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05/11/2014

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RESUMO

O presente trabalho teve como proposta investigar a conscientização do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) na construção civil e no ambiente de trabalho. O trabalho teve como objetivo conscientização do uso do EPI, visando a sensibilização dos mesmos quanto à segurança pessoal e coletiva. A coleta de dados se deu através de método de abordagem in loco via entrevista e questionário a funcionários na obra. Através da análise das respostas, pudemos verificar que 100% dos entrevistados não usam o Equipamento de Proteção Individual (EPI), sendo que, muitos não souberam responder o que é EPI, mostrando assim a falta de conhecimento do risco que estão correndo. Tal conscientização pode ajudar a diminuir o alto índice de acidentes na construção civil em obras de pequeno porte em Mongaguá. Palavras-chave: conscientização - uso de EPI.

INTRODUÇÃO
Para o bom funcionamento de uma obra, não basta projetar máquinas que minimizem erros humanos. Equipamentos de Proteção Individual exigem papel central neste cenário, assim como o cuidar de quem opera as máquinas. O relacionamento entre as pessoas e os equipamentos, quando bem planejados e acompanhados de equipamentos que visam proteger o trabalhador, faz com que haja no ambiente um melhor desempenho, com segurança e conforto. Algumas leis e normas asseguram ao trabalhador seu direito sobre um Equipamento de Proteção Individual, porém, como nem sempre essas diretrizes são cumpridas (em função dos inúmeros acidentes que ocorrem nas construções diariamente), faz-se necessária uma maior divulgação acerca de tal segurança. Desta forma, este trabalho visa à veiculação de informações sobre este assunto e da legislação vigente, aos alunos do Curso de Edificações, além de ampliar o conhecimento da saúde e segurança do trabalhador na construção civil de Mongaguá. O uso do EPI está relacionado com a segurança Individual, que é indispensável para segurança dos trabalhadores, mas na pratica não é isso que se vê em obras de pequeno porte em Mongaguá. No primeiro capitulo deste estudo, explicaremos o que são equipamentos de proteção individual (EPI) No segundo capítulo procuramos relatar a importância e necessidade da observação de como o funcionário se comporta em relação a sua segurança pessoal em seu ofício, em nosso caso a construção civil. No terceiro capítulo relatamos a falta de EPI nas obras e a precária condição de trabalho, através de entrevistas e vídeos. No quarto capítulo, apresentamos o questionário com suas respectivas respostas, também procuramos analisar os dados coletados. No quinto capitulo, quem deveria fornecer EPI e fiscalizar sobre o seu uso?

Objetivos
Ao final deste trabalho queremos mostrar aos leitores um maior conhecimento acerca de EPI, visando alcançar aqueles que almejam atuar como profissionais da Construção Civil, bem como oferecer-lhes algum conhecimento a respeito dos Equipamentos de Segurança Individual, fundamentais para a saúde física dos profissionais, e mostrar que o uso do EPI é essencial para a saúde do trabalhador.

CAPÍTULO I 1.1 O que são EPI?
É todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, utilizado pelo trabalhador, destinado a proteger um ou mais riscos suscetíveis de ameaçar a sua segurança, integridade física e saúde, bem como qualquer complemento ou acessório destinado a esse objetivo. O uso adequado de equipamentos corretos é uma das maneiras para obter a garantia de um local de trabalho seguro e saudável. Além do uso desses equipamentos o treinamento e a consciência da importância dos mesmos são fundamentais para que o trabalhador produza de maneira segura, sem pôr em risco sua integridade física.

1.2 Principais EPI:

1.2.1 Proteção da cabeça Capacete: Proteção do crânio contra impactos, choques elétricos e no combate a incêndios. Capuz: Proteção do crânio contra riscos de origem térmica, respingos de produtos químicos e contato com partes móveis de máquinas.

1.2.2

Proteção dos olhos e face

Óculos: Proteção contra partículas, luz intensa, radiação, respingos de produtos químicos.

1.2.3

Proteção da pele

Creme protetor: Proteção da pele contra a ação de produtos químicos em geral.

1.2.4

Proteção dos membros superiores

Luvas de proteção, mangas, mangotes, dedeiras: Proteção de mãos, dedos e braços de riscos mecânicos, térmicos e químicos

1.2.5

Proteção dos membros inferiores

Calçados de segurança, botas e botinas: Proteção de pés, dedos dos pés e pernas contra riscos de origem térmica, umidade, produtos químicos, quedas.

1.2.6

Proteção contra quedas com diferença de nível

Cintos de segurança - tipo pára-quedista e com talabarte; trava quedas; cadeiras suspensas.

12.7 Proteção Respiratória Máscaras de proteção respiratória: Proteção do sistema respiratório contra gases, vapores, névoas, poeiras.

1.2.8 Proteção para o corpo em geral Calças, conjuntos de calça e blusão, aventais, capas: Proteção contra calor, frio, produtos químicos, umidade, intempéries.

1.2.9 Proteção Auricular Protetores auriculares: protegendo o ouvido de barulhos altos, entrada de água ou vento excessivo.

CAPÍTULO II O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
Um procedimento com base científica para atuar sobre as condições para promover comportamentos seguros observáveis e reduzir a ocorrência de comportamentos inseguros. Para melhor entendimento do que chamamos de comportamento inseguro ou de risco, utilizaremos o exemplo de trabalho de pedreiro em andaime.Podemos elencar como comportamentos de risco, entre outros: deixar de usar cinto de segurança.

1.1 Importância e Necessidade
A indústria da construção civil, durante muito tempo, foi destaque em número de acidentes e mortes do trabalho no Brasil. Desde 1995, com a revisão da NR-18, empresários, trabalhadores e governo se empenham em reverter este quadro com resultados positivos. Este método de trabalho difere das abordagens psicológicas tradicionais de duas formas simples: Tem como foco o comportamento de segurança observável, em vez de atitudes sobre segurança que seriam mais difíceis de serem observadas, tais como querer agir seguramente ou estar consciente das ações de segurança. Coloca a ênfase no encorajamento do comportamento seguro, no lugar de punir a pessoa que agiu de forma insegura. Não se trata de uma campanha de motivação, mas um procedimento com base científica para atuar sobre comportamentos seguros/inseguros observáveis. A ocorrência desses comportamentos pode resultar em acidentes com conseqüências graves para a pessoa ou para os demais. Ao evitar essas atitudes, reduzimos a probabilidade dos acidentes e aumentamos a segurança. Por se basear num modelo científico, a intervenção em segurança comportamental requer um planejamento detalhado e demanda um prazo de aplicação que pode variar de algumas semanas até meses, dependendo do tamanho e da complexidade da atuação, porém os resultados podem se estender muito além desse prazo, desde que certas condições (ajustadas caso a caso) tenham sido estabelecidas.

Pergunta.
EPI, desnecessário ou essencial? R: o uso do EPI é essencial para a saúde e segurança do trabalhador.

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