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3 - Aparelhos de Radioterapia

3 - Aparelhos de Radioterapia

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Aparelhos de

Radioterapia
03/08/2011
Prof. Anderson B. de Melo
Turma: 6
o
Período
UNCISAL
Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas
Curso Superior de Tecnologia em Radiologia





UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE ALAGOAS

UNCISAL



CURSO TECNOLÓGICO











PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM
RADIOLOGIA

















Maceió, 2009.






x !
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Tipos de Aparelhos

Unidades de Kilovoltagem

Terapia de Grenz-Ray

Terapia de Contato

Terapia Superficial

Ortovoltagem

Gerador de Van der Graaf

Aceleradores Lineares
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Tipos de Aparelhos

Betatron

Microtron

Aparelhos de Cobalto

Feixes com partículas Pesadas
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Unidades de Kilovoltagem
O termo grenz-ray therapy é usado para descrever
um tratamento com feixes de raios X de energias muito
baixas - de até 20kV. Eles são absorvido em até 2mm da
pele.
Terapia de Grenz-Ray
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
4. Clinical Radiation Generators 39
De p t h i n Wa t e r ( cm)
FIG. 4.1. Depth dose curves i n water or soft tissues for
various quality beams. Line a: Grenz rays, HVL = 0.04 mm
Al, field diameter 2. 33 cm, SSD = 10 cm. Line b: Contact
therapy, HVL = 1.5 mm Al, field diameter = 2.0 cm, SSD
= 2 cm. Line c: Superficial therapy, HVL = 3.0 mm Al, field
diameter = 3.6 cm, SSD= 20 cm. Lined: Orthovoltage, HVL
= 2.0 mm Cu, field size = 10 x 10 cm, SSD = 50 cm. Line
e: Cobalt-60 y rays, field size = 10 x 10 cm, SSD = 80 cm.
(Plotted from data i n Cohen M, Jones DEA, Green D, eds.
Central axis depth dose data for use i n radiotherapy. Br J
Radio1 1978[suppl 111. The British Institute of Radiology,
London, with permission.)
defined as the thickness of a specified material that, when introduced into the path of the
beam, reduces the exposure rate by one-half. Typical HVLs used in the superficial range
are 1 .O- to 8.0-mm AI.
The superficial treatments are usually given with the help of applicators or cones
attachable to the diaphragm of the machine. The SSD typically ranges between 15 and
20 cm. The machine is usually operated at a tube current of 5 to 8 mA.
As seen in Fig. 4.1, line c, a superficial beam of the quality shown is useful for irradiating
tumors confined to about 5-mm depth (-90% depth dose). Beyond this depth, the dose
dropoff is too severe to deliver adequate depth dose without considerable overdosing of
the skin surface.
D. Orthovoltage Therapy or Deep Therapy
The term orthovoltage therapy, or deep therapy, is used to describe treatment with x-rays
produced at potentials ranging from 150 to 500 ky Most orthovoltage equipment is
operated at 200 to 300 kV and 10 to 20 mA. Various filters have been designed to achieve
half-value layers benveen 1 and 4 mm Cu. An orthovoltage machine is shown in Fig. 4.2.
Although cones can be used to collimate the beam into a desired size, a movable
diaphragm, consisting of lead plates, permits a continuously adjustable field size. The SSD
is usually set at 50 cm.
a) Terapia de Grenz-ray - Até 20kV
b) Terapia de Contato - De 40 à 50kV
c) Terapia Superficial - 50 à 150kV
d)Terapia de Ortovoltagem - 150 à 500kV
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Unidades de Kilovoltagem
A terapia de contato opera com potenciais de 40 a 50kV e
facilita a irradiação de lesões acessíveis a pequenas distâncias
fonte-pele (SSD ou DFS). Os aplicadores disponíveis fornecem
tratamento a uma DFS de 2cm ou menos. Devido à sua
pequena SSD e baixa tensão, a terapia de contato produz uma
rápida queda de dose na profundidade, ou seja, uma grande
quantidade da dose é depositada na pele poupando os tecidos
mais profundos.
Terapia de Contato
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
4. Clinical Radiation Generators 39
De p t h i n Wa t e r ( cm)
FIG. 4.1. Depth dose curves i n water or soft tissues for
various quality beams. Line a: Grenz rays, HVL = 0.04 mm
Al, field diameter 2. 33 cm, SSD = 10 cm. Line b: Contact
therapy, HVL = 1.5 mm Al, field diameter = 2.0 cm, SSD
= 2 cm. Line c: Superficial therapy, HVL = 3.0 mm Al, field
diameter = 3.6 cm, SSD= 20 cm. Lined: Orthovoltage, HVL
= 2.0 mm Cu, field size = 10 x 10 cm, SSD = 50 cm. Line
e: Cobalt-60 y rays, field size = 10 x 10 cm, SSD = 80 cm.
(Plotted from data i n Cohen M, Jones DEA, Green D, eds.
Central axis depth dose data for use i n radiotherapy. Br J
Radio1 1978[suppl 111. The British Institute of Radiology,
London, with permission.)
defined as the thickness of a specified material that, when introduced into the path of the
beam, reduces the exposure rate by one-half. Typical HVLs used in the superficial range
are 1 .O- to 8.0-mm AI.
The superficial treatments are usually given with the help of applicators or cones
attachable to the diaphragm of the machine. The SSD typically ranges between 15 and
20 cm. The machine is usually operated at a tube current of 5 to 8 mA.
As seen in Fig. 4.1, line c, a superficial beam of the quality shown is useful for irradiating
tumors confined to about 5-mm depth (-90% depth dose). Beyond this depth, the dose
dropoff is too severe to deliver adequate depth dose without considerable overdosing of
the skin surface.
D. Orthovoltage Therapy or Deep Therapy
The term orthovoltage therapy, or deep therapy, is used to describe treatment with x-rays
produced at potentials ranging from 150 to 500 ky Most orthovoltage equipment is
operated at 200 to 300 kV and 10 to 20 mA. Various filters have been designed to achieve
half-value layers benveen 1 and 4 mm Cu. An orthovoltage machine is shown in Fig. 4.2.
Although cones can be used to collimate the beam into a desired size, a movable
diaphragm, consisting of lead plates, permits a continuously adjustable field size. The SSD
is usually set at 50 cm.
a) Terapia de Grenz-ray - Até 20kV
b) Terapia de Contato - De 40 à 50kV
c) Terapia Superficial - 50 à 150kV
d)Terapia de Ortovoltagem - 150 à 500kV
e) Terapia de Supervoltagem - 500kV à 1MV
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Unidades de Kilovoltagem
O termo terapia superficial é usado para descrever
um tratamento com feixes de raios X de energias a
partir de 50kV até 150kV. A DFS típica utilizada para
esse tipo de tratamento está entre 15cm e 20cm. Este
tipo de tratamento é utilizado para curar lesões de até
0,5cm da pele (90% da dose absorvida).
Terapia Superficial
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
4. Clinical Radiation Generators 39
De p t h i n Wa t e r ( cm)
FIG. 4.1. Depth dose curves i n water or soft tissues for
various quality beams. Line a: Grenz rays, HVL = 0.04 mm
Al, field diameter 2. 33 cm, SSD = 10 cm. Line b: Contact
therapy, HVL = 1.5 mm Al, field diameter = 2.0 cm, SSD
= 2 cm. Line c: Superficial therapy, HVL = 3.0 mm Al, field
diameter = 3.6 cm, SSD= 20 cm. Lined: Orthovoltage, HVL
= 2.0 mm Cu, field size = 10 x 10 cm, SSD = 50 cm. Line
e: Cobalt-60 y rays, field size = 10 x 10 cm, SSD = 80 cm.
(Plotted from data i n Cohen M, Jones DEA, Green D, eds.
Central axis depth dose data for use i n radiotherapy. Br J
Radio1 1978[suppl 111. The British Institute of Radiology,
London, with permission.)
defined as the thickness of a specified material that, when introduced into the path of the
beam, reduces the exposure rate by one-half. Typical HVLs used in the superficial range
are 1 .O- to 8.0-mm AI.
The superficial treatments are usually given with the help of applicators or cones
attachable to the diaphragm of the machine. The SSD typically ranges between 15 and
20 cm. The machine is usually operated at a tube current of 5 to 8 mA.
As seen in Fig. 4.1, line c, a superficial beam of the quality shown is useful for irradiating
tumors confined to about 5-mm depth (-90% depth dose). Beyond this depth, the dose
dropoff is too severe to deliver adequate depth dose without considerable overdosing of
the skin surface.
D. Orthovoltage Therapy or Deep Therapy
The term orthovoltage therapy, or deep therapy, is used to describe treatment with x-rays
produced at potentials ranging from 150 to 500 ky Most orthovoltage equipment is
operated at 200 to 300 kV and 10 to 20 mA. Various filters have been designed to achieve
half-value layers benveen 1 and 4 mm Cu. An orthovoltage machine is shown in Fig. 4.2.
Although cones can be used to collimate the beam into a desired size, a movable
diaphragm, consisting of lead plates, permits a continuously adjustable field size. The SSD
is usually set at 50 cm.
a) Terapia de Grenz-ray - Até 20kV
b) Terapia de Contato - De 40 à 50kV
c) Terapia Superficial - 50 à 150kV
d)Terapia de Ortovoltagem - 150 à 500kV
e) Terapia de Supervoltagem - 500kV à 1MV
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Unidades de Kilovoltagem
Aparelhos de Ortovoltagem
!
Aparelho de Ortovoltagem e Terapia Superficial Aparelho de Ortovoltagem e Terapia Superficial
Todos os padrões básicos de doses terapêuticas,
fracionamentos, doses de tolerância, dosimetria clínica e física e
técnicas de localização foram obtidas a partir da experiência
acumulada com a utilização desses equipamentos.
!
Aparelho de Ortovoltagem e Terapia Superficial Aparelho de Ortovoltagem e Terapia Superficial
Todos os padrões básicos de doses terapêuticas,
fracionamentos, doses de tolerância, dosimetria clínica e física e
técnicas de localização foram obtidas a partir da experiência
acumulada com a utilização desses equipamentos.
A terapia por ortovoltagem é usada para descrever tratamentos com raios X produzidos com
potenciais que vão de 150 até 500kV. O local de máxima dose absorvida é na pele com 90% da
dose à 2cm de profundidade. Não é eficiente para lesões mais profundas do que 2cm.
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Unidades de Kilovoltagem
Aparelhos de Ortovoltagem
!
!
Os tratamentos em ortovoltagem e terapia superficial são do
tipo distância fonte-pele, com a utilização quase que sistemática de
cones aplicadores.
A DFP para ortovoltagem (150 a 300kVp): 30cm, 40cm, 50cm
A DFP para terapia superficial (50 a 150 kVp): 10cm, 15cm, 25cm
!
Os tratamentos em ortovoltagem e terapia superficial são do
tipo distância fonte-pele, com a utilização quase que sistemática de
cones aplicadores.
A DFP para ortovoltagem (150 a 300kVp): 30cm, 40cm, 50cm
A DFP para terapia superficial (50 a 150 kVp): 10cm, 15cm, 25cm
Os tratamentos em ortovoltagem são do tipo distância fonte-superfície, com a utilização quase
sistemática de aplicadores.
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34 I. Basic Physics
-
e
FIG. 3.6. Illustration of bremsstrahlung process.
it is technically advantageous to obtain the x-ray beam on the same side of the target, i.e.,
at 90 degrees with respect to the electron beam direction.
The energy loss per atom by electrons depends on the square of the atomic number
( Z2) . Thus the probability of bremsstrahlung production varies with Z2 of the target
material. However the efficiency ofx-ray production depends on the first power of atomic
number and the voltage applied to the tube. The term efficiency is defined as the ratio of
output energy emitted as x-rays to the input energy deposited by electrons. It can be shown
(1,2) that:
Efficiency = 9 x lo-'' zv
where V is tube voltage in volts. From the above equation it can be shown that the effi-
ciency of x-ray production with tungsten target (2 = 74) for electrons accelerated through
100 kV is less than 1%. The rest of the input energy (-99%) appears as heat. The accuracy
of above equation is limited to a few MY
B. Characteristic X-rays
Electrons incident on the target also produce characteristic x-rays. The mechanism of their
production is illustrated in Fig. 3.8. An electron, with kinetic energy Eo, may interact
with the atoms of the target by ejecting an orbital electron, such as a K, L, or M electron,
leaving the atom ionized. The original electron will recede from the collision with energy
El ect r on
/
Tar get
FIG. 3.7. Schematic illustration of spatial distribution of x-rays
around a t hi n target.
Ilustração da distribuição espacial de
raios X em torno do alvo
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
13. Treatment Plannina 111: Field Shapinfi Skin Dose, and Field Separation 273
block is considered acceptable for most clinical situations. If n is the number of half-value
layers to achieve this transmission,
n log 2 = log 20
log 20
n =- = 4.32
log 2
Thus a thickness of lead between 4.5 and 5.0 half-value layers would give less than 5%
primary beam transmission and is, therefore, recommended for most clinical shielding.
Shielding against primary radiation for superficial and orthovoltage beams is readily
accomplished by thin sheets of lead that can be placed or molded on to the skin sur-
face. However, as the beam energy increases to the megavoltage range, the thickness of
lead required for shielding increases substantially. The lead blocks are then placed above
the patient supported in the beam on a transparent plastic tray, called the shadow tray
Table 13.1 gives the recommended lead shield thicknesses for various quality beams.
Although the primary beam transmission can be reduced hrther by using extra thick
blocks, the reduction in dose in the shielded region may not be that significant due to the
predominance of scattered radiation from the adjoining open areas of the field.
B. Block Divergence
Ideally, the blocks should be shaped or tapered so that their sides follow the geometric diver-
gence of the beam. This minimizes the block transmission penumbra (partial transmission
of the beam at the edges of the block). However, divergent blocks offer little advantage
for beams with large geometric penumbra. For example, in the case of 'OCO, the sharp-
ness of the beam cutoff at the block edge is not significantly improved by using divergent
blocks. Also, for some clinical situations this sharpness is not critical or worth the time
required for making divergent blocks, which have to be invariably custom designed for a
given treatment set-up. Therefore, most institutions keep a stock of straight-cut blocks of
various shapes and dimensions.
TABLE 13.1. RECOMMENDED MI NI MUM THICKNESS
OF LEAD FOR SHIELDINGa
Beam Quality
1.0 rnrn Al HVL
2.0 rnrn Al HVL
3.0 rnrn Al HVL
1.0 rnrn Cu HVL
3.0 rnrn Cu HVL
4.0 rnrn Cu HVL
' 3 7 ~ s
Go c o
4 MV
6 MV
10 MV
25 MV
Required Lead Thickness
0.2 rnrn
0.3 rnrn
0.4 mm
1.0 rnrn
2.0 mm
2.5 rnrn
3.0 cm
5.0 crn
6.0 crn
6.5 cm
7.0 cm
7.0 crn
HVL, half-value layer.
aApproximate values t o give 5 5 % primary transmission.
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Gerador de Van der Graaf
42 I. Basic Physics
/ I \
X-rays FIG. 4.4. A Van de Graaff generator.
of nitrogen and C02. The generator is enclosed in a steel tank and is filled with the gas
mixture at a pressure of about 20 atm.
Van de Graaff and resonant transformer (section 4.1.E) units for clinical use are no
longer produced commercially. The reason for their demise is the emergence of technically
better machines such as cobalt-60 units and linear accelerators.
4.3. LINEAR ACCELERATOR
The linear accelerator (linac) is a device that uses high-frequency electromagnetic waves to
accelerate charged particles such as electrons to high energies through a linear tube. The
high-energy electron beam itself can be used for treating superficial tumors, or it can be
made to strike a target to produce x-rays for treating deep-seated tumors.
There are several types of linear accelerator designs, but the ones used in radiation ther-
apy accelerate electrons either by traveling or stationary electromagnetic waves of frequency
in the microwave region (-3,000 megacycles/sec). The difference between traveling wave
and stationary wave accelerators is the design of the accelerator structure. Functionally, the
traveling wave structures require a terminating, or "dummy," load to absorb the residual
power at the end of the structure, thus preventing a backward reflected wave. On the other
hand, the standing wave structures provide maximum reflection of the waves at both ends
of the structure so that the combination of forward and reverse traveling waves will give rise
to stationary waves. In the standing wave design, the microwave power is coupled into the
structure via side coupling cavities rather than through the beam aperture. Such a design
tends to be more efficient than the traveling wave designs since axial, beam transport cavi-
ties, and the side cavities can be independently optimized (3). However, it is more expensive
and requires installation of a circulator (or isolator) between the power source and the struc-
ture to prevent reflections from reaching the power source. For further details on this subject
and linear accelerator operation the reader is referred to Karzmark, Nunan, and Tanabe (3).
Figure 4.5 is a block diagram of a medical linear accelerator showing major compo-
nents and auxiliary systems. A power supply provides direct current (DC) power to the
modulator, which includes the pulse-forming network and a switch tube known as hydrogen
O gerador de Van der Graaf é um acelerador
eletrostático designado para acelerar partículas
carregadas. Produz feixes, para radioterapia, com
energias de até 2MV.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Betatron
O Betatron foi desenvolvido em meados de 1940 por D. W. Kerst como um
acelerador circular de elétrons para experimentos em física. Entretanto, por conta da
alta energia alcançada, começou a ser utilizado também em radioterapia.
Review of Radiation Oncology Physics: A Handbook for Teachers and Students
113

(a) BETATRON



(b) CYCLOTRON




FIG. 5.3. Schematic diagrams for two cyclic accelerators: betatron in part (a) and cyclotron
in part (b).


5.4.3. Microtron

The microtron is an electron accelerator, which combines the features of a linac and a
cyclotron. The concept of the microtron was developed by V.I. Veksler in 1944 and the
machine is used in modern radiotherapy, albeit to a much smaller extent than are linacs.

Two types of microtrons were developed: circular and racetrack.

- In the circular microtron the electron gains energy from a microwave resonant
cavity and describes circular orbits of increasing radius in a uniform magnetic
field. To keep the particle in phase with the microwave power, the cavity voltage,
frequency, and magnetic field are adjusted in such a way that after each passage
through the cavity, the electrons gain an energy increment resulting in an increase
in the transit time in the magnetic field equal to an integral number of microwave
cycles.

- In the racetrack microtron the magnet is split into two D-shaped pole pieces that
are separated to provide greater flexibility in achieving efficient electron injection
and higher energy gain per orbit through the use of multi-cavity accelerating
structures similar to those used in linacs. The electon orbits consist of two
semicircular and two straight sections.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Ciclotron
O ciclotron foi desenvolvida em 1930 por E. O. Lawrence para aceleração de íons até
uma energia cinética de alguns MeV’s. Inicialmente foi desenvolvido para experimentos
em física, mas depois foi utilizado para a produção de radioisótopos em medicina
nuclear, como na produção de feixes de prótons e nêutrons para radioterapia.
Review of Radiation Oncology Physics: A Handbook for Teachers and Students
113

(a) BETATRON



(b) CYCLOTRON




FIG. 5.3. Schematic diagrams for two cyclic accelerators: betatron in part (a) and cyclotron
in part (b).


5.4.3. Microtron

The microtron is an electron accelerator, which combines the features of a linac and a
cyclotron. The concept of the microtron was developed by V.I. Veksler in 1944 and the
machine is used in modern radiotherapy, albeit to a much smaller extent than are linacs.

Two types of microtrons were developed: circular and racetrack.

- In the circular microtron the electron gains energy from a microwave resonant
cavity and describes circular orbits of increasing radius in a uniform magnetic
field. To keep the particle in phase with the microwave power, the cavity voltage,
frequency, and magnetic field are adjusted in such a way that after each passage
through the cavity, the electrons gain an energy increment resulting in an increase
in the transit time in the magnetic field equal to an integral number of microwave
cycles.

- In the racetrack microtron the magnet is split into two D-shaped pole pieces that
are separated to provide greater flexibility in achieving efficient electron injection
and higher energy gain per orbit through the use of multi-cavity accelerating
structures similar to those used in linacs. The electon orbits consist of two
semicircular and two straight sections.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Aparelhos de Telecobaltoterapia
Num equipamento de cobaltoterapia, o radioisótopo Co-60 encontra-se
confinado em um cilindro metálico de aproximadamente 2cm de diâmetro x 2cm
de altura constituindo assim a fonte de Co-60.
!
Aparelho de Telecobaltoterapia
Aparelho de Telecobaltoterapia
Num equipamento de cobaltoterapia, o radioisótopo Co-60
encontra-se confinado em um cilindro metálico de aproximadamente
2cm de diâmetro x 2cm de altura constituindo assim a fonte de cobalto
60.
!
Aparelho de Telecobaltoterapia
Aparelho de Telecobaltoterapia
Num equipamento de cobaltoterapia, o radioisótopo Co-60
encontra-se confinado em um cilindro metálico de aproximadamente
2cm de diâmetro x 2cm de altura constituindo assim a fonte de cobalto
60.
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Aceleradores Lineares
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Feixes de megavoltagem não são apenas mais penetrantes,
como também a máxima dose absorvida ocorre a uma
determinada profundidade da pele.
A principal interação da radiação com a matéria é o Efeito
Compton, de modo que a dose absorvida local não
depende do número atômico do tecido, e a dose nos
ossos não é aumentada de forma considerável.
O Acelerador Linear é o principal gerador de feixes de alta
energia da atualidade.
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Vista de uma sala blindada em concreto para um acelerador linear. Vista de uma sala blindada em concreto para um acelerador linear.
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Componentes de um Acelerador Linear
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Canhão de Elétrons
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!"#$%&'()(*&+$*
Tubo Acelerador
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
!
!"#$%&'()'*%&+,&-.*/"
Bomba iônica de vácuo
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
!
!"#$%"&'()*(#+)"',#*-./0$"+(
Circuito de radiofrequência
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
!
!"#$%&'%()&$
Guia de ondas
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
!
!"#$%&'()
Bending Magnetic
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
!
!"##$%%&'
Carrossel
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
!
!"#$%&'"()*
Colimadores
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
!
!"#$%"&'()*(+,%-
Circuito de água
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
CAMPO DE RADIAÇÃO SIMÉTRICO
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
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Visão do cabeçote
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
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!"#!$%&!$'&(%)!)*&+,-*$%) "#!$%&!$'&(%)!)*&+,-*$%)
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
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CAMPO DE RADIAÇÃO ASSIMÉTRICO
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IRRADIAÇÃO COM FEIXES DE ELÉTRONS
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PROTEÇÕES DE CHUMBO PARA
ACELERADORES LINEARES
As proteções de chumbo são utilizadas quando
necessitamos “blindar” o feixe de
radiação em órgãos radiossensíveis
que se encontram dentro
da área do campo de radiação.
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PROTEÇÕES DE CERROBEND PARA
ACELERADORES LINEARES
Os bl ocos de cerrobend possi bi l i tam tratamentos
conformacionais, ou seja, a área onde passará o feixe de
radiação estará incidindo diretamente no volume irregular do
tumor, o restante será protegido pelo bloco. Qualquer região
que não se consiga proteger com as proteções de chumbo
pode ser feita com blocos de cerrobend.
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COLIMADOR MULTIFOLHAS OU MULTILÂMINAS
O Colimador com multi-lâminas - “multileaf-collimator” (MLC) é um sistema
de colimação que usa várias lâminas finas com a finalidade de moldar o
campo de tratamento da radioterapia conformacional.
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O Colimador com multi-lâminas - ~Multleaf Colimator¨
(MLC) é um sistema de colimação que usa várias lâminas finas com a
finalidade de moldar o campo de tratamento na terapia conformal.
Colimador Multifolhas Multifolhas
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IMRT
A Radioterapia com Intensidade Modulada de Feixe é um refinamento da
técnica de Radioterapia Tridimensional Conformada (3DCRT). Uma vez
definido o tumor e os órgãos normais na tomografia de planejamento e
escolhida a melhor combinação de campos de irradiação, o médico
radioterapêuta informa ao programa de computador qual a dose mínima
e máxima que devem ser aplicadas aos volumes de doença micro e
macroscópica, bem como qual a dose de tolerância nos tecidos sadios.
A partir de algoritmos matemáticos, um programa de computador
específico para IMRT realiza a otimização do plano de Radioterapia,
modificando a intensidade do feixe em cada ponto de cada campo de
tratamento, de acordo com as doses definidas pelo médico.
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Estudos clínicos com pacientes portadores de câncer de próstata de risco
intermediário e de alto risco mostraram que a utilização de doses
elevadas de Radioterapia aumenta as taxas de cura. A limitação da dose
de radiação, entretanto, é devida aos efeitos colaterais sobre reto e
bexiga. Com a Radioterapia convencional, tem sido empregadas doses da
ordem de 6600cGy a 7000cGy; com Radioterapia 3D Conformada, em
torno de 7100cGy até 7500cGy; e com a técnica de IMRT, os estudos têm
utilizados doses de até 8600cGy, com boa tolerabilidade.
Aspectos Clínicos
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A IMRT também tem sido empregada no tratamento dos tumores de
cabeça e pescoço. Uma parcela significativa dos pacientes que recebem
Radioterapia nessa região desenvolve secura permanente da boca
(xerostomia), em especial aqueles portadores de tumores de orofaringe.
Essa seqüela dificulta a fala e a deglutição, aumentando muito a toxicidade
do tratamento. A IMRT tem permitido a proteção adequada das glândulas
salivares, algo que não se conseguia nem mesmo com Radioterapia
Tridimensional Conformada, possibilitando a preservação da salivação.
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É importante salientar que nem todos os pacientes são candidatos ao
tratamento com IMRT. Somente o médico radioterapêuta, após a avaliação
criteriosa do paciente e de seus exames, poderá indicar esta modalidade.
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COMPENSAÇÃO DO MOVIMENTO DO
TUMOR
(Respiratory Gating)
A terapia de radiação requer acurácia na localização exata do tumor a fim
de que se maximize a dose ao tumor e se minimize o dose no tecido
normal circunvizinho. Se a posição do tumor é afetada pelo movimento
respiratório do paciente é preciso considerar um volume maior de
tratamento para compensar esse movimento. Portanto a dose aplicada ao
tumor é limitada para minimizar os danos aos tecidos normais
circunvizinhos.
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Permite que você correlacione o tumor em relação ao ciclo respiratório.
Quando o tumor esta em uma posição específica o sistema irradia esse
volume. Agora quando o tumor move-se fora dessa localização específica,
o sistema bloqueia automaticamente o feixe de radiação sobre ele. Isto
permite a redução de margens de tratamento e facilita um aumento da
dose no tumor.
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A remoção de tumores e a correção de malformações arteriovenosas em
áreas centrais do cérebro representam importantes desafios da medicina.
Uma das principais dificuldades desse tipo de cirurgia é obter acesso à
estrutura comprometida sem causar danos importantes ao restante do
tecido cerebral.
RADIOCIRURGIA
A radiocirurgia é uma forma de tratamento que utiliza radiações
ionizantes, dirigidas por um sistema de coordenadas espaciais
(estereotaxia) para atingir tumores, malignos ou benignos, e malformações
arteriovenosas, em regiões profundas do cérebro. Esta modalidade de
tratamento é aplicada em uma única sessão, com dose bastante elevada.
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Para a radiocirurgia, cada paciente
é avaliado por uma equipe multidisciplinar
formada por radioterapeutas,
neurologistas, neurocirurgiões, físicos,
radiologistas, patologistas e oncologistas
clínicos, que consideram os possíveis
benefícios do procedimento e os riscos
envolvidos, bem como as alternativas
terapêuticas.
O paciente é conduzido à sala de
tomografia computadorizada, onde é
submetido à fixação de um arco metálico
em sua cabeça, também denominado anel
estereotáxico.
Para a radiocirurgia, cada paciente é avaliado
por uma equipe multidisciplinar formada
por r adi ot er apeut as, neur ol ogi st as,
neurocirurgiões,f í s i cos , r adi ol ogi s t as ,
patologistas e oncologistas clínicos, que
consideram os possíveis benefícios do
procedimento e os riscos envolvidos, bem
como as alternativas terapêuticas.
O paciente é conduzido à sala de
tomografia computadorizada, onde é
submetido à fixação de um arco metálico
em sua cabeça, também denominado anel
estereotáxico.
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Uma vez fixado o anel, realiza-se uma tomografia
computadorizada.
Uma vez fixado o frame, é feita a tomografia computadorizada.
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Em alguns casos, pode ser necessária a fusão das imagens da tomografia com
as imagens da ressonância magnética para melhor visualização das estruturas.
Nessas situações, a ressonância é feita no dia anterior à radiocirurgia. A
ressonância é feita sem o anel estereotáxico. Em casosde malformações
arteriovenosas, além da tomografia e da ressonância, é também realizada uma
angiografia para a delimitação do alvo de tratamento.
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Em alguns casos, pode ser
necessária a fusão das imagens da
tomografia com as imagens da
ressonância magnética para melhor
visualização das estruturas. Nessas
situações, a ressonância é feita no dia
anterior à radiocirurgia. A
ressonância é feita sem o anel
estereotáxico. Em casos de
malformações arteriovenosas, além
da tomografia e da ressonância, é
também realizada uma angiografia
para a delimitação do alvo de
tratamento.
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Em alguns casos, pode ser
necessária a fusão das imagens da
tomografia com as imagens da
ressonância magnética para melhor
visualização das estruturas. Nessas
situações, a ressonância é feita no dia
anterior à radiocirurgia. A
ressonância é feita sem o anel
estereotáxico. Em casos de
malformações arteriovenosas, além
da tomografia e da ressonância, é
também realizada uma angiografia
para a delimitação do alvo de
tratamento.
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Em alguns casos, pode ser
necessária a fusão das imagens da
tomografia com as imagens da
ressonância magnética para melhor
visualização das estruturas. Nessas
situações, a ressonância é feita no dia
anterior à radiocirurgia. A
ressonância é feita sem o anel
estereotáxico. Em casos de
malformações arteriovenosas, além
da tomografia e da ressonância, é
também realizada uma angiografia
para a delimitação do alvo de
tratamento.
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A irradiação tem início após a realização de uma checagem das
coordenadas do al vo forneci das pel o computador de
planejamento. O aparelho de irradiação descreve arcos em torno
da cabeça do paciente, enquanto a radiação é focada na direção
do volume-alvo. A multiplicidade de arcos de radiação empregada
durante o procedimento permite que se concentrem altas doses
de radiação nas áreas sob tratamento, enquanto o restante do
cérebro recebe doses muito baixas. As estruturas mais sensíveis,
previamente reconhecidas, são poupadas pelos arcos de radiação.
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A radiocirurgia é um método efetivo de prevenção do crescimento em
pequenas lesões da base do crânio. Entretanto, o tamanho do tumor e a
sensibilidade dos órgãos adjacentes à aplicação de radiação em dose única
podem ser contra-indicações ao tratamento com radiocirurgia. Nessas
situações, o tratamento ideal é aquele que combina a precisão da
radiocirurgia com a possibilidade de aplicação de múltiplas sessões. Este
tratamento é a Radioterapia Estereotáxica Fracionada.
Radioterapia Estereotáxica Fracionada
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Na radiocirurgia a imobilização do paciente e a localização do alvo dentro
crânio são realizadas com base em um arco de metal, dito arco estereotáxico,
que é fixado no crânio do paciente. Todavia, um paciente que será submetido a
diversas sessões de tratamento não pode ter o arco fixado ao seu crânio
diariamente, nem pode ficar com o arco na cabeça durante semanas. Por isso,
é necessária a utilização de um sistema de fixação e de coordenadas que seja
facilmente colocado e retirado.
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Técnica que utiliza algum recurso de imagem para localizar e
acompanhar a movimentação do volume interno do paciente
que será tratado durante cada aplicação de radioterapia.
IGRT
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