Vida

A história de todos os personagens da Bíblia

Quem é Quem na Bíblia Sagrada

Editado

por

Paul

G ar d ner

QUEM E QUE NA BÍ BLI A SAGRADA

Paul Gardner (editor)

Prazer; emoção e conhecimento

ISBN 85-7367-377-X Categoria: Referência Este livro foi publicado em inglês com o título l7x‘ Complete Who’s VCho m U x B úie por Marshall Pickering O 1995 por Paul Gardner • 1999 por Editora Vida Ia impressão, 1999 2* impressão, 1999 Traduzido por Josué Ribeiro Todos os direitos reservados na língua portuguesa por Editora Vida, rua Júlio de Castilho, 280 03059-000 Sào Paulo, SP - Telefax: (Oxxl 1) 6096-6833 As citações bíblicas foram extraídas da Edição Contemporânea da traduçào de Joào Ferreira de Almeida, publicada por Editora Vida, salvo quando outra fonte for indicada. Gerência editorial: Reginaldo de Souza Preparação de textos: Mardônio Nogueira Revisão de provas: Rosa M. Ferreira Editoraçao eletrónica: Imprensa da Fé Capa: Douglas Lucas Design
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Impresso no Brasil, na Imprensa cia Fé

Dedicatória
fóra minha esposa, Sharon, e meus filhos, Jonathan. David e Hannah. Cujos nomes tanto significam para mim: Sharon (Sarona, Atos 9:35) foi um lugar que testemunhou um grande movimento de conversáo a Cristo pelo ministério de Pedro, lonathan significa “o Senhor deu". David provavelmente significa “amado do Senhor". Hannah significa ‘‘graça", a qual é tão importante em nossa família. N A S C I M : r p o d z l a t g i D

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PREFACIO

Qualquer pessoa que se aproxime da Bíblia pela primeira vez percebe que não se trata apenas de um livro teórico sobre Deus. Desde o primeiro capítulo, vemos que é uma obra que fala a respeito do Criador e sobre seu relacionamento com sua criação, espe­ cialmente com seu povo. Aprendemos sobre Deus ao vê-lo revelar-se a homens e mulheres falhos. O Senhor fala com eles. Lrabalha com eles, encoraja, disciplina, ama e castiga cada um deles. Dessa maneira, fica muito claro que Deus tem algum tipo de comunicação com cada ser humano, individualmente. Esse entendimento às vezes é de amor e comunhão, ou é um relacionamento no qual a pessoa se rebela contra Deus, mas o Senhor e Criador está sempre lá, sustentando soberanamente o mundo, durante o tempo que Ele desejar. Meu desafio e minha maior empolgação ao dirigir este projeto foi que me permitiu estudar essas pessonagens à luz da comunhão delas com Deus. Espero que todos os que lerem Quem É Quem n a BíbUa Sagrada experimentem, como eu, um conheci­ mento muito maior de Deus, ao vê-lo junto das pessoas de diferentes raças, forma­ ções, culturas e crenças. Observamos os fracos que confiam em Deus e o adoram, e são usados por Ele nas situações mais difíceis e perigosas da vida. Vemos os podero­ sos deste mundo, que não confiam no Senhor nem o adoram, despojados de seus tronos, quando Deus exerce sua soberana vontade, Vemos os pecadores serem perdo­ ados, quando se voltam com fé para um Deus amoroso que cuida do seu povo. e observamos os que são castigados, por se recusarem até mesmo a ouvir os avisos sobre o juízo de Deus. Quando olhamos para as personagens da Bíblia, descobrimos como o pecado en­ trou no mundo e afetou cada ser humano. Vemos isso até mesmo na vida dos assim chamados “heróis" da fé. Na revelação bíblica, não existem seres humanos perfeitos (a não ser Cristo). Abraão, Moisés, Davi e outros grandes líderes são vistos como homens de Deus, mas também como pecadores, que necessitam do perdão divino. Quando lemos sobre o pecado que homens e mulheres cometeram, imediatamen­ te percebemos que são pessoas idênticas a nós. Entretanto, também observamos como Deus perdoou os que se voltaram para Ele; assim, temos esperança para nós mesmos, se também confiarmos em seu perdão e salvação. Quando olhamos para a sociedade e nos surpreendemos com os horrores que nos cercam, vemos que outras pessoas viveram em tempos que foram no mínimo tão maus ou até mesmo piores (veja, por exemplo, o período dos Juizes), e nos reanimamos com o fato de que naquela época Deus era soberano e Ele permanece o mesmo hoje. Vemos a sinceridade de um ho­ mem fiel. como Davi. ao perguntar: “ Até quando, Senhor?”; “Por que os ímpios pros­ peram?" Nós nos identificamos com suas emoções; fazemos as mesmas perguntas para Deus e aprendemos do Senhor, quando vemos suas respostas para Davi e outros, através da história. Em benefício do homem, desde o mais insignificante até o principal líder mundi­ al. encontramos um Deus soberano, que se importa com a humanidade. Quando se revela às pessoas, ao longo das épocas, fica evidente que esse cuidado do Criador santo e transcendente pelo ser humano é que levará à sua provisão para a salvação.

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QUEM É QUEM NA BÍBLIA SAGRADA Enquanto o foco bíblico estreila-se, aponta inexoravelmente para o plano eterno de Deus de enviar seu único Filho Jesus para trazer salvação ao homem que Ele criou e o qual ama. A encarnação de Cristo torna-se a maior demonstração do quanto o Se­ nhor se preocupa conosco. Quando estudamos a vida dos que conheceram Jesus e colocaram sua fé nele e O seguiram, mesmo que isso conduzisse à própria morte, descobrimos o que significa ser um recipiente da graça, da misericórdia e do perdão de Deus. Vemos a alegria em seu viver, mesmo diante das perseguições, doenças ou dos desastres naturais, pois sabem o que significa pertencer ao Senhor. Quando ve­ mos a maneira como conquistaram o mundo de sua época, isso nos dá um entendi­ mento mais profundo do Deus que ama, perdoa, salva o homem do castigo e o conduz à eternidade junto consigo. E minha grande esperança que todos os que lerem este livro vejam a Bíblia como algo mais real. mais relevante e útil do que talvez considerassem antes. Espero tam­ bém que esta obra apenas aguce o apetite para o estudo mais profundo e contínuo de cada leitor sobre esse Deus que criou o homem e se revela não de uma maneira abstrata. mas na vida real, no mundo real, sobre o qual Ele permanece como absoluto soberano. PAUL D. GARDNER Cheshire, 1995

INTRODUÇÃO

Propósito
O propósito deste Iívto é o de prover uma referência exaustiva que possibilite a rápi­ da utilização sobre as personagens mencionadas nos textos bíblicos, do Antigo e do Novo Testamento. Assim, para cada uma delas há pelo menos algumas informações mínimas, bem como as referências bíblicas e uma breve descrição do seu papel pes­ soal na narrativa bíblica e sua possível relação com outros nomes. A intenção desta obra é que ela seja um livro útil ao maior número possível de pesquisadores. É livro de referências muito prático, tanto para os estudiosos da Bíblia como para os principiantes. Estudantes, membros de igrejas locais, professores, pas­ tores e alunos de seminários e institutos bíblicos, todos reconhecerão o valor de uma obra como esta. Também esperamos que seja um livro útil como referência nas biblio­ tecas públicas e particulares. Ele foi deliberadamente escrito com o propósito de evitar ao máximo os detalhes técnicos. Os leitores com certeza adquirirão um considerável entendimento do quadro com­ pleto das principais personagens bíblicas. Essa descrição de nomes também destinase a ajudar os estudiosos a entender melhor o lugar de cada servo de Deus dentro dos propósitos divinos e da história de seu povo. A visão bíblica do próprio Criador e de seu relacionamento com o ser humano muitas vezes é mais bem apreendido quando estudamos os homens e as mulheres em sua comunhão com Deus. É claro que tais objetivos em muitos casos não são alcançados, devido às informações do texto serem insuficientes. Outros artigos muito úteis loram incluídos, os quais apóiam a obra como um todo e contribuem para um melhor entendim ento do material bíblico relacionado com os nomes mencionados nas Escrituras. Embora o leitor pense imediatamente em numerosos ouLros artigos que também deveriam ser incluídos, o espaço dispo­ nível tornou isso impossível. Os que toram registrados, entretanto, mencionam pro­ pósitos especiais que muito ajudarão o leitor. Por exemplo, existem dados sobre crianças, personagens sem nome, como a mulher no poço, anjos, leofanias e mesmo sobre genealogias. Esta obra foi escrita sob o entendimento de que a história bíblica deve ser cuida­ dosamente selecionada. Os vários escritores das Escrituras Sagradas, guiados pelo Espírito Santo, mencionaram eventos e pessoas porque estavam interessados no Deus da história, que opera entre as pessoas do seu mundo e no meio da sua criação. Houve os que cuidaram dos diferentes aspectos dos acontecimentos, mas sempre se mostra­ ram preocupados em ensinar à sua própria geração e às futuras mais sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e especialmente com o povo da sua aliança. O propósi­ to deste livro, portanto, é apresentar da maneira mais clara possível — dentro das limitações de uma obra de apenas um volume — o maior número possível de infor­ mações sobre Deus e os seres humanos que viveram diante do Criador onipresente e onisciente.

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Como u u r este volume Em alguns aspectos, esta obra podo ser utilizada do uma maneira muito dirola. Simplesmente procuro o nome e leio! Sempre que dois. três ou mais personagens diferentes tenham o mesmo nome. são listados como 1 . 2. 3 etc. e talvez seja necessá­ rio olhar todos elos para encontrar, por exemplo, o Zacarias desejado. O propósito desta obra é dar. sempre que possível, um pouco mais de informações além dos simples detalhes biográficos de cada personagem. Com isso em mente, para extrair o máximo deste livro e aprender sobre o porquê de um nome ser mencionado na Bíblia e o que essa menção ensina sobre Deus e seus propósitos, provavelmente será necessário que o leitor olhe também outros nomes relacionados. Já que todos os nomes da Bíblia estão listados neste volume, a referência a outros nomes só é feita quando a informação contida no verbete é realmente necessária para se ter um qua­ dro completo do assunto. Por exemplo, o leitor talvez esteja interessado em saber mais sobre Reuel. o sogro fie Moisés. Uma olhada rápida remete-o até Jetro. Um verbete mais longo mostra como ele. um midianila. foi usado por Deus não somente para prover moradia e uma esposa para o grande legislador, mas posteriormente para conceder valiosos conse­ lhos sobre a delegação da autoridade na liderança do povo de Israel, em sua viagem através do deserto. A açáo de Jetro demonstra o cuidado de Deus por seu povo e especialmente pelos líderes escolhidos por Ele. Isso pode também levar o leitor a ler os artigos sobre Moisés e a "Aliança", pois ambos acrescentarão um considerável en­ tendimento do cuidado do Todo-poderoso por seu povo e sua atenção especial pelo genro de Jetro. O interesso de aprender mais sobre Saul levará o leitor a perguntar por que Samuel parocia tão relutante om aceitar uin monarca subindo ao trono em Israel. Os artigos sobre *'Rei”. "Reinado" e “Samuel" ajudarão o estudioso a entender melhor a atitude do próprio Deus quanto à questão dos israelitas desejarem um rei e o dilema com o qual Samuel se deparou. Colaboradores Esta obra inclui a lista dos que colaboraram em sua elaboração. Sempre que um verbete possuir mais de 100 palavras, as iniciais do nome de quem contribuiu são registradas. Ocasionalmente, quando houver mais de uma pessoa com o mesmo nome. diferentes colaboradores escreveram sobre elas. Isso é Facilmente notado pelas inici­ ais dos nomes. Pontos de interrogação Algumas referências bíblicas são seguidas por um ponto de interrogação. Isso indica simplesmente que não se tem certeza se aquele texto se refere à pessoa que oslá sendo descrita. Questões que surgem Existem certas dúvidas que obviamente surgem ilurante u preparação de um volu­ me como este; são questões difíceis e polémicas. Mas a intenção dos que colaboraram foi « melhor possível.
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H/Ao w i/ duscundantot O vocábulo traduzido como "filho" h.n vozes m u refere do lonna genérica u um descendunte do sexo masculino ou uo que entendemos como "flllio", isto é, um descendente direto de um homem ou da uma mulher. O termo “pai” também podo reforir-se ao pai direto ou a um importante ancestral. No livro Quem tf Quem. o vocábulo “filho" é usado onde há uma indicação razoável para se entender que um "filho” direto é mencionado naquele momento. Em outras circunstân­ cias. utilizamos o termo "descendente". O mesmo principio é aplicado também com relação ao vocábulo "pai". Não há dúvida de que em certas ocasiões alguém discorda­ rá da decisão tomada. Às vezes existem problemas genuínos, que causam opiniões divergentes entre os- estudiosos. Recomendamos que o leitor leia o artigo “Genealogias Bíblicas". Pessoas ou lugares? Em numerosos textos existe diferença de opinião se os nomes exibidos se referem a pessoas ou lugares. Até mesmo em alguinas genealogias parece que nomes de lugares estão misturados com os de personagens. As pessoas provavel­ mente chamavam certos locais pelos seus próprios nomes, criando assim um proble­ ma para nós. que vivemos tanto tempo depois que os eventos aconteceram (veja o exemplo de Manre). Normalmente, nesta obra. onde ocorrem tais diferenças de opi­ nião entre os estudiosos, os nomes têm sido tratados como indivíduos, embora seja óbvio que na verdade muito pouco possa ser dito a respeito de tal pessoa. Na maioria dos casos, náo gostaríamos de entrar numa discussão sobre essa questão! Nomes ou versões diferentes? Todos os nomos escritos baseiam-se 11a Versão Con­ temporânoa da Bíblia, em português. Os leitores que adotam outras traduçõos enconIraráo certa dificuldade, pois existem pequenas diferenças na maneira em que os nomes são escritos.

Os nomes e seus significados Muitas vezes supõe-se que todos os nomes bíblicos têm um significado especial. Ksse. contudo, não é o caso. A grande maioria dos nomes funciona de forma similar à maneira ein que são usados hoje na maioria dos paises ocidentais. Simplesmente identificam um indivíduo em particular. Assim, o nome Jó não significa nada mais para nós. a não ser para diferençar o personagem Jó de outro chamado Bildade: náo podemos conhecê-lo por meio de seu nome. pois este nada diz sobre seu caráter. Nesta obra. quando foi possível, traduzimos 0 significado dos nomes; mas isso funciona apenas como curiosidade e nada mais. Quando meus pais mo deram o nome de Paulo, eles não pensaram no sentido original em latim, porém imaginaram que elo se referia a alguma característica minha — assim polo menos eu espero, pois meu nome significa “pequeno”. For outro lado. meu nome tinha um significado para eles e muitos do seus amigos, pois venho de uma família cristã e eles deliberadamente escolhiam nomes da Bíblia para todos os filhos. Não há dúvida de quo alguma coisa assim podo ser vista na escolha dos nomes de muitas pessoas, principalmente uo Antigo Testamento. Os pais escolhiam nomes para os filhos quo os identificassem com uma família que desejava ser conhecida como fiel ao Senhor; por isso muitos nomos oram compostos polo sufixo "el", quo significa Deus, ou com formas abrevia­ das de leová. que aparecem de forma variada mas frequente, como Isaías, Jeremias. Zacarias, Elias (meu Deus c leová) e Josué (Jeová salva). Em algumas partes do mundo ainda é comum os pais colocarem no filho mais velho o mesmo nome do pai. Para a freqilente diversão dos europeus, em cujos países isso não se usa mais. exceto nas famílias reais, essa prática ainda é muito usada nos Ix

Kitudos Unidos, onda tomos alguns axornplo.i ramosos, r.omo Goargo Hamilton IV! 'Ilimbrim nas Escrituras, lal prática podo sor vista ocasionalmente. For exemplo, vo-

inos o dobalo sobre o nomo que soria dado a João Batista, na época do sou nascimento. A iamil ia esporava que o menino recebesse o noine do pai, Zacarias. Na verdade, Deus tinha outros planos e a criança finalmente foi chamada de João (Lc 1.13,57-66). Esse incidente levantou uma questão interessante, quando organizamos esta obra. pois na verdade existem pouquíssimos casos na Bíblia em quo descendentes recebem o nome do pai ou do avô. Alguns analisam a questão e sugerem que isso era muito mais comum entre as famílias sacerdotais, como no caso de Zacarias. Sem dúvida a função hereditária dos levitas e sacerdotes era a grande responsável por isso. Prova­ velmente havia um grande orgulho de que o filho continuasse o mesmo trabalho para o Senhor que seu pai fazia, e o senso de continuidade no sacerdócio e na vocação dos levitas era assim enfatizado por meio dos nomes. Existe, contudo, um grande número de situações na Bíblia, tal como aquela sobre João, mencionada anteriormente, em que o nome claramente significa mais do que a simples identificação de um Indivíduo. Naquela situação, o próprio Deus colocou o nome de João. que significa "leová tem sido gracioso". Dessa maneira, o nome estava relacionado com o trabalho e a mensagem que ele traria para o povo de Israel; era uma mensagem de arrependimento e de preparação para o advento do Messias. Era unia mensagem que seria resumida na declaração: "Jeová tem sido gracioso”. Além de indicar a mensagem ou a vocação da pessoa, outros nomes também resu­ mem todo o indivíduo, ou talvez alguns aspectos de seu caráter. personalidade ou estilo de vida. O fato de que os nomes podem ler esses significados ó visto mais claramente em relação ao próprio Deus. Vemos repetidamente na Bíblia referências ao “nome" de Deus. A Bíblia fala sobre adorar ou invocar “o nome de Deus" e para náo blasfemar o seu “nome” (Gn 4.26: 21:33: Lv 9.12: SI 9.10 otc. Veja o verbete Deus. para maiores detalhes). Aqui. o nome é usado para dar a idóia de tudo o que é conhe­ cido sobro Deus. O nome Jesus, que significa "Jeová salva", foi dado ao Messias pelo próprio Deus o resume plenamente tudo o que Ele veio fazer e também o que era. Ele veio para salvar, mas também era o próprio Deus (veja mais detalhes em Jesus). Existem muitos outros exemplos menos notáveis de nomes que descrevem algo do caráter da pessoa ou as circunstâncias que cercaram seu nascimento. Algumas vezos os nomes eram colocados sob a direção direta do Senhor, enquanto em outras ocasiões parece que a soberania geral de Deus trabalhava para que nomes apropria­ do» fossem dados a certos indivíduos. Por exemplo. Nabal, cujo nome significa “tolo”, agiu como um tolo. Jacó, cujo nome significa "suplantador". usurpou a posição do irmão: "Disse Esaú: Náo se chama ele com razão Jacó, visto que já duas vezes me miganou? Tomou-me o direito de prímogenitura o agora me tirou a bênção!” (Gn 27.36). Antes do morrer, logo depois do parto. Raquel chamou o filho de Benoni, que signifi­ ca “filho da minha tristeza" (Gn 35.18). Algumas pessoas receberam de Deus ou de outras pessoas nomes mais apropria­ dos ao sou carátor ou chamado. Dois exemplos são Abráo, que se tornou Abraão, o Sarai, cujo nomo mudou para Sara. Jacó (suplantador) foi chamado de Israel por Deus. o quo tom quo vor com sua luta com o Senhor em Poniel (Gn 32.28). Daniel e seus amigos ruceboram outros nomes na Babilónia, que claramente indicavam sua posição do dopondância no cativeiro. Certamente é esse fato de que os nomes podem ser mudados para indicar uma nova posição ou chamado que suscita a idéia de que uin diu Dous chamará sou povo por “outro nonie" (Is 56.5; 65.15; Ap 3.12).

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Outro ponto digno de raençflo é o poder expresso no processo do se dar nomes. Jó mencionamos que os babilónios mudaram os nomes de Daniel e seus amigos, para demonstrar dessa maneira o controle que tinham sobre eles. Faraó Neco fez o mesmo com o rei Kliuquim, a quem deu o nome de Jeoiaquim, como sinal de sua autoridade o sou controle sobre ele (2 Ks 23.34). Homens ou mulheres poderiam demonstrar esse poder. Por exemplo, a filha de Faraó deu o nome de Moisés ã criança que encontrou no rio. Adão recebeu de Deus o direito de dar nomes aos animais, o que sem dúvida indica a autoridade delegada pelo Senhor (Gn 2.19.20). Qualquer que seja o pensa­ mento sobre as irnplicaçóes dos aluais debates sobre o papel da mulher, Adão tam­ bém recebeu permissão de Deus para dar nome à primeira mulher: “Eva" (“vida". Gn 3.20). O processo do dar nomes às pessoas pode ser algo muito significativo na Bíblia, mas é importante deixarmos que o texto nos dê alguma indicação de quando este é o caso. De todos os milhares de noines relacionados nesta obra. alguns são realmente muito importantes em seu significado, ou indicam algo sobre o poder ou a autoridade que foram exercidos no processo da escolha do nome. A grande maioria, contudo, sig­ nificou muito para o pai ou a mãe. no momento da escolha, mas só serve para identifi­ car um indivíduo na Bíblia, da mesma maneira que os nomes fazem em nossa época.

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COLABORADORES

P.D.G.

O Editor Gardner, Paul D. M. Div. A.K.C., Ph.D. Pastor da Igreja Inglesa em Choshire. Inglaterra. Tilular da disciplina Novo "testamento do Oak Hill Theological College. em Londres. Conferencista de fama mundial. Seus auxiliares Blomberg, Cralg. M.A., Ph.D. Professor da disciplina Novo Tbstamento. no Denver Seminary, em Denver, Colorado, USA. Ordenado pastor pela Convençáo Batista do Sul. Bock, Darrell. Ph.D. Professor da disciplina Estudos do Novo Testa­ mento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Tfexas, USA. Orde­ nado pastor pela Igreja Associação da Trindade, em Richarding. Texas. Chapln, Shelley. B.A., \1.A. Escritor e radialista, presidente das esta­ ções do rádio KVNE e KGLY. om IVIer, Texas. USA, Candidato a Ph.D. Glodo, Michael J. M.Div., Th.M. Professor Auxiliar da disciplina Anti­ go '/testamento, no Reíormed Theological Seminary. em Orlando, Flórida. USA. Candidato a Ph.D. Ordenado pastor pela Igreja Evangélica Presbiteriana. Harris, W. Hall. Th.M., Ph.D.. professor da disciplina Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas. USA. Hess, Richard. M.Div., M.Th.. Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Hebraico, no Glasgow Bible College. em Glasgow. Escócia. Kistemaker, Slmon J. B.D.. Th.D. Professor da disciplina Novo Testamen­ to e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Jackson. Mississippi. USA. Ex-presidente (Li Sociedade Teo­ logia Evangélica. Ordenado pastor pela Igreja Cristã Reformada. Long, Philip. M.Div.. Ph.D.. professor da disciplina /\ntigo Testamento, no Govenanl Theological Seminary. em St. Louis, Missouri. USA. Or­ denado pastor pela Igreja Presbiteriana 11a América. Luter, Boyd A. Th.M.. Ph.D.. professor auxiliar no lalbnt School of Thcology, em La Mirada, Califórnia, USA. Lowery, David K. Th.M., Ph.D., professor da disciplin;, Estudos do Novo Testamento, no Dallas Theological Seminary, em Dallas, Texas. USA. Ordenado pastor pela Igreja Metodista da Bíblia, Texas. xll

C.B.

D.B.

S.C. M.J.G.

VV.H.H. R.H. S.J.K.

P.L.

A.H.L.

D.K.L.

A.M.

Mawhlnney, Alton. M.Div., Th.M., Ph.D.. profeuor da disciplina Novo Thstamento e diretor do Rnformed Theological Seminary. em Orlando, flórida, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na América. McReynolds, Kathy. R.A., M.A. Escritora renotnada sobre as mulheres cristãs e as mulheres da Bíblia. Candidata a Ph.D. pela Biola University. em Ia Mirada. Califórnia, IJSA. Merrill, Eugene. Ph.D., professor da disciplina Estudos do Antigo Tes­ tamento, no Dallas Theological Seminary. em Dallas. Texas, USA. Motyer, J. Alec. M.A., B.D.. ex-diretor do Trinity Theological College. em Bristol, Inglaterra. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro da Igreja de Cristo, Inglaterra. Munro, Robert. B.A Ordenado pela Igreja Inglesa, tornon-se ministro assistente na igreja em Hartford. Cheshire. Inglaterra. Plckles, Mark. B.A. Ordenado pela Igreja Inglesa, tornou-sn ministro da igreja cm VVinsford, Cheshire, Inglaterra. Candidato a D.Min. pelo Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida. USA. Pratt, Rlchard. M.Div., Th.D., professor da disciplina Antigo '[testamento, no Reíormed Theological Seminary, em Orlando, Flórida, USA. Orde­ nado pela Igreja Presbiteriana na América. Silva, Moisés. B.D,, Th.M., Ph.D., professor da disciplina Nom Testa­ mento e diretor do Departamento do Novo Testamento, no Wcstminster Theological Seminary, em Philadetphia, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana Ortodoxa. Trltes, Allison, A. Th.M., D. Phil. Destacado professor de Estudos Bí­ blicos nas Acadia Divinity Colloge e Acadia University, em Wolfville, Nova Escócia, Canadá. Ordenado pela Federação Batista Canadense. VanGemeren, Willem. M.A., Ph.D., professor das disciplinas Antigo Testamento e Ungvas Somíticas, na Trinitv Evangelical Divinity School, em Deerfield, Illinois, USA. Ordenado pela Igreja Presbiteriana na America. Vibert, Simon. M,Th. Onlenado pela Igreja Inglesa, tornou-se ministro na igreja em Buxton. Derbyshíre, Inglaterra. Wegner, Paul D. M.Div„ Th.M., Ph.D.. diretor do Departamento Bíblico [Antigo Testamento), no Moodv Bible Iustitute, em Chiuigo, Illinois, USA. Wlnter, Bruce. Th.Scol.. M.Th.. Ph.D. Diretor do Instituto sobre os An­ tigos Cristáos no Mundo Groco-Roinano, no Tyndale Housn, em Cambridge. Inglaterra. Ordenado pela Igreja Anglicana na Austrália. xlil

K.MCR.

E.M.

J.A.M.

R.M. M.P.

K.P.

M.S.

A.A.T.

W.A.VG.

s.v.
P.D.W.

13. VV.

2.).6). porque “o Senhor os ha­ via escondido”.34). são que Satanás não pode des­ truir os que pertencem a Deus. Terceiro filho de Benjamim (1 Cr 8. G 1 4. 1 . “servo de Deus”). Os dois. “lugar de destruição”). Abdi é listado em Esdras 10. onde “morte e destruição” são de certa forma personificadas. 1. Na maioria desses textos. entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. traduzido como “perdição” e “destruição” (cf. De qualquer forma.A AARÁ. Era filho de Guni e encontra-se nas genealogias do tempo do rei Jotão. que ajudou na puri­ ficação do Templo nos dias do rei Ezequias (2 Cr 29. Rm 8. ABAGTÁ. O pai de Quisi.38). ele está listado como o filho de Abisur e de sua esposa Abiail. da famí­ lia dos meraritas. de Judá (1 Cr 5. Veja Vasti. Pai de Elifelete. que viveu em Gileade e Basã.6. Nome aplicado a Deus em Ires textos do Novo Testamento (Mc 14. 1. oficial do rei Salomão. da tribo de Judá. O pai de Adonirão.g .26). um sacerdote músico. que viveu nos últimos dias de Davi e na época da construção do Templo sob o rei­ nado de Salomão (1 Cr 6.26. As boas novas de Apocalipse 9. Provavelmente uma forma do nome Airã (Nm 26. “adorador” ou “servo”). da tribo de Judá (1 Cr 4. mesmo ha­ vendo tanta morte e destruição ao redor das pessoas neste mundo. A B D I E L (Heb. Mesmo em Apocalipse 9.11. “servo de Deus”). Em 1 Crónicas 2. ficaram seguros. este vocábulo representa mais uma personificação da morte e da destruição do que um outro nome para Satanás. tal “destruição” vem. onde se refere a um anjo que é o rei do abismo. entretanto. Um gadita. Jó 26. contudo. “servo de”).29.15. é utilizado como sinónimo de “morte”. ABA (Heb. Um dos sete eunucos que ser­ viam ao rei Xerxes (Et 1.6). ABDA (Heb. A ARE L. um lugar totalmente maligno e reservado para os ímpios.44). outro levita da fa­ mília dos meraritas. muitas delas sempre se recusarão a arrepender-se [v. que recebeu ordens do rei Jeoiaquim para prender Baruque e Jeremias (Jr 36. 28.22: Pv 15. 211 p *d .1). é claro. AASBAI .15). “Paiw ). a estrela que caiu do céu}. etc. “irmão do que é inteligente”). 3. pela fé (v. usado também ape­ nas nesse versículo. do diabo [v J. ABDI (Heb. Veja Deus (Púi). Este vocábulo é encontrado várias vezes no Antigo Testamento. ABÃ (Heb. O equivalen­ te grego é Apoliom . contudo. A BD EEL (Heb. O pai de Selemias.8).36.10). encarregado dos trabalhos íor­ çados (1 Ré 4. 2. Ele é usa­ do como nome apenas em Apocalipse 9.17). A notícia triste é que. Um descendente de Elão. Filho de Harum. O pai de Quis. O filho de Sainua e um dos levitas que se estabeleceram em Jerusalém na época de Neemias (Ne 11. 4). ABADOM (Heb. aparece numa lista especial dos “heróis" de Davi (2 Sm 23.11.12). que traz morte e tormento. pai de Etã.

ABEL.B.23). Imediatamente o rei ordenou que fossem retirados do fogo e restituiulhes suas posições de autoridade. Deus interveio e Nabucodonosor viu os três andarem ile­ sos no meio do fogo. a quem nós servimos.34 faz uma alusão à fé que eles demonstraram. Os IrAs tinham tnl con­ fiança em Dous. O sacrifício de Abel foi recebido favoravelmente pelo Senhor. era considerado alimento impu­ ro. para enfatizar o va­ lor e o custo deles.30: 9. Listado na genealogia de Benjamim o do rei Saul.D. podo livrar-nos dela” (Dn 3. dessa maneira. era um dos servos enviados pelo rei Josias para consultar o Senhor por meio da profetisa Hulda (2 Cr 34.13*15). veja Aicão. tinha aspecto “semelhante ao filho dos deuses” (Dn 3. sob a liderança de Daniel.13-28. ABEDE-NEGO (Heb. Como resultado. em res­ peito ao Deus verdadeiro. Posteriormente.c.17).G.14 coloca o nome dele como Acbor. não. que confiam no mesmo Deus de Abede-Nego e seus amigos. A despeito de uma advertência feita por Deus sobre a neces­ sidade de que ele dominasse o ímpeto do pecado. Ele se tornou pastor de ovelhas (Gn 4. Filho de Mica. Hebreus 11. porém. que rapidamente foram promovi­ dos e ocuparam posições de poder e in­ fluência. 4.12. o mais novo. a qual. Esse nome é encon­ trado 14 vezes em Daniel 1 a 3. filho de Gibeom.2). wirvlu como um dos juízos do Isruol por oito anos (Jz 12. Quando esta­ vam dentro da fornalha. juntaninnlo com Sadraque e Mesaque. Era conhecido por seu grando número do lilhos o netos e pertencia à tribo de Efraim. apresentou os melhores animais do rebanho.17). o mais velho ofereceu a Deus alguns dos frutos colhidos. O rei ficou tão impressionado com o poder libertador do Deus dos hebreus que ordenou que ninguém dissesse nada contra esses homens.ABDOM. quando Abede-Nego recusou-se a ajoelhar-se diante da está­ tua de ouro que Nabucodonosor levanta­ ra na planície de Dura. como judeus. irmão de Caim.L. s. agricultor. Caim conspirou contra seu irmão 2 . como Daniel. “que enviou o seu anjo. O rei não encontrou outros príncipes com a mesma capacidade daqueles quatro ju­ deus. Na épo­ ca das colheitas.25). ‘Abel" pode ser um deri­ vado de um vocábulo hebraico que sig­ nifica “sopro” ou "vaidade". en­ quanto era preparado para ser apresenta­ do na corte. O segundo filho de Adão e Eva. Veja também Azarias. Sadraque e Mesaque. e Aram. Esse foi o nome dado pelo chefe dos eunucos do rei Nabucodonosor a Azarias. (Obs. 2. 1.28). foi jogado. como um dos filhos de Sasaque (1 Cr 8.12).36). e livrou os seus servos” (Dn 3. Deus concedeu a Abede-Nego e aos outros três jovens “o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria" (Dn 1. filho de Micaías). para prefigurar assim que sua vida seria cur­ ta. 3. um dos com­ panheiros de Daniel. O Senhor honrou a firme decisão deles de não comer o que. Abede-Nego e seus companheiros depositavam total confiança no Deus que os livrou e testemunharam entre os pa­ gãos da maneira mais convincente possí­ vel. "servo de Nabu”. É claro que ocorreu ali uma teofania. P. de todas as épocas. em ambas as genealogias do rei Saul (1 Cr 8. Uma quarta pessoa estava presente. Filho do Illlnt. a aparência deles era mais saudável do que a dos outros. recusou-se a comer as iguari­ as do rei. que disseram ao roi: “o nosso Dous. mas o de Caim. para mais deta­ lhes). segundo as pala­ vras de Nabucodonosor. ela se torna um exemplo para todos os cristãos. enquanto Caim. alimentou-se apenas de legu­ mes e bebeu somente água (Dn 1. e A. numa fornalha ordnnto. Abede-Nego. um deus da Babilónia). Reconhecido como filho primo­ génito de Jeiel. O relato de 2 ReLs 22.

4. cumpriu a promessa de que o ato de comerem o fruto do conhecimento do bem e do mal traria a morte física. “meu pai é o Senhor”). Em Números 3. Era o filho mais novo de Samuel e foi escolhido pelo pai para ser o juiz de Berseba. Suu ato pocumlnoso nfto ficou usoondldo do Senhor a a morto do Abol trouxe-lho o juízo divino.29). Abiail era o pai da rainha Ester e tio de Mordecai (Et 2. não (cf.4).35. como um ho­ mem de fé. por causa da deso­ bediência de Adão e Eva. tomou-se um protótipo dos que seriam martirizados por sua confi­ tido. e mãe da esposa de Roboão. com um mínimo de graça para refrear a maldade. embora derramado por pecadores.24 entre o testemunho do sangue de Abel e o de Jesus. Talvez sua oferta tenha sido consumida pelo fogo e a de Caim. A maneira como Deus expressou sua acei­ tação a Abel não é clara. O 3 . Abiail é consi­ derado um levita e ancestral da casa de Merari. Basã e nas pastagens de Sarom (w 11-22).29).7). Jz 6.18). A repreensão de Deus a Caim. Ambos eram ímpios e tomavam decisões injustas.7) e oferecia o melhor do seu rebanho. A natureza exata das ofertas não é mencionada. como resultado direto do pecado de Caim. A morte prematura de Abel mostrou que a vindicação final da fé é uma esperança futura. Abiail era a esposa do filho de Davi.24.M . traz bênção e não maldi­ ção. s. Veja Abiel. Veja Merari.4). 1. 3. ança (Mt 23. Ele nunca recebeu a bênção da aprovação de Deus por sua fé sobre a Terra (Hb 11. a fé de Abel ainda fala (Hb 11. O sacrifício de Jesus não representa um martírio. Lv 9. em detrimento da de Caim. essa tragédia. Tanto Caim como Abel ofereceram sacrifícios. juntamente com seu irmão Joel (1 Sm 8. ABIAS (Heb. Jerimote. porque o mais moço era justo (Mt 23. Abiail é relacionado como um dos homens de Gade (1 Cr 5. porque sua confiança ainda espera uma vindicação. Um contraste.39). Maalate (2 Cr 11. Abiail é a esposa de Abisur e a mãe de Abã e Molide (1 Cr 2. Lc 11. Os gaditas viviam em Gileade. Hb 11. con­ tudo. é estabelecido em Hebreus 12. 1. 2. 1 Cr 6. R. o de Abel providenciou um testemunho para Deus e trouxe uma mal­ dição sobre Caim (Gn 4. 9. mas um meio eficaz de sal­ vação. “pai de força”). ainda conserva um desejo de adorálo. O assassinato de Abel. 5. mas o padrão herdado por Noé (Gn 8. queimada sobre ele.2.10-12). Embora não saibamos como ele morreu.o o matou. Essa foi a primeira revelação de que o Senhor preocupava-se em que a adoração fosse uma expressão exterior de um coração devotado e obediente e não apenas um comportamento religioso.38). ABIAIL (Heb. por­ tanto. focalizou sua atitude de coração (Gn 4. O Senhor aceitou a oferta de Abel. cf Gn 4.15. ABI-ALBOM (2 Sm 23. apesar da maldição de Deus.49-51).35. sabemos que seu sobrinho adotou sua filha e a criou (Et 2. sua justiça.21.28). quando Deus entregou a hu­ manidade às consequências do pecado. porém não foi demonstrada pelo valor da oferta e sim pela sua fé (Hb 11.20) sugere que um altar era construído e a oferta. de maneira que o povo pediu a Samuel um rei.31).c.5-7). o de Cris­ to é superior porque. Na lista dos descendentes de Judá.35. mantida com a confiança em Deus. para demonstrar assim que a humanidade. mas possivel­ mente isso se deu por uma manifestação do fogo divino.4. O fato de que a adoração envolvia sa­ crifícios indica o reconhecimento de que o verdadeiro culto a Deus devia custar algo.14). Nesse sen­ Abol representou a primeira fatalida­ de subsequente à maldição de Deus sobre a humanidade. Esta enfatizava o desenvolvimento rápido da transgressão. 1 Rs 18.

li­ derados por Neemias.1-8). “pai é excelente”). logo depois da morte de Hezrom (1 Cr 2. A declaração de Abias. um deles. Em 1 Cró­ nicas ele é chamado de Ebiasafe. que exerciam diferentes tarefas no serviço do Tabernáculo e do Templo. O úni­ co sobrevivente do massacre de Saul em Nobe (veja Zadoque. Houve guerra entre Judá e Israel no decorrer de seu rei­ nado. 8 . quan­ do fugiam do furioso rei Saul (1 Sm 21). Abias reinou em Judá durante três anos. 3.24-36. 2 Cr 29.5). liderados por Moisés e Arão. contudo.17. “pai tem acrescenta­ do"). Ela deu à luz um filho chamado Asur. Sua mãe era Micaía (2 Cr 13.ABIASAFE velho sacerdote ficou com o coragão par­ tido. muitos estudiosos crêem que o Abias mencionado em Neemias 10. Sua família era um dos clãs dos coraítas. Ele ficou com o futuro rei e serviu como seu sumo sacerdote e conselheiro durante anos. fizeram com Deus (Ne 9 a 10). Segun­ 4 . prosseguiu durante todo seu reinado. Abiatar levou a notícia do ocorrido ao filho de Jessé. 13). No final do reinado de Davi. descenden­ te de Levi (Êx 6. Abias foi lembrado apenas como o único membro honrado da família de Jeroboão (v. Quando escapou do massacre. Esse monarca então enviou sua esposa secretamente ao pro­ feta Aias. Abias era filho de Bequer. Abias.4. o mesmo que predissera seu reinado.6-11 apresenta uma lista com os nomes dos descendentes dos três filhos de Benjamim. Um dos filhos de Corá.Para demonstrar sua posição de li­ derança em Israel durante a reconstrução do muro da cidade. s. Apesar do disfarce. Ele e seu povo dependeram do Se­ nhor e por isso venceram o exército de Jeroboão e reconquistaram várias cidades para Judá (2 Cr 13. Veja também A im eleque). Abiatar participou da conspiração para fazer Adonias rei — um ato que quase custoulhe a vida e o fez perder a fama de leal serv idor do reino (1 Sm 22.10.24). como pelo pedido dos israelitas (1 Sm 8.6-12.6-13.33). Davi sentiu-se responsável pela morte dos sacerdotes e o convidou a per­ manecer sob o seu cuidado pessoal. Jeroboão X . o homem de Deus reconheceu a mulher do rei e pro­ nunciou uma sentença contra a casa de Jeroboão. “pai de conhecimento”).c. s. 23. rei de Israel. Lc 1.1). A guerra. Abias foi mulher de Hezrom. A B ID A (Heb. o pai de João Batista (1 Cr 24. era o responsá­ vel pela oitava divisão. 2 Sm 15. Abias colocou seu selo sobre a aliança que os israelitas. 2. O filho de Gideoni e o líder da tribo de Benjamim por ocasião do censo dos israelitas no deserto do Sinai. Um dos filhos de Midiã e um descenden­ te de Abraão e de sua mulher Quetura (Gn 25. antes da batalha. o que resultou na morte imedi­ ata do menino (1 Rs 14.7 seja o mes­ mo sacerdote mencionado em Neemias 12. 1 Rs 1— 2). 1 Crónicas 7.c. tanto pelo comportamento dos fi­ lhos. 1 Cr 1.4.2. 1 Re 15.2). Filho e sucessor de Roboão. 6. lembrava aos judeus que era a casa de Davi que Deus prometera aben­ çoar. que saíram do Egito. Devido à semelhança entre as listas apresentadas nos capítulos 10 e 12. 22 filhos e 16 filhas.18-24). A B IA S A F E (Heb. A B ID Ã . Abialar era o décimo primeiro sacerdote da linhagem de Arão e fazia parte de um grupo dos que apoiaram Davi e seus homens. 4. de Judá (2 Rs 18.1-8).19). tinha um filho chamado Abias que ficou doente durante a infância. ABI ATAR (Heb. Seus descendentes eram os guardas das por­ tas do Tabernáculo (1 Cr 9. 7. Os filhos de Arão foram separados em 24 divisões.1-22). a mesma que mais tarde foi servida por Zacarias. Abias era filha de Zacarias e mãe do rei Ezequias. Abias teve 14 esposas. para mais detalhes. 5.

A bondade e pre­ sença de espírito de Abigail evitaram uma inevitável explosão de vingança. sob a liderança de Josué (Js 17. quando Gideão o convidou a seg u i-lo na b atalh a co n tra os midianitas. d . “Deus é meu pai").ABIMELEQUE do a contagem. q u a D d o o Tabernáculo foi dedicado no deserto (Nm 7.2). “pai de ajuda”). de Números 26. estava de serviço com seus soldados no uono mês de cada ano e ti­ nha 24. Diz-se que essa Abigail era irmã de Davi (1 Cr 2. “o pai alegra-se).22). eles estavam exclu­ ídos da batalha (Jz 6. O escritor de 1 Samuel dei­ tomou Sara como sua própria esposa. A mor­ te de Nabal. antes que tivesse qualquer interleza encontrava-se no seu amor ao Senhor curso sexual com ela. ele disse que era sua “irmã”. Com razão. p.28. Por acreditar nisso.51 indica que ele era também o avô de Abner. 2 2 ). Seu clã posteriormente teve um papel significativo. A B IM E L E Q U E (Hebr. 27. Existem. da tribo de Benjam im. plomática para com Davi contrasta com 5 .27. 1 Cr 3. contudo.34.31). O primeiro governador mencio­ nado por esse nome foi o rei de Gerar. dificuldades textuais não resolvidas.12). em Judá. Os efraimitas reclamaram que. na época em que Canaã foi dividida entre as tri­ bos. 2 Sm 23. ao tomar essa viúva como esposa. 2. a ríspida hostilidade de seu marido Nabal. Descendente de Benjamim. Também chamado de Abi-Albom. 2. “o rei é meu pai”). 2. o arbatita (provavelmente era de Arabá.65). que insensatamente pagou as saudações polidas do futuro rei com insultos.26). “Deus é meu pai”). ABI EL (Heb. por ele ter insultado o novo líder de Israel. s. 1. enquanto os abiezrilas foram con­ vocados para ajudar. o anatotita.16.2. 2 Sm 17. 1. limitando-se a registrar a ação de Davi de acordo com um costume social.30. 2 Sm 2. náo era a mesma com quem Davi se ca­ sou. Um dos 13 filhos de Joctão (ou Joctã). Era um dos filhos de Gileade (1 Cr 7.32). o exército sob suas ordens era de 35. xa subentendido que sua verdadeira be­ mas. 1 Cr 11. Provavel­ mente ele é o mesmo Jezer. um dos descendentes de Sem (Gn 10. g . Abiezer. Como representante dos benjamitas.400 pessoas1 (Nm 1.2).60. Provavelmente esse nome era apli­ cado genericam ente aos governantes filisteus. É mencionado como o líder de um dos clãs da tribo de Manassés. um dos “trin­ ta” guerreiros de Davi.18). nosso patriarca esta­ beleceu-se próximo de Gerar (Gn 20). para criar uma alegoria moral e mostrar a superio­ ridade de Abigail sobre Bate-Seba. é des­ crita por Davi como castigo de Deus. pouco tempo depois. O relato de sua hospitalidade di­ tirara a mulher de Abraão. 8. a quem sua esposa servia (veja 1 Sm 25. Abiel era um dos trinta “heróis valentes" do rei Davi (1 Cr 11.1). Alguns destacam a polémica literária em tomo desta história. entretanto. 1. A B IE Z E R (Heb.11. 1. Abigail era uma mulher linda eproteger sua esposa.000 homens em sua divisão (2 Sm 23.v. ele também trouxe a oferta pacífica da tribo. Para A B IG A IL (Heb. não faz nenhum comentário nesse sentido. 3.1). 1 Cr 1 .3. O filho de Jessé então tomou Abigail como sua esposa. Como um comandante no exército do rei. para identificála claramente. Portanto. porque 25. Ele falhou por não oferecer a Davi a costu­ meira hospitalidade e demonstrou que não tinha conhecimento do Senhor. A B IM A E L (Heb.28. Abimeleque muito sábia. 1 Samuel 14. O tex­ to. Durante suas pere­ grinações nómades. 2. Abiel foi o avô do rei Saul (1 Sm 9. Deus apareceu-lhe e em sua dedicação ao serviço dele (1 Sm em sonho e ameaçou-o de morte.25). nos dias de Abraão.

menos Jotão. Ele então governou so­ vou Abimeleque e seu comandante Ficol bre Israel por três anos (Jz 9.7). como também o sangue como um bom treino prático. Agora.23. algum a reconhecerem o Deus de Abraão e ve­ tempo depois.24).3 5 ). to vívida da lição que Deus então ensi­ nou a Isaque: “Eu sou o Deus de Abraão. o Tal ação da parte do Todo-poderoso le­ menor de todos. Com o dinheiro que lhe deram.22-34). Outro filisteu chamado Abime­ cidade numa batalha e em seguida mar­ charam contra a localidade mais próxi­ leque é mencionado em conexão com ma. Tebes. con­ tava com Abraão e protegeria seu servo. Mas se não região. restitui a com Deus. O Senhor demonstrou que es­ 9). quando o Senhor lhe pe­ belaram-se contra ele. quando foi confrontado por vida serviram como uma ilustração mui­ Abimeleque a respeito daquela mentira. meu ser­ pagou um preço a Sara.).6. em to­ violência praticada contra os setenta fi­ das as situações. esse filho bastar­ diu que oferecesse seu filho Isaque em do de Gideão e suas tropas derrotaram a sacrifício.22. A partir viver em tal proximidade com os filisteus. os de um poço de água que seus homens israelitas novamenLe voltaram a adorar cavaram. Não temas. Exatamente quando parecia Isaque. certamente morrerás. abençoar-te-ei e multiplicarei a tua des­ Abimeleque deu-lhe vários presentes e cendência por amor de Abraão. contudo. No final. quando ele também peregrinou que derrotariam Lambém essa outra cida­ em Gerar. a estabelecer seu nome e seu poder entre cidade de sua mãe. zeste isto.9. para Abimeleque então voltou para Siquém. pois ele é profeta. Abraão então orou a Deus e Abimeleque foi curado (Gn 20.3.18). respondeu que leve medo de morrer. Esse nasceu de uma concubina Tem pos depois. os quais procederam aleivo­ nhor também ajudou Abraão a perceber samente contra Abimeleque.14-18). tratou alguns bandidos que assassinaram onde quer que ele fosse (Gn 20. para que a o quanto podia confiar em Deus.17. serviu-lhe lhos de Jerubaal.24). Uma experiência muito simi­ 6 .ABIMELEQUE lar é relatada sobre o encontro de Isaque Abimeleque alegou que era inocente e com esse outro rei e como ele tomou fora enganado. por envolver los seus d escen d en tes (Jz 8 .6. e conseguiu apoio (Jz os filisteus. os dois líderes fizeram uma ali­ Baal e recusaram-se a demonstrar qual­ ança (Gn 21. Abraão. pois eu sou contigo. o filho de mulher ao seu marido. uma fraude. foi anulado por Deus. 3. Outro Abimeleque foi o filho de Gideão. e também eu te impedi de pe­ etc. idêntica à que Abraão tivera.1. para compensar vo" (Gn 26. para que vivas. porque se tornaram um grupo de a restituíres. Logo de­ contendeu com Abimeleque. por causa pois da morte desse renomado juiz. náo havia temor de Deus em Gerar. Deus respondeu: “Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fi­ Rebeca como sua esposa (Gn 26. “enviou Deus um espírito rem que Ele respondera a suas orações mau entre Abimeleque e os cidadãos de (Gn 21. 70 dos filhos de Gideão. pois. sem dúvida. 2. tu e pessoas muito grande e poderoso para tudo o que é teu" (Gn 20. bem como a maneira similar como ente e sua esposa e escravas tomaram-se o Senhor enviou seu livramento.31). como pre­ deles. Abraão e sua caravana saíram daquela e rogará por ti. sem dú­ estéreis. 8.3 4 . a ofensa. quando A braão que viera de Siquém (Jz 8. pois teu pai. Como os cidadãos da cidade re­ em Génesis 22.Essa h istó ria não m enciona a car contra mim.22). daquele momento Abimeleque caiu do­ Essa experiência. recaíssem sobre Abimeleque” (Jz paração para a suprema prova de sua fé 9. quer consideração pela sua família e pe­ Esse estranho episódio. E por isso que não te interação de Abimeleque ou de Isaque permiti tocá-la. Tal ação da parte do Se­ Siquém.33).

3. filho de Hiel.6. antes de Deus finalmente indimente. depois o rei a manter-se aquecido na cama e o que os filisteus a devolveram para Israel.33.12: critor de Juizes acrescenta que dessa ma­ 5. de Israel. servia. 1. como também sobre os siquemitas.53: 2 Sm Veja Uzá e Aiô. Abinadabe.2). Esse per­ fio feito por Golias. a levaram (2 Sm 6. por uma mulher. Abirão. A falta de fé que demonstraram e A B IN A D A B E (Heb. Esse desafio contra Moisés te esse era o título do rei filisteu de Gate. Após a morte de Davi. tra Moisés.2: 1 Cr 8. 4. a qual fora destmída encontrado entre as tropas de Saul.3).17). ela foi colocada 7 .Esse outro A binadabe veio de A B IS A G U E . Quando conquis­ rém o Senhor olha para o coração” (1 Sm tou Jericó. por ter matado 70 dos seus A B IR Ã O (Heb. SI 106. ex­ pelo poder de Deus.D. neira Deus trouxe juízo tanto sobre Abimeleque.7). A Arca da Ali­ ança estava guardada ern sua casa. 9. 1 Cr 13). 11. esse castigo serviu como um lem­ car-lhe Davi para ser tingido rei de Israel brete para os israelitas. lho. 1. O es­ A B IN O Ã O .56. Provavelmen­ Deus (Nm 16). uma rebelião con­ P. morreu. No dia em que Saul morreu na ba­ rei mais piedoso teria impedido que o tra­ talha contra os filisteus.15). que deviam amar (1 Sm 16. pelo Senhor. 31. O Senhor ensinou ao Senhor e guardar seus mandamentos ao profeta e a toda a nação que Ele não (Dt 11. atirou unia pedra de moinho Uzá e Aio. Quiriate-Jearim.3. Outro Abimeleque é mencionadoe desafiaram a autoridade do homem de na introdução do Salmo 34.1. sem contudo manter relações se­ xuais com ele (v 4).21). nos dias alguém para sua obra. fortificada. onde sua casa ficava so­ escolhida para ser camareira de Davi. e Arão era contra os líderes escolhidos para onde Davi foi quando fugia de Saul. Envergonhado por ser derrotado P.D. uma mulher.D.G.ABISAGUE de. pediu ao seu próprio es­ cudeiro que o matasse (Jz 9.12).8. tra a própria santidade de Deus e de seu povo. O segundo dos oito filhos de Jessé quando a terra se abriu "e os tragou com que se apresentaram diante do profeta as suas casas” (Nm 16. portanto. o leviGideão (Jz 9. 1 Reis 16. sua desobediência os levaram à morte. ao invés disso. no fim de sua vida (1 Rs 1. diante de 250 outras pessoas. 1 Cr 2. irmãos.Um dos filhos de Eliabe.39.G. La. A idéia implícita do texto é que um 2. olhava “para o que está diante dos olhos 2. O pai de Baraque (Jz 4.G. Novamente Davi foi verso ato de desobediência aos manda­ o escolhido por Deus para trazer a vitó­ mentos do Senhor foi apenas uma das ria ao seu povo sobre o gigante e os líde­ maldades que ocorriam nos dias de Aca­ res filisteus (1 Sm 17.6. 10. "po­ do rei Acabe. seu segundo fi­ balho de reconstrução fosse iniciado ali. também foi morto (1 Sm P. na cabeça de Abimeleque (Jz 9. Uma linda jovem sunamita. Ela ajudava bre uma colina (1 Sm 7. escondida numa lorre numa carroça e os filhos de Abinadabe. be.23-35). quando escolhia que seu pai reconstruiu Jericó.50-54). "pai exaltado”). eles encabeçaram uma rebelião con­ Gaal e lotõo. por sua rebelião original contra a casa de Junto com seu irmão Datã e Coré. por­ (a aparência exterior)”.34 mostra tremamente assustadas diante do desa­ como essa profecia se cumpriu.1). 3. Josué pronunciou uma maldi­ 16.13). "pai é nobre"). Posterior­ Samuel. Veja também G ideão .57). que mais tarde foi construir a cidade. rubenita. Esse Abinadabe era um dos irmãos ção contra qualquer um que tentasse re­ mais velhos de Davi. Quando o rei Davi ordenou que fosse Adonias pediu permissão a Bale-Seba trazida para Jerusalém. para mais detalhes.

quando fugia de Saul. Seu tio. Um filho de Samai e marido de Abiail (1 Cr 2.30).1.20). e envolveuse assim na intriga que havia em tomo da sucessão ao trono. Abisai permaneceu leal ao rei. Eleazar e Itamar.9-12).4. Um descendente de Benjam im e filho de Saaraim e Husim (sua mãe).16. não aceitou nenhum conselho para estender a mão contra o ungido de Deus. Antes de Davi subir ao trono.2.).17.6. mas nunca exibiu o mesmo compromisso com a soberania de Deus que Davi tinha. Irm ão de Nadabe.11).4).17). seu comandante. ele estava entre os setenta líderes do povo que “viram o Deus de Israel”. desta vez em um luta contra um gigante filisteu (2 Sm 21. ABI SUA (Heb. 1 . Foi um dos guerreiros mais leais do rei e liderava o segundo gru­ po de três. Este ficou furio­ so com o pedido do irmão mais velho. Davi cha­ mou Saul e Abner. A B ITA L . A B IÚ (Heb. quando Absalão rebe­ lou-se contra Davi. Adonias chegaria assim ao trono. pe­ diu-lhe que tratasse brandamente o jovem Absalão (2 Sm 18. Ele liderou um terço das tro­ pas de seu tio. então mandou matá-lo (1 Rs 2.15-31). Era filho de Zeruia. p . quando seguiram uma parte do caminho até o monte Sinai (somente Moisés teve permissão para aproximarse do Senhor. e mostrou-lhes como poupara a vida do rei. Abisai era totalmente leal ao rei. Abisai então apanhou a lan­ ça e a vasilha de água de Saul e as levou consigo. entre os “heróis” de Davi (1 Cr 11. Um filho de B ela e neto de Benjamim (1 Cr 8. "pai da salvação”).G. 3. que repeliram o ataque de Absalão em Gileade (2 Sm 18. Em vá­ rias ocasiões Davi teve de acalmar Abisai e tentar persuadi-lo de que o Senhor se encarregaria de cuidar de seus inimigos (2 Sm 16. “Deus é pai”). Do alto da montanha. Cer­ ta vez. A B IT U B E (Hebr. se tal casamento fosse reali­ zado.9. O tempo e 8 .22-25). durante a noite. A B IS A L Ã O .29). Veja M aaca (1 Rs 15.15.8. Abner matou Asael. Na época da confirmação do pacto de Deus com Israel. Sempre se destacava nas batalhas e algumas das suas proezas são relatadas em 1 Crónicas 18. esta jovem estava presente quando Davi prometeu a Bate-Seba que seu filho Salomão seria seu sucessor (1 Rs 1. A B IS U R . etc.2). Abisai teve novamente a oportunidade de salvar a vida do rei.28.24.D. no momento em que todos doriniam.5. Tempos depois. “meu pai é bom’’). era o segundo filho de Arão e sua esposa Eliseba (Êx 6. Sefatias.4).50 e é mencio­ nado em Esdras como um ancestral des­ te sacerdote. A B IS A I. De fato. Finalmente. Abisua é listado como descendente de Arão em 1 Crónicas 6.11. quando se apresentou como voluntário para acompanhar Davi até o acampamento de Saul. Abisai recomendou que Davi apro­ veitasse e matasse Saul imediatamente.12. P. Ele preferia fazer as coisas à sua própria ma­ neira. e irmão de Joabe (1 Sm 26. e supôs que.16).10). Joabe e Abisai. Abisai lutou ao seu lado. d . contudo. Ele nasceu em Moabe (1 Cr 8. 1 Cr 2. A mãe do quinto filho de Davi. nascido em Hebrom (2 Sm 3. Somente o próprio Se­ nhor acertaria as contas com Saul. Um filho de Finéias e pai de Buqui. uma das irmãs de Davi. Posteriormente.23). Êx 24. e Davi estava preparado para esperar até que isso acontecesse.5). seus irmãos. Ele é mencionado pela primeira vez em 1 Samuel 26. 2.g .ABI SAI para casar-se com Abisague. já per­ to do fim da vida de Davi. ao invés de colocá-las nas mãos do Todo-poderoso. perseguiram-no e o mataram (2 Sm 2. 19. Embora Davi apreciasse a lealdade de seu sobrinho e precisasse dele na luta contra o próprio filho.

morto por Abner. Abner. In­ felizmente. Davi escarneceu de Abner. suspeilou da motivação de Abner e talvez tenha fica­ do com ciúmes. foi apontado como líder sobre a tribo de Benjamim. Quando Joabe retornou. filho de Saul.g . Foi o principal comandante do exército de Saul e posteriormente do exército que seguiu Is-Bosete. Realmente. Deus era “santo”. embora relutan­ temente (2 Sm 2. O filho de Jessé sempre respeitou a lealdade de Abner à dinastia de Saul. estava determi­ nado a vingar o sangue de seu irmão Asael. fi­ nalmente. Ele leve grande influência na casa de Is-Bosete (2 Sm 3. Ele ficou aborrecido com a maneira pela qual Abner fora as­ sassinado e acusou Joabe.20-23).22-25). “meu pai de louvor”). Quando ele vol­ tou com seus homens para Gibeom. o que ele náo lhes ordenara” (Lv 10. Quando Saul estava perseguia o futuro rei. do outro lado do rio Jordão. por ofe­ recerem “fogo estranho perante a face do Senhor. o fato de Cristo ser rei é estabelecido de várias maneiras e não mais através dessa genealogia. Posteriormente.5-16).ABNER a “santidade” de Deus foram enfatizados como a essência da adoração de Israel. Após uma grande bata­ lha. Ao vol­ tar ao seu esconderijo. 9 . bem como sua habilidade militar. Joabe.25). o filho de Abner.d . algum tempo depois Abiú e seu irmão Nadabe foram mortos. sucessor do rei. con­ frontou-se com Joabe. o filho de Jessé foi ao acampamento dele à noite e cravou uma lança no chão.1). o qual era tio de Said (1 Sm 14. Citado na genealogia de Jesus como filho de Zorobabel e pai de Eliaquim. até chegar a José e.3). Quando sua lealdade foi questio­ nada. 1 Rs 2. Foi ele quem cuidou do jovem Davi.6). mas logo leve boas razões para náo gostar de Davi. Jaasiel. No evangelho de Mateus. durante o reinado de Davi. Assim. como Zorobabel. Jesus (Mt 1. pois recusou matar o ungido de Deus. portanto. pronunciando uma maldição sobre sua família (2 Sm 3. Abner fugiu (veja A sael). Davi foi ungido rei.5. por náo ter protegido adequa­ damente seu senhor (1 Sm 26. g . onde o estabele­ ceu como rei (2 Sm 2). p . ficou furioso e passou para o lado de Davi (2 Sm 3). o povo não podia aproximar-se dele.57). Joabe saiu para conversar com Abner e o feriu mortal­ mente (2 Sm 3. Abner era tido em alia estima por seu primo Saul e comia à sua mesa no palácio (1 Sm 20. A morte era o castigo merecido para alguém que comprometesse a santidade de Deus. pudesse ainda alimentar de tornar-se rei de Israel. Logo depois que Saul foi derrotado pelos filisteus. Era filho de Ner. contudo. Logo depois ele mesmo foi morlo (2 Sm 4) e Davi tomou-se rei de todo o Israel em Hebrom (2 Sm 5). p . levou Is-Bosete a Maanaim. comandante do exército de Davi. que passa através de vários reis e princesas. porém. 1.32). É citado na genealogia que leva até Saul. Abner então conven­ ceu o povo de Israel e de Benjamim a declarar sua lealdade a Davi. qualquer adoração ao Senhor precisava ser tuna resposta aos seus mandamentos.55. ao perceber que Davi ti­ nha muita consideração por ele (2 Sm 3.50). A B N E R . 2. Neto de Benjamim e filho de Bela (1 Cr 8. a fim de atender aos requisitos da santidade.d .13). quando este se preparava para sair e en fren tar G olias (1 Sm 17. ao lado da cabeça do rei adormecido.27). a morte de Abner representou o fim de qualquer esperança que Is-Bosete. ABIÚDE (Heb.

entretanto. A defesa da terra exige ação resoluta. A questão da fé e da confiança. A oferta de Isaque.4-6) foi instantâ­ nea e irreversível.26. Esse ponto é enfatizado na maneira como a história é narrada e também 10 . A promessa mais uma vez renovada.2 a 22. (A2) Génesis 22. A terra identificada. Parte da terra cedida a Ló. (B2) Génesis 21. com seu nascimento. náo foi uma transformação repentina. por meio da qual pessoas com antigos nomes.ABRAÃO (ABRÂO) ABRAÃO (A B R Ã O ) Abraão em Génesis A história de Abraão começa em Génesis 11. (b1) Génesis 12. A promessa anunciada. A Palavra de Deus ajustada às circunstâncias humanas. O nascimento de Isaque. Abrão e Sarai (A1). Retorno à terra. A presença de Ló. O Senhor promete. Aventura e falhas. Abraão e Sara (A2).16: Reclamação e mais falhas. A fé foi efetiva desde o início. Esta é uma narrativa da transformação gradual mediante a graça divina.18: A aliança é estabelecida. O abandono da terra em tempos de aflição. A2) pelas referências a Harã e pelo contraste entre o nascimento e a morte. A falha com relação a Hagar. A questão da fé e da paciência. Promessas detalhadas. com muitos fracassos e deslizes.27-32: Os primeiros eventos. é o que tem o registro mais longo e isso reflete a importância do “pai de todos os que crêem” (Rm 4.1 a 20.17: O conflito da fé. a vida mediante a fé. e termina em Génesis 25. Essa. Ló.11-17).1-18: Renovação do compromisso e novas falhas. Note como toda a história pode ser classificada (A1. A família de Harã. (Bl) Génesis 12. De todos os patriarcas. Um novo título para o Senhor. motivada pelo medo. A família de Harã. contudo. mas amadureceu lentamente. A grande decisão da fé (Gn 15. Ancestrais e nascimento. A fé que amadureceu lentamente Existe um padrão distinto na maneira como a história de Abraão é contada: (A1) Génesis 11. Uma noiva de Harã para Isaque. (b3) Génesis 14.9. A ques­ tão da fé e da Palavra imutável de Deus. foi uma batalha prolongada (b1 b4).20— 25.10: Os últimos eventos.19: O amadurecimento da fé. A morte de Abraão. quando é sepultado em Macpela pelos dois filhos. Isaque e Ismael. mas será que cumpre sua Palavra? A questão da fé e da perseve­ rança. A promessa garantida por meio da aliança.1 a 16. A morte de Sara. (b2) Génesis 13.1 a 20. (b4) Génesis 17. transfonnaram-se em novas criaturas. A fidelidade do Senhor à sua aliança e a falha de Abraão. Renovação da promessa. Chegada à Terra Prometida. Contendas.1-20. Abrão e Sarai.

Abraão não estava muito seguro de que o Senhor provaria ser digno de confiança. tampouco era sua para conquistá-la. no qual as pressões da vida — alimento (Gn 12. nos tornam “maduros e completos” (Tg 1.22 fala que a fé de Abraão foi “aperfeiçoada”. Hebreus 6. quando enfrentadas com fé e perseverança. mediante uma aliança (Gn 17. As seções intermediárias (b2 e b ’) falam do tema da lerra: pressionado pelos conflitos ocasionados pela presença de Ló. tem uma forma dis­ tinta e devemos isto à arte literária da Bíblia. 10). o Senlior. Era costume da família patriarcal levar seus mortos de volta para casa. para dá-la a outrem. em forma de “provações” (Tg 1.11) — cooperam. não somente guardando a semente prometida. contudo. A narrativa de b 1a b4 é cheia de falhas.2-4. quando manteve hábitos irracionais e temeu por sua segurança pessoal (Gn 20. a fim de sepultá-los (Gn 50.3.7).1-8).5. em quarto lugar.11). Abraão falhou. E.1-19. 16.7. não fosse capaz de pro­ ver (note o termo “porque” no v. 2-4. é um teste constante. nem herdadas de outra maneira. então.9). quando sua própria segurança encontrava-se ameaçada (Gn 20.21. 11 . Abrão primeiro agiu resolutamente para inva­ lidar a posse deles (vv 13-16). como mostrou sua fidelidade em manter suas promessas: Por que Ele “lembrou-se de Abraão. família (Gn 13. quando uma coalizão de reis estabeleceu o que viam como seu direito pela mesma área de terra (Gn 14. embora este náo estivesse incluído na promes­ sa de Génesis 17. Muito pungente. afinal. 20. O Senhor não só se comprometeu com ele.8.7? A despeito disso.13) — e trabalhava na solução do problema à sua própria maneira providencia].ABRAÃO (ABRÃO) nas citações do Novo Testamento. o crente Abraão. Segundo» a falha revelada mediante o desejo compreensível de encontrar uma solução rápida e prática para um problema familiar (Gn 13. Essa história. Tg 2. nem aceitou qualquer parte do espólio. as quais.1-11). num misto de progressos e fracassos. Essa última falha foi mais grave do que qualquer outra que Abraão experimentou. não contestou quando o rei de Sodoma calmamente declarou possessão sobre o que acabara de perder na batalha. o Senhor continuava fiel — “porque não pode negar-se a si mesmo” (2 Tm 2. procedente da espera impaciente pelo cumprimento da promessa (Gn 15.8). A estrada da maturidade da fé (Gn 22. cf. Abraão mostrou que estava preparado para adaptar a Palavra de Deus (a promessa de possuir toda a terra de Canaã). que o chamara (Gn 12. A próxima falha envolveu Hagar. também 16.4. As promessas de Deus não podem ser barganhadas (Gn 13.1) e lhe prometera (w. definitivamente nega a idéia da santificação instantânea.11-13). observamos com brevidade como b1 e b4 compartilham referências do engano praticado que envolveu Sara (Gn 12.10).8. mas também usando o erro de Abrão para enriquecê-lo materialmente (Gn 12. Primeiro.1).1-13. A história do pai da fé. Ainda assim.4). a fim de pacificar Ló.1) e temores (Gn 20.16) e confirmá-lo como profe­ ta e intercessor (Gn 20.1. com a mesma atitude resoluta. no momento da pressão. anseios (Gn 15. a história da morte de Sara (Gn 23) e da compra do campo de Macpela como local de sepultura fala sobre o mesmo tópico. embora ele de­ monstrasse falta de fé. Abraão estava disposto a abrir mão do direito sobre parte do que Deus lhe prometera (Gn 13.2).29). Abraão não estava isento das tentações — nem mesmo de recair na mesma tentação.15 mostra que a promessa não foi “alcançada’' sem paciência e Tiago 2.1).25). a não ser no tempo de Deus e pela perseverança da fé.17).9) — como se ele realmente tivesse competência para dar a Terra Prometida de presente a alguém! Em contraste.7). Durante todo o tempo em que peregrinou pela terra. e tirou a Ló do meio da destruição” (Gn 19.22) sempre foi baseada na prática de dois passos para a frente e um para trás. houve o medo de que. Da mesma maneira que a Terra Prometida não pertencia a Abrão.

não voltou suas costas para o mundo. contudo. Foi depositada num se­ pulcro em Canaã. Segundo. Quando chegou o Dilúvio. esta terra é nossa. Génesis 1 a 11 é universal. ela passa por cima de oito gerações (de Sem até Naor.10-24).32). notemos o ponto onde ele aparece pela primeira vez.27-30) — a quem o Senhor diria. lei (Gn 9. Gn 11. conforme o Senhor prometeu". o livro de Génesis. ela volta até antes do incidente de Babel. com seu precioso cadáver. ele seria restaurado da maldição (Gn 3. numa tradução mais livre: “entrarão na bênção de que precisam”. que esmagaria a cabeça da serpente (Gn 22. onde este único ho­ mem e sua família ocupam toda a cena. como a Queda (Gn 3 a 5). ficou um pouco mais claro como esses elementos estão inter-relacionados.15.8-17). Primeiro.14-20) e das divisões (Gn 11. na verdade o Senhor falou-lhes sobre a continuação da vida e a derrota final da serpente (Gn 3.17). o qual tinha um filho chamado Abrão (Gn 11.17). as quatro características das alianças divinas apareceram juntas: promessa (Gn 6. Por causa disso.1-8) e sinal (Gn 9. “abençoarão a si mesmas".16). ou. por meio dele e sua família nasceria o des­ cendente da mulher. como se os seres humanos simplesmente estivessem espalhados e abandonados à própria sorte. entretanto. com seu foco quase exclusivo em Abrão/Abrãao e sua família. era uma declaração muda e poderosa: “Esta terra é nosso lar. A caverna. “em ti serão benditas todas as famílias da terra'' (Gn 12. para traçar a história emer­ gente da família de Sem. até que encontra um homem praticamente desconhecido.18).11). chamado Terá. o elemento da longanimidade e da graça divina é bem explícito. Desta maneira. veio sobre eles (v. Em contraste com Génesis 12 a 50.26.20). mas o Senhor estabeleceu seus planos (em Noé e Sem). O Pacto Abraâmico De Noé até Abraão A aliança de Deus na Bíblia é sua promessa concedida gratuitamente. a graça (Gn 6. Um plano para o mundo Antes de encerrarmos o assunto sobre Abraão. ao novo começo com Noé. Nas narrativas da Queda e do Dilúvio. literalmente. A humanidade deteriorou-se. a promessa era de salvação do juízo que o Senhor traria sobre todo o mundo (Gn 6. mas quando Adão e Eva transgrediram. antes que o pecado de Babel com todas as suas implicações fosse cometido. ali.31. a história de Babel também tem sua nola de graça e esperança. 12 . revela alguns pontos muito importantes. 9) — com a calamidade adicional do colapso universal da comunicação — que Génesis trata como se fosse de pouca relevância.17). podemos muito bem perguntar onde estão os sinais da graça e da esperança.9) causadas pelo pecado. Em Babel. No caso de Noé. das quais nada fala. o Dilúvio (Gn 6 a 9) e a Dispersão em Babel (Gn 10. parece que o fato que mais temiam (Gn 11. Quando Deus lez sua aliança com Abrão (Gn 15 e 17). ao registrar imediatamente outra genealogia. sua situação é triste e irremediável. Pelo contrário. pois trata (logo depois da narrativa da criação.4). onde a palavra “aliança” ocorre pela primeira vez.ABRAÃO (ABRÃO) mas Sara não foi conduzida para Ur ou Harã (Gn 11.8) já havia separado um homem e sua família para a salvação (Gn 6. A lei sob a qual a humanidade ocupou o Jardim do Éden incluía a advertência de que o pecado traria a morte (Gn 2. embora a idéia total da aliança tivesse de esperar até Moisés. o Êxodo e o monte Sinai.3).17). isso significa. Gn 1 e 2) de eventos gerais. Um olhar mais atento para a genealogia. em Génesis. sacrifício (Gn 6.

18. A visão do Senhor como “um fogo fumegante e uma tocha de fogo” não foi explicada a Abrão. “depois destas coisas. para representar que “se eu não mantiver meu juramento. A passagem amplia a ação da aliança de Génesis 15. 21) e a recusa de participação em qualquer divisão de espólio (w. após os eventos do cap.18. deixa bem claro que o pacto abraâmico foi inaugurado por meio de um sacrifício. estabelecer”. quando preparou o sacrifício (Gn 15. Não está claro por que Abrão precisava de tal palavra de Deus. O sacrifício da aliança Até onde sabemos. entretanto. para provocar mais uma reclamação. ao localizar o fato. o Senhor apareceu-lhe no moraento em que ele precisava de uma reafirmação e esperança.18. Génesis 15.9-17 não está bem explicado — embora fique claro que Abrão sabia e entendia o que fazia naquele momento. pois não era ele quem fazia o juramento. Ele voltou à tarefa de consolar seu servo com mais duas promessas específicas: a de um filho e uma família (Gn 15. o verbo “firmar” é. isso será feito comigo”. o Senhor então iniciou os procedi­ mentos da aliança (w. o sacrifício detalhado em Génesis 15. Lei.4: 17.2. onde é citado que as pessoas que desejavam firmar um juramento solene andavam entre as partes cortadas do animal sacrificado.2). Como o Senhor é paciente! Como se sua promessa anterior não fosse suficiente. é usada a palavra técnica para “inaugurar” uma aliança. para poder se manifestar no meio do povo. talvez Abrão temesse um contra-ataque desferido pelos quatro reis. Thdo isso. 9-18). Em Génesis 15. No caso de Abrão. em Génesis 17. 13-16). 6). o Deus santo (Êx 3.2-5).18. 13 . o Senhor apareceu-lhe. porém. e disse-lhe que náo temesse.16). foi tirado de cena por um coma espiritual (v.. Temos alguma luz por meio de Jeremias 34.4. perdia a opor­ tunidade? Grandes vitórias frequentemente são seguidas pela depressão e ansiedade! Seja qual for a razão.. Já que Abrão ainda não se sentia totalmente seguro (v.1).ABRAÃO (ABRÃO) A segurança da aliança No caso de Abrão. está sem explicação. por ser somente um espectador do que o Senhor faria. ao envolver-se com Hagar (Gn 16.10). colocar em ação”. Teria ele imaginado que não seria possível aquela vitória representar a maneira como Deus planejava dar-lhe a terra e. ao reiterar a promessa dos descenden­ tes e da terra (w 13-16).1) e treze depois da falha dele. Deus tomou sobre si toda a responsabilidade do compromis­ so: Ele assumiria todo o impacto da aliança quebrada. a coluna de nuvem e fogo (Ex 13. 17.21. 8). mas Génesis 15. em fogo e fumaça (Êx 3. o qual pela graça encobre sua santidade. de que a vida não valia a pena ser vivida sem um filho e um herdeiro (Gn 15.5) e a da terra de Canaã para seus descendentes habitarem nela (v.” — quer dizer. pois garantia a proteção e um grande galardão (Gn 15. 14: a derrota dos reis (w. Ao ler nas entrelinhas. 12). por isso. o verbo “estabelecer” significa “implementar. contudo. literalmente. 22-24). aqui.2-5). Abrão precisava de uma reafirmação presente e futura e Deus a deu — somente. a fim de significar que a partir daquele momento a aliança seria um relacionamento imutável entre o Senhor e Abrão. promessa e sinal Quinze anos depois da chegada de Abrão a Canaã (Gn 12. a restauração do rei de Sodoma (w.1 oferece uma pista.22). em Génesis 6. para com­ pletar a aliança. mas depois entende­ mos que era uma demonstração prévia do Deus do Sinai. “colocar.

Depois que o erro foi cometido (Gn 14. Todo o ciclo de sua vida está dentro de três parâmetros: obedecer à Palavra de Deus. nossa ênfase foi colocada no conflito da fé e nos fracassos dele. doméstica (v. 25). mas o Senhor nada teve que ver com aquilo. Não é um salto no escuro. mas sim do que o Senhor garantia a Abraão. mas “o selo da justiça”. Dali em diante.2) e o sinal (Gn 17.ABRAÁO (ABRÁO) ao conceder maiores detalhes sobre a promessa (Gn 17. A fé de Abraão Um único e firme propósito Quando olhamos a história de Abraão. pois eu a darei a ti” (Gn 13.8.9).. Pois isso é le o que vemos em Abraão — e em toda a Bíblia. Na verdade é um salto na luz. requer a busca da santidade dentro da comunhão divina. de regresso até onde tinha certeza que estivera na estrada da fé. 14 . vemos o mesmo princípio de oulra maneira: a ousadia da oração da fé. enquanto o patriarca aguardava a chegada do filho prometido. 6).1) não é específica. Génesis 12 destaca a grande aventura da fé (w.. mesmo assim. hei de dar a li. que nascem a partir da verdade. o sinal proclamava as promessas de Deus. depois de sua falha no Egito (Gn 12.. somente depois que entrou em Canaã. Realmente. o arco-íris nas nuvens dissipava qualquer temor de que outra tempestade interminável acontecesse. 10-14). espirituaJ (v. em Génesis.11 refere-se à circuncisão como “o selo da justiça da fé”: não “o selo da fé”.812). Romanos 4. a fim de confirmar o que Deus fez por Abraão e as promessas que estabelecera. A promessa. deve ser interpretada da mesma maneira que as palavras idênticas de Génesis 9. 7) e territorial (v. fé é convicção e ação.4*8) e acrescentar os dois componentes remanescentes: a lei (Gn 17. Por esta razão.23-33.15-17) e essa promessa incluía a parte que Abraão cedera a Ló e retomara dos reis (Gn 14. para Noé. retornar à Palavra de Deus e esperar a Palavra de Deus. “ajustando” a palavra de Deus ao problema (Gn 14. A fé torna»se ousada quando age alinhada com as promessas do Senhor. “ Abraão. pois aquela situação envolvia sua famdia (Gn 13. conforme diz Hebreus 11.4.14). Génesis 14 não menciona a fé em conexão com a guerra contra os reis. mas o contexto nos permite ver a ousadia da fé.5). ao lembrar-se de que trazia no próprio corpo a confirmação das promessas divinas — da mesma maneira que. Em Génesis 18. 8) e é selada com o sinal da aliança da circuncisão (vv. sua disposição firme e perseverante em arriscar tudo. Isto é vida de fé. não se limitou a voltar para a terra de Canaã: retornou especi­ ficamente para o lugar onde começara (Gn 13. o Senhor finalmente disse: "darei esta terra" (Gn 12. nem mesmo seus próprios fracassos! Por exemplo. Típica do período patriarcal.8. a lei (Gn 17.17. fortalecer-se-ia nos dias de impaciência ou dúvida. Em ambos os casos. que é credulidade e não fé. Agora é o momento de olharmos para sua confian­ ça. é detalha­ da e cobre quatro categorias: pessoal (Gn 17...10-20). Deus reafirmou a palavra da promessa: “Toda esta terra. baseado meramente na Pa­ lavra de Deus.4). quando repousa no conhecimento do caráter de Deus (v. É isso que define fé. pois tem como base de apoio a palavra que Deus falou.7). Pela fé. Nada tirou Abraão do seu cami­ nho — nada. Abraão tentara resolver a crise. sem saber para onde ia".9>14). sendo chamado. 1. exatamente como os sinais da aliança do Batismo e da Ceia do Senhor fazem hoje.3). saiu. Desde que esta prática é chamada de "o sinal da aliança”. como se ratificasse a resposta de Abraão.. isso quer dizer que a circuncisão não é um sinal do que Abraão prometia a Deus.7). contudo. mas.

“teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa”.10-13.9...18-22. a promessa do nascimento de um filho foi aceita pela fé e essa foi imputada como justiça (Gn 15. mesmo assim. Aquela “fé simples” de Génesis 15. mas elementos de uin programa educativo divino (Hb 12.15-18). "o Israel de Deus” é sua nova criação (Gl 6.11 falam da mesma coisa: “estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para cumprir”. Foi incrível Abraão olhar para o seu próprio corpo amortecido e ainda crer na promessa de que teria um filho. do ponto de vista das experiências e respostas humanas. mas no pleno reconhecimento da própria incapacidade.18) e. a lim de que a promessa seja firme a toda a descendência. a confiança baseada simplesmente na Palavra de Deus..29: 9. 15 . A verdadeira fé deliberadamente encara a incapacidade humana. apesar disso.17. Do ponto de vista divino..28. de fato. Romanos acrescenta que essa fé é a marca distintiva do povo de Deus. 4 família de crentes Abraão é apresentado a nós no Novo Testamento como um homem de fé. "ultrapassado’'.. As passagens mais importantes são Romanos 4..6) e Abraão percorreu o caminho completo (Gn 22.16) e Gálatas 3. o único objeto de todas as promessas de Deus (Hb 11. seu Israel. porém. ela “é pela fé. nesse aspecto.19 diz tudo.15.6. O principal ponto da questão está era Génesis 22. Abraão sabia exatamente que aquela “adoração” envolveria a morte e a oferta do filho e.16). Ele. em Mateus 3. nós. Romanos 4. para que seja segundo a graça. Os descendentes biológicos de Abraão não recebem mais benefícios.7.16).. O outro momento significativo da fé é destacado em Génesis 22.1-19: o Sacrifí­ cio de Isaque. como. o Novo Testamento nada tem a acrescentar ao Antigo: todas as bênçãos de Deus em Cristo Jesus.ABRAÁO (ABRÂO) O filho prometido Génesis destaca dois “momentos" específicos na vida da fé de Abraão. humanamente falando.12. com uma ênfa­ se especial. ela foi mesmo. em Romanos 2. onde ele é chamado de pai de todos os que crêem (Rm 4. colocasse tudo a perder.110).7).6). nem para João Batista. mas que. não somente à que é da lei. fez isso.21 e Hebreus 11. humana­ mente falando. Esse incidente proporcionou a Paulo uma de suas muitas “passagens de ouro*' — Romanos 4." O comentário inspirado em Hebreus 11. Esses testes náo são casuais. resumidas e cumpridas plenamente no dom do Espírito Santo.. Será que alguém conseguiria expressar de forma tão perfeita a situação inteiramente absurda de um casal que era. que agira não baseado no que sonhava. mas também à que é da fé que Leve Abraão. Primeiro. para nos tornar “participantes da sua santidade”. nós. nem para Paulo. Abrão começou a andar com Deus (Gn 15. “não se deixou levar pela incredulidade”? Ambos os textos. são nossas simplesmente e somente na base da mesma fé que Abraão teve. seria ainda inacreditável que ele pegasse seu filho. mas com total simpli­ cidade — escolhe descansar na promessa de Deus. ousou dizer: “nós. e Tiago 2. o qual é pai de todos nós” (Rm 4. como nosso pai e nosso exemplo. Esta epístola insiste em afirmar que. “Eu e o menino — nós subiremos até lá. nós vamos adorar e nós voltaremos para cá”. onde os crentes são chamados de filhos de Abraão (G1 3.5: literalmente. deve provar sua realidade nos desafios e respostas da vida diária.1-14.22 fala sobre o incidente como “a fé aperfeiçoada”..11.

(Veja a seçáo sobre nomes.11. 35. e Abrão não hesitou em identificá-lo como seu pró­ prio Deus. expulso de casa. perambulante. No livro de Génesis. que. Assim. o Deus de poder ilimitado para transfor­ mar — Abraão tornou-se um preeminente homem de fé. Sem dúvida.14. 16 . em todas as circunstâncias. 43. e referências como Génesis 15. Foi nesse contexto que Deus se revelou como El Shadday. embora o nome fosse conhecido. para enfrentarem o imprevisível e todo-poderoso José. j .8 mostram Abrão pessoalmente empregando este vocábulo.. quando Jacó enviou seus filhos de volta ao Egito. ele os encomendou a El Shadday (Gn 43.13). conhecidos por Abraão: Melquisedeque apresentouse a Abraão como “sacerdote do Deus Altíssimo” (El Elyom).3. sem um lar? El Shadday é o Deus que opera nas fraquezas humanas e as transforma — da maneira como agiu. de Gerar.) El Shadday De todos esses títulos. pelo menos 14 anos já tinham-se passado desde que Abraão recebera a promessa original de um filho (Gn 16. negociou um tratado perpétuo de amizade com Abraão e. um Senhor que tinha um conhecimento direto (e cheio de graça) do que acontecia sobre a Terra. Deus não se revelou para explicar o significado de “Yahweh”.14).2. náo tinha ainda nenhum significado específico relacionado a ele.22.25). mas para usar outros estilos e títulos. Em Génesis 21. A passagem de todos esses anos (Abraão tinha agora quase 100 anos de idade e Sara já estava na menopausa.22). ao transformar o Abrão sem filhos em Abraão. em comemoração a esse evento. no artigo Deus.16). mas o contexto no qual este termo é usado sugere como deve ser entendido. apenas El Shadday reaparece no restante de Génesis (28.1.”. conforme vemos em Êxodo 6. em Génesis 17. Porque conhecia seu Deus — El Shadday.ABRAÃO (ABRÃO) O Deus de Abraão Quem é o Senhor? Na história de Abraão. e essa mesma característica — a habilidade de transformar situações criadas pelas fraquezas humanas — aparece também em outras passagens. foi nesse mesmo espírito que ele diz ter sido El Shadday quem se encontrou com ele em Betei (Gn 48. Abimeleque. Gn 18. o nome divino Yahweh (traduzido na Ver­ são Contemporânea como “Senhor”) ocorre 73 vezes. Ele é o Senhor supremo e universal. 48. a .m .1 coloca a questão de forma concisa: "apareceu-lhe Yahweh e lhe disse: Eu sou El Shadday. quando o Senhor vai ao encontro de Hagar (Gn 16. Tal Deus é digno de nossa confiança.3) — pois o que poderia ser mais desesperador do que a situação de Jacó. Ainda também é verdade. Novamente. incapaz de gerar filhos.11) teve o efeito de reforçar as fraquezas humanas. nosso patriarca plantou um bosque e invocou o nome do “Senhor. O que ele queria dizer para o escritor desse livro? O signi­ ficado de “Shadday” como vocábulo é muito incerto e há muita discussão em tomo dele. 49. Por exemplo.3. Génesis 17. ela o reconheceu como “o Deus que vê” (El Roi). Se traduzirmos El Elyom2 como “criador” (Contemporânea) ou como “possuidor” (ARC) “do céu e da terra”. o pai de uma multidão de nações. El Shadday (Deus Todo-poderoso) é o principal dos quatro títulos similares de Deus.3. o Deus eterno” (Yahweh El Olam) — provavelmente ele chegou a esse título por meio da conclusão de que somente um Deus eterno poderia ser invoca­ do para superintender um tratado perpétuo. Yahweh (Gn 14.

até que surgiu a oportu­ nidade de vingar-se e ele matou Amnom (2 Sm 13. A tensão. Pos­ teriormente. a fim de subverter o reinado de Davi. “irmão do pai”). A instabilidade uo vacilante reinado de Davi foi marcada por diversos fatores. em consequência do adultério de Davi (1 Sm 11 e 12) e pela ocorrência da violên­ cia. Ele se consumiu pela raiva e pelo ressentimento. A C A B E (Heb.29). Para mais detalhes. veja jez a b el . como assassinato e estupro dentro da própria família real. Davi lamentou profundamente a mor­ te de Absalão. Deus o puniu com um terrível período de seca que assolou a terra — um castigo direto por sua participação nas práticas idólatras. Absalão ficou exilado por três anos. O relato do reinado de Acabe só é con­ cluído em 1 Rs 22. A vida de Absalão serve para ilustrar que os resultados do pecado permanecem. na Babilónia (Jr 29. De acordo com 2 Samuel 18.1-18).28. mesmo quando há sincero arrependimento. 23. ao descobrir que ele violentara sua irmã Tamar (2 Sm 13). Como Hananias (Jr 28). Seu casamento com Jezabel acentuou a ligação que a narrativa bíbli­ ca faz entre a idolatria e o comportamen­ to imoral.v. Joabe percebeu a hesita­ ção do rei em ordenar a morte do próprio filho. Foi um dos piores reis do Norte (cf 1 Rs 16. nunca se dissi­ pou totalmente. Seu temperamento passional aparece no assassinato de Amnom (veja Amnom). 1. Sua mãe cha­ mava-se Maaca e ele nasceu em Hebrom. O conflito não resolvido entre pai e filho afligia o rei e. Absalão era famoso por sua beleza e seus longos cabelos (2 Sm 14. parece que somente sua filha sobreviveu. Seu comportamento foi tão mau que a frase “a casa de Acabe" tornou-se um pa­ drão para referir-se particularmente a reis perversos (2 Rs 21. como os outros falsos pro­ fetas.18. Apesar de Davi ter-se arrependido de sua transgressão e ser perdoado por Deus. pelo estupro da irmã de Absalão (2 Sm 13.21-23). s. até que Joabe diplomatica­ mente forçou Davi a perdoar seu erro. Elias e Nabote. Sua culpa maior foi per­ mitir a propagação da adoração a Baal. até que Joabe o persuadiu a ver a vida de seu filho sob a perspecti­ va da confusão e instabilidade que cau­ sara.28. Este filho conspirou para destronar seu pai e foi bem-sucedido em conseguir apoio dos seguidores descontentes de Davi (2 Sm 15). devido às graves consequências da adoração mista.22). Seus crimes náo eram apenas políticos.27.14. A sua relutância em intervir e punir Amnom. culpado de “curar superficialmen­ te a ferida do povo" (Jr 6. 2 Sm 14).16). O infame rei Acabe. filho de Onri e governante de Israel na mesma época em que o profeta Elias desenvolveu seu mi­ nistério. ele provavelmente era culpado de prever um final rápido para o exílio e. não escapou das turbulentas consequências em sua pró­ pria família.25-27). veja também Mq 6. Absalão gastou todas as suas ener­ gias.30-33). a quem ele dera o mesmo nome de sua irmã Tamar. “pai de paz”).11) e de cometer adultério com as mulheres dos 17 . Era o ter­ ceiro dos seis filhos de Davi.39-53. Desse momento em di­ ante. entretanto. Davi relutava em reconhecer que sua autoridade estava seriamente ameaçada. pai e filho tiveram uma re­ conciliação parcial (cf. Os três filhos de Absalão não são mencionados depois de 2 Samuel 14. a despeito da séria ameaça que Absalão representava ao seu gover­ no. Sua hábil polí­ tica internacional é interpretada negati­ vamente pelo escritor bíblico. fez com que per­ desse a credibilidade aos olhos deste fi­ lho. Absalão ficou pendurado pelos ca­ belos em uma árvore e foi imediatamen­ te morto por Joabe e seus soldados (2 Sm 18. 2. Outro Acabe foi acusado pelo pro­ feta Jeremias de falar mentiras para o povo de Israel.ACABE A B S A L Ã O (Heb.

7. Josué orou e o Senhor lhe mostrou que “Israel" pecara. embaixo de sua tenda.15). um dos líde fi­ res tribais em Seir.23). E lembrado por ter "perturbado” Israel com um grave pecado. 0 vale de Acor. ACA R (Heb. A próxima cidade a ser conquistada era Ai. trouxe informações de Corinto para Paulo. a ira do Senhor desviou-se de sobre o povo.27. da Acaia romana (v. Mencionado em 1 Coríntios 1 6 .C. Terceiro filho de Eser. os quais se recusam a reconhecê-lo e adorá-lo. Ao insistir em que ninguém seria capturado para se tornar escravo e em que nenhum espólio seria tomado. 2. Tais determinações da par­ te do Senhor ensinavam muitas verdades às pessoas. A C A Z (Forma abreviada de Jeoacaz. Era descendente de Judá e Tamar. Deus levou os lí­ deres até Acã. No livro de Jeremias. du­ rante o final conturbado do reino de Isra­ el. p . Parecia que seria bem mais fácil.g . O rei Acaz foi sucessor de seu pa Jotâo.10-16). seu pai” (2 Rs 16. É interessante notar em Josué 7 a ma­ neira como lodo o Israel é responsabili­ zado pela transgressão de uma só pessoa.42. os falsos profetas foram alvo de juízo. Logo a seguir. a tentação de apanhar alguma coisa do espólio foi tão forte que desobedeceu à ordem que o Senhor dera por meio de Josué (Js 7).10. A C A IC O . Le­ vado para fora do acampamento e apedre­ jado. Todos os bens locais seriam consagrados ao Senhor. Certamente todo o povo sofreu com o pecado. Filho de Carmi. 2 Crónicas 28. mas o primeiro grupo de soldados enviado con­ tra ela voltou derrotado. como Davi. o Senhor castiga os que são profanos. quando na verdade havia desesperança. onde Acã foi apedrejado.v. sobre Deus e elas mesmas. porque ofereciam ao povo uma fal­ sa esperança.1 7 . lho de Zerá. “o Senhor tem possuído”).). Acaz conquistou essa reputação por aprovar a colocação das imagens dos ído­ los assírios no Templo de Jerusalém (2 Rs 16. e reinou por 16 anos em Judá. mas só Acã seria condenado. Seu governo foi caracterizado por muitos problemas e ele mesmo recebeu esse epitáfio. 1 Cr 1. ju n tam en te com E stéfan as e Fortunato. “causador de problemas”). Uma forma alternativa de Acã. filho de Zabdi. Acaz havia lançado o rei­ no do Sul no mesmo caminho pelo qual o do Norte tinha andado antes. 1.2). Os profetas previram o dia em que Deus tomaria aquele vale um lugar de es­ perança e descanso (Is 65. onde aparece como Jacã). Seu exemplo ficou como um lembrete para as futuras gerações dos perigos da desobe­ diência (Js 22. mas não se pode afirmar cora toda certeza. s. Quando Josué destruiu Jericó. Junto com seus dois companheiros. o Senhor colocou a cidade sob uma maldição ou “anátema'. “criador de problemas”). ACÃ (Heb. “Não fez o que era reto aos olhos do Senhor seu Deus. Muitas vezes. essa ordem da “dedicação” de algo a Deus envolvia a to­ tal destruição. Heb. que escondera parte do es­ pólio no chão. Veja Estéfanas.23 diz que ele ofereceu sacrifícios aos deuses de Damas­ co — o que sign ifica que criou um sincretismo tão profundo com outras re­ ligiões que essas assumiram uma forma peculiar em Judá. 1. Por meio de um sorteio. Os 2. O juízo de Deus sobre Jericó foi extremamente severo.20). d . 15). onde Esaú se estabe­ leceu (Gn 36. posteriormente tomou-se um símbolo do mal. A queda de Judá finalmente aconteceu em 587 a.ACAICO com panheiros (Jr 29. Ele supriria todas as suas necessidades. Apesar das reformas que foram feitas posteriormente por seu filho Ezequias. Para Acã. no Norte (742-727 a. o Senhor mostrava que os israelitas deveriam manter-se san­ tos em seu serviço. Provavelmente era um escra­ vo da família de um certo L.C. 1 Crónicas 2. Ai foi conquistada. 18 . Mummius. Sendo santo.

Uma como Baal-Zebube.v. sucedeu Saul na janela de um quarto em Samaria e malista dos reis (Gn 36. A verdade. rei de Israel.3).. ele “andou nos caminhos da essa confiança já comprometida. Elias os interceptou no meio cerdote Hilquias e outros. caso se desviassem do prema insensatez. o relato está registrado a partir de 1 21. para consulta­ do caminho e os enviou de volta a Acazias rem Hulda sobre o texto sagrado. reinou. a queda casa de Acabe. Foi seu infortúnio. o profeta resolveu filho de Acbor. Embora seu reinado seja cur­ lia de Acabe. 1 Cr 1.40.9ss). ele caiu pela Seu filho. finalm ente foi consumado com a Reis 22 até o início de 2 Reis 2. an­ aliança com Jeosafá. por isso o juízo soldados para prender Elias. deus de Ecrom. contudo..4). Ele enviou dois grupos de isso o que Israel fizera. quan­ 2.2). ram mortos pelo fogo que caiu do céu (2 Mais tarde. Acazias foi morto pelos homens de Jeú. Sobrinho de Acazias.12-17). chamado Elnatã.49. "o Senhor tem susten­ Seu corpo foi levado para Jerusalém e tado"). Baal-Hanã. palavras da lei de Deus que prometiam A marca de seu reinado foi a sua su­ juízo sobre Israel. é que.v. Acazias reinou de 850 a 849 a.2. vista como a causadora plicai' a relação entre Acazias e o profeta da imoralidade e da idolatria na linha­ Elias. Ele sucedeu seu fortalecer sua confiança: ‘‘Se não o crer­ des.27-29). com 844 a. e fez o que era mau aos de Judá tornou-se inevitável e Deus usou olhos do Senhor.). o Rs 1. Acabe e Jezabel também Jeoacaz. filha do trazer o juízo divino. certamente não ficareis firmes'1 (Is pai Jeorão como rei de Judá.9b). s.C. 1. Devido à a Babilónia como seu instrumento para influência de sua mãe. s. O pai de um dos reis de Edom. enterrado nas sepulturas dos reis (2 Rs 9. também era conhecido como Jeoacaz. A pro­ com a mensagem de que Deus havia de­ fetiza chamou a atenção deles para as cretado sua morte (2 Rs 1. ele já começara seu rei­ Elias e Acazias é considerado uma dis­ nado diante de alguns problemas consi­ puta entre o Deus verdadeiro e as assim chamadas divindades dos filisteus. de Israel. muito mais do que o Senhor e adorassem outros deuses. que seria suficiente para 2. “rato"). que estava doente. Acazias tentou fazer uma 1.27).35s. 2. para ex­ morte de Jezabel. por menos de um ano (por volta de 7. tais deráveis (havia um certo tipo de coali­ zão entre a Síria e Israel contra Judá). Este Zebube. chucou-se gravemente (2 Rs 1. “o li­ do mandou mensageiros consultar Baalvro da lei” foi encontrado no Templo. Ele continuou com a infame políti­ gem de Acabe (1 Re 18: 2 Re 9. para saber se fi­ rei enviou Acbor. predito por Elias em 1 Reis to.41s). não concordou (1 Rs 22. perverso rei Acabe. O conflito permanente na famí­ em Israel.38.51). Para mais detalhes. juntamente com o sa­ caria curado. Veja ca religiosa de seus pais.39. os quais fo­ estava próximo (2 Rs 22. O texto bí­ blico deixa claro que o confronto entre livro nos dão uma visão do estado do go­ verno de Acaz.50). Rezim e Tíglate-Pileser. sua condu­ veja também Peca . tornouir com o terceiro capitão ao encontro de 19 .C. Durante o reinado de Josias. o deus de Ecrom (2 Rs 1. promessa.” (2 Rs 8.36s). bisneto ta não surpreendeu a ninguém. 9. visitava seu tio Jorão (também chamado Jeorão). foi feita por meio do proleta Isaías. Finalmente. * Seu reinado de dois anos foi marcado A C B O R (Heb.49). pela tragédia.ACBOR O profeta Isaías estava em atividáde Acazias e repetiu a profecia de que ele nessa époea e os capítulos 7 a 10 de seu morreria sob o juízo de Deus. con­ tudo. mas o rei de Judá tes dos israelitas conquistarem a região. Descendente do rei Saul. contudo. A C A Z IAS (Heb. Atalia. enquanto de Jônatas (1 Cr 8. no tempo de Jeremias. (1 Rs 22.

24) — um lembrete do pecado que já dominava completamente o mundo. O trabalho deles era idên­ tico ao dos sacerdotes e ministros atra­ vés dos séculos: tornar claro 0 significa­ do da revelação de Deus na Palavra. 2. Asafe. 10). m . encontra-se em Esdras 10.16.5). a qual também incluía a guarda dos depósitos do Templo próxim os aos portões. d .41). líder da pro­ víncia que se estabeleceu em Jerusalém (Ne 11.34.8).g .29 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. 4. da mes­ ma família. Filho de Simei e um dos líderes da tribo de Benjamim (1 Cr 8. o músico (1 Cr 6. Ela deu à luz a Elifaz (Gn 36. Ancestral de Maaséias.d . Provavelmente esse é o mesmo Acube que também é relacionado entre os levitas que ajudaram a instruir 0 povo na Lei de Deus. 6.22: 36. Descendente de Bani. Um dos cabeças do clá levita dos porteiros do Templo: viveu em Jerusalém depois do caLiveiro babilónico (1 Cr 9.45).ACSA se uni dos oficiais da corle.d . cujos descendentes retornaram do exílio babilónico com Zorobabel e Neemias (Ed 2. Não sabemos com certeza se Esaú casou com duas irmãs.4. O casamento de Esaú com mulheres cananitas introduziu a cultura e os deuses pagãos na família israelita. um descendente do rei Davi (1 Cr 3. um dos descendentes de Adaías.8). por isso. pois reconheceu a desobediên­ cia e a necessidade do perdão.1).39 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. Nome de um sacerdote registrado em Neemias 11. 12. veja EUsafate.p . mas Baseinate também é re­ ferida como filha de Elom.7: 11. Ela ouviu seu esposo vangloriar-se de ter assassinado os que o prejudicaram (Gn 4. Provavelmente era a mesma pessoa mencionada no v. um d o s s a c e r d o te s T e la c io n a d o s em 1 Crónicas 9. O avô do rei Josias. p .25). 9. comandante de uma unidade de 100 homens (2 Cr 23.12). Ne 7.12. Descendente de Bani. Foi enviado ao Egito.24). Ele atendeu seu pedido (Js 15. uma das m ulheres de A DALI A. A D A (Heb.35).23. 3.g .12). que se estabeleceu em Jerusalém. “agradável ao Senhor”).45). Filho de Jeroão. 3. o heteu. Calebe dera a ela terras 110 Neguebe.21). p . o casamento de Esaú foi “uma amargura de espírito" (Gn 26.17. A C S A . Era filha de Elom. lembrando-lhes a “ale­ gria do Senhor” (v. heteu. Ne 8. 1. Jz 1. 21).1). mãe de Jabal e Jubal. Pai de Maaséias. A D A ÍA S (Heb. 5. Esse Acube era um “servidor do Templo”. 8 . Filho de Etá e pai de Zerá. foi par­ ceiro de Hemã. Uma das esposas de Esaú. Ada.g . Neemias animou a todos. “beleza”). para que as pessoas possam responder em fé e obediência (Ne 8. Filho de Elioenai e faz parte da li­ nhagem real de Judá após o exílio: portan­ to.42. algum tempo depois ela rogou que lhe desse uma propriedade que tivesse mananciais de água. Tais uniões mistas levariam os israelitas a se afastarem do Senhor. Otniel to­ mou a cidade e desposou Acsa. 7. em Génesis 26. para capturar o profeta Urias e trazê-lo de volta (Jr 26. tomada entre as mulheres de Canaã. 1. Lameque. 1. Para mais detalhes.7.10 etc. O resultado do mi­ nistério sacerdotal foi que todo o povo chorou. Um dos dez filhos de Hamã.). pai de sua mãe Jedida (2 Re 22. Para Isaque e Rebeca. Filha de Calebe. Seus descendentes exerceram a mesma função (Ed 2. o qual prometeu que quem capturasse Quiriate-Sefer casarse-ia com ela [Js 15. 5. depois que Esdras a leu publicamente. ACUBE. 2. que res­ mortos pelos judeus na fortaleza de Susã pectivamente foram os progenitores dos (Et 9. encontra-se em Esdras 10.19- 20 .19). pastores nómades e dos músicos (Gn 4.19. 2. p .12.

15). Adão. Assim. Eva foi tentada pela “serpente” (Satanás) e comeu o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. O homem distingue-se claramente de todo o resto. Ele começou a exercer seu domínio sobre a criação (Gn 1.. A pureza da criação foi imediatamente corrom­ pida.23). Nosso primeiro pai não era como os animais.8-17). mas aqui fica claro que esse poderio era secundário. Além disso. ficaram envergonhados.1) e.25). 1 Cr 1. acrescentando uma nota de rodapé na qual se explica que o vocábulo pode também sugerir “homem". pois necessitava de alguém para servir-lhe de companhia (Gn 1. tomou-se o primeiro ser humano a habitar a recém-criada Terra. No entanto. antes estavam felizes em caminhar com o Senhor e obedecer aos seus mandamentos: agora se escondem de Deus.29.8). Ambos foram feitos sem pecado e viviam na inocência. regularmente. no que concorda a maioria dos comentaristas. quando deu nome a todos os animais (Gn 2. O desejo de se vestirem foi um reflexo de tentar se esconder da presença de Deus. Além dessa comunhão íntima.7). os dois primeiros capítulos servem também para reforçar a completa dependência que o homem tinha de seu Cri­ ador. enquanto a Terra existisse. Nus. para significar "humanida­ de" ou “homem”. para ajudá-lo a cumprir as tarefas para as quais fora criado. Adão trabalharia e cuidaria desse paraíso e Deus fez-lhe a mulher.26).”.30) no Jardim do Éden (Gn 2.17). mostradas nos dois primeiros capítulos. principal­ mente o de não comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2. recebeu domínio sobre toda a criatura terrena (Gn 1. Esse termo é usado na Bíblia para referir-se à primeira pessoa criada (Gn 5. ele mostrou claramente que apreciara sua companheira e suas palavras em Génesis 2. Não se observa Adão ler suas próprias reações ao que Deus fazia por ele. Ele descreveu sua esposa como “osso dos meus ossos.ADÁO ADÃO Adão no Antigo Testamento Alguns estudiosos sugerem que o vocábulo a d ã o vem do hebraico. sem nenhum constrangimento (Gn 2.27. são repentinamente destruídas. Génesis 3 descreve o pecado de Adão.. O domínio sobre o resto da criação que llie fora confiado no princípio seria lambém exercido por seus descendentes. ama-se a si mesmo”. para obedecer aos mandamentos de Deus. O Senhor conver­ sava com Adão (Gn 1.20). 21 . a quem sabiam que desobedeceram.28. existe algum debate sobre se este vocábulo seria traduzido como o nome próprio “ Adão” ou sim­ plesmente como “humanidade". quando Ele passeia pelo Jardim (Gn 3. nos capílulos iniciais de Génesis. Em Génesis 2. Em certos textos. e significa “solo”. Ele tinha em si o sopro do Senhor (Gn 2.20 algumas traduções trazem “mas para Adão náo se achava adjutora. de repente seus olhos foram “aber­ tos”. A comunhão com Deus e a sujeição ao Cria­ dor.29.26). quando disse: “quem ama a sua mulher. e buscaram meios de se cobrir (Gn 3.26. feito por Deus. Feito “à iinagem de Deus”.19. A primeira ocorrência deste termo encontra-se em Génesis 1.28-30).1.7) e foi colocado no Jardim do Éden (Gn 2. A única conversa entre o Senhor e Adão registrada na Bíblia é aquela em que ele tenta jogar a culpa sobre a mulher por tudo o que acontecera. e carne da minha carne” (Gn 2.23 podem muito bem ter suscitado a idéia que o apóstolo Paulo usou em Eiesios 5. Os primeiros capítulos de Génesis descrevem a criação. A Versão Contemporânea registra ali: “façamos o homem”. mas não se pode ter certeza disso. Adão precisava de que Deus criasse a mulher para ele. ofereceu-o a Adão. A maneira como a Bíblia descreve Adão nesses primeiros capílulos ajuda o leitor a entender a comunhão eutre Deus e sua obra-prima.

quando ele fez a comparação com o casamento. A partir daquele instan­ te.4. é também o espetáculo no qual o que recebeu tanto domínio do Criador tentou negar sua dependência do Senhor. Naquela negação. Adão também experimentou o castigo da separação de Deus.13. Adão fixou seu olhar num tipo de vida que ignoraria ou mesmo negaria ao Todopoderoso. contudo. Ele contemplou. porque foi o pai da nação israelita. para a glória de Deus. Deus criou Adão e Eva para permanecerem juntos e este deveria ser o padrão para o matrimónio e a vida familiar. como única. em pensamentos. iCo 11.ADÃO A punição de Deus para o pecado de Adão é declarada em termos bem claros. como parte do seu domínio sobre a criação. conforme a narrativa bíblica prossegue. Ele náo regrediu a um estado no qual não seria melhor que os animais. O trabalho que Adão recebeu para lazer. Paulo também apelou para o relacionamento de Adão com Eva. seu primogénito. cf. Adão encabeça a genealogia que leva até Jesus. A cria­ ção é mencionada frequentemente e a condição da humanidade como seres criados foi lembrada pelos que eram fiéis e adoravam a Deus Iveja SI 8. contudo. era um ser pecaminoso e. o pecado entrou no mundo e trouxe o castigo e a maldição do Criador sobre toda a criação.1).38.23. Ele possuía a imagem de Deus. após o castigo e a exclusão do Jardim do Éden.24) e ao ver a manifestação física do que agora era sua realidade espiritual — a morte. As duas áreas em que ele era tão claramente distinto dos animais foram afetadas pelo castigo. para apoiar seu argumento sobre o lugar da esposa na família e na igreja. Há outra referência direta a Adão em Judas 14.19). Jesus mencionou Génesis 1. A diferença entre essa relação e a de Mateus (Ml 1. e a intimidade desse relacionamento com Jesus foram mostra­ dos por Paulo. quando falou do casamento como uma insti­ tuição indissolúvel. seu segundo filho (Gn 4. contudo. na época do Novo Testamento. Em Lucas 3. a durabilidade. Foi também nos escritos de Paulo que uma clara descrição foi formulada sobre o lugar teológico que Adão ocupa nos assuntos relacionados cora o homem. Adão continuou o mesmo. matar Abel. de onde fora formado (Gn 3. Esta seria sua tarefa. porque Adão "foi formado primeiro" e Eva foi enga­ nada primeiro (1 Tm 2. agora seria doloroso (Gn 3. No entanto. palavras e obras.17). naquele pecado.8). ao indicar que na própria convivência conjugal havia uma alusão à comunhão entre Cristo e sua Igreja (cf. O Antigo Testamento não faz muitas outras referências nominais a Adão. Adão preparou o palco para a humanidade e apresentou a cena em que as verda­ deiras origens da humanidade. que retorna até Abraão. Em Roma- 22 . O amor. constrangido. possuía o sopro do Criador dentro dele. em toda a criação de Deus é claramente revelada. É importante notar que. Caim.8. o homem colocou a si mesmo no lugar de Deus. nosso primeiro pai teria dificuldades em cultivar o solo e exercer o domínio sobre os animais. Abraão recebeu mais atenção na história judaica. Agora.3-5). mas mediante um esforço cansativo e doloroso. o apóstolo acrescenta mais um significa­ do ao relacionamento entre homem e mulher. Adão novamente assumiu a posição proeminente nas discussões sobre como Deus trata com a humanidade. fica claro que cada aspecto da vida do homem foi permeada pelo pecado e pelo desejo de negar a Deus. Por intermédio de Adão. é notável e provavelmen­ te indica o cuidado deste escritor em mostrar a relação de Cristo com toda a humani­ dade e não somente com o povo judeu. Paulo usa os mesmos textos de forma similar em Efésios 5. Ali.17-19). Por meio daquela transgressão.9). As mulheres exercem fun­ ções diferentes das dos homens.27 e 2. 16.31. ao ser expulso do Jardim do Éden (Gn 3. 1 Co íj. que con­ tinuaria até a morte — quando então retornaria ao pó.

ou o segun­ do homem (v.12): “porque todos pecaram". como seu líder. Adão. por meio da fé em Cristo. O argumeuto de Paulo baseava-se em seu entendimento de que Adão era realmen­ te um personagem histórico. contudo. para tornar-se “as primícias" dos que ressuscitariam. “é a figura daquele que havia de vir" (v. na verdade. para trazer vida aos que crêem. os que estão “em Adão". Paulo mostrou que a humanidade tem diante de si duas alternativas: ser represen­ tada por Adão ou Cristo. 22 diz: “Pois assim como Lodos morrem em Adão. da morte para vida. O v. e o “último Adão. receber a graça da salvação de Deus median­ te a fé em Jesus (Rm 5.49) e isso redundará em vida eterna e ressurreição. Então. Segundo. “sendo da terra’'. E nesse sentido que Jesus é realmente “ Adão" — o último Adão (1 Co 15. Esse contraste entre Adão e Cristo foi desenvolvido em linhas similares em 1 Coríntios 15. na discussão de Paulo sobre a morte e a ressurreição. Ele trouxe o pecado ao mundo. nosso primeiro pai é visto como o que foi desobediente e Lrouxe o pecado. os quais têm fé nele e são representados por Ele. 15-17). como fillios de Adão. começou primeiro com o próprio Jesus que se tornou “homem". demonstrar o quanto Adão e Cristo são diferentes. 23 . espírito vivificante”. conforme Paulo fala em 1 Coríntios 15. Cristo estava preparado para receber a maldição do juízo de Deus e morrer. quando comparada com o castigo que seguiu apenas um pecado (w. portanto. juízo.45-47. no v. começa o contraste com: “mas náo é assim o dom gratuito como a ofensa". Dessa maneira. O “homem do céu" viveu. 21) — Adão. onde faz um contraste entre o “primeiro homem.2) ou alcançar o castigo. A passagem. Os crentes aprendem sobre a graça de Deus em Cristo. sofreu e morreu como acon­ teceu com Adão e sucede com toda a humanidade. 47). Primeiro. Paulo fala sobre isso de forma mais vívida em 1 Coríntios 15. 18).14). o segundo. enquanto Cristo traz a salvação desse juízo. mas o interesse do apóstolo era.ADÀO nos 5. 15-19). morte. Des­ sa maneira. assim também todos serão vivificados em Cris­ to". Lodos os que estão "em Cristo". pela fé. O vocábulo "todos" de 1 Coríntios 15.12). Cristo teve sucesso onde Adão fracassou e Ele só poderia fazer isso como um verdadeiro homem. Cristo trouxe justiça — Adão. receberão sua natureza — "a imagem do celestial" (1 Co 15.21: “Pois assim como a morte veio por um homem. Cristo trouxe vida eterna (v. Ele se refere a dois grupos diferentes de “todos": o prim eiro. é espiri­ tual. O contraste que o apóstolo fez foi éntre a pessoa natural e a que. Paulo provavelmente viu nisso uma “figura". 14). quando observam que ela se torna "muito mais" superabundante para as pessoas depois que muitas transgressãos são cometi­ das. da ira de Deus. o qual é reafirmado diariamente na vida de cada indivíduo (Rni 5. “um homem’' (v. Adão (Rm 5. também a ressurreição dos mortos veio por um homem". o apóstolo apresenta sua visão da comunhão entre Adão e Cristo. Lrouxe o pecado a toda a humanidade. O primeiro era o Adão de Génesis.22 tem sido exaustivamente discutido pelos comentaristas. o juízo e a morte para Iodas as pessoas (v. Cristo obedeceu a Deus quando Adão náo o fez. ao referir-se tanto a Adão como a Cristo (a palavra “um/uma" é repelida dez vezes nos w . e o segundo “é do céu”.45). Adão foi superado por Jesus. Ele. seres humanos naturais que morrem devido ao juízo de Deus sobre o pecado de nosso primeiro pai e sobre suas transgressões diárias. queria que Iodos entendessem plenamente o significado de sua expressão “muito mais". ele fala repetidamente em “um homem".15. (que) foi feito alma vivente". O apóstolo queria que as pessoas vissem sua ênfase em duas coisas nesta passagem.

até que se fez um grande exército. Adonias.g . Homem sábio e especialista em leis.4. 1. Sua amargura. ADI EL (Heb. A D A R .12). ADI NA (Heb.30 entre os que se casaram com mulheres estrangeiras. era um dos oficiais mais graduados no exército do rei Jeosafá (2 Cr 17. consultor do rei Xerxes (Et 1.15 diz que 454 dos seus descendentes retornaram do exílio na Babilónia. 1.13.14).1-3). Relacionado na genealogia de Jesus em Lucas 3. na época em que houve um grande desejo pelo livro da Lei (2 Cr 17. O terceiro filho de Ismael e um líder tribal (Gn 25.25). regis­ trado em Neemias 10.14). Esdras 8. 2.28. “o Senhor é meu Se­ nhor”). Adim é des­ crito como um dos líderes que colocaram o selo sobre o juramento do povo. que está debaixo do juízo de Deus por causa do pecado. 2. Seguidor das pegadas de Absalão. um ato que foi aceito por Deus quando Ele levantou o segundo Adão dentre os mortos e dessa maneira reverteu em Cristo a maldição do juízo colo­ cado sobre Adão. Pertencente à tribo de Judá. A D O N IA S (Heb. O pai de Azmavete. A D L A I (Heb.19-25). a camareira de Davi: isso resullou em sua execução (1 Rs 2. “ornamento de Deus").20 é 655. Para mais detalhes. também ameaçou trazer problemas ao reinado do pai (2 Sm 3. 24 . Líder de uma família de sacerdo­ tes de Harim.ADAR Era sua morte. responsável pelos tesouros reais no reinado de Davi (1 Cr 27. rubenita. Filho de Siza.15.22). Jesus identificou-se com Adão e toda a humanidade. ao abandonar Saul para unir-se a Davi.8). 4. “deleite”). A D I. o nú­ mero dado em Neemias 7. Ele viveu nos dias de Joiaquim. Salomão demonstrou-lhe tolerância. Guerreiro da tribo de Manassés que desertou do exército de Saul e uniu-se a Davi em Ziclague (1 Cr 12. Essa passagem deixa claro que a deserção gra­ dual dos soldados de várias tribos. oficial no reinado de Davi. seu irmão mais velho. Era filho de Ja­ zera e pai de Masai. Um dos sacerdotes que. 1 Rs 1 e 2). Para mais detalhes veja Memucã. “voluptuoso”). Esdras 2. Pai de Safate. A D M A TA . Um líder da tribo de Simeão. Um filho de Bela (1 Cr 8. p . “justiça de Deus”). se estabe­ leceram em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. é re­ lacionado em Esdras 10. “adornado”). Ele ofereceu a si mesmo como sacrifício pelo pecado. A D IM (Heb. 3.29). juntamente com 50 ou­ tros homens subiram da Babilónia duran­ te o reinado de Artaxerxes. levou-o a planejar um golpe político.16. um dos descen­ dentes de Adim.29).20). como o exército de Deus” (1 Cr 12. durante o terceiro ano do reinado de Jeosafá. men­ cionado em 1 Crónicas 4. seria o su­ cessor de Davi.36. A D B E E L . que se esgotou. o quarto filho de Davi. Um dos nove levitas que ensina­ ram a Lei ao povo. 1. veja Abisague e Natã. Adina era um líder entre seu povo e um dos “heróis” de Davi (1 Cr 11.19.o .42). Descendente de Paate-Moabe. que falhou mediante a hábil intervenção de Nalã. respon­ sável pelos “gados dos vales” (1 Cr 27. e não ele. mencionado em Neemias 12.6 menciona que Ebede. era dirigida pelo Espírito de Deus: “Dia a dia vinham a Davi para o ajudar. quando ele pediu para casar-se cora Abisague. 2. 1 Cr 1. A D N A (Heb. devido à suspei­ ta de que Salomão. 3. Ao fazer isso.

pelo Senhor sobre um homem que tinha liderados por Josué. adorados pelos sefarvitas (2 Rs 17. Seu Iraba2. era um rei separaram -se de Judá e Benjam im .D. tratado de paz com Josué.000 sível queda de Jerusalém pelas mãos de homens recrutados sob suas ordens.000 homens e A D O N I -Z E D E Q U E (Heb. Em Neemias 7. Ele reconheceu que era cas­ hebreus aumentou quando ouviu que os habitantes de Gibeom. 2 Cr ram a lula contra os cananeus e ferezeus. Naquele pri­ meiro ataque. com Esdras.13 diz que um número enfrentar os amoritas. “o Senhor é exalta­ Esse povo estava entre os transportados do”). os Senaqueribe e orou ao Senhor por livra­ quais ele enviava em grupos de 10. “senhor de Quando Roboão subiu ao trono e adoBezeque”). uma cidade forte tigo de Deus e que merecia tal suplício e bem guarnecida. cananeu da região de Bezeque. 20. quando Israel desobedeceu a de Esdras (Ne 10.d.G. para Exílio e Esdras 8. Mencionado apenas no pri­ tou o mesmo sistema.31). Tal sistema de trabalho forçado era ram e selaram a promessa que o povo fez odiado pelo povo. Um dos filh o s do rei assírio ilio era forçar os israelitas a ajudar na Senaqueribe e irmão de Sarezer. embora fosse exatade obedecer à Palavra de Deus. p. sob a in­ mente isso que Samuel alertara que acon­ fluência de Neemias.G. mens das tribos de Judá e de Simeáo es­ para fazer cumprir as ordens do rei. na época deveria ser visto como retribuição feita em que os israeUtas entraram em Canaã.000 mento. durante o reinado de P. Seu medo dos feito a mesma crueldade com muitas ou­ tras pessoas. E lembrado porque sua con­ lhe os polegares das mãos e dos pés e o vocação para a balalha serviu como de­ monstração do grande poder de Deus e levaram para Jerusalém.B E Z E Q U E (Heb. os quais pediram ajuda a Josué.6-15). Assim. Cortaramé justiça”). tinham firmado um (Jz 1. 24).24 é chamado de Adorão). Ezequias.v. esse rei morreu ali. Os ho­ Adonirão foi enviado como embaixador.1-5). Quan­ rei de Judá. mais tarde. durante as reformas teceria. mataram 10.4-7).6. 5. A de sua obra miraculosa em favor de Isra­ Bíblia mostra que um castigo tão cruel el para a derrota dos amoritas. construção das instalações reais. "meu Senhor capturaram Adoni-Bezeque.14. que incluíam sacrifícios de no de Salomão (1 Rs 4. 10. Deus e insistiu em ter um rei. Filho de Abda. as tribos do Norte meiro capítulo de Juizes. s. para substituir os israeUtas que foram exi­ los trabalhos forçados. a qual conquis­ taram. tinha 30. Trouxeram consigo práticas reinado de Davi e no decorrer do gover­ tenebrosas.13 registra que 666 amoritas para alacar os gibeonitas (Js 10.18. desde o final do lados (v. A D O N IR Ã O (Heb.16-19). Um dos homens que testemunha­pinho. Artaxerxes. "meu Senhor tem se levantado”). ele for­ mou uma colig ação com cin co reis A D O N IC Ã O (Heb. 1 .16). em 2 Sm crianças. queimadas no fogo. Um dos deuses como 667. Isaías profetizou que o rei assírio ao Líbano para trazer tábuas de cedro e 25 . A D O N I .ADRAMELEQUE 3.D. era responsável pe­ para Samaria por ordem do rei da Assíria. Esdras 2. depois da morte de Josué.G.18 o número dos descendentes que regressaram é dado A D R A M E L E Q U E . dos seus descendentes retornaram do que marchou rapidamente de Gilgal.18). P. O Senhor deu uma de seus descendentes vollou da Babilónia grande vitória a Israel (Js 10. mas tavam entre os primeiros que continua­ foi apedrejado e morreu (1 Rs 12. AdoniZedeque era rei de Jerusalém. como as nações vizinhas (1 Sm 8. foi comunicado sobre a pos­ do trabalhava para Salomão.

15). Pau­ lo insistiu que estava disposto a ir para onde o Senhor o enviasse. quando Saul rompeu o tratado que Josué fizera com eles (Js 9. monarca dos amalequitas. Numa tris­ te declaração. 26 .G. enquanto adorava seu deus Nisroque (2 Rs 19. p. Evi­ dentemente. d . A F IA . Fontes extrabíbiicas demonstram que numerosas crises de fome ocorreram em vários luga­ res durante o primeiro século do Cristia­ nismo. P.38. os quais diziam que ele não deveria ir. Agague.8). “pelo Espírito". Paulo pe­ diu a ela também que recebesse o escra­ vo Onésimo de volta. Talvez seja o mesmo Airã.2). foi derrotado por Saul (1 Sm 15. A D R IE L . Filho de Barzilai. era a anfitriã da igreja que se reunia na casa de Filemom. na qual anunciou-se o fim do reinado de Saul. A profecia de Balaão em Números 24. A desobediência era uma re­ jeição direta das Escrituras Sagradas (1 Sm 15.8) fora prometida a Davi (1 Sm 18. Agabo veio da Judéia e profetizou que o apósto­ lo seria preso. 2. A tradição diz que foi apedrejada até a morte durante a perseguição levan­ tada por Nero contra os cristãos. Posteriormente. A profecia. Adrameleque e Sarezer. Senaqueribe foi morto pelos próprios filhos. pouparam Agague e alguns dos melho­ res espólios de guerra. falou que uma grande fome espalhar-se-ia por todo o Im­ pério Romano (At 11. Para cumprir sua promessa. é claro. foi levada a Jerusalém por Paulo e Bamabé. Na primeira.30).g .33). A profecia levou os discípulos de Antioquia a tirarem imediatamente uma coleta. ÁGABO. contudo. A segunda profecia foi dirigida a Pau­ lo. que no final foi arrecadada em muitas igrejas. o Senhor pronunciou um juízo sobre o rei de Israel.D.29. Em 1 Crónicas 7. O profeta então matou Agague. Merabe (erroneamen­ te chamada de Mical em algumas tradu­ ções de 2 Sm 21.22-26). cinco de seus filhos foram mortos (2 Sm 21. provavelmente era a esposa deste.10). Saul e seus soldados.12 ele é listado como um líder da tribo de Benjamim. “outro"). a caminho de Jerusalém (At 21. com a pri­ são do apóstolo em Jerusalém e sua pos­ terior deportação para Roma. A G A G U E .38). mostrou ser verdadeira. como vin­ gança pela morte de vários gibeonitas (2 Sm 21. Essa oferta.19).35). Samuel mostrou que.27ss). para ajudar os cristãos que viviam na Judéia (At 11.8-33). Ele aumentou seu pecado.g . por sua desobediên­ cia. Era um profeta do Novo Testa­ mento. Um descendente de Benjamim e pai de Becorate.28). AER (Heb. filha de Saul.ADRIEL não capturaria a Cidade Santa e voltaria para sua terra pelo mesmo r a m i n h o . casado com Merabe. como um irmão em Cristo. onde seria assassinado (2 Rs 19). quando se encontrava em Cesaréia. lembrado por duas profecias. A F IA . ao mentir e dizer que só poupara Agague e os espó­ lios para sacrificá-los a Deus.7 diz respeito a uma pessoa com esse nome. e livrou assim Ezequias e seu povo (2 Rs 19. numa ação que mostrava a justi­ ça de Deus sobre um assassino de ino­ centes (1 Sm 15. Deus ordenara ao rei de Israel que des­ truísse completamente aquele povo na batalha. Is 37. Esse vocábulo provavelmen­ te se refere a algum tipo de título. Por meio de Samuel.37. embora profunda. 1. Uma mulher saudada pelo após­ tolo Paulo em Filemom 2 e descrita como "irmã”.d . Era tataravô do rei Saul (1 Sm 9. Apesar dos apelos dos outros irmãos. p . a obediência é mais importante do que o sacrifício.1). Deus matou muitos assírios. Entre seus descendentes es­ tavam os husitas. se fosse à Cidade Santa. Desde que o apóstolo a saúda ime­ diatamente depois do próprio Filemom. a fim de ser julgado por César (At 21. de Números 26. para o Senhor.

um dos trinta “heróis” de Davi. que seria mais glorioso do que a dedicação do presente Templo.6-9) e. as quais demonstram que. O atual jamais seria comparado com aquele. com efeito. quando jônatas conquis­ tou uma importante e notável vitória so­ bre os filisteus (1 Sm 14.1). o hararita.4). "um irmão”). Filho de Abdiel. O pai de Samá.) e o 24B dia do 9® mês (Kisleu) do mesmo ano (18 de Dezembro de 520). 2. e . encorajou os trabalha­ dores a antecipar um dia no futuro. “festa.10). exceto sua colocação cronológica e a na­ tureza de seu ministério e sua mensagem.3 2 . 1. Ageu visualizou aquele que atrairia a riqueza e a adora­ ção das nações (Ag 2.7. Um gadita que vivia em Gileade e Basã. aconteceu em me­ nos de quatro meses. 2. em 2 Samuel 23. cham ava-se Herodes Agripa 11. edomila descendente de Seir (Gn 36. como também permaneceram envol­ vidos no projeto até sua finalização. Líder da tribo de Manassés e filho de Semida (1 Cr 7.3.5).34). registrado no livro que leva o seu nome. Esdras proporciona algumas informa­ ções adicionais. mas isso é improvável. na pessoa de Zorobabel. Pratica­ mente nada se sabe sobre este profeta.33). Ele incentivou seus ou­ vintes a náo alentar para sua sabedoria humana.14. os anciãos pre­ sentes na dedicação lembraram-se da gló­ ria do Templo anterior. Pai de Rispa. A IÃO.18). No entanto.1). A primeira parte de suas pro­ fecias é de condenação sobre os que retornaram da Babilónia e buscavam seus próprios interesses. Ageu. A profecia de Ageu. A ÍA S (Heb. Mencionado como um dos filhos de Semer. Mencionado como rei Agripa em atos 25. é listado nas genealogias do tempo do rei Jolão. de Judá (1 Cr 5.35). 21.40). “meu irmão é o Senhor”). 20-23). Sempre acompanhava o rei Saul para Uie dar ori­ entação e era um dos responsáveis pela Arca da Aliança. Filho de Jaqué.11. Bisneto do sacerdote Eh e filho de Aitube. AIÃ (Heb.24. Al (Heb. Ageu não faz menção a essa fase posterior da re­ construção. A G U R . Um dos filhos de Zibeom. endereçados a Itiel e a Ucal (Pv 30. era sacerdote em Silo.AÍAS A G É . 1. servo de Deus (w.13). “meu irmão“). qua­ tro anos mais tarde (Ed 6. 1 Cr 1. festival”).19). as quais se encontram entre o 1* dia do 6* mês (Elul) do segundo ano do reinado de Dario sobre a Pérsia (29 de agosto de 520 a. Ele ouviu a defesa de Paulo durante sua pri­ são em Cesaréia. 27 . 1. um homem valente e chefe de príncipes na tribo de Aser (1 Cr 7. encorajar a reconstrução do Tem­ plo em Jerusalém. ou seja.C. uma das concubinas de Saul (2 Sm 3. como o Rei.m . homem poderoso na batalha (2 Sm 23. chamado de “mensageiro do Se­ nhor” (v.15). viu uma figura messiânica que governaria sobre os reinos.28). foi o escritor de vários provérbios. filho de Agripa I. O filho de Sarar (ou “Sacar”: 1 Cr 11. Ageu e Zacarias não so­ mente estabeleceram o impulso necessá­ rio para a reconstrução do Templo (Ed 5. A G R IP A . Veja Herodes. "ave de rapina”).15). estabelece especificamente a data de suas várias mensagens. depois do exílio babi­ lónico.13 a 2 6 . antes de começar a se preocupar com o Templo (Ag 1. AIÁ (Heb. todo o ministério de Ageu. Assim. Alguns sugerem que seu nome era outra designação para o próprio Salomão. contudo. ficou alento ao testemu­ nho do apóstolo e até mesmo arriscou dizer: "Pensas que em tão pouco tempo podes persuadir-me a fazer-me cristão?” (At 26. mas estivessem voltados para a “Palavra do Senhor (que) é perfeita” (Pv 30. AG EU (Heb.

“irmão de ajuda”). Aiser esta­ va novamente no comando de seu povo. "Lançarei fora os descendentes da casa de Jeroboão. listado como pelonita (1 Cr 11. s. até que de todo se acabe” (1 Rs 14.15). Dez tribos revoltaram-se contra Roboão e fi­ zeram Jeroboão rei no Norte (1 Rs 11. o povo queria matar Jeremias. Pai de Baasa. portanto.3). Aicão e seu filho eram leais aos reis de Israel.7). foi seu representante na época do censo (Nm 1. 12. sobre as tribos de Judá e Benjamim. para descobrir se o filho deles ficaria bom de uma doença que con­ traíra.27. Jeremias então ficou com Gedalias. A IE S E R (Heb. Seu filho Gedalias foi nomeado governa­ dor de Judá por Nabucodonosor. As doze partes desta rou­ pa simbolizavam a ruptura do reino. juntamente com o sa­ cerdote Hilquias e outros. Profeta de Silo que se opôs à idola­ tria de Salomão e falou sobre a divisão do reino.3. 5. que também colocou seu selo sobre o pacto que o povo fez de obedecer à lei do Senhor. mas também fiéis ao Senhor. a despeilo das palavras duras de juízo contra Judá que proclamavam.10).22.25. 10. da tribo de Judá. "porque fi­ zeram os seus bosques. 1 Rs 4. o “Livro da Lei” foi encontrado no Templo.15.33. 2 Rs 9.24. ele levou as ofertas de sua tribo no décimo dia da celebração. linguisticamente. rasgando simbolicamente seu próprio manto. significa que era um escriba (1 Rs 4. que primeiro lutou por Saul e que depois transferiu-se para o exército de Davi em Ziclague (1 Cr 12. p .36).24). apoiavam os profetas. à frente dos danitas. Aias reiterou sua profecia de con­ denação contra a casa de Jeroboão. rei de Israel (1 Rs 15. 1 Cr 18. "meu irmão tem se levan­ tado”). Um dos “heróis” de Davi. o qual cuidou dele. Hulda destacou as palavras da lei de Deus que prometiam castigo sobre Israel. d . 21.15).3). depois da queda de Jerusalém em 587 a. 7. da tribo de Benjamim (1 Cr 8. 2 Cr 9. 4. 1 . Líder da tribo de Dã no tempo de Moisés. p. Bua mais detalhes. (Jr 40. para consultar uma profetisa a respeito do livro. Jeremias também recebeu ins­ trução de Deus para profetizar que viria juízo sobre Judá. 2. que estavam na re­ taguarda de todos (Nm 10. A razão teológica para a divisão do reino foi o sincretismo e a apostasia de Salomão (1 Rs 11. Filho de Jerameel. Habilidoso arqueiro ambidestro da tribo de Benjamim. 8. g .Um dos líderes em Neemias 10.12).7). Ao ouvirem as más no­ tícias. o que. Tempos depois. d. Sobre Jeroboão. Filho de Sisa. 3. Paidejosafá.26. provocando o Senhor à ira” (1 Re 14. 1.29.AICÀO 2. 6 . Esse Josafá clara­ mente foi um dos líderes mais confiáveis de seu tempo (2 Sm 8.g . como se lança fora o ester­ co. A IL U D E .v.2931). ao confirmar que o menino morreria e Deus desarraigaria Israel da terra. portanto.12. O monar­ ca enviou Aicão. Na dedicação do Tabernáculo.9). Quando os israelitas finalmente partiram do Sinai.7-13. veja Jeroboão. mencionado apenas em 1 Crónicas 2. mas Aicão salvou o profeta da morte (Jr 26.25). mencionado como secretário na corte de Salomão.16. caso se desviassem do Senhor e adorassem ou­ tros deuses. A IM A Á S . Filho de Eúde.15). 20. Judá fizera essas coisas e por isso o juízo estava próximo (2 Rs 22. durante o remado de Jeoiaquim. O neto de Davi ficou como rei no Sul. Jeroboão enviou sua esposa disfarçada a esse profeta. Essa passagem dá a entender que Aias e seu irmão foram exi­ lados para Manaate. Nos dias do rei Josias. Filho de Amisadai. Al C Ã O (Heb.1217). Zadoque foi o sumo sacer­ dote durante quase todo o tempo do rei­ 28 . que viveu duran­ te o reinado de Davi. C.

8).2. Js 15.c. Era um dos doze governadores distritais do rei Salomão. dou o filho de Jessé e seus homens quan­ 2 Sm 2.17). A IN O Ã (Heb. com quem Davi se casou.AINOÃ nado de Davi. além de lodos os homens. 2. Veja Zadoque e Abiatar. Enquanto alguns estudiosos interpretam que essas referências significam exatamenle isso. 27. do fugiam de Saul: o rei ficou tão furioso que ordenou a Doegue. Aimaás pediu au­ torização para levar pessoalmente a notí­ cia a Davi. 2.3.14).50). Davi sentiu-se culpado pela tragédia e o tomou como seu sacerdole e confidente pessoal.16 e 2 Samuel 8. Pai de Ainoà. Um dos três notórios descenden­ tes de Enaque.20). 3. para suprir a casa real por um mês durante o ano (1 Rs 4.c. no serviço do rei Davi (1 Sm 26. foi toma­ A IM E L E Q U E (Heb. É particularmen­ te interessante notar como o Senhor aben­ çoou Calebe nessa conquista. 29 . era um dos sacer­veiro e Ainoã deu à luz o primeiro filho dotes de Nobe e amigo de Davi. depois do retorno a Jerusalém.15 a 19. mais coerente com os even­ tos de 1 Samuel caps. Um dos porteiros da tribo de Levi. mulheres. s. encarregaram-se de vigiar Absalão e descobrir seus planos (na época em que Davi fugiu de Jerusalém). outros acreditam que os no­ mes foram erroneamente trocados. Cada um deles tinha a responsabilidade de providenci­ ar alimentos em sua região. filho de Aimeleque (1 Sm 22. “meu irmão é bom"). crianças. A IM Ã (Heb. Vemos que Calebe demons­ trou uma grande fé. Juntamente com Jônatas.24). Jz 1.7). ele entregou apenas as mensagens sobre a vitória na batalha e dei­ xou que outro mensageiro levasse a notí­ cia da morte do filho do rei (2 Sm 16. Aimeleque aparece como o filho de Abiatar.2. na região de Naftali (1 Rs 4.G. Filha de Aimaás. No final. A IN A D A B E . 3. filha de Salomão.50). lho de Jessé em sua jornada na Filístia. 21 e 22. 2. esposa de Saul (1 Sm 14. Uma mulher de Jezreel. portanto neto do sacerdote Aimeleque. depois de espi­ arem a terra. filho de Aimeleque”. da tri­ bo de Levi. So­ mente um escapou — Abiatar. Filho de Ido. juntamente com Abigail.22. bebês e até mesmo os animais (1 Sm 21 a 22). responsáveis pelo su­ primento das necessidades do rei e da corte real.10). Naquele dia foram mortos 85 deles. Aimaás.30. o edomita. s. 14. 1 Cr 3. mencionado anteriormente. através de Coale (1 Cr 6. responsáveis pela guarda dos portões do Templo. da cativa.D.1). Ele aju­ de Davi. 1.25). Calebe liderou o ataque contra essa cidade e derrotou os três gigantes na ba­ talha. e a recompensa por tal ato foi notável (Nm 13. juntou-se a ele para servir ao rei.17. Ainadabe era o governador da região de Maanaim (1 Rs 4. (Heb. Filho de Aitube. confiantes suficientemente no Senhor para crer que tais gigantes seri­ am derrotados. 30. quando Saul deu Mical para outro homem. Apenas ele e Josué voltaram a Moisés. casado com Basemate. Amnom (1 Sm 25. 2. ”meu irmão é um presente”). Aimaás.5. 3.7-15).6).14. Quando Absalão morreu. 1. que matasse todos os sacerdotes. Ela esteve com o fi­ P. Salomão nomeou doze governado­ res de província. esposa de Saul (1 Sm 14. Al M O T E . “irmão de um rei”). Em 1 Crónicas 18. filho de Abiatar. Aim eleque é referido como “o heteu". após o cativeiro na Babilónia (1 Cr 9. ele e sua família herdaram aquela parte de Canaã (Nm 13. seu filho. foi nomeado um des­ ses governadores. Como resultado. que viviam em Hebrom no tempo da conquista de Canaã por Josué.43. onde. e a versão correta seria “ Abiatar. Ambas sobreviveram ao cati­ 1. Descendente de Elcana. “irmão nobre”).

contudo. artífice e artesão que trabalhou na con stru ção do Tabernáculo e na confecção de seus uten­ sílios (Êx 31. “irm áo de conversa tola”). 1 Cr 27. Depois.7).38.14.12. no declinante reino de Davi. que dirigiam a carroça onde a Arca da Aliança era conduzida. quando o rei Davi resolveu levá-la de Baalim para Jerusa­ lém (2 Sm 0. A Bíblia não menciona o que aconteceu com Aiô. no tempo de Moisés. ele teve razões pessoais para o seu tolo comportamento concernente ao rei.34. Danita.33s). Aiô vivia em Aijalom (1 Cr 8. Quando o Tabernáculo foi dedicado. Al RÃ (Heb. Aira levou a oferta de sua tribo.78). 3.7).15). nasceu num ambiente de ins­ tabilidade entre os seguidores do rei e sua traição seria simplesmente resulta­ do do sentimento geral de deslealdade sentido por muitos.23). 7.AIÔ AIÔ. fez jus ao significado de seu nome. provavelmente Aer refira-se à mes­ ma pessoa. seu irmão.22). para Jerusalém (2 Sm 15. Este conse­ guiu confundir Absalão e desacreditar Aitofel.1. um dos filhos do benjamita Jeiel e de sua esposa Maaca. líder da tribo de Naftali.15. “meu irmão ajuda”). perto de Hebrom. Davi frustrou “os sábios conselhos” de Aitofel.21. A IS A R . 1. “irmão exaltado").1 . demons­ trou que traía Davi (2 Sm 15). pai de Aoliabe.14).15 ).6. onde também são m encionados. P. Procedente de Giló (2 Sm 15.6. A I R A (Heb.6 ). mediante sua participação na revolta de Absalão contra Davi. Encontra-se na genealogia que vai de Benjamim até Saul. 2. Aiô caminhava na frente do carro. Embora as atitudes de Aitofel indi­ quem a instabilidade geral em que se en­ contrava o reino de Davi naqueles dias. A IS A A R . Em 1 Crónicas 7.).37. Em 1 Crónicas 8.35).39.21. Nm 4. Como resultado.3. estendeu a mão para segurar a arca.27). Quando Israel finalmente partiu do Sinai. “irmão de Ra”). atuou como mordomo do pa­ lácio (1 Rs 4 . e morreu ali junto à arca de Deus" (2 Sm 6. 30 . Ele. seu nomo aparece como Aará. Um dos filhos de Berias e líder da tribo de Benjamim. s.23. Essa lista ajud a a enfatizar a grandeza e a estabilidade do rein o de Isra e l. etc. sob o reinad o de Salomão. “Deus o feriu ali por esta irreverência. entretanto. Mencionado em 1 Crónicas 8.12).6 . portanto. veja Uzá.31 e 9. Filho de Enã. Exis­ tem algumas evidências de que BateSeba teria sido sua neta e a cooperação dele na queda de Davi seria motivada por vingança pela morte cruel de Urias. Um dos importantes oficiais de Salomão.v. o arquita.D. Para mais de­ talhes. o que provavelmente foram estritamente proi­ bidos de fazer (2 Sm 6.21. Um dos dois filhos de Abinadade. no décimo segundo dia da celebração (Nm 7. Foi conselheiro tanto do pai como do filho (2 Sm 16. A IS A M A Q U E (Heb. Tornou-se cabeça dos airamitas. para mostrar seu desprezo à autori­ dade real (2 Sm 16. cuja angústia atingiu seu clímax quando se enforcou (2 Sm 1 7 . 1 Cr 13. O tercei­ ro dos cinco filhos de Benjamim relacio­ nados em Números 26. A I T O F E L (Heb. fi­ lho de Bilã (1 Cr 7. é provável que o mesmo acon­ teça cora o Eí relacionado em Génesis 46. Veja também Husai. Encontra-se na genealogia do rei Saul. onde outros filhos de Benjamim são também mencionados. Uzá. Quando os bois que o puxavam tropeçaram. o representante de seu povo no censo (Nm 1. Ele incen­ tivou Absalão em seu atentado armado contra o rei e também o aconselhou a deitar-se cora as concubinas do próprio pai. ele novamen­ te aparece à frente de seu povo (Nm 10.10).G. Descendente de Benjamim. ao enviar Husai.

21).17. 1.42). evangelho de Marcos. 3. envol­ ve algum tipo de disciplina.31. de acordo com Neemias 9. com mais 84 sacerdotes. discípulo de Jesus fMt a quatro ou cinco homens no Novo Tes­ 10. filho de Amarias e descen d ente de Arão.7. Pai de Tiago. “irmão é bom”).14). 1 . Neto de Benjamim e fi­ de Alexandre fora especialmenle preju­ dicial a ele. 1 Cr 6. g .3. em cujo caso a P.41). Tanto Himeneu como Alexandre são considerados cristãos e sua exclusão da igreja — se essa foi a for­ ma de disciplina — tinha como objetivo restaurá-los ao bom comportamento. 31 . era o pai de Zadoque. tério. para diferenciá-lo do oulro 15. At 1.52. pai de Zabade. já bem próximo do final de seu minis­ róis de Davi” (1 Cr 11. 4. Simão foi obrigado a carregar a mais conhecido. além de lodo o povo da cidade (1 Sm 22. Ele às tamento: vezes é chamado “Tiago Menor” ou “o 1 . O rei mandou matá-lo. d.18).18. 5. Veja Himeneu (2 Tm 2. e Aiúde foi o representante de seu pregação de Paulo foi interpretada por ele povo (Nm 34. como uma ameaça aos seus negócios.2). Latoeiro (trabalhava com latão ou A IÚ D E . Era avô de Zadoque. vesse se convertido ao cristianismo. Ed 7. um dos oficiais na corte de Davi (2 Sm 8. Zadoque foi um dos prin­ cipais sacerdotes durante o reinado de Davi e Salomão.33).13).16. 1 . A “forte” oposição ALE M E T E .G. a Canaã. Talvez seu objetivo fosse dissociar os judeus de Efeso dos ensinos de Paulo. ajudou Davi enquanto ele fugia de Saul. O Senhor ordenou a Moisés meio do fabrico de suvenires e estátuas que escolhesse homens de todas as tri­ bos para ajudar na divisão da terra de para os vários templos. A L E X A N D R E . Um nome comum. 18.27).11. lembra como esteve sozinho em sua defesa no julgamento. Filho de Gera. 3. Pau­ 2.36). Ne 11. que só aparece bem mais tarde na genealogia dos levitas (1 Cr 6.34). Seu filho Aimeleque. o irmão de João (veja cruz de Jesus. nesse sentido.14. A L F E U . Esse Aitube. 2. Alai.D.Talvez esse Alexandre fosse um dos dois citados acima. p . líder da tri­ outros metais) e inimigo do Evangelho (2 Tm 4. Ele blasfemara e rejeitara a fé cris­ tã. Filho de Simão.11. Membro da família do sumo sacer­ dote. juntam ente com Himeneu. talvez a ex­ clusão da igreja. contudo.8. 2. Da tribo de Judá.7.12. 2. Se assim era. Veja Anás. exigi­ A L A I. Ser "entregue”. filho de Finéias (1 Sm 14.ALFEU 2.12. ama das fi­ ria que em algum ponto de sua vida ti­ lhas de Sesã (1 Cr 2. sabia lho de Bequer (1 Cr 7.14). Filho de Amarias. Judeu envolvido nas acusações contra Paulo (At 19.20).9. Alguém que. disciplina claramente não funcionou. 1 .6). ou Jaeráque podia deixar a justiça nas mãos de Deus (2 Tm 4. Provavelmente sobrevivia por bo de Aser.17. Mc 3. dado citado apenas uma vez em Marcos 2. 1 . esse Aitube tam­ bém era pai de um certo Zadoque. foi "entregue a Satanás” (1 Tm 1. Lc 6. entretanto. (1 Cr 9. um dos "he­ lo. Nelo de Eli. Filho de Jeoada (1 Cr 8. de Cirene (Mc mais jovem”.11. Pertencia à tribo de Judé e era descendente do rei Said. mas os gregos não qui­ seram ouvi-lo. E provável que seja irmão de do por ser conhecido dos que leriam o Mateus. que estava presente na audiência de Pedro e João (At 4. um dos sa­ cerdotes de Nobe.15.3). da tribo de Benjamim.8).11). 2. Filho de Selomi. A IT U B E (Heb. Talvez seu filho seja cita­ Tiago]. ftii do apóstolo Levi (Mateus). ou ainda todos eles podem mencionado em 1 Crónicas 8. ser a mesma pessoa. Isso.20). O apóstolo.

é importante entender não só o contexto social. O AT fala sobre várias alianças. marido de Maria. que serviu como preparação para a Nova Aliança (NA). g . como.25). o qual era esquartejado. que incluía seis partes: (i) preâmbulo (introdução das partes): (ii) prólogo histórico (pano de fundo das relações no passado). geográfico e histórico de cada um. a evi­ dência é fraca. A prática. Aliança no antigo Oriente Próximo A etimologia da palavra hebraica para aliança. A Antiga Aliança A Antiga Aliança (AA) é a administração soberana da promessa e da bênção. no Antigo Oriente Próximo) e (vi) uma relação de bênçãos e maldições. o pacto entre Jônatas e Davi) e entre tmfrei/s^phor feudal e seus súditos (aliança feudal). Várias alternativas foram sugeridas. A excelência da NA pode ser melhor apreciada quando estudada à luz da AA. (v) lista de testemunhas (muitas vezes eram deuses. As da graça são convenientemente divididas em duas épocas: a da An­ tiga e a da Nova Aliança. Se Clopas e Alfeu podem ser assim identifi­ cados como a mesma pessoa ainda é algo muito controvertido. (iv) preservação (detalhes sobre onde o documento seria guardado e quando seria lido). (iii) estipulações. pela observação das estipulações impostas por ambas as partes.ALIANÇA O nome Alfeu talvez venha de urna raiz aramaica siniilar a Clopas (]o 19. de se fazer aliança. Foi uma boa aliança. quanto à sua posição teológica. Todas elas foram reunidas debaixo de um mesmo guarda-chuva na "nova aliança” confirmada na mor­ te sacrificial do Senhor Jesus Cristo. sob a sanção de sua santa Lei. A formalização da aceitação dos termos da aliança frequentemente era acompanhada pelo ritual da morte de um animal. Embora as formas das alianças fossem diferen­ tes em cada nação. contudo. Certamente. geração após geração. tfrít. Qual­ quer discussão sobre eles. é indiscutível o fato de que o conceito da aliança era bem arraiga­ do na prática legal no Oriente Próximo. 32 . a mãe de Tiago. é incerta. mas também sua situação espiritual. Os heteus tinham uma forma bem desenvolvida. Todas as alianças de Deus na Bíblia são graciosas por natureza. O vocábulo "aliança” é aplicado ao acordo entre iguais (alianças egtreji&ís indiví­ duos. por exemplo. deve levar em conta o tratamento de Deus para com o seu povo como a nação do pacto. é bem conhecida.d . e uma ou ambas as partes submetiamse à maldição de ter a mesma sorte. O relacionamento dentro da aliança envolvia privilé­ gios e responsabilidades. caso infringisse os termos da aliança. p . mas até o momento nenhuma delas recebeu a aceitação geral. por meio das quais o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo. O vocábulo "alian­ ça” é uma designação especial do relacionamento que Deus graciosamente estabele­ ceu e por meio do qual mantém uma estreita comunhão com seres humanos frágeis e pecaminosos. Assegurava às partes envolvidas coinprdfnisso e proteção mútuos. A L IA N Ç A Quando estudamos os personagens bíblicos.

protegêlos na terra de Canaã e torná-los uma fonte de bênçãos para as nações (Gn 12. Depois do Dilúvio. Na primeira. A base da AA é a aliança com Abraão. Deus tomou uma prática legal comum e usou-a para definir a comunhão entre Ele e seu povo.18. para ser seu protetor. A Aliança com a Criação O pano de fundo da AA é encontrado em duas alianças prévias: a aliança com a Criação e a aliança com Abraão.17). felicidade e segurança.15). o Senhor confirmou sua aliança com Noé. Quando o Senhor renova­ va sua aliança com cada nova geração.3). Tanto a promessa como a bênção foram incorporadas na Aliança Abraãmica (Gn caps.8-17). O Grande Rei prometeu proteger e livrar seus súditos (Gn 15. de Isaque e de Jacó” (Êx 3.8) náo era algo novo na história da redenção. 15 e 17). Deus andou entre as partes dos animais sacrificados. 8. A renovação era importante na história da redenção. a aliança é uma ilustração ou uma metáfora da comunhão do Senhor com os seres humanos. pois a aliança define o relacionamento entre as partes. cf.18: Is 54. “o Deus de Abraão. Os 2. porque era fiel à sua palavra de estar com os descendentes de Abraão. A Aliança Abraãmica P r o m e s s a e b ê n ç ã o . A novidade era que Deus comprometeu-se com uma família. o Senhor assumiu um compromisso com toda a existência e incluiu os seres humanos. Is 7. estar com seus descendentes.2. a bênção era sua promes­ sa de assegurar prosperidade.ALIANÇA Aliança como uma metáfora O conceito bíblico de aliança deve ser avaliado contra o pano de fundo do Antigo Oriente. pouco antes do nascimento de Isaque (Gn 17).9). a idéia é implícita. e garantiu assim que a responsabilidade pelo cumprimento das condições da aliança era do Todo-poderoso. Afinal. '‘Mas contigo estabelecerei a minha aliança” (Gn 6. Israel veio a conhecê-lo como o Deus que ultrapassava as gerações. de acordo com ela. 4-6). O Senhor confirmou as promessas e a aliança com Isaque e Jacó. As promessas e bênçãos foram reafirmadas e elaboradas numa confirmação do pacto. nacional/familiar em aliança universal). desejava que o povo de Israel também reafir­ masse seu pacto. o Senhor prometera proteger Caim (Gn 4. delineia os termos (privilégios e obrigações). aumentar sua família. contextualiza o relacionamento com outra geração (cerimonia da renovação) e sofre transformações (Antiga em Nova Aliança. A certeza de sua proteção é ainda mais ampla pela promessa de sua bênção. O pacto foi feito inicialmente entre Abraão e o Senhor numa cerimó­ nia solene de sacrifício (Gn 15).14. Essa metáfora é rica e variegada na Bíblia. Essa promessa de estar entre os seres humanos como o Emanuel (Deus conosco. de acordo com a qual prometeu preservar a vida sobre a Terra (Gn 9. Embora a terminologia da aliança não seja usada formalmente em Génesis 1 e 2. quando os participantes compartilhavam da identificação histórica com um legado e um convi­ 33 . Dessa maneira.6). Ela se torna explícita na narrativa do Dilúvio.1. Deus prometeu estar com ele. a despeito da destruição causada pelo dilúvio. fortalece a lealdade ao Senhor (bênçãos e maldições). enquanto torna­ va os seres humanos responsáveis pela preservação de suas próprias vidas (w. R e n o v a ç ã o . na qual o senhor prometeu a Noé que confirmaria a aliança. A proteção de Deus vai além de nossa imaginação. Como a proposta era a palavra de Deus para livrar seu povo.

Deus escolheu livremente a Abraão.1). a idéia de eleição é prevalecente. o Senhor o elo­ giou. Essa dimensão é mais desenvolvida no ensino bíblico sobre o reino de Deus. Segundo. A fé viva.1). A Aliança Abraãmica também é o pano de fundo. O teste mais severo de sua lea ld a d e aconteceu quando Deus pediu seu filho Isaque em sacrifício (Gn 22). para que pratiquem a justiça e o juízo.7. devido à sua vida piedosa: "Porque Abraão obedeceu à minha voz. e para confirmar a palavra que o Senhor teu Deus jurou a teus pais. Deus lhe fizera promessas e. O Senhor abriu os privilégios da aliança para todos os descenden­ tes de Abraão.5). (2) Fé viva também inclui a dimensão ativa de lea ld a d e . A p r e s e n ç a d e D eu s. O Senhor esperava que Abraão fosse um ho­ mem íntegro (Gn 17. cf. para a AA. e da tua descendência depois de ti” (Gn 17. (3) É a base para a escatologia. Primeiro.ALIANÇA te para participar. o foco central na Aliança Abraãmica é a promessa da presença de Deus: "Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações. Além do mais. Essa posição privilegiada não foi concedida a ele por mérito: "Pois eu o escolhi” (Gn 18. Assim como o Senhor feudal pensa com quem fará uma aliança.19). Abraão tinha tal fé: “Creu Abraão no Senhor. os meus preceitos. e isso lhe foi imputado para justiça” (Gn 15. implícita na herança do pacto estava também a promessa de que lodos os reinos e nações seriam participantes com os descendentes de Abraão: "Quanto a mim. Repeti­ damente o Senhor comprovou a fé de Abraão por meio da fome. nem pela relidão do teu coração que entras a possuir a sua terra.4). mas pela impiedade destas nações o Senhor teu Deus as expulsa de diante de ti. mantêm a fé viva como requisito da fidelidade ao pacto. ou seja. (1) E uma confiança em Deus e na sua liberdade de livrar quando e da maneira que Ele escolher.1). da esterilidade de Sara e da rivalidade.5). e guardou o meu mandado. Depois da morte dele. (1) É a base para o cumprimento das promessas e o recebimento da sua bênção.19). como aliança perpétua. ele se submeteu à sua soberania. Confiança total é a essência do que Deus requer do homem: "Anda na minha presença. Abraão. que modelaria e ensinaria seus filhos na piedade: “Pois eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele. é esta a minha aliança contigo: Serás pai de muitas nações” (Gn 17.6). pode ser testada. embora sem saber como o Se­ nhor faria para cumprir sua palavra. pois a escoLha deles não foi devido à sua justiça: "Não é por causa da tua justiça.3). Isaque e Jacó” (Dt 9. Ainda assim. para que guardem o caminho do Senhor. Diante da realidade das adversidades da vida. os meus estatutos e as minhas leis” (Gn 26. Essa dimensão abriu uma cláusula de proteção para todos os gentios que bus­ cassem abrigo no Deus de Abraão durante a AA e serviu como preparação para a perspectiva cósmica da NA. paia ser o teu Deus. ela inclui duas dimen­ sões. de outras maneiras. Essa mensagem envolve três aspectos. o ho­ mem piedoso coloca sua esperança na promessa de Deus de que Ele habitará entre 34 . os requisitos para se entrar no reino de Deus. 26. a posição de Israel também foi adquirida pela graça. (2) É a base para a ética exigida pelo Senhor como um comportamento adequado em sua presen­ ça (Gn 17. F é viva. Essa idéia desenvolve-se melhor na legislação da AA e também no ensi­ no sobre o custo do rliscipulado. E le iç ã o . a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado” (Gn 18. Como um resumo da vontade do Senhor. como uma expressão de submissão e lealdade. Terceiro. por meio da demonstração do amor a Deus e pela obediência à sua vontade. e sê perfeito” (Gn 17.

pois prepara o leitor do Novo Tbstamento para enten­ der conceitos tais como reino de Deus.45. na AA: no advento de Jesus Cristo e do Espírito Santo. Primeiro. A AA é preparatória da NA.4). o custo do discipulado e a importância da ética à luz da promessa da vinda de Jesus em glória. contudo. a reve­ lação no monte Sinai marcou a constituição de Israel como o povo de Deus. Essa revelação é singularmente importante. A fidelidade de Deus A base para a AA é a imutável promessa da fidelidade de Deus. Sua presença é a garanlia da proteção contra as dificuldades e a segurança de sua bênção. pois Ele se comprometera a ser o Senhor de seu povo e habitar no meio dele (Êx 29. a relação implicava tam­ bém em que Deus apresentasse os requisitos para que os israelitas vivessem em sua presença e soubessem quanto às pimições (sanções) pela desobediência. Esse momento dramático tornou-se ainda mais significativo por dois acontecimentos subsequentes. quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado cm santidade. a passagem pelo meio do mar Vermelho confirmou o poder de Yahweh para sobrepor-se aos poderes milita­ res e políticos desle mundo. Para essa finalidade.ALIANÇA seu povo. Por um lado.11).5. O Êxodo foi o momento histórico que marcou o fato de Deus separar um povo para si. sob a aprovação de sua santa Lei. em meio a muitos sinais e maravilhas. Ele tirou seu povo do Egito. Depois de muitos anos de escravidão. Segundo. a revelação do Sinai marca o propósito de Deus de estabelecer seu reino entre seu povo: "Embora toda a terra seja minha. terrível em louvores. na NA. eles resistiram ao senhorio de Deus — antes. Somente Ele é Deus: “Ó Senhor. vós me sereis reino sacerdotal e nação santa" (Êx 19. A Aliança A definição da AA combina esses dois pontos de tensão: a AA é a administração soberana de promessa e bênção. e na esperança da gloriosa vinda do Senhor. como vos levei sobre asas de águias. bem como às estruturas religiosas do Egito. 35 . Assim como o Êxodo marca sua fidelidade à promessa patriarcal. Para servir ao Senhor. A reputação do Senhor está em jogo nas experiências do seu povo. o relacionamento era pela graça. A “lei” foi o símbolo desse relacionamento. O evento do Êxodo foi o contexto concreto no qual Deus demonstrou sua fidelidade à Aliança Abraãmica.6). A lei de Deus O povo recebeu um sublime chamado.6).46). Seus requerimentos adquirem um aspec­ to sinistro à luz da rebelião de Israel. Essa dimensão é mais desenvolvida: no Tabernáculo/Templo. Essas duas dimensões — graça e punição — criaram uma tensão que encontrou uma solução somente na Nova Aliança. Durante os 40 anos no deserto. o símbolo dessa habitação era o Tabernáculo. durante e depois do Sinai. pela qual o Senhor Deus consagrou Israel como seu povo. Revela o amor do Todo-poderoso por seu povo: "Vistes o que fiz aos egípcios. ao lidar bondosamente com os descendentes dos patriarcas. era necessário que Israel soubesse como agradá-lo. a revelação do Sinai iniciou uma nova relação entre os israelitas e Deus. sob a liderança de Moisés. para ser "um reino sacerdotal e nação santa” (Êx 19. e vos trouxe a mim” (Êx 19. Deve ficar bem claro que existem muitas conexões entre a AA e a NA. operando maravilhas?” (Êx 15. Por outro lado.

É um meio de ensinar aos israelitas como devem andai diante do Senhor e ser um povo íntegro. Outros mandamentos ampliam o Decálogo.1). Estão em duas categorias. inicia e determi­ na com quem e como Ele se relaciona.9).15. para que recolhais o vosso trigo. O ensino de Jesus sobre o amor a Deus e ao próximo é uma interpretação do que já fora ensinado no Antigo Testamento. fidelidade e misericórdia. cf. o vosso vinho. 36 . ames a misericórdia. Eles são santos em sua natureza. apesar de a maioria do povo não ter fé nele. um indivíduo náo deveria contratar o trabalho de outro israelita (lei civil).13. Darei erva nos vossos campos ao vosso gado. Ele se compromete a ser um Senhor gracioso. A existência deles prefigura a promessa do Senhor de fazer uma nova criação.16). Deus considerava Israel como uma nação e tratou os israeUtas favoravelmente. No coração do sistema legal está o que é também o cerne do relacionamento na aliança. sua ênfase também é na fé viva como o requisito essen­ cial e em andar na presença do Senhor como o motivo principal para a vida. cf. como o falar a verdade (lei moral) diante de um tribunal (lei civil). Toda a nação foi dedicada ao Senhor.15. cf 7. sou santo” (Lv 19. separados de qualquer coisa que o Senhor tenha criado. a aliança o um relacionam ento soberano e gracioso. Isso foi mais bem enlendido pelos profetas. Como o Santo de Israel. foram separados para Ele. o Senhor vosso Deus. O relacionamento íntimo entre Deus e os israelitas seria a base da éUca: ‘'Sede santos porque eu. na qual o seu povo encontrará descanso e segurança. prom essas e bên çãos fazem parte da aliança. Ele ensinou ao povo qual era sua definição de amor. Muitas leis civis têm impUcações morais distintas. No Uvro de Jeremias. Terceiro. A obediência à Lei é um importante aspecto da AA. Primeiro. e andes humildemente com o teu Deus?” (Mq 6.ALIANÇA A a lia n ç a é b o a .6). Deus escolheu os hebreus para ser seu povo. cerimonial e civil. senão que pratiques a justiça. no sábado (lei cerimonial). justiça. "terra que mana leite e mel” (Dt 11. como aconteceu com Abraão (Gn 17. leis que especificam a vida de adoração a Deus (leis ceri­ moniais e relacionadas com o culto) e leis que regulam especificamente o relaciona­ mento com o próximo (leis civis). porque destas coisas me agrado. a Lei tem um lugar proeminente. Deus falou algo similar: ‘Tile te declarou. prometendo e mantendo sua promessa. No livro de Miquéias. o relacionamento é do tipo rei/vassalo. ó homem. acontecem interseções. Assim.2-17). encontramos uma importante expressão do cuidado de Deus por seu povo e sua cria­ ção.3-6).8. ou seja. Por exemplo. Se não fosse pela Lei. Na experiência concreta da vida dos israelitas em Canaã. Os 6. diz o Senhor” (Jr 9.24). o que é bom. Quarto. Os recursos de Canaã são expressões concretas da bondade de Deus: "Então darei a chuva da vossa terra a seu tempo.2. Por meio das regulamentações detalhadas. O Decálogo (leis morais) apresenta o que o Senhor espera dos mem­ bros da comunidade da aliança com relação a Si mesmo (adoração e cerimonial) e com relação uns aos outros (Êx 20. Deus disse: "Eu sou o Senhor. isto é. O Senhor escolhe. A Aliança Mosaica não é diferente nesse as­ pecto. e o vosso azeite.l Pe 1. e comereis e vos fartareis" (Dt 11. De acordo com essa definição a AA tem quatro aspectos. Segundo. o povo é consagrado a o Senhor. E o que é que o Senhor pede de ti. devido ao fato de serem descendentes de Abraão. Essa maneira de olhar para os mandamentos do Senhor Lem levado à tradicional divisão: lei moral. Embora a dife­ renciação seja bem definida. o povo não saberia o que o Senhor requer dos seres humanos.14. 28. que faço misericórdia. as primeiras e as últimas. Estão intimamente ligadas na herança de Israel. juízo e justiça na terra. A lei reflete o caráter de Deus. Como qualquer pacto iniciado por Deus.

A A lian ça é te m p o r á r ia . privando-o da alegria da salvação. o s reis e o povo em geral transgridem os manda­ mentos de Deus. quando os sacerdotes. como também a santidade de Deus. como o povo de Deus devia viver. antes do Pentecostes. a obediência à Lei não pode prover propiciação pelo pecado. A maldição (Dt 28. tais como: “O Senhor nos abandonou para sempre?” (Is 64. o Espírito geralmente não estava presente com poder e glória como atua agora nos cristãos.11-16). Primeiro. O AT não esconde os pecados dos santos. Além disso. e lealdade mais do que religiosidade (Mq 6. quando então celebravam. os indivíduos deveriam confessar suas transgressões diante de Deus e sacrificar um animal. as punições estão ligadas a qualquer infração da Lei. Os israelitas entenderam muito pouco que o juízo de Deus estava prestes a dizimá-los. na AA. os indivíduos faziam ofertas em ação de graças.13). conforme prescrito na Lei de Moisés. lançar os sobreviventes em desgraça e forçá-los a fazer perguntas.15. a fim de não incorrer na ira divina. no dia da Expiação. Lm). libertação e rejeição. idolatria e orgulho humano. tanto individual como corporativo. A AA era deficiente em quatro pontos. A morte de Jesus Cristo satisfez essa deficiência. quando previram o final da antiga dispensação. Portanto.12. bênção e maldição. a Lei revela o pecado e torna o pecador culpado (Rm 5. pois ensinava.1568) ameaçava constantemente o povo de Deus. Terceiro. eram feitas também ofertas comunitárias.6-8). nos libertou desse aspecto negativo da AA. as quais retratavam a expressão de gratidão a Deus por sua bonda­ de. veja também Hb 8 e 9). como “propiciação" pelos pecados. porque a quebra de uma parte torna-se a transgressão de Lodo o relacionamento da aliança (Tg 2. Esqueciam facilmente o que o Senhor realmen­ te desejava: obediência. As leis das ofertas e dos sacrifícios (Lv 7) demonstram a gravidade de qualquer infração aos mandamentos. Desse ponto em diante. A Lei como sistema é aterradora. de uma vez por todas: “Por isso ele é o mediador de uma nova aliança. o sacerdote entrava no Santíssimo Lugar. a Lei é um guia que guarda alguém de cometer transgressão. As muitas estipulações concernentes às ofertas e aos sacrifícios servem como um lembrete do pecado individual e corporativo e a cons­ tante deficiência do ser humano diante do Senhor. A obra do Espírito Santo desde o advento de Cristo explica uma mudança radical. os chamados recebam a promessa da herança eterna” (Hb 9. ela era um professor. Uma perspectiva profética Os profetas falaram de um novo com eço. intervindo a morte para remissão dos pecados que havia sob a primeira aliança. Quarto. Tinham transformado 37 . os sacrifícios e as orações (Is 1. por meio de seus muitos detalhes. para santificar a “santa morada de Deus”. mesmo quando os santos experimentavam uma transformação pela obra do Espírito Santo em suas vidas. em vez de sacrifícios.13) e. caracterizada pela rebelião. um vez por ano.ALIANÇA O Senhor lambém disse ao seu povo que o pecado. A transgres­ são quebra a comunhão com Deus. como comu­ nidade.10). Para assegurar que nenhuma transgressão não confessada na comuni­ dade jamais quebrasse a comunhão do povo com Deus. Israel deveria viver com a tensão entre obediência e desobe­ diência. Muitos israelitas sentiam-se aceitos por Deus por meio de seu compromisso religioso com o Templo. deveria ser incluído no tratado. A Lei revelou a pecaminosidade e a rebelião do homem. o privilégio de fazerem parte da aliança. de forma que. para que. O Senhor Jesus carregou a maldição da Lei por nós (G1 3. dessa maneira. Segundo. A presença do Senhor no meio do povo era incompatível com o pecado.

a fim de reverter a maldição em bênção [Ez 37. e deres ouvidos à sua voz conforme tudo o que te ordeno hoje. esterilidade. e viverás sobressaltado de noite e de dia. fome. Os exílios assírio e babilónico representaram uma rup­ tura no relacionamento da aliança. circuncisão do coração (v.8-12 — a mais longa citação de um texto do AT 38 . Pela manhã dirás: Ah! quem me dera ver a noite! E à tarde dirás: Ah! quem me dera ver a manhã! por causa do medo que tomará conta do teu coração. O evangelho de Moisés encontrou eco nos profetas. cf. uma democratização. perda da produtividade.26) e garantir segurança e transformação espiritual do povo (v. Ele delineou os passos para a reconciliação: arrependimento (w. assim também eles falaram sobre um novo começo após o exílio.10): e o deleite do Senhor em seu povo (v.33. e tornará a ajuntar-te dentre todas as nações entre as quais te espalhou" (Dt 30. Como Moisés predissera a deportação como juízo divino (Dt 28. dos palácios e de Jerusa­ lém.34). O relacionamento da aliança pode ser assim restaurado.1-5). O meu tabernáculo estará com eles. os profetas pintaram um quadro sobre o futuro exílio e falavam sobre as ruínas do Templo. mediante a habitação de Deus no meio dele: “Porei o meu santuário no meio deles para sempre. Mas os profetas previram a restauração da terra e o surgimento de um novo povo que retornaria do exílio. A tua vida estará suspensa como por ura fio diante de ti.7). mas cora grande compaixão te recolherei” (Is 54. O Bom Pastor faria uma aliança de paz.2.ALIANÇA o Santo de Israel em um simples fetiche. Ezequiel representou o passado e o futuro era termos de pastores ímpios (Ez 34. A restauração do exílio foi o início de uma renovação da aliança: “Embora as montanhas se desviem. Hb 8.6). e desmaio de alma.8-12).64-68). pois ali o Senhor te dará tremor de coração. na qual há provisão para uma mudança de coração. morte e finalmente o exílio para as 12 tribos (Dt 28. Isaías falou sobre o exílio e a restauração motivada pela mudança da ira para misericórdia: “Por breve momento te deixei. 30.110). contudo o meu constante amor não se desviará de ti. 8. Moisés tinha encorajado o povo a voltar para Deus em sua angústia: "E te converteres ao Senhor teu Deus. quando o Templo e o reinado dos descendentes de Davi deixaram de existir.3). desastres naturais. Os reis não podiam mais protegê-los.27). e não acreditarás na tua própria vida. 2. 28). então o Senhor teu Deus te fará voltar do teu cativeiro. de todo o teu coração e de toda a tua alma. A base para a proclamação da esperança também repousa na AA. desfalecimento de olhos. Ao invés disso. A NA é primeiramente e acima de tudo uma renovação da AA. eu serei o seu Deus. Os outros dois são obra de Deus: circuncisão do coração (requisito para arrependimento e obediência) e pra­ zer do Senhor em seu povo. quando a angústia se abatesse sobre os sobreviventes: "Nem ainda no meio dessas nações acharás repouso. e eles serão o meu povo" (w. tu e teus filhos. as maldições descritas na aliança os alcançaram: adversidades. Apesar disso.15-68.10).65-67). obediência de todo o coração (w. Por isso. o conhecimento de Deus e perdão (Jr 31. uma motiva­ ção interna. guerras.31. enfermidades. e se compadecerá de ti. Esse era essencialmente o evangelho de Moisés.3). para um povo obstinado. e os outei­ ros tremam. Dois desses passos são expressões da responsabilidade humana: arrependimento e obediência. Os sacerdotes não podiam mais servir de intermediários.9). diz o Senhor. nem será removida a aliança da minha paz. Somente Jeremias usou a frase “nova aliança" (Jr 31. a restauração é uma aliança melhor. nem a planta do teu pé descansará. A menção dessa passagem era Hebreus 8. e pelo que verás com os teus olhos” (Dl 28. A experi­ ência da deportação deveria fazê-los ficar de joelhos. Os primeiros levaram as ovelhas à destruição. 26. comparados com o Bom Pastor. que se compadece de ti” (Is 54.

Moisés e os profetas estavam em sintonia na estimativa que fizeram quanto à AA. da compaixão e da justiça. A Igreja é o corpo dos salvos pelos quais Cristo morreu.0 autor conecta a NA não somente com o retorno do exílio. em união com seu Filho. Cristo é o fiel sacerdote que. A Nova Aliança O ensino de Jesus sobre a Nova Aliança O Senhor Jesus nasceu sob a AA e cumpriu perfeitamente a Lei de Moisés.20). O sacrifício de sua vida pela Igreja encerrou a época dos sacrifícios. Pregaram que Jesus é o Messias de Deus. Ele náo aboliu a Lei de Deus ou argumentou contra ela com os fariseus. e assim ensinar aos homens. Sua vida e ensino testificam tanto sobre 0 seu zelo pela santidade do Senhor como sobre sua compaixão pelos pecadores. do sacerdócio e das cerimónias. É 0 legítimo descendente de Davi que está sentado uo seu trono. A Igreja como a nova comunidade do Senhor participa da nova aliança da graça. na qual o povo de Deus conheceria e serviria ao Senhor de todo o coração.17-19). mas também marca a transição da Antiga para a Nova Aliança. Os “sinais e selos” da NA são o batismo e a ceia do Senhor. Contra­ riamente à perspectiva de muitos. 39 . Jesus comparou a Si mesmo com o pastor que se dispõe a dar a vida pelas ovelhas (Jo 10. ressurreição. O segundo é o sinal que sela a graça de Deus e confirma os benefícios do Senhor Jesus nesta vida e para sempre. que sela os salvos para o dia da redenção. Qualquer que violar um destes mais pequenos mandamentos. sobre a qual [esus falou pouco tempo antes de morrer: "Este é 0 cálice da Nova Aliança no meu sangue derra­ mado por vós” (Lc 22. nestas palavras: “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim para destruí-los. A Igreja lembraria sua morte como uma confirmação da nova comunhão que o Pai estabeleceu com lodos os que crêem no Filho. Haveria outra aliança. colocou de lado as tradições humanas e interpre­ tou a Lei da maneira que o Senhor tencionava que seu povo aprendesse sobre a práti­ ca do amor. será chamado o menor 110 reino dos céus’’ (Mt 5.30).ALIANÇA — é um importante comentário sobre Jeremias 3 1 . tem a posição privilegiada de reconciliar os pecadores com Deus. Pelo contrário. O primeiro é o sinal que sela a graça de Deus e confirma a nova vida em Cristo. por meio de sua vida.11). morte. Jesus era perfeito em sua obediência ao Pai e renunciou à própria vida para poder levar os seres humanos à presença de Deus. à destra do Pai (At 2. a qual pode ser definida como “uma administração da graça e da p ro m e ssan a qual o Pai consagra um povo — gentios 011 judeus — para si. nem um jota ou um til se omitirá da lei. Maleus registra o compromisso de Jesus para com a Lei. mas para cumpri-los. Em verdade vos digo que aLé que o céu e a terra passem. Dessa maneira Ele confirma a nova posição deles pela presença regeneradora e santificadora do Espírito Santo. A morte de Cristo é a mais elevada demonstração de sua lealdade para com o Pai. O testemunho apostólico Os apóstolos continuaram 0 testemunho de Cristo. ascensão e glorificação. Eles participam da NA. A fideli­ dade de Deus para com Israel na época da restauração foi uma preparação para sua obra de graça e redenção em seu Filho Unigénito. do Templo. mas especialmente com o advento de Jesus Cristo. sem que tudo seja cumprido.

Para o apóstolo Paulo a esperança da glória é Jesus Cristo e a base da esperança repousa na ressurreição de Cristo (Rm 5. 43. que são meus compatriotas.9: Os 1. o culto e as promessas. 59.2. 40 . A a d o ç ã o d e filh o s . identificou-se com seu povo mais intimamente: “Meus irmãos.23).4). Os judeus sáo “israelitas". segundo a carne. Em sua presença está a possibilidade da alegria na vida.8: cf.35). A esperança dada pelos profetas incluía a promessa de uma época de glória. a Lei ainda é um instrumento da graça que leva à justiça: “De sorte que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus.8: Jr 31. Paulo. 9. vitalidade. Clara­ mente. a AA era uma administração da graça. 40. Em certo sentido. no relacionamento da aliança (SI 8.6.” (Rm 7. O Tabernáculo/Templo era o foco da revelação da glória do Senhor ((Êx 29.5). onde fala simplesmen­ te "a glória”.. Israel recebera essas bênçãos de maneira especial. 3. Deus bendito eternamente. porque Yahweh estendera sua glória a eles. Isaías apelou para a fidelidade do Senhor para com a aliança com base no relacionamento Pai-filho (Is 63. Dt 14. Paulo também escreveu: “ A ninguém devais coisa alguma.10). devido à sua identificação com Adão (Rm 5). A frase é usada para referir-se à revelação da glória de Deus para Israel (Éx 24.15-17.18: Is 1.4. São israelitas" (w. Isaías falou da glória do povo de Deus em lermos de plenitude de salvação. bênção e luz (Is 35. Ml 2. Essa “glória” era o presente de Deus para Israel. w . a condenação de Deus e o estado dos homens sem Cristo. a lei. Em Cristo. Em vez de interromper a continuidade entre a AA e a NA pela definição da AA como uma perda da adoção. 40.34. a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros.35).4). Amém" (Rm 9. alegria.42-46).16: 64. Toda a humanidade está condenada à morte eterna.7. São os herdeiros das promessas e das alianças. Israel também compartilha da esperança desta glória.15-17. Yahweh revelou sua glória no Sinai (Êx 19.10). O vocábulo “israelita" aqui significa “eleito de Deus. Segundo. Era o dom de Deus para os que o buscassem e lhe agradassem (Rm 2. o povo da aliança do Deus Único”.18. A glória fora perdida por causa do pecado (Rm 3. Em que sentido eles eram também filhos de Deus por adoção? Enquanto o AT é reticente na descrição da comunhão de Deus com o povo de sua aliança. ele demonstra essa experiência dentro da idéia de adoção! A g lória.11: 64. conforme Paulo pondera sobre seus muitos benefícios: “Pertencem-lhes a adoção de filhos.5). entretanto. em termos de adoção.19). o qual é sobre todos. e deles descende Cristo segundo a car­ ne. 45.8).10:11. Primeiro. Apesar disso.3. Deus chamou Israel para ser seu filho.. 66. é filho de Deus por adoção e compartilha da nova herança por meio do Espírito Santo (Rm 8). o crente é uma nova criatura.ALIANÇA Paulo O apóstolo Paulo ensinou que a comunhão na NA está baseada na AA e é uma conti­ nuação dela.34. A complementação do apóstolo à metáfora da adoção é ex­ tremamente importante. A glória perdida foi readquirida em Israel.19 a 60. Deles são os patriarcas. o apóstolo interpreta a condição privilegiada dos israelitas à luz da ficção legal romana.2. seu primogénito (Êx 4. 24. a glória.1: 32.2: 6. é escravo da justiça (Rm 6.1. Em Romanos 1 a 8 ele desenvolve uma extensa argumentação sobre a universalidade do pecado. Algumas traduções interpretam o texto original grego.19).6.10). uma designação pela qual eles pró­ prios referem-se uns aos outros. pois quem ama ao próximo cumpriu a lei” (Rm 13. as alianças. como judeu. A adoção pertence aos judeus! Vários argumentos sustentam essa cone­ xão.25).22. como a “glória do Senhor”.

Essas duas dimensões afetaram grandemente o entendimento de Paulo sobre as promessas. O Verbo tinha de se tornar um servo com o propósito de estender os privilégios e promessas da aliança aos gentios (Rm 15. Paulo encorajou os cristãos de Roma a apresentar um “culto espiritu­ al". conquista. GI 4. Isso também mostra que o apóstolo não restringiu as bênçãos de Deus aos judeus. A expressão “as alianças” (Rm 9. O entendimento de Paulo sobre as promes­ sas veio por meio de seu conhecimento das Escrituras e pela revelação de Cristo. 41 . pois aguardam o pleno cumprimento na vinda do Senhor.22). Aqui Paulo faz alusão à privi­ legiada história de Israel. na Nova Aliança. O culto. das ofertas e dos sacrifícios. Em Romanos 12. como no argumento de Paulo aos gálatas.14. Os patriarcas e os ancestrais humanos de Cristo.28).28).ALIANÇA As alianças. “ Assim que. O apóstolo provavelmente tinha em mente todos os pactos do AT. quanto ao evangelho. seu cumprimento estende-se a lodos os filhos de Deus (judeus e gentios) e a toda a criação do Senhor. A história da redenção (patriarcas. Egito.8). Para o apóstolo Paulo. ter o sentido mais amplo de adoração “espiritual”. porque as promessas do Senhor a Israel ainda são válidas. Ele se alegrou nas promessas aos seus ancestrais (Rm 15. exílio e restauração) é a história das raízes de Israel. Isso explica por que Paulo destaca Abraão como “herdeiro do mundo" (Rm 4.24). enquanto afirmava que as mesmas eram confirmadas em Jesus Cristo.25. amados por causa dos patriarcas'' (Rm 11. O termo “patriarcas” inclui os patriarcas propriamente ditos e lodos os israelitas fiéis. como filhos de Deus por adoção. O vocábulo grego nom othesia pode ser traduzido na forma ativa (“a doação da lei”) ou na forma passiva (“o recebimento da lei”). Enquanto aguardamos. mas seu argumento em Romanos dá base para a inferência de que os judeus possuíam uma comunhão natural com a AA. deser­ to. das alianças e das promessas. Não deve ser vista de forma negativa. a plenitude da revelação. que inclui os rituais da purificação. Pode. O apóstolo olha positivamente para elas. Ele é a garantia do presente e a alegria escatológica das promessas. o ministério. são inimigos por causa de vós: mas quanto à eleição. 1 Co 11.20). tanto o dom como o recebimento da Lei eram expressões da condição do eleito e do favor que Israel tinha diante do Senhor.14. contudo. reino. o serviço de Deus com o coração e a mente.16. O vocábulo grego latreia ("culto. 4. a ressurreição e a glorificação de Jesus Cristo representaram a demonstração do Pai sobre sua fidelidade às promessas (2 Co 1. Em outras palavras. isto é. A encarnação. contudo. 2 Co 3. G1 3. quando conclui. E o presente escatológico de Deus. por nascimento.23. a morte. o pe­ nhor do que está para vir (1 Co 1.4) apresenta as vantagens de Israel como o povo da aliança de maneira ambígua. o Espírito Santo é o depósito.6.1. Aqui este termo não tem uma conotação negativa. escravidão. As promessas. adoração") é uma designação técnica para a adoração de Deus no Templo. A confirmação exigiu a encarnação. Elas estão na principal posição da aliança e da condição privilegiada de Israel. A Lei. A Lei é um dom de Deus e uma parle da comunhão especial da adoção. mas também receberam os oráculos que prometiam a dispensação de uma nova aliança (cf. Desde que tais bênçãos são históricas e escatológicas.8). Algumas delas ainda são escatológicas.13) e pai de todos os filhos de Deus (Rm 4.

22-24). embora os privilégios tenham sido dados a Israel. a glória. Jesus é homem e Deus.10. o apóstolo náo separa os privilégios do antigo e do novo. Teria Deus abandonado Israel e por isso alterado seus propósitos? Se foi assim. os israelitas que rejeitam ao Messias. a base da esperança para o povo da Nova Aliança de Deus (Rm 8.ALIANÇA Abraão é o pai dos gentios (Rm 4. desprezam o próprio Deus! Ainda assim.11.2). que vão a Cristo pela fé. o Evangelho mudou. Portanto. mas questiona sobre como relacionar o desejo do Senhor com seus planos para Israel.17. O Cristo (Messias) “descende deles segundo a carne”.38.18-21).1-10) e permitiu que Israel chegasse a Ele. mas em meio à ameaça de morte (Hb 12. o evangelho da justiça e a continuidade do plano divino. 8. mas antecipou uma aliança melhor (NA). Carta aos Hebreus O autor da carta aos Hebreus compara os caminhos de Deus no passado com os do Senhor em Jesus Cristo. Espírito e carne. Além disso. Claramente.12. ofereceu ao povo o descanso do sábado. Portanto. a diferença está no advento de Jesus Cristo.1. Existe uma continuidade inerente entre a AA e a NA.2-4). Paulo rejeita que tenha havido tal mudança. eles perten­ cem apenas aos que recebem Cristo como o Messias.9-13). a NA é muito superior à AA. têm rejeitado a Jesus como Messias. na qual Paulo enfatizou a distinção entre a posição natural dos israelitas. alianças e na glória que pertencem aos filhos de Deus. pelo qual as promessas. da mesma maneira que Isaque (Rm 9. A descendência lísica é impor­ tante. e a natureza espiritual dos privilégios e dos que compartilham de tais bênçãos com Israel.6). Concluindo. porque Jésus é o Sumo Sacerdote por cuja propiciação muitos serão justificados (Hb 4. O apóstolo coloca-se na lacuna entre o Senhor e Israel. segundo a carne. perdoou-o por meio das figuras e dos símbolos da instituição do Tabernáculo/Templo. do sacerdócio e dos sacrifícios de animais (Hb 9.16. no qual eles não entraram (Hb 4. em termos de AA versus NA. GJ 3 e 4). A revelação do que era “me* 42 .1. Ele olha para a fidelidade de Deus. contudo. Como deveríamos olhar para a NA: em termos de contraste ou como um aperfeiçoamento (Hb 8. Na AA. israelita e eterno. contudo.31-39). como o sustentáculo da esperança para os judeus. estabelece a reflexão de Paulo sobre a questão da fidelidade de Deus.11). a única maneira de estabelecer sua linhagem com Israel. instaurou o verdadeiro descanso (Hb 4. o argumento de Paulo aqui é a favor da continuidade. de 9 a 11. Ele estendeu os benefícios também aos gentios.4). Deus falou por intermé­ dio de Moisés e os profetas (Hb 1. Ele defende a grandeza e a pro­ fundidade do amor de Deus em Jesus Cristo (Rm 8.6)? A administração anterior (AA) era boa.18) e estabele­ ceu um acesso mais amplo até Ele (Hb 12.14 a 5. O Messias é Deus e homem. perdoou. 9. recebem o Espírito de adoção e são enxertados nas promessas. as alianças e a Lei têm um significado ainda maior. A unidade dos privilégios dos judeus e cristãos repousa na vinda de Jesus. O apóstolo debateu-se com a aparente descontinuidade.1-13. Na NA. em sua maioria. Esta é uma séria restrição.39). Os judeus. isso não deve ser interpretado de modo a sugerir que a posição de Israel seja inferior.3.10) e Jacó (Rm 9. Claramente. mas o discernimento espiritual é muito mais. 3. o Filho de Deus e a semente de Davi (Rm 1. Os gentios. o Pai revelou sua glória em Cristo (Hb 1.11 a 10. Como pode ser isto? Teria Deus abandonado o seu povo? A carta aos Romanos. Isso quer dizer que.

durante a AA. era líder tribal e descendente de Aser. Enquanto aponla o presente ministério de Jesus para o povo. não olha apenas para a revelação do Senhor em Cristo. As instituições associadas a Moisés — Tabernáculo/Templo. era líder do seu clã. com sua concubina Timna. no presente (Jesus Cristo como Mediador) e no futuro (salvação). 1 Cr 1. entretanto. o sacrifício único. ele olhou adiante. para a plena realiza­ ção.8).G. Ci­ tado tanto em Génesis 10. wAev. a mensagem da carta aos Hebreus é escatológico.28). O autor da carta aos Hebreus. ALVÃ. Longe disto! Ele examinou o envolvimento de Deus no passado. o Sumo Sacerdote exaltado e o mediador da NA. Esse acontecimento refere-se ao futuro. a fim de descortinar o plano único de Deus e a natureza multiforme de sua fidelidade: "Jesus Cristo é o mesmo ontem. Moisés era um servo fiel do Senhor. Filho de Jedaías e pai deSifi (1 Cr 4. A LOM (Heb. Assim.40. ‘‘Deus é um amigo”). Primeiro. a revelação superior. o sistema sacer­ dotal e o das ofertas e sacrifícios — foram expressões temporárias da revelação do amor e da glória de Deus e da reconciliação. 11. pregadores e mestres da Palavra de Deus encorajam os cristãos a olhar para a frente. Isto mostra por que fala de uma maior salvação (Hb 9. Agora que Ele já veio. ao interpretar a variedade das ações de Deus na AA e na NA. aprender com o passado e aguardar a plenitude da salvação.15. Mudanças sem dúvida aconteceram. O oposto é igualmente verdadeiro: o NT só pode ser interpretado à luz do AT. 5. neto de Esaú (Gn 36. o Filho (Hb 3.36).5. 1 Cr 1.24). ele encoraja os cristãos a perseve­ rar.12. Em outras palavras. 1 Cr 1. Filho de Elifaz.11). Um cristão que se aproxima do AT não pode interpretá-lo apropriadamente sem a luz do NT. ALVÁ.51). o ministério e a mensagem de Jesus Cristo? O AT é imperfeito no sentido de que náo é a revelação final de Deus.5. A L M O D Á (Heb. era edomita e o pri- 43 . hoje. para o futuro glorioso do qual somente Jesus tem a chave. e eternamente” (Hb 13. 8. líder de um clã dos edomitas (Gn 36.23. como descendente de Sem. para a revelação de Cristo. A M AL. Isto explica por que ele fala sobre o descanso no qual devemos fazer lodo esforço para entrar (Hb 4. É escatológico. a revelação total de sua glória e o instrumento de reconcilia­ ção do povo consigo. a manifesta­ ção plena de seu amor. A revelação de Deus em Jesus Crislo abriu uma nova dispensação: a da adminis­ tração da Nova Aliança. os profetas).6) e o Sumo Sacerdote Mediador (Hb 4. no presente. era filho de Sobal.1-5). Moisés. Citado entre os descendentes de Simeão.37). Moisés encorajou as gerações futuras a buscar o Messias. era líder de um clã dos edomiias (Gn 36. O autor defende o envolvimento de Deus no passado (Moisés.40. mas passam para um lugar secundário em relação a Cristo.2.AMALEQUE lhor” não necessariamente invalidou completamente o que era bom. De que outra maneira apreciaríamos as realizações. Ele é o resplendor da glória de Deus (Hb 1. mas era também o mensa­ geiro de um futuro ainda maior (Hb 3. Seu pai era Joctão.26).26 como em 1 Crónicas 1. os apóstolos. Como porta-voz de uma nova dispensação da administração de Deus. 12. Filho de Helém (1 Cr 7. Descendente de Esaú.35). Descendente de Esaú.20. os profetas e os sacerdotes ainda são servos fiéis de Deus. Jesus Cristo é o foco. A M A L E Q U E .3). “carvalho”). o AT deve levar em conta o que o Senhor revelou no NT. para o advento de Jesus Cristo (Hb 3. onde é chamado de Aliã). Em outras palavras. 16.1.

Filho de Azarias e avô de Zadoque.7. Ed 7. 4. Os am alequ itas tornaram -se o epítome do perigo que envolve o mundo. A razão para as derrotas que os isra­ elitas sofriam nas mãos dos amalequitas é explicada como consequência da de­ sobediência de Israel (Nm 14). A M A R IA S (Heb. na distribuição das ofertas do povo 44 . Números 14. pelo contrário. ao entrar na terra de Canaã. embora pareça que parte desse povo permaneceu ali (cf. Sumo sacerdote. ele é citado como um dos descendentes de Levi. 6.3). Quando os amalequitas são citados novamente. era o segundo filho de Hebrom e participou das atividades dos coatitas no Templo (1 Cr 23. 5.33ss.13. ocuparam a região do Neguebe e Sinai.15).16 é uma advertência solene: “O Senhor não pôde introduzir este povo na terra que lhes tinha jurado. Davi foi bem-sucedido na elim inação dos am alequitas e em 1 Samuel 30 eles recebem bem pouca aten­ ção (1 Cr 4. Uma das tarefas iniciais dos israelitas. o crente não tem o direito de julgar a Pala­ vra de Deus nem supor que qualquer ado­ ração ao Senhor será aceita simplesmen­ te por estar baseada em retórica religiosa (1 Sm 15. quando disse que o Senhor estaria com eles. era a de expulsar os amalequitas (Êx 17. Serve como um lembrete de que as promes­ sas de Deus não estão lá para instilar com placência. Jz 3.11. 2. contudo.10-12). s.23).14. é que o Senhor tam­ bém edificará sua Igreja. O conforto. 1.20. desagradou a Deus.18). mas tempos depois uniram-se aos miclianitas. "Deus diz"). 1 Cr 18. Eram os inimigos per­ pétuos de Israel.42s).” O início da queda de Saul veio quando ele se recusou a aniquilar os amalequitas (1 Sm 15). para administrar "todos os ne­ gócios do rei”. A M A L E Q U I T A S . deveriam "esforçar-se” (2 Cr 19.12s. Jz 12. Nm 24. e as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mt 16. quando uma vez após outra o povo de Israel era derrotado di­ ante do poder superior e das táticas agres­ sivas dos amalequitas: < fEscreve isto para memória num livro.AMALEQUITAS ineiro entre o povo que ficou conhecido como amalequita. Em seu desejo de ver a res­ tauração da adoração ao verdadeiro Deus (Yahweh) na nação. Jeosafá nomeou-o para ser o sumo sacerdote. Levita.22 s). etc. viveu nos dias do rei Jeosafá. Jz 3. mas. 3.). por­ tanto. para o povo de Deus. Ao comissionar esses dois importantes líderes. 6.19. 24. Esse Amarias estava entre os que tinham a responsabilidade de ajudar Coré.12. que deveriam guiar o povo e a nação de volta aos caminhos do Senhor.19.. descendente de Coate. Durante o reavivamento no reina­ do de Ezequias.33.8-13. o propósito delas é o de motivar a ação. É provável que o mesmo Amarias seja citado no item 2.52.11). é apenas para engrandecer a vitória que Israel obteve sobre eles (2 Sm 8.14 mais tarde pareciam vazias. que passou grande par­ te de sua história em duros combates com eles. e repete-o a Josué. apesar de eloquen­ temente justificada.11). para lutar con­ tra o povo de Deus (Êx 17. quando os limites da aliança e da co­ munhão são flagrantemente desrespei­ tados (Nm 14. pois guardou o melhor do gado e das ovelhas para sacrificar ao Senhor e poupou a vida do rei Agague: contudo. como prometeu.). era também levita e foi ancestral de Esdras (1 Cr 6. "presidindo em todos os negócios do Sen h or” e Zebadias. Filho de Meraiote e pai de Aitube.3. As palavras memoráveis de Êxodo 17. muitos levitas foram in­ dicados para trabalhos específicos no Templo.. porque riscarei totalmente a memória de Amaleque de debaixo dos céus”. Jeosafá os encorajou. Originalmente. A falha em destruir os inimigos do Senhor. em 1 Crónicas 6. É possível que alguém se desqualifique para receber as bênçãos do Senhor. Dt 25.v.

foi cas 9.6. Na época em que o povo de IsraeJ retomou do cati­ veiro babilónico.24). an­ cestral de Samuel (1 Cr 6. quando foi ba­ nido da presença de Saul.15). Secanias confessou a Esdras que muitos homens. s . Um dos sacerdotes citados entre os que voltaram do exílio babilónico com Zorobabel (Ne 12. da tribo de Judá. foi comandante do exército de Jeosafá. A M A S I A S . o povo ainda sacrificava e queima- 45 . Seus descenden­ tes estabeleceram-se em Jerusalém. Pro­ exército de Absalão.11). Peca derrotou Acaz. .8-13). 10. em Jerusalém.18). a capital (Am 1. filho de Zicri. sem deles em obediência à Lei de Deus (2 Rs 14. Ele serviu como comandante no salém após o cativeiro babilónico. Nos pri­ meiros anos do reinado desse monarca. Um dos homens que foi encontrarse com Davi em Ziclague. rei a dizer a Salomão.4). “segun­ do as suas turmas” (2 Cr 31. 6 Esse Amarias eslava entre os des­ cendentes de Binui (Ed 10. durante a rebelião vavelmente é o mesmo Masai de ! Cróni­ contra Davi. Esse Amarias foi um dos que servi­ ram como testemunha do pacto de obe­ diência à Lei de Deus. 1 cerdotes que se estabeleceram em Jeru­ Cr 2. poupou a vida dos fyhos com Joabe segundo sua sabedoria. Relacionado como músico levita que tocava trombeta. Ancestral do profeta Sofonias (Sf 1. Líder efraimita na época em quePetra. Tornou-se um dos porteiros do Templo. Amasai tornouse chefe do grupo dos “trinta’' guerreiros do rei (1 Cr 12.2) Ama­ rias é citado em Esdras 10.G. visto que era rival de Joabe (2 Sm 19. Sobrinho de Davi. Pai de Maate e levita. sem Reis 12. 1 Rs 2. deus e lembrou-lhes que Deus já eslava irado. 7. em que Davi se preparava para regressar Seu reinado de 29 anos é resumidr^em 2 a Jerusalém. casaramse com mulheres estrangeiras. até mesmo os descendenles dos sacerdotes. 8 . 9.4-13). rei de Judá (2 Cr 17. Esse ato de traição levou o 14. “o Senhor é poderoso”).2). Pai de Zacarias e descendente de Perez.AMAZIAS entre as cidades dos sacerdotes. reconciliação.17.21. quando Davi trou­ xe a Arca da Aliança para Jerusalém (1 Cr 15. Amasa não seguiu inteiramente seu ancestral Davir “Tão-somente os altos se não tira­ protestou contra o fato de os soldados israelitas terem trazido prisioneiros ju­ ram. 1.1. que deveria fazer pai. Companheiro de Adaías e fi­ AM AS A.35. por causa da desobediência deles (2 Cr 28. 3. contudo.42 como um dos que se divorciaram de esposa estran­ geira. P. de­ pois do cativeiro babilónico (Ne 11.33).17).38). chamado de volta pelo rei. Ele.D.3). filho de lho de Azarei (Ne 1 1. Após a morte do primo. Durante o momento crítico 1. Foi um dos sa­ Jeter e Abigail.25. AM AS Al.1).25. senão o de reconquistar o que era reto aos olhos do Senhcfr ain­ seu posto de comandante do exército (2 da que não como seu pai Dav-i” '^2 Rs Sm 20.32.g . rei de Judá.13). 14.16). Joabe matou Amasa. Da tribo de Judá.13). 2 Cr 29.12). quando já estava Amazias executou os assassinos^de seu no seu leito de morte. num ato de A M A Z IA S (Heb. A M A S S A I . 1. 2. irmá do rei (2 Sm 17.1: “Fez nenhum motivo. Esdras e o povo arrependeram-se e fizeram um paclo de servir ao Senhor (Ed 10.3)* Do ponto de vista p ositiv o. na época de Neemias (Ne 10. Atacou os edomitas e Capturou misericórdia (1 Cr 2.6).12. Filho de Joás e o nono rei de Judá. porém. E digno de nota que se apresentou como voluntário. Amasias era fiel ao Senhor e inspirava grande confiança ao povo.5. lide­ rando 200 mil homens.3 e 2 Crónicas 25. 2.

32.22. 2. d .10-17). fa­ zia parte do grupo de músicos nomeados por Davi (1 Cr 6.3.5. Jeoás também saqueou o Templo e levou lodos os utensílios de ouro e de prata (2 Cr 25. Aieser era o líder dos danitas no Sinai (Nm 1.). 2. além de Amazias e seu povo serem capturados.10.4.5).20. Pai de Maquir. 3. Jn 1. israelitas no deserto do Sinai (Nm 1.26).v. veio de Lo-Debar. 10. na administração do rei Davi (1 Cr 26. a fim de conduzir a Arca para Jerusalém (1 Cr 15.33). onde é chamada de Bate-Sua).G. 2. Samuel foi escolhido por Moisés para organizar a divisão territo rial dos região de G ileade. ao executar o juízo de Deus. o filho aleijado de Jônatas 46 .20).28). Pai do profeta Jonas.1-11). da tribo da Simeão. 17. 2. (neto de Saul). A M I S A D A I .4. veja 2. 3. P. A M IN A D A B E (Heb. usando a autoridade do rei (A n 7. veja Uzá]. Pai de Aieser. 2 Cr 25. perseguiram-no até Laquis e o mataram (2 Rs 14. da tribo de Dã. cujos descendentes voltaram do cativeiro babilónico com Neemias (Ed 2. os próprios oficiais de Amazias conspiraram contra ele. 1» Um dos doze espias enviados por A M I Ú D E .31. Pai de Corá.AMJ va incenso nos altos*' (2 Rs 14. filho de Gemali. etc. na época em que Davi su­ biu ao trono (2 Sm 9. M aquir acolheu simeonitas entre os vários clãs e famílias. Essa atitude foi condenada pelo profeta (2 Cr 25. Amazias tornouse escravo.23).17. esposa de Davi (1 Cr 3. Foi escolhi­ bo de Efraim. 3. Membro da tribo de Simeão. “Deus é meu parente”). Sexto filho de Obede-Edom. Pai de Bate-Seba.. desde que Deus executara seu juízo sobre Uzá (1 Sm 6. Líder dos levitas.57). Pai de Eliseba. 1 Cr 7.14). Essa tolerância pecaminosa para com a reli­ gião pagã mais tarde le-vou-o a ofender ainda mais a Deus.25. representou Dã.5. 10. esse Amiel era respon­ sável pelo serviço nos portões do Tabernáculo. na época do censo dos do um príncipe de cada tribo e Amiel. Sa/nua. A MI .34. 4. esse Aminadabe era filho de Uziel. AM ITA I. 4. Lc 3. mais detalhes sobre a missão deles.53. opôs-se ao profeta Amos e tentou silenciá-lo. A M I E L (Heb. 7. Sacerdote de Jeroboão LI.15): “Por que buscaste deuses que a seu povo não livraram das tuas mãos?” No final. Posteriormente. Para 2.39). um dos príncipes que se estabeleceram em Gedor (1 Cr 4. 2. quando aceitou os deuses edomitas em Jerusalém (2 Cr 25.12). Ancestral de Sam uel e filho de Coate. Também era pai de Naassom e an­ cestral de Boaz e do rei Davi (Nm 1.7. Ela fora deixada na casa de Obede-Edom por três meses. esposa de Arão (Êx 6. o qual. 1 . Assim. A queda de Amazias é atribuída ao desafio presunçoso e insensato que lan­ çou ao rei Jeoás. Levita.19. 7. p.18.55. saqueou Jerusalém e levou vários reféns para Samaria.12. Pai de Elisama e filho de Moisés do deserto de Parã. viveu em 800 a. rei de Israel. Foi sepultado em Jerusalém.20-24). des­ cendente de Coré. natural de Gate-Hefer (2 Rs 14. no tempo do rei Davi. para espiar a Ladã. Ele e mais 112 parentes foram escolhi­ dos junto com outros levitas para a tarefa de se consagrarem.48.g . 4 ‘meu parente é no­ bre").D. lambém é citado no Novo Testamento como ancestral de Jesus Cristo (Mt 1. 1.12.14. quando Deus o entregou nas mãos de Jeoás.22).27. Elisama era um dos líderes da tri­ terra de Canaã (Nm 13.45). da tribo de Levi (1 Cr 6. Rt 4. descendente de Merari.C.27). Um dos “servos de Salomão”.1).25. s.4). Pai de Samuel. Mefibosele.19.

Citado em 1 Crónicas 4. Ele nada cita sobre sua fa­ A M O M . mas proporciona in­ 21. s. sua conversão Pedael foi escolhido por Moisés para or­ foi muito demorada. se seguiu à derrota nas mãos dos assírios 3. da tribo de Naftali. o povo colocou Josias. “carga ou carregador").25).22.v. se humilhara’' (2 Cr 4. Amom era odiado pelo povo. fugiu e passou a viver desola dam ente na companhia de seu irmão (2 Sm 13 ). Pai de Pedael. ‘‘profundo”). onde Absalão fugiu depois de malar seu que já suportara o suficiente da tirania irmão Amnom (2 Sm 13. foi o cabe­ ça de uma família sacerdotal nos dias de lentou e depois expulsou-a de casa. Quando tornou-se adulto. como conquista de Canaã (Nm 34.AMOS depois da conqu ista de Canaã (Nm demais. como go para pronunciar udia mensagem de filho de Simeão. rituais da fertilidade que eram tão abo­ Amós era natural de Tecoa. Prosse­ comum sobre sua época de modo geral e guiu com as práticas idólatras do pai — a sobre seu coníexto geográfico.20. ro babilónico. depois da se humilhou perante o Senhor. Tamar Joiaquim (Ne 12.21) e décimo quinto formações numa quantidade acima do rei de Judá. condenação e juízó contra o reino do Norte.59. seu para morar em Jerusalém após o cativei­ filho.25).d. para ter alguma in­ ganizar a divisão territorial da tribo en­ fluência sobre o filho Amom.g.57 . Israel. uma pe­ mináveis para o amor zeloso de Deus. foi o primeiro (Ne 7.20). 5. onde seu de seu pai. foi assassinado por seus ser­ nome é traduzido como Amiur). de negócios em Judá. Quando babilónico com Zorobabel e Jesua (Ne ela entrou naquele aposento. Filho de Benaia. com 24 anos de idade (2 Cr 33. um dos que retornouEm seu lugar. so­ bre o qual Jeremias prommciou a destrui­ A M I Z A B A D E (Heb. Filho de Manassés (2 Rs mília ou linhagem.7). p. O quena vila 10 quilóm etros ao sul de próprio Manassés arrependeu-se tarde 47 . a fim de obedecer Amizabade chefiava uma divisão do exér­ às ordens de Acabe. de segunda classe. cuja mãe cham ava-se exílio babilónico no tempo de Neemias Ainoã. num momento de desespero que 34. era fazendeiro e homem Amnom (v. Um de seus filhos.19.28). Era descendente de Judá 2. mensagem do profeta concernente à mor­ te dele (1 Rs 22. Dois A M O S (Heb. Evidenlemenle. dado’*).2.1). reinou por dois anos. natural de Jezreel. Um dos sa­ cerdotes que retornaram do caliveiro doente e pediu a Tamar que cuidasse dele e Lhe servisse comida no quarto. Deus egípcio. ao co personagem com esse nome no Anti­ mandar que seus homens matassem go Testamento.23). como rei. 2 Cr 33.g. rei de Gesur. O rei não gostara da cito que servia no terceiro mês do ano. seu pai. Pai de Utai. 2 Cr 18. que "não tre os vários clãs e famílias. irmã de Absalão e sua meia-irmã. ele a vio­ 12. 1 . para 33. cou Micaías na prisão. Um dos cativos que retornaram do A M N O M (Heb.24). Eber. um dos heróis 3. Descendente de um dos servos de filho de Davi nascido em Hebrom (2 Sm Salomão. (1 Cr 9. 1 Cr 3.37. chamado como lei­ 2. Amnom. Manassés. da tribo de Judá. 1 . 4. Úni­ anos mais tarde Absalão vingou-se. p.4).20).d.onde é chamado de Ami).Pai de TaJrnai.18.26. vos. apaixonou-se por Tamar. Governador de Samaria que colo­ de Davi e líder dos '‘trinta" guerreiros. 29). cronoló­ adoração de Moloque e a continuação dos gico e cultural em particular.20. "o parente lem ção (Jr 46. 3. (2 Cr 33). Ed 2. Amnom fingiu estar A M O Q U E (Heb. “fiel"). adorado pelos sacerdotes de Amom.

4). Os “filhos dos profetas” (veja 2 Rs 2. a fim de torná-lo comes­ tível.) eram ho­ mens que frequentavam um curso espe­ cífico para o ministério. sob as acusações calu­ niosas de que Amós visava apenas a gan­ ho financeiro (Am 7. que escolhe e usa a quem quer. e do rei Jeroboão.14). (1 Rs 12. logo depois da divisão do reino em 931 a.C.3. O termo hebraico aqui para a frase inteira é boles.C. O único local citado em suas mensa­ gens é Betei. mas não necessariamente um pastor O profeta também descreve a si mes­ mo como “cultivador de sicômoros” (Am 7. Amós desfaz qualquer conexão entre ele e os profetas “profissi­ onais” ou vocacionados. não com o gado.1). resul­ tou numa profecia de que o altar de Betei seria finalmente destruído e seus sacer­ dotes.5). um vocábulo comum para “(gado) rebanho”. A outra ocorrência da mesma palavra no Antigo Testamento (2 Rs 3. mortos (1 Rs 13. de onde era também a mulher sá­ bia que Joabe procurou para aconselhar Davi a respeilo de Absalão (2 Sm 14. 300 anos mais tarde (2 Rs 23.14.AMÓS Belém.12). Foi sua firme mensagem que ocasionou sua ex­ pulsão de Betei. o rebanho de Deus. Fica claro que o ministério de Amós foi breve — talvez apenas uma missão. tão grande que ain­ da foi lembrada 240 anos mais tarde pelo profela Zacarias (Zc 14. por alguns dias — devido à sua declara­ ção de abertura. Esse ato ímpio de criar locais ilegítimos para adoração.1-3). que claramente não era pastor. para realizar uma missão entre os israelitas.15. em Jerusalém). há também a lição da pró­ pria vida de Amós.14. parece que Amós era especialista no cultivo de figos.16). Assim. 5. Amós 7.29-33). de Israel (793-753 a C. uma palavra que. por Jeroboão II e seu sa­ cerdote Amazias. era a de paslor de ovelhas. de acordo com a qual sua comissão veio nos dias do rei Uzias. na base dos textos da Septuaginta e do grego clás­ sico. mais especificamen­ te. Sua ocupação. Amós replicou que “não era nem profeta. segundo suas próprias palavras. mas a palavra usada aqui (noqed) sugere algo mais do que simplesmente alguém qne cuida de rebanhos.). Essa idéia tem apoio em Amós 7.120). e separou-o de seus interesses seculares.14). A importância disso está no fato de que Deus chamou um homem ocupado e próspero. rei dos moabitas. era um homem envolvido com ovelhas. onde ele se refere a si mesmo como um boqer. Portanto. um dos principais lugares de adoração estabelecidos por Jeroboão I. mas apenas um leigo enviado por Deus. Amós queria que Amazias entendesse que ele náo fazia parte de tal escola. e é assim que a sua ocupação deve ser entendida. ocorreu por volta de 760 a. Essa catástrofe. “dois anos antes do terremoto” (Am 1. errante e pecaminoso. Aqueles que são cha­ mados e comissionados pelo Senhor não precisam de credenciais formais nem 48 . da mensa­ gem em si. seria a data precisa do ministério de Amós con­ tra os sanLuários ilícitos de Jeroboão (Am 7. etc. outro termo raro para “pastor”.15 conecta o trabalho do profeta com o rebanho.). 762 a. é usada para descrever Mesa. a fim de competir com o único autorizado pelo Senhor (isto é.C.5. É mais provável que Amós fosse um mercador de ovelhas ou algo seme­ lhante. nem filho de profeta” (Am 7.C. Apesar de boqer sem dúvida re­ lacionar-se de alguma maneira ao termo b aq a r . e o próprio Amós ajudou a pre­ parar o caminho para que o culto de Betei fosse denunciado (Am 3.7. Em adição ao conteúdo profundamente importante. Com essa alegação. de Judá (790-739 a.10-13). embora a consideras­ se digna de toda honra. bem como um comerciante de ovelhas bem-sucedido. De qualquer maneira. Atingido por essa interpretação equi­ vocada de seus motivos. Isso aconte­ ceu como parte das reformas realizadas pelo rei Josias. provavelmente se refere a cortar e amassar o fruto. mas um homem de negócios que Yahweh tinha chamado.5).

em Silo. Permanece até hoje como um de Eli e o conforto do Senhor. mas não se porém. nome era comum em Roma. um Ramá. Náo era uma dedicação simples. entre­ Tabernáculo.20). Antes. a fim de adorar a Deus e israelilas amamentavam os filhos até oferecer sacrifícios. as mulheres almente a Silo. nessa pere­ novilho de três anos. Finalmente chegou o tempo de Ana era estéril (1 Sm 1. apresenlando-lhe a imoralidade atraído pela história dela. filho de deu ao pedido de Ana: ela concebeu e deu Levi). Eli.19. pois.2). Ana entrou no Tabernáculo.1-7). que lhe dera vários filhos. Pai do profeta Isaías (Is 1. totalmente devota­ duos. Ela.). sentado na 1. e . e imediatamente endeu. para serem bem-sucedidos em cumprir seus propósitos. pedindo ao Senhor que lhe desse um filho. Ela o ofere­ cartas.9-11). O famoso profeta/juiz de Israel. Ana. adoraram ao Senhor e voltaram para Ana era a amada esposa de Elcana.ANA Numa daquelas ocasiões em Silo. Ele então a leitor é intimamente apresentado à sua acusou de estar embriagada e a repre­ mãe. Era uma pro­ que deve ser notado na maioria de suas messa incrível feita por Ana. a piedosa Ana. é algo do ao serviço do Senhor. ela derramou seu coração dianle de Deus. O Se­ láo apresentou Samuel ao sumo sacerdo­ nhor fechara o ventre de Ana e a rival es­ te Eli (1 Sm 1. ela nos ficou mais deprimida.15-17). Enrecia continuamente (1 Sm 1. fala conosco de forma vee­ Ao receber o encorajamento da parte mente. tas lágrimas.8.12-14). dido ao Senhor”. No tempo determinado.20). embora seja mencio­ maldição numa bênção e a despediu em nada apenas nos dois primeiros capílulos paz (1 Sm 1. de seu nascimento (1 Sm 1. Deus aten­ zufita (descendente de Coale.1. promisso com o Senhor do Universo. Seu Sm 1. qualificações. Os lábios dela se moviam. Ele amava Ana pro­ completarem dois ou três anos de idade). 49 . pois abria mão do privilé­ gio de criá-lo e alimentá-lo. porém. Paulo descreveu esse ho­ Deus todos os dias da existência dele (1 mem como “meu amado no Senhor”. seu marido e ensina o que significa o verdadeiro com­ Penina levantaram cedo no dia seguinte. orou. carnecia dela. Penina a provocava e abor­ um odre de vinho para o sacrifício. a observava aten­ Samuel.24-27). Isso. "graça”). Prometeu dedicá-lo a A M P L Í A T O . em diferentes congregações. o ouvia sequer uma palavra. Em meio às mui­ A M O Z . não a consolava. Viviam em Ramataim-Zofim. de 1 Samuel. que testemu­ de tais hábitos (1 Sm 1. Ele se lo e seu cuidado para com muitos indiví­ tornaria um nazireu. O reconhecimento pessoal de Pau­ voto interpretava a renúncia dela de cri­ ar o filho junto consigo em casa. levando-a até às lágrimas.m . cumprir sua palavra. Com a alma pro­ fundamente angustiada. primeiros capítulos de 1 Samuel. te ele represenlava a resposta da oração. Depois que Samuel Elcana e toda sua família subiam anu­ desmamou (antigamente. etc. ceria a Deus. Ana não exemplo de devoção e sacrifício. enquanto ela orava e chorava. o sumo sacerdote. Ana po­ nha seu voto e sacrifício e seus sofrimen­ rém se defendeu apropriadamente e o tos e provações. sacerdote no mesmo instante mudou sua A vida de Ana. porta do Tabernáculo. Levou consigo um tanto. é o personagem principal dos tamente. ANA (Heb. Realmen­ Ele tinha outra esposa. na à luz a Samuel (seu nome significa “pe­ região montanhosa de Efraim (1 Sm 1. chamada Penina. onde vivia. 1 Sm 1. um efa de farinha e grinação anual. Esle foi saudado pelo apóstolo em Romanos 16. fundamente e lhe dava uma porção do­ ela fez os preparativos para levá-lo ao brada das ofertas do Senhor.1).

1-43. Na ver­ dade. como louvor e ações de graças. m . Confira também 1 Crôni- 50 .ANÁ O menino Samuel viveria sob a super­ visão de Eli e ministraria no Tabernáculo todos os dias da vida dele (1 Sm 1. Penina. s. essa oração conlém os mes­ mos elementos encontrados em outras orações/canções do AT. era orgulhosa e arrogante. os fartos e os neces­ sitados. Era membro da tribo cananita dos heveus. A oração de Ana é verdadeiramente um sacrifício de gratidão a Deus. Quando tinha 84 anos de idade. onde é mencionado como pai de Disom. Também conhecida como a Can­ çã o d e Ana. messiânico (1 Sm 2. sua inimiga pessoal. ocorreu um evento que ador­ nou sua vida.1-18. Pai de Oolíbama. A cada ano sua mãe fazia orna pequena tú­ nica e a levava para ele quando ia com o marido a Silo oferecer sacrifícios (1 Sm 2. 3. Ex 15. mudou suas lágrimas em alegria e a colocou em seu lar como a mãe de muitos filhos. feliz e realizada. que tinha muitos filhos. Por tudo isso. Depois de apenas sete anos de casamento. fz 5). inclusive temas de combates.4. Dt 32. filha de Fanuel. fé e compromisso com Deus. c . Ana provavelmente pensava em si mesma quando fez tal declaração.2: mas é provável que se refira a dife­ rentes pessoas. 1 Samuel 2.2. em Génesis 36. Talvez deva-se ler “horeu”.5b). Ela agradeceu a Deus publicamente e proclamou as boas novas a respeito do Redentor. ao invés de “heveu’'. pois revela o ver­ dadeiro coração e o caráter dessa nobre mulher. Génesis 36.40. tal­ vez seja inspirada em parte na canção de Ana. Ana era uma mulher extraordinária. Ana buscou humildemente a Deus e esperou pelo livramento dele. O relato sobre Ana e Simeão. 2. o núme­ ro '‘sete'* nem sempre deve ser interpre­ tado literalmente e muitas vezes pode simbolizar "realização ou ideal”. nas Escrituras. Ela.10). Há também uma forte ênfase à so­ berania de Deus e ao seu poder eterno. ficou viúva e devotou-se ex­ clusivamente ao serviço do Senhor no Templo. seria despojada de sua vitalidade e des­ prezada (2 Sm 2. O Senhor deu-lhe vitória e a li­ vrou de Penina.21). 2.5) demonstram o fato de que Ana estava contente com seu tri­ unfo pessoal. seria destruída juntamente com todos os ini­ migos de Deus (w. a Canção de Maria. Portanto.c.20). A oração de Ana em 1 Samuel 2. Profetisa. que a resgatou de seus problemas. enquanto apascentava os jumentos do pai.41. na mesma passagem. o Senhor por fim a abençoou com mais cinco filhos.24). á mulher estéril e a que tem mui­ tos filhos (1 Sm 2.29 refere-se a Aná como chefe dos horeus. Manteve seu voto a um gran­ de custo pessoal e tornou-se um modelo para todas as gerações. A oração da mãe de Samuel.10). revela a existência de pessoas que eram realmen­ te fiéis à aliança de Deus e confiavam no cumprimento de suas promessas a res­ peito da vinda do Salvador.5a fala da mu­ lher estéril que se torna mãe de sete fi­ lhos.28).1-11 merece nossa atenção. Seu hino de vitória e triunfo certa­ mente aplica-se à nação de Israel e é. uma das es­ posas de Esaú (Gn 36.18. a Canção de Débora. Zibeão (Gn 36.19). Lucas 2. O Senhor foi gracioso com Ana e posteriormente ela deu a Elcana mais três filhos e duas lilhas (1 Sm 2. Aná também é citado como quem encon­ trou fontes termais no deserto. Os contrastes feitos entre os guerrei­ ros fortes e os fracos. ANÁ.36-38 registra que Ana estava no Templo durante a apresen­ tação do menino Jesus: o Messias espera­ do há tanto tempo. em sua integridade. entre­ tanto.9. em essência. Finalmente. entretanto. pro­ vavelm ente tem uma natureza mais íntima. noite e dia. da tribo de Aser.r . livramento do inimigo e o cuidado providencial do Senhor por seu povo Israel (veja a Canção de Moisés. em Lucas 2.14. Veja também 1 Crónicas 1. por outro lado. 1.

“o Senhor tem respondi­ do"). 2.22). 1. A N A N I . Ao ouvir isso. Naquele tempo. Com tal liberdade. o qual. Logo após o relato da con­ versão de Saulo (Paulo) e a cegueira que resultou de ter visto a glória do Senhor na estrada para Damasco. Um dos deuses adora­ dos pelos sefarvitas (2 Rs 17. contudo. 1. Um dos líderes que selaram o pacto feito pelo povo de ado­ rar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. Cristo lhe falou que fosse até a casa onde Saulo estava hospedado e impusesse as mãos sobre ele. A N A M E L E Q U E . Outro Ananias que se tornou cris­ tão nos primeiros estágios da propagação do Evangelho de Cristo vivia em Damas­ co (Al 9. O resul­ tado desse triste episódio na Igreja pri­ mitiva foi um maior entendimento e te­ mor do poder e da santidade de Deus. líder que testemunhou o pacto do povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10.4). AN AÍ AS (Heb. pois a reputação de Pau­ lo de perseguir violentamenle os cristãos havia espalhado o medo entre os crentes de Damasco. um descen­ dente de Davi (1 Cr 3. E im­ portante notar que a questão aqui não era que uma lei obrigava alguém a com­ partilhar tudo. ele resolveu guar­ dar parte do dinheiro para seu uso pes­ soal. Mais tarde.23).31). lemos que Ananias teve uma visão. Veja Safira. ele caiu morto. para que recuperasse a visão.9).10-19).26). De fato.45). pelo contrário. Um dos privilégios do cristão é estar livre do legalismo.3). O Senhor. A N A N I A S (Heb. dirigido pelo Espírito Santo.38. Avô de Azarias. decla­ rou sobre Saulo: “Este é para mim um 51 . a fim de repovoar a região depois que os israelitas foram exilados (2 Rs 17. em frente à sua casa (Ne 3.24). foi um dos pri­ meiros convertidos na igreja em Jerusa­ lém (At 5). “o Senhor tem sido gra­ cioso"). Possivelmente o mesmo persona­ gem anterior. quando este leu o Livro da Lei (Ne 8. Pedro e a Igreja primi­ tiva não criaram uma nova lei pela qual as pessoas ganhariam mérito diante de Deus e dos cristãos. segundo a necessidade de cada um” (At 2. ajudou a recons­ truir o muro de Jerusalém. Filho de Eiioenai e integrante da linhagem real de Judá depois do exí­ lio babilónico. Marido de Safira.1).ANANIAS cas 1. 3. os cristãos “tinham tudo em comum. Pedro enfatizou o ponto de que o que pertencia a eles era deles (At 5. Então apresentou uma quantidade a Pedro. Esse povo estava entre os que foram transpor­ tados pelo rei assírio para Samaria. percebeu o que acontecera e acu­ sou Ananias de mentir para Deus.44. por meio do serviço. Vendiam suas propriedades e bens. Ananias e Safira decidiram vender uma propriedade (AL 5. O pecado de Safira foi pronuncia­ do por Pedro: “Por que é que entre vós concordastes para tentar o Espírito do Senhor?” (At 5.24). quando sua esposa chegou. continuou com a mentira e também morreu. fazer o que é certo na vida individual. Trouxeram consigo práticas abomináveis que incluíam o sacrifício de crianças no fogo. 2.4). O problema era a ten­ tativa deliberada e voluntária de mentir ao Espírito Santo e ao povo de Deus (At 5. onde é citado como filho de Seir e irmão de Zibeào. Esteve no púlpito junto com Esdras. bus­ cavam uma existência que refletisse o amor de Deus e a graça que é vista em Jesus Cristo. era. ANÃ (Heb. exige uma grande responsa­ bilidade em ser honesto e transparente diante do Senhor e de seu povo. portanto. “nuvem"). Com o pleno co­ nhecimento da esposa. Ananias eslava lemeroso. e repartiam com todos. Segundo essa prática.

O no tempo em que o apóstolo Paulo foi Senhor cumpriu suas promessas a Israel. Os des­ cendentes de Enaque realmente foram os na vida de Ananias. descendentes de Anaque. Canaã. Uma figura conhecida apenas maneira. o pró­ primeiros a causar preocupação para os prio apóstolo contou aqueles eventos da israelitas. Homem de grande estatu­ Este cargo tornara-se mais político do que ra.D. talvez pelo próprio tornou-se um provérbio entre os israelitas (Dt 1. Jo 18. 2. e podemos ver que nalmente conquistou Canaã e estabele­ Ananias foi o primeiro a falar-lhe sobre ceu a paz para Israel (Js 11. para vez por ano no Santo dos Santos.). Foi 4.). informaram com É um testemunho do caráter e da fé grande medo que tinham visto os gigan­ de Ananias a maneira como se dispôs a ir tes. Foi ele quem menos de 6 a 15 d. na par­ pessoalmente confirmar as acusações te mais consagrada do Templo. etc.ANAQUE vaso escolhido. Existem Finalm ente. centralizava tanto o poder reli­ no passado distante dos israelitas. Mais tarde. Era um orgulhoso e P.28.13. o menciona como ção nos ajuda a entender sua participa­ sumo sacerdote em Jerusalém mais ou ção na prisão do apóstolo. Gate e Asdode. "éramos aos nossos próprios olhos mão”. Por causa de seu ofício. para levar o meu nome de na batalha. É mencionado quatro vezes como d. Arba (Js 14. At responder a acusações de crueldade. Paulo padeceria Quando Moisés enviou os espias a por causa da fé. mas essa informa­ o historiador judeu.G.15). Ananias impôs as mãos sobre Paulo.D. O sumo sacerdote ordenou que Paulo fosse esbofeteado era o líder entre os sacerdotes.33). Foi nomeado por Herodes e exerceu seu poder de 47 a 59 ANÁS.6) e é sempre associado a Caifás. para “sumo sacerdote” (Lc 3. Arba — por isso o antigo nome de Hebrom era QuiriateIsrael” (At 9. de maneira que nenhum foi dei­ mostram de maneira tão dramática como xado no território de Israel. Com sua destruição. Em 52 d. foi enviado a Roma.6-9). etc. ao retornar.C. os reis e os filhos de dada por seu ancestral. Dessa A N A Q U E . Foi imedia­ reputação dos descendentes de Enaque tamente batizado. cruel líder saduceu.21-23).C. Ananias. Josué fi­ sua perspectiva. sua necessidade de fiança que Josué e Calebe demonstraram ser perdoado e batizado (At 22. preso em Jerusalém. eles disse­ ao encontro de Paulo e chamá-lo de “ir­ ram.1). morava em Hebrom. quando há apenas algumas horas como gafanhotos. mente ele podia oferecer o sacrifício no P. no tempo determinado.2.28. Dia da Expiação. Seu único durante seu julgamento (At 23. junto com os cristãos. Debir e da região montanhosa poucas passagens nas Escrituras que de Judá.2) e pos­ papel na adoração era o de entrar uma teriorm ente desceu a Cesaréia.15). em Gaza. 13. era também o líder do Sinédrio. após es­ Veja Paulo. Josefo. e assim também lhes só o nome de Saulo já o enchia de temo­ res.24. parecíamos” (Nm 13. liberado por Cláudio. A con­ sua missão mundial. Jesus também disse que. ficou famoso por sua força e habilida­ 52 . Aparentemenas emoções de um cristão são mudadas te alguns sobreviveram no território por meio da Palavra de Deus e como o medo foi transformado em poder e amor filisteu. fun­ perante os gentios. onde so­ contra Paulo diante de Félix (At 24.14-16).G. 4. Josué os expulsou de Hebrom. quan­ gioso como o político.C. Outro Ananias foi sumo sacerdote piarem a terra e terem visto os anaquins (Nm 14. foi finalmente vindicada.22.10. mantendo um condo peregrinavam pelo Neguebe (Nm tato estreito com o governador romano. no poder e na provisão de Deus. A formidável que teve a visão restaurada. e permaneceu por um tempo em Damasco. eles.

Mc 1.b . Junta­ mente com os outros três discípulos cha­ mados em João 1. Pai de Sangar. que ele próprio levou ao Senhor (Jo 1.24). Provavelmen­ te eram parentes de sangue. Na época. Mais tarde.19 o líder do povo com esse nome tal­ vez seja a mesma pessoa. Seu genro Caifás e seu neto Matias também exerceram este cargo. O nome refere-se a uma deusa da guerra. Converteramse antes de Paulo.1316). Assim. André faz par com seu irmão Pedro na lista dos doze discípulos em Mateus 10. Esle vocábulo deriva do termo grego que significa • ‘hombridade'’.13. da tri­ bo de Manassés (1 Cr 7. A N D R É . Em João 12. André. após o cativeiro babilónico. Provavel­ mente essa é a utilização mais generali­ zada do termo "apóstolo”. Mc 6. Natural de Belsaida.27.22. A N D R Ô N I C O . no monte das Oli­ veiras". André informou a Jesus. a fim de resgatar Ló do cativeiro (Gn 14. 128 membros de sua famí­ lia são registrados na leva que retomou a Jerusalém. 53 . André. o primeiro dos doze apóstolos a ser cha­ mado por Jesus. Tiago e João eram lodos pescadores (Mt 4. Em Neemias 10.8). filho de Bequer (1 Cr 7. cuja Influência continuou mesmo depois que a função foi assumida por outros. 2. (Para mais detalhes sobre o incidente. quan­ do Pedro e João foram questionados a respeito da fé (At 4. como os que eram enviados a pregar o Evangelho. um dos juizes de Israel (Jz 3. Não se sabe onde estiveram juntos na prisão.ANIÀO religioso.16). Sob a liderança de Neemias.6). Pedro. c . Em João 6.8.23 e Neemias 7. De acordo com Esdras 2. ele também foi um dos intermediários os quais disseram a Jesus que certos gregos desejavam falar com Ele. 5. A despeito das alegações contrárias.14 (mas não em Mc 3. Marcos 13. não existe um padrão consistente no com­ portamento de André. embora sem nenhuma evidência histórica.6). Esle ainda estava envolvido no Sinédrio.7). foi rapidamente ofusca­ do por seu irmão Simão Pedro. ou talvez ape­ nas judeus.G. Anás e Caifás são mencionados juntos quando a Palavra do Senhor veio a João Batista (Lc 3.40-44).18. A N A T O T E . nem dados sufici­ entes nas páginas das Escrituras para se deduzir qualquer princípio teológico sig­ nificativo baseado em seu caráter ou sua personalidade. Nada mais é conhe­ cido sobre ele com algum fundamento histórico.3 registra que estes quatro discípulos pescadores estavam presentes no “Discurso de Jesus”. veja AnrafeL ) AN IÃO. Vários aios apócrifos são atribuídos a ele. com Zorobabel e Neemias. Abrão mostrou-lhes sua gratidão (Gn 14.31. Um dos três irmãos amorreus (veja também Monre e Escol] que se aliaram a Abrão quando perseguiu Quedorlaomer. André recebeu sua co­ missão form alm ente como discípulo itinerante. x\ndré previamente fora seguidor de João Batis­ ta e estava presente quando esle apontou Jesus como o Cordeiro de Deus. como Riu lo. ele assinou o pacto do povo para obedecer à Lei de Deus e adorar so­ mente a Ele. Paulo refere-se a ele e a Júnia (Rm 16. que os considerava con­ ceituados entre os apóstolos.2 e Lucas 6.D.18 ou At 1. e ele então o encaminhou a Caifás.2). Um dos netos de Benjamim. quando Jesus foi preso (Jo 1 8. de tempo integral.24). um pouco constrangido. Anás era um poderoso líder. 1 . O quarto filho de Semi da. que só havia cinco pães e dois peixes disponí­ veis para a multidão de cinco mil homens. A NA TE .13). para sugerir que pelo menos parte do tempo os dois irmãos formavam uma dupla no ministério de Cristo (cf. como "meus parentes e companheiros de prisão".7). A N E R . P. no início do ministério de Jesus na Galiléia. da Galiléia.19). Os algozes primeiro procuraram Anás.

Em outras passagens o anjo é diferenciado dn Senhor (2 Sm 24. mas os inimigos do povo de Deus sempre estarão sujeitos ao juízo angelical |S1 35. Quando Davi ilesagradou a Deus. “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que 0 temem. a fim de instrui-lo a respeita do m enino.26) e feriu o rei Herodes Agripa 1 com o juízo de Deus (Al 12.12. responsável pela realização rle ura juizo de Deus. a liru de anunciar o nascimento de João IL . (Ml 1. 0. 12.7). orientou Filipe para onde deveria ir (At «.I1. ajv.10-10.0 anjo lambém é uma figura proeminente no livro de Zacarias (Zc 1. O anjo do Senhor aparece varias ve­ zes na história de Balaão (Nm 22 22-35J e é citado na canção de Débora e no cha­ mado de Gideão íjz 5 23.19. Em certas ocasiões uo Antigo Testamento.01. e ás m ulheres no relato de Mateus sobre a ressurreição de Crislo (Mt 28.15J.11-221 No tempo dos luízes. pro­ meteu também quo Deus múltiplaaria grandemente seus descendeuIes <Gn 16. o anjo é visto como mensa­ geiro divino.13-211. Jz 2. a fim de guiai e instruir seu povo. A* vezos.12.13). o anjo interveio lambém no monte Moriá. Nesta ocasião. Nos Salmos. onde Ú chamado do Gabriel).131. por ide tor obedecido ao pedido de Deus (Gn 22 11. ao lazer a contagem do povo. quando ahriu as portas das prisões (At 5. Mais tarde. Êx 3.1 II. 1oram-lhe dadas ins­ truções divinas concernentes a Ismael. e ns bvra” |SI 34. o anjo pralicamenle ê identificado com o próprio Deus. Zc 1. 0 jebuseu.36).ANfO no SENHOR. o anjo do Se­ nhor é cilado em várias ocasiões.15-22.2-7) Em Aios dos Apóstolos. 3 1. como 110 encontro de Jacó em Betei. 1 Cr 2 i. No Novo Testamento. Dous comunica sua vontade por meio dn um ser angelical. 0 Templo do Jerusalém foi edificado naquele local (2 Sm 24 10-25. a fim do mostrar 0 poder do Deiu* tios assírios (2 Rs 19. i um Moisés na sarça ardente e uo livramenlu do Figilo (Gn 31. O “ anjo rio Se­ nhor” (as vezes chamado “u anjo do Deus”) é mencionado mnis rio 00 vezes nn Bíblia e é ii porta-voz pessoal de rieiis e seu repre­ sentante diante da humanidade. um anjo instruiu Manoá (jz 13. o anjo ordenou que sê construísse um altar na eira de Ara una lOrná).1).5.< 1. Quando o rei oron.7) e o instruiu a desaíiar 0 rei de Samaria e seus mensageiros (2 R* 1 3. Em ou­ tras ocasiões. os anjos tra/em tanto bênçãos coroo juízo. O AN JO DO S E N H O R . O evangelho de Lucas registra a apa­ rição de um anjo dn Senhor a Zacarias.2.35: Ta 37. a Josá.29 refira-se também ã atividade do Kspírito Santo. através de sonhos.26. lauto em bênçãos como Bm maldições. embora Aios 8. a fim de realizar os propósi­ tos divinos. Um anjo an iq u ilo u 0 e x é rcito de Senaqueribe. um anjo trouxe-lhe destruição na forma de uma peste ijuh matou 70 (»D0 pessoas (2 Sm 2-1.19.10..23). Pnslerlormenle.J3.15-18J. Na época de Abraão.12. 0 anjo apareceu a Hagar no deserlo p disse-lhe r|iie vol­ tasse para sua senhora Sarai (Sara).5. 1-14).712). 1 Cr 21.11.6). para impedir u morte de Isaque e confirmar a bênção de Abraão. o anjo n distinto •le Deus (como em Lí 1. O. 2. Um anjo incentivou o desanimado Elias (1 Rs 19.7).T- 54 .20. Concluímos então que o anjo do Se­ nhor ê bastante alivo no Antigo e no Novo Testamento.

Infelizmente. Jd 9.15: "E Deus mandou um anjo para destruir a Jerusalém”.12}. 9. no qual viu uma escada "posta na terra.40). mas não inclui as relacionadas aos dois anjos chamados pelo nome na Bíblia. que tornou a meter a sua espada na bainha" (1 Cr 21. Assim. Às vezes os anjos apareciam. ajuda ou encorajamento. e os anjos de Deus subiam e desciam por ela" (Gn 28. indignação e angústia" (SI 78.7-9. depois. Nesse caso. Existem também mais de 60 referências aos querubins. o ardor da sua ira. Exemplo: dois anjos foram a Sodoma alertar LÓ e sua família sobre a iminente destruição da cidade. Normalmente. 2 Cr 3. 91.16. 1.19. a íim de encontrai' uma esposa para Isaque entro seus parcntns.1-20. como punição do Senhor por sua depravação (Gn 19. ou seja. Hb 9. para que o ajudasse a alcançar seu propósito (Gn 24. como nas pragas que caíram sobre o Egito. Ao registar as dificuldades enfrentadas durante o cativeiro egípcio.26) e Miguel (Do 10. para designar anjo. Por meio dessa experiência. depois que saiu de Berseba. o Senhor falou com Jacó e tornou a promeler-lhe que seria o seu Deus.6.49).18-20. houve ocasiões quando a tei­ mosa oposição ao Senhor foi confrontada com a implacável fúria divina. "Atirou para o meio deles. no Antigo Testamento. Essa proteção divina é vista pelo salmista como extensiva a todos os que genuina­ mente colocam a conf iança no Deus vivo: ”0 anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem. Gabriel (Dn 8.13.10). cuidaria dele e.7. 114 no Antigo a 178 no Novo Testamento. Os anjos no Antigo Testamento A palavra usada no . Por outro lado.21: Lc.12-15). Esse numero registra mais de 60 referências ao “anjo do Senhor”. o patriarca lacó.8. 2 Sm 24. quais mensageiros de males.11.21. felizmente.12. Ap 12. para encorajar o povo de Deus. Uma das referências mais interessantes aos anjos foi quando Moisés enviou men­ sageiros ao rei de Edoin.Antigo Testamento.5). para cumprir al­ gum propósito divino relacionado com a humanidade. seres celestiais que sâo citados frequentemente em conexão com a entronização simbólica de Deus no Tabernáculo e no Templo (Êx 25. Em outras ocasiões. Houve ocasiões era que os anjos tiveram um papel preponderante no propósito divino (Gn 19. 55 . 37. Os anjos trazem direçáo.7-14: Ez 10. a lembrança da ajuda divina no passado nao foi suficiente e a passagem pelo território edomita foi negada (Nm 20. conslituia-se em uni agenle de Deus.16. para o fiel cumprimento da vontade de Deus Exem­ plo: o servo de Abraão foi enviado á Mesopotámia. depois que Abraão lhe disse que o Senhor enviaria seu anjo" adiante dele.1. e nos tirou do Egito" (Nm 20. "Mas quando clamamos ao Senhor. A justiça de Deus foi temperada com a misericórdia divina. e os b'vra" (SI 34. ele ouviu a nosso voz.1. enviou um anjo.7).17). cf. teve um sonho em Betei. a aniquilação da cidade foi evitada: “Então o Senhor deu ordem ao anjo.7.13-16).ANJOS ANJOS Existem aproximadamente 292 referências a "anjos” nas Escrituras. significa simplesmente "mensageiro".27). furor. o traria à Terra Prometida (Gn 26. I Rs 6. um anjo atuou na direçáo de uma pessoa. 12.12). cujo topo chegava ao céu.18-201 Os anjos como executores do juízo de Deus.23-25: 8. Uma ilustração contundente de um anjo no exercício do juízo divino é encontrada em 1 Crónicas 21. o legislador comentou.

m enciona quatro deles pelo nome. Nesse texto. a palavra grega ongelos significa “mensageiro" Iusada com refe­ rência a João Batista.2-4). A njos In terlo c u to res.7). Os anjos no período intertestamentárlo Os anjos foram particularmente proeminentes na literaUua judaica no período entre os dois testamentos (2 Esdras 6.5: 5. Eles aparecem com frequência no livro de Zacarias. Assim lemos. Tobias 6. desenvolveram-se elaboradas angelologias.2 . que executais a sua vonta­ de” (SI 103.1. Santo é o Senhor dos Exércitos: toda a lerra está cheia da sua glória" (Is 6. Da mesma maneira. louvai-o. 5.20.4. Semelhantemente. Um dos mais bonitos papéis desempenhados pelos anjos no Antigo Testamento ó o louvor. os quais são líderes e desempenham funções especificas no plano divino ( l Enoque 40. palavras eonsoladoras" (Zc 1. A mesma ação que produziu juízo contra os inimigos de Deus trouxe livramento ao seu povo.19: 2. 2). 1 . que cumpris as suas ordens. onde um papel sim ilar è dado a um anjo interlocutor (Ap 1 .2-4) ou um “anjo1 '. uma grande ênfase ê colocada sobre a santida­ de do Seuhor e a importância do louvor por parte dos anjos que o servem. cif.3: 4.4 1 .6). ls 37. Esse papel do mensageiro do Senhor de com unicar a revelação divina ao profeta traz luz sobre o Apocalipse.9.44-48. Aios.6 ).13. falou sobre "sete santos anjos que apresentam as orações dos santos e entram na presença da glória do Santo". Mc 1.5. por exemplo. Ed 2. eram conhecidos pelo nome (Uriel. por sua inefá­ vel santidade: "Santo. Os anjos no Novo Testamento No Novo Testamento.4) e. o qual to rn o u -se tão d o m in a n te uo p erío d o ínterLeslamentário. Santo. 2 Rs 19. quando o anjo do Senhor levantou a questão sobre até quando a misericórdia divina seria negada a Jerusalém: "Respondeu o Se­ nhor ao anjo que falava comigo. o Senhor enviou tun anjo que deslruiu a todos os homens valentes. ministros seus. No entanto. Hebreus e Apocalipse e ocasionalmente nos outros livros.4.31-55!.13). Alguns anjos. o Salmo 148 couvoca os anjos a louvar ao Senhor junto com todos os seres criados: "Louvai-o. todos os anjos (conforme trazem algumas versões) rejubilaram (Jó 38.5: 1 Macabeus 7 . 56 .18. magníficos em poder. onde um anjo interlot. este ensino sobre os anjos é restrito e saturado do e le m e n to e s p e c u la tiv o .C.5. os chefes e os oficiais no arraial do roi da Assíria" (2 Cr 32. os serafins — maturas celestiais que são citadas somente na visão de Isaías — ofereciam louvor e adoração. quo obedeceis à sua voz. em 2 Esdras 5. O livro apócrifo "Os Segredos de Enoque”.21).).36J. cf. anjos seus. que apresenta um forte interesse pelos anjos. em 701 a. Os a n jo s e o lou vor a D eus.10.20 e Rafael. a partir daí. Tobias.21s. palavras boas.3. 22 . O salmista exortou: “Bendizei ao Senhor. segundo os livros apócrifos. todos os seus anjos.ANJOS Um dos casos mais dramáticos do retaliação divina ocorreu na derrota de Senaqueribe.35.. cm rusposto à oração do rei Ezequias: “F. O anjo entõo transmitiu ao profeta a mensagem dada por Deus (Zc 1. Bendizei ao Senhor.9 . O próprio nome desses seres ("aqueles que queimam”) indica sua pureza como servos de Dous. vós.10). G.ulor é citado varias vezes (Zc J .. todos os sb u s exércitos celestiais.34. todos os seus exércitos celestiais” (v.14-17. em Tobias 5. Os anjos são mencionados muitas vezes nos Evangelhos. 2 Macabeus 11. Quando Deus criou a Terra.

o anjo do Senhor teve nm papel preponderante no anuncio dos nascimen­ tos tanto do João Bal ista como de Jesus.umprida. Os anjos em cenas de morte e ressurreição. e enláo recompen­ sará a rada um segundo as suas obras". onde “morreu o mendigo e foi levado pelos anjos para o seio do Abraão". pois era vislo contra o pano de fundo da eternidade: “Qualquer quo de mim e das minhas palavras se envergo­ nhar. Segundo.24. 2.26). Lr 22. o Salmo 91. u Zacarias (Lc 1. Deus "enviará os sous anjos.49.5-7. Em Mateus 16.10). Mandará o Filho do homem os «eus anjos. paz nu lerra entre os homens. da mesma maneira que faziam 110 A l O louvor a Deus era uma de suas atividndes primárias ÍAp 5. Da mesma maneira. mas no tempo e na maneira de Deus (cf. Duranle a tentação. o anjo Gubrinl fez o anúncio para Zacarias e Maria (Lc 1. no final do seu registra sobre este assunto. e os ceifeiros são os anjos. louvando a Deus.26). Jesus disse aos discípulos: “ A ceifa é o Rm do mundo. cf. o nascimento de Jesus é anunciado por uma “mul­ tidão dos OxfircilOS celestiais. Em adição." (Lc 2. e os lançarão na fornalha de fogo. A promessa divina du Salmo 01 foi assim i. Vários outros aspecto? do história do nascimento de Jesus são (lignr)S de nola. Cristo recusou*se a a c e l t a T a sugestão demoníaca o é interessante que Marcos deslacou 0 ministério dos anjos em sou r«lato ria tentação (Mt: 1.21. Primeiro. com grande clamor de Irombela os quais ajunlarão os seus escolhidos desde os quatro ventos. Ap 3. O testemunho do Cristo ora importantn.27. Mateus destacou o papel dos anjos no dia do Senhor.5). é dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas..11-20) e aos pastores (L.9: cf.13). Semelhantemente. Em Lucus. Mas quem me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus” (Lr 12.13). por outro lado. Lo 4 9-!2). e chegaram os anjos o o serviram” (Mt 4 J 11. Os anjos são aitados várias vezes em conexão com a vida cristã.19. Lucas destacou também a participação de Gabriel na escolha do nome de Jesus (2. 1. Os anjos e a tentação de Jesus. Lucas desiatou lambém a alegria trazida pelo arrependimento sincero: "Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Dous por nm pecador que se arrepende” (Lc 15. os anjos são vistos como agenles de Deus. Os anjos são mencionados na intri­ gante passagem sobre o homem rico e Lázaro.12 foi citado polo diabo. O elemento cio louvor certamente mareou presença no NT. No finai dos lempos. Os anjos e o dia do Senhor.13.20.32. os quais terão um papel significativo no processo judidal: "Póis o Filho do homem víró na glória d»* seu Pai. e eles colherão do seu reino tudo o quo cnusB pecado e todos os que cometem iniquidade" (Mt 13.12). de uma à outra extremidade dos céus" (Ml 24. rom seus anjos.33. . quando vier na sua glória o na do Pai e dos santos anjos’' (Lc 9. Mateus de* larou: “Enláo o diabo o deixou.9-12). Mt 10. lambém no Ml’ os anjos participam do louvor e da adoração ao Senhor.14) Assim. para tentar Jesus e fazê-lo colocar a fidelidade de Deus á prova (Ml 4.11..43). ao aparecer a Jose ÍMl 1. na Ihróbohi dn Rude.31).AN] OS Os anjos e os nascimentos de João e de Jesus .39).c 2. onde haverá pranlo e ranger de dentes" fMt 13. com relação ã nossa situação final na presença de Deus e dos anjos: “Digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus. Os anjos e o tema do testemunho. O lesteniuulio cristão tem um significado solene. por exemplo. os anjos participam no julgamento final: "Vi­ rão os anjos e separarão os maus dentre os juslos. dele se envergonhará o Filho do homem.50).11.20-38). Na Parábola do loio.8. “morreu lambem o rico e foi 57 .

será o elo de ligação entre o céu o a terro. Is 14.39). com uma mensagem de conforto e a certeza do livramento í A t 2 7 . "O anjo do Senhor” abriu os portas das prisões para os apóstolos em várias ocasiões (Al 5 . logo depois da ressurreição de Jesus Cristo (Mt 28. Os anjos em outras referências nos evangelhos. Lc 24. 14.11). Mateus escreveu que um 'anjo do Senhor" rolou a pndra que fechava o túmulo. João registrou o comentário de Jesus para Nntanael: "Vereis o céu aberto e os anjos de Dous subindo e descendo sobre o Filho do homem" (Jo 1. Mateus chamou a atenção para o papel dos anjos guardiões. "o anjo do Senhor" trouxe juízo contra um inimigo do povo de Deus (o rei Horodes) como no AT: “No mesmo instante o anjo do Senhor feriu-o. At 12. cf.23: Io 20. na passagem sobre ns bodes e as ovelhas: “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Aportai-vos de mim. embora os saduceus radoualislas negassem a existência deles (Al 2 3 . Lc 20. ” o anjo do Senhor” encorajou Paido no meio de uma tempestade uo mar.4-7). 7 . que protegem o povo do Deus (Mt 18. u idéia é que Cristo. 1 9 . Os anjos nas cartas de Pauto. Ele também registrou as instruções do anjo para as mulheres fMl 28.12. Finalmente. Incluiu também o ensino de Jesus sobre o casamento no estado futuro: “Na ressurreição nem casam nem sáo dados em casamento: serão como os anjos de Deus no céu" (Mt 22.3 l. De acordo com o evangelho de João.8] Ele reconhecia com gratidão u bondade iniciai dos gálatas. Mttría MadaJena encontrou "dois anjos vestidos de branco" e depois o próprio Cristo ressurreoto (lo 20. pois "me recebestes 58 . Em seu evangelho.2. Ez 28. embora reconhecesse que a luta do cristão era contra “principados e potestades" (Ef 6.5-7. onde os anjos faziam algo similar. para resistirmos a tais ataques enganadores. e. 2 Pe 2.2. 8 ) . 2 3 . Estava convencido de que nem os anjos e nem quaJquer outro poder criado separariam os verdadeiros cristãos do amor de Deus em Cristo (Rm 8.22). e citou sua impressionante aparência e a reaçáo aterro­ rizada dos guardas [Mt 28.30.7.30). 2 3 ) . Os anjos no livro de Atos. At 1. 91. Lucas fez muitas referências aos anjos em Aios.51). Mais tarde. Paulo mencionou os anjos caldos. O destino eterno dos dois foi muito diferente e mostrou uni forte contraste com o contexto de suas vidas na Torrai Anjos apareceram no túmulo vazio. A partir desta passagem. Paulo diz que "ainda que nós mesmas ou um anjo do céu vos anuncie oubo evangelho além do que jã vos anunciamos. e lembrou aos crentes pecaminosos de Corinto que “os santos'’ julgariam os anjos (1 Co 6. SI 34. cf.2. Também admitiu que "o próprio Satanás se transforma em anjo de luz" (2 Co 11.4: Jd 6).11). Esse comentário afirma ser necessário estarmos em constante vigilância. há o sombrio repúdio dos que estarão ao lado esquerdo do Rei.3). Jo l2 . comido de bichos.19).10. Na verdade. Lc 24.38.11. ao escrever aos gaiatas. cf. Paulo tinha menos a dizer sobre anjos do que se poderia esperar.11-18. 2 4 ) .10. For o u t r o lado. cf. expirou" (Al 1 2 . Deus guiava seu povo o usava seus anjos. porque náo dou glória a Deus. Essa passagem lembra o sonho que Tacó teve em Betei (Gn 28.12-17. preparado para o diabo e seus anjos" (Mt 25. Aqui. fica claro que alguns dos anjos pecaram e uniram-se ao maligno e conseqúentemente também receberão o castigo eterno (cl.12-19. como o Filho de Dous.3). Embo­ ra os anjos tenham desempenhado um papel importante no tocante a colocação da lei divina em atividade (Gl 3.12).5. 2.ANJOS sepultado" (Lc 16. Mc 16.10-17). certamente não deveriam ser adorados Cl 2 18). 1 2 . cf. para o fogo eterno.41).5-7.1 f). seja anátema" |CI 1.14). malditos.36).

e os seus anjos foram lançados com ele” (Ap 12.3-12). que participam dos seus propósitos.4. Referencias sombrias à condenação dos anjos caídos em 2 Pedro e Judas são feitos nos passagens que apontam solenemente os erros dos falsos mestres e sua absoluta destruição (2 Pe 2.iviLhoso que desperta a curiosidade dos anjos (1 Pe 1.. 14. terceiro.a . Em 2 Pedro 2.2. 2 Pedro e Judas. ouvia dos para servir a fuvm dos que hão <le herdar a salvação” (Hb 1 14). "E houve guerra no céu: Miguel o os seus anjos batalhavam contra o dragão.3-#.11. Os anjos parlicipam da adoração a Deus p cumprem a > »u a vontade na Terra. Os anjos em 1 Pedro.1). 7.53). Paulo declarou solonemonfe q u e os oponentes do cristianismo. os quais oram os mensageiros de Deus para o seu povo.1. os anjos aqui.22. existem também muitas citações aos anjos como seres sobrenaturais.2).2. os anjos verdadeiros adoram a Deus e reimem-ae no louvoraCrisfo ao redor do trono divino (Ap 5. o diabo "foi precipitado na ferra. 59 . Anjos inumeráveis lazem parte da Jerusalém celestial e isso é mencionado como um incentivo a mais. Na segunda.2. Em Apocalipse..1. ‘\lguns.7). as cartas são endereçadas "ao anjo" das seté igrejas (Ap 2. Eles foram criados o não devem ser adorados ou louvados.1.21 J.14). como em outros lugares na Bíblia. se rebelaram contra o Senhor 0 aliaram-se a Satanás. Nesta batalha.7.5-14). Os anjos no livro de Hebreus.12).ANJOS como a um anjo de Deus" (Cl 4. ft. Na primeira. ds quais perseguiam os crentes. mas também diante "dos anjos eleifos" í lTm 5. paru que os destinatários não recaíssem no Judaísmo (Hb 12. Deus ainda estava no controlo de sua criação. 13. lambém é encontrado em Apocalipse (Ap 1. serium punidos. Sumário A Bíhlia tem muilo a dizer sobre os anjos. A ascensão de Cristo ao Céu.22-24. tanto de juízo como de salvação São agentes e mensageiros do Senhor. uma séria adverlém ia é feita ao jovem líder cristão. em contraste com Satanás e < x s outros anjos caídos. São cuidadosarneute definidos no primeiro capitulo como "espíritos ministradores.»i)’ .1 f> : 12. Ds anjos são citados muitas vezes na carta aos 1Iebreus (Hh 2. "quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder. trabalhando ern favor dos seus filhos e protegendo-os.11. significou que anjos. Jd (J). são servos sobrenaturais do Deus.8).7. entretanto. em chama de logo.17.15.1. 20. 10. 19.2). 22. 16.t. Por outro lado. os anjos são men­ cionados num antigo hino muito bonito 11 Tm 3. a .0-10. sugando. o lado divino saiu vitorioso. São introduzidos numa passagem que adverte os discípulos a atentar para a grande salvação oferecida em Cristo (Hb 2.9): qitarla. numa época de crise iminente. Ao escrever aos lessalonicenses. Estes serão tulgados junto com o diabo. observado em Zacarias. O plano divino da salvação o tão mur.14). Duas passagens eui 1 Timóteo devem ser observadas. autoridades e potestades foram colocados em submissão a Ele (1 Pe 3. a referência é leita aos pastores das igrejas. por todo o livro (Ap 5. onfre outras coisas. cf. um forto contruste é foilo entre os anjos bons e ds maus. Mt 26. mas são considerados inferiores a Cristo (Hb 1. E o dragão e os seus anjos halalfiavam” (Ap 12. o pupnl do anjo interlocutor.22). Os anjos no ttvro de Apocalipse.11." (2 Ts 1.18: 3.12). não só na presença de Deus e de Cristo. é observada umu divisão entre os anjos bons e os maus. Pulo contrário. são descritos como executores do juízo de Deus sobre a Terra (Ap 9. A limilação do espaço nos restringe a quatro observações: prim em í.7-9.11. Em cada um dos casos.8.1.12.1 B).

20: Nm 26. o merarila.2 . 1.24I. A N T O T IA S . ANTIPAS. a poutO de justificar Luua aliança «t atrair reis de terras Ião dis­ tantes.46). veio da mesma região que fora o lar de Abrão. Um de seus descendentes. Anrão estava entre os que se casaram com as mulheres es­ trangeiras. Uni dos quatro reis da Mesoporãmia que invadiram a Palestina d o tem po de Abraão (veja também Áríoque. a influência de Abrão na "Terra Prometida” cresceu caria vez mais. Num ataque sntil e inteli­ gente.g. A aliauça daqueles reis. Arão e M oisés (Êx 6. 18: Nm 26. na província da Asia. P. sob o plano soberano de Deus. Descrito como "testemunha tiel" de Deus em Apocalipse 2. Um dos quatro filhos de Coalíi e neto de Levi (Êx 6. Da tribo de Levi. Esdras e os judeus se arrependnram e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10.C. Líder de clã enIre os coatilas |Nm 3.34). B irsa. 1 . loram derrotados e fugiram.4). A tradição diz que Antipas Foi assado vivo num grande recipiente de bronzo.13). Novamente. AOLIABE (Heb.59: 1 Gr 24. no lempo de Neemias lEd 10. Possivelmente seja o Aias de 1 Crónicas 6. A pós Seeanias con­ fessar a Esdras que muitos bomons de Judá tinham-se casado com mulheres de outras nações. pais dirstâca como a região do vale do riu lordãu era cobiçada. Desse punto um diante.3 . Os quatro reis capturaram uma grande extensão dn terra.34-17). Era filho de Sasaque I I Cr B. bem como sua separarão final e completa fia antiga existência. 12 ). 1. rias quais tomaram todo o es­ pólio. S in a b e e Senwbtír). 2. AOÁ. Levaram cativo.5). Essa genealogia tem um significado es­ pecial porque vai do filho caçula de Jacó até Saul (1 Cr 8.ANRAFEL A N R A F E L . Veja HerO<J<t$ 2 . Adaias. No 13'ano. Filho de Aisamaquo. Etã.18: 23 12. perseguiu Quedorloomcr e alcançou-o bem ao norte. Um dos descendentes de Saul. juntamente com o resto dos cidadãos. sen descendente.2).D. p. ser­ viu como músico no Templo (l Cr 6. "minha torça' ). Qu^durluuuivr e Jhíul\."a tenda do meu pai"). Descendente de Judá. pois é vista em Génesis 14 como a vitória do Senlior e indicava o estabele­ cimento de Abrão em Canuá. Quando ouviu o quo ocontocera.13. Fica claro que o líder da coníedera­ ção invasora ura o rei Quedoiiaomei (Gn 14. da tribo de Dã (Êx 60 . da qual Aurafel fazia parte.4. ANZI (Heb. Eles tinham conquistado várias cidades do vale do Jordão e áreas ao re­ dor do mar Morto e governavam a lona bá doze arms. filho de Bani. era filho de Coz (1 Cr 4. o sobrinho de Abrão (Ló) que morava em Sodoma.20).. destaca lambém o crescimento rápido da influência do Abr|a]ão. ANRÀO. foi um dos sacerdotes que se estabeleceram em Jerusalém depois do exibo babilónico (Ne 11 . Isso fez «om que Abrão entrasse tnn cena. Abrão derrotou a confederação daqueles reis e reiornou com Ló e sua família |Gn 14.19). Sua esposa Joquebede deu-lhe três filh o s: M iriâ. ANUBE. O relata de Génesis 14 é de particular interesse.581: 1 Cr 6 . o Se­ nhor recomendou b o s cristãos que náo renunciassem tt fé. contudo. que in d u ia as cidades de Sodoma e Gomorra. 2. Ao falar à igreja em Pergamo.8).d. mesmo após o martí­ rio de Antipas Essa cidade é descrita como o lugar “onde Satanás habita' Era um centro de adoração ao imperador. Neto de Benjamim e filho de Bela.7. os rfis dessas cidades mbalaram-so e lulanun contra os invasores (veja B om . A vitória dele sobre esses monarcas é de grande signifi­ cado. Descendente de Bani.

PriseUa e Áquila eram o elo entre as duas igrejas (Al 18. em termos de educação formal. apologista e debatedor. isto á. Provavelmente. até o Egito e Asia Menor. Como homem ins­ truído". "faces").24).30. Sua vinda fortulecnu clarameute o testemunho oristão na i idnde. Escreveram unia carta de recomendação para os cris­ tãos i oríntios. presumivelmente pelos discípulos de João Batista. Ele aprendeu a arte da habilidade nos debates em sua Bduoação secular e usava Isso de manei­ ra excelente.34 a 36.2. APOLO.2). Nasceu e foi educado n. onde foi ouvido por Priscila e Áqiiíía. Apoio queria exercer seu ministério do outro lado do mar Egeu.31J. como ourivesaria.6). e combiuava seu conhecimento exauslivo do AT com sua educação secular ua arte da retórica (compare Apoio com outros pregadores. na grandemente valorizada educação grega. Talvez ele tenha. a cidade de Alexandria. nu Egito. marcenaria e mesmo confecção de tecidos. Embo­ ra este ensinasse sobre lesus "diligente­ mente".24-28. Como qualquer discípulo de João que não lomou parte do grupo apostólico. Inicial­ mente. era líder na tribo dp Juda. Paulo enviou saudações a esse cristão romano. inclusive sua morte. Mc 1. sofrido persegui­ ções. Apoio for­ taleceu grandemente u comunidade erislá de Corinto e colaborou na discus&ão com os judeus que haviam trazido uma APAIM (Heb. O fato de que pertencia ao mais elevada quadro social daquela famosa cidade õ indicado nos termos selecioaodos por Lucas em sua bieve mas altamente inturmativa descri­ ção em Atos 18. “Poderoso" era um termo retórico para lógica e persuasão. Era um ensi­ no disponível apenas para a elite. cuju pre­ gação resumia-se em preparar o caminho para lesus.10). os quais. O cuidado pastoral de Pau­ lo p a sua consideração por indivíduos sãn frequente mente destacados em suas cortas. usavam a própria residência Gomo "igreja local" e convidaram Apoio para visitá-los.13). Apoio pregava na sinagoga de Éleso. eram d escrito s nomo “sem leiras e índijutos1 ’ Al 4. A PELES. onde Ls 40. na província da Acaia.APQLO 31.3 e citado). Nessa época. A mensagum do Batista linha so espalhado além das fronteiras da Judéia. cuja capital era Corinto. que fora teclado e "apro­ vado rm Cristo" (Rm 16. qun era ao mesmo tempo receptiva e an­ tagónica ao cristianismo Ele íora "inslrufdo no caminho do Senhor" (d. “demonstrando'1 (outro ter­ mo retórico 1 pelo Antigo Tfcslamenlo que 61 . linha excelentes qualidades cm diferentes tipos de trabalho manual. Era um Importante obreiro da igreja primitiva. a igre­ ja em Èfeso o bui orajou a ir.2). Lucas diz que Apoio era “poderoso" no uso das Escritu­ ras. provavelmente ele precisava entender as implicações teoló­ gicas dos eventos firiais rui vidú dn |esus. Foi indicado pelo Senhor para au­ xiliar Bezalel no artesanato e nos dese­ nhos dos artigos do Tabernáculo. dois grandes ministros da igreja primitiva e implementadores do minis­ tério cristão. nenhuma informação adi­ cional é dada. Obvia­ mente. contudo. recebeu formação de "nível uni­ versitário'* em retórica. de maneira que toda obra no Tabernáculo foi realizada para a glória do Senhor (Éx . Sua chegada a Éleso abriu as portas para os judeus. os dois preencheram as lacunas do conhecimento dele. i ledíndo que o recebessem. e figurou entre o limitado número de judeus que possuí­ am cidadania alexandrina. ressurreiçãoe volta ã Terra para reinar. é aprecontadu como um lormidável judeu cris­ tão. devido aos seus elevados custos. lesus era o Messias prometido (At 18.i “segunda Atenas”. como o apóstolo. Um dos filhos de Naddbe: Apaim foi pai de Isi (3 Cr 2. Pelos padrões do primeiro século.{5. Deus Liie ileu lam­ bém a habilidade de ensinar a outros lais técnicas.

o Lobbv de Apoio foi capaz de convencer a igreja de que seus interesses seriam mais bem atend id os se ele retornasse. duvido à sua edu­ cação. O tex­ to de 1 Coríntios 16. porque apena* Deus podo criar uma congregarão e faztíla crescer 11 Co 3.3. viam a si mesmos como pertencente» a Apoio. Paul o não demonstrou qualquer ressentimenti ■ contra Apoio. mas continuaram empe­ nhados em prol do Liem da igreja.10).12) indica que o apóstolo respon­ dia a uma questão que iora aprese atada na carta q u e recebeu dos coríntios (1 Co 7.6. cf 1. quando as coríntios o convidaram para trabalhar ali. as finanças necessárias.12 indica que Apoio recusou o convite para retornar a Corinto.1. lím Tito 3. Paulo pediu a Tito que providenciasse tudo do que precisassem para a jornada. Os coríntios demons­ travam muita preocupação sobre quem eram Paulo e Apoio. cooperando conjuntamuute pura o crescim ento da igreja.2») Apoio permaneceu algum tempo em Corinto e engajou-se uuina obra promis­ sora. 62 . Dado o amor que tinham pela oratõria secular. Tánto Paulo como Apoio eram de tal estatura espiritual. ua l ula pela reputação de suas escolas e por mai­ or influência nas assembleias políticas (l Co 3. trabalhando como orador e advo­ gado: entretanto. lalvoz nao intencionalmente. Ciúmes 0 rivali­ dades entre professores era exatumente o que mestres e discípulos seculares fazi­ am. escolheu usar seus fa­ lemos e privilégios em favor do reino de Deus e. quando respon­ deu às carias dos coríntios Ele apenas se recusou a envolver-se nos métodos secu­ lares do pensamento dos crentes daque­ la igreja. Ele poderia assegurar para sí mes­ mo uma vida npulenia. revela as funções distintas de cada um. usando as Escri­ turai parn “cuidar do assunto" (At 18. ao fazer isso.1). ao chamar tal atitude de “imatura" e "mundana". com seu espirito competi ti vo. nem o estilo eloquente. A P O LIO M .13. que nenhum dos dois reagiu ao jogo de poder dos coríntios. "doulor da lei“ (talvez melhor entendido como "assistente legal") em Creta. o apóstolo condena a competição entre o lobbv dele e 0 de Apoio.14). Apoio — tutu educação u qualificava para trabalhar confio advo­ gado — eslava envolvido com Zenas. I a 4: seria niencionadu como cabeça. Isso Indica que Apoio ainda estava engajado no ministé­ rio cristão em tempo integral e. em termos. necessitava de sustento 11 Co 0.11).5. embora este tivesse exercido um ministério eficiente □a cidade por L8 meses IAt 18.AP0 L7 0 M acusaçãu criminal i ontra Paulo diante do governador Gálio. Seu nome seria usado comparativamente nos tris­ tes problemas em 1 Coríntios caps. desLacando que um plantava e outro re­ gava. Esse julgamento havia colocado os cristãos debaixo de um guar­ da-chuva judaico e parece que Apoia cumpriu a ordem do governador. Veja . Paulo. Nos dias que se seguiram.61. Em 1 Coríntios 4. pois sua presença física era fraca.15). quando loi acusado de que não pos­ suía nem a presença carismaLica de Apoio. con tribu iu graudemerite para o testemunho cristão o a dofesa da fé. ele refutou as acu­ sações dos judeus e provou pelo crivo das Escrituras Sagradas que a afirmação dos cristãos de Jesus ser o Messias era verda­ deira (Al 18. pois julgou que não seria "boa ocasião". Num debate público. embora considerasse que em outra opor­ tunidade aceitaria. pois sua apreseutação carecia das qualidades considera­ das aceitáveis piara uma audiência bemeducuda e so fisticad a com o a dos coríntios (2 Co 10. por esse motivo. h .w. quando começaram a sur­ gir divisões apos o retorno dele a Éfeso. a opinião d» alguns sobre o ministério de Paulo foi expressa em linguagem retóri­ co. O uso dos lermos "acerca do irmão Apoio” 11 Co 10. I I ). Os que se converteram por meio des­ se ministério. em detrimento de Paulo. isto é.\hadom . seculares. ao contrário.

9.17).28) e a agonia no Getsômani [Mc L4.16. ”0 gémeo" lio I I. Tiago e João. Quarto. 63 . e os mandasse a pregar" e a fim de participarem do ministério de Jesus (Mc 3. No NT esse termoé usado para identificar os primeiros lideres do movimento que se íormou em torno de Jesus de Nazaré. Jo 6 . 7 1 . 2 2 . 7 . Os quatro evangelistas mencionam que havia doze lideres (Ml 1 0 . 6 7 .32). Os nomes dos apóstolos «ãu relacionai los quatro vezes. o Senhor lembra aos discípulos qual (t a Comissão deles: 'Assim como o Pai me enviou. Mc 16. L c b 1 3 . 5 . André. a Transfigura­ ção (Mc 0 2.14. a fim de compartilhar o Evangelho com outros. Tomé era ih amado Didimo. 1 .21).1. onde Mallas foi numeado como substituto de judafc Iscariotes (Al 1. a fim de. como na ocasião em que os discípulos perguntaram a lesus sobre quan­ do o Templo seria destruído (Mc 13. 1 4 . 2 .24). Quinto. 1 . A escolha destes ullimos tinha um propósito duplo. b oi Mateus 10. este termo lornnu-se mais amplo e abrangeu também outros cristãos que cumpriram tarefas de destaque na área de evangelização e missões. 1 0 : 0 .40-45: Mc 4. 1 7 : Mc 4 . 1.16-20. 8.57-62) e desse grande grupn Ele selecionou os setenta (Lr.17) Terceiro.40. André era tam­ bém incluído. Essa comissão é citada repelidas vezes (Mt 28. At I 3).25. Lt. mesmo após seu retorno ao Pai (Jo 14 1»). eu vos envio" (Jo 20. que significa. Mal eus ou Levi possivelmeute tinha bom nível do instrução um cobrador de impostos e considerado colaboracionista tios autoridades romanas que dominavam a Palestina naquela ppoca. fo­ ram t hamados Boanerges. Tiago e João.15. dois discípulos. 0 . 2 0 . Pedro.511. 2 4 ) . Foram escolliidos "para que estivessem com ele. 15.4) Segundo. como a ressurreição da filha de lairo (Mc 5. A escolha dos Doze Os primeiros apóstolos loram escolhidos diretamente por Jesus (Mc 3 . Tiago o João formavam um circulo de amizade mais próximo e estavam presentes com Cristo em várias ocasiões memoráveis.10: 20.40-49.26: 14 31: 16. 7 0 . As vezes. hem como os doze (Lc 9.1-6). Ele enviaria o Espírito Santo. provavelmente reforindose ao ‘‘temperamento esquentado” deles |M c: 3. Lc 24.8: 22.28: Jo 20. em busca da díreijão divina (Lc 6.26. após a ressurreição de Cristo.16-19. 10.2-4.12-261 Um estudo dessas listas e dos nomes apostólicos no evangelho de (oão revela talos interessantes.1 6 1 e indicados depois de uma noite de oração.15).1-20. alguns manuscritos trazem "setenta e dois*’ nos w. Desses. 1 1 1 : 2 0 . qualro dos apóstolos eram pescadores — Pedro. 9. Lucas 6. Lr. possivelmente era um revolucionário político Eles formavam um grupo heterogéneo e somente u lealdade comum a Jesus os mantinha juntos.APÓSTOLOS APÓSTOLOS O vocábulo “apóstolo" ído grego apostolou quo significa "mensageiro” ou M euviarlo"’ Jó o nome dado u alguém enviado pára uma missão por outrem.26. A relação única dos doze com Jesus Havia mui las pessoas que desejavam seguir a Jesus (Mt 8 18-22. 12. cf. Essa serie uma tareia cheia de desafios e que exigiria muito dehís: mas o Senhor prometeu estar com eles e ajudá-los.12). Com o tempo. Primeiro. Eles entáo seriam capazes de sair pelo mundo. embora frequentemente falhassem muito (Mt 8.24-28).. “filhos dn trovão”. 9 .37: Lc 8. Eles o conhe­ ciam e amavam e queriam ser seus seguidores. Marcos 3. 3 .14-I6 e Atos I 13. No livro de )oão. 3 5 . 1 5 : !•> 1 5 . provavel­ mente Judas íscariotes era o único judeu (nãogalileu) e Simão chamado “o 29loto” ou **0 cananeu”. Lr. ensiná-los e capadto-los para o testemunho cristão (Jo 14.27J.

Assim. sobre a ideutidade do traidor (Jo 13. Jesus também insistiu para que o povo se a r r e p e n d e s s e . A tradição crista geralmente assume quu st.30. Lr 3.1618.28-30) As alegrias da vida no reino de Deus seriam mnis do que compensadoras por todos os sofrimentos e provações q u e passassem por sua causa |M l 19.APÓSTOLOS Devido ao grau de aproximação com Jesus.29. A dedicação dos doze Alguns dos apóstolos de Jesus eram provenientes de uma associação prévia com João Batista (Jo 1. esteve presente com Pedro na (jena do tumulo vazio e na pesca milagrosa no mar deTlberíades Ilo 21. Era totalmente natural que tal questão fosse levanlada quando o custo do compromisso parecia tão elevado. era uma ligura bem conhecida uos círculos de amiza­ de de João e gozava da total confiança de Jesus Dois outros discípulos devern seT mencionados. a fim de crer nas boas novas de salvação (Mc 1. Estavam conscientes da uuponòneia do arrependimento e tinham dado os primeiros passos para reafirmar o relacionamento com o Senhor fMl 3. Mc 0. Ml 4.28: Lc 18. Mt 3. cf.27-29. "Nós deixamos ludo.25-27).16). Aparente menta. Lc 9. At U 6 -1 0 ). Mi 10.20). o chamado ao d i s c i p u l a d o envolveria o abandono da cena da vida familiar. voltasse as costas para Os pecados do passado e abrisse seus corações. Por isso prepararam-se a fim de receber a Jesus como o Libertador de Israel. citado apenas uo evangelho do loõo e nunca identifi­ cado pelo nome. o escritor deste livro notou que esse discípulo estava próximo a lesus e loi quem Un. haverá paia nós'. então. 18-20. PaTa os doze.1. a fim de exercer um ministério itinerante com Jesus.1-3.23-25). e le seguimosl O que. cf.2J. Haviam participado de um movimento nacional da volta para Deus.18-20). 13-16. Tomé disse estoicamenle aos demais discípulos: "Vamos nós lambém para morrer com ele" (Jo 11. balava do próprio aulor do quarto evangelho.7. há miulo prometido. perguntou.5. ftissou a ser visto como traidor de sangue inocente" e confessou seu pecado antes de se matar [Mt 27. "deixando as redes. embora haja discussão quanlo a isso. cujo ato de traição contra Jesus resultou em ser colocado sempre como ídtimo nome uas listas. Posteriormente. Mc 1. Em outra ocasião. Ml 3. O dis­ cípulo uniuilo lambém ystava presente durante a crucificação» quando foi-lhe dada a responsabilidade de cuidar da mãe de Cristo (. durante a última Ceia. Pedro é sempre mencionado nm primeiro lugar e Judas Iscariotes em ultima. Jo I*.15: cf. por porte do povo da aliança (cf.l>8. o seguiram" (Mc 1. onde se sentariam em tronos e julgari­ am as doze tribos de Israel (Lc 22. 64 . Lc 18-20. algum reconhecimento favorável deve ser dado ao "discípulo amado1 *. Pedro e André íoram convocados por Cristo para se tornarem pesca­ dores de homens.Jo 10.28.5). pelo seu grau de amizade com Jesus. Mc 10. De qualquer maneira. O chamado para o disclpulado implicava exigências radicais e en­ volveu um compromisso total Numa ocasião Pedro lembrou a Jesus os sacrifícios que ele e os outros discípulos fizeram. O próprio Jesus reconhecera a lealdade deles em meio a tempos difíceis e prometeu-lhes grandes bênçãos em seu reino.30).20.3-10.27.35-42). No outro exliemo da escala eslá a trágica figura de Tudas. Evidentemente Pedro era o lider do grupo e claramente serviu como porta-voz deles em várias situações (Ml 1f> .''" (Mt 19.28).7-14). e eles imediatamente.ti9j. Em todas as listas com os nomes dos apóstolos.

o a inscrição informava isso a todos "em aramaico.31.samente testemunharam sobre a veraddade da ressurreição de Cristo. Seus milagres. Assim. a maior ênfase possível era colocada nos fun­ damentos históricas dn vida e obra do Jesus. dedicou grande parle de seu lempo e atenção ao treinamento dos discípulos. morte e ressurreição não eTum fábulas.24.19.21. Era dn conhecimento público no primeiro «óculo. 10. explicava tudo clara­ mente aos discípulos (Mt 13. o testemunho apostólico realçava u importância da cruz e da ressurreição. da necessidade de sua morte. O testemunho deles. destacou a importánda dos apóstolos como "testemunhas oculares".2-2.25.15.6. Mc -4. e isso é repetidamente desJaGSldo na pregação deles lAt 2. Assim.16). Enquanto a execução foi atestada por muitas pessoas. que era lambam o Senhor (Jo 13. De lato. Ele ge­ ralmente ensinava por melo de parábolas.:<2. em particular. A fé cristã foi ussim apresentada de maneira tal que hourou o princípio das múltiplas testemunhas.9-15].38. era preciso que a pessoa tivesse teslemunliado todo o ministério publico de Jesus. Os apóstolos declaravam solenemente que podiam testemunhar com certeza que Jesus estava vivo (At 3.24.21. 3.15. o título de "Mestre" foi usado com referência u Cristo mais frequentemente do que qualquer outro Ululo nos evangelhos (Mt 8. associado ao ensino das Escrituras (At 2. 10. A autoridade dos apóstolos O falo de que os apóstolos foram as testemunhas oculares de Jesus deu à mensagem deles uma autoridade exclusiva. Dt 17.2. Em público. 10. Esse mesmo testemunho foi for­ temente firmado nas palavras iniciais de 1 João 11. Jo 5.19. Vários aspectos estáó relacionados nessa declaração.32: Lc 7.33. ora Jerusalém.10: 5.2).1-13. Intim o grego" (|o 19.31). certamente Ele dirigiu a maior parte de sua instrução para os que estavam mais próximos.10. Mc 4 . Lucas. que Jesus de Nazaré fora morto por meio de crucificação.13).30.1.APOSTOLOS O treinamento dos doze O Senhor sabia quo suu missão seriu depositada nus mãos dos que a terminariam.32-39). 17. Por essa razão. o propósito do testemimho ocular dos apóstolos foi enfatizado. 13. cf.20).11.30-32. bem como "ministros da palavra” (Lr 1. na introdução do seu evan­ gelho. M .17-26. os após­ tolos corajo. os quais os após­ tolos podiam confirmar como testemunhas oculares.10-20. Hb 10. e Pedro as relacionou resumi­ damente em seu discurso em Atos 1.31: 9. Foram excelenlemenle ensinados por Tesus. Foram escolhidos pelo Pai e pelo Filho como os 65 .1-4) Segundo. 2 Go 23. M c 8. a qual exigia qtie toda verdade fosse esta bei ed da p e l o testemunho de duas ou três testemu­ nhas — um princípio que é ensinado repeUdameute na Bíblia (Nm 35. da certeza de suu ressurreição e de sen retorno final em poder e grande glória (Ml 16.30). servia para confirmar a mensagem cristã.62: Lc 9. especialmente dos doze.34. 12.40.a respeito da natureza de sua vida e seu trabalho.25-32. Esse critério estava em harmonia com u bem conhecida lei judaica da evidência.12-22. 20. ensinamentos.26. A qualificação dos doze Havia qualificações bem definidas para o apostolado.36.16. dopois que Riu deixasse a Terra. mas fatos solidamente comprovados.39-42.3 8 :1214.l 18. Lc 8. Primeiro. 1 Tm 5.25-3QJ. 13. para ser apóstolo. para os quais confiou o futuro de sua Igreja. Jeaus falou-llieí. Jo 3. 4. mas.34: 14. desde seu batismo até a ressurreição. c > Mestre dos mestres.28). 19. 13.

onde eles encontraram Apoio. ÁQÚILA (Gr. cuja conversão e narrada três vezes no livro de Aios (At 9 . a Igreja certamente foi edificada 1sobre o fundamento dos apóstolos. como eram da mesma profissão. Além tio mais. próximo ao mar Negro) ou em Roma.1. 2 0 . “águia”j. foi comissionado divinamente (Al 9 . pois R f u J o .19. Pa ido afirmou o papel dos doze (1 Co 15. 1 4 . o papel de Paulo foi desem­ penhado pur indicação divina.2$). 2 Co 1. quo incluía Tiago. Cl 1.13.9. quando suas credenciais loram questionadas (1 Co 9. Ap 2. no Pouto (ura an­ tigo distrito da Ásia Menor. mas provavelmente isso acou* teceu em stia lerra natal.. Sumário Em resumo.I a . Al 1. Andrâuieo 0 Júnia (Rm 16. os apóstolos tiveram a responsabilidade primária da proclamação do Evangelho e do cumprimeutu da Grandu Comissão. 3 . 2 2 . foi mu evento de grande significado na liisiória do cristianismo.1 9 : 2 2 . Em várias ocasiões.7) e os 'apostolas da igreja” (2 Co 8.10].2). Aquila começou a trabalhar em Corinto. e sereis minhas testemunhas.19). 1 5 . Silas e Timóteo (1 Ts 2. O papel do apóstolo Paulo A mais excelente figura uo eumprimeuto da missão apostólica foi a do apóstolo Pa ti­ lo. Paulo finha convicções muilo lortes quanto ao seu apostolado (1 Co 1. Cl 1 17)..1 B ) . 1 0 . 9 . assim como os doze.AQ01LA oomunicadores ilu mensagem urisLâ |Lc 0. paia incluir Paulo e Bamafré. tanto em Jerusalém como em Ioda a ludéia c Samaria.C.13. insistiu om afirmar que era apóstolo. veja os verbetes dos nomes individuais. fPara mais detalhes. 1 5 . ao descer sobre vós o Espírilo Sanlo. ÁqOilae sua esposa JYiscila foram juntos (Al 18. Assim.1 8 ) .6. instigados por um lal "Cresto" (umu possível referência a Cristo).t .2). 1 4 ) .a . ele e sun esposa Priscila deixaram Roma e fo­ ram para Corinto (At 18.7.1. Esle era instruído nas Escrituras.18. trabalharam e per­ maneceram juntos Quando chegou o tempo do apóstolo viajar para a Síria. Aos olhos de Lucas.12. 1 5 : 2 6 . por causa dos constantes tumultos que causavam. Náo se sabe quando se converleu ao crislianismo.41). irmão de Jesus (Cl 1. Fabricante de lendas. O apóstolo Paulo foi um excepcional líder na larela de levar o Evangelho ao mundo daquela época. Os apóstolos claramente tinham nm lugar especial na missão de Deus.2).1: 15. e até os confins da terra" (Al 1. que participaram juntamente com eles no labor evangelistico o missionário.191. Um judeu crisláo. e o Crislo ressurreclo disse a eles: “Mas recebereis poder.10. 15.20] ESI es foram seguidos por oulros.1). como Estêvão e Filipe. Foram as testemunhas oculares e os ministros da Palavra. Foram (orça­ dos a abandonar sua casa na capital roma­ na. Embora houvesse “falsasapóstolos” na Igreja primitiva 12 Co 11. mas também reconhecia os "apóstolos" num sentido mais amplo. Jo 13. foram divinamente apontados como “ministros do Palavra" (Lc 1. Ele viu o Senhoi ressuscitado o foi chamado para a obra pelo próprio Cristo.2: Gl 1. dois dos principais missionários entre os gentios (At 1 4 4 .8).1.2: 10. Em 49 d. 1 . Paulo encontrouse com ele naquela cidade.15 a 2. Paulo separou-se do casal em Éfeso.ifl.” (Ef 2.18. 1. Lucas ampliou seu uso do termo “apóstolo". quando o imperador Cláudio ondenou a expulsão de todos os judeus da região.7]. mas 66 .

era sogro de Tobias.1-12). enquanto Tugia do rei Saul. no deserio.C. ARA IHeb. 1 . quando os filisteus subiram para lutar oorilra Israel Aquis convidou Davi para ir junto. declararam com mais pre­ cisão o caminho de Deus" (At 18. d . no tempo estabelecido pelo Se­ nhor. os quais viviam em Edoni (Cn ‘J6 .10 diz que o número dos que retornaram foi de 652). em dian- AQUIM. Ao escapar de Saul e ser considerado maluco por Áquis. tais como Uz Géter e Mas.18. na época de Davi.23. 1 . m .10. 3. Era um dos Ires filhos de Jeter. ARÁ. loram identificados com os sírins. Aquirn aparece como pai de Eliúde e fdho de Sadoque (Ml 1.Ne 6. o iilbo do lessê fugiu para Áquis com 600 homens c suas respectivas Famílias O rei filisteu deu-lho a cidade de Zidague. par duas vezes buscou refúgio junto a Áquis em Cale. o inimigo de Neemias. da tribo de Aser Í.141.g .26). Um dos filhos de Ula e descendenle de Aser: figurava entre os homens valentes’' de sua iriho (1 Cr 7. Seu pai era Maoque (1 Sm 27. ondo ftiulo exorta Timóleo a mandar-lhes saudações. Davi es* cundou-se na cavem a de AdiiJão.1. Na genealogia que estabelece a linhagem real de lesus. Eles também linharn uma igreja Teu Liindo-. Um dos filhos de Dlsã e irmão de Uz. 67 . Disâ foi o lider ilo i lã dos boreus. Eles viveram na Mesopotàmia eno Nordeste de Israel.4|.19). Ele tinha convicção de que seria o Senhor quem o colocaria finalmente nó trone de Israel e jamais chegaria ao po­ der pur meio da ãjuda dos inimigos de Deus. “jumento selvagem"!.2: 29.Ara rotoroarnm do exílio com Noamins (Ne 7.se em sua casa (1 Co 16. Muitos em |uda estavam Ligados a Tobias por ju­ ramento e por isso o informavam de lo­ dos os m ovim entos de Neemias l.5 registra que 775 dos des­ cendentes de . Esse ataque combinado de vários reis filisteus culminou com a morte de Saul e.15. listadú entre os fundadores das nações Seus descendentes.3. p . Secanias. Inanirj considerava Aquila « Priscila amigos leais e colaboradores em Cristo O casal arriscou a própria vida por ele e fúl do grande valia para as igrejas entre os gen­ tios (Rm tfi. Um dos filhos da Berias. ou. Rei de Gale. O relacionamento do Israel com os arameus. durante o reinado de Saiomâo. para estabelecer-se.30. se 1 Reis 2. Filho de Sem iCin 10.38). Davi então retomou ao seu acampamento.1 í))A ultima vez em que são meuduuudos é em 2 Tlinóteo 4. Enquanto Davi receb ia ajuda de Aquis. nunca fez algo que ameaçasse seu povo. dois escravos de Simei Iuginim e rBlugmram--. foram identificados como fundadores das tribos oramaicas que ori­ ginalmente bahilaram em Canaã. Poste­ riormente. Davi dava a entendei’ a Aquis que tazia incursões e guerrilhas om Israel.1 Cr 7. quando na verdade atacava as cidades da F ilístia.42). Na se­ gunda ocasião II Sm 27. ele fingiu ser louco. Davi. 1 Cr 1. G filho de Ará.40). Na segunda passagem.10-15). AR ADE.16). D a v i tomou-se rei. pois temi­ am que o filho de jessé se voltasse contra pies (I Siu 28. do décimo século a.c.ARA conhecia apenas o butismo 11e Juão. Esdras 2.r. apa­ rece na genealogia quo vai de Benjamim ate Saul (1 Cr 8. 2. Na primeira vez (1 Sm 21.1-11). P osteriorm ente.2 8 :1 Cr 1. ARÃ.se com Áquis. Maaca. Aquila e Priscila o convidaram para visitados e "lhe. Fiel a sua determina­ ção de não matar 0 ungido do Senhor (Saul|. uias os outros reis não permitiram.39 reíere-se à mes­ ma pessoa anos mais larde. ARAM. AQUIS (Heb "o rei dá ).2). pois estnva com medo do rei filisteu.17).22.

TJm dos filhos de Semer. ao posso que Miriã jã ora uma jovem cheia de si l Êx 2. 7. portanto.2 U i . foi seu avô ÍCu 22. Mais tarde.) e de alguns privilégios no Sinai (Éx 1 9 . quando o roi Elida assumiu o controle sobre Damasco na última parle do governo do filho de Davi. Arão é um auxiliar de Moisés. Ele foi en­ viado para prover uma voz para as pala­ vras de Moisés lÈx 4 . uma fraca aquiescência ou uma impotência quê o fazia agilar-se interiormente? Durante toda a narrativa do Êxodo. Naor. 2 7 .21).*> evangelhos.1. 2 . entretanto. 1 6 . A principal divindade dos arameus era Baal. eu te or­ deno. o íilho de Jessé lutaria contra o rei Hadadezer. Logo apos a divisão do Keino. História de Arão . Tinha trés anos de idade quando Moisés nasceu. a quul deu-lhe som lilho Absalão em Hebrom — um rclacíonamnuto doméstico cheio de problemas (2 Sm 3. 9 ) Apenas uma vez o nome de Arão recebe a prioridade de irmão mais velho (Nm 3. B. 7 .Ml 27. Primeúo. de personalidade forte.6b|. d seu irmão Moisés. Listado como membro da Iribo de . casou com Eliseba a teve qualro filhos (Êx 6. Ele < j esceu. Arão agiu in­ dependentemente de Moisés e ean ambas as vezes acouteceram desastres despro­ porcionais. 9 : etc. irmão de Abraão. Eleazar e Itamor Seria interessan­ te especular se a açãD presunçosa de Nadabe e Abiú (Lv 10-1) não loi provocada por acharem que o pai tinha uma atitude subserviente demais para com Moisés e desejavam conquistar uma maior liberdade de ação e pensamento na família sacerdotal — e o silêncio de Arão (Lv 10-3) seria uma tristeza muda. mas seu posterior de­ senvolvimento lou a falia delel sugere que sim.Aser (1 Cr 7.34). 1 .3. quando ficou no 68 . Subordinou-se a Moisés em todo o período das pragas (cf. foi marcado por constantes conflitos. 2 Um filho de Quemuel.2 3 . Seus pro­ vérbios e textos mágicos eram muito abundantes.41) e “Eli. 1 8 . Há registros de alguns textos em aramaico n o. A R Ã O . 0 aramaico era a lín­ gua vemacula em Israel nos tempos do NT.6).46). levanta-te" ■ Mc 5.22. O íalo de que o idioma arainaico *íra menos complicado do que o acad ian o ou h eb raico ajudou na popularização de sua cultura. competente e firme como uma torre [Éx 6. Saul luIou contra os reis de Zobá (veja 3 Sm 14. l . Arão era o lipico "irm ão do meio".7) — não é de admirai que tenha crescido com a graça da sub­ missão e com o lado inverso desso virtu­ de: indecisão e fraquezo crónica. Em duas ocasiões.1).Lv 10. mas â influência na lingua­ gem e na cultura. S. 2 4 : 2 4 . Eli. 3. As guenv llias continuaram durante □ reinado dn Salomão. o clamor por sentir-se abandonado ua cruz (que sig n ifica: “Deus meu. Abiú. quando o "Senhor dava vitória a Davi por onde quer que ia" (2 Sm tf. 2 2 : etc.Nadabe. Deus talou diretamente com ele apenas duas vezes (Èx 4 . D i . . 1 Cr 3. 1 . espre­ mido como sanduíche entre sua irmã Miriã. quando reivindicaram a liberdade dos israelitas diante do Faraó. Deus meu. 2 9 . Seria ele a “ovelha negra" da família? Não temos muitos de­ talhes sobro isso.V. Desde cedo.5) e compartilhou com ele as reclamações do povo Icí Èx 1 6 . lemá sabactànl. de Gesur. Èx 7 .471 Davi casou-se com a lilba do rei Talmai. como: "Talila cumi” (qtití significa: ' menina.Arão nasceu durante a opressão de Israel no Egilo. 1 4 .2 ) —participando lambém dos mo­ mentos de oraçáo (Nm 1 6 .20. mas evi­ dentemente antes do edil o genocida de Êxodo 1. principalmen­ te durante o reinado de Joú. por que me de­ samparaste?" .). os aram eus tornaramse uma ameaça cresceute. numa lamília de três filhos.2). ele se en­ contrava entre o bebé que exigia lotai atenção e ainda por cima atraía a admi­ ração dos vizinhos e unia irmã autoconfiante e incisiva.4-8). A grand o importância dos arame us não foi devido às batalhas que travaram contra Israel.ARÃO to.

1 -4. atraiu a ira do Deus e só foi salvo pela intercessão do irmão (Dt 9. A idéiu básica da "expiação" ê aquela de "cobrir". transgres­ sões e iniqiiidades cometidos durante o ano anterior O sumo sacerdote — o que­ rido ê frágil ArãOÍ — era 0 principal ofi­ ciante. seu sacer­ dócio prefigurava o Sumo Sacerdote per­ feito |Hb 2. santo (Sl 106. etc.26).0) que a iniciativa de tudo foi de Miriã — (e a descrição de Zípora como "mulher etíope” indica al­ gumas “alfinetadas1 ’ entre os duas cu­ nhadas como um fatorque deve ser con­ siderado!) — e Arão.161 è ungido f(SI 133.2). pressionado polo povo (Êx 112. Em lodos os sacrifíci­ os.).15.91 e instruía 0 povo a partir dessa verdade revelado (Ml 2. 1.221. de acordo com 0 livro de Levilico. Nesses sacrifícios. No livro do Hebreus.). tomou a iniciativa de lazer um bezerro d" ouro 0 promover sua adoração (Èx 3 2 . na presença do Senhor e sobre o propiciatório e as tábuas que continham a Lei de Deus.) e. o minis­ tério dos sacerdotes arârnicos ora essen­ cial.5 ).20).cf. não simplesmente no seutido de esconder algo das vistas (Mq 7. a uma experiência de acei­ tação diante de Deus (Lv 1. Nos Salm os eLe e <bamado de pastor (SI 77. a qual foi quebrada ÍLv 16. Som dúvida. A Bíblia.4. a cerimónia do “bode emissário” foi ordenada por Deus 69 . Esta era a função deles o ninguém mais a usaria intrometer-se nessa tarefa.1 1). O sacerdócio. para o espargir onde era mais necessário.13. era uma oportunidade de eusino e o povo precisava entender publica­ mente o que o sacerdote tiavla feito na privacidade.6). o principul foco da vida sacerdotal era Utlar com as enfermidades morais do povo e trazê-lo. O método dessa “cobertura" era 0 “alo de carregar os pecados" ou a transfe­ rência do pecado e suas penalidades do culpado e o cumprimento da penalidade (morte) merecida sobre o inocente. por meio da expiação (Lv 1 4 : etc ) e do per­ dão (Lv 4.2 . cancela-o. etc. mas muito mais no sentido de que ura pagamento * cobre" o débito.31. .3. a imposição das mãos do ofertanle sabre a cabeça do animal era um impor­ tante requisito (Lv 1.1 ss).10 resume o sacerdócio rio Anlígo Testamento como um trabalho moral e di dá tico.8.13).19). 4. con­ tudo. Nm 25.1H.2. quando tomou parte numa insensala rebelião familiar contra Moisés (Nm 12. 7 . contudo. 5. vaci­ lante. ocasião em que a misericórdia di­ vina limpava todos os pecados. 3.1-13)? A rão m orreu uo m onte Hor (Nm 20. foi per­ suadido a ficar indignado e assumir uma firme posição uo lugar errado! Não é notório que na final ele novamente dei­ xou-se arraslar pela explosão de Ira de outra pessoa e perdeu O direito de en­ trar em Canaã (Nm 20. fala gentilmente de Arão. o primeiro a carregar o sangue que representava a morte do animal-substituto ao Santíssimo Lugar. Era educativo no senti­ da de que 0 sacerdote era o repositório da revelação divina IDI 31.14).4. O sacerdócio de Arão.17.10:4. Levílico 10. o significado desso ritual é esclarecido nomo a designação de um substilulo e a imposição dos pecados do ofertante so­ bre o mesmo.11-17).12. etc.25. como frequentemente acontece com pessoas basicamente fracas. Tal era a dignidade e a utilidade para a qual Deus levantou esse homem fraco. facilmente mani­ pulado. onde ele e Miriã alegavam que mereciam mais reconhecim ento como instrumentos dn divina revelação. Podese ver claramente (v.4-7. mediante os sacrifícios determinados. Elu atingia sen ápice — e seu exercício mais dramático — no dia da Expiação anual. Portanto. Com isso.Segun­ do.22-29) e foi homenageado com um luto que durou trinta dias. inadequado e excessivamente sub­ misso — com todas as vantagem dessa qualidade e lambém todas os seus pon­ tos negativos. sacerdote tsi 99. escolhido (SI 105.14-16.ARÁO comando durante a viagern de Moisés ao m onle Sin ai (Èx 24. pela vontade do Deus.20). como um todo.

polo ter­ reno e comprar ele mesmo os animais para o sacrifício. na genealogia de luda fl Cr 2 . Ê citado aponas uma vez na Bíblia. contudo.22. em ho­ menagem a ele.221. eseus descendentes loram descri­ tos como gigantes pelos israelitas que es­ piaram Canaã. Pai do d â dos arditas. o jebuseu quis doar o lo­ cal para o rei e estava disposto até mes­ mo a ceder os bois pura o holocausto. naquela época era urna província romana.20. na qual. 1 H-2 ” > . A Bíblia diz que viveu mais 403 anos depois que gerou a Selá e que leve outros tllhos e filhas (Gu L0. assim õ possível 70 . assim. Talvez losse reconhecido como um rei local pelos ro • manos. di­ ante de iodo o povo. Um dos filhos de Gade. listados em Génesis 46.12). 1» ) .M. O governador de Damasco li­ nha a cidade bem guarnecida para pren­ der o apóstolo. I Cr 27. Da­ masco. Arotos era o nome dado a vários reis nabatens. Ao in­ vés de vender. Gileade é mencionado. do qual nasceu o clã dos arelitas (Gn 40.aboça do animal. ARFAX ADE.ARAÚNA (Lv 16. 1 Cr 21). eru seu desejo de servir ao rei e ao Senhor. o rei ordenou um cen­ so em Israel. sogro de Herodes Antipas. pois não queria ofere­ cer aJgo que não lhe tivesse r listado nada Í2 Sm 24 . pelo após­ tolo Paulu.15. que anterior­ mente rhamava-se Quiriate-Arba. Um dos filhos de Sem. insistiu em pagai. II.C em di­ ante. Arão impunha as mãos (v 21). O jehmfeu de quem Davi com­ prou uma eira.24: 1 I . o bode oru dosigDado paru "levar sobre si lodos os pecados”. Um dos de/. p o lexto nos dnt que "go­ vernava sob o rei Aretus”. Davi. é um tanto incerto. era filho de Bela e neto de Benjamim (Nm 26. Esse erd o momento de gloria de Arâo.teorias são apresentadas para explicar essa refe­ rem. 21. Davi por* guntou ao Senhor como tal peste seria controlada o recehtm ordem para cons­ truir uni aliar na eira de Ara tina. dera a superintendência daquela área u Aretas como parte de urna política de autoridade delegada nas máos dos reis vdW. filhos de Beniamim. vassalos. p. Filho de Calebe e de sua espo­ sa Azuba.8. o uovo impe­ rador. que um dlfl o Templo seria construído «xalamente naquele lugar 12 Cr 3. 10.13. onde ele prefigurava Aquele qup seria atingido pela transgressão do seu povo o levaria sobro si n p e c a d o de muitos (Is 53.24).12). ARAÚNA.17-24 p tarubém figura coma filho de Som na gonealogio que vai de Adão a Cristn em Lucas 3. Antepassado de Anaque.21. Aqitele quo “pelo Es­ pirito eterno” ofereceria "a sí mesmo imacu lado a Deus" e tanto seria como fa­ ria “um unico sacrifício pelos pecados”» *!para sempre” (Mb 0.DiG. ARELI. por ter colaborado com pIps. AR DOM. ARBA. Fui 0 primeiro nascimento registrado depois do DiJúvio.14. 2.iu a Aretas como “rei”. Deus enviou uma praga. 10-131. Destacava-se por sua eslatura. confessava todos os pecados (v 21) e "colocava" lados olos solipn n c.36. AR ETAS. ARQOBE. abertamente. Sua re­ sidência era em Hebrom. Km desobediência a lei (cf.32. 15. Tempos mais tarde Calfihn recebeu ucidude de Hpbrom como recom­ pensa por sua coe Honra de que Delis aju­ daria seu povo a destruir os anaquins lis 14.23.111» A R D E . onde esse nome aparece.171 .40). contudo. 1 . É provável que Paulo se referisse a Aretas ÍV.16: Nm 26. Ou­ tros sugerem que Caligula. Como punição por esse pe­ cado. em 2 Coríntios 11. Ele é listado nas genealogias de Numero» 1.A. J. Foi para o Egilo com Jacõ e os de­ mais israelitas. O texto de 2 Reis 15.25. do segundo século a. várias. Dessa maneiru. Arauna nâo Uunginava.

Recebeu ordeai de Nabucodonosor para execular todos os sabins do reino. p . perseguiu Quedorlaomer e alcançou-o bem ao norte. foram derrotados e fugiram. Veja Avgòhtí. ARISTARCO.jda voz mais. JNativo de Tessalónica. ex­ plicou o sonho e. Um dos filhos de Ilamã morIõs tia fortaleza de Susã pelos judeus (El 9. Daniel veio a Nabucodonosor. Se eram homens.5).24.29. indica o estabelecimento de Abraão em CaTiaá e a sua separação final e completa da vida anterior. Fica cloro que a confederação invaso­ ra era liderada por QuedorJaomer (Gn 14. chefe em Casifia. ÍJm dos dez filhos de Harnâ mortos nu forto. assun. Isso fez com que nosso patriarca entrasse em cena. Comandante da guarda real da Babilónia.8).25j. o Senhor usou o inciden­ te para colocar seu servo numa posição de destaque. sobrinho de Abraão. morlos pelos judeus na lorlaleza de Susã (Et h.ARISTARCO que 'Argobe e Arié" Também se refiram a lugares. narrada em Génesis 14. que incluía ARI S A I. na época da rainha Ester (Et 9.aias de IsràeJL Peca mnlou Pttcaíaô e Loraou-se rei em seu lugar. Foi enviado a Ido. O povo foi levado cativo.i região do vale do Jordão "ra cobiçada. Dopais de nrar a Deus. loi agarrado pelos efésios. Nu 13* ano os reis locais se rebelaram o declararam guerra contra os invasores (veja Bera.1.114 15). 16). Esse nome aparece em 2 Reis 15. Num ataque rápido e inteligente. na época de Daniel. quando Arioque o infor­ mou. por serem inca­ pazes de i n t e r p r e t a r seu sonho (Dn 2.significado (v. Abraão derrotou a confederação dos rois e voltou com Ló e lodos os cativos (Gn 14. O jovem hebreu ainda não sa­ bia que o reâ queria a interpretação do souhu. as quais foram totalmente saqueadas. porque mostra a vitória de IJeus.91. O relato de Génesis 14 é particularmente interessan­ te porque destaca como . Quando ouviu o que acontecera. AR IOQUE. A viloria do nosso patriarca sobre os quaLro mo­ narcas. ARI DAI.14-17). 2.4. Ibi um dos mais constantes e fiéis "cooperadores* de Paulo (Fm 24| em suas viagens missionárias. Uma vez mais. sob a direçõo o a soberania de Deus.leza de Susã pelos judeus. entretanto. junto com Gaio.9). Desse ponto em diante. Elr. e destaca também o rápido au­ mento da influência <Je Abria)ão na re­ gião.g . a influência do Abraão na “terra prome­ tida” cresceu c. Birsn. as cidades de Sodoma e Gomorra. então prova­ velmente participaram «la conspiração ilo Pena contra d perverso rei Per. ussim. é Mgnifícotiva. 71 . De lato. onde.25. Um dos lideres convocados por Esdras para jun­ tar-se a ele no retomo da Babilónia para Jerusalém. na Babilónia (vv. Os quatro reis assumiram o controle de uma grande extensão de terra. "leão de Deus").16).chama nossa atenção pala primeira vez em Atos 19. inclusivo Ló. ARIDATA. pediu um prazo para descobrir o seu . A R IE L (ITeb. A R IÉ . Rei de Elasar e luu dos quatro monarcas da Mesopotámia que in­ vadiram a Palestina no lempo de Abraão (veja lambém 77fio/. 1 . < i ponto de atrair uma c o n f e d e r a ç ã o de reis de terras lon­ gínquas. A m u íe l e Q utidorkiomer: Gn 14. Os reis invasores vieram da mesma região que fora o lar de Abraão.9).d . Esses reis já tinham conquistado várias cidadãs do vale do rio lordâo e da região ao redor do mar Morto e domina­ ram a terra por doze anos. (Cr "excelente governa­ dor"). Um dos dei? filhos de Mamã. Sinnbti n Semefofír). foi poupado da morte. a fim de contratar alendentes para o Templo [Ed 8.

o G rande. o Grande. A. em 4 a. Seus descendentes fi­ caram conhecidos como aro ditas (Nm 26. no ano 6 d. t e Irar ca da |udéia.21 J. lodo o ministério cristão deve ser considerado como servi ço oo Senhor.C.g." Pode-se ver claramente que suu fé e seu compromisso eram muito fortes.22).C a 6 d. A realidade dB tirania da Arquelau fica fortemente implícita nos textos bíblicos. Um dos d e s c e n d e n te s de Zorobabel. Devido â sua gran­ de crueldade enquanto governador. ele n Gaio loram apanhados.d. citados em Génesis 46. p. E bem provável que fosse parente de PUemom. que viveu em Roma no primeiro século e chamava-se Aristóbulo. o reino íoi dividido entre três de seus filhos: U erodes F ilip e li.H . Nessa ocasião o apóstolo já eslava preso. trabalhou junto com ele na causa do Evangelho.21. Talvez o próprio Aristarco também fosse prisioneiro» Em Colossènses 4.C.o. onde novamente houve ame­ aça de perseguição. na linhagem do rei Davi (1 Cr 3.17). nas mãos dos gibeoriitas. A R N Ã . Quando José voltava do Egito para Israel. L): Uerodes Antipas. devem tornar-se exemplos para to­ dos os cristãos em todas as gerações. mas os textos náo indicam isso claramente. AR QUIPO.Hl vemos Paulo referir-se a ele como "Arisl.1): e Arquelau. talvez te­ nhacompartilhado das mesmas persegui­ ções que o apóstolo sofreu (Fm 2). A R IS T Ó B U L O iGr. sua roãe chamava-se Mallace. 72 . O fato de que ele mesmo náo é saudado por Paulo significa que somente ou UOS membros de sua família ou talvez apenas seus escravo* lossem cristãos. Cidadão romano citado por Paido em Romanos 16. apenas Aristarco é mencionado como companheiro de Paulo.. "excelen te co n se­ lheiro"). Galiléia. no coso do tumulto em Efeso. quando levava suas doações aos pobres nm Jerusalém. Era o filho de H«rodes.171 tem levado alguns estudiosos a sugerir que talvez trab alh asse em Laodicéia. que tanto chama como pre­ para seu povo para essa obra (cf 2 Tm 4*5} E f 2 . em Aios 27.1 0 ).d. em Mateus 2. como “companheiro de lutas”. junto com os demais (2 Sm 21.22. que de­ monstraram lal fé cristã em tempos difí­ ceis. onde Ioda sua farnília é saudada. pelo contrário. A R Q U E L A U . em vez de Paulo.8).uct). elo foi depnsto após dez anns uo podei. Pãulo o exortou a completar sua "obra" ou ministério que recebera de Cristo (Cl 4. quando us lutas são abundantes.2. Provavelmente ele re­ presentava a igreja um Tessalónica nessa viagem. qiifí eslá preso comigo. Mais larde. que reinou nu Galiléia e Peréia (Mt 14. Amigo de Paulo.1 7). Quan­ do Uerodes morreu. que rein o u em Traconiles e Ituróía (Lc 3. com medo. ARMONI. Finalmente a multidfio se acalmou e eles foram soltos.L.1U. concubina do rei Saul. p levado ap teatro du cidade.C. com Maria e o menino Jesus (Ml 2. Samaria e Idurnéia. Isso não quer dizer que estivesse falhando.16 entre os que foram com lacó para o Egito.ARJSTÓBULO os quais opunham-se violentamente ao Evangelho. Homens como Aristarco. loi morto. junto com seu irmão e outros paren­ tes. Um dos dois filhos de Rispa. conduzido a Roma. p. ouviu que Arquelau reinava na |udéia no lugar dn seu pai Herodes. A RO D L Um dos filhos de Gade. do tipo que o apóstolo tão frequentemente fazia. estabeleceu-se em Nazaré.4 Aristarco apa­ rece em companhia de Paulo na viagem ã Mucedônia. os quais Saul massacrara. Sua associação com a igreja em Colossos (Cl 4. uma das várias esposas desse rei. de 4 a. É citado apenas uma vez na Bíblia. Em Aios 20. ha viu per­ seguições.. era um encorajamento. Como vingança pelo ocorrido. Ê provável que soja o nulo de U erodes. Foi entregue por Davi. Em lodos os lufares onde õ citndo.

tUi. M. Tudo isso está registrado em Esdras 4.7.10).1. Mais tardo.141.23. o desafio dos efésios não foi apenas quanlo as suas convicções re­ ligiosas. 6. Roi da Pérsia do 464 a 424 ulC’ .C. Sua equivalente romana era Diana. e Zinri entrou p o matou (1 Rs ÍF^. no 2(1'ano dt. ASA. Era mordomo do polácáo em 'luza.G. 3 Cr 3. presumivelmenle ele os (reinou para tais responsabilidade» entre as igrejas pri­ mitivas. ÁRTEMAS.12. sucedeu seu pai Abjas uo trono de Judá n minou em Jerusalém do U11 a 870 a. Tra­ dições posteriores sugerem que Artomos tornou-se bispa de Listra. a virgem caça­ dora. foi moia compla­ cente com Esdras o dou-lhe uma cario que autorizava o retorno de todos os que qui­ sessem ir para Jerusalém.p.8-11. foram enten­ didas claramente pelo povo da cidade. quando os ourives tentaram desacreditar a mensagem de Paulo e dos outros.27 que. um dos oficiais do Dxórcilo. como Davi. “Grunde é a Diana dos elésios! " As im plicações da meusagem do Evangelho.6). O nome pro­ vavelmente era uma contração de outro que significa "presente de Árlemis". A R TEM IS . “Embora elo não IbelIiu tirado os allos. aparentemente para substituir esle na liderança da igreja du­ rante o tempo em que ele estivesse com o apóstolo em Nioópoiis (Tt 3. pois "a majestade" de Ãrtemis seria destruída. com altos lucro* (Al 19. 1. Ê interessante notar em Atos 19. Como A lternas e Tiquicr) estavam na companhia do após­ tolo.D.14:13. O enorm e tem plo em sua honra. onde era largamente reconhecida como a deusa da fertilidade.G.11. nu tempo em que Eiá reinou em Israel. seu principal centro de adoração ora Efeso. A RS A.14.11.IOJ. essa lição tem sido íreqú eu temente igno­ raria pelo aluai cristianismo. primeiro apoiaram para o proble­ ma da perda dos lucros e depois para a queslão religiosa. O escrilor de l Reis enfatua especialmente seu trabalho de remoção dos ídolos da terra e a expulsão dos prostitutos cultuais. Homero a chamou de "a se­ nhora da vida selvagem". conspirou contra Elá.1:5. A R TAX ER X ES I (Longánimo). Neemias pediulhe permissão para reconstruir Jerusalém. Deusa grega das florestas e dos monles. Bisneto de Salomão. Paulo informou que om bre~ ve enviaria Artomos (e Tlquico) a Tito na ilha ilo Creta. No período do NT. construído nessa cidade. seu pai" ( I Rs 15. ReunJ escreveulhe para informar que os judeus estavam reconstruindo o muroe dessa maneira uno pagariam mais os impostos Ele então de­ cidiu que se ordenasse u «uspensâo da obra. Vivia em Tirza. Neemiias retornou uo 32* ano de seu reinado (Ne 2.ASA. onde tentaram intimidar os missionários com o slogan. 8 . Ziuri.12). Não há dúvida de que se traiava de um pa­ gão converlido. representava uma das grandes maravilhas do mundo naquela época e atraia peregrinos o turis­ tas de todas as partas do império romano. Ele concordou o uomeou-o governador tia [udéia. mas também ao seu sistema eco­ nómico. O rei ficou bêbado enquanto eslava na casa de Arsa. Ourives e vários outros artesãos manulaluravam imagens e suveuires para vender aos visitam es. o 1oração de Asa foi reto para com o Se­ nhor lodos os seus dias" (1 Rs 13.. P.8. Eles consegui­ ram causai um tumulto e arrastaram Gaio e Aristarco para o teatro. 7. "Fez Asa 0 que era roto aos olhos do Senhor. Textos como estes nos dão claras evidências do cuidado pasto­ ral e da supervisão ■uidadosu que Paulo iazia nas ig rejas. Ordenou tam­ bém que este sacerdote levasse consigo todos os artigos da adoração do Templo e deu-lhe puderas poro nomoar magistradas a ju izes para toda a região além do Euírates. 73 . Quando Paulo e seus compa­ nheiros Gaio e Aristurco começaram a pregar a Cristo.21. relacionadas com todas as áreas da vida a da cultura.1 Durante seu reinado.7.24|. porém. sou governo.

se o rei per­ manecesse fiel.18:23.a o . onde a fidelidade desto roi para com Deus é enfatizada. houve grande progresso no rei­ no.ASAEL Durante seu reinado. mos. p . quando vos e s t a i s com ele. Asa não se arrependeu.26). Deveria ter aprendido. ASA EL. Asa juntou os tesouros remaiiescenles no Templo o en­ viou como presente ao roi da Síria. Um dos três filhos de Zemia. Até oude sabemos. que Deus podia protegê-lo de Baasa sem tais alianças (2 Cr IR). no quaJ “entraram em aliança de buscarem o Senhor. e de toda a sua alma*’ (2 Cr 15. Mencionado em 1 Crónicas 0 1 6 . sitiou Ioda a região o não pemiil. como as gazelas selvagens" e figura entre os "trinla heróis de Ouvi” (2 Sm 2. Joabe.12). entretanto. subiuIhe à cabeça.24. Quando encon­ trou-se com Asa. porém. para que o ajudasse contra Israel. não se voltou para Deus (2 Cr 10. procedefite do uorfe.4 1 . de todo coração e alma e om Iodas as cir­ cunstâncias. e tc. reconhe­ cendo quo podia confiar em Deus para obtor ajuda e que o Senhor ora o Todopodoroso (2 Cr 14. Se o buscardes. depois da experiência com os etíopes. Em 1 Reis Ifi os governos de vários reis de Israel são datados em relação ao de Asa. era pai de Derequias. com idade bom avançada. entretanto.iu que aJguân entrasse naquele território. ele vos deixorá” (2 Cr 15. o rei Baasa. Essa mensagem foi de grande valia ]>ara Asa. devido á sua feita de fé. Como comandante do exército real. era o comandante. ser muito mais numeroso.11). de Judá. o prolela Azarias assim transmitiu sua Utensagem: “O Senhor está convosco. um doe levitas cita­ dos enlre os que retomaram piara JerusHlém. Quando elo finalmente morreu. Elo t lamou ao Senhor. destru­ indo muitas cidades. DmiS ujudou-o a derrotar Zerá. se o deixardes. A prova de que o Senhor honra os que Confiam n«le não poderia ser mais clara.2) Azarias prosseguiu. de torlo o seu coração.34: 1 Cr 2. e sua história fica como um alerta de que o compromisso com Deus deve ser total e completo. ao verem a bênção de Deus sobre a nação.8. O monarca SU’io concordou e atacou Baasa. Por um breve tempo os povos que viviam ao redor tiveram uma pequena amostra da "luz" qup uma Judá fiel a Deus demonstrava para as nações vizinhas. O Livro dn Crónicas traz maiores de­ talhes sobre o remado de Asa (2 Cr 14 e 15). em Malens 1. declarou guerra contra Judá. apesar da enfermidade.12J. 2 2 .7. Apesar de M a ter vencido o rei de Israel. seu irmão. Vemos claTomente nessa passagem que . Asael é descrito como “li­ geiro de pês. não só em ludá como lambém nas partes de Elraím que estavam sob sou controle. depois do oativeiro babilónico. Asa Udôrou lodo o povo num ato dn renovação do paclu. Todos eles foram poderosos guerreiros 00 exército de Davi. ele mesmo 74 . Asa é m encionado na genealogia de Jesus. Assim. o etíope. quo continuou seu trabalho de lê na destruição de mais idolos. O cronista ontão nos mos­ tra o quanto foi errado ele estabelecer um pacto com o rei da Síria. a despeito do exér­ cito inimigo. Deus de seus pais. 11. o acharois. ele e seu povo estariam em constunte guer­ ra O próprio rei adoeceu. 2.if>. 1. prometendo recom­ pensas o bênçãos de Deus.8) Tal era a luz de Deus na nação durante o reinado de Asa que pessoas do reino do Norte foram atraídas para o Sul e vieram a Judá. na região de Efraim (2 Cr 15.i doença que Asa experimentou e as guerras que enfrentou foram designadas por Deus para levá-lo no arrependimen­ to e de volta a fidelidade que demons­ trou fáo bem o por tanto tempo nm seu reinado.). de Israel. para que o ajudasse na batalha. A nação era abençoada e a paz loi estabelecida. O sucesso de Asa. o pro­ feta Kanani foi enviado pelo Senhor para lhe dizer qno. seu filho leosafá tornou-se rei |1 Rs 15.

Mos primeiros anos d < » seu rei­ nado. Um dos cabeças de família da tribo de Simeão (1 Cr 4. em busca de uma palavra de sabedoria concernente a Judá.16).17: etc. esle monarca servia ao Senhor e enviou vários mestres e levita» para en­ sinar sobre o Livro da Lei ao povo judeu. pois sabia quo o venceria. Poi procurado por Neemias. -Asalas ajudou Davi nu lareia de levar a Arca para Jerusalém Í1 Cr 6. quo tinha autorização para requerer a madeira para o escoramento dos portões de Jerusalém e reconstruir os m u ros da santa cidade {Ne 2.8J.15). 16. lideradas poi foabe.18-32).37. 3. lutaram contra os benjaniitas em Gibeão. 1. seu íil-bo Zebadias o substituiu nessa fundão (1 Cr 27.ASAKEEL ficava de prontidão com sons homens no quarto mês de cada ano: linha em sua divisão 24. s.5). 4. 1 Cr 11. em seu zelo por Davi. que loi sepultado no túmulo de seu pai em Belevn (2 Sm 2. era unidos filhos de Jealelel (1 Cr 4.11). Asael. Como resultado do extraordinário avivamonto que aconteceu na época do r o i Ezequias. ASAFE. quando foi necessá­ rio construir armazéns especiais. 2. Levita. onde per­ maneceu por todos os tempos. fu­ giu da batalha e foi perseguido por Asael. Joabe matou Abner.30) 2. Is 36. 3.v. o uue desagradou muito a Davi [2 Sm 3. Da Iribo de juda.. sob a liderança de Conanias (2 Cr 31. Abner maiou Asael. 2.7.31-40). líder da Iribo de Benjamim e do exército de Is-Bosete.4 1: Ne 7. Membro da tribo de Levi e descen­ dente de Merari. do a Arca J'oi levada para Jerusalém e em várias outras ocasiões.17. G uardião das florestas do rei Artaxerxes.14: 2 Cr 34.30: 15 6. 75 . s.18.12|. Um dos levitas que supervisiona­ vam os dizunos h as ofertas trazidos pelo povo. Sua influência musical estendeu-so muito alem do serviço do Templo.20). filho de Berequias e nomeado como principal cantor quan­ ASAÍAS. Ele e outros homens de confiança procuraram a pro­ fetiza Ifulda. para indicar que provavelmente são par­ le de uma cantata. os cantores do Templo eram referidos apenas como “filhos de Asafe” (Ed 2 .7).36). Esse Asael foi ura dos escolhidos paia organi­ zai' o armazenamento rias doações. cromsla duranle o rei­ nado de Ezequias. Pai de um cerio lônatas. quando o Tem­ plo foi consagrado pelo rei Salomão (. junta­ mente com outros levitas. que se estabeleceram em Jerusalém apôs o cativeiro babilónico 11 Cr U. Servo do rei Josias.).G. de Judá. Na época do retorno do exí­ lio babilónico.22). composla por ele ou para ele fSl 50: 73 a 83) Esses salmos fi­ guravam entre os cânticos durante o aviva mento nos tempos do rei Ezequias 12 Cr 29:30). 2 Cr 35.28: 27. Seu nome é encontrado no titulo de doze salinos. Filho primogftnilo dos silonitas. I 1.8). 4. P.D.5.L9. Tempos dopais. viveu nos dias do rei Jeosaíá. no arrependim ento polo casam ento com mulheres estrangeiras (Ed 10.13). Pai de Joã.37. Posteriormente.000 soldados 12 Sm 2X27. Abner não queria parar e enfrenta-lo. Abner. o perseguiu. todas as contribuições eram Irazidas ao Templo. Era levila.15). 1.12. Juntamente com HemàeEtâ. AsaeL foi um desses professores (2 Cr 17. até o livro de cânticos dos judeus. para vingar-se da morte de sou irmão.44.2 Cr 5. ASAREEL. Quando as tropus de Dftvj. foi nomeado pelo rei Duvi como respon­ sável pelos cânticos na casa do Senhor 11 CrG. contudo.27. Ele liderou os louvores. rei de Judá Í2 Rs 18. um dos poucos lideres em [udá que se recusaram a se unir a Esdras e ao restunto do povo.12). 3.c.3. depois que o Livro da Lei foi encontrado (2 Rs 22. quando havia feslas nacionais (1 Cr 15. até que este parou para lutar.

1). por Forno.17): entretanto.25-27). Um dos dez filhos de líenjamim. Como um dos filhos de Jacó. Nm 26.38: l Cr 8. Embora se conheça muilo pouco so­ bre o compromisso dos aserilas com a 78 . como lambem.21 Em algumas traduções aparecB como Azarias: dessa maneira.13. teve dois filhos — Manassés e Efraim (Gn 41. para seu povo Israel. ASER.20). entretanto. Todos esses evenlos eram parte tios propósitos soberanos de Dous. 10.26). A posição de liderança que ele assumiu no Egito pos­ teriormente ajudou os israelitas a sobre­ viver durante a escassez mundial. P.31. na ado­ ração Provavelmente é 0 Jftsarela menr.500 homens para o exército (Nm 1. Fica claro. rei de Tiro.17).21 . a localização de algum* lugares mencionados é vigorosamente de­ batida (js 17.26). Na parlida. Quando Josué dividiu Canaã eulre as tribos. o longo prazo.13. seu lio e sogro.36). Foi ela quem deu o noine de Aser ao menino. ele e ou­ tros estavam entre os quo profetizavam e lideravam d ministério da músita. Quando os israelitas partiram do monte Sinai. pelo relato no livro de Juizes que.ionado em 1 Crónicas 25. por Salomão.ASARELA ASAR ELA. deu sua criada a Jacó. tanto na vida de José. ASBEL. A planície do Acre. Filho de Jacó e Zilpn. como as outras tribos. que se estendia para o oeste alé as praias do mar da Galiléia. Ele próprio teve quatro filhos e uma filha (Gn 46. Aser não assumiu realmente o controle tolal du terra que recebeu (Jz 1. Uni dos filhos de Asafe (1 Cr 25. por ter-Lhe inter­ pretado os sonhos. Oitavo filho do patriarca e o segundo com es L a concubina — serva de Lia. A S E N A T E (Egip. Filha de Polifera. É impossível definir exatamenle as fronteiras pelas evidên­ cias nos textos. “pertence ao doas N eif). Naque­ le tempo o Uder ora Pugiel (Nm 1. Provavelmente per­ le ncia a uma lamília de posição conside­ rável no Egilo. em troca de madeira e outros materiais usados na construção do palá­ cio e do Templo (1 Rs 9.11-14). Foi dada a |osé como esposa. ASARIAS. Um dos filhos do rei Jeosafá. Talvez essa seja a ra­ zão por que Aser náo ajudou na luta con­ tra Sísera e foi repreendido por Débora (Jz 5. Lia. Os fdhos nascidos do tal união eram considerados como pertoncenles a Lia (Co 30.21. que significa “alegre" ou “abençoado". era lotaimonle deles. pois foi parte do tributo que Faraó pagou a José. de acordo o costume.50:46.10. a tribo iie Aser representava um grupo do 41. 7:231 A tribo é men­ cionada novamente como possuidora de 40.44.45. Sob a direçáo de seu pai e as ordens do rei Davi (1 Cr 25. Foi o progeni­ tor dos asbelitas fCn 46. saoerdote egíprio do deus Om. Na época do nascimento dele. são men­ cionados seis clãs. Ao perceber que cessara de dar á luz.14. originados de Ires fi­ lhos. Aser tor­ nou-se cabeça de uma das tribos de Israel. nascido em Padá-Arã.17) Em Números 26.U. Isso quer dizer que muitos habitaram em regiões que ainda eram povoadas por grande nú­ mero de canamlas. Depois dis­ so.000 homens de guerra na coroação de Davi em Hebrom Í1 Cr 12.C. essa Iribo posicionava* se na retaguarda do acampamento.21. os aseritos colaboraram com Gideão em sua batalha contra os oiidíanilas IJz 6.24-31.41). Ao ser nomeado go­ vernador do Egito.1). Aser recebeu 22 cidades e vilas na área costeira ao norle do monle Carmelo.11: 10. Jz 5.34. juutamenle cora Dã e Naflali (Nm 10.35. irmão de Jeorão (2 Cr 21. liá dois irmãos uom o mesmo dottih nesse lexlo. José foi chamado de Zafeuute-Pmiéia e recebeu Asenate como esposa.32). ela se desvanece: partes de mias lerras foram concedidas a Hirão. da fLlha e de dois netos. lacó ainda trabalhava para L^bão. citados em Génesis 46. Antes dti frime mundi­ al.

A atenção pessoal e o cuidado pastoral pelos indivíduos. Nos lextos ugaiILitos ela era a deusa do mar. □a vida e na a duração dos israelitas pode ser vista em muitos textos das Escritu­ ras: mas a passagem de 2 Reis 2) . ímj. O fato de que um remanescente dos aserilas permaneceu liei ao Senhor no transcorrer da historia de Israel é indi­ cado no NT.38-40. contudo. o Senhor prometeu destruir lerusalém e permitir que os inimigos de Judá conquistassem a terra. Descendente de Simeão e um dos que receberam herança desmembrada da tribo de judá.36). Deus adorado pelo povo de flama te |2 Rs 17.35. Dt 7 5.3. a influência do longo prazo do cul­ to de Aserá tornou-se um símbolo da as­ similação israelita de outras culturas e religiões.omu lenha para queimar seus próprios sacrifí­ cios (ÊX 34. Naquele desafio. etc. o os seus postes-ídòlos cortareis”! e repetidas multas vezes em Deuteronômio |cL 7. Pai de Seraias o líder do clã (1 Cr 4. ex­ pressos nas saudações de Paulo.ASÍNCRITO adoração a Deus após a dedicação do Tabernáculo d o deserto. Seu envolvimento com a religião do povo das terras nas quais viviam íoi quase total. pois a maioria riu e zom­ bou do alguns quo "se humilharam.13. no monte Carmelo. a profetisa que reCQiitaeu ser lesus o verdadeiro Mes­ sias (Lc 2. O povo dfl Lsranl desviava-se frequen­ temente do Senhor para adorar os deu­ ses cananeus. A S IM A . o homem de Deus cla­ mou e caiu togo do céu. Os barnalitas fazi­ am parte do grupo misto levado pelos assírio s para repovoar a região de Samnrin.29). na época de Ezequias alguns deles atenderam ao cha­ mado dr> rei para unia volla á verdadeira adoração ao Senhor. A chama ardente caiu em resposta ãs orações de Elios. mais do quo qualquer outro culto.5: 12. da Iribo de Aser. saudados por Paulo em Komanos tu. era punido com grandes juízos de Deus A extensão com que tal adoração a Baal e Aserá penetrou A SIEL. Ao que pa­ rece. As advertências feitas ern Êxodo 34. Como resultado dessa grande blasfé­ mia.9).11). O ponto centrai do problema com a adoração de Aserá o Baal ora quo Israel recusavu-se a encarar uom seriedade a necessidade de ser uma nação ‘santa’ e dedicada somente ao Senhor e ao seu ser­ viço. A facilidade de assimilai as cultu­ ras ao redor e suas várias manifestações religiosas sem pre foi e será a questão quo rnais preocupa os homens b mulheres de Deus.30). taL* peças foram derrubadas e a madeira usada t. o qual queimou o sacrifício ao Senhor. Tal "adultério". onde lemos a respeito de Ana. intima­ mente ligada a Baal Os dois íoram invo­ cados juntos uo confronto ontre Elias e os falsos profetas. Essa deusa é mendonada em vários documentos exlrabíblicos. 14.3. Talvez. 16. pois mostra o perverso rei Manassés estabelecendo uma coluna de Asorã dentro do próprio Tem­ plo.21. p.exc* ASERÁ. ASÍNCR ITO. como os profetas chamavam. Js 10. Nome de uma deusa cananila mas esse lermo nem sempre se distingue dos instrumentos usados em sua adora­ ção. O primeiro de um grupo de cristãos de Roma. e nao ás dos falsos profetas (t Rs 18. é algo digno de atenção.25)J. 24. Cada grupo tinha seus próprios deuses (vv. ti». essas coluna* ermn levantadas ao Lido rins altares e. 77 .J foram ignoradas.13 ("os seus altares derrubareis. Jz 6. e vioram u Jerusalém ” para adorar (2 Cr 3 0 . quando os israelitas obe­ deceram à ordem do Senhor. e as suas colunas quebrareis.g.7 me­ rece uma nota particular. Referências às “colunas de Aserá" in­ dicam alguns destacáveis objetos do rnudeira usados no culto a densa. fica clara a indicação de que essa tribo afastara-si' muito de Deus.

liderusse seu povo no exílio. ele lutou contra o Egito e a Síria.24.35. deu prosseguimen­ to à linhagem de Sesã 11 Cr 2. 1.22. em Jeremias 51.7). Filho de fará. Existe in­ certeza com relação ao ILnal de seu rei­ nado. rei de Judá.51 A Bí­ blia diz que tinha duas esposas: fiel a e Naará. dessa maneira. Recebeu ordens de pro­ curar por israelitas inteligente». Por volta de 049 a. imperador caldeu. A história dos reis assírios diz quo o& fundadores da nat. A SVA TE.24: 4. t Cr 1. Pai de Tecoo.2. ele atacou Susã. jjoís não podia perar filhos homens. mortos pelos judeus na fortaleza de Susã (Et 9. pois Assur é considerado o funda­ dor daquela uação. era descendente de Calebe e Hezrom (1 Cr 2. Líder do clã dos asrielitas.50). Filho de Ehiasaie e bisneto do per sonugem anterior [n* t| (1 Cr 6. ao fazer com que Aspenaz escolhesse o horni m que o Seuiior desejava qu<. quan­ do esto se encontrava em Zidague.3. O reino de Asquenaz esta entre os que foram convocados pelo proleta para tomar vingança contra a BubUónia. 1 Cr 6.ASNA ASNÁ. 110 tampo ora que Jeoiaquim. muitos artigos do tesouro do Templo ioram capturados. a par­ tir de 669 a.ão eram nómades vindos do Sul e do Oes­ te. Um dos dez filhos de Hamá. Entre os que recrutou. Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul o uniram-se a Davi. Antes dessa daia. Descendente e herdeiro da tri­ bo de M an assés. para o serviço do rni.Um dos descendentes de Cnate e líder de um dos clãs dos contitas lÉx 6. Era o sexto da lista. 2. e deportou o povo para Somaria.31.3. A S S IR . A SRIEL.22). da u-ibo de Aser ( L Çr 7. Sua raae era a concubina síria de Manassés (Nm 26. I Cr 7. Daniel resistiu a ofer­ ta de Aspenaz «le alimentar-se bem. onde cada ura deles © des­ crito de maneira vívida como bravo guer­ 78 . Provavelmente morreu por volta de 627 a. ASPENAZ. Alai foi pai de Nalã e e m encionado na genealogia de lerameel.6). ASSURBANIPAL. capital do Elão. ASU R . Provavelmente esse é 0 pais mencio­ nado em Números 24. Neto de |afé e filho de Gómer. Um fios filhos de Sem |Gn 10. fs 17. I Cr 1. Seus descendentes estavam en­ tre os se rv id o re s do T em plo que retornaram do ex ílio b ab iló n ico tom Neemias (Ed 2.C.23.. A S S U R . servo de Sesã.14). 1. Chele dos oficiais da eorle d»'Nabucodonosor. portanto.equiel 27. enlretanlo. estavam Daniel n Irês amigos dele |Dn 1. e.C. Um dos filhos de lallote.36). Deus. confçrrme é mencionado em Esdras 4 J 0 . Tal arranjo permitiu que o servo tivesse os direitos de filho e os passasse aos seus próprios filhos. Ambos eram ancestrais de Samuel.17). Esse Lambem era o nome do povo assuio e de sua divinda­ de. a quem esle dera a lilka em casamento. Provavelmente íni o progenitor do povo que mais tarde foi identificado como os cilas. Tinha dois irmãos (Gn 10. Veja Xnrxns ASPATA. 9) revela a soberania do Dous naquela situação. 2.23.33) ATAI.27. abençoou seus quatro sorvos e os colocou em importantes posições no roi no. pois queria manler-sp santo ao Senhor.37).22 e E/. Rm da Assíria.C. desceu dente direto de Noé. Inicialmente. O texto de Daniel (y. AS SUE RO. A S Q U E N A Z .6) Asquenaz encarregou-se de darlhes outros nomes babilónicos.

Seu filho lesaias provavel­ Pai de lesua. Ura dos judeus culpados de ler ora filho do rei Roboão e sua esposa casado com mulheres estrangeiras tio Maaca.28)."o Senhor tem segurado”). seja a mesma pessoa. um dos levitas que solaram o pacto quo o povo fez de adorar ao «Se­ mente acompanhou Esdras ao rio Aava e nhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. para alegria de toda a nação ( I Mesulão. 2 Cr 34. Hm dos líderes de província que se estabe­ A UG USTO. filha do rei Jeorão e irmã de Jerusalém. "o Senhor tem ouvido'*).6|. cia dos zorntita* (1 Cl 4. loás loi iirad<i de seu esconderijo e pro­ AZALIAS. s. 842 a. pois acabara de ser expulso de Ge* próprios netos.261. acabou com a breve aliança entre |uda e Israel. exreto um rle seus medo.2.v.28-31).8). Foram comandantes que deram ATARA. apareDtemenle apanhada de surpre­ Naará.131. lazera. ela selou uma aliança entre os reinos divididos do Nordois. o objelivo de Abimeleque era firmar um acordo 22. No sélimo ano. s. Na verdade. Um fios que retomaram do exílio AZANIAS [Heb. rei de Israel.20). Pai de SuJõ e escrivão do rei clamado rei diante do povo. Seu crime hediondo. ATAI AS (Heb. de 1 Crõseis.21. Filho de dn loiada.2(1). Descendente de |udá e Filho de Jaale. Cr 12.C. um dos lideres e-scolhidos por Deus por ATALIAS. Ao casar-se AUSATE. f'n Senhor é grande”) 1.mdaote do exército (Cn 26.3). Era descendente de Bebai (Ed 10.4).9J. para repartir Canaã da tribo de Duujamim mencionados na entre as várias tribos e Clãs (Nm 34. rei de Judá. Filha de Acabe. 16). trucidando de paz entre os dois (Cu 26. de Amassai. Rs 11. Foi rainha em ]uda por volta com Isaque. AUMAI. o com. que d escondeu no Templo por (Ne 11. ■< impanheiro de Adaías h um Ele tora salvo pelo pensamento rápido de rios sacerdotes que se estabeleceram em Jeoseba. que ficou surpreso e com d»1 . “o Senhor ajuda"). encoutraium-se le e do Sul. 3.. Posteriormente. Sua mãe chamava-se real. A revolta foi liilerada AZAI (Heb. anos |2 Rs 11.v. nleas 9. sa 12 Rs 11. foi deposta pelos súditos AUZÃO. Avó pelosacierdoie Jeoiada e pelos guardas do Templo. 79 . e neta dn Onri (2 Rs 8-18. Veja também Jeoseba A Z Ã . Atalia então loi tirada do templo e morta.12. Mencionado ein 1 Crônlca*s 1 1 20. 2 Cr 23).3. e loiad a.i>. 2 Cr 22. Atalia destruiu Ioda a Família real.2). Ele e seu irmão Lande formavam □ ATALIA (Heb. Éprovàvel que. JoAs |2 Rh 11 1. depois do cativeiro babilónico Acazias.10). Da Iribo de Judá. juntamente com Ficol.AZANIAS reiro. por seis imos. t‘.ATLAI. tempo de Esdras. Líder da tribo de Judá e filho insatisfeitos e acabou morto uo palácio do Asur ( I Cr 4. Nome quo aparece apenas leceram em Jerusalém depois do exílio em Lucas 2.1 Veja C ósai babilónico.11). porem. filha de Absalão. Imbilônito.c. Da tribo de Issaoar.2. os membros da própria lamilJa. 2 Cr rar IGn 26. 1_ Um dos chefes de família intermédio de Moisés. era pai de Paltiei. 2. depois a Jerusalém (Ed 8.261. Amigo e conselheiro pessoal de Abimeleque. A segunda esposa de Jerameel e grande apoio a Davi em suas batalhas (1 mãe de Ouã (1 Cr 2.10-20). genealogia do rei Saul ( L O 8.7). Promoveram o jovem Joas a rei. o rei filisteu de Gerar Os com leorâo.4-20. por ordem losins (2 Ks 22. era filho de Usâas [Ne 11.

Uzias foi castigo do por Deus e contraiu a lepra (v.9 7 e 8 | . 16. 2. Seu filho Amassai foi um dos sacerdoles que se estabeleceram em Jorusalém. 10 .18). o sucessor no trona (2 Cr 21. Sim plesm ente porque . é cilado apenas na arvore genealógica da família em 1 Crónicas 2. para colocar o menino Joás no Lrono de Judá e derrubai a perverso rai­ nha Aialia (2 Cr 23. Filho de Jeroão. possivelmente o pro­ feta que confrontou Davi em 2 Samuol 12 ou o irmão de Salomão (filho de BatoSeba: I Cr 3.41). Filho de feroão. quando esle fora bnnido por Saul (1 Cr 12 . 10. Um dos principais Oficiais do rei Salomão. Levita.121. Us sacerdotes ra­ pidam ente o conduziram para fora dn Templo (v. 13. 1 1 | Era sacerdote no lempo de Salomão. 4). Bisneto de |udá (neto de seu filho Zerá).1).® 7). Pui de Amarias (Ed 7. Sou outro nome era Uzias (2 Cr 26). 4. que. 1. profetizou duran­ te o reinado de Asa.361. "o Senhor ajuda-*).AZAREL AZAREL (Heb. AZAREEL 1. filho de Joana (2 Cr 2 8. 17m dos comandantes que se uniT a m por meio de aliança com o sacerdote Juoiuda. citado somente em 1 Reis 4. oro oficial da Iribo de Dã.5). Filho rle Aimaás e pai de Joauã. Um dos hnmuns que vie­ ram a Davi em ZiclagUe.16-18). Também conhecido como Jnzanins (Jr 42. aparece na Usla dos levitas em t Cróni­ cas 6. ao 50 estabelecer. acreditando or­ gulhosamente que podia fazer o quo de­ sejasse (2 Cr 26. 9 . 11. 7 . Levita e pai de Seraías (1 C r 6. Aparece na mesmo lista com os Azarias anteriores (n . 18. 80 8 Avó do Azarias anterior (u.1). Para m aio res d o talh o s. Um dos fudeus culpados de ter ca­ sado cora mulheres eslrangeiras.14. Em "filho do Nata". Era chofe dos intendentes distritais (1 Rs 4.121.2).11.13. Era irmao de leorão. "Deus tem ajudado”). Um dos lideres do rem anescente Judeu que se levantaram contra a profeta lerem ias (Jr 43. Um dos primeiros sacerdotes le­ vitas a se restabelecer em Jerusalém de­ pois do exílio babilónico (1 Cr 9 . Sacerdote no tempo do rei Llzias Quando este monarca tentou realizar as tarufus específicas dos sacerdotes e quei­ mar incenso d o Templo. Veja Uzias.39 3.5). A^a obedeceu e íoi grande­ mente abençoado |2 Cr 15). A ZAR IAS (Heb.3B). 2. 20). Efraimita.2). (Im dos componentes da passeata quo cantavam e tocavam instrum entos musicais na dedicação do muro de Jeru­ salém |Ne 12.1) o falou ao rei que o Senhor o abençoaria.10. 191. após o exílio babilónico (Ne 11. Descendente de Judá (através de seu filho Perez). filho do sacerdote Zadoque e um dos oficiais do rei Salomão (] Rs 4. Uni dos músicos escolhidos por sorteio para Irabalhar no Templo (1 Cr 25. 1. Um dos filhos do rei Jeosafá.2).9. Ele ex­ plicou ao rei por que as o fertas e os ilízimois do povo estavam amontoados por todo o Templo.3). ancestral de Samuel ( I Cr 6. 15. Filho de Obede. Ed 7.13).38. 5. um dos eoatilas en­ volvidos na limpeza do Templo durante o uvivamento que houve na época do rei Ezequias |2 Cr 29. Levita. “O Espirito de Deus" veio sobre ele (2 Cr 15.12). 2 . 3. se ele seguis­ se a Dous. 12. da família de Zadoque. 6 . apa­ rece na mesma lista 1 1 Cr 6. 17. durante o reinado de Davi (1 Cr 27. de Judá. .8. citada apenas na árvore genealógico da fam ília em I C rónicas 2. ura des­ cendente de Biuui |Ed 10.1 1 J. 1 4 . Rei de Judú (2 Rs 14 a 15! 1 Cr 3.31. Sum o sacerdote no reinado de Ezequias. veja B ereqn ias (n' 5).5. Pui de Joel. mandou matar todos os seus irmãos (v. 4.22). Azarias o repre­ endeu.6 ).

através de JÓnalas. "minha ajuda tem-se levantado" J. Esse Oséias era chefe da tribo de Efraini. 3.9-13). o qual. 2. Um dos descendentes do rei Saul. Aziza divorciou-se (Ed 10. "0 S e n h o ré loarte'*). AZAZIAS lHeb.11.38.42 seu pai é chamado de Jaerá). e filho de Eleasá.23 Essa lisla proporciona uma linliagem real para a Iribo de |uda depois do exílio babilónico. Teve seis filhos e era líder ontre os beujamilus (1 Cr «. Um dos descendentes do roi Davi.101. 18. A ZR IC Á O |Heb. Pai de Jeziel e Pelele.l. Mordomo do palácio duranle o rei­ nado de Acaz. A Z M A V E T E . Pai de Neemias (nao o que foi governador). cilado como um dos "trinta" lideres militares de Davi (2 Sm 23. 9. Foi morto por Zicri. Azazias estava entre os levitas escolhidos paru organizar o es­ toque das ofertas. Pai de Oséias (1 Cr 27. Possivelmente é o mes­ ma Azmavete registrado no n.12).15).2111. 1.36: em 9.20). nos dias do rei Davi. quando eru trans­ portada para ferusulém pelo rei Davi 11 Cr 15. É r.ilado como lidrr de um «'.. Piai de Bela e filho de Soma. é citado como um dos três filhos de Nearias. 1 . 1. ele aparece comu pai de Sadoque o filho de Elloquim (Ml 1. quando Davi levou a Arca da aliança para (erusalrtm 11 Cr 15. 2. Azgade foi um dos bderos quo selaram o pacto A Z I E L . AZEL.44). AZAZ. 0. Filho de Adiei. AZGADE (Heb. sob a liderança de Conanias e Simoi (2 Cr 31. em L Crónicas 3. a. 1.25). Uiu dos supervisores dos dízimos e das oíertas trazidos na época do rei Ezequias.n. Barumita. o primeiro de seis filhos de Azei (1 Cr 8. feito polo povo do adorai ao Seabor e obedecerá sua Lei (Ne 10.8). AZOR . 3.b .2 I). AZIZA (Ileb. Sob a direçáo de Esdras. Joanâ. Benjamita. Esta­ va entre os descendentes de Zatu culpa­ dos por terem casado com mulheres estrangeirai).43. Pertencente à tribo do Judá. 2. 3. era chefe do distrito de Bnte-Zur o ajudou na recons­ trução do muro de lerusalém |Ne 3.33).222 de seus descendentes retornaram rio exílio babilónico coui Neemias: em Neemias 7.3). 4. Pro­ vavelmente é o mesmo Jaaziel cilado no v. Na genealogia que mostra a li­ nhagem real de Jesus. assiiu . e p.37. Um dos descen­ dentes de Azgade. foi responsável pelos tesouras reais durante parte do reinado do Davi (1 Cr 27. Benjamita. 2. Esdras 2. dois guerrei­ ros que se uniram a Davi em Ziclague (1 Cr 12.lã o descendente de Rubem (1 Cr 5. Foram lautas as doaçóes envia­ das ao Templo que foi preciso construir armazéns especiais.322. retornou do exílio babilónico com Esdras (Ed 8. os parteiros. comandante do exército de Israel 81 . logo depois do retorno do exílio babilónico. Azazias tocou harpa adiante da Arca. figuia na genealogia de Saul (3 Cr 8.31. o rei ordenou que fossom construídas armazéns especialmente para esse Rm (2 Cr 31.13). “Gade é forte). Um dos membros da família dos meraritas. Era descenden­ te de Saul. filbo de Jeoada.AZRICÁO eram ara tamanha quantidade que us sa­ cerdotes não tinham onde guardá-los.c.° 2 acima.14). filho de Catã.44). Um dos levitas que tocaram Itocador de alaúde) na adoração dos israelitas.12 registra que 1.271.38. rei de Judá.17 o númoro é 2. AZBU Q UE. “aquele que é forto"). l Cr 11.

3. Jerimole era oficial ria tribo de Naílâil I I Cr 27.1). entretanto.14. As versõos e m p o r t u g u ê s t r a d u z e m e s s e s l e * i o s a p e n a s c o m o " c o l u r u i s ’’ n u " p o s t e s . e esposa do rei Asa. e. que lalou durante o reinado de Zedequias. AZUBA.31). enfrentou Jeremias. Ru de Seroias que. juntamente com Salem ias. Ne 11.24). enfren­ taram Ezequiel.7|. o csdlio babiiôiiíco (1 Cr 9. 1. 2 0 0 p e s s o a s .i d o l o s " (N u la d o T r a d u lo r j 82 .AZRIEL 22.o i N o t a t i o T r a d u t o r ] . Citado em Ezequiel 11 1 como o pai de Jaazanias. Esposa de Calebe o mãe de Jeser.43.dn Seulior". os quais lalaram falsamente que haveria paz para Israel e.»L k . o q u a l. "Dftus é miiilia ajuda"). Era li lha do Sili (1 Rs 2. 2. Quando morreu. por meio tJo rei assírio (vv. Cabeça de c lã e valente soldado da Iribo de Manassés I I Cr 5. um dos líderes dos israelitas. pois ex­ Cr 28. “loram infiéis ao Deus de seus pais" e por isso o Sonllor execu­ tou juízo contra a iribo deles. Sobabe e Ardom. n õ n c r jin c á d e c o m a r e f e r ê n c i a b í b l i c a c o r r f if i p o n d o r jt e u e m c o m o r e l d l o b íl.18. 2. Mae do rei Jeosafá.46). 2 Cr 20. por isso. 1 . ê um dos lideres do povo que selaram a aliança com Neemias. p r o v a v o l m e n t e d n f o r m a l í q u i v o c a d a íN o lfl d o T r a d u to r ). Durante o reinado de Davi. Pai de Jerimote.2131. de |udá. Pai do lalso profeta Hananias.10). Seu filho "fez o que que lutava por Peca. Esse pacto consistia na renova­ ção do compromisso do povo dn servir ao Senhor Deus de Israel (Ne 9). estabeleceu-se em Junísalâm após Rs 22.17. AZUR. 4. Era gibeonita (Jr 28. * N u u r i g i D o l f o i r a l o c a d o o n ú m e r o 3 2 . 1 . 3. Ele e seu povo. por isso. filhô de Remídias (2 era roto aos olhos. cuju neto.191. N o u r it ç in o l o n n lu r c o l o c o u a q u i " E l O l i U i i " ( D e u s E t e r n o ) .42. recebeu ordens do rei jooiaquim paru prender Baruque e o ))ro­ leta Jeremias |Jr 36. AZRIEL (Heb. de Judá. Levita do dã dos merarilas.15). e n L r e t i u ilo . Em Neemias 10.26). 25. Calebe ca*ou-se mm Efrate í 1 Cr 2.pulsou os prostitutos cultuais de ludã e acabou com muito do passado pagão (1 Semaías.

40). Era mui! o remido na cultuação cananita. a Bíblia demonstra clara* meule que o S^nhoT é todo-poderoso s o ­ bro a natureza. quando estava satisFeito. a questão era descobrir: "Qual é o único Deus vivo?”. 27-20). A ironia dosla passagem. Esse deus semita orídeutai sempre provou st:r uma dmc»ça para a adoração genuína do povo de Israel. Essa realidade não está explícita '-m I Reis 18. Ao Invés de fazer prosélitos. Pb In contrá­ rio.B BAAL (Hob. nem alern. muitos dos quais inclusive mataram. nem resposta. Elias. no auge de sua aiividade profé­ tica — enquanto o reino de Israel ennontrava-sp num triste declínio sob o Toinado de Acabo — confrontou a adoração de Baal feita pnlo rei e pelo povo. Esse fenómeno podia ser visla nos perío­ dos da seca e da chuva. A reli­ gião cananita racionalizou os silêni ios periódicos dos seos deuses com a idéia mitológica de que BaaJ ocasionalmente morria. A despeito de toda a frenética atrvidade deles (w. Baal mortos (l Rs 18. o 11uaJ compro­ vou quo o Senhor podia Tetor a chuva.ão alguma" [v. como deveriam. Deus com Baal. o san­ gue do sacrifício pareceria ser o dos pró­ prios proMas dp. D sacrifício deles loi em vão. apesar do fracasso n a c i o ­ nal na adoração do Deus verdadeiro. o qual. 29b) por parte deste deus. a qual o escritor supôs que seria evidente para sua audi­ ência. e concluindo com a cena onde a Chuva veio somente por uiejo das insiruções de Deus. em l Ruis 18. o deus que tinha o con­ trole das forças da natureza p a s s a v a por ciclos regulares de morte e ressurreição.27*29. cuidava das colheitas c rias terras: porém se estivesse zangado. não envia­ va as chuvas. em I Reis 18 . portanto. O ponto é novamentedestiicadoquan­ do. Os cananeus acre­ ditavam qur: ele. porque 0 único sacrifício acei­ tável ao Senhor foi » fidelidade de um único profeta. Começando com o desafio de 1 Ruis 17. viviam uinn ambiento Dode o tomor de outros deuses havia obstruído a confiança dn povo nas palavras dos profetas.1. Israel estava en­ volvido etn um sincretísmo religioso com as nações circunvizinhas.41-45. a inten­ ção do profeta era zombar da insensalez de se adorar um “falso deus”. mas o leitor é levado a formular essa inescapável conclusão. em vez de argumentai. (3J A conclusão. foi Deus quem mandou a chuva — algo que acreditavase ser uma prerrogativa de Baal. Soxnenle Ele respon­ de com fogo. leais a Acabe. “mostro").0 confronto entre o profeta do Senhor e os de Baal sobre o monle Carmelo foi o ponto culminante da crescente tensão entre us nomes Indicados por Jezabel e. "não houve voz. a despeito do que diziam os seguidores de Baal. para posteriormente ressuscitar. Em I Reis 10. a o comparar a verdade com a falsidade. Em úliiroa análise. pois não existem. Desde o Inicio do reinado de Salomão. A vindicação do prolela é que somente Deus esta realmente vivo.que tais entidades na verda­ de não existiam. pode ser vista em trés áreas: 11) Talvez a mais poderosa soja a ironia relacionada com a Incapacidade de BaaJ de enviar i huva. porque representava o deus da tempestade. A dificuldade do povo de Israel náo era a de encontrar o Deus principal mnu panteão de muitos dmises. os outros não dão resposta alguma. era a ironia de que Baal eslava morto. O indisculível silêncio do falso deus de­ 83 . (2) A segunda ironia é sobre o pró­ prio sacrifício.

durante a primeira parte do cativeiro de ludd na Babilónia. benjamita que vivia em Moabe.4J. Ju n tG com Recabe. 5. com sua referência ã "aliança". (Hebr.L2J.7). ordenou o seus homens que os matassem e pendurassem seus corpos junto ao açude em Hebrom (2 Sm 4.2. Seu dis­ trito cobria Taanaque. No m ínim o é possível que esle.49. o qual o rei Acazias tentou con­ sultar. BA AR A. Megido e toda a iegiáo entre Bele-Seá e Ahel-Meolá (1 Rs 4. Esposa de Saaraim.4(5). Rei de Israel por volta de 909 a 886 a. depois da morte du Gideão. Veja HeJedo. 1. Os cananeus ado­ ravam m uitos baalins. BA A L -Z E B U B E . Um dos reis de Edoui anterior à conquista ria terra pelos israelitas. 2 . citado entre os "trinta heróis* de Davi (2 Sm 23. Veja Baal. entretanto. Foi su­ cessor d« Saul (descendente de Esaúj com o rei e era filh o de A cbor |Gn 36. divorciou-se dela e de sua primuira espo­ sa Husim. é o mesmo Baaua do n® 3 anterior. possivelmente seja uin caso da religião cananila que absorveu algumas idéias da religião israelila. BAASA. preferiu L r ao encontro de Gedalias.38.30. os liebreus. FlLhfj de Ailude. Netofalila. 4.50). Por outro lado. foi uuLro governa­ dor disirital do rei Salomão.14). Em 2 Reis 1. 6* Uru dos que retomaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. 1. Ne 7. para obter inlormações sobre sua doença terminal. em Mispa.30).8). provavelmente foram atraídos para uma divindade já exislente e que se preocupava com alianças. o povo du aliança.27). "deus da alian­ ça”) Duu. ienba sido criado para aju­ dar jia assimilação e an união com os Israelitas. houve relativa prosperidade para os pobres que não (oram levados cativos. depois de sua morte. 84 . pai de Helede. 1 Cr 11. Para mais detalhes. “Baal é gracioso"). o povo não perdeu leinpo em envolverse com a adoração de*sa divindade I.29. Jeremias após ser liberto por Nebuzaradão.s cananila adorado em Sitjuéin (veja Baa!) Também chamado El-B«rite Uz 9. se assim desejas­ se.33. Filho de Rimoxn e capitão do exér­ cito de Is-Boseto. LT m dos lideres que sela­ ram o pacto leito pelo povo de adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei |Ne 10. M . um dos superintenden­ tes durante o reinado do Davi. nomeado governador pelo rei da Babilónia.C. Provavelmente.10). O filho de Jessé. 2 Gederila. 1. é o nome do deus de Ecrom. entretanto. resol­ veram tirai’ vantagem da situação para matá-lo Qr 41).BAAL-BERÍTE veria levar à conclusão de qun ua verda­ de eslava permanentejnonte mortol s. Cerlamenle. Pai de Zadoque. BA AL-B ER ITE (Hebr.v. BAANÁ (Hebr. responsável pela região de Aser b Alole II Rs 4. loi à casa do rei e o matou en­ quanto dormia. Filho de Husai. “filho da opressão”). liderados por Baalis. Foi quem instigou o assassi­ nato de Gedalias (Jr 40.-16). 2.u lugar. "senhor das moscas"). mais tardo. Rei dos amonitas. Citado apenas eui Juizes 8 o 9. os amouilas. foi um dos gover­ nadores distritais do rei Salomão. 3. o qual. 1 Cr 1. BAAL-HANÃ (Hebr. Era res­ ponsável pelas plantações de olivais e sicõmoras nas campinas ( l Cr 27. na especlativa de sua aprovação. BA ALIS . Hadar reinou em st.Jz 8. veja Recabe. filho de .28). 7.5-12). Sob sua liderança. o qual trabalhou na reconstrução do muro de Jerusalém depois do exílio babilónico (Ne 3. para permanecer em judá. Os dois cortaram a cabe­ ça do antigo lider e a levaram a Davi.H . íilho de Saul. y. Baara não gorou filhos (1 Cr 8.4. Usurpou o poder do reino do Norte das mãos de Nadabe.

como tombem a intervenção de Deus. BACBUQUE. mandando um anjo blo­ quear seu caminho.53J. Deus enviou juízo contra o reinado de Nadahe.L3I. quo resultaria na destruição total de suo casa. Baasa era filho de Aias.. uma ao Dorte c outra uo sul.26).r. uma área remanescente dos dias do roi Salomão. Balaáo experimentava uma comuni­ cação privilegiada com Deus. Ha uma Ironia no Fato de que a jum enta reconheceu o sor angelical. região do Knfrates) se infiltre e perversa­ mente crie tumulto na comunidade de Deus. Juntam ente com M atanias.12. de Moabe.u. Após testemunhar uma grande vitó­ ria pelas mãos de Deus. por causa de sua maldade e idolatria. A intervenção do legislador nm favoi do povo impedira a aniquilação da nação sob o julzo do Senhor (Nm 22. Ancestral de Asafe. Jaú v Tdmi. quando imitou todos os descenden­ tes de Jeroboão. 2 Cr 16). 2 . pois simplesmente seguiu o mesmo caminho do pai (3 Rs 15.9). BACBUQU IAS. ombooni sou filho Ela tenha reinado por p ou co tempo. foi nm desastre para Israel.8).40). 1 . Deus interveio. e outros para a Siria. O governo de Baasa. BALAÁO. cu jo nome foi usado por Deus pnra lembrar as futuras gerações dos reis de Israel sobre os perigos da idolatria e o castigo subsequente 11 Rs 21.31. Umdos levitas companheiros de Matanias que retornaram do exílio babilónioco com Neemias (Ne 11.BALAÁO Jeroboão l. nos dias do rei Joiaquim (Ne 12. Asa firmou um tratado com orei da Síria (1 Rs 15. Baasa. Balaão foi autorizado a prosseguir »ua jornada. para ludá.25). após 26 anos o regime de Baasa foi derrubado poi um golpe de Estado encabeçado por Zinrt Esse final fura previsto pelo protela Jeú que o alertara sobre o iminente juizo de Deus.22. os israeUtas ainda ti­ nham o controle sobre os territórios a les­ te do rio Jordão. era responsável pelos cânticos em açáo de graças no Templo (Ne 12. era idólatra e perverso. men­ cionado na lista dos músirou de Davi que serviam uo Tabernáculo nos dias anteri­ ores à construção do Tfemplo ( L Cr 6. e foi forçado u abrir mão de alguns terri­ tórios em Eiraim. que mostrou maior sabedoria do que seu douo o era capaz de proferir oráculos mais sá­ bios! Finalmente. os cães lamberiam o sangue dos parenLeii que morressem na cidade II Rs 1IU-7. e matou Nadabe enquanto estR lutava contra os filisteus. Balaão foi convocada pelo rei Balaque.17). LIm dos porteiros que guardavam os armazéns. como acontecera com o governo de Jeroboão antes. que lalava com o povo por meio dos oráculos: entre­ tanto. Baasa logo per­ cebeu que lutava contra a coalizão em duas frentes.33. 16.25.9J veja também Nadnbp. Quan­ do se tornou rei. Provavelm ente é o meNmo Bacbuquias an terio r (n 9 >). De acordo com Números 22. da Iribo de Issacar.49J. B A E S E IA S . dele. A maldade de seu reinado tornou-se quase um provérbio sobre o pecado. Ne 7. l-. A história desse falso profeta is mais bem lembrada pelas palavras do animal. Esse falso profeta tipificou a situa­ ção de instabilidade de Israel uo tempo de Moisés. con­ tudo. Logo perderam todas essas terras e. os hebreus logo foram seduzidos p elas praticas dos moabitae (veju Números 25). da mesma maneira quo os israelitas. enquanto Bolaoo nada percebeu. Estabeleceu seu reino primeiramente em Tirza (1 Rs 15. Foi o terceiro rei da parte norle do reino dividido. 85 . 2 Rs 9. 3 . Permanece como uma adver­ tência quanlo aos perigos do se permitir quo ura forasteiro (Balaáo era de Pelor.16*22. como Nadabe e |eroboão. Seus descendentes esta­ vam entre os servidoras do Templo que retornaram do exiLio babilónico coui Neemias e Zorobabel (Ed 2. depois de atacar Judá.

12. 2 Pedro 2. foi morto por Moisés B A L A Q U E . Ancestral de 1lt«i. s.25). porque lal vaidade decoração será expos­ 2. Dous conti­ dos israelitas sobre outros povos. o qual tem vida curta. Deus o usou vúj ias beranda dfi Deus que opera para o bem de vezes para confrontar BaJaque e aheuçoseu povo.ípor. ao tomar conhecimento da vitória lealdade misla do profeta. movido polo tura de verdadeiros e falsos orá<. o episódio de Balaão assim. uios e da medo. r.8. ao invés de amaldiçoar (Nm 23. C ) cristão deve ser grato do de Davi (1 Cr8. a fim de (Ap 2. Anceslral de Hlã. que serviu como cionam Coido uma cobertura pura os de­ músico no Tabernáculo. e desvru-se para sua própria destrui­ abençoou só poderia resultar em maldi­ ção.17). Pelo contrário. porque este uo final serã ele acendeu a ira do Deus. ao escrever á igreja em babilónico (1 Cr 9-4 J.22). Dessa maneira.c>m sua relu­ tância em fazei' '‘somente o que Eu te dis­ exposto. Da (v. assim. devido i i sedurão e aos efeitos um homem de talento profético. Por essa r a z ã o . Nm 31. Acliou nuou a intervir pma guiai sou povo na que seria possível contratar Balaão para vitória sobre seus inimigos. Pai de Murodaque-BaJadõ. mento como uma toraia de religiosida­ Tentar amaldiçoar o povo a quem Senhor de. a maneira como Balaão foi induzido no adultério espiri­ se r” |Nm 2’2 .. Uma apnrônt ia de piedade encobre ção sobre si mesmo! (Is 2*1. 2. T s 13. que se apoia em seu conheci­ subestimam o poder do Deus de Israel. "construção") vras “arrogantes de vaidade”. s. Is 39-1).11'* mostra Balaão como mesma forma.111 . 2 Pedro 2. convicções frágeis e superficiais. o ialso ensino deve ser evitado. mas com perigosos r|ue causa sobre a congregação desejo do usar os dons de Deus. e lam­ brar do exemplo de Bajaqua o dessa ma­ bém um arrependim enlo su p erficial neira eviúu o Juízo de Deus ÍMq fi. o apóstolo alertou para o perigo das pala­ BANI (Heb.15. que As gerações futuras são desafiadas a lem­ podem ser compradas (Nm 22.v.4B). Como aconteceu coxn Balaão as conse­ Balaão entrou para a tradição rabínica quências do pecado finalmente os apa­ uomo um diplomata eficiente.2 0 s ). Pérgamo.1 Os]. o juizo em descobrir um meio de acomodar os mais rigoroso esta reservado para as que interesses do que em prestar atenção aos conscientemente induzem outro* ao erro. Filho de Z. Assim. durante o reina­ sejos malignos. loi o rei o seu* hom ens jun to com os reis moabita que convocou Balaão para amal­ midianilas (Nm 3'11. lançar uma maldição sobre os hebreus e.14 advertem o povo do Deus quanto do Os escritores bíblicos viram Balaque perigo de aceitarem em seu meio um pa­ COmo um exemplo de extrema unprudéugão com uma maneira de falar suave e cia e umu ilustração de como os pagãos eloquente. 34).15.BALADÀ da auto-eugano.U. para consternação do rei mosbila. A despeito da mis­ diçoar o povo de Ixruel. oracuios que sairiam de sua própria boca.fi). roi do com Números 31.18. E. Para o ceu em Jeru salém depois do exílio apóstolo João. nador Balaque náo estava interessado nas palavras de Balaão (Nm 24.9. o pior pecado não é de fato o 86 . ]z 11. esse falso pro­ da Babilónia na época em que Ezequias feta aconselhou os midianilas a atrair os ora rei de Judá 12 Rs 20. mas enga­ nham (cf. Judas 11 e Apocalipse ar o povo.a. israelitas para os pecados sexuais em Pear. que se estabele­ ta no dia do julgamento lld 111. derrota-los (Nm 22) A despeito da lornuu-se intiis um exemplo da toial suinsensatez de Baluão. alcançar seus objeiivot» pessoais. porque fun­ 1. De acor­ BALAOÃ. Sedu zido pela tual por Ba Iaque è muito pior (veja mais bajulação (Nm 22-17) o mais interessado detalhes em Bolaqi Ml.14).

1 III. Em Hebreus 11 <2. Moisés e ao seu povo e não per­ mitia que fossem totalmente absorvidos ou destruídos pelos puvos vizinhos. íoi morto por uma mulher. marcada cómo um lempo em que Israel esteve re­ gu larm ente dom inado pelos povos cananeus. que com andava os BARAQUEL. BARAQUE. paro a obra <lo Senhor por meio de Baraque o ou­ tros juizes. manlinha-se fiel ao seu pacto e ás promessas que fizera a Abraão. que loi superintenden­ te dos levitas em Jerusalém. Seus descendentes estavam entre os servid ores do Tomplo que retornaram du exílio bobilónico com Neemias (Ed 2 . Dois dos levitas que melaram o pacto feito pelo povo de adorar ao Se­ nhor e obedecer á . isso realmeuti: aconteceu. para receber tais adversidades do Deus (Jó 3 2 . na verdade. Filho de Ahiuoão.11.29. Veja Berequias. Descendem* de Secariias e fi­ lho de Sernaias (t Cr 3. íoi iiixi dos primeiros a retomar do exílio babilónico uo tempo de Zorobabel.BARIÁ 3. entretanto. sob a direçáo de Esdras (Ne 8. Ela concordou. natural de Quedes de Naitaii.551. UL Pai de IJsri. O Senhor permitia essas situações como punição. Levita citado em i Cró­ nicas 9. quando Sisera.5] 9 e 1 0 . Baraquo ficou conhenldo como o co­ mandante que íoi ã guerra em resposta ao chamado de Débora* para lutar contra Jabim. Deus. 5 3 : Ne 7.22J. Foi um dos 87 . que voltou □ Jerusalém m m Esdras durante o reinadn do Artax«rxg$ |Ed 8.22). rei cananeu (Jz 4). poi terem rejeitada a Ele em muitas oca­ siões. BAR COS.o patriarca e esla­ va preocupado porque este lentava justi('iciir-se diante de Deus. Samuel olhou para trás. 2 . Pai de Reum. Pâi dc* Eliu. loi claramente atribuída ao Senhor. v í v p u durante o pe­ ríodo dos Juizes. Alguns de seus descendentes loraiu culpados de se casar com mulhe­ res estrangeiras (Ed 10. Veja Beuw 8 Um dos levilas que instruíram o povo na Lei. iuijeí. Foi uma época de anar­ quia na bistório dos isrnebt/is. cie não ficou muito satisMta com a ordem que recebera de Débora e linha dú­ vidas se realmente venceria. 7. seu argumento loi que Jó era culpado de alguma coisa.Sçlumito.es e muitas vezes atuavam apenas numa pequrua área de Israel. que levantou Débora e Baraque. Levou com ele voluntários de ZebuJom e Naltali. um gratidão pelo grande sucesso obtido (v. o Senhor levantava um líder no m eio do povo. . Eliú fui o ultimo dos três amigos que tentaram argumentar com Jó.icbuquias dfi NeeiriAas 11. BARIÁ. A piini ípio. depois do exllio babilónico (Ne 11. buzita da fa­ mília de Ráo. 5 e 6. foi entoado poT Baraquo e Dõbora. BAQUEBACAR. gçneral do exército do rei Jabim.Ki.17. mas que. IJ. israelitas na batalha. Eles obe­ deceram a Esdras n se divorciaram.34). mas disse que a gloria pela vitoria na balailia seria de uma mu­ lher.14). em 1Samuel 12. Quando a opressão tornava-se muilo grande. Baraque é citado corno exemplo de um homem de fé. contudo. 6 ) .15 como descendente de Asafe. Pro­ vavelmente é o mesmo B.4. até a vitória. M ie. lael (Tz 4-211 luizes f) registra o que é Irequen temente chama­ do de “o cântico de Débora".sua Lei |Ne 10.17J.301. com implicações lauto na vida social como religiosa da nação. Ancestral de . 4 . BA R A Q UIAS1. Esses comandantes então fornavam-se iujy. De acordo com Esdras. Era mais jovem do nm. A vitória.7). Sò Ma < t bata­ lha se açjuela profetisa acompanhasse a tro­ pa. fí Lideraram os judeus na confissão dos pecados (Ne 9. C42 cie seus d escen d en tes retornaram do e x ílio babilónico com Neemias (Ed 2. que liderou os levi los nos reparos do muro de Jerusalém (Ne 3.

que Lucas descreve como "homem prudente". Ele ficou em­ polgado com o desenvolvimento espiri­ tual e encorajou os crentes a permanecer fiéis (At 31. inimigo de Ioda a justiça" (v. 12). loi eh* quem o apresentou aos apóstolos nm Jerusalém lAl 0.13). O apolido que OS apóstolos deram a um levita natural de Chipre que se tornou bder na igreja primitiva. na Paníília |alu­ ai TUrquia I: um dos componentes da equi­ pe. A dupla missionária seguiu adiante e pregou em Antioquia tia Pisidia. M filho dl» Jfcsús"). Eles navegaram adi­ ante e chegaram a PeJge.i. pois em Listra foi chamado de "Júpiter" e Paulo. pois Lucas lo escritor do livro de Aios) refere-se a "Paulo e os que estavam com ele" |Af 13. as quais foram comissionados e enviados na pri­ me L ra viagem missionária (At 13. combinada com o ensino aposlóliu. mas Lucas intp. porque este era o que lalava” IAl 14. eles pregaram por toda a ilha de Chipre. Paulo agiu rapidamente: "Cheio dn Espirito San • lo". ondw ambos ficaram por algum tempo. indicaram ho­ mens aptos a prover li. BARNABÉ.12) e receberam apoio do concilio de Jerusalém (vv 22-29). di r“Mercúrio.1-5.25. que o en­ viou paia investigar as alividades cristãs nm Antioquia |At t l. 10) e pro­ nunciou o juízo de Dous contra ele. cuja larela foi confiada a Barnabé e a Paulo (At 11. João Marcos. onde o procônsul Sérgio Paulo (Teu no Evan­ gelho (At 13.26). A primeira aparição de Barnabé foi em Jerusalém. e os dois trabalharam juntos em Antioquia e ensiuaram muitas pessoas (Al 11.13). onde é cilado como um tuiuavilhoso exemplo de generosidade (At 4.42-51. Consclent.10-211 .BAR-JESUS mtnubros da linhagem real de Davi.es da direção do Espírito. Recrutou Saulo (lambém conhecido como Paulo. B A R -J E S U S [Heb. Infelizmente. Quando a mensagem divina e procla­ mada.7.12). Seu nome grego era Elimas (v.36]. uo chegar ú Antioquia da Síria* prestaram o rnlutório sohre a missão realizada (Ai 14. Icouio e Derbe.rpretou seu nome apostólico como “filho da consolação'*.1-3). frequentemente porecu haver um trabalho determinado contra o Evange­ lho. 14. No meio de uma crise de fome. diante ria oposição o do lutnresse da multidão (At 13. Evidentemente Barnabé Linha a figura mais imponente. 30-35). os dois companheiros tiveram um sério desentendimento a res­ 88 . Ele eslava a serviço do procônsul roma­ no.30). Tal ação. Nessa situação.il ura liderança para cada igreja (Al 14. parece que Paulo assumiu a lide­ rança. Paulo r Bamahó apresentaram a pro­ posta sobre ú plena admissão dos gentios na igreja (At 15. du­ rante o governo do imperador Cláudio a igreja em Antioquia onviou ajuda para os irmãos na Judéia. pnlre o que pertence ao engano do diabo e o que e de Deus». culm inou com a conversão do procônsul Sérgio Piado | v. lizeram o mesmo itinerário e.21-28).Jesusopôs-se ao Evangelho e delibe­ radamente tentou afastar Sérgio Paulo da !’é. Listra. ele chamou Elimas de '“ filho do dia­ bo. Seu nome judeu era losé. Quando Saulo de 'Ihrso se con­ verteu. enlreianlo.23). Barnabé é meut ionado 29 vezes cm At os e i riuno nas cartas de Paulo. encontrado por Paulo e Barnábé na cidade de Paios.23). Dai em diante. Nomo judaico de um mágico e falso pro­ feta. Al 13. Os dous dn Barnábé loram reconhe­ cidos pela igreja de Jerusalém. para sugerir algo do sou ca­ ráter fAt 4. Sérgio PauJo. A ênfase uo Espirito Santo e o juízo particular pronunciado por Paulo propor­ cionam uma diferenciação inilílo clara entre a verdade e a falsidade.9). im&. Bar.6|.12) Na viagem dc volta.22). 7). 8).1-7. que "procura­ va muito ouvir a palavra de Deus'* (v. A decisão do conclave foi bem aceita em Antioquia. rela­ cionada apôs o exílio babilónico. na ilha de Chipre (Al I3.271.32-371 . separou-se deles o vol­ tou paia Jerusalém (At 13. na lorma de uma cegueira temporária. pregando e ensinando (w.

prisioneiro junto com Paulo. onde aparece com PhuIo e Tito numa consulta com os líde­ res da igreja em Jerusalém Durante essa reunião privativa. A partir desse momento. vemos a rejei­ ção final do Messias de Deus. seu sobrinho. que ofertou abundan­ temente seu tempo e seus talenios para a causa de Cristo. »íle pergunta in­ cisivamente: "Não lemos nós o direito de levar conosco uma esposa crente. contu­ do. Talvez fosse um zelole” e o levante representasse uma fenlativa de se alcançar a liberdade do jugo romano. pudessem supérar as dificuldades. Via poteucial nas pessous e desejava recrutá-las.BARRADAS peito de João Marcos Paulo recusou-se a levá-la na segundo viagem missionária enquanto Barnabé deu-lhe uma segunda chance. Tiago. Lamentavelmenle. Assim. ao seguir a orientação dos "sacerdotes e dos principais da sinago­ ga'*. ge­ nerosa e calorosa.13. Uma grande ênfase é dada por todos os escritores dos evangelhos ao fato de que Barrabás foi solto e Jesus crucifica­ do. Existem trêsreferêncius n Barnabé nm Gálalas (G1 2. conforme aconteceu com Paulo. o Cefns? Ou só eu e Barnabé Dão tomos o direito de deixar de traba­ lhar?" (1 Co 9.r. e eles á circunci­ são (aos judeus!" (G1 2. Como qu alquer outro ser hum ano. Paulo discute os di­ reitos de um apóstolo e levanta uma sé­ rie de questões retóricas destinadas a es­ tabelecer o princípio do que “os quo anunaiam o ovuDgolho. mesmo que só com o lempo. Era um homem de ora­ ção. Coríntios. recebeio" (Cl 4/10).1 í).40). “o Santo e o Justo". Cefas (Pedrol o João estenderam a destra da comunhão o Barnabé o Paulo. como lambem os demais apóstolos. ao dar unia alternativa para u multidão.13). porque se relaciona a foão Marcos. Mc 15.A. Sua atitude 89 .9. que Paula confrontou o repreendeu |Gl 2. uno seria provável olerecê-lo paia ser solto. Jesus não era a grande figura messiânica que esperavam.1. e eboio do Espírito San lo n de fé” fAl 11.7-15: Lc 23. o qual mandou saudações com Aristarco. Em I. tanto eui casa como nos lugares distantes.14). O significado foi bem apresentado por Pedro em seu sermão em Atos 3.24). a fim de exigir uma sentença de morte para lesus. solto polo govemarlor romano Pôncio Pilatos no lugar de Cristo. A referência final a Barnabé é tocan­ te. Se esse lósse o caso. para tristeza de Pilatos. Barrubás foi li dor do uma rebelião omboru o propósito da mesma não fique claro nos evangelhos. O ministério paciente de Barnabé com João Marcos foi bnm-sucedido (2 Tm 4. mesmo como um gesto de boa von­ tade por parte de Pilatos | Ml 27 16-26.5. a multidão exigiu que libeitasse Barrabás. Uma multidão foi rapidamenle reunida pelos lideres religiosos. át) conduzi-lo consigo a Chipre IAi 15. O que se poderia dizer sobre o caráler de Barnabé? Era uma pessoa boa. “filho do pai").36-391. A. “ P r i ­ s i o n e i r o notório” o assassino.19: Jo 18. Pedro cedeu às pressões dos de­ fensores da circuncisão e “até Bumabò se tleixou levar pela sua dissimulação". que vivam do evange­ lho" f l Co 9. quo buscava a direçáo do Espírito Santo pura lomur as decisões Encoraja­ va seu companheiros de trabalho no mi­ nistério cristão e era um amigo sempre disposto a dar uma segunda chance a quem precisasse.14). mas geralmente "ora homem de bem. B A R R A B A S fHeb. onde chama Barrabás de “homicida". e os irmãos do Senhor. Mas. Barnabé podia ceder às pressões.6).18. ao concordar que deve­ riam ir para os "gentios. Pelo fato de o povo fazej tal escolha e ser domina­ do pelos lideres religiosos. Pilatos nada achou de errado em Jesus o buscou uma justificativa para libertá-lo. o filho da consolação não é mais meneiooado do mia to rio Atos.9). O problema quo tiveram foi resolvido e o apóstolo escreve aos colossenses: “Se ele IJoâo Marcos) for ler convosco.

U . o referido profeta comprou um terreno de seu parente Hananeel Eie assinou e selou a escritura de compra e deu-a a Baruque. No meio da execu­ ção do juízo divina. em quem não há nada falso" iJo 1.. Aparece em cada uma das quabo listas dos "do/. tivesse misericór­ dia dele.c. esse mendigo Linha confiança em que o illho de Davi podia curá-lo. Um relato mui1:0 semelhante e registrado em Lucas. Lc 6. com ins­ truções para que este colocasse a cópia selada e a cópia aberta dentro de um vaso de barro. 10. Um evangelho apócrifo posterior é erroneamente atribuído a ele Nada mais é conhecido com algum grau de veraci­ dade sobre Bartolameu c. Mc 3. p. é possível que Nalanael seja o prim eira nome desse d iscíp u lo e BARUQUE (Heb. "filho rio sábado"). 1. o patronimk^». Filho de Necias. Baruque foi ti leu a m ensagem da câm ara de Gemadas. para sua última Páscoa. um dos que se es­ tabeleceram em Jerusalém depois do exí­ lio btibUônico (Ne 11. 2. Diinrentemenlc daqueles líderes. ditou a Daruque todas as pa­ lavras do Senhor que recebera desde o reinada de losias. em sua ro ta para Jerusalém.23) e Ju d as Barsabás (At 15.0). Era uma atitude de fé nas promessas e na fi­ delidade de Deus de que o povo retomaria do exílio babilónico.. so­ bre quando Jesus chegava perto "de Jerirõ" (Lc 18. ele faz par com Filipe. "abençoado"). con tudo. Cris­ to o c ilto u (Mc 10. Jeremias. Se esse tuciociuio estiver correto. o "lillio de Davi".20-34). ajudou a reparar os muros de Jerusalém. "filh o de Tolmai"). para que Je­ sus. 4. Pai de Maaséias. mas era quase certo também que tosse nm reoonlieumento de que lesus era o Messias.12.13). Ao obedecer às instruções do Senhor.n. BAR Tl M EU. na esperança de que as profecias o le ­ vassem ao arrependimento. na entrada da porta nova do Templo.44-51) Portanto. BARSABÁS CHeb. mais tarde.18-21). Em liitíiua análise. Quando Micaias ouviu o que Baruque lia. Seu secretário deve­ ria u e ler a mensagem diante do povo.2U). É interes­ sante notar que essa expressão loi o tema de urna discussão entre Jesus e os judeus religiosos. a fim de que se conservassem por um longo tempo. Um dos que selaram o pacto feilo pelo povo de adorar ao Senhor e obede­ cer às suas leis (Ne 10. Veja / rA sV * B a rsa h á s fAt 1. era um meudigo cego.40-521. Jesus o encontrou nu es­ trada que levava u Jericó. veia essa proposta de uma grande bênção. então sabemos que Jesus o tinha como “um verdadeiro israelita. Filho de Timeu. B A R T O L O M E U (Aram. At 1. naquele mesmo dia (Mc I2.Q . O significado desse ato ora uma mensagem de esperança. o quaJ também tor­ nou-se um seguidor de Jesus (Jo J . a escolha dos judeus o seus lí­ deres foi a mesma quo homens e mulhe­ res de todas a* épocas e r/iças ainda fa­ zem hoje.í O apelo do cego.10). 1. J°ão des­ creve como este encontrou um amigo chamado Natannel. o sumo sacer­ dote (Ne 3.3. Em Maíeus. os quais ordenaram que o servo de 90 . É possivel que seja o Baruque anterior (ne L).e apóstolos" de Jesus (Ml 10.47J.J5. era secretário de fere nuas (Jr 32. Era um re­ conhecimento de que Crista pertencia a linhagem reaj ile Davi.15-43) Mateus registra a qura de dois cegos Da salda de Jericó (Mt 20.3(>).5). 3.a. contou aos oficiais do Tem­ plo.22).. Filho de Zabai. Sua fé foi recompensada e ele ficou são imedia­ tamente. é muito significativo. impossibilitado de ir ale o Templo.14. desde o ângulo até a porta da casa de Eliasibe.13. P.BARSABÁS de pd5í e sofrimento não era algo que atraia as multidões. quando rejeitam a fé no Evan­ gelho do "Cristo crucificado" e preferem seguir a “sabedoria deste mundo" (t Co Bartolomeu.

N* 7. num ata de desobediência ao SeDhor (Jr 43. O monarca rocusou-se a ouvir as palavras do texto sagrado e o queimou.61-03.i quo esses casamentos foram utuu fonte do amargu­ BARZILAI (Heb. próximo de sua famí­ também Toram chefes (Gn 36. Em seu leito de morle. mas o Senhor desejava que ele entendesse que. sem dúvida porque tais uniões representavam quo permaneceram fiéis a Davi. Jeremias enião advertiu Baruque a não Jniscar grandes coisas pnra si mesmo (Jr 45. irmã de salém (2 Sm 19.17).BASEM ÁTE Jeremias lhes entregasse u texto. Nebaiote o filho de Ismael (Gn 36. pois desejava morrer em nou-se um tlde-r em Edom e seus netos paz. m . com oitenta anus (2 Sm 19.n.6-fl) O filho Jerusalém. 0 meolalita era pai de Adriel [2 Sm 2 1. em vez de “filha”. cessidade de ser generoso com os descen­ Aqui novanipule o texto é cloro em mosdentes de Barzilai (1 Rs 2.str.3-7). 1 . na Mesopotamia. ao dar instru­ anteriormente. Fillia do Elom. em busca de honrar a grande fidelidade de Barzilai e uma espnsa. lemhrou o filho da ne­ identificada como Maalale (Gn 28.T|.iun foram bondosos com tar-se da esposa do mesmo nome citada ole. significavam outra atitu­ mentos esseuciais para elo e seus solda­ de de Esaú de rnjeitur ao Senhor ú a sua dos (2 Sm 17. Davi d abençoou o seguiu para Jeru­ 2. Era casado com a “filha" de Barzilai. 35 regi. 91 . Outra esposa de Esaú. e. M homom de ferro”). Isso aconteceu mui­ tos séculos depois.3).34) E»aú casou-se com pia e com oulra heléia. considerados como “imundos1 '. a Palavra de Deus permaneceu IJr 36). con­ tra a vontade. Tempos mais tarde. Os inim igos de Deus acusaram Baruque de incitar Jeremias contra elos [>ara entregados nas mãos dos caldeus. Barzilai estava ontre deveriam viver separados dos cananons. disseram que Baruque o leremia» se escondessem e Foram relatar ludo ao rei.6. e a melhor tradução seria. posteriormente tor­ recusou a oferta. o heteu (Gn 26. redor Esse seu procedimento conlrasla qu. 1'iiha de Saul. 0 v. 0 roi quoria Padá-Ará.c. os que trouxeram comas e outros supri­ Além do mais. lia.ti). ande cuidaria dele. Quan­ do leram a rneusagem.1). “uma descenden­ te de Barzilai". 3. Saul havia matado muitos deles. Ele p o profeta foram levados por Joana. Viveu depois do retorno do todlio babilónico. o gileadita lo* i acima) é adotou o nome da família. A também lembrou-se fielmente dos seus despuito das sugestões de que pode tra­ amigos o dos i. cinco dos ííihos dela morreram num ato de vingança. 1. quando uma transgressão ao manda mento de era perseguido por Absalão Quando o rei Deus de que os descendentes de Abraão chegou a Manaaim. A despeito das ten­ tativas para dêètruf-la. Ele procedia de uma fa­ mília de sacerdotes q u e não conseguiram traçar a linhagem de seus ancestrais e. dentro do t ontexto da des­ truição de Jerusalém e do exílio. eiu vez dn cosar-se com as sugeriu que seguisse Com ide de volta a mulheres ctmanóias (Gn 28. BASEM ATE.27) Era um ' homem muito disposição do se associar aos povos ao seu velha".rndo acompanhou Davi até o Jordão. até que o Drim e o Tumim fossmn consultados (Ed 2.p 2 . escreveu nele Iodas as pala­ vras que loram queimadas e deu-o no­ vamente a Baruque. grandemente com Jacó. em sua casa.32). por isso. “OgiJeaditáde Rogelím” loi um dosra e Irisleza pura Isuque e Rabeca. para o Egito. r. Orei. que viajou até depois da morte de Absalão. ele deve­ ria ser grato por escapar corn vida.6-9). por ler o primeiro rei do Jsruol quebrado o paclo que Josué firmara com os gibeonilas (2 Sm 21. Jeremias pegou O Uiro rnlo.|a poderia ser mais hnm ções a Salomão.31-39).7). Baruque lamontuVa sua tristeza e suas dores. foram excluídos do sacerdócio. por sua vez.1-5). Cl ancião de Bassmute ReUel. que se casara ccxni Merabe.

Linda mulher. mostra também aorcamm a morte do rei. por seu relacionamento adúltero com BAZLUTE. contudo. para sempre e de sua linhagem viria o Mes­ sias. Ne de descobrir quem era. e trouxe consigo 28 joabe.C. 1 . Numa bela larde. que não Liveram direito a nenhu­ B EB A I. O profeta Natã foi a Davi e pronunciou 4. Como seu plano fracassou. e bisavó de Quis. Seus descendentes estavam Davi. ram a Davi em Ziclague.11-53).28 J. PJ). ao com um dos doze oíiciais distritais — prometer-lhe que estabeleceria seu trono Aimaós. Leal aos seus companhniros. voltou o de volta para a frente de batalha com a a Jerusalém com Esdras. BEDADE. jar que tosse trazida até ele. Benjamita.c. Davi coníortou-a. seja os quais reinaram om Edom antes que qual for a posição que ocupem. levou o rei aos pecados da mentira. Alguns de seus descendentes fo­ ra.11) ou 628 (Ne ma lolga. O adultério. se atribuída a ele. Esses ho­ campanhas militares em defesa do reino. Davi rmindou2. lira filhu de ELiã mais do que qualquer homem O relacio­ (2 Sm 11. Um ilos líderes que selaram o pac­ o juízo de Deus (2 Sm 12) Bate-Seha lorto firmado pelo povo de adorar ao Senhor nou-su esposa do rei. dessa manei­ 3. mas o bebé morreu e obedecer às suas leis (Ne 10. Rei edomita o pai de Haríade. p. Orei passeava pnlo enlre os servidores do Tem plo que terraço do palácio e viu essa linda mulher retornaram do exílio babilónico com banhar-se a uma certa distando.5 2 . era pai de Zeror mente e dessa vez deu á luz Salomão fv. que estava ausente por participar das do reinado de Saul ( I Cr 12. Filha de Salomão. mens eram bonjàmitas que desertaram do voltasse para casa. 623 (Ed 2.15). enviada ao comandante do de Artaxerxes.u. para colocá-lo em um lugar onde homens (Ed R. o heteu. durante o reina­ ordem secreta.. Um dos guerreiros que se uni­ grávida. quando fora ba­ Davi conseguiu que o marido de Batenido de Israel. não fica­ 92 . que se casara pelo próprio Deus. lheres estrangeiros (Ed 10. escolhido mulheres cananitus. Os ptícados dos servos do Senhor.RATE-SEBA ram de fora do relato bíblico Davi foi o Irar que Esaú não deveria casar-se com maior de todos os rei de Israel. 11).3). pudesse morrer. Tornou-se depois esposa de namento com Bale-Seba reflete essa ver­ Davi e mãe de Salomão. Bat«-Seba e o prote­ Saul (1 Sm 9. Depois da morte da crian­ ça. que fora es­ minoso e merecedor do castigo divino posa de Urias. seu esposo. finalmente. ela ajudou a assegurar Deus. «Ja engravidou nova­ BECORATE. 12 ). para que a gravides fos­ exército de Israel. 3. Nos eventos que dade claramente: contudo. de Naflali I I Rs 4. Nem que a vontade dele de ter Salomão como adultério nem assassinato estão acima da sucessor fosse cumprida misericórdia do Senhor. do ram culpados de tei-se casado com mu­ engano e. do assassinato. o a que o arrependimento leva ao perdão de sucessão ao trono. la Natô trabalharam juntos para impedir que Adonias usurpasse o tmno (1 Rs 1. o qual era o pai do rei Témpos mais Larde. Foi com ele que o Se­ nhor fez uma aliança especial (2 Sm 7 ). Zacarias. exílio babilónico com Neemias. apesar disso. durante o último período Seba.54).1). Urias rec usou-se a ir para casa e 7*10) de seus descendentes voltaram do ter qualquer relação sexual com a esposa. qualquer que soja o pecado. peca­ B A TE-SEBA . Seu descendente. Ao lenlar ficar Livre dc» problema. quando os dois se envolveram sexualmente e ela acabou BE ALI AS. Bate-Soba é mais conhecida. conseguiu arran7. ele era humano.5). Depois N eem ias e Zorobabel (Ed 2 .15) ainda pequeno.

35). Vários dn seus filhos lambém fo­ ram chefes (Nm 26. Vivou em Aroer.341 2. esse nomo roferese a Sal anás e ó usado com esse sentido no NT por Paulo. pai de Judite. depois que lomou ainda mais mulheres" (1 Cr 14. 1 .0). Durante o reinado de Saul.15. ‘‘Bei proteja o rei"). uao existe harmonia entre cren­ tes r incrédulos. capital do imprèrio. BEL. Ileteu. na Babilónia. Até recentemente ainda havia cetidsmo quanlo a historicidade do Daniel 5. n qual foi uma das esposas de Esau (Cu 26. Da Iribo de Aser. já é amplamente aceito que Bebazar era filho e co-regente dele. 1 .30.1 e Jr 51 44). BELSAZAR (Bab.32. argumeula Paulo. Isso não quer dizfir quo foicrbtãos e incrédulos náo devam tei ami­ zade. ao traçar esses contrastes. U m dos filhos que nasceraiu a Davi era fertisalóm. Um dos lideres dos rubonítas. Descendentn da Manassés e fi­ lho de Uião (1 Ct 7. mas de­ pois pergunta: “Que concOrdia ha entre Cristo e Belial?" Iv. pro­ vavelmente devido ao prefixo associado a Baal e à idolatria cananita (2 Sm 5. levado cativo pelo rei Tiglate-Pdeser. era um cha­ mado à santidade. t Cr 1. 1 . 15).3 1. que não e mencionado na Bíblia. Primeiro filho do Bonjamim. o p rofeta o confrontou. em 2 Coríntios 0. Este leruio tam­ bém d visto no prefixo do nome quo foi dado a Daniel na Babilónia — Boltessazar. Tomaram posse das terras a lesto de Gileade e estenderam-se até o rio Eulrates.43).14. embora tenha-se retirado para um palácio remoto p deixado seu filho d o governo. 1 Cr 8.35 .BELSAZAR houvesse um rei em Israel (Gd :t6. pob caria um adola um yonhor diferente — o cristão serve d Cristo enquanto o incrédulo.33.2. que se tornou líder do clã dos belaítas iGn 46. Nos escritos judaicos do perío­ do iniertestamentário. Essa invasão é descrita em 2 Reis 15 29. entretanto. rubenita. da Assíria 11 Cr 5. Nesse texto o apóstolo insisle enfaticamente que os cristãos devem ser cuida­ dosos sobre com quem se associam e se mis luram e as implicações do envolvi­ mento com os que não são crisláos.1). multiplicado nn torra de Cileade" | 1 Cr 5. "porque o seu gado se tinha BE LI AL. l Cr 1. mas envolver-se e tontar ter harmo­ nia juntos seria difícil.3.17). veja tam­ bém Is 46. O úliimo rei do Império Babilónico citado na Bíblia.40. B E E R I. Filho dn Beor e rei de Edom Reinou na cidade de Dinabá» antes que houvesse reis em Israel. era íilho fie Zofá (1 Cr 7.21).36.7) Seu nome (oi mudado paia Iíliada. Seu filho jobabo o sucedeu (Gn 36.edeu uma autoridade total sobre o império a Bebazar.30). pois uãa havia nenliuma prova extra-bíblica que c o m p r o v a s s e a existência de um rei da Babilónia chamado Belsazar.forani tu)pados de ler-se casado nmi mulheres estrangeiras (Ed 10. B E E R A . BELÀ. onde é descrita a morte dele |v.D JT-. o últhno rei é Nabonido.8-10). O apelo que o apóstolo fez. Deus babilónico também identifi­ cado como Merodaqué lír 50. B ED IA S . Nos documentos remanescentes. Como porta-voz d / ? Deus. AparentemRule Nafiouido nunca coni. Daniel 5 diz multo pouco sobre o carater de Belsazar. seu povo foi responsável polo derrota dos hagarenos.1-3). BEELIAD A.16: 1 Cr 3. 3 .37). devido ao seu orgulho e comportamento blasfemo 93 . BED Ã . P. Pai do profeta Oséias (Os 1. Filho de Bani. estava entre os qin. Pilho de Azaz. Ele contrasta luz e trevas no v.8). a Bolial.46 ). 2. mj-. 2. É claro que não há concórdia alguma! Portanto. Este nome aparece somente em Daniel 5.

j Este vocábulo. 12. era um dos músicos duran­ 1U. serviu arrepandoram o fizeram um pacto de ser­ vir ao Senhor (Ed 10. e seu destina foi selado quando Daniol interpretou o que a mão ostrrevofô na parede.36. lornou-se coman­ dante sobre os quereteus e peleluus.22.30. Era da tribo de judá e veio de Cabzeel (2 Sm 23. durante lodo seu reina­ (Dn 5. Contudo. p j j .6). era um dos músicos duran­ va sobre perseguição. veja Damal.5) Bekebu. Levita.23J. 26. te o reinado de Davi.16). cujo trabalho consistia em sias! Estavam felizes por identificar o Fisupervisionar as contribuições para o Lho de Deus com Satantis em pessoa.ouio os judeus religiosos car trombeta.24: Mi 3. crucificação. Levita. foi (Lc 11-14-23). Secanias confessou a Esdras ilo rei Salom ão. Náo ha registro do arrependimento do Belsazar.23: 23.23-35. E1p também acompanhou o daqueles dias estovain dispostos a atri­ Arca (1 Cr 15.32-38). e lhe disse: "Mas a Deus.g. 16. ou Satanás.24. foi um dos “trinta he­ pressão hebraica que significava "senhor róis" de Davi. buir os obras e as palavras de Jesus ao 5. BELZEBU. em todo o Novo Testamen­ tocar lira e acompanhou a Arca quando to.000 homem.14). te o reinado de Davi. Eleazar e Sarná. cuja família tão ia tenso que afinal culminou com sua multiplicou abundantemente (1 Cr 4.5. 1 Cr 27. Lc 11 15.191. Esdras e o povo se construído") 1. saçõns que o identificavam com Satanás 7.46).8. este termo bav ia-se 1 Cr 11. 18: 20.25.7 1.11).31: 27. Durante o reinado de Ezequias. É Templo durante o avivamento no reina­ claro qan Cristo defenden-se dessas acudo de Ezequias (2 Cr 31.22. Adonias e Simei | 1 Rs 2.18. naBabilôniâ iDu l . Veja Bm -ilur. Filho do sacerdote Joiada.3. Para mais 1. inclusive doscenNafate-Dor (1 Rs 4.BELTESSAZAR do.14). Levita. dentes dos sacerdotes de judá. mas o ódio contra Ele era líder da tribo de Simeão. Benaia é cilado fielmente a Davi. vel pela m orte dos traidores Joabe.2J. era o antagonismo deles para com o Mes­ 6. foi próprio Satanas revela o quão profundo descendente de Asafe (2 Cr 20.2. Este nome veio do uma ex­ 2. O oulrora glorioso Império Babilónico s e m alvo do juizo divino e o próprio rei presidiria sua des­ truição. Davi 0 considerava “valente u do grandes fei­ tos” « •contado com maior honra do que qualqunr outro dos "trinta” grandes guer­ reiros (2 Sm B.341 Sua lealdade era tal que não participou da rebelião de Adonias no fim da vida de Davi e foi um dos indicados B ELTES S AZA R .13). 24-431 . O 'novo” nome dado para proclamar Salomão como rei (1 Rs u Daniel. Piratonita. somente foi usado em passagens onde foi levada para Jerusalém | i Cr 15. e era governador de que muitos liomeus. Foi escolhido pur. em cUja máo está a tua vida. destacado pura to­ A maneira t.A B I N A D A B E (Heb. Filho de Jeiel e pai de Zacarias.20). No tempo do retorno do exílio Abinadabe"). Liderava uma tropa de das moscas” e provavelmente relaciona24. casaramse com mulheres d »> outras tribos e oté B E N A I A (H eb. ou em que Ele fala­ 4. a p Ip não glorifÍGaste”.18-20: Jesus era acusado de Ele próprio ser 16. Nos dias de Cristo. Ele também íoi responsá­ detalhes. Estava eutre o s descendentes de Parós. e todos os teus caminhos. B E N . dão no 11 “mês de cada ano (2 Sm 23. uáo foi um dos "três volan­ tes de Davi”: Josebe-Bassebete. filha babilónico. tornado um sinónimo de Satanás (Mt 3. que ficavam de pronti­ se a um deus canantsu lei 2 Rs 1. "o Sen h or tem mesmo estrangeiras.20-23. 94 . "filh o de 8. Casou-se coin Tafaie.

35) 95 . deconcernentes a Acabe e sua relação com pdis que escapou da destruição. Veja Ben-Hur. e de Baasa e Oari. “filhe." filha do meu pareste"). mas Ben-Hadade conseguiu fugir a cavalo ( L Rs 20. mas chegou no limite quando o filhas escaparam.29).17ssj. um dos 25 liomeustonha trazido um aJUvio temporário nas identificados por Ezequiel como irupios hostilidades entre Israel e Judá. 1 Rs 15.9) Benlia.221. Rei do Damasco. Era filho de Ló guerra.000 homem* e efetuoti um ata­ Abraão.38]. sitiou Samariamais ou munos em 850 a.43). Também ouro que ficara nos tesouros da casa do citado entre ws tji. Acabe foi repreendido distrito de Argobe. 9. o profela encorajou o furam salvos pur Deus unicamente por rei a tomar a iniciativa na batalha. Citado entre iis descendentes do PaateMoabe. durante o remado de graude batalha o Dous demonshou sua Salomão (1 Rs 4. não hou Ben-Hadade: duas positivas e uma nega­ ve novo começo para Ló. O rei Acabe estava relutante em entrar na Progenitor dos amonitas. de Judá. contemporâneo do rei Asa. na época do rei Salouião 11 Rs talhas contra Ben-Hadade (1 Rs 20. sexuais. 2 Rs 12. alcançada.1 1 31. também mencionado coíno um dos Iídores de família culpados de ler-se rasado mm mulheres estransiras (Ed 10. com quem o: Senhor fizera alian­ que de surpresa. sucesso o violento ataque o obteve uma continuaram a praticar os graves pecados grande vitória sobre os sírios. isso enfrentou os israelitas ua planície (1 Gnveraadur de Romote-Gileade e área* Rs 20 25). Uma vitória decisiva foi ça (Gn 19. em Basã. elas ficaram preocupa­ rei sírio quis enviar seus oficiais para vas­ das coru a continuação do nome da íarniculharem a casa real I 1 Rs 20.D. as quais espelo proíela do Senhor. Veja Ben-Hur. BEN*AMI (Heb. mas também polo sacrifício da Uberdade política. coucordou com com a sua própria filha mais nova (Gu as primeiras exigências de Ben-Hadade 1U.C. Descendente de Dam. Pai de Peladas. de Geber”).25 como um dos quo se di­ vorciaram das esposas estrangeiras.C. 2.G. . Logo depois da destruição de lentregar as mulheres. Embora lheres estrangeiras (Ed 10.ie se casaram com mu­ Senhor”. posteri­ ormente a própria Siria lornou-se uma p que agiam coutra Deus (Ez 11. s. assim. B E N -D E Q U E R (Hob. da qual som m ie Ló e suas duas e praia). 11 Rs 15. cial é feita a sessenla grandes cidades no Na terceira. por volla de 890 a. Asa pediu a Bcm-Hadade quo o aju­ dasse a se defendei contra Baasa O pre­ go dessa ajuda foi alto.9). reis de Israel. P. "lilho defiidade). O 4.c.BEN-HADADE BEN-HADADE (Heb. "filho de Deker' ). em Esdras LO. a cida­ Houve três profecias importantes de de Sodoma era famosa.13-22).nubas Hadade ficou furioso com o que percebeu tiveram relações sexuais com ele. as crianças. Este também foi cui pado de casamento rrrbla (Ed 10. por ser demasia­ lavam sob o seu controle. a Governador de M a c a z . o num Sodoma. não apenas finan­ ceiramente ('Asa tomou toda a prata e o U L Descendente de Neho. ao que parece. rei de Ará alegou que os deuses de Israel eram divindades das montanhas e por B E N -G E B E R (Ileb. 12.18). A segunda profecia advortiu Acabe. Den-Hadade U. Certameute. Por esse motivo. 10. É importante nolor quo essas fi­ guerra 11 Rs 20. 1. embebedaram o pai a . 10-12J Acabe repelin com lhas. Ele e as filhas tiva Na primeira. Novamente Israol venceu nmu circunvizinhas. rei de Ará (Siria).Acabe causa do parentesco que tinham com reuniu 7. que relutaram em sair de Sodoma.pelos quais. llcando ser uma insolente restslêuda e declarou grávidas.13). Saalbun e áreas fím do quo se preparasse para outras ba­ ao redor. Uma menção espesoberania sobro toda a Terra.30). LÊ20). séria ameaça para |udá (cí.

10. O Senhor lhe Gileade.V. BenEmbora Jaeó tivesse doze filhos. durante o reinado de Salomão BENJAM IM . rIp solicitou sa­ sírios. 8-7-9. uo de­ profecia de Elisou.34). deu-lhe o B EN -H U R . p. a e x tP D s á o do reino dn Salomão n enfatizada. Os ou­ Benjamim (“filho da minha mão direita").23).24. Filho de Hasael (790 a 77U Deus foram evidentes nos primeiros anos do reinado do Salomão. de Jacó. os coisa que desejasse (1 Rs 3. Ele tos necessários para a manutenção da recobrou as cidades capturados paios c a s a real . Sua mãe. porque estabeleceram impostos de Ben-Hadade aconteceu devido ao Juízo sobre os moradores do distrito. 1. Ben. Ben96 .BEN-HAÍL damente tolerante com os siri os n por Gober. há uma lista da provisão diária foi derrotado três vezes e perdeu o con­ requerida por Salomão.o. porque Jeoacaz continuou d o s cominhos malignos de riqueza e poder do filha de Davi.25). Um exemplo de a. O primeiro da lisla de doze nome de Benoni. Durante o reinado dp Joás. que pa­ de Deus sobre as nações ao redor de Isra­ gavam com suprimentos.C.8). D r u s permitiu que Is­ Reis 4 a ênfase é colocada na crescente rael caísse em suas mãos.3. foi morto pelns de riquezas e vida longa. Tanto antes como depois Rs . Salomão foi autorizado por Deus a pedir qualquer ram juntos contra o inimigo comum. Governador de Aribote. "filho deHeaede"). "talho da graça”). BEN-HANÃ llíeb. somen­ Hesede. Com eleito.Hadade I Reis 4.d. tros mencionados são: Ben-Dequer.otn Bon-Hadade (1 Sim ei e Geber. em el. morreu logo após seu nascimento. Mais Uirde. Afilho da torça"). eles consegui­ Ue acordo com Amós 1. continuou a política sua sabadoria é dado em 1 Reis 3.7). Ben-Hadade foi usado pelo doze governadores.5-15). 22. Em I opressora do pai. Décimo segundo filho (1 Rs 4. Acabe. Rs 20. grandeza da bênção de Deus sobre o rei Salom ão.13. correr do imo. a qual era enor­ trole sobre as cidades que capturara 12 me |w.24. Inicialmente. Beu-Abinadabo. impressão ge­ ral que se tem a partir de 1 Reis 4 é a sua Lei. de acordo com a de suprir o rei durante um mês.24. A . Sen distrito era em Efraim. Veja Ben-Hur. Km dos filhos de Simeão. contado. Ainadabe. Ben-Hadade 111 chegou ao poder no quezas e honra" Os capítulos seguintes de 1 Reis mostram como esses dons rlp tompo em que a influência síria estava em declínio. Baaná. 2 Ks 13. Raquel. nas cidades de ludá |2 Cr 17. os dois roi* luta­ Logo após sua coroação. Baaná. . S.13). ao l eni ar reconquistar Ramotebedoria e discernimeuto. estabelecer alianças r.4. É neste contexto que lemos sobre a nomeação dos Jerobono I. que significa ''filho da govnma dores distritais nomeados pelo rei minha tristeza” (Gn 35. da Iribo de Juda ( t BENINU (Heb. levilas que selar am 0 pacto feito pelo povo paia adorar ao Senhor e obedecer á sua BEN -H E8ED E (Helv. Socó e toda a ler­ ia de Heler.20). cada um deles era encarregado saqueadores moabitas.10). Josaíá.Minaas.41 . Hm alcançava lodos os limites prometidos dos oficiais de Jeosafá que foram enviudos paia ensinar o puvo sobre o Senhor e pelo Senhor a Moisés.: cf.21. "nosso filho”) Um dus Cr 4. cujo tralialho era as­ Senhor como instrumeuto pai*a execuiar segurar n grande provisão de suprimen­ sua punição sobre Israel (2 Rs 13. Em vez assírios. o qual com efeito BEN-HA IL (Heb. a derrota ram isso. o Salomão para fiscalizar seu reino (1 Rs qual Israel mais tardo mudou para 4. dessa listagem. Lei (Ne 10. A morte dp Ben-Hadade é regisconcedeu o que pedira e acrescentou "ri­ Irada em 2 Reis 0. Por isso. 1 Cí 2. 3.3).

até que finalmente elo se deu a conhecer e trouxe toda a família para o Egilu. como o da tribo de Benjamim.4s). Moisés predisse que Dous abençoaria Benjamim e "descansaria em seus braços" (Dt 33 12). Paulo explicou que Deus o resgatara do seu próprio povo e dos gentios. O apóstolo Paulo era benjamita e usa­ va a si me-snio como exemplo da teologia do “re m a n e sce n te" (veja Romanos 11.12. lambém impiedosa. deviam sua continui­ dade ò obra dn graça de um Deus salva­ dor (veja Fp 3. Eram adeptos do manuseio das armas com a mão esquerda* o que. Apesar da rejeição quase total ao Senhor.5) e. A presa seria devorada e o es* pólio. entretanto. sua herança que o salvou. Em sua velhice. Benjamim experi­ mentou o lavor especial do pai. e profetizou que no tuturo voltariam para Canaã. A Ben­ jamim. quo mar­ caria os benjnmitas como uma tribo im­ petuosa. (veja Esdras 1 e 2).BENJAMIM te dois deles uram de Raquel — Jose e Benjamim.jamilas (veja arbantií) Jacó pronunciou: “Benjamim é lobo que despedaça. principalrnenle para com o irmão Benjamim. repartido. Benjamim leve dez filhos |veja Gn 4 6 .4]. não por causa da justiça deles. ao ordenar que seus servos escon­ dessem presenles nas bagagens dos U* mãos. progenitor dos ben. Benjamim e Judá tiveram destaque particular como recipi­ entes das "promessas da graça” de res­ tauração e retorno feitas peio Senhor. Como a bisloria da triba. exceto pola misericórdia de Deus. os benjamita» tiveram sua maior preeminência e a maior parte da tribo permaneceu leal ao roi (veja I Cr 12. somado ao fato de que a mãe morrera enquanto ainda rrain bom pequenos.C. isso também ora uma bênção mista. hoje. a náo ser para entender a maneira pela qual o Senhor conservou um remanescente e enxertou outros ra­ mos (os cristãos gentios.22J. Taco (Israel) abençoou todos os seus filhos.15ss. Gibea ficou conhecida pelo sen alto índice rio hom ossexualism o (Jz li) 22).l).3s). 1 Sm tí. A tribo de Benjamim linha reputação de bravura e rnuita habilidade militar. não garante um excelente fu­ turo. pela manha devora­ rá a presa. Durante o reinado de Saul. Após José ser vendido e levado nomo escravo para o Egito. losé —pro­ movido a governador por Farao — os aju­ dou. por parle de Israel. ás vezes. Em sua deiesa diante do rei Agripa. Eh' fez de tudo para mostrar generosidade. sempre have­ ria um remanescente. lss). veja Rm 111Não foi. Urna bênção mista. mas sim a misericórdia de Deus ií sua fidelidade em guardar as promes­ sas da aliança (Gn 12. Essa mudança provou ser significativa para a fut ura realização dos planos redentores de Deus para seu povo |Gn 4ô.As tribos de Benjamim e Judá manti­ veram grande influência entre o povo de Israel depois do retorno da Babilónia. entretanto. e as constantes batalhas sobre lerusalém marcaram sua historia. Isso. resultou no livramento de Israel das mãos dos moabitas |Jz3. mas. Na se­ gunda viagem rlelgs ao Egito.1-31.2-7). Giheá e Mizpa. ajudou a fortalecer a afeição especial que havia entro os dois irmãos. Jaco hesitou rui enviá-lo junto com os outros em busca de ajuda egípcia. e à tarde repartirá o despojo" (Gn 4U.2 11 . no caso de Eudf • . Do acordo com Jeremias 33. a tição é que mesmo um grande passado. A linhagem de Paulo náo tinha nenhum valor para ele. para depois enviá-lo de 97 . Os benjamitas estabeleceram-se na taixa oriental de terra abaixo das colinas da ludéia— entro Efraim e Judá: induía cidades importantes.14. A atitude peculiar fie José.27). deixou-os turbados « temerosos. om 537 a. corno no caso do próprio Paulo. em cumprimento da profecia de Jacó. embora sem se identificar. mas porqu* foram escolhi­ dos pela graça (Rm J 1. Para nós. como Jerusalém.12-26. á prin­ cipio sem permitir que soubessem quem ora ÍGn 45. numa épo­ ca de grande tome em Canaã (Cn 42.

IMomc dado ao bisneto de Benja­ mim. o próprio Deus que conservaria um testemunho para si no meio de urn mundo lloslil. 1 Cr 1.. sobrinho de Abraão.1&). cor um claro contraste entre a atitude do rei de Sodoma para com Abraao e o com­ B E O R . Utn dos cinco reis residentes no vale do lordáo. 2. BE N -Z O E TE (Hob. 1 . Reinava sobre Sodoma (Gn I4. P. Abraão atribuiu sua vitória “ao Senhor. Abraão en­ za") Foi o nome que Raquel deu a seu controu com Bera. 1 . Membro da Iribo de Benjamim que se arrependeu de tor-so ■asado com uma mulher estrangeira (EM 10. mas não res­ filho Balaáo. os bens recuperados na batalha já lhe mento de Raquel dar á luz. egoísmo e arrogância.15ss|. mas Abraão de­ muito difícil e u máe morreu pouco lem­ volveu tudo a Bera e disse: "Náo lomarei po depois de ver que o bebé era um me­ coisa alguma de tudo 0 que e le u .6J Seus do mesmo Deus que esse rei se recusava descendentes sáo citados em 1 Cróni­ a reconhecer (Ez 16.27). o qual mais larde |açó chamou de de Sodoma propôs que Abraão ficasse Benjamim (Gn 35. Esdras exortou os judeus que fizeram isso a se apresentar pubtkamenie diante de toda ii cidade. te e finalmenle o derrotou. o Dpus Altíssimo" (Gn t4 .21: 1 Cr 7. 2. Seg u n d e ri l ho de riam em sua destruição fiimJ. porém Bera conseguiu fu­ gir e saJvar sua viila (Gn 14.49). lide­ rados por Quedorlaumer IpaTa mais de­ talhes.8. foi o primeiro rei portamento de Melquisedequp (Gn 14.2J.21-24). A rebelião foi punida por quatro reis. Esse podfi < ?or o mesmo Benjamim citado em Neemias 3. Israel mudava-se do Boto] para que o povo voltasse para casa.10de Edom.Des­ A intenção do autot era a de eslabelecendente defei. 2. Filho de faazias e neto de Merari. Pai deBelá. ele). da tribo deludá (1 Cr 4.23: 12. pondeu com louvor a Deus — e sim com Mq 6. recuperou todo o despojo que forn levado da cidade BENONI (Hob. Veia Benjamim. que ajudou na recouslrução do Templo. o quo obrigou nosso patriarca a entrar no conflito. o vidente (Nm 22. para demonstrai’arrependimen­ to pelo pecado.c. çou Quedorlaomer em sua rola para o nor­ da tribo de Levi f l Cr 24. Foi um parto pertenciam por direito.n.32). até que finalmente se rebelaram. que não digas: Eu enriqueci a Abrão". O rei filho. Sempre citado em conexão com seu<onceder u vitória a Abrão. Depois de derrotados por uma confederação de reis da Mesopolâmia. "filho da alinha triste­ e trouxe de volta Ló Na volta. Em sua vida nó­ com todo o espólio e permitisse apenas made.10).34. e luuvou ao Senhor por 36. s. veja Anraft‘1). .20.BENO vollti para abrir os olh os deles (Al 2 6 .10). quando Abraão vivia nas proximidades “dos carvalhais de Munre”.15.5: 24.20).35). "filho de Zoete").9. Como a iribo de Benjamim.17. Ele perseguiu e alcan­ BENO. Na verda­ Efraim (Belém). Nessa derrota.v. filho de Bilâ (1 Cr 7. o qual reinou antes que u mo­ 201.43). Ló. no vaie de Savé. Bera testemu­ nhara os mesmos eventos. cas 7. para nino e ter-lhe dado o nome de Benoni. eles p suas respec­ tivas cidades loram subjugados por 13 anos. íoi cap­ turado. que se tornariam a marca registrada de Sodoma e culmina­ B E Q U E R . 3 . BERA. A derrota deles implicou no cativeiro dos sodomitas. Efraim ita p líd er do c lã dos bequeritos (Nm 26. ao narquia fosso estabelecida em Israel (Gn ' Deus Altíssimo". quando chegou o mo­ de.32. Este deu glória a quem merecia. o apóstolo reconheceu que em a ativida­ do redentora «lo Senhor. 98 . nas mãos Benjamim (Gn 46.

c.44.13). leinos que loi a Cesaréin com aeu irmão “a saudar Festo". d ” .23).M .12). cooperou na construção dos muros d »? Jerusalém sob a direçáo de Neemias (Ne 3. "o Senhor tom criado")Citado como iilhn dn Simei. Consoquontemnule. Seus lifhós foram Héher e Mulquiel Poi g pro­ genitor do clã dos beriilas (Gn 46. foi um dos líderes que persuadi­ ram os soldados israelitas a libertar os prisioneiros que fizeram na guerra con­ tra Judá. Seu nome só è citado na livro de Zacarias.23).21|. bem curau de todos os chetes militares e dos principais da cidade (At 25. Com o passar do tempo.35. Depois que se retiraram. Nm 20. concordaram que Paulo nada íinhfi feito que merecesse Sua prisão ou execução (At 25. pois seu nomo é complemente ignorada (Ed 6. cujo Liiba Asafe loi nomea­ do pelo rei Davi para um importante ser­ viço no Tabernáculo 11 Cr 6. filho de Tobias. H . 3. tanto pcrr Festo t omo por Paulo.30.3 J ). foi cham a d o de Berias p o r q u e as coisas não iam bem em sua f n m f l i n e o nome tem som semelhante ao ria pidavra 'infortúnio'’.39. BER ED E. p. O apóstolo ftililn tingia acabada de t. FiLho di: Trio e pal do profeta Zacarias (Zc 1. 1 . BE RI. era um levita citado entre os que retomaram para )udã depois do exíliu babilónico (1 Cr 9. Eles eram ambldestros. um dos que se opuseram ao projeto de reconstrução r i a cidade santa (Ne 647. Filha de Herodes Agripa T e irmã de Ilerodes Agripa U. 2. o apóstolo fez um apelo paro que Agripa se tomasse cristão. em 06 d. o qual foi trazido à sua presença e de Berenice. em Zichigiu: (1 Cr 12. lenlaram roubar o gado dos filisteus de Cate e foram mortos por eles. Filho de Asa. Ezer p Elade. 4. Agripa podíu para ouvir Paulo. Uni dos Cinco filhos de Zorobabel. Berenice arriscou a própria vida. 6 . Esse interessante caso judicial lornou-se assunto de discussão entre Festo e seus convidados.Em Aios 25. segundo o historiador fosefu. Filbo de Efraim (1 Cr 7. Dois Uliios de Efraim. da Iribo de Efraim.18).17). Filho de Mesiiemole. Sua neta casou-se com Joana. 2. Era um dos lideres das famílias que viviam em Ajjalom e rece- 99 . (1 Cr 7.BER1AS BERACA (Heb “bénçáo“)l Um dos gunrreiros da tribo de Buujamim que deserta­ ram rio exército do Suul e se uniram u Davi. 3.30. Em sua explanação sobre a fé em Cristo. Quando os ancestrais deste pro­ feta são njeudouiidos em outros textos. Eram tidos em alta consideração.20. BER EQ UIAS / B A R AQ UIA S. Levita. foi um dos chefes ila tribo de Aser (1 Cr 7.36). Filbo de Mesezabel. Berenice e Agripa eram aristocratas romanos. BERIAS. Seus soldados quase a mataram e.20). hábeis uo manuseio do arco e da funda com ambas as mãos. 15. mas judeus de nascimeoto. 1 . filho de Eiptial (1 Cr 8. Descendente dn Benjami m.3 11.16).45: 1 Cr 7. ele é chamado de filho de Ido.14: N«: 12.4. o companheirismo muito pró­ ximo entre os dois irmãos suscitou hoalos sobre um relacionamento incestuoso. 5.1).C. BERAÍAS (Heb. ua genealogia que vai de Benjamim a Saul I i Cr 8. seu palácio loi queimado na guerra que se seguiu. ao tempo do rei Peca (2 Cr 28.21).17.16). é citado apenas na genealogia de 1 Cró­ nicas 3.n. R?ii d« Taule.er julgado por esle governante romano e apeJado para o im­ perador. Filho de Zofã. em Núme­ ros 26.30).3). ao ten­ tar impedir o massacre de judeus pelo procurador romano Céssio Floro. É também chamado de Bequor. no hebraico.1 i. BER EN IC E. Descendente de Efraim n fi­ lho de Sulelá (1 Cr 7. Um dos filhos de Aser.

pois geralmente muro de Jerusalém. veja Isaque (Gn 2 2 . foi pai de Sebn (2 Sm Deixs cumpriu suas promessas feitas a 201 e provavelmente o líder do clã conhe­ Abraão.2.2 2 .3 bo de Levi Í1 Cí 23. o texto chama u 1. 6-JOJ. 2. Da pessoa de Aobabn. 100 .10.5.30— 39. BEZA I. Num con­ exílio babilónico (Ne 10. ordinario (alento natural em diferentes áreas. do espiritual e a importância do trabuliio são dessa forma enfatizados.Senhor o esco­ ao c. cido como os b e rita s (v. Rii de Mesulão. em busca de uma es­ tempo de Esdras (Ed 10. Ne 7. Personagem par­ ensinar outros de forma que o trabalho ticularmente significativo. 37:1.eu'. Descendente de Aser. tre os servos do Templo que retornaram mas o Senhor o encheu “do Espírito de do exílio babilónico com Neemias (Ed Deus. sobrinho de Abraão. é 324). posa adequada para o filho Isaque.. nhos e o Lraballio artístico necessários nas escalas para o serviço de adora­ para < i Tenda da Congregação (Taber­ ção.20 e 28. ca­ com cananeus.23 o uúmero e chefe de suas carruagens (2 Rs 9. depois do retomo do do Acabe e Jezabel (w. Filha do Naor e Milca: portan­ que Deus lhe dou foi a habilidade para to. 2 4 . p. por isso.52). de habilidade. O significa­ Neemias (Ne 3. conhecimento”.25). Labão. no rara nos tempos do AT. Benjamita.2: 1 Cr 2. Um dus filhos de Sim ei da tri. 4. 1. Eia importante tribo de Dã que os filhos de Abraão não se casassem 2.201. Em especialmente 3lt. que B IC R I. "no conselho secre­ e soubesse Rxat&mente o que se requeria to do Senhor” I. Deus lambém deu a Bezalel um aju­ atenção especialmente para o fato de que dante espucial.2. ele enviou seu sara-se com unja mulher estrangeira.BESAI B E Z A L E L (Heb. Foi listados no v.2 3 . 1 . por rumo de Reboca.i.l.30). fez o mai­ BEZER. mi de Israel. da Betuel era de Padá-Arã. de inlebgéncia.18). Da tribo de Jud.49. o qual dele.2 9 ). pois foi o pai na Ifendu da Congregação fosse leito para de Labáo e Rebeca.indicado pelo Senhor para iraballiaj na construção do Taberuaculo.1 5 . Seus descendentes estavam en­ ciosos. Seus filhos estáo Uri e neto de Hur (Êx 31.37) mente com Isaque. por isso.oni BID CA R. 2 Cí Gânesis 25. |eu fora ungido rei de Israel por to feito pelo povo de adorar ao Senhor e Eliseu e recebera ardons do destruir a casa obedecer à sua Lei. tais corno trabalho com metais pre­ BESAI.31. ‘sob a proteção de Jieram o crédito por lurem afugentado os Deus"). para que realizasse o tra­ balho totalmente para a glória do Senhor B ES O D ÉIA S (Heb. Capitão do exércilo do rei JeÚ Neemias (Ed 2 17: em Nr 7. 38:22. filho de or empenha ein vê-la casada satisfatoria­ Zofn (1 Cr 7. Seba bderou uma rebelião contra o rei Davi [v.lõ tios gersonitas. Sem dúvida. mas loi pela descen­ dência de Betuel. 323 dos seus descendentes retornaram do exílio babilónico r. Niím ele nem seu lheu especialmente para lazer os dese­ irmãtj feús Liveram filhos e.lti. Um dos líderes que selaram o pac­quando este conspirou contra Jorão. Tal plenitude do Espírito Sanlo era ajudou a reparar "a Porta da Velha". Porte do dom BETUEL.5]. Descendente de Paate-Moabe. e de 2. Èxodo 3 1. irmân de Rebeca.6). marcenaria • • mesmo tapeçaria.14|. ele possuía extrafamília. na administração de se limilava a profetas e reis. Pertencia descreve como o próprio . eram considerados como nma só náculo). a futura esposa de a glória do Senhor (Ex 35. era filho de moradores de Cate.11). 1). no servo ale Padá-Arã. Na ver­ dade.

o filho mais velho de Jacó o Lia (Gn 35. 2. Filho de Jedioal. Um dos sele eunucos que servi­ am ao rei Assuero (Xerxes) (Et 1. se Jõ lo^so re­ almente justo. como juízo pelos pe­ cados fie idolatria e feitiçaria que foram introduzidos um Israel por Jezabel. 1. Sft fizesse isso. o roi Iiiij nos registros «lo reino sobre a denuncia dos dois conspiradores feita por Mordecai e pela manhã ordenou que Hamá lhe prestasse uma série de botui. tempos mais tardo ajudou na sal­ vação dos judeus dos perversos desígni­ os de Hamá. que se lornaram progenitores de duas imporlanles tribos em Israel (Gn 35. “Su íta”. en­ quanto os pecadores recebiam sofrimen­ to. Em seu segundo discurso.19 o número e 2.*nagens. Um dos dois porteiros que guar­ davam o portão do palácio do rei Assuero Ele e seu companheiro Teres “se indignaram e conspiraram para assassinar o rui Assuoro" (El 2 .BILDADE fronto com Jorão.10). sob a provaçao divina. dada a Raquel por sou pai 110 dia do casamento dela |Gn 29 2 9 ). eles procuraram o patriarca para 'coudoer-se dele.14. Cada um de seus sete filhos listados um 1 Crónicas 7. Retornou do exílio babilónico com Neemias (Ed 2. onde Esaú se es­ tabeleceu (Gn 36. Finalmente. Um ilos lideres que selaram o paclo feito pelo povo para adorar ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 10. era um dos trés “amigos” de Jó (Jó 2. 46. I Cr 1. s.7). Posteriorm ente torn ou -se concubina de Jacó (Gn 30.25.22). essa talvez fosse a causa do sofrimento de Jó e ele estaria totalmente errado por negar sua culpa diante de Deus (Jó 6. BI Idade foi o segundo a daT seu conse­ lho. Veja Vasti. por parte do rei. sugeriu que Jó deveria olhar para as gerações pas­ sadas e aprender com elas.2. Esse reconhecimento. Ne. inicialmente.13).0 5 6 de seus d escen d en tes retomaram do exílio com Neemias [Ed 2. embora depois Deus te­ BI LÃ. nha ouvido suas orações e lhe lenha con­ cedido dois filhos orn Canaã (José e Benjamim). Portanto.11).14). B I G V A I .25. descobriria que sofreram devido aos seus pecados e às Uansgressóes de suas famíli­ as. portanto. B ILA. veja Mordfícoi e Ester. Bila foi 0 mãe de Dá e Nftftuli. Enfalizou a justiça de Deus (Jó 6. BIGTÀ. Alguns de seus descendentes subi­ ram para Jerusalém rom Esdras. em Ne 7.067). tornaramse incapazes do folar por longo tempo.3-7]. Quando vi­ ram os terríveis problemas que [ó enfren­ tava. Alinhado com o ensino bíblico. BIGTÃ. 1 Cr 7.21)4 A razão para a inclu­ são deles no relato do livro de Ester íoi devido ò descoberta do plano secreto e à denúncia feila pelo judeu Mordecai Hamã linha 1'eilo lodos os arranjos para que esle fosse enforcado por não so inelinar dianto dele.3). Ela lambem teve um relacionamento incestuoso com Rúbon. Numa noite de insónia. Jeú aceit0U-0 e malouo com uma flecha.16). 3.8-13). 4 . neto de Benjamim.27. pois Deus agiria rapidamente e traria novamente a alegria (Jó 8. 2 . olerecerara-lh« várias for­ mas de consellm.1. 1. e consolá-lo". pois Ra­ quel era estéril. Bddade acreditavB que.v. Bidcar recebeu ordem de jogar o cadáver no cam­ po do Nabole. Primeiro filho de Eser. 2 . 7.42). duranto o roinado do Artoxorxes (Ed 8. Umo jovem sorva. O ensino que Bildade acredi­ tava que o patriarca deveria aceitar era que o justo era abençoado universalmente. Bildade demonstrou estar uborreddo e desapon­ tado com as alegações fie inocência de Jó 10 1 . B iL D A D E .10 loi cabeça de uma família. Para mais detalhes. um dos lideres tribais em Spit.20-22). então as aflições que pade­ cia seriam apenas lemporánas.

como o meu servo Jó" (Jó 42. Ló lam­ BILSÃ. es­ tava entre os judeu» culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras [Ed 10. ura roto. Rolornou do exílio com Neemias bem foi conduzido cativo: por isso. Bildade reciLou um hino de louvor ao Deus Criador e faz uma compararão com o pecado dn humanidade (jò 25. seu (Ed 2 . o qual foi escolhido B IR S A . até que finalmente se rebelaram. (Heb. Um dos cinco reisresidenles no por -sorteio para ser o 15* na ordem em vale do Jordão.15).9. Ancestral de alguns dos que foram culpados de ter-se casado com mulheres estrangeiras (Ed 10. de clã. Era o governante de Gomone (Gn 14. lho de Moza (1 Cr 8. "conslruir'). era «la BIRZAVITE. enfalizou o castigo <ie Deus sobre os ímpios e advertiu o pa' Iriarca quanlo ao perigo de ijuestionar as agueis do Seulvor (vv. 048 descendentes de um certo Binui retomaram do exilio com Neemias (Ne 7.2).U. e aceitarei a sua oração.301.8). Filha de Henadade (lambém chama­ do de Ba vai). por isso. 2 Um dos sacerdotes que retomaram to dos carv alh ais do M a n re ”. No terceiro e último discurso. bo de Aaej (1 Cr 7. BILGAI. depois de vencê-lo em batalha. Nos dias de reis procedentes da Mesopolámia. Uni dos liderados por Quedotlaomer Ipara mais sacerdotes que selaram o pado leito pelo detalhes veja Aura fel]. Filho de Malquiel e des­ Iribo de Benjamim « pai de Rafa.38). Todo o I ív t o d e Jó revela claramente como a tão repetida explicarão religiosa da causa e do eleito Ipecado/jutzo. todo o espólio. Foi um dos ho­ lrouxe seu sobrinho de volta e recuperou mens valentes e rhef». 3. da tri­ norle e. mais curto.G. Vós não falastes de mim o qui. Era fi­ cendente de Aser (l Cr 7. Sacerdote que viveu duran­ te o reinado de Davi.37. BINEÁ.1. esses Joiaquhn.2 : Ne 7. 5.1-8).18. monaícas foram subjugados por 13 anos.18). m. A rebe­ lião foi sufocada pelos quatro monarcas. Descendente de ftiate-Moobe.2). quando as pessoas são confrontadas pelo Todo-po­ deroso. Deus vindicou Jó o ordenou aus stíus amigos que fossam a ele. era governador da metade do distrito de Queda. 4. a fim de serem perdoados: “O meu servo Jó orará por vos. trahalhuudo na snçõo que ia da casa de Azarias até a esquina (Ni: 3. para que o palriarca oferecesse sacrifícios pelos três. Ajudou na recons­ trução dos muros de Jerusalém depois do exílio. e não vos I ratarei conforma u vossa lonouru. 1. quando Abraão vivia per­ quo ministraria (1 Cr 24. Birsa con­ sua Lei (Ne 10. .8).31). Um dos filhos d'1 Jallote.24J. Na conquista de Gomona. 102 . justiçâ/bêurv â u D ) é simplista demais.8). em Neemias 12. L Pai de Noadias* o qual foi um dos que pesaram a prata e o ouro trazidos de V K>lla da Babilónia com Esdras (Ed 8. tio Abraão resolveu liberta-lo. "jovialidade”1 . 6 . Foi também um dos levilas que selaram o pac­ to do povo em Neemias 10.soberania é tcitul No final. seus bens e provisões foram levados.7).-13). 2.5. Descendente do rei $aul. 5-21J.33). o líder dessa família era Satnua (Ne 12. Provavelmento 6 a mes­ seguiu fugir e salvar a vida (Gn 14.DILGA (In 18. 9. Depois do exílio babilónico com Zorobabel e de serem derrotados por unia coalizão: de )e:>ua. cuja .14). ma pessoa menr iouudu om Bilgo 2.33). BINUI (Heb. Ele perse­ guiu e alcanvou Quedorlaomer bem uo BI MAL. Um dos levitas que retornaram do exíiiu com Zorobabel |Ne 12.k BILGA. f. todos os.10). A derro ia envol­ povo de adorar ao Senhor e obedecer ò veu o cativeiro dos sodomitas.

É provável que se tenha convertid o ã religião israelita. lanlo em significado c o m o em propósito no livro de Rute. filhos de Zebedeu. que viveu em Belém de Judá no período dos luizes (Kt 1 . Tabeel e outros companheiros. com quem tiv«ra um de­ sentendimento. Ao o u v ít o discurso de Herodes. a aiençãoe tirada de Rute e Boaz e colocada uo propósito rriais amplo de Dous na história |Rt 4.om o signifi­ cado de "filhos do trovão*’. Boaz loi um proprietário do terras temente a Deus. A redenção da terra e as vari­ ações nos relucionamtmlos familiares pre­ param o lkíitur para a mudança de pers­ pectiva nos versículos linais do livro. Ca­ sou-se com Rute e tomou-se ancestral do rei Davi e de Jesus Cristo. 6 . era uma maneira zombeteira de expressar depen­ dência da providência divina). Filha de um dos laraós. solicitou uma audiência de re co n ciliação . 18. Boaz ê apresentado em Rute 2.1 como "homem poderoso e rico”. entre Herodes. Herodes mandara suspender Iodas as ex­ portações de allm enloe outros produtos essenc iais para as duas cidades A audi­ ência foi conseguida por meio de Blasto. Casou-se com Merede. BITIA (Heb. que morreu. 1 é multiforme. que "crescia e se multiplicava” (At 12-24). que c hegara. os membros da mesma família linham várias responsabilidades uns com os ou­ tros.7). Nome d. “a força está nele"). Ele não é citado nas genealogias fie R ú b e n . e interessados em conseguir seu íavor. A aXpresáâo traduzida nomo "homem poderoso” em Rute 2. Mateus e Lucas. BOû Filho de Rúben.201. O rei loi imediata­ mente ferido por um anjo do Sonhor e morreu. Marcos traduziu a pal. quando buscava um campo onde recolher algu­ mas espigas (RI 2. BOANERGES. E descrito em algumas tradu­ ções como "camamiio de confiança do rei [Herodes Agripa IJ ‘ ÍAl 12.ivrn i. inclusive apoio financeiro. ].17-22). quando os chamou para serem seus discípulos. viuvas e sem nenhum recurso financeiro. Quando Herodes viajou paia Cesarêia. Não está cla­ ro por que Jesus lhes deu esse nome. escreveu unia car­ ia ao rei Artaxerxes. 1 1 . parente do marido falecido de Noemi. quo provavelmente falou com o rei nm favor deles. Ali. O primeiro capítulo de Rute termina com Noemi o sua nora moabita. a ÍLm de laser acusar ÇÕes contra o povo de Judá (Ed 4.ni u Belém. Na Lei dè Moisés.10) Veja Vo s Ij . por isso seu nome aparece nesta genealogia l i Cr 4. e a Palavra de Deus. os visitantes o ovacionaram como se ele to 9se um deu?.ido por lesus a Tiago \ i João. Um claro contraste é enlão estabelecido. BLAS TO. Um dbs sele eunucos que servi­ am o rei Assuero (Xorxes) (El 1. da tribo de ludá.17). Sua entrada no cam­ po deu a Boaz a oportunidade inicial de tornar-se seu benfeitor e abriu o caminho para que se casasse com ela no sistema de leyiralo |Rt 3 e 4).3). [untocom Mitredâte. BOAZ (Heb.78). "lilha do Senhor’ ). em al­ guns casos. Veja Tiago n foõo. "porqui: não deu gloria o Deus” (Al 12.BOAZ BISLÃO. Para mais detalhes.1). veja Mjtrrdatf!. Furioso com eles. O cenário p estabelecido para o even­ to na uarraLiva do livro pela descrição dos laços familiares entre Boaz e Noemi e o caráter exemplar dele. ê mencionado mtmente em conexão com a "pedra de Boa” (Js 1 S. o povo de Tiro e Sidom. Nome encontrado no livro de Rute e nas genealogias em 1 Crónicas. um importante marco da fronleira entre ludá e Benjamim. EJe era o dono das terras nos quais Rnle foi “respigar" (no liehraico.2. Embora tenha relação com 103 . BIZTA. mas existe especulação de que foi devido ao temperamento explosivo dos dois.

A da direita chaiuava-se Jaquim. o levita ou o samarilano. BOM SA M AR ITA NO . Obede. Boaz é citado Da sequência da árvore genealógica da família de Davi em I Cróni­ cas 2 . Da mesma maneira. Essa observação é fortalecida pela inleracão de Boaz e Rute. Embora haja pro­ babilidade de que uma ou mais gerações lallem na árvore genealógica nesse ponto. Elo o tez. em Rute 4. Para apreciar sua profundidade.1) o Rute (3. Primeiro. em ambas as cenas ele responde com graça e generosidade muito além da letra da Lei. Em Provérbios 31. A parábola do Bom Samaritano é exclusiva do evange­ lho de Lucas f 10 25-37 1. G nascimento de Obedo é também um elo crucial na qualificação de Davi como rei de Israel e de Jesus coiuo o Mes­ sias. provavelmente se rofere ã sua (sxr. . devemos ser o "próximo" que se preocupa com Os ou­ tros. 1 1 . conhecidos como guerrRiros valorosos (2 Sm 23. A razão exala por que elas recoberam esses nomes não é clara. 0 seiíundo dos seis filhos deAzeJ (1 Cr 8. isso pode signifii.eléncia moral o espiritualetal­ vez até mesmo à sua coragem reconheci­ da « honra.1-12 foi necessário que Boaz demonstrasse Ioda sua sabedoria e sou discernim ento. embora possa ler algo a ver com o pró­ prio significado dos nomes: Jaquim sig­ nifica “Deus estabelecerá" Boaz.44). tanto do ponlo de vísia moral nomo nspirilual. Em ambas as tonas ela tomã a inicia­ tiva.32. b . BOCRU. Boaz é honrado com a sétim a p osição na genealogia reaJ do Davi.8-39). nomo “uma mullier virtuosa” (3. 1 2 : 3. bem como o nascimento do filho deles. "a for­ ça está nele". O fato de que tal “mesliço" pudesse demoustrar compaixão era tuna surpresa nu parábo­ la Quando o doutor dn lei respondeu a pergunta de Jesus sobre qual dos três. a .11). M u narrativa do livro de Rute. como lam­ bém de sua móe.BOCRU a proeminência de Boaz em Belém (veja lambém Rl 4. pois tinha um mistura do sangue judeu com gentio e ropreseutava uma defecção do Judaísmo (veja Somari/cmos). Em Rute 4. Da tribo de Benjamim. o sacerdote. Salmom. mos as palavras no original hebraico indicam que Boaz (2.17). fora o próximo do homem atacado pelos la­ drões. para uma audiência composta por judeus.1.3-10). A versão da linhagem de Crislo em MaLeus 1.18*22.5 inclui não somente o nome de Rute e dn que é colocado na posi­ ção de pai de Boaz. um samarilano era um réprobo da fé.10 o equivalento a essa frase é usado para falar da excelência da esposa perfeita Um termo similar lambém íoi usado com referência aos "valentes de Davi".17). quando levou o parente anónimo a renun­ ciar ao direito de ser o remidor de Noemi e Rute (Rt 4. é passível que a mãe de Boaz seja Raabe. foi motivo de muita alegria em Ioda a cidade de Belém (Rt 4 . a prostituía de lericó (Js 2)..21.37). construiria no Templo de Salomão por Hiráa (1 Rs 7. Devido ao seu papel central nessa linhagem e provavelmente lambém por causa de seu caráter exemplar. i . 11 -17|. Era descendente de Saul.2). náo pôde nem mesmo mencionar o samarilano (v. Em vez de perguntarmos: "E quem é o meu 104 . mas faz os coisas de tal maneira que impressiona Boaz com seu carater (R) 2 .38:9. um lipo de “mestiço" rociai. O casamento «le Boaz e Rute. 2 O nome da coluna do lado esquer­ do. 2 Cr 3.10.ar que ele ler ia lanto uma mãe como uma esposa genlia. 1 2 e rm genealogia messiânica em Lucas 3. A parábola ensina duas verdades. a ex­ pressão também faz um paralelo l»em pró­ ximo cnm u descrição da própria Rute. nos capítulos 2 p 3 . As diferentes traduções fios termos obscu­ recem um pouco a idéia. para aproveitar a oportunidade de consumar o desejado casamento de levirato com Rute.11).11) formavam um parperfoito. Ranhe. é importante considerar que. como o samarilano procedeu. paia que a genealogia tenha um formato simétrico (Ml 1.1 1 .

15). Era da tribo de ludá. 'inteligência”). Esdras foi um de seus descendentes (Ed 7. Ancestral de Semaías. 1. Filho de Milca e Naor. enquanto a Lei era lida. 2. em Neemias 9.4.4. 2 Um dos lideres que selaram o pac­ to Feito pelo povo de adorar ao Senhor e obedec e r á sua Lei (Np 10. Era irmão de Beluel. p u is e S S ft i n f o r m a ç ã o n á o l e m b a s p n o l e x l o b í b l i c a ( M V e m i n g l ê s ) ( N o t a t i o T r a d u l o r ) . Um dos "filhos de Asafe” listado entre os que íoram separados para o ministério profético e da música. 1 . 1 . conforme instruções do Senhor a Moisés. BUNI. Um homem da Iribo de Gade.s e à s a íd a d a c i d a d e v e l h a e à c u i a d o s d o i s c e g o s q u e p e d i a m e s m o l a | N o l a d o R e .5.4)'.s e d a n o v a e e l e s õ r e g i s t r o u u c u r a d o Cego q u n d a m o n : jii M a t e u s r e f e r i u . Era Filho de llemã. Filho de JeraiiiRfil e irmão de Rão3 fl Cr 2. Pai de Uzi e ílLho de Abisua. o videule do rei (1 Cr 25.22). Vivia na Babilónia (Ez.13). Filho de Jogii. Jesus disse que simplesmen­ te devemos ”ser o próximo”. pai de Jado (1 Cr 5. N a c o n £ $ p ç â r > d e L u r a s .15). como de fato foL Jesus ensinou que não devemos discriminar uma pes­ soa simplesmente por causa de sua raça.2 1 ). BUZI. um dos le­ vitas que so estabeleceram nm Joru$a)ém depois do exílio (Ne I 1.3). B u n u o m e n c i o n a d o n o l l v m o r i g i n a l c o m o lilh c j d e R ã o e N e t o d e J e r a m e e l : p o i v á v e ) e r r o . . BUNA (Heb. BUZ.14).v is a ? ). é re­ gistrado na lisla dos descendemos de Levi em 1 Crónicas 6. uosso próximo às vezes suigo de lugares surpreendentes O doutor dn loi jamais esperava que um samarilano seria um exemplo.25). na esca­ da. C o n f o r m e o s e x p o s i t o r e s b i b l i n o s . 3. BUQUI. • 1 E s s e v e r b e t e f o i i n c l u í d o d e v i d t i h V n r a ã n C o n t e m p o r â n e â . era um dos líderes da tribo de Dá e íoi um dos que. 105 . 1 . Às vezes um tiorn próximo pode ter raízes surpreendentes n. q u e t r a z íté d u a s v a r i a ç õ a s d o n o m e (N o la d o T ra d u u > r| .51. portan­ to. deveriam repartir a terra (Nm 34 17. Levita que fioou em pé. du­ rante o reinado de Davi. h a v i a d u a s c i d a d e s c ò m o n o m e d e J è T iC ó : a v e l h a e a n o v o .u. pai de Kebeca (Gn 2 2 . Sacerdote. 2.BUZ1 próximo?”. J e s u s s a la d a v e l h a e a p r o x í m a v a . sobrinho de Abraão. pai ríoprofela Ezequiel. Segundn. BU Q UI A S .

Primeiro filho de Adão e Eva. 32. No 7 43). E não somenle j>ela nação. sentiram que os romanos viriam contra eles e sua religião Ilo 11.29: etc. Ele foi "la­ vrador da torra”. 2 1 . Veja Anós.4.1).3. Essa relação prova­ velmente reflete o aspocto político da si­ tuação. 1 3 . historiai Iot judeu. Qulro levila que viveu na mesma época. p. 2 . Caim e Abel. ao levar Jesus até a cruz para morrer como o Cordeiro do Deus peio pecado do mundo. Seu nome é relacionado com a exclamação do Eva. l’ Joi melo de Josefo.4). Assim.Ô. foi o próprio Caifás quem presidiu u Sinédrio. onde as testemu­ nhas não eram coerentes. provavelmente manteve uma influência considerável. aprendemos que Caifás sobre­ viveu nu Função de sumo sacerdote (car­ go políticol por quase dezoito anos. Levita cujos descerideules estavam en lre os judeus que retornaram do exílio cia Babdôni» para Jerusalém com Zorobabel rEd 2.3). as au­ toridades judaicas se reuniram para re­ solver o que lazer com Jesus Diante da possibilidade do poder delas sohre o povo ser ameaçado por Cristo. etc.3. e da sua g o T d u ra " íw.c CADMIEL.1 2 . Depois de algum tempo.4M-53: 18. 1 .qu CAIFÁS. o supremo líder religioso antes dele. Eslava entre os que Lideraram o povo na adoraçao e nos cânticos depois da leilura do Lm o dn Lei ó no prolonga­ do período du confissão dos pecados.) e é nov&menle enfatizado nesse ex­ traordinário episódio. mas para Caim e para a 106 .6 I). Caifás argumentou: "Vós não percebeis que convem quo um só homem morra pelo povo.D .14). Naquele julgamento. O antagonismo de Caifás para com a fé crislã e sua perseguição aos crentes corilinuou bem depois da morte do Jesus (Al 4 . íoi o sumo sa­ cerdote quem finalmente fez a pergun­ ta direi a: “És lu o Cristo. a qual da a idéia dè que ambos ocupavam u posição de sumo sacerdote.5: 1 0 . P . de gratidão ao Senhor: “ Alcancei do Senhor um homem” (Gn 4. Cailás e os lideres planejavam como matar íesus. é um farte temn uo evangelho de João |Jo 2. mas como sumo sacerdote n a q u e l e ano.G .2. O primeiro levou alguns frutos da torro e o segundo ofereceu um “dos primogénitos das suas ovelhas.fi. tí. Também uniu-se a Neemias d o parlo que Foi selado pelo povo de adorai ao Senhor e obedecer à sua Lei (Ne 9 . pastor de ovelhas tvv. Sou sogro Anás. Daquele momento em diante. e qur não pereça Ioda a nação". apresentaram suas ofertas ao Senhor. Nesse ponto eles condenaram. ambos.571. Lsso explica a estra­ nha referência em Lucas :t. Embora lenha dito isso m otivado sim p lesm en te pela auto preservação. torturaram è crucificaram o Fillio de Deus. quando Cristo foi levado para s o r julgado [Ml 26. Joâo identificou c luramfinto esse comentário como uma profecia: 'Ele náo disse isto de si mesmo. enquanto o gen­ ro esteve no cargo. CAIM. na qual Anás era considerado o poder por Irás do "trono" Apòs a ressurreição de Lázaro.). o Filho do Deus Bendito'” (Mc L-I. pro­ fetizou que lesus morreria.40: 3 9. 0 . esse era precisamente o curso da ação fjue Deus linha em men­ te para Jesus. “ Atentou o Senhor para Abel e paru sua oferta. losus respondeu: “Eu sou”. diferentemente de seu irmão. 5 1 .2 . A soberania do Seniior. mas também pára reunir •?m um só corpo os Filhos de Deus que andavam dispersos" ÍJo 1 1 . 5 2 ) .24).

nos dias moder­ nos é frequentemente associada com os “Árabes dos Pântanos" — o território ao norle dn Golfo Pérsico. Sott: e A/oé). Suas açóes subsequentes confirmam essa impressão. Fillio de Enos. Os descenden­ tes de Sete permaneceram fiéis a Deus. se ele “procedesse bem". Listado também na genealogia apresentada por Lucas que vai de Jesus a Adão (Gn 5. 2 6 ) .omparando-o com o desses homens: por isso. Quan­ do Deus perguntou-lhe o que acontecera com Abel. que ofuscou até mes­ mo os que eram reconhecidos naqueles dias pelo conhecimeuto2. a fim de que pudessem chegar diante de Deus: contudo. Jd 1 1 1 p. A impli­ cação cio comentário de Deus.5). Titulo dudo ao povo que vi­ via ua área conhecida como o reino da Babilónia. 1.de Mão L era famoso por sua sabedoria. a fim de confrontá-lo sobre sua reação o destacou que sua oferta seria acoita.7) é que aquele que nos sonda sabia quis o coração de Caim era pecaminoso.9-J4: 1 Cr 1 . para que não fosse moiio. Pai de Saia e filho de Aiiaxadu.c. Em t Crónicas 2 .20). encontramos Calcol uo texto de 1 Reis -1.36. mesmo naquela época tão remola. referido como a dos pântanos. CALAI (Heb. é citado como um dos filihos do Zeni e descendente rle jiidá. Acaso sou eu guardador do meu irmão?” (Gn 491. CALDEU. enquanto vagasse pelo mun­ do. 1 lo 3. em Lucas 3.6 . ele replicou com a famosa de­ claração : “Não set. é tilado na genealogia q u e Ugu Josus u Adão. Per­ tencia ao antigo grupo de lideres de todo 0 povo e viveu 910 anos. A ntigos textos 107 . Alguns suge­ rem que talvez. O rontraste entre esse r e l a t o de Caim (Gn 4 1 e o de Setr» (Gn 5) é significativo. Lider da 1'amíLia sacerdotal de Salai. Caim íoi enlao para a terra de Node.d. Originalmente era o nome dc um distrito.29'1. O Seidior faiou com oJe.31..12. eln s e tomou o ancestral dos povos nómades. tomou-se pai de Maaláleel aos 70 anos de idade. Caim e sua esposa tiveram um filho e o chamaram de Enoque. Efe se irara contra o Senhor e seu irmão.37).2 . Lc 3. dos que tocavam instrumentos musicais e dos que trabalhavam com bronze e ferro (Cu 4 . estava entre os levi­ tas que retornaram com Zorobabel do exílio na Babilónia (No 12. O texto náo indica por que Deus fez essa dlstingân entre as duas ofertas. Filho . CALCOL. Caim foi então condenado peto Senhor u ser "fugitivo e errante pela terra" fv. Provavelmente é h mesma pessoa referida no item 1 . rios seus ciúmes e da sua falia de fé 1Mb 11 4.12) Pãrn protegê-lo. depois que foi rejeitado poi Deus. 2 5 . Génesis 4 examina a atitude de Caim. A terra original. 1. o Senhor revelara a Adão o Eva que um sacrifício com sangue seria ne­ cessário. 1 7 2 2 1 . 2. Deus colocou nele nm sinal.CALDEU sua oferta náo atentou" (w 4. ao mencio­ nar que “o pecado jaz ã porta . é melhor olhar­ mos o que o próprio lexloenfatiza. a leste do Éden. CÀINÃ. que agora separa o Irá do Iraque. sobre ele deves dominar" (v. Esse enten­ dimento sobre o problema de Caim !em apoio euu Hebreus 1 14 onde o escritor faz uma distinção entre ele e Abel no senrido ila fé que o segundo demonstrou. enquanln os de Caim foram transgres­ sores (veja Lnmpqun. Em resposta ao seu pedido (v. i.5). Este nasceu a Adão e Eva depois da mor­ te de Abol b foi p a i a eles o substituto do irmão morto (Gn 4 . talvez pelos descenden­ tes de Abel. As gerações futuras foram desafiadas a lembrar Caim e aprender do seu peca­ do. Sou nome não se encontra uu lista de Génesis 10. Caim pediu ao irmáo que o acompa­ nhasse ao campo. onde o matou. O escritor demonstra a grandeza du conhecimento de Salomão. ‘‘rápido ‘1. Ficou irado e deprimido (v. Deus deu a Salomão uma sabedo­ ria extraordinária.

somente Calebe e Josué tiveram íé suficiente em Deus parn sabei que Eie os capacitaria a conquistar Caruiã. A ter­ ra que viram era mtrilo fértil.c. então nos lará e n lra T nessa lerra. com quem gerou Hur.27. Ele liderou pessoalmente as forças que derrotaram os gigantes e tempos maJs tarde recebeu aquola área como herança (Js 14.7: ele.u. e no-la dará. neto de Hur. É importante notar quo Calebe. 15.24. O deus adorado pelos moabitas. Se o Senhor se agra­ dai de nós.22. Seus filhos são citados em 1 Crónicas 4. è não tomais o povo dessa terra. oudo o rei tle Moabe ofereceu o próprio filho.31 a 14. Ioda aquela geração foi impedida C A M O S .15. E^equiel e Esdras. desposou Efrale. Tão-somenle não sejais rebel­ des contra o Senhor. Sacrifícios humanos faziam parte de sou culto (2 Rs 3. em lace de adversários tão assus­ tadores — essa foi a essência da verda­ deira fé que Calebe demonstrou e com a qual todos nós podemos aprender. Os israólitus.1 h P. foi o urtesão que trabalhou na conslrução do Tabernáculo 11 Cr 2. m uito tem po depois (Nm 14. en­ tretanto.14: Dl 1. Ed 5. a palavra lorua-se sinónimo de babilónios. Acreditar é uma coisa. e Camos 108 . 19. Seu sobrinho Otniel cumpriu a tare­ fa e casou-se com Acsa (Js 15.30).26-29: 13.9 .41. o quul dissera anos antes que o Senhor destruiria os anaquins. da tribo de Juriá. Primeiro. nesse discurso: 'A terra pelo meio da qual passamos a espi­ ar é terra muito boo.42.6). como o Todo-poderoso que jamais falha em suas promessas. mas o Se­ nhor está uonosco. Ez 12. Êx 31. Moisés o escolbeu para represent.14). Era da tribo de ludá e casou-se com Azuba. Como casligo sobre o povo pela falta de fé.23). Essa fé consistia uiun descanso calmo e prático em Deus. trouxeram grandes cachos de uva e relataram sobre a riqueza e a prosperidade da região. foi o líder do ata­ que na região de Hebrom. a quenezeu (Nm 32.) tornou se um exemplo para as futuras gerações. Dn 1 -1.12).). 2. de entrar eui Canaã.13. 1 11 para ele. Calebe. CALEBE. O pai de Ahraão fera de "Ur dos caldeus’* (Gn t l 26-31. era filho de [efoné. gastaram o resto da vida "vagando” pelo deserto (Nm 14. argumentaram que melhor seria se tivessem ficado no Egito (Nm 13. Seus outros filhos fo­ ram Mossa o MaTessa (1 Cr 2 . A perseverança "em seguir ao Senhor” de Calebe iJs 14. deram um relatório al­ ternativo a Moisés e então apelaram para o povo.23). Dez dos espias voltaram desaponlados e convencidos de que jamais conseguiriam vencer uma batalha contra aqueles po­ vos. mas agir baseado nisso. 23. A tradi­ ção da grande cultura deles sobrevive (cf. Não os temais" (Nm 14. que viviam próximos ii Hebrom.13. A lotai confiança deles na sobe­ rania do Senhor foi proclamada em voz alta diante dp todos.36: etc.501 Bozalel. Depois que ela morreu.1 8 . ao nuvir o relató­ rio. vollaram-se contra Moisés.20. 1. descobriram que a área era tam­ bém ocupada por povos temíveis — principahnente os descendentes do gigante Enaque. porque como pão os devora­ remos. De todos os espias. 15. Somente Calebe e Josué vive­ ram o tempo suficiente para entrai ria ter­ ra e ambos tiveram p a r t i c i p a ç ã o signifi­ cativa nas batalhas de conquista de C anaã.7-9). Ê uma terra que mana leite e mel. A proteção deles se fni.16-18). por cuusa disso.6-15. Outro C a le b e 1 foi irmão de fera meei e filho de Hezrom.ir esta tribo uo grupo dos doze homens enviados a espiar Canaõ (Nm 13. Calebe ofereceu sua filha Acsa em casamenlo ao homem que conquis­ tasse Quiriate-Sefer (Debir: Jz 1 .12. numa tentativa de vencer a batalha contra os israelitas). Em Daniel.CALEBE cuneiformes babilónios chamam os ha­ b itan tes dessas “torras do m ar" de kaldtts. De tempos em tempos o povo de Israel er3 advertido para não se apro­ ximar dos deuses estrangeiros.

o. Noé lançou a maldição sobre sen neto Cunuã. ocasionalmente os israelitas envolviam-se na odorarão des­ sa divindade. quando um de seus al­ tos funcionários ao retornar para casa depois de participar da adoração em Je­ ru salém . Filho de Cão e neto de Noé (Cn 9. em contraste. trouxe a maldição sobre sua própria família (Gn 9. (Gn 10.CÃO era visto com») uni dos mais abomináveis (2 Rs 23. Mais tarde. O exemplo mais chocante é encontra­ do no reinado de Salomão. A ofensa dele foi um comportamento indig­ no de um filho.18.29) o. gado e seu filho Cão. No transcorrer do tempo.22|.a.29-33). Mizraim lEgilo) e Canaã (Gn 10.15-18). que começou láo bem. Somente uo reinado de Josias. o profeta Teremias advertiu o povo de Moabe sobreo iuizo iminente que viríu sobre eles e seu deus (Jr 48. O discípulo do Cristo falou do Jes\is ao etíope. mas o problema permanece Ião grave para o cristianismo moderno quanto era para os israelitas. !(>.(>). É t itada em Atos 0. aben­ çoou Sem (Gn 9. levaram suas esposas a laxe-lo desviar-se da aduraçâo a Deus e a cultutu os deuses delas.22. Posteriormente.7. cuja história segue paralela com a sua até 0 termino do Dilúvio. Maldições são proferidas conlra o povo de Moabe e seu deus (Nm 21. Veja Eunuco Etíope. Noé amoldir. Candace lalvez seja Amaniterer.C.0) foram condenados por práticas sexuais abomi­ náveis (Lv tfl. seu coração já não era mais devotado exclusivamente ao Senhor. que go­ vernou entre 2 ã e 41 d. pois visavam estabelecer boas re­ lações com as nai.7.46). etc. com a demonstração do saia fi­ delidade ao Seuhor. seu neto. que tornou pública a des­ graça do pai (v. Cão.13. as descendentes do Canaã tomaram-se es<ravas dos lilhos de Sem. O perigo do sincTetisruo religioso e da idolatria era ura problema constante para os israelitas. CANAÃ. Por Iodas as Escrituras existem apelos aos homens e mulheres que têm lé no Senhor para serem “santos". usa­ va a situação como um espelho.m. onde esse deus é cha­ mado de Quemós). finalmente.oou Canaã. que se converteu o foi imediatamente balizado. muitos deles provavel­ mente efetuados com objelivos diplomá­ tico». foi desta linhagem que vieram Abraão e. TaJ pecado levou o Senhor a trazer puniçáo sobre a nação e posteriormente provocou a divisão do reino 11 Rs 11. somos informados espouificamenle que “esses altos’’ dedicados a Camos foram destruídos (2 Rs 23. que envolveu 0 pai Rmbria- 109 . Após a prático fie um tipo de pecado sexual particularmente irisie e pernicioso. amoneus. I. en­ quanto os descendentes de Canaõ toma­ ram-se os tribos que causaram muitos problemas a Israel e freqUentemenlfi eram derrotadas em batallia: heteus.3ss|. A terra que mais tarde foi chamada de "Canaõ" era ocupada por tribos romo a dos amoneus. por sua reação ao erro de Noé. que provavelmente é um. Os deuses podem ser diferentes. Titulo oficial das rainhas ou das rainhas-mães da Etiópia. i'.25-27J.20-25J. e n co n tro u -se com F ilip e . Seus vários casamenlos. dessa maneira. o filho deste o faria sober da mesma for­ ma que ele padecia. Dtíerenlemenle de seu irmão lafõ. CANDACE. con­ forme a história narrada no Iívto de Josué. os israelitas.n. quan­ do houve uma renovação da aliança com o Senhor. jebuseus.27. Quando envelliec ou. entretanto. foi o que aconteceu: Os descendentes de Cão.13). ainda assim.131. separados de tal prática.i derivação do seu nome. De acordo com o de­ senrolar da narrativa bíblica. Em ve/ de omnidiçor ar o próprio Cão. CÃO. quando tentavam conviver pacificamente entre as nações.ões vizinhas. assim como ele [Noé] fora humilhado por Cão. chegou até a construir um ahar pma Camos auma colina a leste de Jeru­ salém ( I Rs 11.u.

Durante a noi­ te. O carcereiro t. juntamente com sua família. ftii cle lounã e Jôtialas. embura a derivação do nome seja totalmente obs­ cura. CAREÁ. quando es la coloca sua fé nole. esses deu­ ses gémeos.34). Nm 20. Foi o líder do d ã dos carmilas |Éx 8. ttmJo n SUus eram nuvidon pelos oulros prisioneiros.|. Os dois missionários en­ tão pregaram o Evangelho ao carcereiro e a u s seus liimiliares. Ele 110 . 18: 20.(r\ 1 Sm 30.42J. através dos séculos. Pai de )oanã. do poder do Evange­ lho de Crislo para transformar inteirameute uma pessoa. O carcereiro acordou b ciente de que seria responsabilizado pela iuga dos prisumet­ ros. Em Aios 28. O Senhor o puniu com a morte (Js 7. mas não podemos ler certeza sobre u origem deles (2 Rs 11. CATÃ fHeb. exatamente como os heteus.ilas. Da tribo de Judá. Provavelmente osse seja outro nome para os quefel. um dos chefes dt? família que retornaram tia Babilónia para Jerusalém com o profeta Esdras (Ed 8.2 8 ). i\ru7. r. lii-40). São considerados um clã.8. figuravam regularmente nas insíg­ nias dos navios. de uuordo com a mitologia. Eles responderam: "Cré no Senhor Jrcsus Cristo. Nome dos tropas de merce­ nários no exércilo de Jeoiada. Os dois foram presos durante o primeira vi­ sita deles a Fi tipos. CEFAS lAram Tocha" | Nome dado por Jesus a Simão. Os quais eram comandantes do exércilo. veia também 2 Sm 15.23. Um dos sele eunucos queserviam ao rei Assuero iXerxesI (El I. enquanto cardavam hi­ nos a Deus e oravam. etc.JOI Veju Vasti . O.2 3 : }r 40. loanã igno­ rou a profecia de Jeremias que dizia que não deviam ir para o Egito.Malta até Roma Bm uma embarcação alexandrina que tra­ zia na proa a figura desses dois deuses. Subilamente um violento terremoto fez com que as cor­ rentes de lodos os presos se soltassem e Iodas as portas du prisão se abrissem.6.12). filho de João IJo 1. lemos que Paulo viajou da ilha de. CARMI.3). estava a ponto de se suicidar.13.15. Jirau das mais extraordinárias conversões nar­ radas no livro de Aios ocorreu Da vida de um homem responsável pela guarda de Riuio o Silas na prisão (Al 15.. "E na sim crença em Deus alegrou-se com tíula a sua casa” lv. mas.11. e seras salvo. os quais.CARCAS C ARCAS.1). sim. tu e a tua casa'* (v. quan­ do Pãulo gritou: "Não te laças nenhum mal. sob a li­ derança de Gedalias Ur 40.14. possuíam uma area de terra prúxima do mar |SÍ 2 . que desobedeceu a Deus e apossou-se de parle do espólio da batalha em Jericó. eram os padroeiros dos navegadores.19). CARITAS. CARCEREIRO FILIPENSE.14.23). peq^untou a Paulo e Silas o que faria para se salvar. foram lanhados na prisão e colocados sob os cuidados do car­ cereiro. 4.4. que recebeu ordens de guardalos “coin segurança" (v. Conhecidos como ' liiôsLuros” (filhos de Zens). que lodos aqui estamos" (v. etc. per­ m anecer em Judá 12 Rs 2 5 . CAR SENA . Homem sábio e especialis­ ta em dssuntós legais. 1 Cr 5.serem se­ veramente açoitado». consultado peio rei Assuerõ (Et 1 . CASTOR E PÓLUX.18: 1 Ct 2.7. a qual permanece como um testemunho.1. por isso. Depois de . ao que parece. L4|. também Jr 41 a 43).8).9). veja M eaw cã. 2.-il). loi o pai de Acã. O carcereiro entrou trémulo na cela ao contemplar lodos os prisioneiros pre­ sentes. "pequeno"). A singela o genuína alegria de tnrumse cristão 6 enfatizada nessa passagem.LTrn dos filhos de Rúben que foram fiara o Egilo junto com Jacó (Gn 46. 1. Para mais detalhes.uidou das feridas de amboí> e 110 meio da noite loi batizado.

11.4. por isso. Aios 10 conta a história de sua conversão e o cap. ao informar que era <idadão romano.26.2). provideuciou para que fossem battzndos nas águas. No meio do sermão.47). que se iniciou com a famí­ lia juliana. 9. Talvez o mais famoso o importante centurião na Bíblia seja Cornélio. o título "Filho de Deus" naturalmente releria-se a um ho­ mem justo. as­ sim como ele comandava seus soldados. Em Aios 24. 3. Cornélio era “piedoso e temenle a Deus". Foi esse mesmo centurião que informou a Pilatos que Jesus estava morto.5). Lucas enfatiza que o homem era digno da aju­ da dc Cristo.391. 4. CEN TU RI ÓE S . À missão cristã entre os gentios linha definitivamente começado. Simultaneamente. o qual ficara pa­ ralítico. Em Aios vários centurióes são ci­ tados tios relatos sobre as prisões e os julgamentos de Paulo. cujo signi­ ficado era que nenhum alimento deveria era considerado "imundo". O apóstolo Paulo ocasinnalm enle refere-se a ele i orno Coftis. 11. e exclamou: "Verdadeiramente este eru Fi­ lho de Deus" (Mt 27. 1. um centurião do Regimento Im­ perial (Corte Augusta = ■ 27. Nocap. Todas essas ações servem «o interesso de Lucas era mostrar CÉSAR. eles ajudaram a salvar n apõslolo da turba em le-TUSaiem.1 7 -2 3 . 2. pois amava a nação judai­ ca e ajudara a construir a sinagoga em Cafarnaum (Lc 7. O César mais famoso foi Caio 111 . AsStm.iuoi barreira para a comunhão com os judeus. Matiíus enfatizou que gentios com lal fé substituiriam os israelitas incré­ dulos no Reino (Ml U. Ve|a Pedro.1. pois os hábitos alimentares dos gentios represen­ tavam a rp. 21.22. Sua fé ocasionou um mdagre de curo. o centurião o seus companheiros falaram em outras línguas. Certa vez.5-13 e Lucas 7. om voz de Pedro 11 Co l 1 2 . evitaram que Paulo tosse açoitado. para lahudesse assunto. Maleus 8.b . 0 que poderia significar que yuardava toda a lei de Moisés. fixa lamente quando falava sobre o arrependimento. exento a circunci­ são.1).Em 2 3 . deificado depois «la morte. observou como Eh*.CÉSAR é geralmente citado como Pedro (Potros é h tradução grega para Ceitis). Um centurião destaca-se proemi* nentomente na narrativa da crucificação de Jesus. como também um louvor por parte djs lesus. Mc 15. o quaJ tinha uma mensa­ gem para ele. Esse homem confiou em que Cristo podia dar ordens para curar. chamado Júlio. Deus concedeu a Pedro uma visão.1-10 men­ cionam um centurião que pndiu a Jesus que curassp sou serve».1-18 menciona Pedro diante dos ju­ deus cristãos em Jerusalém. esle "somou dois mais dois": alimentos puros para pessoas puras (Al lo > 2 ). 3. ou "'Na verdade esle homem era justo" (Lc 23. H apóstolo reconheceu o fato como um sinal de que tinham crido e do derramamenlo do Espírito Santo. Muitos deles são mencionados nos Evangelhos e em Alõs. Esse evento desompnniuni um grande papel oa transformação do cristianismo do uma seila exclusivamen­ te judaica para uma religião multirracial.32. Para um pagão.5). o Senhor lhe revelou por meio de uma visão que precisava falar com o apóstolo. dois centurióes evitaram que um plano para assassinar o apóstolo numa emboscada fosse levado a cabo. c. Paulo ficou sob a guarda de um centurião em Cesaréia. morreu. Pedro pregou o Evangelho para Cornélio. Eram comandantes mi­ litares romanos que tinham so b suas o t dens divisões de 100 soldados. Em todo o rap. ua tumultuada via«em marilima ate Roma (veja Júlio). Nome de uma dinastia de lide­ res romanos.23. Quando os enviados de Cornélio Chegaram até onde o apóstolo eslava hospedado em Jope. como os romanos duram proteção legai ao cristianismo naqueles primeiros anos.54. ficou encarregado do apóstolo e de outros prisioneiros.25. Em 22. 27. Respousável pela crucificação de Crislo.

depois de permanecerem 70 anos no exílio. “tonto judeus t omo gregos.38. para ajudar nas atividades locais (2 Cr 36.. Mencionado somente em A los 19. Se oram es­ cravos ou pessoas de posição mais eleva­ da. contudo. IJin anjo do Senhor. imi. Quando perseguido pelos judeus e julgado diante do seus tribunais. Ceva era utn sumo saeerdole ju­ deu.17. e o nome do Senhor lesus era eagrandecido” (v.).321. de que lesus se opunha a César. ou pelo menos o prenderem.130 a. como testemunho do compromisso que assu­ miram com o Senhor.15). asse processo foi iniciado pelo Senhor no coração de Ciro. o Grande. Ciro fl. o Grande. ora uma política determinada para forçar os romanos a maládo. no quid o Se­ nhor tocou o coração dele de loi maneira que determinou a reconstrução do Templo de Jerusalém e a volta de todos os ju­ deus que estivessem dispersos pelo impé­ rio e desejassem retornar a Cidade Santa. por parte dos lideres religiosos.12.22). é que Paulo levou o Evangelho ao coração do Império b ao próprio imperador (2 Tm 4 . pai de sete filhos que viajavam pela região de Éfeso. Mc 12. P.24J. o após­ t o l o ja sabia de cristãos que faziam parte "dn casa de César" (Fp 4. não sa­ bemos. contudo.G - CEVA.. É digno de nota que. Provavelmen­ te era Tíbério quem os discípulos dos fariseus tinham em mente quando per­ guntaram u Jesils se « th certo pagar im­ postos a César (Mt 22. Otávio íoi spu herdeiro adotado (não teve filhos legíti­ mos). s filhos tentaram expeln um demónio.14. Muitas pessoas que se converte­ ram levaram seus livros de artes mágicas para serem queimados em público.lfi. mas vós quem soisT’ (v.11. César Augusto é citado um Lacas 2 . O que entendemos. Ciro era muito considerado pelos povos que dominou. o que em si já seria suficiente pai a deixar qualquer pessoa temerosa. subjugou-os. porque era um governante magnânimo. dizen­ do-lhe que não tivesse medo (At 27. o minado ilu­ minado de Ciro foi usada para levar os Israelitas de volta à sua temi natal.). para cumprir sua pala­ vra. O poder do Seuhur Jesus ex­ cede qualquer fonte do autoridade alter­ nativa |Rm 8. Como resultado desse episódio. H.11-14). na lentativu de expelir demónios era nome de Jesus. que depois o acusaram de sedição contra o Irnpério Romano (Lc 23.2). ou seja. espancou-os e deixou-os quase mortos. Mão está claro como Ciro soube o que estava escrito a seu respeito uas Escritu­ 112 . rei da Pérsia em 559 a 530 a. 1 . A sugestão. Não liã dúvida de que.C. pois desafiar César era opor-se ao Império Ro mano (Jo 19.15). 17. falou com Paulo.C.21: 28.l7 ). dita por meio do profeta leremias (Jr 15.22.23. Isso é visto espe­ cialmente no relato bíblico.C. Ele prova­ velmente pertenceu a umu família sacer­ dotal. sob a vontade soberana de Deus. caiu te­ mor sobre todos os que habitavam em Éleso.DíG v o qual voltou-se paia eles e disse: "Co­ nheço a Jesus. e bein sei quem é Paulo. Deus é absolutamente soberano e os demónios só operam quando recebem sua permissão. etc. Esse incidente demonstra uma verdade que é ensinada em toda a Bíblia.. Ed 1.. Nesse mo­ mento o homem possesso de demónio sal­ tou sobre os filhos de Ceva.8. embora não haja nenhum registro de que ele próprio tenha sido sumo sa­ cerdote. Paulo apelou pura César e íoi levado a Roma. ou mesmo parenles de César.1 -3). 1 e Tíbério César em 3 . o invadiu e subjugou em . A resposta de Cristo foi dollíioradaniente distorcida por seus oponentes. a fira de ser julgado lAl 2 5 .21.12. continuou por quase 200 anos ate que Ale­ xandre. O César na época do julgamento do apóstolo provavelmente era Nero. num eslágio relati­ vamente recente da vida da Igreja.39). s e u . De UGúrdo com Esdras.CEVA Júlio César (102-44 a. CIRO. depois do vencer os babilónios. No evento narrado em Aios 19.17). O Império Persa fundado por ele.

Senhor inclusive diz sobre Ciro. o qual Ele usaria para reconstruir a cidade de Jerusalém e o Templo Iv. Cláudio Lísias. por «xemplo.C. para a proteçáo o restabelecimento do seu povo.C.mdi). no fin<d da segunda cartu rJL o apóstolo a esse discípulo (2 Tm 4. C L Á UD IA .2 Iomos sobre o encontro de Pa ui o com Priscila e Aquila. seria esposa de Cláudio Pudenle.3.).28 ) Era Isaía* 4õ. Há pouca indicação de que Ciro real­ mente tenha-se tornado um seguidor de Yahwih. comandante do destacamento de Jerusa­ lém na época da prisão de Paulo (At 23. 2.arta da prisão em Roma e menciona Pudente. ao citar que o fato ocormu durante o reinado de Cláudio.2 1 : 0. Em Atos 11.1).G. e cumprira tudo o que me apraz” (Js 44. em Corinto. contudo.26). Depois da prisão do apóstolo. Provavelmente Cláudia oro a espo­ CLÁUDIO.14).É provável que sua política ilu­ minada na administração de um império tão vasto significasse que tinha respeito pelas diferentes Convicções religiosas dos povos sob seu domínio: contudo. Os detalhes sobre o decreto de Ciro. Na conver­ sa que se seguiu. Cláudio é citado duas vezes no NT. en­ quanto Paulo a Linha por direilo de nas­ cimento. P. permitiu que o apóstolo se dirigis­ se à multidão. em retribuição aos seus favores.3. Foi sucessor do Caligula.7: 4.l3|. Embora ele fosse lavorável aos judeus em qualquer oulro lugaT. Ainda mais notável é o falo de que Ciro encorajou o trabalho.5: 5. desenvol­ veu uma política mais aberta paia com as diferentes religiões dos povos do im­ pério. até o momento em que este falou sobre sua com issão de pregar o Evangelho aos gentios e a m ultidão enfurecida pediu sua morte.nte parecia não saber nada sobre a disputa entre Paulo e os judeus (At 21.8).O.CLÁUDIO ras. que o nomeara cônsul Caligula ofendeu profundamente os judeus. Lino e “lodos os irmáos". ' È meu pastor. não muito louge do Roma. oqual erigiu um monumento em memória do filho.l Deus o chama de seu "ungido". Muilos sugerem que eln provavel­ mente ouviu a mensagem por meia do Daniel ou do alguém coma èle: urua pes­ soa que ocupava urna elevada posiçáo 110 império e portanto linha acesso ao rei (veja Dn 1 . tribuno romano. Herodes Agripa. pois mandou colocar uma estátua dele no Templo de Jerusalém Cláudio. O casal ti­ nha chegado recentemente de Roma. parece que o grande número deles em Roma causara problemas e. sua che­ gada ao poder naquele momento particu­ lar da História foi sujeita a autoridade de Deus e lal política loi concnbida dentro dos propósitos do Senhor.. ao or­ denar que lossem dados donativos a quem retornasse p que fossem desenvolvidos os tesouros do Templo retirados quando Je­ rusalém foi saqueada (Ed 1-7. Cláudio revelou ler comprada sua cidadania romana. Tai vez faiasse grego e inicial rui *.21). ou foram expulsos ou proibidos de se reunir. foi nomeado govuruador de uma grande área. o retomo dos israelitas a Jmisalém e o começo da reconstrução do Templo são recontados nm Esdras (Ed 3. 6.34-38): con­ tudo. pois olhava para a frenle. Esta pessoa le­ ria trazido à atenção do imperador as pro­ fecias a seu respp.28. O . 113 . Cilada entre os amigos de Paulo. sa de Pudente É altamente debatido se ela. pronunciadas pelo menos 150 anos an­ tes. o fim do exílio babilónico. em 49 d. Lucas eslabeleceu o i iimprimenlo histórico da profecia de Agabo sobre um lempo de severa fome no mun­ do romano.ilo uo livro do Isaias. Quarto imperador roma­ no |41 a 54 d. Em Atos 18. por ser identificada como Cláudia Q u in tilh a. por­ que ‘'Cláudio tinha mandado quo todos os judeus saíssem de Roma”. que enviam saudações a Timóteo. como lambém envia suas sauda­ ções. Aquela mensagtfm era notável noconIr. L317. O ápósrtolo escroveu esta c.28:10. 1.

sermões i|ue alguém poderia desejar. onde lesus fora crucificado. CLEOPAS. fosse o Redentor do Israel. Era um dos cooperadoras de Paulo b. Durante os anos de peregrina- 114 . Marido rleMaria. Cer­ tamente bavia muitas mulheres ricas uo Império Romano que tinham seus negó­ cios e seus próprios empregados.g.'1. jio que pa­ rece. Èx 6. Segundo lilho de Levi e nelo de Jacó (Gn 46. Qunndo laJou para os jurlmis fiéis.10. Posteriormente o apósto­ lo Paulo disse que nada sabia “senão a |esus Cristo. foi isso que Cléopas aprendeu naquele dia. Membros ria família dessa mulher levaram imurniuções a Pdulo sobre a situação da igreja em Corinto |I Co j 1 1 1 . Sem dúvida. Citado somenie em Lucas 24. repleto de teologia bíblica. A carta que escreveu ao represen­ tante romano (Al 23. Es­ peravam que |eauí. Nada é co­ nhecido sobre a própria Cloé. porém provavelmente pensavam mais era termos da libertação do domínio romano. ú Filho de Deus cilou a Lei (Génesis u Deulero- CLOÉ (Heb. 1 . Jesus mudou deliberadamente a* expectativas deles e mostrou que seu pa­ pel messiânico eslava rle acordo com as Escrituras» embora talvez não eslivesse de conformidade com o enlendimento teológico corrente. para assim formar ''panelinhas’’ e até mesmo causar divisões. "grama verde'*). e esto crucificado" (1 Ço 2. Aqueles discípu­ los etetivãmente ouviram um dos majo­ re:.o.57.Cnòmio) e os profetas.16. por intermédio de seus qua­ tro lilhos. 16).3. Ela provavelmente era crislã e enviou um de seus escravos ou empregados para falar com Paulo. encontrou uo caminlio de Emaús. A necessidade de Crislo. ao desuw er como ludo o uue m acontecera nos dias anteriores era o cumpri­ mento necessário delas.25). 1 Cr 6 . CO ATE. Fornou-so progenitor de vários clãs. o Messiiis. Em Lucas 24 19-2 1 revelaram seu enlendimento limitado sobre Cristo. peloque Cláudio resolveu mandâ-lo sob guarda paro ser julgado pelo governador Ftèlix.U . tanto dentro como fora do cris­ tianismo. CLEME NTE. mas não espera­ vam que morresse daquela maneira. tor­ nou-se a pedra fundamental do crislianisruo clássico.17' 26. para mostrar que realmente era necessário que o Cristo (o Messias) sofresse e morresse (Lc 24.CLEMENTE alguns judiãisplanejaram muté-lo. em Cesarêia.19). redimi-lo dos seus pecados. é sobre a importância do An li­ go Testamento para informar aos cristãos sobre Jesus e seu sacrifício na cruz. Essa figura do Messias morrendo por seu pervo não era a que os judeus espera­ vam. Sem duvida tinham pouco mais do que uma vága idéia do que exalamente isso significaria. Inicialmente os dois ficaram surpresos por aquele homem nada saber sobre os recenies aconreeimenlos em Jerusalem. vir e morrer por seu povo e. Cloé informou que bavia contenda entre os coríntios. Jesus enJtno mostrou-lhes as Escritu­ ras. quando os. Um cristão de Filipos. Es­ ses discípulos pareciam muito desapon­ tados. ale­ gavam que seguiam diferentes lideres da igreja. poderoso era obras e palavras diante de Deus e de todo o povo" (v. A crucificação é a base da redenção e do perdão. i*«. que foi uma das mulheres que estivaram presentes na crucificação de Cristo. foi um dos dois discípulos com os quais Jesus falou depois de sua ressur­ reição. CLOPAS.26-30) era sincera e indicava sou desejo de ver n justiça feita de maneira apropriada.2). Pare<e que estavam preocupa­ dos com a posição social: portanto. ci­ tado somente em Filipeoses 4. Um dos equí­ vocos modernos rnuis comum quanto u fé crislã. tia de |esus (Jo Í'J. Nm .2527). Tinham-uo considerado "profeta. assim. ajudara d c >estabelecimento dn igre­ ja eni FIlípos. p.

depois do exílio (Ne 11. Nos dia:> de Josué. Provavehneule rèa mesma pessoa mencio­ nada no ilem 1 .CORÉ. Pai do Acalm. da musa e de vários outros artigos utilizados na ministração no san­ tuário ÍÈx 6. CORÉ.58.9). os presentes e os dízimos eram Lra/. CONAN1AS. Coiianias era o líder desse grupo 12 Cr 31. uelo de Levi (Êx 6.Pai de Salurn. Junto com Datã e Abirão.15). □ qual repa­ rou a Porta da Fonte durante o reconstru­ ção ilos mUros de Jerusalém. 2.24: 1 Cr 6. Dn Iribo de Benjamim. 2 . Lpvila (sem dúvida uni descenden­ te du pessoa citada nu item 1 ) que. durante a celebração da grande Páscoa (2 Cr 35.38. E interessante notara profusão e a abundância das alertas que furam trazidas ao Templo em ambos os aviva mentos. íez parte de uma rebelião contra Moisés |Nm 1 GJ. Seu irmão Simei o ajudou nesta tarefa. Os W itas argumentaram que lodo o povo de Deus era santo. Também nno estavam contentes com a poder concentrado s o b r e Moisés o objetaram contra a maneira pela qual totalmente se assenhoreou deles".5.13). 1. Ancestral de Maaséias. chamado Coré.2 ). Levita que supervisou as ofertas levadas ao Templo durante o rei­ nado do Ezequias. 12-20). São mencio­ nados novamente no serviço do Ttemplo □os dius dos reis Salomão e Ezequias (2 Cr 29. LÍDER DE UM CLÃ O Coré mais conhecido na Bíblia era o filho de Jizar. a separação de Arão o sua família para esta tarefa particular não parecia justa íw. juntamente com as pastagens ao redor (Js 23. Nalannel e uulros lideres. I Cr 6.12. 1 .22). LÍDER DE UM CLÀ çAo no deserlo. pertencente1 * a tribo de Rubem e mais 250 uulros líderes da comunidade rlè Israel. 115 . PJ3.2.20-26). o lalso profeta que ronstanl emente tentava promover uma mensagem popular de boas novas para o povo Judeu. 15. O principal motivo da revolta deles contra os líderes escolhidos pelo Senhotr baseava-se na inveja do poder que os dois tinham sobre o povo.12). 2. um dos des­ cendentes de Judá que se estabeleceram em Inrusalém. Como resul­ tado do extraordinário aviva men 10 duran­ te seu governo.18. autoridade esta ou­ torgada por Deus.121.21).Coate serviram ao Senhor no trabalho do Thbcraáculo du­ rante os dias de Davi quando os vários descendentes de Levi foram divididos de acordo com as famílias principais para servirem no Santuário e mais tarde no Templo (1 Cr 23.3. COLAÍAS. as ofertas. realizou um trabalho bem semelhanie na epoca do rei Josias. 1.7). 23. junta­ m ente com seus irm ãos Sem aías. o qual se lornou líder de um clã em sua tribo (Ex U. assim. é mencionado como o pai do Pedtuas (Ne 11.12: 34. de Judá. depois de tê-los tirado de uma terra U que mana leite e mui” (o Egito) para loválos àquele deserto (vv. Foi condenado por Jeremias. oca­ sião em que armazéns especiais foram construídos e uma equipe de homens foi indicada para organizar as doações. Coré (também chamado de Corá) liderou uma insurreição contra Moisés e Arão |Nm 1 6 . Não gostavam de que somente Arão e seus filhos fossem autoriza­ dos a queimai incenso uo Taberuaculo.18. 26.211.5). COL-HOZE. Seus líderes eram responsáveis pelo cui­ dado da Arca. Viveu uo tempo do roi Zedequias (Jr 29.22. Descen­ dentes posteriores de.G. 1. Nm 3. após o re­ tomo do exílio |Ne 3. os coatitas eram "respon­ sáveis pelo cuidado do santuário" e fica­ vam aiarnpados ao sul du Hibrírnáculo.27-32. dez cidades loram dadas aos coatitas.7).U.idos ao lemplo. 12-141. I Im dos des< nndente-s d'5 Coate.

Dat/i e Ahirão esta* vam totahneute rebelados o recusaram-se a comparecer. Portanto.. intercederam e impediram o juízo do Senlior sobre torlo o povo.19).4-7). Deu» deu ordeoi aos israelitas para que se afastassem das ti-ndas de Coré. Intercederam em favoi do povo e o sumo sacerdote ofereceu sacrifício de expi­ ação por eles. Quando o povo assim procedeu. algueni julga que pode chegar a Deus à sua pró­ pria maneira. veja as introduções dos salmos 42. A rebelião de Coré tornou-se notória e permaneceu como um alerta. foi a intercessão e a alerta do um sacrifício expiatório. consumiu os 250 líoraens com seus incensários e ioda a congregação fugiu da local. que salvou o povo. como castigo péla constante rèbeliâo. Apesar de t udo o quo aconteceu. Por intermédio de Moisés. porém. Coré e seus companheiros colòcarum-se diante da Tabemácúlo. sobre o perigo da oposição ou rebelião contra os ungidos de Deus. entretanto. o bronze daqueles ohjetos íoi utilizado para cobrir o altar e serviu para lembrar a todos que somente Arão e seus filhos podiam quoimar incen­ so diante do Senhor |Nm 16. 26.s para fora de suas tendas e enfatizou para o povo quo aquela demonstração não era idéia dele. Outra vez. LÍDER DE UM CLÁ Moisés dispôs-se a consultar a Deus sobre esta questão.41-50). pois Ele iria destruir todo o acampamento. as várias lunçóes sacerdotais foram detalhadas e distribuí­ das com maior clareza. já uo dia seguin­ te ú povo voltou a murmurar contra Moisés e Arão. Disse que. Mais tarde. então os israelitas enten­ deriam que os tais haviam*se rebolado contra o Senhor. Os dois irmãos. o povo aproximou-se dele mediante o sacriliCio. Moisés chamou os familiares daqueles bomen. entretanto. 85.-m a s leis n seus juízos. 84. A terra se abriu e todos os rebeldes e seus familiares loram engolidos vivos. Quando. dosta voz culpando-os pela morte dos rebeldes Novamente M n glória do Senhor" apareceu e Deus enviou uma praga uo meio deles. ao convocar todos os levitas na manliã seguinte. a lirn de poupar do juízo milhares de pessoas que men'a iam a m o r t e devido à rebelião. Mais tarde.37. A» tareias dos des­ cendentes dp Coré envolviam a função de "porteiros” no Tabernáculo e posterior­ mente no Templo (1 Cr 9. Como resultado desta rebelião e da preocupação manifestada com relação às obrigações dos levitas.CORK. então ele realmente nao era o escolhido de Deus. para que o Senhor mostrasse quem era sou escolhido (Nm 16.11).19). Seus descendentes também se tornaram exce­ lentes cantores e músicos sacros fl Cr 6. a mão misericordiosa dn Deus foi estendida.31-40). A despeito disto. feilas por Arão. A tragédia da rebelião de Coré indica claramente a santidade e a misericórdia de Deus. . Datá e Abirão (vv. 87 e 00). algo totalmente estranha acontecesse. 44 a 49. seus familiares e todos os seus pertences. disse que levassem seus incensários e os acendessem. O lugar de Arão foi estabelecido. porém. mas os demais levitas receberam áreas específicas de responsabilidade (Nm 17 o 18). se aquelas famí­ lias vivessem ainda muitos anos. Douk disse a Moisés e Arão que se colocassem de lado. mas não simplesmente qualquer sacrifício. 116 . a Bíblia deixa claro que nem todos os seus descendentes foram sepultado» vivos naquete dia (Nm 2(5. i s t o é. se a terra se abrisse e engo­ lisse os rebeldes. para as futu­ ras gerações dos israelitas.700 pessoas morressem (w. Se. simplesmente demonstra a falta do fé nos caminhos determinados pelo Senlior e sua rebeldia contra Ele.19. demonstrou sua obediência o fé no Senlior e experimentou sua infinita misericórdia uo trato com o pecado de rebelião. Caiu fogo do céu.10. mas uão antes que 14.20-24). Devido à bondade da Senhor. onde a “glória do Senhor apareceu a Ioda a con­ gregado” (v. porque Arão e Moisés assumiram suas posi­ ções. Foram realizados holocaustos e interces­ sões da maneira prescrita por Deus.

COZ. En­ quanto o povo de Israel estava acampado perlo de Sitim. C O R N ÉL IO . coutribui alegremente paru a obra do Se­ nhor (veja também 2 Cr 34. O apóstolo. onde matau os dois (Nm 25). do exercito romano Foi o pri­ meiro gpotjo a se converter. Centurião do Regimento Italiano.CRESCENTE Ta] sacerdócio. I Podia 3.14. Alguns. era neto fie Esaú e sua esposa Ada (mulher r. os bomens envolvenunse com mulheres estrangeiros. veja Centunúo.18). Líder ed omita.14). o qual morreu. como Dernas. Esta t itadonagenealogia que vai de Adão até Jesus.35J. registrada uo evange­ lho de Lucas (Lc 3. no lugar do pecador. delerminado a vingar o Senhor e evitar ainda maior juízo. Midíanlla. 3. Era amigo de Paulo. conforme está registrado em Atos 1 0 . de 2 Timóteo. imediatamente pegou uma lança e seguiu Zinri o Cosbi até a temia deles. "crescendo”| .5. lam­ bém pertencente ao clã dos conotas. A preservação de tal santidade. É interessante nolar que.2 diz que eles foram convidados para ofe­ recer sacrifícios ao deus delas. tornou-se um líder entre o povo edomilâ:. Nasceu em Canaã (Gn 3(5. pois Números 25. p .1 11 . C R E S C E N T E (L. agravou ainda mais o mal. Zinri.8). portanto. 2. rias Escrituras. durante o avivamento ocor­ rido no reinado de Eaequias (2 .D. era vita).43). O Senhor irou-se e prometeu castigá-los. Da Lribo de Judá. 1 Cr 1. um dos líderes da tribo de Shneáo. foram seduzidos a afastarse da fé pelo materialismo. é listado como uni dos filhos de Hola o poi de Anube e Zobeba (1 Cr 4. se quisessem permanecer fiéis a aliança e ao relacionamento com Deus. Um dos descendentes de Coré. Isso significa que várias gerações foram omitidas ( l Cr 2 0 .G. Encontrara-se com o apóstolo. paru levar-nos a Deus". filha de um chefe tribal chamado Zur (Nm 25. Veja Coré.at.g . a menos que Moisés matasse todas os que se envolveram em tais alividades. 6 . 5. embora sem pecado. d .28).15. Finéias.101. com as quais cometeram imoralidades sexuais. q® 4. Provavelmente participaram do ritual da rerfcllldade com elas. Líder nu tribo de Judá e lilho de Hebrom (1 Cr 2. neto de Alão. que foi sacerdote nus dias do rei Davi (1 Cr 9. Era Filho de Elniadã e pai do Adi. "calvo"). Era a responsável pnlo roçobimonta das ofer­ tas voluntárias do povo de Deus e a sua distribuição. entre- 117 . Paulo diz sim plosm ente que C rescente foi para a Galada |2 Tní 4.18 diz: “Pois Cristo padeceu unia única vez pelos pecados. C O S B I .9. ú justo pelos injustos. enquanto ele esteve preso em Roma. “Baal de Peor". foi dei­ xado completamente sozinho para en1'rentar seu primeiro julgamento.1S). 1 .Cr 31. F ilh o de Esaú e sua esposa Oolibuma. já no final de seu ministério. após o povo se voltar verdadeiramente paia a adoração.anonita |o filho do Elifnz (Gn 35. filho de Imnn.18. Outro porteiro. líder de um c/õ. CORÉ (Heb.g. COSÃ. Paulo descre­ ve como. Coré é descrito como a pai de Sulum. pois trouxe Cosbi consigo para o ui limpa­ mento israelita.61. l ilho de Saiu. No triste uap 4.1 ). poi uma razãoou outra. Para mais detalhes. imi.26) 4. Os uoraílas eram “porteiros" no Tabernáculo it depois ao Templo. P. A de lesa du santidade dos israelitas e sua separação dos outros povos para o serviço exclusivo do Senhor era a própria essência do chamado deles como nução. exatomente "enquanto eles chtjrav&rn diante da tenda du congregação' iNm 25. prefigura u obra dp Cristo rm rruz.

Nu contex­ to. Um gran­ de número de judeus vivia ali. com toda a sua casa” (At 18. lorna-se u designação principal usada para o Filho de Deus 1127 vezes). no qual Deus fez com que as palavras dos apóstolos fossem ouvidas e entendidas por todos os pre­ sentes.26 menciona que os membros da nova comunidade de cren­ tes em lesus loram chamados de ctislãos pela primeira vez em Antioquia. Assim. Ele aplicou esse ditado a tais íalsos mestres: enirelanlo. Paulo disse deles: "Os cretenses sán sempre mentirosos. Al 4. por ser digno de re­ ceber esse nome (cf. nu imiio de sua tristoza: ‘'Mas o Senlior me assistiu o me íortftlêceU" W-17). precisava dar louvores a Deus. na verdade.<11 . 1 1 registra que cretenses e arabes ouviram “as m aravilhas de Deus” proclamadas «m sua própria lín­ gua. p d . independentemente do dialeto nativo de cada um Em Tito 1. Depois de ' discu­ tir” regularmente com os judeus aos sá­ bados sobre a fé em Cristo.24. bestas ruins. que os de fora usavam paru aborrecer os crentes. ê usado numerosas ve­ zes no NT O vocábulo combinado ‘l e ­ iais Cristo” ocorre upenus cinco vezes nos evungellios. que significa “o un­ gido”. tJ-R. 26 28) e uma 1 118 .C . o Cristo. desde 150 a. Horodus Agripa conhecia este termo. O vocábulo grego [Cristos]. Aios 2 . Esle vorábulo no hebraico descre­ via dilerenles pessuus que foram ungidas (uormnlmonte com azeito) pura suas Ui- CRISPO.CRETENSES lanlo.12.i „ I^drfj (4. No entanto. unia grande ilha na cosia ria Grécia. O apostolo posteriormente re­ feriu-se a essa primeira conversão em 1 Coríntios 1. Aparen­ temente o nome era um apelido. creu no Senlior. Claromente fies tfíSttfmun liaram um grande milagre. C R I S T O iVeja o artigo principal em /esua e Senhor]. jã que ser chamado des­ sa maneira identificava alguém com Je­ sus. C R E T E N S E S . juntamente com os genllos. mas. ê raro no Novo Testamento. reverteu esse uso original e transformou o termo num em­ blema de honra. Ele tazia re­ ferência a Epimenides. A Igte|a. Pano de fundo. Viviam em Creia.20: lica claro que esle vocá­ bulo se espalhou e chegou às mais altas aunadas sociais. c. o apóstolo foi expulso |jnr oles. quando os apóstolos rece­ beram o Espírito Santo e começaram a pregar. Em algu­ mas passagens bíblicas. fira evidente que «ste vocábulo era inici­ almente um termo pejorativo. en­ tretanto.20. principal da sinago­ ga. 11 tti dos lideres da sinagoga tím Corinto. Por essa razão havia m uitos uretenses em Jerusalém para a festn dn Pentecostes. porém. ventres preguiçosos". o apóstolo falava a Tito sobre seu tra­ balho entre as igrejas Dm Creta e alertava contra os enganadores. O nome Cristo tem seu pano do fundo no AT. que esle nome nunca signifi­ que mais do que tsso é perder a maior parte da mensagem do NT sobre o Filho de Deus. como um meio de refe­ rir-se uus crentes. um crelense que tinba escrito isso em (>00 a. nâí» íez a mesma aplicação generalizada sobre lodos os cretenses. muitos de­ les coutinuaium n ouvir. Aparece duas vezes em Atos 111.8). o termo “Cris­ to” indica que se tomou pouco mais do que um sobrenome para Jesus Supor. no restante do NT. CRISTÃO. pelo contrário.14. quando Paulo começou sua mis­ são ua cidade (Al ltí|. de acordo com Atos 2(5. Atos 11. quando se refere a lesus. ainda «ra capaz du Insliíioar.16). O nome “Cristo". derivado rio verbo que significa "ungir '. loi ustulo para traduzir o lermo hebraico "m ashiach". “Crispo. I Pedro indica que nin­ guém deveria envergonhar-se de sofrer como cristão. Esle vocábulo.C. coloca­ do sobre eles pelos muradores da cidade que não faziam parte do grupo. um reflexo da rejeição do mundo a Je­ sus.urno fura a in­ tenção de Epimeuides.

enOelanlo. em muilos contextos a expressão "o ungidi ■do Deus'' logo tornun-sn um sinónimo para O S reis |I Sm 16. quo deu u base principal para o uso He “Cristo" no NT. Ml 12. da linhagem de Davi. que viria e derrotaria os dominadores romanos. 2. é quase incon­ cebível que ele não pensasse espet. porém. 16.]. Os reis magos pprguntaram onde o "rei dos judeus" nasceria e Herodes então perguntou aos sacordntos onde havia do n ascer n "C risto" (Mt 2 2.11.9. o rei da Pérsia.35. Mç 15. esse elo entre Davi.11. Todos. Saul e Devi Foram "ungidos" como a escolha de Deus para o reinado (1 Sm lli.3 0 .23: 2 Cr 0.13: 24. lesus. Embora o AT raramente se refira ao rei vindouro.37. assim. identificaram-no como o “Fi­ lho de D avi" (Mt 1 2 . Is 4 5 . muitos |udeus alme|avam por um rei vitorioso. Em Êxodo 26.29. 2 0 . Jesus e o nome Cristo foi bem estabelecido.42. de alguma maneira. com o cres­ cimento do nniiouídismo. interpretou o conceilD de Messias á sua própria maneira muito esperiaJ. 11ma das mais importantes declarações no NT sobre a ideiilidado de Jesus ó a de que Ele é o filbo esperado de Davi o herdeiro de seu trono: o Cristo |\lessías|. foi considerado o ungido do Senhor" (nmshincb.17. tinham em comum a idéia de que o Messias faria um reino político. entretauto. os sacerdotes foram ungidos: o profotu Efiaou ío i “ungido” para seu trabalho (1 Rs 19. o Cristo.J. Outros.26. o apóstolo chamou a si mesmo de “servo de Cristo Jesus" e en­ tão estabeleceu o ponio de que lesus era descendenle de Davi (v.25. como Salomão Outros insistiam na idéia de que ele introduziria os "úilimos dias".2: 18. Talvez essa seja a razão por quo pareceu tão re­ lutante em usar Efe mesmo 0 nome “Cristcf (embora nunca tenha negado o titu­ lo). O coro celestial Cantou sobre isso para os pas­ tores (Lc 2 . SI 2.2 3 . Cristo. logo os seguidores de Jesus começaram u “ so­ mar dois mais dois". imediataniealr! apõs a confissão de Pedro nm Marcos 6. F<ii o con­ ceito da uoçáo dos reis. Jo 7. veja lambém 2 T m 2.50: Dn 9.25-27).41. reuniu o elemen­ to do pano dn fundo do AT. Nus escritos de Paulo.1(3. da estatura de Davi.CRISTO refas.6). como o "Messias". quainlo ouviram seu ensino e viram suas ohms.42). centralizado na promessa que Deus fizera a Davi e seu cumpri men lo na pessoa de lesus (At 4. provavelmente esporavam um moníuca que fosse sábio e demonstrasse a sabedo­ ria du Espírito de Deus sobre si.26).1 1).Quando as pessoas virara Os mi­ lagres que Jesus operava a ouviram suas mensagens. Mesmo durante a vida do Filhu de Deus.10: 26.29. P o r exemplo. em R o m o u o í i 1. frequentemente usou o lermo "Fi­ lho do hom em "ao reterlr-se a si mesmo — uma expressão que não linha lais pre­ tensões polílicas e que Ele podia preen­ cher com a mensagem de um Messias quo sofreria e morreria. etc. O próprio Cristo dirigiu seus pensamentos uossa direçáo (Mt 22.l.22). Jesus não queria que seu papel e sua obra fossem confundidos com as idéias dos judeus nacionalistas sobre um Mes­ sias que viria como um rei guniroiro. Outros profetas são chamados de "os tuigidos” (1 Cr 16.6. Mesmo Ciro.3. 1 1 1 . Reconheceram Cristo comú alguém nascido na linha­ gem de Davi eque era realmente rei dos judeus" (Ml 1. Jesus.9.42. dianlo da perseguição.41. As expectativas Judaicas. A oração dos (.4). na qual disse a 119 . mas o enlendimento que o pró­ prio |esus lin ha sobre sua m issão messiânica não se harmonizava com as ideias da época.ificamenie nesse pano de fundo em algu­ mas ocasiões quando s p referiu a “Cristo" ou "Cristo Jesus".1-4. Paraari que.12. E interessante notar que. desde o s tem­ pos dns macabeus. Por isso.16). por outro lado. 1 J. o Filho de Davi. etc.rislãos. As expecta­ tivas messiânicas nos dias de Cristo eram diversas.2: 2 7 .

14). Seu antagonis­ mo pura com Davi motivou as reflexões dfJtsle sobre o Senhor.3 I). Embora o nome "Cristo” oos poucos comer. como Rei e Senlior. depois que Ele ressuscituu dentre os mortos.44. Çuxe ê tanto uma pessoa como uma nuçáo (cf. Eles adoravam os deuses daquelas nações e casavam com suas mulheres. 1. quando clamaram por ajuda. CUSI. o qual loi usa­ do por D e u s para truzer juízo subre os israelitas. acima de ludo. contra o qual prevaleceu” |)z 3. em bus­ ca de livramento. fttíjg. A fé cristã. devido ã idolutria Muitas vezes há o sentido de que n Senhor os entregou ao que eles re­ almente desejavam. Pai de Etã nm levita do tila dos merari lus. eles experimen­ tavam a opressão e a falia de justiça das sociedades pagãs. os quais loram listados como progenito­ res de diferentes tribos e povos.4<>: At : U 8 . Esse juiz era sobrinho de Calebe. 15. fesus relutou em falar sobre si mes­ mo como o Messias ato que completasse a abra messiânico.n. pudéssemos ser salvos (Is 53: Mc 10. As pessoas reconhe­ ceram-no gradualmente como o Messias. à medida que testemunhavam suas paiavras e obras. Et 1. p. Deus levantou Otniel para livrá-los. Jesus "então co­ meçou a ensinar-lhes que importava que o Filho do homem sofresse muitas coi­ sas. ressurreição o as­ censão. Rei du Mesopotnmia durante o tempo dos Juizes. Em vários registros da Bíblia a opres­ são sobre Israr-I por outro povo ó enten­ dida como julgamento de Deus.101 . Deus permitia que fossem dominados por tais p o v o s . permitiu que sofressem sob esta Opres­ são. CUSÃ-RISAYAIM. para que. Bisavô de Jeudi. CUZA.«ido serupre um dos mais importantes princípios da iV < <rístã: que Jesu* cumpriu a s p r o m e s s a s do Se­ nhor no An ligo Testamento. Ele é o rei há muito tempo esperado* que governará sobre o trono de Davi para sempre. 1 Ct 1 .3). o qual viveu no lempo de Jeremias fji 36. É provável que seja outro nome para Quisi II Cr 6. tosse rejeitado pelas anciãos.45. ficou claro que seu sofrimento era pnrle in tegran te do seu papel messiânico O único e verdadeiro Mes­ s i a s sofreu e morreu por seu povo.8-10). Ele mesmo Leve pelo menos seis tilhos. os cristãos sabem que seu significado original e vital para o pleno entendimento da pessoa do Filho de Deus.. o juízo de Deus sobre seu povo sempre era cons­ trutivo em seu objelívo final. mas.c.CU SALAS Jesus: "1U és o Cristo". é o “ungido" de Deus.10). Seu filho Ninrode foi um poderoso guerreiro IGn 100-9. 17. 2. pelos principais sacerdotes e pelos escribas. saiu a peleja e o Se­ nhor entregou nas suus uxãos a CusãRisataim.asse a ter menos sentido do que o vocábulo lesus.. Assim. vivendo de acordo com ela. Pai do profeta Solo ui as u filho de Gedalias |Sf 1 . Benjamita. e como essa missão foi confir­ mada em sua morte. rei da Mesopotâmia. como o filho de Jessé. Esse tem . “Veio sobre ele o Espírito do Senhor. portanto.171.. Quando isso acontecia. 1 ). Dessa maneira.1) Ele vivúu Da parle Sul de Canaã (Etiópia|. cujo nome aparece na introdução do Salmo 7. tosse morto e que depois de três dias res­ surgisse" (Mg 8. Procurador (administrador) dn Herodes.. CU XE 1. Ix Z4. escritas uesse cântico. por meio da fé nele. Otniel então tnrnou-se juiz em Israel e a terra ficou em paz por 40 anos. e o que conheceria o Espírito e u sabedo­ ria do Senhor om seu domínio e governo Como o próprio Jesus ensinava sobre essa sua missão. 2. devido á sua idolatria e íalla de l‘é ||'z 3.8 . Um dos quatro li lhos de Cão. Por oito anos o Senhor 120 . até que se arrependi­ am e se voltavam para o Senhor. Cilado na narrativa de Lucas CUSAÍAS.

3. Certamente é uma ficção comum em nossOS dias ai.9 è c h a m a d o d e Q u a l u b a i .re. “as quais o serviam coru ossous bons”. qu* « u m a v a r i a ç á o d o m a s m a ií o m e : ( N o t a d o T r a d u to r ).CUZA 8. ou seu marido ora uru simpatizan­ te de Cristo: contudo. por ser marido de íoaua. sua meução no toxto foi pura enfatizar que o grupo ora com­ posto por mulheres do famílias ricas. Nbs ven-õo» em português a palavra !jpdstvui^a é traduzida com o ‘‘paatugtins" tNnta du Troditter) .dilar que apenas os pobres eram atraídos pelo ministério de Jesus. Provavelmen­ te ela possuía certa independência finan­ ceira. uma das mullieres que ajudavam no sustento df» fesus e seus doze disdpulos. 1 E m l C t õ t i í ò i i s 2 .

4). quando o seu ungido. Deus enviou grandes pragas contra eles. IMl. A ormaililba fie Daliia causou a morle de Sansão. Linda mulher que vivia no vaie de Soreque. 1 Cr LU . no território dos filisteus. em várias batalhas.D DAGOM (Heb. Várias vezes o Senhor aparece na Bí­ blia como o unico Deus verdadeiro e so­ berano. 10). E mencio­ nado pela primeira voz d o Bíblia em fuízus 16. grande parle de sua força havia retornado e ele foi capaz. "juiz ou “julgamento”). Evidências da ado­ ração desse deus pagão são encontradas em numerosos textos autigos. Uma das poucas pessoas convertidas por meio da pregação de Pau­ lo em Atenas (Al 17. tanto pelas derrotas que sofriam nas batalhas como em açõcs simbólicas muito vívidas. 122 . O que ela finalmente descobriu foi que a força de Sansão dependia do comprimen­ to de seu cabelo. pois acreditavam que este o ti­ nha entregue em suas mãos. apôs demonstrar grande falia de caráter antoriomoiite. estes o agarraram. Quando ele adorme­ ceu. 26-3U) (Veja também Sansão e juizes). alado com correntos de bronze Nn meio da lesta. DALFOM. em Asdode Na manhã seguiale os filisteus encontraram a imagem do dous caída diante da "arca do Senhor" (l Sm 5. durante lodo o tempo em que a arca permaneceu em poder deles. Hovla outro lemplo de Dagom em Bole-Seã. "grão"). furaram-lhe os olhos e o prenderam com correutes de bronze. como a que ocorreu com a estátua de Dagom. O mesmo aconteceu no dia seguinte. levaram-no ao lemplo de Dagom. Náo hó outros deuses (Dl fi. inimigos do povo de Israel (Jz 16.0. Durante as celebrações diante desse deus. Em I Samuel 5. A essa altura. com a ajuda de Deus. de derrubar as duas colunas: todo o templo ruiu .t2 ). trouxeram a prisioneiro.34) U fato do seu nome ser um dos poucos citados indica que era uma dos "mulheres gregas de alia posição" |v.2-1 2 .10. o rei Davi. D Â M A R I S . onde a cabeça do rei Saul toi colocada. Eles logo experimentaram o julzo dn Deus.2-121.7).6 í De acor­ do com o relato sobre seu nascimento.4: 32.G.sobre ele e os lilisteus. e isso facilitou sua prisão | | z 16. Um dos dez filhos de Hamã. vemos a narrati­ va da captura da Arca da Aliança pelos filisteus. de forma que muitos morreram.6-22). cortaram-lhe as sete longas Iranças. Daliia fez com que ele lhe reve­ lasse o segredo de sua força descomunal e levou-o ao conhecimento dos filisteus. e o Senhor demonstrou isso para os povos vizinhos. O mais velho dos dois filhos que Jacó teve com TCila. serva de Raquel (Gn 30. para apoiar-se nelas.5. agqra cego.17). ao cair por terra diante da Arca do Senlior. Era uma das di­ vindades dos filisteus. Sansão. mortos pelos judeus em Susã fEt 9. S.V. Ela foi colocada no teínplo de Dogom. os atacou e derrotou repetidamente. após sua derrota na batalha contra os íilisleus (1 Sm 31. depois que os filLsLeus cap­ turaram Sansão. mas não antes que o Senhor o usasse para desLrub milhares de filisteus (vv. DÃ (Heb. DALILA.23. Após usar seu po­ der de sedução e importuná-lo insisten­ temente. foi seduzido por ela ej ambos casaram-se. Sansão pediu para ser colocado entre as duas colunas que sustentavam Ioda a construção.

onde estabeleceram um cul­ to idólatra (Jz 18). no cap.25».5-fl).1. o Medo. também. 123 . "por isso lhe chamou Dã ' O nome expressou assim tuna situação particular na vida dn Raquel emais tarde também serviu de tes­ temunho do favor (te Deus quunlo o sua esterilidade. a maioria das vezes de forma negativa. Jacó disse: "Dã julgara o seu povo" Fa­ lou também que “Dã será serpente junto ao caminho" (Gu 49. “Julgou-mo Deitó” (Heb. l i J Um filho de rei Davi: tes de fiOO a. Daniel. Novas evidências históricas. Quando os dam tas não conseguiram ocupar u turra que receberam nu partilha de Canaã. f/on&nm). Não é possível estabelecer a data dos nas em J Crónicas 3.22). no final dos tem­ pos (Ap 7. em muitos setores da teologia.JML os episódios ci tados em Daniel 7 são bem anteriores aos <itados rios capítulos 5 e f> . partindo do Livro que leva sen nome. reforçaram a exatidáo his­ tórica do livro. ll. O fato mais uotável. “meu juiz é Deus") Três cassez de informações sobre o próprio pessoas no Antigo Testamento são cliaDaniel.DANIEL 4). Daniel. por exemplo. Moisés. Hã tam­ bém u possibilidade de que seja o mesmo nome mencionado no livro de Ezequiel. uo AT: e eiu Mateus 24 15. quando tinha de 2 0 a 25 anos (an­ madns de Daniel. não foi muito generoso. mus € \ Iribo que recebeu seu nome é mencionada com frequencia. v. via' jaram bem para n norte. a tendência de menosprezar a possibilidade da previsão profética sobrenatural contribuiu imensamente para uma notável hesitação sobre a confiabilida de do retraio bíblico de Daniel. é sua interpretação da secun­ Esdras. pois este é o nome dado ao Se­ gundo filho do Davi e Abigail. é cita­ do apenas no Livro de Daniel (tanto nas parles em hebraico como nm aramaico). que se tornuu um datados em Daniei 5 a 10 (por volta de oficiai do alto escalão nos gavoraos das 553-530 a. juntamente com Betol. bem como o estudo mais aprofundado. A reconstrução da sequência dos fa­ tos tu» vida de Daniel. Além disso. derrotaram e expulsaram a população He Laís r s r fi­ xaram ali (próximos da moderna cidade de TelJ Dã). nascido em Hebrom. impérios babilónico e modo-persa.).16. bem O único evento registrado em que como proleta do Deu*. entretanto. Na último parte do século XIX houve considerável ceticismo com respeito aos aspectos históricos da vida de Daniel. Sua mão ora Ahigyil tí ele cisa. principalmente quanto à própria existên­ cia de personagens como Belssazar e Dario. ao referir-se a Dã como um “leãozinho: saltará de Basã" (Dt 33. filho de Davi. 2. em 2 Samuel 3. Talvez por esse motivo não seja mencionada no li­ vro de Apocalipse. não ordenados cronologicamente em seus movimentos mais amplos. na distribuição das terras entro as tribos. (Hob. ao profe­ rir sua bênção sobre os isiaelitas. O texto dosonvolve-se em tópicos. Dã náo é mHis cilado individualmen­ te.l).17). e citado ape­da visão do rei Nahucodouosor. é um grande desafio. até os incidentes (2 ) o it i exilado de luda.C. e (3J um líder juDaniel é visto. entretanto. 1. durante o período agitado dou quo retornou da Babilónia com de 50 anos.C. foi mais tarde escolhida pelo rei Jeroboão como sede de seu novo centro de adoração. Dã. é a es­ DANIEL. paia que o povo não subis­ se d Jerusalém (1 Rs 12.. o exilado e profeta.3. Era o segundo fi­ evenios deste registro de forma mais pre­ lho de Davi. Parece que também era chamado de Quileabe. hã uma consideração re* novada na viabilidade das profecias bíblicas diante dos íalos. sabe-se apenas quo foi em alguma nascevi durante os sele anos e meio em époi a antes do final do reinado de que seu pai reinou em Hebrom 1 1 Clr 3. 4. Ao abençoar os filhos no lei lo de mor­ te.1Raquel comemorou o evento declarando. no NT.

quando foi colocado na ca­ tegoria de "jovom" que serio educado (Dn 14).. que signjfica algo como "Bei (um deus babilónico) protege sua vida". parece que Daniel morreu na Pérsia. pela metade do reinado de Josias. 17. Náo se sabe com clareza qual a plena natureza do processo educacional no qual Daniel ío i colocado ao chegar à Babilónio.2 ] ocasião em que esle jovem foi levado para a Babilónia (Dn L.4). um ser celestial (12.7).C. 2 0 ). isso significaria que o último evento cronoló­ gico no Iív to de Daniel aconteceu em 537 e 536 a. entretanto. parece que o novo nome fazia parte de uma orientação sistemático para que os estu­ dantes abraçassem completamente lodos os aspectos da nova sociedade da qual la* ziam parie. pelo qual passavam as que enLravam paru o serviço do rei Nahncodonosor (Dn 1.. o que era compreensível. provavelmente tivesse entre 15 e 20 anos de idade.13). 12. conludo.C. O último avento datado no livm de Daniel ò a revelação dada ao profeta "uo terceiro ano de Ciro.C.4) Como o império Babilónico caiu diante da aliança medo-persa. Assim. Se ele passou os anos de sua infância na presença da cor­ te real em Jerusalém. Isso poderia indicai que o profeta ainda viveria por mais al­ gum lempo. a não ser que estava entre os (Dn 1 . rei da Pérsia" (Dn 1 0 . seu sentimento com relação à trágica queda de Judá e o exílio na Babilónia seria ainda maior. e passou assim 70 anos (ou mais) de sua vida longe de sua terra natal. considera­ dos como um ano completo na contagem tio lempo daquela cultural havia um exa­ me oral feilo por Nabucodonosor. No final dos três ár­ duos anos dp treinamento (o primeiro e o último poderiam ser frações. Capacitados por Deus (Dn 1.6 ) da "linhagem real e dos nobres" (Dn 1. em 562 a. Desde que este livro enfoca a invasão inicial de Je­ rusalém por Nabucodonosor (Dn 1 . No final da profecia. recebeu o nome babilónico (assim como acoiUec-eu com seus companheiros) de Bellessazar (v. Por não ler acompanhado a primeira leva do exi­ lados judeus que retornaram "no primei­ ro ano de Ciro" (Ed 1 . ê muito provável que lenha nascido tí crescido em Jerusalem Alem disso.5). o último rei piedoso que governou judá (040 a 609 a C : 2 Cr 34 b 35). Sua ex­ periência anterior em tais círculos.171. amplia o quadro e Inclui "cultura e s a b e d o ria a fim de abranger também "todas as visões" e “todos os sonhos*’. no qual a sabedoria e o enlendimento eram me* 124 .3-6). é quase certo que Daniel viveu bem mais de H0 anos. pro­ vavelmente ale passou dos 00.19). se a invasão aconteceu w ru 605 a. As matérias estudadas sáo citadas em Daniel 1.. como lambém a "todos os magos e encantadores que bavia em lodo o reino'* (v. embora conheçamos bem seu rigor e sua amplitude Ele e seus companheiros foram treinados entre os melhores e mais brilhantes jovens do império (Du 1.7) disse a Daniel: “vai-te até que chegue o fim" (isto é. 1 ).3). O locaJ e a data tanto do nascimento como da morle de Daniel não sáo <ilados expUcitamrmtfi nas Escrituras. 1 ).DANIEL Nabucodonosor. em 539 a. indo o que se sabe de um período de quase meio século da vida de Daniel é a infor­ mação reduzida proporcionada par esse ca pí fulo. Não é possível determinar mais ne­ nhum dado específico sobro os antoce* dentes familiares de Daniel. O nome náo é simplesmente a forma babilónica para Daniel e incorpora especificam ente o nome de uma divindade pagã. Isso colocaria a data de seu nascimento por volta de fi25 a 620 a. ãs margens do rio Tigre (Dn 10. até sua morte. prova­ ram ser muito superioras não somente aos nulros estudantes (1. 1 .C. Quando Daniel iniciou o estudo de três anos. em lugar do Deus dos judeus (o sufixo “El"). Assim.4 como as letras o a língua dos caldeus O v. pode ter sido de grande valia nas posições que ocupou mais lanle no go­ verno da Babilónia e da Pérsia.C. por isso. entretan­ to.

às mais altas posições do governo da BabUõnia |v.19.48. embora resulte na c o n c l u s ã o de que Daniel foi nomeado para um alio corgo por Nabucodonosor. 14-16J. e o cáp. Essas declarações indicarn fortemente que o programa iiiclula instrução em magia.17). 19). informou-os sobre o incidonte e a ordem de execução (vv. em vez dp um houornvel sábio que já se encontrava a serviço do rei |Dn 1. juntamente com seus companheiros. Daniel e seus com­ panheiros entraram em cena. Mesmo quo o período tenha sido de poucas semanas ou meses e embora o império estivesse em paz. Nabucodonosor só é capaz de controlar seu orgulho por um ano ívv. Se assim for. 5. 4 começa com Nabucodonosor apa­ rentemente uo auge de seu poder. os jovens judeus puseram-se diante de Deus e oraram juntos durante toda a uoite (w. e é chamado de “chafo dos magos" |Dn 4. Arioque. 23.12).2 0 ). 13).49). a referência ao segundo ana dn reinad o de Nabucodonosor (Dn 2.1 1 ).1) colocaria o fatoden­ tro do período iniciai dos três anos de treinamento. na qual eles também estavam incluídos (v.20). Esse enlendimento é levemente preferí­ vel .DANIEL (lirlos e comparados com “lodns as ma­ gas e eurantadores" quo já «atavam a ser­ viço do roi (Dn 1 . antes mesmo de completar seu período fie treinamento (Dn 2. O significado dos “sete tempos" não eslá claro.17-23) b "nnlão foi revelado o mistério a Daniel numa visão do noite" (v.2 : 1 ).47) i! a elevá-lo. como um mês ou um ano.32. Desde que Daniel tora nomeado conselheiro-cheÍR da corte real (Dn 2. usoda para demonstrar a habilidade especial do profeta para en­ tender as visões e os sonhos (Dn 1. em lugar de glori­ ficar o Deus verdadeiro (Dn 4. então o rei ficou impossibilitado de governai.por sele anos. Se o entendi­ mento íjoumm do que "um lempo" era uma estação anual de colheila estiver correto.20 (consideran­ do-os dez vezes mais doutos do que to­ dos os magos e encantadores) e a descri­ ção do proleta como meramenle "um den­ tre os filhos dos cativos de Judá” (Dn 2 . entretanto. 48. a forma com o o Império Babilónico loi governado durante n perío­ do em que o Tei permaneceu mentalmente incapacitado é ainda mais obscura! A expressão “sele tempos" pode simples­ mente referir-se a um período indefinido ou significar a um ciclo do calendário. Os eventos quo se seguem inferem que o ca­ pítulo também registra a elevada influ­ encia de Daniel no governo. Daniel 2 funcionaria como um tipo de retrospectiva. devido ao fracasso dos conse­ lheiros em d e la lh a T e interpretar o so­ nho do rei | vv 1 . Depois que o proleta interpreia uma visão que adverte severamente o rei sobre as consequências de sua auto-oxaltnção. É extremamenle difícil determinar quando esse incidente aconteceu na vidn de Daniel Por um lado. que ordenava a exe­ cução de “todos os sábios da BabUõnia" (Dn 2.9). a conclusão um tanto exage­ rada do rei em Daniel 1. chefe da guarda real. Sua aulo-exaJtação imediatamente resultou no castigo que fora predito: receberia a mente de um animal e viveria como um irracional por "sele lempos" íDn 4 1 6 .33). seria de se es­ perar que o vácuo causado pela ausência de uma figura láo inteligente o imponen- 125 .49).9-27).49) Isso não explicaria melhor. citados no v. 28-32). Daniel 3 é o único capitulo do livro em que o profeta não ê mencionado. A explicação do profeta sobre o sonho e o sen significa­ do não somente salvou a vida dos sábi­ os c o m o também levou o Tei Nabucodonosor a louvar ao Dous do Daniel |Dn 2. õ bem provável que tenha desempenha­ do um papel fundamental na manutencão da estabilidade do governo enquanto Nabucodonosor esteve afastado do sua função. adivinhação e provavelmente asiroiogia como parte do estudo da venerada literatura babilónica Depois de um furioso decreto feito por Nabucodonosor.

em certo sentido. o idfimo monarca (553 a 539 a. para lira-lo do caminha a qualquer custo ÍDn 0. Os próximos evenlos registrados da vida du Daniel acontecem no inicio do roinâdo de Belsazar.27) na conclusão de suu segunda visão.C. tunham trata du dos assuntos eotidianos do império até que o rei recuperasse a sanidade e vol­ tasse ao Irono rDn 4. a fim de orde­ nar que o povo tremesse e teuiesse "pe­ rante o Dous de Daniel" ív. Deus o protegeu durante toda a noi­ te. outros oficiais do gover­ no medo-persíi conspiraram contra ele. que se tornou sua primeira v i s ã o registrada no I í v t o .4. seus companheiros arquitetaram um plano para persuadir o rei a decretar que. além de indicar a proteção providenciei de Deus na transi­ ção do poder. 0. no meio dos leões Na manha seguin­ te. não é de estranhar que o profeta tenha finado es­ pontado e com o semblante mudado de­ pois da primeira (Dn 7. mesmo soh rist o da pró­ pria vida. 8 descreve u segunda visão de Daniel. Por cousa de sua disposição de orar três vezes ao dia. em 5-39 a. Daniel tez uma maravilhosa oração de arrependi­ mento corporativo |Dn 9. tenham recebido grande reco­ nhecimento (Dn 5. 0 .0-9).C.29. 1 1. 1 1. As duas visões des­ creviam circunstâncias difíceis para o povo de Deus no futuro.1017).. O cap. é provável que oficiais altamente respeitáveis.: entretanto.5). 1 1.24l e Dario tez um decreto adicional. L)ario. Cer­ tamente. Assim desde (|iie náo exisU í nenuma IndicaçSo de uma lula interua pela poder nu declínio durante sua au­ sência. foi vindicado diante do roi Dario e res­ taurado ò sua posição de autoridade (w 18-23. Durante esse mesmo periodo (o pri­ meiro ano de Dario: Dn 9. par uni período de trinta dias. e o culpado.f Daniel aparentemente perdeu um pouco de sua influência no governa ria Babilónia.13-101.34.1J. mesmo após ter repre­ endido o rei por seu orgulho e interpre­ tado a ameaçadora escrita na parede. por isso. ano de Belsazar.2). pelo povo judeu. 0 rei Belsazar deu a entender quo não co­ nhecia DouíbI pessoalmente (Dn 5.27). o profeta leve um sonho. que ocorreu cerca de dois anos mais tarde. que ocorreu na ocasião da derrota finai da Babilónia pelos medos e pnrsas (Dri 5. supremo im­ perador persa (Ed 11).37).C ) e o começo do reinado de Belsazar (553 a. toda oraçáoque náo fosse dirigida ao rei seria considera­ da Uegal. que Daniel e o Senhor no­ vamente. punido com a mor­ te na cova dos leões (Dn G.31.12).20). pelo oovo imperador. ou nem mesmo sabia sobre sua fama como intérprete de sonhos e de homem sábio durante o reinado de Nabuco­ donosor (Dij 5 .. Para evitar que Daniel fosse nomeado para o mais importante cargo administra­ tiva por Daria. Daniel foi larnhérrt nomeado coma um dos três administradores sobie o reino. É algo fantástico. "No primem.1-31.DANIEL Le como Nabucodonosor fosse rapidunien te notada. Não somente o profeta foi exaltado contra sua vontade para ocupar a terceira posição mais ele­ vada no império.281.ar" (Dn 0 . Daniel foi imediatamente pre­ so e jogado tia cova dos leões [Dn 0. "no terceiro ano do remado do rei Belsa/. Devido à conduta ética e ao compromisso religioso do profeta. Os conspiradores foram então atirados às feras famintas (v. como Daniel. Durante a décuda entre a morte de Nabucodonosor (562 a. dirigida a Belsazar (Dn 5 22-29): logo de­ pois da vitória medo-persa sohre a Babilónia. Babilónia' [Dn 7 .36. ele menciona seu retorno nos negócios do rei (Du 0. O tempo parece coincidir com a proclamação feita por Ciro. quondo permitiu que os judeus dispersos pelo império vol­ tassem para Jerusalém e reconstruíssem 1 26 .3-20).30.C. rei de. nn bem conhecido episódio da escrita na parede [Dn 51. o medo. I do período babilónico. data­ da por vollii de 551 a.C.2 0 J.281 e “enfraqueci­ do e enfermo alguns dias" depois da se­ gunda visão (Du a. Foi um papel no qual o profeta ra­ pidamente se destacou (Dn 6.

seu estilo de vida como humilde cunselhei- 127 . durante uma carreira que durou mais de G O anos Ainda assim. A maneira como Cristo fala aqui parece auienbcar a exatidãn histórica dos eventos e das visões registrados uo Livro do DanieL Tlm tributo adicional à fé dflmonstrarJL o por Daniel na cova dos leões está re­ gistrado em Hebreus 1 1.20). esp 2 .20.3).1).2-4). Se as ocorrências cm Ezeqyinl podem ser datadas «m 592 a-C.14. 26.1). onde nada mais é registrado na* Escrituras so­ bre o período linul da vida do profeta. (az com que a identificação sefa quase certa. 3. dessa vez por três semanas (Dn 10. lesus laz uma referência à “abomi­ nação da desolação. Embora alguns atribuam tais refe­ rências a alguém de renome.DANIEL 0 Tfcxnplo (Ed 1. A visão que se seguiu é o último eveulo registrado uo livro de Daniel. 28. Ao recuperar-se do trauma cátisadi i pela invasão de seu lar em ludá. havi:ria lernpo soificionte para Daniel ter demons­ trado s u a justiço 114. é mais provável que se re­ portem ao Daniel contem porâneo de Ezequiel. Daniel finha influência por seu acesso aos corredores do poder. bem como o fato da meução estar próxima à referência a "apa­ gar a força do fogo" (Hb 1 1. que prova­ velmente vivnu no tnmpo de Noé ou de JÓ (11. tanto paro interpretar como para ter as visões mais detalhadas ria profet ia bíblica.21). Fora de seu livro.14. parece altamente pro­ vável tjue esle período seja um paralelo com o lempo acumulado duranie o qual os judeus falharam em observar a loi do “descanso do sábado' ordenada por Deus (2 Cr . 1 ) e 58<> a.2.. Oaniel foi o veículo da revelação divina. Daniel novamente lamentou. (Dn 1 e 2 .15).20). Essa alegação é justificada. do jejum e do lamento de Daniol pelos pecados de seu povo |Dn 9.14.33. 8 . Embora nõo haja uni r onsonso cnm relação ao significado o ao cumprimen­ to dessa profecia. 1 ]. No meio do discurso do monte das Oliveiras (Mt 24 e 25).C. Esse incidente talvez esteja rela­ cionado com os eventos em Jerusalém.'4.).C. a vida de oração e a sabe­ doria rjue podem ser vistas de forma con­ sistente na existência do Daniel. cí. Cl. onde u reconstrução do Témplo foi Inter­ rompida pelo medo e desânim o (Ed 4.3. (28.14. alé ocupar po­ sições nos mais allos escalões da autori­ dade imperial e ter mfluôncia tanto uo Império Babilónico como no Medo-Persa. bem e O m o por seu exemplo de piedade. o velho profeta recebeu uma re­ velação assombrosamente detalhada das "setenta semanas” (Dn 11.2G. Daniel. (14.20) e sabedoria concernente aos mistérios 128. Daniel cresceu de forma notável. Tanto em sous dias (Ez 14. orou e je­ juou. mais do que qualquer ou li o personagem bíbli­ co demonstrou ser a figuru inlormediaria entre o período do pré e o do pós-exílio. de que talou o profe­ ta Daniel’' fMl 24. apesar de ele ter passado a maior parte da vida distante geograficamente fie Judá.24) decretadas por Deus paia o futuro de Israel (Dn 9. A única menção do nome de Daniel no NT é era Mateus 24. a coragem.C.'4fci.1). Seu nomp não ê cilado. diuante a reconstrução »le Jerusalém e do Templo. J). Uns dois anos mais tarde (Dn 10. o nome de Daniel aparece Irês vezes em Ezequiel (14.21). referente à utilização da ten‘a. relacio­ na dn com Daniel cap.341. Desde que essas manifestações ultrapassaram o pe­ ríodo do exílio babilónico (geralmente datado de 605 a 539 a. Urna avaliação geral das contribuições de Daniel deve incluir o uso dn su perlativps.2427). Como resultado da oração fervorosa.15. Seu re­ conhecimento como o principal conse­ lheiro na Babilónia e seu sólido compro­ misso com Deus já sn teriam estai lelecido solidamente por volta dafiflO a. mas a falta de outro evento semelhante no AT.20) como na lembran­ ça tios escritores bíblicos (Hb 1 1.4. Poucas pessoas na Bíbba exibiram a fé.33).14.24). Sftu legado mais profun­ do esta na esfera espiritual.

1 oomo o imperador que permitiu aos judeus reconstruir o Templo. cujos descendentes estavam entre os judeus ser coniumbilo com o rei Dario citado em Daniel 9 . comandanle) é atraente. 2.5 quo houve uma corrupção textual. Deus deu DATA. cria outro problema: por que então Elanã seria relacionado ua lista dos heróis de Davi? Outra sugestão é feita a partir de 1 Crónicas 2U. "Servo de Salomao". Listado em 1 Crónicas 2. Em respost a ao seu pedido. Embora essa solução possa resolver a apurento discrepância entre 1 Samuel 17.2 yj.1. 1.i dos que eram reconhecidos em sua época como sábios. que iden­ tifica Elanã como o herói que matou Lami. “Deus é gracioso”). Ri*i da Pérsia.DARCOM ro governamental.58).24.1. encontramos Darda no texto de l ReLs 4. A snbedovel que fosse um governador descenden­ riu do Salomão loi enfatizada por meio da te dos medos.19. minou sobre Foi um do. É sempre mencio­ a Salomão uma sabedoria extraordinaria nado junto com o irmão (veja) Abirão (Nm (v. para dar o significado tie “amado". É mais provável que esteja associada com a raiz hebraica d m l (amor). cujo texto relata que Davi matou Golias. era filho de Maol. Sofonias 1. Conhecido exilio. imperador sobre Babilónia nos dias do Daniel. que ultrapassava . o hindadoi do Império Persa (Du U.19 011 em 1 Crónicas 20. embora duvidosa. 16 1. o qual menciona que foi Elanã quem matou o gigante.31. etc. que seu nome e EJauã (Heb.). Líder levi la da época dn pósDARI O.6J. conhecido como Gubaru comparação com a de outros homens. Daniel.6 (chama­ do de Dara) t omo filho de Zerá e descen­ fcta do Deus verdadeiro õ profundainantti reverenciado e digno de ser seguido dente de Judá.s quo assinaram o documento o Império Pnrsa de 522 a 486 a. irmão de Golias.. Famoso por seu grande co­ quem nomo o próprio Ciro. 1. Dario. administrador e j»rr> ~ 2 . DAVI Dados Gerais Davi é o nome do maior rei de Israel e o anoeslral humano do Senhor Jesus.12. Sua história. corno Dario I ou “o Grande”. A conexão com a palavra acadiana dúwidúni (chefe. ma pessoa citada no ílem cmterior (n* 1 ). Na verdade ele governava sol.19). citado como companheiro de re­ gresso a Judá uu leva de Estiras [Ed tí. O significado do nome ainda n incerto. o herói que matou Golias (2 Sm 21.'is“)> Í!>so.7.2). 3. 7. Filho de Eliabe. Aparece em Esdras 4 a 6 : Ageu 1. 12S . Era descendeule de Ilamar. Desde que não se tem certeza se foi em 2 Samuel 21. é mais prová­ nhecimento. suas realizações o seus problemas roceberam um tratamento extensivo. o Medo. a identificação do Elanã é incerta. e 2 Samuel 21. Não deve DARCOM.1 e outras referências (veja n* ]).C. de 1 Samuel 16 a 2 Reis 1 e em 1 Crónicas 2 a 29.15: 2. Por (Gr.) as ordens de Ciro. "Gobrv. Provávelmiinte tira a mes­ como exemplo.3.56: Ne 7.28).10 e de compromisso solene com Deus (Ne 1U.25. Embora alguns teólogos o identifiDA RDA. Alguns sugerem que Davi seja um cognome rea! o . que retomaram do exílio com Neemias |Ed 2.

me livrará da mão deste filisteu” (J Sm 17. Jessé disse a Samuel que seu Cilho mais uovo. Essa experiência o pnsinou a dspondor do Senlior. Depois que Saul foi rejeitado por seus atos de desobediência I I Sm 15. a moahita (Rt 4 18-22: cf. Os mancebos passaram uni por vez diante do profeta.11. sendo responsável pelas rnorles de Saul. quando os filisteus atacaram Israel 11 Sm 171.26).37) Davi era também um bom músico.1-15: Ml 1. conlorme afinnou para Saul: "O Senhor que me livrou du> garras do leão. pois "o Senhor não vê como vê o homem. chamado Golias. Jónatas. homem de g u e r r a . mas nenhum deles foi aprovado por Deus. Davi cuidava dos rebanhos da família. como coletânea. que o elevaram da posição de pastor fie ovelhas a músico no palácio do rei. Lc 3. de lutar contra animais selvageris até suas vitórias sobre os filisteus e de herói nacional a refugiado político. E o Senhor 6 com ele” (v. Quando SauJ sofria dc depressão e crises du melancolia. 2 1 ). 15 a 31 de 1 Samuel são uma antologia solta de histórias. e das garras do urso. seus servos. Jessé em descendenle da tribo da luda e bisneto dR Bonz a Rute.31-38). porque O Espirito do Senhor o abandonara (1 Sm 16. “Vi um filho dft Jessé. Saul sofria de melancolia. anteriormente tinha dito ao povo que Saul preenchia os requisitos. Na juventude. Na corte. suu bravura. chamado Davi. Davi foi convidado para servir ao rei Saul como musico. o Senhor incumbiu Samuel da tarefa de ungir um dos filhos de Tessé. O homem olha para o que está dianto dos olhos. Deus operava claramente em Iodas as circunstâncias da vida de Davi. usurpando o trono da familia de Saul. Como pastor. 16). e de boa aparência. Depois que os sele mais velhos loram apresentados a Samuel.'I2J. sisudo em palavras. devido h sua bela aparência: “Vedes 0 homem quo o Senhor escolheu? Não há entre (> povo nenhum semelhante a ele” (1 Sm 10. porém o Senhor olha para o coração” (1 Sm 16.DAVI Antecedentes Davi era o m. eloquência. ele teve certeza que aquele jovem atendia aos padrões de Deus. Primeiro. ele não eulendeu por que o Senhor o enviara a ungir um rei naquela casa. 18). e é forte r valente. O propósito dessas narrativas é defender Davi da* acusações de ter agido de maneira subversiva. Davi recebeu duas confirmações de sua eleição: Samuel o ungiu numa cerimó­ nia familiar o o Espírito do Senhor veio sobre ele de maneira poderosa (v. receberam o til llío de "A história da exaltação de Davi". ainda cuidava dos rebanhos. desafiava SauJ e lodo o Israel várias vezes por dia. a pre­ sença do Senhor em sua vida. conhecendo a reputação desse jovem mandaram tíhamâ-lo II Sm 1 (J.24). 129 . acima de tudo. Davi eleito por Deus para ser rei Davi era notável.12). Um deles disse. que. Davi agradou ao rei. aprendeu a cuidar dos animais. mas. Davi com Saul Qs caps. O prolela procurava um candida­ to que se qualificasse por sua estatura física. que sabe locar bem. 1 Gr 2. Afinai. o qual o nomeou seu escudeiro (v. Esse texto relaciona várias características de Davi: seu tulonto musical. Deus agiu rapidamente. 13). O gigante filisteu. bem como a protegê-lo» dos predadores. tanto poi seu amor a Deus como por sua aparência física (I Sm 18.14).2-6.ús novo dos oito filhos de jessé. boa aparência. o belemita. Segundo. Abner e Is-Bosete. Depois que loi trazido diunte do profeta.7). um efratRU de Belém (1 Shj 17.

i I). liderou um bando de furos-da­ tei. Davi e Jònalas fovam obrigados a se separar.2 ). Mical lambém amava Davi (v. mas gradualmente percebeu que seu pai real­ mente estava determinado a matá-lo. bem com o de seus planos de mata-lo. Davi loi avisado com antece­ dência do profundo ódio cie Saul contra ele. em ■asamonto a Davi ( I Sm 18. Saul traxia Davi sob suspeita" Iv. porém Davi os seus dez milhares" (1 Sm 18. 1 ). Jo na tas amava de verdade o íilho de Jessé (1 Sm 19. Trouxe sua família para a segurança de Monbe r retornou. Foi extremamente desleal. rei filisteu de Gale. 7). De maneira vil.DAVI por um espaço do 40 dias (I . pois voltou atrás em sua promessa de dar a filha mais velha. Quarto. procurou imediutamoule agradar ao rei. D a v i triunfou sobro o filisteu. o (ônntas o amou como à sua própria alma” lv. O rei fez algumas tentativas para eliminar Davi no palácio (v. loi para Adulão í 1 Sm 2 2 ).om a filha do rei Saul e a isenção de pagar injpos­ tos — Davi apresentou-se tomo voluntário paru enfrentar Golias naquela batalha. 4). Assim começaram as alilud. Aconteceu cie Davi levar suprimentos para seus irmãos que estavam no acampamento <if: guerra e teve oporlunidade de ouvir o desafio do gigante.28|.17). Os membros da família do rei o amavam.50). porque sabia qun o Senhor eslava com eie e via o am o r da filha por Davi como trarão contra seu remado 1 1 Sm l0. 10 ) e até mesmo na própria casa do genro (v. a fortuna tornou-se em sina. compreendia lambém que Deus tinlia um planoespef ial para a vida do amigo.1) e não se preocupava com suas proezas militares. casamento c. Intercedeu em favor dele e o convidou para voJlar ao palácio |v.16. ainda relutante em aceitar casar-se com um membro da lamílla real.es de hostilidade explícita contra Davi. Ele sabia que seus dias como monarca estavam coutados e tinha de proteger o Lrono pura sua família. por meio de suu amizade com o filho do rei. Davi. seu arnor peio povo e pelo alta recompensa — riqueza. Como sempre acontece. A lama de Davi cresceu rapidamente. 9). Gomo expressão dn seu profundo amor a respeito pelo filbo de Jessé. Ali. Qualquer um que tentasse colaborar com Davi era morto por Saul. Davi íoi convidado para morar no palíuifc» real (l Sm 10 .16). quando muitas coisas boas surgem. Saul desafiou-o a demonstrar sua bravura e seu valor novamente. O filho do rei sabia que Davi corria risco de vida. ao matá-lo com uma funda e uma pedra () Sm 17.19). O Senhor eslava com ele. deu-lhe suas roupas o armadura (v. Merabe. Estava aborrecido por ser obrigado a dar Mical como esposa paru Davi. Exigiu que o jovem enfrentasse os filisteus em batulba. como um tipo de dote. as mulheres louva­ vam !>eu nome ó faziam comparações positivas entre o jovem e o rei.42). Este filho de Saul chegou ao ponlo de fazer nmu "alian­ ça'’ com Davi (v. u fim de enfrentar os perigos de sua vida de exilado. "A alma de Jonatas ligou-se com u de Davi. tí). 20). Temeroso de que a boa voulade dc anfitrião mudas­ se a quaJquer momento. “Saul feriu o* seus milhares. Mov ido por seu zelo pelo Senlior. mediante a matança de 100 filisteus.7) Esse contrasta suscitou o ciúme do rei (v. o rei ficava sabendo e o perseguia.Sm 17. O narrador de I Samuel escreveu: “Daquele dia em diante. Merabe íoi dada a outro homem I ' Sm 18. Os dois fizoram umo aliança para toda a vida e se separaram (1 Sm 20. nu esperança de que perdesse a vida. Por toda a nação. Tbfcoiro. c o m o aconteceu com os sacerdotes de Nobe 1 1 Sm 21 a 22). o íillio de Jessé buscou refúgio juuto a Aquis. Nesse meio lempo. P a ra onde quer que ele fosse. Expulso da corte. 130 . O ciúme de Saul deixou-0 cego. Saul contra Davi Saul fez tudo para livrar-se de Davi. 3). nem com sua crescente popularidade.

Depois da morte do marido. Enquanto os filisteus esmagavam os israelitas no norle. por exemplo. Ao invés de comemorar este acontecimento.10). seu comandante militar. 0 norle e o sul. Mas. e Q profeta Gado também se uniram u Davi. Nubui. As tribos do Norte reconheceram Is-Bosete.8. filho do rei. um rico íazendeiro. a fim de cons- 131 . ao fazer de lerusalém sua capilal administrativa. esposa de Mabal. Os filisteus rrão deveriam ficar apreensivos pelo conflito de interesses. Davi determinou a conquista de Jerusalém. ele retornou a Ziclague e descobriu que a cidade fora saqueada e incendiado e u população. A Iribo de Judá permaneceu leal a Davi e separou-se da união. como o legitimo repre­ sentante do trofio (2 Sm 2. ao invés de matá-lo. liderou uma campanha bem-suce<bda contra aquela localidade b a conquistou para o rei. Po/ duas vezes Davi teve oportunidade do vingar-se de Saul. A ciciado nunca pertencera aos israelitas e localizava-se num ponto estratégico.Es Ir:. Sua existência tornou^sô tão opressiva que foi obrigado a buscar refúgio com Arpeis. O crescimento do podnrio de Davi náo passou despercebido. que o levou consigo como parte dn suas tropas numa balalha em Gilboa. Reduziu a ameaça dos filisteus. Joabe.1-3). desejo­ so de ler uma localização melhore reconhecedoi do problema estratégico gerado p e la proximidade d o s cananeus. mas era avarento demais para recompensá-los pelo trabalho (1 Sm 25). como faz. mas as reações loram bem dilorentes em todo país.DAVI Enquanto isso. primeiro teve Hebrom como seu cenlro. Davi consolidou seu reino. O filho de Jessé ficou lurioso. de onde ajudava Saul a reduzir as forças dos filisteus (1 Sm 27).3. tinha recebido lal proteção de Davi e seus homens. ibrão. rebanhos e do gado que ajudavam a proteger. junlo com outros cidadãos importantes.9. pois não linha qualquer ligação especial nem com as tribos do Norte uem eum as do Sul (2 Sm 5. Bandidos. mas. No eutanlo. Abiatar. Não demorou muito paro que n povo descobrisse a incompetência de Is-Rosete Abner. Aquis tinha tamanhij confiança na lealdade de Davi. contra os israelita* (1 Sm 28). levada cativa pelos amalequitas. as quais loram irtlerrorupidas quando joabe assas­ sinou Ahner. O enfruquet imeulo do Norte encorajou a morte de Is-Bosete e as tribos voltaram ã união sob o reino de Davi [2 Sm 5. poupou sua vida. nm vingança pela morte de seu irmáo.4). reuniram-se a ide. foi no seu encontro com vários presentes. Era uma ( idade neutra. o apoio a Davi crescia cada vez mais. rei de Tiro. Davi é exaltado ao reino Saul e Jonalas foram mortos na batalha em Gilboa (2 Sm 1. procurou Davi e abriu negociações com ele. Recebeu a cidade de Ziclague para morar com seus homens. ruas Abigail. pui* atias muitas façanhas. lazia com que as pessoas Ficassem orn débito para com ele. em um cruzamento entre o leste e o oeste. Davi lularia contra seu proprio povo (lStn 29).4J. um sacerdote que escapou tlf» massacre em Nolie. Ele e seu homeus também tomoram-so defensores dos moradores de ludá que eram constantemente ameaçados por saqueadores estrangeiros e viviam da parte que reesbiám das colheitas. estavam dispos­ tos a compartilhar cora eles alguma coisa. o c o m a n d a n te militar. muitos deles guer­ reiros habilidosos. euviou seus carpinteiros e pedreiros. rei de Cato. ao tornar Hebrom a capital do novo reino (2 Sm 2. Esse reino. Nern lodos os criadores. em Queiia (1 Sm 23).iy -27). Davi chorou pelo rei e por súu amigo 12 Sm l. As noticias sobre a morte do Saul comffâm rápido. porém. Davi perseguiu os invasores e colocou um fím em suas hostilidades. ela se tornou esposa de Davi (1 Sm 25.9). agora unificado.42).

Encorajado pelas promessas de Deus e feliz polo consolidação do destaque de Israel entre as nações. pois concedeu a ele uma "casa'* (dinastia) e permitiu que seu filho construísse uma “casa" permanente para o Senhor A promessa de uma dinastia foi incorporada a uma aliança dó conces­ são. 132 . entretanto. na época de Josué (Js 9. o fortalecimento da posição do fillio de lesse ameaçou a paz relativa de que Israel gozava.19-251. O fa c to David ico é uma adm i­ nistração sohnrunu. gloria e bên ção. Essas promessas cumprem a aliança que Deus fez com Davi. satisfez a exigência de justiça feita pelos gibeonitas.11). 1 2 ). I Após encontrar descanso oro Jerusalém. 18-26). Fortaleceu Jerusalém. Embora fosse severo era sua justiça para com as nações. fillio de fônalas. Jesus o os apóstolos afirmaram que essas promessas encontram seu loco e recebem sua confirmação em Cristo (o 'Messias' ).1-1.14). a símbolo central du relacionamento e dn aliança dn povo cam Dous (2 Sm 6 ). o rei fpi generoso no trato com Mefihosete. feita pela graça.2). Jerusalém como centro do reino de Oavf A paz estabelecida em Israel encorajou Davi a persuadir as tribos a reconhecer Jeru­ salém como centro religioso. Provavelmente esse período íoi marcado por uma severa crise fie fome (2 Sm 21. desenvolveu tima administração de governo t entrollzadu. Por incrível que pareça. quando necessário pela torça. moabifas. A dificuldade era Ião grande que Davi pediu uma explicação ao Senhor. sem incluir Mofibosote. Deus graciosamente removeu a maldição e renovou a terra com chuva abundante. / \ proposta concedia a Davi um lugar perpetuo no reinu rle Deus. Subjugou os filisteus. por meio da cons­ trução de um Templo (2 Sm 7).20. Esse ato firmou o relacionamento entre os dois rois. Davi buscou a aprovação do Senlior para providondiar um centro definitivo ao culto e à adoração em Israel. povo que buscara e recebera proteção dc Israel. edomitas e amonilas |2 Sm 12. Davi seguiu adiante. 1 1 . ao levar para lá a Arca da Aliança. Poi-lhe revelado que a escassez de alimento era resultado do juízo de Deus. O Salmo 2 celebra a condição do filho como o que e x p e rim é D tn uma posição privilegiada e recebe autoridade para estabele­ cer o reino de Deus (veja SI 72h submeter as nações. Os filisteus náo perturbaram o pais duranle os dois primeiros anos do reinado de Davi Com o crescimento d» sou poder. Davi levou os ossos de Saul. expulsou as lorças invasoras e foi agressivo no estabelecimento du paz em Israel. A morte de sete descendentes de Saul. pelo equivocado zelo do Saul. segundo a qual o Sonhar tingiu Dctvi e sua casa p a ta estabelecer seu reino r sfetivam ente fmzer u tt i reinado d e paz. Depositou a maior parte dos tributos « espólios uo fundo para a construção do Tfcmplo (2 Sm 8 . Al 2) do alto sobre Ioda a criação* inclusive a Igreja (Cl 1 ). Ele é o ‘'tingido" que recebeu autoridade e poder (Ml 28. (Veja o verbete Aliança.29-31). Providen­ cio u -lh e um lugar e garontiu-Ubue um sustento vitalício |2 Sm 9J. mn todas as parles du Terra. ao tentar aniquilares gibeonitas (2 Srn 21.DAVI trair um puláiio para ele (2 Sm 5 . e trazer as bênçãos do Senhor sobre lodos os fiéis. Jônatas e dos sele que foram mortos e os enterrou na sepultura de Quis (2 Sm 21. Deus modificou a oferta de Davi. ao colocar sobre ele o privilégio de ser um “filho" de Deus. deci­ diram acabar com sua grande popularidade O rei resistiu n cada aboque com sucesso e finalmente definiu a fronteira do reino na planície costeira |2 Sm 5.1 *> . Cobrou impostos dos arameus e das nações que decidiu não subjugar (2 Sm 8 :1 0 ).

Davi experimentou instabilidade e morte em sua família.13. por ter matado Absalão. õ'l). O rei confessou seu pecado e recebeu perdão (2 Sm 12. pois elas também linharu apoi­ ado o rei e dado a extensão de seu território nas mãos dele. 133 . AbsaJSo tivera lempo para elaborar planos. A Iribo de Judá alegou que o rei lhes pertencia 0 ofendeu os habitantes do Norte com a sua insolente arrogância (2 Sm 19. sob a liderança de Seba. desejou ardentemente Bale-Suba. e agora estava sob as ordens de Abisai. Uusai dava conselhos equivocados 0 Absalão e enviuva mensageiros a Davi. (Joabe perdera o favor do rei « o cargo. preparora-se cuidadosamente para o momento em que o povo o apoiaria. a história de Davi é uma mistura dn tragédia o providência divina. a união entre as tribos ficou enfraquecida ao extremo. Como este demorou muito a relnrnur. A dis­ sidência rapidamente cresceu e culminou em outra guerra civil. Depois de dois anos. Joabe lrouxe Absalão de volta.) Quando Amasa. filho de Bicri ria tribo de Benjamim. Amnom violentou a própria irmã. a fim de sufocar a rebelião. a fim de infor­ mar todos os movimentos dele |2 Sm 17). com 0 crédito de ter acabado com a rebelião (2 Sm 20.10 saber que estava grávida. O rei voltou para Jerusalém com o apoio do* habitantes do Sul do pais. . por isso.DAVI A queda de Davi A partir deste ponto. O bobe que nasceu tia união com Bale-Seba ficou doente e morreu. e joabe se encontraram. que se aliara a Seba. Este fugiu paia salvar a vida e permaneceu exilado por dois anos. os quais anteriormente haviam seguido Absalão. Como resultado. mas Davi sofreu mais com a perda d© Absalão do que sentiu alegria pela vitória. irmão da jovem. uste o matou e reassumiu 0 comando das 110pas. e causou a desgraça dela (2 Sm 13): foi assassinado poi Absalão. O profeta Natà proferiu ura testemunho profético. o rei comissionou Abisai para perseguir Seba. o qual morreu pendurado em uma árvore pelos rabelos. Ele se tornou uni personagem trágico. As tribos do Norle seniiram-se traídas pela falta de respeito demonstrada pelos moradores do Sul. Sl :< 2 . Joabe retornou a Jerusalém como geueral. ao comprometer-se a atirar a cabeça de Seba por cima do muro. fosse morto no campo de batalha e casou-se com ela legalmente (2 Sm II I. fora ao rei pedindo proteção para o filho quo assas­ sinara o irmão. tentou encobrir seu pecado. Consequentemenle. Davi almejava revê-lo e foi encorajado por Joabe. em detri­ mento de seu velho pal. A guerra trouxe resultados desastrosos para as torças do filho do rei. com quero leve relaçOes sexuais. mas não ao palácio real. Perseguiu a Seba até Abei-Bote-Mauca e siliou a cidade. mas sofreu as consequências de sua perfí­ dia pelo resto da vida. A vitoria foi clara. Davi enviou Amasa para recrutar guerrei­ ros de judá. Zadoque e HusaiJ.231. Cousequeutemente. precisavam ser ouvidas. Elevado pela graça de Deus a urna posição do imensa poder. ordenou que Urias 0 marido dela. rf. Davi saiu da capital com um grupo de seguidores e deixou vários conselheiros de confiança para trás [Ahialar. Uma mulher sábia sal­ vou a cidade. condenando a concupiscência e a cobiça íle Davi e seu comportamento vil (2 Sm 1 2 ). orientada por Joabe. a fim de perturbar a ordem.4U-43). Esta. ao forçá-lo a seguiu um conselho que lhe fora dado por uma mulher de Tecoa. Tamar. Absalão foi coroado rei ern Hebrom e rapidamente partiu em direção a Jerusalein (2 Sm 15). couquislou a simpatia do povo e pensou numa maneira de reconquistar o favor do pai (2 Sm 14). Davi experimentou uma guerra civil dentro do país. Durante quatro anos. o filho do rei voltou ao palácio. o qual 0 enganou.

Havlai estendido seu reino por todas as áreai da terra que fora promrtida a Abraão (Gn i5 H$. que expressava arrependimento paT sua presunção. Embora tenha pecado tragicamente contra Deus e o próximo. os edomitas.281. e (orça da minha salvação. Os escritores do NT t e s t e m u n h a m sobro a conexão entre Davi e Cristo. e os aram eus. mas lambém comprometeu-se a proteger lodo o seu povo por meio do ungido. Desenvolvou l l i j j . o Situei.1) Ele é o governante sobre o Irono de Davi. wj\.3). tanto judeus como gentios. ao sudeste. cf. At 2. Davi ordenou que Salomão fosse ungido rei.1-25 ].25.2. Essa ê a essência da Aliança Davi dica. a oiro do Araúna. os tnoabilas e amonitas. cujo reino se estende até os confins da Terra. Tal afirmação sobre sua confiança em Deus é lambém encontrada nu linal de 2 Samuel' "O Senhor é a minha rocha. Esse locai.27.19)..2BJ e. nu futura se tomaria o lugar onde Salomão construiria o Templo (2 Sm 24. a minha lorlaieza e o meii libertador.9). É o cabeça da Igreja (Cl 1 . purque no Senhor estava o fonte du poder e a perpetuidade da dinastia. Os salmos atribuídos a ule faiam desta verdade. Incumbiu-o de permanecer fiel o Deus. Davi confiou em si mesmo e decidiu fazei um censo Isso desagradou ao Senhor.27. e tu os abates ' 12 Sm 22. cumpre as promessas em beneficio de todo o povo do Senlior. Meu Deus é a minha rocha. Conclusão Davi erd bumano. que enviou uma praga contra o reino. que descenderia do referido rei. por esse motivo. mus teus olhos são contra os altivos. 1 6 ) e trará loclas as nações ao conhecimento de sud soberania 1 1 Co 15. tuas permaneceu fiei ao Senhor durante toda sua vida. Os cânticos compostos poi ele também trazem a correlação entre a humildade.5. ao lesto. após ouvir que seu filho Adonias fizera unia tentativa de usurpar o Irono (1 Rs 1:1 a 2. comprou um campo e ofereceu um sacrifício a Deus. ao sudoeste.Ele esta­ belecerá o reino de Deus. era um bouiotu humilde. em quem me relugio: o meu escudo. e v. meu refúgio e meu Salvador — dos homens violentos me salvaste" (2 Sm 22.6.! administração oficionle. Ele é o meu alto retiro. ao norle. Davi linha realizado uõbjetrvode sulidííicar Israel contra os rUisleus. A sua lorça estava no Senlior. para assegurar a paz e a estal>ilidadi* dentro do reino. A gennulogia do Jesus recua até o filho do Jessé (Mt 1. Preveniu o seu sucessor sobre várias pessoas que poderiam comprometer a estabilidade de sou reinado: joube. □ obediência o a bondade de Deus. mas com o perverso te m o slra s sagaz. Por causa riu seu sucesso.c. Por isso. desde o princípio até o fim de seus dias. O Senhor nfio apenas mostrou seu poder para Davi e seus contemporâneos. Livras o povo humilde.DAVI Os últimos dias de Davi Nu Iftrmino d<i sua vida. o comandante.12). o rebelde (t Rs 2. Conforme Davi escreveu: “Com o pura to mostra* puro.í*. sobre a Terra (1 Co 15.351. pelo qual ora rapaz de gpvornor esse vasto impériu Um excelente exército ora mantido constantemente de prontidão. 134 . O próprio rei foi o responsável pela morte de muitos inocentes.

A dedicação de Débora e sua convic­ ção de que o Senhor os levaria à vitória e restauraria a honra de seu nome em Tsrael excedia multo a de Baraque.50). (fz 5 31). mas o rei não IJie deu ouvidos (Jr 36. Che­ gou ao poder durante um tempo em que os israelitas novamente ignoravam a Lei de Deus e viviam sob o domínio opressor do rei cananeu |abhn e seu geriRral Sísora (Jz 4.60: em Neemias 7. Saeenlole escolhidu poi meio de sor­ teio para ser o 23* na ordem do ministério. Pai de Semaías.5. DEM AS. Poi o progenitor dos assurins (Gn 25. a quem Neemias vjsitou iluranto o tempo de grande opo­ sição à obra de reconstrução do muro de Jerusalém (Ne 6 . 5|. 135 . Quan­ do (riljfião foi atacada. ua região montanhosa de Efraim. Para mais detalhes. Nesse cântico. 2 . que de­ monstrou um considerável medo de SLsera. m. após ser derrotado ua butalha poi Débora e Baraque (Jz *1.17-22). (Vejo Ju izes . 1 2 ). ela enfatiza a soberania do Todo-poderoso sobre as nações. Débora chamou Baraque. 6 Senlior. entretanto. o ps filhoa de Is­ rael subiam a ela a juízo" (Jz -1. Seu cunto em ação de graças . que inalou Sisera quando esle fugia.p. ela invocou ao Senhor edeu a Elo a glória devida. 1 2 . Débora. Mm dos filhos de Elioenai. através do Cu w e Raama: irm ão de Sabá (Gn LO . Bem mais tarde. mas destacou quo a honru da vitória não seria dele. Ela concordou. Pediu ao ml que não queimasse o texto sagrado. juntamente com OS do Tobias e Nocorla. Génesis 35.8 menciona uma Débo­ ra i ] u b foi “ama de Robeca’’.25 1. D ELA IA S . 1. a menos que Débora fosso junto. noto de Abraão e sua concubina Que fr ira. Desceudente de Cão.316. da iribo de MdftalL e O informou sobre o desejo de Deus de que atacasse e derrotasse Sisera. náo puderam provar que suas famílias fa­ ziam parte dos descendentes de Israel (Ed 2. em Canaá. Um dos oficiais do rei Jeoiaquim. incluído na lista dos descendentes de Jeoonins o cativo (1 Cr 3. 3. os quais fizeram um iralado do paz com Josué p o s hehreus. tomou-se líder de Israel nos dias dns Juizes.t>2 o numeru é 642j. a quúl morreu h "foi sepultada ao pé de Betei. dumnte o reinado de Davi 11 Cr 24. 5. 2. pereçam todos 05 teus inimigos! Porem os que |e amam sejam como o sol quando se levan­ ta na sua farça'. no matar lodOR os reis (Js 10. Ela veio da Mesopotâmia e viveu na casa de Isaque alé a morte (Gn 24. 1 . Um dos companheiros de via­ gem de Panlo e amigo de Lucas (Cl 4. 7. profetisa e esposa de Lapidote. a vitoria foi atribuída a Jael. Aterjdou á convocação feita por A doniZndnque. ns israelitas fo­ ram em seu socorro e desfizeram a coa­ lizão.9 ).5). entre Kamá e Betei. l Cr 1.10). aa^ quais Micaias transmitiu as palavras do ralo de Jeremias (li 36.32). Sínein e /tm /l imuj. 2. ao tratar com os que o amam: “ Assim.4. Ele se recu­ sou a entrar numa guerra. Em toda a situação. Roi do Eglom. O verso final do louvor reco­ nhece a justiça de Deus diante da impie­ dade e seu grande amor. perfaziam um to­ tal de 652 pessuús e estavam entre os ju­ deus que retomaram fio exilío: contudo. É a única mulher que se deslacra naqueles dias» Trabalhou como juiza e “atendia debaixo da palmeira de Débora. debaixo do carvalho que se chamou Ak)m-Bacute“. gibeonllas.1. Filho de lorsã. Realmente.24)'.18). 1 Cr 1 . mas de uma mulher.DEMAS D EB IR .14: Fm 2-4). para jurttarse à coalizão de reis e lutar contra os. DÉBORA (Heb. rei d» Jerusalém. Em seu pápol do prnfoUso. 1 . 4. DEDÃ. veja Micaias. no final.12).1-3.11. Seus descendentes. juntamente com seus reis e deuses.2).i Deus foi regis­ trado e ficou conhecido como *'A Canção de Débora " II r.17. “iiir I de abe Lha”). esposa de Héber.

na cida­ de. naquele primeiro es­ tágio do Evangelho em Éfeso | Pau lo este­ ve na cidade durante três anos). A pre­ gação de Paulo exigia um compromisso coru Cristo que sempre requeria mudan­ ças dramáticas.24. DEUS Introdução (O leitor deve consultar tamhám os seguintes verbetes: Cristo. que valiam uma fortuna. I p . Devido à letra “D" no hebraico ser às vezes contundida com a "R". como já vimos.s u s . pois exploravam a preseucu em Êfeso de uma das grandes ma­ ravilhas do mundo — o templo da deusa Diana. enquanto o Senhor é infinito. onde tiveram de ouvir a arenga da multidão por um bom lempo. "D eus sabe"). 3L Um ourives que vivia em Êfeso Iveia lambém Artaniis]. Demetrio liderou os artífices. na épo­ ca da dedicação do Tabernáculo (Nm 1. Espirito Santo. as acusações deveriam ser feitas diante dos tribunais. De (ato. lider da tribo de Gade no tempo de Moisés. A afrouta do Evangelho contra a divindade de Diana parece que só íoi acrescentada de­ pois. como um segundo pensamento (vv. em algumas Iraduçóes seu nome é mencionado como Reuel. puro e u m Espirito vivo epessoal. Livros (rolos de papiros) sobre artêS mágicas. ao qu.341. P .DEMÉTRJO quando eslava preso em Roma. Stmhon) O Deus da Bíblia revela-se em sua criação e. 7.n . foram agarradas e arrastados ao t e a t r o da i idade. etc. amando o presente sécu­ lo.2f>).il ninguém jamais viu. 2. Finalmente o escriváó da cidade conseguiu acalmar a multidão e enfatizou que.).a D E U EL (Heb.38). eram queimados publica­ mente quando as pessoas tomavam-se cristãs. Pai de Eliasale. Eles então organizaram uma passeata. por meio de sua Palavra. mas que atraia turistas e pere­ grinos de Iodas as partes do mundo ro­ mano. adorada não somente pelo povo da cidade.47. 27. O triste comentário do 2 Timó­ teo 4. devido ao seu compromisso cristão (3 Jo 12). Estava entre os numerosos artífice» quê tinham um ne­ gocie lucrativo.14. At 19. seu im ­ pacto foi rapidameute sentido em todas as areas da vida do povo.23). o comércio e os negócios loram também afotodos. É particularmente inte­ ressante notar que. e o povo começou a entregar-se a Cris­ to. o apóstolo escreveu a Timóteo que Demas o aban­ donara. D E M É T R I O (Gr. Seu filho foi tamoso. Esses uuri ves faziam imagens e ni­ chos da deusa (Al 19. a Bíblia pode ser definida como "a autorevelação de Deus ao seu povo'\ É importante lembrar q u e as Escrituras mos num q u e 0 conhecimento que podemos ter de Deus é limitado e finito. se Paido havia desrespeitado a lei. que ime­ diatamente reconheceram a ameaça aos negócios e oo seu meio de vida. e foi fiara Tessalòuica". as Escrituras Sagradas. frequentemente a Bíblia usa antropomorfismos (palavras e idétas extraídas da experiência das ativi- 136 . e. Quando Paulo pregou sobre o cristia­ nismo ("o Caminho'’.10 deixa cloro quo o materialismo era uma leniação aos crislãr>k primitivos. O após­ tolo pregava que "não são deuses os que se lazem com as mãos" |v. quando as pessoas eram desafiadas a servir a um novo Mestre.14. 2. "p e rte n ce n te a De me ter”). acima de tudo. Discipulo mencionado por João. da mesma maneira que o é para muitos que vivem na atualídade: ‘Torque Demas me abandonou. companheiros de Rindo. na quaJ Gaio e Silas.

A existência do único Deus A Bíblia subentende a existência de Deus. A existência de Deus é froquontemente aíirmada oos contextos quo advertem contra a idolatria. 53. é o come da ló bíblica.moiras nas Escrituras Sagradas. lé e compromisso com o Senlior. As nações ao redor precisavam aprender com Israel que os seus deuses eram falsos e que na verdade adoravam demonios f 1 Co 10 . Deul. de modo que Ele será mais bem conhecido por meiu da íorma como se relaciona com as pessoas. loraos: "Assim diz o Senhor.eronômio 6. tu és Deus”. Por essa razão. ainda deixaria o crente ansioso por mais. aprende-se muito sobre Deus quando age no transcurso da historia. Acima dó tudo. ou rejeitavam seus caminhos ou seu povo. De acordo com os Escrituras. e leva juízo sobre os que pecam ou vivem em rebelião contra Ele. seja mima atitude de rebelião e incredulidade. Os escritores dos Salmos e os profetas também proclamaram que somente o Se­ nhor é Deus e que Ele pré-existe e aulo-subsiste. durante toda a história.1. nuina rejeição direta da revelação do único Deus verdadeiro. Somente o "tolo". ou que formassem a torra e o mundo. diz “uo sru coração: Não há Deus" (SI 14. ó Israel. pois trata-se de um livro onde o Senhor revela a si mesmo. Eu somente. Rei de Israel. Alguém já disse que “conhecer n Deus”. Deuleronomio 32. emoções. Esse recurso pode ser realmeiile muito útil. eu tiro. em prol do sus­ tento e da defesa de seu povo. a pessoa maligna e corrupta. no tnmpo de paz. a Bíblia ensina que um dia todos estarão face a face com o Seuhor. A natureza de Deus e sem atributo» são. discutidos de diversas m. e seu Redentor. Uma vida inteira dft estudo. portanto. seja de fè e sub­ missão. e não ha outro Deus além de mim Eu causo u morte. Envolver-se com ela é viver e acreditar ua mentira. lodus as pessoas. Isso seria visto especialmente no poder de Deus para proporcionar a ele* d s meíos para vencerem as batalhas contra inimigos mais fortes. Por exemplo. Sempre é dada uma ênfase especial ao lato de que somente o Senhor ú Deus e não existe nenhum outro. O Salmo 90. estão de alguma maneira relacio­ nadas com.4 declara: "Ouve. J vo. etc. a idolatria é considerada um grande pecado (cí. Muito sabemos sobre u Senhor por meio dos nomes aplicados a Ele. o Senhor.2 diz: "Antes que os montes nascessem. e eu saro. Homens e mulheres exislem na Terra graças ao poder criador e susientador de Deus. até o limite de que somos capazes por meio do sua Palavra.na Bíblia o quando sua criação õ axaminoda o discutida. o não há quem possa livrar das minhas mãos”.ju O tolo i*q sábio). “Agora eonheço em parte.2 0 ). Não há discussão alguma sobre i.33 diz: "Vede agora que Eu sou. Em kaias. e restituo a vida. na exlensâo das fronteiras (contra o poder de outros assim chamados deuses) e em sua justiça h juízo sobre todo* 03 que se desviavam dele.41.sso em atias páginas. As acções seguintes proporcionam apenas ura resumo do que a Bíblia revela sobre Deus. pois concordamos com a declararão do apóstolo Paulo. eutão conhecerei como também sou conbeaido” (1 Co 13 1 2 ).) numa tentativa de nos ajudar a entender melhor Deus. por intermédio de Cristo. Esperava-se que o povo de Israel testemunhasse para as nações ao redoj que existia apenas um único Senhoi e que não havia nenhum outro deus. O Senlior nosso Deus é o único Senhor". o 137 . aprendemos de Dous quundo estudamos sobre Jesus. 1 Co 8. de eternidade a eternidade. o "Emanuel” (Deus conoseol. embora o uso de descrições e termos normalmente aplicados aos seres humanos para referir-se ao Senhor etorno e infinita sempre deixe algo a desejar. para o julgamentu no final dos tempos.DELIS dacles humanâs. especialmente pelo retomo de Jesus.

veja Gn 1 . . Hebreus t3. Do seu furor treme a terra. otc. O ato de Deus na criaçáo é descrito em mullos lugares da Bíblia. ou que o mal sempre permaneceu como uma alternativa ao lado de Deus. Em Romanos 1. de que a matéria sempre existiu.8 lambém laia de lesus: Jesus Cristo é o mesmo ontem. n não há outro: fora de mim uão há Deus. e claramente se vêem pelas coisas que foram criadas. Pois os atributos invisíveis de Deus. A Bililia mostra que o ser que auto-existe é Deus e so­ mente Ele é o Senhor Parque Deus existe. A Bíblia não admite □ idéia do nuda existindo lado a lado com o Senhor através da eternidade. por exemplo. hoje. o Todopoderoso" (Ap 1. O apóstolo fez um apelo aos habitantes de Listra. aquele que é. O Todo-poderoso sempre existiu e sempre existirá.81. Ele mostrou misericórdia. o existimos" (Al 17.28).). O Deus criador A auto-existència de Deus. e fora de mini não há Deus” (ls 44. ha o pressuposto de que mesmo oc que são maus e rejeitam a Deus [iodem snr considerados em débito. a qual Ele fez do “exnihllit" |a partir do nada. veja também 45. Nele eslava a vida. mencionado anteriormente. de modo que eles são inescusáveis". ou ainda náo o concluiu. Não há ensino. Jeremias disse: "Mas o Senhor Drus é n verdadeiro Deus. No Senlior ha vida o luz. o o Verbo eslava r. Esses capíl ulos demonstram claramente que o Senlior iá existia antes da criação e Foi por m e io rle sua palavra e seu poder q u e o tmmdo veio á existência. Todas as coisas foram Imitas por moio dele. e colheita em sua própria estacão enchendo de mantimento e de alegria os vossos corações” (Al 14 17). o eu sou o último.19. como a sua divindade. bem como sua eternidade. Ele estava no primtipio com Dous. "visto que o que de Deus se pude conhecer.DEUS Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro. Somente Ele tem a vidn em si mesmo e habita na luz e nu gloria eternamente. tanto n seu eterno poder.8). o principio e o fim.om Deus.8: l l 15. sua preexistência e sua autO-exiStÊncia.17: Hb 1 1. Colossenses 1 17 desi. Cí que existe traz outras coisas a existência.21. novamente a auto-existència eterna de Deus é subentendi­ da. o Poi. O racioualismo podo argumentar que. ele mesmo ó o Deus vivo. e o Verbo u a Deus. Como em João l. e sem ele nada do que foi feito se fez. Génesis 1 e 2 descrevem a Palavra de Deus que traz tudo o que conhecemos n existência. se algo existe.fNo princípio era o Verbo. desde a i riução do mundo. a vida veio ã existência e surgiu a criação. é no Novo Testamento que aprende­ mos sobre Jesus e começamos a entender mais sobre u próprio Deus. deve ler o poder da auto-exislènria dentro de si.21). e nos movemos. Eu sou o Senhor. Rm 4. pois “não deixou de dar testemunho de si mesmo.10)i No Novo Tfeslainenlo. a Uru de que reconhecessem a existência do único Deus verdadeiro. De maneira notável. dando-vos chuvas dos céus. Ele é o Criador. e as nações não podem suportar a sua indignação" Qr i0.14| Paulo argumentou em sua pregação para os atenienses: "Pois nele vivemos. 0 Rei elerno. 'Ih m b é m revelam que Deus náo iniciou simplesmente o processo e o concluiu. o primogénito de toda a criaçào" (Cl 115). se entendem. neles se manifesta porque Deus Lhes manifestou. e eternamente". como Jesus são considerados eternos em sua existência: “Eu sou o Alfa e o Ômega. diz o Sonhor. que era e que há de vir. Eu te fortalecerei. e a vida era a luz dos homens" (Jo 1. também são sinalizadas na criação. ainda que uão me conheças" |Is 45. Ele Lulerforiu ativa- 138 . com o que conhecemos neste mundo hoje. Tanto Deus.3). 17: 2 Pe 3.5. revtt a preexistência de Cristo como “a imagem do Deus invisível.

. Ainda assim. náo esta limitada da mesma maneira que a humana. realizar sua justiça. pois. os mamíferos. é Espírito e» portanto. a fim do sustentar e vigiar sua criação. elu deixaria de existir (Ap 4. . Cl 1. 104. de maneira quo o visível não loi feito do que se vê" (Hb 11.17. a água. e dos que esperam no seu constante amor” (vejo também SI 94.0-1 1 mostra como a vontade eo s propósitos de Deus são espe< ialmen te colocados a disposição dos que Ele “escolheu". Mo NT.5.DEUS mente. O Salmo 147.10. Filho e Espirílo Santo (veja mais sobre a Trindade neste próprio verbete) e em seu deseja de que seu povo lenha um relacionamento real com o “Deus vivo" Sua “perso­ nalidade”. amor e misericórdia.6 ). Essa obru da criação. "Não se deleita na força do cavalo. Deus. 2 Po 3. ao reforir-se ao Senhor. Eleslos 1. essa obra aliva de Deus du­ rante todo o período da criação poda ser notada nas duas írafies' E disse Deus: Haja.6 . Glória. Desde que a criação deriva sua vidu e existência do proprio Deus. etc. Louvor o adoração sán devidos a Deus. Ne 9.1-3. proporcio­ na a evidência da soberania e do puder do Deus sobro Iodas as coisas. O Senhor dirige os seus e cuida dnlns.16. O Deus pessoal O Criador do Universo e de Iodas a» coisas. várias vezes." p “E viu Deus que isso ora bom". uos quais ele "ama". Hb 1. Pela palavra do Senhor foram feitos os céus. Poli ele lalou.7: SI 102.3) e pode ser chamada de "Pai” pelos que vivem por ele (v. sustentador e que exista por si.36J. a vegetação. os peixes. e Israel é a tribo da sua herança: Senlior dos Exércitos ê o seu uome" (Jr 1 0 . os mundos foram criados pela palavra de Deus. a obra e as palavras do Senlior Deus" são mencionadas repetidamente. e tudo se fez: mandou. A revelação de Deus em Jesus nova- 139 . vontade e propósitos. como uma energia ou uma força sempre presente. a Palavra de Deus. revela-se a si inesmn como um "Deus pessoal'.. a ele eternamente Amém'' (v. pela criação o pelo sou contínuo sustento de todas as coisas cria­ das. a lua. nem se compraz na agilidade do homem. Iodas as suas obras são fiéis.10. “Porque dele e por ele e para ele são todas as coisas. que suslém o mundo e todas as pesso­ as. O Salmo 33.. para criar a luz.11 dá alguns sentimentos de Deus. Em Génesis 1. d Senhor nunca é descrito nas Escrituras da maneira que as pessoas o apresentam hoje. e logo tudo apareceu”. Irazer ã existência e destruir. o Pai.25.33-30 oferece a resposta adequada do crcnle na presença do Deus criador. os pássaros a a humanidade. entretanto. Tema Ioda n tf nu ao Senhor. O Senlior se agrada dos que a temem.). Jo 1.24. Quando colo* camos esses lutares na forma riegaUva.). como um ser pessoal. seu povo pode experimentar um relaciona­ mento genuíno e pessoal com Ele. 1 Co 8 . de acordo com sua vontade e seus propósitos. R claro. Jeremias alirtua: "Pois ele lo Senhorl é o criador de Iodas as coisas. 51. o escritor da carta aos Hebreus lembra os t rentes que 'pela fé entendemos qui. Deus revela a si mesmo coiuo um ser pessoal uo relacionamento entre Pai. por ser bom.4-9 personaliza a ‘palavra de Deus" como a que criou e "é rela « verdadeira. se o Senhor uáo u sustentasse. O Senhor è aquele que çonhoce sou povo ( 1 Co 8. é dessa maneira que Ele é consisientemento revelado. 1 B.6. Porque é pessoal. A dcixologia de Romanos 11.9. â qual necessita do poder sustontadnr do Senhor. e a Jesus. A palavra “pessoal” náo 6 aplicada a Elu em nenhum outro lugar da Bíblia e é difícil nossas montes finitas assimilarem o que essa expressão “pessoal" significa.3). Ele é apreseutado como possuidor de liberdade.13.10).. Em Génesis 2. Deus é um ser aulo-ejdslente e autoconsciente Qualidades que indicam um ser pessoal podem ser atribuídas a Deus. o sol. Ele eslá presen­ te em iodas os lugares. etc. “ama" seu povo e “lula" com ele. veja lambém Jó 26.2.

do Israel. Ele é o Senhor iveja Senhor) que con­ trola o mundo e exige obediência. que mesmo o mal pode ser revertido e usado pelo Senhor. mas a providência particular e amorosa do Senhor por seu povo fez com que suprisse as necessidades do pTofeta Elias de maneira miraculosa ( l Rs 17 e 18). Os escritores da Bíbliu demonstram com convicção que Deus governa sobre toda a criação. Lntenlastes o mal contra mim. dia e noite” |Cn B. como na maneira pela quul o Pai mostrou «eu amor pelo mundo quando deu M o seu Filho unigénito. assim.16: 14. verão e inverno.). José disse: "Vós. de acordo com seu desejo. ao discutir o assunto com seus irmãos amedron­ tados.fi mostra como Ele é ura Deus “pessoal”. pode ser revertido poi Deus. Nos dias do rei Acabe. como castigo sobre o monarca e o jiovo (1 Rs 17 l). Deus suspendeu a chuva e o orvalho. Aqui vemos que não somente o cuidado soberano do -Senhor sempre é feito segundo a sua vonlade e seu propósito. ele. O Deus providencial | á que Deus é eterao. Essa fé e confiança no cuidado providencial do Senlior não eram conceitos novos nos dias de Paulo. porém Deus o 140 . Sua soberafíiâ é tão grande. Ele é ehamado de Roi. pois estabelece reinos sobre a Terra e destrói-oS. para realizar seus bons propósitos. Tal entendimento da providência do Se­ nhor Jn. que julga e as pessoas morrem. os governos. na verdade. que pode sor vista no seu relacionamento c o i t i seu povo (vejo 2 Cr 169). A fome loi extremamente severa. A guisa de exemplo. auto-existente e o Criador do Universo. O poder de Deus é táu grrmde que em "todas as coisas " Ele trabalha para atingir seus fins. por meio do "sua p a la v r a " . bem como sua providência.28). ou emanado de nossos próprios desejos pecaminosos. É neste cuidado providencial por seu mundo e seu povo que mais frequentemente descobri­ mos na Bíblia os grandes atributos divinos de sabedoria. en­ quanto Ele trabalha incessantemente para completar e realizar sua vontade. sobre us pessoas. A Bíblia preocupa-se muito em mostrai. o Senhor mantêm tal controle sobre a criação que pode suspender a colheita dos que vivem no pecado ou se rebelam contra Ele (Is 5. não deixará de haver semenleira e ceifa. mas é providenciada pelo Senlior. Paulo laia sohre isso quando diz: “Sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus. daqueles que são ijhamados segundo o sen propósito'* (Rm 0. n que tala e tudo acontece. não é de admirar que um dos temas anais frequentas na Bíblia refira-se à soberana providência dn Senhor. num momento em que o povo de Deus precisava sei preservado da fome terrível. E Deus quem promete: "Enquanto ú teria durar. paru que todu aquele que nele crê náo pereçu. TVido foi parle da vontade do Sonhor Posteriormente. As Escrituras declaram que Deus tem o controle total sobre tudo. mas também que esse desejo preocupa-se especialmenln com seu povo.9.10).va à conclusão inevitável do que mesmo o que começou por meio do mal. os conceitos do destino e do a co so são banidos. mas lenha a vida eterna1 ' |[o 3. L5-31: 15. ou seja. justiça e bondade. Quando losé foi capturado por seus irmãos e vendido como escravo para o Egilo. Deus ê visto como o rei do Universo. frio e calor. Busca os que farão jw le de seu povo. Por outro lado. ume boa colheita não acontece por acaso. em garantir que sua vontade seja realizada. mediante 0 cuidado e a proteção.DEUS tnenl. Aqui vemos tambem sua verdade e seu poder.10: etc. tanto uo relacionamento de Crista e do ftii (como o Ftlhjo faz a vontade do Pni e fala as suas palavras).a providência de Deus. que mostra seu amor e traz salvação. não foi o acaso que fin a lm e n te o levou a governador egípcio.2 2 ).

Ezequiel 16. quando parecia que Iíle não os ajudavu. é porque eles haviam-se entregado à increduli­ dade e ao pecado. inclusive Satanás (Jó 1 e 2). Isso se reflete em sua Lei.1. de acordo com sua Palavra (Riu 5. E motivo de temor paru os que se rebelam que o justo Juiz julgará e condenará. Em nenhum outro contexto o cuidado providenciai <í p Deus pode ser visto com tanta clareza como na provisão da salvação para o seu povo. 37.7. por moio da morto expiatória fie lesus Cristo. O cuidado providenciai do Dous por |o. quando Satanás dêsejava atacá-lo e destrui-lo.9. Pbr exemplo. também é uma prova do poder soberano do Senhor. m e s m o quando resultam e m juízo sobre sou próprio povo.1. Deus até mesmo controlou as uçoos do rei do Pérsia em favor de seu povo (Is 44. apelou para a lustiça de Deus. Esse desejo de Deus loi realizado "segundo as Escrituras". íntegra e boa. o povo de Deus tentou questionar o Senhor. Por vezes. Certamente o Senhor frequentemente é visto agindo de maneira providenciai e com poder soberano.24). 1 Co 15.li.13-16.11. nos leva nova­ mente a louvíêlo e beudizê-lo ÍS1139. 24. ó casa do Israel: Não é o meu caminho justo? Não são os vossos caminhos injustos?". para lazer como se vê neste dia: para conservar muita gente com vida" (Gn 50. o reconhecimento da justiça de Deus nas Escrituras permite que as pessoas couíiem em que sua vontade é justo e boa e podem confiar nele para tomar a decisão ou a ação mais justa Elo ó justo corno Juiz do mundo e também ua demonstração de sua misericórdia Mais do que isso.4: 2 Ts 1.1-7|. mesmo sobre n mundo dos espíritos. O Deus justo A Bíblia mostra-uos um Senlior “justo". O povo de Deus ("o povo justo". e Ele reverteu aquele alo terrível para proporcionar expiação o todo aquele que se voltar para 0 Senhor (Al 2.6). seu poder total de realizar o que sua vontade determina. Km 7 . DeuteronómiO 32. Isso. sua providência na natureza. na humanidade de modo gerai e especialmenle em relações aos redimidos.6. Veja. sua vontade eterna é inteiramente justa. Ioda a Trindade está envolvida nesta obra de atrair e cuidar do povo de Deus (Jo 17. As ações do Senhor sáo sempre justas.12-14. se u Senhor lhes parecia injusto. o salmista orou.DEUS toruou em bem. 45. porém: O caminho do Senhor não n justo Ouvi agora. “Responde-me quando clamo. 1 1). Isso faz parte de sua natureza e lem que ver com sua verdade. quando parecia que as pessoas más prevaleciam Achou estranho que os perversos prostrassem quando o "justo" pai leda lanlo sofrimento.39).25 (também v. A providência do Senhor tarnbém é vista na maneira como chama as pessoas para si. Sl 103). ó justo Deus. 13-16. sondas as menIes e os corações" (SI 7. Pois tu. 1 Pe 5. mas estabeleça-se o justo. porém.4 resume 141 . 145.23. É itma alegria para homens e mulhe­ res pecadores saberem que podem voltar-se para um Deus justo eieceber misericórdia. Deus pode ser visto como justo em tudo o que faz. formado pelos que foram perdoados por Deus) frequentemente apela para sua fusltça.3. E metlian.20. Em lermos práticos. por exemplo. para uniu resposta ao seu dilema: "Ttaha fim a malícia dos irnpios. Q 1. 2 Co 5. etc. 29): "Dizeis.12. Eí 1.15). O U estava do lado de ou tTas riaçôes.). A resposta de Deus era que.28. A reflexão sobre a soberania do Senlior sobre tudo. para pedir miseri­ córdia ao Senlior.4-6.3*14. a qual e repetidamente definida como "jiM a" (Sl 119. A ação mais perversa de Satanás e o mais terrível de todos Os pecados cometidos pelos seres humanos levaram è crucificação do Filho de Deus. entretanto. Portanto. ó Deus tia minha rebdão. íora determinado pela vontade dc Deus. Na angústia dá-me alivio: tem misericórdia de mim e ouve a minha oração" (Sl 4 1 . 129.sua justiça que Deus mostra misericórdia ao s r u povo (Sl 116. justiça e bondade. 1 2 ).

e praticará o juízo e a justiça na terra" (jr 23.19).15].) An falar sobro os últimos dias o o retorno de Cristo. ele. se alguém deseja saber o que significa bondade e amor.7]. O texto náo só mos Ira que o Senhor é a lonte daquilo que é bom.4. e Dous nele". deve olhar para o Senhor. 20-26. Os profetas olhavam adiante para ver a revelação da justiça de Deus no futuro reino do Messias: ‘Vem dias. Deus o amor. a bondade é Ião parte dele n de seu ser quo o salmista disse: "Pois o tou nume é bom" (Sl 52. tão froquonlemento chamada de seu “amor". esto vocábulo “nniuo" relere-se a lodo o ca ralei' do próprio Deus). quando peçam. e o trouxe sobro nós. e todos os seus caminhos . como ensina que Deus é sempre bom. assim. O Senho) faz o que é bom |2 Sm 10. lfi. pois ele é "bom" e é "amor". 3 Cr 19.. contudo. Deus é a fonte dn bondade.9. quando Deus vindicara seu nome diante de todo o mundo. É parte da natureza de Deus.13. E nós conhecemos.12. É evidente que no universo é algo generalizado. o Senhor permane­ ce justo e integro ua salvaçao [Km 1. um quem não há mudança uam sombra de Variação". \1. que prqmele perdão e misericórdia.5. e náo há nele injustiça. Náo existe um lado "sombrio" uo Senhor. em que levanlarei a Davi um Renovo justo. Várias vezes as Escrituras dizem que o Senhor "ama" ou mostra "amor" à sua criação. Na época du exílio babilónico.6. nenhuma base para a visão orieulal de que o bera e o mal existem lado a lado. Em i Cmnica» 12. Daniel expressou dessa maneira. cuja obra é perfeita. os líderes tornaram-se particularmente conscientes deste aspecto da jus­ tiça do Deus. 6 ). Em ouiras palavras. Deus os poupou da destruição somente quando se humilharam e reconheceram: "O Senhor é justo" lv. o mais maravilhoso do Senhor da Bfblia. ou na 142 . uai rei que reinara v prosperará.t formam algo chamado "deus". que é Deus" (Lc 18.5: Is 9. reconhecem que a justiça do Senhor permite que Ele traga disciplimi sobre eles. e cremos no amor que Deus lem por nos. mais rio que isso. nem sua aliança de amor para com o seu povo. por causa do pecado e da rebelião deles contra Dous» Furdó Sisaquo teve permis­ são para atacar ludá e chegar alé Jerusalém. a louvã-Io |Ap 15. ainda que tradicionalmente o amoi de Deus soja visto comu um aspecto de sua ‘ bondade". 54 6 . Sl 1 19.17 díz: "Toda boa dádiva e todn dom perfeito é do alio. Deus é a verdade. Desta maneira. "Por isso. inclusive o& ímpios. It> diz: “ Aquele que não ama não conhece a Deus.DEUS £ i justiça do Senhor desta maneira: "Eli.8. o Snnbor vigiou sobre o mal.75.60). elo ó bom. nm todas as obras que faz. o rei Roboáo o os líderes de Israel finalmente foram obrigados a admitir que. Tiago 1. e /unro. pode-se vnr o iuizo do Senhor sobre o pecado e a manifestação de seu amor e misericórdia sobre os que são p e rd o a d o s. é vista de muitas maneiras neste mundo. 3. vé a justiça divina em seus aios de misericórdia e aoçvno [»ara a>m eles o em seu juizo sobre os inimigos. O Deus amoroso E justo que haja uma seçâo separaria sobre esto atribulo. 2. porém. sonõo um.14: veja lambém Ed 0.3. At 22 14). A bondado do Deus. etc. porque justo 6 o Sonhor.7. Na morte de Jesus. diz o Senhor. Enquanlo o povo de Deus ora. Ele é justo e roto”. nosso Deus. veja Lc 1. Assim.17. porque Deus é amor.sáo justiça.5. ) loáo 4.paia o seu povo. Quem está um anuir está em Deus. Josus disse: "Ninguém há bom. Paulo falou sobre u obra de Cristo em termos da rovelaçáo da justiça do Deus. será suo justiça quo uma vez mais será notada e levará seu povo. que eslá ansioso por essa revelação. especialmenle.. náo obedecemos à sua voz" (Dn 9. é a lincha. Daus não comprometeu nem sua jusliça que exige a morte pelo pecado. descendo do Pai rias luzes.

João 3.34. O amor de Deus lambém e visto por seu povo ua maneira como Ele dá o seu Espírito Sariio. 9).13.19|. pois "Dous prova o sou amor para couosco. que só é efelivadu pela ação salvadora de Deus.10. porém. “Mas. expresse o sentimento desse dom de Deus: "Porque Deus amou o mundo de tul mannirn quo dou oseuJFlLbo unigénito. extraor dinário o não merecido.1. 7. perdoe a lodo aquele que dispós o coração para b u s c a r q Senhor. Essa grande obra de salvação ó (eita "segundo o seu beneplácito que propusera nm Cristo" (v.5).3: Ed 3. “nu nõo tornarei mais -a compadecer-me da casa de Israel. Os israelitas repetidamente louvavuru «o Senhor poi seu amor eterno. O seu povo o louva acima de tudo polo amor demonstrado em sua misericórdia e perdão do* pecados. orou por eles. quandó pediu perdão po)o povo de Israel. que é riquíssimo em misericórdia. Sou amor íiol por sou puva às vnzfíS é chamado de “aliança de amor" ou “amor fiel". O problema é como uma mente humana pode assimilar a profundidade desse amor. pois encontram sua salvarão (Lm 3. 35. dizendo. ou mesmona provisão da luz du Sol o íLi chuva. Nada poderá separa-los do amor de Dous e do Cristo (Rm 0. quando aplicados o Deus.4-6 : 1 Jo 3. 39: veja a secão anterior “O D'*us providencia)"). para si mesmo.4: 1 lo 3. que adorava a Deus sem ler passado polo ritual da purificação. mas também representa o falo de que “todas as coisas" cooperam para o bem do povo drt Deus. eles o louvam pela maneira como os escolheu e os predestinou para sumrn Olhos de adoção por lesus Cristo. O Senhor é corretumonte descrito como . a respeito da continua rebelião do povo. para que lodo aquele que nele crê não pereça. seguudo o beneplácito do sua vontade (Ef 1 . ToJvez o mais famoso versículo da HíbLia. pois "excede lodo o entendimento'* ÍEI 1. "Ezequias." (2 Gr 30. O dom é ainda mais esctraordinário. ruas lenha a vida ulema”. du ordem ua criação. ao falar por meio dn profeta Oséias.O Senhor. Os que buscam a Deus experimentam soa bondade o amor.Dous. demonstrado através de toda a história de Israel f 1 Cr 16.5: Ml 5. Sl 118. de lal forma que todos possam conhecè-ló e responder-lhe em a m o r (Rm 5.. para os levar à salvarão.45. do tempo de semear e de colher (Sl 33.25).1 t. é mais evidente em seu ainor e fidelidade paru com sou povo. em que Cristo morreu por uós. dos quo são chamados segundo 0 seu propósito. 2 Cr 5. lesus loi oferecido peio Pai como sacrifício pelo pecado de todo o quo crê. Ao meditar sobre sua graça a lavor de lodos. O povo de Deus sobe que não merece este sacrifício.20. O AT retere-se ao Senhor 143 .15.51. dado a pessoas quo nõo são merecedoras. que é bom. do justiça. Fbi para a bondade do Senhor que o rei Ezequias apelou. Eles também experimentara o amor divino em seu cuidado providencial.16).. mas tudo lhe tirarei" (Os 1. O Deus salvador O a m o r de Deus é visto proeminenlemenle em sua salvação por meio de Jesus í"Jesus" significa “o Senhor salva": veja lesus]. A naUuexa doamor divino.19: Nm 14.191 O próprio Dous.25). Sua bondade. nos vivificou juntamente com Cris­ to (pela graça sois salvos)" (Eí 2 4. pelo seu muito aiuor com que nos amou. cuida e livra do juízo. sendo nós ainda pecadores" (Rm 5. A Bíblia ensina que toda a humanidade 6 pecadora e necessita de redenção. Al 17. frequentemente é expressa por meio do vocábulo "graça".19).fDetis salvador". pois Deus prometeu amar smi povo para sempre. Ê digno de nota como os vocábulos “bom' o "amor" aparecem juntos de maneira Ião frequente.im js manutenção ria próprio v j r j n . eslando nós ainda mortos eu» nossos delitos. Isso pode significar que o amor será em lorma de disciplina (Ap 3. adverte.0: Tl 3.1). a quem Ele protege. A salvação do Dem pura seu povo é sua mais prolundae lantastíca demonstração dc bondado o amor.6). 2 0 : ír 33 1 1 ). entretanto.

20). para o dia do advento do Messias.34-36.8).211. os israelitas neces­ sitavam também de perdão dos pecados: nisto também o Senhor provou ser o Salva­ dor e Redenlor do seu povo.1 1 ). A Libertaçfto do Egilo. Sl 31. ls 54. õ Senhor.3.5. Ambos necessitam de perdão. que mostra os acontecimentos no deserto para os que "es­ queceram seu Deus": "Pondo*os ele á morte. e de madrugada buscavam a Deus.). Á promessa que Deus faz ao s e u povo é que “quando domarem ao Senlior. Uma lição necessária à compreensão de Iodas as pessoas e que somente Deus é Todo-poderoso.5.91. tanto «la nação como dos Indivíduos. Louvavam o seu nome pelo seu perdão e sabiam que podiam submeter-se á justiça de Deus e que Ele os salvaria (Dt 21. As profecias concernentes à salvação do povo de Dous. Certamente Deus é a minha salvação. porque ele salvara o sen povo dos pecados deles" (Ml 1 ..15-24. Toda a 'história da salvação”.5: 15.22. Ainda que te iraste contra mim. da mão de Faraó.151. soberano o justo. atividade salvadoni e redentora imediatamente dominou as palavras dos anjos. portanto. Ele era ú Deus Salvador que veio a Terra para salvar e redimir. corno alguns a têm chamado. As vozes. I Cí 16. Dous redimiu seu povo do Egito porque o amava: “Mas porque o Senlior vos amava.26. veja também 1 Cr 10. Is 17.8. Os profetas olhavam paro o futuro. chega ao seu grande clímax uom o advento daquele que seria chamado cie "lesus.1-3.DEUS como "Libertador".47.43. e esperava fidelidade b serviço do sou povo nídimido (Dt 13. Dous justo o Salvador uno hii além do mim" (Is 45. 2 .Os homens e mulheres fiéis. Quando seu nascimento foi anunciado. e vos resgatou da casa da servidão. Isaías olhava adiante. Aquele acontecimento histórico proporcionou ás gerações luturas uma evidência de que Deus tem o poder para salvar e libertar: essa verdade toruou-se a base em que podiam apelar para o Senhor salvá-los o livrá-los novamente em outras situações odvorsus (Èx 6 6 .4). proporcionou também uma adverlôni ia. essa atitude. 45.21: 4 3 . 59. o povo de Israel voltava-se para outras nações em busca de proteção e salvação. ao Levá-los do Egito para Canaá. Vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação” |ls 12. a tua ua se retirou. Sl 111610). para o dia em que um Salvador e Redentor viria para o povo de Deus: “O Redenlor virá a Sião e aos que se desviarem da iransgres são em Taco. por causa dos opressores. de Zacarias e do Maria.15: 24. com o advento do roi da linhagem de Davi. eu tão o procuravam. Lembravam-se de que Deus era a sua rocha. porõm.1-12).20J.6: Zc 0. Jesus foi o cumprimento de (ais promessas. que os Livrará” (Is 19. o Senhor vos lirou mm mão forte. confiarei e náo t e m e r e i . de que o Deus Altissimo era o seu Redentor* ISl 78. 44. se não querem receber juízo.34. e tu me consolaste. sáo anexada* às promessas dt) perdão de pecados e salvação do juízo de Deus. mencionados no AT. o único que pode salvar "E não há outra Dous sonão eu. O êxodo do Egito tornou-se o grande evento na hislória de Israel.10). Dt 0. invari­ avelmente falhava.35. 34. voltavam. 1 1 . 30-32. "Redenlor' e "Salvador". Os 13. O Senhor Deus é a minha força e o meu cântico. quando o povo o louvaria: “Graças te dou. veja Jr23. que ofereceu às gerações futuras uru memorial e uma ilustração da salvação e redenção operadas polo Senhor. lanto nas batalhas como no perdão dos p e L a d o s. ole lhes enviará um salvador o um defender. todos conhece­ ram a atividade salvadora e libertadora de Deus.46. 144 . rei do Egito” (Dt 7. etc.26. entretanto. ao passo que o Senlior ensinava que somente Ele tira o Salvador (Dt 32. Assim como precisavam de uma redenção física e libertação. e para guardar o juramento que fizera a vossos pais.18. 18. Lc 1. O pró­ prio Dous mostrou a sua obra salvadora.2 1 . 68-75. diz o Senhor” (Is 59. ele se tornou a m i n h a salvação.

Tknto este profeta como jeremias. 1 0 : At 17.O Senhor toma (cria) Israel. Israel é o seu “filho primogénito" e. o Senhor tem o direito de ser obedecido. povo louco e ignorante? Náo é elo teu Pai. Assim.22.1: 8. Ele é a fonte de Iodas as coisas e. é também "Pai".2! "Criei filhos. Amém". olham paia o iuturo. glória.10). até sua glorificação.DEUS O Deas salvador é revelado plenamente em lesus. os vocábulos “.6.9. e em ninguém inms.1). nesse sentido. portanto. Sua obra salvadora é considerada como ttín aconte­ cimento realizado em ires tempos: passado (na cruz. domínio e poder. é Importante notar novamente que Deus é Espuito.salvar" © “salva­ ção" níferem-se a toda a obra salvadora dn Cristo.15) e futuro (no ilid do julgamento.12: Hb 2. que le fez e te estabele­ ceu?" É o relacionamento pactuai com seu povo que está especialmente em destaque aqui. por Jesus Cristo nosso Senhor. ele é o Pai de seu único Filho lesus Cristo Numa época em que muitas vezes se pergunta se o Senhor realmente deveria sei chamado de "Pai". Deus exige do Faraó: “Israel é meu filho.18) — o que dificilmente seria considerada como uma ação masculina! A paternidade humana deriva de Deus e não vice-versa. agora e paia lodo o sempre.9).23. ua maior parte ilo tempo. e isso é d sua mancha.. jã não sõo seus filhos. E assim que recompensas ao Senhor. N'ele. entretanto. dos cristãos. 19. na esperança de receber de volta amor e obediência IM1 1 . no processo de santificação. por caminho reto em que náo tropeçarão. O fato de Dous apresentar-se como Pai de Israel significa quo tem o direito de esperar em resposta uma sincera comunhão com o filho. mas eles estão revoltados contra mim". num sentido genérico. FTwieu'0 .29: Hb 12.8: 2 Tm 1. Deixa ir o meu filho" (Éx 4. porque sou uni 145 . De fato.10). Dous então mostrará a Israel seu cuidado e seu amor: "Guiálos-ei aos ribeiros do águas. assim. cometidos pelos pais humanos. nosso Salvador. ao lazer dele o seu povo peculiar e ao udotã-lo amorosamente como pai. De íato. 1 Co 1. É o Pai da criação de Israel — o povo da sua aliança p . a paternidade dc Deus sobre Israel é mencionada ou subentendida. Chamar Dous de "Ptii" sem dúvida é correto do ponto de Vista bíblico e.24. Portanto. lemos sobre o Pai como 0 Deus “que te ge­ rou" (Dl 32. El 2.5. é totalmente eirado descreve-lo como masculino ou feminino. Lamentavelmente. O Deus Pai Conforme já vimos. Acima de tudo. Como Pai. pois elos são geradas por Ele (Ml 2 . para um lempo em que o Senlior será o Iki de um filho que corresponde. geração perversa e depravada é. 18). Deus diz em Isaías 1. há salvação (Lc 3.6 ). presente (com a operação progressiva do Espírito Santo na vida do crente. como Pai de Iodas as pessoas.9 10 : At 4. Deus udverle Israel de que será rejeitado. que le adquiriu.9). S eg an ­ do. meu primogénito. majestade. Deus e born e é amar. desde sua anuamação. morle e ressurreição. e os engrandeci. tom muito a dizer para corrigir os muitos abusos que são presenciados atualmenle. encontrou um povo rebelde. A medilaçao sobre quem é o Senhor sempre tom Invado ã doxologia. devidamente entendido.6 dá alguma indicuçâo desse relacionamento: "Corromperam-se conta ele. quando os crentes foram “justi­ ficados?^ Rm 5. é Pai. se porventura desprezar seu Pai (v.28.18: 2 Co 2. Por exemplo. Deus e ocasionalmente referido. Os 11. Judas 25 expressa o louvor a Deus nomo Salvador por meio de lesus Cristo: ‘Ao único Deus. pois isso pode parecer uma postura "machista". quando os crentes serão salvos da justa ira de Deus e serão glorificados: Rm 5. Deuteronòmio 32. receberá a proteção do Se­ nlior. se obedecer. antes do todos os séculos.

liizoodo. porém. eu hoj© te gerei” (veja também Sl 80. Assim como Jesus. El 1. tu és o nosso oleiro.17J. O salmista destaca Rsse lema.51.Ul).6^0). veja lambém 45. e ainda ano se manifestou o que havemos de ser. Parte da pleni­ tude da salvação.35).26. e o Deus Fillio. o qual é descrito c o m o “o Filho unigénito de Deus" (veja fesm ). NOs somos o barro. De fato. 0 Senhor. que esta ao lado do Pai. 0 NT Inditta uma comunhão permanente entre o Deus l^i. mais larde foram aplicadas a Jesus Cristo IAl 13. disse Jesus (Jo 1 4 . é o louvor: ‘Vede quão grande amor nos concedeu o Pai. serviu apenas para confirmar publicamente o que já era verdade.om ele sejamos glorificados" (Km 8. É possível para lodo o que cré em Cristo conhecer o Pai (Gl 3. é a condição de ''ado­ ção" de filhos (Rm 8.. Isso lambém aponta o c a m i n h o pura a filiação a Deus para lodos os cristãos Deus corno Pai de todos os cristãos é o complemenlo de sua paternidade a ser mencionada aqui.5). E somos mesmo seus fillhos! O mundo não nos conhece porque dão o conheceu. que fôssemos chamados filhos de Deus. Isso.25: I Jo 4. aplicada aos crentes pelo Espírito Santo.8. quando receberá novamente “a glória que me deste. se é certo que com ele padecemos. quando as pessoas olhavam para o futuro. o Filho.14-17. O Senhnr é n Pai de todo o que lom fé em Cristo. e a minha aliança lhe será firme" ÍSI 80. porque assim nomo é. 24. a rocha da minha salvação. Por exemplo. a única resposta apropriada por parle do crislão.18: "Ninguém nunca viu a Deus mas o Deus unigénito. 6 ) . meu Deus. Esse relacionamento eterno é indicado em João 1. e m sou batismo: “Então ouviu-se esta voz dos céus: Tu és o meu Fillio amado em quem me comprazo" (Mc 1 1 II. Ele mo disse: Tu és meu Filho. como "pai". quando seu filho chamar. num perpetuamente te lembres da iniquidade. é o Pai que está em mim quem faz as obras" (v.26-28)i Deus lambém é o Pai do rei de Israel.7 diz: . Novamente. Olha. pois ele represenla o poVòi A aliança que o Senhor fez com o rei Davi estabeleceu que Deus seria o ‘ Pai” dos descendentes dele: "Eu serei seu Pai r ele será meu filho”. “Eli.1U. O acesso a Deus como "Pai" só é possível por meio (le Cristo: "Ninguém vem ao Pai.27) Posteriormente essas paisagens sobre o filho assumiram um significado messiânico. é herdeiro da glnria de Dous. Gl 4.33: Hb 1.João 17 Jesus dirige-se o Deus como "Pai” o olha para o futuro. o Salmo 2. é quem o revelou” Em .26). Amados. porque me amasle anles da cria­ ção do mundo" (vv. mediante a qual podem utilizar o nome mais pessoal de "Aba" fPapail.0).9. para o advento do rei ungido da linhagem de Davi. náo as digo por mim mesmo. Um lilho humilde admitirá que o Pai tem direitos.23. 63. De ialo. o veremos" (1 Jo 3. lodos nós somos o leu povo" (Is 64. para que também r. tu és o nosso Pai. O meu amor lho manlerei para sempre. Antes. ao dirigir-se a Deus (Rm 8.0). de uma maneira especial. Esta filiação esta relacionada uo seu nascimento virginal (Lr 1. pois Jesus lhes revela (Jo 14. Como Pai e Deus da Aliança. O Pai onuncin claramente a condição de Jesus. e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo. quando "le se manifestar sere­ mos semelhantes a ele. Mas sabemos que. É importante notar que em ambos os textos a "filiação'' também está intimamente ligada â he­ rança. agora somos filhos de Deus.J1. Deus é "Fiai" unicamente de Jesus. diante da idéia de ser feito lilho de Deus. Senão por mim". como “filho". e Efraim ó o rnou primogénito" (Jr 31.rPfncluiiiami o decreto do Senhor.1 2). mas essa não é a único origem.DEUS pai pura Israel.0). ele responderá.. 146 . Paulo diz que os filhos adotadns soo “co-herdeiros de Cristo. mo invocará. Tu és meu poi. somos lodos obra das luas mãos Náo le enfurnas lanlo. nos le pedimos. Cris­ to muSLrou o Pai ao mundo: "Não crés tu cjue eu estou no Pai. ó Senhor.16). "Mas agora.

claramente tem "m mente mais do que as ocasionais expressões irreverentes [embo­ ra.11: Sl 17. É "un nome de Jesus” que os apóstolos curavam e a Igreja orava (At 3.2). A lei afirma que o próprio Senhor Dão dtsve ser considerado com desdém. paia Lembrar os textos do AT que se referiam a tudo o que Deus ê. é claro. Tg 5. Também e correto concluir que tal ser trata-so de Uma "teolania". 22: 21.7. Dessa maneira. a Uanscendênda e a presença do próprio Deus.20.21. Em Éxodo 23. em toda a vida e vê-lo como o Deus soberaDn o transcendente que é: pessoal. Dessa maneira. não que eles alegassem ser Deus. Quando a Lei diz: "Não tomarás o nome do Sonhor teu Deus em vão.118. balismo e a receber perdão A fó precisa ser “no nome de Jesus" (Al 2.21).2(3 cllz: "Foi nesse tempo que os homens começaram a invocar o nome do Senhor’. geralmente é num contexto de exortação para se adorar ao Sonhor totalmente. mencionados do mandamento anterior |amais deve sei invocado como uni poder mágico ou ser reforido muna adoração que não é centraliza­ da exclusivamente nele. faziam isso mediante a invocação do "Nome do Senhor dos Exércitos” (2 Sm (5.17. vários nomes específicos sáo airilmídos ao Senhor na Bíblia e nos ujudum a enlendê-lo me­ 147 . por meio da qual o Senlior de alguma maneira era experimentado ou visto na presença do anjo (veja Teofanias). não quer dizer simplesmente que as pessoas aprenderam a usar o nome "Senhor".seu nome em vão" ifex 20. Quando a Bíblia fala em "invocar" o nome do Deus. os sacerdotes e tevilas mimsUavam "no nome do Senhor’ e os profetas falavam uno nome do Senhor". amoroso e fiel. o próprio Deus. 0 nome é um meio de descrever u plenitude. Em uunhem nutro lugar ii.20).su pode ser visto mais claramente do que ua expressão "nomo do Senhor” quo ooQtre aproximadamente 100 vezes nas Esirrituras. È interessante notar que no NT o "nome" pertence a Jesus.). suu proibição esteja incluída no mandamenlD). 1 Sm 17.5. Assim como a autoridade e o poder dp Deus são vistos em seu “nome". 3. Assim. Em adição a essa maneira abrangente de relerir-se ã plenitude de Deus.14). É uma frase que sintetiza o que nunca pode ser lotolmente resumido — ou seja. os registrados na Bíblia são utilizados para representar totaJmenle a pessoa ou indicar aspectos de seu carãler ou de seu objeiivo na vida (veja seção Os nom es e seus significados na Inixodução).7). O texto indica que elas começaram n adorar ao Seidior por tudo o que Ele é.9). 1 Ks 18. mas isso significava que falavam e operavam com sua total autoridade e poder por Irás deles. Quando os israelitas desejavam afirmar a presença de Deus com a Arca ria Aliança.32: S í 3. o "Nome" de Deus está presente no anjo enviado para li durar o povo de Israel.24.DEUS Os nomes de Deus Enquanto dos modernas culturas ocidentais o nome realmente só é usado paia distin­ guir uma pessoa do outra. Cristo lambém è (compare ]oel 2. Salomão falava em consiruir um Tfemplo “mo nome do Senhor" (1 Rs 8.32 com Atos 2.13J.45. Jl 2. Se o nome ê de Deus v Jesus é chamado pelo ‘‘nome’’. É “no nome de Jesus" que as pessoas são desafiadas ao arrependimento. uma inferência ao “Nomo" do Senhor leva consigo uma indicação da pró­ pria natureza de Deus. que está presente etn todas as áreas de seu domínio (2 Rs 5. u mesmo aconlece com Jesus.10: 9. pois o Senhor não terá por inocente o que tomar o . etc. Não pode ser tratado da mesma ma­ neira que os ídolos pagãos. Até o mesmo o rei Davi lutou “om nome do Senhor’ (Dl 18. O Nome Quando Génesis 4. então tudo o que perlenc. Romanos I0.R a Deus está em Jesus e tudo o que Deus é. Fazer alguma coisa no “nome do Senhor" é realizar algo no lugar dn próprio Deus ou lazer com todo o endosso de sua presença e pm obediência à sua ordem.6.

Este termo era utilizado em outras culturas e religiões para des­ crever uma grande divindade. Na Bíblia. mas também e usada na lhblia pura o único Deus. Isaque e Jacó escolheu revelar-se a Moisés (Êx 8 . a fim do estabelecer um elo no AT entre a sua santidade e a necessidade do que o seu povo seja 148 . etc. Outros textos falam sobre Deus comr» “o . Elohim.A raiz deste vocábulo provavelmente significa "poder". entretan­ to. 22. “El Belel" (Dous do Betol. No NT. Ele é totalmente distinto das pessoas criadas. Rocha A fidelidade. 15). Como o nomo revelado de Deus. este tormo é aplica­ do a seres lmmanos em posição de autoridade.38). Yahweh (o Senhor). eles enfatizam aspe«:tos da natureza e do caráter de Deus. O vocábulo El” lambém aparece em formas como "El Shaddui” (Dous Todo-pode­ roso”.16. muitos outros termos aplicados u Dous são adjetivos. assim idéias e atributos do AT que pertenciam a Yahwfíh foram trazidos e uplicudos a Jesus.7: Ht 1. Nus Escrituras. “o Dous do Abraão. etc.7): e “El O lan f (Deus Eterno. A d o n a i (Senhor). “Deus dn ver dado” (Sl 31.DEUS lhor. Disse muis: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós" (Èx 3 1 4 : veja v. que geralmente é traduzido como “Se­ nhor”.24 diz que “o Senhor é paz”. 2 Sm 22 3. é claro.33.5) e. o nome éaplicado ao unira Deus — "El E lohe h r o t r . Foi Ele quem se apresentou a Moisés e ao povo de Jsrael através das gerações como o Dou* dn aliança.19). o que sempre seria íiel ãs suas promessas em favor do sou povo. 56. O nome em si é derivado do verbo hebraico “ser". no artigo sobre Abruão). portanto.1. em nossas versões da Bíblia em Português. quando voltasse puru sou povo. Foi por este titulo que o Dous de Abraão. Yahwnh. 47: Sl 62. mas com Moisés há mais revelações du fidelidade de Yahweh à aliança e de sua comunhão intima com seu povo. u confiabilidade e a graça salvadora do Deus du aliança são ocasionalmente descritas por melo do epíteto “Rocha” (Dt 32. Sào usados para descrever d Senhor. Foi sob esle nome que 0 povo da aliança adorou a Deus.8: etc.12.3 ). o “Deus dos douses". luizes 6.). . Gu 35. voju a seção "O Deus de Abraão". Com o significado de “Senhor” ou “Mostro”. Náo é fnr. Diferentemente de lodos os “nomes". Isso apresenta algumas dificulda­ des na tradução. 18. veja também Sl 90. geralmente traduzse como "Sonhor Deus" (2 Sm 7.). Para uma discussão mais detalhada do grande significado deste nome. | .18.:t).outros deuses. o Deus de Israel) (Gn 3:t-20). os cristnos entenderam que o Sonhor da aliança ora lesus Cristo o. Um nume Comum usado para a Sonhar e geralmente traduzido corno “Dous” (Elohim o o forma plural).28: Is 28. El. 0 Senlior lhe respondeu: “EU SOU O QUE SOU. Quando rolaciouado a Deus. embora o lermo esteja uu plural. [Deus. a fim de afirmar o enriquecer o que já foi mencionado anteriormente. “El Elyom" (Deus Altíssimo: Dl 32. “Deus da glória” (Sl 29. tem sido corra tumente chamado de ”o nome da aliança de Deus”.15. A lorma plural indica a plenitude do Senhor.2). geralmente é usado juntu com o nomo \fthweli. Gn 21. Elo é o "Deus do céu e da terra” (Gn 24. Som dúvida.3) A forma plural às vozes refere-se a . os seguidores fiéis do Senhor já o conheciam por esto nomo autns da revelação tia sarça ardente. Gn 17.4.Sanio" ou “o Santo de Israel".3. porém. significa algo como “Ele é" ou talvez "Ele truz ú existência”. o título "YahwelT trazia uma declaração da existónciu contínua dn Senlior e sua presença permanente com seu povo. Embora algumas vozes sejam tomados como nomes.il lei a frase “O senhor senhor ’! Assim. Isaque e Jocó”: o "Deus dos hebreus” (Èx 3.8: Dn 7. em sou ser (Nm 23. veja Senhor. O vocábulo Yahweh. Ex 8. atribuir louvor ao sou nome o diferencia-lo dos deuses pagãos. Paru mais detalhes. Moisés imaginou pessoas que lhe perguntariam pelo nome do Deus que lhe apareceu. Outros nomes.

É suficiente dizer que. os cristãos apontam indicações que pressagiam um ensino mais detalhado no NT. concede vida e envolve-se com a própria criação (principalmen* te Pv 8 . o Espírito Saulo ê identificado como Agente de Deus.. é Iradu/ido como Senmok. Sl 2 : etc. ls 12. Realmente. Começando com o AT. Esse tipo de evidência espera por sua . aspectos da doutrina da Trindade surgem primeiro quando os discípulos e seguidores de Jesus reconhecem as obras e as palavras de Deus nas a ti ludeS de Jesus. Muitas passagens conduzem para a pluralidade relar ionada com o que e o “unico Dous".DEI IS saulo (jó 6. como. Em Isaías 03. ou colocam-se vogais o assim lè-so ihhi\-Bh (o que alguns colaboradores deste volume tèm feito).. A h istó ria da Igreja é permeada peio surgimento de seitas que náo reconheciam Jesus Cristo como Deus ou que se recusavam a aceitar a visão Irinitai ia do Senlior: outras náo viam um dos componentes da Trindade como totalmente Deus. Muitos textos sugerem urna identificação do Messias quo virá com o próprio Deus.8 | . o tenno YHWH aparece r. portanto.6). Ele será chamado de Deus Poderoso." (Gn 1 . é Deus quem cria. por exemplo. entra uniras Jeová.1014. "o Senhnr ú minha Bandeira”.2 0 . leila de lorma explícita com o uso de verbos e pronomes nas pessoas do plural: por exemplo. ao lenlar passar por Deus Por exemplo. os cristãos sem pré creram que somente ele pode lazer justiça à revel.7. Cristo per­ doou os pecados do paralilico. o “Sonhor Todo-podeitiSú”. tal definição rio Senhor tem causado sérios problemas. na oração da “Sliam a " (Dt 6.61 Algo semeliiaute ocurre em Provérbios 8 .10. em nossas versões. fesus então demouslrou sua autori­ 149 . contudo. Alguns sugerem que "o anjo tia Senhor1 ' lambém deve ser identificado com Deus « ainda assim é distinto dele (Êx 3. leová deriva de uma leitura equivocada de Yahweh. algo que os escribas acreditavam que somente Dous era capaz cie fazer. 1 2 -2 1 ). uma noção ueguda explicitamente na BíbUu. por meio de sua Palavra o peln snu Espírito IGn 1. Dous também é conhoaido coma o “Rei" (veja Rol). Em­ bora algumas pessoas neguem seu significado.0. portanto. governará em completa aoburani» e será eterno — atributos divinos |Is 9.22: 11. Em Génesis 1 .1-3).2-0: veja lambém /In/o do Senhor). onde a sabedoria do Serdiur é personalizada como o próprio Deus que opera uo mundo. Existe lambem uma personalização fia “Palavra de Deus" que criou os céus (Sl 33. eles alegavam que Jesus blasfemava. era uma blasfémia.si mesmo com o lermo plural “elohiin” em certas passagens. ijh maioria das vezes. uo AT. é interessante untar que o Senhor refe­ re-se a . Is B. Embora o lermo “trindade’7 não seja mencionado nas Escrituras. 3.10. Pv 9.J. Deve. "Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem. A Trindade () cristianismo tradiciouiiimente argumontn quo muitas evidências bíblicas revelam Dous em tiês pessoas distinta* Para alguns.içâo bíblica da "plenitude" de Deus. As vezes essa roferòniia no plural parece ainda mais notável.interpretação mais completa no NT (veja também Teofanias] No NT.7. Outros grupos estão total­ mente tora do ensino bíblico o entram efetivunionte no mundo lio trileis-mo.4). Esle termo é pouco d lado nas modernas versões da Bíblia.O puno de lundu do problema com o nome "leová" é explica­ do no verbete Senhur. Mas indicações lambém estão preseules na compreensão da própria criação. o problema dos líderes religiosos daquela época loi justamente que algu­ mas das coisas que Gris lo lazia e dizia só seriam feitas e ditas por Deus. em hebraico. otJ negavam que houvesse distinções entre as três pessoas. ser mencionado aqui OOroO um nome quo ainda sobreviva em algumas traduções.

Jesus releriu-se aG Espírito Santo como "outro Consolador”. Os cristãos estão convencidos do que negar essa doutrina é renunciar à clara evi­ dência bibLica sobre o próprio Deus l. O Espírito Santo lambém é visto como Deus (veja Al 5 . Sproul). ambos. mas apenas um Senhor. 24 2 M . uma série <Je declarações feitas por Jesus. O mencionado em Mateus 2B.20. tudo iisso ocasionou uma acusação de blusfêmia e a leutaliva de apedrejamento — u puuição par» aqUela transgressão fv. Romanos 9. 58.. fu 15." Iveja também Gl 2. 12. um Deus justei. são apresentados como seres divi­ nos.10). intimamente combinado com o uso da expressão “Eu Sou" e sua declaração de ler existido anlesde Abraão (w.10. verdadeiro e íntegro Deus é nivelado como o Pai. etc ). Is 6. Joao 1.1-14 fala de Cristo como preexistente. Hb 1. É o Deus presente com seu povo (Emanuel. ondo a confissão da fé em Crislo é provada como coníissão de íé em Deus. no AT. revela a si mesmo em sua Palavra como um Deus pessoal. As Escrituras revelam uma figuia de Dom em Lrês pessoas e a Isso nós chamamos de “Trindade”. poi uma referência que aponta para o AT e menciona Yahwfíh. quando apresentado em conjunto.34-36.. 14). Romanos 10. e a Jesus. Em muitas passagens bíblicas.li. implica cun modo de exislèoria longe do que nossa mento humana posso entender. Veja. Atos 2.10| e alegou ler "todo" poder e autoridade antes de íazor uma das principais declarações Unnitàrias da Bíblia: “Ide. mas provavelmente a leitura deveria ser essa. 1-1. É poi esta razão qup todas as analogias humanas invariavelnumle fracas­ sam quando se trata de explicar o que significa a Trindade. 1 Coríntios 1.]..apli­ cam a Jesus o nome de Yahweh do AT (Senhor).23). Existem lrês pessoas. Assim como o Pai enviou Crislo..5 geralmente e destaca­ do por alguns teólogos. por exemplo. Também é descrito como o Criador de lodo o Universo e rias pessoas e.3. amoroso e soberano. Isso exige que sejamos fiéis à revelação bíblica quo em um sentida Deus é um e num sentido diferente elu é Lrós” (R.). Vários lexlos merecem um exame cuidadoso. 23). a Pai e 0 Espírito Santo (Ml 3. “Cristo.14-19). Majestoso. Conclusão O Deus da Bíblia é revelado como Eterno. etc. pois trazem o enteuiliruenlo do AT sobre Yahweh ou aplicam declarações concernentes a Yahwtth. Filipenses 2.9-1 1 (cf. que é Deu» sobre todos.30. João fl ê especialmente esclarecedor sobre essa questão e Ira?. seja louvado.31. veja João 12.19 é em nome das três pessoas da Trindade.3K-41 (cf. Pelo contrário* estabelece as fronteiras. neslo contexto. Voja também a obra do Pai.2 «fi|.9.. Mc 3. O Pai não é maioi do que o Filho e ambos são distintos do Espírito Sanlo.13* 17). Ele mandaria o Espirito Santo (Jo 14. Sáo também interessantes os passagens da NT oudo os osairitores apostólicos. bati/ando-os em nomo do l^ai e do Filho e do Espirito Santo" (Mt Em todo o NT.9-13. Tal ensino. C. 59). do partir pura um lugar desconhecido dns líderes religiosos (v. Deus oonosool e aluanle 150 .. o Espírito Santo e Jesus. embora exisla um ensino claro tanto no AT como no NT de que Deus é único.9. 2 Co 3.29. o Filho e oEspuito Santo.29. do Filho e do Espírito Santo na viria do cronte (El 3.4. Onipotonte o Onisoienle. I’or exemplo. sn náo explicita. a idéiu do Dous trino é no mínimo ímpLícila nos textos do NT.15-23). Is 45. Jesus aceitou a confissão de Poeiro de que Ele era o Crislo IMr. fora das quais não devemos andor. ele. Transcendente.17. O balismo de Jesus envolveu O Filho. no NT. ao curar o homem completamente (Ml 9. Sua alegação de pertencer a Deus e ser e n v i a d o por EIr ( v v . etc.□EUS dade divina. R..T m escritor resumiu o ensino bíblico dessa maneira: “ A doutrina da Trindade náo explica plenamente o misterioso caráter do Deus.

A posição social ou a necessidade de preencher uma vaga não deveriam ser razões suJlcienles para que alguém fosse escolhido. Isso quer dizer que apenas dois textos m encionam a função: Filipenses 1. teso mostra que um processo de reconhe­ cimento o do "dfisenvol vimento de lideran­ ça" deveria ser levado em conta. o íim de sustentar. O problema é que o termo usa­ do ah é o mesmo tanto para a função como para reler ir-se aos servos dp modo geral (gr. pois os diáconos faziam parte do grupo de lí­ deres a quem a carta é endereçada.10. Al 13. gloria. embora de modo algum seja absorvido por da. Esle termo aparece com maior frequên­ cia d o s evangelhos. etc.8-14. náo dado a multo vinho nem interessado por ganhos desonestos. Existe outro texto potencial. embora seja transcendente..D. O requisito mais importante pode encontrar-se em l Tímóleo 3.iret e que tinham um popel minisleriol som os o^ponsabilidades lo­ tais do ministério pastoral ou da lideran­ ça sobre a igrpja. antes de lodos os séculos. A habilidade que denlonslravam no governo da própria lamíha seria vista como um teste de sua 151 .9). Vocábulo usado regularmente no NT para designar Satanás (Ap 12. curao cartas religi­ ões orientais ensinam. D IABO . Bca mais claro que todo o suu povo é exortado repetida­ mente a cantai louvores ao Deus Todo-poderoso quo. e apresentar-vos jubilosos e imaculados diante da sua glória. P.1 refere-se ao cargo há o fato dn que Paulo faz o tipo de recomendarão oficial para que a igreja a receba. Essa sua característica tentadora e enga­ nadora parece ser especialmente descaila na palavra "diabo” (Mt 4 . por Jesus Cristo nosso Senhor.1 que merarnenti: o cito. O lexto de l Timóteo 3 simplesmente menciona qualificações de i aráler que um ancião precisa evidenciar. Lc 4. devi» conservar o mistério da tá com a consciência pura Deve sei man­ do de uma único mulher ser capaz dc governar seus filhos b sua casa. 1 . O texto parece referir-se a uma circunslância especial e não à instituição de uni car­ go específico. oia. O que (azem os diáconos? O texto não es< larece. Esta dádiva é experimentada por meio de sua Palavra la Bíblia) e da presença do Espirito Santo no coração e na vida daqueles que crêem nele. Rua apoiai a alter­ nativa de que Romanos 16. wm contraste com o responsabilidade lolal por toda a comunidade.-10. O diácono deve ser digno de respeito. Vela Satanôs. separado e distinto ria criação p rias criaturas.1. revela □ si mesmo como um Deus de amor que solva e redime todo aquele quo o busca. O texto em Filipenses mostra que a função formal existia. "Ora.DIÁCONO em ioda a criação. Diakuiioa]. da mesma maneira que recomen­ da outros obreiros em ouiras referências (1 Co 4. Os compromissos do diácono eram confinados a unia esfora bem específica. àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar.12. que diz que ele deva primei­ ro ser provado e depois nomeado diácono. está presente. o Filho de Deus. majestade. especialmente para descrever qui*-m tentou Jesus no deserto. Muitas pessoas tentam ligar o origem do função de diurono a Atos 6 .3: Jo 13. Romanos 16. Sua graça salvodora é vis lo darom«. Embora seja um Deus santo.s isso não esta bem fundamentado.i. Jesus. e 1 Timóteo 3. nosso Salvador. domí­ nio e poder. P. veia para ser o Salvador e Redentor da humanidade. cuidar e salvar. como os bispos possuí­ am.14-21) . não permite que n mundo se pp. D IÁCO N O .nle i?m sua vinda aqui na Terra. agora e para lodo o sempre. Amém”. sincero. ao único Deus. sem nenhuma esperança de redenção.).2.rca totalmente em seu pecado. que menciono Febe como diaconisa. Quanto mais a Bíblia é lida. pelo contrario. p os líderes aparecem calados separadamente dos santos.

-justa 1 | . 2 < i DICLA (Heb. Quando os filhos de Jacó retornaram dos campos e souberam o que acontecera. DIBRI Um homem da tribo de Dã. que funcionava c o m o a Suprema Corte de Ate­ nas e f i c a v a na Colina de Ares fMarie). Io­ dos concordaram (w 18. Mendouado em :i |oáo 9. Era m e m b r o do Areópago. 1 Timotno 3.13). h. o qual expulsava as pessoas quo não coucarda- DIDIM O (Gr. A função é o reconhe­ cimento formal. prín­ cipe da terra. o tjue o levou a proferir "palavras maliciosas" contra o apóstolo e seus representantes. habilidades “administrativas” para liderar outras pessoas. É bem provável que tivessom a responsabilidade por um ministério es­ pecialmente dirigido às viuvas e às mu­ lheres solteiras. por porte da comunida­ de.27. ficaram fuiiosos e planejaram uma. Ela saiu do sua casa para visitar oulras mulheres da região. quando estes são men­ cionados. DINÁ líieb. no sentido geicd do lermo.! I digere a presença dp diaconisas (se. não se referir iis esposas das diáconos). e o amaldiçoou”. Veja tamiiém Dnmnris. porveniura. de forma efeiiva. onde o apóstolo pregou. Descendente de Sem e filho dé loctá (Gn 10. Fingiram concordar coro o pedido dé Siquém. O fato de seu nome ser menri^ ouado isoladamente provavelmente signi­ fica que era um dos horneus ‘‘de alta posi­ ção” (v. Foi vista por Siquém. supõe-se que possuíam alguma. quando o s homens estavam doridos.2 ) (veja lbmé\.DlBLATM qualificação para um m inistério mais amplo: por isso.1 -4). e mataram a lodos os homons" (v. ionados com Diná. irmãos de Diná. 2 1 . i<qual estuvii disposto a fazer qual­ quer coisa para casar-se com Diná (v. d . pelo que foi a p e d r e j a d o fora do acampamento (v. Os filhos de lacó então exigiram q u e os moradores da cidade do sexo masculino se submetessem ao ritual da circuncisão. Hamor e Siquém demonstram os proble­ mas posteriores que os israelitas teriam com os ca nau eus que não loram deslruidos quando foi conquistada a ter­ ra sob a liderança do Josué. Em resumo. entraram inesperadamente na ci­ dade. 7.4 . "dois bolos”). tomaram cada um a sua espada.24). D IÓ T R E F E S . Sua f i i l i a Selomite casou-se com um egípcio (Lv 24. Pai do Gòroer. “Três dias mais tarde. DIONÍSIO.21. lilho de Tlamoi.111. dois filhos de Jacó. DIBL AIM (Heb. 15). Um dos que se converteram por meio da pregação de Piaido em Alenas (Al 17. a esposa infiel de Oséias (Os 13).c . Parer e que exercia in­ fluência perniciosa sobre os membros da igreja. Não existem evi­ dências que comyirovem a tradição que diz ser Dionisto o primeiro bispo do Atonas d que foi martirizado durante o reinado de Doniicitmo. do alguém como um ministro da igre­ ja. l Cr 1. “gémeo”). Nome sempre assot iado i om Tomé no NT 00 11. Seu pecado era gostar “dé exer­ cer u primazia’'. 21 ). j m j . 4b.24*. Filha de Lia e jacó (Gn 30. 1 B: 20. ter relações sexuais rom ele. algo quo foi reconhecido até o terceiro áÓDuio. 25). 1 1 ). onde João O recrimina por não rece­ ber sua caria nem gostar de acolher os ir­ mãos ua fé. Um diácono servifl como alguém que reconhecida­ mente contribuía para o óresclmentir» da igreja local. vingança (w. A ideia de que o Lexfo rofere-se a diaconisas é apoiada ua atisftncia da discussão similar sobre a "es* posa do bispo*.10. Ele a agarrou e forçou-a a 152 . Mais tarde. Os eventos rolar. pois era um lider autocrático. O Cilho dela "blasfemou o nome do Senhor. "palmeira”). o diácono simplesmente é alguém que se constllui em um servo efelivo e é reconhecido pela igreja para agir desta maneira. pediu ao pai que adquirisse aquela jovem para ser sua esposa (Gn 34.34). Simeão e Levi. 12).

ficou desolado.1(5. Seria imprová­ vel que ura apóstolo ausente fosse tão influente quanto um brler local. "seu urnado”). DO DAVA. 1 . Nobe 11 Sm 22.24) foaefo nos dá algumas informa­ ções suplementares solire essa m ulber Era 153 . O apóstolo João faz um contraste de­ liberado entre Diótreíes e Demétrio.42). 20-23]. que talou contra o rei Jeosafá. 1 Ci 1. pai de um dos ”três heróis” de Davi. D O D Ó . Os guardas recusaram-se a levantar a es­ pada contra os ungidos do Senhor Saul então ordenou que Doegue os matasse Naquele dia. D R U SILA . Aoítâ.38. Aimeleque deu ao filbo do fessé os pões sagrados. 2.1). 2 . mas es­ perava-se quo todos os obreiros das igre­ jas seguissem o on^mo apostólico. isso parecia uma ameaça para sua posição» algo que devia ser evitado. Fillio de Aná e neto de Seir. Esse massacre é lem­ brado na dedicação do Salmo 52O incidente mostra como Saul eslava afastado da adoração ao Senlior.24. DISÃ |Heb.d x j . Edomita. Para pessoas como Diólreíes.os representantes de Deus. que vivia na regiáo montanhosa de Efraim (jz 30. D ISO M . procurando comida. ressuscitou deulro os mortos. Foi in­ capaz de ouvir o conselho do sumo sa­ cerdote e chegou ao ponto de matai. enconlrou-se com Saul.9). 2 8 ) deveria ser lido como . cí.Um dos Eilhos do Seir e lí­ der dos horeus (Gn 36 21).s. 27. Eleazar. de birnel. ludia. p. Quando Davi sou­ be o que acontecera. d« quem diz que “todos dão testemunho" (3 Jo 32). Seus filhos também estão listad os (Ga 3 6 .4) Também era chamado de Dúdô (2 Sm 23. "ansioso. O problema do prim eiro provuvelmoDte seria a quesiõo dn autoridade apos­ tólica. t Cr 11. íoi a terceira esposa do governador Félix.26). p . Da tribo de Issacar. bderados por Aimeleque. Veja lambém Ibbila. foi o pai de Puá e avô do juiz Tola. lemeroso'). Sua irmã era Oolíbama [esposa de Esaú). Elanã. por meio da oração do apóstolo Pedro fAl 0. O rei reuniu todos os sacerdotes do Nobe. O próprio Dodai era lambém comandan­ te do exército desse rei e ficava de pronlidão com seus homens d o segundo mês de cada ano (1 Cr 11. Após morrer. “Disá '1 (Gn 3 6 . os quais eram guerreiros exlnunamenip leais (2 Sm 23. cul­ pando-se pela morle de todos os sacer­ dotes |w.18. de ludá ( 2 Cr 2 0 .DRUSILA vara com ele e demonstravam disposição para ra^her pessoa» como João. 1 .n. mais interessa­ das ntf promoção pessoal. 2 6 . Isso se tomou uru problema para Paulo em alguns lugares. Eslava presente em Nobe quando Davi chegou com strus homens. Veio de Maressa e era pai do profeta Eliezer. O edomita disse-lhe que vira n filho de fpss*> em.cDisom”. Líder do clã dos horeus e filho de Seir iGrt 36 2 1 . I C t 1 . 4 1 ) . por terem colaborado com Davi. o qual perseguia Davi.12. DORCAS. por cousa da aliança quo fizera com o rei Acazias. mais larde. Natural de Belém foi o pai de ura dos 'trinla“ de Davi. que. "Disà*‘ (Gn . 1 Cr 1. Provavelmente es­ lava presente com o marido quando Pau­ lo falou com ele sobre a fé em Cristo IAl 24.c."bode da montanha’"). DOEG UE (Heb. diante de Doegue.Uma crente fiel quo morava em Jope.36-39). determinado a mata-lo.38-42). que aguardava pacientemente o momento em que o Senhor o levaria ao trono. 3 7 ) . e ordenou que fossem morío. O contraste é vivido entre esse perverso rei e o jovem Davi.9). um dos pastores do rei Saul. esse edomita raalou 85 sa­ cerdotes e massacrou os habitantes de Nobe 11 Sm 22. 2 5 .281 deveria ser lido como ‘Dlsom" (filho de Anã.19). DODAI (Heb.

Nasceu em 3íi (LC.C. em 70 d. teve uni filho' com ele. Não hã nenhuma indi­ cação de que nla tenha seguido a fé cristã. ’ A . ( hamado Agripa. o qual morreu na erupção do vulcão Vesúvia. era d sétimo fi­ lho de Ismael e o progenitor do |:iovo quo viveu em Duma (Gn 25. ulgunS sugerem que ficava próximo a Hebrom. uma localida­ de chamada Delr ed-Domoh. Bere-nico ura nrrui de suas irmãs.Dl JM Â a filhn mais riovu do Horodes Agripa 1. 17 (Nota do Fradutnr) 154 . Nelo de Abraão. versão otd inglês Iraz l> uonu. Embora o lugar não esteja claramenDi identificado. FálLx loi seu segundo marido. DUMÁ.14) Era Lider tribal. Jtthoiachin no v.

35).33). Um dos filhos de Midiá e descen­ dente de Abraão e sua esposa Quelura (Cn 25.í.4: 1 Ct 1. 2. Descendente de Esaú.25: Lc 3. por isso. 3. Ebede-Meleque levava adiante a causa do Senhor. L. Depois que Jeremias profetizou que os israelitas deviam dei­ xar Jerusalém e ir para o exílio babi­ lónico. estabelecido na região de Gileade e Basã [1 Cr 5. íoi dos que receberam a tarefa de ajudar Coré na dis­ tribuição das ofertas dn povo pelas cida­ des dos sacerdotes. 1 . A profecia d e jeremias deixou claro quo SRria uma ati­ tude do desobediência rio povo recusarse a aceitar o exílio. Serviu na adoração no Tlibemáculo durante o reinado de Davi. o profeta prometeu-lhe que não morreria. pj. Um dos líd eres da tribo da Benjamim e filhu de Elpaal II Cr 8 . Um dos filhos de Berias e lí­ der de um clã. onde seu nomo é Héber). E B E D E M E LEQUE. Era descendapte de Adim b voltuu cnm 50 homens (Ed 8 6 ). o etiope.23: 24. 5. chamado Sobal (Gn 36. Esse nome e também 155 . E bed e-M elequ e. alegando que ele desencorajava os soldados. Sacerdote que serviu ao Senhor. EDER. era des­ cendente de Sem. EFÁ (Heb “trevas"). com o mesmo nome (1 Cr 8 . era levita 6 líder de um clã. inter­ cedeu em favor dele junto a Zedequias. ancestral de Abraão.13.g.21-25: 11. Portanto. pai de Gaal. Pai de Pelegue e de lortã. 1. 2 . 1. Um dos oficiais da corte de Zedequias. anles que morresse. Filho de Musi.16-18). “servo"). quando 0 povo voltou-se novamente para Deus. entrou na genealogia quo vai de Jesus eJo«é até Adão (Gn 10.1419: 1 Cr 1. Veja Abiasafe. Diumili' o avivamento no reina­ do de Ezequias.E EBAL. depois que a Arca estabelnceu-se em Je­ rusalém (1 Cr 23. Eles joga­ ram uma corda o içaram jeremias por mnio dela (Jr 38. ÉDEN.20) s.18. A queda du Jerusalém era iminente.2 2 ). EBEOE (Heb. se quisessem permanecer vivos. Oulra pessoa da tribo de Benjamim. O rei então ordenou que Ebede-Mefeque pegasse 30 homens e tirasse a profeta da eislerna. É B E R (Heb. após o exilio babdõjiico (Ne 12.19. 4. Este mudouse paia Slqtíém. Líder de um dos clãs dos gaiiitas.40). Isso torna claro que confiava em Deus. era filho do líder de um dã dos ed omita*. onde instigou unta rebe­ lião conlrfi Abimeleque (\z 9:28-35).30). filho de [oá.23: 1 Gr 1. quando os bnhilônios finalmen­ te saqueassem a c id a d e (|r 39. O juízo do Senhor sobre a cidade e sobre ludá estava determinado e não seria evitado por meio da lula armada. muitos levitas fo­ ram designados para larefas especificas no Templo. ao 1'azê-los d e s is lir da lu la.12. Ao ajudar Jeremias. sabedor de quo Jeremias fora ati­ rado em ama cistBmu sem água. 31 15). Éden.15). 2.12). Efraimita.7-13). o qual aparece na genealogia que parte de Beujamim a Saul (1 Cr 8. Um dos líderes das íamilias que retornaram do exílio babilónico com Esdras.c. "através1 '). “segundo as *uas tur­ mas” (2 Cr 20. EBIASAFE. os oficiais pediram permissão ao rei para prender Jeremias.

O netofatita. por­ tanto. Um dos seis filhos de Iodai e lider da Iribo de ludá |1 Cr 2. 2 . Depois da divisão do reino.33). nomeado governador de judá pelo rei Nabudonosor (jr 40. o Senlior fizera com que esquecesse todos os seus problemas.5-10). num golpe de Estudo. O filho mais novo loi chamado Efraim.17). mas seu neto. a idéia da frutificação é novamente destacada. Posteriormente. “o frutífero”. conforme o pai disse.8). Sua lideranga lornou-se evidente no arranjo do acampamento de Israel na marcha do Egito paia a Terra Pro­ metida: elu lideruva as trés tribos que fi1avam no lado oeste (Nm 2. cidade localizada em Efraim. 1 2 ). 3. a fim du que fossem abençoados (Gn 48). exceto o próprio nome Efraim (Dt 33.20). Jose levou seus filhos Manassés o Efraim diante do patriarca.81 e sob seu co­ mando ela recebeu e ocupou uma das maiores porções da terra. em Efraim. Líder de uiri clá e soldado valente ■ la tribo de Manassés. 2 2 . O próprio Josué foi sepuliado no coração desse territorio ijs 24. EFRAIM (Heb.4.29). Embora Efraim nõo seja mencionado especificamente na bênção de Génesis 49. colocou a mão direita na cabeça de Efraim e. Nu narrativa do nas< imento dos filhos do José (Gn 41. porém. Posteriormente. 0 patriarca inverteu os braços. recebeu esse nome porque. 1. Par inn período de tempo. 2 2 ). Um dOs filhos de Midiã. o mais velho. ao qual foi dada uma certa autonomia. ‘‘Fruiiiero’’ é um jogo de palavras com o próprio nome de Efraim. não era lilho de Jacó. rf. um grupo de isruelitas uníu-se a Gedalias. onde d pro­ le la olha para um lempo em que glória e riqueza virão para Israel até mesmo de Sahá: “Multidão He camelos cobrirá a tua terra. fica claro que Jacó o tinha em mente quando abençoou seu fillio amado: "José é um ramo Irulifero’’ fv. embora não exis­ ta nenhuma forma da palavTa. dessa maneira. 3. Gerou a Harã. mas. e estabeleceu sua capital em Siquém. que.22-26. no cen­ tro de Canaã.19. 2 .24). José esperava que o mais velho recebes­ se a bênção de filho primogénito (Gn 48. porque Deus o linha lei lo prosperar ua lerra do Egito. Jeroboão colocou um de seus santuários idólatras na cidade de Betei (1 Rs 12. EFER. naquela época. Lrõxiii ú e inesperadamente.30). Moza e Gazez 11 Cr 2.6. com EFAl. O Tabernáculo foi erguido no centro religioso de Siio. Pai de Obede e fillio do Zabade Era descendente de Judá (1 Cr 2. I Cr 1. Essas bênçãos proféticas s r cumpriram t a n t n uo t a m a n h o como no poderia da tribo de Efraim e também em sua localização pri­ vilegiada na região montanhosa. da Iribo de fudá (1 Cr 4. Terceiro filho do Ezra. Dt 33. os dromedários de Midiã r Efá". 14.13).47). L.17). para a bênção. depoLs que a maioria do povo judeu foi para o nxilio bahUônjoo (v. entretanto.1317). EFLAL.50-52). onde a Arca da Aliança loi colocada no lempo de Josué (Js 18. isso resultou na subdivisão de José em duas linhagens que compuseram as doze tri­ bos de Israel (Gn 49. descendente de Abraão e sua es­ posa Quetura (Gn 25. Uma das concubinas de Calebe. em Ire os que foram infiéis ao Senhor e ado­ raram ídolos pagãos f I Cr 5. Na bênção de Deutoronómio. 7). quando apre­ sentou seus filhos a Jacó. cujos filhos estavam eutre os oficiais do exército que apoia­ ram Gedalias. "frulfíero”! Embora seja o progenitor de uma das tribos de IsraeL ele. fosué ero dessa tribo [Nm 13. Manassés. ele e lodos os que o apoiavam foram as­ sassinados por Ismael> filho de Netuiuas. assegurou a elu os direitos du primogenitura (vv. estava uo distrito administrativo dessa tribo. Mais tarde. 156 .46).EFAl mencionado em Isaias 80. Estava.18-24).37). depois da con­ quista de Canaã (Js 16.

52). 1 Çr 3. os israelitas “tornaram. Os 4. liderou um dos clãs dos edomitas (Cu 30. bem no centro da região que mais tarde seria a nação de Israel. Lsso se tomou tão iorl ri que Israel geralmente era chamado de Efraim.9. [cí. Foi d mãe de UUr. a fim de que fossem subjugados pelos povos cujos deusps adoravam.3.m . EFRATE.g .19). Esse período da história de 157 .5.29. 3. ara pai de Simei. 4. seguido pur uma comitiva liderada por José. Da Iribo de Bonjamim. Rei do Moabe durante o lempo dos Juizes.6). EÍ. de Calebe. 1. j \i. o qual foi um dos doze gover­ nadores distritais do rei Salomão 11 Rs 4. Ela teve um filho chamado Itreão. I No livro de Juizes. O juízo divino. Israel loi frequeulemenle mar( ado pelu anarquia generalizada (veja Juízos) Os israelitas. :ta . p ..C.urmpenderse..18). A posse daquela área para fazer nm túmulo deu-lhe o direito per­ manente na terra que o Senhor promete­ ra |Gn 231. no .17:5. Is 7.dois anos. Tempos mais tarde Abraão lambém loi sepultado lã. onde foi morto por Zinri ( t Rs 16.15. Fillio do Zoar. época o centro da vida política e religio­ sa da roino do Norte foi Eíraim. Abraão procurou comprar dos heleus um local para lazer o túmulo dela e de sua fam ília. 1 Cr 1.41. Finalmente a opressão fez com que o povo de Israel clamasse e o Senhor novumeule levantou um lidar. o qual contiuba um local adequado para sepultamento — a caverna de Macpela. e.12).. Efrom estabeleceu um preço justo para a venda de sou campo. o Tei no do Norte. iVeja também Eúdfí.17j | r 7. heteu. de acordo com o costumo egípcio.8. no tempo de Otniel.g . 2.5. 25)* O próprio Jeroboão. Ele se aliou com os amalequitas o amonitas e domi­ nou Israel por IB anos^ ao apossar-se de Jericó e da região ao seu redor (J. EFROM. foi trazido do Egito e sepultado na rnesma caverna. Ele matou Eglom e Iornou-se juiz em Is­ rael (vv.12 1 4 1. assine Deus pormitiu que Eglom invadisse Israel. ELÁ. Seu marido. enirelanto. até o lempo de sua queda e deportarão pelos assírios em 722 a. Uui rios filhos do Calebe: portanto. lilho de Hezrom.ELÁ lorme íoi definido poi Salomão (v. levava os israelilas ao arrependjmento: a maravilhosa graça e o perdão de Deus brilham através desse Livro. Depois de um período de relativa paz. Quando Sara moneu em Hebrotn.. como indicação de que ele também aguar­ dava o lempo em que aquela terra perlenceria legitimamente aos dascondentes de Abraão (Co 49. a fazer o que era mau aos olhos do Se­ nhor' (Jz 3.2. Uma das esposas. e . por seus filhos Isaque e Ismael |Gn 25. o Senhoi levantava um lider que os libertava e tornava-se nm juiz na terra. Porem. EGLÁ. O quarto rei dtí Israel. embalsamado.í.0.5). Veja Airâ fNm 2fi.2i>|> e a partir dessu. IB-30J. no meio de nós” (Cn 23. era efraimila li Rs 11.z 3. Descendente de Esaú. mas a patriarca ainda ora um nómada.9). Uma das esposas do rei Davi. Sucedeu seu pai Baasa no trono e governou em Tirza poi. quundn adoravam os deuses dos canuTieus e das nações vizinhas. u . a opressão por par­ le das nações estrangeiras é viista como castigo de Deus por Israel ter adorado outros deuses e so envolvido com a ido­ latria.6-141 Dovi- EGLOM. Muitos anos depois o corpo de Jacó. nascido um Hebrom 12 Sm 3.3). era descender) te da tribo de Judá I I Cí 2. o que ora expressamente proibido na Lei de Moisés. Eles consideravam Abraão "príncipe de Deus.15). na verdade.3fl|. neto de Jofoné (1 O 4. chamailo Etide.30: 50-13). re­ cebiam juízo de Deus sobre eles. to­ das as vezes que o Senhor levarila um novo lídor e juiz para ajudá-los.

ADF. Era fiLho de Uzi 11 Lr 0. proíetizou que Baasa e sua fam ília seriam aniquilados. Dessa maneira. da tribo de Benjamim.2. Ura dos primeiros que retornaram da Babilónia para se estabelecer em Jerusalém. 2. Foi morto enquanto bebia na casa de Arsa. 10. os quais Deus preparou.42]. o próprio Golias. se ele rnalou Golias.20. 158 .24). seria o suficiente para os futuros roís e o povo. "Deus lem lestíficado’ ). o ELADE (Heb. o por isso Dous sempm castigava Severamen le.19).) retornaram com Zorobabel do exílio babilónico |. 2. 8. Talvez a melhor solução sugerida seja realmente que houvi.254 parentes (Ed 2 .8). retornaram com Zorobabel do axílio Vol­ foi um ilos maiores guerreiros de Davi tou com 1. O lei tor é aconselhado a consul­ tar um bom comentário bíblico. Génesis 1 0 . O casti­ go relativamente liuútado.n I o de 2 Samuel.3 1. um erro de transcrição do texto em 2 Samuel. deve ter existido mais de um filisteu com esse nome. n rei de Israel reuniu ao seu redor muitos guerreiros particularmente aptos.7.19. A idolalria dentro da casa mal era um dos p rin cip ais láto res que levnvom os israelitas no níesmo potado. Zinri então tornou-se rei. um de seus mordomOs. Filho de Dodó |ou Dodai). Nu 7 3 4 1 . era neto de Noé. especialmente porque havia profetas que repetidamente explicavamllies os propósitos das açóes do Senhor. que levou Israel à idolatria. foi morto quando tenta­ 20. portanto. I Cr 11. "graça de Deus"J. O quinto filho de Meselemias. r. Samuel 21. 3.Ed 2. Também é suge­ rido que a frase “o irmão de" foi omitida uo I r .24. a fim de que os israelitas fossem vitoriosos.20: Ne 7. He malou Lami. irmão de Golias» muro construído ao redor de Jerusalém. segundo o qual ele malou do uo pecado de seu pai. Outros interpretam que os rnlatos são de dois incidentes diferentes e. por­ tanto. foi ou­ tro desses grandes guerreiros r está listado entre o grupo dos "bomons valen­ tes". Fi­ nalmente. 6 .9). a rebelião contra o Senhor cuiminaria com o juízo visto na destruição do reino do Norle pelos assírios.1. 1 .1 í di? que Elá cometeu as mesmas transgressões do seu poi o conduziu o pov\> "aos ídolos vãos”: por esta razão. conhecidos oomu os "trinta heróis dn Davi". por cometer o mesmo lipo de pecado (1 Rs 18. Em ambos os textos.21). depois do Éjcilio. O lexin dp 1 Reis 16. Filho de Jair. ELANÃ (Heb.12). 4 . Há tuna discrepância estava presente como sacerdote du Se­ entre o relato de 1 Crónicas 20 e o de 2 nlior (Ne 12. o último rei de Israel (2 Rs 15. Um dos descendentes de Saul ( I Cr 8.30. 2 Samuel 2 1 o L Crónicas 20. wm . Cilho de Banani. Em uma das muilas batalhas contra os 6 Quando Neemias dedicou o novo filisteus.3). 5.2.D i. Jeú.7. porteiro coraila. o gitou ( l Cr 20. 5.26J.1. da cidade de Belém.17 listam Blão como filho do Sem. administrado por Dous nesse estágio da história de Is­ rael. Tkmbétn era de Belém |2 Sm 23. ua divisão feita pulo rei Descendente de Efraim. 17.18. ELÃO.5). Zinri íora autoriza­ do pelo Senhor a malar ioda sua lamdia. va roubar 0 gado dos galitas (1 Cr 7. e não seu irmão. numerosas batalhas são listadas O constante problema que linha com os filisteus e outros exércitos man­ teve Davi e seu comandante Joabe uni­ dos por muitas anos.2 e 1 Crónicas 1. O próprio assassinato revela o estilo de vidu com o qual Elii estava acostumado. Alguns estudiosos sugerem que Elanã simples­ mente era outro nome de Davi. Outro hder de uma das família*: que 1. juntamente com Davi uas tarefas do Tabernáculo fl Cr seu irmão Ezer. Pai dn Oséias. mas lambém foi raptdamrafe castigado por Deus.El. 18. Líder de uma das famílias que (Veja também fizer e Bnrins.

no Templo. P. Neto de Corá listado em 1 Cróni­ morto por Zicri.sado com zada e era ridicularizada por Penina. Um dos soldados que desertaram atraído para uma divindade já exlslenle do exército de Saul para juntar-se a Davi e que se preocupava com as alianças. Um ter­ ELD A O E. era fosse estéril. lem. e era filho de Je T o ã o . na época de Neemias (Ne in m).8. ora uiu dos 70 anciãos ne 4. Seu mui heras estrangeiras (Ed 10. o povo da aliança seria mais facilmente 6 . Os cananeus adoravam e Elcana f o i recompensada por Deus com vários deuses chamados Baal. filho do rei Acaz. tinha duas esposas: Penina e Ana. um guerreiro da tribo de cas 0. no reina­ 6-24). 1 . do de Maaséias.19. 35.G. s. Era "porteiro da Arca (1 Ci 1. Elcana foi graci­ Berile. Levita ancestral de um grupo de á "aliança". Era também cbamadodn BaalSamuel (i Sm 1. Anualmente levava sua família para adorar e fazer sacrifícios em Silo. Servo fiel ao Senlior. colocada fora de ordem na genealogia.4. então essa pessoa provavelmente < 5a mes­ ELDA. A responsabilidade de du Rrnnntrt ím-Zofim.7). a qual senlia-se despre­ um dos culpados de ter-se ca. É no míni­ rnais cinco filhos. cujós fílhos tornaram-se lodos 3. mo possível que esse.ra n pai de Asa (1 Cr 9.2. 7 . da região montanho­ 159 7. Dessa maneira. 0 segundo no comando. Mencionado apenas ora Tuizes 8 e oso e permitiu que ela o dedicasse ao ser­ 9. descendente de Coato e um 15.c.20. Foi 2 . 9. Veio res (Nm 1 1. 1 1. 2. Ana ficou grávida e nasceu (veja UaaJ | . embora esta ELA SA .3. Se uma geração foi omitida ou Efraim (2 Cí 28.ELDADE sa de Efraim.20).34). nome são listados entre os descendeuies de Coate ( l Cr 6.20). fora criado especialmente judeus que regressaram do exílio para ajudar os israelitas na assimilação babilónico e Se estabeleceram em (erusada religião dos vizinhos. um Zidague. Filho de Sàfã. 2 . é possível que fosse ídolo de nma seita viço do Senhor.1-4). A fidelidade de Ana religião israelita. 27) talvez seja o mesmo do item to com Medàde. Obviamente preocupa va-se muito com ela.27). Ele razia parte de um grupo Certamente.3(i|. "deus da aliança"). Levita. nomeados para aiudar Moisés como lide­ 4.3). F. 1 Cr 1. E L -B E R IT E |Heb. Era da Iribo de Beuiamim (1 na adoração dessa divindade (Jz 8. Fillio de Midiâ e ueto de Abraão ma do itom n9 1 . onde d e u conforta com as fiou uma Carta eudereçada aos andãos palavras: "Por que choras? Por que náo sobreviventes entro os exilados (Jr 20. comes? Por que esta triste o leu coração? Náo le sou eu melhor do que dez filhos?".6 ).Estava entre os líderes que assina­ ram o paclu no qual o povo comprome­ teu-se a adorar e obedecer somente ao Senhor. e Quetura. onde Eli era sacerdote (1 Sm 1. Depois de orar ao Senlior e obter dele n Um deus cananeu adorado pm Siquém resposta.33: Cr 1 2 . Foi lidei de dã (Êx 8 .46). hii de Samuel 1 1 Cr 6.23). Ama­ va profundamente a Ana.33). Dois outros homens com o mesmo líderes tribais (Gn 25.16). Levita.4. com sua referenda 5 .27. n de guerreiros ainbidestros no liso do arco povo não perdeu tempo em volver-se e da funda. após a morte de Gideão.D.25. apontado polo rei Davi para servir no Tabernáculo e posteriormente ELCANA (Heb.26. dos filhos de Corã. no santuário em Silo canunita que absorvera algumas idóias da (1 Sm 1. ‘Deus tem protegido"I. a quem Jeremias con­i i m o r e cuidado por Ano é descrito em 1 Samuol 1. Descendente de PdMir. .23.22). Mencionado duas vezes jun­ ceiro (v.

as quais eram o símbolo de sua nova função: sumo sacerdote fNm 20. ele exercia também o papel de conselheiro ou juiz porque. quaudú eflte petava ou se n^belava.201. “Deus fez"). n Seuhor capa­ cho u outros homens poiu ajudarem "a le­ var o fardo do pova:\ a iim de que MoiSés aã o o conduzisse sozinho (Nm I 1. por alguma ra­ zão. Toruou-so lí­ der de um clã dos lo vi tas e casou-se com uma das filhas dePutiel. Assim.I6J.17(. Unha acesso ao Senhor e podia consultar o Urim (Nm 27J. ELEASÁ (Heb.50). Possivelmente. De qual­ quer maneira. era pai de Finéias (Éx 6. o Espírito também repou­ sou sobre eles e também profetizaram.25.1. lo s u é nãa ficou sa­ tisfeito rom isso o pediu a Moisés que os mandasse parar: no enlanlo. Deve­ ria ser privilégio deles comer partes da carne dos sacrifícios que ofereciam pelo povo (Lv 10.4.40).12-20). Estavam com saudade do Egito. Foi um dos líderes do censo ordenado por . Existem vários documentos judaicos que indicam algo do que Eldade e Medade fa­ laram.251. Nm 3.ame e pelas cliiuruldades da vida d o deserto. Descendente de Efraim.2).2. tinham demonstra­ do a habilidade dada por Deus paru a li­ derança. ruiu. que fizeram uma oferta ilegítima ao Se­ nhor e por isso foram mortos (Lv 10.ELEADÁ conduzir o povo dc Israel era claramente rniiioi do que o legislador podia suportar sozinho. como sai erdote.20). Foi pai de Azei e está listado na genealogia tios descendentes do rei Saul (1 Cr 8. Ele foi consagra­ do sacerdote do Senhor junto com seus trés irmãos (Êx 20.32: 4. mas náo lia indicação das palavras deles nas Escrituras. ofereceu sacrifícios para a adoração congregarional e intercedeu pelo povo. "Deus lem ajudado''|. poiso desejo que demonstravam de voltar un Egita revela­ va um profundo problema espiritual de­ les — a falta de capacidade de viver pela fé e confiar rio Senhor para caria necessi­ dade. filho de Taaie (! Cr 7. Eleazar tomou-se líder dos levitas e fieou responsável por lodo o Tabernáculo (Nm 3. Moisés deu-lhe as ves­ tes dele. Ele e seu irmão Itamar deveriam ser santos diante de Deus. não se reuniram çmn os 70 uo Taber­ náculo mas ficaram no anaiaJ. da Iribo de Benjamim. 160 ELEADÁ (Heb.4). esta Listado na genealogia de Jerameel e era da tribo de Judá 11 Cr 2. Quando o s 7ii encontraram-se com Moisés na ontrada da Thhamãculo. Diferente­ mente de seus dois irmãos Nadabe e Abíú. Em numerosos textos das Escrituras pen ehe-se que Deus nunca intentou que a liderança espiritual ficasse nas mãos de qualquer pessoa. separados espe­ cialmente para seu serviço e paru lazer as ofertas e sacrifícios ao Senhor. Esses príncipes eram lideres em seus pró­ prios clãs: porianio. Um dos filhos de Arão e sua esposa Eliseba (Èx 6-23.3. Nm 3. 1 Cr 6. TJI 10. 2. Eldade e Medade. Eleazar pprrnaneceu fiel ao Se­ nlior. “Deus lem adornado"!. o "Espirito repousou sobre eles" ê "pro­ fetizaram" |Nm 11. Durante todos os anos no deserto. Filho de Rala.30. Novamente os israelitas murmu­ raram pela ícilla de (.37: 9 43).2529. Filho de Holez. ELEAZAR (Heb. que o Senhor lhes desse o sou Espírito!" (Nm 11. Em i Coríntios existe uma ênfase sobre o fnto de quo o Espirito Santo dã a todos os cristãos vários dons ospei iais. Teve um papel pro­ eminente nos relatos da peregrinação do povo de Israel pelo deserto. alguns deles envolvem a lide rança da Igreja As Epístolas Pastorais indicam que a pluralidade de lideres era a norma na maioria das igrejas primiti vas. Quando seu pai Arão morreu so­ bre o monte Hor. o legislador reconheceu que era obra do Senhor e res­ pondeu: ' Tens ciúmes por mim? Oxalá que lodo o povo do Senhor fosse profeta. 1.1).0). Tais líderes Hram exalamente o que os israelitas necessitavam. 1.

Assim. Desceu dente de Arão e de Ilamar. Seeanias confessou a Esdras que muitos homens. foi sepultado em Giheá. pois “havia ele julgado o Israel quarenta anos” ( t Sm 4. Elnazar S flg u iu rigorosamente as leis da separação que Dous exigia dos sacer­ dotes e da nação. demonstrada contra os filisteus. mencionado na genealogia de Mateus. 3. Numa época muito Importante e extrpmamente difícil paia Israel. 5. . numa colina próxima de Qufriale-Jearim (1 Sm 7. nas montanhas de Efraim (Js 24. Js I7. Ajudou-O na divisão da leira de Canaã entro as tribos (Nm 34.2). Levita que fazia parte do coral que cantou no festa ile dedicação do muro de Jerusaléitt. inclusive descendentes dos sacerdotes de Judá.51). espei iulmnnli nu ba­ talha de Pas-Damim.1. Ariceslral de Jesus. 1 Cr 11 . (Ml 1. As gerações posteriores da família de Eleazar tiveram um importante pa­ pel na adoração do povo.15).17. Era notável por sua habilidade como guerreiro. marido de Maria. "o Senhor ó levantado alto"). apenas filhas. primos delas (1 Cr 23. Js 14. 8 . uma das incumbências foi enlregue á família de Eleazar ( t Cr 24. 6 Descendente de Parós. foi um dos “lrês heróis cie Davi".ELI Moisés nas planícies de Moabe (Nm 26). quando levaram o povo de ludn para o exílio. Sob a direçáo dp Neemias.26). loram destruídas pelos babilónios. 12 ). foi o mediador entre Deus e o povo e entre a nação e o Senhor. A muralha.1. foi consagra­ do para guardar n Arca da Aliança. o qual veio paru ser o Mediador. ó digno de nota que esse fiel homem de Deus dovia se orgulhar de seu filho Finéias.3-17).9. Ele é listado em Esdras 10. Quando morreu. Morreu sem ter filhos. entre a humanidade e o Todo-pode­ roso e para oferecer o grande sacrifício que jamais precisaria ser repetido. Na êpoc a do retomo da Babilónia. Nu lempo determinado. Quando o rei Davi dividiu as tareias entre os levilas. 19. desco­ briram que lodos os filisteus ao redor dele estavam mortos (2 Sm 23.18).33). os mu­ ros foram reconstruídos.1). ti­ nham-se casado com mulheres de outras tribos e de outros povos. seu sacerdócio apontou para o necessidade de alguém quo estivesse enlre o Deus sanlo o a humanidade e a necessidade do sa­ crifício para entrar na presença do Se­ nhor. Combinava a tarefa de sumo sacerdote com a de juiz. em meio a mui­ tos louvares a Deus (Ne 12. Filho de Mali. que mais tarde casaram-se com “os filhos de Quis". lambém lomou parlo do caso riàs filhas dit Zfilofeade e na nomeação de Josué. e deu-lheconselhos(Nru 27.c. Filho de Abinadabe. 2. Ajudou a pesai os tesouros do Tomplo quando che­ garam (Ed 8. quan­ do foi trazida paru a casa de seu pai.21.ri. Era bisa­ vô de José. Quando alguns israelitas começai am á bater em retira­ da. ELI (Heb. .3 0. Todos se arre­ penderam e fizeram um pacto de servir ao Senhor (Ed 10.42).33).18-23.Hi). Levita que retornou da Babilónia para Jerusalém com Esclras. a revela­ ção de Deus demonstrou quo o sai erdócio de Eleazar oro apeuas ura prenúncio do sumo sacerdócio do Crislo. quando iam para a guerra (Nm 31. Eslava presente no Tabernáculo quando Ana veio e orou por um filho (1 Sm 1. 161 .25 como um dos que se divor­ ciaram das esposas estrangeiras. Final­ mente. 4. da tribo de Levi. ÍOfnouse sumo sacerdote no centfo de adoração em Silo. o aoita. Outra de s u a s responsabilidade» envol­ via a representação rins israelitas diante do Senhor. no final do período dos luizes. 7. Eleazar permaneceu em seu posto e lulou bravamente alé “Lb'? cansar a mão o ficar pegada à espoda" Quando o Se­ nhor deu a vitória aos israelitas. Fillio de Dodô.2 2 :24. bem como a cida­ de.4|. dé unia vez pur Io­ das. o qual enlróu para a história devido ao zelo que demonstra­ va pelo Senhor (Nm 25).6s). r.

11-20). Quando ouviu a profecia d»* Samuel. 10. Ele conhecia e amava ao Se­ nhor. O profeta seguiu a direçáo do Senhor e foi para Belém. quando 0 casal voltava para vi­ sitar o filho.1.22-24). um dos homens escolhidos para ajudar Moisés e /\ráo a fazer o recenseamento do povo no Sinai (Nm 1. 4. veja Córò. estava preparado para dizer. l Cr 11. que saía para o batalha e liderava o povo de Israel nas guerras.0: 17. Prova­ velmente a glavidade dos pecados deles só íoi descoberta quando Eli já estava com idade bastante avançada. O Senhor untão disse as palavras que são repetidas atra­ vés dos séculos: “O homem olha para o 162 .10).1-3). Hofni e Finéias. Quando viu Eliabe. foi mais fi notícia da caplura da Arca. As palavras de condenação contra Eli cum priram -se em pouco tempo. em contraste com os filhos de Eli.7. Para mais detalhes. 2. pois o rapaz era alto. Quando Salomão removeu Abialar do sacerdócio. o sumo sacerdócio foi ocupado pelos d escen d entes de Eleazar. a Palavra do Senhor veio ao jovem Samuel. veja JlofrU e Finéias). Quando o velho sa­ cerdote recebeu a noticia da captura tia Arca e tia morte dos dois fiLhos. 26.18) E quando o mensageiro chegou da batalha. 3.9: 2.20).271. p j í . ELIABA (Heb. Filho mais vellio de Jessé *■ irmão de Davi (1 Sm 16.13. ELIABE. e não a morto dos filhos. Pai de Datã e Abirão. de boa aparência e o primogénito de )essé.27-36. IJm-dos "trinta” do.27).13). Samuel lamentava a desobediência de Saul quando Deus laJou com e le e o en­ viou para ungir o novu rei d e Israel. Derrotaram os israeUtas o mata­ ram Hoíni v Finêias. 1 7 ) . 1.2f».24-29.8. junto num o velho sacerdote (l Sm t.12. o qual ela dedicara ao serviço do Senlior 1 . o qual. que o fez cair par a trás (1 Sm 4. 7. I 'b i ao próprio E l i quo Ana e seu marido Elcana retomaram depois que o pequeno Samuel desmamou. Era da tribo de Levi 11 Cr 6.6). Ancestral de Samuel.12-1Oh A vida de Eli loi trágica em muitos aspectos. a pala­ vra do Senhor contra a casa de Eli mimpriu-so literalmente ( I Rs 2.111 Todos os anos.1 Sm 2. Os filisteus atacaram e capturaram a Arca rio Aliança. “É o Senhor: faça o que bem parecer aos seus olhos" (1 Sm 3.k . Trouxeram uma oferta e deixaram o menino para s«rvir ao Senhor no santuário. "crescia em estatura e ern graça diante do Senhor e dos homens" (1 Sm 2. 2. pai de jeroão e filho de Naate. O velho sucerdatn soube o que aconlecia e tolerou as transgressões deles (para mais deta­ lhes. perdeu o contro­ le da família e suas advertências caiam em ouvidos surdos (1 Sm 2. Filho de Helom e líder da tribo de Zebulom. quando ouviu a verdadeira causa de suas orações. 3 . Mesmo durante a última parto de sua vida. da tribo de Kúbuu.s "heróis de Davi”. I Cr 2. sua fé era evidente. pensou que encontrara o ungido de Deus. por isso. ole não foi hem-su<edido na formação de sua família: seus filhos.ELIAJ3A Etnbara a princípio pensasse que a rnuliior estivesse e m b r i a g a d a .20). Como resultado. Daquele momento em diante. abusaram seria­ mente da posição que ocupavam. A despeito da confiança e da fé que Eli Linha uo Sonhor. caiu da cadeira onde eslava sentado e morreu. Eli os abençoava e orava para quo Ana tivesse outros filhos no lugar de Samuel. ele u confortou e a despediu com uma bênção (v.33). Seus filhos lideraram uma rebe­ lião contra Moisés e Arão (Nm 16.32. mas sua fraqueza de caráter e a to­ lerância que Linha paru com o pecado ao sou rodcir eram atitudes diretamenleapos­ tas ao que o Senhor requeria <los líderes do povo (Cf Lv 22.9: Dl i 1." Deus esconde”). Eli era um homem fraco. Essa profecia reforçou uma palavra anterior do Snnbor contra Eli e sua família ( I Sm 2. Era um saalhonita (2 Sm 23.

entretanto.7).0 teu eíro nn comando dos gaditas. e Ioda a Síria e foi adversário de Salomão os oubos oficiais voltaram à presença de ( lE s 1 1.7). que gritou iruiLs ameaças. 14.C. foi uo’*a chave da casa de Davi”. ocupava uma posição tiveram o privilégio de eutender. Eliabe. se alguém se encostar. no tiram. fez com que mil homens.282.-sagem proferida em grupo de soldados bavia desertado do hebraico. assim. 23.2. 1 Cr 3. casou-se com um dos fi­ Eliaqulm ficou profundamente pre­ lhos de Davi (2 Cr 11 18) 5 . o heteu.37: de submissão. Abiail. entrar-lhe-á nome e para honra do Senhor. às promessas de Ezequias (2 Rs 18.B. Davi fez com que oração de Ezequias por livramento \2 Rs a marido dela fosse morto.26. es­ quando clamava por Ele. chamado de Amiel. i o q j grande tristeza e medo. em Zú..ELIAQUIM que está diante dos olhos. que nasceu cialmente para que não dessem ouvidos em Jerusalém (2 Sm 5.9).'I* 11. do dc paz e. pois. Apelou espe­ ELI ADA. 3. 2 Cr 36. A filha de pela mão e a trespassará!*’ (v. S. As­ exército de Saul Í1 Cr 12. Não conseguiram chegar a um acor(2 Rs 23-34. como um sinal lerusalém em 701 a. no próprio acampamento Bate-Seba tornou-se esposa dele Í2 Sm deles (vv. algo que jà deveria ler feito muito antes.19-251. Eliaquim. Pai de Bate-Seba.4).16. Posteriormente.5). Veja feoitiquim. ocupado com os soldados que estavam sobre os muros da cidade.C. Filho do rei Josias.201to. Filho de Davi. se en­ uo exército de Davi. 22. era prunairo-ministro. 21). "povo fie Deus’*). 1. tinha inveja da ria na qual o rei Ezequias se encontrava n a q u e l e momento. Ezequias aprendeu uma lição que ELIAQUIM (Hei). Fi­ pouquíssimos reis de Israel ou de Judá lho de Hilquias. uo envolveu sexualmente com ela e desco­ malar 185 mU soldados assírios numa briu que ficara grávida. hebraico (2 Rs 18. de Judá. Fez parte da mísiido por Neto.18. seu secretário. Segurava 2. depois que seu poi mor­ delegação que saiu para lidai com o co­ reu na batalha contra os ngipeios. "Deus levanta"). enquanto Davi matou o filisteu no qual. paia lodos os dependência do Senlior. pediu aos asairios que falassem em 6 Um dos levitas que toi aram harpa aramaico. 1 . Estava com ciú­ enfatizava com sarcasmo a posição prega­ mes du Irmão muis novo. Também eslava pronto para ajudar seu povo. quando a Arco da Aliança foi levada para Isso apenas provocou ainda mais o co­ Jerusalém. sa vez dirigidas diretameiile às pessoas que eslúvam na muralha. duranle o reinado de Davi I i mandante. foi chamado de Jeoiaquim 19-2).lague. 163 .17) se aiuda e direçáo. que reinou sobre 35). fitariam desencorajados. a linguagem faiada ua corte. durante o reinado de Jeosafá o rei se voltasse para o Senhor e buscas­ 12 Cr 17. des­ Cr 15. Pai do Kezom.22-24 vemos que. Ezequia>.34J. Esse mandante do exército assírio que sitiara Faraó mudou seu nome. a quem os assírios agora referiam-se Ele e os outros seus irmãos apenas assis­ como esse "bordão de cana quebrada.14-19) e interveio direlameute.3. A paJuvra decla­ rava que o Senhor estava do lado deles e Encontramos Eliabe novamente ua his­ tória de Davi e Golias. que sempre ELIÃ (I-Ieb.3. efeitos. 35ss.18. respondeu à posa de Urias. a segu­ proeminente na curte do rei Ezequias. Comandauíe valente e líder de 200 Esse desfecho.25).. sim. Em rança e a fonte da paz estavam na total Isaías 22. Esse tendessem a meu. poréni o $<?um mensagem para o rei Ezequias em uhor olha para o coração" (1 Sm 16.. os assírios proleriraiu . depois que se 19. VBja também Isaias 36. Tinha confiado no Egi­ bondade do coração dele (1 Sm 17. u/iioa noite. Sebna.20: 16. 37 2). Deus.(2 Rs 18.

Os milagres representam "sinais”.30).30. 'Agora sei que Lu és homem de Deus. ELIAS.181 transformou-se numa confissão de confiança ua missão e no ministério do profeta.24). As atitudes demonstradas pela viúva de Sarepla |1 Rs 17. Na evange­ lho de Mateus a linhagem real do Cristo é estabelecida de várias maneiras. até José e finalmente Jesus IMl I 13). os israelitas nada responderam. uo qual Elias fez cair fogo do ceu para incinerar duas companhias de soldados enviadas para prendê-lo (2 Rs 1. Líder dn uma famiiia sacerdotal no lempo de Neemias (Ne 12. Quando ouviram o desafio do profeta aos sacerdotes de Baal. Os milagres de Elias Os milagres que cercaram Eli as co m p õ em d mais vívido dos três aspectos de su ó vida. Quando entregou a Elias seu último punhado de farinha e óleo.21). mas se Baal. a qual registra vários reis e príncipes. deram seu consentimento (1 Rs 18. a acusação feita por ela: "Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniquidade o matareb a meu filbo?” (1 Rs 17. Todos então participaram Ua laplura dos sacerdotes pagãos. cair do céu. que significa “meu Deus é teovâ”. entre 1 Reis 1 7 e 2 Reis 2. ou cio fogo que fe/. Somente quando o fogo caiu do céu.7-24) também revelam que ela confiava plenamente na mensagem do profeta. Sun história é contada no meio d os relatas dos reis de Israel e Judá. recebeu em retorno um suprimento inesgotável. o sinal miraculoso desafiou o povo a responder com fé. Elias trouxo o povo para o seu lado.41) Foi um dos locadores cie tromlmla durante o culto de dedicação dos muros da ddade. segui-o.-35J. quando solicitou ajuda para consertar o altar e iogar água sobre a lenha (1 Re 18.13.9-12).16-4fí). Na genealogia de lesus. d. O PROFETA Elias. 4. segui-o" fl Rs 18. como Zorobabel. Assim. Por Irás dessas maravilhas. levou a uma confissão de fé no proleta como "homem de Deus" e a uma súplica por misericórdia por parte da capitão da terceira companhia ijue foi enviado (2 Rs 1. g .14). Isso é muito ciam no evento do monto Carmelu (i Rs 18. eles precisam decidir se ficarão a lavor ou contra Deus. Esses capílulos Alastram lrês aspectos essenciais para se entender o papel desle profela e seu minis­ tério! os milagres. todos esses sáo quadros dos quais todas as pessoas se lembram. D e u s pôde usá-lo p o d n ro sa m e n to . que ressuscitou dentre os mortos. Sua biografia é uma das mais coloridas e excitantes da Bíblia. os quais desafiam os que os testemunham para um momento dot isivo. Seja diunte do fiJho da viúva. e que a palavra do Senhor na lua boca é verdade" (1 Rs 17 24) 164 . entretanto. que a manteve viva durante todo o lempo da seca. raftete seu cmâtei. a mensagem e o proprio liomem. O PROFETA 3. inclusivo par meio dessa genealogia. Um milagre semelhante. uin homem totalmente dedicado ao Senhor. está a maneira harmo­ niosa em que o Senhor as utiliza para ensinar sobre a fé. é listado como o filho d#' Abuide e pai de Azar. contudo. Por­ tanto. El ias desafiou o povo: “ Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus. p . 5. Quando o profeta restaurou a vida de seu filho.Cilado na genealogia que vai de Je­ sus uté Adão. Devido a e ss e compromisso.ELIAS. A princípio.39). 011 ao ser arrebatado para Deus. foi que lodos responderam com a confissão de fé: "O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” II Rs 18. como pai de Jouã e fillio de Meleé (Lc 3.

que era da cidade de Tiro (1 Rs 21. e seguistes os baalins’.17. em Jezreel (1 Rs 21).1). o levariam a uma morte horrível. contudo. Seu sucessor então confessou o poder do Deus de Israel: “Meu pai. mas tu r a casa de teu pai Deixastes os mandamentos do Senhor.gião de Jericó b finalmente para o Jordão. constituía grave pecado. Embora fosso dirigida a todo o povo. Cobiçou a plantação de uvas de um súdito. subiu ao Céu num redemoinho. Eliseu (2 Rs 2. foi con­ cedida a Elias uma bênção especial. A mensagem do profeta não causou nenhuma mudança no comportamonto de Acabe Influenciado por sud esposa Jezabel. teve uma recepção diferente.14).1-14).d dn poder divino para Acabe. o deus de Ecrom. O profeta fez o caminho inverso pelo qual o« filhos de Israel entraram ua Tena Prometida: da região montanhosa de Belel e Al para a i>. o qual seria punido com sua morte 12 Rs 1. l .101. de Israel e Judá. o mesmo aconteceu a fim de que Elias passasse para o lado oriental tio rio. O PROFETA Os últimos milagres dc* Elias ocorreram ua companhia rio seu sucessor espiritual. Enquanto os prodígios inspiravam unia resposta dos israelitas desobedientes e mornos de todas as camadas sociais. o rei continuou envolvido com a cultura cana ui ta ao sou redor.45. como aucmteceu com Moisés antes dele.401. A mensagem de Elias Os uúJagres de Elias serviram pura chamar muitas pessoas em Israel de volta a Dous. mais semelhantes ãi» de Acabe do que as dos seus predecessores em Juda.12). No finai. no momento de sua partida desta vida. tudo o que esse rei fez íoi enviar patrulhas para teutm capturar o profela 11 Rs 18. O relacionamento de Elias com Acabe ilustra a mais significativa mensagem do profela e a 1'aJl. a poderosa demonstração da fé de Elias ao reler e depois liberar as chuvas (Tg 5. a palavra do profela era dirigida especificamente aos reis fe rainha também. como no caso de Jezabel. e seu cavaleiros?" (2 Rs 2. Elias escolheu o lempo e o locai para os dois se encontrarem. Do outro lado do Jirrdão.2 . Suas iilividades postoriores demonsUariam a fé no Senhor de Elias que Eliseu agora possuía (2 Rs 2. Nenhum outro rei de Israel recebeu tantas advertências e também nenhum outro governante caiu tão profundamente no pecado. Ainda assim.10) náo demoveu Acabe de sua falsa adoração. Quando Eliseu contemplou aquele grandi mUagre.25). O milagre no monte Carmulo provou a superioridade de Jeová sobre as falsas divindades. A única menção de Elias em Crónicas ocorre quando enviou uma mensagem ao rei leorão.1-17).12-20). dirigido por Deus 1 1 Rs 18. meu pai.1.a de arrependimento de um li dor. o profeta deixou claro que era devido aos erros do pròpríi i rei: “Eu náo tenho perturbado a Israel. Apesar de tudo. de Judá [2 Cr 21. Elias advertiu Acazias de que sua consulta a Baai-Zebube. Sua mensagem. Enquanto o rei corria em sua carruagem em direçáo a Jezreel para comemorar a vinda da chuva. Assim como aquelas águas se dividiram paia o povo ocupar a banda ocidenlal de Canaã.( I Rs 18.12J. com respeito à seca (1 Rs 17. Deus usou Elias para dar essa demonstração individu. o profeta o ultrapassou 11 Rs 18. carros de Israel. Acazias morreu sem demonstrar sinais de aiTependimenlo. A noticia de que esse monarca morreu de uma enfermidade extremamente dolorosa nas entranhas e de que seu falecimento não foi lamentado pelos súditos confirmou as palavras de Elias e também demonstrou d falta de arrependimento do rei de Juda.15-1<)). Embora fosse um património dado a famiiia 165 .0). O profeta adver­ tiu orei de que suas práticas pagãs e assassinas. concernente à doença que tinha no pé.ELIAS. Em sua primeira explicação a Acabe sobre as razoes da seca. rogou ao seu mestre: “Peço-te que haja porção dobrada do teu espirito sobre mim" Í2 Rs 2. O ministério do Elias comoçou poi meio de um aviso a Acabe.

isso pouco significava paia Acabe e muito menos paia Jezabel. Finalmente. mas morreriam sein sei' la­ mentados. que pennanet eu 166 . ua capital e nas cidades principais do reino do Norte. era mais do que um pronunciamento rle condenação. Jezabel também faleceria e ns cães lamberiam o sangue de seus cadáveres. O PROFETA de Nabote pelo próprio Deus.17|. Exatamente como Deus dissera II Rs 19.1). Era um julgamento terrível. entre­ tanto. A resposta qtin davam. como Tiro. Seus mila­ gres proporcionaram ujudo visual que desafiava as pessoas. Mesmo assim.'.om os que não tinham nenhuma consideração por . além de amaldiçoados por Deus. O verdadeiro propósito delas. Essr* exemplo muitas vezes serve de testemunho contra pessoas que se consideram superiores àv outras. O chamado de Elias para confrontar assa impiedade foi O exemplo de um ministro soLitario. Elias. Começa com sua origem. O arquétipo profético começa com seu sucessor. i^ontrastava com a recusa e com o coração endurecido da maioria dos lideres que ouviram as mensagens de Elias. Acabe apossou-se da vinba. Na bofo ioi falsamente acusailo e condenado ã morte. O seu ministério proféti­ co levaria o povo ao arrependimeutu. mas o Senhor não pode encontrar entre elas ninguém com lé suficiente para agir como mensageiro da Palavra de Deus. a leste do Jordão 11 Rs 17.ua maneira "simples" de ouJtnur apenas a Yahweh. é de tais lugares desprezíveis que Deus frequentemente escolhe seus profetas e aien&ageiros. as quais não estavam preparadas para ouvir seus argumentos. De todos os reis para o s quais Elias profe­ riu palavras de advertência.10. assim aconlnceu. pois significava que não descansariam coin seus ancestrais. Ainda assim. pre­ servado no texto bíblico: 0 homem Elias. As advertências sobre o. O rei foi mona e os Cães lamberam seu sangue [1 Rs 22. A solidão do proleta engloba todas as áreas de sua vida e ministério. 10. Todas as mensagens de Elias se cumpriram. Assim. O monte Carmelo provavelmente era um santuario na fronteira entre a Fenícia e Israel. Acube loi exterminada por )eú (2 Rs 10). conforme u proleta predissera. seu ministério o colocou em coutato r. Jezabol também teve o mesmo destino (2 Rs 9. Provavel­ mente i?ro tido por muitas pessoas como um fanática procedente de uma região sub­ desenvolvida. que lembrariam as palavras do profota quando m i o s mensagens se cumprissem (2 Rs 9.ELIAS. For tudo isso. juízo de Deus eram designadas para produzir arrependimento nos ouvintes p nas gerações posteriores. numa época de apostasia nacional. G l iseu. sem se importar com a aliança eulre o Senhor e seu povo. Deus enviou uma mensagem de condenação transmitida por Elias.M4-. contudo. e termina no Novo Testamento.30-37). sua esposa. O rei em breve morreria. No caso de Elins. implicava a Introdução de uma divindade paga entre os israelitas como o deus principal. O primeiro exami­ na o relacionamnnto único e u t r e Elius e Deus e entre o proleta e os que foram chama»Ioíí para ouvir suas mensagens.27291. Ela garantiu que o rui lona o que desnjava. Assim. quo Integravam deuses do grandes e ricos centros comerciais. Esse aspecto é dividido em duas partes: a sua solidão e o arquétipo do papel profético que ele desempenhou. seja de Gileade seja da Galiléia. pois veio de Gileade. o castigo viria. vestiu-se de saoo e jejuou. Lemos que rasgou suas roupas. somente Acabe respondeu positivamente. Pre­ teriam a sofisticada religião urbana dos cananeus.17). toda a dinastia de.30. o homem A questão da apostasia nacional introduz o terceiro aspecto da vida du profeta.-t8). Humilhou-se diante de Deus e o Senhor respondeu que retardaria a condenação até o reinado de seu filho I í Rs 2i . seria considerado um provinciano.

Além ffisso.1-28).1 rt). Seus milagres e sua mensagem foram levados adiante por Eliseu. A solidão de Elias atinge seu clímax nessa cima. fugiu para Horebe.19-211. a fim de salvara própria vida (1 Rs 19. não 6 surpresa quando o profeta. e mataram os teus pmfdlas ã espada. tal disparidade sorvin parâ mostrar de maneira ainda mais vívida o poder da fé em operação. entretanto. que confirmaram especificamente o que Elias já profetiza­ ra sobre a morte de Acabe. A efidôucáa de Dous não loi comprometida polii desigualdade dos dois lados. O Senlior. que levou o ministério adiante após o arrebatamento de Elias e imluiu a unção do Hazael e Jeú como reis da Siria e de Israel. por quarenta dias. Ainda quo tivesse notícia de outros profetas de Yahweh (1 Rs 18.1-29). 181. Muito mais importante. mostrou ao profeta que a presença divina não se apóia em tais demonstrações de poder. em consonância com as profecias* cie Micaias.14). evoca a imagem de Moisés em comunhão cuni Deus ÍÉx 2 4 . Elias reaparece uo relaio sobre a plantação de Nabote (1 Rs 21. Seu sustento miraculoso ali.19J. poderia apenas aumentar o sentimento de soli­ dão que Elias sentia. Di/erentemente de 1 Reis 17 e 18.1-8).1-24). O PROFETA firme contra o poder dfc centenas de oponentes apoiados pelo Estado 11 Rs 18. em lugar da ação. que lambem 167 . é o seu papel como um arquétipo profético. Rm 11-2. Ato aquele momento estava acos­ tumado a expressara presença dp D r u s por meio da utilização de magníficos milagres de “efeitos especiais’'. Aparecem os servos de Deus anónimos que trabalham em t Reis 20.ELIAS. mas também confirma a imagem de uma figura solitária separada do meio de um povo pecaminoso. A experiência. sem neubuina nub-a companhia a não ser a de uma viúva e seu filbo (1 Rs 17. porém. Thdo começou com a indicação dn EJiseu. Em 2 Reis 1. estavam todos escondidos e não lhe deram nenhum apoio. de agora em diante suas atividades sáo intercalado») com outros even­ tos e profetas. Portanto.71 . A palavra de juízo de Elias para o reino do Norte foi assimilada pelos profetas Oséias e Amós. Elias lam­ bém representa Josué o o povo de Israel. Os filhos de Israel deixaram < i Itiâ aliança. Dali em diante. seu ministério enfatizaria a palavra. fazia-se acom­ panhar por Eliseu e encontrou grupos do profetas em Betei e Jertoô. entretanto. o proleta reaparece com uma mensagem para Acazias. Só eu fiquei. mas. o qual pediu porção do­ brada dfi poder que Elias possuía e começou seu ministério repetindo o Ultimo mila­ gre de seu mestre: a divisão das águas do rio Jordão (2 Rs 2. Esse cuidado bei lidar rom a solidão do pro­ feta é evidente pelos personagens piedosos que surgem nos capítulos que seguem a cena do monte Horebe 11 Rs 19).3): "Tenho sido muito zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos. Duas vezes o Senhor perguntou a Elias por que tinha ido ali e duas vezes ele respondeu com as mesmas palavras de ressentimento |I Rs 10. ele desempenhou um papel especial. Jh notamos o simbolismo de Elias como sucessor de Moisés o qual teve um en­ contro com Deus em Horebe e deixou esta vida de urna maneira especial. Também é um exemplo de como a fé pública de uma pessoa torna-se o elemento catalisador e leva outros a ter a ousadia de também demonstrar publicamente a con­ fiança em Deus. mas oa aparente Iraqueza de palavras proferidas com brundiua í I Rs 19. e agora estão tentando matar-me também”. temendo as represálias de Jezabel.10. a qual pronunciou quando estava sozinho. derrubaram os teus altares. O primeiro sinal foi o chamado de Eli seu (1 Rs 19. seu trabalho não seria solitário. respectivamente (1 Rs 19 15-1. O ministério de Elias é um exemplo do que um indivíduo que obedece < i Palavra de Déus pode reali­ zar. filbo de Inlá ( I Rs 22. que atravessaram o rio fordao a pé enxuto. mas desempe­ nhado juntamente com outros profetas fiéis. Na verda­ de. Esteve escondido por dois anos. Embora já existissem profetas em Israel antes dele.14: cf. onde Elios traba­ lhou sozinho. nm 2 Rois 2. J 1-13).

1 0 . Este.24). Quando Neemias regressou da visita que fizera oo rei Arlaxerxes. Era responsável pelo 13*turno de serviço ( I Cr 24. 2.i com lesus e o animaria a prosseguir no caminho de solidão e auto-sacrifíeio que o levaria à cruz |Lc 9. Essa mensagem também íoi proferiria para o reino do Sul. juntamoute com Moisés.1 . Elins conversari.21. E L IA SIB E (Heb. Um dos filhos de Jeroão o lídor de clã Eru benjamita e viviu em Jerusalém | 1 Cr 8. mas Jesrus alegou que ele era o "Elias" que havia de vir (Ml 11. uo deserto (Nm 7. que ofereceria uma esperança paia o arrependi men lo anles do juízo (Mi 4. embora ligasse seu ministério ao desse profeta. chamou o povo ao arrependimento. aí) invés de desposar mulheres da própria tribo. Descendente de llarim.14). elos profèriiain a mesma palavra de juízo pulos pecados ilo pava o dos governantes. .21). Era o propósito do seu retorno simbólico. como representante de lodos os profolas que esperaram o advento do Messias (Mt 17 2-9. 2.5.361. como alguém enviado aos que viviam fora de Israel (Lc 4. 10. jun­ to às margens dn rio Jordão foão recusaria a identificação (Jn 1.) r. 168 .28-30). na figura de João Batista.47-49: Mc 15. por figuras como Isaías e Jeromius Até mesmo o último profela do AT.2 3 . Descendente de Gérson è filbo de Liiel (Nm 3.7. Um séeulo depois do ministério de Elins.650 pessoas (I\ T m 1.11*13).2 2 . E x is to uma indicação da InQuènciu que estran­ geiros como Tobias linham em Israel. 2 Sum o sacerd ote na época de Neemias. um dos que. dirigiu a reconstrução da Poria rias Ovelhas. Juntou-se aos quo se divorciaram de tais mulheres. Crislo. no novo ramo da cidade de Jerusalém. prometeu o retorno de "Elias". da Iribo de Levi. Malaquias. depois que ouviram o ensino da lei. as quais fo­ ram descritas neste capítulo de Números. O povo sob seu comando eia de 45.5. (Veja Profetas e Proferia.24-26). E U A S A F E . casaram-se com eslrangeiras (Ed 10.8.20).26]. minis ira dn por Esdras. Filho de Deuol o líder da tribo do Godé duran te o censo iJos ismelilas no deserlo do Sinai. Í3 4. na Transfigura­ ção.2 1 : 1 2 . O próprio Elias reaparece ua Transfiguração. "Deus reslaura"l. Os gersonilas. Assim. O sacrifício redentor de Cristo era o propósito pelo quaJ Elias realizara seu ministério enquanto esteve na Torra. 1. Mc 9-2-10: Lc 0. algumas pessoas confundiriam lesus com Elias (Ml 10. Também é mencionado como um dos que se rasaram com mulheres eslrangeiras (Ed 10. uo entanto. Lc 9. nunca reivindicaria essa identificação.19). 17.14: Mc 6.2 0 .17).35.2B: Ed 10.10-13: Mu 9. eram responsáveis pelo cuidado da lenda « das cor finas do Tabernáculo.3l|.ELIAS eserevijnimsuas mensagens para Israel. levou sua oferta pacífica quando o Tabernáculo íoi dedicado.27). Descendente de Eião. 3. Era filho de joiiiquim.14.14: 2.15. e mesmo os sumos sacerdotes estavam as­ sociados a ele. No NT essa profecia é lembrada e incorporada em parle com a vinda de )oão Batista (Lr 1.25).12). ELIAS 1. Poste­ riormente. fica claro o quanto era equivocado o escárnio dos que na crucificação sugeriram que Ele chamava por Elias e que o profela poderia livrá-lo fMl 27. I Um dos sacerd otes que serviam uo Tabernáculo durante o reinado de Davi. Eliasibe era responsável pelos depósitos do Templo e cedera uma das câm aras para Tobias. o profeta. expulsou-o daquele lugar sagrado (Ne 3 . 4. Cada grupo familiar da tribo 'los levitas tinha respotisahllidndes especificai.H. lambém um solitário. Como representante tribal. Veja Elias. E ora lambém o alvo sobre o qual Elias conversou com lesus.42.0).47.6).

As tareias durante o culto p u adoração eram distribuídas ontre as famílias dos levitas. Filho de Sasaque. sob o comando de Conauias e Simei (2 Cr 31. trouxeram tantos presentes e ofertas ao Templo. foi um dos muitos filhos que vie­ ram como um presente especial para Hnmã. Ele fazia parte do grupo selelo. 22).“meus. depois da conquista de Canaã (Nm :*4. Seria seu provável cos do Templo. 1 . Era uni dos levitas separa­ dos para profeiizar e tocar diante do Senhoi.34. Levita. a fim de que Deus fosse glorificado. Mais liu-de. tornou-se "como o exército de Deus” (v. foi um doS que se cagaram com mulheres estrangei­ ras |Ed 10. é cilnrlo em J Cró­ Manassés. Neto de Asafe. após o retorno do esdlio babdóuieo. ern um dos “trinta heróis” de Davi. as quais se revezavam em perío­ dos.271. E L IO A O E . . E L I A TA (Heb. 6 Filho do Elioenai.9. que toi necessário constru ir armazéns r s peei ais para guardálos. quan­ do este estava em Ziclague.olhos são de der de clã e soldado valenle tia tribo de Deus").27).11).25). ura bisavô do Samuel Seus des­ E L IÉ Z E R . Como resultado do extraordinário avivamento que ocorreu durante o reinado de Ezequias. por sorteio. uin dos supervisores dos dízimos e ofertas trazidos pelo povo.1ÍL1ÉZER 3.25: não é mencionado na lista de 1 Crónicas 11J. loi oulrn que ?r casou com mulher estrangeira l Ed L0. sou pui.24 como membro da linhagem real de Judá. mas porque o "Espirito” ope­ rara entre eles. 5.24 lista-o comn uni dos cantores israelitas que se casaram corri rnuliieres estrangeiras e viviam com elas em Juda. Outro dos "heróis de Davi" (1 Cr 11. Descendente dn Zatu. 1 Li ELIEN A I (Heb.24. Foram comandantes que propor­ cionaram um grande apoio ao filho de Jessé nas batalhas (1 Cr 12. Damascnuo.2). 6 listado em 1 Crónica* 3. s. 8 . Era harodila (2 Sm 23. 3. Descendente de Bani. depois do exílio. que loi infiel ao Senhor e-ado­ nicas 8.20). 2. 9. E L IE L (Hnb ’fmeu Deus éD eus”!. Um dos famosos gaditas que deser­ taram de Saul e uniram-se a Davi.36). Maavita. O Inrno de Eliata era o vigésimo ( l Cr 25.22. a mosma passagem sugere que tais homens transferiram a lealdade ao rei. lambém listado na genealogia que vai de Benjamim ao rei Saul (1 Cr 8.47). “Deus vem").131P-n-c.c.461 . Esdras 10. Era o sétimo na lista dos soldados descritos de forma vivida como os guerreiros exlremamente valentes. náo simplesmente para estai ao lado do vencedor. os quais iam pura a butalilue lideravam o povo de Israel na guerra. para organizar o armazenamento das doações. os quais saiam á bnlalhn e lide­ ravam o povo na guerra 11 Cr 11.4. coatfta. loi esco­ lhido pelo Senhor e nomeado por Moisés para Liderara tribo de Benjamim. 5. 169 . 6 . E L IC A . Rra servo de cendentes loram listados entre os músi­ Abr(a)ão (Gn 15. foi uomeado por Davi para ajudar a levar a Arca do Senhor para Jerusalém | 1 Cr 15. Sua ta­ refa era organizar a distribuição <lo terri­ tório destinado á sua tribo entre os vários clãs e lamílias. Benjamim até o rei Saul. 4.2l). Quando o exército de Davi cresceu. Um dos "Lriuta heróis" de Davi.25). 7. 4. ljstad o na genealogia que vai de Benjamim uo rai Saul (1 Cr 8. Filho de Simei. Descendente de Hebrom e líder de uma lamília levita. Fillio de Quislom.2LI na genealogia que vai de rou deuses pagãos (1 Cr -5.11). Filho de Siu rei. Seu pai era "vidente” do r»*i Davi. Mencionado em l Crónicas 6.

10). Era filho de forim o pai de Josué (Lc 3.34.36). Era um dos "trinta heróis" de Davi. A con­ vicção tle Abraão nesta promessa lhe foi imputada para justiça (v. Fi­ lho primogénito de Esaú e sua esposa hetéia. por sua voz.17).C. 10. junto com seus parentes.24J.1 42. de Judá. 1 1 .7. 2. Inicialmente. ELIFAL (Heb.1 1 e o advertiu de que "pagaria caro u Deus" por seus pecados.41. 15. que se junlou a Esdras no regresso a Jeru­ salém. 5. Depois. Líder entre o povo e humem sábio. os bravos guerreiros que lideravam 0 povo de Israel nas guerras.17). Neto de Benjamim e lilho de Hequer | 1 Cr 7.1 1 .‘ J ). apresen­ tou-lhe vários pecados e concluiu com 170 . Sacerdote cuja tarefa era tocar uma trombeta diante da Arca do Deus. porquo o Senhor não aprovou tal aliança cwrn um rei perverso (2 Cr 20. Fi­ lho de Ur (1 Gr 11. Finbora fos­ se o mais sábio. Um tle seus descendentes foi Selomite.19). Ajudou o referi­ do sacerdote u encontrar levitas qualifi­ cados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8 10). depois do exílio. ofereceram-lhe vários conselhos (Jó 2. Abraão éstava preocupado porque o Se­ nhor não lhe dera um descendente. pois proclamou uma vi­ são moralista da salvação. FLnalmenle. “Deus é vitorioso"). nçusou-o do subestimar 11 Senhor (Jó 15 .15. Fizeram um pacto de servir ao Senhor (E<110. Muitos homens de Judá se casaram tom mulheres de OUtras Iribos e alá de outros povos.pro­ curai ajuda contra as inimigos nos que não confiavam 110 mesmo Deus. 18.1 5 : I Cr 1. Deus reafirmou a promessa de que ele teria seu próprio filho com sua esposa Sara e que Eliâzer uâo seria seu herdeiro (vv. e me livrou da espada de Faraó" (Êx 18. teve muitos filhos f 1 Cr 2 3 . profeli/ou contra o rei Jeosafá.35). O primeiro e o mais velho dos três amigos de [ó. Essas em barcações posteriorm enl'-' foram destruídos. 9. ELIFAZ (Heb. eles loram até o patriarca.37). coniorme havia prometído.ELIFAL herdeiro. De­ pois. ficaram incapazes de falar por lougo tempo.25.311.1 0 . Filho de Dodavu. Um rios filhos de Moisés e sual es­ posa Zíporu: irmão de Gérson. Recebeu esse nome de Moisés.11. 6.201. era o res­ ponsável pelos lesouros do rei Davi (1 Cr 20. por meio de seus discur­ sos Elilkz demonstrou ser um "ínstrulor" dogmático. 6). 8.20). 1. 4. Pode ser o mesmo Eliíelete mencionado em 2 Samuel 23. natural de Maressa. para "condoer-se dele. 32). 22. Ê um Irisle com entário sobre Jeosafá. o qual. exor­ tou | ó a aceitar as perdas como castigo de Deus por seus pecados (Jó 5. Ancestral de Jesus. e consolá-lo" (Jó 2. 7.1. Ada (Gn 3 6 -4 . sucumbiu à tentação de. Levita que também se divorciou da esposa estrangeira (Ed 10 23). PiD. depois de ler seguido fi­ elmente ao Senhor durante lodo seu rei­ nado lv. 4.1. era oficial da Iribo de Ruben duranle o reinado de Davi (i Cr 27. Primeiro. listado ua genealogia que vai do Cristo até Adão. o qual.seo patriarca rião tivesse filhos. Quando viram os terríveis problemas que Jó enfnuilava debaixo da provação de Deus. 2.8) 3. O filho de Eliezer chamou-se Renhias. porque esle fizera aliança com o rei Acazias. o qual. Os dois construíram juntos navios em Eziom-Geber. quan­ do esta ora conduzida pura Jerusalém pelo rei Davi (1 Cr 15. Descendente de Jesua. Descendente de Harim.35. 2-5). eslava entre os sacerdotes que se uniram a Esdras e ao povo no arrependimento» depois do regresso da Babilónia para Jerusalém. de Israel.21e divorciaram-se de suas esposas estrangeiras (w. que disse: "O Deus da meu pai foi minha ajuda. lambém se divorciou da esposa estrangeira |Ed 10. Filho de Zicri. “Deus tinha julgado").11).

Um dos descendentes de Adonicão que regressou da Babilónia com Estiras. filho de Beqnor (1 Cr 7. também listado entre os que se casaram com mu­ lheres estrangeiras (Ed líl. era de músico. ELIFELEU. esta moabila tornou-se bisavó do rei DaviPara mais detalhes.t . linha dois filhos: Malom e Quiliora. Um encantador (Al 13.39.a ELIOREFE. 2. 2. Seus filhos se casa­ ram com m oabiias.1. 1. em 1 Crónicas 3. 3 . listado como um dos Irés fillios de Nearias. casou-se com Boaz. no tempo de Esdras (Ed 10.3. Neto de Benjamim. Um lídor do clã da tribo de Simeão. mediante sacrifícios. parente de Elimeloque. p. Uma delas. D escendente de Zatu. para que st* submetesse a Deus. durante o reinado de Artaxerxes (Ed 8. 4 . 4. Descendente de Pasur. Viviam em ELIOENAI.9).3. veja fíuto.3. pois tocava harpa e lira juntamente com seus irmãos ( l Cr 15. Da tribo de Judá.24.4]. Na providência do Senhor. mencionado em I Crónicas 4. acompanhado de duzontos homens..i . como o mou sorvo JÓ" (Jó 42. entre­ tanto.Filho de Meselemias. e a< pi­ tarei a sua oração. sem nenhum apoio masculino Da família. e p. o qual resgatou sua proprie­ dade.7-9). lí­ der de uma família sacerdotal.8. 4. marido de Noemi. P osterior mente. o culto a Deus foi organizado adequadamente pelo roi Davi Efifttleu loi um dos membros du família dos meraritas.8) 6 . Alt. B oaz e Noemi. 3 . o fim do quo fossem perdoa­ dos: “O mou servo Jó orará por vos. voltou da Babdónio com Esdras. seu Irabalho específico. ora um dos secretários do rei (1 Rs 4-3).41.34). EL IFELETE. Vós não falastes de mim o que era reto.23. Útn dos filhos de Davi.27). um dos descendentes do Benjamim» registrado na genealogia de 1 Crónicas 6. mas logo depois lambém morreram o deixaram Noemi sozinha com as duos noras. junto com ela. Um dos “trinta heróis" de Davi (2 Sm 23. q Todo o livro de ló revela de forma muito clara como a tão repetida expli­ cação religiosa dn lei de causa e «feito (pecado = juízo: justiça = bênção) é simplista demais quíuido as pessoas es­ tão diante do Todo-poderoso. 8 . um dos que se casaram<mu mulheres estrangeiras. veja Bar-fasua] ELI ME LE QU E (Hob "Deus é rei”). 2. um dos porteiros do Tabernáculo (1 Cr 26. para que intercedesse por ales. Depois que a Arca da Ali­ ança foi levada paru Jerusalém. decidiu acom panhar a sogra de volta para Belém e adorar a o Senhor. utê que a fome na terra lez com que mudassem para M oabe. du­ rante o reinado do Arluxerxes (Ed 8.7).3).33).d. 5.ELIOREFE um apolò. Um dos doscendenles de Hasum.16.13). nascido em Jerusalém (2 Sm 5. 1 .3b. cuja soberaniu é total. Descendente da rei Davi. Listado como um dos prín­ cipes de Salomão. íi. 171 . Foi um (los tocadores dc trombeta durante o culto de dedicação dos muros de (erusalém.6. Belém. cbamadu Rute. fim de ser "restaurado" í]ó 2 2 | . 5 . Era lilho de Sisa e divi­ dia esse Irabalho com seu irmão Alas. (Para mais detalhes.No final.18.g. listado entre os que se casaram com mulheres estrangeiras (Ed 10.8. nm favor do Noemi e Rute (Rt 1.9). Mencionado ein Neemias 12.21)1 E L I M A S . 1 Cr 3. Deus vindicou Jó e ordenou aos amigos que o procurassem. e não vos tratarei »:ooforme a vossa Ioui tira. PvU.u.2. Filho de Eseque.22)» 7 . 14. Um dos descendentes de PaateMoabe. o qual servia como porteiro. Essa lista proporciona uma linhagem real pura o reinu de Judá depois çfo exílio babilónico. Elimeloque morreu.

ancestral de Josué. Elisama foi um desses mestres (2 Cr 17.G. O príncipe. reformou o Templo e restaurou o culto ao Senhor Mais tarde. Os d o is primeiros foram mortos por Deus e o terceiro sucedeu o pai no cargo de sumo sacerdote iNra 20. Nos primeiros anos de seu reinado. íoi d progeni tor ria nação que leva o sen nome (Gn 110.14) ê um bom resumo ria situação: a apostasia nacional ["os filhos de Israel deixaram a tua aliança”). Unidos comandantes com os quais |oiada foz um pacto. ELISAMA (Heb. o agora estão tentando ruatar-me lambém").41 J. Seu pai foi Amiúde.8). mãe de Acazias. e mataram os teus profetas íi espada”) e u determinação de destruir o culto de Yfibweh (“só eu fiquei. e não hesitava em desarraigai a verdade por meio dn força. Filho fie lava e nelo de (afé.48. Nos dias do rei Juoiaquim.21). Elisama também li­ derou sua tribo quando oh israelitas par­ tiram do Sinai e prosseguiram a caminha­ da rumo à Terra Prometida (Nm 10. foi guardado na sala de Elisama.10. loiada es* qondera o ineniuo de Atalia.im púrpura azul.500 pessoa* (Nm 1. “meu Deus ouve”). Era pai de Num. Elisama foi um de seus muitos rebentos (2 Sm 5. avô de Josué 11 Cr 7.25. Depois de seto anos.27). levou as ofertas pacificas quando 0 Tabernáculo loi dedi­ cado ao Senhor (Nm 7. Como re­ presentante de seu povo.29— 2 Rs 10. A queixa de Elias 11 Rs 19.18). rei de Judá. 5„ Elralmita. O rolo onde esta­ vam escritas as profecias de Jeremias. . É possível que o povo dessa localidade se identifique cora os gregos ou com os liaibitantes do sul da Itália.7).7 damo o lugar ande Os moradores doTiro ol ilinh. J Cr . loi secretário na corte.8. 7. quando o velho sacerdote morreu.26.n.10. 14.29). que claramente era influenciado por Joiada.22). A enorme contribuição feita pelos eira imitas foi eutregue no sétimo dia. ELISEBA (Heb.20.12. 2. morto recentemen­ te.16. A casa real. antes de ser lido diante do rei por Jeudi (Jr 36. 4„ Filho de lecamias e líder ria Iriho de fudá: era descendente de Jerameel 11 Cr 2. 172 . Pai de Netanias e avô de Ismael. ELISAFATE (Hob.1. Liderava um grupo de 40.5:5). de Judá. o assassino de Gedalias (2 Rs 25. Fillio d* DavL Depois que ele con­ quistou Jerusalém e mu dou-se de Hebrom para lá. rei de Judá. o reino do Israel foi assolado pela apostasia religiosa.4. "meu Deus é meu jura­ mento’). Jr 41 1). tomou multas mulheres como esposas e concubiiias. Comandava uma unidade de 100 homens (2 Cr 23. promovia a religião de CunnÍL cultuandu a Baal.. i*.23). esse monarca serviu ao Senhor e enviou vários m esbes e levi­ tas para ensinar o povo sobre o Livro da Lei.“Dpus júlga"). Filha de Aminadabe e irmã de Naassnm.11 e ajudou esse sacer­ dote a coroar loás. Eleazar e 1tamar (Ex 6.17).C. representada pelo rei Acube e sua esposa sidônia Jezabel 11 Rs 16. 1 Cr 1. 6 Sacerdote viveu d o s dias do rei Jeosafá. Joás loi coroadô rei Atalia foi morta por Elisafale e pelos outros líderes.28. ELISEU No meio do século uono a. o qual Baruque levou para o monarca. 2. de Judá. Abiú. portan­ to. L Filho de Amiúde e líder da tribo de Efraim durante o cuuso dou israelitas no deserto do Sinai. a perseguição religiosa (“derrubaram os teus altares. As “ilhas de Elisá” são mencionadas em Ezequiel 27. loás se desviou de Deus e lumem tavetmente voltou-se para a adoração dos posles-ídolos lAsera).ELI SÁ ELI SÃ.7). Casou-se com Arão e deu à luz Nadabe. 3.

000 remanescentes garan­ tidos polo Senhor. Envolvia sacrifício. 171: quando voltaram. a ministério profético não termi­ naria com Elias: Eliseu iria sucodê-lo. Par esta razão. A vingan­ ça contra a casa real — pela destruição dos uJ tares O pela morte dos profetas do Se­ nhor— seria operada poi moio do Jeú (2 Rs 0 a 111). Ao operar de foram inquestionável. quando 0 práfota — acostumado à vida solitária — desejava encontrar-se com o Senhor sozinho. mais do que nas manifestações especiais ou espetaculares que proclamam sua presença. Numa palavra. para tornar-se "servo" do homem mais velho (1 Rs 19. 13-15J. 18). Três nomes figuram no comissionamento de Eliseu 11 Rs L9. o Senhor Jesus e os apóstolos.15. A história união se concentra no pedido de Eliseu (2 Rs 2. com a porção dobrada de Elias reconhendamenle sobre si |2 Rs 2. como um dos notáveis homens de Deus.9) e como foi atendido (vv. A escolha de Eliseu íoi uma expres­ são da soberania do Senhor (1 Rs 19.13-15). Concernente à apostasia nacional. mas o senso do chamai lo era muito forte. o instrumento do juizo de Deus (Dl 28.21 J. e ele abandonou a posição social e os privilégios. sobre a qual Elias tinha-se lamentado. 10. entretanto. Dessa maneira o substituto de Elias entrou em cena com um papel muito significativo: era o inicio de uma sucessão profética cujo ministério separaria e sustentaria o remanescente fiel do povo de Deus. Eles não âstão espalhadas por todos os lugares das Escrituras: realmente. originaram a linhagem de grandes profetas que vieram dopais deles. separando-o para a lunção profética. quer coubessem disso quor Dão.J8).ELISEU Nesta situação.iojil)unis. Deus honrou sou desejo: a capa derrubada pelo profeta que partia caiu sol iro 11que surgia e Eliseu atravessou novamente o rio lordão. 173 . o grupo de proib­ ias queria procurar por Elias e. A Bíblia é bem frugal naquilo que chamamos "milagres". o Senhor assim sela 0 sinaliza a natureza especial a única «los tempos e de seus participantes.8: Zc 13. A capa peculiar rio profela 11 Rs 19. pois Eliseu pertencia a uiua famiiia rica e amorosa. na qual tinha liberdade para fazer o que desejasse (1 Rs 19 19-21). seu chamado e sua exaltação como profeta do Sonhor dopais do asconsâo do Elias.19: 2 Rs 2.25. 2 Rs 2. Ao pedir uma “porção dobra­ da" do espírito de Elias. Elias e Eliseu. Sua autoridade.350 seria Uazael (2 Rs «.32. O manto de Elias As duas primeiras histórias relacionados com Elisou ( i Rs 19.32. Elias e Eliseu (Heb.15). afinal.211não foi "um fogo de palha".4] 0 envolveu.s pelas referências à capo do seu antecossor ( | Rs 19. era o produto dn uma preocupação a m o r o s a [v. assim como Elias.1-17). o ministério dos dois loi muiroado por notáveis obrus solíri. 12. em sua maior parte a Bíblia concentra-se na providência ordinária do Deus. não desejava ser "duas vezes ma is” do que Elias! Esta quantidade era o que recebia 0 M io primogénito na partilha dos bens (Dl 21.15-21.10-13. gentil e ameno sempre foi a característica de Eliseu. ernbora Eliseu s o u b e s s e rjue seria toline e perda do tempo não reprimiu aquilo quo.16). juntamente com os 7. Esse espírito amável. não Inmsformou aquilo num assunto mais grave lv.17.2-tV). Em sua imaturidade.3-24). estão l l g a d a . não era baseada uo autoritarismo. Samuel. Isso nos ajuda a ver Eliseu. eutretanto.19: 2 Rs 1. Eliseu já tinha c o n h e c i m e n t o de Deus e estatura pessoal sufici­ ente para recusar as ordens de Elias (2 Rs 2. nem sua lideran­ ça simplesmente baseada ua tomada de decisões. sempre marcum novos comoços — Moisés. 13. mas exigia uma resposta pessoal. e o desejo de Eliseu era ser reconhecido e equipado como o sucessor escolhido por Elias. Seguir Elias toruora-se «ua prioridade de longo prazo.17). sua pronta decisão de acompanhar 0 profeta (1 Rs 19. Grupos dn tais eventos. Na época de 2 Reis 2. de volta á Terra Prometida.18. "meu Deus salva") encabeçaram “a revolta pro­ fética" a.

niu ele era reconhecido publicamente como profela do Senhor. As primeiras duas historias sobre Eliseu mostram esses usos contrastantes dn espada: uma maldição removida (2 Rs 2 . que para Ele pareceu muito grave. “as águas são más. “rapazinhos estúpidos’' 12 Rs 2. isso não poderia ser visto.34) que precisava pagar um horrível preço? A maldi­ ção.26). Eliseu atravessara o Jordão no mesmo loral que Josue o fizera e. apenas para descobrir ( I Rs 16.Chegara o tempo do indicar o lavor de Deus em prol ria bênção. estava do comando. entretanto. A vitória foi de Deus e 2 Reis 2.22). a situaçáo era de confronta o o futuro de seu ministério dependia do seu desfecliO. e a espada de Eliseu foi utilizada de lorma sim ilar— exaltar u pobre e o uecessilado pura uma vida melhor.23-25). Esta arma. mos. o "sal" (embora as Escrituras não expliquem a razão) era o símbolo da aliança elerna do Senhor (Lv 2 13: Nm 18. se ele fosse realmente calvo. Assim. como tal.19: 2 Cr 13.25 mostra a completa Uberdade que Eliseu leve para viajar por toda a terra em sen ministério. O certo é que a cabeça de Eliseu deveria estar coberla. arranja­ ram-lhe um "comité de r e c e p ç ã o ” r l e "rapazinhos" — náo crianças pequenas.28-33) estava no centro da religião liorélica de Israel lr até lá exigiu grande determinação por parle de Eliseu. Pode ser que ele usasse os longos cabelos de um uazireu (Nm 0. 241 O significado da zom­ baria (e sua gravidadel não é bem claro.20) indicava que algo eslava paia acontecer. seria essencial que desde o principio estabelecesse domínio onde fosse necessário.23.19) — um manancial de agua suspeito que espalhava infecção mortal. porém. Ambas registram ci. c podemos ver o brilho dela tio decorrei de seu ministério.ELISEU A espada de Eliseu \ associação de Eliseu com HLazael n uom Jen obviamente colocou uma espada de juízo e. nos dois lados de seu ministério^espada. Jericó íoi o primeiro obstáculo de Israel ua possessão de Canaà e. 174 . como e le . quando Eliseu ihogou. seria estratégico que os sacerdotes de Betei rece­ bessem o primeiro golpe. Não é interessante que justamente d os dias do rei Acabe urn homnm chamado Hiel achasse que podia ignorar a maldição. Semelhantemente. existe um grande Deus que fica ao lado dos seus servos quando estão acuados: o Senhor ouviu a zombaria. agora que Elias havia saído de cena r um novo homnm. mas. entretanto.5).5) r o s garotos na verdade zombasseui de sua consagração. Simbolicamente. Botei (1 Rs 12. de acordo com o contexto. esse alo reverteu a maldição e trouxe a cidade e seus moradores para as novas bênçãos do pacto. prevaleceu lambém contra os que viviam no lugar amaldiçoado: literal­ mente. de foruia que. A “tigela nova" (2 Rs 2. se ele desejava exercer um ministério sem restrições.m sua mão. mas na palavra do Senhor proferiila por Eliseu (2 Rs 2. foi colocada sob urna maldição por Josué (Js 0..19r22) o uma proferida (2 Rs 2. propusera um novo começo nm Canaã. resta Ufand o e condenando. às vezes lem outra utilidade: e com 0 loque dela que um monarca transforma uru de seus súditos num nobre. embora o poder náo estivesse no ritual ou na magica. que não fora ainda testado. De qualquer maneira.Lular ou fugir de qualquer num ei­ ra significaria perder o dia. e a ferra é estéril” (2 Rs 2.

13).20 (os profetas e outros): A pnrda recuperada (6. A derrota da Síria predita. 13 14-19. íoi abençoado |2 Rs 5. D 2 Reis 5.t3s: 2. A peça central dn toda u apresentação — conforme destacado acima. lambém ungiu alguns reis — embora devamos notar cuidado­ samente em 2 Reis 9. Predito a derrota de Moabe (v. 38-4 I I. entretanto. corrompeu a doutrina tia graça imerecida expressa ua recusa do profeta de 175 .23.1-7). severo em suas deníindas (3 .1-6. proot upar-sô com uma ferramenta per­ dida Í6 ls). O rilho da sunamíta ressuscitado fw. A de Israel. Agua da vida.17). Quando Geazi.27). diomr diante do sofrimento (8.23-25).20. 8-37 lo povo): A viuva pobre íw 1-7) e a senhora rica (w.1'8). 7-14 |o povo e os reis|: A terra dâ surtamita reslaurada.1. 1) e o qxio elo insensatamente acrescentou para satisfazer sua suposição pessoal de que po&stiih o dam profético (w.1-10). Quando Nuamà obedeceu à ordem de Deus em Ioda a sua simplicidade. para promover ú bem-esiar do povo de Deus (G. 32*37). resoluto na promoção dos justos juízos de Deus (9. a hbtfV ria de Naamã o Geazi — é um perfeito resumo da vidu deste grande homem. suprir as necessidades do pobre ((4.8s)i por outro lado. ao cobiçar privilégios [2 Rs 5. 7. ao sustentar os indignos (2 Rs 3.11-20 (os mo uarcas J: Os reis de Israel denunciados (v. sobre quem a "porção dobrada” de Elias veio tão abundantemente.2) e na destruição dos inimigos de sou povò p3. 271.38-41.8-37J e a lurra 18. C‘ 2 Reis 4. Ele podia intervir e influenciar o curso da história. Bi 2 Reis 8.42*44 (osprofetas e os outros): Tirado o veneno da cnmida (w.38s).1-10 a diferença eutre o que Eliseu mandou o jovem dijwr ív. Multiplicação dos pões (6.18). C2 2 Reis 6. 6-101! Uma mais maiores qualidades do ministério tle Eliseu.1-27 (Naaiuã e Geazi): a remoçâoda impureza contraída fw. perdida. lôf20). contudo.8*23. doador de vida. cuidava de seus subordinados (C1) e idenlifiCHva-se com seus desejos (C*). Eliseu. 8-37).22): por um lado. era que sabia ser condescendente com as pessoas comuns com anuir e poder (B\ I.2 I (os monarcas): os reis do Israel destruídos. alimentar o laminto (4. restaurar uma criança I4.1-7. A* 2 Reis 0. 14. B J 2 Reis 4. As pessoas colocadas entre parênteses indicam o alcance do interesse d* Eliseu.18) A irn de Deus contra Israel (v. Na verdade.11»). 6.14s).24—7.1-7.Muitíplii agão dos pões íw 42-44). ao subju­ gar seu orgulho diante da revelação divina e submeter suas necessidade? ã provisão divina. poisseu ministério levou-o diante dos soberanos.1-13. Is) e usar o poder dado pelo Senhor.20) e contradizer a ciente de Deus conforme revelada na atitude de Eliseu (vv.EU SEU Bondade e severidade O padrão das histórias res! antes de Eliseu mostra a dimensão d'e seu ministério em graça e poder: A‘ 2 Ruis 3. Eliseu representava wna nustura balanceada da "bondade e severidade de Deus" (Rm 11.

c. Descendente rle Obede-Edom. mostra que os homens nomeados paia essa tarefa foram escolhidos pelo próprio Deus.28: 1 Crónicas 2. Ele eslava furioso com os outros Lrês amigos.A .30. Era coraíla. Como os oulros. Porque era mais jovem.25. “ele é m eu Dous").18 é a mes­ ma pessoa. trazendo vida aos obedientes e morte aos desobedientes. e P.G . Um dos Irmãos de Davi. Ao permanecer fiel ao Seuhor duranie ioda sua prova­ ção.1). não importa o que Satanás atire contra eles (Jó 32. J. Eliú não com­ preendia como o patriarca tinha a capa­ cidade de afirmar sua inocência perante Deus.D . ou seja. "Deus e salvação"). contraiu a contaminação do mundo com o qual imha-se identificado Iv. em 1 Samuel 16.17). Elisua era um de seus muitos rebentos (2 Sm 5. 20). Apa­ rece quatro gerações antes de Josá. E lie l. pela incapa­ cidade que demonstraram em refutar os argumentos do patriarca e persuadi-lo. em 1 Crónicas (■>. ELIÚ ÍHob. tanlo enobrecia como destruía.C. com reputação de capacidade e força no ser­ viço do Senhor.W . entretanto. Am e s ­ trai de Samuel (1 Sm 1. e ra líder da tribo deZebulom. 14. dissi íTiulou (v. Sugeriu como Jó podia demonstrar arre­ pendimento diante do Senhor. Fillio de Baraquel.D. |ó foi apanhado no meio de um desafio celestial. foi apontado por Moisés para ocupar o territorio que seria destinado ao seu povo. da Lribo de Levi (1 Cr 20.34: e Eliabe. 2. 27 J. “a arca. tomou muitas mulheres como esposas e concubinas. 25). 1.7). ou o que já sabia no fundo do seu coração: algo muito mais sério acon­ tecia. 18.8 e 2 Crónicas 29. 4.ELISUA receber recompensas. enquanto buscavam explicai a Jó o q u i i estava errado. 176 .5). que inclu­ íam um grande número de clãs familia­ res. ELIZAFÃ (Heb. 5. mudou a vordade díi Sonhor uuma mou tira (w. Como os primeiros capítulos do Uvro revelam. diante das tragédias que sofrera. Era o chBfe dos coatitas. os utensílios do santuário com que ministrara. l Filho de Paruaque. Em Números 34. podem referir-se à mesma jiessoa. Eliú nra um oficial na tribo do Judá f't Cr 27 18). 25) e viu o ministério da graça de Deus como um meio de obter lucro pessoaJ | v. 1 Cr 3. ELISUA (Heb.15. Um dos lideres entre os levitas. 2 Crónicas 11.20) 3.24). Na* mãos dp Eliseu.14. a mesa.15). Números 3. duranie o tempo da peregrinação no de­ serto. da lamília do Rão. Depois que o rei conquis­ tou Jerusalém o mudou-se de Hebiom para lá. nm 1 Crónicas 6. que é a Pàlavra de Deus (ET 0. 2. o buzita. Fi­ lho de Davi. não via o que Deus podia ver.22).27.6: 17. Era Pilho do Uziel. primeiro ouviu os nutros. ura um dos amigos do Jó que o aconselharam sobre sua doença e as perdas que sofrera. “mou Deus tom protegi­ do”). o candelabro.2 a 37.31 revela que esse grupo era responsável pela m aioria do trabalho dentro do Tabernáculo. s. ELIÚ DE (Heb. 21.13. « o r e p o s ­ teiro com lodo o seu serviço” Veja tam bém t Crónica/» 15.0. a espada do Espírito. nesse mesmo texto. os aliares. O v. P.13. Eliabe. Um dos líderes da Iribo de Manassés que desertou para unir-se a Davi em Zíclague (1 Cr 12. ele demonstrou em sua própria vida o poder do Deus para guardar seu povo. Seu pai é listado como Aquim e seu lilho como Eleazar. “Deus é meu louvor"! Um dos ancestrais de Jesus mencionado Da genealogia de Mateus (Mt 1.

mas porque o "Espirito" operou no meio de­ les (v.26). 36.n. 3. teve um irm ão cham ado A bilud e (1 Cr 8. Esse comandante estava entre os oficiais que ouviram a lelpira feita por Baruque das profecias de Jeremias e aconselhou os dois a se esconderem Depois lenlou evitar que o mi queimasse o rolo IJr 36.2). Listado nu 1f>* geração depois de Davi.5.c. Ajudou o refe­ rido sacerdote a encontrar levitas qualificados para acompanhá-los de volta a Judá (Ed 8. “Deus é minha torça").5). rlepois que o rei "to­ mou ainda mais mulheres em Jerusalém. Filho de Acbor.35).11. Filho de Sedeur e líder da tribo de Rúben. Des­ cendeu te de Benjamim e líder tribal. listado na genealogia que leva ao rei Saul Sua mãe chamava-se Husim. Basumato o Ada ÍGn 26. 'Deus é deleite").1«). a Bíblia dá a idéia de que tais homens uão trnnsferiram a lealdade apeuas p a ra estar do lado vencedor.5). Um dos filhos de Zebulorn e bder do clâ dos elouitas (Gn 46. nas­ cido em Jerusalém. Provavelmente é a mesma pessoa do item u«2.18) ELPELETE. Um dos lilhos de Davi. 1. Da tribo de Zobulom. como fez seu irmãó Jacó (Gn 27. após a morto de Ibsã (Jz 12. ELMA DÁ. ELNAÃO (Heb. mas Elnatã o apaniiou e o trouxe de volta para (erusalém. “Deus tom agido").ELZABADE ELIZUR (Heb. mas depois juntou-se ao grupo do filho de fessé.8). Seus dois filhos são listados entro o» "heróis de Davi". "terebinto").3. "Deus tem dado"). f. 2).25). Ele se uniu a Esdras no regresso da Babdõnia paia Jerusalém.U m dos ancestrais de Jesus (Lc. 3.8).21*23). (Veja JuiZCJS). E LZ A B A D E .34. foi um dos [uizes e liderou Israel por dez anos. 35). Ele lambem Liderou seu povo quando os israelitas deixaram o deserto do Sinai (Nm 10.40). 3. como guerreiros de renome. Ele advertira o povo sobre o iminente (uizo de Deus o a des­ truição de lerusalem pelos caldeus.11. um pro­ feta fiel ao Senhor. Nm 26. i! gerou ainda mais filhos e Cilhas’’ (1 Cr 14. 0 nono na lista dos famosos guerreiros da tribo de Gtide que abandonaram o exército de Saul e se 2. onde u rei mandou mata-lo. C) contexto rnvela que tomar muitas esposas provavelmente era o que se esperava de um rei cujo reino "se ti­ nha exaltado muito” (v. Um dos judeus que lideravam o povo. "meu Deusé uraíí rocha"). pai das esposas de Esaú.12. 2.500 pessoas (Nm 1. Um arqueiro da tribo de Benjamim. Pái de Jeribai e de Tosavias | 1 Cr 11. Liderava um grupo de 46.12. Foi um dos “trinta heróis" de Davi. Pai deNeuslu. um dos líderes en­ viados ao Egito pelo rei Jeoiaquim em perseguição a [Mas (Jr 20. arnbidestro e extremamente hábil Primeiro lutou no exército do rei Saul. Foi obrigado a fugir poro salvar a vida. 1 .10). Seus pais desejavam que Esaú se irisasse com uma pareate.14. 2. 1. Como re­ presentante dasrubenJtas.46 a 28. "foram para lsaque e Rebeca uma amar­ gura de espirito" (v. 177 . levou sua ofer­ ta pacífica quando o Tabernáculo foi de rticado ao Senhor (Nm 7. na época da censo dos israehlas no de­ serto do Sinai. mãe do rei Joaquim (2 Rs 24. -A gran­ de contribuição íeila por sua tribo foi entregue ao Tabernáculo no qoarto dia. Mais tarde.28). tomarias por ele das tribos que se encon­ travam na região onde se estabeleceram.16).12). ELOM (Heb. ELNATÀ (Heb. Era pai de Cosã e filho de Er. Elas.30. ELPAAL (Heb. Heteu. ELUZAI (Heb. 23). em Ziclagun (1 Cr 12. ua mesma passagem.

7 a 8 aconteceram durante um período de profunda crise. no tempo do cido um sacrifício que não estava de acor­ rei Davi (3 Cr 26. continuam firmes na identificação do Cristo Como o Emanuel da referida profecia. rei tle Judá (732 a 715 a.10-12). Nomes similares aparecem pelo menos em duas ocasiões em antigos escritos judaicos éxtrabihbcos.10: Mt 1. "protegido por Deus"). no reinado do Acaz. Em resposta.141. Fi­ Ziclague. o dará à luz um lilho. 700 anos mais tarde. Para entendermos melimr o significado deste título para Jesus.C. É comum os cristãos interpretarem Isaías 7. Estias descrições orientam a profecia inteira paru o tempo de Acaz e uno para Os dias de Jesus. o será o seu nome Emanuel". Isaías 178 . EMANUEL Mencionado quatro vozes na Bíblia ÍLs 7 . Foram conunulanMoisés pediu a ele e a seu irmão Misael les que proporcionaram um grande que carregassem os cadáveres dos primos apoio ao filho de Jessé. Os eventos registrados nos caps.7). mamente valorosos. recusou o sinal. Isaías anunciou que o .13. não dã a devida atenção g um contexto mais amplo da profecia. é listado entre ao lado do Tabernáculo. Logo depois do nascimento do menino.2). de Israel. O nomtí significa "El (Dous) está conosto" e indica que a pessoa demonstrava a presença especial de Deus com seu povo. lio de Arão. Desde os primei­ ros séculos do cristianismo. Alegam que Isaías referia-se ou ao seu próprio filho ou a Ezequias.3 registra que o profela leve um filho. Esses homens são descritos de lho deUziel. o profeta disse ao rei Acaz que snus vizinhos do uorto deixariam do ameaçá-lo antes que Emanuel soubesse "rejeitar o mal e escolher o bem" (ls 7 15.14: “A . para serem enl«rrados Cr 12. judá soria entregue nas mãos da Assíria. Jesus é o cumprimento da profecia é d termo Emanuel refere-so exclusivamente a ele.).1. De acordo com esle ponto de vista.Se* nhor mesmo escolheria um sinal.C. Os cristãos adiam que Emanuel refere-se ao próprio nomo de Cristo. Sagúndo. Essa abordagem tradicional.16). por torem ofere­ os porteiros do Tabernáculo. poi causa da infidelidade do rei (Ls 7 17-25).23 declara que o nascimento virginal de Jesus cumpriu a profecia dc Isai as 7.ELZAFÃ uniram a Davi. nas batalhas jl Nadabe e Abiú. Deus oloreceu ao roi do ludá um sinal do seu cuidado (1$ 7.8.lá : 8. entretan­ to.4). que seria Emanuel (ls 7. os dois morreram 2 Filho de Seiuaíaa. o profeta assegurava a Acaz n proteção por meio do Messias Dessa maneira. atacaram os judeus. onfretantó. Vários futurei» indicam que essa profecia faiava de alguém que vivia nos dias de Isaias.12). Riralelamenle com a descrição do Emanuel (Is 7. vir­ gem conceberá.23). a iim de forçá-los a unir-se a eles numa aliança contra o lmpèrio Àssirio (Is 7. Isaías 8. Em 735/4 a. como um tipo ou prefiguração de Cristo: Priniehr).14 como uma referência direta e ex­ clusiva a Cristo. su­ cessor do rei Acaz. foro do acampamento. Maer-Salal-Has-Baz ("rápido-despoju-presa-segiira'"!. da Siria.. numa atitude hipócrita. e preferiu a proteção da Assíria (Is 7. O Senhor enviou Isaías para dizer a Acaz quo Rezim e Peca não consistiam uma ameaça séria (Is 7. mas Acaz. da tribo do Levi maneira vívida ca mu guerreiros extre­ Foi líder dos coatitas (Ex 6. e Peca. o rei Rezim.15).22: Lv 10. Os cristãos.10). do com as instruções de Deus. por sua vez. quando ele eslava em EL2AFÃ (Hob. Mateus 1.3-íi). . precisamos pri­ meiro olhar para o contexto histórico original da profecia de Ualas. os judeus têm questionado essa interpretação dos cristãos.

27 fz 1. 31.2 . O Senhor o mencionado como o que habita 0 0 meio de seu povo polo monos 89 vezes. Cristo o s t o r á uo meio de seu povo para sempre. 179 . que viveu enire nós ffo 1. (a feiticeira dej. a grande esperança do Novo Testamento é que.D l20. A presença de Deus conosco ô um conceito fundamental t?m todo o Antigo Testamenirj. olhar para o Sonhor tornara-se apenas uma última tentativa de sobrevi­ vência.EN-DOR anunciou o despojo da Siria e Israel “untes que o menino saiba dizer meu pai ou minha mãe" (Is 8. 2 Cr l . nos dias de Isaias como umu figura do Cristo. não lhe respondeu íw 5.5).131.9.23 explica que lesus era a expressão definitiva da presença de Deus no meio de seu povo.5.]. Isaias faiou sobre Emanuel nos dois oráculos que se seguiram ao nasci­ mento de Maer-Salal-Hos-Baz (ls 8. o Emanuel original nasceu.14. 18.18. 2 I<s 18.15.14).15.16: Al 1 8: 2. e muito mais.9>22. 2. Js 1 .4.4 . Isoías tomou-se pai dessa criança fdepois que sua primeira esposa morreu) com uma segunda esposa cujo nome não é tunnciouado o que cumpriuo requi­ sito ila profecia.14. Ele era a única esperança segura que eles tiniram «lo bênção e proleção. MateuS 1. Num mundo cercado por inimigos. a quom posteriormente Moisés nomeou chofe dos naítalitas (Nm 1.10). 2.8. por sentir-se cada vez mais ameaçado por Davi e pelos filisteus.37.7. ! Cr 22. porém. Cristo está nó tnnio da Igreja. para a batalha. de acordo com a Lei de Deus IDI 18.ÍÍJ. quan­ do o rei consultou uma feiticeira na cida­ de de En-Dor. porque Ele era a plena domonstração ria pre­ sença do Senhor do meio de seu povo. para saber sobre o luluro dele. Por meio da terceira pessoa da Trindade. Como o Messias. famuis o Senhor se identificara lào intimamente com o povo da sua aliança. Se for assim. Cristo era tudo o que o filho de Isaias representava. TJur dos líderes da tíiho do Naflali.3). r. o Senhor. Essas descrições tornam possível que o Emanuel fosse Maer-Salal-lIasBaz. Jesus enviou o Espirito Santo para estar com seu povo (Jo 14.5).4). porque era virgem no momento nm que a prediçíío foi feita. Em seu ministério torreuo. Jesus cumpriu Isaias 7. Esso associação próxima entre os dois no­ mes também pode indicar quo se tratava du mesma pessoa.29. os israelitas fiéis nutriam a presttnça de Deus. Said eslava tão afastado do Dous que. Deus estova presente com os indivíduos e com toda a na^ão (Gn 21. expulsara todos os mé­ diuns e adivinhos de Israel f 1 Sm 28. 11). 1 Samuel 28 relala um mcidenlena vida do Seul.8) o um dia voltarão com Ele (1 3. 6. a fim de protegé-la e abençoá-la (Ml 28. EJb próprio.7: 17. Depois da morte do velho juiz. A presença de Deus no moio de seu povo também é um conceito vital no Novo Testamento.f.78: ele.18.6J. 7. num novo Céu e numa nova Torra (Ap 2 1 3). Cristo tomou-se o Deus eucamado. Finalmente. 7hrceiiv. Depois de sua ascensão. 3 9 . numa leutaíiva de sobre­ vivem ia. Dosile que já estava sob juízo. temou « estreme­ ceu muilo o sau coração" (1 Sm 28.11.28:2 Sm 7. Deste pouto do vista. EN -D OR. Só é mencionado om conexão com seu filho /Vira.16.l :Z c 10. o rei consultou ao Senhor por meio dos profeta» e do Uriiri e Tiimim o esperou que Deus lhe falasse por sonhos. Saul dispôs-se a quebrar a Lei.l!'l: 10. “Vendo Saul o arraial dos filisteus.20: 28.20). após o julgamento final.3 :4 6 . sem duvida poT orientação rle Samuel.1 -41). KJ.3. para ele. ENÃ. Paulo também explicou que os que dormem no Senhor estão com fesus |2 Co 5. lS m 3 . Os filisteus tinham armado acampa­ mento em Suném e Saul levou suas tro­ pas o Gllboa. A princípio.

a despeito de iodo o seu pecado e desobediência. ou simplesmente removido Enéias vivia em Lida e era paralítico. em Lucas 3. A maio­ 5. '‘trasladado". e dest aca que só e possível "agra­ dar a Deus”. Escrituras. 2. con­ um livro da período interteslamentário. "a já náo era. e procurou a feilíceira. AbeJ. que levou ao pronuncia­ mento de sua morte.d. diz que Enoque “foi trasladado.37. Primeiro filho de Caim. EN ÉIA S. comu há indicação de que ludas considerasse esse texto “inspirado”. Um dos lideres do elá dos midianilas. Parece que nunca tivera uma experiência como aquela antes. por sun fé. p.Nm de Jarode e pai de Matusalém. ou parle de seu Lomoque. Saul con­ firmou Mia desobediência e falia de con­ fiança nu Senlior. homem notável nessa linhagem piedosa Deus não Ihe respondeu: asáfcn. Assim Enoque foi oousideradn “justo" perante o Senlior. Enoque. seus descendentes. 1 . O filha mais velho dp RúLen e lí­ ria dos seus descendentes permaneceu der da família que ficou conhecida como fiel ao Senhor e o adorava. para julgar lodos os maus. ao co­ mentar sobre a fè tle alguns dos grandes heróis do passado. a Riblia simplesmente diz. Mi íncionado apenas em Atos Não há dúvidas de que Enoque to) 0. Como membro da linhagem dos des­ cendentes de Adão que permaneceram fiéis ao Senhor. Como resultado. coma um livro deste filho ua primeira cidade que lunqur continha um conceito com o qual ele dóu fGn 4. Outra re fe T ê u c ia a Enoque é encon­ ENOQUE. da Terra para a presença de Deus. elo loz que cometeram.r„ 180 . porque Deus para si o tomou” (tia 5. De falo. a Bíblia descreve em Génesis 5 4. pot meio da fe nele. Em nenhum lugar a passagem indica que taJ utilização du Sfírviço de uma fei­ ticeira seria aceitável sub certas condi­ ções. pudesse entender.9: Èx 6. 1 Cr 1. 18.3]. O escritor vai mais adiante. A passagem tam­ bém indica que a próprio feiticeira fícuu atónita quando um possível demónio dis­ farçado du Samuel lhe apareceu I I Sm 28.22: i Cr 1.4. toda a sequência do evento foi per­ mitida pela providência do Dous. Num vivido contraste com o lilho concordava: o Senhor retornaria com seus anjos.5: 1 Cr 5. O escritor da carta aos Hebreus.3).g .17.24). Em vez dn regis­ tro do sua morte. de Caim. outro Enoque. 3. que cita a profecia de depois que este foi banido por Deus. par­ que "alcançou testemunho de que agrariara a Deus'’ (Hb 1 1. a verdade é o contrário. levou uma vida jus­ ta. sem prostrado em um cama havia oito anos.21. iíihn o clã dos enoquitas (Gu 46. Sem du­ vida. Viveu um total de 3fi5 anos e “andou com Deus". Este vocábulo significa "louvar". ficaram famosos pelos pecados conteúdo confiável.ENÉIAS (Gn 5.5). para uáo ver a morto”. fillio Enoque era um dos cinco uetos de Abroáu de Adão e Eva que ocupou a lugar de e tle Quetura (Gn 25. a fim de que o seu juizu pudesse Ser pronunci­ ado de uma maneira que Saul.24). A consulta foi o grande ato final da desobe­ diência de Saul. morto por Caim (Gn 4.13J.n. um ensina que a es­ critor demonstra ser esseut ial para o en­ tendimento adequado do cristianismo. Caim colocou o q o u ic uma citação ayjrovadora. Portanto. No entanto. denado a vagai' pela Terra. Seu pai foi d primei­ ro homicida. Em outras palavras.I2.23. Como isso aconteceu ou por que midade e lesus o curou O milagre fui ele nm particular foi escolhido para ter instantâneo. Enoque tanibóm aparece comu ancestral de Jesus.14. trada ern ludas 14.33-35. p .25). dn linhagem de Sete. muitas pes­ esse grande privilégio náo e revelado nas soas na cidade converteram-se m o Senlior. Não neto de Adão o Eva. era atribuído ao Enoque de Génesis 5.18 19.33). a serviço do Senhor. foi ura 26. experimentar o sofrimento ou □ dar da D apóstolo Pedro repreendeu-lhe a enfer­ morte.

1 Cr 1. talvez por providenciar sus­ tento material para elos. também destacava-Se como un» homem de oraçãó. Foi enviado pela igreja daquela cidade (“vosso enviado” F1 2. Paulo o chamu do “companheiro nos combates". que o deixou quase á morte. com quem trabalhou p Ibi companheiro do prisão em Roma (Fm 23. para levar um donativo em apoio ao ministério do Paulo. Também levou informações a Paulo so­ bro os colossenses.30). Iísses irmãos eram conhecidos por sua “fé e amor”. Epafrar. Elo compartilhava a heran­ ça do apóstolo.30). por meio dn apóslolo. Sabia o quanto em importante pura os novos con­ vertidos terera um crescimento contínuo na Té. A intenção aqui ó es­ tabelecer um contraste direto entre os i lescondentes fie Sete e sua obediência ao Seuhor e a linhagem de Caim. E P A F R O D IT O . Ele tinha "grande zelo” por es­ sas igrejas. Talvez por essa razão o apóstolo o le­ nha chamado de “escravo de Cristo le­ sas" (Versão Contemporânea.121.13). que esses irmãos converteram-se ao Cristia­ nismo por meio da pregação dp Epafras. 4. Paulo o despediu. ao enfatizai o serviço que lez Epalrodito ficar grave­ mente enfermo (v. ‘servo”).25).11. mas é bera evidente que Raido tínha por ele uma elevada consi­ deração e es tinia. e o apóstolo considerou sua recuperação como uma intervenção misericordiosa de Deus (Fl 2. “nosso amado (Sonse-Evo".1H.6-11. mas também Hm Hierápolis e Laodfi. pelo “amor no Espírito” u pelas evidênaaa da graça de Deus que operava entre elos. Enos também e citado uti genealogia qun vai de Imsus até Adão (Lc 3.r> ). principalmente diante da perspec­ tiva de enfrentarem o iaJso pnsino e até mesmo fiersp-guiçOes. perfeitos e plnnamente segu­ ros em toda u vontade dr: Deus'' (Cl 4. 2fiJ. em oulras igre­ jas. e assegurou aos filipenses que o irmão enviado por eles 181 .121. a qual foi mencionada previamente em Génesis 4. Cl 1 7. com as mais alias rpcomendaçôes. de uma maneira frequentemente associada ao próprio Pau­ lo. suprindo para com ele o ministério pessoal dos outros irmãos filipenses que não poderiam ir pessoal­ mente ate onde Paulo estava preso (2. Sua oração era paia que os colossenses pudessem consorvarse “firmes. ao cbomá-lo de “mnu irmão" (2. O irmãos ficaram tão an gustiados com suo doença que o próprio Epalrodito licou preocupado. Cristão da cidade de Filipos. Além de suu fidelidade na pregação. ou simplesmente poi orar i? ensinar. porque o serviço do Evangelho em que ambos es­ tavam envolvidos era uma luta de vida ou morle e Epairodilo eslava disposto a chegar “até bem próximo da inorie" pela obra de Cristo |v.:éta |C 1 4. causou grande pre­ ocupação para Paulo e os filipenses.EPAFRODITO ENOS. m encionado som ente em Filipenses 2.3tll EPAFRAS. Não sp sabe ao corto se Epafrodíto era um dos líderes da igreja em Filipos ou simplesmente um discípulo comprome­ tido com Cristo. Eli: citai total as­ sistência ao apóstolo. Paulo relere-se a elecomo'cooperador" |v. A enfermidade de Epalrodito. Em seu tempo. pnr Paulo. Assim. e de "servo de Cris­ to |esus". para os quais d após­ tolo destinou uma carta.26: 5.25-30 e 4. a Bíblia diz que “os ho­ mens começaram a invocar o do mo do Senhor" (Cu -1. um termo reserv ado para si mesmo e para Timóteo (urna vez). Era conhecido pelo seu compromisso com Cristo o sua perseverança na prega­ ção du Evangelho.27J. quando melhorou o suficiente para po­ der viajar. vi­ veu 905 aiios (Go 4.25).26). nán só em Colossos. Era conhecido pela in­ tercessão que fazia pelos que aceitaram a Cristo por meio do seu ministério. seus ohjetivos e seu ser­ viço na família de Deus. Nelo ile Adão e filho de Sete. Seu ministério provavelmente foi ca­ racterizado pelo compromisso lotai com Cristo e o Evangelho. 2. em Colossettses l. Foi chamado de "meu aunpanheiro de prisão em Cristo Jesus”. Aprendemos.

n . O objetjvo da vida é alcançar e experimen­ tar o fobeidado. A morte não deve sor considerada. EQUER. Assina. Epafrodito era a pro­ va vivu de que tal humildade. O nome Epafras ê uma cont ração de Epafrodito. do apõsiolo. 182 . mas peia obra de Cris­ to. Provavelmente ocu­ pava um lugar muito espec iai no coração EPI CUREUS. Seguidores de uma esco­ la filosófica grega. era também a protetora dos jogadores. De talo. a relação entre o auto-sacrifício des­ se discípulo e o de Crislo é nerta. Ao contrário dos estóicos. o qual era nativo de Colossos |Cl 4.30 são as mesmas usadas para descrever o auto-sacrifício de lesus em Filipeuses 2. e ambos indicam uma associação fam iliar com o culto de Afrodite (Vênus) Além do ser a dousa do amor e da beleza. o maior bem é a prudência. a primeira evi­ dencia da graça de Deus na vida do povo que habitava ali A área referida prova­ velmente era Efeso. que invocavam seu nome quando faziam suas apostas e ar­ riscavam suas fortunas. pois era o prime iro conver­ tido "da Ásia" e.l. Ambos aram muito com uns no primeiro século.oxtn do Novo Testam ento.EPENETO superara todas as expectativas no cum­ primento de seu dever cristão. exis­ tem dois estados de sentimento: o prazer e a dor: dois tipos de questão: a concer­ nente às coisas p a relativa ãs palavras.M. sáo ilustrações muito bem colocadas so­ bre o lipo de sacrifício humilde e a dispo­ sição de negar u si mesmo quo Gristo pro­ duziu r<m seu povo. Não se devo confun­ dir Epafrodito com Epalras. honra e justiça. Uma vida de verdadei ro prazer seria uma existência de prudên­ cia. os preconcei­ tos e os sentimentos humanos eram o padrão da verdade. Mauln usa a palavra “arriscar”1. Esse resumo das filo­ sofias dos epicureus reflete a descrição feita por Diógenes Laertius om A Vida dos Filósofos EinintiritoS. Livro 10. buscando a base de cada es­ colha o determinando correi umente o que deve ser evitado. Fm [-uipenses 2. O fim de toda ação e libertai da dor e do medo.B . Nenhum plano deve ser lei­ to com relação ao futuro. Segundo eles. No limd da epistola de Pau­ lo aos Romanos. O epicurismo era um equiva­ lente antigo inuito próximo do agnostteismo secular moderno.13: Fm 23). EPÊNETO. mas antes o que lira a dor do corpo e os pro­ blemas da alma.12. A. pois ninguém sabe o que este lhe reserva.30. assim.) Correta ou não a conexão do uome Epafrodito com o risco das apostas nos jogos. A ausência da dor devo sor d e s e j a d a e o prazer precisa s e r busca­ do. os epicureus afir­ mavam quR as sensações. Epafrodito é o equivalente grego do nome latino "Venuslus''. mas os consideravam muitos distantes para s r preocupar com o homem. A colo­ cação desta recomendação de Epafrodito (r TimoleoJ em Filipenses 2. Por prazer. quo existia nos dias da Igreja Primitiva PauJo encontrou com alguns deles em Atenas lAl 17. |As palavras "próximo da morte" em Filipenses 2. os epicureus não querem dizer necessariamente o sensual.C. Seus adeptos eram indiferentes aos deuses: acreditavam neles.181.8.ta (as reco­ mendações o saudações de Paulo geral­ mente estão no final das caitas). geradora de unidade.271. fundada por Epituro ( M l a 270 a. Na literatura grega exlrábíbliea ela é usada para descrever as apostas nos iogos. o qual define a vida com hase nas experiências. Um dos netos de Jerameel [1 Cr 2. à s v o z e s é necessá­ rio proviu B dor. b Io é saudado como "meu amado" (Rm 16-5).19-30 é diiicil de entender à primeira vLs. era possível na igreja de FUipos. que não é encontrada em outro t. Possivelmente o apostolo utilizou tal expressão para afir­ mar poderosamente que Epafrodito fcom o nome pagão intacto| arriscou tudo — uno por Afrodite. Para ex­ perimentar o prazer.

23).22). u quem os governantes provavelmen­ te elogiaram. mas parece que a maioria dos membros da íaniiiia havia rejeitado o Senhor e se envolvido na cultura e reli­ gião dos cananeus. Maio­ res detalhes são dados sobre o pecado de seu irmão Onã. foi colocado sobre grandes lajes de calcário acrocorintiu. ele lalvez hjsse uma pes­ soa bem conhecida. Como Qiilros eooperadores de Paulo. A últi­ ma voz quo ouvimos sobre esse importan­ te cristão foi quando «le eslava em Corinlo (2 Tm 4. na colónia romana de Corinto IJRm lfi. Como o cargo era eletívo. um cida­ dão proeminente da cidade. Por ser um ci- 183 . com o propósito de engajar-se uo ministério (At 19.3-7.28). Listado na genealogia de Jesus em Lucas. era considerado um benfeitor cívi­ co.12.7). As tarefas do “tesoureiro da cidade" eram a manutenção das propriedades corno ruas p prédios públicos. em troca do “aedile““. Cênesis 38 é um ca­ pítulo triste. Era u "tesoureiro da eidade". foi para Éfeso. isso signifii ova quo judeus. 7J. Primeiro filho de Judá cara sua es­ posa cananita (filha de Sua) e nelo de lacó (Gn 38.. 2 .um linho e vivium om Bete-Asbéia.21). Sabemos que um grande pavimento. Nra 26.19. que media 19 x 19 melros. por­ tanto ate mesmo cristãos (que Gálio igua­ lou cora os judeus etn seu discurso em Atos 18.12-15] podiam ser eleitas livremeuie em Corinto. A Bíblia nada diz sobre Er. Erasto. provavelmeule ele precisava de grandes recursos financeiros para estabe­ lecer as garantias necessárias a esse car­ go cívico honorário. 1. que vai de José a Adão. Assim.6). próximo ao teatro. a fim de ajudar uo importante ministério que se desenvol­ via ali. As palavras gravados em bronze dizem claramente: ‘'Erasto colocou esse pavimento à sua própria cusla. Erasto lambém preci­ sava ser um cidadão romano. sobre o qual Paulo fez meuçãQ (Kru 13. inclusive presidir os lití­ gios fmanceírus. As campanhas eleitorais exigiam que os candidatos vencedores cumprissem irae- d ia tamerrte suas promessas. que usava suo riquez.ERASTO ER (Heb. Tornou-se lider do clã dos eram tas. de se reconhecer publicamente tais boas obras. "aquele que vigia"). Filho de Sela e pai de Lera: portan­ to. 48. eis aqui uns cristõo. por ler feito "boas obfas‘‘< Havia uma bem conhecida convenção.2(JJ.) pessoal e intluôncfa para ompar um cargo publico honorário.12. 3. Afídile era o equivalente em latim da palavra grego oikononw s. ou "te­ soureiro. (Corinto era uma r. onde o apóstolo escreveu sua caria aos romanos. e Paulo recomenda as buniuitorias feilas pelos cristãos que linham os rei ursos paia ocupar cargos e realizar tais tarefas elvicas (Rm 13. a fim de que seu povo buscasse o bem-estar da cidade (jr 29. que linha uma longa história no mundo romano. Numa cidade rica como Corinlo. ERASTO. administrador". Erasto tam bém estava ati vãm ente engajado no ministério» cristão.olònia romana e no tempo de Flauta sem­ pre se usavam lermos latinos para design nar os cargos públicos.LDto. por* t. 0 apóstolo o enviou á Macedôuia junlo com Timóteo. 1 Cr 2. ERÁ. a coleta da receila n a intermodiaçáo legal uos ussunlos comerciais. pe)o que o Seuhnr o matou' | v. Era o líder dos clãs que trabalhavam i. onde sem dúvida exerceu um importante papel na igreja. pois tinha a total con­ fiança dos principais ( idudãus de Corinto. Isso es­ tava de acordo com a ordem dada por Deus. que regislTu os pecados de Judá e de sua família.3-4). Paia ser aleito. Como Apoio. Sabemos que as leis não faziam restrições quanto às con­ vicções religiosas de quem ocupasse tais funções. Seu pai arranjou-lhe uma esposa chama­ da Taraar. neto de Judá (1 Cr 4. LTm dos ministros de Deus". Era filho de Josué e pai de Elrnadã ÍL< 3.\). LIm dos natos do Efroim o filho de Su to la. exccto que "ora mau aos olhos do Sonhoi.

5-19). ao aprôveitar o falo de que não podia mais enxergar. entretanto. ESAR-HADOM. Não íoi permitido que ajudassem na obra de reconstrução do Templo. Eri tornou-se o líder do elá dos erilas (Nm 26. por­ tanto. B.21. Parte do tributo dos reis vassalos rorno Manassés era para que aprendessem a obedecer ao rei da Assíria e reconhoeessem Asur como sou novo deus. As pessoas que foram c o l o r c a r i a s por ele em Judá e na região i irounvizinha ainda estavam lá nos dias de Esdras [Ed 4. Seu pai foi morto por seus dois ou­ tros falhos.41). moçáo de todo um povo de uma região para outra muitas vezes resultava em que tais pessoas odotavam a adoração do deus local. entre­ tanto Re beca e Jacó a enganaram.C. pois achavam que ele leria mais condições de abençoá-los. rei de Judá. Filho de Senaqueribe.16.11. quando |acó retornou lemeroso de Padã. ls 37. assisa como o faio de que Manassés. sua casa provavelmen­ te fosse grande a suficiente para permitir ipje os cristãos locais se reunissem uela. seus descendentes e d om itas mostraram ser muito mais intratáveis.34). Na narrativa bíblica eb» é lembrado por sua política de deportai o?? povos que couquisfava. Usava sons rocursos num cargo público. no papel tanto de ministro como de servidor público.d .ERI dadão proeminente. (Ass. Era o filho primogénito dos gémeos de Isaque e Reboca (Gn 25-25) e tomou-sn o favorito do pai fw. “Asur (um deusl tem dado tim irm ão"}. mas s u d natureza de pessoa "acomodada" não permiliu que sustentasse muito lempo a anim osidade. foi rei da Assíria Í6K1 a 669 a. ERI.i. apesar de ulugarom quo adora­ vam o Deus israelita desde que i begaram ao país. para participar de campa­ nhas evaugelisticus h do fortalecimento das igrejas. 33. E ura seu uuso não bavla bar rcira entre u basca do bem-estar material da cidade. na fundação dos igrejas.38) A dedkaçõo de EsarHadom y seus deuses é registrada em vá­ rias inscrições. Era o quo hoje chamaríamos du uma pessoa "acomodada" Adorava a li­ berdade da vida ao ar livre (Gn 25. Esaú teve uma explosão de genuína tristeza e fúria (Gn27.1-4). O mundo de Deus não é dividi­ do. Suas atitudes ru­ des e a maneira como lugia das dificul­ dades da vida foram a causa de sua trági­ ca queda. Am 1. os 184 . t? a pequena pedra que os dois irmãos aliraram no lago da historia fez círculos cada vez maiores (Sl 137.6-9). Adrameleque e Saiezer. o irmão o recebeu como se nada tivesse acontonido [Gn 32. A prática da deportação e a re- ESAÚ. ele exercito seu cuidado providenci­ al tanto na uivei cívico como espiritual. e o tninislerio espiritual do Evangelho. pagou-lhe tribu­ tos.g . nada levava a série Quornlo seus pais reprovaruin as esposas que escolhera [Gu 26. A terrível idolatria que essa prática causou é des­ crita de lorma vivida em 2 Reis 21 p . en­ quanto adorava sou deus Nixroqne (2 Rs 19. Esaú. É listado como o quinto filho do Ga de e entre os que desceram com jacó pura o Egito (Gn 46.281. era a hora de passar a bênção du família para seu filho primogénito. estava sempre disposto a viajar por mar ou terra. de maneua que o mais novo recebeu a bênção no lugar do primeiro (vv. filha de Ismael |Gn 28.W. A disputa entre os dois Jicou mais inflama­ da quando o patriarca percebeu que esta­ va às portas dn morte (Gn 27. Como um servo dedica­ do.3-7. Ob 9 a 14). onde aparece como Heri). 27.37. Infoli/m ente.7. Para ele.34. que ele próprio criara. A ssim . A passagem dá algumas Indicações do grande número de pessoas que acompanharam o patriarca ao Egilo. saiu e casou-se com outra mulher.Arã.27) e não levava nada a serio.16). Erasto era uni cristão de muitus pos­ ses e também cidadão romano.1) e.

ESDRAS problemas da vida podiam sei resolvidos facilmente! De fato, só foi capa/, «le ficar zangado com a fraude de |aoó porque não levou a sério a transação qu* fizeram ariteriorniRulfi, na quaJ vendeu seu direito de primogonitura Ao voltar d* uma ca­ çada, cansado e faminto. Esaú encontrou o irmão ocupado na cozinha. O arotrtô era tentador demais e, mima atitude típica dele. viu tudo de uma maneira exagera­ da: qual snria a utilidade do direito de primogeoitura se morresse do lumeV Essa decisão frívola. entretanto, léve conseqíiêiíciiis irreversíveis. O que Esaú con­ siderava: como "ler um pooto de vista complacente", a Bíblia chama de ‘'devas­ so” r "proiano” (Hb t2 .16) — n atitude do viver couio se não existisse vida eterna nem valores absolutos. Para ele. não hou­ ve oportunidade para arrependimento (Hb 12.17). I.VM, lriar< 8 posteriormente demonstrou-lhes sua gratidão (v. 241 Para mais detalhes sobre o incidente, veja Aumfel.

ES BAAL. Um dos filhos de Saul e ir­ m ã o de Jôuatas ( I Cr 6.33; 0.39) Também chamado de Is-Bosoto. Depois da morte do rei, Abner tomoú-o e tentou lazfido sucessor do pui A tentativa de se criar um reino alternativo para competir com Davi teve vida curta; logo Is-Bosete foi morto, o que entristeceu o filho de )est>é (1 Sm 2 e-I. Veja Is-Bosete), ESBÀ. Um líder entre os horeus. Era fi­ lho de Disã e nelo de Aná |Gn 36.26; 1 Cr 1.41). ES BOM. 1. Um dos sete filhos dè Gade. listados eni Génesis 46.16. entre os que foram com Jacó para o Egilo. Em Núme­ ros 26.113 é chamado de Ozni e é o funda­ dor do d ã dos ozuilas 2. Nelo de Benjamim e filho de Beló 11 Cr 7.7). ESCOL. Um dos três irmãos amorreus (veja lambém M anw e Antir) que se alia­ ram a Abraão, quando perseguiu Quedorlaomer. a fim de resgatai o snlirinho Ló do cativeiro (Gn 14.13*16). O pa-

ESDRAS. Este võailiulo deriva de um lurrno hebraico que significa "ajuda' Provavelmetilé è uma forma abreviada de Esdraías, “ Yahweh ajuda". Os pais davam este nome aos filhas do sexo masculino, como um louvor a o Senhor por sua ajuda om tampos de guerra. Existem Irâs pesso­ as com esse nome no Antigo Ttestamento: 1. Veja Ezm. 2. Logo após o término do exílio b abilón ico, ura sacerd ote cham ado Esdras retornou para a Terra Prometida junto com Zoróbabel (Ne 12,3.13). Ele é lambem chamado Azarias em Neemias 10.2. Era um zadoquita, sob a liderança de losué. 0 sacerdote naquele tempo. 3. O mais importaute personagem com esto nome sem dúvida era o escriba que liderou as grandes retírrmas no meio do povo de Israel após o exílio, uma ge­ ração ou duas depois de Zorobabel. O ministério de Esdras. Os livros de Esdras e Neemias falam muito sobro esse bem couheoidí) personagem EIb era des­ cendente de ArãOr o primeiro sumo sa­ cerdote de Israel (Ed 7.2-7). Esdras per­ tencia â fam ília de Seraías. a quem Nabucodonosor matou era Ribla (2 Rs 25. ltt-23), O iillio de vSc-Taias, jeiizadaque, foi O sumo saierd ote exilailo p i i r a a BaliUônia 11 Cr 6 .1 4 .1!í). Embora esle não seja mencionado na genêalogia de Esdras (Ed 7.2-7Í. datava-se de um membro des­ sa Unhagem ou com uma relação muito próxima a ela. Esdras ocupou unia posição di* lide­ rança no exílio. provavelmente devido à sua linhagem sacerdotal Sua íunção exa­ la é desconhecida, mas participava dos negócios do governo, em tal posição que Artaxerxes, o imperador persa, deu-lhe sua recomendação pessoal (Ed 7.11,12). Esdras foi descrito como "escriba' (também traduzido como "mestre" e m al­ gumas Versões da Bíblia). O rei Arlaxerxes

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ESDRAS o designou "o escriba” (Ed 7,6,11J, talv«z para indicar que sua funçãu seria algo como conselheiro pBal. A tradição judoica atribuiu osso título a Esdra;*. devido uos seus conhecimentos especializados na Torá, a Lei de Moisés, Dp fato. ele leve um papel proeminente na edição e com­ p o s i ç ã o das maiores porções do Antigo Testamnnto. Esdras liderou uma caravana de exi­ lados da Babilónia para Israel, após o decreto de Arlaxerxes |Ed 7.1-12). Rece­ beu automação do imperador para arre­ cadar donativos rios judeus quo viviam na capital dn Império, para o culto no Templo em [erusalém (w. 12-28J. Essa jor­ nada aconteceu no "sétimo ano do ret Arlaxerxes" (v. 7). Infelizmente, o texto bíblico não tleixa claro se esse retomo foi no sétimo ano rle Artaxerxes I (458 a.C.) ou Arlaxerxes II (397 a.C.). Qualquer que seja n coso. Esdra* vollou a Jerusalém pelo mern > s uma geração depois que Zorobabel estabelecera os primeiros judeus que volLuam e liderara a reconstrução do Tem­ plo em 51.5 a.C.. Quando Esdras chegou u Jerusalém, firou horrorizado, oo sabei que muitos sacerdoLes. levitas e líderes civis tinhamse casado com mulheres pagãs (Ed 0). Essas uniões mis las haviam corrompido a moral e n vida religiosa da nação. Em seu desgosto, Esdras chorou humilde­ mente diante do Senhor e conduziu Ioda a comunidade aò arrependimento fEd 9 a I0|. Muitos judeus divorciaram-se dn suas esposas estrangeiras e foram reinte­ grados no serviço do Senhor. Na Festa dos Tabernáculos, Esdras leu a Lei de Moisés (Ne 7.7 \a B I 2) Os líderes do povo eslaboleoerum uma aliança lJS'e 9.3H a 10.3.9] e prometeram renovar o compromisso de manter a pureza conjugal, observar o sá­ bado e parlii ipar dos cultos no Templo. As cúx unstàni ias da morte de Esdras uno são conhecidas, O registro bíbl íco ter­ mina pouco anles do final de seus dias O seu retraio, tanto nas Escrituras como nas tradições, indica que serviu fielmen­ te junto i om Neemias como Líder do povo dn Dnus durante toda sua vida. A mensagem de Esdras. Ela pode ser resumida em dois tópicos: a despedida das mulheres estrangeiras e a renovação da plena lealdade à Lei de Moisés Sua inslstónda na guarda do sábado, na pureza mornl e no serviço do Templo não é de surpreender. Essas questões íerram defen­ didas duranie ioda a história de Israel O registro bíblico honra Esdras como um modolo de líder cm tempos de refor­ ma. Sua mensagem não é questionada por nenhum dos escritores bíblicos. Pelo contrário, os livros de Esdras e Neemias destacam varias defesas para suas atitu­ des, Ele tinha o apoio do imperador persa, das pessoas justas dc lerusalérn e do Senhor. F. fmpcnrtanle notar que a exigência de Esdras quanto ao divórcio náo era moti­ vada por questões raciais. Os exemplos de Zipora (Êx 2.21,22), Raabe (Js G 25) e Rute (Rt 1,4) deixam evidente que a união mis tu com estrangeiros não era terminan­ temente proibida no Antigo Testamento. A questão em pauta era o casamento interreligioso, e não inter-racial. A mesma pToibiçáo aparece também nn Novo Tes­ tamento (2 Co 6.14 a 7.1). Por que, então, Esdras iusisliu paia que os casamentos mistos fossem dissol­ vidos? Sua situação era desesperadora. Essas uniões mistas enfraqueceram toda a comunidade. As mulheres pagãs tinham deixado Israel, que lutava paru se manter tirme após o exílio, u beira da apostasia total. Todo o programa dp restauração corria o risco de fracassar completamen­ te. Em resposta a essa situação crítica, Esdras sabiamente insistiu para que os homens de Judá se ihvon.iassem de suas esposos estrangeiras. A mensagem de Esdras sobre o divór­ cio não violou o principio bíblico du san­ tidade do casamento. Suas instruções estão em harmonia com a sabedoria de Knilo, que instruiu os crentes dó Novo Testamento quanto u orar pelos Lncredu-

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ESPÍRITO SANTO los, na esperança da conversão deles (1 Cu 7 17-241. Pelo contrário. Esdras enfren­ tou a extrema situação da comunidade restaurada com uma decisão delicada, porém necessária Nesto sentido. Esdras perm anece como um modelo par a os crentes em to­ das as épocas. Seu zelo pelo reino do Dous linha prioridade sobre todos os outros assuntos. k.K

E S E Q U E . Mencionado em 1 Crónicas 8.39 na genealogia de Saul. da tribo de
Benjamim. Seus filhos são listados como LJlão. leús e Elifelela

ESER. 1. DosCendente de Esaú, filho de Seir d chefe dos horeus (Gn 3R.21. 27, 30: I Cr 1.38. 42). 2. Filho de Elraijn, foi morto junto com seu irmão quando tentavam roubar o gado dos gatitas (1 Cr 7 21). (Veja Elude e Hr rias). 3. Descendente de liur. pai de Husà, da tribo de Judá 11 Cr 4.4).

4. O chole ile um grupo de guerreiros i lu tribo dn Cade que desertaram d < » exér­ cito do rei Saul e uniram-se a Davi, em Zidague (1 Gr 12.9). Esses honiRns foram descritos como «xtremomente valentes: "seus rostos oram como rostos de leões, 6 oram ligeiros conto corças sobre os mon­ tes" (1 Cr 12.8). 5. Maioral da cidade de Mispa. filho de lesua, ajudou a reparar os muros do TerusaJém sob a ilireçáo de Noemiai* liSJe 3.19; 12.42, onde seu nome é grafado Ezer). Eto da Iribo de Levi: provavel­ mente é o mesmo levita que mais larde fez parte do coral que cantou na reinauguraçào de lerusalém. Os muros e a cidade foram destnudos poios caldeus, quando levaram os israelitas para o cativeiro.
PJJ.G.

ESLI. M encionado na genealogia de Lucas, que vai de José o Adão (JLc 3.25). Era pai de Na um o filho dfl Nagal. ESPÍRITO. V e j a Espirito Santo.

ESPÍRITO SANTO
Em ambas as línguas. tanlo ao grego como no hebraico, os vocábulos usados para o Espírito Santo enfatizam sua santidade. No AT. o adjetivn san to antes do subs­ tantivo espírito aparece raramente (Si 5 1.11 ; ls 63-10,11). Em contraste, o NT apre­ senta essa com binação na m aioria dos livros, coroo um nome que ocorre frequentemente, cspecialmeute no livro de Aios. Isso não significa que a ênfase ao Espirito é menor no Antigo do que uo Novo Testamento. As expressões mais frequentes no AT são o Espirito d e Deus ou o Espirito do S en hor, as quais ocorrem numerosas vezes. As palavras gregas e hebraicas para “espírito" revelam um significado duplo: espi­ rito e vento. Por exemplo, “o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” (Cn 12). mas “Deus fez passar um vonfo sobre a terra, e as ãguas abaixaram" (Gn 8.J) Jesus disse a Nicodomos: “O que é nascido dó Espirito, è espírito... o vento sopra onde quer (Jo 3.6,8). Outro significado do termo '‘espírito", nas duas línguas, é sopro, respira» çâo. tanto divina como humana (Io 4.9; 12.10; 2 Ts 2.8) Por todas as Escrituras a e x p r e s s ã o “espírito" e escrita com letra maiúscula, para referir-se ao Espirito de Deus. ou com lulra minúscula, para imiicar o espírito huma­ no. Devido ao fato de que os manuscritos anligos não usavam letras maiúsculas, os tradutores o editores às vezes têm muita dlfic uldade para determinar se o escritor

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ESPÍRITO SANTO tom mu ínepU* íj espírito de Deus ou o humano (veja por exemplo variações «le Uaduem Atos 1U.21J.

çõd,

O Espírito no Antigo Testamento Na criação
A primeira vez que a palavra "espírito'1 aparece aa Bíblia é do relato da criação, em Génesis. O Espirito • ie Deus. o qual pairava sobre as aguas, é o poder criativo que traz ordem ao caos (Cu 1.2), O sal ruis ia faz eco a esse conceito, quando diz: ‘Pela palavra do Sonhar farum faltos as céus, o toda o exercito doles pelo sopro da sua boro” (SI 33,BJ. Por meio do sopro de Deus. Adfio lomou-.se uinn .ilirwi vivente (Cu 2.7). )ó afirma que 0 Espirito do Senhor o criou e que recebeu vida por maio do sopro do Todo-poderoso [R > 27.3; 32.8; 33.4. 34.14.15). Quando Deus retira seu sopro dos seres humanos e dos animais, eles morrem e retomam ao pó (SI W4.29; E<: 3. 12.71, No vale dos ossos secos, o sopro de Deus entrou lios esqueletos e eles retornaram à vida (Ez 37 1-14)

Como uma Pessoa
A ênfase sobre o monoteísmo, dada pelos escritores do Antigo Testamento, prevalece sobre a doutrina da Trindade. No entanto, os escritores (azem uma distinção entre Deus o o Espuito do Senhor, sem jamais considerar o Espirito como uma mera ema­ nação de Deus Tome, por exemplo, as referências em Gônesis 1.1,2. Deus criou o céu e íi terra, mas o Espírito fio Sonhai pairava sobre nS águas. Deus disse que seu Espírita não contenderia para sempre com o homem (Gn 6.3). Isso significa que os escritures víhiu duas pessoas divinas distintas; ides entendiam que g Espírito era Deus. o qual exercia funções que os escritores bíblicos expressaram em lermos humanos Isso fica bem claro eui algumas passagem. Os levitas oraram: “Deste o teu bom Espirito para os ensinar (os israelitas)" (Ne 0.20). Davi perguntou: ‘Tara onde me irei do teu Espírito7 Para onde higirei dia lua face?" (SI 139-7) v. Isaias escreveu que o povo entristeceu o seu Espírito Santo e Deus (o Pai) tomou-sti inimigo deles (is 63.UM 2: veja também 48.101.

Na profecia
A rimnilfístoção da Espírito é evidente na vida dos profetas, os quais transmitiam ao povo o que o Senhor lhes lidava. Tomavani-.se porla-vozes de Dous, quando o Espírito descia sobre eles. O profeta Isauis declarou que o Espirito do Senhor Soberano estava sobre ele (ls 6 1 .lj. o que foi cumprido plenamente em Jesus (Lc 4.181 Ezequiel reve­ lou que o Espirito o levantou e o levou a lugares e pessoas, numa visão que o mesmo Espírito de Deus Lhe dera |Ez 11). Embora algumas pessoas não tivessem o título de profotu, mesmn assim proferi­ ram mensagens por meio da Espírito Santo O rei Davi pronunciou seu último testemunho poético antes de morrer, quando disse: “O Espírita do Senhor fala por mim, e a sua palavra está na minha boca" (2 Sm 23.2). Quando José interpretou os sonhos de Faraó, este exclamou que o Espírito de Deus eslava sobre o filho de Jacó [Gn 41.38,39). Depois que Samuel ungiu a Saul rei de Israel, o Espirito do Senhor desceu poderosa­ mente sobre» ele e profetizou. Deus o transformou numa pessoa diferente, de maneira

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ESPÍRITO SANTO que os israelitas jiergunlaram: "Está lambém Saul enhe os profetas?" |3 Sm 311.5-3'}). Essa pergunta íoi repetida quando o Espirito do Senhor desceu auvamontí» sobre Saul enquanto perseguia'Davi sem trégua. O rei tirou suo túnica eprafotfeou í 1 Sm IM.23.2-H. No acampamento de Israel, duranln d Exodd, Deus retirou parte do Espírito que estava sobro Moisés o □ colocou sobre 70 anciãos eles então profetizaram, bem como Eldade e Medude. Quando ouviu sobre isso. o grand* legislador disse qu»- seu desejo ora que o Senhor colocasse o seu Espirito sobre lodo o povo, para que lodos profeti­ zassem |Nm 11.25-29) O proleta Miquéias opôs-se aos falsos profetas nm seus dias. Disse que eslava repleto do Espirito do Senhor, de sua justiça e força. para convencer Israel de seus pecados (Mq 3.8). Moisés é o protótipo do Messlus, pois loi Lonsiderado um profela e revelou o Espírito do Senhor. Ele predisse o advento de CrislD, quando falou ao povo que Deus levantaria um profela como ele próprio, do meio deles (Dl 18.15,38). Além disso, ele repetidamente introduziu a revelação do Senhor com as palavras "disse o Senlior a Moisés" (Nm 8.1.5.23). O Espirito lornava o controle dos profetas o. por meio deles, revelava a palavra de Deus (Ez 2.2: 13.3.8,13,20- Mq 3.8). Os profetas maiores «, por implicação, também os menores, foram inspirados pelo Espirito do Senhor Dous Todopoderoso [Zc 7.12).

Com poder
O Espírilo frequentemente incitava uma pessoa e u enchia do poder, Como aconteceu com .Sansão Uz 13.25). O Espírito do Senhor capacitou Gideão a convocar Israel con­ tra os opressores estrangeiros e venciVlos com 300 homens (veja especialmente Jz 6.34). Elias foi cheio do Espírito de Deus. o qual apareniemenle o transportava parn vários lugares (3 Rs 18.12: 2 Rs 2.16). Quando Samuel ungiu o fillio.de lessé para ser n*i de Israel, “o Espírito do Senhor se apoderou de Davi". Ao mesmo tempo, abandonou Sutil: Deus concedeu ao rei um espírito maligno para atormeutá-Io 13 Sm 16.13.341. O Espírito abençoou Davi com dons musicais e poéticos, capai il0U'0 a ser um guerreiro destemido e deu-lhe uina esplêndida capacidade de liderança. O dom do Espírito não se limitava a lideres e reis em Israel, Na construção do Tabernáculo. Deus separou Hezalel, Aoliabe r outros para realizarem o Irabalho. O Espirito do Senhor encheu Bezalel “dp habilidade, de inteligência, e de conbecimenlo, em lodo 0 artifício'1 (Êx 31.2-4; 35.31). Nos tempos do AT. entretanto, o Espírito não repousava sobre todos d s israelitas e os que recebiam seu dom especial o manti­ nham apenas lemporariomento.

Escatologla
A recepção universal do Espírilo Sanlo foi anunciuda profeticamente séculos antes do derramamento do Espírito uo dia de Pentecostes Iveja Al 2 .17*211 . Deus falou por meio do profeta Joel: “E 'lopois derramarei o meu Espírilo sobre toda a carne, e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos velhos leráo sonhos, os vossos jovens terão visões. Alé sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei -o mou Espírito" (Jl 2.28.29), Joel. porém, não estava sozinha na prndição do fuluro derramamento do Espírilo sobre o povo de Deus. Isaías também íez uma ilustração do Senhor derramando correntes de água sobre terras secas e seu Espu ilo sobre os des­ cendentes de la c ò (ls 4 4 .3 ) . Pot meio de Ezequiel, Deus disse aos judeus do exílio que

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ESPÍRITO SANTO o Senhor os tomaria de todas as nações e os reconduziria á sua própria terra. Coloca­ ria seu Espirito sobre, eles e os motivaria a obedecei à sua Lei (Ez 31x24-28; 39.29). Dous revelou quo o Messias, quando viesse, seria cheio do Espírito (ls 11,2), o qual também seria derramado sobre o povo «la aliança (Is 12.15: 59.21: Ez 37.14). E esse Espírito permaneceria com os filhos de Deus (Ag 2.5).

O período inteitestamentário
M uito pouco sr sabe, con cern en te ao Espirito, no decorrer do período intertestamentário. No máximo, ouvimos ecos do AT. os quais reforçam n que já loi meuf ionudo. Os livros apõcrifos e pseudepígralos. a assim chamada literatura deuterocanónica, os documentos de Quntrã, e os escritos de Filo e Joseío, nada apre­ sentam de novo. Enfatizam a relação do Espirito com o Messias (l Euoque 02.2; Sir 48.24) e o pedido prios dons do Espirito (2 Esdras 14.22). Os escritos revelam a esperançB pela vinda de inu autêntico profeta II Macabeus. 11.41), porque os verdadeiros não existiam mais (1 Mar.abous, 9.27).

O Espírito no Novo Testamento
As referências ao Espirita Santo são abundantes uo Novo Testamento, especialmente nos escritos de Lucas e Paulo. O ensino do NT sobre o Espirito Santo cumpre as profecias do AT quo predisseram soo advento. As alusões ao Espírito Santo no NT cobrem todo o e s p e c t r o , desde sua Sombra que encobriu Maria na concepção de Jesus (Ml I-J8- 20: Le 1.35). até o chamado do Espírito pelo retomo de Cristo (Ap 22.17), O NT enlatiza o derramamento do Espirito, seus dous, sua obra. inspiração, comunhão e habitação nos corações dos cristãos. A doutrina da Trindade fica evidente no relato do batísmo de Jesus: O Pai revola o Filho, de quem se agrada, o o Espírito Santo desce sobre elo nu forma de uma pomba (Mt 3.16,17; Mc 1 10. Lr. 3.2-2). A fórmula betisma) Irinilária. mostrada na conclusão do evangelho «le Mateus, enlatiza essa mesma doutrina lMl 28.19). No literatura epistolar, os apóstolos ensinaram frequentemente d principio Lrinilariano, tanto no inicio curau na conclusão de suas cartas (veja 2 Co 13.13: Ef 1.2-11; 1 Pe J , 1-3)

Mateus , Marcos e Lucas
Além dos relatos do nascimento, batismo o. tentação da Jesus, ha poucas alusões ao Espirito nos evangelhos de Mateus e Marcos, Comparativamente, o de Lucas está reple­ to de passagens que falam sótore o Espírito, Mateus e Lucas relatam ambos a concepção de Jesus como obra do Espírito Santo |'M t 1.18, 20; Lc 1,35), João Batista thssn ao povo que ele balizaria com agua, mas Jesus os balizaria com o Espírito Santo (Ml 3.11, Mc 1.8; Li 3.161. Antes de Cristo iniciar seu ministério, o Espírito o levou uo deserto para s e i tentado pelo diabo |Mt 4.1: Mc 112; Lc 4 . 1). No evangelho de Mateus, o Espirito do Pai falou por meio dos discípulos (Mt 10.20); em dois relatos de Marcos e Lucas, o Espirito Santo fala por intermédio povo de Deus IMc 13.11: Lt 12.12). D p acordo com os irês evangelhos sinópticos, o pecado contra o Espirita Santo jamais será perdoado, uem nesta vida nem ua vindoura (Ml 12.31.32; Mc 3.29; Li 12.10). Quando J e s u s Inter­ rogou os fariseus a respeito do Cristo, mencionou o Espirito Santo n perguntou "Como. pois. Davi, pelo Espirito, lhe chama Senhor?" [Ml 22.43: Mc '12.361. Quer dizer, o Espi­ rito Santo inspirou Davi a compor 0 Salmo 110 e relerir-se a Jesus.

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ESPÍRITO SANTO ('i evangelho de Luras lem muilas referências a o Espirito Sanio. Já nos primeiros dois capilidas, os leilores descobrem que o Espírilo ont obriu Maria com sua sombra (Lc 1-35) e encheu Joao Batista, Isabel. Zacarias e Simeão (1.15.17.41.67: 2.25-27). Depois de sor tontado poi Satanás. Jesus retornou ã Galiléia e recebeu o poder da Espirito Santo, que repousou sabre Ele (Lc 4.14.101. Lm:asmenciona que Cristo expe­ rimentou profunda alegria no Espírito Santo (Lc 10.21) e disse aos seus discípulas que o Pai dá o seu Espirito aos que lhe pedem (11.13). Lucas termina sou relata com a palavra qup dirigiu aos discípulos: disse-lhe que permanecessem hoi Jerusalém até (|iie fossem revestidas do poder do D bus, uu seja, com n Espírito Santo (Lc 24.491-

4fos
Ilmu nova dispensação começa no NT com o derramamento «lo Espírito Santa ora Ftentecostes. As palavras que lesus disse sobre o Espírito, o qual babitaria no meia rJe lado o seu povo, foram cumpridas u;i vida das apóstolos e continuam a agir na vida de todos d s crentes liajo. O Filha de Dous predisse que. dentro de poucos dias após a sua ascensão, o batisma do Espírilo Santa faria com que o$ apóstolos fossem testemu­ nhas dele em Jerusalém. Judéia. Samaria e aié os confins da Terra [Al 1.5,8). Essa profecia cumpriu-se no dia de Pentecostes, em Jerusalém, para o pova judeu (At 2 4, 33 38): posteriormente, em Samaria para os samaritunos (8.15-18), e mais tarde em Cesaréia para o centurião romano Cornélio e sua nasa (10.44-47: J 1.15.16: 15.8'|. O ultimo grupo dp pessoas a receber o darramo mento do Espirita loram os seguidores rle João Batista que víviom em Éleso (At 19.1-7J As palavras "cheio do" ocorrem repetidamente em Atos. Por exemplo, diante do Sinédrio, Pedro íoi cheio dó Espirito Santo (Al 4.8). Quando ele e João foram soltos r voltaram para o m eio dos irmãos, o Espírito encheu todos eles (Al 4.31), Semelhantemente., os sete diáconos eram cheias da Espírita Saulo (At 6.31. entre os quais estava Estevão (O.t . 10. 7.55). Paulo também toí cheio do Espírilo Sanlo fAl 0,17; I 3.H), e o mesmo aconteceu uom seu companheiro Barnabé 111.24). Os creutes do .Antioquia da Pisfdla receberam a mesma bênção (At 13.52). Na Igreja primitiva. 0 Espírilo Sanlo testificou por meio da Pnlavra de Deus reve­ lada (At I 16: 4.25). Falou com Filipe (Al 8.20), Pedro (10.19; 11.12). com os lideres da Igreja em Antioquia f 13.2) e com Ptuda (21 4,11). Além do mais. o Espírilo Sanlo confirmou o testemunha dos apóstolos diante dó Sinédrio (Al 5.32) e não permitiu q u e mentissem, tentassem ou resistissem a Ele (5.3, 9; 7 .511 . Simão, o mágico, uão pòde comprar o Espírilo Santo | At 8.19). Pelo contrário, o Espírilo fortaleceu a Igreja (Al 9.31) e aprovou a decisão do Concilio de Jerusalém (15.28). O Espírito enviou a Paulo e Barnabé (Al 1,1.4), mas não permitiu que o apóstolo dos gentios e seus compa­ nheiros fossem a Ásia e entrassem na Mísio (16.6,7). Compeliu Paulo a ir para Jerusa­ lém. mas o alertou de quo muitos perigos o aguardavam IAl 20.22.231 ; o profeta Agabo predisse pelo Espírito Santo que o apóstolo seria preso (21.11; veja também 11.28).

As epístolas paullnas
Através de suas muilas cartas, ftrnlu apresenta uma teologia do Espírilo Santo muito mais desenvolvida do que u de qualquer outro escritor do Novo Ttestamepio. Ensina sobre o relacionamento do Espírito Santo com o Pai e com o Senhor Jesus Crislo. Instrui d s cristãos sohre a obra. os dons. 0 poder e a prespnya do Espirito Santo. Em cortas capílulos das epístolas o apóstolo desenvolve sua teologia do Espírito Sauto 191

ESPÍRITO SANTO

(Rm 8. I Co 2: 12: 2 Co 3: GJ 5). Essas seleções. entretanto, devem ser esludadas dentro do contexto das cartas paulinas. 1. O Espírito de Dr-as. Paulo mencionou o Espirito de Deus primeirarnenio em ^uas epístolas ãs igrejas de Corinlo e Êleso, Destacou que o Espirito do Sonhar revela sua sabedoria aos crentes, faz com quo sejam sensíveis às verdades espirituais e lhes dá a habilidade do ter discernimento espiritual (i Co 2.10-14J. Informou aos seus destina* lários que o Espírito Santo habitava neles, porque eram lemplo de Deus [Rrn 6.9, 11. L Co 3.16: 6.191; Juntos. lormavam uma bahiiação onde o Espirito do Senhor vivia (Et 2.22) e, como autênticos cristãos, adoravam a Deus pelo Espirito (Fp 3.3). Foi o pró­ prio Deus qupm deu o Espu-itu ao seu povo (1 Ts 4.8). Em outra passagom. Paulo disse aos i oríntio* quo eram uma carta de Cristo, escri­ ta não com tinta, mas com i» Espírito do Deus vivo. Essa missiva era a tábua do cora­ ção dos homens (2 Co 3.3) Peio poder rio Espírito que habitava nele, o apóstolo 1 ‘oi capaz de aconselhar as pessoas sobre prohlemas conjugais e falar com a confiança que o Espuilo lhe <java | 1 Co 7.40). Nenhuma pessoa ern quem o Espírito de Deus habita pode amaldiçoara Cristo. O crenti? confessa que Jesus é n Senhor, por meio do Espírito Santo 1l Co L2.3). 2 O Espirito v Jesus. Muitas vezes Paulo não loi claro, ao distinguir entre o Espiri­ to do Senhor Deus e o Espírito do Senhor Jesus Cristo. As palavras "o Espirito do Senhor" podem referir-se tanto ao Pai como ao Filho: Paulo descreveu o Espirito como "o Espuilo de Deus”, "Espirito do Senhor", “Espirito de Cristo”. '‘Espírito de Jesus”, ou simplesmente “o Espírito". O contexto muitas vezes dá ao leitor um entendimento dessas passagens. Para ilustrar, em Rorrumoí» 8.9. o apóstolo disse: ''Vós. porém, não estais na uirne. mas no Espirito, se é que o Espirito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espirito de Cristo, esse tal não ê dele". Paulo declarou que o Espi­ rita de Deus iluiu por meio de Cristo para d povo de Deus e o mesmo Espírito imana­ va tanto de Deus como de Cristo. ,Ambos, o Pai e u Filho, fnzem com que o Espírito Santo habite uo coração o ua vidu dos crentes. De maneira similar. Pauln escreveu aos Coríntias: "Ora. o Senhor é o Espírito, e onde está o Espírito do Senhor at há liberdade" (2 Co 3.1 7). O contexto desse versículo mostra que Moisés colocou um véu sobre o rosto, para evitar que o povo visse a glória de Deus se desvanecer da sua face Iveja Êx 34*33-35). Paulo explicou que ele e os demais crentes refletiam a gloria do Senhor, pois eram Iransformados na imagem de Cristo (2 Co 3 tM J. Assim, transmitiu a informação de que falava sobre Jesus e que Cristo operava por moio do Espírito 3 A ubro do Espírito. Paulo declarou que o Espírito de Deus, que ressuscitou lesus dos mortos, vivia nos crentes e assegurava-lhes que lambem ressuscitariam (Rrn 8.10.1 11, O Espírito Santo opera uo coração dos cristãos, quando se arrependem das obras pecaminosas: /o mo filhos de Deus, são guiados pelo Espírito. O próprio Espíri­ to afirma o fato de que Deus tom adotado os crentes como seus filhos (Rm 8.13-113). A obra do Espirito é evidente nos crentes que são chamados as primícias da colheita vindoura (Rm 8 .2 3 1 - Em adição. Paulo disse ao povo de Deus que o Espírito intercede por eles e os ajuda em suas orações. Eles mesmos não sabem como orar adequadamen­ te: poi isso. 0 Espirito intercede pelos santos segundo a v o n t a d e d o D«us (Rm 8 . 2 6 , 2 7 ) O Espírito Santo e o instrumento por meio do qual os cristãos são abençoados com a justiça, paz e alegriu (Rm 14.17, Gl 5.5; 1 Ts 1.6). Ele é a Iotite de amor. esperan­ ça e poder (Rm 15,13,16.19). Ele os santifica, por meio do novo nascimento e da rege­ neração (Rm 15.16: Tl 3.5). tem comunhão com eles (2 Co 13.13; Fp 2.1), fortalecelhes a íé (Eí 3.16.17) e os sela em Crislo (El 1.13).

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ESPÍRITO SANTO 4. O s donsúspirítuais. Paulo frequenlemenle enumerava e explicava os doas que o Espírito Santo concede aos crentes. Em sua carta aos Romanos, especificou os dous de profecia, serviço. ensinu, exortação, contribuição, administração e misericórdia (Riu 12.6-8). Essa Lista não é exaustiva, porque, ao escrever aos coríntios. Paulo va­ riou e acrescentou Registrou nove dons: sabedoria, conhecimento, té. uui<<. operarão de milagres, profecia, discernimento de espíritos, línguas e inlerprelação de línguas (I Go 12.8-101. os quais podem ser relacionados em três categorias: 1 Pedagógicossaljedoria e conhecimento; 2. Sobrenaturais: le, mi lugres- e cmn; 3, Coanm iruth™ . profecia, discernimento fie espíritos, línguas • ? suo interpretação Esse catálogo tem uma variação uos iíltimus versículos de t Coríntios 12. Ali Paulo euumefM os dons apontados por Dous: apóstolos, proletas e mestres. Depois destes lrês. ele menciona os de operar milagres, curar os enfermos, servir, administrar, íaiar em línguas e interpreta-las (vv.28*301- Em outra epístola, Paulo menciona os dons que são indica­ dos par Cristo: apóstolos, protelas, evangelistas, pastores e mestres (Ef 4.11). Km vez de mencionar os dous do Espírito, na epístola aos Gaiatas Paulo cita as nove virtudes como o fruto do Espirito: amor, gozo. paz. longanimidade, benignida­ de. bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio ÍGI 5.22.23). A diferença entre os dous i! o fruto é que um é adquirido por meio de doação e o outro como resultado. Quer dizer, o Espír ito Santo atribui um dom especifico a um crente, mus u obra do Espírito dentro do cristão produz um resultado na forma de virtudes espirituais 5. O Espirito e a Lei. Em algumas do *uas cartas (Rm. 2 Co e Cl|. Paulo falou que o Espírito liberta da escravidão da Lei Mó contexto, ele dirigia sua mensagem aos ju­ deus convertidos, eutre outros, que eram mais influenciados pelos judalzant.es, Sua mensagem básica era a liberdade da lei do pecado e morie por rneio da obra do Espírito Santo (Rm 8.2. 5-8; 2 Co 3.0, 17; Gl 3.2-5; 5.3-5). Isso não quer dizer que, ao abolir o legalismo» Paulo promovia urna forma de antinomia. Peio contrário, ensinou que a lei do Espirito de vida é a liberdade (Rm 8.21. que o amor é o cumprimento da lei (Rm 13.8-10; Gl 5.141 o que o crente é guiado pelo Espirito que nele habita (Gl 5.1». 25). 6. O Espírito e o batísrtio. Em I Coríntios 1 2 .1 3 , Prtulo d e c la r o u que "todos nos fomos batizados em umso Espirito, formando inu só corpo, quer judeus, qunr gTcgos. quer servos, quer livres; e a todos nos íoi dado beber de um só Espírito” O apóstolo enfatizou a palavra todos, paru indicar que pessoas de todas as áreas, raça ou condi­ ção social estão incluídas. Enfatizo a universalidade do corpo de Cristo, isto é, a Igreja. Em ambos os textos e contextos, indicou que falava de maneira figurada sobre o batismo e beber de um só Espirito, sem dar nenhuma indicação de pensar nus ordenanças do liatismo e da ce/n do Senhor. Aqui, Pa ui o não faz uma alusão ao balismo uas águas e à comunhão, O desenvolvimento de 1 Coríntios 12.13 sugere que ser batizado significa que o indivíduo se toma um membro vivo da Igreja, após a c o n v e r s ã o . Quando acontece a regeneração espiritual, a pessoa passa a pertencer ao Corpo de Cristo, isto e, a Igreja. Náo é a observância externã do bfitismo uas aguas, mas a transformação iulema, por rneio do Espírito SanlO, que leva o crente a comunhão com Jesus. Além disso, o verbo grego Uo lempo aorislo, traduzido como “foi dado beber”, indica uma ocorrftncia úni­ ca. Se esse verbo estivesse relacionado com a Ceio do Senhor, como alguns sugerem, seria algo contrário à instrução de Paulo para manler a observância dela conslanteniento, até a volta de Cristo ( I Co 11.25.26).

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ESPÍRITO SANTO

0 Evangelho de João e 1 João
1. O Evangelho de João. Em muitos capítulos do seu evangelho. João referiu-se ao Espirito Sanlu e rugistrou as palavras de Jesus concernentes a Ele. Mencionou o balisiihj de Jesus, sobna quem o Espírito pousou na lorma de uma pomba. Notou que João Batisto, quo balizava com água, revelou que Jesus balizaria t;om o Espírito Santo (Jo 1.32.331. Deus deu 0 Espirito a Jesus sem medida (Jo 3.34). lesus rlisse a Nicodemos que era necessário nascer de novo antes de se fazer parle do reino de Deus. Cristo afirmou: "Aquele que não nascer da água e <lo Espirito, não pode entrar no reino do Deus. O que é nascitlo da carne, é carne, mas o que ê nascido do Espírito, ó espírito” (lo 3.5.61. João usou a palavra grega prwumn com dois sentidos diferentes: vento e Espírito. O mistério da movimentação do vento é similar a ser nascido de novo do Espírito (Jo 3.8). O Espirito õ a fonte de viria (Jo 6.63) e ela é comparada às fonles de agua viva quo. espiritualmente falando, fluem do interior do creme (7,38.39). O discurso do despedida de Jesus, proferido no cenáculo, enfatizou o advento do Espírito Santo Ensinou que Ele seria dado pelo Pai e permaneceria para fièmpro com a crenle. Seria outro Consolador, uma Pessoa que personificaria a verdade (Jo 14.16.17). O Consolador sairia do Pai, seria enviado pelo Filho i: testificaria sobre Jesus (Jo 15.2f>). O Consolador também convem «ria o mundo do pecado, da juslica e do juízo (Jo 16.71 11 . O Espirito guiaria o crente em toda a verdade, proporcionaria a revelação lulura e glorificaria n Jesus Cristo (Jo 16.13-15). Por último. em antecipação ao Pentecostes, Jesus soprou o Espírito Santo sobre os discípulos, para auxiliá-los nu tarefa que rece­ beram dele (Jo 20.22). 2. J Jtíâú. «A s referências ao Espirito Sauto nesta epístola náo diferem muilo da­ quelas do evangelho de João. O Espírito ciado aos crentes cria nos mesmos uma cons­ ciência de que o Pai vive neles, por moio do Filho (1 Jo 3.24: 4.13). Gomo os cristãos são capazes de roconheoer o Espirito cie Deus? Eles o conhecem pelo reconhecimento de quo (esus Cristo veio de Deus em lorrua humana; eles ouvem a Deus ( l [o 12. 6). O Espírito ria verdade testifica que Jesus é o Filho de Deus ( t Jo 5.6-8]

O restante do Novo Testamento
I. Hebreus. O escritor da carta aos Hebreus ensinou sobre a doutrina da Trindade espec;ialmente com respeito à revelação de Deus. Embora Davi tenha composto o Salmo 95 e Jeremia* tenha registrado uma profecia sobre a nova aliança (Jr 31.31-34.), suas palavras (oram proferidas pelo Espirito San lo, dirigidas aos leitores da carta aos Hebreus (Hb 3.7; 10.15). No tempo determinado, o Espirito revelou que o perdão dos pecados por meio do sangue de animais terminaria (Hb 9.8. 141, Além disso, o escri­ tor da carta falou sobre os pecados cometidos contra 0 Espirito Santo (6.4-6: 10.29) Declarou, porem, que o povo da Deus é recipiente dos dons que o Espírito Santo distribui ontre eles (2.4). 2. As curta* fie Pvdro r ludtm. 1 Pedro tem cinco leforênrias ao Espirito Santo (1 Pe J.2.1 1.12: 3.18: 4.14). Juntamente com o Pai o o Filho, o Espírito é o que santifica os eleitos de Deus 11.2). O Espírito predisse os sofrimentos de Cristo e a glória subsequente II.111.0 Espirito guiou e nontinua a dirigir os que pregam o Evangelho da salvação (112). Enquanto em outras partes do NT é ensinada que Deus. o Pai, ressuscitou Jesus dos mortos, Pedro, em sua primeira carta, declara que Cristo foi vivificada pelo Espi­ rito (1 Pe 3.18. cf. Rm 8.1 1). Na verdade, toda Trindade esteve envolvida na ressurrei-

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ESTAQUÍS çân. Assim cimio u Espírito eslava com Cristo, assim Uinibóm o Espírito da glória repousa sobre Iodas as pessoas quo sofrem poT cousa de |esus Í1 Pe 4 .14|. 2 Pedro lem apenas uma referêncio uo Espirito (L21). Pedro escreveu que as pessoas que compuseram as Escriluras foram dirigidas pelo Espírilo Santo. Rara es­ crever o AT e o NT, o Espirito usou seres humanos, com seus talentos e percepções, suo* rnruCtetisLíeas e seu treinameulo. Ao fazer isso, o Espirito os guardou rio pecado e do erro. Judas revelou que as pessoas que estavam determinadas d dividir a igreja e eram levadas pelos seus desejos carnais careciam do poder do Espírilo Santo dentro delas íjd 19). Os verdadeiros crentes, contudo, fortalecem a fé, quando oram constaniRmcnte no Espírito Santo (v. 20). 3 A poralipsè. O último livro do NT lem numerosas passagens que lalum sobre o Espirito Sanlo. Na ilha de Palmos, João estava d o Espírito, tanto oo dia do Senlior como ik> momento em que olhou utracês de uma porta aberta no céu (Ap 1.111; 4.2). Posteriormente, íoi conduzido pelo Espírito uo deserto, para uma grande e alta mon­ tanha (17.3; 21.10). O Espirito dirigiu-se às sete igrejas na Ásia Menor e todo o que lem ouvidos é exortado a escutar (Ap 2.7,11,17,29: 3.6,13.221- O Espúito Santo acres­ centou à bem-aventurança: “Bem-aventurados os mortos i|ue desde agora morrem no Senhor" as palavras : “Sim, descansarão dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanharão' (Ap 14.131, Por último, junto com a Igreja de Jesus, o Espírito Sanlo dirige-se a Crislo e diz: “Vem" (22 17),

Conclusão
O Espírilo Sanlo desceu sobre Tesus Crislo na forma corpórea de uma pomba (Lc 3.221 6 como labaredas de Togo sobre as pessoas reunidas no dia de Pentecostes, em Jerusa­ lém (At 2.31, É 0 sopro de Deus tanto Da criação como na recriação (Sl 33.6; Io 3.8|. O Espirito Sanlo trabalhou na formarão das Escrituras e agora se empenha em sua aplicação. Ele literalmente levantou os escritores do Antigo e rio Novo Testamento ^ os guiou enquanto escreviam cada palavra «las Escrituras (2 Pe 1.20,21). Ele fala com as pessoas por meio tias Escrituras IAt 28.25; Hb 3.7; ít.8; 10.15). A Palavra de Deus é a espada do Espirito IEl 6.17). Para os ©islãos, o Espirito á o Consolador que coloca sen selo sobre eles, como si uai de propriedado (2 Co 2.21). Ao mesmo lempo. os <rentes lêm a cerleza de qun o Espirito é a primeira provo das bênçãos ainda maiores e melhores esperadas por eles (2 Co 1.22). Ele é como o orvalho que desce invisível sobre a Turra, embora B X ib ã resultados visíveis. Deus abençoa seu povo por rneio do Espírito Santo e concedellies a bênção Irinilária tia graça de Crislo, do amor dn Duus e da comunhão do Espi­ rito Santo (2 Co 13.13). s .j.k .

ES POS A DE POTIFAR, A. Para mai­ ores detalhes, veja Palitar. Esta mulher, cujo nome não é mencionado, truiou se­ duzir José, o qual ocupava uma posição de confiança na casa do seu senhor. O jovem recusou-se < j deitar-se com ela e a cometer tal pecado contra Deus; a mu­

lher então o aiTmou falsamente de tenlai aproveitar-se dela à força. O marido, ao ouvir essas acusações leilas pela esposa, mandou |osé para a prisão (Gn ;i9.0>-20).

ESTÁQUIS (Gr, “carro de grãos"). Cha­ mado de “meu amedo" por Paulo, para

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ESTEFANAS significar que se tratava tle um amigo muito querido. Vivia em Roma e fui saudado pelo apóstolo cm Romanos 16.9. O reconhei imento pessoal de Paulo e o cui^ dado que tinha com os irmãos de dife­ rentes igrejas é algo que deve ser notado ria maioria de suas cartas. ESTEFANAS (G r.eoraa"). Cristão bom conhecido nu Lgreju em Corinlo; ele e sua casa luram os primeiros convertidos na província da Acai a (1 Co lfi.151 e eram conhecidos pela devoção com que servi­ am outros cristãos na igreja. Paulo exor­ tou os CDrínlios a tor estima ò família rle Esfcíânas, que trabalhava Ião diligente­ mente no serviço Cristão. Sabemos .que Esléfanas ír> i balizado por rriuJo. Ao que parece, algumas pessoas na igreja uni Corinto dividiam-so om grupos Bm torno dos figuras proeminentes. Talvez algumas dessas divisões fossem causadas pelo orgulho que sentiam peio líder que as balizara. Riulo afirmou que havia balizado apenas três pessoas. entre as quais EstefanâS. O apóstolo argumentou que u unidade cristã estai centralizada no Evan­ gelho do Crislo crucificado e não em quem balizara alguém II Co l . J 6.17.23). Esléíanas é m encionado em l Cofintios Ui .l 7 . l H junto com Fortunatoe Acaico. Tais homens eram "dignos de reconhet imento" pelo serviço prestado ao Senhor, principalmente por lerem levadu noticias da igreja em Corinto a Paulo, quando este sé encontrava em Éleso. Tal­ vez os trés tenham sido os portadores da carta dos cristãos coríntios oo apóstolo e. no regresso, os condutores da epistola que conhecemos corno 1 Corintios. O serviço liei deles era "um refrigério para o espiri­ to'* de Paulo. Esse e um aspecto regular em suas carias: reconhecer os cristãos que tinham um ministério de encorajamento.
1 U 1 .0 .

2. Maacatila; também da tribo de Judã e filho de Hodias (1 Ct 4.19). E S T E R Também conhecida como Hadassa. era uma jovem judia, da Iribo de Benjamim, cujos pais morreram na época do exílio babilónico Foi criada por urn primo, chamado M orde cai (Et 2.5-7). Es­ tavam entre os judeus que habitavam na fortaleza de Susâ. sob o rei nado de Assuero fXerxes), A vida de Ester mudou quando a rainha recusou-se a mostrai sua beleza durante urn banquete oferecido pelo rei. Devido u essa atitude de rebelião, Vusti foi banida da casa real e inii. iou-.se a procura por uma jovem bonita e virgem, que ocu­ passe seu lugar. Depois de doze meses de tratamento de beleza e treinamento, Ester foi eleita pelo rei corno a mais linda jo­ vem entre Iodas os que foram apresenta­ das: escolhida como a nova rainha, não divulgou, contudo, sua origem judaica. Ester floresceu em sua nova posição, assim como seu p rim o Mordecai. Sua fé, entretanto, foi Tealmente provada quando o primo aproximou-se dela e IransmiliuIhe a sentença de m o rle ile seu povo. Ele descobrira um complô organizado por Hamã. um alto oficial do rei. para aniqui­ lar os judeus e sabia que somente Ester era capaz de ajudar a salvar o povo de Deus. Hamã persuadira Assuero u assinar uma ordem que decretava o massacre dos judeus. Ester seria obrigada a tomar uma decisão. Arriscaria sua própria vida, se procurasse o rei se.m ser convidada, ou prrrinaneceria nm silêncio e comprometeria a vida de todos as judeus. Mediante a ex­ pressão: "Se eu perecer, pereci’ . tomou a decisão de talar com o rei. Com todos os judeus de Susâ unidas em oração e lejum, Ester buscou a ajuda do marido contra Hamã. No final, o inimigo dos judeus foi onforcodo por ordem do rei e, embora o decreto original não pudesse ser revoga­ do, Assueru deu unia permissão especial aos judeus para se defenderem coutra o immente massacre. Assim eles fizeram foram sal vos (Et T a 9).

ESTE MO A. 1. Seu pai era fsba e seus avós eram Merede e Bi tia, fil ha do. Fíiraó (1 Cr 4.17). Era da Iribo de Juda,

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ESTÊVÃO O cuidado fie Deus, alé mesmo no exílio e sob mu governo pagão, c visto darameme na maneira como usou Ester e Mordecai para preservar seu povo. Os dois primos prestaram sous serviços uo rei Assuaro o a Deus tom fidelidade e honra, é conquistaram assim o respeito de todos (veja Mordecai, Vctstí e H<miã)
S.c.

ESTÊVÃO (Gr. "riqueza" ou “coroa"). É um ilos personagens mais proeminentes do Novo Testamento. O seu discurso é o mais longo do livro de Atos [Al 7.2-531 . Sua vida e trabalho são destacados nm Atos (> *? 7, embora sua perseguição e morte sejam mencionadas mais tardn em Atos Ll.lt); 22.20.. Estêvão chegou a proeminência nos primeiros dias da Igreja cristã, quando a comunidade se desenvolvia e experimen­ tava os problemas e as dificuldades c o n s ­ tantes, Uma das tensões surgidas foi em c o r u s o q u ê m ia ria acusação de que as viú­ vas de origem grega eram esquecidas na distribuição diária de alimentos (Al 6. 1). Como resposta a essa critica, os doze apostolos reuniram toda a congregação, apresentaram abertamente o problema e propuseram uma solu ção razoável' "Escolhei, irmãos, dentre vós, sete ho­ mens de boa reputação, cheios do Espiri­ to Sanio e lie sabedoria, ao.s quais constiluamos sobre esle importante negócio. Mas nós perseveraremos ua oração e no ministério du polâvra" |Al 6.3.4|. Essa proposta recebeu a acei tação geral de toda a comunidade e foram escolhidos sele ho­ mens de reputação Irrepreensível para lidar com a situação. Dois dos principais nmmbros destn grupo foram Eslèvão e Filipe. Quando o problema foi contornado, a Igreja em Jerusalém experimentou um cresi iniento extraordinário: “De sorte que crescia a palavra de Deus, e em Jurusnléin se mulliplicava rapidamente o nu­ mero rios discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia ã lé" (Al 6.7).

Conforme Lucas esclarece, Estêvão estava profundamente envolvido eui todo esse crescimento, especialmente: na ex­ pansão da Igreja de lerttsalém para Antioquia IAI 0.1 a 12.25). Lucas dedica urna < .onsiderávei atenção ao lestemunho de Estêvão (6,8 a 7 isij), descrevendo em detalhes sua prisão (0.8-15), sua brilhan­ te "defesa" f7 1-53) e seu martírio (7.5460). Eslêvão náo somente era um homem prático, hábil em lidar com a administra­ ção da Igreja e a obra social, mas também interessado na pregação do Evangelho aos outros. Sua mousagem era acompanhada rle maravilhosas demonstrações do poder de Deus. que lhe davam condições de operar “prodígios e grandes sinais entre o povo" (At H0). Isso dava 5 sua palavra urna notável credibilidade, mns também suscitava a oposição dos judeus conser' vadores, preocupados com o d o v o movi­ mento criâtãa. e invejosos por causa da evidente popularidade de Estêvão e do seu carisma. A despoito da oposição, seus inimigos não "podiam resistir ã sabedo­ ria e ao espirito com que ele lalava" (Al 6.10). Determinados a atacar e enfraque­ cer seu trabalho, instigaram uma campa­ nha sub-repfícia, ao fazer graves acusa­ ções contra Estêvão o alegar quo blaslemava "contra Moisés e conlru Deus" (At 6.11). Ao mobili/.Hr as multidões contra ele e usaras alegações de ialsas testemu­ nhas. asseguraram que íosse preso, a fim de anular seu radiante testemunho de Cristo p transformá-lo em algo sinistro e hostil à Lei mosaica 16.14). O lato Inegá­ vel, entreianlo, é que Eslêvão manteve sua compostura dian le do Si nedrio, e seus Inimigos reconheceram sua santidade: “...fixando os olhos nele, viram o seu ros­ to como o mato de um anjo" (At 6.15). O discurso de Eslêvão diante do Sinédrio é uma memorável rei^pitulação da história judaica e uma defesa ousada da lè cristã diante de seus acusadores. Foi questionado pelo sumo sacerdote se as acusações feitas r.outra ele eram verda*

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cf. a mal tratarão par quatrocen­ tos anos” (At 7.8: etc. A resposta de Estêvão nõo representava uma tentativa de se livrai da perseguição nu do sofrimeulo: pelo contrário. Tinham afirmo do ruido­ samente: “Este homem não cessa do pro­ ferir blasfémias contru este sanlo lugar e a loi.5 . apesar rle naquela época ainda náo lei1um filho (At 7 . cf. em obediência ò voz divina.2-531.11: Èx 2. jul­ garia seus opressores e levá-los-ia em se­ gurança ã Terra Prometida. Depois i le pedir que prestassem aten­ ção ao que tinha a dizer (Al 7.1. como o trágico clímax de uma longa história de apostas ia e desobediên­ cia (7. e Jacó aos doze pa­ triarcas" (At 7.ESTÊVÃO (leiras ou falsas. apesar da idolatria de Israel desde a época do cativeiro (7.7.7). Estèváo m orreu ua presença do Saulo de 198 .10-141. Tanto um como o outro foram vitimas de inveja e rejeição nas mãos do povo (At 7. Gn 17.30-34) e no Livramento do Egito (7. arrastaram -no para fora da cidade e o apedrejaram alé a morte (7. e a sujeitarão à escravidão. a providência divina foi vista em seu nas­ cimento I7. 15.44-50).31 a 21 1.13. o qual lamentavelmente caiu em ouvidos sur­ dos.13/141. e o circuncidou ao oitavo dia. Gn 1.14: 3. Essa revisão histórica é seguida pela repreensão por manterem a mesma alitudo com relação ao advento de Crislo (7.17-41): e a terceira ao Tabernáculo e ao Templo (7. 13. A repreensão no final foi umo tentaiiva de fa/er com quo os judeus enca­ rassem sua dureza de coração e a rebe­ lião que m antinham contra o Espírito Sanlo (7.54.t: 17.14: Èx 3. em favor dc urna visao dinâmica do povo de Deus durante a peregrina­ ção. Isaque gerou a Jacó. O sermão realmente nos oferece uma “teo­ logia bíblica” — um exame do Antigo Tes­ tamento a luz do advento de Cristo. Eslêvão tez um relato da história sagrada desde Abraão e lalou dn maneiro como Deus lidou com o grande antepassado do povo da aliança (7. e mudar os cosi umes que Moisés nos deu" (At 6. contudo. Realmeule. e.9.51-531. Era nesle contexto do aliança que 0 rilual da circuncisão precisava ser en­ tendido (At 7. Gn 15.). onde permaneceu alé a morle de seu pai (Al 7.4450).2-81 O Todo-poderoso falara uom o patriarca e Lhe dera direção para ir à lerra da promessa lAt 7. assim. Dou>dis­ se a Abraão: "A lua descendência será pe­ regrina em lerra alheia.4). A des­ peito disso.1. Gn 37. A parle final (la revisáu hislórica lida com o contraste entre o Tabernáculo e o Templo (Al 7. O discursa lem três parles principais: a primeira refere-se aos patriarcas (At 7. no tempo determinado 'Abraão gerou a Isaque. Dous usou Moisés como ‘prín­ cipe fc Juiz'’ de seu povo IAl 7. I\)i«* o ouvimos dizer que esse Jesus de Nazaré há de destruir esle luxar. Semelhantemente. foi umn magnífica confissão dp sua fé em Cristo contra 0 pano de lundo do tratamento dispensado por Deus ao povo da Aliança através da história. Eslêvão claramente se opôs □ uma visão estática da vida de Israel.8. Dous fizera promessas maravilho­ sas o Abraão. pela resposla furiosa do povo.18.54 a tí. onde eles o adorariam (At 7.d Gu 12. ir>. Gn 21. em conse­ quência da perseguição resultante |0.3538).58).3. 27. ao apedreiá-lo 17.7.1). cf. lb-4|. cif.17-22J. o Senhor. Acusou sua audiência de traidores e assassinos do “Juslo" (Jesus Crislo).4.6). em seu <omifisionamenlD (7.8.35): de futo. Mos­ tra ufa trisie quadro de constan tes escorregões por parle do povo du Deus o aponta a rejeição deles ao Messias pro­ metido. saiu de th’ e estabelecei i-se em Harã.5: 15. era um cha­ mado ao arrependimento e a fé. eles o aiacaram. cl.23-20).13. cí. la) e pela disper­ são da Igreja de Jerusalém.2. Gn 12 1-31 Abraão. 22.12).39-431. 35.210) a segunda a Moisés (Al 7. cf. sob a liderança de Moisés. em sou tempo uo destírlo (7.51-531.15. Numa explosão de fúria.14). a história rle José foi contada para lembrar a providência de Deus ao povo e preparai o cenário para a narrativa do poderoso livramento do Êxodo.

clamou em voz alta (Lc 23. nu entanto.1-19. 23. consentia na morte dele” (7. per­ doou seus agressores IAI 7. Os estóicos dividiam sua filosofia em Lrès partes: a consideração dos objetns físicos. 0 outro é o lato de que a vida de Estêvão es­ lava claramente sob o tolal controle «lo Espirilo Sanlo. Seus proponentes eram panlefelas. entre as três.59). Os estóicos honravam os deuses. SI 315).2-23). A emoção eiru vista como o resultado rio julgammtos anteri­ ores. isto é.. a qual é particularmente surpreendente: “Senhor Jesus.8s ct Mt 10 32s). O movimento foi funda­ do por Zenãu (340 a 265 a. são martirizados mais cristão*1 do que em qualquer nutra época da era cristã- ES TÓ ICO S. Posteriormente.141 . e o Filho do homem. A prnoi. recebe o meu espírito" (At 7.3. Esta entrega recebeu uma ênfase cristocênlrica em Atos. um obreiro eíetivo e um nobre mártir. Eram dominados por uma preocupação com a razão e a» ques­ tões relacionadas com o estado do mun­ do. Estêvão diante de seu martírio. Pri­ meiro. Um ó o testemunho de Estêvão. Jo 18. 0 Filho do homem. em suas obras podeiosas e s mais miraculosos (6.5). Essa filosofia e rosa para com os inimigos — tudo isso detalhada no livro de Diógenes Laércio A faz dele um modelo digno de um discí­ vida dos filósofos eminentes. 26. O obietivo da vida era viver em harmonia com a natureza e fazer boas açóes.. a fala. em seu poderoso testemunho de Cristo (6. Estevão. A felicidade consistiu na virtude e numa disposição de harmonia. Deus O heroísmo e . Paulo tomou-se cristão (9. justo. a pratica e a racional.ESTÓICOS Tai's<). ele i'xid-±iaou "Olliail Eu veja os léus uhertns. Esse pflpel do Espírito é evi­ dente em sua indicação (Al P. o “protomártir”. olhou para o Senhor par/i a vindicação finul.1). Vários aspectos são notados aqui. 199 . Sua história leni grandif relevân­ d .upação deles com a ética tambéin linha muito que ver sobre as paixões humanas e seus im­ pulsos. O amor era expresso em amizades profundas.h . Tam­ bém buscavam a excelência.C. o intelecto e o que é ge­ rado por ela própria. L<. a última era a mais importante. na presença de Deus. tomo 7. quando. O apóstolo oncontrou-se rom essa tradição em Atos 17. cora­ joso e Lemperanle.as registrara as pa lavras de lesus: ‘‘Digo-vos que todo aquele que me confessar diarite dos homens tam­ bém o Filho do homem o confessará liiante dos anjos do Deus” (Lc 12. oferecium-lhas ora­ ções i: pediam boas dádivas a eles. Lr 23 46. o qual "também.1-21. o que a razão nos leva a fa­ zer. a alma tem oito elementos: os cinco sentidos.8) e em seu discurso corajoso diante do Sinédrio (7. Estêvão viveu.gregas da época de Paulo.401 t? entregou seu espirito (Al 7. que o reconhecesse no céu.59.i coragem de Estêvão ora u razão inerente na matéria.60. no momento da morte.341.5 1-5. pulo fiel.l por volta de 300 a. 8. Uma das muitas escolas fi­ losóficas . não sujeito a julgamentos baseados no calor das circunstâncias.37|. Em seu primeiro livro.10). que está em pé à direita de Deus” (Al 7.18. Falou a verdade em sou julgamento IAI 7. cf.C. de ma­ neira que o mundo era ordenado pela ra­ diante dos oponentes o sua atitude amo­ zão e pela providência. reivindicou ousadamente essa promessa e pediu a lesus. O bomem sá­ bio de maneira alguma é vão. o ética e a lógica.56).9. 22. ó homem precisa ser prudente. sofreu e morreu por Cris­ lo.. Seu pedido foi concedida f. A vida tinha três dimensões: a contemplativa. Conforme sua doutri­ na.3: cf. Lut. Dois outros elementos também são no­ tados. A morte de Estêvão provavel­ mente loi um dos “aguilhões" que o leva­ ram a Cristo (26.60: cf. os quais falavam da unidade da hiunanidade b o «eu parentesco com o elemento divino. ugiu como seu Senhor. Assim. mas o homem sábio vive sem emo­ ções. como verdadeiro discípulo.2-53) cia hoje. no presente século.

il. 4. 1. devido ao seu ca­ samento com Jezabel. quando transgre­ diram. As vezes pas­ savam-se muitos anos até que isso acoutecesse. benjamita.ia (1 Cr 4. 17). unia anliga cidade pqrtuãria da Fenícia. membro do clã dos merari las II Cr 6. sacou a espada e o malou. Filho de Hela. Uni dos descendentes de Judá e pai de Jezreel f. 1.l Cr 4. Um cristão que esteve com Paulo duranie sua EÚDE. Depois da morte de Otniel. Elide fex uma espada de dois gumes. "de bom conselho'"). ÊUBULO (Gr.17-19). O Salmo B9 6 creditado a ele. I Irn dos líderes tia Iribo de Judá. Provavelmente Irata-se do Olho de Cusaias. Elbaal ti mencionado em conexão mm Arai io.Õ-H). os israelitas tornaram-se idó­ latras novamente. o pecado do povo ptovocava o juízo de Deus: esse castigo. sob as roupas.21). Filho de Zima. 5.á.31). ‘ Elide. serviu no ministério do Tabernáculo uo reinado de Davi ( I Cr 6. (Veja lambém fiiiz&i)'. Levi la que serviu no Tãljfímánilo. Por meio tia comparação com a sabedoria de Eiã p de outros ho­ mens da época. A pnz foi restaurada e durou f)0 unos (Jz 3 16-30). quo o levou dirotamenUs à adoração do Baal. Seu filho chamava-se Azarias (1 Cr 2.44).12). segunda prisão em Roam. Assim que 200 . atõ quo os isranlilas finalmente cla­ maram ao Sonhor. Passaram-se 18 anos. Como acontece com frequência uo Livro de luizes. ETÃ.151. m. da tribo de Juda 11 Cr 4.. vivia era Ror. Levou u tributo do povo ao rei tsglom e pediu para oncontrar-se a sós coin ole. Nesia ocasião. ocasião em que conquistou uma grande vitoria. onde esses eventos são registrados.irihos.|[z 3. E mimei onado numa passagem que engrandece o extra­ ordinário conhecimento dado poi Deus ao rei Salomão.301. Linha um propósito reslaurador. e acres< eula que “o Senhor me assistiu e m e forta­ leceu” (v. Na verdade. "comBaal"). ETNÃ. O libertador que o Se­ nhor então Lhes deu íoi Eúde.ds do que lodos os que fo­ ram antes dele" 11 Rs 10. Os papéis se inverteram o Israel subjugou Monbe. Acrescentou suas p r ó p r ia s saudações no final da carta a Timóteo 12 Tm 4. pai de Ada ias e ancestral de Asafe. ETBAAL |Meb. O texto não deixa claro alé qué ponto a adoração a Deus loi restabelecida em Israel. invadisse Israel. anles lo­ dos me desampararam" [v. já próximo do final da vida do apóstolo.ESTOM ESTOM. um dos Lideres musicais do rei Davi | 1 Cr 6. era fumoso por sua sabedoria. É algo digno de □oia que ÈubuJo provavelmente íoi um dos poucos irmãos que ainda estavam com Paulo naquele momento. o ezrajia.3)* 2 . Levita. o qual fez "o que era mau uos olhos i lo Senhor. entretanto. um dos indicados por Duvi para cantaru tocar os dmholus rio bronze tpjonriu a Arca da Aiiançu íoi levada para Jeru­ salém ( I Cr 15. ao ficarem so/. a qual escondeu jumoà roxa direita. da tribo de Levi. Escapou rapidamente e liderou 0 povo na batalha. Kei deSidom.11. 3. Nações estrangeiras eram autoriza­ das a invadir e oprimir o povo. ETNI. Seu pai fui Meir. rei dos moabitas. o quo le­ vava os israelitas a se arrepender e bus­ car novamente ao Senhor. por suu graça. Esse rei de Israel tornou-se idólatra. Era filho de Quisi. Deus permitiu que Eglom. junta­ mente uom sun lum.7). o Se­ nhor deu-lhes paz duranie lodo o tempo de vida de Eúde. filha de Elbaal.42). pois no mesmo capítulo o apóstolo declara melancolicamenb: que "ninguém me assisUu na ruinha primeira defesa.41). o conh ecim ento du Salomão foi considerado ainda maior do quo o de todos nles juntosf I Rs 4. 16). ho­ mem canhoto'. Neto de Judá e Tamar e um dos cin­ co filhos de Zerá. Conhecido corno Etã. filho de Gera.

embero a conver­ são de Coroého seja consideraria conto o principal inicio da pregação aos genlios 1r\ t '10i: a conversão do eunuco. começou novamente o eido do pecado. pois Timóteo apareniemenle saliia a respeito da perse­ guição que o apostolo sofreu quando esleve In (2 Tm :t. Era o superintendente de todo o tesouro real uo remado 201 . porém. ao criar os fi­ lhos sozinhos. De qualquer maneira. Essa e uma das maiores recompensu$ para os pais cristãos: ver um filho c r e s ­ cer no conhecimento e tumor do Senhor r* começar a servir a Deus por si mesmo. continuou 0 seu caminho" (At 8.l) Som dúvida. mas jubiloso. mesmo sem o apoio do marido.8]. que assumira o desafio de ensinar e Irei* uar o filho nas Escrituras.o de Benjamim. É p rovável que Lóide e. Foi sen conhecimento da Bíblia que o ajudou a eotondi. Dirigido pelo Espirito Santo. provavelmente loi dado pula própria mãe.5).27). mas seu nome. o protela Isaias deixara a pnrla aberta para os eunucos e estrangeiros que desejassem EUNICE.30). Cunlortne Lucas relata sobre o rápido crescimento do Evangelho em Jerusalém. Foi a alegria experimenlada por Eunice. provavelmente leria sido castrado I veja Candace). "de Candace. A passagem era o capítulo 53. paro a estrada do deserto. a Iiíz dos sofrimen­ tos e da morte de Cristo. onde Irafegava o eunuco. o falo dti seu filho não ler sido lít<uncidado na infância (Al 16. e falou-lhe so­ bre as boas uovas sobre lesus (At 8.g.35). e ela loi elogiada pelo apóstolo (2 Tm 3. por­ que é uma pvidênda adicional da disse­ minação do Evangelho. Judia. At ifí. É im portante lem brar que Deuleronômlo 23. Como oficial da rorte da rninhnmôe.Tr q salvação por meio da fé em Cristo. Eunice IwqI»ani­ se convertidodurante a primeira visita de Paulo a Listra (Al 14. EUNUCO ETÍO PE. Depois rlisso. Embora saibase pouco sobre Eunice. Judéia. 0 discípulo de lesus então explicou-lhe o lexto. Entâo perguntou-lhe se entimdia algo so­ bre o que meditava. devia-se à ori­ gem do esposo. sem o cônjuge. que voltava para seu pais numa carruagem. da rebelião o do castigo. 2.8-201. O etíope creu om Cristo o. depois de adorar em jerusalém. Era líder dfe dâ e está listado etn 1 Crónicas 7. Samaria. e não o viu mais o eunuco. esse acontecimento é de gran­ de significado para a Igreja. Atos 8. é uma prova de quea Palavra de Deus é para Iodos os tipos de pessoas.Fl1NUC0 ETÍOPE ele morreu. LO . o texto não deixa claro se era um gentio "temente a Deus" ou se linha as­ cendência judaica. que signiíica "temente a Deus”. índepnndentemunle de *rua origum ou condição.1410). esse etíope ja­ mais seria admitido na assembleia de Is­ rael. porém seu marido ora grego (vM Lfi.l t. Filipe subiu ao carro e uotou que o etíope lia o profeta Isaias. De fato. o foi Mia formação -interior que o preparou Ião bem para o ministério de evangelista.3).26*40 registra uma série de eventos miraculosos que levaram à sua conversão. uem poderia oferecer sacrifícios.1 e Levílico 21. sua influência so­ bre Timóteo ao levá-lo a conhecer e amar o Deus i. Mãe de Timóteo e filliu ou UOra do Lóide (2 Tm 1. ajjesar do ter ido a lerusalém para adorar.20 deixam claro que. quando passa­ ram por um poço. como euimco. ruinha dos etíopes" (Al 8. t lmanjo apareceu a Filipe e disse-lhe que se dirigisse ao sul.t). Em parte. pediu a Filipe que o balizasse. Tal fidelidade o Deus e a bênção decorrente disso devem ser um grande encorajamenlo para muitos ho­ mens e mulheres que se encontram numa situação semelhante hoje. ou na com­ panhia de alguém que não compartilha do mesmo compromisso com Cristo e o Palavra do Deus. iuj. "o Espirito do Senhor arrebalou a Filipe. para o qual Deus o cha­ mou por intermédio de l^iuio. Um dos sete filhos de Rilã n bisnel. até o território dos geniios (At 1.las Escrituras era considerável.

Uma profeda em Sólonias 3. por volta da meia noite.. tanto duranie o seu tempo de vida como alem dele. Em vez de ser uma serva. p. Eutii o pro­ EVA Eva. p. Seu significado pode ser visto nos Vários desígnios qup lhe loram destinados o as circimstôndas que os cercaram. “afortunado"). é unia figura central na história da redenção do homem. pargo rha ern que os adoradores de Deus seriam reunidos até mesmo ‘‘dalém dos rios ria Etiópia" (o aJto Nilo..n. sua identidade era deriva­ tiva do primeiro homem.s profecias do AT e in­ dicou que não haveria membros de se­ gunda dasse na assembleia dos que cres­ sem em Cristo. A intenção de Deus na criação da mulher era que complementasse Adão. Isso significa que também compartilhava a imagem de Deus. Esse cará ter duplo da natureza derivativa de Eva — imagem de Deus tirada do homem — propordoua a base para que todas as mulheres possam entender a si mes­ mas. Paulo vollou ao cenáculo. A ausência da mulher na criação.1 Eva foi criada a partir de Adão e formada com o propósito de ser "uma adjutora” que lhe correspondesse (Gn 2. r foi levantado morto”. a loote dp toda a dignidade humana que nos diferencia de todo o restante rio reino animal. vavelmente eslava sentado numa janela. entretanto.26* 20.22. É um vocábulo usado até mesmo com relação a Deus em outros textos ÍGn 49. pois.25).2). ÉUTICO |Gr. desde que Eva loi a progenitora do seu género Suu função com relação a Adão.281. A “boa nova” do Evange­ lho <*ra que Jesus sofreu. 5.as escadas e levantou o rapaz.o. o qual. pois se rea­ lizava "no primeiro dia da semana'* (v. Gn 2. portanto. Talvez começasse na noite do sãbado. compartilharia com ele uma reciprocidade baseada lanto nas similaridades como nus desigualdades. a primeira mulher. O após­ tolo desceu apressadumenti. Ela e primeiro mencionada como parto da noção corporativa de "homem" lodmn. lovonj que pegou no souo durante um discurso partimlarmeutn longo. Sl 08.c. é a base do entendimento sobre o género masculino. leito numa sala lotada 0 abafada. “ruiu do terceiro andar. onde partiu 0 pão e continuou seu discurso alé 0 amanhecer. ressuscitou.18). 7).Êt m co seguir ao Senlior n sua AlMnça. causou a declaração de Deus de que algo 202 . pois sabia que deixaria aquela re­ gião no dia seguinte (At 20. "foi levado comu ovftllla para o matadouro" e deu sua vida por toda u qualquer pessoa que se voltas­ se para Ele em fé e confiança.c.10 lambém olhava adiante.23. Essa reunião sem dúvida era a mais importante do mês. na verdade. o que significa que havia algo de incompleto no primeiro homem sem ela. Gn 1. Eva era falta a imagem de Deus. O calor na sala foi ocasionado pelo grande número de pessoas e também pela quantidade de lamparinas usadas paia iluminar o local da reunião (v. a reunião. Esse “partir do pão" era uma parte integrante de toda. ftudo pregara um "extenso dis1nrso".0). não tem ern sl mesmo a idéia de subordinação. O termo traduzido como “adjutora". Como "mulher" (is/tu. a identidade da mulher derivou direlamnute de Deus. por meio dn um milagre. 8). co-rodpiente do mandato cultural para encher a lerra e dominá-la. por meio da muitipUcação dessa imagem (Gu 1. Nesse senlidò.'! I ( Essa estranha con­ versão cumpriu h.cf. A passagem indica o papel central que a pregação da Palavra de Deus tinha nos cultos dn igreja primitiva.7J. mesmo quando se nmmiam especificamente para 0 partir do pão (Al 20. prome­ tendo-lhes acéséo ao Senhor e ao seu ffeihplo. Nesse sentido.

que Adão é visto como praticante de unia falta primária no alo da desobediência. pode conotar uma proposta mili­ tar. Num esforço para justificar. mas essa imagem deve ser vista dentro do contexto de sua caracterização total.es do pet-ado. 0 que é o caso do próximo capítulo (Gn 3. nesse ponto.Uvel á mutação. além do sentido de conservar. A leituru de Gènesi> 3 sem ler ta>se contexto em mente produziria unja visão distorcida da mulhttr. O te trato da mulher aqui.24). mas. Quando foi apresentada ao homem. Eva continuaria a ser uma geradora de vida.EVA não estava bom iGn 2.16). 3 0 atribuir esse arranjo exclusivamente à qunda Não é .23J. Se houve qualquer base raciuuul por parte da serpente. refletir algo que seja inerente a nature­ za feminina. a identidade de Adão derivava de Eva. não è limitada apenas a esfera biológica. sim. Se. seria estabelec ida por meio do domínio do homem sobre ela. a origem do desejo que se vè aqui. Eva conseguiu a participação de Adão aa rebelião. entretanto. estabelece uma ilimonsão de seu traráter 11a BibUa. Ao ceder à tentação de Salanas. loi uma indicação direta do fra­ casso do bourem nesse aspecto Esse entendimento corrige a noção equivocada de que Eva Ria mais irara moralmente e de que ela própria era uma tentadora. Como consequência de seu pecado.15). A cnracteirização louvável que Eva recebeu de seu marido proporcionou o pano de fundo necessário para sua tentação pela s e r p e n t e . uáo é totalmente merecida. mas também era sua tarofa específica "guardar" 0 Jardim (Gn 2. Parece que sua vonlade se tomaria desproporcional ou distorcida. Gn 2. de maneira alguma.usarmos rumo pano de fundo os soldados do templo 00 Antigo Oriente Médio. Adão deveria guardar o |ardim Sanio de Deus da presença do m. a des­ peito da morte ser o castigo paru a robubâo dela e do homem. como susce. Ele não só loi colocada como cabeça sobre toda a criação. Alguns comentariMas encontram aqui a base para a liderança masculina o a submissão femini­ na. Isso não quer dizer que não havia hierarquia conjugal antes desse momento. podemos ver a bênção de Deus. personificada na serpente. A decisão de Satanás de tentar Eva não parece. contudo. Cerlamente as dores do parto serviriam paro lembrar u mulher e seus descendentes do sexo feminino sobro a rebe­ lião daquele rlla Também a lembraria do perigo que seria associado ao nascimento dos filhos. e ele te dominará" (Gn 3. Eva compartilhou tolalmenle com Adão a vergonha dessa rebelião e sentiu com ele a quebra do que antes lora a cobertura suficiente deles — a glória. de “ficar de guarda”. x-\dão viu nela um espelho idêutico.JBJ. este cantou o primeiro hino encontrado nas Escrituras.7). Eva teria seu desejo natural substituído pele. pois com certeza Eva desejava seu marido anl. embora oposto: percebeu que era totalmen­ te feita à Imagem de Deus e elo não linha u que somente ela podia proporcionar Nesse aspecto. O Senhor colocou sobre ela a maldição relacionaria com a gravidez e o parto.16 b). a mulher tomou sobre si o papel de determinai o bern e o mal. pois a habilidade da mulher conceber foi preservada. É digno de nola. «ntretanto. a fim de exaltá-la e t hamá-la de "mulher" l/sho. porem.il ou de intrusos impuros. A preservação de Eva como fonte de vida. os quais eram talhados para sua identidade e função (Gu 3. Na maldição sobre a serpente Deu> incluiu a promessa da redenção 203 . 0 Espírito e a imagem de Deus ÍGn 3. a despeito da interpretação tradicional. que ela seria modificada de alguma maneira. Assim.» de seu marido: “O teu desejo será para o teu-marido. Na maldição. Essa maldição. A autonomia bumiina 11a esfera complementai da verdade e da moral iniciou-se a partir dali. A pre­ sença satânica no Éden. Havia uma forte implica­ ção de hierarquia no relacionamento entre o homem e a mulher e Satanás provavel­ mente escolheu tentar a mulher a fim de subverter essa estrutura. seria em seus métodos subversivos. O verbo hebraico usado aqui.

Eva é o protótipo da mulher que busca sua libertação por meio da geração de filhos.1 vivemos num época em que a redenção já resolveu o problema da queda. de acordo com pelo meuos um dos seguintes princípios. Nos conse­ lhos que Paulo dá a seu fillio na le sobre o cuidado com a igreja em Èfeso. entretanto. Oséias).22.11 Essas palavras revelam a consciência que linha de Deus. esle le lerirá a cabeça.s pertinente. O apóstolo ©COrtou a mulher a manter urna postura submissa diante do marido. como uma advertência do que um falso mestre poderia fazer na igreja em Corinto. quando a redenção será completa. a qual expres* sou uma atitude fundamental de alguém cuja esperança estava ua semente prometida. O lilho que nasce desse modelo é visio como o resultado direto da intervenção divina em favor da mãe. onaJogia. porque era a mãe de lodos os viventes” ÍGn 3 20). Sara. como n semenle d a mulher. embora não mencione os nomes de Eva ou Adão. (3) ele refletia um chauvinismo comum entro os mbinos. 204 . Assim como o propósito dc Jesus é santificar a Igreja. Aquela sobre quem o Senhor demonstra seu lavor ex­ perimentará a alegria de Eva (ls 54. elu serve como um porsonagem-modolo em episódios subsequentes. O NT faz duas referências explícitas a Evo. Outros destacam quo a ordem da criação é a b a s e para o entendimento de Paulo d o s papóis no relacionamiíoto conjugal — e não a queda. Fica eviden­ te que Adão entendeu a esperança abençoada da esposa. A última caracterização direta de Eva ocorre em sua declaração no nascimento de Caim: 'Alcancei do Senhor um homem'' (Gn 4. Paulo cilou a maneira coma olh foi engonudb pela serpente.2). ou mesmo coin todos eles: (1. |21 as pala\Tas de Paulo foram dirigidas a um problema particular em Éfeso. e (4) o apóstolo falava com baso no entendimnnlo cultural comum daquela época. Rebeca. e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gn 3. conquistaria. porque untei ipau a derrota final de Satanás. O ponln da analogia é a aslúcia da serpen­ te. Alguns comentaristas declaram que o quo Paulo disse não é mni. lunta mais luz sobre o episódio da tentação no Eden. para gerar a vida. a qual descreve a idolatria como uma infidelidade conjugal para com Deus Icf.3. então a tentação de Eva pode ser vis la dessa maneira Isso estaria de acordo com uma a&alogia usada com muita frequência no AT. que significa "viver". o dever do marido para com a esposa é separá-la como objelo exclusivo de seu amor. enganada primeiro. Em 2 Coríntios 11. t ita Génesis 2. O v. a quoJ Cristo. Ij. quandu a chamou ''Eva. se tornado como uma exlensão dessa. Vislo desta maneira.23. Efésios 5. mos no mínimo Adão fazia um jogo dp palavras. Como veremos posteriormente no NT.15). R)i a "profissão de fé" pessoal de E\ a. Esta pas­ sagem geralmente è ah amada de "o primeiro evangelho". embora ela própria não tenha experimenlado a esterilidade. comparada com a falsa sabedoria dos que pregavam um evangelho diferente da­ quele que o apòslolo anunciou.EVA humana: ‘E porei Inimizade entre ti p a mulher p entre a lua descendência e o sou descendeu le. Eva não é mais mencionada explicitamente no AT. So o interesse da igreja em Corinto por um falso evangelho é análoga à infidelidade conjugal.23. em duas bases — a orrlom da criação e a da tentação. Não se sabe ao certo se estão ligados ntimologícamente. Raquel. deu instruções particulares paia cada upnern de pessoas. Adão. 3. Ana e Isabel seguem o padrão de Eva.24 Este é o primeiro lugar ua Bíblia onde a analogia 6 feila entre Crislo e a Igreja e o casamento. e essa hierarquia deve permane­ cer no mínimo ale a consumação deste mundo. A outra referência explfcila a Eva uo NT é encontrada em 1 Timóteo 2. Há uma analogia no casameoto de Cristo e a Igreja (2 Co 11. É a mãe rias dores do parto. Essa declaração reflete a relação entre o nome e a palavra hebraica haycdi. Ez 16 . pela resposta que deu à promessa de Deus. com rela­ ção a Eva. criado primeiro. Eva.13.

o qual o sustentou com ali­ mentos de sua mesa P deu-lhe uma ge­ nerosa ajuda financeira. Um rei da Babilónia do século VI a. dando ã luz filhos". os quais Moisés derrotou eiu batalha (Nm 31. é o terna dominante desso período. OutiD possível alusão a Eva uo NT é a mulher que dá ã luz em Apocalipse 12 /M i. Tais teori­ as. 8. “homem de Merodaque”. No 37® ano do exílio dos israelitas na Babilónia. Aparoutem enle. Apesar du Eva não ser mencionada diretainente como a mãe da semente que des­ truiria a serpente. entretanto. Joaquim. E V I L M E R O D A Q U E (Heb. Maria.essa não soja uma garantia ou tomátira dn qu« a reprodução biológica resultará om salvação espiritual. 15. Na Babilónia. quo voltaria para Judá. na ascensão de Evil-Merodaque. para a entendimento de Eva. é o recipiente da revelação divina de que conceberia um filho. ou diaconisas. Pai do Naari n qual foi um dos "heróis" de Davi |I Cr 11. M. tornuu-se m eigo do rei babilónico.c.G.35]. uáo passam de hipóteses especulativas. 14).C. deus babilónio). provavelmeute ela é o modelo em outros contextos do NT.27 e Jerem ias 5 2 . notemos o fato do que Lucas traçou a genealogia dn lesus até Adão (Lc 3 . Alguns dentre o povo deseja­ vam fugir para o Egito. Exis­ tem muitas teorias sobre elas. 205 . Mo. e o após­ tolo as exortou a se reconciliarem.I. p.rodaque . o rei de Judá que estava proso (2 Rs 24.21). é urna refle­ xão sobro a grande promessa dado a Evo — quo e l a era a ' mãe de Iodos os viventes'.2. EZBAI. bem como de alguns aspectos da obra redentora de Cristo. ou uma das duas iia realidade era Lídia (Al 10. Em resumo. Evil-Merodaque foi ape­ nas um dos reis usados pelo Senhor. foi solto do cárcere.n. o ma das ‘‘companheiras de jugo" (Fp 4 2. LI m dos cinco reis de Midiã. EVI. o descendente dela está associado com a batalha cósmica entre as forças de Deus e as de Satanás. a rnáe de Jesus.Marduquo. o qual seria o foco central da redenção e lutaria contra as forças do mal (Lc 1. a atenção cuidadosa dos meios de caracterização revela muito sobre a fonte o n natureza de suo identidade. a menção de Eva e muito limitada na Bíblia. mas o Senhor nada llies garantiu alem da morle *»e fossom paia lã.31 de Pau­ lo O conflito enlre Evódia e Síntique ameaçava a unidade da igreja. o capítulo final (Jr 53) aponta paru o cum­ primento da proiei iu de quo os exilados não deveriam temer o rei da Babilónia |Jr 42.37). Sobre esse aspecto.3 J. suas vi­ das seriam poupadas e no final seriam restaurados e voltariam a terra natal.15). a fim de realizar seus propósitoiS para com seu povo. E V Ò D I A . uma das duas ou am bas eram hom ens. Além da menção exp lícita. entretanto. é visto m* v. i omn parte do vingança pelos midianilas terem seduzido os israelitas a se afastarem do Senhor (Nm 25). | s 13. Cl■istã filipen se. eram símbolos dos judeus cristãos o gentios. ola podo proporcionar o pano de fundo para o entendimento de outros personagens bíblicos. 2. contudo. A soberania de Deus sobre todo o juizo do exílio p a restauração final do povo.EZBA1 O aspecto mais relevante desta passagem de 1 Timóteo 2.3 8 ) . 0 apelo de Paulo é concluído com a esperança de que a mulher "salvar-se-á.33SS'.11-iGJ. Embora obviamente. No contexto do livro de Jeremias.114. Menciono do om 2 Reis 25.

os adoradores podem muito bem incorrer em sua condenação.19.C. que resolveram estender a lesta por mais uma semana! Nada similar a esse acoutecimemo acontecera desde os dias do rei Salomão (2 Cr 30. 0 REI EZEQUIAS. Embora acreditem qu« Deus se agrada com este tipo de culto. Como parte desse programa.20). e s quais S a h n a n e s e r mandou instalar na região. tornou-se rei absoluto. A Festa dos P õ e s Asmos. 2 Crónicas (29. Nm 21. Ezequias reinou conjua lamente com seu pai de 729 a 715 a. A reputação de Ezequias Ezequias eru um rei piedoso.1 a 33.16. náo houve outro como ele. Ezequias alé mesmo incentivou os habitantes do reino do Norle a participar da adoração em Jerusalém. durou sete dias e foi acompanhada com "grande alegria' . A purificação e a Páscoa Embora o registro em 2 Reis (18. Nessa época.12). paia <)ue o povo náo morresse atacado pelas cobras abrasadoras (2 Rs 18 4. Esle monarca começou suas reformas imediatamente após ser coroado rei (2 Cr 29. com a idade de 25 anos. mas outros se humilharam e loram participar 'da Páscoa. De acordo com o autor dos livros. estavam familiarizados com a história do livramento de Deus e da fidelidade de Ezequias. como loilos as relatos bíblicos demonstram (2 Rs 18 a 20: 2 Cr 20 a 33. Miquéias. e.C . Alguns dos remanescentes no reino do Norte escar­ neceram dos mensageiros. Uma graude multidão reuniu-so em Jerusalém para celebrar □ portentosa festi­ vidade.22) seja estranham cmte brevo. Uma grande porção da narrativa do cronista sola-e Ezequias é concernente à restauração da adoração ao Se­ nhor e a celebração da Páscoa. os anoíãos.5).31) apresente um relato mais detalhado de suas reformas. Ezequiâ» enviou mensageiros qut percorreram Ioda a região de Judá e Israel. A resposta deste rei a tal mBUsagem Foi humilhor-se. segundo o costume introduzido nos tempos do rei Davi. a fim de solicitar ao povo que adorasse ao Senhor.4.). A música foi reincorporada ao culto. A reforma leve como «bjetivo principal centralizar a adoração ao Sonhor nova­ mente em Jerusalém. A maioria do povo de |uda atendeu (2 C r 30. contemporâneo de Lsaias. eles náo mais possuíam seu centro político. Samaria fora destruída pelos assírios [722 a . Buscou ao Senhor A calamidade não aconteceu Com anos mais lorde. Um testemunho da fidelidade dele lambem é dado em Jeremias 26 18.dos Reis.3). profetizara que Jerusalem seria destruída (Mq 3. Era fillio ile Acaz e de Abl.EZEQUIAS. que ocorro logo depois da P á s c o a . Tiveram um lempo Ião maravilhoso em adoração e louvar ao Senhor.12). O REI Ezequias reinou em ludá por 29 anos (715 a 687 a. a serpente de bronze c|ue Moisés erigira no deserto. o jovem rei ordenou que o Templo fosse reaberto e purificado. Esta estátua tornara-se objfilã de culto e mostra quão facilmente substituímos a verdadeira adoração pela falsa. no lempo de jeremias. nem anles. A idolatria foi removida da área do Santuário. nem depois.C. O s sacerdotes e le v ita s passaram a s e r v ir d e acordo com as prescrições bíblicas. 206 . inclusive a imagem de Neuslã.6-9). purque Exéquias confiava no Senhor (2 Rs 10. Is 33 a 30).) e os israelitas quo sobreviveram coe­ xistiam com outros povos.

inclusive Ezequias.'«. Com sua morte om batalha (703 n. i]evi(jo ao tempo maravilhoso que teve durante a festa. Portanto. Pa­ gou o tributo exigido de 300 talentos de prata e 30 de ouro. Viu d necessidade de restaurar o verdadeiro culto ao Senhor v não perdeu lempO para iniciar o projei o. entretanto. Ezequias enviou-lhe uma carta. tentou pacificá-los com o pagamento do tributo. mostrasse que em o único Deus verdadeiro. para manter u Templo Rm pleno funcionamento. ao falar diretamente com nles um judaico e dizer-lhes que ninguém seria capaz de salvá-los das mãos dfi Senaqueribe. da Assíria. Enquanto o rei assírio sitiava Laquis. Também construiu um grandp túnel. Seu primeiro dia de mandato já trouxe revoltados que foram sentidos por toda a terra. ergueu torres e fabricou um grande númoro de armas v . reto e verdadeiro. Senaqueribe o sucedeu no Irono. Era o momento para muitos vassalos. Senaqueribe leve que li­ dar com as insurreições da Babilónia alé o Egito e finalmente. O túnel assegurou a capacidade de Jerusalém para resistir ao Inimigo por um tempo maior.C!. mas não agiu agressivamente contra Jerusalém. Provavelmente arrependeu-se por sua rebelião anterior contra eles. conhecia a crueldade dos assírios.EZEQUIAS. voJtou-ae para Judá. A terceira campanha do mi Senaqueribe. 207 . Ha qual reconhecia seu erro e declarava estar disposlo a submeter-se a quaisquer lermos que ele estabelecesse. Nos preparativos para enfrentar n exército assírio. o que seria upmximadamente dez loneladas de praia e uma de uuru. Ele conseguiu desenvolver suas reformas internas.. Ezequias era um rei piedoso t* um bom político. escudos. que conectava o rlheiro de Cíoin ao poço de Siloé |2 Cr 32.01.4). (J rei assirio. Um dos resultados fui a destruição dn Iodos ns locais ilegítimos usados paru adoração em ludá e Israel. quando se aproxima­ ram.C. reconheceu quo somente o Todo-podemso é Deus sobre os reinos da Ter­ ra. Ezequias reconstruiu os muros da cidade. não manteve sua puJovra E d víou Rabsaqué com uma carta e um grande exército a Jerusalém. Encerrou sua oração implorando que o Senhor us livrasse de Soiaqueiibe e. Ezequias foi ao Templo orar v colocou a carta diante do Senhor (2 Rs 19. Esse co­ mandante assíria tontou desmoralizar os oficiais e os cidadãos judeus. pera nos a judar. foi dirigida contra vários governantes situados nas margens ocidentais do mar Mediterrâneo. Por outro lado. que fizera uma incursão em 714 e 710 a. em 701 a.14SS). o qual foi umu verdadrYlra obra de engenharia.j. dessa formu. para exigíi a rendição da cidade. para subjugã-la. e para guerrear as nossas guerras" (2 Cr 32.7. Em sua oração. declararem a Independência. A campanha de Senaqueribe A situação politica de Judií permanecia tensa. Outro residindo foram as olortas generosas dadas pelo povo. Por um lado. mesmo que a cidade fosse sitiada.. linha grande confi­ ança uo poder do Senhor para Llvrá-lo: "Com ele (SenaqueribeI está o braço de carne.C. Acaz fizera uma aliança com os assírios b por essii razão Ezequias era considerado vassalo deles. mas conoaco o Senhor nosso Dfttis. O cronista fecha esla seçáo enfatizando que Exéquias fez o que era eerto. pois haveria água disponível. 0 REI O povo eslava muito contente. Dois grupos de trabalhadores começaram a cavar nas extremidades Opostas por baixo da terra até que se encoutraram. sem incorrer na ira de Sargno n. era melhor que eles se reudessem de bom grado ao rei assírio. Essa enipolgação espalhou-se por outras áreas de suas vidas.

23). Ezequias foi acometido por uma doença morlal. a salvação de Jerusalém resultou de um reconhecimento ern grande escala do quo só o Senhor era Deus Muitas pessoas levaram ofertas ao Templo (2 Cr 32.35). Por isso.311 . quando se encontrava no templo de seu deus Nisroque. 2 Reis 19-25-20 coloca o rei assírio em seu devido lugar. Um piSta do fracasso de Ezequias é encontrada em 2 Crónicas 12. O Senhor declarou que sua ira viria sobre o roi e todo o povo judeu. por assa razão. A arrogância (los assu ios estava ua presunção deles do que o Senhor desejava a rendiijãO de Juda e na alegarão de quo todos os deuses érnm impotentes dianle deles. o rei uão foi aprovado no teste. Conclusão O quadro gemi da vida de Ezequias é o de um rei dedicado. mas era um homem com um espirito quebrantado. O proleta declarou que todos aque­ les tesouros seriam levados para n Babilónia.2f3). mas ê interessante saber sobre as lendas relacionadas com aquola retirada. Espalhou sua desLriuçáo por toda a região e tornou-se arrogante. O rei orou para quo o Senhor o curasse. Deus colocaria anzóis em seu nariz e Ireio ern sua boca. Por causa disso. A Bibtia não registra o que acoutweu exatamenle. e deixaram'os assírios praticamente desarmados (Livro 1. Diz quo pequenos ratos comeram as aljavas. com a idade de 39 anos. Ao que parece. Não era perfeito. Levou-os a uma lurnê e mosIrou-lhes todos os seus tesouros.2-51 Heródoto registra uma narrativa surpreendente sobre o evento. 10. 701 a.C. p. ele recebeu a visita do urrui delegação da Babilónia.25. tsaias declarou que Senaqueribe jamais tomaria Jerusalém e teriu umu morte cru­ el. que serviu ao Senlior com lodo u coração. pronto para atacar. em Ninive. 1411! Senaqueribe foi morto pelos seus filhos Adrameleque e Sarezur.. após seu tempo de vida ser ampliado. deixando para trás 185 mil compatriotas mortos. pois sempre se humilhava dianle do Senhor. Ezequias e os moradores de Jerusalém humilharam-se e e\ ilaram dessa maneira a ira de Deus naquela geração (2 Cr 32. Essa passagem declara que u arrogância do Senaqueribe chegara aos ouvidos do Senhor e. no pensar que contitrufa um Império pelo seu próprio poder. O Senhor operou uma obra maravilhosa o loz com qui: as nações ao redor refletissem sobre aquele acontecimento extraordinário. a iuga é atribuída a uma praga (Ant. pois as palavras de Isaías registram uma forte ropreonsão. depois do que o rei levantou acampamento e voltou para casa (2 Rs 19. Depois que se recuperou. e de repente vèlos em retirada. Elo conhecia a Deus e o adorava apropri- 208 . C) REI Deus enviou sua resposta por meio do profeta ESfiías.EZEQl TAS. o anjo do Senlior saiu e matou 185. i r o n i c a m e n t e . Deus usou os enviados caldeus como urn meio para testar o que Ezequias linha no coração (2 Cr . No relato de Joseío. Naquela mesma noite. as cordas dos arcos o as corroias dos escudos.000 soldados assírios. alé mesmo alguns dos filhos do próprio Ezequias. A doença de Ezequias e a delegação da Babilónia No mesmo ano. O crouista regbrtra que. Ezequias também loi exallado depois dessp incidente. ele não íoi grato. Corno sua visão era limitada! Não percebeu que servia a uni propósito divino. d rei a*sírio orgulhara-se porque Asquelom curvara-se sob o seu jugo. O Todo-poderoso atendeu ao seu pedido e deu-lhe lu u ís quinze anos do vida.12. Certamente ern um milagre ter o exército assírio ao redor da cidado. mas seu coração se exaltou. Aparentemente.

por isso. Mencionado um . ou “El fortalece” (Ez 30. 20. A menção de trinta . Os des­ cendentes de Ater.25: 34.11. 1 . 33. mas posteriormente o povo criou esti­ me pelo profeta e sua mensagem tornou-se respeitada (Ez 8 . para explicai as descrições detalhadas dos eventos em lernsalém. entretanto. dos evenlos em lerusalém seja causada por ser divinamente transportado ao local num êxiase. ou ainda “que El fortaleça".2 1. o rei. 8 1. EZ EQ U IA S.J . o que profetizou no lempo do rei de Josias. Ezequiel era sacerdote.000 judeus levados cativos de Jerusalém durante a campanha de Nabnoodonosor em 597 a. Este profeta viveu durante um dos períodos mais difíceis na história judaica — o exílio babilónico — o isso pode indicar a razão de Seu nome. 14. para informar uo leilor que já era adulio. .2. tem sido calorosamente debatido. 30. O próprio Ezequias é Listado corno um dos lideres dos judeus que retornaram para )uda e assinaram o pac­ to feito pelo povo de adorar ao Senhor o obedecer as suas leis. era pai du Amarias e um ancestral do profeta Sofonitis. 2. EZEQUIEL O nome Ezequíel significa "El (Deusl é forte" (Ez 3 J 4 J. Í2 Rs 24.1) os quais maruam os pontos de mudança em seu ministério e proporcionam o pano de fundo necessário para cada mensagem.1 ff e N em ias 7.21. em Esdras 2. J 7.10. 29.10-17) e muito provavelmente profetizou aos exilados que moravam em Tel-Abibe. provavelmente Íorrnam uma unidade ã parte. O livro de Ezequiel pode ser dividido em três seções: (aj 08 oráculos do juízo contra Jtidá |Kz J n 24).mos em Ezequiel 1 . ou seja.1. volluram do exílio nu Babilónia tom Zombobel. A próposta é que tinha residencias múltiplas.25).9). Foi urn dos 10. Veja Ezvquias. entretanto (Ez 25 a 32J. embora soja duvidoso que lenha servido alguma vez ah. principalmente devido à precisão da descrição do Templo em sua visão (Ez lia 11). A princípio suas mensagens não eram bem recebidas (Ez 3. A última menção no roi Ezequias é encontro do.1. -portão lo.Sufooias 1. 3.EZEQUIEL údiimetrln.1. 10.1. ele pnjfetizou até quase 570 a. O livro parece ser composto por uma série de oráculos coro dalas determinadas (Ez 1. De acordo com Ezequiel 2'J. a preocupação com os que viviam Tora de ludá. Talvez a melhor alternativa seja localizar seu ministério ua Babilónia. e que o precisão de suas descrições?. através de Ezequias. 17. O local exato de sua moradia. Citado em conexão com Aler.15). bem corno no exílio.C.40].1. pois seus oráculos para os judeus foram feitos por meio da comunicação indireta.17. próximo ao rio Que bar lEz 3. o 27® ano do exílio de Joaquim na Babilónia. Foi uni precursOr fiel do Senlmr lesus. Os oráculos para as nações.11. sua atitude para com os que eroru impuros o sua experiência de doença/marte/nova vida. pois M o seguem a estrutura cronológi­ ca desenvolvida no r e s t a n t e do texto.1 refere-se provavelmente à sua idade. de Judá.1. 17. 40. 3.C. 32. 20 1: 24. Existem vários paralelos na viria de Ezequias que lenibram Cristo: a purificação do Templo.1: 20. similares aos dirigidos a outras nações. (bl os oráculos contra as nações estrangeiros (25 a 32): e (c| oráculos finais | mensagens de esperança o restau- 209 .. da maneira muilo apropriado. podia começar seu ministério.20. na genealogia de Jesus Cristo (Ml 1. conhecia profundamente o Templo de Jerusalém e sexis cultos.

pio |8 a 111.EZEQUTEL ração] 133 cí 48). aos exilados. Nos dias de Ezequiel. uão seriam abando­ nados. quando lassem punidas por sua arrogância em atacar Israel. por causa dos extremos a que chegava para ilustrar suas mensagens.1-4). O ministério de Ezequiel indicava que. Conforme Ezuquiel 2. Exemplos: Fez um modelo de Jerusalém sob sitio 14. em primeira mão. a vitória de um povo sobre outro era atribuída ã superioridade dos deuses do pais vencedor.fi). Ezequiel então fula da atitude dos inimigos de Israel quanto à destruição de Jerusa­ lém (Ez 25 a 321: "Visto que bateste com as mãos. Exis­ tem repetições temáticas em cada uma das seções principais do livro. adorar nos lugares altos (6. contudo.5: ‘ Eeles. pois são c a s a rebelde.37s). todas as nações que acreditavam ser seus deuses superiores seriam derrotadas e eotào enten­ deriam que não foi devido à impotência de Yalmãh que destruíram Israel. quando Jerusalém foi destruída petos caldeus. Incluindo uma fantástica figuro da glória e da transcendência de Deus 11. pela puriieipoçáo que tiveram na destruição de Jerusalém.C. A tarefa do profeta era demonstrar-Lhes a importância da obediência a Deus e as consequências do pecado.13: 20. rei da Babilónia. lião de saber que p is leve no meio deles um profeta” Era incansável em condenar os judeus por sua infidelidade para com Deus. (3) o retorno (43). piua auuxir iar o juízo (nm 586 a. mesmo no meio de severo juízo. com atitudes como a de não guardai' o sábado 120. O livro começa com uma ciam descrição do chamado e da comissão dc? Ezequiel (Ez 1 a 3). para transmitir a esperança e a restauração I.11. sitiara Jerusalém em 588 a.24].25-27).17). que Nabucodonosor. Essa estrutura p r o v a v e l m e n t e está organizada de acordo com a ordem da sequência dos eventos históricos: primei­ ro. 3. Até mesmo a morte de sua esposa tomou um signific ado profético (24. uma voz igualmente poderosa a proclamava na Babilónia. Parte desse juízo sobre as nações era uma demonstração da justiça de Deus. Deus ainda falava com o povo: embora fossem castigados. ou perr a terem aprovado. haveria ''viria*': mas para os outros. Em breve. e o resultado final seria óbvia: a destruição. quer ouçam quer deixem de ouvir. devem ser vistas juntas. mesmo quandú aparentemente nao lhe concedem a devida atenção.42tí | . para que estivessem cientes dos propósitos dc? Deus.4-17): raspou o cabelo e queimou um terço dele: cortou um terço oom uniu espada e espalhou um terço ao vento (5. Essas duas mensagens motivam Ezequiel a exacuiar seu difícil trabalho.. 210 . O ministério de Ezequiel foi crucial para os exilados.Ez 25 a 481. As outras nações em breve descobririam. pois pronunciam a condenação das nações es­ trangeiras e a possibilidade da restauração dos judeus. (2) a glória do Senhor que deixa o Item. bem como urna severa advertência ao atalaia que uão avisa n povo sobre o periga (3. Ez 24. Geou deitada sobn' seu lado esquerdo durante 390 dias e virou-se sobre o lado direito por mais 40 dias (4. e pateaste com os pês. Outra parte serviu para vindicar Yahwfíb como o soberano governador sotaré as nações [Ez 25. o poder de Yahwoh. e le alegraste de coração em toda a tua malícia conira a terra de Israel” (25. coroo uma mensagem de esperança para Israel. segundo.16-27). o juízo seria corto. A longa liislória de rebelião da nação israebta c omeçou logo depois do Êxodo (Ez 16:20:23) ecoflimuou ale os dias de Ezequiel. Enquanto o proleta Jeremias proclamava a mensagem do Senhor em Jerusa­ lém.7.16-21). porque os alertou sobre o i u í z o inuDeato. Essa seção termina com o anúncio d c?. As cluas tillimas seções. Teólogos moder­ nos chegam a questionar a sanidade do profeta.281 e profanar o santuário (23.13). as quais pro­ porcionam a necessária coesão: (1) o atalaia |E/.12. e não pór causa da falta do poder de Deus.C. Para os que dessem ouvidos às suas palavras e cressem em sua mensagem.1 7) Tanto os israelitas como os outros povos precisavam entender que 0 julgamento lançado sobre IsraeJ era devidó ò sua própria impiedade.

pois Yahweh destruirá todos os seus inimigos e ficará daro para todos que ele é o Senhor (um título usado mais de 400 vezes em Ezequiel) Os oito capítulos finais são de difícil interpretação: mas. A visão apocalíptica: A pasS&gem é interpretada contra o pano do fundo do ouboh acontecimentos apocalípticos. entre a infidelidade de Israel e a destrui­ ção causada por ela e a fidelidade de Yaluveh e a restauração que ele estabelecerá. Vistos nesta ótica. a fim de que eles tenham disposição de guardar seus mandamentos. Corresponde mais u Jeremias em termos cronológicos e no tipo de mensagem. o qual será transformado. Esses capítulos coutem o esboço do Templo que os exilados construiriam. indicam a soberania de Deus sobro Israel o apresentam uma figura clara da santidade que Yahweh traz a nação oleita. eutâo Deus restabele­ cerá urn relacionamento apropriado. O livro de Ezequiel é parte do cânon hebraico chamado de "Profetas Maiores" (junto com Isaias e feremias).7: Yahweh sera o seu Deus a eles sorão o sen povo (Ez 37. e a figura da Nova Jerusalém no livro de Apocalipse é baseada oa padrão de Ezequiel. Desse ponto em diante.EZEQUIEL A última seção (Ez 33 u 48) começa com dois oráculos que enfatizam a necessida­ de da responsabilidade individual. Essa interpretação leva em conta o contexto e o tipo de literatura. é estabelecida unii amonte no fidelidade de Yahweh. a qual Deus realizará de bom grado. Israel é pintada sob a liderança do descendente do Davi como uma naçáo purificada. Um lorte contraste é Leito. quando retornassem a Israel A visão simbólica do cristianismo: Esses capítulos já foram simbolicamente cumpridos na Igreja cristã. ao permanecer na cidade convictos de que eram o remanescente ÍW. A visão dlspensacional: Essa passagem. Na verdade. como os que se iludiram.17-22) e uma nova aliança de paz f37. o sacerdócio e o ctiJlono Templo serão reativados. De acordo com essa visão. Seguisse então a mensagem devastadora dos tugiUvos de Jeru­ salém de que a cidade havia caído (Ez 33. os sacrifícios. pelo contrário. para apresentar sua mensagem. restabelecera suas lronleiras e irará ds judeus de voJla do exílio. A restauração não é baseada om alguma obrigação ou compromisso para com os judeus. Ezequiel 38 e 311 são cen* trais. será cumprida literalmente no futuro.23 s|. que finalmente c u m p r e a esperança expressa em Éxodo 6. uma naçáo unificada (37. pois eles çlarameQto folharam em manter a aliança. as festas. em Ezequiel 33 a 37.23-2Q). Iodos os elementos do Antigo Testamento. restaurará seu povo e assumirá o papel de pastor. bem como Iodas as promessas pera Is­ rael. apresentamos as quatro interpretações propostas. Ez 25 a 32). cargo de que lanlo abusaram os líderes de Israel. vários tomas aparecem em ambos os livros: por exemplo. para quo lhe obedeçam |3t>. a destruição de Jerusalém 211 . que usam simbolismo. com base em elementos já familiares aos ouvintes. Os ímpios receberam sua punição. no mínimo.26-28). O Senhor é descrito como uquele que concederá a vida. Lauto os lideres orgulhosos de lerusalem. Ezequiel anuncia a esperança e a restauração da nação. A seguir. quando cada pessoa será julgada de acordo com suas próprias atitudes.21). A v is ã o p r o fé t ic a . Ele purificará ísrael. oráculos contra as nações (Jr 46 a 51. É uma maneira do explicar o futuro em termos tangíveis. que Liderará o povo: um novo coração para os judous.27).2í>sj. no qual Yahweh será o supremo Seuhor e govurnará das montanhas sagradas de Israel. 0 Templo ilustra a proeminência da adoração e a presnDço de Yalnwh nessa nova época. em outra dispensaçâo. Essa restauração incluirá um pastor da Linha­ gem fie Davi (34. Essa restauração só pode ocorrer depois quo o Senhor conceder aos judeus um novo coração. simetria numérica e vi­ são futurista. mais do que as outras três.

1 9 s u g e r e uma das duas alternativas: ou o povo deseja­ va passar a culpa adiante. para evitar o ajusle de contas. Nem mesmo a desobediência «lo povo escolhido comprometerá seus pl.-\ importância fundamental dn mensagem do Ezequiel encontra-se no lato de que os exilados na UabUõnia nõo esta­ vam abandonados por Deus. que nao se importava com quom receberia a punição. 26.. ctuiludn. A resposta ilos israelitas em Ezequiel 1 8 . (Veja Pwfrius e Proferia ) pu. Cada uma delas linha pecado suficientemente para merecera punição.26). Era assim que deveria -ser — o Senhor Todopoderoso declarou. 1 A s v e r s õ e s e m p ia r u ig u f is e m g e r a l u p L u m m p o r " r l i s p o r <t p t ò p i l a v i d a " .18) E Z R I (Heb.EZRA (|r 39. era um dos superintendentes do mi Davi. que planejou lodos os eventos que acontecerão. 33) e na r e f u t a ç ã o do provérbio rias "uvas verdes" (Ez 1 R | . Sempre é mais fácil culpar ou trem p e l o s nossos erros. ." fN n ia d o T r a d u to r) 212 .21). 52 . Filhe) de Quelube. seus planos prevalecerão. deixa muito claro para o povo que a restauração será operada por EJe r não dependerá dos esforços fracassados deles. é repetida várias vezes por todo o I í v t o (em Ez 3.2. 10 p o r “ a r r is c a u r ln a p r ó p r i a v i d a " fN o ld d o T r a d u to r ). Foi somente devido à paciência do Sonhor que as gerações anteriores náo forum castigadas imurilatamente. ngora que tinham quebrado a aliança. os quais EJe Iara que déern írutos uo final. a nova aliança [Jr 31. 33. o u " a a o l a z e r t a s o d a p r ó p r i a v i d a ” A p e t i ô s a B lh í i.. Existem vários temas importantes no livro do Ezequiel: A s o b e r a n ia d e D eu s: O Senhor está no conferoie da historia. Du Iribo de fudá r pai de vários fiihos. inclusive Merede. "minha ajuda '|. os quais ninguém pode impedir que se cumprawv A r e s p o n s a b ilid a d e individual: Essa verdade é enfatizada nos oráculos do ata­ laia fEz 3. A N o v a V e r s ã o In le n ia iS ó n a J e i f i I n g l ê s t r a d u ? o v ■?: “ E s t e s fn r m ii o s Q lh n s r le E t a m : f e a r e e l . Essa idéia conforme expressa em Ezequiel I com a visão de Deus que govoraa toda o criação. para seus descendentes.31-33: Ez 36. responsável pelos trabalhadores nas lavouras e nas fazendas do rei (1 Cr 7. embora a punição que experimeulavara fosse determi­ nada por Ele.inos. ou estava com o coração tâo endurecido. Tanto a mensagem sobre o “atalaia” como a das "uvas verdes" confirmaram que o atalaia (Ezequiel) e os israelitas seriam responsabilizados por suas ações. em Ez 9 a t 1. e em Ez 43 a 46. para confirmar sen ministério'. Ez 8 a 1 i).vv. indoliuidamente.17. Teriam perdido a posição especial de povo escolhido de Deus? Yahweh loma a iniciativa e confirma que ainda muntém um relacionamento com eles e que os libertará.2-9. duranie a rusiauração de Israel). O Filho d o h o m em : Essa frase ò utilizada por Ezequiel aproximadamente 00 ve zes e enfatiza a fato du que ele é merameuLe um mensageiro do Soberano do Univer­ so. nao importa o que aconteça.23. A grande incerteza que os judeus experimentavam era se teriam qual­ quer comunhão com Yaliwnh. EZRA. etc. que se casou com uma princesa egípcia (1 (jr 4. Ez 24. e Israel uão era exceçáo Mas Deus proclama que jamais aceitaria a acusação conlra as gerações anteriores. antes da destruição de Jerusalém. desde que não fossem eles.25-321: o Templo não é uma garantia tle proteção (Jr 7. i d e J e r u s a l é m i r a d u z l u o v.

15.33 cnmo o rei do Egito que malou o rei losiasl.3$) P exigiram um sinal sobrenatural que autenticasse seu ministério (tí. A tradição talmúdica descrevia sete categorias de fariseus. com o é encoutrada freqlienfemenle na Bíblia. Provavelmente nao mais do que 5 a 10% dp todos os judeus pertenciam a esse grupo. que significa "casa grande". apesar dn ãs vezes os fariseus os criticarem por não serem suficientemente escrupulosos em guardar a Lei. relacionadas de acnrdo com a motivação para o comportamento. Originalmente reformadores piedosos. Alegaram que jejuavam e os discípulos de Cristo não faziam isso 12. alguns fariseus perguntaram o Jesus por que Ele comia com Lobradores de impostos v pecadores (Mc 2.29. Existem evidearias con­ cretas d o fontes egípcias d e que u palavra "faraó” podia . começaram a tramar a morte dele (3. menos piedosos. Outro muilo proeminen­ te foi o que reinou na época <lo nascimen­ to dp Moisés r lornou a vida dos israelitas insuportável Nem sempre é pussível iden­ tificar com certnza inn faraó rid particu­ lar. a profelisa da Iribo de Aser (Lc 2.f»|.G. o qual era uma mistura de partido político e facção religiosa. historiador judeu do século 1 (as outras duas são os saduceus e os essêníos).10). eram bem respeitados pelos judeus comuns. Pai de Ana. acusararn Tesus fie não respeitar o sábado 12. Os ensinos deles foram comparados a uma força 213 .ser usada simplesmente como um titulo.36). O primeiro faraó citado foi n encontrado por Abraáo quando foi ao Egito e temeu pela própria segurança. principalmente porque não existem detailies suficientes nas Escrituras ou porque os eventos registrados na Bíblia foram tão insignificantes para os egípcios que não foram registrados em seus anais P. p comente um grupo dos sete linha hmiu de agir sem escrúpulo. Ela era urna viúva idosa lio 1 ao Senhor e leve a oportunidade de vei o m enino Je­ sus ser apresentado no Templo. Diferentemente dos saduceus. composto de líderes religiosos e esfiidantes da Lei quo tentavam criar uma “cercíi" em forno da Tora — um bem elaborado sistema de legislação and e de interpretações que capacitaria os judeus fiéis a obedecer e aplicar os mandamentos de Deus em Iodas as áreas da vida. É provável que o ncnne signifique “separatistas” e Fosse aplicado a um movimento que cresceu no tempo dos Macabeus. Vários faraós são mencionados nas Escriluras e muito raramente são identificados (Neco é iden­ tificado em 2 Reis 23.F FA N U EL (Heb. por meirj da listu dos reis dn Egilo.lí). eles observavam Roma como um governo Ilegíti­ mo e opressor que impediu Israel de receber as bênçãos divinamente ordenadas de paz e liberdade na Terra. questionaram por que Ele não seguia as tradições do rilual da purificação (7.17: elc.16J.D. FARAÓ. THulocomumenle utilizado na BiMia para os reis do Egilo.241. FARISEUS Uma das Lrès seitas judaicas descritas por faseio.J.1. par causa fia esposa Saro (Gn 12. No evangelho do Marcos. "a Lace de Deus"). De maneira alguma eram todos hipócritas como os cristãos geral­ mente supõem erroneamenle.

Em Lucas 17 20. Alegaram que o testemunho de Cristo não linha validade. pois falava a seu próprio lavor (8. pois retrata os fariseus como extremamente hos­ tis a lesus. mur­ muraram por causa da associação do Cristo com o» im p am tentes (15.33 advertiram lesus contra a fúria do rei Herodes e pareceram genuinamente preocupados com seu bem-estar.11. Há também outros textos mais brandos que envolvem os fariseus.42).45). fosus declarou que a justiço de seus discípulos precisava exceder a dos fariseus (5. Lucas difere riu Mateus e Marcos em várias passagens. O medo em relação aos fariseus unpediu alguns judeus que cre­ ram em lesus de confessar isso publicamente (12. príncipe dos demónios 19. Canirapuserarn-se a afirmação'de lesus de ter poder paia perdoar pecados (Lc 5.191 e fizeram parle do grupo que foi ao lardimGetsêmam [tara prendê-lo (18. Ele enviaram os guardas do Templo numa tentativa fracassada de prendê-lo Ilo 7. corno a discussão sobre a identidade do Batista (1.15).2).4557). porque o popular lider judeu não foi justificado e sim o notório empregado do governo imperialista romano (10.34. João assemelha-se mais a Mateus. Investigaram a cura de um cego. doutor da lei. lamentaram o falo de "todo o mundo'’ ir após lesus. saiu em deiesa 214 .50. tempos depois levantou-se em defesa de Jesus Í7. Mateus repele Iodas essas referências.20). mas foi Jesus quem usou a ocasião para criticar sua hospitalidade (7.391.37-53 n J 4. pelo monas um dos mais proeminentes deles apareceu sob uma perspectiva mais positiva — Nicodemos (3. 13-411. Cristo os acusou de toda sorte de hipocrisia. pois acrescenta vários outros eventos e mantem sua posição de antagonismo para cora os líderes judaicos. quando o aclamaram rei { 19.3).13). de forma mais positiva. mas reforça a animosidade. 0 qual os criticou por algum aspecto comportamental. que. 3-4).24J o o registro de que Jesus balizava mais pessoas do que João 14. questionou Jesus sobre qual era o maior mandamento (22. II. Em Lucas 13. rejeitando as declarações dele sobre Jesus o revelando no processo a sua própria cegueira espiritual hl.51J e ajudou José de Arimatéià a sepultar Cristo (19.21. Por outro lado.241 e identificaram-se com os lavradores ímpios da parábola (21. Simão convidou Cristo para jantar em suu cusa. em seu mais longo discurso de acusação nos evangelhos (Mt 23). Lucas 11. Os fariseus que estavam presentes questionaram o ministério e o hatismo de João Batista (Mt 3. prepararam uma armadilha paru Jusus quando pediram sua opinião sobre o divórcio (10.2) & os impostos (12. muitas vezes nu contexto da comunhão com Jesus.52).36-50). Um importante membro da supre mu corte judaica.39). o livro de Atos uJtHruu referências positivas e nega­ tivas.30). Gamafid. ps fariseus perguntaram sobro o advento do reino de Díium e cria­ ram uma oportunidade para que Jesus declarasse que o reino ia estava entre eles. quando n Filho de Deus entrou triun falmente em Jerusalém (12. Forma­ ram um concílio no qual decidiram prender Crista e Umlar matá-lo em segredo (11. e ules solicitaram a Pilatos que lhes desse» autorização para colocar guardas no Itimulo de Jesus (27.1*24 descre­ vem duas festas semelhantes nas quais os fariseus agiram em lavor de Crislo. Um deles. rejeitaram o ensino de Jesus sobre a mordomia porque “oram avarentos" (16 14 1 e disseram a Cris­ to que repreendesse seus seguidores. Eles o acusaram de que só expulsava os espíritos imun­ dos pelo poder He Belzebu. Lucas foi o unico evangelista que incluiu numerosos textos que retratam os fariseus.21): "rejeitaram o conselho de Deus" (7.34. A parábola de Jesus sobre o fariseu e o publlcano chocou a audiência.7).13).35).1014]» Por outro lado. em sua própria pessoa e ministério.FARISEUS maligna e Insidiosa (0.32-4(v). Algumas de suas reierêuuias aos fariseus são lambem negativas. apesar do inicialmente não entender a afirmação de Cristo sobre o novo naschnenlo (w. 12. Como uo evangelho do Lucas.

O povo ouviu em silêncio até que ele mencionou sua missão de pregar o Evan­ gelho aos gentios (At 22. nlguns judeus planejaram matar o apóstolo. ao uleg. Paulo a cha­ ma de "irmã" e "serva"> e usa o mesmo ler mo do qual deriva a palavra 'diaconisa” (Rm Nao está d aro so ê uma alusão a uma função específica (Fp t. durante o qual o apóstolu íoi capturado pela multi­ dão. que linha um m in istério na igroja em Cancróia. Esta provação de Paulo começou em Aios 21.C. A íim de protegê-lo.27. o que n protegeu de ser açoitado e também deu-lhe direito a uma proleçâo adicionai.5). c.22). quando íoi levado paia ser jul­ gado pelo Sinédrio (At 23J. Em sua audiência diante do Sinédrio. O comandanle romano então decidiu enviá-lo para Cesareia. mas nos dois contextos Pau In tam­ bém deixou claro que. Filipenses 3. Uma cristã br. O julga­ mento durou vários dias A Bíblia diz que Félix “era bem iidormado acerca do Ca­ minho’’ (At 24.5 registra esse mesmo testemunho. Cl 1. FE BE. quando fosse lavado novamente diante do Supremo Tribunal. cha­ mado Cláudio Lis ias (Ai 23.23 a 24.26).1 : eram obrigados a obedecer a Lei mosaica (At 15. O sumo sacerdote e mait* alguns ju­ deus levaram suas acusações contra Paulo diante de Félix. muitas de suas convicções fundamentais mudaram. o apóstolo referiu-se ao seu passado como membro da sei la dos fariseus. o qual permitiu que ele lizesse sua própria defesa. corno cristão. De qualquer maneira.l. ' feliz"). quo o acusa­ ram dn suscitai antagonismo contra o ju­ daísmo. 12) ou uma designagão mais umpla para descrever alguém que estava envolvido efetívamente no trabalho da igreja local |EÍ 3. Ele ouviu.m conhecida. Cri ou-se um tumulto. é certo que Paulo linha alta con­ sideração pelo trabalho de Fnbe para o Se­ nhor. que Paulo pnhenloti seu primeiro julgamento. O “governador Félix" ora o procurador romano dajudéia de 52 a 58 d. alinhou-se com os fariseus contra o s saduceus.C. Atos 22 então uarru como o apóstolo loi auto­ rizado pelo comandante romano a dirigir-se h multidão e faiar sobre a fé cristã. Logo foi acossado por alguns judeus procedentes da Asia. 1 Tm t.FÉLIX dos apostolos. quando se defendia diante do rei Agripa. Novamente em Atos 20 5.. que ameaçava matá-lo tAl 21. cidade portuária a alguns qui­ lómetros a leste de Corinto. Depois desau audiência. n. quando voltava deFieso para Je­ rusalém. pois íoi diante dele. Félix fora nomeado pelo imperudor Cláudio e mab tarde foi cha­ mado a Roma por Nitro. Alguns fariseus tornaram-se cristãos. mas a única referência passível uo Novo Testamento para tal posição é em 1 Timóteo 3.a. O apóstolo pede aos irmãos dp Rorua que.7. que eslava pronto a levar os ‘'inoírcuneisos'' para dentro do Templo IAt 21. FÉLIX (Lat. em Cesareia. Paulo apulou paro sua cidadania ro­ mana. juntuineu- 215 . Sabemos com certeza quo existia uma ordam do diaconisas no século 1 1 d. para ser julgado diante dn Félix. mas erroneamente pensavam que os novos convertidos entre os gentio.7).Chama nossa atenção Aios 23. O destacamento romano ua cidade interferiu e os soldados protegeram Paulo. Isso fazia parle da ucusagão conlru elo.tr que ora juigado porque a-ia na ressurreição.22).20J. PauJa causpu uma divisão e n t r e seus mu m br os.31). o comandante romano. por causa ria ié cristã que o após­ tolo defendia.11. levou-o preso sob c ustódia.B.8. Evidentemen­ te eJa tinha nm trabalho específico a de­ sempenhar ali e a igreja deveria dar-lhe Ioda a ajuda néctíssária. Febo seja auxiliada de to­ das as maneiras possíveis..

o prisioneiro. O apóstolo loi convocado para laJai dlanle do rei. Esse menosprezo polu loi talvez fosse uma característica de Félix. para ser julgado. At 21. "discorrendo ele sobre a justiça. onde apresentari­ am suas acusações contra o apóstolo. Festo convidou os líderes para o acom­ panharem a Cesaróia. enquan1. quando. A intenção delps era fa­ zer uma emboscada e matar o prisionei­ ro. depois da fraquíssima administra­ ção de Félix. Festo demonstrou seus princípi­ os religiosos romanos. mencionado tanto por Joselo como por Tácito. que tudo isso era parte do plano cie Deus [cf. o após­ tolo tí Féllx tiveram conversas regulares [Al 24.27). ê meur inundo apenas poi. Festo rapidamente tomou as redens da liderança e "três dias depois de entrar ua província.2-12). que o consideravam um governador abominá­ vel e extremamente cruel. Festo atendeu a tal apoio o o manteve ern Cesaróia até o seu envio a Roma. demonstrando claramente sor bons amigos.28). talvez devido ã idéia dfj fuizo vindouro. Pardo ainda estava preso quando Félix foi substituído por Pórdo Festo (At 24. discutiram juntos sobre o caso de Rnilo.0 o apóstolo falava sobre a le em Cristo. o qual leulou restaurar um pouco da ordem legai e administrativa na região. pois também eram judeus. Durante esse tempo.26. onde seria morto (At 25. o primeiro estagio nos procedimentos le­ gais que no iiinaJ permitiriam quo teste­ munhasse de Cristo na própria cidude ile Roma Fica muito daro. ma** o apoio paru César precisava ser obe­ decido: assim. ao dizer que o apóstolo estava “louco” IAt 26. Festo aparece como o governador romano que se encarregou dos procedimentos legais contra Paulo. (At 24. Quando Paulo chegou ao ponto da descrição da morte e ressurreição de Cristo. nestes capítulos.11: 27. Pau­ lo então apelou para César. como ele. chegou â cidade e teve um encontro corri Festo. embora aparentemente os con­ dições de vida da apóstolo fossem bem favoráveis. Paulo.C.26). ao apelar para o conheci­ mento de Agripa sobre os recentes acon­ tecimentos que envolviam os judeus e o entendimento dele sobre os profetas. Pau­ lo replicou. Retardou ao máximo 0 julgamento. Manteve Pau­ lo em algum I ipo de prisão domiciliar por dois ano». o Grande. O procurador romano da Judéia que sucedeu Félix em 58 d. foi colocado num navio e conduzido a Roma 216 . Fora r i u Novo Testamento. Esso tempo de prisão iob o govorno de Féllx aparentem ente trouxe pou­ quíssimo benefício na continuação do ministério de Paulo. que o considerava um nobre líder. que esperava receber algum tipo de suborno antes de pronunciar a inocência do apóstolo das acusações que os judeus faziam contra eln. subiu do Cesaróia a ferusoiém" (At 25 1) Ali ele ouviu dos Lideres judeus as acusações contra Paulo. O rei sensibilizou-se e disse a Paulo: ‘Tensos que om tõo pouco tompo podes persuadir-mo a fazer-mo cristão?" (At 26.27).27). Foi.24|.24). os quais pedi­ am que fosse reconduzido a Jerusalém para ser julgado.Josefo.25).D .FESTO le com sua esposa judia Drusila. Agripa e Festo desejaram libertá-lo. No Novo Testamento. Féllx ficou "apavorado”. enlreianto. Alguns dias depois. Por ele ser cidadão romano. na esperança de receber algum suborno para liberar Pau­ lo (24.G . a fim de não ser levado a ferusaiém. O apóstolo então respondeu ser o seu desejo que todos os que es lavam presentes se tornassem cristãos. u donuaio próprio o juízo vindoura" (24. P. acom­ panhado de sua irmã Berenice. os quais ficaram parados por mais de dois anos sob d governo de Félix. qup daramonte eram simpatizantes do judaísmo. FESTO. Agripa ÍJ. Paulo então apro­ veitou a oporlunidade para proclamar o Evangelho aos dois descendentes de Herodes.

p . F IL E M O M . sem dúvida molivado pelo medo que alguns cristãos tinham das autoridades romanas. O plano d e D p u s eru que o apóstolo te s le m u n iin s s p d e le ua c a p ita l d o Império Romano (c í.15). o problema estava pre­ sente também nn Igreja primitiva: eles es­ tavam expostos às perseguições ou sim­ plesmente eram "ridicularizados” por serem cristãos. Da mesma maneira que os cris­ tãos enfrentam dificuldades para pojrmanecer firmes em Crislo em muitas socie­ dades modernas. pxj. 16). Uma igre­ ja domiciliar reunia-sp em sua casa. Nessa epislola. Onésimo — o motivo da caria do apóstolo a Filemom — é mencionado como "um de vós” (Cl 4. 0 al­ guns membros do grupo ou de sua resi­ dência também foram mencionados no inícin da caria que o apóstolo lhe escre­ veu.t . “furtivo'*!.5U9).g .2 4 ) .FILEM OM [Al 2 6 . Isso talvez indique uma certa timidez de sua parle. entrt: eles Figelo e Hermógenes" (2 Tm l . Um dos cooperadores de Paulo. (ais como Hermógenes e Figelo de quem Fciulo esperava uma atitude melhor. é possível afirmar-se que a casa de Fiiemom era parte da igreja ern Colossos. Evidentemente o apóstolo não desejava dizer que todos os crislãos de to­ das as igrejas da província da Ásia. possivel ­ mente com uma elevada soma de dinhei­ ro: ou eiilão lora enviado para ajudar Rmlo e não voltou no prazo determinado. Depois de várias disputas por causa dos poços de água. Isaque retomou n Berseba.B. O arma de Flletnom "pelos santos" (outros irmãos e irmãs cristãos) era bem conhecido. Paulo estabeleceu um contraste entre esse tipo de comportamento.9J Esto era um escravo que pertencia a Fiiemom. Isaque foi fio encontro de Abimeleque em Gerar. dois homens diferentea Inlve/ estejam envolvidos nos dois eventos. FICOL.7). um lídor lilistnu. Por meio de uma cúldadoSn compa­ ração com a caria de Paulo aos colossensos. ondo sú tnrnon um homnm poderoso e uma ameaça para os filisteus. FIGELO (Gr. nos dias de Abraão. Acom­ panhou seu simhor. supõe-se que um proprietário 217 . quando o patriarca já havia faleci­ do e houve lome na lerra. a fim de encorajar Timóteo d ser forte "na graça que há em Cristo lesus” 12 Tm 2 . quando este foz um tratado com Abraão om Borsoba (Gn 21.i. É possível que tanto Ahimeleque como Ficol Fossem títulos filisteus para sOufi lideres: desto manoira. Mencionado jun­ to com I lermógeues na segunda corto de Paulo a Timóteo: “Bem sabes isto.Asia que viviam em Roma. de quem disse: "Por­ que muitas vezes ele me recreou. tais romo Éfeso. Pro­ vavelmente converteu-se por meio do mi­ nistério do apóstolo (F11. Abimeleque e Ficol novamente se encontraram com ele.G. amigo querido e cristão fiel. Al 2 1 :3 i : 2 7 . os quais pediram que se retiras­ se. ao falar sobre |p s u p em seus contalos diários cora os pagãos (v.22. o Unham abandonado. Comandante <to exército do rei Abimeleque. que todos os quo estão ua Ásia me abandona­ ram. P. Permaneceu lá por algum tempo. Colossos etaodicéia. Os que se afastaram seriam Iodos os pro­ venientes da . e a aiitude de Onesiíoro. O apóstolo moncionou esses exem­ plos. mas que havia fugido. 32). Uma dás ora­ ções de Paulo por ele era para que sem­ pre fosse otivo na proclamação do Evan gelho de Cristo às outras pessoas. 5. 17) e tinha em mente o fato de os cristãos não lerem Bcado ao seu lado no julgamen­ to. Q ualquer que seja a situ ação (veja Ontsimo). Provavelmente referia-se ao tempo de sua segunda prisão em Ronui (v. a fim do firmar um acordo de paz (Gn 26.g . 6). Tempos mais tarde. e não se envergonhou das minhas algemas" (v. Não sií sahií ao cerlo se foi o mes­ mo llder filisteu que antes fizera uma ali­ ança ccun Abraão. em busca de ajuda e alimentos. í ). 3 2 ) .261. Quando lã e$tava. pois linha reanimado o cora­ ção dos cristãos (w.

É urna nola pessoal na qual solicita que o companheiro aceite de volta seu anligo escravo como "irmão" (v. mais do escravo. Paulo lambem referese ao cuidado de Filemom para com ds sanlos e conclui a carta com o pedido de que lhe losse preparada uma pousa­ da (vv. r. dn quem ouviu sobre o Evangelho. reanim ondo-lhe o coração em Cristo (vv. uma mãe escondeu h salvou seu lilho e. O apóstolo o enviou de volta a Filemom "não já como escravo. Sua heresia se espalhava como uma "gangre­ na” e era uma distorção das Escrituras.16-191. 218 . A mulber mais conhecida na BíbUa como "a filha de Faraó" é mencionada no relato sobre o nascimento e a infância de Moisés (Ex 2. 7. 16). e cer­ tamente assumiram esta postura após o tratamento de Paulo para mm Onésimo. ainda que o mais provável seja que o apóstolo se encontrasse detido em Roma. oolocou-o ua correnteza do rio Nilo.22). Disse que Onésimo era um ‘ ir­ mão’’ realmente valioso e confiou nele com o cooperador numa m issão em Colossos. A carta do apóstolo começa com um co­ mentário sobre como Filemom rcanimara o coração dos santos o conclui coju o pedido de que ele oiande Onésimo de volta. dentro de um cesto feito de juncos. a sucessão de eventos finalmen­ te levou os cristãos a acreditai que a es­ cravidão era uma prática errada. antes. como irmáo amado" (Fm 161 O cristianismo claramente fa­ zia com que a relação entre senhores e escravos losse reexaminada. É provável que Onésimo tenha lenlado escapai e manter-se escondido no moio da mídlidôo de uma grande cidade como Roma. com o intuito de se aprender sobre as possíveis atitudes do« cristãos com re­ lação à escravidão. A. associa­ do a Himeneu e provavelmente também a Alexandre (2 Tm 2. Herege. Alguns sugerem que a redigiu quando esteve preso era Cesaréia (veja AL 25). após três meses. O rapaz se tornara seu fillio ua fé enquanto Pau­ lo estava preso por causa do Evangelho.c. e os cristãos. talvez es­ tivesse lambém preso e por um tompo tenha compartilhado a mesma cola com o apóstolo. Tais heresias são comuns atra­ vés da historia da Igreja. Infelizmen­ te a Bíblia não registra qual foi a reaçào de Filemom a esse desafio à sua manei­ ra de pensar. Esta epístola diz pou­ co sobre o assunto e pressupõe que era correto Onésimo voltar ao seu senhor e reassumir sua posição como escravo. p.rv. T i. 1. eutretanto. Talve? Fiieto e seus companhei­ ros acreditassem que a ressurreição fos­ se apenas a desc rição de uma experiên­ cia espiritual.20). Estabeleceu-se um decreto real que ordenava que todos os bebês do sexo masculino que nascessem entre as mu* lheres israelitas lassem mortos. Seu ensino «le que a ressurreição já havia ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2.18J. 1 Tm 120].17. de onde teria escrito a epístola. O apóstolo disse quo era 'pai' daquele «s»:ravo.d. Discute-se muito se Paulo estava ou não na prisão quando escreveu esta car­ ta. são apenas hipóteses A carta de Filemom é minto estuda­ da.o. ''amado"). FILETO (Gr. Iàis informações. Rnpetidamenle o apóstolo enfatizou o valor que Onésimo tinlia para ele. de­ sejosos de seguir o exemplo de Paulo. ouU‘os defendem um cativeiro em Eíeso. entretanto.FILETO do escravos e possuidor de tuna casa gran­ de o suficiente para reunir uma igreja pro­ vavelmente fosse muito rico e de eleva­ da posição soeial. FILH A DE FA R A Ó .1-IOJ. e não necessariamente o ressurgimento literal do corpo— um en­ sino fundamental da té cristã (veja l Co 15. Provavelmente enquanto eslava la teve a oportunidade de conhecer Paulo. A carta de Paulo a Filemom £ a mais curta das que a apóstolo escreveu. frequentemente enfrentam essas questões com uma forte ênfase sobre a ressurrei­ ção fio corpo.

. " p o r que santos são os lugares rios quais en­ trou a arca do Senhor" |1 Rs 7. “Tila lhe pôs o nome de Moisés. que ainda nem nasceram (Is 59. A perspectiva dos escritores bíblicos. mos. encher a terra e sujeitá-la (Gn l . Quando o ruenino cresceu. Sua promessa e s ­ tendo-se para os filhos dos filhos 1S1 103.21 e Hebreus 11. Iodos eles 219 . Veja tíitia.31 Represem lavam o cumprimento da promessa de Dous sobre a aliança i om seu povo e ao mesmo leínpo 0 cumprimento da responsabilidade humana de frutificar o multiplicar-se.8: 9.2 Cr 8 111.2.U. e disse: Das águas o ti­ rei" Iv. vigia* va. A bênção divina 6 umn maneira pela ijual o governo de Deus eslende-se através da história. do antigo Israel. Em geral.FILHOS NA BÍBLIA Miriã.Ç.281. foi recebido pela filha de Faraó e tornouse oficialmente seu filho. mas ua manu­ tenção dos descendeutes piodosos de umu geração para a outra. ouviu o choro do bebé e mandou rotfrã-lo do ceslo. A providência de Deus é claramente vista no retrospecto desses eventos. assim como na maioria das sociedades. p. os filhos participavam do culto desde a mais tenra idade. entretanto.4-0). No antigo Israel. A bênção du Senhor não é limitada pnlas mudanças dos eventos no correr da história. O casamento de Salomão com esla e outras mulheres estrangeira?. Tais uniões eram proibidas pela Lei de Deus o iis esposas pagãs gradualmente "perverteram o coração para seguir a ou­ tros deuses" Í1 Rs 13.. Infanticídio e aborto. Em Israel. não eram aprovados pela Bí­ blia. a irinâ mais velha do bebê.24. Muitas pessoas viam o nascimento e o crescimento dos filhos como uma garantia da formação de uma equipe de trabalho p de protoção contra os que estavam fora da unidade familiar. embora fossem praticados por outros povos. posteriormente foi a causa tle sua ruína. A proposta foi aceita e ela procurou n própria mãe. Deus continua a nos chamar ao arre­ pendimento e ao serviço amoroso h promete que seu Espírito e sua Ffclavra não se apartarão das gerações futuras. principalmente em se tratando do sexo masculino. O passar do lempo não enfra­ quece a obra do Senhor em abençoar sou povo.17). fflha do um Faraó que se tornou esposa de Mefedtí ( I Cr 4. FILHOS NA BÍBLIA Os lilhos frequentemente são citados na Bíblia e constituem um elemento importante no quadro bíblico da família lernente a Deus e do p o v o do Senhor como uma unidade maior. A filha de Faraó banhava-se do rio. os filhos eram vistos como altamente desejáveis.24: 11. Devido â sua lorroação. 2 O rei Salomão se casou com uina certa “filha de Faraó”. não é idêntica à tia sociedade ocidental contemporânea. 10). A bênção de Deus não era vista apenas no nascimento dos filhos.3-15:128. O primogénito ura oferecido a Deus de maneira especial. a fim de qtie ula oão vivesse do palácio de Davi. pura quem cons­ truiu um palácio espei iol. 3. ua verdade. Veja também Atos 7.18).21). Percebeu então quo se tratava do uma criançn israolita Miriã aproximou-se e ofereceu-se para encontrar uma mulher quo pudesse cuidar do bebê e amarnentãlo. os filhos gorai num te eram vistos como bênção do Senhor (Gn 152*5: SI 127.1. escondida no meio da vegetação. b!<í conhecia as formalidades da coxe­ ie e linha urn acesso ao roi que provavel­ mente era negado à maioria dos escravos hebreus. pela escolha de Moisés para liderar os israe­ litas o ser a própria voz do Todo-poderoso diante de Faraó.

Os meninos eram cir­ cuncidados do oitavo dia de vida (Gn 17. Vinha acompanhada de mandamentos para oriar os tilhas nos caminhos dn Sonhor |Pv 22.21). "Desviam-se os ímpios desde a madre.21-24. "Mou pai de louvor": Aimeleque. esse ritual simbolizava sua entrada na comunidade de Israel.70-79). entretanto. os filhos são vistos como pessoas. Alguns deles eram dedicados poios pais aa serviço parLindar de Deus (1 Sm 1. Ef 0. A educação dos filhos. Educação no temor do Senhor envolvia lodos os aspectos da vida. "Honra a Um pai o a tua mãe” ÍÊn 20 12. Lc 1. nem os irritem (Gl 3.3J. O ensino aos filhos uão ora mera monle didatico. Abias (1 Sm 8. Desde pequenos. alegrando-se ua graça dp Senhor. Frequentemente. Exigências muito elevadas sáo colocadas sobre eles.6).4). Eles precisam de disciplina. o o s genitores são cbamados paia ministrar o$$e ensino.20). pois das lais é o mino de Deus". "A estulLícia está ligada ao coração do menino. mas a vara da disciplina a afugentará dele" iPv 22. não pre< isam do uma "mão de ferio". Ninguém poderia deixar essa verdade ruais clara do que Jesus em Marcos 10. espera-se que os genitores dêem boas dádivas aos filhos (Ml 7. logu após sua enfiaria triunfal em Jerusalém. audarn errados desde que nascem. "meu irmão (Deus). lá que os meninos iudeus eram circuncidados. ou seja. 'Porque a imaginação do coração (lo homem é má desde a sua meilinice” |Gn 8. contudo. mio como propriedade. e os filhos dos judeus prosélitos eram balizados. como sinal de que oram compo­ nentes da aliança.16. por moia dos q u a is foram tirados do Egito e chamados para receber sua Palavra no monte Sinai (Dl 4. oontudo. Devium ousinar-hes sabre os ntos poderosos de Dous. Os filhos nem sempre obedecem ã lei de Deus.FILHOS NA BÍBLIA oram dedirados ao Sonhor. O AT narra historias do filhos egoístas que não tiveram respeito poios pais (2 Rs 2.11 |Veja Lambém Gn 29. Os filhos. a história da fidelidade do Senhor u sua aliamva cresceu e a questão da oducaçáo dos filhos assumiu novas dimensões (ls 4.4. E amplamente reconhecido que Cristo usava as crianças para fazer a aplicação teológica de que seus discípulos devem receber o Reino de Deus e vivnr uns com os outros em bonda­ de e humildado.9-10). proferindo mentiras" (Sl 58-3). são presentes do Senhor que devem s o í cuidados e dodit ados ao sou serviço.1-3. SemelhanLomexite.22-24). quando Jesus eslava uo Templo.2) significa "O Sonhar mou pai”. os filhos recebiam nomes quo destaca­ vam o i Lududu do Senhor pela família au pelo seu cliofe. e não as impeçais. ao in­ clui-los ua adoração a Dous (1 Sru 1. quo Jesus realmente recebeu vis crianças. As crianças também oram disciplinadas Não existia o otimismo tolo que via as crianças como inocentes por ualureza.15.11).23) A Bíblia apresenta um quadro muilo realista dos filhas. ia alõm do ensino e do exemplo.35: et< ]. As que descansam nos braços do Crislo são mem­ bros (não apenas potenciais! da Reina do Deus. coutudo. muitos onten- 220 . Prei isarn do disciplina. A Bíblia diz olarameute aos pais que não provoquem a ira dos filhos (Ef 0. o povo de Deus. em Mateus 21.12). oles observavam a participação nos rituais do Templo. Enquanto Deus abençoava seu povo. Eles não podem. Abiúde (I O 8. A promessa ria bônção de Deus uão ara feita ua va^sio. de uma discipli­ na desprovida de amor. Ninguém deve esquecer. uão bavia distinção entre o secular e o sagrado no Lreinamenm dos filhos. um rei” | 1 Sm 21.211. Porque Dous é o Criador de Iodas as coisas e seus estatutos para o seu povo envolviam (odas as áreas da vida. somente as crianças o louvavam e diziam: "Hosana ao Filho de Davi”.14: “Deixai vir a mini a» criancinhas.11.15). Os pais l orlai eci am-nos. São memhros do povo de Dous.15].32. Pelo contrário. Cl 3. Lumprir automatica­ mente Iodas essas obrigações. Em tudo isso. Os pais eram respuusáveis pola educação dos filhos. 2 Tm 3.

Cl 3. A injustiça era uma ameaça diária para um órfão. coufossamo» nossa fraqueza b humilde dependência do Pai paro todas as necessidades e descansamos cuntiadamenle em sua provisão amo­ rosa e sua proteção (Ml fí. Os cristãos são “irmãos" em Cristo.32.3). Não somente o Senhor é o Pai. Deus. 1 Co 1. amor e cuidado (Ef 5. exeeto por meio do pai. Infelizmente. Cl 4. às vozes. em sua graça. Paulo (Fl 10).32: 7. com Deus o não Abraão como pai.23. i0. Os termus “crinnça" e “filho” são também usados metaforicamente na Biblia.25).3| e “filhos do diabo” (1 Jo 3.26. Na sociedade patri­ arcal do antigo mundo mediterrâneo não havia garantia de cuidado e provisão para a* crianças. Nesse sentido. Estão entre os grupos da saciedade sobre os quais outros podem facilmente tirai' vantagem. a. "filhos” têm um significado similar nas expressões intercamhiáveis: “filhos de Abraão" fio 8. Apenas um pequeno passo separa esse uso e a descrição da comunidade como uma família.29.r e “fillmihos" são usados pelos mestres e escritores. alguns tradutores desviam a atenção da referência aos “filhos" nesses versículos. Os lermos “filho meu. “filhos do ha" fEÍ 2.5). Em 1 João 2.astes (Ec 12.37. SI 94.1ss). textos como Marcos 10. ficam indefesas o ii mercê dus outros. Por esse motivo. Elas não controlam o próprio destino.10).1 J: 10.10).FILHOS NA BÍBLIA dem que as crianças estavam incluídas nos batismos famillaras (significando que eram membros ds comunidade da nova aliança) da igreja primitiva (At lti. A igreja ó o lar (ou a casa) de Deus | 1 Tm 3. em humildade.m. utilizam todos expressões similares. Como "filhos dn Deus”.1 o lermo aleluoso "meus fillúnhos” é usado comesse mesmo sentido. a fim de demonstrarmos os traços da família. A metáfora “filhos" é usada com uma conotação negativa em expressões como “filhos da transgressão. declara-se "pai dos órfãos” (Sl 68. Para enfatizar ainda mais que as crianças são membros ao Reino de Deus.6).27J.15). Os filhos refletem o Pai.. 7.37. Sem um pai paru cuidar delas e protegê-las. 15. Ser filho de Deus impfiea fazei a sua vontade (Mt 12.Por isso. G1 3. quando se dirigem aos estudantes e leitores.5). Da mesma maneira. Não aponas o Senhor mas também o seu povo cuidum das crianças que não têm quem as proteja ou sustente na sociedade. os que professam a religião pura são descritos como os que visitam "os órfãos e as viúvas nas suas aflições” (Tg L. F1UAÇAO Filiação é uma idéia com muitas faceias na Bíblia Inclui os filhos vinr ulados literal­ mente à família e os usos metafóricos tais como o que so refere aos habitantes de Jerusalém como seus "filhos”.7).2. Os habitantes do Jerusalém são referidos como seus "filhos'1 IMI 23. sõa descritas junto com as mães como “viúvas « órfãos" Ils 1.40-50: 5.41. “descendentes de Abraão" (jo 0.10) e "filhos de Israel” (Dl 1.44-40. O livro de Provérbios faz um uso extensivo da figura na expressão “Filho meu" | veja os primeiros versículos dos caps.14 introduzem a nuança de que as crianças são fracas e dependen­ tes.211e viver em comunhão com os nossos irmãos. mas lesus ft o Pilho de Deus e os que crèem nele também são filhos do Senhor (jo 112). o escri­ tor de Edesi. 2 a 7).33). Mais importante são as referências nas quais Deus é considerado nosso Pai e um indivíduo ou um grupo são chamados seus filhos [as variações de termos relacionados com a expressão "filhos de Deus" estão baseadas mais em estilística do que em variações teológicas).33. 221 . No NT esse uso é muifo mais desen­ volvido do que no AT. descendência da falsidade” (Is 57.121 o lesus (Mc 2.39.

porque Ele é o Filho messiânico de Deus. é o Pai da nação israelita. quando seriam chamados “filhos de Deus". nõo é o caso. a bênção familiar du povo de Deus está especifi­ camente rela» ionada com Jesus. A adoção delas na família do Deus é pot moio ile Jesus Cristo (Ef 3.13) Ele era s e r v o e filho (Sl 89.FILHOS NA BÍBLIA Numa expressão típica dos povos da Mediterrâneo. mas não se reterem nem á geração biológica da humanidade p o r Dous (como uus religiões pagãs) ueru á criação.6 e Ml 2. à formação de Israel cam n filho de Dous.16. mas também náo é o único uso escatológico do tema filiação. [r 3.16). Polo fato de que o rei do Israel representava a nação. o identifica como o Filho de Deus único e preexistente (Gl 4. de Gn 6. Em Isaías 63. em virtude da redenção.12).11. o Messias. 3*1.7).7: Sl Ô9. i ). Devido ao falo de Deus sei o criador e lats seres estarem sob sua autoridade.101. Em outras ocasiões.10. o proíela clama: "Mas tu és o nosso Pai. escolhido e retirado do Egito. porém. Os 1.14. sáo também chamados de "filhos de Deus”.4: Ml 22.27. és o nosso Pai. no Novo Testamento.14-19. Como Mes­ 22 2 . Cla­ ramente (2.16:64.1)'. Ale mesmo os textos que usam a linguagem da criação ou geração (como Dl 32. A confiança de Israel de que Deus viria e supriria suas necessidades era expressa pelos profetas em linguagem familiar (Is 03. o HILio messiânico de Deus. é o elemento central da provisão de Deus para as bênçãos familiares escatológicas de seu povo.4).41: lo 1. pelo contrário. a Bíblia ocasionalmente refe­ re-se aos seres angelicais como “fLLbot. e Israel rião nos reconhece: tu.6: 2.26) adotivo de Deus (Sl 2.20. loi por meio de seus sofrimentos que o Filho de Deus lrouxe outros mem­ bros para a família de Deus. é muito raio.28.Outras pessoas tomam-se filhas de Deus quando crèern em Jesos Cristo. os irmãos de Jesus. Filiação escatològíca A expressão "Filho dn Deus" como título messiânico não é surpreso no Bíhliu. 0 Setdior. O advento de Cristo.10. os seres humanos sáo chamados dp "geração de Deus" (Al 17. assim. no Èxado (Os 11. Hebreus 2 .7-2.».KM » mostra como Cristo trouxe “muitos filhos á gloria". à glória (2. Hebreus 1 e 2 deseuvolve o lema da supremacia de Jesus como Fdho. Às vezes. e sim . a lráse é usada apenas como um lilulo messiânico (Lc 4. No meio da opressão.41-46 — veja Jesus).6. ainda que Abraão náo nos conhece.10) fazem isso por mein de metáfora. entretanto. fiara o dia da bênção. Esse tiso. os seus sofrimentos e a sua morte foram os meios pelos quais o Filho libertou os quo estavam “sujeitos a escravidão" (2. Deus redimiu fsrael e. de Deus” [Jó 1. Rm 0. veja também Mt 11. frequentemente é chamada de Filho de Deus.11).1. Filiação em Cristo Jesus.15) e trouxe os filhos de Deus. também «ra conside­ rado f i l h o de Deus (2 Sm 7.5.17.201 porque Ele r o criador. nosso Reden­ tor desde a antiguidade e o teu nome”. Portanto. o povo de Deus olhava para adiante. o Filho de Dous (]o 1. Filiação redentora O lema dt«ninante que está no cerne da revelarão bíblica é que Deus é Pai. Similarmente. Hb 2.5-13) Mais especifi­ camente. No período enlre os dois testamentos essa idéia levou ao uso tia base "filho de Deus como um Ululo messiânico (4 Q Florilégio I I 1-13: 4 Q ps Dn A 1.49).14: 1 Cr 17.

9 .11) e eleitos |v. 2 7 ) . é uma metáfora biológica.3-14. Uma terceira característica co­ mum da adoção e da regeneração é que a mudança que ocorre é divina. 1 4 ) . 5.fi: 2 Co 6. Tesus disse aos judeus: "Vós pertenceis tio vosso pai. u menos que o Pai o r e v e l o (Mt 1 6 . as duas metáforas enfatizam qun a mu­ dança não é apenas radical —•é também imediato. O termo “ado­ ção". O chamado amoroso do Pai Nem todos são filhos de Deus. 3 7 .23.5. pois seu Pai "é misericordioso” (Lc (5.4: Gl 4. Rm 15. “conselho" | v. Desde que nem Iodos são lilhos de Deus. e a boa uotida (lo Evangelho e q u e o Pai sempre toma a iniciativa fJo 6 .7.1. Em )oào 0 44. ó lomado do contex­ to social e legal do mundo greco-romano. "por Deus" í d 4. Portanto.18). As pessoas tomam-se filhas dtí Deus. nem féméar é a explicação de Paulo para a declaração “Todos vós sois li lhos de Deus” IGI 3. pnis e uma expressão genérica. Ninguém pode reconhecer Jesus como o Filho.5).3ti).6). 4 4 .91.9. 20: I P e 1. o diabo" Semelhantemente. e se sen Pai celestial também o perdoar (Ml 6 . O efeito cumulativo é a ênfase no fato de que a adoção na família de Deus é conslruidd nada mais nada menos que sobre o fundamento da própria pessoa do Rii (o significado básico da palavra "adoção" enfatiza a escolha do Rii qun adotal. 1 6 . Como alguém podo aproximar-se de Deus? Por meio de Jesus. “propósito” (v.1ti).3. realiza as esperanças dos profetas Esta realização inclui D ã o somente o s filhos du Dem.4. e liberta aqueles que estão presos em grilhões: mas os rebeldes habitam om terra seca". na linguagem bíblica. 11). A despeito das variações distintivas. ambos os termos deixam claro que a mudan­ ça envolvida é radical em toda a orientação da vida.5. Da mesma maneira.1J ). o lindo quadro do cuidado paternal de Deus no Salmo 68.5: Eí 1. de Deus (Ts 43. a expressão “filhos dft Deus" não deve ser eniendida <omo se referindo apenas aogéuero masculino. São nascidas de Deus (1 Jo 3. "beneplácito" (w.71.5: Gl 4. "predestinados Iw. que não aparece no Antigo Testamento e apenas cinco vezos no Novo Testamen­ to (sempre nos escritos de Paulo. adoção e regeneração estão ligadas à obra do Espírito San­ to (JO 3. Adoção e regeneração Duas metáforas são utilizadas nos textos bíblicos para descrevei* como a escolha amo­ rosa do Pai se realiza e a pessoa que ainda não é filha de Deus une-se a Cristo e Iransíorma-se num membro da família de Deus: adoçao p regeneração. Nem o novo nascimento nem a adoção na família d" Dous constituem um processo. t3 dp quo nem todos são filhos de Deus: “Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus no seu santo lugar Deu* foz que 0 solitário viva om família.6 é seguido pela clara advertência uo v. Especiliiemente.9: 4. Este segundo é expresso numa variedadB de palavras: “vontade" [Ef 1. que aparece primariamente nos escritos de João. precisam "nascer de novo" (lo 3. 5. 5. Dois dos maiores temas dessa doxologia são a adoção de lilhos do Deus e a vontade e o propó­ sito de Deus. A velha existência termina e começa uma nova vida. 6 5 ) . 9. 1IJ. A Solução para a triste situação rio que não e filho de Deus começa corn a graça do Pai.4). mas tambúm os Cilhai. O vocábulo “regeneração”. os que desejam ver o Reino de Deus. Sua misericórdia o seu amor são a raiz da Jihação de seu povo (]r 3 1 .7).31 A ênfase dó apóstolo Paulo sobre esse assunto é encontrada om Efésios t. 223 .26-2«l. O Pai é gracioso e per doador. 4 5 .FILHOS NA BÍBLIA sias. A afirmação bem conhe­ cida “não há macho.

23.13. Este sofrimento atual acontece sob o controle amoroso do Pai. (a) Oração a o Pai. Tal padecimento leva os filhos de Deus á glória. mas uma das mais significativas esta relacionada r.48 — Nota. em conformidade com a imagem de Cristo. Confiança no cuidado do Pai. mas entrega-se a Deus Esse tipo fie fé. na onipolência (Mc 14.42.5). por isso. 22. para que lambém com ele sejamos glorificados" l Km 8.26-20) do Pai.10). abnegado e perseverante ao Pai celestial (2 Co 1.9). Nn "Oração do Senhor".18-30). 224 . e o Sonhor enviou o Espirito de seu Filho aos seus «orações (Gl 4.FIU IOS NA BÍBLIA Os resultados da filiação Um rios aspectos mais impreasionantcs do uso bíblico ila uoção de filiação é a gama de resultados associadas com ela Isso é compreensível. O filho de Deus e uma criai ura chamada para um relacionamento íntimo e pessoal de abertura. A confiança do filho em sou Pai para provisão.3-11. herdeiros de Deus b co-herdeLros lem virtude da filiação! de Cristo. O fillio de Deus descansa na onisciência (Mt 10. interesse e afeição com o amoroso Pai celestial.15).32). Rm 8. Sl 68.8. 1. 19-34 trata com várias perspectivas da relação dos filhos de Deus com os "cuidados" déste mundo: dinheiro.28) dos que são chamados para "serem conformes à imagem de seu Filho" (Rm 0.era léxica ou sinteticamente única). os sofrimentos da vida estão longe rir: ser sinais du ahandono de Deus.orn a oração.29. Islo eslã enfatizado em Provérbios 3.. alimentos o vestimenta Os w 25-34 focalizam o problema da preocupação com as necessidades bôsicas de [I I sustento e |2) proteção. enlreiauio. Os filhos de Deus aprendem a lição do Sal­ mo 103.30).6.34. 2. A confiança no Senlior resulta ora serviço alegre. dados pelo Rii qun molda e edifica os filhos os quais ama.5-13. 'para nosso proveito” (Hb 12. IJm dos resultados da filiação é a disciplina do Pai. para o “bem" (Rm 8. proteção e disciplina significa que ele não se preocupo.30).14.24. O corolário da confiança o a perseverança O filho de Deus é chamado para traba­ lhar duro e jamais desistir (Hb 12.29-31. O Pai celestial se compadece de seus filhos e lembra-se que “são pó”.35] e ua misericórdia (Jo 10. mas não única Estudos teoló­ gicos recentes deixam de lado a antiga alegação de que a referência de |esus a Deus como "Par. frequentemente. se é certo que com ele padece­ mos. e chamá-lo de "Pai" (Gl 4. O lilho de Deus pensa a mesma coisa. O filho de Deus descansa na promessa de um Pai que conhece e se preocupa com suas necessidades e tem o poder para suprilas (veja também | r 31.6). Rm 8.12.21. lambém podem orar a Deus.26. o Filho primogénito (Rm 8. Estas três virtudes paternas são essenciais para a segurança do filho. "Somos. Em ambas as inslândas o clímax é “vosso Pai celestial" (Ml 0. Intimidade. Jesus ensina os outros filhos de Deus a orar: "Pai nosso" (Ml 6. De fato. por meio do Espírito Sanlo.9) Eles foram adolados na família de Deus IGI 4.1-5 e principalmente Hebreus 12. Ml 5. não deve ser confundido com autoconfiança arroganie.2-5. O relacionamento Intimo do próprio Jesus com Deus expressa­ va-se na maneira característica como se dirigia a Deus em oração como “Pai” (Lc 10.1 1. maneira característica. Essa inlimidnde o vista de imulas maneiras na Bíblia.5)O talo dn qun os filhos de Deus chegam a essa condição "um Crislo" significa que sua vida presente envolve sofrimento no caminho da glória.25). reconhece sua fraqueza o confia no Senhor. pois a filiação alinge o centro da existência humana e estende-se a todas as áreas da rida. Dl 1. Deuleronômio 8. represem Iam dons para nossa disciplina e fortalecimento..29.9.17). Mateus B.

35: Mc 8.26). R u a os escritores bíblicos. pois. Os israelitas tornaram-se filhos de Deus: por essa razão não podiam adotar os costumes religiosos de seus vizinhos pagãos. O Chamado para a pre­ sente santidade está também enquadrado na linguagem da fa mi lia de Deus. um relacionamento simples ou desprovido de desafios.20 a 3. Ib) Santidade familiar.15). como filhos amados” (Ef 5*1).47.38: Lc 0. c lambém a que determina o novo rumo em suas vidas (w.15). A intimidade bíblica com o Pai celestial é uma comunhão segura e couíortadora.16: 64. mas recebestes o espirito de adoção. o Novo Testamento desenvolve as responsabilidades óticos dos cristãos no contexto da família de Deus. 37.rituais impessoais da magia pagã [Ml 0. "Assim que já náo és mais escravo. a uova e de libertação.31-37). A liberdade dos lilhos é a libertação dn pecado e da morte e a Uberdade da vida da lamiiia de Deus. O filho de Deus é Liberto do medo da marte (Rm 8. pois. A comlição de filho é contrastada com a do escravo. mas também exigências. Hb 2. O Pai ó o santo juiz que noluturo decidirá o destino elemo du humanidade fMt 18. lemos: "Vós sois lilhos do Senhor vóstió Deus. Em Deutoronõmio 14. 4.7). Hebreus 9. nas quais o termo filiação era um lugar comum.211. Não é. li qual estó segurri no Pai. mas nunca eslava associado a qualquer ética moral da mesma maneira que a Bíblia faz.2. Jesus declara a oniseiência do Pai e diz quo o filho de Deus. da mesma formão cristão tornou-se livre para a condição do filho Essa libertação é descrita particularmonte como a libertação do medo. A filiação biblica traz não apenas bênçãos. pelo qual clama­ mos. “Sede.11-17). A família de Deus tem um estilo de vida diferente-(Dt *2 . A cura para a oração hipócrita [k a hipocrisia em geral) é o lorlulecimento du intimidade com o Pai celestial.12-15. Aba. A antiga viria era de cativeiro. para que sejais irrepreensíveis e sinceros. imitadores de Deus. A liberdade dos filhos. lambem Rm 8. É uma liberdade encontrada somente num relacio­ 225 . Lm Hebreus 2.1-0). o modelo bíblico de filiação era radicalmente adverso das religiões helenistas ao redoi. om 1 loõo 2. para enfatizar a Uberdade dos filhos de Deus.6 . como perfeito c o vosso Pai que está nos réus" (Ml 5. Pai!“ ÍRm 0.15 deixa claro que a razão por que o filho de Deus lem certeza de sua herança eterna como filho de Deus ú a libertação do pecado.) a antítese das fórmulas.FILHOS NA BÍBLIA Esse lipn de relacionamento intimo com n ftu rrtilestial em oração representava (para Jesus.8. nem rapareis o cabelo em honra de algum morto”. A obra de Jesus (e do Pai). 5 . Semelhantemente.11-17. Ml l. Não fareis incisão alguma no vossa corpo. Oração náo é unia arma de coaçao sobre os poderes do Universo. O medo da rulpa foi tirado. "Pois náo recebestes o espirito de escravidão para outra vez estardes em temor. As Escrituras enfatizam repetidamente que ser mem­ bro da íamilta implica assumir responsabilidade» familiares. Desta maneira. mas filho" (Gl 4. que liberta os lilhos da escravidão e os torna filhos de Deus (Jo 0.14-15). Oração é chegar á presença pessoal de Deus. 'Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas. Assim como Israel loi solto do cativeiro para a filiação nacional.7. A lamiiia de Deus Sur filho de Deus é tomar-se membro da Casa de Deus ( I Tm 3. perfeitos. a Condição da liberdade de filhos não é a idéia ocidental moderna do autonomia. entretanto. filhos de Deus" (Fp 2.1. a união com Cristo e a condição de filho são desenvolvidas em conexão com a santificação. A oração do íilbo de Deus também é a an li teso da oração hipócrita dos religiosos que buscam seus próprios interesses (Mt 6. ts 63. "Sede vos. 3. O filho de Deus Lambém é liberto do umu vida sem direçãt).55).B.48) A intimidade com o Deus da Bíblia proporci­ ona segurança e exige santidade. o filho de Deus ê chamado para se purificar. Adoção produz confiança — e não medo.9). não busca o louvor è u honra em outros.

27). o qual Ibi muito dedicado a tamento.7$).34. João Batista jei havia dado associação que a localidade tinha com o testemunho sobre Jesus (1. imediatamente testemu­ o rio Jordão desaguava no mar da Galiléia. o testemunho do Antigo Tostamonnomu de Filip e em hom enagem ao lo sobre Jesus õ uiom ionado (5. nos evangelhos e om Atos. situada a nordeste do ponto onde (veja adiante). E importante fazer uma distin­ à ordem de Cristo ‘‘segue-me1 ' quo elo ra­ ção entre Filipe. ap amur o ao interesse mútuo [El 2.11. os pais com certeza colocaram o mente. Quatro diferentes pessoas são gelho de João que ele recebe maior aten­ conhecidas por esse nomo no Novo Tes­ ção. Corri exceção tle Judas.23. para viver separado. o apóstolo. Filipe.11). Filipe.17) e. Paulo o faz 133 vezes. ou seio. Segundo. pidamente creu sor lesus o cumprimento e o diácono. sempre mencionados juntos. I Pe 5. Os “filhos de Deus pela íé” são os que são 'batizados um Crislo'. o totrarca. Rm 8. às vezes chamado de "o dn que Moisés escrevera no Antigo Tes­ evangelista". Era uma 1. assim.5). lalvez homem surpreendente. na Gahléia (Jo 1-44). é claro. pírito Santo (15. ondtí dão existe lugar para o orgulho.31-46).27) e. todos os cristãos do Novo Testameato reterem-se uns aos outron como "irmãos". que significa uma casa unida. o dos após­ provavelmente Filipe foi o quarto após­ tolos (15. nhou de lesus. intolerância e egoísmo. um mandamento dirigido a todos inRute 30 anos antes reconstruíra essa os cristãos. é desenvolvido extensivamen­ cidade o a chamou de “JúHàs'\ em home­ te no evangelho de João (veja especialmen nagem à filha do imperador romano. maioria dos "seus náo o receberam” (Jo Betsaida. As barreiras raciais.18. um dos doze apóstolos. culturais e sociais devem dar lugar à humildade.9. "Trmáo'’ é uma palavra quo expressa profunda afeição pessoal e denola amizade. o do Es­ De acordo com o evangelho de João.39-421 . numa época em que a ma cidade de Pedro e André. Terceiro. foram incorporados à Igreja dn Deu.19: Lc 20. embora existam indica­ localidade principalmente dedicada à ções de que elo era tímido ■ : fraco na fé pesca. testemunho torna-se evidente quando Fi Nas listas dos evangelhos sinó ticos ele iipe teslemunhnu não somente sobre um sempre aparece eni quinto lugar. assim corno Pedro na lista dos doze apóstolos.M . Em Mateus Três pontos são dignas dn mearão 10. Filipe. É no evan­ F IL IP E . A te Jo 5. 36. Primnim. Posteriortolo. Seu entusiasmo fica evidente Obra de Deus na Igreja primitiva (Al 6.FILIPE namento com os outros membros da famiiia de Deus.26| a. 1. quando lalou sobre Ele a Exisle certa discussão sobre sua localiza­ Natanael.9). Ap v.191.26. Sabe-se mnie André. Marcos 3-18 e Lucas 6.3. bem como telrarca lalvez explique o nome do após­ André e seu irmão Pedro ( i 41). Era da mes­ tusiasticamente. amar os irmãos (1 Pe 2. corno o du samaritona (4. ler uma amostra do que é o banquete eterno (Jr 3. Mencionadopela maneira como apresentou Natanael ao Fillio de Deus (1.14 aparece aqui. é mu bom exemplo daquelas pes­ lo pouco sobre ele além do que está es­ soas que “receberam" a lesus rápida e en­ crito no evangelho de Joáo.(Gl 3. aproximaduCrisio. 19. nesse amor frater­ no. ma* Sobre o que porque us dois irmãos Tiago e João eram 226 . amor e comunhão ua obra de Crislo ( I Cu 8. Esse lema do testemunho sobre ção exata. assim governante. Fica claro em sua resposta imediata tamento.39).s. 0 povo dn Deus foi tirado do melo do paganismo.43). 19 vszes em Tessalonicenses). o conteúdo desse tolo a ser escolhido por Jesus (Jo 1.46).

lançou o desafio.20). náo perceberam que. talvez estivessem próximos de Hatsai da). A última men­ ção ao seu nome é em Aios 1 13.5. Este fato reflete também o reconhecimento pela Igreja de que os que são chamados para o ministério da palavra de Deus" l. Aresposia d < ? Cristo t^ve um tom pro­ fundamente triste. o evangelista. Isso. Enfolicamente Cristo lhe perguntou como fazia lal pergunla depois de tanto tempo em sua presença. embora jã tivesse seus próprios planos«l«i operar um milagre.4 25.81. Es­ ses homens certamente sáo significativos nesse ponló do evangelho. para sua própria morte e ressurreição. Essa fali.2 J faz alusão). segundo ele.1. as que não pertenciam ao povo de Israel 11U. Viram -D O em ação u ouviram seus ensinos.16). Ele cria que íis Escrituras se cumpriam. entre os discípulos reunidos no Cenáculo. quando pediu a lesus que lhe "mostrasse o Pai”.a de compreensão foi vis tu tam­ bém nos demais discípulos.v. 2. foi apro­ priado que em João 12. sele homens foram indicados e escolhi­ dos entre os que eram "cheios do Espírito Santo e de sabedoria”. Essa seria a tarefa do Espirito Saulo logo mais — abrir totalmente seu entendimento 11. João demonslrava a profundidade dos ensinos de lesus e destacava sua importância.6). Náo está claro se Filipe promoveu ou não o encon­ tro dos gregos com Jesus. ao conlemplar lesus.5. Este Incidente é uma interessante inilicaçào de quão cedo na vida da Igreja houve uns reconhecimento de que Deus dá diferentes ‘ministérios” e “dons" a di­ versas pessoas.2) e negligenciavam o ministério da Palavra de Deus. 2) lamais devem ter outras preocupações. t»o perguntar-lhe onde comprariam pão para alimentar 5. pois indica­ ram que havia outrfis pessoas Interessa­ das em Jesus e apontaram para adiante. Muitas pessoas convertiam-se ao Evangelho. Em João 12. Os apóstolos perceberam que o trabalho do administração da Igreja em lerusolém era muito pesado. Mesmo assim. As vezes também chamado de diácono. viam o próprio Pai. Os apóstolos observaram que perdi­ am tnuilo tempo na solução desse tipo de problema (At 6. Filipe.22 alguns gregos apro­ ximaram-se de Filipe b solicitaram uma audiência com Jesus. ao lempo em que outras ovelhas seriam uciesceutadiis ao rebanho do Senhor. portanto. Talvez Filipe pensasse em Gris lo cama "o profeta" |Dl 1U 19. enfrelanto. A unidade do Pai e do Filho estava lirmnmento estabe­ lecida na resposta fiada por Cristo à per­ gunta de Filipe. um versículo uo qual João 1.21 . 15. ficou patente em Filipe fio 14. Não sabemos se Cristo desejava testai parliadarmente a fé do Filipe ou so ele era a pessoa mais indicada para responder a tal pergunta. Portanto. A resposta era que Fili­ pe o seus companheiros ainda náo tinham seus olhos espirituais abertos adequadatncnle para entender essas coisas. Filipe e os outros esliverara com Jesus por mujln tempo. Os apóstolos ora­ ram e impuseram as mãos sobre eles e os nomearam para o serviço social da híreja. 7 indica o su­ cesso dessa divisão de tarefas: “De sorte 227 . t:m várias ocasiões. Filipe é mencionado novamente em João 6. “seria suficien­ te’’. precisavam de ajuda. e mencioniidn pela primeira vez em Atos (i. Jesus. por conhecer aquela região dó grande "mar da Galiléia'' (0. lesus já teria morrido. Os crísláos de origem grega reclamaram que suas viúvas eram despre­ zadas ua distribuição diária de alimen­ tos. Talvez o tenham prociuado porque linha nome grego. Ames que isso acontecesse. Ao relator incidentes como esse nos sous leitores.000 pessoas 16. Filipe não teve té e tampouco o entendimento para imaginar qualquer solução que não custasse uma fortuna p u i dinheiro para alimentar aquelu multidão.23 a resposta de Cristo apontasse paia adiante. O v. Portanto. um ponto que Inão estava determinado a estaboloccr etn todo seu evangelho. lesus voltou-se piira ele paira teslálo.FtUPE estava escrito na Lei ile Moisés a respeilo da Jesus.

mas Joselo declara que incluía 228 . sob a direçáo do Espirito Santo. é claro. Lucas 3 . Marcos referiu-se ao casamento de Herodes com Herodias. As referencias a esse governante. Muitas pessoas se converteram por meio de sua mensagem e fnram bntizadas (8. des­ de que houvesse duas mães envolvidas. os apóstolos Pedro e Joâo foram alé lá e confirmaram que u Evangelho era aceito de bom grado pelos gentios e samaritanos. Filipe. 0 tim dei que fossom teste­ munhas em Jerusalém. te tra rca da Ituróia e Traconites. pois mais (arde ele é durainenle repreendido por Pedro (ÍJ. A pressuposição geral é que esle só pode ser Herodes Filipe. entretanto. a quaJ fora esposa do seu iruião Filipe. e M&riâne. Joselo contudo uão menciona o segundo nome de seu filho. esse testemunho chegou a Samaria.. e Cleópalra de Jeru­ salém. Prodamou o Evange­ lho. identificou a primeiro marido de Herodias como Herodes. É impossivel determinar onde eram os limites de seu território.27. Não se sabe ao certo se sua conversão foi genuína. Isso significa que dois filhos de Herodes. Fdipe também teve oportunidade de pregar para um eunuco etíope. 4. Lucas mos­ tra como a Grande Comissão loi cumpri­ da. 3 * 1 2 ] .28). Esse governante. Herodes. o tetrarca (veja abaixo|.FILIPE quo crest ia a palavra de Deus.121. que viajava em sua carruagem. o qual revivera. Provavel­ mente foi por meio deste homem que mais tarde 0 Evangelho se espalhou por toda a Etiópia. 3 . e Cleópalra. proporciona 0 pano de lundo histórico para a repreensão de loâo Ba­ tista a Herodes: 0 Batista o repreendeu por causa de «eu casamento ilegal. pois tnl coisa seria possível. era o nome de família. lilho de Horodes. onde rapidamente tornou-se um imporlante missionário. onde vivia e era conhecido comu "evangelista” (At 21. Atos 1. o Grande. Lc 3 . e em |erusalérri se multiplicava rapidamente o nú­ mero dos discípulos. Joselo. 3. 0 Grande. Samaria e até os confins da Terra. cuja es* posa posteriorm ente foi tomadn por Herodes.8 indica claramente que bem mais torde em sua vida ainda era amplamente re­ conhecido por seu zelo missionário. Em Marcos rt. o Grande. l U i a m o r t e de João Batista é lembrada quando as pessoas sugeriram que lalvez lesus losse loâo. /udéia. Atos 8 concede-nos uma idéia do tipo de trabalho 110 qual Filipe esteve envol­ vido em Samaria. ernuo resultado. Posteriormente. foi decapitado (Ml 1 4 . Seu trabalho naquela localida­ de loi especialmente importante para a mensagem do livro tle Atos. Filipe. Perlo do final do Livro de Alas. Por meio de Fili­ pe. 1 descreve seu governo sobre a IIureia e Traconites. o Gran­ de.2Ú-24J. Enquanto esteve em Samaria. G fato de que Filipe era realmente um homem "cheio do Espírito Santo" e visto na ma­ neira como o Espirito o levou a falar com o eunuco. foram chamados de Filipe. o que jus­ tificaria sua designação por Marcos como 'Filipe”. era filho de Herodes.Antigo Tes­ tamento à luz do ad\entn de Crislo: 0 eunuco creu e íoi batizado. pois aquele cidadão era um importante oficial do governo e esta­ va a caminho de sua casa (8. operou milagres e desenvolveu um ministério que mais parecia o de um apôstolo do que dn um coopnrador ou (listrador. Filipe dirigiu-se para Sumaria. Ele lhe expós as Escrituras do . Quando começaram as primeiras per­ seguições contra os cristãos em Jerusa­ lém |na épacu i-m que Estêvão foi rnartitizíido}. A referência o Filipe coma "o evangelista" em Atos 21.8). conhecido com o Filip e H erodes.. o qual. o filho de Herodes. Certamente é possível que o primeiro marido de Herodias fosse Herodes Filipe. Ao men­ cionai esse incidente.17 (veja Ml t 4 . Paulo e Lucas o visitaram em Cesareia. quando viu os milagres operados por ele. creu e balizouse. Fili]>e enfrentou um problema com um magico chamado Simão. o Grande.8 registra o mandamento do Jesus potra os discípulos. lilho de Herodes.

Á palavra gre­ ga Pulaistinei deu origem ao nome mo­ derno Palestinu. O próprio Anligo Teslamento testifica sobre isso. Esses tex­ tos chamam os filisteus de Ptílesel. Era considerado pela popu­ lação como o melhor e mais justo de Io­ dos os Herodes. OS Auraniles. esta área estendia-se da oeste du porte norte di] rio Jordão. 25. Gaulanites e Bataiiéia.17). 34.23). através do mar Medifprrânoo e da Libia.G. ou seja 1440 a.1. PiListu ou Pilista. e quase todos os especialistas identificam Oaftar c. |ão certo como conduzira os filhos fie Israel do Egito a Canaã (Am 9. quando Deus levou os israeUtaspara lon­ ge da rota costeira.I que ficaram suficientemente nume­ rosos para causar algum lípo de proble­ ma para Israel (! Sm 4 a 0. utésua morte em 33 d. em épocas muito anteriores. Génesis 10. no Anligo Testamento. pois tanto o Antigo Testamento como os documentos exttuhíblieos estabelecem sua origem nas d lias e regiões COsleiras próximas Ha Grécia e Creta. Arnós acresconla a intormação de que o Seidior Irouxera os filisleus para a Pales­ tina de C a fto r.14 faz um elo enfre os filisteus e os callorins. Filipe go­ vernou nessa região do ano 4 d. O termo "povos do mar" descreve ade­ quadam ente os filisteu s e seus alia­ dos. Esta. O lago Hulé e a cidade conhe­ cida como Cesareia de Filipe lambem es­ tavam dentro desse território.FILISTEUS. durante os reinados do Kamsós UI e seus sucessores imediatos.C. nesta narrativa os filisteus procederam a ocu­ pação de Canaã pelos "povos do mar” em mais de dois séculos Talvez os filisleus tenham chegado a Canaã em grande número em 1200 a. é claro.C. Nos textos acadíanos a região é referida como Rilastu. é a própria área constantemente associada com as cidades dos filisleus no Antigo Testamenlo. no extremo nurte do mar da GulUjéia.C Durante esse período loi responsável pela reconstrução de Cesaréia de Filipe (anleriormenle conhe­ cida como Peneiom) e a cidade pesquei­ ra de Betsaida. A evidência mais notável o o contato que Abraão e Isaque tiveram com os filisleus antes de 2000 a. Aparecem novamente no relato do Êxodo. porque rira “o caminho da torre rios filisleus'' (Ex 13. uma con­ clusão que suscita varias dificiddades à luz das referências a eles no Antigo Tes­ tamento. D'-uieronôinio sugere que os Callorins estabeleceram-se na costa do mar Mediterrâneo. Portan­ to.C. A mesma identifica­ ção é feita em antigos textos acadianos que descrevem pessoas de Creta como k ap taru . Isso. a região qun fazia uma fronteira acidenladacom Israel e luda.C..7. Se aceitamos a dala tradicional para o Êxodo. um evento passado sobre o qual Moisés teve noticia (Dt 2. (Gn 21. As abundantes referên­ cias aos caftorins (kuptam ou algo assim) em textos anteriores a 2000 a. Esse Dorae vem do hebraico Filistia e Filisteu. A Ugaçáo fica completa com a obser­ vação dn Jeremius de que os filisteus eram 0 remanescente da ilha de Caftor (|r 47.32. exatamonte de acordo com as passagens de Génesis e Êxodo e com a referência em DeuterouômJo da substi­ tuição dos aveus pelos caflorins. )z 10. O S . F IL IS TE U S .C.23). 8). pois foi so­ mente nos dias de Samuel o Sansão I I 120 a. incluindo uma rojjçião considerável a leste do rto e norte de Decápolis. j\n. um nome bem próxim o da pron ún cia onde subjugaram a população notiva dos aveus (Dt 2.7).. A maioria dos historiadores data a chegada dos filisteus ao leste do Medi­ terrâneo em lorao de 1200 a. ou posteriormente. não elimina a possi­ bilidade da existência de filisteus anteri­ or a essa data.8: 13 a 10).C. Os filisteus são mencionados proeminentemente nos documentos do Novo Reino Egipoio (1200 a I 100 a.I como nm elemento dos netandus "povos do mar” que tentaram sem sucesso inva­ dir o Egito. são sufi­ cientes para permitir a possibilidade de hebraica.C. entretamo. 229 .4). em Gaza e arredores.omo Creta.C. até Canaã.

3. selos e sofistica fios dese­ nhos de arquitetura Cm dos maiores pro­ gressos dos filisteus loi a utilização do ferro. Qualquer que seja . Na época do rei Saul (1050 a 1010 a. as quais exerciam uma certa auto­ nomia (orei Aquis tratou iudependentemente com Davi. i Sm 14. outros sítios arqueológicos em Canaã incluem impressiouanlos amostras de potes de barro. junto com Júíia. por encabeçar a lista. Filólogo fosse o líder de uma igreja domiciliar o Júlia fosse sua esposa. os filisteus esta­ vam sobdamentci estabelecidos nn cosia mais bátxíi do Metlilerrâueo.C.5-7). 3.18.12-14) e Davi (2 Sm 5. chama­ da Dagom (1 Sm 5.6. Sua mãe foi 1uma das filhas rle Putiel" lÊx 6. 31. mas que. o próprio Esdras e nutTos levitas traçaram suu linhagem familiar alé Finéias (Ed 7. Desenhos bem con­ servados encontrados em Mmlmnl.18. foi um dos maiores homens de todo fsrael. A . localiza o impac­ FINEI AS. tais como Baal-Zebube (2 Rs 1. mas por um Oficial denominado em hebraico de seren. até q u e Samuel (1 Sm 7. 17. Seu lillio chamava-se Abisua 1 1 Cr 6. o s filisteus tipificam us Influências perigosas e mortais às quais Israel precisava resistir como povo escolhido (lo Senhor. Suas práticas religio­ sas. sua irmã e Olimpas |Rm 16.1-5).sua origem exala e seu estaibelecimento cronológico. o qual tinha o monopólio das habilidades necessárias paia tal função (1 Sm 13.4. nos tempos anteriores ao Èxodo. pois conquistaram repetidamente o. “amante do aprendiza­ do"!.10-211. procurava um filisteu. É provável que. Asdotle. Ir. por volta do século XII a.). adagas. contudo.Cristão que vivia em Roma e foi sou^ dado por Paulo em sua carta.5. Escavações arqueológicas recentes revelam que os filisteus introduziram e experimentaram um elevado nivel de cultura e tecnologia. se um israelita quisesse afiar ou consertar um equipamento feito de ferro. mostram suas roupas. etc. 16. A pBntápolis demonstrava «er uma coalizão dn cidades com direitos iguais. 2 Sm 1. uma Inovação bem avançaria em relação ar» seu uso em Israel.26. ambos semíticos.4. AsGalom. to negativo que tinham s o b r e Israel.27. 1 Srn 27. palavra que talvez signifique "se­ nhor” (js 13.23.5 230 . O Antigo Testamento. mostram claramente que os filisteus tinham assimilado o culto nati­ vo e original dos cuxibiuius Teologicamente.C. tra­ balhavam em conjunto d submetiam-se às decisões da maioria (n dispensa de D a v i da batalha contra Saul: I Sm 29). não enfatiza as realizações culturais dos filisteus: polo cou bário.15). eram eslrilumeule evitados como um mal que podia conta­ minar. O re­ conhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava pelas pessoas em diferentes congregações é algo digno de nota em suas epístolas. no Egito.2) e Astarote/Astarte l J Sm 31.M. 501.FILÓLOGO suâ existên cia na região costeira de Canaâ. cada urna govnrnada não por um roi. eram ainda mais nocivas: Unham como figura principal uma divin­ dade meio peixe e meio homem. 1 7. diante de uma emergência uadoual. H nbu. É costume geral referir-se à sua estrutura política como uma pentâpolis ("cinco <idades"). conceutrudos em cinco cidades: Ga/a.8-13).. referência Ireqiiente a eles como “incircuucisos" (Jz 15. Esse deus (cf. Sua tradução na Septuaginta como “tirano” npõia a origem dos filisteus do mar Egeu.s territórios pertencentes a Israel. Uagan e Man canoneui o a existência de outras.251. Ga te e Ecrom. Ex­ tremamente belicosos. FILÓLOGO (Gi.8. provaram sor ini­ migos implacáveis dos israelitas alé o início da monarquia.).3. 1. Filho de Eleazar e neto de Aião. Nereu.22-25] deram um paradeiro em suas incursões.20) deixa claro que nao pertenciam ao povo da aliança: portanto. seus ar­ mamentos e artelaios de tumulos. Na época do retor­ no dos judeus do exilio na Babilónia. entretanto.

11-13). o 231 . do maneira que quando as oufras tribos souberam o que us tTés fizeram. Ele. O próprio Finéias anos mais tarde serviu diante da Arca du Aliança em Untei onde novamente seu zelo pelo Senhor foi demonstrado.»).l-3). era um dos fi­ lhos rio sumo sacerdote Eli II Sm 1. pois foi tomado de zelo por mim no meio deles. as quais ti­ nham erigido um aliai perto do rio Jordão. Eles se tornaram totalmente corruptos e tira­ vam vantagem da posição privilegiada que ocupavam. Deus falou a respeito de Finéias: "Finéias. para indicar claramen­ te que os apanhara em pleno ato de imo­ ralidade e adultério |w. Finalmente morreram sob o juízo de Deus. “o povo se en­ tregou á prostituição coru as Iilhas de Moabe. Zinri. o sacerdote» desviou a minha ira de so­ bre os filhas de Israel. -A praga euviada por Deus sobre o acampamento foi interrompida por essa ação rápida. "Não conheciam ao Senhor' (1 Sm 212). Finéias liderou uma de­ legação enviada ao encontro das tribos de Rúben. a qual levou para sua tenda diante de toda a congregação. Gade e Manassés. San. dfzô: Dou-lhe a minha ali­ ança de paz. NttmemS 25 registra que. especialm ente seus lideres. 2f3j. no meu zelo. 30-34). veja H o fn i.30. Finéias é mencionado novamente no relato de Números 31. Levou consigo al­ guns utensílios do santuário e trombetas. Portanto. Para mais detalhes. quan­ do transmitiu a palavra de Deus ao povo concernente ã vingança pelo pecado dos benjamitas l|z 20. da tribo de Simeão. extttamenle quando isso ocorria. Lria como um memorial para Io­ dos os israelitas que se estabelecessem no lado orienlal do rio Jordão. Pai de Eleazar. p se prostrava diante deles" — Baal-Peor fvv. 14.FENÉIAS H. quando saiu com os soldados israelitas para a balalha con­ tra O S midianilas numa vingança pelo in­ cidente em Baal-Peor. 7. trouxe uma mulher midianila.21 I Crónicas 9. os descendentes de Finéias continuaram seu ministério sacerdotal e lambem ocupa­ ram o sumo sacerdócio. deveriam viver. não cousumi os filhos de Isra­ el. um dos sacerdotes que retornaram do exílio na Babilónia. filho de Eleazar. por isso. filho de Arão. Sacerdote em Siló. Eslns convidaram o povo aos sa­ crifícios doa seus deuses. lal dedicação ao Senhor e às suas leis tomou-se um modelo de como todos os israelitas. mas 24. O zelo de Finéias é mendouado no Salmo 106. e fez propiciação pelos lilhos de Israel" (w. antes que todo o Israel se envolvesse em guerra. e a sua semente depois dele. porque foi zeloso pela honra de seu Deus.20 indica que uma de suas principais tarefas era a de ser "porleiro" no Tabernáculo. quando os israelitas esta­ vam acampados em Sitim. Suu fumu foi estabelecida principal­ mente par sou "zelo” em defender o Se­ nhor Deus em face du idolatria. com a intenção dn t»:r relações sexuais com ela. Finéias e toda a delegação rotornarurn louvando a Deus |w.14) foram enviados para falar com os lide­ res. chamada Cosbi. 2 . temeram que novo julga­ mento de Deus caísse sobre eles. Em Josué 22. filho de Saiu. lerá a aliança do sacerdócio perpé­ tuo. Com exceção de uni curto período no sacerdócio de Eli. o o povo com ia.3. Seu irmão chamava-se Hoíni. \ adoração e sacrifícios só eram permiti­ dos no Tabernáculo.000 israelitas jií tinham morrido.28). para serem utilizados como sinalização. A ira do Senhor diante de lal comportamento ocasionou uni juizo ime­ diato.3). Finéias e os representantes das tribos (w. 13. Finéias soguiu-os o matou-os com apenas um golpe de sua lança. As três tribos explicaram que o aliaT seria usado apenas como um leslemuuho de que a adoração $0 seria feita no Tabernáculo e uunca seria utilizado para o oferecimento de holocaustos (v.6. 3 . Todos os lideres que se ituvolve­ ram na imoralidade e idolatria foram mortos. para ja­ mais se esquecerem de que faziam parte de Israel e adoravam o mesmo Dous.

Clemente mentiouou um bomorn coai este nome em sua epístola aos Coríntios. pelas pessoas om diferentes congregações é algo tligno de nota om suas uartas. Veja Estéfanas ' Es< r it o s d a li t e r a t u r a j u d a k a d c » p e r í o d o i i i t p r l o s t a m * m l í i r i o . mas provavelmente não se trata da mesma pessoa. 4 Q r e f e r n . O reconhecimento pessoal do apóstolo e o cuidado que demonstrava FORTUNATO iLat.FLEGONTE q u a l a ju d o u a p e s a r e r e g is t r a r t o d o o o u r o 6 p ru tu q u e le v a r a m d c v o lt a c o m e le s p a r a o T f e i i t p l o e m J e r u s a l é m (Ed 8 .DiG.i «pistola (Rm 16. juntamen­ te com Estéfanas r Acaico. FLEGONTE (Gr. Segun­ do nomt. N'o íinal rio século. 3 3 J.s e u C a v B r a u n * 1 d o Q u m r a u .14).de uma lista de cristãos iora. "queimando'1 ). é? p s D n è a a b r e v i a t u r a d e p s e u d o .iuas saudados púr Paulo em su. É men­ cionado em I Coríntios 16.17. P. abençoado). o n d e l o r a m e n c o n t r a d o s o s d o c u m e n t o s .D a n i e l (N o ta d o It e v is o r ) 232 .

É um dos dois anjos mencionados pelo nome na Bíblia |veja também Miguel). Filho de Elxirie. Enquanto o pro­ feta orava e confessava seu pecado. ele atacou e destruiu Siquém..26).2 1 . a lileratvua judaica descrevia Gabriel como um dos arcanjos au "anjos da presença". Veja também Atijos. Sétimo filho de Jacó. o Messias (Dn 9. Durante um festival num dos tem­ plos pagãos da cidade. veja /lbunfíleque. Na épora da saída dos hebreus do Egilo. 23. "enviou Deus um espi­ rita mau ontre Abimeloquo e os cidadãos de Siqu ém .26). facó pro­ fetizou que Gade seria atacada por guer­ rilheiros. M homom de Deus'' ou "força de Deus"). I-c t .16). 1 Q1I 6. Gabriel aporouou e providonciou a intur prettttíâo: "Aquele carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia. Em sua bênção para cada um dos filhos. que levou o seu nome.c .15.19). “repugnante”). 30-411 . Abimeleque. iniciou seu reinado ali. 57! Para mais detalhes. ZacariaseMaria (Dn 0. Seus descendentes estavam en^ tre os que serviam no Templo. Gabriel aproximou-se e deu-lhe "enten­ dimento'' sobre o tampo enlre a ordem para reconstruir o Templo e o advento do "Ungido". numa nção que foi vista como juízo de Deus sobre seus moradores por lerom sido coniventes com a morte ilos lilhos deGideão (w. Tobias 12. GABAI.8).2.‘ (|z 9. 1 9. Segundo o relato da natividade.G GAAL (Hebr. Mas a bode peluda é o rei fia Grécia.13). GAÃ.n . Filho da Naor.49). Na visão ap ocalíp tica de Daniel. Gaal aproveitouse do clima fie revolta e encorajou s^us moradores o se armarem contra o filho do Gidtíâo (vv. No dia seguinte.261. Estava entre as quo descoram ao Egito com seu pai e muitos irmãos (Gn 46. Portanto. Gabriel upresentouse a Zacarias no Templo. para predizei o nascimento de JoãoBatisla. 24. u tribo d<’ Gade contava com 233 .19. governador de Siquém. li­ dos como permanentes diante de Deus. Zebiú e Jútão. que se eslabeleceu em lerusalém depois do exílio babilónico (Ne 11. mas contra-atacaria (Gn 49. e depois apa­ receu em Nazaré. Como castigo pela ma­ neira como este matou Iodos os outros filhos tle Gideão. os quais procederam aleivosamente contra Abím«leqiie. Tornou-se líder de uma das doze tri­ bos de Israel. p . mudou-se para Siquém depois qun o filho de Gidéão. nascido de Zilpa. 26-29) Abimalnquo foi informado da rebelião por meio dt: Zebnl.2027). No período intertestamentário. Invadiu a cidade e expulsou Gaal e sua família |vv. Quando Canaã finalmente foi conquista­ da (Nm 32J.16:9.t . para servi-Jo e apresentar as “orações dos santos" (Jubileus 2. os quais regressaram do exílio babilónico com Neemias (Ed 2.. a fim de anunciar o nascimento de Jesus a Maria (Lc 1. GADE (Heb "afortunado'’)* 1. conside­ rado como desr endente da primeira es­ posa de Israel (Gn 30.231. G A B R I E L (Heb. Nome de um mensageiro celestial enviado por Deus a Daniel. seus descendentes recebe­ ram como herança uma região ao leste do lordão. irmão do Abraão. 35.20.11. a .21). no evangelho de Lucas." (Dn 8.-47. Ne 7. a . o sua coDCubina Roumii íGn 22-241 GA AR. a serva <Ie Léia. Seguidor de Saiu.

36). 3") três dia*. 14). 1.18. p.19). o do proleta Nata' (2 Cr 29. Aparenlemente este profeta lam­ bém escreveu um livro sobre a viria de Davi (1 Cr 29.11) Foi escolhido nm representante de cada tribo e Gadi. Um dos doze enviados por Moisés rio deserto do Pa rã à terra de Canaã. veja Sam ua. GAIO. A primeira quando ele era perseguido pelo rei Saul. antes de chegar ao Irono. Embora seu pecado fosse perdoado. Gade o incentivou a abandonar . o jebuseu | v.1 H 4 ). 2 . o Senhor a interrompeu na eira de Araúna. com sua contrição peculiar.25).050 homens em idade milhar [Nm 1. Pára mais deiallips sobre a missão deles. o r«i queria saber o númRro de seus soldados e. foi indicado pela de Manassés. Um dos doze enviados por Moisés do deserto de Parâ à lerra de Canaã. Natural da Macedônia. Foi es­ colhido um representante de cada tribo e Gadiel. Con­ trariando a I.3-23). ao ignorar o conselho de Joabe. Assim que o censo foi realizado.3. Na terceira vez. Gade Ube deu três alternativas.25). Davi disse a Gade que preferia deixar a questão nas mãos dos Senhor. Em quarto lugar. I Cr 21. quando Davi íá eslava bem eslabelectdo como rei. GAETÃ. foi Ltm dos "companheiros de viagem" do após­ tolo Paulo. “minha fortuna"). o videnti' do rei. 10). foi agarrado pelos mora­ dores rle Éfeso — os quais oram na maio­ ria violentamente antagónicos ao Evan­ gelho — é levado a o lealro da cidade. Uma praga veio so­ bre □ terra e espaJ liou-se por Jerusalém mas. Reiuou por dez anos (2 Rs 15.10). anos mais tarde. G AD IE L. juntamente com Aristarco. 2') fugir. Com profunda Iristeza. "Vidente1 ou profeta que viveu du­ rante o reinado de Davi. Gade ajudou o rei a dividir os levitas n o s sacerdotes em gru­ pos e a determinar as diferentes tarefas na realização dos cultos. Pai de Menoém.GAD1 46. GADI (Heb.291 . veja Somuo. Líder edomita. Gade 0 procurou para pronun­ ciar o juízo de Deus sobre ele. o comandante do exér­ cito ordenou que suas tropas fossem con­ tadas (2 Sm 24. 2. ele ainda teria de enfrentar as consequên­ cias.14-17).seus acampamenlos nas caver­ nas de Aduião e a regressar para Judá (1 Sm 22. O escritor das crónicas dá uma ênfase especial ao humilde arrependimento do rei p sua obediência imediata à palavra do Senlior.29. Em Atos 19. de pragu sobre a liirro (2 Sm 24. A fé do Caio e o snu compro- 234 . Na segunda ocasião. pediu perdão ao Senlior (2 Sm 24. por causa do censo que Davi mandara fazer. para espiá-la (Nm 13.de sous inimigos durante três meses. neta de F. onde se realizou uma m anifestação anticristã. A Bíblia diz que Ezequias seguiu as mesmas orientações. Or­ denou ao rei que construísse um aliar ao Senhor sobre a eira. para espiá-la (Nm 13. filho de Susi.I0J. foi indicado pela de Zebulom.19: I Cr 21.ei. 1 Cr 1. proferida por intermedio do profeta Gade (ef.ac. lrouxe a palavra de Deus pura '?ste monarca nm quatro ocasiões especiais.41. om tex­ tos que olham adiante oara os últimús dias e o cumprimento dos propósitos di­ vinos para o reino ilo Senhor.1l. Davi reconheceu que tinha pecado e. “porque muitas sáo as suas misericórdias” (v. l"| três anos de fome na terra. 1. o que Davi lez ime­ diatamente f 2 Sm 24.5). "couforme a ordem de Davi e de Gade. que matou Salum em Samaria e loriiou-se rei de Israel em seu lugar. Os ga ditas são novamente citados em Ezequiel 48 e Apocalipse 7. Muito tempo depois a multi­ dão finalmente se acalmou e os dois fo­ ram soltos. 16 . Gade apresentou-se a Davi no rba em que a praga cessou. Para mais detalhes sobre a missáo deles. filho tle Sodi.sau e Ada [mulher carianita) e lilho de Elilaz (Gn 3ft.5.

uma cidade da Macedónia. isso significaria quo este Gaio talvez seja o mesmo pursonagom do item n" 1 Desde que Ar is larl o é mencionado nos clols textos.l6L 3. foi mn dos levitas que se restabeleceram em Jerusa­ lém após o exílio babdónico (Ne 11. 0 talo do apóstolo di­ zer "meu hospedeiro. Nascido em Córdoba. Morreu tempos mais tardo em Roma. tal hipótese não é muito confíóveL) 3. O único desejo do apóstolo era que o nomo du Cristo fosso glorificado. sim­ plesmente por ler sido bati/^do por ele. Obadias.G. quando levou O dinheiro que havia coletado para os pobres daquela cidade. Paulo liospedou-se em sua casa. tinham crido em Cristo e. na residência de Tilo Justo.iai a pregação do Evangelho em Corinlo (1 Co 1. portan­ to. como era seu costume.23. o antagonismo dos judeus crescia cada vez mais.Aristarco loram presos 110 lugar d» Paulo (vtíyàAlexaildre). 6 citado na sau­ dação do Romunos 16. e de toda a igreja1 ' sugere que uma das congregações prova­ velmente se reunia nn cosa de Gaio. No tumuito om Eleso. Os judous le v a r a m Paulo diante do Gálio b acusaram-nu de pregar coisas contrárias à lei (judaical (At 18. Paulo começara seu trabalho na ci­ dade. Tornou-se procônsul da Ac aia em 52 d.C. isso é bem possível. é mencionado em Atos 26. Um dos levitas que se resta­ beleceram em Jerusalém após o exílio babilónico | 1 Cr 9. 2. pregando na sinagoga para os judeus locais.ste 0 classifica como um de seus filhos (v. Alguns judeus. Natural do Corinto. em sua se­ gunda viagem missionária (At 18. pois destacou-se como alguém que anda na verdade. João demons­ tra clarumenie quo o tinha em alta con­ sideração (w 2.131. Provavelmente converleu-se por meio do ministério do apósto­ lo. Homens como este. na Espanha. porém. Gaio permanece como um exemplo para a igreja.GÁLIO mLsso com Cristo eram muito fories. 4. E quase cerlo que se tralava do mesmo per­ sonagem que Paulo balizou. onde participou de om eomplo para ma­ lar o imperador Nero.6). 2 .12-17).Seu descendente. nas épocas eui que n perseguição se ma­ nifestava. elo e . G Á L I O . abavés dos sécu­ los. A tradi­ ção diz quo esse Gaio posteriormente tor­ nou-se bispo de Tessalónica. o líder du sinagoga. (. Natural de Derhe. Derbn é subs­ tituída por Dobem?. após inic. Em 3 João 1. foi um dos levitas que se restabeleceram nm Je­ rusalém após o exílio babilónico |i Cr tt. 235 . P.era um nome popular. . ã medida que mais * mais pessoas toma­ vam-se cristãs. elos se tornaram demasiadaruonle "ofensivos'’ à mensagem (Al 18. Foi recomendado por sua hospitalidade para com os outros e ainda é incentivado nesta prática por João.4 como ura dos que saíram antes rle Paulo de Filipos e foram esperá-lo em Tróade (v.3). pois o apóstolo preocu­ pava-se mais em pregar do que em bali­ zar Paulo não desejava que alguém se sentisse como se lhe "pertencesse”.14). 5). Abda. 1. tor­ naram-se exemplos para todos os cristãos. como Crispo.Se um texto grego variante for adolado. 4). urn liomem temente a Deus. Gaio. Provavelmente loi um dos escolhidos polas igrejas locola para acom­ panhai o apóstolo até Jerusalém.17). de onde escreveu a carta aos irmãos de Roma. até qxie culminou nurn "ataque unido". GAL AL. tal batismo foi um talo muito raro. Quan­ do. e governava Corinto na época da primei­ ra visita de Paulo ã cidade. era irmão do filósofo Sêneca. que exibiam tamanha Le <_rislã em tempos de perseguição. CaiG era um anciáo da igreja para a quai o apóstolo escreveu e um amigo muito querido. entrou na casa ao lacto e começou a pregar mais especilrcamenlp aos gentios. o apóstolo os deixou. pois ».. enquanto viveu nes­ ta cidade. Seu descendente. aolretanio. Obviamente?.151.D.

Gam aliei lavantau-se. por isso Gálio náo quis intervir. 59J.GAMALH1 Gálio.d . Harã.34. é mencionado em três incidentes .38.10. Seus lide­ rados somavam 32. Foi bem-sucedi­ do em seu apelo: os apóstolos foram tra­ zidos do volta. ora o líder da 22a divisão de sacerdotes designados pelo rei Davi para o serviço no Tabernáculo f I Cr 24. Foi este mesmo Ga ma liei que teve participarão aliva na educação de Saulo.23). Seguiram então alegremente seu (rami­ nho. a proclamar as boas novas de que Jesus é o Cristo fA( 5.40). a menos que realmenle fosse algo de Deus (Al 5. do que persegui-los. p . 2 Citado em Atos 5.4-6). õ chamado de “Gamaliof a Ancião”. Nenhuma perseguição [iode desviai1 os seguidores do Cristo de sen maior alvo: ver homens o mulheres libertos para lesus.g . Embora a lei romana pro­ tegesse o direito dos povos de professa­ rem a própria religião deles. G AZ EZ (Heb. os quais Toram guerreiros valoro­ sos que lutaram ao lado dele (2 Sm 23. A enorme conlribuição dedicada por sua tribo foi levada no oitavo dia. El* também liderou a tribo du Manassés quando os israelitas final­ mente saíram do Sinai e prosseguiram à viagem (Nm 10. 0 incidenlr: lança nnm luz interessante sobre como o cristianis­ mo era considerado entre os governantes gentios naqueles dias. quando o Tabernácido foS dedicado ao Senhor no deserto (Nm 7.c. veja tambem Gl 1 . 1 Cr 11.35. não s o envolveu no que considerou uma questão internu en­ tre os judeus. pois l ! nova seita de­ sapareceria rapidamente. Harã também teve um fillio chamado Gazez (1 Cr 2.54. “vale da visão"!. uo deserto do Sinai. Moza e Gazez eram filhos de Calebe e sua concubina Efã. era um fariseu altamente educado e mu mestre respei­ tado. 3L Filbo de Pedazur e líder da ti Ibo de M anassés na época do cen so dos israelitas. Paulo opelou para suas credenciais como um dos que eram znlosos pela Lei de Deus. Os ítritas eram um clã que vivia em QuLrinte-fearim (1 Cr 2. e a espancaram diante do tribunal (Ai 8. GAREBE» 1 1ri ta. 2. entretanto. que seria melhor libertá-los GAMUL. 0 fariseu que lomou-se Paulo. e '‘instruído coniorme a ver­ dade da lei”. pediu que os apóstolos fossem retirados ria saia e então argumentou. Era visto como uma facção do judaísmo. Seus descendentes estavam entro os serviçais do Templo que Tegressaram do exílio blibitónieo com Neomtas [Ed 2. Fp 3. Quando Pedro e outros apóstolos fo­ ram presos e levados paru o julgamento (liante do Sinédrio. Sóstenes.20).4fi).171. depois de sua prisão.53). funda­ dor de uma das ram ificações do lãrisaísmo. Gomaliol também foi eurarregado de levar a oferta pacífica. “Deus é minha recom­ pensa”).3. Da tribo do Levi.34-391Tal dist urso estava totalmente em harmo­ nia com a posição que os grupos farísçrus mais liberais adotar iam. Servo de Eliseu. p. Aodebater o Evangel ho de Crista com a multidão em Jerusalém. não permi­ tia 110 entanto a extensão dessa ordem aos cidadãos de Roma. aos pés de Gamaliel (Al 22. o apósiolo. para fazer dis­ tinção de Gamnliel EL seu neto. Nn Literatura rabíniea.34.4n-42|.48: Ne 7.200 pessoas1 (Nm 1. G AM ALI EL (Hob. GEAZI (Heb.d.-presentonte de seu puvo. losqtiiador de ovelha”).511.14-17). 236 . GAZÃO. concernente a assunlos da religião deles. Mais tarde. um dos “trinta" herâis de Davi. Como n. pois estava satisfeito om per­ mitiu que ns cortes judaicas tratassem de lais assunlos: não interveio nem mesmo q u a n d o os judeus agarraram seu própria líder. em termos pragmáticos. açoitados e libertados. 14. Provavel­ mente era neto do rabino HHlel.

Ge dali a> era o líder do segundo grupo de levitas. 0 profeta quis componsãla pela generosidade e hospitalidade de­ monstradas. descobriu quo aquela senhora não tinhu filho. descol iriu que Geazi contava ao rei sobre as proe­ zas dn Eliseu e ouviu justamente o episó­ dio da ressurri ição do filho dela. cheia de desgosto. Q u a n d o voltaram. o que realmente aconteceu no ano seguinte. depois que Naamã par­ tiu. para recuperar suas propriedades. "o Senhor é grande"). En­ viou seu servo (Geazi) à casa dela com a instrução dft colocar o cajado na rosto do menino. mas Eliseu de­ monstrou amor e compaixão por ela. h . Era intendente na região do G ileade "a terra de Síorn. âl. Um rios filhos de JedulUm. Eliseu então prometeu que ela te­ ria um lifllrfi. com a inten­ ção de tirar algum proveito da siiuaçãn. jnnto com Àsafe n l íomã. onde Deus operou o milagre e o menino res­ suscitou.d. Ao que parece. listado entre os levitas que loram separados para 0 ministério da profecia e da música du­ rante o reinado de Davi. qué insistim em hospedá-los e alimentá-los. O tex­ to chama a atenção para o fato de que era o único governador daquela imensa re­ gião.GEDALLA. O servo do profeta relatora o acontecimento fiel­ mente e mostrou ao rei o menino que fora restaurado á vida: Jeorão deu ordens para que a mulher recebesse de volla todos os seus bons. O proleta disse a Geazi que seu espirito estivera com ele. E l a foi com a família p a i a a terra dos filisleus. mesmo quan­ do Eliseu estava ausente. pois disse-llhe que o homem de Deus precisava de algum dinheiro para ajudar dois jovens protelai». a rica mulher procurou feorâo. a mãe. Geazi correu atrás dele. entretanto. quan­ do Naamã lhe deu a sacola com pTutu e os duas peças do roupas. por causa do impado uegativo que causaria uo niinistério de Eliseu e ao nome do Senhor entre os estrongeiros. A soberania de Deus nos eventos da vida de Eliseu e na das pessoas com quem convivera é vista repetidamente. O segundo incidente envolveu a cura de Naamã. pois não compreendeu a atitude de seu senhor Eliseu. Algum tempo depois o menino Eicon doente e morreu. Geazi tcmtou afastá-la. Geazi era um seivo obediente e bem disposto.1-0. A ambição de Geazi íoi casl igada imediatamente. Na chegada. Filho de Uri.27). O castigo de Geazi foi que a lepra.3. GEBER. JedulUm. era um dos doze governadores distritais do rei Salomão ( I Rs 4. 237 . Naamã e seu povo saberiam Tapitlamente da história: 0 profeta seria acusa­ do rle cobiça e eles ebegariám a conclu­ são de que o lãvoi do Senhor às vezes é Com prado. e de Qgue. rei dos amoireus. Este general ofereceu uma recom­ pensa a Eliseu. Geazi provavelmente percebííu isso. onde conheceu uma mulher rica. mas também no modo como o Se­ nhor cuidou dn sunamila. estavam sob a super­ visão direita do rei. O profeta recusou o pre­ sente. Eliseu dis­ sera à mulher sunamila que deixasse o pais. Apesar do seu desejo excessivo de proteger seu senhor. pois haveria sete anos de fome na região.c . (3 primeiro é relacionado com a visita do profeta Elisou à cidade di Suném. 1.S narrados om 2 Reis 4 a 8. não somen­ te ua maneira como ele descobriu sou pe­ cado. A criança não se recuperou e por isso Eliseu loi até l a p e s s o a l m e n t e . quando Eliseu lhe perguntou onde Linha ido. Geazi mentiu para Naamã. mais tarde.18*37). rei de Basã". que ministrava no Tabernáculo (1 Gr 25. músicos e componentes do coral. A terceira menção do nome de Geazi encontra-se ern 2 Reis 8.10). por intermédio de Goazi. pois continuou o servir a Eliseu. a qual satra de Naamã recaiu sobre ele (2 Rs 5. mentiu no­ vamente. procurou o profeta e lauÇOu-se aos seus pés (2 Rs 4. Veia lambém Bcn-Hur GEDALIAS (Heb. o comandante do exército sírio. Geazi apren­ dera a lição.

esse nome talvez se refira a junto u)m vários outros oficiais.18.7). assim.1H..4. 3.14: 40.1). Deus novamente levan­ xara pura Irás somente o povo mu is po­ tou um líder do próprio povo para govBrnar Judá. e não uma pessoa.GEDOLÍM 2. Os homens enviados por Moisés a Canaã aliados de Gedalias. liimbém reuniu os quo es­ que tais pronunciamentos eram um alo tavam dispersos ti os encorajou a se esta­ belecer e voltar a cuidar da terra e das de traição e por isso fez de tudo paia que lavouras (2 Rs 25. é GEDOR. lém.1.12). quando os israelitas esta­ vam no deserto de Harã [Nm 13.18. loi incapaz da acreditar que alguém pu­ MIC. com seus nm doE filhos de Jeiel e sua esposa Maaca sonhos de expansão.13-41. o pro­ regresso da Babilónia paru Jerusalém. feta íoi entregue aos cuidados fie Gedalias Muitos homens de Judá haviam-se rasa­ do com mulheres de outras tribos e mes­ Ijr . O rei ila Babilónia dei­ exílio babilónico. era provável que o rei rlasamonilíis. que náo seria de gran­ de proveito na Caldeia (Jr 39. Socó e Zanoa.6). (2 Re 25.J8. Da tribo de Benjamim. filho de ceram em Jerusal&B depois do exílio Notanias. Quando os oficiais do exército que conseguiram fugir ouviram mo de outras nações. desse matá-lo.i7|. depois do do Jerusalém fosse tomada e. reprosoofinitivamente o final da permanência de tanto da tribo de Dã Ele foi um dos doze qualquer Lídnr judeu na terra de Judá.14). para assassina-lo. Filho de Plasur. lhe transmitiu. de Ismael tor sangue real (2 Rs 25.8-12J o profela fosse morlo (|r . Joanâ pediu 2. temendo as represá­ lias por parte dos raldeus. Em virtude babdònico (Nu H. Fizeram então um que Gedalias fora nomeado governador. ern filho de Pnninil para ir e matar o filho de Nelonias antes do ataque. o Egito. no versículo 18 é listado junto com o qual mais tarde foi morto por Ismael.om o Spnhor |Ed 10. foi nomeado gover­ 40. Gedalias era um homem generoso e 5. Da tribo de Judá. encontrasse um 11 Cr 8. ma* foi impedido por Gedalias. 1. 18). Descendente rle Jesua. Seguindo as repetidas decla­ em Jerusalém nos últimos dias antes da rações de Jeremias de que seriam aben­ cidade ser destruiria pelos caldeus. mandara Ism ael. Filho <le Aicão. vorciarem ilas esposas estrangeiras (Ed alguns quilómetros a noroeste de Jerusa­ 10. Liedalias demonstrou ser um bom 4. loi a mensa­ GE DO LI M. to faziam uma refeição. porém. estava entre Ordenou ao seu com andante Nebuos sacerdotes que se uniram a Esdras e zoradão que cuidasse de Jeremias quan­ ao povo uo arrependimento. O profeta foi com nador de luda pelo rei Nabucodonosor. 40. bre e sem profissão. 42 e 43J. Como.31: 9. Esta­ çoados. enquan­ um lugar.19). o qual enco­ caldeus. pacto r.25). Jr 4CI.5. fugiram para para espia-la. 4).19. se aceitassem as ordens dos va entre os homens que ouviram os pro­ nunciamentos de Jeremias. ret dos am onitas.2) fie se di­ juntaxam-so a ele em sua base em Mispa. Essa. O resultado desse assassinato foi de­ GEMALI. Gedalias incentivou o povo a rajou os moradores da cidade a aceitarem acoitar o bom relacionamento com os a invasão da Babilónia. Baalis. ft\i de Zabdiel. conlra a vontade de Jeremias Ur 238 . Avô do profeta Sofonias (Sf 1. Somente depois rio retorno do a C. porém. E bstado na genealogia c úmpllce preparado em alguém que fora que vai rle Benjamim ao rei Saul desprezado pelos caldeus. superinlengem que o oficial do exército Joanâ.22). eles e nada mais se sabe sobre o que lhes depois da destruição de Jerusalém em 587 aconteceu. ora um dos Ui leres governador. b descendente de Hm ( 1 Cr 4. l ilho dente sobre 128 homens que se estabele­ de Careá. Pai do espião Amiel. GedaliuS achou dominadores.

(iv) mostrar os padrões da atividade de Deus na história humana: e (v) distinguir os verdadeiros judeus doS gentios. O filho de Gemarias. à entrada da Porta Nova da casa do Senhor" (Jr 36-10). 1. A longevidade dos patriarcas antediluvianos deixa muitas pessoas. GENEALOGIAS BÍBLICAS As Escrituras apresentam repetidamente as lislas dos ancestrais e descendentes de vários personagens judeu* Essas genealogias servem para propósitos variados: (i) mosimr a sueossào hereditária de certa Lribo. e atirou tudo uo fogo. por meio de Sete.perplexas em nossos dias. a inclusão dn nomes do mulheres geralmente servia para algum propósito especial.3-22). folha por folha. respectiva­ mente.3 7*221: fii) de Adão. "o Senhor tem cum­ prido”).nnos enlre um período histórico e outro. na realidade.r. a diminuição da expectativa do vida através do tempo provavelmente indica os efeitos crescentes da qpeda As principais listas genealogias do Antigo Testamento i n d u R m os descendentes li) de Caim e o desenvolvimento tecnológico associado a muitos deles iGa 4. depois que boa par­ te do povo fora para a Babilónia. “no atrío superior. mas que ouvisse a mensagem.GENEALOGIAS BÍBLICAS GEMARIAS (Heb. quando comparada com os paralelos mesopotâmicos. esle reagiu cuma fora previsto. Os ancestrais eram normalmente traçados a partir dos membros do sexo mas­ culina na arvore genealógica da lamiiia. As palavras traduzidas como “fi­ lho” e “pai” podem muitas vezes significar ‘•descendente” « "ancestral”. diante de Nabucodonosor. (iii) preencher as lQi. Quando leremias escrevi-u uma carta profética p:ira os anciãos e os sacerdotes que estavam na Babilónia. (lii) de Noé |Gn IU. Era um dos oficiais du corte de Judá. para qun as gnnnalogius sejam organizadas sistematicamente. ê até modesta. to­ mou o rolo de JeudL que lia o lexto. escolheu LI asa e Gemarias para a levarem aos exiladas | | r 29. Filbo de Hllquias. servindo assim para legitimar reivindi­ cações de herança ou de uma função em particular: (ii) demnnstrar a bênção ou o juízo de Deus sobre uma família em particular. esteve em Jerusalém com Jeremias.. Baruque decidiu ler naquela sala as profecias sobre o juízo do Deus que | em mi as Lbn dera. Sabe­ dores de que tais palavras de julgamento provenientes do Senhor náo seriam aceiLas pelo rei. Durante a leilura. corlou-o. para que todo n povo ouvisse. para traçar u herança patriarcal através do filho mais piedoso de Adio (Gn 5.37.11). escondessem . irmão de 239 . An invés disso. Gemarias era um dos pou­ cos oficiais que estavam dispostos a ouvir o que Deus tinlm a dizni r obedecer às re­ comendações do prnfeta fJr 36 19-26) 2. ouviu as palavras do Senhor contidas uo rolo e foi contar aos oficiais da corte. podia dirigisse a Iodas as pessoas que en­ travam no "Ra»pio. leoiaquim deu ordens para que leremias e Baruque Fossem presos. o secretário. para mostrar a origem dos monbitas e amonitas (Gn 19. Ml caías. Gmiarias esteva presente r disse no roi quR não o queiinassn. É comum que nomes de pessoas relativamnnm som importância sejam deixados fora de tais listas. p. mas. Daquela posição. no palácio real (Jr 36. u fim de destacar Abraão e preparar o caminho para n fnmilia particuJar que Deus chamaria para receber sua aliança e suus hnnçãos ÍGn 1 1 10-32): (vj de Ló. Sua sala ficava num lugar privilegiado. pnls o repovoíimenlu da Terra começou por meio dos três filhos de Noé): (iv) de Som. os oficiais sugeriram que Jerem ias e Baruque se. frequentemente chamado de Tabela das Nações.n. Quando finalmente as profecias foram lidus diante de Jooiuquim.3). Agiu como emissário dn roi Zpdequias.3fi|: (vi) de Nflor. Filho de Safa.

240 . No AT. lideres tribais (1 Cr 27. como. por rneio <le Quetura.1. era proibido qualquer envolvimento com a religião dos gentios e.23). G E N T I O S . Para Israel. os heróis de Davi (2 Sm 23. Raabe.7-63). mas que veio paro salvar lambém os pãrias.8-39). (xi) vários levitai. por exem­ plo. embora náo se tratando essencialmente de genealogias. para enfatizara pureza racial através dos lempos pos-exilicos e demonstrar a graça e a soberania da eleição do Dous (1 Cr 1 a 9).au Maria. a mãe de lesus.10-16.1-24). “povo'* ou “nação’’. o íilho de Abraão coin Hagor. israelitas repatriados no tempo de Neemias e Esdras (No 7. os quais por meio das genealogias validaram seu direito de oficiar o culto de adoração.5-16). entre Adáo e Saul.25-31). Is 4.241: (viil de Abraão. o pui udotivo rle Cristo. Mateus 1. a fim de apresentar Cristo como lilho de D a v i e restaurador das e s p e ­ ranças que foram destruídas no tempo da deportação para a Babilónia. por cansa da idolatria (Is 17. os que se casaram com mulheres estran­ geiras (Ed 10 18-43). Duas genealogias significativas aparecem no Novo Testamento. Esto uonroito aparece frequenlomenle ná Blhlia. Quatro mulhe­ res figuram de forma significativa na lista: Tamar.12-18).B.5-24).sig­ nifica simplesmente ‘ pagão".13) o Zorobabel (Ne 12. Ambas as geneulogias implicam a concepção virginal de Jesus (Ml 1. pela mesma razão e para ilustrar como diferentes nações se origi­ naram dn Abraão (Gn 25. sua linbagBm biológica. C.562). Ezequias (2 Cr 29 12-141. |x) uma lista detalhada de pessoas.12. ou então que Matous traça a descendência a partir de José. os que assinaram 0 pacto de dedicação ao Senhor Deus de Israel fNe 10. ambas relaciona­ das com Jesus.8-27: cf. Lucas 3.20.M 4 I.23-37 começa com lesus e retrocede até Adão e finalmente alé Deus. torna-so um termo que designa “os de fora". (ix) d e Jacõ. Também é a rnaneira de reierirse a todos os que uão sáo israelitas e. a esposa posterior. as quais.14-19). As discrepância» entre os nomes das duas listas geralmente são atribindas à suposição de que Mateus preserva a linha­ gem legal de Jesus e Lucas.1-27J e os que passaram a residirem Jerusalém INe 11. quando isso ocorria. junto com os descendentes de cada um dos seus doze filhos (Gn 46. |viii| de ísmael. alem dos israelitas (Gu 25.GENTIOS Abraão. Lislas semelhantes. oficiais administrativos (I Cr 27. durante u período do reinado de Davi (1 Cr 15. é mui­ tas vezes traduzido como "gentio’' e . No AT.16: Lc 3. o quinto nome do mulher na lista. para enlalizar a esterilidade de Sara.12-14: 34 . através do cada uma das quatro mulhe­ res. ou amigáveis (como na história de Rutet. Matous enfatiza que Cristo tinha todas us creden­ ciais judaicas apropriadas paru s o r o Messias e Rei. esposa de Abraão (Gn 22.24). os que ajudaram na reconstrução dos muros de Jerusalém (Me 3J. losias (2 Cr 34. ns registros militares dos israelitas no deserto fNrn 1. predi­ ziam julzu severo sobre as nações. h tini de chamar particular atenção para a fundação dàs doze tribos de Israel. para mostrar a origem dos outros povos do Oriente Médio. as­ sim.-41. muitas vezes incluíam referências aos ancestrais de certas pessoas. Nm 26. acarretava cnstigo e repreensão. as relações com os genti­ os às vezes eram hostis Ide acordo com os residentes em Canaã Èx 34. paia eufatizar o alcance unj versai da missão do Messias. Rute e a esposa de Urias.16-22). enquanto Lucas o laz através de Maria.1-17 traça sua linhagem a partir de Abraão. Os profetas faziam pa­ ralelos com esse quadro As vezes. em três grupos de 14 gerações. Todas eram gentias e cada uma delas foi mencionada provavelmente devido à suspei­ ta de terem gerado filhos ilegítimos A mesma suspeita cerc.

esposa rio monarca egípcio. a ma­ neira como a Igreja trata da incorporação dos judou> e geulios na nova comunida­ de que Cristo Linha formado (Al 15. os gentios têm acesso á presença de lesus enlre eles (Cl 1. i 5. Hadade.7. mas iguais em Cristo (Ef 2 11-22). destruiu quase todos os homens de Edom. Lc 18. é como exemplo negativo ou uma observa­ ção de que tuJ comportamento não é co­ mum nem recomendável. tâ.21. Muilas vezes. 20.2527). Este nome loraou-se o lílulo de um clã dos benjamitas (Gn 40. Frequente­ mente é usado como um lermo de confruste étnico o cultural. é chamado para gov. também da tribo de Benjamim.19. Assim. GERA. Assim. Comélio é uma figura que ilustra o relacionamento dos gentios com Deus (Al 10 e 11). Filho de Hadade.15).32.27) e igualmente são herdeiros du provisão de Deus para a salvação (Ef 3. 6. não são mais estrangeiros. 2. a inclusão dos povos torna-se o meio pelo qual Deus fará com que Israel fique com ciúmes e seju trazido dn volta à bênção (Rm 11. A irmã de Tofnes. Esse centurião e apresentado como a pessoa escolhida pura revelai a verdade de quo o Senhor agora alcança pessoas de todas as nações e que as bar­ reiras étnicas loram derrubadas. ou soja. Como tais. a promessa que o Senhor fez a Abraão.17).GERA enquanto anunciavam lambém a esperan­ ça de que um dia as nações partíeipariam da adoração ao Senhor (Is z. onde conquistou a simpatia do Faraó.13. conseguiu fugir para o Egito.b . a família do rei Saul. algo. Se os gentios fa­ zem. Assim Deus n lanlo o Senhor dos judeus como dos gentios ( R ed 3. rei dos moabitas. o ter­ mo traduzido coma “gentio" pode tam­ bém ser ( empreendido uomo “nação" Em gerai. do mes­ mo clã qup. 3. que i.10 e 20).eruar as nações e ministrar a elas (I<m 15. 1 Tm 2.29). a quebra dos obstáculos culturais e a ação a qual Lucas «oustantemeule se refere em Atos. Simei 241 .6.5).7.21). como o Messias. 1. 13. esle vocábulo rafere-se aos não israelitas. libertou Isruel da opressão de Eglom. ij. da tribo de Benjamim (Jz 3. «ia mesma maneira que no A.laramonte inclui Iodas as nações |Ml 28. Na verdade. O quarto dos dez IlLbos de Benjamim.11. quando esle vocábulo é usado dessa maneira. um dos libertadores e juizes le­ vantados por Deus. No NT. foi dada a 1Iadade em casamento. ainda muito jovem.7-12). Além disso. Em muitos casos. As vezes» também os gentios se unlrnm aos judeus em oposição ã Igreja IAl 14. IB). foi criado como membro da casa real do Egi­ lo (1 Rs 11. Lt 1 2 . Deus levou sua mensagem até os confins da Terra lAt 13. Até mesmo predisseram a lulura honra da Galiléia dos gentios (ls 9. por meio de Jesus. O lermo pode ler também a força de designar alguém que não faz parte da Igreja (Ml 18. 32. o conceito lambém tem uma ampla utilização. 4. 1-4). Genubale foi o filho deste casamento. 6 cumprida (Rm 4.45j.6). 18. o edomila. At 4. é usado de maneira positiva. 22.5. porém.1). Assim. Ao Irazer a salvação aos gentios. da região de Baurim.35.301 .15 cito com reforêut ia ao mir nistérki du Jesus. Al 10.T. Pai de Eúde. os gentios ilus­ tram a reconciliação que Jesus traz a cri­ ação.23.lfl. 11. Paulo íoi um apósto­ lo chamado especilicameule para induir os gentios em seu ministério (At 13. G E N U B A T E . comandante do exército de Davi.17). 28. Dessa maneira.28. Km 1.12). é nmn maneira de dizer que o mundo realiza aquiJo lambém JMt 5-47. Pai de Simei.1. Joabe. de que ele seria pai de muitas nações.11-32). para mostrar a abrangénçia do Evangelho.47). um texto quo Mateus 4. Cristo. como um lermo de coutrasle. GJ l. As vezes descreve os que aiudaram na exe­ cução de fesus ou opuseram-se ao seu ministério (Ml 20. Assim.4<>48. Às vezes relere-se a uma região que não iaz parle de Israel (Ml 4.

rependido dessa atitude (2 Sto 10 5. Um dos netos de Calebe e sua Joel era O líder do coutingente de sa­ concubina Maaca: era da tribo de ludá e cerdotes e levitas que laziam parle do1 clã seu pai chamava-se Seva (1 Cr 2. ele ajudou a le­ Absalão. . os nicas 1.17).19. O culto no Tabernáculo. que disse: "Peregri­ de. Quando o U^abaiho foi concluído.2).11. Ará era filho de Sem. o qual. quando esle tugia de com mais 130 homens.12). Um dos filhos de Bala e nêto de divididos em grupos que correspondiam. assim como GESÃ. Êx 6. Asaie foi um dos gersonitas mais famo­ sos. 1 Rs 2. musical (1 Cr 16. e por Eleazar. tecebeu é mencionada alé mesmo bem mais laresle nome de seu pai. Gesém eram Coate e Merari (Gn 46. não fazem distinção entre os gersonilas lambém tinham respousabiiifilhos do próprio Sem e os de Arã.16. Haviu 2. dos gersonítas.coaLilase meraritas 11 Cr 23.630 homens entro os GIBAR fHeb.21.16. Os melhores das Iribos de Aser. Posteriormente.3.5. depois do exibo babilónico.15. pedindo para encontrar-se com do <lã dos gersonltaU.6). porém. 26. 6). Gesém acusou os judeus de esta­ (libmilas) e Simei (Hímeflas) IÊ\ fi. filho de Num.4.24-28). 17: Nm rem Iramando uma revolta. quando seus membros eslino sou em lerra estranha" IÊx 2. nos d ias do aviva men lo lio reinado de Ezequias. n qual havia caído num estado de Jõuntas e tamon-so sacerdote idólatra dos lotai decadência (2 Cr 29. conforme fora GÉTER.ei. i Cr 6. o sa­ cerdote. O homiiim de Deus. os gersonitas. nagem mencionado uo v. A família continuou 1» Um rios filhos de Moisés cum sua no serviço do Templo por muitos anos e esposa Zfporã. veja Sumhalnte. Para mais detalhes.47). danitns (Jã 18. Um dos quabo filhos de Arã. quo incluiu a Lide­ eles. aos 8. 7. 1M. junto 242 . seus irmãos Jerusalém. do exílio babilónico Era descendente rle zombou de Neemias quando ouviu que Finéiui (Etl 8. os levitas foram 4. prometido por Moisés. r>tc.23 e 1 Crónicas cendunles de Levi. “exilado"). esle tencionava reconstruir os muros de 3. 2. regressaram pura jeriisalnm com Esdras. no texto de 1 Cró­ meia iribo de Manassés. Um dos filhos de Levi.5). 95 d e seus des­ que ajudavam a carregar os muitos tipos cen d en tes regressaram do exílio de cortin as que p erten ciam ao babilónico para |uda com Neemias e Tabernáculo e t uidavam ‘‘de iodos os Zorobabel (Ed 2. quando c» rei organizou 19.17.49].36). Um dos lideres das famílias que GESÉM. GIBEÁ. Como levilas. utensílios usados no seu serviço" (Nm 4. 6-1. veram envolvidas ua purificação do Tem­ 1 Cr 23. Seu filbo chamava-se plo. p Sambalate envriaram uma mensagem a Nm 3. desListados em Génesis 10. limão de Eliezer. Naflali e da manuscritos hebraicos. mencionado em I Crónicas em suas divisões p rin cip ais. "herói").6 ruem ii im a divisão da lerra de Caiirtã fella por negou a acusação (Ne 2.). remisourança de seus próprios filhos: Libni se a ir. Um dos fillios de Iodai e descen­ os descendentes de EUe/. 26.17. tesouros do rei Davi (1 Cr 23. Foi o lundador Neemias.30) Um dos descendentes de Gérson toi Sebuel. Benjamim. no tempo de Davi. mas Neemias 3. dades uo Tabernáculo (a lenda da con­ gregação). embora mais tarde tenha-se ar­ var a Arca da Abanca para Jerusalém.1. era chefe dos dente de Judá e Calebe (1 Cr 2.8).17. Provavelmente é o mesmo perso­ gersonilas. Naquela ocasião.GERSON amaldiçoou Davi. receberam 18 cidades 1. pois era o responsável pela parte GÉRSON (Heb.3.16. lssacar.22.57: I Gr 6. Josué 2 1. Josué.24) 2 .20). Junto com Sambolate e Tbbías.

líder dos benjamitas es­ colhidos para ajudar no recenseamento de Israel. o qual Deus usou po­ derosamente dm/ido a sua fé. Essa vitória posteriormente adquiriu uma con­ dição proverbial. a qual ele recu­ sou. e vivia um Cifra. que decidiram matá-lo. nem tampouco meu filho dominará sobre vós.23) Aceitou. lenhador”). Um dos líderes da tribo de Benjamim e pai de Alúdã (Nm 111. Posteriormen­ te. cujos descen­ dentes retomaram do exílio babilónico com Nnemias |Ed 2. G I D E Ã O (Heb "batedor. A estola tempos mais tarde tornou-se uma fonte de idolatria para Gideão e sua casa (Jz 0.581. etc. conforme indica o nome Jerubaal ou "Baal comenda". alguns brin­ cos de ouro como espólio da batalha. tomou o ouro ofereci­ do o agiu como monarca (cf. pedindo ajuda. Perma­ neceu como chefe de sua tribo durante vários eventos importantes. ls 9-4). GIDEL. dii tribo dn Manassés.GELALAI GIDALTI.49) 2.21).V’ (Jz 8. no i|unl o abominável nome do Baai foi substituído pela palavra “vwgonha:’.4. o Senhor sobrr^ vós ilominnr. o qual foi dedi­ cado ao Senhor. Uni dos parentes de Zacarias. Veja Abidn. da obscura família de Abiezer. embora Gideão obedecesse a Lei. Urn dos descendentes de Asaíe. 29). esse evento teve um profundo impacto na vida de Gideão. Deus permitiu que fossem atacados pelos bandos de saqueadores midianitas por sele anos.60. por esse mo­ tivo.w. Encontrase com outros grandes heróis da fé em Hebreus 11. Seus descendentes estavam en tre os se rv iça is do Tfemplo que retornaram do exílio babilónico rom Meemias (Ed 2. e depois coustrun outro em sou lugai. Os Israelitas tinham-se desviada do Senhor e adoravam a Baal. Era filho de Hemá. Em resposta à vitória conquistada por Gideão.36).35). Também chamado de JerubaaJ (Jz 6. Com o ouro. du­ rante a peregrinação ua d e s e rto . contudo. os Israelitas lhe ofere­ ceram a oportunidade de iniciar uma monarquia beredilána. e Iuru be sele 12 Sm 11. o vidente do rei U Gr 25. o Dous levantou Gideão cotno libertador Ele loi chamado enquanto malhava o trigo paru escondê*los dos fuidianilas. 243 .32.32. o qual tomou parte nas festividades da dedicação dos muros de Je r u s a lé m Lide­ radas por Neemias (No 12.56: Ne 7. 2. Gideão estabeleceu unia vitória dedsiva sobre os midianitas. Gideão fez uma estola sa­ cerdotal (o propósito é incerto — prova­ velmente fiara exercer funções sacerdo­ tais ou uma imagem de YahwehI n a co­ locou em sua própria cicíade. 1 . . como um exemplo do Inramcnlu divino som a ajuda do homem |cf. 10. ao re­ cusar ser feito rei.47. um bando de saqueadores quo vinharn do desorto oriental (Jz fi. sob a Uderança de Moisés.cujo nome significa “que Baal con­ tenda" OU "que Baai lute".27).I». o raciocí­ nio rapido de |oãs salvou a vida de seu filho. listado entre oti que foram separados piira o ministério du profecia e da musica du­ rante o reinado de Davi. Gidoão obedeceu e suu atitude enfureceu os homens da cidade.17). Os inimigos fitaram Ião desorienlados que começaram a matar uns aos outros e então lugiram aterrorizados. O povo clamou r u i deses­ pero ao Senhor. Era o filho mais novo de |oás.22. por ter cometido tal afronta contra o deus deles. quuudu disse: ‘‘Não doininarRi sobre vós. Gideão é descrito como um homem tím id o r bimiilde. ko. 7.24).65. Servo de Salomão. Ne 7.l a 8. durante a n o i t o . Assim. c o m 300 guorrenoa que t o c a v a m trombe­ tas o carregavam tochas acesas na outra mão. GIDEONI. Dt 17. Gideão tornou-se juiz em Israel e li­ vrou o povo da opressão dos midianítas.Sua primei­ ra comissão loi derrubar o poste-idolo de seu pai p o altar de Baal. Aparentemente. GILAL Al.

6. roi da Lídia. a fim de que rião recebesse nenhuma herança do pai. o significado está não lanlõ na pessoa. Elo e Zia eram os líderes dos ser­ viçais do Templo que viviam nas colinas de Ofel. contra o qual Ezoquiol profetizou (Ez 38 e 39).21). irmãos lutarão contra ir­ mãos. A distribuição dessa lerra é registrada em losué 17. Israol di­ vidiu-se em duas facções. grandes pedras de saraiva. sugere que real­ mente trala-se de um nomo próprio. por meio do profe­ ta Ezequiel para aquela geração vindou­ ra. GINATE. e me darei a conhecer aos ollios de­ limitas nações. Surgirão grandes aba­ los sísmicos. O lato de elo lambém soí descrito como giloadilfl (ou soja. porém. Essas tropas saquearão e pilharão cada nação em . 2.29) 244 . Príncipe e chefe de Meseque Tubal. em razão de sua famiiia viver em Gileade.sobre os muitos povos que estiverem com ele.bas") 1 Neto dt? Manassés e filho de. que lez uma bre­ ve tentativa para tornar-se rei de Israol. Embora Ezequiel provavelmente tivesse um líder em par­ ticular em mente. e com varias outras figurus. Mesulão era o líder dessa famiiia sacerdotal nos dias do rei Joiaquiin (Ne 12.1: 1 Cr 2.23).6). sobre as suas tropas o . como juízo total o devastador so­ bre o povo liderado por Gogue.29. Nos úl­ timos dias todo o poder e a glória do Senhor serão vistos tanto por Israel (que será trazido de volta do exílio por Dous) como por todas as noções ao redor. Assim ou mo engrandecerei e me santilicarei. "banco de roc. 1. é: "lá não esconderei deles a minha face. 1 . ''Contenderei com ele por meio da peste e do sangue: chuva inundante. da tribo do Rúbeu (1 Cr 5. Enláo saberão que eu sou o Senhor" (Ez 38. pois eu derramarei o meu Espírito sobre a casa do Israel. entretanto. enquanlo Tibni foi morto (1 Rs 16. depois do retorno do exílio babilónico INe 11. Gogue estiver d ponto de atacar Israel.GILEADE GILEADE (Heb. possa se considerar outro patronímico. o próprio Deus intervirá. 2. 3. um dos juízos de Lirael: "O seu pai ura Giileade. a sua mãn ora uma proStituta" (| / . LTm dos sacerdotes que retornaram do exílio com Zorobabel. tor­ nou-se o lídoj do clã dos gileadilus (Nm 26. fogo e enxofre farei cair sobre ele. 16). 2 . mas no falo de que nos últimos dias o Dous soberano destruirá todos os inimigos do suu povo. Gogue é identificado poi alguns te­ ólogos como Giges. Pai de Tibni.4j.4.30. segundo a profecia. O contexto do nome. toTna essa possibilidade mais improvável (i Cr 5. eulretanto. nu região de Gileade. vivia ao região de Gileado) tem levado algun> teólogos a questionar se Gileade era realmente um nome ou simplesmente um patronímico. Novamente é possível que.22). G ISPA . Haverá uma última tentativa desesjjerada de destruir Israel. 27. Este liderava a faoçáo mais forte e por isso tornou-se rei. era um gudíta quo vivia em Basá.teu caminha.22. logo depois da nuirte de Zinri. uma divindade babilónica. que apa­ rece hf>m uo rnfiio de uma genealogia. A mensagem de Deus.1. mas fracassará.21-23). Um dos sacerdotes que se­ laram o ponto feito pelo povo tle adorar ao Senhor e obedecer às suas Leis fNe 10. Pai de Jefté. o co­ mandante militar. diz o Senhor Deus" (Ez 39. Quando. GIN ETO M. uma das qUais apoiou Tihni e o outra seguiu Onri. GOGUE.Maquir. 14 ss). Reinará na terra de Magogue « será líder das tropas do extremo norle (Ez 38. Descendente de Joel e filho de Semaias.21. as quais o profeta previu que atacarão Israel durante a Grande Tribu­ lação (vv. O contexto. com Cuga. Ru dfi Jaroa e filho de Micael. 11 JJ. Os filhos de Giloadi! c:om sua esposa legitima mais tarde expulsaram Jeilé de casa.14-16). Seu nome Foi dado a uma região a leste do rio Jurdáo.

Era chamado indumentária de queira. ia até o vale e gritava a garia Golias om suas mãos. logo depois o rei Saul começou a vè-lo Davi ficou horrorizado por conhecer um como uma ameaça ( I Sm 18). para enfatizar ainda mais u eslaluum dia se tornaria. pois lora Deus GOLIAS. 245 .. mas in­ lutou e que «le matou com apenas uma sistiu nm que Davi vestisse a armadura. Depois dessa vitória Saul e seus soldados estavam Iodos ame­ a reputação de Davi loi estabelecida. Todos os dias Golias saiu do rael" (1 Sm 17.7-10 descre­ te dr) rei. argumento do filho de fessé era que u Senhor estaria com ele. “incircuriciso filisteu" que desafiava “os "Gògue e Magogue" tomaram-se nomes exércitos do Deus vivo" 11 Sm 17.25. A resposta ve o peso de si ia armadura em detalha? e do Davi foi de grande significado o ser­ diz que sua longa “era como o eixo de um viu como um sinal do tipo de rei que ole tear". Davi tirou aquela reinado de Saul 11 Sm 17). e laJvez terem mandado um garoto para enfrentáfosse d escen d en te dos refains ou lo e começou a lançar impropérios e ame­ enaquins (veia Annqup). Levaram-no dian­ reino milenar. sim bólicos para todos os quo tentarão Assim. apresentou-se como voluntário destruir o povo de Deus no término do pára aceitar o desafio. irmãos dele.4= > | . no tra a reino de Cristo. Provável mente guerreiro filisteu sentiu-se ofendido por era contralado pelos filisteus. que achou a idéia daquele jo­ ve a derrota Final de Salanâs. ganhasse. como pastor das ovelhas de seu tam aquelas tropas que se colocam con­ pai.GO LIAS 3. au entanto. ele ia “no nome do Senhor estavarn posicionados freule a frente no dos exércitos. não com espada. Apocalipse 20.40). pois do Senhor é a guerra. Um gigtmte guerreiro. alistados uo exército de Is­ O filho do [essé então cortou a cabeça do rael. os Deus — os israelitas lambém pois Davi filisleus se submeteriam aos hebreus. de acordo rom n:m seu allbrje de pastor ( I Sm 17. nem se tornariam vassalos deles.26). Ouviu o desafio e perguntou o que Golias com a próprie espada do gigante significava aquilo e quem tomaria uma Os filisteus foram perseguidos e derrota­ providência ou laria algo. Se continuou: "Saberá toda esta congregação Golias. quanto Golias vinha contra ele com es­ Os exércitos de Israel e dos filisteus pada e lança.D. o Deus dos exércitos de Is­ vaie de Elã. f. porém. Sua altura ê re­ dras lisas em um córrego e saiu para en­ gistrada como de “seis oôvados e um pal­ frentar Golias com sua funda r as pedras mo” (cerca de três metros. Argumentou que. de Gale'1 .c. repre­ que o ajudara antes. os israelitas que o Senhor salva. 0 se tipo representavam um método co­ ole vos entregará nas nossas mãos" (1 Sm mum. Depois da profecia de Ezequiel. a pedra em uma funda. todos os que foram maus e luta­ um verdadeiro absurdo Davi mencionou ram contra 09 eleitos também serão fatos om sua vida quo mostraram sua co­ destruídos. na Última parle do qual era muito grande. dos pelos israelitas.. Se alguém filisteus aprenderiam sobro o poder de conseguisse vencê-lo em combate. Desafios des­ com lança. 0 textn descre­ aças contra 0 filho de lessé. mos não só os fim de desafiar os israelilus. Naquela vem franzino enfrentar o gigante Golias batalha.5-71. O mais impressionante. sentante dos filisteus. e drontados diante do desafio de Golias. en­ ra e a força do gigante 11 Sm 17. les dias. que atingiu o gigante bem na lesta. Gogue e Magogue represen­ ragem. O Senhor é que entre­ meio das tropas. ati­ Davi chegou ao campo de batalha en­ rada com força e extrema pontaria por viado por seu pai para levar comida aos Davi. Golias foi morto com uma pedra. bastante usado nas batalhas naque­ 17-17). O a inedída dr: um côvado). contra quem Davi Saul finalmente concordou. Na verdade. pegou cinco pe­ de “guerreiro.

a reação do rei toma-se evidente.GÔ. Ali. P. Muitas vezes o Sonhor trouxera seu povo de volta para si embora tenha havido épocas em que alãslou-se totalmente dos israelitas. Qualquer um que se levantasse çonua o Senhor seria jul­ gado por ele. rapidamen­ te elu voltou em busca de vários aman­ tes. que não de­ monstravam a mesma confiança. o povo rebelara-se re­ petidamente. O Senlior o abençoou e daquele momento em di­ ante o filbo de (essé (ornou-se o centro da n a r r a t i v a bíblica. Ainda assim.9. O filho de lessé tiulia muila confi­ ança no Todo-poderoso e sabia que podia aceitar o desafio du filisteu “incbcunciso".s: entro Davi e Golias.il do Senlior por seu povo perma­ nece e a ufeto de Oséias por Gômer cnnlintia como uma vívida Ilustração de que Deus não deixam de amar o seu povo. quando seu povo tira atraido por outros deuses.1-3). Era uma proferia viva da profunda 'tristeza" experimentada por Deus com lauta fre­ quência. e Davi antecipou bem o re­ sultado. mas não com fcle próprio 11 Sm ta. ao dizer a Davi: "Vai-le.2. mas serão destruídos pelo povo de Deus. G olias. ao lado de quem o Sonhor estará lutando. Esposa de Oséias e filha de Diblaim. 2. como parte do castigo deles. aos quais foram dados nomes -simbólicos: fezreel Iporque em bxeve Deus puniria a casa de feú: Os 1. íoi a raiva e o ciúme de Saul para com o su­ cesso do filho de fesse que causaram a vinda de “um nspíritu maligno da pnrte de Deus” sobre elu (1 Sm 18-10).3.G. mas de­ pois recebeu ordem deDpus para comprala pein preço q u e uririmiLmoute uru pugo por um escravo (Os 1. fica cla­ ro que o autor quis mostrar o desenvolvi­ mento rle três relacionamentos dileroute. Embora ele • j lenha tirado do prostíbulo. por sua fé.5.3.MER Na narrativa desse episódio. 12).10). O filbo de Jessé U uLi­ bem encontrou-se em desacorda com a alilude geral dos isruelil. Veja Gogue. É men­ cionado novamente em Ezequiel 30. e o Senhor seja contigo" ( l Sm 17. LoKuama (porque Deus não mostraria mais amor por Israel: v. uma prostituta. o ainnr [juclu. d qual represen­ tava os filisteus: entre Davi o SauJ com seus exércitos: e entre Davi e o Senhor Deus. deveria mostrai em seu próprio casamenio o relacionamento que era Ião típico Rulre o Senhor e o seu povo.6.D. Deus tinha Chamado Israel.C. A * história de Oséias é profundamen­ te triste: ele tinha uma esposa a quem amava o que mesmo assim envolvio-se continuamente com outros homens. que deixara do ser "nin­ guém". mas 246 . nem eu serei vos­ so Dous''. Parece que Saul concordou quase com relutân­ cia. 3. Finalmente. t))Oséias. onde foi escondida pelo sacer­ dote Aimeleque e devolvida a Davi. em busca de outros deuses: uma ação Irequeutemenle mencionada como um alo dn adultério. quando considerou a morte do GoLLas oomo sinal de que Deus eslava com Davi. mediante o chamado divíuo. A confiança de Davi no Senhor indi­ cava a profundidade de sua fé e o relacio­ namento qu*? tinha com Deus. Esse profeta viveu no século VIII a. I Cr 1. Gómer leve filhos. qup operou por meio daquele que era jovem e fraco. loi derrotado peio Todo-poderoso. O primeiro filho de Jafá e neto de Noé (Gn 10*2. Posteriormente.37) Mais tarde. GÓMER. De fato. Mesmo assim.is. os filisteus representavam uma nação em rebelião contra Deus. 1. 6) o Lo-Amí (“porque vós náo sois mou povo. tornou-se escrava de um ile seus homens.6). Oséias a deixou. com convicção Para Davi. quan­ do esle precisou dela | 1 Sm 21. a es­ pada do GoUas foi levada para a cidade do Nobe. o profeta diz que "Gômer e iodas as suas tropas" se unirán a Gogue num ata­ q u e contra Israel. Deus o chamou e ordenou que se casasse COra Gômer. onquanto a bênção de Deus sobre ele tomava-se cada vez mais abundante. v.4). para ser "alguém" o ser amado por Ele. o gigante fortíssima.

281.13). de acordo com o termo grego htiUfnixtes}. 19 10.14. GREGO / GREGOS.25: At 16. 1 Cr 7. 10. 18. Provável men In rofbre-se ao povo da Grécia. No finaJ o Senhor iria redimi-los c.. Nm 26. íoi escolhido como representante da tribo de Gade. o termo muitas vezos significa 0 alcance da grdça de Deus. Cl 2. GUNI. que in­ chou também os que estavam fora de Is­ rael Frequentemente nota-se que é nos mesmos lermos que tanto judeus como gregos necessitam «le Cristo e ambos en­ tram e compartilham do Evangelho (Rm 1. Um dos filhos dn Nnflali e neto de Jacô.4. era um bder de d á (1 Cr 5.10. O uso predominante do termo no Novo Testamento. on texto onde se en­ contra. 9. 2.9. 1. Ess. Filho de Abdiel. 16.12.15).1.4. aparece poiyjo e ainda de­ pende da maneira como foi Lraduzido (na Versão Contemporânea flncontrp-se b u i Jool 3. quando os Israelitas estavam no deserto de Pará (Nm 13.21).6: um algumas traduções. a falsa acusação leita contra Pau­ lo de ter profanado o Templo com a pre­ sença de gentios deixa isso bem claro (At 21. d. 12. No AT. GÚEL.24.13. é num conIraste com os judeus e refere-se ã abrangênr. 7. I O í t u I itt c o l o c o ii a ® e o m o s o n d a 4 1 5 .GUNI ficurã fiel ns suas promessas.28.) Em outros contextos menciona os que fazi­ am parle da cultura heleníst íca — quer dizer.termo. Para mais detalhes sobre a missão deles.&r. aparece em Ezequiel 27. 20-21) A inclusão deles na fé era algo polémico par/i os judeus. 2. referese aos que aáo eram judeus (At 17. que queriam excluir os gentios de qual­ quer participação igualitária em relação a Deus. Timóteo. re fe re se aos gregos ‘ tumentes a Deus" que se associavam ao judaísmo Uo 12.20.3. Em outTas passagens. 247 . com quem os israelitas negociavam. 17. Um dos doze homens enviados por Moisés a Canná paia espiar a torra. judeus cuja formação cultura] era primariamente grega e não semítica |A t 6.b . tornou-se Líder do clã dos gunilus (Gn 46. que inclui todas as etnias. 10.32: 12. As vezes o ter um simplesmente des­ c r a v e tiniu pessoa do origem grega (Mc.191. Al 14. entretanto..24. Na ultima parte do livro de Atos.11) Filho de Maqui.7: Li LOU.1. a i o s u d i n f o r m a r ã o n ã o e n c o n t m fu u d u u io i il o N n u x | iíx Ii> s d t f r e l e r é n d a (Noia d o IY a < Itu o r | . na Bí­ blia.29. Gl 3. que morreu por seu povo e pagou o prego pelos pecados de Iodos (Is 49. veja Sam ua. de acordo com o lermo gregoh elh n ]. dependendo do i. t Co 1.48. Cl 3 1 1 ) Dessa maneira.5 0 0 .om o altíssimo preço do sangue de seu único Filho. embora pos­ sa referir-se a grupos levemenle diferen­ tes. 3. é primariamente racial.ia racial do Evangelho.1. 24. Tito. p. Um dos gaditas que viviam em Basã.9.

veja rece numa lorma que sugúra algo que | á eslá a caminho. Além disso. como o ímpio li. Esle m esm o problema ocupa grande parte dos debates no livro de Jó. t'. 1 .19) — ambos ele­ HABAÍAS (Heb “o Seuhor tem escon­ mentos centrais na adoração do Templo dido"). Veja Neemuàs.13). Citado pit) 1 Crónicas 4. voco dislo aconteceu em 626 a. ele uão só era pix> feta. sobre a Babilónia. A possível data do seu ministério está teio e ele ficou responsável pelo sei imo outre 620 a 632 a. nistério nos primórdios do surgimento da Babilónia no poder central do Oriente Pró­ HABAZINIAS.101.e.C. Avô de fauzanias e mem­ ximo. se Deus é Justo [Hc 1. H A B A C U Q U E [Heb. a seu lempo.1. rio Caldeu Habacuque testemunhou to­ dos esses eventos com seus prõprios ollios.6.. Cl 3 . uni eliminado completamente os assírios da dos administradores de Davi. Muito pouco uu nada se sabe explicitamente so­ bre Habacuque. n qual.H H A A S TA R ).e. ele e seu filho Nabucodonosor já tinham HACMONI.6). O primeiro sinal inequí­ Juazaruas.. onde a tempo verbal apa­ mais detalhes sobre essa passagem. O turno babilónio já estava consolidado (Hr. Primeiro. 1.. descendente do Asur.3. C.B e 7 (cf. uma resolução teológica destacada por Rn ilo (Rm 117. Para ■aldeais (Hc 1.1). que “assis­ História e estabelecido o podtórOso Impé­ tia aos filhos do rei'1.9. Na verdade séu livro compõe-se de uma serie du oráculos (11l 1. os caldeus) pode prosperar e o justo fi. inauguração fio reiriado de Nabopolassar 10. do tipo que pode ser comparado aos Sal­ oios 4. Enquanto isso.24). embora sp possa inferir alguns dados. ”abraço“).7de serviço foi decidido por meio de sor­ ) 1). A tesposta para esta questão encontra-se no caráter do Deus. Um dos sacerdotes indica­ aparentem ente depois que o poderio dos para ministrar no Templo. 248 . n qual constitui o coração e a base da salvação O que parece injusto à luz da .19).1 1). Yahweh diz que está suscitando os bro da famiiia rios mcabUas (Jr 35.. existpm indicações de que ele provavohnente rs tivesse envolvido nm algum ministério no Templo e losse levita Alem das alu­ sões iios instrumentos musicais e aos direiores de música íHc 3. O que se sabe com certeza é que7. Z) e uma oração (Iic 3J. ã luz de todas essas turno | 1 Cr 24.63). Judá) sofrer.20J i! também emprega o termo Babilónia com Neemias lEcl 2. evidências.32).aqui e ngora encontra a compensação perfeita no tempo da recon­ ciliação Una! de Deus. du tribo de ludá A vinda iminente da Babilónia contra Judá levanto uma rias maiores questões li*OÍógicas do livro. Kc 3. HACOZ.3). foi um dos filhas dn Miiaiá.01: Ne íitúigico Seãah (Hc 3.C. Pai de Jeiel (1 Cr 27.41. ou seja. Eles náo puderam comprovar sua genealogia e por isso foram proibidos de Habacuque viveu e desenvolveu seu mi­ exercer as atividades sacerdotais. Pai de Neemias (No 1. Por volta de 605 a. como Inmbém um poota talentoso. cora a HAC ALI A S . vindicará sua justiça. o Senhor declara ao profeta que "o juslo pela sua fé viverá" fhlc 2.M. Seus descendentes estavam entre — o livro fala sobre Yahweh estai1uo Tem­ ds sa< erdotes que retomaram do exílio na plo (Ht: 2.

foi governante de Zoba r contemporâneo do rei Davi. retomou para lutar contra Salomão.4-6). Apare u temente seu domínio es­ tendia-se desde a região próximo ao rio Eufrates até Amom. 3. o a do foi bem re­ cebido e c. tugju para o Egito. h fim de recuperar o controle sobre uma região ao longo do rio Euhates. Davi dedicou ao Senhor todo o ouro e prata que capturou. 1 Cr 1 30). Em várias ocasiões lutou contra Davi. Davi o atacuu e quase destruiu seu exército. Hadade. Seus descendentes voltaram do exílio com Neemias.6 3 ).3-10). Genubale.15. Filho de Reobe. Ficou famoso por sua vitória sobre os midianítas.51: Ne 7.asou-so com < i próprio runlmda doEiraó. Rei de Edom. íoi criado na corLe real egípcia. HACUFA. foi levantado pelo Senhor como adversá­ rio do rei Salomão 11 Rs 11. Quando os si rios foram em socorro de Hadade/. sem dúvida por razões políti­ cas. Seu filho. Cada esposa levou para lerusalém seus próprios deuses.53). Dt 7.14-25).31).n.47). Edomila. Assim Salomno não só quebrou n lei de Deus. filha de Matrede (Gn 36. depois do exílio babilónico fNe 3. sendo. prova­ velmente se estabeleceu em Edom n con­ tinuou □ lutar contra Salomão até o linal de seu minado | 1 Rs 11. H A D A D E Z E R . d sempro manteve uma guerrilha contru Is­ rael.39 — onde e cham ado de Uadar: 1 Cr 1. tomou-se mi de Edom depois da morto de Husão (Gn 36. o que efetivamente fez.13. "da pstirpé real de Edom".61. os edomitas fo­ ram destruídos pelo exército de ísrael. Filho de Ismael e neto de Abraão e Hagar: «ra o líder do seu clã (Gn 25. HADADE. Claramente rriou uma ruptura na aliança que fizera com o Seulior. 2. Seu neto M ©remoto reparou uma seção domiiro de Jerusalém perlo da Por­ ia do Peixe. Reinou na época anterior 5 monarquia em Israfil (Gu 36. lambém trabalhou num trecho du muralha que ia da entrada até a extre­ midade dn casa dn Elinsibe (No 3. Hadadezer viujara para o Norte. ao casar-se com mulheres estrangeiras. Vivia na cidade de Avile e de­ pois de sua morle seu sucessor rio trono foi SuinJã.36: I Cr 1. 4 . Gradualmente. Quando outros reis 249 . Q u a n ­ do. Como o isscritor de 1 Reis estava in­ teressado som ente em mostrar como Salomão eslava sendo punido poi Deus. 1 .35. Fiibo de Bodnde. um dos reinos arameus (da Sirial.er. na região de Moabe. r.4).14). por meio de ca­ samentos. por esse motivo. mas também permitiu a introdução de divindades es­ trangeiras na cidade santa (veja Js 23.c. portanto. sucedeu Raal-flanâ. poróm. A primeira halalha é mencionada numa longa lista de vitórias conquistadas pelo fiibo de Jessé. que ex­ perimentou grande prosperidade p tinha extraordinária sabedoria enquanto mantpve uma alitudt* de tutal confiança no Senhor.51). Os seus casamentos com mulheres eslrangfttias causaram a ira de Deus.21) Tal­ vez fosse a mesma pessoa do item ns 2. suas esposas "lhe perverteram o coração para seguii a ou­ tros deuses” (1 Rs 11.12.6-91.3-14: 1 Cr 18.50. que ua época era spenas um jovem. Na época do rei Davi. Quando Hadade soube que Davi eslava morto. N p 7 . to rn o u -se muitu influente no mundo. o oxéri ito israelita os atacou e derrotou também muitas dos cidades deles (2 Sm 8.3). dopois do oxilio babilónico (Ed 2. irmã dê Taínes. Sua cidade chamava-se Pau e sua esposa era Meei abei. mas não localizaram os registros da lamiiia. 3. nada mais se sabe sobre Hadade.46.HADADEZER 2. no inicio de sou reinado. no início de sen reinado. foi tentado a estabelecer lagos com outras famílias reais. foram excluídos do sacordócio (Ed 2. npóíi a construção do Tomplo (I Rs 9. Seus descendentes es lavam enlre os serv içais do Templo que retornaram com Neemias para Jerusalém. rainha do Egilo.

uma juiLia árfâ. de que o reino do Norte 21 10). \ la Iribo de Levi) I Cr 0. Sous dosçendan Hadorão levou consigo muitos presenies tes íoraiu chamados rle bagitas (Nm 26. Mencionado '-m Esdras 2. Seus descendentes estavam entro os serv içais tio Tem plo que retornaram (lo exílio babilónico com Zorobabel e Neemias )Ne 7.17). ‘‘festivo"). o pura o HAGI. poi ser estéril. listados om Esdras (Ed 2.11: 21.4 j. eslava en­ íe lic ita r por haver pelejad o contra Hadadezer o por tê-lo destru íd o". 13). ganhem. um dos Lideres ponto rle visia espiritual. ouve nossa soldados deveriam libertar os prisioneiros miséria (Gn 16. vai aú eucontro era <ulpado de pecar diante de Deus e os iio quebrantado de coração.HADASSA ouviram que Hadadezer fora derrotado.19). Píii de Amasa. do proleta Odade.n. por meio cimento. 3 bênçãos do Senhor (v.12). para Abraão (Gn 2 1 . HAGABE.16.19) e garante nosso fuluro |Gu 21. e lam­ pois de vencerem uma batalha contra fudá bém para Sara que.48. Veja Fster. litigai e M ordecai. rei de Hamate.15).15*19. dêscrita como urna jovem "esbelta e for­ mosa1 '. supre nossas trazidos junto ami a tropa íw 9-16). p. De acordo com as normas le­ gais da época. HAGABA.1. quistado.c. rei Peca que retornavam para o Norte. em Israel (2 Cr 28. 21.3.20). pro­ pôs ao marido Abraão que tomasse uma segunda esposa.14-16). A _s consequên­ cionado na Dlblia. presentes que. “a lesta do Senhor"! Fi­ nhor pelas muilas vitórias que tinha con­ lho de Siméias.27: l Cr 1. era u mesmo Hagaba de Neeaiias 7. de melais preciosos 11 Cf 18. Uma das espo­ res que as vitórias de Davi eram parle das sas do Davi.10).211 2.45. criada pelo primo Mordecai. porém. 1. o qual amava o filbo. pois contraria­ da tribo do Efraim durante n reinado de va a ffc obediente e paciento nas promes­ I Vjiia. fibênção especial: urna revelação pessoal Lbo de foctã (Gn 10. Numa atitude de prolnnda fé e gratidão ao Se­ HAGIAS (Heli. Quan.m. mãe de Adonias (2 Sm 3.7).13) i.18).de Deus.6. Toú enviou Hadorão "a Davi. Ele len! nu uovamenle lazer aliança rom os sirios contra Davi. Descendente de Sem. Um dos fUbos de Gade. Fiibo de Tou. Amasa é men­ sas fio Deus (Gn 15.a. Essa passagem narra várias balall)&£ e lembra aos leiloHAGITE (Heb. Hagar recebeu uma HADORÃO. HAGABÁ. porque íoi um dos lide­ cias foram trágicas — para Hagar (Gn res que sairam ao encontro das Impas do 16. essa proposta íoi desastrosa. a partir desse aconte­ (o reino «lo Sul) Esses homens transmiti­ ram uma raensaiam do Senhor. Era 0 nomo hubraico (quo significa 'inurta''1) de Ester (El 2. Emborn fosso legalmente per­ mitido. Outro relato ria derrota de Hadadezer encontra-se em 2 Samuel 10. listados em Génesis -16. 17.1 1ss. uuma atitude do graça maravi­ lhosa (Gn 16.2).48). 250 .46) HAGAR. do HADLAI. O Sonhor. por meio da qual ola |Sara| pudesse “constituir uma tamilia" (Gn 16. mas as torças combi­ nadas deles loram denotadas de la] ma­ neira quo os reis qun eram vassalos de Hadadezer foram até Davi para lazer um tratado de paz Gòm ele (1 Cr 19. do Davi derrotou Hadadezer. ficaram atemorizados e também paguram tributo a Davi. de­ cí.30). Seus descendentes esla\am enire os judeus que retomaram cio evilio babilónico com Neemias e Zorobabel. Davi dedicou u Deus todos os Era deSCendenle da íamília de Merari. tre < »s que desceram com jacó paia o Egito. para o saudar. HADASSA. Saia.4. alimentou um espirito amargu­ rado e extremamente ciumento (Gn 16.5s. necessidades (Gn 21.

18).24). Adonias tentou usurpar o trono. Defensor de Siquém.38). HAGRI.iou o r. Quando Mordocai recusou-se o ajOelhor-se.13. o qual este supôs que seria em sua honra.5. atacaram a cidade e ma­ taram todos os habitantes da sexo rnas- 251 . nunca confessara ser da descendéni ia judaica e sabia que tal comunicação lalvez significasse sua morte. etc.HAMOR Rs i . Ester denuni .36* ) 'flunbém era pai de Mihar.361. 1 1. HAMÃ. Os irmãos da jovem ficaram furiosos. 1. pelo qual os judeus rece­ biam autorização para se defenderem (El 9). que nasceu enquanto a corte de Davi eslava em Hebrom. o quarto filhu dn rni. Avó de IgaJ. rinha um alio cargo político do remado de Assuero (Xerxes). Eles foram operados V trés dias depois. A rainha convidou o rei Assuero e Hamã para um banquete. cwrio também o casam eato misto com um cananeu dificilm ente serio aceito! De fato.). "quando os homens estavam doridos" (Gn 34 25). qo lem­ po da rainha Ester. A condição foi aceita. HAMOR. dois filhos de facó. HALOÉS (Heb “sussurrador"). Ela.1. Siquém violentou Duj.51. 2. e depois pediu ao pai dule que negocias­ s e s e u c . Era heveu e governa­ va a área em que lajcó habitava (v.ompló dele noutra seu povo e pediu ao roi que poupasse os jarleus do extermínio Furioso. em siu. doddiu ajudui o povo de Deus.12]. LIm dos líderes do povo que se uniu a Neemias quando íoi feita um pacto d»1 adorar ao Senhor u obedecer às suas leis (Ne 10. ua Pérsia (Iit i a 7). Abiezer e Maalã. seu perverso filho (Gn 341. Mordecai soube do eomplô e pediu aju­ da ii rainha Ester. quando os os­ sos de |osê íoram trazidos do Egilo e en­ terrados alí (veja Al 7. Seu filho Sai um governou sobre metade de um distrito de Jerusalém nos dias rle Neemias b reparou uma seção do muro da cidade (Ne 3. Mesmo as­ sim. ra para Monlecal (Et 7). Não somente o estupro era uni algo muito sério. Era "agagita" (El 8.í. este ficou ex­ tremamente irado e tramou a morte dele e a de seu povo. Deus usou Ester e seu primo Mordocai para impedir tais planos HAMOLEQUETE. Eles sobreviveram e agradeceram por aquele dia e pela vitória sobre Hamã numa lesta chamada Purim. Pai de Hamã lEl 3.21. O rei voltou e pen­ sou que ele desejasse molestar sua espo­ sa: ordenou então que Hamã fosse morto imediatamente. uiri dos “trinta he­ róis" de Davi (2 Sm 23. Assuero levanlou-se da mesa e foi para o jardim. numa forca que prepara­ HAMEDATA (ftjrsa: “dado pela lua"). sua prima. Talvez seja a mesma pessoa do item n® I. quando nosso patriarca comprou de seus filhos um pedaço do terra para lazer um túmulo O campo é mencionado posteri­ ormente em Josué 24. SLmeno n Lèvi. os irníâos concordaram com a pro­ posta de que todos os homens de Siquèin fossem circuncidai los. filha de |acó. Ela teve Irés filhos: fsDode. listado entre os 'heróis" de Davi (I Cr 11. A esposa de Hamã charoava*se Zeres e seus lilhos mais tarde foram todos mortos pelos ju­ deus. Fiibo de Hamedata. Pelo contrário. acusados de não obede­ cerem ás leis du império medn-persa. 2. a s a m e o t n com ela. enquanto Hamã tançava-se aos pés de Ester e im­ plorava misericórdia. Apa­ rece pela primeha vez em Génesis 33. Posteriormente.10. Irmã de Gileade e !iIha de Maquir. l Ct 3.19. quando ouviram lalar sobre o ocorrido. O rei então alencleu ao pedido de Esler e assinou um de­ creto paralelo. d o en­ tanto.il de respeilo a Hamã. Seu lillio lentou aniquilar todos os )udeus durante o reinado de Assuero. Persuadiu o rei a assinar um decrelo que ordenasse a lota! destrui­ ção dos judeus. s.32.ç. 2). Pertencia á tribo de Manassés (1 Cr 7.

2 . Filho de Hemâ. registrado na genealogia de Saul [1 Cr 8.2 2 1 . no fu­ turo. anos 12 Rs 24. rei de judá.28. M. é mencionado como “homem de Deus". seu filh a e os moradores do Siquém demonstram os problemas com tinuos que os israelitas tiveram com os cananeus. I^rimo de Jeremias e filho de Salum. Era lambém a mãe do rei Zcdequias.HAMUEL cuJino.12. aos quais não destruíram tolalmenle quando en iraram em Canaã.2) feu lambém re­ gistrou os acontecimentos uo reinado de Jeosafá |2 Cr 20.23). de Israel ( I Rs 16.13). encontravam. 15. 26). mencioundos om jtitees 9.31).2 1 ). na regiáo de Benjamim ÍJr 321 O protela obedeceu. Quando Jeremias orou sobre a procuríednde dn situação em que st. Seus descendentes estavam entre os serviçais do Templo que retornaram para Jerusalém com Neemias dopais do exílio babilónico (Ed 2. 10. da tribo de Simeão (1 Cr 4. HAMUTAL. de Judá. reunir os judeus na terra. Um dos filhos de Azol. Fillio rle Sasaque. Um dos assistentes de Selomias.4).7J.5 J. liras e i imbaios 252 .46.11 . HANÁ.i família dos recabitas para beberem um pouco tle vinho )lr 35.261. Veia Recube M .tr e Siquém também íorum assassinados (v. e advertiu-o sobre a ira de Deus (2 Cr 19. Os filhos de Hanã tinham uma saiu no Templo. Filha de Jeremias. Filho de ligdahas. pagou ao primo um preço adequado pela te rra p fecharam um acordo formal (w .431. de Libna |2 T<s 23. 3. 8 . eram os que vtvlam em Siquéra e naquela Ocasião foram toiaimenie derrotados por AbimeJeque.C. Os "homens de Humor". Zadoque e Perl aias. Gutro líder que lambém selou 0 paclo (Ne 10. Ne 7. conduzido ao exiLio. EJe é lis tudo entro ot> que descoram .n a Jeremias q u n comprasse um campo que pertencia a Hanoneel em Analote. 9. onde no­ vamente comprariam u veuderium cam­ pos e viveriam em paz. Tornou-se o líder do olõ dos bamulitas (Nm 2(í. Deus falou com ele e lhe mostrou que era sua vontade castigar o povo por causa do pe­ cado. 1 . H91nr. HANANI.341 2. Fillio iie Mdaca e um dos heróis de Davi Í 1 Cr 11. dessa maneira.3.lO) 7. que rei­ nou apenas bês meses em Jerusalém. 1 . os quais Neemias co­ locou como responsáveis pelos depósi­ tos (Ne 1. que go­ vernou por onze. L 8 . lor* nou-se uma Uustração da confiança de Jeremias na palavra do Senhor e no iuluro sinalizado pela promessa do próprio Dous (w.« mãe fie Jeoacaz. lornou-se esposa do rei losias. 1 Cr 2 . 37-44) rjD. HAMUL. po­ rém. Zedequias objetou fortemente contra urna mensagem tã a pessimista. o qual proferiu a Palavra do Senlior contra o rei Baasa. 5. H o 12). A transação da compra do terreno. Os eventos narrados concernentes a IiaiiH»'. Um dos líderes que selaram o pac­ to feito pelo puvo (Ne 10 . 4 . registrado na genealogia de Saul [ 1 Cr 8 38).ia Egito com Jacó.R HAMUEL. 7): falou lambem com Jeosafíí.49). O Senhor. através de seu quarto filho Perez (Gu 46. HANANEEL. Um dos nelos de luda. onde n proleta iRremius convidou O S memliros d. o protela falou que a cidade seria conquistada por Nabucodonosor e 0 povo. Pai de Jeu. mas lambem era seu desejo. Jr 52. 6 Um dos levitas que se uniram a Neemias no parto de adoração no Senhor e obediência às suas loís (No llt.OÍÍ. Filho ds MLsmu.1. Um dos levi las responsáveis por instruir o povo no Livro da Lei (Ne 8. o qual desempe nhava o ministério profético cora o acom­ panhamento de harpas. Enquanto JorusaJém era sitia­ da pelos caldeus.26). diss. .

3.34.d. 6 Pai de um oficial |udeu chamado Z ed eq u ias. ao desobedecer ao rei Nabucodonosor e sobreviver a fornalha de fogo (Dn 3) é homenageada no NT. 2 .20). por não confiai no Senhor. mencionado apeuus em 2 Crónicos 26. Tal mensagem foi muito bem aceito. men­ cionado apenas em 1 Crónicas 8. Um dos príncipes do rei (oficial da corte) U/ias. Descendente de Benjamim. mencionado em I Crónicas 25. e p. “graça de Deus"). durante o reinado de Davi.4. qun tocou instrumuntos duran­ te a dedicação dos muros de Jerusalém (Ne 12.28. Sete meses depois ole morreu. mais do que muitos". 14.23 Fa/. veja Hamã.24. 253 . juntamente com seu irmão I lanani. no têmpo de Esdras. Fúi um dos locadores de trombeta durante o culto de dedicação dos murou de Jerusa­ lém.õ. FILbo de Uomã. Irmão de Neemias. Jerem ias mostrou o mal que Hananias (-ausava por fazer o povo acre­ ditar numa mentira e predisse a morte dele no decorrer de um ano (Jr 28. Lader dos judeus e um dos que selaram o pacto d o tempo d n Neemias (Ne 10. . mas era lalsa.Possivelmeuto a mesma pessoa do item u® 10.6. era Hebreus 11. Men­ cionado apenas em Jerem ias 37.2). na genealogia do rei Saul. Líder de uma família sacerdoia) no lempo de Neemias |Ne 12. “bomem fiel e temente a Uens. Filho de Zorobabel. (t Cr 25. . O 18® lumo loi designado a HftnanL seus filhos e outros parentes f l Cr 25. Possivelmente era descendeutn do personagem registrado no item n® 3. 2. Seus descendentes estavam entre os que se casaram com mulheres esirangeiras (Ed 10.'12. 12.4). 9.10.idade de Jerusalém. d q tempo d e Neemias (Ne 3. líder dos ju­ deus depois do exílio babilónico. 6 Urn doa membros do grupo de Zacarias. idade de |erusalém.19.25). Um dos culpados dn ter-se casado cioiu muUiores estrangeiras. Em resposta.3131.30). 5.O Senhor detarminou que Moisés escolhesse um represen­ tante rle cada tribo para ajudarem na di­ visão da 11:rra de Canaã e Haniel íoi o es­ colhido para rep resen tar a iribo de Manassés (Nm 34.B. 1.28.ia parte do ministé­ rio profético com acompanhamento mu­ sical. sua atitude de fé. 3. 21.13 8 Um dos companheiros de Daniel (Du 1.t.8) 11. 4. de Gibeoni. Mencionado em Neemias. 1. ajudou na reconstrução dos muros e era responsável pela parte acjma da Porta dos Cavalos (Ne 3. por ser muito popular.IIAN7EL.s caldeus «eria rápido.43 J. . Veja Sadixique. Mencionado apenas em Esdras 10.A v ô rio capitãO.23). & (> é mencionado em 1 Crónicas 3. A. Um vidente que falou com Asa e o repreendeu.12.11 5. ua ép oca do p rofeta Jerem ias. Para mais detalhes.7). Filho de Éfode. Neemias o nomeou governador da cidade. 4.■ Judá (Ne 1.da guarda em Jeru­ salém na época do profeta Jeremias. Era filho de Azur. Na presença do honiRin de Deus e de vários sacerdotes..23). enquanto os muros eram recons­ truídos (Ne 7. Hananias profetizou que n domínio do. M en cio n ad o upenas n m Jeremias 36. Neemias o colocou ila liderança da i. Um fabricante rle perfume q u e ajudou na reconstrução dus muros de Jnrusalérn.7. 10.2). "o Senhor mostra gra­ ça ao favor"). Embora sou nome não seja citado axpliáílameuto. 7. Falso proíela é mencionado oito vezes em Jeremias 28. HANANIAS (Heb. 13.15-1 7). a rei manilou preudê-ln (2 Cr 16. procurou-o na Babilónia o deu-lhe detalhes sobre os que retomaram . HANIEL (Heb.17). depois do exílio.2 ura “maioral” du i.

marido de Hulda (2 Rs 22. Consertou o Porlão do Vale. HAREFE. Um dos selé eunucos que serviam o rei Assuero (Xerxes) (El l.4(5). levita da famiiia dns gersrmilas e um dos Lideres do r lã do Lidã ( l Cr 23. 2. mas a cidade ficou conhecida e tornou-se figura proeminente na narrati­ va bíblica p<usU'rior < • sobrevive ate hoje como umo pequena vila árdbe.22 ó chamado de liíisrás. consultada sobre a mensagem lida no livro da Lei. bem como 457 metros de muro (Ne 3. Sob a direçãG de Neemias. ludá. paia protegor-se do Davi e de Joabe.13). H A R Ã .30).24. entre os des­ cendentes de Eleazar e IIamar. depois do exílio na Babilónia.0). Era filho de Ur. 13-15: I Cr 'l 9.19). Hanum ordenuu que ossudítos do rei de Israel fossam pre­ sos. estavam entro os que não pertenciam às lamllias sacerdotais que 254 .0). Filho de Naés. Filho de l. O referido texlo fora encontrado recentemente e sua mensagem pa­ recia cantor advertências sobre n iminen­ te juízo de Deus sobre ]udá.lilj 7. 1.51). era o pai de Ticvá e avô de Salum. U terceiro lumo saiu para Harim. Um dos sacerdotes escolhi­ dos pura oficiar no santuário.15). por meio de sorteio. Um dos sacerdotes escolhi­ dos para oficiar no santuário. assinou o | tacto leito pelo povo. O Senhor entretanto. Sexto fillio de Zalafe. Líder de uma famiiia que retornou com seus descendenies para lerusalém. Veja Vasti. "Pai de BetoGader'\ ou seja. depois do retorno do exílio babilónio! 3. Foi feita nm. Um dos lídores da tribo d». “de acordo com as ultimas instruções de Davi". em Je­ rusalém. O KJ® lumosam para Hapisez. Na passagem paralela em 2 Crõuicas 3-4. HARIM. reparou ou­ tra seção dó muro iNe 3. Abrão e Ló poaleriormonte e^ltibeluceram-se numa cidade diumuda Harã. cnmpromelendo-se a obedecer ao Senhor e adorai somente a Deus (Ne 7. hem como metade das roupas. e ds des­ pediu (2 «Sm 10. HARBONA. noieinado de fosias.20-31).2-6].0). rei dos amouitas parri quem Davi enwuu urna mensagem de consolo.TJa. H A N U M . "o guarda das roupas". Ment ionado conexão com a profetisa fluida. da tribo de Aser. em número de 320. e esta era a ordem na qual ele mi­ nistrava ao entrar uo saul uario (1 Cr 24. Pai de Uziel. por meio de sorleio. Não ficti claro se loi Terá quem Lhe deu esse nome. “de acordo com as últimas instruções de Davi". Os descendentes de Harim. Huniul loi um grande guerreiro b líder de sua família (1 Cr 7. era fillio de Calebe e de sua concubina Efâ. Veja Hustóh. H A R I F E . t Ima seleçârj imparcial fui leita. Viveu e morreu em Ur dos caldeus (Gn 11. irmão do Abraão e Naór: era o pai de L6. 3.39). É o pai de Gazez ( i Gr 2.a seleção imparcial entre os descendenles de Eleazar e Ilamar. Um dos filhos de Sirnei. deu a vitoria ao seu povo iw. HARAÍAS. um dns descendentes de Calebe e líder da tribo de ludá (1 Cr 2. Suas fi­ lhas loram Mil ca e Iscá. HARAS. 2. 0 ourives que reparou parte dos muros de Jerusalém.1*4). 10. 1. HAPISEZ. Depois alugou rarruagens e soldados [»or nuJ taJeutos de prata. tivessem inelade da Ifarba cortada.HANUM 2. Pilho dn Terá. e esta seria a ordem ua qual ministraria. Maor mais lard<’ cusou-se com Milcic Terá. quando eu Irasse uo santuário (1 Cr 2 4 .14). depois du exílio na Babilónia (Ne 3 iq. mencionado como fundador desta cida­ de. Listada entre os que receberam tarefas específicas do rei Davi. 2. Harãs. 1.

Seu descendente.21). 4. Ajudou a reparar os muros de Jeru­ salém e governou sobre a rnelade do dis­ trito dn Queila. 2. ao usai a harpa. Oficial du Iribo de Le-vi. Foi um dos levitas que selaram o parto feito pelo povo.19). HARUZ.9). Provavelmen­ te toda a lamiiia manteve um comporta­ mento perverso diante do Senhor o em consequência tal transgressão levou-a ao casligo de morlo |2 Rn 21. Cm dos f i l h o s de Jodutumquo pro­ le ti/a va. Seus descendentes estavam un­ irá os serviçais do T e m p lo que voltaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2.17. "Andou em todo o caminho cm que andara seu pai HASABIAS |Helj. Fillio de Zofá e Líder da Iribo dt* Aser (I Cr 7.19. junta­ m e n t e cora Neemias.5:1. Um dos lideres da tribo de Judá. Seus descendentes estavam en­ tre os serviçais dn Templo que n'tomaram do exílio na Babilónia com Neemias (Ed 2. O decimo primeiro. HARUR. Pai de Mesulemete.19). “o Senhor tem consi­ derado''). Ne 7.1 7).700 hebronilas. “o vídenle"). 6. 24: Ne 12. Hesobius e sons parentes. ficou encarregado das ofertas de ouro e prata.8). que retornaram da Babilónia. Em Neemias 7. HAROÉ (Heb.35).31). HARUMAFE. 9 . 3.5).017 pessoas.30). louvar e dar graças a Deus. 8 . é mencionada outra lamiiia de descenden­ tes de um certo Harirn. 2 . no regresso a Judá (Ed 8. Foi um dos que repararam os muros de Jerusalém quan­ do o povo de Judá retornou do exílio na Buhiiómu. Malquias. e os adorou". 4. Descenden­ te de SohaJ. irei Manassés).21. No 11.53). Os homens também divorcia­ ram-se d u L t» esposas estrangeiras e coli> caram o selo no pactô (Ed 10. Um das descendentes de Semaias que viveu em Jerusalém depois do exílio na Babilónia (1 Cr 9. e serviu os ídolos que ele Linha servido.C. Ne 10. o qual "fez-o que nra mau aos olhos do Senhor".32: 30. era filho de Hela e pai de Aarrl (1 Cr 4.15).D. era superin­ tendente dos levitas em lerusalem. Alguns deles uniram-se a Neenuasno pacto para servir a o Senhor (Ed 1 0 . HARSA. serviu como músico no Templo sob o reinado de Davi Era um levita do dã dos merariLas 11 Cr 6. 1. da tribo de Judá 11 Cr 2. P. Era filho de Quomuol ( I Cr 27. a mán do rei Amora.HÁSABI AS retomaram do exílio na Babilónia. ua época do rei Davi. 7. depois 255 . para obedecer à lei de Deus |Ne 3.11). 2 7 ) o concordaram firo se divorciar de suas esposas estrangeiras (Ed 2.54). 3 5 . que seriam levadas ao Templo em JanisaJóm. Etn. Seu filho ledaías reparou a parte do muro de Jerusaiem que ficava em fronte à sua casa.42 e Esdras 2. "filho de flarim‘\ é men­ cionado em Neemias 3. N p 7 .14. ProvávelrriftnlR ura tum daque*les mencionados no item 1 ou 2 acima. ficaram encarregados do Irabalho do Senhor e dos negócios do rei a oesle do rio lordão (1 Cr 2f>. Um dos judeus que retornaram do exilio na Babilónia com Esdras. di' Judá. Ela se compunha de 1. Descendente de LJzi. 5.52J.39. 1. ua época do rei Davi (1 Cr 25. 10. Líder dos levitas que providencia­ ram cinco mil cordeiros e cabritos e qui­ nhentos novilhos para serem sacrificados durante a grande celebração da Páscoa que acontocou no avivamonto durante o reinado de Josias (2 O 35.52: Ne 7.451.10). HA RUM . 3. HA RN EFE R. 1 0 . de acordo com o sorteio para determinar o ministério uo Tabernaculo.11.3. depois do exílio na Babilónia (Ne 3.

.22). 1 . quo meuNu 11. oonsullada sobre a men­ Zorobabel. do na iisla em l Crónicas 3. em Jerusalém. Era uui rios filhos de seção do muro rle Jerusalém e a Torre dos Zorobabel.19). Ajudou a reparar a parte do muro que ficava defronte de sua casa. em nu­ 34. Um dos lideres do povo uúmern e 328. Alguns deles são listados que selaram o pacio feito por Esdras de­ entre os que foram anisados de se casar pois do exílio. que cita a linhagem real depois do exílio H ASRÃS. 1. “considerar"|.15). gizonita (1 Cr 11 34)1 Mencio-nado na lisla de 1 Crónicas 3.23) no meio dos grandes guerreiros listados entre os “heróis” de Davi.23). HASABNÉIAS. depois do exílio na Babilónia (Ne II 9Ppovo depois que assinaram uin pado dó adorar apenas ao Senhor e obedecer à sua HASSUBE (Hei).24J.43. Seu filho Juda era superintendente lhou no reparo dos muros de Jerusalém do Segundo Distrito da cidade de [erusadepois do exílio (Ne 3. Um benjamita. No 7 AH). durante o reiuadn de Joslus.14. HASBADANA. 4 . Cita­ pois do exiliu no Babilónia fi Cr 9. Era um dos filh o s de a profetisa Hulda. restabeleceu-so em Jerusalém de­ HASADIAS (Heb. no lempo do rei loiaquim [Ne HAS SEN UÁ . 256 . junto com Saiu. Em Neemias 7. Seus descendentes estavam contra do recentemente e sua mensagem en tre os serv içais do Templo que parecia conler advertências sobre o juhso retornaram do exílio na Babilónia com iminente de Deus sobre Judá. Seus filhos reconstruíram a Porta do Peixe. salém. ó chamado d t-.33. nm feruHASÉM. Seu filho Seruaias. Mencionado apenas em 3. m.rDeus é amor"). ‘guarda das vestimentas”. sua lei fNe L0. Filho de Pnale-Moabe. depois do exílio na Babilónia (Ne :t. '‘Os filhos de Hasém” estavam saiém. depois 10 . I Tm dos levi las que se dirigiram aolém.í*. Mencionado em conexão com na Babilónia. estavam enlre os judeus que 22. (No 10. traba­ 2.HASABNÉ1AS HASSENAÁ. nos dias de Neemias iNe 3.25). Hasrás. depoi# do retorno do exílio ua Babilónia. lei iTSÍe 9. 1.14. ficou ao lario de Esdras en­ pacto feito pelo povo depois du exílio de quanto o livro da Lei era lido para oí> ho­ adorar somente ao Senhor e obedecei1 a mens e mulheres de lorusaJém é Judá. cujos 12.10). Concordaram em adorar tom mulheres estrangeiras. era pai de Tocate e avô de Sal um. do retom o do exílio na Babilónia (Ne 11. sagem lida no livro da Lei. Templo.1l). o Neemias (Eri 2. depois do exílio na Babilónia 11 Cr 9.5). M al*.22 o HASSABNÁ. "co n sid e ração "). M u passagem paralela om 2 Reis mero de 223. Fornos. Chamado de H A S U B Á (Heb. em Esdras somente ao Senhor e obedecer á sua lei 10. Um dos lideres que assinaram o Neemias 8.20. oiona a linhagem real depois do exílio 2. 1 . O referido texto íora onHASUFA. retornaram do exílio ua Babilónia com Neemias (Ed 2. marido de Hulda (2 Cr HASUM. 22 ). Possivelmente seja o mesmo do descendentes se restabeleceram em Jeru­ item 8.7|. 2. Pai dú HaLus. Veja Hnrtis.3). Seus descendentes.20.4. reparou uma na Babilónia. da tribo de Levi. Líder dos levi las e músicos uo do exílio (Ne 3. Harás.

3. Possivelmente seja o mesmo ritado no item 3.10). o quaJ ora extre­ mamente perverso e idólatra. ioi ferido ua batalha (2 Rs 8. que se dirigia a Damasco. HATIFA (Heb.29. HAZAEL.C. Quando ouviu as noticias sobre a Iminente aniquilação dos Judeus.91 Quando Hamã. Ela soube do r.9. de 643 a 796 a. HATIL. Os semitas torna­ r a m . achou que nada poderia fa zer. ajudou a re­ parar o muro de Jerusalém (Ne 3.50).n. sob a ordem especifica rio Senboi II Rs 19 151.54: Ne 7. filho de Joctá (Gn 10. Era um dos lideres de família que retornaram com Estiras para Judá. Ben-Hadade. fizeram unia aliança e saí­ ram paia fazer guerra contra ele.23). 1.uia hom de certa eflíennidade.42. Um dos sacerdotes que selaram o pacto feito pelo povo dp adorar somente ao Senhor.6-15 J. Um dos levilasque ficaram ao lailo de Esdras no púlpito. Um dos líderes que selaram n pacto feilo pelo povo depois do exílio (Ne 10. Nb 7. L8J. Ungido para ser rei da Síria. Jorão. quando viu seu pai adativo vestido com “puno de saco" í«inaJ de profunda Iristeza). "um cativo"). claman­ do dianle do portão do palácio real Ester então enviou Ha lá para descobrir o que acontecia com seu primo. HATITA. Aquele ofici­ al enlão retornou ao seu paise matou BenHadade (2 Rs 6. 3.57. porém.us descendentesestavam en­ lre os porteiros do Temploque retornaram do exilio na Babilónia com Neemias (Ed 2. Tlm dos eunucos da corte do rei Assuero (Xerxes). Jorão. Ne 7. quando EsteT era rai­ nha. Por todo o livro dn Ester que náo menciona a n n m u i í h D o u s . filho de Acabe. 2. 2.13). para saber se fic.25- 257 . 1. Era neto de Gáo. {durante a lpitura rio livrn da Lei (Ed 6 4 ). Hazanl era um oficial do exército sírio. depois do retorno do exílio na Babilónia (Ne 10. Um dos filhos di: Olniel e neto de Qutmaz.21.561 . IJm tios sacerdotes que retornaram do exilio na Babilónia com Zorobabel e Jesua (Ne 12. p. O profeta então cho­ rou. HATÁ. o "agagiLa". Filho de Hasabnéias. Segundo filho de Cuxe. HAVILÁ. Seus descen­ dentes estavam entre os servidores do Templo qun retornaram do exilio na Babilôniti com Noemias (Ed 2. para se tomar rei da Síria. Deus usou a rainha e Mordeeai para impedir lais planos. Descendente de Sem. pudese subentender a idéia de que o Senhor em sua soberania.14). o rei (la Sirla. e Aca zias.ompl6 para matar seu povo. Sr. Logo depois quo Hazoei chegou ao poder.6. mencionado em Génesis 10. durante o reinado de Artaxerves (Ed 8. Agiu como intermediário entre suo senhora p n primn e pai adotivò dela (Et 4-5. 1 Cr 1. da Iribo de ludá (1 Cr 4. possui o controle de todos os assuntos dos homens e das mu­ lheres. a menos que ele a convi­ dasse. rei de ludá.2).7 e 1 CrônicâS 1. pois uão LinJba permissão para ir à presença do rei. enviou-o ao encontro do profeta Ebseu. Ele e |efi foram escolhidos por Deu? como instrumentos de juízo contra Israel e a casa do Acabe. ao contemplar o sofrimento dn seu povo Israel nas mãos de HázaeL e disse que o senhor dele morreria. ten­ tou exterminar todos os judeus uo Impé­ rio Persa.22). Mordeeai enviou-lhe a seguinte mensagem: “Quem sabp se náo foi para tal tempo como este que chegaste ao rei­ no?" (Et 4. listado na li­ nhagem real de Jeoiaquim (1 Cr 3. Um dos filhos de Semaias.45).HAZAEL 2.a H ATATE.4) 4. descendente de Secanias.s e Lfdenss do dãs na A r á b i a . HATUS. Certa vez. Um dos servos de Salomão cujos descendentes estavam enlre os judeus que retornaram do exílio ua Babilónia corri Neemias (Ed 2.

Embora o Senhor tenha permitido que o rei sírio vencesse muilas butalh&s. Filho de Naor e Milca. hdei de um dos clãs de Lada (1 Cr 23. Quando começaram a orar. Benjamita. por amor da sua aliança com Abraão.14. depois do exiUo na Babilónia (Ne Lt. 1.20 comu um descenden­ te de Sem. "o Seuhor leve misericórdia deles. Quando o referido rei sírio dirigiu-se ao sul de Israel.25). O roi Joás então enviou os te­ souros do Templo Como tributo. Marido de Joel.17]. lilho de Jeoacaz. Isma e Idljias (1 Cr 4. dariam a entender que eram peregrinos. no entanto. 2 Cr 22.17. Rs 9. Hazael. Veja }nei.ij. terra dos israelitas (2 Rs 10. por lodo o mal que cometera ao atacar Israel. Um dos filhos de Simei.24. I4ÉBER. 17. 3. listado como membro da Iribo de Aser: estava entre os que desceram com lacó para o Egito. o tornou paia eles.6).J7. era responsável pe­ las muilas atrocidades que cometera con­ tra o povo de Deus. Ben-Hadade. O Senlior então enviou mais castigo contra sou povo.(Gn 46.32). sobrinho de Abraão (Ga 22.HAZAIAS 20.5. de Israel. Gn 10. Listado tanto om Génesis 10. listado na genealogia do rei Saul I I Cr 8. Fundou o clã dos beberilas . Nm 26. onde Abrão é chamado de "o hebreu1 ' Certamente essa identificação o separava dos moradores da região. Provavelmente é uma derivação de outro lermo que quer dizer "atravessar por t ima" ou passar alem" Isso sig n ificaria que mais tarde os isra e lita s. con­ quistou grande parle do território de Efruiin e voltou-se para atacar o roino de ludá o a cidade de Jerusalém (2 Rs I2.18) 4. 5.5). voltou-se para o Senhor e Deus ouviu sua oração Í2 Rs 1. aa permitir que Hazael cap­ turasse grandes extensões de. e disse que seus palácios seriam destruídos (Am 1>4J. rio entanto.1. esto vocábulo aparece pela primeira vez em Génesis M 13. devido à infidelidade religiosa e ao pecado. s.241. íoi um dos lideres da Lribo de Judá e n pai de Socó |talvez isso signifi­ que que fundou uma colónia ali| (t Cr 4. i*m 1 Crónicas 1. e se compadeceu deles.26 nomo 258 . acham que deriva do nomo próprio Éber (bisneto (Ir Sem. da Lribo de Judá. porianlo.5)). Por vários anos D e u s peimitiu que Hazael oprimisse seu povo. “tribunal da mor­ te"!. tira levita da família dos gersonitas. Posteriormente.32}. até que EinalrneDte o rei Jeoacaz. era Filha de Etã o irmã de fezreel. filho de Elpaal. como castigo í. HAZELELPONI.24).r .IS).22 1. HEBREU (S). lu­ tou contra seu lilho. O proleta Amós também laluu contra a família de Hazanl.. seu pai.21. ao serem cham ados rle “hebreus".3.3-51. Seu pai chamava-se loclâ. No AT.31.3) HAZI EL.c. Isaque e Jacó” (2 Rs 13. 2. HAZARMAVE (Heb.18J.Ir Deus contra a idolatria de Aca­ be. foi um dns que se esta­ beleceram em Jerusalém. Listada euLre os des­ cendentes de Judá. por­ que em sua vontade levar Israel uú arre­ pendimento h à verdadeira adoração. o mulher que ma­ tou o comandante Sísera (Jz 4 11. íe i de Israel. Seu descendente.23). de ma­ neira que llazael desistiu de atacar a sanla cidade. que se lurnou rei de Israel [2.22. Maaséias. 1 Cr 7. Listado ontre os quo receberam tareias específi­ cas do rei Davi MAZO. mas o sentido exalo da palavra permanece in­ certo Alguns. Hazael morreu e Jeoái». Veta Iam* liem Betuel. p . Filho de Meredf com sua esposa israelita.45. e re­ conquistou grande parte do território israelita (2 Rs 13. Jorlão foi morto por Teú. HAZAÍAS. procedentes de longe. 1. Filho de Berins.

27. d.1). 20. 5. de fudá (2 Rs 1 1. dos israelitas também ora conhecido c:amo ‘'hebraico" e foi a principal lingua­ HEFZIBÁ |Heh. Chefe da Iribo de Manassés.2. 14: Jn 1. Era pai de Zelofeade entretanto.ta última lista.32. enquanto seguiu fielmente a Lei (El 3. e Assuero a Esse lermo também é empregado para constituiu sua esposa. filho de Asur (1 Cr 4. Esse sentido pejorativo. israolita(s) (Éx 1. gem usada pelos escritores do AT. Mordeeai. 1 .19: 14.16). Josué 17. de modo fato. 13.36) am à própria raça usando o termo hebreus foi um dos guerreiros vulenles de Davi. Os egipc ios con­ sideravam os hebrnus uma raça separa­ 2 Um dos lideres da tribo de Judá. A pró­ Mãe do rei Manassés. 9). pria língua é mencionada em várias pas­ Veja também Isaias 62.1. n.15-19). cí. seu primo e pai adotivo. nem próprio hebraico. cuja Influência cultu­ vou para a fortaleza de Susã. responsável pelo harém real (Et 2.14. outra maneira de referir-se ò varia i. Entre aquelas jovens.32): os filisteus tambóni se expressarem assim (1 Sm 4.33. no final.14). 17. descendente de Gileade: tornou-se lider do clã dos heferitas. Ha naram rainha | v.4. usou esse ter­ mo (Gn 39. va-se Naará. Hegai foi enc.9. o lermo refere-se aos sas" de toda as partes do Império e as le­ membros da Igieja.onsign quando fosse a presença do principal linguagem do primeiro século. (Dt 15 12. onde rece­ ral dominante ainda linha camcleríslicas beriam tratamentos de beleza e seriam semitii h . rei loi um dos fatores decisivos que a tor­ na Palestina (At 21. Ap 9 1 1 . o lermo é utilizado com um sen­ tra que seu clã recebeu sua porção da lei­ tido neutro.11-13).18: Is 3G. meu prazer está nela”).42). Ele lhe deu alimentação e como integrante de lsmnl (2 Ca 1 L22). p .11).28.6). Paulo usava frequentemente estava Ester Logo tomou-se a preterida esse vocábulo para referir-se a si mesmo de Hegai (v. 43. o apóutoli i foi um membro exemplar que.3). a língua em vistn é o revolado sua procedência judaica. Um dos quatro filhos de nha advertido para tomar cuidado quanCoate o neto da Levi II Cr 6.19). No NT. 1 . Os israelitas às vezes se releri­ 3.13). o uso desse teraiu étnico HEGAI. com o um sinónim o do ra rle Canaâ.6: H EFER . 2 Cr 32.HEGAI 23.17. 15). Potifar.' no Sentido pejorativo.3: eic. an referir-se u José. que tinha seu próprio Deus lÈx 3. Hefer.arregado de encontrar pois o Novo Testameuto prefere o vocá­ uma mulher q u o a substituiria como rai­ bulo judeu/judeus para referir-se a esse nha. Ele reuniu "moças virgens e formo­ grupo. 19. loi considerada a mais linda.40: 22 2: 26. Um dos eunucos de Assuero. o mequeratita (1 Cr 11. a lim de opor-se à cullura preparadas para serem apresentadas-ao lielenista. a li­ HEB ROM.8). Filho de Maressa o noto de Calebe israelitas. sagens nas Escrituras (2 Rs 18. 259 . I I. De tralamentos de beleza especiais. Sua mãe chama­ da.2. geral­ (Nm 26.s . Provavelmente ainda falavam o soberano (Et 2.9). 18. Jr 34. para designai os 2.3 regis­ mente. O conselho de referir-se ao aramaico como um "dialeto Hegai sobre o que elu vestiria e o que le­ hebreu". O idioma "um homem poderoso” na batalha. outras referências relacionadas ao idio­ O escritor do livro de Ester deixa bom ma (Jo 5.32.2.n. aramaico. rei. não é o uso comum. . Por exem plo: a esposa dp (1 Cr 2. ao ser apresenlada ao rei.J. Em Atos (>. claro que até esso ponta ela nãu havia NeS. Foi um dos líderes de clã enlre O vocábulo hebreus às vezes é usaílo os coatitas (Nm 3. para referir-se aos judeus ou a um Quando Vasn desobedeceu a ordem do subgrupo dentro do judaísmo é bem raro.5). 2.13. 16. paru Hegai nem tampouco para 0 rei.18.

cl. Mencionado na geneaJogia do evangelho de Lucas.2). 2.15). HELA. Com o trabalho deste seu parente nos bastidores o o Senhor Deus uo contraio ria situaçoo.g .35). “o Senhor õ minha poTção"). HELEQUE (Heb. os quais foram usados na confecção de coroas paia o sumo sacerdote Josué. Uroa das duas esposas de Asur. onde é chamado de Hfelede).71.151. Quando a Arca da Aliança íoi le­ vada para Jerusalém. H ELE B E . Pertencente ao clã dos jr-rameelilas.10. Irmão deSemer.32). A Versão Soptuaginta sugerô quo "Helém" ó um nome descritivo de ''Heldai''. no tempo de Moises(Nm 1. Descenden­ te de José e herdeiro da tribo de Manassés.23).0011 homens | 1 Cr 27. Seus.29.27: 27. “força.HELA to a essa questão. no v. p .7: 7. favor"). duranie os dias de loiaquim. d. Líder da fam ília sacerdotal de Meraiofe. estava rle pronti­ dão com seus homens no sétimo mês de cada ano e linha 24. Davi ordenou que os levitas nomeassem cantores para can­ 260 . a fim dn que ela conquistasse o favor de Hegai. 1. "porção”). Filho rle Sofonlas provavelmente é o mesmo Josias | Z < 6. HELEZ. HE L D A I.30: Js 17. filho de Azarias o pai de Eleasá fl Cr 2.26. no Templo. v.10).000 homens sob seu comando (2 Sm 23.14. v.16). 10). um dos que fiz eram contribuições de melais precio­ sos. Foi um das que lo varam práta o ouro da Babilôniu os quais furam usados para fazer as Coroas paia o sumo sacerdote fosue. ou algo assim. da tribo de ludá.Era o llder da clã dos helequitas iNni 26. depois do exílio na Babilónia (Ne 12. paia evitar a destruição do povo judeu.30. 2 . Provavelmente narne refem le a Heldai (Zt. Era par­ ceiro de Asafe.9. Mencionado apenas em Zacarias 6. HELCAI (Hebr. ao lugar preparado especialmenle para ela. fi.33). que vai de [©sus a Adão. os quais saiam uom ele para as lia talhas e lideravam o povo de Israel na guerra HELÉM (Heb. cí. Coroo co­ mandante do exército. 10). descendente de Aser e um dos lideres de sua tribo (1 Cr 7. HE L I . cuja tra­ dução é “o filho do Sufonias como um favor’. o lorte”. Veja E liabe. Esler encontrava-se no lugar e no raonienlo certo. HEM (Hob “ 'graça. Filho de Baimá. Da tribo de Levi o da elá dos coatitas. Efuâ e Coz. “poder”).24. filhos (oram Zerete.r). primeiro no Tabernáculo o de­ pois. 1. HELOM (Heb.5. marido de Maria (Ix 3. os quais foram lideres na lribo de ludá [1 Cr 4. 1 Cr 11. ou pelonita. Veja Estpr. 1. 14. como um dos judmis que retomaram da Babilónia o que contribuí­ ram com prata e ouro pura que fossem feilas coroas para o sumo sacerdote losué. atTuvés do Gileade. Era Um dos "trinta heróis" tle Davi. era músico. após sun construção o inauguração 11 Cr 6. 2.Netofatita. no governo do Sidomáo. Cilho do Joel e noto do proleta Samuel 11 Cr 6. 14 lê-se Heldái no lugar de “Helém*’ 2 . HEMÃ |Heb”fiel"). era um descendente de Otniel quo comandava a 12* divisão do exército de Davi e eslava de prontidão no 12° mês. opaltfta. Paí de Eliabe e líder da tribo de Zebulom. Na Versão Siríaca. 29:10. Zoar. netofatíta (2 Sm 23. Talvez a pala­ vra ‘hem" seja um suhslanlivo. no período p ós-exrlico. outro famoso lider dos musicistas no ultimo período do reinado de Davi. 1 . Sua divisão era composta por 24. au seja. w fHeldai). . Helez. era da tribo de Jlíraim e um dos "trinta" guerreiros valentes de Davi.30). 1 Cr 11. é o jiai de José.

é algo digno do atenção.24. saudados por diante do Senhor.HERMES tarem com alegria |J Cr 15. ceudentos tiveram participação direta nesse ininistério. depois do exilio na de graças ao Senlior í2 Cr 5. Crónicas 9. quando o rei Jos ias en­ HENDÃ. 17traordinária . Esse per­ l e d e Salomão. que se refletiam em suas saudações. O terceiro D o m o de um niosamente e locavam os instrumentos grupo de cristãos de Roma. e seu trabalho era ‘‘exal­ tai a Deus" (1 Cr 25.9).26. reconsagraçâo do Templo (2 Cr 29. quando ela foi levada ao Templo recém-construido. Hemã Foi 3. O fato daquela lamiiia ser tao proe­ Foi um dos primeiros a retornar do exílio minente por ocasião da chagada da Arca na Babilónia. no período do avivamento Seu filho Bibui era superintendente que aconteceu no reinado dn Ezequias. nu tas. 1 no Trçmplo. os quais lhe foram dados dução do Salmo 88. O Josias talvez seja uma boa indicação de Liúdado pessoal n a preocupação pasto­ que permaneceram fiéis ao Senhor. no reinado do rei de cristãos de Roma.31).13). Mais larde ainda.14). Comparada com a de Hemã e o “ministério da p r o fe c ia ” o ficou conbe• ido como “vidente". Senhor lhe llzera. Famoso por sua sabedoria. versidadB e idolatria. Wic. Hemã b seus compa­ ram o trabalho nos muros de Jerusalém e nheiros lideraram o grande louvor e ações na casa de Deus. é interessante vor quo os descendentes dele da metade do distrito de Queila e foi um dos que assinaram o pacto feito pelo povo oLndii estavam entre os primeiros levitas (Ne 3. O quinto nome de inn grupo cação do Santuário. que se refletiam em suas sau­ tria que Judá experimentou.6. após a moidações.16J. e algo digno de atenção. Seus filhos e netos. é men­ cionado numa passagem que exalta a ex­ um dos que tocavam os cimbalos |w. depois de um penado do perCr t.sabedoria dada por Deus a 191. Ele lambem íoi separado peio rei para Salomão.14). 10. na nova dedi­ HERMA5.14. controu o livro da Lei e reiniciou o culta filho de Disã e neto de Ana [Gn 36.12.15). no tempo de Zorobabel.15 coma descendente de Asa In. Provavelmeufe é o ezraita mencionado na intro­ lhfis e 3 tilhas.4 l.4-6). 1. filho de Zerá e nelo de Judá e Tamar. Mencionado em 1 Crónicas 2. Um levila mencionado em 1 meiros a liderar a música no Templo.1. era res de Cristo. pois cantavam harmo­ HE RM ES . Quando a Arca HENADADE. a do filho de Davi ul­ dirotas do Davi Foi almuçoado com 14 fitrapassava a Iodas (1 Rs 4. estavam entre os que supervisiona­ reinado de Salomão. Alguns dizem que é em cumprimento das promessas que o o mesmo do item n® 2. levi­ finalmente íoi lavada {«ua a Templo. mes­ ral que o apóstolo linha pelos seguidores mo d u r a n te os terríveis tempos de idola­ de Grislri. 2. lempo depois. reco­ O cuidado pessoal e a preocupação pas­ nhecido através das gerações pelos que toral que o apóstolo linha pelos seguido­ estavam ao rodar doles. novamente foram os descendentes de Mamã e de AsaIV■os pri­ H ER E S . e um chamado especial de Deus. numa época em escritor da livra apócrifa conhecido como que a música alegre novamente laz parte O Pastor r/e Hermus. Hemã o som descristão em cerca de 150 d.C. onde e chamado de Mamão). Era um dom de família Paulo om sua carta aos Romanos (16. a Jerusalém. saudados por Puulo Ezequias. Também é particularmente sonagem náo deve sor confundido com o interessante notar que.18 — onde é chamado de Bavai: que se envolveram na purificação e 3. Um dos lideres enlre os horeus.9). Eslava sob as ordens do outros homens. que surgiu do meio do culto e da adoração. e novamente uo governo de om sua carta aos Romanos (Rm 16. 261 . Mui lo Babilónia (Ed 3.

fatia de enlendimento» Paulo di­ me recreou e não se envergonhou das rigiu-se â multidão. a terra. Paulo refe­ porque (azeis essas coisas. “muitas vezes fémia v . ." (v. de atitude melhor. a exigência do método de folar e pregai.J-2Ú1 encaixa-se Ásia. O lato de Paulo apoiar para a revela­ em Atos.n. considerado um men­ prezaram. A seguir. 0 sacrifícios (v 13). maravilhados com um provenientes da provinda da Ásia que grande milagre operado por Paulo. ii possibihrlado de seu trono ser usurpado. 262 . tais mento. Provavelmente ele se referia sageiro divino o n rio as da oratória. o des­ sor filho do Zeus. o mar e toda sorte de dificuldades para permane­ tudo o que neles há.g. a Bíblia não diz s» ele leve ( bance de prosseguir na expo­ HERO DES . minhas algemas" (2 Tm 1 161. executou muitos membros da própria H E R M O G E N E S (Cr.m 1. Zeus (túpilerl. o problema lambém não deixou de dar testemunho de sua estava presente na Igreja primiliva. da lduméia. Os ao período de sua segunda prisão em romanos chamavam-no rle Mercúrio. o Grande. imj.' Nós também riu-se a esses exemplos.1|. os quais abandonaram o apóstolo muito bem em seu padrão de comporta­ (2 Tm 1 15). Paranóico quanto mente começava coro aquilo t:om que suo audiência livosse afinidade. tais como Hermógenes cremm qun so tratava de um dous.HERMÚGENES 2 Divindade grega. Da mes­ vos con v ertais dessas vaidides ao Dous ma maneira que os cristãos euírentam vivo. mediante a imposição de pesa­ ral podia ser vista por todos. que lez o céu. que frequente­ trubalho lorçado e a construção de grandes edifícios públicos. p. •nascido de família e alguns de seus colaboradores. foi les de dai os delalhes sobre o Evangelho o primeiro grande rei-uoSsalo do Isniel de Cristo. . a fim de encora­ somos homens como vós. Paulo não queria dizer que iodos os cristãos das igrejas na Ásia. Roma (v. entre e sua subsequente ordem do "massacre todos os que estavam na província da dos inocentes" (Ml 2. os morado­ Ire os que não o assistiram estavam os ras de Listra. junto com Figelo. Embora simplesmente eram “envergonhados'. é um excelente exemplo lanlo depois do domínio romano. Cilado.. 17). sujeitos às jai Timóteo a “fortalecer-se na graça que mesmas paixões. Quatro gerações diferentes sição de Crislo © ver essas pessoas expe­ de pessoas. ao viviam em Roma. dizendo: "Senhores. 15).H erodes. na A história sobre sua inquietação.c. oiide bondade e graça. Reinou de 37 de sua convicção de que a revelaçáo ge­ a 4 a. cerem firmes e fortes om Crislo nas soc imostrou como o Senlior que anunciava edades moderuas. ção geral de Deus u toda* as pessoas. colheitas e alimeutos. com certe­ se* p por isso o sacerdote de Júpiter veio za resultante do medo das au loridades do seu templo.12. quando soube a respeito do nascimento de Jesus. todas com o lifulo da dinas­ tia Herodes. pedido os sacrifícios. e vos anunciamos que há em Cristo Jesus" (2 Tm 2. se essus palavras teuharu pelo monos im­ (alassem sobre Cristo. a fim de oferecer-lhes romanas. em Aios 14. como do seu das taxas sobre os judeus. Atónito com tal blas­ qual. de quem Paulo esperava uma mamm-no de Hermes ti a Bfunubó. ao proporcionar-lhes os cristãos enfrentavam perseguições ou chuvas. quando alguns cristãos não Essa relação eulre Zeus e Hermes expli­ o apoiaram duranie seu julgamento Enca por que. rbae Figelo. aparecem nos Evangelhos e rimentar a salvação.C. segundo o apostolo. Hermes”). Pensaram que o apóstolo Paulo estabeleceu um contraste entre dos gentios era um mensageiro dos deuesse lipo de comportamento. e a coridula tle Ouesíloro. que sp supunhacomo Éleso. segunda carta de PauJo a Timóteo. Colossos e Laodicéia.

o Herodes que aparece durante a idade adulta de lesus.1.17) e Anlipav.C. por nij&iò de perguntas capcio­ sas.1.C. ao chamá-lo de “aquela raposa" (Lc 13. sempre eram superados. chamado AristObulo: pOrlanto. pode parecer estranho que uma comunidade como esta pudesse unir-se aos lariseus para lazer oposição a fesus. portanto. pois 6 o im iro evangelista que situa sua narrativa den­ tro dos eventos da historia do imj>ério. Rutre 57 e 5fJ d.20) e posteriormente teve duvidas sobre se. entretanto.Anlipav govefilou de 4 a 39 d. Ao apoiar a família de Herodes. A n tipn s. Lurliretamente estariam a favoT do domínio romano.13ss. são pessoas de certa posição e influencia na comunida­ de. embora provavel­ mente as convicções de ambos tossem bem semelhantes. o Grande.16). nelo de Herodes.16 e Marcos 12. laruou-soseguidora de Cristo (Lc 8.3). Depois Ha m orte rle Horodes.HERODIANOS 2 . a esposa de um dos oficiais de Antipns.6. embora. por meio do perguntas (Mt 22. logo depois foi forido mor­ talmente por nm anjo do Senlior e mor­ reu comido pelos vermes lw\ 19b-23).19.79). loapa. At 13. 0. Como telrarca da Galiléia (Ix 3. es­ tariam profundamente desgostosos com a mensagem de fesus.Jesus era João que vol­ tara ã vido (Ml 14. Agripa //. mencionado em três lugares nos evangelhos. seus domínios furam divididos tíDtrit séus três filhos: Arquelau (ML 2. a fim de demonstrar sua educação precária. registradas em Maleus 22. A princípio. e determinou a prisão do Pedro. 14-16. om Atos 12. na verdade. o qun lhes permitiria uma corta autonomia. (At 25 13 a 26. O nome do grupo indica qun seus se­ guidores talvez tenham apoiado a dinas­ tia herodiana. centrali­ zavam-se na questão da legalidade de pagar impostos a César Jesus respondeu "conhecendo a hipocrisia deles" Ambos os grupos adiaram excelente acusar Grislo de rebelião contra os romanos. Lc 3.. Horodes .6. 4 .13).15).1719.22).2. a incoerência de sua mensagem e sua falta de habilidade para liderar um movimento popular As perguntas feitas a Cristo em Jerusalém. relacionado com os fariseus o suas tentati­ 263 . Agripa 1 Filho de outro irmão de AúUpus. Mc. pois os lariseus eram contrários à ocupação romana bem como opunham-se fortemente 3 dinastia herodiana e a qualquer grupo que se alinh. Filipe [Mc 6. Marcos cila duas ocasiões em que eles se uniram aos lariseus. Nenhum deles apro­ varia alguém que ensinasse sobre o Reino de Deus n arregimentasse pessoas om tor­ ne do sua mensagem Os dois grupos Lentavam desacredi­ tar |e. o Granido. Não é possível relacionar esse grupo com os saduceus.1») e pro­ vavelmente essas mesmas diferenças oram vistas entTo os fariseus e os herodianos.31-33) e íoi levado à presença dele quando Pilatos tentou sem sucesso evi­ tar a exigência dos lideres judeus pela crucificação de Cristo (Lc 23. Foi ele quem mandou executar Tiago. 12.sus. Temos uma idéia da dííerenle visão religiosa dos lariseus e sadu­ ceus em Atos 23. embo­ ra nenhum deles apreciasse realmente o pagamento dos impostos a Roma Embo­ ra leu lassem muito pegar Cristo numa armadilha. pur diferenles razoes.C. relacionado com dois episódios diferentes de confronto com Jesus.6-10). Ele mandou de­ capitar )oã0 Batisla lMt 14. No HE RO DIA NOS . Ml 12. vas de apanhar lesus em alguma armadi­ lha. para tramai' contra 0 Filho de Deus [Ml: 3.1-32). r. Lucas mostra corto Interesso pela fam ília herod iana.0ss (cf. |esns repreendeu Horodes "ã reve­ lia". Filho ile Agripa L foi o governante que ouviu a defesa de Paulo quando esto eucoutrava-se preso em Cesaréla. Um grupo de líctefesjudeus muito influente.esse om lermos religiosos com os domina­ dores pagãos. Foi o Movernante da Galiléia ale 44 d. Ambos os grupos. 3.3-12: Mc 6.1. Lc 9. Mc 6. Mateus tam­ bém registra o segundo dos dois episódios. o filho de Zobedeu. quando este exercia seu ministério.

Salomé. HEROOIÃO. dançou paia Herodes e seus convidados.9. 5). o Espírilo de conse­ lho . Um dos sacerdotes e s c o l h i ­ proíeta apontava para pecados específi­ dos p. argumentavam contra o Messi­ as há muito esperado. Certo dia. porém.Asa tomou toda a pra­ Deus iniciou suas pregações sobre o ar­ ta e o ouro do Templo e os tesouros do rependimento e a iminência dn advento palácio e ofereceu como presente d Bende Cristo. Tal pregação provocou duas Hadade. em particular quando confrontadas por Cris­ to. Casara-se com Herodes Filipe. inclusive o seu relacionamento com com as últimas insliuçôes de Davi“. depois que este se separou de fizera uma aliança com Baasu. o Espírito de conheci­ mento e de temor do Senhor" (ls 11. Herodias disse à l ilha que exigisse a cabeça de |oão Batista Com certa relu­ tância. Em Roma­ nos 10. O Juízo finalmente veio sobre Herodias. Tal pacto assus­ tou Asa. essa mulher era a esposa de Herodes Antipas e liLha de Berenice e Arístõbulo P.c 3 .t8).UC». meu parente". as pessoas precisam dar uma resposta A natureza da resposta. Quando. à sua esco­ lha. No tixaaJ de sua . de acordo com o texto grego. se o apóstolo releriase a nm parente de sangue ou um compa­ nheiro judeu entre os muilos gentios cris­ tãos. "de acordo cos. A primeira alternativa é a mais pro­ vável. Famosa nas Escrituras por seu desejo de ver a (norte de João Batista. para tanto.1 2 . o Espírito de sabedo­ ria e de inteligência.D. A razão de Herodias ficar tão furiosa com João é por­ que ele havia aponlado o pecado dela também. também o v. para passar o resto de seus dias uo exílio. Uma Herodias. Paulo demonstrou seu cuidado pastora! pelas pessoas.2). por ler passado de um irmão paia o outro. di­ ante da mensagem da Palavra de Deus. T'. Avô do Ben-Hadade. (Ml 14. a lim rle se prepararem para no do Norte [Israel] (1 Rs 15.I-íERODLÃO verdade. numa L ifi­ la de saudações individuais. rei sírio ficar com seu m eio-irm ão Herodes no tempo de Asa. Lucas diz quo ‘'acrescentou a seloção imparcial foi feita entre os des­ todas as outras (maldades) ainda esta.1 4 ). rei de Is­ uiuu princesa. rei de Judá Ben-Hndado Antipas. seja de fé e obedi­ ência soja de refeição e rebelião. pois traria um inimigo formidá­ rudias começou quando o homem de vel a sua fronteira. este acontecim ento lt. Mc 6.G. de acordo com o contexto. a filha de Herodias.17-29J. divorciara-se. cf.e de fòrUtlâza. aquele sobre quem Isuía. Lucas especialmente mostra que.s profetizou: “Repousará sobre ele o Espírito do Senhor. Não está claro. quando sua ambição loi longe demais: A>íripa I foi feito telrarca pelo imperador romano e ela foi banida.caria aos cristãos de Roma. Herodes cedeu e João foi decapi­ tado (Ml 14.3-12. determi­ nará a salvação ou o castigo eterno. Herodes soube que o HEZIR. agradou tanto ao rei que esle lhe ofere­ ceu uma grande recom pensa. em troca de uma aliança. 1. As transgressões neste caso eraiu que Herodes casora-so com sua sobrinha e.11 ele diz: “Saudai a ílerodiáo.20). filha de um rei nabateu O conflito entre João R a l i s t a e He-rael (o reino do Norle).J 9. 264 . mas separou-se dele para HEZIOM.1 0 . desde que outros nomes ju d a ic o s são m encio­ nados au lis la O nume Horodião podo Indicar que esse homnm fora um escravo da casa de Heiodesi HERODIAS.ira oficiar n o santuário. A natureza exigente do Evangelho é claramente demonstrada nesses inciden­ tes. Algumas pessoas responderam sírio então atacou Israel e Asa tomou al­ com entusiasmo e perguntavam n J o ã o o gumas cidades que ficaram no sul do rei­ que fariam. O rei reações. a cendentes de Eleazar e r l e Itarnar. por de lançar João no cárcere” ILc 3.

Conhecido como "o carmelita'*. Liderou a delegação enviada HIEL. era da famtlia dos m eraritas e serviu uo um dos líderes de sua tribo e lornou-se Tabernáculo uo reinado de Davi 11 Cr cabeça do seu próprio clã hezronita. no tempo do rei Acabe.4 registra IliJquias como essa maldição se cumpriu. 26. Pai de Gemarias.31 HIDAI. HILQUIAS (Heb. lambem era 2. porlanlu.13-15). encontrou o livro da Lei (2 Sm 23.2 1 .21. 2 Cr 14 9-22.D. Um homem de Betei. uô Senhor é a minha p o rção ").4-14.20. 2. a administrador de Asur (Gn 4 6 . que se casou com 4 .6: 1 Cr 5.11). 1 .5.G. <7.1 2 . O tex­ HEZRO. que liderou Isra­ el durante oito anos no tempo dos Juizes. era rio ribeiro rle Gaás" do de Josias. tornou-se pai 3 .1). Deus (Js 6.8). meio de sua esposa Abia.37. geiros enviados pelo rei Zedequias a Nahucodonosor. Ru de Abdom.45).32.35 (onde é chamado de Hezrai) o 1 Çwmicas 1 1. Participou 'ias reformas ele para as batalhas e lideravam o povo religiosas o da avivamento que aconte­ de Israel ua guerra.26). Ancastrd dos HEZROM . i i o meio de tantas Pode ser o mesmo tio item nB 7 S. Depois de sua morte. depois do exílio na Babilónia Jericó. 1. designados pelo rei Davi 0 clã dos hezronitas (Gn 46. ua região montanhas. Segundo filho de Hosa. P. morreram em decorrência dessa recons­ 7. maldade» feitas nos dias de Acabe.! de Eiraim (Jz 12.30). um dos meusaCristo (Ml 1.c. O 17* lurno saiu para Hesstr e es la era a ordem oa qual miriistrava quanilo entrava no santuário (1 Cr 24. de Israel (2 Rs 22. Neemias 8. 265 .9. rei da Babilónia (Jr 29. Seus filhos Abirão e Segube 35.10. Era filho de Salum Jericó. em 6. Pai de Ebnquim. 1 Cr 6.24. que fora destxuida pelo poder de (Ne 12. Josue pronunciou uma maldição deus que retornaram para Jerusalém com sobre qualquer um que reedificasse Zorobabel. é um ancestral direlo do em An a lote (Jr I I ) . Sumo sacerdote duranle o reina­ 1 Crónicas 11. HILEL.25. guerreiros valorosos que saiam com tregou ao rei.3. 36. Nm 2 6 . Era urn dos “trinta heróis” de Davi.13.22). Tarubém chamado de Huroi. Lc 3.HILQUIAS meio de sorte to. (1 Cr 6. da trilxj de Levi. Sacerdote que estava entre os futrução. rei Davi (Rt 4.14.18. Abdam fui sepulta­ da em Piratom. L íd er da fam ília dos meraritas.3.19) e do Senlior lesus 5 .7). 4. para do r. Nm 25. Urn dos "Irinta heróis” de duranle as reformas no Templo v o en­ Davi. menckmepelo rei losías à profetisa fluida. é mencionada em 2 Samuel 23. I Reis 16.34 mostra como 8 .33).15).3). Neto de Judá r filho de Ferez. 11 Rs 16.341. Terceiro filho de Rúben e qun foram encarregadas da música. Is 22. O incidente proporciona evidências da juizo de Deus sobre os que se rebelam contra sua Palavra. . Esse perverso um dos judeus qoe ticaram ao lado de alo de desobediência à ordem do Senhor Esdras durunie a Untura publica íla Lei.20).9. Da liderda família que l icou conhecida como coxa do Senhor. Pãi do profeta leremias e sacerdote Rute. ceram depois ria lei lura dos preceitos divinos. cendentes foi Boaz. Êx 6.omo o retonsfrulor da cidade de “inquirir ao Senhor'*. to sugere que um rei mais piedoso ja­ mais permitiria que tal obra fosse feita. Por 26. 2 Um dos lideres dos judeus que as­ sinaram a aliança de Esdras (Ne 10.18. Os quais saítun com ele pata as batalhas e lideravam o povo de Israel na guerra. foi apenas mais um. 1 Cr do palácio duranle o reinado de Ezequias 2.18. Um de Seus des­ (2 Rs 18.

juntamente com as de Hirão.13.-sobre a realidade da ressur­ reição do corpo. listado na genealogia do iribo de Benjamim que vai até Saul 11 Cr 8.10).. "Hirão. pois Iíirão enviou marinheiros experientes para comandar os navios de Salomão no mar Vermelho. Rei de Tiro na época em que Davi iniciou a construção de seu palácio em Jerusalém. Sua descendência israelita provavelmen­ te foi o que lhe permitiu trabalhar uo Tem­ plo.. mas seu pai era de Tiro e também fora um grande artesão (v. relacio­ nado com Alexandre e com Fileto (veja Alexandre}. que dera grandes quantidades de cedro e ouro para Salomão.22. Art esãi i. com o compromisso de Israel enviar trigo e óleo de ohva para Tiro (2 Sm 5 11: 1 Rs E i. A mãe desse Hirão era uma viúva da tribo de Naflaii.1: 2 Cr 2. Essas embarcações. veja Hhõo. lilha de um bomem chamado Suan. com esse propósito. Seu reinado prosseguiu durante o governo de Salomão. depois que o lilho de Davi escreveu-lhe uma carta. O ensino deles de que a ressurreição já li­ nha ocorrido era particularmente nocivo (2 Tm 2. provavelmente corno sinal de respeito. p.118: I Cr 14.14).12).13. 266 . posteriormente. Foi enviado a Salomão pelo rei de Tiro.11-14: 2 Cr 8. 2 Cr 8. 13-47). pai e filho. pedindo o envio de matéria-prima (2 Cr 2. 9.18. d. O tamanho extraordinário e o brilho dos pilares e dos outros itens que fez dão uma indicação tanto das propor­ ções do Templo como de sua riqueza e beleza.16). lambém ê chamado de Hirão-Abi (v.ora imia forte Insistência . HIR Ã O • A B I . Salomão deu a Hirão vinl. Adulamita. 1 . 16). No relato sobre seu trabalho em 2 Clônicas 4 11 -18. não licou satisfeito 1 1 Rs 9.nc. Ambos. A importância de Hirão uo trabalho do lem plo também é perce­ bida no espaço dedicado a ele pelo escri­ tor do livro (vv.47).g . As re­ lações. mas também a tecnologia espooiallzada e os artesãos necessários para as obras de carpintaria e de construção com pedras. Rira mais detulbes. H IRA .20 e 2 Timóteo 2. Líder herético.12).2). no tempo do rei Salomão. HIRÃO.'lflJ Talvez acreditassem que tal fato era simplesmente a descrição de uma experiência espiritual e não o ressurgi­ mento rio corpo — ensino fundamentai da ié cristã (veja l Co 15. Provavelmente é a mesma pessoa mendonada em 1 Timóteo L. Um tratado foi firmado entre Salomão e Hirão e um grande comércio íoi estabelecido.17. Hirão não somente exportava o famoso cedro do Líbano. 1. Vivia em Tiro. p. pois o filho de Davi ordenou que ulr* especifica­ mente fosse Contratado para trabalhai. 4. quando o Templo estava em construção. 2. “lorte").16-19). amigo de juda (Gn 38. Assim que 0 Palácio é o Templo fo­ ram conslruidos. item ne 2. a qual lhe deu vários filhos. “Não se averiguou o peso do bron­ ze" (1 Ks 7. A heresia pregada por dos espalhava-se camo "cuncer" e era i. HIZQUI (Heb. Um dos filhos de Elpaal.17).nos pilares e outros artefatos de bronze do Templo.27: 10. era cheio de sabedoria. oou Lratudo para brabiilbar na construção do Tbtnph •de Jerusa­ lém.11. entretanto. Tais he­ resias são couslanles ria história: os cris­ tãos devem seguir o exemplo fle Paulo v confrontar essa questão r.aractorizada pela distorção rias Escrituras. Enquanto estava mi companhia de Hira. Sua reputação como artesão provavel­ mente se espalhou entre o povo. superaram a esse de­ sastre diplomático. o procuraram para providen­ ciar o suprimento de madeira para a cons­ trução do paládo e. trabalharam juntas e trouxe­ ram tesouros para Salomão de vários lugares di/erentes (1 Rs 9. d entendimento e de dèncio para fazer toda sorte de obras de bronze" 11 Rs 7.HIMENEU HIMENEU. 14-1. do lemplo. Judá conheceu luna mulher do Canaã.e cidades 113 região norte da Galiléia: mas ele.

43). HOFNI. alentou para a oração de Ana o nasceu o profeta Samuel.1 0 o sogro.9). 18). na linhagem real dos descen­ dentes ile leoiiiquim. Tiravam da como quo as pessoas levavam para sacrificar e.12). é que ele era bem fa­ miliarizado com as áreas do deserto por Dnde Moisés e os israelitas viajariam. listado como om dos t r ê s (ilhas de N e a r i o S (J Cr 3 . 7.s apresentam a grafia de Ezequias). Descendentes de sua linhagem es­ tavam enlre os levitas quo retornaram do e x ílio com Neomias (Ed 2. entre » >grupo de bravos gu erreiros da tribo de Manassés. era um dos fi­ lhos de Eli o sa cardo to de Israel em Silo fl Sm 13). e os israelitas iniciaram a marcha rumo à Terra Prome­ tida. depois que deixassem o Sinai Embora a princípio estivesse relutante. Ne 7. H O B A B E . não men­ cionado pelo nome. como ordenava a Lei |Lv 3. embora um pouco improvável. 5 . Líder de sua família.29.algumas vnrsóe. irmão de Finéias. depois do exi­ lio na Babilónia. depois que se divorciou de suas outras mulheres Husim e Baara. Essa lisla proporciona a linhagem real rio reino de Judá depois do exílio. e lideraram os judeus na ora­ ção. Dessa maneira. Na primeira passagem páreos sor nm midiiinila. Enquanto viviam em Moabe. 2 . Nos dois textos onde sou nomn aparece.40. 1. Outro lcvitn que também assinou o pacto (Ne 1 0 . 2. o cativo 11 Cr 3. 4 . quando todos confessaram seus pe­ cados (No 8 7.29. Entre seus d escen d en tes está CadmieL que ajudou na reconstrução do Templo depois do exílio na Babilónia (Ed 3.24).5). que os textos se refiram a dois homens diferentes. ao invés de esporar. Certamente lambém e possíve). enquanto na segunda é vislo como o progenitor dos queneus (embora em íuízes 3 . '‘esplendor do Senhor"). Hades deu-lhe sete filhos. insistiam em tirar sua parte anlés do sacrifício. Uma das es­ posas do benjamita Saorim.13). 3. Os dois sacerdotes também eram culpados de manter relações sexuais Uegitimas com as mulheres que serviam na porta (lo Tabernáculo (v. Um dos levitas que instruíram o povo sobre a Lei. o sogro do Moisés é chamado de Jetro. Um dos levitas que. não fica totalmente claro se era sogro ou cunhado de Moisés |Nm 10. H O D A V IA S . HODIAS lHeb. em Números 10. 2 3 . 3. No meio de Ioda essa sujeira e maldade. o Senhor entretanto. Pode ser o mesmo do iiom u® 4. Os filhos desse sumo sacer­ dote tornaram-se totalmente corruptos e liravam vanlagem da posição que ocupa­ vam. HODES (Heb. seja chamado do queneu) Em outr as passagens. Moiaés o cunveuceu u unir-se a eles. 9. "majestade”). e cada uni deles tornou-se líder de seu próprio clã (1 Cr 8. "força dn Senhor”).de tudo. "des­ prezavam a oferta do Senhor" (1 Sm 2. Não tinham consideração polo So­ nhar (1 Sm 2.35.29-34). Era da competência de Eli assumir a responsabilidade de disciplinai' seus £i- 267 .10). 22).7). Iz 4. quando Esdras a leu publicamente. 4 . Seu noto Saiu estava entre os pri­ meiros jurleu> da tribo de Benjamim a se restabelecer em Israel depois do exibo na Babilónia ( L Cr 9. A razão para se mencionar Hobabe. essas valen­ tes não Forarn fiéis ao Senhor (1 Cr 5. Apesar.37 como descendente de Aser e filho de Zoiá.9). Um dos filhos de Elioenai. Des­ cendente do rei Davi. Mencionado em I Crónicas 7. Outro líder que também assinou o pacto leilo pelo povo (Ne Ui.3 11. assinaram o pacto leilo pelo povo de adorar somente ao Senhor (Ne 10. lua nova”).HOFNI HIZQUIÁ (Heb. HODE (Heb.2 1). 1 .1517).até que a gordura fosse queimada.

lembra aos líderes que eles. Detis então declarou que uão es-lavam seguros. A primeira oportunida­ de íoi por meio de "um homem de Deus". uma nova lei foi 268 .1: 36. HOFRA. se eles se arrependerem rle seus pecados. Elas procurar am Moisés aa entrada do Tabernáculo para obter solução sobre esse problema e pediram -lhe a permissão para que tomassem posse da propriedade que seria do pai. sobreviveriam. 110).11) r o sumo sacerdote. Uma das cin co filh as de Zelofeade. Parece. No final. A promessa de Deus. o juízo viria sobre a família de Eli Tal (alo acon­ teceu 11 Sm 4) quando.1-12. H O G L A . a Arca foi captu­ rada. Mesmo no NT. sabeurlo que receberíamos um juízo mais severo" (Tg 3. 35}. como pastores e bispos. 13) e. o qual faria o que era reto diante dele e andaria sempre diante do ungidi) rio Senhor | v. não è surpresa que Tiago faça a seguinte advenência: "Meus irmãos.C. o sacerdócio se afastara para lon­ ge du obediência ao Senhor é a maneira como o cap. 18). porém. contudo. Náo so­ mente devem desempenhar suas tarefas do trabalhar. ensinar etc cOmo foi ordeuado pelo Senhor. lamentavel­ mente. Quando. a dospeito da advertência anterior. Por duas vezes Deus advertiu EU que mandaria juízo s o hre sua família. A segunda advertência veio a Eli por meio do menino Samuel (1 Sm 3. pois não e.).c. Elas enfrentaram uma situação embaraçosa com respeito à he­ rança. pois os egípcios também seriam subjugados.11-18). ao ouvir a noti­ cia do que aconteceru.23-251. Moisés consultou ao Senhor sobre a questão e. mais do que Iodas as pessoas. que apon­ tava o pecado dos Filhos (l Sm 2. Hofni e Finéias loram mortos (1 Sm 4. de­ vem . com quem Deus falou numa uOite (vv.saber que Deus é misericordioso e os perdoará. os que lideram 0 pov o de Deus. lembrava aos israelitas que a aliança do Senlior corn elos permaneceria lirmo e apontava indiretamente para n tempo da vinda de Cristo. Apesar da mensagem ser de juízo. devem ter uma vida exemplai (Ml 2. o Seohoi prometeu também que. Urna indicação de como. na batalha Contra os filisteus em Afeque. por isso. se obede­ cessem à sua palavra e ficassem na lerra. Ezequiel também profetizou a queda des­ se Faraó (Ez 29. uru dia levantaria ”um sacerdote liei'’. Eles simplesmente “oão deram ouvidos à voz de seu pai" (v. con­ tudo. polo bem de Israel seu povo. Holra foi morto.33: 27. Ismael malou Gedalias. etc.d. cujo nome náo é mencionado (vv. quo era fraco e indeciso. Tratava-se do juízo de Deus sobre eles: mas.1-16.3). É mencionado apenas urna vez na Bíblia (fr 44. A mensagem desta vez foi que. pois normalmente as terras eram herdadas pelos filhos homens.30). pjjjc. membros da Lribo de Manassés (Nm 26. ocasião om que levaram Jeremias com eles. não sejais muitos de vós mestres. 27-36J. feita nessa ocasião. mas oão Linha autoridade sufi dente paia colocar um paradeiro nas atitudes deles. p. 25). como resxiltado. Faraó que governou o Egito en­ tre 589 a 570 a. Por toda a Bíblia.7-9: 1 Tm 31 Portanto. não houve arrependimento lv. mas Lambém precisam ler um estilo de vida que refliia o chama­ do divino.ra iusto que seu nome íosse apagado da memória do povo. a responsabilidade colocada sobre os que são chamados para servir ao Senhor é formidável.11 O episódio com Eli e seus filhos. Js 17. durante uma revolta contra ole no Egito. Joanae outros bderes de Judá fugiram pura o Egito. as quais casaram-se com os primos por parte rio pai delas. caiu de onde esLava seulndo e também faleceu fv.HOFRA lhos e ass'?gurar o oTdem apropriada e a obodiôncia da Loi oca Silo. 3 começa com as palavras: “Naqueles dias a palavra do Senlior era muito rara: as visões não eram frequen­ tes".C. Há muito (empo Jeremias profetizara que os judeus deviam permanecer em sua torra e viver sol) o domínio dos caldeus. Nabucodonosor invadiu esse país em 568 a.

líG.32]. MOS AMA (Heb. a terra não pertenceria mais a Manassés para sempre. Os reis fugiram paia uma caverna em Maquedá. as filhas de Zeloíeade re­ ceberam a parte delas (Js 17. duranle 26 9 . 2. Seu pai loi Lola (1 Cr 1. ua épo­ ca em que a (erra foi conquistada por Josué. que estavam entre os guerreiros poderosos de Davi e lutaram at> seu lado. Q u a n d o Josué os encontrou escondidos. onde é chamado de Hemã] HORI. 1 Cr 1. Rei de Gezor. para guardar a entrada da tenda na qual ela seria colocada (1 Cr 16. O grupo. oficial do exér­ cito de Israel. IJm dos descendentes de Esaú. HOMÃ. para que se cumpris­ se o requisito fia Lei. Aroerita. na área do Templo ( I Cr 26. pela linhagem rle Seir. Quando retornou da batalha.10). Posteriormente. 2. porém. 1 . mandou lira-los da caverna e os matou (Js 10. Rei amorreu.22.32). Era bder eulre seu povo. quo tinham feito um tratado de paz com os israelitas. ele e sua família (orna­ ram-se porteiros aa Porta Ocidental e ua POrta Salequete. 1 .s lideres procura­ ram lerem ias. Para mais detalhes. alguns lideres da tribo de Manassés apelaram a Mui sés sobre d caso e alegaram qun. H OS AÍ AS. HOTÃO. veja Jezanhis. para que não escapassem.11.4). Respondeu â convocação de AdouiZedeque. Gn 36. Era descendente du rei Davi e filho de Jeconias (em algu­ m a s traduções é chamado de |eoiaquim|. as filhas de Zeloíeade casaram-se com primos. ”o Senhor (em ouvido”). a qudi permitia que as fi­ lhas herdassem as ferras do pai delas. Então a regra que foi estabelecida definia a lei da he­ rança. 22. Liderou uni dos maiores corais ao longo dos muros de Jerusalém. lis la ilo entre os que foram separados para o mi­ nistério da profecia e da música. Era filho de Héber (1 Ci 7. mas ele próprio (oi derrotado por Isra­ el [|s 10. Foi acompanhado pela metade doa líderes de Judá (Ne 12. Listado entre os descendentes da linha­ gem real.33). um tios doze homens enviados por Moisés paia espiar a terra de Canaã (Nm 13. Quando a Arca da «Aliança foi le­ vada a Jerusalém. rei de Jerusalém. Quando os israelitas sitiaram a i. 2. HOTIR.5). Quando Gibeom foi atacada.idade de Laquis. ou então per­ deriam o direito ã herança (Nm 3(51.HOTIR promulgada. Posleriormenle.18J. ua liderança dos valentes soldados nos campos de ba­ talha II Cr 11. a llm de pedir orientação se deveriam ou não abandonar a terra (Jr 42. Horão subiu para saivála. fiai de Sarna o Jeiel. filhos dos ir­ mãos do pai delas. 1. através de Seu-. Da Iribo de Si meão. Era um levita do clã d o s meraritas. Seu filho (ezarias. Seu pai foi Lotã (Gn 3 b . o rei Davi nomeou Hosa como “porteiro".1). apôs o exdio. pai de Safate.10. se aquelas mulhores se casassem tom homens de ou­ tras tribos. Dessa maneira.44). 12. para formar urna confederação de reinos para guerre­ ar contra os gibeonitas. o rei cativo 11 Cr S. P. não reagiu favo­ ravelmente ao conselho do pruíeta (Jr 43.39. o boreu.38). Israel loi em seu socorro e derrotou a coalizão. sul do Canaã. quando foram dedicados por Neemias. Um dos filhos de Asale. Quando os israelitas final monte en­ traram em Canaã e a terra foi dividida entre as tribos. de Ilebrom.16) HORÃO. a qual determinava que as mu­ lheres deveriam casar com membros da mesma tribo de seu pai.328. 1. 2. Nelo de Àser e líder daque­ la tribo.3. HOSA. mandou que os soldados rolassem gran­ des pedras para a entrada do túnel e co­ locou guardas.2). Um dos descendentes de Esaú. e oulro. cf. n horeu.39).

Filho de Ezer. HULDA. “de acordo com as últimas instruções do rei Davi" Uma selagão imparcial foi fuita enUe os descendenies de Eleazar e dt: ílamar. mencionado em 1 Crónicas 6. Elu vivia em Jeru­ salém e proletizou dois eventos: (1) a destruição de ludá por causa da idolatria. os amalequitas prevaleciam. de onde surge o nome do elá dos hufamilas. Em Números 26. Veja Hufri. a vitória foi conquistada. Pai de Abiail. JL Neto de Benjamim e fiilio de Beta. men­ cionados em Gênesls 10. 4. veja Nm 251.9 1.2.14J. um dos lideres em Jerusalém depois do exflio INe 3.21).) Nascido na região próxima do “ribeiro de Gdás" II Cr 11.3u. levandoos a distanclar-s