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Verificar que las siguientes funciones son soluciones de la ED

dada:

Para probar que una función es una solución de una ED


dada, se sustituye en la ED, tanto la función como las
derivadas de la misma; si se obtiene una identidad
( q u e p u e d e s e r 0  0), l a f u n c i ó n e s u n a s o l u c i ó n d e l a E D .

1 . y ( x )  e x ; x 2 y ' '  x  1 y '  1  2 x  y  0


2

S o l u c i ó n - J u a n B e l t r á n:
x 2 y ' '  x  1 y '  1  2 x  y  0
2
(1)
y ( x)  e ,  y ' ( x )  e ,  y ' ' ( x)  e x
x x
(2)
sustituyendo (2) en (1), se obtiene:
x 2 e x   x  1 e x   1  2 x  e x  0,
2

 x 2 2

  x  1   1  2 x  e x  0  x 2   x  1   1  2 x   0,
2

 x 2   x 2  2 x  1   1  2 x   0  x 2  x 2  2 x  1  1  2 x  0;
 00.

2 . y ( x)  e  x / 2 ; 2 y ' y  0
S o l u c i ó n - J u a n B e l t r á n:
2 y ' y  0 (1)
1
y ( x)  e  x / 2 ,  y ' ( x)   e  x / 2 (2)
2
sustituyendo (2) en (1), se obtiene:

2   e  x / 2  e  x / 2  0  e  x / 2  e  x / 2  0  0  0
1
 2 
3 . y ( x)  e 3 x c o s 2 x; y ' ' 6 y ' 1 3 y  0
S o l u c i ó n - J u a n B e l t r á n:
y ' ' 6 y ' 1 3 y  0 (1)
y ( x)  e 3 x c o s 2 x (2),
 y ' ( x )  D x  e 3 x c o s 2 x   c o s 2 x D x e 3 x + e 3 x D x c o s 2 x,
 y ' ( x)  c o s 2 x  e 3 x  D x 3 x   e 3 x   s e n 2 x  D x 2 x  ,
 y ' ( x )  c o s 2 x  e 3 x  3  e 3 x   s e n 2 x  2  ;
 y ' ( x)  3e 3 x c o s 2 x  2e 3 x s e n 2 x (3),
 y ' ' ( x)  D x  3e 3 x c o s 2 x  2e 3 x s e n 2 x  ,
 y ' ' ( x )  3 D x  e 3 x c o s 2 x   D x  2e 3 x s e n 2 x  ,
 y ' ' ( x)  3 y '  s e n 2 x  D x 2e 3 x  2e 3 x  D x s e n 2 x  ,
 y ' ' ( x)  3  3e 3 x c o s 2 x  2e 3 x s e n 2 x    s e n 2 x  6e 3 x  2e 3 x  2 c o s 2 x  ,
 y ' ' ( x )   1 2e 3 x s e n 2 x  5e 3 x c o s 2 x ( 4 )
sustituyendo (2), (3) y (4) en (1), se obtiene:
 1 2e 3 x s e n 2 x  5e 3 x c o s 2 x  6  3e 3 x c o s 2 x  2e 3 x s e n 2 x   1 3e 3 x c o s 2 x  0,
  1 2e 3 x s e n 2 x  1 8e 3 x c o s 2 x  1 8e 3 x c o s 2 x  1 2e 3 x s e n 2 x  0;
 00.

6 6  2 0x d y
4 . y ( x)   e ;  2 0y  2 4
5 5 dx
S o l u c i ó n - J u a n B e l t r á n:
dy
 2 0 y  2 4  y ' 2 0 y  2 4 (1)
dx
6 6
y ( x)   e  2 0 x (2),
5 5
d  6 6  2 0x  6  2 0x d 6
 y ' ( x)    e  0  e  ( 2 0 x)   e  2 0 x ( 2 0) ;
dx 5 5  5 dx 5
 y ' ( x )  2 4e  2 0x
(3)
sustituyendo (2) y (3) en (1), se obtiene:

2 4e  2 0 x  2 0 
6 6  2 0x 
 e   2 4  2 4e
 2 0x
 2 4  2 4e  2 0 x  2 4;
 5 5 
 2424.
5 . y ( x)  s e n 2 x; 3 y ' 's e n 2 x  2 y 's e n x c o s x  8 y s e n 2 x  2s e n 2 x
S o l u c i ó n - J u a n B e l t r á n:
3 y ' 's e n 2 x  2 y 's e n x c o s x  8 y s e n 2 x  2 s e n 2 x (1)
y ( x)  s e n 2 x (2),
 y ' ( x)  D x  s e n 2 x   2s e n x  D x s e n x   y ' ( x )  2 s e n x c o s x (3),
 y ' ' ( x)  D x  2s e n x c o s x   2 c o s x c o s x  2s e n x s e n x;
 y ' ' ( x )  2 c o s 2 x  2s e n 2 x (4)
sustituyendo (2), (3) y (4) en (1), se obtiene:
3  2 c o s 2 x  2s e n 2 x  s e n 2 x  2  2s e n x c o s x  s e n x c o s x  8  s e n 2 x  s e n 2 x  2s e n 2 x,
 6s e n 2 x c o s 2 x  6 s e n 4 x  4s e n 2 x c o s 2 x  8s e n 4 x  2 s e n 2 x,
 2s e n 2 x c o s 2 x  2s e n 4 x  2s e n 2 x,
 2s e n 2 x  c o s 2 x  s e n 2 x   2 s e n 2 x  2s e n 2 x  1  2s e n 2 x;
 2s e n 2 x  2s e n 2 x.