua rebelião do povo.15. 2 Cr 5. Sua bondade.5: Ml 5. O amor de Deus lambém e visto por seu povo ua maneira como Ele dá o seu Espírito Sariio. O AT retere-se ao Senhor 143 . 9).4-6 : 1 Jo 3.fDetis salvador". Essa grande obra de salvação ó (eita "segundo o seu beneplácito que propusera nm Cristo" (v.6). do justiça. João 3. pois Deus prometeu amar smi povo para sempre. A salvação do Dem pura seu povo é sua mais prolundae lantastíca demonstração dc bondado o amor.im js manutenção ria próprio v j r j n . pois "Dous prova o sou amor para couosco.19).25). sendo nós ainda pecadores" (Rm 5.0: Tl 3. Ao meditar sobre sua graça a lavor de lodos. mas tudo lhe tirarei" (Os 1.20. porém. Al 17. adverte.34. “nu nõo tornarei mais -a compadecer-me da casa de Israel. mas também representa o falo de que “todas as coisas" cooperam para o bem do povo drt Deus.4: 1 lo 3. quando aplicados o Deus.1. Isso pode significar que o amor será em lorma de disciplina (Ap 3. 39: veja a secão anterior “O D'*us providencia)"). Sou amor íiol por sou puva às vnzfíS é chamado de “aliança de amor" ou “amor fiel". perdoe a lodo aquele que dispós o coração para b u s c a r q Senhor. orou por eles.25). 35.51. expresse o sentimento desse dom de Deus: "Porque Deus amou o mundo de tul mannirn quo dou oseuJFlLbo unigénito. Fbi para a bondade do Senhor que o rei Ezequias apelou.16). Os que buscam a Deus experimentam soa bondade o amor. Sl 118. O Senhor é corretumonte descrito como . nos vivificou juntamente com Cris­ to (pela graça sois salvos)" (Eí 2 4. A naUuexa doamor divino. du ordem ua criação. ruas lenha a vida ulema”. “Mas. A Bíblia ensina que toda a humanidade 6 pecadora e necessita de redenção. é mais evidente em seu ainor e fidelidade paru com sou povo.5). O seu povo o louva acima de tudo polo amor demonstrado em sua misericórdia e perdão do* pecados. Os israelitas repetidamente louvavuru «o Senhor poi seu amor eterno. seguudo o beneplácito do sua vontade (Ef 1 . entretanto. a quem Ele protege. pelo seu muito aiuor com que nos amou.1).. frequentemente é expressa por meio do vocábulo "graça". Eles também experimentara o amor divino em seu cuidado providencial. ou mesmona provisão da luz du Sol o íLi chuva. O problema é como uma mente humana pode assimilar a profundidade desse amor.45. Ê digno de nota como os vocábulos “bom' o "amor" aparecem juntos de maneira Ião frequente. para que lodo aquele que nele crê não pereça. Nada poderá separa-los do amor de Dous e do Cristo (Rm 0. 2 0 : ír 33 1 1 ). O Deus salvador O a m o r de Deus é visto proeminenlemenle em sua salvação por meio de Jesus í"Jesus" significa “o Senhor salva": veja lesus]. que é bom. ao falar por meio dn profeta Oséias. extraor dinário o não merecido.191 O próprio Dous." (2 Gr 30. eles o louvam pela maneira como os escolheu e os predestinou para sumrn Olhos de adoção por lesus Cristo.O Senhor.

Quando seu nascimento foi anunciado. Vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação” |ls 12.5: 15. Dous redimiu seu povo do Egito porque o amava: “Mas porque o Senlior vos amava. da mão de Faraó. As vozes. corno alguns a têm chamado. O Senhor Deus é a minha força e o meu cântico. 59. Uma lição necessária à compreensão de Iodas as pessoas e que somente Deus é Todo-poderoso. Dous justo o Salvador uno hii além do mim" (Is 45. A Libertaçfto do Egilo.4). Jesus foi o cumprimento de (ais promessas.5. Ambos necessitam de perdão. rei do Egito” (Dt 7. Assim como precisavam de uma redenção física e libertação. Certamente Deus é a minha salvação. que os Livrará” (Is 19.21: 4 3 . que mostra os acontecimentos no deserto para os que "es­ queceram seu Deus": "Pondo*os ele á morte. 44.1-3. õ Senhor.46. lanto nas batalhas como no perdão dos p e L a d o s. Lembravam-se de que Deus era a sua rocha. 45. O êxodo do Egito tornou-se o grande evento na hislória de Israel. o Senhor vos lirou mm mão forte. Isaías olhava adiante. de Zacarias e do Maria. por causa dos opressores.34. Aquele acontecimento histórico proporcionou ás gerações luturas uma evidência de que Deus tem o poder para salvar e libertar: essa verdade toruou-se a base em que podiam apelar para o Senhor salvá-los o livrá-los novamente em outras situações odvorsus (Èx 6 6 . ele se tornou a m i n h a salvação. veja também 1 Cr 10. com o advento do roi da linhagem de Davi.43.35. eu tão o procuravam. Ainda que te iraste contra mim. 68-75.15-24.2 1 .5. Lc 1. 2 . As profecias concernentes à salvação do povo de Dous. e para guardar o juramento que fizera a vossos pais. para o dia em que um Salvador e Redentor viria para o povo de Deus: “O Redenlor virá a Sião e aos que se desviarem da iransgres são em Taco. atividade salvadoni e redentora imediatamente dominou as palavras dos anjos. sáo anexada* às promessas dt) perdão de pecados e salvação do juízo de Deus.47.20).211. 30-32.91. veja Jr23. e tu me consolaste. quando o povo o louvaria: “Graças te dou. 34. tanto «la nação como dos Indivíduos. "Redenlor' e "Salvador". Os profetas olhavam paro o futuro. todos conhece­ ram a atividade salvadora e libertadora de Deus.15: 24. Á promessa que Deus faz ao s e u povo é que “quando domarem ao Senlior. essa atitude.22. 18.151. ao passo que o Senlior ensinava que somente Ele tira o Salvador (Dt 32. Os 13. Ele era ú Deus Salvador que veio a Terra para salvar e redimir. porõm.1-12). entretanto. portanto. proporcionou também uma adverlôni ia. a tua ua se retirou. o povo de Israel voltava-se para outras nações em busca de proteção e salvação. se não querem receber juízo. soberano o justo.26. 1 1 . diz o Senhor” (Is 59. ls 54. invari­ avelmente falhava. confiarei e náo t e m e r e i .34-36. o único que pode salvar "E não há outra Dous sonão eu. e de madrugada buscavam a Deus. 144 .8. ao Levá-los do Egito para Canaá. Is 17.3.Os homens e mulheres fiéis. I Cí 16. Dt 0. Sl 111610). de que o Deus Altissimo era o seu Redentor* ISl 78.1 1 ). etc. Sl 31. ole lhes enviará um salvador o um defender. chega ao seu grande clímax uom o advento daquele que seria chamado cie "lesus. mencionados no AT. e esperava fidelidade b serviço do sou povo nídimido (Dt 13. voltavam.. que ofereceu às gerações futuras uru memorial e uma ilustração da salvação e redenção operadas polo Senhor. Louvavam o seu nome pelo seu perdão e sabiam que podiam submeter-se á justiça de Deus e que Ele os salvaria (Dt 21. os israelitas neces­ sitavam também de perdão dos pecados: nisto também o Senhor provou ser o Salva­ dor e Redenlor do seu povo.). Toda a 'história da salvação”.8). O pró­ prio Dous mostrou a sua obra salvadora.26. para o dia do advento do Messias.18. porque ele salvara o sen povo dos pecados deles" (Ml 1 .20J.DEUS como "Libertador".6: Zc 0. e vos resgatou da casa da servidão.10).

Portanto.18) — o que dificilmente seria considerada como uma ação masculina! A paternidade humana deriva de Deus e não vice-versa. se obedecer. Ele é a fonte de Iodas as coisas e.salvar" © “salva­ ção" níferem-se a toda a obra salvadora dn Cristo. portanto. geração perversa e depravada é. morle e ressurreição. E assim que recompensas ao Senhor. Lamentavelmente. Israel é o seu “filho primogénito" e. quando os crentes serão salvos da justa ira de Deus e serão glorificados: Rm 5.9). glória.. Deixa ir o meu filho" (Éx 4. antes do todos os séculos. e os engrandeci. como Pai de Iodas as pessoas. os vocábulos “. nosso Salvador.10).9). Assim. porque sou uni 145 . domínio e poder. O Deus Pai Conforme já vimos.6. devidamente entendido. ele é o Pai de seu único Filho lesus Cristo Numa época em que muitas vezes se pergunta se o Senhor realmente deveria sei chamado de "Pai". N'ele. que le fez e te estabele­ ceu?" É o relacionamento pactuai com seu povo que está especialmente em destaque aqui.1: 8. nesse sentido.1). majestade. quando os crentes foram “justi­ ficados?^ Rm 5. Chamar Dous de "Ptii" sem dúvida é correto do ponto de Vista bíblico e. é também "Pai". É o Pai da criação de Israel — o povo da sua aliança p .28. 1 Co 1.23. 19. há salvação (Lc 3. e em ninguém inms.15) e futuro (no ilid do julgamento. a paternidade dc Deus sobre Israel é mencionada ou subentendida. dos cristãos. pois elos são geradas por Ele (Ml 2 .29: Hb 12. De fato.10). agora e paia lodo o sempre.18: 2 Co 2.O Senhor toma (cria) Israel.24. olham paia o iuturo. e isso é d sua mancha. Acima de tudo.12: Hb 2. se porventura desprezar seu Pai (v. ao lazer dele o seu povo peculiar e ao udotã-lo amorosamente como pai. povo louco e ignorante? Náo é elo teu Pai. pois isso pode parecer uma postura "machista". Amém". Deus e ocasionalmente referido. cometidos pelos pais humanos. meu primogénito.22. na esperança de receber de volta amor e obediência IM1 1 .2! "Criei filhos. é Importante notar novamente que Deus é Espuito. Deus udverle Israel de que será rejeitado. num sentido genérico. assim. Como Pai. Deus e born e é amar. O fato de Dous apresentar-se como Pai de Israel significa quo tem o direito de esperar em resposta uma sincera comunhão com o filho.DEUS O Deas salvador é revelado plenamente em lesus. FTwieu'0 . jã não sõo seus filhos. é totalmente eirado descreve-lo como masculino ou feminino.8: 2 Tm 1. Por exemplo. Deuteronòmio 32. que le adquiriu. Deus exige do Faraó: “Israel é meu filho. 1 0 : At 17.9 10 : At 4.6 ). A medilaçao sobre quem é o Senhor sempre tom Invado ã doxologia. mas eles estão revoltados contra mim". lemos sobre o Pai como 0 Deus “que te ge­ rou" (Dl 32. presente (com a operação progressiva do Espírito Santo na vida do crente. Judas 25 expressa o louvor a Deus nomo Salvador por meio de lesus Cristo: ‘Ao único Deus. S eg an ­ do. tom muito a dizer para corrigir os muitos abusos que são presenciados atualmenle. ua maior parte ilo tempo. o Senhor tem o direito de ser obedecido. desde sua anuamação. até sua glorificação. receberá a proteção do Se­ nlior. por caminho reto em que náo tropeçarão. Tknto este profeta como jeremias.6 dá alguma indicuçâo desse relacionamento: "Corromperam-se conta ele.9.5. entretanto. no processo de santificação. 18). Sua obra salvadora é considerada como ttín aconte­ cimento realizado em ires tempos: passado (na cruz. El 2. De íato. por Jesus Cristo nosso Senhor. encontrou um povo rebelde. para um lempo em que o Senlior será o Iki de um filho que corresponde. Os 11. é Pai. Dous então mostrará a Israel seu cuidado e seu amor: "Guiálos-ei aos ribeiros do águas. Deus diz em Isaías 1.

7 diz: . porque me amasle anles da cria­ ção do mundo" (vv. Isso lambém aponta o c a m i n h o pura a filiação a Deus para lodos os cristãos Deus corno Pai de todos os cristãos é o complemenlo de sua paternidade a ser mencionada aqui. o veremos" (1 Jo 3. O Senhnr é n Pai de todo o que lom fé em Cristo. somos lodos obra das luas mãos Náo le enfurnas lanlo. E somos mesmo seus fillhos! O mundo não nos conhece porque dão o conheceu.26. e m sou batismo: “Então ouviu-se esta voz dos céus: Tu és o meu Fillio amado em quem me comprazo" (Mc 1 1 II. nos le pedimos.Ul). De ialo.1 2).. é o louvor: ‘Vede quão grande amor nos concedeu o Pai. Tu és meu poi.26). quando seu filho chamar. diante da idéia de ser feito lilho de Deus. Um lilho humilde admitirá que o Pai tem direitos. mediante a qual podem utilizar o nome mais pessoal de "Aba" fPapail. o Filho. Antes. para o advento do rei ungido da linhagem de Davi.51. e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo. e o Deus Fillio. que fôssemos chamados filhos de Deus. é herdeiro da glnria de Dous. mo invocará. 63. Como Pai e Deus da Aliança. El 1. meu Deus. Isso. Parte da pleni­ tude da salvação. Paulo diz que os filhos adotadns soo “co-herdeiros de Cristo. Assim como Jesus. como “filho".9.0).1U. que esta ao lado do Pai. agora somos filhos de Deus. e a minha aliança lhe será firme" ÍSI 80.om ele sejamos glorificados" (Km 8.16).J1. Mas sabemos que. Cris­ to muSLrou o Pai ao mundo: "Não crés tu cjue eu estou no Pai. e Efraim ó o rnou primogénito" (Jr 31. Ele mo disse: Tu és meu Filho. 24. eu hoj© te gerei” (veja também Sl 80. Esta filiação esta relacionada uo seu nascimento virginal (Lr 1. de uma maneira especial. ó Senhor.35). O Pai onuncin claramente a condição de Jesus. Senão por mim". mais larde foram aplicadas a Jesus Cristo IAl 13. Amados.25: I Jo 4.DEUS pai pura Israel. 146 . quando as pessoas olhavam para o futuro. é o Pai que está em mim quem faz as obras" (v. “Eli. para que também r. pois Jesus lhes revela (Jo 14. tu és o nosso Pai.23.17J. a rocha da minha salvação. É importante notar que em ambos os textos a "filiação'' também está intimamente ligada â he­ rança. NOs somos o barro. O acesso a Deus como "Pai" só é possível por meio (le Cristo: "Ninguém vem ao Pai.6^0). tu és o nosso oleiro. 6 ) . 0 NT Inditta uma comunhão permanente entre o Deus l^i. ele responderá. "Mas agora. Por exemplo. 0 Senhor. o qual é descrito c o m o “o Filho unigénito de Deus" (veja fesm ). liizoodo.rPfncluiiiami o decreto do Senhor. e ainda ano se manifestou o que havemos de ser. quando "le se manifestar sere­ mos semelhantes a ele. De fato.8. aplicada aos crentes pelo Espírito Santo. pois ele represenla o poVòi A aliança que o Senhor fez com o rei Davi estabeleceu que Deus seria o ‘ Pai” dos descendentes dele: "Eu serei seu Pai r ele será meu filho”. porque assim nomo é. porém. ao dirigir-se a Deus (Rm 8. náo as digo por mim mesmo. Deus é "Fiai" unicamente de Jesus. Olha.18: "Ninguém nunca viu a Deus mas o Deus unigénito. como "pai". O salmista destaca Rsse lema. num perpetuamente te lembres da iniquidade. É possível para lodo o que cré em Cristo conhecer o Pai (Gl 3. a única resposta apropriada por parle do crislão.5). Esse relacionamento eterno é indicado em João 1. é quem o revelou” Em . Novamente.João 17 Jesus dirige-se o Deus como "Pai” o olha para o futuro. mas essa não é a único origem.33: Hb 1. serviu apenas para confirmar publicamente o que já era verdade. O meu amor lho manlerei para sempre.0). disse Jesus (Jo 1 4 . lodos nós somos o leu povo" (Is 64. quando receberá novamente “a glória que me deste. veja lambém 45.27) Posteriormente essas paisagens sobre o filho assumiram um significado messiânico. Gl 4. é a condição de ''ado­ ção" de filhos (Rm 8.14-17. se é certo que com ele padecemos.0).26-28)i Deus lambém é o Pai do rei de Israel. o Salmo 2..

Tg 5. Dessa maneira. paia Lembrar os textos do AT que se referiam a tudo o que Deus ê. mas isso significava que falavam e operavam com sua total autoridade e poder por Irás deles.32 com Atos 2. É "un nome de Jesus” que os apóstolos curavam e a Igreja orava (At 3. uma inferência ao “Nomo" do Senhor leva consigo uma indicação da pró­ pria natureza de Deus. Jl 2.7. Quando os israelitas desejavam afirmar a presença de Deus com a Arca ria Aliança. É “no nome de Jesus" que as pessoas são desafiadas ao arrependimento.DEUS Os nomes de Deus Enquanto dos modernas culturas ocidentais o nome realmente só é usado paia distin­ guir uma pessoa do outra.21). balismo e a receber perdão A fó precisa ser “no nome de Jesus" (Al 2.11: Sl 17. Em Éxodo 23. os sacerdotes e tevilas mimsUavam "no nome do Senhor’ e os profetas falavam uno nome do Senhor". amoroso e fiel.). Romanos I0.R a Deus está em Jesus e tudo o que Deus é. que está presente etn todas as áreas de seu domínio (2 Rs 5.20). Cristo lambém è (compare ]oel 2. Quando a Lei diz: "Não tomarás o nome do Sonhor teu Deus em vão.su pode ser visto mais claramente do que ua expressão "nomo do Senhor” quo ooQtre aproximadamente 100 vezes nas Esirrituras. Também e correto concluir que tal ser trata-so de Uma "teolania". etc.13J. 3.5. Salomão falava em consiruir um Tfemplo “mo nome do Senhor" (1 Rs 8. Não pode ser tratado da mesma ma­ neira que os ídolos pagãos. O Nome Quando Génesis 4.24. pois o Senhor não terá por inocente o que tomar o . Dessa maneira.21.6. por meio da qual o Senlior de alguma maneira era experimentado ou visto na presença do anjo (veja Teofanias). mencionados do mandamento anterior |amais deve sei invocado como uni poder mágico ou ser reforido muna adoração que não é centraliza­ da exclusivamente nele. A lei afirma que o próprio Senhor Dão dtsve ser considerado com desdém. Se o nome ê de Deus v Jesus é chamado pelo ‘‘nome’’. Assim. suu proibição esteja incluída no mandamenlD). vários nomes específicos sáo airilmídos ao Senhor na Bíblia e nos ujudum a enlendê-lo me­ 147 . o "Nome" de Deus está presente no anjo enviado para li durar o povo de Israel. então tudo o que perlenc. Em adição a essa maneira abrangente de relerir-se ã plenitude de Deus.45. claramente tem "m mente mais do que as ocasionais expressões irreverentes [embo­ ra. 22: 21.17. não quer dizer simplesmente que as pessoas aprenderam a usar o nome "Senhor". Fazer alguma coisa no “nome do Senhor" é realizar algo no lugar dn próprio Deus ou lazer com todo o endosso de sua presença e pm obediência à sua ordem.118.7). È interessante notar que no NT o "nome" pertence a Jesus. não que eles alegassem ser Deus.2(3 cllz: "Foi nesse tempo que os homens começaram a invocar o nome do Senhor’.9).10: 9. u mesmo aconlece com Jesus.20. O texto indica que elas começaram n adorar ao Seidior por tudo o que Ele é. os registrados na Bíblia são utilizados para representar totaJmenle a pessoa ou indicar aspectos de seu carãler ou de seu objeiivo na vida (veja seção Os nom es e seus significados na Inixodução). Até o mesmo o rei Davi lutou “om nome do Senhor’ (Dl 18. em toda a vida e vê-lo como o Deus soberaDn o transcendente que é: pessoal. 0 nome é um meio de descrever u plenitude. 1 Ks 18. faziam isso mediante a invocação do "Nome do Senhor dos Exércitos” (2 Sm (5. Quando a Bíblia fala em "invocar" o nome do Deus.14).seu nome em vão" ifex 20. a Uanscendênda e a presença do próprio Deus. o próprio Deus. 1 Sm 17.2). é claro.32: S í 3. Em uunhem nutro lugar ii. Assim como a autoridade e o poder dp Deus são vistos em seu “nome". É uma frase que sintetiza o que nunca pode ser lotolmente resumido — ou seja. geralmente é num contexto de exortação para se adorar ao Sonhor totalmente.

Sanio" ou “o Santo de Israel".DEUS lhor. Yahweh (o Senhor).8: etc.:t). Isso apresenta algumas dificulda­ des na tradução. Disse muis: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós" (Èx 3 1 4 : veja v. Som dúvida. Gn 21.1. Isaque e Jocó”: o "Deus dos hebreus” (Èx 3. Foi por este titulo que o Dous de Abraão. Gu 35. Ex 8. Náo é fnr. portanto. 0 Senlior lhe respondeu: “EU SOU O QUE SOU. embora o lermo esteja uu plural. o que sempre seria íiel ãs suas promessas em favor do sou povo. eles enfatizam aspe«:tos da natureza e do caráter de Deus. Foi Ele quem se apresentou a Moisés e ao povo de Jsrael através das gerações como o Dou* dn aliança. Para uma discussão mais detalhada do grande significado deste nome.A raiz deste vocábulo provavelmente significa "poder". Foi sob esle nome que 0 povo da aliança adorou a Deus. Rocha A fidelidade. Com o significado de “Senhor” ou “Mostro”. 2 Sm 22 3. a fim do estabelecer um elo no AT entre a sua santidade e a necessidade do que o seu povo seja 148 .15. a fim de afirmar o enriquecer o que já foi mencionado anteriormente. 47: Sl 62. | . Outros textos falam sobre Deus comr» “o . os cristnos entenderam que o Sonhor da aliança ora lesus Cristo o. o título "YahwelT trazia uma declaração da existónciu contínua dn Senlior e sua presença permanente com seu povo. O vocábulo El” lambém aparece em formas como "El Shaddui” (Dous Todo-pode­ roso”.outros deuses. “El Belel" (Dous do Betol. Outros nomes. Como o nomo revelado de Deus.3. o Deus de Israel) (Gn 3:t-20). “o Dous do Abraão. O vocábulo Yahweh. O nome em si é derivado do verbo hebraico “ser". Paru mais detalhes.18.3) A forma plural às vozes refere-se a . 22. luizes 6. 18. A lorma plural indica a plenitude do Senhor.38).28: Is 28. Yahwnh.33.24 diz que “o Senhor é paz”. é claro. etc.7): e “El O lan f (Deus Eterno. 15). este tormo é aplica­ do a seres lmmanos em posição de autoridade. Nus Escrituras. que geralmente é traduzido como “Se­ nhor”. Elohim. tem sido corra tumente chamado de ”o nome da aliança de Deus”. mas também e usada na lhblia pura o único Deus.3 ). atribuir louvor ao sou nome o diferencia-lo dos deuses pagãos. em nossas versões da Bíblia em Português.4. assim idéias e atributos do AT que pertenciam a Yahwfíh foram trazidos e uplicudos a Jesus. significa algo como “Ele é" ou talvez "Ele truz ú existência”.12. muitos outros termos aplicados u Dous são adjetivos. El.19). Moisés imaginou pessoas que lhe perguntariam pelo nome do Deus que lhe apareceu. mas com Moisés há mais revelações du fidelidade de Yahweh à aliança e de sua comunhão intima com seu povo. . o nome éaplicado ao unira Deus — "El E lohe h r o t r . Um nume Comum usado para a Sonhar e geralmente traduzido corno “Dous” (Elohim o o forma plural).). Embora algumas vozes sejam tomados como nomes. Gn 17. o “Deus dos douses". entretan­ to. “El Elyom" (Deus Altíssimo: Dl 32.8: Dn 7. os seguidores fiéis do Senhor já o conheciam por esto nomo autns da revelação tia sarça ardente. geralmente é usado juntu com o nomo \fthweli. veja também Sl 90. Ele é totalmente distinto das pessoas criadas. etc. em sou ser (Nm 23. porém. Isaque e Jacó escolheu revelar-se a Moisés (Êx 8 . Este termo era utilizado em outras culturas e religiões para des­ crever uma grande divindade. veja Senhor. A d o n a i (Senhor). Na Bíblia. Diferentemente de lodos os “nomes". geralmente traduzse como "Sonhor Deus" (2 Sm 7.7: Ht 1. voju a seção "O Deus de Abraão". Elo é o "Deus do céu e da terra” (Gn 24. 56.5) e. No NT.).2). quando voltasse puru sou povo. Sào usados para descrever d Senhor. Quando rolaciouado a Deus. u confiabilidade e a graça salvadora do Deus du aliança são ocasionalmente descritas por melo do epíteto “Rocha” (Dt 32. “Deus da glória” (Sl 29.il lei a frase “O senhor senhor ’! Assim. no artigo sobre Abruão). [Deus.16. “Deus dn ver dado” (Sl 31.

o tenno YHWH aparece r. uo AT.10. ser mencionado aqui OOroO um nome quo ainda sobreviva em algumas traduções. é Iradu/ido como Senmok. concede vida e envolve-se com a própria criação (principalmen* te Pv 8 .4).0. contudo. "Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem. por exemplo.1-3). Em­ bora algumas pessoas neguem seu significado.2-0: veja lambém /In/o do Senhor). otJ negavam que houvesse distinções entre as três pessoas. ijh maioria das vezes. Mas indicações lambém estão preseules na compreensão da própria criação. Alguns sugerem que "o anjo tia Senhor1 ' lambém deve ser identificado com Deus « ainda assim é distinto dele (Êx 3. Realmente.içâo bíblica da "plenitude" de Deus. os cristãos sem pré creram que somente ele pode lazer justiça à revel. fesus então demouslrou sua autori­ 149 . o problema dos líderes religiosos daquela época loi justamente que algu­ mas das coisas que Gris lo lazia e dizia só seriam feitas e ditas por Deus.2 0 . "o Senhnr ú minha Bandeira”. Embora o lermo “trindade’7 não seja mencionado nas Escrituras. Muitas passagens conduzem para a pluralidade relar ionada com o que e o “unico Dous". Esle termo é pouco d lado nas modernas versões da Bíblia. por meio de sua Palavra o peln snu Espírito IGn 1.7. aspectos da doutrina da Trindade surgem primeiro quando os discípulos e seguidores de Jesus reconhecem as obras e as palavras de Deus nas a ti ludeS de Jesus. em hebraico.1014. 3. Pv 9.61 Algo semeliiaute ocurre em Provérbios 8 . Em Génesis 1 . era uma blasfémia. é interessante untar que o Senhor refe­ re-se a .si mesmo com o lermo plural “elohiin” em certas passagens. em nossas versões. Deve. o “Sonhor Todo-podeitiSú”. Outros grupos estão total­ mente tora do ensino bíblico o entram efetivunionte no mundo lio trileis-mo. portanto. Is B.22: 11. entra uniras Jeová. Ele será chamado de Deus Poderoso. é Deus quem cria. As vezes essa roferòniia no plural parece ainda mais notável. eles alegavam que Jesus blasfemava.10. A h istó ria da Igreja é permeada peio surgimento de seitas que náo reconheciam Jesus Cristo como Deus ou que se recusavam a aceitar a visão Irinitai ia do Senlior: outras náo viam um dos componentes da Trindade como totalmente Deus.8 | . Esse tipo de evidência espera por sua . onde a sabedoria do Serdiur é personalizada como o próprio Deus que opera uo mundo." (Gn 1 . ao lenlar passar por Deus Por exemplo.. governará em completa aoburani» e será eterno — atributos divinos |Is 9.interpretação mais completa no NT (veja também Teofanias] No NT. algo que os escribas acreditavam que somente Dous era capaz cie fazer. Existe lambem uma personalização fia “Palavra de Deus" que criou os céus (Sl 33. o Espírito Saulo ê identificado como Agente de Deus. uma noção ueguda explicitamente na BíbUu. Em Isaías 03. tal definição rio Senhor tem causado sérios problemas. leila de lorma explícita com o uso de verbos e pronomes nas pessoas do plural: por exemplo.J. leová deriva de uma leitura equivocada de Yahweh. Sl 2 : etc. Dous também é conhoaido coma o “Rei" (veja Rol). ou colocam-se vogais o assim lè-so ihhi\-Bh (o que alguns colaboradores deste volume tèm feito). Começando com o AT.O puno de lundu do problema com o nome "leová" é explica­ do no verbete Senhur. na oração da “Sliam a " (Dt 6..DEI IS saulo (jó 6. A Trindade () cristianismo tradiciouiiimente argumontn quo muitas evidências bíblicas revelam Dous em tiês pessoas distinta* Para alguns. ls 12. Muitos textos sugerem urna identificação do Messias quo virá com o próprio Deus. 1 2 -2 1 ). portanto. Cristo per­ doou os pecados do paralilico. como. É suficiente dizer que.7. os cristãos apontam indicações que pressagiam um ensino mais detalhado no NT.6).

23).13* 17).9. etc ). seja louvado. um Deus justei. Em muitas passagens bíblicas. no AT.. 1-1. ondo a confissão da fé em Crislo é provada como coníissão de íé em Deus. do Filho e do Espírito Santo na viria do cronte (El 3. Joao 1. O mencionado em Mateus 2B. Os cristãos estão convencidos do que negar essa doutrina é renunciar à clara evi­ dência bibLica sobre o próprio Deus l.3K-41 (cf.].2 «fi|. Is 6. C. mas provavelmente a leitura deveria ser essa. Também é descrito como o Criador de lodo o Universo e rias pessoas e. uma série <Je declarações feitas por Jesus.15-23). Sáo também interessantes os passagens da NT oudo os osairitores apostólicos. quando apresentado em conjunto. Sproul).10| e alegou ler "todo" poder e autoridade antes de íazor uma das principais declarações Unnitàrias da Bíblia: “Ide. R. a idéiu do Dous trino é no mínimo ímpLícila nos textos do NT. É o Deus presente com seu povo (Emanuel. são apresentados como seres divi­ nos. Vários lexlos merecem um exame cuidadoso. pois trazem o enteuiliruenlo do AT sobre Yahweh ou aplicam declarações concernentes a Yahwtth.34-36.. que é Deu» sobre todos. O Espírito Santo lambém é visto como Deus (veja Al 5 . Onipotonte o Onisoienle. embora exisla um ensino claro tanto no AT como no NT de que Deus é único." Iveja também Gl 2.29. neslo contexto.23).29. Isso exige que sejamos fiéis à revelação bíblica quo em um sentida Deus é um e num sentido diferente elu é Lrós” (R.. 12.apli­ cam a Jesus o nome de Yahweh do AT (Senhor). João fl ê especialmente esclarecedor sobre essa questão e Ira?. Jesus releriu-se aG Espírito Santo como "outro Consolador”. sn náo explicita.31.4.10. Jesus aceitou a confissão de Poeiro de que Ele era o Crislo IMr. no NT. O Pai não é maioi do que o Filho e ambos são distintos do Espírito Sanlo. mas apenas um Senhor.17.5 geralmente e destaca­ do por alguns teólogos. fora das quais não devemos andor.9-13. do partir pura um lugar desconhecido dns líderes religiosos (v. Mc 3. É poi esta razão qup todas as analogias humanas invariavelnumle fracas­ sam quando se trata de explicar o que significa a Trindade. O balismo de Jesus envolveu O Filho. Veja. Hb 1. implica cun modo de exislèoria longe do que nossa mento humana posso entender. etc. Sua alegação de pertencer a Deus e ser e n v i a d o por EIr ( v v . bati/ando-os em nomo do l^ai e do Filho e do Espirito Santo" (Mt Em todo o NT. verdadeiro e íntegro Deus é nivelado como o Pai. intimamente combinado com o uso da expressão “Eu Sou" e sua declaração de ler existido anlesde Abraão (w. 58. ambos. amoroso e soberano.1-14 fala de Cristo como preexistente. tudo iisso ocasionou uma acusação de blusfêmia e a leutaliva de apedrejamento — u puuição par» aqUela transgressão fv.3. Assim como o Pai enviou Crislo. Transcendente. Existem lrês pessoas. 1 Coríntios 1.20. e a Jesus. 14).9-1 1 (cf.9. fu 15. o Espírito Santo e Jesus.□EUS dade divina. por exemplo. Is 45. veja João 12.10). 2 Co 3. ao curar o homem completamente (Ml 9. Conclusão O Deus da Bíblia é revelado como Eterno. As Escrituras revelam uma figuia de Dom em Lrês pessoas e a Isso nós chamamos de “Trindade”. Pelo contrário* estabelece as fronteiras. Majestoso. 59)..T m escritor resumiu o ensino bíblico dessa maneira: “ A doutrina da Trindade náo explica plenamente o misterioso caráter do Deus. revela a si mesmo em sua Palavra como um Deus pessoal..30.li. ele. a Pai e 0 Espírito Santo (Ml 3. poi uma referência que aponta para o AT e menciona Yahwfíh.. Ele mandaria o Espirito Santo (Jo 14. o Filho e oEspuito Santo. Romanos 10.. Romanos 9. “Cristo. etc. Atos 2. 24 2 M . Deus oonosool e aluanle 150 . Tal ensino.14-19). Filipenses 2.).19 é em nome das três pessoas da Trindade. I’or exemplo. Voja também a obra do Pai.

P. náo dado a multo vinho nem interessado por ganhos desonestos. "Ora.).. da mesma maneira que recomen­ da outros obreiros em ouiras referências (1 Co 4.1 refere-se ao cargo há o fato dn que Paulo faz o tipo de recomendarão oficial para que a igreja a receba. sincero. àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar. Embora seja um Deus santo.1. Essa sua característica tentadora e enga­ nadora parece ser especialmente descaila na palavra "diabo” (Mt 4 . pois os diáconos faziam parte do grupo de lí­ deres a quem a carta é endereçada. nosso Salvador. gloria. especialmente para descrever qui*-m tentou Jesus no deserto. Diakuiioa]. curao cartas religi­ ões orientais ensinam. que diz que ele deva primei­ ro ser provado e depois nomeado diácono. etc. ao único Deus. oia. e apresentar-vos jubilosos e imaculados diante da sua glória.8-14. Existe outro texto potencial. O que (azem os diáconos? O texto não es< larece. Vocábulo usado regularmente no NT para designar Satanás (Ap 12. Esta dádiva é experimentada por meio de sua Palavra la Bíblia) e da presença do Espirito Santo no coração e na vida daqueles que crêem nele. O diácono deve ser digno de respeito. cuidar e salvar. por Jesus Cristo nosso Senhor. separado e distinto ria criação p rias criaturas. agora e para lodo o sempre. pelo contrario. revela □ si mesmo como um Deus de amor que solva e redime todo aquele quo o busca. Bca mais claro que todo o suu povo é exortado repetida­ mente a cantai louvores ao Deus Todo-poderoso quo. veia para ser o Salvador e Redentor da humanidade. O texto em Filipenses mostra que a função formal existia. e 1 Timóteo 3. Esle termo aparece com maior frequên­ cia d o s evangelhos. embora de modo algum seja absorvido por da.-10. antes de lodos os séculos. teso mostra que um processo de reconhe­ cimento o do "dfisenvol vimento de lideran­ ça" deveria ser levado em conta. devi» conservar o mistério da tá com a consciência pura Deve sei man­ do de uma único mulher ser capaz dc governar seus filhos b sua casa. Jesus. Al 13.DIÁCONO em ioda a criação.9). D IÁCO N O . wm contraste com o responsabilidade lolal por toda a comunidade.12. O texto parece referir-se a uma circunslância especial e não à instituição de uni car­ go específico.1 que merarnenti: o cito.i. Os compromissos do diácono eram confinados a unia esfora bem específica.iret e que tinham um popel minisleriol som os o^ponsabilidades lo­ tais do ministério pastoral ou da lideran­ ça sobre a igrpja. A posição social ou a necessidade de preencher uma vaga não deveriam ser razões suJlcienles para que alguém fosse escolhido. domí­ nio e poder. Sua graça salvodora é vis lo darom«.D. O problema é que o termo usa­ do ah é o mesmo tanto para a função como para reler ir-se aos servos dp modo geral (gr. o íim de sustentar. Amém”. Lc 4. que menciono Febe como diaconisa. Isso quer dizer que apenas dois textos m encionam a função: Filipenses 1. O lexto de l Timóteo 3 simplesmente menciona qualificações de i aráler que um ancião precisa evidenciar. sem nenhuma esperança de redenção. O requisito mais importante pode encontrar-se em l Tímóleo 3.2. P.14-21) . Quanto mais a Bíblia é lida.rca totalmente em seu pecado. A habilidade que denlonslravam no governo da própria lamíha seria vista como um teste de sua 151 . está presente. Muitas pessoas tentam ligar o origem do função de diurono a Atos 6 . embora seja transcendente.s isso não esta bem fundamentado. majestade. Vela Satanôs.3: Jo 13. o Filho de Deus. não permite que n mundo se pp. Romanos 16. Rua apoiai a alter­ nativa de que Romanos 16. p os líderes aparecem calados separadamente dos santos. como os bispos possuí­ am.10. 1 .nle i?m sua vinda aqui na Terra. D IABO .

prín­ cipe da terra. 21 ). Foi vista por Siquém. j m j .24). no sentido geicd do lermo. "palmeira”).2 ) (veja lbmé\. dois filhos de Jacó.! I digere a presença dp diaconisas (se. irmãos de Diná. A ideia de que o Lexfo rofere-se a diaconisas é apoiada ua atisftncia da discussão similar sobre a "es* posa do bispo*. 1 1 ).10. Hamor e Siquém demonstram os proble­ mas posteriores que os israelitas teriam com os ca nau eus que não loram deslruidos quando foi conquistada a ter­ ra sob a liderança do Josué. de forma efeiiva.21. d . quando estes são men­ cionados. "dois bolos”). Ela saiu do sua casa para visitar oulras mulheres da região.1 -4). Seu pecado era gostar “dé exer­ cer u primazia’'.27. Os eventos rolar. Mais tarde. 7. Io­ dos concordaram (w 18. 15). DIBRI Um homem da tribo de Dã. entraram inesperadamente na ci­ dade. Os filhos de lacó então exigiram q u e os moradores da cidade do sexo masculino se submetessem ao ritual da circuncisão. O Cilho dela "blasfemou o nome do Senhor. “gémeo”). onde o apóstolo pregou. Em resumo. o diácono simplesmente é alguém que se constllui em um servo efelivo e é reconhecido pela igreja para agir desta maneira. não se referir iis esposas das diáconos). Simeão e Levi.13). e mataram a lodos os homons" (v. ter relações sexuais rom ele. quando o s homens estavam doridos. ionados com Diná. Fingiram concordar coro o pedido dé Siquém. A função é o reconhe­ cimento formal. DIBL AIM (Heb. 2 < i DICLA (Heb.c . Mendouado em :i |oáo 9. 1 B: 20. algo quo foi reconhecido até o terceiro áÓDuio. l Cr 1. 25). Pai do Gòroer. O fato de seu nome ser menri^ ouado isoladamente provavelmente signi­ fica que era um dos horneus ‘‘de alta posi­ ção” (v. i<qual estuvii disposto a fazer qual­ quer coisa para casar-se com Diná (v. Veja tamiiém Dnmnris. 1 Timotno 3. que funcionava c o m o a Suprema Corte de Ate­ nas e f i c a v a na Colina de Ares fMarie). Não existem evi­ dências que comyirovem a tradição que diz ser Dionisto o primeiro bispo do Atonas d que foi martirizado durante o reinado de Doniicitmo. Nome sempre assot iado i om Tomé no NT 00 11. Um dos que se converteram por meio da pregação de Piaido em Alenas (Al 17. D IÓ T R E F E S . Ele a agarrou e forçou-a a 152 . Descendente de Sem e filho dé loctá (Gn 10. pelo que foi a p e d r e j a d o fora do acampamento (v. onde João O recrimina por não rece­ ber sua caria nem gostar de acolher os ir­ mãos ua fé.DlBLATM qualificação para um m inistério mais amplo: por isso. o qual expulsava as pessoas quo não coucarda- DIDIM O (Gr. lilho de Tlamoi. h. do alguém como um ministro da igre­ ja. supõe-se que possuíam alguma.24*. Um diácono servifl como alguém que reconhecida­ mente contribuía para o óresclmentir» da igreja local. “Três dias mais tarde. o tjue o levou a proferir "palavras maliciosas" contra o apóstolo e seus representantes. 12). 4b. Filha de Lia e jacó (Gn 30.4 . DINÁ líieb. tomaram cada um a sua espada. DIONÍSIO. porveniura. pois era um lider autocrático. Sua f i i l i a Selomite casou-se com um egípcio (Lv 24. a esposa infiel de Oséias (Os 13).34). e o amaldiçoou”. Quando os filhos de Jacó retornaram dos campos e souberam o que acontecera. habilidades “administrativas” para liderar outras pessoas. ficaram fuiiosos e planejaram uma. por porte da comunida­ de. 2 1 . Era m e m b r o do Areópago. vingança (w. Parer e que exercia in­ fluência perniciosa sobre os membros da igreja. -justa 1 | . É bem provável que tivessom a responsabilidade por um ministério es­ pecialmente dirigido às viuvas e às mu­ lheres solteiras. pediu ao pai que adquirisse aquela jovem para ser sua esposa (Gn 34.111.

2 5 . por meio da oração do apóstolo Pedro fAl 0.24. de birnel. determinado a mata-lo. Provavelmente es­ lava presente com o marido quando Pau­ lo falou com ele sobre a fé em Cristo IAl 24. que vivia na regiáo montanhosa de Efraim (jz 30. Eleazar. Para pessoas como Diólreíes. mais larde. mas es­ perava-se quo todos os obreiros das igre­ jas seguissem o on^mo apostólico. por cousa da aliança quo fizera com o rei Acazias. DODAI (Heb.12. 2. Esse massacre é lem­ brado na dedicação do Salmo 52O incidente mostra como Saul eslava afastado da adoração ao Senlior. DISÃ |Heb. I C t 1 . Fillio de Aná e neto de Seir. Após morrer. cul­ pando-se pela morle de todos os sacer­ dotes |w. Sua irmã era Oolíbama [esposa de Esaú).38-42). Os guardas recusaram-se a levantar a es­ pada contra os ungidos do Senhor Saul então ordenou que Doegue os matasse Naquele dia. DORCAS. que aguardava pacientemente o momento em que o Senhor o levaria ao trono. por terem colaborado com Davi. 27.9). p. 1 .36-39). Seria imprová­ vel que ura apóstolo ausente fosse tão influente quanto um brler local. um dos pastores do rei Saul. D O D Ó . Isso se tomou uru problema para Paulo em alguns lugares. Aoítâ. 1 .Uma crente fiel quo morava em Jope. Veja lambém Ibbila. Quando Davi sou­ be o que acontecera. DOEG UE (Heb.1(5. O apóstolo João faz um contraste de­ liberado entre Diótreíes e Demétrio.24) foaefo nos dá algumas informa­ ções suplementares solire essa m ulber Era 153 . pai de um dos ”três heróis” de Davi. e ordenou que fossem morío. de ludá ( 2 Cr 2 0 . Aimeleque deu ao filbo do fessé os pões sagrados. ficou desolado. o qual perseguia Davi. cí. O contraste é vivido entre esse perverso rei e o jovem Davi. d« quem diz que “todos dão testemunho" (3 Jo 32). 3 7 ) . diante de Doegue.18. O rei reuniu todos os sacerdotes do Nobe. íoi a terceira esposa do governador Félix. que.DRUSILA vara com ele e demonstravam disposição para ra^her pessoa» como João. isso parecia uma ameaça para sua posição» algo que devia ser evitado.4) Também era chamado de Dúdô (2 Sm 23.38. lemeroso'). O próprio Dodai era lambém comandan­ te do exército desse rei e ficava de pronlidão com seus homens d o segundo mês de cada ano (1 Cr 11. 2 6 . que talou contra o rei Jeosafá.c.s. Eslava presente em Nobe quando Davi chegou com strus homens.cDisom”. t Cr 11. O problema do prim eiro provuvelmoDte seria a quesiõo dn autoridade apos­ tólica.Um dos Eilhos do Seir e lí­ der dos horeus (Gn 36 21). os quais eram guerreiros exlnunamenip leais (2 Sm 23. "Disà*‘ (Gn . bderados por Aimeleque. Foi in­ capaz de ouvir o conselho do sumo sa­ cerdote e chegou ao ponto de matai. D ISO M . 4 1 ) . p . 2 8 ) deveria ser lido como . mais interessa­ das ntf promoção pessoal.os representantes de Deus. esse edomita raalou 85 sa­ cerdotes e massacrou os habitantes de Nobe 11 Sm 22. D R U SILA . O edomita disse-lhe que vira n filho de fpss*> em."bode da montanha’"). Elanã. “Disá '1 (Gn 3 6 . "ansioso. 20-23].d x j . Da tribo de Issacar. Edomita.9). 1 Ci 1. ludia.26). procurando comida. "seu urnado”). Natural de Belém foi o pai de ura dos 'trinla“ de Davi.n. foi o pai de Puá e avô do juiz Tola. DO DAVA. 1 Cr 1.281 deveria ser lido como ‘Dlsom" (filho de Anã.42). Líder do clã dos horeus e filho de Seir iGrt 36 2 1 . Seus filhos também estão listad os (Ga 3 6 . ressuscitou deulro os mortos. Veio de Maressa e era pai do profeta Eliezer.19).1). enconlrou-se com Saul. 2 . Nobe 11 Sm 22.

( hamado Agripa. versão otd inglês Iraz l> uonu. o qual morreu na erupção do vulcão Vesúvia. Embora o lugar não esteja claramenDi identificado. ’ A . Nasceu em 3íi (LC. FálLx loi seu segundo marido. 17 (Nota do Fradutnr) 154 . Jtthoiachin no v. era d sétimo fi­ lho de Ismael e o progenitor do |:iovo quo viveu em Duma (Gn 25. em 70 d. Nelo de Abraão. Não hã nenhuma indi­ cação de que nla tenha seguido a fé cristã. Bere-nico ura nrrui de suas irmãs.14) Era Lider tribal.Dl JM Â a filhn mais riovu do Horodes Agripa 1. teve uni filho' com ele. ulgunS sugerem que ficava próximo a Hebrom. DUMÁ. uma localida­ de chamada Delr ed-Domoh.C.

2. Sacerdote que serviu ao Senhor.4: 1 Ct 1. Descendente de Esaú. E B E D E M E LEQUE. Diumili' o avivamento no reina­ do de Ezequias. era levita 6 líder de um clã.35). Um dos líd eres da tribo da Benjamim e filhu de Elpaal II Cr 8 .18. “servo"). chamado Sobal (Gn 36. após o exilio babdõjiico (Ne 12. ancestral de Abraão.23: 1 Gr 1. Eles joga­ ram uma corda o içaram jeremias por mnio dela (Jr 38.7-13). entrou na genealogia quo vai de Jesus eJo«é até Adão (Gn 10. quando 0 povo voltou-se novamente para Deus. Ao ajudar Jeremias. sabedor de quo Jeremias fora ati­ rado em ama cistBmu sem água. 5. Serviu na adoração no Tlibemáculo durante o reinado de Davi. 1.c. EBIASAFE. Filho de Musi. alegando que ele desencorajava os soldados. Éden. O juízo do Senhor sobre a cidade e sobre ludá estava determinado e não seria evitado por meio da lula armada.23: 24. Depois que Jeremias profetizou que os israelitas deviam dei­ xar Jerusalém e ir para o exílio babi­ lónico. muitos levitas fo­ ram designados para larefas especificas no Templo. Efraimita.20) s. Líder de um dos clãs dos gaiiitas. EBEOE (Heb.33). E bed e-M elequ e. o etiope.16-18). estabelecido na região de Gileade e Basã [1 Cr 5.2 2 ). o profeta prometeu-lhe que não morreria. O rei então ordenou que Ebede-Mefeque pegasse 30 homens e tirasse a profeta da eislerna. “segundo as *uas tur­ mas” (2 Cr 20. depois que a Arca estabelnceu-se em Je­ rusalém (1 Cr 23.í. pj. EDER.1419: 1 Cr 1. Pai de Pelegue e de lortã. 2 .25: Lc 3.40). anles que morresse. 4.E EBAL. 2. EFÁ (Heb “trevas").13. Oulra pessoa da tribo de Benjamim. o qual aparece na genealogia que parte de Beujamim a Saul (1 Cr 8. 1. inter­ cedeu em favor dele junto a Zedequias.12). Um dos filhos de Midiá e descen­ dente de Abraão e sua esposa Quelura (Cn 25. ao 1'azê-los d e s is lir da lu la. os oficiais pediram permissão ao rei para prender Jeremias. era filho do líder de um dã dos ed omita*. "através1 '). filho de [oá. era des­ cendente de Sem. Veja Abiasafe. onde seu nomo é Héber). onde instigou unta rebe­ lião conlrfi Abimeleque (\z 9:28-35). Um dos oficiais da corte de Zedequias. Este mudouse paia Slqtíém. quando os bnhilônios finalmen­ te saqueassem a c id a d e (|r 39. Um dos filhos de Berias e lí­ der de um clã.12. com o mesmo nome (1 Cr 8 .21-25: 11. 1 . A profecia d e jeremias deixou claro quo SRria uma ati­ tude do desobediência rio povo recusarse a aceitar o exílio. Isso torna claro que confiava em Deus. se quisessem permanecer vivos. íoi dos que receberam a tarefa de ajudar Coré na dis­ tribuição das ofertas dn povo pelas cida­ des dos sacerdotes. L. ÉDEN.19. Esse nome e também 155 . Era descendapte de Adim b voltuu cnm 50 homens (Ed 8 6 ). Ebede-Meleque levava adiante a causa do Senhor. por isso. pai de Gaal.15).g. 31 15).30). 3. É B E R (Heb. Um dos líderes das íamilias que retornaram do exílio babilónico com Esdras. A queda du Jerusalém era iminente. Portanto.

29). o Senlior fizera com que esquecesse todos os seus problemas. cidade localizada em Efraim. depois da con­ quista de Canaã (Js 16.EFAl mencionado em Isaias 80.4. Jeroboão colocou um de seus santuários idólatras na cidade de Betei (1 Rs 12. exceto o próprio nome Efraim (Dt 33. cujos filhos estavam eutre os oficiais do exército que apoia­ ram Gedalias. Depois da divisão do reino. Estava.17).46). Manassés. recebeu esse nome porque. onde a Arca da Aliança loi colocada no lempo de Josué (Js 18.18-24).17). Moza e Gazez 11 Cr 2. Jose levou seus filhos Manassés o Efraim diante do patriarca. com EFAl. I Cr 1.33). embora não exis­ ta nenhuma forma da palavTa. 3. dessa maneira.81 e sob seu co­ mando ela recebeu e ocupou uma das maiores porções da terra. 0 patriarca inverteu os braços. EFER. 3. porém. por­ tanto. Terceiro filho do Ezra.8). Embora Efraim nõo seja mencionado especificamente na bênção de Génesis 49. naquela época.6. no cen­ tro de Canaã. Pai de Obede e fillio do Zabade Era descendente de Judá (1 Cr 2. 7). L. 1 2 ). fosué ero dessa tribo [Nm 13. para a bênção. O Tabernáculo foi erguido no centro religioso de Siio. não era lilho de Jacó. estava uo distrito administrativo dessa tribo. Gerou a Harã. Par inn período de tempo. Posteriormente.47). depoLs que a maioria do povo judeu foi para o nxilio bahUônjoo (v. quando apre­ sentou seus filhos a Jacó.24). conforme o pai disse. EFLAL. rf. 2 2 . e estabeleceu sua capital em Siquém.5-10). ao qual foi dada uma certa autonomia. Posteriormente. Sua lideranga lornou-se evidente no arranjo do acampamento de Israel na marcha do Egito paia a Terra Pro­ metida: elu lideruva as trés tribos que fi1avam no lado oeste (Nm 2. 14. da Iribo de fudá (1 Cr 4. mas. 2 2 ). Líder de uiri clá e soldado valente ■ la tribo de Manassés. descendente de Abraão e sua es­ posa Quetura (Gn 25.22-26. a fim du que fossem abençoados (Gn 48). entretanto. Um dOs filhos de Midiã. ele e lodos os que o apoiavam foram as­ sassinados por Ismael> filho de Netuiuas.20). onde d pro­ le la olha para um lempo em que glória e riqueza virão para Israel até mesmo de Sahá: “Multidão He camelos cobrirá a tua terra. Essas bênçãos proféticas s r cumpriram t a n t n uo t a m a n h o como no poderia da tribo de Efraim e também em sua localização pri­ vilegiada na região montanhosa. Um dos seis filhos de Iodai e lider da Iribo de ludá |1 Cr 2. "frulfíero”! Embora seja o progenitor de uma das tribos de IsraeL ele.37). mas seu neto. Nu narrativa do nas< imento dos filhos do José (Gn 41. Dt 33. o mais velho. em Efraim. um grupo de isruelitas uníu-se a Gedalias. O netofatita. 156 . José esperava que o mais velho recebes­ se a bênção de filho primogénito (Gn 48. Uma das concubinas de Calebe. Mais tarde. 2 . os dromedários de Midiã r Efá". que.13). Na bênção de Deutoronómio. Lrõxiii ú e inesperadamente. porque Deus o linha lei lo prosperar ua lerra do Egito. “o frutífero”. em Ire os que foram infiéis ao Senhor e ado­ raram ídolos pagãos f I Cr 5. O próprio Josué foi sepuliado no coração desse territorio ijs 24. 2 . num golpe de Estudo. 1. a idéia da frutificação é novamente destacada.30). fica claro que Jacó o tinha em mente quando abençoou seu fillio amado: "José é um ramo Irulifero’’ fv. isso resultou na subdivisão de José em duas linhagens que compuseram as doze tri­ bos de Israel (Gn 49. EFRAIM (Heb. ‘‘Fruiiiero’’ é um jogo de palavras com o próprio nome de Efraim.1317).50-52). O filho mais novo loi chamado Efraim. assegurou a elu os direitos du primogenitura (vv. colocou a mão direita na cabeça de Efraim e.19. nomeado governador de judá pelo rei Nabudonosor (jr 40.

Da Iribo de Bonjamim. Tempos mais tarde Abraão lambém loi sepultado lã. A posse daquela área para fazer nm túmulo deu-lhe o direito per­ manente na terra que o Senhor promete­ ra |Gn 231. levava os israelilas ao arrependjmento: a maravilhosa graça e o perdão de Deus brilham através desse Livro. Veja Airâ fNm 2fi. 3. mas a patriarca ainda ora um nómada. era descender) te da tribo de Judá I I Cí 2. Depois de um período de relativa paz. no tempo de Otniel. [cí.8. neto de Jofoné (1 O 4. a fim de que fossem subjugados pelos povos cujos deusps adoravam.C.urmpenderse. 1. EGLÁ. :ta . ELÁ. era efraimila li Rs 11. Rei do Moabe durante o lempo dos Juizes.g .z 3. Sucedeu seu pai Baasa no trono e governou em Tirza poi. assine Deus pormitiu que Eglom invadisse Israel. Quando Sara moneu em Hebrotn.2.12).30: 50-13). Uma das esposas do rei Davi.2i>|> e a partir dessu. embalsamado. até o lempo de sua queda e deportarão pelos assírios em 722 a. chamailo Etide. o Tei no do Norte. re­ cebiam juízo de Deus sobre eles.9.ELÁ lorme íoi definido poi Salomão (v.3fl|.17j | r 7. o qual foi um dos doze gover­ nadores distritais do rei Salomão 11 Rs 4.3). na verdade. IB-30J. o que ora expressamente proibido na Lei de Moisés. Uma das esposas. 2.g . Muitos anos depois o corpo de Jacó. Os 4. EÍ.í. Lsso se tomou tão iorl ri que Israel geralmente era chamado de Efraim.19).0.3. o Senhoi levantava um lider que os libertava e tornava-se nm juiz na terra. O juízo divino. Porem.5. Is 7. EFRATE. Eles consideravam Abraão "príncipe de Deus. Ela teve um filho chamado Itreão. Ele matou Eglom e Iornou-se juiz em Is­ rael (vv. Uui rios filhos do Calebe: portanto. Efrom estabeleceu um preço justo para a venda de sou campo. Foi d mãe de UUr. Seu marido.41.dois anos. 4.. o qual contiuba um local adequado para sepultamento — a caverna de Macpela. e. a opressão por par­ le das nações estrangeiras é viista como castigo de Deus por Israel ter adorado outros deuses e so envolvido com a ido­ latria. I No livro de Juizes.18).15.12 1 4 1. nascido um Hebrom 12 Sm 3. como indicação de que ele também aguar­ dava o lempo em que aquela terra perlenceria legitimamente aos dascondentes de Abraão (Co 49.6-141 Dovi- EGLOM. u . foi trazido do Egito e sepultado na rnesma caverna. O quarto rei dtí Israel. a fazer o que era mau aos olhos do Se­ nhor' (Jz 3. 1 Çr 3.. quundn adoravam os deuses dos canuTieus e das nações vizinhas.17:5.m . Abraão procurou comprar dos heleus um local para lazer o túmulo dela e de sua fam ília. de acordo com o costumo egípcio. p . Finalmente a opressão fez com que o povo de Israel clamasse e o Senhor novumeule levantou um lidar..5). onde foi morto por Zinri ( t Rs 16. Ele se aliou com os amalequitas o amonitas e domi­ nou Israel por IB anos^ ao apossar-se de Jericó e da região ao seu redor (J. iVeja também Eúdfí. Israel loi frequeulemenle mar( ado pelu anarquia generalizada (veja Juízos) Os israelitas. ara pai de Simei.6).15). época o centro da vida política e religio­ sa da roino do Norte foi Eíraim. Descendente de Esaú. no . no meio de nós” (Cn 23. to­ das as vezes que o Senhor levarila um novo lídor e juiz para ajudá-los. Fillio do Zoar. lilho de Hezrom.29. EFROM. liderou um dos clãs dos edomitas (Cu 30. de Calebe. heteu. seguido pur uma comitiva liderada por José.. por seus filhos Isaque e Ismael |Gn 25. 1 Cr 1. 25)* O próprio Jeroboão. j \i.52).5. bem no centro da região que mais tarde seria a nação de Israel. e .9). enirelanto. os israelitas “tornaram. Esse período da história de 157 .

era neto de Noé.8). wm . irmão de Golias» muro construído ao redor de Jerusalém. Alguns estudiosos sugerem que Elanã simples­ mente era outro nome de Davi. administrado por Dous nesse estágio da história de Is­ rael.24). r.D i. por cometer o mesmo lipo de pecado (1 Rs 18. deve ter existido mais de um filisteu com esse nome. Cilho de Banani. e não seu irmão. Outro hder de uma das família*: que 1. O lei tor é aconselhado a consul­ tar um bom comentário bíblico. ELANÃ (Heb. 3. Zinri então tornou-se rei. 1 . Fi­ nalmente.5). Jeú. Também é suge­ rido que a frase “o irmão de" foi omitida uo I r .2 e 1 Crónicas 1. Tkmbétn era de Belém |2 Sm 23. va roubar 0 gado dos galitas (1 Cr 7. I Cr 11. a fim de que os israelitas fossem vitoriosos. Nu 7 3 4 1 . ua divisão feita pulo rei Descendente de Efraim. 8. 17. 2. ELÃO.Ed 2.26J. Foi morto enquanto bebia na casa de Arsa.1 í di? que Elá cometeu as mesmas transgressões do seu poi o conduziu o pov\> "aos ídolos vãos”: por esta razão. Pai dn Oséias.21).30. da cidade de Belém.12). 4 . Samuel 21.El. Outros interpretam que os rnlatos são de dois incidentes diferentes e. o ELADE (Heb. Um dos descendentes de Saul ( I Cr 8. Em uma das muilas batalhas contra os 6 Quando Neemias dedicou o novo filisteus. se ele rnalou Golias. um de seus mordomOs. Talvez a melhor solução sugerida seja realmente que houvi. He malou Lami.ADF. "graça de Deus"J. Era fiLho de Uzi 11 Lr 0. A idolalria dentro da casa mal era um dos p rin cip ais láto res que levnvom os israelitas no níesmo potado. 2. proíetizou que Baasa e sua fam ília seriam aniquilados. n rei de Israel reuniu ao seu redor muitos guerreiros particularmente aptos.1.254 parentes (Ed 2 . por­ tanto. Há tuna discrepância estava presente como sacerdote du Se­ entre o relato de 1 Crónicas 20 e o de 2 nlior (Ne 12.2. numerosas batalhas são listadas O constante problema que linha com os filisteus e outros exércitos man­ teve Davi e seu comandante Joabe uni­ dos por muitas anos. Filho de Jair.17 listam Blão como filho do Sem. 5. especialmente porque havia profetas que repetidamente explicavamllies os propósitos das açóes do Senhor. mas lambém foi raptdamrafe castigado por Deus. O lexin dp 1 Reis 16. o por isso Dous sempm castigava Severamen le. a rebelião contra o Senhor cuiminaria com o juízo visto na destruição do reino do Norle pelos assírios. Líder de uma das famílias que (Veja também fizer e Bnrins.n I o de 2 Samuel. 6 . depois do Éjcilio. Zinri íora autoriza­ do pelo Senhor a malar ioda sua lamdia. seria o suficiente para os futuros roís e o povo. conhecidos oomu os "trinta heróis dn Davi".19). Filho de Dodó |ou Dodai).18. da tribo de Benjamim. O quinto filho de Meselemias. foi morto quando tenta­ 20. juntamente com Davi uas tarefas do Tabernáculo fl Cr seu irmão Ezer. o último rei de Israel (2 Rs 15. 2 Samuel 2 1 o L Crónicas 20. que levou Israel à idolatria. 5.3). o gitou ( l Cr 20. Ura dos primeiros que retornaram da Babilónia para se estabelecer em Jerusalém.24. Génesis 1 0 . 18.42]. um erro de transcrição do texto em 2 Samuel. foi ou­ tro desses grandes guerreiros r está listado entre o grupo dos "bomons valen­ tes". o próprio Golias.20. retornaram com Zorobabel do axílio Vol­ foi um ilos maiores guerreiros de Davi tou com 1.2. 10. porteiro coraila. "Deus lem lestíficado’ ).19.3 1. O casti­ go relativamente liuútado. os quais Deus preparou. Dessa maneira. portanto. O próprio assassinato revela o estilo de vidu com o qual Elii estava acostumado.1. segundo o qual ele malou do uo pecado de seu pai. 158 .9).20: Ne 7.7.7.) retornaram com Zorobabel do exílio babilónico |. Em ambos os textos.

A responsabilidade de du Rrnnntrt ím-Zofim. 2.20). descendente de Coato e um 15.33: Cr 1 2 . apontado polo rei Davi para servir no Tabernáculo e posteriormente ELCANA (Heb. com sua referenda 5 . no santuário em Silo canunita que absorvera algumas idóias da (1 Sm 1.Estava entre os líderes que assina­ ram o paclu no qual o povo comprome­ teu-se a adorar e obedecer somente ao Senhor. Os cananeus adoravam e Elcana f o i recompensada por Deus com vários deuses chamados Baal.ELDADE sa de Efraim. Um ter­ ELD A O E. Levita ancestral de um grupo de á "aliança". a qual senlia-se despre­ um dos culpados de ter-se ca.8.2.7). tinha duas esposas: Penina e Ana. era fosse estéril. F. Era também cbamadodn BaalSamuel (i Sm 1. Um dos soldados que desertaram atraído para uma divindade já exlslenle do exército de Saul para juntar-se a Davi e que se preocupava com as alianças.33). do de Maaséias. dos filhos de Corã. A fidelidade de Ana religião israelita.26. Veio res (Nm 1 1. nome são listados entre os descendeuies de Coate ( l Cr 6. o povo da aliança seria mais facilmente 6 . ‘Deus tem protegido"I. embora esta ELA SA . ora uiu dos 70 anciãos ne 4.23. 0 segundo no comando. um Zidague. 2 . Dois outros homens com o mesmo líderes tribais (Gn 25.23). Elcana foi graci­ Berile. Descendente de PdMir. Ama­ va profundamente a Ana. colocada fora de ordem na genealogia. Mencionado apenas ora Tuizes 8 e oso e permitiu que ela o dedicasse ao ser­ 9.4.19. 1 . Anualmente levava sua família para adorar e fazer sacrifícios em Silo.c. Fillio de Midiâ e ueto de Abraão ma do itom n9 1 . no reina­ 6-24). Mencionado duas vezes jun­ ceiro (v. fora criado especialmente judeus que regressaram do exílio para ajudar os israelitas na assimilação babilónico e Se estabeleceram em (erusada religião dos vizinhos. onde Eli era sacerdote (1 Sm 1. após a morte de Gideão.27. Era "porteiro da Arca (1 Ci 1. comes? Por que esta triste o leu coração? Náo le sou eu melhor do que dez filhos?". lem. Levita. Depois de orar ao Senlior e obter dele n Um deus cananeu adorado pm Siquém resposta. e Quetura. 1 Cr 1.4. s. da região montanho­ 159 7.3).46).3(i|. P. É no míni­ rnais cinco filhos. Ele razia parte de um grupo Certamente. "deus da aliança").ra n pai de Asa (1 Cr 9.25. Filho de Sàfã.3. 7 .D. onde d e u conforta com as fiou uma Carta eudereçada aos andãos palavras: "Por que choras? Por que náo sobreviventes entro os exilados (Jr 20. Levita. .16).20). E L -B E R IT E |Heb.20. e era filho de Je T o ã o . Servo fiel ao Senlior. cujós fílhos tornaram-se lodos 3. a quem Jeremias con­i i m o r e cuidado por Ano é descrito em 1 Samuol 1. Seu mui heras estrangeiras (Ed 10. n de guerreiros ainbidestros no liso do arco povo não perdeu tempo em volver-se e da funda. Foi lidei de dã (Êx 8 . então essa pessoa provavelmente < 5a mes­ ELDA. é possível que fosse ídolo de nma seita viço do Senhor. 35.22). Dessa maneira.sado com zada e era ridicularizada por Penina. 27) talvez seja o mesmo do item to com Medàde. Se uma geração foi omitida ou Efraim (2 Cí 28.6 ). um guerreiro da tribo de cas 0. 1 1. Foi 2 . 9. no Templo. filho do rei Acaz. nomeados para aiudar Moisés como lide­ 4. Ana ficou grávida e nasceu (veja UaaJ | .34). hii de Samuel 1 1 Cr 6. na época de Neemias (Ne in m). mo possível que esse. Obviamente preocupa va-se muito com ela. Era da Iribo de Beuiamim (1 na adoração dessa divindade (Jz 8.G. Neto de Corá listado em 1 Cróni­ morto por Zicri.27).1-4).

“Deus fez").50). separados espe­ cialmente para seu serviço e paru lazer as ofertas e sacrifícios ao Senhor. Novamente os israelitas murmu­ raram pela ícilla de (. Um dos filhos de Arão e sua esposa Eliseba (Èx 6-23. Ele foi consagra­ do sacerdote do Senhor junto com seus trés irmãos (Êx 20. 1. poiso desejo que demonstravam de voltar un Egita revela­ va um profundo problema espiritual de­ les — a falta de capacidade de viver pela fé e confiar rio Senhor para caria necessi­ dade. Moisés deu-lhe as ves­ tes dele. TJI 10. Unha acesso ao Senhor e podia consultar o Urim (Nm 27J. Teve um papel pro­ eminente nos relatos da peregrinação do povo de Israel pelo deserto. o Espírito também repou­ sou sobre eles e também profetizaram. filho de Taaie (! Cr 7. Eldade e Medade.20). Tais líderes Hram exalamente o que os israelitas necessitavam. Nm 3.1). Eleazar pprrnaneceu fiel ao Se­ nlior.2529. Estavam com saudade do Egito. ofereceu sacrifícios para a adoração congregarional e intercedeu pelo povo. Quando o s 7ii encontraram-se com Moisés na ontrada da Thhamãculo.40).2). Foi um dos líderes do censo ordenado por .2. Filho de Rala. Filho de Holez. Existem vários documentos judaicos que indicam algo do que Eldade e Medade fa­ laram. 2. como sai erdote. Foi pai de Azei e está listado na genealogia tios descendentes do rei Saul (1 Cr 8. por alguma ra­ zão.3. ELEASÁ (Heb. tinham demonstra­ do a habilidade dada por Deus paru a li­ derança. o legislador reconheceu que era obra do Senhor e res­ pondeu: ' Tens ciúmes por mim? Oxalá que lodo o povo do Senhor fosse profeta. Em i Coríntios existe uma ênfase sobre o fnto de quo o Espirito Santo dã a todos os cristãos vários dons ospei iais. Deve­ ria ser privilégio deles comer partes da carne dos sacrifícios que ofereciam pelo povo (Lv 10. “Deus lem adornado"!. da Iribo de Benjamim. ele exercia também o papel de conselheiro ou juiz porque.0). não se reuniram çmn os 70 uo Taber­ náculo mas ficaram no anaiaJ. lo s u é nãa ficou sa­ tisfeito rom isso o pediu a Moisés que os mandasse parar: no enlanlo.32: 4. De qual­ quer maneira. Assim. 1.37: 9 43). 160 ELEADÁ (Heb. esta Listado na genealogia de Jerameel e era da tribo de Judá 11 Cr 2.4.30.17(.12-20).4). mas náo lia indicação das palavras deles nas Escrituras.201. Eleazar tomou-se líder dos levitas e fieou responsável por lodo o Tabernáculo (Nm 3. o "Espirito repousou sobre eles" ê "pro­ fetizaram" |Nm 11.ELEADÁ conduzir o povo dc Israel era claramente rniiioi do que o legislador podia suportar sozinho. Esses príncipes eram lideres em seus pró­ prios clãs: porianio.ame e pelas cliiuruldades da vida d o deserto. ruiu. que fizeram uma oferta ilegítima ao Se­ nhor e por isso foram mortos (Lv 10. 1 Cr 6. Possivelmente. Descendente de Efraim. ELEAZAR (Heb. quaudú eflte petava ou se n^belava. Diferente­ mente de seus dois irmãos Nadabe e Abíú. Toruou-so lí­ der de um clã dos lo vi tas e casou-se com uma das filhas dePutiel. Em numerosos textos das Escrituras pen ehe-se que Deus nunca intentou que a liderança espiritual ficasse nas mãos de qualquer pessoa.1.25. era pai de Finéias (Éx 6.251. alguns deles envolvem a lide rança da Igreja As Epístolas Pastorais indicam que a pluralidade de lideres era a norma na maioria das igrejas primiti vas. Quando seu pai Arão morreu so­ bre o monte Hor. n Seuhor capa­ cho u outros homens poiu ajudarem "a le­ var o fardo do pova:\ a iim de que MoiSés aã o o conduzisse sozinho (Nm I 1. "Deus lem ajudado''|. Nm 3. Durante todos os anos no deserto. Ele e seu irmão Itamar deveriam ser santos diante de Deus. as quais eram o símbolo de sua nova função: sumo sacerdote fNm 20. que o Senhor lhes desse o sou Espírito!" (Nm 11.I6J.

o aoita. A muralha. ÍOfnouse sumo sacerdote no centfo de adoração em Silo. os mu­ ros foram reconstruídos. uma das incumbências foi enlregue á família de Eleazar ( t Cr 24. 2.Assim.2 2 :24.25 como um dos que se divor­ ciaram das esposas estrangeiras. Levita que retornou da Babilónia para Jerusalém com Esclras. marido de Maria. seu sacerdócio apontou para o necessidade de alguém quo estivesse enlre o Deus sanlo o a humanidade e a necessidade do sa­ crifício para entrar na presença do Se­ nhor. Nu lempo determinado.42). dé unia vez pur Io­ das. ti­ nham-se casado com mulheres de outras tribos e de outros povos.17. e deu-lheconselhos(Nru 27.2).c. entre a humanidade e o Todo-pode­ roso e para oferecer o grande sacrifício que jamais precisaria ser repetido. Elnazar S flg u iu rigorosamente as leis da separação que Dous exigia dos sacer­ dotes e da nação. 1 Cr 11 . o qual veio paru ser o Mediador. Eleazar permaneceu em seu posto e lulou bravamente alé “Lb'? cansar a mão o ficar pegada à espoda" Quando o Se­ nhor deu a vitória aos israelitas. foi o mediador entre Deus e o povo e entre a nação e o Senhor.18-23. desco­ briram que lodos os filisteus ao redor dele estavam mortos (2 Sm 23.1). quan­ do foi trazida paru a casa de seu pai. Morreu sem ter filhos. Ajudou a pesai os tesouros do Tomplo quando che­ garam (Ed 8. numa colina próxima de Qufriale-Jearim (1 Sm 7. Fillio de Dodô.3-17). 12 ). 4. Filho de Abinadabe. Filho de Mali. As gerações posteriores da família de Eleazar tiveram um importante pa­ pel na adoração do povo.6s). em meio a mui­ tos louvares a Deus (Ne 12. Desceu dente de Arão e de Ilamar. Ariceslral de Jesus. quando levaram o povo de ludn para o exílio. Eslava presente no Tabernáculo quando Ana veio e orou por um filho (1 Sm 1. bem como a cida­ de. foi consagra­ do para guardar n Arca da Aliança. lambém lomou parlo do caso riàs filhas dit Zfilofeade e na nomeação de Josué. Ele é listado em Esdras 10. que mais tarde casaram-se com “os filhos de Quis". nas montanhas de Efraim (Js 24. 161 . pois “havia ele julgado o Israel quarenta anos” ( t Sm 4. Seeanias confessou a Esdras que muitos homens. Js I7.33). Sob a direçáo dp Neemias. foi um dos “lrês heróis cie Davi". espei iulmnnli nu ba­ talha de Pas-Damim. (Ml 1.ri. Quando o rei Davi dividiu as tareias entre os levilas.33). a revela­ ção de Deus demonstrou quo o sai erdócio de Eleazar oro apeuas ura prenúncio do sumo sacerdócio do Crislo. mencionado na genealogia de Mateus. Na êpoc a do retomo da Babilónia.1.9. primos delas (1 Cr 23. loram destruídas pelos babilónios.15). quando iam para a guerra (Nm 31.ELI Moisés nas planícies de Moabe (Nm 26). 6 Descendente de Parós. r. Final­ mente. . Js 14.18). foi sepultado em Giheá. 3. Era bisa­ vô de José.3 0. da tribo de Levi. demonstrada contra os filisteus.21. 7. Levita que fazia parte do coral que cantou no festa ile dedicação do muro de Jerusaléitt. Quando alguns israelitas começai am á bater em retira­ da. ó digno de nota que esse fiel homem de Deus dovia se orgulhar de seu filho Finéias. Numa época muito Importante e extrpmamente difícil paia Israel. no final do período dos luizes. Todos se arre­ penderam e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10. inclusive descendentes dos sacerdotes de Judá. 5. Outra de s u a s responsabilidade» envol­ via a representação rins israelitas diante do Senhor. Era notável por sua habilidade como guerreiro. 8 .Hi).51). Ajudou-O na divisão da leira de Canaã entro as tribos (Nm 34. "o Senhor ó levantado alto").26). 19. ELI (Heb. Quando morreu.1. apenas filhas. Combinava a tarefa de sumo sacerdote com a de juiz. .4|. o qual enlróu para a história devido ao zelo que demonstra­ va pelo Senhor (Nm 25).

3. perdeu o contro­ le da família e suas advertências caiam em ouvidos surdos (1 Sm 2.7. Quando viu Eliabe.12.27). Quando ouviu a profecia d»* Samuel. que o fez cair par a trás (1 Sm 4. ole não foi hem-su<edido na formação de sua família: seus filhos. 4. a pala­ vra do Senhor contra a casa de Eli mimpriu-so literalmente ( I Rs 2. de boa aparência e o primogénito de )essé.20).10). Daquele momento em diante. I Cr 2. por isso. ele u confortou e a despediu com uma bênção (v.20). Hofni e Finéias.13. Era da tribo de Levi 11 Cr 6. da tribo de Kúbuu.9: Dl i 1. estava preparado para dizer. p j í . 7. 10. e não a morto dos filhos.k . que saía para o batalha e liderava o povo de Israel nas guerras.11-20). Seus filhos lideraram uma rebe­ lião contra Moisés e Arão (Nm 16. Derrotaram os israeUtas o mata­ ram Hoíni v Finêias. foi mais fi notícia da caplura da Arca.8.6). As palavras de condenação contra Eli cum priram -se em pouco tempo. 2. O Senhor untão disse as palavras que são repetidas atra­ vés dos séculos: “O homem olha para o 162 .22-24). O velho sucerdatn soube o que aconlecia e tolerou as transgressões deles (para mais deta­ lhes. l Cr 11. um dos homens escolhidos para ajudar Moisés e /\ráo a fazer o recenseamento do povo no Sinai (Nm 1.32.1-3). pensou que encontrara o ungido de Deus. veja JlofrU e Finéias). 2." Deus esconde”). Para mais detalhes. A despeito da confiança e da fé que Eli Linha uo Sonhor. Trouxeram uma oferta e deixaram o menino para s«rvir ao Senhor no santuário. o qual ela dedicara ao serviço do Senlior 1 . “É o Senhor: faça o que bem parecer aos seus olhos" (1 Sm 3. 26. veja Córò. a Palavra do Senhor veio ao jovem Samuel.13).271. Pai de Datã e Abirão. Filho de Helom e líder da tribo de Zebulom. Ancestral de Samuel. Eli os abençoava e orava para quo Ana tivesse outros filhos no lugar de Samuel.33). Prova­ velmente a glavidade dos pecados deles só íoi descoberta quando Eli já estava com idade bastante avançada. I 'b i ao próprio E l i quo Ana e seu marido Elcana retomaram depois que o pequeno Samuel desmamou. 1 7 ) . ELIABE. Mesmo durante a última parto de sua vida. em contraste com os filhos de Eli. IJm-dos "trinta” do. quando ouviu a verdadeira causa de suas orações.24-29.12-1Oh A vida de Eli loi trágica em muitos aspectos.1. abusaram seria­ mente da posição que ocupavam. caiu da cadeira onde eslava sentado e morreu. Filho mais vellio de Jessé *■ irmão de Davi (1 Sm 16. o sumo sacerdócio foi ocupado pelos d escen d entes de Eleazar. "crescia em estatura e ern graça diante do Senhor e dos homens" (1 Sm 2. O profeta seguiu a direçáo do Senhor e foi para Belém. Essa profecia reforçou uma palavra anterior do Snnbor contra Eli e sua família ( I Sm 2. ELIABA (Heb.18) E quando o mensageiro chegou da batalha. pois o rapaz era alto. quando 0 casal voltava para vi­ sitar o filho. Como resultado. Os filisteus atacaram e capturaram a Arca rio Aliança. Samuel lamentava a desobediência de Saul quando Deus laJou com e le e o en­ viou para ungir o novu rei d e Israel. 3 .0: 17. Quando o velho sa­ cerdote recebeu a noticia da captura tia Arca e tia morte dos dois fiLhos.2f». Eli era um homem fraco. junto num o velho sacerdote (l Sm t. pai de jeroão e filho de Naate. 1. Quando Salomão removeu Abialar do sacerdócio.1 Sm 2. o qual. Era um saalhonita (2 Sm 23. sua fé era evidente.111 Todos os anos.ELIAJ3A Etnbara a princípio pensasse que a rnuliior estivesse e m b r i a g a d a .9: 2. mas sua fraqueza de caráter e a to­ lerância que Linha paru com o pecado ao sou rodcir eram atitudes diretamenleapos­ tas ao que o Senhor requeria <los líderes do povo (Cf Lv 22.27-36.s "heróis de Davi”. Ele conhecia e amava ao Se­ nhor.

no próprio acampamento Bate-Seba tornou-se esposa dele Í2 Sm deles (vv. uo envolveu sexualmente com ela e desco­ malar 185 mU soldados assírios numa briu que ficara grávida.19-251.2. Esse mandante do exército assírio que sitiara Faraó mudou seu nome. foi uo’*a chave da casa de Davi”. Ezequias aprendeu uma lição que ELIAQUIM (Hei). entretanto.-sagem proferida em grupo de soldados bavia desertado do hebraico. "povo fie Deus’*). algo que jà deveria ler feito muito antes. que sempre ELIÃ (I-Ieb.26.. Segurava 2. 1 Cr 3. S. a segu­ proeminente na curte do rei Ezequias.5). a linguagem faiada ua corte. que nasceu cialmente para que não dessem ouvidos em Jerusalém (2 Sm 5. es­ quando clamava por Ele. Também eslava pronto para ajudar seu povo.lague.'I* 11. o heteu. Esse tendessem a meu. e Ioda a Síria e foi adversário de Salomão os oubos oficiais voltaram à presença de ( lE s 1 1. pediu aos asairios que falassem em 6 Um dos levitas que toi aram harpa aramaico. a quem os assírios agora referiam-se Ele e os outros seus irmãos apenas assis­ como esse "bordão de cana quebrada. às promessas de Ezequias (2 Rs 18. 21). se en­ uo exército de Davi.201to. do dc paz e. assim.37: de submissão. tinha inveja da ria na qual o rei Ezequias se encontrava n a q u e l e momento.20: 16. 35ss. seu secretário.7). 23. paia lodos os dependência do Senlior.14-19) e interveio direlameute. A paJuvra decla­ rava que o Senhor estava do lado deles e Encontramos Eliabe novamente ua his­ tória de Davi e Golias. fitariam desencorajados.C.3..3.25).. Posteriormente. Abiail. 163 . que gritou iruiLs ameaças. depois que seu poi mor­ delegação que saiu para lidai com o co­ reu na batalha contra os ngipeios.(2 Rs 18. ocupado com os soldados que estavam sobre os muros da cidade. ocupava uma posição tiveram o privilégio de eutender. Pai do Kezom. des­ Cr 15. fez com que mil homens. de Judá.B. casou-se com um dos fi­ Eliaqulm ficou profundamente pre­ lhos de Davi (2 Cr 11 18) 5 . Tinha confiado no Egi­ bondade do coração dele (1 Sm 17.9). 3. i o q j grande tristeza e medo. Pai de Bate-Seba. Filho de Davi. Apelou espe­ ELI ADA. durante o reinado de Jeosafá o rei se voltasse para o Senhor e buscas­ 12 Cr 17.ELIAQUIM que está diante dos olhos. Fi­ pouquíssimos reis de Israel ou de Judá lho de Hilquias. Eliaquim. u/iioa noite.18.22-24 vemos que.0 teu eíro nn comando dos gaditas. era prunairo-ministro. Veja feoitiquim. Ezequia>. chamado de Amiel. respondeu à posa de Urias. duranle o reinado de Davi I i mandante. em Zú. como um sinal lerusalém em 701 a. os assírios proleriraiu . VBja também Isaias 36. 37 2).C. poréni o $<?um mensagem para o rei Ezequias em uhor olha para o coração" (1 Sm 16. 1 .282.4). Comandauíe valente e líder de 200 Esse desfecho. Não conseguiram chegar a um acor(2 Rs 23-34. se alguém se encostar. efeitos.16. quando a Arco da Aliança foi levada para Isso apenas provocou ainda mais o co­ Jerusalém. "Deus levanta"). hebraico (2 Rs 18. 2 Cr 36. no tiram. enquanto Davi matou o filisteu no qual.34J.18. 14. 1. Estava com ciú­ enfatizava com sarcasmo a posição prega­ mes du Irmão muis novo. Eliabe. que reinou sobre 35). foi chamado de Jeoiaquim 19-2). Sebna. sa vez dirigidas diretameiile às pessoas que eslúvam na muralha.17) se aiuda e direçáo. sim. As­ exército de Saul Í1 Cr 12. entrar-lhe-á nome e para honra do Senhor. 22. Fez parte da mísiido por Neto. A filha de pela mão e a trespassará!*’ (v. Filho do rei Josias. Em rança e a fonte da paz estavam na total Isaías 22. depois que se 19. pois. Davi fez com que oração de Ezequias por livramento \2 Rs a marido dela fosse morto.7). Deus.

raftete seu cmâtei. recebeu em retorno um suprimento inesgotável. g . ELIAS. 5. p . O PROFETA 3. Quando o profeta restaurou a vida de seu filho.9-12). Elias trouxo o povo para o seu lado. uin homem totalmente dedicado ao Senhor. segui-o.30. A princípio. contudo. 'Agora sei que Lu és homem de Deus.-35J. Quando entregou a Elias seu último punhado de farinha e óleo. Por­ tanto. e que a palavra do Senhor na lua boca é verdade" (1 Rs 17 24) 164 . os quais desafiam os que os testemunham para um momento dot isivo. Por Irás dessas maravilhas. Na genealogia de lesus.21). segui-o" fl Rs 18. Devido a e ss e compromisso.24).14). O PROFETA Elias. Assim. Sun história é contada no meio d os relatas dos reis de Israel e Judá. cair do céu. inclusivo par meio dessa genealogia. foi que lodos responderam com a confissão de fé: "O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” II Rs 18. mas se Baal. Isso é muito ciam no evento do monto Carmelu (i Rs 18.7-24) também revelam que ela confiava plenamente na mensagem do profeta. que a manteve viva durante todo o lempo da seca. d. Na evange­ lho de Mateus a linhagem real do Cristo é estabelecida de várias maneiras. Todos então participaram Ua laplura dos sacerdotes pagãos. Os milagres representam "sinais”. está a maneira harmo­ niosa em que o Senhor as utiliza para ensinar sobre a fé. Os milagres de Elias Os milagres que cercaram Eli as co m p õ em d mais vívido dos três aspectos de su ó vida. a mensagem e o proprio liomem.Cilado na genealogia que vai de Je­ sus uté Adão. como pai de Jouã e fillio de Meleé (Lc 3. Somente quando o fogo caiu do céu. o sinal miraculoso desafiou o povo a responder com fé. Esses capílulos Alastram lrês aspectos essenciais para se entender o papel desle profela e seu minis­ tério! os milagres.30). As atitudes demonstradas pela viúva de Sarepla |1 Rs 17. ou cio fogo que fe/. é listado como o filho d#' Abuide e pai de Azar. a qual registra vários reis e príncipes.13. D e u s pôde usá-lo p o d n ro sa m e n to . eles precisam decidir se ficarão a lavor ou contra Deus.16-4fí). Sua biografia é uma das mais coloridas e excitantes da Bíblia. El ias desafiou o povo: “ Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus. até José e finalmente Jesus IMl I 13). como Zorobabel.39). Líder dn uma famiiia sacerdotal no lempo de Neemias (Ne 12. todos esses sáo quadros dos quais todas as pessoas se lembram. deram seu consentimento (1 Rs 18.41) Foi um dos locadores cie tromlmla durante o culto de dedicação dos muros da ddade. Um milagre semelhante. quando solicitou ajuda para consertar o altar e iogar água sobre a lenha (1 Re 18. os israelitas nada responderam. que ressuscitou dentre os mortos. Quando ouviram o desafio do profeta aos sacerdotes de Baal. entre 1 Reis 1 7 e 2 Reis 2. uo qual Elias fez cair fogo do ceu para incinerar duas companhias de soldados enviadas para prendê-lo (2 Rs 1. Seja diunte do fiJho da viúva. 4. levou a uma confissão de fé no proleta como "homem de Deus" e a uma súplica por misericórdia por parte da capitão da terceira companhia ijue foi enviado (2 Rs 1.181 transformou-se numa confissão de confiança ua missão e no ministério do profeta.ELIAS. que significa “meu Deus é teovâ”. entretanto. a acusação feita por ela: "Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniquidade o matareb a meu filbo?” (1 Rs 17. 011 ao ser arrebatado para Deus.

Nenhum outro rei de Israel recebeu tantas advertências e também nenhum outro governante caiu tão profundamente no pecado. carros de Israel. subiu ao Céu num redemoinho.1. o profeta deixou claro que era devido aos erros do pròpríi i rei: “Eu náo tenho perturbado a Israel.25). O relacionamento de Elias com Acabe ilustra a mais significativa mensagem do profela e a 1'aJl.45. o rei continuou envolvido com a cultura cana ui ta ao sou redor. A mensagem de Elias Os uúJagres de Elias serviram pura chamar muitas pessoas em Israel de volta a Dous. o deus de Ecrom. dirigido por Deus 1 1 Rs 18. Suas iilividades postoriores demonsUariam a fé no Senhor de Elias que Eliseu agora possuía (2 Rs 2. como aucmteceu com Moisés antes dele. Ainda assim. l . de Judá [2 Cr 21.a de arrependimento de um li dor.ELIAS. O ministério do Elias comoçou poi meio de um aviso a Acabe. A noticia de que esse monarca morreu de uma enfermidade extremamente dolorosa nas entranhas e de que seu falecimento não foi lamentado pelos súditos confirmou as palavras de Elias e também demonstrou d falta de arrependimento do rei de Juda. em Jezreel (1 Rs 21). como no caso de Jezabel.d dn poder divino para Acabe.401. a poderosa demonstração da fé de Elias ao reler e depois liberar as chuvas (Tg 5.10) náo demoveu Acabe de sua falsa adoração. Sua mensagem.12-20).1-14). Enquanto os prodígios inspiravam unia resposta dos israelitas desobedientes e mornos de todas as camadas sociais. contudo. Eliseu (2 Rs 2. O profeta adver­ tiu orei de que suas práticas pagãs e assassinas.15-1<)). No finai. A mensagem do profeta não causou nenhuma mudança no comportamonto de Acabe Influenciado por sud esposa Jezabel. O milagre no monte Carmulo provou a superioridade de Jeová sobre as falsas divindades.14). o qual seria punido com sua morte 12 Rs 1. Seu sucessor então confessou o poder do Deus de Israel: “Meu pai. Em sua primeira explicação a Acabe sobre as razoes da seca. O profeta fez o caminho inverso pelo qual o« filhos de Israel entraram ua Tena Prometida: da região montanhosa de Belel e Al para a i>. tudo o que esse rei fez íoi enviar patrulhas para teutm capturar o profela 11 Rs 18. o mesmo aconteceu a fim de que Elias passasse para o lado oriental tio rio. rogou ao seu mestre: “Peço-te que haja porção dobrada do teu espirito sobre mim" Í2 Rs 2.( I Rs 18. concernente à doença que tinha no pé. mais semelhantes ãi» de Acabe do que as dos seus predecessores em Juda.101.17. Embora fosso dirigida a todo o povo. Cobiçou a plantação de uvas de um súdito. no momento de sua partida desta vida. constituía grave pecado. de Israel e Judá. Embora fosse um património dado a famiiia 165 .12). Elias escolheu o lempo e o locai para os dois se encontrarem. Quando Eliseu contemplou aquele grandi mUagre. Assim como aquelas águas se dividiram paia o povo ocupar a banda ocidenlal de Canaã.gião de Jericó b finalmente para o Jordão. que era da cidade de Tiro (1 Rs 21. Do outro lado do Jirrdão. Apesar de tudo. mas tu r a casa de teu pai Deixastes os mandamentos do Senhor. teve uma recepção diferente. a palavra do profela era dirigida especificamente aos reis fe rainha também. Elias advertiu Acazias de que sua consulta a Baai-Zebube. foi con­ cedida a Elias uma bênção especial.1-17). o profeta o ultrapassou 11 Rs 18. e seguistes os baalins’. O PROFETA Os últimos milagres dc* Elias ocorreram ua companhia rio seu sucessor espiritual.0). meu pai.12J. Enquanto o rei corria em sua carruagem em direçáo a Jezreel para comemorar a vinda da chuva. e seu cavaleiros?" (2 Rs 2.1). o levariam a uma morte horrível. A única menção de Elias em Crónicas ocorre quando enviou uma mensagem ao rei leorão. Acazias morreu sem demonstrar sinais de aiTependimenlo. com respeito à seca (1 Rs 17.2 . Deus usou Elias para dar essa demonstração individu.

é de tais lugares desprezíveis que Deus frequentemente escolhe seus profetas e aien&ageiros. Na bofo ioi falsamente acusailo e condenado ã morte. Pre­ teriam a sofisticada religião urbana dos cananeus. entre­ tanto. G l iseu. além de amaldiçoados por Deus. Mesmo assim. As advertências sobre o. A resposta qtin davam. Todas as mensagens de Elias se cumpriram. isso pouco significava paia Acabe e muito menos paia Jezabel. seria considerado um provinciano. ua capital e nas cidades principais do reino do Norte. mas o Senhor não pode encontrar entre elas ninguém com lé suficiente para agir como mensageiro da Palavra de Deus. Assim. 10. Essr* exemplo muitas vezes serve de testemunho contra pessoas que se consideram superiores àv outras. Assim.M4-. era mais do que um pronunciamento rle condenação. somente Acabe respondeu positivamente.-t8). numa época de apostasia nacional. seja de Gileade seja da Galiléia. vestiu-se de saoo e jejuou. No caso de Elins. O primeiro exami­ na o relacionamnnto único e u t r e Elius e Deus e entre o proleta e os que foram chama»Ioíí para ouvir suas mensagens. conforme u proleta predissera.ua maneira "simples" de ouJtnur apenas a Yahweh.1). juízo de Deus eram designadas para produzir arrependimento nos ouvintes p nas gerações posteriores. Acube loi exterminada por )eú (2 Rs 10). mas morreriam sein sei' la­ mentados. Acabe apossou-se da vinba.27291. que lembrariam as palavras do profota quando m i o s mensagens se cumprissem (2 Rs 9.30-37). Lemos que rasgou suas roupas. implicava a Introdução de uma divindade paga entre os israelitas como o deus principal. O rei foi mona e os Cães lamberam seu sangue [1 Rs 22. sem se importar com a aliança eulre o Senhor e seu povo. Provavel­ mente i?ro tido por muitas pessoas como um fanática procedente de uma região sub­ desenvolvida. Esse aspecto é dividido em duas partes: a sua solidão e o arquétipo do papel profético que ele desempenhou.ELIAS. O monte Carmelo provavelmente era um santuario na fronteira entre a Fenícia e Israel. Finalmente.30. O seu ministério proféti­ co levaria o povo ao arrependimeutu. Ela garantiu que o rui lona o que desnjava. assim aconlnceu. as quais não estavam preparadas para ouvir seus argumentos.17).17|. quo Integravam deuses do grandes e ricos centros comerciais.10. pre­ servado no texto bíblico: 0 homem Elias. pois veio de Gileade. Ainda assim. O verdadeiro propósito delas. Jezabol também teve o mesmo destino (2 Rs 9. Humilhou-se diante de Deus e o Senhor respondeu que retardaria a condenação até o reinado de seu filho I í Rs 2i . Deus enviou uma mensagem de condenação transmitida por Elias. Seus mila­ gres proporcionaram ujudo visual que desafiava as pessoas. toda a dinastia de. contudo. O rei em breve morreria. como Tiro. Exatamente como Deus dissera II Rs 19. O arquétipo profético começa com seu sucessor. De todos os reis para o s quais Elias profe­ riu palavras de advertência. Elias. Jezabel também faleceria e ns cães lamberiam o sangue de seus cadáveres. O PROFETA de Nabote pelo próprio Deus. a leste do Jordão 11 Rs 17. For tudo isso. A solidão do proleta engloba todas as áreas de sua vida e ministério. O chamado de Elias para confrontar assa impiedade foi O exemplo de um ministro soLitario. que pennanet eu 166 . o castigo viria. Começa com sua origem. o homem A questão da apostasia nacional introduz o terceiro aspecto da vida du profeta. seu ministério o colocou em coutato r.om os que não tinham nenhuma consideração por . pois significava que não descansariam coin seus ancestrais. Era um julgamento terrível. sua esposa. i^ontrastava com a recusa e com o coração endurecido da maioria dos lideres que ouviram as mensagens de Elias. e termina no Novo Testamento.'.

Rm 11-2. Portanto. derrubaram os teus altares. sem neubuina nub-a companhia a não ser a de uma viúva e seu filbo (1 Rs 17. poderia apenas aumentar o sentimento de soli­ dão que Elias sentia.71 . mas oa aparente Iraqueza de palavras proferidas com brundiua í I Rs 19. é o seu papel como um arquétipo profético. tal disparidade sorvin parâ mostrar de maneira ainda mais vívida o poder da fé em operação.10. Elias lam­ bém representa Josué o o povo de Israel. o qual pediu porção do­ brada dfi poder que Elias possuía e começou seu ministério repetindo o Ultimo mila­ gre de seu mestre: a divisão das águas do rio Jordão (2 Rs 2.19-211. e mataram os teus pmfdlas ã espada. evoca a imagem de Moisés em comunhão cuni Deus ÍÉx 2 4 . A experiência. que confirmaram especificamente o que Elias já profetiza­ ra sobre a morte de Acabe. entretanto. porém. O Senlior. Seu sustento miraculoso ali.19J. Também é um exemplo de como a fé pública de uma pessoa torna-se o elemento catalisador e leva outros a ter a ousadia de também demonstrar publicamente a con­ fiança em Deus. O ministério de Elias é um exemplo do que um indivíduo que obedece < i Palavra de Déus pode reali­ zar.1-28). Seus milagres e sua mensagem foram levados adiante por Eliseu. seu ministério enfatizaria a palavra. fugiu para Horebe. J 1-13). Na verda­ de. de agora em diante suas atividades sáo intercalado») com outros even­ tos e profetas. mostrou ao profeta que a presença divina não se apóia em tais demonstrações de poder.3): "Tenho sido muito zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos. A efidôucáa de Dous não loi comprometida polii desigualdade dos dois lados.1-8). Além ffisso. em lugar da ação.1 rt). 181. não 6 surpresa quando o profeta. ele desempenhou um papel especial. Embora já existissem profetas em Israel antes dele. Aparecem os servos de Deus anónimos que trabalham em t Reis 20. Dali em diante. entretanto. estavam todos escondidos e não lhe deram nenhum apoio. que lambem 167 . o proleta reaparece com uma mensagem para Acazias. a fim de salvara própria vida (1 Rs 19. Thdo começou com a indicação dn EJiseu. nm 2 Rois 2. Duas vezes o Senhor perguntou a Elias por que tinha ido ali e duas vezes ele respondeu com as mesmas palavras de ressentimento |I Rs 10. por quarenta dias. O primeiro sinal foi o chamado de Eli seu (1 Rs 19. respectivamente (1 Rs 19 15-1. onde Elios traba­ lhou sozinho.1-24). Di/erentemente de 1 Reis 17 e 18. Jh notamos o simbolismo de Elias como sucessor de Moisés o qual teve um en­ contro com Deus em Horebe e deixou esta vida de urna maneira especial. fazia-se acom­ panhar por Eliseu e encontrou grupos do profetas em Betei e Jertoô. que atravessaram o rio fordao a pé enxuto. Esse cuidado bei lidar rom a solidão do pro­ feta é evidente pelos personagens piedosos que surgem nos capítulos que seguem a cena do monte Horebe 11 Rs 19). temendo as represálias de Jezabel. filbo de Inlá ( I Rs 22.ELIAS.14). mas desempe­ nhado juntamente com outros profetas fiéis. O PROFETA firme contra o poder dfc centenas de oponentes apoiados pelo Estado 11 Rs 18. A solidão de Elias atinge seu clímax nessa cima.1-29). Os filhos de Israel deixaram < i Itiâ aliança. em consonância com as profecias* cie Micaias. a qual pronunciou quando estava sozinho. mas também confirma a imagem de uma figura solitária separada do meio de um povo pecaminoso. Ato aquele momento estava acos­ tumado a expressara presença dp D r u s por meio da utilização de magníficos milagres de “efeitos especiais’'. mas. Esteve escondido por dois anos. seu trabalho não seria solitário. A palavra de juízo de Elias para o reino do Norte foi assimilada pelos profetas Oséias e Amós. e agora estão tentando matar-me também”. Ainda quo tivesse notícia de outros profetas de Yahweh (1 Rs 18. Só eu fiquei. Em 2 Reis 1.14: cf. Elias reaparece uo relaio sobre a plantação de Nabote (1 Rs 21. Muito mais importante. que levou o ministério adiante após o arrebatamento de Elias e imluiu a unção do Hazael e Jeú como reis da Siria e de Israel.

E ora lambém o alvo sobre o qual Elias conversou com lesus.2 3 . E L IA SIB E (Heb. 17. Eliasibe era responsável pelos depósitos do Templo e cedera uma das câm aras para Tobias. uo entanto.14: Mc 6. Filho de Deuol o líder da tribo do Godé duran te o censo iJos ismelilas no deserlo do Sinai.650 pessoas (I\ T m 1. por figuras como Isaías e Jeromius Até mesmo o último profela do AT. O próprio Elias reaparece ua Transfiguração.H. como representante de lodos os profolas que esperaram o advento do Messias (Mt 17 2-9. uo deserto (Nm 7.ELIAS eserevijnimsuas mensagens para Israel. E U A S A F E . prometeu o retorno de "Elias". aí) invés de desposar mulheres da própria tribo.14).15.14: 2. um dos que. da Iribo de Levi. minis ira dn por Esdras. Lc 9. ELIAS 1. como alguém enviado aos que viviam fora de Israel (Lc 4.11*13). O povo sob seu comando eia de 45. fica claro o quanto era equivocado o escárnio dos que na crucificação sugeriram que Ele chamava por Elias e que o profela poderia livrá-lo fMl 27. embora ligasse seu ministério ao desse profeta.7.24).5. Í3 4.1 .12). 3.17).14. Era responsável pelo 13*turno de serviço ( I Cr 24. Como representante tribal. No NT essa profecia é lembrada e incorporada em parle com a vinda de )oão Batista (Lr 1.3l|. o profeta. 2. Cada grupo familiar da tribo 'los levitas tinha respotisahllidndes especificai. Descendente de Gérson è filbo de Liiel (Nm 3. nunca reivindicaria essa identificação. dirigiu a reconstrução da Poria rias Ovelhas.42. Um dos filhos de Jeroão o lídor de clã Eru benjamita e viviu em Jerusalém | 1 Cr 8.2 1 : 1 2 . Quando Neemias regressou da visita que fizera oo rei Arlaxerxes.5. as quais fo­ ram descritas neste capítulo de Números.) r. 4. que ofereceria uma esperança paia o arrependi men lo anles do juízo (Mi 4. Malaquias. chamou o povo ao arrependimento. Descendente de llarim. Crislo. Mc 9-2-10: Lc 0.0). 2 Sum o sacerd ote na época de Neemias. Era o propósito do seu retorno simbólico. lambém um solitário. Também é mencionado como um dos que se rasaram com mulheres eslrangeiras (Ed 10.2 0 . "Deus reslaura"l. levou sua oferta pacífica quando o Tabernáculo íoi dedicado. 168 . E x is to uma indicação da InQuènciu que estran­ geiros como Tobias linham em Israel. Elins conversari. Este. Essa mensagem também íoi proferiria para o reino do Sul. jun­ to às margens dn rio Jordão foão recusaria a identificação (Jn 1.47. juntamoute com Moisés. Descendente de Eião.24-26). Poste­ riormente. O sacrifício redentor de Cristo era o propósito pelo quaJ Elias realizara seu ministério enquanto esteve na Torra. mas Jesrus alegou que ele era o "Elias" que havia de vir (Ml 11.26]. .10-13: Mu 9. na figura de João Batista.21). depois que ouviram o ensino da lei.8. Veja Elias.25). eram responsáveis pelo cuidado da lenda « das cor finas do Tabernáculo.20).19). I Um dos sacerd otes que serviam uo Tabernáculo durante o reinado de Davi.2B: Ed 10. Juntou-se aos quo se divorciaram de tais mulheres. 2. expulsou-o daquele lugar sagrado (Ne 3 .21.27). elos profèriiain a mesma palavra de juízo pulos pecados ilo pava o dos governantes.35.47-49: Mc 15.2 2 . e mesmo os sumos sacerdotes estavam as­ sociados a ele.361. 1. Assim. Era filho de joiiiquim.i com lesus e o animaria a prosseguir no caminho de solidão e auto-sacrifíeio que o levaria à cruz |Lc 9. casaram-se com eslrangeiras (Ed 10. Os gersonilas.6). Um séeulo depois do ministério de Elins. 10. algumas pessoas confundiriam lesus com Elias (Ml 10. na Transfigura­ ção. (Veja Profetas e Proferia.28-30).1 0 . no novo ramo da cidade de Jerusalém.

depois do exílio. Descendente de Hebrom e líder de uma lamília levita. Era uni dos levitas separa­ dos para profeiizar e tocar diante do Senhoi. mas porque o "Espirito” ope­ rara entre eles. Sua ta­ refa era organizar a distribuição <lo terri­ tório destinado á sua tribo entre os vários clãs e lamílias. Levita. E L IO A O E . E L IE L (Hnb ’fmeu Deus éD eus”!. é cilnrlo em J Cró­ Manassés.1ÍL1ÉZER 3. Damascnuo. 4. ura bisavô do Samuel Seus des­ E L IÉ Z E R . 6 Filho do Elioenai. após o retorno do esdlio babdóuieo.22. sou pui. O Inrno de Eliata era o vigésimo ( l Cr 25. 6 . Filho de Siu rei. “Deus vem"). Seria seu provável cos do Templo. as quais se revezavam em perío­ dos. 1 Li ELIEN A I (Heb.24. ern um dos “trinta heróis” de Davi. Descendente dn Zatu.25). 2. Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul e uniram-se a Davi. sob o comando de Conauias e Simei (2 Cr 31.2). Neto de Asafe. Era harodila (2 Sm 23. 1 .2l). a mosma passagem sugere que tais homens transferiram a lealdade ao rei. 7.36). Outro dos "heróis de Davi" (1 Cr 11.25: não é mencionado na lista de 1 Crónicas 11J.2LI na genealogia que vai de rou deuses pagãos (1 Cr -5.olhos são de der de clã e soldado valenle tia tribo de Deus"). os quais iam pura a butalilue lideravam o povo de Israel na guerra. 9. 22). lambém listado na genealogia que vai de Benjamim ao rei Saul (1 Cr 8. Um dos "Lriuta heróis" de Davi. trouxeram tantos presentes e ofertas ao Templo. 8 .“meus. tornou-se "como o exército de Deus” (v. 169 . Ele fazia parte do grupo selelo. Esdras 10. a fim de que Deus fosse glorificado.24 como membro da linhagem real de Judá. 4. Descendente de Bani. foi uomeado por Davi para ajudar a levar a Arca do Senhor para Jerusalém | 1 Cr 15. Como resultado do extraordinário avivamento que ocorreu durante o reinado de Ezequias.271. 5. Seu pai era "vidente” do r»*i Davi.c. Filho de Simei.4. depois da conquista de Canaã (Nm :*4.47). loi esco­ lhido pelo Senhor e nomeado por Moisés para Liderara tribo de Benjamim. foi um dos muitos filhos que vie­ ram como um presente especial para Hnmã. quan­ do este estava em Ziclague. foi um doS que se cagaram com mulheres estrangei­ ras |Ed 10. náo simplesmente para estai ao lado do vencedor. Quando o exército de Davi cresceu. . Mencionado em l Crónicas 6. Rra servo de cendentes loram listados entre os músi­ Abr(a)ão (Gn 15.11). 5. que loi infiel ao Senhor e-ado­ nicas 8. 3.9. Benjamim até o rei Saul. coatfta. por sorteio. os quais saiam á bnlalhn e lide­ ravam o povo na guerra 11 Cr 11.25).131P-n-c. loi oulrn que ?r casou com mulher estrangeira l Ed L0. ljstad o na genealogia que vai de Benjamim uo rai Saul (1 Cr 8.20). Filho de Sasaque.461 . Era o sétimo na lista dos soldados descritos de forma vivida como os guerreiros exlremamente valentes. uin dos supervisores dos dízimos e ofertas trazidos pelo povo.34.11). Mais liu-de. Fillio de Quislom.27). E L IC A . s. Maavita. 6 listado em 1 Crónica* 3. As tareias durante o culto p u adoração eram distribuídas ontre as famílias dos levitas. que toi necessário constru ir armazéns r s peei ais para guardálos.24 lista-o comn uni dos cantores israelitas que se casaram corri rnuliieres estrangeiras e viviam com elas em Juda. para organizar o armazenamento das doações. E L I A TA (Heb. Foram comandantes que propor­ cionaram um grande apoio ao filho de Jessé nas batalhas (1 Cr 12.

apresen­ tou-lhe vários pecados e concluiu com 170 . Pode ser o mesmo Eliíelete mencionado em 2 Samuel 23. Inicialmente.35). 5. 8. Deus reafirmou a promessa de que ele teria seu próprio filho com sua esposa Sara e que Eliâzer uâo seria seu herdeiro (vv. A con­ vicção tle Abraão nesta promessa lhe foi imputada para justiça (v. Levita que também se divorciou da esposa estrangeira (Ed 10 23). para "condoer-se dele. Era filho de forim o pai de Josué (Lc 3.35. teve muitos filhos f 1 Cr 2 3 .201.17). Era um dos "trinta heróis" de Davi. por sua voz. 9. O primeiro e o mais velho dos três amigos de [ó. ELIFAZ (Heb. era oficial da Iribo de Ruben duranle o reinado de Davi (i Cr 27. Finbora fos­ se o mais sábio. 2. depois do exílio.11.C. PiD. “Deus é vitorioso"). Neto de Benjamim e lilho de Hequer | 1 Cr 7. Ê um Irisle com entário sobre Jeosafá. era o res­ ponsável pelos lesouros do rei Davi (1 Cr 20. Fi­ lho primogénito de Esaú e sua esposa hetéia.34. “Deus tinha julgado"). ofereceram-lhe vários conselhos (Jó 2. eles loram até o patriarca. Primeiro. Abraão éstava preocupado porque o Se­ nhor não lhe dera um descendente. 32).8) 3.1.10). o qual. 18.311. Ancestral de Jesus. Um tle seus descendentes foi Selomite. porque esle fizera aliança com o rei Acazias. exor­ tou | ó a aceitar as perdas como castigo de Deus por seus pecados (Jó 5. Quando viram os terríveis problemas que Jó enfnuilava debaixo da provação de Deus.17). Fizeram um pacto de servir ao Senhor (E<110.seo patriarca rião tivesse filhos. 15.11). Muitos homens de Judá se casaram tom mulheres de OUtras Iribos e alá de outros povos.19). os bravos guerreiros que lideravam 0 povo de Israel nas guerras. 7.1. natural de Maressa. Sacerdote cuja tarefa era tocar uma trombeta diante da Arca do Deus. 4. 6.24J. de Israel. ELIFAL (Heb. 22. De­ pois. Essas em barcações posteriorm enl'-' foram destruídos. 2. coniorme havia prometído. que disse: "O Deus da meu pai foi minha ajuda. sucumbiu à tentação de. Fi­ lho de Ur (1 Gr 11. 10. Um rios filhos de Moisés e sual es­ posa Zíporu: irmão de Gérson.ELIFAL herdeiro. Filho de Dodavu. depois de ler seguido fi­ elmente ao Senhor durante lodo seu rei­ nado lv. Recebeu esse nome de Moisés. Os dois construíram juntos navios em Eziom-Geber.7. 6). Líder entre o povo e humem sábio.1 5 : I Cr 1. quan­ do esta ora conduzida pura Jerusalém pelo rei Davi (1 Cr 15. 4. profeli/ou contra o rei Jeosafá.15. junto com seus parentes.1 0 . que se junlou a Esdras no regresso a Jeru­ salém. porquo o Senhor não aprovou tal aliança cwrn um rei perverso (2 Cr 20.1 1 . FLnalmenle.pro­ curai ajuda contra as inimigos nos que não confiavam 110 mesmo Deus. lambém se divorciou da esposa estrangeira |Ed 10. o qual. 1 1 .21e divorciaram-se de suas esposas estrangeiras (w.‘ J ). nçusou-o do subestimar 11 Senhor (Jó 15 . o qual. 2-5). por meio de seus discur­ sos Elilkz demonstrou ser um "ínstrulor" dogmático. Depois. eslava entre os sacerdotes que se uniram a Esdras e ao povo no arrependimento» depois do regresso da Babilónia para Jerusalém.25. listado ua genealogia que vai do Cristo até Adão. Ajudou o referi­ do sacerdote u encontrar levitas qualifi­ cados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8 10). e me livrou da espada de Faraó" (Êx 18. de Judá.41.1 1 e o advertiu de que "pagaria caro u Deus" por seus pecados. Filho de Zicri. Descendente de Harim.1 42.37). pois proclamou uma vi­ são moralista da salvação. ficaram incapazes de falar por lougo tempo. Ada (Gn 3 6 -4 . Descendente de Jesua. 1. O filho de Eliezer chamou-se Renhias. e consolá-lo" (Jó 2.36).20).

1. o qual resgatou sua proprie­ dade. Um lídor do clã da tribo de Simeão. PvU. listado entre os que se casaram com mulheres estrangeiras (Ed 10.23. Filho de Eseque. o qual servia como porteiro. 4. Descendente de Pasur. Um dos “trinta heróis" de Davi (2 Sm 23. Alt. sem nenhum apoio masculino Da família. linha dois filhos: Malom e Quiliora.41. Um dos descendentes de Adonicão que regressou da Babilónia com Estiras. p.a ELIOREFE.3.21)1 E L I M A S .8. 2. o culto a Deus foi organizado adequadamente pelo roi Davi Efifttleu loi um dos membros du família dos meraritas. Neto de Benjamim. B oaz e Noemi. ELIFELEU. 1. Listado como um dos prín­ cipes de Salomão. para que st* submetesse a Deus. P osterior mente. 5. como o mou sorvo JÓ" (Jó 42.34).8. 2. q Todo o livro de ló revela de forma muito clara como a tão repetida expli­ cação religiosa dn lei de causa e «feito (pecado = juízo: justiça = bênção) é simplista demais quíuido as pessoas es­ tão diante do Todo-poderoso. ora um dos secretários do rei (1 Rs 4-3). cbamadu Rute.d. Uma delas. era de músico. Um dos descendentes de PaateMoabe. íi.13). Útn dos filhos de Davi. 8 . du­ rante o reinado do Arluxerxes (Ed 8.9). casou-se com Boaz. um dos descendentes do Benjamim» registrado na genealogia de 1 Crónicas 6. esta moabila tornou-se bisavó do rei DaviPara mais detalhes. 4 . marido de Noemi. entre­ tanto. um dos que se casaram<mu mulheres estrangeiras.3b. filho de Beqnor (1 Cr 7. cuja soberaniu é total. também listado entre os que se casaram com mu­ lheres estrangeiras (Ed líl.24.3). lí­ der de uma família sacerdotal. nm favor do Noemi e Rute (Rt 1.No final. 14.22)» 7 . veja fíuto. Deus vindicou Jó e ordenou aos amigos que o procurassem. 1 Cr 3. Foi um (los tocadores dc trombeta durante o culto de dedicação dos muros de (erusalém. Viviam em ELIOENAI. mencionado em I Crónicas 4. Da tribo de Judá. no tempo de Esdras (Ed 10. durante o reinado de Artaxerxes (Ed 8. EL IFELETE. (Para mais detalhes. mas logo depois lambém morreram o deixaram Noemi sozinha com as duos noras.33). Mencionado ein Neemias 12.u. 4. Belém. o fim do quo fossem perdoa­ dos: “O mou servo Jó orará por vos. em 1 Crónicas 3. 3 . D escendente de Zatu. pois tocava harpa e lira juntamente com seus irmãos ( l Cr 15. Vós não falastes de mim o que era reto.7-9).27).7).. Descendente da rei Davi. listado como um dos Irés fillios de Nearias. 171 . 3 . junto com ela.18. 1 . utê que a fome na terra lez com que mudassem para M oabe. nascido em Jerusalém (2 Sm 5.16. acompanhado de duzontos homens. voltou da Babdónio com Esdras. parente de Elimeloque. seu Irabalho específico. mediante sacrifícios.6. Era lilho de Sisa e divi­ dia esse Irabalho com seu irmão Alas.2. 2.3. 5 .g.39. um dos porteiros do Tabernáculo (1 Cr 26.t . Um encantador (Al 13. Um dos doscendenles de Hasum. Essa lista proporciona uma linhagem real pura o reinu de Judá depois çfo exílio babilónico. decidiu acom panhar a sogra de volta para Belém e adorar a o Senhor. e a< pi­ tarei a sua oração. para que intercedesse por ales.ELIOREFE um apolò.9).3.4]. Elimeloque morreu.i .Filho de Meselemias. e p. Depois que a Arca da Ali­ ança foi levada paru Jerusalém. Seus filhos se casa­ ram com m oabiias. veja Bar-fasua] ELI ME LE QU E (Hob "Deus é rei”). Na providência do Senhor. fim de ser "restaurado" í]ó 2 2 | . e não vos tratarei »:ooforme a vossa Ioui tira.8) 6 .

8). avô de Josué 11 Cr 7.22).“Dpus júlga").. levou as ofertas pacificas quando 0 Tabernáculo loi dedi­ cado ao Senhor (Nm 7.41 J. Elisama foi um de seus muitos rebentos (2 Sm 5. J Cr . portan­ to. tomou multas mulheres como esposas e concubiiias.11 e ajudou esse sacer­ dote a coroar loás. Comandava uma unidade de 100 homens (2 Cr 23. ancestral de Josué. i*.23). Unidos comandantes com os quais |oiada foz um pacto.C. A enorme contribuição feita pelos eira imitas foi eutregue no sétimo dia.28. 5„ Elralmita. foi guardado na sala de Elisama. Casou-se com Arão e deu à luz Nadabe. Nos dias do rei Juoiaquim. o assassino de Gedalias (2 Rs 25. íoi d progeni tor ria nação que leva o sen nome (Gn 110. rei de Judá. O rolo onde esta­ vam escritas as profecias de Jeremias. Seu pai foi Amiúde.12. esse monarca serviu ao Senhor e enviou vários m esbes e levi­ tas para ensinar o povo sobre o Livro da Lei. ELISEU No meio do século uono a.5:5).n. É possível que o povo dessa localidade se identifique cora os gregos ou com os liaibitantes do sul da Itália. Como re­ presentante de seu povo. de Judá. rei de Judá. loi secretário na corte. Os d o is primeiros foram mortos por Deus e o terceiro sucedeu o pai no cargo de sumo sacerdote iNra 20. Pai de Netanias e avô de Ismael. e não hesitava em desarraigai a verdade por meio dn força. o qual Baruque levou para o monarca.25. 1 Cr 1. Depois de seto anos. que claramente era influenciado por Joiada. 2. Joás loi coroadô rei Atalia foi morta por Elisafale e pelos outros líderes. ELISEBA (Heb. 2. ELISAMA (Heb. loiada es* qondera o ineniuo de Atalia. A casa real.ELI SÁ ELI SÃ. 172 .48. Liderava um grupo de 40.500 pessoa* (Nm 1.1.29). O príncipe. o agora estão tentando ruatar-me lambém").im púrpura azul. loás se desviou de Deus e lumem tavetmente voltou-se para a adoração dos posles-ídolos lAsera).17).20.29— 2 Rs 10. As “ilhas de Elisá” são mencionadas em Ezequiel 27. 14.7). reformou o Templo e restaurou o culto ao Senhor Mais tarde. ELISAFATE (Hob. promovia a religião de CunnÍL cultuandu a Baal. a perseguição religiosa (“derrubaram os teus altares. L Filho de Amiúde e líder da tribo de Efraim durante o cuuso dou israelitas no deserto do Sinai. 4„ Filho de lecamias e líder ria Iriho de fudá: era descendente de Jerameel 11 Cr 2. 7.10.21). representada pelo rei Acube e sua esposa sidônia Jezabel 11 Rs 16. "meu Deus é meu jura­ mento’). A queixa de Elias 11 Rs 19. Filho fie lava e nelo de (afé. Jr 41 1). Elisama foi um desses mestres (2 Cr 17. Fillio d* DavL Depois que ele con­ quistou Jerusalém e mu dou-se de Hebrom para lá. .7 damo o lugar ande Os moradores doTiro ol ilinh.7). Eleazar e 1tamar (Ex 6. de Judá.10.14) ê um bom resumo ria situação: a apostasia nacional ["os filhos de Israel deixaram a tua aliança”). Filha de Aminadabe e irmã de Naassnm. Nos primeiros anos de seu reinado.27). antes de ser lido diante do rei por Jeudi (Jr 36.4. e mataram os teus profetas íi espada”) e u determinação de destruir o culto de Yfibweh (“só eu fiquei.26. Era pai de Num.18). quando o velho sacerdote morreu. morto recentemen­ te. o reino do Israel foi assolado pela apostasia religiosa.G. 6 Sacerdote viveu d o s dias do rei Jeosafá.8. Abiú. “meu Deus ouve”). 3.16. mãe de Acazias. Elisama também li­ derou sua tribo quando oh israelitas par­ tiram do Sinai e prosseguiram a caminha­ da rumo à Terra Prometida (Nm 10.

quer coubessem disso quor Dão.10-13. A capa peculiar rio profela 11 Rs 19. mas o senso do chamai lo era muito forte. não Inmsformou aquilo num assunto mais grave lv. entretanto. Concernente à apostasia nacional. seu chamado e sua exaltação como profeta do Sonhor dopais do asconsâo do Elias.2-tV). Envolvia sacrifício. Isso nos ajuda a ver Eliseu. Seguir Elias toruora-se «ua prioridade de longo prazo.18.s pelas referências à capo do seu antecossor ( | Rs 19. o ministério dos dois loi muiroado por notáveis obrus solíri.4] 0 envolveu. Grupos dn tais eventos. Par esta razão. nem sua lideran­ ça simplesmente baseada ua tomada de decisões. O manto de Elias As duas primeiras histórias relacionados com Elisou ( i Rs 19. Sua autoridade. com a porção dobrada de Elias reconhendamenle sobre si |2 Rs 2. 2 Rs 2. Numa palavra. Esse espírito amável. mas exigia uma resposta pessoal. juntamente com os 7.21 J. de volta á Terra Prometida. gentil e ameno sempre foi a característica de Eliseu. A Bíblia é bem frugal naquilo que chamamos "milagres". A história união se concentra no pedido de Eliseu (2 Rs 2. Elias e Eliseu.15-21.1-17). Três nomes figuram no comissionamento de Eliseu 11 Rs L9. sempre marcum novos comoços — Moisés. Eles não âstão espalhadas por todos os lugares das Escrituras: realmente.17). na qual tinha liberdade para fazer o que desejasse (1 Rs 19 19-21). Em sua imaturidade.211não foi "um fogo de palha".16). estão l l g a d a . assim como Elias. Eliseu já tinha c o n h e c i m e n t o de Deus e estatura pessoal sufici­ ente para recusar as ordens de Elias (2 Rs 2. separando-o para a lunção profética.3-24).9) e como foi atendido (vv.19: 2 Rs 1. afinal. como um dos notáveis homens de Deus. pois Eliseu pertencia a uiua famiiia rica e amorosa. não era baseada uo autoritarismo. o instrumento do juizo de Deus (Dl 28. o grupo de proib­ ias queria procurar por Elias e. quando 0 práfota — acostumado à vida solitária — desejava encontrar-se com o Senhor sozinho.350 seria Uazael (2 Rs «. e ele abandonou a posição social e os privilégios. mais do que nas manifestações especiais ou espetaculares que proclamam sua presença.15. não desejava ser "duas vezes ma is” do que Elias! Esta quantidade era o que recebia 0 M io primogénito na partilha dos bens (Dl 21. A vingan­ ça contra a casa real — pela destruição dos uJ tares O pela morte dos profetas do Se­ nhor— seria operada poi moio do Jeú (2 Rs 0 a 111). Ao pedir uma “porção dobra­ da" do espírito de Elias.32. 18).13-15). 13. em sua maior parte a Bíblia concentra-se na providência ordinária do Deus.32.8: Zc 13.15). sua pronta decisão de acompanhar 0 profeta (1 Rs 19. o Senhor assim sela 0 sinaliza a natureza especial a única «los tempos e de seus participantes. ernbora Eliseu s o u b e s s e rjue seria toline e perda do tempo não reprimiu aquilo quo. a ministério profético não termi­ naria com Elias: Eliseu iria sucodê-lo. 10. 12.17.J8). Ao operar de foram inquestionável. Samuel.ELISEU Nesta situação. o Senhor Jesus e os apóstolos. era o produto dn uma preocupação a m o r o s a [v.19: 2 Rs 2.000 remanescentes garan­ tidos polo Senhor. "meu Deus salva") encabeçaram “a revolta pro­ fética" a. sobre a qual Elias tinha-se lamentado. originaram a linhagem de grandes profetas que vieram dopais deles. Na época de 2 Reis 2. 13-15J. 171: quando voltaram. para tornar-se "servo" do homem mais velho (1 Rs 19. 173 . Elias e Eliseu (Heb. eutretanto. A escolha de Eliseu íoi uma expres­ são da soberania do Senhor (1 Rs 19. e o desejo de Eliseu era ser reconhecido e equipado como o sucessor escolhido por Elias. Dessa maneira o substituto de Elias entrou em cena com um papel muito significativo: era o inicio de uma sucessão profética cujo ministério separaria e sustentaria o remanescente fiel do povo de Deus.25. Deus honrou sou desejo: a capa derrubada pelo profeta que partia caiu sol iro 11que surgia e Eliseu atravessou novamente o rio lordão.iojil)unis.

“rapazinhos estúpidos’' 12 Rs 2. De qualquer maneira. porém.m sua mão.20) indicava que algo eslava paia acontecer. estava do comando.26). entretanto. Botei (1 Rs 12.25 mostra a completa Uberdade que Eliseu leve para viajar por toda a terra em sen ministério. Pode ser que ele usasse os longos cabelos de um uazireu (Nm 0. quando Eliseu ihogou. seria estratégico que os sacerdotes de Betei rece­ bessem o primeiro golpe.5). apenas para descobrir ( I Rs 16. existe um grande Deus que fica ao lado dos seus servos quando estão acuados: o Senhor ouviu a zombaria. Eliseu atravessara o Jordão no mesmo loral que Josue o fizera e. 241 O significado da zom­ baria (e sua gravidadel não é bem claro. c podemos ver o brilho dela tio decorrei de seu ministério. Assim. às vezes lem outra utilidade: e com 0 loque dela que um monarca transforma uru de seus súditos num nobre. de acordo com o contexto. A vitória foi de Deus e 2 Reis 2.19: 2 Cr 13. Esta arma.22). 174 . mas na palavra do Senhor proferiila por Eliseu (2 Rs 2.19r22) o uma proferida (2 Rs 2. o "sal" (embora as Escrituras não expliquem a razão) era o símbolo da aliança elerna do Senhor (Lv 2 13: Nm 18. se ele fosse realmente calvo. nos dois lados de seu ministério^espada. As primeiras duas historias sobre Eliseu mostram esses usos contrastantes dn espada: uma maldição removida (2 Rs 2 .34) que precisava pagar um horrível preço? A maldi­ ção. e a espada de Eliseu foi utilizada de lorma sim ilar— exaltar u pobre e o uecessilado pura uma vida melhor. e a ferra é estéril” (2 Rs 2.niu ele era reconhecido publicamente como profela do Senhor. agora que Elias havia saído de cena r um novo homnm.19) — um manancial de agua suspeito que espalhava infecção mortal. isso não poderia ser visto.Chegara o tempo do indicar o lavor de Deus em prol ria bênção. mas.28-33) estava no centro da religião liorélica de Israel lr até lá exigiu grande determinação por parle de Eliseu. foi colocada sob urna maldição por Josué (Js 0. prevaleceu lambém contra os que viviam no lugar amaldiçoado: literal­ mente. seria essencial que desde o principio estabelecesse domínio onde fosse necessário.23-25).. resta Ufand o e condenando. Jericó íoi o primeiro obstáculo de Israel ua possessão de Canaà e. “as águas são más. Não é interessante que justamente d os dias do rei Acabe urn homnm chamado Hiel achasse que podia ignorar a maldição. que para Ele pareceu muito grave. propusera um novo começo nm Canaã. como tal. mos. esse alo reverteu a maldição e trouxe a cidade e seus moradores para as novas bênçãos do pacto. a situaçáo era de confronta o o futuro de seu ministério dependia do seu desfecliO. de foruia que. que não fora ainda testado.5) r o s garotos na verdade zombasseui de sua consagração. Simbolicamente.ELISEU A espada de Eliseu \ associação de Eliseu com HLazael n uom Jen obviamente colocou uma espada de juízo e. A “tigela nova" (2 Rs 2.23. arranja­ ram-lhe um "comité de r e c e p ç ã o ” r l e "rapazinhos" — náo crianças pequenas. embora o poder náo estivesse no ritual ou na magica. entretanto. como e le .Lular ou fugir de qualquer num ei­ ra significaria perder o dia. Semelhantemente. Ambas registram ci. se ele desejava exercer um ministério sem restrições. O certo é que a cabeça de Eliseu deveria estar coberla.

Agua da vida. A derrota da Síria predita. lambém ungiu alguns reis — embora devamos notar cuidado­ samente em 2 Reis 9. 6. D 2 Reis 5.17). doador de vida. 271.38s). Bi 2 Reis 8. Quando Geazi. 7-14 |o povo e os reis|: A terra dâ surtamita reslaurada.Muitíplii agão dos pões íw 42-44). era que sabia ser condescendente com as pessoas comuns com anuir e poder (B\ I.38-41. Eliseu.2 I (os monarcas): os reis do Israel destruídos.23-25). 8-37 lo povo): A viuva pobre íw 1-7) e a senhora rica (w. 6-101! Uma mais maiores qualidades do ministério tle Eliseu.20. Na verdade. C‘ 2 Reis 4. Multiplicação dos pões (6. As pessoas colocadas entre parênteses indicam o alcance do interesse d* Eliseu.1-6. a hbtfV ria de Naamã o Geazi — é um perfeito resumo da vidu deste grande homem. Ele podia intervir e influenciar o curso da história.1'8). restaurar uma criança I4. corrompeu a doutrina tia graça imerecida expressa ua recusa do profeta de 175 . perdida. cuidava de seus subordinados (C1) e idenlifiCHva-se com seus desejos (C*). 38-4 I I. B J 2 Reis 4.1-10).1-7.2) e na destruição dos inimigos de sou povò p3.23. 32*37).1. resoluto na promoção dos justos juízos de Deus (9. alimentar o laminto (4. O rilho da sunamíta ressuscitado fw.8s)i por outro lado. 14.1-10 a diferença eutre o que Eliseu mandou o jovem dijwr ív. Quando Nuamà obedeceu à ordem de Deus em Ioda a sua simplicidade. ao subju­ gar seu orgulho diante da revelação divina e submeter suas necessidade? ã provisão divina. A* 2 Reis 0.11-20 (os mo uarcas J: Os reis de Israel denunciados (v.20) e contradizer a ciente de Deus conforme revelada na atitude de Eliseu (vv.14s). entretanto.11»).8*23. 13). ao cobiçar privilégios [2 Rs 5. 7. proot upar-sô com uma ferramenta per­ dida Í6 ls). Eliseu representava wna nustura balanceada da "bondade e severidade de Deus" (Rm 11. suprir as necessidades do pobre ((4.EU SEU Bondade e severidade O padrão das histórias res! antes de Eliseu mostra a dimensão d'e seu ministério em graça e poder: A‘ 2 Ruis 3. 1) e o qxio elo insensatamente acrescentou para satisfazer sua suposição pessoal de que po&stiih o dam profético (w. para promover ú bem-esiar do povo de Deus (G.18) A irn de Deus contra Israel (v.27). 13 14-19. A peça central dn toda u apresentação — conforme destacado acima.18).1-7. Is) e usar o poder dado pelo Senhor. contudo.24—7.8-37J e a lurra 18.1-13. lôf20).22): por um lado. Predito a derrota de Moabe (v. A de Israel.42*44 (osprofetas e os outros): Tirado o veneno da cnmida (w.1-7). diomr diante do sofrimento (8. 8-37). severo em suas deníindas (3 .1-27 (Naaiuã e Geazi): a remoçâoda impureza contraída fw. íoi abençoado |2 Rs 5. sobre quem a "porção dobrada” de Elias veio tão abundantemente. poisseu ministério levou-o diante dos soberanos. ao sustentar os indignos (2 Rs 3.20 (os profetas e outros): A pnrda recuperada (6.t3s: 2. C2 2 Reis 6.

“mou Deus tom protegi­ do”). Números 3. dissi íTiulou (v. os aliares.27.13.2 a 37. Fi­ lho de Davi. P. Am e s ­ trai de Samuel (1 Sm 1. da Lribo de Levi (1 Cr 20. Como os oulros. contraiu a contaminação do mundo com o qual imha-se identificado Iv. em 1 Samuel 16.25. O v.G . Descendente rle Obede-Edom.14. mudou a vordade díi Sonhor uuma mou tira (w. s. que inclu­ íam um grande número de clãs familia­ res. a mesa. diante das tragédias que sofrera. 1 Cr 3. enquanto buscavam explicai a Jó o q u i i estava errado.7).6: 17.20) 3. o candelabro. podem referir-se à mesma jiessoa. mostra que os homens nomeados paia essa tarefa foram escolhidos pelo próprio Deus. Fillio de Baraquel.A .8 e 2 Crónicas 29. e ra líder da tribo deZebulom.24). em 1 Crónicas (■>. Ele eslava furioso com os outros Lrês amigos. nm 1 Crónicas 6. ou seja. 20). 4. “Deus é meu louvor"! Um dos ancestrais de Jesus mencionado Da genealogia de Mateus (Mt 1. Sugeriu como Jó podia demonstrar arre­ pendimento diante do Senhor. ou o que já sabia no fundo do seu coração: algo muito mais sério acon­ tecia. que é a Pàlavra de Deus (ET 0. a espada do Espírito.34: e Eliabe. ELIZAFÃ (Heb.30. « o r e p o s ­ teiro com lodo o seu serviço” Veja tam bém t Crónica/» 15.15. |ó foi apanhado no meio de um desafio celestial. ELIÚ DE (Heb.ELISUA receber recompensas. Um dos lideres entre os levitas. ELIÚ ÍHob. 18. 2 Crónicas 11. Era Pilho do Uziel. Eliú não com­ preendia como o patriarca tinha a capa­ cidade de afirmar sua inocência perante Deus. Era coraíla. Um dos líderes da Iribo de Manassés que desertou para unir-se a Davi em Zíclague (1 Cr 12. os utensílios do santuário com que ministrara. "Deus e salvação"). ELISUA (Heb. 2. não importa o que Satanás atire contra eles (Jó 32.22).D . e P.18 é a mes­ ma pessoa. 1. 2. “ele é m eu Dous").C. Na* mãos dp Eliseu.W .c.31 revela que esse grupo era responsável pela m aioria do trabalho dentro do Tabernáculo.28: 1 Crónicas 2. Elisua era um de seus muitos rebentos (2 Sm 5.15). o buzita. da lamília do Rão. 25) e viu o ministério da graça de Deus como um meio de obter lucro pessoaJ | v. 21. Depois que o rei conquis­ tou Jerusalém o mudou-se de Hebiom para lá. Seu pai é listado como Aquim e seu lilho como Eleazar.D. nesse mesmo texto. primeiro ouviu os nutros. não via o que Deus podia ver. Eliú nra um oficial na tribo do Judá f't Cr 27 18). 14. Em Números 34. J. trazendo vida aos obedientes e morte aos desobedientes. 25). foi apontado por Moisés para ocupar o territorio que seria destinado ao seu povo.1). E lie l. Eliabe.13.0. tomou muitas mulheres como esposas e concubinas. 176 . pela incapa­ cidade que demonstraram em refutar os argumentos do patriarca e persuadi-lo.17). Ao permanecer fiel ao Seuhor duranie ioda sua prova­ ção. 5. tanlo enobrecia como destruía. ura um dos amigos do Jó que o aconselharam sobre sua doença e as perdas que sofrera. Porque era mais jovem. duranie o tempo da peregrinação no de­ serto. com reputação de capacidade e força no ser­ viço do Senhor. ele demonstrou em sua própria vida o poder do Deus para guardar seu povo. entretanto. “a arca. Apa­ rece quatro gerações antes de Josá. Era o chBfe dos coatitas. Como os primeiros capítulos do Uvro revelam.5). Um dos Irmãos de Davi. l Filho de Paruaque. 27 J.

arnbidestro e extremamente hábil Primeiro lutou no exército do rei Saul. Des­ cendeu te de Benjamim e líder tribal.14. levou sua ofer­ ta pacífica quando o Tabernáculo foi de rticado ao Senhor (Nm 7. Filho de Sedeur e líder da tribo de Rúben.c.11. Filho de Acbor.5. mas Elnatã o apaniiou e o trouxe de volta para (erusalém. em Ziclagun (1 Cr 12. E LZ A B A D E . onde u rei mandou mata-lo. Ele se uniu a Esdras no regresso da Babdõnia paia Jerusalém. “Deus tom agido").8). Foi um dos “trinta heróis" de Davi. "foram para lsaque e Rebeca uma amar­ gura de espirito" (v.35). Listado nu 1f>* geração depois de Davi. um pro­ feta fiel ao Senhor.11. 36. mas porque o "Espirito" operou no meio de­ les (v.U m dos ancestrais de Jesus (Lc. Seus pais desejavam que Esaú se irisasse com uma pareate. após a morto de Ibsã (Jz 12. rlepois que o rei "to­ mou ainda mais mulheres em Jerusalém. ELOM (Heb. Heteu. Um dos lilhos de Davi. -A gran­ de contribuição íeila por sua tribo foi entregue ao Tabernáculo no qoarto dia.1«). Liderava um grupo de 46. teve um irm ão cham ado A bilud e (1 Cr 8.n. ua mesma passagem. tomarias por ele das tribos que se encon­ travam na região onde se estabeleceram.26).18) ELPELETE. ELUZAI (Heb. um dos líderes en­ viados ao Egito pelo rei Jeoiaquim em perseguição a [Mas (Jr 20. 1. 3. ELPAAL (Heb. Foi obrigado a fugir poro salvar a vida. Mais tarde. 2. 2.34. como guerreiros de renome. Como re­ presentante dasrubenJtas. Provavelmente é a mesma pessoa do item u«2. i! gerou ainda mais filhos e Cilhas’’ (1 Cr 14. “Deus é minha torça"). C) contexto rnvela que tomar muitas esposas provavelmente era o que se esperava de um rei cujo reino "se ti­ nha exaltado muito” (v. a Bíblia dá a idéia de que tais homens uão trnnsferiram a lealdade apeuas p a ra estar do lado vencedor. Basumato o Ada ÍGn 26. ELMA DÁ. 3.21*23). pai das esposas de Esaú. foi um dos [uizes e liderou Israel por dez anos. Da tribo de Zobulom.12. Um dos filhos de Zebulorn e bder do clâ dos elouitas (Gn 46. "meu Deusé uraíí rocha").500 pessoas (Nm 1.8). Pai deNeuslu. "Deus tem dado"). Ele advertira o povo sobre o iminente (uizo de Deus o a des­ truição de lerusalem pelos caldeus. 'Deus é deleite").25).ELZABADE ELIZUR (Heb. listado na genealogia que leva ao rei Saul Sua mãe chamava-se Husim. ELNATÀ (Heb. Era pai de Cosã e filho de Er. Elas.16).28).5). 1 .46 a 28.5). na época da censo dos israehlas no de­ serto do Sinai. 23). Esse comandante estava entre os oficiais que ouviram a lelpira feita por Baruque das profecias de Jeremias e aconselhou os dois a se esconderem Depois lenlou evitar que o mi queimasse o rolo IJr 36. "terebinto").40). Ajudou o refe­ rido sacerdote a encontrar levitas qualificados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8.3. ELNAÃO (Heb. Um dos judeus que lideravam o povo. nas­ cido em Jerusalém. Um arqueiro da tribo de Benjamim. Seus dois filhos são listados entro o» "heróis de Davi". f. mas depois juntou-se ao grupo do filho de fessé. Nm 26.12.12). 2).10). 0 nono na lista dos famosos guerreiros da tribo de Gtide que abandonaram o exército de Saul e se 2.2). 177 . 3. Ele lambem Liderou seu povo quando os israelitas deixaram o deserto do Sinai (Nm 10. 1. (Veja JuiZCJS). 35).30. mãe do rei Joaquim (2 Rs 24. Pái de Jeribai e de Tosavias | 1 Cr 11. como fez seu irmãó Jacó (Gn 27.

7 a 8 aconteceram durante um período de profunda crise.Se* nhor mesmo escolheria um sinal. precisamos pri­ meiro olhar para o contexto histórico original da profecia de Ualas. foro do acampamento. o profeta disse ao rei Acaz que snus vizinhos do uorto deixariam do ameaçá-lo antes que Emanuel soubesse "rejeitar o mal e escolher o bem" (ls 7 15.15). Desde os primei­ ros séculos do cristianismo. onfretantó.10-12). recusou o sinal. Isaías anunciou que o . Os cristãos adiam que Emanuel refere-se ao próprio nomo de Cristo. Isaías 178 . os dois morreram 2 Filho de Seiuaíaa.12). o dará à luz um lilho. continuam firmes na identificação do Cristo Como o Emanuel da referida profecia. EMANUEL Mencionado quatro vozes na Bíblia ÍLs 7 . não dã a devida atenção g um contexto mais amplo da profecia.2). vir­ gem conceberá.. De acordo com esle ponto de vista.8. 700 anos mais tarde.4). Mateus 1. da tribo do Levi maneira vívida ca mu guerreiros extre­ Foi líder dos coatitas (Ex 6. numa atitude hipócrita. mamente valorosos. poi causa da infidelidade do rei (Ls 7 17-25). Fi­ Ziclague. judá soria entregue nas mãos da Assíria.14: “A . e preferiu a proteção da Assíria (Is 7. o rei Rezim.13. Deus oloreceu ao roi do ludá um sinal do seu cuidado (1$ 7. Para entendermos melimr o significado deste título para Jesus. os judeus têm questionado essa interpretação dos cristãos. por sua vez. Vários futurei» indicam que essa profecia faiava de alguém que vivia nos dias de Isaias.lá : 8.). rei tle Judá (732 a 715 a. Os cristãos.23). . Alegam que Isaías referia-se ou ao seu próprio filho ou a Ezequias. atacaram os judeus. Isaías 8. Riralelamenle com a descrição do Emanuel (Is 7.3-íi). quando ele eslava em EL2AFÃ (Hob. lio de Arão. entretan­ to. é listado entre ao lado do Tabernáculo.C.ELZAFÃ uniram a Davi. Sagúndo. Foram conunulanMoisés pediu a ele e a seu irmão Misael les que proporcionaram um grande que carregassem os cadáveres dos primos apoio ao filho de Jessé. O nomtí significa "El (Dous) está conosto" e indica que a pessoa demonstrava a presença especial de Deus com seu povo. para serem enl«rrados Cr 12. mas Acaz.7). como um tipo ou prefiguração de Cristo: Priniehr). su­ cessor do rei Acaz. "protegido por Deus"). no tempo do cido um sacrifício que não estava de acor­ rei Davi (3 Cr 26.10). e Peca. nas batalhas jl Nadabe e Abiú. que seria Emanuel (ls 7. Em resposta. Em 735/4 a.3 registra que o profela leve um filho. Maer-Salal-Has-Baz ("rápido-despoju-presa-segiira'"!. por torem ofere­ os porteiros do Tabernáculo. o profeta assegurava a Acaz n proteção por meio do Messias Dessa maneira. o será o seu nome Emanuel". Nomes similares aparecem pelo menos em duas ocasiões em antigos escritos judaicos éxtrabihbcos. a iim de forçá-los a unir-se a eles numa aliança contra o lmpèrio Àssirio (Is 7.1. Logo depois do nascimento do menino.23 declara que o nascimento virginal de Jesus cumpriu a profecia dc Isai as 7.22: Lv 10.16). Jesus é o cumprimento da profecia é d termo Emanuel refere-so exclusivamente a ele. Esses homens são descritos de lho deUziel. O Senhor enviou Isaías para dizer a Acaz quo Rezim e Peca não consistiam uma ameaça séria (Is 7. da Siria. Os eventos registrados nos caps. do com as instruções de Deus. Essa abordagem tradicional.141. Estias descrições orientam a profecia inteira paru o tempo de Acaz e uno para Os dias de Jesus. no reinado do Acaz.14 como uma referência direta e ex­ clusiva a Cristo. de Israel. É comum os cristãos interpretarem Isaías 7.10: Mt 1.C.

“Vendo Saul o arraial dos filisteus. Depois de sua ascensão.9. A presença de Deus conosco ô um conceito fundamental t?m todo o Antigo Testamenirj.5). por sentir-se cada vez mais ameaçado por Davi e pelos filisteus. Paulo também explicou que os que dormem no Senhor estão com fesus |2 Co 5.2 . para saber sobre o luluro dele. r. o rei consultou ao Senhor por meio dos profeta» e do Uriiri e Tiimim o esperou que Deus lhe falasse por sonhos. EJb próprio.5). Deste pouto do vista. sem duvida poT orientação rle Samuel. 2 I<s 18. porém.7. e muito mais. de acordo com a Lei de Deus IDI 18. lS m 3 .8.6J. Cristo está nó tnnio da Igreja. ! Cr 22.]. expulsara todos os mé­ diuns e adivinhos de Israel f 1 Sm 28.4 . Ele era a única esperança segura que eles tiniram «lo bênção e proleção. não lhe respondeu íw 5. Em seu ministério torreuo.27 fz 1.3). 2.9>22.1 -41).l :Z c 10. Essas descrições tornam possível que o Emanuel fosse Maer-Salal-lIasBaz. Por meio da terceira pessoa da Trindade. nos dias de Isaias como umu figura do Cristo. a fim de protegé-la e abençoá-la (Ml 28.7: 17. Como o Messias.23 explica que lesus era a expressão definitiva da presença de Deus no meio de seu povo. 18.20). Isaias faiou sobre Emanuel nos dois oráculos que se seguiram ao nasci­ mento de Maer-Salal-Hos-Baz (ls 8. Só é mencionado om conexão com seu filho /Vira. ENÃ. 179 . MateuS 1. numa leutaíiva de sobre­ vivem ia.131.15. Isoías tomou-se pai dessa criança fdepois que sua primeira esposa morreu) com uma segunda esposa cujo nome não é tunnciouado o que cumpriuo requi­ sito ila profecia.18.29. para ele. A princípio. Esso associação próxima entre os dois no­ mes também pode indicar quo se tratava du mesma pessoa. 6. EN -D OR. os israelitas fiéis nutriam a presttnça de Deus. a quom posteriormente Moisés nomeou chofe dos naítalitas (Nm 1. Finalmente. Said eslava tão afastado do Dous que. 2 Cr l .EN-DOR anunciou o despojo da Siria e Israel “untes que o menino saiba dizer meu pai ou minha mãe" (Is 8.16: Al 1 8: 2.14. Jesus enviou o Espirito Santo para estar com seu povo (Jo 14. olhar para o Sonhor tornara-se apenas uma última tentativa de sobrevi­ vência. Deus estova presente com os indivíduos e com toda a na^ão (Gn 21.8) o um dia voltarão com Ele (1 3. famuis o Senhor se identificara lào intimamente com o povo da sua aliança.5.3 :4 6 . TJur dos líderes da tíiho do Naflali. Se for assim. Cristo o s t o r á uo meio de seu povo para sempre.28:2 Sm 7. Jesus cumpriu Isaias 7. Dosile que já estava sob juízo. 1 Samuel 28 relala um mcidenlena vida do Seul.l!'l: 10. num novo Céu e numa nova Torra (Ap 2 1 3). 7hrceiiv. 3 9 . Cristo era tudo o que o filho de Isaias representava. temou « estreme­ ceu muilo o sau coração" (1 Sm 28. Cristo tomou-se o Deus eucamado. para a batalha. o Senhor. porque era virgem no momento nm que a prediçíío foi feita.10).f. 7. 2. Os filisteus tinham armado acampa­ mento em Suném e Saul levou suas tro­ pas o Gllboa.14). quan­ do o rei consultou uma feiticeira na cida­ de de En-Dor.14. após o julgamento final.15.11. que viveu enire nós ffo 1. 11).ÍÍJ. o Emanuel original nasceu.D l20. Js 1 .4. KJ. Num mundo cercado por inimigos.37.4). porque Ele era a plena domonstração ria pre­ sença do Senhor do meio de seu povo.18.20: 28.3.78: ele.16. a grande esperança do Novo Testamento é que. (a feiticeira dej. A presença de Deus no moio de seu povo também é um conceito vital no Novo Testamento. O Senhor o mencionado como o que habita 0 0 meio de seu povo polo monos 89 vezes. Saul dispôs-se a quebrar a Lei. Depois da morte do velho juiz. 31.

1 Cr 1. que levou ao pronuncia­ mento de sua morte. Num vivido contraste com o lilho concordava: o Senhor retornaria com seus anjos. pot meio da fe nele.r„ 180 .13J. trada ern ludas 14. seus descendentes. Portanto. Como isso aconteceu ou por que midade e lesus o curou O milagre fui ele nm particular foi escolhido para ter instantâneo. O escritor vai mais adiante. Enoque. A consulta foi o grande ato final da desobe­ diência de Saul. Caim colocou o q o u ic uma citação ayjrovadora.5: 1 Cr 5. Primeiro filho de Caim. 1 .4. Em vez dn regis­ tro do sua morte. da Terra para a presença de Deus.24). era atribuído ao Enoque de Génesis 5. fillio Enoque era um dos cinco uetos de Abroáu de Adão e Eva que ocupou a lugar de e tle Quetura (Gn 25. para julgar lodos os maus. No entanto. Sem du­ vida. O escritor da carta aos Hebreus. p. e procurou a feilíceira. pudesse entender. a verdade é o contrário.n.25). Seu pai foi d primei­ ro homicida. Não neto de Adão o Eva. experimentar o sofrimento ou □ dar da D apóstolo Pedro repreendeu-lhe a enfer­ morte. p . comu há indicação de que ludas considerasse esse texto “inspirado”. Escrituras.21.23. toda a sequência do evento foi per­ mitida pela providência do Dous. Um dos lideres do elá dos midianilas. a Bíblia descreve em Génesis 5 4.d. a Riblia simplesmente diz. dn linhagem de Sete. EN ÉIA S.37. ou simplesmente removido Enéias vivia em Lida e era paralítico.9: Èx 6. foi ura 26.Nm de Jarode e pai de Matusalém. ficaram famosos pelos pecados conteúdo confiável. em Lucas 3. ao co­ mentar sobre a fè tle alguns dos grandes heróis do passado. iíihn o clã dos enoquitas (Gu 46. Mi íncionado apenas em Atos Não há dúvidas de que Enoque to) 0. um ensina que a es­ critor demonstra ser esseut ial para o en­ tendimento adequado do cristianismo. AbeJ. Como resultado. muitas pes­ esse grande privilégio náo e revelado nas soas na cidade converteram-se m o Senlior.14. 18.I2. "a já náo era. Enoque tanibóm aparece comu ancestral de Jesus. sem prostrado em um cama havia oito anos. homem notável nessa linhagem piedosa Deus não Ihe respondeu: asáfcn. a despeito de iodo o seu pecado e desobediência.ENÉIAS (Gn 5.3).18 19.3]. ou parle de seu Lomoque.33). O filha mais velho dp RúLen e lí­ ria dos seus descendentes permaneceu der da família que ficou conhecida como fiel ao Senhor e o adorava. Outra re fe T ê u c ia a Enoque é encon­ ENOQUE.g .22: i Cr 1. por sun fé.5). 3. que cita a profecia de depois que este foi banido por Deus. 2. A passagem tam­ bém indica que a próprio feiticeira fícuu atónita quando um possível demónio dis­ farçado du Samuel lhe apareceu I I Sm 28. diz que Enoque “foi trasladado. Parece que nunca tivera uma experiência como aquela antes. Viveu um total de 3fi5 anos e “andou com Deus". outro Enoque. par­ que "alcançou testemunho de que agrariara a Deus'’ (Hb 1 1. denado a vagai' pela Terra. Este vocábulo significa "louvar". para uáo ver a morto”.24). e dest aca que só e possível "agra­ dar a Deus”. a serviço do Senhor. '‘trasladado". A maio­ 5. Em outras palavras. Como membro da linhagem dos des­ cendentes de Adão que permaneceram fiéis ao Senhor.17. De falo. a fim de que o seu juizu pudesse Ser pronunci­ ado de uma maneira que Saul. coma um livro deste filho ua primeira cidade que lunqur continha um conceito com o qual ele dóu fGn 4. porque Deus para si o tomou” (tia 5.33-35. con­ um livro da período interteslamentário. Assim Enoque foi oousideradn “justo" perante o Senlior. elo loz que cometeram. Em nenhum lugar a passagem indica que taJ utilização du Sfírviço de uma fei­ ticeira seria aceitável sub certas condi­ ções. de Caim. morto por Caim (Gn 4. Saul con­ firmou Mia desobediência e falia de con­ fiança nu Senlior. levou uma vida jus­ ta.

13). pelo “amor no Espírito” u pelas evidênaaa da graça de Deus que operava entre elos. Ele tinha "grande zelo” por es­ sas igrejas. ‘servo”). quando melhorou o suficiente para po­ der viajar. que o deixou quase á morte. “nosso amado (Sonse-Evo". e de "servo de Cris­ to |esus". Sabia o quanto em importante pura os novos con­ vertidos terera um crescimento contínuo na Té.3tll EPAFRAS. ao cbomá-lo de “mnu irmão" (2.:éta |C 1 4. Cl 1 7. também destacava-Se como un» homem de oraçãó. Nelo ile Adão e filho de Sete. com quem trabalhou p Ibi companheiro do prisão em Roma (Fm 23. 2fiJ. Era conhecido pelo seu compromisso com Cristo o sua perseverança na prega­ ção du Evangelho. Epafrar.26). Foi chamado de "meu aunpanheiro de prisão em Cristo Jesus”. 2. Em seu tempo. ao enfatizai o serviço que lez Epalrodito ficar grave­ mente enfermo (v.30). E P A F R O D IT O . com as mais alias rpcomendaçôes. Foi enviado pela igreja daquela cidade (“vosso enviado” F1 2. 4. Também levou informações a Paulo so­ bro os colossenses. porque o serviço do Evangelho em que ambos es­ tavam envolvidos era uma luta de vida ou morle e Epairodilo eslava disposto a chegar “até bem próximo da inorie" pela obra de Cristo |v.25). e assegurou aos filipenses que o irmão enviado por eles 181 .EPAFRODITO ENOS. Além de suu fidelidade na pregação. suprindo para com ele o ministério pessoal dos outros irmãos filipenses que não poderiam ir pessoal­ mente ate onde Paulo estava preso (2. em oulras igre­ jas. e o apóstolo considerou sua recuperação como uma intervenção misericordiosa de Deus (Fl 2. um termo reserv ado para si mesmo e para Timóteo (urna vez). em Colossettses l. O irmãos ficaram tão an gustiados com suo doença que o próprio Epalrodito licou preocupado.121. causou grande pre­ ocupação para Paulo e os filipenses. principalmente diante da perspec­ tiva de enfrentarem o iaJso pnsino e até mesmo fiersp-guiçOes.25). 1 Cr 1. Cristão da cidade de Filipos.r> ). por meio dn apóslolo. que esses irmãos converteram-se ao Cristia­ nismo por meio da pregação dp Epafras. Seu ministério provavelmente foi ca­ racterizado pelo compromisso lotai com Cristo e o Evangelho. mas é bera evidente que Raido tínha por ele uma elevada consi­ deração e es tinia. de uma maneira frequentemente associada ao próprio Pau­ lo. nán só em Colossos. perfeitos e plnnamente segu­ ros em toda u vontade dr: Deus'' (Cl 4. Aprendemos. talvez por providenciar sus­ tento material para elos. Sua oração era paia que os colossenses pudessem consorvarse “firmes.27J. Talvez por essa razão o apóstolo o le­ nha chamado de “escravo de Cristo le­ sas" (Versão Contemporânea. Não sp sabe ao corto se Epafrodíto era um dos líderes da igreja em Filipos ou simplesmente um discípulo comprome­ tido com Cristo.6-11.26: 5. a qual foi mencionada previamente em Génesis 4.30). Paulo o despediu. ou simplesmente poi orar i? ensinar.25-30 e 4. Eli: citai total as­ sistência ao apóstolo. Elo compartilhava a heran­ ça do apóstolo. para os quais d após­ tolo destinou uma carta.121. Paulo relere-se a elecomo'cooperador" |v. m encionado som ente em Filipenses 2. Era conhecido pela in­ tercessão que fazia pelos que aceitaram a Cristo por meio do seu ministério.11. Paulo o chamu do “companheiro nos combates". Iísses irmãos eram conhecidos por sua “fé e amor”. seus ohjetivos e seu ser­ viço na família de Deus. Enos também e citado uti genealogia qun vai de Imsus até Adão (Lc 3. A intenção aqui ó es­ tabelecer um contraste direto entre os i lescondentes fie Sete e sua obediência ao Seuhor e a linhagem de Caim. para levar um donativo em apoio ao ministério do Paulo. a Bíblia diz que “os ho­ mens começaram a invocar o do mo do Senhor" (Cu -1. vi­ veu 905 aiios (Go 4. A enfermidade de Epalrodito. Assim. pnr Paulo. mas também Hm Hierápolis e Laodfi.1H.

o qual define a vida com hase nas experiências. A colo­ cação desta recomendação de Epafrodito (r TimoleoJ em Filipenses 2. à s v o z e s é necessá­ rio proviu B dor. a primeira evi­ dencia da graça de Deus na vida do povo que habitava ali A área referida prova­ velmente era Efeso. Epafrodito é o equivalente grego do nome latino "Venuslus''. Ao contrário dos estóicos. a relação entre o auto-sacrifício des­ se discípulo e o de Crislo é nerta.M. EPÊNETO. Seus adeptos eram indiferentes aos deuses: acreditavam neles. De talo.C. Epafrodito era a pro­ va vivu de que tal humildade. Possivelmente o apostolo utilizou tal expressão para afir­ mar poderosamente que Epafrodito fcom o nome pagão intacto| arriscou tudo — uno por Afrodite. O objetjvo da vida é alcançar e experimen­ tar o fobeidado. EQUER. Provavelmente ocu­ pava um lugar muito espec iai no coração EPI CUREUS. Seguidores de uma esco­ la filosófica grega.B .30. o qual era nativo de Colossos |Cl 4. Mauln usa a palavra “arriscar”1. A.ta (as reco­ mendações o saudações de Paulo geral­ mente estão no final das caitas).8.13: Fm 23). No limd da epistola de Pau­ lo aos Romanos.l. b Io é saudado como "meu amado" (Rm 16-5). Um dos netos de Jerameel [1 Cr 2.30 são as mesmas usadas para descrever o auto-sacrifício de lesus em Filipeuses 2. pois ninguém sabe o que este lhe reserva.19-30 é diiicil de entender à primeira vLs. assim. buscando a base de cada es­ colha o determinando correi umente o que deve ser evitado. Ambos aram muito com uns no primeiro século. exis­ tem dois estados de sentimento: o prazer e a dor: dois tipos de questão: a concer­ nente às coisas p a relativa ãs palavras. O nome Epafras ê uma cont ração de Epafrodito. A ausência da dor devo sor d e s e j a d a e o prazer precisa s e r busca­ do. que invocavam seu nome quando faziam suas apostas e ar­ riscavam suas fortunas. Livro 10. pois era o prime iro conver­ tido "da Ásia" e. Não se devo confun­ dir Epafrodito com Epalras. os epicureus afir­ mavam quR as sensações. Por prazer.oxtn do Novo Testam ento.271. Uma vida de verdadei ro prazer seria uma existência de prudên­ cia.) Correta ou não a conexão do uome Epafrodito com o risco das apostas nos jogos. O epicurismo era um equiva­ lente antigo inuito próximo do agnostteismo secular moderno. Para ex­ perimentar o prazer. quo existia nos dias da Igreja Primitiva PauJo encontrou com alguns deles em Atenas lAl 17. Esse resumo das filo­ sofias dos epicureus reflete a descrição feita por Diógenes Laertius om A Vida dos Filósofos EinintiritoS. geradora de unidade. |As palavras "próximo da morte" em Filipenses 2. 182 . mas peia obra de Cris­ to.181. A morte não deve sor considerada. sáo ilustrações muito bem colocadas so­ bre o lipo de sacrifício humilde e a dispo­ sição de negar u si mesmo quo Gristo pro­ duziu r<m seu povo. era também a protetora dos jogadores. Nenhum plano deve ser lei­ to com relação ao futuro. Na literatura grega exlrábíbliea ela é usada para descrever as apostas nos iogos. mas antes o que lira a dor do corpo e os pro­ blemas da alma. e ambos indicam uma associação fam iliar com o culto de Afrodite (Vênus) Além do ser a dousa do amor e da beleza.EPENETO superara todas as expectativas no cum­ primento de seu dever cristão. do apõsiolo. os preconcei­ tos e os sentimentos humanos eram o padrão da verdade.12. que não é encontrada em outro t. O fim de toda ação e libertai da dor e do medo. n . era possível na igreja de FUipos. o maior bem é a prudência. honra e justiça. os epicureus não querem dizer necessariamente o sensual. Assina. mas os consideravam muitos distantes para s r preocupar com o homem. Segundo eles. fundada por Epituro ( M l a 270 a. Fm [-uipenses 2.

que linha uma longa história no mundo romano. Erasto lambém preci­ sava ser um cidadão romano. a coleta da receila n a intermodiaçáo legal uos ussunlos comerciais.7).21). A últi­ ma voz quo ouvimos sobre esse importan­ te cristão foi quando «le eslava em Corinlo (2 Tm 4. Numa cidade rica como Corinlo. Paia ser aleito. provavelmeule ele precisava de grandes recursos financeiros para estabe­ lecer as garantias necessárias a esse car­ go cívico honorário. Como Apoio. 1 Cr 2. 1. era considerado um benfeitor cívi­ co. foi para Éfeso. próximo ao teatro. "aquele que vigia"). por ler feito "boas obfas‘‘< Havia uma bem conhecida convenção. que usava suo riquez. 0 apóstolo o enviou á Macedôuia junlo com Timóteo. ERASTO. As campanhas eleitorais exigiam que os candidatos vencedores cumprissem irae- d ia tamerrte suas promessas.3-7. Assim. que media 19 x 19 melros. na colónia romana de Corinto IJRm lfi.) pessoal e intluôncfa para ompar um cargo publico honorário. Seu pai arranjou-lhe uma esposa chama­ da Taraar. neto de Judá (1 Cr 4. As palavras gravados em bronze dizem claramente: ‘'Erasto colocou esse pavimento à sua própria cusla.. Como Qiilros eooperadores de Paulo. Cênesis 38 é um ca­ pítulo triste.22). e Paulo recomenda as buniuitorias feilas pelos cristãos que linham os rei ursos paia ocupar cargos e realizar tais tarefas elvicas (Rm 13. pe)o que o Seuhnr o matou' | v. ou "te­ soureiro. que vai de José a Adão. onde o apóstolo escreveu sua caria aos romanos. Filho de Sela e pai de Lera: portan­ to. Afídile era o equivalente em latim da palavra grego oikononw s. A Bíblia nada diz sobre Er. Maio­ res detalhes são dados sobre o pecado de seu irmão Onã. u quem os governantes provavelmen­ te elogiaram. Primeiro filho de Judá cara sua es­ posa cananita (filha de Sua) e nelo de lacó (Gn 38. com o propósito de engajar-se uo ministério (At 19.12. LTm dos ministros de Deus". a fim de ajudar uo importante ministério que se desenvol­ via ali.olònia romana e no tempo de Flauta sem­ pre se usavam lermos latinos para design nar os cargos públicos.19. Isso es­ tava de acordo com a ordem dada por Deus.3-4).\). inclusive presidir os lití­ gios fmanceírus.23). administrador". pois tinha a total con­ fiança dos principais ( idudãus de Corinto. por* t. 3.28). ele lalvez hjsse uma pes­ soa bem conhecida. sobre o qual Paulo fez meuçãQ (Kru 13. As tarefas do “tesoureiro da cidade" eram a manutenção das propriedades corno ruas p prédios públicos. eis aqui uns cristõo. 2 . exccto que "ora mau aos olhos do Sonhoi. Era filho de Josué e pai de Elrnadã ÍL< 3. mas parece que a maioria dos membros da íaniiiia havia rejeitado o Senhor e se envolvido na cultura e reli­ gião dos cananeus. que regislTu os pecados de Judá e de sua família. Nra 26. a fim de que seu povo buscasse o bem-estar da cidade (jr 29. Era o líder dos clãs que trabalhavam i. Erasto. por­ tanto ate mesmo cristãos (que Gálio igua­ lou cora os judeus etn seu discurso em Atos 18. Como o cargo era eletívo. 7J. em troca do “aedile““. Erasto tam bém estava ati vãm ente engajado no ministério» cristão.2(JJ. (Corinto era uma r. LIm dos natos do Efroim o filho de Su to la. Tornou-se lider do clã dos eram tas. Era u "tesoureiro da eidade". 48. um cida­ dão proeminente da cidade.12.ERASTO ER (Heb.LDto.um linho e vivium om Bete-Asbéia.6). Sabemos que as leis não faziam restrições quanto às con­ vicções religiosas de quem ocupasse tais funções. Listado na genealogia de Jesus em Lucas. de se reconhecer publicamente tais boas obras. onde sem dúvida exerceu um importante papel na igreja. foi colocado sobre grandes lajes de calcário acrocorintiu. ERÁ.12-15] podiam ser eleitas livremeuie em Corinto. Por ser um ci- 183 . Sabemos que um grande pavimento. isso signifii ova quo judeus.

pois achavam que ele leria mais condições de abençoá-los. Parte do tributo dos reis vassalos rorno Manassés era para que aprendessem a obedecer ao rei da Assíria e reconhoeessem Asur como sou novo deus. apesar de ulugarom quo adora­ vam o Deus israelita desde que i begaram ao país. na fundação dos igrejas. os 184 . Esaú. seus descendentes e d om itas mostraram ser muito mais intratáveis.11. ls 37.41). moçáo de todo um povo de uma região para outra muitas vezes resultava em que tais pessoas odotavam a adoração do deus local. no papel tanto de ministro como de servidor público. ele exercito seu cuidado providenci­ al tanto na uivei cívico como espiritual. Ob 9 a 14).6-9).ERI dadão proeminente. Filho de Senaqueribe. A prática da deportação e a re- ESAÚ. 33. para participar de campa­ nhas evaugelisticus h do fortalecimento das igrejas. entretanto. O mundo de Deus não é dividi­ do. rei de Judá.27) e não levava nada a serio. entre­ tanto Re beca e Jacó a enganaram.16. 5-19). Era o quo hoje chamaríamos du uma pessoa "acomodada" Adorava a li­ berdade da vida ao ar livre (Gn 25. por­ tanto.38) A dedkaçõo de EsarHadom y seus deuses é registrada em vá­ rias inscrições. Usava sons rocursos num cargo público. Como um servo dedica­ do. (Ass. Na narrativa bíblica eb» é lembrado por sua política de deportai o?? povos que couquisfava. Não íoi permitido que ajudassem na obra de reconstrução do Templo. ao aprôveitar o falo de que não podia mais enxergar.d . filha de Ismael |Gn 28.281. Seu pai foi morto por seus dois ou­ tros falhos. 27. Erasto era uni cristão de muitus pos­ ses e também cidadão romano. mas s u d natureza de pessoa "acomodada" não permiliu que sustentasse muito lempo a anim osidade. Suas atitudes ru­ des e a maneira como lugia das dificul­ dades da vida foram a causa de sua trági­ ca queda. A ssim . assisa como o faio de que Manassés. t? a pequena pedra que os dois irmãos aliraram no lago da historia fez círculos cada vez maiores (Sl 137. Adrameleque e Saiezer.16). o irmão o recebeu como se nada tivesse acontonido [Gn 32.3-7. Esaú teve uma explosão de genuína tristeza e fúria (Gn27. Infoli/m ente. nada levava a série Quornlo seus pais reprovaruin as esposas que escolhera [Gu 26.1) e. onde aparece como Heri). As pessoas que foram c o l o r c a r i a s por ele em Judá e na região i irounvizinha ainda estavam lá nos dias de Esdras [Ed 4. en­ quanto adorava sou deus Nixroqne (2 Rs 19.i.W.37.1-4). sua casa provavelmen­ te fosse grande a suficiente para permitir ipje os cristãos locais se reunissem uela. de maneua que o mais novo recebeu a bênção no lugar do primeiro (vv. quando |acó retornou lemeroso de Padã.34. É listado como o quinto filho do Ga de e entre os que desceram com jacó pura o Egito (Gn 46. e o tninislerio espiritual do Evangelho. era a hora de passar a bênção du família para seu filho primogénito. Am 1.Arã. que ele próprio criara.7. A terrível idolatria que essa prática causou é des­ crita de lorma vivida em 2 Reis 21 p . Para ele.g .21. E ura seu uuso não bavla bar rcira entre u basca do bem-estar material da cidade. ESAR-HADOM. Eri tornou-se o líder do elá dos erilas (Nm 26. ERI. saiu e casou-se com outra mulher. A disputa entre os dois Jicou mais inflama­ da quando o patriarca percebeu que esta­ va às portas dn morte (Gn 27.C. Era o filho primogénito dos gémeos de Isaque e Reboca (Gn 25-25) e tomou-sn o favorito do pai fw.34). “Asur (um deusl tem dado tim irm ão"}. estava sempre disposto a viajar por mar ou terra. B. pagou-lhe tribu­ tos. A passagem dá algumas Indicações do grande número de pessoas que acompanharam o patriarca ao Egilo. foi rei da Assíria Í6K1 a 669 a.

ESDRAS problemas da vida podiam sei resolvidos facilmente! De fato, só foi capa/, «le ficar zangado com a fraude de |aoó porque não levou a sério a transação qu* fizeram ariteriorniRulfi, na quaJ vendeu seu direito de primogonitura Ao voltar d* uma ca­ çada, cansado e faminto. Esaú encontrou o irmão ocupado na cozinha. O arotrtô era tentador demais e, mima atitude típica dele. viu tudo de uma maneira exagera­ da: qual snria a utilidade do direito de primogeoitura se morresse do lumeV Essa decisão frívola. entretanto, léve conseqíiêiíciiis irreversíveis. O que Esaú con­ siderava: como "ler um pooto de vista complacente", a Bíblia chama de ‘'devas­ so” r "proiano” (Hb t2 .16) — n atitude do viver couio se não existisse vida eterna nem valores absolutos. Para ele. não hou­ ve oportunidade para arrependimento (Hb 12.17). I.VM, lriar< 8 posteriormente demonstrou-lhes sua gratidão (v. 241 Para mais detalhes sobre o incidente, veja Aumfel.

ES BAAL. Um dos filhos de Saul e ir­ m ã o de Jôuatas ( I Cr 6.33; 0.39) Também chamado de Is-Bosoto. Depois da morte do rei, Abner tomoú-o e tentou lazfido sucessor do pui A tentativa de se criar um reino alternativo para competir com Davi teve vida curta; logo Is-Bosete foi morto, o que entristeceu o filho de )est>é (1 Sm 2 e-I. Veja Is-Bosete), ESBÀ. Um líder entre os horeus. Era fi­ lho de Disã e nelo de Aná |Gn 36.26; 1 Cr 1.41). ES BOM. 1. Um dos sete filhos dè Gade. listados eni Génesis 46.16. entre os que foram com Jacó para o Egilo. Em Núme­ ros 26.113 é chamado de Ozni e é o funda­ dor do d ã dos ozuilas 2. Nelo de Benjamim e filho de Beló 11 Cr 7.7). ESCOL. Um dos três irmãos amorreus (veja lambém M anw e Antir) que se alia­ ram a Abraão, quando perseguiu Quedorlaomer. a fim de resgatai o snlirinho Ló do cativeiro (Gn 14.13*16). O pa-

ESDRAS. Este võailiulo deriva de um lurrno hebraico que significa "ajuda' Provavelmetilé è uma forma abreviada de Esdraías, “ Yahweh ajuda". Os pais davam este nome aos filhas do sexo masculino, como um louvor a o Senhor por sua ajuda om tampos de guerra. Existem Irâs pesso­ as com esse nome no Antigo Ttestamento: 1. Veja Ezm. 2. Logo após o término do exílio b abilón ico, ura sacerd ote cham ado Esdras retornou para a Terra Prometida junto com Zoróbabel (Ne 12,3.13). Ele é lambem chamado Azarias em Neemias 10.2. Era um zadoquita, sob a liderança de losué. 0 sacerdote naquele tempo. 3. O mais importaute personagem com esto nome sem dúvida era o escriba que liderou as grandes retírrmas no meio do povo de Israel após o exílio, uma ge­ ração ou duas depois de Zorobabel. O ministério de Esdras. Os livros de Esdras e Neemias falam muito sobro esse bem couheoidí) personagem EIb era des­ cendente de ArãOr o primeiro sumo sa­ cerdote de Israel (Ed 7.2-7). Esdras per­ tencia â fam ília de Seraías. a quem Nabucodonosor matou era Ribla (2 Rs 25. ltt-23), O iillio de vSc-Taias, jeiizadaque, foi O sumo saierd ote exilailo p i i r a a BaliUônia 11 Cr 6 .1 4 .1!í). Embora esle não seja mencionado na genêalogia de Esdras (Ed 7.2-7Í. datava-se de um membro des­ sa Unhagem ou com uma relação muito próxima a ela. Esdras ocupou unia posição di* lide­ rança no exílio. provavelmente devido à sua linhagem sacerdotal Sua íunção exa­ la é desconhecida, mas participava dos negócios do governo, em tal posição que Artaxerxes, o imperador persa, deu-lhe sua recomendação pessoal (Ed 7.11,12). Esdras foi descrito como "escriba' (também traduzido como "mestre" e m al­ gumas Versões da Bíblia). O rei Arlaxerxes

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ESDRAS o designou "o escriba” (Ed 7,6,11J, talv«z para indicar que sua funçãu seria algo como conselheiro pBal. A tradição judoica atribuiu osso título a Esdra;*. devido uos seus conhecimentos especializados na Torá, a Lei de Moisés, Dp fato. ele leve um papel proeminente na edição e com­ p o s i ç ã o das maiores porções do Antigo Testamnnto. Esdras liderou uma caravana de exi­ lados da Babilónia para Israel, após o decreto de Arlaxerxes |Ed 7.1-12). Rece­ beu automação do imperador para arre­ cadar donativos rios judeus quo viviam na capital dn Império, para o culto no Templo em [erusalém (w. 12-28J. Essa jor­ nada aconteceu no "sétimo ano do ret Arlaxerxes" (v. 7). Infelizmente, o texto bíblico não tleixa claro se esse retomo foi no sétimo ano rle Artaxerxes I (458 a.C.) ou Arlaxerxes II (397 a.C.). Qualquer que seja n coso. Esdra* vollou a Jerusalém pelo mern > s uma geração depois que Zorobabel estabelecera os primeiros judeus que volLuam e liderara a reconstrução do Tem­ plo em 51.5 a.C.. Quando Esdras chegou u Jerusalém, firou horrorizado, oo sabei que muitos sacerdoLes. levitas e líderes civis tinhamse casado com mulheres pagãs (Ed 0). Essas uniões mis las haviam corrompido a moral e n vida religiosa da nação. Em seu desgosto, Esdras chorou humilde­ mente diante do Senhor e conduziu Ioda a comunidade aò arrependimento fEd 9 a I0|. Muitos judeus divorciaram-se dn suas esposas estrangeiras e foram reinte­ grados no serviço do Senhor. Na Festa dos Tabernáculos, Esdras leu a Lei de Moisés (Ne 7.7 \a B I 2) Os líderes do povo eslaboleoerum uma aliança lJS'e 9.3H a 10.3.9] e prometeram renovar o compromisso de manter a pureza conjugal, observar o sá­ bado e parlii ipar dos cultos no Templo. As cúx unstàni ias da morte de Esdras uno são conhecidas, O registro bíbl íco ter­ mina pouco anles do final de seus dias O seu retraio, tanto nas Escrituras como nas tradições, indica que serviu fielmen­ te junto i om Neemias como Líder do povo dn Dnus durante toda sua vida. A mensagem de Esdras. Ela pode ser resumida em dois tópicos: a despedida das mulheres estrangeiras e a renovação da plena lealdade à Lei de Moisés Sua inslstónda na guarda do sábado, na pureza mornl e no serviço do Templo não é de surpreender. Essas questões íerram defen­ didas duranie ioda a história de Israel O registro bíblico honra Esdras como um modolo de líder cm tempos de refor­ ma. Sua mensagem não é questionada por nenhum dos escritores bíblicos. Pelo contrário, os livros de Esdras e Neemias destacam varias defesas para suas atitu­ des, Ele tinha o apoio do imperador persa, das pessoas justas dc lerusalérn e do Senhor. F. fmpcnrtanle notar que a exigência de Esdras quanto ao divórcio náo era moti­ vada por questões raciais. Os exemplos de Zipora (Êx 2.21,22), Raabe (Js G 25) e Rute (Rt 1,4) deixam evidente que a união mis tu com estrangeiros não era terminan­ temente proibida no Antigo Testamento. A questão em pauta era o casamento interreligioso, e não inter-racial. A mesma pToibiçáo aparece também nn Novo Tes­ tamento (2 Co 6.14 a 7.1). Por que, então, Esdras iusisliu paia que os casamentos mistos fossem dissol­ vidos? Sua situação era desesperadora. Essas uniões mistas enfraqueceram toda a comunidade. As mulheres pagãs tinham deixado Israel, que lutava paru se manter tirme após o exílio, u beira da apostasia total. Todo o programa dp restauração corria o risco de fracassar completamen­ te. Em resposta a essa situação crítica, Esdras sabiamente insistiu para que os homens de Judá se ihvon.iassem de suas esposos estrangeiras. A mensagem de Esdras sobre o divór­ cio não violou o principio bíblico du san­ tidade do casamento. Suas instruções estão em harmonia com a sabedoria de Knilo, que instruiu os crentes dó Novo Testamento quanto u orar pelos Lncredu-

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ESPÍRITO SANTO los, na esperança da conversão deles (1 Cu 7 17-241. Pelo contrário. Esdras enfren­ tou a extrema situação da comunidade restaurada com uma decisão delicada, porém necessária Nesto sentido. Esdras perm anece como um modelo par a os crentes em to­ das as épocas. Seu zelo pelo reino do Dous linha prioridade sobre todos os outros assuntos. k.K

E S E Q U E . Mencionado em 1 Crónicas 8.39 na genealogia de Saul. da tribo de
Benjamim. Seus filhos são listados como LJlão. leús e Elifelela

ESER. 1. DosCendente de Esaú, filho de Seir d chefe dos horeus (Gn 3R.21. 27, 30: I Cr 1.38. 42). 2. Filho de Elraijn, foi morto junto com seu irmão quando tentavam roubar o gado dos gatitas (1 Cr 7 21). (Veja Elude e Hr rias). 3. Descendente de liur. pai de Husà, da tribo de Judá 11 Cr 4.4).

4. O chole ile um grupo de guerreiros i lu tribo dn Cade que desertaram d < » exér­ cito do rei Saul e uniram-se a Davi, em Zidague (1 Gr 12.9). Esses honiRns foram descritos como «xtremomente valentes: "seus rostos oram como rostos de leões, 6 oram ligeiros conto corças sobre os mon­ tes" (1 Cr 12.8). 5. Maioral da cidade de Mispa. filho de lesua, ajudou a reparar os muros do TerusaJém sob a ilireçáo de Noemiai* liSJe 3.19; 12.42, onde seu nome é grafado Ezer). Eto da Iribo de Levi: provavel­ mente é o mesmo levita que mais larde fez parte do coral que cantou na reinauguraçào de lerusalém. Os muros e a cidade foram destnudos poios caldeus, quando levaram os israelitas para o cativeiro.
PJJ.G.

ESLI. M encionado na genealogia de Lucas, que vai de José o Adão (JLc 3.25). Era pai de Na um o filho dfl Nagal. ESPÍRITO. V e j a Espirito Santo.

ESPÍRITO SANTO
Em ambas as línguas. tanlo ao grego como no hebraico, os vocábulos usados para o Espírito Santo enfatizam sua santidade. No AT. o adjetivn san to antes do subs­ tantivo espírito aparece raramente (Si 5 1.11 ; ls 63-10,11). Em contraste, o NT apre­ senta essa com binação na m aioria dos livros, coroo um nome que ocorre frequentemente, cspecialmeute no livro de Aios. Isso não significa que a ênfase ao Espirito é menor no Antigo do que uo Novo Testamento. As expressões mais frequentes no AT são o Espirito d e Deus ou o Espirito do S en hor, as quais ocorrem numerosas vezes. As palavras gregas e hebraicas para “espírito" revelam um significado duplo: espi­ rito e vento. Por exemplo, “o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” (Cn 12). mas “Deus fez passar um vonfo sobre a terra, e as ãguas abaixaram" (Gn 8.J) Jesus disse a Nicodomos: “O que é nascido dó Espirito, è espírito... o vento sopra onde quer (Jo 3.6,8). Outro significado do termo '‘espírito", nas duas línguas, é sopro, respira» çâo. tanto divina como humana (Io 4.9; 12.10; 2 Ts 2.8) Por todas as Escrituras a e x p r e s s ã o “espírito" e escrita com letra maiúscula, para referir-se ao Espirito de Deus. ou com lulra minúscula, para imiicar o espírito huma­ no. Devido ao fato de que os manuscritos anligos não usavam letras maiúsculas, os tradutores o editores às vezes têm muita dlfic uldade para determinar se o escritor

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ESPÍRITO SANTO tom mu ínepU* íj espírito de Deus ou o humano (veja por exemplo variações «le Uaduem Atos 1U.21J.

çõd,

O Espírito no Antigo Testamento Na criação
A primeira vez que a palavra "espírito'1 aparece aa Bíblia é do relato da criação, em Génesis. O Espirito • ie Deus. o qual pairava sobre as aguas, é o poder criativo que traz ordem ao caos (Cu 1.2), O sal ruis ia faz eco a esse conceito, quando diz: ‘Pela palavra do Sonhar farum faltos as céus, o toda o exercito doles pelo sopro da sua boro” (SI 33,BJ. Por meio do sopro de Deus. Adfio lomou-.se uinn .ilirwi vivente (Cu 2.7). )ó afirma que 0 Espirito do Senhor o criou e que recebeu vida por maio do sopro do Todo-poderoso [R > 27.3; 32.8; 33.4. 34.14.15). Quando Deus retira seu sopro dos seres humanos e dos animais, eles morrem e retomam ao pó (SI W4.29; E<: 3. 12.71, No vale dos ossos secos, o sopro de Deus entrou lios esqueletos e eles retornaram à vida (Ez 37 1-14)

Como uma Pessoa
A ênfase sobre o monoteísmo, dada pelos escritores do Antigo Testamento, prevalece sobre a doutrina da Trindade. No entanto, os escritores (azem uma distinção entre Deus o o Espuito do Senhor, sem jamais considerar o Espirito como uma mera ema­ nação de Deus Tome, por exemplo, as referências em Gônesis 1.1,2. Deus criou o céu e íi terra, mas o Espírito fio Sonhai pairava sobre nS águas. Deus disse que seu Espírita não contenderia para sempre com o homem (Gn 6.3). Isso significa que os escritures víhiu duas pessoas divinas distintas; ides entendiam que g Espírito era Deus. o qual exercia funções que os escritores bíblicos expressaram em lermos humanos Isso fica bem claro eui algumas passagem. Os levitas oraram: “Deste o teu bom Espirito para os ensinar (os israelitas)" (Ne 0.20). Davi perguntou: ‘Tara onde me irei do teu Espírito7 Para onde higirei dia lua face?" (SI 139-7) v. Isaias escreveu que o povo entristeceu o seu Espírito Santo e Deus (o Pai) tomou-sti inimigo deles (is 63.UM 2: veja também 48.101.

Na profecia
A rimnilfístoção da Espírito é evidente na vida dos profetas, os quais transmitiam ao povo o que o Senhor lhes lidava. Tomavani-.se porla-vozes de Dous, quando o Espírito descia sobre eles. O profeta Isauis declarou que o Espirito do Senhor Soberano estava sobre ele (ls 6 1 .lj. o que foi cumprido plenamente em Jesus (Lc 4.181 Ezequiel reve­ lou que o Espirito o levantou e o levou a lugares e pessoas, numa visão que o mesmo Espírito de Deus Lhe dera |Ez 11). Embora algumas pessoas não tivessem o título de profotu, mesmn assim proferi­ ram mensagens por meio da Espírito Santo O rei Davi pronunciou seu último testemunho poético antes de morrer, quando disse: “O Espírita do Senhor fala por mim, e a sua palavra está na minha boca" (2 Sm 23.2). Quando José interpretou os sonhos de Faraó, este exclamou que o Espírito de Deus eslava sobre o filho de Jacó [Gn 41.38,39). Depois que Samuel ungiu a Saul rei de Israel, o Espirito do Senhor desceu poderosa­ mente sobre» ele e profetizou. Deus o transformou numa pessoa diferente, de maneira

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ESPÍRITO SANTO que os israelitas jiergunlaram: "Está lambém Saul enhe os profetas?" |3 Sm 311.5-3'}). Essa pergunta íoi repetida quando o Espirito do Senhor desceu auvamontí» sobre Saul enquanto perseguia'Davi sem trégua. O rei tirou suo túnica eprafotfeou í 1 Sm IM.23.2-H. No acampamento de Israel, duranln d Exodd, Deus retirou parte do Espírito que estava sobro Moisés o □ colocou sobre 70 anciãos eles então profetizaram, bem como Eldade e Medude. Quando ouviu sobre isso. o grand* legislador disse qu»- seu desejo ora que o Senhor colocasse o seu Espirito sobre lodo o povo, para que lodos profeti­ zassem |Nm 11.25-29) O proleta Miquéias opôs-se aos falsos profetas nm seus dias. Disse que eslava repleto do Espirito do Senhor, de sua justiça e força. para convencer Israel de seus pecados (Mq 3.8). Moisés é o protótipo do Messlus, pois loi Lonsiderado um profela e revelou o Espírito do Senhor. Ele predisse o advento de CrislD, quando falou ao povo que Deus levantaria um profela como ele próprio, do meio deles (Dl 18.15,38). Além disso, ele repetidamente introduziu a revelação do Senhor com as palavras "disse o Senlior a Moisés" (Nm 8.1.5.23). O Espirito lornava o controle dos profetas o. por meio deles, revelava a palavra de Deus (Ez 2.2: 13.3.8,13,20- Mq 3.8). Os profetas maiores «, por implicação, também os menores, foram inspirados pelo Espirito do Senhor Dous Todopoderoso [Zc 7.12).

Com poder
O Espírilo frequentemente incitava uma pessoa e u enchia do poder, Como aconteceu com .Sansão Uz 13.25). O Espírito do Senhor capacitou Gideão a convocar Israel con­ tra os opressores estrangeiros e venciVlos com 300 homens (veja especialmente Jz 6.34). Elias foi cheio do Espírito de Deus. o qual apareniemenle o transportava parn vários lugares (3 Rs 18.12: 2 Rs 2.16). Quando Samuel ungiu o fillio.de lessé para ser n*i de Israel, “o Espírito do Senhor se apoderou de Davi". Ao mesmo tempo, abandonou Sutil: Deus concedeu ao rei um espírito maligno para atormeutá-Io 13 Sm 16.13.341. O Espírito abençoou Davi com dons musicais e poéticos, capai il0U'0 a ser um guerreiro destemido e deu-lhe uina esplêndida capacidade de liderança. O dom do Espírito não se limitava a lideres e reis em Israel, Na construção do Tabernáculo. Deus separou Hezalel, Aoliabe r outros para realizarem o Irabalho. O Espirito do Senhor encheu Bezalel “dp habilidade, de inteligência, e de conbecimenlo, em lodo 0 artifício'1 (Êx 31.2-4; 35.31). Nos tempos do AT. entretanto, o Espírito não repousava sobre todos d s israelitas e os que recebiam seu dom especial o manti­ nham apenas lemporariomento.

Escatologla
A recepção universal do Espírilo Sanlo foi anunciuda profeticamente séculos antes do derramamento do Espírito uo dia de Pentecostes Iveja Al 2 .17*211 . Deus falou por meio do profeta Joel: “E 'lopois derramarei o meu Espírilo sobre toda a carne, e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos velhos leráo sonhos, os vossos jovens terão visões. Alé sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei -o mou Espírito" (Jl 2.28.29), Joel. porém, não estava sozinha na prndição do fuluro derramamento do Espírilo sobre o povo de Deus. Isaías também íez uma ilustração do Senhor derramando correntes de água sobre terras secas e seu Espu ilo sobre os des­ cendentes de la c ò (ls 4 4 .3 ) . Pot meio de Ezequiel, Deus disse aos judeus do exílio que

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ESPÍRITO SANTO o Senhor os tomaria de todas as nações e os reconduziria á sua própria terra. Coloca­ ria seu Espirito sobre, eles e os motivaria a obedecei à sua Lei (Ez 31x24-28; 39.29). Dous revelou quo o Messias, quando viesse, seria cheio do Espírito (ls 11,2), o qual também seria derramado sobre o povo «la aliança (Is 12.15: 59.21: Ez 37.14). E esse Espírito permaneceria com os filhos de Deus (Ag 2.5).

O período inteitestamentário
M uito pouco sr sabe, con cern en te ao Espirito, no decorrer do período intertestamentário. No máximo, ouvimos ecos do AT. os quais reforçam n que já loi meuf ionudo. Os livros apõcrifos e pseudepígralos. a assim chamada literatura deuterocanónica, os documentos de Quntrã, e os escritos de Filo e Joseío, nada apre­ sentam de novo. Enfatizam a relação do Espirito com o Messias (l Euoque 02.2; Sir 48.24) e o pedido prios dons do Espirito (2 Esdras 14.22). Os escritos revelam a esperançB pela vinda de inu autêntico profeta II Macabeus. 11.41), porque os verdadeiros não existiam mais (1 Mar.abous, 9.27).

O Espírito no Novo Testamento
As referências ao Espirita Santo são abundantes uo Novo Testamento, especialmente nos escritos de Lucas e Paulo. O ensino do NT sobre o Espirito Santo cumpre as profecias do AT quo predisseram soo advento. As alusões ao Espírito Santo no NT cobrem todo o e s p e c t r o , desde sua Sombra que encobriu Maria na concepção de Jesus (Ml I-J8- 20: Le 1.35). até o chamado do Espírito pelo retomo de Cristo (Ap 22.17), O NT enlatiza o derramamento do Espirito, seus dous, sua obra. inspiração, comunhão e habitação nos corações dos cristãos. A doutrina da Trindade fica evidente no relato do batísmo de Jesus: O Pai revola o Filho, de quem se agrada, o o Espírito Santo desce sobre elo nu forma de uma pomba (Mt 3.16,17; Mc 1 10. Lr. 3.2-2). A fórmula betisma) Irinilária. mostrada na conclusão do evangelho «le Mateus, enlatiza essa mesma doutrina lMl 28.19). No literatura epistolar, os apóstolos ensinaram frequentemente d principio Lrinilariano, tanto no inicio curau na conclusão de suas cartas (veja 2 Co 13.13: Ef 1.2-11; 1 Pe J , 1-3)

Mateus , Marcos e Lucas
Além dos relatos do nascimento, batismo o. tentação da Jesus, ha poucas alusões ao Espirito nos evangelhos de Mateus e Marcos, Comparativamente, o de Lucas está reple­ to de passagens que falam sótore o Espírito, Mateus e Lucas relatam ambos a concepção de Jesus como obra do Espírito Santo |'M t 1.18, 20; Lc 1,35), João Batista thssn ao povo que ele balizaria com agua, mas Jesus os balizaria com o Espírito Santo (Ml 3.11, Mc 1.8; Li 3.161. Antes de Cristo iniciar seu ministério, o Espírito o levou uo deserto para s e i tentado pelo diabo |Mt 4.1: Mc 112; Lc 4 . 1). No evangelho de Mateus, o Espirito do Pai falou por meio dos discípulos (Mt 10.20); em dois relatos de Marcos e Lucas, o Espirito Santo fala por intermédio povo de Deus IMc 13.11: Lt 12.12). D p acordo com os irês evangelhos sinópticos, o pecado contra o Espirita Santo jamais será perdoado, uem nesta vida nem ua vindoura (Ml 12.31.32; Mc 3.29; Li 12.10). Quando J e s u s Inter­ rogou os fariseus a respeito do Cristo, mencionou o Espirito Santo n perguntou "Como. pois. Davi, pelo Espirito, lhe chama Senhor?" [Ml 22.43: Mc '12.361. Quer dizer, o Espi­ rito Santo inspirou Davi a compor 0 Salmo 110 e relerir-se a Jesus.

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ESPÍRITO SANTO ('i evangelho de Luras lem muilas referências a o Espirito Sanio. Já nos primeiros dois capilidas, os leilores descobrem que o Espírilo ont obriu Maria com sua sombra (Lc 1-35) e encheu Joao Batista, Isabel. Zacarias e Simeão (1.15.17.41.67: 2.25-27). Depois de sor tontado poi Satanás. Jesus retornou ã Galiléia e recebeu o poder da Espirito Santo, que repousou sabre Ele (Lc 4.14.101. Lm:asmenciona que Cristo expe­ rimentou profunda alegria no Espírito Santo (Lc 10.21) e disse aos seus discípulas que o Pai dá o seu Espirito aos que lhe pedem (11.13). Lucas termina sou relata com a palavra qup dirigiu aos discípulos: disse-lhe que permanecessem hoi Jerusalém até (|iie fossem revestidas do poder do D bus, uu seja, com n Espírito Santo (Lc 24.491-

4fos
Ilmu nova dispensação começa no NT com o derramamento «lo Espírito Santa ora Ftentecostes. As palavras que lesus disse sobre o Espírito, o qual babitaria no meia rJe lado o seu povo, foram cumpridas u;i vida das apóstolos e continuam a agir na vida de todos d s crentes liajo. O Filha de Dous predisse que. dentro de poucos dias após a sua ascensão, o batisma do Espírilo Santa faria com que o$ apóstolos fossem testemu­ nhas dele em Jerusalém. Judéia. Samaria e aié os confins da Terra [Al 1.5,8). Essa profecia cumpriu-se no dia de Pentecostes, em Jerusalém, para o pova judeu (At 2 4, 33 38): posteriormente, em Samaria para os samaritunos (8.15-18), e mais tarde em Cesaréia para o centurião romano Cornélio e sua nasa (10.44-47: J 1.15.16: 15.8'|. O ultimo grupo dp pessoas a receber o darramo mento do Espirita loram os seguidores rle João Batista que víviom em Éleso (At 19.1-7J As palavras "cheio do" ocorrem repetidamente em Atos. Por exemplo, diante do Sinédrio, Pedro íoi cheio dó Espirito Santo (Al 4.8). Quando ele e João foram soltos r voltaram para o m eio dos irmãos, o Espírito encheu todos eles (Al 4.31), Semelhantemente., os sete diáconos eram cheias da Espírita Saulo (At 6.31. entre os quais estava Estevão (O.t . 10. 7.55). Paulo também toí cheio do Espírilo Sanlo fAl 0,17; I 3.H), e o mesmo aconteceu uom seu companheiro Barnabé 111.24). Os creutes do .Antioquia da Pisfdla receberam a mesma bênção (At 13.52). Na Igreja primitiva. 0 Espírilo Sanlo testificou por meio da Pnlavra de Deus reve­ lada (At I 16: 4.25). Falou com Filipe (Al 8.20), Pedro (10.19; 11.12). com os lideres da Igreja em Antioquia f 13.2) e com Ptuda (21 4,11). Além do mais. o Espírilo Sanlo confirmou o testemunha dos apóstolos diante dó Sinédrio (Al 5.32) e não permitiu q u e mentissem, tentassem ou resistissem a Ele (5.3, 9; 7 .511 . Simão, o mágico, uão pòde comprar o Espírilo Santo | At 8.19). Pelo contrário, o Espírilo fortaleceu a Igreja (Al 9.31) e aprovou a decisão do Concilio de Jerusalém (15.28). O Espírito enviou a Paulo e Barnabé (Al 1,1.4), mas não permitiu que o apóstolo dos gentios e seus compa­ nheiros fossem a Ásia e entrassem na Mísio (16.6,7). Compeliu Paulo a ir para Jerusa­ lém. mas o alertou de quo muitos perigos o aguardavam IAl 20.22.231 ; o profeta Agabo predisse pelo Espírito Santo que o apóstolo seria preso (21.11; veja também 11.28).

As epístolas paullnas
Através de suas muilas cartas, ftrnlu apresenta uma teologia do Espírilo Santo muito mais desenvolvida do que u de qualquer outro escritor do Novo Ttestamepio. Ensina sobre o relacionamento do Espírito Santo com o Pai e com o Senhor Jesus Crislo. Instrui d s cristãos sohre a obra. os dons. 0 poder e a prespnya do Espirito Santo. Em cortas capílulos das epístolas o apóstolo desenvolve sua teologia do Espírito Sauto 191

ESPÍRITO SANTO

(Rm 8. I Co 2: 12: 2 Co 3: GJ 5). Essas seleções. entretanto, devem ser esludadas dentro do contexto das cartas paulinas. 1. O Espírito de Dr-as. Paulo mencionou o Espirito de Deus primeirarnenio em ^uas epístolas ãs igrejas de Corinlo e Êleso, Destacou que o Espirito do Sonhar revela sua sabedoria aos crentes, faz com quo sejam sensíveis às verdades espirituais e lhes dá a habilidade do ter discernimento espiritual (i Co 2.10-14J. Informou aos seus destina* lários que o Espírito Santo habitava neles, porque eram lemplo de Deus [Rrn 6.9, 11. L Co 3.16: 6.191; Juntos. lormavam uma bahiiação onde o Espirito do Senhor vivia (Et 2.22) e, como autênticos cristãos, adoravam a Deus pelo Espirito (Fp 3.3). Foi o pró­ prio Deus qupm deu o Espu-itu ao seu povo (1 Ts 4.8). Em outra passagom. Paulo disse aos i oríntio* quo eram uma carta de Cristo, escri­ ta não com tinta, mas com i» Espírito do Deus vivo. Essa missiva era a tábua do cora­ ção dos homens (2 Co 3.3) Peio poder rio Espírito que habitava nele, o apóstolo 1 ‘oi capaz de aconselhar as pessoas sobre prohlemas conjugais e falar com a confiança que o Espuilo lhe <java | 1 Co 7.40). Nenhuma pessoa ern quem o Espírito de Deus habita pode amaldiçoara Cristo. O crenti? confessa que Jesus é n Senhor, por meio do Espírito Santo 1l Co L2.3). 2 O Espirito v Jesus. Muitas vezes Paulo não loi claro, ao distinguir entre o Espiri­ to do Senhor Deus e o Espírito do Senhor Jesus Cristo. As palavras "o Espirito do Senhor" podem referir-se tanto ao Pai como ao Filho: Paulo descreveu o Espirito como "o Espuilo de Deus”, "Espirito do Senhor", “Espirito de Cristo”. '‘Espírito de Jesus”, ou simplesmente “o Espírito". O contexto muitas vezes dá ao leitor um entendimento dessas passagens. Para ilustrar, em Rorrumoí» 8.9. o apóstolo disse: ''Vós. porém, não estais na uirne. mas no Espirito, se é que o Espirito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espirito de Cristo, esse tal não ê dele". Paulo declarou que o Espi­ rita de Deus iluiu por meio de Cristo para d povo de Deus e o mesmo Espírito imana­ va tanto de Deus como de Cristo. ,Ambos, o Pai e u Filho, fnzem com que o Espírito Santo habite uo coração o ua vidu dos crentes. De maneira similar. Pauln escreveu aos Coríntias: "Ora. o Senhor é o Espírito, e onde está o Espírito do Senhor at há liberdade" (2 Co 3.1 7). O contexto desse versículo mostra que Moisés colocou um véu sobre o rosto, para evitar que o povo visse a glória de Deus se desvanecer da sua face Iveja Êx 34*33-35). Paulo explicou que ele e os demais crentes refletiam a gloria do Senhor, pois eram Iransformados na imagem de Cristo (2 Co 3 tM J. Assim, transmitiu a informação de que falava sobre Jesus e que Cristo operava por moio do Espírito 3 A ubro do Espírito. Paulo declarou que o Espírito de Deus, que ressuscitou lesus dos mortos, vivia nos crentes e assegurava-lhes que lambem ressuscitariam (Rrn 8.10.1 11, O Espírito Santo opera uo coração dos cristãos, quando se arrependem das obras pecaminosas: /o mo filhos de Deus, são guiados pelo Espírito. O próprio Espíri­ to afirma o fato de que Deus tom adotado os crentes como seus filhos (Rm 8.13-113). A obra do Espirito é evidente nos crentes que são chamados as primícias da colheita vindoura (Rm 8 .2 3 1 - Em adição. Paulo disse ao povo de Deus que o Espírito intercede por eles e os ajuda em suas orações. Eles mesmos não sabem como orar adequadamen­ te: poi isso. 0 Espirito intercede pelos santos segundo a v o n t a d e d o D«us (Rm 8 . 2 6 , 2 7 ) O Espírito Santo e o instrumento por meio do qual os cristãos são abençoados com a justiça, paz e alegriu (Rm 14.17, Gl 5.5; 1 Ts 1.6). Ele é a Iotite de amor. esperan­ ça e poder (Rm 15,13,16.19). Ele os santifica, por meio do novo nascimento e da rege­ neração (Rm 15.16: Tl 3.5). tem comunhão com eles (2 Co 13.13; Fp 2.1), fortalecelhes a íé (Eí 3.16.17) e os sela em Crislo (El 1.13).

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ESPÍRITO SANTO 4. O s donsúspirítuais. Paulo frequenlemenle enumerava e explicava os doas que o Espírito Santo concede aos crentes. Em sua carta aos Romanos, especificou os dous de profecia, serviço. ensinu, exortação, contribuição, administração e misericórdia (Riu 12.6-8). Essa Lista não é exaustiva, porque, ao escrever aos coríntios. Paulo va­ riou e acrescentou Registrou nove dons: sabedoria, conhecimento, té. uui<<. operarão de milagres, profecia, discernimento de espíritos, línguas e inlerprelação de línguas (I Go 12.8-101. os quais podem ser relacionados em três categorias: 1 Pedagógicossaljedoria e conhecimento; 2. Sobrenaturais: le, mi lugres- e cmn; 3, Coanm iruth™ . profecia, discernimento fie espíritos, línguas • ? suo interpretação Esse catálogo tem uma variação uos iíltimus versículos de t Coríntios 12. Ali Paulo euumefM os dons apontados por Dous: apóstolos, proletas e mestres. Depois destes lrês. ele menciona os de operar milagres, curar os enfermos, servir, administrar, íaiar em línguas e interpreta-las (vv.28*301- Em outra epístola, Paulo menciona os dons que são indica­ dos par Cristo: apóstolos, protelas, evangelistas, pastores e mestres (Ef 4.11). Km vez de mencionar os dous do Espírito, na epístola aos Gaiatas Paulo cita as nove virtudes como o fruto do Espirito: amor, gozo. paz. longanimidade, benignida­ de. bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio ÍGI 5.22.23). A diferença entre os dous i! o fruto é que um é adquirido por meio de doação e o outro como resultado. Quer dizer, o Espír ito Santo atribui um dom especifico a um crente, mus u obra do Espírito dentro do cristão produz um resultado na forma de virtudes espirituais 5. O Espirito e a Lei. Em algumas do *uas cartas (Rm. 2 Co e Cl|. Paulo falou que o Espírito liberta da escravidão da Lei Mó contexto, ele dirigia sua mensagem aos ju­ deus convertidos, eutre outros, que eram mais influenciados pelos judalzant.es, Sua mensagem básica era a liberdade da lei do pecado e morie por rneio da obra do Espírito Santo (Rm 8.2. 5-8; 2 Co 3.0, 17; Gl 3.2-5; 5.3-5). Isso não quer dizer que, ao abolir o legalismo» Paulo promovia urna forma de antinomia. Peio contrário, ensinou que a lei do Espirito de vida é a liberdade (Rm 8.21. que o amor é o cumprimento da lei (Rm 13.8-10; Gl 5.141 o que o crente é guiado pelo Espirito que nele habita (Gl 5.1». 25). 6. O Espírito e o batísrtio. Em I Coríntios 1 2 .1 3 , Prtulo d e c la r o u que "todos nos fomos batizados em umso Espirito, formando inu só corpo, quer judeus, qunr gTcgos. quer servos, quer livres; e a todos nos íoi dado beber de um só Espírito” O apóstolo enfatizou a palavra todos, paru indicar que pessoas de todas as áreas, raça ou condi­ ção social estão incluídas. Enfatizo a universalidade do corpo de Cristo, isto é, a Igreja. Em ambos os textos e contextos, indicou que falava de maneira figurada sobre o batismo e beber de um só Espirito, sem dar nenhuma indicação de pensar nus ordenanças do liatismo e da ce/n do Senhor. Aqui, Pa ui o não faz uma alusão ao balismo uas águas e à comunhão, O desenvolvimento de 1 Coríntios 12.13 sugere que ser batizado significa que o indivíduo se toma um membro vivo da Igreja, após a c o n v e r s ã o . Quando acontece a regeneração espiritual, a pessoa passa a pertencer ao Corpo de Cristo, isto e, a Igreja. Náo é a observância externã do bfitismo uas aguas, mas a transformação iulema, por rneio do Espírito SanlO, que leva o crente a comunhão com Jesus. Além disso, o verbo grego Uo lempo aorislo, traduzido como “foi dado beber”, indica uma ocorrftncia úni­ ca. Se esse verbo estivesse relacionado com a Ceio do Senhor, como alguns sugerem, seria algo contrário à instrução de Paulo para manler a observância dela conslanteniento, até a volta de Cristo ( I Co 11.25.26).

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ESPÍRITO SANTO

0 Evangelho de João e 1 João
1. O Evangelho de João. Em muitos capítulos do seu evangelho. João referiu-se ao Espirito Sanlu e rugistrou as palavras de Jesus concernentes a Ele. Mencionou o balisiihj de Jesus, sobna quem o Espírito pousou na lorma de uma pomba. Notou que João Batisto, quo balizava com água, revelou que Jesus balizaria t;om o Espírito Santo (Jo 1.32.331. Deus deu 0 Espirito a Jesus sem medida (Jo 3.34). lesus rlisse a Nicodemos que era necessário nascer de novo antes de se fazer parle do reino de Deus. Cristo afirmou: "Aquele que não nascer da água e <lo Espirito, não pode entrar no reino do Deus. O que é nascitlo da carne, é carne, mas o que ê nascido do Espírito, ó espírito” (lo 3.5.61. João usou a palavra grega prwumn com dois sentidos diferentes: vento e Espírito. O mistério da movimentação do vento é similar a ser nascido de novo do Espírito (Jo 3.8). O Espirito õ a fonte de viria (Jo 6.63) e ela é comparada às fonles de agua viva quo. espiritualmente falando, fluem do interior do creme (7,38.39). O discurso do despedida de Jesus, proferido no cenáculo, enfatizou o advento do Espírito Santo Ensinou que Ele seria dado pelo Pai e permaneceria para fièmpro com a crenle. Seria outro Consolador, uma Pessoa que personificaria a verdade (Jo 14.16.17). O Consolador sairia do Pai, seria enviado pelo Filho i: testificaria sobre Jesus (Jo 15.2f>). O Consolador também convem «ria o mundo do pecado, da juslica e do juízo (Jo 16.71 11 . O Espirito guiaria o crente em toda a verdade, proporcionaria a revelação lulura e glorificaria n Jesus Cristo (Jo 16.13-15). Por último. em antecipação ao Pentecostes, Jesus soprou o Espírito Santo sobre os discípulos, para auxiliá-los nu tarefa que rece­ beram dele (Jo 20.22). 2. J Jtíâú. «A s referências ao Espirito Sauto nesta epístola náo diferem muilo da­ quelas do evangelho de João. O Espírito ciado aos crentes cria nos mesmos uma cons­ ciência de que o Pai vive neles, por moio do Filho (1 Jo 3.24: 4.13). Gomo os cristãos são capazes de roconheoer o Espirito cie Deus? Eles o conhecem pelo reconhecimento de quo (esus Cristo veio de Deus em lorrua humana; eles ouvem a Deus ( l [o 12. 6). O Espírito ria verdade testifica que Jesus é o Filho de Deus ( t Jo 5.6-8]

O restante do Novo Testamento
I. Hebreus. O escritor da carta aos Hebreus ensinou sobre a doutrina da Trindade espec;ialmente com respeito à revelação de Deus. Embora Davi tenha composto o Salmo 95 e Jeremia* tenha registrado uma profecia sobre a nova aliança (Jr 31.31-34.), suas palavras (oram proferidas pelo Espirito San lo, dirigidas aos leitores da carta aos Hebreus (Hb 3.7; 10.15). No tempo determinado, o Espirito revelou que o perdão dos pecados por meio do sangue de animais terminaria (Hb 9.8. 141, Além disso, o escri­ tor da carta falou sobre os pecados cometidos contra 0 Espirito Santo (6.4-6: 10.29) Declarou, porem, que o povo da Deus é recipiente dos dons que o Espírito Santo distribui ontre eles (2.4). 2. As curta* fie Pvdro r ludtm. 1 Pedro tem cinco leforênrias ao Espirito Santo (1 Pe J.2.1 1.12: 3.18: 4.14). Juntamente com o Pai o o Filho, o Espírito é o que santifica os eleitos de Deus 11.2). O Espírito predisse os sofrimentos de Cristo e a glória subsequente II.111.0 Espirito guiou e nontinua a dirigir os que pregam o Evangelho da salvação (112). Enquanto em outras partes do NT é ensinada que Deus. o Pai, ressuscitou Jesus dos mortos, Pedro, em sua primeira carta, declara que Cristo foi vivificada pelo Espi­ rito (1 Pe 3.18. cf. Rm 8.1 1). Na verdade, toda Trindade esteve envolvida na ressurrei-

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ESTAQUÍS çân. Assim cimio u Espírito eslava com Cristo, assim Uinibóm o Espírito da glória repousa sobre Iodas as pessoas quo sofrem poT cousa de |esus Í1 Pe 4 .14|. 2 Pedro lem apenas uma referêncio uo Espirito (L21). Pedro escreveu que as pessoas que compuseram as Escriluras foram dirigidas pelo Espírilo Santo. Rara es­ crever o AT e o NT, o Espirito usou seres humanos, com seus talentos e percepções, suo* rnruCtetisLíeas e seu treinameulo. Ao fazer isso, o Espirito os guardou rio pecado e do erro. Judas revelou que as pessoas que estavam determinadas d dividir a igreja e eram levadas pelos seus desejos carnais careciam do poder do Espírilo Santo dentro delas íjd 19). Os verdadeiros crentes, contudo, fortalecem a fé, quando oram constaniRmcnte no Espírito Santo (v. 20). 3 A poralipsè. O último livro do NT lem numerosas passagens que lalum sobre o Espirito Sanlo. Na ilha de Palmos, João estava d o Espírito, tanto oo dia do Senlior como ik> momento em que olhou utracês de uma porta aberta no céu (Ap 1.111; 4.2). Posteriormente, íoi conduzido pelo Espírito uo deserto, para uma grande e alta mon­ tanha (17.3; 21.10). O Espirito dirigiu-se às sete igrejas na Ásia Menor e todo o que lem ouvidos é exortado a escutar (Ap 2.7,11,17,29: 3.6,13.221- O Espúito Santo acres­ centou à bem-aventurança: “Bem-aventurados os mortos i|ue desde agora morrem no Senhor" as palavras : “Sim, descansarão dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanharão' (Ap 14.131, Por último, junto com a Igreja de Jesus, o Espírito Sanlo dirige-se a Crislo e diz: “Vem" (22 17),

Conclusão
O Espírilo Sanlo desceu sobre Tesus Crislo na forma corpórea de uma pomba (Lc 3.221 6 como labaredas de Togo sobre as pessoas reunidas no dia de Pentecostes, em Jerusa­ lém (At 2.31, É 0 sopro de Deus tanto Da criação como na recriação (Sl 33.6; Io 3.8|. O Espirito Sanlo trabalhou na formarão das Escrituras e agora se empenha em sua aplicação. Ele literalmente levantou os escritores do Antigo e rio Novo Testamento ^ os guiou enquanto escreviam cada palavra «las Escrituras (2 Pe 1.20,21). Ele fala com as pessoas por meio tias Escrituras IAt 28.25; Hb 3.7; ít.8; 10.15). A Palavra de Deus é a espada do Espirito IEl 6.17). Para os ©islãos, o Espirito á o Consolador que coloca sen selo sobre eles, como si uai de propriedado (2 Co 2.21). Ao mesmo lempo. os <rentes lêm a cerleza de qun o Espirito é a primeira provo das bênçãos ainda maiores e melhores esperadas por eles (2 Co 1.22). Ele é como o orvalho que desce invisível sobre a Turra, embora B X ib ã resultados visíveis. Deus abençoa seu povo por rneio do Espírito Santo e concedellies a bênção Irinilária tia graça de Crislo, do amor dn Duus e da comunhão do Espi­ rito Santo (2 Co 13.13). s .j.k .

ES POS A DE POTIFAR, A. Para mai­ ores detalhes, veja Palitar. Esta mulher, cujo nome não é mencionado, truiou se­ duzir José, o qual ocupava uma posição de confiança na casa do seu senhor. O jovem recusou-se < j deitar-se com ela e a cometer tal pecado contra Deus; a mu­

lher então o aiTmou falsamente de tenlai aproveitar-se dela à força. O marido, ao ouvir essas acusações leilas pela esposa, mandou |osé para a prisão (Gn ;i9.0>-20).

ESTÁQUIS (Gr, “carro de grãos"). Cha­ mado de “meu amedo" por Paulo, para

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ESTEFANAS significar que se tratava tle um amigo muito querido. Vivia em Roma e fui saudado pelo apóstolo cm Romanos 16.9. O reconhei imento pessoal de Paulo e o cui^ dado que tinha com os irmãos de dife­ rentes igrejas é algo que deve ser notado ria maioria de suas cartas. ESTEFANAS (G r.eoraa"). Cristão bom conhecido nu Lgreju em Corinlo; ele e sua casa luram os primeiros convertidos na província da Acai a (1 Co lfi.151 e eram conhecidos pela devoção com que servi­ am outros cristãos na igreja. Paulo exor­ tou os CDrínlios a tor estima ò família rle Esfcíânas, que trabalhava Ião diligente­ mente no serviço Cristão. Sabemos .que Esléfanas ír> i balizado por rriuJo. Ao que parece, algumas pessoas na igreja uni Corinto dividiam-so om grupos Bm torno dos figuras proeminentes. Talvez algumas dessas divisões fossem causadas pelo orgulho que sentiam peio líder que as balizara. Riulo afirmou que havia balizado apenas três pessoas. entre as quais EstefanâS. O apóstolo argumentou que u unidade cristã estai centralizada no Evan­ gelho do Crislo crucificado e não em quem balizara alguém II Co l . J 6.17.23). Esléíanas é m encionado em l Cofintios Ui .l 7 . l H junto com Fortunatoe Acaico. Tais homens eram "dignos de reconhet imento" pelo serviço prestado ao Senhor, principalmente por lerem levadu noticias da igreja em Corinto a Paulo, quando este sé encontrava em Éleso. Tal­ vez os trés tenham sido os portadores da carta dos cristãos coríntios oo apóstolo e. no regresso, os condutores da epistola que conhecemos corno 1 Corintios. O serviço liei deles era "um refrigério para o espiri­ to'* de Paulo. Esse e um aspecto regular em suas carias: reconhecer os cristãos que tinham um ministério de encorajamento.
1 U 1 .0 .

2. Maacatila; também da tribo de Judã e filho de Hodias (1 Ct 4.19). E S T E R Também conhecida como Hadassa. era uma jovem judia, da Iribo de Benjamim, cujos pais morreram na época do exílio babilónico Foi criada por urn primo, chamado M orde cai (Et 2.5-7). Es­ tavam entre os judeus que habitavam na fortaleza de Susâ. sob o rei nado de Assuero fXerxes), A vida de Ester mudou quando a rainha recusou-se a mostrai sua beleza durante urn banquete oferecido pelo rei. Devido u essa atitude de rebelião, Vusti foi banida da casa real e inii. iou-.se a procura por uma jovem bonita e virgem, que ocu­ passe seu lugar. Depois de doze meses de tratamento de beleza e treinamento, Ester foi eleita pelo rei corno a mais linda jo­ vem entre Iodas os que foram apresenta­ das: escolhida como a nova rainha, não divulgou, contudo, sua origem judaica. Ester floresceu em sua nova posição, assim como seu p rim o Mordecai. Sua fé, entretanto, foi Tealmente provada quando o primo aproximou-se dela e IransmiliuIhe a sentença de m o rle ile seu povo. Ele descobrira um complô organizado por Hamã. um alto oficial do rei. para aniqui­ lar os judeus e sabia que somente Ester era capaz de ajudar a salvar o povo de Deus. Hamã persuadira Assuero u assinar uma ordem que decretava o massacre dos judeus. Ester seria obrigada a tomar uma decisão. Arriscaria sua própria vida, se procurasse o rei se.m ser convidada, ou prrrinaneceria nm silêncio e comprometeria a vida de todos as judeus. Mediante a ex­ pressão: "Se eu perecer, pereci’ . tomou a decisão de talar com o rei. Com todos os judeus de Susâ unidas em oração e lejum, Ester buscou a ajuda do marido contra Hamã. No final, o inimigo dos judeus foi onforcodo por ordem do rei e, embora o decreto original não pudesse ser revoga­ do, Assueru deu unia permissão especial aos judeus para se defenderem coutra o immente massacre. Assim eles fizeram foram sal vos (Et T a 9).

ESTE MO A. 1. Seu pai era fsba e seus avós eram Merede e Bi tia, fil ha do. Fíiraó (1 Cr 4.17). Era da Iribo de Juda,

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ESTÊVÃO O cuidado fie Deus, alé mesmo no exílio e sob mu governo pagão, c visto darameme na maneira como usou Ester e Mordecai para preservar seu povo. Os dois primos prestaram sous serviços uo rei Assuaro o a Deus tom fidelidade e honra, é conquistaram assim o respeito de todos (veja Mordecai, Vctstí e H<miã)
S.c.

ESTÊVÃO (Gr. "riqueza" ou “coroa"). É um ilos personagens mais proeminentes do Novo Testamento. O seu discurso é o mais longo do livro de Atos [Al 7.2-531 . Sua vida e trabalho são destacados nm Atos (> *? 7, embora sua perseguição e morte sejam mencionadas mais tardn em Atos Ll.lt); 22.20.. Estêvão chegou a proeminência nos primeiros dias da Igreja cristã, quando a comunidade se desenvolvia e experimen­ tava os problemas e as dificuldades c o n s ­ tantes, Uma das tensões surgidas foi em c o r u s o q u ê m ia ria acusação de que as viú­ vas de origem grega eram esquecidas na distribuição diária de alimentos (Al 6. 1). Como resposta a essa critica, os doze apostolos reuniram toda a congregação, apresentaram abertamente o problema e propuseram uma solu ção razoável' "Escolhei, irmãos, dentre vós, sete ho­ mens de boa reputação, cheios do Espiri­ to Sanio e lie sabedoria, ao.s quais constiluamos sobre esle importante negócio. Mas nós perseveraremos ua oração e no ministério du polâvra" |Al 6.3.4|. Essa proposta recebeu a acei tação geral de toda a comunidade e foram escolhidos sele ho­ mens de reputação Irrepreensível para lidar com a situação. Dois dos principais nmmbros destn grupo foram Eslèvão e Filipe. Quando o problema foi contornado, a Igreja em Jerusalém experimentou um cresi iniento extraordinário: “De sorte que crescia a palavra de Deus, e em Jurusnléin se mulliplicava rapidamente o nu­ mero rios discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia ã lé" (Al 6.7).

Conforme Lucas esclarece, Estêvão estava profundamente envolvido eui todo esse crescimento, especialmente: na ex­ pansão da Igreja de lerttsalém para Antioquia IAI 0.1 a 12.25). Lucas dedica urna < .onsiderávei atenção ao lestemunho de Estêvão (6,8 a 7 isij), descrevendo em detalhes sua prisão (0.8-15), sua brilhan­ te "defesa" f7 1-53) e seu martírio (7.5460). Eslêvão náo somente era um homem prático, hábil em lidar com a administra­ ção da Igreja e a obra social, mas também interessado na pregação do Evangelho aos outros. Sua mousagem era acompanhada rle maravilhosas demonstrações do poder de Deus. que lhe davam condições de operar “prodígios e grandes sinais entre o povo" (At H0). Isso dava 5 sua palavra urna notável credibilidade, mns também suscitava a oposição dos judeus conser' vadores, preocupados com o d o v o movi­ mento criâtãa. e invejosos por causa da evidente popularidade de Estêvão e do seu carisma. A despoito da oposição, seus inimigos não "podiam resistir ã sabedo­ ria e ao espirito com que ele lalava" (Al 6.10). Determinados a atacar e enfraque­ cer seu trabalho, instigaram uma campa­ nha sub-repfícia, ao fazer graves acusa­ ções contra Estêvão o alegar quo blaslemava "contra Moisés e conlru Deus" (At 6.11). Ao mobili/.Hr as multidões contra ele e usaras alegações de ialsas testemu­ nhas. asseguraram que íosse preso, a fim de anular seu radiante testemunho de Cristo p transformá-lo em algo sinistro e hostil à Lei mosaica 16.14). O lato Inegá­ vel, entreianlo, é que Eslêvão manteve sua compostura dian le do Si nedrio, e seus Inimigos reconheceram sua santidade: “...fixando os olhos nele, viram o seu ros­ to como o mato de um anjo" (At 6.15). O discurso de Eslêvão diante do Sinédrio é uma memorável rei^pitulação da história judaica e uma defesa ousada da lè cristã diante de seus acusadores. Foi questionado pelo sumo sacerdote se as acusações feitas r.outra ele eram verda*

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Gn 12 1-31 Abraão. A resposta de Estêvão nõo representava uma tentativa de se livrai da perseguição nu do sofrimeulo: pelo contrário. ao apedreiá-lo 17. e. A parle final (la revisáu hislórica lida com o contraste entre o Tabernáculo e o Templo (Al 7. Eslêvão claramente se opôs □ uma visão estática da vida de Israel. cf.7. la) e pela disper­ são da Igreja de Jerusalém. era um cha­ mado ao arrependimento e a fé. a história rle José foi contada para lembrar a providência de Deus ao povo e preparai o cenário para a narrativa do poderoso livramento do Êxodo.3.13/141. e o circuncidou ao oitavo dia. eles o aiacaram. Eslêvão tez um relato da história sagrada desde Abraão e lalou dn maneiro como Deus lidou com o grande antepassado do povo da aliança (7.14).4.1. 22.8. lb-4|.51-531.13. 13. 15. A des­ peito disso.58). Era nesle contexto do aliança que 0 rilual da circuncisão precisava ser en­ tendido (At 7. Estèváo m orreu ua presença do Saulo de 198 .35): de futo. a mal tratarão par quatrocen­ tos anos” (At 7. o Senhor. 35.).17-22J.3538).d Gu 12. Acusou sua audiência de traidores e assassinos do “Juslo" (Jesus Crislo). cif. Dous fizera promessas maravilho­ sas o Abraão. onde permaneceu alé a morle de seu pai (Al 7. em conse­ quência da perseguição resultante |0. Depois i le pedir que prestassem aten­ ção ao que tinha a dizer (Al 7.13. Gn 37.44-50). sob a liderança de Moisés.6).23-20).2-81 O Todo-poderoso falara uom o patriarca e Lhe dera direção para ir à lerra da promessa lAt 7. O sermão realmente nos oferece uma “teo­ logia bíblica” — um exame do Antigo Tes­ tamento a luz do advento de Cristo. arrastaram -no para fora da cidade e o apedrejaram alé a morte (7.1).54 a tí. apesar da idolatria de Israel desde a época do cativeiro (7.18.15. Gn 1. em favor dc urna visao dinâmica do povo de Deus durante a peregrina­ ção. cí. cf. contudo.5 . o qual lamentavelmente caiu em ouvidos sur­ dos. foi umn magnífica confissão dp sua fé em Cristo contra 0 pano de lundo do tratamento dispensado por Deus ao povo da Aliança através da história.9. Dous usou Moisés como ‘prín­ cipe fc Juiz'’ de seu povo IAl 7. e Jacó aos doze pa­ triarcas" (At 7. O discursa lem três parles principais: a primeira refere-se aos patriarcas (At 7.39-431. ir>. cf.7.14: 3. como o trágico clímax de uma longa história de apostas ia e desobediên­ cia (7.10-141. Tinham afirmo do ruido­ samente: “Este homem não cessa do pro­ ferir blasfémias contru este sanlo lugar e a loi. Mos­ tra ufa trisie quadro de constan tes escorregões por parle do povo du Deus o aponta a rejeição deles ao Messias pro­ metido. e a sujeitarão à escravidão.14: Èx 3. I\)i«* o ouvimos dizer que esse Jesus de Nazaré há de destruir esle luxar.ESTÊVÃO (leiras ou falsas. 27. Gn 21. pela resposla furiosa do povo.30-34) e no Livramento do Egito (7. onde eles o adorariam (At 7. em obediência ò voz divina.5: 15.t: 17.11: Èx 2. em sou tempo uo destírlo (7. Isaque gerou a Jacó. A repreensão no final foi umo tentaiiva de fa/er com quo os judeus enca­ rassem sua dureza de coração e a rebe­ lião que m antinham contra o Espírito Sanlo (7. assim. Tanto um como o outro foram vitimas de inveja e rejeição nas mãos do povo (At 7.4).31 a 21 1. Gn 17. em seu <omifisionamenlD (7.12). Essa revisão histórica é seguida pela repreensão por manterem a mesma alitudo com relação ao advento de Crislo (7.54.2.17-41): e a terceira ao Tabernáculo e ao Templo (7. cf. no tempo determinado 'Abraão gerou a Isaque.7). Semelhantemente. cl.2-531. apesar rle naquela época ainda náo lei1um filho (At 7 .4450). a providência divina foi vista em seu nas­ cimento I7. Realmeule.8: etc.210) a segunda a Moisés (Al 7.51-531. Gn 15.8. Numa explosão de fúria. e mudar os cosi umes que Moisés nos deu" (At 6. jul­ garia seus opressores e levá-los-ia em se­ gurança ã Terra Prometida. Dou>dis­ se a Abraão: "A lua descendência será pe­ regrina em lerra alheia. saiu de th’ e estabelecei i-se em Harã.1.

1-21. Sua história leni grandif relevân­ d . cora­ joso e Lemperanle. Uma das muitas escolas fi­ losóficas . são martirizados mais cristão*1 do que em qualquer nutra época da era cristã- ES TÓ ICO S. A vida tinha três dimensões: a contemplativa. 0 outro é o lato de que a vida de Estêvão es­ lava claramente sob o tolal controle «lo Espirilo Sanlo. Os estóicos honravam os deuses. justo. Tam­ bém buscavam a excelência. o intelecto e o que é ge­ rado por ela própria. clamou em voz alta (Lc 23. Estevão. ele i'xid-±iaou "Olliail Eu veja os léus uhertns.as registrara as pa lavras de lesus: ‘‘Digo-vos que todo aquele que me confessar diarite dos homens tam­ bém o Filho do homem o confessará liiante dos anjos do Deus” (Lc 12. Conforme sua doutri­ na. Em seu primeiro livro. 8. recebe o meu espírito" (At 7. o ética e a lógica. o “protomártir”. Deus O heroísmo e .1). SI 315). a última era a mais importante. nu entanto.60: cf.gregas da época de Paulo.341. 26.5 1-5.upação deles com a ética tambéin linha muito que ver sobre as paixões humanas e seus im­ pulsos. O obietivo da vida era viver em harmonia com a natureza e fazer boas açóes.141 . no presente século. cf. ó homem precisa ser prudente. Eram dominados por uma preocupação com a razão e a» ques­ tões relacionadas com o estado do mun­ do. de ma­ neira que o mundo era ordenado pela ra­ diante dos oponentes o sua atitude amo­ zão e pela providência.5). Os estóicos dividiam sua filosofia em Lrès partes: a consideração dos objetns físicos.C.C. consentia na morte dele” (7. O amor era expresso em amizades profundas. Esse pflpel do Espírito é evi­ dente em sua indicação (Al P. que está em pé à direita de Deus” (Al 7...10). Falou a verdade em sou julgamento IAI 7. Estêvão viveu. sofreu e morreu por Cris­ lo. a alma tem oito elementos: os cinco sentidos. reivindicou ousadamente essa promessa e pediu a lesus.i coragem de Estêvão ora u razão inerente na matéria.1-19. per­ doou seus agressores IAI 7. o qual "também. 23. entre as três. olhou para o Senhor par/i a vindicação finul. a pratica e a racional.2-53) cia hoje. Essa filosofia e rosa para com os inimigos — tudo isso detalhada no livro de Diógenes Laércio A faz dele um modelo digno de um discí­ vida dos filósofos eminentes. 0 Filho do homem. na presença de Deus. Paulo tomou-se cristão (9. o que a razão nos leva a fa­ zer. a fala. que o reconhecesse no céu. A felicidade consistiu na virtude e numa disposição de harmonia. Estêvão diante de seu martírio.. 22.59. Um ó o testemunho de Estêvão. ugiu como seu Senhor. oferecium-lhas ora­ ções i: pediam boas dádivas a eles.9. A prnoi. Pri­ meiro. os quais falavam da unidade da hiunanidade b o «eu parentesco com o elemento divino. mas o homem sábio vive sem emo­ ções. O movimento foi funda­ do por Zenãu (340 a 265 a.59). Dois outros elementos também são no­ tados. no momento da morte. Jo 18.8) e em seu discurso corajoso diante do Sinédrio (7.ESTÓICOS Tai's<).37|. um obreiro eíetivo e um nobre mártir. Lr 23 46. a qual é particularmente surpreendente: “Senhor Jesus.18. tomo 7.2-23). Esta entrega recebeu uma ênfase cristocênlrica em Atos. O apóstolo oncontrou-se rom essa tradição em Atos 17.8s ct Mt 10 32s). em suas obras podeiosas e s mais miraculosos (6.h . Seus proponentes eram panlefelas. em seu poderoso testemunho de Cristo (6.401 t? entregou seu espirito (Al 7.3: cf. L<. Posteriormente. O bomem sá­ bio de maneira alguma é vão. A emoção eiru vista como o resultado rio julgammtos anteri­ ores. 199 .3. Vários aspectos são notados aqui. pulo fiel. Lut. A morte de Estêvão provavel­ mente loi um dos “aguilhões" que o leva­ ram a Cristo (26. Assim.l por volta de 300 a. isto é. quando. Seu pedido foi concedida f.56).60. não sujeito a julgamentos baseados no calor das circunstâncias. e o Filho do homem. como verdadeiro discípulo.

il.ia (1 Cr 4. Levou u tributo do povo ao rei tsglom e pediu para oncontrar-se a sós coin ole. ao ficarem so/. Filho de Hela. ÊUBULO (Gr.irihos. o conh ecim ento du Salomão foi considerado ainda maior do quo o de todos nles juntosf I Rs 4. o quo le­ vava os israelitas a se arrepender e bus­ car novamente ao Senhor. sacou a espada e o malou.11. benjamita. Esse rei de Israel tornou-se idólatra. era fumoso por sua sabedoria. devido ao seu ca­ samento com Jezabel.. anles lo­ dos me desampararam" [v. ETNI. ETÃ. unia anliga cidade pqrtuãria da Fenícia. 16). ‘ Elide. um dos Lideres musicais do rei Davi | 1 Cr 6. o pecado do povo ptovocava o juízo de Deus: esse castigo. pai de Ada ias e ancestral de Asafe. sob as roupas. Escapou rapidamente e liderou 0 povo na batalha. quo o levou dirotamenUs à adoração do Baal. Seu filho chamava-se Azarias (1 Cr 2. Seu pai fui Meir. Os papéis se inverteram o Israel subjugou Monbe.17-19). onde esses eventos são registrados.42). 1.ds do que lodos os que fo­ ram antes dele" 11 Rs 10.ESTOM ESTOM. O texto não deixa claro alé qué ponto a adoração a Deus loi restabelecida em Israel. junta­ mente uom sun lum. um dos indicados por Duvi para cantaru tocar os dmholus rio bronze tpjonriu a Arca da Aiiançu íoi levada para Jeru­ salém ( I Cr 15.|[z 3. As vezes pas­ savam-se muitos anos até que isso acoutecesse. Provavelmente Irata-se do Olho de Cusaias. "comBaal"). Por meio tia comparação com a sabedoria de Eiã p de outros ho­ mens da época. já próximo do final da vida do apóstolo. segunda prisão em Roam. 3. rei dos moabitas. Uni dos descendentes de Judá e pai de Jezreel f. Levita. os israelitas tornaram-se idó­ latras novamente. m.21). Depois da morte de Otniel. filha de Elbaal. Elide fex uma espada de dois gumes. E mimei onado numa passagem que engrandece o extra­ ordinário conhecimento dado poi Deus ao rei Salomão. Era filho de Quisi. ETBAAL |Meb. vivia era Ror. da tribo de Juda 11 Cr 4. e acres< eula que “o Senhor me assistiu e m e forta­ leceu” (v.41).á. o Se­ nhor deu-lhes paz duranie lodo o tempo de vida de Eúde. Na verdade. Nações estrangeiras eram autoriza­ das a invadir e oprimir o povo.301. ETNÃ. Filho de Zima.151.7). atõ quo os isranlilas finalmente cla­ maram ao Sonhor. Conhecido corno Etã. É algo digno de □oia que ÈubuJo provavelmente íoi um dos poucos irmãos que ainda estavam com Paulo naquele momento. Levi la que serviu no Tãljfímánilo. Neto de Judá e Tamar e um dos cin­ co filhos de Zerá. filho de Gera. 1. (Veja lambém fiiiz&i)'. "de bom conselho'"). Como acontece com frequência uo Livro de luizes. por suu graça. invadisse Israel. Linha um propósito reslaurador. O Salmo B9 6 creditado a ele. 5. ho­ mem canhoto'. O libertador que o Se­ nhor então Lhes deu íoi Eúde. Assim que 200 . ocasião em que conquistou uma grande vitoria.3)* 2 . Deus permitiu que Eglom. o ezrajia. Acrescentou suas p r ó p r ia s saudações no final da carta a Timóteo 12 Tm 4.31). pois no mesmo capítulo o apóstolo declara melancolicamenb: que "ninguém me assisUu na ruinha primeira defesa. a qual escondeu jumoà roxa direita.Õ-H). da tribo de Levi. 4. Kei deSidom. Elbaal ti mencionado em conexão mm Arai io.12). A pnz foi restaurada e durou f)0 unos (Jz 3 16-30). quando transgre­ diram.44). entretanto.l Cr 4. 17). Passaram-se 18 anos. Nesia ocasião. Um cristão que esteve com Paulo duranie sua EÚDE. membro do clã dos merari las II Cr 6. serviu no ministério do Tabernáculo uo reinado de Davi ( I Cr 6. o qual fez "o que era mau uos olhos i lo Senhor. I Irn dos líderes tia Iribo de Judá.

t lmanjo apareceu a Filipe e disse-lhe que se dirigisse ao sul. LO . 2.t). iuj. por­ que é uma pvidênda adicional da disse­ minação do Evangelho. At ifí. Dirigido pelo Espirito Santo. Um dos sete filhos de Rilã n bisnel. Embora saibase pouco sobre Eunice. provavelmente leria sido castrado I veja Candace). Judéia.l t. índepnndentemunle de *rua origum ou condição. e não o viu mais o eunuco. pois Timóteo apareniemenle saliia a respeito da perse­ guição que o apostolo sofreu quando esleve In (2 Tm :t. É p rovável que Lóide e.1410).g. mas seu nome. Entâo perguntou-lhe se entimdia algo so­ bre o que meditava. ajjesar do ter ido a lerusalém para adorar. esse acontecimento é de gran­ de significado para a Igreja. mesmo sem o apoio do marido.35). "o Espirito do Senhor arrebalou a Filipe. Mãe de Timóteo e filliu ou UOra do Lóide (2 Tm 1. Samaria. ou na com­ panhia de alguém que não compartilha do mesmo compromisso com Cristo e o Palavra do Deus. pediu a Filipe que o balizasse. que signiíica "temente a Deus”. esse etíope ja­ mais seria admitido na assembleia de Is­ rael. porém seu marido ora grego (vM Lfi. Tal fidelidade o Deus e a bênção decorrente disso devem ser um grande encorajamenlo para muitos ho­ mens e mulheres que se encontram numa situação semelhante hoje. Como oficial da rorte da rninhnmôe. É im portante lem brar que Deuleronômlo 23. que voltava para seu pais numa carruagem. Atos 8. o protela Isaias deixara a pnrla aberta para os eunucos e estrangeiros que desejassem EUNICE. embero a conver­ são de Coroého seja consideraria conto o principal inicio da pregação aos genlios 1r\ t '10i: a conversão do eunuco. da rebelião o do castigo. até o território dos geniios (At 1. O etíope creu om Cristo o. para o qual Deus o cha­ mou por intermédio de l^iuio. provavelmente loi dado pula própria mãe. Eunice IwqI»ani­ se convertidodurante a primeira visita de Paulo a Listra (Al 14. e ela loi elogiada pelo apóstolo (2 Tm 3. EUNUCO ETÍO PE.Tr q salvação por meio da fé em Cristo. que assumira o desafio de ensinar e Irei* uar o filho nas Escrituras. como euimco.5). A passagem era o capítulo 53. quando passa­ ram por um poço.Fl1NUC0 ETÍOPE ele morreu. paro a estrada do deserto.20 deixam claro que. o falo dti seu filho não ler sido lít<uncidado na infância (Al 16. começou novamente o eido do pecado. 0 discípulo de lesus então explicou-lhe o lexto. onde Irafegava o eunuco. Judia. Era o superintendente de todo o tesouro real uo remado 201 .l) Som dúvida.1 e Levílico 21. a Iiíz dos sofrimen­ tos e da morte de Cristo. Foi a alegria experimenlada por Eunice. ao criar os fi­ lhos sozinhos. o foi Mia formação -interior que o preparou Ião bem para o ministério de evangelista. ruinha dos etíopes" (Al 8. Essa e uma das maiores recompensu$ para os pais cristãos: ver um filho c r e s ­ cer no conhecimento e tumor do Senhor r* começar a servir a Deus por si mesmo.3). sem o cônjuge. Filipe subiu ao carro e uotou que o etíope lia o profeta Isaias. continuou 0 seu caminho" (At 8. porém.30). e falou-lhe so­ bre as boas uovas sobre lesus (At 8.o de Benjamim. uem poderia oferecer sacrifícios. mas jubiloso.27). Depois rlisso. De qualquer maneira. "de Candace. Em parte. devia-se à ori­ gem do esposo. é uma prova de quea Palavra de Deus é para Iodos os tipos de pessoas.8-201. Foi sen conhecimento da Bíblia que o ajudou a eotondi.26*40 registra uma série de eventos miraculosos que levaram à sua conversão.las Escrituras era considerável. depois de adorar em jerusalém. sua influência so­ bre Timóteo ao levá-lo a conhecer e amar o Deus i. De fato. Era líder dfe dâ e está listado etn 1 Crónicas 7.8]. Cunlortne Lucas relata sobre o rápido crescimento do Evangelho em Jerusalém. o texto não deixa claro se era um gentio "temente a Deus" ou se linha as­ cendência judaica.

n.281. prome­ tendo-lhes acéséo ao Senhor e ao seu ffeihplo.18). a identidade da mulher derivou direlamnute de Deus. Eva era falta a imagem de Deus. Gn 2.o. mesmo quando se nmmiam especificamente para 0 partir do pão (Al 20.s profecias do AT e in­ dicou que não haveria membros de se­ gunda dasse na assembleia dos que cres­ sem em Cristo. A intenção de Deus na criação da mulher era que complementasse Adão. ÉUTICO |Gr. sua identidade era deriva­ tiva do primeiro homem. o que significa que havia algo de incompleto no primeiro homem sem ela. A passagem indica o papel central que a pregação da Palavra de Deus tinha nos cultos dn igreja primitiva.cf.c. leito numa sala lotada 0 abafada. Sl 08. por volta da meia noite. é a base do entendimento sobre o género masculino.. a reunião. na verdade. Esse “partir do pão" era uma parte integrante de toda. “ruiu do terceiro andar. pois se rea­ lizava "no primeiro dia da semana'* (v.22.10 lambém olhava adiante. A ausência da mulher na criação. co-rodpiente do mandato cultural para encher a lerra e dominá-la. por meio dn um milagre. O termo traduzido como “adjutora". Nesse sentido. É um vocábulo usado até mesmo com relação a Deus em outros textos ÍGn 49. Ela e primeiro mencionada como parto da noção corporativa de "homem" lodmn. Como "mulher" (is/tu. pois.7J. onde partiu 0 pão e continuou seu discurso alé 0 amanhecer. Isso significa que também compartilhava a imagem de Deus. ressuscitou. Eutii o pro­ EVA Eva. 8).as escadas e levantou o rapaz. p.. Esse cará ter duplo da natureza derivativa de Eva — imagem de Deus tirada do homem — propordoua a base para que todas as mulheres possam entender a si mes­ mas. p. o qual.'! I ( Essa estranha con­ versão cumpriu h. por meio da muitipUcação dessa imagem (Gu 1. Essa reunião sem dúvida era a mais importante do mês. portanto. Nesse senlidò. não tem ern sl mesmo a idéia de subordinação. “afortunado"). O calor na sala foi ocasionado pelo grande número de pessoas e também pela quantidade de lamparinas usadas paia iluminar o local da reunião (v.c. Em vez de ser uma serva. ftudo pregara um "extenso dis1nrso". lovonj que pegou no souo durante um discurso partimlarmeutn longo.26* 20.0). a loote dp toda a dignidade humana que nos diferencia de todo o restante rio reino animal.25). Gn 1. Talvez começasse na noite do sãbado. tanto duranie o seu tempo de vida como alem dele.2). a primeira mulher.1 Eva foi criada a partir de Adão e formada com o propósito de ser "uma adjutora” que lhe correspondesse (Gn 2. O após­ tolo desceu apressadumenti. 7). "foi levado comu ovftllla para o matadouro" e deu sua vida por toda u qualquer pessoa que se voltas­ se para Ele em fé e confiança. vavelmente eslava sentado numa janela. entretanto. 5. r foi levantado morto”. Paulo vollou ao cenáculo. compartilharia com ele uma reciprocidade baseada lanto nas similaridades como nus desigualdades. causou a declaração de Deus de que algo 202 . A “boa nova” do Evange­ lho <*ra que Jesus sofreu.Êt m co seguir ao Senlior n sua AlMnça. pois sabia que deixaria aquela re­ gião no dia seguinte (At 20.23. Seu significado pode ser visto nos Vários desígnios qup lhe loram destinados o as circimstôndas que os cercaram. Uma profeda em Sólonias 3. pargo rha ern que os adoradores de Deus seriam reunidos até mesmo ‘‘dalém dos rios ria Etiópia" (o aJto Nilo. é unia figura central na história da redenção do homem. desde que Eva loi a progenitora do seu género Suu função com relação a Adão.

il ou de intrusos impuros. A decisão de Satanás de tentar Eva não parece. a identidade de Adão derivava de Eva. Quando foi apresentada ao homem. Essa maldição.16 b). pois a habilidade da mulher conceber foi preservada. Assim. de “ficar de guarda”. pode conotar uma proposta mili­ tar.» de seu marido: “O teu desejo será para o teu-marido. A leituru de Gènesi> 3 sem ler ta>se contexto em mente produziria unja visão distorcida da mulhttr.7). Parece que sua vonlade se tomaria desproporcional ou distorcida. Na maldição sobre a serpente Deu> incluiu a promessa da redenção 203 . personificada na serpente. sim.es do pet-ado. x-\dão viu nela um espelho idêutico. A autonomia bumiina 11a esfera complementai da verdade e da moral iniciou-se a partir dali. Num esforço para justificar. não è limitada apenas a esfera biológica. mas também era sua tarofa específica "guardar" 0 Jardim (Gn 2. Eva continuaria a ser uma geradora de vida. a origem do desejo que se vè aqui.EVA não estava bom iGn 2. que ela seria modificada de alguma maneira. além do sentido de conservar. como susce.JBJ. 3 0 atribuir esse arranjo exclusivamente à qunda Não é . nesse ponto. a despeito da interpretação tradicional. a fim de exaltá-la e t hamá-la de "mulher" l/sho. este cantou o primeiro hino encontrado nas Escrituras. 0 que é o caso do próximo capítulo (Gn 3. Adão deveria guardar o |ardim Sanio de Deus da presença do m.24). loi uma indicação direta do fra­ casso do bourem nesse aspecto Esse entendimento corrige a noção equivocada de que Eva Ria mais irara moralmente e de que ela própria era uma tentadora. Cerlamente as dores do parto serviriam paro lembrar u mulher e seus descendentes do sexo feminino sobro a rebe­ lião daquele rlla Também a lembraria do perigo que seria associado ao nascimento dos filhos. Se houve qualquer base raciuuul por parte da serpente. porem. mas essa imagem deve ser vista dentro do contexto de sua caracterização total. Alguns comentariMas encontram aqui a base para a liderança masculina o a submissão femini­ na. Eva teria seu desejo natural substituído pele. entretanto. seria em seus métodos subversivos. Na maldição. os quais eram talhados para sua identidade e função (Gu 3. O verbo hebraico usado aqui. e ele te dominará" (Gn 3. A preservação de Eva como fonte de vida. Ele não só loi colocada como cabeça sobre toda a criação.16). O Senhor colocou sobre ela a maldição relacionaria com a gravidez e o parto. mas.Uvel á mutação. «ntretanto. de maneira alguma. O te trato da mulher aqui. estabelece uma ilimonsão de seu traráter 11a BibUa. Gn 2. Ao ceder à tentação de Salanas. podemos ver a bênção de Deus. uáo é totalmente merecida.15). Como consequência de seu pecado. refletir algo que seja inerente a nature­ za feminina. Eva compartilhou tolalmenle com Adão a vergonha dessa rebelião e sentiu com ele a quebra do que antes lora a cobertura suficiente deles — a glória. que Adão é visto como praticante de unia falta primária no alo da desobediência.23J. 0 Espírito e a imagem de Deus ÍGn 3. Se. pois com certeza Eva desejava seu marido anl. seria estabelec ida por meio do domínio do homem sobre ela. embora oposto: percebeu que era totalmen­ te feita à Imagem de Deus e elo não linha u que somente ela podia proporcionar Nesse aspecto. Havia uma forte implica­ ção de hierarquia no relacionamento entre o homem e a mulher e Satanás provavel­ mente escolheu tentar a mulher a fim de subverter essa estrutura. contudo. A pre­ sença satânica no Éden. a mulher tomou sobre si o papel de determinai o bern e o mal.usarmos rumo pano de fundo os soldados do templo 00 Antigo Oriente Médio. a des­ peito da morte ser o castigo paru a robubâo dela e do homem. Isso não quer dizer que não havia hierarquia conjugal antes desse momento. Eva conseguiu a participação de Adão aa rebelião. É digno de nola. A cnracteirização louvável que Eva recebeu de seu marido proporcionou o pano de fundo necessário para sua tentação pela s e r p e n t e .

s pertinente. e essa hierarquia deve permane­ cer no mínimo ale a consumação deste mundo. |21 as pala\Tas de Paulo foram dirigidas a um problema particular em Éfeso. Raquel. de acordo com pelo meuos um dos seguintes princípios. como n semenle d a mulher. Aquela sobre quem o Senhor demonstra seu lavor ex­ perimentará a alegria de Eva (ls 54.1 vivemos num época em que a redenção já resolveu o problema da queda. onaJogia. se tornado como uma exlensão dessa. que significa "viver". 204 . e (4) o apóstolo falava com baso no entendimnnlo cultural comum daquela época. Vislo desta maneira. A última caracterização direta de Eva ocorre em sua declaração no nascimento de Caim: 'Alcancei do Senhor um homem'' (Gn 4. esle le lerirá a cabeça.11 Essas palavras revelam a consciência que linha de Deus. Eva não é mais mencionada explicitamente no AT. Esta pas­ sagem geralmente è ah amada de "o primeiro evangelho". Efésios 5. (3) ele refletia um chauvinismo comum entro os mbinos. Ij. Sara. porque era a mãe de lodos os viventes” ÍGn 3 20). O apóstolo ©COrtou a mulher a manter urna postura submissa diante do marido. Rebeca. O lilho que nasce desse modelo é visio como o resultado direto da intervenção divina em favor da mãe. para gerar a vida. entretanto. Fica eviden­ te que Adão entendeu a esperança abençoada da esposa.24 Este é o primeiro lugar ua Bíblia onde a analogia 6 feila entre Crislo e a Igreja e o casamento. com rela­ ção a Eva. Outros destacam quo a ordem da criação é a b a s e para o entendimento de Paulo d o s papóis no relacionamiíoto conjugal — e não a queda. mos no mínimo Adão fazia um jogo dp palavras. Nos conse­ lhos que Paulo dá a seu fillio na le sobre o cuidado com a igreja em Èfeso. Eva é o protótipo da mulher que busca sua libertação por meio da geração de filhos. Há uma analogia no casameoto de Cristo e a Igreja (2 Co 11. embora ela própria não tenha experimenlado a esterilidade. deu instruções particulares paia cada upnern de pessoas. embora não mencione os nomes de Eva ou Adão. em duas bases — a orrlom da criação e a da tentação. como uma advertência do que um falso mestre poderia fazer na igreja em Corinto. R)i a "profissão de fé" pessoal de E\ a. conquistaria. 3. porque untei ipau a derrota final de Satanás. O NT faz duas referências explícitas a Evo. quandu a chamou ''Eva. É a mãe rias dores do parto. ou mesmo coin todos eles: (1. a qual expres* sou uma atitude fundamental de alguém cuja esperança estava ua semente prometida.2). elu serve como um porsonagem-modolo em episódios subsequentes.13. e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gn 3.15). Adão. a qual descreve a idolatria como uma infidelidade conjugal para com Deus Icf. quando a redenção será completa. então a tentação de Eva pode ser vis la dessa maneira Isso estaria de acordo com uma a&alogia usada com muita frequência no AT.23.3. Paulo cilou a maneira coma olh foi engonudb pela serpente. O v.23. A outra referência explfcila a Eva uo NT é encontrada em 1 Timóteo 2. Em 2 Coríntios 11.22. Eva. Ana e Isabel seguem o padrão de Eva. Essa declaração reflete a relação entre o nome e a palavra hebraica haycdi. lunta mais luz sobre o episódio da tentação no Eden. comparada com a falsa sabedoria dos que pregavam um evangelho diferente da­ quele que o apòslolo anunciou. o dever do marido para com a esposa é separá-la como objelo exclusivo de seu amor. pela resposta que deu à promessa de Deus. t ita Génesis 2. Assim como o propósito dc Jesus é santificar a Igreja. a quoJ Cristo. So o interesse da igreja em Corinto por um falso evangelho é análoga à infidelidade conjugal. enganada primeiro. Alguns comentaristas declaram que o quo Paulo disse não é mni. Não se sabe ao certo se estão ligados ntimologícamente. criado primeiro. Oséias). Ez 16 . O ponln da analogia é a aslúcia da serpen­ te.EVA humana: ‘E porei Inimizade entre ti p a mulher p entre a lua descendência e o sou descendeu le. Como veremos posteriormente no NT.

mas o Senhor nada llies garantiu alem da morle *»e fossom paia lã. Um rei da Babilónia do século VI a.35].3 J.essa não soja uma garantia ou tomátira dn qu« a reprodução biológica resultará om salvação espiritual. No contexto do livro de Jeremias. notemos o fato do que Lucas traçou a genealogia dn lesus até Adão (Lc 3 . o descendente dela está associado com a batalha cósmica entre as forças de Deus e as de Satanás. eram símbolos dos judeus cristãos o gentios. Em resumo. Embora obviamente. o qual seria o foco central da redenção e lutaria contra as forças do mal (Lc 1. foi solto do cárcere.27 e Jerem ias 5 2 . Exis­ tem muitas teorias sobre elas. | s 13. Sobre esse aspecto.I. E V I L M E R O D A Q U E (Heb. na ascensão de Evil-Merodaque. provavelmeute ela é o modelo em outros contextos do NT. Joaquim. Aparoutem enle.11-iGJ. o ma das ‘‘companheiras de jugo" (Fp 4 2. E V Ò D I A . o capítulo final (Jr 53) aponta paru o cum­ primento da proiei iu de quo os exilados não deveriam temer o rei da Babilónia |Jr 42. No 37® ano do exílio dos israelitas na Babilónia. para a entendimento de Eva. o qual o sustentou com ali­ mentos de sua mesa P deu-lhe uma ge­ nerosa ajuda financeira.33SS'.n.C. a fim de realizar seus propósitoiS para com seu povo.3 8 ) . e o após­ tolo as exortou a se reconciliarem. a menção de Eva e muito limitada na Bíblia. Pai do Naari n qual foi um dos "heróis" de Davi |I Cr 11. o rei de Judá que estava proso (2 Rs 24. Tais teori­ as. entretanto. os quais Moisés derrotou eiu batalha (Nm 31.37). dando ã luz filhos". OutiD possível alusão a Eva uo NT é a mulher que dá ã luz em Apocalipse 12 /M i. é o terna dominante desso período.15). uáo passam de hipóteses especulativas. Evil-Merodaque foi ape­ nas um dos reis usados pelo Senhor. ola podo proporcionar o pano de fundo para o entendimento de outros personagens bíblicos. p. 0 apelo de Paulo é concluído com a esperança de que a mulher "salvar-se-á. suas vi­ das seriam poupadas e no final seriam restaurados e voltariam a terra natal. Na Babilónia. Além da menção exp lícita.21). M. i omn parte do vingança pelos midianilas terem seduzido os israelitas a se afastarem do Senhor (Nm 25). é o recipiente da revelação divina de que conceberia um filho. é visto m* v. deus babilónio).rodaque . uma das duas ou am bas eram hom ens.EZBA1 O aspecto mais relevante desta passagem de 1 Timóteo 2.G. LI m dos cinco reis de Midiã. “homem de Merodaque”. 8. é urna refle­ xão sobro a grande promessa dado a Evo — quo e l a era a ' mãe de Iodos os viventes'.31 de Pau­ lo O conflito enlre Evódia e Síntique ameaçava a unidade da igreja. EZBAI. Apesar du Eva não ser mencionada diretainente como a mãe da semente que des­ truiria a serpente. a rnáe de Jesus. Cl■istã filipen se. quo voltaria para Judá. ou uma das duas iia realidade era Lídia (Al 10. entretanto. 14). bem como de alguns aspectos da obra redentora de Cristo. Maria. 15. 2. Mo. EVI. tornuu-se m eigo do rei babilónico. ou diaconisas. Alguns dentre o povo deseja­ vam fugir para o Egito.2. a atenção cuidadosa dos meios de caracterização revela muito sobre a fonte o n natureza de suo identidade. A soberania de Deus sobre todo o juizo do exílio p a restauração final do povo.c.114.Marduquo. contudo. Menciono do om 2 Reis 25. 205 .

Ezequias reinou conjua lamente com seu pai de 729 a 715 a. mas outros se humilharam e loram participar 'da Páscoa. A Festa dos P õ e s Asmos. os anoíãos. nem anles. o jovem rei ordenou que o Templo fosse reaberto e purificado. Samaria fora destruída pelos assírios [722 a .6-9). A maioria do povo de |uda atendeu (2 C r 30. Como parte desse programa. paia <)ue o povo náo morresse atacado pelas cobras abrasadoras (2 Rs 18 4. segundo o costume introduzido nos tempos do rei Davi.4. Uma grande porção da narrativa do cronista sola-e Ezequias é concernente à restauração da adoração ao Se­ nhor e a celebração da Páscoa. contemporâneo de Lsaias. Nm 21. que resolveram estender a lesta por mais uma semana! Nada similar a esse acoutecimemo acontecera desde os dias do rei Salomão (2 Cr 30. Nessa época.20). O s sacerdotes e le v ita s passaram a s e r v ir d e acordo com as prescrições bíblicas. Um testemunho da fidelidade dele lambem é dado em Jeremias 26 18. profetizara que Jerusalem seria destruída (Mq 3. De acordo com o autor dos livros. e s quais S a h n a n e s e r mandou instalar na região. estavam familiarizados com a história do livramento de Deus e da fidelidade de Ezequias. Esle monarca começou suas reformas imediatamente após ser coroado rei (2 Cr 29.5). eles náo mais possuíam seu centro político. náo houve outro como ele.C.1 a 33.C .12). como loilos as relatos bíblicos demonstram (2 Rs 18 a 20: 2 Cr 20 a 33. 0 REI EZEQUIAS. A resposta deste rei a tal mBUsagem Foi humilhor-se. Buscou ao Senhor A calamidade não aconteceu Com anos mais lorde.19. com a idade de 25 anos.). A reputação de Ezequias Ezequias eru um rei piedoso. no lempo de jeremias. a serpente de bronze c|ue Moisés erigira no deserto. 2 Crónicas (29.dos Reis.16. inclusive a imagem de Neuslã. purque Exéquias confiava no Senhor (2 Rs 10. A reforma leve como «bjetivo principal centralizar a adoração ao Sonhor nova­ mente em Jerusalém.31) apresente um relato mais detalhado de suas reformas.22) seja estranham cmte brevo.EZEQUIAS.12). que ocorro logo depois da P á s c o a . 206 . Ezequiâ» enviou mensageiros qut percorreram Ioda a região de Judá e Israel. Is 33 a 30). O REI Ezequias reinou em ludá por 29 anos (715 a 687 a. nem depois. Alguns dos remanescentes no reino do Norte escar­ neceram dos mensageiros.3). Era fillio ile Acaz e de Abl. Esta estátua tornara-se objfilã de culto e mostra quão facilmente substituímos a verdadeira adoração pela falsa. A purificação e a Páscoa Embora o registro em 2 Reis (18. A idolatria foi removida da área do Santuário. Uma graude multidão reuniu-so em Jerusalém para celebrar □ portentosa festi­ vidade.C. durou sete dias e foi acompanhada com "grande alegria' . Embora acreditem qu« Deus se agrada com este tipo de culto. tornou-se rei absoluto. Miquéias. Ezequias alé mesmo incentivou os habitantes do reino do Norle a participar da adoração em Jerusalém. Tiveram um lempo Ião maravilhoso em adoração e louvar ao Senhor.) e os israelitas quo sobreviveram coe­ xistiam com outros povos. A música foi reincorporada ao culto. os adoradores podem muito bem incorrer em sua condenação. a fim de solicitar ao povo que adorasse ao Senhor. e.

4). Nos preparativos para enfrentar n exército assírio. era melhor que eles se reudessem de bom grado ao rei assírio. Um dos resultados fui a destruição dn Iodos ns locais ilegítimos usados paru adoração em ludá e Israel. (J rei assirio.7.C. Encerrou sua oração implorando que o Senhor us livrasse de Soiaqueiibe e. Era o momento para muitos vassalos. o qual foi umu verdadrYlra obra de engenharia. da Assíria. não manteve sua puJovra E d víou Rabsaqué com uma carta e um grande exército a Jerusalém. mostrasse que em o único Deus verdadeiro. Ezequias reconstruiu os muros da cidade. sem incorrer na ira de Sargno n. Acaz fizera uma aliança com os assírios b por essii razão Ezequias era considerado vassalo deles. mas conoaco o Senhor nosso Dfttis. reconheceu quo somente o Todo-podemso é Deus sobre os reinos da Ter­ ra. 0 REI O povo eslava muito contente. mas não agiu agressivamente contra Jerusalém. escudos. Outro residindo foram as olortas generosas dadas pelo povo. ao falar diretamente com nles um judaico e dizer-lhes que ninguém seria capaz de salvá-los das mãos dfi Senaqueribe. Seu primeiro dia de mandato já trouxe revoltados que foram sentidos por toda a terra. Viu d necessidade de restaurar o verdadeiro culto ao Senhor v não perdeu lempO para iniciar o projei o. Ele conseguiu desenvolver suas reformas internas. linha grande confi­ ança uo poder do Senhor para Llvrá-lo: "Com ele (SenaqueribeI está o braço de carne. para manter u Templo Rm pleno funcionamento. Por outro lado. que fizera uma incursão em 714 e 710 a. foi dirigida contra vários governantes situados nas margens ocidentais do mar Mediterrâneo. tentou pacificá-los com o pagamento do tributo. que conectava o rlheiro de Cíoin ao poço de Siloé |2 Cr 32. i]evi(jo ao tempo maravilhoso que teve durante a festa. Com sua morte om batalha (703 n.. Pa­ gou o tributo exigido de 300 talentos de prata e 30 de ouro.01. Portanto. Ha qual reconhecia seu erro e declarava estar disposlo a submeter-se a quaisquer lermos que ele estabelecesse. Também construiu um grandp túnel. para subjugã-la. conhecia a crueldade dos assírios. inclusive Ezequias. Provavelmente arrependeu-se por sua rebelião anterior contra eles. Ezequias foi ao Templo orar v colocou a carta diante do Senhor (2 Rs 19. Senaqueribe leve que li­ dar com as insurreições da Babilónia alé o Egito e finalmente. em 701 a.C. A terceira campanha do mi Senaqueribe. Em sua oração.'«.EZEQUIAS. Por um lado. Senaqueribe o sucedeu no Irono.. para exigíi a rendição da cidade. voJtou-ae para Judá. pois haveria água disponível. Enquanto o rei assírio sitiava Laquis. pera nos a judar.14SS). Ezequias era um rei piedoso t* um bom político. Dois grupos de trabalhadores começaram a cavar nas extremidades Opostas por baixo da terra até que se encoutraram. 207 . ergueu torres e fabricou um grande númoro de armas v . Esse co­ mandante assíria tontou desmoralizar os oficiais e os cidadãos judeus. reto e verdadeiro. A campanha de Senaqueribe A situação politica de Judií permanecia tensa. Essa enipolgação espalhou-se por outras áreas de suas vidas. Ezequias enviou-lhe uma carta. e para guerrear as nossas guerras" (2 Cr 32.C!. declararem a Independência. mesmo que a cidade fosse sitiada. o que seria upmximadamente dez loneladas de praia e uma de uuru. O cronista fecha esla seçáo enfatizando que Exéquias fez o que era eerto. dessa formu. O túnel assegurou a capacidade de Jerusalém para resistir ao Inimigo por um tempo maior. quando se aproxima­ ram. entretanto.j.

Corno sua visão era limitada! Não percebeu que servia a uni propósito divino. Depois que se recuperou.25. alé mesmo alguns dos filhos do próprio Ezequias.23). Levou-os a uma lurnê e mosIrou-lhes todos os seus tesouros. O Senhor operou uma obra maravilhosa o loz com qui: as nações ao redor refletissem sobre aquele acontecimento extraordinário.12. quando se encontrava no templo de seu deus Nisroque. com a idade de 39 anos. 701 a. no pensar que contitrufa um Império pelo seu próprio poder. a iuga é atribuída a uma praga (Ant. Um piSta do fracasso de Ezequias é encontrada em 2 Crónicas 12. deixando para trás 185 mil compatriotas mortos. C) REI Deus enviou sua resposta por meio do profeta ESfiías. pois as palavras de Isaías registram uma forte ropreonsão. d rei a*sírio orgulhara-se porque Asquelom curvara-se sob o seu jugo.C.2-51 Heródoto registra uma narrativa surpreendente sobre o evento. as cordas dos arcos o as corroias dos escudos. Deus usou os enviados caldeus como urn meio para testar o que Ezequias linha no coração (2 Cr . mas era um homem com um espirito quebrantado. ele recebeu a visita do urrui delegação da Babilónia. tsaias declarou que Senaqueribe jamais tomaria Jerusalém e teriu umu morte cru­ el. por assa razão.EZEQl TAS.35). Aparentemente. Ao que parece. A doença de Ezequias e a delegação da Babilónia No mesmo ano. A arrogância (los assu ios estava ua presunção deles do que o Senhor desejava a rendiijãO de Juda e na alegarão de quo todos os deuses érnm impotentes dianle deles. ele não íoi grato. Essa passagem declara que u arrogância do Senaqueribe chegara aos ouvidos do Senhor e.2f3). 1411! Senaqueribe foi morto pelos seus filhos Adrameleque e Sarezur. O proleta declarou que todos aque­ les tesouros seriam levados para n Babilónia. p. O crouista regbrtra que. Naquela mesma noite. em Ninive. o anjo do Senlior saiu e matou 185. Por causa disso. Deus colocaria anzóis em seu nariz e Ireio ern sua boca.311 . e deixaram'os assírios praticamente desarmados (Livro 1. O Senhor declarou que sua ira viria sobre o roi e todo o povo judeu. Espalhou sua desLriuçáo por toda a região e tornou-se arrogante. Elo conhecia a Deus e o adorava apropri- 208 . No relato de Joseío. O Todo-poderoso atendeu ao seu pedido e deu-lhe lu u ís quinze anos do vida.. Ezequias também loi exallado depois dessp incidente. que serviu ao Senlior com lodo u coração. depois do que o rei levantou acampamento e voltou para casa (2 Rs 19. Diz quo pequenos ratos comeram as aljavas. e de repente vèlos em retirada. 2 Reis 19-25-20 coloca o rei assírio em seu devido lugar. o rei uão foi aprovado no teste. Certamente ern um milagre ter o exército assírio ao redor da cidado. mas seu coração se exaltou. i r o n i c a m e n t e . após seu tempo de vida ser ampliado. pronto para atacar. Não era perfeito. Ezequias foi acometido por uma doença morlal. a salvação de Jerusalém resultou de um reconhecimento ern grande escala do quo só o Senhor era Deus Muitas pessoas levaram ofertas ao Templo (2 Cr 32.000 soldados assírios. mas ê interessante saber sobre as lendas relacionadas com aquola retirada. Ezequias e os moradores de Jerusalém humilharam-se e e\ ilaram dessa maneira a ira de Deus naquela geração (2 Cr 32. pois sempre se humilhava dianle do Senhor. Por isso. A Bibtia não registra o que acoutweu exatamenle. O rei orou para quo o Senhor o curasse. Conclusão O quadro gemi da vida de Ezequias é o de um rei dedicado. 10.

20. sua atitude para com os que eroru impuros o sua experiência de doença/marte/nova vida. principalmente devido à precisão da descrição do Templo em sua visão (Ez lia 11).9). 17.C. 32. para explicai as descrições detalhadas dos eventos em lernsalém. por isso. a preocupação com os que viviam Tora de ludá.1.1. Talvez a melhor alternativa seja localizar seu ministério ua Babilónia. tem sido calorosamente debatido.25: 34. Os des­ cendentes de Ater.EZEQUIEL údiimetrln. O próprio Ezequias é Listado corno um dos lideres dos judeus que retornaram para )uda e assinaram o pac­ to feito pelo povo de adorar ao Senhor o obedecer as suas leis. (bl os oráculos contra as nações estrangeiros (25 a 32): e (c| oráculos finais | mensagens de esperança o restau- 209 . J 7. na genealogia de Jesus Cristo (Ml 1. podia começar seu ministério. Í2 Rs 24. -portão lo. entretanto (Ez 25 a 32J. Mencionado um .2.Sufooias 1. O livro parece ser composto por uma série de oráculos coro dalas determinadas (Ez 1.11. da maneira muilo apropriado.000 judeus levados cativos de Jerusalém durante a campanha de Nabnoodonosor em 597 a.mos em Ezequiel 1 . o rei. 3.C. para informar uo leilor que já era adulio. similares aos dirigidos a outras nações. O local exato de sua moradia. Os oráculos para as nações.17. o que profetizou no lempo do rei de Josias. A próposta é que tinha residencias múltiplas.15). EZ EQ U IA S.J . 29. provavelmente Íorrnam uma unidade ã parte.1: 20.11. Citado em conexão com Aler. O livro de Ezequiel pode ser dividido em três seções: (aj 08 oráculos do juízo contra Jtidá |Kz J n 24). 14.1. De acordo com Ezequiel 2'J.21.1. Este profeta viveu durante um dos períodos mais difíceis na história judaica — o exílio babilónico — o isso pode indicar a razão de Seu nome. entretanto. através de Ezequias. A menção de trinta .10.1.40]. EZEQUIEL O nome Ezequíel significa "El (Deusl é forte" (Ez 3 J 4 J.. . 17. o 27® ano do exílio de Joaquim na Babilónia. bem corno no exílio. Veja Ezvquias. Ezequiel era sacerdote. 3. Foi uni precursOr fiel do Senlmr lesus. 30. conhecia profundamente o Templo de Jerusalém e sexis cultos. 2. era pai du Amarias e um ancestral do profeta Sofonitis.1 ff e N em ias 7.1) os quais maruam os pontos de mudança em seu ministério e proporcionam o pano de fundo necessário para cada mensagem. em Esdras 2. 40. ou seja. Foi urn dos 10. dos evenlos em lerusalém seja causada por ser divinamente transportado ao local num êxiase. Existem vários paralelos na viria de Ezequias que lenibram Cristo: a purificação do Templo. 1 . A princípio suas mensagens não eram bem recebidas (Ez 3. 20 1: 24. próximo ao rio Que bar lEz 3. 20. embora soja duvidoso que lenha servido alguma vez ah. 8 1. e que o precisão de suas descrições?.25). ou ainda “que El fortaleça". de Judá. ele pnjfetizou até quase 570 a. pois M o seguem a estrutura cronológi­ ca desenvolvida no r e s t a n t e do texto. mas posteriormente o povo criou esti­ me pelo profeta e sua mensagem tornou-se respeitada (Ez 8 .10-17) e muito provavelmente profetizou aos exilados que moravam em Tel-Abibe.1. 33. 10.1 refere-se provavelmente à sua idade.2 1. ou “El fortalece” (Ez 30. pois seus oráculos para os judeus foram feitos por meio da comunicação indireta. volluram do exílio nu Babilónia tom Zombobel. A última menção no roi Ezequias é encontro do.

bem como urna severa advertência ao atalaia que uão avisa n povo sobre o periga (3. todas as nações que acreditavam ser seus deuses superiores seriam derrotadas e eotào enten­ deriam que não foi devido à impotência de Yalmãh que destruíram Israel. Essa seção termina com o anúncio d c?. A tarefa do profeta era demonstrar-Lhes a importância da obediência a Deus e as consequências do pecado. as quais pro­ porcionam a necessária coesão: (1) o atalaia |E/. e não pór causa da falta do poder de Deus.16-21). Essa estrutura p r o v a v e l m e n t e está organizada de acordo com a ordem da sequência dos eventos históricos: primei­ ro.fi). Deus ainda falava com o povo: embora fossem castigados. o juízo seria corto. Exemplos: Fez um modelo de Jerusalém sob sitio 14. rei da Babilónia.1-4). quando lassem punidas por sua arrogância em atacar Israel. (2) a glória do Senhor que deixa o Item. quando Jerusalém foi destruída petos caldeus. Exis­ tem repetições temáticas em cada uma das seções principais do livro. ou perr a terem aprovado. lião de saber que p is leve no meio deles um profeta” Era incansável em condenar os judeus por sua infidelidade para com Deus.5: ‘ Eeles.42tí | . pois são c a s a rebelde. para transmitir a esperança e a restauração I. Parte desse juízo sobre as nações era uma demonstração da justiça de Deus. em primeira mão. Teólogos moder­ nos chegam a questionar a sanidade do profeta. piua auuxir iar o juízo (nm 586 a.pio |8 a 111. mesmo quandú aparentemente nao lhe concedem a devida atenção. contudo.4-17): raspou o cabelo e queimou um terço dele: cortou um terço oom uniu espada e espalhou um terço ao vento (5. Ez 24. que Nabucodonosor.1 7) Tanto os israelitas como os outros povos precisavam entender que 0 julgamento lançado sobre IsraeJ era devidó ò sua própria impiedade. por causa dos extremos a que chegava para ilustrar suas mensagens. aos exilados.12. 3. Enquanto o proleta Jeremias proclamava a mensagem do Senhor em Jerusa­ lém. uma voz igualmente poderosa a proclamava na Babilónia.37s). O ministério de Ezequiel indicava que. adorar nos lugares altos (6.17).13: 20. O ministério de Ezequiel foi crucial para os exilados. sitiara Jerusalém em 588 a. mesmo no meio de severo juízo. As cluas tillimas seções. devem ser vistas juntas. Para os que dessem ouvidos às suas palavras e cressem em sua mensagem.13). Até mesmo a morte de sua esposa tomou um signific ado profético (24. A longa liislória de rebelião da nação israebta c omeçou logo depois do Êxodo (Ez 16:20:23) ecoflimuou ale os dias de Ezequiel. 210 .C. Conforme Ezuquiel 2. Nos dias de Ezequiel. com atitudes como a de não guardai' o sábado 120. quer ouçam quer deixem de ouvir. haveria ''viria*': mas para os outros.7. e le alegraste de coração em toda a tua malícia conira a terra de Israel” (25. pois pronunciam a condenação das nações es­ trangeiras e a possibilidade da restauração dos judeus.281 e profanar o santuário (23. As outras nações em breve descobririam. Em breve. uão seriam abando­ nados.24]. (3) o retorno (43)..11.C. o poder de Yahwoh.16-27). segundo.EZEQUTEL ração] 133 cí 48).25-27).Ez 25 a 481. e pateaste com os pês. pela puriieipoçáo que tiveram na destruição de Jerusalém. e o resultado final seria óbvia: a destruição. Essas duas mensagens motivam Ezequiel a exacuiar seu difícil trabalho. Geou deitada sobn' seu lado esquerdo durante 390 dias e virou-se sobre o lado direito por mais 40 dias (4. porque os alertou sobre o i u í z o inuDeato. coroo uma mensagem de esperança para Israel. a vitória de um povo sobre outro era atribuída ã superioridade dos deuses do pais vencedor. O livro começa com uma ciam descrição do chamado e da comissão dc? Ezequiel (Ez 1 a 3). para que estivessem cientes dos propósitos dc? Deus. Ezequiel então fula da atitude dos inimigos de Israel quanto à destruição de Jerusa­ lém (Ez 25 a 321: "Visto que bateste com as mãos. Incluindo uma fantástica figuro da glória e da transcendência de Deus 11. Outra parte serviu para vindicar Yahwfíb como o soberano governador sotaré as nações [Ez 25.

para quo lhe obedeçam |3t>. Ezequiel anuncia a esperança e a restauração da nação.17-22) e uma nova aliança de paz f37. simetria numérica e vi­ são futurista. que finalmente c u m p r e a esperança expressa em Éxodo 6. a fim de que eles tenham disposição de guardar seus mandamentos. é estabelecida unii amonte no fidelidade de Yahweh. Seguisse então a mensagem devastadora dos tugiUvos de Jeru­ salém de que a cidade havia caído (Ez 33. De acordo com essa visão. Essa interpretação leva em conta o contexto e o tipo de literatura. a destruição de Jerusalém 211 . vários tomas aparecem em ambos os livros: por exemplo. Israel é pintada sob a liderança do descendente do Davi como uma naçáo purificada. Desse ponto em diante. restaurará seu povo e assumirá o papel de pastor. A seguir. quando cada pessoa será julgada de acordo com suas próprias atitudes. será cumprida literalmente no futuro. Essa restauração incluirá um pastor da Linha­ gem fie Davi (34. 0 Templo ilustra a proeminência da adoração e a presnDço de Yalnwh nessa nova época. e a figura da Nova Jerusalém no livro de Apocalipse é baseada oa padrão de Ezequiel. que Liderará o povo: um novo coração para os judous. pois eles çlarameQto folharam em manter a aliança. O Senhor é descrito como uquele que concederá a vida.23 s|. como os que se iludiram. Na verdade. os sacrifícios. indicam a soberania de Deus sobro Israel o apresentam uma figura clara da santidade que Yahweh traz a nação oleita. as festas. oráculos contra as nações (Jr 46 a 51. mais do que as outras três. Lauto os lideres orgulhosos de lerusalem. A visão apocalíptica: A pasS&gem é interpretada contra o pano do fundo do ouboh acontecimentos apocalípticos.26-28). o qual será transformado. A restauração não é baseada om alguma obrigação ou compromisso para com os judeus. Essa restauração só pode ocorrer depois quo o Senhor conceder aos judeus um novo coração. pois Yahweh destruirá todos os seus inimigos e ficará daro para todos que ele é o Senhor (um título usado mais de 400 vezes em Ezequiel) Os oito capítulos finais são de difícil interpretação: mas. apresentamos as quatro interpretações propostas. o sacerdócio e o ctiJlono Templo serão reativados.2í>sj. Ez 25 a 32). a qual Deus realizará de bom grado. no qual Yahweh será o supremo Seuhor e govurnará das montanhas sagradas de Israel. restabelecera suas lronleiras e irará ds judeus de voJla do exílio. Vistos nesta ótica. para apresentar sua mensagem. que usam simbolismo.21). Iodos os elementos do Antigo Testamento. no mínimo. Ele purificará ísrael. ao permanecer na cidade convictos de que eram o remanescente ÍW. quando retornassem a Israel A visão simbólica do cristianismo: Esses capítulos já foram simbolicamente cumpridos na Igreja cristã. O livro de Ezequiel é parte do cânon hebraico chamado de "Profetas Maiores" (junto com Isaias e feremias).7: Yahweh sera o seu Deus a eles sorão o sen povo (Ez 37.27). eutâo Deus restabele­ cerá urn relacionamento apropriado. cargo de que lanlo abusaram os líderes de Israel. em Ezequiel 33 a 37. pelo contrário. Os ímpios receberam sua punição. A visão dlspensacional: Essa passagem. Ezequiel 38 e 311 são cen* trais. uma naçáo unificada (37. Corresponde mais u Jeremias em termos cronológicos e no tipo de mensagem. entre a infidelidade de Israel e a destrui­ ção causada por ela e a fidelidade de Yaluveh e a restauração que ele estabelecerá. Um lorte contraste é Leito. A v is ã o p r o fé t ic a . em outra dispensaçâo. É uma maneira do explicar o futuro em termos tangíveis.EZEQUIEL A última seção (Ez 33 u 48) começa com dois oráculos que enfatizam a necessida­ de da responsabilidade individual. com base em elementos já familiares aos ouvintes.23-2Q). Esses capítulos coutem o esboço do Templo que os exilados construiriam. bem como Iodas as promessas pera Is­ rael.

33. A grande incerteza que os judeus experimentavam era se teriam qual­ quer comunhão com Yaliwnh. a nova aliança [Jr 31. ou estava com o coração tâo endurecido.17. Ez 8 a 1 i).. i d e J e r u s a l é m i r a d u z l u o v. que se casou com uma princesa egípcia (1 (jr 4.inos. A resposta ilos israelitas em Ezequiel 1 8 . etc. para confirmar sen ministério'. 10 p o r “ a r r is c a u r ln a p r ó p r i a v i d a " fN o ld d o T r a d u to r ). Existem vários temas importantes no livro do Ezequiel: A s o b e r a n ia d e D eu s: O Senhor está no conferoie da historia. é repetida várias vezes por todo o I í v t o (em Ez 3. era um dos superintendentes do mi Davi. 1 A s v e r s õ e s e m p ia r u ig u f is e m g e r a l u p L u m m p o r " r l i s p o r <t p t ò p i l a v i d a " . deixa muito claro para o povo que a restauração será operada por EJe r não dependerá dos esforços fracassados deles. os quais EJe Iara que déern írutos uo final. Sempre é mais fácil culpar ou trem p e l o s nossos erros. 1 9 s u g e r e uma das duas alternativas: ou o povo deseja­ va passar a culpa adiante. o u " a a o l a z e r t a s o d a p r ó p r i a v i d a ” A p e t i ô s a B lh í i. Du Iribo de fudá r pai de vários fiihos. Era assim que deveria -ser — o Senhor Todopoderoso declarou.. responsável pelos trabalhadores nas lavouras e nas fazendas do rei (1 Cr 7. Filhe) de Quelube.EZRA (|r 39. 33) e na r e f u t a ç ã o do provérbio rias "uvas verdes" (Ez 1 R | . embora a punição que experimeulavara fosse determi­ nada por Ele. para evitar o ajusle de contas. nao importa o que aconteça. O Filho d o h o m em : Essa frase ò utilizada por Ezequiel aproximadamente 00 ve zes e enfatiza a fato du que ele é merameuLe um mensageiro do Soberano do Univer­ so. que nao se importava com quom receberia a punição. ctuiludn. duranie a rusiauração de Israel)." fN n ia d o T r a d u to r) 212 .23. Cada uma delas linha pecado suficientemente para merecera punição. que planejou lodos os eventos que acontecerão. indoliuidamente.2-9. 26. (Veja Pwfrius e Proferia ) pu. e Israel uão era exceçáo Mas Deus proclama que jamais aceitaria a acusação conlra as gerações anteriores. desde que não fossem eles.18) E Z R I (Heb. antes da destruição de Jerusalém.25-321: o Templo não é uma garantia tle proteção (Jr 7. "minha ajuda '|. e em Ez 43 a 46. . em Ez 9 a t 1. A N o v a V e r s ã o In le n ia iS ó n a J e i f i I n g l ê s t r a d u ? o v ■?: “ E s t e s fn r m ii o s Q lh n s r le E t a m : f e a r e e l .21). os quais ninguém pode impedir que se cumprawv A r e s p o n s a b ilid a d e individual: Essa verdade é enfatizada nos oráculos do ata­ laia fEz 3. para seus descendentes. Essa idéia conforme expressa em Ezequiel I com a visão de Deus que govoraa toda o criação.31-33: Ez 36. Nem mesmo a desobediência «lo povo escolhido comprometerá seus pl.26).-\ importância fundamental dn mensagem do Ezequiel encontra-se no lato de que os exilados na UabUõnia nõo esta­ vam abandonados por Deus. EZRA. 52 . Foi somente devido à paciência do Sonhor que as gerações anteriores náo forum castigadas imurilatamente. Ez 24.vv. Teriam perdido a posição especial de povo escolhido de Deus? Yahweh loma a iniciativa e confirma que ainda muntém um relacionamento com eles e que os libertará.2. ngora que tinham quebrado a aliança. seus planos prevalecerão. inclusive Merede. Tanto a mensagem sobre o “atalaia” como a das "uvas verdes" confirmaram que o atalaia (Ezequiel) e os israelitas seriam responsabilizados por suas ações.

Pai de Ana. com o é encoutrada freqlienfemenle na Bíblia.F FA N U EL (Heb. composto de líderes religiosos e esfiidantes da Lei quo tentavam criar uma “cercíi" em forno da Tora — um bem elaborado sistema de legislação and e de interpretações que capacitaria os judeus fiéis a obedecer e aplicar os mandamentos de Deus em Iodas as áreas da vida. menos piedosos.J. relacionadas de acnrdo com a motivação para o comportamento. Vários faraós são mencionados nas Escriluras e muito raramente são identificados (Neco é iden­ tificado em 2 Reis 23. par causa fia esposa Saro (Gn 12.10). FARISEUS Uma das Lrès seitas judaicas descritas por faseio. acusararn Tesus fie não respeitar o sábado 12. De maneira alguma eram todos hipócritas como os cristãos geral­ mente supõem erroneamenle. O primeiro faraó citado foi n encontrado por Abraáo quando foi ao Egito e temeu pela própria segurança. por meirj da listu dos reis dn Egilo.3$) P exigiram um sinal sobrenatural que autenticasse seu ministério (tí. A tradição talmúdica descrevia sete categorias de fariseus.1.lí). alguns fariseus perguntaram o Jesus por que Ele comia com Lobradores de impostos v pecadores (Mc 2. É provável que o ncnne signifique “separatistas” e Fosse aplicado a um movimento que cresceu no tempo dos Macabeus. "a Lace de Deus").36). No evangelho do Marcos.17: elc. apesar dn ãs vezes os fariseus os criticarem por não serem suficientemente escrupulosos em guardar a Lei. Os ensinos deles foram comparados a uma força 213 . p comente um grupo dos sete linha hmiu de agir sem escrúpulo. eram bem respeitados pelos judeus comuns. Outro muilo proeminen­ te foi o que reinou na época <lo nascimen­ to dp Moisés r lornou a vida dos israelitas insuportável Nem sempre é pussível iden­ tificar com certnza inn faraó rid particu­ lar. Ela era urna viúva idosa lio 1 ao Senhor e leve a oportunidade de vei o m enino Je­ sus ser apresentado no Templo. a profelisa da Iribo de Aser (Lc 2. historiador judeu do século 1 (as outras duas são os saduceus e os essêníos).D.ser usada simplesmente como um titulo. o qual era uma mistura de partido político e facção religiosa.241. THulocomumenle utilizado na BiMia para os reis do Egilo. Provavelmente nao mais do que 5 a 10% dp todos os judeus pertenciam a esse grupo. Originalmente reformadores piedosos.15. FARAÓ.16J. principalmente porque não existem detailies suficientes nas Escrituras ou porque os eventos registrados na Bíblia foram tão insignificantes para os egípcios que não foram registrados em seus anais P. Existem evidearias con­ cretas d o fontes egípcias d e que u palavra "faraó” podia .G. eles observavam Roma como um governo Ilegíti­ mo e opressor que impediu Israel de receber as bênçãos divinamente ordenadas de paz e liberdade na Terra.33 cnmo o rei do Egito que malou o rei losiasl. Alegaram que jejuavam e os discípulos de Cristo não faziam isso 12.29. que significa "casa grande". começaram a tramar a morte dele (3.f»|. questionaram por que Ele não seguia as tradições do rilual da purificação (7. Diferentemente dos saduceus.

mas reforça a animosidade. 12.30).7). pelo monas um dos mais proeminentes deles apareceu sob uma perspectiva mais positiva — Nicodemos (3. II. em seu mais longo discurso de acusação nos evangelhos (Mt 23). que. Gamafid. o livro de Atos uJtHruu referências positivas e nega­ tivas. questionou Jesus sobre qual era o maior mandamento (22.35). pois retrata os fariseus como extremamente hos­ tis a lesus. Mateus repele Iodas essas referências. rejeitaram o ensino de Jesus sobre a mordomia porque “oram avarentos" (16 14 1 e disseram a Cris­ to que repreendesse seus seguidores. Por outro lado.13).36-50). mur­ muraram por causa da associação do Cristo com o» im p am tentes (15. Os fariseus que estavam presentes questionaram o ministério e o hatismo de João Batista (Mt 3.50. ps fariseus perguntaram sobro o advento do reino de Díium e cria­ ram uma oportunidade para que Jesus declarasse que o reino ia estava entre eles. Lucas 11.33 advertiram lesus contra a fúria do rei Herodes e pareceram genuinamente preocupados com seu bem-estar. de forma mais positiva. pois falava a seu próprio lavor (8. tempos depois levantou-se em defesa de Jesus Í7.13). fosus declarou que a justiço de seus discípulos precisava exceder a dos fariseus (5.1014]» Por outro lado.3). Ele enviaram os guardas do Templo numa tentativa fracassada de prendê-lo Ilo 7.11. Alegaram que o testemunho de Cristo não linha validade. A parábola de Jesus sobre o fariseu e o publlcano chocou a audiência.FARISEUS maligna e Insidiosa (0. Lucas difere riu Mateus e Marcos em várias passagens. João assemelha-se mais a Mateus.42). mas foi Jesus quem usou a ocasião para criticar sua hospitalidade (7. Um deles. Eles o acusaram de que só expulsava os espíritos imun­ dos pelo poder He Belzebu. e ules solicitaram a Pilatos que lhes desse» autorização para colocar guardas no Itimulo de Jesus (27. Em Lucas 17 20.4557). Há também outros textos mais brandos que envolvem os fariseus. Canirapuserarn-se a afirmação'de lesus de ter poder paia perdoar pecados (Lc 5. pois acrescenta vários outros eventos e mantem sua posição de antagonismo para cora os líderes judaicos. quando n Filho de Deus entrou triun falmente em Jerusalém (12.2).21): "rejeitaram o conselho de Deus" (7.34. Investigaram a cura de um cego. muitas vezes nu contexto da comunhão com Jesus. em sua própria pessoa e ministério. Lucas foi o unico evangelista que incluiu numerosos textos que retratam os fariseus.1*24 descre­ vem duas festas semelhantes nas quais os fariseus agiram em lavor de Crislo. porque o popular lider judeu não foi justificado e sim o notório empregado do governo imperialista romano (10. príncipe dos demónios 19. apesar do inicialmente não entender a afirmação de Cristo sobre o novo naschnenlo (w. Como uo evangelho do Lucas. lamentaram o falo de "todo o mundo'’ ir após lesus.45).241 e identificaram-se com os lavradores ímpios da parábola (21. Algumas de suas reierêuuias aos fariseus são lambem negativas.32-4(v).39). O medo em relação aos fariseus unpediu alguns judeus que cre­ ram em lesus de confessar isso publicamente (12.52).37-53 n J 4. 0 qual os criticou por algum aspecto comportamental. saiu em deiesa 214 .34. Forma­ ram um concílio no qual decidiram prender Crista e Umlar matá-lo em segredo (11. prepararam uma armadilha paru Jusus quando pediram sua opinião sobre o divórcio (10. corno a discussão sobre a identidade do Batista (1.21.391. quando o aclamaram rei { 19. Em Lucas 13. Um importante membro da supre mu corte judaica. doutor da lei. rejeitando as declarações dele sobre Jesus o revelando no processo a sua própria cegueira espiritual hl.20). Cristo os acusou de toda sorte de hipocrisia.24J o o registro de que Jesus balizava mais pessoas do que João 14.191 e fizeram parle do grupo que foi ao lardimGetsêmam [tara prendê-lo (18. 13-411.2) & os impostos (12. 3-4).15).51J e ajudou José de Arimatéià a sepultar Cristo (19. Simão convidou Cristo para jantar em suu cusa.

para ser julgado diante dn Félix. FÉLIX (Lat. Atos 22 então uarru como o apóstolo loi auto­ rizado pelo comandante romano a dirigir-se h multidão e faiar sobre a fé cristã. Uma cristã br. O julga­ mento durou vários dias A Bíblia diz que Félix “era bem iidormado acerca do Ca­ minho’’ (At 24.7. pois íoi diante dele. muitas de suas convicções fundamentais mudaram. em Cesareia.8. Evidentemen­ te eJa tinha nm trabalho específico a de­ sempenhar ali e a igreja deveria dar-lhe Ioda a ajuda néctíssária. Sabemos com certeza quo existia uma ordam do diaconisas no século 1 1 d.7). O destacamento romano ua cidade interferiu e os soldados protegeram Paulo. mas erroneamente pensavam que os novos convertidos entre os gentio. alinhou-se com os fariseus contra o s saduceus.tr que ora juigado porque a-ia na ressurreição.22). ' feliz")..5).B. que ameaçava matá-lo tAl 21.1 : eram obrigados a obedecer a Lei mosaica (At 15. De qualquer maneira.22). Novamente em Atos 20 5. O comandanle romano então decidiu enviá-lo para Cesareia. Cri ou-se um tumulto. o comandante romano. mas a única referência passível uo Novo Testamento para tal posição é em 1 Timóteo 3. o que n protegeu de ser açoitado e também deu-lhe direito a uma proleçâo adicionai. Paulo apulou paro sua cidadania ro­ mana. o apóstolo referiu-se ao seu passado como membro da sei la dos fariseus. levou-o preso sob c ustódia.. Félix fora nomeado pelo imperudor Cláudio e mab tarde foi cha­ mado a Roma por Nitro. mas nos dois contextos Pau In tam­ bém deixou claro que. FE BE.Chama nossa atenção Aios 23. O “governador Félix" ora o procurador romano dajudéia de 52 a 58 d.26).27. o qual permitiu que ele lizesse sua própria defesa.FÉLIX dos apostolos. que linha um m in istério na igroja em Cancróia.m conhecida. cidade portuária a alguns qui­ lómetros a leste de Corinto. O apóstolo pede aos irmãos dp Rorua que.23 a 24.5 registra esse mesmo testemunho. Esta provação de Paulo começou em Aios 21.11. Ele ouviu. 1 Tm t. Filipenses 3.31). quando íoi levado paia ser jul­ gado pelo Sinédrio (At 23J. Isso fazia parle da ucusagão conlru elo. n. O sumo sacerdote e mait* alguns ju­ deus levaram suas acusações contra Paulo diante de Félix. Depois desau audiência. Em sua audiência diante do Sinédrio. PauJa causpu uma divisão e n t r e seus mu m br os. é certo que Paulo linha alta con­ sideração pelo trabalho de Fnbe para o Se­ nhor.20J. 12) ou uma designagão mais umpla para descrever alguém que estava envolvido efetívamente no trabalho da igreja local |EÍ 3. quando voltava deFieso para Je­ rusalém. nlguns judeus planejaram matar o apóstolo. por causa ria ié cristã que o após­ tolo defendia. O povo ouviu em silêncio até que ele mencionou sua missão de pregar o Evan­ gelho aos gentios (At 22. Logo foi acossado por alguns judeus procedentes da Asia. cha­ mado Cláudio Lis ias (Ai 23. c. que eslava pronto a levar os ‘'inoírcuneisos'' para dentro do Templo IAt 21. quando se defendia diante do rei Agripa. juntuineu- 215 .l.a.C. Febo seja auxiliada de to­ das as maneiras possíveis. A íim de protegê-lo. ao uleg. corno cristão.C. Cl 1. Paulo a cha­ ma de "irmã" e "serva"> e usa o mesmo ler mo do qual deriva a palavra 'diaconisa” (Rm Nao está d aro so ê uma alusão a uma função específica (Fp t. quando fosse lavado novamente diante do Supremo Tribunal. Alguns fariseus tornaram-se cristãos. durante o qual o apóstolu íoi capturado pela multi­ dão. que Paulo pnhenloti seu primeiro julgamento. quo o acusa­ ram dn suscitai antagonismo contra o ju­ daísmo.

0 o apóstolo falava sobre a le em Cristo.11: 27. que o considerava um nobre líder. Quando Paulo chegou ao ponto da descrição da morte e ressurreição de Cristo. O apóstolo loi convocado para laJai dlanle do rei. talvez devido ã idéia dfj fuizo vindouro. pois também eram judeus. embora aparentemente os con­ dições de vida da apóstolo fossem bem favoráveis.Josefo.D .25). os quais ficaram parados por mais de dois anos sob d governo de Félix. subiu do Cesaróia a ferusoiém" (At 25 1) Ali ele ouviu dos Lideres judeus as acusações contra Paulo. Pau­ lo então apelou para César. "discorrendo ele sobre a justiça. nestes capítulos. O procurador romano da Judéia que sucedeu Félix em 58 d. que o consideravam um governador abominá­ vel e extremamente cruel. ao dizer que o apóstolo estava “louco” IAt 26. At 21. A intenção delps era fa­ zer uma emboscada e matar o prisionei­ ro. acom­ panhado de sua irmã Berenice. O apóstolo então respondeu ser o seu desejo que todos os que es lavam presentes se tornassem cristãos. o após­ tolo tí Féllx tiveram conversas regulares [Al 24. o primeiro estagio nos procedimentos le­ gais que no iiinaJ permitiriam quo teste­ munhasse de Cristo na própria cidude ile Roma Fica muito daro. discutiram juntos sobre o caso de Rnilo. Festo rapidamente tomou as redens da liderança e "três dias depois de entrar ua província. u donuaio próprio o juízo vindoura" (24. Pardo ainda estava preso quando Félix foi substituído por Pórdo Festo (At 24. Agripa ÍJ. enquan1.26.C. Festo convidou os líderes para o acom­ panharem a Cesaróia. na esperança de receber algum suborno para liberar Pau­ lo (24. Festo demonstrou seus princípi­ os religiosos romanos.FESTO le com sua esposa judia Drusila. para ser julgado. Fora r i u Novo Testamento. Alguns dias depois.24|. O rei sensibilizou-se e disse a Paulo: ‘Tensos que om tõo pouco tompo podes persuadir-mo a fazer-mo cristão?" (At 26. mencionado tanto por Joselo como por Tácito. Festo atendeu a tal apoio o o manteve ern Cesaróia até o seu envio a Roma. como ele. depois da fraquíssima administra­ ção de Félix. P. ma** o apoio paru César precisava ser obe­ decido: assim. Durante esse tempo.2-12). demonstrando claramente sor bons amigos. ê meur inundo apenas poi. foi colocado num navio e conduzido a Roma 216 . o prisioneiro.G . ao apelar para o conheci­ mento de Agripa sobre os recentes acon­ tecimentos que envolviam os judeus e o entendimento dele sobre os profetas. chegou â cidade e teve um encontro corri Festo. Festo aparece como o governador romano que se encarregou dos procedimentos legais contra Paulo. Por ele ser cidadão romano. qup daramonte eram simpatizantes do judaísmo. a fim de não ser levado a ferusaiém. Agripa e Festo desejaram libertá-lo. Paulo. quando. Manteve Pau­ lo em algum I ipo de prisão domiciliar por dois ano». onde apresentari­ am suas acusações contra o apóstolo. Féllx ficou "apavorado”. FESTO. o qual leulou restaurar um pouco da ordem legai e administrativa na região.26). enlreianto.27). os quais pedi­ am que fosse reconduzido a Jerusalém para ser julgado.27). que esperava receber algum tipo de suborno antes de pronunciar a inocência do apóstolo das acusações que os judeus faziam contra eln. onde seria morto (At 25.27). No Novo Testamento. Retardou ao máximo 0 julgamento.24). que tudo isso era parte do plano cie Deus [cf. Foi. Esso tempo de prisão iob o govorno de Féllx aparentem ente trouxe pou­ quíssimo benefício na continuação do ministério de Paulo. Pau­ lo replicou. Paulo então apro­ veitou a oporlunidade para proclamar o Evangelho aos dois descendentes de Herodes. (At 24. Esse menosprezo polu loi talvez fosse uma característica de Félix.28). o Grande.

0 al­ guns membros do grupo ou de sua resi­ dência também foram mencionados no inícin da caria que o apóstolo lhe escre­ veu.9J Esto era um escravo que pertencia a Fiiemom. 16). e a aiitude de Onesiíoro. e não se envergonhou das minhas algemas" (v.5U9). FICOL. Depois de várias disputas por causa dos poços de água.t . 3 2 ) . 17) e tinha em mente o fato de os cristãos não lerem Bcado ao seu lado no julgamen­ to. “furtivo'*!.Asia que viviam em Roma. P. Uma dás ora­ ções de Paulo por ele era para que sem­ pre fosse otivo na proclamação do Evan gelho de Cristo às outras pessoas. É possível que tanto Ahimeleque como Ficol Fossem títulos filisteus para sOufi lideres: desto manoira. O arma de Flletnom "pelos santos" (outros irmãos e irmãs cristãos) era bem conhecido. FIGELO (Gr. O plano d e D p u s eru que o apóstolo te s le m u n iin s s p d e le ua c a p ita l d o Império Romano (c í. dois homens diferentea Inlve/ estejam envolvidos nos dois eventos. Isaque foi fio encontro de Abimeleque em Gerar. Paulo estabeleceu um contraste entre esse tipo de comportamento.g . amigo querido e cristão fiel. Isso talvez indique uma certa timidez de sua parle. ondo sú tnrnon um homnm poderoso e uma ameaça para os filisteus.2 4 ) . pois linha reanimado o cora­ ção dos cristãos (w. Isaque retomou n Berseba. í ). de quem disse: "Por­ que muitas vezes ele me recreou. Abimeleque e Ficol novamente se encontraram com ele. um lídor lilistnu. que todos os quo estão ua Ásia me abandona­ ram. os quais pediram que se retiras­ se. o problema estava pre­ sente também nn Igreja primitiva: eles es­ tavam expostos às perseguições ou sim­ plesmente eram "ridicularizados” por serem cristãos. tais romo Éfeso. a fim do firmar um acordo de paz (Gn 26. Tempos mais tarde. Comandante <to exército do rei Abimeleque.7). Provavelmente referia-se ao tempo de sua segunda prisão em Ronui (v.22. quando o patriarca já havia faleci­ do e houve lome na lerra. Q ualquer que seja a situ ação (veja Ontsimo). Uma igre­ ja domiciliar reunia-sp em sua casa. Da mesma maneira que os cris­ tãos enfrentam dificuldades para pojrmanecer firmes em Crislo em muitas socie­ dades modernas. Nessa epislola. Não sií sahií ao cerlo se foi o mes­ mo llder filisteu que antes fizera uma ali­ ança ccun Abraão. pxj. Por meio de uma cúldadoSn compa­ ração com a caria de Paulo aos colossensos. entrt: eles Figelo e Hermógenes" (2 Tm l . mas que havia fugido.g . (ais como Hermógenes e Figelo de quem Fciulo esperava uma atitude melhor. Um dos cooperadores de Paulo. 6).15). a fim de encorajar Timóteo d ser forte "na graça que há em Cristo lesus” 12 Tm 2 . Al 2 1 :3 i : 2 7 . F IL E M O M . Mencionado jun­ to com I lermógeues na segunda corto de Paulo a Timóteo: “Bem sabes isto. Os que se afastaram seriam Iodos os pro­ venientes da . Colossos etaodicéia. 32). 5.G. ao falar sobre |p s u p em seus contalos diários cora os pagãos (v. o Unham abandonado. Quando lã e$tava. O apóstolo moncionou esses exem­ plos.i.FILEM OM [Al 2 6 . em busca de ajuda e alimentos. Pro­ vavelmente converteu-se por meio do mi­ nistério do apóstolo (F11. Permaneceu lá por algum tempo. Evidentemente o apóstolo não desejava dizer que todos os crislãos de to­ das as igrejas da província da Ásia. possivel ­ mente com uma elevada soma de dinhei­ ro: ou eiilão lora enviado para ajudar Rmlo e não voltou no prazo determinado. quando este foz um tratado com Abraão om Borsoba (Gn 21.B. supõe-se que um proprietário 217 . Onésimo — o motivo da caria do apóstolo a Filemom — é mencionado como "um de vós” (Cl 4. nos dias de Abraão. é possível afirmar-se que a casa de Fiiemom era parte da igreja ern Colossos. Acom­ panhou seu simhor. p .261. sem dúvida molivado pelo medo que alguns cristãos tinham das autoridades romanas.

mais do escravo. Alguns sugerem que a redigiu quando esteve preso era Cesaréia (veja AL 25). ''amado"). entretanto. ainda que o mais provável seja que o apóstolo se encontrasse detido em Roma. É urna nola pessoal na qual solicita que o companheiro aceite de volta seu anligo escravo como "irmão" (v. oolocou-o ua correnteza do rio Nilo. A.16-191.o. r. eutretanto. uma mãe escondeu h salvou seu lilho e. 1 Tm 120]. Discute-se muito se Paulo estava ou não na prisão quando escreveu esta car­ ta. O rapaz se tornara seu fillio ua fé enquanto Pau­ lo estava preso por causa do Evangelho. p.18J. A carta de Paulo a Filemom £ a mais curta das que a apóstolo escreveu. É provável que Onésimo tenha lenlado escapai e manter-se escondido no moio da mídlidôo de uma grande cidade como Roma. Provavelmente enquanto eslava la teve a oportunidade de conhecer Paulo.d. frequentemente enfrentam essas questões com uma forte ênfase sobre a ressurrei­ ção fio corpo. FILETO (Gr. dentro de um cesto feito de juncos. 1. de­ sejosos de seguir o exemplo de Paulo. associa­ do a Himeneu e provavelmente também a Alexandre (2 Tm 2. A mulber mais conhecida na BíbUa como "a filha de Faraó" é mencionada no relato sobre o nascimento e a infância de Moisés (Ex 2. 218 . ouU‘os defendem um cativeiro em Eíeso. Herege. Seu ensino «le que a ressurreição já havia ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2. O apóstolo disse quo era 'pai' daquele «s»:ravo.22).17. A carta do apóstolo começa com um co­ mentário sobre como Filemom rcanimara o coração dos santos o conclui coju o pedido de que ele oiande Onésimo de volta. Talve? Fiieto e seus companhei­ ros acreditassem que a ressurreição fos­ se apenas a desc rição de uma experiên­ cia espiritual. e cer­ tamente assumiram esta postura após o tratamento de Paulo para mm Onésimo.20). 16). Estabeleceu-se um decreto real que ordenava que todos os bebês do sexo masculino que nascessem entre as mu* lheres israelitas lassem mortos. com o intuito de se aprender sobre as possíveis atitudes do« cristãos com re­ lação à escravidão.1-IOJ. dn quem ouviu sobre o Evangelho. Sua heresia se espalhava como uma "gangre­ na” e era uma distorção das Escrituras. Paulo lambem referese ao cuidado de Filemom para com ds sanlos e conclui a carta com o pedido de que lhe losse preparada uma pousa­ da (vv. antes.FILETO do escravos e possuidor de tuna casa gran­ de o suficiente para reunir uma igreja pro­ vavelmente fosse muito rico e de eleva­ da posição soeial. 7. a sucessão de eventos finalmen­ te levou os cristãos a acreditai que a es­ cravidão era uma prática errada. T i. são apenas hipóteses A carta de Filemom é minto estuda­ da.c. após três meses. Esta epístola diz pou­ co sobre o assunto e pressupõe que era correto Onésimo voltar ao seu senhor e reassumir sua posição como escravo. FILH A DE FA R A Ó . Iàis informações. Disse que Onésimo era um ‘ ir­ mão’’ realmente valioso e confiou nele com o cooperador numa m issão em Colossos. e os cristãos. reanim ondo-lhe o coração em Cristo (vv. Rnpetidamenle o apóstolo enfatizou o valor que Onésimo tinlia para ele. O apóstolo o enviou de volta a Filemom "não já como escravo.rv. Infelizmen­ te a Bíblia não registra qual foi a reaçào de Filemom a esse desafio à sua manei­ ra de pensar. e não necessariamente o ressurgimento literal do corpo— um en­ sino fundamental da té cristã (veja l Co 15. talvez es­ tivesse lambém preso e por um tompo tenha compartilhado a mesma cola com o apóstolo. Tais heresias são comuns atra­ vés da historia da Igreja. como irmáo amado" (Fm 161 O cristianismo claramente fa­ zia com que a relação entre senhores e escravos losse reexaminada. de onde teria escrito a epístola.

Ç. e disse: Das águas o ti­ rei" Iv. Em geral. b!<í conhecia as formalidades da coxe­ ie e linha urn acesso ao roi que provavel­ mente era negado à maioria dos escravos hebreus.281. .2 Cr 8 111. os filhos gorai num te eram vistos como bênção do Senhor (Gn 152*5: SI 127.FILHOS NA BÍBLIA Miriã..18). Infanticídio e aborto. Muitas pessoas viam o nascimento e o crescimento dos filhos como uma garantia da formação de uma equipe de trabalho p de protoção contra os que estavam fora da unidade familiar. Iodos eles 219 . 3.24: 11. Veja também Atos 7. do antigo Israel. principalmente em se tratando do sexo masculino. No antigo Israel. ua verdade. O passar do lempo não enfra­ quece a obra do Senhor em abençoar sou povo. a fim de qtie ula oão vivesse do palácio de Davi. 2 O rei Salomão se casou com uina certa “filha de Faraó”.31 Represem lavam o cumprimento da promessa de Dous sobre a aliança i om seu povo e ao mesmo leínpo 0 cumprimento da responsabilidade humana de frutificar o multiplicar-se. Percebeu então quo se tratava do uma criançn israolita Miriã aproximou-se e ofereceu-se para encontrar uma mulher quo pudesse cuidar do bebê e amarnentãlo. A bênção divina 6 umn maneira pela ijual o governo de Deus eslende-se através da história. Deus continua a nos chamar ao arre­ pendimento e ao serviço amoroso h promete que seu Espírito e sua Ffclavra não se apartarão das gerações futuras. a irinâ mais velha do bebê. mos.2.24. Devido â sua lorroação. posteriormente foi a causa tle sua ruína. embora fossem praticados por outros povos. FILHOS NA BÍBLIA Os lilhos frequentemente são citados na Bíblia e constituem um elemento importante no quadro bíblico da família lernente a Deus e do p o v o do Senhor como uma unidade maior. vigia* va. Em Israel. Tais uniões eram proibidas pela Lei de Deus o iis esposas pagãs gradualmente "perverteram o coração para seguir a ou­ tros deuses" Í1 Rs 13. escondida no meio da vegetação. mas ua manu­ tenção dos descendeutes piodosos de umu geração para a outra. entretanto.21 e Hebreus 11. A providência de Deus é claramente vista no retrospecto desses eventos. pura quem cons­ truiu um palácio espei iol. Sua promessa e s ­ tendo-se para os filhos dos filhos 1S1 103. p. os filhos participavam do culto desde a mais tenra idade. foi recebido pela filha de Faraó e tornouse oficialmente seu filho. Quando o ruenino cresceu. encher a terra e sujeitá-la (Gn l . não é idêntica à tia sociedade ocidental contemporânea.U. não eram aprovados pela Bí­ blia.4-0). A bênção du Senhor não é limitada pnlas mudanças dos eventos no correr da história. assim como na maioria das sociedades. A perspectiva dos escritores bíblicos. ouviu o choro do bebé e mandou rotfrã-lo do ceslo. A filha de Faraó banhava-se do rio.1.8: 9. A proposta foi aceita e ela procurou n própria mãe. Veja tíitia. pela escolha de Moisés para liderar os israe­ litas o ser a própria voz do Todo-poderoso diante de Faraó. O primogénito ura oferecido a Deus de maneira especial. " p o r que santos são os lugares rios quais en­ trou a arca do Senhor" |1 Rs 7. fflha do um Faraó que se tornou esposa de Mefedtí ( I Cr 4. O casamento de Salomão com esla e outras mulheres estrangeira?. os filhos eram vistos como altamente desejáveis. A bênção de Deus não era vista apenas no nascimento dos filhos. 10).21). que ainda nem nasceram (Is 59. “Tila lhe pôs o nome de Moisés.17).3-15:128.

Alguns deles eram dedicados poios pais aa serviço parLindar de Deus (1 Sm 1. e não as impeçais. ia alõm do ensino e do exemplo.211. Frequentemente. espera-se que os genitores dêem boas dádivas aos filhos (Ml 7.12). ao in­ clui-los ua adoração a Dous (1 Sru 1. contudo. em Mateus 21.2) significa "O Sonhar mou pai”. logu após sua enfiaria triunfal em Jerusalém.1-3.11 |Veja Lambém Gn 29. de uma discipli­ na desprovida de amor. muitos onten- 220 . "Honra a Um pai o a tua mãe” ÍÊn 20 12. não pre< isam do uma "mão de ferio". "Mou pai de louvor": Aimeleque. E amplamente reconhecido que Cristo usava as crianças para fazer a aplicação teológica de que seus discípulos devem receber o Reino de Deus e vivnr uns com os outros em bonda­ de e humildado. coutudo.15).4.FILHOS NA BÍBLIA oram dedirados ao Sonhor. Lumprir automatica­ mente Iodas essas obrigações.70-79). somente as crianças o louvavam e diziam: "Hosana ao Filho de Davi”. lá que os meninos iudeus eram circuncidados. Em tudo isso. uão bavia distinção entre o secular e o sagrado no Lreinamenm dos filhos. e os filhos dos judeus prosélitos eram balizados. Exigências muito elevadas sáo colocadas sobre eles. "A estulLícia está ligada ao coração do menino. O AT narra historias do filhos egoístas que não tiveram respeito poios pais (2 Rs 2. 'Porque a imaginação do coração (lo homem é má desde a sua meilinice” |Gn 8. oles observavam a participação nos rituais do Templo. "Desviam-se os ímpios desde a madre. Eles precisam de disciplina.32. entretanto. A promessa ria bônção de Deus uão ara feita ua va^sio. 2 Tm 3.20). Os pais l orlai eci am-nos. pois das lais é o mino de Deus". A educação dos filhos. proferindo mentiras" (Sl 58-3). SemelhanLomexite. mas a vara da disciplina a afugentará dele" iPv 22. São memhros do povo de Dous.35: et< ]. Educação no temor do Senhor envolvia lodos os aspectos da vida. Ninguém poderia deixar essa verdade ruais clara do que Jesus em Marcos 10. a história da fidelidade do Senhor u sua aliamva cresceu e a questão da oducaçáo dos filhos assumiu novas dimensões (ls 4. As crianças também oram disciplinadas Não existia o otimismo tolo que via as crianças como inocentes por ualureza. nem os irritem (Gl 3. A Bíblia diz olarameute aos pais que não provoquem a ira dos filhos (Ef 0. Lc 1. por moia dos q u a is foram tirados do Egito e chamados para receber sua Palavra no monte Sinai (Dl 4. Devium ousinar-hes sabre os ntos poderosos de Dous.15. Desde pequenos. O ensino aos filhos uão ora mera monle didatico. Os meninos eram cir­ cuncidados do oitavo dia de vida (Gn 17.4). Cl 3. Prei isarn do disciplina. Pelo contrário. oontudo. o o s genitores são cbamados paia ministrar o$$e ensino. como sinal de que oram compo­ nentes da aliança. alegrando-se ua graça dp Senhor. um rei” | 1 Sm 21. são presentes do Senhor que devem s o í cuidados e dodit ados ao sou serviço. esse ritual simbolizava sua entrada na comunidade de Israel. Enquanto Deus abençoava seu povo.16. o povo de Deus. Ninguém deve esquecer.21-24.9-10).14: “Deixai vir a mini a» criancinhas. quo Jesus realmente recebeu vis crianças. Ef 0.15]. ou seja. "meu irmão (Deus). os filhos recebiam nomes quo destaca­ vam o i Lududu do Senhor pela família au pelo seu cliofe. Vinha acompanhada de mandamentos para oriar os tilhas nos caminhos dn Sonhor |Pv 22. mio como propriedade. audarn errados desde que nascem. As que descansam nos braços do Crislo são mem­ bros (não apenas potenciais! da Reina do Deus. quando Jesus eslava uo Templo. Abiúde (I O 8. Os filhos. Os filhos nem sempre obedecem ã lei de Deus. Porque Dous é o Criador de Iodas as coisas e seus estatutos para o seu povo envolviam (odas as áreas da vida.22-24). Os pais eram respuusáveis pola educação dos filhos.11). Eles não podem. os filhos são vistos como pessoas.21).23) A Bíblia apresenta um quadro muilo realista dos filhas.3J.6). Abias (1 Sm 8.11.

7). No NT esse uso é muifo mais desen­ volvido do que no AT.. G1 3. utilizam todos expressões similares. os que professam a religião pura são descritos como os que visitam "os órfãos e as viúvas nas suas aflições” (Tg L.29.121 o lesus (Mc 2. Elas não controlam o próprio destino.10) e "filhos de Israel” (Dl 1.44-40.Por isso. O livro de Provérbios faz um uso extensivo da figura na expressão “Filho meu" | veja os primeiros versículos dos caps. ficam indefesas o ii mercê dus outros.FILHOS NA BÍBLIA dem que as crianças estavam incluídas nos batismos famillaras (significando que eram membros ds comunidade da nova aliança) da igreja primitiva (At lti. em humildade. quando se dirigem aos estudantes e leitores. "filhos” têm um significado similar nas expressões intercamhiáveis: “filhos de Abraão" fio 8. Ser filho de Deus impfiea fazei a sua vontade (Mt 12.33. 15. Na sociedade patri­ arcal do antigo mundo mediterrâneo não havia garantia de cuidado e provisão para a* crianças. Deus. Da mesma maneira. A metáfora “filhos" é usada com uma conotação negativa em expressões como “filhos da transgressão.m.1ss). Os lermos “filho meu. A injustiça era uma ameaça diária para um órfão. Em 1 João 2. “descendentes de Abraão" (jo 0. “filhos do ha" fEÍ 2. declara-se "pai dos órfãos” (Sl 68. Paulo (Fl 10). SI 94.37. alguns tradutores desviam a atenção da referência aos “filhos" nesses versículos. coufossamo» nossa fraqueza b humilde dependência do Pai paro todas as necessidades e descansamos cuntiadamenle em sua provisão amo­ rosa e sua proteção (Ml fí.10). Sem um pai paru cuidar delas e protegê-las.33). Mais importante são as referências nas quais Deus é considerado nosso Pai e um indivíduo ou um grupo são chamados seus filhos [as variações de termos relacionados com a expressão "filhos de Deus" estão baseadas mais em estilística do que em variações teológicas).211e viver em comunhão com os nossos irmãos. Cl 4.2. a. F1UAÇAO Filiação é uma idéia com muitas faceias na Bíblia Inclui os filhos vinr ulados literal­ mente à família e os usos metafóricos tais como o que so refere aos habitantes de Jerusalém como seus "filhos”.10). em sua graça.39. amor e cuidado (Ef 5. Nesse sentido. Como "filhos dn Deus”. Os termus “crinnça" e “filho” são também usados metaforicamente na Biblia.32: 7. o escri­ tor de Edesi. textos como Marcos 10.25). a fim de demonstrarmos os traços da família.40-50: 5.5).5). Não somente o Senhor é o Pai. 2 a 7). Não aponas o Senhor mas também o seu povo cuidum das crianças que não têm quem as proteja ou sustente na sociedade.r e “fillmihos" são usados pelos mestres e escritores.astes (Ec 12. descendência da falsidade” (Is 57. A igreja ó o lar (ou a casa) de Deus | 1 Tm 3. Por esse motivo.6). Cl 3.3| e “filhos do diabo” (1 Jo 3.26.1 o lermo aleluoso "meus fillúnhos” é usado comesse mesmo sentido. 221 .14 introduzem a nuança de que as crianças são fracas e dependen­ tes.3).27J.23. Para enfatizar ainda mais que as crianças são membros ao Reino de Deus. às vozes.32. exeeto por meio do pai. sõa descritas junto com as mães como “viúvas « órfãos" Ils 1. 1 Co 1. mas lesus ft o Pilho de Deus e os que crèem nele também são filhos do Senhor (jo 112). Os filhos refletem o Pai. Os cristãos são “irmãos" em Cristo. com Deus o não Abraão como pai. Apenas um pequeno passo separa esse uso e a descrição da comunidade como uma família. Os habitantes do Jerusalém são referidos como seus "filhos'1 IMI 23. i0.37. Estão entre os grupos da saciedade sobre os quais outros podem facilmente tirai' vantagem. 7. Infelizmente.15).1 J: 10.41.

Às vezes.6: 2.5. no Èxado (Os 11. pelo contrário. frequentemente é chamada de Filho de Deus. nõo é o caso.7: Sl Ô9.41-46 — veja Jesus). Ale mesmo os textos que usam a linguagem da criação ou geração (como Dl 32. em virtude da redenção. Filiação redentora O lema dt«ninante que está no cerne da revelarão bíblica é que Deus é Pai.11.KM » mostra como Cristo trouxe “muitos filhos á gloria". e Israel rião nos reconhece: tu.10) fazem isso por mein de metáfora. à formação de Israel cam n filho de Dous.16). O advento de Cristo. é muito raio. entretanto.14.6.4: Ml 22. 3*1. és o nosso Pai. ainda que Abraão náo nos conhece.11). também «ra conside­ rado f i l h o de Deus (2 Sm 7. o Messias. Devido ao falo de Deus sei o criador e lats seres estarem sob sua autoridade.14: 1 Cr 17. o povo de Deus olhava para adiante. Hebreus 2 . a Bíblia ocasionalmente refe­ re-se aos seres angelicais como “fLLbot. Os 1. o proíela clama: "Mas tu és o nosso Pai. Hb 2. o HILio messiânico de Deus.7). escolhido e retirado do Egito. A confiança de Israel de que Deus viria e supriria suas necessidades era expressa pelos profetas em linguagem familiar (Is 03. o Filho de Dous (]o 1. porém. no Novo Testamento.4).10. os seus sofrimentos e a sua morte foram os meios pelos quais o Filho libertou os quo estavam “sujeitos a escravidão" (2. de Gn 6. Como Mes­ 22 2 . assim. a bênção familiar du povo de Deus está especifi­ camente rela» ionada com Jesus. nosso Reden­ tor desde a antiguidade e o teu nome”. Filiação em Cristo Jesus. de Deus” [Jó 1.1)'.14-19. fiara o dia da bênção. [r 3. e sim .7-2. os irmãos de Jesus.FILHOS NA BÍBLIA Numa expressão típica dos povos da Mediterrâneo.49).Outras pessoas tomam-se filhas de Deus quando crèern em Jesos Cristo.13) Ele era s e r v o e filho (Sl 89. loi por meio de seus sofrimentos que o Filho de Deus lrouxe outros mem­ bros para a família de Deus. A adoção delas na família do Deus é pot moio ile Jesus Cristo (Ef 3. Filiação escatològíca A expressão "Filho dn Deus" como título messiânico não é surpreso no Bíhliu. No período enlre os dois testamentos essa idéia levou ao uso tia base "filho de Deus como um Ululo messiânico (4 Q Florilégio I I 1-13: 4 Q ps Dn A 1. mas não se reterem nem á geração biológica da humanidade p o r Dous (como uus religiões pagãs) ueru á criação. 0 Setdior.6 e Ml 2.16:64. i ).». Similarmente. a lráse é usada apenas como um lilulo messiânico (Lc 4. à glória (2. veja também Mt 11.201 porque Ele r o criador. Rm 0. Em outras ocasiões. Portanto. No meio da opressão.10.5-13) Mais especifi­ camente. Polo fato de que o rei do Israel representava a nação.26) adotivo de Deus (Sl 2. Cla­ ramente (2.15) e trouxe os filhos de Deus. quando seriam chamados “filhos de Deus". sáo também chamados de "filhos de Deus”. o identifica como o Filho de Deus único e preexistente (Gl 4. Esse tiso.17. porque Ele é o Filho messiânico de Deus.28.27. Hebreus 1 e 2 deseuvolve o lema da supremacia de Jesus como Fdho.101.16.41: lo 1. Em Isaías 63.12). é o elemento central da provisão de Deus para as bênçãos familiares escatológicas de seu povo.1.20. Deus redimiu fsrael e. é o Pai da nação israelita. mas também náo é o único uso escatológico do tema filiação. os seres humanos sáo chamados dp "geração de Deus" (Al 17.

5.6 é seguido pela clara advertência uo v. "predestinados Iw. o lindo quadro do cuidado paternal de Deus no Salmo 68. pnis e uma expressão genérica. Nem o novo nascimento nem a adoção na família d" Dous constituem um processo. Sua misericórdia o seu amor são a raiz da Jihação de seu povo (]r 3 1 . os que desejam ver o Reino de Deus. 5. de Deus (Ts 43.5). e se sen Pai celestial também o perdoar (Ml 6 . realiza as esperanças dos profetas Esta realização inclui D ã o somente o s filhos du Dem. adoção e regeneração estão ligadas à obra do Espírito San­ to (JO 3. que aparece primariamente nos escritos de João.5.FILHOS NA BÍBLIA sias. na linguagem bíblica. 20: I P e 1.4. ambos os termos deixam claro que a mudan­ ça envolvida é radical em toda a orientação da vida. 3 7 . São nascidas de Deus (1 Jo 3. "beneplácito" (w. A Solução para a triste situação rio que não e filho de Deus começa corn a graça do Pai. 9 . O Pai é gracioso e per doador. u menos que o Pai o r e v e l o (Mt 1 6 .9: 4.fi: 2 Co 6. 223 .5: Eí 1.4).5.3-14.11) e eleitos |v. Dois dos maiores temas dessa doxologia são a adoção de lilhos do Deus e a vontade e o propó­ sito de Deus.6). A despeito das variações distintivas. 9.3.1J ). precisam "nascer de novo" (lo 3. "por Deus" í d 4.9. as duas metáforas enfatizam qun a mu­ dança não é apenas radical —•é também imediato. Especiliiemente. Este segundo é expresso numa variedadB de palavras: “vontade" [Ef 1. Rm 15. Desde que nem Iodos são lilhos de Deus.91. mas tambúm os Cilhai.1ti).71.31 A ênfase dó apóstolo Paulo sobre esse assunto é encontrada om Efésios t. “propósito” (v. O vocábulo “regeneração”.4: Gl 4. Tesus disse aos judeus: "Vós pertenceis tio vosso pai. é uma metáfora biológica. 4 4 . e a boa uotida (lo Evangelho e q u e o Pai sempre toma a iniciativa fJo 6 . 1IJ. A afirmação bem conhe­ cida “não há macho. 2 7 ) .5: Gl 4. o diabo" Semelhantemente. Uma terceira característica co­ mum da adoção e da regeneração é que a mudança que ocorre é divina.7). A velha existência termina e começa uma nova vida. t3 dp quo nem todos são filhos de Deus: “Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus no seu santo lugar Deu* foz que 0 solitário viva om família. 1 4 ) . 11). 4 5 .23. O chamado amoroso do Pai Nem todos são filhos de Deus. 6 5 ) . e liberta aqueles que estão presos em grilhões: mas os rebeldes habitam om terra seca".26-2«l. “conselho" | v.1. O termo “ado­ ção". ó lomado do contex­ to social e legal do mundo greco-romano. Da mesma maneira.18). nem féméar é a explicação de Paulo para a declaração “Todos vós sois li lhos de Deus” IGI 3. 5. Portanto. a expressão “filhos dft Deus" não deve ser eniendida <omo se referindo apenas aogéuero masculino. 1 6 . que não aparece no Antigo Testamento e apenas cinco vezos no Novo Testamen­ to (sempre nos escritos de Paulo. O efeito cumulativo é a ênfase no fato de que a adoção na família de Deus é conslruidd nada mais nada menos que sobre o fundamento da própria pessoa do Rii (o significado básico da palavra "adoção" enfatiza a escolha do Rii qun adotal. Como alguém podo aproximar-se de Deus? Por meio de Jesus. Adoção e regeneração Duas metáforas são utilizadas nos textos bíblicos para descrevei* como a escolha amo­ rosa do Pai se realiza e a pessoa que ainda não é filha de Deus une-se a Cristo e Iransíorma-se num membro da família de Deus: adoçao p regeneração.7. Em )oào 0 44. Ninguém pode reconhecer Jesus como o Filho. pois seu Pai "é misericordioso” (Lc (5.3ti). As pessoas tomam-se filhas dtí Deus.

maneira característica.1 1.32).21.29.42. 19-34 trata com várias perspectivas da relação dos filhos de Deus com os "cuidados" déste mundo: dinheiro. 224 .25).FIU IOS NA BÍBLIA Os resultados da filiação Um rios aspectos mais impreasionantcs do uso bíblico ila uoção de filiação é a gama de resultados associadas com ela Isso é compreensível. A confiança do filho em sou Pai para provisão.3-11. Ml 5. interesse e afeição com o amoroso Pai celestial.12. o Filho primogénito (Rm 8. 23.9). Dl 1. abnegado e perseverante ao Pai celestial (2 Co 1.14. enlreiauio. pois a filiação alinge o centro da existência humana e estende-se a todas as áreas da rida. Nn "Oração do Senhor". herdeiros de Deus b co-herdeLros lem virtude da filiação! de Cristo. O lilho de Deus pensa a mesma coisa.35] e ua misericórdia (Jo 10. para que lambém com ele sejamos glorificados" l Km 8. lambém podem orar a Deus. Em ambas as inslândas o clímax é “vosso Pai celestial" (Ml 0. e o Sonhor enviou o Espirito de seu Filho aos seus «orações (Gl 4. Islo eslã enfatizado em Provérbios 3. 22. Essa inlimidnde o vista de imulas maneiras na Bíblia.15). 1. frequentemente. reconhece sua fraqueza o confia no Senhor. Mateus B.5-13. 2.26-20) do Pai.26. para o “bem" (Rm 8. Este sofrimento atual acontece sob o controle amoroso do Pai. não deve ser confundido com autoconfiança arroganie.1-5 e principalmente Hebreus 12. Jesus ensina os outros filhos de Deus a orar: "Pai nosso" (Ml 6. O Pai celestial se compadece de seus filhos e lembra-se que “são pó”. dados pelo Rii qun molda e edifica os filhos os quais ama.30).28) dos que são chamados para "serem conformes à imagem de seu Filho" (Rm 0. Tal padecimento leva os filhos de Deus á glória.9. 'para nosso proveito” (Hb 12. em conformidade com a imagem de Cristo. "Somos. Rm 8.. O fillio de Deus descansa na onisciência (Mt 10.. por isso.29-31. A confiança no Senlior resulta ora serviço alegre. Intimidade.17). De fato. O corolário da confiança o a perseverança O filho de Deus é chamado para traba­ lhar duro e jamais desistir (Hb 12. por meio do Espírito Sanlo.5)O talo dn qun os filhos de Deus chegam a essa condição "um Crislo" significa que sua vida presente envolve sofrimento no caminho da glória. e chamá-lo de "Pai" (Gl 4. Rm 8. se é certo que com ele padece­ mos.5). Sl 68.13.8.10). represem Iam dons para nossa disciplina e fortalecimento. mas não única Estudos teoló­ gicos recentes deixam de lado a antiga alegação de que a referência de |esus a Deus como "Par. Os filhos de Deus aprendem a lição do Sal­ mo 103. O relacionamento Intimo do próprio Jesus com Deus expressa­ va-se na maneira característica como se dirigia a Deus em oração como “Pai” (Lc 10. alimentos o vestimenta Os w 25-34 focalizam o problema da preocupação com as necessidades bôsicas de [I I sustento e |2) proteção.6. mas uma das mais significativas esta relacionada r.9) Eles foram adolados na família de Deus IGI 4. (a) Oração a o Pai.6). proteção e disciplina significa que ele não se preocupo.34. O filho de Deus descansa na promessa de um Pai que conhece e se preocupa com suas necessidades e tem o poder para suprilas (veja também | r 31. na onipolência (Mc 14.48 — Nota. Estas três virtudes paternas são essenciais para a segurança do filho.24. IJm dos resultados da filiação é a disciplina do Pai.2-5.18-30). Confiança no cuidado do Pai. mas entrega-se a Deus Esse tipo fie fé.orn a oração. Deuleronômio 8. os sofrimentos da vida estão longe rir: ser sinais du ahandono de Deus.era léxica ou sinteticamente única).29. O filho de Deus e uma criai ura chamada para um relacionamento íntimo e pessoal de abertura.30).

55). o Novo Testamento desenvolve as responsabilidades óticos dos cristãos no contexto da família de Deus.1-0).15). não busca o louvor è u honra em outros.) a antítese das fórmulas. c lambém a que determina o novo rumo em suas vidas (w. filhos de Deus" (Fp 2. a Condição da liberdade de filhos não é a idéia ocidental moderna do autonomia. 4. perfeitos.7. imitadores de Deus.15). a união com Cristo e a condição de filho são desenvolvidas em conexão com a santificação.211. o filho de Deus ê chamado para se purificar.6 .rituais impessoais da magia pagã [Ml 0. para que sejais irrepreensíveis e sinceros. A obra de Jesus (e do Pai). 'Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas. Aba. om 1 loõo 2. que liberta os lilhos da escravidão e os torna filhos de Deus (Jo 0. Oração náo é unia arma de coaçao sobre os poderes do Universo. As Escrituras enfatizam repetidamente que ser mem­ bro da íamilta implica assumir responsabilidade» familiares.9). o modelo bíblico de filiação era radicalmente adverso das religiões helenistas ao redoi. ts 63. A oração do íilbo de Deus também é a an li teso da oração hipócrita dos religiosos que buscam seus próprios interesses (Mt 6. "Pois náo recebestes o espirito de escravidão para outra vez estardes em temor. da mesma formão cristão tornou-se livre para a condição do filho Essa libertação é descrita particularmonte como a libertação do medo.48) A intimidade com o Deus da Bíblia proporci­ ona segurança e exige santidade. um relacionamento simples ou desprovido de desafios. Ib) Santidade familiar. A comlição de filho é contrastada com a do escravo. Ml l. A cura para a oração hipócrita [k a hipocrisia em geral) é o lorlulecimento du intimidade com o Pai celestial. A lamiiia de Deus Sur filho de Deus é tomar-se membro da Casa de Deus ( I Tm 3. pois. nas quais o termo filiação era um lugar comum. Não é. O Chamado para a pre­ sente santidade está também enquadrado na linguagem da fa mi lia de Deus. Hebreus 9. A filiação biblica traz não apenas bênçãos.B.26). "Sede vos. a uova e de libertação. R u a os escritores bíblicos.31-37).7). O filho de Deus é Liberto do medo da marte (Rm 8. Semelhantemente. mas filho" (Gl 4. O filho de Deus Lambém é liberto do umu vida sem direçãt). A família de Deus tem um estilo de vida diferente-(Dt *2 . 37. Os israelitas tornaram-se filhos de Deus: por essa razão não podiam adotar os costumes religiosos de seus vizinhos pagãos. pois.12-15.15 deixa claro que a razão por que o filho de Deus lem certeza de sua herança eterna como filho de Deus ú a libertação do pecado. Não fareis incisão alguma no vossa corpo. como perfeito c o vosso Pai que está nos réus" (Ml 5. mas recebestes o espirito de adoção. Assim como Israel loi solto do cativeiro para a filiação nacional. “Sede. mas nunca eslava associado a qualquer ética moral da mesma maneira que a Bíblia faz.FILHOS NA BÍBLIA Esse lipn de relacionamento intimo com n ftu rrtilestial em oração representava (para Jesus.11-17). Oração é chegar á presença pessoal de Deus.20 a 3. A intimidade bíblica com o Pai celestial é uma comunhão segura e couíortadora. Desta maneira.35: Mc 8.14-15).1. "Assim que já náo és mais escravo. Jesus declara a oniseiência do Pai e diz quo o filho de Deus.47. O Pai ó o santo juiz que noluturo decidirá o destino elemo du humanidade fMt 18. É uma liberdade encontrada somente num relacio­ 225 . Em Deutoronõmio 14.16: 64. para enfatizar a Uberdade dos filhos de Deus. A liberdade dos lilhos é a libertação dn pecado e da morte e a Uberdade da vida da lamiiia de Deus. A antiga viria era de cativeiro.11-17. Pai!“ ÍRm 0. Adoção produz confiança — e não medo. lemos: "Vós sois lilhos do Senhor vóstió Deus. 3. lambem Rm 8. como filhos amados” (Ef 5*1). A liberdade dos filhos. mas também exigências.2. li qual estó segurri no Pai. pelo qual clama­ mos.8. entretanto. Hb 2. O medo da rulpa foi tirado. nem rapareis o cabelo em honra de algum morto”. 5 . Lm Hebreus 2.38: Lc 0.

s. aproximaduCrisio.18. é desenvolvido extensivamen­ cidade o a chamou de “JúHàs'\ em home­ te no evangelho de João (veja especialmen nagem à filha do imperador romano.M .39-421 . ou seio.7$).191. um mandamento dirigido a todos inRute 30 anos antes reconstruíra essa os cristãos. Corri exceção tle Judas.26| a. que significa uma casa unida. o apóstolo.26.27). 1. 19 vszes em Tessalonicenses). foram incorporados à Igreja dn Deu. pírito Santo (15.31-46). para viver separado. assim corno Pedro na lista dos doze apóstolos.FILIPE namento com os outros membros da famiiia de Deus.17) e. lalvez homem surpreendente. o do Es­ De acordo com o evangelho de João. ma* Sobre o que porque us dois irmãos Tiago e João eram 226 . corno o du samaritona (4. As barreiras raciais. nos evangelhos e om Atos. assim. culturais e sociais devem dar lugar à humildade. na Gahléia (Jo 1-44). Posteriortolo. I Pe 5. amar os irmãos (1 Pe 2. 0 povo dn Deus foi tirado do melo do paganismo. o qual Ibi muito dedicado a tamento.46). E importante fazer uma distin­ à ordem de Cristo ‘‘segue-me1 ' quo elo ra­ ção entre Filipe. o conteúdo desse tolo a ser escolhido por Jesus (Jo 1. Filipe. Rm 8. Em Mateus Três pontos são dignas dn mearão 10.23. "Trmáo'’ é uma palavra quo expressa profunda afeição pessoal e denola amizade. Marcos 3-18 e Lucas 6.27) e.11. Seu entusiasmo fica evidente Obra de Deus na Igreja primitiva (Al 6. um dos doze apóstolos. É no evan­ F IL IP E . Era da mes­ tusiasticamente. o dos após­ provavelmente Filipe foi o quarto após­ tolos (15. é claro. Mencionadopela maneira como apresentou Natanael ao Fillio de Deus (1.(Gl 3. nesse amor frater­ no.14 aparece aqui.34. ap amur o ao interesse mútuo [El 2. amor e comunhão ua obra de Crislo ( I Cu 8. Paulo o faz 133 vezes. às vezes chamado de "o dn que Moisés escrevera no Antigo Tes­ evangelista".9.3. João Batista jei havia dado associação que a localidade tinha com o testemunho sobre Jesus (1. nhou de lesus. situada a nordeste do ponto onde (veja adiante). A te Jo 5. intolerância e egoísmo. é mu bom exemplo daquelas pes­ lo pouco sobre ele além do que está es­ soas que “receberam" a lesus rápida e en­ crito no evangelho de Joáo. embora existam indica­ localidade principalmente dedicada à ções de que elo era tímido ■ : fraco na fé pesca. assim governante. o testemunho do Antigo Tostamonnomu de Filip e em hom enagem ao lo sobre Jesus õ uiom ionado (5. quando lalou sobre Ele a Exisle certa discussão sobre sua localiza­ Natanael. todos os cristãos do Novo Testameato reterem-se uns aos outron como "irmãos".19: Lc 20. 19. pidamente creu sor lesus o cumprimento e o diácono.43). 36. Esse lema do testemunho sobre ção exata.5). Era uma 1.11). Fica claro em sua resposta imediata tamento. sempre mencionados juntos. ondtí dão existe lugar para o orgulho. Filipe. Ap v. ler uma amostra do que é o banquete eterno (Jr 3. Filipe. o totrarca. Quatro diferentes pessoas são gelho de João que ele recebe maior aten­ conhecidas por esse nomo no Novo Tes­ ção. testemunho torna-se evidente quando Fi Nas listas dos evangelhos sinó ticos ele iipe teslemunhnu não somente sobre um sempre aparece eni quinto lugar.39). Terceiro. Sabe-se mnie André.9). bem como telrarca lalvez explique o nome do após­ André e seu irmão Pedro ( i 41). Os “filhos de Deus pela íé” são os que são 'batizados um Crislo'. Primnim. os pais com certeza colocaram o mente. maioria dos "seus náo o receberam” (Jo Betsaida. imediatamente testemu­ o rio Jordão desaguava no mar da Galiléia. numa época em que a ma cidade de Pedro e André. Segundo.

7 indica o su­ cesso dessa divisão de tarefas: “De sorte 227 .20). Es­ ses homens certamente sáo significativos nesse ponló do evangelho. Aresposia d < ? Cristo t^ve um tom pro­ fundamente triste. Isso.FtUPE estava escrito na Lei ile Moisés a respeilo da Jesus. Talvez Filipe pensasse em Gris lo cama "o profeta" |Dl 1U 19. um ponto que Inão estava determinado a estaboloccr etn todo seu evangelho. 2) lamais devem ter outras preocupações.1. A unidade do Pai e do Filho estava lirmnmento estabe­ lecida na resposta fiada por Cristo à per­ gunta de Filipe. 2. Muitas pessoas convertiam-se ao Evangelho. “seria suficien­ te’’. náo perceberam que. Talvez o tenham prociuado porque linha nome grego. Filipe e os outros esliverara com Jesus por mujln tempo. ficou patente em Filipe fio 14. Náo está claro se Filipe promoveu ou não o encon­ tro dos gregos com Jesus.4 25. t:m várias ocasiões.6). Filipe é mencionado novamente em João 6. lançou o desafio. enfrelanto. Ele cria que íis Escrituras se cumpriam.000 pessoas 16. e mencioniidn pela primeira vez em Atos (i.2 J faz alusão). um versículo uo qual João 1. Mesmo assim. Ao relator incidentes como esse nos sous leitores. foi apro­ priado que em João 12. Este fato reflete também o reconhecimento pela Igreja de que os que são chamados para o ministério da palavra de Deus" l. lesus já teria morrido. Não sabemos se Cristo desejava testai parliadarmente a fé do Filipe ou so ele era a pessoa mais indicada para responder a tal pergunta. quando pediu a lesus que lhe "mostrasse o Pai”. Os apóstolos observaram que perdi­ am tnuilo tempo na solução desse tipo de problema (At 6. por conhecer aquela região dó grande "mar da Galiléia'' (0. precisavam de ajuda. Ames que isso acontecesse. 15.22 alguns gregos apro­ ximaram-se de Filipe b solicitaram uma audiência com Jesus. Filipe não teve té e tampouco o entendimento para imaginar qualquer solução que não custasse uma fortuna p u i dinheiro para alimentar aquelu multidão. o evangelista. Essa fali. Este Incidente é uma interessante inilicaçào de quão cedo na vida da Igreja houve uns reconhecimento de que Deus dá diferentes ‘ministérios” e “dons" a di­ versas pessoas. Os crísláos de origem grega reclamaram que suas viúvas eram despre­ zadas ua distribuição diária de alimen­ tos. Essa seria a tarefa do Espirito Saulo logo mais — abrir totalmente seu entendimento 11. lesus voltou-se piira ele paira teslálo.v. Filipe.23 a resposta de Cristo apontasse paia adiante. embora jã tivesse seus próprios planos«l«i operar um milagre.a de compreensão foi vis tu tam­ bém nos demais discípulos. João demonslrava a profundidade dos ensinos de lesus e destacava sua importância. t»o perguntar-lhe onde comprariam pão para alimentar 5. Portanto. A resposta era que Fili­ pe o seus companheiros ainda náo tinham seus olhos espirituais abertos adequadatncnle para entender essas coisas. as que não pertenciam ao povo de Israel 11U. Viram -D O em ação u ouviram seus ensinos. segundo ele. sele homens foram indicados e escolhi­ dos entre os que eram "cheios do Espírito Santo e de sabedoria”. entre os discípulos reunidos no Cenáculo. Os apóstolos ora­ ram e impuseram as mãos sobre eles e os nomearam para o serviço social da híreja. Enfolicamente Cristo lhe perguntou como fazia lal pergunla depois de tanto tempo em sua presença. As vezes também chamado de diácono. para sua própria morte e ressurreição.21 . viam o próprio Pai. Jesus.5. Os apóstolos perceberam que o trabalho do administração da Igreja em lerusolém era muito pesado. portanto. Em João 12.16).5. pois indica­ ram que havia outrfis pessoas Interessa­ das em Jesus e apontaram para adiante. Portanto.2) e negligenciavam o ministério da Palavra de Deus. ao lempo em que outras ovelhas seriam uciesceutadiis ao rebanho do Senhor. talvez estivessem próximos de Hatsai da). O v. ao conlemplar lesus.81. A última men­ ção ao seu nome é em Aios 1 13.

Prodamou o Evange­ lho.8 registra o mandamento do Jesus potra os discípulos. Lc 3 . As referencias a esse governante. pois mais (arde ele é durainenle repreendido por Pedro (ÍJ. sob a direçáo do Espirito Santo. 3. a quaJ fora esposa do seu iruião Filipe.FILIPE quo crest ia a palavra de Deus. Filipe dirigiu-se para Sumaria. lilho de Horodes. era o nome de família. te tra rca da Ituróia e Traconites. o tetrarca (veja abaixo|.Antigo Tes­ tamento à luz do ad\entn de Crislo: 0 eunuco creu e íoi batizado. o qual. Paulo e Lucas o visitaram em Cesareia.121. Não se sabe ao certo se sua conversão foi genuína. Quando começaram as primeiras per­ seguições contra os cristãos em Jerusa­ lém |na épacu i-m que Estêvão foi rnartitizíido}. A referência o Filipe coma "o evangelista" em Atos 21. onde vivia e era conhecido comu "evangelista” (At 21. operou milagres e desenvolveu um ministério que mais parecia o de um apôstolo do que dn um coopnrador ou (listrador. Seu trabalho naquela localida­ de loi especialmente importante para a mensagem do livro tle Atos. A pressuposição geral é que esle só pode ser Herodes Filipe. Perlo do final do Livro de Alas. Atos 1. Muitas pessoas se converteram por meio de sua mensagem e fnram bntizadas (8. Fdipe também teve oportunidade de pregar para um eunuco etíope. quando viu os milagres operados por ele.17 (veja Ml t 4 . que viajava em sua carruagem. o Grande. des­ de que houvesse duas mães envolvidas. Filipe. o Grande.8). Ao men­ cionai esse incidente. Em Marcos rt. mas Joselo declara que incluía 228 . G fato de que Filipe era realmente um homem "cheio do Espírito Santo" e visto na ma­ neira como o Espirito o levou a falar com o eunuco.. ernuo resultado. o qual revivera. entretanto. o filho de Herodes.. Lucas mos­ tra como a Grande Comissão loi cumpri­ da. 3 * 1 2 ] . Atos 8 concede-nos uma idéia do tipo de trabalho 110 qual Filipe esteve envol­ vido em Samaria. Samaria e até os confins da Terra. é claro. o Gran­ de. pois aquele cidadão era um importante oficial do governo e esta­ va a caminho de sua casa (8. e M&riâne. o Grande. e Cleópalra. l U i a m o r t e de João Batista é lembrada quando as pessoas sugeriram que lalvez lesus losse loâo. Lucas 3 . É impossivel determinar onde eram os limites de seu território. e em |erusalérri se multiplicava rapidamente o nú­ mero dos discípulos. Esse governante. era filho de Herodes. Joselo contudo uão menciona o segundo nome de seu filho. Por meio de Fili­ pe. 1 descreve seu governo sobre a IIureia e Traconites. Herodes. Marcos referiu-se ao casamento de Herodes com Herodias. 4. pois tnl coisa seria possível. lilho de Herodes. conhecido com o Filip e H erodes. Ele lhe expós as Escrituras do .2Ú-24J. onde rapidamente tornou-se um imporlante missionário. Certamente é possível que o primeiro marido de Herodias fosse Herodes Filipe. cuja es* posa posteriorm ente foi tomadn por Herodes. o que jus­ tificaria sua designação por Marcos como 'Filipe”. foram chamados de Filipe. Filipe. 0 tim dei que fossom teste­ munhas em Jerusalém. e Cleópalra de Jeru­ salém.28). Joselo. Enquanto esteve em Samaria. identificou a primeiro marido de Herodias como Herodes.27. 0 Grande. proporciona 0 pano de lundo histórico para a repreensão de loâo Ba­ tista a Herodes: 0 Batista o repreendeu por causa de «eu casamento ilegal. Fili]>e enfrentou um problema com um magico chamado Simão. esse testemunho chegou a Samaria. Posteriormente. foi decapitado (Ml 1 4 . Isso significa que dois filhos de Herodes.8 indica claramente que bem mais torde em sua vida ainda era amplamente re­ conhecido por seu zelo missionário. /udéia. 3 . creu e balizouse. os apóstolos Pedro e Joâo foram alé lá e confirmaram que u Evangelho era aceito de bom grado pelos gentios e samaritanos. Provavel­ mente foi por meio deste homem que mais tarde 0 Evangelho se espalhou por toda a Etiópia.

Aparecem novamente no relato do Êxodo.C. Filipe go­ vernou nessa região do ano 4 d. Arnós acresconla a intormação de que o Seidior Irouxera os filisleus para a Pales­ tina de C a fto r. O lago Hulé e a cidade conhe­ cida como Cesareia de Filipe lambem es­ tavam dentro desse território. nesta narrativa os filisteus procederam a ocu­ pação de Canaã pelos "povos do mar” em mais de dois séculos Talvez os filisleus tenham chegado a Canaã em grande número em 1200 a. não elimina a possi­ bilidade da existência de filisteus anteri­ or a essa data.23).4). 34. O próprio Anligo Teslamento testifica sobre isso. ou posteriormente. 229 .C. 25. um nome bem próxim o da pron ún cia onde subjugaram a população notiva dos aveus (Dt 2. a região qun fazia uma fronteira acidenladacom Israel e luda. incluindo uma rojjçião considerável a leste do rto e norte de Decápolis.. no extremo nurte do mar da GulUjéia. utésua morte em 33 d. Os filisteus são mencionados proeminentemente nos documentos do Novo Reino Egipoio (1200 a I 100 a. em Gaza e arredores. A evidência mais notável o o contato que Abraão e Isaque tiveram com os filisleus antes de 2000 a. pois foi so­ mente nos dias de Samuel o Sansão I I 120 a. F IL IS TE U S . A mesma identifica­ ção é feita em antigos textos acadianos que descrevem pessoas de Creta como k ap taru .C. (Gn 21. OS Auraniles. Nos textos acadíanos a região é referida como Rilastu. quando Deus levou os israeUtaspara lon­ ge da rota costeira. porque rira “o caminho da torre rios filisleus'' (Ex 13. Isso.C Durante esse período loi responsável pela reconstrução de Cesaréia de Filipe (anleriormenle conhe­ cida como Peneiom) e a cidade pesquei­ ra de Betsaida. um evento passado sobre o qual Moisés teve noticia (Dt 2. no Anligo Testamento. é claro.7). entretamo. através do mar Medifprrânoo e da Libia. são sufi­ cientes para permitir a possibilidade de hebraica.8: 13 a 10).omo Creta. D'-uieronôinio sugere que os Callorins estabeleceram-se na costa do mar Mediterrâneo. exatamonte de acordo com as passagens de Génesis e Êxodo e com a referência em DeuterouômJo da substi­ tuição dos aveus pelos caflorins.I como nm elemento dos netandus "povos do mar” que tentaram sem sucesso inva­ dir o Egito. esta área estendia-se da oeste du porte norte di] rio Jordão. Génesis 10. O termo "povos do mar" descreve ade­ quadam ente os filisteu s e seus alia­ dos. Gaulanites e Bataiiéia.G. A Ugaçáo fica completa com a obser­ vação dn Jeremius de que os filisteus eram 0 remanescente da ilha de Caftor (|r 47. Esses tex­ tos chamam os filisteus de Ptílesel.C.I que ficaram suficientemente nume­ rosos para causar algum lípo de proble­ ma para Israel (! Sm 4 a 0. durante os reinados do Kamsós UI e seus sucessores imediatos. em épocas muito anteriores. Portan­ to. Se aceitamos a dala tradicional para o Êxodo. )z 10.C. j\n.17). é a própria área constantemente associada com as cidades dos filisleus no Antigo Testamenlo.C. PiListu ou Pilista. pois tanto o Antigo Testamento como os documentos exttuhíblieos estabelecem sua origem nas d lias e regiões COsleiras próximas Ha Grécia e Creta.7.1. O S .32..C. 8). ou seja 1440 a.C. Esta. Á palavra gre­ ga Pulaistinei deu origem ao nome mo­ derno Palestinu. até Canaã. uma con­ clusão que suscita varias dificiddades à luz das referências a eles no Antigo Tes­ tamento.23). As abundantes referên­ cias aos caftorins (kuptam ou algo assim) em textos anteriores a 2000 a. Esse Dorae vem do hebraico Filistia e Filisteu. Era considerado pela popu­ lação como o melhor e mais justo de Io­ dos os Herodes.FILISTEUS. |ão certo como conduzira os filhos fie Israel do Egito a Canaã (Am 9.14 faz um elo enfre os filisteus e os callorins. A maioria dos historiadores data a chegada dos filisteus ao leste do Medi­ terrâneo em lorao de 1200 a. e quase todos os especialistas identificam Oaftar c.

mas por um Oficial denominado em hebraico de seren.5-7).1-5). junto com Júíia. no Egito. mostram claramente que os filisteus tinham assimilado o culto nati­ vo e original dos cuxibiuius Teologicamente..8-13). o s filisteus tipificam us Influências perigosas e mortais às quais Israel precisava resistir como povo escolhido (lo Senhor.4. Qualquer que seja .251. até q u e Samuel (1 Sm 7.). chama­ da Dagom (1 Sm 5. eram ainda mais nocivas: Unham como figura principal uma divin­ dade meio peixe e meio homem. foi um dos maiores homens de todo fsrael. mas que. Sua tradução na Septuaginta como “tirano” npõia a origem dos filisteus do mar Egeu.23. Desenhos bem con­ servados encontrados em Mmlmnl.). seus ar­ mamentos e artelaios de tumulos. conceutrudos em cinco cidades: Ga/a.M. referência Ireqiiente a eles como “incircuucisos" (Jz 15. 3. A pBntápolis demonstrava «er uma coalizão dn cidades com direitos iguais. Ga te e Ecrom.FILÓLOGO suâ existên cia na região costeira de Canaâ.10-211. É provável que. contudo. Filólogo fosse o líder de uma igreja domiciliar o Júlia fosse sua esposa. tra­ balhavam em conjunto d submetiam-se às decisões da maioria (n dispensa de D a v i da batalha contra Saul: I Sm 29). 16. Escavações arqueológicas recentes revelam que os filisteus introduziram e experimentaram um elevado nivel de cultura e tecnologia. o qual tinha o monopólio das habilidades necessárias paia tal função (1 Sm 13.12-14) e Davi (2 Sm 5.20) deixa claro que nao pertenciam ao povo da aliança: portanto. Esse deus (cf. pois conquistaram repetidamente o. nos tempos anteriores ao Èxodo.8. as quais exerciam uma certa auto­ nomia (orei Aquis tratou iudependentemente com Davi. localiza o impac­ FINEI AS. 2 Sm 1. H nbu.15). mostram suas roupas. to negativo que tinham s o b r e Israel.3. adagas. selos e sofistica fios dese­ nhos de arquitetura Cm dos maiores pro­ gressos dos filisteus loi a utilização do ferro.5 230 .4. Ir. por volta do século XII a. AsGalom. Asdotle. 17. diante de uma emergência uadoual. cada urna govnrnada não por um roi. os filisteus esta­ vam sobdamentci estabelecidos nn cosia mais bátxíi do Metlilerrâueo.26.5. outros sítios arqueológicos em Canaã incluem impressiouanlos amostras de potes de barro. procurava um filisteu. Uagan e Man canoneui o a existência de outras. entretanto. Seu lillio chamava-se Abisua 1 1 Cr 6. tais como Baal-Zebube (2 Rs 1.s territórios pertencentes a Israel.C. O re­ conhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava pelas pessoas em diferentes congregações é algo digno de nota em suas epístolas. uma Inovação bem avançaria em relação ar» seu uso em Israel.C.2) e Astarote/Astarte l J Sm 31. 1 Srn 27. etc. ambos semíticos. Nereu. Na época do retor­ no dos judeus do exilio na Babilónia. se um israelita quisesse afiar ou consertar um equipamento feito de ferro.22-25] deram um paradeiro em suas incursões. FILÓLOGO (Gi. não enfatiza as realizações culturais dos filisteus: polo cou bário. A .18.6. por encabeçar a lista. sua irmã e Olimpas |Rm 16. palavra que talvez signifique "se­ nhor” (js 13. 1. É costume geral referir-se à sua estrutura política como uma pentâpolis ("cinco <idades").27.Cristão que vivia em Roma e foi sou^ dado por Paulo em sua carta. o próprio Esdras e nutTos levitas traçaram suu linhagem familiar alé Finéias (Ed 7. Suas práticas religio­ sas. “amante do aprendiza­ do"!. O Antigo Testamento.18. Filho de Eleazar e neto de Aião.sua origem exala e seu estaibelecimento cronológico. 501. Sua mãe foi 1uma das filhas rle Putiel" lÊx 6. Na época do rei Saul (1050 a 1010 a. provaram sor ini­ migos implacáveis dos israelitas alé o início da monarquia. i Sm 14.3. 31. 1 7. eram eslrilumeule evitados como um mal que podia conta­ minar. Ex­ tremamente belicosos.

Para mais detalhes. Em Josué 22. O próprio Finéias anos mais tarde serviu diante da Arca du Aliança em Untei onde novamente seu zelo pelo Senhor foi demonstrado. filho de Arão. para serem utilizados como sinalização. para indicar claramen­ te que os apanhara em pleno ato de imo­ ralidade e adultério |w.28).FENÉIAS H. Finalmente morreram sob o juízo de Deus. p se prostrava diante deles" — Baal-Peor fvv. Finéias e toda a delegação rotornarurn louvando a Deus |w. NttmemS 25 registra que. da tribo de Simeão. Gade e Manassés. Suu fumu foi estabelecida principal­ mente par sou "zelo” em defender o Se­ nhor Deus em face du idolatria.14) foram enviados para falar com os lide­ res. temeram que novo julga­ mento de Deus caísse sobre eles. 11-13). antes que todo o Israel se envolvesse em guerra. Ele. "Não conheciam ao Senhor' (1 Sm 212). não cousumi os filhos de Isra­ el. no meu zelo. o o povo com ia. O zelo de Finéias é mendouado no Salmo 106. filho de Eleazar. 3 . Pai de Eleazar. porque foi zeloso pela honra de seu Deus. do maneira que quando as oufras tribos souberam o que us tTés fizeram. especialm ente seus lideres. 7. os descendentes de Finéias continuaram seu ministério sacerdotal e lambem ocupa­ ram o sumo sacerdócio. \ adoração e sacrifícios só eram permiti­ dos no Tabernáculo. Zinri. Finéias liderou uma de­ legação enviada ao encontro das tribos de Rúben. Portanto. extttamenle quando isso ocorria. com a intenção dn t»:r relações sexuais com ela. veja H o fn i.l-3). por isso. mas 24. Finéias soguiu-os o matou-os com apenas um golpe de sua lança. 30-34). Com exceção de uni curto período no sacerdócio de Eli. chamada Cosbi. Sacerdote em Siló. filho de Saiu.21 I Crónicas 9.30. quando saiu com os soldados israelitas para a balalha con­ tra O S midianilas numa vingança pelo in­ cidente em Baal-Peor. Finéias e os representantes das tribos (w. 13. Todos os lideres que se ituvolve­ ram na imoralidade e idolatria foram mortos. as quais ti­ nham erigido um aliai perto do rio Jordão. As três tribos explicaram que o aliaT seria usado apenas como um leslemuuho de que a adoração $0 seria feita no Tabernáculo e uunca seria utilizado para o oferecimento de holocaustos (v. para ja­ mais se esquecerem de que faziam parte de Israel e adoravam o mesmo Dous. o sacerdote» desviou a minha ira de so­ bre os filhas de Israel. Levou consigo al­ guns utensílios do santuário e trombetas. 2f3j. e a sua semente depois dele. um dos sacerdotes que retornaram do exílio na Babilónia. pois foi tomado de zelo por mim no meio deles. quan­ do transmitiu a palavra de Deus ao povo concernente ã vingança pelo pecado dos benjamitas l|z 20.»). San.3. Seu irmão chamava-se Hoíni. “o povo se en­ tregou á prostituição coru as Iilhas de Moabe. lal dedicação ao Senhor e às suas leis tomou-se um modelo de como todos os israelitas. dfzô: Dou-lhe a minha ali­ ança de paz. quando os israelitas esta­ vam acampados em Sitim.6.20 indica que uma de suas principais tarefas era a de ser "porleiro" no Tabernáculo. era um dos fi­ lhos rio sumo sacerdote Eli II Sm 1. A ira do Senhor diante de lal comportamento ocasionou uni juizo ime­ diato. Eslns convidaram o povo aos sa­ crifícios doa seus deuses. Lria como um memorial para Io­ dos os israelitas que se estabelecessem no lado orienlal do rio Jordão. 14. Deus falou a respeito de Finéias: "Finéias. trouxe uma mulher midianila. a qual levou para sua tenda diante de toda a congregação. -A praga euviada por Deus sobre o acampamento foi interrompida por essa ação rápida. Eles se tornaram totalmente corruptos e tira­ vam vantagem da posição privilegiada que ocupavam. lerá a aliança do sacerdócio perpé­ tuo. 2 . deveriam viver. Finéias é mencionado novamente no relato de Números 31. o 231 .000 israelitas jií tinham morrido. e fez propiciação pelos lilhos de Israel" (w.3).

Segun­ do nomt.i «pistola (Rm 16. abençoado).FLEGONTE q u a l a ju d o u a p e s a r e r e g is t r a r t o d o o o u r o 6 p ru tu q u e le v a r a m d c v o lt a c o m e le s p a r a o T f e i i t p l o e m J e r u s a l é m (Ed 8 .14). É men­ cionado em I Coríntios 16.de uma lista de cristãos iora.iuas saudados púr Paulo em su. N'o íinal rio século. "queimando'1 ). P.s e u C a v B r a u n * 1 d o Q u m r a u . FLEGONTE (Gr. mas provavelmente não se trata da mesma pessoa. juntamen­ te com Estéfanas r Acaico. 4 Q r e f e r n . o n d e l o r a m e n c o n t r a d o s o s d o c u m e n t o s . é? p s D n è a a b r e v i a t u r a d e p s e u d o . Clemente mentiouou um bomorn coai este nome em sua epístola aos Coríntios. O reconhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava FORTUNATO iLat. pelas pessoas om diferentes congregações é algo tligno de nota om suas uartas.D a n i e l (N o ta d o It e v is o r ) 232 .DiG.17. 3 3 J. Veja Estéfanas ' Es< r it o s d a li t e r a t u r a j u d a k a d c » p e r í o d o i i i t p r l o s t a m * m l í i r i o .

conside­ rado como desr endente da primeira es­ posa de Israel (Gn 30.2 1 .20. No dia seguinte. Gaal aproveitouse do clima fie revolta e encorajou s^us moradores o se armarem contra o filho do Gidtíâo (vv. Gabriel aproximou-se e deu-lhe "enten­ dimento'' sobre o tampo enlre a ordem para reconstruir o Templo e o advento do "Ungido". No período intertestamentário. que levou o seu nome. p . seus descendentes recebe­ ram como herança uma região ao leste do lordão. iniciou seu reinado ali. Na visão ap ocalíp tica de Daniel. Nome de um mensageiro celestial enviado por Deus a Daniel. GADE (Heb "afortunado'’)* 1. Abimeleque. Quando Canaã finalmente foi conquista­ da (Nm 32J. Portanto.13). 35. GABAI. a fim de anunciar o nascimento de Jesus a Maria (Lc 1. a serva <Ie Léia.19). Em sua bênção para cada um dos filhos. “repugnante”).-47. "enviou Deus um espi­ rita mau ontre Abimeloquo e os cidadãos de Siqu ém . governador de Siquém.. e depois apa­ receu em Nazaré. Tornou-se líder de uma das doze tri­ bos de Israel.26). para predizei o nascimento de JoãoBatisla. 30-411 . no evangelho de Lucas. irmão do Abraão. a lileratvua judaica descrevia Gabriel como um dos arcanjos au "anjos da presença". li­ dos como permanentes diante de Deus. Enquanto o pro­ feta orava e confessava seu pecado. Filho de Elxirie.49)." (Dn 8. u tribo d<’ Gade contava com 233 .c . Ne 7. 26-29) Abimalnquo foi informado da rebelião por meio dt: Zebnl.19. Estava entre as quo descoram ao Egito com seu pai e muitos irmãos (Gn 46.11.26).261. M homom de Deus'' ou "força de Deus").‘ (|z 9. Na épora da saída dos hebreus do Egilo. numa nção que foi vista como juízo de Deus sobre seus moradores por lerom sido coniventes com a morte ilos lilhos deGideão (w. os quais procederam aleivosamente contra Abím«leqiie.21). Filho da Naor. Gabriel upresentouse a Zacarias no Templo. a . Zebiú e Jútão. ele atacou e destruiu Siquém. ZacariaseMaria (Dn 0. nascido de Zilpa.231. Tobias 12. GAÃ. Mas a bode peluda é o rei fia Grécia. É um dos dois anjos mencionados pelo nome na Bíblia |veja também Miguel). veja /lbunfíleque. 1 9.G GAAL (Hebr.8). Seus descendentes estavam en^ tre os que serviam no Templo.t .16). Invadiu a cidade e expulsou Gaal e sua família |vv. 57! Para mais detalhes. 1 Q1I 6. os quais regressaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. 23.15. mas contra-atacaria (Gn 49. mudou-se para Siquém depois qun o filho de Gidéão. I-c t . Veja também Atijos. Seguidor de Saiu. Sétimo filho de Jacó.n . Segundo o relato da natividade. Durante um festival num dos tem­ plos pagãos da cidade. para servi-Jo e apresentar as “orações dos santos" (Jubileus 2.16:9. facó pro­ fetizou que Gade seria atacada por guer­ rilheiros. o Messias (Dn 9.2027). 24. Gabriel aporouou e providonciou a intur prettttíâo: "Aquele carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia.. que se eslabeleceu em lerusalém depois do exílio babilónico (Ne 11. Como castigo pela ma­ neira como este matou Iodos os outros filhos tle Gideão. o sua coDCubina Roumii íGn 22-241 GA AR. G A B R I E L (Heb. a .2.

juntamente com Aristarco. 14). Reiuou por dez anos (2 Rs 15. o Senhor a interrompeu na eira de Araúna. o r«i queria saber o númRro de seus soldados e. para espiá-la (Nm 13.seus acampamenlos nas caver­ nas de Aduião e a regressar para Judá (1 Sm 22. foi indicado pela de Zebulom.3. Um dos doze enviados por Moisés do deserto de Parâ à lerra de Canaã. Gade Ube deu três alternativas. GADI (Heb. proferida por intermedio do profeta Gade (ef. pediu perdão ao Senlior (2 Sm 24.1l.5.14-17). Líder edomita. foi agarrado pelos mora­ dores rle Éfeso — os quais oram na maio­ ria violentamente antagónicos ao Evan­ gelho — é levado a o lealro da cidade. Para mais detalhes sobre a missáo deles. Foi es­ colhido um representante de cada tribo e Gadiel. Gade apresentou-se a Davi no rba em que a praga cessou. Embora seu pecado fosse perdoado.1 H 4 ). A primeira quando ele era perseguido pelo rei Saul. O escritor das crónicas dá uma ênfase especial ao humilde arrependimento do rei p sua obediência imediata à palavra do Senlior. “porque muitas sáo as suas misericórdias” (v. lrouxe a palavra de Deus pura '?ste monarca nm quatro ocasiões especiais.29.18. foi Ltm dos "companheiros de viagem" do após­ tolo Paulo. o comandante do exér­ cito ordenou que suas tropas fossem con­ tadas (2 Sm 24. 10). l"| três anos de fome na terra. Davi reconheceu que tinha pecado e. filho de Susi. p.19). 16 .19: I Cr 21.36). 1 Cr 1. Assim que o censo foi realizado. Uma praga veio so­ bre □ terra e espaJ liou-se por Jerusalém mas. Na segunda ocasião.10). Pára mais deiallips sobre a missão deles. ele ainda teria de enfrentar as consequên­ cias.I0J. I Cr 21.11) Foi escolhido nm representante de cada tribo e Gadi. Muito tempo depois a multi­ dão finalmente se acalmou e os dois fo­ ram soltos.41. GAIO. Natural da Macedônia. o que Davi lez ime­ diatamente f 2 Sm 24. Gade ajudou o rei a dividir os levitas n o s sacerdotes em gru­ pos e a determinar as diferentes tarefas na realização dos cultos. foi indicado pela de Manassés.25). quando Davi íá eslava bem eslabelectdo como rei. filho tle Sodi. 2') fugir. “minha fortuna").5). 3") três dia*. A fé do Caio e o snu compro- 234 .050 homens em idade milhar [Nm 1. de pragu sobre a liirro (2 Sm 24.291 . o videnti' do rei. 2 . Um dos doze enviados por Moisés rio deserto do Pa rã à terra de Canaã. Com profunda Iristeza. ao ignorar o conselho de Joabe. Aparenlemente este profeta lam­ bém escreveu um livro sobre a viria de Davi (1 Cr 29. Em quarto lugar. Con­ trariando a I. "couforme a ordem de Davi e de Gade.sau e Ada [mulher carianita) e lilho de Elilaz (Gn 3ft. Na terceira vez. o do proleta Nata' (2 Cr 29.3-23). Gade o incentivou a abandonar . "Vidente1 ou profeta que viveu du­ rante o reinado de Davi. por causa do censo que Davi mandara fazer. Or­ denou ao rei que construísse um aliar ao Senhor sobre a eira.ei.25). antes de chegar ao Irono. 1. para espiá-la (Nm 13. Davi disse a Gade que preferia deixar a questão nas mãos dos Senhor. GAETÃ. 2. anos mais tarde. onde se realizou uma m anifestação anticristã. que matou Salum em Samaria e loriiou-se rei de Israel em seu lugar. om tex­ tos que olham adiante oara os últimús dias e o cumprimento dos propósitos di­ vinos para o reino ilo Senhor. Os ga ditas são novamente citados em Ezequiel 48 e Apocalipse 7. Em Atos 19. Gade 0 procurou para pronun­ ciar o juízo de Deus sobre ele. veja Sam ua. Pai de Menoém. veja Somuo. G AD IE L.GAD1 46.de sous inimigos durante três meses. 1. A Bíblia diz que Ezequias seguiu as mesmas orientações. o jebuseu | v. com sua contrição peculiar.ac. neta de F.

GÁLIO mLsso com Cristo eram muito fories. e governava Corinto na época da primei­ ra visita de Paulo ã cidade. Natural de Derhe.era um nome popular.17). aolretanio. sim­ plesmente por ler sido bati/^do por ele. 1. Obviamente?. G Á L I O . 4). urn liomem temente a Deus. tinham crido em Cristo e. 4. 2. pregando na sinagoga para os judeus locais. 235 . Natural do Corinto. Nascido em Córdoba. GAL AL.12-17). 6 citado na sau­ dação do Romunos 16. enquanto viveu nes­ ta cidade. como era seu costume.Seu descendente. Obadias.3). Gaio.iai a pregação do Evangelho em Corinlo (1 Co 1. Quan­ do.. entrou na casa ao lacto e começou a pregar mais especilrcamenlp aos gentios.Aristarco loram presos 110 lugar d» Paulo (vtíyàAlexaildre). tal hipótese não é muito confíóveL) 3. e de toda a igreja1 ' sugere que uma das congregações prova­ velmente se reunia nn cosa de Gaio.G. isso significaria quo este Gaio talvez seja o mesmo pursonagom do item n" 1 Desde que Ar is larl o é mencionado nos clols textos. abavés dos sécu­ los. 5). P.ste 0 classifica como um de seus filhos (v. Os judous le v a r a m Paulo diante do Gálio b acusaram-nu de pregar coisas contrárias à lei (judaical (At 18. 2 . A tradi­ ção diz quo esse Gaio posteriormente tor­ nou-se bispo de Tessalónica.C. nas épocas eui que n perseguição se ma­ nifestava. onde participou de om eomplo para ma­ lar o imperador Nero. após inic. foi um dos levitas que se restabeleceram nm Je­ rusalém após o exílio babilónico |i Cr tt. até qxie culminou nurn "ataque unido". uma cidade da Macedónia. . Tornou-se procônsul da Ac aia em 52 d.23. Paulo começara seu trabalho na ci­ dade. na Espanha. pois o apóstolo preocu­ pava-se mais em pregar do que em bali­ zar Paulo não desejava que alguém se sentisse como se lhe "pertencesse”. Paulo liospedou-se em sua casa. ã medida que mais * mais pessoas toma­ vam-se cristãs. era irmão do filósofo Sêneca. de onde escreveu a carta aos irmãos de Roma. o apóstolo os deixou. Provavelmente converleu-se por meio do ministério do apósto­ lo. o líder du sinagoga. pois ». Alguns judeus. pois destacou-se como alguém que anda na verdade. o antagonismo dos judeus crescia cada vez mais. elo e .4 como ura dos que saíram antes rle Paulo de Filipos e foram esperá-lo em Tróade (v. E quase cerlo que se tralava do mesmo per­ sonagem que Paulo balizou. que exibiam tamanha Le <_rislã em tempos de perseguição. foi mn dos levitas que se restabeleceram em Jerusa­ lém após o exílio babdónico (Ne 11. tor­ naram-se exemplos para todos os cristãos. quando levou O dinheiro que havia coletado para os pobres daquela cidade. Provavelmente loi um dos escolhidos polas igrejas locola para acom­ panhai o apóstolo até Jerusalém. Um dos levitas que se resta­ beleceram em Jerusalém após o exílio babilónico | 1 Cr 9.151. isso é bem possível. Homens como este.131. João demons­ tra clarumenie quo o tinha em alta con­ sideração (w 2. elos se tornaram demasiadaruonle "ofensivos'’ à mensagem (Al 18. portan­ to.Se um texto grego variante for adolado. é mencionado em Atos 26. em sua se­ gunda viagem missionária (At 18. Abda. Morreu tempos mais tardo em Roma. 0 talo do apóstolo di­ zer "meu hospedeiro. como Crispo. na residência de Tilo Justo. Derbn é subs­ tituída por Dobem?.6).14). Em 3 João 1. tal batismo foi um talo muito raro. CaiG era um anciáo da igreja para a quai o apóstolo escreveu e um amigo muito querido. No tumuito om Eleso.l6L 3. Foi recomendado por sua hospitalidade para com os outros e ainda é incentivado nesta prática por João. O único desejo do apóstolo era que o nomo du Cristo fosso glorificado. (. Seu descendente. porém.D. Gaio permanece como um exemplo para a igreja.

concernente a assunlos da religião deles.GAMALH1 Gálio. Foi bem-sucedi­ do em seu apelo: os apóstolos foram tra­ zidos do volta.g .34-391Tal dist urso estava totalmente em harmo­ nia com a posição que os grupos farísçrus mais liberais adotar iam.40).34.38. 0 incidenlr: lança nnm luz interessante sobre como o cristianis­ mo era considerado entre os governantes gentios naqueles dias. Da tribo do Levi. Quando Pedro e outros apóstolos fo­ ram presos e levados paru o julgamento (liante do Sinédrio. para fazer dis­ tinção de Gamnliel EL seu neto. GEAZI (Heb. G AZ EZ (Heb.d. não permi­ tia 110 entanto a extensão dessa ordem aos cidadãos de Roma. quando o Tabernácido foS dedicado ao Senhor no deserto (Nm 7. GAREBE» 1 1ri ta. que seria melhor libertá-los GAMUL. 2. uo deserto do Sinai. o apósiolo. Sóstenes. Harã também teve um fillio chamado Gazez (1 Cr 2. p. 3L Filbo de Pedazur e líder da ti Ibo de M anassés na época do cen so dos israelitas.20). os quais Toram guerreiros valoro­ sos que lutaram ao lado dele (2 Sm 23. Foi este mesmo Ga ma liei que teve participarão aliva na educação de Saulo.511. Mais tarde. Nenhuma perseguição [iode desviai1 os seguidores do Cristo de sen maior alvo: ver homens o mulheres libertos para lesus. um dos “trinta" herâis de Davi. e '‘instruído coniorme a ver­ dade da lei”. por isso Gálio náo quis intervir. Fp 3. Era visto como uma facção do judaísmo. veja tambem Gl 1 . p .4n-42|. depois de sua prisão. “Deus é minha recom­ pensa”). Aodebater o Evangel ho de Crista com a multidão em Jerusalém.4fi). GAZÃO. funda­ dor de uma das ram ificações do lãrisaísmo. Seus lide­ rados somavam 32.35.48: Ne 7.53). a proclamar as boas novas de que Jesus é o Cristo fA( 5. entretanto. A enorme conlribuição dedicada por sua tribo foi levada no oitavo dia. pediu que os apóstolos fossem retirados ria saia e então argumentou. losqtiiador de ovelha”). “vale da visão"!. Como n. Gomaliol também foi eurarregado de levar a oferta pacífica. Provavel­ mente era neto do rabino HHlel. 1 Cr 11.d .3. Paulo opelou para suas credenciais como um dos que eram znlosos pela Lei de Deus. aos pés de Gamaliel (Al 22.34. a menos que realmenle fosse algo de Deus (Al 5.200 pessoas1 (Nm 1.10. õ chamado de “Gamaliof a Ancião”. Servo de Eliseu. Os ítritas eram um clã que vivia em QuLrinte-fearim (1 Cr 2. Nn Literatura rabíniea.-presentonte de seu puvo. Seguiram então alegremente seu (rami­ nho. do que persegui-los.14-17). 59J. Harã.23). ora o líder da 22a divisão de sacerdotes designados pelo rei Davi para o serviço no Tabernáculo f I Cr 24. açoitados e libertados. e a espancaram diante do tribunal (Ai 8. 0 fariseu que lomou-se Paulo. pois estava satisfeito om per­ mitiu que ns cortes judaicas tratassem de lais assunlos: não interveio nem mesmo q u a n d o os judeus agarraram seu própria líder. El* também liderou a tribo du Manassés quando os israelitas final­ mente saíram do Sinai e prosseguiram à viagem (Nm 10. 236 . era um fariseu altamente educado e mu mestre respei­ tado. G AM ALI EL (Hob.c. pois l ! nova seita de­ sapareceria rapidamente. em termos pragmáticos. Seus descendentes estavam entro os serviçais do Templo que Tegressaram do exílio blibitónieo com Neomtas [Ed 2. Moza e Gazez eram filhos de Calebe e sua concubina Efã. Embora a lei romana pro­ tegesse o direito dos povos de professa­ rem a própria religião deles. 2 Citado em Atos 5.4-6). Gam aliei lavantau-se.171. 14. é mencionado em três incidentes . não s o envolveu no que considerou uma questão internu en­ tre os judeus.54.

27). depois que Naamã par­ tiu. Filho de Uri. com a inten­ ção de tirar algum proveito da siiuaçãn. pois continuou o servir a Eliseu. Um rios filhos de JedulUm.c . O servo do profeta relatora o acontecimento fiel­ mente e mostrou ao rei o menino que fora restaurado á vida: Jeorão deu ordens para que a mulher recebesse de volla todos os seus bons. que ministrava no Tabernáculo (1 Gr 25. Geazi provavelmente percebííu isso. (3 primeiro é relacionado com a visita do profeta Elisou à cidade di Suném. mesmo quan­ do Eliseu estava ausente. mentiu no­ vamente. 237 . por intermédio de Goazi. onde Deus operou o milagre e o menino res­ suscitou. e de Qgue. En­ viou seu servo (Geazi) à casa dela com a instrução dft colocar o cajado na rosto do menino. O segundo incidente envolveu a cura de Naamã. rei de Basã". músicos e componentes do coral. Geazi correu atrás dele.18*37).3. Era intendente na região do G ileade "a terra de Síorn. não somen­ te ua maneira como ele descobriu sou pe­ cado. pois disse-llhe que o homem de Deus precisava de algum dinheiro para ajudar dois jovens protelai». JedulUm. A ambição de Geazi íoi casl igada imediatamente. Geazi mentiu para Naamã.1-0. A criança não se recuperou e por isso Eliseu loi até l a p e s s o a l m e n t e . por causa do impado uegativo que causaria uo niinistério de Eliseu e ao nome do Senhor entre os estrongeiros. rei dos amoireus. Eliseu dis­ sera à mulher sunamila que deixasse o pais. Naamã e seu povo saberiam Tapitlamente da história: 0 profeta seria acusa­ do rle cobiça e eles ebegariám a conclu­ são de que o lãvoi do Senhor às vezes é Com prado. mas Eliseu de­ monstrou amor e compaixão por ela.10). A terceira menção do nome de Geazi encontra-se ern 2 Reis 8. Eliseu então prometeu que ela te­ ria um lifllrfi. mais tarde. entretanto. Geazi tcmtou afastá-la. Veia lambém Bcn-Hur GEDALIAS (Heb. pois não compreendeu a atitude de seu senhor Eliseu.S narrados om 2 Reis 4 a 8. para recuperar suas propriedades. Ao que parece. Geazi era um seivo obediente e bem disposto. pois haveria sete anos de fome na região. 0 profeta quis componsãla pela generosidade e hospitalidade de­ monstradas. âl. O profeta recusou o pre­ sente. descobriu quo aquela senhora não tinhu filho. o que realmente aconteceu no ano seguinte. a qual satra de Naamã recaiu sobre ele (2 Rs 5. Ge dali a> era o líder do segundo grupo de levitas. era um dos doze governadores distritais do rei Salomão ( I Rs 4. quando Eliseu lhe perguntou onde Linha ido. quan­ do Naamã lhe deu a sacola com pTutu e os duas peças do roupas. O castigo de Geazi foi que a lepra. estavam sob a super­ visão direita do rei. a mãe. O proleta disse a Geazi que seu espirito estivera com ele. cheia de desgosto. Q u a n d o voltaram. A soberania de Deus nos eventos da vida de Eliseu e na das pessoas com quem convivera é vista repetidamente. onde conheceu uma mulher rica. procurou o profeta e lauÇOu-se aos seus pés (2 Rs 4. qué insistim em hospedá-los e alimentá-los. GEBER. O tex­ to chama a atenção para o fato de que era o único governador daquela imensa re­ gião. Na chegada. Algum tempo depois o menino Eicon doente e morreu. descol iriu que Geazi contava ao rei sobre as proe­ zas dn Eliseu e ouviu justamente o episó­ dio da ressurri ição do filho dela.GEDALLA. mas também no modo como o Se­ nhor cuidou dn sunamila.d. listado entre os levitas que loram separados para 0 ministério da profecia e da música du­ rante o reinado de Davi. a rica mulher procurou feorâo. jnnto com Àsafe n l íomã. Apesar do seu desejo excessivo de proteger seu senhor. Geazi apren­ dera a lição. Este general ofereceu uma recom­ pensa a Eliseu. "o Senhor é grande"). o comandante do exército sírio. h . E l a foi com a família p a i a a terra dos filisleus. 1.

Deus novamente levan­ xara pura Irás somente o povo mu is po­ tou um líder do próprio povo para govBrnar Judá. quando os israelitas esta­ vam no deserto de Harã [Nm 13. encontrasse um 11 Cr 8. ern filho de Pnninil para ir e matar o filho de Nelonias antes do ataque.2) fie se di­ juntaxam-so a ele em sua base em Mispa.1H.31: 9. ret dos am onitas. ma* foi impedido por Gedalias. 40. 3.14). enquan­ um lugar.18.1. ft\i de Zabdiel. assim. reprosoofinitivamente o final da permanência de tanto da tribo de Dã Ele foi um dos doze qualquer Lídnr judeu na terra de Judá. vorciarem ilas esposas estrangeiras (Ed alguns quilómetros a noroeste de Jerusa­ 10. de Ismael tor sangue real (2 Rs 25. é GEDOR. desse matá-lo. Pai do espião Amiel. Esta­ çoados. feta íoi entregue aos cuidados fie Gedalias Muitos homens de Judá haviam-se rasa­ do com mulheres de outras tribos e mes­ Ijr . esse nome talvez se refira a junto u)m vários outros oficiais.19. E bstado na genealogia c úmpllce preparado em alguém que fora que vai rle Benjamim ao rei Saul desprezado pelos caldeus.14: 40. Joanâ pediu 2. pacto r. filho de ceram em Jerusal&B depois do exílio Notanias.6). Gedalias incentivou o povo a rajou os moradores da cidade a aceitarem acoitar o bom relacionamento com os a invasão da Babilónia. foi nomeado gover­ 40.GEDOLÍM 2. Descendente rle Jesua. eles e nada mais se sabe sobre o que lhes depois da destruição de Jerusalém em 587 aconteceu. temendo as represá­ lias por parte dos raldeus.7)..12). que náo seria de gran­ de proveito na Caldeia (Jr 39. l ilho dente sobre 128 homens que se estabele­ de Careá. mandara Ism ael. lém.i7|. o qual enco­ caldeus. ora um dos Ui leres governador.J8. porém. loi a mensa­ GE DO LI M. o Egito. b descendente de Hm ( 1 Cr 4. 42 e 43J. era provável que o rei rlasamonilíis. Gedalias era um homem generoso e 5. lhe transmitiu.4. to faziam uma refeição. se aceitassem as ordens dos va entre os homens que ouviram os pro­ nunciamentos de Jeremias. O rei ila Babilónia dei­ exílio babilónico. para assassina-lo. Avô do profeta Sofonias (Sf 1.om o Spnhor |Ed 10. Filho <le Aicão. Fizeram então um que Gedalias fora nomeado governador. loi incapaz da acreditar que alguém pu­ MIC. O resultado desse assassinato foi de­ GEMALI. depois do do Jerusalém fosse tomada e. e não uma pessoa. O profeta foi com nador de luda pelo rei Nabucodonosor. Essa. Filho de Plasur.1). conlra a vontade de Jeremias Ur 238 . bre e sem profissão. Liedalias demonstrou ser um bom 4. Como. o pro­ regresso da Babilónia paru Jerusalém. superinlengem que o oficial do exército Joanâ. GedaliuS achou dominadores.22). Em virtude babdònico (Nu H. 18). Da tribo de Benjamim. Quando os oficiais do exército que conseguiram fugir ouviram mo de outras nações.25). Baalis. 1.18.8-12J o profela fosse morlo (|r . Jr 4CI. Da tribo de Judá. com seus nm doE filhos de Jeiel e sua esposa Maaca sonhos de expansão. Os homens enviados por Moisés a Canaã aliados de Gedalias.19). Socó e Zanoa.5. liimbém reuniu os quo es­ que tais pronunciamentos eram um alo tavam dispersos ti os encorajou a se esta­ belecer e voltar a cuidar da terra e das de traição e por isso fez de tudo paia que lavouras (2 Rs 25. no versículo 18 é listado junto com o qual mais tarde foi morto por Ismael. Seguindo as repetidas decla­ em Jerusalém nos últimos dias antes da rações de Jeremias de que seriam aben­ cidade ser destruiria pelos caldeus. fugiram para para espia-la. Somente depois rio retorno do a C. (2 Re 25. estava entre Ordenou ao seu com andante Nebuos sacerdotes que se uniram a Esdras e zoradão que cuidasse de Jeremias quan­ ao povo uo arrependimento. porém. 4).13-41.

Ml caías. Daquela posição. Quando finalmente as profecias foram lidus diante de Jooiuquim. A longevidade dos patriarcas antediluvianos deixa muitas pessoas.nnos enlre um período histórico e outro. (iv) mostrar os padrões da atividade de Deus na história humana: e (v) distinguir os verdadeiros judeus doS gentios. por meio de Sete. p. no palácio real (Jr 36. a diminuição da expectativa do vida através do tempo provavelmente indica os efeitos crescentes da qpeda As principais listas genealogias do Antigo Testamento i n d u R m os descendentes li) de Caim e o desenvolvimento tecnológico associado a muitos deles iGa 4. (lii) de Noé |Gn IU. respectiva­ mente. esle reagiu cuma fora previsto. escondessem . Filbo de Hllquias.3fi|: (vi) de Nflor. O filho de Gemarias. os oficiais sugeriram que Jerem ias e Baruque se.11).GENEALOGIAS BÍBLICAS GEMARIAS (Heb. mas que ouvisse a mensagem. depois que boa par­ te do povo fora para a Babilónia. mas. Quando leremias escrevi-u uma carta profética p:ira os anciãos e os sacerdotes que estavam na Babilónia. u fim de destacar Abraão e preparar o caminho para n fnmilia particuJar que Deus chamaria para receber sua aliança e suus hnnçãos ÍGn 1 1 10-32): (vj de Ló. para traçar u herança patriarcal através do filho mais piedoso de Adio (Gn 5. Os ancestrais eram normalmente traçados a partir dos membros do sexo mas­ culina na arvore genealógica da lamiiia. 1. frequentemente chamado de Tabela das Nações. As palavras traduzidas como “fi­ lho” e “pai” podem muitas vezes significar ‘•descendente” « "ancestral”. escolheu LI asa e Gemarias para a levarem aos exiladas | | r 29. e atirou tudo uo fogo. (iii) preencher as lQi. ê até modesta. “no atrío superior. ouviu as palavras do Senhor contidas uo rolo e foi contar aos oficiais da corte. Gmiarias esteva presente r disse no roi quR não o queiinassn. na realidade.37. An invés disso.perplexas em nossos dias. pnls o repovoíimenlu da Terra começou por meio dos três filhos de Noé): (iv) de Som. Sua sala ficava num lugar privilegiado.. quando comparada com os paralelos mesopotâmicos. Filho de Safa. Durante a leilura.3).3-22). o secretário. É comum que nomes de pessoas relativamnnm som importância sejam deixados fora de tais listas. Sabe­ dores de que tais palavras de julgamento provenientes do Senhor náo seriam aceiLas pelo rei.n. folha por folha. à entrada da Porta Nova da casa do Senhor" (Jr 36-10). GENEALOGIAS BÍBLICAS As Escrituras apresentam repetidamente as lislas dos ancestrais e descendentes de vários personagens judeu* Essas genealogias servem para propósitos variados: (i) mosimr a sueossào hereditária de certa Lribo. leoiaquim deu ordens para que leremias e Baruque Fossem presos.3 7*221: fii) de Adão. diante de Nabucodonosor. para mostrar a origem dos monbitas e amonitas (Gn 19. Baruque decidiu ler naquela sala as profecias sobre o juízo do Deus que | em mi as Lbn dera. para que todo n povo ouvisse. Gemarias era um dos pou­ cos oficiais que estavam dispostos a ouvir o que Deus tinlm a dizni r obedecer às re­ comendações do prnfeta fJr 36 19-26) 2. to­ mou o rolo de JeudL que lia o lexto. corlou-o. "o Senhor tem cum­ prido”). a inclusão dn nomes do mulheres geralmente servia para algum propósito especial. irmão de 239 . podia dirigisse a Iodas as pessoas que en­ travam no "Ra»pio. esteve em Jerusalém com Jeremias. servindo assim para legitimar reivindi­ cações de herança ou de uma função em particular: (ii) demnnstrar a bênção ou o juízo de Deus sobre uma família em particular.r. para qun as gnnnalogius sejam organizadas sistematicamente. Agiu como emissário dn roi Zpdequias. Era um dos oficiais du corte de Judá.

entre Adáo e Saul.au Maria. Lucas 3. a esposa posterior. Nm 26. (ix) d e Jacõ. lideres tribais (1 Cr 27. Para Israel. em três grupos de 14 gerações. enquanto Lucas o laz através de Maria. para enfatizara pureza racial através dos lempos pos-exilicos e demonstrar a graça e a soberania da eleição do Dous (1 Cr 1 a 9). (xi) vários levitai. ou então que Matous traça a descendência a partir de José. acarretava cnstigo e repreensão.16: Lc 3.-41. por rneio <le Quetura. israelitas repatriados no tempo de Neemias e Esdras (No 7. As discrepância» entre os nomes das duas listas geralmente são atribindas à suposição de que Mateus preserva a linha­ gem legal de Jesus e Lucas.sig­ nifica simplesmente ‘ pagão". junto com os descendentes de cada um dos seus doze filhos (Gn 46. a fim de apresentar Cristo como lilho de D a v i e restaurador das e s p e ­ ranças que foram destruídas no tempo da deportação para a Babilónia. Também é a rnaneira de reierirse a todos os que uão sáo israelitas e. Ambas as geneulogias implicam a concepção virginal de Jesus (Ml 1.25-31). os quais por meio das genealogias validaram seu direito de oficiar o culto de adoração. 240 .5-24). por exem­ plo. para mostrar a origem dos outros povos do Oriente Médio. No AT. ns registros militares dos israelitas no deserto fNrn 1.23). embora náo se tratando essencialmente de genealogias. Is 4.23-37 começa com lesus e retrocede até Adão e finalmente alé Deus. durante u período do reinado de Davi (1 Cr 15.562). Raabe. muitas vezes incluíam referências aos ancestrais de certas pessoas. Rute e a esposa de Urias. os que ajudaram na reconstrução dos muros de Jerusalém (Me 3J. losias (2 Cr 34. |viii| de ísmael.24). Os profetas faziam pa­ ralelos com esse quadro As vezes. Ezequias (2 Cr 29 12-141. o quinto nome do mulher na lista.7-63). “povo'* ou “nação’’.1. h tini de chamar particular atenção para a fundação dàs doze tribos de Israel. C. G E N T I O S . as quais.12-18).16-22). Lislas semelhantes. oficiais administrativos (I Cr 27. alem dos israelitas (Gu 25.241: (viil de Abraão.13) o Zorobabel (Ne 12.8-27: cf. quando isso ocorria. pela mesma razão e para ilustrar como diferentes nações se origi­ naram dn Abraão (Gn 25.5-16). paia eufatizar o alcance unj versai da missão do Messias. como. através do cada uma das quatro mulhe­ res. os que assinaram 0 pacto de dedicação ao Senhor Deus de Israel fNe 10. Quatro mulhe­ res figuram de forma significativa na lista: Tamar. era proibido qualquer envolvimento com a religião dos gentios e.8-39). No AT. Matous enfatiza que Cristo tinha todas us creden­ ciais judaicas apropriadas paru s o r o Messias e Rei. predi­ ziam julzu severo sobre as nações. as­ sim. esposa de Abraão (Gn 22.14-19). as relações com os genti­ os às vezes eram hostis Ide acordo com os residentes em Canaã Èx 34. Todas eram gentias e cada uma delas foi mencionada provavelmente devido à suspei­ ta de terem gerado filhos ilegítimos A mesma suspeita cerc.10-16.20.12-14: 34 . torna-so um termo que designa “os de fora". os que se casaram com mulheres estran­ geiras (Ed 10 18-43). a mãe de lesus.GENTIOS Abraão. ou amigáveis (como na história de Rutet. é mui­ tas vezes traduzido como "gentio’' e .1-27J e os que passaram a residirem Jerusalém INe 11.1-24). ambas relaciona­ das com Jesus.M 4 I. os heróis de Davi (2 Sm 23. para enlalizar a esterilidade de Sara. Mateus 1.1-17 traça sua linhagem a partir de Abraão. Duas genealogias significativas aparecem no Novo Testamento.B. por cansa da idolatria (Is 17. mas que veio paro salvar lambém os pãrias. o pui udotivo rle Cristo. sua linbagBm biológica. Esto uonroito aparece frequenlomenle ná Blhlia. |x) uma lista detalhada de pessoas. o íilho de Abraão coin Hagor.12.

Além disso.2527).17). para mostrar a abrangénçia do Evangelho. rei dos moabitas.13. Dessa maneira.29).47). 11. Este nome loraou-se o lílulo de um clã dos benjamitas (Gn 40.1. é chamado para gov. quando esle vocábulo é usado dessa maneira. Al 10. 32. IB). G E N U B A T E . Se os gentios fa­ zem. é como exemplo negativo ou uma observa­ ção de que tuJ comportamento não é co­ mum nem recomendável.11-32). Simei 241 . foi criado como membro da casa real do Egi­ lo (1 Rs 11.10 e 20). Paulo íoi um apósto­ lo chamado especilicameule para induir os gentios em seu ministério (At 13. 1. também da tribo de Benjamim. 1-4).35. os gentios têm acesso á presença de lesus enlre eles (Cl 1. como o Messias. i 5. por meio de Jesus.5). Km 1. foi dada a 1Iadade em casamento. «ia mesma maneira que no A. Pai de Simei. onde conquistou a simpatia do Faraó.6). 4. os gentios ilus­ tram a reconciliação que Jesus traz a cri­ ação. a promessa que o Senhor fez a Abraão. 3. Na verdade.lfl. a quebra dos obstáculos culturais e a ação a qual Lucas «oustantemeule se refere em Atos. tâ.7. esle vocábulo rafere-se aos não israelitas.15 cito com reforêut ia ao mir nistérki du Jesus. Joabe.4<>48. A irmã de Tofnes.28. algo. No NT. comandante do exército de Davi. esposa rio monarca egípcio. do mes­ mo clã qup.GERA enquanto anunciavam lambém a esperan­ ça de que um dia as nações partíeipariam da adoração ao Senhor (Is z. da região de Baurim. como um lermo de coutrasle.27) e igualmente são herdeiros du provisão de Deus para a salvação (Ef 3. Comélio é uma figura que ilustra o relacionamento dos gentios com Deus (Al 10 e 11). Cristo. As vezes» também os gentios se unlrnm aos judeus em oposição ã Igreja IAl 14. Assim. Lc 18.laramonte inclui Iodas as nações |Ml 28. 13. 2. a ma­ neira como a Igreja trata da incorporação dos judou> e geulios na nova comunida­ de que Cristo Linha formado (Al 15. Genubale foi o filho deste casamento. O lermo pode ler também a força de designar alguém que não faz parte da Igreja (Ml 18.12). Hadade. 1 Tm 2.7-12). Pai de Eúde. 28. 18. Assim Deus n lanlo o Senhor dos judeus como dos gentios ( R ed 3.6.19. a família do rei Saul.eruar as nações e ministrar a elas (I<m 15. Filho de Hadade.15). mas iguais em Cristo (Ef 2 11-22). Assim. GJ l.7. da tribo de Benjamim (Jz 3.21. o ter­ mo traduzido coma “gentio" pode tam­ bém ser ( empreendido uomo “nação" Em gerai.b .32. GERA.1). conseguiu fugir para o Egito. é nmn maneira de dizer que o mundo realiza aquiJo lambém JMt 5-47. não são mais estrangeiros.301 .23. 20. Até mesmo predisseram a lulura honra da Galiléia dos gentios (ls 9. o conceito lambém tem uma ampla utilização. Frequente­ mente é usado como um lermo de confruste étnico o cultural. Esse centurião e apresentado como a pessoa escolhida pura revelai a verdade de quo o Senhor agora alcança pessoas de todas as nações e que as bar­ reiras étnicas loram derrubadas. um texto quo Mateus 4. de que ele seria pai de muitas nações. porém. destruiu quase todos os homens de Edom. Lt 1 2 . a inclusão dos povos torna-se o meio pelo qual Deus fará com que Israel fique com ciúmes e seju trazido dn volta à bênção (Rm 11. Como tais. é usado de maneira positiva. At 4. ainda muito jovem. Assim. Muilas vezes.17). Ao Irazer a salvação aos gentios. libertou Isruel da opressão de Eglom. 22. Às vezes relere-se a uma região que não iaz parle de Israel (Ml 4. o edomila. ij. Em muitos casos. ou soja.11.5.21). Assim. 6. 6 cumprida (Rm 4. Deus levou sua mensagem até os confins da Terra lAt 13.T.45j. O quarto dos dez IlLbos de Benjamim. As vezes descreve os que aiudaram na exe­ cução de fesus ou opuseram-se ao seu ministério (Ml 20. um dos libertadores e juizes le­ vantados por Deus. que i.

Naquela ocasião. desListados em Génesis 10. Josué.20).3. 26. 6).16. quando c» rei organizou 19. Um dos lideres das famílias que GESÉM. veram envolvidas ua purificação do Tem­ 1 Cr 23. ele ajudou a le­ Absalão.ei. Os melhores das Iribos de Aser. regressaram pura jeriisalnm com Esdras.17).3. no texto de 1 Cró­ meia iribo de Manassés. era chefe dos dente de Judá e Calebe (1 Cr 2. i Cr 6.17. Seu filbo chamava-se plo.16.coaLilase meraritas 11 Cr 23. no tempo de Davi. os gersonitas.8). junto 242 . Posteriormente. Quando o U^abaiho foi concluído.17. lssacar. esle tencionava reconstruir os muros de 3. 26.5). “exilado").49].36). conforme fora GÉTER. Asaie foi um dos gersonitas mais famo­ sos. r>tc. Gesém acusou os judeus de esta­ (libmilas) e Simei (Hímeflas) IÊ\ fi. n qual havia caído num estado de Jõuntas e tamon-so sacerdote idólatra dos lotai decadência (2 Cr 29.6). não fazem distinção entre os gersonilas lambém tinham respousabiiifilhos do próprio Sem e os de Arã.630 homens entro os GIBAR fHeb. e por Eleazar. p Sambalate envriaram uma mensagem a Nm 3. Como levilas. que disse: "Peregri­ de. os nicas 1. Êx 6.2). Naflali e da manuscritos hebraicos. o qual. musical (1 Cr 16. mencionado em I Crónicas em suas divisões p rin cip ais.22. quando seus membros eslino sou em lerra estranha" IÊx 2.5. Gesém eram Coate e Merari (Gn 46. Para mais detalhes. Benjamim. pedindo para encontrar-se com do <lã dos gersonltaU.23 e 1 Crónicas cendunles de Levi. 1M. prometido por Moisés. Foi o lundador Neemias. os levitas foram 4. rependido dessa atitude (2 Sto 10 5. tecebeu é mencionada alé mesmo bem mais laresle nome de seu pai. Ará era filho de Sem. "herói").4.).6 ruem ii im a divisão da lerra de Caiirtã fella por negou a acusação (Ne 2. O homiiim de Deus. o sa­ cerdote.57: I Gr 6.24) 2 . pois era o responsável pela parte GÉRSON (Heb. GIBEÁ. receberam 18 cidades 1. . depois do exibo babilónico. limão de Eliezer.30) Um dos descendentes de Gérson toi Sebuel. nagem mencionado uo v. seus irmãos Jerusalém. dos gersonítas. A família continuou 1» Um rios filhos de Moisés cum sua no serviço do Templo por muitos anos e esposa Zfporã.1. O culto no Tabernáculo.11. Haviu 2. tesouros do rei Davi (1 Cr 23.24-28). assim como GESÃ. dades uo Tabernáculo (a lenda da con­ gregação). veja Sumhalnte. mas Neemias 3. filho de Num. Um dos fillios de Iodai e descen­ os descendentes de EUe/.17. Junto com Sambolate e Tbbías.19. 7. 1 Rs 2.12). 2.15. Um dos filhos de Bala e nêto de divididos em grupos que correspondiam. quando esle tugia de com mais 130 homens. 6-1. porém. 95 d e seus des­ que ajudavam a carregar os muitos tipos cen d en tes regressaram do exílio de cortin as que p erten ciam ao babilónico para |uda com Neemias e Tabernáculo e t uidavam ‘‘de iodos os Zorobabel (Ed 2. utensílios usados no seu serviço" (Nm 4. Um dos quabo filhos de Arã. Provavelmente é o mesmo perso­ gersonilas. nos d ias do aviva men lo lio reinado de Ezequias. remisourança de seus próprios filhos: Libni se a ir. Um dos netos de Calebe e sua Joel era O líder do coutingente de sa­ concubina Maaca: era da tribo de ludá e cerdotes e levitas que laziam parle do1 clã seu pai chamava-se Seva (1 Cr 2. danitns (Jã 18. do exílio babilónico Era descendente rle zombou de Neemias quando ouviu que Finéiui (Etl 8. quo incluiu a Lide­ eles. aos 8.16. 17: Nm rem Iramando uma revolta. Um dos filhos de Levi.GERSON amaldiçoou Davi. embora mais tarde tenha-se ar­ var a Arca da Abanca para Jerusalém.47).21. Josué 2 1.

a qual ele recu­ sou. Assim. G I D E Ã O (Heb "batedor. o qual Deus usou po­ derosamente dm/ido a sua fé.24). Em resposta à vitória conquistada por Gideão. no i|unl o abominável nome do Baai foi substituído pela palavra “vwgonha:’. Gideão é descrito como um homem tím id o r bimiilde. . 29). esse evento teve um profundo impacto na vida de Gideão. sob a Uderança de Moisés. por esse mo­ tivo. o qual tomou parte nas festividades da dedicação dos muros de Je r u s a lé m Lide­ radas por Neemias (No 12. c o m 300 guorrenoa que t o c a v a m trombe­ tas o carregavam tochas acesas na outra mão. Gideão tornou-se juiz em Israel e li­ vrou o povo da opressão dos midianítas. Era o filho mais novo de |oás. o qual foi dedi­ cado ao Senhor. o vidente do rei U Gr 25. um bando de saqueadores quo vinharn do desorto oriental (Jz fi. Deus permitiu que fossem atacados pelos bandos de saqueadores midianitas por sele anos. e depois coustrun outro em sou lugai. Os inimigos fitaram Ião desorienlados que começaram a matar uns aos outros e então lugiram aterrorizados.22.581. dii tribo dn Manassés.cujo nome significa “que Baal con­ tenda" OU "que Baai lute". Ne 7. Gideão estabeleceu unia vitória dedsiva sobre os midianitas.47. que decidiram matá-lo. como um exemplo do Inramcnlu divino som a ajuda do homem |cf. 2.23) Aceitou. Gideão fez uma estola sa­ cerdotal (o propósito é incerto — prova­ velmente fiara exercer funções sacerdo­ tais ou uma imagem de YahwehI n a co­ locou em sua própria cicíade. Essa vitória posteriormente adquiriu uma con­ dição proverbial. O povo clamou r u i deses­ pero ao Senhor. 243 . du­ rante a peregrinação ua d e s e rto . e vivia um Cifra.49) 2. Urn dos descendentes de Asaíe. listado entre oti que foram separados piira o ministério du profecia e da musica du­ rante o reinado de Davi. Servo de Salomão. Perma­ neceu como chefe de sua tribo durante vários eventos importantes. Seus descendentes estavam en tre os se rv iça is do Tfemplo que retornaram do exílio babilónico rom Meemias (Ed 2. Uni dos parentes de Zacarias.GELALAI GIDALTI. GIDEONI.60. etc. Também chamado de JerubaaJ (Jz 6. Dt 17.Sua primei­ ra comissão loi derrubar o poste-idolo de seu pai p o altar de Baal. líder dos benjamitas es­ colhidos para ajudar no recenseamento de Israel. ko. contudo. Um dos líderes da tribo de Benjamim e pai de Alúdã (Nm 111. os Israelitas lhe ofere­ ceram a oportunidade de iniciar uma monarquia beredilána. ao re­ cusar ser feito rei. durante a n o i t o . alguns brin­ cos de ouro como espólio da batalha.I». Posteriormen­ te. 1 .4. Os Israelitas tinham-se desviada do Senhor e adoravam a Baal. embora Gideão obedecesse a Lei. quuudu disse: ‘‘Não doininarRi sobre vós.36).27). o Senhor sobrr^ vós ilominnr. e Iuru be sele 12 Sm 11. GIDEL.17). Gidoão obedeceu e suu atitude enfureceu os homens da cidade. Encontrase com outros grandes heróis da fé em Hebreus 11. conforme indica o nome Jerubaal ou "Baal comenda".w. GILAL Al.56: Ne 7. pedindo ajuda.21).32. da obscura família de Abiezer. Com o ouro. nem tampouco meu filho dominará sobre vós. o Dous levantou Gideão cotno libertador Ele loi chamado enquanto malhava o trigo paru escondê*los dos fuidianilas. A estola tempos mais tarde tornou-se uma fonte de idolatria para Gideão e sua casa (Jz 0. o raciocí­ nio rapido de |oãs salvou a vida de seu filho.35).V’ (Jz 8.65. Veja Abidn. ls 9-4). lenhador”). tomou o ouro ofereci­ do o agiu como monarca (cf. cujos descen­ dentes retomaram do exílio babilónico com Nnemias |Ed 2. Era filho de Hemá. 7.l a 8. 10. por ter cometido tal afronta contra o deus deles.32. Aparentemente.

que apa­ rece hf>m uo rnfiio de uma genealogia.29) 244 . a fim de que rião recebesse nenhuma herança do pai. uma divindade babilónica. a sua mãn ora uma proStituta" (| / . Nos úl­ timos dias todo o poder e a glória do Senhor serão vistos tanto por Israel (que será trazido de volta do exílio por Dous) como por todas as noções ao redor.4j. Gogue estiver d ponto de atacar Israel. Este liderava a faoçáo mais forte e por isso tornou-se rei. Surgirão grandes aba­ los sísmicos. Pai de Jefté. O contexto. uma das qUais apoiou Tihni e o outra seguiu Onri. Haverá uma última tentativa desesjjerada de destruir Israel. que lez uma bre­ ve tentativa para tornar-se rei de Israol. em razão de sua famiiia viver em Gileade. Israol di­ vidiu-se em duas facções. GINATE. A mensagem de Deus. "banco de roc. Os filhos de Giloadi! c:om sua esposa legitima mais tarde expulsaram Jeilé de casa. O lato de elo lambém soí descrito como giloadilfl (ou soja. A distribuição dessa lerra é registrada em losué 17. Essas tropas saquearão e pilharão cada nação em . entretanto.22. Embora Ezequiel provavelmente tivesse um líder em par­ ticular em mente. mas fracassará. LTm dos sacerdotes que retornaram do exílio com Zorobabel. eulretanto. pois eu derramarei o meu Espírito sobre a casa do Israel. fogo e enxofre farei cair sobre ele. por meio do profe­ ta Ezequiel para aquela geração vindou­ ra.22).GILEADE GILEADE (Heb.6. grandes pedras de saraiva. Um dos sacerdotes que se­ laram o ponto feito pelo povo tle adorar ao Senhor e obedecer às suas Leis fNe 10. porém. um dos juízos de Lirael: "O seu pai ura Giileade. possa se considerar outro patronímico. com Cuga. e me darei a conhecer aos ollios de­ limitas nações.21-23).21.6).bas") 1 Neto dt? Manassés e filho de. Seu nome Foi dado a uma região a leste do rio Jurdáo. o co­ mandante militar. 11 JJ. Descendente de Joel e filho de Semaias. como juízo total o devastador so­ bre o povo liderado por Gogue.14-16). vivia ao região de Gileado) tem levado algun> teólogos a questionar se Gileade era realmente um nome ou simplesmente um patronímico. 2. segundo a profecia. 3. o próprio Deus intervirá.sobre os muitos povos que estiverem com ele. o significado está não lanlõ na pessoa. Enláo saberão que eu sou o Senhor" (Ez 38. G ISPA . enquanlo Tibni foi morto (1 Rs 16.teu caminha. as quais o profeta previu que atacarão Israel durante a Grande Tribu­ lação (vv. irmãos lutarão contra ir­ mãos. mas no falo de que nos últimos dias o Dous soberano destruirá todos os inimigos do suu povo. e com varias outras figurus. Assim ou mo engrandecerei e me santilicarei. Pai de Tibni. depois do retorno do exílio babilónico INe 11. Príncipe e chefe de Meseque Tubal. Quando. contra o qual Ezoquiol profetizou (Ez 38 e 39). toTna essa possibilidade mais improvável (i Cr 5. O contexto do nome. roi da Lídia. 2 . sugere que real­ mente trala-se de um nomo próprio. ''Contenderei com ele por meio da peste e do sangue: chuva inundante. diz o Senhor Deus" (Ez 39. 1. é: "lá não esconderei deles a minha face. Gogue é identificado poi alguns te­ ólogos como Giges. 1 . 14 ss).Maquir. da tribo do Rúbeu (1 Cr 5. 2. Novamente é possível que. Mesulão era o líder dessa famiiia sacerdotal nos dias do rei Joiaquiin (Ne 12. logo depois da nuirte de Zinri. nu região de Gileade. GOGUE. Elo e Zia eram os líderes dos ser­ viçais do Templo que viviam nas colinas de Ofel. Ru dfi Jaroa e filho de Micael. era um gudíta quo vivia em Basá. tor­ nou-se o lídoj do clã dos gileadilus (Nm 26.29.1: 1 Cr 2. sobre as suas tropas o . 16).21).4. Reinará na terra de Magogue « será líder das tropas do extremo norle (Ez 38. GIN ETO M. 27.30.1.23).

245 .GO LIAS 3. pegou cinco pe­ de “guerreiro. Depois da profecia de Ezequiel. “incircuriciso filisteu" que desafiava “os "Gògue e Magogue" tomaram-se nomes exércitos do Deus vivo" 11 Sm 17. pois do Senhor é a guerra. mas in­ lutou e que «le matou com apenas uma sistiu nm que Davi vestisse a armadura. Davi tirou aquela reinado de Saul 11 Sm 17). porém.7-10 descre­ te dr) rei.40). Ouviu o desafio e perguntou o que Golias com a próprie espada do gigante significava aquilo e quem tomaria uma Os filisteus foram perseguidos e derrota­ providência ou laria algo. O mais impressionante. dos pelos israelitas.5-71. ia até o vale e gritava a garia Golias om suas mãos. Desafios des­ com lança. f. apresentou-se como voluntário destruir o povo de Deus no término do pára aceitar o desafio. Golias foi morto com uma pedra. 0 textn descre­ aças contra 0 filho de lessé. argumento do filho de fessé era que u Senhor estaria com ele. Sua altura ê re­ dras lisas em um córrego e saiu para en­ gistrada como de “seis oôvados e um pal­ frentar Golias com sua funda r as pedras mo” (cerca de três metros. les dias. Naquela vem franzino enfrentar o gigante Golias batalha. que atingiu o gigante bem na lesta. os Deus — os israelitas lambém pois Davi filisleus se submeteriam aos hebreus. Levaram-no dian­ reino milenar. alistados uo exército de Is­ O filho do [essé então cortou a cabeça do rael. ganhasse. Se continuou: "Saberá toda esta congregação Golias. que achou a idéia daquele jo­ ve a derrota Final de Salanâs. de Gale'1 . na Última parle do qual era muito grande. Depois dessa vitória Saul e seus soldados estavam Iodos ame­ a reputação de Davi loi estabelecida.c. como pastor das ovelhas de seu tam aquelas tropas que se colocam con­ pai. Se alguém filisteus aprenderiam sobro o poder de conseguisse vencê-lo em combate. au entanto. repre­ que o ajudara antes. Apocalipse 20. Gogue e Magogue represen­ ragem. todos os que foram maus e luta­ um verdadeiro absurdo Davi mencionou ram contra 09 eleitos também serão fatos om sua vida quo mostraram sua co­ destruídos.26). pois lora Deus GOLIAS. no tra a reino de Cristo.D. não com espada. Era chamado indumentária de queira. bastante usado nas batalhas naque­ 17-17). irmãos dele. Todos os dias Golias saiu do rael" (1 Sm 17. e laJvez terem mandado um garoto para enfrentáfosse d escen d en te dos refains ou lo e começou a lançar impropérios e ame­ enaquins (veia Annqup). O Senhor é que entre­ meio das tropas. os israelitas que o Senhor salva. nem se tornariam vassalos deles. Na verdade.25.. e drontados diante do desafio de Golias. sentante dos filisteus. A resposta ve o peso de si ia armadura em detalha? e do Davi foi de grande significado o ser­ diz que sua longa “era como o eixo de um viu como um sinal do tipo de rei que ole tear". contra quem Davi Saul finalmente concordou. O a inedída dr: um côvado). de acordo rom n:m seu allbrje de pastor ( I Sm 17. quanto Golias vinha contra ele com es­ Os exércitos de Israel e dos filisteus pada e lança. Um gigtmte guerreiro. Provável mente guerreiro filisteu sentiu-se ofendido por era contralado pelos filisteus. 0 se tipo representavam um método co­ ole vos entregará nas nossas mãos" (1 Sm mum. o Deus dos exércitos de Is­ vaie de Elã. en­ ra e a força do gigante 11 Sm 17. Argumentou que. ele ia “no nome do Senhor estavarn posicionados freule a frente no dos exércitos.. mos não só os fim de desafiar os israelilus. logo depois o rei Saul começou a vè-lo Davi ficou horrorizado por conhecer um como uma ameaça ( I Sm 18). para enfatizar ainda mais u eslaluum dia se tornaria. sim bólicos para todos os quo tentarão Assim.4= > | . a pedra em uma funda. ati­ Davi chegou ao campo de batalha en­ rada com força e extrema pontaria por viado por seu pai para levar comida aos Davi.

3. íoi a raiva e o ciúme de Saul para com o su­ cesso do filho de fesse que causaram a vinda de “um nspíritu maligno da pnrte de Deus” sobre elu (1 Sm 18-10). 3. O filho de lessé tiulia muila confi­ ança no Todo-poderoso e sabia que podia aceitar o desafio du filisteu “incbcunciso". É men­ cionado novamente em Ezequiel 30. Posteriormente. A * história de Oséias é profundamen­ te triste: ele tinha uma esposa a quem amava o que mesmo assim envolvio-se continuamente com outros homens.1-3). a es­ pada do GoUas foi levada para a cidade do Nobe. Parece que Saul concordou quase com relutân­ cia. GÓMER. quando seu povo tira atraido por outros deuses.il do Senlior por seu povo perma­ nece e a ufeto de Oséias por Gômer cnnlintia como uma vívida Ilustração de que Deus não deixam de amar o seu povo. ao lado de quem o Sonhor estará lutando. LoKuama (porque Deus não mostraria mais amor por Israel: v. Muitas vezes o Sonhor trouxera seu povo de volta para si embora tenha havido épocas em que alãslou-se totalmente dos israelitas. 2. G olias. 6) o Lo-Amí (“porque vós náo sois mou povo. I Cr 1. como parte do castigo deles. o profeta diz que "Gômer e iodas as suas tropas" se unirán a Gogue num ata­ q u e contra Israel. Esse profeta viveu no século VIII a.D.s: entro Davi e Golias. ao dizer a Davi: "Vai-le. Oséias a deixou. Embora ele • j lenha tirado do prostíbulo. O Senlior o abençoou e daquele momento em di­ ante o filbo de (essé (ornou-se o centro da n a r r a t i v a bíblica. d qual represen­ tava os filisteus: entre Davi o SauJ com seus exércitos: e entre Davi e o Senhor Deus. Finalmente.G.2.6).37) Mais tarde. a reação do rei toma-se evidente. qup operou por meio daquele que era jovem e fraco. mas 246 . t))Oséias. Esposa de Oséias e filha de Diblaim.C. Ali.5. fica cla­ ro que o autor quis mostrar o desenvolvi­ mento rle três relacionamentos dileroute.6. Veja Gogue. mas serão destruídos pelo povo de Deus. que deixara do ser "nin­ guém". Qualquer um que se levantasse çonua o Senhor seria jul­ gado por ele. quan­ do esle precisou dela | 1 Sm 21. rapidamen­ te elu voltou em busca de vários aman­ tes. O primeiro filho de Jafá e neto de Noé (Gn 10*2. Era uma proferia viva da profunda 'tristeza" experimentada por Deus com lauta fre­ quência. com convicção Para Davi. Ainda assim.10). por sua fé. 1. mas não com fcle próprio 11 Sm ta. o povo rebelara-se re­ petidamente.is. Deus tinha Chamado Israel.MER Na narrativa desse episódio. e o Senhor seja contigo" ( l Sm 17. tornou-se escrava de um ile seus homens. e Davi antecipou bem o re­ sultado. mediante o chamado divíuo. onde foi escondida pelo sacer­ dote Aimeleque e devolvida a Davi. 12). P. Gómer leve filhos.9. os filisteus representavam uma nação em rebelião contra Deus. O filbo de Jessé U uLi­ bem encontrou-se em desacorda com a alilude geral dos isruelil. loi derrotado peio Todo-poderoso. Deus o chamou e ordenou que se casasse COra Gômer. nem eu serei vos­ so Dous''. Mesmo assim.3. deveria mostrai em seu próprio casamenio o relacionamento que era Ião típico Rulre o Senhor e o seu povo. onquanto a bênção de Deus sobre ele tomava-se cada vez mais abundante. aos quais foram dados nomes -simbólicos: fezreel Iporque em bxeve Deus puniria a casa de feú: Os 1. De fato.4). A confiança de Davi no Senhor indi­ cava a profundidade de sua fé e o relacio­ namento qu*? tinha com Deus. o ainnr [juclu. o gigante fortíssima. para ser "alguém" o ser amado por Ele. em busca de outros deuses: uma ação Irequeutemenle mencionada como um alo dn adultério. quando considerou a morte do GoLLas oomo sinal de que Deus eslava com Davi. uma prostituta. que não de­ monstravam a mesma confiança.GÔ. mas de­ pois recebeu ordem deDpus para comprala pein preço q u e uririmiLmoute uru pugo por um escravo (Os 1. v.

que in­ chou também os que estavam fora de Is­ rael Frequentemente nota-se que é nos mesmos lermos que tanto judeus como gregos necessitam «le Cristo e ambos en­ tram e compartilham do Evangelho (Rm 1.4.191. 19 10. O uso predominante do termo no Novo Testamento. 2. Gl 3. Al 14. quando os Israelitas estavam no deserto de Pará (Nm 13.termo. Cl 2.9. p. Timóteo.20. 10.. embora pos­ sa referir-se a grupos levemenle diferen­ tes.om o altíssimo preço do sangue de seu único Filho. Para mais detalhes sobre a missão deles. entretanto.13.7: Li LOU.ia racial do Evangelho. No finaJ o Senhor iria redimi-los c. 10. GREGO / GREGOS. íoi escolhido como representante da tribo de Gade. Nm 26. com quem os israelitas negociavam. que morreu por seu povo e pagou o prego pelos pecados de Iodos (Is 49.15).12. 1.13). 12. 2.11) Filho de Maqui.3.29. GÚEL.. t Co 1.25: At 16.GUNI ficurã fiel ns suas promessas. Um dos gaditas que viviam em Basã. 247 . Na ultima parte do livro de Atos.) Em outros contextos menciona os que fazi­ am parle da cultura heleníst íca — quer dizer.32: 12. 20-21) A inclusão deles na fé era algo polémico par/i os judeus. d. Tito.1. tornou-se Líder do clã dos gunilus (Gn 46.b . 16. judeus cuja formação cultura] era primariamente grega e não semítica |A t 6. 3. GUNI. 7.24. 18. dependendo do i. referese aos que aáo eram judeus (At 17. re fe re se aos gregos ‘ tumentes a Deus" que se associavam ao judaísmo Uo 12. a falsa acusação leita contra Pau­ lo de ter profanado o Templo com a pre­ sença de gentios deixa isso bem claro (At 21.&r. era um bder de d á (1 Cr 5. Um dos doze homens enviados por Moisés a Canná paia espiar a torra.1. aparece poiyjo e ainda de­ pende da maneira como foi Lraduzido (na Versão Contemporânea flncontrp-se b u i Jool 3. Cl 3 1 1 ) Dessa maneira. Ess. que inclui todas as etnias. a i o s u d i n f o r m a r ã o n ã o e n c o n t m fu u d u u io i il o N n u x | iíx Ii> s d t f r e l e r é n d a (Noia d o IY a < Itu o r | .10. 9. na Bí­ blia. As vezes o ter um simplesmente des­ c r a v e tiniu pessoa do origem grega (Mc. on texto onde se en­ contra.281. 1 Cr 7. é primariamente racial.9. que queriam excluir os gentios de qual­ quer participação igualitária em relação a Deus.4. Provável men In rofbre-se ao povo da Grécia. aparece em Ezequiel 27.14.6: um algumas traduções.48. é num conIraste com os judeus e refere-se ã abrangênr. veja Sam ua.21).1. Em outTas passagens.5 0 0 . 24. o termo muitas vezos significa 0 alcance da grdça de Deus. de acordo com o lermo gregoh elh n ]. No AT. de acordo com o termo grego htiUfnixtes}.28. 17. I O í t u I itt c o l o c o ii a ® e o m o s o n d a 4 1 5 . Filho de Abdiel. Um dos filhos dn Nnflali e neto de Jacô.24.

Yahweh diz que está suscitando os bro da famiiia rios mcabUas (Jr 35. uma resolução teológica destacada por Rn ilo (Rm 117.C..1 1). 1.H H A A S TA R ). a seu lempo. n qual. Cl 3 . embora sp possa inferir alguns dados.20J i! também emprega o termo Babilónia com Neemias lEcl 2. que “assis­ História e estabelecido o podtórOso Impé­ tia aos filhos do rei'1.1.. evidências. 248 . voco dislo aconteceu em 626 a.32). como o ímpio li. Um dos sacerdotes indica­ aparentem ente depois que o poderio dos para ministrar no Templo. Primeiro. O que se sabe com certeza é que7. onde a tempo verbal apa­ mais detalhes sobre essa passagem. sobre a Babilónia.C. o Senhor declara ao profeta que "o juslo pela sua fé viverá" fhlc 2. inauguração fio reiriado de Nabopolassar 10.7de serviço foi decidido por meio de sor­ ) 1). Por volta de 605 a. foi um dos filhas dn Miiaiá.63). ou seja.1).101. nistério nos primórdios do surgimento da Babilónia no poder central do Oriente Pró­ HABAZINIAS. como Inmbém um poota talentoso. ele e seu filho Nabucodonosor já tinham HACMONI.9.. Esle m esm o problema ocupa grande parte dos debates no livro de Jó. vindicará sua justiça. A possível data do seu ministério está teio e ele ficou responsável pelo sei imo outre 620 a 632 a. cora a HAC ALI A S . se Deus é Justo [Hc 1.3.13). Z) e uma oração (Iic 3J.6). Enquanto isso. 1 .41.e. ele uão só era pix> feta. existpm indicações de que ele provavohnente rs tivesse envolvido nm algum ministério no Templo e losse levita Alem das alu­ sões iios instrumentos musicais e aos direiores de música íHc 3. Seus descendentes estavam entre — o livro fala sobre Yahweh estai1uo Tem­ ds sa< erdotes que retomaram do exílio na plo (Ht: 2. uni eliminado completamente os assírios da dos administradores de Davi. Judá) sofrer.24). A tesposta para esta questão encontra-se no caráter do Deus..19). Para ■aldeais (Hc 1. Veja Neemuàs. rio Caldeu Habacuque testemunhou to­ dos esses eventos com seus prõprios ollios.e. Eles náo puderam comprovar sua genealogia e por isso foram proibidos de Habacuque viveu e desenvolveu seu mi­ exercer as atividades sacerdotais. du tribo de ludá A vinda iminente da Babilónia contra Judá levanto uma rias maiores questões li*OÍógicas do livro. Pai de Neemias (No 1. Muito pouco uu nada se sabe explicitamente so­ bre Habacuque. O primeiro sinal inequí­ Juazaruas. Kc 3. Pai de Jeiel (1 Cr 27. descendente do Asur. os caldeus) pode prosperar e o justo fi.aqui e ngora encontra a compensação perfeita no tempo da recon­ ciliação Una! de Deus.19) — ambos ele­ HABAÍAS (Heb “o Seuhor tem escon­ mentos centrais na adoração do Templo dido"). ”abraço“). n qual constitui o coração e a base da salvação O que parece injusto à luz da . Citado pit) 1 Crónicas 4.01: Ne íitúigico Seãah (Hc 3.3). O turno babilónio já estava consolidado (Hr. HACOZ. Avô de fauzanias e mem­ ximo. ã luz de todas essas turno | 1 Cr 24.6.M. t'. veja rece numa lorma que sugúra algo que | á eslá a caminho. Além disso. Na verdade séu livro compõe-se de uma serie du oráculos (11l 1.B e 7 (cf. do tipo que pode ser comparado aos Sal­ oios 4. H A B A C U Q U E [Heb. C.

13. Filho de Ismael e neto de Abraão e Hagar: «ra o líder do seu clã (Gn 25. tomou-se mi de Edom depois da morto de Husão (Gn 36. 4 . Na época do rei Davi.c. 1 Cr 1 30). Seu neto M ©remoto reparou uma seção domiiro de Jerusalém perlo da Por­ ia do Peixe. um dos reinos arameus (da Sirial. Ficou famoso por sua vitória sobre os midianítas. Reinou na época anterior 5 monarquia em Israfil (Gu 36. Seus descendentes es lavam enlre os serv içais do Templo que retornaram com Neemias para Jerusalém. dopois do oxilio babilónico (Ed 2. ao casar-se com mulheres estrangeiras.4-6).6 3 ).6-91. que ex­ perimentou grande prosperidade p tinha extraordinária sabedoria enquanto mantpve uma alitudt* de tutal confiança no Senhor.35. Hadade. A primeira halalha é mencionada numa longa lista de vitórias conquistadas pelo fiibo de Jessé. na região de Moabe. Q u a n ­ do.14). tugju para o Egito.47). "da pstirpé real de Edom". retomou para lutar contra Salomão. portanto. r. os edomitas fo­ ram destruídos pelo exército de ísrael. poróm. por esse motivo. lambém trabalhou num trecho du muralha que ia da entrada até a extre­ midade dn casa dn Elinsibe (No 3. rainha do Egilo.21) Tal­ vez fosse a mesma pessoa do item ns 2.HADADEZER 2.46. foi governante de Zoba r contemporâneo do rei Davi. foi tentado a estabelecer lagos com outras famílias reais. irmã dê Taínes. Davi o atacuu e quase destruiu seu exército.53). 2. npóíi a construção do Tomplo (I Rs 9. mas não localizaram os registros da lamiiia. Apare u temente seu domínio es­ tendia-se desde a região próximo ao rio Eufrates até Amom. Fiibo de Bodnde.15.12. Claramente rriou uma ruptura na aliança que fizera com o Seulior.31). filha de Matrede (Gn 36. Como o isscritor de 1 Reis estava in­ teressado som ente em mostrar como Salomão eslava sendo punido poi Deus. 1 . sem dúvida por razões políti­ cas. Edomila. Genubale. Dt 7. o a do foi bem re­ cebido e c. Seus descendentes voltaram do exílio com Neemias.asou-so com < i próprio runlmda doEiraó. suas esposas "lhe perverteram o coração para seguii a ou­ tros deuses” (1 Rs 11.er.3). Davi dedicou ao Senhor todo o ouro e prata que capturou. que ua época era spenas um jovem. 3. h fim de recuperar o controle sobre uma região ao longo do rio Euhates. Filho de Reobe. Quando outros reis 249 .50. Hadadezer viujara para o Norte. Quando os si rios foram em socorro de Hadade/. depois do exílio babilónico fNe 3. Seu filho. Assim Salomno não só quebrou n lei de Deus. sendo. por meio de ca­ samentos. o que efetivamente fez. no início de sen reinado. sucedeu Raal-flanâ.51). mas também permitiu a introdução de divindades es­ trangeiras na cidade santa (veja Js 23.3-14: 1 Cr 18. Vivia na cidade de Avile e de­ pois de sua morle seu sucessor rio trono foi SuinJã.4). HADADE. H A D A D E Z E R . Quando Hadade soube que Davi eslava morto. N p 7 .14-25). o oxéri ito israelita os atacou e derrotou também muitas dos cidades deles (2 Sm 8. 3. Gradualmente. Rei de Edom. Em várias ocasiões lutou contra Davi. foram excluídos do sacordócio (Ed 2. foi levantado pelo Senhor como adversá­ rio do rei Salomão 11 Rs 11. to rn o u -se muitu influente no mundo. d sempro manteve uma guerrilha contru Is­ rael.n.61. Sua cidade chamava-se Pau e sua esposa era Meei abei.36: I Cr 1. íoi criado na corLe real egípcia. no inicio de sou reinado. Os seus casamentos com mulheres eslrangfttias causaram a ira de Deus. nada mais se sabe sobre Hadade. HACUFA.39 — onde e cham ado de Uadar: 1 Cr 1.51: Ne 7.3-10). Cada esposa levou para lerusalém seus próprios deuses. prova­ velmente se estabeleceu em Edom n con­ tinuou □ lutar contra Salomão até o linal de seu minado | 1 Rs 11.

45. 21. do proleta Odade. porque íoi um dos lide­ cias foram trágicas — para Hagar (Gn res que sairam ao encontro das Impas do 16. De acordo com as normas le­ gais da época. por meio cimento. Seus descendentes esla\am enire os judeus que retomaram cio evilio babilónico com Neemias e Zorobabel.48). supre nossas trazidos junto ami a tropa íw 9-16). Uma das espo­ res que as vitórias de Davi eram parle das sas do Davi.5s. do HADLAI. a partir desse aconte­ (o reino «lo Sul) Esses homens transmiti­ ram uma raensaiam do Senhor. Hagar recebeu uma HADORÃO.18).12).17). listados em Génesis -16. Davi dedicou u Deus todos os Era deSCendenle da íamília de Merari. dêscrita como urna jovem "esbelta e for­ mosa1 '.de Deus. HADASSA. o qual amava o filbo. Outro relato ria derrota de Hadadezer encontra-se em 2 Samuel 10. Seus descendentes estavam entro os serv içais tio Tem plo que retornaram (lo exílio babilónico com Zorobabel e Neemias )Ne 7.10). p. criada pelo primo Mordecai.a. rei Peca que retornavam para o Norte. O Sonhor. de que o reino do Norte 21 10). era u mesmo Hagaba de Neeaiias 7. rei de Hamate. HAGABE. Sous dosçendan Hadorão levou consigo muitos presenies tes íoraiu chamados rle bagitas (Nm 26. mãe de Adonias (2 Sm 3.4 j.46) HAGAR.3. pois contraria­ da tribo do Efraim durante n reinado de va a ffc obediente e paciento nas promes­ I Vjiia. Um dos fUbos de Gade. e lam­ pois de vencerem uma batalha contra fudá bém para Sara que. do Davi derrotou Hadadezer. ficaram atemorizados e também paguram tributo a Davi.c. alimentou um espirito amargu­ rado e extremamente ciumento (Gn 16. \ la Iribo de Levi) I Cr 0.11: 21. um dos Lideres ponto rle visia espiritual.m. pro­ pôs ao marido Abraão que tomasse uma segunda esposa.1 1ss.7). vai aú eucontro era <ulpado de pecar diante de Deus e os iio quebrantado de coração. em Israel (2 Cr 28. tre < »s que desceram com jacó paia o Egito. necessidades (Gn 21.30). ganhem. Amasa é men­ sas fio Deus (Gn 15.n. Píii de Amasa.1. “a lesta do Senhor"! Fi­ nhor pelas muilas vitórias que tinha con­ lho de Siméias. fibênção especial: urna revelação pessoal Lbo de foctã (Gn 10. quistado. Emborn fosso legalmente per­ mitido. 17.48. Fiibo de Tou. Ele len! nu uovamenle lazer aliança rom os sirios contra Davi. ouve nossa soldados deveriam libertar os prisioneiros miséria (Gn 16. de melais preciosos 11 Cf 18. de­ cí. poi ser estéril. para Abraão (Gn 2 1 . Toú enviou Hadorão "a Davi. Veja Fster. HAGABÁ.19). 3 bênçãos do Senhor (v.2). litigai e M ordecai. eslava en­ íe lic ita r por haver pelejad o contra Hadadezer o por tê-lo destru íd o". para o saudar. Era 0 nomo hubraico (quo significa 'inurta''1) de Ester (El 2.19) e garante nosso fuluro |Gu 21. 13). Mencionado '-m Esdras 2. Descendente de Sem. ‘‘festivo"). presentes que. o pura o HAGI.13) i. 250 .HADASSA ouviram que Hadadezer fora derrotado. Numa atitude de prolnnda fé e gratidão ao Se­ HAGIAS (Heli. mas as torças combi­ nadas deles loram denotadas de la] ma­ neira quo os reis qun eram vassalos de Hadadezer foram até Davi para lazer um tratado de paz Gòm ele (1 Cr 19. A _s consequên­ cionado na Dlblia. 1.4.14-16).15).16.15*19. porém.20).6.211 2.27: l Cr 1. listados om Esdras (Ed 2. Essa passagem narra várias balall)&£ e lembra aos leiloHAGITE (Heb. Saia. uma juiLia árfâ. HAGABA. essa proposta íoi desastrosa. Quan. uuma atitude do graça maravi­ lhosa (Gn 16. por meio da qual ola |Sara| pudesse “constituir uma tamilia" (Gn 16.

e depois pediu ao pai dule que negocias­ s e s e u c . Abiezer e Maalã. HAMÃ. Persuadiu o rei a assinar um decrelo que ordenasse a lota! destrui­ ção dos judeus. Ela. quando os os­ sos de |osê íoram trazidos do Egilo e en­ terrados alí (veja Al 7. Talvez seja a mesma pessoa do item n® I.36* ) 'flunbém era pai de Mihar. Ester denuni . Adonias tentou usurpar o trono.32. Seu filho Sai um governou sobre metade de um distrito de Jerusalém nos dias rle Neemias b reparou uma seção do muro da cidade (Ne 3.HAMOR Rs i .iou o r.). acusados de não obede­ cerem ás leis du império medn-persa.12]. Era "agagita" (El 8. enquanto Hamã tançava-se aos pés de Ester e im­ plorava misericórdia. l Ct 3. A rainha convidou o rei Assuero e Hamã para um banquete. Seu lillio lentou aniquilar todos os )udeus durante o reinado de Assuero. Pai de Hamã lEl 3.361. cwrio também o casam eato misto com um cananeu dificilm ente serio aceito! De fato. quando ouviram lalar sobre o ocorrido.51. Apa­ rece pela primeha vez em Génesis 33. Fiibo de Hamedata. seu perverso filho (Gn 341. Quando Mordocai recusou-se o ajOelhor-se. "quando os homens estavam doridos" (Gn 34 25). o quarto filhu dn rni. Defensor de Siquém. quando nosso patriarca comprou de seus filhos um pedaço do terra para lazer um túmulo O campo é mencionado posteri­ ormente em Josué 24. uiri dos “trinta he­ róis" de Davi (2 Sm 23.í. Mordecai soube do eomplô e pediu aju­ da ii rainha Ester. a s a m e o t n com ela. 2. que nasceu enquanto a corte de Davi eslava em Hebrom. numa forca que prepara­ HAMEDATA (ftjrsa: “dado pela lua"). 2).ompló dele noutra seu povo e pediu ao roi que poupasse os jarleus do extermínio Furioso. sua prima. O rei voltou e pen­ sou que ele desejasse molestar sua espo­ sa: ordenou então que Hamã fosse morto imediatamente. listado entre os 'heróis" de Davi (I Cr 11.5.il de respeilo a Hamã. A esposa de Hamã charoava*se Zeres e seus lilhos mais tarde foram todos mortos pelos ju­ deus. Mesmo as­ sim. HALOÉS (Heb “sussurrador"). Assuero levanlou-se da mesa e foi para o jardim. s. o qual este supôs que seria em sua honra. rinha um alio cargo político do remado de Assuero (Xerxes). LIm dos líderes do povo que se uniu a Neemias quando íoi feita um pacto d»1 adorar ao Senhor u obedecer às suas leis (Ne 10. Não somente o estupro era uni algo muito sério. nunca confessara ser da descendéni ia judaica e sabia que tal comunicação lalvez significasse sua morte. A condição foi aceita. Irmã de Gileade e !iIha de Maquir. SLmeno n Lèvi. pelo qual os judeus rece­ biam autorização para se defenderem (El 9). 2. ua Pérsia (Iit i a 7).ç. Era heveu e governa­ va a área em que lajcó habitava (v.18). filha de |acó. Pertencia á tribo de Manassés (1 Cr 7. Ela teve Irés filhos: fsDode. este ficou ex­ tremamente irado e tramou a morte dele e a de seu povo.24). qo lem­ po da rainha Ester. em siu. doddiu ajudui o povo de Deus.10. etc. HAGRI. Eles sobreviveram e agradeceram por aquele dia e pela vitória sobre Hamã numa lesta chamada Purim. 1 1. Pelo contrário.21.38).1.19. Eles foram operados V trés dias depois. Avó de IgaJ. Posteriormente. ra para Monlecal (Et 7). O rei então alencleu ao pedido de Esler e assinou um de­ creto paralelo.13. dois filhos de facó. Deus usou Ester e seu primo Mordocai para impedir tais planos HAMOLEQUETE. HAMOR. os irníâos concordaram com a pro­ posta de que todos os homens de Siquèin fossem circuncidai los. d o en­ tanto. 1. atacaram a cidade e ma­ taram todos os habitantes da sexo rnas- 251 . Siquém violentou Duj. Os irmãos da jovem ficaram furiosos.

diss. A transação da compra do terreno.28. Ne 7. EJe é lis tudo entro ot> que descoram . Veia Recube M .4). registrado na genealogia de Saul [1 Cr 8. Um dos nelos de luda. HAMUL.i família dos recabitas para beberem um pouco tle vinho )lr 35. na regiáo de Benjamim ÍJr 321 O protela obedeceu. mencioundos om jtitees 9. 9. 15.OÍÍ. Os filhos de Hanã tinham uma saiu no Templo.261. através de seu quarto filho Perez (Gu 46. reunir os judeus na terra. 3.2 1 ). eram os que vtvlam em Siquéra e naquela Ocasião foram toiaimenie derrotados por AbimeJeque. Jr 52.31). Zedequias objetou fortemente contra urna mensagem tã a pessimista.49). Fillio rle Sasaque. mas lambem era seu desejo. o qual desempe nhava o ministério profético cora o acom­ panhamento de harpas. o protela falou que a cidade seria conquistada por Nabucodonosor e 0 povo. de Israel ( I Rs 16.2) feu lambém re­ gistrou os acontecimentos uo reinado de Jeosafá |2 Cr 20.HAMUEL cuJino. Zadoque e Perl aias.13). Deus falou com ele e lhe mostrou que era sua vontade castigar o povo por causa do pe­ cado.1. aos quais não destruíram tolalmenle quando en iraram em Canaã.341 2. H91nr. Seus descendentes estavam entre os serviçais do Templo que retornaram para Jerusalém com Neemias dopais do exílio babilónico (Ed 2. é mencionado como “homem de Deus". onde no­ vamente comprariam u veuderium cam­ pos e viveriam em paz.23). onde n proleta iRremius convidou O S memliros d. I^rimo de Jeremias e filho de Salum. pagou ao primo um preço adequado pela te rra p fecharam um acordo formal (w . 37-44) rjD. Filho de ligdahas. 7): falou lambem com Jeosafíí. L 8 . de Libna |2 T<s 23. Fillio iie Mdaca e um dos heróis de Davi Í 1 Cr 11. 1 . Filho de Hemâ. de Judá. 5. no fu­ turo. conduzido ao exiLio. HANÁ. encontravam.26).« mãe fie Jeoacaz.C. Um dos assistentes de Selomias.ia Egito com Jacó. Filho ds MLsmu. que rei­ nou apenas bês meses em Jerusalém.46. H o 12).n a Jeremias q u n comprasse um campo que pertencia a Hanoneel em Analote. Enquanto JorusaJém era sitia­ da pelos caldeus. e advertiu-o sobre a ira de Deus (2 Cr 19. 2 . dessa maneira. HANANI. anos 12 Rs 24.lO) 7. lor* nou-se uma Uustração da confiança de Jeremias na palavra do Senhor e no iuluro sinalizado pela promessa do próprio Dous (w. Pai de Jeu. M.431. O Senhor. seu filh a e os moradores do Siquém demonstram os problemas com tinuos que os israelitas tiveram com os cananeus. 6 Um dos levitas que se uniram a Neemias no parto de adoração no Senhor e obediência às suas loís (No llt. Os eventos narrados concernentes a IiaiiH»'. Filha de Jeremias.11 .R HAMUEL. . Gutro líder que lambém selou 0 paclo (Ne 10. HAMUTAL. registrado na genealogia de Saul [ 1 Cr 8 38). Era lambém a mãe do rei Zcdequias. o qual proferiu a Palavra do Senlior contra o rei Baasa. liras e i imbaios 252 . Tornou-se o líder do olõ dos bamulitas (Nm 2(í. po­ rém. que go­ vernou por onze. da tribo de Simeão (1 Cr 4.tr e Siquém também íorum assassinados (v. Quando Jeremias orou sobre a procuríednde dn situação em que st.5 J. Um dos filhos de Azol.7J.3. Um dos levi las responsáveis por instruir o povo no Livro da Lei (Ne 8. 26). 10.12. 4 . HANANEEL. 1 Cr 2 . 1 . 8 . rei de judá. Um dos líderes que selaram o pac­ to feito pelo puvo (Ne 10 . Os "homens de Humor".2 2 1 . os quais Neemias co­ locou como responsáveis pelos depósi­ tos (Ne 1. lornou-se esposa do rei losias.

13.Possivelmeuto a mesma pessoa do item u® 10. & (> é mencionado em 1 Crónicas 3. Para mais detalhes. 253 . por não confiai no Senhor. procurou-o na Babilónia o deu-lhe detalhes sobre os que retomaram .23).idade de Jerusalém.6.IIAN7EL. FILbo de Uomã. 9. Um dos culpados dn ter-se casado cioiu muUiores estrangeiras.B.8) 11. O 18® lumo loi designado a HftnanL seus filhos e outros parentes f l Cr 25.20). Men­ cionado apenas em Jerem ias 37. 1. 1.17). 7. 5.15-1 7). Em resposta. 6 Pai de um oficial |udeu chamado Z ed eq u ias. . por ser muito popular. Tal mensagem foi muito bem aceito.t.'12. Um fabricante rle perfume q u e ajudou na reconstrução dus muros de Jnrusalérn. HANANIAS (Heb.s caldeus «eria rápido. 3.23 Fa/.10. 4. .7). Neemias o colocou ila liderança da i. M en cio n ad o upenas n m Jeremias 36. mas era lalsa. Jerem ias mostrou o mal que Hananias (-ausava por fazer o povo acre­ ditar numa mentira e predisse a morte dele no decorrer de um ano (Jr 28. veja Hamã. "o Senhor mostra gra­ ça ao favor"). mencionado em I Crónicas 25.28. durante o reinado de Davi. depois do exílio. 12. ua ép oca do p rofeta Jerem ias.12.19. Hananias profetizou que n domínio do. era Hebreus 11. HANIEL (Heb.d. Mencionado apenas em Esdras 10. Um vidente que falou com Asa e o repreendeu. 6 Urn doa membros do grupo de Zacarias. a rei manilou preudê-ln (2 Cr 16.■ Judá (Ne 1. 14. Na presença do honiRin de Deus e de vários sacerdotes. .34. no têmpo de Esdras. A.4. e p. Lader dos judeus e um dos que selaram o pacto d o tempo d n Neemias (Ne 10. “bomem fiel e temente a Uens. qun tocou instrumuntos duran­ te a dedicação dos muros de Jerusalém (Ne 12. Filho de Éfode. Veja Sadixique.23). 3. na genealogia do rei Saul.2 ura “maioral” du i. “graça de Deus"). Fúi um dos locadores de trombeta durante o culto de dedicação dos murou de Jerusa­ lém.30).2). Líder de uma família sacerdoia) no lempo de Neemias |Ne 12. ao desobedecer ao rei Nabucodonosor e sobreviver a fornalha de fogo (Dn 3) é homenageada no NT.43 J.A v ô rio capitãO.13 8 Um dos companheiros de Daniel (Du 1.da guarda em Jeru­ salém na época do profeta Jeremias. Um dos príncipes do rei (oficial da corte) U/ias. 10. Seus descendentes estavam entre os que se casaram com mulheres esirangeiras (Ed 10.3131.2).O Senhor detarminou que Moisés escolhesse um represen­ tante rle cada tribo para ajudarem na di­ visão da 11:rra de Canaã e Haniel íoi o es­ colhido para rep resen tar a iribo de Manassés (Nm 34. men­ cionado apenas em 1 Crónicas 8. juntamente com seu irmão I lanani. Descendente de Benjamim.11 5. Sete meses depois ole morreu. líder dos ju­ deus depois do exílio babilónico..24. idade de |erusalém. Possivelmente era descendeutn do personagem registrado no item n® 3.25).7.4). Filho de Zorobabel. mencionado apeuus em 2 Crónicos 26. 21. Era filho de Azur. enquanto os muros eram recons­ truídos (Ne 7. de Gibeoni.ia parte do ministé­ rio profético com acompanhamento mu­ sical. 4.õ. Mencionado em Neemias. Falso proíela é mencionado oito vezes em Jeremias 28. (t Cr 25. Irmão de Neemias. sua atitude de fé. 2 . mais do que muitos". d q tempo d e Neemias (Ne 3. Neemias o nomeou governador da cidade. 2.28. ajudou na reconstrução dos muros e era responsável pela parte acjma da Porta dos Cavalos (Ne 3. Embora sou nome não seja citado axpliáílameuto.

tivessem inelade da Ifarba cortada. Listada entre os que receberam tarefas específicas do rei Davi.19).lilj 7. “de acordo com as últimas instruções de Davi". um dns descendentes de Calebe e líder da tribo de ludá (1 Cr 2. noieinado de fosias. Sob a direçãG de Neemias. t Ima seleçârj imparcial fui leita. Sexto fillio de Zalafe.39). O Senhor entretanto.30). Era filho de Ur. Huniul loi um grande guerreiro b líder de sua família (1 Cr 7. "Pai de BetoGader'\ ou seja. 2. depois do exílio na Babilónia. Harãs.22 ó chamado de liíisrás.24. Um dos filhos de Sirnei. HARIM. 2. H A R Ã . em número de 320. 1. consultada sobre a mensagem lida no livro da Lei. ludá. Na passagem paralela em 2 Crõuicas 3-4. Pai de Uziel. paia protegor-se do Davi e de Joabe. deu a vitoria ao seu povo iw. mas a cidade ficou conhecida e tornou-se figura proeminente na narrati­ va bíblica p<usU'rior < • sobrevive ate hoje como umo pequena vila árdbe. "o guarda das roupas". estavam entro os que não pertenciam às lamllias sacerdotais que 254 . HARAS. e esta seria a ordem ua qual ministraria. Filho de l. Abrão e Ló poaleriormonte e^ltibeluceram-se numa cidade diumuda Harã. O KJ® lumosam para Hapisez. irmão do Abraão e Naór: era o pai de L6. 2.0). levita da famiiia dns gersrmilas e um dos Lideres do r lã do Lidã ( l Cr 23.0).a seleção imparcial entre os descendenles de Eleazar e Ilamar. depois do retorno do exílio babilónio! 3. 3. Não ficti claro se loi Terá quem Lhe deu esse nome. Depois alugou rarruagens e soldados [»or nuJ taJeutos de prata.2-6]. rei dos amouitas parri quem Davi enwuu urna mensagem de consolo. “de acordo com as ultimas instruções de Davi". era o pai de Ticvá e avô de Salum. É o pai de Gazez ( i Gr 2. H A N U M .TJa. hem como metade das roupas. Pilho dn Terá.0). HAREFE. Os descendentes de Harim. Um dos selé eunucos que serviam o rei Assuero (Xerxes) (El l.15). Foi feita nm. mencionado como fundador desta cida­ de. Líder de uma famiiia que retornou com seus descendenies para lerusalém. H A R I F E . reparou ou­ tra seção dó muro iNe 3. Hanum ordenuu que ossudítos do rei de Israel fossam pre­ sos. 1. e ds des­ pediu (2 «Sm 10.51). 10. 0 ourives que reparou parte dos muros de Jerusalém. bem como 457 metros de muro (Ne 3.13).1*4). em Je­ rusalém. da tribo de Aser. assinou o | tacto leito pelo povo. por meio de sorteio.14). Um dos sacerdotes escolhi­ dos pura oficiar no santuário. Suas fi­ lhas loram Mil ca e Iscá. O referido texlo fora encontrado recentemente e sua mensagem pa­ recia cantor advertências sobre n iminen­ te juízo de Deus sobre ]udá.HANUM 2. Consertou o Porlão do Vale. HARAÍAS.4(5). Veja Vasti. HARBONA.20-31). Maor mais lard<’ cusou-se com Milcic Terá. cnmpromelendo-se a obedecer ao Senhor e adorai somente a Deus (Ne 7. Filho de Naés. Um dos sacerdotes escolhi­ dos para oficiar no santuário. 13-15: I Cr 'l 9. U terceiro lumo saiu para Harim. era fillio de Calebe e de sua concubina Efâ. HAPISEZ. quando eu Irasse uo santuário (1 Cr 2 4 . Ment ionado conexão com a profetisa fluida. marido de Hulda (2 Rs 22. 1. Um dos lídores da tribo d». e esta era a ordem na qual ele mi­ nistrava ao entrar uo saul uario (1 Cr 24. Viveu e morreu em Ur dos caldeus (Gn 11. Veja Hustóh. por meio de sorleio. entre os des­ cendentes de Eleazar e IIamar. depois du exílio na Babilónia (Ne 3 iq.

HARUR. Seu descendente. HARUZ. ficaram encarregados do Irabalho do Senhor e dos negócios do rei a oesle do rio lordão (1 Cr 2f>. ficou encarregado das ofertas de ouro e prata.35). Descenden­ te de SohaJ. e serviu os ídolos que ele Linha servido.21. 10.D. Um dos judeus que retornaram do exilio na Babilónia com Esdras. Hesobius e sons parentes. ProvávelrriftnlR ura tum daque*les mencionados no item 1 ou 2 acima. “o Senhor tem consi­ derado''). e os adorou".8). “o vídenle"). "filho de flarim‘\ é men­ cionado em Neemias 3.9).5:1. 2 7 ) o concordaram firo se divorciar de suas esposas estrangeiras (Ed 2.5).HÁSABI AS retomaram do exílio na Babilónia. Malquias. serviu como músico no Templo sob o reinado de Davi Era um levita do dã dos merariLas 11 Cr 6. Ajudou a reparar os muros de Jeru­ salém e governou sobre a rnelade do dis­ trito dn Queila.11). era superin­ tendente dos levitas em lerusalem. Oficial du Iribo de Le-vi. di' Judá.3.30). 7.39. que retornaram da Babilónia. Um das descendentes de Semaias que viveu em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. Provavelmen­ te toda a lamiiia manteve um comporta­ mento perverso diante do Senhor o em consequência tal transgressão levou-a ao casligo de morlo |2 Rn 21.017 pessoas. louvar e dar graças a Deus. Ela se compunha de 1. 8 . junta­ m e n t e cora Neemias. Ne 7. "Andou em todo o caminho cm que andara seu pai HASABIAS |Helj. ao usai a harpa. o qual "fez-o que nra mau aos olhos do Senhor".52: Ne 7. 4. Ne 10. Seus descendentes estavam un­ irá os serviçais do T e m p lo que voltaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2.53). Etn. da tribo de Judá 11 Cr 2.15). Um dos lideres da tribo de Judá. ua época do rei Davi (1 Cr 25. de acordo com o sorteio para determinar o ministério uo Tabernaculo.32: 30.21). 2 . irei Manassés). no regresso a Judá (Ed 8. 6. Era filho de Quomuol ( I Cr 27. HAROÉ (Heb.700 hebronilas. Seu filho ledaías reparou a parte do muro de Jerusaiem que ficava em fronte à sua casa. Descendente de LJzi.1 7).31). 1.11. P. depois do exílio na Babilónia (Ne 3.54). HARSA. HA RUM . é mencionada outra lamiiia de descenden­ tes de um certo Harirn. HARUMAFE. que seriam levadas ao Templo em JanisaJóm.451. Pai de Mesulemete. O decimo primeiro. N p 7 . HA RN EFE R. Líder dos levitas que providencia­ ram cinco mil cordeiros e cabritos e qui­ nhentos novilhos para serem sacrificados durante a grande celebração da Páscoa que acontocou no avivamonto durante o reinado de Josias (2 O 35. Cm dos f i l h o s de Jodutumquo pro­ le ti/a va. Foi um dos levitas que selaram o parto feito pelo povo.14. a mán do rei Amora. 1. 1 0 . 3. Fillio de Zofá e Líder da Iribo dt* Aser (I Cr 7. 4. 5.19). Os homens também divorcia­ ram-se d u L t» esposas estrangeiras e coli> caram o selo no pactô (Ed 10. Em Neemias 7. 9 . Foi um dos que repararam os muros de Jerusalém quan­ do o povo de Judá retornou do exílio na Buhiiómu. depois 255 .52J. No 11. Alguns deles uniram-se a Neenuasno pacto para servir a o Senhor (Ed 1 0 . 24: Ne 12.10). 3.17. para obedecer à lei de Deus |Ne 3. Seus descendentes estavam en­ tre os serviçais dn Templo que n'tomaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2.19).C.19. 2. era filho de Hela e pai de Aarrl (1 Cr 4. 3 5 . ua época do rei Davi.42 e Esdras 2.

25). cujos 12.4. Possivelmente seja o mesmo do descendentes se restabeleceram em Jeru­ item 8. Veja Hnrtis. Seu filho Juda era superintendente lhou no reparo dos muros de Jerusalém do Segundo Distrito da cidade de [erusadepois do exílio (Ne 3. 22 ). Alguns deles são listados que selaram o pacio feito por Esdras de­ entre os que foram anisados de se casar pois do exílio. Seus filhos reconstruíram a Porta do Peixe. depois do exílio na Babilónia (Ne :t. Um benjamita.HASABNÉ1AS HASSENAÁ. Era uui rios filhos de seção do muro rle Jerusalém e a Torre dos Zorobabel.33. reparou uma na Babilónia. Pai dú HaLus. junto com Saiu.24J.14. Seus descendentes estavam contra do recentemente e sua mensagem en tre os serv içais do Templo que parecia conler advertências sobre o juhso retornaram do exílio na Babilónia com iminente de Deus sobre Judá. era pai de Tocate e avô de Sal um. em Esdras somente ao Senhor e obedecer á sua lei 10.14. Era um dos filh o s de a profetisa Hulda. retornaram do exílio ua Babilónia com Neemias (Ed 2.23). 1 . Ajudou a reparar a parte do muro que ficava defronte de sua casa. depois do exílio na Babilónia 11 Cr 9. ó chamado d t-. Mencionado apenas em 3. durante o reiuadn de Joslus. nm feruHASÉM. em Jerusalém. Seu filho Seruaias.1l). 2.19). Fornos. Em Neemias 7. Um dos lideres que assinaram o Neemias 8. HASABNÉIAS.43. 1 . marido de Hulda (2 Cr HASUM. M u passagem paralela om 2 Reis mero de 223. oiona a linhagem real depois do exílio 2. Filho de Pnale-Moabe. . '‘Os filhos de Hasém” estavam saiém. (No 10. salém. No 7 AH).10). Harás.rDeus é amor"). “considerar"|. "co n sid e ração "). estavam enlre os judeus que 22. O referido texto íora onHASUFA. m. Cita­ pois do exiliu no Babilónia fi Cr 9. do na iisla em l Crónicas 3. traba­ 2. quo meuNu 11. do retom o do exílio na Babilónia (Ne 11. Hasrás. Mencionado em conexão com na Babilónia. no lempo do rei loiaquim [Ne HAS SEN UÁ . Templo. Líder dos levi las e músicos uo do exílio (Ne 3. que cita a linhagem real depois do exílio H ASRÃS. em nu­ 34. Concordaram em adorar tom mulheres estrangeiras.í*.23) no meio dos grandes guerreiros listados entre os “heróis” de Davi. sua lei fNe L0. oonsullada sobre a men­ Zorobabel.15). 256 .22 o HASSABNÁ.20. depois 10 .7|. o Neemias (Eri 2.22). ‘guarda das vestimentas”. depoi# do retorno do exílio ua Babilónia.3). M al*. Seus descendentes. Um dos lideres do povo uúmern e 328. 1.20. 1. I Tm dos levi las que se dirigiram aolém. depois do exílio na Babilónia (Ne II 9Ppovo depois que assinaram uin pado dó adorar apenas ao Senhor e obedecer à sua HASSUBE (Hei). gizonita (1 Cr 11 34)1 Mencio-nado na lisla de 1 Crónicas 3. nos dias de Neemias iNe 3. da tribo de Levi.5). lei iTSÍe 9. Chamado de H A S U B Á (Heb. restabeleceu-so em Jerusalém de­ HASADIAS (Heb. ficou ao lario de Esdras en­ pacto feito pelo povo depois du exílio de quanto o livro da Lei era lido para oí> ho­ adorar somente ao Senhor e obedecei1 a mens e mulheres de lorusaJém é Judá. 4 . HASBADANA. sagem lida no livro da Lei.

ompl6 para matar seu povo. filho de Joctá (Gn 10. pois uão LinJba permissão para ir à presença do rei.14).6. Um dos levilasque ficaram ao lailo de Esdras no púlpito. para se tomar rei da Síria.13). porém. HATIL. Segundo filho de Cuxe. que se dirigia a Damasco. IJm tios sacerdotes que retornaram do exilio na Babilónia com Zorobabel e Jesua (Ne 12.91 Quando Hamã. 3. o "agagiLa". Um dos sacerdotes que selaram o pacto feito pelo povo dp adorar somente ao Senhor. Possivelmente seja o mesmo ritado no item 3. Um dos líderes que selaram n pacto feilo pelo povo depois do exílio (Ne 10. {durante a lpitura rio livrn da Lei (Ed 6 4 ). Filho de Hasabnéias. a menos que ele a convi­ dasse. ajudou a re­ parar o muro de Jerusalém (Ne 3. Um dos servos de Salomão cujos descendentes estavam enlre os judeus que retornaram do exílio ua Babilónia corri Neemias (Ed 2. para saber se fic. filho de Acabe. Sr. listado na li­ nhagem real de Jeoiaquim (1 Cr 3. Aquele ofici­ al enlão retornou ao seu paise matou BenHadade (2 Rs 6. Mordeeai enviou-lhe a seguinte mensagem: “Quem sabp se náo foi para tal tempo como este que chegaste ao rei­ no?" (Et 4.4) 4. quando viu seu pai adativo vestido com “puno de saco" í«inaJ de profunda Iristeza). Por todo o livro dn Ester que náo menciona a n n m u i í h D o u s . ioi ferido ua batalha (2 Rs 8. HAVILÁ. Logo depois quo Hazoei chegou ao poder.2). Os semitas torna­ r a m . Quando ouviu as noticias sobre a Iminente aniquilação dos Judeus. Jorão. o rei (la Sirla.s e Lfdenss do dãs na A r á b i a . Jorão. enviou-o ao encontro do profeta Ebseu. Hazanl era um oficial do exército sírio. Tlm dos eunucos da corte do rei Assuero (Xerxes). Ungido para ser rei da Síria.us descendentesestavam en­ lre os porteiros do Temploque retornaram do exilio na Babilónia com Neemias (Ed 2.57. claman­ do dianle do portão do palácio real Ester então enviou Ha lá para descobrir o que acontecia com seu primo. ao contemplar o sofrimento dn seu povo Israel nas mãos de HázaeL e disse que o senhor dele morreria. quando EsteT era rai­ nha. Era um dos lideres de família que retornaram com Estiras para Judá. descendente de Secanias. Descendente de Sem. L8J.7 e 1 CrônicâS 1. Um dos filhos di: Olniel e neto de Qutmaz. Nb 7.22). de 643 a 796 a. "um cativo"). sob a ordem especifica rio Senboi II Rs 19 151.561 . HAZAEL. Ele e |efi foram escolhidos por Deu? como instrumentos de juízo contra Israel e a casa do Acabe.uia hom de certa eflíennidade. Um dos filhos de Semaias. p.29.23). e Aca zias. possui o controle de todos os assuntos dos homens e das mu­ lheres.25- 257 . 3.42. O profeta então cho­ rou. ten­ tou exterminar todos os judeus uo Impé­ rio Persa. 1 Cr 1.6-15 J. HATIFA (Heb. Seus descen­ dentes estavam entre os servidores do Templo qun retornaram do exilio na Babilôniti com Noemias (Ed 2. Ne 7. o quaJ ora extre­ mamente perverso e idólatra. Agiu como intermediário entre suo senhora p n primn e pai adotivò dela (Et 4-5. 2.21. depois do retorno do exílio na Babilónia (Ne 10.C. HATÁ.50).54: Ne 7.9. HATITA. Ela soube do r. fizeram unia aliança e saí­ ram paia fazer guerra contra ele.a H ATATE. Certa vez. Ben-Hadade.HAZAEL 2. pudese subentender a idéia de que o Senhor em sua soberania.10). Deus usou a rainha e Mordeeai para impedir lais planos. Era neto de Gáo. HATUS. 1. da Iribo de ludá (1 Cr 4. rei de ludá. mencionado em Génesis 10. durante o reinado de Artaxerves (Ed 8. achou que nada poderia fa zer. 1.45).n. 2.

listado na genealogia do rei Saul I I Cr 8. lilho de Jeoacaz. "o Seuhor leve misericórdia deles. era Filha de Etã o irmã de fezreel.21. acham que deriva do nomo próprio Éber (bisneto (Ir Sem. Provavelmente é uma derivação de outro lermo que quer dizer "atravessar por t ima" ou passar alem" Isso sig n ificaria que mais tarde os isra e lita s. Posteriormente. Gn 10. por lodo o mal que cometera ao atacar Israel. ao serem cham ados rle “hebreus".22 1. Hazael. Filho de Naor e Milca. como castigo í.5)). de ma­ neira que llazael desistiu de atacar a sanla cidade. depois do exiUo na Babilónia (Ne Lt.IS). HAZAÍAS. até que EinalrneDte o rei Jeoacaz.24. Quando o referido rei sírio dirigiu-se ao sul de Israel.. mas o sentido exalo da palavra permanece in­ certo Alguns.1. Benjamita.31.18J.r . Ben-Hadade. íe i de Israel. e re­ conquistou grande parte do território israelita (2 Rs 13.23). Filho de Berins.32}. hdei de um dos clãs de Lada (1 Cr 23. Maaséias. filho de Elpaal. de Israel. HAZELELPONI. Rs 9.24). HAZARMAVE (Heb.3-51. No AT.26 nomo 258 . Fundou o clã dos beberilas . con­ quistou grande parle do território de Efruiin e voltou-se para atacar o roino de ludá o a cidade de Jerusalém (2 Rs I2. Marido de Joel. terra dos israelitas (2 Rs 10. por­ que em sua vontade levar Israel uú arre­ pendimento h à verdadeira adoração.5). 2. Um dos filhos de Simei. o tornou paia eles.17]. Veta Iam* liem Betuel.17.14.22.5.(Gn 46. esto vocábulo aparece pela primeira vez em Génesis M 13. Seu descendente. 1 Cr 7. Isaque e Jacó” (2 Rs 13.c.6). e se compadeceu deles. porianlo. s. listado como membro da Iribo de Aser: estava entre os que desceram com lacó para o Egito. Listada euLre os des­ cendentes de Judá. 3. Listado tanto om Génesis 10. procedentes de longe. íoi um dos lideres da Lribo de Judá e n pai de Socó |talvez isso signifi­ que que fundou uma colónia ali| (t Cr 4.ij. O roi Joás então enviou os te­ souros do Templo Como tributo.18) 4. p .241. foi um dns que se esta­ beleceram em Jerusalém.3) HAZI EL.Ir Deus contra a idolatria de Aca­ be. i*m 1 Crónicas 1. aa permitir que Hazael cap­ turasse grandes extensões de. da Lribo de Judá. Veja }nei. era responsável pe­ las muilas atrocidades que cometera con­ tra o povo de Deus. “tribunal da mor­ te"!. Jorlão foi morto por Teú. por amor da sua aliança com Abraão. no entanto. HEBREU (S). devido à infidelidade religiosa e ao pecado.J7. dariam a entender que eram peregrinos. seu pai. 2 Cr 22. Nm 26.HAZAIAS 20.3. O Senlior então enviou mais castigo contra sou povo. I4ÉBER. rio entanto. Filho de Meredf com sua esposa israelita. 17. O proleta Amós também laluu contra a família de Hazanl. Listado ontre os quo receberam tareias específi­ cas do rei Davi MAZO. Isma e Idljias (1 Cr 4. Embora o Senhor tenha permitido que o rei sírio vencesse muilas butalh&s. e disse que seus palácios seriam destruídos (Am 1>4J. o mulher que ma­ tou o comandante Sísera (Jz 4 11. Seu pai chamava-se loclâ. voltou-se para o Senhor e Deus ouviu sua oração Í2 Rs 1. 1. Quando começaram a orar.45.32). 1. Por vários anos D e u s peimitiu que Hazael oprimisse seu povo.25). que se lurnou rei de Israel [2. onde Abrão é chamado de "o hebreu1 ' Certamente essa identificação o separava dos moradores da região.20 comu um descenden­ te de Sem. lu­ tou contra seu lilho. Hazael morreu e Jeoái». 5. sobrinho de Abraão (Ga 22. tira levita da família dos gersonitas.

arregado de encontrar pois o Novo Testameuto prefere o vocá­ uma mulher q u o a substituiria como rai­ bulo judeu/judeus para referir-se a esse nha.onsign quando fosse a presença do principal linguagem do primeiro século.15-19). sagens nas Escrituras (2 Rs 18.' no Sentido pejorativo. rei loi um dos fatores decisivos que a tor­ na Palestina (At 21. Os israelitas às vezes se releri­ 3.19). o mequeratita (1 Cr 11. (Dt 15 12.40: 22 2: 26.33.13). O conselho de referir-se ao aramaico como um "dialeto Hegai sobre o que elu vestiria e o que le­ hebreu". 13. com o um sinónim o do ra rle Canaâ.28. Esse sentido pejorativo. geral­ (Nm 26.18: Is 3G. 20.ta última lista.1. 17. Mordeeai. Ele reuniu "moças virgens e formo­ grupo. A pró­ Mãe do rei Manassés. De tralamentos de beleza especiais. Paulo usava frequentemente estava Ester Logo tomou-se a preterida esse vocábulo para referir-se a si mesmo de Hegai (v. Por exem plo: a esposa dp (1 Cr 2. O idioma "um homem poderoso” na batalha. Hefer. e Assuero a Esse lermo também é empregado para constituiu sua esposa. Jr 34.13.6: H EFER . 5.14. de fudá (2 Rs 1 1.4.3: eic.9. claro que até esso ponta ela nãu havia NeS. Entre aquelas jovens.14). Provavelmente ainda falavam o soberano (Et 2. Era pai de Zelofeade entretanto. 1 .16). 16. 18. va-se Naará. outra maneira de referir-se ò varia i. o lermo é utilizado com um sen­ tra que seu clã recebeu sua porção da lei­ tido neutro. Chefe da Iribo de Manassés. outras referências relacionadas ao idio­ O escritor do livro de Ester deixa bom ma (Jo 5. responsável pelo harém real (Et 2.2.HEGAI 23. n.11).11-13).8). a língua em vistn é o revolado sua procedência judaica.18. a lim de opor-se à cullura preparadas para serem apresentadas-ao lielenista. filho de Asur (1 Cr 4. Sua mãe chama­ da. de modo fato. 19. Josué 17. israolita(s) (Éx 1.32. Foi um dos líderes de clã enlre O vocábulo hebreus às vezes é usaílo os coatitas (Nm 3.2. aramaico. an referir-se u José. para referir-se aos judeus ou a um Quando Vasn desobedeceu a ordem do subgrupo dentro do judaísmo é bem raro. Em Atos (>. 15). Filho de Maressa o noto de Calebe israelitas. ao ser apresenlada ao rei.9).3 regis­ mente. Ap 9 1 1 . rei. cuja Influência cultu­ vou para a fortaleza de Susã. 2 Cr 32. . 27. o uso desse teraiu étnico HEGAI.1).J. 43. 14: Jn 1.32. paru Hegai nem tampouco para 0 rei.36) am à própria raça usando o termo hebreus foi um dos guerreiros vulenles de Davi. não é o uso comum. para designai os 2. descendente de Gileade: tornou-se lider do clã dos heferitas. o lermo refere-se aos sas" de toda as partes do Império e as le­ membros da Igieja.s .32): os filisteus tambóni se expressarem assim (1 Sm 4. 1 . Um dos quatro filhos de nha advertido para tomar cuidado quanCoate o neto da Levi II Cr 6. o apóutoli i foi um membro exemplar que. nem próprio hebraico. onde rece­ ral dominante ainda linha camcleríslicas beriam tratamentos de beleza e seriam semitii h . pria língua é mencionada em várias pas­ Veja também Isaias 62.17. 2. gem usada pelos escritores do AT.6).n.2. usou esse ter­ mo (Gn 39.5). 9). Um dos eunucos de Assuero. no final. Ha naram rainha | v. Ele lhe deu alimentação e como integrante de lsmnl (2 Ca 1 L22). que tinha seu próprio Deus lÈx 3. loi considerada a mais linda. p . Hegai foi enc. Os egipc ios con­ sideravam os hebrnus uma raça separa­ 2 Um dos lideres da tribo de Judá.42).3). d. 259 . No NT.19: 14. meu prazer está nela”). Potifar. seu primo e pai adotivo. enquanto seguiu fielmente a Lei (El 3. I I. cí. a li­ HEB ROM. dos israelitas também ora conhecido c:amo ‘'hebraico" e foi a principal lingua­ HEFZIBÁ |Heh.

15). Pertencente ao clã dos jr-rameelilas. Esler encontrava-se no lugar e no raonienlo certo. favor"). HELOM (Heb. cuja tra­ dução é “o filho do Sufonias como um favor’. 2. "porção”).7: 7. outro famoso lider dos musicistas no ultimo período do reinado de Davi. que vai de [©sus a Adão. cí. Provavelmente narne refem le a Heldai (Zt. HELA.30: Js 17. 2. primeiro no Tabernáculo o de­ pois. era um descendente de Otniel quo comandava a 12* divisão do exército de Davi e eslava de prontidão no 12° mês. 10). os quais saiam uom ele para as lia talhas e lideravam o povo de Israel na guerra HELÉM (Heb. Cilho do Joel e noto do proleta Samuel 11 Cr 6. v. 1 Cr 11. Efuâ e Coz. paia evitar a destruição do povo judeu. Veja E liabe. “força. 14. atTuvés do Gileade.27: 27. Com o trabalho deste seu parente nos bastidores o o Senhor Deus uo contraio ria situaçoo. a fim dn que ela conquistasse o favor de Hegai. era músico. Paí de Eliabe e líder da tribo de Zebulom. Filho de Baimá. era da tribo de Jlíraim e um dos "trinta" guerreiros valentes de Davi. 1. como um dos judmis que retomaram da Babilónia o que contribuí­ ram com prata e ouro pura que fossem feilas coroas para o sumo sacerdote losué. Zoar.29.0011 homens | 1 Cr 27.33).24. 2 . HE L I . Uroa das duas esposas de Asur. Seus. no tempo de Moises(Nm 1. Mencionado apenas em Zacarias 6. filhos (oram Zerete. Descenden­ te de José e herdeiro da tribo de Manassés.Era o llder da clã dos helequitas iNni 26. onde é chamado de Hfelede).2). os quais foram usados na confecção de coroas paia o sumo sacerdote Josué.10. fi. no período p ós-exrlico. marido de Maria (Ix 3. Filho rle Sofonlas provavelmente é o mesmo Josias | Z < 6. ou algo assim. 1. Da tribo de Levi o da elá dos coatitas. “o Senhor õ minha poTção"). Sua divisão era composta por 24.71. Irmão deSemer.Netofatita. Líder da fam ília sacerdotal de Meraiofe. H ELE B E .r). duranie os dias de loiaquim. ao lugar preparado especialmenle para ela. Quando a Arca da Aliança íoi le­ vada para Jerusalém. no Templo. 10).10). filho de Azarias o pai de Eleasá fl Cr 2. A Versão Soptuaginta sugerô quo "Helém" ó um nome descritivo de ''Heldai''. v. o lorte”.000 homens sob seu comando (2 Sm 23. HEM (Hob “ 'graça. Mencionado na geneaJogia do evangelho de Lucas. d.HELA to a essa questão. HELCAI (Hebr. cl. w fHeldai).30. estava rle pronti­ dão com seus homens no sétimo mês de cada ano e linha 24. Veja Estpr.35). descendente de Aser e um dos lideres de sua tribo (1 Cr 7. p . HELEQUE (Heb. um dos que fiz eram contribuições de melais precio­ sos. os quais foram lideres na lribo de ludá [1 Cr 4. Na Versão Siríaca.16). netofatíta (2 Sm 23. no governo do Sidomáo. Foi um das que lo varam práta o ouro da Babilôniu os quais furam usados para fazer as Coroas paia o sumo sacerdote fosue. . Helez. au seja.30).26. 1. no v. “poder”). ou pelonita. é o jiai de José. depois do exílio na Babilónia (Ne 12. Era Um dos "trinta heróis" tle Davi. 14 lê-se Heldái no lugar de “Helém*’ 2 .14.g . HE L D A I. 1 Cr 11.5. 29:10.151. 1 . opaltfta.23). HEMÃ |Heb”fiel"). Davi ordenou que os levitas nomeassem cantores para can­ 260 . após sun construção o inauguração 11 Cr 6.32). da tribo de ludá. Era par­ ceiro de Asafe. Talvez a pala­ vra ‘hem" seja um suhslanlivo.9. HELEZ. Coroo co­ mandante do exército.

C. Hemã o som descristão em cerca de 150 d. 261 . Hemã b seus compa­ ram o trabalho nos muros de Jerusalém e nheiros lideraram o grande louvor e ações na casa de Deus. saudados por diante do Senhor. que surgiu do meio do culto e da adoração. Esse per­ l e d e Salomão. é algo digno do atenção. controu o livro da Lei e reiniciou o culta filho de Disã e neto de Ana [Gn 36. Provavelmeufe é o ezraita mencionado na intro­ lhfis e 3 tilhas. novamente foram os descendentes de Mamã e de AsaIV■os pri­ H ER E S .15). Um dos lideres enlre os horeus. e novamente uo governo de om sua carta aos Romanos (Rm 16.24. ceudentos tiveram participação direta nesse ininistério. Também é particularmente sonagem náo deve sor confundido com o interessante notar que. pois cantavam harmo­ HE RM ES . no reinado do rei de cristãos de Roma.15 coma descendente de Asa In. mes­ ral que o apóstolo linha pelos seguidores mo d u r a n te os terríveis tempos de idola­ de Grislri. Mencionado em 1 Crónicas 2.6.31). O fato daquela lamiiia ser tao proe­ Foi um dos primeiros a retornar do exílio minente por ocasião da chagada da Arca na Babilónia. 1 no Trçmplo. numa época em escritor da livra apócrifa conhecido como que a música alegre novamente laz parte O Pastor r/e Hermus. nu tas.4-6). 1. O terceiro D o m o de um niosamente e locavam os instrumentos grupo de cristãos de Roma. e algo digno de atenção. era res de Cristo.12.26. saudados por Puulo Ezequias.14). 2. após a moidações. Mui lo Babilónia (Ed 3. na nova dedi­ HERMA5. e seu trabalho era ‘‘exal­ tai a Deus" (1 Cr 25. a Jerusalém. no tempo de Zorobabel. Famoso por sua sabedoria. que se refletiam em suas sau­ tria que Judá experimentou.9). Ele lambem íoi separado peio rei para Salomão. Um levila mencionado em 1 meiros a liderar a música no Templo. quando ela foi levada ao Templo recém-construido. e um chamado especial de Deus. Mais larde ainda.16J.18 — onde é chamado de Bavai: que se envolveram na purificação e 3.14). reco­ O cuidado pessoal e a preocupação pas­ nhecido através das gerações pelos que toral que o apóstolo linha pelos seguido­ estavam ao rodar doles. a do filho de Davi ul­ dirotas do Davi Foi almuçoado com 14 fitrapassava a Iodas (1 Rs 4. os quais lhe foram dados dução do Salmo 88.sabedoria dada por Deus a 191. Hemã Foi 3.HERMES tarem com alegria |J Cr 15. 17traordinária . 10. é interessante vor quo os descendentes dele da metade do distrito de Queila e foi um dos que assinaram o pacto feito pelo povo oLndii estavam entre os primeiros levitas (Ne 3. onde e chamado de Mamão). Era um dom de família Paulo om sua carta aos Romanos (16. O quinto nome de inn grupo cação do Santuário. é men­ cionado numa passagem que exalta a ex­ um dos que tocavam os cimbalos |w. versidadB e idolatria. Eslava sob as ordens do outros homens. filho de Zerá e nelo de Judá e Tamar.9). Quando a Arca HENADADE. quando o rei Jos ias en­ HENDÃ. depois de um penado do perCr t. Seus filhos e netos.4 l. no período do avivamento Seu filho Bibui era superintendente que aconteceu no reinado dn Ezequias.14. que se refletiam em suas saudações.1.13). Comparada com a de Hemã e o “ministério da p r o fe c ia ” o ficou conbe• ido como “vidente". lempo depois. levi­ finalmente íoi lavada {«ua a Templo. O Josias talvez seja uma boa indicação de Liúdado pessoal n a preocupação pasto­ que permaneceram fiéis ao Senhor. Crónicas 9. Senhor lhe llzera. Wic. depois do exilio na de graças ao Senlior í2 Cr 5. reconsagraçâo do Templo (2 Cr 29. Alguns dizem que é em cumprimento das promessas que o o mesmo do item n® 2. estavam entre os que supervisiona­ reinado de Salomão.

quando soube a respeito do nascimento de Jesus. 17). Colossos e Laodicéia. 15). a exigência do método de folar e pregai. A seguir. cerem firmes e fortes om Crislo nas soc imostrou como o Senlior que anunciava edades moderuas. Hermes”). “muitas vezes fémia v . aparecem nos Evangelhos e rimentar a salvação. O lato de Paulo apoiar para a revela­ em Atos. imj. o mar e toda sorte de dificuldades para permane­ tudo o que neles há.c. executou muitos membros da própria H E R M O G E N E S (Cr. os morado­ Ire os que não o assistiram estavam os ras de Listra. tais como Hermógenes cremm qun so tratava de um dous. fatia de enlendimento» Paulo di­ me recreou e não se envergonhou das rigiu-se â multidão. o problema lambém não deixou de dar testemunho de sua estava presente na Igreja primiliva. que sp supunhacomo Éleso.n. o des­ sor filho do Zeus.J-2Ú1 encaixa-se Ásia. é um excelente exemplo lanlo depois do domínio romano..12. colheitas e alimeutos. em Aios 14. de atitude melhor. se essus palavras teuharu pelo monos im­ (alassem sobre Cristo. que lez o céu. a Bíblia não diz s» ele leve ( bance de prosseguir na expo­ HERO DES . como do seu das taxas sobre os judeus. Paulo refe­ porque (azeis essas coisas. e vos anunciamos que há em Cristo Jesus" (2 Tm 2. a terra. Roma (v. ção geral de Deus u toda* as pessoas. foi les de dai os delalhes sobre o Evangelho o primeiro grande rei-uoSsalo do Isniel de Cristo.HERMÚGENES 2 Divindade grega.1|. Reinou de 37 de sua convicção de que a revelaçáo ge­ a 4 a.C. segunda carta de PauJo a Timóteo. considerado um men­ prezaram. entre e sua subsequente ordem do "massacre todos os que estavam na província da dos inocentes" (Ml 2. Embora simplesmente eram “envergonhados'. da lduméia. junto com Figelo. Zeus (túpilerl.H erodes. a fim de oferecer-lhes romanas. maravilhados com um provenientes da provinda da Ásia que grande milagre operado por Paulo. Cilado. Os ao período de sua segunda prisão em romanos chamavam-no rle Mercúrio. Pensaram que o apóstolo Paulo estabeleceu um contraste entre dos gentios era um mensageiro dos deuesse lipo de comportamento. rbae Figelo. Da mes­ vos con v ertais dessas vaidides ao Dous ma maneira que os cristãos euírentam vivo. ao viviam em Roma. todas com o lifulo da dinas­ tia Herodes. minhas algemas" (2 Tm 1 161. Paranóico quanto mente começava coro aquilo t:om que suo audiência livosse afinidade. ii possibihrlado de seu trono ser usurpado. segundo o apostolo. Provavelmente ele se referia sageiro divino o n rio as da oratória." (v.' Nós também riu-se a esses exemplos. . oiide bondade e graça. que frequente­ trubalho lorçado e a construção de grandes edifícios públicos. 0 sacrifícios (v 13). sujeitos às jai Timóteo a “fortalecer-se na graça que mesmas paixões. 262 . tais mento.m 1. pedido os sacrifícios. Quatro gerações diferentes sição de Crislo © ver essas pessoas expe­ de pessoas. dizendo: "Senhores. a fim de encora­ somos homens como vós. o Grande. mediante a imposição de pesa­ ral podia ser vista por todos. •nascido de família e alguns de seus colaboradores. os quais abandonaram o apóstolo muito bem em seu padrão de comporta­ (2 Tm 1 15). e a coridula tle Ouesíloro. na A história sobre sua inquietação. de quem Paulo esperava uma mamm-no de Hermes ti a Bfunubó. . com certe­ se* p por isso o sacerdote de Júpiter veio za resultante do medo das au loridades do seu templo. ao proporcionar-lhes os cristãos enfrentavam perseguições ou chuvas. p. Paulo não queria dizer que iodos os cristãos das igrejas na Ásia. quando alguns cristãos não Essa relação eulre Zeus e Hermes expli­ o apoiaram duranie seu julgamento Enca por que.g. Atónito com tal blas­ qual.

o qun lhes permitiria uma corta autonomia. a incoerência de sua mensagem e sua falta de habilidade para liderar um movimento popular As perguntas feitas a Cristo em Jerusalém. Agripa 1 Filho de outro irmão de AúUpus. pur diferenles razoes. embo­ ra nenhum deles apreciasse realmente o pagamento dos impostos a Roma Embo­ ra leu lassem muito pegar Cristo numa armadilha.31-33) e íoi levado à presença dele quando Pilatos tentou sem sucesso evi­ tar a exigência dos lideres judeus pela crucificação de Cristo (Lc 23. r. mencionado em três lugares nos evangelhos. Não é possível relacionar esse grupo com os saduceus. pois 6 o im iro evangelista que situa sua narrativa den­ tro dos eventos da historia do imj>ério.19. Rutre 57 e 5fJ d.6.C.. são pessoas de certa posição e influencia na comunida­ de. Um grupo de líctefesjudeus muito influente. Lc 3. No HE RO DIA NOS . logo depois foi forido mor­ talmente por nm anjo do Senlior e mor­ reu comido pelos vermes lw\ 19b-23).13ss. a esposa de um dos oficiais de Antipns. Lc 9.1. loapa.C.1. At 13. Filipe [Mc 6. Foi ele quem mandou executar Tiago. por nij&iò de perguntas capcio­ sas. pode parecer estranho que uma comunidade como esta pudesse unir-se aos lariseus para lazer oposição a fesus. Lurliretamente estariam a favoT do domínio romano. Depois Ha m orte rle Horodes. seus domínios furam divididos tíDtrit séus três filhos: Arquelau (ML 2. sempre eram superados. Foi o Movernante da Galiléia ale 44 d.C. pois os lariseus eram contrários à ocupação romana bem como opunham-se fortemente 3 dinastia herodiana e a qualquer grupo que se alinh.15).2. ao chamá-lo de “aquela raposa" (Lc 13. embora. Ao apoiar a família de Herodes. a fim de demonstrar sua educação precária. nelo de Herodes.3-12: Mc 6.0ss (cf. relacionado com os fariseus o suas tentati­ 263 .17) e Anlipav. laruou-soseguidora de Cristo (Lc 8.13). 4 . o Herodes que aparece durante a idade adulta de lesus. o Grande.HERODIANOS 2 . Mateus tam­ bém registra o segundo dos dois episódios. relacionado com dois episódios diferentes de confronto com Jesus. A princípio. centrali­ zavam-se na questão da legalidade de pagar impostos a César Jesus respondeu "conhecendo a hipocrisia deles" Ambos os grupos adiaram excelente acusar Grislo de rebelião contra os romanos.1719.16 e Marcos 12.6-10). Lucas mostra corto Interesso pela fam ília herod iana.6.16). Temos uma idéia da dííerenle visão religiosa dos lariseus e sadu­ ceus em Atos 23.22). 12. es­ tariam profundamente desgostosos com a mensagem de fesus.3). Como telrarca da Galiléia (Ix 3. Horodes . portanto. 3. Ele mandou de­ capitar )oã0 Batisla lMt 14.79). para tramai' contra 0 Filho de Deus [Ml: 3.esse om lermos religiosos com os domina­ dores pagãos. |esns repreendeu Horodes "ã reve­ lia".1-32). o filho de Zobedeu.Anlipav govefilou de 4 a 39 d. vas de apanhar lesus em alguma armadi­ lha. Ml 12. 14-16. o Granido. registradas em Maleus 22. Mc.Jesus era João que vol­ tara ã vido (Ml 14.1.20) e posteriormente teve duvidas sobre se.1») e pro­ vavelmente essas mesmas diferenças oram vistas entTo os fariseus e os herodianos. O nome do grupo indica qun seus se­ guidores talvez tenham apoiado a dinas­ tia herodiana. (At 25 13 a 26. A n tipn s.sus. om Atos 12. chamado AristObulo: pOrlanto. Filho ile Agripa L foi o governante que ouviu a defesa de Paulo quando esto eucoutrava-se preso em Cesaréla. na verdade. entretanto. por meio do perguntas (Mt 22. 0. Nenhum deles apro­ varia alguém que ensinasse sobre o Reino de Deus n arregimentasse pessoas om tor­ ne do sua mensagem Os dois grupos Lentavam desacredi­ tar |e. Agripa //. embora provavel­ mente as convicções de ambos tossem bem semelhantes. Marcos cila duas ocasiões em que eles se uniram aos lariseus. quando este exercia seu ministério. e determinou a prisão do Pedro. Ambos os grupos. Mc 6.

para tanto. 264 . Famosa nas Escrituras por seu desejo de ver a (norte de João Batista. seja de fé e obedi­ ência soja de refeição e rebelião. Certo dia.2). pois traria um inimigo formidá­ rudias começou quando o homem de vel a sua fronteira.1 0 . por de lançar João no cárcere” ILc 3.G. desde que outros nomes ju d a ic o s são m encio­ nados au lis la O nume Horodião podo Indicar que esse homnm fora um escravo da casa de Heiodesi HERODIAS. 5). Tal pregação provocou duas Hadade.9. A primeira alternativa é a mais pro­ vável. Tal pacto assus­ tou Asa. argumentavam contra o Messi­ as há muito esperado. rei sírio ficar com seu m eio-irm ão Herodes no tempo de Asa. O Juízo finalmente veio sobre Herodias. porém. a lim rle se prepararem para no do Norte [Israel] (1 Rs 15.J 9. depois que este se separou de fizera uma aliança com Baasu. rei de Is­ uiuu princesa. à sua esco­ lha.I-íERODLÃO verdade. divorciara-se. Salomé. Uma Herodias. A razão de Herodias ficar tão furiosa com João é por­ que ele havia aponlado o pecado dela também. de acordo com o contexto. meu parente". Não está claro. as pessoas precisam dar uma resposta A natureza da resposta. HEROOIÃO. para passar o resto de seus dias uo exílio. Herodes soube que o HEZIR. Mc 6. o Espírilo de conse­ lho .20). em troca de uma aliança.s profetizou: “Repousará sobre ele o Espírito do Senhor. Avô do Ben-Hadade. agradou tanto ao rei que esle lhe ofere­ ceu uma grande recom pensa. 1. numa L ifi­ la de saudações individuais. Casara-se com Herodes Filipe.11 ele diz: “Saudai a ílerodiáo. filha de um rei nabateu O conflito entre João R a l i s t a e He-rael (o reino do Norle). Algumas pessoas responderam sírio então atacou Israel e Asa tomou al­ com entusiasmo e perguntavam n J o ã o o gumas cidades que ficaram no sul do rei­ que fariam. se o apóstolo releriase a nm parente de sangue ou um compa­ nheiro judeu entre os muilos gentios cris­ tãos. Um dos sacerdotes e s c o l h i ­ proíeta apontava para pecados específi­ dos p. Paulo demonstrou seu cuidado pastora! pelas pessoas.c 3 . di­ ante da mensagem da Palavra de Deus.e de fòrUtlâza. Lucas especialmente mostra que.17-29J. Em Roma­ nos 10. "de acordo cos. Herodias disse à l ilha que exigisse a cabeça de |oão Batista Com certa relu­ tância.ira oficiar n o santuário. por ler passado de um irmão paia o outro. inclusive o seu relacionamento com com as últimas insliuçôes de Davi“. Lucas diz quo ‘'acrescentou a seloção imparcial foi feita entre os des­ todas as outras (maldades) ainda esta. dançou paia Herodes e seus convidados. T'.UC». essa mulher era a esposa de Herodes Antipas e liLha de Berenice e Arístõbulo P. O rei reações.3-12. mas separou-se dele para HEZIOM. em particular quando confrontadas por Cris­ to. este acontecim ento lt.caria aos cristãos de Roma. Quando. cf. o Espírito de sabedo­ ria e de inteligência. também o v.1 4 ). a filha de Herodias.1 2 . Herodes cedeu e João foi decapi­ tado (Ml 14. (Ml 14.D. o Espírito de conheci­ mento e de temor do Senhor" (ls 11.t8). a cendentes de Eleazar e r l e Itarnar. determi­ nará a salvação ou o castigo eterno. aquele sobre quem Isuía.Asa tomou toda a pra­ Deus iniciou suas pregações sobre o ar­ ta e o ouro do Templo e os tesouros do rependimento e a iminência dn advento palácio e ofereceu como presente d Bende Cristo. de acordo com o texto grego. A natureza exigente do Evangelho é claramente demonstrada nesses inciden­ tes. rei de Judá Ben-Hndado Antipas. quando sua ambição loi longe demais: A>íripa I foi feito telrarca pelo imperador romano e ela foi banida. No tixaaJ de sua . As transgressões neste caso eraiu que Herodes casora-so com sua sobrinha e.

era da famtlia dos m eraritas e serviu uo um dos líderes de sua tribo e lornou-se Tabernáculo uo reinado de Davi 11 Cr cabeça do seu próprio clã hezronita.20. 1 Cr 6.45). 2 Cr 14 9-22. maldade» feitas nos dias de Acabe.13-15). Era filho de Salum Jericó. 1. foi apenas mais um. que liderou Isra­ el durante oito anos no tempo dos Juizes.9. encontrou o livro da Lei (2 Sm 23. Nm 25. de Israel (2 Rs 22. cendentes foi Boaz.6: 1 Cr 5.8). menckmepelo rei losías à profetisa fluida. Esse perverso um dos judeus qoe ticaram ao lado de alo de desobediência à ordem do Senhor Esdras durunie a Untura publica íla Lei. para do r. O tex­ HEZRO.30). 36. O 17* lurno saiu para Hesstr e es la era a ordem oa qual miriistrava quanilo entrava no santuário (1 Cr 24. Pai de Gemarias. O incidente proporciona evidências da juizo de Deus sobre os que se rebelam contra sua Palavra. 1 Cr do palácio duranle o reinado de Ezequias 2. Sumo sacerdote duranle o reina­ 1 Crónicas 11.15). 11 Rs 16. Por 26. que fora destxuida pelo poder de (Ne 12.25. Josue pronunciou uma maldição deus que retornaram para Jerusalém com sobre qualquer um que reedificasse Zorobabel.22). designados pelo rei Davi 0 clã dos hezronitas (Gn 46. geiros enviados pelo rei Zedequias a Nahucodonosor.c.35 (onde é chamado de Hezrai) o 1 Çwmicas 1 1. ua região montanhas. era rio ribeiro rle Gaás" do de Josias.34 mostra como 8 . i i o meio de tantas Pode ser o mesmo tio item nB 7 S.2 1 . Um de Seus des­ (2 Rs 18. Seus filhos Abirão e Segube 35. Abdam fui sepulta­ da em Piratom.3.7).G. Lc 3.10. que se casou com 4 .20).18.26).3. 1 . morreram em decorrência dessa recons­ 7. 265 . lambem era 2.1). Da liderda família que l icou conhecida como coxa do Senhor. Pãi do profeta leremias e sacerdote Rute.32. é mencionada em 2 Samuel 23. I Reis 16. 2. Ancastrd dos HEZROM . rei da Babilónia (Jr 29. . 26. Neto de Judá r filho de Ferez.3). a administrador de Asur (Gn 4 6 . Depois de sua morte. to sugere que um rei mais piedoso ja­ mais permitiria que tal obra fosse feita.24. Ru de Abdom. 4. P. L íd er da fam ília dos meraritas. Segundo filho de Hosa.4-14.5. 2 Um dos lideres dos judeus que as­ sinaram a aliança de Esdras (Ne 10. Tarubém chamado de Huroi.21. HILQUIAS (Heb.14.18. Participou 'ias reformas ele para as batalhas e lideravam o povo religiosas o da avivamento que aconte­ de Israel ua guerra. ceram depois ria lei lura dos preceitos divinos.37. Pai de Ebnquim. meio de sua esposa Abia.13.HILQUIAS meio de sorte to. no tempo do rei Acabe. Êx 6.1 2 .D.19) e do Senlior lesus 5 . Conhecido como "o carmelita'*. Terceiro filho de Rúben e qun foram encarregadas da música.4 registra IliJquias como essa maldição se cumpriu. uô Senhor é a minha p o rção ").18. HILEL. <7.omo o retonsfrulor da cidade de “inquirir ao Senhor'*. em 6.9. Deus (Js 6. Is 22. rei Davi (Rt 4. Nm 2 6 . um dos meusaCristo (Ml 1. tornou-se pai 3 . (1 Cr 6.33). é um ancestral direlo do em An a lote (Jr I I ) . Sacerdote que estava entre os futrução. Era urn dos “trinta heróis” de Davi. Um homem de Betei. Neemias 8. depois do exílio na Babilónia Jericó. da trilxj de Levi. Liderou a delegação enviada HIEL. guerreiros valorosos que saiam com tregou ao rei. Urn dos "Irinta heróis” de duranle as reformas no Templo v o en­ Davi.31 HIDAI.! de Eiraim (Jz 12. Os quais saítun com ele pata as batalhas e lideravam o povo de Israel na guerra.11). porlanlu.341.

do lemplo. no tempo do rei Salomão. "Hirão.ora imia forte Insistência . 266 .11.18.13. A mãe desse Hirão era uma viúva da tribo de Naflaii. Provavelmente é a mesma pessoa mendonada em 1 Timóteo L.11-14: 2 Cr 8. a qual lhe deu vários filhos. com esse propósito. p. No relato sobre seu trabalho em 2 Clônicas 4 11 -18. Hirão não somente exportava o famoso cedro do Líbano.27: 10. A importância de Hirão uo trabalho do lem plo também é perce­ bida no espaço dedicado a ele pelo escri­ tor do livro (vv. A heresia pregada por dos espalhava-se camo "cuncer" e era i.118: I Cr 14. lambém ê chamado de Hirão-Abi (v.nos pilares e outros artefatos de bronze do Templo. Foi enviado a Salomão pelo rei de Tiro. Assim que 0 Palácio é o Templo fo­ ram conslruidos. Tais he­ resias são couslanles ria história: os cris­ tãos devem seguir o exemplo fle Paulo v confrontar essa questão r. pai e filho. trabalharam juntas e trouxe­ ram tesouros para Salomão de vários lugares di/erentes (1 Rs 9.17).17. Enquanto estava mi companhia de Hira. superaram a esse de­ sastre diplomático. Seu reinado prosseguiu durante o governo de Salomão. provavelmente corno sinal de respeito.'lflJ Talvez acreditassem que tal fato era simplesmente a descrição de uma experiência espiritual e não o ressurgi­ mento rio corpo — ensino fundamentai da ié cristã (veja l Co 15.12).. Líder herético. Salomão deu a Hirão vinl. 13-47).. posteriormente.16). Judá conheceu luna mulher do Canaã. Ambos. 1. Sua reputação como artesão provavel­ mente se espalhou entre o povo.2). Um dos filhos de Elpaal. H IRA .20 e 2 Timóteo 2. Vivia em Tiro. o procuraram para providen­ ciar o suprimento de madeira para a cons­ trução do paládo e. era cheio de sabedoria. 2 Cr 8. HIZQUI (Heb. pedindo o envio de matéria-prima (2 Cr 2. lilha de um bomem chamado Suan. com o compromisso de Israel enviar trigo e óleo de ohva para Tiro (2 Sm 5 11: 1 Rs E i. item ne 2. que dera grandes quantidades de cedro e ouro para Salomão. “lorte"). oou Lratudo para brabiilbar na construção do Tbtnph •de Jerusa­ lém. 9. não licou satisfeito 1 1 Rs 9.1: 2 Cr 2. p. Um tratado foi firmado entre Salomão e Hirão e um grande comércio íoi estabelecido. quando o Templo estava em construção.13.HIMENEU HIMENEU.g . As re­ lações. juntamente com as de Hirão. pois o filho de Davi ordenou que ulr* especifica­ mente fosse Contratado para trabalhai. Rira mais detulbes. mas seu pai era de Tiro e também fora um grande artesão (v.22. mas também a tecnologia espooiallzada e os artesãos necessários para as obras de carpintaria e de construção com pedras. listado na genealogia do iribo de Benjamim que vai até Saul 11 Cr 8. amigo de juda (Gn 38. 2. Essas embarcações.aractorizada pela distorção rias Escrituras. 14-1. pois Iíirão enviou marinheiros experientes para comandar os navios de Salomão no mar Vermelho. 1 . Adulamita. d entendimento e de dèncio para fazer toda sorte de obras de bronze" 11 Rs 7. veja Hhõo. HIRÃO.nc. Art esãi i. 4.e cidades 113 região norte da Galiléia: mas ele. entretanto. O tamanho extraordinário e o brilho dos pilares e dos outros itens que fez dão uma indicação tanto das propor­ ções do Templo como de sua riqueza e beleza.12).47). “Não se averiguou o peso do bron­ ze" (1 Ks 7. depois que o lilho de Davi escreveu-lhe uma carta. 16). relacio­ nado com Alexandre e com Fileto (veja Alexandre}.10).14). HIR Ã O • A B I . O ensino deles de que a ressurreição já li­ nha ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2. Sua descendência israelita provavelmen­ te foi o que lhe permitiu trabalhar uo Tem­ plo. d.16-19). Rei de Tiro na época em que Davi iniciou a construção de seu palácio em Jerusalém.-sobre a realidade da ressur­ reição do corpo.

Nos dois textos onde sou nomn aparece. embora um pouco improvável. irmão de Finéias. entre » >grupo de bravos gu erreiros da tribo de Manassés.29. Seu noto Saiu estava entre os pri­ meiros jurleu> da tribo de Benjamim a se restabelecer em Israel depois do exibo na Babilónia ( L Cr 9.9).1517). "des­ prezavam a oferta do Senhor" (1 Sm 2. seja chamado do queneu) Em outr as passagens. Enquanto viviam em Moabe. Não tinham consideração polo So­ nhar (1 Sm 2. na linhagem real dos descen­ dentes ile leoiiiquim. Era da competência de Eli assumir a responsabilidade de disciplinai' seus £i- 267 .43). assinaram o pacto leilo pelo povo de adorar somente ao Senhor (Ne 10. depois do exi­ lio na Babilónia. Na primeira passagem páreos sor nm midiiinila. HOFNI. insistiam em tirar sua parte anlés do sacrifício. Iz 4. Essa lisla proporciona a linhagem real rio reino de Judá depois do exílio.de tudo.35. 2. Uma das es­ posas do benjamita Saorim. enquanto na segunda é vislo como o progenitor dos queneus (embora em íuízes 3 . Des­ cendente do rei Davi. 2 3 .9).12). H O B A B E . Hades deu-lhe sete filhos. 9. 3. Outro lcvitn que também assinou o pacto (Ne 1 0 . que os textos se refiram a dois homens diferentes. ao invés de esporar. No meio de Ioda essa sujeira e maldade.5). Pode ser o mesmo do iiom u® 4. HODIAS lHeb.algumas vnrsóe. essas valen­ tes não Forarn fiéis ao Senhor (1 Cr 5. é que ele era bem fa­ miliarizado com as áreas do deserto por Dnde Moisés e os israelitas viajariam. em Números 10. "força dn Senhor”).29. não fica totalmente claro se era sogro ou cunhado de Moisés |Nm 10. 2 . como ordenava a Lei |Lv 3. Outro líder que também assinou o pacto leilo pelo povo (Ne Ui. 1 . Os dois sacerdotes também eram culpados de manter relações sexuais Uegitimas com as mulheres que serviam na porta (lo Tabernáculo (v.HOFNI HIZQUIÁ (Heb. A razão para se mencionar Hobabe. 1. depois que deixassem o Sinai Embora a princípio estivesse relutante. 4 . alentou para a oração de Ana o nasceu o profeta Samuel.até que a gordura fosse queimada. Moiaés o cunveuceu u unir-se a eles. e os israelitas iniciaram a marcha rumo à Terra Prome­ tida. 18). Um dos levitas que instruíram o povo sobre a Lei. quando Esdras a leu publicamente. 4 . Certamente lambém e possíve). 22).1 0 o sogro. Tiravam da como quo as pessoas levavam para sacrificar e. o cativo 11 Cr 3.7). HODES (Heb. Mencionado em I Crónicas 7.37 como descendente de Aser e filho de Zoiá.40. era um dos fi­ lhos de Eli o sa cardo to de Israel em Silo fl Sm 13). Dessa maneira. 7. 3.13).10). '‘esplendor do Senhor").24). Apesar. o sogro do Moisés é chamado de Jetro. quando todos confessaram seus pe­ cados (No 8 7.29-34). Os filhos desse sumo sacer­ dote tornaram-se totalmente corruptos e liravam vanlagem da posição que ocupa­ vam.2 1). Ne 7. lua nova”). e lideraram os judeus na ora­ ção.s apresentam a grafia de Ezequias). Um dos filhos de Elioenai. Entre seus d escen d en tes está CadmieL que ajudou na reconstrução do Templo depois do exílio na Babilónia (Ed 3. listado como om dos t r ê s (ilhas de N e a r i o S (J Cr 3 .3 11. 5 . Um dos levitas que. não men­ cionado pelo nome. e cada uni deles tornou-se líder de seu próprio clã (1 Cr 8. HODE (Heb. o Senhor entretanto. "majestade”). H O D A V IA S . depois que se divorciou de suas outras mulheres Husim e Baara. Líder de sua família. Descendentes de sua linhagem es­ tavam enlre os levitas quo retornaram do e x ílio com Neomias (Ed 2.

13) e. não è surpresa que Tiago faça a seguinte advenência: "Meus irmãos. Quando. 27-36J. a Arca foi captu­ rada.30). lamentavel­ mente. ocasião om que levaram Jeremias com eles. quo era fraco e indeciso. como pastores e bispos. lembra aos líderes que eles. pois normalmente as terras eram herdadas pelos filhos homens. con­ tudo.saber que Deus é misericordioso e os perdoará. 18).3). se eles se arrependerem rle seus pecados.33: 27. Joanae outros bderes de Judá fugiram pura o Egito. o sacerdócio se afastara para lon­ ge du obediência ao Senhor é a maneira como o cap. Ismael malou Gedalias.d. 35}. uma nova lei foi 268 . o Seohoi prometeu também que. HOFRA. por isso. Ezequiel também profetizou a queda des­ se Faraó (Ez 29. É mencionado apenas urna vez na Bíblia (fr 44. Elas procurar am Moisés aa entrada do Tabernáculo para obter solução sobre esse problema e pediram -lhe a permissão para que tomassem posse da propriedade que seria do pai. durante uma revolta contra ole no Egito. 110).C. Apesar da mensagem ser de juízo. não houve arrependimento lv. com quem Deus falou numa uOite (vv. Faraó que governou o Egito en­ tre 589 a 570 a. Js 17. membros da Lribo de Manassés (Nm 26. p. Há muito (empo Jeremias profetizara que os judeus deviam permanecer em sua torra e viver sol) o domínio dos caldeus. o juízo viria sobre a família de Eli Tal (alo acon­ teceu 11 Sm 4) quando. mas Lambém precisam ler um estilo de vida que refliia o chama­ do divino. sabeurlo que receberíamos um juízo mais severo" (Tg 3. de­ vem .11) r o sumo sacerdote. Nabucodonosor invadiu esse país em 568 a. Holra foi morto. Mesmo no NT. caiu de onde esLava seulndo e também faleceu fv. Por duas vezes Deus advertiu EU que mandaria juízo s o hre sua família. os que lideram 0 pov o de Deus. Por toda a Bíblia. ao ouvir a noti­ cia do que aconteceru. a dospeito da advertência anterior.HOFRA lhos e ass'?gurar o oTdem apropriada e a obodiôncia da Loi oca Silo. o qual faria o que era reto diante dele e andaria sempre diante do ungidi) rio Senhor | v.1-16. mas oão Linha autoridade sufi dente paia colocar um paradeiro nas atitudes deles. como resxiltado. as quais casaram-se com os primos por parte rio pai delas. Detis então declarou que uão es-lavam seguros.11 O episódio com Eli e seus filhos. pois os egípcios também seriam subjugados. Hofni e Finéias loram mortos (1 Sm 4.C. H O G L A . feita nessa ocasião. 3 começa com as palavras: “Naqueles dias a palavra do Senlior era muito rara: as visões não eram frequen­ tes". na batalha Contra os filisteus em Afeque. Eles simplesmente “oão deram ouvidos à voz de seu pai" (v. Uma das cin co filh as de Zelofeade. Elas enfrentaram uma situação embaraçosa com respeito à he­ rança. 25). cujo nome náo é mencionado (vv. que apon­ tava o pecado dos Filhos (l Sm 2.7-9: 1 Tm 31 Portanto. mais do que Iodas as pessoas. contudo. Parece. Náo so­ mente devem desempenhar suas tarefas do trabalhar. pois não e. pjjjc. não sejais muitos de vós mestres. etc.1: 36. sobreviveriam. No final.ra iusto que seu nome íosse apagado da memória do povo. devem ter uma vida exemplai (Ml 2.1-12.23-251. Urna indicação de como. A promessa de Deus. A primeira oportunida­ de íoi por meio de "um homem de Deus". uru dia levantaria ”um sacerdote liei'’. ensinar etc cOmo foi ordeuado pelo Senhor. Tratava-se do juízo de Deus sobre eles: mas. lembrava aos israelitas que a aliança do Senlior corn elos permaneceria lirmo e apontava indiretamente para n tempo da vinda de Cristo. A mensagem desta vez foi que. Moisés consultou ao Senhor sobre a questão e. se obede­ cessem à sua palavra e ficassem na lerra. polo bem de Israel seu povo. porém.). a responsabilidade colocada sobre os que são chamados para servir ao Senhor é formidável. A segunda advertência veio a Eli por meio do menino Samuel (1 Sm 3.c.11-18).

22. mandou lira-los da caverna e os matou (Js 10. Quando os israelitas final monte en­ traram em Canaã e a terra foi dividida entre as tribos.idade de Laquis. sul do Canaã. 1.HOTIR promulgada. 2. 2. HOMÃ. Nelo de Àser e líder daque­ la tribo. 1 . para que não escapassem. Um dos descendentes de Esaú. Os reis fugiram paia uma caverna em Maquedá. 1. quo tinham feito um tratado de paz com os israelitas. Dessa maneira. a qual determinava que as mu­ lheres deveriam casar com membros da mesma tribo de seu pai. na área do Templo ( I Cr 26. 1 Cr 1. Seu pai foi Lotã (Gn 3 b . H OS AÍ AS.39. o boreu. Foi acompanhado pela metade doa líderes de Judá (Ne 12. Posteriormente. fiai de Sarna o Jeiel. a llm de pedir orientação se deveriam ou não abandonar a terra (Jr 42. oficial do exér­ cito de Israel.22. para formar urna confederação de reinos para guerre­ ar contra os gibeonitas. Rei de Gezor. HOSA. veja Jezanhis. 12.11. pela linhagem rle Seir. mandou que os soldados rolassem gran­ des pedras para a entrada do túnel e co­ locou guardas. Q u a n d o Josué os encontrou escondidos. Para mais detalhes. de Ilebrom. HOTÃO. um tios doze homens enviados por Moisés paia espiar a terra de Canaã (Nm 13. o rei cativo 11 Cr S.32). Rei amorreu. lis la ilo entre os que foram separados para o mi­ nistério da profecia e da música. mas ele próprio (oi derrotado por Isra­ el [|s 10.44). para que se cumpris­ se o requisito fia Lei.1). quando foram dedicados por Neemias. Um dos filhos de Asale.16) HORÃO. Listado entre os descendentes da linha­ gem real.3.5). as filhas de Zeloíeade re­ ceberam a parte delas (Js 17. Posleriormenle. ou então per­ deriam o direito ã herança (Nm 3(51. Liderou uni dos maiores corais ao longo dos muros de Jerusalém. filhos dos ir­ mãos do pai delas. cf. n horeu.4). ”o Senhor (em ouvido”). onde é chamado de Hemã] HORI. IJm dos descendentes de Esaú. Seu pai loi Lola (1 Cr 1. Quando retornou da batalha. as filhas de Zeloíeade casaram-se com primos. Quando Gibeom foi atacada.s lideres procura­ ram lerem ias. Aroerita. HOTIR. P. MOS AMA (Heb. a qudi permitia que as fi­ lhas herdassem as ferras do pai delas. Seu filho (ezarias. Era descendente du rei Davi e filho de Jeconias (em algu­ m a s traduções é chamado de |eoiaquim|. a terra não pertenceria mais a Manassés para sempre. Gn 36. Quando a Arca da «Aliança foi le­ vada a Jerusalém. alguns lideres da tribo de Manassés apelaram a Mui sés sobre d caso e alegaram qun. apôs o exdio. ua liderança dos valentes soldados nos campos de ba­ talha II Cr 11.33).32]. 2. Horão subiu para saivála. O grupo. Quando os israelitas sitiaram a i. pai de Safate. Da Iribo de Si meão. 2. rei de Jerusalém. ele e sua família (orna­ ram-se porteiros aa Porta Ocidental e ua POrta Salequete. Era bder eulre seu povo.39). Era um levita do clã d o s meraritas.2).líG. porém. Israel loi em seu socorro e derrotou a coalizão. não reagiu favo­ ravelmente ao conselho do pruíeta (Jr 43. Era filho de Héber (1 Ci 7.18J.10. para guardar a entrada da tenda na qual ela seria colocada (1 Cr 16. se aquelas mulhores se casassem tom homens de ou­ tras tribos. e oulro. que estavam entre os guerreiros poderosos de Davi e lutaram at> seu lado.38). 1 . ua épo­ ca em que a (erra foi conquistada por Josué. Respondeu â convocação de AdouiZedeque. através de Seu-. duranle 26 9 . o rei Davi nomeou Hosa como “porteiro".328. Então a regra que foi estabelecida definia a lei da he­ rança.10).

da tribo de Judá e descendente de Hur.10. por terem seduzido os israelitas. “proteção"). 17.9 1.0.g . 4. Pai de Abiail. em Génesis 46.13) HURAI (Também conhecido como Hidai.4. Bezaleel recebeu uma imnãrt especial do Espirito Sanlo para realizar esse trabalho íEx 31